Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07726


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Full Text
V,
\^
ANNO XXXIII 78.
Por 3 meze$ adiantados 4$00,
Por 3 mezes Tencido 4^500.
I
SEMDA FE.IU 0 DE ABRIL DE 1857
Por anno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
EtfCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Parahiba o 8r. Joo Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Jos-
uno I. Pareira Jnior; Araeaty, o 8t. A. da Lenot Braga ;
eart, o 8. J. Jos da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
" Rodrigues : Piauhy, o 8r. Domingos Herculaoo A. Pesso'e
l.earense ; Para o Sr. Justino J. Ramos; Amaionai, o Ir. 'Jer-
nimo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OlintU : tod
I Roiaraas. (i
S. Anlan, Ba
i oa ilias, n o r meia horas do lia.
iinna r Parahiha : as aestinfla* astas-faifas.
rru, Beaito, Caare, Altmho a GanaksuHi na urea sais*.
.B. toaraasa Ws-4'4lko, Naaaralk, l.laaalra, llrcj... Peaaaera, liuw-
""/.". .'"' ,,""n'l< Boa-Visla, Odeafa a Ra nis ii.iarla.-f.-ir.in.
(.abo, Ipoj.ra, Schnhirm, Kn-Piirako, Una. narraros, Agua-l-rrla,
Pimanto.Paa r Natal : .)uinla.-f..iras.
(Todoa corro..,, pules al 10 hnraa da manhia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommareio : (rundas a quintas.
Kelar.no ; tercas-feina e labbados.
Fazenda .- quarlaa a labbadoa aa 10 borai.
Juio do eommareio : segundas aa 10 horas a quintaa as malo-dia.
Juizo da orphaoi: leguodas a quintaa ai 10 boraa.
"rimaira rara doeivel aegundaa senas o meio-dia.
Segunda Tara do eivel: quartai a aabbadoaao miio-du.
EPIIEMERIDES DO MEZ DE M'.l'.ll..
1 Quarto ereicente ai 11 horai e 1 minutos da larde.
0 La eheia a 7 hora a 0 minutos da (arde.
17 Ounrto noguante as!l horas e i2 minuto da manbaa.
24 La ora ai 4 horaae 85 minutos da tarde.
, l'RK4MAR UEHOJE.
1 rimeira as 1 horase 18 minutos da larde.
Segunda asi.horas e -12 minutos damanhaa.
DAS da semana.
6 Segnnda. Ss. Diogenes e Platonidea
7 Terca S. Epipha'nio b s. Rulino e Peluzio presb. Mm.
8 Quarta. de trevas s. Amanero b.
9 Quinta de Endoencas do meio dia em diante.
10 Sexta da Paixao ceca o trabolho ate omeio dia.
11 Sbado de Alliluia S. Lcao magno p. dr, da Igr.
12 Domingo da Paseos da Recureicao de N. S. J. C.
PARTE 0FFICAL
OOVEHNO DA provincia
LE N. 398.
Sergio Teixeira de Maeedo, preaidenle da pro- .
vineSa de Pernamboco. Faco saber a lodos os seas pr,vlncia a f'a imprimir, publicar e correr.
Arl. :l. Ficam revogadas as disposijes em eon-
Irano.
Mando, por tanlj, a lodas as autoridades, a qnem
o conhecimenlo e execujao da referida resolujao
perlencer, que a campram e fajam cumprir 13o in-
letramente como nella se eontem. O secretario da
Sil.
ENCARREGADOS DA SrjBSCRIPCAO NO
A la goal, o Sr. Ca ud ido raiceo Dia* ; Baha, i. D.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
, EM PERNAMIllICO
O propietario do DIARIO Manoel Figuerea da Paria, m m
lirraria, praea da Independencia ni. 8 e 8.
Iiabitaotea que a assembln legislativa provincial, de-
cretos, eu saneriooei, a resolujao seguale :
Arl. nico.Fiea desmembrada freguezia de
Salgueir.i Jo termo da Ouric.ury, e annexada ao ter-
mo de Cabrob ; revocadas as dispoiirf.es em contra-
rio.
Mando, portanlo, a todaa as autoridades, a quem
o cunlieciinento e execujao da referida resolujao
portencer, que a campram e fneam comprir Uto m-
leiramenle odo nella se eontem. O secretario des-
U provincia a faja imprimir,publicar e correr.
Cidade do Recife de Pernambuco, aos i dias do
rnex de abril de 1857, trigsimo seito da indepen-
dencia e do imperio.
L. S.Sergio Teixeira de Maeedo.
Carta de le pela qual V. Exc. manda executar a
resoluto da assemblea legislativa provincial, que
anceienou, desmembrando a freguezia de Salgueiru
do termo de Ourtcury, e anuexaodo.a ao termo de
Cabrob, como cima aa declara. Para V. Etc. ver
Firmino Herculann Baplists Ribeiro, a fez.
Sellad* e publicada nesla secretaria do governo de
Pernambuco aos i de abril d. 1857.Jos Bento da
Conha Figueirdo Jnior, ofticial maior servtndo de
* secretario.
Registrada fl. 47 do livr-o 4. de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco 4 de abiil de
1837.Francisco de I.tinos Duarta.
LE N. 399.
Sergio Teixeira de Maeedo, presidente da provin-
cia de Pernambuco. Faro saber a Iodos os seua ha-
bitante* que a aaaemblea legislativa provincial de-
crelou, e en sanccionei a lei seguale :
Arl. 1. Os burieles de loteras de oulras provin-
cias do Imperio s poderlo ser eiposlos venda ne-
ta, depois de lerem pago oitenla por canlo lobre o
valor de cada um riellts.
Arl. A Alem le rubricados pelo adminislrador
do consalado provincial, segundo e-disposto no ti-
tulo 3. I da le iioraero 391 de 30 de janlin de
1856 ; o ero tambein desde ja pelo Iliesourairo das
loteriaa da provincia.
Art. 3. Os infractora* destas disposices serio
multados em ducent'is mil res por ceda Inlliete adia-
do fora das coodi(6es cima meoctainadas ; rever-
tendo a metida da multa para a aotoridade, que li-
zer a appreliensao, salvo o reepeelivo processo, na
forma das leis criminaes.
Arl. 4. O prazo de aessenla dias para a entrega
dos beneficios tica restringido a qainze dias.
Art. 5. Ficam revogadas as disposices em con-
trario.
Maudo, por tanto, a Indas as autoridades a qoem
o cunheeimeuto e necucAo da referida lei perlencer,
que a curopram e laram comprir lo ipteiramante
como nella sa eontem. O secretario da provincia a
faca impriaBir e publicar e correr.
Cidade do Recite de Pernambuco aos 4 dias do
mei de abril de 1857, trigsimo sexto da indepeu-
pencia do imperio.L. S.Sergio leixeira de
Maeedo.
Carla de lei pela qual V. Eze. manda exeeptar o
decreto da assemblea legislativa provincial, que
aanecionoa, dando diversas previdencias sobre o modo
porque podero ser exposlos a venda nesla provin-
cia os bHbelea de loteras das oulras provincias, do
imperio, na forma cima declarada.Para V. Exc.
ver.Francisco de Lemos Duarte a fez.
vedada pulli.-,.a.. nla aacraluria do javeeatn 4a
provincia de Pernambuco aos4 das do rnex de abril
de 1857.Jote Bento da Cunha e FiguairaaVo Jnior,
ollicial-r-a-nor servindode secretarlo.
Registrada a fl 47 verso do livr 4. de leis provin-
caei. Secretaria do governo de Pernambuco i de
abril da 1857.Firmino Hercalano liaptfca Kibeiro.
LEI N. 400.
Sergio Teixeira de Maeedo, presidente da provin-
cia de Pernambuco. Faco -aber a todos os seus ha-
bitantes que a assemblea legislativa provincial decre-
tad, e en sujecine a resolueau seguinle :
Arl. I. Ofjaverrio da provincia Tica atilorisado a
dispeueer BiMlmeiile com a bibliollieca publica a
.liianlia de tres cnnlos de res, distribnindn-a com o
pessoal, aluguel da casa, ulensis, e acquisitAo de
obras imprasaas e manos ccr.ptos importantes, com
especialidad os que se referlrera historia pernam-
hucana. Ht sequsimo dos Itvroa ser ouvidn o cou-
elho-director da instrucego publica.
Arl. 2. A bibliollieca dever eslar sitaadaoobairro
de Santo Antonio, era caa propna. que perleuca a
provincia, oo alngada soroenle para esle lim, e lera
aanexacao a qaalquer outro eslabelecimento.
Arl. 3. Havera na bibliollieca um bibliolliecario
eoaa a gratilicacao de seis ceios mil res, e umsub-
libliolliecario com a de Irezenlos mil res. Esla se-
gundo porem nao sera prvido senao depois que a
bibliollieca liver dez mil volomes.
Arl. 4. Sopor liceuca.d director da inslruc;o
publica podera sabir da hihliolheca algum livro, e
pelo espaco de dez dias improrogaveis.
Arl. 5. Ficim revogadas as disposirdes em con-
trario.
Miedo, por tanto, a lodas as autoridades a quem
o eonbeciaianto a cxecnrUn da referida resolucao
pertaocer, qae a eumpram e facam cumprir tilo in-
tegramente como uella sa eontem. O secretario da
provincia a faca imprimir, publicar a correr.
Cidade do Iteeifa de Pernambuco aos 4 oas do
me/, de abril de 1857, trigsimo sexlo da indepen-
dencia e do imperioL. S.Sergio Teixeira de Ma-
cado.
Orla de lei pela qual V. Exc. manda executar a
reluso da assemblea legislativa provincial, que
saocoionou, autorisando o governo da provincia a
dispeifder annuelmente a quaotia de Ires conlos de
reis eom o pessoal; aluguer de casa, ulensis e ac-
quuicS* de obras para a bibliollieca publica, e dan-
do outraa determinarles a (ai respeilo, ludo como
cima se deflara.Para V. Exc. ver.Firmino Her-
enlano Bsptisla Ribeiro, a fez.
Sallada a publicada nesla secretaria do governo da
provincia de Pernambuco aos 4 de abril de 1857.
Jos Denlo da Canlia e Figueirdo Jnior, oiTieiil-
maior aervitido de secretario.
Registrada a fl 48 do livro 4. de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernamboco, i de abril de
1857.Francisco de l.emos Duarle.
LEI N. 401.
.Nirgio Ttvjieira de Maeedo, presdanle da pro-
vincia de Pernambuco. Faco saber a todos os seus
. Iiabilanlec que a assemblea legislativa provincial
irer.relen, eu aanecionei a resoluto seguinle.
Art. 1. Fica creado na secretaria do governo des-
ta provincia oais aro lugar de amanuense, e exlinc-
lo desde logo o de addido, que ora exisle.
Art. 2. Ser exlinclo na raesma aecrelaria o lu-
gar de oineial em disponibilidade, quando o mesmo
viera vagar.
Cidade do Recife de Pernambuco, aos 4 dias do
mez de abril de 1857. trigsimo sexto da indepen-
dencia e do imperio.
L. S. .Sergio Teixeira de Maeedo.
Carta de lei pela qual V. Exc. manda executar a
resoluto da assemblea legislativa provincial, qoe
sanceiooon, creando mais um lugar de amanuense
na secretaria do governo desla provincia e deter-
minando que seja axlinclo na mesma seereiaria o
lugar de ofticial am iudisponibilidade, quando o
mesmo vier a vagar, lado na forma aeima declarada.
Para V. Exc. ver.Firmino Herculano Baplista,
a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria do governo
da provincia de Pernambuco aos 4 de abril de 1857.
Jos Bento .Ja Conha Figueirdo Jnior, oflicial-
maior servindo de secretario interino.
Registrada a fl. 49 do livro 4. de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco 4 de abril
de 1857. Francisco de Lemos Huirle.
.*
# FOLHETM-
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
5 DB ABRIL DE 1857.
O qae Tara a honra eterna d-le seculo he qu* a
ciencia al eiilo exclusivamente as iikos de alguus
espirito* corajosos e privilegiados, se vai tornando a
preoccopacSo das mull'des e dos profanos.
Cultivada por lodos.realisa prog.es'os por meio dos
q.iaes abraca a esphera iuleira das realidades que nos
ceream.
Vulgarisida e accessivel a lodos, renovaaeada
inslanle era lorno de nos um mundo de mara-
vilhas.
Por muilu lempoencerrada no- gabinete de alguns
homsns predestinados, enconlramo-la por loda a par-
le com si suas apphcace. henel.ca as vas de
transporte rpido, nos meios de correspondencia ins-
tantnea, as disposices das habitace.s qoc abrigam
o hnmem ,e na luz arliHcial que o allumia.
Vano-la em Iotas a paragens enriquecer gera-
cdo aeteal.aogmentarll.eem proporcOe inesperadas
Expediente ala da 30 de ureo.
OQicioAo Exm. presidente do Para' communi-
car.dn-lhe ter dado o conveniente deslino a relajo
que 8. Exe. remellen com o seo oflicio de 9 do
rorrele, do qual conslam as alleracdrs que liveram
lugar acerca do artfices de logo Manoel l'anlalejo
da Costa Monteiro, no mez passado.
DiloAo Exm. preaidenle do Amazonas, acen-
sando a iecepc,ao de duas coIlecc,oes dos actos pro-
mulgado] pela assemblea daquella provincia na
sesso do anno passado.
DiloAo Exm. general commandante das ar-
mas, duendo que Tica inleirado de havar fallecido
no dia 28 do corrente o lenle do 8- batalhAo de
iufanlaria Antonio Pinto de Sa' Brrelo.C.om-
municou-se a (hesourana de fazenda.
ito^Ao mesmo. declarando ficar cerlo de ha-
ver S. Exe. mandado alistar como addidos ao 10-
balalhao de infamara os recrotas Manoel Francisco
Monleiro, Antonio Jos de Mallos, Manoel de Li-
ma, e Dionisio Cordeiro da Silva.
DiloAo mesmo, devolvendo o requerimenlo do
alfares Caelano Xavier de Oliveira, e dizendn que
em vi-la da inforraac3o da Iheaooraria de fazenda
de 27 desle mer. e do aviso a qua ella se refere (co-
pias ns. I e % nao pode ler lugar o abono de ven-
cimentos qoe pede opredito alferes : o que S. Exc.
Hie. fara' constar.
DiloAo mesmo, recommendando a expedicao
das precisas ordena para que a fortaleza do Brum
dea salva do eslylo na aceasiao em que deman lar
abarra o vapor Igursssu', em cujo bordo vai o
Eam. presidente nomeado para o Rio Grande do
Norte, Ur. Bernardo Machado da Cosa Doria.
DiloAo ebefe de polica, para qis, caso esteja
recomido a casa de detenerlo o recrola de nnme Joao
Filippe Nery, que foi enviado pelo juiz de direilo
de Pao .1 Albo, o mande por a disposicHo do com-
mandaoledts ai mas.
DiloAo mesmo, dando-lheintelligmcia doler-
se ordenando o pagamento nao su dos prels da es-
colta que eonduzio um preso de Onricury para ela
ci.iade, mas tamhem da importancia da desprza
com o -o.ionio dus presos pobres da cadeia de Ga-
ranhiins, e com o fornecimenlo de luz para o quar-
le do destacamento da quella villa.
DiloAo mesmo. declarando-llie que araba de
espedir as convenientes ordens, Rae so para que a
guarda do arsenal de marinha coadjuve a poi.-ia as
diligencias que livor de fazer iidatiBirro d.i Kecita?
mas larnbem para qne sejam recolhidos ao calanou-
jo do mesmo arseual os presos que para elle forem
remeltidos durante a noile.Expediram-se it or-
dens de que se traa.
' DitoA thesouraria de fazenda, Iransmillindn o
aviso de ledra n. 82, na importancia de :3OO9O00,
sacada pela thesouraria de fazenda do Rio Grande
do Norte, sobre aquella, e a favor de Joo Antonio
Porto.
HilAo mesmo, commanicandn ler elevado a
23000 o jornal do palrao, e a IJJOOO o dos remado-
res do escaler da provedoria da saude do porto.
Commuuicoii-se ao prnvedor la saude.
DiloAo inspector do marinha, aulnrisanrio-o a
elevar a mil ris diarios os jornaes dos guardas e
srvenlos das obras do melhorameoto do porto, e a
13200 o dos respectivos feilores.Commonicou-se
a thesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, aoiorisando-o a mandar adm-
miltir a companbia de apreudizes desse arsenal o
menor afilhado de Escolstica Francisca das ('.hagas.
DiloAo director do arsenal de guerra, para en-
tregar com urgencia ao chefe de polscia 50 peder-
neiras, K eeutares, SS palronas com crrela e
250 cariuchos embalados do adarme 17.Cuminu-
nicon-e ao mesmo chefe.
DiloAo engenheiro Millel, comrolnicando Pi-
car inleirado de haver Smc. entrado I.J1 exercicio
interino das l'uncres de director das obras publicas.
Communicou-ie a Ihesuuraria provincial.
DiloAo director das obras publicas, aotorisaodo-
o a mandar fazer por administrarlo, e a eusta do
respectivo arrematante, a obra do arco e aterro so-
bre o rio Afogadinho, a qual foi encarapida por
portara do 5 desle mei.Communicoo-se a the-
souraria provincial.
HiloAo vigario de Santo Antonio desla cidade,
para que envi urna cerlidao de obdilo do juiz de
direilo lenlo Jos de Souza, que falleceu nesla
freguezia.
PortaraNomeando a Benjamn Vires Oolra
para alferes da 7.a companbia do 3' hatalho de In-
famara da guarda nacional desle municipio.Com-
municou-se ao respectivo eommaudante superior.
-31- '
OflicioAos Exms. presidentes das provincias do
salTenho a honra de communicar a V. Exc. que
esla provincia continua tranquilla.
Ouanlo ao aen estado sanitario nada tenho a ac-
cressenlar ao que diise em miaba commaoicacao
anterior.
DiloA thesouraria de fazenda, devolvendo ns
papes qoe vieram annexos ao oflicio de S. S. de 28
do correle relativamente ao pagamento que peda
Manoel Amonio Teixeira da quantia de 2505000
re. por que conlratou os reparos precisos a raa da
guarda do palacio da presidencia, e declarando que
scmelhanle despeza deve sahir dos 4:0003 rs. que se
mandiiu por a disposicjlo desle governo para ser ap-
plicadoi a ptnlura e niieio do mesmo palacio.
DiloAo inspector de marinhaSendo mui aval-
lada a deapeza a fazer-se eom os reparos de que pre-
cisa a escuna Lyndoia, segando se v do ornamen-
to, qoe devolvn. organisado pela mestraura dese ar-
senal, e qae Vmc. me remellen com o'seu oflicio
nomero 72 de hontem : tenho a recommendar-lhe
que mais informe se nao convira' antas vender a re-
ferida escuna, e com o sen produelo comprar oulra
embarcar jo que a subslilua.
DitoAo director das obras, approv-indo a delibe-
radlo que Smc. lomou de atilonsar o engenheiro
encarregado das obras ao sol da provincia a diipender
al a quantia de 4009 r. com o concert immedia-
to de que precisa va a ponte dos CarvalhosCoro-
monicuiiea Iheiouraria provincial.
DitoAo mesmo, approvando a deliberarlo qoe
Smc. tomn de mandar contratar a orna do reforjo
dos muros de amparo da matriz do Cabo, a razo
de 120 reis o palmo cubico, visto nao haver qem se
quizesse eocarregar d'aqoella obra pelo preco de
110 reis o palmo cubicoCommunicou se a thesou-
raria provincial.
DitoAo mesmo, inleirando-o de haver recora-
mendado a Ihesouraria de fazenda, que mande por
de novo em praca a obra do empedramenlo do 22.
laen da eslrada da victoria, de modo que o paga-
mento.de nenhuma dai preslaces seja feilo pela
consignaban do exercicio corrale, conforme indicoo
o referido inspector.
DitoAo mesmo, declarando em resposta ao ofli-
cio em que Smc. proenra saber o desuno que deva
dar a quantia de 8/000 rs., existente no cofre d'a-
quella directora, pertencenle ao preso Joaquim Jos
de Saoi'Anna, qua se evadir da casa de delencao,
que vislo ter sido de novo preso o referido Sant'An-
ha. essa quantia deve ser conservada, como se echa.
PortaraNomeando ao Or. Joan da Silva Ramos
para excercer merinamente o lugar de membro da
commissao de hygiena publicaCommonicou-se a
thesouraria de fazenda, e ao presidente da mencio-
nada commissao.
DitaA agencia dos vapores brasiteiros, para dar
prsaagem para a corte, por cohla do governo. no
vapor Guanabaran, aos soldados Pedro Cesar Paes
Brrelo, e Sebasliao Barbosa de Vasconcellos.
Expedtenle do lecrelario da provincia.
OflicioAo secretario da assomblea legislativa
proviucialEnviando dous requerimentos em que
Antonio Rodrigues de Maraes, continuo do comali-
do provincial, pede orna grancacjlo animal pelos
servijos extraordinario* que presta na. sua reparti-
rlo. ^
Detpaclios do dia 2. de abril.
Anna Joaquina da AsumpcAo. pedindo qne seja
posto em liberdade o recrula Justino Ferrelra dos
Praxeres.A informar ao Dr. chefe de policio.
Administradores da capella do Sr. do Bomftm,
pedindo permissao para faxer corlar madeira de
eraarella, de cedro e sicopira.Declaren", os snppli-
cantea, se o eadro he do vermelho ou do branco.
Antonio dos Santos Vital, professor, pedindo dous
mezes de licenca.Concedeu-e a licenra pedida.
Antonio Nobre de Almeida, pedindo que seja ad-
miliido ao Gymnasio Provincial seu filho Jos Joa-
quim de Atnieida A informar ao regedor do Gvm-
nasio Provincial.
Carlos Eduardo, pedindo que seja poslo em liber-
dade sen filho Geroncio Eduardo.A informar ao
commandante da esle jo naval.
FilippeoeSa' e Alboqnerque, arrematante, pe-
dindo prorngarjao.Concedeu-se quatro mezes de
prorogacao.
Delinque Luiz, ex-prac.8 do exercito, pede paga-
mento dos vencmenlos que se Ihe licou adever.A
informar a' Ihesouraria da fazenda.
ignacia Mara de Jesu, requereudo que s~ja pos-
to em liberdade seu filho recrutido Joaqo t Jos
de Santa Anna.A informar ao capitn di "to.
Jos da Silva Gninaraes, leuenle-coron ,
mandante do 9. balalhao de iufanlaria, reqi
do azeile de carrapalo.Mandou-sc foruecer.
joao curueiro de Souza. leilor da mira mi
delencao, pedindo augmento de jornal.A i-am
ao director das obras publicas. -^"
Jacinlho Elesba.i e nulros meslres carpiuleiros t
calafatea, pedem por afoiamenio o terreno de mari-
Napoleao Ilude necessariamenle replantacaodas
monlanhas, conservaran das matas e dos rio, e s
oulrai medidas que a ciencia aeonselha.
Outr'ora eilai medidas nao sahiam dos livroi que
as encerrasam, ou apenas eram applicadas em mui
pequea escala : a a Franja, ora soffria o flagello das
seccas, ora era victima dos horrores das inundarles,
como Ihe acooleceu o anno passado.
Entretanto hoje parece que vai entrar em urna no-
va phase social,-e lomos para nos que Luiz Napoleao
com a soa omnipotencia e com os inmensos recur-
sos de que diipe, hade dota-la com este grande me-
Iboramemo.
Pela nos.a parte, lamhem nos achamamos exposlos
asfalaes consequeocias.filhas das seccas e das inunda-
ees, e fura conveniente fazer alguma cnn poupasse a serie de males de que temoa sido victimai
em diversas poca.
A Ierra em que habitamos pode ser considerada
como um alambique colossal, como um immen-
so apparelho deslillatorio.
Com ffeito, a aeco ealorira do sol se axerce sobre
loda a superficie do nosso globo ; e como os Iras qaar-
los delta superficie se acha occopada pelas aguas, se-
gue-ae dahi qoe alia determina quotidianamenlea
transformarla em vapor de immenso volme d'agua.
Esses vapores conatituem as nuvensque, impelli-
V bem eatar material, acrescenlar-llmo poder pny- i das pelos venios par lodos os pontos do globo, se
siso, estender a esphera da sua aclivioade inlellec- I convertem em chava, quando par urna ou oulia ra-
ual, lornar-se emfim uro* das principaea forjas dos zflo a lemperalura se nbaixa, o vn\i alimentar os ri-
e.tados modernos, forja que fallou ao mundo antigo.
Estas consideracoes geraes nos foram suggeridas
pela leitura de uin dos tpicos do discurso de Napo-
llo i*II ao carpo legillalivo da Franca :
ir l'ratendo qne em Franca os rios, assim como as
reveUifoes, lornem a enlrar nos seos leilos, e nao
ssiara dalles nunca mais.
Eslasi palavras magnificas do imperador dos Fran-
cotes nuda meaos sao qoe o preludio da lula que vai
cemacar enlre a malerie e o espirilo, entre a nalu-
reM e o hornera, e ao raeimo lempo indlcam qoe a
naftas cnmintiam sempre para o seu destino, a que,
lemelh-nc,a d sombras de Daole, Ihei he impos-
lirel parar.
I.eiros, rios e riachos, e desta'arle vollam ao gran-
de reserval >i io rommam, o ocano, para reoova-
rem a mesma operara >.
Este phenomeno de orna massa d'.igua qae passn
e repassa eonllnnainenle'do estado liquido ao estado
gazoso, e se assemelhadenlgum.i sortea larefa assig-
oada as Danaiadas. ao he Ijo inaignifcanle como
parece primeira vista, pos qne no bm de cada evo-
lacao ai cousas vo' .1m ao estado primitivo, todava, a
elle he que se dt : nao s a immeusa forja mecnica
que as corren lea d'agua olTerecem disposicSodo ho-
mem, eises riachos, esses rios, qae com razao se cha-
maran) caminhos motediroi; assim como lambem a
existencia, oo globo, do reino animal do reiao ve-
COMMANDO DASARMaS.
Qaartel (eaeral do commando daa armas da
Permambaco na cidade do Recife, aa 3 de
ahril de 1857.
ORDEM 1)0 DIA N. 450.
O general commandante das armai, faz publico
para conheciraento da guarniejo, que o governo de
S. M. o Imperador houve por bem nomear para
inspector Jo segundo dislrict militar de cavallaria,
que compiehende esla provincia, ao Exm. Sr. bri-
gadero Joi Manoel Carlosde GusmSo: o que colis-
in da oflicio da presidencia Armado hontem. com
referencia ao aviso do ~ministerio dos negocios da
guerra de 9 do mez de marjo ultimo, em que leve
I ogar a Hornearan.
Jote Joaquim Cotlho.
EXTERIOR.
EXTRACTO DO r COURIER DE MADRID. >
Rio de Janeiro.
I.
O titulo que lomtmos para esle artigo dara aa-
sumpto para avallado lomo, lodo elle cheio de inle-
ressa e de bellas paginas ; objeclo he elle diguo de
urna penua de ouro ou de um pincel de meitre. lina
grande eseriplor faria um formoso livro, um grand
poeta nm maguilicn poema, e um grande pintor urna
obra prima. Esle livro, te poema e al o grande
quadro, nao passariam de pallida imagem da formo-
sora virginal da cidade americana, belleza completa,
irresislivel ; idilio da crearan.
O nico relrato possivel da paiza'gem do Rio de
Janeiro, he o que se desenha naqueila immensa ba-
ha, a'maior do mundo, em cujas margeos se eleva a
gentil cidade como flor que se namora as aguas de
iim ribeiro, oo donzella que se mira graciosamente
vaidosa na lamina anliga de om eipelo de Veneza.
A mais seductora de todas as flhai do Novo-mun-
do est-sa all manifestando cem lodos seus atracti-
vos, nos traeos impalpaveisde ama sombra paelica e
indelinivel. Durante o dia, adornada com aa suas
galas de pomposa verdores e cmgi ia pelo seu mgico
cilo d perolas e flores, he coroada pelos raios de
luz daqaelle esplendido Kofoj-noor do reo. He que
o sol do Bras.l he o mais formoso do universo. -A
noile, reclinada em aveludado coxiro de phsotasticas
sombras, envolvido o corpo no rosado vapor de nm
voluptuoso raio da la, sparzida pelas espadoas a
coma ebrnea de suas florestas, diis a clirnlaa
predestinada para grandes futuros, a quem a mo
de Deus eiU mostrando o sagrado lymbolo da cruz
lias estrellas do co.
Nao be menos formosa lambem debrnjada beira
das ondas, meditabunda e pensativa uas horas do
crepsculo, oo de madrugada surgindo das aguai
como a Venos Aoadyomena.
Olvidai o qae vos digo e ule ver a formosa cidade
da America do Sol, apoiada equelle colosso de pe-
dre, a que chamam o Corcovado, immensa cordi-
Iheira que representa em todas a< suas formas um
giganle eslendido, e que un dizer de antigs tradi-
c/ies, he a iiieiainorphi.se de am giganle, qne em
lempos de que nao ha memoria, foi unirlo naqueila
paragens. \
E depois de haverdes dmit:dn, sobre a tolda do
baixal em que ule- enli oto i baha, aquello pro-
digio da nalureza. as ilh is semeadas corno a pro-
fuso de flores em jardn. e maio, e banhando-se
na limpidez das aguas, com.. a*, naluraes ramali.eles
que pul nlam enlre o le lo de um regalo ; depois de
terdes contemplado aquella p> raanle colossal do
Po de Assucar, a enllocada a entrada da angra
* MotlnMIa, .tu.....-la ^-.,, r ---.....V-
alma todas essas maravilhas Jo Novo-mando.
Jfoada p em ierra e eoroi a admirar as riquezas
1 flora. O mais vanado i-.n'n all o colhereis ; as
flores de mais cagrielioap mal z, la'aa como em Par-
aba oo logar de Fura de Portas.A iuforaiar a' Ihe- | ma '" baverieis, as cainclias 4o Japjo. as dalilias do
-onraria de faienda.
Jos Francisco Carneiro Monteiro, capito do
corpo de polica, pedindo permissao para Iralar-re
ftra da capital. Cumo requer.
Joaquim Jos Alves de Albuquerque, reque ndo
que seja encaminhado ao governo imperial n seu
requerimenlo.A informar ao inspector d< arsenal
de marinha.
Leopoldo Augusto Ferreira, capitn cnmmandanle
da companbia de cavallaria, requlaitando azeile de
earrapalo.Mandou-ie foruecer.
Maria Eugenia Cavalcanli, pedindo a admissao de
seus hlhos ao arsenal de guerra.Mandou se nd-
millir.
Manoel Peres Campello Jacomo da Gama, pedio-
po por aforamenlo o terreno de marinha nos Afoga-
dos.Vollc a' cmara municipal desta cidade para
informar, a' villa da planta Ka pouco pprovada.
Manuel Eleuterio do liegojarros, pedindo lilulo
do terreno de marinha na frague/.ia dos ATogados.
Volle ao Sr. inspeclor da ihesouraria de fazenda,
pira mandar que o engenheiro agrimensor, i vista
da planta da freguezia dos Afoga.los, que foi lti-
mamente pprovada, e da qual a chinara munici-
pal desla cidade remetiera' urna copia ao mesmo
Sr. inspeclor, proceda a medijao e demarrarn do
.terreno de que se trata, sendo rfapois lodos os pa-
pis devolvidos a' presidencia com qoaesquer escla-
recimentoa que se fizerem necessarios para se poder
resolver deflnilivamenle acerca da coocessao pedida
pelo sopplicaole.
Pedro Escolstico da Silva, pedindo seja poslo em
liberdade o recrulado Custodio Gomes de Araojo.
I'oi negado, a' visla da informaran.
Rufino de Sania Anna de AlmeidaCalanho.es-
tudante, pedindo di.peina do servijo da guarda na-
cional.Seja dispensado do lervico, tirando obriga-
do a apresenlar attestado de frequencia ao respec-
tivo commandante.
Sebasliao Antonio do Reg, requerendo o empre-
go de amannense da alfandega.A informar ao ins-
peclor da alfandega.
Oflicio do padre Anlooio dos Sanios Lesea, dando
comprmanlo ao disposto na circular da presidencia
de 15 de outubro do annu passado.A informar com
urgencia ao Sr. inspector da lheouraria provincial
sobre o final desta oflicio.
Dilo do general commandanle idas armas, apre-
sanlando o requerimenlo do lente do estado maior
Joaquim Manoel de Lima e Silva, ltimamente pro-
movido aoldito poslo.Foi remedido a" thesouraria
de fazenda, para mandar adiantar os Ires mezas da
sold qoe peda u sapplicanle.
O mesmo, apresentando o oflicio do (enente com-
mandanle do destacamento do Rio Formoso, afim de
que se di\ as explicacoesnelle cuntidas.A informar
ao Or. chefe de polica.
Dilo do chefe de polica, dizendo que se pague o
aluguel da easa, que serve de quarlel ao deslaca-
menlo da freguezia de Ipojoca.Remeltido ao Sr.
inspeclor da Ihesouraria provincial, para mandar
pagar, estando nos termos legaes.
gatal, para coja permaoencia he elle orna condicio
indispensaVel.
Ora, este phenomeno nao se realisa da mesma ma-
neira em lodos os lempos, e em lodos os lugares, e
segundo o modo porque se realisa, a forja viva que
anima as aguas crranles, pode ler ou nao ulilisada,
a vegetarn he abundante ou nulla, o paz adi uo
asaolado pelas febres intermitentes, povoado por un-
meroosanimaes, oo esleril e deserlo.
Com efleilo, pau.es ha em que as rlinvas sao qoasi
continuas, ha oulroi onJe sau excessivamenle raras.
Em celias paragens os rios lem am cursa regalar,
e, qur no vern, qur no invern, ponen se apar-
lam do termo medio do escoamenlo animal.
N'outras parle nao lia rios, mas verdaderas tr-
renles, hoje seccas, amanhaa rolando varias cente-
nas de brajas cubicas n'um segundo, e derramando
a devasiajao por onde passam.
Aqui, onles perennes, urna vegetarlo risonha,
numerosos animaes, immensa a laboriosa popula-
j3o; all, planicies deberlas, e crestadas pelo Sol;
aqoi a saode. all urna morle lenta, mas infallivel.
Estas condijoes lio differenles, lao opposlas entra
si, e al to cnnlradielorias, aa apresenlam algomas
vezes, n'uma distancia de poucas leguas, e a esle
respeilo o interior da nos.a propria provincia ofle-
rece notaveis exemplos.
A experiencia lem prorado que cerla proporjao
de humidsde permanente era indispensavel ao solo
para que elle consrrvasse a qualidades que o lor-
nam proprio produejao dos principacs vegalaes,
necessarios a' nulrirao do homem e dos animaes.
Ora, quando ela proporc.lo >a torna conslderavel
de maii, raorrem essas espacies ule e a popular rio
he dizimada pelas febres iulermitlenles.
A falla d'agua aera calamidades anlogas, como
provam o soUnmenlos alruzes que evperimcularam
as nosias irmas do norte, durante a secca de isiti.
Assim era neceisarie Invesligar os meios de ron-
linuamente manter o solo no talado de homidade
favoravel i prodoejao ; e como por oulro lado f-
cilmente sa reconhecera qua o corso regalar dos
rios era o qae havia mais favoravel a' navegajao,
foi mistar investigar o mtioi da se Ibes asseguur
Mxico, os lyrios de Franja, as rosas do rlenle e a
delicada verbena azul eom qie se lecem grinalda
para as noivas allemaas, lodas essas glorias do jardi-
nciro, ao veaaaa naqu-lle solo abenenadu.
N'nma palavra, eucomrareii all lodas as dores
do mundo, mudas ou cnminumealivas ; lodas essaa
Pv Ihonisas dos jardius e dos prados. Se nao as ha que
digam nao le esquejas de mim. forget me nol,
vergitmemichl, ha daquellas qae dizera saudades,
a palavra mais bella da lingaa porlugueza, inlradu-
zivel, que express^i ao nfesmo lempo o nome de urna
flor, e n de um enlimento do corajaa. As franeczas
conhecem a flor, mas o sent menlo nao he o s o
toucenir d'amour. He um mixto de tristeza e de
ventura, delicioso pungir de acerbo espihho, cheio
de lagrimas a sorrisos, na pin asa inimilavel da liar
relt. Tamhem exprime algumas veze,s o.que ente o
corarao na ausencia da mal qoe sa idola "u qaan
do se praola a morle da urna irma ou um a-
manle.
Finalmenle, no meio destas flores veris r.rescer
a mais linda de Iotas, a ll.'.r vvenle, lilba da Ame-
rica, como a sensitiva, mai- suave e gentil e lalVal
mais amorosa que as hortenses orvalhadas com as
lagrimas de Jocelyn, que a margarita de Klopslok,
que a percinca de Joao Jacques e a gul oriental dos
poemas de Byron. Chama-se a fluminente, de Hu-
men, rio, do mesmo modo qoe se chama a fliir de
Pars parisiense. Ha o orculo dos brasileiros, como
o malmequer na Europa.
II.
Nao podemos entrar aqui em pormenores. Dando
o litlo de Rio de Janairo >i ao nosso artigo, nao
nos propiizemos apresenlar o quadro da natureza
qaeoflerece aos olhos dos eslrangriros, nem descre-
ver o seu estado de civilisajao dual, mui adianlada
debaixo de alguns apelos.
Sena misler um livro, e este existe j na Europa,
escriplo ha pouco lempo pelo Sr. Carlos Reybaud,
com mullo tlenlo e maior verdade anda. A elle
remellemos os oostos leilores, e aproveiLmos esla
occasiao para Ibes recoraraendar sua leitura em no-
me do Brasil, pois sa nao he completo, ao menos ha
verdico.
A nossa iolenjao escrevendo esle artigo ao correr
da peona, foi somente chamar a allenjao da impren-
sa para qae faja mohecer na Europa o Rio de Ja-
nairo, que, digamos a vardade, a si proprio se nao
condece inteiraineule.
Exislam duas cansas principies ; a qtiasi geral
ignorancia que a Europa tem da lingua porlugueza
faz cora que nao seja aqui seguido como conviera o
movimenlo prodigioso da civilisajao brasileira. In-
llue nao meuos a grande distancia de 900 myria-
inelros que separam o Rio de Paris e de Londres,
privando-o de viajantes estraugeiros. Pal falla de
leslemunbas que o observem, o Rio de Janeiro per-
manece ignorado, e sem embargo, em presenja dos
Estados-Unidos, que representam na America a am-
plidao dos desenvolvimenlos pralicos do genio in-
glsz, pode-se dizer que o Krasil he a Franja do
.Novo-mundo, e que o Rio de Janeiro vira a ser a
sua Paris.
Al agora nao lem ido ao Rio nolabilidade algu-
ma europea, exrepjao do principe de Joinville e
esla regalaridade que torna impossiveis as seccas e
innondajoes.
Urna vez levadas as ideias a esle poni, nbservon-
se que o estado da superficie rio solo exercia imraeu-
la influencia na maneira porque se realisa o pheno-
meno primordial da evaporajao e das chovas, e em
breve ebegou-se aos resoltados seguales :
1.* Que as aguas tendera sempre a correr para os
pontos mais baixos.
2.' Que a evaporaran he mais rpida nos paizes
qnenles que nos paizes li m-, nos altos que nos fun-
dos n'uma superficie limpa, do que aquella qua he
coliarla de malos, ele, ele.
3.* C*ue as chuvas sao mais abundante-, e sobre
ludo mais freqoentes e regulares, n'um paiz cheio
de malas do que naquelle que o nao he.
4." Qoe as aguas plaviaes que eahem sobre por-
jes do solo, inclinadas e despidas de vegelajao, se
precipilam inmediatamente para os lugares mais
baixos, arrastrando comsigo a Ierra sola, e al as
areias a a argila, para irern esterilisar as campias,
entretanto que, quando os pincaros das monlanhas
sSo coberlos de arvores, as aguas pluviaes sao que-
bradas, ao rabirem, pelas folhis e ramos das arvores,
e transformam-se em chuva lina, que encontran-
do um terreno fofo, quasi inleiramenle formado de
parles vegelaes, ah se embebe, e quebrantada pelas
raizes das arvores qoe se enlrelaeam, nao pode cor-
rer rom rapidez para os punios mais haixns.
'>.' Que e-tas agua- pluviaes, que assim pene-
trara no solo das muulanhas, quando s3o cobrrlas de
malos, d'ahi sa vjo escoau lo ponco e pouco e sao
ellas que manlem as fnnles.que depois aliineutain os
riachos, rios e ribeiros.
Se agora applicarmos etes resultados da sciancia
eda pralica a esla provincia, veremos que, a' excep-
jo de poucos pontos da boira mar, em qae alagoas
d'agna doce tem'subsliliiblo s aguas salgadas, que
ootr'ora as oceupavam, e que para seren saneadas e
restituidas a' produejao exigem comportas, lossos e
oalros trabalhos de dcseccameulo ; a excepjao igual-
mente do urna zona de algumas leguas ao longo da
coila que se acha am excedentes condijdes de pro-
ducir, o resto da nossa provincia lore de contiauo,
do conde de Aquila, que easaram cora princezai da
casa imperial do Brasil, a alm do corpo diplomtico
nunca se encootraram na sociedada do Rio eslrao-
geiros de dialincrao.
Nenhum escrip'lor coabecido na Europa lem visi-
tado o Brasil, exceptuando algum Iliteratos de Por-
tugal e J. Arago, qae all falleceu ltimamente.
Por oulra parle a imprensa europea, quasi nunca
da noticias do Brasil, a nao sr o Times e alguns
jornaes franeezes que urna vez por outra publicara
algomas lindas mui breves, exlrahidas de corres-
pondencias commerciaes ou diplomticas, ignora-se
na Europa que ha vinle e (res diaa de viagem de
Londres e de Paris reside a capital da ama narad
Ijo grande, alia .romo loda a Europa, e que regi-
da por inslilaijOes monarchicas se deienvolven re-
gularmente sob a influencia de om systema poltico
mui liberal.
Apenas pelas narrajes de viajantes incompeten-
tes fabricadores de ancdotas se ouve aqoi fallar do
Brasil, piscorre-se com gosto acerca da belleza e
opulencias daquelle imperio- Todo o que a imagi-
na jjo pode similar de magnificencia e fecundidade
na nataieza, ludo o que is sciencias applicadas
agricultura e as manufacturas podem desejar como
materias primas, lodos os metaes preciosos e neces-
sarios industria, a metallorgia pone pedir trra se
encontrara com prousao naquelle paiz favorecido
por climas diversos e patente ao commercio do man-
do pelo porto mais Um .so qne se conhece, a baha
do Rio, qae pode conter dentro em si lodos os por-
tos do universo.
Para dar a couhecer a capital daquelle imperio,
he que pedimos o concurso da imprensa parisiense,
afim de que o Brasil se aproxime ao mundo civi-
lisado por raei de correspondencias regalares qae
ser.lo tito proveilosasi Europa, quanlo i3o- ardenle-
menle desejadas pelos Brosileiros.
Se a imprensa franceza tomar esta iuicialiva, es-
tamos cerlos deque todas as imprensas europeas Ihe
lomaran o exemplo nesla generosa hospilalidade.
Alm disso a Franja tem obrigajao de prestar servi-
co ao Brasil por ser ella a guarda avaocada da civi-
lisajao do mundo.
III.
Considerase geralmente o Brasil eomo am paiz
de escravos, influido pela raja negra. He am erro
acredita-lo. B
Verdade he qae o Brasil rscebeu o trafico de Por-
tugal ; porm quando chegoo a ser iodependente,
tralou de o destruir, e coosagnio-o quanlo tem po-
dido, pelos seos proprios esforjos. Anda que a In-
glaterra quizas.e lomar para si esla gloria, nao he
menos certo qoe o trafico deixou de existir, porque
o Brasil o quz.
Ha pouco lampo publicou o dSicleu um artigo,
qoe responda a semelhantes insnuajdes com a for-
ja de argumentejao da evidencia.
ltimamente lambem urna nota dirigida ao encar-
regado de negocios da lnglaleira no Rio, pelo mi-
lilitro dos negocios estrangeiros do Brasil, demons-
irava o qoe acabamos de diser.
A sociedade do Rio he qoasi a sociedade de Paris.
A educajao e as maneirai ao as mesmas. Igoaes
lambem sao as modas. Afluminenserivaiisa em
araabilidade a elegancia com a parisiense. Tem a
mesma idea de soa formosura, e, como a franceza,
condece que a primeira missan da mulher, he a de
agradar. nicamente nao sabe fazer della urna arle,
mas, nem por isso, he menos ameno o sea Iralo. Es-
la menos adianlada, eis o termo proprio.
Porm o sea lypo he diitincto. Ha lambem lou-
ras, e vem-se no Brasil os mais formosbi ..Idos
azues de lodo o mando ; porm o lypo geral da bra-
sileira he o moreno.
u m-V'j "lue,1.s(":iedade sobre a de Franja pe-
zezque em
os seus puet
seiis romancistas, os seos publicistas, a historia-
dores.
Vio exislcrn elasses no Brasil. O homem da indi-
ligencia lem a maior importancia social ; qualqaer
quo seja a sua fortuna e nafcimcnto. O que all se
chama a aristocracia comprehendo os titulares, os
altos f une. lunarios pblicos, ns personageus la corle
do imperador, as grandes intelligencias e as familias
ricas. Nao he assim a aristocracia ingleza, Vedada a
loda a superioridada que nao haja herdado o ltalo
todos, e renovase continuamente.
Ha no Rio muilas distracjOes. Os Ihealros sao
suflicientes para a sua popalajao de 300,000 habi-
tantes. Existem qoalro. sem contar os circos e os sau
Ies particulares, com repertorios variados e em dia
com lodas as novidadea lyrieas e dramticas da Eu-
ropa. No ideairo lyrico do Rio, mais espajoso que o
da grande opera de Parii, he talvez onde o canto-
res acham melhor estipendio que em oulra qualqtier
parle do mundo. Tamberlik recebe actualmente
23,000 francos mensaes.
Os concertns la so frequentes, a inoumeraveii os
bailes. O baile arisloeralico a que assislem sempre
SS. MM. II., chama-se o Canino. Esl-sa agora
construiudo um formosoedifiaio para estes bailes de
cada mez.
O Rio u3o he ama cidade monumental. Sem em-
bargo podemos cilar oHospieio da Pedro II,
que merecera chamar a allenjao ainda mesmo a par
dos grandes edificios da Emopa. A cidade proprla-
menle dita, he feia. He para o Rio do foiuro, a
citde Paris, ou acilyde Londres, pore n os
seos ai r,bable, s,li magnficos. Paris lera os seus
Campos-Elyseos e o seu bosqoe de Bologno ; o Rio
lem o seu passeio publico, o sea jardim botnico, a
soa alameda de Batafogn e a Tejuca com as sua
duas magestosas cscalas naluraes. Porm estes pas-
seos esiao solitarios por falla da concurrencia de
estrangeiros, naqueila sociedade qaolidiana que pre-
cisa moslrar-se sempre. Toda a cidada est ilumi-
nada a gaz.
Durante o verao, habita a familia imperial, quasi
lodos os anuos no palacio de Petrepolis. He lambem
esle o lio e-e..Un in pela aristocracia para passar a
boa eslajao. Em Pelropolis foi onde se construio o
primen o carilindo de ferro do Brasil. Acha-se all
estaheleeida urna colonia alleiuaa.
O movimenlo hiterari do Rio he constituido pela
mprensa peridica, que he lambem a mais li-
are do mundo, sem ser aggressiva como a de Lon-
dres.
Dislinguem-se alli qualro peridicos, dos ques
Ires s.lo de grandes dimenses, a saber : o Diario
do Rio de Janeiro, derano do periodismo brasilei-
ro ; o Correio Mercanlilu, o o Jornal do Commer-
cio, e o Correio da Tarde.
He redactor principal do Diario o dootor J. de
Alencar, mojo de 27 anuos, advogado, qae goza de
merecida repulajjn Iliteraria na sua Ierra. Foi elle
quem lomou no seu peridico a iniciativa para a
ubscripran no Brasil auCours familier de liitera-
turede Lamartine-, e cujos arligoi excitaram um
enlhusiasmo de sympalhia inesplicavel pelo i Ilustre
poeta da Franja.
o Miarlo nao he ministerial, porm nao com-
bale a poltica do actual gabinete. O seu redactor,
filho do senador Alencar, decano doi memhros exis-
-.n i|ueiia -ui-reria.ie sonre a ae iran;., pe-
ia"nSB* hvru' doa *e"* Per'dicos. Tal-
oetas, m7s"em;e"clo'.rie..:L,m, mV,J liuos
lentes do senado do imperio, appareeeo'quando o
partido de ea pa acabava de morrer. Defeode-o,
qoaudo he acensado. Venera os restos desle amigo
partido liberal, porm aceita a nova poltica de
cnnciliajao entre o dous partidos extremos : oli-
beral e o conservador.
O Correio Mercaolil he redigido pelo doulor
Octaviauo, depuUdo s cortei, orna das raelhores
pennas de Brasil.
O Coneio Mercantil he ministerial como o Jor-
nal do Commercio.
D-e a esta ultimo o nome de Times Brasilei-
roo. por causa da suas dimenses e da abundancia
de annuiicios que publica diariamente.
O Correio da Tarde he um peridico da oppo-
sijao.
Sentimos nao ter espajo sofficieole para apreciar
o movimenlo luterano do Brasil, a coja frente se
acha o imperador, qae o protege e o honra. He S.
M. I. qoem preside pessoalmeole ao Instituto his-
torien o geographico.
O Brasil conta trila e tras annos desde a soa in-
dependencia. Nao axisle paiz algum que tenha feilo
tantos progressos em lao pouco lempo. Tem j os
seus poetas, os seus eruditos, os seus oradores a o
seus escriplore*. Com a litleralura crasce tambera a
industria em grande escala. He urna aurora ebeia
de esperanjas.
ola.OiiOiecle de Parts publicara-o primei-
ro ; a Gicela de Madrid, acaba de repredu-
zi-lo. .
IITERIQR.
e Exea.
Rio 18 de marco.
Enlrou hontem o paquete Tocanlins, da linda
do sul. Traz dalas de Montevideo al 3, de Porlo-
Alegre al 10 e do Rio-Grande al 1i do correle.
As milicias do Rio da Prata nada adiantam
que recebemos pelo Prince.
Na provincia rio Rio fraude cootinuava a reinar
o mais perfeito socego.
O Sr. conseldeiro Coelho enlregou no dia 8 a ad-
mimslrajao da provincia ao 2" vice-presideote, e o
commando das armas ao Sr. raarechal de campo
Caldwell ; a no dia 13 seguio por Ierra, da capital
para a provincia de Sania Calharina.
Abaixo publicamos ai partieipajGes oflieise da en
trega da administrajao.
O Tocanlins, que sahio de Montevideo na mi-
nhaa do da 8, fundeoa na barra do Rio-Grande ao
anoitecer do da 9. e entroa naquelle porlo na ma-
nbaa do dia 10. Havia entao muila agua na barra,
eseo paquete de Porlo-Alegre live.se chegado ao
Rio-Grande no prazo marcado.jo Tocaotinsn eahi-
na no mesmo dia e chegaria a esle porlo no dia 1*.
Nao appareeeo, porm o vapor de Porlo-Alegie se-
nao <8 horai depoii daquella em qoe devia eslar no
Rio-Grande, e como as aguas desceram muilo, leve
de demorar-ie o Tocautinse al o dia 14 para do-
der sahir.
A irregalaridaJa he fatal a,' prosperidade de ludas
as empresas, e especialmente a's de navegacao a
vapor. "^
Es os documentos offlciaes a qoe cima nos refe-
rimos :
Illm. e Em. Sr.Oevendo retirar-rae para a
corta por estes 15 das, pnocu mais ou menos, afim
de ir tomar asenlo na cmara dos Srs. de puta dos
le que sou membro, roceb ordem do governo im-
Wial paia entregar a adminitraj.lo daila provincia
vfce presidente a quera competir ; e sendo V.
Exc. o primeiro vice-prasidenle, nao obstante ser
tamhem como en, membro da supranencionada ca-
mera, vou rugar a V. Exc. se digne doclarar-me
com|empu se esla' promplo a aceitar a administra-
3?-d.aP0,',!Jf.1!v.-0.0! no C1"? contrario, se deva
liva ordem.
o Dos guarde a V. Exe. Palacio da presiden-
cia em Porto-A legre, 18 de fevereiro de 1857.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Luiz Alves Leile de
Oliveira Bello, primeiro vice-presidenle desla pro-
vincia.Jernimo Francisco Coelho. a
Illm. e Exm. SrHoje livo a honra de rece-
her o oflicio de V. Exc, datado de 18 do crranle,
no qual V. Exc. se dignun de commonicar-me qne,
devendo retirar-se dentro de poucos dias para a cor-
te, afim de ir turnar .issenlo,na cmara dos .lep'ula-
dos, de que he membro, e lendo recebido ordem. do
governo imperial para entrenar a administrajao des-
la provincia ao vice-presidenle a quem competir,
desejava saber se eslou promplo para aceitar a mes-
ma administrajao, afim de que, no caso negativo,
possa V. Exc. dirigir-se com lempo aos natros vice-
presidentes na sua respectiva ordem. Em resposta
cumpre-me declarar a V. Exc. qoe sendo urgenle
damorar-me ainda alguns dias na minha fazenda, e
devendo ir em abril tomar assento na mencionada*]
cmara dos deputados, de que lambem sou membro,
tu" o posso desla vez aceitar o encargo da administra-
cao da provincia.
Dos goarde a V. Fixc Fazenda de Santo An-
tonio, 23 de fevereiro de 1857.Illm. e Exm. Sr.
conseldeiro Jernimo FranciscogCoelho, dignisaimo
presidente e commandanle das armas da provincia de
S. Pedro.O primeiro rice presidenta da mesma
provincia, Lniz Alves Leite de Oliveira Bello.
a Illm. a Exm. Sr.Segando live a honra de pre-
venir a V. Exc. em meu olllcio de 26 do mez pr-
ximo lindo', recusando o Exm. Sr. Dr. Loiz Alves
Leile de Oliveira Bello receber a administrajao des-
ta provincia na qualidade de primeiro vice-presiden-
le, por ler, como eu, de seguir para a corle, afim de
tomar assenlo na cmara dos Srs. depulados, de que
he membro eleito, ora transflro a V. Exc. a jarisdic-
j3o de mea cargo de presidente desla provincia, por
assim compelir-lhe na qualidade de segundo vice-
presidenle, Picando por consequencia desda ja' V.
Exe. entregue da administrajao, e no pleno exer-
cicio de lodas as suas correspondentes attrihuijdes.
Em ofcio especial desta mesma dala don conla re-
sumidamente doi ..--limpios mais importantes da ad-
ministrajao na actoilidade, afim de qoe V. Exc. te-
cha nos.primeiros lempos os indispensaveis esclare-
cimenlos que o possam orientar no expediente e
marcha dos negocios crranles.
V. Exc, condecador da provincia e da seos re-
eurios, com a pralica esclarecida dos negocios pbli-
cos que tem adquirido, deiempenhara' fcilmente aa
funcjOes desle laborioso cargo, que ja tao dignamen-
te lem exercido em pocas anteriores. Pelo qoe me
diz respeilo, mesmo ansenle, oflerejo a V. Exe. a
mlnha franca e leal cooperaran em ludo quanlo se
dignar jolgar-me prestavel, rogando a V. Exc, que
haja de aceitar a minha sincera expressao de cordial
aslima, a da mais distincla consideraran.
Dos guarde a V. ExcPalacio da presidencia em
Porlo-Alegre, 8 de marjo de 1857.illm. e Exm.
Sr. cnmmpn 1 nlnr Patricio Correa da Cmara, se-
cando vice-presidenle desla provincia. Jernimo
Francisco Coelho.
I'lm. e Exm. Sr.Tendo merecido a honra de
receber e ficar inleirado do offlcio de V. Exc, de
boje, em que me transfere a administrar jo desla pro-
vincia como segundo vice-presideole, por ler V.
Exc. de retrar-ee pira a corte a temar
camara dos Srs. depulados, a per havar
Sr. Dr. Luiz Alves Laita da Oliveira Baila i
receber a mesma idmioislrajo ea |aa!Hldl de
primeiro vice-presidenle, porque, caaai V. Exc.
deve seguir aquella meimo fim, diada aae V. Exc.
por entregue a erapossado da adminmrajio e a
pleno exercicio de lodas as seas corraspaadeatea al-
inbuicOes, acrescenlando V. Exe, qae ara aflate*
especial, da mesma data me da' reaamida cavila de*
auomplos mais importantes da adraiaiatrajJ* para
rae servirem da esclarecimenloi e me niiasUaiaea o*
expediente e marcha doa negocios correle*. laTaia
cendo-me finalmente sea franca e leal raepatatle
em lado quanlo me pona ser prestavel, rasa sai au-
sente, cahe-me a sabida satisfcelo de roanilaatar a
V. Exc, que, ficaudu inleirado de ludo qaanle V.
Exe. expende, e empossado da administrajao da pro-
vincia, proeararei qoaulo em aaiaa couber beea daa-
empanhar esse laborioso cargo 'rana V. Exc. r*ca-
nhece i, e da bem corresponder a qaem, cesa* V.
Exc. lio dignamente o exerceu.
Nao me aniste urna pralica esclarecida, caseta V.
Exc teva a hondada dedizer-me, a ea ma jelgaria
insofTIcieola para n laboriosas fancjaa desee carga
e naoreconheeesse qoe me superabundase desojas
de bem servir a sai magestade e Imperador, a* pala
e de corresponder s vistea do governo impela!,
que me tem por lauto lempo honrado neeae eeapre-
go, em qoe prestei poecos eervicoe em relajee aee
que desejava e desejo prestar.
' Permita agora V. Exe. qoe agradmetade-Hio
cordialmente us generosos e mailo valiaaaa eeTeeoci-
menloi da leal cooperarao de V. Exe., ea rearaban
do mesmo modo, pondo a disposijao de V. Exe. es
meus traeos praslimas, esperando ea qae V. Exe.
se digne aceita-loa, bem cata* os protestes da
mais distincla considerarlo qoe trbalo a v". Exe.
Daos goarde a V. ExcPaleis da preeMameia
era Porto Alegre, 8 demarco de 1857.illas. eExse.
Sr. general conselheiro Jironimo Fraactaca
dignisiimo presidenta e commiedanla das
desla provincia.Patricio Carreta da Ca
O Sr. Dr. Joao Capislrano de Miranda a Castre M
confirmado pelo governo imperial na locar de aaera-
tario do governo da provincia do Ri* Grasde
do Sal.
Por decretos de 15 da narco carrele sgever-
iio nomeou oQlcial da imperial ordem da Rasa e Sr.
Francisco Manoel da gilva, director do rimes
rio de masica ; eavalleiro da da ChriKo e Sr.
Manoel Alves Carneiro. Idesourairo; da
Sr. Francisco da Motta, seereiaria de eiim
servatorio. s
Foram nomeados":
Joao Anastacio' Lopes para lanjadar da /ees
ria do municipio.
Duarle Caelano do Carme, para porteare da ees*
da moeda.
O primeiro escroptorario da thesoeraria de Ama-
zdhas Manoel Rodrigues Cheeks Nina,
secjo da misma Ihesouraria.
O legando escriptarario da de Sergipe, Ul
Jos da Cruz, para official da secretaria da da pro-
vincia da Parahiba.
O segando escriptarario da da Minas Geraes, E*y-
dio Ribeiro de Andrade, para o miii empresa asa
da provincia de San Paulo.
val lio, para o mesmo em prego aa de Masa* Cea ees.
O lerceiro dilo da do Maranhae, Mareellvse Bar-
ges de Carvalho Caslello Branco, para setssde es-
criplorario da mesma Ihesouraria.
O quarto dilo da raesma tbasoararia, Aa
Magno Rodrigos, para tareaare aactiptsrai
O pralicanle Antonio Tallas da Berrido (
lo escriptuurio.
Faranj aposaslades*:_____
nhao, ilregorio Antonio da Rocha
O lliesoureiro da thesoararia da Parahiba, Jee
Pedro Rodrigues Silva.
Foi concedida a Nicolao.Ventura Ferinas a de.
missan que pedio do eropreco de eftlril malas da
lia
a he periodicamenle desolada : I.-, pela secca que
nao destrae a vegelajao, como tambem mala os
gados e a genle ; 2.- pelas cheias.
Assim, a' vista deales deseuvolvimenlos tcerca da
infiuencia do estado do solo sobre o rgimen das
agua-, eoncelif e immedialamenle qoal deve ser a
cansa desles phenomenos desastrosos ; e o exame do
nosso territorio confirma o qua indica a Iheona.
O viajante que sobe pela ribeira do Capibaribc,
logo que chega cima da villa do Pao d'Alho, obser-
va que as colima-, que limiftaui a baca do rio,-se
achara completamente despida de malos ; e se a
viagem tem lugar no verao, mo eucontra outra ve-
gelajao senao eraval*, macambiras e oulras plantas
da mesma familia, que em algumas paragens lomam
dimenses colossaes, e urna especia de arbusto
espinhoso, sem urna folha seqoer.
O rio, cajo lveo aprsenla grande largura, e mar-
geus recortadas de maneira a indicar que outr'ora
rolava qoalro ou cinco mil palmos cbicos d'agua
por segundo, apenas possue urna tenue liuha d'agua.
Os numerosos allluenles ja Ihe nao miuislram na-
da, e essa pouca agua que possue, he devida ao rio
das Tabocas, que mana de urna serra, anida robera
de malos.
A'eimado confluente desle rio, o Capibaribe, cu-
ja nascenja se acha na distancia de 20 leguas, apr-
senla apenas urna larga filadeareia, a a agua se
duna lao escaja, que os raros moradores deeses
campos vao buscj-la em cavallos, e as vezes muilo
longe.
Nilo se pode imaginar nada mais triste que esla
ribrira do Capibaribe, contemplada de cima da serra
de Taqnaraliuga, ou da Serra do Eslrago no Brejo
da*"Mdre de Dos.
Em (oda a exlen-an que a visla alcanja, islo he,
mais de vmle leguas ao redor, nao ss vO senflo ro-
chados esbranquijados, que conlrailam com a cr
ripenla das calingas crestadas pelo sol, em que sa
relleclem as nveos.
Monlanhas pedregoias; a serra da Jacarera', a
serra da Ruisa.as serras da Parahiba limitam o ho-
risonle : nem vegelajao, nem agua : nada que in-
dique, a vida : dissereis om mando devanado por
um (errivel caUclysma, se abaixando os olhos nao
descorlinasseis, no fondo de um byimo, ama igreja
e algumas casas, lestemundos irracuiaveis da presen-
ja do homem.
A baca do Ipojuca aprsenla nm aspecto ana-
logo.
cima de Cravala', as collinai e monlanhas eslo
atas, a senao fura o rio da Taqoara, qoc sa aeda
n urna siluajao anloga a' do rio das Tabocas, na
propria vilfa de Caruar, o Ipojuca ja nao le ia urna
golla A agua, o como nao a (em cima do confluen
do laquara.
O Serindem, o Pirapama, o Jaboalao, que per-
correm orna regiao coherta de matas, pnssoem a-u
perennemente a rom|moita abundancia ; mas o rio
de Lna aprsenla o mesmo espelacolo que o Capi-
baribe e o Ipojuca, e de urna maneira ainda mais
nolavil.
cima de Bebedor, na altura da povoajao do Al-
lindo, elle nao lem urna golla d'agua em lempo de
secca, a algumas leguas pira baixo rola ja doos ou
Ires mil palmos cbicos por segundo, porque ahi
entra elle na regiao em que ainda ha matuS.
O mal ha sido causado pelos plantadores de algo-
dan, que dcslruiram as matas, e depois de assim
haverem armiado quasi inleiramenle mais de mil
leguas quadradas do nosso territorio, vam continuan-
do anda em algumas serras, que, por seren mais
dislantes ou mgremes, foram poupadas al boje.
Quando eslas se acharem completamente privadas
da vegelar.ao, que ainda enmervam ; o Brej... Ta-
quariiinga, e autros lugares ainda povoados, que
cxilem no interior da regiao chamada Calinga, se-
r3o abandonados por causa da falla d'agua. e lere-
mos no vero, enlre Po d'Aldo e Pajch, 80 leguas
de deserlo sem agua.
O remedio consiste em parar immedialamenle
com lodo e qualqaer sorribamenlo nos terrenos de
grandes declivios, e sobretodo oas serras ; consiste
tamhem em se tomarem medidas necesuriai para qoe
se ajude a nalureza, replaulando esses esqueletos
de motilan da, qae aflligem os olhoi com os seas
placaros escalvudoi e enormes cantos da rochados
-
IvIUTJLADO
secretaria da thesouraria de San Paula.
Por decreta de 14 do crrente
movidos :
O juiz de direito Francisco de Asir Rnerra de
Menezes da comarca d Granja para a de g*eixare-
mobim no Ceara', por o nevar pedido.
O joiz municipal ede orphSos Franei.ee Ferreira
Torres, do termo de Grao Mogol para e do Sarro, na
provincia de Minas Geraes, por haver pedido.
Foram nomeados juiz de direito da comarca da
(ranja, no Ceara', o jeix municipal Antonia Pina
da Silva Valle, tirando sem elleilo o decrete aae *
nomeara para Oaeixeramohim.
Juiz municipal a de orphaos de termo de Maraa-
na, em Minas, o bacharel Antonio Carlea Mialain
de llirros.
dem dem do termo da Tamandoa' na nia
provincia, o bacharel Bernardo Jacinlho da Vetea.
dem dem dos termos reunidos de San Francisca
e Porto Bello, na provincia de Santa Calharina .
bacharel Manoel da Silva Mifn.
dem dem dos termos da Melgara e Peino, a*
Para', o bacharel Candido Antonio Pereira Lima.
Foram concedidas as demiseoes ajee pediris, aa
hachareis Jos Vicenta Duarte Brandas a Caries
I redenro .Marques Perdigue, daa legan de jotaes
muoicipaes a orphaos dos termas reunida de leo.
Lavra a San Malbeos, oo Ceara' a Marrte* e Anlo-
oini, no Paran'.
Foram a presentados as fregiiezias de
Nossa Sendora da Conceijia da villa da Carnar,
no bispado de Pernamboco, o padre Anloeie Freir
de Carvaldo.-
Sania Lozia do Norte, na provincia das Alagaos,
do mesmo bispado, o padre Trajino da Figseiada
Lima.
San Jos da Bezerros, do mesmo bispado, o pa-
dre Jernimo Jos Pacheco de Albiiqusraae Mare-
aban.
Nossa Senhora da Concaica* da cidade de Rata-
red, do mesmo bispado, o padre Manoel Jos da
Oliyeira Reg.
Foram nomeados ;
Secretarios da polica das provincias do Sa*
do Rio Graode do Sul, Balduino Jos Coelho.
Ssn Paulo, o bacharel Jote Mana de Andrade.
Alagoas, o bacharel Augusto Lamenda Usa.
Parahiba, o bacharel Joaquim da Souza Res.
Rio Grande do Norte, o bacharel Jaa Frs
Coeldo Billanronrl.
Ceara', o bacharel Manoel da Souza Garca.
Mrandao, o bacharel Joaquim da Casta Barradas
Jnior. >
Para' Antonio de Dos e Silva.
Foram nomeados oftlciaes da secretaria da patina
da provincia da Minas Geraes :
Antonio \avier da Silva Janiar.a Beiarmisa Bra-
silleuse Pessna de Mello.
Tiveram mere da serventa vitalicia dea ena-
nos de
Primeiro tahelliao do publico judicial e solea,
eicrivao do jury e exeeujoes erlroes e civeis de tarase
a --------------
arriscados pelas torrentes at a masa das pla-
nicie..
Para isto basta, qoe o governo se apean da ledas
as matas anda existentes, caja cooservecle he ee-
cessaria, a lambem dos terrenas qua deven sor re-
plantado..
Depois de haver desta sorla velada para ara* o nal
que ora soffremos nao cominee ; para que a aaiaa
riqueza d'aguas, em logar de diminuir cada dia, seg-
mente todos os annos com o progresas da replanta-
dlo ; para que a corso dos notaos rios a* tarso
desl'arle mais regular, as cheias menos f raquea le,
e a navegabas possivel ; sera' necesaarie, para oso
possamos lirar o meldnr partido possivel dieses deas
da natureza, que a propriedade dos rios navegaren
seja precissmeute aiinbuida ae estado ; qae ea ***
execute represa alguma, nem quaequer abroa qae
possam prejudicar a nivegiro sem a competente
aoloriiajao do goveroo, piecedida das Infirnaclis
uecessariai para constar qae a obra projactada nao
dave causar damno algum aos nleresses geraes.
He misler lambem qae os rios, ainda matrae nao
s.'iido navegaveis, sejam sobmellidos a' vigilancia ds
governo ; porque, ainda que sejam caasiderade*
romo propriedade particular, todava as ais, sa
rigor do termo, propriedade dos individuos, par es-
jas (erras passam, mas perlencem a lodos o* qae
moram as suas margena, cejes interesan datan
ser velados pelo governo.
Com rtirito, o que habita a' beira de em rio pode
ofTender aquelles que Ido ficam abaixa aa casfroo-
le ; qoer precipitando as aguas sobre a marran es-
posta, quer mudmdo-lhes a diraejio, quarcanrls-
zindo-as sobre nm solo de nalureza particslar qo*
as obsena.
Convem, pois, qoe se nao elTeclaa trabelh* algsm
no lveo da om rio, sem previa iiitorissjio do go-
verno.
Com a adopjSo de medidas poare mais es nanea
semelliantes aeila, de que Luiz NapoleSa pretende fa-
zer em Franja, qoe os rios tornem a mirar aot seo*
leilos, para qae nanea mais salan.
{AHoUk-el-KrtkU.)
e


de Mieah, di provincia do Rio de Janeiro, Poly-
earpo Francisco de Vasconcelloi.
Partidor, contador e dialriboidor do lermo de Ca-
pivarv^aWa mesmo provincia, Andr Avelino de
Castr*.
Tabelliao do publico, judicial e olas, e escrivSo
J,0'orPhao8 dn lermo d* Vic,<>ra. na provincia da
uohio, Jos Antonio de Andrade.
tabelliao do publico, judicial ~e notan, e escrivSo
do residuos capailas do termo de Rraganca.l na
provincia de S. Paulo, Candido Jos da Silveira.
Sagondo tabelliao do publico, judicial e notas do
termo de JagoarSo, na provincia de S. Pedro, Joao
da Silva \ ierra Braga.
Diatribuidor contador do juico do termo de Pe-
plARIODE PERNAMBUCO SEGUNDA PEIRA 0 DE ABRIL DE 1857
Iota., da mesma provincia, Jos da Costa Siqoeira.
Foram aceilai as deaisteneias que fuerera Zefe-
RrTJi^L.0 m*d JoO Chry.|0B,o do Amaral
Brisollsdos offlcioa de tabelliao e annaios dos ter-
S'.P.Slo?MPe V"a d* ,lap"' Da 'dc* d
Por decreto de 20 do eorrente
ro promovido ao potto de teneole-coronel chefe
oo esiado-maior do eomroando auperior da guarda
nacional da capital da provincia do Ceara', o roajor
Jlo Antonio Machado.
Foi promovido ao posto de capao-ciroreiSo mor
o ooinuodo superior da guarda nacional dos mu-
nicipios de Valenej, e Parahiba do Snl, oa provincia
do Rio de Janeiro, o tenente-cirurgiao-ajudante do
quinto corpo de cavallaria da mesma guarda nacio-
nal, Dr. Francisco Antonio da Souza Nune-.
Coneede-se ao capilgo-aeeraUrio-geral do com-
mando superior da guarda nacional do municipio de
Caldee, de provincia de Minas lieraes, Antonio dos
Reis e Silva Brandan, a passagem no mesmo posto
como aggregado, para o commando aaparior da Cam-
paoka e Itajub', da dila provincie.
Foram reformado* nos mesmos poslos :
O toaonte-coronel de extincta goarda nacional da
provincia de Pernambuco, Uidoro Camello Pessoa de
biquelra Cavalcanti.
O mejor da extincta guarda policial da provincia
do Para Joao Evangelista Correa Chaves.
O mejor da dila guarda, Jos Joaquim Alvos Pi-
(Jornal do Commercio do Rio.)
PERIAMB&CQ.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE
PERNMBUCO.
Discurso do Sr. depulaao G. Guimaraes, na tes-
sao de 28 de marco de 1857.
O Sr. G. Guimaraes : Sr. presidente, depois
de torero, fallado sobre esta materia 13o conspicuos
oradores, nao he de esperar raerecam atiendo as
' !*t* d" um ,ragil eon,enaor ( Nao apoiados.)
O Sr. Florencio : Euestoo ouvindo cora muila
aliando.
O Sr. G. Guimaraes : Mas, Sr. presidente, se
fm eu quem primeiro levantoo aqu a lebre, impug-
nando o projocto na segunda discussao, julgo-me
de cerlo modo compromettido a diter anda algoma
cousa n terceira para reforc.nr as roinhasjdas.
Nada adiantarei acerca da conslitucionalidade do
projecto, porque ella ja foi fofficieolemenle de-
monstrada pelos distincin oradores que me prece-
dern], de maneira que nao restou auvida alguma
ao meo espirito, e talvaz que ao da lodos aquellos
que o* ooviram com atiendo.
Desde que vi este projecto, Sr. presidente, sent
por elle certa ogerisa, e devo declarar que o vi an-
tes de ser elle apreseolado nesta casa. Este projec-
to me foi primeramente lido no segundo dia da a--
bertura desta assembla pelo Sr. thesoureiro das lo-
teras, desde quando mostrei repugnancia a seme-
Ihinte. ideas ; entend, como ja disse, que o pro-
jecto era inconstitucional e. pude felizmente prova-
lo na ultima vez que fallei, e disto jamis me occu-
parei, visto que foi excelentemente discutido.,
Sr. presidente, o nobre deputado que tomou a si
a defeza do projecto,mais que seu proprio autor...
llm Sr. Deputado : O autor nao est presente.
O Sr. G. Guimaraes ... dtooi. de lr traxido
casa, como razao para justificado do projecto, os
prejuizos do actual thesoureiro das loteras, ao mes-
mo tempo, quando se tralava desta questao, quera
por peas i discussao, dizendo-nos, que nada tiolia
para elle a pessoa do thesoureiro. Nao sei mesmo
porque enlcnde aisim o nobre deputado, como que-
rendo fazer monopolio do nome do Iheioureiro.
O Sr. Florencio da um aparte que nao podemos
avir.
O Sr. G, Guimaraes : (com forra; Eu repulo
com toda a forca de que son capaz, semelhante in-
sinuado, apello para oasenhores lacbigraphos, po-
de o nobre depotado ir a' lypographia ver os aulo-
grapho de meas discursos pronunciados as sesses
anteriores, a que se refere o nobre deputado, appel-
lo mesmo para o leitemunlio da casa...
O Sr. Florencio : Eu lambem appello para ca-
da um dos senhores depulados. Sr. lachigrapho lo-
me nota. B
O Sr. G. Guimaraes : Mas dizia en, Sr. pre-
sidente, que se o nobre depotado a quem me refiro
pede trazer a casa em abono do projeclo as perda
do thesoureiro. posso eu era contestado traier as
alageos que do projecto ao mesmo resultan.
Sr. presidente, este projecto foi apresentado a'
r-**a nos primeiros das da sesslo, mandado a im-
primir, fo_io proprio thesnurjiro que se e.ncajrejjou.
semSIa '!'<* com o papel molhado, fof immedla-
e diilriboidn e dado para ordem do dia se-
Vjf" ?* dl" de Jnho he o de 1857, onde
18.*. Comtudo muita ente na Europa esla' acre-
dilando no tal abalroamento, e preparando-se pira
a passagem deata para melhor vida.
O nosso commercio de exponadlo e por conse-
quencia a nona civilsado vao dar mais um paseo
na estrada do progresso. Pelo mesmo pequete in-
glez cheeado no da 31 do passado, loubemos que a
grande eompaphia de Jarmameulos martimos no
Havre, acaba de crear urna nova Mola de paquetes
vela, magnficos cHpperi para o servico regular do
norte do Brasil Para', Maraohao, Pernambuco e
Baha.
Bita linha se comp5e de magnficos navios novo
e de grrhde marcha. As suas partidas serao regu-
lares, eas shidas para Pernambueo lero lugar no
primeiro de lodos os mezes.
He ineonleslavel que a Inglaterra he o primeiro
consumidor que Pernambuco conta hoje para os pro-
doctos do solo, roas lla t.mbem ineonleslavel que
cora este milhoramento as nossas reanles eommer-
ci.es hao de receber um admirave'l desenvolvi-
mento.
Ha em nossa ndole algnma cousa de soeavel, de
ympalhieo, certa facilidade de espirito, certa ener-
ga de carcter, urna particularidad de costme, e
de gosto, que omito se assemelha a' ndole do povo
irancez ; e se as nossas reanles commerciaes nao
se acham lao desenvolvidas com este povo como com
o inglez, he certamente em consequenci. das linh.s
de navegado que et hoje tem sido o vehculo des-
las> relceos, da caresta do frete imposto aos carre-
gadores exportadores, que encoutravam no Ha-
vre navios as maos de orna nica casa.
Outr'ora o negociante eslava sugeto a' vontsdc e
al aos caprichos do armador do Havre, que ejer-
ca em seo favor todas as prerogativas do monopo-
lio ; mas hoje he claro que a concurrencia eslabe-
lecida pela nova linha desenvolver' lodo o anta-
gonismo commereial. por va do estimulo e do de-
sejo que os differentes armadores hilo de ter de me.
Ihor servir aos diversos carregadores. Alm disso. a
concurrencia ha de occasionar o .batimento no pre-
cede frele ou transporte, coja iniciativa he tomada
pela nova linha, e o monopolio de fado qoe nunca
letdeve proteger nem animar, lambem desapparece-
ra Devitavelmente.
Siistendando-se a nova concurrencia qoe vera li-
gar mais eslreitamente o Brasil ao Havre, a linha
qoe nao pretende depredar a ningoem, deixa ao
commercio dos pequeos e dos grandes, meios de
transporte segaros esem reserva, offerece-lhes pos-
sibilidade de volla, em Pernambuco, em gneros do
paiz.
Esta consideiafao he de grande peso sob o ponto
de vista econmico e especulativo. Com efleito,
com a facilidade de erregar, o negociante se oceu-
pa com os genero, remelle, associa-se.tenta, he om
comprador constante e qoe paga com o seos pro-
pros meios, abandona o intermedio do grande es-
peculador, qne com o sen onico crdito e com o
dinheiro de outrem, que elle procura para si por
meio de saques, loma o seu lugar em todas as re-
menas de genero.
W'oma palavra, eoadjovando-se esta nova linfia,
o nosso commercio com a Franca se ha de desen-
volver n'uma .escala admiravel, os particulares e o
poblico lucrado n'uma propordo magnifica, e as
relaees entre o Brasil o Havre se ligado com la-
sos mais .olidos e sympathieo.
A aslerabl. provincial anda e occopou duran-
te esta semana com a discussao do projecto que fixa
a forca de polica para o exercicio seguiole. Entre
.sproposls apresentadas durante a semana, he dig-
no de especial raensao o projecto, autorisando o
governo da provincia a. contratar, por espaco de
tres annos e cora quem mais vantagens offerecer, o
fomeoimenlo de carne verde populacho da muni-
cipio do Recife e dacdade de Olioda.
A amarga experiencia desle. ultimes annos, de-
corridos depois da abolido do contrato Souza Ra-
mos, deve ter convencido aos partidarios do laisse;
/aire, que a livre concurrencia, nete arligo, s lera
servido para assegurar o monopolio de f.clo as
maos de meia duzi. de individuos, que s (em pro-
corado encher as suas algibeirai, e flagellar a po-
pulado.
Todas as vezes que a concurrencia he exercida por
um pequeo numero de individuos, queseentendem
e harmonisam perfeilamente, ella lorna-se um mo-
nopolio oppressivo. Neete caso se aeha a ndostria
da carne verde. Aquellas qoe possuero grandes ca-
pitaes, e que podiam entrar para lula, nao os que-
rem arriscar nesta arena to precaria ; procurara
urna sabida mais segar*, e como lem bastantes lu-
cros, he-lhes indiferente dar mais seis ou oilo pe-
tacas por urna arroba de carne. Eniao temos, como
consequencia neeessaria, o monopolio de facto, as
maos de meia dnzia de especuladores.
E nestaa circumstancias, qoal he o recurso qne a
urlica e a sciencia indicara para sahirmos da situa-
do deploravel em que nos echamos T S vemos a
laxa e o monopolio legal. A txa tein algumas anli-
palhias, embora para ry>s seje um meio muito licito.
Logo, re-la o monopolio legal, que ja esleve em uso
entre nos, cujas benfica.consequencias foram apre-
ciadas por toda a popnlacao, e qne he < meitataajL-
bem proposlo. ^^<
Ma cumpre que se feche urna porla que d'outraj
vez ficou aberta, e que den lugar abuso, in.atjl
: isto he, que ninguem, quer seja contratador.
lei, s pode fazer aquellas cousas qoe ella lhe per-
mute. Tudo o que passoo dahi, he Ilegal, he cri-
minoso. A lei nao Ibe concede a facoldade de tra-
tar mal a' ninguem ; pense, pois, nisso e lomeo con-
selho que lhe damos.
N8o ha dia qua-i em qoe se nao veja ero nos-
sa folha um annuncio concebido nesses termos :
F. nao podendo despedir-se de todos os seos ami-
gos pessoalmenle, o faz por meio desle. De doas
urna, on perdeu-se a significado da palavra amigo,
oo entilo operou-se alguma mudanca na natureza
humana; porque isto nunca foi assim. Scrates
tendo construido orna casa em extremo pequea, fi-
zeram-lhe sentir inso, e elle responden : podesie eu
nche-la de amigos He porque elle nao vive no
eculo XIX ; do contrario faria lambem o seu an-
nuncio, despedindo-se. de innmeros amigos, lsso he
que he seclo para se viver !
Sendo convidado para jogar lasquinet um su-
jeito, que ignorava este jogo.perguntou :He difti-
cil ?Nio, he um jogo material. Calou se osujei-
to e jogoo, Picando certo que material e fcil eram a
mesma eooia. Indo depois a' nma casa de ceremo-
nia, chamaram-n'o para o voltarete. Dos me li-
vre, diz elle, isto he om jogo muito espiritual, e eu
sjogojogos materiaes.
Consta-no qoe os Srs. cnsul H. A. Cowper e
Dr. (uilherme May, fizeram entrega oo dial.-do
eorrente, ao Sr. Manoel Luiz Viraes, da medalha de
ouro, qu o governo de S. M. a rainha de Inglater-
ra lhe olfereceu era publico lestmunho de seus va-
liosos serviros gratuitos, ao cemiterio britannico.
O vapor brasileiro S. Salvador, vindo do
Rio de Janeiro e portos intermedios, irouxe a seo
bordo par esta provincia os segnintes passagei-
ros : Jos Rodrigues Teixeira, Jos Henriqoes da
Silva, I. C. Pamplona, Zacharias da Silva Mon-
teiro, Angelo Costodio Rocha e soa senhora, Ma-
noel Francisco Goncalves, Joao Panlo Damasce-
no, Dr. Hercolano Antonia Pereir da Conha e2
filhos menores, Dr. Po Aducci, sua senhora e 1
criado. Joaquim Alves da Silva, Jos Antonio
Ribero, Caetano Alfonso Teixeira, Antonio Jos
de Oliveira Gaimadei e 1 criado, Jacinlho Soa-
res de Menezes, Epiphanio Jos Souza, Dr. Ber-
nardo Antonio de Mandonca C. Braneo, S. B.
Come, lente Joaquim Caetano dos Reis. sua
senhora e 1 escrava, Ildefonso Lopes Ferreira,
Jos Antonio de Amorim, Joo da Costa Pereira
Cutrin, Joao Joaqoim de Oliveira, Guilherme
Jos Ferreira. Seguem para o norte, Joao Pinto
Monteiro da Silva e 1 fllho, ex-praca Joao Car-
neiro, lenente-coronel A. A. Br.oco M Brrelo
e 5 filhos, ex-pracas Manoel de Saot'Anna e Do-
mingos Alves da Silva, Uuilh.rme Vieira de Li-
ma, o Piloto da armada Joao Pereira dos Santos,
At amanhaa.
justa ; o devenido pamphleto servos-ha adrado com
todo o seu cortejo de immandicas, qoe prometteis,
e pensando lalvez voseo triurrpho bello, aturis
zuida,
U Sr. Dr. Mello Moraes e o illuslre ennego tem
amigos verdadeiroi, conquistadis pela franqueza, pe-
'o mrito de suas arenes. O izo podre, com que
roeas.i de tingir-lhes as fares, emporcalhara' a
vossa, ficareis sem dovida ponido de vossa arroja-
ba audacia.
Imprim, .senhores redactores, estas linhat em ob-
sequio ao vosso constante leilr.
I ni Alagoano.
REPAHTJ.QAO DA POLICA.
Occurrencias do dia 1* de abril.
Foram preso. : pela subdelegada da freguezia do
Recife, Emilio Candido da Silva,por crime de estu-
pro, os marojos americanos Henry Carmay e Otto-
lleiirv. arabos a requisicao do respectivo cnsul.
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Antonio,
o menor Manoel Simplicio Correa Leal, a requeri-
menlo de sea pai para avengoac,oes.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, Vi-
cente Ferreira da Silva, por crime de defloramento,
e o pardo escravn Amaro, a requerimento do res-
pectivo senhor.
E a requisito do depositario geral, a parda es-
crava Josefa.
3
Cumpre-me levar ao eonhecimento de V. Exc.
que hoolem foi oreso a rainha ordem e reeolhido a
casa de dependo o preto escravo Raymundo a pedi-
do de'seu senhor, Lourenco de S e Albaqoerqoe.
Das differentes parlicipaces reebidas nesta re-
partido consta o seguinte;
Foram presos : pela subdelegacia da freguezia do
Recife, Antonio Marques, por insultos.
Pela subdelegada da freguezia de Santo Antonio,
o preto escravo Goncalo, por fgido.
E pela subdelegad da freguezia de S. Jos, Mo-
mea Mara da Triniade, por desobediencia.
PROVEDORIA DA SALDE DO PORTO.
. 2 de abril. \
Nao safleu oecurrencia alguma a bordo dos na-
vios surtos no porto.
guinle, passou em primeira discossao sem dbale ;
dispeoiado o iotenticio, no dia segrale eotrou em
segunda discossao, qaaodoeniao me oppoz, e quan-
do com razao disse que ia a galope. V, pois, a
casa que com razao o disse.
Trarei agora a' lembraaca da assembla, Sr. pre-
sidente, para ama decido da assembla geral em
IK,:i oo 185i, nullilicaiido urna lei provincial da
provincia da Parahiba, quando esla impz ljOOO
obre cab.Q. de gado, da provincia do Cear, qoe
reeollavam na provincia, e oulra razao nao foi, se-
nhores, aenao porque essa medida era contraria aos
direiloa da provincia do Cear, ou antea porque
era urna leioconstitacioaal..
Um Sr. Deputado :Nao lem semelh.nca.
O Sr. G. Guimares : Se nao lem ama perfei-
t. emellunca, ao menos pr.sumo que se a assem-
bla geral assim proceden, nao foi porqoe enteudeu
que offandia oa direilos da provincia viziuha, assim
como nos nao podemos impor 80 por ceoto qoe he
urna prohibicAo soplriitiea.
O nobre depotado anda falloa em beneficio lo-
cal, chamoo imposto, provinciaes as loteras conce-
dida, por lei geral, mas daixemos islo que ja foi
moilo bem refalado; passarei agora ao artigo -2.
desle projeclo (l).
A diaposido desle artigo, que obriga a que oa bi-
Ihetea de oulras provincias, sejam rubriesdo. pelo
Ihegooreiro, alem do consolado, a qoe sao obriga-
do pela lei a. 391 de 30 de julho do anuo prximo
paseado, nio he ootra cousa senSo um laxo, urna
disposido que pode preslar-se a moitos abusos.
Pon, HOhorea, nao eslo esses bilbeies sojeilos a
rubrica oo consolado, qoe he ama repartido pu-
bica, para que eaie luxo de ir ainda ao thesou-
reiro ?...
O 8r. Florencio : Ah acho-lhe razao.
O Sr. G. Guimaraes : Graca a Daos, que ja
no. adiamos em accordo. Mas o que he certo, he
que ha de.passar embora seja um despropsito.
Deixemo., porm, este artigo, e paseemos ao ter-
ceiro qoe impCe 200JJ de multa (salvo 0 processo)
para aquellos qoe se acharem com bilh.tes de ou-
lras provincias em as condirf.es dos arligos ante-
cedentes. Confesso, raeos senhores, que receio. mui-
to pela r.pressao deile crime ; porqoe ja anlevejo
que .era coraprido com mais xactidao do qoe con-
tra os paleadores de cdalas falsas e do contrabando
d'Afrieanos. Quem estar livre de que um polica
qualquer que saiba do bilhete qoe lenho na minha
algibeira queira lucrar oa IUO5000 que se da para
o apprehensor ; eu pelo menos ajo confio nada da
polica,* porque qaem como en vi delegados de po-
lica com seos ordenaoca, e o. candidatos do gover-
no da porta em porta cabalando nesta cidade...
(Crozam-se mailo. apartes)
Um Sr. deputado : A qo vera eleicei com
o projecto das loteras ?
. O Sr. G. Guimaraes : Seja iilo dito per aect-
dens, e serve para provar qoe coofianca nenhuma
lenho, quando vejo a polica assim proceder nesta
cidade.
Vou concluir, Sr. presidente, e para isso ainda
quero ver ai emendas que lem na mesa, sendo que
cieno de parle todas, para sustentar a mnha que
restringe a 15 das o prazo de tiO das para a entre-
ga do beneficio. Dentro desse prazo eorrem 8 lo-
tera, retendo-se por tanto o beneficio de 7 loteras
em n)So do thesoureiro, sem oecessidade alguma,
por isso que parece-me quequando eorrem as lote-
ras esiao lodos os bilheles vendidos, e sem ueces-
sid.de provada tem o Iheioureiro constantemente
em suas raaos 18 a 20:000$, e peen a casa que atien-
da qoe quando aprtseitei esla emenda, o Sr. Au-
gusto de Oliveira, roano do Sr. thesoureiro, memoro
desta casa, declarou que era ella muito justa: as-
sim, poii, deve passar apezar de que voto contra o
projecto, e sento-me ja cansado, pedindo desculpa
do lempo em que oceupei a atiendo da caa.
criado- ou atravessador, domo talltar carne por
mu alio proco do m^.JpJ^'iPiW'i, VMpWf
mais algumas medidas qne a experiencia leuda sug-
gendo, temos para nos qoe o contrato ser um bem
opremo, e que a assembla provincial, conendendo
a aolonsado ao governo, ter mais este ttulo n con-
siderado e estima publica.
Bem sabemos qoe os homens dos principios abso-
laloi, das theoricas chimericas se hlo de levantar
era nome da decaotada liberdi.de de commercio e
de lodostriB, para f.zerdvlir.rabos concorrecia,
mas os irreslos do bom senso e da pratica lambem
se levantarlo para fulminar as snas Iheoria. v9a. e
absurdas.
A semana comecou e encerrou-se por doas es-
plendidas solemnidades dramticas ; a primeira no
Apollo, em beneficio do Real Hospital Porluguez de
Beneficencia, e a ultima no Santa Isabel, em favor
da Associacao Typographica Pernambucana.
Estas doai atis e benficas instiluicoes sentem
dilliooldades fioanceiras para o seo desenvolvimiento
e prospendade, e por isso nao podiam ser esqueci-
das pelo artista, que com o seo tlenlo generoso j
linha protegido o Collegio dos Orphaos desta cidade,
proporcionsndo-lhes elgumas vantagens, que hao de
racililara existencia deisas filhas desherdada da
fortuna.
A' v''la. PO'8- las circnmslanciasj pouco lsongei-
ras do Hospital Porluguez e da Associado Tvpo-
Rraphioa, o Sr. Joao Caetano offereceu a cada um
dos estiuelecimeotos um beneficio, eujo produelo
Ins deve melhorar a situado.
A olemoidade foi unidos mais bellos trinmphos do
sr. joao L.etaoo nesta cidade, Irinmpho generoso e
leal para o arlista, animado pelo ealor do corado,
que he por si so o genio, e para a muliidao agradecida
e enlhosiasta.que lhe eingio a fronte com a corAa de
rrescas flores, rescendenles de gloria e de admirado,
rorara duai festas de versos brilhaules, de versos
animados, de palmas e de bravos phrenelicos, a glori
nnefo do.verdadeiro talento.
Com estes actos de generosidade e amor do pr-
ximo, o Sr. Joao Caetano lem provado, qoe nao he
aoment um desees artistasescolhidos, em cuj. fronte
as musas locaran com o dedo da inspirado divina
mas umeorajao magnifico, cheio de lensacoel ge-
nerosas,cor.cao de poeta que vive mais das emo-
coes e dos sentimenlos gerados pelo infortunio e
pela miseria, do que do lyri.mo alado do entusias-
mo, oa dos arcamos laudativas da inspirado
O remlimenlo da alfandega esle mez he o maior
que temos lido, desde a creado deste orgao de ar-
recadado publica : renden 630:0008000!
Morlalidade do dia 29 a i de abril de 1857.
licrct.
Ilomens_15mulhcres 7prvulos 17.
Escravos.
Homens 3malhares 2parvolos .Total 1%.
diario De tyetnambuto.
O vapor S. Salcador, entrado honlam a tarde dos
portos do snl, foi conductor de joroaes do Rio al
25 do passado, d. Baha I, e de Mecei 3 do cor-
rele.
Do Rio, alem do que em oulra parte achado os
leitores, nada ha mais digno de manco.
Na Baha lambem nada linha occorrido desda o
ultimo vapor. A febre araarella conliouava a fazer
grande numero de victimas nos navios surtos no
porto.
Mceio gozava de paz, tranquillidade e salabrida-
de. O dia 25 do parsado, a mu versa rio do juramen-
to da consiiloicao do imperio, foi all commemorado
eom um esplendido baile dado por urna sociedade.
_S. Exc. o Sr. Dr. Sa' e Albuqoerque, passou no
dia 29 do passado, a presidencia da provincia de
Alagoa. ao .eu primeiro vice-presdeni* f.omn
roembro da assembla gerJ. quefena den.r
. __ ..- pelos direilos da provincia
qoe o elegeu, S. Exc. veio neste vapor descansar
alguns diat enlre us, afim de seguir no prximo va-
por que deve chegar do norte. Antes de sua par-
tida S. Exc. obsequioo com um sumpluoio cha' aos
seus governados.
Chegou procedentes deste porto, ao Rio a 22 o
brigae Sagitario, com 12 das de viagem.
Sahirampara esle porto, do Rio a 17, a galera
porlogoeza OKnrfa, a 20 o brigue D. Affonso, a 24
o palhabole Ainlpho, o o. brigues Firma e Almi-
rfl""'" 8a,er> portugueza Margarida.
Da Baha a 28, a sumaca Hortencia.
Achavam-se a carga para esle porto, no da Bahi
o hiale ZoKoOlinda. e a barca Flor de Oliveira.
' 1 T*Por Coml Cavour devia ter partido oo dia
i' do eorrente.
Pelo referido paquete acaba S. Exc. o Sr. presi-
dente de receber as nomeaces dos novos vice-presi-
dentes para preencher s vagas qoe deixaram as
demissoei pedidas 00 concedidas por incompatihili-
dade aos Srs. Jos Pires Ferreira, conego Venancio,
e Sa e Albuquerqoe : a nova lisia de vice-presi-
dentes fica composta do modo seguinle. sendo os
nomos marcados com este signil 01 dos novos no-
meados :
1- Vice-presideote Bario do Camarigbo.
2' Dilo Bario do Rio Fortnoso.
3- Dilo Dr. Joaquim Pires Machado Portilla.
4- Dilo Domingos de Souza Leo.
5- Dito Anselmo Francisco Perelti.
6- Dito Manoel Joaquim Carneiro da Conha.
(SommunUabo.
brt.redactores.~Btm q.o a asiaveraeao feila pe-
lo Sr. Dr. Joaquim Portelli. em .eu /Muri do 1*.
do correle, seja por si s bailante para convencer
de inexarla a noticia dada por nm corre.pondeole
desta cidade, no Diario do Rio de Janeiro, de qoe
enlre nos houve trausaccoes acercada eloido de de-
pulado pelodistriclode Goianna, julgo, todavia eor-
rer-me a obrigaclo de oriir o meu lestmunho ao
co Sr. Dr. Portella para protestar solamente conlra
urna semelhante falsidade.
Quinto porem a segunda parle da correspondencia
bem qoe me pareca duplicadamente desnecessoria,
ja porque a palavra do Sr. Dr. Joaquim Portella tem
muito peso para ser acreditada independente de
provas, e ja' porque eu mesmo nanea liz um m\ -te-
o do erapenho com que seo irmio, o Sr. Dr. M.
N. M. Portilla, poriou-se 1 respeilo da rainha efei-
c3o, no segindo escrutinio ; devo, todavia dizer que
se essa declararn feila pelo Sr. Dr. Joaqoim Portella
leve oatro fira, que nao losse a juitificado da ausen-
cia de nm corapi'omiiso enlre nos, por corlo nao al-
liogio ao alvo, porque existe muita differenca enlre
o reconhecimonto e odever.
Jaao Jos Ferreira de .-iguiar.
S. C. i de abril de 1857.
Sr. redactores.Lomo, um pequeo artigo, pu-
blicado no seo estiraavel jornal,no qaal o consceo-
coso autor trate do assoear refinado ni refiaaria
eslabilicida no Monteiro.
Semelhante leitura exeitou-me a coriosidade de
examinar, Dioso a refinara, senao o asiucar depo-
sitado na ra da Cadeia Velha n. 30. Com effeito,
tanto um. comooutra conta maravilharsm-me, e eu-
cheram-mede enlliusiasmo, porque, amando em ex-
tremo este paiz, qoe nos vio nascer, sinto ama per-
feita salisfacao de que uelle se desenvolva e prospe-
re industria desta ordem, que por soa natareza nos
collocara a par dos povos mais civilisados.
Sinto faltarem-me os conhecimeolos precisos, para
nescrever o machinismo, porem satisfaz-me o sa-
ber que outros o haviam foito com samraa habilidade
e criterio.
Olanlo ao assucar refinado, que delle resulta,
qualquer pessoa podera' jolgar s ma pureza e sabor,
porque he cousa que est ao alcance do todos mas
o qne me admira he qoe haja ainda hoje em Pernam-
buco qaem faca oso de oulro assucar, nao s com
m.nifesla infrcdo das reirs do hom gosto e do
aeeio, senio em detrimento da aaude, e da bolsa.
Asim faco votos para que a refinara do Monteiro
prospere, e para que 09 seas propietarios, oblendo
felia resultado de seus sacrificios e fadigas,conlinoem
a proporcionar ao paiz estabeleciraentos desta ordem.
fcstou bem corto que nio ha pernambucauo que, a-
mainlo de corado o seu paiz, deixe de concorrer pa-
ra um tal ftm, tanto qoanlo poder.
E nem sopponha alguem que o pouco que acaba-
mos de dizer sobre o objeclo, qoe alias lodos pc-
dem ver o examinar, seja movido por entro interes-
se qoe nao u do bom publico o do paiz.
onde o talento a as virtudes deviam ler a melhor
parle; mas chegas ao menos ao termo fatal, resti-
loindo a vida, eujo sagrado deposito foi-to confiado,
sem a impureza dos deleites, sem a nodoa dos vicios,
e sem que o pincel infiexivel da eonsciencla debuxa
era tua alma os listes do crime os traeos da des-
honra.
Eia, pois, nio (e detenhas mais neste exilio. Can-
dida e pora, ve loa alma a engrossar as phalanges
de ser.phins qoe eutnam hymnos ao Todo Poderoso,
e que ella eleve ah rdanles votos pelos teas incon-
soliveis eollegas, qoe te cobrem o sepulcro de na-
dados e te desejam nina entrada triumphanla 00
reino da gloria.
,/. Ilorges Carneiro.
Recife, 2 de abril de 1857.
\VERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 3 6819920
dem do dii i....... 556*456
1:2389376
Cdmti*vct0.
PAGINA AVULSA
0leipoclaculo em beneficio do eabellereiro Fro-
donco dos Res sleve inlerassanlissimo. O drama
foi perfeilamente desempeuhado, a concurrencia foi
admiravel, ludo emfira nao s corresponden, mas al
exceden ao que se passava. Urna cou.a, poim, hou-
ve nosso espectculo que mais do que o drama, qoe
mus do que lodo nos agradou ; foi essa saudado
potica do Sr. Fuado Coelho ao Sr. Joao Caetano'
dos .Sanlos.Doushomens irmitos pela arle.irmios pela
gloria ie encontrar ara nesse da no Saotalsabel Nio
sabamos que o Sr.i-arlado una a sua coru de a'rlista
ma bella cora de poela.Aprimorado poel e sublime
artista, foi u,a csbica com duas cerdas quem dirigi
ao senhor J0J0 Caetano urna saudado brilhaule e
eulliusiasta. Qoal sera maior, quem reeebeu ou qaem
GOIANNA.
Urna breve noticia.
Hoje, 31 de marco, visila-se na Santa Casa da Mi-
sericordia deiti cidade, a sepultura do fallecido
Joao da Silveira Borges, filho legitimo de Anlonio
da Silveira Borges e lanada de Lima e Meira,
neto da Joao Correia da Silva e Antonia de Lima e
Me.ra Abreu Pereira, bisneto de Isabel de Freitas
lavora, (ignoramos cora quera era casada esla mu-
Iner, so sim que deu a luz ;i Antonia de Lima Meira
Abreu Pereira, da linha para c, vindo de Portu-
gal para Pernambuco, fagindo da perseguido de D.
Jos I, cei de Portugal, nasceu a 5 do julho de 1777
morreu a 31 do marco de 1856, oi casado com Ig-
nacio da Silveir.iFr.re; duroa o seu consorcio 56
anuos, deixando 10 filhos, entre estes, algnns con-
ten 0/ annos de idade, he natural da cidade do Re-
cife, foi criado debaixo dos sustos da periegoico
qoe sofireo os seus amigos (roneo; sua conduela ci-
vil e moral foi irropreheosivel ; foi bom filho, bom
pai, bom esposo e ptimo cidadao; pedia aoi filhos
que como linha sido ignorado seu nome, fosse tam-
bera depois de sua mono.
o j Noticiador. '
31 de marjo de 1857.
(Soztt&pottb encina.
KECIFE4DE ABRIL QE 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETFOSPECTO SEMANAL
Ai noticias do interior desta provincia, a dai ou-
lras do norte do plenameoto salislaclorias, quanto
a' Iranqoillidado publica. Ai queixai acerca da
caresta dos vveres cuntuiuam era todos os poolos.
O paquete de Soulhampton tambera annuncia a
continuado do socego ou continente europeo. No
dia 4 de marco lev lugar em Paris a conferen-
cia que deve ajaslar complicac,3o entre a Suiasa
a a l'rumia relativamente ao Canlio de Neufchalel,
e esperavase que o negocio so arraojaria de orna
inaneiiHaatisfaclTa ai duas potencias dessideutes.
Entretanto a qaestao chiuezi constitua a preocu-
pado doaiinaate nai altas regies da pulitica, mas
Buiva-se que a diplomacia conseguir'
bw resallado favoravel, e poupara' maiseffusio de
angas.
Enlre ai noticias traziilarpelo Avon,consta que
lem achado crdito na Europa ama predido, (nio
abemos se astronmica ou astrolgica; qoe fiza o
dia 13 de junho como o derradeiro do nosso planeta
em virlude de um abalroamento com um d.sses as-
troi errantes, qoe om toda a parle espalham o ter-
ror por entre as populicdei ignorante!,um come-
ta t Estamos inclinados a crer qoe a astronoma le-
vo punca porte 01 predidu, poii nao 10 Mi cora
essa saudado deve valer muito ; he urna das exprs!
soes mais loquentea de sua grandeza. E qoanlo ao
Sr. lunado Coelho, crea que lhe fallamos conscien-
cosamente, essa .oa poesa se fosse recitada pelo Sr
Joio Caetano depois qoe o piano hoover estremeci-
do sob seos dedos, nao procisava da menor modifi-
cado.
Jiiesl tao sabido.... Deixe-.e disso, hornera.
Voss he muito pequeo para oulras coasas, mas para
isso he ja lio grande.... Eu lhe vou contar orna his-
toria. Houve na Grecia um celebre pinlor, chama-
do Zeuxis que tendo piulado urna velha, raorreu rin-
do de olhar para ella ; agora continu, raen novo
euxis, pintar, nao velhas, mas o que Vmc. cosfu-
raa pintar, nao era qoadros como o amigo, mas oes
portas alheias, e talvez em lugar de morrer rindo,
Vmc. chore eoffereca um espectculo que malo mui-
la genfe da rir.
Oa0Bs#e 3K lerreno aferrado Eis-ahi orna
perguiilowaijaaaa. nao souberam ainda responder-
e por contKjaBeamos ignorando onde he a ra'
era que hiVJ Bom a. vizinhas, feila pelss vi-
zmhas ; eniIMfe odiantamos n.da cora a noticia
do nosso corresjondente. Ora advinbem la onde
he o terreno aterrado em que a. vizinhas zombam
dasv.zinhasl Pela rainha parte-declaro-me inca-
paz de lano esforco.
Tnhamo. tanta voolade da dizer ao Sr. ins-
peclor da ra I........q09i e p0de ,er :os((( 9enJ Jer
grosseiro, qoe se podo ser probo e recio sem arro-
fincii preampcao, A laloridido, croada poli
--HACA DO RECIFE 4 DE ABBIL AS
3 HORAS DA TARDE.
Cotaffies ofllciaes.
Descont de ledras9 ^ ao anno.
p'rederico Robilliard, presidente.
P. Borges, secretario.
* u C*MBIOS.
Sobre Londres, 27 3(4 a 60 d. e 27 7|8 a 90 d.
c Paria, 350 rs. por fr.
0 Lisboa, 95 por % de premio.
Rioide Janeiro, 2 por O10 do descont.
AccSes do Banco, 40 o 45 do premio.
a a companhia de Beberibe 549000.
a a companhia Pernambucana ao par.
1 ot l'li I idade Publica, .'III purcento do premio.
e c Indemnisadora. 52 ideas.
a da estrada de ferro 20 por Ojo le premio
Diseonlo de lellras, de8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
Ouro.(Incas hespanholas. 289 a 289500
Moedas de 69100 velhas .... 169000
6>400 nova..... IftjOOO
49OOO....... 9S000
Prata.PalacSes brasileiro-...... 29000
Pesos columnarios...... 29OOO
mexicanos...... 1586O
ALFANDEOA.
Kendimenlo do dia 1 a 3 .
dem do dia 4 ... ,
5 1579253
35:3108296
ASSOCIACAQ TYPOGRAPHICA PERNAMB-
CANA.
con.elha director manda fazer pablico, pira eo-
nhecimento, nao sci dos soeios, eomo em geral da
class typographica da provincia, o seguinle voto de
reconheciraento que lhe foi enderocado palos com-
positores e impressores emprogadoa as typographias
do cidade de San-Laiz do M.ranhSo.
Secretaria da AsseciacSo Tvpographiea Pernambu-
eaua, 31 de marco de 1857.O primeiro secretario,
Hermenegildo Nelto de Azeredo Co minti.
films. Srs. membros d. Associa^ao Typographica
1 ernambucana.Lemos com prazer, a cheioi de re-
conhecimenlo, ocommunicado que fizestes inserir
no numero 1303 do Liberal Pernambueano.
Vos que sois nossos irmaos pelo Irabalho, vos que
sabis como nos o sabor do pao das fadigas e os pe-
zares que acorapanham os ptYias desle seclo, sen-
lisies as nossas magoas. solTrestes como nos as nossas
dores, o choraste-as pela voz poderosa da imprenta,
que nos alimenta a todos duplamente, com a nulr-
?ao do corno e da intelligencia ; e vossas vozo,
quando porventora nao ffsera ou vidas por m>is
ninguem, se-lo-hiam. con o foram, por nos oppri-
midos pela prepotencia um Regulo, por nos os
homisiados, e por tolos | nossos irmios, os com-
positores e impressores das outras typographias do
Maranhio, e es reiereoliremos em mil beodos, e
grava-las-hemos doriamente na nossa memoria.
O vosso comporlanento he bello e nobre, como o
issa lo.. t liberdade, qoe nunca se ai
vardon ante o de|potino, era carvou a cervl
latego da lyranuia, n* era de esperar que d'oot.
modo obrasse. r
Do fundo d'alma aaradecemos a vos, brioso. l\po-f
graphos, compositores e impressores pernembiicanos,;
a parle activa qoe lentes lomado em favor dos per-
seguidos typographos maranhenses.
Crode que nunca no. esqueceremos do auxilio que
nos preslastes nesta qu.dra, que -.ervira" elle de in-
centivo para qne nio nos deslizeraus nunca do cami-
nho nobre e cbao quesempre lemos trilhado.
Maranhio, 2 de marco de 1857.
Vossos irmaos de Irabalho.
Joaqnim Antonio Pires.
Jos Maria Corroa de Fras.
Salyro Antonio de Ferias.
Joaquim Luiz Carlos Birbosa.
Joaquim Avelioo Ferreira de Carvilho.
Anlonio Joslino de Mesquita.
Jeauino Jos Carlos Mar re ros de Sa".
Raymundo Jos de Seixa. Correa.
Joao Fra-e'Vc Bezerra Menezes.
Raymi- Jaelano da Silva.
Amer Vespoeio Vieira.
Velorio Alves do Soma.
Manoel Francisco Pires.
Luit Raymuodo de Azevedo.
Ayres r irramo Cezar Gomes.
Jos Thoodoro do Silva.
Joaquim Canuto Lapa.
Beruardino de Sena Castro.
Francisco Marjanno Franco da Sa',
Aotonio Aoicoto Olorico Francisco de Pona Colas.
Maooel Toixeira de Souza.
Luiz Carlos de Oliveira Goimariei.
Beralmindo de Mallos.
Joio Raymundo Pereira.
Joao da Malla Mondes.
Joe Mathias Alvo. Serro.
Joaquim Mauricio Silva.
Joio Tbmaz de Mello.
Raymundo Pelizio Correa.
Conforme.Secretaria da Associado Typographi-
ca Pernambncaua. 31 de marco de 1857.
Ilermenelgido Neto de Azeredo Coutinho.
Primeiro secretario.
,: r^f cana os lOMUes, que o aoonymo Agrippa dirigi
a pessoa. respeilaveis do Sr. Dr. Mello Moraes e
do conego Pinto de Campos. Admiro a facilidade,
e desfacAmento.com qoe se desafia o sentimeulo pU!
nuco aggredindo lio grosseirameole os seos adversa-
rios alias francos.e generosos. Quero qoer qoe seja o
r. Agrippa nio pode pretender f.voravelconceilo
ou allencao daqoellrs, que o lm.
A soa lingoa he virulenta, sobre modo arrojado o
seu proedimento. Abocanhar a reputado de um
illuslre advogado da sciencia ; assacar-lho um eni-
thelo injurioso, desprezivel ;chama-lo de Arleqoim
ao Sr. Dr. Mello Moraes. cujos bros, illoslrado
mrito Iliterario sao tao couhecidos no Brasil, e'a-
prociados, he t devido ao aggressor injusto, t'raico-
eiro, sob amimunda capado anouvrao.jque nao tem
cousciencia do sea merilo, porque provoca 110 cam-
po das injurias, dos doestos, cuias armas sabe ape-
nas jogar. Nao pretendemos defender o. nossos ami-
gos Dr. Mello Moraes, e couogo Pinto de Cara-
pos ; Agripa foi sufficientemenle escarmentado or
aquelle ; e elte lhe dar" cabal rosposla.
Dizemos de nossa parle porem ao Sr. Agrippa.que
as suas pala vras sao asquerosas, iodignas do hornem
que se preza, e indignas de ouvir-se.
Excedales as regras do decoro, descobrisle-vos
como un ap.ixonado inimigo, leviano, e descome-
dido, se he verdade, que leudes motivos para ac-
caardes .0 Sr. conego Campos ; .0 pe razao, e jui-
tica podis friumphar delle, apreseulai-vos franco,
colmo, relleclindo. o Sr. conego, ameslrado nal
lulas da unprensa combalora' com vosco ; mas he
juslamODle por assim oumprel.enderdes que fueis
desta arma de liOOTO.epreparaes vossas arma, procu-
rmdo assallar reputace bem firmada., caracteres
nobres, e veneraveit. Tocaslos o tambor do guer-
ra, insultaste, de ma' f ao Sr. Dr. Mello Moraes,
invernando um commercio Ilcito entre este honra-
do escriplor e o Sr. cooego .omento por ter elle
vulgansado a sua excelleole obra entre os seus _
lumnos, fazendo sobretalur o real merilo della. Pro-
roelleis um pamphlelo critico, e lidenlo para diver-
tir o publico ; e he com elementos taes, que preten-
dis au pinino sensata em avor vosso' Nao '
Darvoi-hemoi, nuera balilha j a oggressio njo-
rhJM toro logo comrtsUda pela palavra aaiton, e
AO PUBLICO.
Anda qoando vencedor, ha perda para nos n'amo
lu.1 como a qne estabeleceu o conego Cimpos ; e,
pois, aliaron, a nossa desforra, que sera de um mo-
do digno de nos.
Sabemos que tres lentes do Fsculdade de relo J AsUev"
fizeram pacto com o Jornal di. Commercio para a
87:4679549
Descarregam hoje 6 de abril.
Barca inglezaNauphantemercodoriai.'
Barca inglezaAnn Baldwinferro, chumbo e cer-
veja.
Barca americanaMoudaminfarinha de trigo.
Patacho americanoChapmandem.
Brigae brasileiroTherezadiverso gneros.
Brigue inglezMariha Milesferro e cerveja.
IMPORTACA'O.
..Galera ingleza Uermione.ii vinda de Liverpool,
consignada a Southal Mellors & Companhia, mini-
f.slou o seguiole :
104 caixas e 216 fardos telendas de algodao, 1 cai-
xa dita de seda, I dila dita de dila de laa, 12 cillas
e 6 fardos dila de linhn e algodio, 15 caixas dita de
laia, 16 fardos .lila de lia, 20 caixas chapeos de sol,
12 ditas linha, 9 volumea elidios privados, 1 caixi-
nha nlensilios de e>criplorio, 50 barris manteiga ;
a Soolhal Mellors & Companhia.
27 caixas e 19 fardos fazendas de algodao, 4 ditos
e 9 caixas dita de linha, 2 fardos lona, 80 gigos o 1
cesto loucs ; a Adamson Ilowie 6Companhia.
27 caixas e 8 fardos fazendas de algodao, 8 ditos
estopa de algodao, 5 caixas fazend.s de linhoe al-
godao, 9 ditas dilas de linho, 1 dila utensilios de
escripiorio, 50 barris manteiga,5 ditos, 1 cesto a 146
gigos louca ; a Johnston Paler & Companhia.
3 caixas fazeudas de algodao, I dila pelles de por-
co ; a Timm Monsen & Viuassa.
II caixas e 1 fardo fazeorias de algodao, 6 ditos
dita de dito o laia, 6 ditos cobertores de laa, 3 caixas
fazeudas de seda e algodao, 1 dita dita de laia, 100
dilas cerveja, 2 dilas utensilios para escripiorio ; a
James Ryder & Companhia.
2 cai\a< fa/.emlas de algodio, 4 fardos fazendas
de linho, 7 barricas copos de vidro, 46 ditas e 1 cai-
ta forragens, 32 bigornas, 28 caixas miudezas ; a Ja-
mes Halliday 4 Companhia.
4 caixas boladiiohas, 1 dita salmio, 6 dilas quei-
jos, 1 gigo el barrica presuntos; a J. da Cunha
Nevos.
^ 3 parafusos e 3 bigornas de ferro ; a Starr &
Companhia.
19 barris oleo de buhara, 1 dilo drogas, 1 dito
tintas, S ditos entilara, 50 "ditds envada, 15 ditos o
I Mixa ferrasen-, 190 dilas folha de (landres, 2 dilas
sellius, 6 ditos, camas de ferro, 19 pares da folies ;
S. P. Johnston Companhia.
< % fardos e 18 caixas fazendas do algodao, 5 far-
dos dila de linho, 3 ditos fio, I gigo efTeitos priva-
dos ; a James Cnbtree ^ Companhia.
8 caixas chapeos de sol de algodao, 5 fardos pan-
nos, 1/jo Iotas tintas ; a H. Gibsou.
6 ti pos e 6 caixas fazendas de linho, 12 ditas dila
de dao, 3 fardos fio, 50 caixas qoeijos, 400 sac-
os ; a Saunders Brolhers.
irris lingun e carnes, f dilo presuntos, 5 di-
lachinhas, J rijio e 6 oaixas vinhos, 2 gigos
urviaro,.) caixas cerveja ; a Ueo ?iesbil(.
irrii envidas; a Joao Fernandos Prente
I la--iia.-.____-_____-
1 fardo fazendas de algodao ; a A. J. Voz de Mi-
ronda.
250 barras de ferro ; para a estrada do Rio do S.
Francisco.
16 barricas o 5 caixas ferrageos ; a Paln Nash,
v 8 fardos fazendas de lia, 2 barris ferragens ; a E.
I. Wyalt & Companhia.
Vcaixa. miudezas ; a Feidel Pinto & Companhia.
1T 1x0 fazendas de algodao ; a Rabo Schamellau
& (.1. panhia.
1 dii camisas ; a Manoel Joiquim Ramos o
Silva.
1 dita ignora-so -, o J. O. C. Doylo.
33 l'olhas de ferro, 54 feixe o 473 barras do dito ;
a Braoder a Brandii& Companhia.
3 canas o 3 saceos amostras ; a diversos.
Barca ingleza eNanphanlo,) vinda do Liverpool
consigoada a C. J. Aslley & Companhia : manifes
tou o seguinle :
480 barras de ferro ; a estrada de ferro.
50 fardoi e 136 caixas fizenda de algodao, 4 dilas
dila de linho, 5 fardos dilas diversas, 4 ditas dita de
lia, 2 caixas linha ; #H. Gibson.
100 caixas fslha de (landres, 3 ditas chapeos de
sol de algodao ; a Feidel Piolo.
1 ealxa fazendas de linho ; o Jomes Hollidoy & C.
1.1 barrica, ferrageus, 60 feixe pai do forro :
Burle & Souza. -
49 fardos e 18 caicas fazendas de algodao, 100
toneladas de carvio ; a Rostron Rooker & Compa
nhia.
2 caixas Tazenda de olgodao, 1 dito dito do dito
e laa ; o Augusto Cezar de Abreu.
1 caixo cooros; o Manoel Joaquim Ramos
Silva.
10 barricas anchadas, 3 dli. ferragens, 30 feixos
pas de ferro ; a Andrade & Irroo.
80 gigos louca. 1 caixa 1 rabas de algodao, 1 dita, 1
gigo e 30 barricas ferragens. 8 ditas anchadas, 3 di-
tas nbjedqs de vidro, 10 ditas pezos de ferro, 1 dita
e 1 caixa objectos de escripiorio, 72 fexes pas de
ferro, 36 chapas para fogio, 36 portas para dito, 36
grelhas para dilo, 250 pesos de ferro, 50 barris mau-
teiga ; a ordem.
7 canas fazenda de lao, 7 ditas ditas de laa
seda, 2 dilas da olgodao e lia ; a J. Keller & C
50 barris manteiga, 3 fardos fazendas de linho, 20
barricas o 5 caixas cerveja ; a Johnston Paler.
13 caixas e 11 fardos fazendas de algodao, 6 far-
dos fazendas de laa ; a Paln Nash & Companhia
2 caixas cooros, 25 dilas e 40 fardos fazendas de
algodio, om embrulho verguiuhas do metal ; a C.
publicai-ao de om. dirlbe era ve ZcoZ. nos SttuVT1? MJM^ ttwu
Ouviromos era silencio ess. ."? ZlTco^aZ "Wiii* S 'l"***"*
Uuviremos em silencio essa peja e o publico, que
aguarde noisa resposla, qumdo nossos incommodos
do aaude derem logar ; e atiendo ontro sim a natu-
reza do ataque, para dar o devido descont a ceremo-
nia da defeza.
Quanto ao que o padre Campos.jonrado peloi meus
miquos juizes, ja trata de propalar conlra as minhas
provas acadmicas, daremos cabal resposla. Quelxe-
e de si, quem nos leva mais longe do que tencona-
vamos...
Somos um s contra mullos : mas o combale ser
porfiado.
o -t l 1 .-... Dr- Prigio Guimaraes.
Recife 4 de abril de 1857.
Duas palavias proferida! a' face da se-
pultura do infeliz Manoel da Fonseca
Lemos, alumno do primeiro anno da
Faculdade de Direito do Recite.
Ei-lo eahido em llcir... Mil esperance
Dos seus e da naci, ei-las perdidas !...
[Moniz Brrelo.}
Sim, meu bom e dislincto.collega, nem cedo che-
gaste aooccaso da oxislencia Bim cido eolras para
esta morada de magua, de dor e de pronto !
Flor peregrina do bemfazejo Piauhy, mar deso-
broeharas no sampluoso jardim das letras, e j o g-
lido sopro da adversidule le reseccava as pealas mi-
mosas, fazia-le pender ao chio d oiorle !
Ainda fatigado de orna grande batalha, em que
empenharas a la alia inlelligencia era busca de
conhecimeolos, e quando principiavas a saborear o
Troci de las priinoiras tocubrac,es, eis que vem
senlar-se a morlo sobre leu corado, arrancar-te o
ultimo alelo e nivelar-te a lodos os seres no campo
da destruido.
Tudo esi acabado I Feneceram-se-le, he verda-
de. as alegras, as esperances da vid ; mas quebra-
ram-se lambem eom ellas as cadeas que te prendiam
aos desgosto. e ililiceftes. Hoje de-cansas enlre estos
mudas alalaias do poder do Creador.
Se a raorte assim le desterra da regiio dos vivos,
so a Uge turnla 1 ia levanta para tragar-ie, oque
impoila boa 7 Nao se termina na Ierra a nossa car-
roira. >em n tmulo e nem a raorte do corpo po-
dedo vedar-te a entrado na eid.de eterno, onde te
esaera a vida do espirito, e gozos e alegras infinitos
na conlemplado eslhelic do lempilerno.
Morrendo, acabrunh.s e desoa, a leu carinhoso
pai, escondes a patria uno. de sua. esperancas e le-
vas dos amigos urna boa porte do coredo; mas te
d.spr.ndes da materia para subir i mansao dos jas-
,Jl '1!n -j" P.,-'r" pal^', e 01 ,,mi*0, Prantear- Kendimo
le a raorte, idenl.ficodo. pelos raosmos .eulimenlo dem do
o dor e a saudade.
Morrendo, doixas em braneo nma longa pogiua,
120 gigos louca, 69 caitas e 54 fardos fazend.s de
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
4 DE ABRIL DE 1857.
Rio da PrataEscuna ingleza eAreda, Issac, Curio
& Companhia, 200 barrica! assucar bronco.
Lisboa Brigue pnrtoguez -laia III, F'ranciseo
Severiano Batidlo & Filoo, 20 barris mol
LisboaBrigue portuuuez u Viajante, Thomaz de
Aquinu Fonseca & Filho, 36 saccil algodao, 4
caixas associr braneo.
Lisboa Patache porloguez Mario, Novaoi &
Compinhia, 500 saceos assoear bronco e mosca*
vado.
LisboaBrinuo porlugaez Bom Succesio, Carva-
llo) 1 Irmios, 20 pipas mel.
PortoBrigoe brasileiro Despique de Beiriz,
Ferreira & Lonreiro, 2 barricas assucar.
BareellonaSumaca hespanhola 'Ardilla, Amorim
Irmios, 54 s.ccas algodao.
LiverpoolBarca ingleza Linda, Patn Nash &
Companhia, 700 saceos assucar braneo e masca-
vado
Barcelona Barea americana Welsh, Matosos
Aoslin, 1,200 saceos assucar maicavado.
Bu.k Walter Escuna honoveriaoo Johinno,
Timm Mousen & Vinassa, 177 coaros salgados.
ECEBKDOBIA DE HENDA INTERNAS GE-1
RAES DE PF.RNAMBUCO.
Bendimonlo do dia 1 a 3 2:189i50
dem do dio 3........2:5058248
4:6948698
CONSULADO PROVINCIAL.
Bendimonlo do dio 1
dem do dio 4
3
12-4188776
2:4%58l
14:9158357
PRACA DO RECIFE, 4 DE ABRIL DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios---------- Nao se fez nesla semana.
Algodao-----------Vieram ao mercado 852 saccas.
Os precos continoaram de 78500 a
78600, e algum superior a 78650
por arroba da primeira sorte.
Assucar ---------Como as noticias dn Europa fos-
sem favoraveis a osle producto, os
precos eootinnim o mesmo torna-
ram-se mais animados. Os brancos
venderam-se de 48600 o 58500, o
os mascavados de 28900 a 38300
por arroba. Eolraram 32,000
saceos.
Agurdenle-----Cootinnoa procurada, vendendo
se de 1088 a 1109 por pipa.
Couros-----------Sustentaran! 310 rs. por libra dos
seceos salgados.
Bacalho-----------Nao houve entrada, porm esta
bem sortido, licaodo hoja em ser
8,000 barricas. Retalhou-se de
118 118 o quintal.
Carne soeca Eniraram doas carregamenlos,
com os qoaes o deposito subi a
11,000 arrobas do Rio Grande, a
15,000 de Boenos Ayres. Reto-
lhoo-se de 58600 a 58800 por ar-
roba da primeira, o de 58 o 58200
d.1 segunda.
Forinhade trigo- Eolraram cinco carregamenlos,
tanto de portos estrangeiros, como
nacime-, com os quaos o deposi-
to snbio a 10,000 barricas, sendo
1,500 de Philadelpha, 4,500 de
Ballimore, 1,200 de Richmond,
1.200 de New-Orloons e 1,600 de
Trieste. Retalhoo-se de 248 a 268
por barrica da primeira, 238 da
segunda, 268 da lercoiro, 218 da
quarla e 288 da ultima.
Descont-----------Subi o 9 por cenlo, lano na cai-
xa filial como fura.
Frotes--------------Ha offeredineotos de precos bai-
xos.
Tocoram no nosso porto : 4 carrogaraenlo.de azei
le de peixe, 4 vapores, 1 navio com cobre, 2 com
guano, 1 com carne do Rio da i'rata, e 2 para rece-
ber ordens.
Entraren] : 4 com farinha de trigo, 7 de cabola-
gera, sendo om tarab.m com farinha de trigo, 2 com
fazeudas europeas, 2 em lastro, 1 com vinhos e 2
com carne secca.
Sahirara : 2 em lastro, 6 com assucar, e outro
geoeros do paiz para porlos estrangeiros, 6 decabo-
lagem o 1 com parte da carga que condoli da Eo-
ropa.
F'icaram no porto 55 embarcaees, a saber : 7 0-
mericanas, 18 brasileiras, 1 chilena, 1 francesa, 1
hanoveriana, 3 hespauholas, 1 hollandexo, 12 in-
glesas, 9 porluguezas, e 1 sueca.
BAHA, 1 DE ABBIL.
Cambios.
27 barricas pregos, 5 dilas 'ferrogens: a Brander
a Brandis.
50 barris manteiga, 40 caixas queijos, 5 ditas e 5
fardos fazendas de algodio ; a Saunders Brothen.
6 caixas cauros ; a Rabe Schmettau & C.
50 barris mante g;, 4 fardos Tazeiidaa do algodio;
a Jos Baplisla da Fonseca Jnior.
23 caixas fazendas de algodao, 2 dilas cobertores,
2 dilas miudezas, 1 dita saceos de (apele, 1 dita
meias, 4 dilas fazendas de lia e algodao, 10 ditas di-
las de linho, 1 dila duas diversas, 2 ditas grvalas e
lencos de seda e algodio, 1 caixa couros, 1 dita fer-
r.gens; o H. Brum & C.
I caixa linhas ; a S. P. Johnston.
3 caixas e 2 fardos ferragens, 2 caixas sanlos : a
E. H. Wyalt. '
1 cain diversos objeolos ; a James Crablree & C
100 caixas cerveja ; a James Ryder & C.
9 fardos fazendas de algodao; a Braga & Carvalho.
2 caixas fazeudas de algodao e la. ; Tirara M011-
son Si V.
46 caixas e 13 fardos fazendas de algodio, 1 caixa
couros; a adamson Ilowie & C.
53 fardos e 28 caixas fazeudas de algodio, 100 fo-
gareiros, 67 fexes pas de ferro,45 barricas ferragens;
a Isaac Corto 5 C.
6 caixas couros, 11 dilas e 16 fardos fazendas de
algodio, 100 fogareiros, 67 fees ps de ferro, 45
barricas ferragens ; a Isaac Cavia Si C.
6 caixas couros, 11 dilas e '16 fardos fazendas de
algodio, 26 gigos louca, 1 caixa espoleta, I cesto a-
rao-ira ; a N. O. liieber & C.
5 toneladas de ferro em lingoado ; a Slarr Jj C.
3 saceos, 1 barrica e I caixa amostras ; a diversos.
Fra do manifest o seguinle.
133 presuntos, 128 queijos o mois 4 caixas com di-
tos, 22 pedajos de carne de porco fumada. 3 barris
vioho, 2 ditos agurdente de franca, 1 caixa fruas
4 ditas bolachinhas, 13 barricas cerveja, 7 caixas ig-
noro ; a diversos.
Patacho americano, A. A. Chapma. o vindo de
Ballimore, consignado a Schramn & C- manifestou
o aeguinle :
1:477 barricas e 105 meias dilas farinha da trigo,
150 b.rriqaioha. bolachinaa, 100 barrilhos br.aha d
porco, 200 dito, presuntos, 5 fardos panno de al-
godao para accoi, 2o caixas dito de dilo azul, aos
consignatarios.
Barca americana Mondaraio, consignada a'
Henry rortersc C-, vindo de Billimore manifostou
o seguinle :
3716 barricas e 60 uioias dilas farinha de trigo : 00
capitao Silh S. Borges.
CONSULADO GERAL.
Reiidimonlo do dio 1 a 3 23:8058099
di +....... 4:1958537
1.......1 a 00 oas de vista.
Paiis......
Harabiirgo. < x. .
Lisboa o 1
Dobroes bespanlioes .
V, da palra .
Pecas de (JjiliM velhas.
de 48. ...
Soberanos. .
Patacoes brasleiros. ,
Mexicanos
Hespanhoes
28 d.
345 a 350 o fr.
650 a 660 111. b. nom.
98 a 100 por c.
298000 a 291200
298000 o 298200
168000
98000
88800 !l800t)
18920 18960
18840 18860
18920 18960
mesma junta do dia cima declarado noto
meio da competentetnante habilitada.'
E para constar se mandou aflixar o
sent, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
Pernimbufo, 1.- de abril de 1857.o
tario, A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1.a As obras do empedranento do 3,-
lanco da estrada da Victoria, far-se-bio da
conformidade com o orcamento, planta, e
perfis, approvados pela directora em conte-
ni, ^ a presentados .' .pprov.cSo do Exm.
Sr. presidente da provincia, n reconsiderado
na razao de 88500 rs. por cada braca cor-
rente de empedramento em 10:67855)reia.
2.* O arrematante dar principio as obra,
no prazo de um mez, e as concluir oto %
12 mezes.ambos contados pela forma do art.
31 da lei provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
matacSo verificar-se-ha em tres presUco*.
igu.es, e a ultima das quaes ser paga na
occasio da entrega definitiva, visto nSo ha-
ver prazo de responsabilidad!!.
*. O arrematante nSo ter direito a re-
ceber o pagamento de nenhuma das aconta
cOes no exercicio eorrente.
5 Para tudo mais que nio sa achar de-
terminado as presentes clausulas, non no
orcamento, seguir-se-ha o qoe a reavento
sppoea lei provincial n. 386.
Conforme.O secretario, A. F. da Annon-
ciacSo.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Rosa ejaiz
de direito especial do commercio. Meta
cidade do Recife e provincia da Pernam-
buco, por S. M. o Imperador, que Daos
guarde, etc.
Faco saber aos que a presente carta ato edi-
los vtrem, e della noticia tiverem, em coato
Francisco Xavier da Fonseca Cou t inho me di-
rigi por escripia a pelieflo do theor segua-
te :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito do
commercio. Francisco Xavier da Fonseca
Coutinbo.qtierfazer citar a Manoel Jos Frei-
r de Audrade, para primeira deste juizo rir
assignar os 10 dias da lei as snas lauras jun-
tas por documento sendo urna da SMPV73,
e ouira de 3218450, ambos vencidas, sendo
condemnado no principal, juros, a castas,
senao allegar e provar embargos qne 0 re-
leve. E porque elle esteja ausente em logar
n3o sabido, como j provou o supplioante
neste mesmo juizo poroccasido do arreato
jue requeren, e fez eflectuar em seus bens,
requer a V. fcxc. digne-se de o mandar citar*
por (ditos, com o prazo da lei, sob pena da
revelia.
Pede a V. Exc. se digne deferr-lhe avista
dos documentos juntos pelo que, recabara
mercaJoaquim Jos da Fonseca.
E mais se n3o continua em Jila pelieJk,
que sendo-me .presentado, profer o meo
despacho do theor seguinle:
Dostribuida, como requer. Recife 1.- de
abril de 1857 a. F. Peretti.
E mais senSo continha em meu despacho
aqui copiado, em.virtud doqual foi a peti-
c3o destribuida ao escrivSo Francisco Igna-
cio de Torres Bandeira.
E como o supplicanle ja houvesse justifi-
cado a ausencia do supplicado em Ingar safa)
sabido, fez o referido escriv3o paaaar a ara
sent carta de editos, com o prazo de 30 dias,
pelo theor da qual chamo, cito, e hei por ci-
tado ao supplicado Manoel Jos Freir da An-
drade, para que no referido prazo comparaca
neste juizo para allegar sua defeza por todo
o conteudo.na peticHo cima transcripta, sob
pena de proseguir a causa os devidos tor-
mos a sua revelia.
Pelo que, toda e qualquer pesaos, paran-
tes, amigos ou couhecidos do referido **
plicado, o podero fazer scientedo que ci-
ma tica exposto.
E para que ebegue noticia a todos, nun-
dei passar o edit.es que serao (fizados nos
lugares do costme e publicado pela laa-
prensa.
Dada e passada nesta cidade do Recife, aos
de abril de 1857.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira,
esenvao do juizo especial do comsMreo, o
nz escrever. 1
Anselmo Francisco Peretti.
Fretes.
Canal a ord. para o Reino Unido 30 s. a 35 ora
Enlre Havre e Hamborgo 40 s. o 45 nom.
Bltico.
Liverpool 30 s. ossuc. nom.
3|8 por libra ala.
Londres 30 s. nom.
Hofflhurgo ou Bromen 10 I. a 4o.
Trieste 45 s. a 50.
Havre on Marielho 60 ora.
(Diario da Baha.;
&o*Wtnx0 *o p0tto.
i
10
28:0008630'
navios entrados no di. 4.
Ilha de Sandwich3 raeies, galera americana A-
delino ajbbs, Je 351 toneladas, capilao G. P.
Pemoroy, equipasen] 23, cargo 2,300 barr, eom
ozoite de pene. Veio refrescar o segu pira New-
Bedford. Perlence a New-Bedford.
I'iuine por Sabiaucello73 di., do ultimo porto
52, brigoe austraco Lybiea, d 315 toneladas
capitao Micbeli Laztan, equipigem 13, carg"
2,400 barris cora farinha de trigo ; a O.
Compaohia. Perlenee a Trieste,
Rio de Janeiro19 das, patacho porloguez Libor-
dade, de 120 toneladas, capito Joao Xavier da
runseca, equipaseis 13, era lastro ; o Bailar ,
Oliveira. Perlenee a ilha de a. Miguel.
Nova Zelandia50 das, galera americana Jen
-Serifl, de 454 tonelada., capilao W. Earl, equi-
pogem 28, corga 2,000 barris com azeile de peno;
ao copiao. Veio refrescar.e segne poro New-Bed-
ford.
Aracaty8 dias, hiale brasileiro Duvdooo, de 1
toneladas, mestre Eslaeio Mendes do Silva, equ
pajera 4, carga cera de carnauba ; a Harlins li
milos. Perteoce a Parahiba.
Parahiba24 horas, hiale bresileiro Cimos, 1
31 toneladas, meslre Bernardino Jos Baodeir
equiqagem 11, rarga loros de mangue ; a Frai
cisco Radich. Perleuce a Parabiba.
Calhao d Lima91 dins, barca insleza >Bosphu-
ros, de 334 toneladas, capilao Wilhara ny,
equipogem 13, carga guono. Veio refrescar e
gue para Londres. Perlenee a Oundee.
Navios sahidos no mesmo dia.
BarcelonaPolaca hespanhola Theresioa, capilao
Fraucsco Maristany, carga eouros e algodao.
PeoedoUiate brasileiro Sergipano, meslre Hen-
riques Jos Vieira da Silva, carga varios gneros
P.ssageiros. Manoel Jos da Silvo Gravo e 1 es-
cravo, Joaquim Soares Barbosa, Manoel Vicente
do l'.ml.i, Joao Jos da Costa Lino.
Havre pela ParahibaGalera francezo Olinda,
capilao Uuruly, carga assoear, couro e algoda'c.
Passageiros, Tilo Henriqoes da Silva Guimaraes
l'ommaloau, sua senhora e2 Gthoi menores, LeSi
Liroch.
MaraohaoVapor de guerra brasileiro Thotis,
commandante o !. lente Joaquira Jos Pi
>avios entrados lio dio 5.
Parahiba24 horas, hiale brasileiro oConceicao Flor
das Virtudes, de 20 toneladas, mestre Alejan-
drino da CosUe Silva, eqoipageml, carga loros
de mangue ; a Paulo Jos Baplisla. Partaaea O
Pernambuc.
Havre36 dias, barca francoza oCephise, de 197
Innelada, capilao Joseph Savary, equipasem 13
carga diversos gneros ; o Lassrre Tisoel. Per-
leuoe ao Havre.
Rio de Janeiro e portos intermedios 11 dias e 21
horas, vapor brasileiro S. Salvador, commi-
dante Pon Ribeiro.
Navios sabidos no raesmo dia.
ParahibaVapor brasileiro Persinunga, comman-
dante Juaqunn Alves Moreira, carga varios se-
eros.
Rio de JaneiroBrigue brasileiro al.eao, capilao
Joaquim A. de Paria, e Silva, corga assucar. Pai-
sageira, .Mana tiembla d'Anuonciacao.
PtiilodolphlaPatacho americano Forsler, copi-
Iflo Cruwill, carga assucar
ttUr ot&.


MUTILADO
0 Illm. Sr. contador servindo de ins-
pector, da thesouraria provincial, em cum-
priment da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, do 31 de marco ultimo, manda
fazer publico: que no da 23 do corrente.pe-
rantea junta la fazenda da mesma thesou-
raria, se ha de arrematar a quem por menos
lizer a obra do empedramento do 22.- lanco
da estrada da Victoria, avaliadaem.....
10:9679550. A arrecadacSrr sora feita na for-
ma da le provincial n. 343 fc? 5 de n.aio de
1854, e sob as clausulas especiaes abaixo
copiadas.
as pessoas que se propozerem a esta arre-
mataQo, comptrecam na sala das sesses da
CORREIO GERAL.
O vapor S. Salvador receba as malas para
os portos do norte hoje as 3 horas e meia da
tarde ; as correspondencias deverSo ser en-
tregues at as 3 horas, e depois deas, boro
serao recebidas com o porte duplo
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo tem de comprar
os objectos seguinle :
Para o 9.- baUlhao de infantaria da lina
Papel almaco resmas 6, pennas da sanco
?00, caetas 2, lapes li, tinU preta de escre-
ver, garrafas 6, areia preta, libras C, cartas
de a, b, c, exemplares 20, taboadas exem-
plares 20,grammaticas portugueza. por Mon-
te, ultima edicSo, exemplares S, romanadle*
de anthmetica por Avila, exemplares _.
tas 6, traslados de escripia 20, dornrntode
soda, libras 4, zarco, libra l, livro i aras-
so para registro auxiliar, do geral do bata-
tainao, para os assenUmentos, contando Si
lUIlldS, 1.
Companhia Ilude c.valh.ria da liona
Aparelhos de limpeza 64, bolsas ora os
mesmos 6, born.es para raeSo de cavado*
64, mantas de algodao 64, silbas Metras.
64 silhas de panno 64. ^
Fortaleza de Brum.
Livros em braneo pautados da 150 faenas
1, bandeira imperial de 8 pannos, da Mel
balanca de conchas de folha I.
Hospital regimenUI.
issucareiros de louca 15, bacas de ra-
me, sorudas 30, bacias de louca 10. barrates
de algodao 70, bules de loucT15. chinolb
de,couro, pares 100, eolchoes 8,comadres da
estanho 2, conchos de cobre a, esquife co-
berto 1, Tacas pequeas para cozinba fre-
gideiras de ferro, sonidos forradas da por
callana 6, mantas de I.",a mantaiwiras
de louca 15, panellas de ferro, sortidaa, Tar-
radas de porcellana 9,pannos mortnanos i.
paes de ferro 3, irsvnsseiros 8, si nata ana.
armas, pequeo, para marcar papel cos o
dstico, Hospital RegimenUI de Pernambuco
1, brtm branco|liso para 608 camisolas, nao
ronhas, 214 guardanapos, 334 lencoos a
toalhas. varas 6619, chita para IScobartaa.
covados 120. ^"
Botica do mesmo hospital
Caixas com capsula de copabina de Moths
12, espumadera de olha 1, rnrro proparado
pelo hydrogenno. oncas a, rinho braneo,
garrafas 16, vniho Unto, garrafas 1.
Fornecimento dos armazensdo Almoxarifa-
do oflicinas de 1.- e % cl.sae,
Pranchoes de pinho de II polegadas da
largura 12, arcos de ferro a I l|2 poiegada.
arrobas 10, pregos caixes, milheiroa Id, o^
leo de linhaca, arrobas 5
3. classe.
Ferro inglez redondo 3,4 de nolegada
quintiles 20, dito dilo em barras m 1 lij ,'
3|8 ue dita, quinUcs 30, dito sueco quadra-
do de 1 polegada a 618, quintara 5o, safra
grande de 2 pontas 2, dita pequea i, roles
grandes 2, rame de cavtlha, arrobas 10, dito
grosso de I 1|2 uitovo de grossura. quintaos
3, tornos grandes para bancada 1S, limas
chatas de 8 polegadas, duzias 7, ditas macas
chatas de 8 ditas, duzias 8.
*.* classe.
rame de latSo n. 13, arrobas 2. esUnho
em vergumhas, arrobas 1, rame de ferro
de amarrar, arroba I, cadinhos do norte n
10, 20, caixas com folhas de flandres dol.'ra-
das 4, ditas com ditas singlas S.
5.* classe.
Sola'cortida, meios 200, Oo de vella fino
arrobas 2, nbas brancas, libras 10, uitai
Dretas. libras 10, brochas para sapatoiro ni-
Iheiros 10, capa-rosa, arroba I.
Para o fornecimeiito de luzes as estsedes mi-
litares no mezes de abril e maio deste
nno.
Azeite de cartapato, caadas 980, dito de
coco, caadas 47, o de algodSo, libras *
d! 10' dUZ"S 9' V0,,S d" ctr,,aob'. Wo-
Quem quizer vender, aprsente as ana.
proposlas em carta Techeda. na secreUriado
conselho as 10 horas do da 14 de abril coY-
rente. "cor
sala das sesses do conselho administra-
tivo para rornecimeuloo arsenal de guerra
3 de abril de 1857. ^Manoel Ignacio Bri-
co, major presidente interino.__Bernardo
Pereira do Carmo Jnior, vogal secretario.


#".
DIARIO DE PERNAMBCO, SEGUNDA FEIRA C DE ABRIL DS 1857
CONSELBO ADMINISTRATIVO'
O consclno administrativo, em cumpri-
niento do art. 99 do regulamento de 14 de
dezembro de 1859, faz publico que foi aceita
a proposta de Jos Eustaquio de Amorim Li-
ma, para fornecer 6 milheiros de lijlos de
ladrilho, compridos, postos no porto'mais
prximo a obra do hospital regimer.tal a
303000 res o milheiro : e avisa ao supradito
vendedor, que devera principiar a fazer en-
trega dos ditos tjlos, do dia 6 do corren-
mez, em diante.
Sala das sessoes do conselho administrati-
va para fornecimento do arsenal de guerra
3 dq abril de 1857.Bernardo Pereira do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimer.to do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de sor arrematado de um a tres annos,
que comecavam a correr do !. de julho pr-
ximo futuro, o servigo da capatazia da al-
fandega desta mesma provincia,Ja quem por
menos fizer ; maiores ou melhores vanta-
gens oerecer em favor da faza'nda, e que
nos termos do art. 6* do regulamento de 92
de junbo de 1836,;o referido contrato andar
ra em praca por 30 das consecutivos conta-
dos do 1.* de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no dia 30 do dito mez
de abril, a 1 hora da Urde, perante a the-
souraria. Os pretendentes comparecam com
seus fiadores legalrr-ente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco 9 de marco de 1857.O official
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
BISPADO DE PERNAMBUCO.
0 Exm. e Rvm. Sr. hispo diocesano manda an-
naoeiar qae no prximo Domingo de Pancho podem,
lucrar indolgeneias plenaria lodas a pe-soa que,
dispoitat cora a conlissao e commuiiliilo vmlareiu a
icreja de N. S. do Carmo, desta cidade, no acto da
musa solemne ( qae se ha de celabrar aa 6 horaa ) .
rogando a Dos pela igreja calholica, por Sai Sanii-
dade, por S, Eie, Rvm. que na mesma oecaiiSo,
por indulto da Santa S, dar' a bencSo papal. Ke-
eife 4 da abril de 1857.O provisor, Francisco Josa
Tavarea da Gama.
Pela inspecclto do arsenal de marinha,
faz-se publico, que feitos nesta data nos va-;
pores Persinunga e Camaragibe, este de re-
boque, da companhia vigilante, eaquelle da
navegacSo costeira, da companhia pernatn-
hucana, na conformidade do disposto n'gu-
lamento acompanhando o decreto n. 1324 de
defevereiro de 1854, os exames nos res-
pectivos cascos, machinas, caideiras, appa-
relhos, maslreagrtcs, velames, amarras e an-
coras, achou a commissSo ludo isto em bom
estado.porcujo motivo foi unnimemente de
parecer que podiam, o primeiro fazer a v>a-
gem para a qual de presente se destina, e o
segundo continuar no servico que lhe he
proprio. InspecQSo do arsenal de marinha
do Porto de Pernambuco 3 de abril de 1857.
O inspector, Elisiano Antonio dos Santos.
Nao tendo apparecido quem arrema-
tasse 80 barrilinhos com doce de calda, ap-
prebendido, cujo leilao foi aiinunciado para
o dia 31 de marco ultimo, e depois para o
dia 2,4o corrente, talvez poBser um pouco
alta a avaliacao, deca ra^senjue no dia 6
deste e ao ponto de urna ho'ra da larde es-
tar em leilao o mesmo doce pela segunda
vez avadado em 80*000, sendo 400 librase
razo de 200 >s. cada urna. Mesa do consu-
lado de Pernambuco 4 de abril de 1857.O
esorivio, Lumachi.
->-~-r--------------------------------------------------------------------------
TEATRO
DE
santa Isabel
Ficdm suspensos os espectculos durante a
semana santa.
SABBADO, 11 DK ABRIL.
Recita extraordinaria.
j Repretenlar-se-ha o intercalante drama, dividido
| em 6 qnadrot, intitulado
OS SEIS DEI-KAOS DO CRIME
Joao Caetano tara a parte de Julio, por elle erea
Rematara' o espectculo a engranada comedia em
1 acto.
AS COSTUREIRAS.
As pesioas qae tem encommendado camarotes e
radairaa, qaeiraro procura-Ios at quarla reir ao
meio dia. -
O reato dos hilhete* aeham-te desde ja a' venda
no escriptorio da thcalro.
Principiara' as 8 horas.
Ct>i*oS a>i>er$o$-
a
Gratifica-se
reada.
$rt>i#0i mpt.t*t.
Para a Bahia
pretende sabir nestes 8 dias o veleiro e bem
conhecido palhabote nacional Dous Amigos;
tem prompto dous tercos de sed carrega-
ment :apara o resto, IraU-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira A/e-
vedo, ruada Cruz n. i.
>'ara tr -Vio d Janeiro,
o hrigu nacional Veloz, pretende seguir
com muita brevidade; tem prompto metade
de seu carregamento : para o resto e escra-
vos a frete, para os quaes tem excellentes
commodos, trata-se com o seu consignata-
Jio Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
Pumo Rio de Janirj,
a veleira e bem condecida barca nacional
Amelia, pretende seguir nestes 8 dias ; tem
prompto metade de seu carregamento: para
o resto e escravos a frete, para os quaes tem
excellentes commodos, trata-se com seu
consignatario Antonio.Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Vende-se o brigue portuguez Bom,Suc-
cesso, novo, de primeira marcha e bem cons-
truido, de lote de 12,500 arrobas : quem
pretender, dirija-si a Thotnaz do Aquino
Fonseca & Filho, na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Para Lisboa sabe com brevidade o bri-
gue portuguez Kncanla Jor: quem no mes-
mo quizar carrogar ou ir de passagem, para
o que oTerece bous commodos, falle ao ca-
pillo do mesmo o Sr. bernardo Augusto Lo-
pes, na praca, ou aoconsignatarios Thomaz
de Aquino Fondee* & Filho, na ra do Viga-
rio n. 19, primeiro andar.
Para o Cear vai seguir rom brevidade
o hiate Correio do Norte ; recebe carga e
pasaageiros : a tratar com Caetano Cyriaco
da C. M., na rita da Cadeia n. 2.
Perdeu-se na noite de 30 para 31 de
marco prximo passado, um capote de pan-
no azul fmo : quem o tiver achado e quizer
entrega-lo, queira traze-loa botica do Sr.
Luiz Pedro das Neves, ra da Cruz n. 94. oue
ser gratificado.
Desappareceu da cocheira dos mnibus
um cavallo alazto, quemdelle tiver noticia
e quizer entregar, leve-o a dita cocheira que
ser recompensado.
IRMANDADE DA MATRIZ DG SANTISSIM
SACRAMENTO DO BAIRKO DE SANTO AN-
TONIO DO RECIFE,
A meta actual desta irmandade, pelo prsenle
convida a lodos os seua itniSos a comparecerem no
da 7 do corrente as seis horas da manhaa, parj en-
corporados acompanharem a procissao do Seuhor aos
enfermos, qae tem de s.ilur da mesma matriz no
mencionado dia. Consistorio da irmandade 4 de
abril de 1857. O escrivao, Tiburcio Valeriano
Baplista.
DSo-se 600,000 r s. a premio sobro hy-
poiheca em nma escrava, ou se compra :
na praca da Independencia n. 3.

J a quem entregar on der noticia de nm caixo-
_ le vindo do sul, no vapor Gaanabara na
. aua ultima viagem ; a marca do dito caixole
I he a leguinle : V. J. M. S. & C. e o lelre-
roJos da Rocha Filgoeiras : qnem delle *
poder dar noticia, dinja-se ao bairro da Boa- *
1 isla, a na do Aterro n. 41; em Santo An- a}
Ionio, a' casa dos Sr. Sequeira & Pereira, ejj)
m ma do Crespo n. 7; ou no bairro do Recife, #
aa ra da Crax n. 13. 9
-- 8
Irmandade do S. S. S. da matriz da Boa-Visla.
Tendo a mesa regednra desta irmandade de apre-
sentar no dia 8 do correle, pelas 7 horas da mantisa
a procissao do Senhor Sacramentado, aoa enfermos,
convido a lo.los os irmaoa em geral, para compare-
cerero no consistorio da matriz aa 6 horaa da ma-
nhaa, alim de acompanharem a referida procissao :
oulrosim a mesa regadora pede a lodo os irmaoi,
que licaram de dar figoras, que as mande as< l>
horaa, porque tenriona sahir com procissao as 7 ho-
ras ila manhaa. Consistorio 3 de abril de 1857.__O
ascrivo, Jos Joaquim da Silva Guimaraes-
Precisa-se de ama criada para o servico eiler-
no de ama cay de pouca familia : na roa das Ornes
11. 22, segundo andar.
Precisa-se de ama ama secca qae cozinhe bem :
na mado Sebo u 39. -
Precisa-se de urna ama forra para com-
prar ecozinnar, etc., etc. ; na ra Nova n.
5, segundo andar, ou a fallar no cartoriodo
tabellio S.
VOLTARETE.
Cartas para voltarete nissimas, nao ha
venda senao no deposito n. 6 da ra de S.
francisco, tior barato preco ; com a vista se
desengana.ro.
Precisase alugar um moleque : no
aterro da Roa-Vista n. H.
FEIJAO' MULATINHO.
* ra da Cadeia do Hecife, primeiro an-
dain. 11, ha para vender feijao mulatinho a
13J000 a sacca. No mesniu escriptoriose
achara tambem venda por precos razoa-
veis cera de carnauba, sola, gomma de man-
dioca, toucinho da trra, esleirs e chapeos
de palba.
ABJAviO 1PERN1SADA.
Vende-se a armacao que existe na loja
que se acha fechada no aterro da Boa-Visla
n. 36, a qual est propria para miudezat,
calcados e cera a tratar 110 mesmo aterro
n. 46, loja de cal gados. '
AOS CA1XEIR0S BIASILEI-
103.
Alexandm-dySnveira-Lima Veneno convi-
|_d*-eo1caixeros bfasileiros para comparece-
rem na casa n. 27 da ra do Livramenio,
das 10 horas em diante, afim de assignarem
urna peticao em que se pede assembla
geral exonerarn do serv'150 activo da guar-
da nacional. Aquelles que anda no assig-
naram, e o qur/.erem fazer, podem compa-
recer na casa cima indicada.
Desappjreceu um cavallo rugo com
urna malha vertnelha junto a orelha, o qual
eslava carregado oorn urna carga ue carne
secca e 8 enxadas dentro dos coslaes; ro;
ga-se a quem o achar ljyar a ra No* n> J^
que se lhe gratificar.
.\ pessoa que apanhou uns oculos de
armario d* ouro, na ra do Queimado de-
fronle da loja n. 13, queira manda-Ios entre-
gar na mesma loja.
Precisa-se de um sacerdote para capel-
13o de um engenho distante desta cidade 8
iegoas, que se presle a ensinar primeiras
lettras e grammatica nprtugueza a 3 ou 4
meninos ; paga-se bem : a quera convier,
dirija-se ao pateo do Terco, casa n. 44, a tra-
tar com Mannel Eleuterio do Reg Barros.
Aviso
i.uilherme Selle, como procurador de
Francisco Manoel da Silva Tavares (residen-
te em Lisboa), pede a lodos os senhores in-
quilisos, que nao estro em dia com os res-
pectivos alugueis, o favor de mandarem pa-
gar ao annunciaute (levando o ultimo reci-
bo)^Mtum'i\ Pran tuivessa do Carioca
Aviso 9
Os Srs., Candido Theodoro Rodrigues Pin-
to, e Bernardino Uomingues Porto, s3o roga-
dos a irem a ra da Praia travessa do Cario-
ca n. 11.
Antonio Comes Villar, tendo de reti-
rar-se para a Europa, a tratar de sua saude,
deixa por seus bstanles procuradores, em
primeiro lugar sua mu her) Raphaela Rila
Guimaraes Villar, em segundo, o Sr. Joa-
quim da Silva Castro, e em terceiro, o Sr.
Jos Joaquim da Cosa Maia.
Precisa-se alugar um ou dous molo-
ques que sejam esperlos, para servido muilo
leve, mesmo com idade de 9 annos para
cima : na ra do Nogueira n. 21.
Precisa-se de urna criada livre ou cap-
tiva, que saiba engommar e cozinhar : na
ra na Cadeia do Recife casa n. 53, primeiro
andar.
-Manool Goncalves de Oliveira,vai Portu-
gal, eleva em sua companhia sua mulher, e
sua cunhada de menor idade.
Pesca-se
No viveiro grande dp sitio do Muniz, no
aterro dos Afogados.na terca, quarta,'quin-
ta, e sexta-feira, da semana santa.
Fugio nontem as 7 horas da manhaa.um
preto crioulo, de neme Sebastiao, que foi pe-
gado ltimamente no lugar do Cacbang,
tem os signaes seguintes : levou camisa de
riscado, caiga azul, lem os ps inchados, he
quebrado, tem os escrotos grandes, e levou
ierro no pesclo : quem o pegar, leve-o a
ra Direita n. 24, que ser bem recompen-
sado.
Precisa-se de um moleque de 12 a 14
anuos de idade, para o servico externo, e de
4ima escrava para o servico dp orna casa es-
trangeira, de tres pessoas de familia : quem
os tiver para alugar, podendo afianzar seus
costumes, queira dirigir-se a ra do Vigario
n. 5, primeiro andar.
=
DE IMAM!
POR'
FURTADQ COELHO.
Methodo especial de ensino
Pode ser procurado no hotel inglez, de 1 as
4 horas da tarde.

Aos asilantes da bella fu-
n.aa
Na ra do Aragao n. 12, ha um grande sor-
ti ment de charutos de variados ttulos, dos
melhores autores, e da melhor quahdade
que tem vindo ao mercado, que sao os se-
guintes : deputados, senadores, adiados, re-
galos de Havana, nova fabrica, regalia, S.
Flix, affagos, lanceiros,e oulros muitos que
deixa-se de mencionar, s na presenca do
comprador; assim como os fabricados na
mesma, de bom fumo, que se alianca a qua-
lidade : a ellos, freguezes, a vista faz IV.
Especficos I
para ir de (lentes.' &
-;;- Jos Adelo, continua a sangrar e tirar (0
az* bem denles, chumba denles Turados, separa g
bem os -'- das. Tode ser procurado a qualquer hura ^j
'_r nos seis dias da semana, na ra da Camboa ,.
*'.' do Carmo n. 20 ; veude-se especficos odon- w
r; lalgicos, remedios lufalliveis e muilo pro- ^
Tg pnos para aplacar a destruir as dores de ca
denlas pela caria, por I e 29OOO rs. o fras- *
Vff quinho com folhelo, assim como pita denli- f^
^j frieioa e Inico para conserva e linipar per- |j
^ fallamente os deules sem alterar o niarniore 2
'">* polido, forislece as gengivas e as cora de W
'!>' um beilo rosado e deua na bocea ama fre- c
x, cura e hlito rom agradavel orevine o inao '''
W pfogresso e flores de deutes. Por 2}000 rs.
a caia. i':
MMlSil &&&&
Professora de
piano e cauto
Mademoselle Cari de La-Charic, dissipu-
la premiada do conservatorio de msica de
Pars, ensina a tocar piano e cantar, confor-
me o gosto moderno, e methodo do dito
conservalorio, as familias que ja lhe falta-
ra m, podem procura-la em sua casa, ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 23, segundo an-
dar, e na ra larga do Rosario u. 28, primei-
ro andar.
eseja-se fallar ao Sr. Antonio Carlos
da Franca Benevides a negocio de seu inle-
resse : na ra da Cadeia de isnto Anionic,
sobrado n. 16, terceiro andar.
Precisa-se de urna ama de leite : na
ra de Hortas n. 60.
- liesappareceu na noite de quarta-feira,
1. do corrente, para o amanheeer da quinla,
do caes por traz da fundicao do Sr, D. W.
Bowuian, urna canoa
Attcnco
o
R. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio, n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folhas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, prevenindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque s elle he
quem vende.prevenimos ao mesmo publico,
que o nosso xarope he remettido do llio de
Jrneiro pelos cima proprietrios ao Sr.
Manoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, ni-
cos por nos autorisados para venderem o
nosso verdadeiro, e roais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas s3o
assignados por Henry Prins, como procura-
dores dos cima proprielarios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, Ion-
do o annuncio dos Srs. It. o. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser se-
ment verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta cidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu delles
proprielarios, declara ao publico, que nao
duvida seja falso o xarope de bosque que
tambem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C. Yates como provam os documentos abaixo :
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O Sr. Bartholomeo Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54*000.........216*000
6 duzias de 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 273000......1623000
Rs. 378OO0
Rccebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. C. Yates &
companhia Jos.Paulino Baptista.
Heconheco verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de verdade.
Manoel Hilario Pires Ferrao.
RIO DE JAISEIKO 18 DE FEVEBFIRO DE
1857.
Os Srs. Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira compraram a R. C. Yates hia : v (
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 54>O00.........* 2161000
6 duzias de f|i garrafas com xa-
rope do bosque a 279OO......162/000
Rs. 3788000
Becebemos o importe. Por B. C. Yates &
CompanhiaW. C. Cerwarlt.
Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o xarope cima para oSr. Bar-
tholomeo Francisco de Sotua, de Pernam-
buco, em virtudede sua ordem de 3 do cr-
reme. Rio de Janeiro 18 de fevereiro de
1857.Constantino Gomes de Faria & Fer-
reira.
Heconheco ser verdadeiro o signal supra
de Constanlino Gomes de Faria & Ferreira.
Rio 18 de fevereiro de 1857.
F.m f de verdade.
Pedro Jos de Castro.
- Aluga-se urna casa na fassagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
com solio e muitos commodos para grande
familia : os pretendentes dirijam-se ao Tra-
piche Novo ir. 16.
OlFerece-se para ama de qualquer no-
rnem solteiro urna parda de meia idade, pa-
ra cozintiar e lomar conla da casa e de lodo
0 servico, excepto o de portas para fra,pois
he muito Fiel e de bons costumes : quem
precisar, dirija-se a boa-Visla, ra da Man-
gueira n. 6.
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LE LOES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
1 RECIFE.
f -i-***aBBg,'w staaaiJL
11 r.nn \s pin.(:i< isas- I
* Aderecns de brilhantes,
? diamanles e perolaa, pal- *
* \eirns, alneles, brincos ?'
* S rozelas, bolfies e aunis j$
de difTerentes goslos ede
S diversas pedraa de valor, tai
* __ !*
J Compram, vendem ou ?
- trocam prala, ouro, bri- *
IOREffiA A DARTE.
LIJA II IDRltlI
Roa do Cabuga' n. 7.
?iecel)era por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do uiais
?!5b3#s-
OURO E PRATA- *
s
i Adereros completos de >
^ ouro, ineiosdilos. pulcci- -
S raa, alfinetes, brincos a *
rozelas, conloes, iranre-
'f lins, meiialhas,correles ?
i* eenfeiteapararelogio.e *
% outrosmoitosobjectoada |
'I ouro.
* Apparelhos completo, *
3; de prata, para cha, ban- J
W, dejas, salvas, caslicaes
Ihantes.diamanlesepero-
* las, e oulras quaesquer ,,, ^('flIO iTOStO, tail- $ colheresdeaopaedech, |
I jo.asdevalor, adinheiro ** 3 mallos onlro objeclos i
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre^o cooimodo como costumam.
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O patacho pbifDguez Mara pretende sahir
para Lisboa no Va 12 du corrente; ainda
pr'ide receber alguma carga : trata-se com
os consignatarios Novaes & Companhia, ra
do Iraajjthc n. 31 Tambem tem excellentes
commoTOsipara passageiros.
Para Lisboa, com a maior brevidade
segu o brigue portuguez Bom Successo '
quem no mesmo quizer carregar ou ir de
passagem, dirija-se aos consignatarios Tho-
maz le Aquino Fonseca & Filno, na ra do
Vigario n. 19, primeiro andar.
Para Lisboa sahe imprelerivelmente no
dia 9 do corrente o brigue portuguez Via-
jante : para passageiros, trata-se com o ca-
pilSo o Sr. Manoel dos Santos, ou com os
consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca
& Filh, ra do Vigario n. 19, primeiro
andar. v
grifte
LEIU'O.E PEIXE PARA LIQUIDAgA'O.
O agente Pestaa fara leilao de12barrs
com ptimo peixe xerno.o qual ser vendido
pelo maior preco oferecido, para lechar con-
tas : segunda feira 6 do correnle, as 11 horas
da manhaa, no arma7cm do Sr. Annes, de-
fronte da alfandega.
O senle Borja fara' leilao em sea arn>azem|na
raa do Colleglo n. 15, de ama iromeniidade de
objeelo de differenles qualidades, coosisliodo em
obras de marcenara novas e osadas, looca e vidros
para servico de mesa, candelabros, laiileinas, can-
dieiro de varios modelos.objeclos de porcSIlana e de
marmore para enfaites de sala, qaioqailharias di-
sertas, charutos fino* da Baha, ama porfto de lata
de biscailmhiM franceres, litros impressos ele. ele.
le. : ludo sera eulregue por qualquer preso maior
que ofleretam, visto que nao ha limite algom, quir
la feira 8 do crranla ai 11 bom em poni.
-tr
aulo liaignoux deulisl, ra Nova n. 41
a mesma casa lem agua e pos dtnlrilice.
a.
Afer9o.
ScientTica se a quem convier, que a revi-
sSo depe^os, medidas e balances, principia
do 1. do correnle a (indar no ultimo de ju-
nbo : na casa da aferico, no pateo do Ter-
co n. 16.
ESTRADA DE FERRO
Atoalhado.
Vendc-se atoalhado muito largo e bonito:
na ra do Queimado n 9.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para todo o servido de urna casa de pouca
familia ; na ra da Cadeia Nova, defronte
da casa n. 11.
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na, com alguma pratica : no aterro da Boa-
Vista n. 80.
O doce do
59 a.
A confeitaria 39 A, confronte ao Rosario
en Santo Antonio, avisa as pessoas que tem
encommendado doce, e juntamente aos fre-
guezes, que recebeu 6 arrobas da verdadeira
casca de goiaba.
Roga-se a quem for credor do casal
do fallecido Jo3o Francisco Paes Brrelo, de
apresentar >eus credilos na ra do Colle-
gio, loja n. 3, afim de se verificarem os mes-
mos, para se proceder ao seu pagamento,
conforme se convencionar ; Picando preju-
dicados todo e qualquer credor que se nSo
apresentar ate odia 15 do corrente; pois
que dessa data em diante se nSoattender
a quem n5o se tiver presentado.
Na barcaca Irrvencivel Anna, ancorada
no caes do Ramos, ha arroz com casca a
55600 o alqueire da medida vlha, e isto s
at o da 4 do corrente, depois podem pro-
curar o vendedor no armazem junto a Jofio
Baptista dos Santos Lobo. Pedras o rebolos
tambem ha .< venda na mesma barcaca.
Os abaixo assignados fazem sciente
ao respeitavel publico, e principalmente ao
corpo de commercio, que amigavelmente
dissolveram a sociedade que tinham no es-
tabelecimento do molhados da ra da Cruz
n. 36, debaixo da firma de Mendes & Braga,
ficando a cargo do socio Antonio Lopes Bra-
ga o activo e passivo do mencionado esta-
belecimento. Recife 31 de margo de 1857.
Joao Jos Rodrigues MendesAntonio Lo-
pes Braga.
achar ou dea der ^^^te*^^*
ma fundicao, a fallar com o c.mwno ,1a ffl. V? DfcNTlST fRliT.F.7.
ma, que sera recompensado. \
toares,
com fabrica de pentes de tartaruga na ra
das Trincheiras n. 1, avisa ao publico e prin-
cipalmente a seus freguezes, que receh iu
pelo ultimo navio de I-Yanca um rico e 1-
riado sortimento de pentes de tartaruga pa-
ra atar cabello do gosld mais modero ; as-
sim como tambem-na mesma fabrici' se en-
contrarlo muitos bons pent% do verdadeiro
marlini, tanto para tirar o bicho o a caspa,
como para alisar, o que tudo promette ven-
der por menos preco do que em outra qual-
quer parte.'
GB.NDE SITIO.
Aluga-se um sitio grande em Olinda, jun-
to ao que foi jardini botnico ; tem grande
casa de vivenda, muitas arvores de fructo,
boa trra de pla'ntar, alen da grand6 pasta-
gem para mais ie 20 vaccas de leite : tra-
ta-se na ra da Cruz n. 40, no Recife.
Offerece-se urna ama muito carinho.su>
e com muito bom leite : quem a pretenden
dirija-se a ra do Vigario 11. 9, segundo
andar.
Na taberna da esquina da ra dos Mar-
tirio n. 36, ebegou a primeira remessa de
queijos do sertSo (Serid) muito frescaes a
640 rs. a libra.
Precisa-se de urna ama para todo o
servico de urna casa de pouca familia : na
ra estrella do Rosario n. 12, seguudo andar
, Precisa-se deuin amassador que seja
dpsembaraQado : na padaria da ra larga do
Rosario n. 48.
Precisa-se alugar um preto velho, pa-
ra estar em um sitio : quem o tiver, dirija-
se a ra dos Martyrios n. 30.
Precisa-se de urna ama para cozinhar,
para casa de pouca familia: no pateo do
Terco n. 4. J
Precisa-se de urna pessoa competente-
mente habilitada para manufacturar sabao e
stearina, e dirigir urna fabrica em nSo pe-
queo ponto, estabelecida em urna das pro-
vincias de litoral do Brasil: a quem convier
e possuir os devidos conhecimentos desta
profissSo, pode dirigir-se a MU) Rodrigues,
ra do Trapiche n. 26, para oulros eselareci-
mentos e as vantagens offerecidas.
Innoeencio Smoltz, professor de masica ih
da' ln;oes de piano a cauto,: as pessoas qae ^
quierem se ulilisar de s'eu presiono, po- NP
dem procura-lo em sua casa na ra da Ca- 6te
deia do Recife n. 30, al aa 9 horas da ma- Z
nha : assim comft se oBerece para compor ^*
ou inslrumenlar qualqoer msica sacra uu tt
profana para orchestra, ele. .'
Precisa-se de nma ama de leite paraaja*1 Joaquina Mana da Conceicao vai ao
criar a urna menina de 3 mezes : na ra dolR i*> de Janeiro, e deixa por seu procurador
Collegio p.jst, terceiro andar. Paga-se bem.*|||lJr- Antonio Francisco Portugal.
9
Para mscales
e bocWeir^s.
Vendem-se duiiasde caitas da massapara rap pe-
lo baralissimo preijo de 610 rs.,duzias de lezoaras em
canSo a IjnoOe 1^200 e urandes 1920, duzias de
caixinhas de po com paliloa de logo a 24j) rs.,duzias
de pentes de chifres mailo bons para alizara1^200
duzias de pentes de baleia para alar cabello a 292011
e 29600,dozia da navalhas para *arba a l-li0n,tro/a-
de bolOes madreperola para camisas a fioo reisdilas
raailo finos de gata a 100 res, grozas de nolOes fi-
nos para calja a 280 reis, carias com > peales de
alfinelea 14o res.duzias de penles de balea para a-
lizar a 39, roza de fivellas para sapalosa 560, du-
zias de caivetes fin^spara aparar pennas a 29500
e :l9,duzias de gaitas (armnicas) a 1g2n0 e ijio,
duzias de torcidas para candieiros a Su. reis grozas
de marcas para cobrir a 100, 120 e 160 res, pe-
cas de (rancelin para benliuhes a 120 re", pulceiras
encarnadas muilo bonitas para Sra- e meninas a 200
rs., u/us de iniadinhas de liiihs prelas a 210 res,
pecas com 10 varas de fila de cs a 320, 3(iu a loo
res, duzias de lapes a 100 rs., duzias de canas com
clcheles a 720 n., linhas brancas de novellns de lo-
dos os nmeros, ditas de cores, linhas de miada finas
e groens, ditas de carrileis branrose decores, corra
de vestido de toda a grosura, biquinhos de todas as
larguras, e baratos, reuilas de todas as larguras, es-
pelhos, cordas de viola, filas de 1.1a de (o las as co-
res, lilas de linho brancas e de cores, didaes, agulhas
de lodos os nmeros, filias de seda de todos os ame-
ros, pennas de pato.caixas de chifre, rozarlos, colhe-
re> de ferro, relroz de Indas as cores, vernicas, lilas
debeira prela a l:ranca,grampas,elU'loo mai< qae se-
ja riecetsarto para completo sortimento de bocetei-
ras a mscales e qua lado se vende muito mais bara-
to do que em outra qualqoer loja, na roa do O'iei-
do Recife S. Francisco'.
LIMITADO.
&tarta cfyamaa.'
Os directores da Companhia da Estrada de Ferro
do Kecifa ao San-Francisco, limitado, tem feilo a
guara chamada de duas libras esterlinas, ou ris
I79777, sobre cada acrAo, na dita esmpanhia, a qual
deve|ser paga al a da 9 de abril do correte auno
de 1837, na Bahia, em casa dos Srs. S. S. aven-
porl & C.< na corte, em casa dos Srs. Maaa, Mac.
Gregor & C, e em Pernambuco, no ascriplorio da
Companhia.
O accionista que nSo realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, podera perder todo direilo
as aci;es sobre as quaes o duo pigamento n.in se
livar edectuadu, e em todo caso lera de pagar juros
na razao de .> por cenlo ao anno, 1 da 11,10 receber
jaros ou dividendo da Companhia, pelo lempo qoc
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
ana realisar,ao.
Nenlium aulo de transferencia pode ser registrado
depois do dia 9 do corrente, anles do pagamento da
chamada.
Por ordem dos directores.S P. VEREKER,
thesooreiro.
Recife 3 de marr.0 de 1857.
He chegado a loja do Leomte, no aterro
da Roa-Vista n. 70, o escellente leite virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinhas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim cimo p impar-
cial de lii 10 de Florenga para brotnejas e as-
peridades da pelle, conserve a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cince milhes de libas esterlinas.
Saunders Brothers 3c C, ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, preprietarios de casas,
a a quem mais convier que esta) plenamente au-
torisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e aedr, cobertos da
llha e igualmente sobre os objetos quecontiverem
os mesmos edificios quer consis em mobilia ou
1 fazendas de qualquer qualidide.
RepartifSo da vaicina.
O commissario vaccinacor vaccina as
quintas e domingos de loda as semanas, no
torreSo da Alfandega, e as ter^as-feiras na
casa de sua residencia, prmeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquila da do Sol, das
7 as 9 lloras da manhaa.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para tnbalhar mensal-
mente nesta typographia, (ando-se o sus-
lenlo : na livraria ns. 6 e 8 da prac,a da, In-
dependencia.
O abaixo assignado d?clara aos deve-
dores ae Aureliano 6 Andrtde, que nao pa-
guem'seus dbitos seno a abaixo assigna-
do, do contrario teriio di pagar segunda
vez. Recife 13.de fevereirede 1857,
Manoe Jos Leite.
Refinarfo de
ego & Barreto, no Mon-
te: ro.
No deposito desta refino ia, na'rua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha simpro assucar re-
tinado de superior qualidaJe, tanto em p
mado, na bem couhecida loja de miodezai da boa como em lorres e em pa, por preqo mais
Roga-se a um morador de um segn
do andar da ra do Livramento, que> no fa-
ca com suas aguas ptridas o mar de llespa-
nha em cima da calcada, porque quando o
Sr. fiscal por ahi passar pode-se alosar.
ATrancAo*.
59500 medida vellia.
Mo armazem da ra da l'raia, travessa do
arsenal d guerra e contiguo ao armazem
de JoAo Baptista dos Santos Lobo ha para
vender arroz com casca vermelho, um dos
primeiros gneros proprio para suslenlar
cavallos c passaros por ser igual a milho e
bfo causar sangue aos animaos pela nature-
za da especie I'.! A elle, cocheiros, n3o se
admirem do annuncio, pois que na provin-
cia de Alagoas, Para e outras. n3o se da mi-
lho a cavallo e sim arroz, e da-se da man-i
ra seguinte: secco-molhado ou de molho
para o dia seguinte, cozido ou borrifado
com mel, da nianeira que o deilarem na
mangedoura elles comem. A medida velha
enche urna barrica de farinha do-reino das
grandes, e comparcm com um pequeo sac-
co de milho por 5S000. Ha arroz branco
tambem venda no mesmo lugar
Urna pessoa habilitada olerece-s* para
Recommendamos ao publico este excel- ser empregado no commercio, n'alguma ty-
lente remedio, iutroduzido 110 Brasil em pographia, na estrada de ferro, etc., etc.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
faga compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
;*- tcz >*)
O Dr. Ignocio Firmo Xavier faz publico, 3
9 que mudou sua residencia para o seu sitio,
0 na l'aisagem da Magdalena, (que fica ao or- Ajj)
9 le da ,eslra:'.i enlre a ponle grande e a do C
Clio'>,.Jeiiiiu> e ahi lem preparado urna #J
H casa de saude, com lodos os commodos, para 0
JS o Iralamenlo de escravo, cajos senhores re- }
% sidam fura da praca, ou que nao os possam tt
ff curar em soas proprias casas: quem para is- 9
f$ lo quizer se ulilisar dos seos servicos med- 0
JB eos, que serAo >deempenhados com o maior
9 zelo, dirija-se ao paleo do Carmo n. 9, pri
0 metro andar, ou no referido litio da Magda-
0 lena.
KEMEDiO DOMESTICO.
Pilulas depura-
tivas, a ni i belii.ss, do
Dr. Alian.
9
1846. NSo ha molestia a mais obstinada que
seja, que possa resistir ao tratamento judi-
cioso deste excellente remedio. Estas pilu-
las iinpedem as molestias contagiosas, so-
bre tudo as de natureza syphiliticas. Sau
igualmenie boas para indigesto, corao para
a diarrhea, apoplexia, asthma e as mais af-
fecges do peito, conslipages; as molestias
das senborasem geral,Jtoda a qualidade de
febre, hemorrhoidas, molestias dos olhos,
Roga-se ao Sr. coronel JoSo da Costa
Villar, senhor do engenho Avialta, haja de
dar cumprimento ao que disse em sua car-
ta de 31 de julho de 1852, porque nenhuma
estilla se lhe mandou pedir.
Do engenho Capibaribe fugo em ju-
nho de 1849 um escravo cor cabra, secco
do corpo, falla explicada e algum lano fa-
nhosa por causa de muito tabaco que loma,
tem falta de um dente na frente, c os de.ios
dores de cabega, molestias de pelle, renten-1 mnimos de ambos, os ps trepam sobre o
c3o das ourinas, e outras molestias das vias | outro, chama-se Luiz, e intitula-se por fur-
ourtnarias. nico deposito em Pernambuco, ro: segundo um annuncio da delegacia de
no escriptorio de Vicente Ferreira da Costa, Iguarassu', suppfn>-se ser o escravo, e por
largo da Assembla n. 9, a mil reis o vidri- '""* "" "
nlio.dezmil reis duzia.-O. PalmerRio de
Janeiro, deposito geral, na dos Ourives
n 81.
Compram-seeffeclivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acgOes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Comprani-se -J escravos de 14 a 16 an-
nos: a tratar no escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Fernandes, ra da Cadeia do Re-
t i fe.
, Precsa-se de ofticiaes e de costurei-
ras ; na loja de a'faiate na ra Nova n. 60,
esquina na ponle.
Os abaizo assignados doclaram que por ordem
do Sr. Joao Caucio Pereira Prazeres, do .Mar.uili.io
remiram boje duas liypolhecas no valor de 6093000
que o Sr. Joaquim Jus Marqurs ( estudaole ) havia
feilo ao Sr. leuente Jos de Barros Cavalcanli ( d'O-
linda 1 de um escravo de nome Fausto, achaudo-se
o dito Sr. Barros Cavalcanli pago.e o referido e-cravo
livre a desembararado': pievine-se pois que nin-
guem fa^a negocio algum acerca do referido psrravo
aob pena de ser nolia qualqoer Iransarrilo, pois alem
do referido escravo perlenoer a um casal que se acha
iodevHo,milil,1o oulros motivos mi.i poderosos. Per-
nambuco i de abril de 1857.l.uimaraes t\ Valenle.
Precisa-so alugar urna casa lerrea 011 toja, nos
logares seguintes : roa das Agnas Verdes, llortas,
Mundo Novo, Roda, paleo do Hospital, Florentina,
Cinco Puntas, Santa Thereza, ou em entro qualquer
lugar ou freguezia : a tratar na ra Direita 11. 5, pri-
meiro andar.
Atienda
o
lam n.|33
No novo deposito da rua do Rangcl n. 73,
confronte a botica que faz esquina para o pa-
teo da Ivnlia, com a frente pintada de azul,
vendem-se piles grandes e muilo sahnroso, a
Ires por dous, e outras varias qualidades de
massas por haralissimo pre$o no ; mesmo
deposilo, vendem-se bilhotesdas loteras da
provincia, onde a se tem vendido varios
premios.
Na rua do ftrum,armazem de S Ane-
jo, n. 22, ha para vender presuntos do Porto
superiores, e para retalho, na rua da Cruz,
taberna do Sr. Antonio Lopes Braga, e na
Praga, nado Sr.JolO Francisco de^.arvalho,
que vendem em conta para acabar, jarros
para sitios, de urna das melhores fabricas de
Lisboa, de todas as qualidades e pinturas,
para ver-se na loja de louga atraz de Corpo
Santo, de Justino Antonio Pinto, tambem ha
cera de carnauba boa que su vende por ata-
cado, e arcos para huiricas, tudo por precos
rasoaveis.
Anna Joaquina do Sacramento previne
ao publico que no se responsabilisa por
qualquer divida lem ter a sua Arma ; para
commodo de que em outn qualquer parte, I vrar de engaos, sirva este de governo.
Isso se deseja saber do mesmo delegado
aonde se acha preso, e a quem foi remetti-
do, para se poder verificar.
Offerece-se urna ama. idosa para casa
de pouca familia, e d fiador da sua con-
ducta : na travessa do Sengado 11. 3
- Precisa-se de urna ama de leite, for-
ra ou captiva : na rua do Hospicio n. 34.
Os administradores da massa fallida
de Joaquina Milito Amaral, pagam o pri-
meiro dividendo de dez por cento da mes-
ma massa, em casa dos administradores
Isaac, Curio & Companhia, rua da Cruz
n 49.
Ordem tereeira
do Carmo.
Itinerario da procissio de Triumpho dos
Passos do Senhor e sua RessureicSo.Deven-
do a referida procissao percoirnr as ras,
Camboa do Carmo, Flores, Porto das Canoas
Nova, Cabuga, Rosario larga, travessa da
mesma, Queimado, rua das tiruzes, becco do
Ouvidor, f.'adea, Collegio, paleo do mesmo,
pracinha do Livrameplo, rua do mesmo,
Direita, pateo do Tergo, becco do Marisco,
Horlas, pateo do Carmo, recolher-se: o
secretario ia veneravel Ordem Tereeira do
Carmo desta cidade, em nome da mesa rege-
dora, roga aos moradores dessas ras, onde
tem de transitar as mesmas procisscs, nos
dias 10 e 12 do corrente, demandar limpar
as testadas tias suas casas, como exige a de-
cencia e decoro.que se deve ter as ditas pro-
cissao : e por esta occasiio o mesmo secre-
tario tem a honra le lembrar as contrarias
que se acham convidadas para couiparcce-
rem o mais cedo que Ihes for possivel.Ma-
noel Joaquim Muniz Baranda.
Lotera
DA proyn*$A.
Quinta parte da se^unia
lotera do Carino.
Us fdlizes ni I hete fe com
a rubrica do abaixo assig-
nado. obtivram osseguin-
tes premios:
5:0002 aaaies.
l:500B-billiata.
500dita.
20012 ataa.
10092 ejajari.ee.
1002 dita.
5092 Uta*.
502 e-ilee.
502 meiaa.
5092 dita..
2372
3187
1712
2557
1081
1082
2750
3345
2843
3472
As u'rirxiitias d-M* sortea
grandes sao pagas iva ni
d> Cadeia do Recife n.
50, ou na pra-ca da Inde-
pendencia n. 40.
P. *#. L'iyme*
Lotera da pro-
vincia.
" Sr. thesoureiro manda fazrr publico
que se acham i venda na thesouraria das
loteras, rua da Aurora n. 26, primeiro an-
dar, bilhetes, meiose quartos da aagMda
parte da sexta lotera do Gyoinasio, cujas
rodas'andamno dia 16 do correnle mee.
"O Sr. thesoureiro manda declarar que ex-
iste grande porco de bilhetes, meioa e
quartos cima, e por consegunte graade
sortimento de numeracoea, e nnaan ulti-
mas loteras tem vendido os premios maio-
res.
Thesouraria das loteras 4 de abril de
1857.-0 escrivSo.
Jos Januario Alves da Maia.
Attenco.
Fsgaa M
di* ffl a
liir. ama
prala 4* aa-
m Clara, Sa
ac., ajo*
1 pprie ala
ter 25 annos de iilada, he fula e iMsi.mla iu,
conhecc-ne harc pelo andar apalaria, lean lid* aNtJa-
renlai sanhorai, a nltimamenie foi do Sr. Oaaia-
sos Jof Ferreira, tnoradur na raa Nava ; ka aaa-
roiilianra de qae loja acollada em alframa eaea :
rosa-se, pois. as autoridades competente*, a mu caa-
lura, e a qocm dalla der noticia, de a appre4ta4*f
a lea-la a' rua da Cadeia-Velha a. 35, aaa aa ajra-
tilicara'.
O guarda da Conreuao dos
Militares
annuncia ter vendido o n. 2372, sendo este o
da sorte grande,peda aos seus freguezes,qua
nao o desprezem.
- A drcccSo da companhia dn seguras
Indemnisadora, previne aos senhores accio-
nistas, de qi>e no dia 8 do corrente, palas II
horas da manhaa no escriptorio da coaapa-
nhia, haver reuniSo da assembla geral,
para resolver, sobre assumpos,que s mosnaa
dtreccao lem de submelter a aua ronsidera-
c8o. Recife 4 de abril de 1857. J. J. Taseo
Jnior.JoSo Ignacio de Medciros Reg.
Joao da Silva Regadas.
Precisa-se de urna ama que tenha bom
i t i te, para criar urna enanca de idade de 3
semana : no pateo de S. Pedro n. 22.
mompt<.&
Compram-se mulambos finos de chita
e madapoln, para enveruisar ; na loja ale
marcineiroda rua da Cadeia n. 18.
Compram-se taboas para andaiaaes :
na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Cmpram-se 4 escravos, sendo I reta
moca queengomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, que saiba cozinhar, e 2 escravos
mocos pegas para servico de campo : na rua
da Cadeia do Recife, loja n. 50 defronte da
roa da Madre de lieos.
Compra-s urna escrava mo;a, que
cosa bem, engmate e cozinhe : a tratar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
3 Compra-no o Diario de PenumhmM Oto
... 19 da dezembro ao 1853, e tambem aa cal- 3
? leccfies das le brasileira da 1839 a I8lt: 9
tf na ra do Collegio n. 15, primeiro -idar. flfc
#:.m&9m9 '#
Compra-se urna casa trra com coaa-
modos para familia, as freguezia* de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
rua Augusta n. 17.
Compra-se um sfa de Jacaranda, p*>-
queno e estreno, ainda que usado : aa roa
do Crespo, prximo ao arco de Santo Anto-
nio, loja de Cuilberme da Silva Cuimaia>s.
Compra-se a obra de Mil o ama Noile : eeem
liver annnocie.
Compra-se urna casa terrea em qual-
quer dos bairros desta ci lade, cujo aluaunl
saja de 150/000 a 1809000 res, annualmnnle ;
na rua do Livramento n. 33.
Compra-se urna meia libra esterlina
em ouro : ua rua do Cabuga, loja de ourive-
n. 1 U.
*rn3^.
Rap Paulo Cordel ro,
chegado agora do Rio : na praca da lade-
pendencia n. 3.
Vende-se urna carrnca de cavallo rom
todos os pertences ou sem elles : quem qui-
zer, dirija-se ao aterro da Boa-Visla n. 14
que achara com quem tratar.
Vende-ae a praca da Ba-Vista, laja no r*>*
n. 7, bonilaa formal para cirio patchae, aaa co-
mo urna porcAo de rolos hrancos paraacendrr lanloe
oas, f'ilos em Ciaboa, >au cuito I O 11., aaa nada ba-
vercoosa mais barata.
Para as sen lio-
ras de bom
frosto.
MUTILADO
Vendem-se ricos cstnjos de Jacaranda
proprios para costura de senhora, pelo haZ
ralissimo preco de 29500, 49. 69, T e niOn
caixmhas para guardar joias a 800 rs.,//
19200, carterinhas muito delicadas pronria*
para seuiiora e meninos a 800 e 500 rs ir
souras muilissimo linas para costura' d
todos os lamanhos a 500 rs 600 19000 c
19200, ditas para unhas tambem milito finas
a 800 rs., 19000 e 1/200, |ih. de peso mui-
to lina para labyrinlho a 100 ra. a mead 1
nlia, ditas para bordar a 10o rs 140 e 160.
lindas caixinhas com grampas a J60 e 300
rs., cartfies com 14 e 24 pares de coIckKei.
Trancezes a 80 rs.. 100 e 120, linhas de car-
roleis de 200 jardas do autor Alexandron 8*>
rs o carretel, ditas de 100 jardas do "talo
autor a 4o rs., caixinhas com agulhas frsn-
cezas a 160, ditas com agulhas de papel
preto a 280, carteirinhas com agolhas fran-
cezas a 320, agulheiros muito bonito* com
agulhas tambem franenzasa 160 e'320. cai-
xinhas com 16 novellos de linhas de marca'r
muito finas, azues e encarnadas a 320 ricos.
botOes de cores para vesiidos, ou roupinho.
de meninas a 600 rs., 800 e 1f a duzia, neo*.
aeulheiros de ago e Je marfim a 240 etM
rs\, dfldaes de ac muilo bonitos e cada um
na sua caainha a 500 rs., almofadinhas de
muiUs qualidades proprias para pregar alh-
uates e agulhas, pulceiras de varias quali-
dades, rtquissimas filas lavradas e lisas, de
todas as larguras, trancas de todas as cores
e larguras, tilas de velludo abarlas e lisa,
bicos muito linos de linho e de varias lar-
guras, rendas de varias larguras, babado
aben 1 de linho, toncas de 13a para enancas
e outras inuilissimas consas, que tudo s.i
vende mais barato do que em outra aual-
quer parle: na rua no yueimado, na bem
cunhecida loja de miudea da boa fama
n. 33.
/i i gas de seda
para sen-hora.
Vendem-se superiores ligas de seda pera
senhora, muito bonitas e de muitos pa-
drees, pelo bratissimo preco de I9300
1/500 e 2/000 : na rua do Queimado, na
bem condecida loja de miudezas da boa fa-
ma n, 33.



DIAftlO DE PERNAMBUO, SEGUNDA FEIRA 6 DE ABRIL DE 1857.
Vende-se laboao e p ranchees de pi-
nhodeSuccia, proprio para innato do ar-
mazem de assucar, paos de pinho vermelho
para oaslaros, chumbo de munigao, folhas
de cobre, metal amarello ezinco para forro,
com os competentes pregos, alvaiade de
chumbo e de zinco. em p, tinta branca de
oleo, papel fino de escrever, vinho especial
do Rheno q do Porto.
Vndelo azeite de coco a 3*000 a ca-
ada : na ra do Rangel n. 5
Cera de carnauba
da melhor que ha ueste genero, vende-se de
.nma arroba para cima por prego commodo ;
na ruada Cruz do Keci fe n 36, confronte ao
becco da Lingoeta, casa de Mendes & Braga.
loja das seis
portas
ttm frente do Livraiiieuto
Vende-se fil de linho preto com salpico a
1/280 a vara, chapeos de sol de seda par
homem, com toque de mofo a 49000.
a das seis
portas
Eia frente do Livramentb
Vendem-s rispados francezos de cores es-
curas a 160 o covado, lencos brancos com
barra decora 120, meias brancas para me-
ninos a 2*0 o par, cortes de cassa chita com
7 varas a 1/280, riscado de algodao para rou-
pa de escravos a 120 o covado.
Na taberna da ra Nova, junto a ponte
da Boa-Vista, vendum-se queijos do scrto
muito novos, por proco commodo.
Deposito
Naloj
de rapprinceza da fabri-
ca de E- Gasee, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rape fino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz n. 49.
_ Na ra da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara (Si Companhia, vendein-se effecti-
vamente caixes vasios de todos os lma-
nnos.
Vendem-se terrenos para edificacaona
estrada doManguioniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na ra da Cadeia do Kecife n. 9, ou com
Jos Baptista hibeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vendo-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay & Mar-
tin--, cm barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
1* elogios
coberlos e descobertos, pequeos e grandes,
deouro patente inglez, para bomem ese-
nhora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Hellor &C, ra
do Torres n. 38.
Saccas com
rinha.
fa-
Vendem-se saccns
nova e bem torrada
Recife n. 23.
com farinha da trra,
: na ra da Cadeia do
uiuKwv Fi Mi-
na.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN. *A
RA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha enipre um (randc mmenlo dos lepainles ob-
jectosdemechanimos proprios paraenkenlios.a sa-
ber : moendas e meias moendas, da mais moderna
conslrucrao ; laixasde ferro fundido e balido, de
superior qoalidade e de lodos os tamaitos.; rodas
dentadas para agua ou animaes, de Todas as propor-
coes; crivose bocas de rornalha e registros de bo-
eiro, agoilhSes, bronzes.parafusos e cavillioes.moi-
ohos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDigA'O.
se exeentam (odas as encommendas rom a superio-
ridade j conhecida com a devida presteza ecora-
modidadeem preco.
Pechincha para os alfaiu-
tes.
O GUARDA-LIVROS RRASILE1RO, ou arte
da escripturagSo mercantil apropriada ao
commcrcio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
v& elogios de patenta
nglczesdeouro, desabnete edevidro:
endcm-$eaprec,o*razoavel,em casa de
AugustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, arjnazem n. n6.
Na ra do Crespo, esquina que volta para
a ra da Cadeia, existe urna pon;ilo de algo-
dao trangado muito encorpado. proprio de
entretelas, pelo baratissimo preco de 120 i
jarda.
Pianos.
i Em casa de Babe Schmettau & Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
& Companhia, ra da
Chitas francezas muito finas, de pa-
dres novos, covado 320
Camisas de riscado muito bem fei-
tas e muito bonitas 18500
Palitos pretos muito bem feitos 49000
Camisas de meia muito finas 1/000
Ricos lencos de lilet com palma
bordada a matiz 5000
Ditos ditos de cambraia muito fina
com bico de linho 15200
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bololas, o par 10280
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeitadas 2^000
Ditas pretas de torcal 15000
Chales lisos de merino, de lindas
cores 405001
Gravatinhas de cassa, de padrfies
muito bonitos 240
Lencos brancos de cambraia 240
Ditos ditos de dila|com barra de cor 240
Ditos do linho proprios para rap 400
eassim oulras muitas fazendas que vendem -
se por menos que em qualqueroutra parle :
na ra do Queimado, nos qualro cantos n.
22, na loja da boa f.
' a raudas e grades,
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo : na fundicao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, nairuH do
Brum.
Taclias de ferro.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro-
e lambe ni no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ha sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e cm ambos os lu-
gares existan guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os preco
s3o os mais commodos.
Arados de ferro
Nao se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermeda-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas
Ampolas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Clicas.
ConvulsOos.
Debilidade ou exte-
nuago.
Debilidade ou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
EnTcrmidades no ven-
tre.
Febres intermitientes
Febreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammaces.
Irregularidades da
menslruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal depedra.
Manchas n,. culis.
Obslrucc.fio do ventre
Phtisica ou consump-
gao pulmonar.
Relenco de ourina.
Rheuuiatismo.
Enfermidades no figa-ISymptomas secunda-
do. I rios.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.)
Pedras-de fugo.
Vendem-se (de 10 milheiros para cima) pe-
dras de fogo: na ra da Cadeia do Itecife
n. 31.
At teucali.
RESFRIADEIRAS DE PATENTE.
Eslao expostas a venda na praga da Indc-
, pendencia, loja n. 33, as refriade/ras de li-
nissimo barro, ainda nao visto, de diversos
tamaitos, brancas, pintadas, bordadas, e li-
sas, as melhores qne tem vindo ao mercado,
por prego commodo, attendendo a superior
qualidade.
Na ra do Crespo, loja de Campos &
Lima, vende-se algodao trancado, alvo, pro-
prio para toalhas de mesa, com toque de
avaria, porrn muito forte, a 200 rs. a vara
e a 940, s com pequea cousa ; he muito
recommendada esta fazanda para quem gos-
la de economa..
Doce de arar a 500 res.
Chegou a ra do Collego n. 5, nova re-
messa de doce.de araca, fabricado no enge-
nho Guerra a 500 reis cada caisd) assim
como de goiaba a 640 reis o caiso.
Peixe.
Vende-se na ra Direita n. 27, peixe xerne
a 160 rs. a libra, favas a 560 a cuia, mantei-
ga ingleza a 960, 800 e 640 a libra, dita
francesa a 800 rs., muito boa, esleirs de
peperi grandes a 400 rs., ditas a 360 e 320,
ha hysson a 29560 e 29240 a libra, caixo
do doce a 1#000 e 640, e outros muitos g-
neros, por preco muilo barato.
Deposito de j anos fortes.
Em casa de Timm Momsen praca do Corpo Santo n. 13.
Livrosem branco de Ham
burgo.
Em casa de Timm Momsen & Vinnassa,
prfcga do Corpo Santo n. 13.
VAQUETAS PARA CARRD.
Vendem-se ein casa de S. P. Johnston & C, che-
Kadasallimamente, anim como bons sellins ingleies,
lio de vela, eandieiros e casliraas bruuzeados, lado
dor presos commodos.
BONS QUEIJOS.
Na ra Direita n. 8, vendem-se bons quei-
jos pelo barato prego de 1:440 cada um.
Velas, de Carnauba pura
a 128000 a arroba, vindas do Aracaly, em
caixas de 40 a 50 libras : na ra do Qucima- !
do n. 69, loja de ferragens
Vende-se,por prego commodo.superior
vinho do Porto em barris de 8.: na ra do
Trapiche n. 14, escriptono de M. A. Guerra.
Em easa de.llenr. Brunn & Companhia, na
roa da Croa n. 10, vende-secognacem caixinhai de
daxia.
t^^gaSt llins e
SELLINS e RELOGIOS de patente
Inglez : a venda no' armazem de
Rostron Rooker & Compsnhii, es-
^p qnina dn -largo do Corpo Santo nu-
^7 mero .48.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
TAIXAS PARA ENGEXHO.
Ka fundicao de ferro de D. W. Bovmana na
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
dar um completo sorti mer> to da taixis de ferro f un
vdo e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda,por epreco commodo com
proraDtido: embarcam-s oucarreja-st mear
o sanidospeza ao comprador.
- Km casa deSaundrs Brothers C. praja
do Corpo Santn. 11,ha para vandaro s* uinta
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lro para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia
E un) cotipleto sortimento da fazendas proprio
para asta mercado ludo por preco commodo.
CrradecarnaubaegoAnia
Vende-se na ra da Cruz do Recife n. 13,
primeiro andar, por menos preco do que em
outra qnalquer parte.
PARA SACERDOTES.
Meias delaia para sacerdotes, de boa qua-
lidade : na ra da Cadeia do Recife, loja
ti. 50.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C., ra do
Torres n. 38.
Momhosde vento
comhombas derepnxopara recar hortaseba-
xa deeapim : na fandi^aode D. W. Bowman
na roa do Brum ns. C. S e 10. f
- c
Potassa refinada em latas de seis
libras.
N. O. Bieber
Cruz ti. 4, vendem
Lonas da Russia.
dem inglezas. '
BrinzSo.
Brins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodiio para saceos de assucar.
Algodaozinho da Baha
para saceos de assucar vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, ra da Cruz
n. 4.
Potassa e cal
virgem.
No antigo e ja bem conhecido deposito da
ra da Cadeia do Recife, escriptorio n. 12,
ha para vender muilo superior potassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em peora, tudo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes (icario os compra-
dores salisfeitos.
Na loja vend-se o mais barato
de
Na fundigao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modello e construcgSo,muilo
superiores.
Moendas superiores
Na fundicao de C. Starr A Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
conslrucco muito superiores.
SYSTKaiA MEDICO DE HOLLOWAY
Vendem-se estas pillas no estabeieciineu-
to geral de Londres n; 244. Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas eucarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana ellespanha.
Vendem-se as bocetinhas aSOOrs. Cada
nma dellas conten urna instrucgiio em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, narua Novan. 53'
garrafal 59500, e meias39000, sendo falsc todo
aqaelle que naofor vendido neste deposito,palo
qoesefaz opresenleaviso.
IMPORTANTE PARA OPBLICO.
Para curade phtysicaem todoosseusdifleren
tes-ros, quermotivada por conslipacOes, tosse
aslhma, pleuriz.escarns desaogae, ddrdecos-
tados epeito, palpilaoAo no corarTio .coquelurhe
bronchite, dorna garKanta, e lodas as molestia
dosorgos pulmonares.
possivel :
Grosdenaples preto muilo bom, o
covado
Cantio preto muito fino, proprio
para luto, o covado
Gorgurao preto muito fino com sal-
picos, proprio para rolletes, o
covado
Panno fino azul, o covado
Lengos pretos de seda para grava-
ta, meio lenco
Meias pretas de seda muito supe-
riores, o par
asemira de >qnadrinhos pretos
muito fina, o covado
2*000
960
49000
3/000
1/000
29000
O antigo deposito da ra da Cadeia do Re^'fortes decoHetes de fuUo
cife n. 12, recebeu agora urna porgSo de po-
'tassa refinada de superior qualidade, em la-
tas de 6 libras, que se vende por prego ra
zoavel
Laa para vestidos.
Vendem-se cortes de 13a para vestido, de
muito bonitos padroes, e com 15 covados
cada corte, pelo baratissimo prego de 59000:
na ra do Queimado n. 22, na bem condeci-
da loja da boa f.
he
1/000
500
19000
1/600
pe-
relegios.
Algodao monstro,
chincha.
Vende-se algodiio monstro, com 8 palmos
de largura, muito proprio para toalhas e
lencoes, pelo diminuto prego de 600 rs. a
vara : no loja da boa fe, ra do Queimado
n. 22.
Agencia
da fundicao Low-Moor,
ra da Senzala ova
n. VI.
Neste cstabelecimento continu'a a haver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenho, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
tamanhos para dito.
Oitos de ditos de dito fino
Ditos de ditos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado 29000
Cortas de vestidos de fazenda de
seda mujto linda 18*000
Selins lisos de cores, o covado 800
Veos pretos de fil bordados de seda 10000
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pegas de 20 varas 7/000
Ditas para cobertas, de bonitos'pa-
dres, o covado 200
ealm disto ha um completo sortimento de
fazendas finas e grossas, que vendem-se por
pregos t3o commodos, que ninguem deixa-
r de comprar; assim como chapeos do
Chille niui'o finos, que se vendem por me-
nos que em ontra parte: na ra do Queiman
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f-
PILULAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto in-
teiramenlede hervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno mais tenra infancia,
e a compleigSo mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleigo mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operaces eeffei-
tos ; pois busca'e remove as'doengasde
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saude e forgas, depois
de haver tentado' intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alQiclas nao devem entregar-se a
desesperagSo; fagam um competente ensaio
dosefiieazes effeilos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o beneficio da
saudej________ .
$?<***** ftt$*fc<>
--- Fugiram na noite de 25 do correte,
do poder desuasenhora abaixo assignada,
dous escravos, ha pouco comprados ao Sr,
Jos Raymundo Corroa, da villa dasLavras,
que os comprara no Exu'; um delles tem os
signaes seguintes : charaa-se Torquato, ca-
bra negro, idade de 34 a.36 annos, estatura
regular, bem pareeidof cabellos carapinha-
do-, testa larga e espagosa, cantos mui-
to grandes, olhos pretos, barba toda fecha-
da, e as vezes tras toda rapada, falta de al-
go ns denles na frente, urna cicatriz as cos-
tas da mao, e falla muito mansa, levou ves-
tida, caiga-e camisa de algodao azul, e cha-
peo de couro.e comsigo, urna calca e camisa
de algodao azul, um lengl de algodiio bran-
co, e urna faca de trinchar,com cabo de osso
pulido, este escravo fora de Manoel Floren-
cio de Alencar ; ooutro por nome Albino,
idade de 18 a 20 annos, pardo clan, cabel-
los carapinhados, olhos pretos, denles li-
mados, alto e reforcado, pestaneja quando
olha, levou vestida, caiga e camisa azul,urna
dita de riscado, e urna baeta encarnada, e
jaquel* de couro : consta que fugiram am-
bos retiidos, por serem amigos e proce-
dentes dos sertfies : quem os pegar ser ge-
nerosamente recompensado, alem da com-
pensagao das despezas que os mesmos fize-
rem, podeudo dirigir-se nesta cidadedo Re-
cife, a sua sen hora, moradora na ra do Hos-
picio n. 15, na Parahiba, villa doPombal,
casa do lllm. Sr. delegado JoSo Dantas de
liveira, no Rio Grande do Norte serra do
Martins, cidade da Imperalriz ao Sr. Fran-
cisco Roberto de Oliveira. Recife 26 de mar-
go ue 1857.Josepha Francisca Pinto Re-
gueira Ramos.
- No dia 26 do corrente,desaparecen, da ca-
sa do Manoel Antonio de|Jesus,um seu escravo
por nome Ignacio Catle, do gento de An-
ela, de mais de 45 annos, quebrado de am-
bas as verilhas, lendo o dedo polegar do p
esquerdo torio para dentro, cara redonda,
um pouco feioso, e bebe muito, este preto
foi'canoeiro no porto da ra Nova, muitos
annos e he bem conhecido por Catle : re-
oommondo a todas as autoridades policiaes
e pessoas particulares, por quem possa ser
encontrada-se, que o mandem pegar e entre-
gar na ra larga do Rosario n. 18, padarii,
que se recompensar com generosidade.
Fugio de bordo do vapor Iguarassu', o
escravo pardo de nome Amaro, idade de 22
annos, altura regular, e foi canoeiro do por-
to da ra Nova : quem o apprebender levan-
do-o a seu senhor Jos Francisco da Costa,
na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar,
ser generosamente recompensado.
Attinyao.
FOgio no dia 16 do correle mez o preto
Justino, crioulo, com os signaes seguintes :
altura regular, cheio do corpo, sem barba,
com falla de denles na frente, calvo de car-
regar peso na cabega, muito regrista, he
bem conhecido por andar entregando assu-
car pelas tabernas, tem sido encontrado por
diversas pessoas conhecidas, e diz a ellas
que anda em servigo de seu senhor ; por is-
so roga-se as pessoas que o encontrar, que
o mandem prender elevar rna Direita n. 76,
que scrao generosamente recompensadas,
v No dia 4 de feveieiro do correite anno,
desappareceu um negro de nagSo, mes qne
parece crioulo, por ter vindo muito peque-
no, ainda mamando, o qual representa ter
de 26 a 32 anuos de idade, de nome Malbias,
cozinheiro, estatura ordinaria, magro, rosto
comprido, pouca barba, olhos grandes, so-
brancelhas fechadas, nariz chato e pontudo,
beigos grossos, bocc> regular e com dentes,
tem urna pequea cicatriz em urna das la-
ces, e outra cm urna orelha, pela parte de
baixo, de um talho que levou, bem como
outra no pescogo, que por muito leve, tal vez
soja pouco visivel; foi encontrado em Santo'
Antao, seguindo a estrada, com um batizi-
nho de (landres novo na cabega, e um gallo
no braco, sendo muito dado abriga destes
nitrae's ; este escravo pertence a Gustavo
Jos do Reg, no Recife, ra da Aurora:
quem o apprehender ser bem gratificado.
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noite do dia 8 do corrente] um
negro de nome Marcelino, nagao Cabi'ida,
altura regular, secco do corpo, rosto c am-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
de dentes na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado: quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao caes do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na rna do Trapiche n
14, que ser bem recompensado.
CRAT1F1CACAO DE 100*000.
No dia 23 de marco prximo passado, fu-
gio do engenho Pindobinha, da freguezia de
Ipojuca, um molato escravo de nome Joa-
qun) com os signaes seguintes : idade 26 a
30 annos, he bastante claro, cabellos um
pouco grandes, eanellados, alto, secco* do
corpo, sem barba alguma, ps cambados, le-
vou vestido camisa ae nscadinho encarnado,
caiga branca, eoutra de algodao azul, cha-
peo de chili ja usado : ha noticia delle ter
passado para .as bandas d'Agua Preta, em
direegao ao Rio de S. Francisco, portante,
roga-se as autoridades,
tura, equem o negar.
engenho, a seo senhor Manoel da Corta Al-
buquerque. ou no Recife a Joaqun Manort
Ferreira de Souza, no pateo do Carao n. l,
que ser gratificado com a quantia 4a iMa.
Continua a estar fgido o eacravo Ttaeo
doro crioulo, he pescador, idade pooco mais
ou menos 38 annos, baixo, cheio do corpo,
espadaodo, tem muitos cabellos brancos na*
barba, cabega e paitos : foi escravo do fina-
do Vidal, ex-carceireiro da Cadeia danta ci-
dade : at o meiado do anno passado a aso*
em Ponta de Pedras, onde teve mai a iraHea
forras, que morreram pelo cholera, a dans
esteve oceupado em trras do engenho Pa-
dreiras, serrando madeiras : o escravo Tho-
maz, mulato alto, com marcas de bexigas,
idade 40 annos, foi escravo de Hilario 4a A-
thayde Vasconcellos, morador ou engaito
Tapua, provincia da Parahiba, tendo sido an-
tes escravo do Sr. Carlos Coelho, qne o non-
ve por heranca de seu sogro Jos Joaqun de
ou/a, da mesma provincia, aquello fgido
no dia 19 de Janeiro, e esse no dia S04oaa-
tembro do anno de 1856: qiem oa negar l-
veos a ra da Concordia n. 26, a seu senhor
Pedro Antonio Teixeira Guimarffos, que gra-
tificara generosamente.
No primeiro do corrente, ausento* aa
o preto JoSo de nagao Costa, o qual foi do
finado Relem, he bastante alto, isprasfnla
ter 30 annos de idade, anda con camisa de
estopa, chapeo branco de baeta, e osa de
um barretinbo por debaixo do chapeo : lea-
se visto na ra Nova, Forte do Malos, ra 4o
Viga rio, aterro da Boa-Vista e Passagnm, an-
da a titulo de ganhador, o be por isso que
se tem encontrado nos lugares cima men-
cionados : quem o pegar leve-o a roa da
Cadeia de Santo Antonio n. 7, qne sera bom
recorapencado. "
Fugio do engenho Muribeqoinha, ao
amanhecer do dia I. de abril do corrente, o
preto de nome Kcnedicto, crioulo, com as
signaes seguintes : cor fula, alto, cheio *
corpo, rosto descarnado, testa pequea, |
la de dentes na frente, falla groase,
senla ter 20 annos de idade: quem o api
hender, dirija-se ao mesmo engenho. ou ao
paleo do Terco n. 44, que ser generosamen-
te recompensado.
Acba-se fgido desde o dia 16 doate
corr.enle mei escravo Antonio, crioulo, do
idade 30 annos, pouco mais ou menos, o
qual costumava cortar carne o auno soasa-
do n'um talho defronte da igreja da fsems.
tendo na perna direita nma ferida anliga a
grande, que o prohiba andar de presea, a o
lazia manquejar: a pessoa que livor deHe
noticia e o pegar, pde-o condusir ao a latn
da Boa-Vista u. 17, que ser recompensado.
Fugio no dia 31 do prximo nassartii
mez, do engen-ho S. Barlholomeo, um raole-
que de nome Trajano, crioulo, secco do cor-
po, cara descarnada, ps limpos, gago.; le-
vou camisa e caiga de algodao aanl. foi en-
contrado nos a fugados no dia 1. do correte,
he muito ladino, mculca-se forro eor '
por ter perdido os pas do chotera : qi
pegar, levando a seu senhor o coronal i
tinho Bezerra no dito engenho, ou no <
ptorio dos Sge. Lemos Jnior dt Leal
ser bem recompensado.
No dia 31 do passado, fugio ni
tinho de nome Odilon, idade 14 annos, i
os signaes seguintes : cabellos sollos,
redondo, denles' limados, o o mais refalar,
levando vestido calca e camisa de alfada*
azul: quem o pegar, ou delle tiver noticia.
pode-se dirigir a ra da Aurora n. 54, nao
sera recompensado.
Fugio no dia 31 de marco prximo pas-
sado, o escravo Antonio mulato, idade M
anuos pouco mais ou menos, de boa estatu-
ra, tem falta de dentes na frente, he otneM
de sapateiro, mas h muito.he <
trabalho de carroca, e canoeiro,!__
turne emnebedar-se, e o lugar a fa
| sas ausencias : quem o pegar, leve-o a rna
da Concordia n. 26,aa sen senhor Pedro An-
competenles a can- tomo Teixeira Guimaraes, que se gratificara
ieva-lo no referido generosamente.
.Afc
Dos premios da quinta parte da segnnda lotera a beneficio do Convenir 1o N. S. do Carino,
_ _extrahida a 4 de AWrKtJTTBUTr^-----
ao ultimo gosto.
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 48, LOJA
UE QUATHO PORTAS., DE
Narciso Mara Carneiro, acaba de receber
pelo ultimo paquete da Europa, um comple-
to e variado sortimento de roupas feitas ao
ultimo gosto de Paris, como sejam, casacas
pretas, palitos de casemira e de alpaca, col-
letes de gorgurSo preto e de cores com de-
senhos mui delicados, verdadeiras capas de
burracha e seda de duas faces, os nicos
impremiaveis, palitos inglezes do casemira
prova d'agua, excellentes perneiras de bur-
racha, de todos os tamanhos, e oulras mui-
g fazendas de seda preta, proprias para a
querosina, que se vendem por menos do que
em\utra qualquer parle.
\ RELOGIOS.
Na r\i da Cadeia do Recife n. 18, ha relo-
gios de-^odas as qualidades, tanto de ouro
como de prata, ditos foleados e dourados,
por pregos baratissimos.
Mil lio eni saccas.
Na taberna grande ao lado da igreja da
Soledade, continua-se a vender milho em
saccas.
\or 240 rs. o covado.
V*nde-se chita franceza larga e fina, com
pequeo toque de avaria : na ra do Gre spo,
loja de Campos & Lima.
Planta da cidade do Ke-
cife
Vende-se a planta da cidade do Recife e
seus arrabaldes, feita pelo Sr. Dr. Jos Ma-
' medeAlves Ferreira, por dez mil reis: na
livraria n. 6 e8 da praga da Independencia.
Mappa das distancias da
provincia.
Na livraria n. 6 e 8 da .praga da Indepen-
dencia, vende-so o mappa das distancias
das ditferente villas da cidade entre si, e
relagao a capital da mesma, a mil reis.
PITES!! m\M
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se no escriptorio do agente
liveira, ruada Cadeia do Recife n. 64, pri-
meiro andar.
jy^io do Porto
J) 1857
Jos Joaquim Das Fernn-
des, bece o da Madrero Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas de
urna e duas duzias, por prego commodo.
CE.RA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Oculos e bonetes
de todas as quadades.
Vendem-se oculos de tolas as graduages
com delicadas armages dejaco, pelo barato
prego do 800 rs. e 1$500, dites com armages
douradas e prateadas a 19200 e 19500, ditos
com armagilo de bfalo a 19200, dilos com
armagto de baleia a 480, ditos com armagSo
de metal branco a 400 rs., lunetas de um s
vidro redondas e quadradas com aro de bu-
falo a 500 rs., ditas de dous vidros tambem
com arnwoSo de bfalo a 1-.300, ditas de um
s vidro redondas o quadradas com aro de
tartaruga a 1^200 e 19500 : na ra do Quei-
mado, na bem conhecidajla loja de miudezas
da boa fama n. 33.
Botoes para pa-
ntos, col leles e mu los
de camisa.
Vendem-se abotoaderas muito finas de
madrepnrola para collefes, pelo baratissimo
prego de 500 rs., ditas diuito ricas de todas
as cores a 320,400 e 500 rs., ditas muito li-
nas de madreperola para palitos de meninos
e homens a 500 e" 640
puchse collarinhos te camisa, de muito
rico gosto a 400 rs.,
cornalina para casacas
muitas qualidades de
vendem muito barato
do, na bem conhecida
boa fama n. ;):s.
810 e 29000, ditos de
a 300 rs., e outras
abotoaduras que se
na ra do Queima-
loja de miudezas da
rs., atacadores para
uitiitisoimo unas e de mui-
to bons gostos.
Vende-se a verdade ra agua de colonia do
Piver, simples e ambriada em frascos de va-
rios tamanhos, banhas muito finas e de mui-
tas qualidades em ricos vasos, espirites e
extractos muito finos de muitas qualidades
em frascos de muito gosto, sbemeles muito
finos e de muitas qualidades, agua de lavan-
de ingleza, fazenda muito boa, vinagre aro-
mtico tambem inglez e muito bom, extrac
los muito finos proprios para bolso de es-
tudante, escancia delrosa, pomada franceza
muito bqa, raacassarberola muito borne de
todas as corea* dito oleo, pos para dentes,
pastilha e oulras muitas perfumaras, tudo
muito fino #de muitos gostos, dos melhores
fabricantes dTFranga e Inglaterra, e tudo se
vende barato na ra do Uueimado, na bem
conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
VINHO 1)0 PORTO GENUINO.
Vende-te ptimo viuho do Porto em barril da
quarlo e oilavo, por prego raxoaval: na rna da Ca-
deia do Recife o. 13, escripiorio de Bailar d Oli-
[veirt.
Grande sorti-
mento (Je fazendas pretas
proprias para a qua-
resma.
Ricas maulas de blood pretat e brancai.
Los de linho grandei e peqnenoi.
Grosdenaple preto de ramscem, covado. .
Dito dito liso ni uito encorpado, covado .
Sirja preta verdadeira hespanhol, covado.
Setim prelo maco para vellido, covado .
Panno preto lino prova de limAo, eovado
de 39000 a .........
Casemira preta sttim elaitica, corte .
Corto de rlleles de vallado preto e de cor.
Curtes de colletet degurgurao da teda de
varios padroes a........
Popelina de seda com llores matisadat, co-
vado............'.
Chalr de quadros de cores o covado. .
Meias croas superiores para menino .
Lencos de selnn pretos e de gorgurao para
grvala...........
Cravatiohis de selim preto de orna volla e
de doaa...........
Chalet de merino bordado a velludo. .
Dilos de dito bordados a leda .
Dilot de dito com liitra de seda ....
Oitos de dito com barra matisada .
Chales de merino com franjas de lia. .
Dilos de Ma adamascados preloa e de cor.
Ricos corles d laa de ramigera matisada
com 15 covados.........
Grosdenaple decores para vestidos, eovado.
Mauritana de teda com vara de largara,
eovado ...........
Chais de seda com llores matisadat, covado
Ursulina de teda cora listras matisadat, co-
vado............
Sedas de quadros de novos padrees,eovado.
Froudelina de seda de quadros, covado. .
Duqoeza de seda de ramagem, cov,do .
Ricas lU para vestidos de senhora, covado
Mussulina de cores raui lindas, covado. .
Chitas francezas fulas........
Cassas francezas de cores fixai, vara .
Pablos de alpaca preta fina e d< cor. .
Gndolas de alpaca preta e de cor.
2S6II0
29100
9200
3?000
7JIO00
88000
119000
3J0O0
18000
900
9
8
i
18800(1
98000
6500
58000
t|560
38000
5S000
2800
i 1860(1
18000
18000
18000
900
800
720
320
280
400
48400
58300
NS. PREMS.
4
6
9
10
13
27
30
33
3"
40
41
43
48
49
50
57
59
65
66
68
70.
75
80
81
82.
83
M
88
95
98
100
1
5
6
9
13
14
16
17
20
23
28
31
33
45
50
51
a
NS. PREMS. | NS. PREMS.
Em frente do becco da Congregado, passsada a
botica, a segunda loja de fazendas.
J^jalojadaboaf
vende-se to barato que
admira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prego de
Rrimbranco trangado de puro li-
nho, vara <
Dilo pardo liso de puro linho, vara
Canga amarella franceza, muito fi-
na, covado
Fil de linho liso muito Gno, vara
Dilo dito com flores, dito, vara
Cambraias francezas de lindos pa-
dres, covado
38000
184*0
640
320
800
19280
32Q
u
55
58
59
61
65
67
70
71
80
83
8i
87
90
91
95
96
98
200
o
3
7
8
II
16
19
25
28
31
33
36
39
40
44
50
52
55
56
58
58 259 58 a
53 64 58
58 66 58
58 68 208
55 71 58
58 73 208
58 75 58
78 58
58 85 58
58 91 58
58 98 58
58 301 58
58 2 58
58 5 108
58 6 5
.58 10 58
59 U 59
58 16 5
58 19 58
58 20 59
59 23 58
58 m 59
59 27 58
58 30 59
58 31 59
58 32 58
58 "39 58
58 40 58
59 41 58
58 43 58
58 44 58
58 45 58
59 47 58
58 48 59
59 49 58
58 50 59
58 56 58
58 59 58
58 61 59
58 64 58
58 72 59
581 75 - 58
581 6 58
59 *) 58
59 n 58
58 a 58
59 5
59 6 58
58 * 58
5 413 58
59 4 58
58 9 58
59 12 58
59] 14 58
58 55
58 a 59
55 A 58
1008 9 58
51 9 58
59 31 58
59 33 59
58 59
53 52 58
53 51 59
53 5! 59
51 5i 59
55 51 59
5{ 61 5
Si f 58
58 S 56
5! > 71 59
103 > 71 59-
5) i T 59
5, i 7> 59
5 1 8) 59
S 1 8! 58
5 | 81 59
5 8c 59
a 3 81 59
8 81 59
a 8 91 59
5 8 96 59
5 8 9f 5
E 9 50, 59
K 59
S * M 59
514
19
21
23
24
3t
34
40
42
50
53
54
61
65
69
71
73
77
79
86
99
601
4
6
7
9
10
12
16
.22
23
24
28
31
37
40
43
47
49
50
54
55
5(>
59
76
79
80
81
83
86
90
91
93
94
97
98
705
10
25
26
29
32
37
39
40
42
47
48
51
52
55
57
58
59
65
67
68
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0 escrivao ds loteras, Jos Januario Afta da Mata,
11?. DE M. f DE PARIA. 1M7.
MUTILADO


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