Diario de Pernambuco

Acedes do llanco, 10 a 15 de premio.
ci eompaahia de lb-berine .ViJOOO.
ii a companhia Per -amliucana ao par.
o a Indemiiisadnra.32 idea,
o Disronlo de letlras, de.S a 10.
Dilo do banco8 a 10.'
Ouro.Onras bespu nholas. 289 289300
Moedas de 6M)tO0 velhas .... 16S0O0
a (9100 novas .... 169000
i;>000......
Prata.Pataruca brasileiros.....
Pesos coliininari"s.....
menanos......
AI.KAiNOLliA.
Reddimento do da 1 a SO. .
dem do dia 21......
316:2369-374
14:2189451
392:i51j82S
ElesUlo, do terreno de rnarinha, nos proximidades da
fortaleza das Cinco Ponas, ao lado da leste, para al-
l con-.tro.irem estaleiros, por se achar n terreno re-
servado para lograjoaro publico.
Foi remelli'lo a commissao de e lificaces o reque-
r melo de Vicente Jos de Brilo. pedilo fosse exa-
minada por urna commissilo de.la camaia a cordea-
1; 10 que obleve para construir muro na frente do seo
tnrreno na Sol de, na ra das Nimpha., visto que
a julga n3o conloima a plaa do lugar.
CoaeedeU'se licenc 1 a Uernardino Jos Monleirn,
para na reedificara j do sen sobrado,na ra do i.inei-
inado n. 41, seguir a mesma symelria do que Ibe tica
inneo.
Procedeu-se ao sorlemcnto para designara antece.
ciencia de lugares entre dousjoi/.es de paz de 2.' die-
Iricto da freguezia da Boa-Visla, que tem igualtiu-
inerode voloa.Rdino JosrCorrcia de Almeida eSim
'iln-io Jos de Mello, e a orle diciilio a favor desle.
I'reslou jiir.uneiiio por procuracHo Joaquim Correia
ile Araujo, juiz de paz do 2." dislriclo da freguezia
ie S. laiureoco. a
Despaebaram-se as peli>;?s de Anlouio Fcrnandes
Velloso, Bernardino Jos Monleiro, bacharel Frau-
:iico de Assis de Oliveira Maciel, Pacbarel Francis
co de Souza Cirne Lima, Joaqiiim Rapiisla deArau
o, J3o Baplisla Fragozo, Jos Aulooio Moreira
Dias & C* (2) r. Jo3o Nepomoceno ias Fernan-
dea, Joio llenrique Day, Inoocencio Monleiio Bor-
rm, Loita Mara da ConceirSo, Manoel de Souza la-
vares, Miguel Archanju Femandes Vianna. Manuel I
Joaquim da Silva, Mamiano l'rancisco ltegueira
Ouarle, Bacharel SebasliSo do Reg Barros de L-
cenla, e levanlou-se a sessao.
Eu Manuel Forreira Accioli, secretario a sohs-
creviReg .llbai/uerqae, presidente.tarros lie-
qo.tarros I'irrelo.'ianna.Franca.liar ata
d'Mmeida.Borrn.Mello.
JURY DO RECIFE.
1.'sessao.Da 19 de feverero de 1837
/'residencio do Sr Dr. Berntris Jlqchado da Cok j .,
la Doria. ^**v
', o Sr
valcam de Alnuquerque.
Brisue inffleaAlbiondem.
Ilrigue inglezMercnrybaealho.
Brigue inglezHuniiedvdem.
Barra portugueza Flur ile S. miao sardinbas,
pipas vasias e ceblas.
Barca porlusuezallracbaiense sardinbas, pipas
vasias, aicos e vinel.
Barca inglezaElisa Bandotahua e ferro.
IRMPOTACaO.
(ialera porlii|rueza sBrachareOIM viuda lo Porto,
consignada i Themat de Aq.nno Fonseca c, Filboa,
mamfealea o icgainle :
1 CRltale obras de prata, 40 toneladas de pedra
para lastro ; aos consignatarios.
I barril peixe, I dito aieilonai, I dito caslanhas ;
a Manoel Joaquim Bartio/.a.
3 cuuhete. faiendas, I arroba de sola, 1 cixa
doce secco, 1 dila filas e ecova-, I barril prczuiilvs
e salpicoes ; a Manoel Jos Carne ro.
3 anrore'asazeitonas, I bocela doce : Joao da C.
Lobo Junior.
I barril enxadas ; a Joao D wningoes Ramos.
Sil ditos sardinbas ; aj oaquim l-'rauciscoda Silva.
I eaixao urna coimnoda de pao ; a Antonio Jos
Leal Keis.
1 1I1I" caslanhas ; a Juan taptista Braga.
2 barris enxadas, 2 eoohelea linchados e fouces ;
a Aolonio Luiz Oos Sanios \ C.
1 eaxo caslanhas ; a Joao Fernandes Prente
Vianna. '
4 fardos cobertores, langas, chales, etc., 8 caixas
fazeudas ;a Domingas Alves Malbeus.
1 eaixao caslanhas ; a Francisco Ignacio "tinoco
de Souza.
1 volinne obrai de pr n ; a Jos Rodrigocs de a-
raujo Ferio.
1 f-rdo "1-l.illnis do pellica, Icaixa e 1 barrica dro-
gas ; a Barlhol.....eu Francisro de Sjuh.
'/30 pipas vinho ; a Migue'. Juic lrbonjai-
ma riles.
10 caixas pomada, 2 fardos faz'ndas, 2 caixas co-
eniai e leallMi ; a Manoel Joaquim i! nno- e Silva.
2 saceos 2 fardo, drogas, i aucorelas azeilouas :
a Elias Jos dos Santos Andrade.
1 calila langas de bactilbas; a Julio Cesar Piulo
de Oliveira.
2 caixas ralbas, I eaixule obras de prata ; Mar-
celino Jos Uoncalve l'onte.
I gaiola 4 canarios ; a Luiz Antonio de Al-
meida.
t molho Inoro ; a Manoel Jos da Silva.
1 einlirullio obras de prala e pedras ; a Autonio
Aveliuo
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
leii'ia semanal.
Cambios Os saques (Hacinados ca semana
resularam a 28 d. por 1> a tille
90 d. v.
Algodao Entrarain 162 saccas. e as vendas
variaran] conforme a qualidade.
Uregalar vendeu-iea7, o me-
Ihor a "9200, e o superior de Fa-
lca' 11 7?i(IO por arroba, Iodos
elles a mu rcompra lor.
Aunen Vieran) ao mercado 30.U3I) saceos.
O prero do hranco susleolou-se de
I9IOO a 19800 por arroba, o me-
1110 lornou se inais tiiiue. O mas-
cavado Lisboa vendee-aa por
I--2IK), o America 3030, e o Canal
da 298OO a 29830 por arroba. O
deposito be pequeno.
Couros-----------Veiideraine to 315 a 316 rs. por
libia tos secco. salaados.
Agurdenle- Saslenlou-se de '.III: a '.'*- por pi-
pa, e 1 1 mullo procara la.
Baealho Tivemns cinco earrrganipnlos, dos
quaes tres aegairain para o sal,
doos foram vendidos para a Ierra,
cerca de 129 por barrica. O con-
snii o lem sido gran lo ; relaman-
do-sede 12-r a ItfiOOO. Firarain
em ser 13,000 banca'.
Carne secca- Vendea-se de 59 a 59500 por ar-
roba do Rio tiran -e, e de 39800 ^
I9IOO a de Buenos Ayrcs; bran-
do em str 29,000 'a primeir.i
o 11,000 da seaanda.'
Farinhade trigo- P)o leudo havido entrada, econ-
tiiiuando o embarque para o- por-
9JOO0 loa de segunda ordem, o deposito
29OOO licou reduzido a 900 barricas de
29OOO Trieste e 300 Americanas ; lendo-
ll60 se relalhado a 285 por barrica di
primeira e de 239 a 259 da ulti-
ma.
Descont----------Os relales di semana regnlar.no
de 8 a 9 por corito anuo.
Fretcs ----- Para Liverpool a 23 d. pelo aclo-
car, carrejando ueste porto, e I
110 da Par.ilnba ; e pelo alcodito a
1|2 d. por libra lomando-o aqui.
Toearam no pono durante a semana : 3 navios
com bacallito, e 4 vapores.
Entranm : 6 com gemios c fazenlas procedente
da Europa, :i em lastro, 2 de biclhao, 2 de cbola-
- .4%,
/ ...
l-KDHAS PRECIOSAS-i

J Adereens de brilhanles, S
diainanles $ perolas, pal-
^ veiras, allinetes, brincos -
'* 8 ro/elas, bolies r aunis *
^ da diflcrenteagoslosede ..
liversas podras vic Talor. .-.

"".
Kspera-ae do sul o vapor francez B1SANTIN, e
depois da demora do cosime seguir,, -eu destino
para Marselha : qualqner uifurmacao, com os agen-
tes !S. O. liieber k\ C na ra da Cruz n. I,
* Cnmpram, vendem ou *
^ trocan) prala, ouro, !::- '
i. Oanles,rhamaiiles e pero- V
las, e ouiras quae>quer
joiaa de valor, a dinhiro
, ou por obras.
??* j ^ <* :-<
loaEiA t mmi.
un ui Msivsa
Ra do Cabuga' a. 7.
''Jt'.:1!"!;: |>Or to-
dos os vapresela ;*>i-
ir; Hsobnu loaiais
i t r 11 '. ii-
lol' .:.'': VA
$
. -:
i
unto 1: i'itA 1 \. 1
t. __ '
2 Aderecos compbtos de ,
v ouro.ineiosdilos, pulcei-
ras, alfinetes, brincos e *
ro/elas.cordf.es, trance- g
lilis, medalbas.correiiles
' eenfeites para relosio, c *
outrosmuilosobjectosde 4
. salvas, casticae
rotheresdesona e de cha, ->
e 111 .riles oulni objectos *
de prata.
BotieCrt* (i;iii(!t'Z-.-iti.
Veiidem-se linnecas francezas ricamente)
q -altdades a 19MB,
I
ara
de Lisboa, sisquacs se vei
pre^o commodo como eostunnam.
o rio
de Janeiro, e
MSLT0R10 HuMOPTHIlO
C?Q
segu com brevidade a barca Sortc ; recebe
carga, passageiros c esc r a vos a (rete : a tra-
tar coro Caelanu Cyriaco da Custa Uoreir,
na ra da CadOia 11. 2.
Ao Para.
Graciosa
capi-
...-
una
: .. >
Promotor publico, o Sr. l)r. Antonio l.uiz
c4
Escrivao interino o Sr. Manoel Correa Gomes de
Almeida.
Advogado, o Sr. Dr. Anlouio Epaminondas de
Mello.
Feita a chamada as tO horas da mandila, acharan)
te preseules 41 seuli re- jurados.
Foi dispensa lu somenle por tres dias o Sr. Ilera-
clilo Peregrino Maciel Monleiro.
Foram relavados das mullas por lerem compareci-
do os seiihores seguinles :
Agosliiiho Jus dos Santos.
Eduardo Virreino da Silva.
Francisco Bolrigues do Patso.
Foram dispensados por aprescnlarem motivos jus-
tos os senhores seguinles :
Claudino Jos de Siqoeira.
Joi Bernardo de Souia.
Foram multados em niais 20'? rs. os senhirc
juraJosja' multados nos das auiecedenles, e mais
os senhores seguinles :
Antonio Pires Ferrtira.
Ignacio Jos Pinto.
Jos (jervaiio de Amorim (jarcia.
Jos Eusebio Alves da Silva.
Aberta a essAo, pelo loque de campanilla foi
conducido a presenta do tribunal do jurv o reo
preso- Luii, .scravo de Custodio Domingucs Codi-
ceira, acensado por criine de homicio perpelrado
lia pesstia do partugue Jo'e do MeJeiro* Amorim,
no da 20 de agosto de 1833, leudo o mesmo reo
por seu cura lor e defensor au Sr. Dr. advogado
cima mencionado.
O conseibo do jury de sentenca foi composta dos
senhiires seguinles:
t)r. J0A0 Francisco Teixeira.
Augusto Joaquim de Cirvalho.
Francolino Augusto de Hollauda Chacn.
Judo Caetaro de Abreu.
Francrlino Ameno de Albuquerqae Mello.
Eltodoro Fernandes da Cruz.
Camillo Auutisto Ferreira Ja Silva.
Jnaquim Vidal Machado.
Francisco C ivalcanli de Albuqnerque.
Manoel Joaquim de Miranda e Souza.
Di. Aprigio Jii.liniaiio Joo Xavier da FonsecaCspibarine,
E preslarain o juramento, em VOS alia, sobre OII-
vro dos santas evangelhos.
Foi o reo interrogado, e no interrogatorio dis.se
que era aecusad-, por Ibe impuloiem a morle de um
portones, cujo nome elle reo ua-> sabia.
O Sr. promotor na accusaeao dase, quefnra o reo
o ulor ila nurte o que eslava incurao ua penas do
art. 192 do coligo criminal grao mximo por se
darem as eircom-l.ocias .gravantes dos g.S I, ti, 12
e Hdoarl. 16 do masmoco.ligo.
O Sr. ad.ogado disse, que nao fura o reo autor
da dita morle, e pedio a absolvan do mesino.
Finda a defeza o Sr. promotor rep icou e depois
o Sr. advogado Iri-plicou.
O Sr. juiz de direko propo/. ao conselho as qu?s-
tnes de faci ; e recebando o dito conselho as ditas
qiiesltte* foi conduzido a sala secreta das conferen-
cias 4 horas da larde, donde vollou as 3 liors rom
soas resposlas que foram lidas pelo presidente do
jury de sentenca, e o Sr. juiz de rtireilo recehen.ln
es resposlas. pobticun sua sentenca, con lemnaii-to o
reo a pena de 3 md ai;oiles, nao devendo exceder de
50 pi" da. e nem em niais de dez das eoostealivos,
iiavendo iutervallo sullicienle para sararem as feri-
das fetas pelos ae tutes e andar cum um f^rro eo
pesenc qa-f leiiha nina astea inais alta que a cahr-ra
e por lempo de dez iones, enndemnou o senbor do
reo a pagar as cusas e levanlou a sessao. a.lian-
dn-a para o diaseguinle as 9 hoias da m,inli,ij.
-ein Leile Bj-
2 caixoles arbiMs ; a rrflea.
1 viveiro pass*Jos ; a Luis Moreira da Silva.
:i gaiolas ditos ; a Joso Joaquim Borges de Castro,
passaros a Francisco Jos Kegallo
>avioa eolradoi no dia 21
liba do Sal1S dias, brigoe hamburgne/. "Cecilio
Louise, de 161 toneladas, capitn Peltr F. Itle:-
chor, equipagem 12, carga sal ; a ordem. Per-
teuce a llamburgo.
Lisboa23 das, escuna inzleza eS. P-droo, de L!l
toneladas, capilo J. P. Salo', -q npagem 8, em
lastro; a ordem. Pe Icnce a Jersey.
Porln2 di.is. brisue brasikiro .D-spiqu? de Bi-
ri, de 3.37 toneladas, eapilAo Faustino JoaM de
Carvaliio, aqoipa'geni .t, carga vinho e inais ge-
neres ; a Ferreira "* Loureiro. Perlence a Per-
nambuco. l'assageiros, Manoel Marlius, loapum
Doeninaoes Coelho. Francisco Coelbi, Jo.c t m-
ralves Pereira, Jostmo Goocalves de Azevedo,
Manoel Jos de Faris, Jos Francisco da Cuati,
AoJeoio l.uiz te Faria, Manoel Joaquim de Bas-
tos, Antonio Francisco Carga.
Kio de Janeiro e Halda11 das, vapor sardo oSar-
degma, conimanibiiile Co Siporlt.
Aearacu'19 das, patacho brasileiro Emolar;io,
de Llt toneladas, mes[re Antonio Gomes Perei-
ra, equipau-m 12, earga co'.ros, sola 1 inais g-
neros ; a Manoel (oncalves da Silva. Perlence
ao Cear.i. PassaECims, Miguel Francisco do Mon-
te, Fre erico It-ilMiinos Pimriitel, Domiogos Jos I
d Saboia e Silva, Fumino (ongilvet i'reire,
Jojlu Kolinn Furtado ''-e Mendoiiea. Vicente A-
quiuo :e Aiboquerquc. Jnsd A." Kodnsues Lima,
Francisco Freir apoleSo, Alexiodre l.uiz -i
(aisla.
Navios sabidos no mesma dia.
Falmniith pela ParabiliaBug le diiiam rquez An-
ua Mina, cprlo-l. B. Krinisc, carga couro-,
P.irahiiilliale braaileiro ul'l ir do Bratil, meslre
Joo Francisco Martina, cicm faz--n las e mai
gneros. Passa^eirus, Victorino Antonio Pereira
Vinagre, Manoel Jos !>apti?la.
O briguc escuna
lao Joo Jos de S011/.11, segu uestes 10
das ao porto imlicado, mile ainda tvec-
ber algumacarga : para lulo, no cscrip-
torio do consignatario Anlouio de Almei-
s, I
p;ttndo andar.
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamenlos, Unto em titiloras como 1
em glbulos, < prepara Jos com o maior escrpulo e por presos bastante commodos :
1 -IIECOS FIXOS.
Bol i-i de 12 tubos grandes. 10/000
Dita -la 24 i 13"(.'00
Dila de 36 > a, ... 20*\KHl
Dila de 48 > ... 2.35000
Dita de (10 o ... 301000
Tubos avulsos a....... isooo
Frascos de tintura do meia onca. SfOOO
Manual de medicina hotneopathica de Dr. Ja;jr com n dic-
cionario ilos termos de medicina
Medicina lo estica do Dr. Ilenry. .
Tratamento do citolera morbus .
ves'.tdas e de vanas q .an.iades a
1-600 e 2$, na ra do Quetmado loja de miu-
dezaa da boa fama n. 33.
* arias para jogar.
Vendem-se b'aralhos de carias franep/as
muilo linas e de bom papel a 500 rs. o liara.
lito, ditas portugnezai muilo finas a 320 r.-.
na na do (Jui-iniidu na loja de;uiu dezas da
boa tai:,a 11. 3:1.
ouro. PAMA ijIF.M -UM llOM COSO.
Apparethos completos, ; ^a rita do Qucimado n. 22, loja ca boa le,
i" prala, para cha. han- ha um completo sorlimento de urosdenapo-
le de seda di lindas cotes; apratettMB Hites
queseacabem, que a testa e*U com nosco,
assim como ella eos do Chile muilo linos,
que se veudem por venus q .e em nutra
parte.
,<>! BANDEJAS FINAS. E BABA-
TAS.
Vcndom-se bandejas finas e de varios ta-
manlius pelo barato preco de 1/500, 2:300,
139300 e 43: na ra do QutaMdo loja de
miudezas da boa fama n. SI
LEQES FINOS.
i Vemlcm-sc lequcs muilo finos rom ruis.
pinturas, espelboe plumas a 2/, 3?500e 4/ :
na ra do uieimado loja (de miudezas da
"" fama n. 33"
Stt'ft-ilS-^^ TPW n. Ki.se-
Iraneeiros, enj lastro. :! de cabotaem, e 1 p::ra
com I dar o rarreaiuienlo em oalro porte,
Ficiram no porto 68 embarcacos, a saber: 25
brasileiras, I dioamirojeeai, 3 franeezns, 1 ham-
bumueza, 3 hespanholas, 16 insle/.as, 12 portugoe-
zas, I sarda c suecas.
Sfl3ia
D. Joanna Cortes, por se retirar para
Lisboa, far leilo, por interveneo do agen-
te Pestaa, de sua mobilia constante de ca-
deiras, sofas, consolos, mesas redondas,
commodas, espelbos, louca, prata e ouro,
trena de cozinba, una grande machina de
'ngomiiiar, varios escravos de todo sorrieo :
quinla-feira, 23 do con ente, as II horas da
manhaa, no sitio antes de coegaraodu lllm.
Sr. Dr. chele de polica, no Hospicio, onde
ludo se achara patente ao exame dos com-
pradores 110 dito dia
O genio Borja rara leilao em seu arma-
zeni na ra do Coilegio 11 15, de utna com-
pleta mobilia le casa, utencilios e mais ar-
ranjos, portoncentes a urna familia que se
retira para fura da provincia, diverjas obras
avulsas de marcincrn le differentos quali-
dades. e urna mliml il> de oulros minios
objectos, que fora enfadonho mencionar ;
assim como fara leilao de Ices escravos per-
tencentes a referida familia, sendo nina mu-
lata de bonita figura, ptima cozinheira c
engommadeira, um pelo moQo, proprio
para lodo o servido c um inolequC Nessfi
mesmo ditriambem fara leiio de urna es-
cellente canoa de earreira, nova ue ama-
relio, a qual se acia espoita no caes do
Gol egto, e um terreno com 37 palmos de
frente e 300 de rundo, annexo ao sio de I)
Joanna dos Passos, com frente pan a ra
lo-Sebo e para 1 rea nova do l.imoeiro, o
Repertorio do Dr. Mello Moraes
p, .>o di i 1 t 3)0 [ sito PERO
20;0oo
10*000
2/00
61000
_>- VESDE-SE .3
Pao re provenga, e crioulo,
Bolachas, e bolachioha,
liscoilos de aramia,
De inuito boa farinha.
I'assas, figos, o ameixas
Cafe e muilo bom eha
Alvo assucar refinado
Do inais superior que ha.
Venha pois o bom freguez
Que por brea lia de comprar,
l'ot bem seu, e de quem esta
De dinhiro a precisar.'
Lino Ferreira Pinto, Tai Europa.
Pr cisa-se do um forneiro : por detraz
da matriz da Roa-Vista, paJaria n. 26.
Csssas france/.as linissimas a 480 rs.
AVISO
aos ferreros.
F 1*01 ItlKlt,aterro da Boa-Vista 11. 55
Tera para vender a vontade do com-
prador
CARVAO M mU
de pnmeira quadade, por preco com-
modo.
l*otassa e cal
virgesn,
Xoanfigoe ja' l>em condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Uecife, esenpto-
rio n. 12, lia para vender muito supe-
! or potassa da Russia, dita do Kic de Ja-
k. t:. .1. ,1. i V"a"..... neiid e cal virgem de Lisboa em pedra,
I\a Io,a da estrella, 111.1 dn Queimado u. 7, tildo
vendem-se cassas franeczas linas, do ultimo'
na larga
DO ROSARIO N. 38.
bottCH de
farlholoweu F. tic Souza,
contina a vender
^lWI ID) i@@@Ui
(sendo ialso o pie lor vendirio cm twtn
qualquer parle.)
Itob L'Airecteur.
Pilulas vegetaei re lirandet.
Vermfugo ingles em videos.
Klixir anti-astnaiiro.
Frascos de bocea larga com rolhai, di
a I libras.
goslo, a 480 a vara, cortes de vestidos prc-
los bordados a matiz, cem Ires habidos, a
tO;coi> o corte.
"i
"J4
;na
vincia.
o-
qual ser entregue pelo maior prego ollero- Roa-Vista, cujas rodos and
rulo, visto que nao ha limito.
o Sr. tliesoureiro manda fiuer publico
que se acham a venda neste escriptorio, ra
da Aurora n. .>(;, primeiro andar, grande
porco do bilhctes, meios e quarios da
lerceira parte da stima lotera da matriz da |
m da % de
precos muilo favoraveil, com os
quaet icarao Os compradores satisfeitos.
N. O. Bicbci& C, ra da Cruz n. i,
vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Brinzo.
Bi ins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar.
Ps>
Be-l lll/'rtS
VELBOTIVIS. DE COSES E ?RETA.
para ja<|ues de senliora e roiipa
de mascaras.
SX ?l*vat0e0.
vivairo
Braga.
2 canas palitos : a Jos Frinrisi-o rio Santos.
3 CSIlOei ch peos ; a .V'ninel Francisco Moreira.
t.'l'l naos de carvallo, 1 callao cavtlhas, 30 remos
de pinhn ; a Manoel Jos Dantas.
2 Clitdefl chapeo., sellms, etc., I dito pancira*,
brida, sapatos ; a Jos Horeira Lopes.
1 cliste ohras tic prata : a Manoel Ignacio de
Oliveira.
!l birria presos, caisao bridas, I eaitl cami-
solas de i ii, escovas, verruinus, ele., 2 ditas Lidia
de b -ripinm i. 3 saccas -Tainiiia, macella, ele. ; a
Aiulraile iS; Irmiio.
1 i uxiniia obras da ooro, I eaiio doce secco, t
dileimigem, i birril vinho, 2ditos prego*; a Joa-
quim Ininicencio da Silva!
1:10 rodas de arco de nao, 200 hacas de vime, ."i
barris presuntos; a Li Jas de S Araojo.
II) barr) lingui^na e pilos, HH) rodas de arces de
pao, 2 saccas moinlia ; a yiava Itoroira ; Filhos.
t esaastrai cssliohas ( a Manoel Goneelves de
Oliveira.
2 eimhelcs ferraeens ; a Antonio Joaquim Vil.d
& C.
I sacco moeila de ouro e prala ; a Barroca A
Castro.
I cai\a arbustos, 2 latas salpicoes ; a Jos Joaquim
da Costa Mala.
.~>2 caixoes de madeira abatidos ; a J. de Ola e-ira
Mala.
1 dito 11vros; a .loa. Barbosa de Mello.
I dilo sancluaiin, 30 pp.is vasias, 1 mcco com
103 pataces ; a Joao Anlnoio 1a G. O lrm3o.
III barris urdinhas ; a Costodio Jos Ptrein.
I cunhele retro ; a Antonio Jos Cnmhra Gui-
msrltes.
12 fardos rrvo girla ; a Jola lavares Cordelro.
II harris vinho, I emhriilho dloheirode ouro ; a
Bailar \ Oliveira. '
I caixa pililo*, II rodas de arcos de pao ; a Joa-
quim Vieira de Barros.
7-accos rolhas ; a An'i.uio Jos B. Viana.
I hcela* ignora-sa ; a Lu/ de Moraes (jomes
Ferreira.
Brizne ingle nIIiiiiiinuiedn vindn de S. Joao,
consignado a J. Lralitrree &C, manifeslou o se-
goisita :
2,"i(K) barricas bieelhao : ao cons^natarios.
ERRATA.
Na impirlac.lo polilcada ante-hoolesD, em logas
de Donatng'is di Silva ftseimaraes rieve ler-se
Goilherme da Silva (jomara.
.jO.NStii.Aiio UKRAL.
Itendimenlo do da 1 a 20.....112:800*36
dem do,dia 21. ...... 3:2'.)2;ia:!
II 6:0023770
CONSl I.AT 1)E FRANCB.
Le cnsul de Franco en celle rsideoce a
l'honnetir de prevenir les persoiines, i,ue
cela pourratl inleresser, que l.uidi pro-
Cbaii), 23dU couranl, a onze lenles rtu ma-
llo, il sera procede en la cbancelleriC du
cousulat de Franca a l'adjudcation aux eu-
chres, sur souuitssions cachetees d'uu cm-
prunla la grosse aventure de la somme de
douze tnille franca pour les besoins du ttois
mats, le Cyclopc Ledit, emprunt garant par
le corps, quille el agres du du tiavire. Les
soumissions, qui seronl ouverles publtque-
ment, seronl rer.iies au consulalde Faitee,
jusqu'a onze beures precises du jour 23.
O administrados d.. mesa do consulado
provincial, ein virlude do disposto no art
3 do regulamenlo de 3 de jullio de 1S, faz
publico que se acbatn depositados dous or-
vallos oastanhos aprehendidos pela subde-
legada da freguezia de ;. Jos, os quaes sao
considerados Dens de evento, por se desco-
nbecereiu seus donos, e para que no prazo
de 13 dias compareca queru aos ditos Qaval-
los lenlia due.to, lindos os qaaes se proce-
der a ai ir.nal.ir,ni pela forma marcada no
art. i do BUpradllO reguiaineulo. I', para que
ciieguc ao conbeciment de todos, mandci
fazer o presente edital aos 13 de fevereiro
de I87. Antonio Carueiro Machado Bies
O conselho administrativo do patri-
monio dosorpliios tem de soleminsir no
dia 5 do jrrente, o primeiro annivet-
sario do coilegio das orpiraas, sito na ra
da Aurora, para o que o mismo coilegio
estala' cxpOStO ao publico, desde s's 7
horas a's 1) da noite.O tliesoureiro, Joa-
quim Francisco Duarte.
o lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda desta provincia manda fazer publico,
que peanle a mesma thesouraria se recbe-
nla no dia 35 do correle os I inrjos das pes-
soas que se piopozerem a obter a preferencia
o aforamento de um terreno sito ti Forte
do liattos do Bairro do lie-ifo des! eidade
proprio para edilicacao. o qual ser da,o a
qoem maior quanlia offerecer, como dona-
tivo a fazenda nacional, segundo decidi o
PARA 1857.
cliam-se a' venda as bem condecidas
DIVERSAS PUOVINCIAS.
Rendimenlo dn dia I a 20. .
dem do dit 21. .
7:3."i7$621
8461066
BEPABTICAO DA POLICA.
PR0VED0K1A DA SALDE 1)0 PORTO.
DU 20 ae fevereiro,
Pabre amarilla. Na vi-ila da maniota fnmn adia-
dos no briau* portaguez Cooslaalea um doenle e
nm dito iiobricue infiel Slir.a
l'icoo um doste em nhssrvacao a bordo da barca
portegoexa eBtaviada.n
Na visiia oa lar le. um doenle 00* brisue hespa-
nhol paqoelo de Tarragona.!
Picoa -'o ihsorvacao um doenle a bardo da barca
maleza iGenovova.a
Foideaiufecla.il> o brieue ioalW eSlirs, o bo-
gue perlagoei nOliveira.
/ ^wrig df '^rnammuy.
O vapor .Sardrgntt, Ifuo sh)\m\o poucas hOTM de-
pois do Imperatriz, apenas a.lunlou um dia da IU-
hia, em cojo jorifal nada encoulramoi, a n.ln ser que
ainda se dav.im rasos de felue amarella no porlo.
Anacrentica.
Onal duro Espartano,
Do Riso no altar,
O afn, e rudezas
Nos cabe adocar.
S;o|li;',S7
DESPACHOS DU EXPORTABA O Pki.A MESA
DO CONSULADO DES I'A I.IDADE NO DIA
21 DE FEVEREIRO i)E 18"i7.
Lisboa Barra p irlogoeza iBmprezo, diver.ns car-
rendores, >\ eourm siludos,
Uabea Briaioe pnrluiruez aC*n aarrecadores, i.2">s |neios ds ol.
PortoBarra porloga|n uS. Manoel II, diverso-
earresjadores, 56 iccue assucar brmeoa e masca"
cavado, 13 cooros salud -. .::) saceos eooima.
I.ishoaBarca portofaeza iBeroviadin, Amorim Ir-
m.lns, 71 cascos mel.
LisboaBirca porlomie/a uN. S. do Bom Suceesso.
diversoscarregidore*, Sol) cou-os saleado, loo
saceos aasue r.
LiverpoolBarra inyleza nl^areo, Hlr) (iibson,
000 sarros a-sucar.
StoikilmBrignesoeeoaEHseo, Johnslou Pile* &
Coinoauliia, ."-0 sai eos a-*ucar.
LisboaBarca porliiaotza nEntpreik, Domingos
Boitncaes An Ira 'e. 20 eooroi saleados.
New-YorkBriaae msl / iRondus, Saonders Bro-
lheroj Compenla, 3."iO secos assoear.
Mir.lli.iBarra fr .ure/a ntioslavea, R. O. Bieber
O Compendia, lio t sarro* i.ssucar.
BoeBOS-AyresP laca he^|ianliola sEsperaocaa,
Amorim Iroiios, 7"> harneas assucar.
xr. Marselba, barra franceza ii(;\clopei), de 3S to-
aelada, eoiidotiooieiiente : i,700 saceos com
23,300 arrullas i|p lasecir.
Porto, briBoa porlugues "Tres AdjIros, de 312
loneladas, eonduzio o legointfl : I.OOO saceos com
i.OOO arrobas ,|e assucar,
ns r 7 meias pinas mel,
meios de s,d, .o oreas
lalmniiili pc|a Pirih
Anua Maria,.,,|,. :|;i |
le : t.is cunros vard
Yalparaizo, i; ilers h '4
toneladas, eoadozio o
com 23,100 irrobss do asa
KKCKBKIlOKIA DE I
RAES DE v
Rendimenlo do dia
dem dn dit 21. .
A
folhmhas, impressas nesta typographia,
das seguintes qnulidades:
FOLHIM1A RELIGIOSA, contegdo ale'm
dos mtv.es, a bibliotheca do cluislao
brasiisiro, que ie compOe de ora-
cocsquotidianas, methodo de assistir a
missa e couissao; cnticos, psalmos,
liymnos, ofiicio de N'oss* Senliora da
Conceieao e militas ondas oacoes de
grande ment, preco...... 50
DITA SIMPLES, covtndo alem dos me-
ses, a lei dos circuios e varia* tabel-
las de. impostos geraes, provinciaet e
municipaes, preco........ 2iU
DITA DE PORTA, a quai alem dos me-
zes tem expbcacOes excommunbdes, etc., preco. 160
DITA I) ALMA.NAK, a qual alem dos
mezesf contemo almanaK civil, admi-
nistrativo, commercial, c industrial da
provincia, por.........504
Todas estas folhinbas sao impiessas em
bom papel e excellehte typo, e vendem-
se em porc3o e a retallio: na livraria d
praca da Independencia ns. (ie8.
:;;(' St: LisbO/i-
Vende-se rape fresen, chegado agora ie;
Lisboa : na praca da IndepenJencia, u. 3,
loja.
Na ra do Crespo n. 4, loja del. Fal-
que^ vendem-se, por commodo preco, ves-
tuarios para os i lluenlis docarnav I, exts-
lindo um completo e inuj elegante para se-
nhora.
MILIIO iNSAiCMiO.
Vende-sil no Kecife, armazcm da na da
Cruzn 13.
- Um moco brasileiro, casado,som lilhns
c de urna conducta excellentc, du que pde-
se exhibir pravas nio equivocas, prope-se
a ensinar deS'ia parta em algum engenhn
marco do currenlej inr.o. O ->r. ilieisiiuri'iro
manda dec arar aos senhores jogadores, uno
existem numerarOes sorlidas,como tambem
os bllbetes vn li los nesta escriptorio nes-
sas ultiraas^ote ias lem sido muito afortu-
nados, por issn espera que ellos cone.orro-
rio para que continuadamente nao (quera
tamaitas porctSes ile bilbetes por vender,
como senipr-li-m iie?ilo. Thesouraria das
loteras 2i de fevereiro de 1837.
Jos Jaiuiaiio Alves da Maia.
ICscrivao das lote1, ias.
il
Chales de merino bordados a velludo. IMn
Ditos de dito bordados a sena........ 9s()(SI
Dilos i'e dilo rom lislra de seda....... ss)30(l
Ditos de dito com franja de eda...... 6s Ditos de dito com burra matizada..... tOOn
I) los de lAa de iadaa a con......... 25MKI
Kicos'corles de vestidos de seda de rnin. :;cm.
Ilico rorli-s d* veslos di seda brando--.
(irosdenaple de seda de Carea, lis, taoods. ;:*l
Dito prrio lavrado, o inrlbor poivel. o -J^tKI
Dilo dito lisn muitii encorpado. ..... XjCOn
Masjrilania de sada de vara de larcora a tatOU
I Chai; de seda ein flores matizadas a lrs!*- Em casa de liabe Schmettau c Companhia,. MoIioj da soda com ristras a .... 1-<.U!
ra da t'adeia n. 37, veudem-sc elefantes i ^-dasdequadrosde novos padres. I^asi
pianos do afamado fabricante Traumann de '""''le'1;' > de qu.dr.......... -Hai
llambuiso. Diiqocza ;e 'eda de lino gasto ...... son
Lil t seda de rima^r-m, dua* larcuras o 7:20
BrsthintiBi branca pasa vestidas. a .((l
Miis.iilina de cores para vestidos lio
Cintas Iranrezas de cor finas. ..,... JKO
Cassas f.anre?a* de cures finas. .jarda. iOO
PulCfiras de coral de varias cores..... Icd>
Orles de cassa Iranceza.......... .7.SI1I
ledos deesnuiao para camisa........ |.~i"IO
Camisebn, reroulas e meias de laa.
Palitos di-panno preloe de cor, finos. t ^o-sI'NI
Ditos de alpaca prcta e de cor....... IriOO
congrios o dpscobcrlos, pequeos e erantes, de ouro,
patente uislez. para linme-n e senliora, de nm dos
melhorea fabricantes de Liverpool, viodos pelo ulli-
mo paquete inulez : em casa de Soulball Mcllor A;
Companhia, ra do Torres n. 38.
IHO.
^mmm:j mi
li*ia da Crtdeia llaumsortimeldereloriosdr. todS-s; N\.^^'^OnE FERRO O ENGE-
qualidades, tanto de ouro como de piala, NiltlRO DAVID W RWMA.N. *A
ditos (oleados e galvanisados, porprecoba-: RA 1)0 RRUM.PASSANDO 0 ollA-
ratissimo, ba tambem meios ebronometros, | FAR1Z,
de superior quadade. ha semprc um qrandesorinnenlo rfos ezainles o
Quem liver o quizer alugar utra boa ;eclos demechanisniosproprioparaeai,enhos,asa-
Sala,que possa abranner tima aula dejensino ')er '"oendase meias moendas da mais moderna
P
ci
p
III
ropa e deixa por seus procuradores osSrs. NA MESMA FUNDICA'O.
Joaquim Francisco d >S Sontos, Antonio Luiz leex-ecatamtodasasenconimendas coma soperio-
de Oliveira Azevedo, Joso Antonio dos Sin- ridadejconheeidaecom a devidapreslezaecom-
tos Cuellto.

>a ra Nova. lo,.? p fabrica de chupos de Chris-
tian> & Irmaos, n. lem para vender, chegados
altimamenle, aleados pintados par mesa, ditos pre-
los a de todas ig cores ; assim cuino um completo
ortimenlode chapos pan senliora*, e bonetes de
difierenies qoabdades pan lioroens, osqoesvea-
de/n-n mais baraiosqee em onlr-i qualqurrparle.
Jos Soares .le Azevedo, proiessort}^
modidadeem preco.
XAROPE
DO
Previdencia.
Companhia de semgro con-
tra a mortalidade tos en-
trevas, estabelcida no
RIO Di JA ERO.
CAPITL--2.000 000.000.
Agencia filial cm Pernambuco, ra do
Crespo n. 15.
Os secu-os so realisados no escriptorio da eom-
paiihia ou mesmo fra, sob proposlas dos propriela-
rios dos esaravos, hotos os dias otis: as parliripa-
ejtes de falTeciniento. e as propostas, podem ser re-
medidas a companhia lodos o* dias, al as cinco lis-
ras da tarda).
As condlcOes impretsaspodern ser procoradas uo
escriptuho da companhia.
: ar-se-hi consuiti-s ralis aos estraves segurosdas.
D para 10 horas da mantisa,no escriplorio da comp
'espe'
Ct-sTAKR & C
4flente*j)jnun!
Bxm sr. presidente da provincia. Os preten- ,as nguas nacional e franceza,e sua senho-
dentes comparecam ao lugar do eostume a
nina hora da tarde do referido dia Secre-
taria ila thesouraria de fazenda de Pernam-
buco,21 de fevereiro le t8-">7. o ollicial
maior, Emilio Xavier Sobre)ra do Melle.
o conselho de administragilo de far-
damento do corpo de polica 1./. publico,
que precisa comprar para fariamenlo das
pracas de pn.-t, ns objectos abaiso declara-
dos : as pessoaj que- >e prop /.erec: vender
deverSo comparecer na sala da secretaria do
mesmo coreo, no da :( do crrenle moz,
pelas II horas da maniaa, com suas propos-
las em carta fechada, ec xnpanhadas das
'a a linjtua nacional, lo las as qualidades de
costuras, i-iciusiv bordados de ouro e a
fii'ti/., assim coiiin msica ; o annunciante
tambera se olierecea faner qualquer cscrip-
l.uracio : quem de son prest un so quizer
Ulilisai anniiiicie noreste Diario
L'm moco portuguez, que sabe Icr e
es-rever, s-seja arranjar-se como leilor do
engenho ou de estrada ; quem precisar an-
nuncie pina sor procurado.
Precisa-se do urna ama para ser em pre-
gada ao servico de rozioha e al^utu ensa-
boado: na ra Itireita n 91, primeiro andar.
delineuu e litteratu
Foi transferido o deposito deste jarope para a be
, tica de Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53 ,
naciones) no nasiodestacidade, mudou a sua retiden- fl11*"" qealefervendidoaeste deposito,pelo
quesefaz opresenlca\io.
.PORTASTE PARA 0 PI'BMCO.
cu para a piaea Ja Boa-Vista n. ealii
tetn al) to nn curso de l'liilosophia c
outro de Lin(;ua Francesa. As pessoai
que quizerem seguir uina ououtra dettas
disciplinas, podem dirigir-te a' indicada
residencia, de manha ate as S
de lardea qualquer hora.
notas, e.
DA
7 Tt*
o
Compra-se um escravo de >} a 40 an- i -
Qii'.rt'i pari ti quinta do
> yttinasio.
0:!)-;i\ ssguadoven
'leu. ;!v Mi;!iii-ics surten:
competentes amostras: panno izulpara lar- nos, que tenha boa conduela: a tratar na |
das e calcas, covados 1.110, dilo dilo para
capoles, corados 643 dilo preto para polai-
nas, covados 10. Quartcl do cupo de poli-
ca, no Paraizo, ~2\ de fevereiro de 1857. -
Epipbanio lorycs de Menezes Doria, lente
secretario.
,VC .


O palhabote Coincidencia, se-
gu para o Poito no dia 2do jrrente
alienas recebecourqs
a trubar i-oin
ra Di re la n. 01, primeiro andar.
Coiouram-se c*cravos de i\ a 10 an-
nos : a halar uo esenp!ario d Jo- Joa-
quim Dias Fernnodos, ra da Cadeia do Re-
eife.
.lii.-
a rete I (10 res cada um
sen consignatario Domin
llieus, ra d'Apollo n. ~>
;os Alves Ma-
)iiec u ia das obrf)S
F V( .-.
Precisa-se de pedreitos, carapinas e ser-
ventes par-, as obras militares, bem como
quem se cncarregue de assenlar um fogSc
lo ferro no quariel das Cinco Puntas : oiiem
quizer entrar em ajuste,' compareca na di-
rectora.
V,
.,i!l.:()()(, ,(iiiii_bilhete inleiro.
3191l:500,s00l>idem.
i'.)") 2)0.sD!)()dem.
20l)000idem.
100x000idem.
I OO.s'001)dous quartos.
00,s000Inlhete inteiro.
O.s'Oyodons quartos.
jO.s'000dous meios.
I
899
r,is_
7 "lil
2()."> I
2187
3260
-'
Mili'.
.-.i
Ro I retirs-se para Europa.
Preejsa-se de amassa lores bons, epa-
ga-se 25500(1 mensai'S, e nao puxa cylin-
dio : na ra linpc.ial, padaria de Villa-ver-
V1M1U UO PORTO t.lv.M !>.<>.
Ven le-se ptimo t nha o Porlo em barriada
quarlo e oilavo, por pr.rao razovel: na ra da Cs-
ina do Kecife n. i, escriploi io de Hallar \ Oli-
veira.
A-, ir
Zlllll
Pera cara de phtysiea en lodorosseusdttlerra
le-i rio?, qaermotivada por cmslipariips, lossc
islbma, pltariz. esearron de sansue, ddrde cus-
lados ; i i-i I o, pal ptta^S O iio;c,orirA(i, rnqiif-Inrtu-
hronrhiie, dorna gama ola, e lodas aimolesta
; dosorHo>- pulnionareSa
Biihetes de \ i-;a.
liravam-t e imprimem-se com perfeicflo billieles
j de visila, lellras do comnaercio e lodosos abjecloi da
I arle oaligraphic ', reirislroi, vinltelase qiursqner de-
. sentios, .\lirem--e limas, sineles. lano a lalho do-
j ce como em relevo, ornamento* com objertus rtooere
:e prata. Pateai-sa riscos lindos e oiieinaes para
I bordados de labyrintbo. Admiite-se a rerasa da
, rpiacsqucr riestea objeclOi no caso de nao Acarean a
| contento das pessoal que os eiirommendarrin : (uerr
: prelemter dinja-se a qoalquer desle luc res : no
I bairro do Reeife, ra da Madre de Dos n. 33, pri-
meiro andar ; em Sanio Aolonio. na livraria rlaaaica
do paleo do ColleaiO n. '1 ; as (anco PuiiLs, sidira-
I do da quina confronte a matriz nova.
It<)I! LAFFECTEL'R.
O nico anlorftmdo per deeisSo decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaea recommendam o
arrobe de Lafl'ectcur, como sendo o nico
' autonsado pelo govemo c pela'real socieda-
! de de medicina. Este medicamenlo de um
goslo agradavel c fcil a lomar em secreto,
esla cm uso na rnarinha real desde mais de
| 60 anuos ; cura radicalmente em 0OUCO.lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.^
fecqes da pelle, impingens, asconsequen-
! Cas das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; conven) aos catar-
rhos, a besiga, as contracc/9es e a fraquezi
doaorgios, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como anli-syphlliiieot
o arrobe cura em pouco lempo os luxos re-
centes ou rebeldes, que volveni Dcessantns
em cnnsequeiicia do empreo da copahibe,
da ctibelia ou das injeccoes que reprasentem
# lo vii na sem neutraliza- lo. O arrobe Laffec-
i'yA Illa \leur 'ltl espooialnienle recommendadocon-
|ira as doeucas inveteradas ou rebeldes Sol
nctam. qujytfo seu ex,
stabeleciirijrrter^ein-Santo Amaro,
-inu'a a fabricar com a maior perleicSo
promptido, Itxla qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, MVtJgasjOoe
inaniilaclura, e que para maior commouc de
seus numerosos freguezes do publico em
geral, tem aberto em um dos rondes arina-
zens do Sr. desquita, na ra do Urum, atraz
do arsenal de nsarinha, um
DEPOSITO DE .MACHINAS,
construidas no dilo seu estabelecimcnlo.
Alli acharfio os compradores um completo
sorlimento de moendas de canoa, com lodos
os melhoramentos alguna delies novos c
originaes a que a experiencia de muilos an-
uos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baixa e alta preasao, lachas de
lodo lamanbo, tanto batidas como fundidas,
carros de nio e ditos para conducir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, fomos de ferro batido
paia farinha, arados de ferro da mais apprn-
Vada conslrucc io, fundos para alambiques,
crivos c portas para loinalhas, e nina inlini-
dade de obras de 'ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe una
pessoa inteiligenlee habilitada para receber
lodas as enconsmendas, etc., etc., que os
annuneianles contando eom acapacidade de
-suas iiilicinas e machinismo, e pericia de
seus i lliciaes, se compromellem a lazet Bxe-
Cutar com a maior presteza c perfeicao, e
exacta conformidade com os modcllosou
desenlios, e insirncgoes que Ihe foretu for-
necidas.
culos e lunetas as qualidades
Vcndcni-sesuperiores oculoscom armafSo
de tartaruga de lodaa as graduaces a 390(10,
ditos muito bous com atmacocs douradas a
>y2M, ditos ditos con] armaeAes prateada,
I?, dilos ditos comarmaefio learoasooe
1?, lunetas com armacao de tartaruga a i,
ditas redondas equadradas uebaleia aso
rs., ditas do dous vidros armacSo de baleia
i 19600, e oulros ocuhis mais que se vendem
por preco baralona loja da boa fama na ra
do Jucimado n. 33.
a- ivas <; todas ts quuli*
. da Vendem-se rica escovas ingle/.as para
roupa, o meihor que pode haver e du nova
ias
MUTItSDD"
.




DIARIO DE PERNAMIHXO, SEl.UNliAFEIKA 23 DE FEVEREIRO DE 1857.
X
\
<
~&H:

CONSULTORIO CENTRAL HO-
MEOPATHICO.
Ra de Santo Amaro (Mundo-No-
vo) n. C. @
O Dr. Sabino Olegario Ltidgero Pinito,
de volta de toa viafiem ao Km de Janeiro, *
continua a dar consultas lorio? os das uleis, ??
iJ das ti hojas ria maiiliaa, .1- 2 da larde. -;.;
,-A Os pobres sao medicados gratuitamente. g*
@t2J@ $$&$&&
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
ISstabelecida cm Londres, em marco de 1324.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de rasas,
1 a quem mais convier que eslo plenamente au-
larisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tilha e igualmenteSobre os objectos quecontiverem
ts mesmos edificios quer consista em mobilia ou
era (azendas de qualquer qualidade.
jj Nova loja de funileiro. ^
J Na loja de funileiio da ra da Cruz do C
Reeif n. 37, ha para vender camas de fer- ^
'i? ro, ditas de vento, de maileira de imarello, '
)Jft ditas de louro, lia juntamente folha de 3
,cv Flandres de superior qualidade; nesle uo-
!' vo estabelecimento veudem-se as tazenda] *'j
jv mais barato qoe em ootra qualquer loja. x*
'$? assim como cucos de folha a 13:200 rs. cada 9
!'<.$ una duna. ?3
Substituieao do
arcano a polassa
peioHiTato pre$o de 5,200
por una lata de i O libras:
moarmazeiiide N. O.Bie-
ber & C, ra da ( ma
n. 4.
I DENTISTA FRNCEZ.
;*J Paulo daignoux deolisla, ra Nova n. 41 : _,;
'li? na iiit'sina casa tero agua pus denlrifice. 3
*&&&&'::-$& && &*&;.:
Aliiga-se a anliya casa de vender plvora, na
udade de Olinda, coro bom sitio, liana para capim,
i boa casa de vivenda ao pe : quem pretender dita
rasa dirija-se ana do Vinario n. 31.
J. JANE DENTISTA g
nia a residir na ra Nova n. 19, |>r yf
o andar. '..;
: i-8@&v2@ #*
Repartirlo da vaccina.
O cotumissario vaccinador vaccina as
'uintas e domingos de todas as semanas, no
orreSo da All'andega, e as tercas-feiras na
<:asa de sua residencia, primeiro andar do
obrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
.7 as 9 horas da manba.
lAo respeitavelS
... i
| publico. |
;? RL'A NOVA N. 18, @
$% loja de fazenda* e ronpu frita de M. A. Ca- a
", j|o C., onde eucontraraoos bous freguezes ^
''.I as obras mais bem acabailas que se podem <,';
rlj en conlrar, de todas as cores e qaaliaades.e .'
pk tem de aceitar rnenoi obras de encornmeu- 2L\
'" das, por ler maior porrao de diferentes tw
;_3 obras, assim cono tem de augmentar o :j-
.', preco das encsmmendadas, e para mais .
*-",' bem servir a nos donos, ser para todos r':f
'Sjum s prero a dinlieiro. Sff
No arrnazem de Burle Souza & Com-
panhia, ra da Cruz u. 48, ha mui lindos e
elegantes vestuarios para bailes mascara-
dos, ltimamente viudos de Franca, tanto
em porc,3o como a relalho.
Na ra das Trine beiras n. 8, loja de
tartarugueiro, crnii a fronte pintada de ver-
de, compra-se crtectivamonlc tartaruga, e
paga-se por mais preco do que em oulra
qualquer liarle.
Jos" Je
pe-

con lin
raeiro
GRANDE GDiRDAROUPA
. DOS
MASCABAS.
Ra do Collegio n. 18,
primeiro andar.
O dono deste importante deposito de ves-
uarios para o carnaval, avisa a todas as pes-
:.oas amantes deste bello e interessante pas-
ta-tempe-, que tem este anno, em seu depo-
sito, os mais ricos vestuarios que be tem a-
iresentado, ricamente adornados, com ele-
gancia, phantasia, ideal e maravilloso, pro-
inos para todos os caracteres qu cada um
juizer representar, e a maior parle delles de
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de nm e
outro seso, visto ter vestimentas para ho-
mens e senhoras, como bem, ricos dminos,
capacetes e basle=, emfim um completo sor-
timento de imniensas diversidades porcom-
modo prego, tanto para aluguel como por
yenda, o que ludo se acha a disposicao dos
Ilustres cavalleiros no supradito deposito,
que tem por signal, em sua janclla, urna
bandeira arvorada", e dous ligurinos elegan-
temente caracterisados. A elles, que os pre-
lendentes sao muitos, eo carnaval est ba-
teada a poru da Veneza Americana.
Na rita larga do Boza rio esquina
do becco do Pei\e frito, no segundo an-
dar do Sobtado n. 9, continua a dar Ojo-
'inTtiajara fpra com todo o asseio, e por
prero mtrUo^ein conta.
l'recisa-se aUrgsT^um preto pos-
embora seja bruto, para trabalhar mens..
mente tiesta typographia, nando^se o sus
tent : na livraria ns. 6e8 da prgea ua In-
dependencia.
Domingos Vives Matheus sacca sobre
o Porto ao cambio da praca.
IfflNA DE LYT..O<.RAPIII\.
Kua da Cruz n. 5.
oaijuim da Cuuha GuimarSes,
estabelecido com loja de tarlarugueiio, na
ra das Trincharas ti. 8, quem entra da ma-
triz ao lado direilo, avisa ao respeitavel pu-
blico e'aos seus freguezes, que reeebeu de
Franca um completo sortimento de obras de
tartaruga, como pentes para alar cabello de
dill'ereuies qualidades, ditos para alisar,
marrala, e para meiiiuas; altn deslas obras
tem no msalo estabelecimento um bom sor-
timento de pentes, catxas, ludo all fabri-
cado ; assim como se concerla qualquer
obra de tartaruga, por precos commodos.
O Sr. Francisco Cavalcanli Lacerda,
que morou no engenho Piabas ou Quilindu-
ba, e que boje acha-se residindo para as par-
les do Arraial, queira dirigir-se a dislilagao
de Franca, na praia de Santa Hila, que muito
se lite deseja fallar, e lambem ao Sr. Jos
Rodrigues Cima, ha pouco chegado de Bar-
reiros.
l'recisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra do Nogueira n. 26.
-- l'recisa-se do urna ama de leite : na ra
da Florentina n. 36.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para casa le pouca familia, e que
faca compras : na ra ta Ciuz n. 50, depo-
sito de charutos.
Mesquita Jnior e Cardozo scienlifi-
camque o Sr. Francisco correa Soares dei-
so e er seu caixeiro desde o dia 18 de le-
vereirode 1857.
l'recisa-se de um feitor de campo,
que seja sulleiro e lenha ortica, dando co-
tiheciiiicnto de sua pessoa : no engenho No-
vo de Muribeca.
LUYAS JUVIN
brancas, cor Ue palha e pretal, tanto para se-
uhoras, como para homens, chegadas pelo
vapor lmar : vendem-sc em casa de J. Fal-
que, ra do Crespo n. 4.
I'recisa-se Ue umcai&eiro de idadede
15 a 18 anuos, que possa dar liatiQa de sua
conducta : ua ra do Trapiche Novo n. 22.
Francisco Jos Germano relira-se, por
algum lempo, desta cidado para Curopa, c
deixa por seus bastantes procuradores, em
primeiro lugar Daniel l'ancracio Yild em
segundo lugar Jacques Uonnefond, e no foro
judicial o Sr. Flix Francisco de Souza Sla-
galhaes.
Koga-sc encarecidamente ao lllm. Sr.
coronel Joiio da Costa Villar, lembre-se do
que mandou dizer om sua carta de julho de
1852, a um dos herdeiros do Tinado Alvos da
Silva & C.
Um professor de ItutruccSo primaria,
com trinla anuos de magisterio, aposentado,
presta-se a dar lines particulares : os prc-
tendenles dirijam-se a ra do Crespo n. 11,
on annunciem.
Na ra Augusta, sobrado junto ao vi-
veiro, com frente ao chalariz, precisa-se alu-
gar urna escrava que nao seja de ra, e que
saiba coser e eugommar.
Aluga-se um preto escravo, de mcia
idade, que saiba fazerost-rvico grosseiro de
urna casa de pouca familia e compre na ra;
p'aga-se bem : na ra do Hospicio n. 56.
Un olllcial do brigue barca Itamara-
ca precisa de um criado de coi,pardo ou pre-
to : a tratar na ra de Apollo n. 0.
'ag-.^c buiti aluguel
por um primeiro andar de urna das princi-
paes ras de "-into Antonio ou de Boa-Vis-
ta : quem tiver um para alugar, dirija-se a
ra ua Aurora n. 58, primeiro andar.
Precisa-se de um bom feitor para um
sitio pe L) da cidade : a tratar ua ra da Ma-
dre de Dos n. 2.
F. M. dos P. C. nada deve proveniente
da festa de S. Benedicto da Itoa-viagem, e
quem se julgar credor da mesma festa, di-
rija-se a ru do Padre Floriauo n. 64, para
ser pago, isto qtiauto antes,
Furtaram do sitio jjinto a igreja de Be-
lm, ao amanhecerdo ia 18 do correnle fe-
vereiro, urna vacca de cor amarella, tendo
a frente da cabera pela, ps e inSos calca-
dos de preto, com urna orelha cortada ea
outra com um talho na potita formando urna
lesoura, esta pojada e prxima a parir na
ultima la forte deste mez ou na primeira
demarco: roga-se aos senhoresetioarrega-
dos da policia ou outra qualquer pessoa,que,
a apprehender ou della souber, a l'acam con-
duzir ao dito sitio, onde se pagara genero-
samente csse trabalho.
He chegado ao deposito de charutos da
ra da Cruz n. 50, um completo sortimento
de bons caoitos, cheg&dos ltimamente da
Baha, com B marcas seguintes : sobe*
ranos, nacionaes, infantes, cavalleiros, va-
retas, adiados, aprasiveis, emilios, recreio
de yaya e a fama va, os quaes se vendem
por menos prego que em outra qualquer
parte.
O Sr. Manoel Bprges de Mendonca nes-
ta cidade he rogado a remir o seu penhur
que para em poder de Antonio Luiz Pinto,
em Slacei, isto no prazo de 30 dias, e na
lalta sera este vendido para pagamento do
principal e premio, segundo sua ledra, li-
cando o direilo salvo aoSr. Borges para con-
tinuar a dizer que nao tem negocio com
pintos.
- Aluga-so a casa que lo i coclieira, na
adeira do Varadouro, cm Onda, propria
- Precisa-se de um criado i na travessa
do Dique n. 9, primeiro andar, nutaiido-se
que he para casa de homem solteiro.
Deposito de a asnear
rola.
No largo do Hospital do Paraizo n. 28, se
encontra o excedente assucar perola a 180 e
200 rs. a libra, sendo do pritneira e segunda
sorte ; oeste estabelecimento se eiiciieni la-
tas e barriquiohas do dito assucar para esta
e oulras provincias, esmerando-se ) dono
no melhor meio de acondinunamenlo lam-
que sobe para o adro da igreja de N. S. do
Amparo. .
Atkncao.
Vendcm-se 9 carrinhos de rodas para o
servico da all'andega, uovos e bem construi-
dos : a traanlo aterro da Boa-Vista n. 55.
Vendeui-se duas moradas ue casas em
linda, uuia na ra do Amparo, com quintal
sourivel e murado, com excellenles commo-
dus paia familia, e a oulra ua ra d.- S.
Francisco, toin grando quintal e cacimba
com agua do beber : quem as pretender,di-
rija se a ca's< a ra do Amparo ao pe .ia
bem se achara sempre muilo bom cha dos escadinha que sobe para o ladro da igreja de
Indios, e caf chumbado do Rio de Janeiro, N. S. do Amparo.
lano em caroco como moido, oflererendo-
se amostra, para que se verifique que em
qualidade n9o ha mais lino. De doiiiingu a
terca-fcira encontrar.se-ha nesse estabeleci-
mento, de meio dia etn dianle o snlioroso
doce de coco ralado, com ovos e eastanhas, a
800 rs. a libra, pudius de dillerenles precos,
e sempre bolachiuhas de araruta de todas as
qualidades, biscoiios, vitiho de cerejas, agua
de llores de larangeira, do acreditado fabri-
cante Alphonse IrmSo: espera-se pois a
concurrencia de quem gostar do que he
bom.
Companhia
DE
SEGUROS MARTIMOS.
SEGURIDADE.
AGENCIA FILIAL,
registrada no tribunal do commercio dcsla
provincia.
Fll'ectua-se qualquer seguro sobro navios
ou carga, a cundices mui favoraveis : as
propostas aceilam-so em casa dos agentes
Isaac, Curio 8f C, ra da Cruz n. 49, onde se
pode-tambem saber as conveniencias, que a
companhia olFerece aos segurados, l'ara fa-
cilitaros seguros pequeos, acaba a direc-
caodedar ordem para que as a poli ees se
pagucm por 50o res |cada urna.
O CIAIlDA-I.|V|0S BUA'-ILEIRO, ou arte
da eacripluraQSo mercantil apropriada,ao
commercio do Brasil : vende-se na rna ta
Cadeia Vclhan 22. Preco 8^100.
Agencia
d;
a
r,
'undicao Low-'io
ra da Sen/.ala-Nova n. 2.
Neste estabelecimento continua a baver
um completo sortimento de moendas e
meias moer.das para engcnbo, macbinus
de vapor e taixasde Ierro balido e coado
de todos os tamaohos para dilo.
CAL E POTVSSV
Vende-se polassa da Kossia e^mericaua,clies*da
nesles ilias e de superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado: nos seus depsi-
tos na ra da Apollo n. 1 A, e 2B.
r ImrJ.-i t e I
O
Confcitaria.
Confronte ao Rosario, cm Santo Antonio,
recebeu-se da l'russia urna nova qualidade de
biscoitos, e entre elles, uns muilo bous para
champagne, e continua-se a vender doces da
Europa e nacionaes, e as melhores perfuma-
ras em qnantidade, a escolher.
Aromticas pomadas
Extractos e sabonetes -
Em riqusimos vasos
Para adornar loileles.
Caixeiros.
Precisa-se de dous muito habis caixeiros:
no deposito da ra de Dorias n. 16, e s se
toma tendo muita inteligencia, nao se ,du-
vida pagar bom ordenado.
Precisa-se de urna ama que saiba eu-
gommar : quem Ihe couvier, dirija-se a ra
do Trapiche iN'ovo n. 8.
-- Arrenda-se um sitio no lugar denomi-
nado Sanl'Anna, dos herdeiros deAnaslacio
Francisco Cabral, com boa casa e muitos
arvoredos : tratar no mesmo sitio ou na
praca da Independencia ns. 14 c 16.
Precisa-se de um bom amassador e de
um bom forneiro para urna padana lora da
cidade urna legua, dando-se bom ordenado :
quemse adiar nestas circunstancias, appa-
rera na ra da Florentina n. 6, que achara
com quem tratar.
Liquidacao.
Pommateau, aterro da
Boa-Vistan. 16.
lem a honra de prevenir as pessoas que dc-
sejam comprar urna loja com fazendas ou
sem ellas, para se apresenlar a elle, para
ler iutbrmaces, e para tratar a este respeilo.
'Ollialcau
previne s pessoas, que maudaram alguns
objectos para ser concertados por elle, para
os mandar buscar al o dia 15 de marco, do
Sinlrario serao vendidos para o pagimento
os'concerlos ; aproveila ruis esta occasiao
para pedir as pessoas que Dio devem, que
letiham a hondade de vir pagar seus dbitos.
Pommateau e sua senhora retiram-se
para a Franca.
m
I
f
s
@

o
Na ra da Madre de Dos n. 2, ven-
dem-se saccas com ft-ijao mulalinlio.
itezerro e como de lustre.
He chegado o excedente couro de bezerro
franeez, in.iroquini e couro de lustre; ven-
de-se na ra da (;adcia do liecife n. 56 A,
loja de Icrrageus de Vidal cv Bastos.
Deposito
de rape priuceza da fabri-
ca do iLGasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rape lino,
grosso e meio giosso, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra ila Cruz u. VJ.
Vendem-se relogios americanos, de
dillerenles qualidades, para por em cima de
mesa : no arrnazem de lleury Forsler C,
ra do Trapiche n. 8.
mo Pa&eio, loja n. 9.
Vende-se um completo sortimento de ri-
co.s cortes de cassa de cores e prelas, com 7
i|2 varas a i/SOO cada um, dilos de chita,
lazeuda muilo lina a 39000, chitas de cores
e protas a 100 o covado, o oulras muitas l'a-
zendas boas e baratas.
Por Jess
Faz admirar
Quem pitada toinar
jjo fumo de Garanliuus
Vcnde-sc o superior fumo de (.aranbuns,
tanto em grandes porcOes como ern pesos
pequeos tlel'roule da matriz da BoaVista-
u. 88, taberna d? esquina do Hospicio.
Vende-se cimen-
to muito barato e bom, pelo preco de
7.S300 a barrica, por se precisar do ar-
rnazem onde esta' recolbido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Vendem-se terrenos para edilicacao na
estrada do.Manguiuoho, do do liecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vanoel Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Baptisla Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se painqo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
tc da Relaco n. 28.
Vende-se a verdadeira gran ingleza ti.
97, dos afamados fabricantesHay <\ Mar-
tin--, cm barricas de 15 duzias de potes :
em casa de James Crablrec & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
y ra deVigario n. 19, primeiro andar, ven- |
de-se vinlio do Porto d superior qualidade da bem
conhecida marca GW cm pipas/barriseeaisai de | gada, assim como polassa da Ruma veida-
| orna e dnas doriasde garrafas. '________________
tem mai o irmfios em Campia Secca ou Ga-
ranhuns, donde he filha : quem os ppre-
l.ender, lera I00.MI00, pagos em Mlce0 pe,0
Sr. Manoel Joaquim liuarte GuimarSes, ou
no engenho supradito do abaixo assignado,
treguez.a do Pllar^-io* J-aquim Maia.
A riEISC-VO.
Atisentou-se no da 3 do correnle a escrava
parda, de nome Rosa, geralmente conhecida
crile" -om,",as,a ''Jf^-molle, representa
anafluMaT 40 a""os' ba,Xa. chata, ps
apaihetados, com urna cicatriz no beico su-
le'vZcoml0. CS,qUeri10* C8be,1 ""SA
I?" ??.?*0 'versos vestidos de cassa, e
tem por costume usar de chales Suspeita-'so
andar em IHinda, ..r i. .;.i __.Tr.1" .
is pro.
WJJ2L* jW*^ e"va-a7 ra
ha
^ Em casa de Eduardo II. Wvatt, A
:\-f na do Trapiche Novo n. 18, lia ft
gm para vender : fi;
-;3 I pianoforte, novo c elefante de /;-
g fabricante afamado em Londres- c-
@ Grasa ingleza n. 97, deJJHrj i\ @
.Martin.
...
Tinta de escrever do abricante e&
Arnold. ;';.
Tintas em oleo de varias cores.
Cabos da Rusta. g?.
Cryttalleria. ^
Agurdente de Franca embar- S
''is-.. 6
Vinlio Schcrn dilo.
Fructas ern conservas inglc/.as.
Papel para cartas.
1.1 vi os para copiar dito.
Candieiros de candela bi os de
bion/.e.
Ac em barra
carro.
Ei\os para carro. ^t,
Cbicotes para dito. aj|
Relogios de ouiocoberlo.se des- Q'.
cobertos. *;
para molas de
Farinhade Tri-
este.
SSSF.
ltl.oinb.os de ven tcV. t curvas, bem fallante, e representa ter 40 an-
coni bombas de reputo para regar hoVjaseba nus- Wanoela, vermelha, boa estatura, bra-
la de capim : na (undic,ode t, w. Bo.wmin ?os finos, maos e ps pequeos, sem denles
ua roa doBmm ns.6.8e10. nfrente, meia corcunda e ter 30 annos, o
En casa de lienr. Brunn Companhia, na1'"
ra da Cruz n.10, vende-secoguacem caiunliaide
FARINHA
We Trieste.
Veiide-seeinrasade'S^unders Bro tliers & C.;n
piar do Corpo Santo n. II, a muilo superior ebem
conhecida lariaha de Trieste, da marcaprimen*
qualidadechteada em 9 do corren!* na escuna
Pfeil, em por roes mandes e pequeas, conforme a
vontade do rumprador.
TAI XAS PARA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro de D. W. Bowmann ai
ra do Brum, passando o chafarir, contina ha
ver um completo sortimepto da ta ixgs de ferro f un
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda,por epreco commido a* com
promptido: embarcam-s oucarregaat-st em car
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Saunders Brotherscv C., praca
do Corpo Santn. 11,ka para vandar osapuinta a
Ferro inglez.
Pixeda Suena.
Alcatro de carvo,
Konas le linho.
Esponjas,
Drogas.
Algodolizopara saccas.
Dito entrancado igual ao da Bahia
E um completo sortimento da fazendas proprio
para este mercado tudo por preco commodo.
SAO' MUITO LINDOS.
Ricos cortes de vestidos de fazenda muito
fina, toda de seda e de um gusto muito apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da
Europa, muito proprios para as senhoras de
bom gosto, assim como chitas l'rancezas
muito linas matizadas com lindas cores :
dao-se amostras na ra doQueimadn n 22
na loja da boa f del'ronte da da boa faina
Vendem-se sellins com pcriences,
patente inglez e da melhor qualida-
de que tem viudo a este mercado :
no arrnazem de Adamson Howie
& C, ra do Trapiche n. 42.
Moendas superiores.
Na l'undico de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moen-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construc?flo muilo superiores
G0
ven-
&*''tat>09 ttt**.w*.
( Verdadeira.)
Pelo navio BLO.MR ebegaram
barricas desta acreditada farinba :
de-se nos armazens de Tasso limaos.
Relogios de patente
nglezesdeouro, desabnete cdevidio:
vendem-sea prerorazoavel ,em casa de
AugustoG. de Abren, naruada Cadeia
do Recife, arma/.em n. ,~).
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
_ ida, ssim como potassa da Kuss
deira : na prac ilo C.nrpn Santn. 11.
Fugio no dia 24 de dezembro p. p. o
escravo por nome Matheus de nacao Angola,
que foi de JosJoaqnim de Mesquita, idade
40 a 50 annos, estatura regular, um pouco
lulo, cheio do corpo, falto de um olho, na-
riz chato, cara larga, muito pouca barba,
pes e mSos grandes e largas, pesado no an-
dar, tem urnas marcas nos peitos ; julga-se
nue est em alguma casa acoulado por ser I
, por ter sido encontrada
a das, as proximidades da fortaleza d
ruin i quem a apprehender e leva-la a ra
SaSST"'" *'sera "-""--
-- Anda continua a esUr fgido desde
o da II de Janeiro o preto crioulo Ja por
vezesatinunciado de nome Jos, coni pan-
nos no rosto, costas cortadas e tornozelos
bolados para lora por causa de bobas, tem
sido visto de Itap.ssuma para Iguarassu' e
Tabaliuga acoutaJocom urna preta que ven-
de lato : sera recompensado quem o levar
ra da Cuia, taberna n. 9.
Continu'a a estar fgido o escravo
Antonio, Cassange, de idade 36 annos, pou-
co mais ou menos, com os signaes teguin-
les : altura regular, caugueiro no andar, cor
prela, rosto redondo, sem barba, costas lin -
pas, cheio do corpo, conversa pouco, foi es-
cravo do finado Caetaoo Concalves da Cu-
uha, e lugio no mez de julho do anno pr-
ximo passado, suppoe se achar agasalhado
por alguetu, para as parles do sul desta pro-
vincia: a pessoa que o apprehender, sera
gralihcada com 100=000, que os recebera na
occasiao da entrega do dito escravo, no en-
genho Curcah da comarca de Pao d'Alho,
ou no Recife, na ra da Cuia n. 6, segundo
andar ; tambero se gratificar a quero der
noticia do mesmo escravo com 50a0O0.
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Melampo, na noite do dia 8 do correnle, um
negro de nome Marcelino, naeOo Cabinda,
altura regular, secco do corpo, rosto com-
pndo, barba serrada e cria suissa, com falta
de denles na frente, e consta andar vestido
coro paleto, e calcado : quem o pegar leve-o
a bordo do dito navio, junto ao c- s do Pas-
seio Publico, ou a casa de seu consignatario
Manoel Alves Guerra, na ra do Irapiche n
14, que sera bem recompensado.
esappareceu no dia 19, pelas 11 horas
do da, o escravo crioulo, por nome Clemen-
te, coro os signaes seguintes : levou calca e
camisa proU, chapeo de palha velho. costu-
ras embriagar-se, idade 26 annos, poueo
maisou menos, quando se Ihe pergunta al-
guma cousa.responde sempre de vista finca-
da no chao, falla grossa ; portento, roga-se
as autoridades policiaes e capilSes de cam-
po que o apprehendam e levem-o a seu se-
uhor, na ra larga do Bosario, bolequim n.
que serao recompensados generosa-
mente.
Fugio no-ni de Janeiro do correnle
cczinhetro. peloque se protesta contra quem I anuo o escravo ienhorinho, cor cabra com
i tiver, nao s pelos dias de servico, nas se 20 annos de idade, pouco mais ou menos
reforcado do corpo, boa figura, bem fallan-
te, tem um signal n'uma perna de urna feri-
da que teve, oulro no dedo de um p de um
lalho, e um caroco na jaula das maos; cons-
ta que mudou o nome para Antonio, e veio
em companhia de oulro igual a elle, porm
forro ; vieram da fazenda de P5o de Assu-
car, termo do Laga Nova, e l'oram encon-
trados na ponte do (.achanga, e supp6e-se
estar no Recife : recommenda-se aos capi-
tes de campo c a policia, que pegando, o
levem ra do-Queimado n. 2, ou a seu se-
nhor Jos Joaquim Cantagallo, no logar ci-
ma mencionado, que serSo recompensados
ganerosameote. ,
proceder criminalmente, e roga-se as auto-
ridades policiaes, capitaes de campo e mais
pessoas do povo, que o peguem e levem a
ra do Queimado, casa da esquina n. Is se-
gundo andar, que serao bem recompensa-
coa.
Do engenho Boacica, provincia das
Alagoas, fugiram no dia 10 do correnle os
escravos l.uiz c Mar.oela, casados, pertencer-
tes ao abaixo assignado, que os houve por
compra aoSr. Antonio da Costa Nunes, mo-
rador na villa da Palmeira da provincia das
Alagoas, os quaes tem os signaes seguintes :
Luiz, h.iixo, grosso, heicudo bem preto,
com cicatri/es velhas nos regeitos do* ps e
Dos premios da quarta parte da quinta lotera a beneficio do Gyranasio Pernamboeatto,
eztrahida a 2 de Fevereiro de 18S7. ^ ~"
ompt$$.
0 dono desta olllcina lem a honra de an-
nunciar ao respeitavel publico, que se acha
stiinpre prompto para executarcom perfei-
eao e brevidade todos os trabalhos conecr-
nentes a arte lythographica, assim como
eonlas, facluras, letlras, circulares, procos
correntes, qualquer desenlio, vinheta "ou
emblema, etiquetas de tudas as qualidades,
bilhetes de visita, de participado do casa-
roenlos, etc., impressos em ouro, prala e co-
res. Imprime-se lambem com a maior bic-
vidade cartas commerciaes e precos corren-
tes, aulhugraphos da mao dos donos, para as
sabidas dos paquetes, etc
O abanto assignado declara aos de-
vedores de Attreliano & Andradc, que nao
pagnem seus dbitos senaoao abaixo as-
signado, do contrario terao de pagar se-
gunda vez. Recife, 1 de fevereiro, de
1857.Manoel Jos Leite.
Vidal di Bastos, com loja de Ierra-
gen na ra da .Cadeia do Recife n. 50
A, pedem aos seus devedores das extinc-
la firmas Antonio Joai|uim Vidal e Anto-
nio Joo[uim Vidal & C, que tenbam a
bondade de pagar seus dbitos anligos ao
seu caixeiro Vicente Alves da Costa e
Silva, isto ate o fim do correte mez,
e os que isto nao li/.erem terao .de ver
ser procurado taes recebimentospor um
procurador especial para tal fim ; e des-
de ja' previnetn que nao allenderao a pe-
dido algum, urna vez entregue ao dilo
procurador.
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara municipal desta
cidade avisa a todos os Srs. donos de estabe-
lecimentos sugeitos ao imposto animal de
2e*9rs., que o prazo. para o pagamento
principiou no primeiro do crtente, o linda-
se no ultimo de marrjo, prximo futuro, e
previne aos mesmos Srs. que nao se guar-
dem para os ltimos dias, por nao ser pos-
sivel assignarem-se to 0. brigue brasileiro Almirante precisa
de marinheiros brasilciros para n sua via-
s;em ao Rio de Janeiro. ,
~ Precisa-se de duas amas escravas, urna
para fazero servido de cozinha de urna casa
do pouca familia, e outra para engommar :
na roa do Collegio n. 15, armasem. ~
i para o mesmo estabelecimento, por estar em
bom local: a tratar na ra da Senzala Ve-
llia n. 94.
^ Manoel Fernandos de Mello, subdito
portuguez, retira-se para fra da provincia.
Da casa n. 9, sita na ra da Concor-
dia, desappareceu urna imagem de SantAn-
na, de pedra : quem della tiver noticia, po-
de dirigir-se referida casa, que sera bem
recompensado.
Manoel Ignacio deOliveira, negocian-
te matriculado, vai a Portugal.
--- Furtaram da ra do Passeio Publico,
no dia 19, as 10 horas da mantilla, um caval-
lo ruco claro, e eslava sellado : quem delle
souber, ou pegar, leve-o ao Sr. Joflo Manoel
Hinto Chaves, no 'asseio Publico.
Aos amantes do bonigosto.
Siio chegadas loja de chapeos de sol do
aterro da Boa-Vista n. 22, as muito afamadas
e saborosas tamboras, em bocetinhas, pro-
prias para fazer-se presentes, chegadas lti-
mamente da Turqua ; cheguem, freguezes,
que se vende barato.
O abaixo assignado perdeu de.Mari-
cola at Mussupe, urna nota de -00)000, sete
de 5051100 e tres de20>0u0, envollas em um
recibo de 350-000, entregues ao Sr. Malvei-
ra em 12 do crrenle. 0 -abaixo assignado
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as l'reguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-so na
ra Augusta n. 17,
Compraro-seeffeclivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acQes das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compra-se um diccionario inglez,
grande, por Vieira ; urna selecta ingleza por
Sadler : na ra do (jueimado n. 44.
Coirpra-sc urna escrava moca, que
COM bem, engomme c co/.inbe : a tratar
na ra do Trapichen. 1 i, primeiro andar.
Sendas.
Vende-se urna barcada ja mui traba-
Iliadh, c que necessita de algum concert :
a tratar najma do Queimado n. _8, primeiro
andar.
--- Vende-se um cavallo alasao, muito
sadio, carregador de baixo a.melo : na co-
ebeira do Sr. l>r. Joao Lins, no becco do Ou-
vidor, e para ajustar, na ra das Cruzas
n. .4
Vendem-se saccas de l'eijo mulatinho
muito novo o bom a 14/ rs. : na ra do Vi-
gario ii. 5.
Vende-se urna casa terrea na ra do
Fogo n. 32 : quem pretender, dirija-se a ra
do Queimado n. 41, que se dir quem vende.
- Vende-se um cavallo russo, bom an-
dador de ha ixo a inio, em boas carnes, pro-
prio para cabriolet: quem o quizer verdi-
rija-so a cocheira do Sr Sebasliao Lopes
GuimarSes, que achara com quem tratar.
Diamantes.
Chegeram os desejados diamantes de cor-
tar vidros, muito superiores, cravados em
latao : ua ra !\ova n. 38, loja de funileiro,
defronte da igr-aja da Concenjao.
- Ka ra da Cruz n. 50, arrnazem de San-
T.JE2L*d_ r 'ra a0hi|dO 'Ti a'n"t'" U ,labara -orapanhiaT velidem.^en-ec "-
ro e quem o achou, queretidorestituir, po- vamente caixoes vasios de lodosos lama-
de-o lazer ao ubaixo assignado, ou a qual- ,,i,os
querdosSrs. coronel Uoraes, tenente-coro-
nel Arruda Cmara, major Manoel Julio ; e
no Recife aos Srs. Manoel Ignacio de Olivei-
ra, Joaquim da Silva Castro, Antonio Jorge
Cuerra, F. (i. Pedrosa, que receber 100/000.
Agua-azul 17 de fevereiro de 1S57.
Antonio Luiz Pereira Palma.
A pessoa que deseja fallar com os he-
deiros do finado Jos Antonio Penna, dirija-
se a ra do Queimado n. 44, que ah encon-
trar informuces.
Precisa-se comprar para urna encom-
mnda, dous casis de saguins, e paga-se
bem : na ra de Apollo, annazem n. 13.
Hecbamado o Sr. Joaquim de Oli-
\jira Mello, ao largo da Assemblc'a, casa
coufronte aochafariz, segundo andar, pa-
ra ajustar suas contas dar as explica-
cnes qu nessa occasiao Ihe forem pedi-
das, do cargo que all oceupava, visto
ter-se retirado sem a isso se querer pres-
tar, sendo de sua obrigacao ; espera-se
do Sr. Oliveira, que a isso senao negu,
sob pena de se procurar os meios de qu
manda a le.
Joanna Mara da GonceicSo paga in-
continente qualquer divida da festa de S.
Benedicto da Boa-Viagem, onde he mora-
dora.
Precisa-se de urna ama para tratar de
um menino : na ra do Livramento, casa n.
-0, segundo andar.
Na ra do Crespo n. l(i, esquina vende-
se oseguinte, por precos baratissimos: ba-
rege de cores para vestidos a 300 rs. o cova-
do, cobertores de algodiio a 50o rs., camisas
l'rancezas, a duzia 16/000, corles de cassa de
barra a I'UOO cada um, e oulras mullas fa-
zendas na mesilla proporc/o.
Ma taberna da ra de llortas, de duas
portas verdes n. 4, continua-se a vender
manleiga ingleza superior a 040, nozes a _40
a libra, biscoitos francezes, urna caixinha
2/000, faruiha do Maranho a 140 a libra,
amenJoas a 560, passa um quarto 2/880, e a
libra 5(0.
Vinho do Porto
de .857,
No arrnazem de Jos Joaquim Dias Fernan-
des, becco da Madre de Dos n. 12, vende-se
superior vinho velho do Porto, em caixas de
urna f iluas duzias, por prer;o commodo.
Vende-se a melado do sobrado de tres
andares, com grande soao c mirante, da ra
estreita do Rosario n. 41, cujo arrendamenlo
anda ern praca do juizo municipal da se-
gunda vara, a requerimento do consenlior
da outra melade : a fallar na ra do Quei-
mado n. 4fi, primeiro andar.
Vende-se um excellenle cavallo com
todos os andares, c um sellim inglez, novo,
por prego commodo : a tratar na ra do
Amparo, emOlinda, casa ao pe da escada
S. PREHS. V'S. PKEMS.INS. PREMS. NS. PRE.MS. NS. PBEMS.! NS. PREMS.. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS
i 5-5 K> 59 186 59 73 59 1010 ? 1289 39 1583 59 1838 59 2114 59 2371 59 26:18 "3 2883 58 3123 39 3369 71 75 76 77 80 81 - 39
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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07716


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Full Text

ANNO XXXHI 11 43.
Por 3 mczes adiantados 4{i000.
Por 3 mezcs vencidos 4j5500.
SElilMU FEIRA 23 DE FEVEREIRO DE 1857.
Por auno adiantado 15000.
Porte franco para o subscriptor.
WM
DIARIO
ENCABRIADOS DA SITBSCRIPCA'O NO NORTE
Parahiba o Br. Joao Rodolpho Gomo: Natal, 6r- J
quim I. P*reira Jnior; Aracalv, o 8r. A. de Lemos Braga ;
Cear, o Sr. I. ote de Oliveira ; Maranhao, o Br. Joiquim atar-
Iua Rodrigue ; Piauhy, o 8r. Domingoi Hereulano A- Pesio*
carra**; rara', oSt. Justino J. Ramo*; Amazona*, o ir. Jero-
Djmo da Costa.
PARTIDA DOSCOUIIEIOS.
Olinria : loda* oa 4iM, *" ** <* rn,~" hffWH Ho l^ii.ir.i--ii. GuttBM Pinfclbel : IU| -t'.-iinil.l-.
S. AntSo, Baxerru! M-x.ii>-, Ciritri, Vl.mli.> <
S. Loiireaco l*?-4'lha, NaureU, Linwir
. Florea, VilU-BvIU, llua-Vi-t
C.ihit, li>oiur.i, Sftinhcm, Itlj rilllM.
ime-iil ira* < Natal : qainl>.*-ie.ra*.
(To*M os corren parten a 10 hTU tlnI-Vi.

.....Klaf-feiraWa
if.nihiiti-: H t-r>;,i-i'iii.i
, Brujo, l'>'-'|i--rj, loga-
i- Rsii hm ajBMtfUawfeiraM-
ia. BarniriM, ..ti.i-.'ivi...
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legunda quintal.
Relac-ao lercai-feras e labbados.
Fazenda .- quartaa e sabbados s 10 horai.
Juizo do commercio : segundea as 10 horai e quintal ao melo-dia.
iuizo de orpbos : segundas e quintas as 10 horas.
rimeira vara do civel segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda Tara do civel: quartai e labbadosao meio-dia.
EPIIEMEIUDKS DO MI./ DE f IA EltF.II'.O.
1 Quarto crescenie as 0 horas e 1 minutos da Urde.
0 La cheia as 9 horas e 33 minutos da farde.
17 Quarto minguanle a 1 minuto da manha
24 La nova as 9 horase 38 minutos da manli.ia.
REAMAR DE MOJE.
Primeira as 2 horas e .i i minutos da larde.
Segunda as 3 hora e 18 minutos da manba
das da semana
1 Se^'nnda. S. Lzaro, Servinn e Primitivo Miu.
21 Terca. S. Malbias ap. S>. Primitiva, Mcntano Mrri.
2o Ouata. de Cinza Ba. De/ario c Dinscoro Mm.
26 Quinta. S. Toralo are. ni.: i. rausliniano b. ni.
27 Sexta. 5s. Anligono, Curso e Ucssa soldado Mms.
28 Sabatio. S. UoinJo ab. s- Cerealis m.
1 Domingo. 1. da Quarccma S- Suilberto, F.udocia. SI.
KNC.YRREGADOS DA SIllSCRIPCAd NO SOL
Alagoas.o Br. Claudioo Falcao Diai ; Baha, o Sr. D. Dupra*
Bio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM I'EltXAMW i o
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de rana, na sua
livraria, praca da Independencia na. 6 e 8.
PARTS
com o parecer da conladoria de fazenda, laucada qae te nos pode perdoar a pertinacia com que nos
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expe diente d 41 18 de rev rer o.
Olllcio Ao Exm general commandaule das ar-
maa, diiendo-lhe que vai ser levado ao conhect-
meulo do Exm. ministro da guerra, alira de resolver
o que entender, o ollicio em que S. E\r., referuido-
se a oolro do comraandatite do 9. baUlhao de infan-
laria, eipOe a uecessidade do augmento de accom-
roudicoes no qoarlel da Soledade, onde se aclia o re-
ferido batalhAo.
Dilo Ao chete de policia, devolveodo, afirn de
que p mande confecciouar por duas vias, e conforme
o modelo o. t das inatruccoss do ministerio da ma-
rinhadi I i de abril de IS5, o docuroento relativo
aos veucimeulos abonados ao* ri'crulas de marinha
Ursulioo de Castra, Joaquim Jos de Sanl'Anna e
Eslevao Ferreira de boom, viodoa de Santo Aile,
visto ter declarado o inspector da lliesouraria de fa-
zeuda uo estar elle m termos para ser pago.
Diiu \o inspector da tliesuuraria de fazenda,
recommenilando a espedirn de rdeos para que
com orgencia ejsm pasos os focuistas eslrangeiros
William Andanon e I ranciieo Joaquim Caxne, di
guarnirao do vapor Man, os quaes, tenuo con-
cluido* o seu lempo de servico no dia 13 do correnle,
deixaram de desembarcar por exigir aquella reparli-
Sao ordem da presidencia para semelhanle paga-
mento.Communicou-se ao chefe da eslaco naval.
Dilo Ao mesmo, para que remella com a brevi-
dade poisivel, a relarAo uominal dos juizes de di-
reilo desla provincia, escripia em forma de mappn,
conforme pedir este governo em oflicio de 2 de ou-
labro de 1855. afim de sur cumplida a exigencia do
ministerio 1 .i jii-tu;.i.
Dilo Ao director das obras militares, autori-
eaudO'O a mandar fazer por administradlo, visto nSo
liavcrem apparecido licitantes, os reparos do purto
cbsmin do hospilal regimenlal.Communicou-se
a thesouraria de fazenda.
Dilo Ao director din obras publicas, dando-lhe
aciencil de que a lliesooraria provincial lem ordem
para pagar, em visla do competente cerlificado, a
qoanlia de 5:0005 rs. a que tem direilo o arrema-
lanle do rebaiamento da ladeira do 26. lau(o da
estrada da Victoria, por liaver escavado mais lOii
brajas cobitas de pedra.eu-sca ordem de que se
trata.
DitoAocommandunte de policia, para mandar
presentar diariamente ao presideule do jury, em-
quaolo e-liver funcciouando aquelle tribunal, urna
guarda composta de uin oflirial inferior e 10 pravas
daquella enrpo, devendo esse servico principiar
de hoje. Commuoicou-se ao supradito presi-
dente.
DitoAo mesmo, para mandar dar baia do er-
vice ao soldado daquelle corpo, JoAo Alves Barbosa
dos Pauso*, remetlendo-o paia a casa de delencjto i
ilnpusieAo do subdelegado de Sanio Antonio, afim
do ser procesado pelo enme de homicidio perpe-
trado na pessoa do soldado do mesmo corpa, Rai-
mundo Kerreira da Silva.Communicou-se ao re-
ferido subdelegado.
DiloAojuii de direito da Bo_a-Visla, clizendo
que, para poder este governo rosolver acerca do que
pede no oflicio que remelle, eque ser devolvido, o
no verso do eilado ollicio, visto nao estar elle regu-
lar.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda,
para mandar eflecluar sob ratposabilidade e por coa-
la do ministerio da goerra, o pagamento dos venci-
menlos das pravas da guarda nacional do Brej',
mencionadas nos documentos que acompanbarain o
ollicio dele governo de i do correnle.
DitoAo mesmo, euviainlo lbe copia do aviodo
imperio de i do correnle, do qual consta le sido
approvada a deliberadlo desle governo.de mand.r
abrir, sob sua re
rei, para as despezas com medidas preventivas con-
tra o desenvolvimento da febre amorella.
DiloAo mesmo, declarando, em addilamenlo ao
oflicio de 10 do correnle, e alim de que o faga cons-
tar ao administrador da mesa do consulado, que o
Esm. presidente das Alagnas expedir ordem, para
que as repartibles liscaes do litoral daquella pro-
vincia, declaren) na guia ou despacho de exportarlo,
ficarerrf pagos ou nAo os direilos do mel, de pro-
ducrao da inesina provincia, que l'Ar exportado para
aqu.
DiloAo mesmo, Iransmittindo nove relaces das
notas do soverno .papel moeda) qoe foram asigiu-
da na corle no auno passado, em seguimenlo as que
ja' tem sido enviada', e bem assim oulra, conlendo
as firmas orieinaei dos novos assiznalarios ultima-
meule nomeados.
DiloAo mismo, para mandar pagar sob respon-
sahilidade deste governo, ao primeiro enfermeirn da
enfermara do arsenal de marinha, Camillo.de I Pi-
lis l'eixolo, a quanlia de 17*120, que dispendeu com
as inlinmuces dos cadveres los marinheiros Jos
Joaquim da Silva e Antonio Manoel di Silva, que
fallecerarn naquella enfermara. Communicou-se
ao inspector do arsenal de marinha.
DitoAo mesmo, communicando ler concedido
oilo dios de licenra com venciiuentos para tratar de
sua saude, ao promotor publico desle termo, bacha-
rel Antonio I.ui/ Cavalcanli de Albuquorque.
Iguaes communicaees lizeram-se ao presidente da
relajo, e ao juiz de direilo da primeira vara crime
desla cidade.
Dilo.Ao commaudanle do corpo de policia, pa-
ra mandar apreseolar amanha ao Dr. chefe de po-
lica doos soldados daquelle corpo, alim de escollar
um criminoso, que tem de ser enviado para a pro-
vincia da l'arahiba no vapor Imperatriz.Ofliciou-
se igualmente ao agente dos vapores sobre os seus
transportes, a communicou-se ao chefe de policia
Dilo Ao commaudanle superior da guarda na-
cional do Brejo, devolvendo para seren reformados,
de confnrmidade com o que exigi o inspeclor da
thesouraria de fazpnda, oo trecho de om oflicio, do
qual le lite enva copia, a relarAo de mottra e prel,
a que S. me. se refere no oflicio de 2 de Janeiro ul-
timo.
Parlara Ao agente da eompaohii dos paqoeles
vapor para dar urna passaRem de catado al o l'a-
ra', caso haja vaga, a Antonio l'raucisco da l.oureiro
Santos. "~\
tgual para o desembargador Agosliuho Moreira
tiuerra, que tegua para o Haranhu.
COMMANDO DAS ARMAS.
juii muiiieipal e d'orphAos do Uuricory, bacharel j Qnartel geaaral do eommando da armas de
.i ii.io Aniones Correa Lins Wanderley, cumpre que j Peraambnco na cidade do Recita, em 21 da
Smc. alistara a exigencia cuntida no parecer junto
do presidente da relarAo.
fevereiro de 1857.
OltDEM DO DIA K". 122.
DitoA cmara municipal de Ingazeira, di-ten-
do que pata poder a presidencia resolver sobre o general cnmmandanle dasrmas Ui. cerlo para
oflicio,ero que aquella.iamara pede acreacio de nina I conliecimeiilo da gnornicAo e i leces.arios filis, que
collecloria de reodas geraes naquella villa, faz-se j "9 (l) '''" correnle se apresen aram no quarlel ge
aferramos a um objecto, qoe tAo caro nos tem cus-
tado.
Al hoje parece ler-se concordado lacilamenle.que
a repressao do trafico africano he urna excepto a
lodas as regras de poltica internacional; que he um
desses casos que enmure tratar, segundo principios
que nenlium governo em seu juizo se lembraria de
applicar a nenhom oulro caso.
Apraz-nosjtirar grandes lacros do consumo de ar-
ligos produzidos pelo (rabalho escravo, e conserva-
ran! relares de amizade com os Eslados- Lnilos.qoe
fazera dentro do seu territorio o trafico de escravos ;
mas se nraa uacAo comparalivamente peqoeoa, da' a
menor sombra de apoio a esse trafico, ou deixa mes-
mo de exeraer o maior ligar e o maior vigor na sua
repressAo, a nossn indignarAo, diremos mesmo a mu-
s insolencia, nAo conhecem limites. Amear^as do
carcter o mais tio/c/i/o, insinuarles as mais ;t-
'ult'inlrt, inlercenriio a mais repugnante as sen-
timientos de urna afio dependente, ludo empre-
gamos sem o menor escrpulo. I marcha ordina-
ria da justira uo he respeitada : as opiniics do
gocerno nativo silo desprezadas, suas reclamaes
desattendidas, e fa:-se-thes supportar um truta-
menlo i/ue dere abalar, finalmente destruir toda a
amizade e concordia entre tiles t entre nos. He
excellenle cousa acabar com o trafico africano, mas
esle bem, por grande que seja, sera' comprado por
prec.0 demasiadamente alio, c para eonsegatrmos
devemos iosollar os sentimenloi e violar os direilos
de todas as naces, cujos iuteresses as levam a fazer
ele trafico, e cuja forra nAo he sufliciente para fica-
rem a coberlo da nosia interferencia e da nossa dic-
tadura.
Aquellos que qoizerem ver al que poni podem
chegar os homens no proseguimenlo de ohjeclos hu-
manos e dignos de louvor, leiam os papis parla-
mentares publicados no dia 1:1, quecontm a corres-
pondencia cutre a (iraa-Brelanha e o Brasil, relati-
vamente ac trafico de escravos.
Em 1826 celebrou-se um tratado enlre o imperio
do Brasil e a Inglaterra, para a repressao do trafico
de escravos da ('.osla d'Aflica para o Brasil. Nos pri-
meiros viute e quatro annos foi esta convenrAo mal
execulada por parte da Brasil, mas em 1830 aobre-
veio urna mudanra na opiniA.i publica, e desde essa
poca al a oceurrencia que forma o assumplo desla
correspondencia, tem a Inglaterra toda a railo por
estar satisfeila com a boa le e com a energa do go-
verno brasileiro.
Em 8 de oulubro de 1855, aportoo um negreiro
da Costa d'Africa a Serinhaem, lugar situado pouco
ao sul de l'ernambuco. Dos escravos que (razia o
navio, 1SI foram apprehendidos pelo coronel Vas-
cnncellos Drommoud, delegado de policia, e resti-
tuidos a' liberdade ; o resto, isto he, 2( foram le-
vados para o interior, e impossivel se Inruuu capta-
ra-los.
He esle o factoque den origen, a' actual dispula,
e cumpra-nos dizer, que especialmente por ser o
minada era o lugar proprio para esie lim. Quanlo
a' pronuncia do coronel Drummood e de seu lilho,
declara o governo brasileiro, que o proprio coronel
eonfessara ler facilitado a fuga do capilao negreiro,
que seu lilho roubara de escravos.
A correspondencia nlo ullerece dados, nem na
temos o uecessatio conhecimeiito local, para decidir
eulre estas asser^es opposlas ; o que dizemos porcm
he que lodos esles punios se referem exclusivamen-
te a' admioslrarao interna do Brasil, a respeilo dos
qu.it'. tem os Brasileirns minio melhor direilo e
muito melhor opporlunidade de formar um juizo do
que mis temos*
Mencionamos estes pontos de controversia smen-
te como um prefacio natural a' marcha que o nosso
governo julgou a proposito adoptar. I'omou tres me-
didas, lodas em Bosta opmiAo altamente insultantes
para o governo do Brasil, e nenhama dellas justifi-
cad.! pelo estado da queslAo, em que tiverain ori-
gen-.
A primeira cosa que fez o nosso ministro no Rio
de Janeiro, foi dirigir urna ola ao governo brasi-
leiro eonlendo, eulre outras cousas, a ameara de que
se elle nao cmptegus-e os seus raaiores erforros para
lescobrir os aggrevsores verdadeiros deste ou de ou-
lro qualquer acto de Iralico de Africanos, para per-
segai-los rom todo o rigor da lei, e pura punir a lo-
dos quantos tivessem lomado parle em lal trafico, o
governo brilanmco se veria obrigado : I., a' pii<
oulra vez em vigor as dsposir,es do acto do parla-
mento de Irvi ; 2., a ordenar que os cruzadores
brilannicos exercessem as costa1,(nos rios e nos por-
los do Brasil a vigilancia o aclividade qoe os agen-
tes e funecionarius do governo do Brasil nao empre-
gavara ; a 3., a estatuir, que tribunaes brilannicos
pronuneiassem as >enlencas de condemnacao anle as
quaes parecan) recuar os Iribouaes brasileiros.
Ninguem que atlender a estas expressoes, se sor-
prendera' de que o governo brasileiro as caracleri-
sasse como violentas, injustas e acrimonioias, e or-
denasse ao seu ministro em I,mi ir-, que dellas se
qoeixasse formalmente ao gabinete iuglei. Estamos
tambera convencidos, de que poocos daquelles que
lerem a'las palavras, enleudeAo que a provocarAo
feila, seja qual fr a apreciacAo em que a tenliaio,
joslifcava o nosso ggverno no empiego de taes ex-
pressoes. I-'oi este o primeiro passo.
O segundo foi a exigencia da demissao do presi-
dente da provincia de l'ernainhuco e do chefe de po-
lica, exigencia a que o governo brasileiro, tem gue
protestasse gue csses empreados eram innocentes,
se vio obrigado a ceder.
O terceiro pa-so foi o mais extraordinario, e por
cario o mais oflensvio de lodos. Emquanlo o coro-
nel Drommoud jara soh a acensarlo de ler auxilia-
do i fuaa ilo c.ipilAo negreiro, expedia-lhe o nosso
O \ord publica a seguale correspondencia : I inundo chnsiAo o lerrivel escndalo de um sacerdote
l'aris, 1(1 de Janeiro. I condeimiado a pena capital.
Hoje |por urna maiihaa Iria e rhuvosa, liveram Cumludu este (acto nAo he sem precedente, por-
logar as exequias do arcebtopa de l'aris. que o cura Merino assassino da raiuha de liespauha,
t clero fui o nico que recebeu convite ollicial sotlreu ha alguus anuos a pena de garrote,
para assislir a esta ceremonia fnebre ; mas nAo | --------------
obstante tola a populnejao da capilal desde os gran-
des dianilarios do Estada -ile classe mais nfima
do povn, carraa aos lugares por onde devia Dessai o
cortejo fnebre, e este ilcslemunlio unnime dava ao
funeral o carcter de nin iulo |iublico.
Desde as S horas da manliAa, o capitulo da me- constituirlo, que consisten dar ao congreso escla-
Iropole dingio-se ao palacio .lo arcebispado para I recimeutos sobre a situacio ila uniao, nAo exprima
acompar.har o corpo do arcelmpo, que linha sido | umenln as suas convirr'es pc.s.iacs, mas que bllaaa
Iransporlado da capaila ardenle para om veslibule : aaalldade de minisiro do governo chamado a vi-
de espera. 'giar atleutaiiicule com unnarcialidade os nileresse
llepos da eneomniondarao, o cortejo sabio do pa- do paiz.
lacio do arcehispado. e seguo pelas ras do ar- A siluaro dos graudcs iuteresses, o progresso ra-
A i< I nion o aprsenla a anahse seguinle so-
bre a mensagein do presidente dos Esiados-t'ni-
dos.
U presidente comerou por f.izer observar que,
I conformando-se com os deveres prescribios pela
rabalde de S. tiermaoo ate a igreja de [Nossa So-
nhora.
pido da prosperiJ.ide publica e privada, atiestan) a
predominancia do espirito de iutelligeucia, que ca-
tn deslacamento da guarda municipal preceda raclerisa o povo americano,
o conejo, e depois vinlia a mosica e um deslacaraen- ; Depois da ultima sessao, urna eleiro de uresideu-
to de aaiaM. om halalhao de gendarmera da guarda, |e Uve lugar, nico acto evidente da auloridade so-
um balalhao do stimo regiment de linha, os co-
ches transportando os roembros do capitulo,, e os
clerizos de|Nossa Senhora, levando sobre almaradas
de velludo raid as insignias archirpiscopaes, a saber:
a croz, o bculo, a mitra e o a noel pastoral.
O coche que transporlava o corpo era puxado por
(i cavallos prelos, e o caixAo ia coberlo com um rico
panno de veludo rxo.
berana da aila.
He impossivel desconherer os grandes principios,
que o povo tem saoccionado c sustentado.
O povo conliriunu a igualdade constitucional dos
estados e dos cidadaus, em qualquer parte do paiz
que se achcm, e qualquer que seja a sua origen) ;
pruclainou a sua dedicarlo aos direilos e aos diver-
sos estados da Tinao, o decidiuilO'Se assim, con-
Atrat do coche sesuiam-se os fmulos do hrcebis-I demiiou a ,)e constituir a organisa;Ao dos I pesias para o servico das estradas e reduzr n ptn.i
po, levando as condecoragoes do defunlo : a cruz Eslados-luidos em parles puramente geograpln- I do porte das cartas.
do secretario da thesouraria,%e tal sort* qoe as re-
eeilas das alfandegas nao excedan) o 50,000,000 dol-
lars.
Esles fados sao orna grande ioslrucrao para o>
governos do anligo mundo.
O exercilo durante o anuo ultimo, foi coostaota-
mente empregado contra insurgenles dos territorio*
de Oregon e de Washington, e com om resallado
que nos garante a esperanra da paz para o fu-
turo.
Keroiiimeuda-se de novo um supplemenlu le-
gislarlo alim de remediar na vicios de orgaoisarAo a
facilitar o augmento do exercilo.
A marinha aprsenla as provas mais satisfactorias
do deseiivolvimenlo da sua loica, e a execuro da
le de I85j que (em por objecto de a fater -mais pt/.'~~
derosa foi seguida de resultados vanlojosos.
.Vio obstante- toni-se apresentado pioposlas pira
uovo raelhorameulo.
Durante o auno ultimo, as reudas das trras ele-
va-se a 0,227,878 acres, (laudo um produelo de.......
8,821, "JU doliera.
O numero (otal de acras arrendados he de...........
30,100,230,
Diversos melboran.enlos propoilos pelo secretario
do inleior sao recommeudadrs. '
As despezas da adminislracAo dos rorreios, duran-
te o auno uliimo foram de 10,i07,8(i8 dollars, u d-
ficit foi de 2 787,016 dollars.
Esle dficit foi allribuido a' lei de 1851, qoe da-
va indemnisaroes mais consideraveis aos mestres de
de commendador da legiao de Honra, e as de ca-
valleiro de S. Mauricio e de S. Lazara de Sir-
deuha.
lain depois os alumnos das escolas chrislaas, e
uina mullido de militares, de jomaleiros c de mu-
Iheres segoiam o corpo.
Os sinos de lodas as icrejas de l'aris, faziain re-
soar os seus sons fnebres, e a multidao recolhida
coinsii'o linha a cabera descoberla duranle a passa-
gem do cortejo.
No momento em que o prestito fnebre desembo-
cava sobre o caes, e que ia alravessar as ponles,
urna sese cellular transporlava Verger da Mazas a
Cuncicrgerie.
Assim o assassino ha podido ouvir os soos fnebres
dos sinos em honra da sua victima.
Chegad) ao adro da igreja de Nossa Senhora, o
cortejo parou, e o caixAo foi levado em bracos al
eco, segiiiudo-se ueste acto lodo o ritual da
igreja.
Mr. Egle, conesoda mclropole. fazia as funcres
de meslre decereiiouias.
Nos lugares reservados na igreja observava-se o
marecbal l'elissicr, varms ministros, as depular;oes
do senado, do coi no legislativo, do conselho de Es-
tado, do corpo municipal, da magislratura, da llui-
versidade, ele.
Tinha-se collorado sobre a er,a a mitra do prelado
e a estola que linha sido penetrada pelo ferro do
assassino.
O nuncio do papi, mousenhor Succoni, oceupava
no rro um lugar reservado.
t oflicio fui celebrado por monsenlior Alloo, hispo
de Meaax.
As 5 |absolviries prescriptas pelo pontifical fo-
ram dita pelo nuncio do papa, e os bispos de
Evreux, d'Orleans, de Charlres e de Meaux.
misler que Bates, indiquem pessoas habilitadas para j neral. vindo da provincia das Alagnas o Sr. slferes I on|e, mo|ivo de qacxa'contra o Brasil desde 1830,
possam ser no-i Joso francisco da Silva, e d curie 0 Sr. allercs An- _. ,._ .......'
isso, alim de que. prestando lianr
meadas.
| lonin Jos de Oliveira Sampaio, sjjae ficaro reeo-
.ilii tos ao halalhao dcimo de irifantaria a que per-
D.lo-A' commissaode livaiana publica,para asaJ*!" a0 |na"""i,n """ iMantiiria i que per-
o' secretario das obras pu- """"era .como no da immedialo o Sr. alf.res
miliar o estsdo de saude do secretario das obras pu
blicas, Joaqoim francisco de Mello Santos, remet-
iendo o resallado <)e suas observares. >
DitoAo presidente da juula qualilieadura de S.
I.ourenco da Malla, accusatido a recepcAo da lisia
dos cidadaos qualilicados volantes naquella fre-
guezia.
Portaral'rorogando, por mais 20 das, a licenra
coucedida para Iralur da saude, ao ajudante do es-
rrivSo da descarga da alfaudega, Luiz da Veiga
l'essoa.Fiteram-se as necessanas communica-
Soe.
Expediente do secretario da provincia.
OllicioAo juiz de direilo de Garanhuns, com-
maoiciudo-lbe que a presidencia, em vista do pa-
recer d thesouraria de fazenda, e das razse apo-
sentadas por S. S., acerca da prelenrAo |do pharma-
ceolicn, Braulio Kotrigues Teixeira, indefirira a pe-
tijAo do referido pharmaceutico. Inorando o seguin-
le despacho :O supplicanle esl bem remunerado
com a quanlia de 3200000 rs., que recebeu do juiz
de direito de (jaraohons.
1'J
OflicioAo chefe de policia, devolvendo, coberlo
com o ollicio de S. S. de 10 do correle, n. 122, o
pret em duplcala da elape abonada a qoalro remi-
tas vindos de Caruara' para o serviro da armada,
alim de que o mande reformar, de conformidade
da corpo do estado maior de primeira classe. Joao
Manuel de Lima e Silva, que por deliberacAo do co-
veruo veio servir em commissao ncsla provincia, se-
gundo cou.ion de oflicio do eommando das armas da
corle, datado de 0 do' andante mez.
Astignado Jos Joaquim Coelho.
Todos os sullragaueos do arcebisnado de Pars as-
governo urna caria formal .le agradeemento pelo seu <,,,,,. as n.ueraes, exceprao lo hispo do lll.ns,
procediraenlo naquella materia, prevrnindo assim o | nue nAo po le eonrorror por se adiar molesto,
juizo dos tribunaes brasilciros.e f.izeudu da commu-\ A Cerernouia religiosa nao tenninnu senAo depois
niearo irregular enlre goterno ingle: e o sulidi- "imeiu .....
, i .. Enlo a mi'.lli.lnoeiilrou oa calhedral, ondeo lu-
to brasileiro o Meto de censurara ametra das au- malo |col| exposto.
cas.
Os argumentos qu? se tem apresentado para justi-
ficar esla ausencia de organisaco lem sido exami-
nados profuuUamente, e as consequeucias que disso
resultaran) iuevilavelmenie sao exprimidas com
energa.
A longa serie de ataques dirigidos contra os di-
reilos coiislilucionaes n'uina metade dos estados he
depois passada em revista.
O primeiro ponto he relativo queslAo de eman-
c i paci dos negros; o segundo s medidas relativas
a entrega dos escravos fugitivos ; o terceiro ponto
refere se a queslaoda orgaoisarAo dos governos lar-
riloriaas.
A qneslao de kaosas liga-se a esla ultima. A
mensagem sustenta com energa, e d'uma maneira
irrecusavi'l, a influencia do aangresso ralalivameu-
le i oreanisacao dos territorios de Nebraska e de
K i o-as; passa depois sobre as causas das desintelli-
gencias que tem lidu lugar uestes ltimos lempos,
dillicoldades que nao depen nam das disposices da
lei orgnica, mas sim da interveurao inopporiuna de
pessoai qoe nlo habitara o territorio.
Esla iniervenco em loda a parte onde se lem
mauifesla le por actos de insiirrri^ao ou opposirAo s
medidas leuaes, lera sido repellid.ts ou anuolladas
por lodos os raeios que a eenatitalcJjo e a lei poem
disposirAo do poder executivo.
O presideute declaroui|ue nAo lem o poder de in-
lervir naseleiroes loca es,'para vigiar na sua liber-
dade e decidir da legahdade do* velos ; que nAo
tem mais poder sobre o lerrilorio, do que sobre os
eslados, porque se elle livesse um lal poder, o gover-
no pedera ser republicano na forma, mas na essen-
cia seria monarchico, e que se tenla'sse de o exer-
cer no assomplo de k m-.i-, pollera ser justamen-
te aecusadu de usurparan e de violceo dos di-
reeitos os mais apreciados do povo dos Eslados-1'-
llidus.
Esla parle assaz notavel da mensagem termina
exprimiinlo a lirme convicro de que se acha resla-
J'ambem se recoinmendava os contractos paseados
para as novas malas sobre as estradas que couduzem
ao Ocano Pacifico.
A mensagem Irala depois das relares eslrangei-
ras, e diz que os Estados-Loidot conservara boas
relaroes com lodas as potencias.
As relaroes com a liria-Brelinha sao da urna ni-
lure/a salolacloria.
A queslAo dos alislamenlos esta' arranjada.
L'm tratado vai a ser concluido pelo ministro jB-
to a corle de S. James, tratado que se for ratificado
pora' termo a' queslAo da America central.
As exportantes para o Canad' excedern) esto
anuo ao precedente de 7,000,000 de dollars, e as
imporlares de ti.000,000 de dollars ; o commercio
de exporiarAo e de iuiporlarAo se eleva actualmente
a- .2.000,000.
Os estorro, tentados para libertar o commercio do
Bltico dos direitos do Suud nao liveram o resulta-
do desejado : mas consentio se em responder tem-
porariamente tuda a ai coo definitiva, com a coodi-
cAo de que as summos percebidas dorante um anoo,
a datar de I ti de juuho de 185t>, entraran) em linha
de conta nos arranjos, futuros. "
Com a llespanha tem havido novas difliculdades,
sem que lenha sido possivel rrgularem-se as anti-
gs ; sobre esle objecto lem havido suspeusao espe-
rando a submissao da queslo as potencias eslran-
geiras.
Que a propriedade particular, urna vez que nao
seja contrabando, deve ser libertada da aprehensAo
por navios pblicos.
i Esta propositan suhmellida s potencias marili-
mas, nAo foi regtuada por nenhuraa dellas, foi a-
colhida favoravelmeole por ti -.os ; a Rossia a a-
poiou explicilamenle, e cooperava para obter o as-
seutimeulo das potencias.
t) aspecto das negociaroes lia de ualurera para
garantir a esperanra que a princip-l claasola, Uo
singular pela sua justira e sua igualdade, to csseii-
cial a' prosperidade das nares rommerciaes e Ido
EXTERIOR.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
22 DE FEVEREIRO DE 1857.
U lliealro. O A'r. Joao Catlano*. A companhia
dramtica. anmetrsario da batalha dos Gua-
rarapts.
Na falla de esplendidos cafes, de circuios elegan-
tes, para on le a moda cosluma attrabir as multi-
des em lodas as grandes cidades; na falla de salas
bullanlos de cuncerlos, de bailes animados, onde
rolam, ao som da msica, ondas de bellezas, de dia-
mantes, de flores, de plomas, e se perdem, nomeio
dos risos, as ultimas horas de um dia de fadig.s :
temo* hoje o thealro, on le passamosalguns instadles
de prazer na cn(emplae.Ao do drama, da aceda hu-
mana, ornada com palavras de ouro e de foeo que
alo a poesa.
Nio he necessatio urna longa indagacAo elymolo-
gica, ou ama profunda fnvesligacAo, para piovar que
a origen) do vocabuio drama domina anda loda a
Ihenria da arle que elle resume.
No drama moderno nlo se trata dos homens que
choran) ou que sooham ; mal dos harneas que obrara.
A odo canta o enlhuaiasmo, a ptiilosoplna me dita.
Brutal a violenta, toda acro he drama. Mcsclada
do elemento lyrico, impregnada de paixao, corrobo-
rada pelo esludo dos caracteres humanos, a acrAo
dramtica se eleva a crcaroe miraculosas.
De lodas as formas Iliterarias do pensamcnlo, nao
ha urna mais sensivel e mais popular do qoe a dra-
mtica. Cliesudo a om cerlo grao de desenvolvi-
m.nto moral, qualquer povo he necessariainenle
creador do seo drama. Em rigor, anda oao chega-
roos a este grao de desenvolviraenlo. Anda somos
obrigado. a por emscena a lutado deslino, da gran-
deza, da cobarda, da veualulade, da incerteza, da
vaidade, da miseria, da sobe-ba, de homens ou de
povos eilranlms.
Na infancia de urna oacAo, as aspirares para este
genero de lilleralura, se extinguein no mel de es-
forisiis esteris e de tentativas multiplicadas einuleis.
Em verdade. o drami anda nao existe'para nos, mas
o lliealro he nma realidade.
A-sim, cumpre disliegnir o d-ama do lliealro. O
nos.oaiuda nAo pouueessas decorarnos phanlastirase
e prestigiosas em que a illus.io loma as propprres
da verdade; mas emquanlo os homens gosla-
rein de espectculos, iilo collocar.se nos braaeoa de
um auipliiilie ilr i ou na nhscoridale de um esrna-
role, vidos de ouvir e ver phantasmas passaeirns,
gritos de ama lula morlal, as evolures de um e\-
ercito ou de nin navio : ha u lada infantil da arle.
Rigorosamente i IWm u. as pessoas suscepliveis de
cominuco, pelos luroras de Dlhell i, pelos transpor-
tes de .uuli!'. M de ladv Maciieih, pelos gemidos de
Phedra, se inqnielam inui ,iouru de saber se as de-
corarse* sAo bem pintadas, e se gasloa-se muilo di-
nheiro em macniiaseem Irajoa. Na infancia da ar-
te dramtica, as obras primas nAo foram creadas para
lliealro. perfeilos, e por issu as imperfet'S das
uossas decoracoes nAo nos devem desguatar*.
Agrande preoccuparAo desle ollimos iliashea
o! :,ric."i i le uina nova estrella no co da cidade
pdraaabaeaaa.
Precedido entre dos de um grande reuome, o Sr.
Joao t'.aetano veio piir o sello uesta cidade, que lem
por timbre consagrar as verdadeiras glorias. He de
Bstatara cima da iiiediaua, bem falla e proporrlu
nado. I'em bastante afa*a e farilidade em lodos
os pus muviraentos. em todos us seus gestos.
Artista dotado com o fogo sagrado, com a ceule-
liu divina do tlenlo, que arr.ista, que commove,
A INSOLENCIA DO GOVERNO 1NGLEZ.
Londres, 15 de dezembro de 1856.
A philantropia considerara por sem duvida como
tima grande desgrara, que na aclualidade, quando a
imprensa dos Eslados meriilionaes da Unao-Ame-
ricniia, e mesmo a legislatura da Carolina do Sul.
se declaran) em favor da rennv ar.in do trafico afri-
no, se pndesse suppr que a CrAa-Bretatihadiminoe
por qualquer modo os esforros, que sempre lera fei-
lo para por lermo a esse nefando Irafego de carne e
de sunsuc.
He lauto o que temos leilo, o que lemos gaslo, e
o que lemos solfrido, para que a nossa regra de phi-
lanlropia seja a regra e o padrAo de lodo o mondo,
que encanta, e que faz chorar, o Sr. Joao Caelan*
pussue urna mimiea viva e natural, urna voz pura e
sympalhica, omadeclamaco perfelta. Arrasta cura
a torra da sua pbanlasia e da |-ua inspirarAo ; as
veres tem olhares e gestos que fascinam, e qundo se
anima parece dominar a scena ; lem movimeutos
de colera de desprezo verdaderamente admira-
veis.
Estimado e festejado pelo publico nos (healrosde
Ires cidades brasileiras, era esperado entre us com
impaciencia, e foi recebidn com grande enlhusi-
asmo.
A soa companhia, embora incompleta, ja recebeu
o baplismo da approvocoo publica. Alm do bello
tlenlo do director, he animado pela grara elegante
pela naturalidade severa, e pela habilidad'e dislincla
da Sr.a Gabriela. Ja (em apparecido em scena por
variss vezes.e em lodas as occasioesos dous primeiros
arlistss hAo colindo muilas palmas, scintillanles de
eiithusiasiuo e de admiraclo. As peras que se tem
representado sAo moi conhecidas deste publico, por
isso nos abslemos de desneve-las, como fariamos em
oulra circumstancia, na circurastancia da ivovi-
dade.
Ha na vida social certas pocas de dovida e de a-
gil-rAu em que o houn ni relleclido, que o fuluro in-
quieta, que o prsenla irrila, se refugia no passado,
e procura, como um conselho, como urna consolacao
0 que a historia refere acerca de oulros lempos, e de
oulra sociedadr.
NAo nos adiamos absolutamente neetas circunstan-
cias, mas com tudo a recordacAo de urna das paginas
mais gloriosas da no-.o hsloria. sempre sera recebida
com delicioso prazer por lodosaquelles que idolatrara
a patria do corarao e cscutam os echos do pas-
sado.
(Juinta-feira, 111 do correnle. lizeram cenlo e oi-
te.nta e nove anuos, que, nos montes Guararapes, te-
ve lugar o feito d'armas mais glorioso, que a nossa
historia refere .i posteridade : foi um duelo de mor-
te enlre Brasileiro* llollandczes, cujo triumpho as-
seurou a cora portut;uea a palie das suas conquis-
tas no cootiiieule sol-americano. Para coinmemo-
rar esle anmversario da halalha de I! de fevereiro
de IbtiS, vamos Irasladar aqoi para os nosso* leilores
um poema, iniitui.i i t /; i ;,'. ios Guararapes,
de nina musa cujonnme desconbeceinos ; mas antes,
lbe daremos urna idea abreviada do sitio onde a ac-
Ao leve lugar.
Ouramps a descriproo cosmographica desle ponto,
feila com muita grara e naturalidade, por I". Ha
phael de Jess :
Situou a natureza os manes Guararapes a Ires
para qualro lenu-.s do Arrecife, caminhando de nor-
te a sul, (res do nosso Arraial para o Puente ; da
Barreta doas, deNorle a Poenle.
Do mnnle onde se comer a impinar a Ierra 3l
ao mar llavera de distancia Ires qnartos de legua de
Leste a (leste, c olu campia rasa de muilos loda-
raes e alagadizos.
Desles motiles para o serlao, vo conliniiundo
serranas de subida, agreste e aspara acccsio. Algu-
inas levanlam a rabera sobra as noven-, e pela maior
parle sAn de cadencias quebradas que espantara a
1 visla e a consi terarAo pelo despenhado e |irolundo.
si Das eminenrias dos seus picos se deseobrem di-
latadas e feriis campiuas, por crandes distancias do
serlao, e olhaudo para a parla do inar se voem
muilas leguas do cosa, a o golpho a\ perder de
vista. \
0 terreno desles montes em parle rteaaibro, em
partes trra sola e aren ; e por ahi pedras desuni-
das tAo poderosas e massissas que pelacotr apesoque-
rom parecer ferro. As.asnas invernadas\lem feito
aellas laea quebradas, gratase barrancos pie se nAo
olhain sem BMda aaaio pariga; de modo que vadea
las a rnvallu seria ieinen.ta.le, a alrV-viinen
lo. \
. lodos astas montes no escalfada* ; s criara al
gama arfara he infructfera e agreste as fredas
destas ierras se cultivara, e arodem com fruclps,aju-
dados da humillada que escurre dos moules. \
alo demonstra por cerlo grande falta de zelo ou de
energa nos meios de repressao. O averno inglez
assegura que o presidente de l'ernambuco foi con-
nivente no desembargue desses Jfrioanos, c que em
consrqotncia dessa connivencia remuveu a policia
para longo do poni onde o desembarque sa eflec-
tuou ; inataurou oprocesso em um logar diilante
daquelle ero que foi commellido o crime, e afim de
evitar o comparecimenlo de teslemunhas imporlan-
les, e por ultimo para vingar-se do coronel Urom-
mond pelo energa qoe desenvolver na captura dos
Africanos, a para annullar o sea teslemanho, enllo-
cara a elle coronel c a ico lilho sob o peso de urna
ac{Ao crime.
O governo brasileiro sostena alincadamcnle que
nao ha a menor sombra de verdade ueslas aecusa-
ces ; e quanlo namliucn, garante-a o Sr. Parauhos, mioislro dos
negocios eslrangeiros do Brasil, de quem dizia o Sr.
Jerningham : Bem quizera que lodos neste paiz
> livessem lio bons senlimenlos a lodosos respeilos
como S. Exc, que crei_o ser adversario do trafico
o de Africano-.
0 Brasil nega que a forra de policia fosse removi-
da, e assegura qoe o ponto onde a queslAo foi axa-
i Guararapes, na lingua do Genlio, he o mesmo
que eslrondo, etlrepido como de tambor e albale,
deduzindo esle nome do rumor que fazem as aauas
pelas rupturas e concavidades destas serra.. 11 ulti-
mo destes montes as-enla o p n'uma poulade Ierra
solida cercada de'alagndic.os ; tudo mais he laga e
malo.
a Por esla pona ou boqueirao entrn a nossa
-enie ,e se alojou naquella facha de Ierra com as com-
modidades e forlificacAo que Ihe dava a natureza,
nao sendo i menor a de ficar escondida aos olhos do
Flamengo, que t do alto dos Motiles a podia des-
cobrir.
A povoarao de Moriheca lica a urna legua doi
Guararapes, pequea em si, porcm grande pelos
muilos viziuhos que a cercara em particulares viven-
das. O terreno he ricu e frtil e abuudaul* de
agua.
Eis aqui o poema :
O CHEIE.
Em mal guarnecida sala,
Donde e goza o prospecto
Dos vistosos cannaviaes
Que cercam a Muribeca.
Em frnuxa rede encostado
Esl Joao 1 .Hundes Vieira :
Qae a seu rei ganhou om estado,
E liberdade a soa Ierra.
I na carta Ir, e sorri-se.
Como quera nada ere della ;
E u raessaglro qoe a Irouxe
Do p nAo sem raedo espera.
E por lim era gran-risada
Desalaudo, assim se expresia :
>< Caniardn, vinde ligeiro
o Ver como o hnllandez graceja, u
CamsrAo ligeiro acode,
E Delinque Dias com elle ;
E Vieira oulra vez da caria
l-isias palavras vai leuda :
o Os do gran-cuiiselbo, anciosos
Por -oncue nAo derramar,
o Promellem lodo peidoar
Que se entresuem respeitosos:
E nicamente exceptuado
i 0 traidor lleogeataa seja,
Pois qoein contra os seus peleja,
o Nao merece ser perdoado.
a E os que nAo se submellerem
o E dez dias, da indignada
a llollaudeza gente nada
(i SenAo ferro e fogo esperera.
a Depois delles, a enanca
'i O dbil velho, a inulher
o lulo viclima ha de ser
De nossa justa vingauca.
k Sem que al tachar poss.iis
I'oisqucm provoca he autor,
e E vos sois que provocis.
Acabada esta leilura
Se aproxima de um blele,
E ao gran-coiisclho em resposta
Nesle esMo Vieira escreve ."
ii Por cerlo he cousa risouba,
Que, quando pedir devia
(i U gran-consellio ainnislia,
n Amnislia nos proponha !
o Se oulra vez lAo vil proposta
a A apresenlar-me se atreve,
NAo espere que ella leve
'i De iiiiui poli la resposla.
o O papel, onde Iracado
o For esse insullogrosseiro.
o Ha-de em carinchos primeiro
o Ser por Vieia (rausl.irinado ;
h 1 le recheiados depota
o Da chunil.n diiar-vaa-vio, .
a Quem ha mister de perd.in
Se somos Boa, se vos soii. u
tortdades bra.-ileiras, e.vecuticas e judiiiacs '.
A'iiinguem pode sorprender a noticia de que esles
Ifttos for;:m recebidos cora transporte de indianatAo
pelas cmaras brasileiras, e que o procedimenln da
Inglaterra foi censurado nos termos os mais desco-
medidos.
Aqol lemos, pois, um caso em quo he muilo pos-
livel que a injustica esleja da nossa parle, e no qoul.
ou tivessemos razAo, ou nAo a livessemos', Irataraos
com iuloleravel insolencia a um alliado (irme, a um
freguez excellenlr, e sobreludo a urna narAo, cuja
fon;* inferior nos devia levar a adoptar urna liugua-
gem moderada e conciliadora.
A este procedimenln do governo inglez, su se pu-
de responder, qoe foi devidoan desejo qnc tem de
abolir o trafico africano, desejo que desculpa ludo.
NAo admilllmos a deacfllpa ; nas, se a admilti.se-
mos. dovidariamos grandrmenle, que a a-s-o-i.icao
da idea da abllelo dacoo nacional, bem como a' da dictadura externa,
fosse o verdadeiro roeio de assegurar um apoio ; e
asamos que. pelo contrario, a identificara* da re-
nnvacao do trafico com a independencia nacional e
com a emanciparAo da infloenria externa alislaria
em favor desle Iralico ahominavel o nico senli-
menlo reipeilavel, que he possivel despertar era seu
favor. {Times.*
Jornal do Commercio do Kio).
E Ionio n que havia cscriplo
Era voz alia aos companheiros,
O* qnaes ambos dizem : Bravo !
a Resposla digna de Vieira ; o
Ao messageiro aterrado
A carta sisuda entrega ;
E esle sera demora deixa '
Do general o aposento,
E enlre lilas de soldados
A Muribeca alravessa.
E alegre por ver-se livre
Do lenle a estrada segu.
OS AGOl ROS.
Apenas o messaseir
Pe p na arenosa, ra
De Muribeca, os de caa
Sua conversa continuara.
Cunaran, O ilisisne chefe
Dos atrevidosTapuvos,
Contando esta oque mullir,
E Vieira e Dias n escutaiii.
Sobre o semblanle de V-ieln
Se v piulada a amargura,
Pois uo soiibn encontrar feusa
Presagio de golpe duro. ,
No semblanle de azeviche
De llenrique Dias (ulgiiram
Era contraste os brancos slhos,
Eshugalbados de susto.
o En sonhei dizia o indio'
a Que dos Guararappes m cume
Gran feslim se celebrava,
o Era honra de um srandt triumpho.
K Rolo eslava era mil pedaras
O pendAo do falso e diro
o llotlandf-r, e Iremulavan
o Ovantes as quinas lusai.
a Mas para alcaucar dos minies,
o Dude isso cu via, as alkiras,
o Patear era necessario
Trrenle rpida e esrun.
o Nao lie.ilo ; em meio delh
o Duu sem demurar-rae tm pulo :
M E apenas o nado emprendo,
o hm sangue o rio se mu.1i ;
ii E cada vez mais lerriveis
Suas ondas me sohrcpuam ;
o E o corpo sobre a flor di agua
o Sustento com grande cislo.
o E ao li.it.iv o avisto ao lome
o Braraiudo em ferros e *ni I un i ;
ii R) seus pus feilas pediros
ii l'errainenlas de lorlura.
o E quauto mais forra fari,
o Ouanto mais sofreao oto
o Por j.mliar a npposta margen),
" Mas ja sem forras remo.
o Nisto vos avisto, Vicin
o C'o valeute Dias juno,
Ambos de gloria ceriadns
o Dos Guarappes sobr o cuinc,
E ao feroz llaai rxlenlido
o \ vossos pos leso e nudo ;
E a Sclmppc haiihad) em angue,
" Qae a vida sslva co'a fuga.
ii E quando anhelo romvosco
o Gozar laiiiauha venbra,
li Vem uraa vasa de tatSM,
E em seu seio me semita, a
Assim disse CamarAo ;
E Vieira e Dias, que nodos
Ao souho ominoso atteidem,
Por rano aguara a iratman.
S Cantarlo nada aaxarg ,
Pois aquelles que a forana
Tem por victimas man-do,
O -ii ao-. allos inostr;, or, nllj
Em silencio e.l.vain Indo
Quando igeureira cora
Sobre o tediado repele
Sea lerrivel grilo agudt:
A's 5 horas e ineia psalmodiou-se as vesperas dos
morios, c o caixAo foi depois conJuzido ao carneiro
dos arcebispos.
.V eraasjo fnebre ser pronunciada, segundn o
uso. quareula dias depois por um dos coiiegui do
capitulo.
A proposito do funeral do arcebispo de l'aris fez-
sc ama singular observaran, o vem a sel, que foi
lambem no di Itl de japeiro que o cadver de Mr.
da Queleu foi descido au carneiro dos arcebispos de
Pars, onde descanram ja cinco prelados morios de-
pois da revolurAo.
O corar '.o do prelado, que foi embalsamado
liarle, devia ser depositado ua igreja dos Carme-
lilas.
Mas boje diz-se, que a rogo do parodio de S.
EslevAo do Monte, elle sera Iransporlado a esla
igreja, depois qoe se celebre a ceremonia da recen-
ciliaco.
Esla ceremonia expiatoria dever ler lugar de-
pois d'amanhaa, em seguida, i qual a novena de
belecido em Kinsst, una circurastancia favoravel conforme com os senlimenlos des! poca esclarecida
para que una sabia legislarAo, seja na asseu.hla
legislativa do lerrilorio, seja uo rom;resso, poasa vi-
ciar para que nao resle iienbuin arlo no livro dos
e-i 'loin. que sJja contrario a' constiluirAo on ao lim
para o qual elle foi presrjipto, e tomar toda qual-
quer medida uercssaria para garanlii aos seus ha-
bitantes o gota, sem obstamlo ou demora, de todos
os direitos ruiislitocionaes dos cidudAos dos Eslados-
I unios, que a lei orgnica do paiz lem tidu em
vista.
A exposirao da siluerAo financeira he soberba.
As reccitas do Ibeaeure, piovenicnles de todos os
meios do rendimcnlo para o anuo linanceiro, que
lermiiiou no primeiro de julho de 1855, monlam a
Tij milhes e '' 1 s, 1 ii dollars, que com o halanco do
reinaueecente fazem a qnantia de (12,250,117 dol-
lars.
As despezas, comprehendendo 12 milhet e.........
77(i,:i90 dollars da divida publica, lera sido de
72,'.18,7!I2 dollars.
A divida publica total esla' hoje reduzida a.........
:|I),7:I7,I29 dollars, qae podara ser pagos integral
Santa Genoveva, lAo lalalmenle in'lerro.npda, ser., I me"le "'u,n a1"00.' o do aervico publi
seaondo se diz, conlinuisda. I cu ; mas nao leudo anda enagade a lermo do p.ga-
Assegura-s.'que Variarpessoas pieJosA se pro-1 """,u' -UVfrno na pod ob, 8,r Porladores an
' accoes a receberem o* seus valores.
As despezas aunases, dorante os cinco ultimo-
poem a tomar a iniciativa na supplica de bealilica-
cilo ao pe da corte de Boma, para os dous uni-
rnos arcebispos de l'aris, morios marlvres do seu
dever.
Tambera se di.', que o nuncio do papa lem frito
esfnrroj junio do gavereo, para nbler quer Verger
seja examinado por urna eomcaasSo especial, alira
de examinar e elle esta'llenado, paral na dar aa
De Vieira e Dias o* ullios
Canse por commom impulso
Se eiiconlrara, inulto eslratihaiido
Que lal som de dia escutem.
Ni-lu negra borbolela
Entra na sala, circula
Em poda do indio, e ligeir.i
Pela j nii-a se sume.
Por lim labiada os tres cheles
Cada qual loma seu rumo,
Concordes em que mais larde
No acampamento se reunam ;
E apenas su vr-se o indio, %
Na estrada eiiconlra um defunlo.
Que era branca rede dous negros
Levavara a sepultura.
Oh quanlo Dom Joao grabara,
E gndara l'ernambuco,
Se essa falal comitiva
Fosse por diversa roa '.
A MARCHA.
Pela estrada qae se estrale
De SeriuhAem ao lente
Iseus valenles hrasileiros
O invencivel Vieira guia.
De um lado e de oulro da estrada,
Cohrindo amenas campias,
O verde gaio dai canoas
Encbe a visla de alegiia ;
E em grupos de trecho em trecho
O verde campo malisam
As naaaabeirai vistosas
E do alio coqueiro as filas.
Sobre um isabel garboso,
Trazido de Audaliizia,
O chele tilico seus valeules
Esquadres ii gloria guia.
Chapeo de meia aba aleada
De ureo gal.io guarnecido,
Em que ondeiam brancas pluma:-,
Da sombra a seos olhos vivos.
Ve-te ura erbSo agaloado,
traje enlre moderno. c antiuo,
E era borzesuira de ramurt
Leva a argntea espora lisa.
De seus bravos africanos
Se;ue o (rente llenrique Dias ;
Da realce a sua branca barba,
Sen temblante de azeviche.
Aira/, conimauda pujante
Seus rapo)'** invenciveis
0 raio que contra llollniida
r'ulminou da Parabiha,
Do coln Ihe pende em fila
Ceirl.ile a cruz de Chrislo ;
E da cor da fila Ihe arde
O semblante de ousadia.
Sobre o rotlro empuoha a espada ;
II cha com pe firme pisa ;
E aos seu- vollaado a cabera
Sem parar as-im dizia :
ii Que contra a gente traidora
n De Hollaiula, sempre invencivel
a Foi faeno valor lerrivel,
Niii-rnem, T.ipuvos, ignora
3 Eu de vos mais boje espero,
o Nem licarei salisfeilo,
i Se vosso :ndoin.a el peito,
S vence ao balavo fero.
ii Quero que Mis.a ousadia
ti Venra a do iiemo africano,
o E do audaz pernamhiiranu
i Inda exceda A valenta.
ii O vencer crueis injmigus
i He cousa fcil ; veneci,
< E, que tal podis, fiera .ei,
.i / m al'ir vosso, amigos.
o E quando a chumbo endiablado
e De Pul v o peilo arrombe,
o Tapoyes, Poiy nao tomhe,
aunos lem sido de S.000,000 dollars, e o total das
despezas calculadas dos cinc*),anuos prximos, nao
excederao a esla qoanlia.
Actualmeiile o produelo dai alfaudega. eleva-se a
('>i.lHK>,00U dollars, c o presdanle lecomraenda que
se modifique i lei do imposto, segundo a opinilo
0 Sera ser pelos seus viugado.
O ATAQ1 E.
Em bosque de sapucaias,
Krahiiiiaa, e secupiras.
Que dos duaiarapes das laidas
Se f \ i ende a perder d villa,
Do Polv valenle o- indyj..
E os negros de lleurique Dias, ,-J
Era taciturna emboscada
Esperara pelo ioimigeV_.^
E fronleiro d'este bosque
Lid pal ve ia o cainiiha.
Que '-ni torno speras tabocas
Em feixes cercjra hipidos.
Ao caininhaiilc que marcha
De Moriheca ao Recfe
A estrada do bosque a borda
Da pee** estreilo ediflictl.
Seus trocos fogosos Vieira
Aposta sobre este Irilho,
V. piiucos pees por dlsfarce
Em frente delles alinda.
Quera visee a selva era silencio,
ii os I'i iilo. mudos, dira,
Que liberdade da palria
1 noli -ni eltesdefendan).
SIAn quietas e alenlas no alio
Da sapocaia >s guaribas
Encolliidas em suas pelles
Brandas, nagras, e luzidas
Esprcilando a Iraz dos troncos
Calado o quiudu se ourica ;
Nem piara oo lago raurto
JaburiVi e macaneo*.
A' lente de suas plialau-o.
Numerosas e aguerridas
Cafalga o balavo Schoppe
Sobre um logoso lordilho.
\ era alraz o iuliepido llaus,
Com rosto sereno e fri ;
E eaniiuha, mal sabendo
Qoe para a luiuba caramba.
O traidor Pedro Polv
Quilo diverso de sed primo !
Ao eslrauho balavo ajada
Contra as lusitanas quinas.
Tambera veem n?eros faral*.
Mas nao sao de llenrique Dias ;
E al deixain suas galeras
Trezenlos bravos raaiiuhos.
Apenas na estrada ao langa
Os troca* do Vieira avista,
Passa Schoppe a voz de a Irole ; >
E a trole todas desfilan).
Mas de rppene dn bosque,
Sem ver-se donde saina,
Sur^e fumo, e se ulive cstroudo
I lis mortal iiiosquelaria
O vapor ^rassa por lodos ;
No chao cae Schoppe ferdo ;
Haus ru' a dexlra o peilo aparta,
E tcivel o gritando, espira.
Mas pouco o lerror Ibes dura,
Pois recobrando energa,
llii-cam do seu rtiefe a morle
Vingar, c salvar a vid.
E de ambas partes se Irava
L'm combale tAo rendido,
Oue os ares se encliera de telas,
Balas, pn, fumo, e gemidos.
Mil global que a marte levara
Sem rp-sar pelo ar Ibilaan,
E mis contra os oulro. balando
Se achatan, sallando arriba.
11 hallandez, cuja palrnna
vera de muiino piovula,
Nao cessa o fogo ; em sua espada
O braiileirn confia.
do mundo, oblera' a epprovorAo de lodas as Dolen-
cias martima* e seref *.sim eucurporada no cdigo
do direilo internacional.
As relares entre este paiz e o Mxico, Nicaragua
e a Nova Granada, continan) embaracadat pelas
frequentes revolurei.
O Mxico continua a recusar a repararau da inju-
ria pa-sada.
As relares diplomticas estao suspensas eotre o
paiz de Nicaragua por causa da diflicoldad* de re-
cular sobre o governo de laclo, e as qaesles as mais
serias lera suguerido da Nova Grineda, es* raiao da
sua lecislarAo recente sobre os decretos de tonela-
da : o imposto de tres dollars por rada libra d* peso
de correspondencias que alravessirem o iilhrnu tira-
ra dous milhes de dollars por auno aos uo.-o-
concdadaos. sobre a sJmraa paga pela rontpaoliu
do camiuho de ferro de Panam' ; esla legislarn
viola as eslpalaces do traalo, e he do notso dever
resislir a' sua execurAo.
Alm dislo nos pedimos o Non Granada repara-
do dos prejuizos causados aoi uossos eoncidadaos no
rcenle Icxanlaraeulo.
A prolerrAo de vida e de propriedade he Uo |>re-
eana que furaos obrizados a le naqacllas agoas urna
fuic.i naval, que nAo seria prudenl* retirar anteada
solurAo deslas questes.
A mensagem termina por felicitaces (obre a paz,
a sraodeza e a felicidade qoe gozara actualmente os
Estados-I nidos. .
Estamos ehegados, diz elle, a ele periodo da nos-
sa c'arreira nacional, onde os pericoo os estoico mu
de incidente., nao de fraquesa, mas da farra.
Lm tapete de cadav'res
Sobre a Ierra esU tendido ;
No paul, o entre as tabocas
Sto mil cadav'res sumidos.
Mescljui-se untos de guerra
,JoniirHKribis de agona^
o Fogo, .i(*a"nTe\ #* -srTalai .
..--" -'Ixn Gol, santa Virgem, Hiiuinel.
CamarAo por Inda a parle
A espada lelhal retine,
E o saogue uai proprias veas
Mistara co' do aimiso.
Qual jaguar qoe a dora Hecha
No lotnbo leva mellida.
Ki vAo a sacode, e em raiva
ludo o que enconlra, espatifa ;
Cantarle ceg se entranha
Pela espessa infantera,
E por onde marcha irado,
Fraiiqueia largo caminho.
Oolrai ve/es atacando
Fogosos troto* sem lino.
Cavallos sobre seus doous
_ Seu braco invicto derriba.
E ja a morle derramava
Por toda a crien..i, da linha
Quando ante si, sem que a espere.
Bombarda de brenze avista.
Quer ou-.i lo accommelle-la.
Para nin pouco ; a phanlasia
llutra vez ante seos olhos
Lid rio de sargue pinta ;
Dos Guararapes sobre o ruroe
A m '-ni i viso divisa,
Que via em sonho ; ea bombarda
Logo accommellc atrevido.
Nisto ergoe-se espesio fumo.
Brilha claro, soa horrvel
Estampido, a bala o Tere,
1 1. elle cae uo chao, e expira.
i) hnllandez em posea bora-
l-.ut debandada fugia,
F; nos muros do Brrela
llu-c.iva forte guarida.
Mas a victoria gloriosa
Por mu cara Vieira estima .
Pois a comprara por prero
lie ama (Ao valiosa vida.
E encerrado no Brrelo
Contara que Schoppe dizia .
.. Vale mais que cena victorias,
o A morle d'esse atrevido.
No Iteeilc existe om templo
Dedicado a Santa Virgos*,
Palmita dos Militares,
A cuja entrada se afilia
I.vi-'ii-o painel pintado
Em tosca tapetara.
Que esle padrao nos lecorda
De pernambocauo bro.
No sillo onde leve lucir esta lam -1 viclulia, qu
he comparada com a i Mjubarrola por causa do.
muilos ponloi nntaveis de conlactu.qoe teco com as-
te mande feitn do herosmo portuGuez, e oudojs-
/'in sepultados muilos menibro* de orna gerarao ex-
lincla : neste sitio, dizamos ns, o arado do lea-
dor, revolvendo a Ierra .inda deseobre boje moilo*
vestigios qae altestam a batalha ahi polejad* entre
Hrasileiros e llollandezes, e o povo da ao logar a
di-nomimicio ,de batalha.
Guararapes ja nao he somenle alagoa e mmln,
rumo de rrv* F. Kapbiel de J**us. lem um ernte-
aova, que he um dos melhores da provincia, c um
ole;: me rapellinlii, sob a iovocai.ao da \>su Se
nhora dos Pro/eres, perlcnrool* ao niosleir.. de s.
Benlo, onde se celebra urna lerda a qu* I oncorr*
ininl-i genle do lenle
I AHalak-il-Krati/.,
MUTILADO
ILEGIVEL




DIARIO DEPEBMAHBUCOSECi.NDA FEIBA l)E FEYF.KERO DE i:,;
IVa nnssas relar,oes eslrangeirai, lemos a moderar
> homo poder em face epublicas vi2ah>s e collocar-no 10 lado dot impe-
lo luropeu com a dignidade do uosso direito.
Na iHi.5,5 re.i,*-.. interiores lemos que eslar al-
ent coolra o, conflicto de inleresse e de ambicao,
i|oe sao consequencias naluraes das nossas eleices
lolilira. *
O presidente termina exprimindo o tea profundo
lecouhecimenlo para a Divina Providencia, qne lia
salvado o paiz de numerosa cliflieuldade, que llie
lem conservado as relscoes amigavels do governo a-
loencauu com as mais potencial e continuando a
crdera constitucional, e a Iranquilidade em luda a
i xleosAo da I nio.
A
res so
ferro sobre o braco do mar, no lujar denominado, comparecido A. Martin d'Esladena, lirmei cora l-
Casqoeiro, conlradadn com A. M. d'Estadens. j le, a ;) do jaueiro do correule anuo, um contrato'
Nollmdoauno pagado foi ella franqueada 10 obsrvalas Indas ai disposicie a esle respailo esla-
Iransilo publico, e segundo as inforuiacne, de urna \ belecidas pela referid.! lei ; e posto reclamaste ,
commissAo de engeuiriros.qiie Oomeol para recebe- conlrataute contra o artigo que o ohriga a organi-.i'r
la, olTerece a obra todas s garantas desejaven de na Europa dentro de um mez
Gszete du Mtdi uda' os eguiiles pormeno-
'bre a vida de roon-enhor Sibour :
< Dorniugos Augulo Sibour perlencia n urna ra-
nilla remediada de Saiul-lVjul Tios-Chnleaux, an-
.iga cidade episcopal do elpliiuadu. Moalloo du-
la lenros aunos a ua decidida vucacAo para o esl.i-
no ecciesiuiico, c fez osseus primeiros esludos no
i emiustio de Avignon.
Chegado a idade de receber as orden sacras, foi,
l>or un, escrpulo que honra a sua consciencia, or-
iieoar se a Koma, para nilo receber as orden do
Hispo de Avignon, um dos anligns hispo conititu-
aonaes qne Napoleao fez aceitar a Pi VII no lem-
wda concordara de 1801.
"O joven padre veio uepuis residir para Paris. Ila-
Inlou por punco lempo a celebre casa de S. Sulpicio,
"foi vigario da paruchia des Pelils-Peres como
espeitavel abbade Ueigenelles
Quando a saa familia deixou Saint-Panl-Trois-
'-hatcaux para se eslabelecer em Port-Saiul Espril,
) abbade Sibour lornou-se diocesano de Nimes.
O hispo desla cidade,.monsenhor de Chafiro},
'liamoo-o para o seu grande seminario pura reger
urna cadeira de pbilosopbia : depois uoincoa-o co-
nego honorario e conexo ulular.
Por morte de monsenhor Crtaffroy, o abbade Si-
)our fui um dos grandes vigario capitulares que ad-
-ninluraram a diocese aoles da Hornearan de mon-
senhor Crl.
Nesta poca.o abbade Sibour dedicavn-se a traba-
mos Iliterarios e Iheologicos em que adquiri hem
depressa urna reputado ne tlenlo e de saber, que
loso Iranspoz os limites da sua localidadt. Mem-
i ir>''|ej*-tra academia de Nimes, conheceo
ah RebootTe o genio do poeta inllamou-se mais de
nina vez com as inspiraroes de um collega, cuja
apreciarlo e animaran nunca Ihe lucrara falla.
O abbade Sibour enlregava-se tambero com van-
tagem a' prdica, e mullas cidades do meio dia,
Aix sobretodo, conservaran! a preciosa lerobrauca
das localidades onde elle (aregava. "^
Todos te lembiam, qoe elle era esperado em Mar-
selha para oceupar a cadeira deS. Theudoro, quan-
do foi nomeado bftpo do Digne.
Por umeiiliiiieiil i de modestia chrisla.que revela
adrniravelmente o seu'. carcter,monsenhor Sibour,
no quiz ir oceupar a cadeira para que o chamara o
seu eminenle merecimento, antes de ter ajoelhadn
em Aix aos ps du veneravel bispo Miollis, de 90
anuos de idade, que linbn oceupado lao saniamente
a cad-ira de Dgne, desde 1801.
Foi com om enlernecimenlo fcil de romprehen-
der que este palriarcha deu eus conselhos, e suas
heneaos seu digno suecour.
Dorante o seu episcopado em Digne, monsenhor
Sibour, um dos prelados de Franca de maior Hornea-
da por sna sciencia esa direilo cannico, publicou o
seu livroInstiluices oiocesenasobra que fez tan-
ta ensacao por suas ideas verdaderamente cilholi-
cas, coja demonstrar-So preparnu lambem a reslilai-
.ao, concedida mais larde a' igreja, das liberdades
qoe Ihe negaram os artigo* orgnicos.
Luiz Philippe, mal disp sto para esta liberdade,
nao quena comprehender a intelligenle iniciativa do
prelado, e quando monsenhor Sibour fui propuslo
para as cadeiras metropolitanas d'Aix e d'Aviguon :
dUse elle, que fique em Digne e que escreva.
Foram as ideas religiosas exageraaas do hispo de
Digne que Ihe deram a sua nomeacAo para a e mais
importante da Franca, quando as balas socialistas
atraveisarara monsenhor Affre quando sahia com o
ramo de oliveira da chrislaa ao encontr dos insur-
gentes de junho de 18*8.
O qoe o sabio e virtuoso prelado fez em favor da
religiAo, no e-pac.- lao cruelmente abreviado de seo
pontificado, he de tolos sabido; a creacio de orna
escola de predica no Panlheon restituido no culto ;
o desenvolvimenlo dos altos esludos no local do
x-armelila, santificado pelo marlvno do- padres im-
inolado em 9:2; o desenvolnmentn das associaces
de caridade, com especiaiidade da obra de S Fran-
cisco Xavier, que reonc hoje 00,000 hoinens da
classe operara ; e lautas oulras medidas de que me-
Ihor conla darlo os jarana! csiholicos de Pars, at-
iestan! qoe, apezar do immenso peso de tantas dif-
fieuldades e de lana solicilude.a pissagem de mon-
senhor Sibour em Paris nao foi estril.
O acolhimenio paternal que Ihe fez o Sanio Padre
em 1854 he ama evidente prova de qoe Rom fez
toda a jnstir;a ao seu zelo e ao sea ardor evanglico.
0 Journal de Debata, considerando como se-
gura a noticia relativa tomada de Herat, indica o
alcance qoe pode ter este acuutecimento, e designa
no me-inu lempo a etlrema importancia que tem a
cidade de Herat na grande partida que se joga, de-
pois do principio do seclo, para a domioaejio da
Asia, enlre o imperio anglo-indio, e imperio russo-
tberico ;
Na Asia, diz o jornal mencionado, as duas gr.in-
des potencias, a Inglaterra e a Kussi., nao asilo
separadas sobre a Ierra sen.o pela Persia e o Afl'e-
ghanislan.
A distancia, na verdade, be grande, mas o espaco
nao he habitado senao por popula(;0es pouco nume-
rosas e assira n,io apresentaria a im enercilo inva-
sor mais que obstculos naluraes* islo be, obstcu-
los qoe a organisacao militar dos nossos lempos
consegae sempre vencer.
Ui dona paizes intermediarios, um o Affghanis-
tau, be dominado cela Inglaterra, e o ontro, a Per-
sia pela Russia.
No principio do seculn, a Inglaterra fez grandes
esforcoi para se eslabelecer na Persia para all se
lorlilicir, para crear um baluarte contra os aggres-
sores que podessem vir do Oesle ou do norte, e no
principio parecen qoe alcancjria tndo.
Os sea- d'plomaiicos tinliam {tanda crdito na
c"r,e << Neth-Alli-Scliali; acolhiaro-se com dislinc-
(M os ofliciaes que ella aaviav (.ara organisar um
exarcilo regular, e sobretudo recebiam-se com a
mais viva salisfncao os numerosos milhoei que ella
lomeen ao gove[uo persa, na esperangs de que
n um da tirara partido para eslar n'urn estado de
defensa formidavel, mas pelo contrare .uccedeu
qne eslas grandes lominas nao serviram mais que
para engrandecer algumas pess'eas d'ama corle a
mis corrompida do mundo. Sera embaK ludo pa-
recia ir bem para a Inglaterra ale ao momento em
que a Uussia se decidi comejar retolutamenle a
lula que prosegue ainda, mas quando as tropas com-
-dadiispor Abbas-Marza e formadas pelos ofli-
ciaesT^HmT"'-'in bandas pelo irtacccbal Paskewil-
ch nas camplva^sde I.^T^eJK^, a |i,Uilerra per-
deu toda a sua ink'. ..ca na corte de l"Uran, e
depois nunca mais a recohroo. ~~--
Ella tutlia conlribuido talve# pelos, seus conse-
lhos para coraprumcller a PetMi nesla guerra, que
Iho cuslou a provincia, 0a qual Erivan he cidade
principal.
Mas o qae aeabna de arruinar o crdito da Ingla-
terra fui dentar opprimir a Persia, neslas criticas cir-
curoslancias, em Ihe fornecer nenhnin apoio edita*.
A Hu. a, pelo contrario, queacabava de demons-
trar a sna forra consideraran principal aos olhos dos
asiticos, ainparuu-se de todo o lerreno perdido pela
sua rival, e nao sil censen ou a sua conquista, como
soube fe/.er-sc temer.
A Inglaterra lendo r-m visln osseus interesses ti-
nha querido crear um *sia.lo poderoso na Persia ; a
Uussia pelo contrario fez ludo para manler a Per-
sia na fraqueza e na dependencia.
A Persia nao he hoje mais do que om instrumento
nas suas maos, e serve-se della comanla habilida-
dc como perseveraba para perseguir sb um nome
deempreslimo a guerra que empichen leu na Asia
contra a influencia bnlannica.
He assim que por duas ou res vezes induzio o
governo do Sha a emprehender a conquista de lie-
ral, qnerendo por esle meio abrir a estrada pela
qaal pode marchar sobie a rronteira ingle do In-
ilosi.io, e a sua poltica a esle respailo tem sido por
algumas vezes ISo empreheudedora, que lem resul-
tado complic-ri>"s graves.
He necessano nao occullar que Herat e llonchir,
os Altghans e os Persas, nao represeiilam scuo uo-
mes sob os quaes duas grande potencias continnam
a lula <|ue emprehenderam j ha alguns anuos.
Pela aerlo de urna esquadra. pela lomada de um
ponto do territorio persa, pelo erapregu da forra
aberla, a Inglaterra lirn a naneara.
Como responder o outro lado a esta demons-
Iraeao ?
A parle rival julgara qua na inleresse do seo
prestigio enfraquec do deve reagir.
A vista deslas obtervaroes nao
reeaar qae um t. 1 e-lad de cousa
l^uropa a urna siluaro sein3lhanle aquella de
I8.>3, quando o imperador Nicnlau lend I aneado
mao .le um penhor, a quesl.i,. de guerra o de'paz
ie achoo por e=le faelo exposla a vonlade do Ot-
1 II..! 1 .
V Persia nao peder invocar qualquer tratado em
virlule do qual possa couslranser os seos vi/.inlios
do nortea entrar Da lucia 7 ou ames as ,|as po-
lencias que concorreram no tratada de llde marco,
mi acharSo alguma transacrAo para resolver aiui-
gavclinente a difliculdade que na menle do eslado da guerra anterior ?
Esta he a quesiao.
' Saro,
p*rfeiro, solide/ r largl durarAo.
Esta ponle lem de comprimenlo enlre as rahecei-
ra 77 palmos, e de largura enlre os currimAos 2~>
Descansa sobre l pilares de pedra de canlaria com
argamassa li\Jraulica e eurocainenln ; da roesma
maueifa e sobre estacadas sa i feilas as caheceiras.
t) pavimnto consta de tres linbas de vigas de
grade de ferro balido, eabetlal de pranclioestraus-
versaes paiafusailos nas vigas.
(I rorrimao he de pilares de ferro fundido e gra-
da! de ferro balido de desenlio ligeiro e elegante.
(l-denei Ihescuraria que arrrinnla>se a soa con-
servacau, olirigandn por contracto a penal que della
>c encarregar, ao cumpriinenlo de todas as clausulas
constantes do edilal que mandei publicar em dala
de \'2 de dezembro da anuo panado.
De embarque em Sanios.Em 18 de selernbro do
anno passado represenlou thesouraria o Inspector
da alfaudega de Santos, expon lo a urgenlc neces-
"i la i* dos rpparos qoe demamb* a pona de embar-
que dos gneros lojeitul ao pagamento do dtretl n
de saluda naquella cidade; Villa que os lanclicj
que Ihe serveni de base acham-sc em completa rui-
na, lendo ja a referida ponle perdido o seu primciro
nirelamenlo.
Tendo-se mandado proceder o nrcamnlo, f.i c^l-
calada a despeza em 17:700o), sulnlilaindo-e os tan-
clies adanes por outros de niadeira forrada vle co-
bre, e em 19::(805, lendo-o por tanclics ou colum-
nas de ferro fundido.
Sena meios pecuniarios para occorrer a esla re-
clamaao, fundada alias em loda a jaslica, enlcndo
que a assemhla provincial deve ser informada da
urgente necessidade destea reparos, alim de delibe-
rar como -lano importa aos intereses da fajeada
provincial.
Em I i do corrente, ofliciei ao E\m. Sr. ministro
da fazenda remellenda duas proposlas e duas plan-
las para a construc^An de urna nova ponle de ferro
para desembarque das merendonas qoe paiiam pela
mencionada alfandega ; urna ofl'erecida pelo enge-
nheiro prussiano II. lia-tul", e oolra pelo engenbeiro
franoez A. ^larlin d'Estadens.
Por essa mesma oceafUo remelli ao dilo Exm.
Sr. ministro os ofTicios que me dirigi o inspector da
alfandega, confirman-lo a necessidade de pr"inptas
providencia, em vista do estado de mina da ponle
que actualmente serve para desembarque, ocular-
mente teslemunliado por mim em minlia pas-agem
para c Da Prainha. l.onsignando a lei n. III de 7 de
maio do anno paseado a quanlin de ":00fr} para a
consIruccAo de urna ponle no lagar denominado
Prainha, a Iratando eu de dar execucAo referi-
da lei, recehi uina representaro coberla de n3o
poucas assignalur is, indicando a impropriedade do
lugar marcado para tal consIruccAo, e porque nAo
podesse eu lomar uns deliberarlo esclarcciila e se.
gura a respeito da mudanra solicitada na referida
representado, resolv fazer seguir para aquello siti0
o tenente-coronel de engenheirns l.uiz Joi Mon-
teiro. alim de pessoarmenle examinar at que ponto
proceder o fundamentos da mencionada represen-
tarlo. Aguardo ainda essas infrmame'.
DeJacarahv.E-la ponte, contratada com Mar-
cellino (erar i, lem ja concloidas sna cbercira e
dous pilares ; uAose esparar:i muito a sua eonclosSo,
e en espero que a obra se far com a precisa solidez.
No porto da Parahvba. Esta ponle, contratada
com Juaquim Rodrigues da Silva, pela quanlin de
fcOOOf, esto concluida, e foi ja entregue pelo dito
arrematante ; e reconhecendo-se que era indispen-
savel um lauco de mais de :!", palmos, para afaslar
da corrente das aguas urna das caheceiras da mesan
a mesma eompnuhia,
nao mejulguei anirrlonto anloriado a fazer-lhe a
conres-a-. de om anuo por elle solicitada, ambara
razoavelseja, por me parecer que a Utembla pro-
vincial, a queui compele a modifleaeto do mencio-
nado arligo da lei, nfo liesit.ra un annnir a se-
melhaulc alleraeao, muito prinripalmenle sendo o
dilo M. d'Estadens o nico conciiricnte.
Sau ie publica.
No se lendo felizmente desenvolvido na pro-
vincia o cholera-morhus, dispense! os mdicos inb-
venci. nados pelo cofre peral e pelo provincial, cm
diversas datas, a saber : |)r. Saiuriiino de Snuza e
Oliveira, em eommissla sanitaria nesla capital 5 o
Dr. Victorino Jos da Costa, em Sjnlos, a pedido
sen o Dr. Elbrario Joaqoim Gomes, encarregedo de
prestar soccorros mdicos aos Indigentes cm S. Se-
baslito; logo Manuel Jonquetra Nello, encarrega-
d. da mesma rommissAu cm Ignap ; Ioi< Joaquim
DelBoo da Oliveira, enearresado das visitas de sau-
de em Cinani ; o Dr. Francisco Jos C.aidoso Bip-
li-ta, em S. Sebastite : o Dr. Jaoaario los da Sil-
va, em l'baluba;o Dr. Anlonio do Nascimento
Silva, o Dr. Jos Ferreira da l'.unlin e Anlonio Al-
ves do Ranho, cm II de julho do anno prximo pas-
sado : e finalmente o Dr. Manoel Piulo da Molla,
em -> de agosto do mesmo auno.
O governo imperial nr lennu, per avisos da secre-
Inrin de eslado dos negocios do imperio, datados
de -2\ de agosto, lt de selembro, -l'i de oululiro e :>
de novembro, igaal prnviilencia. a
ISAo consta felizmento que em nenliuma Incalida-
de da provincia Icnha apparecido enfermidade rum
carcter epidmico.
leiilio sido solicito cm mandar prestar a differen-
t's muuicpnlidndes pus vaccinieo, para prevenir o
lerrivel contagio da hexigas, e o commissario vac-
cinador interino lem dado cumprimenlo as difle-
rentes ordens expedidas pela presidenci.i, que len-
dem a pr#ver os municipios .-le commissr^ios vacci-
nadoree, alim de que nto fsilem recursos a popu-
laban no caso do apparecimenlo da bexiga.
Em II de onlnbre o dilo commissario me partici-
po que a vaclas enviada para os differenles ponto'
da provincia era de boa qoalida e e|-e tem propagado
e que alguns casos solado da enf.rmidade que ap-
pareceram. nAo lem lido con-eqoencias fuue-las.
Pelo mappa junto v-se o nmnern das pessoasqne
foram vacciuadas na capital durante o semestre de
julho a dezembro : observando o commi-snrio que.
apezar das suas repelidas exigencias, r.Ao pode ob-
ler mappa grande dos commi-sarios vnecinadores de
fora da capital, constan lo-lhe enlrelanlo, por infora
mames lidedignas, que no municipio de Campiun
foram vaccinados para mais de mil pessoas e com
bom resultado.
Hospicio de alienados da capital.
Do mappa apresenndo pelo director do hospicio
conlsa que nelleexisliar.i em :il de dezembro doann0
prximo passado vinle alienados, lendo entrado no
decur-o do anno lli, fallecido 4, sahindo curados 9
e lendo :!'! os existentes.
O edificio em que se recn'hein os infelizes acom-
mellido de lAo fatal ei.fecundado noolerece as pre-
cisas acommodares, e as que^ existen carecem de
considerareis reparos, sesundo expozo mesmo direc.
lor em ollicio de ."> do corrente.
Hospilal de cnrid.ide da capital.
Existiam no hospital, no I de julho de 18.">, -2:\
enfermos, eulraram al :!0 de julho de ISli :|II7,
sonimando no decurso de um anno as entradas em
:i:lO. Sahiram corados259, falleceram i(!, e Bcaram
no hospilal al essa dala 25.
Existiam nal da julho de 1835 27 meninos ex-
postose 2 meninas ; em lodo o auno de 1855 a 1857
gravar-sc o Ihesouro publico, n,lo pona igualmente altos fuuccionario pblicos de urna najo inde-
er contemplado o snl uesse augmento. pendente !
A sohcilude e esclarecido zelo do Exm. rainislro ______
da justica sao penhores de qae urna convenienle me- j (I artigo do Times que publicamos no Jornal do
dida legislativa, nsliOcada pelas neceesidades da ad-, Commerrin de ante-hontem deveria nalnralmenle
iniuisliarAo de joillea, sera' adoplada para pr ler- \ produzir duas iinpresses bem diversas no animo do
mo, as dillicaldades que na aclualidade embargam | publico. Se por um lado a demonslr.irAo franca evi-
=r^rr^:
s
ponle, foi esle accre.scimo de obra contratado com
Francisco Ferreira Braga, pela nnantia de 150$, e: f""m ,^,- "" ",u ~ n,enBW c me"i"< ''-
ncha-se j concluido. I 'tram'u= "855 a 1856 '. exposlos e 5 oxpo,Ia.,e fo-
_. ram dadu a diveisos pessoas "> exposlos de ambos o
Caes de sanios. Em :j de agosto do anno pas- .... .:.,:..j .____. ,. ,-.,.
' sexos, exislindo a cargo da irmmandnde alu :0 de
sado niandei por a disposic.au -lo administrador da
obra do css de Sjnlos a quantia de .'f:00()5 volada
para ella no orramento vigente. Com esla consigna-
eao lem a obra continuado, tendo-se feilo at o fim
do anno passado (i.Si palmos cbicos de parede, na
exIensAo de 2 \\~1 bracas; e .711 l| palmos cbi-
cos sobre a paredAo existente enlre as ras Josephi-
na e Oclaviana, na extensAo de til brar.is.
Lancaram-se 1,914 carradas de aterro no caes,
fez-se urna escada de pedra em frenle a dita rua
Josephina, e dca-se comeco a urna rampa cm frenle
da Iravessa da llanca.
Exislem i duzias de Ings de c.mlaria pela maior
parle lanada, 2 degraos de canlaria lambem lavra-
dos, cerca de um raoio de cal, (it) carradas de lages
e jO de pedras de alvcnaria.
O administrador deta obra pede nova consigna-
rao, afm de ser ella continuada, no intcresie simul-
taneo da salubridade e aforinoseamculo da cidade, e
no de lacililar.o embarque e desembarque dos g-
neros que transitara por esle porto.
Lazareto para morphetlcos.
Propondo-me a dar execucAo lei n. 7 de 18 de
abril de 185o, mandei examinar c o edificio.em que
.-<-tii.ilmente residen o Educan les de Sanl'Anna, S"
preslava fundarlto de um hospilal para recollii-
meolo e iralamenlo dos morphelico ; c informado
pelo engenheirn Jos Porfirio de Lima de que nada
se conscguiia nesse edificio, encarreguei-o de esco-
llier um.i outra localidade, que aprupriada fosse,
devendo levantar a plaa do edificio, e apresenlar
o respeclivo ornamento.
Em i da oulubro do anno passado sulisfez n di-
lo eugenheiro a exigencia do governo, oir^receudo
n sua consideraro a plaa c Orramenlo delallia-
dos ; nellei se v que m miau o a (i:0(lil^ a im-
jullio de 18"i(i, 17 espu-los.
E--la casa pia para acudir as suas despezas, que sao
avalladas, lem apenas o rendimenlo de 70 apolice
da divida publica fundada, de 50 actes do Raneo
do iasii e o aluguel de :V0 propriedades, o que ludo
produzira 10 a II cont de renda annual.
Hospital de Ibaluba e diverso.
Segundo a informacAo que tenlio presente datada
de I de novembro prximo passado, emraramno dilo
auno l enfremns para o hospital de L'hatuha e 1
eufeimas, sahindo curados II individuo do sexo
masculino e :l do fcminino leudo morrillo 3 liomens.
O Dr. j'auuaiio Jos da Silva se lem prestado gra-
tuitamente ao Iralamenlo dos desvalidos que se re-
colhcm a essa casa de caridade, que carece do auxi-
lio do governo para subsistir.
O hospilal de caridade do Manan. 1 nao recebe
ainda doenles, limitan lo-se a respectiva irraandade
a fornecer graliiilamenle medicamentos aoi pobres,
que sao tratados pelo medico de partido da cmara
municipal.
O cidadao Manoel Venancio Campos da Paz, em
oflicio dP1 de novembro do anno prolimo pas-ado
informa que a abeilura do dilo hospital lera lugar no
da ll do crrenle mez. A Sania Casa lem por anico
rendimeuto a sua liolira, que apenas basta para pa-
gamento dos salarios do boticario e ajudante, sus-
tento desles de doos-escravo dcixados a niesma-
(I hospilal de Misericordia de Jacarehy esla ainda
eme iificacao. O da cidade de Sanios leve no anuo
de I835 a I85K a renda de 9:l;7l, e a extraordi-
naria de L1:S2|.^ ; despuden-sa por conla da
priineira K::lV?i.7 e da segunda l-*l:8|.5i'i.
Exisliam em I8'.~> lli enfermos, entraran) illli, sa-
hiram 7(i, morreram 13 e i--.i-icin 1:1.
O hospital de lh'i naoreceheu ainda duenle algum.
que s comarcas sejam per.-.irridas nos periodios de-
termina los por lei pelos juues de direilo respecti-
vos.
Concert do palacio da presidencia.
A relarAo juula cm n......assignada por F., gnar-
da-mdbilias do palaciu da presidencia, faz inenclo
desmaleriaes por elle comprados para os coocertos
do mesmo palacio.
Casataenlos de edecanda do Acu".
Tiveram lugar dous casamciilus de educandos do
seminario do Acu' no correr do mez de agosln a de-
zembro. lendo envido o syndieo do seminario, e
depois .le colindas algumas infrmame- mais a res-
peito dos individuos que as pediram em casamen-
to, aulnrisei o de Manoel da Cas a Ferreira da Cu
liba Braga com a educaiMa Maria do Cerno, qoe
ja se rcalisoa ; ooasenti no de \nlonio (Jarcia l'ra-
es com a eduranda Brazilia.
I oram-llics entregues as respectiva dolares.
l;orca publica.
Dos mappas apresenlado pela serrelaria militar
con-la que exislem destacados na provincia 58 guar-
das nacinnaes, a saber : na capital .14, e nas cida-
de de Santos c Campias i.
Corpa lixo.O estado rompido rompoe-se de
7 ; falla para o seu eslado completo o numero de
lli praras ; arham-se destaradas :i8, em diligencias
33 e na capital exislem 110 que auxiliam a guarni-
cSo, ese emnregam em oulros servicoe, incluindo-
se nesle numero os presos, doenles, recrulas, etc.
O corpo de permanentes em seu eslado completo
lem 350 placas, o ellectivohe 315, fallando por con-
seguinle 36 praras. EstAo destacadas 183, em ser-
viro 7, em diligencia 3, erreprega los S, ausente 3,
e em servico na capilal 80, inclusive preso e doen-
les.
Theatro na capilal.
Cimo sabe V.'Exc, o arligo '.I da lei n. 31 de 7
de maio do anno passado aalorisou a presidencia,
cam loda a faculdades necessarias para total resri-
sAo do conlraln celebrado com o cidadao Anlonio
Rernardes (Juarlim para a edificarAo de um theatro
nesla capital, antes de se dar principio a reipecliv
obra e dado o accordo do respectivo empresario.
Em dala de K de dezembro do anno passado olli-
ciou-me o referido cidadAo Anlonio Rernardes <>uar-
tim pedin lo ser habilita Ir com os meios necessario
para dar qaanlo anles principio a me-ma edificacAo
e lendo eu procurado o accoido exigipo pela citada
le alim de rescindir o mesmo contrato, insisti o
respeclivo emprezario no cumplimento daquelle
que celebrara anteriormente com a presidencia e que
foi objeclo da disposicAo legislativa a que me re-
dro. '
A thesouraria provincial, em ollicio qae medirigio
em 0 do corrente, informa que a .onstruerao do
Ihealro-tera' de prejudicar a muilas oulras despezas
decreladas, por falla de lundo que satisfago todos
os encargos do orcamenlo ; e nao e-lando en dilibe-
rado a dar preferencia a edilicacj de um theatro,
quando trato de prover acerca do ahaslecimento de
agua polavel para os habitantes desla cidade,e quan-
do eu eonheco lambem a urgente nrcessidade de ou-
tros melharamenlos igualmente reclamados pela
necessidade do servico noblico. entend que' nAo
podia habilitar o dilo cidadAo Quarlim com os meios
pecuniario para a edifieaclo de que Iralo, nao se
dando assim o aecuido exigido para a recisAo do di-
to contrato.
Nao con(e>lo as vsntaceni da um lliealro, a par
da importancia da capital desla provincia ; paiece-
me no enlrelanlo que a sua edificarAo. deve ser a-
diada para lempos de maior proiperidade das ren-
das publica, quando se der por averiguado que o
lliealro aclual he incapaz de reforma que o lome a-
proveilavel. /
SAo estes os csclarecimeulos que julgaei dever
prestar a V. Exe. temado enlrega da edmlnielra-
^Ao da provineia.
Desculpe V. Exc. assensiveis imperfeices deste
Irabalho, q#e sera snppridas pelas uzes de V. Exc.
e pela experiencia dos pblicos negocios, ainda em
receule dala confiados a tua illuslracao e patriotis-
mo. ^
Prevaleco-me da occa-iao para renovar a V.
Exc. os protestos de minha parfelte eslima o consi-
derarao.
Dos goarde a V. Exc, de Janeiro de 1857.
Francisco Diogo Pereira de Vascoucellos.
A Ul.EST.VO DE SERIMIAEM.
garosa daoplniaopablicadu [nglaterra em neaso fa-
vor, o reconheciinenlo da lealdade e boa f co>n que
ngoverno do imperio seempenln en reprimir o Irafico
de Arrkanns, a a indignacllo geral que despertea a
insolencia de liuguagein e descomedimenle do en-
carregado de negocios lirilaiiuicos nesla corte pode
caosar-nos algum prazer, por oalro he iunegavel
que vem priifunilaineiilealllisir-nos a simples sup-
posirao de que o governo hrasileiro ncm sempre
lem sabido confiar bstanle no patriotismo e na for-
ra da narAo, curvan fu se por isso mais du que llie
pcrmillia a dignidade *s imposicoes arrogantes de
um diplmala eslrangciro.
Censa por ccrio ealrcnhexa, mas ja nao he dovi-
iloso que a respeito da quesiao diplomtica a que
deu lugar o desembarque de Africanos em Seri-
nliAem em I85S sabe-ta hoje m.i na Inglaterra do
que no Brasil. Parece que sa besilou em confiar da
narAo brasileira o dcsenvolvintenio, a marcha que
leve essa qoeslao, e que o receio de desafiar as iras
briannicasaconselhniiuma lal reserva, que alias nAo
est cerlamenle nas condiroes do syslema represen-
tativo, e que felizmente ido foi respailada rom igual
religiosidade em Londres.
E essa reserva, alcm de muitos oulros inconveni-
ente, apresen'lou nm de que bstanle se lera resen-
tido o neaso proprio governo : a correspondencia di-
plomtica publicada em Londres he a nica fonle
olcial onde se poder.i ir beber esclareeimcnlo so-
bre esla importante materia, e nao chegando ao co-
nhecimenlo de lodo aquelles documentos diploma-
tico, sao os arligo editoriaes dos jornaes ingle-
ses que dio conla da quesiao, e que dirigen a opi-
niAo publica a respailo della, e a mentira por que
o fazem n3o pode ser agradavel ao governo brasi-
leiro.
O qoe nesle caso se lorna anda mais doloroso pa-
ra o nosso governo he que a imprenta ingleza al-
tralie naturalmente as sympathias do Brasil, porque
he a primeira qne se levanta em opposicao as vio-
lencia do governo brilanuico, ao rae-mo lempo ipie
assignala a contlccendencit e.rcesrica do gnente
imperial,
l.onge de ni o pensar que he real e indeslruc-
livel ludo quanlo aneaora a imprensa ingleza, e a
frente della o Times, sobre o procedimcnlo do go-
verno do imperio nesta qneslAo ; confiamos em que
a honra, o bro nacional nAo Corara de modo algum
a rificados para se salisfa/.er as exigencia exflgera-
da e Inslitas do governo ingina ; cumpre, porcm,
que sejamo completamente esclarecidos, qae nada
sedeite na sombra, c qae, grecas! publicidade, o
patriotismo se Iranquillise com a cetleza de qae o
Brasil nao represenlou nesle negocio um papel in-
digno de urna uacao independenle.
A honra e o inleresse do governo leem ludo a
ganli ir com a publicacAo prompla e exactsima de
loda a correspondencia diplomalira que houve acer-
ca do desembarque de Africanos em SerinhAe-n. Os
arligos dos jornaes ingleses e do limes que anle-
bonlem publicamos dAo Icslemuiihn rfc una fraque-
za ine.ccusaiel qoe nAo he posivel que o nosso go-
verno mjslrasse ; urge portan! i qae se esclare^a o
paiz, eque se ole consinla que os Rrasileiros, diri-
gidos somonle pelis noticia dadas pela imprensa
ingleza, ebegoem a envergonhnr-se de nm procedi-
menlo que nao podera ler o eu governo, e enxer-
guem fraqueza onde provavelmenle so hoave sabe-
dona.
Desaliando e pedindo a pohlicarao de lodos os do-
cumentos diplomticos r-lalvos a ete importante
assomplo, nos lemos consciencia de que prestamos
iim servir ao governo, e sem a menor dovida no
paiz. Assumplos desla ordem nAo podem ficar se-
pollados neo sagrados das crrelari*s.
A correspondencia diplomtica havida entre o go-
verno imperial e a legxr,o ingleza nesta curto a res-
peto do desembarque de um cerlo numero de Afri-
canos em Ssrinhlem no anuo de l&jj foi, em con-
sequencia de urna mocAo apresenlada por lord Mal-
mesbury camar?, e por esta approvada, entregue
ao conhecimenlo do publico na Iogtalrrra, e piz a
descoberto a violencia revollanle da diplomicia hri-
lanira, e lambem, se devemosdar credilo s revel-
ees do Times,a maiisuetude e.icessiiado nosso g-
cenlo.
A imprensa ingleza, e com especialidade'o Times,
esse inimigo jurado do Iralico de Africanos, o Time-s,
que nunca poupuu inveclivas ao Rrasil qoaudo dis-
cuta obre o trafico, ergaeu-se nobremenle contra
a arrogancia e Hescomedimenlu dos diplmalas bn-
I lannicos.fez juslie ao nosso governo, e reconheceu
Nao, o Time tiroo dos documenlol q.ie leu con-, t) Sr. Tliemoleo no-Marqoez de Mootefiore,-
clusOei qae dielle nao podem provir, ou eaiao o go- realisou a idea, que .ie|le formavamos qoanna d'is-
. a ii* **-* f as ri is i i r. a -. ^ ai
veriit loglez publicou apenas puras
cnlheu adrede para osleii|ar a sua
obrfl o fiovefno to lii.i- I.
Nao o governo br.i-.leiro ,,Ao merece a cruel cen- | ^Z^ + V* '^' "
inra de Iraqu /1 que Ihe dirige o lunes ; nos esla- i
mus convencidos de que o nosso governo nunca des-
cou da sua dignidade, e contamos que cm breve vi-
njia a sua palavra honrada prova-lo aos Brasileiros e
ao mundo.
II arligo do rimes no- chamara' ainda una vez a
considerar c-la malcra.
Jornal i!o Commercio)
ir, ou eiiiao o go- rea"u a idea, q ,.. ,,riif frm,vamos, qoaiiio di-
. ollkiae, que e- !'"" nafl~D"m de S- I>opez-qo* o nao perdr-
, preponderancia ^^^^^"^^^o^
se poda dwemprnluS? ?m ,, J!"' "" 0l
no lamben, dillerroca-,1,' ^L^TZ'.,::'
lo no primero acto. Na ,,, LSTMlSt
PBREAH11SGQ
KEECIF l DE PEVEREIRO DE 18.">7
AS CHORAS DA TARDE.
iimtosrEao seiiul
firil suslenlar em urna "noMe",!* *S* bn *if"
oons car-clere d.lTerenle, "' eMn dr"D'1
1 bemo.eo se perdesse ; porV^ T, ****'
de cnga4r-os, porque o soereseoV.e^j!
e.p,e,a,a SJ. Kmoteo W^h'.".*^ .......
ira puJsar M^ZZT?' *'" f -
-era'duv.do.o ; n^L1"'"- eo r"l'ado .,.
... .......i....: '-'"'""uinnre almiar m.._
lo, ler paciencia, e n
d aaaaaaaaar.
Do Sr. Jos l.uiz, pone. te,110,
sendo a ua parle e-lenl n
mpre esludar mu -
dizer, porque
Semembargo .la queixas que algans liomens des-
crnenles lazem contra a aclualidade, nanea Per-
namburo goaon de Imito
se m mil -i, em luda
O Sr. Coimhra esteve muito tem, amna i a
Innd arto, em que empregoo tiKj, ,^.1
um proleslo solemne contra os clamores
ucean; e o progressu que "'"."."""; """ ""'' ''"" "* a eneren, nu>
esperas da SSSZX l$X?J!rZ2J&tt-S SSS C
bili.lade lem desenvolvido nao lie ol
equoiues eiu eras :,
nao mu remlas. A agricultura lloresce magnifica- p Mm r*aata.
menle, e os lavrailores se vA.i libertando lodos o
das do pesado jugo da usura. ,\ alfandega aprsenla
ariamenle um rendimenlo adiniravel, e o ronsula-
ern-
D. Frands-
A parle de l.asarilho, confiada a Srs
. foi bem distribuida, porque alem "i
ule phvsico para e--a parle a Sra ti
do geral, que outr'ora recolhia ao Ihetouro publico reunio-liie um esludo ntrfeiu', .-*--"*"'
urna quola insignificante, vai sahindo do estado de bem. |M"S '*"' rpre.enlcu
-. ..... estad
abalimenlo em que j-zia, e ja aprsente mensal-
meiile um bello leiulladu.
e -aln.la.
Pelo qoe diz respaile a accessorio.,
a 1 r : ii i h ii i.] i) ti (i 'ni i-iirnn n,i, r i
INaordein moral, o iiinsmo grnode melhorameiilo. luano anezar do m ..,, i falloo, ale o ve<-
Anligameute e.a rara ,. fea de arrabaldea, que nAo t ;*P 1' "* dn <"* '-opa, es-
los-o as-alada por pancada,, fonmentos '/morUs. C," ,, TSESvi ZTLEE S'' '''
Hoje be o contrario : nunca houve um anuo l.-m fr- I i,. .,. '.".. '_ v" "n Presenlar
i.iiiandu hunlem nos referimos a exigencia da de-
missao do presidente de Pernambaco o do chefe de '"
policio, que o Times dizia fura ela pelo governo
inglez, acrescenlamos que, ou aquella folha tirara
dos documentos que lera eooclosoes que delles nao
i,. ,. I menos do que o echo da opimao publica da (irAa-
podiam provir, ou eulin que o governo inglez pu- ,, u puu"" ua u
K1................-..;_____" .v Urelaiiha, e assignala anda urna vez a distancia que
pregado ua repres-ao desse trafico i minora I e crimi-
l0.
Esla demonatracSo da imprensa ingleza he nad
porlanrii calculada pelo.mesmo engenheirn, e con- Por eslarem a concluir-se as obras, que se c-lao fa-
signaodo a referida lei somenle a quantia de fitlHXr-: endo com emolas e com o rendimenlo de 5 ap.li-
convem qae e assecnbla leginlaliva provincial de-
libere o .;- feui na sabederla julgar acertado.
Cemilerio da capital.
Alem do evedilo de 6:9619600 aberlo pelo gover-
no em II) de selembro de 1835, que se esgolou, li-
vede augmenla-lo em 10 de novembro, precedidas
loJa as diligencias que jnlguei necessarias, com a
quanlin de :035Vil)0 solicitada pela cmara mu-
nicipal desla capital, para se uonlinuarem as obras
ees dadas por S. M. o Imperador, quando houve por
bem visitar esta provincia.
Nuhospied cidale da Conceicao enlraram, de
I de julho de 1835 a 30 de julho de 185(1, 19 enfer-
mos de ambos os sexos : sahiram 5, morreram S, e
exislem ti.
Terenos diamantinos.
Em cumprimento do aviso do Exm. ministro da
fazenda de 3 do mez prximo pesiado, tem V. Exc.
lio mullo para
< nao condaza a
dn cemilerio, a respeito de cujo e-lado exigi iufor- de mandar ao municipio da Franca um engenbeiro
mames, que al esla dala me nao foram prsenle
e que o serao provavelmenle dentro de poucos dias.
Em 10 de dezembro do auno passado, cero ex-
ecucAo da lei n. 28 de 8 de abril de 1836, conce-
d a Joaquim Morcellino da Silva o privilegio ex-
cln-ivo para enn-luerao de cadveres, nAo lican lo
prohibido aos parlicolares qualquer oalro meio de
conduccAo.
IlTERiOft.
S. PALLO.
Re i torio ipresentado pelo Sr. Francisco
Dtofio Pairara le Vascoucellos ao Sr.
vice-presidente Antonio Roberto de Al-
peda ao entregar-Ihe a administraco
interina da provincia de S. Paulo, no
din 22 do crtente
ConeUmSii.
Ponles.
Do Ctiqnoiro Arba-se ronrlnida apona de
Dinheira despendido com estradas, ponle- e diver-
sas obras.
No decurso do auno passado despenderam-se
208:5l9 sas obras, cm cumprimenlo de dillerenle leis que
as aulorisaram, ou em virlude de credilos aberlo*
pela presidencia em conformidade de lei ; sendo
70:li(i despendidos al maio, I38:30>5
deesa dala a dezembro.
.Na infu.-macao que c presten a' Ihtjonraris cm
dala de 10 do corrente, encontrar V. Ex. a de-
monstrarlo de cada urna das obras o do> objeclo,
em que foram distribuidas as cifras de que acabo
de fazer mcnc,Ao.
IlluminarAo publica.
Em 5 de julho do auno prximo pasado conlra-
(ei com Antonio Salustiano del.a-tro a illnminarln
dn ci.pit.il a gas liquido, pir espac.0 delSinezes,
a cenlar do I. do julho do dito anno, na raaSo de |
7."- meu-aes por cada lampeao.
Cun o meinn individuo, nessa dala e igual pra- |
zo, ajast'i a illtiminaco da casa de correccao, pt|o I
prero de lili inenaes por comhuslor, seudoadif-
ferenra de 39 de accrescimo motivada pela circuns-
tancia -de se coaservarem aceos os lampeOes todas
as n lile, quer baja, quer nAo baja luar.
Dillerenles reclamaroes me tem sido dirigidas pa-
ra aug^ietilar o numero dos lampeo" ; nAo o com-
para o l'un de examinar o terrenos alijrenles ao ri-
beirao Santa Barbara, a extensAo do ditos terreno,
a quem pertencem, a posicAo em que se acham, o
iiuinero d pessoas que nelles Ir.iballiam, para que
possam informar se deve elle ser declarado diaman.
lino, ua forma dos respectivos rcgulamento.
Tinba em vista encarregar esla eommlislo ao en-
genbeiro Carlos Ratli, logo que se me olferetesse
pessoa Idooea para snbiistltoi-lo na adminilracao
da estrada de Sanios, cuja conservadlo por empieza
inda pude conseguir, segundo em oulro lugar ja disse
> \. Exc.
D?cirna sobre predios urbanos.
I sando da facoldade concedida pelus arligos i.", t
'lli da le provincial numeru 31 de 7 de maio domino
prximo pjssado, expedi o regolamenlo numero -
de 8 de julho no mesmo anno sobre a cobraura do
: imposto de 3 por centn no rendimenlo annual dos f
predios uilanos da capilal, com applicarao exclusiva I
paia as calcadas.
Designei lambem to mesmo regnlameniu a rea
denlio da qual licam sojeitos ao mesmo imposto os
referidos predios,lndo previamente ouvido o pare-
cer da cunara municipal desla cidade.
Ilens do evtnlo.
Pelo reutilamenlo numero 3 de 5 de julho de
1856, organisada em esecncloda lei numero 31 de
5 de abril de 1855, lem de arrecadar-se, e avallar-
se e arrematar-se es bena do evento.
Tachygrapia.
Em cumpriinenlo do arl. 3.-di le n. 31 le 7 de
maio do anuo pasudo, mandei, cm dala de deja-
uno do dilo aaae, entregar a Manoel Josa Vaz ju_
alora quantia de 800a, alim de ir a cirle eiercitar-
se no l
bucara apena! pecas ofBeiaaa que escolhera adrede
para ostentar a sua prepondeancia sobre o governo
do Brasil.
Ilonlein, depois de publicado o noiso arligo, faci-
lilaram-nos o exame dos documentos publicados pe-
lo governo inglez, e nuiles encontramos a nota em
qua assenlou o Times a sua accusac.30. Aquialians-
crevemos:
o N. 10.O conde de Clarendon ao Sr, Ja
o .tingham.
Foreign Ollice, li de junho de 18511.
TransmittO-VOS urna copia do despacho que re-
cehi do Sr. Cowper, consol de S. M. em Pernambu-
co, a respeito do prucedimento daquella pruvincis
na queslao dos escravas africanos desembarcados em
SerinliAeiu, em oulubro prximo passado.
n O governo de S.H., leudo ruidadosamenle exa-
minado lodo os f.ctos ligado a esle deshonroso ne-
gocio, chegou com pesar a eonelnsgo de que o pre-
sidcnle be a pessoa sobre quem recabe o crime de
ler premeditadamente donado de rnmprir os seus
devores nesta materia. Os prncipaes motivos em
qoe o Sr. Cowper funda esta accusaro, cao :
n l'rimo.I.lue a presidencia, alim de afianzar a
segurauca de negreiro, e de occullar esle criminoso
Ofgoeio, empiebendido por amigos seus, nfoaa des-
coidou de remover de anlemle as autoridades poli-
cines do disirclo de Seiinha,em.
n'.s'c. undo.(),ie muilo de proposito ordenou,
qua o proscs'o preliminar do iulerrogalorii legal
dos fados occerridM fosse feilo no Rio Formosej
lugar distante sei leguaes do poni onde foram
desembarcado- os escravos ; e nao na Barra, onde,
e uao no Itii Frmese, se acliavam pessoas que
podiam cslabdecer a idenlidade dos liomens que
roobaram os tscravos.
o Terlio.l.lue para o fim de lomar hnpossivel
o depoimenlo d.s onicas fslemuulias oculares do
i-rime, as Iran-formou em parles necusadas, incluin-
do no proce-s, de accosacAo ao Dr. Anlonio Drum-
inond u a lodis os oulros captores do negreiro.
Commoncareis esla aecusacao ao ministro bra-
sileiio dos netocios estraugeiro,
aorjpela persistencia de semelhanle estado de
censas.
A noticias do norte e do sal do imperio ato lison- sentaremo u no.s.i mizo na .e
ge.ras. ludas rov.ncias lic.irau. ein paz. Quanlo por falla de lempo, c,mu I, "" "*' *"
a polilica.aguarda-secoii
lo
brecomed,a-D,1IM d Cravo lSj.
- '^a segoinle re "
be bem prov,v(i, q.e .
un auxiedade a prxima 'aber- ja repelida, e enl Jo firmaremos melhor o
ora da aseemblea geral, como ama condicgo para I...... 'mor o mnaojnire.
--. ,..-..<.,.i,,.:A htiai, como urna couuirao para i........
novas modilicacoes nos negocios pblicos. Em lodo \ioda aii. n. '
os canto surgein plano .cerca do futuro. Cu. nao I bqueira de robre i q,,e"D,',i, Aterro, a
como nifallivel a assenca da opposn
oulro a conlimiajAo da poltica actual ,
Dizem, que ha qoe,,, al se resolve ir a I a
que fom. de s.rv.r a patria : Dees qaeira oU. a'o"
aia a emenda peior qu. 0 ,.,., *""' "l"t nio
' que o sooelo !
Algom boleeiroi qoaudo sahem da IkMir.
parecen, eslar po-su,do, de sata,,. ., ,^'^
aju.zar como ac.o.,m elle, os cA.n". e co,P
1 monarcha de almeladas
lem quebrar l _
que nao pode pagar um carro !...
A si
um chale
na poden
o s-
sem que
nao lodo, bem en-
r.d:.d,o.,:!rp.or."m iutbr p. de. p.b,.,
- A senhor. lal. ea^da. qae sahe a noite .
.rau^ao poder, 2Z?2lS*+B~ jf<+'^
po se aproxima, e a experiencia mostrar de qoe
lado esta' a ruin.
Enlrelanlo, sempre lembraiemos um fado aconte-
cido no estrangeiro, que bem pude venlicar-se enlre
nos, onde o espirito de unitarao lem grande in-
fluencia.Na legislatura passaia da- c tu. pirlug'u-
zas e nneongresM eonatiiainte da Uasnawna, eleiio
depois da revolurao de julho de I85i, as duas oppo-
slfOes conlavam urna maiorik eenilderavel de votos.
Soda a gente esperava nao urna simples modifica-
ran un marcha administrativa e poltica, wat urna
mu lenca radical nas propnas Instituieftes dos dnns
paizes. Enlrelanlo aconleceu o conlrario : a oppo-
siroes se airara aos governo-, e esle tiveram rm-
pre uuanimidade em quasi leda as queilSes. Por
oulro l,do, o lempo das reacres caprichosas ja ae
passou. Todos aspiram o socego u a ordem para te-
rem meios que os liabi.lilem a gozar da existencia
concedida ao hooiem, que alias be 13o curia ueste
mundo.
Durante a semana enlraram dous vapores vindos
da Europa, mas as.,. i.:, que trouxerain sao iau atra-
zadas, que nao lizeram mais que repetir o qne je
sabamos por va da noticias auleriormentc dltga-
das. Ja se nAo allava na qnesljo napolilaua, e e
cinuplirar.io enlre a Suissa e a Prussia eslava ero
vespera de ser ajustada migavelmeate. A guerra
enlre a Inglaterra e a Peisia era o iucideiile mais
grave que preoecupava a opiniao publica europea,
mas todava jaJga-se qoe nAo proseguir', porque
a I-1.moa com a saa grande iullueucia a prestigio
procurara' remover a dificuldades, e restabelecer,
as boas relaeBea de auuzade enlre as corles de Lon-
dres e de Tehern. A Inglaterra, na Asia, conla
com o auxilio dos Estado Unidos, e por lasa lie mul-
lo proaret-s, a resistencia asitica seja de enra
duraclo.
Se as Iradicre dos povos constiluero o la lo po-
tico da vida, a consagradlo do pasando ; lamban be
iiiconteslavel que algumas dessss lrarjii;Oes re-
velan! a' posleridade o carador primilli-o ile barba-
ria, que cercou o beico da sociedade, e poden ser
soppnmidas, sem que se infrinja a idenlidade da his-
toria.
Durante mais de tres seculos o carnaval anlre nos
era marcado com um carcter de selvajaria, que re-
cordava as satoi uaes da antiga'' Koma ; era urna ton-
ga orgia de tres dias eousecalivoe, uln veroadelro
delirio. Turba desenfreada, geralmenle composta
de liomens bebados e impudentes, com seringas, ga-
mellas d'agua, vasos chelos de tahua, de tinta prela,
de ateile e oulras iiumuii.linas, s llavam-se pelas
ras da cidade, com laio, ehoealnoa, buzOs, com
um alarido Infernal, e sob as imprecis de colera
las victimas de-se Turar Mlvetem. Nao respeilavam
a ningaem. Nivelevam-se todas as gerarclnassociaes.
Karo era o anno em que nao liaviam cacetadas, fe-
rimeiilos e al morles.
Enlrelanlo ludo islo passou repenlinamente com
pouca inlenenrAo da auloridade, e sem mais leve
reluctancia dosapaiaoaadoa das salurnaes do carna-
val. Foi uina couudela I. an-|. imaeio o[ierada como
por encamo. As limas de chairo, as gamellas d'agua,
os vasos chelos de inmundicias, os busios, o- laxos,
os clamores infeiuaes da luchas indecentes, ludo fui
substituido, lia tres para qualru, millo, por passeios
de mascaras pelas ras, em carros ou a pe, trajados
com mais ou menos goste, por bailes no Campo e na
cid-de, -e por outros diveilimenlus de um carcter
civiliaado, onde s reinam a franqueza, a cordiali-
dade, u conteiilaiueulo, os risos e a alegra.
Esle anno par-ce que leremos um carnaval mu
muilas vezes separa a naca ingleza do governo in-
glez.
E-le fado olTerece nma saba e provellosa liego ao
nosso governo, porque o convncela de urna vez pa-
ta sempre que nos casos em que de novo um dipl-
mala inglez, ou meimo o governo bnlannico, queira
fazer calar o noiso direilo sufTocado pela violencia,
pode elle contar, alcm do patriotismo dos Brasilei-
ros, que he de sobra para Ihe dar forra e anime,
lambem com o espirito de juslica e com opiniAo
publica da naeao ingleza.
Seria muilo de lamenlarqne de 'aes lices precisas-
aatnas para melhor susleular e defender os nosso di -
reilos de oacio independenle ; jamis aconsejara-
mos ao nosso governo um impelo de vaidade impru- i "'verl,do' ,i,leral dos l'nssalempos que se projectaro
, -, | para segunda e lerra-leira.
denle ; jamis o convidaramos laucar ao roslo de f 01te de sabbado liouve urna bella pirlida no
qualquer nacA." poderosa una provocarlo a guerra ; i silio do Cajiuiro. Dous vastos saies, resplandereu-
mas a sustentadlo das prerogalivas de um Eslado in- les^e l"ze, e elegantemente decorados eslavam obs-
truidos de gente. I m dos saines cuidadosamente or-
nado cun ramos de inangueira e .Ir unirs arvores,
desde o ledo ala base, ligurava um bosque de vei-
itiiia.-. que liaba u.n ar .le sido oule se eelebrava a
fesla. Ilaviain pouco- mascaras, mas o numero dos
oulroi convidados era extraordinario : a profu-ao. a
aiii.ibili.la.il' e franqueza do-convidados presidirn!
sempre esla solemni lade. A noile do sabbado foi
mu festejada, huuse espectculo no Sania l.abel,
baile de mascara na rua n Peala e no Cajaeiro.
Falleceram durante a semaua 40 pessoas, sendo :
19 liomens. 0 innlheres e 11 prvulos livres; 1 ho-
rneas, mulheres e I prvulo escravo.
dependente e livre he o prime.ro dos deveres que de-
ve lumar a prilo comprir um bom governo.
Iteconhecemos que escrevendo por esla maneira
nos arriscamos a ir magear o nosso governo, pois que
sem no contenannos com as gsranlias de ama con-
fianra sutlga e ainda mo perdida, que elle sempre
nos mereeon, pedimos-lhe agora uina palavra nobre
e ferie, como deve ser a palavra do governo, a qual
venh.i destruir certa mi' impres-au que deixnu no
nease, como no espirito de lodos, a leilura do arligo
do 7 fmes.
Ile-uos escrever propnsires desla ordem; quizera-
mus sempre ler elogios que lecer ao no-sj governo ;
quucruinos podei agora mesmo sustentar que a pru-
dencia, e s a prudencia lem presidido as sua nego-
ciaces e relaces diplomaliras com A legaran ingle-
za : ni is he forra confessar que se um formal des-
mentidoIta ter contradiclir certa* recelaret da
imprenta de Londres, ficara' provado que o governo
braaileiro foi dcil de mais as imposioiies violentas
de legarAo brilannica.
t.i i -iidn na nos-a cmara vitalicia um senador do
imperio perguntou ao ministerio se era verdade que
o Sr. I'igoeiredo fura abrigado a dallar a presiden-
diris a S. Exc. c'a dc Pernanibuco para se salisfazer as exigencias
1 do diplmala inglez, o lirio nacional que revolla-
que o goveno de S. M. deposila plena confianza
na boa f di governo imperial e no sea deseju de | r'' !'ml'les sospeila de urna tal submi.Ao, serenou
perseverar nssa poltica sabia e humana de upposi- u,- iapoil onvindo um desmentido olcial respon-
cAo ao Iralico africano que segu desde I85 ; que dor 31a,'n' pergunla ; agora porero veo o Times
oguvemo des. M. esla convencido de que 0gover-1aniwneiar-nna que na qaeslAo de SerlnhSeM urna
no do Brasil s! mostrar prompto a fazer excmplo da ,re* me'li eondigne em mi crimiuo-o, cuja categora e. pu.-irAo | l A exigencia da demissAo do presidente da pro*
Bggravam a edmtlialidade do seu proce.limenlo, e vincia de l'eruambuco. e do elide de polica, exi-
recoiihecer a iccessulade de conler assim o renas- gencia a que o governo hrasileiro, bem que proles-
ciniei lo do traigo aficano, pois que a impunidade | la-so que e-ses empregadns eram innoceiilcs, se .lio
do presidente ie Pernambueo nAo pude dcixar de abrigado ,i ceder.
seoro(oa-lo ; ecoiisegunlenicnle o governo de S.' Se u nosso governo nao declarasse que esla revela-
M. siiqgere queesse fnurcitmario 'eja er.iitlido do "a n.io lem fundamenlo algum, e qu a influencia
portando, orern, a verba respectiva, a meu pe- empregar-se de preferencia em servico do m.-mo
zar tenho denado de altende-las, reconhecendo, i -enero na asseniblea legislativa provincial, quando
enlrelanlo, que a illuminacao da capital be ineom-1*sJ* l':ira '",(1 chamado.
iugnr ile ircsidoilc ; que o cheje de loli'ia de l'er-
H'V.ulhifj seja ti'liem demittido : e que o Dr. An-
tonio Drumtnoui e os oalros captores do negreiro,
ou sejam iminedatamenle julgados, ou postea em
liherdade. o
Ali-olvido es!, pois o ZVntei da acrusarAo de
baldo- laenygrapbicna, licando obrigado a lPr tilado
pela e caraca ||e mellioramenlos, aue a assemblca
provincial piocurou ja proporcionar, conredendos
pela lei n. ", do anno paseada, meios mais ampio
para que a dita illminaciO se fara a gaz li> Iroge-
neo extrahido da agua ou de rnadeiras. ,
!"m virlode desla aulorisarA.,, mande), un dala de
'i de iiinho do auno fin lo, eai rer r t.i.,- ronvldan-
do, oh as eandlces da dila lei, q.iem e propa-
ze se a encarregar- e da .lili emper/n e lendo
SnbdivisSo de comarcas.
A aclual liv-o das cimarras da piovincia he de-
feiluosa, c cumpie chamar para esle usumplo a al-
iento da a>$emhlea provincial.
Algumas das mesma comarcas nao podem perma-
necer com a divisAo existente.
l'alvez r..i.'.,.'.,;.,, loiouiai niai- dnssaa aelaaas,
e o Dbrle da provincia anle.de ludo, dsveria -rer
ailendido, qoando, pelr, rectio mnilo raioivel de
concusoes, que nu eslavam nas pre-
mlssa,
Ahsolvido esb lumbem o governo imperial da
aecusacao fei la pilo Times de ler cedido ej-igen-
ci'Z do governo ii/jlr:, pois que o Sr. Jerningbam
em um despache de I2da maio, vinle e cinco dia
anles de escreve lord Clarendon n seu firman, an-
nuntia a S. Ut. que n Ir. Ju- lenlo da Cunha
Fgueredo linla om urcessor na pesoa drfSr. con-
aelbelro Maceib.
Klfc provado porem, qne o goveiuo iiiRlez, leva-
do por inbunij,-. de nm sen ngenle roosular, en-
landea poder esgir, e de feilo exigi, a damino da
da Inglalerra foi complclamenie eslranlta a demis-
/So do piesidenle c do chefe de polica de Pernam-
bueo, licaria nesle fado demonstrada, cima de lo-
da as duvidas, a sua inexcusavel fraqueza.
O nosso ministro dos negocios eslrangeiio garan-
ti t imwreneii do presi.lenle de Pernambueo, e
susltiili-u que elle nAo prolecera .le modo algum o
desembarque de Africanos rmS .rinliem ; a respei-
lo do rhefe de polica dis-e a mesma cousa, e
no eulaulo o governo inglez duvdon da palavra do
nono miniatre e exigi a demissle les enipregad is, e o nosso governo dobrou se a esa
exigencia, e saiidez !
lie o Times que o ns-evera.
Como he que um governo eslrangciro vera exigir
a demissAo de altos funecionarios pblicos de urna
nacAo iielepen Mite '... e como ha que 6 governo
de ama njrln independenle ouia injeitar-ss a lio
caprichosas e ravollnnles impo-iicuiM .',..
REVISTA TIIEAIKAL.
Quinta feira 10 de fovereiro.
P. Cesar de lazan.
I'oi cun e-la roiii -di.,drama haule cumedie ,
que se annnociono eapeetaealo para cs-e dia, e de-
ae logo auguramos urna noile completa, a aquel-
les que. como mi-, loasen ao lliealro Sania Isa-
bel, para a.lmiiar e Sr. Jogo C idano : com efieil ,
iiossa esp-raneas nio for-.m illudida Ainda sub
as Impressoes, que nos deixuu Jorge ?,! nricio, fu-
mes ao lliealro, alim de vermos eD. Cesar de
Bazanps-,; drama, qoe pareceu-nos ler sido e-co-
Ihido para in'eiramenlr contrastar nuil aDama de
S. Tropel.Na rcalidade, a IransformarAo foi com-
pleta!!
O martimo le maiieiras brescas, e arrebatada.
0 mando devorado de domes, e o i inetn victima
de urna egttnia leul, e pavorosa tiaha desaparecido
dando lugar ao nobre, e jovial avenlureisoI). Ce-
sar de Batan !
.Narrara- diflerentes emocoes purqna pstame
dorante a represemesJe do drama, analvaar a bel.
lez.is creada* pcbi ?>r. JoAo Caetsno, nessa parte,
be urna larefa bastante sidua, quasi imposa-vel. t)
que diremes da-se grande a-lista, que seja ignora-
do.' Qaeeffaieesr a e--c genio accIamaJorti, a
esse re denominadoNume V Nada '
Nad-. : porqoe o nosso eli ajo esU' (Ao, aquem do
mrito d.- Sr. |oao Casiano, qaanlo o Sr. Jogo Cae-
tano, at b je lem se c Jleeade a uina dislancia qua
si immensnravel da eenmra caprichosa.
E pois diremos somenle : o Sr. Joan Caelauo es-
leve sublime : em nada desmrnlio ao que mereci-
damente lem ganho porque moslroii-se lal, qual b
um artista hrasileiro sem rival, e quica u nico
desla poca !
A Sra. I). Gabriella. na parle de llariteae, lam-
bem deveroea bstanles eucomiu, porque : se u Sr.
Jode Caetaao les vibrar em aosse alma as cor.tas d.
prazei, a olas do enlbusfasmo, a Sr. D. Gabriel-
la toeoii-nu na .la sen-ibiliilade. Tae verdedeira
era a sua tristeza, lAo ebrios de cxpies-Ao o nolire-
senlimentos desa personagan, Iradnii lea por ella,
qae nos teatimo vivamente inleressados por e-si
victima da ambicAo lesin-rca.la .le um ministro e
capricho amoroso de um uiuu.rclu Keceba p'.n.
a Sra. D. (iahriella noso elogios, pelo hem! qoe
no pintn eisessentimeolo lAo diversos, < pela
acertada esrolha de seo vestuario, simple, de bom
gosto, e inisiramenle apropriado a rpora da acco
do drama.
p..rt..av,nSo".CqPue,,er,faU., T^XJl LST
pretexto um ,nol,? de rendnh!, pV^^tl
com ella, uflerece, ,,,, Ve,a,;que ,a I nana do
sen coslum., cohiba-e. sena quer airepe't'.^
t"ll:.ser d'c'ar",wu n jme-" EES
Oh que facto estupendo I :_| m mM., ,prt_
sentar-ie uu recinto 4e ,, fJtni|lailn, tmmZ*,-
nh W"'"''^' '.a""m *er nhos He incnv.l S om tal I a. .I"
Consla-no,
om tal Fulano do aan.
S5.1ii/.indoaca bordo cinco senleo-
nam o boheo das r^^^J^ZSST
'""''' 'fienlraes. ele. So .audave" are,
o bous banhos d'agua noce e salgada.
., .T..** ****** '!Uanaa Porta brigae na-
c|..nM,,l.narense^-r^e^trrrre |l, d, ^ril,n,,
beT
calo ; os quaes foram po.lrs a disposiega
chefe de polica desla previucia- pM'c*'' "" "
SabbadoEnlrou no no.o nnr'o nr~-.a.i.
do llio de Jae,r com des,,^ V.r.n'r.aTp a
encorporar e a laCao naval dest. pro.inc. ,
escuna d. guerra nacional .Tib.gi,,, ,,.;, depo, de
apre-lar-se do necessariu, .-. % J*
Ja^,roVe,PR,bi,r'IO|"Sar,1eRn"' yin
Janeiro e Babia, Irnoxe .,. _,.,,
Olympio Manoel dosS,loi*ViT.|. ?'>"
Ate amanhaa.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSOEXTKAOKDINAKIAEM 4 DEFEVKEI
RO DE 1857.
/'residencia do Sr. Reg e Mbng*
Prsenles os Srs. Kego, Viann, Fra
arrelo, Barroca, Kego Barros,
crene.
ranea. Barras
Mello, e Barals*
abno-se a sessao;. foi lida e approyad. a acta d,
nnlecedenle.
Fui lidu o seguinte
EXPEDIENTE:
I ma pelrao do Barlhlome.Kraiti0 de Sonsa
remett.da por despacho do Ejm. Sr. ,a-id,n da
provincia a esta oamara, para a vista dos parte,.
que a arompanh.ra por copia, do precuradore.'
fi-rees das thesouraria, geral e prov-neial, e do \-
grimon.or do terreno de m.rinha, m,n lar iodem-
msar ao pelcionario di importancia do lerreno de
loa propriedade, que se ada occopado com o ma-
ladouro public, procedeo.lo-se de conformidade
com a lei provincial n. I9 de 2 de mal. I8,.
-Mandou-se Iran-millir a nessaae a urna commi.
sao dos sr. Barala e V.anua, para se entender rom
o propnelano sobre a referida iu leransacJo.
Fin officio do provedor da S.ode, endererado ae
Exm. Sr. presi leule da provincia, e por S. Ese. a
cmara para informar, tratando da repugnancia qae
leem os iripolanles .lenle dos navios torio no par-
lo, de se Iralarem noh.xpjtal.sob o pretexto de qne
os qae para ah vAo, nasa ultam mais, preferindo
antes se-lo em enea particulares ; lembrando o pro-
vedor qne, se a cmara confecionasM urna postara
impando penas ao qae recebessem doenlc de bor-
do sem guia da provedoria, e obrigando a remcao,
Ulveaaa cooseguisie avilar aaasaaa rom saa* prm-
plidao, do que com a peda de desobdiencia___A
cmara nAo julgon proficua a medida Icmbrida, na-
temiendo que seria dillicil saber-se da casa em que
se [raleasen daeartasda bordo, para n imporao do..
della a mulla la postura, o qual labei.do da exis-
icncia desla, halara de occollar quanlo Iba fosse
pussivel o fado que, milita veze a amizade, ret-
a COanidengoea, e mcsoio a philsnlropt liuham
permillido, e entao inexequivel e milla se ti u Ta
essa poetara : enleudeuto igualmente que | n | -.f
bom Iralamenlo nos hospilae a .lenles, de modo
qoe nada Ibes falle, e fa/en lo-se effecliva, par* w
que ahusarem.apena de desahediencia que a cmara
repula nAo -nene lerrivel que a mulla, eaaaaai a re-
pugnancia de que falla o |irovedor.N*lc sentido
se man.loo informar a S. Exc.
Outro oni-io do pr.-eorador. disendn que para >c
poder arrecadar o imp creado pela lei provincial n. :m, rl. I!l!8, era'
mrstersjaeenaeeJdee Afog.di apresentasse orna
relele dos nome do dimos daaaaa armadilha eti-
lenlesasaaaa fregoezia.Manl.m- se nesle enlid.
expedir ordem ao fiscal.
Huiro do neeaas lo acN, S. Anlonio. S. J iic,
IJ.ui \ isla e Paco, eapeade em cumprimenlo a or-
dem que Ihe fo. eipe Ma em dala de H de jam-ir.
nllmo, as neoe.sila es mais urg-nles de SSM fre-
guczias.A commi'sAo de polica, a quem sasaanM
>e manden remellar o. ..ncio no m>mnseuiid.. dos
de tois ficae, a proporrAo que feasan chegando.
Ontro dos licaes dot A fgido, Poco, 9. I.onren-
en e Versea, enviando eida* um a rel.ico dos enae-
ahosda fibir.irasucar exi.lentes em fregoe-
zia, com sidenle da provincia. Qaa e aapWena pela qae
fallam, paro se satisfazer a ordem de S. Esc.
Oulro do fiscal da Boa Vista, pedindo o pagron-
lo da quantia de 6*11, qu. dtspendeu cam o enter-
ramenlo de um .avallo, qoe app.recen merlo no dia
do mrenle.Mandou-e pagar.
Oulro do ti-' il de S. Jos, peJiudo sa niaudav-e
pagar ao Dr. Ignario Ners da I oiiseca a qnsnlis da
3*21, de um exame ssnilario qne f no da >le
IvTOTIDSDxT

ILEGIVEL


DIARIO DK PERNAMRUCO, SEGUNDA FEIRA 23 DE FEVE.lF.lltO J)E 1857.

Que o Riso eom ores,
E iraca, e pr-zer,
A Jila dos Homens
O trato, e o sor.
Ebeje um Sorriso
Moslrou-me divino
De Nise adoravel
Osci purpurino.
Libemos portante
E folgue o l.ouvor
Do Riso innocente
He paz, e de amor.
Por A.J. de II.
V': v (S-
tb embro ullimo.era o acooiiue n. 8Jda libelra per-
tc, rente a Flix i de Albaquerque.M.indoa-se
pa .ir matidado.
Oolro do liiiuil-lr.i lor do cemiterio, communi-
Dtcsndo que se acham concluidas as catacumbas pa-
ra prvulos, da ir ni ni 11 I,- da Congregaco. Dem c0'
como se tinha principiado o fingido das de adultos
da iimaudade do Sr. da Vii-Saera, podendo a c-
mara dar guias para inhumaciies nellas.loteirada
c uXudou participar ao procurador.
Outro do vigario de S. Jos, enviando o mappa
do-. bptisados que liouve ein lita fregnezia no se-
mestre lindo em dezemhro ultimo.Ao archivo.
I.tu-se e mandou-se remeller a rnmmissao de pe-
li^ies, para, com urgencia, dar scu parecer o reqoe-
rin entn viudo da presiJencia dn franrez Eugenio de
tal pedindn ao E\tn. presidente conces'aO de uro
privilegio exclusivo por !.*> annos, para montar um
est ibelecimenlo de 10 carros de alo&uel | ao princi-
pio ) e fazer os transportes da cidade e seas arrabal-
des, medanle as condicOe declaradas n pelifo, c
rmisnulras que olltrecer, 110 caso de ser aceita a
su i propn.la.
Os senliorcs llarros lmelo o Mello, nomcados em
c > nini.-iii para esnminarem o estado do cemilerio,
deram seus volos separados: o 1." prupora reJoc-
c,a > para 1 tercos no pessoal dos srvenles do memo
es abelecimenlus, e funJamenloa *> rnzoe. que a
tal) o induziram ; e o i.- o piooa pela conservaciio
do numero estlenle ; correndo a discussao sobre
es.e objecto, o Sr. larroca propozque os trabajado-
res fossem redolidos ua propincuo do augmento dos
lo nacs ha pooco approvado ou que em lugar de l
que xislem, ficasiem 12 ; o Sr. Barra Brrelo com-
bale esla ida, sustentando o sen parecer ; e posto a
volos sa devana haver alteraras no referido pessoal
des servente!, dicidio-se que nao por urna maioria
dn o volos contra 1.
Foram approvados dous pareceres da commissao
de cdificacOei; nm oppondo-se, por ser contra as
pcslurat, a obra de urna trapeira, rom visos de um
aegundo an lar, que velen le fazer Manoel Joaquim
da Silva em sua caa da ra da l.iogoeta n. 10, para
o que offerecc nina plaa ; e outro, tamhem eppon.
d)-se ao aforamenlo que ao govemo da provincia re- Octcarrcean. Hreiro.
q lereram Jo3o Rodrigues da Silva \ all, e Jacinlbo I Barca fraiicraaComa Kogermercadoiia*.
OWNSULADO PROVINCIAL. noel Francisco (la -ilva Car ico : na ra do i
Kendunemo do da 1 s 20. 6J:23*a35l j Coilegio n. 13, terceiro andar, ou com o ca-
**~~J~_ pililo, a bordo. k
Para Lisboa tenciona sabir com brevi- Z-*3H*>
ladea barca portugueza Bcmvinda, capilSo
dem do dia 21.
62 6899723
PIUCA DO RECIPE, u DE FEVEREIRO de ; Jos Arthurio Moreira, por ja ler parte da I
carga prompla ; para u resto del la c passa-
geiros, para o ino offrece bons commodos:
Irata-se com os consignatarios Amorim Ir-
mSos, ra Ja Crnz n. 3.
rllACA DO RBCIFE2IUE FEVEREIRO AS
3 MOKAS DA IAKHE.
Colacfiei olliciaes.
Descont do latirS c !l ao auno.
Cambio sohre l.nndreJS d. IH) e 90 di.
rrederico Robitliard,presidente
/'. Ilnrgis, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -28 d. (0 el. v.
Pars, 310 a 311 rs. por fr.
i Lisboa, 95 por ", de premio.
I Rio de Janeiro, 2 por m
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