Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07718


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Full Text
4MN0 XWIll H. 15.
Por 3 mezes adiantudos *i'000.
Por 5 mezes vencido 4f500.
OIVRTV FEIRA 23 DE FEYEREIRO DE 1837,
Por auno adiantado l&fQOO.
Porte franco para o subscriptor.
. _. .*. -
\
I.NCUUtta.AIMiS DA Sl'USoniPCA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joo Rodolpho Gomes : Natal, o Sr. Joa-
qun) I. Partir Junmr; Aracaty, o Sr. A. > Lemoi Braga :
Caara, o Sr. J. Jote da Ohveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
!ues Rodrigue! : fiauliy, o Sr. Domingos Herculano A- Pessoa
eirente ; Para', oSr. Justino J. Ramos: Amaionas. o Sr. Jero
tjmo da Cosa.
Olala
Ij.....,"
S> An:.i
s. La
icir". Fl
i:.,i....
l'imctil-
Torio
PARTIDA DOS CORKKIOS.
todas as da*, a* 9 a ra
..,, Golaaia r Paiahiba :
i.ll,..,.,,... Ro......Can
raaca I'.-I Mi,... .\a/..
...-,. V.i'..-ll.-II.,. Ilua-V
Ipojaea, Seriaaaasa, lli
ras (> Natal : jaataa-fairat.
oa crrelo- parlera a* lo huras daW
. dn ,li...
Mas segundas ,'.,-
1,1. Mi,,,:,.,.- i;.,,.,,!,,-
,-t,. I.m, ,i, ,. I'.,.,.,
.i.,. Ih-icar* l.\..
-r'orilm-O. I .i. I'.irr
Pmqam, lu
* .|.,.,f,.,-f.
AUDIENCIAS DOS TRIBONAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quintas.
Reinen, : tercas-feiras e iibbados.
Fazenda quartas e sabbados as 10 boras.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao maio-Jia.
Juizo da orpbaos : segundas e quintas as 10 horas.
rimeira vara do civel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda rara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPMKMKuiiiKS do mi./. iiK i kvEukiko.
I Quarto crescente as 6 horas e I minutos da larde.
ti Lili cheia as '.I huras c 33 minutos da larde,
17 Quarto mioguanle a 1 minuto da manhaa
24 La nova as 9 horas e 3S minutos da manh.ia.
i'liKVllAll l)h IIO.IE.
Primeira as 5 hora- e 1H minutos da ni mina
Segunda as ;> hora e -i- minutos da tarde.
DAS da semana*
'l.l Segunda. Ss. Lauro, Serrino e Primitivo .Mu.
21 T.rca. S. Uathias ap. Ss. Primitiva, Montano Mm.
23 Olala, de Cinza Ss. IKvirio e llioscoro Mm.
2f Quinta. S. Toicaioarc. ni. : s. Paustiniaiiu b. ni.
23 Sella* Ss. Amiguuo, Curso c lt- >>., soldado Mm-.
28 Sababo. S. Roano ab. s Cerealia m.
1 Domingo. 1. da Ouarecma S- Suitberto, Eudocia. M.
ENCARREGADOS DA M Im un- ao t\0 SU.
Alagoas. o Sr. Claudino Falcao ias; Balm, Sr. I). Dupras
Hio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EH PKRNAMIIICO
O propnelariodo DIARIO Manoel Figueiroa de Feria, na eua
livrana, praca da Independencia os. 6 e 8.
PARTE OFFICL
MINISTERIO DA FAZENDA.
t:., patenle do ta 2! de Janeiro de 18..7.
A' directora geral das rendas, ..eclarnndo. em so-
luto a varias duvidas apresenladas pelo adminis-
trado* da mesa de rendas de S. Joao da Barre : I,
que (mi le ii mesmo administrador admillir o paga-
meoto amigavrl da impuilaucia constante dos preca-
torios da fazenda que lile lorem remellados antes .le
aprcsenla-los no a cumpra-se do juizo competente,
comanlo que as diligencias para esse i il-u,, n .., prr-
judiqueni u andamenlo regular que devero ter os
mesmos precalorios ; 2\ que o sello por verbas nos
dilos precatorios s>i deve a mullir-..- na falta do pa-
pel sellado ; :1\ que, depois de pana a importancia
da divila ronslanlede algum dos mesmos precalo-
rios, deve ser devolvido ao juizo deprecan!-, por
intermedio da direclorta (eral do eonleticio*o, na
forma dasordens em visor : e i-, liualnienie, que
lem direilo a commissao 'le 1 i? l|ii. e oescrivlu o
de l|'t 0|0, deduzinau do principal, rom exrlu.au de
mollas e costas, na coufortmdadc da circular de i lu -
aouro de 31 de malo de IK.il.
A' thesouraria da provincia de S. Pedro, de-
clarando que bem resolvis deridindo que as multas
do arl. 177 do cudigo criminal, lio cao do contra-
bando apprehendido eni flagrante, fazem parle las
rendas do Estado, porquanto oulra nao pode ser a
mtelligencia do arl. 17. S l* ''a le de 3 de deiembro
de 1K1 e das inslriir.c,ues de 3 ,te oulubro de 1844,
como se lem inva'risvelmente pralicadu nas dilVereu-
les estalles fiscaes do imperio.
A* mesma. declarando que as afericoes se de-
vana, fazer gratuitamente, nomo ja fui explicado no
aviso de 27 de novembro de ISi.i, sendo a esse Ira
bilho abrigados os empregados municipaes do mes-
mo modo que o sao os oliiciaes pblicos pelo qoe
resprita nos actos do sen ollicio, a bem dos interes-es
da fazenda nacianal.
CircoUr.Joan Mauricio Wanderley, presidente
do tribunal du (hesouro nacional, declara aos sende-
rea inspectores das Ib'SOurarias de fazenda que a-
raesas do ronsulado he applic*.vel o diaposlo u.i cir-
cular o. tu'? de 4 de abnl de 1835.
A' tliesourana da II diu, declarando que foi
indeferido n requerimeulu em que o negoctaule Ao
ionio Francisco de Lacerds penia isen*j*o do direi-
toa de con*umo 'o* objeclus que se forem salvando
do vapor /.a Frame, incendiado v submeraido na
porlo da capital da mema provincia, porque tal pre-
tendo he contraria nao sa leise regulamentus lis-
caes, como ao decreto n. ITI'.i d > 23 de Janeiro do
auno passado.
A' de Sin Paul". Joo Mauricio Wanderlej,
presidente do Iribun*! do llie'ouio nacion.,1, resp..iu-
dendo ao ollicio n. lis de 22 de agoslo do anuo pr-
ximo prel-nlo, em que o S'. inspeclor da lliesoura-
ria da San Paulo consnlla-se liem proredeu, delibe-
rando em junta que os vencnuenl is dos colleclores e
escrivAes esl.lo sujeilos ao pagamento de .'i por ceniu
de no*os e velhoa diraitos, na forma do $ 4 Ja. la-
bella aiiuexa a lei de 30 de novembro de 1811, de-
clara : que nao su bem resolveu o Sr. inspector, co-
mo que ti lavel lie que a Ibeeooraria a seu cargo
negl genciasse semelhanle cobranza, depois da pu-
liiicar.io da referida le da orUem do lliesouro n,
ti de 25 de Janeiro de 1813, que ln clara he a esle
respailo ; cumprindo por lauto que o senliur inspec-
tor mande verificar quaes os individuos que nessa
provincia tem servido os cargos cima menciona i.
dep os da poblicacAn da le ja flala, e delles esija i
pelos meto* compj|.ni,s o pag menlo dos direilos I
qua deitaram de iaUafater.
A' de Pernamhuco. Joao M luricio Wan.leley, j
presidente do tribunal do Ihesoaro nacional, res-1
pondtndo ao ollicio do Sr. ioispeolor da theaoorarlan
de Pernambnco n. ttt de 30 do mer. prximo pass.i-
do, em que onsulla sobra a legalidade da orden)
que Ihe expediu o Etm. preiidenle da provincia em
S do mesmo mes, para pagar ao baeharel NaborCar-
neiro Bezerra Cavalcanti, o seu ordenado de |uu
municipal do Lunoeiro, relalivu ans me/e> de aicos-
lo e setembro do auno passado. declara ao mesmo
Sr. inapeclor que lie cerloque os presidentes de pro-
vincia nao p ileiu lomar conhecpuento, e muilo me-
nos decidir as quesles que se suscitan) sobre os as-
sentamenlos ou nenenlos dos empregados ppbli-
cos ujaitos a repartirAo geral, por ser a soluce de
taes qorsleda exclusiva competencia da adminis-
Ira^ao da fazen la, na forma do artigo 1 $ 10 do de-
creto de 22 de novembro de 1850; e oulrusim, que
os atleslados regulare, para os pagamento de orde-
nado a taes magistrados sin os das respectivas cama-
ras municipaes, e nao dos juizes de direilo, confor-
me a legislaban em vigor ; roas que no caso trata o seu uto ollicio o Sr. inspeclor podara ler or-
deuado sem leluelancia o pagamento reclama :o,p -
quanlo da ja citada ordem lo Exm. presidente, cons-
ta que o baeharel Nabor nao apresenluu smenle al-
testado de xercici >, passado pe|o jnii de direilo da
comarca, mas lamben) um oulro do presioenle ,1a
cmara municipal, que, se se achava revestido, eemo
lie provavel, da aasignaiora do respectivo secrelanu,
eslava no caso de ser aceilu pela lliesourana-.iino
tambem so declara nesla dala a' thesnurario>do Es-
, [linio Santo na or.iem junta por eon>vv^'"
A' do E-pinlu h#(*>. filo Maun.-io Wan-
derley, presideiife do Iriliiinal do thesour nacional,
sujeilos ao imposto da sisa ; porquanlo, -.elido os bens
propriedade da sociedade qoe os adquiri em seu pro-
pnu nume, nao se da Iransfsreneia ,ie dominio,
quando, dissolvida a mesma sociedadei sao partiloa*
dos os respectivos fundos, recebendo icada socio a
importancia de seu capital em bens qu* possuam em
commum.
30
A' mesma, participando que foi approvada a re-
soliirao que luinou em ses*,ao da junta, de declarar
que as guias e ordens que cusluiuam dar i autori-
dades e reparlices compelentes para sere.a recel.i-
dus a bordo de navios particulares ofltciaes militares.
Dragas de pret e artigos bellicos, sorteas seus devidos
elVeitos sem o pagamenlo do sello lixo, por estarem
esses documentos ciun(irehendidos ua isen^ao esta
beln 'a pelo 5 7." do arl. 52 do regulamenlo de 10
de julli i de 1830.
31
x" de S. Paulo.Joao Maurieio w/anderlev, pre-
sidente do tribunal do lliesouro nacional, em solu-
c3o ao ollicio do Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda da provincia de S. Paulo, de 31 de julho tilli
mo que acompanliou a justilicacao em original
apresenlada a" dita (hesouraria por Antonio Nunes
Correa, rnllerlor das rendas ge.aes da villa de lia-
pera da Patina, acerca do arrebalair.enlo de varios
livros de rrecadac,Ao da agencia de A|nahy, annexa
a" dila eolleulona, e na qu*l participa o que fofa de-
liberado relativamente ao alcance do ex-agenle Ben-
to Manoel do Prado, declara ao mesmo Sr. inspec-
tor que o lribun.il do lliesouro resolveu, em sessao
do 29 do rorrete, que seja aceita a juslilicaeao de
que se trata para o elleitu soinente de provar o ar-
rebatamento dos referidos livros, e de ser aquelle e\-
.igenle dasonerado da apresenlacfio dlles, mas nao
para o de deiiar de pagar o alcance arbitrado, e que
ja' garanti.
K l.a r.ntregaremos nospr,.zos quise estipularen) I O coronel chele de estado inaiur do cominandu su-
os tilulos de amb.s as dividas come pagamento do \ perior da guarda nacional do municipio do Cabo, da
airrndameuto e .nlinini-nac i.i da conlribui(,io di- provincia de Pernambuco, Kernardoi'olenlino Man-
recla, e da renda do papel sellado c patentes, que so da Cusa Keis:
o governn nos venden pelo termo de 35 annos. O lenenlc-coronel commandanle do lialalliao u.7
- 2.a Tomando por base u calculo de cen millies da guarda nacional da provincia da Babia, Juan de | o que
de divida, propomoaqoe se a sommaque se entregar, : Teive d'Argolo (.lueiro/.
nao alcancar a este total, se diminuir proporcional- I
A comedia lie lima das melliores qoe lemos vislo,.
potsque prescui lindo de dilos equvocos,encerra sce-
ii.i- bstanle espiriluosas e divertidas: be um ?er-
daleiru rainallicle de cravos branros. que be preci-
so clieiri rom cuidado para nao inurcliarem, e lie
menle ao numero da annos do cntralo.
3.a Se, durante u carao do contrato, considerar
o governo de ii.teresse publico o resgale das rendas
que nos arrenda e vende, lera OOCflo para realisa-lo,
eiilregaudo-nos em duiheiro elleclivo os sete por
cenlo di valor escriplo dos litlos que llie livennos
enlregado.
Pelo mioislfriu do imperio forain iintiieadns :
Commissano do governo no Instlalo roiiuercial
da corle, o Sr. marquez de Oiinda.
Director, o Sr. I)r. Manoel Pacheco da Silva, agra-
decendo o governo ao Sr. conselbeiro Hivar a maiiei-
ra por que seivio na aula do commercio.
Professor de conlabili lade e escripluraeao mer-
fez o governo para ler na eadtira de direilo mercan-
til, se assim fr tjece*sario no correle anuo.
O Sr. Candido Malliens de Feria Pardal fdi no-
meado professor de ealligraphia.
O Sr. Albino dos Santos Pareira, lliesooreiro da
casa imperial, foi agraciado por S. M. o Imperador ; bom arliala.
UIMSTEBIO DA GUERRA.
ijuiliuuarao do expediente de 3 de l'everciro de
1857.
Ao presidente da provincia de S. Pedro do Sul,
delerminando que, para frequenlar o curso do in-
faulaiiae eavallaria eslabeleci.lo all, n.\i) se admit-
an) a in,trenla do priineiro auno os mililares nao
approvadas nos preparatorios eslabeleci os nos esla-
lulos do I. de mareo de 1845, arl. 12, a excepeo do
lili'ii. queso he exigido para os engeiiheirna,
Ao hrigadeiro direelor da escola militar, que
os exames dos que preicn lerem malricular-se no
(iriineiro ai.no da mesma escola sao us designados
no arl. 12 dos estatutos do I. de marco de 1815,
anda qoe os mesmos individuos declaraos deshila-
ren)-se smente ao curso de infantaria ou caval.
laria exgiiidu-sc todava o conhi-ciiDento da liu-
gua I ilin.i aos qne qui/erem esludar o curso geral.
Ao hrigadeiro director da e*cola de applicarao,
em resposla ao seu ollicio n. 2U8, se declara, para
assHn o cumprir : priineiro, que os exaine de pre-
paratorios dos mililares que u'-ui de frequenlar a au-
la provisoria do primeiro .mu malhernalico devem
sier feitos aili ; segundu, que os r*reparalori..s sao
os indicados no arl. 12 dos eetatutoi approvados p^u,
decreto do I. de ni.reo de I85, aindi que os ma-
triculados sa destinem somenle para o curso de in-
fantaria e eavallaria, exigindo-se, poreni, o de lalim
hqOel.'es ^.:.- preienderem seguir o de engeuharia ; e
lerceiro, qut na. se atienda a' idade dos mesmos,
ama vez que se a-bem habilitados com os compe-
lenles preparatorio : licando na intelligencfa de
que os exarne*. rom
participa ao coinuiaiid
em que deverao cuinerar.
Ao presidente da provincia da Babia, em soli;-
r.io ao seu ollicio n. de 5 de novembro de mi.,,
passado, pergiiulotitlo se f voluntario que, findando
seu lempo, se engaja
ratlfleaela deInnlario e premio deeniivjme'n-^l 'ir'&o' des
111 n ra>n> .11! n llias ir n n .1.. ,,..,.-, a__ 1_____.._
" i." Parrt fi'ililar a fiiarcha ln governo, os ere! caniil, o Sr. Francisco Jo-u dos ShmIo* Ki'drigue*,
lores Ihe aijia..t em prn; rr i i sohre a b>.se do arl, '2' a somma de quin/.e rail p*-u-
meusaes pe lo (**mpo e coulires de recmbolo que
acrordarmos com o coverno.
u 5.a U adianlamenlo de que falla o arl.30 ante-
rior coinerar a ell-cluar-se mn mv depoi4 de pro-
BUlB*itl a lei pelo poder expcutivo.
a (>. Ofl imposlos VigcQiei para aarrecadaro
de(iiti rendas 11A0 poderao ser diminuidos por kis
posierinres.
". No caso dt havor aluuns credore* que ni.
queirtm sub^crever a esUfl corrditjoes, leiau a oprAo
de recbpr parle propurcional que Ihes correupoii-
der nd> reudas aleclas e divida cons.di ada por
Jt-i- eupeciars, licando enlendido que qualquer lei
que daqui em dante poder sanccionar-e OMlfaortn-
dtp a cnidirii li'--e- (hi-.ih ln .*- de (lulos, sera" el-
lensiva nos f-ivores a w*> outros, ua (.ropurc/io do
llgariMnc que repreen(armo*.
I iS.n I 1 .1 euleudido e convencion!.do que, do
caso de s ibrevir caso fortuito o que Dios nao per-
milla que menoscabe os lireitM adquiridos nesle
conlralo, 04 proponenles licam em plena direilo para
optar pela* iiidemiii<.acoes que sejam JasUJs dentro
desle ine-mo contrato.
4J.J Esle contrato, pura que leuba forrea de lei,
ser.i levado ao corpo legislativo para BSQcappro-
a r,"iu.
Da demonslracao annena ao projeclo, v-se, que a
divida consolidada e exigivel sobe a 10) millies do
pi'-u- forles, e que com os juros de 'Vt annos su ele-
varia a 02 millioes.
Ora, o producto actual de todas as renda qtie os
credores pe lem para plmenlo de seus ttulos, so-
be 111 apenas 1 J'.'.t.jOO pesos por nn, ou a
10,.jM)7.5UU peos em 35 annos. Temos poisque se
o governo aceit-r a propo*la dos credores do Esta-
do, pasara' com del millioes de petos una divida de
duzeiilos millies !
l'-i -i se I -i/.*] urna semelliaule propona he preciso
ler muilo poura fe nos meios do devedur ou ua leui-
limldade da divi-l.i.
Fallando do Eslado em que se acliava Ituenso-
Ayres no ultimo dia do mez de Janeiro, du o fo-
mercio del Plata :
A crise mercantil e niouelaria em qne aetcbl
aqnella praca ; a discordia e excitarAo que rei-
na a respeiio oa prxima eleirAo dos irpreseutantcs ;
os efleilos da lei de direilos dinereiicii.es diclad
pelo governo do Paran' ; e a discordancia p.uxo-
ni'la e violenta entre o dilleremes circulo* polti-
cos, no i sobre a pessoa que ha de strbir ao tover-
no, -fnito M'l*re a cor poltica que essa prasoa lia
de representar, sao oulros tantos vermes que ruem
de dia em da o lecido sobre que *e bavia construi-
K/.'rair. os arli*las: tretlialliaraiu bem para
sostenta-la e agradar ao publico, o que conse-
goifam.
O Sr. liaimarlM, en car restado de urna par-
le verdadeiraineiile cmica t recorreo >omeule
nalorcu e ;< leo (rab-tlbo para agradar. Dim-
uodo de prteos iiarizcs pollinos o as barri^Ml
de palha, como anlieamenle osa.vam os gcacioaoVf
meio ele que anda be empreado por artistas dol
nicrecimenlo para fazer rir, o >r. (uimares esco-
llit'u um earocleritiiCO, ** vestuario proprio de un !
dandi/; f Dito de economa poltica, o Sr. I ir. -Matoelde que con^eeoio phrenelicos applu*os. Tfnhimoi
Olivcira lau-to. I vislo o Sr. nu drama, e jolgavamo-lo
Dito de setitiraphia e eslalistica commeicial, oSr.; um bm ^alan, e por i*so nao po-iemos deixar de
baeharel Le9o, confesar, que baaUnle rorpreio Gcamof, ao \c-lo
U Sr. conselbeiro Bivar aceilou o convite que Ihe Irabathar lo liem no gracioso, ao ni SN ver um tra-
11 lia (irado, por que, de oilenla e lautos vacunados, t
so de/ ou dloaa aproveiltrain.
A nova cmara, ou antes os nnvos vereadnre lo- |
inaram potie e eulrarain 110 excrcicio de suas l'unc- '
roe* no da *.l dn crreme e o primeiro acto rjue pro-
ticaram foi nomearem p.ira secretario, por ler a pet-j
soa que oceupava dilo lunar pedido demi^ao, ao col-
lector daa rendas geraea para nbetitni-lo.>o se-
ctunmunicires rcm p- ^ de ambos os lado poh-
(ico^^l^quelU trra; e por n-1 acbamo prudenle
11,10 anlecipar julios, iiem e<|imn-lisar com aaedome
a aappofta detmtjoeaU : he preciso, era accnur.ea
1.10 gravea, atmeiilba bem a verdade, para jolgar-
se com seguran.;!.
Pereira e *ua virtuosa >eubora, ra inrompalivcl o exernno simultaneo de steretariu ruja moricerarao he louva la por lodos os seus i-
1 com as luiicnies de colleclor nbus, nao pode deixar de duvidar mu foricmenlr
que lao feo acto de caoibalismu losse pralicado |or
un*1 lillu de pais lo moralisados hooesUi-a.
>.
heilbo dillinl na ordem dos pnpeis, e be lanln mis
difflcil quanlo he urna grande tantaffem traoalhar-
se em don- genero* i;io dlfierenteti. Creia o Sr. tiui-
marea, qne torprenden io*noa por esse lado, ron
Hfmoii a boa idea que formavarno* do seu talento.
arraiiiou-nos aiuda mal a opmiao de que he um
"7"T ....."*"-<""* '""doa porlentosa prosperida.iedelueno.-Avres. O
., nesla dala se orden.,. go r,,ie;ed,ncu e idaole das armas da corle dia, eon>0 UII1 ,,ia de gola, a eomiemplado de bnie
como nos contemplamos, dir-ae Isla ,ue seu-ali-
rerces sao eternos, inanioviveis ao inftuso dos agen
tes que os comhatem.
1' Eulrelanlo, os dia. do conflicto nresuinivel se
.aproximara, e s aprudencia profunda, o.lloe
leve lerir-MiJo^rlonra.fV.-s desu.leressado patriotismo podem evitar a essa rica
OSr. I liem,ilen, cingindo-se mesma escola,
apresenlou-se com lodo o esmero, quer no veslua-
rio, quer no caracterstico, c representen lao i-ein
o seu papel, qoe ainda inlganos ouvi lo di/.er:Sr.,
piso-o a pea! Km sen lrat,alho nada harta forrado;
seus dilos foram accenloados com liaslanle expres-
lato, e seinpre acompanhadoa de nn.a mmica inuilo
natural. Esleve opllmo EniOjoaulo a Sra. 1). |sa-
liel, Brrebaton no-, eiilmiq-j; > bullante audi-
torio, eslava seductora !... DetempenlMra a>ae>na do
raniali.rie eon lana grara e espirito, quejulgam.s
ir..ossivel fazelo mellio. Dle a rrpreseiilacao
daUaina de San Tropela Sra. I). Isabel mo*-
trou ser urna boa dama pira comeilia; por is.u
Iraballiando no seu venladeiro cararler, por ronse
queneia a vonla le, soube tnar tanto partido de al-
gnmas SCeOas, que a ella se deve em grande parle o
bom exilo ila comedia.
A Sras. Jesuiua e |). Krancisca, foram bem
nos seus papis, [asando quanlo Ihes era possivel
para salvar oranialhele dos. cravos broncos. das
garras da critica ; couseguiram-no com felicidade.
O Sr. I,una noSaloio, nao esleve mao, eipri-
mia-se ptimamente como um da.ses amaradas, e
senos Jlrevessemos a dizer alguma cousa sci la so-
bre o seu caracterstico ; porm como era um carac-
ler iiileiramenle ralao e esrepciunal. ni-rece um
lade in pacepor esta vez : aconselliando-o sem-
pre, a que procure mirlar a vo/., gestos, ele, na*
1 iini.ca contrafaxer a natnrea, por|oc alem de nao
! ser natural, pude anda passar pelo suslo de ver ca-
, lur-lhe -ios pea o fornndavel bkc% e acabas com nina
, cra diversa da rom que prinripiuu.
Desriilpe-nns que lie um consellio de amigo, e nao
nina critica de censor.
Em r i, hi-.H,. a comedia agradou suinmamenle
ao publico, que nao deixou em um,i so scena.le ap-
plaudi-la. S essa comedia seria capa/, de disper-
tar algoma seii.aen com um publico, que arabava
ds ver o genio Irabalhare Irabathar como s elle !
Kogamos, pois, a dnec(;ao. que al mutilar oulra
le igual valor, nos de maja una represenlac^o dos
com as honras de (dalgo ravalleiro.
S. PAULO
S (le fevereiro.
Antes de ludo (oigo de aniiuiiciar-llie que oseos
jornaesja nao dormirle pacilicamenU na trrida ci-
liada de Sanios. As reclamaeoes atraes, vitullalas
e acerbas que provocou esla quarentena de nova es-
pecie, que aiitenormenle Ihe cominuniquei, decre-
lada contri a mala dos jurnaes, ptodutuam elleilo.
De hoje em diante eolia o coneio no seu anligo
svsiema : a mala .le carias, e a de joruaes subirao a
serra irmaamente romo d'aules. lie o que, feliz-
iiienle, dos aiinnncia o nCorreio Paulistano ; fi-
caudo revogada a reforma contra qoe (aillo ciamei*
!nsialloo-se a assembla legi-luliva provincial
no dia 3. Ja na vespera deviam ler cotnecedo os
trabalhos, roas uo U"uve numero sollicieule de
membrus da assembla para a abertura, e niiigueiii
propoz a chamado de supplenles.
Na eleico da mesa um grupo volnu no conselbei-
ro t'arneiro de Campos, oulro no l)r. Nebias. No
primeiro escrutinio, achaudo-se presentes 2:1 mem-
bros, cada um dos candidatos, leve II votus, e o ba-
rio do Tiet I.
Corrido segunde escrutinio, o Sr. Nebias reuni
i'2 volos ; porlanlo lio o presideula da assembla
provincial.
Por ora eslase lem occopa.lo em discor postu-
ras ; l'allam anda mullos inembros, e dilliciliueitle
se pude reunir casa ; lie provavel que brevemente
ebeguem os que ainda fallan), e que as discusses
tomem inaisinleri-.se. He presuiuivel que o Sr.
Ur. Alineida, vice-presi.leiite da provincia, encon-
tr o preciso apjo. Se a maioria nflo for loda de
amor, nao sera' lainhem .lireetamente hostil.
S. l'.v. Kevma. acaba de publicar una caria pas-
toral, com o lim principal Je ainpar a dispensa da
abstinencia da carne em dias de jejum. e locando em
aUuns oulros abusiii. Entre esles S. Em. fulmina
severamenle a io.irorali.laile que rcsulla do que se
enana Folia, on do como ae servem os Folies da,
Bandeira do Espirito Santo para especular seus in- c,,vs brancospara ver se conseguimos formal
leresses diz .. Ese. que he um verd;Jeiro mudo co'" ",e* '.....'amalhete de reflexSea agradaseis .s-
de vida, e mesmo de farlo. Ia "us "le,s l"" moilos.
O fesleiro, vulg.imeule Imperador, justa um los ..." "............
taes canladores, tazendo-se a despez cusa das I leTln'B<" earnavel sem que houvesse caso
es olas ; o reslanle se parte ao meio, viudo mulla -'"" s""slru ou impoiloiile, ,.- lenbamos de re-
v s o Imperador, depois de ti mezes e um anuo, i '"'
Em principios do correte (oram remedidos para
alu tres reerales acoropanliados per guardas nacie-
ntes qne, pooeos dias depois, voltaram s-m ler (lle-
gado a capital c menos leiio entrega dos recrulas.
tls recrulas linham fgido e leilo a grara de deixa-
rem os seos guardas olhaudo ao sigual, quando ac-
corda los se viram.
Quando os guardas dormem,
lis presos devem velar,
Su a preso multo lulo.
V o guarda ai. acordar.
Ouvi dizer que semelhanle fuga era devida a no-
valice dos guardas.
A cmara inuniripal em sessao de bonleni ndmeou
urna commissao, para inventariar o que exi.le uu ar-
chivo da mesma, coraposla de Ires p-soas, um dos
seu* inembros, um oulro individuo e o promotor que,
ouvi diier, nao quiz aceilar lauta honrara ; puis
se nao quer Inulllujar, para no caso de haver pre-
variraco no ler cumprir com o seu dever.
-Nada mais por boje.
Idee.) -2D
IV
Ao sabir do portador, que conduzia a ininlia ter-
ceira missiva, lui informado de um fado, cujas pe-
ripecias sao mili raras, acoulecido na freguezia do
Alluiho.
Ires mnlheres, ou ules tres fallas sabidas do
Averno, reunidas a um miseravel espolla, em au-
sencia de seus maridos, dingiram-se a casa de urna
oulra, cnmqiiein siippuiihim cnlrei,r os mesmos re-
la^oes illiciias, e apos-a.los da infeliz, que se oceu-
pava em co/er porcao de luuea de barro, deilanj-na
por Ierra ; o espoleta pe o joellio no estomago, leu-
do na iii.li um puulial, urna das megeraa |"es!a-se
a si.II car os gnlos da desdllosa oleira, e as duas com
lices einnrasa, depois ,ie ergui a as rou,.as, prin-
cipian! a vinganea premeditada!! ... S dep >is
que realisarain o dainiiado inlent*, Undo qucima.lo
a infeliz desde o bailo ventre ale o meio das cou-
xas, foi que deixarain-na cnlregue a snfllimenles
lerriveis A infeliz achavase gravid.., e tica a
morle.
1.noto qnal telilla si lo o procedimenlo da aulori-
da.le, e se us auluies de lao iiel'an io crime hau es-a-
I |iado a acgu da policia ; mas esperoque na pri-
| meira oecasiUO lere de noticiar a raplura dos mes
inos. tem falla faz o Sr. Dionisio a* fregue/.ia do
Allinho, com o ler pedido.dispensa do cargo policial
que all exercia.
Carla particular.
.Vtfr- Ti-trura.,
margena do t'r-tta os desnoslos que se
t .... To 111.;... ~ i s *----- |- .** uaa "i.i...it' **i- i iiid o> ir-_t;iiii- (i i* pjbjj
lo. eseosollleiae. que marcl.am ,1a um para oulro, observara melhor a certa distancia duque ni ,.
pomo da provincia e de urna para mira, lem direilo | p lUgar e,n qne devem ,tese,,rolar-,r. a P
as rae.mas vantagens de ajnda da cnslo pelo m ni- r _^ _
f.irragens, he-las de liagagem, gralilicacac addi- ,
ci inale e'.ape ; se declara, para o lazer oonatsr a
lh-ooraria de fazenda da mesma prc-mcia, qu? a ,
primeira duvida acha-se reso'-l-ia Dlo avisu de ',1 de '
agosto do rito a.ii.o,,|ue conlirmou o aireilo aos vu- I
lonlarios engajados depois de concluido o seu lempo I
deservieoSio abono da ralili'araude meio anido du-I
bradn de encajamenlo ; e pelo que diz reipeilo a se-
gunda duvida, que os olliciaes em n-arrlia no pri-
meiro caso cima apuntado, n.v,o devem receber a
ajoda da cusi por perlencer ella smenle qelles
que em servido seguem por Ierra de urna para oulra
provincia, compelindo qelles apenas a addicional,
elape, forragen e beslas de bagagem que a lesgila-
eao Ibes marca segundo a nalureza da coinmiss.lo.
C0MMAN0 DAS ARMAS.
Quartel ceterai do eommando daa armas de
Fernaabuco na cidade do Recite, en 2i de
fevereiro de 1857.
ORDEN 1)0 UIA N. 121.
O gi-neral, cominandanle das armas, faz publico i
para 'ciencia da giiariiicHu e filis convenientes, que
o coverno de S. M. o Imperador honre por bem da-
lerminar, em aviso expedido pelo ininislerin dos ne-
gocios da gurrra, na data de :) ,1o crrenle, que o Sr.
coronel do calado maior de l.a classe direelor do ar-
I-ni.im noineadus pela secretaria de eslado djs ue-
goeios da fazenda :
l'ara procurador fiscal da Ihesouraria da provincia
do Para, o secretario do governo baeharel Joaquim
Jus de Assis.
Para 2. ullicial da secretaria de e-lado des nego-
cios da fazenda, o baeharel Jos Tlioinaz da-Silva
tjuintanilha Filho.
Para fcilor conferente da alfandega do Maranhao,
o chele de seclo do thesouro provincial JoSo Juliano
de .Morar- K,'_,.
Para amanense da alfandega da corle, o amanu-
ense da repartiera geral das Ierra, publicas Cario
Thomaz Garci. de Almeida.
Pela secretaria de eslado dos negocios da guerra
foi nomeado o Sr. brigadi iro Polyduro da Fonseei
i.iu i lanill.a .lor.i.i i pata o usar .le de pula lo do aju-
danle-geueral do exercilo na orle.
; mez.
Jote Joaquini Coelho.
era repsla ao nfflcio do Sr. inspector da Ihesonra- i ,,e."-1 *" *f provincia, Alexandre Manoel
ria do Espirito Santo, de 9 do c .rreule n.., em que *"""" "* "-arvalho. se reclha a corle, ahm de ser
eoiupiunica ler resolv lo iio admiltir na mesma le- 'SPT**!00 fm ** commissao. o que cons|ou de
parlir^ao seno os at|esiados nssignados pelos presi- |
denles e mais verea lor-s dis cmaras municipaes a
respeito daquelles e'iipregados, cuja frequeni'ia deve ,
ser por Has cerlilicada, declara ao me.mn Sr. ins- j
peclur que poslo a sua decisao losse conforme as re-
graS do n..sso direilo a tminislralivo acerca das al-
lrihuii;o(S das cmaras municipaes, deve eomludo, I
em vista das cirruipstancias que podem occorrer e '
diflirullar a arquisicau dos sohredilos atlesladas, a-
reilar lambem sijuelles que forem assizuarios pelos |
presideules e secretarios das cmaras municinaes. na
KIO DE JANEIRO
12 de fevereiro.
1 paquete inglez Prncs entrado do Rio da Pala,
coi.forniidade da segunda parle do artigo h da le I adiaula apenas ,|oo das as noticias recebidas pelo
(lo primeiro de oulnbro (e 1828. paquete braslleiro Tocantin*.
A" de S. Pedro. Jlo Mauricio Wanderlev, ,\ess,s dona das nada ocrorrera de inleresse, mas
presidente do tribunal do ihes mro nacional, declara ; as fallas de Monlevi leo trazcm-nos um dncomenln
ao Sr. inspector da Ihesouraria de S. Pedro, em re- importante, o projeclo de amorlisara i da divida pu- I
posta ao MU cilicio n. sH do 12 de maio ultimo, blica do Eslado Oriental, presentado ao governo i
que, em geral e sem appliracao especie oceurren- i pelos credores da repobliea. Eis o projeel
le, em que, pela nalureza dos aclos |iude variar a
SoInCjIe da questAo, bem resolveu pela negativa a
la divida consolidada e exigivel, prupoem a [ guarda nc
Por decrelus de 10 do prsenle mez foram Hornea-
dos pelo ministerio da juslica :
Miuislru do supremo mliun.il de juslica, u desem-
bargados da relaeao do Marablnlt Tiburcio Valeria-
lio da Silva 'lavares.
Desembarga lor da relaeao do Maranhao o joiz de
direilo francisco Xavier Cerqueira.
Juizes municipaes e de orphaos dos termes de
S. Sebasliao e Villa Helia, em S. Paulo, o biicli-.rel
Candido Xavier de Almeida e Souza.
S. Miguel, nas Alagas, o baeharel Joao Francis-
co Paes llarrelo.
Iloa-Visia. em Pernambuco, o baeharel Jos Ro-
drigues do Paco.
Joiz municipal da 2.a vara da capital do .Mara-
nhao, o baeharel Pedro Jos da Silva.
Foi remondo o juiz de direilo Fraudare Men.les
ila Cosa Correa, da comarca do Kio de Cotilas, I "
entrela, para a de Caravellas, da 2.J enlrancia, na
prnyiucia da Uahia.
Por decrelo de 1:1 do mesmo mez loram Hornea-
dos :
Medico, elleclivns da polica da c.irle, us Drs. An-
Innio Jos Pereira das Neves e Jos Kranoscu de
Souza l.emus.
Ten.ule-coronel dobalalhfa n.Tda guarda nacio-
nal da provincia da Baha, o Ur. Baltnazarde Arau-
que Ihe foi proposia pelo colleclor de Pelotas, se os
buns de raiz divididos .em parles iguaes, ou nao, en-
tro us membris le una sucied.de di-solviila, licam
Os credores do Eslado que aubscrevern, por si e.J" A"**0 Bulcdn.
o mime de onlrus pOMaidures de sommas cunside- Capilao-secrelario geral du eommando superior da
raven
.1
OS OVOS DE P4SCI04-
POR ROGEK DE BliAVOIR.
. do municipio do Penedo. nos Ala
v. Etc. a sua exllnceilo deb.iixo das ba.e se-1 gdss, Manuel Jos da Costa Balinga.
I'oram reformados :
guintes ;
bastara o eslonvamento no a malignidade para uer- semelhanle astro foi saudade ha muilo lempo ; fal-
der-me I ma simples dama de honor, por exemplb lando assim a Vosas .'lageslade, fallo como lodos.
VIII
/ m c.acalleiro.
Ilsnnque de l.uz (razia orna casaca azul de bello si .enhoria vem de 1 ranea, o paiz das aventuras.
talbe, eslava polvilhado rom maravilhoso cuidado, I'osso saber, a que incidente a toesla deve sua pie-
e a-smelliav--aea um desenlio em pn-lel de Lalonr. \ feeneia '.'
Era um c.ivalleirn Tnui bello, cojo ar ingenuo, e
nioleslo real.;ava-lhe admiravelmente as vantagens
no qualqoer oulra pes.oa, que viesso aqui respirar o ti. maiure- tidalgos da .'ranea me invejariam Mimen-
Cheiro das rosas... Bem ei que a sen lurnn a culpa- | le e-la oecasiSs ; mas lambe'm, senbnra. he au acaso
da licaria perdida .' acresrenlou C.lhariiia, dando as I e nlo ao meu mereciinenlo que a devo !
suas negras sobraiicelhas una curva ameacadora.
Mas, Iranqiiillise-se, nao ha perigo. Como treme I foi promplo seu elleilo sobre a iinper.ilriz. Itera que
sua man : oh I peza-me de have-lo intimidado [ amasse pou.-o a I-ranea, e que essa nacao fos-e para
tila ronlemplou u r.iv dleiru c.im lerno inlcre-e, ella o que eram os Ij'regos para Alexandre. Indavia
e perguntoa : deleilava-a loda a lisonja ressuscital de Crircm e
I erdo.-me primeramente a CUrloaidade '.' vos. de d'Alemberl.
Vossa -t'iilioni he curlezao, disse ella a Ilenri-
er 2(J> ou :i0*. Tres ou quatro meninos, que
/udiain applicar-ae a >lgum Irabalhu honeslo,
vivem annos seguidos, emquaiilii lem a precisa vuz.
nesta vida de oelosldaue, tornando-se inimigos .lo
Irabalho, S. Exc. manda a lodos os psroehos (le au
din altesladoa para os roliOessahirem rora .la paro-
cliia ; dirige-se aos delegados e juizes de paz para
que nSo consiiilam, nem preslem auxilio a laes lo-
bas.
Por fallarmos uesle aclo de S.
lira-nos indiciar a eleieao da
ca na actual sessao da assemhlea provincial. Pare
ce que a animosidede que S. Exr. infelizmente lem
pr vocado, nao foi alhria a' eacolha dos membros,
que compem essa commissao ; fazem della parle
os dous redactores dos perio lieos que se pronuncia-
ran) em guerra cuulra o diocesano.
Alguns casos de bexigas se lem dado nesla cp-
pilal ; felizmente mullo poucus lem sido muraos, e
o contagio nao lem lavrado. O temor desle mal
tem produzido alguma aclividade no aervieo da vac-
cia : o l)r. Jaciulhu Kodiigues Pereira Keis, que
aqui se achacoino direclur geral da vaccina, lem-se
esl'orcado para regulariar esle unporlanle romo de
servido na provincia, pruveiido com abundancia de
pos vaccinieo os lugares onde ai Iwxigas te letu
mauileslado ; e fazeodo elle proprio nesla capilal o
servico da vaccinaeao, nos domingos lia sala da c-
mara municipal.
Na ullima caria disse-lhe que corriere.
fia de que bre'vemenle sahna a' luz da lypugra-
phin Iliteraria am novo jornal no sentida de arvo-
rar a handeira da oppnsicjo, e as iJoS de um novo
partido. C.oovm reclilicir esla noticia. A nova
folha e o novo partido ntorreram em ,. embrvao,
islo be, em projeclo ; aquella lalvet venha a ume,
mas com ide-s mu diflerenles ; parece que os fu-
turos campeoes da nova crtica iio puderam cutre
si combinar quaes as Unas, e cores cora que sria
adornada a sua nova bandeira. N
Carla partiatlar.-
' Jornal du Coinmerclo do Rio.)
Os biles masques, du ra da Praia, esliveram
magnili'.-os, e duraule elles reiuou semprc perfeil..
i harmona. Eateve presente a nolicia, que nada le-
; ve que fazer .feliznicnle .
Ser vrrdade que cerlo sujeito, por motivos fri-
volos, espancara nina moca un prenla, que mora-
I va em sua casa '.' Tambem ser cerlo que cs.a po-
bre menina, leudo ido para a casa de um oulro pa-
i renle, o lal cihojudon lulo lem al boje querido en-
I, Exc. Kevma. lem- : ,re-;ar urna prela que as meninas, qiiainlo para sua
mmito eccleiaati- cssa loral"- baviam levado'.' Fina,menle, o titulo
de procurador bsslante dar o direilo a lirar do po-
der de urnas pobres meninas urna negra que seu
11 si Ibes bavia mandado entregar?
Ser admlssivel se vender nas labernas, por
medidas que nao sejam as que eslao eslabelecidas
por lei, como fazem alguns dos* laberueiros,
que s usamile coplnhes, e rom os qoaes vao illu-
dindu os incautos compradures com prejuizos de
stus amos, senhnres, tic. etc.'.'
Nao llavera punieao para os que 13o escaudalosa-
menle assim pratteam?
Poder qualqoer pessoa a seu arbitrio, fazer uso
da medida que Ihe aprouver, para desl'arte eugauar
ao pavo ?
E 'qua! sera o meio de prevenir esse mal'.'
i.iurm quizer que respouda, para assim salisfazer
ao prejudicado.
Ja nao se pode vjver nesle pan, a menos que
noli- "'"' s" "e''' cal''|alisla', poique com o sen duiheiro
ludo all'roiilain, mas o pobre que ludo Ihe ralla, co-
mo peder passar, se de lodo buje se faz um mono-
polio A earnn verde, que ao mximo se podara
comer a tfSOO, boje be veuda a 20, IX, lli, I i e
12 patacas, sendo e-da pessima ; porque meia duzia
de esperlalhes nssim o querem.
O vapor frenen aByienlin, viudo do Rio
de Janeiro e Babia, Irouxe a seu bordo, para esla
provincia, os eguinles pa>sag-irns Manoel Uorei-
reira, Can.lid.. Pereira .M.niiero, Diniz Francisca
de Vill.....a, Bernardo Duarle Brandlo. Jleiivenilo
Eimgdio Pereira 'iuimaiaes.
Hospital de caridade 23do evereiro.l do-
enles.
Ale amanha.
lat? bt itctnzfibut.
'i'-mos a vista jornaes do K o com dalas ale 1.> do
correnle, trazados pelo vapor Hy*anlin.
Por decrelo de 10 da correnle fui nomeado cone
Iheiro de guerra o Sr. ebefe de esquadra Antonio Pe-
dro de Caivallio.
I.-se no Cor icio Mcrcanlil :
u No municipio do Kio-Bonito, em lins de janei-
ro, d, rana-fe dous ca-..- desaetrosos.
.. I'm Blho d>, Sr. M ...ncl Duarle i.oureiro, brin-
cava com uma pistola, que lalvez suppunha des-|
carreada, e disparoo-a a queima roupa eoolra a sua
infeliz irina.i. A hucha e chumbo enlrarain no pei-
lo esquerdo, e ha 20 .lias que e-la infeliz soffre ler-
riv. imentc, restando esperaeeas de ser salva : a jo-
ven apenas conla Ireze annos !
I.m Bracanfl, na reiirUnciS do Sr. Domingos
Maia, no dia I .* do correnle, dous menores de 18
anuos trabaran) nina pequea I.m ; e um .lelles,
valendo-se (le tima faca,enlerrou-a lio pescuru do seu
contrario, cortaqdo-lbe a arteria. O infeliz apenas
viven cinco minutos, e cabio gritando por urna pre-
la do mesmo Sr. Hala que Ihe lapasse o lo^ar da la-
cada. O aasassino aclia-se preso...
Da Baha nenhuin jornal recebemos.
Sabio, para esle purlo, a II), u bngue purluguez
/ ajante.
Cliegou, procedeule desle porlo, no dis 13, o pa-
lacho liniit/im.
O vapor (iuatiabara devia p:rr no da 2 i .is s
horas da manhaa.
\ovvepott)mclh.
PAGINA 4VLSA
REVISTA THEATR AL.
Sabbado '1\ de fevereiro.
\ dama dos cravos brancofa
Na revista publicada --obre o I. Orar do Ra-
zan, nilo fallamo nesla eonadil por f-illa de lem-
po, e mesmo porque e<>peravamo4 a "efunda icpre-
COMARCA L' BONITO.
Carnarii
I.) ile fevereiro.
11
As bexigas n.io lr-m aiigtnenladu e quasi que. por
hora, nenhiim eslragn hao felo. y os apenas innrreu
um individuo que lellas sollria, estuporado. Os ac-
eumii.eiliilos ehegaram a viiije, se lano, mas o hor-
ror,qoe lem e-le povo. a sein-lhanle molestia be lal,
que as feiraa eslao quasi 1 -- -1 :/-.
O nosaojuis de dir.ilo, zeloso e humano, pedio a
enlacao ; porem alguna aiiiij*..s nos lizeram ver que ( S. Evr. reinessa de laminas enm pas vaccinieo, no
era misler tributar alguns luuvores aes anislas que
a representaran!
que foi satisf.im ; mas ouvi dizer a pessoa qoe fo
encarregada da inocularan que pouco proveilo li-
Mas que acontecen abi 1 la. Oulro rlia ella passava em orna carruagern, e
Meu pruno, o hornera maia fallo de pejn que | os cavalloa enfurece.anise. Sent ao me-mu lem
ha no mundo, lancoe-ee aos p* da Itabarry, es-1 po palpitar-me a eoracjlo com Corea deseoniieeicbi,
clamando: Senhure, agradrca-Iba muilo poupar 11 Preeipiiei-me debaix das ro -as da carruagern coiri
Baslilha a esse muco imprudente, e enva -lo sniiien-! furor quasi iii-s.-,i mas o reo deixou me \iver Ah senil,.ra.'.lcs-
eulpc-ine, se fallo assim desee amor impnesivel.
llenrique dissera estas palavraacom gaz, por isso le por lundade para fura do reino de Franca Creia
que as vi gens Ihe dar3o juizo! Depois" de ler-
exlerior-s. Os libertims de Paria ch'ainavam-no rin-
do KBS dmiella, e ua verdade sua phvsionumia li-
nli > a siutelesa ,!e sua alma.
Conlrariamenle ao qne praticavam seus ruoslres na
O eavalleira cornu, e para disarrar, olboo para
os pos que eram delicados como os de urna mu-
Iher...
.Nao me responde 5 nao be o ministra de nos-a
polnia qnein o interroga. Ei, voo aiuda-lo um
que ; porque deixou lito cedo a corle '.'
Purquc'.' respondeu u cavalleiro, porque \er-
sailles foi pira mim o primeiio e unais Insle dus
esc.db.is. Sim, senbnra, sua hunda.le auima-me a
lazer nina eonfiasie, que Inlvea a (.rudencia me ..hri-
gue a reler : Vosss Uageatade tem .nanle de si oex-
emplo vivude una injii-loa... fui lianuido, senhora
arle it agr.dar. elle imaginara s-inpre que era pre- ou algum despeilu '.'... Lili amor lalvez infeliz...
eisn mn mereriuieiiio inaolar para cahir na graca Se aeertei com a verdade, lome-me para conli-
ponco. Na., ha era seu exilio volunlano algum pezar | pela mais louca e mais prfida acc.i-acao. Sun,
epigrainma...
da urna molher, e esa portea eonlianr,j| em suas pru-
prias Toreas, liiera-lhe perder mais de unta oCCasMo
brilhanle. S u pruno o conde de Lanragais, pro-
f-ssnr lubiis 11 nessaa malarias, zombara lanas veres
denle
Engaase, senhora, responden llenrique de
l.uz.
Todava nessa rorlclia mulberea encantadoras...
que nao a lem ; VOf*a seuhuria deve lr-se orcupado i tina, levada de sua malignidade ordinaria.
do qu-* chamava seus ares emprestado, q0 Qeara- Madama D.iharrv, on madama de Vinlim.lle !... Di-
Ihe urna indecisa.) e um embanco, que Unto apraslzem que o amo- "he a principal nrcnpaiao daquelles
a experiencia de certas easquilhata, porque esperara
ler o prazer de dar-lhe eilncao.n).
A iinperalnz nao reconbeceii-.. a rlaridade do dia
sem nma periuihaeiu singular,.. Elle ajoelhara-se
era soa prsenos enn reapnifo, e Ihe beijara .-. mau
como em urna aprasenl{jlo ullicial. Catharinaaor-
rio, e fez-Ihe signal de que se .|s,nlasi-e a leu
lado.
Se o cavalleiro livesse lito o Sopha de Crebillon
teria luln lalvez menos a-.inh .ineiiiu ; mas tmenla
i lea de conversar parficularmeota c.m Catharina,
mil pensamenlos nonfusos luva liam-lhe o cere-
bro.
I'm epigramma .' repeli Catharina soriindo ;
n-' verdade cnnle-me ieso, cavalleiro !
Ainda se eu fusse u autor dease crime em qua-
tro versos 'liste llenrique suspirando
Nao he .en eis o que tornase curioso. I*'-
zeram-nu editor nsponsavel cuilado e contra
quem era essa obra primorosa ".' arrescenlou C.ilha-
me defendido assim elle sabio, e apesar de meus
prnleaios fui conduzdo ua mesilla uoite para a l'ron-
leira !
Eis abi urna aceao indigna, cavalleiro : e de-
pois nao consegua descubrir o aolor desse uial.lii
eprigramma'.' lornoii (atiiarina
admirado.
Na vespera menle a vira a rlaridade das estrellas um nome,
logo cedo... A moda exerre em seu paiz nm impe-
rio muilo extenso O senliur devia ler inveja do
que novia d'SCT, e lalvez pezar de nlo l*r nada para
contar. BslOO Bndnsa por Saber suas i .ri..... r cam-
pa..has, eavalleiro ; oh pode fallar francamente,
s.iiuin lano coronel... Ko vio-me do uniforme*...
Ileprecis que eu ceimnande pare vossa senhoria
alguma revista...
l'erdce me. (.libera, respon leu u cavalleiro em
tom modesto, nao ler nada dessa nalureza para con-
lar-lhe ; ma
apenaa cnnl
Centra a favorita, a llubarrv
A Dubarrv vejamos !
- Sabe os versos ;
Nao ; cuiilinue.
Conseesm assim : A saltana decrepita...
Ah! sei... sel,... luruou t'.alh.i'iiia um pnuru
perlnrbade. I.m de meus fi.lalgOi Irouxe-me de
llanca ; na verdade he cruel!
A-sim o creio ; mas nunca poude saber por-
que meu primo o cunde de "
Iinpos.jvel, porque:' lunioa Catharina per-
turbada ; vossa senhoria nao pode saber a que pon-
to l-l amor me inleressa...
Ah senhora,.,
Acabe, esse inleresse be mu simples. Nao
fingindo uro ar lera me dado duas vezes prova, de sua dedicara i,
deten zelo Anida hontem aquella conspiraran
- Nao : purera mais de urna ve/. Iive lenla{bes | descoberla por vo-sa senhoria, era quasi un segie-
dn de Esladu, que revelava-me, e srmelhaule ser-
vico exige una recuniprn-.-i.
i'ara iiiiuba recompensa, senhora, uo baslam
as palavras-aludas di bocea de niiuha soberana ".
respondeu llrnrii|ue caloro-ameule, que doni po le
equivaler para mira a esta entrevista, que ella dig-
n.i-se de ronce,ler-aie .'
O enhor cavalleiro he ile.iiileressadn ; nao
ass-mclha >e aquelles que me rod'am. "las n.o
pule son roraeao pedir aquillo que seo orgulho
Iregeii.i? Falle, acresceuloii Catharina com um
amara no meu snrrito animador, nao ha nada aqui que vossa se-
i-r desruberlo j nhnria pussa desejar '.' enlre iis...\'eja, eslame-
enrarao, lie I seis.
V. coro um olhar rpido e peneiranie como o pen-
amento, ella inlerrogavaa alma de ileiinqoe; ba-
via em sua allilude, e em seu semblante uraa fas-
ciua.au irresistlvel.
Elle ema-ms dizia ella com ligo, tile ma-
me !
I. tudo ai.- o estremecimenlo de seus labios ira-
FACTOS ilORKOltOSOS.
Sob esla epigrapbe. refere o Liberal de 21 do
correnle, os dous seguinles fados, que ouvira a uraa
pessoa viuda das ban.las de Paje de Flores:
I* Oue o coruuel Simplicio Pereira, a frente de
30 sequazes, fura a casa de um moco de familia ira-
porlanle de Caris-N'ovus, e o castrara de volla.
2- ijue una lilha do delegada .Manoel Pereira,
por cumies de una escrav,, maodou-a matar por
um esrr>vo, e ella mesma abrio-lhe o venlre, echan-
do Ihe duas enancas.
lia cousas de nalureza lao alroz. que por soa in-
verosimilliaiira se tornan) inenveis!
Ouanlo ao urimeiro faci, diremos, que em ver-
dade mis Consta; por carias de pes*oas series, qoe se
dera ha punco una occprreiicia desacradsvel eolre
o ror*nel Simplicio c um sujeito la das portes de Ca-
nris-Novos: que o molivo uess ucconencia fora te
esse sujeito dirig lu urna caria bastete insoltuosa
a S,mplicio, e esle, em cnscquema disso, proej-
ra-lo, .i .....p.iiilia.lo de um sou vaqueiro, a nao -le
1" sequazes, como diz o Liberal, para pedir-lhe ex-
plicacoes de alguns trechea que ra.is prolundamen-
le feriara a sua honr e pundonor, e que nessa ajus-
le le riuiias, como quer que se recusasse o sulor
,la .arla a dar as satisfacoes pedidas, Simplicio se
agarrara c.ni elle, e eom elleilo o mallralara, sem
que todava se houvesse realna-lo a caslraeao, como
soou ao longe dando isso lugar ao coronel Peeiia
por-se imme.lialainele a' caininho i ara Canris--No-
vos, no oroposiso de eslraohar a seu irmao o proce-
iineiiln criminoso que se l!ij iinputava ; mas all
chegando, conbeceu quao adullurado corra u laclo,
cujas ci-rum-laiicias reaes dillercm muilo das co-
res de que o reveslem.
Ju-iiio ao segundo, allribnido a lilha do dilo co-
m,ni Pereira que iin he o delegado de polica de
Plores, como altirma o ol.iberaln nada nos cuns-
la a seurespeilo. apezar de eslaruius em eontinnas
de agra.lecer a' Dubarrv...
Entao como '.'
Sem duvida ; na ac.il.ava eu de ser esclare-
rido sobre miiiha de.graea Meu prenle mais
prximo nn me proteger, eu n.io .leixava em
iranca genio coraeoes falsos, nseusivais... Mees
amigos...
Por favor, deixemns .eos amigos, e fallemos
de snas amantes. Mohonve nenhuiu< queseiu-
leressasse por vossa senhoria '.' com lal semblante
nao poda deixar de ser mu lo,
Eslava eecriplo que eu uao
paiz, responden o cavalleiro. Creio
a Vossa Magestade u estado de meu
iihum amor devia oceunar-me em Franca..*.
E aqui'.'
d-s fogoeiras aereas em lo las as pracas de Pelcrs- A gloiia de Cathanni foi .empre um Cnllo para mim, i-ais
.auragals lomaxa ora
nessa corte de que rae talla, e que ; maligno prazer em fazei-me rei,elilo dame de
esiremeci na verdade lento a i lodos.
Vossa leiihoiia lie primo de Mr. de I.aura-
nao
esse nome
era o de V*D*sa Mageslade
bella.
einha-
burgn ; essa mauliAa aehuu-a .mil
l'.n Calbaiina que velo em auxilio ,ie sen
raco.
Sabe que se compro urna proUMMa muilo im-
i.i u lei.ie, se venho aqm fallar Ihe, senhor, he por-
que sua io :. i.;.,.i .-ni,.i ii -.-. ,i ii..- muilo 1 Oue di-
ran, bim De..., se si.ul.e'.spin que a imperalnz est
uesle ni ni,-nlo sii cem vossa senhoria '.' Na veidade
Vida Otario i.. i2.
e sem divida o acaso he s vezea juste, pois nunca Por minba desgrara ; do COnlrario nunca le-
ouvi citar um feto de Vossa Magestade, aem qoe ris unido essa maldita sol)ra, que eansoo minlia
di*perla*ae*geralmenle as mais ardrnles sympalhu, perda. Elle afrmon-me, que a recebera de um,
Creia, aenhara, acrescentou Henrlque, animando-snIlldalgo russo... Esuneeeu-sta -rnenle de di/er-me
que na he dada a todas aacortee possnir orna mu- sen nome...
Ihei ao meaiiiu lempo ralnha, e poete, ama mulher E o senhor foi prsio '
que escreve no mesmo da a Vollaira, eas.ignaal No hotel delPnlasir.m em urna e. a, quando re-
urdem de subjigar a I nrquia, que consagra sen rei- i cilava essa louca... Cm goaraa do re ordenoo-me
iiailn com monumentos ul.is, leforraa a legitlac.io, I que o seguisse, e vi me confronlado coro Mr.de
e favorece o commercio'. diego de um paiz em que I l.iuragdis em casa da favorita.
Oh isso he oulra con-a. Apenaa eheguei a'
Kussia confesso qua foi-me mais 'illicil defen-
der-me.
Cuncr-la nisso'.'
Poique nao '! Aqu-lla que meus u'.hos linham
encontrada fazia-me esquer-r cura u poder de sua hia a .-moca., que lilham-lhe canssdoas"Mavras
belleza as mais adoraveis perleifOea, qoe eu liavi* do cavalleiro.
vislo, linha a graca amavcl, que da' car agem. Para ICia, lornoa ella, qualquer que sea seu ped*
chesar a ella um instante ; para cunlempla-la, para do s,.r.-,' sal,leilo. Oh 1 nao leuha recelo de nada,
fallar-lhe eu leria atirantado mil raerles. Por ni- d-vu Ihe muilo mais do que o senhor pude cuidar ;
felindade descubr logo enlre mis barrenas insu-llenho lambeni de reparar urna injuslira....
peraveis. A corle rodeou-lhe cedo a vida Com una i Tina injuslica '.'
rel, que nada pude quebrar, seria loucura minba S
prelender livar-lbe a alleorao.
Ah aquella que ,. senhor ama... he
corle "
Sim, senhora, e eu uiim i leria cuidado q
arnaldir ian.i o palacio que a enerrr i
vez vi-a passar por tes jardn -. e dise cemlgo | nidada de
Ouein suu eu alinal para ella .' I'm de.grac ido que [ Ihe. foi leilo por mira, disse Catharina rindo,
ella nao conliece lem ella ao menos o tmalo de Sempre odiei o Clioi-eul e a Dubarrv .' Masi.au
amar no meio dessa corle Ue submellida a' elique- I suspeilava que vossa senhoria bavia de soflrer coi
rn... vossa senhoria devia odiar-me : pnr-
u a caos involuntaria de soa desgrsea... do
<|ta-
seu baiiui,nenio,
Vossa Magestade'
Sim... ei;e epigramma.., iiue ,.
enhi.f
V primeira me .linda ha punco .. se epigramma, qoe amalig-
inimir-is nao deixou de? allrihuir-
ronieqeencia de meus versos... Assim devo-lhe
urna reparaban... Nao lenho mais, o uireilo de re-
cusar-Ihe nada ; ah senhor, isso he grave, pois
ou a iroperatiiz !
A senhora naodeve-me nada, respondeu llen-
rique com transporte ; se ha um exilio que b-m ligo
he aquelle que me permiti apruximar-ine de Vos-
sa Magestade, e fallar Ihe...
Dease amor Impoerivel lem razao. cavalleiro;
he o nico digno de urna alm.. corajosa Elevar-
se assim por una lula resalla ale o objeclo que
lodo o prohibe de amar ; allionlar a n.veja, os obs-
lacloe, a propra morle pelo menor de seussorn-
os ; procurar sua imagem por luda a parte, viver
smenle della, e sacncar-se assim era silencio, s.i-
hrelud.i sendo moco, bullanle, chelo de eiva. e
podendo ocenpar um lugar no meio das estrellas
le-la corle, na venate he mn papel nobre e gene-
roso ; he despreiar anleeipadamenle pelo amor cssa
lorlunii que he a nica rauha de-I- mundo As-
sim amia fia poucu ..uvimlo-n eu mesma c.unpre
hend, cavalleiro, quanlo esse sonlm, bem que pa-
reces'e insensato devia ser delicioso para urna ima-
gui.ir.i rumo a sua... pode fallar, oh descnlpe o ;
aim he e-se om dos sentimentos apaitonadoa, cujo
fim ahs.lve o roraeao impru lenle, que os encerr...
lorao a dizer-lhe, irm direilo minlia iu.lulgen-
cia. Recusara' gura dizer-me o mue daquella
a quera ama .'
Nada pedera pinlar a evpre-,1) de Catharina pro-
ni; iiriando esta palavras. Ssus ollioi filos no man-
ee 'ia eslavam quasi coberlos pelas pestaas ; seu
peilo eslava oppr mido.
Anda hesila '.' p- i. inlou ella ; aiuda bestia
en, diser-me c-se nome que lalvez eu ja lenb i Me
viiihado'.'
Ah senhma, en nao clisara dize-lo a' impe-
ratrir...
- Mas a Calbarina '.'
Ku recolara...
-- Palle :
Pois bem, senhora, ese nome be o de Arri-
ka. nina de suas lamas le honor. Nao considere
seu;)o cuno um elleilo de sua hondada essa coulis-
s. |ue eu esperava guardar por muilo lempo em
meu corarn ; mas anin-a, oh amo-a!
\iriha murmuren I alham i p |i, i, Je cole-
ra e de sorpreza.
l.oncedei.do-me sua m.io, conlimiou o cav'
leiro, Vossa Alagesladesal-sfara meus volos. '
melleu-me soa real prolercio, permilla-me
implore.
Me do Criterio de B iln.es o ex'.raclo qoe val
ler-se. Ouem nao lera experimentado a .erm(..es
do i biln-npliu.se lem o infelit rondo da sensibilida-
de'.' Como abi se pintam, profundas e verdadeiras,
as commoef.es que, no decurso de pnueas horas, po-
dem elevar o homeni ao co, ou despcnha-lj no in-
ferno '. Jue valenta de aiiiroo, que dolorosa inicia-
cAo de experiencia amarga e precisa ao hon-.em ina-
halavel na sua virlude '.'
Conhtremos quao mal cabidas s.1o causas tao gra-
ves era folhelim. Da-mis pena o recelo de que o
leilor Ihes faca um tregeilo de enfa lo. Embora. lia
de vir lento, na medo, o sabor novo ao paladar r-
Iragado de muila genis qoe I fulilidades, eso dioso.
porque Ibes dispensara entender, reHectir e guardar
na memoria do corac.io olis verdades. Kao diva-
guemos em seara de casa, quando be da alheia qoe
vamos colher fruclos incorropliveis :
.Cin s diada rida.
He por urna bella manhaa de abril : o sol, er
guendo-se no lnui^oiile, varia das mais deliradas
Unlssaannvena lignina que Hortuim, c derrama
por lod.i a parle sea raios domados como as loa-
ras maleixas de ama crianra. Despeitam os pausa-
ros, e cantan) a boa-vinda do oa. Todo respira
harmona e paz ; tu lo falla de urna providencia be-
nfica.
I'm boinem ronlempla esta scena, e soa alma
abre-e s commori.es doces e reconhrcidas ; us que
0 Te lesnas, laan feliz, augmentara a soa tr-
ocida,le '. nenhuma panno violenta Ihe agita o cora-
cao : soinente a apparir-ao da aurora no eco pdu
inlerremper seu sumnn tranquillo.
Abre casual e dislrahidamenle om livro : he nm
romance, com lautas do onaso lempo, e L'm ge-
nio deaconhecido maldiz a sociedade que nao sou-
be coraprebi'iide-lo. Maldiz Ierra e o co ; mal-
diz o passado, o prsenle e o feloro ; maldiz Deas.
in.ildiz-se a s, e, cansado de ver na Ierra om sed
nubloso e glido, de calcar nm solo safsro e des-
solado, va i dar fim a sa existencia. Pela ullima
vez, anles de lan.ir se ao aby-mo, medita sobre a
nalureza, sobre o de.lino do bomein. sobre as in-,
jusiieaa .1. sociedade.....ele. ..
Absurdas exageracoes diz com impaciencia
o hroe du Masa como. De cerlo existe no mondo
0 mal, mas nem ludo lio mal. N.o, a virtude nao
foi blinda da trra : anda ha nobres coraeoes, e eu
sei-o.
Oraras .10 co, os granles crimes agej excej^es.
A maior parte de ikhsos erras e de nosmis faltas
|'-i,.j 11a nasas fraqoeza, e, demais, esses erro- '
fallas sao muilo raais nocivos a nos do qoe au-
oulros. N.o a felicidada nao he impossivel. Se os
'.lortu 1111, alo numerosos, seria injuslic,a attribui-
Ins lodos .1 maldade dos homens. A natoreza da.
comas da a razio dasans miserias, que, todatia, na
ao tao horrorosas como as pinlam. Esla litteratara
iic falsa por todas as faces.
Astim dizendo, fecha o livro, e alistando os pea-
smenlos tristes, eutrega-se aos doces anhelos qne a
paizacem encantadora Ihe suscita.
Passa o lempo, e ehega a hora dos negocios. "
dia nao sera lao lindo rumo a manhaa o promedia ;
o co esla nubloso. O no'So plulosoplio tero de
sabir : a chuva cabe a lorrenles, e, u'uraa ma es-
Ircita e lamacenla, um c.ivallairo, pouco cuidadoso
da peaaageas, aalpsca a de lama. P..is qoe por
lao pouco mii.1ari.itri as suas opiniOes J Nao ; mas
ja lli; nao he lo risonba a vida : a soa pliilusopsna
eslennevoada como o ala, i'elavia, u sol mo des-
sppsreceu para sempre, e posto, que a vida leuha
saas alternativas mas, polo que o philosopho ben-
volo desta manhaa murmure ausencias pon:o cania
liras ao aziago cavalhiro, elle par emquaolo niu
aecuss ainda a homauidade iuleira.
Val ler com nm amigo para om negocio de uijuaf
alta impM#nrrtla; hs^recebido com Irieza, saj*a.vam-
se-lh-*s explicaron fiedi Ja-, ltetia>ss-tse desconfiado
e triste. As aaspellas nao tardam .1 ser certeza : sabe
que he victima de um cnnluio odioso .. atrair-eado
portea amigo Todos o lastiman), prodigalisam-lbe
pezames a conselhos ; m *- ninguem o ajoda ; e, de-
mais, he tarde para evitar o perigo.
A perda be immensa ; a ruina he completa a
esperanza para sempre perdida, transido de dor,
entra em sua rasa para enlregar-se lodo an seu de-
sespero. O livro que lera de manhaa, esta ainda
subre a mesa ; esla visla recorda-ihe as primeiras
nnpressues do da. Como lu erravas disae elle
com amargura quando era loa simpleza achavss
exageiadas as pintura, que rrrlns pbilosophos Is-
zem do mun lo Sun, esses philosaplios teein ra-
zao. Sim o hornera he um animal deprava 10 A
- r o.la le he nina ma ira-1a : Boa f, vulude, grali
dao, amizade, palavras sonoras cojo ,om nmro he
Arrika lurnou a imperalrii ; be a ella qoe o
1 senliur ama I
Drveiido-lbe minha felindade, -enaura, ron-
trahirel para rom Vossa Mageslade uina nova lisida.
iconiinuou o cavalleiro ; crea que meu cierno rc-
i roiihecimento..'
Arrika Arrika repeli Calbarina; era por
'ella que vossa senhoria expunba seos das... : sim, lemhro-ioc... quando es aavallos enlureceram-
"... Ha .leu nm -'1I0 .1.1 ve-I.1. um -.(ilude dor.
, de auguslia... Oh na 1 me engam.... ouvi agota um
i gem.lo semelhanle aqu... desle lado. sim, alguim
: mis escala !
Com elleilo ouvira-se um rumor abalado debaixn
'da lape^ana... Calharina afas|,.u-a violenlamenle.
Vrnka! disse ella com sigo, vendo a mura des
m.ia ia. Ah aesgracada de Ii, imprudente !
O cavalleiro lora ue si levaiiluu Ainki, c eolio
I cou-a sobre um sof'. .V anua vivificadora ,] l.,n
, que, i|ue llenrique de Lu derramou-lde s,>bre a
, belu fronte, fez Iba abrir um leanla os .lli,,.. Dc-
! pois ella recado s-m Carea. Catnaslaa cuntempli-
va-a era je e itiiniov-1.
Cavalleiro, dl*s| a impeValriz a llenrique, m
Ihe proiuelli canceder-lheo que padlosa a' nossa
1 -.I |i de Peledioll'.i cnulralo que iiue-o
\,|.*o.. uu e-queca-se de que r
leiro !
Sabio doiirnada por ese del
zia empalidecer o proprio l-
os labios e as raaos agitad
vulsivn.
.V volla de iim.i ;
do grao-iu,|tie, e o*
I i-mIi.h.....n!. de
palavras em VOZ
A vila de A
da Catharina
A imp rali
gol III. Si'
A
ininlia
A 1
pro
Ihe


MUTILADO

. *


DIARIO i)E PERNAMBUCO, CUARTA FEIRA 2 DE FEVEREIRO DE 1S57
.le.^.'1 i,.!,. Egosmo, perfidia. Ir. i._.i .. mentira, eis
as \ irii.ile- oniras da leira. Purqoc nos foi dada a
m.I.i 1 Onde e-i.i a l'rovideucia ? Onde esla. a jusli-
ca de DeusI
Eis ahi yesla : da doce e judiciosa philosophia do
nosso hroe l.i vai ludo ; ludo sojobron no nau-
fragio dos seus hsverel e das nal esperanjos. E,
coro lodo, as cousas do mundo seguem o sen Irilho
regular. Nao pode dizer-sc que a humanidade reja
peior, porque araba de experimentar una de.raja.
So ella iniidou. a sua mmieira de sentir he difi-
reme. A amargura lie que seu rorajdo etlt cheio,
extravasa sobre sua inlelligencia. Ubedecendo as
inspirajet di dor, cede ao des. apero, vinga-te do
niuD.lo pintando-u com as mais negias cores. Ah !
oo o julgoein de m fe. A-ora v elle as coosas
como se Ihe pintam, assim como de rninliAa as pin-
tara qoies as l;l.
Deixento-lu na lata il.i desesperarlo, prximo a
bla>phemar, quaado um amigo em inU-rromper-lhe
o monologo.
Soube a traigo que te urdiram...
He como esta o mundo !.. Eis-aqoi o que vale
a imitarte !
a respontsvel pelos excetsot da lirenoa. A socie.la.lc
lenea como no imprevisto e ao acaso ; o povo irn-
mrnso do foiirciniialifino moderno, afeito regub.r
mor "loma le seus mecanismo, lomba della como
de una potencia excntrica, avenlureira, incowpa-
iivti i um o governo dos homeni.
E no cnlrelanto o que lie es* potencia trio temida
e que se repelle lano o quanlo he possivtl". lie a
rue-iiia ci\ilisar;Bo. O Individuo nao he un a das po-
eaquecido. E ao meirno lempo pun-se mu pheao-
inciio contradictorio que vem Complelai nu alaig.ir
ao infinite a obra das individualidad. Do memo
modo que os Individuos eream i rvilliirS.o, a civi-
Usaran a" seu torno rrea ..5 indivi luoi. E-ta- fi rc,a
urna vez capadas a'vsnlade pestosl e pasuda ao
estado de fados, de lusliluijoes, de doolrinaa, l-
mame seu turno, por assim dlier, urna individnall-
dade e (oriiam-se fmib'S de inspirarlo, oslinia'os le
de lencias suciaes.hea nica. Jaqueellc lu aceuada 'de. Enlrto esta conquista da personalidad!,
todas as paite, ja que se parece proferir sua accAo i 9"H><'uilivai...nlp exiga um U 1 grande esf, reo.
Itvre a areno dos agentes mecnicos e que M llie pro
cura dar una m faina,sou tenlado a de-crever, por
as-im dizer sua ., 11 1.1 _. 1 _;~ moral e de tricar algu-
maa das peripecias de ana historia. Nao se aeha na
lorna-se lelativamenlt fcil. O boro Herodolo eouta
que ein um cmbale um lilho de Creso, mudo de
naaeenca ven 'o a eapada .le nm sol,!arto quasi a de'
fechar-se sobre sen 1
ociedade oulia cansa, na cix.lisa.n oolro fim que'lHvra I"" esla ,lol1
nao o individ..... Astm se 1 us-u.'um rnlenuin ir- |;,"uu s"ure l"'los ""* e,n 'tos momenlu, da vida
entretanto o Individuo leve enlic D| lempo de a-
prender a pralica da liberdade, nunca se poude nel-
le completar o linio desrnvolumeole da dignidade
pessoal. Pertegsido, irritado, opprimido por teso-
loa, del que elle leve um latanle de dilajo, me
penaoo lenaa ero opprtarira tea turno.
Sniis paixoes moslraram se n que deviam ser, xin-
leulas, (gas, irresisliveis. Enlao percebe-H que
esla eivilisicgo dr qne lahlo se gabarra era apnaa
um raple ; percebe-se que a verdadeira cixilisajao,
ein vei de ronsisiir em una van u-lenlajao de pom-
pa- exteriores e de inlilui(Oei meciaieai fabricada,
por urna mao ingtnhnm, deve sihir vivado cora-
rilo do hiniicm, e deve ser antes de ludo interior e
mudar lude islo :
Iro lempo conseguido : o .averno por meo dos ex-1 vidual, e fazendo Lulos os seu esforras pira aug- IH o individuo,
errilo permanentes e de urna machina administra-
tiva.
II'funccioiiarios e os olla-Ios deviam eilar, se-
cundo o seu pensamento, -oh a auloridade. absoluta que exislem entre os dous sysleroas contrarios : onde
do imperador, o ehefe da sociedade europea, Timo quer que a individuali lade he soberana, existe um
pareci justilirar um tal system, as necessidadei do j pavo ; onde alo eonletladoa os seus direilos, nao
lempo, as revollai IneeasanlM, as complicardes no- existe militas xe/ts sean urna popolaja.
nanea Mar nt :ti-t< nle i
prciadoi. Aiein de-la cuntequencia l.rru.l da na.
diuein.ca, -cu. Icores ieraii nuLa qua-i Ion -,...
ve, o odn. .la veid.de e a orinan ., ,e. H*mm
termos extremo que melhof lodieam as diflerenr .| a- n,s ,enidh,i,irs enprlmir-tkaa a idian -1" 1
ni1 ni,ir as lciras do privo e diminuir as da popu-
lara. O povo a populara ei- com ttello os dous
lilicas, e sobre'.udo es-a abundancia extraordinaria
de individualidades sediciosas que pertaibavn a
pal da Europa.
III
A experiencia demonslroa a \ a idade das tentati-
vas que foram felte para se oppor ao desenvolv-
O imperador, estabelecendo a ordena neta anar- nienlo da in litiduahdade ; nao ha q
e por rtaeeaaMle er ,,.eiw, ,, stt*vet, i,>
ter u a opu.iao roiuraha a-.......q..e na.. s,.|e a-
sumplos MdiiTeieMea. >., ,, m.....- T .,, 1
menloileouli.il. nao se reneta l.r rnMil. r.ra
me.loqiie nao 1. s -ej usaa \rrha e urna n.iur.a
e por seu lado o 111 : >. ,.........u |,P*lfn,Blni
HtWnd* bem que >.. Ib 1. treta po 111/11 luforlomos.
I) q..e awntta di.er IrMicamentr wu pei...niM.lo
todo o qu encentra, patn 11 pos um ,'iiawadM
universal, lina -n p.lsvra 1 ole reananju
recobrou sbitamente a pa- ,,., h, ,,, |i|lJe |i(1,
inoi;o. Tai be o elleito que j ort
a obra do lempo, c sera' ain.U a obra en lempo lla,. ,,.,,,1,,, 1
cha, nao era uin henifeilor publico ? Oue uloria,
e a' esla lurlia de ambiciosos e oppreores aneee-
rtesse oin goveroo nnico pin luda a Europa, jialtr-
fallivel pua jnlgar do cr,.o de excelleocia dos gover-
iios ; lio peiires oonielh.ncs, argnndOMtproiimam
ou se apailaro do Individuo eprincipalmenlesegondo
facilitan! on nnpecem seu dttenvolvimenlo. T. d>
i poique ucm os intrresset, era
l paixoe, nem os
em tal momento propino, o espectculo da aociedae | ,.,,., ,,ndeill tspetu |nvca-se como ura de humana e ,!a rWll.iacg. A e.> -hila, o sen- valcrj ,, gy,,etn(1 ,, f(, nma ,|e ^ o ma |n
tmenlo espontaneo que se pro imem a vista dea!, i ,oei.se ,, 1(Jlvl,lu0S ,,,, au
arneelacnlo, nos forran, .|l ou obrar ou .inda ue.envolvlmenlo da .....ividualida ,e, talo he. da vir-
o goveino fondado lora do individuo he pois Contra- i "'""" *""ar e"1 ..... "":,,""s P al" enconlrar | ,0,le nonia e su,, re,v[.Ant.Ao hc ndlM,a C01I1 ,. I "
rioicivilisarao. Huilla fase* ene experiencia foi / "> "vo boni, m.que uo linhamoo antea proeorado. |grf por ooe ,,,, ,m fM -
tentada em circurnslaiici.s em que a liherdade |iare- I A '" individnelidade he puissiuguliiroente Mie. f|vaM)
E eu venho ter canligo para dnlroir-lbe oa I eia etTerecer os maiorea perigos, mas sempre com"
efleito-. l',,-o fac-lo, cs;ula-me. A noticia da
la desgrana chegou-nie no momento em que eu
tralava um negocio transcendente. Keliiei inime-
dialameule os meus fundos, e tu has de acela-los.
. Vi: o exemplo do bem he contagioso, como o do
mal. Os meus amigos (.ITereceram-ine a soa coad-
juxaeao ; estu tamos o uegocio : ole percas lempo ;
dtslroe rom a la actividarte as trainoias .10 leu ini-
migo. Encontrars nessa carteira as summas neces-
tariai. Adeui.
mesmo reaoltade: a nnmnralidade a decadencia. Duas
o'essas lentativH sobre tudb sao momnravei-: na pri-
facililaia pela toeiedade humana e pelo espectculo
varia loque ella apr, sent
que
d;.- miserias e das pai-
se dexera supportar, e lie (diri-
gido a confeasai que toa acrjXo he moral, benelica
humana. Assim he que para nm olho mal exeinta-
t) fim da civiliiarlo he desde enlao echado, con-1 do a oppresso parece trazrr enmsigo seu remedie;
meira, poi ponco que p.rece a alma humana, alte- i liste em crear o muer numero de individualidades 1 na 0111 ulho vigilante percebe bem depressa que es
ganda qno dnrou por tres seculos, depoit de por I nossivel, ene conferir ao maior numero este inesli I ta raprestao benafiea em apparanda, nlo
limitas vezes Icr feilo desviar a sociedade, nao pori.le I mavel beneficio da per-onalidade, em minorar o i urna nova aggravacAo de um mal anligo.
anda inleirameute vigorar, e o que bem prova que I maia ponivel a Irib animal do genero humano. | as sociedades gyraroemnra circulo vicioso de
esla tentativa esla condemnada pela forca das cousas, Pens que tal he o fim da civilisarao ou ella nao tem nunca podem sabir.
nei.hum. I), nossos modernos autores que veem o ||,
Todo quanln tinha carcter de inlividiialidarte
devia, poit, desapparerer para dar lugar a' rutina
unidnde. Elle persegu os protestantes allemSea,
rompe as cortea de Caslilha, eanesinha a indepcn'
dencia dc-le clero cathulico, dp que pretend.1 ser o
sor.
i'oi elle o primeiro que, por seus escriplot, eus
ajodnnlaa e diploroal--, lez celer na Europa calho-
lica o poder ccclessastico ao poder civil. Seus pla-
nos de governo, malograram-ae na melada da Euro
pa.mas anda se piule juliiar de arvore por seus frur-
lofi Hem que nlenha sido mal aaccadido, lulavia
he que, n'esta louga balalha de tres secuto--, onde
|uerqoe o individuo trlomphon, a vida desenvol-
veu-se em obslaculo ; onde quer que ella embalen,
A carltira esle ao p do llvro falal.e de novo ludo | exlingiiio-se, se bem que a apologa .la indlviduali-
vesle orna uova cor. Nao ; a virlude, a amizade, o j dado humana se (onlenha na historia do esforeot
tentados contra ella. Me esta exceleneia da inilivi-l
desinleresse, n.1o sao palavras vasias, e sonoras,
abaa, o sol se erguer puro c radioso, os pas-
earos canfiiSo a beui-vir.da Knrora, ao ar fresco da
niadrugBrta."-A Providencia lera sonisos ea vida es-
peranza! "V
S'um s dia dtsV'da, a philosophia de am ho-
rneen, philosophia moVal como os soccesos e como
o seo cora;3o, descreveu um-4a os asiros no co, depois de sua rvcuriici, ei-la ah
no seu ponto de partida. "V
L'ma opiniao poltica. K~v
Acaba de fazer-se urna eleirao, na qual as for;a!i'
muscolares, lauto como o raciocinio e as convicios
polticas, liveran a melbor parte : tal he pelo me-
nos a opiniao do partido vencido'. A campanhia do
presidentelutou em vao contra as vozes de Slenlor
e peilos de bronze : as discus.es, degeneran! em
murro. O nosso herr alo pertence ao partido ven-
cedor, e achou racional fugir e enlapar-se. Toda-
va, nao acensis a sua coragein. Ha leis de pru-
dencia, ha um decoro que um hornera brioso mlu
deve jamis esquecer.
O amor proprio e as esperanzas delle foram i 11 -j
rtidas. O estandarte liberal que elle arvorava en-
trando nos comicios, encnlheu-se na lempesla>e po-
pular como os eslofos de valor mediocre que nao
podem sopporlar a experiene^ da agua, o Islo he
urna triste comedia !degeneramos para barbaros !
{diz elle com ac de profunda couviccio.. S mao de
ferro pode salvar-nos. O despolismo lem seus incon-
veniente!, bem o sei; mas, entre dous males, ron-
vera saber eseolher n menor. O governo represen-
tativo, governo da ntao illustrada e da vont.-i.le
livre, a "miro-o no paiz da Utopia, i.u as paginas
de uro jornal. Na realidade, porm, srho o s pro-
veiloso intriga, audacia e impudencia Esloo
desengaado.
Era consequencia doc motins, declara-se esladn
de sitio : reiua a forja militar. A revoluto tme-
le na sombra, e a cida le re-laura a trauqoillidade.
ti nosso eleitor readquire seus habitat pacilicos : a
segoranca renasce-ihe: esquece insensivelmrnta o
lomudo das elen;oes, as vozes do Slenlor que sof-
focaram as suas e os perigo qoe o ameajaram.
Neste cmenos, he elle obrigado a fazer urna via-
gera. S cora dillicoldade se alcan^am p^s.aporles.
* A autoridarte milar oceupa o governo civil; a se-
nha he severa : porta, estas palavras: a nao se D"
doalida le e esta certeza absoluta do perigo que cor-
rem as naebes, quando ella-- a deixem perder ou di-
minuir, que cu qoereria por em relevo como urna
|ir;ao ainda ut.l ao lempo presente.
1.
O que se chama individoalida 'c he o signal n.ais
elevado da cixiii-tcao ; be o ver.ladeiro Iriumpho do
horuern sobre a falati iiole, porque Ires consas esaen-
cialmenteeontrariis faialilade a coattitneni : o ca-
rcter, ponto de resistencia em qu* *c v*m qoer.ir
progretto na deatrul(au da individnalldade, os nossos
modernos pliilaiilbropos que vem o futuro da hu-
manidade sob a forma de um paternal absolutismo e
que, sob prelexio .te proleger as manas, reduzem
quanlo podem o individuo a* inacrao, voliam as cos-
tas voluntaria ou involuntariamente a iraditjSo da hu-
manidade e nos levam directamente 1 piimeira
poca rtai toeieda les em que o Individuo era abriga-
do a' inventaros meios.le forrar a obediencia. Quan-
do boje nos pronuiicismos contra a liberdade, con-
fessimos indirectamenlc duaa cousas ignalmenle tris.
les,e que he mi-ler onaar diier bem alio: que o gran-
de numero, islo he, as maasaa, he incaprz deevi*
lisacao e que o pequeo numero, isto he, os indivi.
duoe, he lmenle capaz de oppreasgo, de Ixranuia,
(*; aecideolet exteriores; a liberdade, mov.sent ; "u como sedizii ha alguns anuos de explorado.
voluntario .i.) aspirilo e arma d'ac^ao ; a originalida-
e, (pie ditlereiic,ia.a!ina .'.'oulra alma,que a secara,
por assim diier, do gnero que ella pertence e as-
lignila cora um signal caracterstico, (Juando estes
tres allribatoa, carcter, ind'eTrndeucia, originalida-
de, apparecem em um homem, sli consliluida urna
individualidade.
O liomeiri dcixa enlao d e ser um phenomeno 1 ba-
curo, nasrido e una ei peral, p.endendoem lodos
os seus actos a urna lei geral ; he um ser que Ira/, em
si mesmo sua lei, ou que, para melhor dzer, a go-
Cooheeo a objec^ilu vulgar. A aociedado que
concede milito ao individuo, conten nm germen de
aristocracia e por c nsesiiinle he dilectamente op-
Como be que se pode inlerromper a ebra da civi-
lisacau'.' Como lie que os homens rbegam a ptrder
he eanao seu reinado prodo/.io dous resultados qne compliea-
b. assim j rH, a historia de todo conlinenie europeu. O pri-
qe meir.) he que, para resislir-lhe, todos os povos live-
ram necessidade de recorrer contra elle ao lyitemt
que por elle lano era empregadn contra os inimi-
gos, contra seus exercilos regulares, ellcs deveram
empregar exercilos regulares ; a' seu ab-olutismu
seus direlloi de indmdoo, a ser menos que ama c- | np.,r .,olutimu. Km segundo lugar, e.te *xs-
Ira. urna abslraerao, a ah-orver-se em um ser de ra- ,0,,,,,_ dc,,,,,ecin ;1- mais ,|e ml| ., rou pe
lio que se chama (liado J He este um r.cl hlsto- |, ,uullda ,, n0 dominio d-s ideas e dos fados ;
neo mu, imprtame e que merece al.eocao. ,, am c]ai y ert,be|eM0. wmo ,.
Ha um momenlt, navidades pavos que he cheio de nI;a e f n, ,,e .,, fllvuriUl d1 d(Jt] po-
derosas casas qn-, rtepois dellc, regrram a Europa :
porgo e de ra hopos. Uando a clvlltiacllo lem-se
desenvolvido sem interrup{o por um longo aapaco
de lempo, lem produzdo oa obra natural, que he,
assim como havemot dito, crear os individuos. A
iudlvidoalidade qne a principio era oro., excepca-i-
em tal ponto qu^ eonstitnla nin privilegio, lorna-se
em um momento dado a parlllha de milhares de ho-
mens ; mas ealaa individualidades apenas formada^
sflo singularmente incompletai e cros-eiras, cheiai
.le paixes anarchicaa, seosmovimentet sao mui ter-
iveis edesperlam as inquieia(oet dos poderosos.
Sua ignorancia nao perraille pentnrem chsma-los ao
posta a democracia. Alm dislo o individuo he orna I goveroo geral a sociedade, e todava ellas ago lao
especie de exceptan anormal que para se desenvol- j nmueosas, que he intil tambera quere-lus reduzir.
ver, deve naturalmente cmagar todas ;s cousas que O governo em laes circumsUncias, lorna-se muilo
o cireumdam. a
Nada he maisialso. Para -er ura< individnalida-
de, sera* pois perciso ser um grande conqoislador,
um grande polilico ou ura grande puela '! sera1 pre-
ciso rhamar-se Alex'udre, Riclielieu ou Shalvspeare/
venia, f.iendo-a pessoal i Impessoal que era. e roo- No, cerlamente. A individualidarte humana evis-
ral de material. Quando o homem se eleva dignl- i le onde (juer que sentimos o signal de urna alma u-
dade a individuo, altinge u termo final de sen des-
lino tre-li" e social. Emliin he pela indtaidoalida-
de qne o homem dei.xa de ser um animal e de per-
tcncer a uin genero, unri tribu de animaos!, depois
d'es'e, s Ihe resta ser urna alma.
riginal e independenle.
O le,1 o que imprime seu catibo em nm vano de
barro, o agricultor cujo campo revela pc,r sen aspec-
to differenle do aapaetc dos campos vizinhos os cui-
dados deum Irabalho livre, s.lo iiidividiislidadei pe-
O individuo he u comecoe o fim, a causa e o termo lo mesmo Ululo, seno no mesmo grao, que o con-
da civilisacao; he esta urna verdade que .levemos in- | n'nislador ou o poela. Ilar-se-ha que o ru.lico es-
cosset, que o luslico da Nova Inglaterra.com sua
cultura nibtica, seu grave espirito de liberdade, seo
passa proleridas com rudeza pela lenlinella,
suspendem-no grosseiramenle. Explicase, parla-
menta, penetra emlim no inlerior. Urge a hora, e
elle insta que o levem > autoridade. Naotemjuza
alguns favores como amigo da ordem e zeloso de-
fensor do poder'.' Mas os erapregados subalternos
qoe aferein a soa polidez pela importancia que se
dao as crises, responden) seccamenle : Espera
a sua vez.
A vez chega : a autoridr.ie acnlbe-o com dcscon-
tianra. Os chefei do ultimo moliin sao activamente
procurados. Porque deixa elle a cidade'! A auluri-
dede ioterroga-o e di-lhe emlim ura passaporte,
coro ar desdenhoso, baixa a fonte, e nao se digna
corresponder corlezia qoe o viajante, na sabida,
Ihe faz.
Nao importa. Os enojos que descrevemoi, esta
ultima sceua at, nao 1 ,., 1 m modificar as suas con-
viertes polilicas ; au! Mas que se' eu Tal vez Ihe
nao adiemos o mesmo gosta do poder absoluto. Es-
culai-o : k He hom que o governo respeile a digni-
dade humana : nao pode negar-ss; que a despolismo
tero urna certa aspereza que se faz al sentir as
rodas da admiriistracan, etc.
lle-graradamenlc, o magistrado licara rom gran-
des suspeitas ; denunciado por elle como homem
suspeilo, o nosso hroe, quando salla para o carro,
he preso, levado a ca,deia, pasto era segredo, e ape-
zar das fortes presumpees d'innoceucia, qae dii
em seu favor ura exterior decente.ahi lica oilo das.
Nao era preciso tanto por destrate do alio a baixo
as suas novas opinies, ja toitemenle abaladas. A
^talidade do arresto, o tedio dos interrogatorios, o
ar eaX^pbra da prsso fazem reverd-cer u seu li-
beralismo inoStmii : Esludo os direitos^oo ho-
mem ; odia o arbitrio, dele-la 011 poder absoluto ,
faz ardenles votos (posto que haixinho e discreta-
mente1 porque a liberdade individual, e a conitilui-
e.10 sejaiii emlim urna verdade.
Sua le poltica he hoje ardeolissima. Uurar ella
muilo '! Esperemos, esperemos am molim, 01 gritos
da ra, as novas eleices. um beliscao no seu araor
proprio....Al la contai com elle.
Pcrigos a'uma semibilidude e.rcet*tia0< grandes
talento', ,0 poela'.
Ha erros !o evidentes, juizos lao raanifestamen-
te nuncios de paixiio, qae s eogaaam os que que-
rem ser engaados. Nao be alii onde esla o p rijo.
Temei muilo roais ossophismas mascarados com ta-
roanha arle, adressadoa com tantas sedocrOes que
ha imposuvel repelli-los. Deagreeadimento, este
perigo escoude-se militas vezes em palavras e es-
criptos de homens superiores,corno sobre llores per-
fumantes o veneno que da a raorle.
Como laes homens f,1o dolados de nina sensibi-
lidade exquisita, as ImpresaOes que recebem, vi-
va, profundas, apaixonadas, deridem imperiosa-
mente de suas ideas 9 opinies ; a penetrante inte-
ligencias d'elles acha de. barato ra/es onde apote
a cnuia que adopta : fascinara o vulgo, elevara no
cumsigu.
Nao he, talvez, necess.irio buscar em oulro motivo
a caua de inconstneia que se observa nos homens
de umesperilo superior. Adorara boje o que aroa-
iiha queimarao; o erro que hoje cnndemuam, de-
feodiam-oo hoiilem, como um dogma sagrado. Na
uiesmaobra, atsoeitm a- proposir;esmai9 descorinr-
xas.ou lirarn concluset rnconriliaveis rom os prin-
cipios lenlabelecidoj. ^ao imputis, porem, eslas
cstrauhas anomalas a inlenrg delle*. gaslenujraa
o pro e o conlra, i-wi a ine-uia eonvire.in ; e exla
i-.nvieeao haariram-ut na exallaeaa d'um senlimen-
cessanlemeule proclamar hem alto, porque corremos
risco d'esquece-la, e-oh prelexio de igueldade, de
felicidade da maltas, fiaemet gyrar a sociedade em
om circulo de barbaria, com grande alegra do- .es-
potas e aos applausosn'eslas turbas, rebanbo mudo
que aind.i nao foi dado nem a palavra, rtem a in-
dependetica, ero aitribulo algnm da Individoali-
dade.
O individuo he o c.meco e a causa da civilisacao;
esta assercao nao crabe ie ser provada. porque a
historia inteira ah esla para confirme-la, A admi.
ravel phrase de Machiaxel, que oes heraea e os fun_
dadores das repubiicjis e dos imperios sao, depois deuses, os que lera piis direito adurac;1o dos ho-
mens, e ainda nao be ba-lanta vasta e au faz
a>lanle lo lira IndividaaMdade humana. Nao sao
dillicil. |'m meio de salvacao 011 para melhor dizer,
um expediente se aprsenla :
Porque nao se salvara a dillicoldade mudando as
a casi da Austria e a casa de Bonrbon.
E-ta hivaiao da indivldoalidade humana, a' que
Carlos V e os principes -:e sua familia ulgaram, por
cenviceao e pT interesse, .Irver oppor eslas chime-
ras de monarchia universal e de governo, renovado
do mundo romano, era, pois, ISO lerrivcl '.' Simien-
te se evitoa a anarchia, que se queria comprimir'.'
A historia responde 1 esta qucsiao mostrindo-not
du/rulos anuos de guerras nao Inlerrempidat. Os
povos nada gaiiliaram em ser opprunidos, nem mc--
rno a seguranra material. Qae anarchia agoalario,
(Uin o dnrane mcio secuto, os horrores da guerra
dos Paitee-Baixos e o sanguinulenlo chaos da guer-
ra de Imita anuos".' Que anabaptista ou que sacra-
mentarlo poderla igualar em rrimes o sennr soldado,
que por mais de cen annos foi o terror .a Europa '.'
Esle systema que mais ou f.inenos pesou sobre toda
complexo
,1 1 resallado da lula. Soflremoi 1 pena da hirtoria, I "lacflei soca-s -in no-s.i ajeara BN ,,,,.,
, o liou e.n lilil- descouliado .10 liin.ui. | ,, i,
en aqu ludo : somos o que ella nos fez c depende ; |11Mn ,,. 0 hlllIPI1, '">' '"
sempre ote us modificar e variar o cana; mas isio | A. arlado u.....eiociea buaaaaMa pana naantan
11,11 quer diael que seja rniler Cebar os olhos ao |.e- | moderno! de governo, leiindo ptlt ncia .le. smm
rigot presentes, que lornam-se mais grave, a med- """lu e "'r-qu ei K pela preorcupa^o e.clo.i,., ,ir
. seusiiileretset privados, cre.ie laivrz qu-, n .,, ...
da que o lempo.aminli... ,, ,,,. m ^^ (,R lf-| ( >lU^ "
II grande perigo da totiadade moderr. 1 foi as-ig- tM '.' Elle- lem inlerCS-es ger.ies para f.-/er ptltali
halado, ha ja ,10 aunos, era duas palanas admira-i rpr, e o mesmo laclo da ana exislMicia prova qe ^,
veis pele homem poltico mais .agai de nossj euoca. i,"":"" '''la" 'l,*"'"l"- pnii6es s,.bie a. najan*
M Knxe--I u'l r I 1 uioraes; appelia.ai. p..i. pan aginacisliea iaitivi-
"'._-"' dual, e drfendt-la-li.io ruin todo wu poner?... N-
a iodos oa negocios qoe nSo san oa nossot neg-da disto. Bada ladva mumum ana mMhi
eioi pestoaes, -ao os eegoeiot do eslado. o Franca, um i fez al.un- ni ars em favor d* libar-
iMIt'arle a revoluto, emancipando os individuos lli"1' individual ; Mm os ullet -en ucepciu poa-
-,,,,,,. ,,......... co s Ihe dio rom ella mi leiii.m, haiidnn! eo con-
exage.ou ao mesmo lempo ea obstculo imposto .. crf. Em UI1 d tlU,ni ,.dr, u ,^(J| ^
individnalldade. t.omo se p.....le i.lo dar A re- adia-se un, parlido que pielende governtr pelo ne-
volacJJo foi sobretudu negativa e exterior ; ella jul- : "1,r numero, prelen^o oi.di 11,1,,,,, em Franca
gou que, liara lomar o homem luir, ba'lava .iba- l*ae 'ml'" govern.. romo uin errdo. Eazer acto de
toras insl.luires que o onprlmiam. Protesto em 2 ^^SS '?' ''e v"""* ""C,-",>i' V" ""
, """" 1 roitsiu em elani.i do individuo. Nee as>mi as lraii.fornnr.ie>
favor do individuo, rila pois iguorou inte,ramele ,,,,1 ticas, obrada liberd- o que con-liluia a individualidade, i-to he, o esfor- Cuajo lima instituidlo lixa, em ve dr vi .. vrrda-
ro livre e intimo ,1'alma sobre si mesma. Ella lo- deiro carcter, que he a lucidez e o mo\lmeino. II
mou sen ponto de partida f ra do homem e nao -e '1'U,r" 'n">,d <"' t",1i,, ".M P-r om
, numeroso parlido, e que ha apenas algn, amina
prenden lenaa a sucieda.'e exterior; elleito e nao perlurbou o mundo. Esle partido uivide-^ ,a ffl,"
causa do mal, em vez de dirigir-se ao individuo pa- campo, ignalmenle linnige em sentido r,,,. 1 ,,,,,
ra o qu, e peloqall existe lodl sociedade exterior, i "^ l'beidale. Ira prelende desprezar b-ololamrnir
As inslituicoes foram abolidas, mas a alma nao oi ',' '" "V'"" i,.*'*" """ ""' q'" '.*-. '*. '"'
,.... 1 P"de para al.rjar ...n .,. Os n.etamsmos p. luiros
mudada. Nenhiima reforma moral haxia traaffor- que np, runem n.is.a vida poldic. rvspeilen pe..
mado o individuo e preparado para novas destinos. I neiioa netM vida privsda ; mas o partido de que
Livre dos obstculos exleriorcs, elle acliou-se l.d cu- j '"'!'"'!" lon?' *e ler !** ,lm roai; e
mo o havam faitoe-tes abatacnloa ; al..lia o enligo
1 eticado as relari-, nintlan a aenretnfjaajM os ho-
mens nao lem leMiea ale aa pr... 1 ,enao na vida
moral. A oulra lr.in.io .leste psitido daclara-se co-
mo principio favorawl a' llb i.l de. e rom II-10 o
parece ; mas disvairada por uii..i falsa ido de igual-
dade. esmaga o IndlVaaaa sh o peso das mullidoes.
Ella nao reconbece .Hile enr,. nao pesa eran a
materia -humane, leva em cunta a qcanlid-dr.
Para ella, lodo huuieiii h- um in lixiduo; ella ng..
quer ou nao sabe rccoiibecer qoe a nidiMdaali.laee
n.lo he um beta espontaneo, m-s una .toa de edu-
ca<;ac, de t labor ir.lo lala r sutceesiva, qoe a li-
havia croado a antiga sociedade e no momeo- brrd ide se a iqaire a., nessaa litlo
rgimen e traiia gravado ein si o anltge rgimen ;
abola a inouarchia e guardava a edaeacfe que Ihe
havia dado a monarchia, lie talvez a primera vez
na historia que se telilla visto os inimigos de um
eslado social em nada dillerir do seus defensores.
Todos o per-ouagcus da revoloc.no assemelhain-'e ;
alma, earacter, habitas, opinies mesmo, linham
ludo cm commuui. Astin o individuo licuu tal co-
condices do governo '.' Ale ahi era o homem que I a Europa. Infeccionen por toda a parte a fonles da
governava ; porque agora Data machina urna forja vita ; neiihiima nielo pode deseuvolver-se livre-
nonyma. Enlao apparece o xsleraa Briiflci.il sub-1 mente e mostrar aquillo de qoe era cap-.z. A lles-
panlia exaurio-se para impor esla cmprenlo, a Ita-
lia esla' mora, a Alltmanha foi contrariada e oppri-
mida ao ponto de nao ser mais que a hlbitaego de
smente os syslemas polilicos, as repblicas e os im-
perios que sao obra dos individuos, -ao lo las a in-
venc,es e meiino todas as virtudes. He mieter cn-
lendermo-ni.s bem quando se nas falla d'oini hala-
ren moral sempre Idntica a si mesma e commum ,i
toda rara humana. E-ta naluresa mr.ral existe com
elTeito, mas nao be seno urna materia primaria* O
homem ainda nao civilisado nao lera virtudes, mas
smenle inslinclos, e e-tes Instlnctos tem nouisrs si
nislros; amor des, eovardis, lerror, su; eisliiao, fe-
rocirtade, estupidez.
Porque mil uro esles inslilictos ferozes se tians-
formam em virldtes Pelo mil-gre do individuo.
Elle apparcrc e a ualureza nao se reconbece mais a
si mesma ; con suas sabias imlos d'.ulista, o indivi-
duo a massa esla trra rebelde, ria-lhe urna bella
forma e barmouiosas proporrCc. Enlao lud j muda
de nome : esla ferocidade cbama-se coiagem, dea-
prezo do perigo, honra militar : este amor de si clia-
ma-se forja de carader, resistencia, cuidado do dig-
naidade peoal;c*lisiiperstic.iloqiie faziacurvar todas
a cabeja de lerror, esle lerror das forcadescoiihe-
cidas couverle-se era rellgiM, era conDanea na leis
jnvisivei, esla mesma cobardia se transforma em
obediencia e prudencia. Todas as virlude silo pois
individuae e islo nao he ver.lade por ciusa .os
grandes homens, que as lem primitivamente inven-
tado, p r assim dizer ; isto he verdade pa todo ho-
mem, qaalquer que elle soja. Quinta mais forte he
pessoalidade, maiores s.lo as virlude e a onica
ibll'erenca que lepara s homens, be a proporcfio em
qae os instinctos nrimilivos se achira n'elles. As
virlude* nao -:1o pois, como o: instinctos, forra ge-
raes rommiins a' lodo genero humano ; sao> seres
Ustinrlos, nascidos da liberdade, apanag-o e recom-
pensa do iudividoo.
O homem, elevandn-se a dignidade de individuo
vence a falahdadr, dos instinctos e vence ao mesmo
lempo oulra falalidade a monotona da nature/a. He
o Individuo que traz ao mundo variedade e belleza.
Observai a nalnrcza ; ella sempre s vai repelindo
com urna montona migeslode que nos parece en-
tinar o nada do esforjo humano,o desprezo da liber-
dade. Todo, pelo contrario,nu mundo mor I be ddle-
renle e inigualado com o catibo da variedade. A
individualidade cons slindu ein um Irabalho livre do
homem solare si mesmo, em um rsforjo para amassar
a Ierra primitiva dos instinctos. Infinitas sao as iim-
ddiea.o'i,, de qae se revesle esta substancia primaria.
egonde o grao de nioreo e direce.lo da vonlade, a
resistencia ou a brandara da materia, a exccllencia
doolneiro.
Incompletas, extravagantes, barmouiosas, -'o as
formas que enchein o inunlo moral. Mas nao per-
lencem era a' ura genero, nem a' orna especie
ardor con-tanle pelo trabalho, sua proverbia'
-al,,-ilonn pratica, nao sejam individualidades? A'
que titulo reCoohecereis a personalidade, se a nao re-
conbeceis ahr.' Nao lomos pois nccessilarje, para ser
individuo, de sarama, nppressorcs, Ixranno ou or-
galhosos ; nSo temos necessidade de fazer arenes ex-
Ulordinarias e de manifcslar-nos ao mundo com
grande esiroudo ; i> lomos neceidade de ler urna
alma e o mais leve signal a fara' reconh-'-pr."
0 i| i-' ahi lia de anti-'lemecralico '.' Citei o exem-
plo la Esco-sia e di Nova-Inglaterra, porque he um
dos lacios mais sensiveis e mais proprios p-ra escla-
recer sobre a verlsdeira direccao da sociedade.
Nasles dous paitaa as miHII nao etillcm por a-sim
dizer, ao nacoes ne individuo : mo ha alii rebanbo
humano, ha aaneai. He vergnnhoso ver quam bar-
baros somos em nossos raciocinios, quando fallamos
de democracia. \
Nao excedemos, em nossas ideas sobre a igualda-
de, ,1 intelligeucia dos revollados da meia idade ou
l.s popubijes invtjosas e solTredoras.
i Quando Ado cavava e Eva liava,quem era en-
lao genlil-homem/ s pergunlavam os pobres rsti-
cos insurgidos do lempo re Kicardo II. He este o
molo porque ainda hoje revindicamos a igual-
dade.
1 Mal, exclama a sea lurno um philosopho mo-
derno, onde eslardo o gciilis-homens qoando todos
lorem genlis-honiens'.' s
Eis o ver.ladeiro modo de comprehender a igual-
darte. A rara democrtica por excellencia. a raca
germnica e anglo-saxonia nanea se euganou a esle
resptito, e em suas diveras evolures intellecluaes.
polticas, religiosas, nunca se desviou de-ta derrua.
Sub dillerenles formas,aristocracia feudal, decen-
tralisa3o artminislraliva. dismembramenlo politico,
rgimen con-titucioiial, parlamentos, protestantis-
mo, phitosophio, lia licou fiel a causa da indivi-
dualidade, inclinou e inclina lentamente para osla
repblica ideal em que toios sao iguaes, por que
tartos sao defendido contra as iuvasdes despolicas
petas barren', s da dignidade pessoal, em que a obe-
diencia se concede mas nunca loi couqnislada pela
torra, em que o- lacos que ligam os homens enlrc si
sflu urna cadeia de rtevu-es recprocos, era qne o ver-
bo impessoal be preciso expressao de urna neccsai-
d.de faial c signal de infeiiorldade moral entre
aquello a quero se dirige, be subsliluido pelo verbo
p.-ssoal devo ainrassio de urna vonUde livre c signal
de urna coii-eiencia que se possue a si mesma.
Ei pois a civilisacao inteira, ao mesmo lempo
em seu pas'ado e em seu futuro. Creada pelo indi-
vi loo. ella deve a seo lurno crear o ..individuo. Se
fcil,ta e-la MpanUo da xi la. se presta cu auxilio
a esle deseiivolvinieiiloa'alma humana, he fiel a sua
minio ; ao contrario retrograda. Aqui lentos por
Conseguate um cnlerium infallivel para julgar da
excellencia relativa las iusliiuices e dos sxstemas
polilicos.
O melhoressSo naturalmente os mais apios para
formar maior numero de individuos, os que mai*
conccdeui ao individuo sua justa parte no goveroo
da sociedade. liiiaudo urna machina impessoal, e
respoiisavcl, se enrairega por si s do governo dos
homens, a civili-arao em vez de ser um beneficio,
lonri se ura flagnlioaa alma humana corre mui
grandes perigos. Eu eu e-lado primirtivo, ella era
selvagem: ei-la Igort qae se deprava, por quequ.n-
du he opprimida por mecanismos polilicos nascidos
lil. sabio que se chama monarchia administrativa.
Vnn vez envolla nesle lecdo a individualidadc hu-
mana dorme em urna egoislica seguranza. O nu-
mero dos moveia da aclividade do homem acha-se
singolrmoi.lc (iimiuuilo : elles re.lozem-se 11 pes-
quiza da causas necesarias a vida physica, ludo
quanlo se refere a vida moral lorna-se objeclo de
om ser de razao chamado o estado.
Esla crise hiitorlca he o maior perigo que eocon-
tra civili-acAo, porque o remedio empregado he
peior que o mal que elle procura curar. O que a-
euolece a Individualidade humana, quaado e s*im
delida em seu primeiro deseiivolvimeuto, he o, que
por duas vezes nos emina a historia. A primeara
vez 1 alma humanas toda psgll e material, cedan
era murmurar e sem prolongar orna lula intil.
urna rara de nao poder (ornar-se urna aaego;
quanlo a' Franca, sua historia dos tres ulliinosse-
culo bem raostra que ella nada evitoa.
Mas nao sa tentativa de Carlos V e de cus imi-
ladore fot inulil neste sentido, que nada impedio,
cerno fui tambero criminosa, porque iulerrompeu o
corso da (radican. Eis o que demnnslra com uma
irresislivel evidencia loda historia a' Inglaterra. Es-
le atseimsnto das indivirtualidades que leve lugar
no seculo XVI, nao foi um fado revolucionario ;
era a' consequencia natural da idade nenia. As
nnbrea in-liluices da meia-idade por iraperfeilas
que f i-sem, eram exlrciiiaineiile favoravois ao ,,es"
A segunda vez. ebrillSl e moral, resislio violenta- evolv.mento da liherdade e o secnlo \ VI, co
mente e emp nlioo um combate que qaa esla' para
acabar.
Quando 110 lim do anligo mundo, loda a Italia
era primeiro lugar, e depois as inuumeruvcis pro
viudas da repblica, pedira) fita entrar ua cidade
romana, heuve, e assim se pode dizer, como um'
invista vudi-ul,! da iudividoslidade humana, mil
vezes mais peiigusa que as invasjuei de Teules e de
Cimbros, que haviam repellido os soldados de
Mario.
O anligo governo tornndose impossivel. fo' cessario adiar um novo, e elle sabio iuleiro : -
beca inlellig^nte de Cesar. A mooafthia a|
(raliva e a forra militar substituiram o poder do pa-
Inriado. Todos foram ctrta I|M romanos, cora a
ron licao de todos seren subinissos ; tudos foram
iguaes e ninguem foi livre : o inleiesses moraes da
humanidade nleira coqcentraram-se em una id pes-
soa, a do imperador e estes inleress.es, a' forja dce-
rem universaes e genes, lomaram ura lal carcter
de vaga abstrajao, de enlidiide tnelaphysica que a-
caharam por lornar-se pliaulasmas inaccessiveis
inielligencia humana.
Era quanlo restau aos Cesares alguns vestigios do
anligo mondo para deslroir,em quanlo elles liveram
entre maus alguns restos de palriciado para arruinar
alguma sombra de senado para humilhar sua mi-,lo
foi fcil ; mas quando nao existi n 1 la mais do que
um universo e ura imperador, eulao coraecou a ver-
ligera.
Possuir um poder gigantesco que mesmo por sua
grandeza VOS escapa, dar orden que se perdern an-
tes le serem obedecidas, como se perde a voz nu es-
pajo quando a distancia Ihe he superior, nao ser
nada a' forja de ser ludo, que piedade Sei sub lito
le um imperio onde nao se he nada seno pelo car-
po, pelos imposlos que se paga, pelas vexajcs que
se sulre, que escarueo '. Knlstu. um grande de.goslo
se apodera do mundo romano ; a vida nao lem mais
preeo algum.
Aqu e alil appirecetn alguns personagen linda,
mas que de nada servorn, e morrem inuleis a' e ao
mando.
lironle este lempo, a machina do eslado continua
protestantismo e sua reivindicaee de liberda les
parlamentares, lulo era naga um desenvolvimenlo
mais vasto desla insliluijoes. O espirito humano
mo pedia para sabir da idade media, propriamenlc
fallando, pedia para conlinua-la. Sem a inleiven-
jao de Carlos V, e os meio de resisiencia que elle
invenloii ou lornou necesario', a meia ida le letil
continuado melamorplioseando-se e fundando-so
por graos no mundo moderno. He, pois, o systema
da monarchia absoluta, esle pretendido defensor di
iradirAo, que foi usurpador, revolurionario e aiti-
chritltOi revolucionario porque quehn o a Iradicao
histrica, usurpador, porque tomn o lugar das anv
ligas inslituijes a' pretexto de defende-las, anli-
chrislao porque foi uma'ivota ao systema do governo
to am que se. te-embarajava de >eus lajos materia
licava preso pelos lacos moran da edacaetto e do ha-
bito, Houve destrulcao e nao regenwaolo.
que se a.lqui-
seus actos visive.
.Nada de ludo islo exista no homem da revoluj.lo.
Para todu principi moral, elle tinha opinies, para
loda a forja interior, cerlos moveia de accao, laes
como o tspirilf militar, a honra da bandeira, o amor
da palria e lodo o senlimenlo que ou erara o fruc-
lo de urna civilisacao particular ou eram de nalu-
reza p.ssageira. Mas enlimenlo permanente, que
po lec ser.ir !c bise a xida c de regra moral du-
ravel, igualmente applicavel a lodos os mmenlo e
em (odas as siluajftes da existencia, nem um s ka-
via. Opinies philotopbicas, bravura e enlhu-ia--
rao au subslituem una convicj,lo moral e sao inca-
pazes de dirigir a vida pralica. Se a sociedade civil
-e podesse assemelhar a urna academia ou a um
campo, o I rain e/ possuia ludo o que era precisu
para ahi bilhar ; desgrajadamente nao era assim, e
apenas emancipado, cabio na tutela.
pagan.

O cantinele esrapou inteiro i darte media, he
verdade, mas para curvr-se debaixn de ura novo pe-
,i. A Inglaterra pelo contrario, protegida por sua si-
tuaran insular contra o systema coutiuemal, Me sa-
hio hrccamenle da meia idade ; ainda mai, nao sof-
frea que suas instituicjes fo-em perlurbartas um
iuslanle. Ella consenlio cm Picar retardada, e nao
quiz ncar com sua liberdade a bella sciencia poli-
tira e administrativa quo fazia o orgulho do conti-
nente. Ao mesmo lempo que ella conservava sas
an ligas instiluijOfs, aceitava as consequencia nalu"
raes.
Suas rcvoluce, objerlos de escndalo para a Eu-
ropa subjiigada, em ve; de ser inspiradas por ura
espirito de novi lade, o 1 raro por um espirito de con-
servajao. Stlrafiord, Carlos 1, Jacqucs II eram lam-
hem liis guarda da tradijao, e ao mesmo lempo
innovadores beneficenles, que se enveigonhavam de
ver seu povo licar lao retardado e 13o longe do go-
verno regular do continente. O povo ii-.glez nao quiz
1 no em seu amor da Ira-jirao c repelhr seus pre-
tendidos beneficios. As insliluije da meia idade
A Ireseutos anuo nao foram ainda destruidas na In-
glaterra, pnder-se-hia dizer que a idade media ainda
ahi exislc, e no roblara quem a reconheceria ? A
sement que ella ronlinha deeuvolxeu-e, por si
mesmo produzio sua caita nalural, liberdade cons-
lilacionids, legalidade, independencia pessoal, espi-
ran lodot a coosas de-te mundu a 11 jo./ ,. a fL
ma, 11 credilo motil. Ella quer fazr u una I ura
' nalareu aan ma, e este 1.....rada desejo oarratia
multas vrzes a lun.ar pe.. Miaren humana, o me
O qoe taz qoe o homem seja um iuditduo ou he apena a analeria primitiva. Orto qu* m.is ..le
DSSSOa, he que elle possae lima forja pela qual obra anida Confilr-M em m-rani-mos fabricados >o roe-
exleriormciile, um principio moral de quo decorrer "os Pol'""ia ma.. sabia, da que tm gr. weiro insimc-
los das duba, mas xalrm lla as iu,m< hilidade. t
peior do stalo guo do que as xariarOe do aras*. '
Nu eulanlo, i-mbiira lanos obslaculo*, a rrra ,A
liberdade he de lal aorta poderosa que nlo ha qoe
duvidar de seu Iriumphu definitivo, e entretanto
am la aqui se aprsenla urna objecr*... Nlo davido
da forja impulixa do individuo en Franja, ello
lera dado artroiraxeii ex mplos. A roosa de que te
pode duvidar he desua fu ira de paciencia e de mo-
lei o..i. O espilito dr inercia e do resistencia he de
lodas as qualiaades que run-tiluem a indivi.laalida-
de a mai- difiicii de adquirir, as que rpendem da
1 1 v. aprenden se suflicienirmenie por ellas mrs-
mas Ora. hi em nona carcter narional urna ten-
dem la, qoe deve eei ailenlamAnle vigiada. Nao ei
porque o espiriti fraocez fui qualifisado de espirito
prattea ; elle deve sera duvida esla repnlira* a aa
dorili ladee a mi ela-liridade. que o fazem saltar
sobre si mesmo, e oimpedem de licar no fundo das
abymos em que urna vez cahio.
O carecler fsanrez beao mesmo lempo rotineiro
nlopico; forja do habita e a rorra das di.mer.-
o allrahem igualmeule em nafleo routrario. ti povv
france nunca habita .1 presente, por a-nn d., e
ignora por cuUeguui!-' a materia de que he f-ia a
hberdaitc. I.anja-se p^ra o pasado. sem o amar,
muda vezes mesmo raara o p nhaeot ; lanra-se para
o fi.iuro sem o lencr, e priiiripalrnrnle s. ra pro-
palar. Seu amigo he o presente, que elle na* leva
em rolda, que elle quasi srnipre odia e pela qual
nunca lera bastantes (ltenos amargos, (aceras e ai-
trajes. Samo dolados de nina especie 0> genio I,tal
pan descubrir as vulgaridades, as incsiiuiuharias,
as baixeza do prsenle, e para oppor ., resulla ios
que ob(ivem Muilo go'erno. que em nada erem culpados, te
mioera existir,fi:eram esta raxe e dora exj.rrieiiria.
Esta dipo,j,i(i ilea-pirilo da nial Inda onssa hisln-
ria, e oeu kuar .. roiiIradijAo. que rom racao ad-
miraram a uutras nares. .iin lie qoe nos gana-
mos, ora por un povo revoluconario, ora por un.
pov,. mollirchir e as duas oplnun- -a Igualmente
Vrrdadeirai e leu.olmenle motivadas. No en lano s
o prsenle he o vordadetra terreno da librrdad* ;
e o pas-ad 1 eaaenta amata para a fu. maja do in-
dividuo, se o foturo he o alvf pira que 1- deve 01-
ngir, he s no presente qoe elle v ve, respira o Ira-
balb. O pas-a.lo nilo l.rii ra a vullar, e i> falurn
chrgara sempre mu lo depressa, se o tasemos
preparado. Saber nlilisar o presenl e preparar ..
futuro, saber habalhar oa roadijes que n-.s tit
dada, eis .1 que aos he mi-ler abr.
A edueajau do indlvidoo rsl p. 11 qoati toda para
l"r fela. Haremos assigualado mallos obturlo,
que ledos s3o o irado de urna fatrl iiadiro his-
loiic. E o reme ;io, diris x o meio de chegar a
eta e.lucarao individual, a esla reforma interior !
O remeoio! Se en o livessa na mao, nao muan,
o egoi-1.1 l-iniiell- e o mostrara immed.alanenle.
Se eo eiecatast* esle inslinrt franrrz qne anig-
nalei, vulver-me-hia Toluntariamrnte paia o pat-
ado e dina que s-r elernamente eniivel, qoe as
rousa nao lenham seguido oulro miso, ha Ires es-
rulo. Pezares inuleis e de hoje ero .liante perfeila-
mente eneris. Mas sem ir 13o longe. nao he am
remedio chafar a cuuherer soa xei.ta ler silaacM,
- refleclir r-.bre a caua de soa desgraca.. a caa-
Se urna vl livarnet esta
coraceui, leremos eanho om grande ponto, porque
leremrs rouipirto rom hbitos latan. Coabeeer 11.
verla leira siluajSo, he te-la quasi rrlormado. Ha
um pensamento profundo de am p-usalor allemaVs,
pelo qual concluiremos ; Estamos prestes a trar-
dar quando sondamos que senh im.i-. K-torreojo-
no pois com lo les as nona forra s>er chegar a esle
feliz sonho, iudicio e precursor dn despertar.
Emilio Moiilrgul.
(feme det Ueux-Monet.
' runecionar dogamente, quebrando turto quanlo ,, rj, (amiUl, iclividlde intividual. moraliila.le
eaeoalra, produzindn as mai funesla consequen- uopu,,r. Es(a p|0,Au ga liberdade humana, que
CMS, sob pretexto de regulan lade e de prnlecrg,.; |e,c |a,r 0 XVI seculo. era pois um fado Indi-
igual a' to los os ci.ia.l3os. As.ra lie nolavel que ne d#M|j e resisleI1(.1;1 que ,,,,, (l)j 0 OBe0 fac.
carta ama d'elln he nniea. A mlscellsnea de ins- de"w combiuaeao irlificiildo rspirito, todtt ai
Isablilezi* rta corrupjao te Ihe lorn.im fam liares.
lindo c viilade, de tabedoril c paixio que eonililne
tal indivirtualidade,nunca mais se encontrara'. Nao
ha molde que conserve as formas da indivirtualidade
e carta individuo he uraa obra n'arte particular, urna
estatua creaJa por si mesma e que Iraz era si os ins-
trumentos, a materia, o modelo por meio do qua|
ella se tinha formado, llalli a poesi 1 do mundo mo-
ral o o mgico encanto da historia. Era verdade o
que refere a historia, tengo os annaes d'alguiis mi-
Ib.res de individualidades. Em nossos da, tema.
tintado iiestruir isleisda historia : tem-se pretendi-
do, por urna falsa ippllM(go dos principios demo-
crtico, fazer a historia dos ^povos e nao a do
individuos ; na he nolavel que e-la tentativa nunca
se linba podida rcili-ar e qoe o historiador irja'obri-
gado, seu 1.1,10 grato, a' apre-eiitar-nus nao mstil
to. Quando o seu genio se derramava cm imagen, I,tl |UUnrlas, nao seres de razao que se chamara rip-
e" 'os rheios de grande/a e l.iilho, era
3o, aseravo hbil, engeuhoso. e pro-
da meslre, de obras exqoisita,,
ro poela, islo he, ese bo-
l uir.a latalligenia ele-
Tosa, de urna alma de
"balar pelas in.prcs-
^umas vezes, nas
nos al que ellis
n prudencia e
que a relle-
corrupjao
Ctnaoda a aclividade moral, tildo o qi;e a almi hu-
mana havia concebido volla-te contra ella. Sendo-
Ihe fechado I0.I00 horlsonte, ella apsga com ura de-
sesperado frenes aos meios de a:j3o qoe havia crea-
do, aos instrumento que havia forjado ; o ouro a
prala a materia trabadla la oulr'ora meio, lornaiii-
se um lim. .Mas logo i-roduz-se um phenumeuo
roais admiraxel ; he que quando urna soriedarte lera
sido por muilo lempo dominada por este evteme,
loras-e rpia-i iui[ios:vel libertoIt e rcslltuii ao
individuo seu direilo de inicia'tva.
cr Sempre me admiro, dizia um demcrata em
una poca de roaceao p -lilica, de ver que os ron-
inonieulo em que a escravidao ia deiapparecer do
mundo, um edicto de Diocleciano, promulgado pa-
ra facilidade do censo, c cobranja do imposlo, esla-
heleceu a aervldae e lign o homem a' gleba. Eis
s consequencias que resultaran) do governo que tur-
liara neceasaril essa'explo-a 1 desregrada da indivi-
dualidade humana, ainda grosseira e imperfeila.
Concille: -" a invadi dos barbaros como um
p mto de parada na civiliiajao, e a rueia 1 11 le como
urna longa noile allrahila pela deslruir3o do im-
perio.
Crenus pelo ccnlrano que Km os barbaros, nada
aria a humauidartr.
A alma humana ia-se enfraquecendo e perdendo-
sede hora a'hora, c lie duvi.toso que o chri-lianis-
rao reduzirto a' suas [iroprias forjas a podesse rege-
nerar.
A prova esta' ein lxsancio, sede do chrisliauismo
a mais esrlarenda, c ilcpois entregue t d Itrios de
velhicc, a' revoiue-s e-lereis, e a' esl.i mili,,! de
crimes e de intrigas que compon sua historia. Sem
o brbaro o mundo inteiro se lomara um gigan-
tesca IE\-.ti,, ,0. Os barbaros salvaram a alma hu-
man, e he ,1' -h,.,:., da meia idade que a indiv-
diiolirta le, destruida pelo mundo romano,pode 1 res-
cer e desenvolver ainda urna vez.
Ao sahii da meia idade, o phenomeno que ja se
dalia producido no lim do anligo mundo appareceu
de novo.
to revolucionario. Foi moito bem dilo por uraa boca
cloquete, que nao era a liberdade, mas a hraunia
que era nova na Europa.
t) mundo antigo deixara-se premier nos lacos do
systema imperial applaudindo seu (vannos ; roas
nos lempos modernos nao lu assim, e a alma huma-
na rteixou 1!. 1x011 de protestar contra esta aejao me-
cnica soh que se pretenda faze-la curvar. Ella
siibineii,--., ma sempre pondo suas cordije e
re Eis sobreludo o singular especlaculo que aprsenla
a Franja dos tres ullimos seculo. Submeltida pe-
ras necessidade de sua historia, de u siluaj3o con-
tinental e mesmo de suas puixes, a esla centialisa-
j.lo excessiva e a esla alsorpjan do individuo no es-
lado, ella entretanto nunca cousiderou esle governo
sen3o como paagciro He s por um Umpo e co-
Privado das antigs inslituicoes, BioiMlil para
''lo 1 principio gerador donde podiam euiai.ar no-
va. l^iBrB ppjta svinlirt tn os larga qan forinam si
relajos taire os homens e-tavain quebrado, e nao
podiam ser sub-tiiuidos '.' U individuo era livre, he
verdade. mas com a condlcJu de gisuiar-se. Ella se
seulia fraco para proteger a si mesmo ; mas um le-
medio se apre-enlava : a forja da edacae levou
para o systema de que elle se tinha emancipad".
Toruou a inventar, por a-sim dizer. a autoridade,
pOZ-SC sob sen abngo, e em. 1 ji 11 de lodos de-
xeresque elle mesmo nao poda prerncher, iiupon-
da-lbeOBlrotaala urna cr/ndiclo im|uirtanle : he que
rila nao restabeleceii.. .jamai- as ixsIiiujps que ri-
le liaba destruido. Esta reslaurajilo de um ->-lerna
anligo, i.-riii 11 o nome novo de cenlraltaaclu, lago
avlificial que |,......iv aos individuos VlV ao ui.-
11." tempo reuiii'los e isola los, e quo por -na accao
.eral, disjuM^.a-ejinr-iriii de sua parlicpac3o hil
negocios pTTTco. Este mec-utsmo poltico tanto
he o nico I ico que Bol une, que logo que elie de-
sapparera, a Franja aprsenla o aspecto de um fur-
n, o,, 11 o pisadu pelu pe de nm passageiro.
r>es,ie eoiao. como muilo bem. ja se disse. lodos
OS negocios qne nao foram os nossos negocios parli-
culores K.-an negocies do estado. A vida pnvada
em Franja sempie foi separada da vida publi.ca.
mus a -|di..cao .ornoo-.is- ij.Ij tartsM o nunca
fra. O individua nao leve, por assim dizer, nada
a fazer ; uenhum motivo de acj3o geraa, neuhuma
uceupajao de quu algum engtuhuso roeraninio se
po .esse mcarr.gar 13o bem como elle. O e-tado
I ,1-,11 1 paia o in ividuo delibera e decide pur elle.
Eis ah se o quizeriiios, urna cuecie de lib.rdade ;
mas he uraa liberdade (fue ruusislr. em urna diiriinui-
{90 a nao em um augmento de responsabilidade.
Nos poeroos dizer-uos livres, te entendemos, por
liberdade o direil, de u3o dispr de nosso lempo se
i3o era 11, -.,, proveitu ; ma he urna lib.rdade est-
ril e soh sua influencia a iiulivirtualidade se eufra-
quece visivelm.nle. Donde podem vir para o indi-
viduo tubmellido a esle rgimen a sabedoria.a expe-
rieucia, o carcter, o espirito de resistencia, a inlel-
ligencil do inl-resse que Ihe sao commun com lodos fessar suas imperfeiees
os seus em. Menle:' Para verificar esla diminuirn
da individu.ilulade, basla prestar ouvidus as mil cou-
versajes que se uuvem carta da : pedtrnoa-heaaes
enlao convencer com pouco Irabalho qoe muitosdui
' nossos contemporneos lornaram-se iucapazes de
comprebeuder urna quesISo de interesse geral. Di-
reilos e devere>, principios poltico eslo mais lon-
go delles que a revolujilo da China ou a reltgiaa do
grande-Lama : elles fallara a esle respeilo com urna
ceila curn.sida.1e banal como de urna cousa lengiu-
qua e eslranha solne que eiles psdiriara apoulampii-
Ij ou com uraa iudiflerenja fra que indica que lu-
do islo hc para elles do dominio do de-coobecidu. A
educajilu publica do individuo be cerlamente boje
menos rtiantua que nu seculo XVIII, e n3o ha
mais que se admirar d-sle fado, porq.-c a separaj.n.
enlre os negocies publico c us negocios privados or
menor que hoje e bem longe de ser de-truido. o
-xslema contra o qual t.avia protestado u indivi luo,
foi reprodu/.ido ob urna nuva forma mais engenho-
sa, porem menos propria anda para aeseuvolver o
senlunenio da xi la publica.
Nao he smenle ou relajos de de in lividaoa rom
o e-lado poltico que -. pode obnrva esta dimiaol-
j3o da personahdade. Elle habito de separar os ne-
gocios geraes do negocios particulares produzio ex-
tcnsameiile na vida intelleclual, um resullailo do
mais excntricos, que merecera ser descripto p-la
peona de un Mtyrieo. Lavemos ao mundo da ialel
ligencia u3o sei que falsa applicajao do {irincipiu da
divisio do trabalho. (Is economista e o philosopho!
lamenlaram-se de cenas confequencia-, cora elleito
depluraveis, desle systema; elles gemeram com ra-
zio pela surte do delgrtendo operario que possava
toda soa vida am fabricir omi cabeja de allineie.
liuardtn.os um pouco dota compaix3o para n
ine-mos: lanibem n coniejamus a nao fabricar l-
alo cabera de llfluele. AparllimoS lambein de nos-
sa pess a lulo o qu directamente nos loca, que nao
sai ua 1 existimos mas scnAo por noa nroflstlo, mas
que corlamos de Dona profissao lodos us lanos que
nao nos 1 ', m dar um proveitu immediato. Nada
mo meio de Iransijao que ella renuncia liberdade ; i verno fra de nossa profis-ao, e nesla mesma n3o ve-
ves, turbas, iihccs, mas adores delerininado, dis-
linetut tocados dogrsodi raio da vida, inividuos mide* auno
era uiini palavra cojas im.igens licam em nossa lera- authropcpbagia.
branca atiie pelo que ellas tem de diflerenle do qae i Nada ha mai verdadeiro. 11 homem lera nina r-
peloque lein le -einelliante. A historial he eomposla rnittivgl lendencia qae o leva para a Currapcgo mas
de personageui e 11 genero humano apetias ippireee I que rodobra quando sua actividida he por muilo
u'elle como o fund 1 do qua :ro, como a malcra pri-
maria sobre que o in lixiduo grava su n me.
soi redores c o mo lera.los omitiera tm sua rti*cu- I A vida por longo lempo coalidl, e que sileneioss-
tOet aaanico argamenlo qu- podem legtimamente mente reunir e combinara la forja-, brllhuo rom
invocar, he que a humanidade he mallo eorraplivel. ama etpoattneidide admiratel.
A menor occtsisb Ihe he boa para depravar. l,,i-, ,aMi tM um ncer semeihanie. Da tombr.
ios de carolficini o ver. rnppareeer a I n lllos,e,r, ,, |r, ,,, ,orie ,euda|, das ImmeVi.ai lo-
jas de ras obscuras, dos fofso dos grande rami-
raa esle pacto lacilo reaova-M inces-:anleir enle e
-emp: o i om a un -in,1 InCilidade e a mesma obedien-
cia, porque logo que elle he le-: revelar-se a
inexperiencia da liberdade e he necp-sariu restabe-
lece-la. A revoluriio franceza, com suas ardenles
Mperincat e amargas decepres, com seu eolhutlas-
mo escu terror, seus aidenles appello a' liberdade
e seus melhodos despticos de governo, exprime bem
as difiicaldaJes desla liloajgo fatal. Quialai vezes
exclamo.! a Franja : Chegoa o mmenlo, esta' rolo
o paci Tantas vezes ella pronuncinu esla pala-
vra, nutras lautas veiu cullucar-se sol. a egi te ib.
anloridada, vergouhosa de si mesma e eonsenlindo
era nada ser por um lempo ain la. Sua educa-;.111 be
longl o laboriosa em verdade, e nao poderia lar de
r utro modo, poniue o nico iprendizad 1 da liber-
dade he a pone rta mesilla liberdade. Ligo
que de-appirece em Franca c-te governo que
dispensa de respoo-abilidade, de aclividade nio-
Se o individuo he lodi a historia, he por nuNp-
guintp lodl a civiliMCao, e rom eflcilou he tm um
duplo sentido, como caosa e como resultado. Esla
unos, siirgniii aos mill.ares individuos que lodos le-
vam 11111 noir.e. e que nrto fazem mais parte dntl
miillidau ai.. Olma, sem direilos nem deveres, lacil t r.al. de carader, o individuo chamido a' liberda-
lempo o; primida. Desle modo urna poltica reslric- | de governar 1 de tahjngir. Smenll elle e-lao a- i de, moslra-se oque he. cheio .le inepcias, de egos-
ta lie resgalsda pela liceaea do co-lumes ; a inac- inda, c islo lie vizivel, na primeira phae da indivi- I mo e de ignorancia. Nm seu governo, que nunca
cao espritu! arrastra a parslyfia do srolfato moral, dailidade. I reqoiiiloa delle senlo o silencio, nem -ua religiao !to"
a perda do s- nlimenlo da responsabllidade. Ao ca- Ardenles, inaichiilas, Irisciveis, ellcs mo pasam qoe repousa sobro um fundamento exterior e que
bo de um ce. lo lempo desle rgimen anormal e con- de um primeiro nsaio de moialidade, de indepou- I uunca reqolilon senao a obediencia, poderam dar-
11..,- sanfio um ponto nico. D'aln a ratos das etiie-
rialijudes, que loinou--e um du-lligellos d nossa
poca c que acabara' por rnliaquecei lulellig. nri,
humana mais do que o poderla fazer o abuso dos
narcticos mais moraos. Trtnslamimot as leis do
espirito ; era torrente al o present que a parte rte-
via ter neceuarismtnte relajes com o loda : rtes-
cobrimo o contrario. Tambero be periaeso consol,
lar os honien de nosso tcmio sobre oulro punios
que sua profissao. Vos vos admiran de sua s-gart-
<5(u*iebitD
DA MODA EM POESA.
O qae he a poesi
Eis-aqui urna pergunla 1 que nao he fcil res-
ponder. Todos os povosicem tilo no-.ro poela, e
com turto a poe-ia sagrada din Ilebreui, he diflerea-
le da elegiaca doi lirego, r a dirt.dica do Rema-
no esta longe de e parecer com as tingelis tinret
dos povos do norte.
Por toda a parle verno 1 poeia variar ron ai
Hagan, com o costom.s. r rom o gotto d.es aana.
M. de Vollaire diz. Miando doi anligos, qo. nin-
guem pona boje sanios eaujos embritgtodo-se n'om
banquete, romo Homero represntate o .ea. dio-
ses, e aos podas da fpam actual repuguarit ver so-
bre o lliealro um amor violento, seguid* de rrinrs
e de remorsns, depedijando .> coraran do espeela-
dor, nico que ell-julgava digno de sreni. M li -
re escreveu Cornelia, Hacine Iragertit, e imb..s
pasaram, c passam por poelas roo leles. Ha (anta
dUtancia enlre Boileao e Lamartine, como entre
Tolenlino e tierral, e enMeaM Porlogil e a Franja .
hoiiram-se rom tac nnme.
Era que consiste p..is a p. esia ?
S esla ar'c malina he .ij-ila a modas, te he urna
musa que nan existi sempre em ata, 011 no qin he
immutavel fina de mis, como apparece ella em lo-
dos o povos e at entre, o selvageo. como affirrna
M1II01 ? Da r-l (es ab mo, que he om senlimenla
geral, e romproheu le e que^astim jt, porque he
um anlineole integrante do nosso er moral. Ma
como explicar a univeraalidade da poesa I
Herr vem. p.xrpc-n. de se cnofundirem ver.
dade sobre cousa m uuciu-as ; ioub.11-0* .1 sen ulli- P..m nptfi- p.,..,- w
. ...-a rom puesie. rentar ann he toinar a trlla ne t
mi, revelara urna desesperadara millidadr. A-pro- '. i~-..
pialara, a notal pela msica, e 1 aajnafj |-rli
foima.
peradora iiiiliniade. As |
prias profises. liberaos n3 1-civein mais para dar
como oulr'ora ao homem urna idea geni da vida.
Sob a Inllorucia de-le crcscenin de-polism.. da pro-
li-si.., o ii.i re-ses privados podem r-se multipli-
cando, concedo, nas o que he ccrlo he, que a indi-
vidualidad,* diiiiiuue.
Por fracs qoe seja entretanto o individuo, ngo be
nienos lerrivel em nu-a poca, porque sena. lera
qir.li tartcs bem salipule, tprn pelo men un vicio
bem desarrimado. Se elle olocopheeea liberdade,
gusta da anarchia Soa vida indviuMal harnean
un
nh
I) verso ka uraa lingnagein, he um eslxlo harnv>-
iiiovi iiiic ifli-Cta agiailaxeiiuentt o ou ido, mas
11. m ludo o que lie neripta em vana, l-m por lira
moi r a aliin, e o qu.- nas arle- n."; mover a tl.na.
alo p de |er un -iieiloc, 11 l.ol.
1. -mparpino com a n.u-ica. Plulosopli.a, agri-
cuiiuia, liisloi ia, gosgraabia, nao se piMlem p.r en
a x da geral e mais be ronaVdml a soiixui- :"">ic. amqaials < ia a pees t, ou antes ot trrsn,
Nilo pratorando em lulo seno eu intere-se | lem s'rvi.lo ara Ir n-in.lr este ciu.b-cinipiit..s.
privado, ignora OOteropolo ; halul lado ;pr c.u.i-i Na n.i.iea nao piiciiaxrr i.a.lr que seja naanf,
primido, ignora a eotCJIO Volnr.lirl..|Como elle nao e,nqil,..... peans enea .. rrt .-aventuras da
coiihere ouirm obstculos, que nlo obtlacoli eite-
inliiiila variedade que aprsenla o mundo da disto-1trario siado do eiplrilo a oa.ortza humana hc dencia, de dignidaae. O mundo treme e e espanta Ihe a conseieaela a a sciencia que ella nao lem. Mas
.s, c 1.mu 1 alo qne lenht pirado. Elledexe
osle carader qnircbico a licOes que Pie drgam si-
mullan, menle o anligo rgimen e a levmuj.lo. Esle
carcter anarchfco, Invadin lo e-ie deapraaa dos di-
la W I ril indica emeada individuo a presenca de uma nadada. Baila as menoies circum*lancias, ir n- de si mesmo. Apparece Ontio om homem singular, 'nao Imparto, a Frang l'^lrslou sempre.ubinetlen-'^''^''!'""'^'1^, OS''ev":U conlra torta violencia
loir-i iiaiiicular. iiileir.-.mente npssnal. nu ,i,iii,,m rain, or mano a iiiiu engaar, nue tu hnm m, n,.. ..,i.ll,.,i ..______ ...____.;.._.;. j______, .... .-....-. .... ...1,..,....... .1......... .....1 _, ."' nano da escata social, em
DE
a.
! forja particular, iuleirimenle pessoal, que nenlium
nutro homem linda panojo e que por eonsegainlc
devedelsrmiasr lads urna serie de acjes, de que
1 causa e que em ella nao existiran.
he
cain, por mono a nao engaar, que eu hom ou mao ; enle hx brido a resumo extraordinario do panadoe
grade, esta barreiras e estes lmites iolpostol ao
uividuo devpm er niantidas. O despotismo loma-
do futuro, mpersliciusc como um homem da meia
idade, fri como um diplmala moderno, aensuih
du-se entretanto, pretestoa no oUUnle seus bibi- iodos o rarto da vida, e revelaro-se lano pela.-un
los i .eu. insiinc.os moiiarchic.n ; declarou de anle- pies religos eommereiiei coinn pela eommoeSes ou
mo que se con-idirava como feita para oulru des- : xalaeljrimai po ilicos. Tambero a *..lade teme o
indiviilun. Filia n.lo pprdeu a lembranja dos larra-
Ola hroe, ea -nxn apoata oa virtn .las aamna,
R'llietinde nesla di-liiicj;lo x que a mu-ica lia
de agr lar sel ime. emqu mo hoiiver qurm tinta a
iropreato de ma hiramaa e .1 poesi- lamben
aura.lar sempre tu las a-xeses qoe se ninair oni-
CimeaU ao espirito.
A pieria, prtanlo, porte definir-te :laprrciajaa
do -enlimenlo qnj exprime a relacrto qoe e da en-
Com cada -divirtu o,..,,.,.'novVos'n ^icio l,u "^ ^ DeCM,M"d' "*"?"> B *" "* -0 a raesrno lempo applicad. o | lino,. Qo'nJ.leO.....durara' e.la si.uajao violenta reqoe ,,,e caasaram ua .ii^aVsu'ass^irnaV:^-j'-' "o.,, alma, e ump..,..o,rn. exlrrno. ., WJ1
manos loiu.m nova direccio lio .'., V .- """" "'"""' ,"a"i ""!" qUP ",b"' : 'm't q"" '"' ; """' '"" Pru'le,l,e lu- '""se epprlmi-lo em temor, que ella ...lo red.,,,- um f.rln du muinl.. phVSMO o do mundo mnr.l -
, nm novo plano pa- lal he jl.rS.i quo .-.pie.ei.la tm particular I bis- parador Carlos V. Este hornero nera.li. foi a pedra dn r-overno prever quo rtever.,' oanar ara da e para I*. Bale ali.n.li.no do ...I i v..i.... pel soclodsda be I -- ..Iras Daltvr.s blI/himiX 1 1. 1
ro, 11111 novo ui.-llid.,, um novo mi. fo de pensar, <. B... !.-. ...h____........ ,______I j. ........ .. .-...' ...... nm a.r.e. .,.- ..:..... a. .-...'. .- _........ lem lucar.
metfa do
ligo eu llgamtl vezes mtsms uraa re.urrtico
josmethodosede anligos tempoi de ht muilo
lefia da Franca. Em neuhuma parla M hreram de escndalo onde e vem ferir, e tem faltado que- sua talvajau e ale para sua durajSo, Irabalhar por { "m diisdac^ojnais rori,e..,s da p(.ca.r mi pr.qiri s
tantos e.forjis para elabelecer a liberdade. Sub- br.r o mundo moderno. Elle lenlou, felizmenle,
metlido a longa e iuccesivaa compiosSes, nunca I ten. o conseguir inleiraraenle, o que lioht ja ero on-
,0.111 o a ualureza e o e|.tntu vibram unisona..
Eta he a pe-ia immul vel, universal, e a que lem
a esphera em que se pode eitrcer iniciiliva indi- i sele sociedade linhi tomido parlido pr aa ou- atrivestado os scalo*.
: para esclarecer sobre o futuro,nua ooe ramii.baoios
abranda. as cr.ses fulort. alargando c.d. vez m,s ,,, Utft_ H, m f,((0 pvl.1no. A,,10 pr,.

MUTTCSDxT
"4


DIARIO DE PERXAMBUCO, Ol'ARTA FEIRA 23 DEFEVEREIKO DE 1857.

A lodo* tem acornedlo abnn.lo um pntma por
anliff.0 que 'ja. f,c*r sorprendidos por encontrar
nella alum*s pas l.ili -mo ilas mais modernas escolas, n ah Dio
exi-le realmente, enao a expressaa osa em lo ios oj
lempo sulla ama alma pmfundainente. Bsta refle-
\,1 frita por um do mais eleganlas e*crp!nres mo-
dernos he inl*iramente ver ladeira, e a -orprera que
i oasM vermm assim encontrado* humen* viven-
do em lili rlilfirenles poca*, sem de nao relleclir-
mem nascea para amar, e que o llmenlo repucna
a soa n mi /,. o i, iinrin .-mando a mullier, ana
nella o bello, que se harmooisa eoen a ida alma, e
acha ao nipmo lempo objeclo onda empretuie a fa-
culdade da amar, de que lie dolado.
Se o amor ha paramente dos ieolidoa, como ex-
plicar lano* esemplos denla paixSo, me*mo quanilo
entre o* dooa amante* existe a impo* Cor.n '!II.loi*a eserevil a Abellarri : S en nao
lrve-e lido por li senao nm senlimenlo de volop-
>l
ysubUcaco ape>'0i).
mo* auc ror.las rom ,i mesma aflnacS i hilo de pro- loostdade, quando eahiala na* roaos do* leu verdu-
dutr o meamu som. i eos, sermehia l\oi| ochar consolacji'. E*le amor
A aprociacSo da Datareis para cerlaa alma* privl- i nio ara de cerlo o rlTeilu de um deaejo paramente
animal, e nao se percebe porque /.imni rmaii ocha
in.n* aeaiaal o mor .le Heloisa, que o da Petrarca
lecia la* ha sempre a me*i!ia, e por lito poetas -e
enconiram, quando enlram por esle campo val*-
mi), a sempre variado. O elfaito da lu* rrllerlindo-
se ni* anus, o eanlo do rouxinol, o asperlo campo matiza lo 'le flore*, *to objeclo senipre pop-
licus lal ,i tendencia lo ho:nem para a oatareu t lo es-
trene o laco mv-l-noso que a ella no* lis*, que
iii.'ii.iveiui 'iile rslerimo ao senlimenlo. que a*
siia* b-lleias orodiuem ero nos senaces de nina
ordem dillerenle, e a nos*a alma iiidependenle da
vonlade procara nu mando exterior o lom que Ihe
couvem.
Se a melancola oes assalta, so a* folha* que ca-
hein, o* passsro* que emmu lecem. um Icrrenu rido
en, as monlanha* cuberas da celo, Uuem ams
verdaderamente, a n'uma cidade em qne o espirito,
anda embotado pelo negocios da vida social esl
apto para perceber a* harmona* que eiprimem a
relajo exacla das semaces, compara necesaria-
mente o seu amor ou o ohjeclo delle a roua* da
nalureza ; *o as flores desabrochando, a aarora dou-
rando as lomiada* do* monte*, o murmurio de om
reeatn crvslallino. lie que as sen*ar6e* sao as mes
m, e e*ls masen* posto que dillerenles na fonn*
porque se no* apresenlam. fazem na rssencia vibrar
a mesma corda.
Oosm oos tempns de Rom i ou cus lempos moder-
nos, ao caliir da larde, sentado na crista de um r-
chelo, beira de um mar sempre asilado, ou con-
templando de um lugar alio o espae,osn qunlro qne
se de-emula n'um horisonle extenso, nSo se sentio,
ao menos urna ve, arraslado para nina ordem de
idois mintu outra aquella, qoe alo ah oVcuraval
Neilas horas de prazer ineseriptivel urna doce me-
lanrolia se apadera insensivemcnta dai nosas s-
culdade*, e temiendo a confundir-no com o espec-
tculo, que nos cerca, om deseju vago e indefinido
5e apussa do nosso corado, e o Iran-p irla a um
mando sonhado, invisivel e. em nada comparavel a
osle em que vivemos, a um mundo que no* lembra
vagamente ter habitado, e posie do qu-il aspiramos
de continao.
A alma humana nao lie um ente solado da crea-
Co, entra no plano geral do Creador ; e he por is-
so que ha- le sempre sentir do mennn molo quando
|h for reveala a ligarlo que exilia entre ella e o
resto do Hartara. A aprsciaco desle senlimento
he, como dissemos, a poesa sentiJa. ese Conaeguir.
mo* Iraili/.i la ein palavras de lal surte que fganlo*
senlir aos oolros oque n< mesmos enlmos, l-remos
escrplo urna poesa verdaderamente m-|.....I.-.
fj contraste que existe entre a falsa poe*a c a que
lie in*prada he 13o senslvel, que basla para o perre-
berino* anatysar qualqQer poema, seja qual for a -
poca em que teuha sido e*criplo. Ahi veremos qual
a piesia que he mninlavet, e a qos vara com o eos
lo rom a moda, e ate com a poltica. O homem li-
re, e consco da sua dign.ude nao pode oecapar-
se em fabricar sonetos em quo sajam louvados o*
grandes do seculo, oupoemis em que se canlem os
falsos hroes. Que difieren ,\,e e*cola romn-
tic i, qne leudo a anroximar-se da nalureza, e e*sas i
mj rade* de varsus rima los '
O poetas chamados clas-icos olTer.ce-r.os mailos;
eiempi.is de falsa poe*ia. llvenlo nolar-se que o |
que se arvoravam em me Ir* eram i.s que lenUam '
in'ii -. Boieau, por ejemplo, e*creieu Donarle I
potica e paiwa por un dos rnelh ir* poela* do sea
lempo, mu*., sej.i-no* penloadoo alrevimenlo, Dflo a-
charaui lussua, obras a poesa como mis.. enlende-
mis. Oseap,-ema Ce I Jlrin he otuito eng'nhuao,
tem inulta grac;*. altaafoea sao muito bem de'"m-
penlu las, mas nao tem poea, porque a uo poier
liaver n'uma di*pala por causa da colle>-c,3o de una
esiantc.
'Jo cmico au potico vai moila digerenee,,, ^Aanl
aaa alyra* peaaam por mdelo* do Baeiero, e nis1
concordamos ou* udo concdeme* que a lalyra neja
poesa. Pode ver-*e all muilo conhecimenlo du eo-
. rajao Imiuano, moila philoaophia pralica meamo se
qnizesem, mas nilo p*ssa l-- .
Kpop.i* hnuve um que os puelas nao eram levado*
para a verdadeira poesa, em ennsequencia das oeco-
i > >. du gusto e do carcter do lempo. M. oe
llumboldl comparando a einocflo que pelas musa*
da natoreza enlian os lireso*, e os Kumanu*, expri-
me se aasim :
Mas ao lado desla actvidade (a aaricultura e a
vi la dos campo*) tinham os romanos urna gravidade
evera, ama raiao sobria, e calculad*, que o* dipu-
nlia p.iuco as imprcsoes dos senlidos, e os levava an
les para as realidades de cada .lia, do que para urna
contemplarlo potica e ideal; lo* phpnomenos da db-
tureza. E*la opposiclo enlre a vida inlerior dos Ro-
mauu* e a das Irbus greg*s relle-le-se na lillerato-
ra, expresso inlelligente e flel do carcter dos po-
lo.
A poesa que nos moslra a vida da sociedade mu-
da com o costune da socielale. .Neslo caso .alan
o* salyricos, os epyrrammaticos, o* cumeos,e al cer-
lo ponto n* Iragicosie os epicus.. Ale cerlo poni,di-
zemos, porque ua Linpea e na tragedia anda qoa*i
semp'e de envolla la poesa que se senl com a que
sedisculo, porque a\p" 'laa descripees de curras,
da intrigas da* corlt>s, e dos coslumes do lempo, e*_
.Jos qua Iros dos lugares, e o jogo da* paixcs no-
l'res.
Mas nao he so das relares qoe e dio mire nos e
o mundo material qJ pode aaicer poesa. O env
tmenlo poelico lenl ambem lugar quando so pO
em d-lividade rerlaslendeucias da musa alma en-
de quem diz :.( O am ir era na alma de Petrarca
um nohre combate da vitlude, nina voluplun*idide
du coradlo elevada cima dos de-i'jo*'lerreslres, una
bice melancola, una harmonia celeste. S-ja po-
rem como for, esta liainmnia, que se enncebe inei-
Ihor du que se drscreve, existe relmenle, e como
in'pirou o poeta italiano, (cin inspirado muilos un-
iros porque, como dis*emos, lie unri fonle perenne
da poesa invariavel.
I'ara lomar mai* claro o no*so pensamenlo falla-
remos anda de duas fuules de poesa que se refe-
li. I'm liliio .mu de 30 pollegadaa .ip
em qae i-1 dimetro, e 8 p de altara, rom fberlo-
ras (>>ra limpar, franco al II mbiiraa .
I ;. Lina arma^o .! cylii Iros pan cari-
na de assurar, com rylin un*, elxos, rodas,
ancoras de fundamento, nrli -i\,. enfarda-
lili'nlii. Ir.in .i-*l! i:liuigu........
Ili. I na macliiiia renltifugal im u-ive
anfardanienlo, franco al llainburgo, .
metal para nielado com corredizas en lu-
gar oe um uionicju-.............
, ,, .. 13. Im liilio, de ferro f.niiiui, de 30
[lio. hxm. tsr.De partida para essa capilal.a pollesadat de diam-lro e l>i pe de aliara,
lomar asMiito na aasemblea pruvloeial, i.m- tranca al llamhurc.......
re rasiiaimeiiie rom mu numero do Diario Je
l'ernamHcn de 12 de iaaetro pausado,
ulia liaiiscnplo um aulliciu d V. Exp. dirigido
joi/. de direilu da coinarca da Boa-Visla, ordem ndo-
he que, apena* a reeebesse, procura-.' averiguar
com tilo ncuid.do um negocio de cartas luanes,
de in.lrurnies reservad s. que dina o xigaui do
Ouriourx Praneisea Pedro U-i Silva, ter en iltTrin.i-
do liaver o delegada r-ciuio d< V. Esc. para fa-
zer a eleic/do oaquella rrrguezia : no da guint*,
depare ieaalmente com 001ro numero do Jornal du
r.oinmenio.i. outrura Echo l'eroambucaun.n em
que li a carlaq*ie o diij virfano dirigir a V. Exp.
em cnj'i docilunentu a celuinoia, a mentira, e a in-
soleocia deswnh&ru cuiii^IcI.iii.imiIu n carcter il^s-e
pobre hoinem, caja vida e coslumes ali*tenho-me
de detcrever neaU ocrasiflo nao sd porque respeilo .li-
lamente o deslluctncavalleiro a quem or me dirijo,
como porque a r;.r iade christaa.o e.pi'ilo .le rl-i-se,
que ii.e aiiiinam. nao lon-enlein que en levante u
neqrosodario que mvolv6 mi-.eria. que d i l. 11 e la-
mento, e que serveni de objeclo de escndalo da-
qnclles a quem esae vinario .leve, na phrase do apos-
tlo, o b m tisleiuuiilio
I, miltando-ir.e, p. is, por agora, a defenier-me
das injustas acctiSHC/ies que me elle faz, cuinpre-ine
Km
:!MI
sao
leelarar a V Exc., o ao pai/. inteiro, que lie falso,
, iril veres fal-o, ler eu sbasado do nonie de V. Exc
rem .1 .acaldada de amar ; B saudade e a lembranCa : e da KlM*Ae d lnf craC|er. par:, fazer crer a.
da morte. p0vos de Duricury, que u delegado se acbava muni-
A saudade he o amor no paseado, asim Domo a '1 de inlrucc/Jes aecrrlasjle V. Exc para veocei a
l
aiio
!I-J(I
esperanza he o amor no fulurn. lio por isso que o*'
todo o disto a aleicoo Essa caluinnu su podero j
sabir *los labio* daquclle que, contrariado em seos
poeta* auligo e modernos, quamlo fallam Jo lempo | ,|amnados planos de subverslo e desordem, nao da
vidoii *acnlicaru proprio pundonor, prosliluindo seu
que ja pisase, Po sublimes em SUM descripce*.
Ou se reliram aos lugaies ende foiam creados, ou
as lloras pa*sada* na compinlua de pc.soas queri-
da, o senlimenlo que Ihe trasborda do eorafio faz
com que tomemos u lugar delles, e que Hamos co-
mo elle* puliram.
A idea da m irle que serla lerrivel, se lleus nflo
livesse poslo no dosso corceo o sonlimeoto da im-
inorlalidadc, como remedio anlecipa lo a um veneno
cerlo, converle-s* peta conviccao da humana fraque-
za, e pea imatem confusa de um mundo melbor,
ir.ima doce c potica melancola.
A' vista du* tumulto*, di/. H. de SaiotPiorre,
inspirou a Vouog e a Gesmei a mais encantadora
poesa.E mai* aballo da razio. Se um tmu-
lo, diz elle, nao despertasoe em mis senlo a idea
do qne deve encerrar, isla he, de um cadver, cum
lal vi*ia nao deuaria de se revollar a imaginaeSo.
He necessario poi* que a e-ta idea physica *e junte
algum senliinenlo moral. A melancola voluptuosa
que se respira enlre laes monamenloe, nascecom
eilito da harmooii de doos principios oppo*lo, do
enlimeuio da nos*a existenci..rpida e .to da nnmor-
(alidade, que se rcuntin a vi-la da ullima habilaCo
dos borneas, s
Ora, esla poesa fnebre a:icinlra-se enlre lodos
os povus e em lodo* eatempoSi porque deriva do
senl nienlo que. lieos planlnu no coracilo de todos os
borneos,
C'iucluihdo : A verdaJeira poesa (que pode nao
ser outra cousa -en io o senlimenlo do bello,; be im
inutavel, porque resolta das mesma ensacnes a-
preriada de um modo ci lisiante ; apreciacao, que
pode comtudo deixar de ler inj.ir em certas pocas
ou em cerlo individuo* por crcnmslaiicias acci-
denlaea, em que por itso eI-ja nelles mora, mas
ii adormecida a faculdade de senlir, e por conse-
guiule a pue>ia que varia au merece lal nnine, a
nao querermus dar a mema denoiiiiiiarao a daos
cousas dillerenles.
. /. (il'ii'J.
car. .:'. r sagrado no charco da menina oais desgra-
nada !
Creia-me V. Exc qn? esse vigario foi o primeiio
a piopalar por enlre o poxo que a dimissAn do de-
leitado Alvaro Ernesto de Carvalbo Granja revelava
a nienco em que eslava o goveroo d- violentar a
con-ci'iicia publica ; assim com i be certu qua en
e os ni as amigos combatemn* c m idas as forcas
laeseroboetes erumores,caben.lo nos a forlaua do x.-r
redolido* a pd lraroas[lao in ligno*, rons .pium lo (jn
os povos se iraiiqolilissssem e d pusessem livrem
:iO
330
Calculo das detptza do* apparehne machina*
uceen trio* vara rnnfl fabrica ./> arsucor, produ-
smdo in- tafra 10,000 arrotas pora o mercado,
li- I. Cerlcmann em Beiliui, rrprr'eulado no
llraiii pelo Di: !. Schmidl, em llamburgo.
N." I'pc-s. Thalers da i'rus-ia.
I. 3 clarificadores ile robre rom dous
fun lo* de cobie a Ib. Tin..........
2. -1 filtros de folha de Ierro forte! de
cereal! pos de comprimenlo, 2 \y> pes de
lar^uia. e < 1|J p,:5 de sllur, cada um Ib.
I ll.....................
3. i lillrn* fecha los para carvlo aisimsl
rle.S pe* do altura para caldo c.ula um Ib.
2111.....................
i. .1 ditos de || p* de altura pnra mela-
do cada um th. 380.............
. I npparellio de evapnrar.i.. r.....Ludo
de -1 laxos erectos, rom canudos de lalSo
para aquerer, assltn como ledas ai tuerni-
eoe* c couden-a.lor...........
inelro, com dous fundo* e serpentina, e to-
das as goaruirnes..............
7. 1 laxo para aquerer de li |jo pos .le
dimetro, :lli pollegada de altura, rom -J
fundo*.................
s. 10 vasos de ferr
da um III. III .
l. 0 ditos menor*, auii como reserva-
dore* para caldo o in. I. de ferro rnvirni-
*a los, cada um Ib. M'll...........
10. I mnntejus de colirr, de 30 poliega-
das de dimetro...............
II. Lina machina rt vapnr desla pres-
a i c.un balanrelro, da forra de \ i avall *,
OTHELLQ
1>I0R0 NTIlIIt..
Rematara *> espectculo a muito applaudi-
'la coma na om 1 acto
4IU4DOSCR\\OSBR4MS.
o ios' i ..los bi I heles de platea o quarta o -
iU'in acliam-se a venda no escriptorio do
thealro.
Principiar ;s 8 horas.

'
ts
foliiiilias
PARA un.
Ailiiiin-s.' a' venda ns bem conhecidas
i.lniili.i:.. iropressas nesta typorjraphia,
Lolei'ia
Tincia.
>i
^7
o
tacli
ni ni to M-ii'iro i'.
I
sis s fjuintej qiiuli lades :
FOLHINilA UELIGIOSA, contendo ale'm
.-los mr/.,s'. ;i bibliotheca do cbriitao
brasileiro, jque se i:ompon J ora-
(fict quotidianas, methodo de anistir a
tnissii <; constao; cnticos, ,isilmos,
livmnos, oilicio de Sansa benhora da
CoDceiraoe multas outras oraroes de
bem construido pa-1 grande mrito, prero.....' 520
Qu pta
venuc-se
iro Coustanra, ancorado IJiTA SIMPLES, contendo ale'm u
nu ;uadroda carga, epromptoa serea- /.es, a lei dos circuios e varias taM-
miiimlo porqualquer pretendente. Tra-' las de mpostos geraes, provincial
para crjslalisar, ea-
ta-secoin liastos&Lemos, naruadoTra-
11*.u p'che i;. 17.
Para Lisboa tcnciona sabir rom brcvi-
dade a barca porlugueza Bcmvinda, capilSo
Jos Arthurio'sloreira, por ja ler parle da
carga prompta ; para u resto della c i ;:ssa-
geirus, pata o uno offerece bous commodos:
trata-so ruin ris ninsiinatarios Amoiiiii Ir-
niios, run ila Crnz n 3.
Aviso martimo.
O briguc brasileiro Raim i, precisa do ma>
rinheiros naciotiaes para aa viagem au llio
do Janeiro : a l.'atar com o capittlo a bordu.
irte (1,. fj'iiulii do
yiim io.
Oabax assigiia '! U as *' l,i!:i'-. s.,- res :
I .)(!!)_;,:0()(l.s-l'|ili!_l.ill.ei,. nk-.io.
5191l:..0.'l.s-llllii,-in.
095 -iO^oooidem.
899',J00|*90dem.
,-,|S 10(l-fli!iiiem.
7"i(i IOOjOOO dniM quartot
.ico
:;oun
mol
^."ilMI
20." I
s e
mumcipaes, preco........ -2i()
DMA PE PORTA,' a qual ale'm dos me- Z',
/.e< tem explicacdes das indulgencias c '~
excommunhiies, etc., preco. Iiii)
DITA I) Al..MANAK, a qual alem dos
mezeSs COntem O almanak civil, admi- O unir, aiiloritado por dcehuodo eoa.cA.. rrei.
nistrativo, commercial, e industrial da derr.-tn imperial.
lOO.s-ooo bilhete inteiro.
50e*000dous <|liarlos.
50X000dous meios.
K .1. La vine.
ROB i.ai fei:teik.
provincia, por
500
I Os mdicos dos hospilaea recomniendam o
amo
J80
H -. ll i.
! ti te
S! ( PM
;i va >< .
le seu vnlos na urna ; 0 ule *e tilo rcali-uii i. lo '""'" bon,Da P" l,'"1 <'* '" pollesu :,,
abandono e retirada intempestiva do* mesarlos, qoe '"'''' bm'>a |ra .luneiilar ai cal leiras
COliscies dp *ua pouca hirca para si!T c .r o euthusi-
a-nio dos votantes em favor dos interese* conserva-
dore*, inlerromperam por lal mulo o piore.so elid-
iera I !
He**- riiciiprucdiinenli. por lano, aasceu lodo o
ranear du vigariocomra miin.poii.lo im iuinli:i boc-
ea p.ilavrn-.ji;.. nao profer, svii.toqne para maiur
Iriomplio da serdade, ealoa diposto a chama-lo a
ju /.o. i.lim de qu- elle prova a* calumnias que me
Drdo, e as nutras de que e fez rgSo.
Simio dentro i'alma. V,\m. Sr., qoe es-e padre de-
asisadO me viesse colloear na Irisle nec.'s*i lade do
loruai-iii-. aecnaador de um mea irmao do hali.to !
Has, por honra mesma da sacerdocio o qoe nos am-
bos perlencem-, compre csup a xer.la.ie appareca, e
eraiba i" qeo-ladoeslo a calnmnia, a mentira e
a iiApudenc*.
Uros u.irdc a V. Ese. Flores 9 da fever-iro de
I8S7.Illm. e K\m. Sr. consalheiro Sergio i'eixeira
do Haceos, presdemela provincia.Padre Marral
Lopes deSiqu-ia.
BAl.ATEI.I.AS.
Ha urna Memoria impres*a. onde o era lilo car-
deal Saraiva escrcvru o segulote : O arcebispo
de Brasa i). Paio. nii eunlfOM de (avoreceras par-
les da rainha I). Tirara, entaon a por-e abertaineii-
l no partida dos lidalso* callfso*. a Parece que
um beii-diclino po :n ler intervallos eacuros de lier-
iiardo !
infsmii a repalscao de um liomem com falsos vi-
cios, di*peii-a-lo-liei* de corrigir-se dos verdadei-
ros.
(jae licrn;.:: vejo uo fastigio da rapresenlacSo .'
Se o menas, hvrssem enmpriou aeinrueai na sajis.
*.. livessem paa*s a sociedade ... No confronto, o
(asreado, <|ue eipiou o crime, he o que deve ler us
su^lVaiios <'o* liouiiis de l> m. IS..'.
o Encajar r>t~.'rifljJjiHbciii que esla odio*a palavra
nao lie p. riagaexa. ^^*
A mullier'* soUrcn mello rercanio eifandalo*.
connicles, duelu* e saicidiea por cansa da ua vir-
I IOSS isempfSn ; soOrem porem muilo mais. se, de-
pois da seelevarm a urna *iiuici1o de virliile mac-
c-s*ivel a egarressaii, ve>m o sggresser retirar parili-
cameole, desjanliando-llie a groria, e sseestar bale-
ra* contra toruiflm meno* letmasas
Dous infelices sao os que podem e saliem melhor
consolar-se.
CAMBIOS.
Sohre landres, -JUd. (id. v.
Pars, 310 a :)',| r. por fr.
o Kiu de Janeiro, -2 por 0|0 de deasonl
Accflcs do Banco, JO a i."> de premio.
'< companhia de Beberibe *Vt000.
ir companhLi Por. ambocans ao par.
e n ii Indemnisadora. -2 ideas.
da estrada de ferro 20 por l)|o lliseonto de lettraa, d H a lo.
Dilo do banc 8 a 10.
*)uro.Oncas hespanholas. -289 i
Moeda de 68100 relhas ." .
i o 69HKI novas ....
1 I9QOO.......
Prala.I'alacoes braaileiros......
Pesos coiiimnari s. .
inexiccno'.......
A mxima corrupc.io .i'uma alma lie ?cr
re as ini(ralide* que recebe.
Al.FANl)E(iA.
Kendimento do da I a23. .
dem do dia -2\......
15Soll
II2:38I$2
:0;793585
li."i:17s078
le vapor, para o manejo de i cilindros de
c-.promo.iu:.-. e 4 maci.ina'centVifns 1 .
i'2. lina arma^o de cylindroi parees*
premer caima inrlnsive r)uniros, eisos,
rodas, ancoras de fundamrnlo, etc., etc. .
13. i machinas cenlnfugaes completas
cada una Ih. .wO..............
l't. I'iua machina de vapor hoiisonlal
rom duas bombas de ar seco de Id pollo-
godas, ama btmba para agua fra de ri pol-
legadas com corredura*, e suiidamenle cons-
truida para o manrj de i machinas reulri-
fuaaes...................
16. I'n-a bomba para slimenlsr nmaeal-
deira de vapor de acejo dobrada e espon-
tanea ....................
Ili. l'ina bomba eaposlanes de metal para
cara calda rom cerrodlcas..........
17. I martlina para lavar carvao animal.
18. cal.leiras le vapor de f^rro forjado
para urna prsalo excedente de :i almos-
pileras, alem ila nere-s.iri.i. 2 vollas de aaua
reiour.n'eanx, c I vaso de ferro forjado
para evaporar o carvajo, pesando cerca de
500 qolntaes, cada quintal ih. II......
19. i guarnioaes Completa. para ealdeira*
de vapur, enlistando do ;relli .s, pon.,*, cor-
redizas, vlvulas de seguranza, alvnlas de
aliinenlaro, lorpeiras para tirar provas,
marra-lores de .llura de asna cada urna III.
350.....................
r>. 3 fumo* de igaicjlfl para carvao ani-
mal, rom chapas para seccar, erelbas, por-
ta*, corredifas, ceda um Ih. .VK)......
21. Para condnecjo de tambores, rolda-
na, assenlo du* laxo*, consol*, pureas de
parausos, rorreia, (|r. avaluado em ', .
22. 10 qoinlaes poueo mala ou menos de
diverso canudo* de cobre com techadoras e
paiafu'o*. cada quintal ib. lili.......
2). 20 qoinlaes p..uco mais nu menos do
lati para vlvulas de vapor e. lorneira* ca-
-'3"(i!j- lla 1u'"lal "' 76..............
CtHJO .
lolal por machinase, apparelhos, Ihslers
JMlii
'
3MHI
-.'Jtl'l
!

. -
. .
(1 vapor .*.'. Saltador, r-irumaifllanle o primeiro
lenle A. da Ponte Ribciro, espera-se do* pertos
do norle em sesuinenlu pira o* do si-l, .:1o o .lia ^*
do crranle : os srnlmr's que liverem de remetle
e*cr..\o* e (oa.-qsicr \ 0:0 -..-.' >i .:o .-ar^ ;
Todas estas olliitilias
lioin papel e exccllente typo, e vendem-
se em porrSo e a-retalho: ou livraria da
praca d;i Independencia ns. 6e8.
Perdeu-se no dia .*> de Janeiro prximo
pnssalo. da ra il" I! sjiif^o, itita da matriz
da Roa-Vist, dita Velha, o dita da (ilo i a,
urna pulceira de carnalinas vordadeiras, la-
pidadas, emiten !n a il>ta pulceira 14ditas, c
grandes, coa o atacador de otiro, nan so
Icndo atinunciado durante o lempo que ha
decorridn, pelo motivo ila pessoa que a per-
dea nada ter dito o quo presentemente o
fez: portanto pede-se : pessoa que a achnu,
querendo restitui-la, lrija-se a ra da (lo
ria da Boa-Vista, casa n. 94.
Preeisa-sfi para casa de pouca f inilia.
de una ama para lodo o servico : na ru
Bella II 21!.
- A iiessoa qaenr'rdpo uina pjiftScira de
arrohe de Lafleoteur, eomo sendo o nico
sao impressas em autorisado pelo governn e pela real nnriosla
de de medicina. Este medicameMsto de um
goslo agradavel e fcil a turnar cr.i seeretn,
esla em uso na marinha r.-ai desde mais -ie
60 anuos ; cuta radicalmente ero poneo tem-
pn rom pouca despeza, sen nnreurio, aa al
fec^Oes ila
cias ilas s
partos, da
reditaria
rhos, a he
dos o
5fJes ou c
o arrobe
ce.ilus
impingens,
r.HMi
330
un v,ip. r. |.a-a .e
no da
dinheiro a frete, al a'* hora do expediente :
agencia, ni ra do l'r.ipirli' n. i, primeiro andar.
a.i cow
Tilonles dii^
orimoaia ha-
era aus catar
s-oe e a fraque**
uO alm.-.i las iujec-
Como .iiiti-syphiliticos
. pouco lempo os iiuMib rc-
sldes, que ulvem incessanta
etr, cousequencia do em prego da copahibe,
da cubeba ou das injec<,0es que rcpresenlem
|O Viruosuru iieulralisa-lo. U arrobe l.all'er-
iteur he especia i mente rucoiomcudado con-
Itra as doeaeas inveteiaJas ou rebeldes an
III
cr.oir agencia ,......a da'.hesad* louro, dirija-se a p7qirTghn>S^lylScnt'Anna> 1 "fandl^u!'0 'P^^J*llM^~^""ia.
' vi,- jar .. .u- po ler s.-r rt-cebrdo ;: que dando os Signaes nulos, Ine ser enlre- i wi-sl,,???!
a sabida somoiiie se aiujilu pas*-s-iru* e gue. i' "cuno vives de Azevedo, prnca du II. I'e-
un a*
ioO '

S.*.-JJ0
16800
I65OOO
99000
:iM)
1 too
i.iiu
J0U0
n\W

i.pera-se lo sul o vapor francez BiSAMIN, e
depoi* da demora d coaUme seguir sea deslino
p. ra ,\ iiaelha : qui qoer infurmaciio, com os alen-
le* N. O. B'eber C, na ra da Crea 11. I.
Precisa-se de urna ama ou
moleque que cozinhe bem : na
mudo n. ili.
vende-se na botica de l'.arral e de Antonio
liciann vives de A2
Idro 11. s, onde acaba de chegar una grau-
yi,u viudas di ecwmenie de Haris.de casa do dilo
a ama forra ou cap- ^-^Uur **. h.cDelieu l'ans.
famtli
rmularios dao-se gralis em casa do a-
c gente Silva, na praca e I. Pedro n. 82.
..r--------en
tillo tovas, treguezia da i.u., um ca al de
esclavos com urna cria menor, o scravo
i!e marra,
Oetearregam nnje r, te fevereiro.
Itarca francasComte .-u^rmercafiorias.
tt'1^ttjijMk*>J5Alhi..iidem.
.llana porlu-ueV^-- rior de S. Simio diversos
sonero.
Brigve iuglezKuii'medxbaeallio.
ONSIJlau GBKAL.
i;.'n'.iiiiei.ii .i. '',.;. ,, u ,.....I26:229a00j
dem do.oi'a 2....... 3:68-58891
1520
14,390
I udo inclusive enfard 1 melo entregue franco eiu
Hamborgo.
-V. /;. (.1 llr. !. Schmidl *e enc^rre^a de foroacer
a* pesa las e obreiros necesarios, lento para montar
a* machinas, romo para fabricar o ensecara
lie preni'o notar a pr ifun le/, e a forja do agua, e
declarar qual he o eombustivel que deve ser empie
gado, -e caivlode oedra, leona ou bagaco.
-.-*!. ('.
I29:9I4J89I
IVEKSAS PROVINCIAS.
lieiidimenlo do dia 1 a 23, .
dem do dii 2i........
8:97IV607
137*176
9:1089783
Ahencoados onlus dessa i-lade
Km que a vida resvala sobre llores,
Buscando o goza, ende, mais larde as dores,
Sem ser biicadia, vem !
Porque logera lio rpidos os sonhoe,
fio bella* lliMes ... nao lca urna
(oe a sehda razie nos nio consumma
tom o rir do desdem !
Precisemos a l.n&uacem : ao liomem, que lem
muila* cara*, lulo chamemos (/carado ; alo chame-
mos homem sem edltteimeiB, quem, pelo menos tem
tres ; lulo chamemos senso-cowimum ao que \\ de
lao pouco*.
Pedro cen-ura a>peramenle o abaso escandalo'o
que Paulo Ui. dos seu* opulentos cubedaes, poslos a
merco do* seu. presare* criminosos. Sera Pedro nm
ptimo i-u.i-ur se no fos*e pobre.
Sancho, en-rvado pela doono., censara do leilo
da dor, a liberlinageir. de Uarlinho. Sena sancho
aso modelo de continencia, *o Uves*e saule...
Sequeres vinaanoa d'um emulo qoe le oliendo.
d.'ua-u. e elcv:-le unde elle, ceyo da la lu, nao
pussa ver-te.
Prova de qu-
........~ h-- ltijr.dura ndo da dinheiro em
mecidas pelo nome de paixe. leudo o primeiro lo- \ Porlngsl he elogiarm-se encarecidamente uns aus
gar a* que se refarem a faculdade de amar. S.'m nos "otros incareciilauenle.
necuparmos aqu, por nao *er lugar proprio. da divi-
so das paiioes, e et-luindo desla denomincilo o
qae vulgarmente se chama vicio*, bastara' 'dizer
que o odio a laveje e nutras da mesma nalurea nflo
polem ser pontea de po -sia,porque neilas >e nao ,1a.
Sao raculdades repulsiva* da alma que degradam o
hoinem,emqoaolo que as outras o elevain.
So amor, ou se uaduza no s'Olimcnl. religioso ou
ua liari.lile, na amizade oq no amor ^roprialnellle
dilo lem sempre lugar a harmona que produi em
nos o seotiment poelico, mas anda sssim a barmo-
nia tem lugar.porque esles senlimenlo* >3o naluraes,
^ e sao leis elernas do mun lo moral,como o por do sol
he iima le do muudo physieo. Sao anda cordas
mxleosas que vibraram no cniacau du primeiro
homem, e vibraran nodo ultimo. K*la poe-ia he 1111-
mulavel como a de que lemu* Miado e apparece
\ em lodos es lempos.
sjU**> ^blllltmos^ut.siijjilesmeiile diymis.yulaar, da
que Indos leein sentido mais o meno. na que eii*le
110 amor do homem pira com a mullier. Alas deve
nolar-se qual o amor em poesa uta he o amor dos
sent lo*. E*le he um in.lindo conservador cummum
a toda a nalurer. oreanica, que leude a formar dos
dous sexos urna BfiUade phisiolog ra, e com o qual
nao lem nada o espirito. () nutro he a tendencia da
nossaalm.i a amar eonvlodasas sua f.ir<;a*,lendeneia
que neccss.riariici.le lem de ser enpregad-, que
f insensivelineiile pude mudar do objeclo, po.rn.ur ,1
t paixuexisle no IMlimante e nao ua cansa que 0
desperla.
\ -i-' ..i,'! <|ue
tomo e hade ser virtuoso n'uma sociedade as-
sim "!
n .Nao he fcil ; ma o* virtuoso* de llahxlunia de-
vom ler no cu un lugar dislinclo dos virluosos de
lernaalem.
DESPACHOS E EXI'OBTACA'' l'v.i.A MESA
IH> CONSULADO HEsTA I '' NO DIA
2i HE FBVEKBIKO i'E IS.
Liverpoolllaica inglesa Qeeena, :... ''ro-
lers t\ Companhia, 173 saecas ilgodo.
LiverpoolBngueinglsz aM-n-urlo, diversos car-
regadores, i6> sacras ^Igodlo.
Liverpool Galera ingleza Genoveve, diversos
carreaadores, lino saceos assocat mascavado, jtiO
arroba, de ..--..-.
I,ishnaI irea p.irluaueza allo.nvindan, Joao Tavi-
res<;.irdeiro, 2~> pipas agurdenle.
Rio da Pr.daBrigue he*|iauhol Tarragona, Ara*
naga iS: Bryan, .'1 caixas e *Jl)il harneas BfSBCar,
^0 pipas acuardonle.
Beenos-AvresBrigue bespanhnl iiSerapiimu, A-
morim IrntRos, :t"i pipa :-guardeul.
CanalPalacho inglez Oolysons, Paln Nash e>
Companhia, lilMI -arcos SSSUCsr.
xnortacao .
New-York, brigue ingle/. Kcurieem, de 217 to-
neladas, condozlo o segoinle : ,8tni saceos com
11.0(10 arrobas de issocar.
Porto, barca porlugueza aS. Manoel II-, de t'jd
Jonelada*, condasio o segrate: 1.210 saecoee
52 barricas com 5.976 arrobas e -A libras de asta-
car, 819 eooroi Salgados, 39 saceos de gomte, st
pipas e 39 mei .* dita* 2\1 barr* mal, 2 bams es-
pirito, i rrafes aauardeote
KECEBEDOltIA DE KE.MIAS IMEKNAS liE-
KA1 S l)E PERNAMBia).
Keadiniento do dia I e 23. I:277?BI7
dem do di- ->\........ 7179133
>avio* entrado* no dia :J .
11.: 11'" ajsaa2!> di patacho iugle aCordelia, de 116
^pslsdas. capilu Jame* linfliii, eqmpageni 9.
/carga 1,971 barricase50caigas com bacalhao ; a
Saonders Blcthen iv- Companhia. I'erlence a lia-
lifi\.
Liverpool2~ dis, barca inglesa Lancostria, de
336 ton.la las, cap lao John Plood,' eqoipagem
16,carga .u inlas e mais ganaras; aJohnslon
Pater a. Companhia. Perlenee a Liverpool.
S. Joa.'2 da*, palacho Ingles .(Eran, .le m to-
nelada, ca: itio William Crible, eqoipagem 10.
car^a lili barricas com bacalhao ; a Saunders
Brolhers eV Companhia. Perlenee a Londres. Se-
gnio para a Babia.
Rio de Jaoeiro pela Babia 9dia*, vapor francpz
eByz.iitin, conimandante Duchamp. Seguio para
Mrrselha e porto* Intermedios, levando desla |iro-
vlneia Mdame de V. E. do L-monl e sua soi.ri-
nha.
Parahibaodias, blata brasileiro iCantesa, de 31
toneladas, meslre Bernsrdlno Jos Baodeira,
eqoipagem 'i, carga couro* e va-ilbaines; a fran-
cisco Itadick. I'eilencea Pernambuco.
Navios sabidos no mes.no da.
BallimoreHiele americano iRosamond, com a
mesma carca ane Ironse. Saspsndeu do lameirao.
New Yorklliigua inglesReeudeera,espillo Cor-
lis, carga assoear.
Kio de Janeiro Un ue brasileiro Almirante, ca-
pillo Jo qiinn Pinto de Oliveire e Silva, eargj
assqear ai* gneros.
1'o.toBarc* porlugueza aS. Manuel [lo, capilao
Hanoel Alvos da Cunha, eurg assoear e mai* g-
neros. Pawageires, padre Jos de Santa Rosa
Anona i e um menor lose Ce.ir de M- lio.
liiiihembureEscuna saeea Julia, capillo N. (.
leloii, carga couros e assoear.
i6:99*.950
A mai* elli az r.in.-olaoao d'um grande soffruneu-
lo lie a 'uspeila desvanecida de ouliu msiof que nos
aineai^ava.
l O Clamor Ptiblieo.j
O Monumento da /mmnrulada Coneeie&o.
Tevc no dia 18, segaodo diz o Jornal Je liorna, lu-
gar na praca da ll-span .a, .o no ........de urna im-
mcna concurrencia a ereacro da grande columna
monumental destinada a prrpetosr a memoria ds
iioiiiucau dogmstiea .ia Immacouida Coacelflo da
Virgem. uzenlos e vinle sanadores, as ordena de
'eu chele, Miguel Caetani, duque do Sermnoeto,
dingiram-*e a ir>ja immediala do.Santo Andr para
ouvr missa no altar da Immaculada tonceirao ; ao
meloda scbavam-e reunido* na praca de Uespa-
iii'.v ordejn -.'.tt-cJiefe p,,l|. ti, arcliiecio- .ircrlor,
a* pessoast quem f.u rinlioI,Vi:"lTirr5. BT'tri
sign.il poxeiam-se immed>alsiarte em movimenlo
onzecahre-lanlos cor- nina pieci-ilu r regnlaridade
admlrave* ; paseados 27 minutos, a columna eslava
eui p, e nio se necessiloa mais de orna hora e doos
minuto* para a ssaenlai completamente na *ua base.
Pata operadlo, elferliiada com o manir silencio, e
em que hoovesse que deplorar a menor desgraca,
foi saodada com o* applau* da concurrenela. .\
msica dos sspadorea soavisoo a ceremonia, a que
a**i*lirain vario* lardeaos, u minisiro do commercn
i> oliras publicas e personasen* do disl necio. A
rainha I). Hara Cbrislina de Uespanha presencioo I frlil ,
lambem esla Inauguradlo da viran ia do palacio da
lesaclo heananhol:.
Mo/rre*0. da liuram -O mai* moco de todos Sw^i*,." T, ''" '""'" r""",iv;'"
o- principe, reinante*, he aetualmenta o doqu. de! I:'.""""'t' """i '' (". ">jo de
Parm i, que lem S aun -; segu depnis o re de Por-
CONSULAOO PROVINCIAI--
Hendiri.enlo rio dia I a I.
dem do di:. 2i. ,
isla no ootxo eerecSo, c qoe lin-
de a reunir os uous sesos n'om s eele m-i-al tic c-
inineuteinelile poetice, e temos .lidie mailos riro-
nles nos ejessiees, s alnos pro-adir*, li. ,ic Siim- i |1|-ali '"ecoiit.i 19 ; o principe de Waldich, 2~,: a ;
PtW.q-N.r......empre Car, una::,,. ,/lnl.,r [ '"'>""''"^^^L^r^r:0^^^'.^? "'' V. ......
67:3999215
:682a9l9
70UM2SI3I
BAMBURCO.
I'ir Vi correles de machina to repor e apparellmt
para o/almea de attucor de T. Oeeliman em
Berlim, repraeniado nu brasil pelo l)r. F. Sch-
midl, em llambunj;.
N." Thalers da l'ru-sia '
1. t.m* machina de v.-pur, de alia pros- '
sao.com balanceiro, da forca de 12 Cavados
com una bomba de asna tria da I! polleaa-
das, e urna bomba para alimeut i a ealdeira
de vapor, para o manejo de 2 cxlindro d-s-
tmados ;i espremedura da caima e i ma-
chinas cenuifugaes, inclu-ive enfardamen-
lo, franco al llamburgo.......... "iDO
2. Urna uita machn., se vapor com con-
dnesela esaclaments da conslrucclo supra 28'Mi
3. l.'ma machina do vapor, de alia prs-
alo, com balaoeelro, 2 bomb s de :.i homi-
'\9j ^eJ.-" pollegadas de di.nielro.uma bom-
ba de agoar>U p^-r-1 2o pseubicea por mi-
nino, urna liuinbSdi-a.limenlacae par a
ealdeira, da forra para manejo deVWJ*'"
nis ceuliifiigies, inrlu-ive enfardamenloT^-.
franco al llamburgo............ 3,ou
i. Urna dita marhina de vepor com con-
densaeao, esaelameuie da c-iuslruec8o se-
" ................'. 3800
. Lma machina de vapor hurlsonlal
com cosidenaaca.il, 2 bombas ae ar seec ., .le
10 pol legadas, e 2 ditas de li pollegadas,
i* de uceo dobrada, I bomba deagus
s cbicos por minuto, 1 bom-
ba para alimentar a ealdeira, e I bnuba
j machina
lll-Ollo,
cenlnfugaes, inclusive enfarda-
neo at Ifambiirati........
le vapor, mas i.oio
'- !
Previdencia.
LTr^rS|0l,*fa (lL' "V"'0 *+
tra a murluliclartc dos es-
cracos, esabelecida ito
ZtQ Q JANEIRO.
CAPITAL2.000090.000.
:\f?rjefer,,ar,,o;ll:FarM'li,h0Ua"'^ Agenci.fi.1 em i'e. narnhuco. ruado
se .ue com brevi lade a b rea Sorte ; recebe- Declaro que fies sem effeito um val da' Crespo n. ir>.
caiga, pa^sageirose eseravosa rete : a tra- quanlia d^jooo, assignado por o Sr Os .egn-os sao reasados ..o swtn4etta da ssa-
tar COtll i- elaou l jriaco da Costa iioreir | tsleyes dnSilva, a favor de Alllorlio.GompS ponina ou i::e-mo fora, sob p.opola. du* propriela-
iios do* esc.avos, lodos os dia- ulei*. a* parlicipa-
cci-s de falleeieaesMoa as prapestsa, pmiem ser re-
iicUjd..*.; conipanliia lo sis os da, ale as cuno h-
mfeai
chama-se Bartholomeo, altura
corito secco, tem barbas i
va Luiza, estatura tambe
cara toda ebeia de pannos, e a menor, Billa,
chama-se Mequilina, de idade de 3 a i me-
zes: roga-se as autoridades policiaes, e
aoode forem encontrados maudurcn reeo-
llie- a eadeia, e bsaenborea campanbas, po-
uem, querendo, levar ao engenho cima
Ka Soledade, defroDle do palacio, de-
seja-sc fallar a negocio de inlerease como
na ra da Ca ieia n 2.

tra.
i, tapt-
estes 10
-
0 brigue escuna Graciosa
tito Joio Jos de Souza, segu i
'tus uo porto indicado, pode anda rece-
ber algnmacarga : para tcito, no escrip-
torio do consignatariovAnlonio de Aimei-
da liornes, na ra do Trapiche n. 16, se-
gundo andar.
R
i|fii
i i
tos
COI >;-iii!;
i I l Z:-t* .1
(l l)-
-.

"'-.
-' *f^
No dia 2 de marco espera-se do sul o vapo-
Tliamir, coinmeii.lanlr Jelllcoe, o qual, depois da
demora do cosame,seguir para Soulliunpi-n, lo-
cndonos porlos le an-Vicente, TenerirT, afsdeira
e Lisboa : iiara passsgens, Irala se com os sgi.....*
Adamson Howie i\ C, ra do Trapiche-Novo o. !_'.
teaicoi .; i;;; mque*
tes ngiezt's v |ioi
Pf*
. -
"^T-a-../:--^^ -
No dia de m ireo espera-se da Eoropa um dos
vap .r* l'-st.i rniiipi nliia, o qii-1. depois da demora
.11 cusiume, seguir para o sul :
-------... | iirin^, iuii.'s avuiso-, o--., eu
seguir para-o *ul : paro pawageu, \ $ o os mai mdico* po**ivci*.
-se rom o* :eni. Adamson llonie ,\ C, ra
trapic* Novo u. \2.
COItBElO EKAL.
A mala iue lem de conduzir o brigue bra-
sileiro Almirante, Com destino no Rio de
Janeiro, fechnm-se i.oje :. as 8 liosas da
manhSa.
O conselho i!; administracHo de far-
damento du corpo de polica faz publico,
que precisa comprar para v amenlu da*
placas de pret, us objeclos ibuixo declara-
dos : as pessoas itie .~e prop zere i: veuder
deverSo co npaiecer na sala da secretaria do
mesmn cor o, no dia 26 do cnenle mez,
pelos li horas da manhSa, co:n suas propos-
tas em ca-li f diada, ac m pan hadas das
competentes amostras: panno azul [.ara far-
das ecalcas, covados 1,110, dilo dito para
capotes, eo ados6*3 dito preio para polai- gamemo, traa se rom o seu coasignatario
as, covados 40. Cuartel do corpo de poli- *ntunio Luiz de fjfiveira Azevedo, ra da
cia, no Paraizo, ^1 de fevereiro le 1857.
Epiphanio Borges de Ueaezes Doria, lenle
secretario.
ii administrador da mesa do consulado
provincial, en viriu le do disposio no art 3
lo re,'iibnenlo de 3 d
de Carvalbo, visto ler-se desencaist.ili.uIo
do p. der deste.AnUnio (.ornes de Car-
valbo.
Preeisa-se do um caixeiro com prati-
ca de taberna : no pateo da Sania .ruz n, 2.
Chegaram da Europa ao deposito de
pao coafrente o becco do Rosario de Sanio
Antonio, os cales de palha tal;:.cas pe-
queos e glandes, de montara e de andar i
a |, propiios para a eslavo invernosa, por]
is-o tojas as pessoas que fazein viagem para i
o centro eaquellas que suas oceupacoes nao ''
admiium desculpas de mito lempo, deveui
a larde.
As condicfies impressaspoderao ser procurada* ao
eseriptorto da compaoliia.
ar--o-ha consulla cralis aos eecravo* sezaresda-
9 para lo hora* da manhig,Qo eaiii|ilene da comu*
fe-aj-, SJ0*V^^r-^&va>aS vi
pas enchutas e isenlOS de constipar; lam-
bem eslao patentes uaquelle deposito um
sorli....."to de condecas, assal'ates c balaios,
tu lo vende-se em conta, para nao molestai I'
osfreguezea na bolsa: as pessoas que li-'?
nliam encommendado.lhe separassem alguna!'
capoles, un- iran vir recebe-.os, pois nao ha
exacta lembr. nca de quaes loram as suas
encommendas,
Perdeu-se no dia i h noile, desde
pov^acio do Munteiro al a rui da Aurora,
urna pequea mana d,. velludu roso com
cercadura de galo de lita amarella, a qu d
s he propria para cavado de.cario ; gralili-
ra-se bem a pessoa que a levar na ra do
Hospicio n. 3, sobrauo.
Vende-te um jojo i
0TC4 CESTKL M-
ICOrATIKI
O ______
muni-se deste preaervalivo contra =. chuva, I % ?R: {"?"> Lvi P-
certos de que aniarHu sempre om suas rou- ', "u;1 av >ant0 Amaro (.Mundo Aovo,
y NUMEftO.
^ Vende es aoeeanteoas) nesia botica os mais B
9 acreditado* mclirainenlos homeopalhicos, por J
"* precoa muilo commodos.
A acrAo desles inedicainenlos he Uo premp- c-f
SI la e .Heet, que tem merecido as honras da
, preforenca em todas as palles do imperio, j,
3> oiid- tpi sjd0 experimeuladof.
C.ula luha avul.o.....IjoOO
*; Cada vidro de limara Ofjn
* Cirteira* c raixiuhas com laedicamentoa, V-
desde 13 al 4O0BJD6O.
Ihosouio homeopaliiico on vadr-inecnm do 5
^ hume .padis, obra esenrialinenle indispen- i
savel a quem oeaeja emprear a homeopa- *"
"lia a.........II9OOO W
Iralamcnlo liomeopalbicu do &
chnlera-morhu*...... IjjOOO H
** Propaganda homeopaliiira em 9
S Pernambuco....... 2gO0U 1
iN. II.Para conhecimenlo do publico, av- ',i
IBIO, por preco Coillinotlo. por ter al-; 9 a-se que o l)r Pires Hamos Junior, nao be t)
gum uso : na livraria ns.'li e S, da pa- ** ""*" Cl'tc'rj da '''f* cenirai h ieepsiaslca, .:
,...{., i 1 1 "? e nem lem inlcrferencia aluma em suas ope-sJI
ce da Independencia. # race*. I
u^\ i ai pas .o it'rro.
BOTICA IID.MKOPATIIICA.
*L N. 3, s,A UO EKCANTA- % Na lundicaoda Aurora cm ^anto Amaro.
MENT K. i3.
I)iri,iila
PELO DOliTOR
luios .nim
"S A eilica
*/ thieos ne
''Sf zelo ou desvello que se mpfeffa. ne
'A I01"' e lambem do* eonheeimenlos pbarina- '^\
w eodynamicos qae se deve ler desla mediei-W
&fy na. Porlanlo oeste oovo eslabeteci ni i*j|
D
icia do* medlcaosenlos homeopa-
......-.-..kpende desua boa preparaoao, do
:S) zelo ou desvello que *e mpresa nesie mis-
W 1 e tamliem no deposito na ra do Brum, \finf>
l na entrad;., aj fronte do arsenal dy/uian
^,."l,!^>'sempreNs4siVKijin!^^ de.
yV Tacrfas, lano de labrRl ImOSHsI como es-
3P trangeira, Latidas, fundidas, grandes, pa-
(juen- s, rasas c finid.:s ; c ein ambos os lu-
gares osistem guindastes para carregar pa-
o is ou canos, hvres de dospeza. Osfvsjcos
sao os mais Commodos.
quaulii for nercasario para seu
oso, lano um glbulos, roma em linlai
'.*. e assim lambem carteira de dlvers -
nlins, tubo* avulso- etr., etc. I
. iil
\ veleira e bin conliecida sumaca brasi-
leira Hortencia, pifenle sabir ale o iim da
prsenle semana : para u resio de seu crie-
Cruz u I.
":.'.,U'.- v.
li. Joanna i'oites, por se retirar para
junio de. 1852, taz Lisboa, far leilao, por intervencao do eeen-
,ublicoque se acbam deposita los dous ca- te Pestaa, desua mobilia constante de c-
vanos caslannos, aprehendidos ocla subde-
legada da freguezia de S. Jos, os quaes sao
considerados bens .o evento, por so desco-
nhecerem sena dono*: e para que, no prazo
de 1.. das compareca quem aos ditos caval-1 qittla-feira, 5 do coneute, as u horas'da
losiiver dlre lo, lindos os quaes se procede- [manbaa. no si'.io antes de c icgaraod Illm
ra a srremalacio pela forma mareada no art. i Sr. llr. diere de polica, no Hospicio, cade
i "ilo/-sumadiio regulamenlo
dejras, sofas, eonsulos, mesas ledondas,
com modas, esnclhos, louca, prala e outo,
Irens ile cozinba, una grande machina di
engommar, varios escravos de lo lo sorvico :
10* lao a-
I- preco*
Bill 1 les de visita
im-se e Imprmese sa rom mtMsjH
a, leltra de commprcin e I. SMOOo obj
.ule can, r.i;d:ira, reei'lrM, vinlielase (|ii.e-oner de-
-.nh.i*. Abreca-ae Brasas, shsetes, bmi a bsHta ....-

ce como em relavo, oroam. uto-com i.bjro|n< <:rm.r-
;: prala. Fazm-ss riwns IIsssVm a ss*asjsaom para
bordados de laliMinih... Admuir-se a sascssns da
Vendem-sesellinseom pertences, qnaesc)oerdesteaoajectwnoca-., de aaeissesasaa .1
atente in^lez e da melbor qoalida- eenlaal. das pessoas que o* WsmmaaeassjB sjaaai
pretender dinja-se a qi.alqan dotes has rea a.
li.iirro do Kecife, ra da Madre de lloo* 11. ilj, pn
metro andar : em Sanio Antonio, na livrari- do paleo do Ciil-gio n. 2 ; n> Cinco Pont, sobra-
1.0 da quina ..menle a nialnz nova.
de que lem viuda a esh: mercado
-*,'/ "u armasen) de Adamson Howie
. A C, ra do Trapiche 11. -12.
I

-
i LEDRAS PRECIOSAS-

< Adereeos de brilhaoles,
;. iliaiiiaule* e perolas, pul- ^,
ff .eir, alfineles. brincos
* ." rozelas, bole* o an:
4' de diDerentes gostos e de ,
', diversas pedras de valor.
a*
para que ', ludo se .-.chara patenU ao exame dos com- I
chegue ao coniecnucnlo de lodos mandei pr a dores no dito dia
tazer o presi nte edita! arjarSjfaaVbvereiro de o agente Borja fara leilSo em seu Tina-!
1857.Antonio Carneiro Macha o 18s._^n zem na na do Collegio n I;, de urna com- j ? joiasde valor, a dinheiro
. I (Jeta mobilia Je casa, ulenctlios e ma.s ar- "'' l'"r "ira*.
Cnmpram, venriem ou g
linca::: prala, ooro, hr- ?
lliantcs,diamanteaepero- 1
la, e outras quaesquer
.
loiiaffii i M
.. Jai N s.:\\\>6
'.s do Cabnga' n. 7.
f*eceitm jnr tt>-
Su- .
Apparelhos completo, *
" iso!>t'u$.itua8 i;p'*t, l-ja, aalvaa, ealir*es, ,
. ';: ;- "' cnlhei e iiosopaedeoii.i. >
: **---.
* OUM) E P.tATA-
___ ?
a- Adereeos eoniploln* de .
?, -uro. luiMos-tilu-, p.ilcci ?
* ras, allinele, hrin.-o* e I
4. rozelas, cord'ie, traer-
V lins. meilalhes.enrenle* I
* e enfeiles par relpgio, e *
."", oulro-iiiuilo: ujoclasde
Oi.ro.
--- Pela inspeccr.0 da allandega se f z pu-iSnios Z
i'iico, que no da 3 'o marco futuro se bao ^rS-,,-",-
de arremalar em has1* ntihtirn n nneio .1-, "'ll!'
I o arlodnqoe 'e OldembarBo, 2'.) ; Ahdol Me :n i.
de seatimeous, spresMla-aos n am bello qoadrodos. impers lor da Turqoia, e o crio duque ,1 Mecklem-
paaTtanaffens inlereaaantes amando-ee com (. amor hiirao, :t 1 ; o principe .1- Lippo, 3o ; o re .1^ Sar-
puro de que lemos filia lo. Nao cebamos nada na 'l"",,'M. :1,i '< |u'l"' de M dona. :i7 ; o principe 'e
escola romntica mai* capa/, de mover a alma do I *0Dw, ?Vo-dnqoe de Sosonia e o imperador d
arrematar em has'a publica a porla ua
nijjsiia reparlicao, depois do meio dia, 2
caixinhas coniendo urna libra e tres quar-
tas de bieaibonaiode soda nu valor de OO
;rs. a libra, total 700 rs. urna meia libra de
oKXm acido ctrico no v lor le -i.'.uo .*. a libra,
r.iiii t";"' 3*60n. pprehondidas por Antonio Vj-
jrtencenlesa urna familia
<--- '.. ...,
,5.

. El c -
( r. litSM S4Str*t .bjtrlo ..
do prala.


Uta que se
retir1 !'"' fra da provincia, diversifobras
avul^sdemarcinerii de dilTcrenles quali- (|g |^ Stfe VPllllPIII IKkl*
lados.e ,um.: mi! .i,i:,l.: ,!0 omos iijitos tma *% *" v> ,-f. Y i xS.ll? I > U |"*51
objeclos, -.'iue lora eiifadouho mencionar ;
ieoceU;"^^ u : 'oiihi <: mun.
que esla narracao. Ja nio acoal.ee o mesmn eom a
descriptAods ilha los Amere*, ou rom a pintura de
Venu, qne nos cania II e \\ Iraz o nosso Camoes.
Ahi falla-so fimplesincnie ao* -olidos, qoe nle po-
demd'isar de estremecer dianlc do qoadro, mis e
eorarflo niln loma pirle BeasassenSacoes, A aceita-
cao dela poesa varia com o goslo e a nova escola
repuso* taeto seaeeelUHUo.
Aqu alia da penua urna queslflo, e lie, is eflec-
39
re da Gre- !
i. lma machina le vapor hori-oiilat
com >-iindrii]c,.>, I, .mhus de ai s.ce.....
lu pollrsada-, c in corredica, e slida-
mente construida para i machinas eeulrifu-
ea-s, inclusive enfardamenlo, franco al
HamhiirKa...........-. .
X. I ra ila machina de vapor, mas para
alia prsalo.................
9. I OS machina de vapor de alia orea-
crao-elellut de lio.*,-, ./, o re le Sasonis e o rtu-, s;1o rM
que de Saxonia, Vi o li ; o duque da Soecia, ;
0 yrao-duqoe .le Toseana, "ii* ; o principe de Lie-
ehlenlem, m : o rri da P u*u,(i| ; o ppa, lii ; o
re dos Beluas. lili 0 de Wnllembera, 75 ; o nrflo-
doque rte M-cleiubiiren, 77.
Moiimentn martimo.Ante lionlem as 5 lloras
niii.il... da lar lo. enlroo uo Ti-jo. procedente
Kosia, 38; r.-i .ie Hulla
ca, ti ; o de Baviera, "> : de aples. 16; o de
Dinamarca a > imppradjr dos Franceses, SU; o rao-
iiiqne do Messe, ."ili : o duque de Anhall, l ; o
livamei.l? uo amor pode liaver a divitao de que tal- A'}"'lUU'"' v['or Paquee nulo/.; e bonloin
lamo, oa u es, pm,,, e refere ,imP........ ao, oa5^*5*2?7s\7\SZ.^
sentidos, mollineada a sua arcan pela educado e (Do Braz TUana.)
obre todo s reliman. He ioconteslavel qoe o ho- -----
boinlia de ar secco de 1(1 poli cea-
la, nina bomba p*ra agua fila para li ale S
i escnico* por minlo,e slidamente cu*.
Irui la para o manejo lo/, machinas ceulii-
roeaea, inclusive enfardamenlo ate Bam-
bufni.................
10. Lina bomba para alimentar urna cl-
doira de vapor de *iinples aoc5o espontanea.
11.1 ma bomba para aumentar ama eal-
deira de vapor de BreSo dobrada o* anlaoea
12. L'ma bomba de ac;ao esponlanea do
i 700 I
2300
1900
15110
Jtl
330
lata de bonita, figura, ptima cozinheira
cenle dos Sanios, sendo i: arremalagSa livre
de dir ilos ao arrematante Alfntlega de
Pernambuco 2\ ih rever.iro de Is57 0
inspector, lenlo Jos Fernandes barros.
eti''omrnad
etia.
prcto moco, pioprio
* Lu ihaler da frossia he ii;ual a rs, 15320.
para lodo o servil.'" C um moleque. .\csse!
niesmo lia tambe1" rara leilao de una es- !
cllenle canoa de '"'''' "ova ue ama-
relio, a qual se .e^1'1 esposta no caes do
Collegio, e uii terreR0 com :'" palmos ue
frente e 300 de fundo.""4>'"'xo ao silio de I)
Joanna dos i'.i.-.sja, com ''Ciil para a fu
dos. boe para a na nova) do Limoeiro, o
qual sera entregue paio m#of prerjo offere-
cido, visto que no la Iim1": quinta fera,
I6 do cnenle, a* 10 horas da manbaa.
LEI LAO.
0L'INTA-FEIRA,20piFriVEUEiaO. T
Terceira recita daasi,;iiuturu. "S ,,"rla sllandeg h.-|ve a leilao de
______lj ,. queijos frescaes cliega los pe V<,P'' mgle/
Representar-su-ha a insigue tragedia em Norman: quera-fe. ra 25 do &* k\M
cl" "oras da manbaa em poni.
i Bul ..;; B HIOPaiTHiGO
__ 1? -V -
'

THEATRO
sa uta Isaliel
em
.ssesj r3
On le seacham se
globu
DI)
/"iK :'**. f -*IL/ .^av a,eJKja>^
seacham sem :< os mais acie -ta los medicamentos, Uoto ei
os, e prepara ios com o maior escrpulo e por pretjos bastante
megos fixos.
Botica de 12 tubos grandes. .
bita -c 21 n o .
Dita .lo 36 o
Dita de 48 a
Dita \ie fio .o i. .
Tubos avulsos a......
Frascos le tintura de meia mica.
Manual de medicina horneo aihica io Dr. Jehr com u dic-
Cmnaiiu dus termus emeiicina ... ,
Medicina lo estica Jo Di. Henry. ....... \
I ralaiuenio do r-ii,llera morbos
m iinltirts como
commoJos -'
lOUfO
.:.- 00
lf;\)lrl>
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2rlii0
naOtw
lo-ooa
2/000
Repertorio do Mello Moraes......... 6|oo0
MUTILADO

ILEGIVEL
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DIARIO DE PEKNAMBLCO, QUARTA FEIBA 25 DE FEVEREIRO DE 1857.
tt
Z:i:r::':.v:- '::.:;.-:..:.:..:- .:;--.:,.
% CUASULTOKIO CENTRAL 110- ;
MEOPATIllCO. Q
Ra de Santo Amaro (Mundo-No- gg
vo) n. 6. ;.;-
gt O l>r. Sabino Olegario Ludgero Pinlio, c .
5j de volla de sua flM*ffl 10 Km de Janeiro, jg
W8P continua h dar consultas lodus o* oa* ule, "-..,"
tjj da K hojas da maulla*, a- 2 da Urde. -; ;
"iS Os pobreto medicados i;raluilair.enlo. ...
SEGURO C0NT1A FUGO.
Companhia Alliaure.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco mllhoes de libras esterlinas.
Saundets Brothers & C., lem a honra de in-
formar ios Srs. negociantes, propietarios de casas,
Iaa quem mais convier que esiao plenamente au-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
llha e igualmente sobre o-objectos que'contiveram
os mesnos edificios quer consista em mobiha ou
tm (alendas de qualquer oualidade.
Substiluieao do
arcano a polassa
l-elo barato prego de 5,200
por una lata ci 10 libras:
noartuazenide II. O.JBie-
ber & C, na da t i uz
ii. 4. *
.^IMBITISTA Kll^a
ii. l : 2
ic*. B
-- ..> ...
plvora, na
iri capim,
ender dita
|v
i!', pri- 5
5 Paulo Ijaia'"
"-,. ua mesroa *
$%,
AlugH-se a am>
rHade de Olioda. com .
e boa ca*a de vi venda ao |>-
rasa dirija-se .tu i
1 J. JANE DE3T1STA
S conlinia a residir na ra Nova n.
*Ji meiro andar.
Repartirlo da vaccina.
O coinmissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no j
lorreo da Alfandcga, e as tercas-feiras na i
casi de sua residencia, primeiro andar do |
sobrado da ra Nova; esquina da do Sol, das
7 as horas da niaubaa.
8Ao respeilavel
publico.
i l!m moco brasileiro, casado,sem filhos
e de urna conduca excedente, de que pde-
se exhibir pro vas nio equivocas, p.oie-se
a ensiuar de sua parle em algum engenbn
as linguas nacional e francesa, e sua senho-
r;i a lingua nacional, lodas (S qua'udades de
costuras, inclusive bordados de ouro e a
iaii/, assim como msica ;j o annunciante
tambem se offereces faier qualquer escrip
luracSo : quem do seu presumo se quizer
ulilisai annuncle por e-te Diario.
Um moco portuguez, que sabe 1er c
ese-rever, desoja arranjer-se como leiior de
eogenho ou de estrada': queiu precisar an-
nuocie para ser procurado.
Precisa-se do urna smajpara ser empre-
ada ao servico de cozioha e algum ensa-
boado: na ra Uneita n. !i|, primeiro andar.
Directora das obras milis
lares.
I'recisa-se de pedreiros, carapinas e ser-
ventes para as obras militares, bem (tomo
quem se rncarregue de asseular um fogSe
de ferro no quiricl das Cinco Ponas : quem
quizer entrar em ajuste, Comparece na di-
rectora. .
Wrn. Iteid relira-sc para Europa.
Precisa-se de amassadores bous, e pa-
ga-se 25!*000 mensaes, e nSo pasa cyliu-
dro : na ra Imperial, padaria de Villa-ver-
de n. 173.
I'erdeu-se no da 21 do corrente.'dos
Algados ale a ra da Concordia, um colle-
le de gorgurao escuro, rovo; roga-se a
quem o liver ajhado, o i'avor de o entregar
na ra do Crespo, em casa dos Srs. Campos
& Lima, ou nos A logados, no sitio do falle-
cido Tbeopbilo de Souza Jardim, que seta
recompensado.
Precisa-se de uina ama secca para o
servico de urna casa cslraugeira com pouca
familia, prefore-se escrava : trata-so na ra
do Pilar n. 72, primeiro andar.
4fc Vendem-se vidros sem ac de todos os
Bi II. lamanhos, a botam-se vidros em caixiltios
. com inuiia promptidao, mais em con la do
Do sitio ilo Tasso, da Cruz das Almas da que em oulia qualquer parle: na ra das
Poule de lidio*, desappareceu lia dias umlTnncbetras, em Irente da ra estrella do
Jac pasurodo Para) todo preto, com a bar-Rosario, loja de traste n. 50.
- Vende-se urna prels moca, a qual co-
\
Q RA NOVA N. 1S, ;:
*"*3 'Ja ^e ^a*en(*a e ronpa feila de M. A. O-
*rf j|\ C.| onde euconlrariio os bous fregu/es ^j~
- \Vr as obras mais bem acabadas que se podem ^
tJ5 tn cuntrar' d* todas as cores e qoAiJades,e ^*i
:''^ Itivn de aceilar menos obras de encommeu- JJ
das, por ler maior por^o de differenles ,?V
:;jj obras, assim como (em de augmentar n 'A
-i nrecu ds encommeudadas, e pura mais .-^
J? bem servir a sen* donos, sera para todos ^*f
"'i>4,Jin *<'Pm''1 >}i'ilieiro. ^j-
%&&qC&z ::: oooe^o^
7 Na ra larga do Kozario esquina
do becco do Peixe frito, no segundo an-
dar do Sobrado n. !), continua a dar co-
mida para fora com todo o asseio, e por
prero muito'cm cunta.
-- Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para Iraballiar mensal-
mente nesla lypographia, dando-se o sus-
tento : na livraria ns. 6e8 da piuca i.sathi-
dependencia.
OFFILl E L1THIN.RAP11IA-
ua du Cruz n. la.
O dono desta ollicina lem a honra de an-
nunciar ao respeilavel publico, que se acba
sempre promplo para executar coa perfei-
;ao e brevidade' todos os trabollios.concor-
nentes a arle lytbograpbica, assim como
cuntas, facturas, mitras, circulares, procos
Borrantes, qualquer desenlio, vinhcla ou
emblema, etiquetas de todas as qualidades,
bilheles.de visita, de participarlo do casa-
meiitos, etc., impressos em ouro, prata e co-
res. Imprime-se tambem com a maior bre-
vidade carta commerciaes e precos corren-
les, aulhographos da mSo dos douos, para as
saludas dos paquetes, etc
0 abai\o assignado declara aos de-
redores de Aureliano A Andrade, cjue nao
paguem seus dbitos senao ao abai\o as-
signado, do contrario tero de pagar se-
gunda vez. Recile, 13 do feverciro, de
1857.Manoel Jos Leite.
ADVEKTENCIA.
0 procurador da cmara municipal desta
.ii.lade avisa a lodos os Srs. donos de estabe-
lecimentos sugeilus ao imposto annual de
-J c i" r que o prazo para o pagamento
priucipiou uo primeiro do correnle, e linda-
se no ultimo de margo, prximo futuro, e
previne aos mesmos Srs. que nSo se guar-
Jem pa-a os ltimos dias, pnr no ser pos-
sivel assignarem se todo a um lempo.
U briguo brasileiro Almirante precisa
!#^;,inniiri, ns brasileilOS para a sua via-
gem a-^ io de Janeiro.
Precisa--SS\.' duas ai.ias escravasi^ftiiifl-
pafa l'a/.er o servido de cozinlia de urna casa
le pouca familia, e oulra para engommar :
na ra do Collegio n. 15, armasem.
^a ra das Triiu lieiras n. 8, loja de
tartarugueiro, com a fenle pintada de ver-
d
P .
qualquer parte.
Jos Joaquim da Cunba Cuimaraes,
estabelecido com loja de laitarugueiio, na
ra das I rinelieiras n. 8, quem entra da ma-
triz ao lado direito, avisa ao respeilavel pu-
blico e aos seus fieguezes, que receben de
Franca um oomplet.. aurlimeuto de obras de
tartaruga, como peutes para alar cabello de
dilTereules qualidades, ditos para alisar,
marrafa, e para meninas; alein destas obras
tcm iiomesmoeslauelecimenloumbomsor-j Confronte ao liosario, em Santo Antonio,
luneulo de peutes, caixas, ludo alu abn- recebeu-se da Prussia umu nova qualidadcde
cudo ; assim como se conoerla qualquer biscoitos, e entre ellos, uns muilo bons paia
obra de tartaruga, por precos commudos. \ chuinpagnc, e conlhiua-se a vender doces da
O hr. trancisco Cavalcanli Lacerda, turopa e nac.ionaes, e as molhores perfuma-
que morou no e.igenho Piabas ou Uuiluidu-, ras em quaulidadc, a esculher.
ba, e que hoje adia-se residindo para as par-1 Aromticas pomadas
tes do Arraial, queira dirigii-.se a UislllaQSO
de franca, na praia de Sama Hila, que muito
se I lio desoja fallar, c tambem ao Sr. Jos
Kodrigues Lima, lia pouco ebegado do Bar-
reiros.
Mosquita Jnior k\, Cardozo scienlili-
'.am que o Sr. Francisco Correa Soares dei-
no deposito
10
PATEO .DES. PEDRO
tST VENDf-SE J^
Pao ile provenga, e criouio,
IiiilacliH-, e hohirhintia,
liiscoilos de araruta,
De DlUitd boa familia.
Passas, figos, c ameixas
Cafe e muito bom cha
Alvo assucar relinado
lio mais superior que ha.
Venha pois o bom freguez
Que por forga ha de comprar,
Poi beiu seu, e de quem est
De dinbeiroa precisar.
Lino l'erreira Piulo, vai a Europa.
Precisa-sede um forneiro : por detraz
da matriz USlQa-Yisla, padaria h. 2b.
Lotera da pro-
vincia.
f Sr. thesoureiro manda lacer publico
que se acham venda neste escriptorio, ra
da Aurora n. 2t, primeiro andar, grande
porgilo de bilheles, meios e quarios da
lerceira parle da stima loleria Ua matriz da
Boa-Vista, cujas rodas andam no da 4 de
marco ilo correnle anuo. O Sr. ihesoureiro
manda declarar aos senhores jugadores, que
existen] numeracoes surtidas,como tambem
os bilheles vendidos neste escriptorio nes-
sas ultimas loteras lem sido muilo aforlu-'
nados, por isso espera que elle* concorre-
rSo pasj que continuadamente nao liquem
tamanhas porqOes de bilheles por vender,
como sempiv tem liado. Thesouraria das
loteras 31 de feverciro de 1857?
Jase Jsnuario Alvi-s da Maia.
Escrivao Quem tiver e quizer a!u...r urra boa
sala,que possa abranger urna aula de eusino
primario, sendo em algumas das ras prin-
cipaes de Santo Antonio ou Boa-visla, se
pagara bem : anuunciein ou se uinjam a ra
Direita, segundo andar do sobrado n. 82
lleinique de Ulivcira Soares vai a Eu-
ropa e deixa por seus procuradores os Srs.
Joaquim Francisco dos Santos, Antonio Luiz
de liveira Azevedo, Jos Antonio dos San-
ios Coelho.
Jos Soares Je Azevedo, prolessor
delingua elitteratura nacional noGvm-
nasio desta cidade, mudou a sua residen-
cia para a piara da Boa-Vista n. -i.ealii
tem aberto um curso 'de Phiiosopbia e
outro de Lingua Franceza. As penoat
que quizeiem seguir urna ou outra destas
disciplinas, podem dirigir-se a' indicada
residencia, de manha ate as 8 horas, e
de lardea qualquer hora.
Precisa-se de urna ama que saiha en-
gommar : quem Ihe couvier, dirija-se a ra
do Trapiche Novo n 8.
Companhia
DE
SEGUROS MARTIMOS.
SEGU&IDADE.
AGENCIA FILIAL,
registrada no tribunal do coinmercio desta
provincia.
Ellecluji-se qualquer seguro sobre navios
ou carga, a cundieres mu favoraveis : a>
proposlas aceilam-se em casa dos agentes
nga parda, bien encarnado com a pona
pela, com uina poupa na cabeca : qufin o
acliou ou delle der uoticia ao aiesnio rasso,
sera graliiicado, psgando-se-lhe o valor ilo
mesmo passaro.
.Nos abaixo assignados declaramos que
compramos o deposito de pan, sito na pra-
ciulia do Coipo santo n. 29, perlenceiile ao
Sr. .Manuel l'enian.les de Mello liecil'e, 21
de levereiro de laJ7. Jaculo Simoes de Al-
ineida i\ C.
Attenyau.
Da-se 5U0/000 rs. de aluguel annual pelo
primeiro andar de uina casa com comino los
para una familia, as seguales ras : pra-
t;a e aterro da Boa-Vista, ra Nova, Crespo,
Uueimado, larga do Rosario, paleo e ra do
Collegio, cCadeia de Santo Antonio. Nao se
duvida lambem obrigar-se pela entrega no
estado em que se o recebur, bem como sa-
llsfazer qualquer despeza que se lenha leilo
para te-la asseada : nesta lypographia se
diz quem he o pretcudeiile.
Ilezcja-se alugar uina casa no bairro
da Boa-Vista, cum couimodos para quatroj
pessoas : quem a possuir queira participar
no andar terreo Jo terceiro sobrado, antes
de chegar ao quarlel do Hospicio.
3 ISa travessa do Dique n 12, mandou-se
apanbar, na larde de domingo de enli udo,
uiia pulscia du ouro lalvez de algum mas-
cara,': quem se julgar com direilo a ella,
dando iguacs ceos, Ihe sera entregue.
ijucui precisar de (iO^ rs. a premio
com peuhor de ouro ou piala, ou hypotheca
em preuios, annuncie.
Kazem-sc capas, bolinas, chamarras e
capas viatonas : na ra da Senzala nova
n. 3b.
Ra larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholonieu F. de Souza,
contina a vender
(sendo falso oque Cor vendido em qutra
qualquer parle.)
Bob L'AHecteur.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez cm vidros.
Kl\ir ant-asmatbifO.
Frascos de bocea larga com ralbas, de
I a 1 libras.
I AO PUBLICO.
| No armazem de fazendas_ baratas, ra do g<
Collegio n." 2,
. vende-se um completo sortimento de fa- ^{
M zendas finas grossas, por nais barato 8
precos do que em outra qualquer parte, 'M
^ tanto em porjoes como a retalho, allian- t,
9 jando-se aos compradores um s
para todos: este estabeleciiaenio abrio-se
pre^o Q.
zi'iha, lava sengomma: na ruadoQueima-
ito n. 7, se dir quem a vende.
/ends-se uma escrava perfoita en-
gommadeira, u-ia .lila com t."> ainius, sem
liabilidade, muilo bonita, una mulalinha
com II pan Hannos, urna dita negra com
21 .unos, muilo forte e com habilidade : na
ra da Senzala Velha n 70, segundo ou ter-
ceiro anda:, se dir quem vende.
MILU" K.VSA-.CxDO.
Vcnde-Stt no Recile, armazem da ra da
Cruz n 13.
C-issas fiancczas finissimas a'480 es.
a Vara.
Na loja a estrella, rin do Queimado n. ~,
vendem-se cassas francezas linas, do ultimo
gosto, a liso a vara, corles de vestidos prc-
los bordados i matiz, com tres babados, a
U30II o corle.
KELOGIOS.
!l ii 18.
lia um sortimento de relogios de tudas as
qualidades, tanto de ouro romo de prata,
ditos foleados e galvanlsados, por preQo ba-
ratissimo, ha lambem meios ehronometros,
de superior qualidade.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricallles--liay Mar-
lii\, em harneas de 15 duzas de potes:
em casa de James Crabliee Companhia,
ra da Cruz n. 42.
i i BL:s l a
O ci Ai;i).\-I.ivi(is BKASILEIRO, ou arle
da escripturagKo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna
Cadeia Velban. 22. Preco 8/000.
Ii
Agencia
.Na na Nova. l) e fabrica d chapeo* de Chris-
iiin\ & Irmflot, n. leu) para veadtr, che^adn
ul 11111.1 nit-nif. uleadoi pinladM i>r. mesa, dllos pri-
l"S e de lula* as fnres ; assiin como um coinpletn
.orliinonii) le chapeos para senlioras, p DOBele de
-ihler pules qualidades para liomeni, osqaaosvan-
dfm-sp mJ liaram; que m onlra qualqu.r parle.
Vendem-sesaccas de TeijSo mulaiiulio
muito novo e bom a 14/ rs. : na ru.i do VI-
garin 11. .
Vende-se um cavallo russo, liom an-
dador de. baiXO a nieio, em boas carnes, pro-
prio para cabriolet : quem o quizer ver di-
rija-se a cocheira do sr SebasliSo Lopes
Cuimaraes, que adiar com quem tratar.
Diafiia>tes.
h
vt lie combinar;o com a maior parte das ca- g
SS sas commerciaes inglezas, francezas, alie- '
g{ mos e suissas, para vender fazendas mais S
j!$. em conta do que se tem vendido, e por isto $\
^ oflerecem elle maiores vantagens do qua !
outro qualquer; o proprielario deste im- r
portante estabelecimento cunvida lodos |
t os seus patricios, e ao publico em geral, S|
ijg para que venham (a bera dos seus inte- Jg
S resses) comprar fazendas baratas: 00 ar- |
'gj mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- S
S tonio Luiz doi Santos & Roliau
mmmiwmmm-mtBBBBBBBm i
Chegeram os desojados diamantes de cor-
tar vidros, muilo superiores, cravados em
latao : na rua Nova n. 38, loja do funileiro,
defrunle da igreja da Conceic,3o.
Pia rua da Cruz n. 50, armazem de San-
ta Barbara A Companhia, vendem-se eflecti-
vamcnle caixoes vasios de lodos os lama-
nhos
Na rua ilo Crespo 11. 16, esquina vnde-
se oseguinte, por pn-<;os baraiissuuos : ba-
rege de cores para vertidos a 200 rs. o cova-
do, cobertores de algodao a 500 rs., camisas
francezas, a duzia 161000, corles de cassa do
barra a l?600 cada um, e outras umitas fa-
zendas na mes.na proporQlo.
rioho do Porto
de 18&7.
No armazem de Jos Joaquim Das Fernan-
dos, becco da Madre de Dos ti. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas de
urna duas duzias, por prego eommodo.
VSnde-se um excedente cavallo com
todos os ailares, e um sellim inglez, novo,
da undicao Lovv-Md r,
rua da Senzala-Nova n. 'l.
Neste estabelecimento continua a liaver
u.n completo sortimento de modulas e
meias moer.das para engenllO, macllinai
de vapor e taivis de Ierro balido e coado
de todos os tamaitos para dilo.
.-.'.,.;'""'.'''..'...'. ,->'. <> i'-i
..-..-._..... ....... -.-....-.,-;.?.;..--......-...'
*'c3 Em casa de Eduardo II. VVvatt, .;';-
rua do l'rapiclie Novo n. 18, lia Re-
para vender : i'-
I piano Corte, novo e elegante de ';
fabricante afamado em Londres. j
Grava ingleza n. 117, deJJav ^\ -';
Martin. -'.
Tinta de escrever do fabricante ';
Arnold. ;';.
Tintas em oleo de varias cores. ^
Cubo8 (la llnssia '!
1.i'\ stalleria. f'/u
Agurdente de Franca emba- g
ri8-.
Vinho Sclierrv dilo. ;5J
Fruclas ein conservas inglezas. :j\
Papel para cartas.
I.ivios para copiar dilo. ;_.
Candieiros de candelabros de
l>ioii/.e.
Veo em barra para molas de
carro.
Eivos para carro.
Chicotes para dito.
Relogios de duro cobertose des- ty.
He Hiiiilo b .i ato.
Vendem-se duzias de facas e garlos de ca-
bo de marlim de boa quhdade a 10^, ditas
dilos de cabo de balanco muito linas a 6^,
ditas ditos cabo rolico e oitavado a 3, du-
zias de coliieres de metal principe 1 3g ,. (;,.
dilas de metal mais ordinario a 8110 e I-40U,
e outras mullas cousas que se veode barato,
na rua do Queimado na bem condecida luja
de miudezas da boa lama n. 33.
Pam ciue*. rstiver de liit.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nbeeida luja de miudezas da boa lama 11. 33,
voltas pelas linas c ordinarias, ricos alune- ;
les, ricas pulceiras, e ricas ro/etas. tudbdoj
melhor gosto que se pode encontrar e por \
pceo que nao deixara de agradar aos se- :
nitores cumoradores.
Mi
e
dio 11
UNGENTO HOLLOWAV.
lares de individuos de todas as nacoc-s
dem teslemunhar as virtudes dcsie teme-
comparavel, e prova em caso nrcmni
no, que, pelo uso que delle lizeram, lem seu
corpo membros inleiramenle saos. d.p< is
de liaver enipregado inulilmenle outros tra-
ta men tos. (;ada peMOi poder-ae-ha ronmi-
* curas maravillosas pela leiluia
4l. i- ," v.b uiaraviiiiosas pea leiiuia
\\*A ii\ta fifi Slll P: Peridicos que Ih'as relatara lodos ,s
llVCt II ? I d 11 el IPi/" *-> t das ha mullos anuos; ea maior parle del
' 1 'as sSo tSo sorprendenles que admirara os.
VCIKle-.se (1 IIIHIS l)a ral O mdicos mais celebres. Quantas pessoas re
-.r


%
O
?.;.-
+
j>os>i\'i'i :
Crosdcnaples preto muito bom, o
covado
Canto preto muito lino,
para luto.ocovado
Sarja pela despatillla, o covado
GorgurSo preto muito lino com sal-
picos, proprio para rolletes, o
covado
Casemira pela lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Lencos [netos de seda para grava-
la, inc.io lenco
Metas pacta* de seda muilo supe-
riores, o par
Peilos muilo linos para camisas
Ditos de linho muilo superiores
Casemira de qnadruibos pretos
muilo lina, o covado
Corles de colletes de lustao
lulos de ditos de dito lino
Dilos de (Jilos muito superiores
Crosdcnaples de seda de lindas
cores, o covado
'"i les de vestidos de lazenda de
seda muilo linda
Sclins liso de cores, o covado
Mantas pretas de lllii bordadas de
seda
Veos pelos de fil bordados de seda "o$OUO
amuraias adamascadas, propriaa
cobraran com esle soberano ren.cdio o uso
de seus bracos c peinas, depois .-e ler per-
j maneado longo lempo nos hospilaes, ond
>gm\01 deviam soflrer a ampulac3o! Dellas ha
mui-
proprio i Us' 1ue navendo ieixado esses asvlos de pa-
960 ; decimenlo, para se nao subnieiterem a essa
lr-800 operagao dolorosa, foram curadascomplela-
mente, mediante o uso desse precioso re-
| medio. Algumas das laes pessoas, na efusao
1.-001 de seu recoubecimento, declararan! estes re
-.-.nuil' sullados benelicos dame do lord corrtge-
3#0OO dor, eoutros magistrados, alim de mais au-
leuticarcm sua aflirmaliva.
1#000 RlogHO desesperara do .'estado de ua
: saude se tivesse bastante conlianca para en
2-000 saiar ustc remedio couslanlemenle, segiun-
jOOdua'6um lempo o tralanienlo que neressi
1/200 ilasse a alureza do mal, cujo resultado sen
provar ineonleslavelmenle : Que ludo cura !
UlIOO nguenlo he mtil, moi pariin.rmenle
500 1
1*0001
1/600
2.-000
18000
. noO
.12-000
O
cobertos.
Alporcas.
t:aimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras,
lijares de cabeya.
das costas.
m dos membros.
Enl'ermidades da cu-
lis em geral.
l-.ulci midades doanus
hu seguMet cutor.
Inttammaiao da m*
triz.
para cortinados, pecas de 2o varas 7/0001 ruPC0es escorbticas
200
'a
Compra-se uma casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Santo
Antonio, 8. Jos e Boa-Vista : trata-se na
rua Augusta 11. 17.
Compram-seen'eclivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aceces das diversas compendias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se garrafas vasias, sendo
limpas a 80 rs. cada uma, e lambem se com-
pra ni diarios ou jornaes a 100 rs. a libia ;
na rua estrella do Itosario 11. 1, taberna de
Antonio Domingues de Almeida Pocas.
Compra-se um bonito papagaio con-
trafeito e paga-se bem : na travessa.do Quei-
mado n. 1.
Compra-se urna marqueza de amarello
e uma cama em bom estado : na rua da Pe-
uha n. 1. terceiro andar, das 7 horas s 10
do dia.
Coirpra-sc uma escrava moca, cjue
coza bem, engpmme e cozinhe: a tratar
na rua do Trapichen. 14, primeiro andar.
Compra-se um escravo de 20 a 40 an-
nos, que lenha boa conducta: a tratar na
rua Direita 11. 91, primeiro andar.
Corapram-se 2 cscravos de 14 a 16 an-
nos: a tratar 110 escriptano de Jos Joa-
quim Dias Fernandos, rua da Cadeia do Ite-
cie.
Precisa-sc comprar para uma cncom-
menda, dous casis de saguins, e paga-se
bem : na rua de Apollo, armazem n. 13.
W -.. .^ -5. '& k ... ~<&WW .V -^ .;:
Farinha de Tri-
este
S&SF.
( Verdadeira)
Pelo navio BLOOMR chegarau 3b00
barricas desta acredilada farinha : ven-
de-se nos armazens de Tasso limaos.
.4ogrio*i de patete
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco razn vel.em casa de
por preco coinroodo: a tratar na rua do AirgusloC. de Abren, na rua da Cadeia
Amparo, em Olinda, casa ao pe da escada I do Recile, armazem n. 36.
que sobe para o adro da Igreja de N. S. do
Ditas para Cobertas, de bonitos pa-
droes,o covado
elem disto da um completo sortimento de'
fazendas linas e grossas, que vendem-se por 1
presos lao cun modos, que ninguem deixa
ia1 de comprar; assim como edapeos do;
ille muito finos, que se vcndein
a*
Fstulas uo abdomen.
I'naldadc ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Ceugivas escaldadas.
, luchaies.
nos que em oira paite : na rua do Queima- ^llamma<;ao doligado
do n. 22, na :.cm coiibccida loja da boa fe.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se lilas de veludo piolase de co-
LeB
Mana das pernas.
dos peilos.
de olhus.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Uueimadelas.
Sarna.
SupuracOes ptridas.
linda, eoi qualquei
parle que seja
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das rticulacoes.
Velaa torcidas ou no
dadas as pernas.
da bexiga.
Vende-se est ungento uo estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, ablrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
res.eslreilas e largas, lisas e a'berlasde mui- Ira* P"8*05. encarregadas de sua venda era
to bons guatos, pelo baralo preco de 160,1 ,." America do Sul, llavana e llespanha.
320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Oueimado Ve,,d-se 80brs. cada bocelinha,contera
uma lUsiruccao em porluguez paia explicar
o modo de Tazer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum.
pharmaceulico, na rua da Cruz o. 22, em
Pernambuco.
Amparo.
Atv
nyao.
Isaac, Curio S C, rua da (;ruz n. 4!l, mide se
pode lambem saber as conveniencias, que a
e, compra-se ctlectivamoute larlaruga, e; companhia olVerece aos segurados. Para la-
aga-se por mais preco <*o que cm outra cililar os seguros pequeos, acaba a direc-
eao de dar ordem para que as apolices se
paguem por 500 res [cada uma.
o0A.
Confeitria.
xou de ser seu caixeiro desde o dia 18 de le-
vereiro de 1857.
Na rua AugusU, sobrado junto ao vi-
veiro, com frente ao cliafanz, prucisa-sc alu-
gar uma escrava que no seja de rua, e que
saiba coser e engommar.
Aoaaiiittiitets do bom gosto.
Sao chegadas loja d-j chapeos dosel do aUdiu, e sendo uo mallo, leve-o a Apipu-
aterro da Bua-Visla u. u>, as mullo afamadas eos ao .ir. Antonio Flix.
e nbofoaas temburas, em boceiinhas, pro- Mano l da Silva Vilarinbo, subdito
prias para azer-se presents, chegadas ulli- portuguez, ieliru-se para o llio de Janeiro,
o que faz publico e-u cunformidade da le.
f&ttiJton&
taode Lis!>.
Vende-se rape fresco, chegado agora de
Lisboa : na praca da Independencia, n. 3,
loja.
Aitcncao a<; bom e barato
Na rua larga do Rosario n. 32, da para se
vender urna porcSo de madeira de cedro pa-
ra caixas de charutos, uma balance grande
Vendem-se 2 carrindos de 4 rodas para o
servico da all'andega, novos el bem construi-
dos : a tratar no aterro da noa-Visla n. 55.
Vendem-se duas moradas de casas em
Olinda, uma na rua do Amparo, com quintal
soffrivel e murado, cum exccllentes comino-
dos pet-a familia, c a uulru na rua du S.
Francisco, com grande quintal e cacimba
com agua de deber : quem as prettnder.di-
rija se a casi da rua do Amparo ao "| (la
escadinba que sobe para o ladro da grfc^i V.e
N. S. do Amparo.
D
de rap prineeza da fabri-
ca de ELGasse, no Rio
de aweiro.
Vende-se a preco commodo rape lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. 49.
NO p Vende-se um completo sortimento de ri-
cos corles de cassa de cores e pelas, com 7
1|2 varas a 1#600 cada um, dilos de chila,
fazenda muito lina a 39000, chitas de cores
e preas a 160 o covado, e outras muitas fa-
zendas boas e baralas.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente, chc-
gada, assim como potassa da Itussia verda-
deira : nai praca do Corpo Santo u. 11.
Moinhs de vento
com bombas de rei'uxo para resar borlase lia
la de capirtf: na lundiean de D. W. Bowman
na raa do Krum ns. 6. H e lll.
Em casa de llenr. lrun- Jt Companhia. na
rua da Cruz 11.10, veiide-secesoaceineaixiabas e
duzia.
FARIKBA
rUnBamiQ
r
Vende-se em casa de Saunders Brothers j\ C. 11
prara do Corpo Santo n. II. a malla superior e bem
conbecida fariuba de Trieste, da marcaprimeira
qualldadecbtsada em 9 do correnle na escuna
I'feil., em porcoes grandes e pequeas,conforme a
vonlade do comprariur.
TAIXS PARA ENGENHO.
' i ferro de I). W. Bowmam ua
ru .., passando o chafariz, contina ha-
tve. um completo sortimerio de taixes de ferro fun
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocc<>, as quaes
acbam-se a venda,por epreco commjdo com
na loja de miudezas da boa fama n. 33-
Boa fama.
Vendem-se superiores macas para condu-
cho de roupas em viagem, pelo barato preco
de 5, 6, 7 e 8? cada uma, galheteiras com
todos ( s vfdros necessarios a 2?, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver c guardar todos os pertences, proprios
para viagem a 8, 10, e 12- cada um, costu-
reras riquissimas de Jacaranda rom os re-
partimentos forrados de seda e com muito!
gosto a 4, 5, 6, 7 e 8f>, penles muilo linos pa-
ra alisar,propriospara crianzas ou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do melhor goslo que
se pode encontrar a l2g, ricas cruzas de cor-
nalina, carteinnhas para lembrancas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinctes com todas as lettras do
abeedario, sinetes proprios para n"norados,
ricos fraseo* par cfma de mesa e outras
mulussimas gelaotarias, tudo muito fino e
de muito bous goslos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sorlimenlo, que sem-
pre existe neste estahelecimenlojiBUirriic
ra de ter cm que eiiipi-^u^^iwtrfissiirio be ni
o seu dinlieiu^i^-Tua do Queimado na
bem coubaialK^Ti ile miudezas da boa la-
asa i, 33.
liic.ts fitas finas e uioders
mts dos nielhores gostosl
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimado n. 33e por presos que naodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende baralo e ha muilo onde es-
colher.
Escovas e todas as quali
dad s
Vendem-se ricas escovas inglezas paia
roupa, o melhor que pode liaver e de nova
invrnciio a -, ditas francezas muilo boas
a 13. 19500 e 2-7:000, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas a 19*00 e 2, dilas para den-
les inglezas e franoezas a 400, SO0 e 600 rs.,
dilas para un lias dita dita a 240, 500 e 19, e
oui 1 as,1 nalidades mais baratas-, que ludo sC
vende lia rua do yueimado na bem conbeci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
YENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na rua do Queimado loja da boa fama
n. 33.
Jkffiecas francezas.
ndem-so bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias iqualidades a 15200,
i-6t)H e 29, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cartas para jo Vendem-se baralhos de cartas francezas
muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara.
Iho, ditas portueuezas muilo finas a 32" rs..
na rua do Queimado na loja de'iiudezas da
boa fama 11. 33.
Ociilos e lunetas de lodas
as qualidades.
Vendem-se superiores neulos com armac.'io
Por Jess
Faz admirar
Quem pitada tomar
Alcalrao de carvao,
Lonas de linho.
Esponjas.
1 Drogas.
Uo l'lllllO de Gal iJllil II US Algodao hzo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Baha
Vende-se o'-'superior fumo de Caranhuns,
lano em grandes porees como em pesos
pequeos defronte da matriz, da ItoaVista-
11. 88, taberna da esquina do Hospicio.
amadas e <>rad s.
Lm lindo e variado sortimento de niodel- de tartaruga de lodas as craduacOcs a
promptidao: erabarcam-s oucarregam-se m car | |os para vanadas e gradaras, de goslo mo- ditos muito bons com armacOea dourauas
ro semdospezaaocompraaor. deriiissimo : na funican da Aurora em Sao- '
Em casa de Saunders Brotliersoi C pra^a ; lo Ainaro.e no deposito da iiicsnia, na rua do
do Corpo Saniou. 11,ka para vaadar o laguiBla a i'iuni.
SSXL. Gouro de lustre marca de
casteu.
Vendem-se pcllcs de couro de lustre de
muito superior qualidade a prer;o de4te
4^500 : na rua do (jueimado, na bem conbe-
cida loja de miudezas da boa lama n. 33.
Lu vas de varias qualidade
E u*. completo sorlimenlo de fazendas proprio | vendem-se ricas luvas de seda de lodas as
res, cobordadas e coln dollas a 2i o para
dilas sem ser bordadas brancas e amarellas
para aste mercado tudo por prero commodo.
t'otassa e ca
..,... ...Un uuiis uioi aruiaques nuuradas a
I92OO, ditos dilos com armacoes prateada,
15, ditos ditos comarmaco de ac a WKt
15, lunetas com armacSo de larlarogaa is,
ditas redondas equadradas de baleia a 50"
rs., dilas de dous vidros armacSo de baleia
a 15600, e outros oculos mais que se venden
por preco barato na loja da boa fama na rua
do Oueimado n. 33.
virgen
se cunen-
lo milito barato e bom, pelo precio do
7s,"00 a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' reeolliido : na rua da
Cadeia de Santo Anlonio n. 17.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-1nero" e 1 virgem dt Lis|)0a e,,, pedra
dade : na rua da Ladea do Hecife, loa!. r
n. 50 ittldo a precos muito l.ivoraveis, com os: Vendem-se resmas de papel de peso do
-- Vendem-se terrenos para edificarlo na quaes licarao os compradores salisleitos. uielhor que he possivel haver a 63, dilo in-
becido deposi-qUill'Uau,-'s m:'is que se vende
toda rua da Cadeia do Recile, esonWlQ"ei'^""^mco"hwid< toi"
zas da boa lama 11. 33.
Noantgoeja' bem con
da rua da Cadeia ilo Rt
rio n. 12, lia para vender milito supe-i'."^
rior potassa da Russia, dita do Ric de Ja- '
--- Ainda conlinu a a estar fgido desde
o dia II de Janeiro o pelo criouio ja por
vezesannuncido de none Jos, com pan-
. nos no rosto, costas colladas e tornozelos
para homeiis e senlioras a 15, 19200 e I9S000 botados |iara lora por o.ausa de bobas, lem
ditas de lio da Escocia brancas e de coiesi 9ido visto de Itapissuma para Iguarassu e
para bomens e senlioras a 300, 400, 5U0 Tabalinga acoulaJocom BSM pretaque ven-
600, dilas brancas e de cores, de algodao,! ^e 'al : *erl recompen ido quem o levar
pioprias para montara a 240 e 320 e outras ru* Oa Guia, (alema n. .
na rna do Conlinu'a a esta, fgido o escravo
a de miude- ; Antonio, Cassange, de idade 36 anuos, pou-
ar;i
escripturios
e car to-
rios.
esmas de papel de
co mais ou menos, rom os signaes seguin-
les : altura regular, cangueiro no andar, cor
preta, roslo redondo, sem barba, costas lim-
pas, rdeio do corpo, conversa pouco, foi es-
cravo do finado Laelano Con^alve: da Cu-
nda, e fugio no mez de juldo do anuo pr-
ximo passado, suppoe-se adiar agasailiado
con, 10 ,1 12 arrobas de pesos, e juntamente I estrada do Mangumnido, :1o do liecife, lado \. O. Bieberdi C, rua da Ci uz n. i. 1 feror pouca cousa a 33 e 355U0, dito paque- por alguem, para as partes do sul anata oro
8 fardos da fumo da cana Ao RB......j.c. \i ,...,,,1 1.,. in muitissimn finn i.--,ilo a aiin ui .,..,. l ;,i... ... ..'__. ^1 u piu
8 fardos de fumo do capa de Bastos 11
lazendo-se lodo negocio, tanto a dinheir
como a prazo.
Ven.iem-seO ate 60 acedes do cami-
nho de ferro: quem quizetappareca no lar-
go da Assembla n. 6, que achara com quem
tratar.
Exilados e sahoneles
Em riquissimos vasos
l'ara adornar l,nicles.
Precisa se de um bom amassador e de
um bom tornen o para uma padaria foru daiditada
cidade urna legua, dando-se bom ordenado : |o\as, sardinhas, vinho sup.-nor de lior-
quemseae.|,aruestascircumslancias,a|pa- l|eauN (;m caixas d d
reca na rua i|a Florentina n.O, que achara
com quem tratar.
esquerdo, junio as casas do Sr. Manoel l'e-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente OS que o comprador quizer : a tra-
tar na roa da Cadeia do liecife n. l, ou com
los Baplisla Ribeir de Paria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se painco muito proprio para
canario do imperios 100 rs. a libra: dcfion-
uso, e novamenle reparado, por preco bara-!te d* Rel,ca' 28.
to : na rua do Vigario n. 22, se da rao infor- ,. ~ 7" "," V*Y"\ "' ,9, ?"'' *ndr, van-
m.cAo de-sevnilio 'le Pono il.siipenar lalidade da
Vende-se um piano inglez cm meio
Furtaram no dia 23 do correute, pelas
8 horas da manliaa, da rua da Cadeia de San-
io Amonio, um cv.illo iuc,o, cego de um
olho, aleado do quarlo esquerdo, com urna
carga de 18 saceos de carvao : quem o pe-
gar, se for no Itecife, leve a cociiena do Sr.
mameule da lurquia ; cheguem, ireguezes,
que se vende baiulo.
O abaixo assignado perdeu de Man-
cla ate.Mussupe, urna nola de 2OO9000, -ele
recibo de 350H)oo, eniiegues ao Sr. Malvei-
raejn 12 do correnle. O abaixo assignado
lem certeza de que lora adiado esse diuliei-
ro, e quem o acbou, quereudo restituir, p-
de-o fazer ao abaixo assignado, ou a qual- buscar a casa da mesilla Benhora, na i
quer dos .Srs. coronel Maraes, lenente-COio- Iraz da matriz da Boa-Visla n. 2V, as
nel Ar-ruda Cmara, niajor Manoel Juliao ; e
no Itecife aos ms. Manoel Ignacio de (Jlivei
ra, Joaqun da .silva Castro, Antonio Jorge
Guerra, F. G. Pedresa, que recebera too^uoo.
Agua-azul 17 de levereiro de 1857.
<\nlonio Luiz Per eir Palma,
lanos Mana da Go'iceifSo paga in-
rontineiiie qualquer divida'da fesia de s.
benedicto da Boa-Viagum, onde he mora-
dora.
- I'recisa-se de nina ama para tratar de
um menino : na rua do Eivramenlo, casa 11.
20, segundo andar.
- O Sr. Joio Antonio eixena tem urna
crita viuda do Porto, ua refiuac&o do pateo
do Para izo 11.2.
Precisa-se de un irabalbador : na
1 ua lu ciia 11. 24, padaria.
Js donos das casas de Olinda, en que
esleve passando a fesla a senbora l>. Leonor
lielmonl, quuiram ler a bondade de mandar
rua de-
chi ves
das dilas Casas, visto (que a mquilina u5o
macoes.
Vende-se champanha da bem acre*
a marea Estrella, ero fjijjos e ein
ii
luzas.
necessila mais dellas,
pelos aiugueis de boje
Ilcinaiuino l'err
gal Ira lar de, sua sau,
nein se respousabilisa
por dame
Cira Lima vai l'oitu-
e deixa por seus
s, em primeiro lugar
1 aojar como feit
bstanles procaradon
Manuel deSuuza lavares, eui segundo A-
delo Antonio Ferrein
Alves da Silva.
, em lerreiro Kezendo
O inoi;o portUf ne/ que se.desej-i ar-
can,o aunuicioii ncsle
Diario de23, quena lliiign-se u fuinlirao
da Aurora, cm sanio Amaro, para tratar.
arenqiies,
alvaiade e verde iancez: na rua ilo
Trapiche n. II, tudo por prero com-
modo.
Vende-se uma negra mora : :ia cam-
lioa do Carino n. 19, segundo andar.
Vendem-se duas casas na rua da Bi-
quinha dos Quatro cantos, na cidade de
Oliuda^em chSo proprio, bom quintal, ca-
cimba, sendo tudo de lijlo e cal, por preco
commodo : quem as pretender, diri a-se a
rua Imperial 11. 63.
Vende-se um preto ladino, de bonita
figura, idade 2G anuos, encllente conducta,
bom canociro cco/.iuliciro, eutenle de tor-
near, e lem ortica de lodo o servigo; tam-
bem he caiador, sem vicios num achaques,
e c motivo por que se* vende dir-se-lia ao
compra Sor: a l atar na rua Imperial, se-
gunda casa depoisda fabrica de ssbao.
Vende-se uma escrava moca, de naci ,
a qual he perfeita COZiihcira e engom.na-
deu-a, eo motivo da venda s; dir ao com-
prador : na rua da Aurora n. 36.
ATTEXCAO*.
VenJe-se nina bonita negra moga, saben-
do cozinhar, engommar C lavar, e de boa
conducta : quem a pretender, dirija-se a rua
dos Marlyriet* 11. II, que la se dir.
Arados a>: ferro
Na fundicSode c. Starr& Companhia, em
sanio Huaro,aciiam -se, para vender ara dea
de ferro de iinf n,o,lello e conslrucgao muilo
superiores, ~
penori|iiRliilade da bem
eonhecida marca GW em pipas, barrise cainas de
orna e dujs daziasda arralas.
VINHO l>(> PORTO GENUINO.
Ven-ie-se npliino vinho lo l'orlo em barril d
quarlo e oilavo, por prreo razoavel: na ruada Ca-
daia do Recile 11. 13, escriptorio de Hallar -^ Oli-
veira.
Alffodoziuh
ta BahH
: vende-se em ca-
C, rua da Cruz
pura saceos de assuca
sa de N. O. Bieber 01
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixade 2 duzias p era barris daoil vo, re-
CMleoteoUehegadopelo bripue,.Trovador..;vende- hasemprc omgraqdesor
vcndein :
Lanas da Russia.
dem inglezas.
lirinzao.
ib i ns da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assuca.
le muitissuno lino a 49500 e c, dito almacol vine a : a pessoa que o apprehender
grave e oiarflm a 4;, dito ilmaco muitissimo gratificada com 1009OO11, que bs recebera na
Lm casa de llabe Schuicltau 6i Companhia,
rua da adeia 11. 37, veudem-se elegantes
pumos do afamado fabricante Traumauu de
blamburgo.
i
,. n- 1 ., uueu. der
lanc,a ooo rs., duzias de lapis muitissimo h- nolicia do mesmo esciavo com MOMO
.nos a 320 rs., ditos proprios para riscar Ii- Fugio de bordo do brigue brasileiro
vrosa btlOrs., canelas de osso torneadas para Melampo, na noile o da 8 do conente um
peonas de ac a 120 rs, caivetes finissimos 1 negro de nonie Marcelino, nacSo Cabi'nda
de uma aquatro li.lhas a 1, 2, 3, 4,5, e ou- altura regular, secco do corpo, rosto con-
tras niais cousas que se vende baralo ; na I prido, barba serrada c cria suissa, com falta
ruado Oueimado na bem con hccida loja de | de denles na frente, e consta andar vertido
miudezas da boa fama 11. 33,
\7
^HliSIO m m:.
DO
UPE
NAFLNDICAO UE FKKR UO ENCE-
NHEIKO DAVID W.BOWMAN, ^A

"
fc
a uiiiranienlr- ., ariiu/eni de Barroca A; Castro,na jaetogdeoiecbann6spropriosparaeiifceilos,asa- quesefaz opreteali aviso.
'i .1 1 I ,1 ;i .1.. ", ii ,, '
rua da Odeii do Rccife n.
AVISO
aos ferreiros.
F P0IRIER,aterro da Boa-Vistan. 55
Tem para vender a vontade do com-
prador
CRYO D
de Drimeira qualidade,
mo do.
ber : nioemlase meiaa ilioendas da mais moderna
coDSlroccfio ; laizas de ferro rundido e balido,dfi
superior qualidade e de lodosos lamanhos; roda
dentadat para agua on'animaes, de (odas as propor*
cues; erivoa e bocea s de f orna I lia e reislros de bo-
eiro, a^uiu'.es, lirn/.es. par a lusos ecavillies,moi
nhos i'.e niaudioca.clc.el-
NA MESMA FL.MJICA'O.
eeveculamt edasaseacomoieoda com a superio-
, ridadelcuohecida ccom a devidapretteaacatD-
inoddadeeni prero.
I ugio no dia 21 urna escrava de 1101111
Delphina, de nacao Angola, com os aignaca
seguinles : altura regular, tem falla de den-
les na f ente, leu os dedos dospes junio o
mnimo mais pequeose levantados, levan
vestido oe cassa azul, saia branca e panno
da Costa de iiialanie ; roga-se aos scnhoie .
capilaes (le campo que a apprehcudan c h>
, veni a casa de seu senhor na rua da praia de
(Santa Hila 0.85, que scro generosamente
PEORA
or prero com-1
n
.C,
)&10S
o
rolierlup e decnIiertos, jiequen.is e eran ps, de ouro,
piiciiie Inglvlf jiarn liouirrn e *eiilnii.i, iie um los
111 Ihore aliriiMiili-. de l.jverput'l, vin uis pelo ulli-
010 piquele uiuiez : em eaM di Suullialt Meliui v\
CuiDiiaiilua, rua doToTTM P. 38.
BADSJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios la-
manhos pelo baralo pceo de 1/500, 2f500,
Queimado loja de
39300 e4- :
niudezas da
na rua do
boa fama n. 33.
IMPORTANTE PARA OPIMICO.
l*yra cura,le pilvsiraem lodoM.sseus diflerea
es x aos, quer mol iva da por consl i parees, losse
Hslluna, pleuri/.escarros de saniiue, ddrde eos-
lados e peiio, p;:lpilfl(;."ui nocorar;ln. eoqucloehe
Ibroncliile, dorna garganta, e (odasatmoleatia
' dosori;aos pulmonares.
SAO' MllTO LINDOS.
Ricos corles de vestidos de fazenda muito i
i lina, toda de seda e de um gosto muito >.pu- recompensados."
i a lo, chega los pelo ultimo vapor vindo da i lugma 21 de feverciro, Manoel, crmii-
IEuropa, muilo proprios (.arabas senhoras del lo, (jue reprsenla ttr 30 anuo, alio, ch-io
bom gosto, assim como chitas francezas du corpo, fecOcs grossas, aito de dme
I muito linas matizadas com lili las cores : que xaes, ar alegre, regnsta, quebrado, lem
I dao-se amostras na rua do Queimado n 2* os ps torios para dentio, quando anda, por
na loja da boa fe defronte da da boa fama, causa da lorio a dos pos, ginga cota o c.r-
PAItA QUEM TEM BOU GOSTO. po, lie cozinheiro e tem geilo para qualquer
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa fe, I servico de casa ; lev .u c. ni isa de riscado e
I ba um completo sorlimenlo de grosdenapo- calca azul, mas he de suppor que Taca uso
le de seda de lindas cores; aproveiti.m antes I de outra roupa : qualquer pes-oa .i t ... .-i ,
linos com ricas i que se acabem, que a fesla esla coro nosco, pegar e levar a sua seiilmra, viuva di> i.ruz.
LEQDES FNtS.
Vendem-se lasques muitu linos
pinturas, espelboe plumas a 2#, 31509e 4/ lassin como cha eos do i.hile muilo finos,
Di rua do uueiniado luja de miudezas da que se vendem por meuus que em outra
boa lama a. 33' i parte.
na na do Calinga, que sera recompeusade.
l'EKN. : TYP. UE M. I. E I..AMA HK

MUTILADO



com paleto, e calcado -quem.Q negaf l^yct'
ra bordo do dlrOTrirTo, junio ao cas do Pas
'seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manuel Alves Gueria, na rua do Irapiclie u
1 i, que sera bem recompensado.
No mez de jttllw do annno passado au-
sentou sedo eiigenbo Xangua, o escravo ca-
bra, de nome Regmaldo, buixo, moco,
, lem uma cicatriz no queixo : quem o prgar
ou delle der noticia, drija-seao escnplouo
Foi Iraniferido o deposita dctle jarope para a bo de Manoel Goocarres da Siiva, na mi., da Ca-
KlA DU Ulil,.M,rASA.MJU u OUA- ica ,ie jse da Cru/Santos, na rua Nova n. .'.:{. dla do Hecife, ou no dilo eiigenlm com
FARIZ, garrafa 5S500, meias 3;000, sendo falso toda 11 ra.cuco le liamos Wandeilev qu eta
.iinenlodos euuiules o aquello .jut oaofor vendido nesle leposilo ,palo reculiipeiisado.


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