Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07729


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Full Text
AMNO XXXIII N. 81.
Por 5 meze adiantados 4$000.
^or 3 mezes rencidoi 4$500.
QUOTA FEIRA 9 DE ABRIL DE 1857
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o aubdcriptor.
t j in>> ^SS^^^S^aMwillv/ Pr anno adiantado 15000.
or 3 mezes rencidoi *$500. MJ&
*"^38i ^^^SfW^ Porte franco para o aubdcriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
i!^f.^*^Jff ^^J2 .T" Z I l^ZITT? rtibuZimClXSOS T",BW,AES PA CAP1TAL- H5iRris D-5MrDEA,m,., ~dIXs^aTemana. ENTREGADOS DA SU^rCAO ,0 tf.
i I Pareara Jnior i i,. T T i i' Olinil: tod.a o. dtae.ia 9e maia horas d.i i ha. Tribunal do comroerc i aeaundat au ratas, t tiartn >> .. 4 h.... -it~--.....-____ttSgg^gg^^ r3s,:i=:ss,aii. SttWiVwi'A *SteiKtKfrt*- *
PARTIDA DOS CORRKIOS.
Olinda : todaa 01 diav.it o maia horas dn l
l*uartiss, Goianna e l'arahiba : as segundas a -c&tas-felra
S. Antao, lleiern.s, Bonito, Caraar, Alunho a Garanbans: na terea-frira.
S. Lourenco l-o-d'Alho, Na.arelb, Limo.-irn, llrcjo. Pesquera, lna;a-
uir, Flores, Villa-Bella, Boa-Vi.la, Oricurv e Kii as qiiarlas-reiraa.
Cabo, Ipojoca, Scrmh.etn, Kio-Formoso, Una. Itarreirus, Aue.-i>rela,
Pimenlciraa e Natal : qaintas-feirai.
Todo* aa correioa parlan aa 10 boraa da manha.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommerei* i segundea quintal.
Relaeno tercat-feirii tabbados.
Faiende.- quartai e labbadoi *i 10 hora*.
Juizo de commercio: segundas 10 hom quintil ai mito-di*.
Juno do orphioi: segunda a quintal ai 10 horai.
i'riraaira rara do civil- aegunda a laiiai o miio-dii.
segunda rara do eivel: quarua a aabbadoaao maio-dia.
O tibores auignantea do correio particular di
Goiina, queiram mand.ir recebar sais cartas e jor-
nae ni botica do Sr. Fraucelino Piolo Crespo, ni
ruS Dlreila da me ama cltladi, todos oa diai at ai
10 horis da uoite. O Sr. Antonio Pioheiro da Man-
dones continua a reeaber ai asignaturas para esto
/Harto na dita cidade a ij por qaartel adiantado, e
49500 vencido.
PARTE OPFICIAL
*
MINISTERIO DA GUERRA.
Itegulamtnto para os inspectores dos carpos dan
tret armas do exercito. ,
. Art. 1. Oa iuspeclorai dua corpoi dai trai armas
o raceberSo ordena do ajodente-general do exerci-
to, au do ministro e lacretarlo de eitado dos nego-
* da guerra por intermedio dasle. SerSo delega-
do do governo para venlicarom se le exacutam fiel-
mente nos corpos de sua inspecc^o as lais, decreto,
regolaraeotos, avisos o ordena legtimamente dima-
nadas de autoridades superiores competentes. Se-
rio tambera instructores natos da arma i que exclu-
sivamente perlencerem os corpoi qo se acharem
nos respectivos diilrictos, cuja maior torca fr dessa
arma.
Art. 2. Os
inspectores, logo que e publicar o
presente regulamenlo, passarAo a proceder inapec-
ro dos corpoi do diitricto de iua jurisdiceao, e re-
pelindo-a independeute de nova ordem, regularao
de modo que cada eorpo seja inspeccionado pelo me-
aos urna vez era cada anno.
Art. 3. Nio marcarlo poca fixa para a inspee-
$Se annual de cada eorpo ; ero o processo desta ten
durarlo determinada. Deverao comerar de prefe-
ferencia palo eorpo cujas eircutnslancias reclamaren)
o exime com roais urgencia, gando o conheci-
mento que tiverem previamente da necessidade da
paceo.
Art. 1. Qnando o inspectores tiverem de abrir
-lospeer^o na corle, ou de se dirigirem de ama para
oailra provincia, psrtieipa-lo-hao ao ajudaote-gene-
ral do exercito. Nojajatiljttva^aso^arem, no deve-
rio anticipar aviaeT'aoi ciirpol-Jjoe se acharem na
provincia para onde honverem de ir.
Arl. 5. Logo qne os inspectores diegarem a qnal-
quer provincia, commanlcurAo ao respeelivo presi-
dente ao craBimandaote das armas, oa anllente do
ajadanle-general, que vSo preceder a inspeccao dos
corpas all aqnarleladot ; e aoUcItarao do dilo> pre-
sidente a expedido das convenientes ordens aoa ins-
pectores das tliesourarias. para que lliei prastem os
tMlareeimentos qne reqaisilarem ce-ca doa abonos
tllectuidos, e de quanlias eiilrmuas aoa corpos que
vio ser inspeccionad. Por essa occasiSn com'mo-
mcarito lambem as autoridades cima mencionada*
quaea oa olTiciaes que Compein o aeu estado maior,
c idntica cummanieacSo farao os chafes dosenrpos,
par qoe estos ponao reconh'ecer os ditos olTiciiievi
como orsSos legae\,delles inspectores. Ai eommu-
nicaos relativa! ao pessoal do estado-maior dos
inspectores sarao repelidas todas,aa vetes que nesse
passaal occorrer qaalquer modilicacf o.
Art. 6. A eosajvpondenria dos inspectores cora os
chelee des corpoi comeara logo qne elles receberem
do presidente da provincia, e do c .mmand.inlp das
armas, ou assislente do ajudante-general resposta, as
eomonici{0"S mencionadas no arl. 5.
Arl. 7. Dorante a inspeccln de qoalqaer eorpo o
presidente da provincia e o commandanle das armas,
ou assislente do ajadanle-general, nao podero ex-
ercor sobre esse cnrpoj nenhom aele de jurisdiejao
qoe leader a perturbar o processo da mesma ins-
Arl- a. Oa insaetore coroecarao a. insperrao de
qoalqaer eorpo indiTferenlemenie pela revistas, au-
diencia ai pravas, exames de arma, visita aos quar-
teis, arrecaddce e prises ; exames das s.criplura-
cao e da conlahilidade, e o desta pela especialidad
qoe Ibes parecer mais urgente verificar. I'odero
inlercal arnu separar as sesses, como jalgarem mais
conveniente o aproveitameosV jJ_o lempo. Seme-
Ihanlemente procedern a respeilo das revutas e ej-
ercicios, dispon lo os pontos de parada e as ordens
da forntatara. lado conforme Ihea parecer melhor
para a boas desempenho de soa commissSo.
Arl. 9. Os inspectores dos corpos das Ires'armas
terlo por dever especial :
1. Examinar e verificar a direccAo regalar de lo-
do oa pontos de a Iministraca, economa, inslrac-
eflo a disciplina -los corpos do exercito.
2.o Vigiar qoe se minitenha a regularidad oni-
forrnidade da escriplnrclo e conlahilidade dosmes-
mos corpos, em harmona com o modelos que se ei-
tabaiecarem.
3. Examinar se nos cnrpoa de sua inspee^ao se
oegoe restrictamente o cyilema de ensiuo pralico
adoptado no exercito para as escolas de soldado, de
pilotan, esquadrao oa balera, e do eorpo, faialalhao
-ovapineelo.
4 Instruir nos reipeeliios deveres de posto e
exercico os commaodanles doa corpas mais olUeiaes
dasle.
5.* Verificar, pelo exame da adminislrarflo dos
eonselhos econornicoi, se exialem dividas activas oa
pissiva, qaem ao os eredores oa devedere parlieu-
lare, e a causa ta divida etn om e nutro raso ; de-
clarando especi lie.idamente as qne sao por abonos ou
empreslimos indevidamenle feilos.
6. Verificar a leualidade do movimenlo da carga*
e descarga ilo, annamento, fardameulo, equipamen- y*i" na mar^o deJSt.l.
lo a roais objpelos que os corpos reeeberam e dislri-
liuiram as respectivas prarai.
7. Examinar ae existe nos corpos individuos com
uraduaedea incompetentes de oflicial inferior ; e se
ns ha com praca lllegal por carencia da idade mar-
cada, na lei.
8.o Examinar o melhodo deeniino seguido as es-
colas regimentaes dos corpos, e se sao execulada as
prescripQes do respectivo regulamenlo.
9.o Indicar a fazer reeducar os erros, abasos e
omiisOes que acharem em contrariedade do que es-
ttver eslattiido pealis, regulamenlos e ordena ge-
raes do exercito.
tO.o Finlunle, anlrar no exacto conhecimenlo
de lodos os pequeos detalhes relativos as diversas
especialidades du arranju e serviro interno dos cor-
pos, para poder proceder sobre lodos na forma men-
cionada no pragrapho antecedente.
Art. 10. Os inspectores procederao aos exames
priticos das ai-njai de sua tnspecajio, e rfmelteran o
Te
FOLHfiTIg.
6IRRIT WITS^T
Scenas da vida hollandeza.
porHildeerand.
"1
At angustias do aldante. '
A be eidada de l.eyde conten do recinto de suas
muralhaa, urnas linda em p, oolras converlidn em
passeios, doa* bellas eoasaa que merecemser gabadas,
a saber : o ItrCalraal o qualsegundo aotigoe documen-
lo e cartas de lodos os lempos sem dnvida chama va-
se onlr'ora Bredeslraal I. e o itapenbarg, (ao cle-
nte pela cataslrophe do anuo VII, (2)e que aprsen-
la, segundo Orlen,' au longo de urna ra larga um
largo e bello canal guarnecido de grandes tilias, rie-
baixo das quaes he muito agradavel paiseiar duranle
n veri*. O Ripeuburg he perfeitameute edificado
de ambos oa lados, e ah acham-se bellas casas que
farena honra riqueza de nossos aVis e ao sea gosto
pelas eon.lriKC,oe> colossaes. Esta eircomslancia nao
impede todava qoe se ohservem ah alauns edificios
pessimos e disformes, entre o quaes dislingoem-se
o Museu real de historia natural, a Bibliolheca da
Universidade e c propria Universidade ; porquanlo o
coAselho municipal e o estado parecem ler resolv lo
generosamente abandonar de ora em diante ao goslo
dos habitantes o cuidado de adornar e embelleiar a
cidade, assitn como o governo deixa sociedade a lol
Nat van!' Algemeen (3) o encargo de recompensar a-
resaltado delles ao aja'danle-geueral, independenle
do re torio geral, afim de nao eslorvarem com a de-
mora de tal resollado a organisae.ao, em lempo com-
petente, das escalas de promocao indicadas no 2
do arl. 1.a do regolamanlo approvado palo decreto
n. 1881 de 3t de Janeiro do correle anno.
Arl. II. Para o processo comprobatorio dal diver-
sas sestiles da inspeccAo, os inspectores exigirAo os
meamos mappas e documentos, ojos modelos el.1o
anexos ao regulamenlo approvado por decreto nu-
mero, 998 de 12 de jonho de 1852, os quae serAo
confeccionados em duplcale.
Arl. 12. Os documentos de despezas ptrlencenles
ao anno da ioapeccAo, ja escripturados e referidos
nos competentes livros de termos e conlas crran-
les, serAo emroaseados ; e o sea involucro lacrado e
sellado com o sinele da inspeccAo. O qoe porem
nao estiverem anda escripturados, e ot das coolas
do auno actual, serAo no fim da inspeccAo rubrica-
dos pelos inspectores, e devidamenle arrecadados,
para Ihes serein presentes na inspjeccao seguinle.
Arl. 13. Os inspectores destinaran ama ou mais
essOes de inspecfo pra ooviremj verbal e secreta-
mente ns individuos do eorpo sobre lodo quaoto qol-
zerem representar a bem de seui rlireilos. Para sa-
tiifazerem esle preceilo, delerminarAo que o eorpo
se forme dentro dos quarleis das companhias, desar-
mados, em dia e hora Ique fixarao previamente.
Naiias leudes serAo acompanhad|os somenle pelos
offleiaes do seu attsd'o-maior. OuvirAo depois por
escripto e reservadamente ao ehefl do eorpo a rea-
paito do que Ihes for representado ; e se algoma
qnaixa Ihestiver sido feila sobre objeclo grave, qoe
comprometa a responsabilidade do mesmo chefe,
de algum commandanle de compauhia oa de oulro
qjpalquer oflicial, sob coja immediila jariidccao es-
Uver o quenoso, enlender-se-ho Icom o comman-
danle das armas, oa assislente do ajudanle-general,
para que o mesmo qneixoso passe servir cama ad-
dido em algom oolro eorpo, oa sejalde qualqder ma-
neira arredado daquelle a que pertencer, al que O
ajudanle-general resol va definitivamente sobre o ob-
jeclo da queixi.
Arl. 14. Terminada a inipeecAol os impeelores
porao o seu visto nos livros (rtenos dos de registros),
em logar onde a escriplorac.ao o adhillir, e dataran
essa ola do mesmo dia em que edmmunicarem o
encerramenlo de seas trabalhos relativos ao eorpo
qoe inspeccin.iram.
Arl. 15. Para eomplelarem lano k
sivel suas informa;fies, os inspectores!
rao aomente ao eiam meramente ma,
uas investigarlas ao estado moral d
dando-o as informa^oes semeslraei
as estilsticas eriminaea reapeelivas,
zas que pessoalmente deverao fazer.
Arl. 16. Afim de bem verifica
quaesqoer dos poni sobre que devrJrAo sairsar a
inspec(0es, os inspetlores trataran deIniUoir-ae das
particularidades relativas a esses pnntds, quer pesso-
almente, qaer por correspondencia, durante* oa de-
pois da inspecijao.
Arl. 17.- Concluida a MBM|>aw.f, o inspecto-
res o communic.-iraji-a'j'iJresidenl da Provincia, ao
commandanle armas, ou anislentejdo ajudanle-
general, e ao chafe do eorpo inspeccionado. Orga-
nisarao depois um rea torio circumstartuiado de sea
Irabslhn, dando minuciosa conla dos diversos objec-
tos sobre que versoo a inspeci-ao, e indicando a or-
dem em que a honverem paisado. A sse relalorio
ara aniiexo um e'xemplar dos mappai, relacdes e
mais papis que fonm exigidos do eorpe.
Ari. 18. O relalorio de que trata o art; 17 ser
rernetlido pelos iospeclores directamente ao ajudau-
te-generaI do exercito, logo qoe o hoawrem orga-
nisado, immedialamente depois de terminada a ins-
l>ect;ao de cada eorpo. No fim do relaloio, ou em
separado, os inspectores farao um resumo d... me
ttst.. rt.oeisi. ., joHeSTMi--Bece^.-.rj,i .,
harmona com o que honverem referido no meimn
relalorio, afim de que se posta com mais brevidade
conhecer quaes as providencias- urgentes e promo-
verle sua realisacao.
Arl. 19. O inspectores poderao determinar a ces-
sacAo dos'abusos de que resultar prejuizo ,i discipli-
na militar e a fazenda poblica ; e o communicaro
ao presidente da provincia, ao commandiinle das ar-
mas, ou assitlenle do ajodanle-general, e ao inipee-
lor da Iheaooraria provincial, conforme f ir a naln-
reza do objeclo ; levando ludo depois loconheci
meiUo do ajudanle-general, para ser intmetlido
conidircao do governo.
Arl. 20. Os inspectores, para que sua i ordem e
msiriicjotfs lenham a conveniente eflicaei i, poderao
adveilir, admoestar e reprehender os enurregados
da execuoao deltas que faltare-n aos dev res pres-
criplo, em termos de merecerem qoglqoei daquellas
eorrecce". Poderao lambem prende-loa por inea-
rrordinscao, desobediencia e desacate a sua pessoa,
se, pela gravidade des.es fados, assim o exigir a dis-
ciplina militar. T
Art. 21. Nos casos previno' nos arls. li e 20 o
inspectores corrmunicarflo Ingo o ocenrrido ao aju-
daneS-general, independenle do relaloriolgeral da
inspeccAo, r
Arl. 22. O inspectores terao um ajodante de or-
dens e um secretario lirados dos ofliclaes doa doa
corpos de eslado-maior, e na ralla absoluta destes
dos dos corpos de soa inspec?ao. Alem das ordeoan-
5s de eavallaria que Ihes compeliram, lerAo
a's suas ordens nm oflicial inferior do eorpo qo
liverem inspeccionando. As continencias que
compelem serao as designadas no S 30 da provisao
aanlo for ps-
nau se limita-
erial levario
eorpo, esta-
lle conduela,
e as pesqui-
era lodos, oa
mais
e es-
qae Ihes
Palacio d Rio de Janeiro, em 20 de marco de
18o7. Man/nt: de Caxiat.
ooverso da""provingia
I.EI N. 402.
Sergio Teixeira de Meeedo, presidenle da pro-
vincia de Pernarahnco. Faco saber a lodos os seos
habitantes.que a asaembli legislativa provincial
decrelon, e eu saneeionei a lei seguinle.
Arl. 1. Ficim concedidas a se^uintei loteras :
J la ezeseis de cenlo e vinte cont de res ca-
da orna, sendo qualro para conslrncrao do Gym-
nauo, qualro para a conclasao dos rncenos da
igreja e convento de Nnssa Senhori do Carmo desta
cidade ; duas para as obras da matriz de S. Lonren-
Co da Mala ; duas para as obras da matriz da Boa-
vis.la desta jidade ] duas para as obras da matriz de
laqnarilinga, urna para a conslrnccao da malriz de
S. Jos do Reeife ; urna para as obras da matriz
da cidade de' Nazareth.
2. Quareota e don de cem cont di ris cada
ama ; sendo qoafro para os reparos da igreja de
Nossi Sanhora do Rosarlo da freguezia de Santo
Antonio do Recito ; duas para ai ebrae e mais des-
pejas do recolhimBoto de Papaeac ; doai pira la
obras da irmandade de us.a Seohora de Bom Par-
to, erecta oa igreja de S. Sebasliao da cidade de
Olrada ; dnai pire i capelli que le rai eoaslrir
na passagem da Magdalena ; ama para as obrai di
mitriz de Santo Antonio do Cabo ; rema pin a
conslrusao do cemilerio di Villi do Cabo, e ma-
triz de Ipojoea, orna para a constroc^lo do cemile-
rio di Freguezia do Poco da Panella ; ama para a
eooslroecJo do cemilerio da eidade de Olinda ; urna
para a conslruccSo do cemiterio da Villa de Igua-
rassu' ; urna para a conslroecao de cemiterio de
Ha i xa Verde ; ama para aa obras da matriz de Villa
Bella ; ama para as obras da malrii de Flores; urna
pin ai obrai da malriz de Ingazeira ; nma pan n
obras da matriz do Breje da Madre de Dos, ama
para a conslruccAo do cemilerio da eidada de Naza-
relh ; nma para a cnntlruccAo do cemiterio da oda-
de de Goianna ; ama pira as obrai da matriz da
Varzei ; ama para a eons(racc<1o do cemiterio da
povoacAo do Pilar de Ilaaairac ; ama para it obra
da matriz da Alagea de Bailo ; urna para as obras
da matriz de Garahuns; urna para as obras da
malriz de Buique ; urna para as obras di malriz
de Aguas Bellas ; ama para a conslrucclo do cemi-
lerio de Peiqueira ; urna para a ohra da matriz
de S. Beato ; ama para a contruccAo do cemiterio
da freguezia da Escada ; ama pan i eenslrueco do
cemiterio da Villi de Po-d'Albo ; omi pan aa o-
bras da malriz do Limoeiro; urna para s obns da
matriz do Bom Jardim; urna para as obras da ma-
triz de Tacautu' ; nma para as obras da matriz de
Fazenda Grande ; ama para as obras da malaiz dn
Exu ; ama para as obrai da.malriz de Ourieory ;
umi para as obras da malriz do Salgueiro ; urna
para as obras da matriz de Cabrob ; ama pira as
obras da matriz da villa da Boa-Vista ; urna para
M obras da Igreja da Boa-Viagem da freguezia doi
Afogados.
3. Umi de cineoenta eoatos de ria paca me-
Ihoramenlo do cemiterio da cidade da Victoria.
Art. 2. O presidenle da provincia dir o piano
para estas lateras, que poderao ser divididas, e
providenciar obre os meios mais eonveuienles de
fiscalisar o emprego de seo producto.
Arl.3.Ticamrevogadas as disposicoes em contrario.
Mando, por lano, a todas aa autoridad* a quem
o conhecirfBnto e etecocao da referid lei perten-
cer, qne a eamprara e farjam enmprir lao Inieira-
menle como nella se contem. O secretario da pro-
vincia a faga imprimir, publicar e aorrer.
Cidad do Reeife de Pernamboeo, ios 6 diat d
mez de abril de 1857. trigsimo wxlo da indepen-
dencia e do imperio.
L. S .Seroto Teixeira di Maeedo.
Carla de lei pela qual V. Exc. manda execular o
deorete da aisembla toalslaliva provincial, que
sanccionou, eoncedendo lolerrai a divrnas igrejas
matrtzei e ootnos "enabeiecimenso, todo ni forma
cima deelarJa. Pira V. tic. ver.- Baziliano
Magalhaes de Castro, a fes.
Sellada e publicada nJa apcrelsria do governo
da provincia de Peruamboa) aoa 6 da bril de 1857.
Jos Baolo da Canlia Figoeirodo Jnior, ofrieial-
maior servindo de secretario.
Registrada a fl. 50 do livrn 4. de leis provinciaei.
Secretaria do governo de Pernarobjieo 6 de abril
de 18o7. Francisco da l.emos Dua re.
LEI A. 403.
Sergio Teixeira de Maeedo, presidente da
vincia de Pernamboeo. Fajo saber a lodos os
habilanlai qoe a astembla legislativa provi
decrelon, e eo lanccionei a resolucAu aegoinle :
Art. 1. A aposenladoria concedida pelo arl
da lei n. 261 de 28 dejunho da 18j0- Fmnc
das Cnagai Salgueiro, eellectoe do m'nnicipio d O-
hoda, se regulara pela lei n. 82 de 4 de maio de
18e0.
Art. 2. OS'doui lertjoa de qoe traa o citado art.
(9 da referida lei n. 261, serao deduzidos da por-
cenlagem calculada para n veneimsnio ,1o coilactor
no orcamento paia a exercicio de 1857 a 1858.
Arl. 3. Ficam revocadas as leis e disposiedes ra
contrario. *^
Mando, por tanto, a lodos as autoridades, a quem
o conhecimenlo e execucAo de referida resoluco
pertencer, qne a eumpram e faclm eumprir ta
inteiraraenle como nella se mtlein. O secrttario d
provincia a faja imprimir, publicar e eorrer. Ci-
dade do Reeife de Pernamboeo ates 6 dias do mez
de abril da 1857, trigsimo sexto da independencia
a do imperio.
L. S. Sergio Teieeira de Macrtt*.
Carta de lei pela qnal V Exc. manda execntar
a resolocao da astembla legislativa provincial, que
sanccionou, determinando o modo por que deve ser
regulada a apo-enladoria concedida peto arl. 39 da
le n. 261 de 28 de jonho de 1850 ao eolleetor dn
municipio de Olinda, Francisco das Chaga Sal-
gueiro.Para V. Exe. ver,- Firmino Herculano
Biptista Ribeiro, a fez.
Sellada e publicada nosta secretar! (o geverno
da provincia de Pernamboeo aos 6 da abril de 1857.
Jos liento da Cunha Figoeiredo Jnior, oflicial
maior servindo de secretario.
Registrada a fl. 51 v. do liv 4 de leis provin-
eiaes.Secretaria do governo da Pernambuco, aosH
b de abril de 1857Francisco de Lemos Daarle.
LEI N. 404.
''"j Teixeira de Macelo, presidenle da provin-
cia de Pernambuee. Fijo saber a lodos os eus ha*
hilantes qoe a aisembla legislativa provincial decra-
lou, e eu saneeionei a resolucAo aegoinle :
Arl. t. O prole.sor de latim da fregoezia de S.
Jos desta cidade, vencer' o mesmo entenado, qu
os profesores pesia liogna do Gymmsio Perna*bn-
cano. Ficam revogadas as disposicOes em contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quem
o conhecimenlo e exeaucao da referida reolocAo per.
tencer, que eompram e faeam eumprir 13o inte ira-
mente, como nella ae conlem. O secrelaaio da pro-
vincia a faga imprimir, publicar e eorrer.Cidade do
K'cire de Pernambuco aos 6 dias do mez de abril de
18a7, trigsimo texto d% independencia e tto impe-
rio. r
L. S.Sergio Teixeira de Macdo.
Carta de lei pele qnal V. re. manda execular a
resolucao da assembla legisfTlica provincial, qne
sanenonou. determinando que o professor de latim
da freguezia de S. Jos delta cidade vence o mesvno
EPHEMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
1 Quarlo ereseenie aa 11 boraa e 14 mi utos da tarde.
9 Loa chela a 7 hora e 9 minutos da (arde.
x7 Quartominguanteai9 horas e 42 minuto di minhil.
34 Lu nova ai 4 horaie 55 minutos da urde.
PREAMAR DK HOJE.-
Primilri ai 3 horas e 42 miuutoi di tarde.
Seguoli u 4 horas e 6 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
6 Segnnda. Ss. Diogenes e Platonides
7 Terca S. Epiphanio b s. Rufino e Peluzio presb. Mm.
S Quarta. de trevas i. Amancio b.
9 Quinta de Bndoencii -:- do meio dii em diante.
10 Sexta da Paixo ceci o trabolho ate omeio dia.
11 Sabido de Alliloii S. Leao magno p. dr, da Igr.
12 Domingo da I'ascol da Recureicio de N. S. J. C.
ENCARREGADOS DA SUBM:niPCAO fO
Aligoai, o Sr. Claudino Filcao Dias ; Babia, a Ir. O.
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlint.
EM PERNAMBUCO.
i proprie,,rl do DLUUO Manoel Finairaa
livrana, praca da Independencia ni. 6 e 8.
COMUAIVDO DAS ARMAS.
Quartel |aanal ato connaala d.a armas de
Pamambnco aa eldad do Becife, ta 7 le
b=|d. 1857.
ORDEM DO DIA H. 452.
Tendo o Sr. lente reformado, Manoel Jos da
Silv l.eile mil comportado no exercicio das
funceoes de ajadante da rortalez* d Iumarac, o
general ommavidante das armas, por bem do ser-
-s'ico e da drscifiliua, exonera-o de aemalhante em-
prego.
O mesmo general determina, n0e o Sr. lente
do 4. batalhao de infantera, J os Antonio de Lima,
fique desligado do 9. ftatalhao da mesma arma, a
que se aeha addido, vislo como deve seguir pira a'
carie com aaslinn ao Rio Grande do Sul no vapor
Varan* que esta' a ehegar do norte.
Jote Joaquim Coflho.
ordenado qaa os profesaores deato lir.gui do Gymna-
lo Parnambucano. Para ll. Exc. ver, Firmioo
llarculano Bapliala Riheiro, a fu.
Sillada publicada nauta aocretiria do governo di
provioaia de Pernambuco aos 6 da abril de 1857.
Jote Bento da Cunha Figueredo j sojor.ofticial maior
servindo de alentarlo.
Registrado a fl. 52 do livro da lei provineiaes.
Secretaria do goeeroo ato Pernamboeo 6 de abril de
1857.Franeitco de Lemos Daarle.
BiTEaiaB.
le e das ciencias e do desenvolvimenlo indefinido
do e.pinio humano, entretanto qoe as paredes e at
abobadas do pavimento lerreo conservara religiosi,-
i menle a caita lembranc das freirs. Que revolucAo
nolavel o eorrer dos lempos tero prodozido nesses lu-
gares Ah mesmo onde tmidas novicas anda inde-
cisas sobre a grande re.ulucAo que im tomar, vi-
nham orar dame do aftar, ao p do qual um dia com
o conejo alegre e tranquillo haviam de diier adeos
ao mundo e as satit pompas, neste mesmo logar de-
viam assenlar-se depois, pobres calouros desesperan-
do de alcancar jamis as grandezas da Ierra. Ahi
onde o veneravel coro das freirs, coberlat de seu
longo veo. e precedidas da abbadessa.elevava oul'ora
a lieos om cauto solemne, havia de assenlar-se de-
pois ama raumAo de sabios, vestidos de preto, entre-
nlo qne um futuro doulor su.lenlaria com a auto-
ridad do re.lor e contra o mundo inleiro, essa the>e
ousada de que o artigo cenlo e tantos do cdigo nao
esla absolutamente em contradicho com o artigo
cenlo e lanos ; ou enlAo que nao ha razao pin ae-
ren al tribuidas todas as doenras dos meninos aos pe-
rigos da denlicao ; oa anda qoe ama teslemunha
ocular pode escrever melhor a historia, do que aquel-
lo qoe smenle condece os fados por oavir dizer ; e
a vezei lambem que he preciso saber o hebreo para
descnbnr e jtilgar os hebrasmos do Novo Testamen-
to. Eo poderia continuar anda por maito lempo a
assignar conlrasles entre o lempo pissido e a poca
prsenle, se nAo recelas.e eommelter inexaelidSes,
qqe mullos anllqnarios de Leyde nanea me perdoa-
riam. Digamos em urna palavra, que todo o qne va-
se e ouvia-se outr'ora netses logares, foi mudado e
renovado, eicepcao do latim, o qual lem anlesen-
(iiielles que salvam a vida de seos semeihaotes. O velhecido, e reeonduzido au verdadeiro toro de Ci-
uitlmo edificio de que acabamos de fallar siluado no "
ngulo da roa djaa Freirs aprsenla o aspecto piti-
resco d um convento velho coro janellas modernas
'fechado por umasgrade de novo modelo, esonrecuo
tecto pparece urna reuniao astas graciosa de pombaoa
qoe tem o nome pomposo de torres e de obsrvala
rio. De flelo, a parte superior do edificio desperla o
ergullioio pensunenlo da marcha prngressiva das r-
(1) Ra larga.
(2* Na nnite 12 de Janeiro de 1807 om barco
earrgado de seleola barr de plvora fez explosAo no
interior de Leyde ; muitas centenas de pessoai fo-
ram sapalladas debaixo dai minas de raat inleiras ;
nilocentas casas cabiram ou liveram de ter demolida.
Agora v-se direita e esqoerdi do Rapenburg.
perloda Universidade, duas vastas prajas plantadas
de araron, qae servem de campo de exercicio, e oc
cupam o lugar das ra deilroidas ; ellas lem o no-
me da Ruina. ,
(3) Sociedade pira o bem de lodos, celebre asso-
eiaejo philaoiropica de Hollanda.
riflaaaal
cero conlinaa e conlinoara ateo ultimo dia a prestar
com admmvel lleiibilidade suas formas mais classi-
can luda e qualqoer sicencia, emhora os Romanos
na i leiihain lulo della algum* nnrAo.
DepTauque se pass.i a grade de ferro e o paleo que
"criiiM u>iespaco de dez passos dianle do venera-
verdiflcio>|iilra-se por urna porto grande, sobre-
carregada de^tfos em um largo corredor, no qual
nao enconlra seTainguem as horas de silencio em
que cometa esla historia, islo he, as duas horas da
lardo. Quem no fim Tlesse corredor be urna gran-
de esceda de volta, e legando ao primeiroandar,
loma a etquerda e depois Skuninha em fr-nle, chega
a urna elevacAo da doosdegraXije subndo lambem
esses desraos, e ahrindo a porla que tica eh) frenle,
entra em urna sala pequea, de paredes caiadas, na
qnal ve-sa ama mesa, duas ci leiras e urna charain
anferrujada.
Essa pequea ala lio pouco agradavel, tem o no-
ma prosaico de Gabinete dos 0ore. e carlamen-
la nao he sem razao. Coro afleilo he ama esp.cia de
purgatorio, onde aquelles que desejam saberer as
delicias de um exame ou de urna promojao, deve es-
perar durante algom lempo ante de serem admilli-
r 1" "i?10 de"e prI" celesle- Que lolemoe re-
tiro I Nessi pequea cmara, o meas leitores, to-
dos os gnndes homens qoe, grarjas um zelo infali-
gavet e a urna applicasAo nao inlerromplda, lera ad-
quirido o gro de douior da universidade de Levde,
para admirar e deleitar depoi o mondo com soa su-
penoridade scientifica, lodos, incredibilediclu, acha-
rarrt-se pequeos por alguns instantes neasa humilde
camar. Ahi o hbil defensor de voisoa direilos qoe
hoje sem empallidecer nem conr derriba o adversa-
rio, aecumulando enrgicamente phrases sohre phra-
ie, senlio um instante palpilar-Ihe o ooragao violen-
tamente, a idea de qae til profeisor nao llie perdoan
haver freqaenlado iao mal o sea carao, e vingar-se-
hia propondo-lhe queslOes capciosas. Ahi o medico
que boje vos sonda l,1o mlrepidamente o peiro e ai
enlranhas. suoa mullas gotas, leoibrando-se de qoe
seas professores sahiam muilo mais do qne elle. Abi
o gordo reiior, a qaem vosto lidio primognito apr-
senla tremendo seu theirra cheio de fallas e de melas
rallas, (remen nm dia receiando qae o eiaminador
ahnsse oulro dialogo de Plaiao, e nao aqualle aue
mis sabia. Ahi, emfim, Hildebrand tamkem, vot>
o humilde lervo, senlio om tremor fri pereorrer-
Ihe os eins, quando siia irmginaftlo perdii-se no do-
dlo das perguntas qne Ihe podiam ser feilat.
O eliminando ailra nesse gabinete da gravita
uranra. semblante paludo, lodo vesllda da prelo, e
egu.do por alguns amigos-, qae Inzem palitos, ben-
galas, barretes, e eaet. Elle assenla-sesobrea meta,
os amigos entrara e ahem. Elle falla mui haixo, oa
amigos em alio e bom som. Elle affirma que senle-
se indisposlo, os amigos afllrmam qne .so he looeura.
hile deseja ser inlroduzido logo no sanclnario, mas
sostena que espera ficar aindi muilo lempo de fra
Os amigos aposlam qua oblera o maia alto gro,e ol
aposta que somante oblera o segando. O examinan-
do experimenta nesse momento um respailo sem li-
mites pan eom todns aquelles que tero o titulo de
proleisor, e considera a Faculdade como om rjoaitj
O ESPIRITO PUBLICO. A LITTERATURA E A
1M PRENSA,
Trabalhos histricos. Premios qaiifqaeruies. Pro-
gresso da litieraiora Aatmenga.
Ha na Blgica daas lilteraiuras, eorrespondendo a
duas hnguai dislinctas : a lingoa franceza e a
lingua flimengi. Pra coraprikender em todas as
suas direcedea a aetividade iuUllectoal date paiz,
eonvero interrogar succeaivamente doas grupos de
obras e de esetplores separados por estaa duas lin-
guas ; eomecaremos pelas publicar.es franeezaif
chegaremos" depois aoi escriptoree flamengos ; em-
fim, teremes de apreciar as aaimaeoei dadas a urna
e ootra litleratura, a procurar pas suas prodceles
variada, assim como nos seus ergaos qudtidianosa
peridico, ol symplomas do estado nlellectual da
Blgica.
Publicat}6es franceas.A linjna franceza tem
nm mm fraeo contingente a reirindiear na produc-
cao Iliteraria da Balgiea desde 1855. Temo qne c-
lar aqu somante a segundo vlame di historia da
revolucaoMos Paizei BaicSt no reinado de Philippe
II, por Mr. Josle, dous volamei InHIaladoa do
goveroo represenlalivo na Blgica (18311818),
por Mr. Ernett van den Peereboom, emfim, um vo-
lunte eonlende ai RelacOes (analysadas oo tradu-
cidas) dos embaiaadore veneziaoa no lempo de
Carlos V e de Phiiippe H, publicadas pelo infa,i-
gavl M. Gachard, o archivista |eral do reina belga.
A qoe causis allrbuir esla ausencia quiti com-
pleta de movimenlo na litleratura fraoeeia a da
Blgica 1 Ene paiz, que Ufo he desprovido de ho-
ntens que pensam, oh.ervm a medilam, de homens
qae, conhecendo o segredo da arle de escrever, po-
deriam chumar sobre le as ideas, sobre suas doulri-
nat, a alinelo de Europa letra la. Donde nasee qne
estes homens nao tomam inda senao ama Uo fraca
parle era relajiissi inlelleeiiijes que -eriam t,io pre-
ciosas para o seo paiz a>sim como para elles ? Rele-
va confetaar que a naeao belga he anda urna nac,ao
nova ; nao leir. vivido minio lenco para consliluira
soa sida propria, deve percoi.rW tarto numero de
anuosaoles de podar representij. a > as'obngaces
precitas do sea destino no ra Jj'iintitn da familia
uTjpea : emfim. lem da reconhecajl-se a ti mesma,
' rminar-ae, crear sua generalidade por urna
. longa commonhao do inleretses, de costumes
e de relacet. Ene trabalhn de alguma torte orgni-
co, coroejcou a Independencia que Blgica con-
qniaion ; alea precedru, p i. uue a con'iliao da
independencia foi nm do prmeirt.s signaes pelos
quaes,esle (rabalho se manifaslou. esgra5damenle
a sua aejao he lenta ; um ptvo na te fnz de om
da para oulro. A' ascen;ao de el-rei Leopoldo, a
Blgica tomn o seu lugar na Europa ; e lem ten-
tado regularmente ao lado das outraa nares, que a
leem acidulo fraternalmente, ese applaudiraro por
Ihe ter consgrado a existencia. Tcito diz que quin-
ze anuos sato' om grande etpajo na vida humana :
mas o que sao viole cineo aturas na vida de urna
uacAo'. O que t3o especialmente qnando esta naco,
apenas escapa aos perigos qoa l cercavam no berro,
se v obrigada crear Indos aa elementos qua bao
de compor a aa iudividealidnlc, e que ao deseovol-
ver-se deverAo assegurar os seis'progreisot na or-
''""' n,a,er'1 "*"" omo na ordfcro moral ? Sem
dovida a Blgica aproveilou-se desles vinle cinco
annn. Rimonlemos-nos i vinle cinco aanot alnz,
racainoi as conlas desta poca da poca actual, e
chegaremot em favor deala a resultados quisi ines
parados; mas o Irabalho Iliterario nao lem produ-
zido urna parte moi consideravel. lie porque a litte-
T^i' e"e "UDerl1"a ,i0 reesario he a ultima
ahegMa as, preoecopatOei da urna nacao qoe come-
ta a viver. Deixemot esla vida seguir ai tuas pita-
ses, e o erprilo litlerario, acordando em lempo, far
onvir a soa voz a nm auditorio qoe se hoaver pre-
parado pira o escutar.
Netle momento, os escriplores belgas volvem vo-
lanlaramenle o olhoi para o passado. A mor parle
do livros qua publicara s8o obni tohre hisloriido
teu paiz. A Blgica proeura o seo ttulos, que em
geral rro sao sem gloria. Tomn orna pirte mu
importante nos grandes iconleeimenlos do seculo
a\I para nao conservar a nobrdacAo desta poca
al'""'rtyr>- Ufanou-se destes liomena que, uos con-
tedlo, a frente dos xercilo, na polilica, legislacAo,
tnencia e arte, assignalaram a soa Influencia sobre
o movimenlo da sociedade. O segundo volunte da
Historia da Revolucao dot Paizea B.ixos, a por M.
Juste, moslra quanlo ha sido effieaz o concurso pres-
tado pela Blgica do seclo XVI t eipansA daa
ideas de emanaipacao e de ordem nova, no momen-
to em qae o nceidcnle da Europa se desquilava
dolorosamenle das seibas nitituicfies da idade
media.
Ja se tem feito plena jntlica em Franja e na In-
glaterra, a obra de M. Jaste, eojot dous volumes co-
roecam na abdicacao deCarloi ?, e se terminim na
lomada de La Bnelle, de que ie ipoderaram os agueux
de mer,o e que lornou-ie o ponto de partida da vie- Lilteratara flamenga.Apezar da ioditTerenca o Nord >n. .
tona definitiva doi insurgidos. He a historia deste | qae eneoutn aas altas claises da sociedade belga, a 11855, lem
grande periodo de descete annos, de 1555 a 1572, litieraiora lamenga proaagoe a obra do en raoas-
que M. Justo eroprehendeu narrar. Coadjavado por
orna tirageea da 4,000 exeroplana. Ex-
- Iraoho aos debates das qaesloaa da poltica iotartor.
cimento. Fon erro ver na lingoa flamenga ornen- esle jornal, que he o oreao Mando da
?.!l;"'?,d0?uin?,u.M q "uvestigadore pacienles le um patua' informe, sera regras e sem Iliterato- roseo, se distingue -rrVri-x\SLliix^ttaaaad
Ido de deoses
os amigos asteveram qae sAo homens
ordiario. O examinando lem por cerlo que elles
parlem do principio fatal, de nao profanar o graos
academice, eonfenndo-na a pesioas indignas, e os
amigos sustentan) qoe elles nao fazem oulra cusa
senao embrutecer os mocos. O examinando lembra-
le de mil historias asaustadora de infelizes que fo-
nm victimas de sna perturbarlo, ou do rancor do
examinadores, e os amigos repelen, lodas as anedoc-
tas poisiMis sobre veteranos que lan;aram cinza no
olhos |dal exminadores, ou que dissenm Ihe boai
eousai no receber seo diploma simpiiciter (4) Em
(4) O diploma he conferido em Hollanda com qoi-
tro formulas dflereales, segando o merecimiDto do
orna palavra, o examinando adqoire lodos ot conhe-
cimeulm que algum dia Ihe hao de ser uleis, qnan-
do liver de assislir a oolro examinando nu horas de
angustia, e ot amigos dizem umi multidAo de coutas
que lerao completamente etquacido, quando a eo
turno, houverem de pastar oa cmara dos suores os
instantes mais perplexos de sua vida.
Todava o personagens que quero apresenlar nos
meus leitores, nao pieenclua bdaa as formalidades
habiluaes a essa lugar de loriara, no qoal enlreu
acompanhadode nm confidente. Tiren a aingolar
forra de alma de ro revelar o segredo de seu exa-
me a ootra pessoa seuAo a eise confidente, e rogara
ao porleiro que nao collocase ai calca acadmicas
(>) o annancio coslumado ; emlim, engaara sobre a
hora do exame aquelles que liaham conseguido sa-
ber qae elle fizen na vespera soa demonslracao
pralea ; estudava a medicina.
Era um moco de exterior mui agradavel, poslo
que ta nao podetse dizer absolutamente que fosse
bello, nem qoe a grvala branca e a triale dispusieran
do espirito, em que o pozera a circumstancia presen-
te, fosse de nalureza propria para lisongea-lo. Elle
era de estatura ordinaria, porem o amigo qoe o
acomp-nhava poda ser lido por pequeo, desvanta-
gem natural que nao o impeda nesse momento, de
ter maito melhor ar do que o examinando. Seos
olhos trigneiros erara cheios de malicia, e a exprestao
alegre de sua physionomia, bem como a viveza de
tenis movimentos contraslava stogulamenl com a se-
riedad melanclica daquelle que viera aguardar a
chimada, tao irriladora dos ervos, da sineta do
exame.
Segundo o enligo e leal coslume.o examinando as-
sentou-se sobre a mesa e coosulloo o relogio. A por-
ta eslava abena a elle p le gozar pleuamenle da vis-
la da ala em que a reunir-te a faculdade de me-
dicina.
Duas horas e qualro minlos. Alada lie muilo
cedo, mas elle com tom abatido.
De cerlo he muilo cedo, disse o pequeo ; mas
tamhem nAo seguiste o met conselho.
Qual era enlAo o teu rontelho? pergunlno o
examinando com dislrarco, e olbando para a esca-
da, pois novia um rumor de paisos e eslava curioso
de saber se era o professor S... ou o professor SI...
que ippareceria primeiro.
Meu conselho, bom Dos .' n e que deviasller
karata no ledo ale urna hora e uAo abrir mais um at
livro.
Nao, teria sido loucura disse o oulro, o qual
encontraran! depois de alguns annot nos archivos daa
naeei ou das familias, o aotor esclarecen com nova
luz ot aonaes da revolucao dos Pazes Biiios.
Os fados mal apreseotados ou nterpretadoi pelos
contemporneos sob a preaso do espirito de partido,
de ioteresses oflendidos ou de nm entbntiasmo irre-
flealido s8o reduzidos a realidade pelo exame e com-
paero de testemanhos lauto tenos saspeitos quao-
to foram escriptoi no mesmo momenlo dos succet-
sos cujas causas eipicain. A historia den muita
vezes aos prioelpaes actores deste drama ama phy-
sionomia de convenci, tal como Ihe era indicada
pelas sympathias e pelos odios de partido. Por meio
desle documentos, a sua verdadeira phyionnmia te
revela ; o leilnr he transportado ao meio da propria
revoloteo. V ni obra os homens que a suscitararo e
tamaram a soa defeza asiim como aquelles qoe a
combiteriro. Nirra-lhes ai ptlavrai. contempla-lhea
os actos, e descubre-Ibes os moris mais secretos.
Imparcial para cem lodos, M. Justa nao eleva alm
da medida o pedestal sobre que repoosam as figuras
destes homens que o fanatismo poltico e a distancia
do lempo augmentaran) ni imaginario ; roas assig-
oa a cada um a sua parte, sem que recrimine as
fraqnezis e os rros, nem justifique os maos actos oa
ai fallas. A obra de M. Jaste he eseripla com cla-
reza e n'um eslylo simples e natural. De toda as
obras extensas publicadas at hoje por escriplores
belgas, he sem eontradicrAo, apezar du imperfei-
cSes inivitaveis, aquella eoja forma he mais fran-
ceza.
A segunde obra importante, que o anno vio appa-
recer, he intitulada a O governo representativo na
Belgiea. a He anda historia, mas esla vez he histo-
ria contempornea. M. Ernesto van den Peereboom
narrou o faltos e os gestos do parlamento belga des-
de 1831 at 1848, quorum pars magna fui, poderia
dizer o illuitre autor. Membro da cmara dos repre-
sentantes dorante mullos annos, M. Ernest van den
Peereboom foi eliminado em 1854 por causa das suai
opiniei polticas, qoe o ligam ao partido liberal.
Nao he que elle se lenha apresenlado com um dos
chefes deste parlido. Hornea, de juizo sao, ipresen-
tav na expnsaAo das sbas opinioes e no* seus votos
a moderarAo que he o fundo do seu carcter, us-
lenlando enm firmeza as suat convicQoes; mas,
achando-ie em desaccordo com a maioria doi aleito-
res, foi obrigado a entrar na vida privada, e apro-
veitou-se da descanso para eterever a ma historia
do parlamento belga. He o resumo consciencioto e
bem feito de documentos parlamentares queformam
quasi duzenlos volumes in-folio, he ao mesmo lem-
po o Irabalho de um historiador e de om homem
polilica f as apreciarles justas, os conceitos enge-
nhosos abundam nesla obra. Partidario, como lodos
os Bflgat, do rgimen parlamentar, M. van den
I eereboom nao Ihe disiimula nem os defeitos nem
o erros ; mas indica as correles que a experien-
cia Ihe uggere, e que poderiam perfeicoar a res-
pectiva pralica. Estes dous volumes, escriplos sem
pretencao, com facilidade a abandono, fazem co-
nhecer toda a evolurAo do rgimen representativo na
Blgica, e por este titulo ofJerecera a todos os ho-
mens polticos um interesse de curiosidade.
A terceira obra em que temo qae fallar, se com-
pete das ti Helar*s dos embaixadorea veneziaoos no
lempo de Carlos Quinto e de Filippe II. Toda
a gente conhece a importancia destes monumentos
diplomticos. O embajadores de Veneza, onde se
rormara urna grande escola de diplomacia, eram en-
earregadoi nn s de enlreler urna correspondencia
activa com o doge quanlo ao objeclo especial da soa
miss.io, mas ainda, e afora essa correspondencia ofli-
cial, de narrar-lhe os esclareciroenlos mais extensos
e circunstanciados sobre o estado do paiz a que
eram enviados, sobre as soas'riquezas, forreas pro-
ducirs, poder militar, commercio, populacho, et-
pirilo publico e particularmente sobre o caracler,
uso, cotlumea dos principes ja rilo de qaem eram
acreditado. Emprehenderam em Florenca reco-
!"."" e Pt*at,c>|r estis preciosas n relaes, .. e a pu-
blicacao comecada val continuando, gracas as in-
dagares activas de M. Alberi e lo zelo de varios
collabondores. Copias roanuscriplas linham sido
lenas da mor parle deltas pecas, e existiam as bi-
bliotecas de diversos paizei. M. Gachard reuni
minias destas, que linham fieado inditas, e que
elle consultou no Escurial, era Madrid, em Paris e
Hruxellas. Aquellas qae elle recolheu e analysoa
sAo em numero de ele, e s3o reproMozidas era um
volume In 8- de mais de quatrWenta paginas. Os
eruditos e os homens qne fazem da historia o objec-
lo favonio dos eus estodoi, coosultarao este Iraba-
lho com rucio.
...t?OTerno bel(!a se PP''c. n 'imite das suas
aitritiuices, a desenvolver o impulso dado a' lilte'
ralura nacional. Instttuio premios qainqaennaes,
tanto para as obras que se referem i ciencias mo-
rae e poltica, como para aquellas que se referem
as setencias histricas. A dislrihuicao dos premios
para o til tinto periodo qoinqoennal leve lugar a 28
de mam de 1856, em tala publica solemne da Aca-
demia e em presenta do principe hereditario, o du-
que de Brabante. As obras a que se eoncederam
premios esto na categora das ciencias moraes e po-
lticas : classes operariaa na Blgica, o porM. Eduardo Duc-
peliaax, in.peclor geral das prisoet, etc.; segan-
do, as Consideracoes polticas e militares sobre a
Blgica, a por M. A. Bnalmunt; terceiro. o So-
cialismo desde a antiguidi.de, por M. J. J. Tho-
nusen, profestor na Universidade oel.onvain ; quar-
lo, l Indagaeoes sobre o estado da mendicidode e
da beneficencia na -provincia d Flandres oriental
desda o reinado de Maria Thereza, i por M. C. C.
Vandermeersch.Na categora daa ciencia histri-
cas, coroarim-se : Primniro, a e Historia da Revo-
Iuijao dos Paizes Baixos no lempo de Filippe II,
por M. Theodoto Jute ; legnndo, a o Historia dos
Arrabaldes de Broxellas, por M. Waolers, archi-
vista da cidade, e emfim, terceiro, ama a Historia
da cidade de Antuerpia (Geschiedenis Van Anlwer-
pen.) em flamengo, por M. M. Merlens e Torf, e
eomposla de oilo volomes de mais de eiscentas pa-
ginas. Ja filiamos mais cima da obra de M. Jus-
te; as de M. M. Thonissen e Brialmont datara do Co-
rnejo do periodo quinqoeonal ; as oolras obns co-
rnadas, fruclo de ettudos pacientes, laborioso., ofle-
recero um inleresse exclusivamente local.
ra, no movimenlo flamengo o ullimo esplendor de I publica obre a poliliea^ixanaeara^h aataTiaSa
um clarAo, que esta' para apagar-te. O idioma res ettSo principalmente M Allemahaa Bastala
nacional, he a patria d'alma, he o symploma mais tambera em Franc. deade a coucloaiTda Dai.
cerlo da nacionalidade. Assim, qnando por orna O o Journal de Braxellet a a EmaaeiMliatti
recf3o revolucionaria, contra o syslema neerlands | qne tirara o primeiro 2,090. oeegaado 1 JOl
qne el-rei Guilherme I procurara fazer prevalecer, a aentam o lado ealholieo do partida eaaaasi Ltor""
lingua rranceza tomara em todas a parta o lugar I O oTlegnphe tiragera 500.) novo ieraal Val
da namenga, e loinoo-se a lingo.i oflicial, levan- do lado liberal do partido conservador
lou-se urna voz, a de M. J. F. Willint. e encontrn | A Nition e o Nitional. joroaes 'demoeralii
tendo pouco oa nada de leitores, a qoa aaUo snsaa'
jados de desapparecer.
examinando, a saber : ir Summi cun lande, magna
enm laude, cun laude, e simplieilar.o
_ (5) Fugare onde se collocara os annuncioi das de-
cisoes e dos avisos da autoridade acadmica, oo doi
professores.
o que eu quera dizer
vestido antes dai duas
pareca tjr obre essa ponto nma opinao decidida,
sem duvida resudado da experiencia que fizera nes-
se da solemne. Com a angustia do desespiro paitara
a manhaa folbeando tal licao.depois oulra, lendono-
vemenle a inlrodoccalo de um livro, percorrendo
anda urna vez a taboa de oulro.
Depois deviaa ler almocado bem, conlinuoa o
amigo.
..~T E le,ra ,er btbi Madeira?
Nao; ito poderla talvez fazer-te desarrazoar...
He o que convem as vezes.
Assim pode acontecer... Mas naodaves esqui-
cer-le de que Irala-ee de latim. (6)
Felizmente I lornoo o esludante de grvala
branca ; eu nao qoizera qua a cousa fosse em hol-
landez; urna estupidez dita em lingua hollandeza
he anda mais tensivel.
Da cerlo, respondeu o confidente, mas enlSo
he preciso saber o latim, e pela nimba parle lenho-
me occopado mais com a lingoa materna. Tu sabes
algoma colisa do latim. Maa
era qae n3o devisa tsr-le
horas.
Eis-ahi ja' Macquelin disse o examinando.
Queris que Brners livesse de fazer alguma
operario, nao he verdade 1 disse o consolador.
O Sr. Broert enlrou ha muilo lempo, disse o
bedel.
E mostroo urna lista de frequencia as aulas.
Cerril, meu charo Cerril, aqui estas tanfoem I
rontiniiuu o amigo.
Um poueo 1 um pouco !
Um pouco nAo, coolinnou'o persegaidor ; mas
enormemente, meu amigo .' E ie me perguntas se
podes deixir de lemir, devo re meu charo I Pois seguales muilo mal o curso, e alm
ditlo dis'cslc um dia que a osteologa he urna cien-
cia muilo rida Cuidas qoe isjn nao foi contado aot
professores ?
A victima esforcon-se para sorrir.mai sem vonlade.
E o peior lie que lodos sabem que es um im-
bcil. '
El*s zomhando de mim dite o examinando;
mas para fallar a verdade sei menos do qae cuidas...
porem uco a sinela !
No mesmo inslaute a vctima sslloo da mesa, se-
cuio o bedel, que abrio-lhe a porta da Faculdade de
Medicina, entrou com pasto modesto, e sandoa eus
algores; o camarade pelo contrario eguio-o com
passo deliberado, e assentou-se no banco reservado
aos astisleitles, no qual achou-se todava maito mais
incoramodo que a victima na poltrona de couro dos
examinandos.
echo no paiz. Grande numero de escriplores, entre
os quaes ae distinguem M. M. Ch. Ledegancb, Th.
van Ryiwyck, Blommaert. Delaer. Bormam, Pr.
vau Duyse, Snellaert, e sobretodo Henri Conscien-
ce, vieram pretar-lhe o apoia das aas palavras e
dos teus escriplos. Pode-se igualmente citar como
um symptoma dorenaieimento.dll ledras flamenga
o jornaes escriptot nesti lingoa, e qae tao em nu-
mero de man de tstenla, esobreludo as brocharas
peridicas, especialmente o Taelverbond (a UniSo
lingista,) o Eendragt (a Uniao.) qae apparecem ha
doas annos, o Vlaemt-cbe Rederyker (o Rhetorico
r tamango,} que conta doze anuos de existencia,
emfim |a que fondou M. Henmins sob o ttulo de
a Leesmuseum (Museo de leitora.) Em 1836 M.
Willems fundara o Belgisch Moteom (Moteo Bel-
ga,) consagrado aot eslodos histricos e luteranos ;
asta brochara cessea de apparecer ao cabo de dez
annos, por occasiao da morte do sea fundador.
Desde o anno paseado, M. Serrn, nitor da Uni-
versidade de Gand, a continua sob o titulo de a Ya-
derlandsch Muteam (Museo patritico.) Existe
lambem as Flandres oulra especie de publicares
mais modestas: sao o almanachs. Redigidos mui-
ta vezes por homens de grande mrito, eapalham
nocoes atis sobre a agricultura, medicina e ootras
scienciis, ao pasto qae sustentan, ideas de indepen-
dencia e patriotismo.
Enlre as msnifestaces mais brilhanle da litlera-
tura flamenga e do movimenlo flamengo, citaremoi
os ltimos ramances de M. Henri Conscience, a
Mai Job (Moeder Job) e o Demonio do dinheiro
(de Geldduivel);as producc<3es rcenles de oulro
romancista,. M. Sueders, qae merecera ser mais
conhecido do qae he fon da Blgica ;a o Historia
da litieraiora flamenga e francesa no condado de
Flandres, por M. Serrure, etuduile na Univer-
sidade de Gand ;ai Obst)g[Mi Erammalicaes
e Iliterarias rael-enletlerkunos'PlInmerkingen, i.,
por M. David, professor na Uoitersidade de Lon-
vilu ;os cougressoa de lingistica, qae reunirm
tun teri'M lla'neD,'0' hollandezei em Gand em
18M, em Amslerdam em 1850, em Broxellas em
1851, em Ulrecht em 1854 e em Antuerpia em
agosto de 185G ;emfim, a crearlo em cada cidade
flamenga e as Universidades dis sociedades artsti-
cas e Iliterarias, que Irazem a' memoria ai antigs
cmaras de rhelorica.
Exprobra-e em geral as ultimas prodoccBes Qa-
mengas, e especialmente as obras de M. Henri Cons-
cience. urna tendencia para o gallicisrao a neologis-
mo. Todava a litleratura flamenga a dos Belgas,
seguramente mais em progresso do qae a sua litie-
raiora franceza, parece destinada a lomar cerlos de-
senvolvimentoi. Se allendermos que o idioma fla-
mengo resisti influencia alas casas de Bourgogne,
de Hetpanha e d'Auslria, aos decretos da convenci
fnnceza, que esla lingoa he fallada pela grande
maioria das popularles, deve achar-e mui natural
esle movimenlo litlerario flamengo, quando a Blgi-
ca se pertence a si propria e he regida por urna cons-
lituicao que collocou sobre a mesma linha ai duas
lingoai em uso no piiz.
Irapren-a peridica.He especialmente soh o as-
pecto poltico que o movimenl,oda impreusa belga
deve ser considerado. Assim, qnasi sempre, espe-
cialmente na Blgica, procurar-te-hia em vSo ama
forma Iliteraria neste Irabalho rpido do escriptor
que um da v nascer e que leva o esqoecimenlo do
da seguale. Emhora os pnncipae jornaet de Bro-
xellas conlem no numero dos seos collabondores cer-
lo numero de escriplores da origem franceza, he cer-
lo que o qoe distingue a imprensa belga he oseo ca-
rcter eminenlemonle nacional.' Flamengos ou Wal-
nns, ullra-calholicos ou calholicos, conservadores
calhulicug ou libera, liberaes moderados ou adan-
lados, sao Irancamente devolados a nacionolidade
Delga, queeoslentam e defen lem em qaalquer occa-
O orgao mais imprtame desta imprensa he a In-
dependence belge.a que lira mais da 10,000 exero-
plares ; i mor parta da sua clienlelli se aeha fra do
paiz. Em mareo de 1856, este jornal pasin para as
maos tle tima sociedade de capitalistas de Paris e de
Colugne, conslilodi cora o capital de 800,000 fran-
eos. No primeiro momento pensoa-ie qae o jorml
belga linda .do vendido, por pessoat inlerposlas, ao
governo francez, e algom membrot da opposicao li-
beral, a frente dos quaes estavam tres represenlan-
rondar urna nova folha, destinada a enchar o vacuo
que p.recia existir na imprensa liberal ; mas Inoge
que a mudanja de director livesse arrefecido o libe-
ralismo local da ttliidependance. viram-na eollocar-
ie a^ frente do movimenlo anti-catholico, e tomar
desl arle urna estrada qae a adminislracAo preceden-
le, n om sentimenlo mais verdadeiro da silaaco dot
partidos e dos loslincloi do paiz, tinha abandonado.
Desde entao nada motlvivi miis a cnijao de tira
novo orgao da opposicao liberal, qoe devia ehamar-
"t? .',Pres,e Belee. Um antigo jornal desta cor,
eahitlo no deseredilo pela violencia da na ngosgem.
o ttObservaleur belge. imaginoo preceder a eropre-
za projectada. publicando urna nova edicto ob o ti-
tulo da aPresse belge ; mas este novo litulo nao
parece haver lido urna mui grande influencia sohre
o destinos desla folha de doas faces. A tingem dos
dous jornaes reunidos nao attinge o algarismo de 1000
cxemplarei.
Poslo que M Blgica mor parte dos jornas le-
nha tima existencia mui precaria, como se pode ver,
e embora ja ae tenha aqni tracado por diversas vezei
um quadro da sua siluaao, liveram a honra de oc-
copar o congresso de Paris, a por esla rizao pode ser
alil continuar e completar os dados eslalitticos dos
Annuaires precedentes. Depoit da ttlndependen-
ce, a que sua tiragera faz urna situacA i parle,
alem da ttPresse belge e do ttObservaleur, cs aqni
pois quaes So os jornaea que ae publicam emltru.el-
las.
Jornaes de tocio*, de pequeo formato a barato,
taes como a sEtoile balee (Ungen 7,000,; a Eche
de Braxellet (liragem 13.000} a ttGazelle da Braxal-
les (liragem 9,000) e o Joornal de la BelrtM (li-
ragem 8,000). Esle bes ultimas jorsaae aba toia
mi ouTcinn do Telegriphe, da Emanlipatiaaa
do t)bervateur.t,
O oEeonomitle (qae apparace de quinte asa qaia-
zi das,i redlgido por M. E. da Meliaari, ara atoa
publicistas mai Ilustrados qoa poMai
tnta incidentemente dai quetloe- politica, a m
idera etpecialmeote aab ispelo |ao* ialtr.
maleriaes.
O Sancho (hebdomadaria), jornal satyrtoa,
to com graga, zomband da lada a ato I
com lodo algumas itlences pan eom o
lervador ; anU-francez aleo ultimo a*Ma mm poli-
lica, embora batanle fnncez pala fansu litt
na.
Mudos jormei de pequea liragem a asignB
le, taei como o iCroeodile* a o Uylaaaptogal, to-
Ibas salyricas; a tM.phistopheles, a Pntotorra,
que paocuram espaldar as elseas aperarlas, ai re-
formas sociaes miis ridiculas, e especialmente a ato-
pis do governo directo, e em fim o Tida (o Uasoa.)
jorml flamengo.
Se consideramos qae o triumpho obtido poto ala-
dependence Belge be devido sobre lado a *
de, a rapidez dat suas informaeftes, a qae ai
es que, sosinhotcom a oludependence, (iran
de Homero de aiemplarea to jornaea de facto, nal
cor polilica, deve-te concluir dahi que a opiata pu-
blica e.ta' fatigada da interroinavel conteoda otro
os liberaes e oa calholicos, a que ella chama coto to-
dos os seus votos ama apreciarlo mais lirlmcMg
doa intereisesdo paiz,
A imprentadas provincias lera naturalmente Base-
no,- importancia do qoe a da capital. Eii aqai
ao os eus orgAoi com a opinao qaa ell
lam. ?
ProvineideLfe^..w_AMetje(ii.%tfe 1,000)
jornal de crearao recente, liberal Uaioatsla, aaa-
cupando-te ante com qoesloe* da iotaroaaa total a
material dn qaa com qoittoe* politieas ; O Ja-
urualdeLiege( (rigem 2,000 ) oppoeir. Itbonl,
e a oGazette de Liege. jornal da partida eawar-
vador (cor catholica.)
Flandres oriental.Toda as core de opioato lio
representadas na imprensa flamenga da eidada da
Gaod, a saber : liberalismo repoblieano, eZtadaaj
blad ("Jornal do Domingo > ). da a Breedermin ( a
afraternidide. ); liberalismo, adiantad, sean sor
republicano, o eMetsager de Gind. antig orcao do
partido orangista ; liberalism moderado.** Ga-
zette von Gind( i|ttGazetu de GinU), Echo daa
t landres parUdo conservador ( lado aatholico ,)
"den Vlam.ng (o Flaroeng ) ; partido roaiarvadn
lido Imeral o Novelliste de Gand ; ailra rM
t. t'^'i* "B,en Pablie' Coorrtor daa Fliadra. a
ohet Vadenand (a oPatria), o peor rodigida da
lodos os jornaes flamengos.
Flandres occidental.A eidade da Brage aa
cinco jornias, doa qoaes tres npreseolam o lado
tholico do parlido conservador. Sao : a Patria,
a Gaiette. e den Standaerd van Vlaiadafaat f o
-'liitandirte de Flandres ). Deas, lea parcial a *
Joornal de Brocee, peitencantes a opfioriclto like-
Provincia de Antuerpia.Volkiblad ( (Jornal 4*
I ovo ), de Seheld, de VliemscheStem to aVat
tllameoga ) hberali.mo republiein), a bol Ha-
aeuntad ( Jorml do Commercio ergio do partid*
conservador, o maia Iliterario de lodo ot jarataos
ilamengoa ; o a Precuneur (opposicao liberal ). *
Avenir ( liberal amntala }, e .Joornal d* Aa-
vera (optniao catholica). O qua di.th.ga partica-
larmente nt jornaes dta provincia, ha a iasaortata-
cii dis informar/es relativas aa rfwUl aaari-
timo.
II.una ti I.Doas jornaes : o ContlitatioMl la
Mons partido conservador, opima liberal ). a
Gazelte d. Man. (oppoticio liberal moderada.)
>amur.O EeJainur de Nisaar (oaaaaicli
liberal adiantada) ao.Amide POrdra "
catholica. )
l.uxetohourgQ Echo du
nal liberal. *
Limboorg,< Onafhankely Kbaid (a
denc.a ) de ll.ssell. upiniao catholica da parttde
conservador. O que eale jornal offerece mai oavU-
vei, de qoe, acendendo de novo urna conloada ha
muilo lempo exlincta, faz ama (guerra iautoeavel
(err. lingua flamenga) escola romntica friacou.
in lependenle deste jornae publicados naa di-
versas capitaes de provincial, cada caber da dia-
tricto e ale certas capitaes de CiaUo coataaa taot-
losjornaes flamengosioo francezeslqa apparacaa osa
geral nma vez por semani. O jornae* de Vervtors.
de Thiell, de Conrlni, da Souviin e do Toaran
ao os uiiicot desta categora qua lenham certa ao-
tonedade no piiz.
(^unain de Oesu: Woesatr. i
Luiemboorg.a Jar-
P13RIAMBOC0.
:..W ?!*! *"* sao feitoi em Mm t>a< oni-
verstdatles hollandezia.
Tres qoarlos de hora depoii soou nvamete a cam-
panilla e o examinado leve de relirar-se. Saino
Iranquillamenle da sala com o seu latellite ; porm
logo que o bedel fechou a porla alraz delle. lancou-
se pera o amigo, e apertoo-lhe forlemenle a mi.
Era oolro homem ; seus olhos radiavam de alegra.
Como foi o exame? perguulou elle ao confi-
dente. <
Mui brando! respondeu este.
Maligno I exelamou o examinado beliscando-
Ihe o braco.
Sera' mui bello se liveres o segundo grao...
Euquizeraja' l-lo! exelamou o nutro, tornan-
do-se novamente sombro.
Soou lerceira vez a campanbia. O bedel eulrou na
cmara e sahio gravemente. O examinado foi ouvir
ua sentencia.
Nao te 11 ludas! mormarou-lhe o confidente
ao oavilo.
O examinado aguardou a pronunciacAo da enton-
ta com physionomia mui tranquilla na apparencia.
O decano da Facnldade rectoo mullas phrases lati-
nas ; porem elle ouvio-as sem compreheoder ; s-
menle esperava ama palavra, e essa palavra veio:
Summa cum laude.
Nao l'o havia eu dito tornou o amigo, que
Ihe aconselhara que nao se illadisse, ao metmo lem-
po qae detciam rpidamente a e-rada. Eu espera-
va que elle taria o segundo grao, acrescentou com-
sigo.
Ja' vejo que vossa senhoria fci feliz no exame !
disse a estslajadeira, quando o candidato enlrou-Ihe
em casa, e subi a escada cornudo para ir despir-
se e escrever ao pai. Ja' vejo que foi feliz no exame,
disae ella ao amigo que o esperava embaixo, para
coiiduzi-lo Iriomphalmenle a' sociedade dos estu-
danlet; toda a semana (enho pensado nesse exame...
E sem duvida elle leve simma cum laudis ?
He verdade, endura, bem que nunca hoaves-
se estado tranquillo a esse respeilo.
De veras 1 tornou a mulher. li um morjo ex-
cellenle ; mas nAo lem eouanca em ti mesmo, a
quando aproxima-se ura exame, lorna-ie tao me-
lanclico I lie justamente como o Sr. Potsel, a quem
vosa senhoria deve ler conhecido. Quando linha
de sollrer um exame, meu mando e eu diziamos
minias vezes que se poderia melte-lo na cova de um
ralo ; nao era mao estudanle, mas ficara inquieto ;
pois em qualqoer oulro lempo eslava sempre alegre,
como vossa senhoria ; mis quando tinha um exame,
perda o juizo.
O candidato desceu a foi largamente felicitado
pela eslalajadein. Depois os dous amigos dirigiram-
se a' sociedade, onde houve um chuveiro de felici-
tasei ; porquanlo o candidato era muilo amado de
saos condiscpulos. Porm sai felicidade foi pertur-
bada por dous eiiudintei, qu estando timbtm pa-
PAGINA A VULSA
Tere lugar, no dia 6 do correle, a viril, qae, a
pedido dot ingenheiros da estrada de ferro, toa S.
bxe. o Sr. conselheiro Sergio ieneira de Macado-
ao l raba I hns qoe te esto executando at t villa do'
Labo, companhado dos meemos engaaheiro, do eoj-
genheiro do governo, do director iatonao llar afcial
pblicos e de grande numero de nmiaii. Ja atoar-
as clines, qae haviam sido convidadas.'
Parliodo das Cinco-Ponlaa aa 7 hora* da i
MUTILADO
ra offrer om exame,fatgaram-oo com pornnla so-
bre a maneira de interrogar de lal oo tal or.faaa.7
informavam-ie ie os examinadores qeeriim ana J
soubesse tal coosa, se insudara sobre am Voo
o candidato limitou-ia responder qaaaaiimb-
hzes como elle. M asanaai ia-
Depois o candidato regaln de vinho o Mari-
dado de sua mesa.e terminado o ja alar foram leda
cind.dalo. aeu confidente e oolro amigo lomar cha
no Deyl (7). En em fevereiro. Do oitoTcasilI-
dito reuni em aoa cmara alm do doas cotana
nheiros upraditos ootro doiismigoi,aiMnlara-ija
mesa ao redor de urna duzia daSgirrafas -*-Ciatoain
Ihe, e de janellas abertal ( era metmo etn fevoroir)
roroaram multo charolos, e convenaram sobre mal-
los objeclo. A urna hora da madrugada saltona
as ralbas de champagne. Doas dos amigos diaeaniaa
gravemente sobre a melhor forma de gavera* i
tros dous estavam occupidos em fazer orna coewia
raejo entre a pdilosophia de Kant a a da Hatol
que ambos nada aburo, e o quinto fazla tWTll .
uniao das faculdades. mmmm a
As daas horaa o. amigos tinhant^a retirada, a ai-
cepcao do amigo do gabinete ios suores, ai'\ ti-
'h" 1" f"ado, om n.rr.ra. qu. ".
didalo Ihe tac em lorji da confideneii.
t.ontava-lhe que amara apatanadamente urea
moca que vino inno preceden., dorante mn\J^Z
gera que fizera a pe Gaeldre no S
pequea cata de campo a teodo om pombo br.rvco
sobre a cabeca ; explicara depoi como vif. norT-
caso erricaia da senhora Schreoder (8) ora Minia
de mulher que Ihe asseroelhava em tuda ; coaic-
ra immedialaraenle e*e retrato, e fmrmilmmmTZ
migo como o achara. O aroigo| jurou-lhe qaa .(
allana disso a ningaem recetando -tmnnaiitu
todas as moc,at do Goeldre.qoe monvam em anu
t\is cisas de campo e cnavain pombos brancoTMas
lomou logo cousa em tom serio.e fez a amada oaa
brinde, ao qual o candidato corresponden cota lacri-
ma- not olhos. ^"
0 amigo eonlon a sen turno qoa lambem amara
eilremoaameule ; ma, ,, era infeliz em aaaar, a
que era su. terceira paixao. A primein Uvera par
objeeto urna moSa de collego qoe elle vi* todas m
domingos na reja franceza ; a aguada ama asolea
|a promettida a outro, a terciiraa lilla, de am'l
ro.jel reformido, oqml iaT1 fonoso ^^ m~-
nairpodia soflre-lo nem ve-lo. ^^
Ai Ireshoni o imigo fechou ip i a parlo
do hotel do candidato, a oo dia legaiate ai oitoZ.*
ra este acordou com a feliz idea de oae Je liaba
mal da soTrer nenhom exime neos dia.
_____________________/Co^faMavr-ao-tV.).;
(7) Horped.r. neo arredart* de Uyto.
(8) Mercadon da gravara im Leydi.
i


**">
DIARIO DE PE6NAMBUCO, QUINTA FEIHAO DE ABRIL DE185-
percorr.udo toda linha alnnlo dUo, S. Exe. e
demai. peatn mencionadas ttverara de ver al-
gan pedajot da estrada j eoiicluidoi, e eomo de-
vnm w, qoe fazem grande differenca dea qde e
acharo anda en eieeacao, ou nao aperfeicoados, e>
que geraimaate te peosa eeharem-st eompletamen-
le terminados.
Chegadoia Pontezioha, onde fora .ervido ora
coofortavel almoco, deuaram oa dignos visiianiea
oiieui cavallos, eilravessaodo o rio Jaboato ua
ponte proy.toria, qnl dte servir de ahdalme a de-
finitiva que afora te enmega a con.lroir, lomaran!
lagar em uro ligeiru e provisorio ombol e.roposto
d. .ti. carro., potados sabr os I, iiiios pr-ovisorla-
retle assenlados da estrada or don. emito, in-
glezea. A Icrea rnente desse. animaes fui bis,
time para condutlr mal. de ae.senla pessois em un.
trajelo dea.... dn urna mllhn, al 0 lugar em qu"
a^il,. f.rroaeort. a ilred. do .ulAo e^eho
'.tuil."and r0?'Bn!e a diriglram-.e
os vistenles a villa dfl Cabo, da qu.l rearmara
para o engenho S. Ignacio, oode, em um magnifico
5.."' *" t"1 Pf,PM' ni profuso jaulor,
dflOJi o qual foram feilos ouze toasts de caracler
oiHcini, na ordem segtajnte .-
1 briadd; a S. M. o Irriperador, pelo Sr. chan-
cellar do consulaje brliamiito, na aosencia de res-
pnclivo cnsul, que por dotte nao compareceu.
. Use., o &r. conselheiro presidente, responden,
elpropoi o segundo brinde a rainha Victoria.
f" c u *Sr' eons*"1"'f Sergio de MneeJo,
P*">f:Bay|'11' ngetiheiro do empreleiro. S. lie
Hi(KMU 4 agfadtceu,
..f fr'f??? ">S*.fqBei de Orlada, pelo Sr.
?fredo Maraey. tOpoodeo o Sr. bario da Bea-
Ym, enmo nellega e amigo intimo do iHaMre
reraambaoaae.
5 brinde ; ee. ewaeetaroMriot da eslndt de fer-
fV'* Prlde'" da cmara municipal do Cabo,
o Sr. Br. Ignacio de Barren. O Sr. M.rnav respon-
dtu e agradece. v
6 brinde ana direeleres, pelo Sr. bario da Boa-
SrW 4 9p0"<,' M,M"'" d comrnisso, o
> brieda ; ao empreileiro, o Sr. Fume o res-
pectivo engentara o Se, Baytisa, pelo Sr. Morriv.
Kespondea eite Sr.
8o brinde ; aos contrata dores da deupropriaoo
eos lerreoos, pelo nngenheiro da companhia, o Sr.
q "I00- Rr>"tideo o Sr. barao da Boa-Vista.
brinde; ao eogenheire da companhia. u Sr.
reiiiilee, pelo Sr. Jos Mamede Al ve Ferrira.
U sr. Pemstoii responden. ,
i 10lufc*JB,,*; ^ Wo8d> P*1 S'- Mornay.
AqaeHe Sr. respondeu agradece
brinde; ao eogeuheiro do governo e ao. en-
Rtnbeiros brasileiros. pelo Sr. Peniston. Respon-
deu e agradeces e> Sr. Mello Reg.
Ape et.es toattt propoz ainda e Sr. Dr. Dan-
iU" i d,reil C*00- em nome dos habitan-
tes daqaella comarca, um segando brinde a S. Esc.
Sr. contelheiro Sergio, que foi correspondido com
e Diurno eulliusiasnao de primeiro.
A msica do 1- batalbp de ozleiros da guarda
naetoaal acompanhava oom variadas pecas a estes
brindes, aeolhidot cem o ardor, enthotiasron e ale-
gra que kaanhordava de todos os coracoei pre-
sentes.
A1?",8! 1**** pontos, de Aogados, Mlc-
lom, Jaboato e Prrapama, qoe apena.se acham
eoroeeadet, todot o. trabalhos de aterro de xcava-
deaee acema qaasi conelnidot, desde o aterro dos
Al^gedo ot a villa do Cabo, faltando nicamente
oaapofTertpamentotdevidotea collocacao dos tri-
Ihos, oaa grand parle dos quaes se aeha assenlada
prowaariamedte para O servico da estrada.
Ae-Sr. qoe em estirada carta nos pede que ad-
JHWtmee cansa do celibalo clerical,lemos a honra
apowJer, que a opiniSo da igreja em semelhan-
e materia he a nossa eplDiSo, e qoe o Concilio Tri-
ntia pune de enathema os que affirmarem qoe os
igo O ordens sacras e os religiosos que profes-
*!2!L"*tt'l,<'e' P0061""*8 er b aeDlem uSo ter
dos da castidad, embora a tenham jorado, por-
gmitrnaolio mesmo Concilio, Deot dao recusa
* tJ* *'0'"e' 10e pedem pela ora(3o e nem
permute qae stjamte tentado, aeimatfe notsas or-
**' k ^ d Ma,rim-. "" 9-)- Permuta qoe
agora Ihe digamos ; a carta qoe nos dirigi chama
tord o 8tVt> anathema dr iRrtja, porque nao s ella
AHrma, como pede que afllrmemos pela imprensa o
i a igreja prohibe, no' s denuncia a heresia de
foort a fe coto a voolade de propgala. Procore
atro maio de eipalhar pela populacio e-se erro,por-
que no. eremos Da infallibilidade da igreja, e por
con.egninle na verdade de lodo qoanlo ella ensina,
enuact seremos o instrumento do erro e do mal pa-
rV**P*dir,B0* f* 'RreJ" triuniphe das porlas do
interne. He em nome do progresso que o Sr. no.
pede qoedefendamo o Celibalo, pois bem, ficai se-
lieudo qoe nAs nao comprehendemos progresso fora
a retrgiio. dizei qoe somos facaticos, pacieocia ;
ao meaos pensamos rom a igreja, ao menos possui-
mo. i verdade entinada pelo proprio Dos, e vos
caro ovotto philosophismo profnido. igooraes as
*mm qaetuais deveit saber, igouraet o que fosles
^8* 'f' ('0* 9e^e', pe'gonlal agora a uina
creMcrona doctrinada pela igreja, e vede da sim-
an) jjlieidade dVdro mehino esta tabedoria o qoe so po-
de descer de Dos. Qoalqner que fosse o fim de
tosa caria,hev resposta que vos damos.
-" Sera' verdade que se prejeeta contratar para o
sao theatro urna rompaohia lyrica ? l'alla-se mui-
to nlaw, e este boalo, ae nSo significa que o contra-
to se vai celebrar, exprime ao menos o detejo que
tero a populacao de que elle se celebre. So lalvez
casltlloi que o gosto pela canloria crea em tua i-
maglnafao, so talvez Vagas aspirajOe., raas que oiev
r8**1- ,er realisadM. O Ihealro, aleen de ser urna
Oflrf escola de coslumes.he um enlrtleoimento que
arreta o homem de pensar sempre no. sebs soffri-
roentos. O dramtico se o guia um principio de pru-
dente ejosta,critica, ensina-lhe todei os deveres,
entufa e cdrrig>-the lodo, os vicio, toova-lhe lodas
as virtudes, o lyrico impre.stona-lhe a alma, fa-lo
extremecer de dor ou elegria, e lorne-o tusceplifel
dot sent meo los man generosos, man liumanilarios.
He oradiverlimento duplamente vaotajoso ;e o agra-
dnvel e ofil engenliosamenle combinado!. 'Temos
visto oHimiroente o que ha de mellior em relacao
ao drarrtaico ; dtpois do Sr. JoSO Caetano nao se
ve senfte'com enfaodoqualqner outro cmico. Deha-
nros' alquteer primeiro a profunda impres3o que
sobra nos elle produzio, descansemos um pooco, de-
pol, retrocrrldar'eniot a notto atitigo estado. Eis ahi
rnaii um. razflo par* applaudirmos essa prelenro
dd eontratar-.e urna companhia lyrica para nene
theatro. Se o governo e a assembla se dignassem
proteger esta juila asnira^ao, nos a julgartamos tu-
llo urna realidade.
Regamos i polica, que tome em consideracao
Mae no.so pedido. Eoleuo*iamo> qoe a polica de-
via prohibir de boje a' larde at amaohaa a noile, o
transito dos carrol, >ob pena de serem muitas pes-
soa. pisadas. Hoja a' noile aire qoasi toda a po-
pulacho para visitar ai igrejat, .-nchem-se as roas
de gente, de modo que se torna quasi impossivel a
uatsaaem do. carrol. Sen3o for por isso, ao menos
pelo dia.
He pira aenlr e oBo menos para admirar, qoe,
a despert de toda, ai nos.a. reclamac;ei, conti-
nuera essai cocheirat^a violar ai postura da enmara
moolcipal. Temo, ao menos eumprido o nosto de-
ver apontaodp-ts aos Srs. liscaes; a razSo entre-
tanto, porqoe o aboso continua, he o que nao sa-
. fiemos.
Avisamos a cerlo individao, que a redacr.io da
Pagina, acezar da ma' vonladeque alguem Ihelem,
nao aceita recriminacOesconlra pessoa alguma, nem
denuncias que possara frazer drsgoslos e prejuizos
a* algdma pe^toa, sem resollar dah utilidade publi-
ca. A nona missio, ja por maii de orna vez temos
dito, he noticiar e rooralisar o. fados conforme nos
parecer, elegiando-os, se de elogios no. parecertm
dignos, t censuraiule-os, te dignos forera de censu-
leado fempre ante os olhos a morar pu-
blica.
Nao sabemos porque carias irmandades, qoe
podem, n,lo fazem Semana Santa. Ha cerlos deve-
res de qoe s a fropossibilidnde dispensa o coropri-
mento.
lo dia 8 leve lugar na freguezia da Uoa-Visla
prOcinao do Santissimo Sacramento em visita aos
muito para dasejar, que os prenle, e amigos dessea
dout illuslret Pernambucanoi .dlisllze pelo qoal tillo presas taes precio,idade, e resga-
"w*,>j*JJ*, poiipariam a potteritia le una uola aa-
li-palrMiea, que talvez tivej.em d allegar, tenao
pedlstmot em nome doj.ervicn. eda memoria desset
dous magistrado, de honro.a recorda^ao, qoe poupas-
tem ii soas cinzis um tal dezsr. Os tratos dus
homem Ilustre silo .agradas reliquias, e como taes
devera ser respeilados, e s irem >s pracat sobre
irotnorredoras cdlumiia, e nao sobr a a faial me-
sa dos peolioret, ao om momentneo do marlello
pregoeire.
O Tipof bratiielro ccPersingaa; viudo da
Parahlba, Iroot s.u bordo os sagolmes passagei-
ro : Antonio Tliomaz Carneiro da Curth, Fran-
cisco do Monte Silva Camboiin, Jos RodMgdet da
Coila, Braz errelra Macil Piuhelro.
Ati amdiihaa.
COMARCA DE 9AT0 AHTAO'.
..' Viciona, 6 de abril.
Uemorei-me alguma cousa, depois da miuha ul-
tima musiva por ter ido' eucontrar urna prelo de
gado para a fera da prxima Paschoa : chgei a
jaitaniento, e vou continuar a muid i larfa. e-
Ssg* lod* ,Su "dad, uns procurara s- gar quo Illals aa ae
uiiazer as suas pracisoes por meios honestos; otros diguidade e proveito pa
pralicanoo acedes reprehenliv.is, e criininpsas. luu f.licidade orna cr
Homero laborioso, e aferrado ao seu trabalho coose-
gae, ainda que ,com diloldade., quaulo
fniiler para tobsi.lir com a tua familia : o
otuo, porm
Rufino Jote Fernandes de Figoeiredo.
Luiz Francisco Vitira de Luna.
Theodoro Jo Tavarea.
Bernardin de Sena Muniz.
Miguel da Fonseca Soares eSilva.
^.Depoit de ler prestido o juramento do estylo na
as.embla legislativa provincial, tomou hontem em
Kilacio, pone do governo da provincia, o Exm. Sr.
r. Joaquim Pires Machado Porlella, na qoalidade
de terceiro vice-presideiite, em razao do impedimen
lo do primeiro e segundo qoe so os Srs. baies de
Cmara; he e do Rio FurmOso.
O Sr. conselheiro Sergio Teixeira de Macado s
esperava a uomea;ao dos novus vice-pre.idenles,
para deixar a presidencia alim dt se preparar a ir
lomar as.enld da cmara do. seohore deputados..
He coohecida a adiis.1o que sempre prestamos ao
seu govnto. Digam os apaixonados cque qulze-
rem, estamos persuadidos que a gran e inaioria, a
quasi lolalidade da provincia fazia voto, para qae
sua admiinslracao conUuuaie por muito. annos, e
todos se rego.iiam com idea de que S. Exc. volta-
ra' dpois di tesso legislativa a lomar coiila do lu-
gar que por mais de dea mezes oceupoo cora lana
para o paiz, atravessando lom
crise delicada.
O ettudo, que o Sr. couclheiro,|fez das neces-
llie he tidades, e recursoijda provincia, a atlitude inde-
pregm- pendente, que maiileve dianle dai individualida-
-S.'SL ,b". "D"rrece lral>ho. I d, a urbanidade de .eo (ralo, a banignidade de
- m naeonoe .ppUcand- mel. mu. fa- ,eo coracao, a moderado de seu caracler, a evacac
Diii^be^wrno fortaudoo leo c.v.l,IU|,0, ,, ve_ | de Mimtnloti 0 iornararo aigno das sffe,soeJ
e mostrnram qoe
para governar eita
--- v'^ "" !". quo|u in i alialisados estadistas
ISSltSTiSlSSiJ&iSX m 'l qoe d" aoKO piz lemetl eomo "co""' eni I"9 racilmenle
sera este o mesmo ladro Porque he claro, que se naufraga
?" !He.8aber' oae M.,slem ? ""llos fu"i< i O governo da provincia fica as mao, de um jo-
dendo per cinco, ten, e dez mrl re. em lugares |a de lodas as ciaste) da .oci.dade,
taDiaoa,aatr ora nielmorphoeando-.e em descobrl- elle era o homem mais uronrio
dur dot eavallo. loriados, pretextando traze ros aos parle do imperio, qualos mai al
donos, medianil algoina paga. E qoem nos diz qae do nosso paiz ternera eomo escolho
sera este o mesmo ladro .' Porque he claro, que se naufraga
Er?. 3 Ti VOU? f ?V'"' fur""1.0,: KuveTno da Provincia fica u
H a emmh^o. ,q T l 22S a s"t' ^ > pernambacano. de cujas luzes. circumspeccao e
roheri.f ^ "" eMa de>- rnoral.dade, nos esperamo. que continu as bellas
, '/'I?1* i01"3 e,'" nado.con m!- ** "' "dor- he bi.onho no governo, porque nelle vio brac.jar.m
Ia"0" h9r '. boKeguioi, eom que com as grandes difRculdades da quadra l.omens co-
se costoma brindar os presos lurboledtos. Gnta-se mo os seohore. conselheiro Jo, Beoto e Sergio de
XZtS&IZ ,0d" ?"r'ei' 2S2, 2. '"',r0e5 Mi,cc,f,, Todos sabem esli consideracao em
de eavallo ; mas poneos silo o. prejudicados, qoe qoe por elles foi tido.
?. C.,<.iVm ? P"tl Serrem*PUn"'",S, q"e,,e : e no* oa Pde- P"r rl- Sr. Dr. Porlella le-
SLTLItS a", da "'R,a"le' com f- mer que oppoohamo difflculdades aoseu governo.
cilidade he posto em liberdade pela carencia do ae- Mas estiverlmo u na opportcao mai. azoda contra
S .1 uT" ."' S222L! ~nlmnam no ovtlema poltico que profetsa e,l. seuhor, dec.rto
trafico da ladroeira Jtspejadamenle ^eila c.dade inspeuderamos todas as hostilidades ao ver a dedica-
re diz) exi.lem raoiloi individuos, a quem a fa.,a cao corajosa com que loma sobre seos hombro, ifar-
apregoa como ladroet de cavados ; masque nao do 13o pesado, om joven p^rnambucano, criado en-
endo pre.ns em llagranle, e nem denunciados le- tre nos, amigo de loto., de quem anda ninguem
gilmente por aquelles. a quem .ao furtadoi; pa,- receb-u a menor injuria,
aeiam de barba em p, porque a polica marchan- Desejamos franca e sinceramente ab Sr.
do regularmente, deixa ue os prender para nao pas-
ar pelo dissabor de ut ver soltos. Porlantu, mejs
seiilinros, nao grilem contra a polica, qoem se sen-
tir uitendido tem o remedio oa lei. Vaga por aqui
a noticia, que o .digno delegado de polica de Ja-
boatao apprehendera ha poocos.dias um comboi de
eavallo., qoecondozira assucar ao Retfe, e vollava
por ser o eocarregado um Antonio Carlos, o qual
he invigilado ladnto de cavallos, e que este fora
nmettido preso para aquella cidade, lendo os do-
nos dos cavallos o iucommodo de os ir haver do po-
der daqaella autoridade, aproveitaodo-lhes a licao
para nao confiar rnais o ieu comboi de um Anto-
nio Carlos, e ootroi ejoadem furforis :o porque
qu temei malus semper.presumilur malus in eo-
dem genere mili. '
Nao posso, Sr.. redactores, applaudir cerlos eom-
muaicadot aoonymos, que de quando em qaando
surgem no a Jornal do Commercio, noutr'ora Echo
Pernambacano, contra pe.soas deeta cidade, por-
que quaudauda, clan ineUnot de suspeitar-se ser
i-'', *|J#eu aolor ; e ts alii temos ditas in-
d'tOBJ ii*0a e nulrot Magotlot, que afiligem o
cidaajeV-amigo da paz,t Urnaunit entre os seus vizi-
uhoi. PortaaMa i atuits prudente, que uSo mais
ae repeliasemV a*to, que se deisem pur aca-
bados use reoH PtovitiWttendo-se cada um em
si^e coidando de aatn iateretaes.
Talvez, porra, il|aem diga, qoe se importa o
Viclonense eom ene. communicado'.' Sim o Vic-
loriense te nao deveria ingerir uei.es negocios, ae
porvenlora nao de.eja.te plantar a concordia entre
o teas concidadot; mas sendo este o seo fira prin-
cipal, nao pode deixar de repetir ludo, quaulo se
Ibe apozer para- chegar ao seo ultimtum. Por-
lanto quem qoer qae seja o Sr. aiionvmo, queira
perdnar, st nislo o olleuJe o Vicloneoie, cojas n-
teojes sao boas;
O liberal do Liberal Pernambucano n. 1316
de 4 de.sle mez, mostrou-se virulento, zangado por
ter o Vicloriense feilo algumas relleiOes tobre seu
addilamenloa. ileir,es de 7 de selembro, e 2 deuo-
vembro ultimo. O Viciorieo.e, purni, com loda
a calma pede ao Sr. liberar, que como all diz, tem
coinpauao do Vicloriense, qoe nao o despreze, o
ouca, e nao seja 13o esquivo, e lao desprezador do
teu prximo no lempo quaresmal. Ora, dizei-me,
.enhor, nao fot estallada e dniacalada a ineaa da
assembla parochial no dia 7 de .etembro, jugndo-
se ai catatadas, rasgando-se todos os livroa, que es-
lava m sobre a mesa? Nao foi verdade que" este
brbaro proeedimnito du motivo a vrada do Sr.
capitao Danlat com dez pragas para fazer respeitar
a lei ? No foi verdade, que o couselho municipal.
alm de nao funccionar os 15 da., cuino di.pOe a
le regulamentar das eleijfles, como ae ve uo livro
daiactat reancclivas, funcciouou com doos mem-
brot illeges, por nao seren o vereador, e eleitor
miit volado. ? N3o he verJade que por esse couse-
lho illegal foram qualificados esses quinheulos e
ttntot volante., que niV. tiuham previamente re-
clamado ? Nao he verdade, que por estas e oulras
irregularidades foi annullado esse conselho, por
quem o poda aooollar "! Nao he verdade, qoe ao
segundo dia da cbamada na eleirao de 2 de novem-
bro, apenas um, ou outro liberal se acliava na igre-
ja malriz, como foi presenciado por muitas pessoas,
que eniau all ae acharara '.' Nao lie verdtde, que
o partido liberal, ou lozia, venceu| aqui em Santo
Anlao elei$oe> lendo a polica contra si.' Silo leudes
por ventura noticia de um roobo de urna, que con-
tinha ai ledoles dos votantes para el .-llores, a qoal
foi ao mesmo lempo retomada pelos libaraet, qae
apezar disto ganharam a eleigan ? Pois ae lodas e
tas cousas se ten dado a vista de lodos, e nao
necessitam de provat documeolae. pela toa nolo-
riedade ; para qoe, Sr. liberal, alcunhaes iojusln-
menle'o Vicloneoie de mentiroso ".' N.lo leudes rt-
zao, Sr. liberal. Verilas odium paril, ob.equiom
ulico, o O Vicloriense agradec ao Sr. liberal os
epilhelos, com qoe o inunoseou, proprios de .oa
penoa.
Oalqaaire de farioha vendeo-.e a 6#*00 ris; o de
feijio a 32 ; o de milho a 12/HOO ; o de carrapalo
a 149 ; a libra de carne do CearY a 220, a do ba -
calhuo a 131). Os queijoi do sertilo '.ao raros .e
moilo caros. Nao afillo ao mrreado arroz, carne
de Mi, touciuho, e linguigas. Houviram 1,870 ra-
beras de gado, que se vendeu calculando a arrouba
de 3 a 4 mil ris. Ficarara por vender 200 e
lanloi bol. Vale.
* O l'ielocicnse.
. Dr. Por-
lella ama administrarlo prospera, desa.sombrada e
pacifica. Os elementos ahi esto, nunca a piovin-
cia gozou d; (aula pro.peridade, nunca se vio urna
Mo grande disp -ira i a' concordia, e ao re.peito as
lei. Diluculda Je teinpre appareeem, roas nao sera
de cerlo por colpa sua que o Sr. Dr. Porlella vera'
desviado o carro do ettaJo do Irilho que, segu.
Elle sabera' cumprir o seu dever. Elle s qoer a
prosptridade do paiz. Ajudem-no toaos o. homem
de honra. E se elle se disliuguir como um estadis-
ta hbil, utanemo-nos pensando que he nosso, que
parle de entre nos, e tanto mellior para o seo lorro
natal se subir mais alto ainda.
t^DmtttUttcat)o.
simo.. No aprsenla o peccado, te nao pelo lado
que o pode justificar, poli que o aprestla, antet
como o efleilo da cegoeira de espirito, jo qut da
perversn da vonlade ; flem rnj.n tAunt.quii fa-
ciunti atsim como implora o perdao pilo motivo
mais capaz de oble-lo, porque Daoi he seu Pai, e
elle he seu Filho ; Pattr dimitte Mis. Attim, por-
lanlo, Jess Christo aprsenla i seu Pai, com o ar-
Uficio de um mor infinito, os argumentos mait pro-
pries par. convencer, a ai razes mais f.rles para
oblar : pronuncia u zrrazoadn mai. eloqufute,
def* mais completa, e o discurso mait Iriumphan-
le e efilcaz, provaiido por Uet meio. que elle he o
mais lerno, o mai, clemente, o m per.univo dos advocados junio di Deot, no menos
pela tanlidade de sua pessoa, como pelos transportes
de sua caridade. Jdvocatum habemus duui
irem Jesum Chritlum /s/um.
(Parapliraset do padre Vtnlura..)
Conego Pinto de Campos.
(Continua.)

pa-
&ovtc$potii)mcia.
RELIGIAO.
O PERDAO.
BBPABTIQAO DA POLICA.
Occurrencia. do dia 7 de abril.
Foram preso: pela subdelegada da fregoezia do
Recife, os marujos inglezes James Welkiies, Rbues
Hoks, e o preto eseravo Joaqilim, lodos sem decla-
rarlo do motivo da prislo.
Pela subdelegada da freguezia de Santo nlunio,
Mauoel Pedro de Barros, para averiguare, e o
preloe.cravo Gailherme, sera declarado do motivo.
E pela subdelegara da freguezia dos Afoliados,
Ricardo Jos Ferrira, por haver ferido com ama
pedra a Antonio Maoiz, e l'anlaleo Jo. Vieira,
por oso de arma, defezas.
UM VOTO DE RATIDAO'.
Osempregaos da secretaria do governo, no mo-
mento em que o Exm. Sr. conselheiro Sergio Tei-
xeira de Macedo se relira da administraco ~da pro-
vincia, nio- podem deixar de dar S. Exc, da ma-
neira mais publica e solemne, om lestemunho de
sna dedicado e vivo recouhecimenlo pela consid
erfermos ; esleve lolemoe e com alguma oslen-Jrasao e cnfianca com q^ue"s7"Excr"sampre'Uos
laclo.
* CoDsti-nos, qae na ra do Sebo, a noile pas-
uda, por volla das duas horas, doos individuos es-
hofe(earam-se por mais de uro quarlo de hora, ao
clard da loa, sendo les^emgnha urna formo-a Ama-
zona, qoe sobre O feo balero regosijava-se com o
desafio dot dous gladiadores 1... Qoe papal vos, meo
Doos! ,
Recommeuilamus ainda aos Srt. encarregaJos
da polica, qde por bondade fajara dispertar a
eorja d moleqdeg e negrot captivos, que circula as
bandas de mosicas, privando-as de marcharen), dan-
de.'berros, jogando pnlhas e commaltendo quanla
casta ha da insolencia! por onde passa.
Qoem quizer ver o qae be um inferno cem
lodo teu cortejo de demonios e demoninhot, va' i
nossas ribeiras. Gritos, algazarra, Iraficanciis, la-
droeira., murros, descomposturas, ele., todo all se
v, e no entrelanio qoe os compradores vai para aa
sua casa, com o peixe raoido, a farinha mandada de
Ierra, a carne podre eeQcholados pelos atravessa-
dores ...
__ Tiveino. occa.o de ouvirmo. im sala parti-
cular voz do Sr. Scappini, baiio prefundo, de
quera ja dissemos alguma cua.a. Ha de ama forca
prodigiosa eeom ama especialidade di maita van-
lagem, que he faze la de lenor, quando tem de lo-
car nos agudos. Este artista deve ser aproveilado
enlre n. Hija animaco e gosto, qu* nao deixa-
remoi dizer-.e o qoe por oulras provincias se diz
que nSo sabemos apreciar o ihealro.
Cousta oos, que no da 1*5 do correte he o
beneficio da Sra. D. Grabiela. O nome detta ar-
tista he ama recommendagao mais que suflicienle
para qae nessa noile o theatro leulia urna cchente
magnifica.
_ Porque razio os Sn. eslrangetros que segucm
oulraa raligiei, qn "< ,109S. n ,,a de
oeitar o nosso callo t Por occasUo d* procis.ao do.
Infermoi houvera algn dessfes sanhores, que a
aco-panharam de carro, a eavallo, e cober**, quin-
de, lodo, o. deroait eainolieoe eilavam revereuteiuen-
t'o de.cobertot
dV
nela narteiclo eom que foram lirado., e pela ex-
:Xan^.ll2. com o. tenaongioaat, leara
d ir (tris P oo ***&
Serla aiuUoe
honroo.
Nao he um brado que se levanta para apregoar
os mritos de S. Exc a dbil voz desses empega-
dos ; porqoe ella nn panana de om echo sumido,
d,ue em vio procurara fazer-se apercebnlo enlre os
encomios que a S. Exc. lem rirodigalisadd al a im-
prenta estrangeira.
A apreciarlo do cavalleiritmo de S. Exc, a affa-
bilidade, a maneira delicada e alteneo.a, a expres-
^o branda e polida com que S. Eie. sempre se di-
rigi a qoalquer delles, prod.oziram-llies lo pro-
funda uiipressau que, jamis proferiro o nome de
S. Exc. em o razerem com o mais merecido
elogio.
Nio reasuma a lisonja na eipaosflo desses senli-
mentos. 8. Exc sabe que nenlium delles, se pro-
curou conquistar gearas e ubler fAores, jamai ter-
vio-se de um meio que repeliera os seolimenlos no-
bres de S. Exc.
O anuncio diplmala que nos paize. mais civil-
tado. do mondo recebeu honrosas demonstra (oes
de apreso e subida cousiderac.au ; o'cavalleiro afi'ei-
lu ao Iralo polido dSs mais elevada sociedades da
Europa, n3o poda deixar (le mostrar o que he,
e convencer que a autoridade superior jamis se
degrada, porm eleva-.e, em sua diguidade e pres-
tigio, quando era sua* relacijei com os subalternos,
slenla a mais lina civilidade, que nao he smenle
privativo dot tales.
Apresenlando a S. -Ere. a manifealacjlo de saa
sincera s profunda gralidau, os empregajt* da se-
crelaiia do governo fazem votos para qne a mais
prospera viagein couduza a S. Exc. capital do
imperio, para onde o chaina a importante mieso
que lem de cumprir no teio da represenlacao na-
cioual e com qut* o acaba de honrar o paiz.
Secretaria do governo de Peruambuco, 8 da abril
de 1837.
Joao Valenlim Villela.
Francisco de l'aula Sales.
Luiz Saiatar Mosco." da Veiga Pessoa.
Jo.io Pola/carpo dot Saulos Campos.
Domingo. Jos Soarea.
Joao Baptfeta Ferrira d'Annuuca$o.
Jos Antonio da Silva e Mello.
Joaquim Francisco Duarte. '
Francuio Lucio de Ca'.lrq.
Joo Diiminuiies da Silva.
Ba.iliauo Aiagalliae do Catiro.
Fu-mine erculauo Bipli.t. HiDeiro.
Lriuciico de Loes Duirle.
S quii peccaveril, adeocatum habemus apud pa
Irem Joiim Christum jutlum, et ipse esl propi-
tiatio pro peccatis noslris: non pro noslns a-
em lantum, sed eliam pro tolius mundi. (I
Joan 2).
(Continuado.)
Ai! qae digo eu ? dot labios de Jetas agonisaule
no podem sabir se nao palavrat de misericordia e
amor boudad h amor! O Redemplor divino
nao falla para apressar a vingaura, mas sim pa-
ra demora-la. Esculai soas palavras, e vos, na-
efiet deshumanas, acabarais por cooveocer-vos de
quao teruo e generoso he o corceo daquelle que
vos escorchis tito cruelmente, promovendo a soa
morle !
Pai I exclama elle, meu Pai, antes do meo pas-
sainenlo.nao vos pero se no uroa s grara, e lie
que perdoeis aos Jadeos, e aos Geolios, aos aecuta-
dores e aos juizes, aos principes e ao povo, ao. mi-
nistros e aos algozes, aos sacerdote, e aos leigos, io-
do, os tormentos e opprobrios que me fazem tffrer
hoje : Pater dimitte HUs (Luc); a mesma compai-
xao e indulgencia para lodos : elles me nao conhe-
cem, meu Pai, e, mais cegos qae culpados, nao
aabin o qoe fazem. Non enim sdunt quid faciunt'.
(Ibid.) ',
Oh rogalifa tocante David, ouvindo-a em es-
pirito, chamou-a a rogativa da clorura e da suavi-
dade. llavera com efieilo urna palavra mais doce e
mais suave que esta '.' Meu Pai, perooai-lhes,
porque nao sabera o que fazem la \h o cordei-
ro divino nao inlerrompe o silencio que convinha n
sua qu.lidad de victima, se nao para implorar per-
dio, em toa nualidada de Pai, em favor dot mi-
man ns crois de seu sacrificio, que oolra cou-
sa nao procuravam, senao eclipsar sua gran-
deza.
E depoit, diz S. Bernardo, qoo opportona e su-
blime he essa rogativa O. Jneos insiam que elle
desea da cruz, para assiin Ibes dar nina prova de
que he o Filho de Dos ; e Jess, orando por aquel-
les que o crucificara, e que o cobrein de insultos t.lo
indignos, prova sua qualidade. de verdadeiro Filho
de Dos, de um modo anida mai. significativo, do
qae se salislize.se a provocado que se Ihe fazia.
Oiiem, se nao *0 Filho de Dos, i Dos ao me-ano
lempo, poderla ollar dos labio, essa rogativa que
[amis se ouvira, e 13o fecanda em lienr.los para os
que o blasphemam ? S urna misericordia infinita
poderia solicitar o perdao para ama maldade infini-
ta. Meu bom Jess oh 1 torno e amabilsimo Je-
ss, exclama ainda S. Bernardo, que confianza e
alegra no deveri despertar em nosios corarles essa
Mo doce rogativa I Ella oos palentea as torrantes de
aoavidade celeste, e de uncao divina, 'que vos fa-
zeis correr no coracao das almas fieit que vos bos-
cam, qne vo servem, qoe vos amaro ; pois qae
Uo ibondaotemeute derramis o oleo de voso mi-
sericordia sobre ot que voi cracificam I vSerm., fez
IV, liebd. Pxuil.)
Mas, o que de mais locante ha para nos naque|U
rogativa, be ver como, por meio della, o Redemp-
lor preenche junio de seu Pai o dever de advoga-
do. chelo de amof, para com aquelles mesmos, que
dilacerara de urna maneira Mo liorri'vel o carpo de
seu innocentsimo Filho 1 He ver lamuem como
elle, ja 13o admiravel uo silencio qoe guardara quan-
do e tratou de sua defeza, anua mais admiravel e
moslra agora, fallando em favor de seus algozes.
N3o Ibe satisfaz que seu sangue, qae alaga a monta-
cha, suba ao co para implorar a s-ivariVj e a paz
em favor dos que o dertamam : a voz do sangue
elle junta ainda o grito docora-,au ; e roga e in-
siste para que aquelles que Ihe dao a morle, .e-
jam os primeiro-, a Ihe collier o froto. Dimitte r'i/is.
Nolai alero disto o amoroso artificio desta roga-
tiva.
Qaando o ouvimos queixar-se do sen desamparo,
elle contentoo-se de chamar seu Pai, Dos : Deus
meus. Mas qaando se trata agora deobler o perdao
para os seus iniungo, Ja a Dos o nomo de Pai :
Pater, aliro de, pelo emprego deste doce nome, eu-
teroecer-lhe o curara. Elle dissera : vos sois meo
Pai, e eo vosso verdadeiro Filho : tois o Pai mais
chelo da amor, e eu o Filho mais cheio de submis-
s.iu e respailo : um Pai nada podar, recasar a am
Filho que Ihe da lumanlia. provas de obedieucia.
So pois vos apraz, se vos cerr o dever de me con
eederdts lado, mi me concedis senao urna grara
nica,a de perJoardes a aslis homeu., como eu
Ihes perdao. Sou eu que vos faro esla supplica por
elles, oo antes sao elles que a fazem em miro e co-
mgo, como se foi.em vossos lilhus, como eo su, e
como le vot (oslis seu Pai delles ; Pater. No at-
leodais ao fado de me darem elles a morle, mas
consideris .rnente que de mu boa vunlade morro
por elles. Nao olbeis ao que elles fazem contra mim,
mai veja:, smenle o qae eu sollro por tea amor.
Sem duvida elles nao inerecem esle perdao, porque
.ib vossos inimigos ; mas aquella que o implora he
-digno de alcaoca-lo, porque Ir vosio filho. A' elle
me dio dtretlo o sangae que derramo, a agona qoe
sollro, a a morte a que me entrego. Ah I anda
uina vez Ibe concedis o perdao Fazei ceohecer
o valor iiin.lo de meu sangue aos qoe o derra-
mara, o prero da minlia a goma aos que a tornara
maisdolorosa, e a ellicacia da luiuha morte aos que
a perpetra m t Pater, dimitte illis.
Obterval, amia rlin-taos, o cuidado com que el-
le te apre.su em encobrr a euormidade de uro cri-
me, qon nao adinille juslifica(u : Elles nao sa-
bera o qoe fazem, diz elle. Eis o que quena dizor
com esias palavra : nao me conhecem, oh meu
Pai, do saliera que sou vosso Filho, e seu Salva-
dor. IJatii vi-iii o ullrajarein a quem devam a io-
rar, e odiarein a quem aeviain amar. Perdoar-lhes,
pois, sua maldade, em allenr.io tua ignorancia ;
e lende piedade driles, porque sao fracus, seduzdo
e cegos por paixrs, que uo Ihe permillem eii-
lender o que dizein,. uem ver o que fazem.
Son enim sciunt quid faciunt.
Observa! eiiiliin, clirisuios fiis, que elle se nao
limita a fazer urna so vez e..a locante e amorosa
rogativa ; mas, segando a express3o do Evangelis-
ta, a repello era muilai occasies : dicebat. E por-
que ea grafi Ihe possoe o coracao, elle a implora,
torna a implora-la, do alio da cruz, e sempre enaa
urna nova instancia, com uina uova for^a, e cora
om novo amor : di;ebat: Pater, dtiiMlt ils.
Nauhuin advogadu, dizS. Ago-tiuho, fra jamaii
em leus discursos, nem lao sulictlo, uem Mu enge-
nhoso, para salvar seu cliente da morte temporal,
como Jess Chrislo u fora nessa supplica de infinita
misaricordia, para salvar da morle cierna os seu
proprios algozes. iu I Epist. J>......, Era pouca.
palavra., elle leumo rodaja as circouistancias e a dig-
uidade do supplicante : om Filho de Dos; e o
amor daquelle que se implora : um Dos que he
Pai; e o mrito da rogativa, a qual llie nao sahe
dot labio., tenao no mesmo' momento em que seu
sangue Ihe corre da. veas ; e a Justificado daquel-
le* cuja cau-a aJvoga : a ignorancia, a estupidez, a
loucare. Quinto aoere, te o detigna da um mo-
do cotituso, implora-lbo o perdi no lirmosaclariu
No Liberal Pernambucano de 7 do crranle, logo
na primeira paglna.ie leuroacarla doSr. Dr. Antonio
\ cenle do Na.clmenlo Feiloza, redaclor era chtfe
daquelle jornal, aos redactores do Crrelo da Tar-
de : O como na sua monomana poltica talUsie este
Sr. a verdade, quando diz na lerceira declafacSo
i* Queoieral*aao insullou : apenas ripellio o.
insultos, que de loHos os lados Jhe mao_dra dirigir o
Sr. Sergio, ameacaudo a ora de o fazr exprliir do
partido, a oulro de leva-lo a pitcoroes. a eadeia, e
a oulrol com o sabir-lhs caro o a.sobio o lomamos a
liberdade de fazer aoSr. Dr. Feiloza oa segoinles pe-
didos : p
1. Qoe nos aprsenle orna relacao doaarligoi, em
que &. S. e sena astelas, foram iosoltados pelo Dia-
rio de Pernambuco, nao se etqueceno da dala
delles.
2." Qae declare te no he verdade qoe o /.ric-
ial Pernambucano, desdi o meiado de novembre
insultara ao presideute da provincia com os epilhe-
los mais injuriosos, que se b'-eui desda a brimeira es-
lalislica, corriejada a publicar neste Diario a 14 de
Janeiro do correle ono : a si taihbern nao li ver-
dade, que no Liberal de 13 de dezembro dd anuo
passado disse S. S. ou om dos mai. beliosoa redacto-
res de soa folha Que feitzmente em conlraposirao
aos epUhetos dt assatsinos.lfalsi/icadoret de firmas,
prevaricadores, patsadores de adulas /alias, la-
dres, e atheos, com que~o Liberal brindara a aquel-
le que frequentoiam o palacio Ja presidencia, ape-
nas o Diario de Pernambuco tinha aplicado aos re-
dactores do Liberal o epithelo de maldizentes.
3. Que declare mai., te ha ioexaclidao na cil.irao
de uro a do. epilhetos insultante-, qoe lem dado
materia para essa nojenta ettatislica, que ba pobll-
eado o Diario de Pernambuco.
4. Finalmente, que declare, te no est em ma-
nifesli eonlra liccao com suas palavlis a cireamstan-
cia sagninte : nu me.mo dia da poblicacao, ou
lrancripr,ao no Liberal Pernambucano da carta de
S.S., seoccopa r.ta folha dos Irabalhos da aiscm-
blea provincial, injoriando a maior parle, ou quasi
todos o. membros della ;
E, emqaanto no nos responde, oflerecemoi a sua
medilacao os seguinles peo,menlos do conselheiro
Baslos: -
A mentira he um vicio do espirito, e do coracao.
A mentira he o vicio dos escravos, e pode ser con-
siderada como a base de lodos os vicios.
No commercio da vida, a verdade he como a moe-
di.que nao he perraittido alterar : aquella por tanto,
qoe mente, he como o falsificador, que abusa da f
publica.
Mentir he mostrar que se despreza a Dos,por cao
sa do. homens.
Vale mais ser vencido dizendo a verdade, que
triumpnar pela mentira.
Qaando a mentira espera nio ser apaohada, asqoe-
ce-se de que tem as pernat mui curtas.
O premio do mentiroso he nao ter acreditado,
quando falla a verdade.
Mati depresta se apanha om mentiroso, qoe um
cxo. '
Noa podemos guardar de am ladro, de om men-
tiroso nao.
( Mr. Gorgedo assobio. )
9uhlUnc0c$ & pemo
A CRUZ.
Meditarlo catholica.
Crux isla Christi.......... ,
Nds.-rn .- intuid',, faclii.-i it< |,riimim csl homo,
Expres.a, sigis, expedita esl litleris.
Advenlus ejos mille per miracala
I'tu'iiuiicialus ore vatum consono.
Reges.prophelii-judice.que el principes
\ ir i u te, liellia, cullibus tacris, stilo
Non de.tilirtfol pingare formara crucis.
Fufgenh, llymn. ViX.
A cruz no eo do oriente
Da ljrdade annonciara a viuda.
A. Herculano.
I
Salv.j? -m-.i-iro sagrado,
Padra de nova existencia,
Syinbolo d'amor e candara, t "
De liberdade e innocencia !
Eras outr'ora no mundo
Typo de opprobrio e baixeza :
Hoje ornando le venera
Na la immorlal belleza.
Do *rro e do paganismo
Rompendo a jugo falal,
Mostraste ac povoi da Ierra
A patria celestial.
Dos profanos simulacros
Que iiludiaai as nacoes,
Fizesle esquecer a historia,
O culto, asadoratjes.
Tenue ao principio e sem forja,
Como idea singular,
Em li eonlinhas a imagem
De expiar.o exemplar.
as sombrar de noile escura
Dormia enlio o Orieole L-'-_
E as treva. da barbaria
S'espalhavam no Occidente.
l'iiilusophia orgqlhosa,
Dictando leis unmoraes,
F trina va sea l'irouo e gloria
Em bases materiaes.
Enlo sargisIe^,o^mo8a
Como o sol no alvorecer,
E fuste o sol da esperanza
Qoe o mando quizera ver.
Dissesle i No mais a lacla
No seio da humunidade !
Gaiain por Ierra os emblemas
D'horrivel ferocidade:
a itasgue-ie o livro engenhoso
Deasa vSa mylhologia
a No p s'envovam my.lerios
u De estalla philosophia :
Ao co a mente s'eleve,
Contemple o homem seu Dos ;
a So nelle procure 4ivre
(i Dtcifrar destinos seus. o
II
E quando por entre as turbas
Dessas vellias gerares,
Brolaram uovas idea.,
Mais bellas in.piraci'ies :
Qu poder veio arranca-las
Dos ferros da escravidao ''.
Que luz liitlbou para os povos
Com deiiuedido claro ? '
Acaso l.i na Chalda
Nova scieutia sorgio,
E ao. seus mimosos adeptos
Novo caminho se abri '.'
Viriam do grande Egypto,
D'Assyria, l'ersia opulenta
Mil lliesouro. da ventura
Que a huniaua vida alimenta ?
Foram os mtgoi sublimes
Dti regies do Levante, '
Foram lybillas e orculos
Cum tea saber deslumbrante ?
Foi a Pheoicia orgulhosa '.'
Foi a Creca Mo gabada
Qoe por seas longos Inamplios
S'ergueo robusta e c'roada ?
Foi Roma, o emporio da forja, "~
Do loxo e da Ilustrarlo,
iissa poleucia famosa
De Mo rara elevarao ? >
Nao foi, qoe o vicio estampou-llics
Na face infamia e vergonha,
E dos seus criines o lempo
Selluu a historia niedonha.
Os povos do Tigre c Euphrales,
As tribus onenlaes,
ahiiara sem le.x ir Iraco
.Nos seus vastos areaes.
Tambero oalros s'extiuguiram,
Invulto. n'um velho manto ;
F. a Providencia desfez-lhes
O seu roysleriosu encanto.
E a successao dos imperio,
Que assim tombaram uu olvido,
E as conquistas assombrosai,
Teem um profundo sentido.
III
Nao foi Grecia nem foi Ruma
Que ao mundo truuxeram luz ;
l-]oi o escarne* dos povo.,
Foi um madeiro,' orna Cruz !
Asylo de impuras crenjas,
De grosseiro Imaginar
Era a cidade dos Cesares,
No eu borrilo folgar.
Dominando o mundo inleiro,
Olbova ao louge o universo
Como exposto a' pertinacia
Do leu insiiucto perveno.
\
De cima do Capitolio
Erguia a fronte arrogante
Este Jove incestuoso,
Dt mylho o rei triumplianls.
E o Paolheoo s'elevava,
E os sacrificios cresciam,
E anle ai virtudes sloicat
Mais os vicio, progrediam.
E a mana de ferro erguida
or sobre as riae;6i dlff'rehle'
mpunlia lei. e Costme.
Qoe as traziam desconteblei.
Era precisa a palavra,
O yerbo de vida e arriorj
Que Jes, aos pobres alivio,
Calcando o tigre oppressor.
Que baui-.se os previleglos
Das rajas creit, ferozes ;
Que do povo entregue aos males
Ouvis.e as sentidas voze :
Que derrocasse o edificio
Da Holaina tenaz,
E*ra lugar delle planlasse
O templo de um Dos de paz :
Qae pnzesse om termo i queixss
Da huraabidade abatida ;
Que ligasse os paes ao. filho.
Por uina uoio querida :
Qae ladra.se os fundamentos
Denota sociedade,
E Tueste uuu-se os povo.
Pelo incauto d'amisade :
Qde d'um a oulro hemispherio
Se formasse ama oaro,
E a lodo O globo e.lendeise
O progresso e a rdeinprao :
Qoe apagasse o vicio occullo,
U fundo germen do mal,
E dsse aos horaeus a posse
Da sciencia que he real.
Qae, emlim, mudasse os eostumes.
Os rito, as IradiccSe ;
E, espaneaodo antigos usot,
Rasgatse o veo das ficroes.
IV
Foi enlo qu um fclo immenso
De imraensa recorda(3o
Firmou Qo cume de um mont
A maior rcvoluro.
As figuras se cumpriram,
Cumpriram-.e as prophecias,
E o Homem-Deo. salva os homens,
F'iodando na cruz seui dial!
Qae myslerio inexcrulavel I...
Quei.i o pode penetrar.?
A historia narra-o constante,
N'um teslemonho sem par.
Passado dezoilos scalos
Ha ja' que total mudanza
Deu aos homens a ventura,
A f, o amor, e a esperanza.
E desde enlo, Lenho auguslo,
Transformou-se o leu deslino :
Deixaste de ser terreno,
Comeca.le a ser divino I
Desde eulao fallaste aot povos
Linguagem de nova lei;
E Ihes dile o testamento
Do'novo e man bello rei.
N3o ficasle alli oo cimo
Do tolitario fraguedo,
Solitaria em tolo ingrato,
Sobre o escalvado rochado :
N'essa cidade mal liria.
Na infelii Jeruialem,
No le cumpria ficasses,
Deviai passar alm.
Aquelle que em li cravado,
Exhalou da vida n alent,
Doou-te o viver elerno, '
Fez de li am monumento.
Se em li contummoa-s a morle
Do innocente Jess,
Tambera a nossa existencia
Em ti se preenebe, cruz.
Passaste de Ierra em Ierra,
Na voz, no pregar, no eiemplo,
E em loda parleiiguras
De Chrislo no JjA'o templo.
Deponanos da lieranc.
Do Ju-to sacrificado
Te recebera ra contentes
Coma om thesoaro sagrado.
Em' nova missao suprema
Por lodo o orbe divagara,
E s coral go abracados
Milhares d'erros esroagam.
Dianle de li que ha poaco
Eras Mo nobre madeiro
Corvam-ja ai aguiaa do imperio
Que 3o todot foi primeiro.
Esboroaram-se os muros,
Oa romanos baluartes,
Cahiram sceptros, diademas,
E luzidos (laudarte..
Ergue-le, cruz veneranda,
No teio llalli va Roma :
Cae por trra, Dos do Olyropo,
Oode a cruz, sonjenle assoma.
Eis porque, filho da crencha
Qae deu aos homens a luz,
Ea vendo agora catilar-le
Um hv'mno, agrada croz :
Vejo em li padro f. noo-o
Que d'um saccesso assombroio
Conserva o sello piedoso
Que nunca se ha de apagar :
Diviso oa loa historia
lima brilbante victoria
Que os fiorOtt d'eltrna gloria
Vera aos homens oflerla'r.
Depois que em phraies solemnes
Fosle, croz, aiinanciad,
O verbo, a palavra snela i
Foi logo evangelisada :
La' de am canto da Jadea,
1.a' do paiz da Idoma,
Passou soberana idea
Comligo a lodo o universo :
A' Phrigia, ao Poni corresle,
Bylhinia, Egypto venceste.
Na Thracia tambero l'erguesle,
Sem temer fado adverso.
Onde qnr que existe o homem,
To vais, cruz, coosola-lo:
K at oa Arabia e na Scylhia
Te enlranhas para abrara-lo :
Na Elhiopia distante
Ja' desenrolas ovante
Ksse pendi folguranle
Qae a Macedooia as.ombrou :'
E na Armenia e Pale.tina
Tambcm cren^a divina
Todo o povo a fronte inclina,
Como era Syria s'inclinou.
Alravessasle o Ocano,
Zumbaste do. seu furor
E d'alm do ludo e Ganges
Firma.le o rollo d'amor ;
Desde o llvdaspe candaloso
T ao 'fibra magesloso,
Por esse mar tempestuoso
Do antign ao moderno mundo ;
A pregaran eloqoenle
INas azas do zlo ardenle,
Te acompanha omnipotenle,
Coaio ora symbolo profundo.
Oh qoem ditsra as victorias,
Os Iriumphos alcanzados
Por leu valor, leo esforcos
Sobre os grandes potentados !.,.
Quem te sustenta na Ierra ? r
Quem so oppe a' dura gnerra
Que em loda parte s'encerra
Para lanrar-te no p .'
K- tu meama, cruz bemdicla,
Que em ti conaervaa escripia
De Dos a foi ja infinita-
Que d'tlle le veio s.
E quando apn a crueza.
Dos eros, Domnanos,
.Novus monsliot le ameac^am,
Ferozes Dioclecianos :
Quanto os tralos horrorosos,
Os marlvrios alTrontosos,
Os tormentos espantosos,
.Soffrtram os til ti os leas ;
Sij por li, por teu. encantos,
PofTou. infiaxos lo snelos,
Vencerflt peiigos lautos,
E conquistaran! os reos.
E pelcja.le robusta '
Contra o impos, os pagaos ;
E o derribaste do solio,
E reforrasle aos rhrisMoa :
E Iu que era. tourura
Aos odos da plebe impura,
Que eras e.carneo e amargura
Para o genlio, o infiel ;
Esqaecendo o eu desvio,
Nat aguas de um novo rio,
Ja' baplisasle o gento,
Ja' surgi novo Israel.
- VI
(V cruz, iVmy.lico emblema !
<)' phanal d'amor singelo I
Como s grande em leus prodigios !
Como o leu passado he bello !
Que monumento pomposos,
Qne paiuei. maravillosos,
Que padrors.umpluo.oi
Em leu pasiar levanlatle !
esdi o Levante ao Poenla
Sojges candida e fulgeule,
E leu nome eternamente
Entre n uarOes publicaste.
Em p no ilto do templo
Sornsle ao monte e a' eidada ;
E ao pobre enfermo, ao proscripto,
Nao o.gas a liberdadn :
Dsle ao mundo urna lei nova.
Que o vicio, o mal desapprova,
Qae immensos fruclo. reuova,
Sem jamis eminurchecer :
Fundaste a familia, humana
Sobre urna base sob'rana.
Que enl sua ori6e/n dirrlini
Do glande e sublime Ser.
Sellaste uuiao i'ilosa
{)> alia em doce amplaxo, .
Trojixsle ao mundo (o-hgll
Do roo hrilhaute rellexo :
K he n'esse laco estreilo
Qae firma eterno dlreiio
8ue ao brando juco ageil
Innieni podo viver :
E di igreja os ampias muros,
lnahalaveis, seguros,
I.anejaste ao. serillo, futuro.
Que nunca o ho de vencer.
Hoje da vida o segredo,
F. a chave da sciencia, ,
Origern d'allo. deslinos.
Explicarlo da existencia :
A tua historia he bstanle
Para narrar inee-sanle
Esie amor puro e constante
De Dos para a humanidada :
Nos teus rnyslerios patente
L-se a pagina eloqoenle
D'esse progresso eminenle
Que avalla na chrislandadt.
Hoje s casa ao pobre, ao rico,
Ao nacional e ao eslrangeiro ;
Porqoe deslroisle o germen
to exclusivismo grosseiro :
!s am titulo sublimado,
E< dislinclivo adorado,
E. o tignal decretado
D'allianca universal :
Es do co a mensageira,
Dn futuro a pregoeira,
E ae fim da homioa carreira
Et soccorro divinal.
Ind'agora qoem l'encara '
Sem qoe bata o coradlo 1
Qoem nao sent, ao contemplarle,
A mais intima impretso ?
A pos eenlenare. J'a unos,
Tens effeilos mais qoe humano.
Resistem do lempo aos dainos,
E vencem d lyrahnia :
Assciencias le proclaman),
Tua rainha le chamam ;
E enlre as arles qoe le acclamam
Livre adeja a poesia.
Sim, croz, la dsle-ao espirito
Generosas rlleme,
A' vonlade, a' inteligencia,
Mais nobres aspirare:
Renovaste a' redunde
Es.e primor de belleza,
De c.indurn e genlileza
Que tenhorea e arrebata :
Despertaste um pensamenlo
D'uac(3u, de contenlamento ;
E por li que u tentimenlo
N'barmonia te desala.
VII
PadrSq de gloria incITavel,
Ea fe consagro o meu canto.
Porqoe la i da verdade
O sello sublime e snelo :
Diante de li prosirado,
Eo te adoro transportado,
Rendle o cutio sagrado
De cordeal adeieo :
Que embora o impo vaidoio
Te desconhere orgulhoso ;
Hei de tempre fervoroso
A f guardar de christo.
De chrislo e de poela
Meu timbre nao morchara' :
joe l lo s qoem m'tnipira
Meu corceo l'o dir' :
. Abaixo a nfosa profana !
Qoe outra s'ergue soberana
E da vida sobrehumana
Os seprej|o."Tfrr>da
Nao mais retumbe almgli^aui^
De mundana vasallagem,
I.a' oude soa a homenagem
Devlda somente a' croz.
=

I
Perenne fonle de heneaos,
Principio da liberdade,
Penhor d'elcrnos destinos,
Rellexo da divindade !
Oh snela cruz Oh prtenlo !
Oh d'amor sabido invento,
Primoroso monumento
. Que mal tabemos prezar !
Perda se no t'olTretjo
Tributo de maior pree;o :
Qua elle lie pobre reninhec.
-Mas nao l'o devo negar.
Pobre, sim, d'esse encantos
Que de David e Isaas ,
Brotavam no ardor immenso
Das suaves harmonas,
Mas nao d'afieclo e candura ;
Que em li somente segura
A minha esp'ranr tan pura
Remonta ao Ihrono de Dos :
E, por Dos tu bafejada,
Sers sempre decantada
Na voz da lyra sagrada,
Que enlda os louvores seas.
A. P. de Torres Bandeira.
Recife de abril de 1857.
Dr. Joaqoim Piret Machado PerlelU.
Dr. Theodoro Machado Freir P. da Silva.
Dr. Beato Jote da Caita Jnnior.
Dr. Jos Mara lloacoto da Veiga Pessoa.
Dr. Filippe LopesNello.
Dr. Matinal Ptitoto da Lacerdi Weraork.
O mesmo.
O mesmo.
Dr. Luiz de Carvilho Paes da Jjjajanratta.
Dr. Jote lenlo da Cund a P. JaVkr.
Dr. Ignacio de Barfot Barreta.
Dt. Aulomb Luiz C. de Alboquerque.
*. Rooo Augotlo de Almeidi.
.enenle-roruuel Seba.liao Lope.Caiauafi.
1 eneiib-coroiiM Jos Jo.qnim Rewkigaat
Lopes
Teneule-coroncl Floreado ios Caraeiro
Monteiro.
Amaro de Barroi Correa.
Antonio Jos Teixeira Batios.
Joaqoim Antonio Carpeira.
FranciseO de Paula Rodrigan.
Jos l un- Leal.
Eugenio .Manp.es de Amorim.
Antonio Marquet Soares.
Manuel l.niz Viran.
I- rtncisco Raphael de Mello Kegn.
Dr. Antonn. Vicente do Nueimealo F.
Joo Baplista Fr.gozo.
Jos Luiz Pereira Filho.
Joaquim Amonio Pereira.
Tee ule-e ronel 1 domaz Jos da Silva l.
CapiMo Leopuldino da Silva Azaveda.
Dr. Joo Francisco de Maura Magathaet.
Um a u o o \ n io.
Dr. Luiz Filippe da Souza Lele.
br. Antonio AI ve de Sooza CarviIrM.
Dr. Joo Jote Innocencia Pose!.
Dr. Joaqaim Carneiro da Caaha Miraada.
Dr. Antonio Epaminenda. de Malla.
Dr. Maooel Jos da Silva Neivas.
Dr. Jet de Almeida Soares de Lima B.
Dr. Antonio Jote da Costa Ribeiro.
Dr. Antonio Rangel de Torre. Bandeira.
Padra Francisco Peixoto Duarle.
Hercuiauo Alves da Silva.
Mauoel Ferrira da Souaw Barbota.
Antonio de Paula Eirat.
Fredericn Lopes Ominarles.
Tenenle-coronel Rndolpho Jola Barata 4%
Almeida.
Conejo Joaquim linio de Campa*.
Padra Marral Lopes de .Niqunra.
Antonio Ignacio do TorresJlaudewa.
Antonio Francisco Pereira.
Jos Francisco Pire.
Joo lieruardino Monleiro.
Jote Meudes de Freilas.
Antonio de Almeida Gomes.
Antonio Franci.co Liaban.
Victorino de Catiro Moura.
Jos Jeronymo Moalciro.
Bernardino Jos Monleirc.
Antonio Roberto.
Joaqoim da Almtida Piulo.
Dr. Adolpho de Barros Cavalcaati 4a La-
cerda.
Alexaodra Rodrigue, don Anjot,
Francisco de Miranda Leat Stve.
leoeute-comoel Joaquim Lacia Uateara
da Franca.
Francisco Joo de Barres.
Francisco Gaedet de Aratjjo.
Jote Franci.co Carneiro.
Miguel lote Alves.
Aoguslo Ferrira Pinto.
Antonio Ferrira da AanaMaejie.
Dr. Joo Moreira.
Gailherme Selle.
Jote de Vasconcellot. "-y^
O me.mo.
O asetmo.
O metrao.
Mejor Loiz da Coala Porlocarrniro.
Juvenci Aogatlo da Alhayda.
Jos de Vasconcellot.
Loiz Borgen de Cerqoin.
A. Mornay.
Joo Fernanda! Pranlo Vtaaaa.
Joaqoim Ferrira Valeola.
Candido Alberto Sadr.
Francisco Jos Alve (jaim.rita.
Joaquim Maoricio Goncalvnt Rana.
Jos Burle Jnior.
Dr. Manoel do Nateimento Porlella.
Jos Mara Save.
Dr. Cypriano Feuelon Gandan llrafariio.
Jos Pedro da Silva.
*' ii___Cajllaln Pereira Monleiro.
* TBaquim Carama A y re.
Francisco Xavier da Fonseca I
Jos Joaquim Anluaet.
Francisco Augotlo dn Uliveirt Barran.
Dr. Angelo Delinques di silva.
Dr. Jo. Mana Cardeiro Gilnhy.
Ignacio liento da I.oyla.
Fieam por cobrar a importancia da af-
ilele, decadniras.
A'.niolas.
Da Exm.a Sr. D. Mana de Gannaao
Coelhe.
Do lllro. Sr. coinmendador Maaaot r.tm-
catvr ua silva.
J
atjM
5*atl
atoe
S**a
\
7
SnjMD
17/1)00
209000
12SO00
20/000
2tktOOO
MUTILADO
Conta do qoe produzio a recita dramtica, que le-
ve logar em a noile dn 16 do correnletmez nm
o Ihealro da jauta Isabel, espontneamente offe-
recida por o insigne artista o Illm. Sr. enramen-
dador Joao Caetano dos Santo, a beneficio do
collegio dat orphas.
Primeira ordetn.
Ns. nilms. Srs.
1 Administrador do Ihealre.
2 Cooseldo adraini.lrativo do patrimonio
dos oipliiiot
3 Commcndador Joaquim Duarle de Mel-
lo Pilada.
i Jos Francisco Pereira Ja -Silva.
5 Ernesto Schramm.
6 J. J. Robbi.
7 Francisco de Paola Pereira.
8 Joaqoim de Oliveira Maia,
9 Francisco Gomes de Oliveira.
A Dr. Jos Antonio da Cunda Figaei-
redo.
B Jos Yellozo Soares.
11 Flix Souwagn.
12 Dr. Prxedes Gomes de Souza Pilan-
ga.
13 Dr. Joo da Silva Ramos.
11 Dr. Jos Mamede Alves Ferrira.
15 Dr. Migoel lnan.
16 Manoel Buarqoe de Macedo Lima.
17 H. Svvifl.
18 Dr. Jernimo Villela da Castro Ta-
varet.
19 Cdefe de polica.
.Segunda ordem.
Exm. Sr. conselheiro Sergio Teixeiro
de Macedo.
b Direeloria dn Ihealro.
2 T. Tim m.
3 Antonio Marques de Amorim.
4 Eira, bario de Suassoua.
5 Jos Antonio de Araujo.
9 Jos Antonio de Briio e Bastos.
7 Manoel Joo de Arnorim.
8 Francisco Aecioli de Gouva Lias.
9 Commendador Joao Pinlo dn Lemos.
10 Exm.->baroneza de Beberibe.
11 Exm- bario da Boa-Vala.
12 Jos Tliomaz de Campo. Quaresma.
13 Dr. Jos Joaquim de Muraos Sur
. menlo.
14 Coinmendador Tliomaz de Aquino
Fon ceca.
l Exm. bario de Camaragibe.
16 Dr. Gabriel Rapozo da Cmara.
17 lente coronel Jo3o Pinlo de Li-
mos Jnior.
18 Coronel Manoel Jos da Cosa.
Terceira ordem.
1 Jos Goncalvet Malveira.
2 Tiloma/. Fernandos da Cunda.
3 Antonio Beruardo Yaz de Carvalho.
4 Joaquim Ignacio Ribeiro Jnnior.
5 Scliasiiao Jos da Silva.
6 Dr. Aprigio Ju.liniano da Suva Goi-
mnrce.
7 Jase Rodrigues de A mujo Porto.
8 Jos Marcelino da Rusa.
9 Por pagar por se ochar ausente quem
recebeu o bilhcle
10 Mauoel Luiz da Veiga.
11 Dr. j.-a.i Luis Cavalcanli de Albu-
querque.
12 Teoenle coronel Bernardo Antonio de
Miranda.
13 Bernardino Maia da Silva.
14 Jos Moreira Lopes,
li Francisco Mamede de Almeida.
16 Dr. Agripnia Xavier Pereira de Bri-
io.
17 Dr. Coime de Sa' Pereira.
18 Ven iido avnlso no cscriplorio dn
lliealio.
19 Am ni Paei Brrelo.
20 Luiz Jos de Sa' Araujo.
-1 Joaqoim da Cusa Maia.
(.litarla ordem.
3 enmarles vn lidos uu eteriptorio da
Ihealro jv-feOOO.
7 ditos que licarao) por vender.
-210 biihetes de pl .tea a 15000.
68 lilos de varauda a 640.
Cadeiras.
Illm. Srnhores:
Dr. Si-baslMo do Reg B. de Lacerda.
Dr. Ab gmtv Frederico de Oliveira.
Dr. Sil vino Cavaloanti de Alboqoerqae.
Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
I

Dttpeza pmft.
Conla do Ihealro.
dem de Ricardo daFrettni A C.
( papel, carloe, e imprentan. r~
dem di Antdnio Bernardo OuiBtakn aat-
aluguel de carro.. "^
dem de Jos Noguera deSnnra, par panal
dem de francisco Meudes Mathtnt ^aV
variot objeclos. 9m
Publicarau de.la conla.
Receila.
asi*
Liquido. i ataxia i
Thesoiirarin do con.ellm adminiUrMiv* t^
mooio dot orpboi 28 de marco de 1857
toureiro, Joaqoim Francisca Daarta.
Gvimmttcio.
rRACA QO RKCIFK 8 DE ABRIL AS
3tlORASDATARDB.
i.olace. oOleiaea.
Cambio sobre a Franca350 ra. 60 dlv
Frele para Liverpoola 22h> eSM pi,
freereo RobUUmr, pr.
P. Borgi,.,
205000
2QX)00
ISgOQ
30/000
20C00
209000
20#000
20/000
10/000
309000
209000
209000
1009000
709000
40^000
409000
209000
5OJWJ0
509000
509000
429000
509000
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509000
329000
309000
369000
4O90O0
409000
519000
503000
169000
109000
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129000
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20ftm
109000
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109000
109000
109000
10900
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1090011
69000
1(39000
109000
209000
fann
3
2109000
439520
20*800
209010
Sobre Londres, 27 S^rjo'dfo 27 7|8' N 4.
c Paris, 350 rs. por fr.
c Lisboa, 95 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por Om d aanaanata.
Acides do Banco, 40 a 4.5 da presnioV^
t n companhia de Beben ba 549000
companhia Per, ambucana ao oar
n Utilidade Publica, 30 DMeaatoda tai
n lodeinoisadora. 58 idaaa.
n da estrada da ferro 20 sor Dan iseonto de lellras, de!8 alo, 4
Dito do banc-H a 10.
Quro.Onrat hnnpanbolai. .
Moedat de 69100 velhat
n 69400 novas
. 49OOO. .
Prala.I'alacdes brasileiros. .
Pesos coluanariua. .
% mncanos. .


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Handimeato do dia f a 7 .
Idnm da da 8 .... .
Ii:7849l77
18:7999437
145J8394U
Oescarregam hoje 11 t atril.
.alera In^leza-Ilermionemereadoria.
Barta luglezaNaophanlegigoiaa)lauca.
BngU| inglezMarida Milesferro e carreja
Bngue austracoLijabicafarinha da lri,.
Patacho americanoA. A. t.baproaninarcaaWbu.
^ll.NSLLAliO tiKKAL.
Reiidtmnnto do dia 1 n 7 fl-TVrnicrT
Ido d. di. 8....... ^llS
IMVKR5AS PROVINCIAS.
Raudimenlo de .lia I a 7 o-UoBaM
dem do di. 8....... -2J
3KM69499
DESPACHOS DE B1PORTACAO Piia'iJE.A
ValparaitoBrigue americano n\ otante, Annurita
Ir man, loo taceos aaaaktar.
Li.boaBrisoe purtuRava .(Encantador, diverta
carreu.idures, 11,5 saceos assucar t
Liverpo.1Barca maleza ul.in a, SoulhaU MaUar
& Companhia, 2 sarca. also-iao.'
LisboaPatacho porluguez uMaria, divarsos car-
regadores. 600 saceos assucar.
Buenos-AyresBriyue porlnsuez tRetetvido, Bai-
lar t Oliveira, 125 harnean anaiaai, 5 pian
aguar nle. '
Bueuos-AyresBarca maleza ^fanUii, l.aac
Curio & Corripauliia, 250 barricas a 50 atnias Ol-
las assucar.
Rio da PralaEscuna ingiera Asia, Iaaac, Caria
& Companhia, 300 barrica, anotar.
xportacno .
Baha, palianole nacional Don. Amigo... de 116
1 o nela Jas, cnnduiio, o seguinte :10 naiioes peras
de chita, 1 dilo pregue rrincnet, 50 baniquinba
bolaehiulias, 50 barris manlnign, 10 dilaa traa 6
Urdes courinhot, 6 barris cattanhai pel.det, 3 r^
zSe cauinhaaoa clcheles, 20canaMrM albo- 0
saecas milho. 491 meio. da soln, 174 rata, pello da
cabra, 403 accot farinha da mandteea, 9 eaizes
doce de oiaha, 3 tonelete, 4 pipat, 3 eMarlela, |
dila, 4 barril de 4.- aaeile dn mamona. 51 sacros a
2 barncat cera da carmuaa, 250 naolhot pilhi da
carnauba.
Porto, brigun nacional cDttpiojun dt Beirii, do


\WU. I


DA RIO DE PERNAMBUCO QUINTA ?EIRA 0 DE ABRIL DE 1867
GE-
7:32-2*417
H.,rt.^0!S,LADO PROVINCIAL.
BSWSi-.-'.'.'-.-.-. tgjjg
2-1:9935932
- PAUTA
rA """"efoes -aeionaw fue se o\wm-
M ,2,"? f *-** Pervmlxcn.
*%%%""" :"""*
mn-c.iva.il). ..."."," ,
refinado........' '
Algodao em pluma d'e'lV aor'le "
2.
3..
carolo........


em
Aguas arden
salfool, ou espirito
u agurdente. .
de cachara .
de c*
33000
3I20
7j>6(X)
73200
S800
l'JOO
nua
distilaila J
leino.
. .
-
o
eocbra
....
Licor. .
:---------.
Arrox pilado. .
em casca ."."".'.*.",*
Azeite de mamona .....".
mendobira e de coco.
b de pcixe......
Ave araras |.......
papagaio '
Periquitos.
Bolachas .
Biscoilos .
Caeau......\\......
Cachimbos. .*.".',......
Caf bom ....'.'."......
era grao resiol'h '.*.".',
eom casca.......
f moido......
Carne secca ..."."*" \ *
Cera de carnauba em pao.*.".*
em telas .......
Chafulos bous s ...... .'
ordinarios.......
M( regala e primor .
Uncos seceos.........
Couros do boi salgad'**.' ".'.'
/ Verdes..........
. seceos ou espixados. .'. .
de onca..........rj
cabra corlidos
caada
B


caada
bolija
caada
garrafa
arroba
alqoeire
caada
>
. B
orna
mu


i>

milhelro
, arroba
.

-
eeuto
B

eenlo

B
B
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9850
580
8640
9800
8800
9240
9800
9240
34O0
COO
18120
18280
18600
108000
38000
18000
58120
98000
55O0
49000
58000
48000
48500
108O00
58500
108000
128O00
18700
B
Ulll
B
orna



carueiro.
Doce de calda .
b goiaba.....'.',',
b secco ...... .
B jalea ....,...".".'.
Espanadores grandes.
b peqoenos..."
esleirs de preperi. ,' .
Estopa ii,!i'iuii,i| .."""" ". ]
eslrangeira, mao' d'b'ra
Finaba de arurula.....
B fl lllillio ....,'.,
o b mandioca. ." ".' '
Feijao...........
Fumo cm' 10I0 bom .....
b ordinario .....-..".
b era fullia bom........
ordinario.....\\ B
b b restolho.......
Geiisibre.............
tiomma............. ala
Ipecacuahha............ H
Leona de achas grandes ."."."." .* eeotc.
a pequeas..... -
b loros.......
Prauchaes de amarello de 2 costados un
s louro.........
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
ce 2* 3 de I.....
b de dito usfies.......
Cesladiutio de dito .."...."""
Soalho vle dito.......".'.'.*.
Forro*de dito.......'.'.'.', 1
Costado de louro B
Cosladinho de dito ..."""
Sollio de dito ......'.'.''
Forro de dito.......'.'.'' ',,
b cedro.......... ,
Toros de latajuba
Varas de pereira
aguilhadas ... .
* B quins .........
Em obras rodas de sicupira pira c. par
a eos b
, ., .........canada
TT ',.......' alqueire
Pedia de amolar.........uma
b B filtrar ..........
b b rebolos.........
Piassava em mollios..........m
ron tas de boi........-7--., cen[0
Sabao .........j .i
Salsa narrilba ...."" '." ''
Sebo em rana ....
Solaoa yaquela. .
tapioca .
lindas de boi
Vinagre .
28500
29560
8320
9330
9210
153000
9360
9360
9400
9320
9800
9640
25OOO
18000
9200
18600
I5OO0
3500
b 2j00
Alqueire 2850o
alqueire 79OO
IO9OO
68000
12siOd0
88000
78000
290OO
38000
3290
23OOO
18000
118000
243OOO
16-8000
......
. quintal
. duzia
@
.....
. .
meio
B
cenlo
pipi
308000
14-3000
*m
78000"
48000
830t0
68000
5-3000
29500
39000
13280
18600
19030
13280
2o8000
1*9000
9320
2-3000
9640
68OO0
9800
9200
#49200
912
169000
68000
3380U
39200
."300
3O3OOO
Recife, fot apprehendido no dia 6 do corren-
le mez um negro escravo que diz ser escra-
vodosenhor doengenho Ciqui: seu dono
compareqa nesta delegacia munido de docu-
mento legaes, para lhe se entregue. De-
legada do segando districto do Recife 8 de
abril de 1857. O delegado, Jo3o Francisco
Xavier Paes Brrelo.
No da 3 de abril do correnle, pela de-
legada do termo da cidado da Victoria, foi
apprehendido m moleque fgido, que re-
presenta ter 17 para 18 annos, que diz cha-
mar-se Jos, crioulo, escravo le Jos Pinhei-
ro de Mello, morador na cidade de Macei, o
qual tem na cidade do Kecife sua mili, por
nome D. Tbomazia, moradora na ra do
liangel : o mesmo mol quo trazia uma car-
ta para o tir. l)r. Pedro JOaquiai dos Santos,
medico da color.ia militar Leopoldiua, e vi-
nha em companhia de um desertor do 8. ba-
UlbSode infautaria, Manuel dos Santos, que
n3o pode ser capturado, trazia vestido caiga
de brim, jaqueta, camisa branca, e alguma
roupa mais dentro de um sacco, e um bilbe
te assignado por Mauoel Joaquim Ribeiro,
pedtndo por elle ao senhor, para lhe relevar
uma falta, que bavia commettido : quem
portanlo se julgar iutoressado pelo dito mo-
leque, pode apresentar os sous documentos.
Victoria 4 de abril de 1857Joaquim Fa-
brica de Mallos,
TRIBUNAL O COMMERCIO
Por esta secretaria se Taz publico, que nes-
ta data lica escripto no-registro competente,
o vapor Perslniinga, da Companhia Per-
nambucana, na de vapores costeiros, do por-
to de *22 loneladasj do qual ha mestre Joa-
quim Alves Moreira.
Secretaria ao tribunal do commercio de
Pernambuco 7 de abril de 1857.No im-
pedimento do oOcial-maior, Dinamerico Au-
gusto do Bego Rangel.
Pela quarta vez declara-se que no dia
11 do correnle a 1 hora da tarde, starSo
em leilao a porta da mesado consuladodes-
ta cidade, 80 barrilinhos com doce de calda,
avallados em 809000. Mesa do consulado de
Pernambuco 8 de abril de 1857. O scrivSo
. Lumachi.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconselho administrativo tem de comprar
os objectos seguinte :
Para o 9.a batalh&o de iufantaria de linha.
Papel almaco resmas 6, penuas de canco
400, caetas 2, lapes 72, tinta preta de escre-
ver, garrafas 6, areia preta, libras 6, cartas
da a, b, c, ejemplares 20, taboadas ejem-
plares 20,grammaticas portuguezas por Mon-
te, ultima edicto, exemplares 6, compendios
de arithmetica por Avila, exemplares 6, pau-
tas 6, traslados de escripia 20, clorrelo de
soda, libras 4, zarco, libra 1, livro impres-
so para registro auxiliar, do geral do bata-
talhSo, para os assentameutos, contendo 32
folhas, 1.
Companhia fixa de cavalharia de linha.
Aparelhos de ltmpeza 64, bolsas para os
mismos 64, bornaes para m3o de cavallos
64, mantas de algod3o 64, silbas meslras;
64 silhasdepanno64.
Fortaleza de Brum. /
Ltvros em branco paulados de 150 fo''has
1, bandeira imperial de 8 pannos, de Hiele,
balauga de conchas de folha 1. <
Hospital regimental.
i4ssucareiros de louga 15, bacias de ra-
me, sortidas 30, bacias de louca 10, barretes
dealgod3o70, bules delouc^ 15, chinellas
de couro, pares luO, colch5es 8,comadres de
estanho2, conchas de cubre 2, esquife co-
berto 1, facas pequeas para cozinha 8, fre-
gideiras de ferro, sortidas forradas de por-
cellana 6, mantas de 13a 46, manteigueiras
de h.uca 15, panellas de ferro, sortidas, for-
radas de porcellana 9-,pannos morluanos 2,
paes acierro 3, travesseiros 8, sinete sem
armas, pequeo, para marcar papel com o
dstico, Hospital Regimental de Pernambuco
1, DnmJ)ranco|lisopara 608 camisolas, 200
runhas, 214 guardanapos, 324 lences e 24
toalhas, varas 6619, chita para 12 cobertas,
co vados 120.
Botica do mesmo hospital.
Laixas com capsula de copahiria de Motbs
12, espumadeira de folha 1, ferro preparado
, pelo hydrogerreo. oncas'a, vinlio branco,
garrafas 16, vmbo tinto, garrafas 16.
ibras 8 ; alfazema? libras 8 ; ammonico liquido.di-
as 4 ; aveoca, ditas 8 ; aeldo oxlico, oncas 4 ; di-
'"P"'1";." bra3.: I """oas 200 ; balsamo tran-
qoilho, libras 4 ; bicarbou.lo de soda, dilas 4 ;
caraphora, ditas 8 ; canlharida., dllas 2 ; cevada
ditas Ib ; conserva de rosas, dil., 2 ; collodio, dita"
2 carbonato de ferro, oncas 6 ; dito da pola.sa,
libras 2 ; cent.10 espigado, onjas 2 ; calomelanos
ditas 2 ; cannella, libras 4 ; emplasto de vigo, dilas
4 ; dito adhesivo estendido, taras 6; penetras de ca-
bello 2 ; emplasto de aquillao gommado. libias 4 ,
oblimado, libias 4 ; essencia de cannella,
; dita de cravo. dilas 4 dita de e^va doce,
di a de amz, dil., 2; ,ric( Qe a|,svnthio,
dito de genciana, dilas 8 ; dito de ra'iliaoia.
dlo di alfaee, ditas 4 ; flor de rnica, li-
dila de sabuauo.ro, ditas 8 ; dita d. tilia,
dita de chamomila, ditas 4 ; dita de ros,
robras ditas 2 ; gomma arbica, dilas 8 ; grainma
di as 8 ; erva c.dreira, ditas 2 ; jaburundv confuso
di a. 4 ; incenio, -titas 32 ; iodoreto dK mtassium
ditas 4 ; dito de mercurio, ouSas 4 ; linimento ano-
dino, libras1 4 ; ludano liquido de Sidei.ham, dita
4 ; lito de Rousseau, oncas 4 ; linhaca, l.bras 32
m-.slarda, ditas 32 ; ma.go da Cotsega, dila. 3; dito
islndico, .lila 5 ; mel de abelhaa, dil.s 32 ; mag-
uen, calcinada, dilas 2 ; mana', d tas 32 ; sana, di-
m.nleiga de cacao, diUi 2 : mralo de po-
env.-fii'
onjai 4
ditas 2
dilas 2
ditas 4
bras 8 ;
ditas 4
las 8
^"W.ifcfaMWP vjr J>rt|tvSS
-L.
HVios entrados no dia 8. '
raraaiba13 horas, vapor brasil--iro Persinungas,
rommandaale o 2.- lente Joaquim Alves.Mo-
rsir.
Rio de Janeiro31 as, galera porlugoeza oOlin-
ia. de 680 toneladas, eapilo Emigdio Jos de
nvefra, equipsjem 2.5, carga sal; a.Maooel Joa-
quim Ramos 4 Silva. Perienee ao Porto.
Nariossahidos no mesmo dia.
.-Z. ""* l"o<'ia Hackenhaaen, capitao
I. Hakker. em lastro.
LobosBrigue porloanez Lgi IJI., capilSo Jos
janaario rts Costa, carga assacar e mais gneros.
Bawgairos, Goilhorme Soare Botelho, visario
Iteniqgos Jos da Sila. 1 meuor e 1 criada.
H10 4e JaneiroBarca americana Mondamio, ca-
pitloS. S. Bengesse, carga parle da qoelrouxe
dt Balliinore.
PonBrigue brasileiro Despique de Beiris, ca-
pilto Faustino Joao de Car va I do, carga assacar
o nwl. Passageiros, Jos Gomes Looreiro, Joa-
qun da Cotia Caldas.
E no leannea, capitao Jacob Von Borslel, carga
assuear e couros. Passageiro, Manuel Jacqoes da
Silva.
Rio da JaneiroBarca brasileira Amelia, capitao
Joaquim Tarares Teiieira, carga assnear e aguar-
eante.
Hahia Hiato brasileiro nDou* Amigos, mostr
Hattoi deOlivtira, carga farinha de
naio geuerot.
VUU9
O'liim. Sr. contador servindo de ins-
pector da theapuraria provincial, em cun-
primen tp da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, de 31 de mrr;o ultimo, manda
fazer publico: que no dia 23 do corrente.pe-
ratite a junta da fazeoda da mesma thesou-
rarii, se ha de arrematar a quero por menos
fizers obra do cmpedramenio do 22.' lanjo
da estrada da Victoria, avaliadaem .....
10:9673550. A arrecadacSn ser feita na for-
ma da iei provincial n. 343 de 15 de n,aio de
1854, e sob as clausulas especiaos abaixo
opiadas.
as pessoas que se propozerem a esta arre-
natagSo, corapsrecam na sala dassessCes da
nesma junta no dia cima declarado, pelo
tro dia competentemente habilitadas.
i para constar se man ion aflixar o pre-
senbs, e publicar pelo Diario '
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernimbuco, W de abril de 1857.O secre-
tario, A. F. da AniMinciagao.
Clantulas esperiaes para a arrematarse
ti* As obras do empedramento do 22."
larKo da estrada da Victoria, far-se-h3o de
conformiade com o ornamento, planta, e
perfts, appicvados pela directora em consc-
ilio, > a presen la-ios a'approvafao do Esm.
Sr. presidente da provincia, e reconsiderado
na razSo de 8-")500 rs., por cada braca cor-
rente de empedramento em 10:967.^550reis.
2. O arrematante dar principio as obras
110 prazo dft um mez, e as concluir no do
12 mezes,ambos contados pela forma do art.
31 da Iei provincial n 386.
3. O pagamento da importancia da arre-
matarlo verificar-se-ba cm tres prestarles
iguaes, e a ultima das quaes ser paga na
occaSifio.da entrega definitiva, visto ni5o ha-
vur prazo de respousabiliJaui>.
4.* O arrematante nao tera direito a re-
eeber o pagamento de uenhuma das presta-
r;0es no ejercicio correte.
5 Para ludo mais que nao se achar cieT
terminado as presentes Clausulas, nem no
ornamento, seguir-se-ba o que a respefto
drsppea Iei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
ciaefl*.
- t& *
Fornecimento dos armazensdo Almoxariaf-
doonicinasdel. e2.t>ca*sB.
Pranchoes de pinho de 11 polegadas de
largura 12, arcos de ferro a 1 1|2 polegadas,
arrobas 10, pregos caixes, milheiros 10, o-
leo de linhaga, arrobas 5.
3. classe.
Ferro inglez redondo 3(4 de polegada,
quintaos 20, dito dito em barras de 1 Ii2
3|8 de dita, quintaes 30, dito sueco quadra-
da de 1 polegada a 6|8, quinlaes 50, safra
grande de 2 pontas 2, dita pequea 1, foles
Sra"des2, rame decavilha, arrobas 10, dito
grosso de 1 1|2 uiUvo de grossura. quintaes
3, tornos grandes para bancada 12, limas
chatas de 8 polegadas, duzias 7, dilas mucas
chatas de 8 ditas, duzias 8.
4." classe.
rame de lalSo n. 13, arrobas 2, estanho
em vergumbas, arrobas 1, rame de ferro
de amarrar, arroba i, cadinbos do norte, n.
10, 20, caizascom folhas de liendres obra-
das 4, ditas com ditas singlas 6.
5.* classe.
Sola cortida, lueios 200, (lo de vella fino,
arrobas 2, inbas brancas, libras 10, ditas
Dretas, libras 10, brochas para sapateiro, mi-
lheiros 10, capa-rosa, arroba 1.
Para o fornecimeuto de luzesas estirpes mi-
litaros nos mezes de abril o maio desto
aono.
* Azeitede carrapato, caadas 980, dito de
coco, caadas 47, lio de algodSo, libras 96,
pavios, duzias 9, velas de carnauba, arro-
das 10.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fecheda. na secretaria do
conseibo as 10 horas do dia 14 de abril cor-
rente.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimenlo do arsenal de guerra
3 de abnl de 1857.....Manoel Ignacio Bri-
co, mejor presidente interino.Bernardo
Pereira do Carmo Jnior, vogal o secretario.
.Olllm. Sr. inspector da tbesouraria de
lazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimento do determinado
em ordeai do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arremata-Jo de um a tres annos,
que comujjavam a correr do 1 de julho pr-
ximo futuro, o servigo da capatazia da al-
taadega desta mesma provinciana quem por
menos fizer ; maiores ou melbores vanta-
gens offeiecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do regulamento de 22
dejunho de 1836, o referido contrato andar
ra em praca porsOdias consecutivos conta-
dos do !. do abril prximo futuro em dien-
te, e sera arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a i hora da tarde, peranto a ttae-
souraria. Os protendenles comparecam com
seus Dadoras legalrrenle habilitados "no lu-
gar do costume.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de
Pernambuco 2 de marr;o da 1857.-0 official
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
Para o presidio de Fernando.
Farinha de mandioca, medida velha, alqoeires
*O ; azeite doce, caadas novas, 40 ; vinagre, .titas
titas, 40; drim branco, par lences, camisolas,
toalhas e fronha., peCa< 26 ; papel Im.co perhm,
resmas b ; -itto paulado, resmas 4 tinta .le ser-
ver, garrafas 12 ; caivetes fiuos 4 ; barandoes.de
cera 1; cera ew velas de meia libra, arrobas 4 ;
camisas de llanella 20; colchoes 60 ; travesseiros 60:
cobertores de laa 50 ; bair-les 100 bacas-de ra-
me, pequeas 4 ; lalneres 50 ; escarr.dciras de me-
tal, a J pralos de louca. .50 ; chicaras
lassa, dilas 2 ; oleo de ricino, libras 32 ; dito de a-
men-loas, ditas 16 ; d.to de copaiba, ditas 8 ; dilo
da macella, dita 1 ; pastas de jujubas, dilas ; pi-
lulas ferruginosas de Valel, vidros 12 ; sulphato de
oda. libras 4 ; dilo de quioino. onjas 8 ; sobrar-
bonalo de bnmulho, libra 1 ; larope de groselhas,
garrafa. 24 ; dilo do bosque, ditas 12 ; dito de pon-
tas de espargo., ditas 40 ; dito de naf, vidros 40 ;
Sea. deila,a24!Ur0tU*' 8,",r" d" !*"* '"'
Eseola do presidio.
Historia de Simao de Namua 20 eiemplares, eco-
noma da vida humana 20 ditol, Ar.lhmelica por
ColUco 20 ditos, calhecismo de Montpsllier 20 ditos,
resumo da doulrina chrisla 40 ditos, carta, de a, b.
c 40 dilos, taboadas 40 dilas, grammstica portugue-
sa por Castro Nunes 20 dilos, geometra pralica 20
ditos, pedras de loase 40 ditas, credes 12 duzias,
trasladas de diflerenles qaalidades 40.
Quem qoiier vender laes ocjeclos aprsente as
soas proposlasem carta fechada na secretaria do con-
selho as 10 horas do dia 20 do torrente mez. Sala
das sessOes do conselho administrativo para turnen
ment do arsenal de guerra 6 de abril de 1857.__
Manoel Ignacio Brido, presiJente interino, Ber-
ardo Pereira do Carmo Jnnior, vogal e secretario.
THEATUO
DE
santa Isabel
SABBADO, 11 DE ABRIL.
Recita eitraordinaria.
yt justos motivos, nao pode subii a scena o dra-
ma aunanciadoOs seis degraos do erime. e re-
proseuiar-se-ha entao era sen lugar, a insigne Ira-
gedia em 5 actos, do r. I). J. G. de Magalhaes :
ANTONIO JOS
ou
OPOETAEAWOnSU.l'O..
JoaoCaeUno fira parle de Antonio Jos, por elle
ereada.
Hematara
1 ocio.
segu o brigue portuguez Bom successo :
quem no mesmo quizer carregaiou ir de
passagem, dirija-so aos consignahribs Tbo-
maz de Aquino Fonseca & Filho, na ra do
Vigario n. 19, primeiro andar.
Pr 1 Lisboa.
O novo e veleiro plhabote por.uguez Al-
fredo, seguir para Lisboa com a naior bre-
yidade, por ter grande parte da arga enga-
jada : as p-ssoas que quizerea carregar
dirija-se a ra d- Ca.leia do Kecift n 12, es-
criptorio de Hallar A Olivelra
PAItA O ARACATY.
Segu at o dia 15 do correnle, j hiato na-
cional Capibaribe, por ja ter a maior parle
de sua carga prompla, para o reslo e passa-
geiros, iraia-se na ra do,Vigario n. 5.
Para o /fio t Ja t
ir..
Pretende sabir nesles uilo dias o brgue nacional
o Veloz, tem promplo dous tercos de seu carreaa-
menlo. para o reslo eescravos a frote, para os quaes
tem escellenles commodos : trata-se cm o seu con-
signatario Antonio Lutz de Oliveira Azevedo, rna
pa Cruz n. 1.
Par o Rio de Janeiro,
Opatacho nacional aVmasonas, proteo !>
sahir com muita brevidade, tem metade do
seu carregan ento prompto, para o reslo <
escravos a frete, trata-se com o seu consig-
natario Antonio Luiz de Ultveira Azevedo,
ra da Cruz n. 1.
ti.'t'VMrob
Va, n. res
tra!.sutlaiiti<;k de
sa rdos.
'i
o espectculo a jocosa comedia en
As Costureiras
O resto dos bilhetea acham-ie desde ja a' venda
no escriplorio do Ibealro.
Priaeipiara' as 8 horas.
TEBCA-FEIRA, 14 DE ABRIL.
BENEFICIO
ACTOR JOS LlTz DE AZEVEDO,
Kepresentar-se-ha o drama de crande aipeclacnlo
ornado com banda de msica marcial* tropa, inti-
tulado o
M)V DSEHTmFR^CEZ
O Sr. Joao Ciclan dos Santos Tara' a parle do
capitao Varcur. setiuin.lo-se cantado pela ronhora
u. Isabel e o Sr. Sania Kosa, o muito apnlaudido
duelo o I
MEIKINHO E A POBRE.
Rematara1 o espectculo a m:^ muilo iocasa
Comedia om I acto
0 UOSPEOE DE SEU CRUDO.
Eis o diverlimenlo que o beneficiado se ufana l escollndo para apreseutar ao respeilavel publico
A" i' 'ade' de t,Ue,n e*P"* a ,oa prnloccBo.
Os bilhetes aeham-sa desde ja' a venda o escrin-
torio do Iheatro. *
Principiara' as 8 horas. ,
Baile popular
DE
MASCARA E PHAHTASIA
NO
paucetedarda'dapraia.
Nos das 11 e 12 do correnle haverSo bai-
les indubttavolmente, para o que estar o
satao bnlhantemente Iluminado. K para
commoJidades dos concurrentes, haverSo
vestuarios a carcter, o da mais exquisita e
extravagante phantasia para alugar. Espe-
ra-so d..s concorrentes o louvavel compor-
tamentoque sempre tera apresentado nos
bailes popular, para que a pardo progresso
e civilisaQo continuo um dos poucos diver-
timentos que temos tiesta provincia. Os
caotOes estarHo a venda no edificio no dia
do diverlimenlo, o qual deve principiar as
8 horas da noite o terminar as 2 da ma-
nliaa.
Espera-se de 12 a 13 do correle o vapor sardo
VICTORIO EMMaNEI., viudo de (lenova.e de-
pois da demora do Costme segu para o Rio -le Ja-
neiro, com escala pela iSalna, para onde recebe pa
sageiros, bein como para Montevideo e Buenos-Ay-
res : trata-se com os agentes Lemos Jnior A Leal
Reis, no esetiptorio da roa do Torres 11.14.
Companhia
transatlntica de vapores
sardos.
mMTTr.vnrn10'10 corren". Pr sardo
(.OMTE CAVOLR, vmdo -lo Rio de Janeiro, ede-
pois rta demora do necessaria segus para Genova.
comasescala.de SanaVicente, Madei.a, Ltdtoa e
Marselha, recebe carga o passageiros: Irala-se eum
os agentes Lemos Jnior i Leal Keis, 00 escriplorio
da roa do Torres n. 14.
Espera-se
at odia 16do eorrente. o
v por hlice
que
na
L'ver-
de Liverpool, o qual depors ,|e descarregar o
Irou.er para ,|e porto,, seauira' para a Babia
volta tocara aqu para receber
pool em direilura.
carga para
Attenco.
A
Vende-so uma das melhores tabernas nes-
ta cidade, para retalho grosso, vende a di-
nheiro e a pra;o, com boas firmas,pagando
os juros.se vender aleo li ni dejunho vindou-
ro : a fallar na ra de Sauta Rita n. 15, se-
gundo andar.
Vende-se uma cabra (bicho que d
urna garrafa de leite, e uiuilo mansa : na ra
do Rangel n 21.
Vendo-so farinha da trra, 1*500 reis
a sacca, na taberna da esquina da ra das
Flores, confronte o porto das canoas.
Vende-se uma ptima cscrava proDria
para servico de casa, por ter habilidades, e
ser do boa conducta : na ra da Praia n 43,
primeiro andar.
Os senhores que subnietteram a admi-
tac3o -la massa fallida de Nuno Alaria de
Seis-, ttulos pertencentes a mesma massa,*
os poden irresgatar (con -os documentos
que Ifem), na ra do Trapiche n. 34, escrip-
toriit ilus administradores Novaes & O.
Prucisa-sd de uma ama quesaiba cozi-
nltar, e azer todo o mais servico de casa
ua ra do Caldereirb, taberna n. 60.
Precisa-so de uma ama para comprar
e cozinhar, em casa de liomcm solteiro : na
ra da Praia ti. 4.
Couro de lustre.
Vende-se couro de Inatre francez, o me-
Ihor que pode haver neste genero, pelo ba-
rato pretjo de 5 a pel|e: na ra do Quei-
mado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa faina n. 33.
Objectos para
luto.
Na ra doQueimado, na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33, encon-
trare sempre completo sormento recos, brincos e rosetas, pulceiras e allihe-
les, tudo preto, propriamente para luto, e
que tudo se vende mais barato doqueenl
outra qualquer parte.
Facas, garfos e
colheres.
Vendem-se as melhores facas de cabo de
marhm que se pode encontrar a 15* a -luza,
ditas de cabo de halanco muito linas a 63 a
duzia, ditas de cabo oitavado e rlico a 3,
ditas cravadas a 35200, ditas de c'hifred
fiado a 4400, ditas par sobremesa com ca-
bo de balanco a 59. ditas com cabos rolicos
e ottavados a 3, colheres de metal do prin*
cipe muito finas para sopa a 65 a duzia. di-
tas para cha a 39000, e outras mais dualida-
des de facas e colheres, triuchatites o amo-
lador de facas, que tudo se vende barato :
na ra do Queimado, na bem conhecida loj
de miudezas da boa fama n. 33.
""" vonde-se uma carteira com secr ciara)
em bom estado : nos quatro canto* da Boa-
Vista.
Ven Je-so taboado e pranchOes de pi-
Lotera
DrV
rilfc*.
por cunta e
LEILVO DE BARRIS COM CAU
O agente Pestaa fara IcilJ
riscoso quem pertencer, .afcerca de 150
bar JLcom cal virgem, vindj de Boston, e
Ibhrcada ltimamente, he igual, ou
-,;...ior a de Lisboa, e 3e vender para |-
quidaqao de contas, pelo maior preco offere-
recido: segunda feira 13 do correnle as 11
horas da manhaa, no caes do Ramos, arma-
zem de farinha, onde os preicndenles pode-
rao examinar.
tf*>-8id" 'iu*t*r'0.
*&>0& ^|fltMlAl
(oiiipanhia hrasieira
paquetes a vapor.
H
0 vapor PARAN', comfnan.ianle [. F.|Borea
esp.ra-se dos portes do norte al lo 0 correnle
deve.ido segar pira Macei, Bihia e Rio, de.toi'
che n?3! C0"0me : ,ReDe', Di rM d0 T-'P'"
Companhia
pernaiubucaoa.
saes 2i ; balos de Mofa 1 ; assucareiros 4 ; casti-
caes -le melal 2 ; collieres ,le metal para cha' 50 ;
Perfumadores 2 ; escr.vania de melal 2 J l.souras
pequeas para corar caustico 4 ; cordas de embira
para andaimes 200 ; vidro para caiiilhos, caia 1 :
unos para lampeoes de ra .30 ; folbade Haudres,
cana 1 ; uilas de dilas dubradas, cain 1 ; plvora
i ; reparos onbfres de calibre 12, 8 ; pedras
pos prelo, arroba 1 ; verde em massa,
arrobas 4 ; arcao, arroba I ;
ere, arrobas 2 azul ultramar, libras 2 ; fees de
oaro, arroba 1 ; incens, libras i ; espirito de vi-
nno, canallas novas 6 ; alcatrao. barril 1 ; dobradi-
9* cruz para janellas o portas, pares 100 ; pesos
rte ferro de 2 arrolla, ateridos, 4 i sinos de 8 arro-
ii t> *'''' 2 ; "" 2l!ST.; "J"lu de'"rillia 4000 ; pregos caibraes
40UO ; ditos cauaes 4000; prego ripoM 4000 : ditos
de guarmcao 4000 ; fr.chaes de 20 a 30 palmo, 40 ;
eucharoeisde24a3Cd,t,40; tr.ve, de 30 ditos
12 ; jiraocbOes rte amarello 4
Botica do mesmo presidio.
Algabas sortidas 24
O vapor PERSINUSA. com.nandante lonente
Mineira, aeha-se a' carga para Tam n tare,
ijran.re e Macei, para onde satura' a's 5
manhia de 12 d.. crrente.
Barra-
horas da
Pa taberna grande ao lado da igreia da
Soelade, precisa-se deum^aixeiro bom.
liel e diligente, nSo se duvida dar bom or-
denado; na mesma casa achou-se na ra No-
va, nos mezes passados um anelSo de ouro :
a quem peitencer, dando os signaes, lhe ser
entregue.
. Fugio no da 4 do correnle mez, o es-
cravo Andre, mulato ollicial de sapateiro,
com os signaes seguintes : altura baixa,
grosso do corpo, nariz grosso, barbado, falla
mansa, passadas miudas, cor paluda, levou
cal^a de castor cor de caf, jaqueta de chita
preta, talvez tenha mudado de trajos : foi
escravo do Dr. Luiz Alves, que morou em
Olinda : roga-se as autoridades policiaes, o
capitaes de campo, de o apprehender e levar
a Boa-Vista ra do Rosario n. 54, que sera
recompensado.
O abaixo assignado faz sciente a todas
as pessoas que tem ponhores en seu poder
desde-o anuo de 1850, at o mez de feverei-
r# de 1857, que hajam do vir tirar, ao con-
trario sero vendidos para seu pagamento
Januario do Ahreu.
Offereco'se uma senhora para tomar
conta de uui menino t-ara criar de leite, em
sua casa, piomettejbom Irufoienlo : q tem
estiver nesta circunstancia, dirita-se a ra
Oirettan. 36
' Othesoureiro da Associagao dos I'ra-
ticos, laz publico a quem convier, que com-
pra por conta d. mesma Associac5o, apoli-
ces de divida publica, ou do banco do Brasil,
quem as livor e quizer negociar, procure-o
na ra do Pilar o 111, a qualquer horado
da. ou annuncte sua morada para ser pro-
curado. r
Vende-se por prego muito commodo,
lsaccas de feijao mulatinho, no artnazem
de I aula Lopes, no caes da alfandega.
Aviso para o i
Deseja-se saber se existe
Chirima de ta
mni >ie casada com um F. de tal Teix-ir
assim como se existe Mafalda de Ul, lha'
da parda Momea, estas duas meninas tem a
receber em Pernambuco uma deixa, a qual
deixada pelo fallecido tenente-coronel
nho de Suecia, proprio para armacSo de r-
mazem de assuear.
Paos de pinho vermelho para mastaros.
Chumbo de municSo.
Folhas de cobre.
Metal amarello ezinoo para rorro, com os
competentes pregos
Alvaiade de chumbo e de zinco, em p.
Tinta branca de oleo. .
Papel fino de escrever.
Viubo especial do Rheno e Jo Porto.
Precisa-sede uma ama de leile que
tetilla em abundancia, e que seja bom ; pa^
ga-se bi>m, nao se olha a preqo : na ra da
cadea de San'o Antonio, terccilU andar n
22, ou na praga da Independencia n. 15
Precisa se de urna ama para cozinhar
e comprar para casa do homem solteiro : a
tratar na ra Direita n. 106
a ~~ Acna-Se na subdetegacia da reguezia
(le. Fr. l'ejdro Goocalves do Recife, uma
trouxa, contendo roupa-suja, que foi apa-
nnada no caes de Apollo : a quem peitencer
presente-s, que dando ossignaes e pagan-
do as despezas, llie sera entregue.
Compra-se um cabriolet cobert, de
2 rodas, novo ou com pouco uso : quem o
tiver e quizer vender, dirija-se praca da
Independencia u 15,
Precisa-se de um
Gloria n. I.
Provincia.
O abaixo assignado tem exposto venda
seus felizes bilhetes, humos o quartos da se-
gunda parte da sexta lotera do Cvmnasio
Pernambucano, os quaes nao estSo sujeitos
ao descont dos oito por cento da Iei.
Por Salustiano de Aquino Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 9.
Maria Candida da Silva Soares, vai a
Portugal tratar de sita saude.
Aluga-se 1 preto proprio para arma-
zetn de assuear : quem precisar, iirija-se a
ra da Senzala Nova o. 4.
Precisa-se de uma ama para o servico
de uma casa de pouca familia, dando-se pre-
ferencia a escrava : na ra do Collegio n. 15,
armazem.
Lotera vincia. ,
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham i venda na tbesouraria das
loteras, ra da Aurora 8, priiheiro an-
dar, bilhetes, meiose quartos da segunda
parte da sexta lotera do Gymnaaio, CHjaa
ro.las andaln uo dia 16 do crrante mea.
. O Sr. thesoureiro manda declarar qoe ex-
iste grande poreflo de bilhetes, meios e
quartos ecima, e por conseguinte grande
sortimento de numerados, o nessaa ulti-
,mas loteras tem vendido os preraios maio-
res. ^
Tbesouraria das loteras /de abril de
1857,O scrivSo. ~T
Jos Januarldvea da Maia.
ROYAL HOTELToNDON
26, newbridge steel IHackr'riars
Monsieur Polydore de Keyser a i'hoqneur
d'informer messieurs les voyageurs qu'il vi-
ont de repreudre l'hotol Koyal a Londres,
tenu avec tant de su cees peudant 15 ana
par son pre, mr. C.'de Keyser. L'Dotel vi-
eiil d'etre enlierement remeubl etle nou-
veau propretaire s'ellbrcera, tant par l'exac-
titude du servici, que par la modteit du
pnx, de merter la conflance de raesaieur,
les voyageurs. [Londres, le 1er. janvrie,
1o57

ROB LAFFKCTER.
O uraco aulorisado por decii&o do coiuelko ritU,
decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaes recommendam o
arrobe de LafTecteur, como sendo o nico
atitorisado pelo governo e pela real socieda-
do de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinba real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as ai
fecQOes da pelle, impingens, as consequen-
ctas das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e di acrimonia he-
reditaria nos humores; convem ads caUr-
rhos, a bextga, a,s contrCIOes e a fraque
dos orgSos, procedida do abus das iniec-
SOes ou de sondas. Como anlUsytihilicos
o arrobe cura em pouco terapo os nukos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanus
em consequoncia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injecc,Oe*quereprerUJaB
o virussem neulralisa-lo. O arrobe Lalrec-
teur he especialmente recommendado eon-
ira asjdoengas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio o ao iodoreto de potassio.-Lisboa.
-Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azeyedo, praca de I. Pe-
dro n. 88, onde acaba de ebegar uma grao-
unvenconar; tiendo preju- IZtJclZT.l P^de cUSK
qualquer credor que se i.ao toinau-UBectomarmM^^k*^
!dl. ? Jo crrente ; pois 0s formularios d^.-^rJ '^e''e,U afl'':
MUDANgA DE DOMICILIO.
Flix Venancio de Cantalicio, respeitosa-
mevte avisa a seus amigos e freguezes, que
rnudou su loja de alfaiate, da ra do Cres-
po, para a da Cadeia, casa amarella por bai-
xo do terrado.
NOVIDAE.
Avisa-se aos senhores encarregados das
procisses, que, no deposito de seceos o mo-
Ihados da ra de S. Francisco n. 6, existem
caixinhas de papel de cores cheias com con-
feites, amendoas e bolinhos, por barato pre-
go, e proprias para se darem aos bnginhos
no fin das procisses, por seren muito com-
modas e aceiadas.
Fugio hontem as 7 horas da manh5a,uoi
preto crioulo, de nome SebastiSo, que foi pe-
gado ltimamente no lugar do'Cachauga,
tem ossignaes seguintes : levou camisa de
riscado, caiga azul, tem os ps incitados, he
quebrado, tero os escrotos grandes, e levou
ierro no pescoco : quem q pegar, leve-o a
ra Direita n. 24, que sera bem recumpen-
sado.
Precisa-se alugar um oudous molo-
ques que sejam esporlos, para servico muilo
leve, mesmo com idade de 9 annos para
cima : ha rda do Nogueira n. 21.
Roga-se a quem for credor do casal
do. Tallecido Jo3o Francisco Paes Barreto, de
apresentar seus crditos na ra do Colle-
gio, lja n. 3, aiim de sa verificaren os mes-
uiosj para se proceder ao seu pagamento,
conforme sa conveoeionar
dicados todo e
apresentar at
que dessa data em diante se nSo atlendera
a quem n. se tver apresentd
A UIANUADEa, j-,E" DA
O secretario da
dem da mesa regedi
seus carissimos ir
no consistorio da
iO do correnle, pe.
de reunidos em c
procisso dos Pssos do
pho, qqe tem de sabir da
a irma
convida
'
criado
: na ra da
Precisa se para um engenho distanto
desta praga 3 legoas, de um roitor que en-
tenda de plantagOes : quem sliver nestas
circunstancias o quizer, dirija-se ao sitio
do Cajueiro, de Francisco Ribeiro de Brito,
ou ao engenho Mussambique
YSNDESE
uma negra robusU, propria para campo, e
tambem da por dia 560 : na ra Direita
n. 78.
Vendom-se
ara.
uossa provincia
lilha do Jose,ha de tal, cuja
do amolar 8 :
libras 2; alvaiade.'
gua de flor de larania, gar-
- '.'"U2 V1!. f "i'*"' ""*' H ,,,,a iogleai.df-
tof 12 ; dita de lekarraaae, ditas 24 dlt* rt a.
Pela delegacia do segundo districto do Ufe, ditas 12 ; dita de lelti, dila 12- 'raz de a
i aHiioi,
Para Lisboa sabe com brevidads o bri-
gue portuguez F.ncanta,lor: quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, para
oque offereco bous commodos, falle ao ca-
pilao do mesmo o Sr. Bernardo Augusto Lo-
pes, na praga, ou aos consignatarios Thomaz
de Aqu.no Fonseca c Filho, na ra do Viga-
rio n. 19, primeiro andar.
Lisboa
Opatacho portuguez Maria pretende sahir
para Lisboa no dia 12 d<> eorrente: ainda
,pode receber alguma carga : trata-se com
os consignatarios .Vovaes Companhia, ra
do Iraptche n. 31 Tambem tem excellentes
commodos para passageiros.
Para Lisboa, com a
foi
de infantana Caetano Alberto Teixeira Ca-
valcanti, eslas duas meninas ou pessoa ha-
bilitada por ellas, pode dirigir-se a esla pro-
vincia, a ra do Collegio n. 5.
Doce de arac a 500 ren
Chqgou a ra do Collegio n. 5, nova re-
messa de doce de araga a 500 reis esda cai-
xo.
AfJt'jicaf:.
A mesa actual que rege a irmandade do
glorioso Senhor Bom Jess da Cruz, erecto
na igrjjado Rosario do bairroda Boa-Visu
participa aos (levlos & Irmfios, que no dia
quinta-feira santa tem de apresentar um dos
dolorosos actos da sagrada paixao do Re-
demptor, o qual sera lava-ps e sepulcro
para isso convidamos os nossos irmros para'
Tazera honra do corpo de Jesus Christo Sa-
cramento Consistorio em mesa 7 de abril
de 1857.Juo Baplista Lopes, essriv3o.
Hilto hoaii eiii
* SACcm
Na taberna grande ao lad) da igreja da
Soledade, chegou grande porgao de saccas
com muito bom millio, e vendse por preco
commodo. v s
Vende-se vinagre de Lisboa superlati-
vo, e pedras de filtrar : na ra da Praia de
i>anta Rita, serrara da vi uva Cardeal.
Vende-se peixe salgado de todas as
qualidades, muito gordo, pelo paralo preco
de 100 rs. a libra: as Cinco Pontas n. 93,
"hp To lereu'21, e"paleodaFe"
maior brevidade ^^^^^X^tT
garoupas, sirgados, sio-
s, carapitangas, blendas e cago. tudo sec-
co, novo, chegado hontem : na ra da Praia,
armazem de carne secca n. 18.
Compra-se uma escrava que cosa e
engomme bem : na ra Nova n. 34 Na mes-
ma casa precisa-se de uma boa costureira e
honesta.
j T ? abaJ.10 "'nados declaram que por ordem
do Sr. Joao Cancio Pereira Prazeres, do Maranlio,
remiram noje duas l.ypolliecas no valor .le (O'JCOOO
?01f. &' J'a1nim Jos Marques (estudanle) havia
reito ao Sr. Tenenlo Jos de Barro. Cavalcauli (d*0-
l.nda) de um escravo de nome Fausto, iehan.lo-se o
dito sr. BarrosCavalcai.lt pago, e o referido escravo
livre e desembarajado : previne-se pois que nin-
uem faca negocio ueiilium acerca do referido escra-
u, sob pena de ser milla qualquer transacc.lo, pois
alcm do referido escravo pertencer a um casal que
se aclia indiviso, militam'uulros molivus mu t.oi,-
nTV I'eriiambuco4 de abril de I857.-Guiraa-
res & Valente.
Para cumprimetitode legados, vende-se
uma met-agua, nesta cidade, em chaos pro-
pnos, livre de todo e qualquer embarago, a
moderna, sem precisar do menor conc rio
nem mesmo de pintar, ou caiar, em boa ra
desta cidade, a qual esta alugada por 89 rs-
mensaes, e vende-se-por 9505000 reis : a tra,~
lar na ra de llorlas, casa terrea n. 92.
Precisa-se d quantia de 1:500/000 rs ,
por tempo, o a premio quo se convencionar,
e da-seem garanta uma etcellente, e bem
acabada casa lerroa, proximamento feita, em
uma boa ra desta cidade, cuja casa actual-
mente renda 35S000 reis mensaes: a quem
convencionar, annuncie para ser procurado.
QUINTA FEIRA SANTA.
Nesta noito, o deposito da ra de S. Fran-
cisco n. 6, estara abetto, e exposlo a venda,
caixinhas com amendoas. frascos com dita,
raminhos de amendoas, bolinhos em caixi-
nhas, o ditos de papel pintado com figos,
paseas e bolinhos, tudo muito bom, e de me-
nor gosto, proprios para o dia : o dono des-
te pequeo deposito, pedeaorespeitavel pu-
blico, e todos os apreciadores do bom toni,
que o protejatn em seu negocio, para ver se
desta lorma possa-se ter aqu urna confeita-
na em miniatura, como a da ra do Ouvtdor
no liio de Janeira.
- Francisco Maria Sotirc Porcira, e Fran-
cisco Vaz de Carvalho Sodio, pedom a lodos
os seus cotilleados, o obsequio de niio tira-
ren) as suas cartas do cotreio, e quem tirou
as que vieram do Sal, no vapor S. Salvador,
quena ter a boiHadc do mandar entrega-las.
So da 6 do eorrente, as .S horas da noi-
te, na ra do Livtameiito 11. 7, ao passar da
msica, sabio um moleque crioulo, idade 6
a 7 annos, camisa de algodao azul, de nome
Benedicto, julga-so ter levado um chapeo
de palha.-.Uesta maneira desappareceu ; sup-
poe-se que anda peruid pelas ras, por tsso
auveite-se a polica, ou a qualquer pessoa
quesoubero dito moleque, facam o favor
de lova-lo a ra cima indicada, que sera re-
compensado. '
Aluga-se uma casa terrea grande, na
ra da Alegra : a tratar na ra do Collelio
segundo andar n. 9. b
Procisa-se do um bom foitor para um
n!.0.Pe 'iX Jragi : "a rua aa Cadeia do
Kecilen. 16, primeiro andar.
-T- Jos -ntonio Soares de Azevedo, re-
tira-se para Portugal.
-- O Sr. Ignacio de Sou/a Lessa, morador,
no Kemedio, queira appatecer na rua do
Queimado n. 11, a negocio.
or-
a todos os
pareerem
de, 110 dia
rde, alim
mpanbara
em Triura-
__eravel Ordem
lerceira do Carmo, e hOdia 12 pelas 7 horas
da manhaa para acofltpanhar a procisso do
Senhor esussitado da mesma Ordem ; outro
sim pede a toddsseus irmaos, que por mo-
tivos nSo possam comparecer, que tenhnv
a bondade de mandar entregar as capas que
ttverem om seu poder ao irmflo thesoureiro.
Alexaodre dos Santos Silva Cavalcanti, se-
cretario interino.
jll-se a quem quizer levantar por es-
pago de alguns annos, um podago de terre-
no novo e em matas distante do lugar do em-
barque duas leguas.beira mar.com excellen-
tes proporges para muito se lucrar, por ter
trras para plantar-se, para dous mil p3es
annuaes, e da gpa copiro sem ser preciso
agudo ; as pessoas que quizerem fazer alSum
negocio, poden dirig,r-se a rua do Liga-
mento n. 2,que achara com quem tratar
- Precisa-sede uma criada ou criado que
satba cozinhar para uma casa de pouca fami-
L'a a ;rdtar no Hospicio casa do Dr. Mendes
da Cunha, juuto ao quartel.
IKMA.NDADE DO SE.MHOR BOM JfiSS DOS
PASSOS.
O escrivao da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos, erecta na matriz de S. Frei
ledro Gongalves do Recife, em nomo da
meSa regedora convida a todos os seus ir-
maos para comparecerem sexla-feira 10 do
eorrente, pelas 9 horas da manhaa, no con-
sistorio da mesma irmandade para encoco-
rados acompanhar a procisso de enter-
ro, assim comoencorporar. no mesmo con-
sistorio as 2 horas e meia da larde, para ir
acompanharem a procisso de Triumpho que
lem de. sabir da Ordem Terceira do Carmo :
outro sim, pede-se a todas as pessoas que ti-
verem capas da irmandade em suas casas, e
n3o possam comparecer, o favor de as man-
dar entregar ao thesoureiro na rua .la Ca-
dete do Kecife n. 13. Recife 6 de abril de
1857.0 escrivao, Dominhos Jos da Silva
Cuimaraes.
~ ? aDaixo assignado, aerta-se no exer-
cicio da subdelegacia da fregueza de S. Frei
Pedro Gongalves do Recife, e d audiencia
todos os dias.na casa da sua residencia n. 43,
da rua da Cadeia. Recife 6 de abril de 1857.
Manoel Luiz Gongalves Jnior.
Marcelina Maia da Paz, moradora na
rua de Santa Rita n. 58, offerece-se para
ama de casa.
I" AO PUBLICO-.
g$ No armazem de fazendas baratas, rua do *
i Collegion.* 2,
m vende-se um completo sortimento de fa- |
H zondas finas a grossas, por mais barato h
i* procos do que em outra qualquer parte,
S tanto em porgoes como a retalho, aman- B
B gando-se aos compradores um so prego j*S
|jg para lodos: este estabelecimento abrio-se |
jgg de combiuagao com a maior parle das ca- 8
g| sas commerciaes nglezas, franeezas, alie- %
H mos o suissas, para vender fazendas mais SI
gf em conta do que se tem vendido, o por isto X
M offereceiB elle maiores vantagens do que "
m outro qualquer; o proprietario desie im- S
S portante estabelecimento convida todos. H
I os satis patricios, e ao publico em geral,
S para que venham (a bem dos seus inte-
|| resses) comprar fazendas baratas: no ar-
jg mazem da na do Collegio n. 8, deAn-
$ tonio Luiz dos Santos & Rolia.'
Bilhetes de vi^tta.
(jraam-se e imprimem-se com perfeicAo bilhetes
de visita, lellras ue cummercio e lodosos obieetos da
arle caligraplnca, regilros, vinhelase quaesquer de-
senlio. Abrem-se lirmas, siteles, lano a tallio do-
ce como am relevo, ornamento com objectos de oaro
e praia. Fareni-sa riscos lindos e originaes para
bordados de labyrinlho. Admilte-se a recusa de
quaesquer desles objeelo. do caso de nao ficarem a
conteulo da pessoas que osencommendarem : quea
preleurter dinia-se a qualquer denles luR.re : 110
bairro do Rocire, raa da Madre de Dos n. 32, pri-
meiro andar ; em Sanio Antonio, na livraria clstica
do pateo do Collegio n. 2 ; na Cinco Ponus, sobra-
do-da quina t-oufronle a matriz nova.
formularios dao-se gralis em casa de a-
gente Silva, na praga de O. Pedro p. 88. ~
.rl0' Ja1uial Araujo ; Baha, Lima 1 Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro
Jm? l& FHh0S* 6 oreira, loja de drogas ;
villa Nova, JoSo Pereira de Magates Leite*
Rio Grande, Francisco de Paula Coulo 4t C-
Grande so*ti- *
meiitu de fa/enilaN
proprius p,r a
esm.t
priias
'i'
Ricas manas de blond prelas e brancas.
Los de I111I111 1, (
Grosdenaple prelo lanado, novado. .
Dito dito liso muilo largo, corado. '
Dito cor de rusa muito eoeerpedo !
Sarja preta hespanhola muilo'encorpade*
covado......*
Setim prelo macao superior, cevado ".
Panno fino prelo e de cores, covado "de"
3
barra ao
rs. a
Cortes de easemira decores com'
lado e de quadrinhos, corle .
Corte de colleles (de vellodo prelo e" d
cores .-. ... *; "OBO
Curte de colleles de gai-gara de seda M
vanos padroes a ..... ,
Meiu ernas superiores para menina*
Lencos de tlira e de gercurSo MaSmia
Gra.atas de seda prelas e de cores .
Chales de merino bordado a velluda*
Dilos de dilo bordados a leda *
Ditos de dito eom liilra > teda *
Drlot de dito com barra malisadi* fios' '
Ditos de dite litas.....' ^m
Ditos de dito com franjas d* lia
pilo de Ua adamascados pretos a WatW
Lenco para mao.de cambr.ia de liuh..li,M
Pablo ee alpaca prela fina de cor.
iiondola de alpaca prela e de cor
Popelina de seda de cares, malisadt.'t'
vado, j......_ *" ****
Chai de seda de cores, eom quadros 'tl
VlflO .
LSa de .qua Jro pequeos "e grandes, 'tml
U'se1a, bonile padres", corado'
Ricos corte de laa de ramagem alisa*.
com lj covados .... ***"*****
Mauritana de seda de core com' vara de"
largara, corado ae
UrSUv"dod* SeJ'' C<"" ""'1' ^"'i'U'C
Soda de quadros de novo, pad'rOp's, cavado'
Chapeos de m.M, franceze. tnpe.ire, '
Duqoea de seda com ramagem, eov.do. "
Mussutl,,, de cores mui l,.,, c^^ '
Chitas francesa finas. .
Castas franeezas de cores lint, an '
|oErafren,e dobeccodaCongregacio. '
COLUTORIO HOlEOmiG

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15000
Ni
75'yai
mi
4011
scBunda
DO
5L
i o.
Dr. Mello Moraes
RI E Jfj
MCO
deposito cm Perr^rcbuco, na rua do O,,,,-
nado n. 27, arm'a7m
de lazendas de Joo Josc de
i louveia.
pallucas de 10 i,i ,T. rteiras bunnm-
sendo todos os m.H;._:.l._u
preparagao,e se
vir^ein,
cal
No antigo e ja bem conhecdo deposito da
rua da Cadeia do Kecife, escriptono u. 12,
ha para \ajnder muito superior polassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, tudo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes ficarao os compra-
dores satisfeitos.
t-mmmumm
I SYSTEMA NORTE-AMERICANO, i
B Aterro da Boa-Vista n. 4,
Piauos,
Em casa de RabeScnraettau & Companhia,
rua da Cadeia n. 37, v%udem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
rs..
medicamentos da ti.elhor
mais baixos doqeTs ^ ^J* muito
Tambem se venden^^ neste E ^^
PRODUCCOES LITTERaiSaSI
DO
Uv. Mello Moraes
do
..... R, de Janeiro.
P SSte! das P8ix0es. 3 volumes
bducador da mocdade brasileira, 1
volume-
Cnsaios corographicos! 1
Memorias diarias da
Brasil, 1
Tamb
a
IU'000
apna
-5000
4*Mr#
MUTILADO
volume.
guerra do
volume......
em se recebem as asignaturas n
sua ultima pro.iucg.0 Iliteraria-Os Pur-
tuguezes peraute o mundo -i volumes t-oon
rs avulso lOsoU. ^^
Compra-se elTectivamcnto bronze, la-
lao e cobre vellio : no deposito da lundicao
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicao, em aSanln
Amaro. "
Ttlilas (Jo tV Tih
Na fundigSo da Aurora om Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, loco
na entrada, e defronte do-arsenal de'mari-
nha, ba sempre um grande sortiaaeato de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
lrangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares esistom guindastes para carregar ca
no** ou carros, livres de despeza. Os preco
siioo s mais commodos. v
ILEGIVEL




r-EDRAS
Aderecoa de brlhante,
disimules parolas, pul-
Sewin, alflneles, brincos
* rzalas, botoes a armis
de differentei goslos e de
I diversas pedral de valor.
DIMITE.
WJa H| 9UH1VM

Roa do Cabuga' n. 7.
,S.cel>en,
OURO E PRATA
-, Aderemos completos de 3
* oaro, meiosditos, pulcei- >
g ra, alDeles, brincos e $
$ roalas, cordOes, trance- *'
?: lins, medalhas.correule
i e enfeites para relogio, e ?
outrosmuitosbjeclode ,
por to-
Comprara, ,endem ou I OSOS VaoreSlla iU" o. _
Ir.'^a^prl ropa asomas lomis *
ti&VSK.JViSSr"! moderno < 1 U^0br,W^*i < d< FranC-H co>0
^ de prata, para cha, bao- S
i lejas,, salvas, eaalicaes, g
$ colheresdesopaedech, .?'
* e maitos oatros objectos
$> de drata.
gsiJBftffWBWBIllllllllllliaBH
de Lisboa, asquaes se veudein por
prco cooimodo eomo costumam.
C0HSDLT0R10 HMEOPiTHlCO
a.
Onde se acharo Mure os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
PRESOS F1XOS.
, Botica del2 tubos grandes.
Dita de 24
Dita de 36
Dita de 48

a
a
10/000
twooo
208O00
255000
308OO0
18000
29000
Dita de 60
Tubos avulsos a......
Frascos de tioturrademeia onca.
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 208000
Medicina domestica do Dr. Henry....... toooo
Tratamento do cholera morbus ...... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes .......... 6*000
DIARIO DE PERNAMBUO, QUINTA fEIBA 9 DE ABBIL DE 1857.
____
besappareceu nl^P quarta-feira,
1. do correte, para o amanhecer da quinta,
do caes por traz da fundicSo do Sr. D. W.
Bowmao, urna canoa de carreia: quera a
achar ou della der noticia, dirija-se a mes-
ma fundicSo, a Tallar com o caixeiro da mes-
illa, que ser recompensado.
GBANDE SITIO.
Aluga-se um sitio grande em Oiinda, jun-
to ao que foi jardim botnico ; tem grande
csa de viveoua, muitas arvores deltelo,
boa Ierra de planlai, alem da grande pasta-
gem para triis de 20 vaccas de leite : tra-
la-se na ra da Cruz n. 40, no Recife.
At tencao
No novo deposito da ra do Raogel n. 73,
confrntela botica que faz esquina para o pa-
teo da l'enba, com a frente pintada de azul,
vendem-se p3es grandes e muito saboroso, a
tres por dous, e outras varias qualidades de
massas por baratsimo prego no; mesmo
deposito, vendem-se bilhetes das loteras da
provincia, onde a se tem vendido varios
premios.
Precisa-se de nma ama de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na ra do
Collegio n.i2t, terceiro andar. Paga-se bem.

0
Cutileiro.
Gratifica-se
Em frente da matriz di Boa-Vista o. 86,
amola-se toda e qualquer ferramenta, assim
como se botam oovido em espiuaarda e lim- t
9 pam-se espadas. av
a qntm entregar oa der noticia de um caixo-
te viudo do sul, 00 vapor o Guauabara na *
sua ultima viagero ; a marca do dito camote
he a segointe : V. J. M. S. &C..eo letre-
roJos da Rocha Filgueiras : quem dalle 9t
V poder dar uoticia, dinja-se ao bairro da Boa- a>
Vista, a ra do Aterro n. 41; em Santo An-
#> touio, a' casa dos Srs. Seqeira & Pereira, 9
eje ra do Crespo n. 7; ou do bairro do Recife, m
a ra da Cruz n. 13. m
ftefiuaria de
ego & Brrelo, no Mou-
te ir o.
No deposito desta relinaria, narua da Ca-
deia do Recife n. 30, lia sempre assucar re-
tinado de superior qualidade, tanto em p
como em turros e eta pSes, por prego mais
commodo de que em outra qualquer parle.
Aenco
R. C. Tatcs & Compaohia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio o. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas dePernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F: de Souza, prevenindo ao public que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quem vende,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarbpe he remettido do Rio de
Jrneiro pelos acitn proprielarioa ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nuva n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
seohores consumidores, que ha perlo de 5
anuos os rotlos collados as garrafas sSo
assigndos por Henry l'rins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 d Janeiro de 1857.
Bartbolomeo Francisco de Souza, leo
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, era que diz ser so-
mente verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade oa pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alvas Guerra, que recebeu delles
proprietarios, declara ao publico, que n3o
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambera vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs: R.
C. Yates como provara os documentos abaixo :
RIO E JANEIRO 8 DE AGOSTO QE 1856,
O Sr. Barlholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :'
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.........2168000
6 duzias de i|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......' 16-2*000
Rs. 378|000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto do 1856. Por R. C. Yates &
CompanhiaJos Paulino Baptis^a.
Recouhego verdadeiro o stgnal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino (ornes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54^000. .....216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000. ..... 162/000
Rs. 3789000
Recebemos o importe. Por R. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nqs abaixo assignados declaramos que
compramos o sarape cima para o Sr. Bar-
lholomeo Francisco de Soua, de Pernam-
buco, em virlude de sua ordem de 3 do cor-
rente. Rio. de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Recoohego ser verdadeiro o signal supra
de Constantino Gomes de Faria ijerreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Aluga-se urna casa na rassagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
com slito e muitos commodos para grande
familia : os pretendentes dirijam-se ao Tra-
piche Novo 11.16.
JOHN GAT1S,
, corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra. do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
jpraca do Corpo Santo
RECIFE.
lie-chogado Ioja do Lecomte, no aterro
da Boj-Vista n. 70, o excellcnte leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
croscer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Klorenca pira brotoejas o as-
peridades da pelle, conserva a frescura e p
avelludado da primavera da vida.
Aluga-se um sitio na Passagem, a mar-
gem do rio Caprbaribe, por lodo o mez de a-
bril: quem o prelender.dirija-se aoarmazem
da|rua do Brura n. 24.
Precisa-se de urna ama quetenha|bom
leite, para criar urna enanca de idadejde 3
semana : no|pateo de S. Pedro o. 22.
Ateriyo.
ScientiGca se a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas e balanzas, principia
do I. do correte a findar no ultimo deju-
nbo : na casa da afericHo, no pateo do Ter-
co n. 16.
ESTRADA DE FERRO

-^3
!.
Wompx**.
Compra-se urna escrava que saiba bem
engommar e coziuhar, que seja moca : na
ra do Collegio, segundo andar n. 9.
Compram-se mulambos finos de chita
e madapolao, para eovernisar; na loja de
marcineiroda ra da Cadeia n. 18.
Compram-se taboas para andaimes :
na Hvraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
- Compram-se 4 escravos, sendo 1 preta
moca que engomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, que saiba cozinhar, e 2 escravos
mocos pegas para servigo de campo : na ra
da Cadeia do Recife, loja n. 50 defronte da
ra da Madre de Dos.
Compra-se urna escrava moca, que
cosa bem, engorme e cozinh : a tralar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compra-se urna casa terrea em qual-
quer dos bairros desta cidade, cujo aluguel
saja de 150/000 a 1809000 res, annualmente :
na ra do Livraraenlo n. 33.
~ Gompram-aeeiTectivumente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aeges das diversas cumpanhias auto-
risadas pelo governo. 4
Compram-se 2 escravos de 14 a 16 an-
uos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Das Fer nandes, ru da Gadeia do Re-
cife.
Compra-se urna mobiiia ja servida, es-
tando em bom estado, coraos seguintes ob-
jectos: urna du/ia dejeadeiras, um sof, me-
sa redonda, dpus consolos, e cadeira .de ba-
laogo a tratar na ra estreita do Rosario
n. 10, primeiro andar.
$ettHix.
do Recife S. Francisco:
LIMITADO.
}uarttt efyamaba.
O directores da Companhia da Estrada de Ferro
do Recife ao Sau-I-'rancisco, limitado, tem feite a
quarla ehamada de doas libras esterlinas, oa ris
I79777, sobre cada acr,ao, na dita companhia, a qoal
deve|ser paga al o dia 9 de abril do correle anno
de 1857, na Baha, em easa dos Srs. S. S. Diven-
porl & C, na corle, em casa dos Srs. Man, Mac'
Gregor & C, e em Peruambucu, no escriptorio da
Companhia.
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, poder perder toda direito
as acrOes sobre as quaes o dito pagamento nao se
tiver eflectuado, e em lodo caso lera de pagar juros
na raz3o de 5 por eento ao anno, de nao receber
juros ou dividendo da Companhia, pel lempo qne
decorrer entre o dia iudicado para o pagamento e a
ana realisacao.
Neoham sato de transferencia pode ser registrado
depois do dia 9 do crrente, autes do pasamento.da
ehamada.
Por ordem dos directoral.S. P. VEREKER,
thetooreiro.
Recife 3 de marro de 1857.
&
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaignout dentista, ra Nova n. 41
na mesma rasa tem agua e pos dentrifice.
SEGURO CONTRA F060.
Companhia Alliance.
Esttbelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cince milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que estao plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
telba e igualmente sobre os objectos queeontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobiiia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
RepartigSo da vaccina.
O coumissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torre3o da Alfaodega, e oas tergas-feiras na
casa de sua. residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquioa da do Sol, das
7 as 9 horas da maob3a.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesta typographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da praga da In-
dependencia.
REMEDiO DOMESTICO.
Pilulas depura-
tivas, ani-beosas, do
Di Aliiiii.
Recommendamos ao publico este excel-
lente remedio, iutroduzido no -Brasil em
1846. NSo ha molestia a mais obstinada que
seja, que possa resistir ao tratamento judi-
ciosodeste excellcnte remedio. Estas pilu-
las impedem as molestias contagiosas, so-
bre tudo as de natureza syphililicas. Sao
igualmenie boas para indigesto, como para
a diarrhea, apoplexia, asthma e as mais af-
fecgOes dopeilo, constipages, as molestias
das senhorasem geral,Jtoda a qualidade de
febre, hemorrlioidas, molestias dos olhos,
dores de cabega, molestias de pelle, renten-
g3o das ourinas, e outras molestias das vias
ounnarias. nico deposito em Pernambuco,
no escriptorio de Vicanle Ferreira da Costa,
largo da Assembla n. 9, a mil reis o vidri-
nho.dez mil reis durjia.O. PalmerRio de
Janeiro, deposito geral, ra dos Ourives
n. 81.
Brhiquedos pa-
ra meninos,
Vendem-se diversidades de objectos de
ago, muito delicados e proprios para meni-
nos brincar, por preeps muito baratos : na
ra do Oueimado, na bem conbecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
RICAS BONECAS FRANCE-
m.
Vendem-se muito lindas e bem vestidas
bonecas francezas, grandes, pelo baratissi-
roo prego de 2 e 29500, ditas vestidas del
noivas, e cada urna do seu cartSo a 3/000 e
33500, prego que oSohaquem deixe de dar:
na ra do Oueimado, oa bem coohecida loja
de miudezas da boa fama o. 33.
Para os horneas
que tiverem bom gosto.
Vendem-se muito boos estojos proprios
para viagem, por terem todas os arranjos ne-
cessarios para barba, pelo barato preco de
19,39, 3, 4, 5e69000 cada um, esporas
muito fioas de casquioha e ago para correias
a 19 e 19200, caixas redonda jle tartaruga
para rap, pelo baratissimo prego de 59000,
ditas de bfalo, fazenaa muito superior a
19500 e 3/, ditas muito linas de massa a lf,
ricas charuteiras e muito finas a 29 e 39500,
ponteiras para charutos de marfim e de uoi-
coroe a 500'e 600 rs., carleiras muito ricas
de mogno, pronias para yiagorn a 89, 109 e
129, ditas sera ser de madeira para 39, 59 e
6/000, cintuioes de borracha a 19e 19500
gravatas pretas e de cores, fazenda muito
boa a 19500, riquissimos caoivetes de pu-
ohal cora cabo de madreperola a 5t, pinceis
inglezes para barba a 19, garrafas de cores
com copos, proprias para lavatorios, pelo
baratissimo prego de 19, galheteiras com to-
dos os vidros necessarios e colher, pelo ba-
rato prego de 29, trancelins pretos roligos e
chatos, de borracha, para relogios a 160,
320, 400 e 500 rs., obreias de cola, contendo'
todos os dias da semana, cada caixinha a 400
rs., ditas lisas a 160, escovas para denles
muito finas a 160,240,400 e 500 rs., e ditas
de cabo de marfim que tambem se vende
barato, ditas de cabo de ago para unhas a
320, 500 rs., 600 e 19, ditas de cabo de bu-
falo e de marfim, que se vende barato, ditas
muito boas para cabello a 640,1/500 e 39,
ditas para fato a 19280,19500 e 29, afiadores
inglezes para navalhas a 13, navalhas mui-
tissimo finas para barba a 29 cada urna, ri-
cas bengalas de ca'mia e bamb', pelo bara-
to prego de 29, 39 e 4#000, ditas de junco a
500 rs., 19, 1200 e 19500, caixinhas cora 30
pedras de ago, lomeadas e muito bem feitas,
braocas e encarnadas, proprias para jogos
de damas ougamio, pelo baralissimo prego
de 29, 2/500 e 39, jogos de domin ero cai-
xinhas a 1/200, 19500 e 29, diversidade de
objectos de charao marchetados de madrepe-
rola de cores, consistindo em jogos de da-
mas, pastas para guardar papis, caixas para
joias, ditas para vollarete, Jilas para papis,
carleiras para senhoras, e outros mais ob-
jectos, tudo de muitissimo gosto, e que nSo
se vende caro, lixas de ago e de madreperola
para vollarete, e oulrasmuilissimas cousas,
ludo de muito gosto e por prego barato co-
mo todos sabein : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
4< Vende se um terreno com 40 palmos
de frente e 300 e tantos de fundo : na ra
da Esperaoga, outr'ora caminho novo da
Soledade : a tratar com Francisco da Costa
Amaral no mesmo caminho, taberna.
Rap Paulo Cordeiro,
chegado agora do Rio: na praga da Inde-
pende n'cian. 3.
Milho.
Vendere-se saccas com milho na travessa
da Madre le Dos, armadora n. 16.
Vende-se urna escrava moga sem vicio
algum, cu'.inheira, ensaboa, e he'muito boa
quitandeiw, vende-se por prego'commodo
por tor a bita do olho esquerdo ; quem pre-
tender comprar, pode dinjir-se ate as 9 ho-
ras da maihfla a ra do Collegio n. 7, se-
gundo anear.
Vende-se de quatro a seis mil alquei-
res de sal iretalho, pelo baratissimo prego
de 29560, o alqueire; quem quizer com-
prar, dirija-se a ra da Gloria n. 70.
Hacalhao da escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da alfandega, ar-
mazens de Seraphim S Paula Lopes, as
mSos dos Srs. Tasso & Saotos, a qualidade
he sem comparago o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por *iuito lempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias de viagem semen-
t, o prego deve ser de 169000 por barrica,
mas faz-se differeaga, levando porgOes.
Moleque peija.
Vende-se um moleque pega, crioulo, com
idade de 18 a 20 annos, bonita figura,'sem
defeito algum : na ra Oireita n. 76.
-- Vende-se'urna escrava parda, sabendo
cozinhar o ordinario e ensaboar perfeita-
raente: a fallar na ra do Quyirnado n. 8,
loja.
Vende-~se urna escrava moga cora al-
gumas habilidades, assim cmo 6 cadeiras,
1 sof, 1 mesa elstica de jantar com 16 pal
mos de comprido, 1 espelho de parede, 1
toucador, 1 par de bancas, tudo por prego
muito commodo, por ser de urna pessoa que
se retira : na ra da Roda n. 52.
Vende-se urna-taberna bem afregueza-
da par a trra, propria para qualquer prin-
cipiante, e tem commodo para morar um
rapaz solteiro : a tratar na mesma, na ra
da Senzala Nava n. 2.
Scllius
patete ingle/
Sao chrgades e acliam -se a venda os verdadeiros
e bem conhetidus sellins inglezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas de
Adamson lio u >\ C.
Vende-se urna casa terrea, com sotSo
ndependent -, sita na ra da Senzala Velha
n. 14: trata-se no aterro da Boa-Vista n.
36, segundo andar, de manhaa at as 10 ho-
ras, das 4 da larde em diante.
RAPE' DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se rap de Lisboa, Paulo Cordeiro,
princeza do Rio Rocha, Gasse grosso, meio
grosso, fino, Me-uron : na praga da Inde-
pendencia, loja o. 3.
Veodem-se pipas vtksias de Lisboa, viu-
das do Rio de Janeiro, e juntamente 1 mo-
leque de 12 a 13 annos de idade, e ao com-
pradorse dir o motivo por que se vende :
na ra da .senzala Nova o. 4.
PARA SACERDOTES
Meias de la i para sacerdotes, de boa qua-
lidade :. na ra da Cadeia do Recife, loja
11 50.
Vendem-se 4 moradas de casas na ci-
dade da Parahiba do Norte, a saber, 2 artna-
zeos na ra do Varadouro, 1 casa de esquina
com bastantes commodos, na ra das Con-
vertidas, e 1 dita na/ua da Matriz, na cida-
de alta ; vendem-se todas ou cada urna de
per si : quem as pretender, dirija-se a esla
praga,na ra dos Prazferes n. 10,a tratar com
o proprietariovdas msmas, que se Ihe dir
o motivo por que se vendem ; tambera se
trocam por qualquer propriedade nesta
praga.
Vende-se- carne secca de Buenos-Ay-
res, boa^ de a 45500 cada arroba : na ra
da Praia n. .
Para sc/ihorase iiieiu
A loja da ra Nova n. 4 recebeu pelo ulti*
mo navio francez ricos chapeos, enfeites *.
toucados para senhoras, chapeos para meni-
nos e meninas de 1 a 8 anuos.
Falitos fralicezes.
Vendem-se palitos e sobregasacos de pan-
no fino pretoee de cores, forrados de seda-
com golla de velludo, de 22 a 289000, casa,
cas a 289000, palits.esobrecasacos de alpa-
ca de 7 a 129OOO, ditos de brira a 39000, col-
letesde todas as qualidades, caigas de case-
mira preta e de cores a 10 e 12000 : na ra
Nova, loja n. 4.
Vende-se escrava mui robusta e si
achaques : na ra da Santa Cruz n. 82.
para, os alfau
te*.
Na ra do Crespo, esquina que volta para
a ra da Cadeia, existe urna porgSo de algo-
d3o trangado' muito encorpado, proprio de
entretelas, pelo baratissimo prego de 120
jarda.
J\a lojadaboaf
venile-s tao barato que
admira :
No sitio da Trempe, sobrado n. 1, que
tem taberna por baixo, ha boa sement de
macaxeira para vender-se, o bonitos ps de
Alecrim.
FEIJAO' MULATINHO.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. 11, ha para vender feijSo mulatinho a
139000 a sacca. No mesmo escriptorio se
achara tambem venda por preces razoa-
veis cera de carnauba, sola, gomma de man-
dioca, toucinho da Ierra, esleirs e chapeos
de palha.
Vende-se ou arrenda-se o sitio Estiva
de Cima, no lugar da Ibura, com casa de vi-
venda e arvores de fructo, Ierras para plao-
tagOo de canoa, capim ecriagSo, assim como
matas para tirar lenha : quem o preteoder,
dirija-se a prag da Independencia numero
23 e 25.
Vende-se taboado e pranches de pi-
oho de Succia, proprio para armagao de ar-
mazem de assucar, paos de pinho vormelho
para mastaros, chumbo de muoigSo, folhas
de cobre, metal amarello e zinco para forro,
com os competentes pregos, alvaiade de
chumbo e de zinco, em p, tinta branca de
oleo, papel fino de escrever, vinho especial
do Rbeno e do Porto.
Lera de carnauba

da melhor que ha neste genero, vende-se de
orna arroba para cima por prego commodo;
na ra da Cruz do Recife n. 36, confronte ao
becco da Lingoeta, casa de Mondes & Braga.
i\a loja das seis
portas
Km frente do Livra ment
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia verda-
deira ; na praga do Corpo Santn. 11.
TAIXAS para engenho.
la fundifo de ferro de D. W. Bowmann a
BECUIISIO Pili lili
no.
NA FUNDIQA O DE FERRO OO ENG-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. KA
RA DO RRUM, PA9SAHDO O BA-
FARIZ.
ruadoBrum, passando o ehafariz, continuaba- ,ia ernpre umgraaideaoriiaieeHeoJe ifftjiateeet-
deium completo sortimertode taixes de ferro (un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qnaea
acbam-se a venda, por eprego commodo eom
protnptido: embarcam-soucarregaa-se amcar
o semdospeza ao comprador.
Emcasa de Saunders Brothers C. praca
do Corpo Santn. 11,ka para vendero se uinte
Ferro inglez.
Pineda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Bakia
E um coapleto sortimento de fazendas proprio
para aste mercado : tudo por prego eommo do.
Cera de carnauba egomma
Vende-se na roa da Cruz do Recife n. 13,
primeiro andar, por menos prego do que em
outra qnalquer parte.
Vende-se superior linhas de algodSo
brancas, e de cores, em noveilo, para costu-
ra, em casa de Soulball Mellor & Ce, ra do
Torres n. 38.
Moinhos de vento
jacios d e mee lian i mos proprias psraiai^anhsM.I sa-
ber : moendase meias moendas, da saaia saadeaa
constr urrSo ; laias de ferra faadida ka Oda,
superior qualidade e de lodaaaa UaaaassWa; rodea
dentadas para agua 00 auiaaes, da ladeaaaprapar
coes; crivos e boca* de foraalfia a refaalra* da e-
airo, aguilhoes,' hroozes,parafaaas cavillHaa^eial
naos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O.
se execolam ludas as eiicoDimendaa eaa a asjBWte-
ndade ja coohecida can a devida preeleca aeaaa-
modidaiie em preco.
R elogios
Vende-se fil de linho preto cora salpico b
1280 a vara, chapeos de sol de seda para
houiern. oom toque de mofo a 49000.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livrameuto
Vendem-se riscados francezes de cores es-
curas a 160 o covado, lengos brancus com
barra de cora 120, meias brancas para me-
ninos a 240 o par, cortes de cassa chita com
7 varas a 1/280, nscado de algodao para rou-
pa de escravos a 120 o covado.
Pechincha
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de
Brimbranco Irangado de poro li-
nho, vara
Dito pardo liso* de puro linho, vara
Canga amarella francez, muito li-
na, covado
Fil de linhodiso muito fino, vara
Dito dito com flores, dito, vara
Cambraias francezas de lindos pa-
drees, covado
Chitas francezas muito Gnas. de pa-
drees novos, covado
Camisas de riscado muito bem fei-
tas e muito bonitas
Palitos pretos muito bem feitos
Camisas de meia muito finas
Ricos longos de lilet cora palma
bordada a matiz
Ditos ditos de carabraia muito fina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bolotas, o par
Ditas de dil de lindas cores, bor-
dadas e enfeitadas
Ditas pretas de torgal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinhas de cassa,; de padres
muito bonitos
Lengos brancas de cambraia
Ditos ditos dediiajcom barra do cor
Ditos de linho proprios para rap
e assim outrasmuitas fazeodas que vedem -
se por menos que m qualquer outra parte :
oa ra do Queimado, nos quatro cantos n.
22, na loja da boa f.
XAROPE
39000
19440
640
320
800
19280
320
32o
19500
49000
1/000
500
19200
1J280
2/000
19000
49500
240
240
240
400
DO
m
Koi transferido o deposito deste xarope para a bo
tica dejse da Crui Santos, na ra Novan. 53
arralas 59500, e meias39000, sendo falso lodo
aquello que nAoTor vendido neste deposilo,pelo
quesefaz opresentenviso.
IMPORTANTE PARA OftBLICO.
l'ara curade phlysieaem todo?osseusdilleren
iess,rs, quer motivada por constiparles, tosse
asthma, pleuriz.escarros de san me, dorde cos-
tados e peito, psl pilara o no rorarao,coqueluche
bronchile, dorna carpanta, e todas as molestia
dosorgaotpulmouares.
N. O. Rieber & Compaohia, ra da
Cruz o. 4, vendem:
Lonas da Russia.
dem inglezas.
RrinzSo.
Brinsda Russia.
Vinho de Madeira.
I AlgodSo para saceos de assucar.
combombas derepuiopara regarhortasaba-
ia decapim : na fundirlo de D. W. Bownian
na roa ooBrum ns. 6,8el0.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
O antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porgao de po-
tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
Agencia
da fundic&o LoW-Moi r,
ra da Senzala iVova
11. 4 2.
Neste estabelecimento continu'a a haver
um completo sort 1 ment de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
Saccas com
rinha.
fa-
Vendem-se saccas com farioba da trra,
nova e bem torrada : na ra da Cadeia do
Recife n.23.
e taixas de ferro batido
tamanhos para dito.
e coado de lodosos
Pedras de logo.
Vendem-se (de 10 milheiros para cima ) pe-
dras; de fogo: na ra da Cadeia do Recife
n. 31.
VAQUETAS PARA CARRO.
Vendem-se em casa de S. P. Johnslon & C, che-
gallas ltimamente, assim como bons sellins ioglezes,
o de vela, candieiros e caslicaes broozeados, lado
dor presos eommodos.
BONS QUEDOS.
Na ra Direita n. 8, vendem-se bonsquei-
jos pelo barato prego de 1:440 cada um.
las de carnauba pura
a 12aOOO a arroba, vindas do Aracaty. em
caixas de 40 a 50 libras 1 na ra do Queima-
do n. 69, loja de ferragens.
Vendevse.por prego commodo,superior
vinho do Porto em barra de 8 : na roa do
Trapiche o. 14; escriptorio de M. A. Guerra.
Em asa de Henr. Brunn ec Companhia, na
roa da CrWn.10, vende-secognacemcaixinhas da
Sellins e i elegios.
SELLINS e REI.OGIOS de patente
inglez : a venda no armazem de
Rostron Rooker & Companhia, es-
1, ..ia do largo
mero 48.
duiia.
Para mscales
eboceteiras.
Veodem-se dutiasde r.aiasde mastapara rape pe-
lo baralissimo preco de 640 rs.,duzias de lezouras.erii
carlSoa 19000e 19200e grandes a I9920, dnziaa de
caixinhas de pao com palitos de fogo a 240 r.,dnzjas
de penlesde chifres muito bons para alizar a|19200,
duzias decentes de balaia para atar cabello a 29200
e 29o00,duzia da navalhas para barba a Ijteoo.grora.
de botos madreperola para camisas a 600 reis.dit
muito finos de gata a 100 reis, grojas de noles fi-
nos para caifa a 280 rais, cartas com 25 penles de
alfinelea 14n reis,duzias de penles da balea para fr-
utar a 39, rozas de livellas para sapaloa a 560, da-
lias de caivetes linospara aparar pennal a 29500
e 39,duiiae de gaitas .armnicas) a I920O e I940O.
duzias de tnreida para candieiros a 80, reis grozas
de mareas para cobrir a 100, 120 160 reu, pe-
gas de tranceln para benlinhes a 120 res, puleeiras
enearuadas muito bonilas para Sra. e meninas a 200
rs.,duzias de miadinhas de liohas pretas a 240 reis,
pejas com 10 varas d-fita de eos a 320,360 a 4oo
reis, duzias de lapes a loa rs., dozias de caixas com
clcheles a 720 rs linhas brancas de novellot de lo-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas da miada linas'
e grocas, ditas de carrileis brancos a de cores, cordlo
de veatido de toda a grosura, biquiuhos de (odas as
larguras, e baratos, raudas de lodas as largura, es-
pelhos, cordas de viola, filas de Isa de todas as co-
res, filas de linho brancas e de cores, tlidaes, agulhas
de todos os nmeros, filias ds seda de lodos 09 Harne-
ros, pennas de pato,caixas de chifre, rotarlos, colhe-
ies de ferro, retrot de Indas as cores, vernicas, filas
debeira preta e braoca.grampas.etudo o maii que se-
ja neeessario para complelo ortlmtnioae boceiel-
ras e mscales e que tqdo se vende muito mais hera-
ldo que em outra qualquer loja, na ra do Ouei-
do Corpo Sanio ou- iado, na bem conhecida loja de miodezas da boa
fama n.|33.
cobertos e descohertos, pequeos {
deouro patente inglez, para LuaaWTi *>-
nhora de um dos melhores fabricantes ato
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete) in-
glez : em casa de Soulball Mellor dt C", rw
do Torres n. 38.
Arados de ferro.
Na fundicSo de C. Starr ex Companhia, mi
Santo Amaro, acbam-se pan vender araatosj
de ferro de um modello e constracgto auni*
superiores.
Moendas superiores..
Na fundigfio de C Starr & Companhia, *
Santo Amaro, acham-se para vendar ata
das de can na todas de ferro, de ua aaodntto
construego muito superiores.
PMFliAKUS-
iiiuitis9iiuo finase de mu*
tu bons gustos.
Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples e aml.riada em frascos ds va-
rios tamanhos, banhas muito fioas o de Mi-
tas qualidades em, ricos vasos, espiriloo
extractos muito finse de muitas qualidsdss
era frascos de muito gosto, sabonetas Baslto
linos e de muitas qoalidades, agua da lavan-
do ingleza, fazenda muito boa, vinagra aro-
mtico tambem inglez e muito bota sxtrac
tos muito finos proprios para bolso do ss
tudante, escencit de rosa, pomada frasete
muito boa, macaasar perola muito bosae
todas as cores, dito oleo, pos para denlas.
pastilha e outras muitas perfumaras. taeV
muito fino e de muitos gostos, dos melhor
fabricantes da Franca e Inglaterra, e U
vende barato na ra do Oueimado, aa
conhecida loja de miudezas da oom
n. 33.
Boloes para pa-
lit>, colletes e puiihos
de camisa.
ao ultimo .gosto.
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 48, LOJA
DE QUATRO PORTAS, DE
Narciso Mara Carneiro, acaba de receber
pelo ultimo paquete da Europa, um comple-
to e variado sortimento de roupas feitas ao
ultimo gosto de Paris, como sejam, casacas
pretas, palitos de casemira e de alpaca, col-
letesde gorgorito preto e de cores com de-
seohos mui delicados, verdadeiras capas de
burracha e seda de duas faces, os uoicos
impromiaveis, palitos inglezes de casemira
a prova d'agua, excelleotes pertieiras de bur-
racha, de todos os lamaohos, e outras mui-
tas fazendas de seda preta, proprias para a
quaresma, que sfi veodem por meos do que
em outra qualquer parle.
Relogios.
Na rus da Cadeia do Recife o. 18, ha relo-
gios de todas as qualidades, tanto de ouro
como de prata, ditos foleados e dourados,
por pregos baralissimos.
por 40 rs o covado
Vende-se chita franceza larga e fina, com
pequeo toque do a varia : na ra do Crespo,
loja de Campos & Lima.
Planta da cidade do Ke-
cfe
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
medeAlves Ferreira, por dez rail reis: na
livraria n. 6 e8da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differeotes villas da cidade eotre si, e
relagSo capital da mesma, a mil reis.
Vinho do Porto
de 1857.
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
dos, becco da Madre de Dees n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas de
urna e duas duzias, por prego commodo.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera d carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loia
n. 50.'
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E- Gasse, no Rio
de -Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap ioo,
grosso e roeio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. 9.
Na ra da Cruz o. 50, armazem de Sao-
ta Barbara iv Companhia, veodem-se eflecti-
vameote cixes vasios de todos os tama-
nhos.
~ Vende-se a verdadeira grasa ingleza o.
97, dos afamados fabricanlesDay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
(rasa de
Vendem-se abotoaduras muito
madreperola para col le tes, peto bar__
prego de 500 rs., ditas muito ricas da
as cores a 320,400 e 500 rs., ditos 1
as de madreperola para palito da 1
e bomens a 500 e 640 rs., atacadoras
punhos e collarinbos de camisa, b m
rico gosto a 400 rs., 800 e 29000, ditos da
cornaliua para casacas a 300 rs., a atrs
muitas qualidades de abotoaduras ota
vendem muito barato ; na ra do
do, na bem conbecida loja de anude
boa fama n. 33.
Varaudr.K e gradts.
Um lindo e variado sortimento da .
los para varandas e gradaras, de costo
dernissimo: na funigSo da Aurora eaa i___
to Amaro.e no deposito da mesma. ama do
Brum.
&0s>*tf 1tt>#f.
Attenco.
Fogio no dia 16 do correato box
Justino, crioulo, com os signaes seaaiatas :
altura regular, cheio do corpo, sesa harbai
^comsfalta de den tes na frente, calvo da |
'regar peso na cabega, muito regrist
bem conbecido por andar entregando
MUTILADO ILEGIVEL
O CUARDA-LIVROS BRASILE1RO, ou arte
da escripturag3o mercantil apropriada ao
commercio do Brasil: vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preqorazoavel.em. casa de
Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife, armazem n. NG.
X
Para as senho-
ras de boin gosto.
Vendem-se ricos estojos de Jacaranda,
proprios para costura de sen hora, pelo ba-
ratissimo prego de 2500, 4, 6, 79 e 89000 C*T Pcl*s tabernas, tem sido encontrado ajar
caixinhas para guardar joias a 800 rs ,tf e
18200, carlerinhas tnuito delicadas proprias
para senbora e meninos a 800 e 500 rs., le
souras muitissimo linas para costura, de
todos os tamanhos a 500 rs., 600, 19000 e
18200, ditas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., 18000 e 1/200, linha de peso mui-
to fina para labyrinlbo a 100 rs. a mead i-
nha, diUs para bordara 100 rs., 140 e 160.
lindas caixinhas com grampas a 160 e 300
rs-., cartees com 14 e 24 pares de clcheles
francezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autora 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com agulhas fran-
cezas a *J20, agulheiros muito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues e encarnadas a 320, ricas
botOes de cores para vestidos, ou roupinhos
de meninas a 60O rs., 800 etfa duzia, ricos
agulheiros de ago e de marfim a 240 e 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na sua caixinha a 500 rs., almofadinbas de
muitas qualidades proprias para pregar alfi-
netes e agulhas, puleeiras de varias quali-
dades, riquissimas fitas lavradas e lisas, de
todas as larguras, trangas de todas ss cores
e larguras, lilas de velludo abortas e lisas,
bicos muito Gnos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para criangas
e outras muitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parte: na ra lo Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Ligas de seda
para sen hora.
Vendem-se superiores ligas de seda para
senliora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo baratissimo prego de 18200,
1/500 e 2/000 : na ra do Queimado, na
bem coohecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33
L&a para vestidos.
Veodem-se cortes de 13a para vestido, de
muito bonitos padrOes, e com 15 covados
cada corte, pelo baralissimo prego de 58000:
oa ra do Queimado o. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Algodo monstro, he pe-
chincha.
Vende-se algodSo monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengoes, pelo diminuto* prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa f, ra do Queimado
n. 22.,
Oeulos e bonetes
de todas as quadadt s.
Veodem-se oeulos de todas as graduagoes
com delicadas armagoes de ago, pelo barato
prego do 800 rs. e 1&500, ditos com armacOes
douradas e prateadas a 18200 e 18500, ditos
cum armagSn de bfalo a 18200, ditos com
armagao de baleia a 480, ditos com armacSo
de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas cora aro de b-
lalo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com armagao de bfalo a 18500, ditas de um
s vidro redondas e quadradas com aro de
tartaruga a 18200 e 18500 : na ra do Quei-
mado, na bem conhecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Algodftosinho da Baha
para saceos de assucar; vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
diversas pessoas conhecidas, e dix s ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por la-
so roga-se as pessoas que o encontrar, ama
o mandem prender e levar roa Direito a. 7*
que serfio generosamente recorapsaaadaa.
No dia 4 de fevereiro do corraito aaaw.
desappareceu um negro de nagao,
parece crioulo, por ter rindo muito 1
no, anda mamando, o qual
de 26 a 32 annos de idade, da _
cozinheiro, estatura ordinaria,
comprido, pouca barba, olhos y..
brancelhas fechadas, nariz chato o U
beigos grossos, bocc regular a com 1
tem urna pequea cicatriz em urna daa 6
ees, e outra em urna orelha, pala parata
baixo, de um Ulbo que levou, basa easaa
outra no Descoco, que por muito tora, taires
seja pouco visivel; foi encostrado sai I
Antao.seguindo a estrada, cosa um
nho de liendres novo na cabega, a asa gallo
no brago, sendo muito dado a briga daates
anicaes ; este esersvo pertenea a Gusuro
Jos do Kego, no Recife, roa da Adrara :
quem o apprehender ser besa pataleado.
Fugio de bordo ao brign nranllairo
Melampo, na noiie do dia 8 do correase, sai
negro de nome Marcelino, naci Pabiaia,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, rota falta
de denles na frente, e consta andar
cum paleto, e calgado : quem o pea,ar I
a bordo do dito navio, junto ao caras da I
seio Publico, ou a esas da sea ciiif,Bsltiii
Manoel Alves Guerra, na ra do Ira peche
14, que ser bem recompensado.
CRATIFICACAO DE INMN.
No dia 23 de margo prximo ftanarto, fa-
gio do engenho Pindobiaba, da fi
Ipojuca, um molato esersvo da
q u i ra com os signaes segu iotas : i dada V a
30 annos, he bastante claro, <-ab sitos am
pouco grandes, e ensilados, alto, asis do
corpo, sem barba alguma, ps caaribadnV, to-
vou vestido camisa de nscadinho
caiga branca, a outra de algodSo
peo de chili ja usado : ba noticia
passado para as bandas d'Agua Prata, asa
direcgao ao Rio de S. Frsnciseo, prtele.
roga-se as autoridades, competentes a cap-
tura, e quem o pegar, leva-lo do ratafias
engenho, a seu senhor Manoel da Costo .i-
buquerque. ou no Recife s Josqniaa atastsal
Ferreira de Souza, no paleo do Corase B I,
quesera gratificado coma quantiada
Continua a estar fgido a esersvo
doro crioulo, he pescador, kiade pooco atara
ou menos 38 anuos, baixo, cheio do aorpo,
espadaudo, tem muitos caballos braceos aa
barba, cabega e pellos : foi escravo Jo atoa-
do Vidal, ex-carceireiro da Csdsia
dade : al o meiado do son pa osase
em Pona de Pedrea, o-.ide teve mi a
forras, que morreram pelo cholera, a
esteve oceupado em ierres do engenho
dreiras, serrando madeiras : o esersvo Tbo-
maz, mulato alto, com marcas debezigss,
idade 40 annos, lo', escravo de Hilario da 4-
Ihayde Vasconcellos, morador no eeassabo
Tapn, provincia da Parahiba, tendostaa so-
tes escravo do Sr. Carlos Coslbo, que a boa-
ve por heranes de seu sogro Jos Joaquim de
Souza, da mesma provincia, squelle togado
no da o de jaoeiro, : esse no dia Sida ss-
tem bro do anno de 1856 : qaem os pegar
ve-os a ra da Concordia n. 26, a seu
Pedro Antooio Teixeira tiuimares, q
tificar generosam<>nte.
Fugio no dia 31 de margo prxima ase-
sado, o escravo Antonio mulato, toada 3*
annos pouco mais ou menos, de boa estila-
ra, tem falla do dentas na frente, heoarcial
de sapateiro, mas ha muito.he oceupado ato
trabalho de carroga, e canoeiro, tem par ces-
tume embebedar-se, e d lugar a rter dee-
sas ausencias : quem o pegar, leve-o a roa
da Concordia a. 26, a sen senhor Pedro An-
tonio Teixeira Go imarSes, que se gratificara
generosamente.
PBRN. : TVP. [iE M. F. DE FAKIA 1837:


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