Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07719


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Full Text
ANNO XXXIII R. 4.
**
\
Por 3 mezes adiantados i.s'OOO.
Por 5 mezes vencido! ...s'oOO.
JUMA FEI1U U DE UYEREIIO DE 1837.
x* ** *. .
Por auno ad.antado 15|0OO.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
L. Mlvr.llKt.ADOS DA SIIBSCKIPCA'O NO NORTE.
Ptrahiba o 8r. Joao Rodolpho Gomo ; Natal, o Sr. Joa-
qun) I. Psreira Junioi; Aracalv, o 8r. A. de Lemoi Braga ;
Ceara,oSr. 1. Jote de Oliveira ; Maranbao, o Sr. Joaquim Mar-
!ue* Rodrigue* ; r-ituhj, o 8r. Domingo* Herculano A- Peno*
carama : *ara'. oSr. Jualioo J. Ramoa i Ama/unas, o Sr. Jero-
nymo da Cosa.
fitina. : torio*
l"
Ani,
S. I..OI
un, n
Cabo, i|i
'inn-nlina
Tn.li,.
PAU
o. da
nn.i o
II..
IDA lio-, imiii; MOS
I ataluda : na
lio, arate
>aco 1'o-aTAII, Kaiaroia: I.
tilta-ll.-lli llu.--'
iclii.m. l.-K.omo-o.
parti, a, lo Imrat a*fei
hers do da.
gaadas r -,.\'..i-!,.ir.,s.
Alttnliu r li.irii'li.in-: na lerra-lo
. II...... IV^N.l.,. I
I.mi ii... <|narl.i.-fi.ii
i. Barreno*, a.-...i-|'i.-
AUDIENCIAS DOS TIIII1UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : tegundas* quintal.
Relaeao ; tercat-feirat e tabbados.
1 Fazeuda : qurlase tabbados as 10 horas.
f Juizo do commercio : secundas as 10 boras a quintas ao malo-da.
[ iuizo de orpbos : segundas e quintas as 10 horas.
'rimeira vara do eivel segundas e setas ao meio-dia.
I Segunda ara do (tal: quartas e tabbados ao meio-dia.
BPHEMERIDES DO HEZ DE I i:\EitKllto-
1 Quarto ercscenle as 6 horas e 1 minutos da tarde.
9 La cbeia as 0 horas e 33 minutos da (arde.
17 Quarto minguante a 1 minuto da niailha
24 La nova as 0 horas e 38 minutos da manh.ia,
K|4 V ti A II IH: IIKJfc,.
Primeira as fi horas e 6 mininos da minina
Segunda as t horas e 30 minutos da tarde.
oas da semana.
23 Segnnda. Ss. Lzaro, Scrvino e Primitivo Mm.
24 Tere*, S, Malulos ap. Ss. Primilla, Mnilano .Mm.
2.) Ouala. de Ciiua Ss. Uczariu e Dioscuro .Mm.
26 Iduinla. S. Tuicaio are. m. s. t'aoslinianu b. m.
27 Sexta. Ss, Anligouo, Curso c Brssa soldado .Mm...
28 Sababo. S. Romn ab. s Cercilis ni.
1 Domingo. 1. da Quarecia S- Suilbcrlo, Eudocia. M.
ENCAAREGADOS DA SI ItscitliiAi no sil.
Alagoat.o Sr. Claudino Fileno Diat; Baha, o 8c. D.JDuprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlint.
I. M PERNAMBL'COa
O proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa dt Faria. na Ma
livraria, praca da Independencia 01. 6 e 8.
MINISTERIO DAJUSTICA.
Senhor.Alguna tetvic.ns a cariio do mini ddjnstica njn po lerara ser (ciliis no eiercicio (le I8V
a 1856 coro as quanlia decretada* pelo corpo legitla-
ttvo na le n. 779 de (i d selembro d 18.4. lie
forzoso reconhecer, que esrf le nto atienden a des-
peas que accresceram depois della, e Umbem nao
cornpiehendeu as uovas despezas creadas por oulras
Isis.
A primeira verba em que se dea deficiencia de
ere tito, foi a da secretaria. A quanlia concedida
pira espediente e impre-sAo he etcesiivameute di-
minuta, e impostivel fui luer com ella a despeza.
Nesla verba, pois, ha necessidade crdito na impoilancii de '23:69tiU77, quao.Ua esta
quefoiquasi loria rMependida na impie-sSo doie-
lalorio apresenlado ao corpr, legislativo na tetsao de
1855. Do mesma^arjodo foi necessaho despender
maia do que a qu.iOTa concedida nd verbaJasticat
de primeira instancia.A creacao de novan comar-
ca e de notos termos, reclamado pela m lor popu-
laban e exlemo, em relacan a- ojudas de cusi tn-
dispensaveis para as remocesrie juizes de direito
de urna para oulra entraiicia josliliram a necesslda-
de da crearlo de crdito de 50:7055917. A acjo
da policia na prevengo e repreAn dos crimes, ca-
da dia mais ampia pelo desciment da populueao,
exigi ama despeza maior que a volada n,, ni. i-
laneia de 5:21)196.30. Foi lambem insullicienle a
verbaPessoal .la policia.As tecretnrias da poli-
ca das provincia, anda Dio e-tilo reori{anisada, e
pois e urgencia do servico reclama monas veze o
aagmeolo extraordinario de seu pess 'al, cujo pe-
queo numero he evidentemente insmeteme. A
esta accresceo anda a necessidade de por em exe-
cu(Jo o novo regiilMneiitn da acrutaria da polica
da corle, para o qoe foi precibo monta-W coin mo-
vis novo*, endo impreslaveis pela maior parle os
que exisliam. Esta despeza leve de rerahir sobre a
rubricaEtpedi-nleque faz parle desla verba.
Ha aqoi a necewidvde de crear nm crdito stirple-
manlar de 5:8335448. O eatabelecimento dos lele-
grapho* elertriros exi pezas, qoe alias nao podem ser calcoladas no orca-
menlo. Para qoe e-le melhoramenlo de eommu-
nicanio- cliegiie ao que deve ser no pait, indispensa-
vel, he sali-fazar ana aucmeutos que rerlamam u
eu pestonl e material, n medida que as linhaslele-
graplncas se fuam delinititomeule e se vao exten-
dendo a novos pontos.
Esta verba carece do crdito de 8:923-5876. A
despeza da caprlla imperial lev de ser aomenta<1a
no exercicio de I8J5 a 1856 com a qoantia de
10:7595146. Anda por muito lempo a fabrica nao
po lera occorrer com as rendas do seu patrimonio as
despezasdo cullo.cuia pompa maenilicrncia he indis-
pentavel na calhedral da capital ilo imperio,e que he
ao mesmo lempo capella impeiial. A lei n. 779 de 6
ne selembro de 185i n3o alien leu ans empregados
do tribunal do commerc'Q do MaranhAo, que anda
nao eslava creado, tnein aos ausinentos de ordena-
das concedidos pelos decretos as. 1685 e ItiSti de 5
de dezeinbro .ig 1855, e as granlica^es maicaiias
no regalamenlo n. 1597 do 1* de malo de 1855.
Esees augmenlos exigen um excesso da despeza na
importancia do 6:5788522. A rcpresao du trafico
de \fiic,m..- obiua a despezas extraordinarias.
Alen du crdito de 25:0005000, creado por decclo
o. 1705, de 26 de dezembro de 185", para suppnr
as opcessidades desla verba, foi anida preciso des-
pender a quaulia ile 3:0145594. He indispensavel
salisf.izer o- eiupenhos do uoverno imperial, em ser-
via tan imporlante e habilitar as presidencias das
provincias com meiog extraordinarios para que etc-
culera com ediracia as urden* que ibes expedem.
A necessidade de lemover o tribunal do jury das
.'c,mli.i la- iimufticiente^ salas que Ihe rtesliuara
cmara munici(>al. a diminuta re
de fazer face *.- seus mais urgentes
inr
rara remotidos os presos de simples deleutfio, para
com os reparos iudispensaveis servir para aquelle
Iribunal.
Uo mesmo modo foi necessario preparar a cas-
para onda se passnu a secretaria da policia, que u:ln
.i lem propria, dar-lhe acommodares convenien-
tes para o eitsbp|eriiTn...lii il-qnelia repartido, fazer
qiialeia para os pedestres, tadrez, ele.
Eisat lespezas recaliiram sobre a verba de even-
laaes. qua deve ser supprida rom a quanlia de
19:16989'.'.
Como no auno passado, lenho de juslilirar o deii-
cit que se .le i na quantis cunee tida para ronduecn
e sotlemo dos presos pobrea, com a alta dos gneros
al ment-ios, que he notarial e sentida por lodos. O
drficit monta a 9:935-5127, e para suppti-lo he ne-
eessario crdito.
- por hein, na cunformidade dol ^ 2. do Srl. 4. da lei
n. 589 de 9 da selembro de 18&, aotonsar pela re-
p.iriic.io dos neocina da juslc.i o crdito supplemeu-
lar da quautia de 3iti:7825l71 para occorrer o dfi-
cit verificado no exercicio de 1855 a 1856, as quai.
tas concedidas para as verbas constantes da l-bella,
que com esle baixa. fazendo -e a listrihuirfto na for-
ma di mesma tabella, devendo esta medida em lem-
po competente ser levada ao conliecimeiito do corpo
legi slaiivn.
Jos Tiiomaz Nabuco de Araujo, do mea ennse-
Iho, rnini-lro e secrelario de estado dos negocios da
ju-lica, o tenha assim entendido faca execular.
IV.I ii-i do Ki<> de Janeiro, em 27 de dezemhro de
1856, 35. da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. 11. o imperador.Jos Thomaz -'ahit-
en ile Araujn.
Tabella di-lribuliva do crdito sopplemeular aolori-
si.in por decreto desla dula, para o exercicio de
1855 a 1856.
S 1." Secretaria de estado. 23:699^177
S 4." Jusillas de primeira instan-
cia ........
: 5." Polica esesuranca pubi ca
; 6. Pessoal da polica .
s; Telearaphos
II.
Afri-
Capella iuiparial e cali edral
do Kio de Janeiro
S 12. Tribuuae* do commercio
5 13. ttepressSo do Irafico de
canos .
S 14. Evenluaes. .
: 18. t'.on liicc.io e smenlo de pre-
sos .....
i 19. Illaminaro publica.
50:7055917
5:2615650
5.K8354-*8
8:9235876
10:7569146
6:579;522
3:0145591
19:1695919
9:9359137
202:9029838
316:7825171
Secretaria de eslado dos negocios da ju-iiri, em
20 de dezeinbro de 1856.Jos Tfiomaz .Sabuco de
Aramio.
OOVERNO OA. PHOVINUIA.
Espediente do uta 21 de feveretru.
Ollicio Ao Exm. general commandante das ar-
mas, dizendo que pelo rabo de esquadra de policia
Antonio Jos Gooralve9 Preches ser apresenlado a
S. Exc, para recrula do exercilu, o paisano Jos
Joiquim.
Dito Ao mesmo, transnrillin to copia do aviso
da guerra de '.' do correnle, du qoal consta que pre-
ci.indo mudar de clima o alteres do e de |e rlasse Joao Manoel de Lima e Silva, se !he
permiltira vir para esta provincia, onde'oder de-
morar-se por dous mezei Commauicou-se i llie-
sonraria de fazenda.
DiloAo mesmo, enviando copia do aviso da
guerra de 7 do correnle, aulorisau lo o pagamento
ao *> cirurcilo alferes do corpo de satide do exercilo
l)r. Jos Antonio de Andrade a gralilieacao de 25
mensaetpelo lempo que esleve cncarregado da en-
fermara do presidio de Fernando. 4- Communicou-
se i Uiesouraria de fazeuda.
Dilo Ao Exm. barao de Caro;iragibe, director
di Facoldade de Direito do Kecife, dizendo que para
pu ler a | re-i leuda dar comprimeulo ao aviso da
jnslira de 1 do rorrele, junto por cppia. faz-se nc-
cess.rio quo S. Ese. enve uina relacen nominal dos
hachareis formados uaquella Faculdade no anuo
pretrito, o as declarai;es mencionadas no citad"
aviso, e bem assim urna oulra Confidencial acerca da
ne Iho desuara I capacidad e comporlamenlo dos dito hacharais.
.-..tes^^re's,'"".""!. '>"<-A" inspector da ...esourarla da fazeods,
aproveilar a antiga rasa du aljube, donde fi- ""-'auJo-o de haver o promotor publico deste ter-
mo, li.icbarel Antjuiu Luiz Cavalcanle de Alququer-
que, entrado boj no goso 1a lic-nri de S das que
ihe fora coiicedida para tratar de sua saude.Igual
ao pn-id-nte da rclajao.
Dilo Ao mesmo, communicando-llie que por
decreto de 5 deste niez fora nomeado o juiz muni-
cipal e de orphAos do termo de Serinheru, hacha-
re! Firmo Jos de 11 illos, par. o lugar de juiz de
d.reiio da comarca de Cayana, capital de Malto-
Orosso, e bem assim recon.luzidu o juiz municipal e
de orphios de Iguarassu', bach.ircl A leliuo Antonio
d> Luna Freir.Igual ao presidente da relajo.
Dilo Ao chefe de policia, dizendo que a llie-
souraria i iouik-i.i1 lem ordem para pagar a impor-
A despeza da illiiminacao poMica pnr h Uaaavs.* ....... ...
calculada na l-l n. 779 'e K de selembro' de IKilT* *' CM *"* """ ** ""'"' D '""
t)rc ni-se esta despeza conforme se oreara nos auno,
aol-rinres, sem Hender ao contrato pelo goveru>.
Este he o crdito mais importante por elevar-se a
aOafcalOatJcftrJ.
Mu !. poi. a tolalidade do crditos para as verbas
referidas a' quanlia de 316:7825171.
O excesso de despeza no ministerio dm negocios
da ju-liea enconira uina coinpensaco na ir.aior re-
gularid-de e exlens do servico publico, na mai.
efJDcaz prc iMic.ln e rapressln dos criines, na nitlhor
adinini.lra^ao da juslica.
O dficit ndo sera tainanho se se alien.ler nriniei-
ramenle, que as demun*lrac,oe* por talla de|infor-
in.iciie- si- .1- como dispcudiilo ludo quanto fui Con-
signado as provincias ; e secundo, que em oolra
veibas houve Wbras na importa.i -i.i de 114:019-5595,
segundo us dados fornecidos pelo thesouro publico
IKicidnal.
Digne-se pois V. M. Imperial auloris.ir o niinis.
Ico e secretano de estado dos negocios da joaiica a
despender no correte exercicio de 18*551856 a
|uanlia le 346:782;I7I, alm da decretada para os
servidos mencionado..
Sou, s'iihor, le V. M. l-iiperial, sabdilo fiel.
Jote Thomaz Sabucb de Jraujo.
Decreto n. 1,860 de 27 tle dezeinbro de 1830.
\ nlnri.a o crdito suppleiiient.ir da quanlia ile
346:7825'7I para occorrer ao dficit verificado no
exercicio de 1855 a IK5f> em diverses verbas, uo
forma da tabella que com esle baixa.
leudo nuvi lo o indi coiiselho de ministros, lo ,
mo de Ouricur) ; vencido nos mezes de julho e agos-
to do auno passado.
Hilo Ao director das obras militares, enviando
copu do aviso da cuerra de 3 do correnle, declaran-
do que as auras militares desla provincia nao sao
t.n'as que reclamen) a iiomeaci
formado para o empreo de ajada
ria, e que no caso de dar-se seiuelh,
deve ser scienlificado aquelle miaba...... .
mandar mais um ollirial do corpo de engenlieiros
para agercer o referido emprego.
Dito Ao delega to de polica desla ciJade, para
que va presidir aa an lamento das rodas da lotera que
est correndo boje, em lugar do juiz municipal da
lJ vara, que teni de ir* para o jurt em substiluicilu
ao juiz de direito da 1 vara, que deu parle de doen-
te.f.ommumcoii-se ao supradil'o juiz municipal.
DitoA* canianrmunicipal deOuricuit, para
que indique pesso.s ipUi para eterecrem os lugares
de colleclor cescrivao .la mesma collecloria uaquel-
la comarca, aliin de que, prestando fianra idnea,
tejam Horneados.
DiloA Joaquim Theodorico de Albuquerqu* Ma-
ranbao, juiz de paz do I- dislnclo de Nazarelh.
Tenho presente o ollicio que Vmc. me dirigi em
os ovos;: pvsciioa-
POR ROGER DE BeaIVOIB.
VIII
O cofresinlio.
Aeahiva da dar meia aolle, e o (orbilliao noctur- '
no dos ovos da l'ascn.n conlinuav.i ua alegre ronda ;
m l'etersburgo... Depois denilo semanas de jejuin
e de abstinencia, o povo moscovita esqoecia soa.in.i-
reraedes passadas.. Ess novo carnaval espalhara [
por Inda a parle a alegra e a embriaguez. ; os bote- '
ipiins e hospedar as estavam chcias do gaale. F.ra
ditlicll fazer omiida de emelh.inle tumulto. Vi- '.
am se por toda a parte bateleiros assoviaudn ou lo-
cando alguin insimlenlo.m iris cantando oo dantan-
de ern larnoda orvores adornada.de lilas e de grinal-;
da, feiliceiros ousan.l, annunciar o futuro, e sobre-
ludo ouvu-se um repique de tinos comparavel an i
ila fe*la de Sanio Alevn ir NeWrkl.
\ illiiiniiin;l> dasroi' e tas pravas espalhaado
por Inda a parle viva clarid ule, tatia erar que a el- :
dade dos czares e-lava em fugo.
Entretanto doos boinens acabavam de patoar dis- '
eretamenle por una das roas maia .ombras que li-
enm vizinb.is da hospedarla d S. Nicolao, ruja una-'
gem, suspensa a um poste, euibaldva-se entre pobres
lozes. v
As janellas da hnpeliria deisasain escapar pun-
cos raios Je luz, e al o< lerVot comcravam ja a fe-
clu-las.
U enlinr Is-iar esta dbenle. haviam elle dilo
aos bebedores e aos curiosos; o dontor Almanu sabio
agora daqoi.
K os Iteiioezes linbara se dispersado, rugan lo S.
.Nicolao, que vigias'c os dial do digno ealalaja-
deiro, que liaba Uto boa aguardante, e lo bella li-
Iha.
No prtico da hospedara, lugar obstare, va-e
nina sombra negra junto prele. Os .lous homeni
cncnnlrarain-se.
EnUo, doutnr. ili.se o mais alto, rumprio
mialiu iasiracfoes .' yp noticias tem a dar-ma ?
Isaac jadga-ae mais dopute da que et:i ; ago-
ra dorrae ; Irma, sna lilha den-me esta chato.
A chave de seu gabinele '.'
Ao menos do qu elle assim chama. As pare-
des .- i.i nuas ; BWu ha um lado, para o qual elle
Vide Diario ... 45.
olhou ante, de adormecer cun visivel iiiquielai;ao.
Fiz nesse logar ums cruz com o escalpelo. Vos- a
vera !
Entao peusa qoe esse bomem pussuia os segre-
dos de /.idow-ki, e lilvez esse '.'
C-rlam-nle, diste o doutor ; o velbo Istac ser-
vio ile /.a lowski, du p.ii a liltio, como espa ou como
criado desla berdoii batanle delle para comprar a
hospedara de S. Nic lo. NJo lie sem lazan que lem
na sala um relralu de Calb-rina.
Coila que desla vez estamos no canunlio de urna
|i'-i oli-rl, ;
Sin e nao ; mas aos males sem e-per.inra sr-
vem os remedios extremos. He o meu axioma, lor-
iou o doulor.
Iam separar-se quando Almann senlio cahir Ihe
uina lagrima sobre a man.
Dontor, dis decidir talvez la sorle de toda a ininha vida !
D*pr>cbaniaudo-o parle, acresceulou-lhe qaasl
ao ouvido :
Pode acontecer que eo nao lornn a ve-lo, imn
a v-s-i- nein a oulra pessoa, pela qoal eu dara a ex-
istencia...
Pable mais balso desgranado tornou o dootor.
Se o grao duque ellegaeso a saber...
He un amor, loolrar, qoe na morrer eu um da. Se voss naotornai a acbar-me...
dentro de una llora .. diga Irle que a honra ler-me-
hia sido senipre maia chara do que a vida... Paulo
he meu amigo, mea irino... Eu ni leria podido
amar a Natalia sem terg .nha e sem remorsos..; oh !
mo Smente ern caso de morle voss Ihe dir.i is-o,
Almann.
i) doulor aperliia a mao de Aulre, ditendo-
Ihe :
Sin, va. e cuide agora em -en pal !
lis dous amigos levantaran emao o ni'rlello da
porta, qu- inn i defxora aberla L"na claiiilade va-
-1 espalbaoa.se na sala inferior ; cites sabiram logo
no andar superior, entretanto que Almann licata i
' espreila na ras.
m'-sp momento pa-suu juntodclles urna sombra no
vasto corredor.
Irma mormurou a voz de Andr.
I.om -fi-ito. er. Irma, lilha de Isaac ; mas lao
paluda, (jo dbil, que pareca um pbantasma. To-
IdtTia.linha um bello vetloario de festa.
Senhor, disse ella a Paulo, ao qual reconheceu
I jogo, obedec voss. alteza, porque he soberano j
. jure-mo leoibrar-se um dia do que fiz por seo res-
peiln Em loas rusos esloo cerla, de que a honra e
j a vida de meu pai nao correm e.ta noile nenhum pe-
rico. Agora ton reunir-inc a algumsscompanhei-
ras na igreja de kasan ; acorde hraiidamenleu ve-
lbo, e converse com elle sobre o que deteja saber.
Adeos.
17 de Janeiro ullimo, declaraudo-me que nao leve
lugar na 3a domnga a in-l.il|.n;.lo da junta qualifi-
c.iil iim nessa Tregoezia, visto que por equivoco Imam
para ella convidados os eleiiores ollimamenle elei-
los, quando se deferia ler convocado os eleiiores
creados pela eleicao de 1S52.
Em re-po-i.i. tenho a declarar-lhe que designo o
dia 19 de abril para ler lugar tesa iuslallarao, cum-
prindo que.se faja a convocado com a anteceden-
cia de um m-/ determiuada no art. i. da lei regu-
laineular de 19 de agosto de 1816.
Dilo A' Ihesouraria provincial, para adiaular
an regador do liymnasio provincial, a quanlia de
1505 que elle requitiloii para pagamento de 2 car-
leiras e 20 mochos, sendo as carleiras a 309 "da
ama, e ot mochos a 19500.Communicou-se ao re-
gador.
Porlaria. Ao agente dos vapores para dar pas-
sagem para a corle, por conla do governo, ao ex-
sargento do 4. btlalhao de amillona a p Jos Au-
relio de Souza, e a um seu liiho uicoor. Commu-
nicou-se ao enmmandaote das armas.
Expediente do secretario da provincia.
(inicio Ao Exm. general comm.ui lana dat ar-
mas, dizendo que opporluiiamenle serao Iransmttli-
dos repartirlo da guerra, para serem julgados em
segunda instancia, os dous processns verbaes dos tol-
dados Francisco Jos dos -anlos e Joaquim Kenlo de
Oliveira.
Dilo Ao mesmo, declarando que serao envia-
dos ao ministerio da guerra, na primeira oppoitu-
nidade, os mappas mensaes que S- Etc. enviou ao
Exm. presidente da provincia para terem seme lian-
te destino.
Igoal acerca dos mappas a que se refere o ollicio
deS. Exc. de lioulem, n. 13.
Ollicio Ao Exm. pre-i lente da Babia, aecusan-
do recebidas duas cullecccs das leis promulgadas
pela assemblea daquella provincia em o anno findo.
DiloAo Exm. general commandante das ar-
mas, para mandar prestar ao juiz municipal da 1.
vara desla cidade as pravas de I. buha que forero
precisas para escollar cinco presos de bordo do Cea-
rente para a casa de detenco. Communicou-se
ao referido joz.
Dito Ao mesmo, recoinmendando a espedirlo
de suas ordens para que a forra do 7. balalhao d"
infautaria, vindo da Baha no vapor n.Mage,i> esteja
proinpla a seguir no mesmo vapor para aquella pio-
vincia.Ofliciou-so ao chefe da astela naval para
mandar apromptar o mencionado vapor, alim de
seguir no dia 26 do correnle.
DitoAo inspector da Ihesouraria da fazenda,
inleirando-o de haver o desembarcador Acostinbn
Moreiro Guerra entrado lio dia 20 do crrenle no
gozo da licenca de 3 mezes que Ihe fora concedida.
Dito Ao mesmo, dizendo que a demarrado e
livacaodoforo do terreun no Forte do Mattos. de
que trata o ollicio de S. S. de 21 do eorrente n. 119.
deve ser anterior praca em qoe tai elle ser polo,
de modo que quem oflerecer uina quanlia pelo do-
minio til do mencionado lericno saiba os encargos
com que o adquire
Dito Ao mesmo, declarando que o director da
colonia militar de Pimenteiras parlicipou haver o
leneule Joaquim Jos dos Santo Araujo prestado
juramento e entrado no exercicio do logar de sub-
director daquella colonia no da 13 deste uiez.
Dito Ao mesmo, para mandar pagar, ob res-
ponsabilidadeda presidencia, a contar de 17 de de-
zembro ultimo em dianle, a gralilicara-i de 10-5, a
qoe lem direito o lenla Joaquim Fabricio de Mal.
los poreslar coinmandando, des le aquella dala, um
destacamento de 40 pracas na cidade da Victoria.
Communicou-se ao general commandante das armas.
Dito Ao mesmo, para nao > mandar pastar
guia de soccorrimenlo, logo que seja ella solicilada,
ao coronel Alejandre Manoel Albino de Carvalho,
que segu para a nicle, mas lambem abonar-lhe,
sob respons.ibilidade da presidencia, a quanlia de
2009 como ajada da cusi, con a cndilo de ser
por S. S. restituida, caso o governo imperial nao
approve semelhanle despeza.Olliciou-se lambem
agencia para o transpone do referido coronel, e
ciinmunicou-sc a esle.
Dilo Ao juiz de direito da comarca do l'enedo
endo. em respnsla ao ollicio em que
nessa para all do ciimiooso JoSo
que se li.ua no presidid de
....... Hoe "se criminoso foi remellido para a
capital daquella provincia em \I de Janeiro ullimo,
afim de ser submetlido a novo julgamenlo.
Dilo Ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Brejo. aulorisandn-u a dt.
ligar do bullido n. 36 daquella comarca, visto
ler paseado asna residencia para a Parahbia, ao l-
senle Alexandre Bezerra da Silva L'choa, devendo
S. S. ordenar ao respectivo commandante qua Ihe
passe a competente goia.
Dilo Ao director das obras militares, aatorisan-
do-o a nandar exe.-otar por adminislracao os repa-
ros precisos no quarlel das Cinco Ponas, orna vez
qoe nao appareceu alguem que delles se eucarre-
gasse por empreilada.
DiloA'Ihesouraria provincial, para que, em
E desappareceu como um raio brando no meio das
Irevas.
0 corai-aude Paulo romeeata a palpitar violenta-
mente. Elle conhecia apenas a Isaac, mas o doutor
Almann fallir do velbo como de om bomem resa-
llo. Zadotvslvi o empregra em missoes secretas, e
perigo.as...
II".olvido a nao coinmunirarseus receins a Andr,
elle adianloa-se, e mpellio primeiro a porta da al-
cov.-i em que Isaac repnusava..
Urna c.ndeia avarenta espalhava nesse lagar clari-
dde escassa e desigual... Todava Paolo e Andi
distinguirn um leilo, cj's cortinas estavam levan-
tadas.
Cnllocado no fondo de nina vasta alcova, cojo for-
ro de Upeearia, disfarcava mal nina porlinha de re-
bro, 'ea*' leils de campunez slavo, era cubeito de
pelles ue cabras e de earneiroi; era ah que o velho
repousata.
Lina imasem grasa da Virgen dardejava-lhe so-
bre a caber;., u circulo praleado de seo raios, ao
lado di am longo ssbre-lorco. As barbas brancas do
velbo eahlam-lh* sobre o pella, e soa bocea enlrea-
berla deixava escapar p.l.vras confusas...
Filie siinha, disse Andie.
Paulo a-senlara-se, ecxainiuava a alcova com mi-
naeiosi allcn^io.
Ella eslava cbeia de objeclos de lodo o tamauho,
de armas anligainente bellas, mas agora, cnb-rla de
I rrug-in e de uoeira, ah haviam lamben fiei 'S, e
ame/es suspensos parada, em urna patarra lodo o
lem de um e.talajadeiro, e le nm ineslre de po,|a ;
por qoanlo Isaac accumulava esses dous empre-
go.
Alm dislo, nao bavia nenliuin motel, nenbuma
secretarla, aanham armario de carvalho .. Na ser-
dada pareca que o velho dc-conava deteus propnos
S'.TVOS...
Itepentinamenle Andr eslreineceu ; acabata de
ver prele nua a ci UI a-siguab I.i pelo doutor,
aquella que Almann trscata Cum o escalpelo, quan-
do visitara a Isaac urna hora antes...
Senhor, di-se elle a Paulo, eis aqui um proble-
ma, que compeic-me raaolver. lie impossivel que
Isaac nao occolle aqui alguns papis... Meu po-
ulial enconira um forru de maleira... V.j.i !
Andr arrancuu enm n punbal um pe laeo do re-
bneo ; a esse primeiro fragmento Merodea mitro, e
no lim de alguns minutos de espera, chelos de angas.
lia, ombos poderara ver enlo nm cofre-inlm de ce-
dro, que o cemento havia oobeflo.
E>a uina cana de simples apparenci.i, sobre a qual
liase: Obra de Keiil^eii, Allunio de Nen-
wlada.a
Que sigiiifica islu'.' pergunlou Paolo, aproti-
mando-se.
Senhor, tornou Andr, ouvi fallar na minba
mocidade, de uun secretaria, qoe Elisabelh comproa
vista da conta que remelle em duplcala, muele
pagar a Jos Mara Ferreira da (.unh i, conforme re I
quisitou o juiz de direito de Flores, a quanlia de'
455500 r<. que o mesmo juiz di.pendeu com a fac-
tura de um portilo e de uina grade de ferro para se-
guranza da respectiva cada. Communicou-se ao
mencionado jo>z de direito.
Dilo A i inspector do arsenal de marinha, para
mandar faz-ros enneertos de que necessila a escena
de guerra a Tihagi, o e bm asim fornecer-lhe pra-
tico e os vivere de qie precisar para eantinaatta
de sua viagim al a provincia do Maranhao.Cam-
municou-se ao chefe da estajao naval.
Expediente o secretario da provincia.
Officio Ao Exm. general commandante da
armas, declarando que serao opportonamente envia-
das a repartido da guerra as reltces dos alumnos
das escnlas elementares dos batalhes ns. 9 o Itl de
infanlaria.
BISPADO DE PERNAMBLCO.
Dom Jo.io da l'nruic i.;,io Marques Perdigao, conego
regante de Saulo Ago-tinho, por grar;a de Dos e
da Santa S Apostlica, bispo de Pernambuco, d
con-elho de S. 11. I. etc.
A tolos ns nossos diocesanos saode, paz e benr.io.
Nao nos consideramos isenlos de exercer al ao
proumo lerm.i de no-sa existencia o ministerio da
divina palatra, promulgada por Jess Cbriste netaa
amavel Salvador, para, como soberano preceptor,nos
inlelligenciar, por intermedio da celestial doulrina,
sobre o que devenios pralicar acerca de musa nlva-
cio, persuadindo-nos a indispensavel violencia con-
tra as paixes, mediaute o auxilio da graca supera-
bundanlis-imamente excedente a' nossa Insuflicien-
Cia. Eis o grande objecto, que nos indos a cumprir
o primeiro dever pastoral, principalmente as occa-
sioesde maior urgenca, sen io digna de lamentar-
se a sorle de alguns n sos diocesanos, que, nao tri-
butando a' divina doulrina aquella veneraran e res-
petoso acolliimentu, que Ihe he devido, manifeslam
escandalosa Binerte aos d'S deviam sugeilar ao uso da razao da qual o bo-
mem, creado a' im.ig.Mn de Heos foi dolado, e coja
represlo be essencialmemo preceptiva, como neces-
saria par? a observancia do pimeiro e segundo pre-
ceilo da lei et-rna, nos quae. toda esta le esta'com-
prehendida.
Proferimos esta imporianle verdade, referindo nos
a alguns excessos notoriamente perpetrados, nos quas
mait apparece a refinada malicia, que a humana fra-
gilidade, e por igio mais credores de perpetua odio,
o formal d.sprezo, cuisid-rada igualmente adifli-
culdade, na rorrecslo dos maiores enmes, aos quaes
a Divina Jostici pode annetar a abslinacjlo e impe-
nilenria final, o mais enorme supplicio, que a crea-
tura racional deve letner al eshalar seu espirito.
He verdade, qoe a Prn.idencia permute os escn-
dalos que se commelleni no mondo, para e preen-
cherem os benignos intuitos daquella infinita sahe-
doria, com a qual ludo dispfie. E-la objecctlo, po-
rem, nao exime da idnea ieparac3o pela pealles*
ci s escandalosos, quaes Jess Christo, em oulro
4 de seu evailelho, declara dignos de terem pu-
nidos rom a mais dura severidade, significando pe-
la acerbidade do castigo, qual a grivi.lade do escn-
dalo
Ddectos diocesanos, vs n.ln podis dovidar dos
sentimenlos, que vos temos manifestado pelas ex-
presset, que a nossa penna assiduamenle vos lem
dirigido, para vos eteilar a" pralica de lodos os de-
veres, promovendo desl'arle vossa eterna felicidade,
na qual nos inleressamos como na propria, para nao
desmerecermos o nome de pastor, oiundo aseso de-
signio ao da Sjnla igreja, que, particolsrmenle no
lempo qoaresmal, convida eus Olhosa' frequencia
dos Sacramentos da Penitencia e Sacratissinia Eu-
charistia, aos exerciciot da caridade, da urarao e ac-
tos de pieda le, sendo eales os meios mais propiios
para nos juslilicarmus na pre-enca de Dos, e ser-
mos isentos da pena eterna.
Que ventura sera' a nossa, se nao nos privarmos
'as gracas e auxilios, que supplicarmos, unindo a
oraeaoan jejum, para nos dispormos e prepararmos
para celebrar com verdadeira crenea e allecliioso re-
conh'cimento, o principal myslerioda nossa religiao.
a portentosa resurreifSo de Jess Chrislo, corrobo-
rada com documentos indcslrucliveis, e almiratci-
mente divulgada, e acredilada as qualro parles do
orbe ,
Para este fin, propende em vosso animo assislir
aos sermoes quaresinaes, que so recilam com louva-
vel assi-tuidade nesla capital. E.culai-os com a maior
allenrao, para colherdes os inicio., que a predica
evanglica produz no corsean, dos que a nuvem
com o firme proposito de conigir os proprios de-
fedos.
He ueste sentido qua tennionamos comparecer na
'groja de S. Pedro, palas des hora--, nos domingos da
presente quaresma, prestando nossa assi.lencia no
incruento sacrificio, te oulra nao fnr a celeste dispo-
sicao.
Permita a divina benignidade, que o resultado
da audiencia do Evangelhu na quaresma do anno de
1857, seja, relativamente a algans de ao'sos dioce-
sanos mais proficuo, quo o das transadas quaresmas,
a no sei que obreiro, por vinle e cinco mil rabio* ;
era um motel destinado a una coirespon lencia de
eslado. Sepultada em suas gavetas, ella havia de re-
pous.ir ah para sempre... No caso de que a impe-
ratnz live.se necessidad. de consulla-la, smenle
uro con lemnado ns minas deveria abr la.; esse co-
fre data a morle. Dar-se-hl o mesmo con e-ta cai-
xinha ;... Nao sei ; mas devo, quero li-ar s nesla
alcova. Nao he pouco o que vossa alteza fez-me,
con i u/ni ln me aqu. Ketireeago'a, ou couserve-
se .i porta. Cuinonrei s miaba tarefa !
Dizendo e-ias palavra*, Aodr nlroloilra no co-
fre a lamina aguda e lletivel do punlial...
Nao ouviu-me di.se elle anda ao grao du-
que ; luja, senhor, fuga !
L'm cnto sonoro perlarboo nesse momento o-
chos des-as Irevas: pareria na verdade uina voz hu- '
mana eemenlo lias sombras profandezasde sai mas-
mnrra...
O cofre eslava quebrad.....
Dera pasagein a orna mnllldlo de papis, que
Andrce Paulo di-punlidiii sea invadir,.quando ou-
vio-se om cernido forte no fundo da alcova.
Ao ine-nio lempo Andr e o gra i doque viram o
velbo a-senlado sobre o leilo com os olhos espanta-
dos, immovel e paludo.
Piedade griloa elle ; piedades que quereni
de niim '.' que lia ah".'
E seus dedos desigiiavain o cofre, cujo som aca-
bava de disperta lo...
Acudam-nie acudam-me murmurou elle
com voz eut.erorld.la pelo medo.
P- la lin caber;,!, velho, nfi.i digas nma palavra !
tomn Paulo, llena-nos obrar, nao le taremos ne-
nhum mal !
Mas Isaac sallara vigor istunenle do leilo ; soa
man ossuda agarrara convulsivamente a cimitarra
turca...
Elle den um golpe lerrivel em Paulo ; mas Andr
de-t iara-lbe o brai;. por um inoviineulo robus-
la.
Misoravel disse elle ; ias ferir o grao du- !
que !
A estas palavras o sabr cabio das maos de
Isaac...
Senhor, hnlbocioo elle ajoelhanlo-se, lenha
piedade de mim... de miaba lilha... Oh! nao sou
criminoso !. .
Fallando ateim, o velbo rerabio meio desmatado
sobren assoalho... (Juanlo elle lornou a abrir os I
olhos, Andre e l'auln pareorriam os papis do cofre,
deitando escapar signaes de espanto.... F^sa cor-
respondencia de /.adswski era toda enigmali-
ca...
Apenas pozera a mo sobre ella, Andr a retirara
quasi ardenle. Cb.gava ent.ln ao inovimento em que
a descobriresse segredo de morle !
e qoe a sement evanglica [a divina doulrina) lou-
2ede cahir infructferamente junio da estrada, sobre
as pedras e entre os espiubos, caa na boa Ierra,
prefigurada un bnm e oplimo corac.au do honiem,
como diz Jess Chrislo no cap. S. do Evg. de S. Lu-
cas, ijo.Mi I i... itiguou prevenir os seus discpulos
contra a diablica astucia, quo pretende inulilisar a
arenca dos lili.,., de Sania igreja, quand. ouvem o P'a sobla no en-nprinenlo dos preee.lo da carta
constitucional da monarchia, abri em pestoa a
___SXTERIQB,
LISBOA. 5 de Janeiro.
Resposta do poto ao dt-rurs da coroa, na abertu-
ra do parlamculo em 1 de Janeiro de 1857.
Senhor.O povosouhe gastte, que V. 11 sem-
Evangelhocoin pra/er, |iormdcle se nao record.un
no lempo da tenlac..io, eulregando-se ans vaos entre-
leutmeutos da prsenle vida, aos prazeret illicilos, e
a' superabundancia dos bens terrenos.
E nao sera' espantos, a conduela daqoelles, a
quem a divina com iiiserac,ausuppcrta as maiores in-
filelnlale, promovendo soa correrlo por inlerme-1
ses-o ordinari.i de 1857.
O poto felidla a V. M. por aber que se achou
no dia 2 de Janeiro, rodeado dos repieeutantes da
naeao, e sent que o governo de V. M., em me-
noscabo dos deeejos desla briosa narao e dos de V.
11., que tem da lo as mais exuberantes provas de
dio de salutferas iuspir-ees. .que lodavia perse- 1rer ser.n,B verdadeiro re consliluciou.l, i mi
(ando ii"bremente os monarchas da lraa-Brela-
veram na deplaravel pertinacia de resistir aos impul-
sos da eterm beneficencia '.' !
E que diremos daquelles, que. Ilagellados pela
omnipotencia de Dos, e ao mesmo lempo locados da
compungi pela graca, promeilem retraclar-s do.
excessos de que supplicam indulgencia, mas ua oc-
easiio da prnspendade allrahrm sobre si a inJigua-
(laeelstla p.la r.'incidenci.i na colpa '.'
llabitaulesda diocese Peruambucense, suave
sujeic/io aos preceitos evanglicos, deve vencer todos
os obstculos, que se olTerereiem no exercicio das
virtudes, de que deveis estar ornadus. Not esmera-
mos que e-ta reflexlo seja capaz de aplainar quaes-
quer dilli uldades na pratica da morlilicacao, pela
qual po f ums obler a emenda dos abosos.
Nesla occasiao, consideran.lo-nos collocados na
cadeira da verdade, vos exborlamos ao cuuiprimenl,,
no- deveres do eslado, em que a Providencia vos
ciiiistitoio. O amor de lieos e do prximo, floresca
em vosso coraeilo. Se entre vos bouver algum con-
cidadao, que vos peisiaa ou veixe, de tal rcaneira.
que pareen vosso inimigo, deleudei vos llenamente,
semque firojecteis exercer paracomelle omeuorindi-
cio de o lio ou lancor, prohibido por Jess Christo no
capitulo 5. de S. Malh., no qoal nos insina o amor
nos inimigos, impondo este grave preceilo para nos
indicar a perfeila dileceao do protimo, qual nao p-
denos demonstrar amando nicamente aos que no.
aiuam, e ben-ficiando aquclles le quem recebemos
favores e obsequios.
Reiteramos os nossos calreos contra a poslergae.io
dos domingos e das sanios, nos quaes temns pre-
senciado enndureoes de varios gneros em carrosas ;
contra a inobservancia de jeju > e da audieu-i.da
missa e conlra os demais etcessos. pelos quaet sio
responsaveis os proprios delinquenles.
Ministros do sar.cluario, que annonciaes o Evan-
celhu entre o veslibolo e o aliar, e latinis ua pra-
lica dos deveres religiosos e civis, os que vos rseu-
*am, manifest! pela clareza c pin e/a de doulrina,
qi.aes a trotos generosas seulimenlos para como
poto cbrisiao, convencidos de qoe sem caridade nf,o
deveis subir a' elevada e brilhante cadeira da torda
de. Persuad a hamildade,a llberalidade para com ns
pobres, a sobrledade no alimento e na bebida, a pa-
c -ncia no s .ffrimi-ntos, e o exercicio de lodas ai
virtudes, que nos designan! idoie.is para conseguir a
eterna-Jelici.lade. Recommendai o amor para rom
os inimigiis, demonslrando a n'.mg .c.lo de cumprir
esle saudavel preceito. Teinei aquella responsabili-
dade, que Dos impoz ao propheta Ezcquicl, capi-
tulo 33.
Terminamos esta nossa caria pastoral, renovando
a dispensa da carne, na t)oarestna do prsenle anno ;
ja' e'" outros concedida.
Nos solicitarnos e esperamos, que a benigna indul-
gencia da santa igreja, obrigue eus filhos a serem
exactos na observancia dos seus preceitos.
Palacio da Soledde 25 de leven- i o de 1857.
Joo, bispo diocesano.
COMMAsNO DAS ARMAS. ,
Qoartel general do commando das armaa-de
Pernamboco na cidade do Recite, ene'25 Ve
levereiro de 1S57.
nha, da B-dgica, e da Sardeuha ; o pavo senle qae
o governo litesse falseado o pen-imenlo sublime da
ult>ma mu I inca ministerial, exercendo vergonho-
sa interferencia em eleic-s, poidicando e enviando
circulares incunsliluciouoes aoi governadores civil
e aos bispos. O povo senle qus o resultado das ul-
timas el-icoes nao signifique a virdadeira e genui-
na vonlade popular.
O povo folga em qae continen os uossas boas
relaciies com lodas as potencias allialas da coroa
porlugoeza. O povo v igualmente gnslo'o que a
(ir.ia-llrel mili, constanle alliala e dos povos li-
vret u, continua a dar a V. M. r i oaeao porlu-
gueza provas de amisale e dedicaeao.
O povo parece-lhe que os ministros de V. M. fo-.
ram menos sinceros qoanlo o acon-elharam a de-
clarar que as iiegficiac.Oes cam a Santa S, sobre o
real padroado do Oriente, dentro em poucos das
se echarlo complelas e dec irosamente concluidas.
0 povo poiluguez, im iiil. n exe nplo deteus
avs, tela e defend o padroade d i co oa de V. M.
no Oriente. Os avos de V. M. icpelliram sempie
iiohremenle as injustas preteoefies do pon lirado
romano. () povo senle que nd* sicdo 19, o ullra-
moiitanismo lenha ganho terreno com Portugal, e
que os ministros porlnguezes nao tenham na ques-
Itio do p.idrnado seguido o nobre prjcediineulo de
D. Luiz da Cunlia, do mtrqoez de Pomhal. do mar-
quez de Agmar, de Jos da Silva Carvalho, pira
com as injustas c locas prelenc,iVs da Santa S.
O povo qoasi pode asseverar a V. M., que os seus
ministros foram menos ainceros e verdadeiro., fa-
zendo ntrodutr na falla do llirono o agouro de
que as negociares com a Saula S vSo ler breve
desenlace.
O poto vni logo qua os ministros de V. M. o
i Tur mam m mal, por isso que cutre a coroa de
Portugal e a Santa Se nao pulo haver tratado, mas
apenas uina concrdala. O povo receia que esta
questao do padroado, qoe nos lera evidentemente
na nossa dignidad* nacional, e que claramente of-
f-nle Wliberdadea da igreja poriogueza, fique co-
mo um pa irn de vergnnba erguida ao padreado dn
rlenle.
Os governo. dt V. M. lem sido malte negligen-
tes o -la qu-slao. O povo, porm, felicita a V.
M. por ter na India nctualin-nle um goveruadoi
que ss t;ra applieado a repellir as loocas prelen-
r;es dos propagandistas, e que tem defendido rom
energa e dtglll lade de subdito de V. ill. os .lucilo-
de coroa ao p.droado do Oriente. Mas anda as
sim, longe tem o lia em q ie l'nbam termo as di
seastea que dlligem os caiholicis daquella parle
do mundo.
A lianquilli lade publica foi electivamente alte-
rada na rapilal da monarchia, nao em cousequen-
cia da carestia das subsistencias ; mis em resultado
da neglicencia do gotemo de V. M. Os ministros
iuformaram mal a V. M. Se o g'vcrno lvesse em
lempo lomado providencias, a capital nao lena et-
lado durante tres dias em compita auarcliia. A
indeci..lo do governo o das suas autoridades deram
em resultado esses terriveis acontecimentos do mez
de agosto ullimo.
A rapilal estsve por bastantes hora merc de
algous grupos desatinados, que aproveiiaudo-se da
TrSTcia do governo, commetteram m ilfeilorias.
O 1*1*0 "So etplica seno por nialdade ou inha-
Ic.i 'adj "jaiu'rnoiiv.i, o faci de se rouSarem emal
Iretarem i !ora do dia os paderos d.i capital, e is-
lo en lodos os ngulos da cidade, e dorante muilas
ORDEM DO DIA N. 25.
O general commandante das arma, faz constara
goarnioao para os neie-sarioa lins, que o governo de
S. M. o luip-railor, honre por hem, por aviso exp--
dido pelo ministerio los negocios da guerra de 3
de Janeiro ultimo, 'conceder ao Sr. alf-rea do oilavol'l0'*(< ,em I1"'- a* "utoridadet apparecessem. juu-
baialhao de Infantera, Lu z Jo- Ferreira Jumor, lo dus seus adiuinyttrados aeeommelt-dos pelos mal-
d..,,ens,i do servico para esludar na escola militar da j reilores, paraos-alvarem oa mo- e em ao seu lado,
coile o respectivo curso seral, segundo foi commu- ..., r \hl
nicadoem ollicio Ai presidencia de 20 do crrente.
O mesmo geueril determina, que os batalhCea -e-
aoudode arlilharia a p, oltavo, nono e dcimo de
infanlaria forneeam rada um tres pracas para o des-
tacamento rio presidio de Fernando, as quaes devern
seguir un brigue de guerra Cearense, que est pres-
te a se fazer de vela : piesse mesmo brigue devern
seguiros S. oli i-es que van ser empresarios no
mesmo presidio, soas umilias a bageoem, inclusive
ns rolantes de fardamenlu que ns cornos liverem de
remoller pora as pravas rio destacamento.
Determina, oolrosim. de cnuforniidade com as or-
dens da presi leticia que as guardas das rep-rtieftes
esliibeleridas na freguezia de S. Fre Pedro Uoneal-
ves do Kecife, prestem us auxilios que Ibes forem
requisita 'os pelo respectivo Sr. subdelegado, uo
eicedeede a terca parle da forra das referidas
guardas
Jos Joaquim Coelho.
Un grilo ronco e estridente escapou-lhe do pcilo
;i tista dos earscler-s enigmticos.
Nionberei nada conltnuuu elle ; correspon-
dencia de espa !...
Isaac deve saber ludo, lornou Paulo, domina-
do como An li, por urna agiloro febril.
Isaac arraatou-se de joelhos, e beijou o maulo de
Paolo. prolestendo qoe nao sabia nada.
Isaac, disse o grao duqoe, v que ests agora
em nos-o poder .. Este honiem, que se acha dianle
de li he o lilho d- Grecosio StefauoiT...
tregorio Slefanoff !... seu filho !... murmuroo
o velho co n i se sahisse de om souho...
C dineces a /diliiwsB,i *',,,
He verdade... senhor... mas, juro poi lolos ot
santos...
Nao blasphemes. Isaac ; deves ler sabido de
Zadowki em que prMto de estado Cathariea man-
dara tancar a Gregorio Siefanofl I responde !
Isaac guarri"U o silencio.
Nao sabe- qu-* podemos fazer de li o que qui-
zerrnos ? lornou Paulo, irritado peld resistencia do
velho. Irma, las lilha, esta' na igreja de Kasan, e
a Imperatria cta' no palacio... rellecle, o conde
Andr Stefanoll' esla" decidido por lo los os meios ,i
saber le li a verdade !... falla ou iiiorre !
Sim, falla ou moire, Itaac, repello Andr Ste-
fannlT. ,
Elle n.lo fallar exrlamou suhilameule urna
voz que fez gelar se o sangue uo curaran de Paulo.
Isaac, chego a lempo !
Minha mu disse o srdo duque, recuaodo as-
osladii,
A imperalril disse Andr, dando um pasto
pata Calderilla.
Segurara debati do caftn o cabo do punhal ; a
imperalriz nao rio es-e inoviineulo.
Ouern nesse momenlo a livesse cniil"mplado, Ic-
la-lua arha.lo digna de goveruar es.e |iovo de sertos
o de nohres... 'frazia un Inngn ve.lid > prel i seine-
Ih.nl iiquellt's de que servlam-se as mulheres dos
dogee de Veuna para pasear de noiie nao gndolas
doora l-.s do Adritico ; liuha na man uina inascara
de velludo, cajos lios se b.iviaui quebrado pela im-
pacienela ou pela colera.
Isaac, luiiiiu ella, depois de lanear un olbar
desleuhoso sobre Paulo, Isaac, elles amear;ain-le em
vao !
E-le homem ha de fallar, disse o grao duque ;
ou a aenhora fallara por elle : mis esperamos !
Paulo dissera estas palavras com lal resolucao, que
a propria Catharina na pode reprimir um gesto de
sorpreie,
Ordena toss aqui, meo filhu, quando en or-
deno .' pergoni mi ella a Paulo, admirado de sua pro-
pria audacia.
Sim, responden elle, de boje em dianle, mi-
nha iii.ii, tenho o direito de ordenar. Esle velho de-
e sem que a forra pujiic.i acuri s e para etlabelecer
a ordem e capturar os d^iro no-os.
O povo vio os s.u, irYo.i"- no annj^ffj(n)'^-ac.
commeiii |,. pelo lerrivel l^elli>ro"cholera-ronr-
bos, e he gralo aot valiosos smeos qoe a gonero-
si lade do povo inglez prratoa ilha da Madcira.
II poto e-pera qoe o coterno de V. M. nao ol-
vide ns familias dos facult.liv s, qa- morreiam
subministrando aaeeorros ava rhobruos. Para que
no fuluro, se a Providencia nprouter que o iio-so
lerrilorio s-ja novainente invalido pola pesie, se-
j.im tao zelosos em irulir ais atacados, o poto de-
teja que o governo d ums pen-ao ii f imillas ne-
ccssiladas dos facullilivos que morieran ltima-
mente, bu>caudo salvar os teas ir naos dos terri-
veis resultados do cholera-n.orbus.
ve dar-me conla de um acto odioso e iniquo. E ha
de tallar, conliuuou Paulo; do contrario aquella vtr-
gain que esla ern seu leilo descera para pum-lo ; du
contrario Irma, soa fitha querida...
Minli.. li ha... Irma !... exclamou o velho cheio
de terror, oh 1 piedade, senhor, nao te Ihe taca
nenhum mal....
Enlao lilla, ordenle, sou leu principe !
Cila le, Isaac, sou tua imperalriz!
Ja estas perlo da morle. velho; faze-uoi es-a
conlis.a.i larma, e os aojo, le recebain !
E o inferno te aguardara, sen i.i obedeceres a
Calh .ria, que tem tao graudc culto para Com as im.i-
gens !
I-aac, leu silencio se tornar pira li a morle !
Elle asmara a vida de la lilha... bel de do-
la-la... sim... confia em miin, tornou a imperalriz.
E-golado por ess. luta, o velho comecova ja a sen-
tir um rao dianle des olhos... Repentinamente seu-
labios rerraram-se. e elle deu um dbil grito.
Nao dita nada, murmurou Calhariua meioin-
eliaeda sobre elle...
V ja, Paulo, aetescentoa ellt vollando-se para
o filtni, teja, eu (riompbo E-la icen i oniquilou-
Ihe as loicas que Ihe ie-lavan !
Elle aluda rnnserva quanlo basta, seniora,
para dlzer-ase un mime... um nome, pelo qual cu
dara lo la a mhaha vida.
E-le boineni perlenee-mo, lornou tialharma,
agarran lo se eo corpo palpitante de Isaac, rdire-se,
meu lilbo, reliie-se !
A Virseui fani por nos om pro litio etclamoii
An ir, apresenlaiido ao vetbo a iinagem que tuou
do peilo...
Ao mesmo lempo Paolo afaslara Calharina por um
mot miento fume e rap do...
Ileuein ine, meu Dos,... i)ei\em-me... di-se
l-aac din voz murihuiiria, uude este minha lilha '.'...
Irma,., minha querida lilha '!...
Onde sin 0 pai de Slef.inoll .' rieres stbe-lo,
Isaac...
lire...gurio...Sto...ld...iio|l... o viudo... osla...
na lorlalezi.....lis-e o velbo. la...
Cdliariuas liou como om tigre...
Em Or-mbn.irg... -un... cuiitinuou Isaac, dei-
xando cahir a cabrea...
A iii.'io de Calharina nao chegou a lempo para sur-
focar e-la ultima palatra: Orembourg !
A esla scena succedeu um momentu de tilenoio.
transportado de alesna e cheio de e-p-i inri. A4dr
l;inr.ir.i-se de joelhos pira rtn.ler grdeas ao ro.
A esrallo I exclamou Paulo.
Senhor, lornou Andr, vossa altera he meu
amigo... meu irm.ao... Oh reconhe;o-o/, he o digno
filho de Pedro III Vosta alteza jmalt leria atsig-
nado esta ordem imina, he quem lia de ajodar-me a
saltar um pobre velho 1
Nao.parecem ao \>ovo que fosseiu ellicaze- e \p
denles a abastecer os nossot mercados as medidas
piumulgad.s pelo aoverno de V. M.
A portarla de -2.1 de dezembro em que o etlylo,
e o bom tenso solfreram perpetuo otlracismo, e em
que se maodava i associ.^ao commsrcial, qoe to-
mass- a seu cuidado u abaslecimruto dot mercados,
para que o enverno nao < perturbarse o movimento
coinmercial,n fez passar o ministro competente pelo
di-sabor de ama resposta alio, .ill.nc .sa, masque
nao poda dclxar de ferir o seu mcliuJre da m-
O decreto de 3 de dez:mbii uP
sultado o contrario riaqoillo, qu
ministros diziam a \ M-
E dos ele"-"e^
de dfzeu
Menle dlgi.u
mo o de 3 de dezembro, e que .-..., .ios aadom
tan de leve em negocio, tao serios.
O povo lambem repula o dcsenvolvimeolo da
in.truecan publica coma uina das pnucipaes. tenao
a primeira, dat necessidadet do noao paii, e tam-
ben es|iera que aos cus represen tantas Ihe mereja
os cut lados de que ene objecto ha digno.
A inslrucrdo primaria carece de sei generalizada ;
mas o povo tente que os seut lilho- uio podem tirar
bou, resultados dat licas dot meslret regiot, teta
qoe esle sejam mais bem retribuidos, e vigiados oo
rumprimeiilo dos teusdeveres pelas auloriJadet ad-
ministrativas .
A in-ii ncc.i i toperior lambem carece de ter aper-
feieoada e melhorada. i
slenla-te ah no centro do paiz urna oairerai-
dade nobililada pelos sabios que ouli'ora dea ao paiz
m.s que boje vai ern decaden la, giacait a toa legit-
lai;ao em manifeita oppositSo at ideas do teculo, e
aos abusos e escndalos que animalmente all se dato,
e que tem acarrelado a indisciplina acadmica, a a
pouca oppl.cdcoo dos alumnos, mxime ua laculdade
de dirrilo, onde torios os anuos se formato cenia e
tantos hachareis e alguut iuhabeis, e quifa aealptu-
helos.
O governo de V. M. na Sos interferencia eleileral
Ipoiuo a candidatura de ooze lente* da unveitidadc,
que o povo receia muilo v.nham ao parlamento im-
pedir as grandes reformas de qoe a nnnersidaJe ca-
rece, que a bao de necessariamente levantar de a-
Ij.iiimeolo e desconsiderarlo em qae se echa.
Tardas serao as medaos que o governo diz que-
rer submelter a approv.e,ao do parlamento sobre a
emigrarlo para a Amrica.
Alada nao ha muito lempo qoe o mini-lo do rei-
no leve na toa mao ob-lar a infame eacraratnra des
no-sos irinod que iam a bordo da barca ol'.lnitra,i
e riel nm os parir para a America. ..o te compuo-
gindo da sorle desses porlugoezes, qoe illudidot se
liiiham vendido aos Irafi.anlet da carne braur.i.
P.na que V. M- avahe o modo porque tio Otate-
dos ut asease tantee, e cou-ider.idusuu Brasil, copia-
mus u seguuile aiinunciu publcalo no a Jornal do
Commeicioi), do Rio da Jaueiro, de 13 danovembro
do auno lindo.
o Na ra do Hospicio n. 182, lrapasas-te o con-
trato dos t.rviros dos colonos J,.aj Bernardo, de 511
anuos, e sua lilha M.ria Rosa, de 18 dilu, rindo*
no patacho oPomunn, da ilba do Fayal ; e prole,-
la-se contra quem Ibes der coulo, visto terem desap-
parecido uo da 19 de oulobro.
Os trabalhos pblicos lem. he verdade, procedi-
do com a possivel brevidade, mas em rirlode rio*
docunieni ..tlicui-, publicado* no Diario de Go-
verno, o povo pjde afiancar a V. M. que o nume-
ro de operarios lem sido multo inferior ao emprea-
do pela administracao trantacla.
Todos reconhecem a necetsidade de melliorar a
con ne.m m.'.len.il do paiz, mas o povo qoe fulmi-
minou a administrado trantacla pelo* seu* desacer-
los e desperdicios as obras de viarao poblica. que
se conspirou justamente contra os escndalos de ca-
minlio de ferio de lete, deteja e etige qne nao pa-
lomos ueises inellioramenios. qoe se liiedeum gran-
de impulso, que baja rigorosa liscali-ario na arreea-
da?ao dot rditos pblicos, e a mxima ecooomia na*
traballios de viaco.
Quando o povo tir moralidade e economa, nao te
hade recusar a sacrificios para que se rralizem es
mellioraineulus de que carecemos, e qae forco-.i-
menie bao de desenvolver o nosto commercio ia-
teruo.
O povo quer a ria frrea al a ile-pinhs, ooj
pagar o tr_i'a1Vda\!rb"i "K comolajjflrJTIni |-
a**1 Jt defensores Jirgisvrfjn jt*ef*imtcto.
O povo quer ver rapidamenle cummnnicada com
a capital, por meio de nina via fent, a segunda ci-
dade do reino. Folga em que etset sejam es desojes
do governo.
O povo maratilbou-se de que se fallaste na con-
lianca que a exercilo merece a V. M. O eiereiln
be, deve, e nao pode deixar de ter ettenrlalmeolo
obediente ao rei e ao governo. Ot tervicot por elle
prestados seriam um pooco mais oleit te a colloca-
eao dos seus dulc entes corpos foise outra qae nao a
aeteaL
O povo qoe qoer ser livre, e que tem nm rei que
deseja m nter liles o cdigo fundamental e H rogo-
Orembou-s... Orrmhourc... repeta Andrc do-
minado pelo dtlmo e pela febre.
Sim, corre o fortaleza de Orrmboarg, iiiurma-
rou Calharina, corre, Andr ; chegarat j.i larde !
J.i tarde exrlamou Paulo, ah compreben-
do-a, minha m.li .. Etpreilou me lado* os posto* ;
quem sabe se um de seu. alsoze* ob.ruro- n.i e-i.,
pre-les a partir an menor sigual i ara a prisa*. e.
que te acha Stefanoll '.' Para Calharina o assatM-
010...
Meu filho !...
Nao eou seu filho... muilos mine- teparam-
nos... Ni haja m-is ansue enlre nos ; -ou om ho-
mem, cojo pal o enhora inandou estrangular !...
Cale-te, cale-se, lornou Calharina, com toa
tesf.iilecida, Paulo,... meu filho... oh por pie-
dade !...
Piedade, senhnra Iloove piedad* para com
meo pai, e para cun o Jelle ".' pergunlou Paulo de-
signando a Andi. Teve piedade de Natalia mame
asate calumniada pela senhora, miiniga de loria *
ir lude, repn-e ilaiil.' rie todo* os crtmrs .' Ah I ca-
lle a mascara, e vejo-a claramente. Sim, quriia fa-
/er ine um menino vil e -ulimi--o. o luiibnode oae
toiilades ; o esrrato lo propno Orbfl M- agora
despert, renatfjea voz de lieos e da jo-lir;*, -ou
Paulo, o imperedor (V,a.i conlier.i a n.ai-, enhora.
nu antes r-clalni. de ura em dianle meus direilos vio-
lados, maaaaeabsdut, l.luem he a .enhora para go-
veruar aqoi, a senhura que entra rie nnite forliva-
uienle em ra-a do criado de Zari.-w-ki ? L>oe be de
-eu s-eptro, rie -ua coma, rie eu exercilo : Nao to-
be que e-la o miulia di-posi^ao, que te eu qnizee
vingar-ine".'...
Viuger se lornoo Calharina rom nm tarrife
de. Indi,,.,,, oh para is-o, Paulo, fiira preciso quo
I.....! hie ateas po leroso, fura preci-o... Ita-lar ine-
hia i-to, roiiiiiiu'iii C-ith.irina, moairanrio o annrl
imperial que Inzia ao dedo, lia-lai-me-hia lan-
i.ar es(e annrl pe a janella... para que lorio o povo
acodases a tingar toa soberana aos seos proprios
ollio-...
K-se anuel, responden panto et-ltario peta co-
lera, esse auiitl... nimba Mi... Vine, lia de dar-me...
oh tim...
Nunca !
Ha de dar-me para airar a Gregorio Stefa-
noll...
Nunca nunca !
Pnit bem, apolern-me delle Andre, corre
rom este aunel imperial a forrar at porta, da pri-
-,1o de leu pai... loma um > atollo da Itaac, eia,
parle !
Agora, senhsra, srrescsntou Paolo, depois do
ler arrancado dos dedos trmulos ria mi o annel
qoe esla obtlinava-te debaLle eni rirf-nder, asura
desafio -eu- espas para qoe cheguem anlet de Andre
s portas de Oremboutg ('onfinaar-sr Aa.)
MlJTlDa5cT

- '


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIBA 26 DE FEVEREIRODE 1857
lias populares, sabe 1ueo e"rcilo portuguez, que
iorm.-i ama ciaste distincla e respeitavel, hade com-
prebender seuipre os mus deveres e a sua patcao no
calado.
O povo espera e coofia que .11 maddas para o me-
Ihoramento da nossa marioha de guerra, serio
presentadas ao parlamento, e (ornadas por elle na
devda considerocio.
A pasta dnt negocios da mariulia aeha-se feliz-
mente occopada por um ministro probo, intelligente,
aclivo, bem intencionado, e que (em todos os ttu-
los para merecer a considerado do rei e do povo.
O povo lamenta que os seui irmaos do archipela-
go de Cabo-Verde solressem moilo com 1 escasse
das colheilas, e com epidemias que os alfligiraro.
E confia em que o governo lera' ponido aquellas das
autoridades, que por aento abandonaran! os seus lu-
gares na hora do perigo, levando cum isto a desani-
macioaos habitantes daquelle archipelago, e pri-
vaolo-ot dos seus auxilio'. E folga em que olli-
rnaroeule o* psdecimeolos daquelles noHos infelizes
irmaos se teoham tornado menos duros.
O p ivo espera que os seus representantes sejam
escrupuloso uo exame e votacio do orramenlo pro-
melttda no discurso de V. M. assim como as pro-
postas que Ihe forera apretenladas.
O povo deduz do discurso real, que o governo
aucmeulou consideravelmente a divida publica, e es-
pera no parlamento onvir as deelaraees do ministro
das financ,as snspeodendo por agora o seu joizo para
o nao aecusar em provas, para o nao condemnar
seni o onvir.
Seohor.
O povo lambem esla' felizmente animado da l-
songeira esperanza de qoeos representantes do paiz,
avallando a luz di liberdade e do progresso a sua
importante ini-.-.lo, contribuirlo para a prosperida-
:* aconselhando sos acluaes ministro) que
i-t:is on que chamem para o seu lado
s, que tenham energia e inlelli-
"ae sen3o deixem dominar
,gocios do
....re a consti-
tu ;o da ........... iboV, e que ella revele as seas
tendencias polticas e econmicas.
15 de fevereiro.
A imprensa peridica em l'oitagal declarou-se
lo -a em opposiclo ao Sr. Julio Gomes da Silva Sao-
ches ; a sua poltica tortuosa, o sea procedimenlo
em a alliraa eleicSo, ioexpcavel a nao ser, ou por
imbrcilida le mental, on refinada maldade e Irairao,
juslilicou plenamente a dita opposic,ao.
Trinla jornaes polticos se esli publicando em
Portugal, destet 27 sao opposicao,| e 2 minisleriaes :
um vatro, o Echo Popular, lendo defendido o
Sr. Julio antes das eleices, guardando depois del-
las grande re-erva poltica, e por assro dizer, se
poda clasificar meio opposi(3o e raeio ministerial,
ate qoe finalmente chegoa o.n. 286, de sabbado 13
do crtenle, contendo am eilign da mesma data, de
que nos vamos oceupar.
Lido alie com toda a attencao, bem se condece,
qoe a par da defeze, a at lisonja lo Sr. Julio Go-
mes, transluz a opp.sic.ao, a censura e al o sarcas-
mo, e o ridiculo.
Seja a primeira prova, o modo como do segoDdo
periodo nos annuocia o nome do grande liomem. de
qoem se vai cecupar : nao ib salisfez com os seus
quilro priraeiros Domes, aicos com que te ssigna,
foi mais loage, e apresenla-Dos lodo o nome do 110-
lavel estadistaJulio Gomes da Silva Sanches Ma-
chado da Rocha.
Seja a ultima prova, o extracto da caita, appenso
ao artigo, qoe da ao memo artigo o carcter de ser
escripia por obra de misericordia para com o Sr.
Julio, a pedido de am amigo.
Sao notaseis a- palavras do tal extracto da carta
do amigo ilu u K lio.
a Vejo conipirada a imprensa contra o amigo Ju-
lio, sendo elle de caraiter houesto e probo, e nao
roerecenlo dce-los e calumnias; defende-o lo ao
menos (este ao meos he notavel entre os notaveis
lodependenlc .
Set 11 lia I -11-1' .
Valenoa.
Kazo .......
Vianna.
Aurora do Lima. .
Guimaraet.
Thesonra
ra......J
auense )
Vmar
Braca.
Bracharenie.
Moderado .
I
1 o Porlugtus.)
as demaisque se enconlram, e os muros chamado-
mnios reaes, sao formados por eslacas e aores : to-
da a corle vive dentro desses muros, lia apenas uma
casa ds undena donde se echan guardadas as ima-
gen* que prlencnm as igrejas. Os templos alo em
namero dedozc, e seguem por esta forma :
!. Sania S apostlica.2.' Collegio dos padres
da cempanhla, :i.-Conventos dos religiosos capu-
cliiulios.i.- S. Miguel, mide est enterrad'} o re
I. Aflunso prisneire do nome e da chrilllndode.
'). Nosss Seiilin: a da Concelfio.li.' Santa caa ds
Misericordia. 7." S. Thiago ou S. Jacob.8.' Vera
Cruz, onde foi baptisado o rei t. Jua.i I.__9, foe>
aSenhorado Rosarlo.tO. S. Jn,lo Blptlsla.11.
S. Jos.12." Espirito Sinlo. Estas duas ullim-
iarejas, estao dentro do palacio do re ;e all era que
estes uuviam missa amigamente.
Convcm aqui dar noticia do eslalo em que se a-
'ANCOI.A.
O novo districto de 1). Pedro V, situado as ser-
ras do Bemhe, acha-se definitivamente organisado.
As vantagens da occapario d'eslas Ierras, vao pouco C,la'" es,e! ,,IDPlos- primeiro que he- a Santa Si
a pouco conhecendo-se, e os proprios negros conles- apostlica, mostia ler sido um templo ue mallo Ira-
sam a grande ulilid.de que lhc resulta d'esle esla-1 """"' conservando anda meias paredes e todas a-
belecimento, por isso que vendem os seus seeros, aicada que o guarnecan!. O de S. Migue
'em que se vejam forrados a ir a grandes distancias,
' serva anda o rolo da capclla mor, com o arco e as
e serem, alem d'isso,victima* dos'pretos hingueslers.
Continoam as boas relarOes com ot dembos, e tobas
dot arredores, e estao abertas todas as cominmuca-
cts para o presidio de S. Jos 'Eocoge, Ainhriz e
vatio seriao do Gongo. Em i.r> breve espaco de lem-
po, como he o da occuiacao d'esle ponto, muila
cousa ulil se lem folio, e anida a ulliina, pela sua
importancia, se torna digna de especial ir.encin.
Fallo da embaixada ao re do Congo, da maneic
porque esle a recebeu, e do. buns resultados que
oella se colheram.
Foi nomeada uma embalsada eomposta de vario'
ofliciaes e do reverendo conego Moura, a fim de le-
var ao rei do Coogo o pre ente que Ihe era enviado
per parle do governo de *ua magsstade ndelissima,
bem como a noticia da a'fencao d'e-te senbor ao
throno de seus maiore--. Parti cim efleito essa em
oaixada do da 29 de oulubro prximo passado, sem
que fosse arerpiuhaJa por um nico soldado.
Farei aqui menea 1 de algum. s minuciosidades du-
rante o transito, porque me parecen] encerrar um
parle curiosa ni que diz ie ao* usos, costumes
e 111 I h" dos povos d'aquelle vasto reino.
Sahindo do dislriclo de ). Pedro V, o paiz ofle-
rece o me*moa as raargeus ibs rio', ondea vegetado he predi-
jo-.1. A distancia de '1 legua* do districto, ha om
pequea pnvoaro, onde siitisamente exista uma
-rmii.1 ou capella filial do ejnvento de Santo An-
(ouio, mas do que apenas sa conserva o chao. All
est ente rad um religioo capuebincho, que sem
duvi.la se achava em mi-slo n'aquelles silios. O-
negros tratara de recon-lra r, e cspsram a volta do
teverendo conegn, para a ben?er. Cora grande ad-
miraran nos levaram os pieiis a ver as imagens, que
elles tinhara dividamenle arreciid idas, com o tecato
possivel, e onde acharaos uma magnifica imagem
de Nossa Senhora da Conceirao, tres crucilixos e va-
rias imagens de oulros sanios. Urna magnifica coroa
de prala, ornava a fronte da virgem, o qoe mais noa
admirou, porque e-tsvamos acoslumados ao lim que
jevam estes ebje:tos era Portugal. Todos os pretos se
sabera benzer, e nsam o Padre Nosso em liogua do
Coogo.
Sahindo d'eile povo, encontramos o rio Ambrlz,
iodo pela sua grande largura, ei- margens riaonba
que ocircandam, e pelo sua\e acuna que se exhala
das plantas odoiifras que all creicem. Alravessa-
mo-lo em canoas, e na mar^em upposta de-cansa-
mos gozaudo do bello panorama qoe se desenrola>8
a nossos ollios.
Apezar das grandes diligencias que Bi, por saber a
origem do nome d'ac.O-Hle rio, foram baldados .os
meus esforros : nada 111 le alcanzar : cora ludo, na
carta geograpbca do fal'e;ido conselbe^ro Lopes de
Lima.livem meocionado e la rio com o mesmo
nome de Ambriz.
J a ]ui os nsos variam : todos ou quasi lodos sao
cavalleiro de Chrislo, e T .. 011 a cruz da or lem feita
James Jones ; o barao de Pegue, depulado ; o xi-| de Franca ; Groi, professor do lycco lionaparte ; esla mais draposlo boje a terminar a diflerenra por. caite e exhala o ultimo suspiro. O scelerato qae des
e-almirante Jocelin I'ercv ; o bario Peunefalher. I Garduise, reilor da academia de Besanroo. | j diplomalica. NapoleAo *e arreetou com'o me- \ faite feria nm arcel, spo, um velho, no oej d. u-
,..',,.,. ......Ib ,. 11, i ilianeirn. liisse ao coronel Itcrmain, ministro da 1 na piedosa .cereioouia, quein era .' Im
inrisconsollo ; o almiranle Wallkins ; lord Mlddle- fcxercilo e marmba.Bario Duinoulin, ajuilanlc ;;,,, am'Paria: Va a Brrne, decida o coiiselho fe-! dre !
loo, par He Inglaterra ; n sonde de Bantou, par da de orden* de Napoleao I ; os gencraes l.ipoinle, Ga- rfer.l a acollar os artigos principias deca ola que tfia e pode crer a impres-.lo de e*lapor que
Irlanda ; Goulhiirn, minislro da fazenda na admi-
|.a-
iislia<;3o de sir Kolierl Peel ; Mae Dooald, lente
ifiicral ; lielvill, astrnomo ; o visconde Drumlan-
rig filho do marquez do QqOeMberrv), mordouui
la casa real de Inglaterra ; sir Sompson Pirque,
nairc de South unplon ;o l)r. Gulner, professor de
irurgia no hospital de Wctlmlnslcr ; sir George
V Jam, gcoeial o marquez de (Jueensberry, par da
VOly, l.aville, Courand, cominandanle da prara de I llie enln>go : iiuaiilo aof arllgoa secuiularios, pode 1 le crimc brutal MeM em lo 10 Pars. A impeatirr
Pars; Portal, de l.inguine, bario Pccquel, Pa O-1 n$t*> ,'^?V*.F^. ?? .*.?"?.*'1- 'r-| que se e.lav. vclindo par. ir ,. the.lro. fifuu in-
llollni, b?rao Allialin, Picol, commandanle do Pa-
lais-Royali Durfort, Basset, o almirante Rtcaody,
Magistratura. dente honorario do tribunal imperial de Pars ; Tre-
Etcoosfa ; Fsril, presi lente do collegio real dos me- menon, conselheiro referendario, decano do tribu-
tiros de Londres ; llugli Miller, eminente ascriptor.
Au*tria.O conde de Loiningeii, uaneral, irmao
Jlerlno da rainha Victoria ; Parlsch, director do
jabinele mineral de Vienna : o general de c.ivalla-
ia Cario* de Kress de Kresenlein ; o marechal ge-
neral conde de Scholotlhaim ; do lleyoaa, tenent
zeneral, pa da es-ministro Furtlemberg ; barao
le Turzki, pre-idenle do supremo tribun ,1 de jus-
nal de conlas ; Gillel de Cliailleiise, presidenle ho-
norario da cmara dos labelliiOJ de Pars; llolad de
Viliarcue, conselheiro no tribunal de Pars ; Mesla-
dier e (ilion, conaellieiros do tribunal de cassaclO;
(psson do la lioque,conselheiro do tribunal d'Amiens,
e celebre anliquario ; Knussier, c\-presidenle do tri-
bunal ,le coniineicio de Mancilla : Merillnu, conse-
lheiro do tribunal de cass.'co, ex-auarda sellos, e
separ.ndo-le do general dos peridicos porque de P3aaos de diversas cores, e alguna mesmo repam
elle merece.
Comeremos pois por onde o a Ecbo a acabou :
aprsenla elle este extracto da carta no seu final,
coalendo alm do periodo snpra transcripto e aole-
cadenlemeDle, o eiu nlo :
1 Tenho fallado com o amigo, e de accordo temos
assentado que....... (reticencia) deveis tratar em
Lisboa de reorganisar o nosso partido.
E depois acreaeenta o a Echo :
Este extracto he de uma caris de om cavalleiro
virtuoso, abona Ii mentar, e qae apezar do maito respeito que Ihe con-
8gra o Sr. J olio, nao (o eleito '. Como S. Exc, o
nosso correspomleote, muitos homeus de bem do
paiz estao indignados pela guerra feita ao Sr.
Julio, l)
Infelizmente s pelas (aes iaiciaes da dala, P.
nao podemos coohecer o correspon leote, e s sim,
que he pessoa notav>t e fr.< da classe, detla rara de
parias, o povo, pois que lem excelleocia.
O qoe mis portm pdenos asseverar ao Exm. cor-
respoudente do 1 Echi, he, que o partido progres-
sista, setembrista, histrico, dissidenle, ou como Ihe
quizerem chamar, e a qas por mais que Ihe mudem
e chrismem o nome, j nm Ihs tirar.1, a graDde
lotea que lem, e de qae he digno, nao precisa de
quem veoha de fura orgaoisa-lo, t-mos por c quem
organite o partido ; a al lem s muitos falsos ami-
gos, eomo foi, e he o Sr. Julio, quo lem fetto lodo o
etforco por desorgaoisa-lo.
Outro sim, qoe ha em todo o paiz muitos caval-
leiros vrlaosos, abonadiss mos, progressistas, anli-
07^aj^amentare', e que pilo o-^o^jnveja, guerra
a rabera, e da carapinlia l.i/.-m uroa cruz perfeila.
Quando fazem qoalqiir cun..riment ajoelham
primeirameole Ires vezes, e depois de beijarem o
chao, fallam e couversam.
Uma cousa que nos 'Sorprre>d'i|!iaslante, foi nm
prelodizer-no* qoe era aquella o allima da do mez
de oulubro, qu9 o dia seguiut^ era o de todos os
Santos, e o inmediato o de finados.
Empregaraos lodos os nossos esforcos para saber
como he que.um ne^ro gento, s?m que soabes-
se Icr, sera qae por all livessem passiJo braocos,
eslava iao ao fado de quantos srim do mez, e o
nome a e'se mez. A explicacito nada nos orienlou.
Ot dolos e AS eiiiros que nos outros pontos do
serlo abundam consideravetmenle.sao all prohibi-
dos pelo rei, de sorle que aquelles povos s apren-
dem a amar e a respeitar a Dos. Dera-se a circams-
tanciade qae quando mis passavamos caldam o'aquel-
les sitios a< primeiras aguas, e elle* atlribuiram a-
quelle milagre, porque as chuvat foram tardas, a
passag^m do Padre de Dos pelas suas trras.
Mas nos fortificamos na idea do grande valor das
misses, e era uma cousa em que o governo devia
cuidar seriamente, que em breve se convencera da
excelleocia d'esse grande meio.
O prelo de si he dcil : convence-se com a Halo,
e beueficianlo o, alcaiici-e d'eile ludo rinanto for
misler. Esles consagrare) grande respeitaj aos bran-
C), sem com ludo es possuir n senliuiijnto do medo:
vivem entre mis com a maor franqueza, juntndo-
se em roda, e fazendo mil percun>ias sobre ludo quo
vcem. Uma cousa que Ihes causa,va grande admira-
rlo, eram os doos burros qoe i\s lavavamos, e que
para elles eram animaes lulaVmenta e.siranhos : reu-
paredes : lodos os demais estao por Ierra,exislind,,
s ot alicer ees.
Esles edificios sao dentro da capital, s o chma-
lo por elles, hospicio de Santo Antonio, esta' siloa-
ao sul da cdade, e anda hoje se conserva com al-
guus ccravos : note e que hospicio, he uma sneza
la giande ou pequea, que tivesse feilo parle do>
bent peiteucentcs ans conventos.
Na conferencia que o reverendo conego leve con.
o rei, Ihe declarou este, que ficava sommameni.
penhorado a sua mageslade (delissima El-rei e
Portugal, por haver enriado um ecclesiaslico aa<
eus Miados : que elle, a exemplo de seus i.lc-
passados, se oeclarava sob a immediata prolercfiu u
senbor I) Pedro V, porque desle ronta\a cora toda
o anxiliu de que n^ces'itasse, a bem dos seusdirei-
los, e que itoj mesmo r.ililicava elle na I cartas qu>
escrevia a Sua Mage.lade, ao covernador geral ,
provincia, e ao lenle coronel Salles.
Foi inqiiesliouavel o coulenlamenlo que o rei de-
monstrou, pela certeza que obleve de que as tropa-
da sua magesla le, Ihe dariam o auxilio de que nc-
cessitasse, e que Ihe assegnravam desde ja o fazer
se mais respetado, do que o nao era al agora.
Como ja disse n'este artigo, lodos 011 quas todos
os subditos do rei de Congo, s3o cavalleiro* da orden
de Cbristo : mas nao podera ser sagrados sem que
uro sacerdote Ihes delira o juramonto : esle jorsmeu
to lera lugar pela forma seguinle :
Ajoelhado o nophylo e pondo a mfio direila so-
bre os Sanios Evan>elhos, pede ao sacerdote Ihe ba-
la tres veces cum uma espada no pescoco, e elle re-
pele as seguinles palavras :
< Juro aos Santos Evangelhos, defender o nosso
rei, a sania religilo calholica apostlica romana
respeitar a am s Dos, dar aaxilio a lodos os sacer-
dotes quo apparecerem no reino do Congo, e perse-
guir lodos os dolos e feiliceirias.
Fnda esla ceremonia, sobreludo a da espad, fi-
cam elles considerados perfeitos cavalleiros.
Sao eslas as coasas mais notaveis que em lao bre-
ve espajo de lempo se poderam colligir, a propor-
ao que apparecam, as irei publicando porque me
parecem encerrar algum inleresse e curiosidade.
Em breve lentare e.borar n'um pequeo arligo.
as crticas, fanatismo c superstirSes d'estes povos ;
alguma cousa tenho colligido ; comtadn, espero
alguus esclarecimenlus, qoe se tornam absolutamen-
te necessarioe.
Poblieamos em seguida uma serie dos reis do
Congo, que receberam o Santo Sacramento do Itap-
ti'mo :
D. JoSo I, D. Aflonso 1. D. Garca 1). Diogn I.
I). Andre I, D. Bernardo|r, t. Alvaro I, D Alva.
ro II. I). Alvaro III, t. Pedro I, I). Aflojo II, U.
Bernardo II, L). Ambrezio I, I). Alvaro IV, D. Al-
varo V. D. Alvaro VI t. Garca li, D. Amonio !
I). Alvaro Vil, D. Alvaro VIII, D. Pedro II, D.
ilvarolX, I). Rafael I, t. Afronto III, 1). Da-
niel I, 1). Manoel I, I). Pedrn III, t. Manoel II.
Garca III, i). Nicolao I, O. Sebatlilo I, D. Pedro
IV, D. Alvaro X. D. Jos I, D. Affonso IV D. An-
tonio II, D.Alvaro XI, D.Aleixo I,| D. Henrique I,
I). Pedro V, D, Alvaro XII, D. Garca IV. D. Gar-
ca V, I). Andr II, (Nao fui coroado), D.llenriqip.
h'je reinante 1, subi ao lirn >, em 182, e f,.
coroado aos 13 de Janeiro de 18ii. ^
N. B.O soccessor ao throno, nao luT"nunca "
fillm prmegenitn do rei ; mas sirrj-o-leito do povo-
Dislriclo de D. PeJro V, fj de novembro de
1835.
Alfredo de Sarniento.
Jornal do Con-mercio de Portugal.)
e traic.ao7qu%J.he fei Sr- '"Vio, nao foiiMl.10.' a^arn-se em grandes grupo,,, e nao perdiam os mais
emt85G.
E lambem que a grande maioria dos homeus de
hem do paiz, estao indgDados pelo procedimenlo
eleiloral do Sr. Julio, pela gueira por elle feita ao
parado progra-sisti, e que approvam a justa oppo-
sic,ii qae sa Ihe faz, e tal qual nio ha memoria que
anda sollre-e mioistro algara, desle que em I83t
foi resumida a liberdade de 111, re isa em Por-
tugal.
Publicara- po reino, como ja dissemos, 30 jor-
naes poltico', e se conlarmos o a Echo o ministerial,
s3o com elle mmistiriaet alanos : ; e oppotir.au
27; e te o continuos como tem estado, isto he,
meio ministerial e me o opposr,ao, ficam 2 mi-
nisleriaes e 27 ; opposcao.
He am ministro tan popolar, que nao tem em a
capital am nico jornal que o defenda.
Da nota dos jornaes, qoe ao diante damos, conten-
do ot oomes dos ditos jornass, Ierras aoode se ap-
plicam, e indicativo de qoaes a favor do Sr. Julio,
e qojaes opp jsi;"o, esta a popalaridade do Sr. Julio,
em Lisboa roduzida a zero : em Vizeu. Lamego,
Selnbal, Va'eni;i, Vianna, 1 uim.roe- e Braga lam-
bem zero.
No Poito ha 1 contra 8, on ,', contra 8 ',, con-
forme for clasificado o Echo, a
Em Coimbra hi 1 contra 3 ; e e-te he a a Urdem
Publica, a sih do do governo civil.
Em Avoto 1 contra 1.
A popo'aridado pois do Sr. Julio, o apreciamenlo
c approvacao de sua pilit ca no paiz, ocla de vida-
mente avallada, por esle gran le tribunal da impres-
sa, a opima publica ; e quando lodos assim pro-
nuncian), qu nlo is-ira desle grande jory nacional : a o ministro con-lem-
oado, devs deappirecer da siena poltica, e re-
duzir-se nnllid.de donde nunca devera ler sa-
ludo.
Segu a tabella a qoe supra nos referimos :
IMPRENSA EM PORTUGAL.
n.i::::::)
iizaii-i.....1
......f
Lisboa.
KevoliiQ.io. .
Porlugucz. .
Civil isacao. .
i\n 10 ....
Povo.....
Porlo.
Echo
Nacional
Braz I
Pobres
Portugal.
Mooarchis. .
Porlo e Carta. .
I.iilador.....
Clamor Publico.
Cnimbra.
Conimbricense.
Trib
poca
Avero.
Camp. do Vou'/a. .
VMU.
Viiiato.......
Lamego.
Lamern.r.....
Solaba!,
Opposicao. Ministerial.
\, iintiir.i.
limbricense. A
liuno Pop.....>
ca........)
t Echo Pop.
I rdem Pub.
Impreso.
p'qoenos'ftovi'nenlos d., pacificos bncophalo*. f.on-
iagr.im-lhes"aTgiW.rr.do, porque dizem ser o nico
lucho que com ferro, lal impressao lites suscila o
freio.
Os dembos e sobas, sao alti tamhem por elei^ao,
como as mais parles do serlao, c o dislihetiva d'e-te
poder he um grande basiao, que elles forram de la-
bio araarello, aproveilando para eofeila-le, fundos
de candieiros, e ou'ro* ha que leem uns bonecos,
esculptura d'eile*, e que revelam pelo menos, al-
cuma utelligencia artstica.
He lu o respeilo que elles consagran) a esle bas-
i.lo, qoe em elle se achando cravado no chao em
qualquer silio, embora qae solado, he signa! de que
o rei oa dembo d'aquellas Ierras, exige um imposto
de quem all pastar, o que elles religiosamente cum-
prem : nsam quasi lodos de grandes argollas nos ps
e nos bracos, e o seu lu\o consisle em Ira/er nm
grande nomerod'ellas.
Seguimos a nossa derrota, e n'um pequeo povo
on le chfgamos para pernuilar, livemos noticia de
que o filho do rei do Congo atli se achava, de rams-
nho que trazia para o districto de D. Pedro V, a
cumprimenlar o lente coronel Salles. Com effei-
to, d'alli a pouco nos appareceu elle, era um prelo
de estatura baixa ; mas de uma phisionomia insinu-
ante, fallava soffrivelmenle o portnguez, de sorle que
nos entendemos perfeilamentc : concordou-se em
que elle retrocedera e nos acompanharia at capi-
tal, residencia do re seu pa, e que depois voltaria
Igualmente na nossa companhia.
Urnas vilenlas febres que alli aallaram-me,
obrigaram a nao seguir flagean, e a voltar para o
districto. .iliin de curar-me ronveneatcinente. O
que vai ler-se, he pois a fiel narraren do que na sua
volta me disse o reverendo ronego Moura. .
Seguirn) com efleilo icompaobados por D.Alvaro
filho do rei do Congo, e o paiz conlinuou a ofierecer-
Hi.'s o mesmo aspccln ; urnas vezes corlado por ex-
tensas lagoas ; oulras por pequeuos ros, que de al-
gara modo Ihes cmbarugavam o transito.
Chegaram pois ao lermo da sua derrota; Isto he,
cidade de S. Salvador, capital do reino do Congo.
Esla cdade esla siioada sobre uma grande inoulanha
para o lado do imite. Esla monlanha forma na sua
crista uma grande planicie, e he guarnecida pordoe
fonles d'agua dore e eryaUHIpa, quecorre.em causes
de podra lormados pela nalureza. as faldas d'esla
mnulanha, ha um rio denominado Lugi : esle rio
corre dos lados do sul da cdade, e a sua foz he 110
mar; lem -i largura dedez bracas pouco mais ou me-
nos ; a sua agaa he brrenla, c lem akum peixe e
crocodilos, que tiles aflirmam nao fazerem mal
algum.
A enlraiia do reverendn conego n'aquella cidade,
can>ou uma grand admiracao, o pralicoo-a elle,
por entre alas de povo ajoelhado.
O rei^e Congo, receben-.. de farda e mani, leu-
do a seu lado os ti I il^ e lijalga* da sua corle,
rei he um prelo pelo menos octogenario, alto, ma-
gro, e do orna^nhysiooomia agradavel e insinuante.
NECROLOGA DE 1856.
Soberanos e pnrreipes.Dairi, soberano espiritual
do JapAo ; Floresianl I, principe reinante de Mona-
co ; Orcamenrj,presidente de Costa Rica.
Principas.|>edro Odescalchi de Campo Franco,
ex-vice rei de aples, de 'lorella ; Constantino de
Salan Biofferscheedl, de Cassel; de Bethume ; Cor-
sini.; Nicolao, filho do duqe de Mecklemborg
S-hewrin ; Milosch Epbraim, da Servia ; Jorge, de
llesse.
Allemanha.Dionysio Pozmandy, presidenle da
cmara dos depuladi>s da Hungra; Eduardo Meyer,
da universidade de Hall ; Ch. Hermano, professor
na universidade de Gu-ellingue ; Henrique Mollen,
jnrnalista ; Schlesuilz, minislro hanoveriano : de
Zenetti, presidente do governo de Palatinado (Bavie-1
ra. : de Zarca, pre-idenle do senado hoogaro ; o
general Oberrief Saxonia; ; Kraellzer, secretario
que foi da Goethe, e biblinthecario de Weimar ;
Krell, mini-to da fazenda do ducado de Oidem-
burgo ; Dr. K eslain, professor de direilo ; Hopf-
gaalcin, clebre estatuario ; I.epainther. composi-
tor ; de Bose, es:ri| t ir saxonio ; general conde de
Kielmainsegge, ex-minislro hanoveriano, general
Cbrisliano de Krllembrag, da Slulgard ; Carlos Kas-
nercl), escriplor ; Roberto Schumann, compositor ;
conJe de Luxbourg, general bavaro ; Schmid, phi-
losopho ; o corouel Palriih, director geral dos cr-
relos .Saxonia; ; Juliea Van Hartoaann, general ha-
nuveriain 5 Isvobala, compositor ; Joaquira Iloff-
maen, celebre compositor ; Bosler, ex ministro ta-
innio ; llilpel, majorgeneral de Balen ; barao de
Shchaner, conselh-iro de estado bavaro ; de Gros-
schadel, major general bavaro ; de Veinbach, gene-
ral (Nattto); o cavalleiro de Eisenslheim, jnriscon-
sullo ; o Dr. Tturhiuger ; o conselheiro Bomealch,
ex-minislro da fazenda da Hess Eleiloral ; o Dr.
Jusch de K'ocden, historiador ; o conde de Be
m.rck, g-n ral wurtmberguez ; Tubuer, celebre
livreiro deLeipz'ik ; kummel, eslaluario hanove-
riano.
ironomo dislincto ; Grssar, phlologo ; o general ba-
rao de Smola ; Slandigs, cantor celebre ; o barao de
lloehm, general de cavallara ; Berlhne, medico em
-befe do hospital de Vienua ; Wenkler, conselheiro
'"'ico Ilanimer, illu'tre orientalista.
elgica.O senador DemaretdeGriguarl-Demon'
eoan, director do banco de Lige ; Waodevelde,
tea'ieiro m ebefe das ponles e calcada* ; Bau-
OM, compositor de msica; J.'ger, cnsul em Cux-
hat 1 1 ; Meynaeris, numisniala ; o general Nicolao
V. 1 .'aiiinie ; Renard, do Alhee,) de Namur ; Wan-
s .11, compositor de msica ; o pintor Gaedls ; o ge-
iral Kenor ; o general Van Pode ; o pintor l. mi-
li ; Lomba de Tillier, agrnomo ; o pintor Auguslo
Jltavaira ; o conselheiro Baugnel ; Gercia de la Ve-
to, vice-presdcnle do tribunal do commercio de
Saiuur ; o senador bar.io de Mooreghem ; Jaque-
larl, magslra-lo ; o.senador Vaulers de Bnucheret ;
de Jouglie, eslaluario ; Calwarl, ex-official comb-
teme de Waterloo ; barao Waolhiir de Bailiemon-
le, camarista ; Juslin Lifougere, ornalisla ; o ge-
neral Belobel ; Galles, ex-intendente do palacio do
'el dos Belgas ; Carles-Louis Criquleioni da socie-
lade das sciencias, das artes e das letras de llai-
oaut.
Dinamarca.Van Iseghen, Cnsul de Oslende ;
l'aupins, ex-depulado ; conde Kuulz, ex-minislro ;
le Flende, general de cavallara ; Hoyarl, conse-
lheiro de estado, director do banco ; Jansens, pin-
tor de florea ; F. Dozy, da academia de Copenha-
gue
llespanha.Dionisio Capaz, capao general, ex-
minislro ; Diego Martnez de la Rosa, ex-minislro
Ganica (Juan Antonio) depulado ; Manuel Prez,
jurisconsulto ; Jo Ordiez Avecilla, depulado ;
Francisco Arripe, cnsul em Antuerpia ; A'jerv,
lenle general, duque de conquista, grande de
llespanha, ex-mordomo-mr ; barao de Lasilo, di-
plmala ; D. Xavier Ulloa, capitao general da ma-
riuha ; Paplo Mahen, ex depulado.
Estados-Unidos.O commodore Morris ; J. John
B. Gereen, sabio eg) plologo.
Grecia.O cavaPelro Carlos de Vogel, cnsul em
Munich ; Il1am.1nd.1s Olimpias, senador ; Alhanazio
l.andes, senador ; Miguel Tossilzat, ex-consul, que
deixou a' sua patria todos o* seus bens.
Hollanda.Cornelio Van Dougen, meinbro dos
Estados provinciaes do Brabante hollandez ; o le-
iiente geneial barao G. M. Berth ; Ten-Cale, pin-
tor ; Ackermann, major general de engenharia ;
Marinen Ktyn, poeta ; o major general Brede ; o
leputado Schaecker ; o major general C. Riessy ;
o depolado Millo Schtermano ; o poela Tolbus ; o
phlologo Ruada Van Eistinga ; J. Van Speegler, ex-
ministro ; o lenle coronel Schmeros ; o conde
liagendosp, ex-governadnr da India ; o general ha-
rao Van der Suien de Corlembarg.
Italia.Sardenha ; o conde de Tureino ; J. Avi-
gor depulado ; o conde Roberto do Saluces ; o gene-
ral Ollivero ; o geographo Goderroy Cosalis ; o mar-
quez general Vctor Calll da Felrzzano, senador ;
de l'Escarene, ministro qoe foi de Carlos Alberto ;
o major general conde MtnTei di Boclio ; o general
Cima ; Jos de Cesar, lilteralo ; o barao de Marg-
lierila, tinador ; o con le Amede. o senador Luid-
gi Chov-Provana-del-Sabioni ; o lenle acral
Rovano di Collegnu, senador ; o duque Pasqo 'e-
feilo do palacio do rei ; o depulado Galli.
. Diversos.Rinalt Scoza, ministro da joslicaem
Molea ; Luidgi Floner, escriplor dramtico de
Florenca ; Egidio de Magri, historiador milanez-
o marquez Giorgio Trivulzio, de Milo, descendente
do celebre marocha! da poca de Francisco 1 \i-
colai Giovani, o mais dislincto chefe de orchestra na
Italia ; o baila A. Saldati, piosiden!c do conselho
de eslado em Parira ; Jos Corbara, gravador ro-
mano ; Julio Genaino, Nstor dos Iliteratos italia-
nos ; Muzzaselli, ministro da repnhlica romana ; o
conde Caelan Richi, economista ; De-Fellippi, il-
loslre mlico lombrado ; o maestro ricchi : o conde
Rucchi. ministro de Po IX, em 18i8 ; Raphacl
Rncchini, professor do archigyminaslo romano; Jos
Rabboni, artista milanez ; redro Slruccia, estatua-
rio de Florenca : o major general de Iticher, ex-mi-
nislro de Parma ; o cunde V Pianciani, economis-
ta ;Luidg Canini, archileclo ; Alexandre de llom-
burgo, ex-minislro tosrano ; Flugy de Aspremont,
. niillii-lli- que recns- alguma coaao tiara salvnr o seu commo lada au saber esla noticia. Foi Mgr. Sibnar
zeaux, Carvajol, Dogereao, Teslol-lerry, Boyer, de amnr ffonm,, o coronel Bermain ja voliou da sua : que obmooooJ o sen rasamnilo, ,,. bapiisou o prio-
Peyreleao, barao Regnaut, mi.....1 de la Morliire,, mltsio. O imperador ditos a aUiicm, depola da au cipe imperial, e como inulher e auno, hrspanhola,
diencia dada aacoionel BeriLain : a o negocio da a imperalriz he mu superslicio-a, e juUou ver ui>-
Suissa esta'arranjado. 1 lo, para si, e para a dyu.sua napoleonina, o pre-
O que devia perder a el rei de aples, salvou-o. jsagio de grandes otaslruphe*. N'uma palavra, he
A tentativa de attassinalo commetlida contra elle ; esle o efTeilo que que ente cnuie pnnluzo subir
suspenden repenllnameiilc as manobras secretas da mudas ima^uiafOrs. Conlavaii.-me boj. mesmo a
Franca e da loglalerra. Estao duas potencia* live- iOsielure.peitu um faci bastante extraordinario.'
rain medo de passar por cmplices do assassino, I U iii-m ebo de uins iulellieocia liouvel, ilepon
por conteqoeneil odiaran) os seus projerlos. Falla-j de te t, rrceber I Ir. em tosas at fatuidades, t-
va-s neslr* ultimo* das era uma fusAo que l -na tu- ban,leniu o> rep-ute os esludo* inoinlauos, ajajg .,
ir em os Mazziiiianu* e 00 Morolitloo. Os Mazzi-1 entregar eadativaaioalo aos esludus especulativo*
oanos lorio por minio provicar uma iinciiicic.lo I do ajyalloioao de qu- Swedruborg enlre o* aavoooo he
na* Du.,* Sicilias, e os Muralistas, uma vez 11.lal- 1 S. Martiutio,eiur< ,, .a os reprroenlant.s moder-
lados em aple*, se assuriariam com o l'iemonle e nos. O seu bvro lavi.nto he o apocalypso de S. Joao
com lo los os patrilas italianos, para junios mar- qne Ule pretende querer explicar ; e cousa exlra-
cbar contra a Austria. vagante Julga ver n'um versculo desle livro f*-
(I mez pasudo, o imperador Napolen recebeu a diado aos profanos, o .-----M1.,| ,i rcebi-po dr
visita do principe Alborto da Pruafia, filbo do priu- ; Pars o escreve mu;-- carias cmiseculivas o esle prc-
cipe real, e por conscqiiencla herdeiro presumptivo '
da coro*. Parece que esle joven principe se ipus-
trou mais amavel anda do que o duque de Braban-
15a ; conde Nicolao de Eslerhazy de Galanlha, pai; ex-par de Franca ; Aubagne, consclhejro do tribu-
to embaixador do mesmo nome ; o major Biela, as- na' imperial ; Esfcr, ei-ronselheiro do tibunal da
Inglaterra.Patersoo, lente general de arlilha-
ria ; Georges Bennctl, celebre advugado ; o vice al-
mirante Ward ; r John Jervis, procurador geral ;
Mr. F. C. Seymour ; Theobaldo Mulhesa, apostlo
da propagacao da tempornea ; David Dyson, nalu-
lalista ; general sir Henry Cmming ; \V. Lokarl,
depulado de Cly les lale ; o almirante Richard Cor-
r\ ; o in 11 |i e- de Ailesbu-y, membro da cmara
dos lords ; Savill, celebre aulor ; o con le de l.is-
lornell ; Franz Buller, celebre Jockey ; sir Henrv
llumbok". ch-fe de uma anliquissima familia ; Mil-
chell ; 'l'homas Livenglon, um dos priocipaes ex-
ploradores do continente australiano ; o doque de
Noifolk, primeiro conde de Inglaterra ; Drahan,
eel'bie cantor ; l'liomaz Altwood Walinisley ; laly
George Willers, mil de lord Clarendon ; condes*a
viuva de Eroll, filha do finado rei Guilherme IV, e
de M. Jonrdan ; John Saddler, membro do parla-
menlo ioclez ; Jihn Grey, e\-:overnador de Bom-
baim ; George Wright, general de engenharia sir
Henry Pottingcr, a Iministrador da India Ingleza ;
Naeld, membro do parlamento 5 Eliab Lawrencc,
general de l'rafalgar; G^org Dorson, cunhado de
sir Roberl Pe; W. Evana, depulado; Cooper,
lord lente do condalo de kenl ; Morris Barnell,
artilla ; o general Robeit WiloOS), que loman parle
ni eva>ao de Lavalelle; sir William llamillon, pro-
fessor na universidade de Edimburgo ; o contra al-
mirante lord Adolphens Filz Clareure, lOTceiro fi-
lho de Guilherme IV, e de miss Joordain ; r, almt-
raole Buketl ; o vice almirante W'erl ; o autor Car-
los Voung ; George B-.nket, depolado ; Charla Fosl,
redactor do Sunday Times; o almirante Richard
Glynn ; Murpby, bispo ; o general William Gor-
doo ; Berlram Arlhur T.ilbol, conde de Shreosbur\,
primeiro conde da nobraza ingleza ; o barao Ror-
sall, sabio ; sir William Temple, irtnao de lord Pal-
merslon ; sir John Ross, navegador ; general Camp-
bell ; sir Richard Wesm.ieolt, esrntplor Dr. Bur-
kland, gelogo ; Gilbert Beekell, lilteralo ; o m-
sico Baumann ; o marechal general visconde lord
O son palacio, b.\uma rabana em ludo scmelhante, Hardioge o Dr. Broon, escriplor ; o major general
general napolitano : Fruceso del l'uria, lilteralo
de Florenca ; Magnani, ex-ser.ador de Boloaha ;
Bussi, naturalista milaofll : Jos pproni, major ge-
oeral lose -o.
Polonia.Kosmien, poela, ministro, e um dos
homens mais notaveis doscu paiz; Eustachio Tva-
kieviz, arrheologo : o general Cesar Skarzvnski ;
Krevrski, decauo dos jurnalistas polacos.
Portugal.Jote da Silva Carvalho, cooselheiro de
eslado, vice-prcsidenle da cmara dos pares, e pre-
sidente do supremo tribunal de jusilla ; viscon-le de
Sanlarm, primeiro minislro no govrruo de D. Mi-
guel ; baro de Espoleta, cnsul emBordeaux ; con-
selheiro Bayard, ex-miuitlro.
I'russia.O lente geueral Grolmann ; o barao
de Salviali, ex-miDislro ; Eichhorn, ex-mnislro ;
Ticbow, deputado ; oa generaes Thumen e Roedcr ;
o conselheiro Dad), conde de Schoen ; Henschel,
medico ; Pixis, celebre violomsta ; o cousellitiro
Cocis ; o conde Minisler, diplomla ; deStranss, le-
nenle-general ; o professor Weiss ; o general de
Borstell ; o conde de Weslphalen, embaixador em
Siockolmo ; Kulmeyer, magistrado em Berlim.
Rossia.O marechal I',iskiewit-cb ; Labensky,
conselheiro do Imperador ; o conlra almirante Sor-
holl ; Sranowilch, conselheiro de eslado; de Palkul,
general ; Solowiefl, conselheiro de eslado ; Doelhor,
celtbre pianista ; Olhon de Lieven, major general ;
o general conde Rudiger ; o general Bodisco ; o
pialar Zasvialnlf ; o lenle general principe Wo-
ronzoff ; Bib kofl, escriplor nolavel ; o conde Pe-
rou-by, ministro dos dominios; a aichiduqueza Ma-
ra Isabel, viuva do archiduque Regnier.
Suissa.Brumel, da universidade de Ba'ila ; o
pinlor Z-ller ; Borcba, celebre arpista ; Verdeil, bis-
loriador ; Chaporonniere, lilteralo ; Mallel, sabio ;
Chambrier, um dos chefet do pailido moderado rea-
lista de Newfchalel ; o coronel Rillier Conslanl.
Suecia.Barao de Skogmam, ministro do commer-
cio; Andars llruhn, bj-po de Golhembourg; rt'l'berg,
presidente do tribunal do reino ; Kold, goveruador
da Nuruega ; i.ille, cnsul em Constanlinopia ; o
depulado Lagergreen.
Fiancs.Senado : O conde Hypolilo de B-trral,o
general bati Petil, o presidente D.niel do Pernely,
Cavenno.
Corpo legislativo.Gobard, Gusliere, Argntalo
Duranli.
Diplmalas.Fresnel, cnsul de Franca em Bag-
dad, e chefe da missiio scienlilica ua Meeopoloonia.
.Ministros.1 or .til, da inslruccao publica.
Ex-minislro*.Salvany, barao general de So-
bar vio.
Prefeilos.llohain Lamer an, Giraull, ousic-
re, Reydellel, Couise.
Ex-pares de Franca.O bario (roldo l'Anglade,
o conde l-lnrian de Kergorlay, o conde de Fabre, o
con le Alfredo de Chastelliue, Paubze, d'Ivoy, de
Montozon, Meriihou, o conde Agonl, ex-embaixa-
dor em Berlim.
Ex-depulados.Riehood, Boulay, Vatrerie, Coa-
Ion, de Gerente Lefebvre regente do Banco de
Franca ; Angerville, Motiligny, Slruih, de la Goo-
pillirc, J. B. Serv.
Ei-iepresenlantes.l.sisn. Dubarry, l.ozzi, de
la louche, Besse, Bussubs, Cabel.
Funccionarios diversos.Cavernie, inspector ge-
ral da fazen la ; Fierre Cabral, engenheiro em che-
fe das ponles o calcadas.
Inslruccao puldica.Dinet inspector geral dos
esludos; Dinol, do Instillo, professor do collegio
nac3o ; Boulanger, conselheiro honorario do tribu-
nal de Pars.
Advogados.Paillol, Laraare. /Beetzell, Loudra-
gue, Blancsub, Soix, Grevatl, Aulauier, Noailly,
Labruvre, Baralis, Elzeas Boyer, Rouslain, profes-
sor de direilo na facoldade de Paris ; Ch. Si. Marr,
Auge Perrier, Colornber, Lacaille lilho, Puzo.
Clero.Franlzoni, decauo dos cardeaes ; Giovani
Sohlia, d'Orsima, Ambrogio Banchi.
Arcebispu*, bispos, ele.Robim, bispo de Bayeux ;
Cerelli, bispo de Andrinopoly ; Francesco Broumo-
l, hispo de Pcele ; Agoslinucei, bispo de Monle-
'ellro ; Brickmann, bispo de Muoslen ; Francesco
Genlill, arcebispo de liana ; Gtiliere, bispo de Bri-
xen ; Lameluc, bispo d'Aire ; Fernando Menncci,
arcobispo de Florenca ; Dupuch, ex bispo de Ar-
gel ; Egan, bispo de Keng ; Bello, hispo de Jan i
Karapele, arcebi*po de Tifli; Secchi, membro do
nslilulo de Franca ; Reinaud, escriplor ecclesiasli
co ; Murpby, bispo de Cloyne ; Caneja, bispo de
Ovredo ; Bois-ar, bispo de l.imogcs.
Mediros.Audonard, Dcgland, Regaanll, Soln,
Pelil, Camps,Caboche, Phili'nerl, Levaillanl.Tracbe,
Sautras, Loze, Amussat. Benoilon, Cotral, t ;
quel, Balinger, Dufour, Carapagnac, Cajol, llarrand,
Canverchel, Brissel, Faquet, Geroy, Cloque!, Bau-
cal, Millemberg-r, l.ianlard, Valer Ion.
Sabios.De Ilion, Mull-, naturalista ; Prevol'
do instituto ; Gerhardt, chimico ; Tarapanol, ptrrai-
co ; Azais, philosopho e phlologo de Bptiers ; de
Cullegno, decano da facullade das sciencias de Bor-
dean!.
Commercio c industria.Schsvilgu, celebre aulor
do relogio astronmico de Strasbourg ; Isaac Kic-
chlin, manufarlureiro da Alsacia ; Michelet, ban-
qiieiru era Perigneu.
Lilteralos e ccriptores.Visconde d'Arlincourl,
Henrque Heine, Ovide de \"aigorge, Paulo Rey-
Dior, Carlos Giles, Saint-Arnaud, Vctor Mopurgo,
Augustin Thierry, do ioslitutu ; de C-irr.herous-e,
Mole-Genlilhomme, Casimir Bonjour, Champeaux'
Maurice Alhuv, Pclissier Laqiierye, Villegardelte.
Jomalislas.Alfredo de Meilheural, ex-redactor
do Corsario ; Faar-, ex-redaclor da Coz do Poro ;
Cailard de Crochu, redactor era chefe do Dire\lo ;
Bommura de Bourges ; llippolylo Bonnemain,redac-
tor em chefe do Aube ; M. J. Bristet, redactor da
Gazela de Franca ; Fortunato Mosur, Paulo Au-
bailbe, Dulacq, ex-jornal-ta* ; David jornasla
lyonnez ; J. Claudon, jornalista demcrata ; de La-
lis, ex-redaclor do Memorial Agenais ; Adolpho
Adam, redactor da revista musical da Assemblia Na-
cional, msico compositor, membro du instituto ;
Raissac, fundador do Jornal de Marennes.
Artista.David d'Angers, Cari Ulschoet, discpu-
lo do barao Bosio ; Sappey, eslaluario ; Paul Dela-
roche, Bruyeres, Ladamer, Iliile, Duchesnes, Du-
coruel, nascido sem bracos ; Verdier, Theodoro
Chasserian, baiao Charles de Stenben, Siegler, pin-
tores ; Jazel, o melhor dos nossos gravadores a
prelo.
Msicos.Theodoro de Wifl composilor ; A.
Monlfort, compositor ; Jos Uonizelli, irmao do ce-
lebre composilor, chefe da msica do suli.10 : Wat
leau, A lolpho Finuagelli, Roger Fjnchon, l'au-
Cuzenl, Bordogni, Ciast, Fessy.
Thealro.Mad.imesella Gebbit, cantora da opera
de Mozart ; Derivis, primeiro baile da opera ; ma-
dama Alian De*preaux, madama Desbrosse ; mada-
ma Moreau Saint ; James Silvain, artista coreogra-
pho da opera ; Siinonnin, decano dos artistas dra-
mticos ; Achard, Dcgcmonol ; madama Vestris ;
Cazo!; Michelot.
Senhoras.Madama lllaull, mulher do minislro;
madama marediala Lannes de Monlehcllo, madama
SI. Germain, Irmia do marechal Bugeaud ; madama
viova Charles Nndisr, madama llelmine de Cherv,
poetisa genovesa ; madama Bixio, madama viuva
Armand Marras!, madama Ducoux, madama Labia,
che, mnlhtr do canlnr; madama Tlibeaudeaox ; o
irmtla lo cliariJado Rosala,qno havia mais de cin-
coenla eBQOSi Iralava doi pobres do bairrn de SI.
Maree!.
Centenarios.Auna Frix, 101 annot; viuva Ven*
lomera, d'Anverf, 102 ; Said-ETcndi, bobo do sul-
lao, liO; CUude Cbedonx, 113 Jenny llavivier,
da liba de YVight, |0t ; Htielvel, da llavana, 117 ;
Pitlra CeUerai, de Massa, 113; Anlonntelle, da
Marlinic.i, li ; .lean Salvan, jardineiro, 109 ; e o
pai Coln, dTano dos jardineiro* do Chcr, 103.
( Jornal do Com*
te ; nioeeotava de repilir ao imperador que era o
arbitro da Europa, e a imperalriz que era a mais
bella mullier do mundo. Dissereis que era um sjs-
leiin da parle da Pru.sia e da Kussia incensar us
no-sos soberano* para perlurbar-lhes a cabera. O
conde ksselefl h- um dos frequenladores mais assi-
duos e eis'das Tuilleridt ; he o diplmala mais es-
pirituoso, mais insinuante, mais delicado ; faz mui-
las vezes a corle a imperalriz, que serapre o recebe i
com prazer. Ullimamente ella diste-lhe : Sr. em
baixador, V. Exc. lem ramios compatriotas de dit-
rn-re em Pars, espero m'os ha de apreseular.
Aguardo as ordens de V. M. para submeller-lbe a
minha lisia.EiColha me e-peci.lmenle dausariuos,
temos necessidade delles. V. M. sera' obedecida, e
ou lambem dan-are, se for do seu goslo.
Parece qae as Tullerias, assim como nos saines
dos particulares, a mocidade nao gusta de dao-ar :
a-siin, os msncebo* que se enlregam a o*ta innoecn-
le especialilade sao mu procurados. Ih muitos es-
IrangOiroOi addldos de embaiadaa, que sao convida-
dos as Tuilleria* meule para servir de compirsjs
nasqiadiilhus e aquelles que nao execulam esie de-
ver. sao notados pelo grao meslre de ceremonias, e
nao Bflo mais convida tos. He de notar que todos os
joven- diplmalas de futuro, \.io a uma ronlradanca.
Todas asuptnies se agilain em consequencia na
eleiCoes geraes de 18j7 Os partios extremos que-
rem continuar a aboter-se. L'llimamenle houve uma
reoniao dos repuhli.anos moderados a que assisliraio
Julio Fovre, tioiidch'iiv., Grey, Carnol, ele. Discu-
tirn) a questao do escrutinio e do juramento ; as
opinuies furam mu divididas; emliin, depois de
Pars o escreve muitss cadas conseculi
lado para adverli-lo qoe scacauelasse.Esle fado'me
foi .coalado por uma loitemiaho digo defe, e qm
leu a resposU doarcebispo a e.i joven illoroinado.
O maravilhoto exerce ueste lumiem urr grande
pre-ligio ; as-im, nao espante qae te achasse em
Pars uro cerlo numero de inilivniuos que te oeeu-
pem em recollirr todas as pred c6es antigs e novas.
Se devemos dar crdito ao que aoaaanetoaa, achaino-
nos era vetpera de grandes aconlerinienins. \'nnt
Ihes >ii, pordala-o anno de IH."", oetras, o anoo
de IS-Vv. Oovi fallar em uma propiirci. nvuito cure-
le sa, escripia por um frade do -er .lo \ \|, e qoe de-
- pois de ler predlte a revulucao de SU. Napoleao I, a
restaurac.an. 18:10, 1848, os das de junho, anuunria
para IS>i orna horrnel guerra civil ; o incudiu de
Paris e depuis uma reslauraca i Ifgilimitla, que 4%.
rara :I0 annos : sera a poca mai brilhanle da nw-
mri-ln 1 : o fim d 1 seculu vera o iriumpho defiruli-
vo do sorialisin.....Tenho muilo poura proprnsan
para o niysticitino, conle-so-o luirail lemeute 00 a-
pocalvpse|ha sillo serapre hebreu para mim ; mas
ao he noceesarie ser aquecido pelo sopro do Hem
para prever urna rcvoluc.lo prxima. (I eslado dos
e-pitos em)Franca e na Europa o odio surdo dos par-
tidos venedos contra o parudo tiiumphinle, Indo
faz presentir que ama lula lerrivrl i-I,' mnneole.
.Mas quando vire' ella? A quem p-rlencera a victo-
ria ? He o segredo da ceo qoe nao he dado a mu-
guen) penetrar. Ojotmem se agua e Dos o guia.
7 dejaueiru as 5 horas da larde.
Uoutem leve Jugar a segunda reuniao da confe-
rencia e o prolocollo fui assignado com a
etoeataio, pulque as difficuldades que se 11--
iiIiiii sosritado na primeira ses*;io for.im plaina-
das por va diplomtica. O praso pari, a evaetsaejo
domarNeg'oe dos principados pela Inglaterra e
ama discu-*ao mu animada, decidiu-se que o par- I P'la Aiistiia fi litado pac SO de mar^o. Julga-__
lido republicano moderado lomara parle na cle- I que uma lerceira confereiici lera lugar em abril so
(oes ; mas que os candidatos e*colhdos se apresen- maio para regular a que.Un mu delicada da vr-a-
lariam a"te o corpo legislativo para recusar o jora- I uisai;ao dos principad js.
ment ; deciilio-se, alem disto, que se nao escolne-i As carias particulares d S. Pelersburgo follara
na para candidato nome algum que repellitse a I mu lougamenle na paixaodo con le Morny pela
bandeira vermelha. 1 princeza Troubelvk .\ que vm ac.bar por ar ceee-
Assevram que a duqueza de OMeans. pelo inler- ment. A priaoexa Soplua Trobelycoy he urna mora
medio de M. Thiers, organsou.era Paiis e em al- | L-ee o segoinle na Inepen
PARS 7 de janeire de 1
Osuno de 1857 Catitea como acabou o atino de
IRjti, deixbudo a lilaaeao poltica da Europa na
mesma incerteza. Da-se um laclo constante, lie que
a* antigs alliaur;as leudem a dis*olver-se. e que pro-
curan) fazer novas, que os amigos se acnam era ves-
pera de lornar-se inimigos e os inimigos amigos.
Depois de umitas conferencias, de concesses reci-
procas, o segundo congreso se reuni afinal a 31 de
dezembrn no ministerio dos negocios e-lrangeiros.
Pen*ava-se que como o protocolo fura ajustado de
anl-m.io. sena lido, approva lo e assignadu ua mes-
ma sestao : 11A0 acoiileceu assim; 11 estada de irri-
Ihi_,|o dos espiritas poz lado em duvida. Quando se
leu o arligo do protocolo cnucernenle asaova direc-
c.io das fronleiras russss, o conde de Hrunow, pleni-
potenciario da Ru-sia, declarou que reconhecia a
exaclidao desta nova linha, e que a aceilava, lord
C ivley rrspondeu-lbe de urna mam-ira mui virulen-
ta: V. Exc. tarabem reconh-ceu a eiaclidao ,la
primeira linha, na ullima conferencia, e tolavia nao
era exacla ; per;o que se acrescenle que esla nova
linia sera' smenle leliiiiliva, depois de /ai/u 00-
ri/icarao doslugarei. E-le alvilie fot parlilhadi
por M. liubner pl-iiipolenciario da Austria e pelo
proprio cunde Walewski. i) cou-le de Brunnw in-
-1-.l1n.10 cora eueigia. paia que a conferencia li\a>s?
um prazo a evacuadlo do mar Negro e d- s princi-
pados pela Inglaterra e pela Austria. Cerlamenle,
depois de feita a ceri/corito, acrescenlam au mes-
mo lempo, lord Cuwby e M. Hubiier. le evidente
que esta* palavra* eram po-tas ah smenle > re dai
um pretexto a' Inglaterra ea Au-ina para prolon-
gar a sua oecopaclo. O imperador Napolele que
quena, por amor pror/rio, a reuniao em Pars da se-
gn la Conferencio, s obleria isto com esla condicao.
gC-miencioiura se ua primeira se-so, que para
nao por o publico na confidencia das eplic*<-oes om
pouco ivas, bocadas enlre us plempoli 'iarios.0
processo verbal nao dara cunta da* discu*so>-s, corno
no protocolo da primeira conferencia. Assim, quan-
do, segundo o e*tvlo, o conde Walevv-ki enviou a
cata plenipotenciario urna copia lith igraphada da
procesoo verbal da primeira tsalo, qual nao loi 1,
espanto de lord Cowley e de M. Uobnor, jvenlo
que a cciiv-in-io n,lo I In sido ob-ervada, e que
alera disso, se liuha om llido de proposito, de meo-
gana deparlamenlus, uma commissao eleiloral, de
accordo com nma pon-ao do partid) republicano
moderado repnsenlado pelo Siecle. O seu lim *era'
fazer elrger depoladoo que, n'um momento decrise,
l**iii'-11 a iniciaiiva de um movunento conlra a iiy-
naslia napoleonina, e pecara, ouiuma regencia, ou a
asceneJIa do coime d Parlo. Eis ahi porque raffeu
o Siecle e o Journal des Debis que representan) us
intereoMS da familia de Orleaus, publicaram um ar-
tigo no mesmo da, em que rernmmi 11 nv.im aos
sus asiguan|es que lumassem parle nat elei^es.
Quanto aos legltimistas purot e aos fusionistas, per-
sislem 110 svslema de absleucao. Dizein com relie,
que o pequeuo numero de depuiadosque enna-sein
ao corpo legi-lalivo iiao poderia servir a' causa mo-
narchica, que pelo contrario dariam desl'arle ao re-
gimen actual um carcter dade que elle nao poderia ler, que o governo napo-
leonino vajy 1 1 o direilo de dizer a afio : as minhas
insliluicoes sao constiluconaes e liberaes, pois que
tolos os partidos os aceitara.
Pela sua parteo governo nao dorroe. Todas asprc-
feiluras e sobprefeiluras foram alteradas, purifica-
das. Todos os empregados da ordem administrativa
suspeitos de ser le.iii-ni,;.!- un orleani*las, sao revo-
cados ou enviados para oulras residencia-. Mas estas
deporaefieo se fazem moilao vezes com mais /elo do
que iulelligencia ; algumas vezes lambem o minis-
tro os laz-ervir as suas pequeas viugancas pessone*.
Foi o que aco-ileceu na ultima modificaco piefei-
lunal. e i-i arlo de rancor deu ligar a una scena
bastante animada.
M. iter r.I, prefedo do Itere, foi enva to para os
Deux SeOre*. preleilura de ciaste inferior. Cumpre
dizer-lhe, que SI. B-rard, amigo redactor do o Na-
cional, he hoje um do* notsos mais ardentes bona-
parlislas. Furioso por causa de uma mudauca que
e p 1 leu c 111-i lera.- como uma desgrac, coireu a
Pars, fez-sa iniro.hi7.ir 110 gabinele de SI. Bill.ull,
minislro do interior, e disse-lhe : e ult-ma aqu, se
tibor : vira a Paris para dizer-ltie pessoalmeule, que
o S'U comporlamenlo a meu respeito be indigno;
mas nao ignoro o motivo de*la remocao. Quando
eu era secretario da assembla nacional, o aeuhor
prononciou um da um discurso mu revotiiciunariu;
quando deseen da tribuna, nao pude couler a miaba
indignaban, n Ihe disse ao ouvida : o seulior Bil-
laull, he um f.... canalha o senbor nunca perdnou-
me esla phrase ; eis porque hoje me lira a vtuha
preleilura ; m*s nao quero aquella que d-me, Ira
go-lne a minha demissiio. e, a)nda repilu : o Sr. Bil-
laul1. he um f.... canalha !... o Julgue do efleito que
devia produzir eslaapostropbe violenta ao ministro;
0 agora he um negocio enlre miin e o imperador. Ili-
rige-se s Tullerias, e consegue obler uma audien-
cia ; narra anda lodo trmulo ifscena que acaba de
ler com M. Billaull, e declara ao imperador, que
nao actuara' oulra repartido, que nao a de ser rem-
Ireitado na prefeitura de lsere. O imperador leve
orando diflicul.*ade em Iraoquillisar M. Btrard, e
Ihe promelleu reparaban.
Todos o nosso* grandos financeiros recenlemente
enrequecdos parecem querer monopoli des folhas polticas para emprega-las Das suas espe-
culacOes. O bauqueiro Delamarre he desde moilo
lempo proprielano da Palrie ; 11 JU. Mires com-
prou o -m: irioiiei nio Pay, a M. Mdlaod
acaba de pagar a SI. Emilio de birardin pela sua
parle d, ,, Presse 8.VI.0O0 f. ; M. Soler offereceo
' Eduardo Berln pela metade da
- Journal des Debis ; mas a ne-
rou-se. Mi fallo das folhas pora-
liras, cujo algarismo excede a sessenla,
^eilencera a diveisas cl.isses de especu-
ladores. A venda da o Presse o foi o motivo de
uma peqoena Kena mui cmica enlre SI. Mires c M.
Slillaul, dous antigos amigos, oa ante* dous anligus
collega*, que a fortuna lem indi'puslo de alguma
-orle. Onec,, Slillaud linha conferencias rom SI.
Eindio de Girar.lin acerca da c. mpra da Pre*se, o
SI. .Mires *e achava em Madrid, para ir. ir do em-
pri-slimo hespanhol, que Ihe foi adjudicado. I ni
despacho lelegraphico o adverlio db qae se pa*sava.
Nao querendo dellar entre a* talos de um riv-l orna
rmala p-rig*a roma a Presse, o man iinnieilial inieni- an seu represenlanle em Paris, pa-
ra oderecer a SI. E. de Girardin o prec.o queqoi-
zer por sua* acees da l'rcsse ; o mas o despacha
ehogo muil" larde ; o )iegocio c-lava concluido. Em
sua volta a Pan*, SI. .Mires enconlra SI. .Villaud
no Gvmna-io em a uoile da primena n-pres-nta-
cao de Verrou de la Reine,comeda de Alexan-
dre Du >.as, pai. Amullidaoera numerosa e esco-
lliida, era a flor da alta sociedad', das financas O del
arles : Si. Slires sauda a Si. Mtllaud com eooa ur-
banidade de forma ede lingoagem, que caraclerisa
cabalmente os nossos especuladores modernos, Ihe
diz : s um imbcil por ler comprado a o Pres Imbcil responde M. Sldlaud, recuanlo dous
p ss.i* : nar-se-ha qu repules um aerionisli dos
Portas de Marselhti He ama das empreza* do M.
Mires mal* desa-lrnsa*... para os seus accionistas.}
A halla liaba penetrado na peilo: Slires trata a Slil-
laud de insolente, e*te u (rala de ladra.) ; as benga-
las se levantaos, e das palavras jj.i-s.iiii a pancadas,
quan.l > aleono siuigos se cnltocam entre os dous,
potam SI. Mino para um lado, M. Slillaod para
outro, e us ron tuzem para evilar a iulervencao es
candab.sa da polica. E-la farca ha entrelidu moilo
os salos e os cafs de Pars; mas como os norteo
sao os dispensadores da publicidade, a imprensa
guar.lou um silencio inleressado sobre as loucuras
dos seus pairnos.
r
Os aTonnost^-imenlos de 'uns orrip.ndo* p-'lo im-
pordor com mu nUiito poliiico e Je vaiilx-de ps-
nal. ronlimi.trn prodam fruclos .unir:"' p-ra a
r 1 >; 11 <;":-'. A dada de I'ari corvada deluio in
pr-o posios |r!ft repara-Iota .)s direiios ''e eolradi 114
itfjis-i s~o arracadadoa des'Ie primeiro de janalro.
aie.n uisso, se iiuru o, irao as proposito, ile me i- *"*"- '*-*- -" r..-o*-- ~- j... ....
c.ondf que o conde Walewski liaba parltlhado a i A a^S1'" '* ,,p l5? fr. pnr anno. A eilr..da
._ .... .....i. .. .-9_ ........ .. Ja I- 11 1...... .1- a..
opiniao dos pleniptitenciarios in^lez e lu-lriern, a-
cerca da phrase a-re-cenl-i-ia : de/mis de frita a ve-
rifitafSo ni* lugares. Al.mas |ie-soat al pretei -
dera que o proeetso verta] arrnnjado pela conde
Wale\v-ki lisava um jirazo a' eoacoocllo do mar No-
cro e -los principados pela Inglaterra o Aoslrie.
para o mo Miaante be de l.fr. O furor da es-
pecalacao iu-niiioii-'c de tal sorle )>o oonaae pari-
siense que lep .i* de lerem bradado,vociferado con-
tra a illegellid'de de.semelhanle imposto, ac ibaram
por snbm..ller-lbe.
cabellos loaros, os olluia e as soinbrancrlhat prela-,
di/em que eclyps.ra a Imperalriz. O coade do Mor-
ny esta lonco e -nromnieiidou pera ella, em Pars
om collar de 1 jO.OOl) fr. A princeza Sophia af lean'
por fortuna a sua f'.rinosura. t) seu nescimealo lem
alia anelosia Com u in cunde de Morny. A atii,
de nome Peehioe, sendo dame de honor, foi eeoo-
Ihida p-lo impeador Nicolao ; dihi 'esultoo para
ella um esle.lo inleressanlc. O imperador mande*
chamar o principe Troub>l\l..iy, ealio capillo das
guardase Ihe propoz casamento com madameselio
Pouchine. U principe Conseulio, mas dis-e que qoe-
ii partir para o Cauc-so, para onde o.hirio na
mesma noite das vnndas. Depois nio trrnoa mait a
ver a molher. A crianca fui educa la no instillo
das meninaa nobres, tob a tutela ds imperador, e da
imperalriz. He a princesa Supina, noiva da canda
de Morny.
PERBAgBCO,
PAGINA ftVULSA
-Voi'/e do dia X\ do /erereiro, 10" annirersario da
installaro do collegio das orph&as.
No da 2 de fevereiru de 1847, o r.-preside) -
le e conselheiro Antonio Pinto Chicbr-rro da li-nu .
levoo a e.leilo a n-t^llac.io do collegin das orpniaa,
em virlude da le provincial n. 1K. do I- d< abril
de 18S6, com a lmis,io de 32 or, tiA.t do diver-
sas idade* e qualdades, uma directora, ama pcofes-
sora de leilura e grammalica portacue/.i, ama do
costara e cinco serenles e dous preUt,
Esle estahelerimnlo foi fundado interinomenle em
uma casa particular em a roa do Aurora, o por fal-
la de om oulrt e.lilitio melhor, (eme alli ron-er-
v-do al boje, com grande deuimenl., senda mu'.,
para desejor qae o soverno f.; edificar uma casa
com as propmces necessarias, e em lagar que oe-
reca uma bella cerca para recreio dat educan
das, ele.
Por vezes, as transadas administrac&rs do patri-
monio, leem levado ao conhecimenlo da assembla
provincial, e mesmo do governo da provincia, esla
falta, c nada de resoltado ; e de prsenle, o conse-
lho administrativo do mesmo palrimonio, em sen
re,torio, que fez levar au ciinhecimenlo do Eim.
Sr. conselheiro Sergio Teiteira de Mace lo. para ter
apresrnlado n assembla provincial; enlre oatras
mull* cuusas, ii-rnoii a pedir a cunslrucrao des-a
desejado predio.
Actualmente esistein Til educanda*. 2 pensionis-
ta-, 1 directora, I subsliluta, I proles-ora ds leilura
e grammalica porlusaeza, 1 dila de costara o bor-
dados, 1 srvenle que erve de por! ira, uma cozi-
nheira, 1 lavadora e 5 Africanas livies; alem de I
capellao e um proressor de saode, e, pelo defici-
encia do cofre, ou para melhor dizer. das roneos do
palrimonio, nao lem podido ser provida a cadena
de nm.na vocal e piano.
Nole-se que ele ealabeleeimenlo iie filial do dos
orpha.is, eiistenl^ em a icreja de Sania Thereza de
Olinda, e que de eo palrimonio se sostena, o qa!
nao ezcedendo de Iriuta e um conloe o Untas, cea
rendimenlos de predios orbinoo, rsticos o Bros,
nao clie ;,i para fazer face os despeino de na e oo-
iro Collegio, como ludo consta do rolalorio allima-
menle apreseulado a S. Ese.
Foram apresmladas "K orphiaa, a saber : i3 da
primeira clas-e, -21 da secunda o 35 da lerceira, to-
das trujadas de vestidos e roupinhos broncos, com
capellas de flores brancas: as do orimeire dse,
c imprebendem as orphaas de I a '.I annos, as aoaeo
eslavun d tarja amarell.i ao tir.n-, lio. com o a. I da
sua dioso; as da segunda, de 10 a li, com larja
verde, e at da lerceira, de 13 pare cima, com larja
cor de rosa, todas assenladns em forme e por suat
eloooeo, em ca.ieira. e lOiobiBso, na sala qoe servre
Je exerricio das aola, pao ser a melhor qoe oiero-
cc o primeiio aatjaf do edificio.
No lopo della se a li,\ i collocado a efilgie de S.
SI..o Impera lor, por baiio de um tobre-cea de se-
da verde e ..i r-li.1, com corlinados das metmss fe-
zen la, e confronte o retrato do ex-presidenle Chi-
chorro. por ser a fundador -lesle eslabelecimealo.
A sala eslsva soberb.irnenle decorada, com corli-
nados, consol is. vaso* rte flore, uro luslre, e mal-
la* eadeirao, n'emelaao dela. p nboras, do presi lale e membro do roaoolba ad-
minislraliva, em uinn-rn de tres qoe -islirsm.
^ Na primeira sala <1a entrada, que erve do %r\% da
vi-ilas e recepc'io das p-*ois que se dirigem a fallar
a directora e mais p"-"a do esiabelecimonle, tt
achava coliocada un.a mnsica marcial, compesta da
t'.i orphaos. que foram do enllegi.i de Sania Th-ro-
zi, e boje aclua'menla na orinal de mariuha, para
onde furam retneltido, em fins do aone proum*
passado, para aprender-n) all uffirios niecanic, a
apercicoarem-se na msica, os quae* locar, m moi-
lo linas neca>,*em relacio a suas idade e lempo de
estado, sendo dirigaos por seu professor Simpli-
cio <1 Tal.
Esla saja esleve icoalmrnie hm decorada, ser-
vindo de recep^ao ao grande concurso qoe compa-
recen ao acto.
As pon,,* que desla sala e oa da espolia, dio pa-
ra a dos ejercicio*, onde esliveram as orpha, es-
lavain cun seiiliiiHIa do corpo de polica, para ve
darein a enlrala de hnmens. ,
Ao la lo ilicpilo daquella sala, esla collorado n
OMtMie ou capaila da casa, ricamente ornado, com
om magnifico quadi-o da virgem na radeira, ramo
llore, follas pela orphaas da lerceira else. "sel-
le se celehrou. 7 I, horas, o casamento de ama das
orphaas da lerceira r!w, .le nome francisca de
Paula Cavalcnti de Albuqu-rque, oro Mnoel (ion-
calves de Barro*, naUtral de Poilugal, e-labelerido
rom pad na nesla cidade, cunlando cada um doe
utiente -_'| amos de Idade.
Presentemente, jase entregaran) 21110 liilhcle de
Lord Cowley e SI. Iluboer declarara, que nao DO-1 otsignaturas. A* entrada! a 1 franco se arre-adam
dem aosianar lemelhante pro*-e*sa verbal, autos de
conimuuirar e*ta eircuro*laiica ans seus governos.
A* cou*as se achara nesle pe. Lord Cowles. e*ta' em
um eslado de irritando quo nlo pro.-ura dissimular.
O que o preocupa especialmente, ueste momelo,
lora da confe,enca, he o aviso que recebeu de boa
fjnle, que depois da as*ignatura do protocolo, O so-
por meio do* Inrnifljeeleo que ah fonecionava-n o
auno paseado, em lulas a* porto* da oipooieie uni-
vcr*;:l. Para se Vinojor de SI. Hans-iiHii, prefeilo
doSenaqaoheo inventor deoto nova iroposio, ,s
freqaenladoreo da bolsa o d"n.>mii>arm o tiuro de
Torniqucir. Animado p-lo seu bomeiilo.U. U a aso-
man oindo medita alguma- tasa nova* que nievfa-
A menina cnlron para,, collegio em U de jolln
de ISiK, .oh a vire-presi,lpnria d Sr. I), mingo
M< laquia* de Asmar Pires Ferreira.
Foram padruiho*, o vice-presidenle do rnnselho
idniini.lralivn llr. Joaquim Jrse d.i Konsecs. eo
Ih s nniro Jo-qinm Preneatro Doarlr, e madrinhas,
idiirctura do collegio e a mullier do momo Dr.
roncea, e o raneUta da caa, o hachare) Pedro Ja-
s .Nones, fui o sarcr-lole que o eji-ou.
iVindo o acl. os ooisos so dirigirn) a S. Kxc. a
comprimenla-lo, e a nei\a beij. u-lbe a mo em
at-rodecimento
Ao acto do ca-anicnlo r-lavom preenles a blha
de S. Exc., a borOOteao, como m-peclora- daquelle
eolabolocimenlo, c nutra* mullas --ulior.i* dt.lmrlas
e cavalleinis, entie u* onjooj se achava o mi -o da
Boa-VtelB.
Caarlntda a ceremonia, o* noivr.!relirar..m--e em
carros a sua casa, aroinpanhado* da mai e padre*
da iioiv, algumas senhoias. e -enloies do ronheci-
O anno de lS-,7 foi inaugurado por um crimr '"e"[a'U !'"'"",'' "A" ai.or.iiu.v-1, inaudito, ,1, ,oe Oio ho evemplo eajMf "*-*"? j* eoneolho .dminislralivo. por M
mcnlo ..o discordia para um futuro bastante prjimo., tola a hhlori i da igreja calholica. \ 3 de iaooirn ar .' ,.'1r''<'',"' s- l-xr- n,,e "'"" """'" "'""*- .
O negocio de Neufchalel eleve em vespera de SLr. Sib-ir. arcebispo de Pars, n.mecav* .. nove- V '"'ll'lf '}" ufI'1""- V*" ****. "I|M.'<> g-
(erminar-se por uma guerra enlre a Suissa e a Pros- no qne e faz lodos os anuos em Si Vlieun- du 11'"',"" s"la "Pl>-ia d.e. everncio, esleve mallo
Sloot, en. I, nr. de S. I.en.veva p,.,r,,eir. de P- 11^252!' "" '" 23 ^STSZ^I
rio. cijo lmala he lido rom grande veoerOCls ne- | ",.e5;,, *" I"'""" oc "*! d' .* *
verno francez devia publicar, no Moniteur. um ar- r5o rir a popular In parisiense ; oulra que oslal.elcee
ligo em que declare que ua guerra do Oriente, u9o | um direilo de entrada para o ll.is de Boulagne, ;.,-
Aoucc cencedares nem cencidos, lie evul-nlemente i dos o* dias da -emana excepto o d mingo. Por piuco
terdirla
uslificr
nuucc ctwaHtorea nem cencaaos. ue eviu-niemeiiie Uos o* das ,]a -emana excepln o d mingo. I'ur
uma ooaeessio feita ao amor proprio de Kussia. A I que islo rouliune, a cidade de Paris sera inl
Inglaleira Dio quer consentir de manoira alguma a qualquer individuo que nao poder ju
n'uma declaracao semelhanle, que con. fffeilo sii po- um ron lmenle de O mil libras.
dorio servir
no Oriente.
para animar as us11rpa5f.es dos czares
Como s, ha Dista cluai-ao muito fer- '
ia ; anda nao se coucluio nada, mas ludo indica
uma .incoo pacifica. Como o conselho federal nao
quiz entregar os presioneiros realistas, sem que Ihe
garantiste a poste de Neufrhalel, os dous partido* te
preparan) para a lula. O enlhosiatm patritico ha i fiis ajoelhsdosem sus passagem, quando de repen-' Subi do->e aeeounda e terrtiro andar da .aso.
sido geral na Suissa, e sem duvida ncommodou a te um humera se precipua sobre elle, segura o com I oa duas sala* d. frente. elo c. Mocados as dermi-
ol-rei da Prustia que oao eoconlrava a mesma dis- am braeje vigoroso e com o outro Ihe crava um pu- | lorio .as orphaas da segonda cImhc, em numere
poss5o enlre os seus subditos e confederados; assim1 nbal no corajao. O prelado alca um grilo hoirivel,2 I, com comas d lonja com armonio, lavatorios da
..-, ...j~ ,w........ ..c i'.iu i,mii gran ie vener.ic.i.) lies- .___, .....: ....
la i.eja. Era.n qui ,-,- ho, ,,, ,rd-. a pro- '"r ** "",n P'""-'''" fUbele^'"K
cessao enlrava no coro, o arcebispo abanco.ro lJ-*"ve b.*i..n.e illum.tio.....
MUTfCSDtT
ILEGIVEL
- '


DIARIO DE PERNAMBUCO, QUINTA FEIRA 20 DE FEVEREIRO DE 1857.
madeira, enverninda, baca jarro de olha lm-
ber. envernind. espelho cabida, penle*. eicovi-
oha a lo.lba.de roaio.
A cama eait.varo bem ornlas, eom coberias ae
boa rhila, e assim, quauto a roapagem branca.
,V frente deste ilu! dormilonas esln' um bom
quarlo de ama da prufessora, que serve de viga.
Tuiloeateve bem illuminado.
Na sala opposta, he o dormitorio das orplias de
lerceira clasae, em numero de 32; debaiio da mes-
,, ordem que aqtiellr nutro-, leudo Uinbem urna
oulra profesora a testa.
jonto a ente dormitorio est a enfermiria, cor
falta de commodo que oflerece s cana ; felumiTtile
nao havia all urna s enferma : slava liinbem em
nimio boa ordem.
No lerceiro andar esta o dormitorio das nrphi.i-
da prinic.'.i classe, em oamero...., ao p do qual se
acha n quarlo d oolra professor; com o mesmo
asseio, limpeza e arranjo dos antecedente!. Tem
mls oni qiiarlo que serve de Upenia, e doos mais
pira oulrus ini'tere.
No pavimento terreo, tem dous refeiloros com
dous bas mesas e bous assentos: as mesn estavam*
bem arraojsdM, e as salas bem illumiuadas. l'ouco
tdianle esta a grande coiiiiha.
Teve de tutes internas nas salas, oratorio, dormi-
torios, corredores, escadas, recitnos, enfermara e
arco d casa. 210 de velas de espennacet, alem de
10 dita de cera que ardiara no altar: eiloriormaii-
le, em globos de vidro pela varanda e janellas, ha-
ivm 30.
I.einbra nos diier qoe, findo o hymno, cantado
pelos educan los do arsenal, segoio logo ootro, can-
lado por is das educandas.
He deste eslabelecimenlo. de coja administrado
e relimen, disse urna commisso municipal o se-
goiute. :
Este estab-lecimenlo existe em nqja esa part-
i cular, que boje tem encllenles commodos; estao
nelte 4Sorphaase :1 pemionula: o atrvico be
(i feito por qnalro pessoas, sendo 3 Africanas livres;
est prvido de ludo quanto be naotssano, con-
serva-secnm bastante aceo e limpexa, e comi-
da. qoe se di as meninas, lie de boa quaiidade.
__Pede-se ao Srs. fiscaes, qne preslem aUumi
allencao as caas de pasto, e em particular do K.,
wbru ama casa qoe tem por UluloHotel, na
ra qoe nSj tem tramilla para observar as porcarlas
que all se dao para comer, elementos corruptos e
ptridos.
A qnm compete.Consta-nos que um corpo
deportado em urna capella, na Ireguena do Reci-
fe, travessa do A..... sendo este depositada no
da 19, a sete horas da noite, sotteve pissaporle no
dia 20, as 5 horas da tarde, pin 'o aquelles que por
all passavam, na carreira : era' islo aevido a lal
moda I.... que por algainas dividas fosse csse pobre
embargado depois de raorto
Ale (mnima.
respondenle nao vio senfto d.-pnis do assassinalo,
urna hora mais, ou menos, no eoaeabo Jemsalem,
E eojno nada mas foi perguulado, nem respondi-
do, assigna o presente auto 1-mael Cavaleanli de
Mello, por o inesino respuiidenle nao saber escre-
ver, depois de lite ser li lo, e adiar conforme, o qual
val tambem assisnado pelo capilto delegado, e ru-
bricado pelo mesmn ; de que tuda dou fe.
Eu Joao Afl.iii'o R-mieira, escrivao qu o esrrevi.
Francisco Antonio Carvalho.Iimael Canalcaoli de
Mello.Como lealemoolia. Jlo Uainasceuo Bar-
ros.Como lesteinuiilia, Jos Jo.iquim Corroa de
Aramio.
E'la conforme a o proprio orSinal, ao qual IB re-
porte. Villa de Seriiib.Vro I i de fesereiro de 1357.
CORKESPONUENCIA UO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Victoria 22 de fevereiro.
Com quanlo por aqu pouco lenha apparecido,
que mereja as honras da poblicidade, lodavia de-
vendo cumprir com o piemelido, desse mesmo pou-
co vos farei alguma remesan.
Na noite de 19 ao som da mnsiei marcial com
grande e lundo acompanhmenlo percorreu
principaes ras desla cidade a liandeira do marlyr
S. Sebastin, condnAda por joven decentemente
vestida, que cmn as su-s melodiosas voies entca-
vain os versculos de licados lo loriuso santo, cuja
festividade lera lucar no da Io de marco prximo
sob a directo do thesoureiro'o Sr. Juliao Anlo io
GoncaWes l.ima, que prere-nns, segundo o que ja
observamos que pretende apreseolar mi acto digno
do ubjecto a que se dirige.
Mi) h.iuve um motivo de desgosto ; reioou a
ordem.
O Sr. lente Joaquina Fahricio de Mallos, com-
mandante do destacamento e subdelegado do pri-
meiro districio, passando o exerricio deste cargo ao
Sr. alteres tiemblo de Barros Coelho, quinto up-
plenle, entrou no exercicio do de delegado de poli-
ca deste termo. Este, digno ofllcial na 1 tem dei-
xado a desojar sobre as suas maneiras tralaveis e p-
timas qoall lades. Dos o conserve nst nossa Ierra.
Esta designado o dia 25 para abertura d.i primei-
ra iouSo do jury deste anuo. Nella funecionara' co-
mo promotor o Sr. capillo Jm Severiuo Cavalcanli
de Albuqoerque, advogado provisionado.e que exer-
ce este cargo interinamente. Aguardamos a sua
conclusao para eulao noliciarmns o que occorrer de
notavel.
Com prazer vos annoncio, que as intrigas desls
Ierra se vo acalmando. Dos qneira, qoe por fe-
Iii ti e nosss, ellas nao reapparejam ; e que entre
os victoriebtes reme aquella fraternidad que alme-
jamo.
A faira de sabbado M baslanle concorrida de
povo.
Vendeu-se o alqueira de farinha a 7JH80 ; o de
millio a 90U0 ; o de feijSo a 319.160 ; o de mamo-
na ou csrrapalu a HjtKK); arroba de carne vul-
garmente dila do ceara'a 7-368U; a do bacalhao a
i?>480; a da carne do ertao a OJO. Reuniram-
ae 506 caberas de gado e destas apenas licaram .iO
por vender-se.
Este gado f-i vendido na razio que a carne do
gordo fose talhada a 58000 e a do magro a 39200.
mas os non do marchantes nos iinpingiram iqui a
carne magra alie 16 patacas e a gorda a 'O. E o
qoe fazer, onde nSo lia oulro recurso ?
deus, at oulra vez.
O tirloriense.
(Carla particular.)
O escrivao. Joao Alfonso Risueira.
JURY DO RECIPE.
1.a sessln.Da '2i de fpvfren'O de 1857.
Presidencia do .Sr. Di. Silcim Caialranti de Al-
butju'er.'inc.
Promotor publico luierino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Re.
Escrivao interino o Sr. Manuel Corr-a Comes de
Almeida.
Feita a chamada as 1(11|2 horas da manhaa, acha-
ramse presentes :ii aoojiorea jurados.
l'oram moltndos em mais -iOjOOO rs. os senhores
jurados ja multados nos das antecedentes, e mais os
seeuintes senhores :
Joao detallo de Abren,
Francelino A meneo de Albuquerque Mello.
Antonio Pires Ferreira.
Severmo Itandeira de Mello.
Edoarde Firmino da Silva.
Francisco Rodrigues do Passb.
Dr. Francisco l'ereira F'reiie.
Nicolao Tolenliuo de Carvalho.
Sendo iomi:1 i oto o numero de IV senhores jura-
dos prsenles, o Sr. juiz de dircilo intertuo procedeo
ao sor lo ni d mais H jarados, e sahiram sorteados o
senhores seguiutes :
Bsrtholomeu Francisco de Souza.
Joao R.iptista Rihelro de Smiza
Manoel Joaqiuin Comes.
Manuel Perefirinu da Silva.
Brasiliano de Maualhae* Castro.
Manuel Coelho da Silva.
Frederico L pe Uairr.arlea.
Silvestre Peroira da Silva Gaimirle*.
Vrenle Mendes Wauderle).
Joaquim Rolrinurs de Aloieida.
Francisco de Paula (ouvea.
Joao da Cunta S<>are Gaimaraes.
Dr. Franciico de Paula Salles.
Antonio Carneiro Machado Hios.
Cnioliiiio o sorteio o Sr. juiz de direilo interino
mandn pascar mandados para as notilicacoes dos se-
nhores jurado sorteados, e supeudeu os trahalhos
as II l|j boras, adianilo a sesean para o da seguiu-
le a 10 horas da manhaa
REPAHTICAQ DA POLICA.
Occurrencia* do dia 3t de fevereiro.
F"oram presos : pela delegara do segondo dislric-
lo dele lermo, Fr.ncisco de Birges, e Severiuo Jo-
s de Torre*, ambos por ilesoroem.
Pda sublelegacia da freguezia de Sanio Antonio,
Rita Mana dos Prazere. por desobediencia, e o
portoguez Jos da Ciinha Porto, por desordem.
Pela sube'euacia da freguezia de S. Jo'. Joo
(onoilvos Je Souza (immaraes, Jos Francisco da
Silva, Joao Antonio de Otiveira e Francisco Xavier
de Souza, tolos tamhem por desordem.
E pela sublelegacia da frpgoezia dos Afosados,
Antonio Manoel de Almeida, por ser encontrado
com urna faca de pona.
licando-me com o resto, e somente o crescido medo
que eu linha daquelle grande ci.ladno, me levara a
ler um lal proredimeiilo. Pois bem, he o mesmo
lesteiniiuho do Sr. Raposo, que eu in\oro para vir
desmentir anda a calumnia do Sr. Machado. Te-
nho'eu escriplo ao Sr. raiman Seiafim Raposo, pe-
diudo-llie,declarasse.se algura dia me esrrevro elle.ou
inte, ven em negocios de gado do major Raymundo
em respeilo a nina garrota que se achava em poder
de Joaquim Themolheo, vaqueiro de Corraliuho ;
respondea-me que nunca interviera, oo me e-creve-
ra acerca de lal negocio (3). For eu informado pelo
mesmo \aqueiio qoe nesta li/.-nda ap|iare.'era unii
arrola, rujo ferro nao era r inheri.lo, e depois,viudo
a mi ni. i casa um moro com una oulra :.ai ta que
linda o mesmo farro, man.lei. e elleclivamnile se I lie
a enlreuo, eo gado della provoinente. le anida de
notar que o ine>'o qne tive do Sr. Rapo-o. rnuin di/.
o Sr. Machado, me Aiesie entregar aoinenle parle e
n.o tod o gado, fruoto da dita garrota. Desi'arle o
Sr. \lach.ilo inventi, e adultera farlos para altr-lnr
sobre mim a odtoaidada publica, e fazr vacillaote
uina reputarao que leuho piocurado linr.r.r a cusU
de beniosoa sacrificios.
Nao salisfeilos alada da maltidao de injurias que
contra mim voinila, COI da a sua obra do maldade
C' m a narrado seuinte : di/, que proteg cu una
moca que malou o seo marido, e i|4jr esta fura he por
men protegida, e hoje mioha imn, leudo por fin
talvez extorqoir-lhe, ou roubar-llie algoma cous-
qoe possue. E'te fado de grave ponderaran, he o
seguinl" : l.uzia Maria da Conceieo. assassinou o
seo marido em lempo em que era delegado denle ter-
mo o meo tinado cunliado Joaquim Baptiste, e sub-
delega lo doqnelle di-lricto de S. Jos o majar Spe-
Idigo, o qual saben lo do delicio, a leglo at as im
roediacoes deste termo em l'ianc, e hoja se nao sa-
be aoude existe. I', uno pois protegera eu orna mu
Iher que fosse amasia ininlia, e de cuja residencia
lotalinenta se ignora '! Tudas estas impularoe. va-
gas me fnraiii atiradas a face, pelo Si. Machado,
se lento de viuganea, emprega contra mim os ma-s
vilenlos, e infamantes epilhelos.
Taes injuria, e cilummas, scliariam um enrrerli-
vo na I-i, se oulra fosse entre nos a io-> o-alnli la lo
da luiiircilsa.
A minlia 11 avancid.i idade, e a conl'nnoa.quc 00-
Iro da r ns ler o; io e estima, que me votan metis a-
migos, e todos aquelles qu de perto iprerjatn o ineu
prvcedimento, sao sullicientc garante a honeslidade
dos meus sentimenlos. Anida assim o meu aggre-
sor inju-lo por mim, seria provoeade a vir em- jotto
justilica* em face dos documentos, qoe rnntra-tam
a sua ai*cu-irao, e que delto a aprenaeao de todo
o *eu desrerado, e avillanre comporlam-ulo. A
longilude enr. qucmeaclia, he aiuda um ohtacolu
grande a reali-ac^l. desse dever de l nra.
Entretanto devolvo-lhe intactas lod-a'eatat c.ilum-
ni s injuriosas, e nao devendn mergulhar-me iie^e
lado apodrecido ile infamias, direi tornale ao Sr.
Machado que tranquillo eoin a iniulia eootcieneil
procur-rei, como agora. d?*inenlr su^s accua^,'s
prfidas e oo liibiinal ila opimao publica, coiilinua-
rci a sustentar a minha dignitlale, c honra ; e pnsso
asseiiunir ao Sr. Machado que hei-rte fiuslrar os
golpes desse puiiha! inveneu-dn. que levanteu agu-
c.ado para Iraicoeira, e asturiosameule crava-lo em
miulia r p il o i i.
Villa da Ingazeira S de de fevereiro de 1857.
Juo da Vralo Frrrcira.
Jll tonelada*, capitao Joaquim Jos Alves das
Neves, equipageni II, carga sal ; a Barthol jineo
l.aurencn. Pertence a Pernambuco. Pa-sageiro.
Anlonio lloniem Ledo.
Navios saludos no mesmo dia.
Rio da PrataPolaca hespanhola EaperaDfia, ca-
pitao Javme Abril, carga assaear e agiurd'-nle.
Liverpool pela ParalubaB igue inglez ollaruak
F.aslie, capilao \V. F. Ilunl, carga assucar-
Una de S. Migele l.i-boaRrigue pniliigiiez
oOliveira, capilao Antonio Joaquim da S Iva.
carga gssocar e ui.i'S gneros. Passagenu, An-
tonio Jos llnino da Silveira
GenovaBriguesardo DainoD, capitao Pedro Na-
ri/.ano, carga aHUCar.
PortoBarra porlogoexa N. S. do Bom Suceesso.
capilao Manuel Ju> de Azevedo, carga assucar
e conros.
%titik&.
W :-.
U administrador da mesa do consulado
provincial, em virlu le do disposlo no art 3
do regulamento du 3 de julho de 185-2. faz
publico que se acham depositados dous ca-
vailos castanhos, aprehendidos pela subde-
legada da freguezia de S. Jos, o:; quaes sao
considerados licns do evento, por se desen-
nhecerem scus tlonos : e para que, no pra'/O
1). Joanita Portes, por se retirar para
Lisboa, faro leilo, por IntervencSo do agen-
te Pestaa, de sua mobilia constante de ca-
deiras, sofas, consol?, mesas redondas,
cominmlas, espelhos, lotiza, prata e nuro,
trena de cozinha, uma grande machina de
engomtnar, varios escravos de lodo servico :
quinla-l'eira, 25do concille, as II horas da
tiiaiilia. no sitio antes de cheirar ao du II i ni.
Sr. Dr. chele de polica, no Hospicio, onde
ludo se achara palele ao exame dos com-
pradores no tlito dia.
O agente Borja rara leilSo em seu arnia-
zem na rita do Collegio n. 15, de uma com-
pleta mobilia de casa, ulcncilios o mais ar-
ia njos, pcrlencentes a tuna familia que se
reina para fura da provincia, diversas ultras
avul.v.a ue marcinena de differentes quali-
dades, e uina nGuid'de tle ouiros muilos
ohjecl"S, que lora cufadonho mencionar ;
a--i .i como lara leil'm de lies escravosper-
lencenlcsa referida familia, sendo uma mu-
ala de bonita Ggura, ptima cozinneira e
engommadeia, um preto moqo, proprio
para lodo o sei vico e um moleque Nesse
'
j IKItAS PRECIOSAS
Aiifrern- e brilhantes,
., diimanl*,s p proliis, pul- 4
V \eirj'*. ilfinele, brtocoi *:
* e rocelas, lioies e motifl
]h de dilTranle gostos e de
v diversas podas de v.ilor. *;
lOREiy 4 mam.
L*ja n mvm
Ra do Gabaja' n
iece'iiii
7.
~ <$>S,- i 1 :* Compran), vemlem nu ?
Irocan prata, ouro, brl-
lnaniea,di*manteaeparo-
las, e nutras qtiaesquer V
ihr
joiasde valor, a dinheiro S
nu por obras.
r pi is [fitnais
itieriio tftnsfo, 11-
Frantpa como
'
f* OCRO K PR.\T\.
v. Aderecos enmplelos de ^
* nuro, meios titos, milcei-
* ra, allinrie-, brinco* e *
" rozlas, cordoe, trance- J
S lins. medalha,crreme ?
eenfeilesparareloeio. e *
. outrosmoitofobjectoide I
ooro. ?'
* Apparelho tornpletos, I
.- de prala, para cha, ban- 4
.. deja, alvas, raslicaes, a>
* rolheretdesnpaedeeh, ?
r inultos outru objeclos I
. de prata.
. ?*! v* !-.?;<;.??> f ? *'
sboa,
is quaes se venden por
pre$ commodo como eos tu mam.
de 15 dias compareca quem aos ditos caval- trsmo dia tambem fara leilao de uma ex- i
los tiver diretlo, fmdos os quaes se prorede- ceilente canoa de .arreira, nova de ama-
Ta a arremataco pela forma marcada no art. l re||0i a qUa| se ac|ia eXposta no caes do
Ido supradilo regulamento : e para que i Collegio, e um terreno com 37 palmos de,
cliugue ao conhecnnenlo de todos mamlet | f.cnte e 300 .le fundo, annexo ao sitio de I).
CONSULTORIO K-IsOPaTHICO
sa,
0?a
fazer o presente edital aos 13 de fevereiro de
Ionio (arneiro Maelrs de fever
1857.Antonio Carneiro Mchalo i;i
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0conseibo administratiro tem de comprar
o seguinte :
Para as obras militares.
Taboas Ue louro de assoaloo, duzias 3,
pregos franceses^ libras 10, lijlos de ladri-
ll>o, compridos, milheiros 6, cal preta, al-
queires IDO
Quem quizervender taes objeclos, apr-
senle as sues propostas em carta lechada,na
secretaria do conselho as 1(1 horas do da 4
de marco prosi no vindouro.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornccimcnlii Oo arsenal de guerra
5 de fevereiro de 1857. ~ Antonio Gomes
Leal, coronel presidente interino.Bernardo
l'ereira do Carmo Jnior, vogal e secretario.
Existe na suh lelegacia da Boa-Vista
um quartao alas'io qui foi enconlrado no
lugar do Campo Verde ha dias, com canga-
loa : quem for seu dono, comprela em ca-
^a do subdelegado, que dando os signaes,
lile ser entregue.
.loanna dos l'assos, com fenle para a ra <
Onde se acham sempre os mais aciedilados medicamentos, tanto em tinturas como
do .Sebo e para a ra nova do Limoeiro, o em glbulos, e preparados com o inaior escrpulo e por precos bastante commodns .
(jual sera entregue pelo inaior prei;o olTere-
ctdo, vislo que nao ha limite: sexta fera,
21 do correle, as 10 liorna da manlia.
S
" 9
JLemio
PKOVEDOIU.V DA SALDE DO POBTO.
Da 23 de fevereiro.
Febre ainaroll...b'oram achailos a bordo do bri-
goe liras I ir i DantO* um doeule, o qunl foi re-
movido para o hospital.
Ficaram em observatSo a bordo da polaca hepa-
nnola Eperanza don doenles; do bri^ue logle
(i Mercurv um dilo ; do brisue a Rainder n da mes-
raa naeBo, um t e"in liueira febre, o qual dennu
de ser conduzido para o hospital, por ler de sabir
e.le navio boje M, pela manliaa.
Fui desinfectado o brigue dinamarquez o Dane-
mark.
Tiveram alta do hospital sele tripulantes ; qnalro
do briEue Inqlu Slarr ; um ds barca Genevleveu
da mestna im;ih ; um da birca franceza (iuslave
e ontro do bricoe inejrz a Hipdoo.
Valleceu nm Iripolanle do briRue porluguez Al-
fredo.*
2*
l iran adiados a bordo do brizne inttlez o Slnnny-
mede o umdoente; na pilara hespanhola Espe-
ranza ii oulro dito, os quaes furam removidos para o
hospital.
Desinfeclou-se o brisue brasileiro Damao.
SOKETO.
A sentidissima morte da Exma. Sra.
D. Joaquina de Barros Torrea'o.
l'ra aolpe assas profundo, e penetrante,
Urna dor tao acerba eslou solfrendo ;
Ja' lijo e\i-te aquella esla' jazendn
i.iue ami;a foi 13 bella, e lao prestante.
Du mesmo Phebn a luzerna brillianle
Nesse dia fatal ntiscurecendo ;
ITm dia apresenlou o mais horrendo,
(N)ue o transito vedou ao viajante.
Jamis te verei, dolo adorado !
Aaora s me resta a solidan.
Onde chore esse amor sempre lembrado.
Dos justos na celestial nianto,
Sobre o tbronn de eslrell'S malisado
Descama, Divitdade, TorreSo.
1'e.la sua saudosa amiga da cidade da Victoria.
THEATRO
QUINTA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO.
Terceira recita d'assignatura.
Itepresentar-se-ha a insigne tragedia em
5 actos
m
0agente Roberts fura' leilao, no sab-
bado 28 do corrente, do patacho brasi-
leiro uConltanca, deprimeira marcha
e muilo veleiro, sendo milito bem cons-
truido, o que se pode examinar, junta-
mente urna grande quantidade de sobre-
sa lenles, cuja lista esta' patente na pra-
ra do Comtnurcio, elle sera' vendido por
conla e risco de quem pertenec-, as 11
horas da manhaa do" dia cima, na porta
(fci .VssoeiacTio Commercial.


wltEgoS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. ,
Dita de 2*
Dita de 36 a
Dita de 48
Dita de 60
Tubos avulsos a.....
Frascos de tintura de meia on?a.
Manual de meuicinahorneo.alhica
conirio dos termos de medicina1
Medicina domestica do Dr. Ilenry.
Tratameuio do cholera morbo-
Repertorio 10/000
15-5000
20300U
255000
30SO0O
JaMOO
"WOiJJP**-^--
o Dr. Jah.rcgih o dic-
JiijOOO
lOOOO
2/000
61000
Grande soru-
ment de fazendas pretas
proprias para a
O piuneiro lecretailo declara que boje .i ha iea-
3o as 10 lloras da manhaa, na ra das Anuas- Ver-
de n. 61.
Sianv m tyttuamtomo.
*2>
MOUKO DE VEHEZA.
Rematara o espectculo a muilo applaudi-
da come lia em 1 acto
A DAMA DOS CHIVOS BRANCOS.
O resto dos bilhetes de platea e quai ta or-
dem acham-se a venda no escriptorio do
theatro.
Principiar as 8 horas.
Somos aoloriados a declarar, que o Sr. Haao*|
l'ereira da Silva, de qne Iralou o Liberal Ktrani-
\ bucano de 21 do correte, ntio en nao he delegado
I de policia de Flores, romo nto he subdelegado, nem
supplenle de nentimn desses cargos.
(orreij.pau&ettcia.
SEKINUAEM.
Notas das prises mais impurlanles que tem feilu o
delega to de SerinhSem neste ullimus das de Ja-
neiro e ftereiro correnle.
O sealle :
Selo desertores do eiercilo Jeronvmo Jos Bar-
bota ; Quintiliano oes, Manoel Gomes, cabo do oi-
tavo balalho, Francisco Pinto ; cornels Manoel
F'ranci.co da Lima ; soldados, Antonio Joaauim e
Anlonio Ignacio Alvar.
Manoel Marques Coco.Sentenciado a seis mezes
de priso com irabalho.
Laurenliuo Jos dos Santos. Processado no villa
do Bonito.
Joaquim Coneira de Araujo. Sentenciado a seis
anuos de gales pela fuga que deu ao maior dos cri-
minosos o aasino Manoel de Freitas INgoeira, e
qoe nao obstante estar sentenciado ha mais de dous
aunos, nao linha silo preso al o presente.
Minoel Elidi de Oliveira. Pronunciado no Mo
Formoso.
Manoil Bernardo.Preso em fl.igrnle por turto
de cavallos.
Manuel Filippe Bezerra.Fuga de presos por con-
nivencia.
Joaquim da Bocha c Silva.Pelo horroroso assas-
simio perpetrado em Antonio Marinho, nao leudo o
menor incommodo ha 5 annos desla parle, at o pr-
senle e al he curioso o interrogatorio junto.
Manoel Anlonio. condecido por Grela. dem,
c-ri com o mesmo cima, e quem acabou de es-
quartejar o cadver.
Villa de Serinbaem 11 de fevereiro de 1857.
Francisco Antonio de Carvalho.
Auto de pergunUs teilal nu pr-so Joaquim da Bo-
cha Silva.
Aos 11 dias do met de fevereiro do anno do iia-
ciineulo de foeH Senhur Jess Chrlslo de 1S57,
nesta villa de Serinhaem, em as casas da cmara on-
de fui vmlo o delegado de polica o capilao Fran-
cisco Anlonio Carvalho, eomigo escrivao de seu car-
go, ahi, por ordem do mesmo capita-i delegado, foi
insudado vir sua preseoca o preso joaquim da Bo-
cha Silva, a quem fez as seguintes perguntas:
Pergunlal044u.il seenom, idade, estado, liha.oo.
nalurah la le. pnd'tssao, etc.
Ueapondeu charoar-te Joaquim da Bocha Silva,
de i I aunos de idade, casado, til lio de pai incgni-
tos, natural de Serinhaem, Oabalhador de eniada.
Pergunlado como se pa'sou o laclo do as-assiuato
perpetrado na pessoa Oo infeliz Antoni > M cojo assassiuato for feito por urna palrulha dirigida
e fumn ni I01I1 p-lo inspector de qoarleirflo, Iran-
cis-o Antonio de Lima.
Bespuudeu que ha seis annos, pouco mais on me-
nos, em das do m-z de uovembro, fra notificado
pelo insp-clor de Pao-Branco, que eutao era Fran-
cisco Anlonio de Li ia, alim de o acompanhar para
r capturar a Antonio Marinho, intimando ibe ur-
dem do suhdelegailo, que eniflo era o lenle los
VencesUo Allonso Bigueira l'ereira de Bastos, e que
ell- respondenle, acompanhanito a diligencia,cerra-
rama caa do finado Marinho. e o prenderam, e qoe
emqnanto o prazo se apromptava, vira elle respon-
denle certos rocn lias, que o dilo inspector dirigir
aos individuos da trapa que compunha a diligeucia,
ao que elle respondenle dissera, que o melhor era
deuar o homem vivo, e condozirem simplesmenle i
presrnra do sobdelrgado; mas que a islo nao atlen-
deram, e fazen lo seguir o preso, a qoem elle lam-
bem acoinpsnhoo, vio tres tiros dirig los sobre o
preso; cojos Iros (oraia disparados por Bernar lo
(jaboclo, Jos de Souza e Manoel, por appellido,
Careta, irin.lo do referido inspector; os quaes, d--
pois que o preso cabio, puxaram das facas e o aca-
b ir-.iU a nu ululada-, em cojo aeta elle respondenle
relima para sua casa liorrorisado, por n3o poder
ver mais o cadver, que por tato nao sabe m d a
providencias que se leram respeilo.
Pernonlado tesaba p-rque Corara prender ao fi
nado, ou assassinado Mariubn.
Respnndeo que nao sabe ; porem qoe suppe ser
por intrigas.
Pergunlado e sabe que c liaaiiiuo foram perse-
guidos, e prucesiad- s pelo respectivo subdelegado.
Bespmiden que. apenas elle respondenle esleve
uiis quinze dias fura de casa ; mas que depois vnl-
lou |nra sua casa; e qoe nao Ihe consla que nenlium
fosse perseguido, nem prucessa o.
Pergunlado > qoe fvz elle respondenle, na occa-
si3o que aliraram no preso.
Bespoiideu que, enviudo um voz, que uo pe-
de nlinguii de quem era, em eonsequencia da
desordem, mas que ouvio disimctameute a negro
dos liah is, se (11 nao segurares o hornera lamben
morros n : ao que elle respondenle, virando o cano
da arma que Irazia, den uma cacetada na cabera du
referido preso ; porem qoe Jinda tena elle nao ca-
bio, o que se den depois, com militas lacadas, sendo
afiii.il esuuariejado por Manoel Carola, com um fa-
r2o que Iraaia.
Pergunlado onde se achava o inspector, enmman-
danle da diligencia, por oaBailBO desse maldito Con-
fino.
li 'penden qoe o inspector assistio tola a diligen-
cia, ale acto do se porem em caminho ; e depois
dos cochichos e ordem que deu para o astassioalo .10
preso, se raliroa adunia da palrulha, ao qoal ella
Senhores redactores.lm una correspondencia,
que publi'uu o Liberal Pernambucano de 8 de 110-
vembro-do auno pruxiino passadu, fui eu calumnio
sanenle ultrajado pelo Si. M. G. N. Machado.! que
"ella inscreveo seu noma. A lingo agem viilon-
ta e desabrida, que se l nessa correspon leticia,seria
bastante para tra/er bem patente o carcter, e edu-
carlo daquelle qoe esqueceii lo os dever* e a defe-
rencia que tots o homem deve a oulrem na socieda-
de, pro.-ura macular a reputaciio do sen adversario,
caspindo-lhe as injurias mais torpes, e hediondas.
Ionio pedido ao publico que suspendesse o seu
juizu, al que viesse eu juslificar-me das calumnias,
qoe me foram imputada;, v.dto a cumprir minha pa-
lavra, e assim justificar o meo procediinenlo.
Comer o Sr. Mechado a argui-me por Ihe ler eu
impelido a compra de uma escrava do Sr. Jos An-
tonio. Saihao Sr. Machado que o fiz, n,1o na qua-
lidade de delegado,como quer persuadir,e sim na de
procurador bstanla que sou. do professor da Baila-
Verde o Sr. Jos Amonio de Souxa, arrematante
deste imposto. (11 Diz mais, qe de scrordo com o
-uiol-leiMlj Jos Alvo, da Brilo.em 1810 para 18511,
pr<>cessci a Irinta e lautos individoos, por nao que-
rerem ir a uma diligencia em Sorra Negra.
Cumpre-me diier, que como capirao do I.- esqua-
drflo de cav. llana, del uma parle contra aquelles sol
dados desobedientes, einvirlute da le, que Mtio
regulava a guarda nacional ; oulra alguma ingeren-
cia litio tive cu ueste negoriu, e os mesmo guardas
que segundo creio, eram seis, peln mesmo Jos Al-
ves foram despronunciado*.
Ja v o puhlicu que uma uceusacao desla ordem
nao pode psear sobre a c-beca. de ninguero. Em-
quauto ao quJ diz o' Sr. Machado sobre o proce-sos,
e he ella lio me-quiuha, efolil, que nao merece por
mim ser respondida.
Falta a vnlade o Sr. Machado, quando diz que
eu suu arrematante dossujosisto be, animaesque
au (em signsl. nem ferro, e que o li/. por um caula
e lauto, o Sr. Machi lo sala anda que sou procura-
dor do mesmo professor, e que nao devo consecuin-
lemente consentir que elle se queira sublralnr a esse
dever, a pretexto de sua d-canladasciericia. ()s meus
lucros de que falla, so legtimamente aiquirilos,
e dalles nao leulio a dar salisf.cao a alguem. quan-
do lein sido elles honeslamente colhidos pelo meu
Irabalho.
As-evera n Sr. Machado, que tomando a minha ca-
sa para neila se hospedar, o Sr. Tertuliano, eu o
prendera, ranate por elle me ter dito que p-rleu-
eia ao partido decahldo. Menlio irooudentemu-
le n Sr. Machado ; e iba o publico que o Sr. i'er-
toliaiio fura preso por denuncia,que Uve, de Curio d-
oin moleque por noma Guilherinc, pertencenle a
Sr. I). Angela Rosa da Miranda, viuva de Francia-
co Xivier de Miranda, come se pode ver de nina
caria que me eadrrecna o seu coiihado Joaquim Jo
de Miranda. ll-de.l'arle que o Sr. Machado
procura atirar sobre mim ludo o odioso de um fado
completamente adulterado.
C iiitinuaudo o Sr. Ilscbado em suas infMnanles,
e calumniosas impuiai;0s, di/. : que eu recusara en-
tregar ao vaqueiro do Sr. Bernardo Duarte um po-
tro que Ihe partencia, e que 10 a muila instancia do
nrucorador. enlregoei.ameecaodo-ode prisao e mor-
te. Restab-lecere a verdade deste f.iclo em toda a
sua limplicidade : indo eu ao nj-, decaminhu en-
contrei dnus ammaes, um cavallo, e nm [miro, e re-
roiili-o-iolo pelos Itiro. que aqoelte perleocia a fa-
milla caracara, e esle ao Sr. capitao Bernardo, man-
ilei-os couduzir para a minha lazeuda S. Izidro,
e escrevt ao Sr. capillo Andr, para avisar SOS seus
vaqueiros, e quando elles chegaram, nao eslava eu
em casa, e pois iuipos-ivel era ameaea los de prilflo,
e morle, romo diese o Sr. Machado ; leudo cu prin-
cipalmente ja csrriplo, e prevenido o mesmo rapi-
lilo Andre. Ja se ve perianto como no furor de ue
ctisar-me, sacrifica o Sr. Machado a sua dignidaoe,
altribuin lomo acees, que inteirameole repelle o
meu carcter.
Prusegue o Sr. Machado esse libello de acrusacos
n liosas, e diz que l.-i a autorisado pur mim. o faci
que se den entie nieu mano o lenenle-coroiivl Fran- i
cisco M'gucl, e Krauciseo de Freilas, na villa de lu- 1
gazeira. e denlrn da igreja. l)-\o declaiar que he j
esaclo (er-se dado uina urcurrencia ; mas n.lo uma j
injuria, on d sfeila. como apphca o Sr. M ichado. I
lie falso porem, que de modo alguin uiterviessc eu
ueste aeonlecimento. Primeiramenle nao era eu a-
inda d-le^adn.o qoe o Sr Machado nao pode contes-
tar ; e o que he mais anda, neste tempn eslava eu
muilo doeute no llrejo do Meio. c por esta co's dei-
ei de vir a eteieflo, como foi publico. He f-lso a-
inda que livesse li-io lugsr no recinto da igreja, co-
rno alarma para rnegrectr o carcter da aerlo ; leu-
do sido p-.rem. na porla do finalo lenente-coronel
Bernardo. Menlio porlenlo tres vezes o Sr. Hacha-
do, o sobre o mesmo faci.
Na serie de imputac-s falsarias, e ignobeis. que
contra mim despeja "o Sr. Machado, diz ain la que
na quiz eu entregar ao Major ilaymiindo urna gar-
rota, e .ligninas crias desla, a qual Ihe havia tufada
em 1815 do lugar da Serra Branca, que 10 o Sr.
capitn Serafhn Baposo seria capaz de faier Com que
eu entregis ao diloSr. Rav mundo alguinascabe;as,
ri'.ACA DORECIFB 33 DB FEVEREIRO AS
3 HORAS DATAROS.
CotacDea ofliciaes.
Assucar do tlarial2So50 por arroba com sarco.
r'rederico /obiiliarti, presidente.
/'. llorges, secretario.
. CAMBIOS.
Sobre Londres, -28 d. (0 d. v.
Pars, 310 a 311 rs. por fr.
a Lisboa, 95 por 'p de premio.
a Rio de Janeiro, 2 por 0|{> .te descont.
AcqSes do Banco, 10 a lo de premio.
o 11 companhia de Beberibe 5i50(K).
a o companhia Per ambucana ao par.
11 Ulilidade Publica, 30 purcento da premio,
e a Indeiiiuisadorn. o'2 dem.
a d estrada de ferro 20 por Ojo de prem o
Disronto de leitras. 1'* 8 a 10.
Hilo du banc 8 a 10.
(juro.Oncas hespanhola. 28$ a 28J500
Moeda de fiteOO velhas .... 163000
61JIOI) novas .... 16?000
a yiOO.......93000
Prata.Patacoes brasileirns......25000
Pesos coliimnari s.....awXKj
o mexicanos...... I586O
U&W&&
'#-.
Vcnde-se
ALKANHEGA.
Rendimemo do dia I 2. .
Idam do la 25. .....
111:1719978
7:6I1830
O milito veleiro c bem. construido pa-
tacho brasileiro CoDStaDca, o ancorado
no quadro da carga, c prompto a ser exa-
minado porqualquer pretendente. Tra-
ta-te com lSa>os iii Lemos, narua do Tra-
piche 11. 17.
Para Lisboa tcnciotia sahir com brevi-
ilaile 1 b rea porlugocza Iicmrinda, capilOo
Jos Arlburio Moreira, por ja ler pane da
carga prompla ; para o resto della e passa-
geuos, para o que oftVrece bons commodos:
Irala-se com os consignatarios Amoritn li-
maos, ra Ja Cruzo. 3.
Aviso martimo.
O brigue brasileiro Uamo, precisa de ma-
rioheiros uacionaes para .-na viageni ao liio
de Janeiro : a tratar com o capilao a borda.
CoiupuiihiM brasileira de
pttstuetes a vapor.
mi.
Acliam-se a' venda as bem conliecidas
folliinbas, itnpressas nesta typographia,
das seguiotes qualidades:
FOLH1NHA H;LI",1SA, conlendo alem
dos mezes, a bibliotheca do cbristrio
brasileiro, que se cotnpoe de ora-
rnos quotidianas, metliodo de assistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
hvmnos, ollicio de Nossa Senliora da
Conceicao e militas outias oracoes de
grande ment, pretjo...... ~>20
DITA SIMPLES, conlendo aliim dos me-
zes, a iei dos circuios e vanas tabel-
las de impostes geraes, provinciaes e
municipaes, prero........ 240
DITA DE PORTA, a qual alera dos me-
zes tem explicacoes das indulgencias e
escornmunhdes, etc., precio. 1G0
DITA U ALV.AN.VK, a qual alem dos
mezes. contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commercial, e industrial da
provincia, por.........500
Todas estas lolliinha sao impressas em
bom papel e excedente typo. e vendem-
se emjporcao earetalho: na linaria da
ptaca da Independencia ns. c8.
do siio
resma
Bica mantas de blond pretas e brancas.
Los de lioho erandes e pequeos.
lirosdeoaple preto de ramagem, covado. 28600
Uito dilo liso muito encorpado, covado. -JriOU
Sarja preta ver ladejra hespanhola, covado. s.QO
Selim preto maco para vesli lo, covado. :iS0U
Panno prelo lino prova de limtlo, covado
de 35000 a............. TsOOO
Casemira prea setim elstica, corte. s;t (MI
(".orles de collelesde wlludo prelo e de cor ll.-COO
Curies de ditos de 2or^ur3o de seda miudi-
nho................... 5
Lencos de selim pretos e de aorgorao para
grvala................ |
Gravallohaa de selim pretn de urna \olta e
de anas................. g
Chale- de merino bordados a velludo. lPOOO
Ditos de dilo bordados a seda........ 95OOO
"dos. e dilo com lislra de seda....... (i;500
utos de dilo com barra maluada..... fOOO
Ditos de ditos cofli franja de lo-...... i-KrO
Ditos de lila adamascado--.......... 3j<;00
Ricos corle de laa de ramasein malisada
com 15 covados............ ."igoOO
Grosdenaple de cores para sesudos, covado 25OO
Mauritania de seda coa vara de largura,
covado................. ijcrjO
Chaly de. seia cora llores malisadas.rovado I9UOU
Lrsuhn.i de seda com lislra matizadas,
vado................. IjOOO
Seda de quadros de novos padres, covado. I51MMI
Fmndelina de seda de quadros, cavado !li II
Duque de seda de ramagem, covado. 800
Ricas lius para vestidos de senliora,covado. 720
.Mus.uliua de cores mui lindas, covado 320
Gulas (ronceras finas............ jgg
Cassas f.anceas de cures fijas, ara. lt,()
Palitos de alpaca prela lina e de cor. 13100
Gndola de alpaca prela de cur..... .".- iiio
Em frenle do beeco da Congresaro passaJd-a bo-
tica a segunda loja de fazeudoa. ~
^0*.78S}808
Dcscarregam hoje 2(i de fevereiro.
Barra inglesaElisa II 1 1 -ferro bruto.
Barca portuaaezaBracbareusesardmbas, remos,
madeira e pass?ms.
Barca purlusueza i'lor de S. Simao diversos
genero..
Barca france/.aComle Rogecmercadoras,
Bnuue inalciAlbmndem.
Brigoe tiifieziVummeiKbacalhao.
Briane inglezCor del) adem.
Patacho americanoWaredalei lem.
U.NSULAIIU GBKAL.
Reiidimenlo dodial a 2i. I29:914]899
dem do di 25....... 589j4
I3.):'J1;883
iM VERSAS PROVINCIAS.
Kendimciilo do da 1 a 21. '.1:108-5783
dem do di! 25....... 0185208
IOi056s99l
O vapor .S'. Saltador, commaudante o primero
lente A. da Ponte Ribeiro, espera-se dos pullos
1I0 norle em seBumeiiio para os do sul, ateo dia 28
do rorrei.le : os senhore que liverrin de remeller
escravos e quaesqner vulumes,se)am de carga ou cn-
coinmeud.i, devero ir a asencia DO dia da chesala
do vapor, para *e encajar u que po ler ser recebido
no dia da sabida somente se adiiiitle passaceiros
dinheiro a frele. at a's huras do eupedienle :
agencia, na ra do Tiapicbe 11. 41, primeiro andar.
i o rara.
a.
oe tiaiiciro.
Na praca da Independencia n. 40, a-
cliau!-sea venda os novos biliietes da lo-
teria I- para obra e reparo do patrimo-
nio do recolhiment de Santa Thereza ;
as listas esperumoi pelo vapor inglez
CELT, (|ue devia partir depois da corri-
da dessa lotera. O pagamento dos pre
mios se fara' na niesma loja cima, de
conforraidade aos nostos annuncios.
\a ra do Queimado loja n. ~)9, pin-
tada de amareilo, esquina da Congrega-
cao, vende-se a melhor cen de carnauba,
que tem vindo ao mercado, a l.S'DOO a
arroba, esendo en potcao se lara' algu-
ma dite'-enra.
Deposito
le jolas e obras de ouro do II. A. Boetlger
Companhia, de llaniburg 1, aterro da Boi-
Vista n. II, onde se acha um rico Sortimen-
to le todos os gneros destes arligos, que
se vendem por preco mais commodo do que
em iictiliuma parte, por serem aje propria
fabrica, em grosso e em retalbo ; tambem
r.i/.em-se aqu colicortos dosles arligos e
giavam-se Bnete* e sellos.
Vende-se uma boa negra crioula, de
idade de 30 annos, boa ozinheira, cose, la
Previdencia.
Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
eraros, estabelecida no
' RIO DE JANEIRO.
CAPITAL2.000=000.000.
Agencia filial em Pernambuco. ra do
Crespo n. 13.
Os segu'os Oo realizados no esrrplorio da cam-
panilla ou mesmo fra, *ob pioposta dos propriela-
rios do escravos, lodos os dias alei. a parliripa-
coes de fallecimento e as propoaia, podem ser re-
metiulas a companhia lo los o dias, ate a cinco ho-
ras da larde..
As con.tiros niprespodero ser prororadas oc
escriplorio da companhia.
Dar-se-ha consollas tzralis aos aseravo sesorosdas
9 para 10 hora da manhaa.nn escriptorio da ronm-
ROB I.AFFECTEUR.
O nico autorisadn por deciso do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recomniendam o
arrobe de Laflecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e lacil a tomar em secreto,
est em iJso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al.
fceces da pelle, impingens, as coasequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
parios, da idade critica e d acrimonia he-
reditaria dos humores; convni ans calar-
rhos, a besiga, as conlrac^Oes e a Craquez*
dos orgos, procedida do abuso das injec-
ces 011 de sondas. Como anli-syphililico<>
o arrobe cura em pouco lempo os'tluuu re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em eonsequencia do em prego da copahibe,
da cobeba ou das nijcci/ies que representcm
o viruasem neulrahsa-lo. Oarrohe LaBer-
teur he especialmente recoinmen.lado con-
tra as doencas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na bouca de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de II. Pe-
dro n. 88, onde acaba de ctiegar uma gran-
de porcao de garrafas grandes e pequea:.
viudas di ectamente de Pars, de casa do dilo
Boyveau-Laecteur 12,rua nichelieu a laris.
Os formularios dao-se gratis em casado a-
genle Silva, na praca de I). Pedro n.8i.
ESPECIFI
DOK UE
DESPACHOS E EXPORTACAO Pm.A UESA
OO CU,N.-UL\O UESTA CIDADE no ll.\
25 DE FEVEREIRO DE 1857.
I.iv.rpoolBuque ingle* Mercoiva, Saunders Bro-
lers ^- Coinp.ubia, Til saccas alaodao ; James
Crablrre&Comp.nhia, 0 saccas dilo.
LiverpoolGalera iARlea tenevieve, Patn Nash
41. iiniianh'a. 603sacros assucar uaicavado, Ilen-
ry tiibMHl, 600 saceos dilo.
alarselluBarca francera uljostavea, N. O. Ilir'oer
V Companhia. l.Vi -accos assucar masravado.
Rinda Pr.iaBrigue In-panhoi Tarragona, Ara-
naga & Bryao, ^O pipas espirito, loo saceos e ilOO
barricas assucar branco e maaeavaoo.
LisbnaBirra pnrtagaea aBniprwa, Nova s i\
Campanilla, M2 sacco assucar branco e masca-
va '.o.
LisboaBarca portagoeza (Bemvludau, Amorim Ir
ni.i '-, iOO saceos as-ucar liranro e uiascavado.
Lisboalinjue portuquez Con-tanleo, Fon-cca,
Medeiros ^ C impan n-, 5 i sacros assucar branco;
T. A. Fonaeca & L' 11 lio 77 saceos dilo branco e
masca vado.
lili) de S. MisuelPatacho portoitoei Alfredo
Carvalho \- Irmlos, loo -arcos auticar branco e
inascavado ; I", a. Fonseca sNl FiIIidi, i pipas
aguardent-1.
xDortacao .
Porto, barca porlagueza N. S. do Bom Sucees-
so, de :li) toneladas, con lozio o aaeoiale :^.H'iO
saceos e 2 meia barrica com li.~>N arrobas e lo
libras de assoear, tioo coaro salgados, 10 [tinas e 1
barris niel, 21) saceos gomma, I sacra caf, 2 ditas
arre*, I i arroeat lineo.
Rio de Janeiro, brieoa brasileiro Almirante,
d 2\H tonelada, condoli o segoiale : SO pipa.
agurdenle, 150 barrica e 1,836 sacco com 10,839
arroba e 11 libras de assucar, IK fardos e 70 mo-
llios pelles de cabra, S10 meios de sola, 10 saecus
carnauba.
RECEBE DORIA HE RBNDAS IM URNAS CE-
l.lliS DE PERNAMBUCO.
Ilendintenio do dia 1 a ->\. 16:991*950
dem do dia Si........ :>2'.-V.)\
.
;
O brigue escuna (iraciosa capi-
tao Jofto Jos de Souza, segu uestes 10
dias uo porto indicado, pode anda rece
ber alguma carga : para trato, no escrip-
torio do consignatario Antonio de Almei-
da Gomes, na ra do Trapiche*n. lli, se-
cundo andar.
H<.':\ companhia de pa-
(ii-i es ins'iez s a
CO P4RA
DENTES.
-tfS efa/er o mais servico de~u~nia casa de M-
* B0TI14 (!F\TRiL 110- y'qUe0, f'milia : rua de Horta. n. 138.
*U IIV ) _. Aluga-se um obrado no baino de
I Santo Anlonio
: MEOPATHIGA
a 1)0
9 D3. SABINO O. I. PINHO.
rj Kna de Santo Amaro (.Mundo Novo)
* NUMEROe.
Vendem-se nicamente nesta botica ns mais
vtjpot
r.'-" '.
f
r^5-.'- "''''
Jo .\naclelo da Silva, ilent'sia e siniirador,
Yfttide, em sua casa, n.i nn da Gamboa du (.a'ino
n. 0, o muilo acreditado Para a a) Uom odnolal-
co, elixir plerjogatdiano aitonltUico, elixir p?ia-
I Inlin i odonl |d-trar e destruir as dores de denle- pela caria a \?
e -j-H) ) i. it.--;tiinli.:, com um I '.'' o '' indica n
mellicr melhodu dse applicar, itiiin eono p* den-
hlrice e inico para conservar e limnar perfila-
mi.'p o denles, em ailer.ir u marmore pulido, for-
l-ilere -ns ganftivw as cora de um bello rucado,
previne o man prouresso e dore de denles, e d'ixa
a bucra uma frescura e balito mili i^radive!, lam-
hem cura as dore* de denle- a qualquer peMOi que
for a sua Cosa, a qtiHlquer hora i nos -eis dia< da 16a
mana, oo llra-os Unobem. ihiou preci-*o, nos do
ningoe, na rua :! Baparanca, no -i'o dd Fluresla,
ao sair para a estrada do Maoguh.ho.
Feitor.
t\o enf,'pri!io do Santa liosa, freguezia da
Luz, precisa-se de um bom fetor .para o
campo, o le mu bom carreira forro, e se for
escraTo,compra-se.
a-se 50^000 a juros sol penhores de
ouro : quem pretender,- dirija-se a travessa
do Peixe Frilo n. 2, *quc se dir quem d.
Piecisa-se de um caixero para urna
taberna fra da cidad- : a pessoa que quizer
ilirija-sea rua larga to Bosario n. ">'>.
Vende-se utna mulatinha de 10 aunos:
na roa larga do Cosario n. 51)
No dia 2 re marro esperase ilo sul o vapo-
Thanvir, roinmen-ianle Jellirne, o fjual, ilpnis na.
ilemoia du coslunie,.eeuirn para Soalhamplon, lu-
ran lo nos portea 'le Saa-Veenle, Tenentr, .Maleira
e Lisboa : para passasens, traa se eom 0 alenles
A'lamson llowic k\ C, iua do Trapicbe-Novo n. 13.
lit ,1 co p iihi ce paque-
tes ng'lezes Vapor.
Q arredilarlo medicainenlnslioinenpatlncos, pur f
$ preroa muilo commodos. fj
A aCelO desles inediraueiilos be lao prnmp- f;
ij ta e ellicaz, que lem merecido as bonras da M
S preferencia em loilae a palle do imperio,
y onde (emsido etperimeulado.
Cada luioi avaho.....IjOOO
Cada idro de tintura 2500(1 @
"i Carteira. e cailinhaa rom medicamentos, r
9 desde I3 ale 4005000.
Tbesouro homeopalbico on vade-meenm do .
9 homejpailia, obra essencialmente indispen- I
savel a quem deseja emprear a bomeopa- ''.
5 "',a *.........II5001) 5W
8 Tralamento bnmeopalbico do
'C cbolera-inorbus......IcOOtl %
sJ Pmp.isauda boineupalbica em 9
@ Pernambuco.......25(101)
it N. U.Para conbccinienln do publico, avi- Ja
S sa-se que o Dr Pires llamo Jnior, au be $
mais eajielro da bollej cenlral lioineopatbira,
A "em lem interferencia alguma e:u sua ope- #.*
0 raeJJea. s
. que lenha commodos para
g | grande familia : quem tirer annuncie.
i "" Troc*"se um sobrado no bairro de S.
. i Jo?e> qual tem commodo para grtnde la-
v I Billa, bom quintal ecstiiaria, por oulro
jque seja no bairro de sauto Antonio : quem
convier annuncie.
da
graimna
festa (11 ?lt nhora i
capella da campia.
C:is; Ftirfe.
iaf
(i.I
Na noite de sexla-feira 27 hovera expo-
Sq'iO do gran le panorama diorama, rico de
excellentes vistas, sendo franqueada gratis
;. entrada aos que pata isso tiverem carl'io :
as !) para as 10 horas sahir a baodeira da
capeila e percorrer toda a campia, segui-
Precisa-se alugar urna ama forra, que
sai ha < izii.har, para casa de familia, poden
do esta vir as 6 hor. s da manhi'is e voltar as
5 da tarde : no aterro da Boa-Vista, loja de
bilhetes n. 56.
Fugiram do engenho Maraciijj^-frrr'
wa-rJifcomarija da Escada,jl^sescra-
vos, sendo um de .'6^,^rf^^a4vSlo^, de idade
de 18 a 20 annos, alto, corpolec.lo, nenhuma
barba, bem preto, o los grandes e verme-
Dios, cara abocetada, e pernos pros-as. l>ou-
tro he Angola e por appellido Zabucaba, l>ai
\n, i'u.a, ida.Je de 25a 30 annos, olhosgran-
des e lira neos ; os quaes escravos perten-
ce m a Manoel arbosa da Silva, morador no
referido engenho, e aonde Ihe |io.lerdo ser
entregues, ou no Recifc a Jos l'ereira da
| Cuuha, que ser recompensada a entrega ou
nolicia. com generosidad..-.
- Tendo departir para Europa o socio
gerente da casa commercial de Adamsou
llowic & Companhia, GuiHierme Brid, decla-
ra que em sua ausencia deisa como seu
procurador o Sr. Thomaz lilakl-y, compe-
tentemente autorisado pars proseguir no
gyro commercial da referida casa.
I'erdeu-se no di 24 do correnle urna
pulceira de ouro, leudo urnas folhas e um
diamante : quem achou, querendo resti-
tuir, dinja-se ao becco do Peixe Frito, ou
travessa do 'jueimado, loja de funilciro ti.
7, ou no segundo andar por cima da mesina
loja, que sera generosamente recompen-
sado.
Vende-se utna taberna na rua da Lin- da de uma banda de msica militar, que
12.
17:5213141
CONSlil.AW) PKOVINC1AI,.
Kendimenlo lo dia I
dem do da 25.
70082*134
3:14lc845
7.:22:!)7y
>
0

(1) Ela procuraclo po.le ver-e na tvpographia.
(2) Acha-se tambem esta caria a typographia.
>avios enlrados no lia ::">
Terra Nova20dias, barca tllela aSiiofrdon, de
J7I lonelaas, rapilao Jobo Kobinson, eipiipa-
'iii li. cuca -2,'.l!l!l barricas com bacalhao I
Ordem. Perl-nre a Liverpeot.
I dem27 .ls, brlgne ogle Kusalir, de 1117 to-
neladas, cantillo llenr) Poller. pqoipa2-ni 11.
carga 2.887 barricas com bacalhao ; a Sauu.ler
Brolher- & Cnnpanbia. P-rlenre a S. Joilo.
A-su*12 di.s, palbaboie brasde>ro l'i 11 o t de
gucl.:i n. 5 : a trat r na mestna rua n.
Pfi.t'i ltuda.
Vende-se com mdico premio
Caiien do Itecife n. 4, armaxem.
Ven ie-se um negro moco,
Qgura, Ikiiii Iraballiador de annazctn de as-
sucar e de carneo : na rua do Trapiche ns.
0 e 11.
: na rua da
de bonita
Vendem-se sellins com pertence.,
patente ing'.vz eda melhor qualida-
de que lem vindu a cMe mercado :
nu armaze/n de Adamson llowie
Si C, rua do Trapiche n. 44.
a->fer-Ls-. ;.:-/>? -:
No dia 2 de mareo espera-se da Europa um doi
vapores desla companhia, o qual, depois da demora
do cn-lume. seuuir para o sul : para paasageat,
Irala-se com os agente Adamson llowic ,\ C, rua
do Trapiche Novo n. 42.
subir ao mastrn arompanhada de girndo-
las e bales. Na noite de sabbadn 23 lla-
vera vesperas, que, depois de terminadas, i
serSo seguidas de msica militar e da mara-
vilbosa luz elctrica, que fara brilhar em
polyorama a paixio e resurreitao de NOMO
Senlior Jess Christo, e as vistas das prin-j
cipaes cidades da Europa,executada por um I
insigne artista francez : nesla noite cottli- '
Compram-se os seguinles livros, quo| miara o panorama diorama, sendoenlSoal
sejara usados: 1 jogo de diccionarios fran- entrada permillida somente js pessoas de-1
rezes, 1 dilo da arte, de Burgain, 1 obra de cenes, que derem 500 rs. por um eartSo,
Virgilio, 1 dita '!c Horacio, 1 Jila de oracoes kiijo pro lucio sera applicado ao festejo. Na I
de Cicero das modernas : a pessoa que tiver I manha do domingo i. de marco, lera lu- /~v ~
para vender, dirija-se a rua doQueimado gr a festa da Seniora dasNeeessidades, pa-p^UaTO. p.'irlti (la ({Ulllta (lo
n. 33 a droeira da capella, com a maior pompa e so-
- No dia SO do correnle ausentou-se a lemnidades possiveis, sendo o orador o elo-
escrava bem coohecila, de nome Filipua, de qoente padre Dr. Joaquim Graciano de .\-
Antomo Jos Itodrignes de Sonza Jnior, alraujo; a tarde llavera cavalhadas ; a noite
qual he crioula, fula, de 24 tunos, pouco re-l)eutn, sendo orador o eloqucnle padre
mesire Leonardo Jo3o deGrcgo, e depois de
terminado este, descera a bandeira, subirSo
girndolas e balOes a ar, e llavera un nun-
ca visto fogo de artilicio.
- liueui tiver para alugar uma sala que
sirva para escriptorio, Jinja-se a rua das
Cru/es, taberna n. 20.
Lotera
DA
(provincia.
(3) Aiuda sla caita e vei na typographia.
mais ou iiienos estatura regular; consta
andar acouta.ia coi alguns mocambos da
margero do rio do Monleiro : quem a pegar,
leve ao dito seu senlior, em seu sitio do
Monleiro, ou a rua do Collegio n. 21, pri-
meiro ou secundo miar, que sera recom-
pensado.
Pede-se a po-soa que achou, desla ty- 1'erJcu- e uma pequea eaixade pa-
pographia para a sala de sossio do juiz dos pelfio, conlendo uma grvala de seda azul
fetos da fazen.la, um requerimenlO, e in- com um alunle de vara ; ju!t;a-s.- ti-r Bc-
cluso um recibo oe dcima do segundo e- do em alguma loja de ferrasen : pede-se a 5260__
i mestre de 1853 a 1851, I- o entregar na mes- quem a achou, querendo restituir ao seu
A veleira c bem conhecida sumaca brasi-1 ma typograplna, vi>io serem os napcis per- dono, queira indicar o lugar onde se acha,
leira lloilencta, pretende sabir ate o fim da I didos, cousa intil para oulra pessoa. que alem de sallafazer se as despezas dar-
pres ule semana: para, o resto de seu c rre-l Precisa-se de nm caixeiro que entenda se-ba uma gratificaco se exigir
gameuio, traa se com o seu consignatario ; de loja de ferragens -. quem esliv-r nesias Precisa-se alugar urna esrran p?ra o
Anl.mio Lui7 deOltveira Azevedo, rua da Icircumstincias, dirjase a rua Nova n. 33, srvieo de uma casa de pouc familia: na
Lruz n- I que se dir quem precisa. rua de Hurtas n. 138.
ai a Bulla
Oabaixo assigaadoTen*
dea a** seguiitt" kh tea;
| :i()!l_.-i:0)ii.,'M)hltete inteii o.
51911:500x000-idem.
(l.'i 2t)lls0(0idem.
200.S-I)iden.
IfrflffmO ijt
1 OO.sO.'IOit'* .liarlos.
IOO.sOOO liillict.inti irn.
50g000dous c|mirtos.
*)U.S'0(H)dous mt-ios.
P. J, Lwyme.
Compra-se erfer-tivamente bronze, la-
no dei'O-ilii .la Ion.lelo
899
r.is
730
2051
21 S7
lao e cobre vellio
da Aurora, na rua do Hn-.ii, logo na entra-
da n. 28, e ua mestna fuudicao em Santo
Amaro.
MUTTCSDa
ILEGIVEL




DIARIO DE PERNAHBUCO, QUINTA PEIRA 20 DE PEVEREIRO DE 1857.
?@;
j; CONSULTORIO CENTRAL IIO- &
MEOPATHICO.
&l Ra de Santo Amaro (Mundo-No- @
$ vo) n. (i. $g
^g O Or. Sabino Olegario l.udgiro Pinito, ft
^. de volia *le sua vi.nem ao Kiu de Janeiro, ^f
^P Continua ,i llar co,.Sullas Indos O* tti;, UtelS, ^
3$ da, 8 hojas da roanh i!. a* j ila larde. fcj
** Os pobres silo medicados "raio.iamente. .Sg
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marco d 1824.
Camal ciuce milhoes Je libras esterlinas.
Saundors Brothers & C., ler* a honra ds in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quera mais convier que estao plenamente au-
.onsados pela dita companliia para eflectuar segu-
ro* sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos d*
tlha e igualmente sobre os objectos quecoDiiverem
os meamos edificios quer consista em mobilia ou
o. fazendas de qualquer qualidade.
Substkuicao do
arcano a potassa.
pelo baruto prego te 5,200
por una lata de 10 libras:
iioar.i.azeiiide N. O.tie-
ber & C, ra la iuz
n. 4.
R-fiJSTSTA FRKCfcZ. ,-.
*,'* Paulo ti Jr^iit.m dentista, da Nova n. 41 : r-;;'
'i na mesma cata lem agua e pus denlrilice. $jy
AluRa-e a anima casa de vender plvora, Da
cidade de Olinda, com bom sitio, baua para rai>,r
e boa cd>a de vi venda ao pe : quem pretender'v
Mtl dirija-se au3 do Vicario n. 31.
8 J. JANE DENTISTA i
|j contina a re-hiir na ra i\ova n. 11), pri- w
-,.* meiro andar. I J?
s3&&&&Si) & &#S&00
Reparligao da vaccina.
0 cotnmiss.irio vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreo da Alfandega, e as tergas-feiras na*
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, as
7 as 9 horas da manha.

Lotera vincia.
O Sr. thcsoureiro manila lazar publico
que se acham a venda ueste escriplorio, ra
d Aurora n. 26, primeiro andar, gratule
porcao de billielss, rneios e quarlos .la
lerceira parte tia selima lotera da matriz da
lioa-Visla, cujas rodas andan) no da V ile
marco do concille atino. OSr thesoiiroiro
manda declarar ao- scuhorcsjngado.es. que
existem numeracOes soilidas,coTno tambem
os bilhetes vendidos ueste cscnpiorio nes-
gas ultimas loteras lem sido miiiio afortu-
nado*, por isso espera que elles ronco, re-
rao para que continuadamente nao liquem
lamanlias porgo-es de bilhetes por vender,
como sempn-tem liedo. Thesoura.ia das
loteras 21 de levereiro de 1837.
Jos Ja na rio Aires da lisia.
Escrivao das loteiias.
- Precisa-se de una ama que saiba en-
gommar: quem llie couvier, dirija-sea ra
do Trapiche .Novo n. 8.
Coinpanhia
DE
SEGUROS MARTIMOS.
segurida.de.
agencia filial,
registrada no tribunal do coramercio desta
provincia.
Elfectua-se qualquer seguro sobre navios
ou carga, a eondiges mui favoraveis : a>
propostas aceilam-se em casa dos agentes
Isaac. Curio S C, ru da Cruz n. 49, unde se
pode tambem saber as conveniencias, que a
companhia offerece aos segurados. I'ara fa-
cilitaros seguros pequeos, acaba a direc-
le dar ordem para que as apolices se
em por 300 res cada urna.
Dnnja-se alugr urna nasa no bairro
da Boa-Vista, com ro.nm.odos para quatro
pessoas : quem a possuir queira participar
no andar lerreo do terceiro sobrado, antes
de Cbegar ao quarlel .lo Hospicio.
Quem precisar de (oo iS. a premio
com i enhor de ouro ou prata, ou hypotbeca
em piemos, annuncie.
FaZem-se capas, bstinas, chamarras e
capas viatoi.as: na n.a da henzala nova
n. 3b
:?
i* i
s
!Ao respeitavel
| publico.
B| RA NOVA N. 18,
& loja de fazendas e roupa frita de M. A. Ca-
,;-, "\\ C, nade encoulraro o bons freguezea
uy as obras mais bem acabadas que se podem
.,} '" cootrar, de todas as cures e qualidades,e
YA lem de acuitar menos obras de enconimen- *'T
'j? das, por ter maior po.cAo de dilTereutes %&
B obra, a-son como tem de augmentar o Qj
'i* preco das encommeudadas, e' para mais ^
J5 bem servir a seus donos, ser para todos &
'.inri prero a dinheiru. '
Na ra larga do Rozario esejuina
do becco do Pei\e frito, no segntlo an-
dar do Sobrado n. V, continua a dar co-
mida para lora com todo o asseio, e por
preco muito em conta.
-- Precisa-se alugar um preto possante,
erahora seja bruto, para trabalhar mensai-
mente nesla typographia, daudo-se o sus-
tento : na livraria tts. 6 e 8 da praca da In-
deneodencia.
II A'.'
OFFIS E LVTH0GRAPII1A.
Kua da Cruz n. *5.
0 dono desta ollicina lem a honra de an-
uunciar ao respeitavel publico, que se acha
setnpre promplo para execularcom perfei-
c5o e brevidade to.los o trabolhos concer-
nenles a arte Ijtbograpbica, assim como
conlas, facturas, letlras, circulares, precios
correales, qualquer desenlio, vinheta ou
emblema, diquelas de lodas as qualidades,
bilhetes de visita, do parlicipacao do casa-
menlos, etc., itnpressos em ouro, praia e co-
res. Imprime-se tambem com a maior bie-
vidade carta commerciaes e presos coi ren-
tes, aulhographos da mSo dos donos, para as
sabidas dos paquetes, ele,
O abai\o assignado declara ao^ de-
vedores de Aureliano 4 Audrade, que nao
paguera. seus dbitos seno ao abuixo as-
signado, do contrario tero de pagar se-
gunda vez. Recite, 13 de fevereiro, de
1857.M.iuo.-I Jos Leite.
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara municipal desta
didde avisa a todos os Srs. donos de estabe-
lecimentos sugeitos ao imposto annual de
2fe4$rs., que o prazo para o pagamento
prtncpiou no primeiro do crreme, e linda-
se no ultimo de marco, prximo futuro, e
previne aos mt-smos Srs. que nio se guar-
den! paia os ltimos dias, por nao ser pos-
sivel assignaremse todo a um lempo.
Hrecisa-se de duas amas escravas, urna
-parafazero servido de cozinha de urna r i
deTpoTwaJainilia, e oulra para epgomr
na ra do^SeJjkjjio n, 15-, rmaseme'
^a ra das l'iincheiras n. 8, loja de
tartarugueiro, com a frente pintada de ver-
de, compra-se efectivamente tartaruga, e
paga-se po. mais preco do que em oulra
qualquer parte.
Jos Joaquim da Cimba Guimares,
eslabelecido com loja de tartarugueiro, na
ra das l'rincheiras n. 8, quem entra da ma-
triz ao lado direilo, avisa ao respeitavel pu-
blico e aos seus freguezes, que recebcu de
tranca um completu sorlimenlo .le obras de
tartaruga, como penles para atar cabello de
diUerenles qualidades, ditos para alisar,
marraa, e para meninas; alm tiestas obras
tem no mestno eslanclecimenlo um bom sor-
timento de peines, caixas, ludo ah fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por procos comniodos.
O r. Francisco Cavalcaiili Lacerda,
que morou no engeuho Piabas ou Quiliudu-
ba, e que hojo acha-se residindo para as par-
les do Arrau!, queira dirigr-se a dislilaco
de Franca, na praia de Santa Rita, que mijito
se llie deseja rallar, e tambem ao Sr. Jos
Rodrigues Lima, ha pouco chegado de Bai-
roiros.
Aos a mants do bom g-osto.,
Saochegadas a loja d- chapeos desold
aterro uu Bua-Vi.-ta n. i>, as mulo afamadas
o saborosas tamburas, etn boceliiibas, pio-
prias para lazer-se psenles, chegadas lti-
mamente da Turqua ; chegueiti,~lrcguezes,
tiue se vende baruto.
O abaixo assignado perdeu de Mari-
cota ate Mussupe, ama nota de 200:000, -ele
te 50500 e lies de aOSouO, envolts m um
recibo de 350K)00, entieguea ao Sr. Malvei-
raern 12 do crrente, (i abaixo assignado
tem certeza de quo lora achado esse diubei-
ro, e quem o achou, quereuio restituir, p-
de-o Tazer ao abaixo assignado. ou a qual-
quer dos Srs. coronel Taes, lenenle-coro-
nel Arruda Cmara, oiajor Uaooel Juliao e
no Recite aos srs. Manuel Ignacio de Ulivei-
ra, .'oaquim da silva Castro, Antonio Jorge
Guerra, F. G. Pedrosa, nue recebera ioo#uoo
Agua-azul 17 de levereiro de 1857.
aiiIoiiio Lu/, Pereira Palma.
Precisa-se de ama ama para tratar de
un menino : ua ra lo Livramento, casa n.
20, segundo andar.
Um mo?o braseiro, casndo.scm filhos
<: de nina conducta excelleule, de que pde-
se exhibir provas nao equivocas, propOe-se
a-ensinar de sua parto en algum engenhn
as linguas uac nnal e franc.eza, e sua senho-
ra a lingua nacional, lodas as qualidades de
costuras, nclusivx bordados de ouro e a
matiz, assim como msica ; o annunciaule
tambem se offerecea faaer qualquer esciip-
lura^So : quem de seu prestimo se quizer
utllisai annuocie por este Diario.
Pr."isa-sr de amassa lores bons, e pa-
ga-se 25BOO0 meosaes, e nao puxa cvlin-
dio : na ra Imjkcnai. padaria de Villa-ver-
de n.173.
liUtlc. llu.dhlll'AIIIICA.
N. 13, faUA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
Dirigida
TELO DOUTOa
PIRES |{\H()S JNIOR.
A <-111... 11,, dos BMdJsaaMnl liomeopa-
tliicos deiiende de sua boa prepaiarao, do
zelo ou tsiello qUe se rmprega oasis oii4
U.t. e lambem dos coulieciinenlo< i' arma-'
codjnanilruj quesedeve ler .n-l.. medici-
na. Pnanlo ueste oovo eslabeleci nt
lem ludo i nulo l'or neressario para seu
oso, lano em ^lbulos, comj em Induras;
e assim lambem carteirai de diversos lina-
dios, lobos avulso<., etc., ele. s prero*
slo os mal mdicos pos.ive-.
Cnfclaria.
Confronte ao Rosario, em Santo Antonio,
recebeu-se da Prussia una nova qualidade de
biscoilos. e entre elles. uns muito bons para
champagne, e contjnua-se a vender doces da
Europa e nacionaes, e as melhores perfuma-
ras em quanlidadc, a escolher.
Aromalicas pomadas
Extractos e sabonetas
Em riquissimos vasos
Para adornar loletes.
Hanoel da Silva Vilarinho, subdito
portuguez, relira-se para o Kio de Janeiro,
o que laz publico em conformidade da le.
Precisa-se de um Irabalhador : na
ruaDireita n. 2i, padaria.
Nos abaixo assignados declaramos quo
compramos o ooposilo de pao, sito na pa
cinlia do Corpo 6aulo n. 29. perlencente a j
Sr. Manuel Feniandes de llello.-Recile, 91
de levereiro de 1s57. Jacinto Simoes de Al-
meida ev C.
Attenc&o.
Da-se 500/000 rs. de aluguel annual pelo
primeiro andar de urna casa com commodos
para urna familia, as seguinles ras : pra-
?a e aterro da Boa-Vista, ra Nova, Crespo,
yueimado, larga do Rosario, pateo e ra do
Collegio, e Cadeia de Santo Antonio. Nao se
duvida tambem obrigar-se pela entrega no
estado em que se o receber, bem co ..o sa-
Hafazer qualquer despeza que se lenha l'eito
para te-la asseijida : uesta typographia se
diz quem he o preiendenie.
Perdeu-se no da a de Janeiro prximo
passado, da ra do llospic.o, dila da malnz
da Boa-Visla, dila Velha, e dila da Clo>ia,
urna pulceira de cornalinas verdadeiras, la-
pidadas, cotenJo a dila pulceira 14 dilas. e
grandes, com o alacadur de ouro, nao se
leudo aunuuciado durante o lempo que ha
decorridn, pelo motivo da pessoa que a per-
deu nada ter dito, oque pieseiiiemente o
lez : portante pede-se a pessoa que a achou,
querendo eslitui-la, dirjase a ra da Glo
iia da Boa-vista, casa n. 94.
Precisa-se paia casa de pouca familia,'
de urna ama paia todo o servico : na ra
Bella ii. 20.
A pessoa que peideo una pulceira de
ouro, dirija-se a propriedade de Sant'ftnna,
que dando os signaes cerlos, llie sera entre-
gue.
- Precisa-se de urna ama ou mesmo um
moleque que coziiihe bem : na ra do Quei-
mado n. 46.
Preciaa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa de pouca familia, e que
laca compras : na ra. da Cruz n. 50, depo-
sito de cuarutos.
i^a soleuade, defioute do palacio, de-
seja-se lallar a negocio de inleresse como
Sr Jos Bernaruo de Furias, hltio da liba de
S. Miguel.
Declaro que lie. sem effeito um val da
quantia de 25jO0, assignado por o Sr. F
tsleves da Silva, a favor de Amonio Comes
de Camino, visto tei-se desencaui.iludo
do poder deste.Antanio Comes de Car-
valho.
---Precisa-sede um caixeiro com t.rati-
ca de taberna no ,,aieo da Santa Cruz n. 2.
Cegaram da fui opa ao deposito de
pao coulroiile o becco dohosaiio de Santo
Atitoio, os capoles de palha rp,|hcas] pe-
queos e giandes, de montara ede andar
a pe, piopuos para a eslaca0 invernosa, por
is-o touas as pessoas que fazem viagem para
o erntro e aquellas que suas oceupacoes nao
admitlam deaculpas de mao lempo, devem
inuuir-se deste pre-ervativo contra a ebuva,
cerios de que Mdarao sempre c -m suas rou-
pas enchutas e isentos de constipar; lam-
betn eslao patentes naquelle deposito um
sorlimenlo ue condecas, assalales e balaios.
ludo vende-se em C0Illa> ,,ara au mo|esla,
os Ireguezes na bolsa : as pessoas que ti-
nhain encomuiendado.lhe separassem alguns
capotes, quriram vir recebe-.os, pois nao ha
exacta leuibran? de quaes loram as suas
eiicouinieiidas.
Perdeu-se no da 23 a noile, desde a
povuac.ro do Monleiro ale a rui da Aurora,
tima pequea manta de velludo rxo com
cercadura de galaode lila amarella, a qual
.so he propna para cavallo de cano ; gratifi-
ca-se bem a pessoa que a levar na ra do
Hospicio n. 3, -obiauo.
.ua larga
DO ROSARIO N. 38.
bot.Cri (le
Bartholomeu F. de Sousa,
contina a vender
(sendo falso oque for vendido em otitra
qualquer parte.)
Rol L'AIFecteur.
Pitillas vegetaes de Brande!.
Vermfugo inglez em videos.
Klixir anti-asmatlii'o.
Frascos de bocea larga com roldas, de
I a I libras.
| AO PUBLICO. j
r No armazem Je fazendas baratas, ra do H
.'^ Lollegio n. 2,
M vende-se um completo sortimento de fa- 'M
M zendas finas grossas, por mais barato M
B precos do que em oulra qualquer parle, 85
P tanto em porces como a retalho, aflian-
3 cando-se aos compradores um so prego &
para todos: este estabelecimento abrio-se 6
*j de combiiiacao com a maior parte das ca- j
^ sas commerciaes inglezas, francezas, alie- jft
,| mao? e suissas, para vender fazendas mais jj$
fem conta do que se tem vendido, e por isto ife
ollerecsra elle autores vanlagens do qua $
outro qualquer; o propietario deste im- Q
^ portante estabelecimento convida i lodos 5^
F os seus patricios, e'ao publico em geral, ^
g para que .venham (a bem dos seus inte- |j;
jS resses) comprar fazendas baratas: no ar- g
j mazera da ra do Colleio n. 2,.de'An- }\
j4 i""iu Luiz iln Santos & Roba.
Iternaruino Ferreira Lima vai a Portu-
gal tratar de sua saude, e deixa por seus
bastantes procuradores, em primeiro iugar
Hanoel de Souza lavares, -em segundo Ana-
ciclo Antonio Ferreira, em terceno Rezendo
Alves da Silva.
Compra-se urna casa Ierra com com-
modos para familia, as Ireguezias de Sanio
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Couipram-seeffectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apulices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aegoes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se garrafas vasias, sendo
liropas a 80 rs. cada una, e tambem se com-
pra m diarios ou jornaes a 100 rs. a libra :
na ra >slreila do Rosario n. 1. taberna de
Antonio Domingues de Alnieida Pocas.
Cou'pra-sc urna esclava moca, que
co/.a bem, engomtne t- cozinlie : a tratar
na ra do Trapiche n. 1 i, primeiro andar.
Compiam-se2 e-cravos de 14 a 16 ali-
os: a Iratur no escriplano de Jo.-e Joa-
quim Dias Fernandos, ra da Cadeia do Re-
cite.
Compra-se um refe com seus perten-
ces, para sargento da guaida nacional : na
travesea do Arsenal ue Guerra n. 11.
9Bend*$.
9
i
i
i
i
\%
I
i

i
; ;io tes de visita-
(iravam-M e imprimem-se com perfeitio bilhetes
de viila, lellras .le c.immerrio r lodosos obj'clos da
aile calip'r.iphica, reeislros, vinhelase quaesquer de-
srnlios. Abrem-se firmas, sineles, laVito a lallio do
ce como em relevo, ornani^nli.scom objerlos ilemiro
B prata. Fazem-se riscos lindos e oruinaes para
tiordailns de labyrintho. A.liniiie-se a rerusa de
i|ii.iesquer aesles objectos no ca conteni dafe peatoai que n> eiiconimeiiiarem : queo
urelenler dirija-se a qualquer dc-les lus.res : no
bairro do Itecife, ra da Madre de lieos a. i!2, pri-
meiro andar ; ein Sanio Antonio, na livraria classica
do paleo do C.nll- cu, n. 2 ; lias Cmco Poulas, sobra-
do da quina ooDfrrata a matriz aova.
Jac.
Do silio do Tasso, da Cruz das Almas da
Ponto de Ucboa, deaappareceu ha das um
Jactl (passsro do Para) todo preto, com a bar-
riga parda, bico encamado com a pona
prela, com una pou[ia na cabeca : quem o
achou ou delle der noticia ao mesmo Tasso,
sera gratificado, pagando-se-lhe o valor do
mesmo passaro.
Vende-se rape fresco, chegado agora le
Lisboa : na praca da Independencia, u. 3
loja.
Attocao o hom < barato
Na ra larga do Rosario n. 32, ha para se
vender urna porcSa de madeiri de cedro lia-
ra caixas de charutos, una balanza grande
com 10 a 12 arrobas de pesos, e juntamente
8 Tardos de fumo de capa de Kasios irmrio,
fazendo-se todo negocio, tanto a dinlieir
como a prazo.
Ven letn-se 20 ate 60 accOes do cami-
nho de ferro : quem quizer aopareca no lar-
go da Assemblea n. 6, que achara com que m
tratar.
Vendc-se um piano inglez cm meio
uso, e novanicnte repagado, por preco bara-
to : ua ra do Vigario .i. 22, se darao infor-
macoes.
Vende-se cluimnanlia da bem acre-
ditada marca Estrella, fm gigos e etn
caixas, s.irdinlias, vinlio superior de Bor-
deaux em caixas de duzias, barenques,
alvaiade e verde trance/.: na rife do
Trapiche n. 11, tudo por preco cem-
modo.
^-Vende-se urna negra moca : na cam-
boa do Carino n. I!>, segundo andar.
Vende-se urna escrava moc, de nacflo,
a qual he perfeita coziaeira e engomma-
deira, e o motivo da venda se dir ao com-
prador : na ra da Aurora n. 36.
ATTE\gAO".
Vende-se urna bonita .egra moca, saben-
do cozinhar, engommar e lavar, e de boa
conducta : quem a pretender, dirija-se a ra
los Marlyrios u. 14, que la se dir.
Vendem-se secas com fnrinha muito
lina, e dciUtn um alqoeire de medida anti-
ga : na ra da Cadeia do Recife n. SS ao p
do arco da C.onceic'o.
Na ra do Queimado, loja n. 39, pin-
tada de amarello, esquina da Congregado,
vende-se grosdenaple preto, .le diversas
qualidades e precos, sen 'o Me 1560a a 2^4011
o covado, setim macao de 2#800 a 31600, sar-
ja de 1/60 a 2?400, pannos p'etos t|e pri-
meira qualidade, merinos lisos e de cordao.
easemira preta, palitos de panno e alpaca,
prelos e de coros, e outras militas fazendas
proprias para a quaresma.
Meii.s de. todas as qualis
l tdes.
Vendem-se muito boas mcias de seda pre
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
j de 2.500,ditas de laia para padres a 15S00,
ditas de lio de Escocia pintadas para homem
Mo baratissimo preco de 400 e 500, ditas
ncas ccruas para homem a 200, 241) e
2) rs., ditas pintadas c brancas para meni-
nos a 0*300 rs., ditas bancas, linas para
i meninas #240 rs-., ditas brancas para se-
Inlioras a 240, 300 e 400 rs., ditas pretas de
Hlgodao para padres a 600rs.,e outras mais
I qualidades que se vendein barato na ra do
Q'ieimado, na bem condecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Escovas e todas -squali-
dades
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que p le haver e de nova
inv-nefio a 3?, ditas francezas muito boas
a i>. 15500 e 88000, ditas para cbelo ingle-
zas e Dancezas a lfcOOeSS ditas para den-
tes inglezase fianoezas a 400, 500 c 600 rs ,
dilas para unhas dila dita a 240, 500 e 15, e
mitras qualidades mais baratas, que ludo se
vende na ra do Uueiniado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
Tachas !e 'e.' ro.
Na l'undicaoda ".urora cm anto Amaro
e tamliem no deposito na ra do Brum, logo
na entrada, o defronte do arsenal de mari-
ulia. ha sempre um grande sorlimento de
taclias, lauto de fabrica nacional como es-
trangeira, balitas, fundidas, grandes, pe-
quenas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
no-s ou canos, livres de despeza. Os precos
sao os mais commodos.
Vende-se um jogo de breviarios de
1815, por preco cominodo, por ter al-
gn uso : na livraria OS. (i e S, da pra-
ea da Independencia.
Vendem-se duas casas na rus da l-
|uinha dos ijoairo canios, na cidade de
UIinda, em chilo proprio, bom quintal, ca-
cimba, sendo tudo de lijlo e cal, por prego
I corumodo : quem as pieteuder, dirija-se a
ra liniieiial 11. 63.
Vendem-se vidros sem ac de todos os
, tamaitos, e boum-se vidros em cisiliios
I com muila prouipUdao, mais em contado
queein oulra qualquer parle: ua ra das
Irinclicin.s, em Irenle da ra estreita do
Rosario, luja de traste 11. 50.
Vende-se urna prela moca, a qual co-
zinha, lava eengomma: na ra do "Juenna-
do 11. 7, se dir quem a vende.
vende-se una escrava perfeita en-
gommadeira, urna dita com 15 anuos, sem
habilidade, muito bonita, urna mulalinha
com 11 para lz anuos, urna dita negra com
24. unos, muito foite e com habilidade : na
ra da Senzala V'elha 11. 70, segundo ou ter-
ceiro andar, se dia quem vende.
MILHU E.\S.\CC\D0.
Vende-so no Recite, armazem da ra da
Cruz 11. 13.
Cassas francezas inissimas a 480 rs.
a vara.
Na loja da estrella, ra do Queimado 11. 7.
vendem-se cfiksas francezas lillas, do ultimo
goslo, a 480 a vara, cortes de vestidos pre-
los bordados a uialtz, com tres babados u
tOcOoO o corte.
KELOGIOS.
Una ta Cadeia do Recife
o 18.
Ha un sortimento de relogios de todas as
qualidades, tanto de ouro como de piala,
ditos Meados e galvanisados, por preco ba-
ratissimo, ha tambem meios ehronometros,
de superior qualidade.
Vende.se a verdadeira graxa ingleza n
97, dos afamados fabricantes--lia] o; .Mar-
tin, em barricas de 15 duzias d- potes:
cm casa de James Crabtree i\ Companhia,
ua da Cruz 11. 42.
He lltuitO ) : ;t(.
Vendem-se duzias de facas e garfoa de ca-
bo de mailim de boa qui lujada a tos ditas
l ditos de cabo de bataneo muito linas a t,#
I dilas diios cabo rolico eoitavadoa 3f, du-
zias decolheres de metal prmcip1 a 3a e fia,
1 ditas de metal mais ordinario a 8K) e 1-ioo,
o oolias mollas cousas que se vende Inralo
A}i Na fundicao de c. Starri Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para ven ler arados
de le ro de um rhodello e eonslruccao muito
superiores.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAV.
na
ra do (jueimado na bem condecida I
';',
JL
i\a rui Nova, loja e fabrica de chpeos de Chris-
Haii> l Irniilos, 11 ii, tem para vend-r, chegado.
olliiiiameiiie, oleados piniidos para mesa, dilos pro.
los e ae ludas as core ; assim como um completo
omnenlo de chapeos para senhoras, eboiMloide
iiilleienlesqoahdado para horneas, os quas \en.
dein-se in-is baraiosque .m onlra qualqu-i parle.
\endein-se saccas de feijao niulaiinho
muito novo e bom a I4y rs. : na ru 1 do Vi-
gario 11 5.
Vende se um cavallo russo, bom an-
dador de b.ixoa iiipjo, em boas carnes, pro
pno para cabriolet: quem o quizer ver di-
rija-so a cocheira Gulmariles, que achara com quem tralar.
iamates.
Chegeram os desejailos diamantes de cor-
tar vidros, muito superiores, cravados em
lalBo : na ra Nova n. 38, loja de funileiro
defronte da igreja da Concricao.
Na ra da Cruz u. 50, armazem de San-
ta Barbara .V companhia, vendem-se ellecli-
vamente caixoes vasios de lodos os tama-
itos
Viiho do Porto
de 1857.
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, becco da Madre de Dos n. 12. vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas de
urna e duas duzias, por prego commodo.
Vende-se um excellente cavallo com
todos os andares, e um sellim inglez, novo,
por preco commodo : a tralar na ra do
Amparo, emOlinda, casa ao p da escada
que sobe para o adro da igreja do N. S. do
.Amparo.
Vendem-se duas inoradas de casas em
tiln.la, urna na ra do Amparo, com quintal
solfrivel e murado, com exccllentes commo-
dos para familia, e a oulra na ra d S.
Francisco, rom grande quintal e cacimba
com agua de beber : quem as pret-nder,di-
rija se a cas da ra do Amparo ao p .-a
escadinha que sobe para o ladro da igreja de
N. S. do Amparo.
Deposito
de rap princeza da fabri-
ca de E.Gasse, no Ri..
de .Janeiro.
Vende-se a prego commodo rap lino,
grossoe meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vaporS. Salvador ; na
1 ua da Cruz 11. *9.
mo pa&eio, loja 11. 9.
Vende-se um completo sortimento de ri-
cos corles de cassa di cores e pretas, com 7
l|2 varas a 1/600 cada um, ditos de Chita,
fazenda muito lina a 3?000, chitas de cores
e pre as a 160 o covado, e oulras multas fa-
zendas boas e baratas.
Por Jess
Faz admirar
Quem pitada tomar
L)o fumo de Garanliuns
Vende-se o(lsupeiior lomo de Caranhuns,
lano em grandes porgfjes como em pesos
pequeos Jefionte da matriz da lioaVista-
u 88, taberna da esquina do Hospicio.
Vende-se eimen-
to muito barato e bom, pelo preco de
7.S00 a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' recolliido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio 11. 17.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, I012
n. 50.
Vendem-se terrenos para e'ilicagao na
estrada do Manguinniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. .Manuel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
lar na ruf da Cadeia do Recife 11. 9, ou com
Jos Baptista Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da Relacao n. 28.
Na ra do Vicario n. 19, primeiro andar.ven-
de-se vinho do Porto d.- superior qualidade da bem
cooheeida marca lW ero pipas, barrise canas de
orna e duas duzasdo garrafas.
VINHO DO PORTO GENUINO.
Vente-se ptimo violto do Porto em barriada
quarloeoilsvo, por precorazoavel: na ruada Ca-
deia do Recife n. 3, escriplorio de Hallar f Oh-
O.liARDA-l.lVitDS BRASILEIRO, ou arte
: da osc ipioiacao mercantil apropriada ao
commercin do Brasil : vende-se na ra. da
j Cadeia Velban. 22. Prego 8/000.
Agencia
da- 'und cao Low-''.' r,
ra da Sen/.ala-Nova n. 2.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo soitmenlo de inoendas e
meias moenfln para engenho, machinas
de vapor c laixas de Ierro balido c coado
d- todos os tainanlios para dito.
; Em casadeCduardo II. Wyatt, |;-
;;; ra do Trapiche .Novo 11. 18, lia %
\. I>ara vender : ;
\.' piano lorie, novo t elegante de gj
,'3 fabricante alamado em Londres. ; ':
t Graxa ingleza n. !I7, del)a> >\ .-.
v3 Martin. ^3
-;j Tinta ;' Arnold. r\
-;]; Tintas em oleo de varias cores. 5j;
:.'/ Cabos da RuSSa. t.%
fe Crystalleria. jj
':'i Agurdente ele Franca cm bar- ^3
O s. @
\inho Sclierrv dilo. i
Fructas em conservas ingle/as. th
Papel para cartas. -^
Livios para copiar dito. 1
Candieiros de candelabtos de S
bion/.e. t
Ac em barra para molas de >
carro. %'
Kixos para carro. j-;
Chicotes para dito. .-'-.
Helogios de ouro cobertose des- ;-'
cobertos. .'-'
< miudezas da boa fama n. 33. .
stiver de luto.
i
I'ara que
Vende-se na roa do Queimado, na bem co-
nheciua Uja de miudezas da boa tan.a n. 33,
volias pretas lliias e ordinarias, ricos alhne-
t>-s, ri'as pulceiras, e ricas rozetas, ludo do
melhor gusto que se pode encoi.liar e por
prego que nao deixara de agradar aos se
nitores compradores
lo a da boa fe




i* 1011
vende-se <. mais barato
2/1000
960
1800
9
$
ur
%
y'i
P
.
Farinhade Tri-
este.
SSF.
(Verdadeira.)
Pelo navio BLOUMR chegaram 5606
barricas desta acreditada farinha : ven-
de-se nos rmaseos de Tasso limaos.
elogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-sea precorazoavel,etn casa de
AugustoC. ele Abreu, narua da Cadeia
do Keciic, armazem n. 36.
Vemle-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Sanio ti. 11.
Afonhos de vento
coro bombas derepuiopara regar hurtas aba
xa de capim : ua fundicao de 1). W. Uowman
ua ra do Brum ns. 6. 8 e 10.
Em casa de lleur. Bruno (t Companhia, na
ra da Cruz n. 10, vende-se cognac-era caixiulia 5 t
duzia.
FARINHA
99000
500
1/200
I/0O0
500
IjOOO
1/600
2000
18/000
80U
199000
lfOOO
7/000
200
Vende-se em casa de Saunders Brolliers V C. o
praca do Corpo Santo o. II, a muiln superior ebem
condecida farinha de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechigada em 9 do corrente na escuna
cd'feil, em porresBrandes e pequeas,conforme a
voutade do comprador.
TAI XAS PARA ENGENHO.
3a fundicao de ferro de D. W. Bowmano ua
ra ds lirum, passando o chafariz, contina lia
varum completo sortimerlcda taixgs dt ferro fun
dido e balido de 3 a 8 palmos de boc.Ci, as quaes
acbam-se a venda.pot eprego comnodo e com
promptido: embarcam-s oucarrogaia-se amcar
ro senniospeza ao comprador.
Era casa de Saunders Brothersrx C., praca
do Corpo Santn. 11,ha para vendar o seguime a
Ierro inglez.
l'ixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eouas de Imho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entraocado igual ao da Babia
E uj. completo sortimento de fazendas propio
para ste mercado : tudo por prego commodo.
futassa e eal
vir geni.
Noantigoeja' liem condecido deposi-
to da ra ela Cadeia do Recite, esenpto-
rio n. 12, lia para vender muito supe-
rior potassa da Itussia, dita do Kio de Ja-
neiro e cal virgen, de Lisboa em pedra,
tudo api-ecos muito favoraveis, com os
quaes iicaruoos compradores satisteitos.
\. O. RieberiSt C, ra da Cruz n. i,
vendem :
Lanas da Russia.
dem inglezas.
Brinzio.
Ib ins ela Russia.
Vinliode Jladeira.
Algodao para saceos de assucar.
ios>iv 1 :
Crosdcnaples preto muito bom, o
covado
Canlao preto mullo fino, proprio
para luto, o covado
Sarja preta hespanhola, o covado
Coigurao prelo milito lino com sal-
picos, proprio para colletes, o
covado
Casemira prela liria, o covado
Panno lino azul, o covado
Longos prelos de seda para grava-
la, meio lengo
Meias preUs de seda muito supe-
riores, o par
Paitos uruito finos para camisas
Ditos de liiihu muito superiores
Casemira de qnadrinhos pelos
muito lina, o covado
Corles de colletes de fusto
lotos de ditos de dilo lino
Ditos de ditos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
<-i les de vestidos de fazenda de
seda muio linda
Selins usos de cores, o covado
Mantas pretas de lili, bordadas de
seda
Veos prelos de lil bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
pata cortinados, pecas de 20 varas
Ditas |,ara Cuberas, du bonitos pa-
drees, o covado
e alen, disto na um completo sortimento de
lazendas linas e grossas. que vende i.-se por
precos lao cnimodos, que ninguem deixa
ia de comprar; assim como chapeos do
1 hille muito finos, que se vendem por me-
nos que em 011 ia paite: na ra do yueima-
do n. 22, na i,em conhecida loja da boa Te
, lfiS D VEL000.
Vendem-se utas de veludo pelas e de co-
res. estrenas e largas, lisas e aberlas de mui-
.n, .15.8L'S' ,'el baral Preco de 160,
, 320 400, 000 e 600 rS., ,,a roa do yueimado
i na io|a de miudezas da boa fama n. 33
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
cho de roupas em viagem, pelo barato preco
de 5, b, 7 e 8? cada urna, galheteiras com
lodos s vidros necessarios a 2?, licas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver e guardar lodos os pertences, proprios
para viagem a 8, 10, e 12.3 cada urna, costu-
reiras nquissimas -le Jacaranda comesro-
partimenlos forrados de seda e com muito
gosto a 4, o, 6, 7 e 89, peales muito linos pa-
laalisar.pi.ipriosparaciiangasou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carleirinhaspara lembrangas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
enconlrai, siteles com todas as letlras do
abeedano, sinetes proprios para namorados,
ricos laseos para cima de mesa eoutras
muitissimas galanteras, tufo muito lino e
e muito bons gostos, asseverando-se a
quem vier ver o rieo sortimento, que sem-,
pre existe neste estabelecimento, uo deixa
ra de ler em que empre^ue muitissi o bem
o seu dmheiro : na ra do yueimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa la-
ma 11 33.
liicns fitas finas e morfer
PIULAS UOLLOWAV.
Este iiiestimavel especilico, con.posto in-
teiramenie de herva, .iied.cn. s, nao "ot
te-m mercurio, ,m ai(.ullli, oMn tmkmMu^
deleelerea. Benigno a mais lenta manca
e a comp eigao mais delicada, be igual.,,,-,,.'
te promplo e seguro pa.a desarreigar o u,.|
na compleigao ia,s robusla : he inleira-
meute innocenle em suas operaces eeffei-
tos j pois busca e remora a doeucas de
qualquer especie e freo, por m.is antigs r.
lenazes que sejam.
Eulre oiilha.es de pessoas curadas cun
esle remedio, multes que ja esuvam as por-
tas da ntorte, preservando em seu uso con
seguirn, recobrar a saude e Torgas, depoi*
de haver tentado intilmente todos os ou
4>ono tros remedios.
2>0001 As uiaisaallliclas n.1o devem entregar-se *
3/000 Jesesperacao; focan um competente ensaio
doselhcazes effeilo> desta ..-sombrosa medi-
1/000 """ e Pastes recuperaro o benehc.o da
saude.
Nflo se perca lem o em tomar este reme-
dio para qualquer das segu.ntes enfermida-
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areas mal de,.
.tsllima.
Clicas.
ConvulsOes.
Debilidade ou exte-
d uaego.
Debilniadoou falta de
forgas para qual-
quer cousa.
Desnteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos ria.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Kebres biliosas.
Febres intermitientes
Febrelo da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydropuia.
IcLenc.a.
Indigeales.
Inflammages.
Irregularidades da
ruenslruagao.
Lombngas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
ObstrucgSo de ven I re.
Phlisica ou consump-
g.lo pulnionar.
Reteugo de ourina.
Bheun.alismo.
8ymptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.)
---------- l, uu 01,11 .
Vendem-se estas pilmas no esiabeieeimea-
to geral de Londres u; 244. Mrand. o ...
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
loda a America do Sol, Havana eHespanha.
vendem se as hocetinhas a 800 rs. Cada
nma dellas conlem urna instrucco em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las p.lulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em
Pernambuco.
VENDEI-SE CAPACHOS
pintados, comprlos e redondos a 700 e 800
rs ; na ra do yueimado loja da boa fama
n. 33.
Bonecas franeezas.
Vendem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias ,q<.aiidades a UM,
15600 e na ra do yueimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cartas para .io-.-.r.
Vendem-se barallios de'carias r.ancezas
muito luase de bom papel a 500 rs o har
Iho, dilas portuguezas muilo finas a 320 rs.-
na ra do yueimado na loja de uuudezaa da
boa fama n. 33.
Denlos e lunetas de tedas
as nualidndH.
iiCas nt.is linas e
as dos melhores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na ra do
yneimado n. 33e por pregos que nao deixarn
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde es-
colher.
r a randas e rati- s
I l'm lindo e variado sorlimenlo de riiodel-
j los para varandas e gradarlas, de gosto mo-
| dernissimo : na fundig9n da Aurora en, San
lo Amaro.e .10 deposito da mesma, na ra do
lirum.
Lrouro (Se lustre marca de
casteo.
Vendem-se pelles de couro de lustre de
muito superior qualidade a prego de 4; e
4/500 : na ra do yueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa lama n. 33.
Luvasdevartas<|Urjlidaile
Vendem-sesuperiores oculoscom armaran
I de tartaruga de todas as graduares a 35IMHI.
'dilosmuito bons com armacOes domadas a
1C200 ditos ditos com armagfies praleada,
lv, ditos ditos con.srtnago de ac a 8m>
1?, lunetas com armagao de tarlaru-a a 1>
ditas redondas equadradas de baleoj a 501*1
?;'Ht' de (Jous vi,!ros r"'cao de baleia
a 1S6UU, e oulros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa faioa na ra
do yueimado n. 33.
&te**l*$$ U0M.
.. ------------- A.i.ua coiuiiiu a a estar fuc
\endem-se ricas luvas de seda de lodas as o dia 11 de Janeiro o pelo crioulo
BS. cu Mili .ii j e cno. I,..i..i ..... ____ ,...._____*_ r 1"'""'"U'0
A'g-odfioziiili' da Baha
para saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Rieber e\ C., ra da Cruz
n. ,
Vinlio do Porlo, superior chamico.
Era ca.xaadc 2 duziaseero bairis daoilavo, re-
ceolcinenlrcliesadopelo briaue ..Trova Ion.; vnde-
te unicamenle im irmazem de Barroca A; Castro, na
ra da Cadeia do Recife .1. i.
i&nos.
Em casa de Rabe Schmeltau & Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
Piano, do afamado fabricante Tiaumann de
res, cobordadas e com Dollas a 2* o para
I ditas sem ser bordadas brancas e amarellaa
para bomeiis e senhoras a 15, 13200 e 1*5000
j ditas de lio da Escocia Lrancas e de co.es
I para Romeos e senhoras a 300, 400, 500 .
600, ditas brancas e decores, de algodao'
piopnas para montara a 240 e 320 e oulras
qualidades mais que se vende na na do
yueimadona bem conhecida loja de aude-
] zas da boa fama n. 33.
Para cscrptorios e carto-
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel haver a 6a, dito in-
ferior pouca cousa a 3o e 350, dito paque-
te muitissimo fino a 9500 e ge, dito almago
greve e niarfim a 45, dilo almago muitissimo
bom a 3-200,1 dilo de cores em quartos de
resma a 700 vs., crozas das verdadeiras pe-
nas de ago bico de langa pelo barato preco
de 13200, ditas muito boas sem ser bico de
. langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
: nos a 320 rs., dilos proprios para riscar h-
vros a 800 rs., canelas de osso luneadas para
I petinas de ago a 120 rs., caivetes Bnissimos
, de urna a quatro I dhas a 1, 2, 3, 4?, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
i ra do yueimado na befli conhecida loja 4?
1 miudezas da boa lama n. 33.
No da 22 d< rorrete fugio do ense-
nnoCovas, f.eguezia da Luz, um ra-al de
escravos com urna cria menor, o escravo
rhama-se Itertltoloa eo, altura de marra,
corpo secco, tem barbas impe> iaes; a escra-
va Lurza, estatura tambem regular, tema
cara toda cheia de pannos, o a menor, filha
ihama-sc Mequilina, de idade de 3 a 4 me-
zes: roga-se as autoridades policiaes, .
aonde forera encontrados mandaren reco-
Iher a cadeia, e ossenhores campanhas, po-
dem, querendo, levar ao engenho cima.
Ainda continua a estar fgido desde
ja por
llanibuigo.
i*
AVISO
aos ferreiros.
F PIRIKR, aterro da Roa-Vistan. .")5
iempara vender a vontade do com-
prador
CARVAO de PERA
de primeira qualidade, por prero com-
modo.
m FARA. I
IHO.
XAFUXICAO DL FERRO DO ENGE-
MILI RO DAVID W. BOVVMAN, ,sA
RA DOBRLM.PASSAMIO O ollA-
FABIZ,
I ha sempre um grande son uienlu dos esuinles o
jeclOMleinecliauismosproprio; paraioiueiibos.a sa-
: bsr : moendase meias moendas da mu- moderna
IconsIrocgSo ; laixas de ferro fundido e balido.de
I superior qualidade e de lodosos la.nanhos; r-.da
dentadas para ayuaon ani.naes, de Indas as propor-
r.ic-; crivos c boceas de fnnialliae registro- de bo-
ciro,aRuii!ioes,brniizes,paralusos cca\ilboes,moi
uhusde mandioca.etc.ele
NA MLS.MA FNDICA'O.
feeteculaiutodasasL'iicnmiiiciii!as coma superio-
ridadria^onliecidaecon, a devidaptestezoecom-
inodidade em prego.
BANDEJAS FINAS E BAM-
- ?SO l

o\ transferido o deposito dsile \arope para a ho
(icdeJoe da Cruz Sanios, narua jSo\;i n. 53
2arrH(i5 .>?300, f meias LHI, sendo T.iIm iodo
vezesannunciado de nome Jos, ron. pan-
nos 110 rosto, costas cortadas e tornozekw
opiados para lora por *usa de MhML lem
sido visiode llapissuma para Iguarassu' e
Tabalinga acuulaJocom urna preta que ven-
de falo : -era recompensado quem o levar .
ra da Cuia, taberna n. 9.
Continua a estar fgido o escravo
Antonio, Casseoge, de idade 36annos. pou-
co mais ou menos, rom os signaes seguin-
les : altura regular, cangueiro no andar, cor
preta rosto redondo, sen. barba, costas lim-
pas, cneio do corpo, conversa pouco, o. es-
cravo do lutado Laetano Congalves da Cu-
nda, e lugio no n.ez de julho' do anno pr-
ximo passado, suppoe-se arhar agasaihado
por alguetu, para as partes do sul desta pro-
vine a : a pessoa que o apprehender, sera
gralihcada com 1069000, que os recebera na
occasiSo da entrega do .uto escravo. noeu-
genho Curgahi da comarca de Pao d'.lbo.
ou no Recife, na ra da Guia n. 6, segunde
andar; Umb.n. se gratificara a quem der
noticia do mesmo esc.avo cora jo.^000.
..7 |,'u6'u Ue bordo do brigue brasite.ro
Mlampo, na noile .-o dia 8 do corrente, un.
negro de nome Marcelino, nagao Calinda,
altura regular, secco do corpo, rosfo com-
prido, barba serrada e cria suissa, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, e calgado : quem o pegar leve-i
a bordo do dito navio, junio ao Ce- s do l'as
seio l'oblico, ou a casa de seu consignatario
Manuel Alves Caera, na ra do trapiche u
114, que sera bem recompensado.
No mes de julho do anr.no rassadoau-
; sentn sedo engenta) Rangua, o escravo ca-
| lira, do nome Regumbio, baixo, m> go, e
lem urna cicatriz noqueixo : quem o pegar
ou delle der noticia, dirija-se ao escriplorio
de Manoel Congalves da Sn\a, na .ua da Ca-
deia do Recife, ou no dito eugeuho, com
t.aiici co de Ramos Wanderky, quo sera
aquelh- que na..lor vendido neste leposllo.ntlo < ,
quesefaz opresent. aviso. recompensado.
n"v.iirr 4 \"i'l" Itim a aaim wii I, 7 """810 no dia 21 orna esclava de nome
POlUA.A TE PARA 0 Pl BUCO. "c'ldnna, de natao Angola, cosa os signaes
I'ara cara de phtvfieaen lodotoaseuc lilleren l^'KUi liles : ahina regular, lem falla de den-
ir-iraos, quer motivada por constipaees, tosse! Ies "a f ente, tem OS dedos dos | es junio .
asUioia.plenriz.escarrai desanrue, dordecoa-1 mnimo mais pequeos e levantados, levou
.idos a pe.to. palpitadlo no corarao, coqueluche vestido e cassa azul, saia hiauca e nanno
I II -\ :' i i '.t 111 :i o I tul.. .14 mi' I p. I i -, .1.. < .
n
leosfios
coberlose descoberlo*. pequeos e arandes.de ouro,
palenle inlez. para lio.n.m e senliora, de um dos
iiielliore. rahriranles de .iverpo.l, viudal pelo ulli-
mo paqule inulez : e.n casa de Southall ilellor A
Companhia, ra do Torres n. 3S.
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios te-
manhos pelo barato prego de 1/500, 2>5oo,
3*300 e 45 : na ra do' yueimado loja de
miudezas da boa fama n. 33
LEQES FINOS.
Vendem-se lequcs muito finos com rieas
pinturas, espelho e plumas a 2#, 8960a 4^ .
n ra do yueimado loja de miudezas da
boa fama n. 33*
da Cosa de mteme ; roga-ee .os ssadMarae
capilaes de campo que a appreheudan, c le-
ven, a casa de seu s. olio, na ra da praia de
-anta Rita ti. 25, que sero generosamente
recompensados.
Fugioa2l de levereiro, Manoel, criou-
lo, que representa trr 30 anuos, alio, crfio
do corpo, log, s gmsaM, fallo de denles
bruncliite, dorna (araanta, e lodas aamolestia 1
dos orco. pulmonares.
SAO' MIMO LINDOS.
Ricos corles de vestidos de fa/.'nda muilo
fina, toda de seda e de um gosto muito apu-
rado, rhegados pelo ultimo vapor vindo da
Europa, muito proprios para as senhoras de
bom gosto, assim como chitas francezas
muito linas matizadas com lindas co.es ""T"' ""Vf Biwaeae. ia.10 ue .untes
dao-se amostras narua do Queimado ya 1ue -f-T* .*r *"% regrista, quehrade, tesa
na lujada boa fe de fronte dada boa fama P Jl paraBalro, ajamado anda, por
'""Icausa da tortura dos | PARA CIEM TEM ROM CSfO. po. he cozinbeiro e ten. ge.l.fpara qualquer
Na ra .o Queimado n. 22, loja da boa f, serv-,., de casa ; lev 11 canusa de rucado e
ha un, completo sortimento de gros.euapo- calca azul, mas he da snpoor que faca usa
le de seda de lindas cores; aproveilcm antes de otitra roupa : qualquer essoa o rodera
que se acabem, que a fests esta com nosco, pegar e levar a su* senhora, viuva do 1 ruz
lassim como cha.eos do (hile muilo linos, -.....
que se vendem por menos que em uutra
1 pa1 te.

na 111a do (.ahoga, que sera recompen>ade.
l'ERN. : TYP. DE Id. F. E KAKIA 1K7
-"
MUTICSDD"






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