Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07717


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNOXXXIll N. 44,
Por 3 mases adiantados AfjOOO.;
Por 3 mezes vcncidoi 4^500.
TEMA FEIKA 24 DE FEYEREIKO DE 1837.
Por auno adiantado 15j>'<)00.
Porte franco para o subscriptor.
ElMCAHREtiAliOS DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE.
Parshibi o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; NaUl, o Sr. Joa
quim I. Perei" Jnior; Aracalj, o Sr. A. da Lemos Braga ;
Cura, o Sr. I. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
Suea Rodrigues '. Piauhr, o 8r. Domingo! Hrculano A. Pessoa
esrsoie ; fara", o Sr. Justino J. Ramo.; Amazonas, o tr. Jer-
nimo
da Coila.
PAUI1IIV DOS CORR&IOS.
OlincU : todos os da-, a 9 racia Inra* .(. tli.i.
ludr.i^-u, GuMMI l'auliitii : nal >gaada 1* **l i--:,-it...
S, AiiKm. Ueiern*. Boaito, ^ruatu, Alunho > <.n-.mli m*: terc^-lbn
S.LtMreofO Pa-dMHo, Katarea, L.ni.-tr.. Mr:,... PcMwra, lam-
lein. Florea, Villa-Bella, Boa-Y i I a, Orirur Em bu qMrUs.form.
Cabo, l|"-iui. >.'fniitem. Rfo-Fomoa*, L'm. Barreiru, Ag 1-P1 11 ..
I'imi'iil'-irasi e N-u : '.lainUa-feira*-
iTudot o corre o* par (ca as 10 Iran dnli.it." |
AUDIENCIAS DOS TIIIIIEXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- segundase quintas.
Relaerio ; tercas-feiras e sabbados.
Fazenda ; quarl.s e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : ferfiiodas as 10 horas e quintas ao miio-dia.
Juizo deorphos : segundas e quintas as 10 horas.
rimeira vara docivel: segundas e sexias ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
6PUEMERIDES DO HEZ DE KEVEREIRO-
1 Quarto creseenle as 6 horas e 1 minutos da tarde.
! Lua cheia as i horas e 33 minutos da larde.
17 Quano minguanie a 1 minuto da mauha
i'i Lua nova as 9 hurase 3S minutos da manliaa.
n ,., 'EVilAH DE IIOJE.
fnmeira as horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as i horas e li minutos da manlia
DAS DA SEMANA.
23 Segnnda. Ss. Lzaro. Srrviim c Primitivo Alui.
2 Tcica. S. Malinas ap. Ss. Primitiva, M. man,, Alm.
23 Ouata. deCiuza Ss. Dezario c Dioacoro Mu.
2 tjiiniia. 9. Torattoare. m.; Paustioiano b. m.
27 Seiu. Si. Anliguna, Curso e llosa soldado Uros.
28 Sabino. S. Kuiii.ii> ab. s Cere.lis ni.
1 Domingo. 1. da Ouareeiua 5- Suilberlu, Kuducia. Al.
P A RfH' R'S'J'f^ SL tC memora" luns, que fazem parle desla corresponden- Por exemplo, nesla quesillo de Serinhaem, v
a* am^aa a f %MK / AWflaflLjM caaclmenle o numero de Africanos importados se que Cowper, nosso cnsul em Pernambuco, se
ENCARREGADOS DA SI 1S< KiriA m sil.
Al li.ni, u Sr. Claudino Falrao Das; Babia, o Sr. D. buprt
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Percira MarlinV
EM PhllAAJIliLCO
O proprietario do DIARIO Manuel Ficueiroa da tana.
livraria. praca da Independencia ds. 6 e 8.
COMMANDO DAS ARMAS.
artel general do ominando dai armas de
Peraimbnco na cidaMe do Recite, em '23 de
farerelro de 1857.
ORDEM DO DA N. 42:1.
U Reueral, eommandante du armas, faz publico
para indiligencia d.i euarnirao e fins ronvenienle',
que o ijoverno de S. M. o mperador liouve por liem
parmillir, por aviso do ministerio ros licencio da
guerra', de 3 do corrent, que o Sr. alteres i corpo
do etado maior de 1.a classe, Joao Mannel de Lima
e Silva, que luvia precisan de mudar de clima, vie*-
se para esta provincia, onde se purfer.i demorar por
dou mezes Tuidos os qnaes legressaia a corle. Paz
publico, oolrn sim, que o mesmogoveruo por avi-
so de 7 larabem do correnle. foi servido delerminar,
que ao Sr. 2. cirorcio alferes do corpo de Hade do
exercilo Dr. Jos Antonio de Andrade, se paaut a
gralifcaQo de 259000 ra. mensaes, pelo lempo que
esleve encarrei^ado da enf^rmaria do presidio de Fer-
nando de Nornnba : o que tudo couslou do oflicios
da presidencia datados de 21.
O mesmo general nomea ao Sr. capillo ERrei;a-
do arma de infanlaria, Anlonin M.ria de Ca Delgado, para rommandar a forlazela do? Remedios
no presiilio de Fernando, pa.sando o Sr. alferes re-
formado Joaquim dos Santos Alves commandar
o reduclu lat'.'iiii'-ii; i.i.im mesmopresidio : no entre -
tanlo o Sr. capillo elsado continuara oo servido do
i.* batallijo de artilharia a n,em quanlo nao se-
guir para o seo destino.
Josr Joaquim Cuelho.
no Brasil nesles qualro annos. Porque he entao, | agarro! a ella como viada do co ; irou-a e revi-
peruunlaremos em tiome da julic.a e da moderar,ao, rou-a, c e'premeu-a em todos o< KQlMoi, podendo-
que lord Clarendun aineaca e escreve olas prnvo- se-llie realmente allribuir o rumpimrnto qoc amea-
ca loras l Qual sera'a causa real desla perpetua
auimosidade do ministerio de eslraoseiros para enm
o Brasil T
Mal se pode admillir que seja o Iralico de escra-
vos pois anda a (5 dejultio pascado, decUrou lord
Palmorsloii a' cmara dos communs, quo aquello tra-
ficose poda considerar exliudo no Brasil, opi-
DUo, que iiiuguein por cello con(e>(ara', vendo que
em qualro anuos apenas se itilroduziram oo imperio
-vinle e seia escravos !
Ein loda esta correspondencia admiltem os sen-
les do ministerio de etrangeiros, que o governo im-
perial seria e sinceramente envida lodos os eitoreM
para eiucular as lei, cuja suflicieocia lord Palmers-
(on reconheceu,olTerecenitu-a<,comoe de imilarem se, a Hespanlia, Portugal eSardenha.
O Sr. Jerningliam cuufes?a que o Sr. Parauhos, ac-
tual ministro dos DCgocioa cslrangeiros no imperio,
he umadversario pessoal do trafico de Africano.
Pinlam-se as cmaras como furioias ffaila da impu-
laij.io que a diplomacia ingleza llies lez de existir
uellas urna tendencia para a renovarlo do Iralico.
z-se que o principal jornal do Rio, fecha corajo-
samente as suas columnas a toda a publicarlo l'avo-
ravel ao commerciu de escravos.
ii l'elo i/ue Inca an proceder dn pretidenle ( de
Peninnibacu.) nada escreve o cnsul oglez] pode
ser mais franco, honroso e determinado... Tenho a
maior con/iam-a em que O Sr. Macido cumprir
o seu decer ; elle dectarou-mepoliticamente : Nao
s desejo ver abolvidos os innocentes, mas lambem
punidos os culpados ; e ainda que nao fosse sen.l i
para provar que muguen) temo, nem procuro o fa-
vor de nincoom, mandarei prender, anda que nao
consisa laz-loa condeinnar, os mais elevados da-
quelles, contra os quaes apparecer o menor indicio
de culpabilidade servir' i-lo como exerpplo do que
para o futuro se pode esperar de miin.
ii E, para rematar ludo, vrnosos representantes
de ambas as coras em Washington (rocarem cordi-
almeule entre si todas as informarr<, que obtem
quanto a' combinar/io para fazerreviver o Ir.itico nos
Eslados-Unidos. Apezar dislo, e em despeile de lu-
do, foi lord l.l.ir-n Ion ferir o orgolho do govarno
tmoerial, ollender a dignidade do imperador, e in-
iljnar lodo o p.iiz com as suas Mneaeaa de reuotei-
lar o rigor de urna lei volada quau lo a iti'urIhi_a .
de escravos uo Brasil suba a (iO,0(K) por anua. Onde
esta' o buin seuso de lal poltica .'
N"as orbauas e moderadas reclamarjes do mi-
nislro bratileira Hexta rrle nao ene, nlra lord Cla-
reidon senao nojjas pr,ivocar6.s para qoeslionar e
ditpular. O miiiRlerio de eslranseiros nao admille,
que posss corometler erro algiim, receber iaforoie-
rao alsuma inexacta, e paranlo Dio "pode relrart.tr
opioiaa aluuma. He elle omnisciente e infatlivet, e
as-im contiii i a insultar o Brasil..
ii No ultimo doeuriieiil desla collecr;ao encontra-
mos o exlraclo de um ollclo consular, que nao ''ei-
xa duvida, quanlo ao espirilo de que se acha anima-
do o ministerio de eslrangeiros, e que presidio i
conferido da correspondencia.
i. U cnsul Cowper ao ronde de (larendon rece-
bido a 35 de jaldo.]
ii Pernambuco, 2 de junho ile 185(.
ii Os appreheitdedores do negreiro de Serinhaem
amtinuam presos, os principis criminosos sollos, e
l!l Africanos ainda na escracidao !...u
o Esla historia lem por lim Iludir os aciales e
igneranlet, embota esleja pruvado, que os chamados
appieheudedores. ubraram na reelldade marummu-
nados com a ceule do navio ; que os pnni-ipaes ni
minosos eslavam presos ; que 163 Africanos foram
resliluidos a' liberdade ; e que o porluguez Avellar,
contra qnem se i.ao pille obler prova alguma legal,
foi Main mesmo deportado do imperio, apezar das
reclamaroes do goveruo de Portugal.
ti Recelamos ate que este ultimo documento leaha
maior Icaoce. luferiinos dclle, que em nada me-
Ihoraram as nossas rela(|0's com o Brasil ; que o Sr.
Seatlell, o noan novo minilrn, prosegue na aoiBo-
sidade e irtitaeio, que o Sr. Jerniugham Lio d lis-
crelameole suscilou, e ,,ue lord Clareudou nao a-
bandona a aua polihea de actuar a boa voulade do
governo e povo do Brasil. Se esla conclusao nao lia
errada, p-ide venlilar-se a quo-lao, e a opiniao pu-
blica na Inglalerta apoiara' lord Clarendun nesle
modo de proceder. Estamos convencidos do conlra-
rio, pois repulamos lal poltica imprudente, sem gc-
oerosidade, e prejudicial ao mesmo lempr.
ii He impos'ivel pervo.ier ota correspondenria,
ainda mesmo p/rl'uncloriamciile, sem conhecer que
a causa primordial dos eiros do mnislerio de eslran-
geiros para com o Brasil, provena des moe minis-
tros, que temos lido e anda temos na corte do Rio
de Janeiro. Precisamos all de um mu slro de raoi-
|a experiencia, grande laclo e discrirao, esobreludo
le um borneo) que ni i recue anle a responsabilid.i-
de de ditera veidale nua e crua. Em vez disto,
iem diz agem para a inexpefieucia, indiscri{ao e ignoran-
cia. II-j vinle anuos que nao man damos para all
um diplmala de repularao. e mu damos continua-
mente de representante. A consequeucia lie que os
DOMO* ministros no Brasil se acham muli i' merri1
jilos respectivos cnsules, e vislo o muco meio que o
3. Qae dos escravos que se acliavam a bordo des- cnsul ingle* lem para la nltnna embarcara*, apenas vinle eseis des- | sensacao, em neuliuma parle do munlo temos mais
apparerram, sendo estes, na phraae do minisiro i exem|ilos de e-forros consulares para se elevarem a'
brasileirn nesla corle, segundo lcmo n'om dos leus ewll dos mais caros interes'es.da Inglaterra.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SeSSO ADMINISTRATIVA EM 23 DE FEVEREIRO DE
1857.
Presidencia do txm. Sr. desembargador
Sou:a.
As 11 horas e meia da manhaa, prsenles os se-
nhures depntados Reg, Baslo, l.emos e sopplenle
Ramos e Silva, na falla do Sr. Siqueira, o Sr.
presideole abri a essao, sendo lida a acta da ulti-
ma, foi approvada.
EXPEDIENTE.
Leo-se om ollicio do secretario do merit-simn Iri-
buDal da Babia, datado de 12 do correnle. pedindo
a opiniao deslo subre a deliberarlo daqoelle, de ser
regislrado o respectivo rndalo de sociedade, antes
de Ihe ser concedida a matricula.Maodoo-se aecu-
sar a recepto, inteirando-o de qoe o tribunal segu
a seioelhanle opiniao.
lu lido um requernnenlo de Monleirn Ov Siiares-
pe lindo o registro de eu contrato social.Cun vis,
ta ao Sr. desembargador ii-eal.
Oulro de Jos Bernardo Texeira, enlregaujij>
registro do'hate tiAcarac. que fotTle'srfS proprie-
d.ide, para que fique uesoneado da respousabilida-
de, por o ler vendido a Pedro Borge>, de Cerqueira.
Com visl.i ao Sr. deemhargalor luc.
Oatro de Pedro Borges de Cerqueira, pedindo o
reaislro do hiale aAdrac. qoe comprou a Jos
Bernardo Teixeir% denominado asura Beberibe.o
Com vista ao Sr. desembargadur fiscaf.
Oulro de Tlieophilo Sevo Ov Companlija, por sen
seu procurador, entregando o registro do Male uAn-
gehea, vislo ler sido mulilisado por uaufrasio.
Com visla au Sr. desemharsa inr fiscal.
Oolro de James Hallida\ e Isidoro Bastos de Oli-
veira, pedindu resislrar o seu contrato social.Com
vista ao Sr. desembarcado)* fiscal.
Poi presenl" a cnlacau eAleial dn presos correuv
les da praea relativa a ullima semana.E nada
mais havendo a tratar, eucerrou-se a sessu.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DU JORNAL 1)0 COM-
MERCIO.
Londres, 3 de dezembro de I8ti.
Finalmente proaeocioi-M a opiniao publica alia
e decididamenle conlra a poltica do governo ndex
para com o Brasil, e a imprensa peridica condem-
ncu vigorosamenle a conduela de lord Oarendon.
Na nulo pastada exigi a cmara dos lords a a-
presenlac.ao de loda a correspondencia diplomatir
trocada com o governo hrasileiro a respeito da ques-
15o do trafico dos escravos. O parlamento foi devi-
damenle salisfeilo, mas a'puiilica(ao ilaqoelles do-
cumentos fui adiada por qualru mezes, e so se rea-
lisou a 13 do correnle. Vejam-sc porcm os benfi-
cos resultados de-informar o publico inglez a respei-
to das coosas do Brasil.
A correspondencia publicou-se a 13, eja'a 15 o
lime, que nunca dava ronla dos oegociosdo Bra-
sil pelo simples I '.co de nada saber delles, defenda
o imperio, e estigmalisava a conducta do ministerio
iuglez n'um artigo em que se elucida e comenta a
quesiao.
O Dlg Seics lambem nao licoo alraz, e exclainoo
com igoal vigor :
o lanas vezes temos discutido a causa das mu,
relares qoe exislem eulre Inglaterra, ou an'.es en-
tre lord Clareudou e o Brasil,quehoje se acha no do-
minio do publico a correspondencia a esle respeilo,
pouco na verdade lemos a acrescenlar ein reprova-
cAo a censura da linlia de conduela vilenla e ex-
trema, adoptada pelo ministro dos oegocios eslran-
geiros.
o Comlurji, nesses ioctimentossereconliccem (res
lacios de ineslimavel val nr para o Brasil :
I. Que um negreiro americano, o Martj /:'. Smilh,
aproximando-se da costa dn Brasil, fui prelado, ua
ausencia dos cruzadores inglezes, por um vapor de
guerra bra-ileiro, restiluinlo-se a liberdade aos pre
los, e parseguindo-se o capilao c tripolarao do na-
vio.
2. Que om oulro Begrero quiz penetrar na ba-
ha de S-rinlmem, na provincia de Pernambuco, all
foi appreliendlo pela polica local, com auxilio dos
propietarios vizinhos e de lodos os moradores em
geral.
ea as nossas relares com o Brasil, se lord Clareudou
nao se aconselhar mellior.
Ora, C .wper pude ser, como Jerningham aflir-
ma a lord Clarendon ler dito ao Sr. Macedo, um
acimsimo homem de negocios, qoe qoando empre-
bende urna cousa, leva-a por diaute, custe o que
costar. Mas o resultado tiesta aclividade seria lancar
o Brasil nos bracos dos Estadoa-Unidos, e tornar
inevilavel uma alliaiica (difusiva e defensiva entre
a nica monarclna americana e a repblica mais po-
derosa, o que be pussivel ; oo a concessao do privi-
lla dousdias lambem viram o Trovador na Opera.
No segundo aclo um camarista do imperador
apresentuu-se no camarn) de madame Borgh mamo,
que faz o principal papel nesla peca, e entresoullie
um bracelete que Ihe enviava a imperatriz. Mada-
me Borghimamo be uma consumada cantora, mas i sel.
lo:aMaquemma..lour,1scoll.eu na peca foi mada-! ha semp.e losar para o nobres senliinenlus. que a |.re;Io cmpletament. restaurado em I725 por
11 cantora belga ; madame j nos Franca de boje nao desm.nl. em senlimenlos Nadir-Schab, a quem deve lambem a n.ell.or" mes-
relisiosos a anliga Franca do lempo de S. I.uiz ; e quila da cida.le, e o gran le bazar, um dos mais Im-
que continua a ser chrisl.ia e guerreara como nos portantes de loda esta parte da Asia. Ai.les lica orna
lempos do sanio leie de llenrique IV. | inmensa eslalauem, na qual todas as caravanas se
Moje designa-se romo devendo substituir o arce- i podem abrigar.
I.ourens Ires vezes foi chamada fora depois do Mise-
rere do Trovatore.
Em lodas as testas que se preparain devem lomar
parte os sraos-duques Miguel e Constantino.
O grao duque Ulgoel lie esperado em Paris, deve
ir residir no palacio do Elyteo, amiga residencia do
presi tente da repblica, cuja liabilacao tinha sido
preparada para o grao-duque l.onstanlino. Esle nao
legios commerciaes por parle do Bra-il aos E-la.los vem senao depois de seu irmao se retirar. Qoando o
2
>SOYI,SDlViS(M\.
TOR RoiiKIl de Bealvoir.
VI
/ ina OOHipirvrSo.
A' visla de Paulo Natalia eslremeceu...
O grao duque pareis elar iilenUmenle asilado
seus olhos laucavm ratos. Em urna mi tinha o '*s a oral
chicle de caca conv..|si\ainenle aperlado i
|e esseorsulho absduto ; mas eslava sobreludu im-
nrewionado e enternecido pela dor singular de
Paulo...
Em. dor linbl eolio um carcter enrgico e qui-
si sagrado ; pareca a de um irmo ferido em'sug
alleicao mais sania e mais inliuia... lima lagrima de
I culera rabia dos olhos de Paulo, no qual disperlava-
se o sausuc dos czares ; elle eslava magnifico pelo
poder sobrenatural, que lieos d aos res ful'ir.ts...
Andrficoa dianle delie mulo, immovel. comoe.
f.ira cr.inniuso...
Aiolha-le. desgranado! exclamou Paulo rom
voz sollocada pelo furor, c erguendo o chicote sobre
: o joven Conde...
lina pallidez mirlal robrio as faces de Andr
Slef.nolT, o qual levuii um mslaule a mi aopuilhal ;
uqueza achava-se ja diaule delle. Por
Unidos, o que ainda he mais provavel, caso em que
esle paz nao leria muito que agradecer as proezas
diplomticas de Cowper.
" Se lord Clareudou uas suas relares com o Bra-
sil quizesse atlender um pouco mais aos interesses
permanentes da Inglaterra na America dn Sul, e um
tanlomenosa' veleidade de apoiar as vi.deliciase
insolencias dos nossos^cousules para com presidentes
de provincias, poderia anda evilar a alieuaco com-
pleta, que sera' o paradeiro natural da poltica do
ministerio de eslrangeiros para com o Brasil.
Na correspondencia em si, nada ha que possa en-
vergonhar o Brasil, da parle que Helia leve laulo o
Sr. Paranbos, como o Sr. Hervir. A nota dirisida
a Jerningham a (i de abril, he na minha opiniao, o
documento mais convincente quanto a principios ae-
raes, ao passo que os dous memorndum apresenla-
dos a lord Clarendon pelo Sr. Moreira, conlem to-
dos os pormenores acerca dos aconlecimenlos de Se-
rinhaem.
.Jornal do CommercioAa Rio.)
Paris, I de Janeiro de 1857.
Netc momento espera-se o despacho de Berna
que lleve dar a conhecer a decisaj da assemblca fe-
deral acerca da queslao Neufchalel.
Ningoem parece duvilar que a Dieta federal dei-
xar de aotorisar o conselho federal para .asignar a
lraosac{iopropos(a ; realisando-se ssm a opiniao
que toa manil'e-lci a respeilo de Neufchalel.
Pode, pois, dar-se como re-olvida pacilicamenle
esla quest.ni.
airo lano nao se espera relativamenle a oulro,
se esperam que uko lardarao a suggerir alguns
aconlecimentos jA do lado da Italia, j do lado da
l|espanha, apezar de que a teaoloajao pacifica do as-
sumpto de Neufch.'tel oll'erece mullo menos elemen-
los para uma revolucao na Italia.
Cnmtudo o principe Napoleio annnnciava lia al-
gans das, sos seos amigos,' que a uuica difiiculdade
a resolver nesle momento be a queslao napolitana,
o que sem duvida nao se faria a favor do rc de a-
ples.
O casamento do conde de Morin com a princeza
Sopliia Szoubelzkoy lem oceupado bstanle cerla
sent qu1 nao lem em que se entreler.
Anle-hotitcm pela manliaa baslanles curio.osse
dirigiram as mmediacoes da casa do maire do dci-
mo districln para saberem de cerlo do coiameolo do
conde de otorny, especlalmeole porque uaquelle ac-
to se declararla a paternidaie e a maternidad, desla
personasen).
Mas a suacuriosidade nao licou completamente sa-
lisfeila, pois que no acto-so ae declaran) os iiome,
pormenores, ttulos e qualidades do conde de Morny.
seo. que se disses-c uma s palavra a respeilo de sen
p e mai.
Digamoi, pois, alguma cousa que pode dar a ra-
*ao de semelhanle falla.
O conde de Mornv h lilln. adulterino da rainha
llorlence mai do imperador dos francezes
Pelo lado paterno ha alguma duvida, comludoja
voz publica o designa como podendo reivindicar a
honra de ser lilho do conde de Flahaot, anligo em-
banador, e boje inembro do sevn.lo.
Emquanlo a futura,he uma linda joven, que ape-
llas lem 17 anuos.
Sobre o seu nascimenlo ha quem riii;a que he fi-
Iha natural do imperador Nicolao. Sua mai fui dan*
de honra da imperatriz. Madama SzouberUkoy ha-
bilou em Paris, onde leve varias intrigas, senlo a
mais nolavel a que leve com Mr. Marlini, piemon-
(ez, anligo membro da roiisliluinle romana ; a mu-
Iher desle vive com o conde de Cavour. Ella j i ei-
eve por cunta de Mr. Hisselelf, umao do embaixa-
dor actual. Mr. de Mornv assegura por escriplura
qualro milhes St dote a sua mulher; nao he ver-
dad, ler-se madame Lahou cunsolado com lana fa-
cilidade, como se dizia, da Iraicao de Mr. .le Mornv.
Fez-llie as mesmas censuras que ouli'oia Ladv
Uouar.l dirigi a L. Napoleao pelo seu casamento
com a condessa de Monlijo. Madame Lahou escre-
veu us mesmos termos a Mr. de Mornv : quem lem
vivido com uma mulher pelo espaco de :ll anuos
nao lem semelhant.conducta ; ao que o Sr. Morny
r bado. >
A esla resposla replicou assim madama de l.abon:
u acabai, cruel, e eolregai-me os meus qualro mi-
Ihoes. )
Os bailes e feslas da curte, que linham sido sus-
pensos por causa do assassinalo do Sr. arcebispo de
Paris, va) continuar com mais aidor.
Esla noite lia grande baile de mascaros as Tuil-
lerias.
0 mperador e. a imperatriz assisliram bnnlem a
represenlacao da (.Sop|iosla Adultera.) no Ihealro da
Algerla ; esta represenlacao deviam ler as-i-tido
no dia em que foi assassinado M. Sibuur.
grao-duque Constantino esliver em Paris, o impera-
dor lenciona passar revista no campo de Marte a
cem mil bomens.
llevis eslar lembrado que doranle es uegociacues
que precedern! a campanha da Crimea, e depois a
lomada de Sebastopol, lodas as correspondencias da-
varn o srao-iuqoe Constantino como representante
do partido da guerra!
O imperador deseja por isso mesmo raoslrar-lhe
as forcea francezas.
He esperado era Paris de um dia para oulro o
embaixador persa.
O conde de Walesk) maudou alugar maguificas
casas para o embaixador e para o seu sequilo nos
Csmpos-Elysios.
II) tempus corre o boa lo de queenlre os Irah-llms
qoe devem ser lojeiloa ao corpo legislativo e ao se-
nado, ser um delles cerlo senalus-consullus, que
lem por lim fazer um augmento de 10 milhes na
lisia civil.
O ultimo realo rio de Mr. I'ould j lazia pro-cutir
esla delermnarjie.
Nesterelatono lambem se nolava uma quanlia
enorme applicada as liberalidades do imperador.
Tambera se falla em serem augmentados os mem-
bros do sonado ; esla noticia porm considera-se
muito problemtica.
O novo livro do Dr. Vcron, que lem por Ululo :
Quatro annos de reinado, acaba d. ser exposto a
venda.
He um episoMo mnito fastidioso de lodos os aclos
consummados lia annos.
Mr. Vercn, que a lodo o preCa quer que se oceu-
pem delle, maudou fazer longos e pomposos annuu-
cios nos jornaes.
O sea panesvrisla, o i Cimlilulionel, diz que a
nova obra esla esrripla com toda a independencia
de carcter, e lis cheia de malicia sem fel :
Entre oulras gentilezas que dio prova da inde-
pendencia de carcter do autor, pede que I.uiz Na-
poleao, impera ler .los francezes, srj, miineado mem-
bro da academia franceza por causa das suas procl.i-
inaces ao povo francez.
Verg.r, o ass.vsino de Mr. Sihour, Ipve uma con-
ferencia cem Mr. Laureus, o advogado que Ihe foi
nd me a 1" e.r nf/icio. Agradecen Ihe o ler tomado
oenta d sua defezu ; mas pedio-lhe qoe smente
assislisseao julsameiilo, e que Ihe deixasse a elle o
delender-se e dar as suas razes, diz que ha do de-
fender o seu crime de uni.i maneira salisfacloria.
c ollerccer sania, por ruja inlercessao escapara ao a Ferrad situada em uma magnifica plantee he a I .- O templo dr-numiiiado de Luiza Furnal,ex-
penso, uma ulTerla digna delle. eslacio principal das caravanas, que se dirisem de i la>a minado, c devia ir pelos are. durante a fjfekBI
Olercceu-lhe, poje, a sa Cruz de Legiao de llerat a Kandahar. Foi ouliora construida por I da ",e" ""'" 'I"""'0 a reja eslivee cheia de
Honra, sanlia no campo da ba.alha. Mabmoud Ghazneb, fa.lecido era 1030, a de qnem ^ J^ZZST'^SiS: 'ImoToI
tila se ve mije su-pensa ao lado du aliar. anda se admira o magnifico tmulo em (.liaznah., nhemimenio dos prhurtpan autores delle. Parece
que U df Kenlerk) nao esperando a signal conven-
rion. lo para a subtevaao g-ral se rev.dlaram. Dl-
zem de Louisville, que elles formavam ama I ja
atacando M fabricas de fundirlo de l.jf.vrlice
ll.epkiiisviile. Neslas .tu.,, cidades form.ram-se
rninuiis.es de vicilaucia para dar as primeiras pro-
videncias obre seguranra publica.
ii Tran-millin io-vo as p'iineka* noliciai de eni-'
gueria social, coja* preparativos parece xlenderem-
se a todo o sudoeste, n.lo podemos afiancar. que
nao ha), alsorna exaserarao. Pelo menos i< m ella
o lim pohlico de obler algum resultado em Wj.-
Innslon. a
A ultimas carias do Peni davam conla de un.a
nova tableeaclo em Arequipa conlra o prenidente
Ca-lilla, e a favor do g neral \ ivane-. s cidades
de Santander e And..as foram arrizadas por iiil.u.
de Indios selvaseus denominados mralos, lendo el-
les mullo muil.- dos hatnlanles, fugiodo cutios para
os bosques.
n A cidade de Ferrah de guarnecida com grandes
muralhas fortificadas, flanqueadas por qualro lur-
Eslas defezas
bispo de Paris, o bispo de Bijausoo, pessoa dolada
de espirito conciliador o ili-tinclo.
Tambem se falloo do bispo de Auch, ullramnula- res oclosonas em muilo bom eslado.
no mui decidido, e grande partidario das doulrinas
do liiicers ; mas duvida-se que o imperador se de-
cida por e-la escolba.
. Xar&o,
foram levantadas em 171!) por Alimed-Soliah-Ab!a-
|, que linda mandado vir, como se sabe, habis en-
senbeiros da Europa, esiabelecendo em todo o Ka-
boul um rjnlenM completo de pracas forles
Em I83S, as foificacOes de Perrab, muilo de-
I. ina caria particular, escripia em 7 de nuvembro i '"'ora las pelo lempo, foram reconstruidas debaixo
por um oDicial eslraugeiro, empregado no quarlel' ai directo de um ullicial de eugenheiros mauda-
general de Murad-Muza, ,. dirigida an .. Mouileur c,' (le Bombaim.
de l'Armee, .. conlem os sesuinles delalhes aceica
das operaedes do exercilo persa depois da tuina la
de leral :
' Logo que esleve senhor da praca, o primeiro
cuidado do Serdar foi enlulhar as Irincbeiras, fazer
desapparecer as obras de al. que, c de p.'.r a praca
em eslido .1. defeu, para o ca>o pouco provavel de
que os allghans vollassem em forra ; lomou ao mes-
mo lempo as mais enersicas disposices para laz.er
reapejlar as vidas, ,. as propiedades dos habitante.
de lodas as religies.
o I'res sollados que liaviam penetrado a' viva
torca no inferior de uma casa judia, para pin em
pratica exces-os odiosos, for^m pela sua ordemeon-
demnados a supplicio, sofriendo o castigo mesmo '
entrada do grande bazar. Depois da sua morle,
licou a cabeca esposla por espado de oilo dias. Este
aclo de ju-lica produzio um cfieiio salutar, a sus-
pendan o mal de principio.
Na maulla i ni mediata a' sua entrada cm ile-
ral, o serdar fez reslabelecer o aqoeduclo, que II-
ulia sido deslroi.lo duranle o silio, e ueste.Irabslho
empregou duas COmpanllia. du primeiro regimenlu
de sapadores. Apenas a agua appareceu de novo
as fonles os habitante, correram em mema as mes-
quilas para dirig'uem ao co acedes de Bracas.
o No terceiro dia, os negociantes boakbars, que
rbegavam do inlerior, vieram anniinciar a Mural-
Mirza Kan, qu" G.nlab Uai lar-Khan, lilho de Du-1
Mohammel, soberano dos afighans, se achava em
Ferrad, a' testa de ccn'sideraveis torca., e que ma-
nobrava para fazer a sua junrcao com Nelali-Kian,
um dos pnmeiros gnieraes de seu pal, que se acha-
va cm Sedj slan a' frente das Iribus do Zercb. O
serdar mandn para reconhe.imenlo dous etqoa-
dies de cavallana, que refenram asmesm.s infur-
maedes.
i Depois de ler oblide eslos novas informacii?
consullou o as'.roloso da corle, mandado para o au-
xiliar com os seus couselbos.
Esle personasen! declaren que os avisos feilos
ao gcnersl em chefe erara nados, e que elle os de-
via lomar em grande eoneideracAo.
O serdar enlao resolveu avanzar com as
.i as projimidades de F'errab admira-se o mo-
numento levantada em 1030 por Schab-Abba*, o
grande, Rusleu considerado por Iradic.lo populai,
como o Hercules Perra. Esla monumcnlu de um
lugar de peresrinasem de grande venerario no paiz.
, | Rusten, segundo a legenda que all existe, viveu 2
seculcs. A' frenla de um exercilo composlo dos
valorosos do seu lempo, defendeu Irn, conlra as
emprezas dos povos do Toaran, c da Tartaria. Juu-
to desle iiionomeDlo esla' uma u.i-cciit saciada.
As craneal populares rtl'ercm que logo que se bebe
agua daquHIa uascente, cm certas pocas do anuo,
preserva de enfermidades epidmicas muilo frequen-
li-s nesles paites.
.. Perrab de a nica cidade de distrele que me-
rece esle uome ; os demais pomos di regio s.io ri-
dos e ollerecem poucos recaisos. n
dormido tommenio de Lisboa.
AMERICA.
A n Presse >. de 22 do crrente publica a segua-
le correspondencia :
.< Nova Vurik. lude dezembru de ISjd.Com a
mensagem do presidente deu se puiiliri.iade aus re-
lalorios dos diversos ministerio. Es.c. documenlos
maiiifislain, de modo aiu 'a maisaollientico, o quau
lo asura llurescem os Eilados-Ln-dos.
ii Orelatono do ministro di fazenda, .Mr. tiulrie,
diz. que no V de Janeiro de 1856 p .ssuia o th^ouro
em cofre, qua-i 1U0 milhdcs de francos ; que a divi-
da pasa no periodo iiinual. lido nesla poca,obi-
ra a ti! milh-s ; qtie a que soacha por pagar sobe a
155 mi,lides ; e que o producto das alfandegas, no
roesmo espaco de lempo, chiguu a iOmillides. Eis
quanlo ao peasada,
ii Quaala ao futuro, calcula Mr. (ialhrie, em vis-
la du accrescimo dos reiidiuienlos, que no 1- deju
Iho de 1857, sera' o excedente do lliesnuro de I 5
milhOra de francos ; e no I-de jalao de irj.58 de
man de 200 millioea Em vida ce, exposlo, e das
declaracoes ainiiuslralnas do relatorlo, f,.z o ininis-
tro ver o iaeonveaieate de eoaservar muito eneies
os c.fres do llieeouro, om sacrificio da circuladlo ;
e in Lea como primeiro remedio para esle mal, J
.liminnicao dos 0caitos UaJ paulas.
ii A luiillin lo fraucameule todas as materia, pri-
mas, e os arlisos de grande consumo ; e subslituin-
do por direiloa mal. nu.dtrados c ad calo-em, os
iiredus levantado, e especifico., espera aim a'vi-
har-e tanto quanlo seja po-siv^l, a' liberdade
TIROITA.
Journal des Debalsi.
de 2K do pasaa-
O acensado ajuntou qu. nao eslava arrependido torcas. ,.a para obedecer a um espirito de ambiH; cTmme-ciXd.V^HiSS^i ZSZ
roes se tlias-iiu preparadas para a reciprocida ie.
E-I.' pei.ua.li.lo de que o leiiilimeulo animal das
allai.desas sera'levado a'quanlia co 2.50 inillld.-s,
o Mr. (iulhrie, enlraiido u'oulra ordem de Mea.,
de nao menor alcance, confedera a qu-slau moue'-
orpn de exer- ,*rla' 'lUP i'dea modificada pela acquisiciu da Can-
ufaiilan i He i ','"' l'"nl0 lal' q"e n'"i,u s""e ^ue se "au P<"-
^ [ sa abandonar gradualmente o syslema de papel-
moeda, substiluudo-o por ouro, prala, sub taes con-
dicdes, que e-les metae- diixassem de eon-liluir um
seero. tem cunbece que isio nao hepossivel, rm
visla damulliplicidade de inleiesses ligados aos ban-
cos commerciaes, e de falla absoluta de poderes, per
parle do consresso, para se inserir nos clabeleci-
menlos de crdito aulori.ados pelo estado. Juica
comlu.lo, que fora muilo conveniente tirar da cir-
cularo os .50 millidesde coupons, que leudo \alor
a bailo de vinle t cinco lian, o-, coustilueiii um pe-
nsil permanente de perdis pala celia classe de ci-
d.dios. De lana maunitude Ihe p.rece esle ponto, U'
que leiuhra iulio lozr um artigo na cousliloicao! '
que fl ao congresso a auloridade, que nao lem! de
levar por oanle lal providencia, para coja jealisai
rau Ires anuos seriara mais que suilicienle. '
pelo seu crime, e que eslava prompln a pralica-lo se !
j nao eatjve.se ennsummado : lamben) diw que se
livesse podido fazer a viagem a Roma, seria o papa
a quem leria ferido.
Corra donlem o boalo de que n prucessouao seria
julgado pelo Ir.hunal dos aMilK. no dia 17, vislo
qoe tendo o acensado declarado que se queria de-
fender, nao linda lempo La-tanie para preparar a
sua defeza.
O processodo Cuicas contra os autores e edito-
res da brochura : 0 Inicers julsadu por si mesmo,
esta terminado.
O Sr. afjbade Bugoel promelt. nao fazer segunda
edii;ao, e sobre islo escreveu uma caria, que foi lida
na audiencia ; visla desla carta comecou-se a tra-
tar de Iransaccao. O tribunal rondemnou o Cnicers
as cusas. O que deu motivo carta de Mr. Bu-
goel f"i a morte do Sr. arcebispo de Pars.
A impresiao causadaSpelo assassinalo de Mr. Si-
bour mo lem diminuido : os seus funeraes foram
celebrados com grande pompa.
Depois da cerimonia, grande numero de liis aj,.e-
Iharam no lusar aonde o arcebispo foi ferido ; oo- i |
mas para impedir os dous principaes Corpus do ex-
ercilo dos agnan dejazerem a sua jncea*, e de
viretn ao aiaque. Esta manobra nalural era eligi-
da pelas rirrumslancias.
i. Murad-Mirza-Kliau formn um co
cilo composlo de duas brigadas de
urna brigada de cavaban.i, e de duas baleras de
arlilbana, e deu ordem au general Djoschim-khan
para avanc.ir com estas tropas. Reoommendon-lhe
manliT seicpre as suas communii;iies com o quartcl
general, proinclleinlo-ldc de o auxiliar no caso que
os aconlecimenlos assim o exigi.ss.jm.
i As di.po.icSe. linham sido pcrfeilamenlc loma-
das, e ludo eslava prevenido com a maior pruden-
cia ; a execur-an correspundeu al boje as esperan-
cas do serdar, e o resollado i.blido lem um grande
alcance, porque da' lugar a (Tallar-M a verdadeira
ilntrao das coosas,
o Na dala das ultimas nolicias, c expedicao per-
siana, depois de uma mareda prorapta, ainda que
IrabalhoH atravez dos ponlos mais ridos do kali-
donslan, linda edegado a Forrad, srande cidade fi-
ada a m m caminio de llerat em Kandahar, onde
l.emos no -
do :
No I. de iiuveml.ru ultimo, o paella de Jerosa-
lem, em mime de sulian, deu .o invern fiancez,
representado pelo cnsul M. E. de Karirr, a po-
se da anlu.i baslica de Sania Anna, que depois do
governo de Sala lino se converlera em escola niu-
sulmaua.
Segundo a mais exacla Iradir.io, foi ueste lo-
cal que exislio a dab.tarjlo de Sa.i Joaquim e Sania
Anaa,Esta casa, que jac prximo a pi-rm pro-
batica, be a que Sau J .ao I)......r.-i... designa pelo
nome de domus ptsrimr probatieir. a porl. da
cidade, que all con luz ao Valle de Josaphat, he
anda conierida nos aeasos lempos pel.s or.enlaes,
-od o (tolo de Bab S.bi-Mariain parla a. Virgem
Mana. A Sania Virgem f.,i aln .le-p..sa la ron. >.
Jos, ceiraudo atrasa local os odos seus tallecidas
pas.
o O novo santuario cedido aos latios, corapoe-
se .e dous edificios sobrrpostos ; um delles, que he
o templo superior, edificado segando eeelvloliv-
sannn con. tres naves, he do lempo daterazado :
o oulro, que segundo a tra.nc.io comanle nao he
mais dn que a cmara iulein. de S. Joaqmm e
S>ola Auna, lem pieseulemeote uma grata snb-
lerrane.. dividida em duas parles, separada por
um mar de cun-iruc-ao judaica.N. mais evien-a
de-las parles acliam-se os restos do .llar primitivo,
s.loado no local en. que a Iradicao diz ler ii.ivi lo
a Vircem Maria. Por rima do mesmo llar na
ab. bada anda vem.s restos de Antigs pmlura-.
Toda c>ta parle do sautuario h. evidenlcmeate de
summa antisuidade.
No da 8 de novembro eclebraram dous religio-
sos peregnos n'om aliar porttil, armado na gru-
a -iihlerranea, dous atcala, ah se l-m ii|... A ela ctremeaia,
nteirameote parlirubir. assisliram alaulis peregri-
nos francez, s, que enUo se acliavam na cidade
sania, e eiam a princeza de Ii Toor d'Aovergne,
luqueza de Ituuillun e sua ruroiliva, o con-ul fraa-
p" E"".....' de Barrer, Mr. de Mirdels, auditor
no conseliio de eslado, o v.sconde Filppe Daager,
ele.
.i A aidem de S. Francisco, qoe ha .ele anuos
levaul ii barraras na cidade santa, lambem se a-
edava ah represeutada por vanos religioso pef-
(eiicenles aos diversos ramos da mesraa ordem. A
|,rimeira m'Ssa foi celbrala pelo reverendo padre
Lean des Avonrli -s, capoclnnhi e a sraanda pelo
reverendo padre Badoui, da Cumpinhia de Jc-us.
iiiissionariu na Sy ra
.Oiurio do Coremo de f orn gal.
.i F>(a declararlo de guerra conlra os bancos mer-
caiib:., causou srave sensac.1 >. .--, ,
o As ullimas nolii ia de Vera-Cruz so de l de
novembro. N-i,. ,i,,ia prosegua curo Vigbroa-se-
ho de la Pu bla, julsaiido seque as tropas do g-
iros concorreram i oapella de Santa (ienoveva, si- I fica eslabeleciJa C-unlad-llaidar kdan nao linha >i- vc"1" ticeriam os partidario."dji reaccio.
load., no lado direito da igreja, aonde o Sr. are.- j d encontrad.., mas diziase que se dirigir par,
hispo fez a sua ullima oracao. Cl,|I(> do impui0t cum fim ,le ,,Uril,ljr
I S|- I-----------------. xa =i-,is,
" As ritiiiniuuicatea com a capital olivara
[ lolal.nenie inlerruiipidaij por isio que O. >o
He nesla capella que, a rogos do parodio de S. ', allaslaudo-o da base das
a eu- um movimeiitn rpido como o relmpago ella deli-
bra auiarrolava a carta que receben do criado na es-
Irada de Pelerholl
A emocati e Paulo lornavase in~ompredensiv I
para Nalalia.
Era sobre ella muilo mai. 'in que sobre Andrc
qu- (lavam-se suae papilla, dr.lliaiiles echeia. da
evpr.-r--.lu altiva e soiiihn.s. que devia ler des le a
infancia o lilln, de Pedro III. victima falal da dese-
nlio, era qoe Ii rabana vivido aquellos, que Ihe' ha-1 que.
fleta dada a nemmenlo. Sabe ao menos o ame deste moco .' pergna-
O imperad r declarara por um uliaM, que alo o : ton ella, com um grito que pareca ter-lda rassado
considera va como sea lilho, e ,,s le.lnrc- podem rom-1 0 eoracfto para sabir.
predenler quaul,. pesavaessa comisa., sobre o era- Qae me importa sea nniiie '.' tornuu n srio
jao de Paulo Moco, brilhaiile, e inveja.lo, elle nu- Juque adi.olaiidu-u .:e novo rom o braco lev.nla-
Ina em si urna 'haca pr, fon la, nruravel... A' idea | do .obre Andr ; para rasligar a um Inbldur na,, de
oe nova deshonra, o grao duqok devia e-lreme- preciso mais do qoe te lo dianl* de il...
vera o I.raen que meacava e encarava a Paulo in-
Irepi lamente.
De'X-ine punir o mais temerario dos crimes.
contiiiuoii l'aulo fi'.ra de si ; se voss nao he culpa-
da, Natalia, ao mano, eme n*ensato o h ; nio pre-
ci-i> dn C.alli nina para fazer aqui jusUi-a a mim
matmo !
gria
fuso, com a vergonha pora e sania, que sanenle as
almas grande, conhecem. Aperlou Andr contra o
cor.icao, como se fura um irmo, rogando lbe que Ihe
perdoasse.
Nao s criminoso,... nao podes se-lo... Ceue-
ros0 mancebo, has de Iriumpliar da perfidia de Ca-
tharina!... Ab! niinda mai, minha mai acrescen-
lou elle com colera, era isso o que eu devia esperar
de Vine. ?
Calou-s, e abrind. a czrla que Ihe f.'.ra enlresne
da parle da imperatriz, apresenlou-a a Natalia an-
da commovid. por essa scena. Lendo-a a gra du-
queza. cuslou a conler sua dor e seus solaros.
Ah Paulo! exrlamoo ella com a inilisn.icao
firme e sincera dos-cnrar;iies generosos o ofieodidoi;
que hz. en a lua mai ?
Voss ama-me I respon.leu elle cora convic-
cao ; nao de das mullieres que aervein se da hvpo-
crisia e da mentira. Nao basta isso, Natalia, par
merecer o odio de Catbarina ?...
O grlo duque proiiiinciou estas palavra. com um
acento lao cheio de amargura, que os olhos de Andr
enrherain-se de lagrima*...
Era a piimeir. vez que Ihe era da'o vero lilho de
iCalharina II, e nem lilho. at enlio eacrave pacien-
n mesmo lempo Piolo aia-lav.i a graa du- tedas vontades da mai. Andr Slefanuff descoVia
ja um rebelde. O infame artificio ,1a imperatriz, sua !
inveja, ludo emeorria para alear o odio uo corara.,
do joven conde. Ella quizara perde-lo e junlaiiien-
t um anjo ile virtude, de candara, urna mnlher,
ce.-...
fc'lle enrarou Natalia por algum lempo, e depois
seu i. Ihar raeabjo lorrivelm^nle sobre o mancebo.
ICast' mesmo Paulo lio cruelmente dnminadi. por
Calhah na, este mesmo Paulo, que havia de rrer de-
p.is im boains mentirosos, espaciados sobre Rasou-
mowski, achtia Andre lao bello, ti. grande, e lio
noiire, qu,' temen...
O conde omprebendera ludo.eise furor sera freio
Vide Kirie. '
W.
Pois bem,Mnhoi, ex.lamnu ella, cislisiie-o !...
Aquelle que lem danta de si be o lilbo do conde
Oregunq SlefanoOl
A e-le nome c..... chicle das nulos dn grao du-
que, e elle den um gemido MlOuCado.
O lilho de Gregorio Slefanoff murmurou....
Eu a baler a um domem, Cojo pai foi o nico que
i ivrnii-me do chicote infamante de /.ad .ski I
l.anrou o cdicole pela janella, e exlendea a mflo a
An.lic. canil um espanto cheio de iiadreza... Duas
lagrimas corriam-llie pelas faces ; elle eslava con-
BalevSo, ser depositado o coracao de monsendor
Sibour.
A sepultura da padraeira de Paris esla collocada
no fundo, em Irania do altar. Pela parle superior
do cofre que contera as reliquias da sania, veem-se
muilos d>.i- cofo a ella dedicados, suspensos ua pa-
rede. L'm delles foi ofTerecido recculemeule por um
capilao da suarda imperial, cuja historia be das mais
inleressaiiles.
No momento do assallo de Sebastopol, e-le ollirial
Nbiado brecha da torre de HslakoD por mcio de
uma chuva de melralha, a frente da sua companhia,
fezum voto a Sania lenovcva se sahisse salvo do
perigo.
operaedes
niniigo dos r .ub.uaiu quasi lodoa'jffbrreio'. E. dajef ,,,0,
davia ua cidade do MeilcoChopleU gnaraiiria
o O gnieral persa comp reliendeu o plano do seu
adversario.ejlevia limitar-., a manler-sc em Ferrad
excellenle posicao, don :e se pode vigiar lodo o
habn I.
u Ja um grande numero de Iribus du Sedjestan, e
do Kandali, onenlal Ihe lindara euvado seus che-
fe. paia fuerera a sua submis-ao ao soberano da
Persia.
A c.dade de Ferrah, uu Parran, praca princi-
pal do dislriclu deste nome. lie um poni tsl. alet-
eo iinporlaiile para as opera(0.., que se v.lo abrir.
lie dfllcllcomprehender, porque os laTaghaat*onio
defendern). Bita lacla indicava que a corle de
Teherau lem numerosos parlidtrius enlre aquelles
- quasi,
obaajK]- aShsvam,
IMTERIOB.
RIO,25 do Janeiro.
O Jornal do Commercio poblicou houleni um
litiga ediloiial de verdadeira oppo-irao au gabine-
te. Havendo o Jtase. censurado a fraqacza du s-
verne brasileiro na qiieaHa Jerulngham, e revela-
da alguns fados cuja veri-i la.le nao podemos |ad-
millir por donra nos'a e por honra do gabinete Pa-
ran, o collega do Jornal lirou d'ali argamenle
para, em nom da dignidade do paiz, protestar ca-
lorostmenl c exigir do inSni-icrio que se defrnda
quanlo -ule-.
A rompanliamos o curva na justa -usrcptibilida-
de que apresen lea. Ceai elleilo, se n niim.lem.
s por obc l. .-er as iulimacoes do governo inglez
demillin om presidente d- provincia, o dr Pernam-
boco, coja jnaocrncia defendis as cmaras, e
cliefe de aaticia da me-ma provincia, cojo rea elo-
giar.,commcllcu em ario aullante para si e lia-
ra o B-rllL ,
aft'em'dt avoque aparee sepullii,' su pnrqur ,.
icfe das al.ioaJe de enlio que arredeia>aJ^'e>tsT"
ebr Bros Jioa.e, deseeu aofimolu. Abi
l .goaasos *forlas os~riitrrs|ros que o n n;?j-
que puconisaram sempra o principio
Bandada sol
la respensag
lo que se passava Cm Queretaro, Jahsce, Michoa-1 "a0 '""'* >r ciiimado par censurar um arla i la-
cn. E nao era pequeua a n.quietacan quechi se quelle lempo, vi-i como -o boje he que no Brasil
'^j^1ttt3&& -.evecondecimento de semelhanl. ,,o. pe.a.
No mesmo momento rcbenlou uma borrivel ex-I povos, e que Dosl-Mohammed, nio se acha em po-
ploiio ao redor delle. Toda a sua compauhia voou I sirio de dar aclualmenle uma balalha. Apezar des-
feila em pelaros, nao escapando milagrosamente la marcha do sen exercilo, ..[liada como necesfaria
sacord
d
naede
o ( cabera dos sublevados do norte, D. Sauliag .
V idaun, celel.rou um (rolado de paz, cm dez arti-
go., com o enviado do governo federal ; c o eslado
d NoVi-l.ton, que se l.-via separado, volla nnva-
inenle ao dominio do general Confort, cuja supre-
ma auloridade recoiihecc.
.i ti governo empanh.-te da sua parte em pasar
oilo millioea mensaes a Vid.uri, para o .uuliar na
e a prxima ebegada dai esquadras da. duni'1'" 'n^'"a'- "'*' anles, romo mis o diremos
~ em boa f, que nio acre lilamos ua po-il.iii la ir
das msera revelada* pelo Times. Esperamos que
o ministerial', salve publicamente osea decoro e o
nome ilustre de seu finado chefe.
A posir.io que o collega assumio donlem denica.-
Ira evi Icnt.-meute que ue arli -os da Nora lira nao
se devem considerar npinia i daquell. I0lha. Ac-
defens;, conlra us indio'.Eis-'aqui. puisVeViable- lllalmen|C P0'-. fallece ao governo o ap-jio de In-
cida a pazao uurle do Mxico.Porem oulros esta-
dos rio centro e sul se levantaran) lambem :
morle mais do que elle, om sargento e qualro tol-
dado..
ti seo primeiro cuidado logo que resres-ou a
p-.ra suslenlar a posicao de [leral, o schab
sempre dispuslo a entrar em ajusles com a
Ierra, e evitar uma guerra muilo despendiosa para
Deoe .abe o que resollar das desorden* que aso-
lam esla repnhlica.
ii Olclegrapho acaba de dar noticia de um me*
ees.o n- araude monta.Parece que se descubri
tafete i e.ln Wajlrtllle, proaineta de Tenmcetea, e no conda-
Insla-
Franrja foi dirigir-se a isrej de Sania (ienoveva, e i lodas as potencia, que a eiiipreiiemlesseiii.
do de Mouliiinmerv, uma cn.spiracio tramada pe-
lo negro., para malar of brancos.r-A noile do Na-
havia sito
Seahera, disse a Paalo,nia me he preciso dizer
qae eu vnh. aqu aapplicar... Sua alten, eres-
ceman ersuendo us nlhus para.Natalia, leve a ban-
dada de apres-niar por mim um requerimeulo aim-
peralnz... Veja comu l'.allianna he justa...
Traiiquillise-se. Andr, lornott Paulo I, enca-
rando o mi.ncebo ;' acuna de Cailnrina esl Dees !
SI Dos deivou punir meu pai de um crime
de i|ue era Innocente, repondeu elle, deixou-o eu-
Iresue as tortura* da priaSo, da lome lalvez...
Seu |.ai anula existe'.'
va .ido a designada para o grilo da ruvolla,
que 1 mil-t srande diraeii'es.
subterrneo, e o ronduziro a seu pai! Vosee o a-
bracara1 como niiem sent se moirer de alegriea
idea de que mu ent- querido val reviver. ||s. afas-
lec-ses cabillos blancos, es-e vcsluarm feilo era pe-
damos, a-pire esje ar, Au ic, peca aquelle que vot
chama ten pai que Ihe responda; os labios esl.rio
lvidos, os cabella, gelados pelo sobro da morle, os
vestuario, nao cobrirAo mais ,i qae un cadver,,,.
Tal sera', Andi, a clemencia de Calbanna '. Sua
mi nio abre arnio tmulos! I'ma imite lambem,
Andr, uma nolle em que eu nao va mais Panin a
malicia e na asluria Coamo-ao.contra esse Ivraano
impo, mas cuidemos sobre lado ero restitair
da a imprenta diana da corle.
28
O segundo memorndum que o Sr. Cirvalbo Mo-
reira dirigi a 21 dejulbo ao conde de Clareudou
'obre a queslao Serinhaem, responde aos Ires pau-
tas allegados por es-e minislro das iclarues exterio-
res da i,i i a-IJr, lanii i, como I un dmenlo da intl-
maru nffensiva que maudou fazer ao governo do
Brasil a 7 de marco.
vi,lo dizer. Pista uoiic la remo-. Andr. i ,.i m
- o pal am.Bhi. njo -.era mais o fildn de t.regurlo M, i ,, i|
des5e infeliz, a que... Calbarm, pcegue Igualmente I quem solicitara a impera.nz Calhar.na ; sera I',.,",
com -ua Mli.ain.a ( d Viiir't-m de reparar aros na-
_E piiineiramen.e. acrescentou Paulo. Andre |Ju.iir|, ; re.,lua o pai de .\,....., rr..i.. o" .
nao deve aban lunar-nos ; o bom ei.lo depende de ...i. e ea Ihe l,.ra,e enlres.r-lbe e.t. 4
no-n, esfoi ro, reunidos. De hoje em dianl-, conde | qual Vmc. arrepaaaa .. jo de l,., rscnpi... Ra!
Slelanol,, eu o nomeio aqu cap lio de minha. guar- lia be pora, e amo a Andrc be innoc.nle a padece
nao Ihe- .levemos nada 7
das |
P*
~ Sim, senhor ; elle vive sem que ea saiba He- | meu lado grilei, chamei meu pai Alexia Orloffvelo
bailo de que abobada hmida c escura exlinsuem-se e impoz-me silencio... Na mal-h.ia legunte arhei
seus srilos ; elle vive sem que amis um raru de es-1 niiiiha mai nihiidaiido queiraar j.or um.i .le suas cna-
peranea leaha Iluminado sha sombra masranria, das, um longo pedaco da sada prela: ara l grvala
sem que urna voz amiga Icnha podijo duer-Mie :. de Pedro 1:1 torcida e ensanguenlada Um edicto
Seu lilho tambem existe.' Nao he de um defunto que [ publicou a dor de Catherina, um edicto inouneiou-
Iha fallo, senhor f acresceotoa o mancebo fiando 'me que perder meu pai Andr, meu charo
sobre Paulo um olhsr fru. e lernvel. i Andr ; praza a Dos nio acoulera o mesmo ao
O,ie pedia vos i- a l.atbarina no requerimenlo / sen !...
Paulo di-era i-Io com voz lerrivel. Natalia Oli-
via o marido gelad. e insensivel... Eia lalvez a pri-
meira vez que Paulo exprima-., assim em eua pre-
teur. ; mas ha cerlus instanles, rm qu as dore- fe-
cujo contado lena purificado a qii.Iquer oolra, que
na.. Calharina... Andre persuuUva a simesmi.se
nio era o ludibrio de um nonho, de um drama lu-
subre. infernal. Puurosalisfeila de saeridear o pai,
qu-rii a imperatriz exlemter sua Vl.gaBca ale o li-
lho ; Nao dera a Natalia wnia palavr>. mentiro-
sas '! O mancebo entrevia, emfim, o abysmo qu. Ihe
eslava cavado, porem o que Ihe parela mal. borrivel
era ess.i bella mora, calumniada as-im por Calbari-
n.i, lur._ .na a descer aos ruaos para Joslifiear-se ou a
encerrar-se em seu oigoldu. De iodos os direilos
saarado oflendidps pela sua inimig, es-e Ihe pareria
sar o mais ullrajosamenle violado ; elle lena queri-
do que apparcresse a propria imperaliiz para cou-
luudi-la.
Ou,s me foM6 permiltido, scnlior, percorrer
^lodas a- pri-des do reino, aliin oe que pode-se achar
em aUuuia aquelle que por lano t-uipo e bao cruel-
mcule ella I ni oceultado BS nimbas pesqu.zas, q ,,s
de Almaun... t'.oufcs-o que esj.crax s,o de Calha-
rina'
O srao duque lirou pensalivo.
Andr, lornou elle, bem se ve que vust nao
coiihece a inp'Talnz !
Porque, senhor'.1
Porque sen pedido he insensato,
Intnsalo! Mas nao lem a imperatriz de repa-
rar para co.nig.. um auno de dotes c de angustias".'
nao sabe ella o lugar em que Gregorio Slefaaoil de-
perece captivo?
R-zao de sobra, meu imprudente moco, para
que ella nao Ihe lriie a abrir as portas...
Mas he esse meu voto, be essa a minha nica
e-perani'.i replicou Andir.
Sim, conliuuou Paulo ella ha de reslituir-llie
ee pai; lalvez .Bisaba, \o-se saibt por ella em
que fortaleza obscura foi laucada Voss saber,' is-
so, Andr. e ilira' em sua alesna, em seu delirio .
Ciliar.na be jusla emfim Levantarlo para vo-s
um i ped ,i, ou vardci de (erro, inoslrai-lhe-hae ora
la* de ac mai- forte qurbram-sa sem o ronheci-
m-nlo do rotacao que h. iiinlem: u ullrase feilo ao
esposo fallara mai. alio do que o jugo que desde
tanto l"uipu pe-ava sobre o lili, .
Oh Amlr. Imin.ti elle punco depois como
uero recubra a lorc.a e a miz. quem me dera ser leu
imperador: Esse sceptro eiManguenlado, e*sa lechs
n.ancdada de ludo, eu os lavarla em uma agua pura
e divina ; n amor de in-u poVu nio le.la sua origem
nomedol Mu- embira o queiram homilhar, Pealo
inda lem amigos e p.aMi laiios ...u lilbo du rz-r,
Andr, e au me e'queceiei do (ihn do iin.cn lu.in-in
que alreveu-se a lular cum o feroz Zadowtki I Teu
pai fez-me respeilar, eu farei que sejain res,.rilados
p ira rom elle o direilos da n.ibrera e da jualica.
Natalia, voss me ajudara nesa tula corajosa contra
roioha mii, nao he verdade ? Sim, conlinuou elle,
pois agora alo pude mais duvidar doa projerlos ds
imperalriz Ella quiz manchar cm um da o lyrlo
maiscasiu e ui.is puro. 111111113 qu-rida Nalalla mas
be um (lulo que iinc-u nuite e da uniu.hu
.a... Ab bem sel que esse lilulo comprimidle.
|,.riiuu o gria duque sorrindo ; mas greca, a DeOl
un :,i nao lento o veneno ou o punhal!...
Andr inclinouse.emquanlu a s.Aa duqueza agra-
deca a Paulo com ora soiriso.
As feslas de Pascboa durara oilo dias, conli-
nuo-j elle, e vos- sane que esle lempo haz a Peten
hurgo prodigiosa allluencia de p.vo e de pessoas de
qualidade. Aproveiiaremos, Andr, esse lumullo que
pude ser-nos favoravel. Zadovtski, meu mestre, 11-
nba por conli "ule cerlo liumem, qnc, segundo oovi bor na Irona de Natalia,
dizer, esl agora rico, c'que linli, uma d ispe larra
nesla cidade... Iremos interroca-lo ; I .remr qoe elle
falle... Cre.1 qoe cbama-se laac ; h<; o depasilalio
dos sesredos de Za lowski...
. Isaac, muimurou Andr, o prapriel.iiio da
hospedan.. .1" ..n Nicolao !
Vos- o c.diliece V
Ilonlein, quando ebeguei, v-o pela primeira
vez. Esse hornera lem un. tilda que ciania-e
Irma.
Pode ser.
Ali Paulo, exclamou Natalia transportada
vate he da aer imperador algum da, de digno de
um llirono !
Osa. duqu-aperl.u conlra o pello aquella que
assim fllala, e |ez-llie lernas caricia*.
Bets-ahi aquelles que ella e-perava desunir |
di--e Andre r..ui-isu. Se ao menos ua uil.iia niiKiia
cu u--e amado !e uma Btalharj
Ellejolgoa pertjeber nes-e momento um leve ru-
A Iri-teza e a medita....
-ucee lam pouco a pouco .. -ua .lesna ; ella con,em-
ula a-a ruin uma e-necie de d.lelil,. ihie m .,.,,,_
ava liu CoracAo da srat duqiliza '.'
Neuliuma \..z. 11 nhuin i.imr esevava-aa rm Iji-
:,,. delles; Paulo abrir aj janella do >awlr.i-. r
apoiara-se ao ciloveto... Jlnn.nlsiB.mmila aaiasa su
1:111a Voz ni 1 e ,u ira'peilu ,|c ,. ,Q,|j rlJ
ulna voz ,lr moca. C cheia. de melancola de lmur'.,, que An 'n- r,a
linha envido ale rula/ .....a, ns campos. Ala.land,.
a cortina, elle rerufAtacra bpi Irma, a asad as ...u
I-aac... repela Andir pensativo, sim, de esse rapidairtale junli.aju paviltuV. c,u ...... corsa -
mesmo o seu nome. I-a
Sem dunda cuiiseguiremus saber delle uma
ptsr dese sesredo...
Eu da< la a vida para edegar j a esta uoile '.
disse Andr.
Mas, ronliiitiou Paulo, se o co favorecer nosio
.'.isse An 'r.- a Paulo, is-
lue a re:v.
A lidia de I me,
breada Ide a eaalora.
O aria duque eha-.nou-.i, e ella aprsenlo^ -e mai
confusa.
Sn paipai, servio anlieameiite o ronde .'.-
doivi\i pergaalea eite.
prnjeclo, lemhre-se, Andre, de que s.imenle eu de-
vo obrar ludo o que lia de periroso aetta mis3o he _. S.m.'.'. =elor.. balbnc.au s rapai ;g, empall
paramim. .decendo. '
- I-ara vosc, Mleza f pu, |)0rn, ,,, cidildo ,,e r, h ,
- S-m duvida ; -voss de dnconderulo ; 00 antes pria .berta p-ra dous Lomen., qne i ran fall.r-ll.. ^
ncor.rl,. ,|.ai;,,i ..'^ .......' nn.guem deve ronh-ce-lo aqu. A hospedara desse i noite. Ouer Isaac rep.o.e, quer na
o coracao de I aula confia mu.lu 1,0 leu para crer na I velho de pouco segur., ao menos pelo que leudo ou- I duzra logo u sua presei.c,.
YU*M' o i 1Ir -
MUTILADO
ILEGlVEL


DIARIO DE PEUNAMIWCO TEiV.A FEIRA 24 DE FEVEREIRO DE 1851
I\oso! leilore acompautiaram honlem as pecas
oflieiaes trocada! desde a celebre ola do Sr. Jcr-
Diogharo, e poderam ver, que as r; ze do insulto
que soll'reu a uacionalidade brasileira, toram resu-
m das nos segainles pontos :
1- Ter o Sr. Jos Bento removido de anlemflo
do dislricto de Serinhaem as autoridades poli-
cinea, para proteger o desembaique dos Africano*.
2- Ter maadado Instaurar o processo om Rio For-
moso, a seis leguas do ponto de desembarque, para
o fin de nao encontrar testemunliai;
3- Ter mandado processar os Sra. Drnmmondi.
pira impedir que fiessem T como leslelnbtiha pTe-
aeociaes, e para se vingar de haverem elles appre-
hindido os Atricauos.
Eis-aqui, seguodu se eiprimin o conde de Claien-
dcn a 2i de junlio, as razoes que o levaram a orde-
nar aoSr. Jerningham, que nao ame ir; isie com .s
violencias d'uult'ora '
Eis-aqai ofondamenlo com que um 'governo, que
se diz illuilrado e generoso, oliente toda a na cao
btasileira, aceitando leviana e criminosamente as
n iiculas informarles de um seu cnsul, que en-
tendeu dever celebri>ar-se abusando dos ouvidos
l-'Ceis de seu illuslrc parele, o visconde Pai-
ro erslon.
O Sr. Carvalbo Moreira responde cabalmente
aquellas raiseraveis rai&ei, que nao parecen) de um
ccDtelheiro da coro* ingleza. mas sim de um ho-
raunoulo de vistas mesquinhas qoe se vinga por
ir ero de calumniando pouco caso com que o (rata va
o presidente da provincia.
Q lano ao primeiro capitulo' de aecusa^ao, o Sr.
Cirtalho|Moroira moslra, queheum invento. Nem o
rustrido de serinhaem e-lav Je-provido| le aulonda-
dis, nem a presidencia havia rbinoviilo d'alli urna so
desde qae te saspeitou du desembarque. No correr
tl> lempo, como lal desembarque nao se elTectuasse,
IMt a*a 4r^lQ1: ii "io '.<-na mesmo lugar, e afrou-
xou-se na vigilancia. E iilo na he razao para se
ros olleder, visto como o proprio cruzeiro inglez
t imbem convencen-'* de qoe o deicmbarqne nao se
efectuara, e deixou de vigiar a rosta de Pernambu-
co por aquelle lado.
O segando cepitulo revela somente, que a igno-
rancia das nossas leis do proceso levnn o governo
iaglez a aceitar oatra calumnia do cu consol, l'ur
qoe raza se instaurou o processo no Kio Formoso '.'
l'urqoe era a cabera du termo. Porque se chama-
ran) as testemunbas para alli .' Porque all deviam
i epor. Mis na Barra podiam eucontrar-se tesle-
'inunhas ;pois essas testemunbas ah encontra-
das tambem podiam ser obrigadas a ir ao Rio-For-
inoso.
Olanlo ao lerceiro capitulo, he lado qnanlo de
inais triste e lem visto em om papel oflicial, que
l -v: i guardar naturalmente certa gravidade. O fa'c-
o do processo dos Srs. Drummonds lie considerado
urna prova da connivencia do presidente com os ne-
reiros, a, o que he mais, he allribuido vingaora,
jor lerem sido os primearos captores do contra-
bando !
Nesle ponto o Sr. Carvalbo Moreira nao s argu-
uentoa com dignidade, ms convencen al de pal-
lavel contradicho o ministro inglez. Pois vos, qoe
lucris a repressao do crime, cometis por tirar a
orea moral a juslira pondu-vos de permeio entre
olla e os horaens suspeitos ao g'iverno de haverem
iaclodo com o crime? Quem vos deu esse direilo
le serdes os juizes nos Iribunaes brasilniros l Mas
litei, qae o presidente era inimigo, e queria vio-
gar-se dos Srs. Drummonds. Entao, como se ex-
plica o enlhusiasmo com que n primeiras noticias
qoe o presidente mandn do facto ao governo geral,
elogiava o procedimenlo daquelles senhores ? Nao
foi por essa razao, que o governo imperial elogiou
lamben) os Srs. Drommond'.'
Diz o memorndum de lord Clareudon, que pre-
tendea-se com esse processo neutral i-ar as teslemo-
nhaj oculares e tornar impossivel a punirlo do cri-
me. Enl.lo, como asseverastes ha pouco, qoe se o
processo fosse instaurado na Barra, ahi se encontra-
ran! testemunbas soflcienles para se rastrear e no-
var lodo o delicio 1
O Sr. Carvalbo Moreira, ao terminar o seu me-
morndum em resposta ao do conde de Clarendon,
declara-lhe moi lerminantemente, que o governo
imperial, demittindo os altos funecionarios da Per-
nambuco, nao prctendeu agradar ao governo brilan-
nico ou acceder a auas inlimacoes revoltaules. Fc-
lo, porque esses funecionarios pediram demissao od
escusa, declarando os ministros no parlamento, qoe
estavam satisfeilo com elles por lerem bem cumpri-
dos os seus deveres.
commerciu inglez, que o Brasil eslava riscado da
caria de suas operaccs, porque em breve a na< .o
brasileira olbaria o commercio inglez como a causa
de lodos os seus males.
O Curopean Time*, de Liverpool, escrevia aS
de agosto : Cada Iualez perguntara' a si proprio,
no seu intimo, se os Interesaos de nossa patria po-
den) ser confiados sem periau no exterior a pessuas
qoe de aniso deliberado dirigen) a om Balido in-
Vcio revelar-nos tambem urna irregnlaridade to-
lerada pelo governo bnlannicu. e que -en;, motivo
de irrisau e de censara se partisse da governo brasi-
leiro : queremos fallar da pusicao ridicula em qoe
licain nesla corte os diplmalas brilannicos depois
de haver o sea minislro (lord Clarendon) declarado
que se decida em urna queslo Eravissma s pelas
informacoes do comu! de I'ernanibaco, o Sr. Cun-
per, e sem esperar as do enrarregado de neaorios, o
dcpendcle nina somina de grosserias e insolencias, j* JeTninghanj, .)ue papel representan), pois, os
como essa nula do Sr. ieruiiiaham ao governo biai- '''('lmalas inclcz.es ? Ao paso que copiam asev
Iciro?... He tilo indigno da parle de orna grande P,es*es de lord Clarendon para qoe nao eirern a
naca, como a Inglaterra, usar para com urna pe- I ''C30- isla no paiz um cnsul que inspira as deci-
lenrla inferior de urna linguaacm. de que se nao i''sdu gabinete brilannico, qoe Ihed conielbos,
serveria com urna potencia forle, como o be de um 11"e se corresponde directamente com elle em as-
homem musculoso insultar urna pesio dbil, que |ampios meramente diplomticos, e que slenla nni
nao pode defender-se com energa. Esle pro-
cedimenlo be peior do que indigno, he despre-
zvel. i>
Mas o que dos espanta em toda esta qoestao Se-
rinhaem '!
Acaso ja nos esquecemns dos insultos dos cruzei-
ros inglezes no decurso de lanos anuos '.' E o qn
lzeram ncavau epocass os g(vernos brasileiros de
desdora pelos encarregadus de negocios junio a corle
do llrasil.
Se islo lizesse um cnsul brasileiro, ou se os nos-
sos aoveriius precedeoem lo irregiilannenle, oque
nao dinam os escriplores eslrangeiros de nossa
aiiarrbia adminislrativa '.'
Don folha desla corle vulende que era cnsejo op-
porluuo para se mandar embora esse coii'Ul. Acha-
mais do que o aclu.it gabinete '.' I'roleslaram'.' t) ac-1 inos indiflerenle a sua conservadlo ou retirada, tts
lual gabinete proteslou. Troraram notas Tambem agentes brilannicos, sejarn qoaea f.irem. bao de mal-
este as trocou. Mondaran) sabir do imperio minis- Iralar-nos emquanlo o governo ioslez acorugoar es-
tros e cnsules descomedidos Nao : e cumpre no- i Se procedimenlo aggressivo. Qae lem porlanto que
lar que ouviram maiores desabrimenlus do que o do a injuria venha de Cowper ou de oulro qaalquer".'
i Pensamos nesla materia como o nosso minislro de
ealriDgsirot.de 1848, o Sr. Olinda. S. Exc asobe
Toda a correspondencia oflicial publicarla honlem
a respeito da queslo Serinhaem nao depe contra o
governo brasileiro. Folgamos de l-zer-lbe esla Jus-
tina, hoje qoe nos adiamos em opposi^ao franca, e
desojaremos que as quesles de poltica externa o
seu procedimenlo, emquanlo nao pode ser o da re-
ciprocidad* das violencias, seja o do vigor e digni-
dade da dUeoisilo. Nem no Rio de Janeiro, nem
em Londres houve qnebra do bro nacional ; a ar-
rogancia ingleza fui rcpellida pela gravidade da
diplomacia brasileira, e o insulto nao pode sos-
tentar-se senao por- meio de invenroes e de ca-
lumnias.
Islo mesmo diemos mis em junlio do ac.no passa-
do, qoando se alacava u ministerio Paran, a por-
que o ministro de estrangeros nao devolverj ao Sr.
.lernngham a ola de 7 de man; >. A inorle da-
qoella presidente do conselho nao >oTa*>a levar
I10J9 a deprimir os aclos de rjrBa*olitic*f qo?eniao
nos pareceram recommendados pela pradeacUo pe-
lo boro nnso. -?' ,'
Ai upinioes que nesse tttiaja emiftinaH a raapellu
da dietsajacia ingleza forana colaborada "pela im-
prensa daquiKa naca. *'MM,||leinDrL anao
passado sabia-se aqu, e n savam os orgaos do jornal!** klannyo%ai area-
cas de seu governo.
O Daily-Xeas, de Londres, di : A nota da
Sr. Jerningham he calculada parar tornar a diplo-
macia brilanniea no Rio de Janeiro unac-ceptable
(e com maor razao) como o fui declarada rcente-
mente em Washington... Que contraste coma oran-
dura que se lem coro a Hespanha e Cuba Alli
desembarcaran), uos aps ontros, carrefamenlos ne-
greiros com a conveniencia e lucro da- anloridades
cubanas. Mas apezar de o saber, o Foreign-Office
nao smeaca'a corle de Madrid, nem annuncia blo-
queios da coala de Cuba.
Um Inglez, escrevendo do Rio para aquella im-
portante folha, exprimia-se deste modo : a Somos
ja soflicentemenle odiados como mcao, grabas
violencia e inslenle poltica de nossos agente) aqu.
A resposla dada a esla ola rafala de Mr. Jerning-
hom he, como o veris, corajosa e concludenle ; mas
a opiniao geral das cmaras e de fura das cmaras
he, que a ola devia ser recambiada.
O Mancliester Cuardian declarava que a con-
tinuaren! estas violencias, era melhor prevenir-se ao
Sr. Jerninglium.
No anuo de I&9 comee iran os navios ingieres a
arrogar-seo direilo de visita dentro de nossos portos.
Km julliu deram-se os priineiros casos dessa viola-
ban de nossa suberania. tlqus fez o Sr. visconde de
(Itinda Em urna nula de 3 de seteuibro daquclle
anuo peJia ao Sr. Hudson o qoe uiterviesse para
qua se ii'o reprodxf'ittem alternados taes. No-
te-se que nem se pedio aatisfaeao do c'lleiitado, pe-
dio-se que elle ola ronlinuasse. t) Sr. Ilndran res-
pondeu que cada qual liiiba seu modo de coosiderar
e aquilatar aquelles fados ; que o governo imperial
os qo.thii \iv:i de altenlados, e elle e a iDglalerra rs
cbamavam aclos meritorios para e\lerminar-se o Ira-
Dea:e uislo se fr.ou.
Logo depois o Cormoronl apprebendeu e incen-
diou as aguas do imperio a barca Santa t'ru: ; o
Hiffleman apprchendeu o l'ai/uele de Sanlt', e fez.
parar e visilou um navio de guerra brasileiro, o pa-
quete.*. SebatUSo. Quaes eum as phrases com qoe
o ministro inglez e seu governo se dirigiam ao
Sr. Paulino que occopava entao a pasta de eslran-
geiros '.'
Vejamos.
Em urna nota de 111 de fevcreiro de I-'V ''<. ia o
Sr. IIu l-oii ao Sr.' Paulino :
O abaixo assignado nao pod deixar de expri-
mir oseo espanto de que, sem devi la e escrupulosa
indagacao, S. Exc. o Sr. Paulino Jus Soares de
Souza tivesse remettido ao atiaixo asgiguailo um
protesto em nome de seu amo o imperador do Bra-
sil, a
Em 'lo de abril do mesmo anno escrevii lord Pal-
merslon ao nosso encarrrgado ds negocios em Lon-
dres : i O abaixo assignado receia ter de rogar ao
Sr. Amaral baja de preparar o governo brasileiro
para esperar que os esforros dos cruzadores brilan-
nicos na repressao do trafico de esrravoa na cosa
do Brasil sero para o /aturo mais adieos e ef/ec-
ticos.
Por um ajusle, parea*, enlre o Sr. Paulino e o
Sr. Iludson s'xpenderamse as ordens dos cruzado-
res inglezes temporariamente, depois de muilas e
Iri-tes MnUcii-s de nos-o lerrilorio e soberana
Mas um bello da em que o Sr. Iludson rslomagou-
se com o acorojoamenlo que, dizia ell". se da*
ollicialmenle ao trafico na Bdiia, dirig o urna nota
desabrida ao Sr. Paulino, en i remate copiamos fiel-
mente : u O.vice-aliniranie p eu, ven a le nosso procedimenlo ou nao se aprecia ou be
mal interprelado e leem silo baldados os no-s^s
esforeos pi ra induzir o governo imperial a fazer
(i comprir de motu-proprio as suas mesmas leis, a
a vontade do seu soberano e as obrigaedes que teem
ii pelos seus tratados; uenhuma oaira linha de con-
o docta nos resta *e nao reassumir aquelle prece-
dimento, qut* esperavamos a ac^.lo do governo
imperial tornasse denecessarin ; e cumprc-me
o porlaulo declarar a V. Exc. qoe ce*sa a sospen-
sao provisoria das ordens para apprehender navios
u negreiros.
O que disse de mais desabrido o Sr. Jernin-
gham do que o disscrain lord Palmerstou e o Sr.
Iludson
'.i esta esquecida aquella celebre resposla deste
nllimo senhor, dada na nota de .111 de Janeiro de
1851, quea quando o governo do Brasil aun-
pritse os seas deiere*, cessariam os vexames do cru-
zeiro ".'
Diz-se, porm, no cajso actual, que o sabincle Pa-
ran dominio as autoridades de Pernarabuco, e que.
oflicial e cviienlcmenle que a grava offensa que re-
cebemos em l'ernambuco do rommandanle do bri-
ae UfteiH fora acou*elhada pelo Sr. Cowper :
ouhe tambem do tom imperlioeule com que o Sr.
Covrber Iratou o presidenle daquella provincia, o
Sr. Tosa, qoe purton-se com lodi a energa. S.
Exc. soube de ludo lo ; ohretudo islo escreveu
notas; mas n.io mandou sahir do imperio, iitm poz
algum eslurvo ao Sr. Cowper.
Comi Mercantil.
Esta Ierra he dos uns,
Nf ll.i nao lia lals,
Nem os laes anlioi-:
M sim doces imbs.
Ca na catinga se v
l.luein Irabalho queira ler,
Sem cobres escorreear
Ao pobre do joriialeiro,
(.le nao pude respingar
Pela falla do dlnheiro ;
Pois o recriilanieiilo
Esla abarlo....
Tao pe lo !
Se abusa,
Se usa,
(aun rigor
Cun furor
Do poder,
Sem temer
A paoifflo .'
Pela posicao
Pela riqueza
B fereza
Do ceracao !
Pois ludo pule
Quem lem gallo.,
lie sopar? nao Bear no n do esquccimenlo urna
producc/io semelliaute, que me atrevo em conside-
ra-la como parle desla magrissima missiva.
(Carta particular.)
Pela subdelegara da freguezia do Kecife, o por-
luguez AiiIuiiiu Jos llarborza, e o pelo' escravo A-
goslinbo por briga.
Pela subdelegada d,i freguezia de Santo Antonio,
l.uw Francisco da Conceieo por briga, e Manoel Ig-
nacio por desurtlem.
E pela subdelcearja da freguezia da Bos-Yi a parda Alexandriua Mara da Comeo o por ebria.
PKUVKIMIUIA DA SALDE D PORTO.
I'ia "21 .le fevereiro.
I'cbre amarella.!>a visil de manhaa foram a-
chados a bordo do bnsue dinamarqnex -i liinin.uk o
dous duenles, os quaes foraui removidos para o hos-
pilal. A larde nada houve.
I o desinfectado o Lrigue be Ternagona- o
__-jo__
Teve alta do bospilaluin Iripolanteda barca ingle-
za iiSerapbinau e fallecen outio, perlencenle au bri-
uae portuguez t-onstanle.:
Sitie rtttura.
se as datas demonstran) evidentemente qae as nao
demiltio para obedecer ae governo inglez, ao menos
prevenio os desoje*, desse governo.
Se lal s)ewdeo,a o menos nao se (ralava por esta
vez de funecionarios qae, estimulados pelo lirio da
nacinnalidade, haviam lido a coragem de repellir
um allenlado inglez. O paiz sabe que em 1K50 o
Cormorant entrn no porto de Paranagua, visiloo
lodos os barcos alli estacionarlos, apprehendeu ns
que quiz, e incendioa a oulros. a Ao sahir o Cor-
\moranl do porto ;diz o Sr. Paolirona ola de :tl de
janeiro de 18">l i a fortaleza fez um tiro de plvora
ecea aos barcos que iam a reboque, e como prose-
goissem, mandou lar oulro dbala. Enfilo o Cor-
tnoranl fez fogo com hala fortaleza, a qual res-
pooden-lhe do mesmo mn.io. 'ravamie-c mn nm-
llido, ele. 'T'ois liem : o governo inglez enlendeu-
te no rMreHo de pedir-nos salisfa*;.^ plena dessa au-
dacia* com qoe se repallira um pirala qoe devassava
os nossos prtos, e eligi a demis. io e processo das
antoridada do comroaadsnte da forlalez.j de l'a-
ranagovi. O governo de fnlDo declarou que nao da-
va sefrielhante satlsfar;go, masque cr julgar de -en
dever mandar demittir e processar as autoridades
que toleraran) que o trafico chegasse em Paranagua
ao auge do escndalo, e onlro im mandira meller
' em cooseiho de guerra o rommandanle da forlaleza,
por ler aceitado o auxilio das Iripolacoes dos barcos
aegreiros para repellir o Cormorant. n
Islo be, o governo nao acceda ao pedido do eo-
verno islez, mas fazia ludo o que a governo inglea
pedir Sao dislinc^oes inuilo usadas na diploma-
cia dos pases fracos, que .l:-,in i : assuashum-
IharOes com sublilezas que provocan) o riso. E nao
se perca de visla que o minislro que escreveu aquel-
las sublilezas havia declarado na coineci) de sua ola
que o rommandanle da furtaleza comprira o sen
dever !
A correspondencia diplomtica publicada hunlein
nao veio revelar-nos quebranlamenio de nus-a dig-
nidade, mas -nn os amargoirde bocea do urca narao
fraca e de seus representantes em presenta de una
n.ir.iu lorie, cujo governo be fallo de cavalleirsmo e
de fundo de justica.
Qae !... Pois s quem pode Irajar sedas, vellu-
dos, creps e escomilhas, he que deve frequenlor o
bailes e os thealros ? Onde vito parar com esse luso
deunareado e deslumbrante, certas familias, cujos
chelea apenas sao empreiiados pubhcos de segunda
ordeni. a alguna que nem laso sao '.'! Onde j se vio
isso? Vai lulo pessima e erradamente. Presente-
mente qualquer familia nao pode frequenler um
baile, nao pode ir a urna feala, nao pode apre-
ciar urna noilede espectculo no nos directores dos bailes n.1o os convidan), porque no
falta quem em tempo Mies disa :nao conviden) a
familia de Fulano e nem a de Sicrano, porque nao
poden fazer vestidos de seda, e nem esiao no caso
de se hombrearem rom s Exms. ebiea* e as Exms.
oqoars. E e-sas familias sao immedialameule ris-
cadas do rol das qae eslavam determinadas para se-
ren convidadas: E porque'.' Por nao poder seu che-
fe fazer Ires ou qualro vestidos de seda, ao pas-o
que poderia fa/.er de outra qualquer fazenda mais
pobre e lao bonita Ao Ihealio nao poden) ir. por-
que se van rom vestidos mais pobres ama chusma
de binocnlus femninos se dirigeni para ellas,
acompanliados de Culixos, risolas, mofas, e... coasas
anda mais ridiculas e impropria>, e assim oa nao
vao, ou se vao, la Ibes espera a lerceira ordem ou
as lorrinha*. Assim na igreja ; s quem pode Ira-
jar velludos e sedas he quem lem licenje (a nao que-
rer oslar envergonbadal deouvir nn> missa, assis-
lir urna fesla, ele. Bem veem que fallamos daquel-
las familias que nao usam de tirnes; para eslus lo-
O Rio de Janeiro, a corle, a primeira cidade do im-
peli, nesle poulu nos d.i liees de civilisarao: as-
sisliraoa slgons bailes, romea a mellos espectculos,
nos quaes vimos a maioria das senhoras trajarem
umbralas branca, sem o menor luzir de ouro, nem
o menor vislumbre de luxo e osientac.no. No pro-
pn i Cassinoj bavia quem riesejasse banir as sedas
e 08 bnlhanles. E porque enlre nos anda se ha de
conservar esse lino de malillas, em meninas e mo-
ras, que nr.is Iheseslana bem a smplicidade ? Ali'.
sim... be que enlre nos ale arslocralicameiile se
dansa e se escolliem os pares; urna familia pobre,
que nao frequenlar certa roda nem ha de ir aos bai-
i* V i" ""* C!""*ro,e dp segunda ordem do San-
ia Isabel. Andem sempre assim, que vao injn
ptimamente a passos gigantescos para o pesimis-
mo. I.u.ir.lem as sedas, senhoras de alia sociedade,
para quando liverdei de vos adiar em commnnbao
com o pobres; nlo as humilhes, nao
com o brillio dos vossos adereros....
Consla-nea, que I para os A Togados, na Ca-
an-a, ele, ele, lem estado aquillo un, susto, nao
ha da, segundo nos informam, no qual nao baja
pao :
Na ra de.... um moco dislincto tie roopa in-
dica dMiaccHo), csbnfeiou urna senhora publica-
meiile^sem que buuvesse um cavalleiro que tomasse
a il (/ -. della :
Chamamos a altencao dos (iscaes para os atra-
vessadores de familia e peixe !
Chamamos a altencao da polica para certas ca-
zinhas da ribeira de Sa:i-Josc... l dizem que io-
ga-se. '
Pergiinla-se ao fiscal dos Alegados, se lem pas-
sado pela iravessa do Remedio, e se nao lem vislo a
mala qae alli existe, pois pode-se esconder cerla
gente qu anda procurando g.llinlias Do*aillos vizi-
nbos, e lambem se he admissivel haver om vallado
pelo meio da mesms Iravessa, a ponto de n3o se
poder passar. como acontecen agora pela fesla, ou
se islo be mesmo das postor. da Illma. cmara'.'
O va| r sardo oSardegnao, sabido para Geno-
va e porlos intermedios, conduzio a seu bordo o
paasageire Alexandre Benoil Lsrriv.
O carnaval, felizmente, nestes dous dias pas-
sou sem que um disturbio, se quer, perlurbasse a
ordem publica. Qaanlidade de mascaras percorre-
ram as nas, una palenleando o aparado goslo do
Irajar e oulros o ridiculo elevado a seu maior auge.
Dous bailes liveram logar no sala,, do palacete da
ra da Praia ; a ordem e o bom gosto reinaran) ues-
sas reumes, apezar de seren bailes puLlcos.
Ate amanhaa.
JIRV DO RECIPE.
1. sess.lo.Da 2(1 de fevcreiro de 1H.77.
/'residencia d- Sr. /),-. Ilernard Machado da Cos-
a Doria.
Promotor publico o Sr. Dr. Antonio Lili/. Caval-
canli de Albuquerque.
Escritas inlerino o Sr. Mruoel Correia Comes de
Alineida.
Advogado, o Sr. Dr. Joo Francisco l'eixeira.
Feila a chamada,as II) horas da manilla ach.iram-
se prsenles II senhores jurados.
Foram dispensados por motivos de molestia,os se-
nhores secuinles ;
Dr. Aprigio Josllnianodi Silva ("mimarae-.
Dr. Juaqiiim ile Aqinno Fonseca.
Franci-cn de Paula Pires Ramos Jonior.
Foram mullidos em mais SOfOOO rs. os senhores
jurados ja multados no dia antecedente, e mais os
seguales senhores:
Jos Antonio Pinto Serodio.
Aberla a sessRo, pelo loque de campanhia foi
condolido a presenea do tribunal do jar) para ser
jateada o reo preso Francisco de Souza Caiaiina,
aecnaado per crime de ferimnios leves felos na
pessoa de Antonio Joaqumi de Souza, no dia ll de
junho do anno passado, tendo o mesmo reo por seo .
defensor ao Sr. Dr. advogado cima mencionado Kuerra era a divindade que insenavara no capitolio;
O NATAL.
I,loria ni excelsis Deo, el in Ierra pa
n houibus borne voluulatis. n
Kvang.
Quando n'um invern I,io e setco cabe sobre a
Ierra ar.vel um duzia de das de nordeste impetuo-
so e reg'lado, solu comprtme-se, ;rcla, e icuge de
abrir n seio a' sement, que alli se quer fecundar,
repelle-a com rigeza de pora, que adquiri, aju-
dado pelas rajadas Iras daquelle Tenia.
Se mudada porem a direccao norte, o vento vem
a caliir aul, as primeiras gdlas d'aguaque elle enva,
aaradece-as a aridez da Ierra, abrindo o seio a' fe-
cundado ; e abeaeoa-aa o lavrador como um pre-
sente de Dos, comu o pobre bemdiz a esmola do pao
que Ihe mala a fume, como a* agradecera lambem
a lingua do febricitante, abrazado pelos ardores n-
timos d doenca, se a medecina Ihe permiltisse
aquelle refrigerio.
No momento em que a era das Olympiadas e a da
fuudacao de Roma, ia ser de direilo sub-liluida pe-
la erado nascimenlo de Jesus Chrislo, o mundo es-
lava rido, como a rigeza inculla laqnella trra.
As proscripc,es de Mario e Scylla tinham, he ver-
dade. algalo a Ierra de orngfje, mas a Ierra secca-
va loao. porque Ihe jorravaru sobre a superficie as
correnles de utna pliilnsopliia sem alma, qu^ abra-
zavam.
O sansne de Catilina e dos seus tambem nao era
fecundo.queimou o chao onde a eloquencia de Cice-
ro Ib'o fez derramar.
Os plainosda Pharsalia a de Pbilinpe, eslavim
anda momos e rbenos da cor vermelha do sanaue
do palriciado romano ; as proscripr^es do ultimo tri-
ODviralo tambem tinham coberlu da m >-m i cor as
ras da capital do mundo, e as das principaas ci Li-
des do imperio ; mas que sement de palavra Ihe po-
diam lancar, que na apodrecesse ?
Se a tinham, ganhava-a a corropcao ; nlo germi-
nava, purque nem a sement, nem o saogue eram
puros.
De guerra era a sement que tinham ; composto
de proscripto, de flagellos, d* escravi.io e de or-
ullio, era o sanaue que Ihe corra as veas ; de
de tal arte aquele sensualismo e impureza decoslu-
mes. que os inais acalorados debate., que a plulo-o-
pbia exrilava no Porlir, vinliam terminar oo na
orgia das ceias, que Roma e m.is tarde Pars ^no se-
culo deioito imiioii nos petits sviiper* ou em casa
das Lais e Aapatiaa.
Ora nem o luxo do oriente, nem o esplendor ar-
lislieo e pliilo^opbico da Creca, nen. a grandeza ro-
mana se tinham leinbrado de urna idi'aajjuejie vulaar
nos estados mudernoi Todos es horren* sao raBaos
pirante u pairommum .le lodos. f
O polylheiiHia depravara o espirito do liomem.
A ploralidaje dos deusos corromper a idea da
anidada de Deo<.
Desconhecia-'e a idea mai, que ara esla unidad,
por coiisequerKia a arvore genealgica dos deuses
comecava em Jnpiter e acaba**, por asim dizer, nos
lempos do imperio,|uu ultimo patricio que poda op-
primir tim milheiro de esclavos, dar o maulo a bei-
jar a urna cenlana de clientes, ou roubar una pro-
vincia, como priicon-ul.
Descnnhecida a ur.idade de Dos era fcil desco-
nliecer lambem o iaeo de amor, qne deve prender
a familia humana.
Lm capitular de Carlos Magno noliru-nos que
a cultura dos jardius havia felu grandes progres-
sos. O imperador desee no seu decreto s mais mi-
nuciosas circum-lancias econmicas do predios que
pos-uia, e que rom os palanas t ci-Lllo. subiam ao
numero de lli:l.File quer que us-lle se cultive, *
continu a cultivar. as hurlas : ceblas, ceb >li-
nhas. ech!ola. albos, sais, agnoes. acelgas, beier-
rabaa, ceiiuuras. couve-, pastinacas, rabasM, cardos,
feijoa, favas e chicaros.
us veraan : sorveiras, marmeleros, nespereira*.
figueiras, aveleiras, amen.loeiras, nsguenas. eta-
nheiros, ameiseiras, pereiras, micieiras, pecesuei-
ros, e amoreira*.
Nos jardius, ou laboleira delles. roseiras, Ivries
assucena*. papoulas, heliotropios.
Esla nomenclatura he moho curio**, porqa* ludo
o qne all (alta, fui adquirido posteriorlucul* ao ac-
COlo l\.
Dous grandes aconleeiinenlos a invatio dos
mouros na Luropae as cruzada, eoatribairam a
augmentar o numero das planta utei* na Europa.
O Smfaceno fot Irazido d'Africa para ll-.panha pe-
los exercilo- arabas que cunquislaram quasi. toda a
Se eu nao ronbeeer quem foi meu pai, romo po- pennsula e una par* da Franca. L'ma nutra plan-
derei ronhecer meas irnxlos 1 ; la destinada obler um rullura mullo mais vasta.
Enlose pretenda inferir daqoi que queremos be a caima deei_ar, que fui importada pela ern'-
ConRrmar a relebredoulnna daieualdade exagerad, rada no reioaTle Valencia, e depois naluralisada na
quo certa escola poltica proclamou ; dizer que todos ilha da Msd-ira, d'un le Christuvao Cnlombo a le-
hnniens sao Irmlos peratite o pai coininum de In-
dis, na significa u mesmn que lodos os liomcn*
sao Iguaes.
Deala raternidade.peranle Dos derivara-s um
para aquella iguatdade,
le de amor e nao urna h
vou para enriquecer nova cutama d'lli-paniola em
S. Domneos; a d'alli, que ella se e-pal bou em to-
do o arcliipelago das Aulilhas, e as doas Ame-
riras.
Na Frene i, o goslo dos jardms continuoa a pro-
run e-la lei de amor pode e deve coexistir a Iheu- pagar-se ale as in,,r.i- le nHU h,,-
ra do m-reriM., ni,,, e a da jgualdade repelle e*la luna ; sabe-se por mullas caria-, qae elu itiMi, o
lh>oria. I re Luiz, o joven, linha em volt* do i.owre. na*
A revidurao sublime, a nica que pode ser funda-I'.areens du Sena, um grande jardini, e viuhas.
mental e consliluinte, porque he urna revulucao de Carlos V linha tambem um prximo do pahMio de
paz, eslava pois no preceilo pelo quai aq-ielle Divino i S. Paulo, e fez nelle plantar da ama ni vez 1011 pe.
Infante vinha derramar a ultima gola do sen s-n- : reirai, 115 macieiras, 1125 cerejeiras, IW amenei-
gu-.Diliges prorimum luum sicut te ipsiim.
as ceguis
O conseibo do jar) de seulenra foi composla dos
senhores segointea:
Anlonio Machado tiomes da Silva.
Mauoel Joaquina de Miranda e Souza.
Amonio Pires Ferreira.
Joao Caelano de Abren.
Cosme Jos dos Santos Calado.
Rarlholnmru (iuedes de Mello.
Eduardo Firnnno da Silva.
Sevenno Itandeira de Mello.
Francisco Rufino Correia de Castro.
Francisco Rodrigues do Passo.
Jos da Fonseca e Silva.
Froncelino Augusto de Hollando Chacn.
E preslar-m jaramente em voz alia subrs o livro
dos Sanios Evangelhos.
Foi o roo interrogado, e no interrogatorio lisse
que nao sabia por que era acemado.
O Sr. juiz de direilo disse que elle o era, porque
em dias do mez de junho do anuo passado lizera um
fenmenlo na pessoa de Antonio Joaquim de Souza,
e que esse fado se dera resislinno elle reo a prisao,
que lio- ia fazer o referido Amonio Joaqom. D,sse
u reo que nao era exacto l?r elle offendido a Anlo-
nio Joaqom, pois que se eiUregm a priso, sendo
corto que neaaa occasiao o mencionado Anlonio Joa-
qom fura qnem Ihe dera urna e*becada com o qoe
Sabio elle reo ferulo na cabera, e Antonio Joaquim
de guerra era a origem que tinham dado an funda-
dor de Roma ; de guerra era a virlude-*romana, que
para o ser, precisava de ser cruel ; de guerra se de-
senliara e compozera a repblica ; com guerra come-
cara, fora feto o imperio ; respiravam guerra por
lodos os poros as insltluic.de< das suas du.s formas
do governo ; aneacado com sanaue fora o pnmeiru
pao da repblica ;de saogue lingiiam a purpura dos
sens cnsules, com sanaue lemperaram as espadas
dos seus dictadores, sendo lambem esta a cor que
deram ^o nianlu imperial d"s seus Augustos.
Era de guerra n primeiro verbo, que as matronas
romanas ensinavara a seus filbos, er;. um exem|ilu
de mangue, que Ihe aponlav.m quando deixavam as
fachas da infancia, era um feto de guerra, que Ihe
ritavam quando Ihe vestiam a toga pretexta ; e se
as portas do Icnplo de Jano se frcbaram pela pn-
meira vez, depois da fuudacao da cidade, foi para
que em Belblem, cidade da irib de Juila', junio do
berreo mais pobre e mais illustre da Ierra, o Anjo
podesse enloar em choro rom os magos e com o pal-
lores :
(LORIA A DOS AS ALTURAS E NA TERRA
PAZ AOS IIOMENS DE BOA VONTADE.
Chame a lucredulidade urna coincidencia nolavel
a este fado ; a f chama-lbe um prodigio ; e e he
licito servirm'o nos de urna (ihiase pagaa. traanlo
de-te sublime e divino 8ronlecimenlo, a lingu Tui-
na sobranselha. Disse mais que Antonio Joaqun) i I231* anda quando Ihe nao chaina'so um prodigio,
COMARCA DO ROXITO.
Canard -20 de fevcreiro
II.
Qiiereudo aproveilar o portador para dar noticias
desla localidade a Vmc., eotre a barafuslar Mea-
cholla e .- me lembrei das bexigas, oa varilas, co-
mo chamara os homens da setnela, que, graras a
Dos, vio sem augmento e parecen) querer exlin-
suir-se, o que sera para nos urna fellcdade. Na
falla de noticias envo-Ihe e-la -ublirne pmducrao
de urna unagiuacao sublime, que arroubada aisim
se exprime.
Desejando uto fallar
Ao que promelli,
Quiz experimentar
O meu estro...
Quasi me e*plo !
Por tanto, signor mi,
A versejar principio,
Desculpa esperando
Aos erros que for dando
Esle servo retpeitoso
Pedro Tranciiso.
Sim, senhor, respondeu Irma tremendo. Dnvo
avisar a meo pai'.'
He intil. Precisamos de Farei o que vossa alteza quer.
Paulo lornou a fechar a janella, e disse a Andr :
Boa esperanca I e sobreluilo coragem, meu cha-
ro captao !
Deseca primeiro, e vendo qne Andr hesitara of-
ferece' o braco a graa duniieza, Ucrescenlou :
Andr, veja que poffemo encontrar a impera-
trir. He preciso andar dame della de cabera alia.
Faca-a corar de urna suspeila odiosa e injusta.' VosiO
be boje o cavalleiro servente de Natalia !
A0*4 obedece; mas juleou sentir o braco da gr.la
duqueza tremer junto do sea...
VII.
a Arriba.
Emqtiaulo erMscena tinh* lugar no pavillo.Ar-
rika vi** c aleare,d|rigia-e para a estufa|do palacio
rom tlngalar e*lrea*eciiajei,lo de coraco.
Vira/ elle '.' perauntava a i mesmo, olliando
para seus mimos. pes, anda homidos do orvallm da
relva ; oa ler-ie-h ja ewaaecidn '.' lia as fesla
iioclornas tantas damas Aellas e nohres A impera-
triz i;.io pido suspertar osla entrevista. F.lla esteva
prestes a encerrar-me no apusenlns do palacio de-
pois da visita d velha cuiirlftiuj Mioodora '. Mas di-
zem que o ar da eorle da' espirito : falle Ihe da ul-
tima comedia que anrndjou representar na Eimila
dehaixo do seo nome. leu amor-proprio de aulora
ieualha pelu menos sea orgulho de imperalriz !.......
ava om tanto locado de aauardente, que a isso
elle reo attnbue esse procedimenlo lo desabrido,
visto como nunca o od'endeu. O Sr. promotor disse
que fora o reo o aulur dos ferimentos, que eslava
provado pelos depoimenlos das le*:rounhas, e o reo
so achava ineurso as penas do jrl. 01 do codiao
criminal, aran mximo por se darera as circunstan-
cias agaravantes dos j$$le4doart. Ili do mesmo
cdigo, islo he, ter ido o crime commellido a no-
le, e ler ido impellido por um acto ex-reprovado
O Sr. advogado na defeza disse, que o ru nlo
comineltera o crime de que he aecusado, e pedio a
absolviese do mesmo reo.
Finda defeza,-i Sr. promotor replicando sosten-
la o que havia dilo na aecusarao, e depois da repli-
ca, o Sr. advogado Ireplicou sustentando o qae ba-
via dito na defeza.
O Sr. juiz de direilo, depois de resumir a acen-
saba e defeza,propoz ao jury as questes de faclo.e
sendo estas entregues ao conseibo.foi este conduzido
a sala secreta das conferencias as 'i 1|2 horas da
tarde, d'onde voltou as 4, com suas resposlas, que
foram lidas pelo presidenle do jury de sentenca, e
o Sr. juiz. de direilo, recebendu as resposlas do ju-
ry, publicou sua seiilenta, ebsolvendo o reo, eon-
demnando a rounicipalidade as castas ; e levautou
a sessao, adiando-a para o da seguale as 9 horas
da manhaa.
I. sessao.Dia I de fevcreiro de 1857.
Nao comparecendo o Sr. Dr. Bernardo Machado
da Costa Doria, juiz de direilo da primeira vaia cri-
minal, por se arbar doeute, oflhieu ao Sr. Dr. Sil-
vino Cavalranle de Albuquerque, juiz municipal da
seeunda vara, para na qualidade de primeiro substi-
tuto da primeira de direilo, ir presidir o jury, e nao
podendo o or. juiz municipal comparecer seno as \
horas da tarde, por se achar presi lindo j lolaria, e
estando a hora sdianlada adioo a sessao para odia
>:i do correle as 10 horas da manhaa.
1. sessao.Da '2:1 do favereiro de 1857.
Presidencia do Sr. Di. Silcino Cacakanti de Al-
but/uergue.
Promotor, publico interino, o Sr. Dr. Joaquim de
Souza Re.
K-nn.io interino o Sr. Manuel Correa Comes de
Almeida.
Feila a chamada as II horas da manhaa, acharam-
se prseme .11 senhores jurados.
Comparecern) a ses-ao de hoje os senhores jurados
Aguslinho Jos de Oliveira, e Joaquim de Almeida
Pinto, que fallaran) nos mais dias de sessao.
O Sr. juiz de direil interino declara, que deixa'ra
de mollar ao Sr. Dr. Francisco Gome Vellozo de
Albnqi.erque Lina, por se adiar em exercco de juiz
municipal da segunda vara do termo desla cidade, na
qualidade dequarto snpplente.
Foram multados em mais 20:* rs. os oiilroi se-
nliorrsjuradosja' multados us das antecedentes, e
os senhores seguintes :
Franciico de Paula e Silva juDor.
Caelano Jos Mendes.
Jos da Fonseca e Silva.
Antonio Luciano de Mnracs Mesquila Pimeulel.
Dr. Joo Fianrisco Texeira.
Joaquim Vital Machado,
liencillo Pere&rino Mariel "Monlero.
Anloniu .Machado Gomes da Silva.
Dr. Antonio Pereira Barroso de Moracs,
l(r. Galdinn Ferreira Comes.
Victorino Francisco dos Santos,
Joaquim Texeira Peixolo.
Manoel Carneiro Leal.
Sendo insuOIcieole o numero de :M senhores jura-
dos presentes para haver sessao, o Sr.joiz de direilo
interino suspenden o Irabalhos ao meio dia, adan-
il i-a para o dia ceguinle as til huras da manhaa.
BEPAETICAO DA POLICA
Occurrencia* do dia 21 c 22 de fevereiro.
orara presos pelo juizo municipal da 2.a vara, o
otlicial de juslie; (oncelo Borges da Fonseca por de-
sobediencia.
chamar-Ihe-hia um feliz agonro, um nurimeulo
auspiciad pelo feto maja nolavel de luda a historia
amiga.
Jesu Chrislo veio ao mondo enanamente na po-
ca, em que pela primeira v/z se fecharam a portas
do templo de Jano ; em que pela primeira vez o po-
vo gnerreiro por excellencia, em que Roma, emlim,
eslava em paz com as previucas, e com as naces
alliadas
Do Oreano al o Eufrates, da Lilia at o Elba, o
mundo eslava em paz.
A palavra do byinnn, recitada em torno do barca
e Jesus-Cbrislo,' devia verilicar-se al i
O too mais remontado que a philosoplua Imlia er-
guido fra o celebre 'Juod Ubi non lis alli-ro na
feceris.
E anda assim era poerivel, poder-se-hia lalvez
provar que lora preci-o a' philosophia inspirar-se
no* livrus saiirados dea lteos para subir Uto alto.
TodavaO que no queies para ti nao o facas a
oulremsera, se o qni'Crem asim, a mais depurada
dnulrina do mai* sublime egosmo, tem por base o
rnedo. mas nao importa de certo o divino preceiio
Ama o leu prximo Jumo a ti propiiu-^que tem por
base o amor.
Ora este amor he urna le de paz, d'onde se deri-
vo a liberdade da miin tu, como a rederaprao da
familia humana.
Collocados a dezoilo seeulos de distancia desle
berc,o predigioso, que nos veio fecun lar essa lei. nlo
nos env-raonhemo-, pois, de curvar o joelbo junio
do simulacro desse beroo, e de entoar com o aojo,
com os magos e com os pastures glora a Dos naa
alturas e na tena paz. au* 'iiimens ite boa vontade.
II. .lose' de /limada e /.encastre.
O Secuto Dczanoct.'
si
?l.aiii;iinira.
mo metal, e que l.inr,avau) iaualmente tos mu del-
gados de orvalho por todas as folbas..... Nada lena
podido exprimir a amavel suavidarle des*e lugar,
verdadeiro oa*is cheiu de larangeiras e de passaros
cantores de todo* os paiz.es. No meio desses admi-
raveis bosquesinhos, dessas roseiras, dessa cscalas,
qualquer pesso leria julaailo estar em om palacio
de fada. As arvnres dos trpicos ah vierjavam bel-
lamente graras a um calor facticio ; as plantas tre-
padeiras balancavain suas folbas carregailas re nn.a
chava Ir pida e odorfera..... Cortinas de caca bor-
dadas de ouro faziam da estufa um pavilha,. "refres-
cado no vera por mil brisas, e inundado no inver-
n por orna claridade rotada e divina. A prnnria
Arruta, bem que estivesse hebiluida is magnificen-
cias desse bello lugar, nao poz nelle os ps desla
vez seno com repeilo.
Na verdade era urna linda aeora, ama flor em na-
da inferior s desat jardim de invern ; linha a
frescura av. Modada que adorna as don/ella- ao* dz-
eseis annos, urna phvsioridinia franca e rsonha, pos-
to que umflaulo'alliva. Tnspirad pelos esplendidos
Ora, disse logo rom sigo serenando se, sem da-
vida a imperalriz nao puude vir a entrevista, e en-
viou-ma urna de suas damas de honor lie nina
compeiHacao pela qual devo ser-lhe atradecido.
Doin Mello lornou o ar mais victorioso, e apro-
de Jesus-Cbrislo,' devia verilicar-se al na mais vul-
gar e enmesinha interpretaran.
Alas, o sentido diviuo era" nutro, era superior, in-
iiilaraenle superior aquello.
As portas do templo da Jano linbam-se fechado,
he verdade, sobre a voragem da guerra civil e da
auerra eslranaejra, que Iraaava a fhir das grac;oes
romanas: havia paz, mas nao era urna paz da vida
eia n dos turnlos.
Nao era paz era umailencio onde se incubavam pai
xOes ignobeis, onde germinava a philosoplua lgu-
bre do esluiesmo. os futuros enmes de Tib-rio, as
devassides de Capra, a impadicicia da Messa-
liu.
A propri voz da religio calava.
Eslavam mudos os orculos, o silencio geral s
era inleirumpido pelascancoes da Impureza nos pros-
tbulos de Roma : ou pelo" riso contra Tela de algum
discpulo de Epicuro, que para ridicularisar a mor-
le sulemoe dos e-toico- senlava-se mesa do I estira,
coroado de flores, como a victima, que se efloreca
no aliar dos deoses, c entre os peifumes de uraa alh-
raosphera de sensuali-mn, assim expirava, digna of-
ferenda a divindades de pedra, senao fosse um lio-
mem que u sangue de Jesas-Cbrtate vinha remir.
Nao era paz, era fadiga : o imperio eslava cau-
sado.
A vigorosa raja patricia de outra eras, o des-
cendentes de Ciucinalo, Fabricio e Caio Mario, cou-
verteram-se em corlezAos de Auguslo.
Oclaviano enviara a tnica tribunicia, que a de-
generaba rumana Ihe conceder, no pescoco da es-
tatua da liberdada.
A deosa ninguem a incensava, porqoe ninguem a
conhecia ].,, e como era sde pedra. pedra disgracio-
sa ficou com as roupas em que a astucia do despotis-
mo a involveu.
O mund i precisava da oulra liberdade, de outra
melhor e mais preciosa liberdade, difireme da,que
o sangue de Lucrecia linha conquistado a repu-
blica.
Precisava de liberdade para ceolo e vinle milhes
de almas, qoe ou vlviara presas ao dons da purpura
e do despotismo imperial, ou sgglouierada* as in-
fectas hahilaces, que o libre oerecia ao proleta-
riado n..uni ou uos ergastulos como verdadeiro
escravos, ou na arena dos circos eamphitheatros para
divertimenlo dos senhores do mundo, ou sujeitos lias
provincias a dominaran e dilapidarlo dos Verres,de
que nem sempre a vuz do eloquenle orador romano
os poda salvar.
Precisava da liberdade como direilo, que Dos con-
cede a lodo o liomem qoe vem a este mundo. e mais
anda do que e6le direilo, precisava dos direilos, que
a (erra nao sabia conipor, p.rqueja provara com
qualro mil annos de experiencia que nao era o espi-
rito do liomem capaz de lauto.
Tinbani-se accedido as qualro grandes monarchias
da ant'suidade.
11 Eg\ po ti una legado as suas pyramedes, seus ne-
bulosos raystenos, a sua intrincada e fabulosa ebro-
ologla.
Babvlouia deixoo-nos as suas suinas com a me-
moria do* seus jardins suspensosecom a suberba pu-
nida do seu arando mooarcha.
Sobre as inargens du Oxus, no Tigre, no Euphra-
les ale gelpha prsico, as oolras monarah as do
oriente rendan culto an sol e au inais desenfreado
sensualismo, queseas moiislruosidades de ilelioga-
baio poder.tm depois exceder.
A Grada, apezar da ferocidad* espartana, herdou
tilingada, senhor, interrumpen Arrika ; nao
he a vossa senhoria que a imperalriz liiiha-me or-
denado queespera-se nesle lugar ; permita puis que
o dcixe...
- Denar-me! Ola! Ah a senhoradeve-me enn-
xiinau t.i-se familiarmente de Arrik, fez-lhe a quei-' solar;es ainda'que l,i-*e somcule por despn|ar-ine
na roana urna declarac.io de amor. idele presente real que inspirava-me desde honlem
Da cerlo, senhora, dis*e elle, be moi la felici- pensamenloa de ventora e de fortuna Esta lila que
dade e muilo orgulho para om fidalgo de Braganca, I en julaava dever a Calhariiia...
. co.noe, obler em tao pouco tempo o que o acaso i Oh! senTior, he a mim que a deve,.. raan
| lem me feilu obler. Ilmilem a imperalriz diaiion- que ceminelli a f-lla de enlrega-la... tnrnoii a moca ;
se de lionrar-me ruin um prsenle real ; boje per- mas vossa senhoria lem muila delicadeza para apro-
OS JARDINS.
Kitudo estadstico'.
A cultura do* jardius he de todas indubilavel-
menle a mais antiga, porque antes que os homeii*
primitivos hnuvessem de'scoberlo os cereaes,nuiriam-
se elles du fruclos esponlaneus da Ierra, fui decerlu
um de seus mais instantes cuidados, o reunir as di-
versas especies dell-s, e multiplica-las em vnlla de
desuas moradas. Juslilica-se eslacunjectura por una
das vellia* Iradicesdu mundo, a que da pur habi-
tadosos primeirus ente* humanos o delicioso jar-
dim rio /-.den.
Coiiviniia, que a ri*onha imagen) de umlal luaar
se huiivcMe cunservadu na memuria dus povo* da A-
sia oriental com grande prestigio porque os inu-
iisrchas A'*yrio* quando decoraran) a Batn loma,com
magnficos inoiiumeiitus,. quizeram que nu meiu des
la exp,eiulida melropole, us jar lins fussem urna de
suas maravilhas.
Os StregM linbain povoado os seusjardins cum es-
tatuas de rnuil notaveis e agradavris divindades;
descobre-se n'um quadro qiujll miero us deu dos
jardius du rei dos Ph,icios, Alciooo, a importancia
que elles Ihes ligavam. S*he-se pelo poela Inmor-
tal, que se achavain reunidos all pur occasiao da
auerra da Trina, lia tres mil anuos, viohaa, perei-
nes, figueirae-, laranjaes, ulivacs, e parece que os
pomares recebum aguas pela irrigado. (Ilom. Iliis-
sea c. 7'.
i;,ii-ti, .o i, pnr occasiao do eslabelecimento d re-
pblica, as trras distribuidas aus cnladAus, e cuja
o\|. n-.i era leaabnenle tixada, leu lo apenas una
superficie de selegira-, que (aziam menos de duu
herlares, cada pre no devia ser uin jardim ; purque
era mi-(er, que fornecesse a respectiva familia, to-
dos os productu* veget.ies de que ella careca. E-ti
necessidade na permute duvidar^e que a cultura
se fazia a enxada, e que e lerrenlo nao fy
se repartido simultneamente, entre a cevada, a vi-
nha, u olival, o l-n'i i e os legumes. Mais larde,
quando os Grachus emprehenderam sera fruclo.e com
risco de sua vida, reduzir a duzenlai geiras, ou cin-
coenl e cinco hectares as propriedades patricias,
que ultrap i-savaiii este termo.os beus ruraes, haviam
turnado pelo augmento da riqueza das classes supe-
riores uina cxlensao ja lia grande,que a jardinagem
dos antigs lempos devia ter quasi iuleiameule des-
apparecido, Pude-se crer, que as culturas eram se-
paradas, e leirabsadas milito anteada lei Stolo, que
determinando qne a* mai largas Ierras nao podiam
exceder a quinnela* eiras ou 137 hec'ares.suppu-
nba que havia muilas no caso que ella previar, Ag-
glomerando-se as propriedades pouco a pouco, ces-a
iuleiraineiile a diversidade ilas culturas. Huuve pro-
vincias, qae se tornaran) baldos, e outras como a
Campanil i.o Efivplo,a frica, que nao apreseotavam
enao u.ii i plaid* iinineusa cnberta de cercaes, e
dividida como os condados de luglaterra, entre nm
muilo pequen numero de propnetarios. A meta,le
da provincia africana, que enmprehendia Alger.T'u-
iics, e una parle de Marrocos, pertencia a seis per-
sooageiis consulares que .Vero fez perecer, para Ibaa
confiscar seus bens. Varr. I. I. cap. 10. colum. 15.
cap. 10. : Pliu. liv. 17 cap. TI,
Nesla sluacao, eram raras e caras as prodcenos
das jardins. Ve-se pelo decrelu de Deocleciano, que
nu cumecu do quarlo seculo da nossa era, urna cou-
ve valia, prero medio, 1 franco e oileula comimos;
e que cinc alfices, cinco coaves' fluies.'cinco be-
lerrabss cn.lavain o meirao preco, quando eram da
inelhnr qualidade Valiam anda niela le, quando
erara de qualidade inferior. Assim, cada um desles
productos ch-gava acuna de :tl cntimo, oo mai
de sete suidos, e poda ser vendido legalmenle pur
tiO centirnus ou 12 sidos.
le preciso todava reuonheccr que os romanos,
eslendeiido assuas conquisl;. at ao. confina do inun-
do condecido, contribu'-, quecer os jardius da F'aropa meridional da urna mt-
lidAo de vegetaes Ot.-is, Trouxeram o alpeeiro da
Armenia, a ameixe.ra do Siria, (Asia) a cerej-ira do
Poni, a noaueira da Persia, o comieiro da Media,
a ronieira de C.irtbagu, o niarraeleiro de Sydon, na
ilha de Creta ; a alcacliova de Sicilia, o cardo, o pe-
pino, a abobara, e,n que vale muito mais, a olivei-
ra, a figueira, a m.icieira e a pereira, dos dilT-reu-
le* paizes i S*np*. ver Hla-se, segundo /'linio.
qoe elles trouxeram da Gauha a cebla, a esnoura,
a uespera, e o pecego. Vinham anda estes vegelaes,
pelo menos o pri eiro e o nlt rao das impar taces da
Phucins, us seus e-l>b*leciineutus lias w/mlianca.
da embocadura do Rbudano, Quandu osbaibaros do
norte iovadirain o imperio rumano, manifestaran)
pela eunservacaodos vrgelaes uleis um iuteresse que
provava.quantuell's apreciavameslesdousda nalure-
za e do Irabalho.o paraielles. A lei stira estabelece urna grande mal-
lacomo ccmpciisacao da destruida de urna arvore
de fructo, existente em qualquer terreno vedado
um dus arligos d'ea. confirmado por Carlos Magno,
sugelava a pagar um irerguitto individuo, que
enlrasse para roubar n'uin campo de ervilbas, favs
uu lentilhar.
Os primeirus reis francos ttinham jardins prxi-
mos de seus palacios, c sabe-se, que o da ranilla
L'llrngada, mulber de Cheldeberlu eslava plantado
de arvores finrliferas, de roseiras e de vides. Era
misler cointii que isso fo-se un luxo real ; por-
que o bispu Fortunato, que viva na corte nesla
pica, escreveu a oa familia para Ihe parliripar a
remc>sa de ca-tanhas e ahrunbu*, que linha colbido
na lluresla. '
ras, etc.. etc.
A Inglaterra eslava anda menos adiantada qae
a I r .iiij.i. No principio do reina io de llenriqae
VIII, em 1909, nao cresciam all anda nemcoave
nem cenouras, nem nabo, nem algum oulro romc--
livel desla especie : no(uu-sc, que a rainha Calba-
rin nao poda ter para o seu jantar urna alada,ale
qne n rei man lasse vir um jardmeir* do* Paites Bal-
sos Karncs Scwetchs Hume etc., Esle paiz e a Ita-
lia eram entao as nicas parles da Europa qua ti-
nham bellas borlas, e foram el e-, quem Irooxe .,
Inalalerra um numero coosideravel de especie* ao-
vas de veaelaes aaradaveisuu uteis.
O Artois ileu-lbe o lpulo em 152*1.
As couves, a salada, e groselh foram irazii.,-
de Flandres em 1518.
A macajS reineta* foram inlroluiidas em Snrte*
em 1525.
O* alvericoques de Italia foram naturalisados pe-
lo iar,iine.ro de llennque VIII.
Diversa* especies de amena, e a rn espinosa to
devidas a lord Cromvel, que a trouxe do roesmr
paiz.
As ovas da Iba de /.arle loram importadas no rei-
nado de Isabel ern 1555.
Os cravos.e os lyrius foram plantados em Norwich
no mesmo reinad em 1567.
As lulipa foram enviadas de Venna d'.Valria em
1578.
Alfin um vcaetal alimenticio, cuja a:qui*ic,io oa*
pode ser comparada a d'dgum nutro, foi triza) da
America para Inalalerra nu remado de Isabel. Mas
a sua utilidade. c valor foram inleirainrnte desa-u-
nhecidus; e fu s em 17:19. que elle foi admilluln
entre as planta collivadas. Oque he aaailo nola-
vel he. que foi na Escocia, as parles anda barba-
ra* de-te paiz, ilesianada debaixo do nome de trra
m.iiitaimo-.i-. Em I788 anda elle era repellil da
hurlas britannicas. Os trevo os nabo, qae *.lo
agora objeclo de lauto cuida ti, desvelo, nlo at-
rancaran) em Inglaterra melhor acnlhimento, qoaa-
d ahi f,r,un intruduzidos n mercado do secul*
XVII. As sementes trazida* para a Escocia em
I7I5, n;lo se multiplicaran! alli senao depois de 15
annos de luda contra as preoccupscAes, qae o* re-
aeilavam. Na he psivel apiumnando oo* ao
aaaaoa lempos, memorar a planta eslrancein na-
luralisada* as ilha* brilanuicas, seu aaaaere ha
muitn grande ; mas os-aqui a recapilalaclH Hom-
rica :
Especies exticas.
No reinado de Ilenriqne VIII ou anlea ... ii,
No de Itabel de 1358 al 160.1........ faja
No dos dous Carlos e de Cromwell desde 160:1
a I68. ^................. 5TR
No de JacqueTfl de 1685 a 1688....... ||
So de i,,;ii!i,.r,lic e Mara de 1688 a 17l 27R
No da ranih f'niia de 1702 a 1714...... 3||
No de Jorge I Je 171 i a 1727......... |8_>
No de Jorge II de 1727 a 1760........" 1,7711
No de Jorge III de 1760 a 1815....... 6.75.
Numero da especies adquiridas *m 300 an-
""s .....................10,418
->a franca, a eilen-.lo e a importancia do jardn
auamenlarain-se, nu lempo da revoloco, pala divi-
san da* prupriedades.
Qualquer choupanaau calan*linha a oa bor-
la, e por isso e-ia paitara cenluplicon a superficie.
eu pro.lucio 1 mili.., rf da para dia maior. n
ta dos progre-sns da aarirollura e da propasaran
dos vegatae utei ; mas he mit-r para de.envalver
esla propnedade, 111 ii alto gco de arlivida te e de
nilelliaencia uoscullivadore ; e o concurso da cien-
cia e dos poder-* publico Ihe io absolutamente ne-
cessarms: borlicullura pode tornar-* pe* meio
deslas condices, urna das riquezas do paii, e in das
bens preciosos da povo.r>. EtTetlivamaate ella
quadruphea o valar da Ierra,aoppr vantajoaamente
os cereaes, e Iras, para a nu rica do humen., ama
variedad de alimentos, qu inda* obro* a nade.
t. Exteosao. As porta ajardinada oceupam en
Franca uraa superficie de 360,696 heetare* oo 151
legua quadradas medias. O departamento que
poisuera a maior evlcn-a deste genero de ullura
su os seguintes:.
Passo de Calais........
Somma.........., ,
Aisn............
Mosella...........
Norte.........., ,
Sai Iba............
Mancha...........,
lie de de Villeire.......
I.ouvre iulerior......,
Deu Sevres........
12,009 nctares.
11,334
IO.U07 *
10.461
10,409
9.020 1
9.448 11
8.37
8.372
8,529 a
Total
199,116
2. A pin torc.io. ,\ valia la pnr aproiiraacio. na
eleva a 157,093,888 fr. o qoe da' para o pradueln
bruto do hectar135 fr. e 55 c. Mas o valar da Ira-
balho he consideravel. Os departamentos que otle-
recem o maior ou menor valor de prodaerio sao os
seguintes :
1/ajino.
mille-uie que converse aqu com un. das man Ilu-
das mocas ,le sua corle....
Nao cumpreheudo-u, senhor, respondeu Arri-
ka. Conhece a imperalriz ?
Desde honlem sanenle ; ella me-ma entreaoo-
me est" lace.
Nao foi ella, senhor, desenaaiie-:e, tomou a
donzelta, levantaudo-se cum parlorbaelo.
Quem fui enlau '.'
Lina pessoa, senhor, qne infeliz.menle enaa-
l'odavia nao estou (ranuailta..... I'arcce-me que o \ corre-lo o meljior que poude. Era urna colleccao de
...-..11...... i .. 4 -l ti-, itilit AAntjtA a&L basam.___ a ....___I____ I 11
allraolivos desse ramarim, um poeta' (era compara- nou-se, responden ella abaixaudo o ulho* ; nao era
do seos labios a uina romi, e o perfume de seos ca-
bello ao de um jasiniui.
S 'u Irage era de ama bella simplicidade, {onsislia
em um vestido branco, aperlado por om cinto cor le
l\riore nm lonao veo qn* a envolva.
I'i imeirameiile ella etn torno de si com ar espan- I ranquillisR.se, senhora ; comeco a crer que o
lado como uin joven cy-ne que eteii<]e-o eolio aelma
das bervas (luctuanles, depois quando certificqn-ie
de qae eslava sminha abiiuomjivio,* poz-se a p?r-
cavalleiro larda rouitu
Meditando assim a joven dama de honor, acabava
de enlr.tr na estufa du palacio, na qual sua mugem
gradasa vio *e lugo repelida por mi! espelbos..... As
roas des*e jardim encantado, respiravam por toda a
parle nm luxo artificial ; osaleaietes eram de aeaju.
Ella
cnnlos raheggoc enfadaran) oa logo...
reo entao a u divertini-ni de donzella que naJBa,
falla m ernelhaiile occaia ; lirn orna margarlTa,
a qual poz-se a desfolhar com seus lindos dedos. A
ultima penda desse alvo collar nao linha anda ca-
bido nu ci.a, quando nuviram-aa paasea ligeiros na
a fotaa senhoria, mas .1 oulrem que a imperalriz. des-
tina va e--, laca).
Dom Mello olleclnu o maior espanto. Depois an-
ta Arrika anda mu ciuiimovida pelo sen engao,
disse ;
llores inais raras daisavam eahir suas curollas av)*)ida silenciusa que ,n luzia a estufa...
em eaatinhar) de miro e ,1 prala. As perla-, os [ Ao iiiesni lempo Arrika reprimi nm lave grita
, ls, e al as cale,. 1. .!<-.., .;., eram dn ftdm di* i* orprea vendo dianle de si o ravalleim rio laca
cores o Unque de mein ilerr.uii-va a aitu 1 por nina Ida lili.
b&cca de aeat.i a da porphyre, No fuiilo elevav-j Dom Mello Bpro&imando-ee, 'nlo pararen mino*
i-e lima) iirvnre lie cobre etnrerada de Mor; do mes-1 admirad que 11 donzella,
caso he um Dos, cujo erro devenios, muilas vezes
beindizer; desla vez... Obi vua render-lhe gra-
oas...
Com, senhor '.'
Sim.araea* a elle *inln-me mais feliz do que jal-
sava-me honlem... Na verdade.seiibnra, eslou mais
disposlu a ama-la do que tena feila a imperalriz !...
Alt contiiiiion Dom Mello, sua bailesa eclipsa bi-
rla* a* do Tejo. Alem dalo... na sei porque de-
liciosos perfumes desle Ijaar. esses mil Mpalhoa, e*-
I sas cscala*. Indo no meraiilha em um exla*e do
qual anda o* mais fortes leriam nea-erdade de de-
fender-*... t senhora ha da palacio, i*ao conhece
-,- ao piime ro ol.ar ; mas he mu joven par* alhar
anda o q.i *ej a corle Ah se jainai* ininba el-
I pericmia, mn-conselliri*. .
vntar ur.i engao... esse lar pcrlence a oulro lio-
mem, c'o senhor ha de restituir111'.
E pode-se saber a quem pcrlence elle ? per-
guntcii 11. Mello cmii viva eorioiidade ; jolgava, ie-
oliera, que en quizesse adornar-me com as pennas
do pavao. Vou rcsl'lur tlie o lai;o sob duas rundi-
efin : a primeira que me dir' o nome dn fidalgo a
quem Catharina v de-linava ; a seaouda, acre-cen-
(ou Dom Mello abaiando a voz, que me conceder
um beiju pur essa re.iiiuicao.
Na venia,le, responden Arrika -on indo, o se-
nfiur da' 111 preco lerrivel a.* seu* serviros Cuin-
lud subcrevo seaunta paite do traa lo, e anda
he em r.izau das fesla'da Paschoa.
--Sim, nesle lempo ns beijes nlo se conlam...
lornou Dom Halla lomando a raao da amavel maca.
Mas porque faz um my-ler.o do nome desse caval-
leiro '.'
Porque foi assa a ordem qu recebi da impera-
lriz, seahor, e porque devo obedecer-Ihe.
Pois fique pelo b'ijo. lornou Dom Mello arren
raudo elle mesmo do hombro laca imperial. Mas
enhora eu arrific-i urna foituna. Raciocinando
juslamenlc vero' que he pouc um beijo por iodo
iss !
Dom M?llo tocara com os lahies a face mimosa de
Arrika, a qual apertava j* alegremente na MlO o la-
eu !)lifiailsi aoravallein. Ilfiniqne de l.uz.
rr.iii'porlaih, por esse beijr, Dom Mello quiz arris-
car oulro ; ni.,* ella ..mnacu i. de pum-h, a pri-
meira tentativa. F-a ameaca inllammou anda mais
a Dom Mello.
As Porlognezai sao muilo allivas. disse elle
cm sia ; porem as damas de liuiiur de Catharina
devem ser mais humanas !
Adianlou-*e uuvamei.le sem fazer caso da prohi-
birn de Arrika. Arrancando aila urna folha de
pi.meira e enchendo a da agua do lauque a maligna
rauca inundiiu o reate do purluauez.
Nada he melhor do que a aaua para o incendio
senhor, disse ella, sjulo muilo have-lo molhado ;
mai vossa senhoria eslava .: i\. rii 1 ,,
Dom Mello sarrio com ar conslrangido, porem re-
snlvidn aproveilar o primeiro enseju que o acasu
Ihe offerecesse. Arrika iicando pensativa levantara
urna ras cortina* da estufa, e lanrava a vista para a-
veuida I, -i,o t de quando em quando impaciente-
mente cora o pe o cha semeado de plantas raras.
De cerlo alo cuidava era Dura Mello, nem as flores
de Catharina ; mas nao pudia perdoar a si mesrnu u
ensaa da vaapera. Cunio entregara agora esse ta-
co a cavalleiro ? Quando o vera'.' em que luar '!
Knlretanlo Dom Mello admirav urna gaiufa feila de
lins de uro que e*lava collocad em urna das extre-
midades da estofa.
O lase l.ovelacio que se enxuaara cum o lenco o
melhor qoe poder, deu aleuus passos para Arrika ;
mas veudo que e-ta ra voliava a cabera disse :
Creio, senhora, que he lempo de deixa-la.
Tambem lenho um negocio em oolro lugar.,, junto
do bosque da Ermida. Ira duello rnenle... Se ao
mnns fosse por seu respeito Mas lenho de comba-
ter cm um onainal que entregnu-rne honlem eu
cartel sobre o caes,
leinbrn-me...
Senna e Oise .
Nord......
Mosella ....
Sena inferior .
Cosa d'Or. .
Patea de Calais
Saone e Loira.
Sena. .....
I"."! e e
Oise. .
l.-lllL"
10,546,161
7,031.12.5
5,103 393
5.812,80:1
5,23.3.251
4.834.593
1,072.160
4.692.237
4.037,126
4,064,90.5
Total. . 5.1,428,943
Minimo.
Baiiot Alpes . .376.787
Aisn....... Nivre...... ........... 359,057 XV4.TM
lamee Carmina Creuse ...... Ctsta do Norte . ........... 30K.2VI
.o....... majH
.......... 98,173
Sosera ...... ........... 1.56 311
Loira....... ....o. I2s,:til
Altos Alpes. . . 77 ,J*I
Altos Pvreneos . ........... 87,075
Oh I senbur. lornou Arrika, isso he impossi-
vel !
-- Creia, seiihura. que essas cousas sao sempre
poasiveis, ic-penden Dom Mella framente.
Senhor... quem quer que seja... por amor de
mim renuncie a es-e duelo... Procure um meio pa-
ra 03o ir a es*e eiicuulro.
-- Um meiu para la' nao ir '.' nao pen-e em lal
consa, senhora, minh.i boma eln'empenhad.
Km seu luaar eu arharia mil. 1. piiuieira-
meule que Ihe fez. e-s pohre moco .'
Nada absolulameiit-... laman Dom Mello.
Pela iiiaueira porque eulendemo-nos leulio-o ale por
corajaaa.
Oh e redmenle elle 11 he.
Enfilo a -enhoi o cmibece Y
Se o conhecii Sem duvida, senhor. Era a el-
la que pertenri por direilo esle tac ; fui a elle que
a imperalriz quiz recompensar : em una palavra he
a ell* que amo !...
Ah eis-alu o que me decide !
A na ruinbaler mais '.'
Pelu cuntan a mata-la !
Porque ame-a '.'
-- Sim ; ao meaos he uraa raza.
Senhor, por piedade !. .
lm rival nao merece piedade !... Ah ese
cavalleiro inora sem duvida com quem val romh-
ler.... Finliui o que me consola he qoe es-e duelo
2:116.161
Vale a me-ma cultura mis dez primeiro* departa-
mento vinle e Ires vezes tanlo, como nm d*s onin-.
Sem duvida a clima e u solo nao a lii lavoravet
nesle ltimos, mas todava nio ha seguramente ama
dilTtrenr;a tamaita enlre as parles do territorio mat
bem situad, e a* que sao privadas tela vanln-
gem. He a' industria asnela que cumpre atlrihmr
clamnu rila levantando a cortina, he a imperalriz !
Meu Dos, e-lou perdida !
Ida
repeli Dom Mello. Mas como
1 a senhora tem aqu tanto poder,
ale deisara1 de causar eslrcndo, (oinui. Dom Mell
esfreaamlu a* indos. Cndado, senliura esla' cnllo-
lim fraucez, de cujo nome na cada enlre a Franca Purtugal.
Puis bem, senbur, es*e duelo... esse
duelo
Portuguez. com
Perd
node ser as-1111, m
se basla-lhe fallar
Aflirmo-lhe. senhor. qae eslou perd 1a lor-
nou Arriba aariaaaeaila asniada.
E que lh-po**u fazer ".' rpspnndeu D m Vlell...
Ora, miuha senhora, ser adiada aqu eiaabja. I mu
linda moc 1 a am cavailara na mal prsn,d :... se-
ra lalvez para mis du* um comee,, de fortuna !
Fallando asalta o joven Portoaorz. n-ntemplava-
teeara satiafacsia nm eanalhatta e*tufa.
Deenuan*>ae, leahar, tortoa a donzella ; he
de in"i dever meitrar Iti- ... paraflaa que carra. A
le* de Catharina i|* ternfaaa paita tnd e*tran-
seiru. qie pendra no palacio ; ->at c llura corre 4-
g'im naco !. .
Mlnlia eabeej i ah mais ajan exclamnn Dom
Melln menos IranqaiMe. Cmt eileiin. cien, qoe o
mais casta he ftiair... M pr nnds ? Si vejo ea
mniita* por onda Besa 1 aliar urna (aluda... e lia*
esla chelas de tipiaba...
Na aovbune, aasjftar In vem arnle A
imperalriz acaba de dar oidcns na avenid i-
zinlia...
Leven deni os lajJM de lilas e as dama* de
honor I disse o infeliz Dom Mello, meltendo-s* pela-,
melas.
Apezar de seu lerror. Arrika na puede reprim' r
um sorrho, raao* preso l-.gn a entrada pelw abas j.
lm Fraucez".' pcrguulou Arrika vivamente. na lera' luaar.
-- Meu Dens, sim; atauu) eslnuvado viudo de, Knlao poique? pergiintoii
Versaillfs... Todos o* diaschegam muilo* aqu... curiosnlade. Pouco depnis abno-se a porta do pavilliSo ir,1M
fcspeie... Ab. lenho seu hilbete de visita veja Purque bei de avisar a imperalriz... Oh te- rial, e apparrreu a imperalriz.
I) cavalleiro de l.uz. uho alaum poder ; ire fallar a Catharina, e furcvi.u Arrika tivera o lempo de orcuilr-e ab
lie verdade... llenriqae de l.uz. sera a vossa senhoria renaaciar an seu projeclo Fa- I urna da alcatifas dsa va*lisim sala. El'
F. he com elle que vossa enhuria tem de com- co de'la qoaiilo quero, rava apenas, tao grande era n o lerr.-r.
bter ? pereunlou a dunzella as-ustada. Que mulliei he essa dieta Dom Mello rom Catharina a*MalM-a*. Poner, diaall
Sim, he una inaneira de Iravar conhecinienlo.. si;o. Sera verdade o que ella diz '.' (lude eslou niel- manceba.
Sanenle, n vi honlem muito imperfetamente... de lido '
noite... e he preciio que o mal dentro de quadro Sim, rantiniiou Arrika vou i ,...Ma. que ni- I
bata.- Imiirlie aquelle .' Veja, senhor... tirande Heos av-
ivo de
repi-
ritll, ,. um
Arnka recnnhereii
o
cavalleiro II
aunque ,t
f'unftNN't' ./m.
MUTTLSDIT

ILEGIVEL


MARIO DE PERNAMBUCO, TERCA FEIRA 25- DEFEVEREIRO DE 1857.
i
quasl loJa a soperioridde que plenles na com-
pamcao dele< termos nam'rico*.
O valor do pro laclo bruto do liectar fara' notar
este faci essencial :
Sana Oia.....
Saone e Loire ....
Sena inferior.....
Sena.........
Eore e Loire.....
Heraolt.......
Kord.........
Ardennes......
Kure.........
Durdonlia......
O valor dos producios consumidis sobe a fr.........
Cil,212,602. Elle suppe que ha perlo de (res mi-
IhOes de frucloa, legumes, plaa, ceblas e nniros
objeclos que sao eporlados, ou conservados em re-
aarva para a reprodcelo do anno sezninle.
A horlicaltura he um siRnal manifest da abas-
lauca domestica, da sciencia Rricola e da propcri-
Jade publica. Feliiea silo os pane, onde qualquer
familia (em o geneia, a sriiuranca e a felicidadc que Iraz na vida
campestre o Irabalho recompensado t
Alex Moreau de Jonnes.
Jornal da Associar.ao Industrial Portuense. i
1,118 francos.
1.217 1
1,10-2
U5H a
716
86
675 .
12
:
613
*$ubcixc0$ se ptbibo.
Anacrentica.
Qonl duro Espartano,
to Riso no aliar,
O afn, e rudezas
Nos cabe adocar.
Que o Kio com flores,
E sraca, e prazer,
Adila dos llomens
O trato, e o ser.
B hoje um sorriso
Moilroo-me divino
De Ni*, adoravel
O sim porpurino.
Libemos pni tanlo,
E fulgue o Louvor
to Riso innoeenle
l>e par, e de amor.
Por .\. J. de M.
AKHOIBO l)E IMAliNALAO.
Mu mdo ni i ii ti i alma conuemuada ao mais ines-
plicavel desespero, neiii ao menos pode, ha mezes,
repoasar tranquillo duas horas na ii.nl,>, porque se-
melhante situado s pode ser comparada ** eternas,
pnganles penas do inferno, he para cumulo de mi-
rilla desgraca que sou accusadn de ingrato de
prfido Nanea, ( por Dcos, o juro ) o meu co-
rarlo nntiio um s instante, a barbara idea de mar-
tyrsar urna senhora dolada dus mata generosos e ar-
dadle* senliineniii. de amor. Ignoru at o presen-
te quem sejn Uto sublime creatura, que fana sem
duvida, desidertum do meu venturoso porvir ...
Traidor eu ? Oh meu Dcos, onde en.lem vossos
mos, que nao desfechaes sobre o infarte que lem il-
lu ;iiln a mais eitremosa senhora, que tilo innocen-
temente dilacera as libras do meo corceo. Dos
fez o mundo lodo cheio de encantos mas, como
manifestara o sublime esplendor da nalureza, se nao
crea aivel ? E serei eu 13o cruel verdugo da humanidade,
para pretender inquietar, adoravel senhora, o voisu
espirito ? roubando a Iranquilid.ide da vossa alma,
a lu da vossa iotelligen'Ma, dolada de lautos encan-
tos Por Dos, por piedade mil vezes vos imploro :
deixai de aecusar-me de ingrato e traidor A iner-
te me aeria cero vexes mais doce, qoe 19o injusta
aci-usar.ln Todos os roeus senlidni e roiiiha alma
eslAo nos meus olhos, c sobre meu* labios. '
Miiabeao disse a' iaa encanUdora Sopiiia :Lina
caila scea bem as lagrima*, e se ella as faz correr,
3o lagrimas de ternura. Eu uno posso dizer o mes-
mi. da vossa ultima caria. Ella veio envenenar
rninha eustencia o Inondar-me de pranlo qoe
uao podera extinguir-<, emquaulo me nao pe.lir-
des perdio. Ah quanio esria diloso, se nunca a li-
vesie lidu O desespero n.lo me devorara as en-
tranhas. De qoe me serve qoeima-la o tragar as
cmzas, se apelar de todas as suas Ha crueis amea-
cas, ella esta' gravada ao mea cornejo com traeos
de foo neilingulvel, immortal com meu amor !
talvez riada o.e aecuseis com este axioma : A
corrupto exisle no honrrm, cuino a agoa extsle no
mar, a mulher he o anjo da sei.sibilidade e da inno-
cencia ; o h'imein lie o demonii da perfidia e o em-
M'"" d" '"5r"dao Mas. qoe valem para mim,
Idolatra de ludo qoe he sublime e bello, es'es ter-
nveis exemplos da inconstancia e perfidia dos lio-
raen? Se considero a uniao de iluas almas scn.i-
ve e as delicias dos sentidos, a elicidode do amor,
duplo sozo verdaderamente celeste, que sera' o
eterno penlior de nossa fl.lelidade.
Sem duvida vos derramis lagrimas de indicnarSo
e ardis em nivencivel vinganra, porque me julg'ais
prfido. Sou innoeenle, senhora : por educarao
e ndole nao pode abrigar-se em meu peilo a perfi-
dia ; e se pudessern meus labios ardenles. acolben
voasas lagrima*; essas lagrimas, que desejaria, a cus-
la de lodo o que sao emanadas de vosno curasao, silo (rucios de
amor mais doce que o nrclar.
Ah senhora apezar de lAo doloma* apprehen-
sie.s do meu espirito allribulado, que ventura inex-
plicavel nao prevejo. no da em que vos cerlificardes
da miuha sinceridade ; se o laco da nossa amizade
encantar de novo a no-sa existencia ; dessa amizade
Hiexlinguivel. que a inveja e a perfldi nao cessam
de urdir tramas e Iratcoe, para desunir aquella que
na maissombria olidao, sem as riquezas e pompas
do mundo,gozara todas as glorias, poique na fruido
da vosa sacrosanta amizade rulo invejara' outro es-
plendor, e seriam ellas minhs nices delicias e o
raelhor ornamento.
Permilti, adoravel senhora, que aqai vos retrate e
emblema da calumnia ; e eiiiao estremeceris de
corapaiino por mnn, horrorisada daquelle que vos
lem Iludido, julgando-me prfido e vil, que levasse
em holocausto vossa honra iuimacolada as baccha-
naes da impureza de humen-, despreziveis, que al
de quem nao conhecem se nao pejarn de mauchar a
innocencia com as denegridas cores do aidiculo I
V-iermom quadro de Apelly a Credulidade,
com longas off Illas, eitendendu as maos a Calum-
nia, que ia aoieu encontr. A Credulidad* eslava
em companhia da norancia e da Sospeita, debaixo
da figura de um humem aguado de uma occulla
inquietarao, e feliciiando-se com reserva de algmn
segredo. A Calumnia de aspecto feroz sacudia
de tima tocha com a man esquerda e com a
direila arraslava pelos cabellos a innocencia de-
baixo da figura de uma .nanea que lomava
o co por leslemunha de -na desgraca. A In-
veja a preceda ; a Inveja. que eom os olhos scinlil-
lanles, e com o rosto pallido e magro, acompanhava-
ia do Embuste e Lisonja. A' urna consideravel dis-
tancia se distingua a Verdade, qoe caminhava len-
tamente subre%< psos da Calumnia, conduztndo o
Arrependimenlo em habito log.br.. Oh quanlohe
sublime e venladeira esta pintura '. Eis o vero retra-
to do qoe entre nos se pasea, senhora ; sede o prolo-
typo da juslira, como sois do amor e da ternura para
contigo, desvalido de prolercHo alheia neese gene-
ro! Sim, senhora, sede alenla ao que vos digo ;
s.'de o meu Sfiilrlmn, con.o sois o meu nico anjo
sobre a Ierra, ante o qoal nicamente genoflexrs
laso, e i li -r'ie- rendo. Em troco de miulias fervoro-
sas applfris, ama s palavra iiasla. .
Recebei om laudoso adeos do vosso idolalradissimo
admirador
J. de i. y. A. M.
Brinae inglezAlbionidem.
Brtgue iiiglezKunimedj bacalho.
Barca portugnea Flor de S. Simao diversos
gneros.
IHPOBTACAO.
Barca porlogaeza Flor de San Sim3o,o vinda de
Lisboa, consignada a Bernardino liomesde Csrvalho,
manifettou o seguinle :
(olbembursu, patacho sueco cijulia, de 859 te|
neladaa, conduzi o aegaiole : J,:llO saceos 'c .m
1I,.ijO arrobas de assacar, 4,.UU couros salgados
seceos.
Liverpool pela Parahiba, brigue inglez lUninl,
Easter, de .1-20 loneladas, conduzio o seguinle '
..(saceos com 2,300 arrobas de assucar, 100 arro- ,
bas acos, Mi latas doce.
.10 pipa. .50b.nl* vinagre, 120 jarros para jar- BW>HU DB KENDAS INTBRNAS GE-
G$mmml0.
dini, 80 barricas sardinlias; a Luis. Jos de Sa' A-
raujo.
100 pipas vasiai; a Lemas Junior Leal Rei.
10 ditas vuilio. 5 ditas vinagre, 10 barris i\ de
pedra, 30 pipas vasias, 0 caixas cra lavrada ; a
Luiz de Oliveira Lima.
10 barris vinbo, I csiiao mercadorias; a Manoel
Joso de S Araujo.
> eaixas doce de marmelada ; a Manoel Jos do
.Nascimeuto Silva.
I caixa sapalos de Irancinlia; a Jos Joaquim da
Cosa Muia.
1 dilas chapeos de feltro ; a Manoel Francisco
Moreira Haia.
1 catata linos; a Cosme Jote dos S inlos Calado.
10 pipas e 25 barris vinagre, 10 barris toucinho,
10 dilis sardiubas ; a Jos Antonio da Cunha A-
Irmao.
3 pipas, ( meias dilas e 90 barris vinagre, 80 bar*
ricas sardinhas, 25 barris toucinho, 30 caixas cebo-
las, I caixole linos e folhelos ; a Jos Marcelino da
Rosa.
I Millo sapalos de trancinha ; a Joaquim Rodri-
gues Huirle
4 meias pipas vinagre; a Antonio Alberto de Sou-
za Aguiar.
10 meias pipas e 15 barris vinagre, 20 dilos touci-
nho. 20 caixas batatas ; a Antonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro.
1 caixo tpalos de Iranciulia. um arado ; a Re-
sende & C.
20 barril vinagre, 220 dilos vatios ; a Ferreira A.
Araojo.
1 caixa livros ; a Jo3o Francisco Semcone.
Ib' barris sardinhas ; a Luiz Jos da Coila Ano-
rta.,
1 caixao imagen, corons e respiendores; a Jos
Joaquim Moreira.
(i pipas e 45 barris viuho, 5 dilas e 1 i meias vina-
gre, 7 barricas cera em grarue, fio caixas dila era
velas,! caixa galao e relroz. 50 barris cal ; a Tho-
rnaz de Aquino F'onseca & Filhos.
20 barricas caslanhas piladas; a Jos Atoa* da Sil-
va iniimjr 'i .
3 canas livros e folhelos; a Miguel jof Alves.
5 barris azeile, 10 dilos vinagre, 10 ditos clioari-
jos ; a Custodio Jos Pereira.
I barril azeile ; a Ju3u Gonralvtsda Silva.
7 barricas cera em grume; i Albino Jos da Silva.
1 caixole balanzas, I dilo bracos de dila ; a Ma-
noel N. iia Silva.
1 caixa nnpressos; a Francisco de Freilas Gam-
boa.
14 barris chourijos ; a Domingos Jos F'crreira.
(i barricas linguieas, 4 caixoles massa de lmate ;
a (julmares.
I lata paioa ; a Jos Antonio (ioines Junior.
150 barricas vasia-. 2 latas massa de tomate, 1
gaiola un coiixo ; a Manoel N. da Silva.
1 caixa livros irapressos; a Jos Pereira da Cu-
nha.
2 barria paios; a Franciscii Amonio Martina de
Almtida,
1 caiao livros ; a Alexandre Jos Alves.
1 hahu encommeudas ; a diversos.
2 gaiolas p-s-ar > ; a Alexandre da Silva.
1 lata paios, I cama, 1 cabide, 2 lavatorios de fer-
ro e 4 bacalhios ; a Mendes.
Brigue brasileiro Despique de Beiriz, vindo do
Porto.^consignado a Jos Joaquim Dias Fernaudes,
mamfestou o seguinle :
1 pacote borel de Isa, 2 caixoes gaardanapos e loa-
Ihas, I dito sapalos, 1 diln mcela, 21 saccas I i .
1 caixole alamares amarillo; a Manoel Atetado de
Andrade.
30 picotes ardiles, 1 caixa caslanhas ; a Elias
Jos dos Sanios Andraile.
1 barril pregos ; a Antonio Carneiro (iouvea.
1 dito presuntos, I crnbrulho panno de linho ; a
Jos Joaquim Pereira.
3 canas mercadorias, I fardo capachos ; a Manoel
Joaquim ilias de Castra.
5 caixas fazendas; a Albino Jos da Silva.
1 barril roivos ; a li nii'ii.ns Martina Pontea.
1 caixao redes de sedas e de algodao para bandas;
a Antonio Pereira de Oliveira Kanua.
I cana mercaderas ; a Miguel Jos Alves.
Llicanaslras alhus, 2 caixas mercadorias, 1 fardo
capacites ; a Domingos Rodrigues de Andrade.
4 caiies chapeos, 2 ditos penles e bridas, um ca-
lllele eixose fouces. 2 caixas hcelas dechifre, 4di-
las feixos pedrezes, I dita berbicalhos, 100 canaslras
albos. 5 fardos arcos e cordas para penetras, 1 dilos
feltros ; a Borle & Souza.
13 pipa e 32 barris vinho. Mi barricas cebo em ra-
ma ; a refreir i l.oureiro.
1 lata ealpires % a Josc Francisco Dias.
232 cadenas de pao prelo edito d'oleo ; a .'o
Antunio de Carvalho*
1 barril vinho, 5 saceos tremlos ; a Francisco
Atllonio Corma Cardozo.
I caixao cebolinho. I barril vinho, 3 dilos vina-
gre, 1 dilo azeile; a Manoel Gonealvea d Silva.
I caxote santuario e iqiagens ; Jos Joaquim da
Cosa Moreira.
4 canaslras ceblas, 30 ddas albos, 11)0 ancorelas
aze.iuna. ; a Lafa jo o s Araujo.'
35 barris vinho ; a Juse Anioniu da Cunha & Ir-
mao.
I caixa mercadorias, 1 caixao bridas, 1 dilo obra
de palheta, 7 barris pregos, 1 pacute peneiras. I far-
do aparelhos para chapeos ; a Antonio Moreira Vi-
nbas.
1 caixao encommeudas ; a Manoel Joaquim Co-
mes.
20 volomes caixoes abatidos, 50 ancorelas azeilo-
nas. 50 rodas de arco de pao, 10!) liabas de vime ; a
Antonio remandes da Silva Beiriz.
I caixao mercadorias ; a Antonio Joaquim Vaz de
Miranda.
4 barris enxadas. 36 canaslras alhos ; a Domiu-
go Alves Malheus.
10 barris sardinhas, 3 caixas mercadorias; a Fran-
cisco Alves de l'inho.
20 ancorelas cliouneas ; a Maooel Jos de Ferias.
13 psdras de cantarla ; aos membros eucarregados
daobra da matriz da Boa Visla.
5 barris de mauleiga de porco ; a Francisco Anto-
nio M. de Miranda.
20 saceos farelo ; a Vicente Ferreira da Cosa.
I caixa vidros ; a Iota da Concedi Bravo.
1!) barris aardiuhxs ; a Antonio Lopes Braga.
1 caixa cera em bugias, 1 barril toucinho, 1 dilo
cbouritas e presuntos, 150 ditos vinho,'25 rodas de
arcos de pao ; a Cavalho & Irmao.
25 barris chouricas, 10 ditos toucinho, 50 dilos vi-
nho, 4 caixas plantas ; a Amorim & Irmao.
1 barril vinho ; a Vicente Jos de Brito.
I dito chooricas, I dilo salgadeira e toucinho, 1
comino 11 ; a Jos t lela uno Telles de Menezes.
1 barril vinho, 10 dilos vinagre; a Clara 11.
da Silva Cardeal.
I barril vinho ; a Marcelino Iienriqoes Pereira.
50 ditos sardinbas ; a Manoel Joaquim R. da
Silva.
1 caixolinho aznleijos ; a Francisco Severiano Ra
bello & Fino.
3 pipas e 10 banis vinho, 3 pifias vinagre, 4 bar-
ris cera ; a l'ergeiiliiiu de Aquino Fonseca.
37 caixoles azuleijos ; aJosAulunio dos Sanio
Lean.
50 saceos farelo ; a Vicente Alves de Souza.
10 meias pipas vinagre ; a Canudo A. Sodr da
Molla.
45 sacras feille, 25 barris tourinbo, 50 ditos sardi-
nbas, 50 caustras balatas ; a Jos Baptista da Fon-
seca Junior.
CONSULADO OERAL.
Rendimentodo da 1 a 21.....116-092J770
dem dojdia 23........10:133565
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dial a 21. i5-n|imi!|
dem do .lia 23........ I37786
16:277^817
CONSULADO PROVINCIAL^
Rendimenlo do da 1 a 21. 62 6899723
dem do da 23........ 4:709.492
67:399.215
PAUTA
dos preros corrente* do OAtvear, algodn, t niai-
fcwros r proinrref nacionatt que se despa-
chan na mesa do consulado de l'emamliuro.
na semana de 23 a 28 de fecereiro de 1857.
Assucar branco.......
a) mascavado.........
11 reliuado........
Algodao em pluma de 1." sorle
i) 1) 2.a n
>i o e 3.a 11
a cm carolo.........
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'aguardcnte. .
o de cachaca .......
i> de caima.......
dislilada e do reino. .
Genebra.............
1 ............., .
Licor...............
Arroz pilado.............
> cm casca...........
Azeile de mamona ........
o mendubim e de coco. .
de peixe ........
Ave. araras.........
papagaios.........
Periquitos..............
Bolachas..............
Biscoilos..............
Cacau ...............
Cachimbos.......t.....
Caf bom..............
em Brao rcstolho......
cun casca ...........
muido.............
Carne secca ............
Cera de carnauba cm pao.....
b em velas...........
Charutos bous...........
11 ordinarios........
regalia e primor ....
Cocos seceos............
Couros de bol salgados.......
verdes............
o seceus ou eapixado*. ...
11 de ouca..........
cabra corlidos.....
' carneiro.........
Doce de calda...........
goiaba..........
secco ............
b jalea ..,...,...,
Espanadores grandes........
., pequeos.......
fcsleiras de preperi.........
Estopa nacional..........
eslrangcira, mao d'obra .
ranuha de aramia........
11 b millio.........
mandioca........
Feijflo...............
Fumo em 10I0 boai.......
b ordinario ..........
b em falla bom........
o ordinario.......
b restolho........
Gengibre.............
ii,111,0.1.........
Ipecacuanba .....
Lenha de aellas grandes .' .' .' .' .' .'
pequeas......
b loros .......
PranchOes de amarello de 2 costados 11111
o louru .........
Coslado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 |j a 3 de 1.....
o de dito usuaes.......
Cosladinho de dilo........
Soallio de dito......'.'.',
Forro de dilo.........
Costado de Icurt. ...... | |
Cosladinho de dilo .....
Soalbo de dilo.......!!!!
Forro de dilo.........
b .. cedro .......
Toros de talajuba........
Varas de- pereira.........
b aguilbadas.....
b quiris........ # <
Em obras rodas de sicupira para c.
b eixos ,1 11 o o
Mel............
M1II10........ '
Pedra de amolar '..'.'.'.'. '. '. '.
> > filtrar..........
rcbolos.........
Piassava em luoihos....... .
Ponas de bol...........
Sabao .........
Salsa 1 ,11 ulia ..".'.'.'.' i 1 i i \
Sebo em rama...........
Sola 011 vaqueta.....'.'.'.'.'.
Tapioca.........
L'nlias de boi......'.!'.!'
Viuagre ....
1 4--S00
. 1 SijOOO
-_o 120
78200
D 69800
i> 60400
a 1-3800
canada 5850
1 9520
640
n 5X00
cnida 1600
botija 9240
caada 300
garrafa 9340
arroba 3a200
alqaeira i^20
<',UI,li|,i 1?120
13280
> liNiOO
nina IO3OOO
un. 39000
1;(Kio
ai 'oo
)> (3IKI
j) 595OO
millieir. 49OOO
arroba <-3800
> :i3u00
o 49500
) 10-30
i) .5500
)> IO3O00
129000
cenlo 1-3' Ol
0800
a 39500
cenlo 29560
\ 3320
3330
210
Im 159000
i> S3(HJ
a 9360
ti 0240
)> 0200
a 9800
> 9100
um 23000
13000
urna 0200
ji, 1-3600
a 13000
i. 43000
29400
Alqneire -j^^m
alqueire NJOOO
. a 103000
69OOO
a '2300
a K5000
i) 7.3OO
29000
al ]. 3-3000
a 32SOO0
cculo 29000
a 31KI0
11-3'JO
s mn 213000
i) 19000
)> 3O9OOO
a 13000
a 0-30O0
a 7.3000
a i 3000
cooo
j> t'3000
>-300
0 2-3500
0 3000
quintal 1-3280
dii/ia I31O
a I-320
u 1-3280
par 20.3000
18-3000
cunada 324 o
alqueiri lotiOO
Ulna 9I0
i 0000
B 08U0
um 0200
cenlo i-3200
% 3120
@ lb-3000
.H) ti-3000
lucio 396OO
:i-32iM)
cenlo MOO
pipa :I03000
Nada mais se fonllnha no meu despacho aqui
Irtascripto, em virludedo qual proltizio o suppli-
caile loas leslemunh k, que juslincaram a au-encia
dosupplicado em lusar nio sabido, e subindo u- lu-
los a minlia.ronclusjlo, profer a miuha senlenea do
Iharr seguinta :
Cimo e*la' provado pela juslificaeilo de fallas c
follus, que Joaquim de Andrade Fortuna Pessoa es-
la' aaseuleein lusar nao sabido, passe Carla de edi-
to*, com o prazo de 15 das e cunlai. Rpcife, 18 de
fevereiro de 1857.Francisco da As,is Olivetra Ma-
eiel.
Nada mais se conlinlia em dila minba senlenea,
aqui lielmeiile Iranicripla, em virlude da qun o
mencionado esrrivo.que asa suliscreveu, fez pa>-ar
a presente caria de .dito* como prazo de 15 dias,
pelo Un- ir da qual chamo, cilo e Ini por citado ao
supplicadu Juaquim de Andraic Parlona Pessoa,
para que dentro do referido prazo comparec nesle
juizo, por si 011 p r sen bstanle procurador, para
sltesar a loa defeza, por lodo conleiido na pelicilo
cima tr.mcripta, aob |iena de prosesuir a accAo a
sua revelia.
Pela que toda e qnalqu'r pessoa, pranla, ainiao
ou conbeeido do referi lo lapplieado Joaquim de An-
drade Fortuin Peoa,0 podera' fazer scienle do que
cima lica expendido.
E para que cliegue ao conbecimenlo de lodo*,
mandei pasuredltaea, que aarSo allixados nos luga-
res do coslume e publicado pela imprensa.
Dada e panada ne-la cidade do Recile de l'er-
nambuco. aos l'j de fevereiro de 1857.
E cu Francisc Iguacio de Albayde, escrivao o
escrevi.
Franeimo de A'sis de Oliveira Maciel.
xtitoimtmt 00 pvuG,
navios entrados no dia 22
Londres50 dias, barca iugleza l'anope, de 190
toneladas, cap.tao Fredenco llecks, equipagem
10, carga Inlho par a eslraJa ue ferro ; a Kolh
Bidoulac.
Rio de Janeiro-17 das, barca hamhiirgueza lle-
rosB, de 0,0 toneladas, capitao E. Hartmver,
eiuipagem 17, carga 380 toneladas de pudra ; a
[rma..s. i>erlenee a llamburgo.
rAC DO REC1FE 21 DE FEVEREIRO
Depois das horas dn cnsiume.
Couros seceos salgados312 1|2rs. por libra.
Froto de assucar para Liverpool 27ili e 5 0.(1 por
barrica. K
Dilo para o Canal pata orinal37|6 e 5
Assucar mascavado 2*850 por arroba com sacco
23 de fevereiro.
Cambio sobre Londres2n '. i;n P :m ,\^ _
Descont de leilras8 l|2" ao anno.
rreierico floUlliard,preiidenla.
P. Bornes,secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. 60 d. .
Pars, 340 a 341 rs. por fr.
Lisboa, 95 por % de premio.
Rio de Janoiio, 2 por 0|0 de descont.
Aecoes do Banco, 40 a 15 de premio.
companhia d Beheribe 519000.
a a companhia Per uinluicana ao par.
a Ulilidade Publica, :(0 porceutod premio,
1 o Indemi.isadora. 52 ider..
1 Disconto de lellras, de 8 a 10.
Lxito do banc.8 a 10.
()To.Olivas despatilllas. .
Mnedas de 69400 vadla*
cr 694OO nt. vas
40IHH). i .
I'rala.Pataco brasiliiros. .
r'.esos columnari s. .
* mexicanos. .
126:3269335
IMVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a l
dem do di* 23. .......
8:2019187
i67#I20
8:971960"
289 a 28-9500
. 16>000
. 163000
. H9OOO
29OOO
. 2*K>!)
13860
t'aixa i'il mi Banco do
Brasil
EM -ir, )E FEYEKEKODE1857.
Directores da semana, ossenhores:Joao Piulo
de Lemos e Antonio Marque* de Amorim.
Taxadedisconloi para lellias almene* de prazo,
8 por cenlo : idem al (i mezes, 9-parenlo.
ALFAMIKtiA.
Kendimento do dia 1 a 21. .
Id.m do dia 2:<......
392:4549828
19:9269565
4l2:.lsl-',!ij
Desrurreqam hoje 2 de fe*eretr\n.
psarea inglezaParopeplvora. '
M rea 111.de/aElisa llaudsuixas e ferro:
a*rVN IvBMUl Cania Rogarinorctdoriasi
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DlA
23 DE FEVEREIItO DE 1857.
GenovaRrigae *rdo aDamoo, Basto & Lemos,
i 10 sacco. assucir branco.
Buenns-Ayre- Brigue be-panhol irSeraphim, A-
mor.m IrinAm, 40 pip 1. cacti 15a.
SiuckolinBarca naca (Bliiabalba, N. O. Biebej
c\: C impaiihia, 416 cooros algados.
Marselli.Barca franeeM Unilavea, A. O. Bieber
c\ Companhia. 1,500 Canal--Brigrje ingle* Harcarje, C. J. Ailey &
Companhia, 1,100 saceos a-.uar mascavado.
demPaladn inglez aOiilyaona, Patn Nash t\
Companhia, liOO sacro* a LiverpoolBarca ingleza ii,icii>, diversos carre-
gadores. (i!!7 saccas algodao, 400 saceos assucar
mascavado.
liba de S. MiguelPatacho porlauez -Alfredo-,
diversos carrea* lores, 2 saceos e 35 barricas assu-
car branco e inas'avado, II pipa* aguarden!.
PortoBarca porloaueza N. S. do Bom Soccesso,
Fonseca c\ Med ros, 105 saceos Harnear branco e
mascavado.
Porto Palbabnle porluguez ..Coinci lencian, Do-
minaos Alves Malheos. 113 rascas mel.
LisboaBarca porlngueza Empreza, dtver'os car-
recadores, 150saceos assucar branco e maseavaJo,
Lisboa llruue porluguez nConstanle, diversos
rarregadores, 660 saceos Hssucar branco e masca-
vado, 3 pipas mel.
Buenos-A)reslirisue bespanhol Paquete Tarra-
gona, Araan \ Brynn, 310 hmicas assucar
branco e mascavado.
xportacao .
Parahiba, hiale brasileim Flor dn Brasil, de
2S toneladas, conduzio o seguinle : 202 volurms
getre eslranaeiros, 8 saccas caf, 2 rolos fumo. I
sacca cera. 2 saccas arroz, 30 arrohfs do carne, 22
saceos dinheiro, 6 dorias de taboas, I caixa vela, I
dita lamaiicus, l barrica g.nebra e vinho de caj, 1
enn e 2 rodas, 1 chapa, 1 varanda.
Lisboa, barca aGratioa., de 353 toneladas con-
duzio n legainta : 2 835 arcos e 1 barrica com
14,17.1 arrobas e 15 libras de ansucar, 382 casca
niel, 400 vaquetas, 551 cuuros slgalos, 12 pran-
clie* de amarello, H saceos farinba, 20 pineiros ta-
pioca.
New-York.
Navios sabidos no mesmo dia.
Genova e porlos intermediosVapor sardo uSar-
degna, commandinie (lio Saporui
Porlos duSulBrigne hamburguez Cecilie l.oni-
se, com a mesma carga que Irouxe. Sospendeu
do lameirAo.
LisboaBarca porluguez* liralidJo, capilao An-
li.nio lereiraB-rses Pestaa, carga assucar e mais
gneros. Passsgeiro, J0< Pinheiro Borges.
.vavios entrados no da 21.
Parahiba7 dias, hiale brasileiro Cuuceirao Flor
das Virtud***, de 26 toneladas, tneiUe Alexan-
drino da Cosa o Silva, eqaipaaem 1, carga lurost
de mansue ; a Paolo Jos Baptista. PartoDMa
Pernambuco.
Macei36 hora*, hiato americano Rosamond, de
130 toneladas, capitao K-vnol la, equipagem (i,
carga assuc.r ; a llenry Forster & Companhia
Perlence a New-Bedford. Veio receber orden* e
se>ne para Baltimore.
Jersey29 dias, patacho inglez Envon., de lii
toneladas, capilao J. F. Con, eqnipagem 9, carga
2,266 barricas com baelhu ; a Siuuders Bro-
thers & Companhia. Perlenca a Jersey. Seguio
para os porlos do sul.
Terra Nova42 dias, palacho americano (Ware-
deleo, de 222 loneladas, capilA.i M. S. Baily,
equipagem 8, caraa 2,413 barricas com baralhao ;
Saan lers Brollicrs fl Companhia. Perlence a
Eusl Porl.
Navios sabidos 110 mesmo dia.
ValparaiaaCaler,, iugleza aSaraphina, capilao
Thotnat D.ivis, caraa atiocar.
Marsllnarca franecza aCyelope, capilao Flo-
rencio Francisca M-rqaes, caraa iwncar.
Ne\v-\ nrkBarca- americana Reoburk.-, com a
mesma carga que Irouxe. Suspendeu do UmeirAo.
Macei Escuna ingleza oS. Pedro, em lastro.
Suspendeu do lameirAo.
** *z
O Dr. Francisco de Assis Oliveira Hactol, juiz mu-
nicipal da segunda vara, nesla cid.de do Ri-cife e
seu lermo, capilal da provincia de Pernambuco,
por S. M. o Impera lor, a quem De s guarde,
ele.
Faro saber aos que a prsenle caria de edilos vi-
rem, e della noticia liverem. em cuino Sviiiplironio
Olympin de Qnajroga me andtretton, por escripia,
a pelicilo do theor seguidle :
Diz Symphronio Olympio de Oucirog.i, que quer
faz.-r cilar Joaquim de Andrade Fortuna Pessoa,
pira ver asiignar-se-lhe de/, dial, para dentro delles
cumprir o trato da escriplura pela qual bvpolhecou
ao supplicaiite uma escrava de nome Marganda, e
quando assim a 11,1.1 faca, ser roiidemuad.. na quan-
li* de lir^SOO rs., qoantia esla pela qual foi a refe-
rida escrava bypotheca.la *o sapplicanie, como lulo
consta da hy potheea que nato' junta ao embargo, que
o suppliraule por asta mizo procedeu em bens lo
upplicado. para seauranra de seu dinheiro, assim
c rao aos resperlivos juros; e como o supplicado
lenha-se ausentado desta provincia, sem que se saiba
o lagar onde esleja residndo, por iiso requer o sup-
plicnnla digne-se V. S. adimili-lu a juslilicar a au-
sencia, para que seja rilado p r caria de edilos, para
o fim menciona to na prsenle pelicio, lucio na con-
formidade da lei : pede a V. S. llin. Sr. Dr. juiz
municipal da legond* vara, assim .1 delira, mandan-
do que por dependencia seja e-la distribuida ao es-
crivA.i Alia) le, por ser o escrivAo du embargo.E.
R. M.Clorindo Ferreira Clao, procarador.
Y. mais sei.Ao c.mliuli.i en) dila pelico, na qual
proferi o meu despacho do tbeor tagnioto :
Como reqnrr. Recito, II'. de frvrreiro da 1857.
Oliveira Maciel.
enfrommadeira, um preto moco, proprio
para lodo o servido e un moleque. Nrsse
mesmo da tambem fara lei 13o du una 0X-
cellonle canoa ie oarreia, nova ue ama-
rello, a qual se acha exposta no caes do
Coliegio, e um terreno com 37 palmos de
frente o 300 de fundo, annexo ao silio Je D-
Joanna dos Passos, com frente para a ra
do .Sebo e para a ra nova do I.imoeiro, o
qual ser entregue pelo maior preco oflVrc-
cido, visto que no ha limito : quinta fcira,
26 do corrente, a 10 lloras da manhaa.
Hoje.
CtrtiKittotS.
j\
O consclho de adminislraco de l'ar-
damento do corpo -le polica faz publico,
que precisa comprar para l'ardamenlo das
pracas de pret, os oljcctos abaixo declara-
dos : as pessoas que se propozererc vender
devero comparecer na sala da secretaria do
mesmo corpo, no dia 2ii do corrente me/.,
pelas II horas da inanliaa, com suas propos-
tas em caria fechada, aonipaiihaJas das
Competentes amostras : panno azul para lar-
das e calcas, covaios 1,110, dito ditopara
capoles, cu -ados 62 dilo prelo para polai-
nas, covados 40. Quartel do corpo de poli-
ca, no Para izo, 21 de fevereiro do 1857.
Epphanio Borges de Menezes Doria, lente
secretario.
$ftn$9 ?*artii**>i.
O palhabote Coincidencia, -. se-
gu para o Poi to 110 dia 2( do corrente
iinpreterivelmente, ;ipenas recebe couros
a lete 100 reiscada nm : a tratar com
sen consignatario Domingos Alves Ma-
tlieus, rita d'Apollo n. 23.
Vende-se
O muito veleiro e bem construido pa-
tacho brasileiro .< Constanra, .. ancorado
no quadro do carga, e prompto a ser exa-
minado porqualquer pretendent. Tra-
ta:se com Bastos & Lemos, narua do Tra-
piche n. 17.
Para Lisboa tencin, sabir com brevi-
dade a b.rca portugueza emvinda, capilo
Jos Arthurio Moieira, por ja tur parle da
carga prompta ; para o resto della e passa-
geiros, para o que offerece bous commodos:
trala-sc com os consignatarios Amorim Ir-
mSos, ra da Crrtz n. 3.
. km
Ktpera-ae do sol o vapor francez BISANTIN, e
depois di-damara do eoatuma teguira seu destino
para Mlisalha : qtialquer informaci, com os agen-
tes .%. O. Bieber Si C, na ra da (.rui n. 4.
ir Para o nio
de Janeiro.
sesue com brevi iade a b rea Sorte ; recebe
carga, passageiros e escravos a frote : a tra-
tar com Caetanu Cyriaco da Costa Moreira
na ruada Calcia n 2.
m
Ao rara.
O brigue escuna Graciosa capi-
tao Joao Jos de Souza, segu uestes 10
dias ao porto indicado, pode ainda rece-
ber algumacarga : para frito, no escri-
torio do consignatario Antonio re Almet-
da Gomes, na roa do Trapiche n. l(i, se-
gundo andar.
Real companhia <{ quetes iiiglcrzes a vapor.

WS&
No dia 2 de mareo esperase do sul o vapo-
Thamar, eammandanl* Jellicoe, o qual. depois da
demora do costurar,segair para S -ulhampinn, lo-
cando nos porlos de San Vicente, Tenerilf, Madeira
e Lisboa : para pasaagen*, traa-se rom os asentes
Adamsou Huwic \ C, na do Trapiche-Novo n. 12.
aVeaLcomp nina de paque-
tes iaglezes a vapor.
No dia 2 de murro e-pera-se da Europa um dos
vapores desla companhia, o qii.l, depois da demora
do- co-luine, scor para u sul : pira paangen),
Irals-se com os agentes Adainson llovvie c\ C, ra
do Trapiche Novo 11. 12.
Para a Baha
a releira e bem conhecida sumaca brasi-
leira llortencia. pretende sabir ate o Gol da
presente semana : para o resio de seu c-rre-
gamento, trata se com o seu consignatario
Anlonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n 1.
O agente Itoberts fara" leilfio, da carta
de aretamenlo da escuna ingleza Ale-
\aiidi 1 1, por conta e risco de quem per-
tenec' : na porta da AssociarSo Conamer-
cial, a's 11 horas ra manhaa, de hoje 2i
de fevereiro.
LEILO.
Na porta da all'andega bavet leilao de
queijos frescaes chegados pelo vapor ingle/
Norman : quarla-feira 25 do corrente |as 11
lloras da manhSa empento. '
I
a*
11-r.nitAs
*
J Adaranoi de brlbanle, S
B diamanles* peroles, pnl-
I .ira*, allineles, 6rinco* S
* e roielai, boUMa e anneis |
^ de diflerinies SOsisede
?; diversas pedras de valor. *
*
?*-^W-
PRECIOSAS-1
* Compran), vendem ou 1
S Irocam prala, ouro, bri- i*:
Ihanles.dianiaiiloseptro- +
* las, e oulras quaesquer '?.
g joiaj.de valor, a ilinhciro *
ou por obras.
* ?. ? 4 >..-*. -,..;, aaaj <: # v*-*
MOREIRA I ARTE.
LJ4 8 IIIRIV3S
Ra do Cabuga' n. 7.
Ftecebeni por ti>-
dos >s vaporeada JEu-
ropa as obras (I' mais
i [lento aro8to, tan-
to ; Franipa coran
...
'?I*J>-
OCHO E PRAT.V-
I
* Aderemos completas de s
I ouro.meosdilos.peleei-
m
ras, allineles, brincos c
^ ...^. -i ---- 9
i.' roala, eordde, Iranre- +
* lin,med*llia,correuless>
eenfeilesparareloaio, r
<. oulrosmuilosobjecto*de
v ouro.
2 Apparelhos complelo, f*
J de prala, para cha, ban- |
' deja., salva*. ea*licrs, *
S colher*deopaedecha, *
e inuilos oulrus objeclos ^
, de prala.
. : ; i- .?:* ?.****;?;* ? *
de Lisboa, asquaes se vendem por
ppe?o commodo como costumani.
CONSULTORIO HDMEOPATHICO
&mw &mzi>c>&.
00
'-^x- rm
Onde se acham sempre os mais acreditados mediearaenTo"s,"n7o""em trntur. rama
PAB 1857.
Acliam-se a" venda as bem conhecidas
folhinhas, mpressas nesta tvpographia,
das seguintes qualidades:
lOI.HIMlA RELIGIOSA, conlendo aleni
dos mezes, a bibliotheca do cliristio
brasileiro, que se compOe de ora-
efios quotidins, methodo de assistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
hvmnos, olicio de Nossa Senhora da
Conceican e muitas outras oracoes de
grande ment, preco......' 7r20
DITA SI MPLES, conlendo alem. dos me- i mdo.
zes, a le dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes, preco........ 21-0
DITA DE POETA, a pial alm dos me-
zes tem esplicaees das indulgencias e
excotnmunht.es, etc., prero. 160
DITA I) ALMANAK, a qual alem dos
mezes. con tem o almauak civil, admi-
nistrativo, commercl, e industrial da
provincia, por.........',00
Todas estas folhinhas sao mpressas em
bom papel e excellente typo, e vendem-
se em porcao earelalho: na livraria da
pr'aca da Independencia ns. c8.
Dezeja-se lugar uma casa no hairro
da Boa-Vista, com commodos para quatro
pessoas : quem a possuir queira participar
no andar terreo .lo lerceiro sobrado, antes
de chegar ao quartel do Hospicio.
Conipra-se um bonito papagaio con-
traleto e paga-se bem : na travessajdo Quei-
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
M.E$OS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Uita de U i
Dita de 36 B
Dita de 48 B [
Dila de 60 u u
Tubos avulsos a.....
., i a l'"scos de tintura de meia'onca.'
Manual de medicina bomeopatbica do Dr. Jahr com
conano dos termos Je medicina
Medicina domestica do Dr. Menrv '
Tratamento do cholera morbus ....
__________lepertorio do Dr. Mello Moraes .....
lo/ono
ISMH
MNN
250000
30JO00
1-3000
2:000
mado n. 1.
Na travessa do Dique n. 12 mandou-se
apandar, na larde de domingo d* enlrudo,
lima pnlseira do ouro talvez de algum mas-
cara : quem se julgar con direilo a ella,
dando nignaes ceos, Ihe sera entregue.
Comprn-se uma aaaiqucza de amarello
e uma cama em bom citado : na ra da Pe-
nda n. 1. terceiro andar, das 7 horas as 10
do dia.
Quem precisar de G00 rs. a premio
com penhor de ouro ou prala,-ou hvpotheca
em prcuios, annuncie.
,5t Keliraiido-ine do llomlu, onde nuc por $
quasi seis anuos i. careo de juiz municipal, e fl.
g, por mais de Ires o de delgalo de'polica, @
por ler d* sesuir um novo de*lino, fallara ,-*
K ao manir dos deven*, se, ao deuar agella m
3i la gente, nao Ihe diase un; vol de gra- '\
g tnlflo pelo ;il-.,sii!Iio que sempre me presta- '.":
g ram todas em geral, e parliculanneiile a
g, quellesque me lioiiraram cmn sua amizade. -.
B Pallar eagecialmant* te *lauru, seria olTen- S
g der a oulros, e por iss.i a ningnem especiali- w
10: ion obligado a lodos, e de todos recebi t
iii.sequios; cu levo os habllanla* do lermo do
;$ Mnilo dentro do meu cor.rai. Os Boni- 2
jj leiies sao doris, obedientes a's leis e is au- ?
londades; e-live, feliimenta, ern contado i
i cun a MMoa* mais Rradasdo municipi
a m^inr parle das quaes iilrelive,
zrr, intimas relar.es, porcm duiic
^ veilaram dellas para me fa/.erem
^ lie ama jusliga que Ihes fajo, e
V ohrigacAo que Ihcs devo.
w 'l'aml.em sou agradecido
W iciiiiu .le Caruar, e a e
dirijo.' Como humem,
i com
possu di-
se apro-
eiisencias,
mais urna
aos amigos do S
es igualmente me
.coma empregado v-;'
comroelli, sem duvida, grandes fallas, pero ?!
_ ai lodos m as desculpem. Nao leudo queiia
de peisoa alguma, pobre ou rica, e antes de f>
'i. todas .ndisliaclamenle, conservarei liaongel*
rasrerordacese um pierno reonneeimanto S
m Kecife 2:i de fevereiro de \K.Delphi no 5*
9 Augusto Cacaleanli f>e. Alhuquer'/uc
^t^lNalfs^aHNM $.
Fazem-se capas, batinas, chamarras e
ca as vialoiias : na ra da SenZtla nova
11. 36.
-- Prccisa-sedc uma ama que saiba co-
tinbar para uma esa de pouca familia: na
ra d'Aurora n. 30.
~ AO PUBLIC.
g l\o armazera de fazendas baratas, ra do
U Collegio n.' 2, V^
U ven.Je-se um complelo sortimento de fa-
m zendas linas a jrosfas, por mais barato 1
B precos do' que em oulra qualquer parte, SS
I tanto em porcoes como a relalha, alfian-
i4 sando-se aos compradores um s preco
f para todos: este eslabeleeimento abrio-se
j*j da combinacao com a maior parte das ca- fg
IS s8 comiacrciaes inglezas, francezas, alie- ||
3| maos e suissas, para vender fazendas mais St
M em conla do que se lem vendido, e por isto W
t ollerecen elle tnaiores vanlagens do que
g outro qualquer; o proprietario desie im-
* porianie eslabeleeimento convida i todos S
' osseus pairicios, e ao publico em geral,
jara que venham '
pa.a que venham (a bem dos seus inie- I
3 resses) comprar fazendas baratas: no ar- M
H uazem da ra do Collegio n. 2, de-An- ^
< lomo Luiz do* Santos & Rolm. "
.No moz de jolho do anr.no passado au-
sentoit sedo engenho Xangua, o escravo ca-
bra, de nomo Reginaldo, baiso, m ico, e
tem urna cicatriz noqueixo : quem o p-gar
011 dello der noticia, .lirija-st: ao eserii orio
Vende-se champanha da bem acre-
d.lada marca Estrella, em gigos e fan
caixas, sardinhas, vinlio superior de Bor-
deaux em caixas de d
alvaiade e verd
Trapiche n. II, mao por preco com-l
Vende-se urna negra mora : na cam-1
loajdo Carino n. 19, segund and
205000
10*000
2/000
600"I
u/.ias, iiareoques,
c trance/.: na na do!
II, tildo
Lotera
DA
provincia.
^ttfStUU^ Qu S N. 13, RA DO ENCANTA- g
i
i
MENT N. 13.
Dirigida
velo ixurroa
pires uhs juro, i
\ Pllicar%A Hits tn.i,....... ^'
tt
A elflcacia dos medicamentos homeopa-
llncos depende de sua boa prepara.ao, do
zelo 0.1 desvello que se empresa nes'le mis-
ler, e laml.em dos conhecimenios pharma-
codjnamico* quesedeve ler desla medici-
na, iorlanto ueste novo eslabeleci ni
lem ludo qaanlu for neressa.io para seu
oso, lano em glbulos, como em tintaras:
e assim lamban cnrleira. de diversos lama'
nlios, (ulius avulsos, ele, ele
silo os mais mdicos pos.iveis. *
i
i


Os prero*
890
518
750
20. I
2187
5260
\*yeun&em,
Oabaixj assgnadveii'
deu as seg-uihtessorles:
150'.)5:000.,000bilhete inleiro.
51011:500*000dem.
695 200.S-000idem.
200.S-000idenv
I0O.VO0Oidem.
IOO.S-000dotis itiartos.
IOO.sOOObilheteinteiro.
O.sOOOdous(|uartos.
50.V000dous meios.
" J. Lrivine.
ROB LAFFECTEIR.
0 nico autorisado por deeiso do consrlho real,
decreto imperios.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o uniro
Delphina, de naco Angoa.'corn" o "sienas lTff pel 80vern,) e Pe' re.l socied.-
P- '-- -le de medicina. Este medicamento de um
acil a tomar em secreto,
tilia real desde mais de
clmente em pouoo tem-
a Costa de mtame ;' rogVseTo* senhora ? C!>m r,ou", mercurio,'as r.
capilaes de campo que a apprehendam lT q'T a pellc' ,mP,n8e"s. consequen-
vem I casa de seu s' nhor naP a d p" ia d nH ^^T,' UlCer"S ei "** *
Santa Hita n. 25, que scrao gneros enle ?,? Vlde Cr,l,M e d* crimon" *-
recompnsalos. fa-ero.imenie reditana dos humores; cor.vm aos cat.r-
- Os donos das casas de Olin la. nm n .ii?S:.a-?es'ga' ^s .c?nfcc6es e fr.qucza
Re
pram diarios ou jornaes a loo rs. a libra
na ra estrella do Rosario 11. 1. taberna de
Antonio Domingties de \lmeida Pocas
Fugio no da -_>l una" escrava de nomc
necessit* mais dellas, nem se responsobihsa I ^ubeba'ou das '"Jerces que rc(frtentem
pelosalugueis de hoje por d.aJMe ? nnttaesn neutraliS..|0. O.rrobe La*c-
- liernardino Ferreira Lima vai fnri.. especialmente recommendado con-
gal tratar de sua saude, e deis? nJ ."i l!I".." doencas. inveterada.
bastantes procuradores.
por seus i
Manoel de Souza Tavares* em r.^!."'J"5.r !--Ven,l*-se na boucVde |n
_ rebeldes -
mercurio eao iodorcto de poUssiu.--Lisboa,
i --Vende-se na bouca de Barril e de Al
cle.o Antonio Ferreira, em terceuo Iie,en.? ^ \eUc,an" Alvcs de Azevedo, praca de II. l-e-
Alves da Silva. lcrcu, Kt/endo jro 88> onJe acaba j c||ega* umM gra|f
- Fugio a l de fevereiro, Manoel criou- 1K df 6rfas grandes e pequeas
, que representa ter 30 annos.Tlo.'cbeio BoyveVu-uK"16 e ^ *"
de Manoel lioncalvcs da Silva, na ra a Ca-' ra Prn.mbnco
ou no dito engenho,
irnos Wanderley, que
com
ser
I). Joanna Portes, por se retirar para
Lisboa, tara leilo, por nlcrvcnr-fio do agen-
te Pestaa, de sua inobilin constante de ca-
dciras, sofas, consolos, mesas redondas,
commod.s, espelbos, louca, prala e ouro,
trens de cozinha, una grande machina de
engoramar, varios escravos de lodo servico : i
quinta-feira, >:> do conente, as lt horas da
matihaa. no sitio antes de ebegar ao do lllin.
Sr. Dr. chele de pelicia, no Hospicio, onde
ludo se achara patente ao exatue dos com-
pradores no dito dia.
O agente llorja [ara leilao em seu arma-
zem na ra do Collegio 11 15, de uma com-
pleja mobilia Je casa, utcncilios e mais ar-
rarjos, pertencentes a urna familia que se
I relira para fura da provincia, diversas obras
avulsas de marcinena de dilTerentes quali-
jdades, e uma inli.ud.de do 0iros muilos
objaetns, que lora enfadonho mencionar ;
jissim como far leilj.i de tres escravos per-
Itencentes a referida lamilla, sendo urna mu-
| lata de bonita figura, ptima rozinbcira e
dcia do Recif
Francisco de
recompensado.
Attengo.
Da-se 500^000 rs de aiugucl annunl pelo
prinieiro an lar de nina casa com commodos
para uma familia, as seguintes ras : pra-
ca e aterro da Boa-Vista, ra Nova, Crespo,
Queimado, larga do Rosario, pateo e ra do
Collegio, c Cadcia de Santo Antonio. .Nao se
duvida lambeta obrigar-se pela entrega no
estado cm que se o receber, bem como s-
lisfazer qualquerdespeza que se lenha l'eito
para te-la asseiada : nesla tvpographia se
diz ,|ucm he o pretendonie.
-, Joao Pereira de Hgales Lei te ,
de outra roupa : qualq"ue7 pessoa o ;podera 6' tr"ncisco dnPanl. Coutoet C-
ppor
pegar elevar a sua senhora, viuva do Cruz
na ra do Cabuga, que sera recompensada'.
- l'urtaram no da 23 do corrente, pelas
8 horas da manhaa, da ra da Cadeia de San-
to Antonio, un c.vallo ruco, ceg de um
ollio, aleijado do quarto esquerdo, com uma
carga de 18 sacco, ,1,' carvao : qu*m O oe-
Previdencia.
Campa/i/lia de seguro com-
tra n mora! al (de dos ex-
t crmos,#siubelccda no
1,10 PkJANEIRO.
,.;;;-:: .?- ^. $ ^m*rna Iiat ZlSh,
?-r'J,?U>v l!ecife- leve icocheT* de
o pe-
--\u aeocneira do Sr.
t-laudio, e sendo no mallo, JeVe-oa Addu-
cos ao .sr. Antonio Flix.
ano 1 errta vinda do It>rlor.na refina
do l'araizo n. 2.1-
I'recisa-se de ui
ra Direifa n. 2i, padaria.
oalhador : na
mm
BOTICA CENTRAL 110-
HE0P.4THICA
Ol)
DB. SABINO O. L. PINKO.
Ra de Santo Amaro
Crespo n. I".
(h iczo'o* *3o raalisadns no fsrr.plorin ,|a rom-
paDhi* ou mesmo fura, m.b |no|iusla* do< proprirla-
rio* do forava? lodns os di olis: ai parliripa-
_ {Oes d. fallecimenloi e as propona, pndm er re
|! i meltults a companhia lodos os dias, al as finco ho-
ras da larde.
c'
m -ucranio Amaro ;Mundo .Novo)
s NUMERO6. |
O V endem-se unicainenle ne,u bolira os mais -
t crediladosincdicaiiienlusliomeopalhico'i. our
a> preco* inuilo coinmodos.
,A ac,v10 (lesles mediraiiienlos he tao promp-
, la cllicaz, que lem Ulerenlo as Ininras da
n ludas as parios do imperio
- parios
onde tem sido eiperimeuladoi.
** Cada lubo avqlto. .
t* Cada tidra de tintura '. '.
Utieirus s eaiiinha*
3 desde I i--ale lOOSOOO.
SJ ri.osouro homeopalhico ou vade-mecum do
""int.patlia, obra essenci
. Ibooo
. -aoihi
medicainenlos,
alenle iudispen-
quem. deseja emprecar a homei.pa-
5 u'!a *.........li-oo
y Iralamenlo homeopalliico do
9 clmlera-iuorbu*......is'W
Propaganda humeoplhira em
& iavel a
-
9 a. t.Para roi.licimeulo do
2JO0O
A condi{e* impressa*poderao sr procoradas no
escriploro da compunliia.
i ar-se-ha consollaa ralis ios t'cravos securosdas
9 para 10 hars da manhaa.no eacriplorio da romp.
C. STAISR & C '
* respeitosamente anntinciam, que no seu ex
2j tenso estabelncimenlo, em Sanio Amaro'
ta!continu'a a fabricar com a m.ior perfeicit
e promplidao, toda qu.lid.de de m.cbinis-
mo para o uso de agricultura, navegacao e
manufactura, e que para maior commodo di
seus numerosos tregeles e do publico em
( geral, lem aberto em um dos grandes urma-
zens do Sr. Mesquita, na ra do rum, alraz
do arsenal de marinlia, um
OEPOSITO B MACHINAS,
construidas no dilo seu eslabeleeimento
All acha rao os compradores um completo
sortimento de moenJas de ratina, com lu,|,
os melboramentos -aiguns delles novos c
onginaes a que a experiencia de muilos li-
nos tem mostrado-a neceasi Iade. Marhinas
w -> i>.rara ronli.cimeulo do publuo av- i i-------.....-""M--iiecessu.de. Martin
sa-se que o Dr. Pire, lt,mo, Junior, nio he ft W" b* alia press-.,, Uchas
niaiscaiveiro da bolica central liomcouatl
j e nem lem interferencia alguma em sua
et ratoes.
i lie i", r ""la c alla Prs-.), Uchas de
,ie,, ilodo lanianh-ii. Unto batidas como fundidas,
ope- i frros de "i" ditos para conduzir formas
aeu.
b- Compra-so ellectiyamente bronze, para farinha, arados de Ierro d. m _
lio deposito da fun.J.cao T.d construcco, Tundos rara alambiquen
logo na entra- enjoae portas para rornalh.s, e um* inlini-
icio em Sanio dado de obras de ferro, que sera ciifad->nbo
enumerar. \u mesmo deposito existe uma
iiUlleteS de Visita. pessoa inlelligenleehabiliud. para receber
t.Avan.-S*eia1Drimein-.,m.,rX. .,,.... -ilodas as encoinmenda*. ele., etc.,
tao e cobre velho
da Aurora, na ra do Bru, "o"go"i
da n. 28, e na mesma l'un
Amaro.
de
vam-s. e imprmemei com perfeir^o bilheles
visita, leltras de^orfimercro e lodosos ubieclos da
Mii cal.gr.iphic.,, feRimos, vinlielase quaes.p.er de-
enhos. Abrem-se lirroas, sin.les. lano a Ull.o do-
ce como o relevo, orn*meolos cm obiarlos drnor
e pral: tazem-saasios lindos e orisinars i-,r
que os
bordadm d
nnD(.)S,l0.'iIO,T;'SS0.'<1:' CrUZ di" M^ to\^^.4uptmon'qr\ZZ^Z
de L'choi, desappareceu ha dias um Prleoer dinja-e qualouer desie, \a.t,
ro
para
lali\rtnllio. Ailnniie-s* a rotus* do
iO."'..'.'!" 0,'J"10' Dl1 da nso ficarem a
n.ifi
annunciantes contando com cap.clii.de de
suas ollicinas o tnaclntusiu,, c pericia de
seus olbciacs, so ceniprooaetteni fazer ex-
"-.lar com a maior presteza e nerriri
presteza c perleicao, c
exacta conlormidade com os modello ou
ie>ciihos, e uisiruccoes que Ihe forem ui
uecidas.
iiiiiin ue ictioi, oesappareceu ha dias um ""iteoder d.rija-re qualasier .de.les luc-re,'- lf0:ut. J t ..
Jac.i passaro do Pata) to.IfTprelo, cor. a bar- bairro do Rec,fe. 'U Madre de De, n. 3>%,. I 1'lclaS 0*2 ItlQaS di tlil 11-
riga par.' bico encarnado com a ponte ?^."?/_!r*n_l,JL"lon.to.i Ba lLTr* claarib I *-A.. i
Vendem-se muito Uoae meias de sed. pre
tus e brancas para sefRioras |>elo b.r.lo pro-
co de 2/500,.lilasde l.i. p.rapadies a 13800,
*raa de lio de Kseoeta piuladas par. ii.ui.cn!
!e ferro de m modello e'conJ^
.. pon
prt'ta, cr .i una poupa na cabefa : quem o
aehou o delle der noticia ao mesmo Tasso,
sera gratificado, pagando-se-llie o valor do
nicsmo-passaio.
Nos abaixo assignados declaramos que
pra
e^i
compramos o deposito de pao, sito na ,
cinba do Corpo Santo n. 29. perlencente ao^superiores
-V. Manuel lerii.iiides de Mello -Iiecife, 21 ^_
de l.-vereiro de Is37. -Jacinto Simos de Al-
meida C.
~- O moco porluguez que se deseja ar-
ranjar como leil .r, como aniiunciou neste
-Hano de-.3, queira dingir-se .. fundicao
da Aurora, em santo Amaro, para tratar.
do paleo do Colltgio n. 2 ; nai Cinco I'ouus ~auhra
do da quina ooufronle a malriz no\*.
Arados ui Ierro '
Na fundiVo de C. Starr &C.mpanhia, cm
auto Amaro, acham-se paralender arados
firi
EBlo baralissimo preco de 400 e 500, di la*
raneas e cruas par. h.-meni 200, 24 e
280 rs., dilas pintadas c luancar- para meni-
nos a 240 e 30 meninas a 240 rs oilas brancas para sc-
tilioras a 240, 3110 e 4im rs litas prelas dn
algodao p.-a padre- a i.iit: rs.,e oulras ia,..s
no1 maten, de Adan.son Howie'qu.lid.de., que se ende,n I..V.I n.u1
vv<..,riiadoTr,'ipicli n. -i-2. 'Queimado, na bein.conlieciJa Wa de
dezas da boa fama n '13.
ruccao muito
Vendem-se selns com perlomces,
I alent inglez e da melhor quetiila-
Je que lem \indo a esle morcado :
mu
MUTTUH5T


ILEGIVEL


DIARIO OE PEKNAMBUCO, TERCA FEIRA >', DE FEVEREIRO DE 1857.

CONSULTORIO CENTRAL 110- ';-
MtOPATlIlCO- $
1 Uua de Santo Amaro (Mundo-No-
g vo) n. ;.-
fia O \>r. Sabino Olegario LuJgero Pinito, ,-'.
ja de volla de ua viageni o K'o de I.....n *~
H continua tlar consultas ludes es da- ule-, '.."
$J ilas le.ias i1a maulla*, i- 2 da larite. flg
gi Os pobres sao medicados ijralo.lamente. V,
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alhance.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1324.
Capital cince milhoes de libras esterlinas. *"
Saunders Brothers & C., tero a honra de in-
formar os Srs. negociantes, propietarios de casas,
quero mais convier que estao plenamente au-
iorisados pela dita compauhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha e igualmenUsohre os objeclos que contiverera
os meamos edificios quer consista em mobilia ou
en fazendas de qualquer aualidade.
Substituidlo do
arcano a jiolassa
f elo barato piteo de 5,200
por orna iata de 10 libras:
noarmazemde N. O.liie-
ber & C, ra da ( miz
ii. 4.
I DENTST RiNCEZ. |
Paulo Gaiqnoux dentista, ra Nova n. i I :
ti? na mesr?sa-*n agua e pos denlrilice. .";
Aluga-se a ulica casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. coro bi>m sitio, baua parn capim,
boa casa de vivenda ao pe : qaem pretender dita
casa dirija-se aoa do Vigsrio n. -ti.
^::OO*O-GGQQ0OG
1 J. JANE DENTISTA 1
r contina a residir na ra Nova n. 19, pr- *?
p reeiro andar. fg
rteparticfio da vaccina.
O commissai i) vaccinador vaclna nas
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreito da Allandega, e nas tercas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da maubfia.
0
m
>&%?QOQZi
-.:-
Ao respeitavel
S publico.
O RA- NOVA J. 18, ig
gft foja de fazendag'c ronpu fella de M. A. Ca- a
J"!* C-' '"1e e"con'ri,riloos bous hi'_ue/ci
-? as obras m.iis bein acalladas que se podem ^jj
^ en conlrar, de todas as cores e qualiiades.e *>
i tem de aceitar menos obras de eiicnmmen- Si
s~ das, por ler maior pnrcAo de dillerenles ta?
ij obras, assim con.o lem de augmentar o t
iS preco das encoinniendadas, e para oais *,.
~r bem servir a seus dunos, ser para lodos *#
Jum s prcro a dinheiro. J
GRANDE GARDA-ROPA
DOS
MASCARAS,
Ra do Cu i i c-i o n. 18,
primeiro andar.
0 dono deste importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisa a todas as pes-
.soas amantes desle bello e ioteressante pas-
sa-tempo, que tem este auno, em seu depo-
sito, os mais ricos vestuarios que se tema-
presentado, ricamente adornados, com ele-
gancia, phantasia, ideal e maravilnoso, pro- \
prios para todos os- caracteres que cada um
quizer representar, e a maior pule delles de
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de um e
outro sexo, visto ter vestimentas para do-
mens a senhoras, como bem, ricos dminos,
capacetes e basle-., emlim um completo sor-
linienlu de immensas diversidades por com-
modo preco, tanto para aluguel como por
venda, o que ludo se ada a ilispoMcao dos
illustres cavallenos no supradtto deposito,
que tem por signal, cm sua janella, urna
Oaodeira arvorada, e dous ligunuos elegan-
temente caracterisados. a elles, que os pre-
tndanles sao muitus, eo carnaval esta ca-
lenda a porta da Veneza Americana.
Na ra larga do Rozario esquina
do becco do Peixe frito, no segundo an-
dar do Sobrado n. 9, continua a dar co-
mida rlara fora com todo o asseio, e por
preco milito em conta.
-I'recisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para tiabalhar mcnsal-
mentenesla typograpbia, dando-se o sus-
tento : na Uv.-ria ns. 6 e 8 da praca da In-
deendencia.
Domingos Alves Ma|bus sacca obre
o Porto ao cambio da pra?
OTIN.4 DE LJJHWiRAPHIA.
-Ra da Cruz -^5^
0 dono desta olllcioa-tefn a honra de an-
nunciar ao respeitavel publico, que se act.a
sempre prompto para executar com porflii-
c3o e brevtdade todos 03 trab.llios codWr-
nenies a arte lythographica, assira como
coutas, facturas, lettras, circulares, precos
correntes, qualquer desenlio, vinhetfi ou
emblema, diquelas de todas as qualidaes
bilhetes de visita, de participado do casa-
menlos, etc., impressos em ouro, prata e co-
res. Iniprime-se lambem com a maior bre-
vidado cartas commerciaes e precos corren-
tes, aulhograplios da nano Jos Tonos, para as
sabidas dos paquetes, etc.
0 abaixo assignadp declara aos de*
vedores de Aureliaiio & Andrade, que nao
pagoem seus dbitos seaSo ao abaixo as-
signado, do contrario lerao tle pagar se-
gunda vez. Recife, 13 defeverdro.de
1857.Manoel Jos Leite.
ADVERTENCIA.
0 procurador da cmara municipal desta
jidade avisa a lodos os Srs. donos de estabe-
lecimento sugeilos ao imposto annnal de
_e*ars., que o prazo para o pagamento
pruicijHtiu no primeiro do corrente, a linda-
se no ultimadle marco, prximo futuro, e
previne aos meSflips Sis. que nao se guar-
dem pata os ltimos" tijas, pnr nao ser pos-
sivel assignarem se tu>ii> titn lempo.
o brigue brasilciro Almjrante precisa
de narinheiros brasileiios para a sua via-
gein ao Itio de Janeiro. v.
Preeisa-se de duas amas escravas^uma
para f'azero servico de cozinha de urna cas
de pouca f'ami..a, e outra para engommar .'
na ra do Collegio n. 13, arniasefn.
No armazem de Hurle Souza ,\ Com-
panlna, ra da Cruz. u. 48. ha mui lindse
elegantes vestuarios para bailes mascara-
dos, ltimamente viudos do Franca, lauto
em porefio como a retalbo.
Na ra das liiniliciras n. s, loja de
lartarugiieiro, com a frente piulada de ver-
de, couipra-se etteclivamcnle tartaruga, e
p;.ga-se por mais preco do que cm oulia
qualquer parle.
Jos Joaquim da Cimba GuimarSes,
estaL'elecido com loja de taitarugueiro, na
ra da Trinclieuas n. 8, quem entra da ma-
triz ao ludo direito, avisa ao respeitavel pu-
blico e aos seus frrguozes, que recebeu de
franca um ooaytlet sorlimenlo .le obras de
tartaruga, como peritcaj para atar ca bel k-Je
diflereules qua.'dades, ditos para alisar,
man ala, e para mt'iiiiias; ali'in deslas obras
tem 110 mesmo eslab.'leciiiiento um bum sor-
timenlo de pautes, clisas, ludo ah fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obia de Uriaruga, por p;ec LV'AS JU?IN
brancas, cor de paiha e pelas. Canto para se-
nhoras, como p 1 homens, elMgauaa pelo
vap-.r lmar : v^ndem-seem casa de J r'al-
queuruado Crespn. *. ^C
0 t Francisco Cavalcanti Laeerda,
que morou no engenho Piabas ou Qultindu-
ba, e que hoje aclia-se residindo para as par-
teado Arraial, queira dirigir-se a iilsiila^So
de tranca, na praia de Sana Rila, que multo
se 1 tic deseja fallar, c laniln-m ao r. Jos
Rodiigues Lima, ha pouco ebegado de Bar-
reiros.
Mesquita Jnior & Canlozo scienlifi-
1 can que o Sr. Francisco correa Soares dei-
ZOu de -er seu caixeiro desde o da 18 de o-
vereiro de 1837.
Roga-se encarecidamente ao lllm. Sr.
coronel Joilo da Costa Villar, lembre-se do
que maiidou dizer em sua carta i- julliO de
1839, a um dos berdeiros do tinado Alves da
Silva & C.
I!m professor de instruccao primaria,
I com nula anuos de magisterio, aposentado,
presta-sea'dar lices particulares os pre-
tendenles dinjam-se a ra do Crespo n. 11,
ou anuuncicm.
- Na ra Augusta, sobrado junto ao vi-
veiro, com fente ao chafariz, piecisa-sc alu-
gar urna escrava que nao seja de ra, e que
saiba coser e engommar.
Aluga-se a casa que foi eocbeira, na
ladeira do Varadouro, em Olinda, propria
para o mesmo eslabelecimenlo, por estar em
bom local : a tratar na ra da senzala Ve-
Iba 11. 9i.
.Manuel Fernandos de Mello, subdito
porluguez, telira-se para lora da provincia.
Da casa n. 9, siU na ra da Concor-
dia, dcsappareceu una imagem e SanfAn-
na, de pedia : quem della tiver noticia, po-
de dirigir-ee a referida casa, que sera bem
recompensado.
Manoel Iguaciu deOIiveira, negocian-
te matriculado, vei a Portugal.
- Furlaram da ra do Passeio Publico,
no dia 19, as 10 horas da nianbaa, um (aval-
lo ruco claro, e eslava sellado : quem delle
souber, ou pegar, leve o ao Sr. Joflo Manoel
Pinto Chaves, 110 'asseio Publico.
Aos a mants d<> bom gosto
Sao ebegadas loja de chapeos de sol do
aterro da Itoa-Vista n. 22, as muilo afamadas
e saborosas tamboras, em bocelinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; chcguem.lrcguezes,
que se vende barato.
O abaixo asslgnado perdeu de^Mar-
coia at Mussupe, urna nota de -200SOOO, sele
de lteOOO e tres de20:*)i>, envoltas pm um
recibo de 350,-sOOO, entregues ao Sr. Malvei-
ra em 12 do corrente. O abaixo assignado
lem certeza de que fura achado esse dinhei-
ro, c quem o acliou, querendo restituir, p-
de-o lazer ao abaixo assignado, ou a qual-
quer .los Srs. coronel Mres, teiienle-coro-
nel Anuda Cmara, major .Manorl Julio ; e
no Recife aos Sis. Manoel Ignacio de Olivei-
ra, Joaquim da Silva Castro, Antonio Jorge
Guerra, K. G. Pedrosa, oue recebera 100/000.
Agua-azul 17 de fevereiro de 1857.
Antonio Luiz Pereira Palinn.
A pessoa que deseja fallar com os ber-
deiros do finado Jos Antonio Penna, dirija-
se a rea do Qjeicnado n. 4i, que ah encon -
trar mforma^Oes.
Joaiui Mana da (;onceicao paga in-
continenle qualquer divida da fesla de S.
benedicto da Boa-Viagem, onde he mora-
dora.
Precisa-se de urna ama para tratar de
um menino : na ra do Livrameuto, casa n.
20, segundo andar.
Um moco brasilero, casado,sem futios
e de urna conducta excellentc, de que pde-
se exhibir piovas nao equivocas, propoe-se
a ensinar de sua parle cm algum engenlio
as linguas nacional e franceza, e sua senho-
ra a lingua nacional, todas as qualidades de
costuras, inclusive burilados de ouro e a
matiz, assim como msica; o annunciante
lambem se orlerecca lazer qualquer escrip-
turacSo : quem do seu prest mu se quizer
utilisai anuiincie pore>le Diario.
Um moco portuguez, que sabe ler e
escrever, deseja anaujar-se como feitor de
engenho ou de estrada : quem precisar an-
nuncie para ser procurado.
Precisarse do uma ama para ser empre-
nda ao servico de rozioha e algum ensa-
boado: na ra Direita n. 91, primeiro andar.
l)ii ectoria das obras milis
tares.
Precisa-se de pedreiros, carapinas e ser-
ventes para as obras militares, bem como
quem se encarregue de a-sonlar um Ogo
du ferro no quartel das Cinco Puntas : quem
quizer entrar em ajuste, eompareca na di-
rectora.
Wm Red retira-se para Europa.
Precisa-se de amassadores bous, opa-
ga-se 26MO0 mensaes, e nao puxa cylin-
dro : na ra Imperial, padaria de Villa-ver-
de n. 173.
Perdeu-se no dia 21 do corrente/dos
Afogadosat a rifa da Concordia, um colle-
te de gorgorao escuro, novo; roga-se a
quemo tiver aehado, a favor de o entregar
na ra do Crespo, em casa dos Srs. Campos
A Lima, ou nos Afogados, no siliodo falle-
cido I heophilo de Souza Jardim, que sea
recompensado.
Precisa-se de uma ama secra para o
servico de uma casa estrangeira com pouca
familia, prelere-se escrava : trata-se na r:ia
lo Priar n. 72, primeiro andar
- I'recisa-se de um criado : na travessa
do Dique 11. 9, primeiro andar, nolando-se
que lie para casa de lioinem solteiro.
Deposito o> assticsr pe?
rola.
Na ra do Crespo 11. t. loja de J. Fal-
que, venderu-se, por commodo preco, ve>-
Luarios para os influentes doeaniav..!, exis-
lindo um completo e mui elcgaule para se-
nliora.
milho i:\sAic\no.
Vende-so no Recife, armazem da ruada
No largo do Hospital do Paraizo n. 28. se Cruz 11 13.
encontra oexcellente assucar perola a 180e Cassas rancozas finissimas a'tiw r,.
SOtt rs. a libra, sendo de prfmeira e segunda a vara,
sorte ; nesteestabelecimento se enchem !..-! Na loja da estrella, ra do Quemado n. 7.
las e barnquiohas do dito assucar para esta venden.-so cassas fraiicezas Onas, do ultimo
( oi.tras provincias, esmerando-se o dona gosto, a 480 a vara, cortes de vestidos prc-
nomelbormeodeacondicionainento: :,- loa bordados a matiz, com tres babeos, a
bem se achaia sempre ir.uilo bom cha dos eOsCOO o curte.
Indios, e cale chumbado do Rio de Janeiro
He iituito I) ..aio.
Vendeni-se duzas de facas c garlos de ca-
de boa qublidade a 10;, oilas
lano em enroco como muido, ouerecendu-
sc amostra, para que se venlque que em
qualidabe nao in mais lino. De domingo a
terca le i ra eneonliar-se-ha nesse esl.belec-
menlo, de meo dia em dianle o sabor oso
doce 800 rs. a libra, pudins de diflereules precos,
e sempre bolachinbas de ara ruta de todas as
qualidades, biscoilos, vtnho de ccrejas, agua
de llores de larangeira, do acreditado fabri-
cante Alpbonse IrmSo: espera-se
concurrencia de quem gostar do
bom.
pois
que I
m> deposito
DO
PATEO BES.
?M
u
.v; xsr yene-^e ,^s
Pav4e_provnr;a, ecriouio,
Colachas, e bolachinha,
Biscoilos de araruta,
De muito boa farinha.
Passas, figos, e ameixas
g, Cale e muilo bom cha
} Alvo assucar retinado
Do mais superior que lia.
Ven'ua pois o bom freguez
Que por forca ha de comprar,
P01 bem seu, e de quem esla
De dinheiro a precisar.
f.inoFerreira Pinto, vaia Europa.
Preeisa-se de um forneuo : pordetiaz
da matriz da Roa-Visla. padaria n. 26.
Companhia
SEGUROS MARTIMOS.
SEGURIDADE.
AGENCIA FILIAL,
registrada no tribunal do commcrcio desta
, provincia.
Bflectua-se qualquer seguro sobre navios
ou caiga, a CundicOes mu favoraveis : as
propostas aceilam-se em casa dos agentes
Isaac, Curio $ C, ra da Cruz n. 49, onde se
pode lambem saber as conveniencias, que a
companhia olVerece aos segurados. Para fa-
cilitar os seguros pequeos, acaba a direc-
cio de dar ordem para que as apolices se
paguem por 500 res Icada lima.
SSJ
^onfeitaria.
Confronte ao Kosario, em Santo Antonio,
recebeu-se da Prussia uma nova qualidade de
biscoilos, e crUre elles, uns muilo bons para
Champagne, e continua-se i vender doces da
Europa e naconaes, e as melhores perfuma-
rlas em quantidade, a esculher.
Aromticas (lomadas
Extractos e saboneles
Em riquissimos vasas
Para adornar toiletes.
Caixeiros.
Precisa-se de dous muilo habis caixeiros:
no deposito da ra de Moras n. 16, e so se
loma tendo mnita intelligencia, nao se du-
nda pagar bom ordenado.
-- Arr-nla-se um sitio no lugar denomi-
nado Sant Auna, dosherdeiros deAnaslacio
francisco Cabral, com boa casa e inuitos
arvoredos : tratar no mesmo sitio ou ua
praca da Independencia ns. U e 16.
Precisa-se de um bom ama&sador'e de
um bom forneiro pare uma padaria lora da
cidade uma legua, dando-se bom ordenado :
quemse aeliar ncslas ciicumstaneias, apna-
re?a na na da Florentina n. 6, que achara
com quem tratar.
Liquidacao.
Pomroateau, aterro da
Boa-Vistan. 16.
I jm a lionra de prevenir as pessoas que de-
sejam comprar uma loja com fazendas ol,
sem ellas, para se apresentar a elle, para
ter inrormacoes, e para tratar a este respeito.
1''omina tea u
previne as pessoas, que mandaram alguna
objectos para ser concertados por elle, para
os mandar buscar al o dia 13 de marco, do
contrario serflo vendidos para o pag.ment
dos cotcenos ; proveta mais esta occasiSo
para pedirs pessoas que i lio devem, que
tenliam a bondade de vir pagar seus debilos.
- Pommaleau e sua senhora retiram-se
para a Era 115a.
-- Compra-se uma casa trra com com-
niodos para familia, nas freguezias de Santo
Antonio, s. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17,
Compram-seeffe/livamente na ra das
"lores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
comoaecues das diversas campanillas auto-
risadas pelo governo.
Compra-se um diccionario inclez
grande, por Vieira ; uma selecta ingleza por
Sadler : na ra do yueimado n. i4.
Coir-pva-se uma escrava mora, fflie
coza bem, engomme e cozinhe: a tratar
na ra do Trapichen. 1 i, primeiro andar.
Compra-se um escravo de 20 a 40 an-
uos, que teuha boa con.lucla : a tratar na
ra Direita n. 91, primeiro andar.
Compram-se 2 e-cravos de 14 a |6 an-
uos.: a tratar no escriptjrio de Jo. Joa-
quim Das Fernandos, ra da Cadeia do Re-
cife.
Precisa-se comprar para uma encom-
nenda, iloos casis de sagutns, e paga-sc
ben; : na ra de Apollo, armazem n. 13.
KtiptJe Lisboa-
Vende-si rap fresco, ebegado agora
na praca da Independencia, u.
! Lisboa
Iloja.
pro-
Lotera da
vincia.
O Sr. thesourciro manda fazer publico
que se acbam a venda nesle escriptorio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porgo de bilhetes, meios e qusrtos da*
terceira parte da stima loleria da matriz da
Boa-Vista, cujas rodas andam no dia 4 de
marco do corrente anno. OSr. thesoureiro
manda declarar aos senhores jugadores, que
exislem numeracOes aortidas,como lambem
os bilhetes vendidos nesle cscripiorio nes-
sas ultimas loteras tem sido muilo afortu-
nados, por isso espera que elles concorre-
rao para que continuadamente no Qquem
manilas porcoes comH^sempr^-lem tiendo. Thesouraria da
loleriasS^I de fevereiro de 1857.
jVj--' J nuario Alves ua Uaia.
\Jscnvao das loleiias.
Quem livel\e quizer alugr urna boa
sala.que possa abra^iger uma aula de eiunnoj
primario, sendo ero, arrumas das ras prin-
cipaes da Santo AnlouioTHi^Boa-visla, se
pagara bem : anuunciem ou se liinjam a ra
Direita, segundo andar do sobraoo-n. 82
llehiique'de Ult .eir Soares valsa Eu-
ropa e deixa por seus procuradores osirs.
Joaquim Francisco dos Sanios, Antonio l.u.v.
de OliVeira Azevedo, Jos Antonio dos San- s
los L-oelbo.,
Jos Soares'de Az.evedo,
de lingua e litteratura nacional 110 Gjm-
nasio fiesta cidade, inudou a sua residen-
cia para a praca da Boa-Vista n. 2, e aln
tem aberro um curso de Pliilosophia e
A<
encao ao bom e barato
Na ra larga do Rosario n. 32, lia para se
vender uma porcflo de madeira de cedro pa-
ra caixaa de charutos, uma baianca grande
con, 10 a 12 arrobas de pesos, c juntamente
8 tardos de fumo ,1o capa de Bastos irmao
lazendo-se todo
como a prazo.
Vendem-se 20 al 60 acoftei
Kc /A-i
KELOGIO^
i\ uu ta Cd tJeia <:0
it 18.
Ha um sortimeuto de relogios Je ludas as
qualidades, lano de ouro como de. prata,
ilitus fuleadoS e galvanisados, por preco ba-
ratissimo, ha lambem meios clirouomciros,
de superior qualidade.
L
Na ra >n\a. lojz e fabrica de iliapus de Cliris-
lianv d; Irmaiu, n, 11, lem para vender, clieadus
Dllimcmenle, titeados piniadus para mesa, dilo* (tre-
lus a da toda* aa corea; assim coma um completo
ortimioiio de chapoi para s'idioras, e bouvlef de
diHeirutes ijualidades paia liumens. Os quaes ven-
dein-se iiiii baratos que mi onlra qoalqurr parle.
Vende-se urna barcaca ja mui traba-
Ihada, c que necessita de algum concert :
a tratar na ra do Queimado n. 28, primeiro
andar.
Vendem-sosaccas de feijSo mulatinbo
muito novo e bum a 14,^ rs. : na ra do Vi-
gario n. 3.
Vende-se nm eavallo russo, bom an-
dador de liiixoa im-io, em boas carnes, pro-
prio para Cabrolet: quem O quizer ver di-
rija-so a cocheira'do sr SebastiSo Lopes
GuimarSes, que achara com quem trat
Diamantes.
Chegeram os desojados diamantes de cor-
tar vidros, muito superiores, cravados em
Iatao : na la Nova n. :18, toja de funileiro,
defronte da igraja da Cone-ico.
Na roa da Cruz n. 50, armazem de San-
la Barbara A-Companhia, vendem-se efleeti-
vamente caixdes vasios de lodos os tama-
itos.
- Na ra do Crespo n. 16, esquina vnde-
se oseguinte, por precos baralissimos: ba-
rege de cores para vestidos a 200 rs. o COva-
do, cobertores de alROdSo a 50o rs., camisas
francezas, a duzia leoon, corles de cassa de
barra a IS600 cada um, e oulras multas fa-
zendas na mesaia propotQo.
P
r*
111
ao
de 18e>7
orto
No armazem de Jos Joaquim IiiasEernan-
des, becco da Madre de Dos u. 12, vende-se
superior vinho volho do Porto, em caixas de
uma e duas duzias, por prepo commodo.
Vende-se tim excellente eavallo com
lodos os andares, e um sellim itiglez, novo,
por pre^o commodo : a tratar na ra do
Amparo, em Olinda, casa ao pe da oseada
que sobe para o adro da greja de N. S. do
Amparo.
Alt ru;;'io.
Vendem-seS carrinlos de 4 rodas para o
seiviro da allandega, novos c liem construi-
dos ; a tratar no aterro da Boa-Vistan. 55.
Vendein-se duas moradas e casas cm
Olinda, urna ua ra do Amparo, rom quintal
soffrivel e murado, cun excelentes comino-
dos para familia, e a outra na ra di S.
Francisco, rom grande quiatal e cacimba
com agua de beber : quem as pret'nder.di-
rija se a casi da ra do Amparo ao p da
escadinha que sobe para o ladro da igreja de
N. S. do Amparo.
Deposito
di' rappriiicez ch 'bi.-
ca
de
de i'j. Gasse,
aiceiro.
no Ri^
Vende-se a preco commodo rape lino,
grosso c meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
ruk da Cruz n. 49.
no p.tbeio, Iija :. 9.
Vende-se um completo sortimeuto de ri-
cos corles de cassa de cores e prelas, com 7
IfS varas a 11800 cada um, ditos de chita,
fazenda muito lina a 3-^000, chitas de cores
e preas a 160 o covado, c outras muitas fa-
zendas boas e baratas.
Por Jess
Faz admirar
Quem pitada tom ir
.> fumo de Garauhuns
Vende-so o'superior fumo de Caranhuns,
tanto em grandes porges como em pesos
pequeos defronte da matriz, da BoaVista-
u. 88, taberna da esquina do Hospicio.
Vende-se ciiiiew-
to milito barato e bom, pelo preco de
7.S500 a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' recolbido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
CERA DE CARNAUBA..
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, lo>a
n. 50.
Vendem-.,e terrenos para edilicaco na
estrada do Manguinnilio, :1o do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vanoel Pe-
reira fcixeira, com 250 palmos de fundo
de frente os que o comprador quizer ". a
bu de mailini
ditos de cabo de bataneo muito finas a 6/,
ditas dnus cabo roliio e oilavado a :!.;, du-
0 GUARDA-UVROS BRASILERO, ou arte1 Zlas Je cuiheies de metal principe a 39 e 6?;
Ja escripturaefio mercantil apropriada ao Mitas de metal mais ordinario a 800 e |>40U,
commercio do Brasil : vende-se na roa da e oulras multas cousas que se vende barato,
'na ra Jo ijueiniaoo na bem conbecida loja
> iiiiioie/as da boa fama n. 33.
i i- tjtic siiver de luto.
Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
. iiliecula lija de nuudezas da boa lama n. 33,
; vultas pelas linas e ordinarias, ricos alline-
1 tes, ricas pulceiras, e ricas rozelas, ludo do
nielbor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao deixara de agradar aos so-
iiiiures compradores
Cadeia Velhan 22. Preco 8/000.
agencia
Ja
REMEDIO IMC0MPARAVEL
t'iutdfcao Low-
111a da Senz.ala-.Nova 11. i2-
Nesle estabelecimento continua a lia ver
um completo sortimeuto de moendas e
meias moendas para engenho, machinas
de vapor taivusde reno balido e coado
tic lodos os laiiianlios para dito.
cu e ponssv
Vende-te potas di Ronia c americana, clieg la
diait ce superior qualidade; col de Lisboa
lia 110 mercado: nos seusdeposi-
i\alojadaboaf
mais barato
neile
da mais nova que
los na ra de Apollo n.
A, e2B.
-;-; Em casa de Eduardo H. Wyatt, -. ;-
y'- ra do Trapiche Novo 11. 18, ha
'A

-:^l
'Xf
Novo 11
para vender :
I piano forte, novo e elegante de
fabricante afamado em Londres.
liraxa ingleza n. 97, Martin. ^
Tinta de escrever do fabricante 6g
Arnold. s>
Tintas cm oleo ele varias cores. ;';.
Cabos la Kussia. cy-
Crystalleria. .-:-.
Agurdente de Franca emba- ;'.v
,S--.
N inbii Scherry dito. ;.
Fructas em conservas inglc/.as. a

:
Je e>.
Papel para carias.
I.ivios para copiar dito.
Candieiros de candelabros
bronze.
Ac cm barra para molas
carro. -'
... --,
Linos para carro. x^
Chicotes para dito. .''-.
Helogios de ouro coberfose des- ;'
. cobertos.
-.s.
ri
Iri-
arinha de
Cfete.
SSSF.
(Verdadeira.)
Pelo navio BL00MK chegaram 5o00
barricas desta acreditada farinlia : ven-
de-se nos armazens de Tasso limaos.
Io^oh it patenu
iiglezcsdeonro, desabnete edevidro:
vendem-seaprecorazoavel.em casa de
AugustoC. de Abren, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. 56.
ra
* K a > >
Vende-se cal de Lisboa ltimamente clie-
gada, assim como polassa da Bussia veida-
deira : na praca do Corpo Sanio n. 11.
biombos ie vento
combombas derepuxopara reinar liorlase ba
di c.i| mi : iui inii.!i._ -,, de D. W. Bovina
na roa do Bruiirn-!. 6, K e fO.
Em casa ra da Cruz n.lo, vende-secognacencaixinha e
HRINHA
^3evirfjj^i
Vcnde-se em rasa de Saonders Brolln-rs C. n
prara do Cirrpo Sanio n. 11, a inuit" luperor ebini
conlieci la familia de Trieste, da marcaprimeira
qualidadeclHgada em 9 do crreme ua escuna
(.I'feiln, cm porres arandes e pequeas, couforine a
vontade do comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
St fundipo de ferro de D. W. BowmanD aa
ru d lirum, passando o chafariz, contina ha
ver um completo su ni merlo de laixesde ferro fun
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocc, a quaes
aciiam-se a vauda.poi epreb cummjdu a com
promptido: eiuEarcam-s oucarregaa-se mear
ro semdospeza ao comprador.
vene-st
pos>ivt 1 :
Crosdcnaples preto muito bum, o
covado
Canto pelo muito lino, proprio
para lulo, o covado
Sarja pela despalillla, o covado
Gorgurao preto muilo lino com sal-
picos, propriu para CoUeles, o
covado
Casemira prela fina, o covado
Panno linu azul, o covado
Lencos prelos de seda para grava-
la, meio leiicjo
Meias pretal de seda muito supe-
riores, o par
Peitos muito finos para camisas
Ditos de ludio muilo superiores
Casemira de quadnnlios prelos
muilo lina, 0 covado
Curies de culleles de fusto
l'itOS de ditos de dito fino
Ditos de ditos muilo superiores
Grosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
''t tes de vestidos de fazenda de
seda muilo linda
Selins liso* de cores, o covado
llantas pretas de fil bordadas de
seda
Veos prctos de fil bordados de seda lOfOOO
Cambraias adamascadas, proprias
paia cor ti liados, pecas de -20 varas 7/000
Ditas pura cuberas, d bonitos pa-
droes, o covado oqq
e alm disto lia um completo sortimento de
fazendas linas e grossas, que vendeoi-se por
pregos to com modos, que ninguein tleixa
ia de comprar; assim como cbapeos do
1 bille m tu tu finos, que se vendem por me-
nos que em ou ta paite : na ra do Queima-
do n. -2-2, na bem conbecida luja da boa f.
v FITAS DE YELUDO.
Vendem-se titas de veludo pelas e de co-
res, eslreitas e largas, lisas e abertas de mui-
lo bous gustos, pelo barato preco de 160,
21), 400, 300 e 600 rs., na ra do Queimado
na loa de miudezasda boa fama n. 33
trilito
960
1-800
400fl
28000
3000
l/OM
cOOO
500
1/^00
1/000
50o
IjOOO
1/600
SfOM
18/000
800
1;000
>a fama.
\endem se superiores macas para condu-
cSo deroupas em viagem, pelo barato preco
de 5, 6, "eo cada una, galheteiras com
todos i s vidros necessarios a -2), ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver c guardar lodos os pertences, proprios
para viagcm a 8, 10, e 1~ cada uma, COStu-
renas liquissimas de Jacaranda com os re-
partimenlos forrados de. seda e cominuito
gosto a 4, 5, 6, 7 e 81, penles muilo linos pa-
ra alisar,piopruis para criancasou para suis-
sas a Z20 rs., pulceiras do meilior gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinbas para lembrancas, gorras
para liomem, as mais modernas que se pude
encontre, siteles com todas as lettras do
abeedario, sineles proprios para namorados,
ricos frescos para cima.de mesa e outras
muittssimas galantarias, ludo muito fino e
de muito buns goslus, asseverando-se
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe liaste eslabelecimenlo, nao deixa-
ra de ter em que empre^ue muilissiuio bem
u seu dinbeiru : ua ra do Cjueimadu na
bein condecida loja de miudezas da boa la-
ma ii 33.
Itictts fita linas e moders
nas dos melhores gostos
que se jiocle encontrar
se. vendem na loja da boa fama na ra do
Qneimadon. 33eporpregos que nflodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde es-
colber.
. ai uiils e gradi s,
lim lindo e variado sortimento de niodel-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
deruissimo : na Iuniiiraa da Aurora em San-
Kmcasa de Sauuders Brothers C pra;a | lo Amt>ru,e no deposito da mesilla, na ra do
do Corpo Danton. 11,k* para vander ose;uinle a H'uin.
trro ingles.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
tunas de lindo.
Esponjas. .
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Ditoentrancado igual ao da^Bahia
lE ui completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado tudo por preco commodo.
.Potassa e eal
virgem.
Noantigoeja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Kccile, escripto-
Irio n. 12, ha para vender muito supe-
rior potassa da Kussia, dita do liio de Ja-
lo e neiro c cal virgem de Lisboa cm pedra,
lar na ruada'Cadeia dollecifo'n. a, ou com tudo a.lJ,e'Jos muilt> aTOrawis, com o
Jos Baplista Ribeiro de Paria, no seu sitio I"86* "carao os compradores satisfeitos.
X. O. Bieberc C.,rua daCtuz n.4.
Gouro de lustre marca dt
eastelo.
Vendem-se pclles de couro de lustre de
muito superior qualidade a prego de 4o e
4/500 : na ra do ijueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa Urna n. 33.
Luvas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
res, cobordadas e com bnlotas a t o para
ditas sem ser bordadas brancas c amarellas
para liumens e senhoras a 13, IJtWO e 195000
dilas de lio da Lscocia brancas e de cores
para domens e senhoras a 300, 400, 500 ,
600, ditas brancas e decores, de algodo,
proprias paia montara a 240 e 30 e outras
qualidades mais que se vende na rna do
ijucimadoua bem eondeeida ioja de miude-
zas. da boa fama n. 33.
I;ara t sot iti/iios e cartc-
negocio, tanto a dinheiro
nho de ferro :
do eanil-
quem quizer appareca no lar-
goda Assembla n. 6, que adiara com quem '
Vende-se um piano inglez em meio
uso, novamenlc repaiado, por preco bara-
to : na ra do Vigaiion. 22, se dar'o infor-
macOes.
Vendem-se vidros sem ac de todos os
lamanhos, e botam-se vidros em caixilbos
com mtiila promptido, mais em cunta do
,,. que em outra qualquer parte : na ra di
as Trnchelas, em lenle da ra estrella d
Itosano, luja de traste n. 50.
Vende-se uma prela moca, a qual co-
zinda, lava e engmala: na ra do Queima-
do n. 7, se dir quem a vende.
Vende-se urna escrava perleita en-
gommudcira. uma iliti com 15 anuos, sem
babllidado, muito bonita, urna mulatinha
com 11 para 1-annos, uma dita negra com
24 nnos, muito forte e com habilidade : na
ra da Senzala Vellia n 70, segundo ou ter-
ceiro andar, se dir quem vende.
las
do
vendem :
Lonas da Kussia.
dem inglesas'.
Brinzao.
lo ns da Itussia.
Vmlio de Madeira.
Aljodao pura saceos de assucar.
I **.
,- iv *T& a"iC
Em casa de abe Schuicltau rna da i adeia n. 37, vendem-se elegantes
pumo i co afamado fabricante Traumaun de
llainbui go.

Taclias de ferro.
rimfotarl "V rwdic3o da-*urora em Santo Amaro,
etamtiem no deposito na ra do i'um, logo
na entrad;,, c defronte .do arsena de inari-
nda. lia sempre um gra.'ide sortin ento de
tacllas, tanto de fabrica ncjooal como es-
trangeira, batidas, fundidas, grnifcs, po-
outro de Lingua Franceza"; As -L"oen,s' ,1,fi:,s f!d8S i e cm "'^os os lu-
que qriizerem seguir uma ou outra destai
disciplinas, podem dirigir-se a' indicada
residencia, de manhaa ate as S botas, e
detardea qualquer hora.
----Precisa se de urna ama que saiba en-
gommar : quem lhe convier, dirija-se a ra
do Trapiche Novo n, 8.
pessoaaj gares existem guindastes para carregar ca-
1101S nu carros, livres do despeza. Os precos
sao os mais commodos. V
Moeud is superiores
construego muilo superiores.
da Estancia.
Vende-se painco muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da lielaeo u. 28.
~ Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay Mar-
tin, em barucas de 13 duzias de potes:
em casa dejamos i'.iablree iV Companhia,
ra da Cruz n. 42.
.Na ra doVigario n. I'.*, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto t, superior qualidade da bem
condecida marea GW em ipas, barrisecaias de
uma c a duilaade carrafas.
VIMIU IX) PORTO GENUINO.
Vcnle-se ptimo vinho Ho Porlo cm barra d
qu.-irla e oilavo, pr.i prj0 razuavcl: na ra da Ca-
deia do Kerife n. 13, escriptorio de Hallar i 011-
veira.
A<^odAozi:ih^ a Baha
para saceos de assuca : vende-se em ca-
sa de N. 0. Bieber& C, rna da Cruz I N FUNICAO i> FERRO O EN6E-
" *;. NHEIRO DAVID W.BOWMAN, ,\A
Vinlio do Porto, superior chamico. RA DO liL'AI,PASSANDO O olIA-
hvo, re-1 FAI51Z
lia sempre nm grande sortimento dos ecuinies o
jCcto> demechauisniosproprio paraeii^eiilios.a sa-
ne r : moendas a meias moendas da mais moderna
consIrncfSo ; laixaa de ferro tundido e balido,de
superior qualidade e de lodosos tamaitos; roda
dentadaa para agos on auimaeS) de todas as propor-
efies; crivose boceas de fornalliae regiltroa de Wi-
eiro, aajailfiOea,broncea,parnfaios eca\illies,moi
nlios tic mandioca.ele. ele
XA MESMA FNDICA'O.
eexeculaiiilodas asencommendas com a Buperio-
COm- ridadej lonhecda ecom a dcvidapreslezaecom-
nnididadesin tireQu.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios la-
m.uilios pelo barato preco de 1'500, 2.15U0,
33301) e 4-5: na ra do Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
LEQOES FINOS.
Vendem-se lequcs muilo finos com ritas
pinturas, espeldoe plumas a l2, 3.*500e 4 :
in na do yueimado luja de miudezas da
boa lama n. 33-
1 .
ros.
resmas de papel de
peso
Em caixaade rlocia* em barril
cenleiiienleclieqaitopeld bricue (Trotador; vend-
is nnieamenlf w nrmatem de Barroca c\ Castro, na
na da C.deia do Recife n. 4.
AVISO
aos ferreiros.
F P0IR1EK,aterro da Roa-Vistan. 55
Tem para vender a vontade do
PlaCCARYiO DE FEijRA
de primeira qualidade, por preco com-
ino do.
Na undeode C. Starr c\- Companhia em descolierios, pequeos e Brandes, de ouio,
Cantnlm.rn -.eh-.m .u ,. r\ .1 i l '' P Moto Amaro, acham-M para vender mncu-i .nHl.ore.fal.ric;......i de Liverpool, viadM pelo ulli.
as ti: canna todas de ferro, tle um modello e. mo paquete inalez : em casa e Soulball Mellor X
paquete inelez : om casa ue Soulball Meliur A
Companhia, roa do Torres n. 38.
Vendem-se
aielhor que de possivel l.'aver a 6;, dito ._
ferior pouca cousa a 39 e 3S50, dito paque-
te muilissimo lino a 4sl)0 e c-o, dito almaco
greve e rnartim a 45, dito almaco muilissimo
bom a 3?200,J dito de cores em quartos de
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
nas de ac bico de lanca pelo barato preco
de t;200, ditas muito boas sem ser bico de
lanca 300 rs., duzias de lapis muitissinio fi-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vrosaSOOrs., caetas de osso turneadas para
pennaa de ac a 120 rs., caniveles fimssimos
de uma a qualru folbat a I, S, 3, 43, e ou-
lras mais cousas que se vende barato; na
ra do Queimado na bem conhecida loja tle
miude7as da boa fama n. 33.
XAROPE
DO
t'oi Iransferido odeptsi'.o desle x aro pe par*., a i,,,
lica dejse da Cruz Sanios, narua Nova n. 33
carrafa 59500, e meias39000, sendo ais lodo
aquelle que ni!olor vendido nesle deposite,palo
quesefaz o present aviso.
IMPORTANTE PAR.V 0 PIBLICO.
i'ura curaile phlyafca em lodotosseuidilleren
essraos, queruiotivada por conslipares, lossc-
fsllima, picaril, escarn- desan^ue, dorde cos-
tado! e peilo, palpilaeao no cora rao, coqueluche
broncliile, dorna Earaanla, e lo'das asmoleslia
dosorgos pulmonares.
SAO" ML1TO LINDOS.
lucos cotes de vestidos de fazpnda muito
lina, toda de seda e de um gosto multo apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da
Europa, muito proprios para as senhoras de
bom gosto, assim como chitas francesas)
muito linas matizadas com untas cores:
do-se a musirs narua do Oui'i.nad u 02
na loja da boa fe defronte d da boa fama
HAR OliEM II.M 11011 GOSTO.
Na ra do Queimado n. 22, loja da boa f,
lia um completo sorlimenlo de grosuenapo-
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
qupseacabem, que a fesla esta com usco,
assim como eda, cus do Chile mullo linos,
que so vendem por menos que cm uulra
paite.
UNGENTO HOLLOWAY
1 od!11n,,";S, de in;,,vi,Juos de ^.s as nacrtes
lo.lt ni lesleniunbar as virtudes desle reme-
dm ..,, paravel, e ; rovar em cas. n/Ce"'a-
curp?;iee,11,":l1 US ?? delle ,i",,'. <" -eu
corpo e n.embros inleiramente saos, denoi
(le liaver empregado inulilmenie oulros tra-
ta.nei.los. Cada pes.soa poder-se-d. cu.,'."-
cer oessas curas maravillosas pela Irilura
dos penudicos que ll.'as reialam louos us
das ha mullos annos ; e a maior parle del
as sao lao sorprendentes que admiram o
mdicos mais celebres, yuantas pessoas re
cobraram com esle soberano remedio o uso
de seus bracos c pe. nas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos dospitaes, onda
deviam soTrer a amputar,,,! Indias ha mul-
las, que bavendo deixadu essesasylos de pa-
deciu.enlu, para se nao sudmellerem a essa
operacao doloroso, oram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de seu recouheciinento, declararan, esle re-
sultados benelicos Jrante do lord crrete
dor.e oulros magistrados, alirii de mais M-
lenticarem sua allirmaliva.
Nmguem desesperara do 'estado de sua
saudesetivesse bastante confianza para aa.
saiar esle remedio conslaiitemenle, segiun-
10 algum tempo o traUmento que netess.-
tasse a nalureza do mal, cojo resoltado seria
provar inconlestavelmente: yue tudo cura !
O ungento he ult i.-----]-----'- firailSUJ
nos seyumtei ,...-,,,
Alporcas
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores da cabera.
das cdslas.
dos membros.
Enfermedades da cu-
tis em geral.
Enfermidades do anus
Crup^es escordulicas
Tislulas nu abdomeu.
Frialdade ou Calla de
calor nas extremi-
dades.
Trien as.
Cengivasescaldadas.
liicbaeOes.
'.Ilammaco do ligado
da bexiga.
Inflammaco da ma-
triz.
Lepra.
Males das peritas.
dos peitos.
de olhus.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Uueimadelas.
Sarna.
supuracOes ptridas.
linha, em qualquer
parte que seja
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das rticulaces.
Veas torcidas ou no
dadas nas peritas.
v .--- u.u.a uas nenias.
Vende-se este ungento no eslabelec.men-
nif I aC L0l"irefc 244' *". e na
loja de todos os boticarios, droguisUs e ou-
lras pessoas encarregadas ,ie sua venda ero
toda a America do Sul, llavana eHespanha
\ende-se a 80o rs. rada bocclinha.conlcm
urna instruccao em porluguez paia explicar
o modo de lazer uso desle ungento.
O deposito geral be em casa doSr. Soum
pliarmaceulico, ua ra da truz n e-m
fernambuco. r* *""
Escovas ie todas as quali-
dativa
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
invencao a 3>, dilas francezas muito boas
a 15, 1550U e 25000, ditas para cbelo ingle-
zas f. rrancezssa la^OOe a, ditas para den-
les inglezas e franoezas a 400, 500 e 00 rs
ditas para undas dita dita a 240, 500 |, e
ouirasquahdades mais baratas, que ludo se
vende na ra do Queimado na bem condeci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, comprlos e redondos a 700 e BM
rs ; na ra do Queimado loja da boa fama
II. du.
Bonecas francezas.
Vendem-se bonecas francezas ricamente,
vestidas e de varias /qualidades a 19200
19600 e 25, na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Carta a |>n ra jogvir.
Vendem-se baralhos de'carias francezas
muito linas e de bom papel a 500 rs o har
Ido, ditas porttiRuezas muifo Duas a 320 rs.
11a ra do Queimado na loja de.miudezas da
boa fama n. 33.
Ociilos e lunetas de todas
as ((iialidades
Vendem-se superiores oculos com armacSo
e tartaruga de todas as graduacOes a 39000,
ditos muito bons com armacOes douradas a
'5200, ditos ditos com armaces pratea.la,
Jv, ditos ditos comarmaco deacoaSOOe
, Iqnelascom armacao de tartaruga a 19,
litas redondas equndradas de baleia a 50
ab'i'4!iiiSde '!0US Vllr0S rn,ao de baleia
a K6O, e oulros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na ra
do Queimado n. 33.
*t**#* tuffttoi.
- Anda continua a estar fgido desde
odia II de Janeiro o preto crioulo (ja por
vezesannunciado uc norae Jos, com pan-
nos 10 rosto costas eortadas e tornozclos
Dotados para lora por causa de bobas, lem
sido visto de liapissuma para'lguarassu e
lauatinga acoutaJocom uma prela que ven-
de lato : sera recompensado quem o levar 1
ra da Guia, taberna n. 9.
Continu'a a estar fgido o escravo
Antonio, Casssnge, de idade 36 annos, pou-
co mais ou menos, ,om os sign.es seguin-
tcs : altura regular, cangue.ro no andar, enr
preta, rosto redondo, sem barba, costas lim-
pas, clieio do corpo, conversa pooco, fui es-
cravo do finado i.aetano (ioncalves da Cu-
mia, e lugio no mez de juldo do anno pr-
ximo paseado, snppoe se sedar agasalhado
por algueui, para as partes do sul desta pro-
viuc.a: a pessoa que o apprehender, sera
gratificada com 1005000, que os recebera na
occasiao da entrega do oito escravo. noeu-
gendo Curcahi da enmarca de Mo d"ldo,
ou 110 ltecire, na ra da Guia n. 6, segundo
andar; tambem se gratificar a que a. der
nolicta do mesmo esciavo com 50?OO0.
I'ogio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, ua noiie .0 da 8 do corrente, um
negro de uome Marcelino, na?ao Calinda,
altura regular, seoco do corpo, rosto com-
prido, barba sercada e cria su.ssa, cum Talla
de denles na frente, e consta andar vestido
com paleto, 6 calcado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao ca. a do l>as-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manuel Alves Gueria, na ra do trapiche n
l*i q'je sera bem recompensado.
Dessppareceo no dia 19, pelas II horas
do dia, 11 escravo criuulo, por nonio Clemen-
te, com os Signaos seguinies : levou calca c
camisa pela, chapeo da palha velbo. coslu-
ma embriagar-se, idade M anuos, pouco
maisou menos, quando se ll.e pe.gunla al-
guma cousa,responde sen-piv de v sla linca-
da no chao, lilla grossa : poilanlo, roga-.se
as autoridades puliciacs e rapitaes de cam-
po que o c| piclienilan. e levem-o a seu sc-
nboi, na ra largado Itosano, boteqtiitn n.
27, que serlo recompensados generosa-
mente.
rogio 110 lim de Janeiro do correle
anno o escravo .Nciilioiinlio, cor cabra, ciim
^0 anuos de idade, pouco mais ou menos,
reforcado do corpo, boa figura, bem rallan-
te, lem um signal 11 urna penu de urna tan-
da que leve, oulro no dedo de um pe lalh. e um ca.Oco na junta das nios; cons-
la que muilou o nuu.e para Anlunio, c veio
em eompanMa de oulro igual a elle, p rem
rorro ; vieraan da fazenda de l'ao de Acu-
car, Icrinod'e l.ga .Nova, e foram ncon-
IradOS na ponte do ( ardanga, e suppAe-sn
estar no llicife: recommenda-se aos capi-
taes de ca mpo e a polica, que pegando o
ir ven, rna do Queimado Bu 2, ou a seu se-
ndurJos.' Joaquim i.ainagallo, no lugar ac
ma mencionado, que tarOe recompensado^
gancro'samente.
________t___________________________________________________________
fE*N. : TYP. UE M. Y. UE KARIA 18i.

i
v
MTIODDI
ILEGIVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ED4GARYNO_ZZ0HJN INGEST_TIME 2013-04-26T21:42:46Z PACKAGE AA00011611_07717
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES