Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07724


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Full Text

ANNO XXXIII N. Jd.i
Por 3 mezes adiantados 4 Por 3 mezet vencidos 4#500.
SEXTA FEIIU 3 DE ABRIL DE 1857
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
>
y
DIARIO DE PERNAMBUGO.
KNCARREGADOS DA SOBSCRIPCA'O NO NORTE.
Mi Rodrigue* ; Piauhy,
Mrt, e Se. i. Io*i de Olivein ; Maraoso, o 8r. Joaquim Ma"r-
.. o 8r. Domingoi Btrculioo "A. Pessoa
PARTlpA DOSCORREIOS.
Oliod* : lod.s os di, 9 meia horas do dia.
Ignara,sa, Goianna p Paraliiba : na* segunda e seitas-rrira*.
S. An:-,i. aasaOrrea, Ilonito, Caar, Allinho o Garantan*: na loifja laht-
S. Lnnrenyo l*ao-d'.*lhu, Na.arelh, Limociro, llrcjo. naquera, Inifa-
teira, Flori-s, Villa-Bolla, Boa-Vjsla, ricarv o Exm naa qnarla.-f.Mraa.
Cato, Ipojaea, oriahaom, Itio-Formoso, Uta. Barratrot, Atu.,-I'reu,
Pimenlnraa e Naul : aaintas-'eiras.
(Todoa oa eorraios parlen as 10 horas da manlia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio I sagundil t quintal.
Belaroo tercai-feirai e labbadoi.
Fazenda quarui a tabbadoi 10 horai.
Juizo do eommercio: sagundil ai 10 horas quintal a* melo-dia.
Julio da orphaoi: legundii e quintal al 10 horai.
ijrimaira rara do civil.- Mguodai l leiiai to meio-dlt.
Yeguada vari do eirel: quirui labbadotao meio-da.
KI'HEMF.IUIUS DO HEZ DE ABRIL*
S Quirto erescenla ai 2 horas e 11 minutos da urde.
10 La eheia a 1 hora e 88 mioutoa da (arde.
18 Quarto minguinte tt 6 horaae 44 minuto da manhaa.
2a Loa nova ai 8 horaie 9 minutoi da tarde.
_____ I'RE\MAR DE HOJE.
Primeira ai 10 horas e 18 minutoi da manhaa.
Segunda ai 10 horai e 84 minuto! da Urde.
PAUTE OFFICIAL
OVEBNO DA PROVINCIA
Eiaedleme da da J7 do marco.
OBtCio Ao Eira, arcebispo da Baha Tenho
prsenle o ollicio de i do crranle era que V. Exc.
rae recommeuda o ouaeionario latariita, padre La-
man!, a aeoperiora dea irm.las de caridade que veio
acompaohando a reapeiUvel irmaa deatiaada para
oocupar aqai Igual emprego uos etllbalecimentoi de
caridade.
O retpeitavel e valioso leslemuuho de V. Eie. a-
eerea daa virtudes, e servicos do padre roailre La-
man!, da aoperiora nao poda deixar de produiir
era miro urna impreisio mu favoravel, fazndo-me
espetar oa mal felizes resultado! da imporiaule mii-
tao, que allei Tierra aqai extreer em favor de ara
esUbtleciroeulo qne lanloa beneficios promelle a
eUsa* desvalida da provincia.
Aiaegoraodo de mioha parle lodo o acolhimenlo
a aproco de que sao merecedores os seui recommen-
daJoa, eu devo agradecer a V. Exc. (er-ma dado ei-
ia aceaslia da presenlar-lhe oe protestos de minha
sabida etllm.i, ediilincla cornideracao.
DiloAo ebefe de polica, scientilicaiido-o de que
fica dada a ordena para o pagamento da eonta das
deipezat Wtlat com o aluguel da casa, que servio
de qaarlel de destacamento do Cabo, a cootar de 21
da agosto ultimo a 21 do crreme.
DiloAo oommandanla da estacSo naval, para
que mande desembarcar cora guia, visto lar apresen-
lado seero legal, o recrula de marinha. Antonio
Ritteiro Simos.Communicou-sa ao chafe de oo-
lieia.
DitoA Ihesouraria de fazenda, inteirando-a de
baver o bacharet Francisco de Ans de Oliveira Ma-
ciel, aaramido no dia 23 do correnle a primeira vira
de diraito deata capital, em razao de ler sido o res-
pectivo proprrelaiio nomeado presidenta da provin-
cia do Rio (iraoda do Norte, para onde lera de se-
guirIgual sciencia se dea ao preiidente da rela-
DitoAo inspector ajo arsenal de raarinhaRe-
commeudau.lo-lhe qua mande fuer cora urgencia
na brigae Ceareos.ae no vapor Bebertbe.iios re-
paro* de que ellei ptacisaremCommuoicou-se ao
chefe da esUjSo naval.
Dito Ao director do arirnal de guerra, para
manijar entregar ae commandante do DrigoeCea-
rensau 4 arrobas de plvora grossa para iudennisa-
cjlo de igual quiatidade.e por elle orn-cida ao com-
raandanle da Fernando, segundo se v do coiihec-
Lroeirto junto. ,
'loA **tft~L'1l. IsaasT"*'*'Constando de of-
fici"o*t^s>stoaX>t< HitarM da f*parlisadas liras pu-
blica*,-de sronlam sob n. Si qV* P* ** icbar exme-
la a competente quota, nao Wd" ser rulregue ao
Ihesoareira pagador d'aqsulla r#P"l'.8o a fjuantia
da 3:000 rs. "pedida naslS miipn f> calamento
das ras detU eidade, rec^aaaaenTr^aWtec. que por
, cenia do que se houver de arrees daralinde adian-
Ur ao mencionado Ihatoarefro a quantia da que se
trata.
Aa coDdair date declarar- Uva, qne n*o con vi n do
qoe esies Irabalbaa flqoam piratitados. .cabo de ao-
loHaar a cottlioaacSo deilea, eamprindo 7 Vrac.
saliifaca oportunamente oa pedidos qua foWSai-
tos para taea despeasCosamanieon-ie ao mencio-
nado director.
DiloA mesraa. Iranimittindo o precMso relati-
va a tardamniaacilo qaa pede Bernirdioo da Senua
Dia, do terreno lirado da isa prrpredaata Unlo
para o aterro, como par dar-ie mili largara a es-
trada de Olmda junto a ponalo Vafidouro, e di-
senda Iba que em presenta de'cimpetante eerlifira-
do mande pagar ao sopplicae/le a quantia de 250
re. era que foi avaliado o mei/croiiado terrenoCoro-
murricavu-M ao director da* atrae publicas.
DitaA careara manicipal do RecifeDevorvo a
essa cmara convenientemente approvadas as 3 dIlh-
tss povoarAo dos Afogadas'
Qoante, porm, planta que altera os aliiihamen-
los da roa du caes do Ramos, e qoe larabem devol-
vo, nao vai approvada, por irr coavenleute alargar-
se a mencionada roa, em raiao de sua proximidade
eom o estaleiro patente, conaindu qoe ella lenha
100 pasmos de la.gora, e nao 0, lomo je echa pro-
jectada, conforme deatara o diredor daa obraJyubli-
eas na iafarmaco janla por copia. '
flss>maslsWa||aMaaldo ih cidadaaa abaixo declara-
dos,. iara ofliciaef do 3. batalhan de reserva da
guarda nacional da moaicipicio de Recife :
OaioU eompankis.
CipitaoManoei Jm Soarai do AvaUr.
Segunda corapanbia.
TaanottVicinia de Paula detUiveira VilUi-Boas.
Quarts -TuTi Mi *
AlterasLu de Ate vedo eSooz.
n> arias de lice> jen-tmn or.
das da: semana.
30 Segunda s. Jooo Climaco ; i. Clioio s. Domnina m.
31 Torca s. Balbina v. s. Amos prof-
1 Quarta s. Macario Quiotiano s.Valerico ab.
2 Quiuta s. Fraucisco de Paula fundador dos religiosos mnimos.
3 Seta s. Estevam in ccelio Monte.
4 Sbado s. lzidoro are. e dout. da igr.
5 Domingo de Ramos s. Ira v. m.
d'Alho, requerendo t mezes de prorogaSao.A iu- I provincias. Confio, porem, nos eiforcoi do secrela-
formar ao director interino das obras publicas. ro, auxiliado pelo continao.
Manoei Ferrer Gaedes Alcanforado, replicando CONSELHO DIRECTOR,
do despacho de 31 de dezembro do anuo prximo Arha-se organisado nos termos do artigo 8 da lei
indo.--A informar ao director dai obras pblicas, regularaeolar da inlrucrao publica, (mnppa n. 3) :
1 ossidonio da Rocha Pereira, profeisor publico ds falla a nomeacao do substituto da que trata o artigo
instrue5ao primaria, requerendo a apostilla psra en- 9, para os impedimentos doi membros qne nao per-
trar no gozo dos novos vencimentos.~A informar teneem ao magisterio,
ao director de inslruccSo pobliea. Tendo-se mudado para a provincia da Parahiba
Officio do chele de polica, informando o requa- o Dr. Hanoel Clemeotino Carneiro da Cunha. foi em
rmenlo de Paolaleao Jos de Santa Anna.A in- logar della nomeado por V. Exc. o Dr. Jeronvmo
formar a Ihesouraria de fazenda.. Villela de Castro Tarares.
Dilo do juiz municipal sopplenle em exercicio do No deeuno do anno celebrou o conselho nove ses-
termo de Serinhtem, representando contra o eapilo sOes.
delegado de polica, Francisco Antonio de Larva- | Composto de ridados de reconliecida imporlan-
liio. Responda o Sr. delegado de polica do termo a, prestara se lodos com zelo e dadicacao ao que
de seriohaem. >le. incumbe a le.
a Dito do Esrn. commandante superior da guarda
nacional do Recife, apresentaodo ai requitic.oei do
ENCARREGADOS DA M ItSCRIPCAO M
Alagoai, o Sr. Cliudioo Falcia IHaa ; Babia, a tk. B.
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Maana.
EM PERNAMBUCO*
O proprietario do DIARIO Manoei rigMrea da rana
livraria, praja da Indepeadeacia m.IiI.
commandante do 3. batalhao da rhesma guarda na-
cional, sobre o augmento da sratilicarao emais van-
lagens a qua lem direilo os oiflciaes do mencionado
balalhio,A informar ao inspector da thesooraria.
Dito do general commandante das armas, apo-
sentando o ollicio do lenente-corooel commandante
do4. batalhao de artillara, alim de qoe se provi-
dencie a respeito de seu conleudo.A informar ao
Dr. chefe de polica.
O mesmo, duendo qne o soldado do 10. batalhao
de infamara Lulz los Martins, reclamado como es-
eravo por Joao Pedro dos Santoa Sobrinho, *cha-se
recluso desde 3 de seterobro do anno prximo pas-
sado.A informar ao procurador fiscal da lliesoura-
ria de fazenda.
Relatorioqueaolllm. e Exm. Sr. conse-
llieu-o presidente da provincia, Sergio
, Teixeira de Macedo, apresentou o direc-
'torgerdlda instruccao publica Joaquina
Pites Machado Portella-
lllm e Exm. Sr.O I o do artigo:!, da lei provin-
cial numero 369 de 14 de maio de 1855 determina,
que o director geral da iuslrucrao publica aprsenle
ale o lia del Janeiro ao presidente da provincia oni
qn'.'rro eslaUsco detodas as escolas proviociaes. e um
re.'alorio circunstanciado do progresso ueste ramo
ato servico, cura lodos os escclareciraenlos, que a tal
respeito poder ministrar, acompanhando-o do orca-
meuto aonoal das despezas sob sua direccao, espec
(cando cada verba, etc.
Dando rumprimeolo a essa disposicao e ao qoe re-
commaVidnu V. Ec. em ollicio de 9 de dezembro
lindo, tenho a houra de apresentar a V. Exc. o 1ra-
balbe qoe se segu, qoe se por um lado nio pode
la natural Iraqueza e ca-
Oes de seu autor, anda
unpleio e ter o desen-
Miipio de. tanta mag-
we 'eolio de exerci-
daixar de ser imperfeit
reoeia de precisas habi
par futro lado uao pod
vatvimeDto, que couve
nitude, aliento o pouco
ci no empreaja.
Montar a repartirlo Ja inslruccjbvrpublica, tomar
coubecinenlo do peisoal, quer do proles-orado, tanto
publico como p.mentar, quer dos encarregado-7*r
iuspecao do ensillo, estudar o que sobre a imp .!r
Unte eapectalidade da instruccao elementar se ha
eripto, visitar por si raesmo as aulas da provin**T
para ler scienciado mudo porque fuoccioosm, faz.
"lar urea lei anda nova, removendo dilco"
"anisando mappas e ioslrucroes, ludo isto"
maia, nao he certaraente tarefa de*
"or dar cabal desempeuho no pero-
II e de grande olilidade essa inslilui^ao : na illos-
Iracao e experiencia de aeus membros podara' adiar
sempre a directora um forte auxiliar no desempeuho
de sua mis DELEGADOS E CONSELHOS DE DtSTRICTOS
LITTEKARIOS.
toda a infpecc,3o he peuca para o regular anda-
mento e prosperidade das aulas. Esta isto geral e
pralicamente reconhecido. Basta ler o qoe os paizes
mais Ilustrados teem estabelecido quanlo ao syste-
ma da inspecca continua do er.smo. Mas, para qua
tenha proficaidadee nao mero apparalo, he absolu-
tamente neceisaiio qoe seja ejercida por um pes-
soal, nao simple-mente hbil, maa convenientemen-
te Instruido a animado de verdadeiro zelo e dedica-
30.
O director geral deve visitar, e por si mesmo ins-
peccionar todas as aulas : e eu o tenho feito tanto
qnanln me lem sido possivel ; mas islo he inteira-
mente irreaiisavel em orna provincia tilo extensa co-
mo esta. E ainda quando podetsem todas as escolas
ser por elle visitadas.urna vez cada anno, nao era a
iospecc,aodeque matase necessita. O que se precisa
he de urna vigilancia constante, de urna assisleucia,
por assim dizer,permanente.
O Exm. eonselheiro inspector gatral da instruccao
publica na corte diz em seu relalono. a Ordinaria-
mente principiara os professores sua earreira cheioa
de ardor e eiilhusiasmo pela instruccao da mocidada
que Ihe he confida, a com a consrieoeia do alcan-
ce de sua raissao na sociedade. Vendo-se, purera,
entregues a proprios, senlindo-se longe da aejao
da auloridade superior, podera insensivelmente dei-
xar-se dominar pelo espirito de rnlina e pela indolen-
cia, a que i escapara os caracteres mais felizmente
dolados pela uatureza.
He ama verdade ; e por isso deve junio a cada es-
, '' directora agentes seus, com piel, mente
habililadoi,que admoeslando e reprehendeudo a uos,
animando e aconselbando a oulros, a lodos sirvara de
ejemplo.
E he isto o que infelizmente nos lera faltado.
A vi.ita das escolas compela as cmaras muoici-
paes : todos sabem u que eram : a responsabiliiiade
conectiva he fraca por sua natureza.
Uouvamelhor resultadoquaudo se nomcaram com-
miwarios visitadores. Nao coolinuaram ; tornou tudo
aoque era.
Crearam-se os inspeclores de circuios Iliterarios :
t$t/n houve algura melhoramenlo ; mas a experi-
encia *"e5lou 1ue disseram meus antecessores em
seu, r'alorios. De insoficiente e vicioso tachn o
Sr. S e ^">u1uer4u' csse sysleraa.
A nova '" re-u'dm,lll',r apre_enton mais bem
combinado ,3,,,eDla **e inspeccu :-os crculos ou dis-
Irirm. maisci
ricios muili.
de marfo Ulliino, na parle que considera ausente o
Sr. alteres de 9' batalhao de infatuara Julio Ceiar
da Foiiseea, com,. o edital da mesraa data ; visto que
ene Sr. oflieiou deixoo de apreaeular-se opportuoa-
mente, em consequencia de molailia, e determiuei
qoe no batalhao seja contemplado como doenle na
provincia do Ceara', onde se acha, at ulterior [del-
beracSo.
O mesmo general declara igoalmenle para scen-
eia da goaroicio, qoe no sobredito dia 31 de de mar-
co embarcaran! para acorte, com o fim de esladarem
na escola militar o curs > da respectiva arma,ui Srs.,
alferes-ajodanla Joaquim Antonio Das, o alfares
Francisco Antonio de Sa' Brrelo Jnior, ambos do
referido batalhio, os quaei haviam sido para isso
dispensados do servico pelo Roverno.eqoelionlemfeza
sua apresentacac no quartel,general,vindada provin-
cia das Alagoai, ficando reunido ao batalhao 8. da
nesma a rraa, a qoe perlence, o Sr. al fe res Manoei
Jos dos Santos Portella.
Jote Joaquim Colho.
TRIBUNAL SO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 2 DE ABRIL DE 1857
Presidencia do Exm. Sr'. dettmbargador
Souza.
Ai 10 a raeia horas da manhaa, prsenles o te
nitores deputadoi Reg, Basto, l.emos, esuppleote
liamos e Silva, o Sr. presidente abri a sessao ;
sendo lida a acta da ultima, fui approvada.
Nao houve expediente.
DESPACHOS.
Um reqoerimento de Flix Sowvage & Compa-
nhia, pedindo matricular a sua firma, urna vez que
ache-se satisfeito o despacho deste tribunal de 16 de
marrjo pasudo.Seja ouvido o Sr. dssembargador
fiscal.
Outro de Gaspar Antonio Veira (inimarAes. pe-
dindo registrar as procurarles que ajunta.Regis-
tre-se.
Oulro de Cselano Cyriaco da Costa Moreira. pe-
dindo registrar a conla do costis da barca Sorte.
Registre-se.
E nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
aocerrou a sessao.
jrcumscriptes, a inlervencao do
daado para Iratar de SBl laude, ao gu ,arda do con-
oladoitfVMacial, Franei.e* i fmtiu f Jachado Ros.
Fizaram ae as wcessirias eonatauni cac&e.
DitaExeneraudo aa eidadao Jot>m Fraucisco^o
Aaaaral do cargo de primetro lopplem oo' prime"ir#
daatncto de leo n., por assim o ler pedido.
Ciando, que os logara das pat/adns
de cornos da fMrda nacional do "
ja* os daaaMadil na tabella
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n = I i i C c s s 09 2_
2. S ce pj 3
1 i
> c o 3 c 2 T"
Deipacli"* do dia 31.
Coropaoliia da estrada de ferro, reqoerendo que
A
?
se aulprise a' cmara municipal desla cida lar por venda o telheiro existente no Areial das
Cinco Ponas.A informar a' cmara desta ei-
dade.
A oiesma, pedindo explicacoes sobre o pagamento
do Isudemio doi terrenos de inarinha comprados pe-
la reapecliva companhia.A informara' ihesouraria
de fazenda.
Eduardo Daniel Cs.alcauti Vellez de (.nevara,
curador do o.'phao Tilo, reqoerendo a admisso do
dilo arphao a companhia dosaprendizes menores do
arsenal da guerra.A informar ao director do res-
pectivo arsenal.
Felismino Francisca Fernandes, pedindcxpara-
clo da iojas|ir;a que acaba de loffrer da ciroir. mu-
nicipal da Goianne.A informar a'ara muni-
cipal de Gelanna. y
Joide Amorim Lima, pedindo 'Ululo do terreno
da marinha, que esta' de posse no luz" dos Coelhoi.
A informar a' thesooraria de fazenda.
Jorge da Silva Coolinho, pedindo pagamento do
alugoel da casa em qa- ,,eve deilacamenlo de
polica na c suorarta pr>v>'- -i"'.
Manoei Gancalve da Silva, pede titulo de um
terreno de marinha a ra da Senzala Vaina.A in-
formar a' Ihesouraria Je fazenda. _
Mirianna Joaquina da Concen-io, pedindo qoe se
mande avahar sua caa na villa do Cabo, e orde-
nar-se a res necti vo indemuisaao.A informar a' di-
rectora das obras publicas.
Manoei Bezeira Cavalcanti de Albaquerqae, ar-
rematante do empedraraenlo da Mirada do Pao
v : pouce poderei cxpor.JA'l
e de V. Exc. ah estn para
leste Irabalho, e relevaren)
m qaatro punes divid ^H^^^iimimm^L
rarira-tralaral do que conslitue o litlo 1. da citada
let regutamemar, isto lie, direccao e ospecc,ao dos
e-.tabeleeimentoi publico- e particulares de instruc-
cao provincial; na segunda, do ensino publico, Unto
rlmario, como secundario : na lercera, do ensino
pr.vadoou particular : n;r quarla, de obieclos di-
DIRECTORA DA I.Vn'RUCAO PUBLICA
Por estar tom aiseri > uti asseml legislativa pro-
vincial no pode entrar logo no exercicio do logar
dedirector g. 4,imtl[matu paWlMi quaa0
ttoi nomeado por portara do anlecessor de V.
ixe. de 23 de abril do anno fii;do. Kucerr-la po-
rem a .osado, trausgaillio mo cargo no dia 25 da
. 0,reveroao conego, vigario Venanciohlenri-
qua de Reseode, que aalenna e maii-dignamente o
o*c,pavadeideol.drmaiodel854. *
O primeiro cuidada foi montara reparliclo JT',U
navia urna sala em que eslivessem a secreUri "u
archivo, mide se podessem celebrar as gaV,oe do
cenaeHio director, onde se -.1.......- ames pu-
SMrrva ara e, aos
de habililacao-aasatlp'uiessorlfflsWde podesse o di-
rector dar sea expediente, vendo-se por isso obriga-
do a assignar em su casa os ofticiaes e mais papis
qus o secretario enviava da em que resida, e onde
eslava um velha armario, que constitua o archivo.
A directora geral, na phrase de meu illuslre ante-
cessor em seu relatorio, achou-se lem abrigo e sera
asseoto algum. o
Autorisando a assemblea provincial o aluguel de
orna casa (art. 4 1 da lei do urcaraenlo,) e nao ten-
do eu podido achar alguma que reunase as precisas
condicOes de boa localidade e convenientes acommo-
llagues, foi V. Exc. servido annoir aos reparos qoe
propui qoe fossem feiloi na parle em que no edifi-
cio do Collegio havia existido o quartel general do
commaudo das armas. Formou-se uina sotTrivel sala
deilando-se abaixo urna parede, que a divida em
doas quarto-, e abrio-se urna porla de communica-
cAo para outro quarto immedialo.
Compraram-se movis, e oolros objeelos, que por
ora parecem soflicientes : convinha haver mais al-
guna, porem, comu nao ha maior urgencia, vou dis-
peosando-os.
Mandei proceder a um inventaro de lodos os mo-
vis, livros e papis existentes para ser registrado.
Passei o aichivo para doas grandes armarios que
ha no v3o da parede : pre-iam suflicieuta acomiuo-
dacao ; mas na sao, como V. Exc. nao ignora, os
mais preprios para a guarda de papis, por c-us
da huimdade ; nao quiz, porem, com a compra] de
oulros, augmentar as despezas, e abs-.rver a quota
do expediente.
O archivo era antes um acervo de papis, alguus
dos quaes sem ulilidade real, ou em estado de nao a
poderem prestar, do que urna collecc,ao methodica-
rnente classilicada de documentos relativos a este
ramo de servico publico. Era precito preparar as
bases regulares do archivo de orna repsrticao, que,
embora em cornejo lera de lomar para o futuro o
desenvojvimenlo que lam a in-irurcao publica to-
mado em oulros paizes, Exped, pois, a portara de
copia numero 1.
Para obviar o inconveniente de continuar a ir o
srvenle com o sinele desla repartirn sellar os ofil-
cios da directora na secretaria do governo, reqaisitei
e V. Eic. aiiiiuiu a que para aqui vieise urna ma-
china de sellar, que la eslava disponivel.
Ata de roelhor regularisar 1 expedirlo dos ofli-
dos para fura da capital, eombinei com o adminis-
trador do crrelo em haver um livro, como o que ha
na secretaria do governo, no qual vao relacionados,
segundo as dalas, 01 odiaos, qoe expeco, edosquaei
passa recibo em seguida um agenle do coi re iu.
Teodo a assemblea provincial atlendido a oulra
medida urgentemente reclamada por meu anlecessor,
a de om servente proprio qoe servisse ao mesmo'
lempo de continuo ecorreio, d admilli com a men-
salidnde de viole e cinco mil res a Ovidio Saraiva
de Caryalho, que lem servido bem naquella qualida-
de, e ajodado a escripluracao, qoe nao poderia estar
a cargo s do secretario, a'pe/.ar de expedito. Pare-
ee-me mo pequea a gralilicacao ; deve ser elevada.
Fajo Justina ao secretario desta directora o ba-
charel Francisco Pereira Freir, apresentando-o co-
mo emprrgado assiduo, fiel e dedicado.
Toda a escripluracao esla' em dia : q movmento
1I0 expediente consla do mappa jonlodiocumenlo n
3, que moslra ler subido a 13b() os papis expedidos
e recebidos
f Ha o.seEoin
termos d
-A' Dlr0ho. do di1
ublicas a sociaes,
.^".,Uun..dA',vcc'!.i,llcoe
.0-
.ora-
om ero que se lancam os
menlo dos professoies; oolro em qoe
JSTn as derisoes e despachos de requerimenlos
de parles ; oulro em que se e-crevem os termos de
exames e concursos : oulro em que se registra toda
a correspondencia oflicial expedida ; oulro das actas
deliberarles do conselho director ; oulro de or-
dens relativas as despezas ; e finalmente mais doos,
11111 para a nscripcao das escolas particulares, e ou
ro para a das publicas, declarando se seo numero,
grao a qoe per teneem, o nome do professor, dala de
seu provimeiiio, liceucas que teemobtido, remocOes,
jiibiUces, etc.
Se considerar se que alem da tudo isso, ha a guar-
da, e claasificasao de todos os papis aqui existentes,
nos quaes mullas vezes e precisa proceder a exame,
quando se lem de dar informasOes, ou verificar ol-
gum faci, ou data, reconhectr-se-ha que o Irabalho
he pesadissimo para um s homaro. Se eu nio fora
lao inlraigo do augmento do pessoal das reparticOes,
insJariajne ja pela creacao de um amanuense, pelo
menos, lija vista a iguaes repartieses em outras
'us pas de familia e de um delegado
"o nome',co"7m,i"Dsf *," orer,1,1 unm a*"
nova. -- *V Mas anida muito longo estamos da
verd.d2Trfa,\aria nspecots.
e '^arnfc^^dVver zft
industria'
p .....asi outiacs, para gratuita
ui" carS, de cujas utlrihuiroes ra
e, ludo especial, e que s Ihe traz 1
pe rda de lempo, e despezas com a
0d cial e visitas de inspecrau, acarris
cas veze< profundas odiosidades, he col i-
eua natureza humana, he confisr nimio
tism "'I88 Dm sempre falla bstanle alto
cao
N ao admira pois que em geral os delegados litle-
rari "' aSo campram bem os seus deveres. He urna
ver ' 1 Sr. Sa' e Albuquerque em seu relatorio em 18.")
a, m se esprimia. Urna larga indalgancia a ama
b evidencia leva ia a excesso fazem conl que os de-
^ o dos professores lejam escondidos pelos respec-
' js inspectores, com grave detrimento ala instruc-
3n publica. O qoe elle entao dizia agora
reP>ilo eu ; acrescentando que tambero urna intriga
'ocal, urna vmgauca particular foruece as vezas 111-
jor niacOes que tornara perplexo o animo do direc-
llir, se he que nflo Ihe facera suspeilo o delegado
1ue as ministrou, conjonclura desagradavel, em
I" e para della sahir e conhecer a verdade, tenho
lid o muito Irabalho.
Entretanto, em compensarlo, moi satisfactorio me
"declarar que excepces lia muilu "honrosas e de
"'los contiendas, a quem rendu meus luuvores a
s" iceros agradec menloi.
0 alvilre qoe me parece poder actualmente ler
'ilnuma praticabilidada e prometter algum resulta-
'io, he o seguinle.
J que a provincia nao pode lar agentes de ins-
rjecjao estipendiados e habilitados como eio oulros
Ipaizes, cnem-se ao menos com boas gratificarnos
Pirovimento pasiara os prelendentes por ora exama
u concurso, em que, alera de reconliecida niurall-
ojade, circumspecrJo e bom senso, deem provas de
'aber apreciar a dirigir a iuslrucrao primaria, e de
(l ue emenden, de pedagoga.
Esses funecionarios devem a maior parle do anno
lectivo andar percorreudo as escolas do interior da
brovincia (oude alias man necessaria he a inslruc-
4ao pelos seui elleitos moraes emenden lo-se coro
s delegados, e correspondeudo-se coro o director, o
loa! jamis deve deixar de por si mesmo visitar o
"laior uomero de escolas que poder.
He verdade que a lei regalamonlar, quando no
' rl. 3 5 1 d essa incumbencia ao director, faculta-
111- la mor 111 o man lar exerce-la pelos membros que
clle designar d'enlre os do couselliu-direclor.
Mas, alem de que pela natureza da orgamsac,ao
lo conselho todos os seus membros, a excepcao de
'loul, os eshraohos ao magisterio (*) nao podem dis-
'raliir-se de seus empregos, acciesee que nAu'hao de
"mprehender urna viagem incommoda e prolongada
vm algoroa gralilica^ao, ou ao menos ajoda de
Cusi, de que a lei nem sequer fallou.
Se a assemblea provincial allender a medida que
embro, algum proveilo se podera collier. A des-
beza nao sera' drescida ; antes sera' quasi nauhuma,
m vista dos resultados que promelle. Muito me-
Mior be ter menor numero de escolas, porm bem
'oipeccionada e funeciooando regularmente, de
,ue moitas. mal dirigidas, pesando subie os cofres,
e mais nocivas que alis.
Digoe-se V. Exc. desculpir-me, se rae tenho as-
sa s estendido neste .artigo : ligo muila importancia
a inspeccao das aulas, e luto frequentemente com
mil difliculdades a este respeito.
Pelo documento n. i, vera' V. Exc a relajo
dos acluaes delegados Iliterarios e dos membros dos
diversos conselhos de districtos.
Freguezias ha, que sendo extensas, e leudo mais
Je uina escola publica em pontus distantes, nao de-
vem formar um dislricto Iliterario : por isso propo-
nho a nomraciio de mais um delegado para a fre-
guezia de Itarob, que lem urna escola em Pedras de
Fogo, di.la ule!) leguas da de Cruangy ; e a divisao
da fregoezia do Bonito em dous districtos por ler
urna cadeira em Panellas. mu distante daquella
villa.
Apezar de minhas recommendares, poucos con-
selhos se lem reunido e funecionado.
A' lodos os delegados dirijo urna circular invo-
cando seu patriotismo e dispertando seo zelo pelo
cumprimento de seus deveres.
Quizera que lodos livessera conliecimeulo da ex-
cellenle obra de Mr. Matler le visileur des acole,
nu 10 menos do pequeo manual de Bernard Julien.
SESSAO JD1CURIA EM 2 DE ABRIL DE 1857
Presidencia do Exm. Sr. 4eiembargador
Souza.
Ao meio dia, achando-se frsenles os Srs. desera-
bargadores Villares e Gitiraila, e os Srs. depatados
Reg, Basto e l.emos, o Sr. presidenta abra a ees-
sao, e lida a acta da ultima, he approvada.
DUtribuicoat. ,
Foi distribuida ao Sr. ilesmnaraador* Gilirana, a
appellacao commeruial desla eidade em que sao :
Appellanle, Joaquiua Jeronima de Jess ;
Appellados, Isaac, Curio Si C.
Escrivo Albuqoerqoe.
Nao havendo mais nada a tratar, o Sr. presidente
encerrou a sessao a meia hora.
EXTERIOR.
Espero poder conseguir a publicacao de um jornal,
como adiante fallare!, e eotaa farci Iran.crever al-
gons arltgos mais inleressanles, que moslrrm bem a
importancia e deveres de um inspeccionador de es-
cola.
(Confs'nunr-.se-na.!
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel fenere! do eommando das armas de
Pernambuco na eidade do Recife, em :! de
okril a 1857.
ORDEM DO DIA N. 419.
O general comniandaule das armas declara de no
nhora efleito, nao .10 a ordem do dia n. 448 de 31
( ) Rvm. conego Venancio Henrique de Rezen-
de, vigario da freguezia de Sanio Antonio, e Dr.
Jernimo Villela da Caalro Tavares, lenta calbedra-
lico do legando anno da Faculdade de Direilo.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
Nz "1BUCO.
vRIS
0 1 marro.--
Eu ti ti h n previsto gra. es difticaldadei parlamen
tares acerca do gabinete t>lmerston, e nao roe en
ganei : ha coma de 15 djdsjVas lulas e as voiaco
suceedem as duas cajera-, a o
contras ro urna derrita eaaajlel ITliosterio.
" -silnalojjaTiejrjimenle quJ'. Imeiston foi
1'idjBj-flelal sorla que ja ao poc overnar, e que
'ffe momento apenas Ihe lie dado a escottia Ihlre
las doas alternativas, demissSo do gabinete, ou
jujSo do parlamento ; mas, aeles de narrar os
promenores desla lula, e explicar-lne as consequen-
cia!, resumir.i (So brevemente qoaalo fur posiivel ai
batalhai por mciu das quaes a oppajaiclo pnludinu a
victoria que acaba de ganh.r.
i'iiabeirainenie o debate se empenhou sobre a x-
posi;ao do chanceller du Ihesouro, e sobre o orea-
menlo M. D'lsraoli urilieou aa apreciacoes inan-
ceiras do governo, e censaron as medidas tomadas
para saiisfazer as despezas, porque lio garanliam
lullicenleaneule o equilibrio do urtjimmlo no telu-
ro. Foi apenado energicainenta por M. Gladslone,
e pelo maior numero dos amigos de Hobert Peel.
Mas leve contra si, independen le do par I id o minis-
terial, lord John aVasaell e as Whigs. que volam
com esta estadista. Amocao de M. D'Iaraali foi re-
pellida por 286 volos conira 206. Uaaa sagoocla vo-
lacSo teve lugar eobre ama qoeslflo que o sea aulor
submette lodos o aunos a cmara dos commnns. e
que nao linlia o mesmo ulerease, por qoe os tunes,
sobre este pona eslSo de aocordo eSm lord Palmers-
Ion. Quero*'fallar na mocito de *t.- Locke-Hing,
que pede urna eftensdo cunsideravei do direilo d
sufragio. Os radicaes, que votan ordinsriamenle
eom lord Palmerilon, ssim como os amigos de lord
John Russell, apoiaram a moejio qoe foi repellida,
em virlude da assisleucia dos lories por 192 votos
contra 179.
O lereeiro recontro 'teve logar sobre a mocio de
M. tpoooer. BalOaonos.M. Spoonor, lury exa-
Herido, ajige em cada se-sao que se leve doorga-
meniu pezaa.sm lemiaaria catholico de Mayiioolh. Os lo-
ries vatafam pela proposicao qoe foi repellida por 177
votos contra 08. '
Nenas duas ultimas volares,' n aUarisino dos
membros presentes era pouco cunsideravei ; perlo
de 200 depatados faltaran) a chamada por esla razio
o resaltado fora eonhecido de anteroao, e em lodo o
caso a exislencia do gabinete nao se achava seria-
mente comprometila.
Ao passo que estas coosas se passavam na cmara
dos communs, um grande debate tirilla lugar na c-
mara doi lords._ O chefe da oppo-ieao lury propo-
zera urna moco de censura era razo do compor-
lamento liavido pelo ministerio uos negocios da
China.
Os seus leilores ja sabem o que ie passoa em Can-
lao : o governo chinez mandara lomar urna barca
que se occopava no contrabando. O almirante in-
glez, sobre pretexto de qoe 1 barca era ingleza, re-
elamava contra esta medida, e insistir para oblar
orna repararlo. O minislro ingle em II oug-hong,
M. Bowring, approvara o comporlameoto do almi-
rante, M. Seymour, qoe a recusa obstinada do man-
darn) Ves, governador de Caotia, mandara bom-
bardear os fortes desla eidade e destroira mullos edi-
ficios e armazem. Pela sua parle, os Cbinezes rou-
baram e incendiaram os 'Stabelecimentos eoropeus,
de lal sorte que graudes desastres e perdas inmensas
soOiidas era ambos os lados foram a couseqoeocia
desla couflieto.
Foi a proposito desles fados que o conde Derbey
qoiz ooter da cmara doi lords um volu de censura.
O debate se proiongou duraute duas sessoes, mas,
embora os lories eslejam era maiora na cmara alia,
recuou diaule da respousabilidade de semelh.iote
voto, ea emo^ao foi repellida por 146 votos cou-
Ira 110.
Al ah tudo a bem para lord Palmerston, mas
ama ultima experiencia o aguardava : a cmara dos
communs, menos reservada e menos circumspecla
que a dos lords, tambero quiz oceupar-se com os ne-
gocios da China. Urna mocao de censara Ihe foi exi-
gida pelo chefe do partido de Mauchester, M. Cob-
den, qoe foi enrgicamente apoiada por lodo partido
tory e por lord John Russell. e os seus Whigs. A
lula fui longe, lord Palmerston desenvolveo au mes-
mo lempo todos os seus recursos de taclica.como cha-
fe de partido, e todos os expedientes da sua eloqueu-
eia, como orador, mas lodos estes Meteos naufraga-
ran) danle da coallisao poderosa,que seformavacon
Ira si. A mocao de M. Cobdeu fui adoptado por 2ti3
volni conlra 217.
Eis ah pois o ministerio posto ejn mir.ori.i no par-]
lamento, minora que somenle he de lti votos, e que
se forma por meio de uina coa^lisao moi fraccionada
para qoe o poder tiaufrague em urna das gradacoes
do partido victorioso. Mis, com todo, tal como be
o vol de 3 de marro colloca lord Palmerston na im-
potencia degovernar.
Como devla ainda ha pouco, he mister qoe elle es-
eolha entre urna distas duas alternativas, ou de
pr pora e simpiesmenle a sua rtnmlafle cnlre as
maoi da rainlia, ou eniau oblar da rainha a dissolu-
c,an do parlamento.
A primeira deslas delerminacOes mo poderia con-
vir a houra de lord Palmerston, uem_ mesmu a sua
situaran. Diversas grupos entre os quaes se divide a
camira dos commons, o seo he sempre o mais nume-
rlo : nem os lories nem os radicaes, uem os whigs
de lord John Russell, mo pnderiam pretender alean-
car a maiora, nao poderia eiilemier-se para um mi-
nisterio de coallisAo, e qaalquer ministerio homog-
neo, privado do apoio das alliancas conlrahidas na
lata, seria derribado no primeiro embale. Loco, se
lord Palmerston deixasse o poder, qualqoer gabine-
te, que recolhesse a sua baranca, devera disiolver a
cmara, depois de ler tenl.idu vencer as difliculda-
des liuaiiceiras da situaran. Neste estado de cousas
ara muito melltor convir com lord Palmerslon em
dissolver a cmara, com o con-enlimento da rainha,
e proceder as novas elcijes. Parece lora de duvi-
da qoe lal he a sua inienrao : em urna reunan dos tencias europeas Iralam de associar-se ao governo redor de teu throno
depulados mimsleriaes. que teve lugar em casa del- [ hespanhot para que no Mxico os direitos intrna-
le antes da volarlo, deixou claramente entrever o i cionaes e as exigencias da civilisacao sejim respiila-
.-v. ..t -ru un uno para
interna- nao obtiveram por man daa
seu pensamento de recorrer a riissoluc.au, e o seu
discurso no dbale da mocao, Cobden nao foi menos
explcito : anounciou a vonlade da appellar para a
naco por quem han sido mu hbilmente lisongea-
dus os tnstinclus orgulhosos, e que segundo elle coo-
demna a poltica posileanime da opposic^o.
N'nma palavra, em consequencia do voto, o pri-
meiro ministro se dirigi immediatamenle ao Wiu-
dsor para fazer conhecer a' rainha o que se passou,
e obter della que o aulorlsasse a appellar a para na-
(30, dissolvendo a cmara. Era este o boato geral
em Londres, e todo aulonsa a crer que he fuodado.
Mas, como di.se mais cima, a dissolurao nao pode-
rla ter lugar inmediatamente. Releva'primeiro que
lude que o governo seju collocado em situacao de sa-
iisfazer estas necesidades fioanceirai dos servicos p-
blicos, pois que he smenle al o mez de abril qoe
os iinposlos s3n volados. Nao he provavel, sob esta
relajo, que urna coalisao se reforme para recusar
estes subsidios, pois que fora tornar o governo m-
poasiyel. Mas estes votos ndispeusaveis nao deverao
ocensionar urna longa dilajao, e deve-se esperar ver,
em poucas semanas, loda a velha Inglaterra atacidi
pela febre eleitoral.
Um faci qoe poda exercer alguma inflaencia in-
directa solira votiro, no uleressede lord Palmers-
ton, desgrarailamruie para elle s se tealisou a i de
marro. Quero fallar no tratado de paz que acaba de
ser concluido coro a PeTsia.
Depoii de alguma* semanas, o embaixador persa
em Paris, Ferouck-Khan, estiva em conferencias
com o embaixador ioglez, lord Cowley, para asseo-
lar as bases de um tratado qoe pozesse fim a guerra.
Foi a i de marjo smente que os plenipotenciarios
chegaram a um accordo, graras a iniervoncao ami-
aavel do imperador dos Francezes. O tratado foi re-
digido e assignadu pelos negociadores, e j nao resta
hoje senao trocar as ratificares, o que exigir um
prazo pelo meuos de dous mezes : a guerra com a
Parta, despen liosa e pouco productiva, ara villa
com moi 0II101 da Inglaterra, e esla circumetancla
coutribuio para engroasar o algariimo dos votos que
lord Palmerston encontrn contra li.-Se a pat livee-
se ido antes feta, talvez" as cousas raadaisem de as-
pecto.
- Oulro incidente da poliUaa exterior prodozio na
Inglaterra um eOeilo desagradavel. Qaero fallar no
tratado concluido com os Estadoa-Unidoi a respeilo
da America Canlral, e cuja ralifieacSo o senado de
>\ a-liinaioii acaba de recusar, Neste negocio, o ga-
binete Palmerston nao tinha corometlido falla algu-
ma : ceder tudo quanlo pode ier honroiamenle ce-
dido ; mas a condescendencia de John Bull nao fize-
ra mais qoe augmentaras pre'encuees do primo Jo-
nalliarn, de lal sorle que o seuado parece disposlo a
repelliro trilado, como violando implcitamente a
doulrina de Mnnre. que nao quer admillir a accAo,
oa a iiilloencia da Europa sobre a tfrra da Ameri-
ca. Felizmente o voto do senado nao he definitivo,
e se pode ainda contar que o aovo presidente, Mr.
Kuclianan, tratara dearranjar o negocio de maneira
que nao cree urna nova complicaran entre os Aoglo-
Saxonios dos dous mundos.
Sobre o continente europeu, o negocio com qoe a
diplomacia se oceupa miii.he Conlliclo entre a Prus-
sia e a suissa, a reapiila do eautao de N'eufchalel.
O gabrnele de Berln gasta de procr;Htinar as discus-
Hies, e parece qaa uesta mostrou ao principio muilo
ma vontada a pona de assuslar o patriolismSJelve-
nco, .fazer recelar qo as pretencoes prusstaMs nao
se podem conciliar com nina condicaa honran para
s duas parlas. Mil boje estes receio's esiao era par-
le dissipados. Vai ebrir-se urna conferencia ero Pa-
rs neitei dias : os represeolanles da Franca, da In-
glaterra, da Austria e da Rusta sarao os nicos que
devem assitlir a esla a.laV estabelecer at bas-s do ajuste, e qoaudo a soiurSo for
encoulrada, os representantes da Prasta e da Suissa
serao convidados a vir lomar parte nasdeliberaces.
He claro que as grandes potencias da Europa, iuter-
vindo comomedianer... e coma garautesaeitaajaste,
a resistencia das parles iiiteretiidat nao poderia ser
recelada, e as preteociJee exceativa serao peremplo-
rlamente repeltidai.
O velho marechat Radelzki, que exereia na sua
plenilude lodos os poderes civis e militares, acaba de
d..- a sna demissao, que foi aceita pelo imperador
Francisco Jos. O titulo de governador geral das
provincias Lombardo-Venesianas, foi conferido ao
proprio irmao do imperador, o archiduque Maximi-
liano, que esla para caiar-se com a princeza Carlota,
lillia de el re dos Belgas. O joven principe lera a
elevada direccao dos negocios civis, e s dependen
do imperador. O eommando geral das tropas foi dado
jo general Giolay. Embora sempre tenha divido na
l.oinbardia fermento de odio contra o dominio ana-
inaco, esla medida recebeu o assentimeolo geral.
A presenta em Nice da imperalriz viuva da Russia
alIrahiQ nesla eidade varios membros da familia im-
perial. A arclu loque/a Helena, o archiduque Mi-
guel, vieram visitar a aogusta princeza, e hoje o grao
duque Consianliuo acaba de chegar a Nice. Annon-
ciaru qoe este principe passam por Paris em sua vol-
la, e a curie das Tuilleriat Ihe nata preparando fes-
tas brilhanles. A imperalriz m.i deve ir passar a
Remana-Santa em Roma.
>a Hetpanha, o ministerio Narvaez corneja a res-
labelecer a ordem, e a exercer certa aejao tobre o
paiz. As eleic/ies inunicipaes, que acab.im de ler la-
nar as grandes cidades do reino deram a maioiia aos
seus partidarios, e pode-se esperar que as eleiciies
geraes sejam feitas no mesmo sentido. O eomporla-
nienlo enrgico que o governo acaba de ter acerca
dos dissidencias com o Mxico, augmenla-lhe a po-
pularidade. Navios a vapor e tropas foram enviadas
a Vera-Cruz para nbler do presidente, Comouford,
as aalisfacroes que reclama a tiespaoha.
Aqui nao ha nada novo qoe raereca ser menciona-
do : a Franca eiU mu tranquilla e os negocios sao
activos e prsperos.
Boletim da bolsa : 3 71 f.. 10 c. ; 4 W 95
2 ; Consolidados inglezes 93 5|8.
dos mais do que o lem sido al agora.
Emquanlo ios negocios externos este he til aclna-
lid.de o mais palpitante. Pelo qaa respeila aoi a-
conlecimentot interiores, coulinaaram ai eleicei, a
esperava-te, que tahissera quaii por toda a parle fa-
voraveis ao governo. Dit-sa quena Barcelona a
Valladolid liubam vencido os progreitulas. O go-
verno obteve um tnumpho completo as eleicdei
monicipaet em Madrid. Qaeiam-ie >i folhat pro-
gressistas de uumerosas Ilegalidades oassas elei-
gitja.
As candidaturas moderadas para depulados, li uliain
vencido na maior parte dos districtos eleitoraei.
Ha razo es para crer que o governo valendo-se da
auto, ivir.io que a constiiuicao Ihe concede, trata de
modificar por meio deum projecto de lei as condi-
ces que devem reunir os senadores, propondo as
cortes que sejam considerados como sanadores natos
ou vitalicios aquellas que reuoirem certas eondiedes,
inleressando assim ua cun.ervac.ao do svsleraa re-
presentativo as classea mais elevadas oa de maior
representaran no paiz.
Tambam o governo lem em vistas, segundo pare-
ce, a proposta de certas medidas tendentes a facilita-
ren) as dscussoes na eamara dos depulados.
Consta qoe o governo esta' disposlo a nomear 30
oa 40 senadores para quando se abrirem ai curtes, e
ja te citira em diflereotei circuios polticos os no-
mes de alguns dos futuros agraciados.
Esla Tornada parece indtspensavel aos amigos do
governo, em vista da numerosa e forte opposicao que
espera achar no senado.
P jornaes absolutistas de Madrid Mudara aconse-
Ihado ao leu partido para qoe concorresae a' orna,
alun de volar a favor dat candidilar propostas palo
partido conservador. O goveruo, diz um peridico
daquella corle, segundo as noticias qua se recebem
de varios rustridos, nao faz opposicao aos homens
ratpeilaveitdo partido conservador, uem ai notabili-
dades do partido progressista que se tenham distin-
guido pela sua dedicarlo a' ordem pablira. Nos pon-
tos em que estes individuos jolgaram dever aprovei-
lar-se, o governo tem deixado a mais ampia liber-
dade aos eleilores, renunciando mesmo a sua legiti-
ma influencia, porque de-ejava ver representadas
disnamenle tolas as opinies na cmara dos deno-
tados.
Julgo haver-liie noticiado qoe a amnista a favor
dos implicados carlistas de 1854 tinha sido resolvida
em conselho de ministros, e eslava para ser sabmel-
lid. a' apordvacao da rainha. Todava as ultimas
BESPANHA.
Lisboa, 4 de marco.
Temot noticias do paiz limitrophe at 27 de feve-
reiro.
Urna grande questao a de desaffronta nacional,
oceupa neste momeulo a corte de Madsid. Tinham-
se reeebido por via da Inglaterra cartas da U.vaiia
de II de Janeiro, as quaes, a ultima hora diziaro que
00 Mxico rebemara ama sedicao contra os hespa-
nliet, lomando o carcter de ama guerra de castas
as ultimas coovulses polticas daquella repblica.
Logo que o general Concha recebeu ealas noticias,
mandou sahir forcas navaes de Coba em direccao a
\ era-Cruz para que prolegessem as vidas e fazeudas
dosiubdilot hrsp.nlnies all res denles, e pedio ao
sea governo nstrueces. Aflirma-se que os hespa-
ndoes que residem naquella repblica desejam a to-
do o transe reparajao de mao armada contra as ol-
fensas que o governo mexicano tem leilo a dignida-
de e aos teus interetses. Tanto mais unidos a mal
palna, quanlo mais afaslados se acham della, antes
querem perder os seus bens e correr tolos os peri-
llos da guerra qoe sodrer as injurias daquella rep-
blica. v
Um jornal do ministerio a-segara que a aceito do
governo hespaohol contra o Mxico sera' Lio rpida,
quanlo o permittirem as circumstancias. Acrescen-
13 o mesmo peridico, que, se em 20 de Janeiro o go-
verno mexicano nao tive.se dadu a completa satisf-
celo que Ihe foi exigida, o encarregado de netrocios
Sr. Sarela, embarcara inmediatamente para Vera-
Cruz, sahindo ao mesmo lempo de Havana duas em-
barcarles de guerra para coadjuva-lo as reclama-
ces que o governo hespauliol lem direilo a fazer a
repblica mexicana. Ja foram enviadas iostrueces
ao capitao general de Cuba para preparar os navios,
1 rapas e niummos qoe devem partir para aquella
"PJJistoi fixaudo-se as forcat de mar e-Ierra que
WveiB pMir de Hespanha para auxiliar as que h.lo
de largar daCoba, e para seguranza dat Antilhas em
quanlo se o!,lem uina 1 ..pararan dos aggravoi feilos
pelo Mxico ,' nar.au hespanhola.
O guverno fltla' orgainsando activamente em C1-
dix a expedir.- naval. Segundo allirmam oa jornaes
que recebem ntpiracoes do gabinete a eipedijio se
m composia de W a 30 navios, rompreheudo os de
muniees e transpones, e de 8 a 10:000 homens e<-
colhid .s uh o cumulando de om general quejase
dislingio n'outras' emprezas fora do reino. Estas
tropas devem emba.'car logo que eslejam apercibi-
das as embarrarles. N
Li>-se na- Tullas deCadix qo o governo ja expe-
dio in leus a esquadra que se acha em Mahon para ir
mmedialameiiic a C.diX e rauuir-se a divisao. Pa-
rece que para o mesmo nlenlo so mandaram acabar
de apromplar a nao Francisco, a fragata a hlice
llerenguela, e at duas goletas da mesma ciaste
Santa Tdereza e Isabel Francisca.
Acham-se concordes alguns jornaes de Madrid de
diversas opinies polticas em desejar que baja urna
boa inlelligeucia entre a 1 rauca, a Inglaterra e a
Hespanha para .1 re*olar,o da qoestao do Mxico,
ou para impedir qoe os Estados-Unidos, fomentando
a divisao eutre os indgenas e a antiga raca hespa-
nhola levem a cabo a annexarao daquella repblica,
ha lanto lempo desejada pelos americanos do norte.
Entretanto, pissa por cetlo que as duas grandes po-
noticias dizem que a amnista fora suspensa, em
consequencia de ler o governo receido urna com-
monicacao da pruvincia de Andaluzia, declarando
que os montemolinilas continuara a conspirar. A
ser verdade o qae se aflirmou, ha prova da Talla da
sinceridade que ancerravam os protestos de adhasao
fcitos por notareis peisonagens carlistss i* causa da
raiuha, protestos que s Mnliam por fim, segando
parece, ganhar pelas armas da diplomacia o qoe nao
haviam podido conquistar nos campos da balalha.
A amnista e-tava ja* feila, e s algomas qoeiles
suscitadas na secretaria do despacho, ubre 1 forma
de sua concessSo, haviam diferido a pobliciclo do
decreto, quando se receberam ai pirlicmacei da
Andaluzia.
Entretanto continua a ter solicitado o indulto, car-
ca do governo, por ofliciosos advogados.
Aulrraa om peridico da situacao que a projeetadi
viagem 1I1 raiuha Isabel a' Andaluzia, ae verificara
provavelmenle no prximo oulono. cena migestade
ealhulica acha-secoraplelaaieBte reslabelecida da
uliiwa enferraidade. O general Dulce, que lomeo
lio imporiaule parte nos aconturuneatos de I854,
n|Jiq|a^iuila a' raiuba. Apezar Jos diversos csea,
mamnnaiaque dea luEr, nsseguram oa bem infor-
mados, que s teve por objecto cumprimeotar a so-
berana, recolhendo o general da larga viagem qae
eQecluara para re-tabelecer-se dos seas incommodos
de saade.
Os duques de Mjnlpensier tinhsm saludo de Se-
vilha, e eram esperados ero Paris. donata partiran)
para a, Italia. "
soi nomeado commissario da corneme de admi-
pi'tracao do canal de I la bel H. em labstiluiclo do
marquez dal Soeeorro, D. Jote Mara Nocedal, pai
do actual ministro do reino. O marquez passa a oc-
cupar a presidencia daqoelle conselho.
Foi resolvida em eonselhn de ministros a questao
das dedocroes nos sidos e ordenados.ficando suppri-
midas para todas ai classes qoe cobram pelo Ihe-
souro.
Tambem serao entregues a lodos os empreados
do estado os 13 por ceoln que Ibes foram desconta-
dos no mez de Janeiro. A Gazela ja' poblicou o com-
petente decreto. Outro da mesma data fax cessar os
deseclos de montepo nos veneimentos dos milita-
res de qualquer caleg iria de mar e Ierra.
Chegou a Madrid na dia 12 Mr. Raynouard, re-
presentante da casa Mires, trazendo os fundos neces
sarios para entregar no thesooro 60 lailhoes, corres-
pondente a' segunda quota do emprestimo de 300
milhes de reales, que aquella casa contratou com o
governo hespanhol.
Foi publicada ltimamente pelos jornaes de Paris
urna ordem regia, Horneando Mr. Mires um dos ban-
queiros do governo hespanhol naquella capital.
Fallecen de um calharro pulmonar o cardeal ar-
cebispo de Toledo. A sua morle foi geralraenle sen-
tida. Era prelado virtuoso e esclarecido.
O celebre poeta D. Manoei Jos Quintana, acha-se
doenle ha alguns dias.
Tambem eslava gravemente enfermo o distinclo
escriptor L). Francisco Martnez de la Rosa, mas es-
crevem de Madrid que ja' da' esperancas de conva-
lescenca.
Veriiieoo-se no dia 19 com toda a pompa fnebre
a ira-la lacao dos restos mortaes de Arguelles, Cala-
trava e Mendizabal.
Parle obrigada de urna chronica hespanhola, ha a
macis dos molins que pertorbam a publica Irn
quillnlade. Infalizmeule nao se pasta ama quiuzena
que n3o lenha o seu quinhao de alborotos.
Em llecho, povoacio de alguma importancia, per
to dos Pyreneos, houve desorden..
De Jaca e de Huesea linham sahido logo algumas
tropas, alim de restabelecerem o socego.
No andar terreo de orna casa cunligua ao thealro
das Variedades em Madrid, foi descoberto um depo-
tito de armat.
Alguns operarios que trabalhavara prximo de
lalavera de la Reina, mais de 380 insnrrecciona-
ram-se no dia 27, mallralando os capalazet qae qoi-
zeram oppor-se-lhts ; porm a auloridade correu im-
mediatamenle qoelle ponto e conseguio restablecer
a ordem, auxiliada por alguns soldados.
Segundo as ullimai nulicias da Autequera, ja' all
liaba chegado urna forja i.ihida da Malaga. A or
dem publica reata bel ecera-se, e os trabalhadores ha-
viam retomado at tuas occoparOes habituaes ; entre-
tanto venlicaram-se algumai prisei.
Ao governador militar de Anteqoen foi imposta a
pena de dous metes de prisSo na Alhambra pela fal-
l de energa que mostrou nos acoulecimenlos sedi-
ciosos daquella eidade.
Pallasa algumas follias de oulro deposito de armai
que fora descoberto na ra de Mirasol ni capital.
Finalmente 01 roubos, assassinos e a' penuria
de subsistencia!, as grandn churas e as geadas, os
alborotos e desordene, continuara a fornecer desa-
gradaveis theinai a' parle noticiosa dos jornae*.
Refere orna carta de Manilha, Iranscripla nos pe-
ridicos de Madrid, que os China, lentaiam incen-
diar em Hong-Kong um barco de vapor hespanhol,
que eslava a concertar. Por causa .le seraolhanle
tentativa a lnpolacao e a tropa que se achava a bor-
do se reTugiou n'uma embarcacAo meroanle. Parece
quehavia partido de Manilha a embarcarlo hespa-
nhola de guerra Scipion, com o fim de proteger os
Ilespanhoes, e pedir a salisTarao condigna. Os Chi-
nasi estao provocando lodas as bandeiras. Bom he que
a Hespanha tambem ronlribua a escarmenla-los.
Parece qoe o conselho real, consultado pelo gover-
no sobre a conveniencia de proceder-se a ratificarn
inmediata do tratado de limites das Tronteiras com a
Franca, resolver ltimamente deixar au goveruo o
arbitrio de fazer o que julgasse mais conveniearte aos
u.leresse pablicus, anda que he de opiniao ama se-
na acertado subraeller prex ament as cortas sale
assumplo.
Dizia-se em Madrid que o enverno .ardo aa dira-i-
ra au de.Ilespanlu.oflerecendo o servico da sua linha
de vapores Ir.nisHllanliros, afnn de Iraasnorlar i
correspondencia hespanhola para a Cuba a Porto-
As relacOes com a corte pontificia continan) a for-
necer materia para as conjecturas; suppoe-se que foi
recedida em Madrid urna caria de rtoma da nuil
so podem revelar-te por or don noticia! 4. nri
mejra de que Sua Santidade. convenientemente in-
formado da s.tuacAo da lleipanlia, continoa as dis-
posicoes mu benvolas, par. edegar-.e a ama com-
posicao completa de todas ai desintelligencias A se-
gunda, vem a ser que todas ai pes.oas que tem tido
-.niiversacoescom a raiDha mii, acreditara queaquel-
a senhora esta convencida de que o tyslema cou.M-
luc.onal nao sen. falseado em Hespanha. de que
toa filha jamis cahira no lacoque Ihe armara os b-
sololnus, 01 quaes tao lmente te sgrspariam em
Aflirma-se que a raiaha Chnatiae
belecer-se detiuitivimenle esa Raaaa.
Corre novimeole qua o Sr. I.laru
didalos man provavats para a
e que por ism Ua ma par ara para a i
da Ratsia.
Da ama correspondcacli partiratar da MiaV'4 a
um jornal histrico de l.isb.a, a corro cata taili
actividade ama correspeasdeacia ealra aaaawala casrta a
a porlogoeza. Qoe lodos sabem at raUcoa alo aaBa-
zada intima qae exitlem entre o 1
D. Leopoldo Celo con o e)4 ski'
por isso nao admira qae aa
qusucia, a por mia propria, ponas ,'saaja
uxo estafeta lodos 01 mezee, qoe parta da 1
de estada hespanhola para LitBai.
Eu o que emendo be qae eotaa dilae vaaaa a 1
serenes visionarias nada previa.
No dia 10 foi recabado par S. M. I. o
Pialo do Suveral, aprasoaiaada aiau arto
rredeocues como ministra pertagaei aa
O conde da Azinhaca (irtaia do Saqei do "ilSaaSi
enlregou a raiaha de Heepaaki a carta aja fatal Ha-
mo a la misslo da enviado extra
tro plenipotenciario de Portugal.
Chegou a corle o Sr. a Aleare.,
commistao especial pela can federas;a
ra tratar com o governo hnpiaaial aja___
proco interesse. Tolas as dilmarias a*i
publica mostrara eaeamiabar-aa para
terrompida rellenes cota ledos as
ps, a muilo parlicalaraacssla cota
meio de convenios hdateos oa
vra transite e da libar inda do
aaajaaa
A folhi oflicial de 26 de _
de noaaeaclo de caatolbairoa
Iraordiaarioa, comprahoaJ___
Lerooyae, director garal do rafatMarru. e
enea Iavier Aspirozv Jalea,
director geral de artilaoria ; a't
O'Reiil, director (aral da ravaetoria, D.
A. de Celo, ministra pliaipUeaiiim
tarn do ministerio
oflicial maior da aiamtare aa meiioan. D.
Daz Arguelles, din Un aera I da avNraaaor.' D. Lesea
Manreaa, director feral tai camsta, D. Jaaa Lo-
renzana, diracler feral da oda*
viocial, e D. Dyoeizie Gaiaza,
laheleritaealai peaaes.
Foi dimii'.ida do carao a
prensa narianal a director da
Raphael Mara Bail. Bao ana
mor, aer lomeada D. Ml_
Fo suppiimida a jeala da
reino, e ata tea legir Ka vera esa Maatal ata _
especial qoe sa emendara' dirtrlimeala aaal a aa-
nisieno da interior. Dia a aipiairt ao aBaaravaa.
que a censura careca da aaiaaSi naiaaiala. Bt
Pabla Yaoez, ex-calhoaralico da iiabillia 1 ...II..'
foi nomeado ceasasr
l'rnmuls jo e em
sJo de cadetes em cada aaa dea
iofantaria de liaba do eiercMo, a aee
ieuns, ele o Batatero da ana por remaiihia. I
regalimenlo especial filara oa
ter o qoe atpiram ata laceres
de infamara. O a afale ata etaoa
geiroi, 01 Iransaeraes eatrimat aac tota
cao oestes oltieaoa aaaet
P oraocoet e varia* oalras <
cipitado o movtmeelo 1
laria.apooto daaer laai
ballatafca, qoe o collegia
lempo ligara pruver,
de sab-ieuenloa.
O Sr. I .oazales Bravo, ajajastistre 1
junto a corle de Loadret,' panto de
aquella eidade.
assperava-ae em Madrid o general
oasfee em Pars o carao do 1
Catholica.
A severa-se qoe o gaveras I..
didii eeergicas para o cato ala 1
ai loas reclamar-oes ate Mrx.ee, o atlata
navaes, a qual cima me refer.eata' ara
g mi. r corpot que devem reforcaw exerette ata
Cubi, em qaaala qaa ai qae ei'raecem ae Aaettaaa
ja aclimatadas aa paiz, marcaavam sabr Vara Croa.
Coma qae de. Havana ja partrata atara Vi
5 navias de BjataToaa,
No dia 25 de feveroire raeabea a 1
palacio ot chrTes otlinaes da |oeiaai,ae
que desejavam apreteelar-lhe ee
attencao a'greca qaa a
conceder, decretando a sal
o montepo mililir. 1
phAas, qae de futere vio ter rMtsmitaasttmMtat
corrido* netos cofres do iilade. Bala 1
torial de Narvaez he bata c.lraleda pora
ij rapathiai ae ejercito, o jaala eeea a
do* descomo, aos em prega das civil, teta
bom ruello na clases temer asa 4
taJMaat.
O doque de Albo foi aetateado
coiisiitucmnal de Madrid, o segotMtaa ataai
ques de Medin-c-M. de State o
mirqeezes de O'Gabaa e de A___
de Rirat, o conde de B.llaenoi, (iba de
neral Len, a lioicorrele e Besotea.
A Iberia arcuta o partise absmotstta de
portaoles prnjectot contra aa lettitairoei
Diz aquello jornal, qae o partid rntearraxca
sioso deseja que a ledo o cesta
10 depulados de apiernes
u ma proposla as carie* ea eee taja
be I en ment de Iodo* oa coat
marte de Fernanda Vil, a
(me, e a devolatcee de clero regalar a
todoi ot bens vendidos durante o ra
cional. Suppoe aleta dase a /tersa
Mitas recetando qae esli praposti teja
lo* moderado, eonlara cota a reserva de
tiCOes, que viriam roheslecer
te* auspicios adquirir farci
proporem o pron.plo ajaste das nli[lntim a
de Roma.
Astados aaMrao.
Colisacio di Bolsa da Madrid *
IK57 as ir. da larde :
I talos de 3 por cauto consolidada! acoca
eo 39-05 e 15 c.
dem de 3 por ceale diflerido, idea 25-5.
Accet de canal de Isabel II de I
por cento aanoal, idea 106 d.
dem da banco da llespsaha, idea 1 MI 4.
Soeiedade geral de crdito a tatuar, a
acedes de 1,'.too reales, idea pablieade a
reala.
Comeaos.
Londres a 90 dias, 5tM,.
Parit a 8 dias, 5-27 d.
IITERIOR.
I.*t5
*tc>
PARA\
Relatorio do \.\m. Or. Joao Pedro bus
Vioira, ao passar a administrstrao da
provincia do Amazonas, a seu 1
sor, o E\m. Si. Dr. Manoei"
Corma de Miranda, iiriineiro
presidente.
vCesK/aOMO.;
Catechese, eivilisica* oes iaolaoaao
Elle ramo interestaale do witiija
carencia, qoe ha. de misaiaaarias o do
neo para a boa direccao da* diversas ali
felo de um modo inconveniente e |
so. senao prejudicial, ao fia a eme I
Slo alea dicto por deaats cxicaas aa 1
lada annmlmenle para ala varas, 1
oao be possivel eapreheuder-te
de siicccsso qualquer ateto de 1
nos pontos mais saliente* : 1
com ot paizes luni-lropqrs estraiicrire*,
hrriidas se enlraoham tribal
costo, proveniente quasi seas
cnmmellrm, em nome de faverao a eafe o
lo servico publico, o* diversa* eaiiniaaita
lomando aisim entre o* india edim a ms
lorni.ide, qua alias se Ibes dota ialaaaar aa
benfica e protectora.
Sem esle o o elemente da retiftae ola ha I
se possivel.
Assim compra rsladar Barloe tttaaato {
bem dirigida a cal chete fado trazar a lavoara, ba-
duslria e eommercio da previstaj. at aeairiai tri-
bus aldeadas e errante*, qae pavesa a* laae aalaa,
ut aula*, o abrir ao reme Menos aee otaoe a vida
do mando, ai rtqaaia nataraa, qae ella eacor-
rim.
No aaa entender, aaa cesatatetatia Va aave-^acaa a
eommercio do Amazaaaa, qoe I lab na taaaaa a ai a
colonincie das india*, quitar eaa alora Ir ter ato-
te encarto, toada tfficairaeelt inatlioae p ate atea
no na primeirtt tantos, pede a prevtoc al ataa
imporlantiisimot lervicas, da qaaaa tt a 1
MUTILADO


futuro pan baui detempenhar a oulra' obrigajlo
conlrahida de promover a emigrajao ealrangeira.
Sem previo preparo das Ierras ein onlem a que o
estrangei.ro nao venda aqu lular com a insalubrida-
o clima, grande dilferenja da alimentadlo outros
e'torvos, qqe logo o descorocoam, sera inefflcaa loda
a qualquer tentativa de emigrarlo eslrangeira, vo-
lantna ou contratada para o Amazona.
O Miado do* aldeamentot na provincia aluda he o
mesmo, que e tehi-detcnplo nn meu relalorio a as-
sembla provincial, eoetiuuara' a ae-lo em quanto
fr permitlido o contrato e cbmmeicio directo dos
ludio cora oa regalSes, tem que ettejam aquellos
em estado da nio carecer man da tulella do go-
verno.
Apenas o misionario a director dut indioi rio rio
rauco fre Joaquim do Espirito Santo lias a Silva,
morir xelo a desejo da melhorar a aorta dos calt-
cumeuot. qae, Iba forain ewntiados.
Espero que tambem detarapenhara' talitfactoria-
raeuleos seus daveres o reverendo vinario encom-
raetidado da fraguarle da Tabalinge fre Bernardo
de Nossa Senhora de Ntzarelh Ferreira, a quera por
portara da 24 do crranle nomeai raissionano da
aldtiaa dos iudios Mangtronas e Tacana, qoe all
eiiriem.
Dt colonias eslrangeiras a cargo da companhia de
navegajao e oommercio do Amazonas, existe ac-
tualmente a industrial denominada Ilacottiera.
que prospera, secundo me informam.
Cuntem cerca de 36 casas inclusive ai das diver-
sas ollicinss, e de 70pesaoa, ds qoaes sao colonos
3, eeudo 2 Chms e 41 Porluguexes. Tem officinas
de oleiros, ferreiros etc. a 'algumas plantarse* de
milho, faijao, mandioca, caf ; porem em pequea
asala.
Oa Cilios trabalhtm bem nos servidos do otaria, e
alo pooco aptos para os trabalhos pesado*.
E a colonia Mau', eslabelecida a 2 horas de via-
geui de.ta capital, dissolveu sa de lodo em jalho
pastado, sem que durante a toa existencia, de quasi
iliius annos, apreieotassa urna das vantageos pro-
raeliidas.
O eslaos engajados nao eram os mais proprios
para a lavoora do pata ; porem ealou convencida,
que, alem d'e-ta causal, a falla de preparo previo
das Ierras, e na' dlracjao do elabelecmento,iam-
bem influio para o resultado final
dalla.
Forja publica.
Por ordein minha de 30 de outuliro lindo foi or-
gaoisado, conforme o plano qoe haixou com o de-
creto o. 171. de 12 do mesmo mei. o corpo de
guarnirlo deala provincia.
A forja aeloalmenle empregada neste servido he
da) 371 Bracas, parteocenles a primeira linha 242, e
a guarda nacional, dealaeada na forma do artigo 87
paragrapho 1- da lei o. 602 de 19 de setembro de
1850t2S.-
Esto destacadas da primeira nos di veno pontos
da provincia, 110 pracas, e da segunda 97total
207.
Existen) na capital.enlraude todos os offlciaes em-
pregadoe164
Por decreto de 2 de dezembro foram despachados
os 23 ofliciaes da que lera de compor-sa o dito corpo
a daales ja se acharo em exercicio na provincia 16
inclusive o tenante coronel commandante Pedro en-
cola'o Fregaettein, e o major d'arlilharla Carlos
de Moraea Cannsao.
Guarda nacional.
Em data de 17 de novembro ultimo mandei dit-
solver a guarda policial e reslabelecer a nacional no
municipio de Maus, nomeando os olticiaes do res-
pectivo batalhao, qoe apczar de creado em 18-">3, no
liuha sido inda efl'ectivnnienle organiaado, em mio
de alterajoes propoalas ao governo imperial sobre o
mero das campanillas.
A guarda policial do monicipio de Villa Bella da
Imperttriz foi tambem ditsolvi.ia em Janeiro ultimo,
e achaiB-se nomeados oa ofliciaes da guarda nacio-
nal, tanta da companhia avulsa da activa, como da
eneja de companhia da reserva, creada pelo decre-
to o. 1823 de 24 de setembro.
Pe rotatoria e mappaa apresenladot ltimamente
peloehe{e d'ettedo roaior, servindn de commandan-
le superior.vera' V. Exc. o numero doa corpos.guar-
des e ofliclae* de que se compile a guarda nacional,
assim activa como da rtierva de toda provincia.
Agricultura, industria, navegarn e commereio.
4) estado da agricullora, industria e navegajao da
provincia he quasi, com pequea differenja, o mes-
mo que deserevi no meu relatarlo de 8 de jolho.
As relsjoes cammerc ae-, porm, auginentam a
olhoa vistos, principalmente corn o Pero'.
A. necessidade do transpone dos efieitos e generoa
na linha de Nauta pede ja un vapor de maiur lola-
Jlo, que o Tabalinga, por sem dunda insufliciente
para o serviro desla linha, tambem por falta de
acommodajaes para o crescido numero de passa-
geiro das diversas clasaes, que a frequentam.
Dorante u anuo (indo, segando ama nota, qoe
roe foi proporcionada pelo agente da companhia de
uavagacao a coramercio do Amazonas nesla cidade,
transitaran) nesta linha 343 passageirot ; o frete
das passagen produzio 6:9338814, "M eargas
2:9699191.
Para bem apreeiar-se o progressivo aagmeuto
(lestes, acrascentarai qste a importancia do seu frete
na viagem de Janeiro do anno pastado foi rip
1199640 ; e, ten.io succes-ivamente subido nos me-
zes posteriores al dezembro, em Janeiro do cor-
reme aneo elevoo-ae a 92fi#0i3.
O movimento da qaxjria linoa, qoe he a do rio
Nagro, permanece qoasi como o primitivo, e poueos
sao os gneros, procedentes das Tronleiras eom a
repblica de Venesoela e dos portes intermedia-
rios, qoe vena no vapor. Ou teja por falla de ar-
m.izens adeqoados nos pontos de escala, onde pos-
tan) ser con vagar embarcados os effeitos no nter-
velle das viagens, su porque,o que parece mais na-
tural, teja preferivel aot respectivos eommerciantes
cuodoxi-los as mesmaa embarca joet' ou canoas,
em que soben, pela necessidade do transporte nos
riot confluentes do rio Negro', e neste de Santa Isa-
bel para cima, o cario he que o vapor nao he pro-
carado para a conduelo datcargat desta parle da
provincia.
Adminislracao da fazenda provincial.
Segundo o batanete das canas, a reeeita propria
arrecadada, desda o 1. de Janeiro do anno pastado
at o fim de Janeiro deste anno, produzio a somma
de ris 5:9739288, e o saldo, qoe passou de 1855,
foi de ris 1:1139892total da renda 57:087#18<>.
A detpaza paga monlou a ris 55:'868860, B-
cando de saldo inclusive fiC-OGde depositas e cali-
ces, a quanlia de l:506|826.
Dtve raais aecrescer a' reeeita do. anno findo o
producto de parle da decima urbrua nesla eapilal
no valor da 1:0949255, o rendimento do eslabeleci-
meulo da otaria provincial na importancia de
1:1671400, a o resollado, que anda nio fui reeo-
Ihido, das rendas de diversas collectorias, a' saber :
le Manes1 raez.
e Canuma'8 mezes.
Dt) Taff^3 mezet.
Ha desperas tambem ainrla a' pagar, porm tem
estas da ficar seguramente a quem do valor men-
cionado da reeeita.
O saldo definitivo pode ser, sem receio, calcula-
do em 5 conloa de ria mais ou menos, aceumolan-
do-te, como compre, a reeeita do anno flnaaeeiro
linde, o valor do balelao existente comprado a' An-
tonio Jos iat, por I contodereia.no intuito de
ser preparado Vara as conferencias dos generoa, ser-
vindo ao mesmo lempo debarca de viga, no por-
to delta capital, a imporlancia dos adiautameutos
ftilos ao proprieiario Alexandre Paolo dt Brilo
Amorio), e ao lypugrapho Francisco Jos da Silva
Hamos, a o valor dos diversos empreslimos a' c-
mara municipal.
A renda, pois, foi muito superior a' que te arre-
eadou ira anno de 1855,' e nos anteriores, desde a
crenrao da provincia.
Polo regulamento n. 5 de 7 do correle mez addi-
cionando o de n. 3 de 20 de fevereiro de 1855
angmenlei na cohformidade da autorisaco conferi-
da pelo art. 12 ila lei provincial n. 67 de 2 de se-
lembro do aono pastado, proporcicnalmente, os or-
denados da todot os em pregados da repartidlo da
edministraQo provincial ; e considere! como grati-
licarao de ezerciciu parle dos" mesmos ordenados,
por ser etta medida proveilosa a' frequencia e as-
auidade dos funeciouarios pblicos.
Con a rreacao qoe ainda hs de ama secreto exclu-
sivamente encarregada na dita repartido de liqui-
dar e escriptorar a divida activa e paasiva, e lomar
aa conlas de lodos oa encarregados dos dinjieiroa e
outros valores, pertencenlet a' provincia, e rom a
execucao do desenvolvida regulamento de 9 desle
ruesmo mea, sobre a cobra n r;a dos importo,- espe-
ro que raelhore eonsideravelmente a arrecadacao, e
liscalisacdo das rendas pruvinciaes.
Thesooraiia de fazenda.
Bata reparlirao, pela pericia e zelo do seo inspec-
tor, foncciona com regularidade, nao olailanle a
falta da enefe de sen.-o. um 2- escriptorario, 2
amanuenses, para complemento do pessoal.
A renda propria aeral da provincia elevoo-se no
anno finauceiro Ando a 13:409/701 ; e pur conla
* doi diversos ministerios, depeiideu-se a de ris
182:715/728. recebendo-se para isao, alera do s.ldo
do 1:6409737 do eircicio de 1854 a 1855, de sup-
primenlo pela Ihesoarana do Para' 167:635/290.
A renda propria arreradada nos annos anteriores
a contar do 1* de jalho de 1852, foi a tegniule :
Eiercicio de 1852 a 185310:3030611
a de 1853 a 185410;777JW6
da 18;>4 a 18.55 9:8679182
a de 1855 a 185613:409(1701
Na fim do prirneiro semestre do eiercicio corren-
te, na verba de auxilio as obra provinciaes, cuja
eoosignacfto foi tlevada a 16:0009, exiatia de saldo
a quanlia de 4:K25-liili.
becret
BmJHfXMiB!!. KXXKXS, gg*
iv-?r-r'j?..:. fssss
cima doa SolimSet, ou A mononas, n primeiro dos
rios do mundo, e a mareen da sua arteria principal,
contando ja ceren de dous mil habitantes : nao en-
vidiin os particulares o miuimo e-forco para que se
malenha -o menos um mercado de peixe, onde dia-
riamente Se va' procurar este genero de priiueira
necesailade^v A farinha he escasea, em geral ma\
e vendida por um preco exorbilante, romo o de 3
4 mil res to paneiro, ao pasu qu s o dislricto
fronteiro de Jansnary, tem Ierras proprias, e mora-
dores para pro.iuzir mulleres de alqueires.
Oageneros Importados, e nao em grande quanli-
dade, de fra da provincia, ao aqu vendidos' pelo
preco duplo do mercado do t'ara'.
As lartarogaa ja pouco abondam, e sa nao oblem
por Tpreco inferior au de 29000 ou 29500 cadi
urna.
Carne fresca n3o ha, e t rom mnilat fadigas e
nfurcos ae pqdera' obler algumas vezas do rio Bran-
co, ou de Obtdot e Smt.irem na provincia do
Para'.
0 que se encentra coro tal oq qual profuiao, he
ISo tmeme ptrarucu' secca, ou piraem. do qoal
se exporta grande quantidade para o baixo Ama-
tonas.
Verduras, legumes, frucla excepto a banana, ave
etc. sSo raras ; os ovos, quando apparecem, cus.un
li(l ris cada um, os mais baratos ; no entretanto,
que, na proximidades e a punca distancia desla ci-
dade, ha mudos sillos, e lugares vantajosos para
esl especie de cultura rj crearlo.
1 ni dos meus priineiros cuidados na adminislra-
SSo, foi montar urna companhia de pescadores a
que dei em fevereiro paasadu urna organisarao pro-
visoria.
I.ogrei ve-la medrar nos primeiro mezes, nao
obstante a poca da endiente, em que se mz, que
he fasmnin o rio Negro, ll.ilii por dianle foi gra-
dualmente diminuiidn o numero doa matriculado',
al que, sedasidus para a salgas, exlraccao de ovas
de tartaruga etc., aesappjreceram de lodo em ou-
tubro.
Fui por demais solicito com este objecto ; fiscali-
sava directamente o pagamento do pescadores ;
exhortaya-osa este trabalho, faznido-lhea veras
iseuQoes, que tioiiam, de oulro encargos na socie-
dade, as vaniagens que obtiuham, com os lucro da
venda do peixe etc., mas nuda os ennteve a final,
sedosidos, lalvez por aqoelles mesmos a quera a re-
gularidade e abundancia du mercado seria mais
aproveilavel.
Emquanlo a claase que se pode dedicar a ote ge-
nero de industria na provincia, nao esliver conven-
cida de que para ella a i-encao do recrutamento
he urna verdadeira garanta do eidadAo, e os lucros
resollantes do trabalho um bem social, s por meio
da violencia eda lores te putera' conseguir alguma
estahilidade, as emprezas indos'.riaes de qualquer
genero. '
Nao fui meno solicito em tratar do abasteci-
menlo das carnes verdes ; e depois de moitas dili-
gencias, incompativeis, algumas rom o alio mister,
que oceupava; consegu introdnzir para esta cap.
tal cerca de217 rezes, parle dono itranco, e ou-
lr parte de Obidos e Saatarem ; e faze-las lalhar
para o couaumo por conla do governo.
llevo aqu registrar, qoe neste empenho fui au-
xiliado pelo gerente da companhia de naveaacao e
coramercio do Amazonas, reeemmendando o traix-
porte dos gado nos vaporea, e suavisando n custo
dpa cofres.
Lei de Ierras.Por portara de 17 de Janeiro do
corrnte pruroguei por mais aes mezes o prazo con-
cedido em 13 de naaio ultimo, para a medican das
Ierras sogeilas a' legilimacao e revalidarlo no mu-
nicipio desta capital.
Nada aventura acerca do estado da repartirlo es-
pecial, por nao ter recebdo o relalorio do respec-
tivo (lele.
Cmaras municipaes.A' 7 de Janeiro ultimo, to-
maran) posse nos diversos municipios da provincia,
os vereadores eleilo a' 7 de setembro do anno pas-
tado, menos os de Maucs, par haver en annutlado
as eleices da frrguezia de Barba, pelos motivos ex-
pendios u portara mo anno passado.
Corpo dos Iraballiadores.O estado desla insti-
Inicao he o mesmo, que eiicuiilrei ao entrar para a
adiniiislracao da provincia.
Confeaso, que por um lado, o receio de ferir ga-
rantas conferida pelas nessas le, e, por nutro,
a couviccao de nao achar pesso.il convenienle para
a execucao da reforma que carece esda instituir,
me levaran) a au curar da sua reorgaolsaco, nao
obstante peusar, que mullas vantagens se podero
della colher, em retacao a' muilos ramos imporlai-
tes do ,-er\ ico poblico.
Conclusflo.
Ao terminar esla incompleta expasiro, permita
V. Exc. que me prevaleos da opportunidade para o
felicitar por velo oceupaudo o mesmo cargo em que
o encontrei quando eulrei na provincia, e ao mes-
mo lempo cordialmenle agradecer o poderoso apoio
que prestnu a minha adminilrac.ao como juiz de di-
ieito a chele de polica interino, na ausencia do Dr.
Flix Gomes do Keen.
Aceite, pois, V. Exc. os meas votos de conside-
rscao e amizade, e na corte, para onde lenho de se-
guir como depolado eleito pelo dislricto de Guima-
riea, pertenceule a provincia do Maranhao. ullere-
-o a V. Exc. o meu pequeo presumo em prol des-
ta Della provincia, com'o d. ter vico particular de V.
Eze., a que demais aou devedor de grandes obse-
quios pessoaes.
Dos guarde a V. Exc. Manaus, 28 de fevereiro
de 1857. Illm. e Exm. Sr. Dr. Manoel Gomes
Correa da Miranda, l). 1 vice-presidenle da pro-
vincia.
Joo Ptdro Dia* 1'ieiTo.
\
MAMO DU PERKAMWlCO, tftfM FERA, OBAMUaOB Ittt,
tu pleno para rom outros que sao ur'qn, mal
team, eis o que val apparecemlo. As alleirAes, e nao'
a justica, na relnluiicau de servir, s he oque \a.
dominando.
Juiz o projecto augmento de sold des ofliciaes
de polica.
O Sr. 'Ihtndoro da .Si/en : Pede-se para
ofliciaes ile polica, pniqu-: na caa ja existe um pro-
jecto em que se pede augmento para todoa oaem-
pregados.
O Sr. />. I! i/i.'i/ / i Pelo que vejo os Cofres
provinciaes ennquereram Baila ueste anuo.
O Sr. Florencio : A renda augmeolnu.
O Sr. /*. aTi/i-c-' Augmentou, mas este aug-
menta nao esta eiu retaran cum o enorme augmemo
da nspera. Tanham-e cm c,Mis.,er-c.'lo os jurna da
estrada de ferro ; a subveiic,ao a cnmpauh a de va-
pores riisleiros ; os juro da empreza da illumiue-
cao a gaz, e uulroa muilos objectos deala onlem, e
veremos que nao estamos na abundancia de renda,
nein em estado de augmentarmos as desperas com o
funrcioiiBlismo.
Em quanto importa o aosmenlo do sold para o
corpo de polica '.'
O Sr. Throioro ta Silra: Em 2:0005 e lano.
O Sr. /'. Itaplitl i: Somenle '! Parece que o
nobre deputao eu>;auou-se.
Um Sr. Diputado : Islo he rnenle com ofli-
ciaes e nao com as praess de prel.
O Sr. P. UaptMa : E anda quando fosse ea
quanlia smenle. Com as pequeas quantias he que
ae consamem as grandes.
Estes ofliciaes terviram at hoje sem esle augmen-
to, e sempre serviram bem.
O Sr. I. de Barrar : Js no anno passado li-
veram urna giatificacao. |
O Sr. /'. llaplista : E ir3o lendo progressiva-
meuie.
/'ib Sr. Depulado d um aparte.
O Sr. /'. Iloptiala: Ora, senhores, para que
me allligem'.' Apenas toube- as-enio nesla assembla. a minha casa euchen-se dt
preleudenles.
O Sr. Pereira de Unto : En nao live ninguem.
O Sr. P. Hiptnta: Eu nao censura a quem
pretende e ae esloic. por cuiiaegoir o qoe deseja.
Mas deaejaya que nao fassemos' parciaes, e que an-
tes das atjeir,es olliassemn para ajtMiiea.
O Sr. Tlteodoro da silva : Alleices '.' nao
apniado.
O Sr. Pereira de llrito : Sao necessidade.
PEKEAMBSCa
guverno.
o apreseutado pelo hou-
tervindo de secretario
pausado, pcr-e ha V.
eslailo desla rc-
Wk i!
ia o*:
de agosto
23 desle
cisco de Paula Aze-
> correspondente a'
co publico, que se
Cona a leitura do
. rjdo e zaloso olli
dtade 20 de mar,
ICtjet iniiucio
parli "
fa
a M
mez o-
vejo cum
17 auuat e
liquidou.
Acha-se em sey lugar nomeado Jote Arlhur Pin-
te Ribeiro, e aseirt) preeachidos lodos os lugares
creado pelo regulaiatnlo n. 2 de 31 de Janeiro
da 1855.
Objeclot diversot.
Cenerot tlimenticiot.Entre os assumptns, que
atrahem a tteoco do goveiuo tiesta provincia, oc-
cupa, lalvez, o primeiro lugar a falta, que te sollre,
da alimentas, priacipalmeule ni capiiu!.
Partea mor i val ; mas he a pura rtelidide, Nesla
idade, a capital di provincia, coHocida 3 Ugnat
ASSEMBLA I.Et.ISI.ATIVA PROVINCIAL DE
PERNAMBCCO.
Seaaao' ordinaria em 30 de maree da 1857.
Pretidencia ao Sr. Sarao de Cumaragihe.
Onrliis.i.,.
ORDEM DO DIA.
Segunda discussao da emenda ulferecda em !er-
ceira ao projeclu que impe sobre as loteras de nu-
tras provincias.
O Sr. P. Baptista faz algumas obaervac,oct.
Nao haveudo mais qutm falle, he posto a votos o
projecto e approvado cun a emenda.
Primeira discussao do projecto n. 9 deste anno
que approva o compromisso da irm.ndade do Sau-
tis.uno Sacrameulp de S. I.ourenc da Mala.
Ha approvadosem debate, e dispensado o inters-
ticio requerunenlo do Sr. Marjal.
He tambem approvada sem dbale a emenda, of-
ferecida em terrena discussao ao projecto n. 8 de
1855, que altera oa limites da freguezia de Beteiros.
GinlinuacSo da segunda discussao do projecte n.
7 que li\a a forja policial para o anno futuro,
O Sr. Lu: Felippe ctde .la palavra.
Art. 2. Cada urna das pracas de pret teri mais
cenlo e quareula res diarios subre o sold que ac-
tualmente vencem. o
O Sr Florencio : Sr. presidente, tale em dis-
cussao o art. 2 do projecto da forja policial tone
diz: (UF).
En nao posso deixar, Sr. presdenle, de apresen-
tar ainda as mesroas considerarles que por vezes le-
nho apresenlado acerca desla materia. Esle artigo
me parece que nao deve pussar, a nao deve paar
porque di uinheiro e al augmenta a detpeza, en-
tretanto que pelo acto ildici.ui ,1 me parece que a
ssembla provincial s tem a allnboijao de fizar a
forja de polica. Ea lenho dita e par minias vezes
que desejo acompanfiar aos nobres deputados mem-
bros da comraissao, que desejo mesmo acompanbar a
assembla em sua malaria, mas que qualquer dos
seus Ilustres membrus me aprsenlas urna reflexao
fundada era qualquer arlieo do acia addlcional pelo
qual ae podesse ben delerninar a obngarao de dar-
mos dinheiro, de darmot regulamenlos.
Um Ilustre membro da commissao dessidenle do
mea parecer, e mesmo alguns outros Srs. deputados,
leem como argumentarlo deduzdo a razao M qoe
quem liza deve dar dniieno, deve dar regalamen-
los. Eu nao posso, Sr. presidente, aceitar seine-
Ihanle r./,,,, ; me parece que negocio tao melindro-
so como teja marcamenln de allribuijdes diversas,
precisa-sc de urna le especial que d essas tllriboi-
cfiei. Eit o que vejo claramente do acto addicional,
he qoe n.io llevemos dar dinheiro e si devenios fi-
zar a forra, porque, senhores, a assembla provin-
cial lanem crea nutras necessidades ; crea as co-
marcal, que Irazeu. como consequeacia 8 ncacan de
juizes de direilo, e entretanto he o governo geral
qoen os uoneia, quem Ihes dii ordenadas : parece-
me, Sr. presdeme, qoe a esla nrgumenlacao nao
se responde, qoe islo nao (em sido respondido, ape-
zar da moii boa vontade e dos grandes talentos que
qualquer dos illuslres oradores teern posto em pra-
lica para, al cerlo poni, fazer prevalecer a sua
npiuuio.
Eu j disse, e lomo a dizer, urna das illuslraje
desla casa, o Sr. Maciel Muuleiro, coiitenlou-se com
responder a esla quetta, que tudas as provincias do
Brasil pagav.m e que nos lambem deviamos pagar;
mas eu nao quero islo, Sr. presidente, quero que me
digara o aclo .iddnioual manda xar, manda pa-
gar, manda dar regolamenlos ; mas islo nio se da.
e por isso vota contra o art. 2,
Poslo a volos o artigo, he approvado.
. Arl. 3. Ot ofliciaes percetierSo mentalmenle
mais urna gralificaca addlcional, a s-her : dt viole
rail ris o ominan lano, de quinze mil ris o major,
de doze mil ris os capilaes, e de dez mil ris os l-
enles e os alteres, o
Vai mesa e apoia-se a segointe emenda :
Os lenles e alfsres lerao 159 de gralilicacao.
Kego Barros.
(' Sr. I'. Baptista : Principiarei declarando
Irancamenle que nao.tenho esperancis de levar a
conviccao ao anima de alguein : rallo nicamente
para curopni u meu dever.
Segundo pens, ja'lcuios creado ueste auno nm
accreacimo da desperas na raza. de i0:00 coate agora beque coinetja. A prelencoes foriuig-m
de todas as partes-: o alto preso doa generus ali-
menticios he o fandamenlo ceral e rommum com
que muitos empreados pruvinciaes e-la reclaman-
do augmento de ordenados, e cu nao sei ale onde
iremos.
Se a assembla provincial, firmada no proposito
de evitar parriall lades, >emp-e ferinas e nesagrada-
veis, enteiidese augmenlar os ordenados de todos os
empregados, segundo a importancia e dureza dos ser-
vidos e segundo as liabililacoesque .ao requeridas, e
ueste sentido te dtspozcse a fa/.er cousas justas, nao
ira muito mal. Mas.senhores.o que he que vai aqon-
tecendo T medidas parciaes para uus empregados
que nio to dos que lem mal niao, e etquecimen-

O Sr. /'. Baptista : Senhores, empregados ha,
com qaein deveriamos ser mais favoraveis, e que no
ent.iiu i gemem debsixo dp peso de duas privajes.
Lembrare ot professores de primeiras lena-, esle
funeciouarios encarregados de iuculir us espritus
las mancas as primen.is iioc.iies do bem do mal,
de in-irui-l,,s e educa-lus com exemplo edificantes,
e, que, alera de deverem ter altas habiltaj&es, se
dedicam a sacrificios penosos.
Lembrare os parochos e coadjutores, qoe vivera
cora exiguos vencimenlos. lian eslrangeiro, estudan-
iio a adminislrac/to do uosso paz em seus diversos
ramos, e escrevendo com precisao e imparrialidade
sobie ludo, disse em sua obra que, segundo a falta
de iecursus em que o puder temporal nu Brasil dei-
xava ficar o culto religioso/ pareca, elle nao querer
manter e sustentar a religio catholica, apostlica,
romana. Estt escriplor he o conde de Ponthoz.
Senhores, eu sinlo nao acompanhar-vos na appro-
vacao desle projeclu : ealou mais que cerlo que a
provincia nao u exige como urna de suas necessida-
des, e qoe o serviju da pulicia nao sollrera se o re-
|eil,ir,os. Voto contra.
0 ir. Primeiro Secretario declara que ha sobre a
mesa materia urgente, e le o seguinle projecto :
A commissao do connituir-au e poderes, exami-
nando o diploma do Ilustre depulado o Sr. Dr. J<>ao
de Souza Res, arhoo que elle eslava conforme com
a acta da apuiacao geral ; e por islo he de parecer
qoe o raesmo senhur preste juramento e lonie as-
iento.
Sala das eommisroes 30 de marco de 1857.An-
tonio Cavalcaoli. Luiz Filippe. A. de Souza
Lea.
Approvado o projecto, he o Ilustre depatada in-
troduzido na sala com as formalidades do eslylo e
prestado jnramenli, loma assenlo.
O Sr. Theoiora mica :Principio como o.uobre
depulado, por urna declararlo franca e sincera, e
vem a sei qoe, prezo-me de volar sempre neste caso
como rae determiua a cunacitncia, sem atleuder
aliena,., nsn a iuleresses particulares de qualquer
individuo que seja ; e appello para os meas honra-
dos collegas. Se pusso ser acreditado, declaro ain-
da que mais de urna desaffeirao, mais de um coin-
promellmenio lenho, aa contrario, adquirido no
exurcicio ds fung(6es de depulado provincial, em
cotisequeucia de proceJer sempre aquella forma.
ApoiadnsJ
Se euiendi, Sr. presidente, que devia ter aug-
mentado o sold s pracas do corpo de polica, e aos
seus ofliciaes, foi porque eslava convencido de qut
era isla absolutamente uecessario ; mas para que a
despeza que se houvesse de decretar com essa aug-
menta nao fosse avuliada, vi-me na rigoruaa con-
lingesKia de restringi-lo u mais qoe me fosse pos-
tivel. Appello para o nobre collega, o Sr. Oliveira,
membro da commissao. Ja v, por tanto,
que se concordei nesse augmeuto, nao l,,i po
tenjan, neia coniemplacao para com alguera, nin-
guem m'u pedio ; (-lo por estar convencido de sua
necessidade; necessidade remolienda pelo presi-
dente, o que a coimnissao nao pode lamben deixar
de reconhecer.
Com qoanlo a respeito do augmento de sold s
pracas de prel, nada deva dizer, cumiado em poo-
cas palavras oliservarei que nao era possivel i com
missao deixar de propolo, porque nao era possi-
vel que descoohecesse a -na necessidade, visto nao
ser preciso grande esforjo de intelligencia para se
eoohecer que sendo*1 o corpa de polica composto de
individuo-, que em qaelquer industria acham sala-
rios elevados, o sold todava que perceliem as suas
pracs" he muilo exiguo em relacao a esses salarios.
O Sr. P. Baptiita: ?Oo he assim qoe dizem
os fados.
O Sr. Theodoroda Stca : Os fados dizem que
os salarios eitao alios, esiao elevados...
OSr. P. Baptista : Assira como que qaando
vaea um lugar de oliiciul sao 50 mil prelendenles,
que apparecem logo.
O Sr. Tkeodoro da Silva : L voo.
Essa necessidade de que e sold s prajas de prel
fosse augmentad, recouheceu-a o Exin. presidente
da provincia em seu relalorio, bem como reconhe-
ceu que era necessario augmeotarem-se os venci-
menlos dos nlliciaes de polica e de todos os func-
cionaiios pblicos.
Sei, Sr. presidente, que temos o rigoroso empe-
nho de salufazer todos os compromissos da provin-
cia ; reconhejo que devenios cuidar em que o seu
futuro n8o seja comprometido ; recunlieju mais
que actualmente ja pesam sobre ella alguns n.....,
laes como a uaraulia do juro i estrada de ferro, a
subvencao a companhia de navegaran a vapor, etc.;
e finalmente sel que minios ramos do servijo publi-
co demandam despezas para o seu regular andamen-
to, as qaaes importara em nao pequen^ quanlia ;
mas, .senhores. poder-se-ha dizer que os olliciaes
sao bem pagos '.' Coocordo com o nobre depulado
em que na decrelaeao de despeza se deve alleuaer
nao so a sna boa ipplicacao, como tambem a justa
dislriboijao-, de modo que se nao atienda somenle
un ramo do servijo publico com prejuizo e eaclu-
sao de uolros ; porque d'ahi resullam desigualdades
que podem ser prejudiciaes. Mas, pergunlo, se se
trata de augmenlar os vencimenlos dos empregados
da provincia, e se esta' provado que os ofliciaes de
polica eslo mal pagos, o qoe devera' fazer a com-
i:,i-;V. de livacio .le forja policial '.' Excluir a es-
tes, quando acuelles terao de ser aquinhoados '.' Is-
lo sena ama injusta dislribuicao da despeza.
Senhores, nos devemos cuidar dos melhora-,
menloa materiaes, d.,s melhornmentoa rooraes da
provincia ; m-s alo (levemos tambera prejudi-
c.ir os funecionarios pblicos ; nao devenios obri-
M-loi a esmolare o o po da miseria. Que os
ofliciaes de pohcia sao mal pagos, nao se p e con-
testar. A simples confronlajao do que vencem ac-
tualmente com u que peicebem us ufliriaes de 1."
linha, basla para provar o que venho de dizer. No
exercilo, o comuiandanle de batalhao tem mensal-
menla :100 e lautos mil ra., entrelanl que o de
polica tem apenas 1309 ; no exercilu, o major lein
1899, o de polica somenle 1O59OO0...
O Sr. P. Baplitta : Afora as eavalgadura.
O Sr. 'Ihcodoro da Si'ico :Nos veuciiuenlus
qoe mencin.-i dus ofliciaes do exercilo tambem nao
eomprelieii.il as cavulgaduras.
Assim, seuhorc-, loi em cousequencia destes pon-
derosos motivo.-, desla despropuijao de venennen-
lo que a coramis-ao enlendeu dever propor algum
auginento de suido para os ullictaes de polica. Mas
de que modo, de qoe forma o fez '.' Por ventara fo-
to de modo que de sua parle deonte prudigalidade ?
nao, meus senhores ; o projeclu ah esl.
Propoz, na verlade, a coimniesno o augmenlo ;
mi f-lo com loda a economa, e alleudendo ao es-
lado las fiianjas da provincia, f-lo sem ule-isa
do espirito de economa que deve dominar a casa,
e conre.leudo apenas um exiguo augmento do sol-
do que aclualmente lem os ofliciaes de polica ;
mas anda assim le los, nao como soldn, a que le-
riain direilo, quer e-livessem em exercicio, quer
nao, mas romo gralificajao addicional, qoe perde-
rn se esliverem lora dalla,
l'ori.inio, se assim he, para que proferirem-s?
palavras ade sffeijao, de conleiuplajao, ele, as
quaes podem ler um sentido offen-ivo '? Eu de-
claro que de minha parle nao Iioiivb a menor com-
templaro, a menor alleieao para COM os ofliciaes
de polica. A casa, se quizer, appruve o prejeclo,
se nao, della de approva-lo, que eu nao me inle-
ressn por isso. Cninpreheiidi que era do meu de-
ver propor o augmenta desold os r-nias e, ofliciaes
de polica, porque he exiguo u que acliialmeole
tem uns c uniros. era una oulrs cunsiderajao li-
ve paro islo.
Anula assim, a coinmissao (te menos cu! deixa-
na de propor eate aogmenlo, se nao observasse nos
nolires deputados desejo de ai-gmenlaren os ven-
cuiieiilos, que actualmente p-rcehem ledt-l os fnne-
c.iuiiarios publico" ; desejo que foi despertado polo
Exm. presin*eule da provincia.
Cum efTeilo. se se Irala defiugmenlar os vencimen-
los aos diversos luiiccionartol pblicos, porque sao
mal pagos, nao obrara a miniman cum juslra se
ex.-luis.c desse augmento os llicues do corpa de
polica.
Ene motiva pesou nu animo da commissao, e
obrignu-a a proceder como procedeu. Nao ubsianle
porem. isso, se bem que repule neetsariu auginen-
lar-se o toldo i prajas de polica e ios seui ofli-
ciaes, eu por economa e alien-leu lo que cmivem
promover o detenvolvimento material da provincia,
( os aeui melliorunenioi muraei, Iratarii ainda es-
te anno da obstar qua tase augmento fotsa propos-
lo ; maso que fazer, meus -enlinre, depon que
o presidente fez sentir a necessidade d te para todos ns fuucrionario, com o qoe os nobres
deputados conc.rd.r nu, lano que, ahi esl um
projecto a esle respeito, oflerecido antes mamo do
que se discole ? .\esle caso o que fazer, depois que
leyanlaram a lebre e deixaram-ns correr ? A com-
mi*s.1o reflerljo que o auemenlo era pequeo, por-
que apenas inoiila a 2:79(>S, no que diz respeito aos
ofliciaes ; relleclio mais sobre a necessidade que ha,
c-in efieito, de te melhorar um pouco a surte desses
fuiccionarios pblicos....
O Sr. I. de Barros iJa deu no tuna pas-
sado.
O meu charo collega, ae esseaugmenio foi de5o IOS
rs. i Sabe o nobre depulado o qoanlo lera ura ai-
rare de polica ? Tem 559 's. ; ser possivel qoe
se viva cum semelhanle sold '! Kesponda-me o no-
bre depulado 1 s
Kepilo, nao tenho inlercsae em que o projecto
pas.e ; a easa approve-o, ou deixe d faze-lo. 0
que eu declaro he, que, se o apresenle eomu se a-
cha, nao foi por alleijao a algoem.
O Sr. Paula Baplisla :Beplicou.
Encerrada a discussao, he o arligo approvado.
Arl. 4. Os olliciaes deslacados leio as mesraas
vanlagens, que leriaii), se estivessem recolhidos ao
corpo.
Apprnva-se sem discussnu. v
Arl. 5. Para o curativo da< prajas enfermas, se
observara' o disposlo no arl. 6 da lei piovinjial n.
259 de 11 de junho de 1850.
Approva-se em debate.
Arl. 6. Fica autorizado o presidente da provin
ca a aproveilar-seda disposijao da le geral de fi-
xa;ilo de forjas de trra de 15 de Jalda de 1854,
qoe aalorisa o governo a conceder a' provincia o nu-
mero conveniente de remitas para preen dos corpos de polieia.
O Sr. Ignacio de Barro', impugnan lo o artigo
em discussao diz, que, se nao lie bastante liquido
que a assembla leulis o poder de decretar o pro-
jecto da forca policial, como se acha concebido, he
fora de loda duvida, que adoptando o ultimo artigo
delle, ira cada vez mais usurpando altribuijet, que
lile nao rotnpUem de raatiera algoma ; e em seu
conceito nao he assim que a assembla maniera' a
dignidade propria.
Por erte artigo, diz o orador, suppoe-se que a as-
sembla proviiijial tem de alguma son direito de
legislar sobre o recrutamento....
O Sr. 'theodoro da Stlca :Nao ha tal,
O Sr. Iqnacio de Ba'ros :Se nos aalorsaraos
ao presidente da provincia a que recrute para o
corpo de polica......
Sr. Theodoro da Stva 'A recrular, nao, a
aceitar os recrutas que o governo geral nos der.
O Sr. Ignacio de .Barros :Seja astiro. Mas di-
ga-me o nobre depalado, no caso verlente a conces-
-.io d'assemblca geral pode ter valia entre us sem
que assiolamos nella '.' Se pode, he eseosado o arti-
go do projeclo ; se nao pode, he evidente qoe o
lecrulaniento para o corpa policial s pudera ser
inlroduzdo aqoi, tomando a asemble. parle em
sua iiilruducra-i Ora, sendo assim, pergunlo : au
sera isso nos ingerirnos no recrolanenlu, e se os-
tial he, quem nos aulunsoa a tanto '.' ter-nos-ha
permiltido darmus a nosso bel-prazer mais arapli-
lude s nossas ailribuijOes. que nos foram conferi-
das pelo nico poder complanle, pelo legislador
constituale do aclo addicional, e que s aussse po-
der compele alterar ?
Senhores, o aclo addicional nos inhibe legislar
sobre o recrutamento, por cousequencia nos nao
pdenos de naneira alguna ingeiumo-uos uelle.
Sr. presdeme, eu nao dire, que o artigo em dis-
cu--.ni envulve um absurdo, porque nao me atrevo
a lano ; porm nao sei na realidade como podare-
mos ns approvar senelhaule artigo.
Pela roii.|iiuic,"io he da exclusiva allribuij3o da
as,ambleo geral legislar sobre recrulameulo, e pelo
acto addicional raarcain-se nos arligos 10 e II nos-
sas allribuijes, as quaes causa alguma ha relati-
vamente ao recrulameulo, fin.lmeiile pelo arl. 12
sao restringidas todas as nossas atlribnijOes legisla-
tiva! ns mencionadla naquellcs dpus arligos. V vis-
ta disto, Sr. presidente, com que titulo poderemos
ingerir-nus em semelli ule cousa '.' Pur nutro lado,
no Brasil, nao sendo o poder constituate, qoal ser
o poder ordinario, que prezando a legaldade de seus
actos, e sua propria diguidade, pude, 4 ampliar ou
restringir nossas atlribuijdtt f
Voto porlanlo contra o artigo em discussao.
O Sr. Theodoro da Silva :Anlevejn, Sr. pre-
sidente, que a respeito do arligo que se discute, se
hade levantar a mesmo grilo que no anuo passado,
quando se Iraton desse mesmo artigo, em cuja oc-
caaiao houve lana animajaoque pareca eslarem em
pengo as liberdade publicas.
O nobre depulado eis que vola contra o artigo
que se discute, porque elle tve mais urna nsurpajao
que vai commeller a as< nbla pruvincial ; pois
nao Ihe coiupetindo o dir de lezislar sobre o re-
crotamenlu, legislara' lod, a sobre elle, como seja
alopiado o arligo. Levai .ou o nobre depulado um
helio caslello ; mas dejsfria ser o propno que se
cas* aMNm-bisse di
r ai- allenralPlassl-
que, se for e
recrulanienlc
He tbido
iteil.) -la, por trra. A easa, se presta
' dn projecle hade convencer te de
opiado, nad legislamos sobre o
a lei de fixajao de forja-iloiin
de 1854 aulorsoo o governo geral a conceder
proviucia o numero de recrulas necessario pi
eompletarem-se os seus corpos policiaes. Essas*-
expressa...
, O Sr. Florencio :Nao esta' mais em vigor.
O Sr. Theodoro da Silva:Esta', Sr. depu-
lado.
Aquella lei explica-se do modo seguinle :como
a assembla geral recoubecesse a dillicnl lade com
qne lulaiii as provincias para complelarem os seus
corpot de polica, aulorisuu o governo a Ihes conce-
der uraicertu numero de recrulas para estes corpos.
Pergunlo agora, se nos aproveitarino da diposijAo
dessa lei, legislamos porvenlura sobre o recruta-
mento ?>Vao, meus senhores. E datemos repellir
nm beneficio, que os poderes geraes qnizerara fazer
as provincial ?..
O Sr. I. de Barrot _-l)evemos, sim lenhor.
O Sr. Theodoro da mlva :Aceilando-o, le-1-la-
nos porvenluia tobre o modo, sobre a forma por-
que te deve fazrr o recrulameulo *
Delermin.unos que r. presidenle faja recrular pa-
ra o corpo de polica'.' Nao ; aceiUrnofiimplesmen-
le a concessSo que nos (iterara ot poderes geraes,
porque ella he convenienle...
O Sr. I.de Barrosa' um a par-.
O Sr. Theodoro da silva :Se essa atserjao do
nobre depolado he valiosa, sinlo bastante que mi..
tiv,ese orcasiao de fazer ouvira soa voz, quando de-
pois da rliea de juulio de 1854, o governo geral
abri os cofres pblicos e dea 60:0009 provincia.
Para que aculamos esse favor?
He o mesmo qoe fazem agora o poderte geraes,
dando recrutas para o coipo de polica '
O Sr.I. de Barros:Que relacao lem ama cousa
com a oulra '!
O Sr. Theodoro da Silca :Tem toda ; porque
nao fazemos mais du qoe aceitar o que not da os
poderes geraes ; e n3o excedemos de nossas allri-
buicOes, porque nao legislamos sobre o modo porque
deve ser feilo o re intmenla, que he oque nos
prohihem a leis orgnicas.
Eu mesmo nao coraprehendo, perde-me o nobre
depulado, de cuja intelligencia alias liumu bom
couceilo, porque molivo, se adoplarroos o ai ligm
excedemos de nossas allrihuijes...
O Sr. Ignacio de Barros : Pareca-me lao
claro...
O Sr. Theodoro da Silca :Nos nao podemos le-
gislar sobre recrutamento ; a constituirn e o aclo
addicional no-lo prohiben), he verdade ; mas po .a-
mos ou nao aceitar os remitas que o governo geral
nos der para o corpo de polioia } E se aceitarmo-lo-,
em que excedemos de no,sas illriboicoes'? Em que
lemas legislado subre recrulameulo '.' Pois. senhores,
he legislar sobre recrulameulo o aulorisar-se o pre-
sidente da pr.-vinca a aceitar o recrulas que ., eo-
verno geral der a' provincia t* que nao podemos
heprescrever u modo; a forma porque deve ser fe
lo o recrulamento. Parece-me, portauto, que o im-'
bre depulado uAo tem razao.
Se se enlendesse e applcasse materialmente a lei
de nossas atlibuijet, que de abusos nao leamos
commetlido no exercicio della-.'
O Sr. Ignacio de Barros :Urna doajao he vali-
da sem quo o dnado d o sen cousenlinenlo para
ella?
O Sr. Theodoro da SHra :Agora, Sr. presi den-
le, referir.ine-hei ao nobre depalado, que s asten-
ia am frente a' mim. I) nobre depulado disse em
aparte e ja de modo caloroso a disposijao da lei a
que se refere o arligo, nao exista, nao eslava em vi-
gor Senhores, no auna passado moslrou-se at a
evidencia que essa disposijao da lei de lixacao de
forras, que se refere o projecto, lie dessa* qus se
considerara permanente...
O Se Florencio :Boa permanencia, nao se exe-
cuta.
O Sr. Theodoro da Silca:Na anno passado
moslrou-se a toda luz, qoe essa disposijao era per-
manente : porque mullas disposires das lei an-
imas de i'naea i de forja saodc nalureza permanen-
te. Eu mesmo creio que me incumb dessa demous-
trajan...
O Sr. florenrjo ;Pois sim, he permanenle.
O Sr. Theodoro da Silva :Se, pois o nobre de-
pulado diz, q.ie ella he permanenle, sa cunfessa-o,
pergunlo, ao que vern. o -eu aparlo.'!..
08r. Florencio:Ja Ihe respondo.
O Sr. Theodoro da Silca:Sa cnnlessa que he
permanente, para que diz que a lei n.io evi-te e que
por isso o artizo he urna inunlidade'.'
leudo de confeccionar osla arduo, dei-in? ao tra-
balho de procurar nos joruaes do c mmercio, se :ii-
auma linha passado que tivetta revogado ;i disposi-
rao da lei a que se refere o projeclo ; nada desco-
bri : porlanlo o aparte do nobre depulado nao sei
o que exprime.
Desde ja protesto nao ac.iitipanhar o nobre depu-
lado era lodo o deseiivolvimeoto que quizer dar a
esta di-cu.'l,i ; porque nao quero que se forme um
tamandu sobren re Tutaniento, como no anno pas-
tado.
O Sr. Florencio :En disse no anno passado, que
a aulnrnacao que se dava au piesidenle da provin-
cia, de poder completar o corpo de polica por meio
do rerrulaiiienlo, era de nenliuma Maldad*), nio
produzria resallado nenhmn, porque, tanhores.
quem ha de dar os recrutas'! o ministro da guerra *
Pois se o exercilo precisa de lecrnU, se mullas pra-
jas acabara o seu lempo, e nao dan liana por falla de
recrulas para o suli-liluir, u minislio da guerra ha
dt dar remitas paia u carpo de polica/.' Canamen-
te ugo dar' nenhum. a nao m, o qu'i lie ama lei
sem resultado, Piqaa cerlo o nobre dapulado, fi-
que certa a casa, qut para o corpa de polica nao
se ha de recrular; em maio oa juaho acabam-se
quasi todos os ensojameulos, que existen), e os sul-
dados bao de retirar-se. Pergunlo en, os nobre
deputados ja virara algum soldado r-crutadn para o
corpo de polica '.' Nao, era o ministro da guerra os
dar', porque exislem soldados de primeira linha
con 14 e mais anno de servijo, cora direito a sua
baixa ; mas que se Ihe nao pode da(
Um Sr. Depulado :11 corpo de permanentes dt
corle lem toldados recrutadoi.
O Sr. Florencio :Islo he a primeira compauhra,
he de orna ni-iiluic,-. t ns nobres deputados bem
podiam auxiliar-rae, quando pajo, que simplesmen
te se lite a forja, porque nesse caso n governo em-
preara os meios, para que essa cumpanlut tivesse
o regulamento de primeira linha.
Senhores, a grande quesiao anda buje no paiz e
em loda parte he, qoe o recrulameulo nao he con-
venienle nein mesmo para o exercito, que lem um
regulamento severo, quanto mtis para o corpo de
polica, onde o soldado Irahalha ni lividu-lmiiile 1
Eu ja tenho demonstrado a' casa, ja llie lenho falla
ver, que sendo os saldados de polica reeru i idos, na
primeira palrulha que derem, desertara, levando
farda, capole, polainas,elc;ese isso na primeira linha
se da', ondo o namero de desertares he inmenso,
aperar de que os saldados Irabalham m rommu-
nh.io, sempre em companhia de am oflicial, quanto
mais nn corpa de polica, -ule o trabalho he muito
especial Assim, Sr. presidente, veem os nobres
depulado, que emquanto nao curoprirem a disposi-
jao restricta do acta addicional h3o -ie ver-e em
emharajo, hao de dar mais dinheiro sem efleito ne-
nhum, porque o soldada nn da em que -la' baixa,
vai minhar qualro palacat na estrada de ferro, e nao
quer estar sujet" a um regulamento, que au Ihe
da' liberdade nenhnraa. e cora o sold de 800 ra.
O .ir. Theodoro da Silva:Mas que inconve-
niente ha em pastar a aulurisajao '.'
O Sr. Florencio :Nao lem ulilidade algoma, e
ahi (ala' a experiencia de om anno, que bern o de-
monstra, e o nobre depulado vera', o qoe e Ihe di-
go, em junho acabam-se osengajamentos de polica,
n*n h .vera' ninguem, que se aprsenle nein por
19, e se o governo recrular, hao de desertar necessa-
menle, eo-n o qoe perderenos minio mais. Se
a assembla, Sr. presi lente, se lim-ta-e a fazer
aquillo que o aclo addicional Ihe concede, flxar a
forja, bem, mas emfim a provincia he mullo rica,
quer fazer esta despeza geral, porqae nao se poda
negar, qae a polica he geral, porque o aclo addicio-
nal diz /i'rir, mas oa nobres deputados enteudem,
qus fixar he dar dinheiro. Portauto, ah etta' a ex
perieucia que nos moslra a iroproficodade do re-
crutamento para o corpo de polica, como eu havia
dito no anno passado, porque o corpo esla' desfalca-
do, e o meio de o completar nao seria o recrulamen-
to. Eu lembro-ma de urna in-iiluico de polica
de Portugal, que ha desla raaneira : notando-te,
que eu consideio .as assemhlc .s provinciaes iuenm-
pelenles, mas qoero molrar ao nobre depalado,
qae tenho algumas ideas disto.) os sojdados que sa-
hiam dos corpps de primeira linha, que havi.im da-
do baixa sem nola, am servir na polici.. com nina
ratificaran vanlajosa : assim nan duvido, que am
lia o corpa da polica fosse bem; mas da mmeira
parque esta', qaerem bons soldados, da raaneira por-
qoe he o regulamento, qoe diz, que qaando o offl-
cial fugir lera' demissao, n que he orna fortuna para
elle, he o que nao enlend >. Assim, Sr. presidente,
eu jiiigo ter provado, que por meio do recrutamento
nada -e fara', porqae, perguatn eu, do anua passado
para c' recrulou-ae algum % Nao, nem te ht de
recrular : portento, a grita nao foi muilo fra de
fundamento, at cerlo ponto he raioavel, e ahi esla
um anuo de experiencia para prova-lo.
Aquelle regulamento de polica he ama coosa,
que en nao enlendo, he ura corpj de polica com
lattoa os afazeresde om Jo exercilo, de maneira que
e casta a mor parte do lempo em escripiurar livros
mestres, caixsis de fsrdameulo, o sen manejo interno
he tal e lau pesada, que mais parece am corpo re-
galar da exercilo de .Vapulean atacando Sebastopol.
Se eu enlendesse, qoe a assembla provincial linha
a aitnlinicao de dar regulamento para o corpo de
polica, eu me compromellia a apresentar om, qoe
evilasse este Irahalho, essa despezat, que lem ds
c->rpos de primeira linha, porque em primeria lugar
nio enlendo o que quer dizer soldado de polica de
espingarda ; o sollado de polica deve andar dees-
pida e pistola, parque poucas vezes trabslha era
r-iininiiiiliao, he ara sei vico inteiramente especial ;
mas como eu eotendo, qoe nos nao podemos dar re-
gulamento*, e que se o fazemos, he porque a assem-
bla quer ir eoulra o aclo addicioria!.
O Sr. Tlteodoro da Stlca :Kespeile eise que-
rer da assembla.
O Sr. Florencio :Pois bem, eu vol contra p
artigo.
O Sr. Ignacio de Barros combale o arlib, e
manda a seguinle emenda : .'
Supprima-se o artigo em discussao.S. R.I.
de Barros. r
O Sr. Jote Pearo exprime algomas du>das sobre
o arligo em discussao.
Va; a' mesa e aposa-ae a seguinle ergenda :
a Snpprms-se o arl. 6.Ignacio/de Barro.
O Sr. Theodoro :(Na devolvfu tea discurso.)
Encerrada a disenssao, he approvada a emenda
suppressiva ao art. 6. e ao projeJio.
Dada a hora.-8Sr. presidente designa 4 ordem do
-"anta a ,eifl___^_^'
mantisa o ettaboleelruanlo asta' fechado, porque a
Coliria nao perdo vaa e p le sospeilar, vendo eu-
ar minios vultos era una mesina porta.
Nada, escola ns igreja ti cousa que nio com-
bina. A Igreja he esrola, mas da vtrdtde a nao de
primelras lellrat, e os mestres desa escola tio ot pa-
dre! nao um pedagogo. Va-se com sua escola,
mea professor da Itoa-Vitgem, taia da igreja, e boa
vitgem. Demais, consta-nos que o senlior nao se-
as formahdade exigidas. Se aesira he, sala da
a feche a escola.
Porque se ven lerao lio caro gneros de que
nftohanpa? Oque augmenta a vglor ha a falta
do genero ne>mercado, mas se elle abunda, vend-|o
por alio prerjn he urna espeeulajao eratl e injusii-
cavel. Sera' precito qoe e governo intervenha para
defender os inleresiea dot consumidores que tao o
pavo, contra a ambijau dot especuladores ?
Seinsaburia ou pela.Coiitla-nos que ein algomas
cocheirat e alguma casas dt merelrizet te joga forte.
Quem pin l mata caja ; a acjdo aruauitadora
da polica e da impren-a t,3i de etmagar a' acelo
deiorsamsadora do vicio eda imrnoralidade. Alai
ha de Irioinphar do crime.
O Sr. primeiro leuenla da armada, Euzebo
Jos Aiilanes, pede-nos que declaremas nao ler
elle sido passageiro do vapor Avun.v para o sol,
como publicamos por culpa de quem nos da' as in-
forma,;,, do regislo do porto.
Hospital de caridade.29 de marjo.82 do-
anles.
30.82.
3183.
1 de abril.81.
.li amanhaa.
COMARCA DO BONITO.
Caruaru' 30 de marro.
VIII.
Em ura dos das pas>dus, nm dos presos procu-
ro u arrombar a cadeia, oque nao reali-uo ; pois fui-
Ihe a lempo lomada ama grande verruma, de qae
se havia munido.
Nos irabalhos da n-issa provincial encontrei nm
grande rol de lolerit concedidas a quasi todas tt
igrejas da provincia, qae esta,, as circumslancias de
serera beneciadas, menos as igrejat perteucenles as
qualro freguezias nesla comarca. Dar-se-ha caso que
eulre os acluaes deputados nao haja am s pretn-
deme a' re. leicu pelo dcimo deslricto eleiloral '.'
Assim seja : poique quanto menos somos, melhor
passamos.
Traia-se de dividir a freguezia de Bezerros, e por
que nutro tanto se nao faz na de Alliuho '.' Ser
aqoelia procurada para bem dos povos ou para lint
particulares? Ol-mpo musirn'.
Foi siibsiitoid-i o Sr. lente Pila, qoe parte a se-
colher -e a seu respectivo qaarlel, pelo Sr. alferes
Joao Bapli-la Bipo. Desejamos qae o sabslitnlu
n3o desmereja ao sub-lilnido, qae nos deixa sa-
dusos.
Corre como cerla a morte do doulor Benlo Jos de
Souza, o que not penalisuu bailante. O Dr. Il-nlo
lendo consumido toda sua mocidade no ezerricia de
promnlorias pode, merecer urna vara da direito, e
quandu va um futuro inelhor para si e sua familia
a morle o arranca do seio da familia e o esconde em
ama sepultura nu campo da redempjao .' .
Em pooco man de um anno he o qaarto b.icharel,
que lendo oceupado a promolona desla cumarca,
deiza de perlencer ao numero dot vivot, o qae lal-
vez nao seja bom prognosneo ; mtt de futurit tolas
Deus.
Os hachareis fallecidos sao Jo3o Evangelista 1 -
lins a Manoel de Alboquerqoe Macba ~ da no. -
sas recordagoes para mira ) Manuel ? 7drigaes Pi-
oheiro e Beato Jos de Souza.
Continu a publicar os Irabalhos da masa do mea
amiau, que actualmente he capaz da sacnlicar-se
por \ me, e he hornera de pao, pao, queijo, qo ojo.
Obrigado ao curoprimeolo
Da prumessa qoe Ibe liz, y
Principio :i descrever
A carrea de um juiz.
Era um dia, quasi noltt,
Balar n'uma parla vi.
Trocadas carias palavras,
Dar carreira eu seuli.
ca, a eoiaaervava saxKla para peJir laasraaja, a aaaa-
trara V. 8. para la la.
Cama V. nao pastea eta attialaa to i.ae aawsv-
modo dt soa taade aa pstdi caaaaw**. **> *
dever.
Dttvo dtzer-lhe que ttaa Ihe # ** *.***-
da, porem enlen u, qae devia parlksaw aa fresa-
dente da Provincia a os-crrid. rea MNaha Maari.
aflm de qae o Imverna roxhrja. txaa BaV t>sa aa
Parodio Um dezrsata ; a PaMic* uto Mt laaatt far
cobarde, punllaaiiart.
Consinla, que lita diga, qae, a arata lera aNta, a
eoiiiiuuo a expender, na eannade aaa antea aaattaste,
e harmona, qua da carta tnaate qati ?. S. aWa-
cerar.
Mee traiga ; ti V. S. te aprcataletee na
nsado, o Sr. Denlas, lambem aa taaa, a
cenes, |*rudeate<, eu nao linha, qae me
porqae miaba Iirreja saria raspeslaala, t
los serian, reverenciadas, aa aetoa ailarre
riam pralanadat, porem masa llaefostte.
que Ihe ralle cent brandara, lea4e V. $. hati
boa. e honesia, p,,ur, a,,u .aalrasle
o lemplo de Deait'. 1 *
Envino-me e-iirr... epala(at,
e quanlo hito careta appareeea, a i acenltei
e fora, motivande a gente ruina a Jalla) i ti11___
deeretpeilc. quand* ea Ibes sawndava retirar a> at-
rr.js de denlra di Mam.. etrolKrr a easVes-a. __
entrar algom deveto para eavir Mista, enerar nata
sacrislao Si \-
Permitia-me, qae eureaa* M -rrlimanlat. ala ama
me aeho paatuido ; e atada atase me deva alar par aar-
gravado, qaando me lemhra. que V. 8. toa a saaa-
branja de mandar pastar mandada da ha n as ti
mas na Malris. teta qae a aaa Pareaba lama i
pondo desta serle em duvida
suppond, qoe en seria eapaa de i
armas ollesMiva a ana para de tesa ate
Si V. S-. e os cida tau< -e ap.
dendo ot seos direito, creya, ada i
pravajao ; mear oo radar, a i
insoluoles, qae da di, e ala nanle i
insultos, mnleins, injarfa*, a qne aa rarrer da i
entere ienie levaram a alarma aa teta aaa
perturbando a ordem pahtica, ha para aataatear I
V. S. lem respeilo. e ferja meral dttaaa aratatear.
o qae ja lem reprovada net taaa iditamiiaa. pssr-
iieudo malla a aem ctnceile aaa aafea Aa ala aaa
pestot. Sinle bat a ale, a Ihe aiaa. amata a aaa ala-
no fin bem ponderado ; a polica, qae !
laxada.

Hoje toaba roait, qaaa aosta ,* entina J. B. naaa-
lem dera ordem (a antea) ana havead qaal tmar ra-
mor ratgatsa a gaabif t 1 I
Jue miseria, e mea amigo, i
doa, o ctdadan contiendo a' toados
mansidao, da' simelhanie tenlenca. Senda* pan da
familia. Sao desgotlet qaa se Sztm aa minha ata .
?empre rehato at ideas de snarto aaa I
tica, e ai fosse lrgila-sor a apete atorta sna
para acabar com a peaa allima.
I'esso-lhe perda, ti na qaa Ihe lea he tMe, Ika a-
fendi, ia alo be minha mleecae. O i
cao, qae he franca, aae obriga, aa
amitade, dizer < qae elle ente, s
me causaran) oa dous q o iris, a da*
bro-lha mait duer-lhe qae a minha faxatte, aa l
de veras, licou bem iiaafrigida, si
remonte muilo Ihe airadeeerei.
Desponlia de quem cominea a ter, te V. S.
tea amigo e capital servo.
O padre Manee! I
Palios 10 de setembro da I8M.
Klsam tenealia aatiei. Can
remos a rnpoeta,
O
Juera lio de pr. - corria
Mostrava ser ir igewo,
Pelas vestes .ava,
Mu era de ngueiru.
.Vo recebe :ia.
O cac je e,. ama lo.
7
AO ILLUSTRE ARTISTA
JOAO (\Ui\0 DOS SWTIS
re da scena Mununu.
\
Um grande arl isla rara vex
Per entre at alenaa ale
Memstt Oarta.
I'oetia a Je. Cealaaa dea
\*U Iracas da tlenla Ihe
Sn reto ja' tereta, e aaa
ude ha poacosaa
MiLpaixoaa eam verdade
li
de
!NA 4VULSA
33&ilL IQU&l
I na Europa. Em 1537, snb o
i'aulo III, haixava una bulla da ca-
. edro, declarando queos Brasileiros
pon-
leira
eram
aniiiiaes ricionaes.Tres seculos depois e anri |t ..
ia, ja
regi-
pro-
-ial,
A-
.o-
er
to
MUTILADO
completos, o Hrasil ja pesa na balanja da Euro|
a Europa se interessa pelos seus deslinos a o ar
Mata uaa lileiras das nac'es civilisadas. Esle
gresso he para nos efleitos dt una le providen
que parece presidir ans deslinos do Brasil e d
merica. A America parece deilinada, pela sna
sirao ce-igra piuca, pela ferlilidade de seu solo, a
um da o imperio da civilisaj9o, a' ser para o mi
europen o que este foi para n mondo oriental.
Brasil, com suas iustiluijOes temperadas, expu rga-
das das paixiies demaggicas do ardor despol ico,
co o sua uni l,:,le individual garanli.la pela lei I un-
daraenlal e com as fe'hzes disposjoes nalurae-1 de
seu solo e de eu ameno clima que nao conhec 5 os
fogos Iropicaes, como os gelos polare, devera' st>r a
Boma do mundo futuro. Esta previaao que de < ihi-
merica abocanharam espirilos descrentes da relit jiao
do prugressu, he fundada na marcha da civilisa can
que, ora precipitada, ora de rasloa, sempre se vai
eiicamiiihando para o occidenie, seguindo lalvez al-
guma estrella que faz a volla do mando. Hoje j a o
Brasil nao darme reclinado ao seio da ignorancia, j a
se n.lo eslende gieanleo do Prala ao Amazonas, ein
fufo leilo de relva. adormecido has Irevas da barba -
ra. No interior he a vida e o movimento : no e>.-
terior o ulerease e o assombro. O espirito de colr-
nisarao que entre nos se val inlroduzindo e o ala n
com que a Europa procura satisfazer esle reclatrio
da America, provam exuberantemente que tnlo e
lamo relegados em um canto do mundo. Sobre! u-
do a Allemanha parece inleressar-se vivamente n a
em.igrac.lo para o Brasil. As ollimas nolicias dai >-
uos como exmela certa preoecupajao que ahi vog.)-
va Contra o Brasil, e felizmente para mis a Alloma -
nha pensadora ja de n< se oceupa por um modo II -
sonjeiro. A obra dn Sr. Carlas Keybaud o Bra -
sil paoegyrico nao interrumpido da primeira a'
ultima linha, acaba de ser vertido em Allemao e te ra
oblido inmensa popularidad?, lalvez maior do que
a francea. Militares de exemplares se tem con lo
por en--aillo consumido. He esle um facto de elev a-
do alcance. O Avon Irouxe-nos tambem a fel iz
noticia da primeira linha regalar de vapores para a
enloma allemla-brasileira|). Francisca.Todo ii'lo
he modo, estril como o deserto '.' Quem non v al li
que orna nova era se nos prepara ? #
Supponios que ninguem ha qoe ignore o que
seja ura lilanle '.' Filar significa tirar por forja, nuia
n luz do seculo fez cum qae sigailicasse tirar per
graet, Eis-aln coma procede o lilanle. leude- om a
beogala que vos deram oa que corapra-les por bo-
nita, chega-se ura lilanle e diz vos : deixa-rae
ver essa I na bengala, esla' opltma, e esta' litada. Is-
lo quer di/er que nunca mais pureis olhos nella-.
evein vos pede, nem se emharaja com vossa vontii-
de ; esta'litada e basta. Instaes, duendo que vos
deram e que por isso queris conservar ; qual se na o
ha nada rapaz de o abalar ; a senlenja esla' dal-s
a bengala esla' litada. Ha sojeilu nio lilanle que
nao ihe devei dar nem lame para elle acenler seu
charuto, porque arreheotandu.de nr, carrega-vo?.
com liim e charulo ; us dessa especie de litantes.
So, por va de renra, fanles de meta cara, romo
Ihe chaman), porque nao tirando o charulo da bocea
elles nao comprara se quer um cigarro ; sao carra-
palos q .c se,alimenlam cem o sangue dos outros a-
minaes. Nada ha quasi que te nao lile. Fila-e ara
jantar, chegando-e na llora, e alguns ha lao peritos
que mus fcil sera' euganar-se a easa loda na hora
lo j.mi ir do qne elle, e dizendn meu pai foi bom
cavalieiro vai janlando. vai filando e vai pastan-
do. I ilae um Hie Im, um carr.o, om cav alio, ele;
fila-se lodo,mas a blanca maii insupp..rl.ivel he a de
llvro. Cra individuo, conhecemos, que indo a' ca-
sa de oulro Ihe pedia emprestado um livro, e quan-
do saina, disse a' pessoa que o arompanhava :vou
mandar encardena-lu a mas porque encadernses
un livro qae nao he vosso ? Porque ? parque es-
la' rilado.Mulla estante ha que se enche por esse
meio, e de tal tarle caininha o ueuocio que ha ja om
sceplicismo em materia de einpreslirao de livros,
que mulla gente er nislo : livro emprestado, li-
vro filado.-lira lilanle he urna crealura lerrivel;
melhor he o ladran qoe toma o que he uosto s es-
candidas ou a forra, mi- inn.li.iudn- nosso iniini-
go, do que esse quo com o riso not hilo,,-, nos vai
despojando de Boaaa propiiedade, cum., amigo e co-
mo lilanle. A nica d'feza possivel eoulra lal gen-
te, he r pobreza absoluta,por que quando se ttm al-
guma cousa, e-la' -e em risco de que agrade c deve-
se fugir de um lilanle como de um empeslado.
O' la senhores da ra da Concordia, mas res-
pailo as familias, mais consideraran a' sociedade em
que vivem, ma- amor as suas pessuas. Pode-se ser
mojo, brincar, fazer ludo o que a idade exige sera
olTender todava o decoro das familias ; sapponhiim
se no casa de que u os alura, o l-gam em cun.cien-
cia se he justo o modo porque proceden) 1 Fica nislo
por ora. Se continuaren) terao o desgasto de nos
ver ser mais explcitos.
Os senhores que quizerem fazer fortuna, po-
dem dirigr-te au sobrado da ra de.......i.
das 8 horas da noiltem diante, todos ot das otis
em que nio liuuver eipiotacolo. .Vos domingos da
^^
Piocuim fugindo evitar
A sorle do engaioUdo.
Se nao lera a sua trxu
Bem prompla, amarradiuba,
Viajara era jejom,
Sem carne e sem farinha.
A trxa, oh qoe trxiuha !
Foi a sua stlvajlo,
Desle bem o n3o privn
A justica do lean.
O leo, assim qae er
lia carrea do ca
Cobarde exclam
Nao Toja, meu bu
m.- i
> -~.u... ;- tema
Da justica a ponijao,
Coma... corria... e sempre!
Para achar a talvajao.
Occollo por muilo lempo
O nosso cacique andoo.
Te que em fortaleza
O lean o engaiolou.
Depois de engaiolado,
O caciqoe euftloado
Procurou sslvacio
Na bajulajao,
E adularan
a Dos poderes,
Oue.esqoecidcs
Do proceder
Patifique
Du cacique
Procuraram
.l.ivramenlo
P'ra gravalinha,
va*" -'nha
Precislo
De ponijao,
P'ra lija
De outros laes,
Que isuaes
ISo proceder
Bem merecen ,
Ser demellidos,
Oa removidos,
P'ra descansa
Do pobre pavo,
Qae nao he Ovo.
Quero fechar a presente com a noticia de ama ra-
ridade.
Um dos nossos proprielarins, apresenloa e foi vis-
to par toda a genle, ama potra com menos de doat
mezes dar leile, leudo, he verdade, o ubre pooco
crescido ; mas as lelas baslanle desenvolvida, o que
causou aduiiraca.i. ao grande numero de pessoas qoe
obiervaram a realidade de urna randado.
Qae aHivjtj praperjitet nato sato aa eTarto
Se jjffit at verdades Ihe Ivantaa !
Ta grande ella te eateala,
O Utlenlo de a neta Ih'ia
Inspiraclaqa'e
De Iralentoa ataiaa... s eam dat rea!_
ErRuanda e felget d'tcte em el be tanta
/"le na trra a arlitla ana taau-Deat!
Per parta pelat tarbat cama ata atare
Sea brilho derramando !... Qaa dsrai ?...
Arrebata, enlhaetatata, attrahe. rinaanli.
Domina at ctraedat.. de aae este he ra!
Y
Olhai aqaella (reala altiva a
Que t aureola c*e cenia ehrtlhealea !
E nos hamilde todos ras i
Parante
O mgica
dates
te exalta e cata\ato
Cem qae eHe aa
lleiem ainda a ladee c
Debsixo da magaastica
Pala wat t ale dizem, aem I
P'ra am padrle eraear a am renta tal!
Silencie a respeito Bit a 'iia'l mal
Dtvida aaam aa arte be teta rteal!
t
REPABTIQAO DA POIalGIA
Occurrencias do dia 31 de marjo.
Foram presos : pelo juizo municipal supplenle da
primeira vara, Diugo Jas de Maraes, e Jos Anto-
nio da Silva, ambos tem declararan do motivo da
prisao.
Pela subdelegada da fregaezia do Beeifa, o por-
togoez cairaelro Mathiag Comes Fernandet, a reqoi-
sijSodo inspector da alfandega, e Sever.no da Costa
Lisboa, sem daclarajao d molivo.
E pela sabdelegacia da Iregaezia da Bot-Vitla,
o prelo escravo Benjamn, a requerimenlo de res-
pectivo senil.ir.
PBOVEOKIA DA SALDE DO PORTO.
.'10 de marjo.
au st deu orcorrencia alguma a borda dos na-
vios tartos no porto.
-31
dem.
MAPPA dos dorles tratados na enfermara de
marinlta de Pernambiiro do 1. de Janeiro ao ul-
timo de marro de I87.
1 :>
!M lili
KT
a
Li
tOti
Obsercaroes.
Os fallecidos am r.ira de iexiga,oulro de phlvti-
ca pulmonar, oolro de gaslro hlenle, e oulr,, de
diarrhea cliromca.
Enfermara de mirlaba de Pernambueo 31 de
marjo de 1857.
Joaquim Jos Alces de Albut/uert/ue.
Cirurgiao da enfermara.
aDutror 9* '^mmu>uiO%
A assembla di-culio hoje a emenda ofTerecida ao
projeclo de lixajao -I forrs polirial. Oraran) ot se-
uliores Tlleodoro Silva, Nasciineuiu Purlella, Fle-
rencio e Paula Itapll-la.
Ficaram cora a palavra diversos senhores.e a ma-
leria adiada.
A ordem do dia he a segunda discussao do orj-
menlo provincial e segunda discussao dot projeclos
us. 37 do anno passado e li do correle.
l'orcm te a vea d'irmie, a'trtaaa rala arte, i
S.illar-ee pode am ftrvadaa, arta..... "
De mode qaa am toa aesjla as. es*.
Qut te cerajle to diga, jate p
Exprettie d'enthaaUtan aaa el
Permille qaa aa deas'arto a aae
Nobre arlitla eam teta a at
Eagotou de tlente at tanatea enere,
e at velas, afease, ae arta aaaaj
fadade acata Ae parto aaeta
Da al M>* imaaarceenvel aae le
Toa .'relia! E
De div '** laarel ta
laterev o *
rttrlaa Caavaa.
Recitado peto aaler aa lineare I
am J'ernambaco, na neite da 31 da
v':?umn|
.tACA DO RECIFE i IMAM
:i HORAS DA 1'ARDB.
;oiajet aalciaaa;
Descont de leilras!t '. ae anea.
'TttrUo AoMlliertf, nr
/'. afaraat,
<:ambios.
Sobre Londret, SI :\\i a 60 4. a S7 7tB a aa J
e Pan, 110 rs. par fr.
i Lisboa, 95 par ( de premie.
Rio de Janeiro, i por 0)0 da desasete.
Acjoet do Banca, 40 a 45 de pitmia.
a a companhia de Bebente laaaa.
a t companhia Pernambacaaa aa par
a l'lilidade Publica, 30 pasr
e e I ndemoisadora. Sa! i.
' a estrada da ferr M
Disconto de lellraa, dt'fi a 10.
Dile do banco8 a 10.'
()uro,Onjas hetpanhalas. .
Uoedat de 6MW vethee .
6tt novat .
__ e 41000. .
Prata.I'atacoet bratileirea. .
Pama ealumaartaa. .
a mexicanos. .
ALFANIHMiA.
Kendimentc do dia I. .
dem de dia I .
i
aj?ui3uac>Ca> a \>eoioo
AD PERPETIAM RE ME MOR AU.
Carla que a Rvd. Manuel Cordeiro da Craz. vigario
na villa do Palos, dirigi ao delsgado d'enian.em
consequeacia d. eleiclo de 7 de seltml.ro de 18.M.
Vai transcriptaintit verbit
-. ... Illm. Sr. ellegtdo
liado fallo ta am ofTicio to Governo da Pravii-
.*:
Oescarre/mm tote .! ate atril.
Barca Ingleza Uermieaearrot.
Barca ingieraAna Bald maaercalesjaa.
Barca inaleza.>aaphanleinercadariet.
Brigue inglrzMarinabarricas <>e carveia.
Baica auieiicanaMondamnferiaba 4
Patache araeriranoCltarpimaaalem.
Brigae portugus Bm
Brigue bra-ilt iraAdelphe sebte.
Brigue brasileiro Ara .zonasgesiebra
IMPORTACVO.
Patacho americano eForatora, vitado i
phia, c.-asignado a Henrv Fertter A C i
o seguinle .'
1,100 barricat fariaba de irise,
bolachiuha. 100 barrtt banha de r-ree, rain
panno de algudlo franjada de corea, 3 bameaa rata
ll lli duzas da gr.xa de le.lra ; aaa
larras.
Pelecho nacional -. Aisjreo. viada da I
consignado a Antonio Luiz de (Miatart,
mfesiou o tesa ale :
400 turneas fannha de trice ;
& Campanilla.
100 .lilas cenehra : a Manoel lavares Carateara,
30 barr tatele de eliveirt; a Seixet laaialt A I .
^11 ditos em, fre ; a Basles A.- I.eaati.
-1 cascos azcila de patata ; a Maaerl Farreara ale
Cosa.
I..D barricas farinha de Iriso, I dla toara, 9 far-
dos labac, I caixa a IX-iO canxrnhee
ordem.
Vapor narientl tPerwaaaet. viaal
do tul, consignada a aatncaa, ataaifelea a i
100 barucas bacallue, 3 ealtaet hvret aaastaat, -
fardos alguJAo, I eatxlo attncar, i redes para ea_
linolel ; a ordem.
l' .mi. autocar ; a di versea.
Vapor ingle* atvaae. es actenla da Kaiapa. ti
nifetloa o seguale : v-,
i" A etlai ptlavr.it a
mo ot aosta* roce ir q
pelaratib.Unitan
toa a qaesa e Sr. vicaria rtnrma',
necia a


Rabe
3 canas joia*, > embrullio amostra*
Schamellan.
1 Salsa jolas ; a Charlea Ilardy.
2 caixaa joiaa; a J. P. Ailoor & C."
I r.aisa joia*; a F. J. ermain.
I oBlia moldura dooradaa, 2 .lila e 1 embralho
amostras ; a Schapheitiui & (J,
I calza joiaa ; a F. Sondase o C.
1 calza joia. ; a Timm Monsen Vinas*.
I aixa rrloaio* ; a onlim.
1 onza nloBioi joia*. j j|U, 12 embrolht a-
muslra* ; a J. ketler & f
1 erabrofuo rollo., 1 dito amostras; a H. Gbaon
I cstiinha relogio*; a Amnriin & Irmaos.
i~n"IM x,' ro'ipaa e 1 dita presuntos ;
I*. IreQt.
I caia rnopa
T. (.olan.
1 caita pape,, ; s Schraiom Wlialtly 1 cana e > emurulam amostras; a Luii.'
a W.
i
Antonio
de Siqueira.
2 emhrufhos amostras; a Fot Rrntlicm.
I embralho pape ; a Bastos & Lemos,
1 embrulho amostras ; Ferreira & Matheus.
dito ditas ; a Manuel Jos Carneiro.
1 tilo peridicos, I om dito ainonlras ; a Paln
Nash 4 C.
* dito peridico!, 1 dilo amostras; a Southall \C.
1 eaixa papis; a F. ne Ulivrira Jnior.
ditas arnuslra* ; a Adm 1 embrulhn amostras ; a Roslron Kookcr & C.
I dito dilas ; a James Ry.ier & C.
1 etilo dilas ; a J.ilinilon' Moler A C.
I eaixa di'.as ; a Fedel Pinlo <5l C.
1 caita amaslras ; a Siqueira \ Pereira.
I dila dilaa ; a Borle & Souza.
I dita dilas; a II. Broun & C.
1 emurulho dilaa ; a C. J. Aslley & C.
I dito dilas a 1 dila objeclos e prala ; a lsacc
Curio & C.
I dito papis ; a Antonio Jos de Carvalho San-
tlen,
1 eaixa dinheiro ; a Francisco Severiano Rihello.
Sumaca lirspauhola liuadalnpe, viuda de Bao-
o Ayres, cun-minda. a Aranaga ,\ Hryan, iiiain-
fasliiu o aegainie :
2.413 qninlaes de carne de charque ; a ordem.
Barca nacional Santa Mana Boa Surte, vinda
do Rio Gran le do Sul,vtonignada a Maunef Gon-
ralves da Silva, manifesloon seguinte :
10,(103 arrobas de e) me de charque; a ordem.
Brigue nacional a Adolpho e vinao do Rio de
Jaoairo, maiiile.loo o segrale :
1 c)|x eom m lomo ; Novaes & Cnmpsnliia.
I raiiole mercurio ; a J. S. M.
'250 eaixas sabflo ; a Antonio de Almeida Gomes
1120 barrica familia de trigo, 63 saceos caf, id
latas faino, 2 eaizoes cha, e '12011 olas sabAo ; a
urdem.
Barca brasileira a Thereza I, vinda do Rio de
Janeiro, consignada a Ballliar & Oliveira ; manifes-
t* o seeuinte :
i caixOes sapalos ; a 'l'imm M. & Vinassa.
.">0 barrla.va.ios ; ao consignatario.
1 canso Irnos ; a A. J. C. Guimarei.
30 f oluroe barricas vasiat, 16 ditos vinho ; J. P.
Regs de Souza.
I cana rap ; a J. J. Borges de Castro.
51 toneladas de pedra ; ao capilo.
1 caiiSo livroi, 330 eaixas laho ; a Antonio de
Almeida Gomes.
2b cana papel, 400 dilas sabao, 50 raeios harris
roaaleiga, 2 barritas cigarros, 13 caizde* chapeos, 4
volnmet cha. 1 caitito pos anlibilioaos, 46 pipa* 4
meias dilas e 152 barris abatidos, -246 rolos e 25 la-
ts lamo, 716 saceos caf, 13 ditos colla, 48 barris
(oueinlio ; a ordem.
Brigue inglez a Eslher Auna, vindo de Maceii,
consignado a Saunders Brothers & Companhia ; ma-
nlfesloj o seguinte :
1,103 saceos com 7.425 arrobas e 7 libras de as-
sacar miscavado ; a r ,pni.
Brifoe inglez Marlha Miles, viudo de Londres,
consignado a K.ilhe \ Bldonlac ; rasniteslon o se-
geiole :
020 barril plvora, 103 barricas cerveja, 1 caixa
Ims; a ordem.
320 barris plvora ; a Patn & Nash.
62 barricas cervej. ; a Ara naga A; Hryan.
40 barria salitre ; a S. I'. Jonhslnn \ Companhia.
I>2 barricas cerveja ; a Fox Brolheis.
35 eaixas qoeijos ; a F. G. de Oliveira.
115 barricas cerveja ; a Adamson Howie & Com-
pauhla.
1681 barros de ferro ; a Barroca cV Caslro.
6 liairif tiiila para ascrever ; a James Halliday.
3 di*** fio de sapatairo ; a Burle & Soma.
2 caixa lencos de lintio, 10 dilas caniidlla,15 bar-
ris tintas ; a James Crabtree & Companhia.
3 calas perfumaras, 400 saceos para, carvo ; a
Scoit Wilson & Companhia.
I caiia.chapeos de palha. I dfla fazendas de algo-
dio, 40 saceos de coaro para viagem ; a J.C. Ayres.
1 caixa merendonas, 1 dita eoroesliveis ; a W. M.
Penpsloo.
ijI3 dormente de madeira, 1328 dilos de ferro,
109 pedeslaes de dilo, 162 rodas de dilo, 60 vola-
ntes wagons, 1 eaixa chapas, 1 dita perlences para
Mllius ; ao consignatario e agentes di oilrada de
farro.
Palhabote nacional Lindo Paquete, a vindo do
Maranho, consignado a Antonio de Aaoneida Go-
me.
130Vsnceos com 5909 sssxojlas e 3 libras de nrroi,
50 dilos teijio, fi psneiros tapioca : ao consigna-
tario, i
OMSULADO UBR'Al,.
Reudimtnlododill..... 12:681695
dem do dia a ,g* -, 5:305^589
da abril, a 1 hora d trdo, perante Ihe-
soura-ia. Os prelsndentas comparecam com
seu dadores Icnalrrente habilitados no lu-
gar do costume.
Secretaria da| thesouraria de fazenda de
l ernamhuco 2 de muren de 1857.O oflicial
naior, Emilio Xavier Sooreira (*e Mello.
Rendimento a favor da fa'/.enda no trl
raesire de Janeiro a marco de 1857, prove-
niente de multas, pola capitana do porto
" consequencia de inracrjao do reuectivo
regulamento, e de sellos em docitpantos que
ella exhibi em dito limpu :
Multas......1709000
Sellos......3999650
Rs. 549S650
Tendo esta repartirlo de contratar o
fornocimento de bom lijlo para as obras a'
seu cargo, na quantidade, e por tempo que
maisconvinienle forem assim como de com-
prar brosa sortidas.bnm da Itussia.bandeiras
nnperiaesde 4 a 6 pannos, caetas para pe-
nas.cadeados de Ierro sorlidos, cairo velhn
deJaes de repuso, estanho, lio de vela, dito
dcalgodlo, Imiio de, barca, lonna ingleza
estrena, dita larga, merlim, oleo de liuha-
?a, peonas de a?o, papel almaco de linho,
dito carluchtnlio.pennas Upes.pregos de fer-
ro para costado de 4 a 4 polegadas, piassava,
saceos (le conduccao.sapetilhos de ferro sor-
uuos, unta preta, dita nranca, tijolos ingle-
zes, tinteiros de estanho, e tinta de escrerer
inuiDii, ludo para l'ornecimento do Almo-
xariiado, manda olllm. Sr inspector fazer
publico, que acrca receber-se-bo propos-
tas nesta secretaria em cartas fechadas, no
da do crrante niez, ateas II horas da
inanhDa, em que elTctuar-so-hao os ditos
contratos e compra, cumpriiido menciona-
ren! s propostas somentu us presos lisos de
cada un dos objectos.
Inspeccao do arsenal de marinha de Per-
nambuco em 1 i)e abril de 1857.O secre-
tario. Alejandre Rodrigues dos Anjos.
Resumo das obras feitas para o melhoramen-
to do porto no trimestre de Janeiro a mar-
QO ltimamente lindo.
Caes do Norte.
Factura de 9,037 palmos cbicos, ou 7 ll2
bragas corrente ue caes completo, alrh de
130 palmos, ou 13 bracas de estacada, sthdo
8 com tirantes e entaboado.
Dique da ilna do Nogueira.
Factura de 58 brocas de estacada, sendo
48 com tirantes, e competentemente enta-
boada, e feita a base com 85 canoas, ou 1354
toneladas de alvenaria, tirada do Recife, e
de alguns lastros de navios.
Arrecife.
Factura de 38,724 palmos cbicos ou 29 l|2
bragas de muralha de alvenaria argamassa-
da d cemento, e revestida. j
Excavacflo.
Extracco nos lugares denominados. Forte
do Matos, e Corda dos Passarinhos, de 5,420
toneladas de rea, conduzidas por 442 ca-
noas, sendo que 4,270 toneladas foram para
aterros e 1,150 para lastro de navios.
- O lllm. Sr. contador servindo de ins-
pector da thesouraria provincial, manda fa-
zer publico, que do dia 2 do correnta por
diante, pagam -se os ordenados e mais des-
pezas provinciaes, vencidas at o ultimo de
marco prximo lindo.
Seyetaaia da thesouraria provincial de
Pernbibuco 1 rio, Antonio F'erreira da AnntinciacSo.
TRIBUNAL 00 GOMMERCIO.
l'or esta secretaria se Taz publico, que nes-
ta data foi inscripta no livro da matricula
doslcommercianles, a (irma social ingleza de
Southall MeJIors o C, domiciliada nesta ci-
dade com casa de commercio de fazendas
jsnecas c molnadasem grosso.
Secretaria uq tribunvl do commercio de
Pernambuco 2 de abril do 1857.No Im-
pedimento do ofticial-maior, Uinamerico Au-
gusto do Reg Rangel.
17:98
UIVilIJSAS PROV1MCIAS.
Itcndimeiilo dn da 1.....
dem fS lia S ...... .
37J732
4453702
4a3434
DESPaCUOS HE EXI'OIU'ACA PklA MESA
DO CON>Ul,4.O DESTA CIDAI1E NO DIA
2 UE ABRIL DE 1S57.
PortoBngm poriugoei uS. Mauoel I, diversos
carregadorea, 111 saceos assucar.
LisboaBrisae porloguex l.aia III, diversos car-
regadores, 750 saceos assuc.ir, ti casco, niel.
LisboaBrigue portogusz ^Viajante, diversos car-
regadoras, 247 saceos Issocar.
LisboaPaladn portuguet Miarla, diversos car-
regadores, 68 cascos mel. "^*e_
HavreBarca francesa Olinda, diversos carreis
dores, 40 saceas algod.lo, 215 meios desoa.
PhiladelphiaPatacho americano aForsIer, Hen-
riquas Forsler A; Companhia, 600 saceos assucar,
Baenos-AyreBrigue portaguez Resollido, Bai-
lar & Oliveira, 375 barricas assucar.
Porto Brigue brasileirn Despique de Reiril,
Joo Antonio Regia de Souza, 140 saceos Hss'ucar.
LisboaBrigue portugus Encantador, Lhomaz
de Aqntuo Konseca & Filho, 7 pipas mel.
LisboaBrigae porluguez Encantador, JoSo Luiz
Ferreira Ribeiro. 16 barris mel.
xDortacao .
kaiiio, brigae sueco Juno, de 442 toneladas,
r.onduzio o seguinte : 1,500 saceos e 100 barricas
com 8,255 arrubas a 2 libras de assucar, G.592 chu-
tos salgados.
New-York, liiale americano Fl>ng-Egle, de
'219 toneladas, cundozio o segamte : 3,100 saceos
com 15,.500 arrobas de asucnr.
Amo', hiato nacional EthaUi;;1o, de 37 tonela-
das, conduziq o seguinte :96 volomes diversas
fazendas, ferragons, plvora, meilicamenlos e nutras
inercadorias, 75 ditos diversas mercadoriaa, 2,000
charulos, 144vplumes mercadoriaa eslrangeiras, 248
ditoa ditas naciooaes.
KCEBEUUHIA HE HENDAS INTEKNAS UE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia I..... 5229858
Idean do di* 2 ....... 4679183
THEATRO
saiiai\asH
liABBADO 4 DE ABRIL D 18.57.
GRANDE ESPECTCULO
EM BENEFICIO
i O*
ASSOGIACAO
TYPOfiRAPHICA PER\4MBLCWA.
Depois de eiecolada pela orcheslra orna bella ou-
varlura, aobir sema, a ser pela ultima yez enlr
nsrepresenlado pelo arllsla JoUn Caelano. o qual
deve relirar-se para o sal at o lim deste mei iin-
prelerivelmente, o lindlisimo drama em cinco actos
e um quadro, *
I1RI&NH1 A YIV1HDEIRA.
Cqncedido ]e!o artista Joao Caetano
fs Santos.
i. o seguida o artista Francisco Jos Correia de
QssWOga, em onsequio ao, brneficiados, exculara'
naanMeauj
' DM CONCERT E FLAUTA.
Seuir-e-ha a repi esentiiciij da mu apreciavel
comedia em um ario,
ItaVH TsV a t X 2'jc ^asx.
OU
OS EFFEITOS DA EDUCACAO .
Terminando o espectculo com o duelo do
ME1RINHO E A POBRE
pela senhora I). Isabel e o arlisla Sania Rosa, qne se
iiianam fazi-r-iios o favor de repeli-lo em nosso be-
neficio.
Tal he o especlaculo que ns ai lisias beneficiados
lem a honra de nlTerecer au illuslr.do pnblico desla
cidade, de quem esperam toda a prolecc^io.
O resto dos bilheles adiase a' venda na livraria
Universal, ra do Cnllegio n. 20, e no dia do espec-
tculo no escriploriu do lliealro.
N. B.Em um dos uitervalloi do drama, urna
cnnimi--.il de meinliros da ,i-oi-iarao ira' pelos ca-
marotes cumpriment.r as peasoas nelles eiiilenles,
e recebar dellas asqoanlias com que houverem de
beneliciar-nos.
991WHI
CONSULADO PROVINCIAL.
Ranoiinento do dia 1
dem do dia 2 .
(i -2639917
3:82r374
9:3969791
*H'-#ri,. uvo pa*
Navios entrados no dia 2.
Celhao de Lima75 das, barca ingleza "Ariel,
de 386 toneladas, capiiilo tleorge Bell, equipagem
< 16, carsa Koano ; ao capitSo. Veio refrescar e se
su pra Londres. Pert.nre Siucklom.
Ilallimosf 35 das, patacho americano A. A.
Chapman, de 186 tonelada, rapilo W. I. Digg,
eqnipagem 8, carga 1.447 barricas t.....f .rinha de
trizo ; a Schramm Wliaiely & Companhia. Par-
lance a Ballimore.
Da commissiloBrigue de guerra hrasileiro Cap-
lurjlie, coinrrrandante o capilo-lenenle Feliz
Loorouco de Cerqueira.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro Palliahole hrasileiro Lindo Pa-
quete, coifi a mesma carga qoe Irouze. Sospen-
ilcu do lameiro.
LiverpoolBrigue laclez Ranymede, eom a mes-
ma caiga qae trooxe Suspendeu do lameiran.
New-B?dfonl Galera americana tiedeon Hon-
land, rom a mesma carga que Irouze. Sospeu-
deu do lameiro.
ParnhibaHialc hrasileiro Fiordo Brasil, me-lre
Jo Uuarlc de Sooza, carga fazendag e mais ge-
nero. Passagiirn, Jos de Oliveira Diniz.
&ttl*?a&e.!
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de
la/epda dest provincia, manda fazer publi-
co, que, em cumprimento do determinado
em ordem do tribunal do thesouro nacional,
tem de ser arrematado de um a tres annos,
que comecavam a correr do 1 de julho pr-
ximo futuro, o servigo dacapatazif da al-
andega oesta mesma provinciana quem por
menos lizer ; maiores ou melnores vanta-
gens oiTerecer era favor da fazanda, e que
,'ios termos do art. 64 do regulamenlo de 22
d? iunho de 1836, o referido contrato andar
r'-em praqa por ?0 das consecutivos conta-
dos do l.* de abril prximo futuro em dian-
te, e ser arrematado no dia 30 do dito Diez
Baile popular
DE
MASCARA E PHANTASIA
NO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Previne-seaos amadores deste diverlimen-
to.que nos diasll e 12 do corrente havera
bailes indubitavelmenle; e para commodi-
dade dos concurrentes havera vestuarios no
edificio para alugar por presos razoaveis.
*Jt>i*0 1
''$) -ii.
Para o Rio de
Janeiro
Segn em poucos das o brigue nacional
Lefio, capitn Faria, para o resto da carga c
frele, trata -se com os consignatarios Isaac
Curio o< Companhia, ra da Cruz n. 49, pri-
mniro andar.
Para o Iraca tv
/
segu com brevidade o biate Correio do Nor-
te ; recebe carga : a tratar rom Caetano Cy-
riaco da C. Moreira, na ra da Cadeia do
Recife ii. 2.
'a ;i a Baha
pretendesahir nestes 8 dias o veleiro e bem
conhecido palhaboto nacional Dous Amigos;
tem prompto dous lerdos de seucarrega-
menlo : paia o resto, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedn, ruada Cruz n. !.
ara o Vio d .Ifuieiro,
o brigue nacional Veloz, pretende seguir
com muita brevidade ; tem prompto melado
de seu carregatnento : para o reato e escra-
vo a frele, para os qua.es tem excellentes
eommodoa, trata-te com o seu eonslgnata-
jo Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
ParAtoRio de Janeiro,
a veleira e bem conbecida barca nacional
Amelia, pretende seguir nestes 8 dias ; tem
prompto metadedeseu carregamento : para
o resto e escravos a frete, para os quaes tem
excellentes commodos, trata-9e com seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
Para o nio
de Janeiro.
vai seguir com muita brevidade, por ter
parte da carga prompla, o patacho llenri-
que, capitn Joaquim Antonio GonQalves dos
Santos : para o resto, passageiros e escravos
a frete, trata-se com Caetano Cyrico da C.
II na ra da Cadeia do lenle i. 2.
Vende-se o brigue portuguez Bom Suc-
cesso, novo, de prim-ira marcha c bem cons-
truido, de lote de 12,500 arrobas : quem
pretender, dlrija-se a Thomaz de Aquino
Fonseca & Filho, na ra do Vigario o. 19,
primeiro andar.
Para Lisboa sabe com brevidade o bri-
gue portuguez F.ncantador : quem no mes
mo quizer carregar ou ir do passagem, para
o que oHerece bous commodos, falle ao ca-
pitao do uiesino o Sr. bernarilo Augusto Lo-
pes, na praca.ou aos consignatarios Thomaz
de Aquino Fsnseca A Filho, na ra do Viga-
rio n. 19, primeiro andar.
Para o Ceara vai seguir com brevidade
o hiate Correio do Norte ; recebe carga e
passageiros : a tratar com Caetano Cyriacq
da < AL, na rita da i adeia n -_'
Companhia
Pernambucatia.
DIARIOI WRMAMBtlCO IFXTA P.JU A DK AimiMHI
mi
O vapor PERSINUNOA acha-ae a' carga para a
Parahiba, para onde sahira' a's 10 horas da manha
po da 5 do crranle: a carga sera' recebida at a'
5 horas da tarde do dia 3.
Lisboa
0 patacho portuguez Mara prcteude sahir
para Lisboa no dia 12 do correte; anda
poda receber alguma carga trata-se com
os consignatarios Novaes & Companhia, ra
do Trapiche n. 31 Tambem lem excellentes
commodos para passageiros.
Avi>:o
Cuilherme Selle, como procurador de
Francisco Manoel dn silva Tavarcs residen-
te em Lisboa), pede a todos os senliores in-
quinos, que nao estDo em dia com os res-
pectivo* alugueis, o favor do m ndarein pa-
gar ao aiinunciaiite de and > o ultimo reci-
bo) : na ra da Praia travessa do Carioca
n. 11.
"^>^_ Aviso
OsSrs., Candirlo Theodoro Itodrigues Pin-
to, e Bernardino Domingues Porto, sio roga-
dos a i rcni a ra da Prai* travessa do Cario-
ca n. 11.
Pelo juizo dos orphSos ejesta cidade
se ha dearremalar,era praca publica, um so-
brado de um andar, o sotao, chaos {.'rosarios,
no larg/o iioaa^aj^jaj^o^: e urna- mei-^-ua
..j. VatMio do msmo ; av.Ti^ireAc todoe? "
4500UOO, boje 3 do corrente, depois da I
dienca do Alto juiz.
' Antonio G imes villar, ten lo de re
rar-se para a Kuropa, a tratar de sua sauu
deixa por seus bastantes procuradores, < a
primeiro lugar sua mulherl). Kaphaela ta
CuimarSes Villar, em segundo, o Sr. ja-
quim da Silva Castro, e^em terceiro, / o Sr.
Jos Joaquim da Costa M.i ia
- Precisa-se a lugar um ou dous molo-
ques que sejam espertos, para servico muilo
've, mesmo com idade de 'D anuos para
cima : na ra do Nogueira n 21.
Precisa-se de qma criada livre ou cap-
tiva, que saiba engommar e cozinbar : na
ra na Cadeia do Recife casa n 53. primeiro
andar.
-Manocl Gonqalves de 01iveira,vai Portu-
gal, eleva em sua companhia sua mulher, e
sua cunhada de menor idade.
Pede-se aos senhores derjutados la as-
semblea provincial, que se dignem fazer ex-
tensiva a gralilicBQio que tem o professor de
lalim de S. Jos, para o duguel de casa, a os
de mais professores da mesma disciplinado
interior em relagSo aos lugares, visto que
as cidades tem os professores de instruccSo
primaria 1009, e as villas 50-/, e nao descu-
bro raz3o para que osdelatim nao possam
ter o mesmo, pois o importe das matriculas,
que n'oulro lempo Ihes pertenciapara.com o
seu rendimento, pagarem casa, e uiencilios
das aulas, foi-lhes lirado, maniando-se ar-
recadar como rendas provinciaes, quando
e levou-sea matricula a 105JD
O amigo de justica.
Tendo adoecido repeiitiuanidiite os
distribuidores do Recife e estrada uo Mo nie-
go a Apipucos, e constando que as pessoas
qu os tem substiluido, tem doixado de en-
tregar o Diarioja aiguns dos senhores assig-
nanles, rogamos-lhes de mandar reclma-
los na livraria n 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
toalharfo
Vende-se atoalhado muito largo e bonito:
na ra do Queiinado n 9.
I'recisa-se de urna ama forra ou capti-
va para todo o servido da urna casa de pouca
familia ; na ra da Cadeia Nova, defronte
da casa n. 11.
--- Roga-se a quem for erndor do casal
do fallecido JofO Francisco Paos llarrelo, de
presentar aeus crditos na ra do Co!le-
gio, loja n. 3, afim da se verilicarem os mes-
mos, para s proceder ao seu pagamento,
conforme se convenconar ; oando preju-
dicados todo e qualquer credor que se n.lo
presentar al o dia 15 do corrente ; pois
que delsa data em (liante se noalleiidera
a quem no se tiver apresentado
De ordem da mesa regadora da irmao-
dade de N. S. da Coticoiqo da igreja da Con-
gregado, convido aos senhoies mesaras e
procuradores actuaos, a comparecerem no
consistorio da referida irmendade pelas 7
horas da tarde do dia 4 do correte para o
fin de darein posso a nova mesa, o igual-
mente rogo aos novos funecion trios, quei-
ram comparecer as indica las horas para re-
ceberem a posse. Esperando que nfio fallem
attenta a urgencia que ha de se prestarem
ascontas do anuo preterido.--O esenvao,
Jos Azevedo de Andrade.
Na barcada luvencivel Anas, ancorada
no caes do amos, lia arroz com casca a
5?600 o alqueire da medida vellia, e i.lo s
at o da 4 do corrente, depois podem pro-
C'iiar o vendedor no armasen junto j Joio
Baptisl.i dos Santos Lobo, pedrs c rebolos
Umbein ba a venda na mesma barcaca.
-----Os abaixo assignados fa/.ein sciente
ao respeitavel publico, e principalmente ao
corpo de commercio, que amigavelmente
dissolveram a sociedude que tinham no es-
tabelecimentn de molhados da ra da Cruz
n. 36, debaixoda firma de alendes & Rraga,
licando a cargo do socio nlonio Lopes Bra-
ga o activo e pissjvo do mencionado esta-
bolecimento. Recife 31 de marco de 1857.--
Joao Jos Rodrigues Mendes -Antonio Lo-
pes Braga.
Precisa-se alugar un moeque: no
aterrodaBoa-Vislau.it.
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na, com alguma ortica ; no aterro da Bja-
Visu n. 8.
Pesca-se
No viveiro grande do sitio do Muniz, no
aterro dos Afogados, na quarta, quinta, e
sexta-feira, da semana santa.
Fugio hontem as 7 horas da manhfla.um
pretn crioulo, de mime Sebastiiio, que foi pe-
gado ltimamente no lugar do Cachang,-
tem os sigoaes seguimos : levou camisa de
riscado, cal?a azul, tem os ps inchados, he
quebrado, tom os escrotos grandes, e levou
ierro no pescoco : quem o pegar, !eve-o a
ra Direita n. 24, que ser bem recompen-
sado.
Precisa-se de um moleque de 12 a 14
annos de dado, para o servico externo, e de
urna escrava para n servico do urna casa esr
trangeira, de tres pessoas de familia : quem
os tiver para alugar, podendo aliancar seus
costumes, queira dirlgir-se a ra do Vigario
n. 5, primeiro andar.
_Ti_r:-
DI PIANO
POR
FURTADO C0EE.H0.
Methodo especial de ensino
Pode ser procurad no holel inulez, de 1 as
4 hora da larde.
m
sus dos
sua mfii
ma
t& Leal Res,
Tendo a irmandade
de Nossa Senhora dp Ter-
90 de expor vista dos
fiis, em solemne proeis-
sao, hoje, pelas 5 horas da
farde, *s sacrosantas ima-
^ens do Senhor Bom-Je-
Desam parad os e
Mara Santissi-
; espera ijue o Rvm.
clero desta cidade se digue
comparecer, afim de abri-
Ihantar um acto tao reli-
gioso.
At ten cao.
No dia 27 para 28 do mez de marco prxi-
mo linio, fugio do engenho Pereiras da fre-
guezia de Santo Amaro de Jaboatilo, urna os-
crava crioula, por nome Mara, com os sig-
naes soguintes : alta, cheia do corpo, bem
fallante, tomo estomago botado parafra,
orolhas pequeas, a qual escrava foi com-
prada ao Sr. Antonio Magalhes da Silva,
morador nesta nraca. para onde consta ter
ella se encaminhado : roga-se as autorida-
des policiaes ecapitiies de campo a sua ap-
prehens3n, e leve-la ra da Aunra ao Sr.
JoSo Pinto de Lemos. Jnior, ou no engenho
cima mencionado a seu senhor Jos Maxi-
mino Pereira Vianna, que gratificara gene-
rosamente.
Acha-se fgido desde odia 16 deste
corrente mez o escravo Antonio, crioulo, de
idade 30 annos, pooco mais ou menos, o
qual ostumava cortar carne o annonassa-
do n'um talhn defronte da igreja da Penha,
tendo na perna direita urna ferida antiga e
grande, que o prohiba andar de pressa, e o
fazia nianquejar: a pessoa que tivsr delle
noticia eo pegar, pde-o conduzr ao aterro
da Boa-Vista n. 17, que ser recompensado.
Fugio no lia 31 do prximo passado
mez, do eng-mho S. Barlholomeo, um mole-
que de nome Trajano, crioulo, secco do cor-
po, cara descarnad) ps limpos. gago ; le-
vou camisa e calQa algodlo azul, foi en-
contrado nos Af,igai s no dia 1 do corrente,
he muito ladino, iticulca-se forro oorphao;
por ter perdido os pas do cholera : quem o
pegar, levando a sen senhor r coronel Agos-
linno Bezerra no dito enge/f* \>u no escri-
ptorio jos Sr Lomos Jur
m recompensado.
Joaquina Mara da Conce'iQo vai ao
de Janeiro, e deixa por s;u procurador
o Sr. Amonio Francisco Portugal..
Nossa Senhora dn GoneeU
cao dos Militare*.
Para conhecimento dos devotos de N. S.
da ConceigHo dos Militares faz-so publico,
que, em virtude de deliberaco da actual
mesa rege-Jora, passa d'ora em diante a ser
cantada a missa dos sabbados, queat o pre-
sente lem sido resada e n culto rsaMina Se-
nhora, o que tera principio no dia 4 do Tor-
rente. Consistorio da irmandade de N S. da
ConceicUo dos Militaras 1. de abril de 1857
O secretario, Bernaratno de Sena da Silva
Guimarfles.
A'is amantes da bella fu-
>' ac
s
Na ra do fraguo n. 12, ha um grande sor-
timento de charutos de variados ttulos, dos
melhores autores, e da melhor qualidade
que tem vindo ao mercado, que sSo os se-
guintes: depulados, senado-es, adiados, re-
galos de Havana, nova fabrica, regala, S.
Flix, afTagos, lanceiros,e ouiros muitos que
deixa-se de mencionar, s na presoiiQa do
comprador; assim como os fabricados na
mesma, do bom fumo, queso alianga a qua-
lidade : a elles, freguez.es, a vista raz f.
Precisa-se de urna ama do laile : na
ra de Hortas n. 60.
--- Perdeu-se o meio bilbete n. 2-267 da
quinta parte da segunda lotoria doCamo,
garantido pelo Sr. Policarpo, eassignado no
verso com o nome de Kaymundo.
De>appareceu na no'ite de quarta-feira,
I. do corrente, para o amanhecer da quinta,
do caes por Ira?, da fundic/io do Sr. D. W.
Bowman, urna canoa do carreia : quem a
acharou della der noticia, dirija-se a mes-
ma 1'undic.lo, a fallar com o caixeiro da mes-
ma, que sera recompensado.
Perdeu so meio bilhete da lotera' do
Rio de Janeiro, 25 do Uieatro de Nicleroy n
28S6 : quem o adiar leve-o a ra da Praia
n. 11, quesera gratificado.
GB NDE SITIO.
Aluga-se um sitio grande em Olinda, jun-
to ao que foi jardim botnico ; tem grande
casa de vivenda, muitas arvores de fructo,
boa trra de plantar, alem da grande pasta-
gem para mais e 20 vaccas de leite : tra-
la-se na ra da Cruz n. 40, no Recife!
Offerecc-se urna ama muito carinhosa,
e com muito bom loile : quem a pretender,
dinja-se a ra do Vigario n. 9, segundo
andar.
Na taberna da esquina da ra dos Mar-
tirios n. 3H, chegou a primeira remessa de
qiieijns do sertSo ;Serid) muito rescaes a
640 rs. a libra.
Precisa-se de urna ama para todo o
servico de urna casa de pouca familia : na
ra estreita do Rosario o. 12, segundo andar
Precisa-se de um amassador que seja
desembarazado : na padaria da'rua larga do
Rosario n. 48.
Precisa-se alugar um prcto velho, pa-
ra estHrem um sitio : quem o tivor, dirija-
se a ra dos Martyrios n. 30.
- Compiam-se inulambos finos de chita
e madapoln, para c ivernisar ; na loja de
marcineiioda ra da Cadeia n 18.
Compram-se tahuas para andaimes :
na livraria ns. 6 o 8 da praca da Indepen-
dencia
Na ra do Collcgio ti. 25, terceiro an-
dar, precisa-se alugar urna casa para fami-
lia.
* Vai a praca no dia 3 do corrente, na
sala das audiencias, a casa n. 4 do becco dos
Ferreiros na Boa-Vista.
Precisa-se de um criado : na roa do
Hospicio n. 9.
--- Precisa se de urna muito boa ama de
leite, sendo parda ou preta, pagando-se mui-
to bom ordenado : na ra de Hortas n. 16,
primeiro andar.
Lotera
DA
provincia.
Corre amanhaa.
O abaixoassignadoan-
da tem um resto dos seus
felizes bilhetes, meios e
quartos, as tojas do cos-
tu-e. Por Salustiano
de Aquino Ferreira, Jos
Fortunato dos LS. Porto.
O abaixo assinado como herdeiro do
finado Manuel F.lcuterio Correia, faz sciente
ao Sr. Francisco SamiilSo Pereira,que a sua
leltra da quantin de 714/000 rs, vencida em
25 d Janeiro do c irrenle anuo, lora perdi-
la hontem pelo abaixo assignado, e por isso
o previno para que no pague dita lettra a
quem Iheapreseutar pelo motivo exposto.
Cabo 30 de marco de 1857.Francisco Can-
tidio Correia Lins.
.No da 31 do passado, fugio um mula-
tinho de nomeOdilon, idade 14 anno.s, com
os signaes seguintes : cabellos sollos, rosto
redondo, denles limados, eo mais regular,
levando vesiulo calca camisa de slgodflo
azul : quem o pegar, ou delle liver milicia,
pode-se lrigir a ra U.i Aurora n. 5fi, quo
sera recompensado.
Jos da Silva Azevedo, vai a Portugal
0 leva em sua companhia as dues menores,
Mana Luiza dos Santos Sazes Vieira eGui-
Ihermina Sophia dos santos Sazes Vieira.
~ Precisa-se do una ama forra ou cap-
tiva : na ra da Cadnia do Recite lojs de bar-
beiro n. 10.
O caixeiro que se offerece no Diario de
30 ou 3 do moz passado,para taberna, queira
apparecer na rna.Nova n. 65, para tratar.
Francisco Alves Monlelro Juniur, faz
sciente ao publico em geral, e especialmen-
te ao respeitavel corpo cominercial, que lem
admittido a socio do seu estabelecimonlo, a
Manuel Jos de Faria, por isso todas as tran-
saegoes tendeniesjao mesmo estabelecimento
desla data por dianle serSo feitas. debaixo
da firma de Francisco Alves Monleiro Juuior
A Companhia.
Na ra uo Vigario n. 19, primeiro Bu-
dar, existe urna carta para ser entregue a
a Francisco Rodrigues de Figueredo.e oulra
a Jos Rodrigues de Figueredo
t Cordoluio Bartioza Cordeiro, acadmico do fj)
fJJ 4 auno, abri uin carao pariieolar de Inicua (o)
y inglrza a' ra do ollegio n. 19, segando an- Sj,
aje dar, onde ensina a Iradatir, a escrever, de sa
fjs un mudo a'cvininodado aus ezamca, prlu sys- at
|p lema .los novos estatuios : pode ser procurado 4
I3f> a qualquer hora. f,.
Precisa-se de uina pes>oa comptenle-
mente habilitada para manufacturar sabQo e
steaiina, e dirigir urna fabrica em no pe-
queno ponto, ostabelecida em urna das pro-
vincias de litoral Mo Brasil : a quem oonvier
e possuir os devidos conhecimenlos desta
protissSo, p le dirigir-se a M. I) Rodrigues,
roa do Trapiche n. 26, para outros esclarec-
mentos e as vantngeos oQerecidas.
Desappareceu no dia 29 do corrento, a
preta erioula, por nomo Maria, dedade 3(1
annos, pouco mais ou menos, com falta de
denles na frente, e os peitat um tanto met-
tdos para denlro ; levou i vestidos de chita,
1 rxoeoulro encarnado, 1 panno da Costa
encarnado, e 1 sala preta de alpaca : roga-
so as autoridades e capitus de campo a ap-
prehensiio da dita escrava, e 'eva-la no bec-
co do Noronha n. I, que serQo recompen-
sados.
D-so dinheiro a juros em peejttenas
porcOes, sob peohores de ouro ou prata :
na ma da Praia n 49, sedira quem da.
A praca do resto dos terrenos da ra
Imperial, perlencente a heranca jacenle do
finado Antonio da Trindade, licou transferi-
da para o dia 3, as 11 horas, na stila iiasnu-
diencia, depois de linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, o bem assim 114 ps de coque!ros
loares,
com fabrica de peutes de tartaruga na ra
das Trincneiras n. 1, avisa ao publico e prin-
cipalmente a seus l'reguezes, que rereb/u
pelo ultimo navio de Franca nm rico e fi-
riado sortimento de pentes de tartaruga pa-
ra atar cabello do gosio mais moderno; as-
stm como tambem ua mesma fabrica se en-
contraran muitos bons pentes do verdadeiro
mariiip, tanto para tirar o bicho e a caspa,
combara alisar, o que tudo prometle ven-
der ptr menos preco do que em outra qual-
quer^par.le.
Os administradores da niassa fallida de
Oliveirn Irmos & Cumpauliia, eslaudo Je-
vidamanle aulonsados para procederem ao
primeiro rateio de 5 0, convidam aos se-
nhores credores da mesVna massa.que foram
legalmente aduiillidos, a presenlarem-se
com os seus crditos para receberem o*res-
pectivo dividendo'no escriptorio do caixa
de administrarlo o Sr. Joilo Lardoso Ayres,
na ruada Cadeia do Recite n. 41, nos dias
uteis, das 10 horas -la manhaa as 2 da larde.
Kecife 1. de abril de 1857. j03o Cerdoso
AyresAntonio Alves Barbosa Francisco
Xavier de Oliveira.
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*

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*.
f olliiuhas
PABi 1851.
Acbam-se u venda as bem conbecidas I >-
Ihinhas impressas nesta typographia, das
seguintes qualidades :
DITA S1MPLF.S, conlendo alm dos mesze.
a le dos circuios e varias tabellas de im-
postos geraes, provinciaes e monicipaes;
preco.................240
DITA lili PORTA, a qnal alm dos mrzes,
tem explicaedes das indulgencias e ex-
commu'.ihoes, etc.; prer;o......160
DITA DE ALMANAK, a qual alm dos mozos,
contm o almanak crvil, administrativo,
commercial e industrial da- provincia,
por..................500
Todas estas folhinhas siio impressas em
bbm papel e excellente typo, e vendom-se
em porc.no ea relalho : na livraria da praca
da ladependencia ns. 6 e 8.
>S3

Especficos
i.'t
^
Q
:
Culileiro
lim frente da malrii da Boa-Visla n. 8fi,
amulase t.nla e qualquer ferranieola, aun
a> cuno ,e boleo) onvidu em espinKarda e lim-
ti paiii-s espadas. ^
Stfiii--838.,atsa,?S8s8
Lotera do Itio
de Janeiro.
AOS 20:OO0O0, 10:0008000 E 4:000*000.
Hoje esperamos pelo vapor do aul, con-
ductor das listas da lotera 25 do theatro de
fticthoroy. Na praga da Independencia n.
40, aluda existe um pequeo numero do bi-
lhetes e meios dessa lotera. Na
.-_ mesma loja
se tara o prompto pagamento dos
na forma do costume, logo que
de posse das mesmas listas.
premios
estejamos
Afirico.
Scientifica se a quem convier, que a revi-
sfio de pesos, medidas e balances, principia
do I-do crreme a lindar no ultimo deju-
nho: nacasada afonciio, no pateo do Ter-
go n. id.
IHMANDAIiE
BOM JESI'S DOS
DO SENHOR
PASSOS.
O escrivo da irmandade doSenbor Bom
Jess dos Pasaos, erecta na matriz de S. Fr.
Pedro Goncalves do liecire, em nome da me-
sa regedora convida a todos os sous iruiSos
que no dia sexta-feira, 3 do trrenle, com-
parecam as 2 horas da tarde, no consistorio
da mesma irmandade, para cnc.orporados,
acompanhar a procisso do Senhor Bom Je-
ss dos Desamparados, que pretende fazer a
irmandade do N. S. do Terco, por convite da
mesma irmandade ; assim como roya a to
dos os roaos ,jUe tverem cm seus poderes
opas da irinand de, e mo no'derem compa-
recer, o obsequio de as mandar entregar ao
thesoureiro, na ra da Cadeia, loja n. 13 _
Domingos Jos da Costa
envao.
Os abaixo assiguados, com fabrica de
charutos no,beceo do A breo n. 4, declara m
queseacham quites com a praga al esta
ilata, porm se houver alguem quesejulgue
credor dos inesmos, queira apreseutar suas
coiilasno prazodeS das para seren satis-
leitas; oulro sim pedem a todas as pessoas
que lhe so devedoras queiram mandar sa-
lisfazer seus dbitos no prazo de 30 dias, a
contar da data deste, lindo o qual serao cha-
mados pelos tribunaes
para
Jos Adelo, conlinua a sanerar e tirar
hem denles, chumba denles fura.los, separa
liem os da frenlt, e applica ventosas sarja
das. Pode ser procurado a qualquer hora i
nos seis dias da semana, na ra na Cainhua .
* do r.arin.i n. 20 ; vende-se eapecilicoa odon-.*
'<*V lalgico, remedio infallivfia e muilo pro- %
.':i prios para aplacar e destruir as dores de '-.
^~ denle pela caria, por 18 e 28000 rs. o fras- ;*
%? quinlio com f.illiolo, assim como pos dmti- K3>
fricioa e Inico par* conserva e linipar per- &$
feilamente ndenles sera alterar o nisrmure ".
pulido, forlalece as geneivas e as cura de %,*
um be.lo rosado e deisa na bocr urna fre- r
cora e hlito moi aarailavel e nrevine o inac Ij
proaresso e dores de deules. Por 2000 rs. W?
a raiza. f
k'*
v;3
t&$
iuimari'ies, es-
Professora de
piano e cao to
Mademoselle Cari do La-Charic, dissipu-
'a piemiada do conservatorio de msica de
Paris, eusina a tocar piano e cantar, confor-
me o gusto moderno, o methodo do dito
conservatorio, as familias quo ja lhe falla-
ra ni, podem procura-la em sua casa, ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 23, segndo an-
da/, e na ra larga do Rosario n. 28, primei-
ro andar.
Precisa-se; de, um rapas para caixeiro
de taberna, que tenha as hahililace-s neces-
itaras, e que d fiador a sua conducta: a
Tallar na ra dn Vigrion. 14, comJoaoSi-
ittHS de Almeida.
Precisa-se alugar nm escravo ou pes-
soa liVre para o servico interno de casa, dan-
do fiador a sua conducta : a tratar na ra
Nova n. 51.
Desappareceu da casa n. 60, da rus da
Aurora, no dia 28 de marco, um mulatinho
livre, por nome Quiniino, e com 10 annos
de idade, levou calca'de riscado, e camisa
de madapoln -. ser recompensada a pessoa
que recouduzi-Io a dita casa.
AVISO
Constando-me que o Sr. Eduardo Eugenio
Montoiro de Andrade, pretende vender a casa
terrea, sta na ruado Padie Floriano n. 42,
eu pelo presente aviso declaro que a mesma
casa se acha hypolhecada a mim, por es-
cnptura publica, vencida em 17 do passado,
pela quautia de 60035'jOO.---Antonio Ferrei-
ra de Lima*Mello.
Manoel de Assis Tavares. retira-se pa-
ra fura do imperio.
No dia 21 do corrente mez, fugio o
preto crioulo de nome Onofre, idade de 23
annos pouco mais ou menos, cornos sigoaes
seguintes : cor rula, estatura regular, refor-
jado do corpo, bem parecido, ar alegre, lem
os denles perfeitos o bonitos, i3o l.nn bar-
ba nenhuma, foi escravo doSr Anio Jos
da Silva, morador no riax3o do Souza em
Panellas deMnanda, para onde foi : roga-se
a todas as autoridades policiaes ecapites
decampo, a sua aperebensao, eentrega-lo
em Panellas ao ar Manoel de Souza silva
Serodio, no <4llinbo ao Rvd. Sr. vigario A-
gostiono de codois Vasconcellos, o no Reci-
fe a Jos Jernimo da Silva, na ra Direita
n, 24. que se gratificar.
Deseja-se fallar ao Sr. Antonio Carlos
da Franca Benevides a negocio de seu inle-
iesse : na ra da Cadeia' de ^snto nionic,
sobrado n. 16, terceiro andar.
1 AO PUBLICO.
$g No armazem de fazendas baratas, ni* do
Collegio n." 2,
vande-se um completo sortimento de fa-
zendas finas a grossas, por mais barato
procos do que em oulra qualquer parto,
tanto em j>orces como a retalho, affian-
| cando-se aos compradores um s preco
para todos: esle eslabelecimento abrio-se
de combinacao com a maior parte das ca-
^ sas commerciaes inglezas, franeezas, alle-
Jg mos e suissas, para vender fazendas mais
$g ero conta do que se tem vendida, s sor sto
M oflerecea elle maiores vantagens do que
H outro qualquer; o proprietario deste im-
H portante estabelecimenio convida toiios
| os seus patricios, e ao publico era geral,
i para que veoliam (a bem dos saus inte-
S nsns) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- J&
tomo Luiz doa Santos & Rolin.
tisUietesde visita.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de boa conduc-
ta, e com habililaedes para tomar conta dr.
um balco de urna boa casa de Ttnlnasloi,
prefere-se o que estiver arrumado, n por
motivo justo queira sabir ; paga-se boro or-
denado, al o lim do auno, para depois Icr
sociedade, por seu dono precisar fawr au
viagem ; o que estiver habilitado, rtirija-ae
ao aterro da Boa-Vista n. 14 pera tratar.
quizerrm se ulihur de sea proliat, y
dem procura-lo era sua ana aa ( da Ca-
nela do Beeife n. 30.al o* tssstraa Ja asa-
nhaa : a.im coso* se ataraea para tiwaai
4.-? ou instrumeol.r qoslqa-r aMssea acra asi
. pror*na para oresmlrs, ele.
Precisa-se de urna ama qne leaKa boaa
leite, para criar urna chanca .le idasle e 3
semana : no pateo de 8. Podra n. 24.
M
M
i
la
^-w0 competentes. Recife
Precisa-se de urna ama para coznhar, 1. de abrii de 1857.-Sampaio K IrmSos.
amilia : no pateo do A pessoa que annunciou ter para ven-
der urna casa terrea e duas mei-aguas, todas
n cllos Drourios : diriia-n ao paleo do
para casa
Tergo n 4.
Jos Caetano de Carvalho, vai a Eu-
ropa.
- Quem precisar de um criado preto, que
tambem bolea, mande procurar na ra da
Aurora n. 44.
cbiios proprios : dirija-se _
Carmo u. 2, segundo andar do sobrado novo
que bota a frente para a ra de Dorias.
Precisa-se de urna ama deleite
ra do Crespo n. 9, deposito de velas.
na
VI
(iravani-s e imprimeirrtse rom porfaiejBI bilheles
de visita, Icllras de commerrin e lodosos obj.rlos .1
| arle eaiigraphica, reaislios, v|,nhelase quaesqu^r de-
senhus. Akrem-se lirn.as, siteles, lano a Ull.o do-
ce como ero relevo, ornamentos com olijerlus rlr ouro
e prala. Fazem-se riscos lindo* e onginaes para
hordailns de labyriullio. Admi!le-se a reriisa de
quarsquer oestes objeclos no caso de nao licaiem a
conleulo das pessoas que os encommeiiilarem : queo-
pretrnier dirija-se a qualquer deales luqrp. no
bairro ao Recite, ra da Madre de Dos n. 32, pri-
meiro andar; emSmlo Amonio, na livraria classic
do paleo do Cnlbgio a. 2 ; as Cinco PouUs, sobra-
do da quina ooufronle a matriz nova.
A pessoa que vendeu a escrava Archan-
js), e quetornou a recebe-la enjeitada, desde
o da 19 de fevereiro, queira restituir seu
importe, qne assim evitar despezas judi-
ciaes, e a declararlo do seu nome. F.
Grande sorli-
mento de fazendas pretas
proprias pa/4, a qua-
resma.
Ricas manas ile blond pr.la a
Los de 11 n lio grande*, a peqaeaa*.
Urosdenaple preto de lamaoos, M.i
Dito dito liso alto enrorpad, cavadas .
v.rja prcla verdadeira htsp*nholt. ravaata.
Selim preln macao para vellido, covaJ.. .
Panun prelo fin* prava ala liaSa, taiga1*
Casemira prea selim elstica, "carie '. '. ,
(.orles de cohetes de vallado prelo a 4a aar. I
Corles deeoilele* de sirgar Jo da sala 4*
vanos padroes a........
Popelina de seda com flores malrsaaja*, ao-
vado......
Coalr da quadro* da cores carnada'. ". ,
Meiai croas supe ores para meainoa .
Lenco* da selun prstos da surcari* tura
EravaU...........
tiravaiinhas de selim prelo .1. ama valia
de doa*. .......
Chale* de merino bordada a vellado' '
Dilos de dita bordadvi a seda .
Dilos .! dilo com lislra do seda ] '. '. ',
Dilos da dilo com barra m*ti.da '. "
Chales de merm cora franjas d* las. \
Dilo* de lia adamascados praia* e e or'
Micos corles de lia da ramaa*u> mrliaads
coro 15 covadaa. ....
Groidenaple de cores para vestio, eevsW.
Mauritana de seda com vara de larsar*.
cavado ........
Coaij .1. seda rom ores malisadas, ranada'
I rsanna de seda com listros malkadaa, oa-
vado.......
Sedas de quadro de novo* padrn.canal.'
i rondelina do sania de qnadro*. rosado.
Juqueza .le seda de ramagem. rovoda .
K.caa laaa para veslid. s de senhora, cavad.
Mussulina de core* rooi lindos, cavado
Chiles franeezas finas.....
Cassas franceza de coro* fiza.'. | *
I aillos de alpaca prela fina de cor. .
(.ondolas de alpac. pre|. do cor. .
Era frente do berro da CaugrecacSa",
bolica, a segunda laja de fazendas.
. ROB LAFFECTEI K.
O unco aulorisao por deeitio do,coa.rto rtml
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam ,
arrobe de Laffecteur, como sendo o un, -,,
autorrsado pelo governo e pela real socie-ja-
de de medicina. Este medicamento dr. om
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto
esta em uso na marinha real desde ..,.,. 2
60 anuos ; cura radicalmente em pouro lem-
po com pouca despeza, sem roercurf.o, as ar
recces da pelle, impingens, as consto:
cas das sarnas, ulceras e os accirjastate, do*
partos, da idade cntie. e d. acr.ot.U fc-
red.lar.aooshnmores; convm aos cator-
rnos, a bestga, as contraeces e a fraqueza
dos ergios, procedida do'.bi.so taS
o arrobe cura em pouco temps, os Ilusos rr-
d^?inhqUrnS" "* PKO da copahibe,
da cubeba ou das injeccoes que representen,
o virus sem neulralisa-lo. o arrobe Laflec-
leur he especialmente recomoaendado con-
,ra asjdocncas inveleradas ou rebeldes r
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa
Vende-se na botica de Rarral e de Anlon-o
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I. Pe-
dro n. 88, onde araba de chegar urna eran-
de porclo .le garrafas grandes e pequeas
viudas di ecumente de Paris, de casa do dilo
Boyv-eau-l.aUecteur 12,rua hichelieu Pan
Os formularios dao-se gralU em casa do a-
gente Silva, na praga de I. Pedro n 8
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Lima & |r-
in.los; "
Villa
Rio Craude. Francisco de PaulaCoito c,
Lnvas ;ie van siji..- Udade
Vendem-se ricas luvas de'Seda de todas as
res, cobordadas e com bc.JoUs a t o para
Vaneas e amarell.i-.
naos; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeirc,-
;n na*l,,J0S; Moreira, loja de drogas
illa Nova Joiio Pereira de Hgate. Uile ;
til) I nm ii V~___:____ a ^**.'*^
IH'IIJUI
idafars
t, iiooo ttamt
brancas e de cores
,300, 400, 500 ,
alfada,
e fruir*
rae do
e eaiud*-
ditas sem ser bord
para hoineus e sen
ditas de lio da
para hnmens e
600
proprj
qiiiiliaaacs maii
Oueimado na
zas da boa Ta
- 'oompra-so4Tr mio bronre, la-
tao e cobre velho : no deposito da fundirlo
du Aurora, na ra do Bruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicao, em Santo
Amaro.
: ai aiid. s e gratlrrs.
lim lindo e variado sortimento de modei-
los para varandas e gradaras, do gosto mo-
dernissimo : na fuouiclo da Aurora esa San-
to Amaro.e ao deposito da mesma, naarM do
?Jrum.
MUTILADO


MARIO DE PERNAMBUO, SEXTA FEIRA 3 DE ABRIL DE 1857.
*
tEDR.VS PRECIOSAS, i
Aderemos de brilhanlet,
diamantes e parolas, pul-
teiras, alfineles, brincos
a rozetai, boloea e amiis
de dinercntes fiostos e de
diversas pedrea de valor. *
_ *
Comprara, vendem ou *
Irocam prata, ouro, bri- *
IhanteJ.diamanlese pero- ijg
las, e oulras quaeaqaer *,
joias de valor, a dinheiro *
uu_por obras. *
I0REIRA k DUARTE
LJA DI WR1VII
Ra do Cabuga' n. 7.
Hecebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno g-osto, tan-
to de Franca como
*
M
OURO E PRATA-
f Aderemos completos de 'j
ouro, me ios di los, pulcei- *
* ras, alfioelea, brincos e *
ij ro/.elas,cord6es, Irance-V
* lins, medallias.correules *
8 e enfeilespara relogio, e jjj
jj oalrcsrouitosobjeclosda g
:Oi ooro.
Apparelhoa completos,
de prata, para cha, ban- s
S dejas, salvas, caslicaes, m
m colheresdesopaedecb, ja
j e muitos oulros objectos g
de prata. *"
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre C0HSLT0R1Q HOHOPATHCO
Jhf,w'Ch*m semPre os mis crediUdos medicamentos, tanto e"m tinturas c
am r.ir.K.,1 .___ -----jr---------------.-v! iiniuivBiucuwi, tamo ui unturas c
em glbulos, e preparados cora o maior escrpulo e por pregos basUnte commodos :
PREgOS F1XOS.
Botica de!2 tubos grandes. .
Dita de 24 >
Dita de 36 o i> .
Dita de 48 > ,
Dita de 60 a .
Tubos avulsos a......
Frascos de linturrademeia onga.
Manual de medicina homeopatbica de Dr. Jahr'com o*d.<>
eionario dos termos de medicina...... 209f00
Medicina doniestica do Dr. Henry.......".'.' 10/000
Iratamente do cholera morbus...... 2/000
10/000
159000
20aooo
253000
309000
laooo
23000
Repertorio do Dr. Mello Moraes
6,000
JOHN GAT1S,
corretor geral
E AGENTE DE LE1LOES COMMEKUAES,
n. 20, ra do Torres,
PK1MJEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
RECIPE.
t
DENTISTA FRANCEZ.
raulo OaigDoux dentista, ra Nova n. 41:
i Mmrnin casa tem agua e pos deolrifice.
ESTRADA DE FERRO
do Recife S. Francisco:
LIMITADO.
Sttara chamaba.
Os directores da Companhia da Estrada de Ferro
do Recita ao San-Fraocisco, limitado, tem feito a
guara chamada de duas libras esterlinas, oo ris
i /J777, sobre cada accao, na dita companhia, a qaal
deveiser paga al e dia 9 de abril do correte auno
de 18o7, oa Baha, era casados Srs. S: S. Diveo-
port i C., na corte, em casa dos Srs. Maus, Mac.
bregor C, e em Peroambuco, no escriplorio da
Lumpanhia.
O accionista que nao realisar o pagamento den-
tro do termo indicado, poder perder lodo direito
as accOes sobre as qaaes o dito pagamento nao se
tiver effecluado, e em todo caso lera de pagar joros
na razio de 5 por cent,, ao aooo, e de nao recebar
juros ou dividendo da Companhia, pelo lempo qoe
decorrer entre o dia indicado para o pagamento e a
sua realiac.ao.
depois do dia 9 do earrenle, antes do
chamada.
A eidade de
X. FALSEE
Wua
como para se-
do Crespo n. 4,
Recebeu pelo navio uOlindau oni completo sorli-
mento da faiendas, comp sejam :
Casacas prela.s superiores).
Calcas ditas ditas.
Golletes ditos ditos e de vallado.
Sobrecaiecas de panno lino.
Palitos de panno e easemira. *
Ditos de diversos feilios. I
Ditos de alpaca de todas as qualidades.
Ditos de easemira de coras com golas de velludo
ootros.
Superiores chapeos prelos para hornera.
Sobretodo de panno, proprio para o ri o.
Chapeos de castor braoco com pello e aam elle.
Sapatos de borracha.
Perneiras de dita.
Sobretodo de dita.
Malas de vigera lano para homem
ohoras.
Saceos para viagem, de todas as qualidades.
Tudas estas faiendas se vendem mais barato que
em oulra qualquer parle.
Lotera d pro-
vincia.
O Sr. Uiesoureiro manda fazer publico"!
que se acbam venda neste escriptorio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcao de btlhet9s, meios e quartos da
fJ"'"1* Parte da segunda lotera do conven-
to de N. S. do Carino, cujas rodas andam no
da 4 de abril futuro.
OSr. thesoureiro manda declarar aos se-
enhom-.ulo de transsrenci. pode ser registrado c^mtl&^aTuS Vh^T"
idos do dia Hn earr.ni- ,... \. n.o.m.ni,, a. j omadS como tambera os bilhelas
a vendidos neste escriptorio nessas ultimas
XAROPE
DO
ttGSQUfc,
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na ra Novan. 53'
garrafas 59500, e meias 39000, sendo falso lodo
aquello que naofor vendido neste deposito,pelo
quesefaz opreseoteaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curado phtvsicaem lodotosseusdifieren
tesgraos, quermolivada por constipares, tosse
astbma.pleuriz.escarros desangue, drde eos-
lados e paito, palpitaran no coracAo, coqueluche
bronchite, dorna garganta, e lodasasmolestia
dosorsos pulmonares.
REMEplO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio|incomparavel, e provar em caso necessa-
no, que, pelo uso que del le lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente saos, depois
de baver empregado intilmente outros tra-
tament08. Cada pessoa poder-se-ba conven-
cer dessas. curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que Ih'as relaUm todos os
das ha muitos annos ; e a maior parle del-
as.sao tao sorprendentes que.admirara os,
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberauo remedio o uso
de seus bracos e pernas, depois de ter per-
manecido longo terapo nos bospitaes, onda
deviam solfrer a amputado! Dellas lia mul-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deciuiento, para se nao submetterem a essa
operarao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso tfesse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efutSo
de seu rconhecimento, declararara estes re-
sultados benelicos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, afira de mais au-
tenticarera sua allirmativa.
Ninguera desesperara do "estado de sua
saude se livesse basUnte conanga para en-
saiar este remedio consUntemenie, segiun-
do algum tempo o UaUmeuto que necesst-
tasse a uatureza do mal, cujo resulUdo seria
provar incontestavelmente : Que ludo cura.
O ungento he ulit, ma$particularmente
no$ teguintei casos.
Inflannnayao da
S
dos directores.S. P. VERERER,' !oter'as lem sido rnuito afortunados, por
',sso espera que elles concorrerSo para oue
continuadamente nao fiquem Umanbas
porgOes de bilhetes por vender, como sem-
prc tem ficado.
Tbesouraria das loteras 24 de marco de
1857;-0 escrivSo, ,
Jos Januario Alves da Maia.
Attcuco t
ai
. R. C. Yates & Companhia: estabelecidos
no Rio de Janeiro, na ra do Hospicio n. 40,
vendo um annuncio publicado em urna das
folbas de Pernambuco pelo Sr. Bartbolomeo
F. de Souza, preveuindo ao publico que o
verdadeiro xarope do bosque so elle be
quem vende,prevenimos ao msalo publico,
que o nosso xarope he remellido do Rio de
Jrneiro pelos cima proprieUrios ao Sr.
Mauoel Alves Guerra, e este senhor fez o de-
posito para ser vendido na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nuva n. 53, ni-
cos por nos aulorisados para venderera o
nosso verdadeiro, e mais prevenimos aos
senhores consumidores, que ha perto de 5
annos os rotlos collados as garrafas sao
assigoados por Henry Prlus, como procura-
dores dos cima proprieUrios. Rio de Janei-
ro 13 de Janeiro de 1857.
Bartholomeo Francisco de Souza, len
do o annuncio dos Srs. R. C. Yates & Com-
panhia no Diario n. 17, em que diz ser s-
menle verdadeiro o xarope de bosque que
se vende nesta eidade na pharmacia do Sr.
Jos da Cruz Santos, onde fez deposito o
Sr. Manoel Alves Guerra, que recebeu del les
proprieUrios, declara ao publico, que Dftti
duvtda seja falso o xarope de bosque que
lamhem vende em sua botica, mas assevera
que elle he comprado aos mesmos Srs. R.
C..Yates Companhia, du Rio de Janeiro,
como provara os documentos abaixo :,
RIO DE JANEIRO 8 DE AGOSTO DE 1856,
O 5r. Bartholomeo Francisco de 6'ouza
cotnprou a R. C. Yates & Companhia :
4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000......... 2169000
6 duzias d 1|2 garrafas com xa-
rope do bosque a 275000......1625000
o^.k- Rs' 378#000
Receb o importe cima, do Sr. Antonio
Joaqutm Vieira de Carvalho. Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856. Por R. c. Yates &
Companhia-Jos Paulino Baptista.
Reconheco verdadeiro o signal supra. Re-
cife 8 de agosto de 1856.
Em f de, vrdade.
Manoel Hilario Pires FerrSo.
RIO QE JANEIRO 18 DE FEVERFIRO DE
1857..
Os Srs. Constantino Gomes de Faria &Fer-
reira compraram a R. C. Yates 4 duzias de garrafas com xarope
do bosque a 549000.......f] 216/000
6 duzias de 1|2 garrafas cora xa- |
rope do bosque 8279000......162^000
Per Jordem
theaoareiro.
Recife 3 de marco de 1857>
He ebegado a loja do Lecomte, no aterro
da Boa-VisU n. 70, o excelleate leile virgi-
nal de rosa branca, para refrescar a pelle, ti-
rar pannos, sardas e espinbas, igualmente o
afamado oleo babosa para limpar e fazer
crescer os cabellos, assim como p impar-
cial de lirio de Florenga para brotoejas e aa-
peridades da pelle, conserva a frescura e o
avelludado da primavera da vida.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelecida era Londres, em marco de 1824.
Capital cince milhoes de libras esterlinas.
Saunders firotheri & C, tem a honra da in-
fortOsV aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a ajusta mais eonvier que est o plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efleetuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
llha e igualmenta sobre os objectos quecontiverem
os mesoios edificios quer consista em mobilia ou
fazendas de qualquer qualidade.
Reparticao da vaccina.
O couroissario vaccinador vaccinaj'nas
quinUs e domingos de todas as semanas, no
torreao da Alfandeg, e as tercas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manbSa.
Precisa-se alugar um prelo possante,
embora seja bruto, para trabalhar mensal-
mente nesta typographia, dando-se o' sus-
tento : na livraria ns. 6 e 8 da prar;a da, In-
dependencia..
O abaixo assignado declara aos deve-
dores ae Aureliano & Andrade, que niio pa-
guem(seus dbitos seno ao abaixo assigna-
'do, do contrario tero de pagar segunda
vez. Recife 13 de feveroiro de 1857.
Manoel Jos Leite.
Retinara de
Reg & Barreto, no Mo-
teiro.
No-deposito desta renaria, na'.rua da Ca-
deia do Recife n. 30, ha sempre assucar re-
finado de superior qualidade, tanto em p
como em torres e em pSes, por' precio mais
commodo de que em outra qualquer parte.
Precisa-se de nma ama de leite para
criar a ama menina de 3 mezes : na ra do
Collegio n.;2l, terceiro andar. Paga-se bem.
Precisa-se de urna ama'forraou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e|que
fa;a compras : na ra da Cruz n. 50, depo-
sito de charutos.
***
O Dr. Ignacio (irmo Xavier fai publico, aj
0 que mudoa sua residencia para o seu silio,
< oa Passagem da Magdalena, (qoe Tica ao oor-
Sle da estrada entre a ponte grande e a do
Chora-Menino!, e ah lem preparado nma
eaaa de saode, com todos os commodos, para
o Iratamento de escravos, cojos seuhores re-
sidan! fura da prac.a, ou que nao os possam
corar am saas proprias casas: quem para is-
to quiter ae utilisar dos saus aervicos merfi- 0
eos, que serAo desempenhados com o maior A
aa lo, dirija-se ao paleo do Carmo n. 9, pri aj
9 meiro andar, ou no referido aitio da Magda- fj)
*99*****M
REMEUiO DOMESTICO.
Pilulas depura-
tivas, 'tiiti-belicsas, do
nblico este excel-
tdo no Brasil em
mais obstinada que
iO'traUmenU judi-
medi. EBBlPIu-
jitias contagiosas, so-
Lsyphiliiicas. SHo
jgualrnenie boas par l}l&o, cotuo para
a diarrbea, apoplexiaf^sthma o as mai;! af-
fec^Oes do peito, constipagSes, as molestias
das senhorasem geral,JloJa a qualidade do
lebre, hemorrhoidas, molestias dos olhos,
dores de cabe?a, molostias de pelle, renten-
c3o das ourinas, e outras molestias das vias
ounnarias. nico deposito em Pernambuco,
no escriptorio de Vicente Ferreira da Costa,
largo k Assembla n. 9, a mil mis o vidri-
nho.dez mil reis duzia.0. PalmerRio de
Janeiro, deposito geral, ra dos Ounves
a. 81.

Alporcas.
Caimbras.
Callos:
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
Erupr0es escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
InchacOes.
111 liammacao do ligado
da bexiga.
ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
QueimadeLas.
Sama.
SupuracOes ptridas.
Tmba,. em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articula^Oes.
Veias torcidas ou no-
dadas as pernas.
Veade-se este ungento noestabelecimen-
nif,. ,1eLn oa de todos os boticarios, droguisUs e ou-
tras pessoas eocarregadas de sua venda era
v^Aame"CoJ Sal' Havana e Hespanha.
Vende.be a 800rs. cada bocetinha.contem
umajinstruccao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 80o
rs j na ra do Queimado loja da boa fj ^a
Bonecas francezas.
Vendem-se bonecas, francezas ricamente
Tes)?as e e var'as qualidades a 1200,
15600 e 29, na ra do Queimado loja de miu-
dezasdaboa fama n. 33.
Cera de carnauba egomma
Vende-se na ra da Cruz do Recife n 13
primeiro andar, por menos preco do que ern
outra qoalquer parte.
Vendem-se duas mnito lindas eseravas
cr.ouIa.sim vicios nem achaques, o qne se
alianca, bem moras, alemas habilidades,
como se informara' a vista : os pr.tendenles
dmjam se a roa Direila, na botica n. 31.
Vende-se urna esCrava parda com 30
annos de idade, sabendo cozinhar perfeita-
mente : a fallar na ra do Queimado n. 8.
\ende-se unfa taberna na freguezia dos
Afogados na ra de S. Miguel n. 72. com
poucos fundos e commodos para familia
a tratar na mesroa.
Vendem-se batatas muito novas, no ar-
mazem deJoseJoaquim Pereira de Mello,
no caes da alfandeg.
Vende-se um cabriolet moderno, com
o competente cavallo : na ra Nova n. 61
Na ra do Crespo, loja de Campos &
Lima, vende-se algodSo trancado, alvo, pro-
prio para toalhas de mesa, com toque de
avana, porem rauito forte, a 200 rs. a vara
eaa*0, so com pequea cousa : he muito
recommendada esta fazenda para quem cos-
ta de economa.
Vende-se uma'taberna com poucos fun-
dosie bem afreguezads, na ra da Trempe
n. 5: quem a pretender, pode dirigir-sea
mesma, ou a ra do Hondeen n. 49,
achara com quem traUr.
que
O deposito geral be em cesVdoSr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22, Jera
Pernambuco.
n.7rr"'M"M de um honlom P" nlregar e.le
u IA,luga-se uma casa na 'ssagem da
Magdalena, antes de chegar a ponte grande,
cora sotSo e muitos commodos para grande
lamilla: os pretendentes dirijam-se ao Tra-
piche Novo n. 16.
Jsfc 0?rece*se para ama de qualquer bo-
m9m solteiro uma parda de raeia idade, pa-
ra cozinhar e tomar conta da casa e de todo
o servico, excepto o de portas para fra.pois
hemu.to fiel e de bons costuraos: quem
precisar, dirija-se a boa-:Vista, ra da Man-
gueira n. 6-
Precisa-se de olllciaes e de costurei-
ras; na loja de alfaiatena ru Nova n. 60.
esquina na ponte.
Atteneo!
a
Um moro que esia arrumado, e por certos
inconvenientes desejasahir, oflerece-se para
caixeiro de qualquer estabelecimento de
grosso trato ou ajudante guarda livros, ou
cobranca, pois lem basUnte pratica de com-
raercio, e boa lettra : quem de seu presu-
mo se quizer utilisar annuncie para ser pro-
curado.
- Precisa-se de dous refinadores que se-
jam bons meslres de fornalba ; paga-se um
bom ordenado : na ra DireiU n. 78
&*mvt.
Compram-se4 escravos, sendo 1 Dreta
moga que engomme bem e cosa, 1 dita de
meia idade, quesaiba cozinhar, e 2 escravos
mogos pegas para servico de campo : na ra
da Cadea do Recife, loja n. 50 defronte da
ra da Madre de Dos.
.Compra-se uma escrava mo^a, que
cosa bem, engorante e cozinhe : a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Rs. 37&3O00
R. C. YaUb i
Recotnmendamos
lente remedio,
1846,1*120 ha mol
seja, ftie possa
ciosoafcste
las mpodem
lire tudo as de
Recebemos o importe. Por
CompanhiaW. C. Cerwarlt.
Nos abaixo assignados declaramos
compramos o. xarope cima para o Sr. B
tnolomeo Francisco de Souia, de Perna
buco, em virtudede sua ordem de 3 do c
rente. Rio de Janeiro 18 de fevereiro
1857.xConstantino Gomes de Faria & F
reir.
Reconhego ser verdadeiro o signal supra
rte Constantino Gomes de Faria Rio 18 de fevereiro de 1857.
Km f do verdade.
Pedro Jos de Castro.
jPaga-se bem.
Precisa-se de offlclaes de alfaiate para
toda a obra, e juntamente costureiras pa -a
as ditas : na ra da Cadeia do Recife n. 4 9,
primeiro andar.
O abaixo assignado avisa ao publiuo
e particularmente aos seus freguezes, que
recebeu pelo ultimo navio de Franga um
grande e variado sortimento de relogios ue
todas as qualidades e tamanhos,'tanto te
paredo cerno de algibeira, assim como rio s
relogios com esmalte de diamantes, para si 1-
nboras, e outros objectos que vista dos
compradores se lhe apresenUrfio : na ra
Nova n. 21.
Francisco Jos Germano.
t,ompra-seo Otario de Pernambuco de
19 da dazembro de 1853, e lambe,,, as col-
leccOes das lea brasileiras de 1839 a 1819 :
na ra do Collegio n. 15, primeiro and.r.
-- Compra-se uma casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-fe na
ra Augusta n. 17,
Compram-seeffecUvamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acgOes das diversas companhias uio-
risadas pelo governo.
Comprara-se 2 escravos de 14 a 16 an-
nos: a tratar'no escriptorio" de Jos Joa-
quim Das Fernandes, ra da Cadeia do Re-
cife.
Comprara-se pataces brasileiros e
hespanhoesa2/010: na ra da Cadeia do
Recife, loia de cambio n. 38.
Aviso importan-
tissimo pura os artistas e
orespeitavel publico.
Vendem-se borzeguins gaspiados tsxiados,
e outros muitos calcados mui^semelhante ao
irancez, por prego o mais em conta possi-
vel, boaracha de seda, 13a e algodao da me-
lbor qualidade que ba no mprcado, tambera
moi barata, Na mesma oucina precisa-se
de ollictaes sapateiro para obra Uxiada e de
ponto, dando-se como eratificacSo, no fim
da primeira semana de trabalho, de 6 a 10.
alera do pagamento do servico que tiver fei-
to, sso por uma s vez : os pretendentes
queiram dingir-se a ra dos Quartis n. 14.
Vendem-se boas esteiras do Aracaty ;
na ra da Cruz Uberna h. 34.
Doce de arac a 500 reis.
Chegou a ra do Collegio n. 5, nova re-
mesas de doce dearag, fabricado no enge-
nbo Guerra a 500 reis cada caix3o, assim
como de goiaba a 640 reis o caixSo.
. "~ vende-se uma porgSo de tijolo de la-
dnlho para quem tiver alguma casa para
concertar; era Olinda, ra de Mathias Fer-
reira, casa n. 28, a fallar com o Sr. Genzaga,
ou com o Sr. Firmino, assistente na mesma
casa, ou no Kecife com JoSo Pinto de Quei-
Z' rua,do RaD8el 21 Na mesma ra n.
21, vende-se a obra de Gil-Braz ea recria-
gao da do homem sencivel e feliz indepen-
dente, alguns livros espirituaes e Umbem
diccionario perpetuo, e o repertorio das leis
do reino, em muito bomesUdo.
Vende-se uma ptima carroga de cai-
xao, muito maneira, e por prego commodo:
quem quizer, dirija-se ao aterro dos Afosa-
dos, em casa do Sr. Costa.
Vende-se uma cabra de leite,
para criar menino : na taberna da
Cruzes n. 20
,rVende"se um tr*:elim grosso para
relogio, de gosto mod io : na rua do Pa-
dre Flonano n. 21, seg .ido andar.
-Sal do Assu'.
Vende-se sto do sal do brigue Feliz
Destin por commodo, por se precisar,
do navio des >aragado : a tratar no escri-
ptorio do Sr, .....noel Concalves da Silva, o
a bordo com o capitao.
I'eixe.
Vende-se na raa DireiU n. 27, peixe xernc
a 160 rs. a libra. Uvas a 560 a cuia, mantei-
a ragleza a 960, 800 e 640 a libra, dita
franceza a 800 rs.. muito boa, esteiras de
peperi grandes a 400 rs., ditas a 360 o 320,
cha hysson n 28560 e 25240 a libra, caix3o
de doce a i?000 e 640, e outros muitos g-
neros, por prego muito barato.
Ver.de-se uma negrinha de 5 annos,
muito linda e esperta : na rua larga do Ro-
sario n. 22, segundo andar.
---Vendem-se urnas casas na rua das Man-
gueras n. 8em Olinda, sendo uma casa pe-
quea e uma grande, com quintal e cacim-
ba : os pretendentes podem ver, e tratar na
rua do Crespo n. 13, loja de Jo3o de Siquei-
ra Ferrao. H
Vende-se uma casa com terreno, na
rua do Progresso, primeira tenda de ferrei-
ro, ou no Corredor do Bispo, a tratar com
Ferreira.
Vende-so uma mei-agua na rua da
Alegra nos fundos da casa da rua da Gloria
n. 12: a tratar na mesma mei-agua.
propria
rua das
Vende-se,por prego commodo,superior
vinho do Porto em barris de 8. : na rua do
Trapiche n. 14, escriptorio de M. A. Guerra.
Taclias de f'ei ro.
Na fundigSo da Aurora era Santo Amaro-
e tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nha, ba sempre um grande sortimento de
tachas, tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, Latidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os prego
silo os mais commodos.
Em casa-de Ilenr. Bruno & Companhia, na
rua da Crozn.10, vende-secognacemeaixiohas de
duzia.
Arados de ferro
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modello e construcg3o muito
superiores.
Moendas superiores.
Na fundigSo de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
constriicgao muito superiores.
Sellins
e relogios.
Vende-se superior linhas de algodo
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor & C., rua do
Torres n. 38.
Moinhos de vento
combombas derepoiopara regarhortasoba-
xa deeapim : na fondiclode D. W.Bowman
na raa dn Brum ns. 6. 8e 10.
Potassa refinada em latas de seis
libras.
0 ango deposito ila rua da Cadeia do Re-
ifen.TO,
raJajaei
tassa refinada de superior qualidade, em la-
cebeu agora una porgSo de po-
>r qualidade, em la-
que se vende por prego ra
vestidos.
SELLINS e RELOGIOS de patente
ioglez : venda no armaz.m de
Aostron Kooker & Companhia, es-
quina do largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
ao ultimo goslo.
RUA DA CADEIA DO RECIFE N. 48, LOJA
' DE QUATRO PORTAS. DE
Narciso Hara Carneiro, acaba de receber
pelo ultimo paquete da Europa, um comple-
to e variado sortimento de roupas feitas ao
ultimo gosto de Paris, como sejam, casacas
pretas, palitos de easemira e de alpaca, col-
leles de gorgurSo preto e de cores com de-
senhos mui delicados, verdadeiras capas de
burracha e seda de duas faces, os nicos
impremiaveis, palitos inglezes de easemira
a prova d'agua, excellentes perneiras de bur-
racha, de todos os tamanhos, e outras mui-
tas fazendas de seda preU, proprias para a
quaresma, que se vendem por menos do que
era outra qualquer parle.
RELOGIOS.
Na rua da Cadeia do Recife n. 48, ha relo-
gios de todas as qualidades, Unto de ouro
como de prata, ditos foleados e dourados,
por pregos baratissimos.
> I i o em safis.
taberna grande ao lado da igreja da
continua-se a vender milho em
Na
Soledade,
saccas.
por 240 rs. o eovado.
Vende-se chita franceza larga o fina, com
pequeo toque de avaria: na rua do Cre spo,
loja de Campos &Lina.
Sao minio liados para pil-
nos.
Vendem-se muito bonitos botes para pu
nhos pelo barato prego a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Planta da eidade do Ue-
cfe
Vende-se a planta da ci^de do Recife
seus arrabaldes, feita ceio Sr. Dr. Jos Mar
mede Alves Ferreira--por dez mil reis: nk
iivrana n. 6e8a, pra(.a da independencia^
>laPP das distancias d;
provincia.
.a livraria n. 6e 8 da
~t y*- o ma
i difterente villas da eidade entre si, e
s?3o capital da mesma, a mil reis.
I\(i.Z
Atteneo.
Vende-se uma excellente loja de calgado,
sita na rua DireiU n. 48. com armagSo de
amarello envernisada e envidragada, propria
para qualquer esUbelecimento, e vende-se
com os fundos a vonUde do comprador: a
tT na mesma ou na r"a do Livramento
Na rua das Cruzes n. 24, vende-se
uma escrava crioula, que engoraras, cozinha
bem e lava de sabSo.
. para sacerdotes.
leas de laia para sacerdotes, de boa qua-
na rua da Cadeia do Recife, loja
lidade
II. 50.
Vende-se uma preta de 18 annos, bo-
nita gura, com principio de habilidades,
^enMBr
Atteneo.
RESFRUDEUtAS DE PATENTE.
Esl3o exposlas a vdnda na praga da Inde-
pendencia, loja n. 33. as refriadeiras de fi-
nissimo barro, ainda n3o visto, de diversos
tamanhos, brancas, pintadas, bordadas, e li-
sas, as melhores que tem vindo ao mercado
por prego commodo, attendendo a superior
qualidade. *
Saccas com
rinha.
fa-
Vendem-se saccas
nova e bem torrada
Recife n. 2 3.
com familia da trra,
na rua da Cadoia do
. Hedras de fogo.
Vendem-se (de 10 arrobas para cima) po-
dras de fogo: na rua da Cadeia do Recife
n. 31. '
sem vicio nem achaque, assim como 2 mole-
ques de 8 a 9 annos, proprios para ofllcio ou
embarque: no aterro da Boa-Vista n. 10,
loja. '
Deposito de ranos fortes.
Em casa de Timm Momsen & Vinnassa,
praga do Corpo Santo n. 13
Livros^in brancodeHain.
burgo.
Lm casa de Timm Momsen & Vinnassa,
prga do Corpo Santo n. 13.
Veride-se um linda negrjnha, que co-
zinha o diario de urna casa : a traUr na rua
da Gloria n. 86.
Piaiiinos
s melhores relogios de ouro, patente in-
gl. vendem-se no escriptorio do agente
Olivara, rua da Cadeia do Recife n. 647 nri-
meiro andar. r
Na rua da Cruz n. 50, armazem deSan-
U Barbara* Companhia, vendem-se efecti-
vamente caixoes vasios de todos os tama-
nhos.
CERA DE CARNAUBA,
vende-se cera de carnauba de ba quali-
de : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
dade
Acham-se a venda no deposito n. (i da raa
ancisco, pianinos com
deS.
- competente teclado,
acompauliado de om methodo Tacilimo qoe eosiua a
ocar alna, polcks e shoulises etc., et. Sio muito
nem aperfeiroadoi e servem no mesmo lempo para
adorno de uma ala.
v.fl llVSOII.
Omelhorqae ha neite mercado eiiste o depo-
sito da rua de S. Francisco n. 6, por commodo
preco.
culos e lunetas detodiis
as qualidades
Vendem-sesuperioresoculoscom armagSo.
de tartaruga de todas as graduagOos a 39000,
ditos muito bons com armages douradas a
10200, ditos ditos cora armages prateada,
10, ditos ditos comarmago de ac a 800 e
I, lunetas com armagSo de tartarugas 1
ditas redondas equadradas de baleia a 50"
rs.,ditas de dous vidros armagSo de baleia
a 10600, e outros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rua
do Queimado n. 33.
VAQUETAS PARA CARRO.
Vendem-se em casa de S. P. Johnston & C, che-
Rad.s ltimamente, assim como bons sellins inglezes,
lio de vela, candieiros e caslicm bromeados, todo
dor preroa commodos.
BONS QUE1JOS.
Na rua DireiU n. 8, vendem-se bonsquei-
jos pelo barato prego de 1:440 cada um.
\ cas de carnauba pura
1I29OOO a arroba, vindas do 1 Aracaty, em
caixas de 40 a 50 libras 1 na rua do Queima-
do n. 69, loja de ferragens.
Vinho do Porto
de 18&7.
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, era caixas de
uma e duas duzias, por prego commodo.
Deposito
de rapprinceza da fabri-
ca de E. Gasse, no Rio
de .Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap fino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador : na
rua da Cruz 11. 49.
Vendem-se terrenos para edificaco na
estrada doManginniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer: a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Baptista Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay 6 Mar-
tin--, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crabtree & Companhia,
rua da Cruz n. 42.
tas de 6 libras,
zoavel.
La a para
Vendem-se cortes de 13a para vestido, de
muito bonitos padrOes, e com t5 covados
cada corte, pelo baralissimo prego de 59000:
na rua do Queimado n. 22, na bem conbeci-
da loja da boa f.
Algodo inonstro, he pe-
chincha.
Vende-se algodSo monstro, com 8 palmos
de largura, muito pfoprio para toalhas e
lencoes, pelo diminuto prego de 600 rs.
vara : no loja da boa f, rua do Queimado
n. 22.
Agencia
da f'undicao Low-Moor,
rua da &etzala Nova
n. 42.
Neste estabelecimento continu'a a baver
um completo sortimento de moendas emeias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todos os
tamanhos para dito.
BECHAIrSlO PAB1 EIll
IHO.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
BARIZ,
ha sempre um grande soriimeoto dos segointes ob-
jectos demechanismosproprios paraenkenhos,a sa-
ber : moendas e meias moendas, da mais moderna
coustrnejao ; tanas de ferrd fundido e batido, de
superior qoalidade de lodosos tamanhos: rodas
dentadas para agua oo auimaes, de todas as propor-
Ses ; enyose bocas de .ornalha e registros de bo-
eiro, agoilhOes, bronzes,parafusos e cavilhoes.moi-
nhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
se execu tara todas as eocommeodas com a soperio-
ndade ja coohecida com a devida piesteza ecom-
modtdadeem preco.
VINHO DO PORTO GENUINO.
Vende-se ptimo vinho do Porlo em barris de
quarloeoilavo, por preco razoavel: na roa da Ca-
deia do Recife d. 13, escriptorio de Rallar 4 Oli-
veirs*
Cart
Vendem-se baralhos de cartas francezas
jnu'to finas e de bom papel a 500 rs. o bara-
Iho, ditas portugezas muito finas a 320 rs.:
na rua do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Na lo j;, da boa f
vende-se o mais barato
possivel :
Crosdenaples prelo muito boa. o
eovado
proprio
tas para jogar.
no rtil Lili- J i n___ r_____* .
feelog
os
cobertos e descohertos, pequeos e grandes,
de ouro patente inglez. para bomem ese-
hora de um dos melhores fabricantes de
Liverpool, vindos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Southall Mellor &C.. rua
do Torres n. 38. 1 .. '
Mei
as
qualis
de todas as
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda pre
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/500,ditas de laia para padres a1800,
ditas de fio de Escocia pintadas para bomem
Eelo baralissimo preco de 400 e 500, ditas
raneas e cruas para homem a 200, 240 e
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
practudaIndepen- C unas.a 240Ta^- i.Us brancas para -
ppa->Us distancias' Choras a "5407300 e 400 rs., ditas pretas" aj,
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na roa do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Pechincha para os alfaia
tes.
Na rua do Crespo, esquina que volta para
a rua da Cadea, existe urna porcSo de algo-
uao trancado muito encorpado. proprio de
entretelas, pelo baralissimo preco de 120 1
jarda. "
Ricas fitas tinas e uioder
as dos melhores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimadon. 33eporprecos que nSodeixam
de agradar aos compradores, porque al-
enle se vende barato e ha muito ondjes-
colher.
O CUARDA-LIVROS BRASILEIRO, ou artej
da escnpturaQSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil: vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Prego 8/000.
Helogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seaprec,orazoavel,em casa de
AugustoG. de Abreu, ama da Cadeia
do Recife, armazem n. 56.
A3$50<>
Vende-se cal de Lisboa ltimamente clie-
gatla, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. II.
TAIXAS PARA ENGENBO.
Ma fundipao de ferro de D. W. Bowmann aa
rua da Brum, passando o chafariz, contina ha-
de, um completo sortimepto da taixes de ferro f un
vido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, ai qaaes
acham-se a venda,por epreco commodo com
promptido: embarcam-soucarragaa-sa mear
o semdospea ao comprador.
Em casa de Saunders Brothers C.,
do Corpo San ion. 11, ka para vendar o sa
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linlio.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito en transado igual ao da Babia
E um completo sortimento da fazendas proprio
para uta mercado : tudo por prego commodo.
praga
uinle
Pianos,
Em casadeRabeSchmettau & Companhia,
rua da Cadea n. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
Hamburgo.
Relogios
de ouro. de patente inglez ; vendem-se no
armazem de Rostron Rooker & Companhia,
esquinado largo do Corpo Santo n. 48.
N. O. Bieber & Companhia, rua da
Cruz n. 4, vendem :
Lonas da Hussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Brinsda Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar.
Aigodfi,ozinlio da Baha
para saceos de assucar: vende-se em casa
de N. O. Bieber & Companhia, rua da Cruz
n. 4.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de marfim de boa qualidade a 109, diUs
ditos de cabo de balango muito finas a 6/,
ditas ditos cabo roligo eoitavadoa $, du-
zias de colberes de metal principe a 39 e 69:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 1S400,
e outras muiUs cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas linas e de varios ta-
manhos pelo barato prego de 1/500, 2#500,
39500 e 49 : na rua do' Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQUES FINOS.
Vendem-se leques muito linos com ritas
pinturas, espelhoe plumas a 2/, 39500 e 4/ :
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33*
Potassa e cal
virgen.
No antigo e ja bem conbecido deposito da
rua da Cadeia do Recife, escriptorio n. 12
ha para vender muito superior potassa da
Russia, dita do Rio de Janeiro, e cal virgem
de Lisboa em pedra, ludo a pregos muito fa-
voraveis, com os quaes ficarao os compra-
dores satisfeitos. v
Para quem estiver de luto.
Vende-se na rua do Queimado, na bem-co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas pretas finas e ordinarias, ricos alune-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozeUs, tudo do
melhor goato que se pode encontrar e por
prego que nSo deixara de agradar aos se-
nhores compradores. '
preto*
Canto preto muito fino,
para futo, o eovado
GorgurSo prelo muito fino coa sal
picos, proprio para colleles o
eovado '
Panno fino azul, o eovado
Lengos pretos de seda para grava.
U, meio lengo
Meias preta de seda mnito supe-
riores, o par
Casemira de qnadrinbos
muito fina, o eovado
Cortes de colletes de fustSo
Ditos de ditos de dito fino
Ditos de ditos muito superiores
Crosdenaples de seda de liadas
cores, o eovado
Cortes de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o eovado
Veos prelos de fil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pecas de 90 varas
Ditas para cobertas, de bonitos pa-
drees, o eovado aja;
e alera disto ba um completo sortimento de
fazendas finas e grossas. que vendern-ee por
pregos to commodos, que nieases daixa-
ri ne comPrar; ssim como chapeos do
Ch.lle muito finos, que se venden poTae-
dnSqUoeoem k lrt Prt: "" rua do Queia.
do n. 22, rra bem conhecida loja da boa f-
/FITAS DE mDO.
Vendem-se Bus de vel^Vetss e de co-
res estre.us el.rg.s, lis,e.be^eis
t bo"?,808108, pela barato preco de IOS,
3i0 400 500 e 00 rs., oa rua doQaeliWS
na loia de miudezas da boa fama /
Escovas de todas as quali-
dades
Vendem-se ricas escovas inglezas aera
roupa, o melhor que pode baver e de llora
inveng8oa39, diUs francezas muito bou
a 19.19500 e 29000, ditas par. cbelo JK
zas e francezas |U00 e 2, diUs para desn
les inglezas efranoezas am,50Dee^rT
diUs para unbas dita diU a 240, 500 u,
ouirasqualidadesmaisbaraus, que tadoee
vende na rua do Queimado na bem eooSeet-
da loja de miudezas da boa fama a. U.
Boa fama.
r.JeHDde'8e 8aDer,0res macas para
de 5 6 TP r;"* Pe'o barato.
ae 5, 6, 7 e 89 cada uma, gal hete ir
odosts vidros necessarios,a 9|, ricas ,
tetra, de Jacaranda e mogno para se c_
ver e guardar todo -o, plrWce Paparte.
par. viagom a 8. 10, e laVcad.Tm., coat
reirs r.quissim.s de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda ecommaito
gosto a 4, 5,6, 7 e 8a. nenies muito fiaos ae-
ra alisar propnos para changas ou para saiV
sas a 320 rs., pulceiras do melhor gosto o
se pode encontrar a 2/, ricas crujes de 1
nalms, qarte.rinhas para leobraCBS,T
para homem, as mais modernas aaeseai
encontrar, siuetes com todas as lettrasdo
abeedano, sinetes proprios para namorado
neos frascos paraKcim, de meJ aootaS
muitissimasgalanurias, tudo muito lee e
de muito bons gotos, asseverando-se a
quem yier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste esUbelecimento, aso deixa-
ra de ter ern que empregue mui tissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimade 1
bem conhecida loja de miudezas da boa fc-
'&*nm*od mi>juj>iti
Fugiram oa noite de 25 do
do poder de sua senhor abaixo
dous esc ravos, ha pooco
Jos Ka>.nund'oi^ve7da0vi.ta*2r-'
que.os comprara no
fMigaaae,
aeSr,
Lewas,
"'; umdellesj___
ma-se Torquato, ca-
34 a 36 annos, aatatai
regular, bem parecido, cabellos riaiaeie-
dos Ttesu larga e espagosa, csate.
lo grandes, olhos prelos, barba toda I
da, e as vezes tras toda rapeaa falU
1 1 j "e"' u,u" caica <
de algodao azul, um lengl de algodao bt
|>, e uma Tac. de Uinch.r,com eZ^!l
plido, este escravo fora de Manoel (tm
c.odeAlencar; ooutro por 00
dadede 18 a 20 anuos,partoda
car.pinh.dos, olboP p^to?^t'
los
madns, aito e refoVcado^ p
olha, levou vestida, calce e camisi s
diU de nscado, e uma baeU eeanmt.
jaquel, de couro : consu que t3Ef
bos reunidos, por seren mg tZ?
denles dos sertOes : quem os pA|r
nerosamenle xecomponsado, .lem d
pensagao das despez.s que os mesmos 0
rem, podeudo dirigir-se nsU ctdeeTeVsw
efe, a sua senhora, morador, na ruTdolW
picio n, 15, n. P.r.hib., vill doPMalmV
cas. dolllm. sr. delegado JoSo D.S
Ohveira, uo Rio Grande do KqtmZZZ.
Martins. eidade da Imperairiz .0 s^w
cisco Koberto de Oliveira. Recife 24 m.
eo de 1857.Josepha Francisc WatoTuI
gueira Ramos. *" "^
- No dia 26 do corrento,desapareceo da ca-
sa de ManoelAntonodeyesua,umsee^iCT
por nome Ignacio Ctol, do gento *
gola, de mais de 45 annos. quebrado de a a.
has as verilbas, tendo o dedo polegar do a
esquerdo torto para dentro, cr. redoadT
um pouco feoso, e bebe muito, estroreto
Toi cauoe.ro no porlo da rua Nova, maii
annos e he bem condecido por Catle n-
commendo a todas as autoridades Doliria*.
e pessoas particulares, por quem DoaaaW
encontrad.-se, que o mndete pegare entre-
gar na ru. larga do Ros.rio a. 18. nadarU
que se recompensar com generosidade
Fugto de bordo do vpor Iguaraaa' i>
escravo pardo de nome Amaro, idade iaM
annos, altura regular, e foi caaeeirodo aot>
to da rua Nova : quem o apprehender kvaB-
do-o a seu senhor Jos Francisco dTcalu
naru. do Trapiche n. H, primeiro aadar'
sera generosamente recompensado.
Atit ncao.
Fugio no dia 16 do corrale mez o preto
Justino, crioulo, com os signaos segelateV
altura regular, cheio do corpo, sem barba'
com falla de dente na frente, calvo de car!
regar peso na cabec, muito regrista be
bem conbecido por andar entregando i'saa
car pelas tabernas, tem sido encontrado aor
diversas pessoas conbecidas, e diz a ella
que anda em servigo de seu senhor por i.
so roga-se as pessoas que o encontTarstriai
o mandem prender e levar raa Di re u o 7*
que serao generosamente recompensada
- No di. 4 de fevereiro do corre.te aaao
desappareceu um negro de nago. m.f,.
parece crioulo, por ter vindo muito peaiW-
o.A""1 "o, oqu.1 represento t
de 26 32 annos de idade, de nome tfaihies!
cozmheiro, esUtura ordinaria, magro. nJu
comprido, pouca barba, olhw gr.^es/so-
br.ncelh.s fechadas, nariz chatd e poniudo
beigos grossos, bocc- regular e com deates'
tem um. pequea cicatriz em uma das f-
ces.eoutra cm uma orelba, pela parte Je
baixo, de um Ulho que levou, bem como
outra no pescogo, que por muito leve, tolvez
seja pouco visivel; foi encontrado em Saato
Auto, seguindo a estrada, com um banzi
nho de (landres novo na cabec., e um gallo
no br.go, sendo muito dado a briga dest
aniraes ; este escravo pertence a Gustavo
Jos do Reg, no Recife, rua da Aurora
quem o apprehender ser* bem gratificado.
Fugio de bordo do brigue brasiloir
Melampo, na noite do dia 8 do correte, em
negro de nome Marcelino, n.cSo Cbiada
altura regular, secco do corpo, rosto eoasl
prido, barba serrada e cria suisaa, cosa mita-
de denles na frente, e consta andar vestk
com paleto, e calgado: quem o pegar leve-
a bordo do dito navio, junto ao cato do Par
seio Publico, ou a casa de seu consicn.U- C
Manoel Alves Guerra, na rua do Trapicha
14, que ser bem recompensado.
PERN. : TYP. DE U F, DE FAEU T
MUTILADO
.


Full Text
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