Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07728


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Full Text
ANNOXXXllLN. 80.
Por 3 mezes adiantados 4$000
Por 3 meses vencido! 4J500.
\
?
DIARIO

Ol'ARTA FEIRA 8 DE ABRIL DE 1857
Por anno adiantado 15J000. *,
Porte franco para o subscriptor.
AMBUCO
EtfCABREGADOS DA SUBSCKIPCA'O NO NOUTE
Parahiba, o Br. Joao Bodolpho Goma; Natal, o Br. Joa-
utm 1. Pateira Jumor, Araeatj.o 8r. A. d* Lerao Braga ;
ear, o Br. J. Joede Ollse)ra ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
os* Rodrigues ; Plauhy, o 9r. Bomiogoi Hereulano A. Pesio*
Cear**** .Para o Sr. Jiutioo J. Ramoi; Amasonaa, o Ir. Jer-
nimo da Coto. ,
PARTIDA Dos COKUI-.IOS.
Olinda : toe,* o da, as B meta horas do da.
Ir tiaras su, GolUH Parama : na* segunda* < 40tLa-feiras.
. Anlo, IlnerrU, Hnr.ito, Caruarii, Allinho < Garantan*: na terrja-lcira
S. Lourencu l'-o-d'-Uho, Kaiareth, l.imneini, Itrcjo, Pesquera, lima-
te.r, Flores, VilM-IIflIa, Boa-Vila, Oricury e Kiii as qoartas-fetrsiSs
Ca6o, Ipojnca, Sernhem, lUo-KurmoriO, lina. Uarrcirui, Agoa-Prela,
Pinieniriraa e Natal : rfaintas-feiraa.
(Todoa o correio* parten aa 10 horai da m.inri i.i.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio .- segundas a quintal.
Relacao ; tercas-feirai e aabbadoi.
Faienda i quartaa e iabbadoi ai 10 horas.
Juizo do commereio : leguodil aa 10 horai a quintil ao milo-dii.
Juio da orphaoi: segunda! a quintal ai 10 horai.
i'rifnaira rara do eivel Mgundaa a leitai ao meio-dia.
Segunda rara do eiral: quartai iabbadoi ao maio-dia.
EPHEMEIUDES DO HEZ DE ABRIL.
1 Quarto ereicente ai 11 horai ellminutoida tarde.
9 La ebeia a 7 hora e 9 minutoi da (arde.
>7 Quarto mnguanteasOhoras e t minuto di manbaa.
24 La aora ai 4 horaie 55 minuto! da tarde.
i'KEAMAR DE HOJE.
Pnmeira ai 2 horas e 84 minuten da larde.
Segunda ai 3 borai e 18 minuto! da manbaa.
DAS da semana.
6 Segnnda. Ss. Diogenes e Platonides
7 Terca S. Epiphanio b s. Ruliuo e Peluzio preib. Mm,
8 Quarta.de trevas s. Amando b.
9 Quinta de Endocrinas : do meio dia em diante.
10 Sesta da Paiao coca o traboliio ale omeio dia.
11 Sbado de Alliluia S. Leo magno p. dr, da Igr.
12 Domingo da Pascoa da Recureico de N. S. J. C.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SU*.
Alagoai, o Sr. Ciaudino ralea Dia* ; Babia, Sr. B. Bfiai
Bio da Janeiro, o Sr. Joao f ereira Marlini.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Fipiiru ate Paria, aa aaa
lTraria, praca da Independencia ni. 6 a 8.
O lenhore astgoanles do comi particular da
Goianna, queiram mandar recebar isas caria* e jer
uaes na botica do Sr. Fraocelino Pinlo Crespo, ni
ru Direita da mesma eidade, ledos os das al ai
10 horas da uoite. O Sr. Antonio l'inheiro da Men-
donen cotrti nna a receber as asignaturas para este
Diario na dita eidade a 49 por quarlel adiantado,
49500 vencido.
PARTE OPPiCIAL
COMMANDO DAS ARMAS.
artel eamaral de comnindo eU* armas da
Fanaanabaco aa clda.de do Beclfe, ie
afcvll da 1857.
ORDEM DO DIA rs\ 451.
O ceneral eommandinte daa armai faxeerlo, para
couhecimenlo da guarnirao a devido effeito, que o
gorerno de S. M. o Imperador bouvo por bem por
aviso do ministerio dos negocio* da guerra de 20 de
marc.o ultimo, permittir que o Sr. lente do 9* ba-
lalhau de infamara Jos Antonio de Lima troque de
corpo com o Sr. teoenle do 4' balalhao da mesma
arma Franeisco Borres de Lima : o que constou *
communicacao oflicial do quarlel general' dn ter-
cito datada da 23 do nnno mez.
Qoe a presidencia desta provincia fot servida por
portada de 4 do corrente, conceder tres metes de
lieeoc,a oos termos do arl. 34 do rcgulameoto ap-
provado pelo decreto n. 1881 de 3t de Janeiro desle
anoo, ao Sr. espitan do 1(1- balalhao da sobredila
arma Claudino Ageito Castello Brinco, para tra-
tar de soa laude- nos lerloes desta mesma pro-
vincia.
Que oesta dala fez sua aprsentelo no qnartel
general vindo da provincia das Alagoas, o Sr. l-
enla Joaquim Casiano dos Res, que fies reunido
ao 9* balalhao de infantaria a qne perlrnce, e qne
hoje regressa no vapor S. Salvador para a pro-
vincia do Ceara' o Sr. lenle dn repedivo meio ba-
lalhao Joao Cario* de Locio a Alenla, quejicara.'
desligado do 1U* balalhao, ao qual se acha addido.
O roesmo gener.,1 determina qne o toque de re-
collier seja dado as 8 horas, e o servco da guarnida*",
coja parada sera' as 9 horas da manliaa, feito de
cal;s atol, visto que estamos na estacan invernosa.
O Sr. lente Jos Antonio de Lima cara' ad lido
ao9- balalhao, emquanlo nao segu para o seu des-
tino.
Jos Joaquim Colho.'

prime-lhe na fronte o ferrete de soa enndemnarrio, i guiada pelas matimas do Evingelho, seria conve-
prende um ministro, assenta-lhe na face urn goal I nienle aproveilar esses recursos, que a igreja sob-
de reprovacSo ; eliega-le ao imperador, encara-o | ministra na sua maternal solicilade, para excitar a
coro a pobreza, de um peito livre, e com a franqueza f, afervorar e nutrir a piedade, e reconciliar nos
da jmiira da raz3o diz-lhe : Senhor, vos sois com Dos. E leos meamos eorac,5es mais religiosos,
Brasileiro como eu ; como eo, deveis vos inleresiar diz S. I.eao Magno, n.lu podem escapar ,is manchas
pela telicidade da patria que vos vio nascar, qne vos da poeira do mondo, e precisan) de purifiear-se as
erioo, que vos educou e qne vos elegeo, nSo para aguas salnliferas do baplismo, da penitencia, quanto
deitardes qne esses vis a corrompam, mas para coi- mais aqoejles que vlvem lodo o anno abiorvidus nos
dardes na sua prosperidade. Se eu, senhor, leuho inleresses puramente maleriaes, e no meio das agi-
iuteresse nessa prosperidade, mnilo mais deveis vos tacOes de um seculo, onde nu se antolha par todos
lar, porque com ella seris um dos poocos eternisa- os lados senao perigoi e tristes vestigios de funestos
dos pelo escalpelo di historia, e sem ella iris engros- naufragios ? Qnanlo he deploravel a sua sorte ie ta-
saras negras flleiras dos muitos que leem manchado fiis a graca, e ao charaamento especial, que Ihes
seos volames. faz a igreja neste sinto lempo, 'desdobrando a ieus
a Condemnai os traidore qne vos rodeam ; elles olhos ludo que ha de mais augusto e sublime na re-
menlem qu'ando dizcm que ludo v,ii bem, e que a I ligiSo de Jess Christn, capaz de os despertar da
TRIBTJN AZ. DO COMMERCIO.
SeSSiO ADMINISTRATIVA EM 6 DE ABRIL DE 1857
Presidencia do Exm. .Sr. desembargador
Souza.
A* 10 e meia horai da manliSa, presentes os se-
nhores depatadoa llego, Bailo, Lemds, e inpplante
llamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ; e
seadolida a acia da oltiina, foi approvada.
Leu-se o seguinte
5 EXPEDIENTE.
Um olucio do consol dos Estados-Unidos, datado
de 2 do corrente, pedindo infutjnarOes sobre o "valor
de 1^000 rs. do Brasil, comparados c panhol oo dallar araericann. desde 2 de junujo de
1856 aislo 1.a do correule.Haudoo-se remalter ao
presidenta da iuada dos cnrrilores para satisla/er. .
Ouiro do aacrtdariu do tribuna) do commereio da
Baha, datado dn 31 de marro ultimo, aecusando a
i ecabimeaty do oflicio do tribunal do commereio des-
ta provincia, que aeompauha'a a relajAo dos com^
mercraata e agentes de leiles malricuudos de jn-
AlMtdjhaaaoaMtaiV; a fevereiro do correle.Merr-
Mandeu-se cumprir.e registrar a portara do mi-
nisterio de'juslica de 23 de fevereiro ultimo, conce-
dendo qoalro metes de licenca com veocimento, a
Manoel Anlomo Martn Pareira, eseriplurario da
secretaria do tribunal do cTnroarcio de-ta pro-
vincia. '
DESPACUOS.
Un reqaerimento, ja informado pelo Sr. desem-
bargador fiscal, de J. Sowage de Corepanhia, pedin-
do matricaUr-se.Malricule-se.
Oatro de Lourmco Laiz das Heves, pedindo re-
gistrar a noineacSo de seu caixeiro.Begislre-se.
Oulro da Manuel Francisco Carneo, pedindo re-
gistrar a procurarlo que ajunlaram. Como re-
quer.
Oulro da Joaojaim Jos da Silveira, pedindo cerli-
dto de estarem reeolhtdas as carias do hiite Ame-
lia, e do patacho ifCnnfianca.
Foram presentes aa cuta corrente* da praca.ralalivos a ultima semana.Ar-
chvese.
E nada mais aarT
ncerrou a seisao.
a tratar, o Sr. presidente
SESSiO JOOICIARIA EM 6 DE
Presidencia do sr- *
BRJVB1857.
mbargador
e l,i usa^e
bro a ses *
ales os Srs. de-
uimar.le-, e 01
opplenle
eli-
em que
Al II hons e t
sernbirgaddre* Vi
Srs. depalados B
Ramos e Silva^sy^,..presidente ab
he approvada.
Julgamentoi.
Entrando em julgimento os embargos
lio : '
Embargantes, Roslruo Kooker & Companh ,ia.
Embargados, Fooseca Medeiros & Compai ihia ;
Delpretaratn-jo as embargos, com decl ararlaj,
porm. de qflhf uullidade derr-Uda no ac cor 15o
eiubairgado, atnKnte compreheude a senlenra ippel-
lata. '
Entrando.en* olgamButii a a|peUar;5o commet cial
ilesla eidade em que silo :
Appellnle, a il_ Antonio da* Santos Fout ?..
AppaBnik. Ante io Joaquim da SiWa Castro, J o-
so de Oliveira Campa r Keller & Compa -
ubi. *
Kecebei am-a e* embargos.
Enlranrla em jnlg a appellacao eommei-
cial desta eidade em <)
Appellnle. Jos Peres da Cruz ;
Appellado, Matrae fioosalves Kerreira e Silva.
Fieou adiada. Rw'
A reyisla coamercial sao:
Recurrente, Antonio l'Mdo Ferreirn ;
Recorrido, Jos GomesTObeiro. ,
Ficou adiada.
NSo havan Jllar, o Sr. presidente
encarrou a seifao as 1|5 de hora.
Anda a
Dr. cruja
LaMlNAS G
Ogi^kein 16 dW*TC*3e 1857
|^H|i,'lu municipio da Sahara' o Sr.
de polica a' cala dos assassjiios autores
dosdisturbjM da l.agia Sant*. Nada lanbe ao cerlo
acerca do que se Un passao"o em relaja, a' ssrisAu
dos metrnoi ; apena* consta'que o Veneno Togira
paraos lados da villa da Curvellu.
Tiremos raxSo quin.ln Ihe escrevemos qne o reo
Joaquim Veneno era amigo e protegido de pessoa-
de Sabara' ; quein vaio iirar-no as duvidas foi am
jornal tefipM aaqnelU eidade inlilulado Progres-
sitia. Depois d> au^roar silencio por muilo lempo
acera* dos deplaraveis aconlecimenln da l,agi.a San-
la, ei depois de ler cliegaJo a Sabara' o Dr. ehefe
de polica, he que se lembraram de noticiar ao pu-
blico ira faci de lana Importancia.
Dizem alies: ...na se consegua al o presente a
prisflo desle ^exiintiiosos^ oj pirque o Joaqaim Ve-
ne'no,eslinuWo d multa geule, por maitas quali-
dadas boas que possua, lenha sempre sido prevenido,
e podido acaulelai-se,-e-oo porque todas as etpedi-
cftes teuham sido mal dirig las...
X vista das boas qualidades que possoe o lal Ve-
nena, n,1o he de admirar que ejj protegido por gen-
te de Sabara', e que ahi fosse vistalo quandn ni
anuo palo coaaieguio evadir-so da c le'a desta <--
dad*. lie pd*e'" P: vista tanto da senda i|oe deve Irilhar ; he doloruso
que acuelles que leem por missao esclarecer o epi
rito publico e arraigar na animo dos cidadaos ideas
de inoralid*.1e. amor a' onlem e s insl luirOcs, se-
iam os primeiros a fazer a apulogia dos criminosos.
He para admirar que reos de crimes 13o graves pas-
seassem puhlicamente por lodo o municipio de Sa-
hara' e Sania Loria, sem que a aoloridade podesse
conseguir eaplora-los por causa/lo apoio e protece;1o
qu' enlonlravam em habitante* do lugar.
Ja' que Ih fallamos no tal jornal de Sabara', ser
convenante moilrar-lhes bem ao vivo o espirito em
que he e car a $* fim he Iranscreverlh* o remate de um r-
tico publicado no mesmo numero em qoe io fez a
apologa da reo Venene. O artigo he intitulado
Brido di aa- erante, e finalisa deate modo :
MiB*"> Minii 1 agarra a um dewe* latrapu, im-
coocili.ir.io operoo os afTeilos desojados ; elles men-
tem quando dizem qne a paz esta' firmada, pois nun-
ca esleve mais ameacada ; elles menlem quando di-
zem qoe as renda* crescem sem vtame ; elles men-
lem...., menlem Indo E ja' que sois tio bom, e
que lendes orna alma nobre, salvai a patria, sal-
vando tambero vossa dignidade que elles compro-
meltern n
O que pensara um eslrangeiro que nS.i estivesse
em dia com os negocios do Brasil au ler estas. pala-
vras e o resto do artigo .' Na i Ihe parecera qne os
negocios por ca' vao a' inatruca ? Nao pensara elle
que o Brasil ja' se acha no estado daa sociedades de-
crepitas; que he um corpo enfermo a qoe ninguem
mais pude dar cora ? Ao ler esse artigo, e sorpren-
dido pela seu lom, pela soa lioguagem, pelo seu en-
Ihnsasmo, em um lempo em qne os espiritos mos-
tram-se calmos, em que a imprensa mosira-se come-
did- renunciando a um passado afOictivo, lembra-
ino-nos da pergunla qoe alguem fizera ao divertido
cavalleiro de l.a Mancha, ao v lo armado at os
denles em um lempo em que a Hespanha gozara de
profunda paz.
0 vleme cavalleiro ao menos pode responder ao
seu interlocutor, que Iralava de restaurar a nobre
ordem da cavallaria andante ; esto o qoe responde-
ra a.quem Ihe fizesse pergunla semelhanle ? O qoe
dira a qoem Ihe fizesse ver qoe ja' nao estam s em
lempo de declamacao ; que hnje.precisamos de.estu-
ltos serios sobre os negocios do paiz ; que para ins-
truir ao publico precisamos eonhecer os vanados ra-
mos da adrmnisti-.ic.lo, nstrnecao pnbliea, vial de
caininunicarao. c ilonisacao, reforma do clero, recru-
lamenlo, e lanas oulras cousas serias 1
He preciso que cerla gente desengane-se. O Bra-
zil nenhnma comparado tem com a Grecia, Boma e
a Franc* de 1789. O Brasil he livre, he librrimo,
como o prova a consliluicao e o aclo de sua refor-
ma ; como o prova o syslema representativo qne
nenliom Impero tem encontrado ; como o prova o
juay e todas as oulras in(ltuc,Oss liberis que pos-
snimos. Nao temos'-clero prestigioso e rieo ; u.lo
lemas senliores frudaes acaslellados em soas fortale-
zas ; nao temo* Baslilha ; nao temos nada do qoe
havia |em Franca de 1789 ; e entretanto fallara-
nos em tyrannos, em cadenas, e em oulras coosas
semelhanles.
I.iberdade tem o Brasil quanla Ihe basta, e qoan-
la chegarU para lomar feliz urna narn muito mais
adianl.ida. Nao he de liberdade qoe elle precisa,
mas sim de astados, de (rabalhos ulels, e d>s esfor-
cos de lodos os leus filhos para o elevarem altura
a qoe ella tem direilo.
No dia 9 do crranle reunio-Se o jury dela ca-
pital, sob a presidencia do Etm. Sr. Dr! o uniilia-
oo Jos da Silva, e servlndu de promotor publico
interino o Sr. Dr. Flavin Fariise.'
No da seguate o jury jiilsou o nico proces que foi submellido sus cansideraca. He este
faca, muilo li-ong-ir.p para os habitantes do Ouro
Prelo, pois attesla altamente a >ua m ralida
obediencia s leis. Rara lie a sessAsi-eui qu
um da julgar mais de Iras processos. fa maWdc
viole aunus que nao tem havido nesla eidade orna
s etecncSi de pena capital.
J he muilo conliecilo por Vm. o fado lamen-
lave) qoe se dea na eidade de Bsependy ao sul des-
la provincia ; queremos fallar do espancamento de
que foi victima o Or. Felizardo l'inheiro de Cam-
pos. He realmente um desses actos de brulalida e
que desejarismos nao ver repetidos. Coma que a
auloridade procede s indagarles nece-sanas para
descubrir o autor do delicio.
A Illm.a cmara desta capital dirigi ao governo
provincial urna represenlacilo, na qual, depois de
reconhecer om fado que lodos ni lamenlamos, a
faka de industria dos leus mnnicipes, e depois de,
mostrar recelos de que! por falla de ialereasas qne
prendan os' habitantes Ao solo manifeste-se no seio
da popularlo o espirito de emigracSo, aprsenla as
medidas qu* julga convenientes para obstar nm
foluro lo desastroso ; e vem a ser a criar.io dos la-
oieeroi, a cultora do tabaco e do trigo
Em relacSo a este ultimo pede a cmara ao Etm.
governo que mande vir de S. Paulo os apontamen-
los que ija^u^Wui^fM^ff^^t; Gabriel Jo-
Is dos
Sr quanto pensemos qoe qualquer dessa^ los- vam luanjje.ir gouviilos com a belleza e hacmonia
Iras possa deseovolver-se perfeilamenle ne'sio mj- "Iwphraiei, manelra' dft-sina aria ou pe^erde mu-
lavia" Ir*,
sua lethargica mdiflereur.i, elle* desprezarem 13o
opporlunos e poderosos aatilios para sustentar a
ua fraqueza na lula continua e porfiosa da car-
ne! contra o espirito, e das paixoes contra o de-
ver !
Mas ah irmam e filhos mnilo amadas, o qoe he
hoje enlre nos o lempo quaresmal, un que influen-
cia eterce elle sobre a moral publica ou particular '.'
Qual he o carcter que o distingue nos joizus do
mundo corrompido ; ou em que difiere elle dos un-
iros lempos do anno, a nao sar as pompas lgubres
de um culto meramente exterior, e despido daquel-
la intima adorarlo em espirito e verdad, que nos
ensrta o Evangelho I Ao pssso qoe a igreja repas-
sada de profunda magua pela recordaran da morte
do sea Divino Esposo, se cobre de lulo, sabslilae
os gemidos e acceulos da dor aos cnticos da sua
alegra e convidando seas filhos ao recolhimento e
compun;,lo, suspende asolemnidade daquelles mes-
mus actos qne npezar de santos e veneraveis, cns-
tumam dar lugar aos festins e prazeres do mondo,
estes, longe de inlerrompar-se, em reverencia dos
mais sacrosenlos myslerios do Christiauimu, conti-
nuara com a mesma insaciavel avides, sem que ao
menos nesse curto periodo se suspenda am pouco a
caudalosa corrente, emquanlo passa a Arca Sant*.
Urna mistara ou confusao sacrilega fere continua-
mente os olhos, e contrista os eoraces calholicos.
\ par das represenlaci3es tcenles da paitan do lie-
dempter, sobem scena nos theatros dramas profa-
nos, e qoe, segundo nos consta, nao podem achar
escusa ante a moral, ainda a mais benigna e tole-
rante E por esta occasiao nao podemos deitar de
reiterar os nossos votos por urna refuema qoe im-
periosamente reclamam as conveniencias da cvili-
sarlo christaa. Nos lamenlamos, irmaose filhos mui-
to amados, que se nao lenha comprahendido o que
exige a sanlidad do lempa quaresmal, e que por
vezes se haja pretendido oflerecer igoaes espectcu-
los e bailes de mascaras no proprio sabbado santo,
e efieclivamenle realisado no solemnissttno Domin-
go de Paschoa !
Como he. tornamos a repili-lo, qoe se passa or-
dinariamente o lempo da quaresma, on se cumprem
as obras sanias, que a igreja nos impe para nossa
sanlificecao '.'
Que he feito da lei da abstinencia e do jejum, lei
dictada pela mais alia sabedoria. e profundo eonhe-
cimenlo da constituido physica e moral do horneo,?
Felizmente a sciencia conspira com a religiao para
demonstrar os san lavis efleitos da sobriedade e abs-
tinencia sobre a mesma saude do corpo. Longe de
pjoduzr o mu r damno, ou allenuar ai forras do
corpo, elle o desenvolve e robustece, comoreconhe-
ceo a mesma antigiiidade pagfla, sogeitando os afilie-
las nos seus famosos jogus ao rgimen da mais *
ro abstinencia, e isla, diz o Apostlo, para
tarem urna coroa curroplivel, emquanto
ca chrislaa, muilo mais suave e in-
segura o premio de ama coroa r
a quanto maiores sacrificios e pr/
eilara os idolatras do mundo, pa
zos frivolos,* militas ve/.a, pe...... -u
pria etislencia ? Em urna palavra.o jejum pres-
to pela igreja preserva da inlemperanra de
dnloresas cons-qo -netas, reprime os vicios, eleva e
santifica a alma, e, como se l no* livross autos, un
do orar i c esmoln, elle allrahe vantagrns mil
vezes mais inapreriaveis, do que a acquisicao dos
ni iis ricos (heiouros. (2; Enlrelanto, a despeno de
toda* as raodiiicrc,es, com que a ternura a condes-
cendencia da igreja nao cessa de facililar a sua pra-
lica, esla lei tao anliga e to salular parece haver
c ihi.lo em desuso, vista do nenlium escrpulo,
com qoe ella lio qaasi geralmenle violada,- passan-
do-se a quaresma iutetra sem lalvet jajuar um
dia, ou nao fazanda usa dos alimentos quares-
maes, ou emfim servindo-se indislinctamenle de lo-
dos t
Os templas sao, em verdade, freqoenladns neste
sanio lempo, afim de oavir-se a palavra divina, e
ni!; mu felicitamos por essa numerosa concurrencia
das fiis ; mas quintas correm a nuvir nao a pala-
vra de Deas, mas a palavra do homem, segando a
I i ngua geni do A postulo, (3) islo he, que \a-.> s mo-
vidos pela conosidade ou pelo deleite, sementantes
a esses, de que falla nm propheta, que s proco
vam Usajye,i_r os ouvi.lns com a belleza
nicipio, e proIn/.ir os inelhores resultados, toda
n3a deitamos de reparar que a cmara parece acre-
ditar que a cultura du trigo ser* urna innovarn en-
tre nos.
He muilo sabido que a provincia de Minas ja pro-
duzo muilo trigo e de muito boa qnalidade. He
verdade que os lavradore (luanle milito* anuos vi-
jam-se onrigadas a parar, porque a ferrngem des-
Iruia-lbes iiiieiraineule as serss ; mas ha muito
lempa qne esse II \gello desapparecea, continuando
os las-radares com suas plantar"-?-. Conhecemos
multo; lagares em que loos us anuos colhe-se nao
pequea pun-lo de Irigo ; entre onlros citaremos
Jajoary e IVranli.i. Nusle ultima logar a praduc-
rao leui-1amado mais largas proporees ; e se a-sim
rilo fora, o pao nos municipios do Serr e Diaman-
tina seria um objecto de loto, visto o elevado pre-
co do Irigo eslrangeiro, e sobre ludo a alta a que
tem rliegado os presos dos transpones. Nese mes-
rao municipio consta-nos qae existo um fazendeiro
qne lodos os annos colbp urna pequea porga i.
Foi publicada no Correio Ofllciala nma relacao
nominal dos sacerdotes perlencenles a' diocese de
de Marianoa, ettrahida de um quadro aprsenla lo
pelo Etm. e livmo. hispo. Dessa relagao cansa
qoe o sor vico di vin > nesla diocese ha confiado a 407
saeerdoles, distribuidos do seguinte modo : mero-
bros do cabido II. vicarios 158, capellaes-curas 4,
pa. tres nao empregadoi 222, lazariilai 11, capuchi-
nhos 4. Pode-se calcular, ao manos aprqtimada-
menl que a popular.lo da parta da provincia de
Mioai que comprehende a diocese de Marianna nao
lem mus de 900,000 habitantes, vjndo a estar um
sacerdo le para 2,211 ovelhas !
He r ealmente mnilo pouco ; mas preferimos isso
a ver lodos os dias crescer o numero dos padres,
sem crer.cer ao mesmu lempo ,i soa moralidade e
llaslrar,l,o.
Temos f que o Etm. hispo com as dispusirne-
que lodos,, ||iC reconhecem, auxiliado em suas vistas
pelo governo imperial, possa muilo concorrer para
a reform a do clero nesla provincia, ama das mais
palpitantes Uecessidades qne sentimos.
O nono correio tambero cosluma pregar-nos suas
pe(as. P.;lo contrato he elle obrigado a chegar a
ela eidade as 7 horas da noite ; e entretanto s
nesle monjenlo, tala he, s 10 horas da manhaa do
dia seguni.e, he que se dignou favoreeer-no's.
[Carla particular.)
(Jornal do Commereio, do Bio.)
BAHA.
A Quaresma.
otn Komualdo Antonio de Se\;is, por
merc de Dos e da Santa Se Apostli-
ca, arcehispo da Baha, metropolitano e
primaz do Brasil, do conselho deS. M.
o Imperador, grande dignitario da or-
dem da Rosa, gra-cruz. da de Christo
etc. etc.
Ao clero e fiis da nossa diocese, saoda, paze ben-
cilo em Jeiji* Christo nosso Divino Salvador. .
O Sanio lempo quaresmal, em que vamos entrar,
olTerece lanos motiva)* de edificaran para as almas
verdadeirarnenle calliolicasl e qne comprcliendcm
toda a imp i l.ni'-i. das pratiias instituidas pela igre-
fVtngalajjlias das vajao, qlie nao podemus dispen-
saT-iiosnB)lr'8i /os, cumitom quasi ludos os an-
conlinuan lo os seus corare. a setem domina-
dos dos vicios. (4) Embora porm nao seja ISo pa-
ro, como he pira desejar, o motivo que os conduz
onvir a palavra evanglica, a grar;a divina maitas
vezes se serve de-tes meios humanos para fructificar
a sement cabida nu em pedregulho, ou ntre espi-
nhos, que ameacam lulToci-la. (5) ,
Que diremos do preceito da confissao annnal, tao
altamente recommendada e estatuida fela igreja de-
bilito de severas penas ? A confissao Sacramental
intimida por Jesos Christo, como o meio ordinario,
ou o canal por onde noajhe cammuoicada, em vlrla-
de do prego infinito do seu sangue, a remis*ao das
culpas eommellidas depois do baptismo, abriga os
liis sempre que a ua cunsciencia o aecusa de pec-
eado mortal ; mas havendo punco a pouco arroma-
do o prinitiva fervor, a mesma igreja esclarecida
elo espirito de Heos e lolicita pelo bem espiritual
e seus filh', ordenon, que essa confissao se ciipi-
pn-se ao menos orna vez cada anno, nao cora"
obrigacao nova, mas como a etecuc<1o do p
divino.
Ah a como he que se observa est
eciim-
I
/mida,!
tao coniefrlaoea aos instinclos do corar;
que busca no seio de um amigo Bel .pa
Ihu e o lenitivo de suas penas, eiue mol
devera' encontrar na palavra 3naa*ola latTi lerll
caridade do ministra de Dos, qan llieafferace o
perdao, ecom elle urna alegra i^^^
do terrvel peso do remorso aK
Casta-nos, mas forja he.dlzer,
numero vive e marre, scm'nonca recorr
lutifero remedio, e qaando muito, s a familia
cindir, irmaos e filhos muilo amado*, de locar em
am ponto qae vos deve merecer a mais seria alien-
cao, mormulle em um tempo consagrado .i' solemne
eipiaco doi erros e fallas passadas.
Fallamos da guarda do domingo e dias sanios, que
apenar de algumas medidas repressivas tomadas pe-
la competente antondade civil, anda conlinoam a
ser particular a publicamente violados, com injuria
da notoria religiosidade da nossa provincia.
Qaando se relete neste abandono do dia do Se-
nhor, destinado exclusivamente a render-lhe as ho-
menagens da nosia dependencia, e reeouhecimento
aos seas beneficias, fiea-se como vacilante e duvido-
io sobre a religiao do paiz, que aprsenla igual vio-
ladlo, N3o he de cerlo o calholicismo, onde he tan
etplicito o precailo divino e ecelesiaslico da guarda
do domingo : o paganismo lambem nao, porque nao
ha quaai am paiz infi-l, que nao (eolia reservado
um dia na semana para tributar algum coln aos seus
deoses, como atiestan os seus meamos escriptores :
(&) (inda menos, o hebrasmo e o proteslantismo
que, como ningoem ignora, observa com um rigor
quasi supersticioso, aquelle o sabbado, e este o mes-
mo domingo. Sera' por ventura o Deismo ou racio-
nalismo ? Mas este admiti a etistencia de Dos e
da lei natural, e consegoinlemente a obrigacao de
consagrar om templo ao Culto da Divindade, e ao
reponso do corpo e do espirito, como confessam al
os meamos suspeilos philosopho>. Onde collocare-
mos, logo, o povo qoe sem escrpulo se entrega ues-
te- tantos dias aos inleressantes trabadlos da agri-
cultura, da industria e do commereio, nao conhe-
ceudo onlra lei que o proido de urna desmesurada
cobija ? O povo que livesse al este poni abjura-
do as soas crencas, merecera ser qaalificado de nm
povo sem Dos e sem religiao, e por consegointe
segregado da commnnhio de lodosos pNvos do mun-
do. Ah Nos fazemos do* vossos religiosos senli-
mentos, irmaos e filhos muito amados, mais favora-
val concello, e vos irrogaramos ama grave oflensa,
se vos considerassemag neste deploravel estado ; mas
notai, que a frequencia ou o habilo'da lei, qoer na
abstencao das obras servs, quer na pralica dos actos
de religiao e piedade, pode conduzir-vos a esse In-
feliz extremo ; e prtanlo, nao s vos ethorlamos
mais escrupulosa filelidade, no camprimenlo do
terceiro preceilo do declogo, como lambem recom-
mendamos aoi revertidos parocbos e aos pregado-
res da prsenle quaresma, que empenliem o seu zelo
na demonstrarlo deslo ponto de doutrina, nao me-
nos religiosa, qne social, como indiciosamente ob-
servou um illustre estadista, nOo davidando afflr-
mar, qae se a santificarlo do stimo dia da semana
fosie ama para instituirlo dos homens, nunca elles
teriam podido imaginar nm melhor melhodo para
policiar e eivilisar o genero humano. (9)
Com eteito, as reunios dos fiis nos templos para
os etercicios do Coito nesses dias santificados,'con-
Iribnem a fortificar o espirito de uniao e fralernida-
de enlre ss familias ; as palavras dn pastor ns ins-
truera do que devem a Dos e a' patria, e o Sobera-
no Autor da sociedade nunca deita de derramar a*
heneaos qoe Elle prornellc, especialmente ao po-
vo dedicado e obediente a esse grande preceilo,
que interessa directamente a honra de Sua Divina
Mageslade.
ltimamente havendo-se aggravado ainda mais op
que no anno transado as dillicaldades da abstinen-
cia dos alimentos prohibidos durante a quaresma,
em razao da grande c "esla dos vveres, concede-
mos o uso da carne put ado o lempo da quaresma,
a' etcepc.lo dos rrrimeiri quatro dias, e bem assim
das setlai-feiras, e toda ., Semana Sania ; cuja per-
missao ampliamos aos mais dias de abstinencia em
todo o corrente anno. etcepluando as qoalro tm-
poras eas viglias do Pentecosts, da l>.nvula,le de
S. Pedro, da Asiumpcao de Mana Santissima, c do
Natal ; snhstitalndo sempre a elW^ac.ao do jejum
'i conformidade das, regras raC.n'liicida* pela
..Arija.
Dada nesta residencia di Penha, sob nosso sig-
nal e sello das nossai armas aos 20 de revereiro de
1857.
Logar ){< do sello.
Ilomualdo, arcebispo da Baha.
(O frasil.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
FEIINAMBCCO. '
MACB1.
Macei 4 de abril de 1837.
Charissimo Sr. Nao me foi possivel escrever-lhe
palos vapores < Persiaonga a e Paran por causa
da motivos justos, o pnmeiro encontrou-ine no Pilar,
o legando em um dia asiago i minha iudividuali-
dade.
Sim, charo senhor, a sociedade impe deveres, a
necessidade incita-juu ; ora, collocado-em lal posi-
cao, o que fazer* Atlender a esla sem olTender aquel-
la, ais aqu o que procuro realisar, de maneira que
gyro sempre em nm circulo limitado.
>e eu fura como tantos .nitros, que para promove-
em a aquisicao de ama fortuna, mo trepidam, pe-
rante os meios anda os mais reprovados, cerlo seria
um Cresso, om Rolchild. Mas, se para chegar a essa
nosicao he preciso mudar de convieces, tratar com
ndifierentiimp i humauidade, conculcar os princi-
pios divinos e sociaes, por taes meios nao ispiro a ri-
queza, quero embora vegetar, quero ser proletario a
ultima atpressao da ahjeccao. Ao menos meas pra-
zeres nao sortlo eivados de negrume, a minha cons-
ciencia nao lera aguilhoada pelo remorso, dormirei
em paz.
Nao ignoro qne a quadra he do positivo, eque o
dinheiro he actualmente o movel de todas as acces
humanas, bem sei qne toda* as nspiraces tem por
incentivo a uqui-iro do metal sonoro ; mas por ser
isso da moda, segue-se qae o homem para realisar
esse desidertum, olvide os principios coraesinhosda
razao, j ofrendando a moral, j a casia da humani-
dade, ja promovemio transamos na ordem soeial, e
tornaiido-se cousequenleineule ollagello da socidade !
Nao, nao.
E depois, porque a sorle Ihe* lorri benigna, por-
que podem, per faz ou nefas, alcanr.ar uma'-posijao
ampluosa, por j possoirem dez, vinle ou quarenla
calilos, cstao ipso fado aatorisadu a desprezarem
aquelles a quem a forlnna nao resoveu enriquecer'.'
E que llevares sao estes, upermre a aquelles, mas
'C0I)M'|ooiarp'oqter o positivo, por lautift posse do dinhei-
el srllivan
5--
da-o
i nm grania
er a este sa*
ifleWa isllvliares de na sustentara...
Peruillp-me esta divagacAo, mas como conler a
inirli ndimiacao, quando observo meia duzia de
conserva alguns vislumbres de f, chama-se, he, ver ?.55*^ Sem menl0' ,em Precedentes honrosos ; i
das pelo ar-
dente desejo detajaor irrer para que mo receban em
vao a graca, que^ iai das misericordias o Daos de
toda a consolarlo bun laolemni'.p vos lib-ralisa
nesle landavel lempo, especialmente consagrado
penilencii. Oh t quanto headmiravel asabedoriada
igreja nesla anliga e veneravel in-.tiiair.io, qae IB
tem por fim melhorar o homem, e chame lo arepa-
raros seus erros, renovar o espiilo da soa vocacao,
qoalqoer qne seja o seu estado, e rehabilila-lo na
amizade do seu Criador I
Ainda quando a sociedadej ehrisISa apresanlisse
em todos, ou no nreior numero dos individuos que a
compe, o aspecto llsongero 4* ama vida toda re-
dade, o sacerdote na hora do penga, mas quasi sem-
pre quando ja as sombras da morle cercam o misero
enfermo, qoando a sua razio se acha obscurecida,
e aberlas dimite delle as porlas, da eternidade, de
sorte qoe lodos os esforcos do zeloso ministro, no
meio das angustias, das dores e conslernacao do po-
bre agonisanle, abandonado dos proprios amigos, que
por ventura ha vi,un concurrido para se Ihe lelarda-
rera estes ltimos consol* da religiao, apenas po-
dem a muilo cusi arraucar-ihe urna confissao atri-
bulada, confusa, quasi iinperceplivel, e que s por
um milagre da graca pode reparar urna vida de pec-
cadns a de escndalos! E sera' isjo morrer como
ehriiiao 1 ^
Corniola, irmaos e filhos mailo amados, o que
mais nos contrista he a pertinacia daquelles que, ou
por ignorancia- oo por malicia, entendem. qoe se
pode omillir o preceito da confissao, sem deitar de
ser calholico, formulando para si e suas familias ama
especie de ealhulicismo maulado, e acommodado
aos seus caprichos e commodidades. Os %>ai< po*ir
tivos orculos do Evangelho, a tradicao constante
de lodos os scalos, os decretee mais le minantes dos
concilios, a emfim o sufTragio dos maturas incrdu-
los, qae reconhecer*m as vanlagens da confissao Sa-
cramental, mesmo a bem da socie la le. nada valem
peranle esses neo-catholicus, que blasphemam o que
igooram, e no seaorgulho se constiluem arbitros do
manir, do mais alto, e rriais delicado de todos os in-
leresses da humanidade, a religiao Segurameute
elles nao comprehendein que este edificio celeste he
tao compacto, e 13o unidas e ligadas as diversas po-
cas de qoe se compoe, qoe deslocada urna lodo
elle se abala e se desmormn. porque a uuidade he
i'ui dos seus mais bellos a essenciaos caracteres. He
assim, diz o apostlo S. Thiago, que a Iransgrt'S'Ao
de um s preceilo importa a IransgressAo de toda lei
(6) ou, como se etplica a igreja em urna das suai
mais antigs prof'uses de f, aquelle que a nao guar'
dar toda inleir.i perecer' eternamente.Nisi quis
integrara, invinlaUnnque seasen!, in xlernam pe-
ribil.-K7) *
Conclnindo eslas succinlas rclleia.s, que ja por
oulras vezei vos lemos dirigido, nao podemo* pres-
(1) 1.' ad Corinth. cap. G. v. 2.
(2) Tob. cip. 1i v. 8.
(.'<; ad Thessal. cap. 2. v. 1:),
(*) Ezech. cap. 32. v. 33.
(5) Le. cap. 8. v. 7.
(6) Jaeob. cap. v. 10.
(7) Alhioii. Symbol.
ro ha a plena aolorisarao, para a insolencia e ousadia
do mistravel agila.
Itfe ie amercie desses vermes njenlos, dessss har-
ttesse lerriveis esiranguladores, para quera os
Iretandi porque a sorle lites foi favorevcl ja desde-
nhao e fogem doconlaclo do pobre, jolgaudo-se tai-
vez feilos de oulrn forma que nAo a dos descenden-
tes de Ado. Amouioai vossos caprichos, lornai-vos
o mis Lculos e Cressos, mas an menos lembrai-vos
de vossos semelhanles, trata] de preencher os deveres
qoe vos impe a religiao de Jess Christo, reeordai-
vos emfim, da morle, paradeiro oude esbarram as
lerriveis aspiraron- dos moostros ambiciosos. Basta.
Parlicipo-lhe| que esla capital e provincia conti-
nuara na posse de perene lianquillidade, e seus dig-
no* habitantes invidam esforjos para m.inle-la nes-
sa postj.lo amena a saodavel.
A machina governamenlal continua movida pelos
mesmos agentes, e impellida pelos n.....mis comhus-
tiveii inlelligencia, actividade e d.dirarao a prol a
realisaro do progresso moral e malenal."
A assembla provincial est no gozo pleno de suas
foneces ; e seui dignos membros, afanosos, procu-
rara atlender as necessidadd palpitantes da provin-
cia. Dos os illnmine.
A eleirao de vereadores e juizes de paz concluio-
se em paz, nada apparecendo que amearasse toldar n
horisonte da capital.
Nada menos era de esperar da ndole pacifica dos
cidadoi chamados a etercer o direilo da soberana.
Nesla freguezia, um memhro da mesa, o capiao Al-
meidn, prolestou contra algumas irregularidades, que
diz S. S liveram lugar na eleirao. O lado govarms-
la tnumpliou.
Resta agora queoselleitos se compenetren! de soas
posicOes, tratando de atlender as palpitantes necessi-
dsdes do municipio*
Chegaram a ela capital daa* irmfies da ennfraria
de S. Vicente de Paulo, que nesla provincia vemet-
ercere suas sublunes ej heroicas fancees de cari-
dade. Sejain hem viudas, esses aojos de bandada e
que seu enemplo sirva de incentivo nesta Ierra, de-
monstrando a i rau.luisa influencia da religiao, quan-
do abracada com fervor e dedicarlo.
Tambm ala chegados nesta capila.1 os corones Mu-
uiz Tavares e Burlamaque, este veio etercer as func-
SOes de depntado ajudante general, e aquelle, tomar
a commando do 2. balaihao ora estacionado nesla
provincia.
Emfim, mea charo Sr., treta-se de levir a vante a
apresentacao de alguos actos da Semana Sania nesta
capital, caja falla era sobremanera ensivel ; e Un-
to mais, altendendo a'abundancia de meios. He o
caso qae a pobre e desherdada Alagoas, a decahida
Villa do Norte, a decrepita e proslrada Atalaia ape-
zar da etigoidade de recursos, nao trepidaram ei-
las apresenlando em plena etposicao os sacrosantos
misterios da Paiao e morle do Salvador.
O dia 25 de marco, anniversariodo juramento
Consliluicao do imperin, que sempre pensei pasiar
desapercebido, foi ao contrario aplaudido. Teve lu-
gar am beja-mAo em palacio, onde compareceram
lodas as personagens civis, militares e consalares.
A' noite, a sociedade Becreio Familiar deu um im-
portante e esplendido soire, onde depoii de cantado
o hymno perante o retrato do illostado e magnnimo
Monarclia Brasileiro, enlraram em esercieio os et-
eellenlitsimos e distioclos cavalleiros e beligerantes.
All cantn a artista Girardot, mas teve de fazer
fiasco, vendse teedida por urna joven Alagoana,
a Etm." Sr.a D. Amelia Cardo o, que dolada de um
genio artista, desenvolven rara perfeicao. A facili-
dade nos transportes, a meloda de sua voz sonora, a
pasn-fio que a-sume qaando seas labios vibram um
smn arrebatador, sao oulros tantos dotei qae exal-
tan) a digna e encantadora Alagoana, portento da
arle dos Rossini, Belline, Doniulli e Mercadanle.
Oiiad-1 le, Den.qood Cesaris Cesari, o seo a seu dono,
se madama Girardot fosse algoma cousa em cantona,
seria o primeiro a elogia-la ; mas nada tenho ouvido
que demonstre sua aptidao. res ora verba, quero
fados.
Segu para essa provincia, ende vai descansar das
fadigas administrativas, o Etm. Sr. Antonio Coelho
de Sa^Alhuquerque, digoo presidente desta provin-
cia, e depois seguir a tomar parle na cmara dos de-
pula las, de que he digao memhro.
Os amigos de S. Etc., desejosos de leslemunha-
rem a S. Etc. a estima e grali l.lo que Ihes votam,
resolvern), apezar de estarmos protimos a' Sema-
na Santa, dedicaram-lhe am baile, como a prova
frisante de reconhecimento. S. Exe. annuio aos de-
sejos dos seos amigos ; entretanto, nao querendo ce-
der-Ibes em provas de cavalleiriimo, resoveu S.
Etc. dar em seo palacio no dia 1" de abrij urn es-
plendido cha'.
De feito, neise dia, como em oulros all compare-
c, e desde logojnlguei de observar o enlhusiasmo,
que se divisava nos semblantes de todos, primando
em elegancia e sumpluosidade o bello seto, como
sempre etpandindo-se na arena da amabilidade e
poesa. A Etma. Sra. D. Balbina Calheiros da (ira-
ca, esposa do digno cavalleiro o honrado inspector
da tbe-nuraria provincial, o Sr. Uuilherine Jos da
Graja, a Etma. Sra. D. Conslanea Canda deCar-
valho, esposa do sympathico e eslimavel Sr. Dr.
Jos /.adiaras ,de Carvalho, ambos| lislinctns Per-
namhucanos, primaram no preencbimenlo de suas
funcres no rebebimento do madamismo, e fazendo
as honras da casa.
S. Etc. o Sr. Si e Alhiiqiierque, duplicando em
cavalleirismo, era incausavel, sua atleneao volVia-se
a toda a parte, a menor circumslancia era atlendida
por S. Etc.,
All viam-se jovens elegantes e radiosas dando
etpansao a' suave poesa dos seus encantos, acola
dislinrtns cavad-ros rslcntavam a amabilidade e o*
espirito civilisador, finalmente tudo all era esplen-
dido, potico, e as horas passadas em taes folgares
serilo por nos lembradas, como oulros oasis quaes
nos disertos da I.ybia ardente depara o caminhanle
extenuado.
Temos ainda que observar o baile, qae lera' lu-
gar hoje no palacete da assembla provincial, fui
convidado, esp>ro porlanlo poder miuislrar-lhe al-
gumas informaees a respeito. O vapor nao demora'
a sahida, ratao porque nao aguardo a conclu-an.
'Am.I,, nao se sab, quem sera' o vice-presidenle,
quu substituir' S. Etc. na presidencia ; dizenvuns,
que ser' o Dr. Jacintho Pael de Mendonr, oulros
o Dr. Uchoa. Veremos quera sera' o infeliz mortal,
que por subre os hombros carregara' o pesada madei-
ro presidencial.
A saluhridade publica vai benigna, posto livesse
fallecido de febre araarella um rnarinheiro de urna
barca ora Tundeada neste porto.
Dos se amercie do povo brasileiro.
Nada mais tenho a participar a Vmc.
O commereio marcha animado,o Iraquejo esla
em o fervel opas.
Preparavam-se alguus rapazes, para apreienlarera
alguns bailes masques na Paschoa ; mas parece, que
a idea nao gaulion proselyliimo, cahio na terceira
ili-rus-(ii. .
Adeos; di*ponha*do pequeo presumo do
Cosmopolita.
PERIAHB1IG0,
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBUCO.
Sossao ordinaria am 3 de abril da 1857.
Presidencia do Sr. Jos Pedro da Silva.
Ao meio dia, ventcando-se haver numero legal
dos Srs. de pinados, ahre-se a sess.ln.
1.1 la, he approvada a seta da anterior
O Sr. Primeiro Secretario aprsenla o segainle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do secretario do governo remetiendo
em original o relalorio e documentos apresentados
pela ibesourana no corrente anoo.Inleirada.
Oulru do mesmo Sr. remetiendo as posturas da c-
mara municipal de Nazarelh.A' comraisso de ne-
gocios de cmaras.
Oulro do mesmo Sr., remellen lo ama represcnla-
(3o em que 93 habitantes da freguezia,de Una pe-
den) a transferencia da respectiva sede pura o po-
voado de Tainandarr; obrigando-se alguns cida-
dla* cuiicorrerem com a quanlia de 2:237?) para
edificaren) urna nova matriz.A' commissao de esla-
lislica.
Uulro do mesmo Sr., participando que S. Etc. o
Sr. presidente da provincia recehera a relacao dos
Srs. deputados, e que a remetiera a Ihesouraris pro-
vincial.-loteirada.
OBDEM DO DIA
i'.oniiniiarao da segunda discossao da emenda of-
ferecida em lerceira, ao projeclo qoe fita a forra
policial para o anno futuro.
O Sr. A. Canalcanli: Sr. presidente, pedi a
palavra para juslillcar o meu voto icerea da emen-
da em discoss.lo, e lencionava abandonar a quesillo
paramente poltica, at o momento do discurso do
nobre deputado que me preceden,
es, o descamnenla, o servilismo, emfi(p, Desdep^rtlH. i'rm-rrnnvi. resolv ainda que suc-
'*' Tintamente, refutar sua argumentarlo, na parle dr
(8) Vid. si lomo s dai vida* dos padre, Marlvra*,
e oulros prineipaes santos, traduzidu pelo ahbade
Godescnrd. cap. 2.
(9) Adisson no sao a Espectador citado
mesmo Godaicard. oo cap. 3.
pelo
que eu quizera prescindir, se o nobre deputado nao
fallaase por aquelle modo ; se mi o emilisse algumas
pniposires que parecen) considerar o partido da op-
posijao mais ardeiro do que aquelle a que mesmo
o nobre diputado pcrlence.
O >':. Paula Uapttsla da um aparta*
O Sr. .4. Canalcanli: Eu pretanlireiipsis
verhisas suas palavras; pode r 'sfae entende-se
mal, mas em Indo o eso eu aceitara! as etplicaijfles
do nobre deputado, poique naoqueroqae appsreja
senAo a linguagem da verdade. I
Era hem conveniente, Sr. presidente, que esla
discossao au livesse anparecido, era her conveni-
ente que se fallasse nicamente no corpo de polica
e nao na poltica ; eo nao suu etagerado, desejo qoe
lodos sejam comedidos nesla xtiicussAo, mas por isso
mesmo qoe nAo goslo de etagerares, nao posso ad-
millir, mo posso concordar, que um dos no-
bres membros desta casa, qae pensa como nos,
que pertence ao mesmo lado poltico, procure, ainda
que involuntariamente, desabonar aquelle partido a
que elle prlene*.
Limilat-me-hei, Sr. presidente, com a modera-
cao possivel, refutar alguns argumentos apresentados
por aquelle illustre deputado.
Disse elle, segunda me record, que alguns esp-
ritus qne se queriam lomar necessarios na poltica,
procuravam fazer impulacOes a partido contrario,
impiitaroes que nao linham o cunho da verdade,
afim de conseguirem seus intentos ; dizia elle, qoe
as ideas de ordem dominavam no partido da oppn-
siria, e que es-as desordens que algumas pessoas Ihe
atlribuiam nao cram senflo nm calculo, urna espe-
cularlo para conseguir cerlos fins.
A argumentarlo, Sr. presidente, neste ponto, ifao
pode deitar de invotvcr cerlo myslerio, (apoiados),
e In-jiisi.,m.-ni., (sle inxslerio que nao he cuuvenien-
le.deitar de desenrolar, deitar de se paleulear com
a i.....nss.,11 clareza.
He verdade qoe, de um e oulro lado ha homens
ordaroa, asira como lie verdade que de um a oulro I
lado ha homens etagerados; mas, Sr. presidente,
que as ideas de ordem pertenec com muito mais
lirmeta ao partido actual....
O Sr. Percira de Hrito :lie o que resta pro-
var.
O Sr. A. Canalcanli:He o qae nao soflre con-
lestaCalo alguma.
Que o partido contrario as elnres passadas pro-
ceden regularmente em quasi lodos os lagares, islo
he, que nao procedeu como costama, he urna verda-
de e merece elogios, porque se portou'.eom modera-
rila ; mas nao se pude dizer anda assim, como disse
o nobre deputado que me precedeu, que a ordem
na eleirao foi em grande parla devida aos nossos ad-
versarios.
Nao, Sr. presidente, a ordem foi devida ao bom
senso dos Pernambucanos, e a maneira porque se
portn o illustre administrador da provincia ; a or-
dem na ele'irSo foi devida a regularidade com que
se procedeu em quasi todas ai fregueziai, a ao pro-
eedimenln da parte do presidan!* as irregularida-
des, que por acaso se davam neste ou naquelle lo-
gar. Se houve ordem, Sr. presidente, nao ro se-
nao porque desorden) nao poda haver, nao foi lenao
parque o povo nao se sajeitaria a lervir de machina
para algumas pessoas que em algumas epochai, qae-
remsabir i custa delle ; nao foi,.senao, Sr. presi-
dente, porque o povo oo seguira alguns dos mem-
bros da opposiriio, se por acaso tenlassem fazer el-
les desordens....
O Sr. Per tira de Itrilo :E vice-versa.
O Sr. Paula Baptista da um aparte.
"O Sr. A. Canalcanli :Perdoe-me o nobre depu-
tado, j disse e protesto qae me t\ei de parlar com
toda a moderarlo ; ja disse que nio sou etagerado.
Reconheco caracteres ordsiros no partido da oppo-
sico.
(Ha nm aparte.)
\ minha posirao, Sr. presidente, nesla questao
sera' somente defensiva, nao a tornarei de maneira
alguma oflensiva ; apenas quero responder ao no-
bre deputado.
A ordem, Sr. presidente, como eu dizia, foi de-
vtda em grande parte ou antes em mailo grande
ao bom-senso dos Pernambucanos, .apoiados; a foi
devida em grande parle a direcrao regalar dada pe-
lo i re.si.leulc (apoiados). Appareceram pequeos
disturbios em alguns Ingares, esses disturbios parti-
rn) de nm e ootro lado, mas a maior parle, da op-
posico.
O Sr. Pereira de Brilo .Na maior parle nao,
Senhor.
O Sr. A. Canalcanli:Quero -conceder, qpe fos-
sera igoas partes, (ainda qae gratuitamente), mu
em lodo o caso j\So se pode dizer que a ordem foi
devida em grande parle a oppoiiro. Appareceram
disturbios, mas esses disturbios foram immediata-
mente sufiocados em alinelo a maneira, porque a
administrarlo se portn, e a disposicao em que es-
lava de mauler a liberdade do voto, nao querendo
que a eleicao fosee senao o resoltado das ornas:
este pensamenlo, Sr. presidente, foi a causa certa-
mente da ordem que reinou na eleicSo.
He preciso notar, Sr. presidente, que o partido
da upposirilo nao poda locrar absolutamente com a
desorden), he preciso notar que ainda mesmo que
algum de seos membros procuris* a desorden), elle*
linham ludo a perder naquella occasiao, porque era
neceistiro, para acredilar-se, qoe fossem ordeiroi
enlAo.
A reyolncSo de 18i8 desacrediloo o partido qoe
est hoje debaito, aponlo de ser preciso que con-
yencessem ao paiz, de maneira mi > equivoca, das
ideas de ordem, para poder algum dia ter o neces-
sarioconreito e poder tomar parte nos negocios po-
biieos. Estes inleresses visavam alguns de seos che-
fes, cuja inlelligencia nao pode ser contestada, es-
tes chafes linham necessidade por tanto de conler
lodo qualquer etcesso da parte da seus alliados.
N3o foi por lanto, Sr. presidente,' as ideas de or-
dem queestivessem enraizadas nos membros da op-
posirao, nao foi por lanto o desejo de mauter a Inste
quillidade publica, o qoe os levou a au perturba-la
na occasiao da 'eleirao : em primeiro logar, un a
pnmeira cao-a da ordem qu* na eleicao houve, foi
a necessidade de acreditar-se, sob pena de nunca
mais lerem conceito na opinin publica ; a ganda
causa foi a impossibi'idade era que eslavam, e sob
pena de serem nleiramenle suOocados, se por.ac-
caso fizessem desordem. A Iranquillidadc publica
por tanto, a ordem nao foi devid.i em grande parte
a oppoiicao, mas ro devida ao bom sonso dos Per-
narabncanus, 8 direcc.;1o reguiar, dada pelo gover-
no a eleicao...
- O Sr. Pauta Buptista-.E olles nao sao Pernam-
boeanos ?
O Se. A. Cavalcanti:Eu o que contesto he a
proposito do nobre denotado, ua parte qae quer
dar a gloria a opposijao ; por que quero que h gloria
Tosse devida a lodos, a am oulro partido, e he
ueste sentido que eu argumento.
O Sr: Pereira de BrHa:Veja qoe disse que elles
linham a certeza de ser enllocados.
O Sr. A. Canalcanli:S,e por acaso fizessem des-
ordem. .
Senhor presidente, eu ereio mesms que as nossas
coosas nanea mais chegar.ln ao p em qae chegaram
nessa epocha de luto qae nos lodos sabemos, nos 5
anuos que acabaran) em 1848 ; creio mesmo qoe o
partido da pposic.io hoje proeede com mais mode-
racao, e islo por necessidade ; porem, Sr presiden-
te, as ideas de ordem nao o dominam como ao ou-
lro partido, porque aa ideas de ordem sempre foram
as nossas ideas, as ideas de ordem sempre primaram
era nosios actos, e os sofirimenioa porque passamos
na admimslr.icao do Sr. Chichorro bem o provam.
O Sr. Pereira de Brilo:E a revoluto de Lagos?
( Cruzam-ie apartes, sussurro prolongado.)
O .S>. A. Canalcanli:Nao foi precisa a ac$3o
do governo geral nessa mesma quesiao em que alias
nao figorava o partido, e islo basta para responder
ao nobre deputado. Compare o nobre deputado isio
qoe chama revolorao com a de 1818, atienda a* dif-
liculdades com que lulon o governo m om e oulro
caso, veja o procediraenlo de nns e oulros, a tira a
consequencia que quizar.
He urna verdade, Sr. presideul', dizia eu que o
partida da npposicao hoje n.lo tem mais ai ideas ex-
agerada! d'oulrura, que linha necessidade de modi-
fica-las, mas-he lambem ama verdade, qoe entra
nos seus clculos palmeos actualmente a ordem,
porque se a nao livercm, se nao se conliverem nos
seus verdadeiros limites, nonca raaii governarao,
nunca mais serao cousa algoma.
Eu nao quero, Sr. presidente, fazer increpares;
dise pelo contrario que a oppusirao se porlou com
dignidade, disse, pelo contrario, que pequeos dis-
turbios devidos a alguns homens ev gemios foram
siiffocados por om e oulro lado ; digo ainda que na
Boa-Vista, por etemplo, a npposicao porloo-se bem,
mas a ordem nao Ihe foi devida em grande parle, e
se algoma diQereuca houve entre um e oulro lado,
eo direi, qoe estando prsenle, que estando nqui
a-'isiindo a loda a eleirao, e vendo-a como lalvez o
nobre deputado nao vine, posso assegurar qae foi
ella em favor do partido actual...
O Sr. Paula Baptitca-.tto porque ve mais do
que eu.
O Sr. A. Cavalcanti: Nao senhor, vejo mailo
menos ; digo que vi materialmente.
Oulro tpico do discurso do nobre deputado, me
parece, Sr. presidente, que nao pode dfe maneira al-
gum pa..s,ir desapercebido, a he o seguinte: Os
trmmphsdores de 1818 nao cstao livre* da respou-
sabilidade.
Ora, Seohores, eu mo comprehindo perfeila-
menle o sentido das. nalavras. oo enlSo pealu as-
segurar a casa que esla ,>roposicao au esta' tos ter-
mos da verdade, que qaiz lano inculcar o nore de-
putado, quando disse qae era preciso que fallasse-
raos sempre a verdade, que nos deitassemos desses
(ramas, dessas especularles.
Senhores.Ja revolara de 1848 foi preparada como
lodos nos sabemos, esse pronunciamento foi prog-
nntticado por nos, annunciadn por elles, foi elogiado
por elles, e hoje apenas o deiculparo, fundando-.e
ua dea da provocaran. So os nossos adversarios po-
ltico!, senhor presidente, entendem hoje que obra-
ran, mal com a revolucao, entendem por calculo
como ja vos disse, era necessario que algoma des-
culpa apresentassem, era necessario qae alguma
dcsculpa dessem, qne os relevasse da responsabih-
dade moral ; essa desculpa nao poda ser oolra le-
nao a provocarn, provocaran que nao existe e que
nunca etislio. Essa responsabilidade a que allude
o nobre deputado que me preceden, nao poda ser
ouira senao a provocarlo que he a idea do partido
liberal ou a linguagem do Liberal" nos ltimos
lempos.
Se alguma responsabilidade ha, senhor presiden
te, da parte do governo, da parle dos nossos allia-
dos na revolucao de 1818, nao he sn,lo por nao
lerem-na immedialamenle suflocado com loda a
forja possivel nao he senao por nao lerem empre-
gado logo lodos os meios enrgicos a esse fim. He sabido
que o governo lenlou lodos os meios conciliatorios
para salla,-,ir essa revolura.ii at gastando dinheiro,
isla be laclo ronhecido, que ningoem ignora...
O Sr. Pereira de Brilo:Iguoru-o eu.
. O Sr. A. Canalcanli:O dinheiro dado a Joao
Roma quando se apreseulou om'campo, lie fado ig-
norada pelo nobre deputado ? tu lambem o nao
vi car...
O Sr. Pereira de Brilo:Eu nao eslava na pro-
vincia.
O Sr. Sabino Olegario:Islo he una proposir-ao
que s se deve avancar, havendo meios de muilo
bem a provar.
O Sr. Sou;a Carralho:Este fado verdadeiro
ou falso fallou-se mailo no lempo do Sr. Pires da
Molla.
O Sr. A. Cavalcanti:Has o qoe cu quero mos-
trar sao as boas inlenroes do governo, he que elle
quiz acommodar, a sendo assim como he que sa
pode dizer que a responsabilidade dessa revolocao
cabe tambero aos nossos alliados ?
( Crazam-sa aparte*.)
O Sr, A. Caavkanti:lie mais do qae verdade,
il
Eo
(ai
tao verdade fosie lodo qnanlo aa dit na*la esa
nao eolio na moralidad* do acto, nio dirai
bom on man, mu o qoe digo he qoa lo4*
tendera a provar qae tadaa os aio boaaSee
pregaram para abafar sua rev*locS*, a qae
etoberantemcnle qne o* nonos alliad
que eslavam no podar aio podem carregar cosa a
responsabilidade da revolorao, olla* deaijivae* aac
lodos os meios evitar qoa corr***a a iiatara* da* lar-
namhucanos.
(Ha aea aparta.)
O Sr. A. Cavalcanti:O gaveras* praetai acia
mudir-se com os chefes driles, porque na bavta os-
tro meio conciliatorio, tu ja' diaue 'qoa ala aoare
entrar na moralidade do acto, a ad digo, qaa a* at
gama censura merece o governo, foi aaiciaaaala pe*
nao ler abafado a revoluta* immudiitiauaH...
O Sr. Pereira dt Brilo : Sa livaaaa farsja.
O Sr. A. Cavalcanti: Isla be qaeeta* *iv*rw,
o governo tem for(a iimpre qu* a pracisa.
emfim eo deito ludo islo da parla, asi dais*
ta argamenla^ao a prosigo no mea preaesHe.
Eu diste, Sr. presidente, a repila qae
meios conciliatorios *e tentaram para qoe a
cao deitasse de etistir, para qoa nio rarraasa saa-
goe dos Pernambucanos ; alai eaae* mei** faraan In-
fradiferoi, porque o* chefes deue parlitia deaejavaa*
a lodo o transe consegoir os seos fias; qacriaaa gsa
vernar, 'era necessario vanear, a vanear a' caita ata
sangue pernarabucano; recita pois esta rnaiaia'iili
dade exclusivamente sobre o* atore* da laistiaiJS
nao sobre os oulros, ulo sobre os nono* afliida*. da
parle de qoem nao Koave a menor pr*v*>ca^aW, par
isso elles eslSo livre* de teda a n i|iaamliiliilaila. a
pao posso de maneira algoma concordar, a' vista i*
que acabo de etpor, com ai eiareaila* da aabra *-
potado.
Ainda nma oolra argosnenUfl* *pr**a*)ta a sta-
bre depotado a respailo do peridica Lihtral, M
a descriminacao qoe se devia fasar do* iitr.....a
imprensa a da direccao alia da parlido.
O que ha a imprensa, Sr. prendante,
sallado das ideas de partido T O qa* he a n
poltica senao o resallado daqoillo qoe aa rtallla aa
direccao alta da om parlido ? O qua ha a pira*Ma
Liberal, o qae sao os seus artigo* da faade, a spsa
sao seos artigos de redacclo, sania a cuarTetaVa-**
das ideas qae dominan aos seo* chafe* i
tanles ? O Liberal Pernambucano. Sf.
lem-se etcedido em algomas ocomO**...
(Ha om aparte.)
O Sr. A. Cavalcanti: Eu ni* joslifiee par ara
o oolros, digo qoe moilas vezes Un s** olla aasaa
ivo, qoa maitas vezes lera ida aleta Be qa* 4*v* :
mas poder-se-ha dizer porvenlora qoa lado* aaii
eteessos nao paiiem efiedivameote da Shas ag
partido da opposi^a t lito ha o qoa aa* psiao *ar
contestado.
A direccao do parlido apresaata aa aaa* rada al asa.
esses redactores sao o* prineipaes estofe*,
lores tero a responsabilidade moral da
gos de fondo, que nao rio pablicaaas asa a
reccao.,.
Um Sr. Diputado : Algoma* vetes ka
sabilidad* legal.
O Sr. A. Cavalcanti .-Bem, aa filw a* ama ae-
lualmenle se da' entre no* respailo da piHoo t*
opposicSo. I) Liben! lera o*sea
os principies cheles da partida; per
passam lodo* os artigo* de fund, 4*
nella sao publicados, e se em algon*
(o qu* se nio pede negar,) ha etcesM
sos parlem da direccao do partid*, rerlaaao aos) ka)
possivel a descriminacao qoe o nobre itapaf *
fazer eotre o procedimenlo do Liberal a a
alta do partido, porque a dinecio ojo asU'
todas essas impal.rdes de etcmoi, coaae dit a os-
bre depuiauo; nao. Sr. pnoi-UaU, tliiigti ssa*
sido etcessiva moilas vezes a ella
pomahiiidada desses eteessos.
Ainda mais, Sr. presdanla, sa falloa
sos dador pelo parlido actoal ao Libermi O
qoe se eoearregou de dar ansa diraccS*
ao parlido a que pertencea* o* chefes da itapai___
filo disse enlao o nobre dcpuUde qoa tallaa aom
de miro, qoe linha procedida mal partiste a smw
perlencemo*. applaadindo oa Liberal Genaiaaa.aao*-
mo qaando lie rmnrerava a lialala a,ial**iaaafca
O Sr. Pauto Bmplisla : Eolio Sun tata Y
O Sr. A.Canalcanli:Poi justamente-* iipimia
do oobre deputado.
O Sr. Paula BaptUta da' um aparta ama nao *o-
vimos.
t> Sr. A. Cavalcanti: O aabra d
moilo talento, tem moila facilidad* do- i
sois propositos, quando ha |
mas eo qoe percebo a* palavras taes qaaes
soa in, procuro coaaprehender o aea vetdadear* auti-
llo, e reputa-las na parle ana ajo* p*d*as prodaiir
cen impres-ao oo anima da popalaejo.
O a Liberal Genuiooo, Sr. presidente, ka radia,!**
por alguns do* nossos adversarios, qa* ifurjai ala*)-
tar, secando dijem, no leo parlido aa ideas da or-
dem e dar-Ihe urna melhor direcca*.
O Sr. Barros de Laceria : Ha eaaaa cao* ame
eo nao me importo.
O Sr. 4. Canalcanli: Nio ka a ordem estiro
si o que nos importa, he o acbameos* atoo aaraaacs
pios revolucionarios de.*e partido. O Liberal Go-
nuino censurara a direcca* para qaa cumian aa
eteessos qoe pralicava, e oe**a parto ara apila di
por n*; mas permita o nobre.dp*lad* qo* Uto
diga, que os eteessos qoe par reatara nraoa tai
pralicados pela regeneraelo poderiam ser
por am ou oatro enaltado, mas aao por**
moderados do nosso partida; no* Bao e*o
nesses etcesso*. nos pooco nos importamos qa* seja a
direccao do parlido liberal, filha da Beomororit
ou do Liberal Pernambucano, pone* impasrla raiata
alo, so podemos applaodir o qoa for pratitada eam
a lei, e ludo quanto for a bem disto, lodo ajtsatMo
for relativo a doestos, a injorias, trio he apoiado av-
os homens sensatas do partido actoal, qae aaaea i-
zeram cao'a commum com o a Liberal Csmuio*.*
,i m lando -me a estas considerara, v.a castra*
ua qursiao principal:
Eu nao powo, Sr. presidente, cooeordar inloira-
mente ni redcelo da* praca* do carpo da poliaia.
nao posso cooeordar oo acibantoalo da aalirlaaaai
qu* o projeclo dava ao governo para croar esajs W
loaras para o corpo de polica era caso* rtlmraiai
nos, como quer a commissao.
O Sr. Meira : Pelas raides emiltides, ai* T
O Sr. A. Cavalcanti ; A* razo**
dem ser carainho para chegar a ama ai___
He necessario qoe a administrarlo,* Sr.
le, lenha sempre om meio do lonja para coalas
qualqoer disturoio, maitas vezo* resaltada da eaen-
meltimenlo de crirne.
Vm Sr. Deputado:E islo he cas* extraerd*-
nano ?
O Sr. .1. Cacalcanl* Suppenha a aabra dapa-
lado, qae em couseqaencia daboa sdsaioiKraca* *
juslica ie levanta om molim qu* Im nos
empregar a forca, porque esse motim loma _
ler de urna sediclo, de nm movimenl* armado, a
he necessario de rpenla snlToca-lo ; para isa* afta)
sera necessario que o gorerno lenha OU
polica
Um Sr. Deputado :E nao podo te-la*
aaloriaacao '.'
O Sr. A. Cavalcanti:Pode, mas i
lemenle ; he necessino que dem** o direilo se pre-
sidente, de augmentar o corpo do polica eaa
(XI praras, para nao autortsar-s* a qae dio i
mente o fac*...
' Sr. Meira :E sa as 500 preces aaa leraa*
saficienlas?
O Sr. A, Cavalcanti:He sabido, Sr. presiden-
te, que mallas vetes os meros do forca, a* ncanoi
de qoe o governo pode lanrar nio, nao *to potssi-
veis immedialamenle, iil* be, maitas vates ka pre-
cisan de forra, o governo manda basca-la aa la-
bia, no Bio, mas he preciso 'um aatilio provisoria
emquanlo essi forja nio rhega, para eaae
he qoa se deve conceden aulortsarj por*
mais essas 200 pracas, emquanto ala cktata
forca... -~m~
(Ha om aparte).
As sedices, Sr. presidente, Dk* 1imim a*a
grande impulsa de momento...
Um'Sr. Deputado :J* lera ezperWneia daos* *
O Sr. .1. Cavalcanti :Os fados, a historia, ojos
demonstrara que de um momento para a oolra a*
revoluc^e- au lomam um incremento raaii* grasa-
de, vao pouco a pouco (irogredindo ; por iow, eaa-
qu.into a forra chega de um oo ootro logar, p a daa da
augmentar-so o corpo de polica, lera v gavera* *>-
se recurso ; qaando o augmento venha a ser m-
sulliciente, he quando pode chegar a ouira f*rr* *
suiTocar esse rompimento qu* par acaso apfjar*sro ;
mas qaando n3o seja possivel mandar vir a fafra,
nesse caso especial'tem o governo a guarda -iriiML
recurso este de qoe s deve lanr-ar aaa* era otosssW
caso.
En ereio, Sr. presidente, qne nio ha lerao* *
orai revolocSo, ereio mesmo qoa a essa popalarts*
hoja desoja n ordem poblica, mas nao ka ab*
menla impossivel qae de am maman lo para
cppareca nm movimenlo, mnilaa vates aeras*
pelas circumstancias, a be para im* qaa u
om* dar to presidente mea aaterlsec,o...


MUTILADO


JjnSr.DepuUdo-Vara isso es** .,ori- /^-P^^j^Mlld-, p,
" necessario qoe o
sdo.
O $r. .rf. Cara lcanl j t
governo obre competente
empre oppotlo esta* id,
Uda>. loo itmpre opposlo
palo governo, para depoia
ai como aa cousas se pana
m
iio iMas f.icti
a justificar,
isaiJVnir* ajb.
Oa oro aparte). 0 Sr.'horc
Eu oio sou da eacola dos qoa t querem a retpon- cuno i
hilnl.,1. i, lai nh u lirn.!.. j. -
sabilidade, qu* par iaao nao ae importen da per-
miliir o arbitrio, porque, lenhor*., be melhor pre-
venit o mal do que rura-lo ; ha raelhor euioriear o
governo para erear iOO pravas rt polica, da que
lo dar esta- anlorisajao a depnit a%ar qM |
aboaou, do qoa esperar que ella veaha ta.tifi.
car-te com razoe*. qua muid, vezes nao jusllB-
Se esta autoritacio he ama inatilidade presenta
mame, razio da mala pare ae conceder, porque em
circurailaociae oil.aordlnariae o, Mfres plMQ
hlo de concorrer t lodo o Irn.. para pacificlo
rreS qU9 8 eCDOmli D0S ea'09 "'nanoi fx:
Alm dtto, Sr. presdanle, essa autoritario da
dlffi"' f0tS' lem "d0 Calderada temido
le .?cnn? 0p,nMm",0,,a co"o fosee
uoixou .. i a"'0 no' "b>o. < comm.stao
di Id. "' Qn,8aro"" P"l zoe. da ulilida-
^r... _e""om,n "" pruvado como fica que os
orre, pobliees Dada toflr.m com islo, porquanto
Hu nao se Ir.la de augm.nt.r a furia. olTenlan.o
e pode haver urna uttlid.de netas medida, por-
que podem dar-so circurattancias extraordinarias
J"0* cofre,J Pablil!0 devem nece.teriamenle
tocorrer, emendo qua duvida uenhuma pode havar
em ae conceder a autorisacio.
Assirn poi. oio poseo rienar de me oppor a emen-
da qoe eala era discussao, ju.lameoie porque essas
200 prac.. podem ser ulai,, se hojelo inobiU,
lamben 0S0 ha inconveniente alunen em n. ".
otori.ajlo : e aa se trata de doutipa d^toc
antlo voto absolutameule por ella, porqueja dn^e!
lo quero a conflanc* abilula. tenho-o diio mullas
eiea, mas nao posso deixar de concordar na con-
d'de:pDuobtfoslermo,'Do,,imu"da9 De"ssi-
O Sr. Florencio :Islo costa a comprohender.
U Sr. A. Catalcanti:Eu tenho conlianea no
2TJ0?elJ,l,..,,ejo daHhe M a*ios de "rea.
mas aeeejo dar-lh os convenientemente para oue elle
obre de accordo com a lei.
Sopponho que tenho respondido aos argumentos
presentados pelos dous illuslres oradores que antes
Nimlm fallaram, fallaodo-me nicamente a parle
relativa reduejao das 50 praces.
Concordo nes. redcelo yorque as necesidades
ao lervijo nlo soffrem com ei'a.
O Sr. Theodoro da Silva : ASaja coherente, aug-
mente a forja. B
. 2.Sr- \ Cav'lcanti =-Mat ahi ha a questao dos
cofres pnb^os : para os casos extraordinarios con-
cedo as 600pra.s, mas para os ordinarios enten-
do eu que 300 ou 400 pone, differenca faaem ; nao
a* soffre com essa re'*
nunca ae complelam...
O Sr. Flore/teto :Fie-se a
(linheiro.
OSr. A. Catalcanti :-
.uloric6.s Hita,- se descon.srao do^artki\ i
" autecdenle." "**'
lraho;-.Anl0ami|c,1|tj
factoa pralieadca
, porque eu
4
forja e peja-se b
__....,- ,----------. -> o iiucMdu una e
que bao entro mait, fique o nobre oepulado com a
toa tdca, certo do qoe eu nesla ques'ao nao entro,
uem respondo 40 seu aparte.
O anno pastado fallel aqu hora e meia sobre 0-
at'Sfi fat l,\rr"i n./,.,.-..,, 1. ^s_ ....
*a<}io da rorja, procurando nao convencer ao nobre V81"6''0 I"6 a """Iheres sabem guardar he la ids-
depulado, que nao tenho tal presumpcao mas aore- a' f'* sem-cerVnl na s embarata com islo,
diia ama moja : a a tenhora nao casa mait, por-
que nao lem menos de Irinla annot. Se outra te
qaeixa de urna dor de cabrea, elle diz : d3o Ibe d
cui lado, minha tenhora, isso he hemorrhoidal..... b
Quando ri, parece que vem a casa abaixo ; levanta-
se, senta-se, bate palmas, da patadas nn toalho, faz
DIARIO, DE PERNAMBUCO, QUARTAFEIRA8 DE ABRIL DE1857
11 motivo e n
o do eorpu
m ot artigo?
R ( Nao devolvao
S Isa am con-
0 sea dis
1M l hora fica a diMuitlo adiada.
t -Prtiidcnt daaigDa a ordem.do da e layan-
PAGINA AVULSi
nreslado
lireilo. Ja
profundos
DB3DSC UIIAi
Reaes aervijot em verdade tem
tciancia dat leit a uta Faculdade da
nao fallamos dos oradoret de mrito, do u,
juriicontullos que em seos bancos te leei 1 educado,
""id? epecie de beneficio, fruclo ullimamenle
recollndo com prazer pela palria agradec la. A II-
luslre corporajao acieolifica, uao contente de educar
seus lilhot, inspiraudo-lhes o amor pela ciencia do
direilo, e doutrinando-os no espirito e 1 a letra da
le, tam levado soa dedicacSo a poni de ofTerecer-
nes em trahalhos da mais ella importai ca o me-
Ihodo simples e fcil de ir a passo seguro 11 tte leby-
nntho de Creta, em qoa infelizmente se ha a nos-
ta legislajao, a qoe he to tormentoso par. um espi-
rito novel. A avallar pelo de hoja o dia dejamanliaa,
em breve se poder dixerque a Faculdade)de Direi-
to possue urna bibliographia spropria, porqke ja hoje
poucas sao as materias que carejam de um curso ele-
mentar. Somenle o direilo criminal e o dieilo com-
meroial, ta bem qua os respectivot eodigqs eorram
s annulados, lodavia anda necestilam de Irabalhoa ea-
,. itV'ae que roelhodicamenle exponhamot erineipios
! da tcreucia, que hoja o profestor t com dlfculda-
de pode entinar, e o discpulo aprender, oprigados,
eomo sSo, a praaderem-ae aa disposijfiet dq legisla-
dor. Quanto tcieocia do direito administrativo,
que lu um anno linha por compendio o Rehumo do
direito adminialrativo ftancez de P. Pradier Kofler,
ja foi dolado com o 1 volme doa encllenles Ele-
mentos de direilo udmioislfalivo hrasileiio, pelo
lllm. Sr. Dr. Vicente Pereira do Reg. O il uslrndo
professor eucarregado de ler nesla imporlanl 1 endei-
ra o direito administrativo, recoohtceu o qi e havia
de defiluoso nesse entino do direito brasile ro pelo
direito francez, eem pouco lempo okTereceu imoci-
dade acadmica o seu Irabalho, que sobre ser em si
raesmo de mulla otilidade, lem a dupla vanlugem
de substituir o livru francez e de facilitar em exlre-
mo o esludp dasle ulilis-i.no ramo de direito. Ja est
publicado o 1 voluine em ntida edi;ao.
O que he ter franco ? Huila gente emende
qoe ser franco e sincero he ludo dizer a torio e a
direilo, nao occullar verdade alguma, por mait
offensiva qoe teja. Mas concebe-se o que ah ha de
errado, e que existe um meio termo, que he ncm
mentir, nem dizer tambem todo quanto he verda-
M soffre com essa redcelo ; mtsmo porque os' 400 -i" "a fr,n1n,:la 8nd mpre o que um
nunca te complelam... -. judicioso crilicoja chamou aem-ceriaionia. O 10-
geito fraoco por esse modo nao leva em conla con-
siderarlo algums social, nao lem aitenjao a oin-
goem. Qoando alie falla, ninguem mais ha de fallar:
rr-i lu ni. 1 A ub 11.- _. _
quer
lato' he quetiao velha em f'"l: yaa"do ,llB !alla n,n8a8m m h fallar;
o nobre oepulado com a LET"J'? ,?ma, ,6' e, "" P"'60"-"". "a. nao
he por que falla, he pelo que diz que o sujeilose
qualificade franco. Nao ha pilheria, nao ha atnei-
ra qua nao profira. Diz um etcriplor qoe o nico
segredo que as molheres sabem guardar he la ida-
l t* (tfllfi II Ga*m__i>niliinni- m I ... -^"--------------_____Xa
not
ene
dad
os
na

leputado, que nao lenho tal presampsao; mas apre
neniaros fundamentos de minha opiniao procmandi
pr!!7"or qB^' a ln''l'i?encla do acto .ddicional..
.~ Sr A' Cavalcanti:Perdoe-me o nobre depa-
Uflo, ja passoo as consigoacoes da quola, n3o se T" ----- -------1- nuu-
luli mais disto, (rata-te da segunda discussao da r ,en,.a',ei ^i,le P"lmM. PladM n ">lho, faz
emenda apresentada em lerceira ao projeclo de for- i.uVfv"! e "P,ch"ee11n1 cadaira que j es-
ta aftltcial, e essa lerceira discostao ia esla' eocera- faZ"i6 T PedaM- e elle Cantando ao ar ..
da. (Apoiadoa.) encerra- peroi$i cahe de cambalhota, rindo anda como um
O Sr. Florencio da' um aparte posseseo. Se passea n*um saiao, he balendo tanlo
OSr. A Cavalcanti :-mo quero entrar em Z,' f' I08, v,'nl's mandam pedir miseri-
quetloes inoleia. Ja diste qoe concordo na redoeSo u W'**b""i0 P' """* de"Ulr0 Kri"
das 500 pracas, porque nao he grande differenc.. e ,,? *..'/" ,eompa,fh'' ,Ddo T eotn ge-
ha ama economa para os cofres pblicos ws tees qoe dinaia aerem desafio para bngar, laolo
Datle modo, Sr. presidente, e com as considera- S ,' e aproximara .do rotlo de seu compa-
cta expendidas, jnlgo ter apreseulado coro clarea. ?.., Aconle"d-1ha janlar ou lomar cha u'uma
atminhat idase espero que n3o sejam invertidas m que n1D)ioem Ihe pergonle, elle vai logo
0 Sr. Bpaminondas de Mello (pela ordem) -Sr f"di f? fra,!??f : ? P"". <\ presidente, ereio que V.Exc. e a casa toda se achara Vi 'eito.8qo|l oulro esla insopporlavel, n'uma
inleiramenle convencidos da que a prsenle discu Vi ?T* m> "ada Pe'r "Pr "" forma
sao (em estado um pouco fura da ordem. (Apoiadoa) Sa / {'"">atla """""w '' Uenden-
A emenda f.ll. de ma reduccao de precat noZ po itZ"tT" *"*"* ^ P"1' *"*>* ""^
tem tomado pela discauao hao remontado as a?!.! ?.0' 'nJf^* L',S","",e ih'" 'J""., V* h'nA'-
regioea da poltica e lera procurado di.culir ale a aol ^.fl k q<" k na0 1,lrlbPt^
re.poutabilid.de da r.volucao de 1848. di.cu.sao cTo 1 Z.^rt h8 T T'*"'-" "A
que me parece um pouco inopportuna e inconve- mT qf \ ~.7'"h," P"cleni:|a.
ieute ; loconveni.nle no s porque como "ll, lera Z1%" '""'Z- *"! f pw,U' di"r ,ena
caminhado, nao se lhe pode dr todo o desenvo .- 'St?^h.*-,8i 3 V"l'."-.-ni-
m.nto qaefora para deaejar. como tambem enea- lii. q elle "aod,a- ",e co"l d
raudos debaixo de outroJpou.o de al.,.. Ti ,m T"""? P*rl"a"<,1"<,<*< porgante.
fia" sei, Sr. presidente, e a opiniao coulrarU la- '",!.^n-'^'Jtt?? '0d? CmP"" o
ra'atjaiverdadeiruseBels interpretes, que pott.m h? T com enfado, oulros com vergo-
discutir francamente,, lomar a Sefaza'de suas^aT, SeafrutaTS ll"!-l, ." '"' r,n,meD,et P"a
de aeus principios e da re.pont.bilidad. dessa ravo- ZTnn'J q" q-ner '' ""f^anC0
ealdade, que da not.a parte .tejara presentes mu- t ** t'"nco-."or he aar fingido,
tos lidadoree, muos gladiadores cepazes de deten- ,\ZJ pu rl'Kl0,. e "m>go de pro-
der o notan lado poltico e que entreunto nao Z oes' I"9"* 1ue fo,8em e,la" dolida. ""nte-
?endo do oulro lado, qocm se aprsenle em defezl ?a"e,ado abD,M Q" dvam lugar. Se o tojeilo
da revoluto de sua's causa., taraos,',?,1 Q' "a?''"*"'SS Para Pedira da P"<-
eontinlaraoa que te diacula indevidamenle faclo.de Z}?! ? V" a,i" hab*. '"'ao
tanta Importancia e magnitude. prec,so abolir lodo' cu|l. ao me-
Me parece perianto. Sr. presidente, que he mnilo 4,,n.!!i0.T '"",,0, qu" !m Vrd,de 93u e ma9-
conveniente qoe .. encerr a disctelo na perto m. tV^adl^ZJSZ'iF'VZ'- a'u"""'' ,!en,e q0e
ramate pollticave o an.co meio qoe acho he enc.r- id 11 P, a "/dJndo bem prximo dos
tr-se a dio,rt na parle rel.i,,. a emenda oue vi ^Hcando acloa anda menos retpeitotot.
^sr.sgz, ^porm^or,:dr:^..ptuAiunradm.:^
nova, porque aquella 0B0 he uenhuma dat velhas.
Ha ah lana affectacJo, que n3o podemos deixar de
censurar a quera he causa de nao vermos em seu
lugar 8i naluralidade, qoe Me bara diz n'oma meni-,
na, e n urna menina que represalia de anjo.
Porque razao ae ha de vender carue em Olin-
da a 22 patacas, e esla pessima ? He muilo especu-
lar. Ha fechar os olhot a ludo quanto 1ie juslo, pare
so ver o que he olil e o que inleressa. Segundo nos
conla, nao ha falla de gado, de que ha falta he de
conseiencia e de urna medida que nos ponha a salvo
desses usurarios, que s abaixam a cabeca a urna
cousa dinheiro. Ha o teu eus, he o alvo nico
a que ae di nuera tuat aspirac.o> ; para o possoirem
nao sao capazos s da vender carne ma a 22, mas a
patacas, te acharem um povomorto a foroe, e te
nao forom severamente punidos. Sao sentiores de
sua propriedade, mas nao podara, firmados em urna
necetsHlade inveucivel, roubar por esse modo o povo.
Voltarrmoe..... K
Consta-nos que la para a Concordia houve al-
goraacQusa,que acabou em facada. A polica, que
realmente nao proleje o enme, j. lera' invetligadn
etse Tacto. "
Pedimos ao Sr. subdelegado do Recite o espe-
cial ravor de contar um tal Manoel do....... que
reside la para as bandat das Crioulas ; dizem' que
esse liomaoi, logo que aperta a fivella do lelo,
detentada-te era um mitero eteravo com horrivel
pancad.ria, acompauhado de um aurem oenMi, que
Taz arnpiar aa carnes ao mait honrado arrieiro, e se
nao he atum, que digam oa senlfores de certo eserip-
lorio, que de balde teem pedido a esse porto surra-
pa piedade para tal victima.
Cootta-not que o Sr. bario do Rio Formse,
lendo sido convidado para prestar juramaoto, como
teguodo vice-pretideole, dera parle de doenle ai-
'CH0n,' qo'c,,0! "'joramenlado o lerceiro'vice
presdante o Sr. Dr. Joaqun. Pires Machado Por-
O vapor brasileiro .S. Salvador, conduzio pa
ohilea*-* PrlS inlerraedios' Pgeiroi se
Teneula Joa-Garlot l.ocio de Almeida, 2 parli-
cularet pnmeiros targemos, Manoel de Brilo Ma-
r.JmPV"?;- padre Joad"ni GracianodeAra.no
CtmlUo Braailienje de Holland. Cavalcanti, Ma-
noel Thoraaz Rarbofa, ora escravo, I soldado de po
licia, Jos F lix da Silva, Manoe' I-uia SilvSet.
At amanhaa.
------------------- 1- r-~-w 111 li^rt, C UliPtef
qoem to as autores e responsaveis de urna revolo-
$ao. Poslo que a medida qoe proponho nao te eche
expressa no regimeulo, enleudo que actualmente he
ella raaito conveniente e que a casa pode tmala
como ama resolocao especial. Portento proponho e
reqoeiro a V. Exc. qoe consulte a asterabla se ella
echa que a emenda que te acha sobre a meta, esta'
sufliceotemente discutida, e no caso de alurmaliva
que te paste a votarlo.
O Sr. Paula Baiflitta (pela ordem):Me parece,
Sr. presdante, que o requerimenio do nobre depu-
rado nSo acha fundamento no regiment... *
O Sr. Pretidenle:Nao esta' cm discussao o re-
querimento do nobre deputado... *
O Sr. I'au\a ISapti zer qoe o requariraenlo do nobre depolado nao as-
tenia em dispojicao alguma do regiment T eo n3o o
quero discutir, mas ealoi fallando a bem da ordem.
O Sr. Pretiiente :O rsqoerimeoto do nobre de-
puiade eata' eomprehenddo n'oma di.potirlc do
rogimenlo qoe diz : que qualqoor depulado poder'
propor alguma providencia a retpeilo de economa
de Irabalho, nao prevenida 00 regiment. Atsim en-
lendo, qoe a providencia lembrada pelo nobre de-
putado pode ler logar.
O Sr. Paula Bapthla :Senhoret, eu sou o pri-
raeiro a contestar que a discussao nao esta' nos sen
verdadeiros termos ; eera ahi, que eu pretenda
oilloca-la, rmrem reervo-me para nma oolra occa-
aiao responder.
Conaullada a casa sobre o requerimenlo do hon-
rado membro he o mesmo approvado.
Passa-se a votacioda emenda,a qoal he approvada
PWmeira parte e rejetada na segunda.
Conlinua a segunda discostao do projeclo n. 11
que augmenta o ordenado de varios empregados
provfiiclaaa.
Ha-approvado sem dbale.
Tereeira diteutsao do projeclo n. 9 que approva o
eompromistoda irmandade do Saolissimo Sacramen-
lo de S. Lourenc/) da Malla.
He approvado sem dbale.
Tereeira do projeclo n. 17 do anno pastado qoe
-erea ama aula, de commercio netta cUade.
Approva-se sem dbale.
Primeira do projeclo n. 14 desle anno que appro-
n t> compromitto da irmandade de S. Miguel de
Ipojaca.
Segunda diseossao do projeclo o 14 do anno pas-
eado, qoe coocede aposentadora aos olkiaes do cor-
po de polica.
Vai a mesa e apoia-se a setruinte emenda :
e Ao 2- : 6
Em logar da8 annos, diga-se em quanto for vi-
*a e viuva e eoat filhas foram soll^iras receberao
a melada doaoldo.Reg Barras. 5
O Sr. Paula Baplitta : Sr. pretidenle, em urna
dat sessoes paitadas, eo me oppuz ao augmento doa eacravo, o qoal me fol remedido pelo Dr. chefe
vencimenlos aos ofilciaet de polica, hoje porem le- pulirla da provincia das Alagoas.
nho ante os olhot etle projeclo, venho com multo
boa vonlade dar o meo voio'em favor delle.
Senhoret, as eontidera;Oe< que te podem fazer em
favor dea'te projeclo, to de orna iiistira clara e evi-
dente. Como he possivel que lenhamnaolTiciaes de
dicados ao servicn, empenhadoi era comprir as suas
obrrgacoe., exposlos a todos os perigos, para depois
deixarmo-los entregues misara e a desgraca ? !
Me parece que se nao deve, e metmo te nao pode prelo escravo Joaquim, para averiguacOes.
querer, que o. officiaes do corpo de polica sejam lio- No dia 3 do crrente deu-se o desastroso fado d
mena de familia, udilTere,nles ao foloro de seus fi- '*r o pardo Firmino, de idade 16 annos escravo do
Ihos, e de tanta abnegarlo de si mesmo, que gaslem convenio, cado de um* das janellas do mesmo con
a Vida DO servico nublico. se exnnnliam a tarima,,- vento em cilio nailnril c;ir.v:. uh-hi.j^ ------.
lot graves
asmo...
Sr. presidente, o principio de recompensar terv-
ros, he um principio queja eala' encarnado em todot
m actoa doa governos, faz parle da administradlo dos
estados. He preciso; por lano, qoe nao mentispre-
zeinos esla claaae de empregados, cojot aervicot sio
de alta importancia.
Aa garanta., que se dio a familia de um oillcial
NEGOCIOS DE GOIANNA.
, Srt. redactare :-Em um numero do sea jornal
islo he um enl- a".10 correiile mez, nppareceu urna correspondencia
ment que esla no corarao de (odot, e que deva ani- a,s'!*na'la por em criancola, que exoBeranleinenle
ma-lqs a bem aervirero. P'0."0" ser d;?ua vergonlea de om famoso Irnnco.
he um direilo que etl em ,_','^Zr^ZtJ """"a co"hfcim"" >eme-
inanle correspondencia, quando o teu estullo aul
depois
po-
tos
muita. leis, O nao sol pui que os umuiacs u p,n
4ePem.mbucohequeho de eslar privadosde um .. orden d"a"pohci"a "des'cid'ade"1 nara
benaficioqoelemo .eu assenlo na |uslica. Me pa- aulRnada.pelo joven primo. P
ruco por taolo Sr. presidente, qoe etle projeclo de- w.. ; i .
\TJ approvado com a emenda oflereeM..' fll{o.nJ Qa7nr^"^".T' da "P"d
O SrZetra H.nriaue. : (Nao d.vo.veu o seo d.r..u pV^Tde'TCi' ZZTZ '?
vHmesV e apoia-.e a gaint. emenda ,ob,(ia- SLT^1*: "*em- de qoe a "daA*
(iva :
a Artigo 1. O ollicial eu prafa de pret qoe servir por grossa moruna de bacamarlea, e
25 anuo* 00 corpo de polica, lera direilo a reforma dignas dos fidalans, que os hahtram.
eaaa e sido por iolelro. Naia poia qner dizer o noma qoe *e Id rabisca-
An. 2 Esta reforma pode ter cora om ordenado I do sob etaa correipmdencia, que o Cabor nrodu
Pfepareaaasal, aerviude o offieiai.oo pr.fi por mait |ziq ; nada cerlam.(,ue porqQi ,u iignatlr0Hcouta

,\ll:
HEPARTigAO DA POLICA
Occorrenciat do dia 6 de abril.
Cnmpre-me levar ao conhecmenlo de V. Exc. qne
ro recollndo a casa de delenglo a miuha di.posicio
Jos Lope, da Silva f.lraa, por crirae de ferio de
de
,..'. "i0""""" parlicipasoea hoje recebidas nesla
repariijio consta o segoinle :
RMrm,.Pr080* : pel" !Qb'eg"a da freguezia do
W,l am w?hr0J' m7, Chalem Godenory,
Will am Sra.lh, era declaraclo do molivo da pri.ao
Mari ~ ""?" a-fre8uelia d Sanio Anlonio,
Mara l.ourenca dot Res, por desordem
E pela aiibdelegaria da freguezia de S. Jos, o
com a Impunico, no caso de Iter chamado a ioizo ;
com o bacamarle, no cato de lhe terem pozadas as
orelhas, o que bem mereca ; e com a faca, no cato
de um contelho.
Nada disto, porm, Ihesuccedera', e tmenle nos
limitaremos a dizer algumas palavrat, e analytar o
raporlaole patio da cabera do teu primo Cabor,
ao imporlante, que nelle desconhecemos o sabio
illoilre e taleutosu filho dilecto. Porm como a
la de mel eslava recen, enconlra-se a explicaclo
nitso, do arrefecimenlo de sua cachola, ao pruau'zir
emdefeza do primo Caslelao lana tandicr.
Com esla exdruxula defeza vem mislurados insul-
tte calumnia! a vanas pestoas. algumas das quae.
muilo imporlanles a respeilavei.. que incorreram
no odio deesa acubocolado e orelhudo fidalgo, ten-
do prodigslisadot grandes elogios as virluaes do
barao de Pangaua'. Deixando amigos mait iali-
mosdessaspcssoasinsulladasa sua defeza, te issu
julgarem necessario, ou copvenieute, limi(ar-me-
hai a aualysar a defeza apresei.lad, e ao meimo
lempo 01 elogio, feitot a este trnsfuga, com quera
01 liberaca de Goianna lem lanas coulas que jus-
tar, a eoe homem que pretende na sua pessoa e na
dos seos famotot filhos, reunir e exaliar loda a im-
portancia de sua familia, e que (em lano de orgu-
Ihoso e tresloucado, como de desleal aos teut pro-
prioi prenle*, e aot seus mais delcadot amigos.
bagaes que vosto pai teja protector deasiessinus ;
mat dizei-me: quero he em Goianna o protector del-
et,Sr.fidalgole;; Quera lem sido vislo na barra do
Iribunal exercendo palronatos e impondo abiolvi-
toes, te n8o o vosso honrado e virtuoso pai ?
Notario Joae I.uiz, criminoso de murles, lhe de-
veu a sua liberdade. No tribunal elle a exigi dos
jurados, e pode consegui-la .resultando deila a sua
morle prxima.
Joaquim Francisco Dis, pronjnciado como at-
tassmo do subdelegado de Tirabauba lambem a vos-
to pai deveu a sua absolvi. Elle se apresenlou na
sala das seisdes impondo-a e se ousar negar eeie
relo, nos invocaremos o lestemunha do Sr. de-
zembargador Gelirana, enlo juiz de direilo desla
comarca e presidente do jury.
Tal foi o inleretie de vosso pai na soltura desse
assassrao, qoe valendo-se de ter o juiz novo na
comarca, conseguio que enlraiae mais de um de
vossos prenles no conselho juleador, illudindo as-
siro a le 1 I T3o escandalota foi essa absolvicao,
que o governo geral exigi saber os nomes dos im-
mortaes juizes de tacto que a referendaram.
Negai isso, negai mais que appellando o juiz de
direito da decisao do jury, e mandando a relacSo,
gueenlrasseo rcoem novo jolgamenlo, de novo
ro visto o futuro barao de Pangaua' solicilando, e
com mais instancia, a absulviQSo desse innocente.
Lm criminoso protegido pelo Flix, Sr. do enge-
nho Gaipi, pedindo para ter julgado em Goianna,
ro recommendado a votto pai, que escandalota-
menie pedio a lodos os juizes de faci por essa cri-
mu' -o de mortes.
O Sr. alteres Pragana foi am desses juizes a
lem vosso pai se dirigi vocalmente.
O assatiino Jo Maria, de Pedras de Fono, era
vosso prente e apezar do palronalo que enconlrou
"> votto., jamis seria sollo sem que senlitse os
nos da juslica aggravada. Conseguirn), he ver-
le, a soltura dessa fra, porm pretextando, que
Crimea de que era aecusado foram perplfraaos
rarahiba, e sendo conJuzido para aquella pro-
v"f.'a' da cadei d Pilar lhe foi dada escpula.
Anda de mullos tactos sabemot nt, porm longo
pordemais seria o enumera-loa.
''or eslas e nutras o povo odia grande parte de
vossa1 familia ; islo he devido aos icus crinies, ao
orgoiho e hespanholadas dos vossos. que os fazem
dizer :- cima de Joao Grande, s Dos e mais
ninguem Elle pedacinho de ooro esla' no
canil,nho do desembargador Antonio Joaquim de
Ibnquerque.
Qoando se trata dos vossos crimes, maique pro-
vados, mais que sabidos, em vez de arrependei-vot
e razer peniteucia. fU)ii. da questao embrenhando-
vos na poltica. He que vos faz conla altnbuir a
oomt poliuco a lerrivel impres.ao que causara es-
tes crimes. E lodavia n3o adverts quanto em po-
mica lambem ha sido vergonhoso o vosso procedi-
mento, qnrlquer que teja alias a forma porque c,e-
ttMat aprec'adu de ''Bn de vottos anlago-
Vergonha, Sr. Rato Secco, e mulla vergo-
nlia, cabe aos vossos ; porque vendo rebaixado o seo
orgoino inqualificavel e fofo, com a infalivel perda
oa eleicao de eleilores. correram ao Recite a pedir
misericordia, e supplicarem orna concordata, com
ese mesmo homem, que vos lano deprims, e que
dizeis coberto de crimes: commetlendo al para
conseguir isso a baixeza de renegar o Dr. Brandflo
qoe lano se tacrificon, e lano gaslou na lula mu-
nicipal, de que somente resultara proveilo para os
vossos, e nada para elle Isso he que he infamia.
Ser avenlureiro, he valer-se da importancia de al-
gnem para poder pleitear urna elei^ao, reunindo
petsoas que, a o3o ser isso, de neuhuma torle os
acompanhariam, e depois infamemenle desprezar
etse algoem, por urna migaiha porque foi vendido I
sabis o qile [osles vos e s vossos 1
Foram JudasO Bpndao foi vendido pelos vot-
toa. depois de lanos sacrificios qoe Ihas consagrou !
sao ne cosime dos vossos, ja o mesmo succedeu
o aouza Res.
jV(.o aualysar a vpasa correspondencia, e explica-
fli alguns tactos all narrados, dnndo-lhes as coret
latiiraet de que elle, -e achara reveslidos.
i nmeiraroenle vos deteulpaes de n3o dar conve-
meute resposla por ngo nao nchar as corresponden-
cias, a que v s referisles. o nome de seu autor e
paja que he isso preciso ?
ncoberlos pelo a anor.ymo costomavaro e cos-
amos vossos, alatsalhar a repulacao de lodos
0ir.,n..h1!e' calomn,ias assira P. 3o eslranheis
vtlr, ** iinonclada pelo mesmo ano-
"jno princ.palmenle n'um lempo era que se teme
ifOee bacamarle, ot vossos valenlOes e a vossa dea-
raza e niestria.
Como alassalharam os vos.os a repotacao do Dr.
rEST: q,"ahT h* T0/so 1,miB. ntrando al no
re :inlo sagrado de soa famalia
~Z\ do Dr. Eslellila ?
aml".!"15"""00""' e ad"''os oulros,
l r.,.h V("8a, lv,c,"n,s n"t comarca, por nao
P. rt.|harem urna vida da degradado e abjecS5o ?
1 do 0,1! S dW- ">" : Pe o contra-
1do que se denuncia, e o publico, juiz recto e im-
p rcial, vos f-r jnstica.
Mas vos .os o primero que chaman, de calumnia-
d ir, e confetsae. muilot tartos all exarados !
ngenuamenle confessaes que Flix cabrinh'a, esse
1. i ',qe er" "0"" d "" crime de resis-
. a ieV" m""nd0 00 oo engenho, Bella he
sera dovraVa razao que d.e. desse fado, que nlo sei
c rao ,,ao tivesles a ousadia de negar \
.ii?Spae' """P" 'Ve cnnhecmeMlo da estada de
t lu era vosso engenho. Nos dias das al.ico.s, foi
a e vislo em aua propria casa, na ra do Amara, e
d pela ara eaaa de um vos.o prenle, na ra Direla.
.2n2V* f0i arra',c" este criminoso da
n aflea, ouvi bem, de mortes, e nao de simples re-
Jj nT,,.0Cr' *""" se achava' foi Pv.v.lmen-
l por que nao quiz que o teu aclo fosse lomado
como perseguido, por molivo de eleicoe.. Coiilen-
lou-te com esperar, que se findassem ellas : porm
aCra da P,"Sand0. Bm Cerl B"ho,-dieie a
aiRuem dall : que etlava em casa du comman-
d.jnle tupenor. I,t0 he a verdade ; e. como vin-
dJt hoje com lana destcale,, dizer : Meu pai ma-
nifeah,. grande de.goslo quando soube que ee Fe-
lu ) ae achava enK,nho ? Haviam ja qua.ro
mezes que esse cr.m.noso era vosso commensal
nn enlamo aranera isso, voo pa, o iguorva"' '
l/8J,XJn ''" un,Pa?hta de Manoel Leil. do Pi-
laf, chegou ata Go.anniuha ; all io.ullou acre-
Sf ^leao,PUC05 soldad I de-lacamenlo que ti-
'!**"*' ei" iralamento. Relir..,do-,e, houve
lempo de ta reunirem aleumaa pestoat que segu.ram
SS, d00',tica P"'a a prender? eZ
T,Z\0cV"' ahi "PP"""" Has resis-
a e'f"',0,t'le""" "d em diligencia de cap-
lujar a Manoel Leite, tegnirao mMiitQ, 3 Flix
cabrinha, <.ua fol morlo. Entretanto e,se Gervasio,
|H lofi-reu 110 pescoco a na hraco doas estocadas da-
da! por Manoel l.eile ; e que por um Iriz nao mor-
reo, pone nease mesmo estado perseeuir a Flix e
t*rwr a sua vingauca, malando-o !
He mais um desmmenlo.
Quaes san os crimes de Gervasio "'
rJlt.Tttl^idt Felix c*blinb1' Por que oc
cullaes vos 01 aeus ? M
Flix roaioo-iRtpeclor de Nosia Sanhora do O'
T3S&A S l'rado a foro, de arma, '
e ae lama aunegac-io ar si mesmo, que gaslem -uinenio, caioo ne ora das ja nal las do mesmo co
la no servico publico, se exponham a ferimeu- vento em ciijo peiloril eslava assentado, r'sullam
raves, e mulila;Oes, para afinal pedirem orna rfa' queda fallecer duas horas depois, suppondo-
la> ... ler raolivado e.le successo algum ataque pt>pleli<
. prestdenle, o principio de recompensar serv- ou falla de equilibrio.
lelo, Sr. pwaidenle, he om direilo que etl em ,n'.J ,"" :"".1" nnM0J """"imenlo seme-
aiUalla. nao tei porque o. ofiici.es de polica h%\b%"'^ H\- ^"Jo seo e.lullo au.or,
, Pemambuco he que hao de eslar privado, de um ^'X?, S^.! "L?.^^! '}tarm.qu iM
pripflo emTja
VoJclo.
feg n m
da
I
chava, no trunco daquella po-
_ benrtsio : jualilical os vossos.
Muilo nos admirou que na., livesieis negado o
tac o de ir vosso pai, que ignorava qoe Felix eslives-
Fei, raoMou"^""0 ,eCl,mar C"Ta" que me'
Tanlo conhecimeiilo e glora linha votto pai na
reata v.da rapraAda, que nao se pejoo de dizer com
lodA oaeu orgulho, .0 Sr. alfana Nonato, dianle de
SZiftS1. ~ 2 'i!bem qae cab"'" era o
valanllo de meu. hlhos !__
O espancamenlo .10 cnoulo Ricardo, que nao ne-
Sabem lodos era Goianna como elle ae deo, oor
pe*soasde crdito o lem relatado.
Boro singelo vos motlraes fallando de Anlo
Vieira. tsse homem Uo condecido por assas.i
autor de cinco mortes, sendo urna deltas no distr
era que moraes, e a vicliraa vizinho de vo.so
nan era cnnhecido por vos, e somente o veio a
depois que o Tal vo-lo denunciou"
Salici. o qua nos dizemos, fazendolvos loda a jo
111". ~ quesena e,,a den"eia orna recm
meh.Iac.ao especial para a sua admitao.
Antonio Viei.a i, montado em um cavallo do
so traienho, quando foi capturado. A sella
mesma que lora visla no cavallo em que andou
lu cabrmlia, e como distesles que ja elle
ido laucado tora do engenho, havia cinco dias ,
>e Antonio V.eira nlo esta hoje no gozo de sua l-
berdade. he que algum beneficio produzio .1 rorret-
pondencia de 2'd. marco que lano vus inllammou
com a* tuas verdades ; e lambem por ter o juiz de
direito interino ordenado ao carcereiro que o deli-
vesse a sua ordem, se ,|a delagacia recebesse mao-
dado de soltura.
Melhor informado eo, que o correspondente
de marco dtre algoma coasa sobre o que se dea
o felor do vosso engenho.
Asseveram era Goianna, que indo vosso irraao, o
capnao Valenle a casa do engenho, pergunlara pelo
mestre de asucar, e lhe retpouderam, que eslava em
auo, tille o chamou e perBunlando-lhe o que fatia.
o meslre ilie diste qoa fora a bocea da foruulha
o fogo, ao que voiao digno irrao relorqoio
' qoe
11 Ll
no,
icio
pai,
ser,
1 jos-
vos-
era a
Fe-
inha
f
de 2
com
_ ver
Vocal
Keipondeu que he caixeiro, e axisle ahi ba doa.
mezes.
E nada mais lhe foi pergunlado nem respondido.
A visla do que liouve o jais o aprsenle aulo de
pergonla por fello.
De que para constar uajndou o juiz fazer o pr-
senle auto em que astignou cora o responden! e ai
leslemunhat p.etenlet Manoel Ignacio Gomei.Hermi-
dio Zafirino de Paiva que lodos astignaram depois de
lido e eu Miguel Joaqoim de Fara Braga, escri-
vo o eterevi.Caelano Eslillia Cavalcanli Pesioa.
Secilio Jote do CundaManoel Ignacio Gomes.
Emigdio Zeferino de Paiva.
Nada mait te eonlinha em dito inlerrogalorio a-
qui helmenle transciiplo. A pretante paitei em ob-
servancia ao deapacho ralro nesla cidnde de Goianna
aos dezanove de marco de rail oilo cenlot cincoenta
e aale.
Escrevi e asiignei.Em f e leslemunho de ver-
dade. Conferida e concertada.Escriv3o.
Joaquim Jos da Cotia I-eile.
^libkcao apeono.
NENIA
Oirerecida a" familia do piauhyense Ma-
noel da Fonseca Lemos Jnior, exu-
dante do primeiro anno de direito da
Faculdade do Recife, morto no dia 1,
de abril.
Para ai perdat que teem re-
medio, te fez a diligencia ; para
ai pardas que nao teem remedio,
se fez a dor.
Padre Vieira.Sermao.
Do Piauhy mait urna flor mimosa
Crestn da mora o sol impiedoso
eslava, mas era alraz das.......O mestre negoo isso,
e tenrfo mandado calar, nEo o quiz faaer, pretex-
tando que ealava te defendendo ; pelo qne grilou
votto irmao para os negrosd nesle diabo I Indo
um prelo a execular a toa ordem, o metlre correu
a bocea da fornalda a botcar tu. facca, qoe all li-
nda daixado, e vendo-te peraegoldo das pancadas,
deu no prelo urna facada, de que Ide reiullou a mor-
le instantnea.
Asseveram mais em Goianna, que apenas vio
morto o escravo. correu votso irmao para cata, e te
trancara em um quarlo, receiando o meslre ; o que
taendo vos, meu deslimldo suerreiro, empuuhasles
um fado, a tomando um hacinarle correales ao en-
genho, onde, alraudo aobre u mestre, o fizetles
aahir junio de aua victima Eit-ahi o fado segun-
do elle corre em Goianna ; e te he verdadeiro, bora
provello vo faca a consciencia.
Sendo interpellado tobre isso um voaso amigo,
que lam mait de duat venias, disse: o qualquer uro
razia o metmo, vaudo seu escravo com as tripas de
tora! I O vosso proprio amigo, nao vos do I ende 11
da calumnia que vos levantara, antes a desculpou !I
ISao duvidamos pois, asseverar hoje com votco,
que o feilur de vosso engenho esteja vivo, e teja esse
escravo Cosme.
fergunlaes quaes as donzellat violadas ; as mu-
Iheres brbaramente separadas de teut marido! ?
O correspondenle de 2 de marco n3o asVdeclaroo,
he verdade, e eu muilo meos o farei ; por que os
propri. s pas e maridos dessaa infelizes, se viriaro co-
agidos a apparecer em defeza vossa e de vosso capi-
llo Vleme, lemerotos do puolial e bacamarle, que
to bem maoejaes. Poupo ao menos mait etsa hu-
milhaclo a estes desgrasados.
Respondei com soberano desprezo ao meo anony-
mo, porem lende a certeza que jarris voa darei a
confianza de confiar meo nome. Sol muilo baxo,
soit muito vil, para que eu posta ser cavalleiro.
O vosso caslello vos abriga de ir a barra de um
tribunal, mas eu nlo leoho casiellot, sou feilo de
carne e osso, nao sustento valenlftes, e com mniUi
facilidade entra urna bala ou um punhal po enlre
as ranillas coslellas.
Tenho numerosa familia a qoem eirvo de nico
ealeio ; muitot filhos a quem educar, e por eonse-
coinle precito muilo e muilo de viver ; principal-
mente lando dianle dos olhos a lembranca do infeliz
marido de I). Clara, bararamenle assasainado na
estrada de cima, por um vosso prente, que lambem
lem sido vosso metlre !
Manoe| Leite, de quem fallaes na vossa cerret-
pondenca, e que acompnnhoa Felix cabrinha na soa
excunao a Goiauninha, nunca f jia votto engenho e
nem ao menos la' vai! Mais tarde vot ajustaremos
essas coulas no documeutu qua abaixo te Iraos-
creve.
Nao negaes qoe Manoel do Nascimanto raorasse do
vosso engenho, e asteveraes at, qae etleve com vos-
eo as eleiQfies. Creio pamente nessa vossa confisso
porque com ella daes um publico leslemunho de que
a polica nao vos persegua e principalmente duran-
te as eleicoe- : e com o que aateveraes, moslraes ao
publico, que nao era preciso ler valenlOes para ser
respeilado.
"Hoje he verdade, que Manoel do Natcimenlo n3o
esta comvotco, mas porque '!
Elle apregoou em Goianna, qua se retirara do vos-
so engenho por lhe tomarem as suas eannas, pelo
molivo da nao ler elle querido malar a Jos Xavier,
contra mesl/e de msica, e para cuja morle lhe foi
ollerecida a qoanlia da 3009000 por vosto irmao, que
se injunoo de ter tratadovossem vez de V. S.
por esse hoorado pardo, em Urna dispala aa occasilo
dat eleifOes 1
Nao conhecemos o autor da correspondencia de 2
de marco,, mas ja qoe lhe somos devedores de urna
oa lelo proveitosa somenle para vos e para os vos-
tot. vos diremo, que elle nlo chamou facinoras a
Jo3o de Bu e Manoel do Natcimenlo.
Joao de Bil he om detordeiro ; provocou e deu
pancadas netse Marlinho, que vos chamis assassino,
e dizeis morador no enganho^ojan, quando lodos
sabem que elle foi morador em Goianna, na ra da
I raa, e que hoje etla' morando uo Recife, onde 1ra-
balha a bordo de um navio.
Ridicula e muita ridicula, he a defeza que vos fa-
zei?, dizendo, que Cazuza Duarte foi chamado t-
menle para a eteriptoracao do engenlu Peuiaet que
nao sanemos o que he um engenho ? Qual he o ser-
vico de escripluraco, que valha a despeza de ler um
empreado, tmenle destinado para elle em um en-
gendo Essa vossa explicado he batante chit-
losa.
Vos o dizeis, e nos com vosco asseveraraot, que vi-
veram criminlos acontados em Goiauninha ; mas
sabis qoem para all os mandava ? Era vosso vir-
ls' P.ai! eram alguna dos vossos prenles.
Sabis tambem quem lancou essa vossa genle pre-
dilecta Tora de Goiaouinha ? Foi o destacamento e a
aulondade militar, que para all foi mandada por
causa de vossos bellos feitot, a-qual nunca pactuou
com os vossos.
Uaoracs para onde foram, os loragidos de Goian-
ninha l Buscavam asylo r vossa familia, e o en-
ssos advertanos polticos. Algons dos vossos sao I
bem capases disso, e haja vista a historia importante ah>' ma" oma fll",r mimosa
de um cavallo de que de Uruha solicitou-se com tus-, 'norl9 "ol impiedoso,
lancia o deposito. Negareis islo ? Eiilrelauto ja li- '
vestet a sem cerapiouia de confessar, que o vosso
apachar as soat diflcreosas anatmicas ou mala- (imenlo d'aoliga le, qoe. theoric.me.le, nao tea>
phystcas 1... j> |i8ir nl 0TI) 0 du m qo# c ^n9tUm M vn_
Senhor, que la dos cos dispOes os mundos,
b atsignalas dot homem miterandos
A vida atribulada uu venturosa,
Tao curia para un., p'ra oulros longa,
raza qoe em miuha menle urna cenlelha
Reverbere da luz, que le illumiua,
1 ara melhor curvar-me aos leus decrelot.
Frgil arga, apeuaa animada
1 elo aopro vital que sienta o homem,
lona razao vacilla envolla em Irevae,
se vejo a morte partirla no joven,
Qne a ciencia pe.serola. as frias azat,
sem compaixao, nat faces dislender-lhe ;
t no vndalo a vida rubicunda,
Na praguicosa inercia encanecido !
Bem tei que a razao minha ,m vao pretende
Komper 01 diques que ao mortal se erguer.m
1 eta prvida mao que rege os mundoi
sao delirios da mente que me escalda
U mysleno insondavel da existencia.
Autor da minha vida, autor da dalle,
Qoe bella e floretenle exterminaste,
rerdoa o meu arrojo n'esle pranlo,
K estes lunsos suspiros saudasos,
Que demandara consol... Em vao, qae a perda,
guando irremediavel, s eiicoolra-o
a dor, no prauto que do qeilo nascem !
Do Piauhy mais ama flor mimosa
t-restoo da morte o sol impiedoto !
Oh qaaolo m atormenta a idea Irsle,
yue havena de em mim lembranca elerna
Gerar, ae elerna fosse a minha vida.
Da prematura morle do mancebo,
Que aps rail sacrificios afanosos
O primeiro deerao subido havia.
Que da sciencia aot prticos condaz-nos
Donde j detcobrindo alarais vitlumbres'
Da aurora dos sem son dos acordados,
Aos torrisot longinquot do futuro
Tambem nbs labios teut brincava am riso.
E ve-to no .verdor dot ledos annos
Sem seiva de existenciamodo e fri__
Distante de seus pas que u idolalravam,
Da palria que o olhava no fuluro
ramoso camplo dos seus deslinos...
Ah coila a om coracao, ondea amizade,
Em doce pedeslaf, firmn seu llirono !
Mas, qoem pode obstar qae o bravo euro
Destronque a flor qoerida, n'oulro lempo
Oa per fumosa briza baloucada !
A morle he necestorla, a morte he boa,
Por ser lei do tenhor, imposta aos homtna :
sem ella fra o mondo atroz supplicio.
Qae valem pranlo e dor contra a sen(enra
Que uo hvro elernal se achava e-cripla j
Oh I muiloque esla perda he sem remedio.
Pung, dore, crois ; correi, meu*pranlo ;'
Carpi-o, minha voz ; echo tentido.
Repel a tem pais, a seus amigos
1 de 1837.
virtuoso pai le do encontrado reclamaudo^cav
los em qoe iam 01 tadot assassiooa ? N^
Com o faci escandaloso da detcar.ida protecca,.
que vosso pai preslava e presla a diversos assatsinos
irapurlaiites, como cima denunciei,' respondo ao ul-
timo lopico da vossa correspondencia.
E agora dizei-me ae votso pai nunca protegen a
criminosos, e nem pedio a soltura ellet.
Dizei-me mais, se vos e votto irmo o capillo
Valente sao na nao essas duat jovens ferat que que-
rem surdir de choler.--solapando Goianna.
E 'finalmente dizel-ral, se he verdadeiro ou nao e-
le documento, que aqu vai transcripto, e qua he de
um homem, a quem votso pai iacambio de ir recla-
mar o avallo, em qoe Felix cabrinha andoo e ao
qual foi negada a entrega, o que deu lugar ao cele-
bre dito do barao de Pangaua, todos sabem que o
cabrinha era valeniao de meus filhoi 1
Negai agora que Manoel Leile tambero era vosso
socio.
Al outra vez, se o quizerdet.....
Goianna, 19 de marjo de 1857,
, O liberal CoiamiUta.
Illra. ar.Diz Manoel Joaquim de Mello Souza,
,que precisa a bem de teu direilo, qoe o eterivao
desla delegada lhe di por cerlidlo o ihaor do inler-
rogalorio feto por esla delegada a Secilio Jote da
Cunda.
P, ao lllm. Sr. delegado de polica deela cidade
de Goianna, assim o mande etc.E. R. M.
D. Delegecia de polica do lermo de Goianna,17
de marco de 18.J7.N. d'Andrade
Joaquim Jos da Cosa Leile, tabellhlo publico.do
judicial e uelas. e do registro geral dat liypolhecas,
e.cnvao do geral do crime e civel, e da dcleaacu
nesla cidade e comarca de Nossa Senhora do Rosa-
m *""ani"' da Provincia de Pern.imbaco, por S.
M. i. L. que Dos guarde etc.
Eu certifico que o interrogatorio de que faz men-
coo a pelicao retro he teu Iheor da forma e maneira
seguinte :
Auto da pergunlss lonas a Cecilio Jos da Conha
Aostrinla diasdo mez de dezembro de mil olio
ceios cincoenlae teit annos nesla cidade e comar-
ca de Goianna, da provincia de Pernamboco era ca-
sas de morada do Dr. juiz municipal, e delegado de
polica Ctetano Eslellila Cavalcanti Pessoa, onde eoJ
ejenvao do seu cargo fui vindo ahi presente te a-
chava Secilio Jote da Cotia em sua plena liberdade,
"ylo ,U'Z JUYe de fa"r M Per6D"la5 o is-
Foi pergunlado qual o sou uume, idade, es-
tado, profittao filiaban oacionahdade, e lagar do seu
nascimento. Ratpoudeo chamar-te Secilio Joto da
Lnona, 1er vinle cinco annos de idade, ter casado
viver de agricullura, ter lili,,, legiliroo de ReinaWo
Joaa da Conha. e tua mqlher, o .eu dilo pai a he
tallecido; ser natural e residente em Ierras do enae-
nho Bonito desla comarca.-Foi-lhe inafs pergunla-
do ao dilo respndeme a qoe fira veio a esla delega-
Re.pondeu, que veio a esla delegacia com
um. petizo a.s.gnada de teu ponho requerft a en-
rega de uro cavallo em que montava o crimoso Fe-
v.i0' .," u' "a oocas'ao qe foi morto, cujo ca-
vallo elle lhe emprestara em dito d. '_2-!.
J. Coriolano de S. I..
-1- 1 sobre religue aonde se lsabe-
encerraaa deve ler-se sabedbria increa-
Emerson, em nma linguagem technica, de qoe
algumas vezes abosa, diz, que asiim como a'agua,
a cal e a areia compoem a argmasta, ha tambero
temperamentos que se alliam bem, e que por enge-
nhot e equilibrioi dos contrarios, chegam a formar
alguma coma de a drstico n como o carcter io-
glaz. Elle dir' algures, que o Ocano serve para
oa loglezes de pilha galvnica, para distribuir em
um povo os cidos, u'outro os lcalis, e qae assim
he que a Inglaterra leu le a' (acumular sea elemen-
to liberal n'Amerira, seu elemento conservador em
Cuadres. O Normando era encarado como o repre-
sentante do principio aristocrtico, o Saxonio do
principio democrtico. Ella Iheoria 13o admfravel-
menle desenvolvida por Aagnslin Thierry em soa
a Historia da Conqoista, a foi romantisada e poT
polarisada por Waller Seo no Ivanhoe, por
Bulner no Harold, .. ecom oma applicaco loda
moderna por Dtraeli am Sybil. o Emerson tam-
bem dalla se serve^por este modo :
Etla ilha, diz elle, era como um premio da.
tentativas. Cada urna das najas dominantes ahi
teulava n.cessariameute a fortuna. O Phenieio. o
Celta, o Godo ja por ahi haviam paatado. O Ro-
mano veio a seu tamo ; eslava ao ponto culminan
te da aua fortuna. Surgio-lh. aot olhot om novo
povo, que nm da o havia tupplaular. Fez desem-
barcar suas legioes, conslruio seos campos, delioeoo
seut planos ; depois em um bello dia recebeu ms
novas da Jlalia, que foram a peiorar de anno ero
anno ; por fim selluu e complelou as derrotas e as
moralhas, e eslabelecea-se ; em vez do Saxonio,
seritmenle sobre o solo, poz-se a edificar, a rolear,
a pescar, a commerciar, com a sinceridade e appli-
cacio alternis. Viva o Dinamarquez, que dividi
com elle. j
a O Normando chegou por ultimo ou o Dinamar-
quez, que conqeislou o reino com (odas as regras,
qoe o lorluroa e domou.
o Um seculo depois acboa-se qae o Saxonio era
oque mais fundo linha o cuja vida lio dora era,
que havia feilo fallar ao vencedor a lingna e acei-
tar leis e esfumes da victima ; forjado o barao a'
dicar condu-es saxonias aos res normandos, passo
a" passo, havia invernado e feilo tanecionar (odas as
garantas etsenciaet da liderdadecivilf. O genio da
raca e o genio do lugar contpravam para o mesmo
fim. A ilha paga abundantemente o Irabalho, mas
poroolroqualqoerladonadav.de. A raja era tao
intellecloal que o senhorio feudal 00 militar nao
pode dur ar por mait lempo que a gnerra. O poder
detlet Saxonios Dinamarquezes, que haviam sido
18o completamente balidos que o nome de Inglez e
o de viaoeram synommos, e que entreunto linha
bastante torca para arrancar Carlas aos sens reTs,
este poder proceda da sua forte personaldade. O
bom senso e a ordem sao os seohores em um mun-
do que he feilo de hom senso e de ordem, e o ban-
quero com o teu 7 por 100 expela o bario de seu
caslello. Urna nobreza de soldados ulo lera aob o
jugo oma commonidade de horneas armados com a
destreza e a scieneia. O que he a mais bella arvore
genealgica contra o vapor oo contra ama compa-
nhia de robustos coinmercianles, para os quaes Sle-
phensoo e Broael fazem locomotiva, e pontos tu-
bulariat ? Esles Saxonios sao as mos da especie hu-
mana. Ellesamamo Irabalho, aborrecam o repouso
e o prazer...... a
Esla junta psito e etla lula das doas racas prin-
cipaes, do Saxonio a do Normando, acha-se oa lin-
gna como na historia de Ioglaterra. Todos sabem
que anda ha hoje, na lugua iagleza, palavras 'dif-
ferenlet para exprimir o mesmo objeelo, qae os a-
niraaet, por exemplo, destinados ao consumo sao
chamados dilTereolemenle qoando eslo vivos, e
qoando esiao promplos para o sustento. Esla dis.
linecao tem sua orie,em na conquista. Um boj, nm
SSaricbajee
lUSCOS INGLE/.ES,
Esbocot do carcter inglez.
Por R. W. Emerson.
O autor desles esboces, que he nm Americaoo, he
por s naetmo urna personificaran a mais fritante de
um dot principaet ratgos de caracler que elle em-
presta aos Inglezes :o espirito de raja.Embora
seja um cidadao dos Estados-Unidos, uem por isso
lhe coto menos oas veas o. sangue anglo-saxonio, e
qoando elle olha para a colonia deTrafalgarorguIha-
se de pertencer raca ingleza. Este senlimenlo he
muilo mais geral do que parece enlre os America-
nos L elle parecem tempre, nao drei desaliar, po-
rem mostrar o punlio a Inglaterra, e entretanto
exultam vaidosos pela sua descendencia e a grande-
za da mai-palria lisongea ttu.wsulhfc-fcrtirra
de si para ai : Somos da raca, que conquist*^*v^^in'e a 10B e aisemelhavam.....
mundo, e que sendo a menos forte pelo numero,
lera sob seo imperio mais de milhoas de homem
Os loglezes de sea lado lem para com os America-
nos ama certa fraqueza paternal.^ Como esto, no-
bres pais que, praguejando, lisongeam-se enlre-
emprestara era dito dia ao
pouco mais 00 meuot.
meto dia
Foi-ll.e mais pergunlado em que lugar se achava
relia cabrinha na uccasiao em que lhe fez esse em-
presumo /
Respondeu. que se achava no engenho Pedregu-
Iho do qual de rendeiro o major Honorato Olvmpio
da Cunlia Reao Barros, e teu reala Valentiniano da
Cuuha Reg B-rros, onda se achava o raesmo Flix
cabrinha de estado.
Foi-lbe mais pergunlado a qae lempo se achava
Flix cabrinha _ne.se engenho, e em que se oceu-
Respandeu, que ahi se achava lia um mez, c em
cousa alguma te aecupava.
Fol lhe mais pergunlado, se elle respndeme ig-
norava se Flix cabrinha era criminoso bem como se
os sendores do engendo ignoravam *
Responden que elle sabia que o Felix cabrinha
era criminoso pois era notorio, e que isso lambem
nao ingnoravam os senhoret do engenho.
Foi-jhe mais pergunlado, na occasilo em que den
o cavallo a Flix cabrinha, te elle eslava armado, e
qu .I a qualidade das armat f
Responden que ertava munido de um divinle,
comellas a''le qUe elleeslava conslanlemenle
Foi-lde mait pergunlado se elle sabio s do enge-
ndo ou acompandadft /
Keipondeu, qoe -alie, a e contra a
sendores do engendo
pois que e
vonlade dos
les roclamavam
.a occasilo era elle aahi.', dizeodo-he" que' li'a'o
havia necesatda.le delle sabir.
m'L\''L?"S PerKunl,ln se conheee o criminoso
genlio '' lamuem l,e morador nesse en-
Hespondeu, que o nlo eonhece, man o tem tale
crX,";" no^'nho Ped^yul^l'Z %
XtSiSt a"marte',,ur is, "e que disse
Foi-llu mais pergunlado se nao sabe, que esse
Manuel Leile, acompanhara o Felix cabrinha nesse
Retpondeu que tabe por Ide dizerem alguna int-
peciores de Goianinda, qoe n.i occasilo em que leve
intvi'Z :rz\i7az:hdo deMe **"
genn^Pedr^ui'h??0 ^ ^ M CCpaT" n" "
lano de verteos jove,ns filhos fazer loucurat, e era
olhar com urna secreta complacencia para os esfor-
501 de seosprimos transallanlicos. Jonathan he sem-
pre para Johu Bull o filho lerrivel, que lhe moslra
os denles. Jonathan he um deites meninos brgado-
res, melle os ps no pralo e os dedos 00 nariz ; um
destes dogazeio, que enlra com seus vestidos despe-
daza los e sujot; porem ir al ao fim do mando,
porque tem botas de seto leguas, e chegar temp
primeiro que lodoi. Bom sangue ulo poda mentir.
4jjPorancia deslai rela.Oes particulares entre os
d!**" povbs he qe faz cora que tantos se eogaoera
na Eurota loBre as dispala, que de lempos a lem-
pos surfera enlre os Americanos e os Inglezes.
uando se v Qj_.Amarieaoo> provocarem, desafia-
algumat aVezes al intultarem os Inglezes ; e
quando se v^os lnfjezes. dabilualraenle lio arro-
^anle*par. com o%lros povos, lio impacientes pa-
ldaol(rajea, o inlraWeis as represalias, mostra-
rem-te de repenle,lio paciente e tao bonachoes,
procura o segredo desla tolerancia, que se (em pre-
tendido lomar por fraqoeza. A verdade he, qae os
Inglezes deixam dizer e fazer impunemente muitas
cousas pelos Americano-, porque sao da familia.
Sao impertinentes, "he verdade, mas iao-no em in-
glez, o que he muilo diverso do que te o fossem em
francez.
He urna observadlo muilo delicada de Emerson,
que os homens fallara volaiolariarneutedo poder da
raca e do sangue, e qoe elles gostam de atlribtiir o
que alo muilo mais aua propria oompoiiclo, do
que s circumatancias de lempo e de lugar, que os
cercara. A raja he com effeito alguma coasa de
pessoal. de exclusivo, de privilegiado. Porem a raja
e a nacionahdade n,1o sao a mesma coota. Assim
o povo que na historia moderna lem o caracler mais
pronunciado da uaeinnaliilade, o povo inglez he om
eomposlo, nao sei de quaulas raras diversas, e foi
om de seus escriptores quem o disse : O Inglez
he a lama de lo las as na;oes. a
O caracler complexo dos Inglezes, diz Emerson,
Irahe urna origem mixta. Tudo quanto he Inglez, he
urna fusao de elementos disparatados e contrarios.
A ligua he metclada ; os nomes de homens sao de
dilTerentes nacOet; ha ahi tres linguas e Ires ou
quatro nacaos; cada correte de ideas tem o seu
antidoto ; eis-aqui o espirito que vivifica a par da
doulrina que mala, ; o espirito .Ilimitado de empra-
za com o culto do habito e da rotina ; urna liber-
dade desenfreada, leis hospilaleras e a mais insul-
tante legislarlo de casia ; u.n povo que suas guerras
teus negocios dispersam por loda Ierra, a que tem
um mal inciravel -do paiz ; uro paiz de exiremos,
de duques, de bspos milionarios e de proletarios
pagaos ; nada ahi se pode louvar, ero ler que ful-
minar excepcei ; nada ahi se pode reprovar aero
adiar materia paaa canucos da louvorei. He om
povo que nao parece deseen ler de um s Ironco,
mas que conectivamente forma 6raa raca superior
todas de que he .deseen lente. He anda impoesivel
detcobrir tuat primeirat origen.. Quem poderia dar
seus verdadeiros nomes t rafa, qae etlSo na
Gria-Bretanha ? Qoem poderia distinguir oa traeos,
homem, eram guardados pelo Saxonio ligado a' gle-
ba e lindara seu nome na lingua dos vencidos ; de-
pois quando passavam para a mesa do Senhor, per-
diam ioleiramente sua naciocalidade e recebiam al
um novo nome da lingna normanda. Nao t os ani-
maes e os alimentos, como lambem os inslromaolos
sofTriam esla diflerenca ; os inslromentos de Iraba-
lho e de dor chamavam-se era saxonio ; os instru-
mentos nobre de goerra e de caCa chamavam-Je em
mando. Emeson, qoe em sua qoalidade d'Ame-
n. .10, faz parte do elemento democrtico, oa falla
dos Normandos como leria feto no lempo da con-
quista.
Os Normanl's, diz elle, que vieram a' Ingla-
terra, sahirm de Franca peiores do que haviam en-
.irado, canto e setsenta annos antes. Tinham per-
dido sua propria lingna e tinham aprendido em seo
lugar o romano ou o lalim brbaro doa Inglezes, e
com etts linguagem tinham coolrahido todot oa vicios
para que elles tiodam nomes.... Viole mil ladros
deaembarcaram em Uasliogs. Estes fundadores da
cmara dos lords eram ambicioso! e ferozes dragdei
filhos de ambiciosos e ferozes piratas. Todos te asse-
melhavam. Elle, roubaram tudo quanto poderam
levar, incendiaran!, violaram, torturaran), maUram,
al qae se deslroi.se qaasi lodo qoe era Inglez! E
entreunto tal he o prestigio .d'anligaidade e da ri-
queza, que homem honrados e respeilado. gabam-
se de desceoderdestes ignobeis roabadores, qae mais
juslica fajfam a si mesmos lomando por >yral;?l<" o
> bode, o chacal, o leopardo, o lobo e a ser-
E desle p.cto do duro e laborioso Saxonio com o
Normando mait militar c mais brilhaole, de que in-
sensivelmenleseformou o Inglez. Como e sob qae n-
lluencias se operou esta fusao He o que ha poneos
das mdagava om dos mais eloquenles e dos mahrl
eminentes prelados da igreja ingleza, o doutor W*
berforce, em um discurso cujo assomplo eraA vi-
da nacional.
"gar 1
gado aos genlioa foi, era principio, o ultima dia" das
nacionalidades. Qoando o apostlo Pedro, (eaneaide
eseandallsar o. jadea., aeat cooeidadioe, separ.a-ae
dos gento.. Paulo o reprehendan parame teda
mondo : a Todos vos soit am em Jetue Chritle.
Perdoe-se-ooe a cilacao ; fallavaaaoe d'uaa diseauoe
de bispo.
O senlimenlo da naelenalidade tal eeaae eealea-
dem os Inglezes, he nm eeoiimento e.t.ecialaaaeto
jadea ; erer-se-hia qae socied.de i.glexa be a.
sociedade de eircameidadoe. Opa'1 jedee ate tea
excepclo ; he o primeiro povo de naaeds, a o anata
maoifettainenie aoignalado pele dedo da ^evi-
dencia ; mae ella nao ae perlaoce, perleoce a Dee.
e a miaalo qua Deo. lhe impoz. Oe Jadea* ale
homem lvrea, sao mais e sao eaa ; ale iaatra-
mentos etcolhidos de toda elefnidade, ale e vaee ala
eleirjlo qoe encerra segredo* de que alia ai* pee-
sue a chave eomroam para este pavo peaeeal ka
om Dos pessoal ; ha o Deas des Jadease. Oa In-
glezes dizia lambem voluntariamente qoe ha e Dea*
.1' s I uglezes ; esseacialmente. elle, ale ereeae qae
elle .aja o meamo qae o dos Franeezes. Elle* si*
"ma palria a Dos ; te podettem Ibe dariaaa -
aniforme : o vestido vermelho, a cor do gerarao
da S. M.
Nao eremot pois, com o eogenhese bitpe de 0-
ford, qae teja e communidede de religiao qae leeba
formado a vida nacional de Ioglaterra. INriaaaee
anles qae a personaldade do pavo i.slez ere Ma
enrgica e lao in le.lrurtivel qae luto fez a aa,
'migemepara seo uso, mesma a religue. Ne
msela dos dous elementos, a victoria fieeaj pata e
mais resistente e para o mais persistente, a be e
oacionalidade que acabou por imprimir sea cama*
na religilo.
Eia porque nao se deve crer que o* Ingleses aa-
jam lio religiosas, come parecem ; meitoo ba ajee
o o sao por patriotismo. Elle* raapetlam lodaa aa
mliluicoes nac.onae., e a .greja eslabeleeid> ba
oma, como o jary, como o hmbeat corpa: Sea re-
ligilo he um negocio de cenvenfia, e Parante
muilo bem apanhu alaunt lrar,o. qa.n.lo ditae :
A religiao da Inglaterra fiz parle da bea eaja-
casao. Quando, sobre o rualtaia.i, ae v e leglea
chegar a' capaila de seo arabaixador, c, para faaer
soa orarlo silenciosa, por soa Agora em tee chapea
raaito cuidadosamente e.covado, el* ae podo Mi
de pensar ao qae ha de orgolho naeieaal ajee eeea
elle ora e com etla raligilo de gentleman. Ttale be
o seolido qae elle pe no qoe diz, que er Irma
mente que elle lie que fez sua graciosidad., a aja*
por ana parto muilo poluto he r.nde e Dees. Cm
nobre lord dase um di. na cantara, per eoaaaile da
urna victoria, que julgavaqeeae nlo h.via lisa bem
comportameoto a respailo do Toda-Poderes*, e ea*
lalvez fosse opportuno, depois de li* grande taaiaa
.0, render-lhe urna conveniente bemeaagaw. Beta
igreja he a igreja da naci bem edeeada, a de pe-
bre. Ot operarios alo lhe perlencem, e letmlini Cm
parlameato diziam oulro dia na cmara ama anace
em sua vida haviam visto um pobre oaberto de ae-
dva}t"Stn- orna, igreja.
a Elle (orpor do vigoroso iulcllecto inglez, aa ana
reapeiU a' religiao, mottra quanl* espirita leacare
se pode combinar no ra-smo cerebro. Sea illbilli ba
urna cilacao; soa igreja he ama booec. ; iiiadt ..
qoer locar oella, elles dio grites de torree. 8m
tonudo a crer qoe ha no cerebro de am Ingles aaaa
vlvula qoe ella pode fechar a teu grade, cama a
machrosla fecha o vapor. Aa peaaaes aeaaetae hm-
truidas sabem tanle diste, cara* e bisen eaa 1
religiosas, ou romo o chancellar de
materias polticas. Ellas filiara bem a logic
porm esles mesmo* homens qae levaran a 1
econmica ou, a sciencia geelogie* aa ponto eaa je*
etilo, vos os vede, tornarem-se grave* frjcboiem
carneiro, um vlello, que careciam dot cuidados da, |H* vsrvula ante qae e canv.rseci* (ene ierria
u
o Nao obslanle, diz o bispo d'Oxford, as leit de
Guilherme, que inlrodoziam por forja a lingoa
fraocazanos Iribunaesdej ustica, como ja reinava
no palacio, e vigoroso lypo saxonio, em vez de ce-
der o lugar ao normando, resisti e deixoo seo cu-
ndo tobre a formai-So da hngua commotn. A" teme-
Ihani-a dos grandes carvalhos de seo solo, elle pro-
jectou seus ramos segundo seu proprio lypo, enri-
quecido, lio verdade, e oruado, roas sem ser altera-
do pelos ligeiros festoes do mais gracioso Nrroando,
que abracou, aperlou e embellezou com suas gri-
nsldas de flores e de folhas a robusta lige primitiva.
Ao mesmo lempo, as leis feitaspara guardar oa di
reilot toudae. do monarcha e dot oobres foram no-
dificadoa e adaptadas a uro cdigo commaro Plos
livres principios do governo reprsenla livo sa lon"o ;
a o velho e austero Willenagmol, a' forja rt* pa-
ciencia e de perseveranca, acabou por lorn ar-se a
omnipotente cmara dos communs. Demais a Irans-
missao do solo livie desde as primeirat ir"jad*s de
nosia raja susleutuu nella esla indomavel retolujlo
de anles morrer mil vezes de qae soffrer jogo do
estraogeiro ou humilhar-se peranle um | 'oder *s-
Irangelro...
He om bispo quem falla ; mas como r .'alas ulti-
mas palavras bem te v que he um bis po inglez |
Nao he o christianismo qua he a relian da Ingla-
terra, be a Inglaterra, nlo he o Evange 'he, he a
Magna Charla.Eslou certo que para -"o o mys-
terio da Santa Trindade oulra cousa nl be senao o
eqoilibrio dot Ires poderes, a coroa, os lords e os
communs. Quando o bispo d'Oxford in daga qual foi
o instrumento da fuslo e da assimil, '?ao da rara
conquistadora e da raja conquistada, 'cha que foi a
commuoidade de religilo. Foi o padr e que, fallan-
do em nome d'uin poder invisivel e espiritual, ar-
rancou ao vencedor a clemencia e prolegeo o ven-
cido. A co'nmuni.lade de religilo Dr- oduzio as allian-
ras de familia, que produziram a commuuidade do
sangue, depois da linguagem e das IradijOet. A ob-
servarn he verdadera, mas deve ter dalada d'om
espirito de exclusivismo lodo billa nnico para.- ap-
plica-ia a' Inglaterra. Esla mi-sai foi a qoe detem-
penhou a igreja chrisiaa era toda Europa durante a
dada media ; houve um lempo
depondo os poderosos e elevara!
ram a encarnaran da juslija div
em que os servos dosservos de 1
de seus ps sobre o diadema dos
verdaderamente o triumpho d e
ja. A religilo cdrislla pode si pois o principal ins-
trumento da fusao das r.ijat, d aisimlario dos ven-
cedores e dos vencidos, mas 11. lu da formajlo das
nacionalidades. Tomado em s< m" tenlido philosophi-
co e me o mais extenso, o chrislianismo, longo
de fundar nacionalidades, vem anles para destroi-
lat. Chrisliantmo e palriolis mo nao lem enlre .i
neuhuma oulra relajlo qoe 3*' da rima ; a he urna
das raaOes principas* que fazen11 com qne o Papa
de Inglaterra. Depoit disto, fllate a am aaes
larlaruga.
a Soa educajlo onivertatria he mait* mas. desti-
nada a prodazir em gentleman de qae asa svyebataa
gop ella far aorgir am bispo e abatata' ana paneeaa-
pho. Nao tei o qae ha mait cabal aa iaeaja nanji
ctaa do que na. outra., is cier* englirene be
idenlficado com a aristocracia.... A igreja aagiieM-
he notare! pela graca e pelaa bea. maneira. de sea
clero. O Evangelho qoe etre aTasaj. ba: Pete
gosio seris salvos.... Ella ale lam e espirito par-
seguidor nem Inquisitoria,! ; be bem educada, aebe
fechar os olhot a' neeestidixM. Deixai-a tranaaUla,
qoe ella vos deixere' tranquil!*, parata eaa laKinc-
to he hostil loda mudan.;* ne f iMaTla, m aaeaea.
tura, na* irles s.ciies...
. Mat ainda nlo te pdde gei,r hamanid.de
pelo acto do parlamento. Oa ca.,tajaaa; aa arles.
ai descoberlat, a* goerra*. a opiae, c*n(iaaam sea
eur*o. O novo scalo lem nova* .ecetstd.de* a l a
Escriptura com nevo* olhot....
Aa petsoas rtligiotis aahera toreada
igreja estabelecida, e formara taitas ajee
Eoropa. A nalureza tem ainda eatr**
O* Inglezes, porque aborreeem a modaaca,
ludo em negociot de religue, apegara-** aos 1
fragmenlo* de (orraali.mo, e caera aa bypaerWa....
Qoe de mais odioso qu* estas pelada, -naditica eme
te faz a Dos not vroa a j*a*n f \ imeram^
popular he esb>jado em e prepare* esa e*a*t
are* devoto*, e a religue a* .i. he coma am Siexi
do ideal:"- em que o homem rica (em aa* rala* a
rain. Entio e "'',fr noeriaia engtnaram
a aalyra. Pao hanrivei* malariaes.
Dictens escre > phila.irepi* n*E-
xetor hall e Th s /r> vida sem pena aa.
alias ca *** n.lurnaa vine*-.
mente |,*'0 paganiamo da* clame* inf*tores*y^!*?
A igrej;' ne',e momelo he digna de piedad* m
lhe ret postessao.# Quando om btepe te acha' n.
iociedi lde de ora homem intelliaenle, e l Mae*
qoesl. '* tm "em olhos, seo nico rocana be trocar
oma s duda cora elle..... Porm eslataalecida Igra-
ja, he' ala a religilo da Inglaterra..??..
1.' etla quetlio Emerssn respeade farmelmento:
Na o. Sem er Uo poiiiieas, creaaae todava aa* h*
n, 1 Inglaterra onlra religiao qoa a religiao eatabale-
c ida, ootra aeciedadr, qoa a eocaaaade aaMel. e h*
I M5r u qae Ingjatarra aa salva. A par 4a IaKla-
1 erra que vive pela tai, ha a Inglaterra aaa vive
>ela f ; alm dasle pharuaitaae, asta piedad* da
etiqueta e de devojlo bera arabjada, ha ama e*r-
rente, *run e santa revolU Verdale caer Ja ca-
lor de nobre odio da servidlo eate aervdidade, ama
especie de aopro emanado da aKaelb) qae vivifica
as nlranha* da tociedade e expa*aaJjaBf
rezas, os artificios e MeapKiraa.
- Jobo
(Jm**l4m Deimu.)
em que es Papal,
1 os humldet, fo-
a tobre a Ierra, e
is, deixando op
iis, representaran!
rirlo tobre a for-
ra rmpe-
i>m*\ttf,<
rAU DO RBCIFB 7 OE ABRIL AS
3 HORAS DATAR-
_ ajf- Coiaeaes offici.
Louros ecco* salgados316 por
Fr*rico /toMUiar, presMenl*
P. Borftt, lecretori*.
Sobre Londres. 27 3|' a O d." e 27 7ft a 1 d
* Pan, 3O re. por Ir. !-*.
t Lidioa, 95 poi J de premie.
K10 de Janeiro, 2 por Om de laai 111
Acjes do Banco, O a 45 deTraaal*.---------
companhia de Beberibe 541000
companhia PernamburaanTrawr
U''l'''dePablie.,,.30ps,rentod.'praia.
* Indemnisadora. 52 idea. fnaaie.
* da estrada e ferro -20 por Om de 1
Disconto de lettra, de'8 a 10 "w"" 1
Dilo do banco8 a 10.'
(juro.Onjas lirspanhula*. .
Moeda* de 64KM) velhas ....
6*100 novas lS
' lauoo.....,
Prata.Palacoe. brasileiro*.....".
Peso* columnari .
a nieiic.iios...... ?|^
Al-FANDKGA. *
Keudimenlo do di. 1 e 6 ^^
Id.m de dia 7
MUTILADO
i0.aWW7t
12C:7M|I77
Ofcarregam hoje 7 ie erti.
Barca inglesaAnu BaldwinIerra e carreja.
Barca inglezaKaephanlcmercadera*.
nene ingltzMarjha Milesferro e cervejj.
Patacho porluguezAlfredoviolto
Patacho amenraiiuChapman farinba, beaba a
presunto*.
Bngue austracoLijubieafarinba de Iraca
Patacho portuguazUberdadepadre.
IMPOKTACA'O.
Hiato nacional Dvidoto viudo da Arecaly. 1
nado a Harlint di Irmio, mamifetlaa e man
240 eouro* ulgad**, 905 meia* de aaaa, iM _
nao poisa ter am patrila. 0 palr. 'olisrno tem ten- rindo*, 8 volume* com 2,606 para* de relea***,, CI.



\
pan na a obrigacjlo de os transportar em .eu. vapo-
K por ludo mo, e par. ..I., guarda e garanta
dimit* uattn > Ji-.._ ,- ia ..
DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 8 DE ABR
twrriei, 4 robu e 17 libra, de labOO m"o7h.."
DO esleir., l cana o 10G ..eco. gomma, 1 calmo,
2 arroba, te aocca ; a ordem.
Laura* nacional a Carada.. vioda da Parahiba,
eou.ign.da a francisca R.dix, manife.tuu o -
giinte :
8 esnsalras linos, 8 pncoles fio dt porral., 2 diloi
corda., 16 plpu vasia* ; a Jos Moreira Pe.l.ina.
le.,., rnercidorii, s.tr.nneirai. 3 dilo eneros
nacioii.es. dOO loros da pau de mango. ; a Feidel
riut* i\ '"
CONSULADO UBRAL.
Ida d. di. 7....... 4:46897112
40:230a;i(i7
UIVKRSAS PROVINCIAS.
Rendimentododia l a6 .
dem do dii 7 ,
2:326*970
1178135
2:i*ia38t
DESPACHOS PE'kXPORTACAO Pki a MPS4
ftsses -rKaa"Si
MrPol-B.rc ioglexa .Oberoq, Rostron Rookar
.nnl_i.,'"' d CC0' as,uc,r "'"cavado,
lar s Oliveira, 20 pipas aguar eme.
irman, nuu saceos a.suear brinco.
PorloBr.goe porluguc S. Manuel I, diversos
car, 187 couros .algaSos. 35 barricas .-u.ocar.
^" K" por,usaez BoeinUdor, i. P. da.
Neves, 200 sarco, ,Ucar branco e m.scavado.
l**oa-Palaehn PorluRuea Mara, Nov.es & C..
bou saceos a.sucar branco. '
Li.boBrig.e portugus Encantador, diversos
eirregadares. 200 saceos assicar.
XDoriacao .
A.HAYt P!' .Parahbf. S' franceza -Olinda,
de 4*4 tonelada., condono o seguinle : 78 canas
^TAi"";'''^0.' 2'900 SdCC0t e 2 barrica.
\ni.' la,,>m.lu mandioca, 5 candes doce
S.L' !""* dePV15 meio. desoa,
40 couro. dei cabra, 1 sacco cara le carnauba, 2djl
,Hf!T7.' ,4 '",M b,ba' de ,M"ela. 200 '
godso, t 712 cauros salgados seceos. 1,400 charutos.
. Barcelona, sumaca lie.panhola Ardilla, de 155
loneiada., condoli o segoime ::187 couros salga-
dos, 370 sacca. algodao.
Phlladelphia, paluclio americano For.ler, de
S",'.' cona'ni10 o sogoinle : 2,400 saceos
com 12,000 arroba, de assuear.
Ub>a. brigue porluguei oLaia HId, de 288 to-
neladas, eondozo o seguinle ;1 barrica, 1865 sac-
eos assuear branco, 1035 dilos de dito mascavado. 30
cec-s gomma, 10 pranchors de amarello, 2 tonele-
tes, 18 pipas, 20 mrias, 218 barril mel.
Rio de Janeiro, barca nacional Amelian, de 213
tonilada, conduiio o s.gainle :32 volumes diver-
sas mercaderas, 63 pipas agurdenle, 450 barricas,
lili saceos assuear branco, 15 dilos dito mascavado,
lcaiiio eipamdore, 5 barri. espirito, 2 volumes
borracha, 1 dilo guaran'.
ECKBBUOR1A UB RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMUUCO.
Reudimenio do dia 1 a 6 \ 6:20732.)7
dem do di,......... 240308
6:447565
o se-
CONSULADO PROVINCIAL.
ReiidirneH'.o do dia 1 a 6 JB:516I97
Idea do di 7........ 2:6359216
21:15l413
^-------------------------------------i
t Navios sabidos no dia 7.
Para' porlos intermedio Vapor bra.ileiro S.
Salvadora, commandante A. M. dePonle Ribeiro.
Barcelona Somaea he.panhola aArdillan, capitao
Pabl. Pagas, carga algodao e couros.
NawBeilfnrd Galera americana Adelina Gibbsu,
eom a moma cerga qoe Uouie. Saspeodeu do la-
raeirao.
Naw-Bedford Galera americana Jerih Srrirt,
aoni a mesma carga que trouse. Suspenden do la-
ineirao.
t&
fej&.
O Hlm. Sr. contador servimio de ins-
pector da Uiesouraria provincial, em cum-
pritaento da ordem do Etm Sr presidan la
da provincia, de 31 de marco ultimo, manda
fazer publico: que no da 23 do corrente.pe-
ranteajunla da l'azenda da mesma iliesou-
raria, se ha de arrematar a quero por menos
zer a obra do wnpedramenio do 22.- lanr;o
d#estr*da da Iffttoria, avaliadaom.....
10:9679550. A arrecadaQad ser feita na for-
ma da le provincial o. 343 de 15 de b>alo de
I85A, esob as clausulas especiaos abaixo
copiada. v
as pssoas que se propozerem a esta arfe-
matacSo, compareyarn HMejl^cJas sessoes Wa
mesma junta n dia cima Juclginilo, pelo
meio dia competentemente habilitadas.^ >
E para constar se mandou allixar o pre-
senta, e publicar pelo Diario. '
Secretaria da, Ibesouraria provincial fe
Pernambuco, tv de abril fie 1857.-0 secre-
tario, A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especaes para a arrematarlo.
1." as obras do empedramento do 22.*
lauco da estrada da Victoria, far-se-ho de
conformidade com o ornamento, planta, e
perfis, approva.los pela directora emconse-
Iho, m apresentados a' approvacSo do Exm.
Sr. presidente da provincia, e reconsiderado
na razo do 8jl)o rs., por cada braga cor-
rente de empedramento em 10:9679550 reis.
2. O arrematante dar principio as obras
do prazo de um mez, e as concluir no de
12 mezes,ambos contados pela forma do art.
31 da lei provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
matarlo verificar-se-ba em tres prestaces
iguees, e a ultima das quatf sera paga na
occasiSo da entrega definitiva, visto nao ha-
ver prazo de responsabllidaua.
A.' O arrematante nao ter direito a re-
cetor o pagamento de nennuina das presta-
cOes no escrcicio correte.
5." Para tudo mais que nao se achar de-
terminado as presentes clausulas, nem no
or<;ameiitu4> seguir-sc-ha oque a respeito
disppea lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
ciacSo.
O Dr. Anselmo Fraooisco Pirelli, coromeodador da
imperial orde| da Rosa, e joiz de direilo especial
do eomraerrio neila cida.ie do Recife, e provioria
de Pernambuco peV S. M. Imperador o Sr. D.
Pedro II, a quem Dos guarde etc.
Faco saber nos que o presente edital virc.m, e delle
noticia tiverem ero como I direcrSo da Companhia
PernaiDbucaoa roe dirigi por escripia a-pelig.lo .do
lheor Illm. e Eim. Sr;"Diz a direc5;1o da Companhia
PernambucaM, que lendo noneado agentes da chatas de 8 po7egada7/du"it""dital raucas
mesma comBIihi em BarreiroaMJaiOBMM Luu nii. a o "i:._. *.._*:. '"" mugas
..mplahia em liiirreiros Jernimo
Ribeiro, para eiereer aj/i llrihuicdji que f...
conforme, a. condic/mlr su. emprexa, e ujiaven
* luonlaBo l.uiz
BllrbuiQffn que foaura
j. emprexa, o o liaven-
nrnr.edido inconeDien-
do dimiltido, por liav.r elle*
lemenle em reiereaci. aoa imeresses da companhia,
chega agora 1 sn cooh.cimenl, qaie Sqoelle agen-
te durante o lempo (la toa gerencia prailir.r.i dt
proprio arbitrio, e mismo contra as expresias ordem
da direec.ao faMt. contra o. quaes vem a me.ma
prole.lar para e ii lorio o lempo con.lar a qtiem quer
aue s. julgne con direito, que os fados n que allu-
de alo etorjjentfs do manalo couf.rido f ala ram-
panhia a Mof>gnles, e por lauto nao a obngam
elle, para com le ceiros. E especialmente consta a
aclusl direceo, que o mencionadoageole pas^ou re-
cibo de urna en. une quanlidade de madeiras exis-
tentes ara difltrenle. pontos do ro I'nna, para serem
transportado, para *sli; porto nos vaporea da com-
panhia, dislaule do logar do embarque e do porto
daTamindur eipoataia extravio e roina, deixando
assiin de eomprir o quo llie fc/ra ordenado, nao re-
cnlhendo on fazendo recolher aos arma nuhia ilos no roesmo porto de Timanriar; de oode
Briuzem os propriel'inos a obrgac,ao, i|ue dizem ler
a companhia de as f-zer conduzr para porto com
grainjes despas de condur^r., que nao pode ser
oulra enao*por oavesacao fluvial, a.tranha so ob-
jeelo de us einpreza, que he a navegado costeira,
nica pela qual enlende e.l.r obniada. Occorre qu.
os proprietarlos exigein prompla entrega d'ella nes-
le porio, e a responsabili lade da companhia pela,
fallas que se derera por casos imprevislos, como en-
diente do rio que a. arrebate A companhia por
meio de seo novo agente em Tamaudsr lem feio
ver que a obrigai;flo desse transporte do modo por-
que e etigem os proprielarios. e com a pretleza que
querem nao pede haver lugar
d'esse. aju.lasfi
rtu ex-ageftte.
res. E r.
nam'h!.d"eUo,-venl d'reCa da"Compah1" Per-
',""'; Pnme.ro, prote-lar ante efte joizo coo-
d. i.n,aCl*' decl" a i T faq"e"e> que ''I e conforme
sel.,,,!/ ". oram Pratic nod Pro,8,ar conlra responsabilidad, qoe Ihe
poue provir por forja maior de ruina, on extravio
les ecnC'0n raaile''. como incendio, enehen-
r.."r U".'mo vcm re1erer aV. Exc. que se digna
*.T ii pol,,,car a Prsenle, homologar o prazo de
tr.ntad.s, dentro do, quaes, quaesquer qoe pelo,
lacio, expostos, e por lerem em seo poder recib s,
pa.saaos pelo dito ex-agenle sojolgoem com direito
a reclamacao sejam obngodos a faze-la no escripto-
no da companhia, nao sendo admis.ivel nan-
numa outra sobre o assumplo desta, fora do referido
prazo. E como quer que aj incerlas e indetermina-
da, as pessoas a quem o pre podem intere.sar, requer a direccao a V. Exc. qne
mande |fazer a iiotilicacao edital nos termo, da
li, lomar por termo o protesto, afirn de que pos-
sam o dito protesto e a nolificacao com a commina-
tao requerida produzrem os efieitos que forem de
direito sendo lodo julgado afinal, e o anloameoto
original entregue a snpplicaote para fater delle o
uso conveniente.
Nestes termos, pede a V. Exc. Illm. Exm. Sr.
juiz do commcrciu Ihe delira pela furnia requerida.
E recebera merc. Joao Pinlo de Lemos Jnior,
presidente, Antonio Marque, da Amorim, secre-
larm. '
N.da mais se conlinha na dita peticio, "que sen
do-me apresentada profer o meu desi>aclio do Iheor
eguinte :
Distribuida. Tome-se por termo o proleslo dos
sopplicanles, pela forma expendida na prsenle pe-
tisao, pas para a intimara do mesmo prote.lo dos iotere.sa-
dos ; e marca o prazo de Irinla dias contados d'a-
quelle que liver expirado o dos editaes, afirn de se-
rem feila. oo escriplorio da companhia lodas as re-
clamajOes a qoe se juigoem com direito ditos inte-
ressado. a3o lendo porem logar jalg.r-se por en-
leoca o protetlo, avista do dispoilo no artigo 392 do
regulamenlo numero 737. Recife 4 de abril da 1857.
A. F. Pirelli.
Emais lenao conlinha no meu ajespacho aqui co-
piado, em virlude do qual se lez a distribuirlo ao
e.erivao Francisco Ignacio de Torre. Bandeara, que
Uvrou u lermo de'protesto do thiar seguinle :
Aos qoalro de abril de mil oilo centos e cincoenta
esele, e nesU cidada do Recife de Pfrnamboco, do
meu eseriplori.i vieram os negociantes Joao Pinlo
de Lemos Jnior, e Antonio Marques de Amorim, e
perante as le que na qualidade de membro. da direccao da Com-
panhia Pernambucana proleslavam pelo ennteudo na
sua pel e de como a.sim o disseram e .protestaran), feze.le
termo no qual se firmaram.
Eu Francisco Ignacio de Torre. Baadcira escri-
vao do juico especial do conimer'cio o escrevi, Joao
Pililo de I.emos Jnior, e Antonio Marques de
Amorim, como lestemunha Macario de Luna Freir,
Manoel Ignacio de Torre. Baudeira.
E mais se nao conlinha em -tilo termo de protes-
to aqui copiado. E em cumprimento do meu des
pacho re o referido esciivao passar edital com o
prazo de 20 dias, pelo theor d. qoal intimo e hei
por intimado o proleilo scima transcripto a todos os
comprehendidos na mencionada petizo ; e fin-io
qoe >eja o dilo prazo a.signo mais o termo da 30
dias aos me comparecerero no escriplorio da direccao da com-
panhia Pernambucana, para reclaroarem oten di-
reilo, conforme o allegado na predila pelieSo e meu
despacho. Pelo que toda e qualquer pessoa, pa-
rent.s, amigos, oo condecidos dos mesmos interes-
ando, o. poderao fazer scfenles do qoe cima fice
expo.lo.
E para que chegue noticia a lodos, mandei pas-
sar editaes, que serao aunados nos lugares do eos-
luroe, e publicado pela Iroprensa.
Dado apaisado nesla eidade do Recife aos 6 de
abril de 18.x. Eu Pranciico Ignacio de Torre.
Bandeira, esenvao do juizo e.pecial do commercio.
o lis escrever. Amelmo Francisco Peretti.
NSEjjl^^-JS^SlTSlST
Itbadministrativo
CON^JJO^ksBaTSlSTRATIVO.'
O conselto^dministrativo tom de comprar
6s objectos seguinte :
Para o 9.- batalho de iufantaria de linha.
Papel almao resmas 6, pennas de ganco
400, caetas 2, lapes 72, tinta preta de escre-
ver, garrafas 6, arei preta, libras 6, cartas
de a, q, c, ejemplares 20, laboadas exem-
plares 20,grammaticas portuguezas por Mon-
te, ultima edicno, exemplar.s 6, compendios
de anthmetica por Avila, cxemplares 6, pau-
tas 6, traslados de escripia 20, clorureto de
soda, libras 4, zareflo, libra 1, livro impres-
so para registro auxiliar, do geral do bata-
UlbSo, para os asseiitainentos, contendd 32
folhas, *. *
Companhia fixa de cavalbaria de linha.
Aparelhos de limpeza 6-i, bolsas para os
mesmos 64, bornaes para racSu de cavallos
64, mantas uealgodSo 64, silbas meslras,
64 simas de panno 64.
Fortaleza de Brum.
Livros em branco pautados de 150 folhas
1, bandeira imperial de 8 pannos, de flele,
batanea de conchas de folha 1.
Hospital ragimental.
ssucareiros de louca 15, bacias de ra-
me, sortidas 30, bacias de lou?a 10, barretes
de algodao 70, bules de louca 15, chinellas
de couro, pares 100, colches 8,comadres de
estanho 2, conchas de cobre 2, esquife co-
berto 1, facas pequeas para cozinha 8, fre-
gideiras de ferro, sortidas forradas de por-
cei ana 6, mantas de I na 46, manteigueiras
de h.uca 15, panellas de ferro, sortidas, for-
radas-4fi porccllana 9,pannos mortuanos 2,
paes de ferro 3, travesseiros 8, sinete som
armas, pequeuo, para marcar papel com o
dstico. Hospital Regiment! de Pernambuco
l, brimbrancoflisopara 608camisolas, 200
Ironhas, 214 guardanapos, 324 lences e 24
toallias. varas 6619, chita para 12 cobertas,
covados 120.
Botica do mesmo hospital.
hCaixas com capsula de copabina de Moths n vir,,r piiuka' .
12, espumadeira de folha 1, ierro oreoarado l!1!, ARANA commandante F. F.JBorges,
nr,l hH,^ .." rr? p raao P'rasedos porlos do norle at 10 d corrente,
------------------------------..,.,, ,f ibilU L
pelo bydrogeneo, oncas 2, vinho branco
garrafas 16, vinno tinto, garrafas 16.
Fornecimento dos armazens do Almoxarifa-
do ollicinas de l.e 2.classe. .
PranchOes de pinho de 11 polegadas de
largura 12, arcos de ferro a 1 1i2 polegadas,
arrobas 10, pregos caixes, millieiros 10, o-
leo de linhaca, arrobas 5.
3.a classe.
Ferro inglez redondo 3|4 de polecada.
qumtaes 20, dito dito em barras de 1 1|2 a
3|8 ue dita, quintaos 30, dito sueco quadra-
do de 1 polegada a 6[8, quintaes 5o, safra
grande do 2 ponas 2, dila pequea 1, foles
grandes 2, rame de cavilha, arrobas 10, dito
grosso de 1 l|2 oitavo de grossura, quintaes
3, tornos grandes para bancada 12, limas
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O eon.elho admini.trativo lem de comprar
gainle : r
Para o pre.idio de Fernando,
l-arinha de man noca, medida vellia, alqoeires
400 ; aceite doce, caadas nova, 40 ; vinagre, dila.
dita', 40 ; bnm branco, para lences, camisolas,
toninas e fronha, pecas 26 ; papel almaco perlina,
reimas B ; dilo pautado, resmas 4 ; unta de eiere-
ver, garrafas 12 ; caivetes finos 4 ; barandBes de
cera 12; cera em velas de meia libra, arrobas 4 ;
camisas de flanella 20; colchos 60 ; travesseiros 60
cobertor., de l.i.i 50 ; brreles 100 ; bacias de ra-
me, peqoenas 4 ; talheres 50 ; escarradeira. de me-
tal, >0 ; pratos de louja. 50 ; ehicari. e pires, ca-
saes 2i ; bules de louca 4 ; assucareiros 4 ; casli-
(H de metal 2 ; colheres de melal para cha' 50 ;
perfumadore'.'; etenvania de pelal 2 ; lesouras
pequeas para corar caustico 4 ; corda de embira
para andaimes 200 ; vidro para caixilhos, caixa 1 ;
dilos para lampeos de ra 30 ; folhas de (landres,
cana 1 ; dllai de dila. dobradas, caixa 1 ; plvora,
arrobas 8 ; reparos onofre. de calibre 12, 8 : pedras
de amolar 8 ; pos prelo. arroba 1 ; verde em massa,
libras 2 ; alvaiade, arrobas 4 ; carcSo, arroba I ;
ere, arrobas 2 ; azul ultramar, libras 2 ; fecei de
ouro, arroba 1 ; incens, libras 1 ; e.pinlo de vi-
nho. caadas novas 6 ; alcatrao. barril 1 ; dobradi-
as de cruz para janellas e porta, pares 100 ; peso,
de ferro de 2 arrobas, aferidos, i sinos de 8 arro-
bas, e de 6 dila., 2 ; vas.ouras de piaava 30 ; le-
Ihas 4000 ; lijulo. de ladnlho 4000 ; preaos caihraes
4000 ; ditos caiiae. 4000; prego, ripa.a 4000 ; ditos
de gaarnieao 4000 ; frechaes de 20 a 30 palmo. 40 ;
encharnela de 24 a 30 dilos 40 ; travs de 30 ditos
12 ; praocbSes de amarello 4
Botica do memo presidio.
Algalias sortidas 24-; agua de flor de laranja, gar-
rafas 12 ; dita da alface. dila. 12 ; dila ingleza, di-
as 12 ; dila da labarraque, ditas 24 ; dila de sede-
ilc, litas 12; dila d selle, ditas 12; raic de allhea.
libras 8 ; alfazema, libra. 8 ; ammoniaco liqoido.di-
las 4 ; avenca, dilas 8 ; acido oxlico, onca. 4 ; di-
to cilrico, libras 2 ; sangnesugas 200 ; balsamo Iran-
qoilho, libras 4 ; bicarbonato de soda, ditas 4 ;
camphora, ditas 8 ; canlharidas, dilas 2 ; cevada,
ditas 16 ; conserva de rosas, dila. 2 ; collodio, dilas
i ; carbonato de ferro, oncas 6 ; dito de pola.ia,
libras 2 ; centeio espigado, oncas 2 ; calomelanos,
ditas 2 ; cannella, libra. 4 ; emplasto de vigo, ditas
4 ; dito adhesivo estendido, varas 6; peneiraa de ca-
bello 2 ; empla.lo de aquillao gommado, libra. 4 ;
enxofre .ublimado, libias 4 ; essencia de cannella,
onca. 4 ; dita de cravo, diUs 4 ; dila de eiva doce,
dilas 2 ; dila de aniz, dila. 2; exlraclo de absynlhio,
dita. 2; dito de genciana, dilas 8 ; dito de rathania,
ditas 4 ; dito de alface. ditas 4 ; flor de rnica, li-
bras 8 ; dila de aabugueiro, dilas 8 ; dita de lilia,
ditas 4 ; dita de chamomila, ditas 4 ; dila de ro.E,
robra., dilas 2 ; gomma arbica, dila. 8 ; gramma,
ditas 8 ; erva culreira, ditas 2 ; jahur.in.lv contuso,
dita. 4 ; incemo, dilas 32 ; lodorelo da pola.sium.
Jilas 4 ; dil'i de mercurio, oncea 4 ; linimento ano-
dyno, libras!; laolauo liquido de Sidenham, ditas
4 ; dito le Rou'seau, onr/s i ; llnhnja, libras 32 ;
mostarda, dilas 32 ; musgo da Corsega, dita. 3; dilo
islndico, dila. j ; mel de abelhas, dilas 32 ; mag-
nesia calcinada, dilas 2 ; mana', ditas 32 ; tena, di-
las 8 ; manteiga de cacao, dila. 2 ; mlrato de p>-
lassa, ditas 2 ; oleo de ricino, libras 32 ; dilo de a-
mendoas, difty 16 ; dito de copaiba, ditas 8 ; dito
de maclla, dita 1 ; pasta* de jujuba., dilas 6 ; pi-
lulas ferruginosa, de V.ilel, vi Iros 12 ; snlphalo de
soda, libras 4 ; dilo de quinino, oncas S ; subear-
bonato de bjsmuiho, libra 1 ; campe de groselhas,
garrafal 2i ; dilo do bosque, dilas 12 ; dito de pon-
tas de espargo., dita. 40 ; dito de na(, vidro. 40 ;
dilo de l.amouronx, gairafas 40 ; dito peilural in-
glez, ditas 24.
Escola do pre.idio.
Historia de Simao de Naniua 20 exemplares, eco-
noma da vida humana 20 dito-, Anthmetica por
Collaro 20 dilos, calheei.mo de Monlpellier 20 ditos,
reaumo da doutrina chri.iaa 40 ditos, caria, de a, b.
c 40 dito, lal,oailai() dilas, gramm8lica portugue-
sa por Castro Nune. 20 dilos, geometria pratica 20
dito., pedras de loma 40 dilas, ereSes 12 duziai,
Ira'ladosde dilTererdes qualidade. 40.
yuern quizer vender laes ocjeelos apreiente as
soas pruposta. em caria fechada na secretaria do con-
selho as 10 hora, do da 20 do crreme mez. Sala
das eses do cooselho administrativo para forneci
memo do arsenal de guerra 6 de abril do 1857.
Manoel Ignacio Bnc'o, presi lente interino, Ber-
nardo Pereira do Carmo Jiinior, vogal e secretario.
=*:
Velocn, lem prompto don. lerdos de seu carrega-
mento, para o resto ee.cravos a frete, para os qUaea
lem eicellenles commodos : trata-s* eom o sen con-
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
pa Crnz n. 1. *
Har o Rio de Janeiro,
O patacho nacional aimasonas.o pretende
sahircomrauitu brevidade, tem metade de
seu carregat.-.ento prompto, para o resto e
esoravos a fretc, trata-secom o seu consig-
natario Antonio Luiz de oliveira Azevedo,
ra da Cruz n. 1.
traiisiitlauf cji de va pufes
s idos.
Grande sorti-
ment'j de ia/einlas pretas
r,E.8Ira''8 Ae 12 a ,:l do corre VTCrORIO BUMAMDBL, viudo de (ieuova.e de-
pois da demora do eosluine segu para o Rio de Ja-
neiro, com escala pela Uahia, para onde recebe pai-
sageiros, bem como para Moul.vidu e Buenos-Ay-
res : traasei com os agentes Lemos Jnior Loal
Reis, no eacriptorio da ra do Torres n. 14.
Companhia
transatlntica de vapores
srdos.
(>roprius para a qua-
rpsma
brancas.
Baile popular
DE
MASCARA E PHANTASIA
NO
PALACETE DA MA DA TRAA.
Moa dias 11 e 12 do corren!.; h verSo bai-
les inJubitavelirente, para o que estar o
salao brillantemente illuminado. E para
comraoJidades dos concurrentes, haverfld
vestuarios a carcter, c da mais Ka/cilsiW
cxlravagHiitn phmtasia para alugar. Espe-
ra-* d..s concorrentes o louvavel compor-
tamento que sempre teui apresentado no;
bailes popular, para que a pardo progresse
e civilisacSo continu um dos poneos dive
limentos que temos nesta provincia. Os
cactOes estarSo venda no edificio no .lia
dodivertimento, oqual deve principiar as
8 horas da noite e terminar as 2 da ma-
nh;"ia.
__ /'!
Espera-se de 9 a 10 do corrente, o vapor sardo
COMTE CAVOUR, violo do Rio de Janeiro, ede-
poia da demora ilo neceara segu para Genova,
com as eacalas de San-Vicenle, Madeira, Li.boe
Marselha, recebe carga e pas.ageirn. : lra(a-se com
os agente. I.emos Jnior & l.eat Reis, oo escriplorio
da roa do Torre, n 14.
spera-se
at o dia 16 do rreiite. o
v .por lie I ice
o que
Da : na
Livor-
de lnverpool, o qual depois de desear,
trou.er para este porto, seguir' para a
volta tocara aqu para receber carga para
pool em direilura
'
O agente Borja fara' leilao em seu armazem na
ra do Collegio n. 15, de orna immensi.lade de
objeelos de differenles qualidades, consistindo em
obras de marcenara novas e usadas, loara e vidros
para tervico de meta, candelabros, lanlu'nas, can-
dieiros de varios modelo.,objeelos de porccllana e de
marmore para enfetes de sala, qoinquilharias di-
versas, cha. jIo. Tinus da Babia, urna porra de lata,
de biseotitinhns francezes, livros impres.os etc. ele
etc. Mudo sera entregue pnr qualquer preco maior
que anerecaiii, sislo que i.Ao ha limilealgum, quar-
a fera 8 do crrenle as 11 horas erri ponto.
I.eilio a tiro de martello.
O agente Pestaa far leilao em sou arma-
zem na ra da Cadeia do Itecife n 55, de
grande porco de mobia nova e usada, de
amarello e de Jacaranda, como sejam cadei-
ras, edebalatiQo, consolos, marquezas, so-
Tas, mesas quadradas, e redondas commodas
camas francezas, e de armacOo, espelhos,
toucadores, varios relogios de ouro, e de
prata, e para cima deVmos porcellanas, vi-
dros, caudieiros, pedras raarmores quadradas
e\ed.mdas,du/ias de vinho do caj', 300 la-
tas de conservas de carne e peixe proprios
para embarque, e muitos oulros objectos
que seria impossivel cnumer-los : quarta
Jalira 8 do corrente as 11 horas da mar.ha,
assj;,?wmo vender 60 barricas com bola-
2^)0o
2400
29400
29600
39000
79000
49000
39000
9
9
9
185000
9M0
69500
6*500
59500
49500
39OOO
9400
49400
.59500
$tvi$o& vi m u&Qi.
Conipaiiiiia brasil eir de
pa((uetes a vapor.
- ----- *w *< lv -i" lytit'iin*,
devendo seguir para Macelo, Babia e-Rio, depois
da demora do costume : agencia, na ra do Trapi-
che n. 40. K
. alienta a illegalid.de
Contratos eccedcoles do mndalo do
e, nrimeiro, pelo fado de lerem .ido
panado, recibf de madeira. que o agente na vio,
e menos conslou, segundo, por inducir a companhia
em ohrigacJo que elle dBo poda conlrahir de facer
condozir a. madeira. para o porlo, nao cuando para
isto entorilado.
Csosla lambem a companhia que o agente u.ava
de raeibo. impressos, e qaie delle. anda boje faz
ato, o pode face-lo em proveilo de lerceiro. e pre-
ioico da companhia paasando^h a pessoas qoe nunca
(ae. madeiras enlreg.ram, o que pode fazer para
mal e perda da companhia, perda e mal qoe o mesmo
ei-agente deseja, como da carta junta v. E mai.
uecede qe o me'mo ei-ageiite nao fez entrega ao
eu .aceesror de nenlium documenlo, ncla, rlenlo,
ou archivo de qualidade alguiuj, de onde conde
quaes as pe.so qne se comideram com direito de
eiair da companhia (ransporto de geuero. de que
por ttolura livirem faiio tBlrtg real so ficticia
chatas de 8 ditas, duzias 8.
4." classe.
rame de latSo n. 13, arrobas 2, estanho
em vergumhas, arrobas 1, rame de frro
de amarrar, arroba I, cadinhos do norte, n.
10, 20, caixascom foliasde (landres dobra-
das *, ditas com ditas singelas 6.
5." classe.
Sola cortida, meios 200, fio de vella fino,
arrobas 2, nhas brancas, libras 10, ditas
pretas, libras 10, brochas parasapateiro, mi-
Iheiros 10, capa-roa, arroba 1.
Para o fornecimento de luzes as estaces mi-
litares nos mezos de abril e maio deslo
anno.
Azoitedecarrapato, caadas'980, dito de
coco, caadas 47, lio de algodSo, libras 96,
pavios, duzias 9, velas de carnauba, arro-
das 10.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fecheda. na secretaria do
conselho as 10 horas do da 1* de abril cor-
rente.
Sala das sussOes do conselho administra-
tivo para fornecimento doarseual de guerra
3 de abiip de 1857.....Manoel Ignacio Bri-
cio, major presidente interino.Bernardo
Pereira do Carmo Jnior, vogal e secretario
Olllm. Sr. inspector da thesourana de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumplimento do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arrematado de um a tres anoos,
que comeQavam a correr do 1 de julho pr-
ximo futuro, o servico da capatazia da al-
faudega desta-hesma provinciana quem por
menos lizec-j maiores ou melhores vanla-
gens offerecer em favor da fazanda, e que
nos termos do art. 64 do regulamenlo de 22
dejunho de 1836,,o referido contrato andar
r em praca por 30 dias consecutivos conta
dos do I." de abril prximo futuro em dian-
te, e sera arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a 1 hora da tarde, perante a ine-
soura ia. Os pretendentes comparecam com
scus fiadores legalmeiite habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
P.ernambuco 2 de marco de 1857.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sooreira de Mello.
l
Companhia
pernambucana.
xtarjA/agleza.
6 agente Borja, hoje ao meio dia em seu arma-
zem. na ra do Ulleklo n. 15. fara' leilao de qua-
tro e.cravos peca., sendo : um mualo de viole e
cinco anuo., de elegante figura, proprio par* todo o
servico, um mulalinho de ole anuos, urna linda
mulalinha de cinco anno.,0 urn bouil.. moleqoe de
qualorce anuos, os quaes se entregaran pelo maior
preco ofTereeido ; visto qoa o dono delle., te relira
para a Europa.
O vapor PERSINUNliA, commandanl. Moirar:
espera-senesle porlo at o da 8 do correnle, Aca-
ra logo a carga para o. porlos do sul, para onde
salura o mais promplamenle posaivel.
Para Lisboa sahe com brevidade o bri-
gue portuguez Encantador: quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, para
o que ofTerecc bous commodos, Talle ao ca-
p.itao do mesmo o Sr. Bernardo Augusta Lo-
pes, na praca, ou aos consignatarios Tbomaz
de Aquino Fjnseca & Fiiho, na ra do Vica-
rio n. 19, primeiro andar.
Para o Ceara vai seguir com brevidade
o hiato Correio Jo Norle; recebo carga e
passageiros : a tratar com Caelano Cvriaco
da C. M., na na da (,adeia n. 2.
Lisboa
0 patacho portuguez Mara pretende sabir
para Lisboa no-da 12 ilu corrate; anda
pode receber alguma carga : trata-se cora
os consignatarios Novaes iv Companhia, ra
do Trapiche n. 34 Tambera tem excedentes
commodos para passageiros.
Para Lisboa, com 11 maior brovdado
seguc o brigue portuguez Boin Successo :
quera no mesmo quizer carregir ou ir de
passagem, dirija-se aos consignatarios Tbo-
maz iie Aquino Konseca & Kiliio, na ra do
Vigario n. 19, pimeiro andar
' ar,i Lisboa.
O novo e veleiro pilhabote port-iguez Al-
frolo, seguir para Lisboa cora a inior bre-
vidade, por ter grande parte da cargt enga-
jada : as pessoas que quizerem carregar
dirija-se a ruad. Caaea do Itecife n 12 es-
criplorio de Baltar or Oliveira
PARA O ARACATV.
Segu at o da 15 do correnle, o biate na-
cional Capibanbe, por jalera maior parte
de aua.carga prompla, para o resto e passa-
geiros, trata-se na ra do Vigario n. 5.
*ara o Uio d Janeiro,
Pretende iihir neilti oilo din o brigue nacional
O abaiio assignado, competentemente aotorisa-
do, auradece cordialmente a lodas a. pessoa. que se
dignaran) concorrer para o hrilhantismn do espec-
tculo, qoe,em beneficio da Assoriacao Typographi-
ca Pern.mbucana, tere lugar honlcm no Ihealro de
Sania Isabel. Secretaria da Associacao Typoaraphi-
ca Pernambucana 5 de abril de 1856.O secretario,
Hermenegildo Nello de Azeredo Coolinho.
Sociedade de Ensaio Fradcez.
O primeiro secretario adverte a lo los os .ocios,
que boje (8 de abril), llavera' aetsao as 10 horas em
poni, na ru.i di. Agoai-Verd. n. 64, primeiro
andar.
W A sessao da sociedadeOrlhodoc, ficou
9 Irausferida 3JP horas da larde, na ra das Aguas-Verdes (g
f n. 61, pede-.e aos Srs. socios que na fal-
H lem.O esenvao, Manuel Joaquim Silver.
Os abai-co aasignadoi declaram qoe por ordem
do Sr. Joao Cancio Pereira Prazerea, do Maranhi* 1,
remirarn hoje daaa hypoUueM no valor de 609901)0
qoe o Sr. Joaqnim Jus Marque, (estudite) havia
feito ao Sr. Tenenle Jos do Barro. Cuvalcanli (d'O-
lin.la de um escravo de nome Kauslo. achando-sc o
dilo Sr. Barros Cavalcanti paao. eo referido escravo
livro e desembarazado : previnese poi. que nin-
guem faca negocio nenlium acerca do referido e.cra-
vo, sul) pena de ser nulla qualquer lransacc.ao, pois
alem do referido e-icratro perlencer a um casal que
se acha indiviso, militam oulros motivo, mni pon-
derosos. Pernambuco 4 do abril de 1857.Cuima-
raes Valenle.
Para cumprimento de legados, vende-se
urna mei-a^ua, nesta eidade, em chfioa pro-
prios, l^vre de todo e qualquer einbaraQo, a
moderna, sera precisar do menor concito
nem mesmo de pintar, ou caiar, era boa ra
desla eidade, a qual esta alugada por 89 rs-
mensaes, c veude-se por 9509000 reis : a tra,
tar na ra de Hortas, casi terrea n. 92.
Prccisa-se da quantia de 1:500/000 rs ,
por lempo, o a premio quo so convencionar,
ed-seera garanta urna esccllonte, e bem
acabada casa terrea, prximamente feita, era
una boa ra dfflsta ci ia la, cuja casa actual-
mente renda 359000 reis raoiisaes : a quem
convencional-, annuacie para ser procurado.
QUINTA. FEIRA SANTA,
Nesta nole, o deposito da ra de S. fran-
cisco n. 6, estar aberto, e exposto a venda,
caixinhas com amendoas. Irascos cora ditas,
raminhos de amen-loas, bolinhos em caixi-
nhas, e dilos de papel pintado cora figos,
passas e bolinhos, tudo muito hora, e de me-
Ihor goslo, proprios para o dia : o dono des-
te pequeo deposito, pede ao rcspeitavci pu-
blico, c todos os apreciadores do bom t.mi,
que o protejam em seu negocio, para ver se
desta forma possa-se ter aqui urna confeila-
ria em miniatura, como a .ia ra do Ouvidor
no Rio de Jaiieira.
Francisc i Mura Sodr Pereira, e Fran-
cisco Vaz do Carvalho So Ir, pedem a todos
os seus conh-cidos, o obsequio de nao tira-
ren) as suas cartas do coi re, e quera tirou
as que vieram do Sul, no vapor S. Salvador,
queira ter a bou lado de mandar entrega-las.
Compra-se lima escrava que saiba bem
engommar e cozinhar, que seja moca : na
ra do Collegio segundo andar n. 9.
No dia 6 do corrente, as 8 horas da noi.
te, na ra do Liviainento n 7, ao passar da
msica, sabio um nioleque crloulo, idade 6
a 7 annos, camisa de algodlo azul, de nome
Benedicto, julga-se ter levado um chapeo
de palha,e desta maneira desappareceu ; sup-
pOe-se que anda perdido pelas ras, por isso
adveite-se a polica, ou a qualquer pessoa
quesouberdo dito moleque, fagam o favor
de lova-Io a ra cima indicada, quesera re-
compensado.
Compram-se vitelas gordas ; na ra lar-
ga do Uosarie n. 5.
Bical manas de blond pretal e
Los de linliu
iirus.len.iple preto laviado, covado. .
Dilo dito liso muito largo, covado. .
Dito cor de rosa mfrilo encorpado .
Sarja preta hespantrbU muito encorpado.
covado.......
Selim preto maco superior, cova.lo .
Panno lino prelo e de rrres, covado de .13
rs. a...........,
Corles de casemira de cores com barra ao
_ lado e de quadrinho., corle.....
Corle, de colleles de velludo | reto e de
cores ...........
Curtes de colleles de gurgurao de seda da
varios padres a ......
Meias cruas supeiiores para menino. .
Lencos de selim e de fiorgurSo prelos.finos.
(raalas de seda prelas e de cores .
Chales de merino bordado a velludo. .
Dito, de dilo bordados a >eda.....
Ditos de dito com li.lra de seda ',
Dilos de dilo com barra matisada; finos. .
Dilos de dilo lisos.........
Ditos de dilo com franjas de laa '. '. \
Dilos de laa dninascaaos prelos e de ores.
Lencos para mao.de cambraia de linho,lisos
Pslilrta de alpaca prela fina e de cor. .
(iondola. de alpaca preta o de cor. .
Pupelina de seda de cures, malisadas, co-
vado............
Chai, de seda de core, com quadros, "co-
vado .......
La de quadro. peqneno. e grandes, co-
vado .......
Laa eseda, honilns padroes, covado. ] '.
Kicos corles de 1,1a de ramagem matisada
com 15 covado.........
Maurlapa de leda de cores cora vara d
_ largura, covado.........
Ursulina de seda com lisiras malisadas, co-
vado......'.....
Soda, de quadrosde novos padrOes.rovadu!
Chapeos de ma.ia, Trancazo, superiores .
Duqueza de seda corr. ramagem, cov.do. .
Mossulina de core moi lindas, cavado. ,
Chitas francezas finas........
Casias francezas de cores finas, vara ." .'
Em frente do becco da Congregacao, a
loja n. 40. *
Aluga-seuma casa terrea grande, na
ra da Alegra a tratar na ra do Collegio
segundo andar n 9.
7 No principio da Soledadc, ao. p da
taberna de Guimarncs, d-se dinheiro sobre
penhoresdeouro ou prata; e rebatc-se or-
denados.
irmaudade di matriz do
-Santissiino Sacra Miento
do brtirro de Si to An-
tonio do Keeie
Nao tendo sido possivel satura procisso
do Sonhor dos enfermos annuiiciada para o
dia 7 do correnle, era consequencia da co-
piosa chuva que cabio na manlia desse dia,
licou a mesma transferida para o dia 13, as
raesmas horas Consistorio da irmandade,
8 de abril de 1857.O eseriviio, Tburcio Va-
leriano liaptista.
lOleria
O abaixo assignado terrEesposto ..
scus felizesbilhetes, meios efnartos da se
gunda parte da sexta lotera do Gymnasio
Pcrnambucano, os quaes no esto sujeitos
ao descont dos oito por cento da lei.
Por Saluatiano de Aquino Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 9.
- D. Maria Candida da Silva Soares, vai a
Portugal tratar de sua saude.
53000 DE GRATIFICACA'O.
Perdeuse na noite de Domingo, na ponte
da Boa-Vista, u,ma carteira conlendo esens-
tos, uns verbos da grammatica ngleza e pqj-
tugueza, e mais alguns papis com algumas
notas que so serve ao dono : quem achou a
dita carteira, queira levar noescriptoriodos
Srs. Rostron Rooker & Companhia, na Pra-
ca do Corpo Santo, ou no escriplorio do Ca-
minho de Ferro, e recebera a importancia a-
cma dita,
O secretario da irmandade de N S :do
Tergo, convida aos seus carissimos irmSos,
para comparecerero na respectiva, igreja,
quarta-feira 8, pelas 7 horas da mantaaa, a-
1150W um de acornpanhar-sea procissao do Senhor
aos enfermos na treguezia de S. Jos, bem
como no dia 19 as 3 horas da tarde para a-
companhar a procissao dos Passos do Se-
nhor, quo tem deexpr avista dos fiis a
veneravel Ordem Terceira de N S do Car-
mo, e no da 12, pelas 7 horas da manbaa,
para acompanharem a procissSo do Senhor
Ressucitado, que sahe da mesma veneravel
ordem.
-Aluga-se 1 preto proprio para arma-
zem de assuear : quem precisar, diria-se a
ra da Stnzala Nova n. *.
13000
9900
S600
3800
53000
13600,
13000
3950
73500
800
320
280
400
segunda
Mil 110.
Vendem-se saccas com milito na travessa
da Madre de Dos, arma/.em n. 16.
A IRMANDADF. S. JOS' DA AGONA.
O secretario da mfcraa irmandade, de or-
dem da mesa regedora, convida a todos' os
seus carissimos irmSos, para compareccrem
no consistorio da mesma. irmandade, no dia
10 do corrente, pelas 2 horas da larde, afirn
do reunidos em corporaco acompanhar a
procissao dos Passos do Senhor era Triura-
pho, que tem de sabir da vener.ivel Ordem
Terceira do Carino, e 110 dia t2, pelas 7 horas
da mannaa para acompanhar a procissao do
Senhor reaussitado da mesma Ordem'; outro
sim pede a todos seus irmaos, que por mo-
tivos" nao possam comparecer, que tenham
a bondade de mandar entregar as capas que
tiverem onf seu poder ao irinSo thesoureiro
Alexandre dos Santos Silva Cavalcanti, se-
cretario interino.
D-se a quem quizer levantar por es-
paco de alguns annos, um pedaco de terre-
no novo e em matas distante do lugar do em-
barque duas leguas.beira mar.com excellen-
les proporeflos para muito se luc ar, por ter
trras para planlar-se, para dous rail paes
annuaes, e da agua copeiro sem ser precia >
acude ; as pessoas que quizerem fazer algnm
negocio, podem dirigir-se a ra do Livra-
mento n. 26,quo achara com quem tratar
Vende-se urna escrava moga sem vicio
algum, coziubeira, ensaboa, e he muito boa
quitandeira, vende-se por proco commodo
por ter a falta do oliio ejquordo ; quem pre-
tender comprar, pode dinjir-se at as 9 ho-
ras da mantisa a ra do Collegio n. 7, se-
gundo andar.
Vende-se de quatro a seis mil alquei-
res de sal a relallio, peio baralissimo preco
de 2S560, oalqueire; quera quizer com-
prar, dirija-se a ra da Gloria n. 70
No sitio da Trempe, sobrado n. 1, que
tem taberna por baixo, ha boa sement de
macaxeira para vendei-se, e bonitos ps de
Alucrim.
--- Precisa-se de'urna criada ou criado que
saiba cozinhar para urna casa de pouca fami-
lia : r tratar no Hospicio casa uo l)r Mendes
da Cumia, junto ao quartel.
Piecisa-se de um bom fotor para utn
sitio perio da praQi : na ra da CaJeia do
Recito n. 16, primeiro andar.
Jos Antonio Soares de Azevedo, r-
tira-se para Portugal
OSr. Ignacio de Sou/.a Lessa, morador
no Remedio, queira apparocer na ra do
Queiraado n. 11, a negocio.
A procissao do S. Viatico aos enfer-
mos da freguezia de S. Jos, iica transfeiida
para de,ois da Paschi, o que se annun-
ciara.
Da-se um cont de reis a j
quenas porcoas na ra de San
Olin ia, sobrado de um andar,
fronte da ladeira du Varadoui
IR.MAMi.VDt DO SE.MIOR BOM
PAsSOS.
O escrivao da irmaudade do Senhor Bom
Jess dos Passos, erecta na matriz de S Frei
Pedro (oucalvcs do Recife, era nomo da
raesa regedora convida a todos os scus ir-
maos para compareceretn sexta-feira 10 do
corrente, pelas 9 horas da manliaa, no con-
sistorio da mesma irmandade para encoipo-
rados acompanhar a procissao de enter-
ro, asMtn como encorporar no mesmo con-
sistorio as 2 horas e meia da tarde, para ir
acompanharem a procissao de Triurapho que
tem de sabir da Ordem Terceira do Carmo :
oulro sim, pedo-se a lodas as pessoas que ti-
verem capas da irmandade em suas casabe
tjflo possam comparecer, o favor de as man-
dar entregar ao liiesoureiro na ra da Ca-
deia do Recife n. 13., ftecife 6 de abril de
1857.O escnvo, Uniinhos Jos da Silva
CuunarSes.
O abaixo assignado, acha-se ao ejer-
cicio da subdelegada da freguezia de S. Frei
'ed.ro Goncalvcs .10 Recife, e da audiencia
toaos os dias.na casa da sua residencia 11. 43,
da ra da Cadeia. Recife 6 de abril de 1857.
Manoel Luiz Goncalves Jnior.
Marcelina Maia da Paz, moradora na
ra do Sania Rita 11. 58, olferece-se para
ama de casa.
Precisa-sede urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia, dando-se pre-
lerencia a escrava : na ra do Collegio n. 15,
armazem.
MUDANCA DE DOMICILIO.
Flix Venancio de Canlalicio, respeitosa-
mevle avisa a seus amigos e freguezes, que
mudou sua loja de alfaiale, da ra do Cres-
po, para a da Cudeia, casa amarella por bai-
xo do terrado.
NOV1DADE.
Avisa-se aos senhores encarregados das
procissOes, que, no deposito de seceos e mo-
lhados da ra de S. Francisco n. 6, existem
caixinhas de papel da cores cheias com qon-
feites, amendoas e bolinhos, por barato pre-
80, e proprias para se darem aos anginhos
no fiai das procissOes, por serem muito com-
modas e aceiadas.
Lotera d *
vincia.
pro-
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham venda na thesouraria das
loteras, ra da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, bilhetss, meios e qusrtos da segunda
parte da sexta lotera do Gymnasio, cujas
rodas andam no dia 16 do corrente mez.
O Sr. thesoureiro manda declarar que ex-
iste grande- porc3o de bilhetes, meios e
quartos teima, e por cpjMguinte grande
sortunento de numerars, o nessas ulti-
mas loteras tem vendido os premios maio-
res.
Thesouraria das loteras 4 de abril de
1857, -O escrivSo,
Jos Januario'Alves da Maia.
E^TABELECIMENTO
PHOTOGRAPHICO.
RA iNQVAN. 21.
Retratos d lodos os tamanhos tirados S3-
gundo os ltimos e mais aperfeicoados pro-
cessos,retocados a oleo, aqnarella ou a fumo.
Especialidade de retratos para alfinetes,
escoletas e outras obras de miniatura colori-
dos com toda a perfeicao.
Renatos para cartas (a 145000, a meia du-
ia!) aparelho sempre prompto para lirai
retratos de pessoas fallecidas.
Reprodcelo em ponto maior de retratos a
daguerreotypo como lambem copia de qual-
quer obra artstica.
Vistas da eidade e seus arrabaldes, sitios,
tmulos e oulros. monumentos.
Grande sortunento de molduras, para pess
lo us e caixinhss do ultimo goslo.
Esterescopos e vistas estereoscpicas:
pequeas e portates cosmoramas espressa-
raenie fetos para recreio dos salOes e reu-
niOes familiares, cociendo urna muito varia-
da escolha de vistas de Paris.Londres, Venn-
za, Suissa etc., como lambem vistas anima-
das.
Um esterescopo com 12 vistas, tudoar-
rumad.o em um elegante cofrezinho com fe-
chadura ao mdico proco de 208000.'
meimoem pe-
lo na eidade de
la de po, de-
JfSL's DOS
Augusto Stahl, tem a satisfagao de par-
ticipar aos seus amigos e freguezes, que no
ultimo paquete vindo da Europa, chegou o
segundo pinlor que elle havia mandado en-
gajar para o seu eslabelecimento. Com a
acquisigao desle artista que acaba de sabir da
urna das primeiras ollicinas de photographie
em Pars, elle se acha actualmente habilita-
do para dar anda mais andamento e regula-
ridad a cxecur,ao de todos os trabalbos de
sua profissao. Assira agradecendo ao pu-
blico, cuja confianga espera merecer sem-
pre, o acolhimcnto favoravel com que at a-
gora o lem honrado, roga as pessoas que
desejam possuir o seu retrato ou o de algum
praente, ou amigo, que so aproasen em uian-
do-Io tirar, nao so porque precisa algum
lempo para que um retrato seja cuidadosa-
mente colorido como lambem porque o
auuuncianto pretende em breve retirar-se
para outra provincia do imperio ; e por isso
ser bom que as pessoas que se desejam re-
tratar nSo esperen: pelos ltimos momen-
tos. Para maior coraodidadc das pessoas que
quizerem visitar a sua galera, e sobreluuo
das senboras ; o propnetario desle, estabele-
ciraente, propoc-se abn-lo,competenleinen-
te illuminado, as noites de la, c desle
modo facilitar aindamis aoconhecimento
do publico os trabaltios da photographia.
CONSULTORIO HOMEOPTICO
DO
Dr. Mello Moraes,
DO '
RI DE JANEIRO.
UN I CU ,
deposito em Pernambuco, na ra do Quei-
raado n. 27, armazem
de fazendas de Joo Jos de
Gouveia.
Neste eslabelecimento se encontra sempre
um completo sortiraento de carteias homeo-
pticas de 12 at 124 glbulos, bem como
carteiras com tinturas de 12 ate 60 Irascos,
sendo lodos os medicamentos da inelhor
preparacao,es>! vendem por pregos muito
mais baixos doque os preparados aqui.
Tambora se vendem neste estabeleciraenlo
o repertorio do medico liomcopalhico a
63 rs., e novas praticas elementares a 43 rs.
publicadas no Rio pelo .mesmo autor.
- Desappareceu da coeneira dos mnibus
um cavallo alazao, quem delle tiver noticia
e quizr entregar, leve-o a dita cocheira que
sera recompensado.
Precisa-se aluger um ou dous molo-
ques que sejam esperlos, para servico muito
leve, uicsino cora idade de 9 anuos para
cima ; na ra do Vogueira n. 21.
a Ti, R?8a-se :a quem for credor do casal
ao tallecido Joao Francisco Paes barr to de
apresentar seus crditos na ra do Co'e-
gio, loja n. 3. alim de se verificaren) os mes-
mos. para so proceder ao seu pagamento,
conforme se convencionar ; ficando preju-
dicados lodo e qualquer credor que so nao
apresentar ato odia 15 do c.rrente ; puis
que dessa data em diante se n3o Hender
a quem nao so tiver apresentado.
.""" Do cr>Senho Capibaribe fugio em ju-
nho de 1849 um escravo cor caba, secco
do corpo, falla explicada c algum tanto fa-
nbosa por causa de muito tabaco que toma
tem falla de um denle na frente, e os dedos'
mnimos de amitos os ps trepara sobre o
outro, chama-sel.uiz, e intitula-se por Tur-
ro : segundo um annuncio d delegacia de .
Iguarassu suppoe-se ser o tucravo. e oor rel" em cas" '
isso se de,eja saber do mes.o delegado ^ Torre, n. 38.
aondo se acha preso, e a quem foi remetti-
do, para se pder verificar.
dia 23
marco.
prela do o-
m* Clara, 4*
narao, qae
NMatlI
ter 25 iiMt de id.de, he fula bafUnw t**
i-onli.re-ta bes pelo and.r apilado, lea. l4do dmV-
renle enhora., e ollimaroenle foi do Sr. Doaaht-
co. Jo. Ferreira, morador na rae Nava ; ka <-
confianza de qoe e.lnja aceitada em alganaa ea*a:
roaa-se, poi., ai aaloridadei rompelrntea, tu eaa>-
tora, e a qoem delta der nolieiai, de a apcrefceaOcr
e leva-la a' ra da Cadeia-Velha n. 35, qoa a ra-
li firari'.
-----Fugio hontem as 7 horas da manhSa.iim
pren crioolo, de neme SobastiSo, que foi pe-
gado ltimamente no lugar do Cachanga,
tem os signaes seguimos : levou camisa do
riscado, calca azul, tem os ps inchados, be
quebrado, tem os escrotos grandes, e levou
ierro no pescocO : quem o pegar, leve-o a
ra Direita n. 24, que ser bem recompen-
sado.
Precisa-sede urna ama de lei le, for-
ra ou captiva : na ra do Hospicio n. 3*.
Os administradores da massa fallida
de Joaquina Mlito Amaral. pagan o pri-
meiro dividendo de dez por cento da mes-
ma massa, em casa dos administradores
Isaac, Curio & Companhia, ra da Cruz
n. 49.
Ordem terceira
do armo.
Itinerario da procissao de Triumpho dos
Passos do Senhor e sua Itessureicio.Iieven-
do a referida procissSo percorrer as reas,
Camboa do Carmo, Flores, Porto das Canoas
Nova, Cabuga, Rosario larga, travessa da
mesma, Queimado, ra das Cruzes, becco d>.
Ouvidor, Cadeia, Collegio, paleo do mesmo,
pracinha do Livramento, rus do mesmo,
Diroiu, pateo do Terreo, becco de Marisco,
Hortas, pateo do Carmo, recolher-se: o
secretario da veneravel Ordem Terceira do
Carmo desla eidade, em nome da ateta rege-
dora, roga ao>- moradores dessss roas, oode
lera de transitar as mesmas procissos, aos
dias 10 e 12 do correle, de mandar Impar
as testadas das suis casas, como exitej de-
cencia e decoro,que se deve ter as ditas pro-
cissao : e por esta occasifio o mesmo secre-
tario tem a honra de lembrar as contrarias
que se acham convidadas para coinoarece-
1 em b mais cedo que Ibes for possivel.Ma-
noel Joaquim Muniz Baranda.
Lotera
o*
provincia.
Quinta partt d segtilMfei
lotera do Carmo.
a rubrica do ab.xaanf
nado, obtiveraiu un si imi-
tes premios:
2372 5:0009-2 mete*.
3187 1:580tullirle.
1712 50RSdilo.
2.557 2009^-2 meio*.
1081 10092 aaarlaa.
1082 10092 dilo.
27.50 5092 dilo.
3345 5092 4Moa.
2813 5092 meio..
3472 5092 dita*.
As ilaramias das surici
gran di <>0, o 11a praca peadiiicia n. 40.
P. .i. L-ri/mi'.
A direccao da companhia da segares
Indemnisadora, previne aos senhores accio-
nistas, de qne no dia 8 do correnle, palas H
horas da manhja no escriplorio da compa-
nhia, llavera reuniSo da assembla geral,
para resolver sobre assumplos.que a mesma
direc;iIo tem de submelter a sua consieere-
c3o. Recife 4 de sbril de 1857.1. J. Taseo
Jnior.-Joao Ignacio de Medeiros llego.
Joo da Silva Regadas.
Na loja da boa fe
vende-se < mais barato
possivt-i :
Grosdenaples preto muito bom, o
covado
Canto preto muito fino, proprio
para luto, o covado
CorgurSo preto muito fino com sal-
picos, proprio para colleles, o
covado
Panno lino azul, o covado
Lencos prelos de seda para grava-
la, meio lenco
Meias preta* de seda muito supc-
_ riores, o par
Casemira de qnadrinhos prelos
muito fina, o covado
Cortes de colleles de fusto
Ditos de ditos de dito lino
Ditos do utos muito superiores
Grosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
Cortes de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Solios lisos de cores, o covado
Veos prelos de fil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pecas de 20 varas
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
dres, o covado 20J,
e alem disto ha um completo sorlimcnlo de
fazendas finas e grossas, que vendom-sc por
preces tao commodos, que ninguem tafea-
ra de comprar; assira como chapeos do
unile muito finos, que se vendem por im-
nos que em ontra parte : na ra do Oueimoa
do n. 22, na bem conliccid loja da boa U--
?AU Eli;
490011
3/000
iyno
mu
l/MM
500
IJIMMI
1/600
ts/nnn
800
lofono
7/000
MUTILADO
O Dr. Pi Aducci que relira-.e para Europ,
vende lodoi o livro ferroi, muito em conla ; po.
de-se procurar do Hotel Ingles a qualquer hora.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID \y.BOWMAN ,vA
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
lia sempre nm grande loriimento do.leaaiolaaafc.
jacto, demecliaaiimosproprios ruraonwiUWaaa-
ber : moendase meia. moenda. da maii moderna
coosIrurrAo ; laiia.de ferro fundido e l.alid.
superior qualidade e de lodo, o. lamanh... ; tVs
dentadas para asua ou animae*. de toda, a* prataar.
C.e. ; crivo.c hoca. de foroalli. regiilrojTdVwL
eiro. agu.lhocs, bronies.par.fnioi e cavilUdaTJot
nlios de mandioca, ele. ele. "a,moi-
NA MESMA FUNDIQAO.
*e execnlam lodas as encommenda* eam a aaaaria.
rulada ja conhecida cornado ida praaiea ZZi
modidade em prec. HMai -
R elogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes
de ouro patente inglez, pera bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, yindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southail Mellor A c ra
esn. 38. -*
Affados Uc fer; o.
Na rundicRo de c. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender rios
de ferro de um modello e conslrucco multo
superiores. *^ "*u,l>


DIARIO 1)E PERNAMBUO, UUAKTA fERA 8 DE ABKIL DE 1857.
CEDRAS PRECIOSAS.!
Aderemos de brilhan'.es,
diamanles e parolas, pul-
veiras, alfinetes, brincos
a rozelaa, bolOet aunis
! de differenles goslos e de Sjj
i diversas pedrai de Yalor.
m
J Compram, vendem ou *
Slroram prala, ooro, bri- 5
Oanles,diamntese paro- ?
* las, e oulras quaesqaer *
$ joias de valor, a dinheiro i
. uu por obras. < *
I0REIRA 1 DARTE.
UJl II MliUiil
Ra do Cabuga' n 7.
.iecebern* por td
dos os vaporeada Eu-
ropa as obras to oais
moderno gasto, tan-
to de Franca cotfto
OIJRO E FRATA-
SA Aderecoseoropletos de &
B ooro.maioaditos.poleei-
J.ras, alfinelea, brincos e
K rzalas, cordoes, trance- $
lins, o4Vdalhas,correule
e enfeiles para relogio, e *
oulroMUuitosobjeclos de ^
>S ooro.
* Apparelhos completos, *
j de prals, para cha, ban- *
!# dejas, salvas, easlicaea, $
$ colbereidesopaedech, j
jJ5 e moitns oulrus objectos S
de prala. 9
* .<: ?: -*: ?. vMUsemm.vim*
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como costuniam.
C0ISDLT0R10 H0IE0P/JHIC0
DO
* m-naUv^. i-ojai _
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tintaras-como
'ni glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante cornmodos :
PREgOS FIXOS.
Botica de12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 159000
Dita de 36 o ... 209000
Dita de 48 a > ... 259000
Dita de 60 ... 30000
Tubos avulsos.a....... 1*000
('rseos de linturrademeia onga. 29000
Manual de medicina homeopathica de I)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry .:..... 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6'000
00
1 ' 1 .O 8
i 2 ^S.
Tj ~

- S5 O
X = Sft
- 5
s OP
1) s S
a N Q
86
es
a
I
2
Precisa-se de urna pessoa competente-
mente habilitada para manufacturar sabo e
stearina, e dirigir urna fabrica em uSo pe-
queo ponto, estabelecida em urna das pro-
vincias de litoral do Brasil: a quem convier
e possuir os devidos conbecimentos desta
profissSo, pode dirigir-se a M. I). Itodrigues,
ra do Trapiche n. 26, para outros esclareci-
menlos e as vantagens offerecidas.
oares,
com fabrica, de pentes de tartaruga na ra
da> Trincheiras n. 1, avisa ao publico e prin-
cipalmente a seus l'reguezes, .que' recebeu
pelo ultimo navio de '"ranga un rico e va-
riado sorlimento de pentes de tartaruga pa-
ra alar cabello do gosto mais moderno; as-
sim como tambem na inesina fabrica su eu-
contrarSo muitosbons pentes do verdadeiro
niarliin, tanto para tirar o bicho e a caspa,
como para alisar, o que tudo prometa ven-
der por menos prego do que em outra qual-
quer parte.
Anna Joaquina do,Sacramento previne
ao publico que no se responsabilisa por
qualquer divida soui lera sua tirina ; para
ivrar de engaos, sirva este de governo.
De'sappareceu na noiie de quarla-feira,
1. do corrente, para o amanhecer da quinta,
do caes por traz da fundigao do Sr. D. W.
Bowman, urna canoa de carreia : quem a
acharou Uella der noticia, dirija-se a mes-
ma fundigao, a fallar com o caixeiro da mes-
ma, que sera recompensado.
CBANDE SITIO.
Aluga-se um sitio grande em Oiinda, jun-
to ao que foi jardim botnico ; lem grande
casa de vivenaa, muitas arvoies de I rucio,
boa Ierra de plan tai, alem da graude pasta-
gem para mais ue 20 vaccas de leite : tra-
la-se na ra da Cruz n. 40, no Recife.
Precisa-se do urna ama para coz indar,
para casa de pouca familia : uo paleo do
Terco n. 4.
Attencao.
No novo deposito da ra do Rangel n. 73,
confrntela botica que faz esquina para o pa-
teo da Penha, com a frente pmlada de azul,
vendem-se paes grandes e muilo saboroso, a
tres por dous, e oulras varias qualidades de
massas por baralissimo prego no; mesmo
deposito, vendem-se bilhetes das loteras da
provincia, onde a se tem vendido varios
premios.
Precisa-se de nma ana de leite para
criar a urna menina de 3 mezes : na rea do
Collegio n.j21, terceiro andar. Paga-se bem.
Precisa-se de urna ama que tenlia boin
leite, para criar urna crianca de idade de 3
Attencao
a
I!. C. Yates & Companbia: estabelee.idos
110 Itio de Janeiro, na ra do Ilosuicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas dePemambucopelo Sf. Bartbolomeo
F. da Souza, prevenindo-ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle he
quein vedde,prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remellido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprietarios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Sanios, na ra ftova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perlo de 5
annos. os rotlos collados as garrafas sao
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprietarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, len-
do o annuncio dos Srs. K. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser so
AtViico.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sSo de pesos, medidas e balancJs, principia
do 1. do correte a lindar no ultimo deju-
nho : na casa da aforicSo, no pateo do Ter
50 n. 16.
ESTRADA DE
y/o Recife S. Francisco:
LIMITADO. 1
Oa directores da Cumpanhia da feslrada de Ferro
doRecifi-aoSan-Fracisco, limilfido, lem feilo a
"mente verdadeiro o xarope de bosque ojo* \Tm^SS!2?SZ'l3LSSSS?m fS
. -, 1 "" i/pz/, sonre cada accHo, na dita comuanhia. a mal
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr. j deve|s.r paga al o di. 9 de abrilfdo We^aVoo
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o | de 1857, na Babia, em casa dos Sts. S. S.'Dtven-
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles i Pn & C, na corle, em casa dos Sra.
proprietarios, declara ao publico, que nao <";"""' A:(;., e em Pernamboco,
duvida seja falso o xarope de bosque que^omPnnnifl-
Umbem vende em sua botica, mas assevera 0.8",on"t Q" nao realisar
que elle he comprado aos mesmos Srs. B. I -ro doJermo'"dicado, poder
Mad, Mac.
escriplorin da
C. Yates & Compandia, do i'.io de Janeiro,
corno provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Kartholomeo Francisco de Souza
comprou a II. C. Yates i\ Companhia :
* duzias do garrafas com xarope
do bosque a 549000........ 2105000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 279000......162000
Bs. 378|000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaqun) Vieira de Carvalbo. Rio d Janeiro
8 de agosto de 1856. Por B. G. Yates d
CompanhiaJos Paulino Baplista.
econheco verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferro.
BIO DE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino (.ornes de Faria & ler-
reira comprarm a R. C. Yates & Compan-
hia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.........216/000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rrjpe do bosque a 75OOO......162/000
pagamento den-
rder lodo direilo
acmenlo nao se
ni de pagar jaros
e de nao receber
pelo lempo qae
o pagamento e a
Rs. 3789000
B. C. Yates &
as acedes subre as qaaes o dKo
liver edeclaado, e em todo caso
na r.r/.ao juros ou dividendo da Companh
decorrer enlre o dia indicado paiia
-11,1 realisa^So.
Nentium aolo de Iransferencia
depois do dia 9 do corrente, anl
chanada.
Por or.lfin dos directores. S.
Ihesonreiro.
Recife 3 de marco de 1857.
nDEHBTA.FElKff.
pode ser registrado
e 1 do pagamento da
P. VEREKER,
K
Becebemos o importe. Por
CompanhiaW. C. Cerwartt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima pera oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Soua, de l'crnarn-
buco, em virludede sua ordem de 3 do cor-
renle. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
' reir. '
Beconheco ser verdadeiro o signalsupra
de Constantino Gomes de Faria & Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
Em f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
Aluga-se urna casa na fassagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
com solSo e muitos commodo's para grande
familia: os pretenden tes dirijam-se ao Tra-
piche Novo n. 16.
Offerece-se para ama de qualquer ho-
rneo] solteiro urna parda de meia idade, pa-
ra cozinhar e tomar conta da casa a de todo
o servigo, excepto o de portas para fra.pois
he maito Piel e de bons costumes : quem
precisar, dirija-so a boa-Vista, ra da Man-
gueira o. 6.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMEBUAS,
. n. 20, ra do Torres,
l'RIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
BECIFE.
He rhegado loja do Lccomle, no aterro
da Boa*-Vsta n-. 70, o excellenle leile virgi-
nal do rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
tr pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limoar e fazer
crescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Florenga para brotoejas e as-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
Paulo Gaignoux deolisla, ra .Nova n. na mesma casa tem agua e pin dentrifice. $|
SEGURO CONTR/. F060.
Companhia All anee.
Estabelecida cm Andres, erd marco de 1324.
Capital cince milhes de 1 bras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, p oprietarios de casas,
a quem mais convier que es! ao plenamente au-
torisados pela dita companhia 1 ara effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlh e iguaimenwsohre os obj*ctos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
* azendas de qualquer quali lade.
Bepartigao da V tecina.
cornmissario vaccin dor vaccina as
quintas e domingos de lodjas as semanas, no
torreao da Alfandega, e as tercas-feiras na
casa de sua residencia, pfrimeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da mantiSa.
-- Precisa-se alugar um preto possante,
erabora seja bruto, para irabalhar mensal-
mente nesta typographia,
lento : na livraria ns. 6 e
dependencia.
UEMEDiO DO
dando-se o sus-
da praga da In-
ESTICO.
Pilulas depura-
tivas, anti beiiesas, do
Dr. Al! s 11.
P.ecommendamos ao pi
lente remedio,
1846. >ao ha molestia a
seja, que possa resistir ai
blico"este excel-
iutrodzido no Brasil em
lais.ohslinada que
tratamenlo judi-
cioso deste cxcellcnte re ledio. Fslas pilu-
las impedem as molestia
bre tudo as de naturezn
igualmeoie boas para ind
a diarrhea, apoplexia, as
fcegoes do peito, constipagocs, as molestias
das senhoras em geral,TU -'a a 'qualidade de
febre, hemorrhdldas, mdeslias dos olhos,
dores de cabega, molestii s de pelle, renten-
c3o das ourinas, e outras molestias das vias
ounnarias. nico deposiljo em Pernambuco,
no escriptorio de Vicente Ferreira da Costa,
largo da Assembla n. 9,
nho.dez mil reis duzia.
Janeiro, deposito geral,
n. 81.
contagiosas, so-
syphiliticas. Sao
gestao, como para
lima o as mais af-
a mil reis o vidri-
p. PalmerBio de
ra dos Ourives
semana : no pateo de S. Pedro n. 22.
i Cutileiro.
Eco frcule da matriz da Boa-Visla n. 86,
9 iniula-se toda e qualquer Icrrjinenlj, assun of
-; como se boiain oovido em espingarda e lim- <
9 pam-se espadas.
FEIJAO" MULATINHO.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. 11, ha para vender feijo mulatiabo a
13o000 a saeca. No mesmo escriptori se
achara tambem venda por precos razoa-
veis cera de carnauba, sola, gomma de man-
dioca, toucinho da trra, esleirs e chapeos
de pa.lia.
Dao-se 600,000 r s. a premio sobro hy-
potheca em nma escrava, ou se compra :
na praga da Independencia n. 3.
:>
. Gratifcale
^ a quem enlrecar ou der noticia de um caixo-
_. le vindo do sul, no vapor Gnanabara n, na
. sua ultima iu:ein ; a marca do dito caixole
a he a seuuinle : V. J. M. S. cjC.eo leire- *
tf roJos da Bocha Filgoeiras : quem delle
|rf poder dar noticia, dirija-se ao batrro da Boa- ;;;
9 visla, a ra do Aterro n. 44 ; em Sanio An-
9 ""no, a' casa dos Srs. Sequeira & Pereira,
ra do Creipo n. 7 ; ou no bairro do Recife,
3 ra da Cruz n. 13.
Heinaria de
Mon-
edo & Barreto, no jj
teiro.
No deposito desta refinaria, na.ra da Ca-
deia do Recite n. 30, ha sempre ssucar re-
hilado de superior qualidade, tanto em p
como emtorres e em pSes, por prego mais
commodo de aue em outra qualquer parle.
PRODLCCO'ES LITTERARIaS
DO
Dr. Mello Moraes
do
Rio de Janeiro.
Physiologia das paixes, 3 volumes 100000
Educador da mocidade brasileira, 1
volume .'. ...... 25OOO
Ensaios corographicos, 1 volume.. 25000
Memorias diarias da guerra do
Brasilj 1 volume...... 4-jOOO
Tambem se recebem as assignaturas para
a sua ultima producgSo litteraria-Os Por-
tuguezes penle o mundo -2 volumes 69000
rs avulso IOjoOO.
Compra-se effectivamente bronze, Ja-
lao a cobre velho : no deposito da fundigao
da Aurora, na ra do Bruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, om Santo
Amaro
Aluga-se um sitio na Passagem, a mar-
gem do rio Capibaribe, por todo o mez de a-
bril: quem o pretender,dirija-se aoarmazem
da ra do Brum n. 24.
- Vende-se^uBia. escrava parda, sabendo
cozinhar o ordinario e ensaboar perfeila-
mente : a fallar na ra do Queimado n. 8,
loja.
Vende-se urna escrava moga com al-
gumas habilidades, assim como 6 cadeiras,
1 sof, 1 mesa elstica de jantar com 16 pal
DOS (le comprido, 1 espelho de parede, 1
toucador, 1 par de bancas, tudo por prego
muito commodo, por S9r de urna pessoa que
se retira : na ra da Roda 11. 52.
Vende-se urna taberna bem afregueza-
da para a trra, propria para qualquer prin-
cipiante, e tem commodo para morar um
rapaz solteiro : a tratar na mesma, na ra
da Sen/ala Nova n. 2.
Sellins
patente nglez
SSo chegados e achante a venda os verdadeiros
e bem conliecidos sellins iiislez.es patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas de
Adamson Howie &'C.
Vende-se urna casa terrea, com sota"o
independente, sita na ra da Senzala Velha
n. 14 : trata-se no aterro da Boa-Visla n.
36, segundo andar, de manhila at as 10 ho-
ras, e das 4 da larde em diante.
BAPE' DE TODAS A S QUALIDADES.
Vende-se rap de Lisboa, Paulo Cordeiro,
prihcezedo Rio Bochea, Gasse grosso, meio
grosso, fino, Mouron : na praga da Inde-
pendencia, loja n. 3.
Vendem-se pipas vasias de Lisboa, vin-
dasdo Bio de Janeiro, e juntamente 1 mo-
lcque de 12 a 13 annos de idade, e ao com-
prador se dir o motivo por que se vende :
na ra da Senzala Nova n. 4.
Na ra do Brum,armazem de S Arau-
jo, n. 22, ha para vender presuntos do Porto
superiores, e para retalho, na ra da Cruz,
taberna do Sr. Antonio Lopes Praga, e na
Praga, na do Sr. Jo3o Francisco de Carvallio,
que vendem em conta para acabar, jarros
para sitios, da urna das melhores fabricas de
Lisboa, de todas as qualidades e pinturas,
para ver-se na loja de louga atraz de Corpo
Santo, de Justino Antonio Piolo, tambem ha
cera de carnauba boa que se vende por ata-
cado, e arcos para barricas, tudo por pregos
rasoaveis.
PARA SACERDOTES
Meias delaia para sacerdotes, de boa qua-
lidade : na ra da Cadeia do Ilecil'e,' loja
11. 50.
- Vendem-se 4 moradas de casas na ci-
dade da Parahiba do Norte, a sabor, 2 arma-
zeos na ra do Varadouro, 1 casa de esquina
com bastantes cornmodos. na ra das Con-
vertidas, e 1 dita na ra da Matriz, na cida-
de altara" vendem-se todas ou cada urna de
per si : quem as pretender, dirija-se a esla
praga,na ra dos Prazores n. 10,a tratar com
o proprietario das aesmas, que se lhe dir
o motivo por que se veadem ; tambem se
trocam por qualquer propriedade nesta
praga.
Vende-so carne secca de Buenoa-Ay-
res, boa, de 49 a 49500 cada arroba : na ra
da Praia n. 4.
Para senhoras e meninas,
A loja da ra Nova n. 4 recebeu pelo ulti-
mo navio francez ricos chapeos, enfeites e
toucados para senhoras, chapeos para meni-
nos e meninas de 1 a 8 annos.
' alits fiaiicezes.
Vendem-se palitos e sobrecasacos de pan-
no fino preto e de cores, forrados de da-
com golla de velludo, de 22 a 289000, casa,
cas a 289000, palitos e sobrecasacos de alpa-
ca de 7 a 29000, ditos de brim a 3S000, col-
Ictesde todas as qualidaMes, caigas de case-
mira preta e de cores a 10 e 12800o : na ra
Nova, loja 11. 4.
Vende-se escrava mui robusta e sera
achaques : na ra da Santa Cruz n. 82 ,
ATTENCAO'.
59500 medida velha.
No armazem da jua da Praia, traversa do
arsenal de guerra e'contiguo ao armazTyn
de Joo Baptista dos Santos Lobo ha p^ra1
vender arroz com ca6ca vermelho, um dos
primeiros genoros proprio oara sustentar
cavados c passaros por ser igual a milho e
no causar sangue aos animaos pela nature-
za da especie !!! A elle, cocheiros, nao se
admirem do annuncio, pois que na provin-
cia de vlagoas, Para* outras. nao se d mi-
lho a cavallo e sim arroz, e da-se da man -i -
ra seguiiite: secce-molhado ou de molho
para o dia seguate, cozido ou borrifado
eom'mel, da nianeira que o deilarem na
mangedoura elleseomem. A medida velha
enche urna barrica de farnha do reino das
grandes, a comparem com um pequeo sac-
co de mllho por 59000. Ha arroz branco
tambem venda no mesmo lugar.
Venda-s ou arrenda-se o sitio Estiva
de Cima, no lugar da Ibura, com casa de vi-
venda e arvores de fruoto, trras para plan-
tagio de canna, capim e enaguo, assim como
matas para tirar lenha : quem o pretender,
dirija-se a praga da Independencia numero
23 a 25.
ARMAyi INVERNISADA.
Vende-se a armacSo que existe na loja
que se acha fechada no aterro da Boa-Vista
n. 36, a qual esl propria para miudezas,
calgados e cera a tratar no mesmo aterro
n. 46, loja de calgados.
Vende-se taboado e pranchOes de pi-
nd de Succia, proprio para armago de ar-
mazem de assucar, paos do pinho vermelho
para mastaros, chumbo de munigio, folhas
de cobre, metal amaiello e zinco para forro,
com os competentes pregos, alvaiade de
chumbo e de zinco, em p, tinta branca de
oleo, papel fino de escrever, vinho especial
do Bheno e do Porto.
' era de carnauba
da melhor que ha ueste genero, vende-se de
nina arroba para cima por prego commodo;
na ra da Cruz do Becife n. 36, confronte ao
becco da Lingoeta, casa de Mondes & Braga.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livrattictito
Vende-se fil de linho preto com salpico a
1/380 a vara, chapeos de sol de seda para
homem, com toque de mofo a 49000.
J\a loja das seis
portas
Em frente do Livrainento
Vendem-se riscados francezos de cores es-
curas a 160 o covado, lengos brancus com
narra de cor a 120, meias brancas para me-
ninos a 240 o par, cortes de cassa chita com
r varas a 1/280, riscado de algodo para rou-
Moendns
superiores.
Na fundigao de C. SUrr & Companbia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
mente che- das de canna todasdeferro.de um modello e
&0mpt*&.
- Compram-se mulambos finos de chita
e' madapolao, para envernisar; na loja de
marcineiroda ra da Cadeia n. 18.
Compram-se taboas para andaimes :
na livraria ns. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia
Compram-se 4 escravos, sendo 1 preta
moga quoengomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, que saiba cozinhar. e 2 escravos
mogos pegas para servigo de campo : na ra
da Cadeia do Becife, loja n. 50 defronte da
ra da Madre de Dos.
Compra-se urna escrava moja, que
cosa bem, engomme e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Compra-se urna casa torra com corn-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Cpmpra-se urna casa terrea cm qual-
quer dos bairros desta cidade, cujo aluguel
saja de 150/OOtta 1800000 res, annualmente :
na ra do Lrrafjculo 11. 33.
Compra-seuma meia libra esterlina
em ouro s na ra do Cabug, loja do ourives
n. 1 D.
~ Compram-se effeclivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aegoes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se 2 escravos do 14 a 16 an-
nos : a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Fornandes, ra da Cadeia do Be-
cife.
Compra-se urna mobilia ja servida, es-
tando em bom estado, com os seguales ob-
jecin: urna du'/ia dejeadeiras, um sof, me-
sa redond 1, dous consolos, e cadeira de ba
lango a tratar na ra estreita do Rosario
n. 10, primeiro andar.
$atHt*.
Rap Paulo Cordeiro,
chegado agora do Bio : na praga da Inde-
pendencia n. 3.
Bacalhao da escova verdadeira, marca
de fogo, vende-se no caes da alfandega, ar-
mazens de Seraphim & Paula Lopes, as
mSos dos Srs. Tasso i Santos, a qualidade
he sem comparagao o mais superior no mer-
cado, e nunca veio melhor, he proprio para
guardar por Aiuito lempo, sendo chegado
ltimamente com 22 dias de viagem smen--
te, o prego deve ser de 169000 por barrica
mas faz-se differenga, levando porgues.
Moleque peca.
Vende-se um moleque pega, crioulo, com
idade de 18 a 20 annos, bonita figura, sem
defeito algum.
pa de escravos a 120 o-covado.
Saceas com
r 11 ha.
fa-
gada, ssim como potassa da Bussa verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
* TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann na
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha
der un completo sortimertode taixssdeferrofun
vidoe batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaaes
acham-se a venda,por epreco commodo com
protnptido: erobarcam-s oucarrsgaB-ss aro car
o semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brothers C. praca
do Corpo Santn. 11,aa para vsudar o se uinte
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saceas.
Dito entraacado igual ao di Babia
E um completo sortimenlo de fazendas proprio
para asta mercado : tudo por prego commo do.
Ora de carnauba e omina
Vende-se na roa da Cruz do Recife n. 13,
primeiro andar, por menos prego do que em
outra qnalquer parte.
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Melior & C., ra do
Torres n. 38.
Moinhos de vento
combombas de reputo par a regar hortaaeba-
ia decapim : na [umlirao de D. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6.8el0.
Potassa [refinada em latas de seis
libras.
0 antigo deposito da ra da Cadeia do Re-
cife n. 12, recebeu agora urna porgao de po-
tassa refinada'de superior qua(idade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel.
Agencia .
da fundico Low-'tJoer,
ra da Senzala f7ova
4*1.
Vendem-se saceas com larinha da trra,
nova a bem torrada : na ra la Cadeia do
Recife n.23.
Pedras de fogo.
Vendem-se (de 10 milheiros para cima ) pe-
dras de fogo : na ra da Cadeia do Kecife
n. 31.
Na ra do Crespo, loja de Campos &
Lima, vende-se algodSo trangado, alvo, pro-
prio para toalhas de mesa, com toque de
avaria, porm muilo forte, a 200 rs. a vara
e a 240, s com pequena cousa ; he muilo
recommendada esta fazenda para quem gus-
ta de economa.
VAQUETAS PAKA CABBO.
Vendem-se em casa de S. P: Johnslon & C, che-
gadas allimamenle, assim como bons sellina ioglezes,
fo de vela, candieiros e castiga** bronzeados, tode
dor presos cornmodos.
BONS QE1JOS.
Na ra Direita n. 8, vendem-se bons quei-
jos pelo barato prego de 1:440 cada um.
Vejas de curtau-ba pura
a I29OOO a arroba, vindas do Aracaty, em"
caixas de 40 a 50 libres : na ra do Queima-
do n. 69, loja de ferragens.
Vende-se.por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8.: na ra do
Trapiche n. 14, escriptorio de H. A. Guerra.
Em casa de llenr. Broun t Companhia, na
ra da Cruz n.10, vende-secognacemcaiiinhas de
duzia.
v Uns e rele<8.
SELLINS e BELOUIOS de paienle
inglez : a venda 110 armazem de
Koslron BookeV & Companhia, es-
quina do largo d,i Corpo Santo nu-
mero 48.
Pechincha para os alfaia
te>.
Na ra do Crespo, esquina que volta para
a ra da Cadeia, existe urna porg3o de algo-
d5o trangado muito encorpado, proprio de
entretelas, pelo baralissimo prego de 120 a
jarda.
[V* loja da boa f
vende-se to barato que
admira :
Bicos pannos para mesa pelo dimi-.
nulo prego de
Brimjhranco trangadb de puro li-
nho, vara
Dito pardo liso de puro linho, vara
Ganga amarella franceza, muito fi-
na, covado
Fil de linho liso muito fino, vara
Dito dito com flores, dito, vara
Cambraias francezas de lindos pa-
drOes, covado
Chitas francezas muito finas, de pa-
drees noyos, covado
Camisas de riscado muito bem fui-
tas e muito bonilas
Palitos pretos muito bem feitos
Camisas de meia muito finas
Bicos lencos de tilet com palma
bordada a matiz
Ditos ditos de cambraia muito fina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bullas, o par
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeitadas
Ditas pretas de torgal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinhas .de cassa,; de padres
muito bonitos
Lengos blanco;? de cambraia
Ditos ditos de dila(com barra de cor
Ditos de linho proprios para rap
e assim oulras muitas fazendas que vendem-
se por menos quo em qualquer outra parte :
na ra do Queimado, nos qual.ro cautos u.
22, na loja da boa f.
35000
19440
640
320
800
19280
30
32o
19500
49OOO
1/000
5000
19200
1#280
2/000
19000
49500
240
240
240
400
X
DO
*2
I
Foi transferido o deposito desta xarope para a bo
tica de Josc da Cruz Sanios, na ra Nova 11. 53
garrafas r)900, e meias 39000, sendo falso todo
aquelle que nilofor vendido nesle deposito,palo
qaaaafaa oprescuteaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade plitysiraem lodo^sseusdifleren
tes graos, quer motivada por consl i pagues, tosse
asllima, pleuriz. escarns de sancue, drde cos-
tados e peito, palpitarlo no corarao,coqueluche
hronclnte, dorna garganta, e todas asmoleslia
dosorgo pulmonares.
N. O. Bieber & Companhia, ra da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Bussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brinsda Bussia.
Vinho de Madeira.
AlgodSo para saceos de assucar.
^RLA
ao ultimo .gosto.
DA CADEIA DO BECIFE N. 48, LOJA
DE-QATBO POKTAS, DE
Narciso Mara Carneiro, acaba de receber
pelo ultimo paquete da Europa, um comple-
to e-variado sortimenlo de roupas feilas ao
ultimo gosto de Paris, como sejam, casacas
preta".,palits de casemira e de alpaca, col-
letes de gorgurSo preto e d cores com de-
senhos mui delicados, verdadoiras capas de
burracha o seda de duas faces, os nicos
impremiaveis, palitos inglezes de casemira
a prova d'agua, excellentes perneiras de bur-
racha, de todos os lamanbos, e outras mui-
tas fazendas de seda preta, proprias para a
quaresma, que se vendem por menos do que
em oulra qualquer parle.
Rlogios.
Na ra da Cadeia do Becife n. 18, ba rr-lo-
gios de todas as qualidades, tanto de ouro
como de prata, ditos fuleados e dourados,
por pregos baralissimos.
Por 240 rs o covado
Vende-se chita franceza larga e fina, com
pequeo toque de avaria : na ra do Crespo,
loja de Campos & Lima.
Planta'da cidade do Re-
cife
Vende-se a planta da cidade do Becife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
medeAlves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Aiappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia, vende-se o mappa das distancias
das differentes villas da cidade entre si, e
relagSo capital da mesma, a mil reis.
Vinho; do JPorto
do 1857
No armazem de Josc Joaquim Dias Fornan-
des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas do
una e duas duzias, por prego commodo.
CEBA DE CARNAUBA.
Vende-so cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Becife, loja
n. 50. i
Deposito
de rapjpriuceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso c meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
Na ra da Cruz n. 50, arma/om de San-
ta Barbara & Companhia, vondem-se effccli-
vamenle caixes vasios de todos os lma-
nnos.
Vendc-sc a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamo dos fabricantesDay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
II.
Neste cstabelecimento continu'a a haver
um completo sorlimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
Para ni asea tes
e boceeiras.
Veodem-se dutiasde caiande mastapara rap pe-
lo baralissimo preco de 6f0 rs.,duzias de lezouras em
cario a 1$000e 1)200 e grandes 19920, duziaxde
coiiinlias de pao com palitos de fogo a 210 r--..duzias
de pentes de chifres muilo bons para alizara|l9200,
duzias de pentes de baleia para alar cabello a 2J200
n 2600,dozia da navalliaa para barba a 19600,g/oza
de boles madreperola para camisas a 600 reit.dilai
muilo finos de gata a 100 reis, grozas de noles fi-
nos para caiga a 280 Veis, carias com 25 pentes de
alfinete a 140 reis.duzias de pentes de balea para a-
lizar a 39, grozas de fivellas para sapalos a 560, du-
zias de caivetes linos para aparar pennas a 29500
e 39,duzias de gaitas (armnicas) a lj}200 e 54o0,
duzias de torcidas para candieiros a So, reis grozas
de marcas para cobrir a 100, 12o e 160 res, pe-
fas de tranceln para benlinhcs a 120 res, pulceiras
encarnadas muilo bonilas para Sra. e meninas a 200
rs.,inzias de miadinhas de linhas prelas a 240 res,
pesas com 10 varas de fila de tos a 320, 360 e 400
reis, ddzias de lapes a 100 rs., dozias de caias com
clcheles a 720 r., linhas brancas de-auyellos de to-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas de miada finas
e grojas, ditas de carriteis brancos e de cores, cordao
de veslido de toda a grorura, biquinhos de todas as
larguras, e baratos, rendas de lodas as largaras, es-
pelhos, cordas de viola, filas de lita de lodas as co-
res, filas de linho branos e-de cores, d.daes, agulhas
de todos os nmeros, filias de seda de todos os innnc-
ros, pennas de palo,caixas de chifre, rozarlos, colhe-
rei de ferro, relroz de lodas as cores, vernicas, filas
debeira preta e hranca.grampas.etudoo rnai* que ne-
ja uecessario para complclo sorlimento de bocelci-
ras e mscales e que todo se vende muilo mais bara-
to do que em ootra qualquer loja, na ra do Ouei-
mado, na bem eriwciu.i Wja de roiodezas da boa
fama n.|:i:. "
Para as sciiho-
ras de bom gosto.
Vendem-se ricos cstojos de Jacaranda,
proprios para costura de senhora, pelo ba-
ratissimo prego de 29500, 49, 69, 79 e 89000,
caixinhas para guardar joias a 800 rs., 1/ e
19200, carternhas muilo delicadas propria
para senhora e meninos a 800 c500 rs., te.
souras muitissimo linas para costura, de
todos os tamanhofi a 500 rs 600, 19000 e
19200, ditas para unhas tambem muito finas
a 800 rs., 19000 e 1*200, linha de peso mui-
to lina para labyrintho a 100 rs. a meadi-
nha, ditas para bordar a 100 rs 140 e 160,
lindas caixinhas com grampas a 163 e 300
rs., carlOes com 14 e 24 pares de colcln tes
francezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
reteis de 200 jardas do autor Alexandre a 80
rs. o carretel, ditas de 100 jardas do mesmo
autor a 40 rs., caixinhas com agulhas fran-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com agulhas fran-
cezas a 320, aguiheiros mito bonitos com
agulhas tambem francezas a 160 e 320, cai-
xiuhas com 16 novellos de linhas de marcar
muito finas, azues o encarnadas a 320, ricos
botes de cores para vestidos, ou roupinho*
de meninas a 6u0 rs., 800 e \ a duzia, ricos
aguiheiros de ago e de marlim a 240 c 800
rs., dedaes de ago muito bonitos e cada um
na suacaixinha a 500 rs., almofadinbas de
muitas qualidades proprias para pregar alli-
neles e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, riquissimas filas lavradas e lisas, de
todas as larguras, trangas de todas as cores
e larguras, fitas de velludo abortas e lisas,
bicos muito fiuos de linho ede varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aberto de linho, toucas de 13a para criangas
e outras muitissimas consas, que tudo se
vende mais barato do que em outra qual-
quer parle: na ra no Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
-Ligas de seda
para senhora.
Vendcm-se superiores ligas de seda para
senhora, muilo bonitas e de muitos pa-
dres, pelo baralissimo prego de 1-9200,
1/500 e 2/000 : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33
Laa para vestidos.
Vendem-se cortes de lila para vestido, de
muito bonitos padres, e com 15 covados
cada corte, pelo baralissimo prego de 59000:
na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
conslrucgSo muito superiores.
perfilaras
muitisfimo finase de mui
tu b ns ff Vende-se a verdadeira agua de colonia do
Piver, simples o ambnada em frascos de va-
rios tamanhos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espirito* e
extractos muito finos ede muitas qualidades
em frascos de muito gsto, sabonetes muilo
finse de muitas qualidades, agua de lavan-
do ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac
tos muito finos proprios para bolso de es-
tojante, escencii de rosa, pomada franceza
muito boa, macassar perola muito boa e de
todas as cores, dito oleo, pos para denles
pastiharfj outras muitas perfumaras, todo
muito Dno e de muitos gostos, dos melhores
fabricantes da Franca e Inglaterra, c tudo se
vende barato na ra do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa falta
n.33.
Botoes para pa-
lits, colleles e pmihos
de camisa.
Vendem-se abotoaduras muito finas de
madreperola para colleles, pelo baralissinra
prego de 500 rs., ditas muito ricas de todas
as cores a 320, 400 e 500 rs., di las muito fi-
nas de madreperola para nalits de meninos
e homens a 500 e 640 rs., atacadoras para
punhos e collarinhos de camisa, de muito
rico gosto a 400 as., 800 e 89000, ditos de
cornalina para casacas a 300 rs., e outras
muitas qualidades de abotoaduras que se
vendem muito barato ; na ra do Queipa-
do, na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
VaraudS e grades.
Um lindo e variado sortimenlo de model-
los para va randas e gradaras, da gosto ao-
dernissimo : na fundigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, nairua do
Brum.
'&#"*SI*0* r*lfr**$
-

MUTILADO
O CIJARDA-Livnos BP.ASILEIRO, ou arte
da cscripfuragSo mercantil apropriada ao
commcrcio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
.ciog-ios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seapregorazoavel.em casa de
AugustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. Mj.'
V
Algodo
monstro,
chincha.'
Ii
e
pe-
Vende-sc algodSo monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lengoes, pelo diminuto prego de 60o rs. a
vara : no loja da boa f, ra do Queimado
n. 22.
Oculos c bonetes
de todas as qadadea
Vendem-se oculos de todas as graduages
com delicadas armages de ago, pelo barato
prego de 800 rs. e i~500, ditos rom armages
douradas e prateadas a i--joo c 1C500, ditos
com armatfo de bfalo a 10200, ditos com
artnagao de baleia a 480, ditos com armagSo
de metal branco a 400 rs., lunetas-de um s
vidro redondas e quadradas comaro de bu-
Talo a 500 rs., ditas de dousjndros tambem
com armago de bfalo a 1jr500, ditas de um
s vidro redondas c quadradas com aro ue
tartaruga a 19200 e 19500 : na roa do Quei-
mado, na bem conbecidada loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Agodaozinho da Baha
para saceos de assucar.' vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
Fugiram na noile de 25 do correte.
do poder de sua senhora abaixo assignada,
dous escravos, ha ponco comprados *o Sr,
Jos Hay mundo Corris, da villa das Larras,
que os comprara no Exu'; um delles leas os
signaos seguintes : chama-se Torqualo, ca-
bra negro, idade de 34 a 36 annos, estatura
regular, bem parecido, cabellos carapinka-
dos, testa larga e espigosa, cantos nsi-
to grandes, olhos pretos, barba toda fecha-
da, e as vezes tras toda rapada, falta de al-
guns denles na frente, urna cicatriz as cos-
tas da oao, e falla muito mansa, levou ves-
tida, caiga e camisa de algodo azul, e cha-
peo de couro.e comaigo, urna calca e remida
de algodSo azul, um lengl de algodSo bran-
co, e urna faca de trinchar,com cabo da osso
polido, este escravo fora de Manoel Floren-
cio de Alencar ; ooutro pornome Albino,
idade de 18 a 20 annos, pardo clare, cabel-
los carapinhados, olhos pretos, dantas li-
mados, alto e reforcado, peslaneja quando
olha, levou vestida, caiga o camisa azul,una
dita de riscado, e urna baeta encarnada, e
jaqueta de couro : consta oae fugiram am-
bos reunidos, por screm amigos e proce-
dentes dos sertes : quem os pegar sera ge-
nerosamente recompensado, ,lcm da com-
pensaban das despezas que os mesmos Dze-
rem, podeudo dirigir-se nesta cidade do Re-
cife, a sua senhora, moradora na ra do Hos-
picio n. 15, na Parahiba, villa do rombal,
casa do lllm. Sr. delegado JoSo Dantas de
Uhveira, no Rio Crande do Norte sorra do
Martins, cidade da Imperalriz ao Sr- Fran-
cisco Roberto de Oliveira. Recife 26 do mar-
go de 1857.Josepha Francisca Pinto Ro-
gueira Ramos.
Attem;sio.
Fogio no dia 16 do correte mez o preto
Justino, crioulo, com os signaes seguintes :
aHura regular, cheo do corpo, sem barba,
com falta de denlas nairente, calvo de car-
negar peso na cabega, muito regrisla, bo
^bem conbecdo por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas conliocidas, e diz a ellas
ue anda em servigo de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, quo
o mandem prender e levar roa Direita n. 7*,
que serSo generosamente recompensadas.
No da 4 de fevereiro do correite anno,
desappareceu um negro de nacSo, ma que
parece crioulo, por ter vindo muito peque-
no, anda mamando, o qual representa ter
de 26 a 32 annos de idade, de nome Ifaibias,
cozinheiro, estatura ordinaria, magro, rosto
comprido, pouca barba, olhos grandes, so-
brancelhas fechadas, nariz chato e pontudo,
beigos grossos, bocc- regular e com acotes,
tem urna pequena cicatriz em urna das fa-
ces, e outra om urna orelha, pela parte de
baixo, de um taino que levou, bom como
outra no pescogo, que por muito leve, talvez
seja pouco visivel; foi encontrado em Santo
AntSo, seguingo a estrada, com um bauzi-
ubo de (landres novo na cabega, e um gallo
no brago, sendo muito dado a briga destes
aniraes ; este escravo perience a Gustavo
Jos do Reg, no Recife, roa da Aurora :
quem o apprehender ser bem gratificado.
Fugio de bordo do briguo brasileiro
Melampo, na noile do dia 8 do corrente, um
negro de nome Marcelino, nacSo Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
prido, barba serrada e cria suissa, coa falta
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leven)
a bordo do dito navio, juntoao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa do sW consignatario
Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche o
14, que ser bem recompensado.
GRATIFICACAO DE 1009000.
No dia 23 de marco prximo pasudo, fo-
gio do engenho Pindobinba, da treguezia do
Ipojuca, um mulato escravo de nome Joa-
quim cootos signaes seguintes; idade 25 a
30 annos, he.basUnte claro, Cabellos um
pouco graMes. e anaUados, alto, secco do
corpo, sem barba alguna, ps cambados, le-
vou vestido camisa de nscadinho encarnado,
raiga branca, eoutra de algndfloatul, cha-
peo dechihja usado* ba noticia delle ter
passadi/para as bandas d'Agua rrota, em
diretfcS ao Rio de S. Francisco, portento,
roga-se as autoridades, competentes a cap-
tura, e quem o pegar, leva-lo no referido
engenho, a sen senhor Manoel da Costa Al-
buquerque, ou no Recife a Joaquim Manoel
Ferreira de Souza, no pateo do Carao n. 1,
quesera gratificado coma quantiade 100a.
Continua a estar fgido o escravo Theo
doro crioulo, he pescador, idade ponco mais
ou menos 38 annos, baixo, ebeio do corpo,
espadaudo, tem muitos cabellos brancos na'
barba, cabega e peitos : foi escravo do fina-
do Vidal, ex-carceireiro da Cadeia deste ci-
dade : at o meiado do anno passado andda
em Pona ue Pedras, onde leve mSi e irmies
forras, que morreram pelo cholera, e depois
esteve oceupado em Ierras do engenho Po-
dreiras, serrando madeiras : o escravp Tho-
maz, mulato alto, com marcas de bexigas,
idade 40 annos, foi escravo de Hilario do A-
tliayde Vasconcellos, morador no engenho
Tapua, provincia da l'arabiba, tendo sido an-
tes escravo do Sr. Carlos Coelho, quo o liou-
ve por heranga de seu sogro Jos Joaquim de
Souza, da mesma provincia, aquelle fgido
no da 19 de Janeiro, e esse no dia 30 de se-
lembro do anuo de 1856 : qaerfl os pegar k-
ve-osa ra da Concordia n. 2Cta seu senhor
Pedro Antonio Teixeira GuimarSes, que gra-
tificara generosamente.
Fugio no dia 31 de margo prximo pas-
ssdo, o escravo Antonio mulato, idade 3$
annos pouco mais ou menos, de boa estatu-
ra, tem falta de dent-s na frente, beoflicial
de sapateiro, mas ha muilo.he oceupado ea
trabalho de carrov/e, e canoeiro, tea por cos-
lume embebedar se, e oa lugar a fazer des-
sas ausencias : quem o pegar, leve-o a roa
da Concordia n. 26, a sen senhor Pedro ao-
tonio leixeira GuimarSes, quo so ^ratificara
generosamente.
PBRN.: TYP. DE M. F. DE FARIA 18K:


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