Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07715


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Full Text
ANNOXXXIU R. Vi.
Por 5 inezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.

SYIIIUDO 2. DE FEYEREIB6 DE 857.
Por anno adiantudo 15$00C.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARtmiAOOS DA SITRSCRIPCA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomes Natal, o Bf. Joa
quim 1. Pereira Jnior ; Araran, o Sr. A. de Lentos Braga ;
Ceart, o 9c. J-1" de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Suea Rodrigue ; Hiauhj, o 8r. Domingo Hereulano A. Pessoa
earenss : ara', o Sr. Justino J. Hamos; Amazonas, o ir. Jero
njmo da Costa.
PARTIDA DOS CORRBIOS.
Olanla : todas o* dia. as o p meia har* do da.
Ignrassi, ISofaaN o Itataluna: as segaada* e -.vi.i--i.
s. Ah..... Ileierru*, Itoi.ilo. Caraare, Allinhor Garanfc in<
S. Loareaco t'......lAlhu, Naiarwtli, Lbhmisi, III. i.i.
eir, lliir.-.. Villa-IMIa, llo.-tj.i.,, Ilrieui. I.......
Cabo, Ipojaca, Seriaaeaa, Ki.i-l'unnu-o. l m Barran
laealairaa e Natal : qninus-leira-.
Tinto, os corren parlen, a, lo lloras dlilla.
: na leraa-luini
l'.-q...-! i. lana
Hilarla--t.'tri-.
... A. ,a-l'i '... 1
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundase quintas.
Relacao ; Ierras-reiras e sabbados.
Faienda : quartas e sabbados ai 10 horas.
Juizo do commereio: segundas as 10 horas e quintas ao maio-dia.
Juizo deorpuos : segundas e quintas s 10 horas.
rimeira vara do civel : segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda rara do eivel: quartas e sabbados ao meio da.
BPBEUERIDES DO Mi:/ DE IFAEp.F.lUO.
1 Quarto creseenle as f horas e 1 minutos da larde.
) La cheia as 9 horas e 33 minutos da /arde.
17 Quarto minguante a i minuto da manhna
24 La ora as 9 horas e 38 minutos da manh.ta,
t'KKAMAR IIi, HOJb.
Primeira a 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 hura e 4:! minutos damaoba
=
DAS DA SEMANA.
lli Segunda. Ss Porfirio. Santot'l. Jrrrinia.v.
17 Tena. S. Policronio. b- : S Secuudino e llomulo Mm.
18 (Ruarla. S TbjMtonio 1. prior de. S, Cruz*
19 uinta, S Conrado I'. ;I. Gabino m.
20 Sitia S. I i<-iit......e Kilo llh.
21 S.bado. Ss. Maxiiuianu t Fortunato llh.
22 Domingo, da Ouiuquagesinia S. Xiargarida de orlona i.
ENOARREC.ADOS DA StlISCRIPCA IVO SU-
AJagoas.o Sr. Claudino Falli Dia.jM.shii, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mirtins.
KM l'ERNAMBICu
O proprietario do DIARIO Manoel Fgueiroa de Faria, na aua
livraria, praca da Independencia Di. 6 e 8.
PARTE
'---------------- "---
MINISTERIO DA FAZENDA.
Decreto n. 1.876 de ;11 de Janeiro de 1857.
Crea o lugar de ehefe oa scete de conlabilidade
aunes secretaria de eslado dos negocios da ta-
zeuda. ... .,..,
I sanio da sutorisarao concedida pela le n. ot..(
de 4 de jolho de 1830, hei por bem crear o lugar de
chele na iecco de conlabilidade annexa i secreta-
ria da elado 'dos nesocios da fazenda ; ficando nesla
parle revogado o arl. 15 do decreto n. 76:1 de 20 de
novembro de 1850, e assim elevado a dez o numero
ile chefra de seceftn do Ihesouro nacional.
Joao Mauricio Wanderley, do meo consellio, sena-
dor do impetio, ministro, e" secretario de eslado dos
negocios da fazenda e presidenle do tribunal do Ihe-
souro nacional, assim lenha entendido e faja exe-
culsr. Palacio do Rio de Janeiro, ero .11 d* Janeiro
de 1857, 36 da independencia e do imperio.Com
a robrica de S. M. o imperador.loao Mauricio
tranierley.
MINISTEKIO A JUSTICA.
Decreto n. 1,86'J de II! de Janeiro de 1857.
Declara de primeira enlraiicia a comarca do Saboei-
ro, creada ua provincia do Ceara'.
Ilei por bem declarar de primeira enlrancia a en.
marca do Sabociro, creada na proviucia do Ceara'
, pela resilllo da i* Ab agosto do anno pas-ado.
Jos Thomaz Nabuco de A mujo, do tneii eonsellio,
minisltu e secretario de eslado dos negocios da us-
ura, a-sim lenh.i nlendido e faja e\ecular. Pa-
lacio do Uio de Janeiro, etu 31 de Janeiro de 1857,
trigsimo sexto da independencia e do imperio.
Cum rubrica de S. M. o Imperador.Jos Tho-
maz Nabuco de Araojo.
Decreto n. 1,870 de :il de Janeiro de 1857.
Declara de primeira enlrancia a comarca de There-
xioa, creada na provincia do l'iaahy.
Ilei por bem declarar de primeira enlrancia a co-
marca de Thereziua, creada na provincia do Piauhv
pela lei da assembla legislativa o.893 de III de de-
zembro de 1855.
Jcs Thouiaz Nabucu de Araujo, do roeu conse-
lho, ministro e secretario de estado dos oegoclos da
juslii; i. assim o leiiha enten lido e finja eCecutar. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, era 31 de Janeiro de 1857,
trigsimo -etlo da independencia e do imperio.
I orn a robiica de S. M. o imperador.Jos Tho-
maz Nabuco de Araujo.
Decreto n. 1,871 ce 31 de Janeiro de 1857.
Declara de primeira eulrancia a comarca de Guru-
pa', creada ua provincia do Para'.
Ilei por bem declarar de primeira enliancia a co-
marca de Gurupa', creada na provincia do Para' pe-
la lei da assembla legislativa n. 'Mi de 18 de se-
lembro do anuo passido.
Jos Thomaz Nsboeo de Araojo, do meo conselho,
ministro e secretario de eslado dos negocios da jos-
tira, assim o tenlia entendido e fara execular. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, ero 31 de jioeiro da IS57,
trigsimo sexlo da independencia e do imperio.
Cora a rubrica de S. M. o impera Jor.Jos l'lioinaz
Nabueo de Araujo. ~>
Decreto n. t ,872 de :li de Janeiro de 1857.
Declara de primVira entraiieia a comarca do Rio Pa-
ran', creada na provincia de tivyaz.
Ilei por bem declarar de primeira enlrancia a co-
marca do Rio Paran', creada na provincia de
Goyaz, pela lei assemblca legislativa n. 12 de 2i
de novembro de 1855.
Joan Thomaz Nabuco de Araojo, do men conselho,
ministro e secretario de eslado dos negocios da jus-
lira, assim o tenha entendido e Carta eieculnr. Pa-
lacio do Rio ne Janeiro, em 31 de Janeiro de 1S.5T,
tritesin.u sexto da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jos Tho-
maz Nabucu de Araojo.
dispe o regulamento n. 737,arls. 534 a 536, e o de- I Em casos como este, suscitar o conflicto nao seria
creto n. 1,06 de 33 de oulubro de 1852. I cabivel, porqoe nao se trata de incompetencia de
Jos Thomaz Nabuco de Araujo, do meo con- Ijatz em correicao para conhecer da malerin: a ques-
selho, ministro e tecrelario de estado dos neg- 113o he ler elle decidido mal nessa materia de soa
Decreto n. 1873, de 31 de Janeiro de 1857.
Declara peranle que juizes devenlo servir o primei-
ro e segundo porteiros dos auditorios do munici-
pio da corte.
Ilei por bem, na conformidade da ininha imperial
resalunlu de 21 do mez prximo prelerilo, lomaila
sobre consulla da seccao de jusilla do conselho de
eslado, decretar o segoiole :
Art. |" O primelro porleiro dos aadilorins do
municipio da corle servir peranle os juizes dos (fi-
los da Calenda, de olphaos eada primeira vara mu-
nicipal.
Arl. 2' O segundo porleiro servir peranle n juiz
especial do commereio, a os da segunda e lerceira
varas mnnicipaes.
Arl. 3' Nos casos da impedimentes se sobslilui-
rao reciprocamente.
Jos Thomaz N buco de Atroja, do mcu conse-
lho, ministro e secretario de eslado dos negocios da
jti*t ,.i, assim'o lenha entendido e Cara executar.
Palaeio do Rio de Janeiro, em 31 de Janeiro de
1857, 36- da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imper.idor.Jos Thomaz Na-
buco de Araujo.
cios da Jaetrca, assim o leuha entendido e faca exe-
cular.
Palicio do Rio de Janeiro, em 7 de Cevereiro de
1857, 36. da independencia e do imperio.Com a
rubrica de 8. M. o I uperador.Jos Thomaz Na-
buco de Araujo.
Senhor.Tenho a honra de apresenlar alta
considerarlo de V. M. I. u incluso decreto, que se
refere imperial resolurao de 22 de oulobro do an-
no prximo prelerilo, sobre a cunsulla da secc.30 de
ju-lira do conselho de estado de 28 de maio do mes-
inn anuo.
l'tcfi venia a V. M. I. para expor os motivos des-
te decreto, que sao os mesmos ero que se fundara a
imperial resolurao.
Ojuiz da direilo da 2. vara do crime da cidadede
Porto Alegre deu em correira um provment or-
denando :
a Que os escrivaes e olliciaes de juslira do juizo
de paz e subdelegada que nao tivessero pago os no-
vns e velhos direilos, nao conlinuassern a servir esses
ollicios sera paga-Ios, comminando a mulla de cem
mil ris aos juizes que os empregassem sem estar
cuo-prido este ptovimento. i>
Eniao o presidente da provincia, de-'erabargador
Joao Lins Vieira Caiisausao do Sinimbii, por porta-
ra de.5 de man;u de-1855, mandou que o dilo juiz
Z'sse cassar esse provimento, porque a adminislra-
{o da policia sofftia grande embararo, sendo cerlo
que, alm elisio, o provimento nao eslava de accor-
cto com a disposigao do art. 26 S i do decreto de 2
de oulubro de 1851, e us referidos direilos nao eram
deudo-, .1 visla das tabellas, que haixaram com a lei
n. 263 e 30 de novembro de 1811.
Mas o juiz de direilo, em oflicio de 31 de marro
do mesmo anuo, soslenlou o sau provimenlo, e por.
em duvida a competencia do presidente para fa/.e-lo
catear por meio de urna portara.
Em consequencia o presidente da proviucia, por
ollioio de 30 de marco de 1855, pedio ao governo im-
perial a decs.1.) da queslo, reduziodo-a aoiseguiu-
tes quesitos:
1." Os empreados de que se trata podem ser das
silicados 00 I," 1 o 3.- SS da tabella aonexa lei de
1851?
2.' Com (lulos legtimos, mas nSu pagos os di-
reilos respectivos, podem essas empreados ser logo
upeusos, ou deve ojuiz atsigQar-lhee prazo para o
pagameulo ? 1 a>
3.a ual o meiu de desfszer o efleilo de uro pro-
vimenlo quando evidcnleuienlealtentalori do poder
adiuinistralivo '.'
Por aviso de 31 de marco de 1856 Coi por este
ministerio (ransmitlidu ao da duenda o I.- qoesi-
I", cuja deciso llio compete, pjr terem sido por
elle exped Jus os regulamenlos e orden- respec-
tivas. >
ConsQltndns o conserli r.n procurador da enroa e
sec?ao de joatira sobre o 2.- e 3.' quesitos, que sao
o I.* e 2.* da consulta, faram de parecer:
I.- de 1851 estabelece duas liypotheses iliatinciiis : I.",
a da falta do ltalo legitimo ; 2.", a de pagamento
dos direilos devidus, sendo pie uo primeiro caso de-
ve o juiz suspender, e rio segundo marcar prazo ao
funcionario ,' irapp pgame uto.
2.- Oue os protineinus, sendo artos ile jurisdic-
i.ao do juiz, o recorso dalles he someote para o po-
der judiciario.
Parece ao conselheiro procurador da coroa qoe,
no caso figurado pelo presidente da provincia, o que
calda era a suspensao c accusai.ao dojoiz.
Parecett secrao que, desde que os actos de qual-
querautoriilade judiciaria sao alteutaturios do poder
administrativo, o que poda o presidente fa/er era
suscitar o conflicto, mas nao fazer eassar por meio
de nina portara o provimenlo do juiz.
V, M, I. hoove por bem conformar-se rom a so-
turno do primeiroquesito, mas nao assim quauto ao
secundo.
A' visla da imperial resolurao, urna declararlo he
uecessaria a respeilo das altnbuices administra-
tivas dos joizes de direilo em correirao, conleridas
pelo decreto de 2 de oulubro de 1851 ; para fun-
dar esla necessidade prcsuppunho os seguiotes prin-
cipios :
complenos.
Em vista deslas consideradles, a declaracao do de-
creto junio me parece imporlsnle, para que liqae
bem definida a auloridade do juiz de direilo em cor-
reic.to, esejam prevenidos os condiclos a que pode
dar luar o abuso dos provimenlos.
Submellendo o mesmo decreto i approvarSo de
V. XI. I., s'.u, senhor, de V. XI. I., subdilu reve-
rente, Jos Thomaz Nabuco de Araojo.
Decreto n. 1,881 de 7 de /ecereiro de 1857.
Providencia a respeilo dos provimenlos dados em
rorreicao pelos juizes de direilo em materia mi
ministrjliv.
Ilei por bem decretar o sezoinle
Arl. 1. Os juizes de direilo em corretero oaiTpo"
dera suspender os empregdos que servirem com
titulo legitimo, do qual nao lenham pago os direilos
respectivos, sen.io depois de assignar-lhes prazo pa-
ra o pagamento.
Art. 2. O* provimenlos que versaren! sobre ma-
teria administrativa, como suspens3o de empregadus
e arrccaJarao de imposlos, podem ser cessados pelo
governo imperial, e provisoriamente suspensos pelo
"residente da provincia.
Jos Thomaz Nabuco de Araujo, do meu con-
selho, ministro e secretario de eslado dos nego-
cios da juslira. assim o lenha entendido e Cara exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de fevereiro de
1857,36." da independencia e do imperio.Com a
robrica de S. M. o imperador.Joscjltiomaz Na-
buco de Araujo.
Coronel.
Ieuenle-corouel.
Mnjor.
Cuimnatidando bri-
gada ..... 256OO
Commandando cor-
po arregimeulado ou
em servido de enge-
nharia militar ou de
estado-maior. I^IO
Commandando cor-
pa arregimentado
ouemservicodesle.
deeiisenharia mili-
lar ou de estado-
maior ..... 1-ion
Em serviro do ror-
po arresimentadn,
il-riieeiili.il 1,1 mi-
litar ou de eslado-
maior..... I>100
Cipi.i". Em serviro de cor-
po arregimentado,
de engenharia mi-
litar ou de eslado-
miur..... lajOOO
Teneole. Em servico de cor-
po arreannenlado.
de engenharia mi-
litar ou de estado-
maior ..... 1-.>n
Alfares, Em servido do cor-
po arregimentado,
de engenharia mi-
litar ou de estado-
maior..... IcOOO
Palacio do Rio de Janeiro, 31 de Janeiro de 1857.
Mrquez deCaxias.
Decreto n. I87 de 31 de Janeiro i 1857.
Estabelece que no municipio da corle haja tres de-
legadas de polica, e marca-Ibes dislrictos.
Ilei por bem, osando da atlr liuir.io que me con-
Cere o (. 1- da lei n. 261 de 3 de dezemhro de
1811, e ioh proposta do chefe do polica da corle,
decretar o seguinle :
Arl. No municipio da corte haver Ires delega-
cias de policia a-snr, divididas :
S A primeira deli-jacia lera por districto a
Creguezias de Santa Rila, Candelaria, Sacramanto,
illia 1I0 (i iverua.lor e ilha da Paquete.
I* A s-gunda delegada t-ra por dstrdo as
fregaezias de S. Jos, Sanio Antonio, 1 liona. Lago a
e Jacatpagua.
5 3- A terceira delegacia lera por dislricto as fre-
gaezias de Santa Anna, Eneenlio Velho, S. Chris-
Invio. 111I1.111111.. Iraja', Cimpo Grande, liuiraliba e
cralo de Sania Cruz.
Art. 3" l'ic revogadn o ilccreln n. 136 de 28 de
MINISTERIO DA CIERRA.
Senhor !Em Milu le da legislarao militar ac-
tualmente em vigor, a rac/Io da elape diaria desti-
nada ao sustento dos olliciaes dn exercito, considera-
do isoladamrnte, he, na qualidude e uatureza dos
gneros alimenlitos de qne se compile, e 110 valor
que he semcslralmente lixado, a mesma que se for-
uecepara cada pra^a da massa geral de ttm corpo
arregimentado, qualquer que elle seja. Estas mes-
mas particularidades se dan a respeilo da Corragem
para sustento das t^algaduras de pessoa e besia de
tlagagem, que devum ler os olliciaes em commissOes
especiaes e isolados. e das que fazm parle da cava-
lhada de um corpo arregimentado. A' visla da ca-
resta actual dos seeros allmantieioi, e daquelles que
compoem a forragem das cavalgaduras, o valor da
raro diaria de etape esta avadado 110 prsenle se-
mcatr* para a corta e provincia do Rio de Janeiro
em 100 res, e o da refalo da forragem em 600 ris,
e esles valores sao, pnuco mas ou menos, os que re-
gulam as mais provincias ; porque em geral nel
las mililam as mesillas raines, que aqu, em relelo
caresta dos gneros ; sen lo, que em quatl tolas
ellas o valor da elape he superior ao que e-ti lixado
ua corle. Seudopoisda maissimples niluirlo.qiieesse
Taluidarazaodeelape.alissollicienle para Asstenlo
das pravas de um corpo em massa, he insuHicieniis-
simo para o de um individuo tala lo ; sendo lam-
bem de toda evidencia, que com o valur do una ra-
cao de forragem mulllplieado pelo Damero de s
cavalgaduras da enalbada de om corpo pode-se sus-
tentar sem dilliculdade essa cavalliada. ao passo que
seria irrisoria a preteDCJio de com elle sustentar ui
cavalgadura, pareceo-me sei cunsenlaiieo com os
priucipios da maixs em entendida equidade alliviar
os olliciaes du onus de dislrahirem de seu- poucos
vencimenlos, ja sujeilos a despezas com a compra
repararn de seus uniformes, com alugueis de casas,
etc., etc., as quautias in lispemavei- para prefi-
zer o necessario para seu sustento, e das cavalga-
duras que teem por conveniencia do servico de seo
posto.
Por isso, e leudo muito em Vista a ecouomia dos di-
ulieiros publico, calcolei como quautia mais razoavel
oara o suslenlo do ollicial, que (em una s rr3o
de elape a del: para licar sendo a sua etape dia-
ria ; e para formar a dos ootros, que (em mais de
urna rajao, sommc aquella quantia com o valor
actual das raroes que elles leem, excedentes a urna,
e assim urganise a tabella junta sob. n. 1, das eta-
pes diarias de dilos olliciaes, segando os exerricios,
em que se acharen). Pan calcular o valor das for-
ragens para as cavalgaduras de pessoas e beslas de
bagagem, segui o mesmo raelliodo. Arbilrei para
O provimenlos nao sao sempre actos dejuiisdic- forrai-em de urna so cavalgadura a quantia de 800
jilo ; podem ser algumas ve/es de carcter admi-
nistrativo.
Para distinguir esses arlos, cumpre allender, nao i
pessoa que os exerce, seuao a nalurrza delles,- e ao
carcter excepcional da autoridade do juiz de direi-
lo em correirao.
Por unitivos especiaes e excepfo dos principios
geraes que legem a divida doaj poderes polticos, a
neeaa legislaran, assim como a de oulrospaizes, roiu-
iiieltem as autoridades judiciaria* fuucjes adminis-
Irativaa, assim como as autoridades administrativas
rucresjodidarias, ass m que as autoridades admi-
ni-lrativas em cerlus casos impd.m a pri'So e as
mullas, e as autoridades judiciarias fazem nnmea-
res, liscalisam a arrecadarao de imposlos e provi-
dencian! sobre seu pagameulo.
Elas excepees, que os Fraoeezea, cbamam de
classemeuts, se notam un citado decreto de 1851,
que rege as c.nreires, e sao necessarias al cer(o
ponto pinquanto o poder adminislralivo nao es-
liver convenicnlemente desenvolvido ueste vasto im-
perio.
A auloridade de oorregedof nao he urna jurisdic-
cao ordinaria, seinlo extraordinaria, c lein algumas
allriboires que oao podem deixar de considerar-se
como excepres do s\,tenia administrativo. Basta ler
o decreto Je 1831, que he hoja o regalamento das
cerreiroes. para sentir-se e'U verdade.
A forma diversa que es>e de.reto deu para os di-
versos acl'.s du juiz em correirao, disliuguiudo a*
revereiro do ISii, na parle que creou duas deles 1- | culas. 4 asl,acl,os. s f "'"Ca c os provimeulos,
ciassomenle 110 referido municipio, c inatcou-lhes 're,ola o cu syalema e previdencia nu sentido de
dislrictos. i combinar na mesma pessoa e auluridade as (unci.es
Jo< Thomaz Nabuc de Araojo, do meu conselho. J"1'*'"" administrativas,
ministro e secretario de calado dos negocios da jus- Port*B, os despachos e as seulenras sao sempro
rs., e para mais de urna, a soinma desla quaulia com
o importe do valor actual da rar.lo de forragem
.600 rs., correspondente ao numero de cavalgadu-
ras que excede a urna. He sob estes principios que
est orgaoitada a tabella n. 2, referindo-se quan-
tia que receliem para cavalgaduras os ofliriaes de di-
versos postos era exercicios dillerentes. Se V. XI.
I. se dianar fazer recahir sua augusla allenrao sobre
as duas inclusas tabellas comparativas, vera'qoe o
augmento proposlo n.lo Iranspoe os limites ;du eco-
nmico e do razoavel. Subinetteudo a sabia consi-
deraao de V. XI. I. o que cima levo exposlo, se-
rci feliz, se miulias ra/Oes mererercm a benvola
approvai.ao de V. XI. r, para cujo caso lenho a
honra de apresenlar augusta approvajao de V.
XI. I. o projerlo de decreto, que es(abelece a medi-
da, que proponho.
Rio de Janeiro 31 de Janeiro de 1897,
Decreto 11. 1H77, de 31 de Janeiro de 1857.
Filio valor da alape diaria dos olliciaes doexercilo,
e da rarao diaria da forragem para suslenlo das
cavalgaduras de pessoa e beslas de bagagem, que
aos mesmos olliciaes compelen).
Ilei por bem determinar, que do 1'do correla
mez de Janeiro em dianle a elape (liara dos ofllciaea
do exercito, e a' forragem diaria para suslenlo da
cavalgaduras de pessoa e beslas de bagagem, sejam
pagas os mesmos olliciaes, quaudo ellos se acharen)
em exercicio das funcres de emprego, que Ibes di
N. 2.Tabella do valor da forragem diaria que compete aos olliciaes do exercito
para sustento das respectivas cavalgaduras de pessoas c bertas de bagagem, a'
que se refere o decreto desta dala.
POSTOS.
EXERCICIOS.
/'orrage/n diaria
para cavalgadura*
de pettoa.
EXERCICIOS.
Km..._.. ni ilian
|.,..i
I- -I.....I .,.*!.I-
Xlarechal de exercilo. Commandando exercito.
Teneote-general ..
Xlarechal de campo.
Krigadeiro......
Corouel.......
. Commandando exercito.
Commandando divi-o .
. t .0111111,111.tundo dlM-.'o .
(. tininsndatido brigada.
Commandando brisada.
Em emprefio de eslado
maior de 1. classe .
Commandando
montado .
corpo
leen le-corouel
Xlajor. .
Capilo. .
Terinle.
Alferes.
Commandando corpo
nao montado.....
. Em emprego de eslado
maior de 1." classe. .
Commandando corpo
montado.......
Commandando corpo
nao monlado.....
Sem commando em
corpo montado .
. Em empreco de estado
maior de 1.a rlsse.
fiscal de corpo moni.
Fiscal de corpo nSo
monlado.......
. Eim empreso de eslado
m'ior de I .a classe. .
. Em emprego. de estado
maior de 1." rlasse. .
AjuJante de corpo. .
. Ei:i einnreiio de estado
maior de 1.a classe.
Ajod.ulr. de corpo. .
99800
58000
38800
39600
29600
ISiOO
StOO
l>itl(l
19100
1-itKI
1?00
l400
IjiOO
^8IM)
9800
>ano
>SIKI
--Sll(>
.-.Ndll
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de Janeiro de IS57.-
I
Commaiilanle tle exercito
de operarocs....... ">ilKI
Commandanle de dtvisao. 29600
Cmnnandaiite de brisada. 19100
Cainniandanlc de cerpn. .^MKI
Ajudanle general de exer-
cilo de operadles 19400
l.lnarlel-mcslre-sencral de
exercito de operaee* 1J00
Cirursian-mr de exercilo
em nperares...... 5800
(inicial empreaadn na re-
reparir. do ajudanle gen.
e do qnarlel-nteslre sen.
de exercito de op-raroes 58O0
Ajiidanles de ordens e de
campo.......... >MHI
Secretario nulilar do t.om.
de exercilo de operares. 1;1(KI
Ollicial da secretaria mi-
inililar.......... >80(i
Major ie brigada. *8IKI
Aodilor........... 1*100
C'iurgiao-mor de divisao. 58110
Cirursio mor de brisada e
os mais do corpo de saude 58IM)
Capelln.......... S-MKI
Chafe de pagadoria..... 58OO
Fmpresados de pagadorii. >soo
K-lad> maior de om corpo. 2)000
M'inir. de coerra, (rrm dos
olliciaes e das companhlai.
I'ara rada companliia. 1>i0l
-Margue 1 (le Coatfat*
TABELLA das quantiag destinadas para
compra de cavalgaduras de pes-
soa e-bertas de bagagem^ e pa-
ra remonta dellas, a que se re-
fere o decreto desta dala.
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pos do exercilo. As especialidades de peqoeno de-
lalhe privativas das armas a qoe as fraeces perlen-
cem, serao veiilica lase lisralisadaspor olliciaes des-
sas armas, convenientemente habilitados e deslina-
dos para esse l'un, sempre que o governo julgar con-
veniente.
Art. 5. Os corpos das suarnirOes das provincias
I de Matlo-Grosso e Goyat, aerlo inspeccionados por
olliciaes das respectivas armas Horneados para esse
liin, quando o noveruo julgar necessario ; e essa
commissao cessara' logo que elles apresenlarem o re-
lalorio da insperrao.
Arl, (i. As inspecres do corpos se procedern se-
gundi. as inslrorres que forem orsamsadas pelo
ajudante general do exercilo, e approvadas pelo go-
verno.
O marquez de Caxias, do meu conselho, presideu-
(e do cousellio de ministros, ministro e secretario de
estado dos nesncios da guerra, o (eolia assim enten-
dido e fara executar rom os despachos necessarios.
I'jldcioalo Rio de Jaueiro. em 31 de jaueiro de
I8>7, trigsimo sexlo da independencia e do impe-
rio.Com a rubrica de S. XI. o Imperador. Mar-
gue- de Ca.na>'.
Decreto n. 1,857 i/21 de dezembro de 1850.
Aulnri para as despezas tle diversas rubricas no exercicio
de 1855 a 1850.
Atlendendo a insulciencia do ciedito volado no
aniso li, da lei n. 779 de ti de selen.bro de 1851 pa-
ra as despezas da reparliro da su'rra, nos rubri-
cas.Secretaria ttc eslado, escola militar, areenaes
de euerra, armazens de arligns bellicos e contelhos
administrativos, hoapilaea, Crra de hnha, corpo de
saude, gralilicacoes diversa, fabricas, presidio da
ilha de l;eruando, ubras militares, e diversas despe-
zas e eveuluaesdo exercicio de 1855 a 1856; hei por
bem, leudo ouvido o conslho de ministros, e em
conformidade u anigo 5. da lei n. 589 de 9 de se-
leuibro de 1850, aulonsar o crdito sopplemeular
de 1,557:9955101, na fonna da llabella que com osle
baixa, devenuo esta medida ser levada em lempo
competente ao ronlit-riinenlo do corpo legislativo.
O marque/, de Caxias, do meo conselho, presidenle
do conselho de mtinsiros, ministro e secretario de es-
lado dos negocios d guerra, o lenha assim enten-
dido e expera rs despachos necessarios. Palacio do
Rio de Janeiro, em -l'i de dezembro de I85C, 35."
da independencia e do imperio.Com a rubrica de
S. XI. u imperador.Man/uez de Ca.via*.
Tabella a que se refer a deVrelo delta dala, qoe au-
lorii.-i o crdito supplemenlar de 1,5.57:9955101.
Arl. (i da lei n. 77l> de (> de setembro de Ifll :
S I. S-cretaria de estado e repar-
lirii-s annexa........11:2698643
S 5. E-cola militar...... 5:816-5356
S (i. Ar-enaes de guerra, armazens
de artigue bellicos e conselhos admi-
iii.iraiivns.........
7. Ilocpitaes.......
S 10. Koi{a de linba.....
S II. Corpo de saude.....
S 13. drelilirarues diversas .
17. Fabricas.......
5 18. Presidio da i 1 lia de Fernaudo
S li). Obras militares.....
116.7995983
1-1: 3625936
782 1955535
17:9235110
173:1525613
51:6005010
10:2155732
60:0795515
90. Diversas despezas e eventuats 1i5:3i95i
Seuhor.Depois de sonreren) alaunia*. modiliei- Art, 1. O abono de liinheiro para cr, npra de ca-
rnes nos prmeirea oa do presente seclo as dis- valsaduras

posiees relativa, ao fornecime
de pessoa, beslas de basasem e
tem aos olliciaes do exercito. quando eslHo em exer-
cicio de cerlos e delermina Jos empregos, fui defi-
nilivamenle remitido, por decreto de 5 de dezem-
bro de 1810, e oulros actos explicativos deste decre-
esenle seclo as dis- Mlgedri! de peaaoa e bealll de bagjgi.m.que enro-
enlo de cav.iluadjras petem aos olUflieea dn exercilo, sesundto a nalare-
b arreios que rompe- za do emprego pata que foiem oomoedO, aera* fri-
to segundo a tabella jaula ao prsenle decreto. Ns
qiianlias cnn-lantes da dita tabell i tica cnmpreheii-
didn o importe dos arreios que eram f, mecidos pe-
los ar-enacs de suerra, e por isso sao e-tes arsenaes
lo, que aos olliciaes em quem rerahisse direilo a [ exonerados de tal lorneciment.
es Or''0.! ?rn!'.a.1e f* ** tml', de.baSa" "8 que d'ora em dianle forem fornecidas aos olliciaes
?em a de 105, sendo os competentes arreios foroc-
cidos pelos arsenaes de gueira. Fnou-se lambem
sete annoi o lempo de duraran tanto da cavalgadu-
ra como da besla de basasem ; nao lendo. porm,
o ollicial direilo a' remonta lindos que sejam esses
7 anuos; periodo qoe parece ler sido fixado somen-
te para desconlar-se do sold do oflicial, qoamlo
cessar o seu direilo a' cavalsadura, ou besta de ba-
sagem antes de fndarem os dilos sete anuos, a par-
te da quantia rscehida correspondente proporcio-
nalmenle ao lempo que fallar.
Sendo, porm, disna de mulla considerarao a ra-
zao de que as quantias que se ahnnavam, lia porto
de 50 unios, para compra de uro cavallo e urna bes-
ta, sao boje a todas as vistas iiisuflicien.simas para
emelhante compra, alteuls a depreciaran de nossa
moeda, psreceu-me razoavel lixar-se o valor de orna
cavalgadura de pessoa em 1005, e o de una bela
de bagagem em 6O5, brando incluido uessas qtun-
lias o valor dos arreios, e os srseiiaes de suerra
exooerados de-se Corueciniento. E-lendo lambem
demonstrado pela dialurnidade de pralica, que urna
cavalsadura de pernea em con-tanlc MrTieo, nao
podo ser aproveilada dorante 7 annos, equede mais
o uilo Curnecer-se ao ollicial, mesmo no lim daquel-
le periodo, os indos necessarios (para remonta, im-
do exercito, lica lixado em cinco anuos.
Art. 3. No fim de cada periodo de cinco annos
lixado no artiga antecedente para duraQSo legal :!as
cavalgaduras de pessoa e beslas de bagagem, os uf-
liriaes qoe as livercui, se couliuuarem no mesmo
emprego, ou passarem para oulro que Ibes de direi-
lo a essa v.-intagein, recbenlo para remonla as
quanliiis conslaules da referida tabella, correspon-
dentes aquellas qtielmuvereiii recehido para a com-
pra das mesmas cavalgaduras e beslas.
Arl. Qoaaoo o ollicial liver accesso de posto,
oude emprego que lite d direilo a maior consigna-
rao para cavalgaduras de pessoa, oa beslas de baga-
gem du que aquellas que recebera anleriormcule,
sera' pago do excesso da maior sobre a menor enn-
sisnacau.
Arl. .1. Se salea de lindo o lempo legal de du-
rarilo das cavalgaduras de pessoa', beslas de baga-
gem ou suas remontas, o ollicial que houver rece-
bido o valor dellas, for exonerado do emprego que
Ibe dava direilo a lal vaulagem, restituir' a' Calen-
da publica, por descont da quinta parle do respec-
livosold,, a parle da rraanlia recebida para compra
ou remonta coirespoudenle ao lempo que fallar para
porta urna falla de eqodade, mxime se se allende 0 da refcrjl,a ,,,,..,
a que elle tem de fazer e-si remonta a' cusa de |
seus poucos vencimenlos, e que a cessa o seu di- -4r|.'; Se o oflicial fallecer anles de vencidas as
relio a' cavalgadura antes dos sele anuos, elle lem i Mvalgduras de pessoa, beslas de bagagem, ou re-
do restituir do importe delta a parle proporcional ao 'n,ml:> 1u houver rocebido, seus berdeiros' rcslilui-
lempo que fallar ; pareceu-tne conforme aos prin- [ ,a" f',""da publica a palle do importe dellas
cipios da razo, e da equidade reduzir o lempo de Pr"porciunal ao lempo que fallar para completara
durarao legal da cavalgadura de pessoa e de besla ', I1"""1" do vencimenlo, e .1 restituirlo sera' feila
de bagagem a cinco auno', c eslabelecer que, no I "or descoiilos da quinta parle do meio sold do of-
Cim desse lempo, a > ollicial qoe as liver, se abone !Iic'"' qua^ompetir aos ditos berdeiros. As dispo-
ema qoanlta razoavel para a remonla ; quantia que, 1 si4es <* argo nao lerao vigor, se o oilicial Calle-
comquauto nao seja igual a' que elle recebe para c,'r cm rviro de campanha.
compra de cavalsadura. e beslas de b gag-m. he lo- Arl. 7. Se a cavalsadura de pessoa 00 beata de
davia lano quatile possivel consenlanea enm as ne- j bagagem morrer 011 mulilisar-se em aclo de lesili-
ces-id.ides rcaes d >s mismos olliciaes, em relacao ra servir militar, ou das ronsequencias dele, o
ao objeclo ; pois be obvio que aqaelle que lem di- : oOicial a quem ella perlencia, depois de provar le-
reito a mais de urna cavalgadura, >i> em circam,- sal e coiicludenlemcnte qualqoer daquellas ocur-
lauctas de absoluta urgencia possue as que a lei llie | renda, recebera' o valor da correspondente remo,,-
tem arbitrado, e em geral nenhui.ia precela ha de | la, cujo lempo de durarao comerara' a ser contado
CoagOle a te-las urna vez qne nos actos de seu ser- j da dala da recepr..,, do referido valor. Em caso de
viso especial, elle se aprsenle convenienlem ente, morle, ou inulilnarau por qualquer outra circuios-
mo"lado' lancia. o ollicial prover-eba a ,~ua rusia ; e so re-
iiiifiiilli
SeeieS8e*S
a =: -j r: m r -i ^ r. e; r.
><. I IO ^ lw IS. I ^ Z ~
llllll;
: = 5 = S =
tataHoiaSS 5 2 =
I2IIfi '
x!z>x z-
SfiSSfifiSIp
Palacio do Rio de Janeiro, em :!l de Janeiro de
1857.Marguer de Carias.
.Senhor.O arliso 34 do resulamenlo apprnvado
pelo derrelo 11. 772 de 31 de marro de 1851, eslabe-
lereu qne os corpos do exercilo da dillereiiles ar-
mas fjssem annoalmenlc inspeccionado ; e por de-
creto ti. 785 de 6 de maio daquelle me.smo anno fui
o territorio do imperio repartido, para as inspecroes
des ditos corpos, em seis dislrictos. cada om delles
a rarsn de um inspector, que inspecciona todos o
corpos das (res armas no territorio do mesmo dis-
(liclo aquarlelladns. E-ses inspectaies, de urilina-
rio seneraes do exercito, comquanls pos-am (er us
conhecimentos das Ires armas, iedispeosaveie ao des
empeulio das funcrOes da sea pistones actos d
grandes ceminindos na paz a na guerra, todava dos
psquenos detalhea peculiares e de'aranjo econmi-
co e disciplinar privativo de cada arraa, elles s lem
em grao -1.luciente os que ao relativos a' arma em
que hzeram sua carreira militar, t\. ao poslo de co-
ronel ; e os r mhedmenlos dlsses pequeos delalhes
e-periacs e de arraujo econmico interno, s.lo essen-
ciaes para a realisaraode urna inapeCfgo em termos
habis, de urna inspeccao prolicua ao lim da institui-
rn della. Todas estas consideraron rae convence-
rain da conveniencia de serem as inspecroes por ar-
mas, c os inspectores espenaes, generaes que le-
nham a ellas peitencido. Debaivo deste ponto de
visla repart o territorio do imperio tambero em 9eis
ilistriclos de in-pecrao, purem diOerenles dos pri-
meiroi por eonvenienciaa de localidades-; sendo des-
ses dislrictos, uro de inspecrao de artilliaria, dousde
cavaliaria e ires le infantera, podando os inspecto-
| res de una amia inspeccionar as (racces de oulra
que fueren) parle dos corpos lixos e mixtos, (cando
ao soverno o arbitrio de mandar quando julsar con-
veniente ellecloar a intpeccie desta- (raccoes na par-
\ le relativa aus detalhea peculiares d 1 disciplina e ar-
I ranjo d'arma a que ellas pcrlenccrem, por olliciaes
que sejam dona arma. Pareceu-ine lambem de con-
veniencia nao incluir nos dislrietoa de inapecrao as
provincias de lo*, az c .Mall sequencia da grande distancia em que ellas se a-
cbam, dos p inlos capilies dos dislrietoa designado',
que licom tr.ais prximos a ellas, em conseque ncia
lambem das dillicultades das vias de < mimunica-
jao, lurna-se muos-ivel aos nspeclores dos di-lric-
( s, procederem em eada anno a uina inspecrAo nos
Corpus que euarnecciii essas provi acias. Para lal
nspe'co. pareceu-iue mais conveniente iiomearem-
' l,557:095?10l
Palaeio do Rio de Janeiro, em 21 de dezembio de
1856.Margue: de Caj-ia*.
Derrela n. 1,875 de 31 de Janeiro de 1857.
Sdpprlme u ra-nmairda da armas da crle.
Csaudo da aiiionsarito eoneedlda pelo 'j a. ,i,, m*^
5. da lei 11. 862 de 30 de julho de 1856, hei por
bem supprimir o commando das armas da rolle.
Omarquri deCaaiai, do meu con le do eonaelho de inimslros, ministro e secretario de
6> -eslado dos negnos da suerra, o lenha assim en leu
ilido e eipefa o> de.p-rhos necessarios. Palario do
Kio de Janeiro, em 31 de Janeiro de 1857, 36." da
independeiiria e do imperm.Com a rubrica de S.
I o imperad, r.Marquez de Caxias.
Ilei pur bem Hornear o (enenle general barao
de Sorohy ajudaide-generiil do exercilo, o qaal se
resera' pelo regnlamenlo apnrovado nesla data, cm
conformidade da aulorisarito concedida pelo S 9. do
ariiso 5. da lei n. 862 de' 30 de julho da 1836. O
conselho supremo militar o lenha a'Sim eulendido a
eipe^a os de-pacbos nece Janeiro, em 31 de Janeiro de 1857, 36. da indepen-
dencia e do imperto.Com a rubrica de 5. XI. o im-
perador. Margue: ae Caxias.
tir.a, assim o lenha entendido e faca rxecatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de Janeiro de
1857, 36- da itidep'enleiicia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.J0i Thomaz Na-
buco de Araujo.
dos |iara a el-pe ua tabella 11. I, e para a> forragens
na tabella a. 2. que com este baixan, assisnadas
pelo marquez de Callee, do men conselho, presi-
dente do conselho de miui-lros, ministro e secretar-
les jodieiarioa, nao assim os provimeulos, que, po- ri("-e 'ado due nesocios da guerra, que o leuha
deudo vetear, como versa aqueile de que se trata,
sobre suspenses de empregadus e subre imposlos,
Decreto u. 1,881 de de fevereiro de IN.77.
Autoras o tribunal do commereio da capital
sao de carcter adminislralivo.
Se o pruvimcnlo versa sobre arrecadaro de im-
poslos, como negar ao ministerio da fazenda a aolo-
ridade para cassa-los, ss forem contrarios s leis e
do I ordens do Ihesouro, a quem compele pela consliloi-
eepeeface e ; rao regular a Sdinini.-trarao, arrecadaro e ccnlabi- Tabella do va'or
olliciaes do exercilo quando em* exercicio Jas
funcres dos emprego* aballo mencionados, a que
impetio a nomear duas atereometra
privativo.e marca-lhrs os vencimenlos. 1 lidade'.'
Ilei por bem, de conformidade com a minlia m- Se os protiinentos v.-i tm (obra su-peiisese subs-
perid resolurao de 31 do mez prximo prelerilo, lilnires de empragados sujeilos ,1 correirao, como
lomada sobre ou-olta da tecrilo de justica do con- i negar ao governo o poder de casuar -sses provmen-
aelho de esla lo, decretar o aegniBM : tos, te contrarios forem .1 Iciislarto a Iminislra-
Arl. 1. O tribunal do commereio da capital do i .'.'
imperio, alrim dos demais avaliadores commerriae-, j Pela conttilnlcijoCompele ao poder executivo pro-
noroeera dous stercnmelras espeel aes c privaii- I v. r os emprego! ciis e politice*.
vos para judicialmente determinaren-! a capic-l Se do* provimenlos em materia administrativa
dale de quaesquer vasilhas, e orearen) a quanli- j cuino su-pen-au e impnloa, hoovcsse appellat;9o e
He por esla considerarlo, e pela impossibilidade ceber.i' o valor de nova remonta, quando lindar o
lireilo a laes vanlasens, legando os valores marca- | de liscalisar-se a exialencia do numero de cavalsa-! lempo lesal de duraren da cavalsadura, ou besta de
duras e beslas de basasem que os olliciaes deven) I h'gagem, que marren OU iiiulilisou-se. As dispn
ler nos termos da legislaran em vigor, que julgaei i sires da primeira parle do presente artigo sii lerio
mais conveniente arbilr.u-se-lbcs una quaulia ra- j visor cm lempo de guerra nos corpos de exercilo de
zeavel para compra c rntenla de cavalgadnras c de I operasoee em campanha.
beslas, conforme o exercicio em que se acharem,
nlo entrando maiaem linha de considerarao o nu-
mero deslas para nenliuin raso.
Senhor. Pela tabella approvada por decreto de
JS de marro de 1825 foram lixados os sidos, erati- '
licares, raroes de elapes e de forragens para caval-
saduras de pessoa que compelem aos ofliriaes do
exercilo, segando os seus postos e o exercicio das
commi-ses de que forem enrarregadns, e que esl.lo
indicadas na mesma tabella e suas observacoes. A'
exceprao das _r. 1.!i,-.ii_-,,e- un geral, todos os mais
encmenlos a qoeeasa tabellase refere teem solfrido
diversa* altera^-s reclamadas pela argencia das cir-
cumstancias especiaes ila occasiilo. As sralilicaroe*
de exercicio, porm, que sao conferidas aos olliciaes
empresados para fazercm face s de.pezas absolula-
menla lodup-nsaveii ao bmn deaempenlin das res-
pectivas fonccoM, leem-se conservado elacionarias
ha perlo de 32 annos, quando era de toda a rqoi-
dade que .icoinpaiilia--rin as allerar qoe soflreram
as nutras vantiigena, nao s em runsequencia ra de-
pteciaco de nossa moeda e da caresta dos ohjrctos
do nece-sario consumo, mas ainda pelo motivo das
crescenlc necessidades do serviro adminislralivo do
exercilo, Tornava-se portanio de eqodade urna re-
visao consrienciosa da tabella de 28 de marro de
1825 para hannonisa-la coro as preci-e* da act'uali-
dnde, e nao forrar os oCTiciaes, principalmente os de
pequeo posto, adispoiem de seus poucos venci-
menlos pesoaes, ja bem captivos por suas necessi-
dades p .rliculares, para objeclo* que inleressam ni-
camente o serviro de que sao encarregados. Oulra
parltcolaridade, nao menos ponderosa, nao menos
altendivel. reclamava essa revisao : o a neces.plade
della pode se dizer que he cougemla da tabella de
28 de marco. Relir.i-me desigiirra.i das gralilica-
ces na ra>.,o cnmposla do poslodo llicid e do res-
pectivo exercicio- A boa razao, imperial senhor, re-
clama que a sratifcarao do exercicio seja urna e in-
Variavel, qualquT que seja o po'to do ollicial que
dc-empenha a,rommissao para a qual lal gratifica-
ran tic arbitrada, por isso qu esse oflirial esla so-
jeito a lodo oonos, a Iota a resp nsabilidane, que
pela commissao Ibe recabe. Ksla circinnslancia, po-
n-ni. nao Coi [revista na confecrao da tabella de 28
de marro de 1825. All ve se qu para o desempe-
nhu de urna mesma commissao o coronel, por exem-
plo, lem una gralificacJIa especial maior do que
tem u capilio nu o alferee. Elisia, puis, a juslira e
a eqaidade que deeapparecesae essa desigualdde.
As graiilirares de exercicio nao rae urna recom-
pensa de serviros pelos qujes o ollirial esla em pualo
adiiintado ; sao, como disse, orna consisnarao para
as despezas ndispensaveis ao descinpeulio da com-
missao ; he ile simples iniuirao que essas despezas
ao as mesmas para ludo* os poslos, e nao miores ou
1 menores na razia deatea. As vanlasens dos olliciaes
, los postos tu.mu... sobre us dos menores eslao nos
s, quapdo o soverno julgar necessario, olliciaes ha- 1 seu* vencimenlos gerae>. islo he. sold, sratilicacu
assim eulendido e fara execular com os despachos
necessarios.
Palario do Kio de Janeiro, em 31 de Janeiro de
1837, 3B* da independencia e do imperio.Com
rubrica de S. Xlageslade o Imperador..Marque/, de
Caxias.
dade, demidade e pe*o do liquido que ellas conli-
verein.
Arl. 2. lercebei rada um delles pelni avalia-
...-- qoe Ozerem melade mais do qae para rs ava-
liadores marcou a parle 3.- til. 3 cap. 6 do regi-
ment das rustas.
Bggrave, seauia-ie que o puder jadiriario adminis-
traria, e freqoentes seriara os conilieloi eolreelle e
11 poder adminislralivo.
Mas combinados os art-. 17, l, 52 e 50, ve-se
que dos provimenlos, em razio da sua Corma gem e
regalamentar, assim como do seu lim, nao ha recur-
Arl. 3. Ha applicavel ao* don* stereomalras o qoe I su para e puder jadiciario.
P. I.
1' 1 oii : 'li ir; 1 que compelt? aos
s? refere o di-crtio ile Poslos. Exercicios. Ctape diaria-
Xlarec. de exerc. '. .minan.laii.lo exer-
cilo....... 89600
Tehente-general. Commandando exer-
cito ..... 8>U00
a Cominan laudo divisan, praca, distric-
lo ou fortaleza . ..500
Xlarrr. de campo. Commandando divi-sao, praca, districto
ou i.:l l-:i . 'i;800
Brisadeiro Commandando brigada, praca, districto oa fortaleza . 25600
Arl. 8. Os otUciaei qaetiverem cavalgadnras de
I pessoa, ou beslas de bagagem actualmente em ex-
i ercicio, Hireceberio o importe da respectiva reman-
A* quantias designadas para compra e reponte IU pelo valor, e lampo da duraran Hxados no pre-
das cavalsadura* de pessoa e beslas de basasem nao sent derrelo, lindo o prazo de 'cinro annos, refer-
estao cerlamcnle na altura do valor de 11a aclualid.de, mas na fixacgo dellas. convioha l- da : mas se o esliver, qualquer qae seja o lempo dc-
ten ler o inelhorameoto das rircum-lancias dos iifll-
ciaes, o a maior possivel econoinia dos dinheiros
pblicos.
Sobre eslas bases lonnulei o decreto que lenho a
honra desubiiieller a' alia rons.iieraro d- V. M. I.,
no qual esla? con-iguadas as prov idneas yae me
pareceram necessarias para resul .r conveniente.'
mente este ramo de forneduiento. .isonseio-me
com a esperanra de que V. XI. I., dicnamloo |ie-
sar em sua sabia runsJetaran as di*posieooado men-
cionad,) decreto, Ibe prestara' sua benvola acqocs-
cencia.
corrido posteriormente, receberSo o dilo importe des-
de ja, conlauj -se o lempo de duraran legal da re-
monta da dala da recepr.u da quaulia destinada pa-
ra ella.
Arl. 9. Os oliciae* que, lendo direilo a cavalsa-
dura* de pessoa oa beslas da basasem de-de dala
anterior a'do presente decreto, nUi as booverem
re.-ilii lo, sern Cornecidos dellas pelo lempo e valor
usados un 111. 2-, e na laliclla annexa.
O marqoei de Caxias, do meu conclbo, presiden-
| le do con-tllio de miniatros, minitio e secretario de
Rio de Janeiro, 31 de Janeiro de 1857. estado dos nesocios da guerra, o lenha assim enlen-
Derreto n. 1,878 de 31 de Janeiro de 1857. 1 dido, e faca execolar rom o* despacho- nere-sa-
l'isao valor e lempo oa durarao da: eevotgaduras,,'1'
dcpesoae beslas de bagagem dos ofliciaei do Palacio da Rio de Janeiro, em 31 de janeirode
exercito, e as quantias destinada* pata remonla 1857, 3fi- da independencia e do imperio.Com a
della*.
Ilei por bem decretar o seguinle
rubrica de S. M. o
*ia*.
Imperador.Mrquez de Ca-
bildadas das armas a que os ditos corpos pertencem,
cuja commissao deve cessar com a entrega do respec-
tivo rotatorio. Sob e-tas Iikcs Cotuiulei o projeclo
de decreto que leuho a honra de snbmetler i' ausos-
ta approvac.ao de \'. XI. I.
DEBRETON. 1,870 HK31 UE JANEIRO
DE IS57.
bttabtUct tu itupeerdet militare* or armas c o
numero otM respeclicos i*lrict08.
Ilei por eln decretar o seguinle :
Arl. !. Os iu-peclores dos corpos dn exercilo se-
rao especiaos por armas.
Arl. 2. O territorio do imperio lica repartido em
seis dislrietoa de inspecrao, sendo um da arma de
artilharia, dous da de cavaliaria e lies da de infan-
taria.
iddieiniial, forrasen*, etc. F01 em atlenran a todas
estas Considerarnos que a assembla geral legislativa
aulorisou o soverno de V. XI. I., pelo 5 7. do arl.
5. da lei 0.862 de 30 de jullm do anuo pa>sado, a
reformar a tabella citada na parte relativa s efaU-
licac,oe* de commando e de exercicio ; e, em virlu-
de desta aulun-acao, fundado na rzoes ginestas,
orsanise a inclusa tabell de gratificarle* especiaes,
que submello a sabia consideraran de V. XI. 1. :
abolle fundada nos principios qoe aprsenlo, e da
qual exrlu a supirllua denoniinaro de ahilrenles
rommi-.es que podem analoeieamenle ser compre-
handida as que van marradas na lebella e compa-
radas as observacslea adjuntas a ella para maior
clareza emana execucao. Se da inleltigencia escla-
recida de \ Al. |. merecerem acquiesreucia os prin-
ripios que me smaram na oreaoisacto da tabella a
que me retiro, rogo a V. XI. I. se digne adefjlar o
projeeto de decreto qu lenho a
honra de apresen-
lar-lhe para approvaeJo da mesma tabella. Rio de
Art. .,. Od.-lritode in.p-rr.l, d'arma de artl- Unnm, em 31 de Janeiro de 1857.
Iberia eomprehen te a corU as provincias do Para, ecrel ,-SW de aejaf:,.0 de 185T.
1 em niibuco. Baha c Ro Grande do Sal. I lleforma a tabella de 2S ae moca de 1825 na parle
O primeiro districto de insperghi de cavaliaria, relativa as gralifieacsXea de comnando e de exer-
compreheiide a provincia dn Rio I,-ande do Sul, e ic'"'
____1 ,- Il-i i) >r bem, em virlutle do i 7. do rl, 5. da lei
n aegando a edrte c a provincia de f rnambaeo. m -,, de Jll|hi, de |s.(i_ ,leermin>r que
O primeiro di-tricto do in-pecr o, de infantarls
roinpreliende a provincia do Rio larande do Sal i o
segundo a corte e as provmeas das Al-so*. Sergi-
pe, Babia, Espirito Santo, S. Paulo. Paran', Sania
Catharina e Minas Geraes ; e o leiceiro a* provin-
cia* do Amazonas, Para' Morando 1, Piauhy, Cea-
ra', Kio tirando do Norte, Parahiba e Pernam-
boco,
Arl. i. lis iii-pertore de ,i.lanlai,a inspecciuna-
r3o as fracfes da* oulra* arira?, qo. tizerem parte
dos corpos fixos mixtos, comprehendidos no sea dis-
tricto de inspecrao, na parle relativa a" di*riplina.
economa o adminislracao comrauns t lodos o* cor-
ulie.ites especia*- ne commaud e de exerncio
que rooipelein ao- olliriaes do exeirilo, sesuodo a
naiorexa de servico em que forem empreados, se-
jam resilla las pela tabella que com este bous, as-
-isnada p-lo m,.rqurz de C.vias, do meu runsellio,
presidente du runs-ilu de miniatros, inmislru e se-
cretario de estado dos nesocios da guerra ; e assim
lambem que a* dita* gralilicacoes sejam conferida*
no* termos precisos da* db-ervac.oe* constantes da
mencionada tabella, C que Ibe eervenj de comple-
mento explicativo. O mermo ministro e secretario
de eslado o tenha as-im entendido e_faca execolar
com o* despachos necessarios. Palacio do Rio de
Janeiro, em 31 de Janeiro, de 1857, 36 da indepen-
dencia e do imperio. Com a rubrica de S. M. o Inv
parador.Margue: de Carias.
MUTILADO
.


DIARIO DE PERNAJIBl'CO SABR DO I DE FEVEREIRO DE 1857
TABELLA das gratificafjoes que competem aos olliciaes do exercito, segundo a
natureza do emprego em que se achaiem, a que se retere o decreto
desta data.
E\ERf.lCIOS. (irali/icaves especian.
Ajudanle de cirapo de Sua Mageslade o Imperador ....... 3508000
De exercilo. ... (.onforme a fon-a do e\ercilo e
.......( as ciicumslaiirias das OMracoes,
De diviao........... t."i(l- I)e brigada i........
, ommani"s-
s
(be 1 ord.
Ie prisa,dislriclo oo fortaleza I l)e 4V ord.
( De 3- ord.
lie regiment..........
De balalho oa qualqaer oulro rorpo arre*
gimenlado..........
De corpa especial........
De compendia isolada, ou formando parle
de corpo...........
Di destacamento de i oo ir. lis pravas. .
Activa............
(i :oramioes de engeoharia. I De "''.eneia .......
I De campanlia.......
Chefe de commissao de engeoharia composla de mais le doi
oheiros...................
Commando do 'afe naior < el.*.'' '
. Fiscal.......: :
l'.mprego privativo em corpo) Ajudante........
arregimeotado ou espacial.\ xiiartel-meslre.......
' Secretario ......
enge-
1309OOO
G0M8U
509OOO
:kS(mi
IfifrMIUlI
8O9OOO
809000
3O90OO
210001)
100*000
BO90OO
Conforme a natureza e impor
porlanra da commissa*.
309000
20JO00
309OOO
109000
1O0D0
logooo
Obtervsc.oei.
t. As xanligen, alem do sold, que rompttem
aos ofticia*i do exerclln quande empregados, di vi
dem-se em geraes e especian; as geraes i3o a gr-
iifieacu addicional e a el*pe, e a Ierra parla do sol-
d. Miando em campanil* ; ai especia s3o as ara
lficices cnrrespondenies ao exercicio de funcces
privativas, e as farragens para cavalgaduras de p'es-
wa bastas de bagagem, conforme a nalorea do
nesmo etercicio e a occasiao do servico, bem como
m qonntias necesarias para compra e remonta des-
iat eavalgadnras e beatas.
2. As commissOes de engenliaria, cujo desempe-
nlio ai urgencia* do servido publico reclamaren,
lerao por acto do governo classincadas activas ou
da residencia, conforme a importancia do Irnbalho,
e a maior ou menor necessidade de loromoc,ao dos
olliciaes a qoem laes commissOes forera confia-
das.
3. Ai commissOes de eogenharin silo consideradas
de campanlia quando engenheiro fr incombidnde
neta I, V i i"''T'T V* Hd0 "u "*"" h* da dir, cao
ferio nirtml' 1' Mmt "' do a"enal "' q jlear conveniente, ao eu
ente v'erbi. R M reclumar "nedt- ajudaule o ,na,or Jos Antonio Barbo, o qoal ser,
interinamente substituido no emprego de ajudante,
Art. 2i. II servico do* assisteules do ajudanle ge-
ucr.l darepariieaosera'disirJbuido pelo mesmo a-
judanle general, por iutermedio di sen depulado.
Arl. 2... (I* eicriplararioi e amanuense serao
dislnliuidos pelas ,.croes, conforme sua aplidlo e
as necessidade, do servico. Erna distribuirlo lie
eila pelo ajudanles general por intermedio de sen
depolldo, e ido sera'federar-fe perinaiienle, mas
sitn dependente da orgeoria do, Irabalhsi.
A11. ti. o erebivitia h o gurda do archivo
da reparlicao, e por elle rcspoussvel he obrigado
a te lo em boa ordem e irraojo, e a prestar os li-
vrose documentos que Ihe (orein oiigido* pelo al-
dante general, o seu denotado, o secretario eeral e
os tulliente*, para a confeecfe de seus traba
pelo lenle Jos Ignacio de Medeiroi Redo Mon-
Iciro, actualmente eucarregado do laboratorio dol
fogns pyrotichinieos. Coiigralulando-me com V. s.
pelas novas e merecidas provea de aprcoo que Ihe
di o aoven.n imperial, e pelos de-linos a "que o cha-
ma, devo BMegurar-lhe que nenhinna tarafe podia
ser-me mais acra.lavel do que a que me da' o Exm.
Sr. ministro da euerra de louvar em nome de S. M.
o Imperador, ns bona servico que preilou na direc-
gfedo arsenal de guerra deata provincia.
Teslemonha do zelo, aciividade e Inlelligencii
com que \ S. sempre se hoove, peo,o-lhe que rece-
ba lamheir. o* mou agraricrimenlo pela coadjuva-
Cfe franca e leal, que sempre me preslou, pela
piomptidao com que allendeu a to
."-' -------..... 11" >"" >-"" que auenoeu a 10 las as minhas eti-
,e*. ;, l I m r,! J ..." ,,"" genciai no serv.c,. publico, e pela cordealidade das
^: "u" ""^r'" "". rpareo1 eobri- relan.es que em iodo, os aio. maulem com o go-
Arl. >. A repartigao do ajud 1.te-general do eier-
cito divide-*e em tres secones : primeira, seclo
administracao yeral ; seconila, seeeS" de esialislira
militar ; terceira, seceao de informa^oes especiaos.
Arl.:(.- (i pewoal da repartidlo eompoeaedoi se-
gointes empreados :
0 ajudai.le-general do exercito. ollirial-seueral.
1 111 depuiado do ijndanle-geoeral, olcial-gene-
r.il ou superior.
I m secretario eeral do evercito. otlicial superior.
t,loalro assi-tente do ajudaute-Eeneral, senOo tres
clutes das seccoes olliciaes soperiores ou capilaes, e
o oulro capitao ou subalterno.
Seis escriturarios, capilaes 00 subalterno'.
Seis amanuenses, olliciaes subalternos ou inferio-
resje cadetes.
I m ar lii\i-l,i. capilao ou subalterno.
Km porleiro, oflirial reformado.
E um ajudante do porleiro, ollicial inferior, eflec-
tivo on reformado.
O ajodante-seneral, o deputado, o secretario e os
servicu privativo da sua especialidade nos rorpos do assistentes serao ofliciaes do quadio do exercilo ; o-
exercito em operaejes da guerra, e em ivMl divises
e brigadas no Ihealro das mesma< operacoes, e muda
fura delle em ohieclo do sua prolissao que interesse
o bom resudado da guerra.
t. lie supprimida a commissao de engenlisria
chamada de prara, e abolidas as vanlagens de loldo
Hobrado, de meio sold e de transporte qoe perce-
biam os olliciaes engenbeiros: iindn esta vantageus
ubstituidas pelas sralificaQei marcadas na prsenle
tabella, e licando inherentes a commissao activa as
vanlagens de cavalgaduras de pesoa que compelirem
ao oOlcial por seo poslo, e de lestas de bagagem,
am campanha, e as uatras occasioss de servico que
a le Ih'ai concede.
5. As commHsoes de estado-maior de primeira
classe sao as dos quarteis generaes dos corpos de e-
xercito, soas divises e brigadas, commandos de at-
inas, insperrOes de corpos reparti;es administrati-
vas e fiscaes do pessoal e material do exeicilo, e 00-
Iras eilraordinariai qoe tiverem analoga com os-
las, e forem declarad* laes por acto do governo.
6. As commissOes do estado-maior de seganda
classe sao as dos arsenaes, pravas, fortalezas, fortifi-
caces, eslabelecimenlos de fabricarlo e arrecadasao
da objeclos relativos ao material do exercito, e mi-
Iras extraordinarias analoga a eslai que forem de-
claradas taes por acto do governo.
7. O chefe da commi*ao de engenliaria eomposta
de mal dedoos engenbeiros accomula a grBlificacao
escriturario lerflo de preferencia deste quadro. e
na talla delles. reformado*. Para amanuen-es lio
preferiveis os subalterno, reforinad.'S as prar-as de
prel. O archivista sei do quadro do exercilo de pre-
ferencia a reformado.
Arl. h. as provincia onde BlO bouver coniman-
danle o'arin.s, h'aver um (ahlenle do ajudanle-
general, official superior ou capilao do quadro do
exercilo, com as allnl.uic's que ihe serao marcadas
em instrueces especiaes.
Arl. .">. A reparlicao do ajudante-general e quar-
lel-meslre-general do corpo de exercilo do Rio tiran-
de do Sol, creada por decreto numero 7(2 de i> fevereiro de 1S.5I, fica subsislindo, com as allrihui-
{Oe* que Ihe furam designadas, e qua nao forem ron-
traiiadas pelas disposicoes do presente rcgulanieiili :
at que fixem definitivaineule as que Ihe devem licar
perlcnceudo, em harmona coma iii'lituicao dorir-
go de ajudante-general do exercito. Aquellas iluss
autoridades ficam cora a cahlegeria de deputado do
ajodante-general e depulado do quartel-mestre-ge-
neral.
Arl. 6. A repartirn de qoe Irata o rtico anle-
cedente, e as que evenlualmenle se iMtituiremiBOl
corpus de exercito de observaeSo, ou de operarse*
em campanha, serao coaiideradas liliaes da reparli-
cao geral.
Arl. 7. O aiudante-geoeral hei primeira autori-
dade da exercilo, e come tal o immediato executoi,
de direccio da commissao, e as vanlagens que Ihe 1 promolor e fiscal daMecocfio das ordens do ministro
compelirem pela natureza desta na rulo do seu e secretario de estallidos negocio* da guerra ten-
dentes orsanisacao, ditciplina e admiuistracao do
poslo.
8. Os districloi, praeas e fortalezas qoe houver no
imperio serao classificados segundo as ordens esta-
belecidas na tabello cima, para qoe os respectivos
coramandantes possam perceber as competentes gra-
tificarles de commando.
0. As gra'ilic.r.es especificalas na prsenle ta-
bella serao conferidas aos ofliciaes qoe passarem a
servir as reparlicoes ou coinmissoes a que estas ob
lervacies se referem, no caso de que pelo regula-
meoto orgnico das ditas reppilices ou commissOes
Ibes nao forem marcadas gratificac^es differenles,
segando a importancia do Irabalho.
10. Al vanlagens especiaes de exercicio de func-
."<- privativas sao adjudicadas ao official desde o
da am qoe elle assome csse exercicio. Logo, porm
que elle parle para seo deslino em direito as van-
lagens geraes que Ihe competem pela legislado em
vigor, conforme a qualidade da viagem qoe lem de
fazer.
11. Nenhnm f>ITi#jol percebei' mais de urna ara-
tifieacao especial pelo desempenlio das liuiciOes de
mais de orna conniii-tu. de serviro militar ; lica-lhe
porem lalvo o direito de opcao ueste caso. -
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de Janeiro, de
1857.Mrquez de Caxias.
Decreto n. 1,822 de 7 de fetereiro de 1857.
Altera o nomero das sessOes do tribunal do conselho
supremo militare dejostii;a, eeleva os vencimen-
tos dos magistrados e empregados do tribunal e se-
cretaria.
Allendendo nao s a qoa o tribunal do conselho
supremo militar de jostica nao 1 de com urna iti tet-
4o semanal dar andamento aos processos qoe lem
dejulgar pela eximirn das juntas de justica, orde-
nad pelo decreto n. 1,830 de 8 de oulubro de i8ti,
e anlorisada pela le n. 8f>2 de 30 de julho do dilo
anno, e bem asiira o aucmenlo de Irabalho doi ma-
gistrados e empregados 00 tribunal e secretaria, bel
por bem decretar o legoinle :
Arl. I. II conselho supremo militar de juslica f.i-
ra' doas sessOes lemanaes, e orna o conselho supre-
mo militar.
Art. -2. Os venciminlos dos ministrados e empre-
gados do tribunal e secretaria sao elevados aos que
cooslam da tabella junta. cessando as gratifiea;iies
que 08 ltimos percebem, e licando esla disposic.ao
dependente da approvacSo da assemblra aeril legii-
liva.
O marquez de Caxias, do men conselho pres-
deme do conselho de miuislros, ministro e secreta-
rio de estado dos negocios da guerra, o lenlia a entendido e far;a execular com oa despachos necessa-
rio.
l'jilacio do Rio de Janeiro, em 7 Se fevereiro, de
1857, 36* di independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. n Imperador.Marquez de Ca-
nas.
Tabella do vevicimento annual dos magistrados e em-
pregados do Iribonal o secretaria do coosell.o su-
premo militar e de justica, a que se refere o decre-
to desta data:
7V6uhu(.
Joiz rclalor.......... 64O$O0O
Dous ministro* adjuntos cada um,. (ipttjOOO
1 m porleiro, alera do sold de sua pa-
tente........... 6OO9OOQ
Doos continuos (cada um), .... 5M000
Secretaria.
Ollicial-mior.........'2:0005tKHI
Sele olliciaes cada um...... 1:2009000
Um poileiro......... 72tetlt)0
IJm eonliooo......... ..WjOOO
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 de fevereiro de
de 1857.Mrquez de Caxias.
Regulameulo approvado pelo decreto numero 1,881
de 31 de Janeiro de 1N57, para a repartico do
ajodanle-seneral do exercilo.
Arl. I, A repai lic.au do ajudante-general do exer-
cilo he instituida para o exercicio das altriboicoes
mencionadas nos paragraplms seiruintes :
I.- Fiscalisar o movimenlo, di-ciplina, abasteci-
mento e ailmin!slra;ao de lodos os corpos especiaes,
e das tres armas de que o exercito se compOe; e exer-
cer lobre 01 da nuarnico da corle a accao discipli-
nar e administrativa que exercia o eitinclo comman-
do das armas ; accao que se e-leinln > ao hospital
militar da mesma guarnicao, c as enfermaras dos
quarleii, fortaleza) e eslabelecimenlos militares: sen-
do as providencias relativas ao boni Iralamento e cu-
rativo dos militares enfermos baseadas sobre propos-
ta, indicacao ou parecer 1I0 cirorgiao-mr do exer-
cilo.
2.' Orgauisar, vista das in!urmacr.es de conduc-
I* dos corpos, e dos documentos qoe por ventura
possam influir sobre direitos a accetsu dos ofliciaes e
praeas de prel do exercito, nos termos da legislacao
mesmo exercilo.
Art. 8. O ajudante-ceneral do exercito lera du-
rante o ejercicio das respectivas foncee o Iralamen-
lo de excelle.ncia e as honras mililacts do posio im-
medialo. Isuaes honras e tratamtnlo lera o ollieial
que o sobstiluir iulcriuamenle em suas fallas oa im-
pedimento.
Arl. 0. O ajndantc-gener .I he o responavel, pe-
rante o governo. pela realisacfioda medidas que im-
portao as attiibuicOes cujo exercicio he conlerido a
reparlijao pelos d.. artito 1.
^ Arl. 10. As di-posi{0es geraes o especiaes qne o
ajudante-general receber do governo versando sobre
os objeclos qoe ficam seu careo, e de que couvenhl
lerem conlocimenlo lodos os militares do exercilo,
serao publicadas em ordens do da, nssignadas pelo
mesmo ajudanle-seueral, ou pelo seu depolado na
corle ; e estas ordens serao impressas e remetlidas
As competentes autoridades na corte e as pro-
vincias.
Art. 11. O ajodanle-ceneral rormuler e sub-
mellera .1 approvncao do governo as inslruceoes ex-
plicativas das atlnhuicOes e compelencias dos com-
iiiainl mies das armas dos assistentes do ajudanle-
ueueral das provincias; e dos depulados do ajudante-
general, e do quartel-inrslrc-i;eiicral das rep*rlrOes
relativas que se orgauisarem nos corpos do exercito
de obiervacao ou de opera^Oes ; devendo ser essas
m-lrurci.PS inteiramente em harmonia com os prin-
cipios constitutivos da reparlicao gcral do ajudante-
general do exercito.
Art. 12, Toda a correspondencia oflicial militar
qoe dever subir i presen-; 1 do ministro e secretario
de estado dos negocios da guerra ser- dirigida ao
ajudante-general, para este faze-la cheinr ao conhe-
cimento ;do mesmo ministro com informa^ao sua.
Na corle essa correspondencia ser por intermedio
dos chefei dos corpos e das autoridades militares a
quem de direito competir ; e lias provincias s-lo-
lia por intermedio din comiaudai.lei das armas,
onde os houver, e pelo dos assistentes do aiudanle-
ceueral us oolras.
Art 13, Ao ajudante sener.il compele : por o
cumpra-se-as plenles de lodo os ofliciaes do
exercilo, lano da primeira classe, como reformado;
e as sentenfas proferidas em ultimo iustancia pelo
conselho lupiemo mililar de juiliga; 1.0, processos
di reos de lodos os corpos do *iercilo, qne para se-
rem sobmetlioi ao jalgaroeslo naquella instancia
seiio remedidos da corlee dai provincias ao ajudan-
tacgeneral pela, autoridades detignada no arlisn II,
depois
de publicada* en) ordem do 'da do exercilo as sen-
lencas linaei,
Arl. I i. Compele lamliem ao ajudante genera I en-
nhecr-r da idojieidade e idcnliilade das prac,,is de
prel que pretenderen! ser primnro- e segondos ca-
detes e soldados particulares ; para o que Ihe ser.lo
remedidos lodo* o* pfbce.sos dos eonfelhoi de direc-
cao e de averiguacilu orgamsadoi na corle e as pro-
vincias conforme a leglslajlo em vittor reojo* pa-
receres elle approvar oo ile-saprirovar* com razoes
molivadus, e far publicar sua doslo em ordem do
da do exercilo. devolvendo os processos ao lugar
donde vieram para serem competentemente archiva-
dos ou reformadas.
Arl. 15. O ajudante general determinara' o svs-
lema de archivo dos livros e documentos da repr-
licao, expedico e icsislro da correspondencia, en
melhodode loda a mais escnpluracau que for neces-
saria para desempenho das allribuicofs que Ihe sao
conferidas.
Arl. 16. O ajudanle ceneral viciara' por si e pe-
los seus depulados e assisteules na corte c as pro-
vincias, que se manleuha em inlegridada o svslema
de uniformes do exerrilo e o de instiocrao prslic
dos respectivos Corpus ; nao consentindo a" menor al-
terado nclles sem previa aalorltacjo do mimslro
e secretario de eslado dos neeocios da iruerra.
Arl. 17. O ajudante general, finalmente, propo-
ra ao soverno imperial l das as medulas que olear
acertada*, e que mi o i3o previstas no prsenle re-
uiil.wi.-i., 1 para que a gerencia de suas allrihuires
possa ler a profiruulade que coitvem a administra-
cao aeral do exercilo..
Arl. 18. O depulaio do ajudante general do exer-
cito na corte he o substituto nato do inesnio ajudau-
le general em soas fallas ou impedimentos ; e como
tal exercera' todas s ltlribn(*i que a esle vHo
marcadas ; enlcndendn-so com elle empre que for
prasiravel quaudo a tul.slituicao liver lugar pur
impedim-nto.
Al I. 10. O depuiado do ajudaule general do exer-
cito lien orgao ollicial deste, para com oscomman-
les de armas e assislcnles do ajudante general du
proviucias, autoridades militares e commandanie*
de corpos da corle, no que for relativo a objeclos d*
mera informacao, e a expediente do servico ordi-
gado* a fecha-la e ahri-l.-i quando for necessario, se-
gundo a, ordens que se c-iahelecerain. O ajudante
do porleiro be, alem disso, obrigado a murar 110
edificio da reparlicao, e a permanecer prximo as
salas do expc lienta em hora* de Irabalho, para pres-
tarle aquelles serviros de que for preciso encar-
rega-lo.
Art. 28. Na reparlicao do a.ljinlanle general do
exercilo xi'in.i .- escriplmarlo os livros mes-
Ires do eslado maior general, dos ofliciaes Bgreg*-
doi. as tres armas do exercilo p da reparlicao ec-
clesiaslica, emquaulo nao liver chefe especial ; e se
organilarlooolre para o misino fin relativamente!
aos nlliciaes honorario* com vencimenlo ou sem el-
I-, aos da exmela segunda linha com sida, e aes
reformados.
Arl. 211. Os comman.lanles das armas, e os assis-
tente do ajudaiile-seiitral das provincias, lemelle-
rlo por copia a.s presidentes dcslas luda a corres-
pondencia que liverem directamente com o aju-ian-
Ic-seupral do exercilo. para que os ie,mos presi-
denles facam ao governo a observaees que julga-
rem couv-nienles sobre o ohje^lo.
Arl. 30. A correspondencia dosenmmandantes das
arma e dos assisteules do ajudante-general das pro-
vincias a respeito de objeeloa que devam chegarao
conheciimnlo do governo,e nao lenham relacao com
a disciplina e economa dos rorpos, ser por inlei-
inedio do prcsidenlc da provincia.
Art. 31. As iliipnsiriie do* dotu rticos anlece-
denles sao extensas as iiifoim.iecs de requerimenlus
de individuos militare*.
Arl. 32. Os coinmaii'ianlcs das arma e os assis-
teules do ajudanle general das provincia nernla-
rfio as ordens que reetberem directamente do res-
p-rlivo presidente, relalivamente ao empixsco c rao-
vimento da foir;a armada 1.0 territorio de sua jnris-
dicrao e aquellos objeclos que dependerem sii de
resoliic.io do inesnio presidente, como primeira au-
toridad da provincia.
Arl. .1:!. A correspondencia dos generaes coin-
inandanies em chefe dos corpos de exercilo em npe-
raci.es com o governo sera por inlermedio do (jo
daniegeneral do exercilo na parle relativa as alle-
raejoes do pessoal do iiusmo exerrilo, seu forneci-
mento, 111a disciplina e mais particularidades de
mera administraran. Sera', porem, direclamenie
com o ministro e secretario d< eslado dos nesocios
da euerra a respailo de objeclos que versera sobre o
plano da campanha, e as circuinslancias peculiares
das operacfles de guerra.
Art. 3. Nenliuma lirenca de qnalqoer qualidide
e sej.i qual fr o seu objeclo, s-ra' concedida aosof-
Aciaea e praeas de prel rio exercilo enao pelo so-
verno imperial por intermedio do ajudante-general,
que a fara' publicar em ordem do dia do exercilo.
Excepluam-se porem desta disposicao as tcenlas
para os olliciaes e praeai de Ipret Iratarem de sua
ande, mas somciile dentro da mesma provincia, e
que nao excedam a tre mezes, a qunes poderlo
ser concedidas pelo respectivo pr junta militar d saude, e o commaudaule das armas,
ou o assistente do ajudnnle-central da provincia, os
qoics cninmonicarao o dito ajudanle general as
partieolaridadei da licenea concedida.
Art. 35. As transferencias, por qualqner motivo,
das praeas de pret de un p'ara oulroi corpos da
mesma arma ou de armas dillerenles, he da privativa
atlribnico do sjudanle ceneral do exercilo, pelo
orgao doscommandnl-s das aiinas oudos assisleu-
lis do ajudante-general das provincia. O mesmo
eenlende a respeito da conceasao de baixa do ser-
vico miliiar por incapaeidade physica, iaejae^o legal
ou linalisarao de lempo lixado em lei. O ajudaiile-
Ceneral propora'opportuuauenle os principios que
devem recular a concestlo das baix.is por esle ulti-
mo motivo, quando ellas nao possam loco ter lugar
por deficiencia de fo.ca ou por qualquer oulra
causa.
Arl. 36, Nenham oflicial podera' ser dislrahido
para seivico que nao s-ja da natureza do de sua ar-
ma u corpo especial sem antotisacBo previa do mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da goerra
expedida por iiiteiniedio do ajudante ceneral do
exercilo.
Art. 37. Os inspectores geraes de dislriclos mili-
tares, e os inspectores especiaes de corpos e com-
panbias soladas, dingiao ao ajodante-general do
exercilo seus rehilnos, requisicOes e informaces
especiaes. O ajodante-general fara'sobre esses docu-
uieulos a observaees que julgar convenienles acer-
co do ohje-lo deque elle, lialarein, e os reineltera'
ao governo para resolver a tal respeito ; providen-
ciando entretanto sobre aquelles pomos que eslive-
rein nocir alo de suas ailribuicoes.
Art. 38 Aos mestnos inspectores o ajudante-ge-
neral dan, por escripia ou verbalmenle as instrue-
ces que Ihe parecerem necessarias para o mais pro-
licuu desempenho de suas allribuices.
Arl. 39. Os olliciaes einiVegados na reparlicao do
ajudaiite-seneral do exercito perceberao as gralili-
caee de exercicio que Ibes vao respectivamente
designada* na tabella junta e a golificaco addicio-
nal. elaps eforragMii que Ibes compelirem as poai-
ces seguioles : o ajuilaute-geueral do exercilo, con-
siderado no p'.slo iinnieiiialo con.niaiidando exerci-
lo ; o depulado do agenle-geueral, considerado em
commando de dlvisao ou de brigada conloime seu
poslo se li'.r oflicial ceneral, e se for oljcial superior
em commissao de estado-maior de primeira classe,
do mesmo modo que Indos os outros olliciaes da re-
parlicao. As praeas de prel, alem da dita gratifica-
rlo de exercicio. perceberao os venrimenlos que li-
verem pelo corpo a que perlencerem. '
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de Janeiro de
1857.Marquez de Caxias.
Tabella dasgraltfieaeSe ineniae* de ejercicio que
competem aos officiaa empregados na repartir-So
do ajudanle-geiierat do ejercito alem das ran-
tagens mencionadas no art... do respectivo rrgu-
lamento.
Ajudanle general do exercilo.....KKINiOO
Deputado do ajodante-general. ampollo
Secretario eeral do exercilo..... ItOOOO
Anllenle* do ajudante-general (cada
un............. 1(103000
Escriturarios cada um-...... 50*100
Amanuenses icada 1111........ :IO.-slXlO
Archivista........... .50 000
Porleiro............ 3II>(IIIII
Ajudante do porleiro....... 209000
Palacio do Rio de Janeiio, :tl de Janeiro de 1857.
Marque: de Caxias.
verno provincial, facilitando aerial o ciunprimenlo
de seus deberes.
Deo guarde a V. S.Sergio 'leixeira de Mace-
do.Sr. Alejandre Manuel Albiuo de Carvalho, di-
rector do arsenal de euerra.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel general do commando das arma* de
Pernambnco oa cidade do Recite, em 19 de
fevereiro de 1857.
ORDEM DO DIA B. 2I.
(I ceneral commandanie das armas, nmeia para
cornmandar o deslaeamento do presidio de Fernando
n Sr. capillo do 10. batalhSO de infanUnia Candido
Leal lerreira, que em quauto nao secuir para o seu
destino continuara' a exercer as luures de ajudanle
de ordens; e para fazer parle do mesmo destaca-
mento o Sr. alteres do 8. batalhao da dita arma Ma-
noel da Costa d'Affonseca.
O mesmo general determina aos senhores com-
maiidmtes de corpo, e conipanhias fixa, que com
urgencia remellara ao quarlel general duas relaces
nomiuae, urna dos olliciaes, c oolra da praeas de
prel, que por suas molestias esiao no caso de seren
inspeccionado de saude. nao incloindo ncsla ultima
as praeas, que ja furam julgadas incapazes de ludo o
servico na inspeceao de II de |unho do anno plisa-
do, constante da relac.lo n. 2. transcrita na ordem
do dia 281 de 17 do citado me*.
.Assignado Josi- .loaquim Coelho.
EXTERIOR.
COBRESPOKDENOIA DO MARIO DE
PERNA3IBCCO.
PARS,
0 de Janeiro.
Revista poltica. A qneatlo de Neulchalel. A
Turqua.A quistan persa. Aquesta* italiana.
A Grecia. A Ilespanha. A Franca.
de fazet dignamente um sacrificio necessario com
a certeza moral do obter um largo premio. Por mais
fcil que seja a defeza da Suiss.i, por maii enlhusias-
la que sej.i o seu exercito, a Prussia, lomando o
CbaBooi e por penhor poderia talvez, licando ahi
indeflnidl.....inte, cancar e fatigar a confedera-
cao.
As relajos entra a Proatia e o governo suisso es-
tao rolas : o presidente federal reuniu o conselho
em sessao extraordinaria, e decidi que a assembla
federel fosse convocada sem demora, e que a esla
assembla perlenreria decidir da sorle da confedera-
cao helvtica. As grandes potencias se divdirain a
esle respeito.
A imprensa de Londres repula pericoso para a
liber.ladc da F.uropa que a influencia pruesiana se
Implanta B'amdo* cantesdo territorio helvtico.
I.aii.pntava que o directorio fedeial livesse acolhido
lao mal osbons ollicios da Franca. Secundo ella, a
Suissa nao poda honrosamente acceder a's 1 vgencias
de el-rei da Prussia, mas teria podida sem nada
perder da na digoidade escutar os cnnselhos de una
poleucia mica, e se conformar com elles, especial-
mente quando e'les conselho eram acompanhadns
de garantas, para o ajuste da questao de Neuf-
chalel cum satisfagan da confederacao. ludo isto
quasi qoe se nao explicava, poia que a ultima cam-
panha dirigida pelosjornaes d* Londres, contra a po-
ltica franceza nao foi muito feliz : oppuuham-se
com urna vehemencia indisivel renovacao das
conferencias, declaran)-na oflonsiva para a Inglater-
ra, que dilaro saberia obter por meio das suas pro-
prias torcas o complemento do tratado de l'aris, e
com ludo as conferencia! se abrem.
Porque a Inchterra nao se separara da Franca
nesla questao '.' Nao reconheceu ella ns direitos de
el-rei da Prussia sobren principado de Neufchalel da
inesina sorle que a lanos .' A Soissa locando nal
frouleirai Irancezas.a Prussia julgou dever com lau-
ta hahilidade quanla corlezia pedir espontaneam^n-
|e a mediacao de NapotelO III, como sendo o sobe-
rano que depois das potencias bellceranles, era o
mais interessado na qeeslio. Dar-se-ha caso qoe es-
la hoinenagem reunida a rr.oderac.ao, a hahilidade,
a influencia preponderante do soberano francez te-
lilla nifendido i imprensa ingleza '
i illou-se em urna nola cnllecliva que as qualro
potencial signatarias do protocolo de Laurina se
propunham a dirigir a Suissa emforma de ultimtum
decidi da guerra.a Russia se apos,ra de urna peque-
a Ubi no Mar Caspio e se propozera fazer della um
posto avancado. A Inglaterra, a titulo de compen-
sarlo prapoaa oceupar a ilha de Karak, .tepois
de ler feilo ah um deposito para os vveres e provi-
ses, f,./ia una tentativa sobre a cidade de Buillir*
que o eoveriio per-a com a ingligencia habitual aos
oricnlaes parece ter deixado quasi sem defeza.
A Inglaterra declamo guerra a' Persia fun-l.....lo-
se no tratado anclo-persa de 1853 que Vedava ao
Scliab enviar hopas a' Heral, e Ingerir*! us nego-
cios Inlerlorea do paii, excepto o caso de urna asnea-
ca de guerra da parle do Aphenistan. Dizem qoe a
Russia se est preparando para oceupar a provincia
de Aweraba : a Persia derlarou que so apoderando
de Heral, nao violou de Borla alguma os tratados,
mas eumprio um acto imperiosamente ordenado pela
segorsnea da provincia vMaha do Kboracan, \sse-
veram que a Franca apoiara a Inglaterra, ti que he
mais positivo, he qoe a Russia, al a proteger. He
nesle Intuito que esla reonindo um corpo de exerci-
lo de 1(1,000 Domen* na frootelra persa. Cerlos cr-
gaos dizem que lord Palmerston pretenda lanjar a
Europa n'oma euerra eeral, alim de poder sjoizar
a soa vonlade os negocios da Persia, porque a Kui-
ia se acha preoecupada com o que se passa na Suis-
sa e nn pailM visinlios da confederacao helvtica.
Com clleilo, a Suisa chaman.lu os seus regimentus
de Ruma e de Napoleo, a Italia meridional se suble-
vnria immediaiamenle.
a. m.
PAEI: & AVULSA.
Consta-nos que no Barhalho ha urna fortissi-
ma casa de (abolacem. onde nRoponea* forlona lem
perdido aqoelles que deveriam muilo e ramio con-
serva-las, por amor de muiher e lilho. lie im-
possivel, estamos dizer lie absolutamente imnw-
stvel providenciar-se em ordem, que se exliugiiaii.
eses lorvrdnuros de furtnnas alheias ; nao s'beino-
mais qne meiosempiecaremos pela imprensa, alim
de que possamo, ver .le todo morlo esse afn com
que procurara os jogadore* empobrecer sem honra,
uu enriquecer sem mrito] Freteslamos, todava,
que iremos sempre hradando, ale qoe elles mestnos
se r.-ii\ e no in, qoe em nina casa de labilacem sude-
vera pecar nos falacs copos, aquelle que de lodo di-
I vorciaram -e da honra, e do pundonor. Se ganhain
afim de convula-la a fazer concessoes que servissem ern ,., ,_ ^ lrl|m Qu ^ fWofl| alcara_
de base a um ajuste com a Prussia : a iniciativa des-
le acto perleuce a Franca, pois que apenas nm inci-
UhMemos, na ultima vez, que na queita'o de Neof- den''0*ea a ordem europea, pertence a Franca em
em vigor ; as escalas de prnmoru lauto por anligui- nario
dade, como por mercrimculo ; asquae* aero remet- Arl. 20, O secretario eeral do exercilo tem a seu
tidas secretaria de e'tado do negocios da guerra cargo o expediente da correspondencia do ajudanle
al ao dia 31 de outuhro de cada auno. general com o ministro c secretario de estado dos
3.- Propor para alferes-alumnos do exercilo as negocios da cuerr,coin o conselho supremo mili-
pracas de pret ealndaiites das escolas militares do lar, e com aquellas autoridades civis e militares que
imperio que eslivrem habilitadas nos termos da le-I o ajndanie general designar, conforme a natureza
gislac,ao vigente, vista das informar/.?! ol.Iidas das I do objeclo. E o Bical dos registro* da reparlicao
mesmas escola, e dos corpos a que s prar.as perlen- e do arraujo e asueto do archivo,
cerera, devendo ser remedida essa proposla se- Arl. 21. O secretario eeral do exerrilo he o en-
crelaria de estado dos negocios da guerra alo ao lim carreeado de promt ver o foruecinieulo de lodos os
de^fevereiro de cada auno. | objeclos que forem necessarius na reparlicao para o
1.' Orgamsac o Almanak eeral ,i5 ediriaei do respectivo expediente, e mais trabadlos especiaes
ejercito al o lim de dezembro de cada anuo, afim do que spreseutara' men,almule conU docomenla-
de poder er impresso em Janeiro do auno segninle. da, qoe sera' pelo ajudante ceneral rubricada e re-
t.j l'ropor ao enverno
osMeucias neees,aria i^v
imperial a adopco das
proWoeucias necessaria para modificar, simplificar,
uniformar e rezulaiisar osfystema de aliniuistracao,
diacipliua, fornecimenlo e e*eriptararo dos corpos
do ejercito.
medida ao governo pata ordenar o rompcleiite pa-
gaueulo pelo, tlamllei estal el-cdu-.
Arl. 22. O ,-ecn-l rio a-ral do exerrilo he lam-
l.em enca recado de fazer 03 pedidos necessarius do
objeclos preciso para imjbilia e arraujo da caa em
I..' Orgauisar ale ao lim de marco de rada anno o que lof inoulada a rcparlii;.iu, o, quaes serao forne-
mappa eslalislico geral do pessoal do exerrilo em ledo* pelo arsenal de eulrra, lab rubrica do aju-
reluco as lias e baixa -) mesmo pessoal, ana in- I dable general e ordem trucc.au primaria, serundaiia e superior, seus crimes Art. 23.0* assisteules do ajudante ceneral da
julgado no fon. criminal tanto militar como civil, e | reparlicao tem a seu caigo II chefe da primeira
o inaisque 11.teres.ar ao movimenlo do dito pessoal, seeea.0, toda qne or relativo a Informaefiese expe-
ludo em referencia ao anno anterior. dicAo de irovidencias que digan, reipeilo ao estibe-
7." l'ropor ao governu imperial para serm pro-1 tecimeiilo o eveeueao de disposiecs geraea e p-rma-
cesadoi pelo conselho de inquiridlo os olliciaes que, nenies eeneernenles a disciplina, economa e admi-
segundo as mfurmaces semesuT .es dos respectivo* : nistracao dos corpo ; o da secunda seecao, ludo que
chefes, houverem commcllido fallas que cun-liluam | for relativo ao movimenlf. do pessoal do exercito iior
BM conduela habiloal ; e para passareui a aggrega- i illas e baila*. orcaniacBc dn almanak eeral, do
dos aquelles em qoe eoncorrer qualquer dos motivos | mappa eslalislico, escala', de pi oiiu.clo, confrerao de
leeaes para a aggreeacao, bem como para reverle- modeles de nuippas e mais objeclos anlogos :" o da
rem para a p.imeiraclase os aegregados que eslive- I lerreira ecco, ludo que for relativo a objeclos par-
ren nesse Ckso. pela cessarao dos motivos em virln- lieulare e individuaes, e a e-criploricJo dos livros
de dos quaei elle se conservavam naqnclle estado. I medres que eiliverera a careo da reparlicao o
BV Propor a.> governo imperio!, pelo mini-teriu Iquailo aasislraleGea di'poiiivel para irompanhar o
ita gtrerra, atee lim dedeierAbro de rada auno, o ajodiole general aos lucir* qoe .11,. diricir
nomero de individuos gjg aeven cer recroladi no pe;axilmente por motivo i de srivico de asa carao
iifinceiro legoinle, -f.m de preencliT-e a par Iransmill.r verbalrmate a qualquer aaloridso I espera
MINISTERIO DA MAItl.MIA.
Avuo de 3 de fevereiro de 1857.
Declara como dne ser grnti/irudo o crcrVj de np-
prekentia de aeserlores.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da mari-
nha em :i de fevereiro de 1857.
S. M. o impc.ador ha por bem.que o servico de
apprehensau de desertores seja retribuido pela ma-
neira segunde :
Art. I. Aos individuos que appreheii.lereru deser-
tores da armada, se devea pagar, a titulo de graii-
ficaeo, a importancia de um mez de sold de cada
praea apprebendida. excepto se esta 13* aprendiz,
grumete ou soldado, easotem que o premio sera' de
til? rs., pela apprebemae de cada desertor.
Arl. 2. Na r;te as dila eralilicaces serao abo-
nadas pela paga-lona lia marinha. e as provincias
ou fura do imperio pelos commissarios dos navios
em que esliverem rs chefes das eslarOe, medanle
alte-lado da entrega do desertor, pas'-ado pela au-
loridade que o receber a boido, oo em Ierra, com o
Visto do capilao do porto, precedendo a competente
liquidaran, no primeirn casa pela conladoria, e no
secundo palo eacrivao respectivo.
Art. 3. Os commandanie* dos navios ebefe das
rslacbes faro os pedidos do diuheiro que fr neces-
sario para o pagainenlo de laes gralilicares, nao ex-
cedendo .0 que recebereru, por adianainenlc, de
101)9009 ineiisaes.
Arl. i. Eles dinheiros serao carrecados aos com-
mnsarios, e eerriploradoa nos livros competentes, da
mesma forma que e pratica com os demai dioner-
ros recebidos pelos ditos empreeados para o engaja-
nientn 011 qualquer oulro mistar.
Arl. 5. A mesmas regris se dexeiao seguir com
os appreheiisores de praeas da armada pertenrenle
a navio sollo, dentro ou lora do imperio, com a dii-
ferenea de qne os dinheiros que (rem piecisos te
oblerfto em conformidade*Ho que dispoe o decreto e
regulameulo de 8 de Janeiro de 1838.
Arl. I'.. Nos rasos em que a apprehensao leaha
lugar, ende nao baja eslacao e somonte navio sollo,
o processo correr por bordo desle, observando-se o
que lie., determinado nos arlaos antecedentes, em
iodo quauto loieiu applicaveii.
Art. .. l'-i gratifir.ie.io qne so abonar aos sppre-
hensores > fara logo noia nu aasenlamento da praea,
para poder eiirouliar-se a sua iiupurlancia no iln
da iiie-ma pra;a ; tirando assim indenmisad.-. a fa-
senda nacional dessa despeza.
Arl. 8. A formula da liquidarlo ilos alleslados,
lauto na conladoria da marinha, como a bordo, se.
acha determinado pelos arl. 1
gi.ua o que se ac ileteiT.nn:olo uelos arl*. I. al
II do eapllolo 1. do avi-o regulani. nlar de 2 de' locan, que pode de'poj
abril de ts.d.. rom a realricrgo que fr (orspalivel
quando o proeeuo liver lugiir a bordo, visto nao ha-
ver all en.pregadoa come n repartice.
O que ludo communieo a V, S., para sua niel
ligenril e eieeueao. Dos .guarde a V. S./os*
Mara da Silva l'aranhos.Sr. Joaquim Jos Igna-
cio.
clialel a Prnisia lem por si a (radico, a aulorida-
de dos tralados, os direitos escripia* dos soberanos
a Suissa o prsenle, o direito uaturai e primordial
dos pi.vn.
Quanlo o assallo tenlado por M. Pourlale e seus
adherenlds leve lugar, o cautao de Neufchalel sub-
Ijaliido desde 1818 a pusse prutsiana, nao experi-
mentara da parle desta potencia nenliuma desia
reclamaci.es que mullas vezes tixera occaiiAo de
produzir ; nenliuma lenlativa directa fora feita, ne-
nliuma palavra fora pronunciada : anda mais, ulna
oecaiiao solemne se apresentra em que os direilos
lo Oriente forara regulados, sem que a Prussia jul-
gasse opporluno augmentar ns embaracos existentes
pela complcarjao de reclamaeOes pessoaes e interio-
re*. Nada fa/.ia prever que aconlecesse o contrario,
quando a assuada, de M. Pourtalos veio despertar
urna questao adormecida, c por em raovimeuto gra-
ves inlercsses. Ilouve quem dissesse, e nenhoma
piova em contrario foi ministrada, que o gabi-
nete de Uerlim era eslranho a eta tentativa de re-
volacao. M. Pourtalc-s procedeu por si s, e os
seus partidarios, no inluito de fazer que o enalto
de Neufchalel eulrasse novaracnle na situarlo que
Ihe crearam os tratados de 1815, e em que sem du-
vida via para seu paiz vanlagens de que preseule-
meule nao goiava. Assim, anda repetimos, a Prus.
sia nao leve nisto parle alguum, mas enllocada na
siloarao que todos coiilieccm, (endo a consciencia
dus seus direitos reconhecidos. pelu tratados, au
pode ver com indilTerenca e sem inlervir de algu-
ma maneira um movimeuto que nao linha oulro
alvo mais do que reslituir-llie o que julgava per-
lencer-lhe, por termo a urna situadlo que rigorosa-
mente, e na ordem de ideas que he a soa, nao foi
obneada a adniidir. To pouco se suppo/, se o
movimenlo eiiipreheiidido e execotado por ,11.
Pourtalis fora produzido de concert cora o gover-
no prosalano. lia de toda a evidencia que este
cunservou-se prompto para coidjuva-lo, eappro-
vcilar-se da occasiao que Ihe era olferecida para
tornar a entrar na nosse de urna Ierra que urna re-
volla llie linha arrancado ; nao acouleceu assim.
A Prussia longe de soccorrer os realistas, e con-
tribuir assim como Ihe era lao fcil para o bom x-
ito do atsalto, longe de procurar entrar violenta-
mente na heranca qoe Ihe pertence, a Prussia se
liuiilou a reclamar a liberdade dos prisioneros rea-
listas, e sem querer entrar uo fundo da questao, li-
gou-se as negociacoes que liveram logar para cs-
jnbelecer cabalmente que esle poni era o nico
que linha a tratar, o nico que esleve em discossao,
o nico qoe foi o objeclo da suas rcclamaces. Sa-
be-se cum que persistencia o governo federal recu-
sou fazer juslira a reclamacoes, que, com ludo eram
formuladas de maneira que nao eflendiam sucep-
libilidade alguina, nein prejudicavam interesse al-
gum. Depois da soltura dos prisioneros, a ques-
tao permaneca iuteira ; Prussia nao pretenda re-
solve-la com violencia : as cousas (icavam 110 eslata
quo ; su o futuro era reservado depois como eslava
anles, mas a recusa da Suissa nao parece ser ni-
camente a consequencia desie principio que ella in-
voca, a saber, que lodo o soverno estabelecdo tem
o direito incoiiteslavel de julgar aquelles que o ata-
cara, paree* resultar dos couselhos de ptssoas para
quem a desordem e a Rnerra t.a Europa s.1o de mui
grande interesse, e que tem laucado mao deste
pretexto para arrastar os cipirilos a oulro terreno
Como se a Suissa se prepararse para coiubater
em favor da sua liberdade contra um novo (iessler,
o conselho federal, a despello de conselhos amigos,
a despeito da mediacao benvola da Franca, nao
pJe decdir-se a conceder ete poni nico, cer-
taineiile accessorio a essencia do debate, soltura
dos prisioneros realistas. Foi entao que a Prussia
pareceu dever reclamar pela lerea, o que he fcil
couceder-lhe, sem naja prejudcar a essencia da
questao. A este respeito havia nina objeccao : por I
em liberdade os prisioneires realistas fora reconhe-
cer im/ilicilamenle os direilos de el-rei da Pruss a,
c sao precisamenle este direilos que conleita o go-
verno federal, mas he preciso entao perguntar co-
mo depois de oilo anuos a Suissa que cunhecia o
pensamenlo do gabinete de Uerlim nao julgou con-
veniente negar estes diicilos de oulra sorle que
mo por urna revolla, e levando ete prncesso im-
|.oitanta perante a Europa, nao procorou por una
derlararao formal de principios, fizer ad.uillir no
concert enroen o fado revolucionario de 1818 ?
As potencias europeas, constituidas arbitros loriara
decidido ; mus parecia que a Suissa obra boje me-
nos por cunta das suas liherda.les uacionaes do.qoe
icb a influencia de paixaes revolucionaria.
Assim, o conflicto eslava nesle pe ; a confedera
cao helvtica, fazeudo marchar as suas tropas p ,ra
reslabelecer a uidein 110 canlSn de Neufchalel, pre-
tenda saPsfazor urna obrigaeao federal. A Pros-
lia pela sua parle via a sua honra mptohada em
nao d.ixar julgar os hnmens que tiuhain arvorado
o estandarte de el-rei. e que, segundo as suas con-
viccee,.se baliam pelo direito e pela legalidad. A
Suis:' prelendia defender o piincipio moderno de
que au ha direito contra o direito que lem 05 po-
vol para escolher os setr govmos. A Pros!, ,_
vocaxa n direito Ir slnrieo e dymnsstico : lal he o es-
tado da queslao. He talvez pouco lgico que 1. prin-
cipado de Neufchalel que parce como cania-, fuer
parle integrante di repblica helvtica, depanda
decl-rc l'rederico l.uilhermc, mas a Franca, a
Inglaterra, a Hastia c a Austria o reconheceram
n'iini protocolo de qoalro anuo, poaleriore* revo-
o soberano da Prussia do
exercicio do seu poder, mas 11.10 do direito de ex-
*rcc-lo. He iiidispensavel. para que semelhanle
-ituacao e rogularise, que se oblenha a sua renun-
cia ; elle erice, anles do comeca de todas as nego-
ciace* a soltura do priiioneiro*.
Se o comedio federal receou parecer ceder a urna
pranao e-lrangeira, importa com ludo que lulo
primeiro lugar leguir-llia todas as pitases, e previ-
nir-lhe todas as cooseqoenciaa, A neutr.lidade he
mu raras vezes permitli la : aim, era inister que
o gabinete das Tuileria se pronunciasse sobre o ne-
gocio de Neofchalel, que tnmasiem om partida claro
da sot.re una ou mais victimas, he sempre acompa-
nbada de mil tormentes, de -continuos remorso, e
na noile segoiuie vao entregar na mao dos mais ra-
quejadns esse ouro, que na vepera amouloaram, a
rusta de incompreheusiveis torturas, a cu-la .la mi-
seria e da deshonra, daqoelle que por um vicio ta
ahominavel, por uma hora de criminosa distraern,
sarnticoo ludo que possuia. Oh abomiuem para
sempieese vicio desgrarado, que lem abatido for-
tunas tao solidas! Que lem comproraeltido credilos
Ido iinmaciilad.n Oue tem feilo perder repalare.-
e decisivo. Fe-lo. declarando que n3o prelendia
proteger a neulralidade da omite lorao.m belveli- i que pareciam inabalavais... qoe, emlim, lem arras-
ca. A nota sobre que as qualro grandes potencias 'a,l v" c"'lil>' de ... eavall.eiros oascidos lia,
para representaren! na sociedad* papis de conattle-
que as quatro grandes pote
se entenderam exige|a soliuia,semooinlicao,dos pre-
sioneiros, e he acompanbada de um prejecta de me-
diacao acceda provavelmente pela Prussia. He e
vidente que a adheao da Prussia simplifica a silua-
cao.e fortifica por consequencia as esperancas de con-
ciliacao.
A assembla federal, cuja primeira sessao leve lu-
gar a 27 de dezembro, se formou em conselho nacio-
nal, e pede autorisacao para tralar sobre as bases da
soltura dos prisioneros em cambictto reconhecimen-
lo da independencia do principado de Neufchalel ;
exige alem disto a approvarjao dai medidas de defeza
lomadas, a aotori,acao para contii.ua-las, emlim um
Crdito illiniiladn, e aolorisa^.lo para coutrahir um
emprestimo de 30 inillies. Izeos permita que as
probabilidades de accoinmadacao nao deiappare-
cam.
Adiando para o lim de Janeiro o jnlgameoto dos
prisioneires realistas, a Suissa parece por esle faci
querer adoptar un procedimento mais conforme ao
couselhos dos seus verdadeiro iuleresses, e a soltara
sem condiccao de alguns du prisioneiroi parece pro-
var que o espirito de conciliacao nao esla inleira-a
mente vcucido. A Pruisia deu prova de uma longa-
nimidade, e de orna iiioierarjSo quo deixaro eubtiltir
a possibilidade de um ajuste, para que a Suissa es-
clarecida pelas declarares justas e leaes do governo
francez, pire nm instante na estrada A qne a tem
arraslado paixts de que nao lem desconfiado.
No caso em que os ajustes pacficos nao se resta-
helecam. o governo prusiano esta execulaiido o |.ri-
meiro aclo da mobilisa^ao : cada um dos nove cor-
pos que, couipe o exercito prussiano ministrar.! uma
diviato para o grande lodo, o que iproduzira desa-
seis divises ero lempo de paz. Formaran qnalro
corpos de exercilos de duas divisOes ; cada om. A
nosa divsalo servir de reserva, o effeclivo deslas
forras reunidas ser de cenlo e cincoent* mil lio
inens. Designa-se particularmente, como sob as cir-
cunstancias de uma roobilisacao inmediata, o 1.' e
o 2.- regimeulos da guarda, o regiment dos dragues
e o dus hussares da guarda, o 1.* e o 2.* regiment
da l.andvvesir da guarda, dous batallies a cavado do
3.- regiment de arlilharia de guarnicao em Wilem-
berg, e duas bateras semelhanles do inemo regi-
ment de guaruicao em Dubeu. A excepcao da ca-
vallaiia da l.andweir, o reslo nao ser convocado
por agora Desgua-se para commandantc era cl|efe
o ceneral conde V. A. Graben, e os generaes Bouin
de Werter, de Schack e de Woaaow; falla-se no ge-
neral de Ltndhcin para commandanie em segundo
lugar. As imposi;0es de guerra sobiram a 100,000
Ihalers cada semana. O governo prusiiano ohleve
aulorisacao para farer passar as suas tropas pelo ter-
ritorio da confelera.lo germnica.
Por nutro lado, a imprensa uissa avada em........
153,000 homens o numero de homens qoe lodos o
cantes da confedencao, poderao reunir sob as ban-
deiras.
Se voltamos oolra vez a questao do Oriente, vere-
mos que na Turqua a ascencao de Reschid Pacha
ao cargo de grao visirato. no meio da complicaee
europeas, que motivaran a queda do seu predeces-
sor, agitou ao principio apprcheusoes bastante era-
ves. Recea-se qoe o novo grao visir cujas relajee
antigs com lord Redclille nao era um segredo para
nnizuem. nao cabio no erro que perder. Ali-Pa-
cha, fazendo-se o instrumento de uma poltica mais
ou menos exclu*iva do interesse europeo ; roas o
primeiro acto de Raiclii 1 Pacha foi declarar a M.
ravel imponancia.
O* mendigo, mo salisfeilos de dormrem
DO bancos da potite da Boa-Vista, j lizeram delle
sua habltaa-fie diurna ; armad toldos com lencos ou
trapos, e ah passam loto o dia, ao passo que temos
um asydo de ineudtgoi, se bem que 0,1.1 leja com lo-
dos os fff e rrr.
Acharamos qoe seria mais decente, e metno
mais religioso, que os caixes qoe conduzisseln o-
corpos para o eei.nterio nao fosseni filo patentes au
publico; 011 deveriam ir eoberlo, ou como na Corle,
em carros proprios, islo he, fabricados com qualro
colinna-, urna era cada ngulo da base, c cora uma
cpula sobre ellas ; uma ec,a ambulaule.
Ceoata-noi qoe na freguezia de San Fr. Pedro
Goncalves, em om becco da Lama, e de lama,
imite dgo-se terr.veis disturbios, onde as honestas
habitantes de***'ameno retiro, jogam perfeilainentu-
ineule a navalha prela.
I Consla-nos que o Sr. Joao Caelano fora rece-
bMo de urna maneira honrosa, pelos directores do
Ihealro d'Apollo. quando la f.ra vizita-lo.
O Sr. Joao Caelano, indagando circumslancia-
daroeule da conduela do Sr. Cunl.a, billieteiro do
Ihealro, **jbe, que eiam exageradas as noticias qoe
In u>r..m a respeito da Venda de bilbetes, pelu que
esolveo cooserva-lo em seu empreeo.
Al noiles de novena* no Monteiro, lem ido
hrillianlemeole coucorridas, e preparam a festa com
uma pompa extraordinaria.
Fui preso pela polica da freguezia da Boa-
Vista, um porluguez, por nao ler presentado seus
passaporle, e ainda se conserva preso, segundo nos
informara, sem poder dar copia de si, alem de que,
consla a polica ser elle turbulento e faquista.
O l... senhor '.'! onde vai voasemec a cssa
hora? para qoe deixa aberla a porta desse armazem'.'
lenora que a Cjsrnpauhia doTiro, ap^tar de an-qni-
lada, lem cora ludo quem a deseje reorgauisar".' Ora
volle, sao 2 da madrugada, e a ra du armazem do
seo amo nao be frequetitada pelas rondas, ora vol-
le!...
O vapor braiileiro Imperalflto, sabido para o
Paro e polos intermedios, conduzsio os se^uinles pas-
sageiros: Ricardo Amavel Rodrigoes, Joao da Rocha
Santo* .tunior, Agostinlio Mureira t.i.. 1 r.i e um cria-
do, Joao Francisco da Cuiiceic.ao*%am lilho, lionralo
Jas Aflonio. Joaqoin da Silva Coelho, I lidio e I
criado, Dr. F.pifani Aludcllo y Bussons, Francisco
Antonio Rodiigues da Fonseca e sua senhora, Ale-
xandre Francisco de Salles e Silva, Jo3o Pereda da
Silva, Joao Pereira Itahello Braga. Joao Baplisla de
Oliveira, Jos Lelo de Mello Assucena, Rufino Ola-
vio da Costa Machado, Antonio Francisco Areias,
Maiini-1 Francisco de l.xra,Antonio Camello de l|..|.
landa, Jos tiome de Amnriin, Antonio Manoel do-
Santos, o criminoso Jos Antonio da Silva e 3 sidas
dos de polica.
.(/ aman/ia.
REPARTICO DA POLICA.
Occurrencias do dia l!l de fevereiro.
I'iirain presos : pela subdelegada da freguezia do
Recife, os marujoi iiglezes llenry Fremcn, John
Muller, Janees Seclon, Peder Ron,'\Vidiam Schrou-
dei, (iodfreit Roslmeusou, lodos a requisicao do
respeclivu cnsul.
Pela subdelegada da freguezia de Santo Antonio,
Jos Antonio Anselmo Moreira, e o prel.- ecrav>
Ricardo, por dsiordcm, e Joao Alve Barbosa, por
crime de moile.
E pela lube legaca da freguezia de S. Jo, os
marojo* inglezes WillianiMulerlov, John Mac l'iier-
1011, Jonh Pctler Son, Daniel Pumphrex, todo, por
briga.
Examinemos primeiramente o que exprime esia
(acuidad* na piychologia.
O h.unem qoer esia fuocc,ao demonstra uma
facoldade, e essa facoldade he vonlade. He ella
quem rege toda a outras faculdades do espi-
rito.
Lendo csse introito, esperavam Indos om exame
minucioso feilo pelo mestre, 00 qual desenvolvendo
essa srieucia de qoe lano alarde faz, nida deiatsc
a -I.....j -.r sobre a materia.
Ma, qual '. as qoeslci scicntificas nao se Iratam
eam a me*mi facilidad* com que se escrevem as
descompusturas; por isso o sabio, *m vez de eianii-
nar, comu .li,,e( lnnitoo-s* a repetir oque oalroi
leem e*cripto.
Ilepois ,|a Iraiiscrrsao de um pediro de Ihiher
ghieii queuceupa I2 linhas do dilo jornal doi sa-
bio, vem oulra de Krause qu* occopa II linha*, e
oulra de Charra que oceupa 4.5.
(lucres saber agora quanlas linhas escreveu e
digno luoeessor do divino-mestre, a par desla* ISg
que ciloo ".'
Ei-las todas aqui, para qoe admires a f.rui.dn e
iciencia de tao portentoso talento
a Modo bem A voulale he uma aciividade pai-
ra e ella he presupposla pelo pen-amenlo e pelo en-
limento. n
1. Modo bem! lie este o resoli.do da objer-
va?ao interna. Mas prosigamos com o mesmo
aulcr. o
a Maravilhosamenle Nao he posivel descrever
melhor a vonlade na hninem e delerminar-lh* o ieu
lim legitimo. Mas prosigamos com o didiDclo *s-
criplor. i,
Eis uma sx nthese geral de toda* a psycholoeia.
A Irm.Ude na anidada ; a nula le formada peti
(res faculdades e a unidade conslitondo da* Ir,
faculdades uma so subitincia. A vonlade he uma
aciividade pura, destinada a reger as oulra doas
faculdades, queda impulso a esta* e qoe he romo
p.der central e exrcutivo do espirito. Cada facal-
la le nao he, rigorosamente fallando, i.m allribuln.
mas um elemento eseocal da undade qne corres-
ponde a om modo especial de manifeitaro. Essa
ihcoria he lomada de Kraose, un dos philosophos
modernos mai eminentes que, especialmeole a res-
peito da vonlade, assim se exprime: (1'
a UeixemosaquTiberghlene Kr,o*e, e volva-
mos os odios nan Charra*, om dos pensajores mais
distinctosdo secnlo actual ,5'
a Em oulro lugar o mesmo aotor, Hilando do
examinai a vonlade em suas relaces com -,- outras
oropriedades da alma, depois de hiver aoilvsado a
capacidade de sentir e a facMIdade de obrar, anim
se exprime.
* Compre agora que examinemos rads uma des-
las laeoldadea essenciaes| 10 espirito humano em re-
lacao asen destino especial. Veremos qoe em to-
das ellas ha um limite, alm do qoal nio Ihe* ne
lado camiuhar. Trataremos do assumpto em ootro
lugar.
Como vs, querido amigo, loda a labedoria do h-
roe uno e trino, pode dizer-ie qoe se limita a saber
dar.pinados !
Mudo bem! A vonlade he uma aciividade po-
a,e ella he presop|iosla peln pnis.ineuio e pelo un.
(Smmunkabo,
NOVAS CARTAS DO AMIt.OVAO
AMIGO/.
II.
Querido amigo.Os traballn numerosos de que
meacho encarregada, nao permidem qoe po,sa sa-
lisfazer sempre os leus deiejos com a piomplelao
Vliorcnel, que nao suba ao poder como in.raigo da d"'lla Hlreil" amiz,uc que nos une ; t bem o
! ranea, mas pelu contrario com o stnlimeutn pro- ,,,es- Por lsso nad" mtit ,e d,rel 'e'peilo.
CJOVERISO DA PROVINCIA
I.i iecca-0.Palacio do governo de Pernambuco, pr"lele '"'r ma" l''"'1"' *""a ll,li" 1" "e a con-
90 ue fevereiro de 1857. dkflO anterior de qualquer ajuste, c que sem ilu-
fundo dos servicoi imniensos prestados aoseupaiz
pelos exercilos e pelas esquadras francezai. Esle pru-
rediinenlo inteiramente espontaneo, era cipaz de
apagar militas prevenees. E depois o programma
do novo ministerio de concliac,ao e de inleresse pu-
blico, he Iranquilisadoi : no interior, he a applica-
c-iu prudente, mas firme do |llalti-lluinalonn ; no
exterior, he a execocao pura e simples du tratado de
Pars ; fora difticil coinprehender melhor as neces-
sidades da situaeao. A applicarao do Iladi-llu-
mainuu tira a' utervencan eslrangeira loda a ra/ao
e lodo o pretexto ; a execucao do. tratado de Pan
implica a evacuara) do territorio e dos mares da
Turqua : o derradeiro ultimtum da Franca pa-
rece nao ser eslranho a esla altitude do novo gabi-
nete.
Seja como for. lie diflicil ver claramente os nego-
cios interiores da Turqua; o novo ministerio cheio
de boa vonlade he composto de elemento.; heterog-
neos. As inularoes sao sempre prximas. A queifilo
inaiiceira he nesle momento o objeclo de um estado
do mais serios, e se lentam alguns e-forcos para rea-
lisar uma I11-.i1 entre as quatro comf.anhiai do em-
prestimo e Jo banco.
Mais do que a quesillo turra, a queslao persa he
viva e animada : tolo- ,e oceupam della, nao smen-
le por causa da Persia que he reputada u'iim eslado
de franqueza e desorgauisac.in que .1 expoe a merco
do primeiro luinigo bastante au-l.ioiu'i. para ataca-
la, roa, por caiisa do papel qoe a Russia parece dis-
posla a representar 110 conflicto actual, lia quinze
asnosrepolava-se sonhador, utopita tod aquelle
que via na Asia o Ihealro de nina guerra, e que at-
tribuia ao gabinete de S. Petersburgo projeclo ain-
biciosos sobre as possesses indo-iuglezas ; hcebega-
do u momento em que esla intriga urdida ha mudo
lempo vai a final ver a luz. Insinuaren! ao Srhah
que 01 ingleses mandaran construir raminhos de I
Ierro na Asia para amearar-lhes as fronleiras, e que I
a sua independencia e a propria soharauia estaea em !
perigo. lie a Russia que perturbara nesle leulido a
l'ralarci nesta dos dous celebres arligos qu* so-
bre a vonlade publicou o homem das ontologias, o
hroe uno e trino, depuis da coiifcreucia da ra do
R.... I e vers se houve nunca non.uudoum ph-
losvpho lao profundo.
Eia miuha inleocao Iran-crex-los ambos da
principio ao lim, para que melhor podesses apreca-
los, mas reparando que oceupam elc columnas do
jornal dos sabios, o Liberal l'ernautlmcnno, mudei
de resoluc.lu, pelo que nao esperes acbar aqui seuao
as palavra do meslre, que lleves gravar na memo-
ria, como ja o estao na miuha.
Comecando o sen primeiro artigo, diz elle o se-
guinle:
o Lina das taculdades do homem que mais care-
ce de ser eslud.ul.1 2 he, por certo, a vunlade, qoer
nos limites da psxchologia, quer as vasta regii.es
lmenlo!
c Mudo bem! He eile o modado da obser-
vacao interna. Mas prosigamoi com o metroo
autor, a
" Maravilhosamenle! Nao he poisivel descerrar-
se melhor a voolaleno homem. nein delermiaar-
ihe o leu lim legitimo. Mas prosigamos com o dii-
tinelo eicriptor. (6)
Pode hiver uada mais ridiculo? Se para preten-
der o loro de plulosopho basta saber exclamar :
Mudo bem! Muilo bem! Maravilhoiamenle! Eo-
la"o este mon lo esla todo ctieio de philosophu*. as-
sim como o esta de trindadei. O leo Joao Congo
tambera he oin grande phosopho.
O que dizer eolretanlo deslas palavra*, qoe o la-
bio inestie escreveu uu L. n. 12191
Aquelles qoe resol vem ai qeeitoes sommandu
01 aolore* e proeedendo por"coroparjrJo numrica.
uao per Uncgrao nunca familia doi espirito* lope-
riore qoe se asseohoream das doulrm ,., roovear-
tem-nas em propriedade su*, raedilam obre ella
e emillem um juizoque leulia o conho de ina per-
sonalidad*. ..
Pela minha parle, como desejo ver me dao om
ranliiilij na familia dos espirito, openore, apio-
veitarci a lirao, e imitando o sabio meslre, emitlire
o meu juizo pelas mesmas palavras com que elle
emittio o seu, a respedo da dootrina de Tiber-
ghien:
Modo bem! Modo bem! Ma/avilliosamente!
O segundu artigo, querido amigo, lie compoaio
como o primeiro. A par de 157 linha* Iranscriptat
le Red, a qoem o meslre deu o pompoto dolo de
chefe da ecola escosseza, qoe foi llutrhewu, e nao
Reid, bem que este fus** om dos seos mai diitinc-
tos representantes, escreveu elle 49 linhas de larri
propria. n3o t 1 I.i 11 lo em 0 que sereein d* cabera-
Un. ao artigo, Deslas 19 linhas, recommendo-te muilo a* li
que soguero, por serem sobre modo impor-
tante- :
a Chamanto* a uUocAo dos nosso* leilore* para
esa a-sercio deque aatigameote se dividism todas
11 faculdades da alma em duas somenleenlendi-
mento e vonlade. A seusibilidade, a *eparacao do
senlimeuto para n,1o confundir-i* com a voliel*, .i->
deVidaa aos trabadlos da psx etiologa qoe ha (ido .11-
causavel em aprclundsr 01 tactos da consc.encia e
em distinguir a* faculdades essenciaes da alma. E
chamamos a aileneao dos leilores par* esse ponto,
porque mais para '.liante veremos 1 influencia des-
sa uomracao mperfeila das faculdades, sobre e*.
plicacao da Trindade Ujvina, ..
Nao ciu-a rito, querido amigo, vero sabio odo
lgico qaerer pecuadir-nos de qoe hoove lempo
em que se allribuisse i vonlade os praieres o dore
que experimentamos .' lempo era qoa o* philoaeptvo*
nao uubessem distinguir o que he uma delermiu-
cao da vonlade do que he uma dor ou Om prazer,
modificares da scusibilidade".'
E de que modo a faz elle? Calumniando o Dr.
Reid, assim como ealumnira a S. Tilomas, para
Uitenlar que Deo* nao he livre e que he eweorial-
rocute Creador.
Onem ha ah que ignore 'a nao ser o hroe ano e
irme) qoe se a sensibilidad* nao fura amigronme
incluid, nu uumer.. de naaaai facoldade, nao ka
porque fosse desconhecid*. nein porque a cunfunoi-.
lem ce* .1 vonlade, mas ijm porque se entend,
que a alma he nella passiva e nao activa, roma p-
rccnjsignificar a palavra faculdade qeasi synonxma
de potencia ?
O que Reid diz que amigamente se confondii
cum .1 vonlade, sao as paixOes. os deiejos e a* aflei-
coes, facl. compleio* ; ma, elle nao falla em ne-
nhuin loga., 11.1,1 da dor, uem do pr.zer, f*ct m-
ples. O onlologico, porm, com a ho* te qae lauto
ocaraderisa, afiinna qoe elle diz que anlieimenle
se confunda a sen.ibilidade com a vonlade, aerei-
ceutandu que smenle aos trabadlos da p se devem a sensibilidade, a icparacio do senli-
meuto para n.lo coiifundii-se com a vuliclo.
Para que nenhuma dovida te fique da em--ere-
moma cora que o sabio oulolngico altera a doulrina
dos autores p.relie edad., pa poder apres-ntar
autoridades rom qoe apoie os seus desparale*, oove
o que elle mono Iranscrrveo do lr. Keid oo nro-
prio artigo, de que me oci u|w>.
1 Ha dkisio eer.l de nossa* faculdade em enten-
dimriitn e vnntade evlilu comprehendidas noseeon-
do termo, labio as neaaaa Flalas, niaaa o oomo* d.
seje* e as nosaaa aileiee* ; e dcfirle se Ihe f *
nihrar, ne smeme 1 reduelo de obrar oa* da na
I) O can Cerbero lamben era URO e trino; li-
nha mu rorp 1 e tres raberas, llavera aleom pa-
rentesco entre oa .toro.'.' Talvez, pois seuao pd*
contestar que obrara ua-i do mesmo modo. Ao p.is-
so que um Com seus latidos intimidava a almas dos
morios no sombro reino de Plateo, o oulro com
suas deseo .-.posiuras. que latidos alo, procura inti-
midar entra n ludas as pessoal que nao sf prestan
a eoncorrer para que posa realisar os sonho, d ;
sua nilueao.----------_^ .._________^________
2 Faculda.le qne mais carece fe ser eitudsda. ,11,1 a renni.u, de 1 ... p .,-. I o. uma a qoe f*IU he mesmo de quem e diz uno e Irmo! lie a cauci- ..,. dtscurs.,, e oulra a qne rsrreveu o arlig... Nao
liacSo da unidad,- Com .1 plnralidade no uie-mu in- \ elogia, lisonge* uOKMpec elle o me.mo llllllL.
dlvkloo. ,|S sr eonlradiaer? Si, |rquc no sen eu I ama
,.I \u discurui sobro o destino do homem bem- a psjsaoa que eloea. oulra a que li-oiige* e oolra a
se a. seguimos palavras dn sabio ontologico o ., que desrompue, bem que esla se.a sempr. a renl.-l.
si.lurao do destn., do homem depende do perM,, ,- -- T -p -,----------- nuailaai
conhecirnentndaalina-.ehje, qneaalma hecnlu- i Eminente philosopb... om cbarl.Un que e.-
cla, boje que a psychologh, nao h m-is nm nixste- ereveo que a vonlade ., Dos ke tilnranmunle /-
vr como liz ver em u.iulia primeira* cartas I..
IgO p.i te ser. krause he um pedante, um isnorante,
d.iri.lr.irj* nio dira l:ln grande bl.-pl.emia inlu-
rio, u destino do homem se nos ostenta resolvido,
o As venia les do enristianiamo eram contrastadas
pida razan, porque o otee te iptMIH era apenas um
desideraloni. Moje que o Hosca le fpneai he algoma : le-.
coua de real, a Iriudade desee das alturas da crenra j tihirma, pena1or dislncln Ooal non om
para abracar-se com a ra/ao, ele. ; m,tl,\r que ale em ana* sai ie'p*i/o>a>a dn
t'.omo diter atoraqoa a vonlade be ana das faral- que Oras As firre, pule la -r pensador dartinrlo*
latea decretad no qnadr" do exercil".
Illm. Sr. Da rupia piola de om aviso do Exm.
ministra da euerra vera V. S. ai ordens de S. M. n
Imperador, que .nu ir.curobidn d transroidir-llie.
Devendu '. S. parlir pelo pr.meiro vapor que se "~r------ 1 """ "--- a meo,
norte, para o qne pone a dar as .,rdem I ma-s pmllets para remediar qoanlo for po-.=ivel a
repellindo occisilo
fe
traca corte de Tehern, onde a inlluenria inglesa ha
vida podera nao ser mai a unir uo dia em os qu, I sido por muilo lempo omnipotente. Hoja qoe a Rus-
armainenln di Prussia lomaren slgom dMeuvoIvi- ala reconquisto., na Asia o Ierren., que linha perd.do
Importa que nao larde a voltar a idea, especialmente depois da lomada de hars.serve-ie disto
menlo.
oharania estaea em | dades dn humera que mal* varen- de ser vstn-taia 1
Pota a alma he conl.eci.1a, e tan perfeiUmeule co-
iihecid que o destino dn homem sr noi ost'nla re-
solvido, e a Irin lade desee das alturas da erenf*
par* abraear-e com a raz.lo, e h ainda faculdade
no lioniem que carera >rr cstudadn
noin.er.or.in f Ta *, patn-,, n ord.n^ if,- I negarlas conym qe se noenin..,n-.o .Wr-r che- imprudenca que mntlten,
para afastar do Scliah todo qoanlo pertence a facrao
ru* Depois que 5 l*er -.- apoderen doliera!,oque
Pensador di-lincln. phioopho profundo .'. he quem
pode cl.egar a cm.hecer, qne a liberdade le uma im-
perfeicao inherente a vonlade finita, a qual pul con-
secuiule nao pude competir a Deu.
Coma he qu o sabio onlnlogico p.,de encanara*
ale ao ponto de chamar emineui- phil.isopho, peiHa-


/
Oh se tsio fo.se escripto \mt quem nao h* seuao dor di,linrto a ajriwtaiea* qne tuslenlam qne a
uma peoa, lodos di. i.m qu* linha rahtdo em con- lade de |>eo< he coher.namenle livre '
hadiccao, mai nSo se pude dijer o mesmo respei-I ,. Bsuaa tren *sriam*c".** m.-lnn. .*ie, ,
lo do sabio ontologico, cojo en no he om pewoa e I ds irlndadc n .uiidade.

MUTTtSDCT

. ,


DIARIO DE PERXAMBUCO, SABBADO 21 DE FEVEREIRO DE 1857.
orar, ma lamben) o m divos e toda as ncilajon
que i preceden).
Eis como, lem rlmi.la, cerloa philoaophoi leem
ido levados representar o desejo, i avarso, o te-
mor, a epranga, a alegra, a tristeza, fin orna pa-
livra, lodos os nossoj deaejos, todas as nossas paltes
e (odas as nossas arTeir.6e, como modificaces dille-
n ule da vonlale ; o que.lende, como me parece,
a confundir coasas por aua natnreza muilo diver-
t a, ele.
O desejo, a paitan, a affeiplo sao faclos compla-
na, por isso ama analvse impeifeila os tero allri-
biiido, ora a volitarlo s, ora a sensibilidade'; lie
contra a primeira opiniao adoptada, nao seralmenle
como inculca o onloloRco, mas s.imente como diz o
proprio Red, por cerlos philosopbos, que diese
pi onant-i.i. A dor e o prater nonra foram conside-
ra dos como manileslacA da vonlade.
O oolologico pode escrever qoantos absurdos qoi-
Mr, porque emfim he uno e Irino como Dos.
a Cumpre que no segoinle artigo, dii elle con-
cl lindo, nos oceupemosda liberdade.
Sao passados mais de dous mezes, querido amigo,
a tal artigo ainda nao appareceu !
Ser porque ainda nao teve lugar oulra visita
n a rio K '.' Talvez.
Isso me f.ti lembrar do leu gracejo acerca do ma?-
ni ico commenlario, que Heve ser feilo ao celebie
diicorso recitado na facnldade.
Para o dia de San Pionca clamaste tu ao ler a
pramessa da publicaco do tal commenlario, e creio
que tiveste razao. r
Assim como se disse Cumpre qoe no segoinle
an.go no, Decapemos da liberdade, e t.l artigo nao
apiareceu; assim lamben pride dmar de appare-
eer o tal commenlario, sem que dissoresulte nenham
dasar a qaem he ama triodade de pesaoas.
Teu amigo do corago. Y,
Fevereiro 15 de ia57.
^omapott&enrit.
MACEIO'
18 de fevereiro de 1857.
O estampido dos dous liros, anoum-iando a clieaa-
aa do vapnr do sul, veio como que disperlar-me, in-
eilando-tne a manufacturado desla missiva.
He sempre con. acauliamento que lauco mito da
p lona para e-rever-llie, tenlo inals depois qoe ha-
bito estd capital. Sim, ........., que o seu digno
correspondente,illuslrado cuino he, dispondo de im-
mensos recursos litlerarios e por sua alia, potico
iniciado nos mystenos adminislrativos, pode melbor
e mais participar a Vmc. os movimentos da capital
e provincia, o que pnaso eu apreseut.ir que multo
mleresse aos seus leilo.es, e desta forma alcarigando
un lugar na sua brilhanle exposigito, para as mi-
li las eximila, e ,..., lie. prooucc,oes ?
Arredado de urna sociedade, onde soo reeonliecido
e tratado como uio Paria', miseravel reptil rolando
nw lo.lar-.is impuros da materi.,1 emienda, o pro-
Inlansmo na toa ultima lijecclo, nao di-poodo de
ombuslivel lillerario, nao penetrando nem per ac-
c deits n.s veudavaia da polilic, ignorando final-
mente quanlo por ahi raminha ein as altas resines
governamenlaes, conhero que he ousadia, he arrojo
inqoalllicavel apreseiilai-me na arena de seu impor-
ti ule jornal, competindo com os dislinctos talentos
que enriquecen) as fulgurantes paginas do Diario de
I- ernambuco.
Mas porque nao disponha dos mesmos recursos,
porque nao frecuento os sumptuosos sales, segoe-
au que nao encontr na mesquioha arena, onde sou
cimpeao, materia vasla para oceupar urna columna
do seu Diaru > Materia nao falla, os faclos socce-
dam-se com rapidez espantosa, senlindo 19o somen-
In nao ler os talentos do dislincto redactor da Pagi-
na Avalla, para narrar, commentar os eventos que
por aqu caminham era vasla escala.
Sira, nos grandes focos da populac.ao.os fados pa-
aam desapercibidos, s horneas absorvidos por dif-
erentes distraerles, de variedade em vanedade, en-
cerram no olvido tanta cousa nolavel, comboavel
que manejado pela fecunda mosa de Alejandre Du-
nas, Eugenio Sae e oulros, eriam ual.os lanos in-
centivos para coroposic;ao de unpaniiiiadorea ro-
mances. Kntrelanto as pequen*, rularles os fc-
il >s nao passam como o melero, nao.'elles sao ana-
I)a.los. propasados, exposto na painuriiiho de ur-'
f ulico airto de coriosldade. ...MefeTj puT-i^^e^..^
slo aoa roaos iistinclos. (I menor evento loma
firmas gigautescas, uihilidades sao episodios jrnpor-
I mies, as mesmas fragilid.des inseparaveis .'a des-
cendencia de No, sao altos motivos de ntreteni-
rienlo.
Concorre larobem para essas aberrarles acircums-
lancia de nao ciistirem esses incentivos que dis-
Iraam-nns das lidas mesquinhas e sedicas. Sim.oau
lia representarles Iheatraes, nao ha espirito de so-
i iabilidade, einfim onde encontrar urna divagado
roe dissipe a insipidez e monotona f As conversa-
res s*o sempre idnticas, os homens sempre os
inesniot. emllm ludo se circumscreve no mesono cir-,
i olo vicio*., e nauseativo.
Bisla de inassada, passo a narrar-lite quanlo por
.iqoi lem apparecido mais nolavel.
' r.onlinaa a paz a l.rinlar-n.n com os suaves perfu-
mes de sua poesia. apenas la' ao longe diviso urna
mpercepiivel nuvem negra, que parece pretende
toldar o horlsoiilc de Macei. Sera' o aiiniiiicio de
prxima lempeslade Sera' a percursora de alsum
inedonho calaelysma, deses que ein saa pavorosa
marcha ludo levara de vencida '! Nao, meu charo se-
ahor, he a prxima eletiao de vereadores e ui.es de
jaz, que lera' lunar no dia 8 de i.hi. .;.., por ler sido
iiollificRda a eleirao que se proceder em setemhi
lo anuo passado. Temos por consequencia imis di
epces. odios, e os nimos que iam arrefecendo >
lonco eleiloral, ei-los de novo em plena ebu-
lico.
Tanto afn, lano lugar, fervem as njenlas cabal-
las, lodos aspirara as posirOes ; roas apenas cor.se-
diferente as funcroes dos cargos, para cuja posse nao
trepidaram perante meios illicitos e reprovados.
He de esperar que desapparera o poni uegro, que
se dissipe a borrasca, alter.dendn a' ndole do povo
Maceioeuse. que por demais ameslrado tratara' de
esbarrar a cao lalosa correnle de males, que atnea-
cam a prosperidade e bem estar da Ierra que os vio
Hacer.
Malditas eleircs, foro de immoralidades, circo de
ttladiadores, onde os homens folgaro de ostentar-se
no renilhdos seus perniciosos nstnclos, apresen-
lando em pleno desenvolvimeqto os precouceilos, iu-
trigas mesqninhas e um furor espantoso na propa-
olii-
inel
[ni
ha
lis-
pn homogneo composlo de materias heterogneas,
l'rometll em minha ultima missiva, analyaar o la*
dltierenliamo religioso em pleno desenvolvimento
nesta cidade, receio entrar era lal materia para nSo
descostar e incitar as sasceplibilidades daquellea que
concorrem para isso, e desprezo em materia de reli-
Riao.
Kepicam os sinos doas nu lr os sacnstacs para sahimeulo do S. Sacramento, e
apezar de lana demora nao apparecem senao dous
ou tres roeniuos, enlretanto que o pobre enfermo
esli vendo ethelar-lhe a etisiencia, sem receber o
sgralos Vialico lirupos e mais reunieiem todas
as casas, conversaron enjoativas e alaumas at em
detrimento da moral, mas prestar ittenean aos ne-
gocio da igreja n.lo capiscain,dei\ain-se firr em suas
portar, nos balces, e loca a dar eipaaHo aos inslinc-
losinaieriaes. Aproiiraa-se a quaresnia, possue esla.
cidade todos recurso.para nina semana santa eiplen-
dida e sumptuosa, numerosos sacerdotes, c.cellente
nrcheslra, capilali.las abastados, emlim, ludo lem !
masuao ha qem se resolva a encelar esse aclo o
mais sublime e respeilavel da nossareligiau.
Ihealros. soires, presepes, cocos de Margandas,
pagodes e eomesainas, oslenlacao, e orgulho eis
quanlo eu observo continuadamente ; mas a reli-
giao he tratada com ura ndiffererilismo, nao merece
especial nienrAn.
A edilicaSa0 da matriz, sumpluoso templo, qoe
assas honra e*ta capital, araeacada de idntica sorte,
das obras de Sania Engracia, .eria Ocadono esque-
2?5r,e," i? Vde,,icSa o nogocianle Ma-
nuel da Costa l'ereira Culrim. Apezar da iguida-
dade dos reeanoa, lulaudo com innnitas dinbulda-
des e privardes, eihaustos os meios de levar vanlc
a eooclaslo .lo ediric.o. o Sr. Culrim nSo Irepi la, e
ludo consegue, era geni tdmiraclo do publico, que
ignora o genio incanravel de S. S.a Ah meu cha-
ro senhor, e quanlos apresenlam os mesmos piece-
aenles, dedican lo-se al em prelenrao, em seus in-
teresses, a eecu.;ao dos devores que se ha imposto
este ridadao. Folgo, meu charo senhor, sempre que
leudo de eipor ao publico, feilos laes, que revelara
por sem duvida a existencia de homens laes como o
r. Culrim ; servin lo de incenlivo a lanos oulros.
para que a vida he um lecido de mao. feilos, um
conjunclo de torpeza, ura complexo asqueroso de
arobirao e miseria.
Basta, meu charo senhor. meu lado uivaum cao,
ma om salo, ao longe riiichaiu os burros, reunindo
a ludo islo a cantarela da polica, e o festejo do ca-
samento de um par de velhos, que acaba de ler lu-
=ar agora, depoisas Terreadas continuas do Sr Moi-
plieu. Chamando me ao curapninenlo de meus de-
veres. Ora, asiin enllocado, o que fazer ? dar lim ;
pois bem, aqu arabo.
IX'sejo-lhe saudc, pro-peridade e disponha do
Cosmopolita.
Ko d'Alho II de fevereiro do 1857.
Breve lem de deixar-nos .. Etra. Sr. D. abbade
l'r. hrlippe de S. I.uiz Pami, e ancioso esperamos
pela sua reelei<;ao, poia ufanaino-nos de ler um re-
ligioso, um hbil agricultor, e amigo do progresso no
seio .le nossa comarca As obras principiadas pelo
digno abbade allestam o deejo que lem de fazer
com que os hens do sea mosteno progridnm, e uao
carainhem para a total destruirao. romo acontecera,
se elle, on outrem, que nao os anteressores, nao es-
tivesse com o pesado cargo que oceupa.
romos lestemuuha occulr das ruinas do moslei-
ro de Oliu.la, do precipicio que all havia em razio
de eslarem as paredes arruinadas, e a Motril loda
podre.
Qaem vio o eslado de desmoronamento do mos-
teiro, e observa a obra gigantesca, nao deixa de
abenroar ao inlelligenle e desinleressa) abbade,
que trahalha para o progres-o .le sua ordem.
U publico sabe o quanlo prestou-se o abbade du-
rante o lempo, que por notes infortunio visilou-iins
o gangeheo espalhnu sua mSo benerica sobre o
porjreza desvalida, preslou-se como um verdadeira
religioso.
Ilasla, s nos resta a esperanca de breve abrca-
lo, pila conliamos na juslict de capitulo, rcelegondo
Biirn nomera, que 1,1odignamente oceupou o cargo
de abbade.
B___
jPttWtcacao a^fSH^/"
gajSo dus principios olleusivos da moral ; da pro
dsde e da relig.ao.
A aalobridade publica, senao he benigna, tambem
nao he pavorosa em sua marcha, apenas a bexiga.q
o facinora lran;oeiro, val aquie all asaltando alg.
mreli/.es. A febre amarella, que lanos estragos
feilo em nutras provincias, lem nos deiiosta em im-
ponibilidade, assim como o pobre militar de RoldAo,
adrado para a terceira classe, posicao dubia e deles-
luvel.
O foro desla capital esta' manso, falla-lhc urna das
molas de_ seu organismo. Nao ha jmzes de paz, que
como nao ianora Vine, sao os prnneiros vehculos
por onde correen os nrcociosda ju-in-1.
A polica sempre aniva e vigilante acaba de cap-
turar o soldado desertor, que asesinara urna pobre
mulher em os dias d dezembn. do anno oasado. Ja
era lempo de castigar um menelro, qoe a seu talante
cassuava dasleis e autoridades do pal.
Em o dia H do crreme deu a sociedade dram-
tica Minercina, urna recita, levando a scena a Cea-
para de um dea/io, e a comedia oliecem-i.as-
cido, fazeudo esta parte o anao Hoberlo, ora nesla
capitel.
Sinlo subremaneira nao poder elogiar aos jovens
representantes, mas qe fazer se riles nao corres-
ponderam a expeclailva do publico''
Couheco que sao e-iudi.,os e delicados ao palco
sceuico, e que deaejam fulgurar, mas como reali.a-
rem seus bons desejos, faliando-lhes o impulso d..
lente Heraldo Joaquim Curres, nico que pode
rom os vaslos recursos que o ornam, preeucher a
lacunas qoe porveutura possam apparecer: be ma-
Ihar em ferro fro.
') Sr. Hozendo aparle d Kr. Anselmo, o Sr.
Armindo, emfim a Sra. D. Erroelinda, preeuche-
ram opiimameiile seos papis, mas solados, nao
suscitaran) o inleresse dos espeeladeree.
Era o da 15 .leu a sociedadeKerreo-Kamiliar
urna partida, a qual. conta-me, esleve animada e
ii i" ud ""l"0 llractivos da poesia
o bello sexo expandiu-se em sua amabilidade,
as ondulares das qoa,lr.|l,,s. xvalsas, esliveram no
/ercelopus, o prazer.eralini, e a harmouia curaram
u oiree.
A Pernambucana, ,liiiucla. porlenlo, de belleza
ocandora, a Maceineo.e, risohha e svmpalhira, es-
pargindo airablidade ; |d .,, em,im, dim ,,;,_
sao as bellas aspiracoes, p,opr,as de,ses alijos do
eco baixados Ierra.
T.ve lenlaces, vonlade f,i
r. mas nao querendo engros.ar a phalaoM dos en-
lorquilhados, deixei-me hcar na minl,a p|,te cliou-
<)s reveles e labocas eleiloraes, a Talla do me-
tal sonoro, certas privaroes. emlim, ,au dores in-
luiilissima., ein parallelo com coloisacs pocoaa
que recebe ura Jiletl me, quand.. ao convidar urna
amavcl deidade. recebe na rosca Ja venta um i
lenho par, um nao redondo e irrespondivel, um i,,
chocho, hnalmenle, honivel, melralba que c-rleira
xaiferirocur.raudo pubrezinlio chincalhado, in.
lado, cassuado e m lii.1i.!
Longe dea-a posicao o lilho do velho. com a sua
fagoeira velhiuha. seri. c-paz de lanrar-mc no
equoiio elemento e all findaria minha xi-tencia.
Ha sujeilinhu que pe ie, mala, chora cuno sujeit,,
que pede para as almas ou para missa decorpo pre-
aenle; Ssfada gente.
Preparam-sc algans rapezej para aDresenlarem
ara carnaval, eonvi laram-me, c parece que devo ir,
e lano mais que ja eslou antevoslo que Iu de fa-
zer fracasso a minha exdrucbula, nariguda e corco-
vada individnalidade.
Pretendo ir vestido, nAo a ehineza. ao Ivpu do
Bretar, do crulo XIII, a miniatura do >. Soviaa
pnrem reali.ando-s no v.vo o nbVMiaio do secilo
\l\, adorando o sol ao desponinr, e apedrejando o
em ien ocraso. I m pooen de Judas, alguraz por
'r"> de leiro, ., rataelo de taral. i.a de ser um cor
IN-STRLCCAO 1'UIMAIIIA EM p||lNMBI C)
lllm. Sr. Salvador Henrique o% Albunuer1-
quo.-Pelo rormio tle hoje, U .le fevereiro,
rcmetto a V. S. o relatorio .lo lllm. Sr. SfJe-
res, dirigido ao Esm. Sr. presideote S e
Albuquerque, porque me persuado 19 ea*
rSlalr.no su sera bastaataa. coilTtJnce% V.
S. da vnracidadu do methodo Castilho, O que
eu, pobre leigo, jamis conseguira por ef-
rmo de minha supina ignorancia. Sifito que
em azlaga hora cu convidassea V. s. para a
leitura de um artigo, que vin'iio do oulra
provincia, cu julgo por isso produccao de
penna un parcial. Kisa razo porque envi
a v. S. esse outro, nao escripto por um por-
luguez, que esposando a gloria da patria,
queira elogiar o coiiselhoiro Castilho, mas
por um hrasileiro benemrito, que nada lu-
crando com a adopto do methodo repen-
tino se espressa sobre elle a prlmlra auto-
ndade da sua provincia, de urna maneira
t.io explcita.
A quero coqjduria eu para a leitura da-
quclle e 'oulros artlgos, senio a V. S., que
goza o titulo de socio correspondente do in-
ttiuto histricoeeographico, e que ha con-
sgralo suas vtfgilias em tartas obras de
ijistrucciio primaria i'... A quem senao ao
illuslre redactor da Pagina Avulsa, que li-
mante do progresso, das artes e das scienci-
as, tem em sua m5o o vehculo para a pro-
pagacao das boas deas, e que felizmente vio
que umscu sobrnho, o meu querido Mos-
cozo Jnior, entrado na minha escola em 5
ue marco tendo apenas 6 annos de idade,
pelo excedente methodo Castilho. nflo s
licou curado da gaguez (vide pag. XI, ter-
cena edicuo '.que padeca, como que a 16
aesctemhri), com seis mezes e 11 dias, leu
perfeitsmente prosa e verso, perante o Ezm.
es-presi,lente desta provincia, e um nume-
roso concurso, e com este menino mais 36
altimn .- !
He porlanto a V. S., aos homens Ilustrados
e de coracio humanitario que se interessem
pela prosperidade do seu paz, que convido
e c 'iividare para coa.ljuvarem a grande
obra do progresso ,1a instruc?,"ro primaria, e
nrio aos rainorraneros dorminhocos, que
arerrados a urna valli* rutina, desprezam
tuo quanlo for novo, julganJo s bom a-
quillo em que foram educados.
Se o prisionero de Santa Helena acredi-
taste na forc i .lo vapor, elle teria obtido a
mais b II conquista, a que tanto aspirava,
triumpnando .laque les que Ihe lizeram ter-
minar seus Jtasiraquelle inhspito rochedo
Essns poucas vezes que V. S ha trocado
comigopalavras de boud.de, me collocam
na obngaco de acreditar, que V. S n5o faz
coro com esses ingratos, q .e me insultavam
em altas vozes ao passo que eu despenda
lempo, trabalho e luyeres no ensino gra-
tuito de seus rm3os artista*'! lie por essa
niesoia razSo, que julgo a V S. um delicado
cavalietr,., para haver de dar ma interpre-
tacio as palavras c .m que V. S digna-se
bonrar-mo, o na minha pessoa n3o s ao
r.xm. Sr. ooDMlheiro Dr. Castilho, e a lodos
08 seus amigos d'alem do Allantico, como a
todos es que no vasto continente do novo
mundo acreditatn eseguem ..seu melliodo
de ensino! Sim, 111 n Senhor, quero por
honradas capacidades litterariasdo Brasil,
dasquaes fazeis parle, acreditar sem msela
dem.ldade asvossas cxpresses.
Sim, senhor, temos feilo urna excellente
explorarlo, e ella segueavante: pjr este in-
signe methodo principiamos o ensino da
grammatici ao mesmo tempo que ensna-
nos ocnnhecitnento dos caracteres, e a svl-
labar juntamente com a conjugacao de todos
os verbos, hnsinamos a doulrtna, e sobre
ella a analvse lgica e gramatical. Ensilla-
mos a anthmetici, ap hcando quantidade
continua. N'uma goiabademonstramos pal-
pavelmenle as fraccSes da unidade, com
lesoura e papel as f aecoes decimaes, as ra-
zoes e proporcOes das figuras rectilneas,
e isto icios vossos me-mos compendios, ea
urna numerosa classe Como bem diz o illus-
lre Sr. Kilippe Mena, lie que estes oulros
exercicios enseriados na serie das lices,
fazem beber os meninos rudimentos de nim-
ios cnnhecimenlos, que posteriormente fa-
cilitam o estudo .las sciencias.a vide o Di-
ario de ti ile Janeiro).
O methodo sedentario c dormnlioco cou-
seguio jamis outro tanto?!...
Com ludo, nao sou exclusivista, e serci o
primeiro a adoptar qualquer methodo que
for mais proficuo a instruccSo primajia. Hei
estudado o methodo Muemoaico Fluminense
te o Lisbonense, do i Ilustre Sr. Xavier de
lyueiroz, e por ora vejo que s."io inferiores
ao methodo Castilho. Eu com toda a minha
igQaranciaestoupersuadido queso o poder
geral he quem pode prohibir o methodo
Castnho, visto que tres provincias, Alagoas,
Nergipc e Rio Grande do Norteo tem adop-
tado por ordem do suas competentes assem-
bleas provmciacs. alm deslas, o Rio, Babia,
I lauhy, l'ernambuco e Ceara tem escolas
particulares pelo novo methodo, por isso
julgo ser tarde pan que o echo que lio pro-
dtizido as^maravilhas do methodo f'.aslilbo
haja de perder-se no espado '..
Seria precisa urna torca 'sobre-humana
para fazer yoltar ao regresso os Silveiras Lo-
pes da capital ueste imperio, os Ibirapitan-
gas e Gualbertos da Babia, os Soares de A-
lagoas, os Mennas, os Drumons, os Farias S-
rr.oes, Fonsecas, Silvas, Viannas, Mximo-;
Figueredos c Adrianos de l'ernatubuco, os
Carnoiros da Cunha, os Liberatos no Itio
Grande, os Hvms. Florencio e padre Medei-
ros to Apudy e Cear.
Nao mctto-nie em linba de eonta, porque
julgo-uic um simples servente, que no ulti-
mo quartel da minha vida me impuz a obri-
gaco de juntar uS materiaes para o grande
edificio da instruccSo primaria. Para des-
moronar este brilhanle edificio seria preci-
so principiar polo Exrj), arcebispo metropo-
litano e pelos Exms. hispo do Para, presi-
dentes da Itahia, Sergipe. Alagoas. Cear,
Piauhy e Itio Crando do.Norte. Seria preci-
so desilludirn illustrc director geral da ins-
truccSo publica da Babia, que prodigalisou
ao methodo Castilho o titulo de divino me-
tilo Seria preciso desvendar tres Ilustres
redactores das tres prinripaes folhas publi-
cas desta capital, e finalmente tantos cente-
nares de pas de familias que lio confiado
seus blhosao excellcnte methodo Castilho
as mencionadas provincias deste vasto im-
perio. Ja alguns dos Ilustres senhores pro-
lessorcs pblicos desta capital, com quanlo
nao hajain profundado o methodo Castilho,
conlessam as suas vantagens quanlo a me-
nemotiisacao e a leitura syllabica; mas quem
sabe se clles nao estaro 15o Iludidos como
o conselheiro Castilho i'!! Ja se ve que
quem segu os passos de um ceg, deve tro-
pezar por forrea, e por isso he que cegatneu-
te lenho creado uesta capital seis escolas ; e
antes do fim de marco espero addiccionar-
llies mais duas : em S Jos, o Kvm. padre
mestre Manocl Adrianno, e na ra Nova con-
fronto a mesma escola, o Ilustrado proles-
sor o Sr. Jos Mara Machado de Figueiredo:
peco entilo a V. S., que e-parando por mais
'gum lempo sua lerrivet prediccSo, faga
>m que os gratuitos inimigos po mi-lhodo
pentino nos deixem andar mais alguns
as livree dosempedido, porque como dos
mtos he que se formam os Paulos, quero
verse antes do lim do corrente auno, com a
aiuda de Dos, V. S. sera 8 duodecima-co-
luiiina que sustentara na capital de Pernam-
buco o nabalavel edificio do sublime me-
thodo Castilho.
Sou de V. S com toda considcriicao e res-
peilo, atiento venerador e mesmo serva.
Francisco de Frcttas Gamboa.
1* de fevereiro de 1857.
"<&> .'->:v; f-% ;
r.VCA DO KECIFE20DE FEVEKEIKU \S
3 HORAS DA TAKDE.
Colajuea olllciaes.
Camino sobre Londresogd. 00 d|v.
Krete para o Canal40) para as-ucar.
Descomo de leilraa8 \ ao auno.
r'rederico RobUUar,presidente.
/'. Rnrges, secretario.
0 CAMBIOS.
Sobre Londres, -28 d. 60 d. v.
" i'aris, 310 a 341 rs. por fr.
Lisboa, 9.-i por $ de premio.
o Ilio de Janeiro, 2 por 0||) de descont.
ActOes do Raneo, 10 a tS de premio.
"i a companhia de lieberibe iOIHK).
c companhia Perrambucana ao par.
a o tilidade Publica, lio pr centod premio.
n Indemiirsadnra. 52 ide' .
e da estirada de ferro 20 por Om de premio
Disronto de lellras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
(juro.Onras hespanholas. .
Moedas de_fc00 velhns
1 I o T3IOO novas
rr 43000. .
Prata.Patacoes hrasileiros. .
Pesoa cnlumuarirs. .
a mexicanos. ,
285 285500
. IjOOU
. 16cSM>J
. 9SU00
. 25000
25000
1->S6
AI.FAM)K1,A.
Kendimenio do dia I a I!),
dem do dia 20. .
:ll 1:095*021
:l illiyi:!
3*5:2365374
nucarregam hofe 21 de fevereiro.
Barra inulezaElisa lland.mercailoriaa.
Brir-iie juulrzAbanacerveja.
Brigue iiile/.Merc.u-ybecalhe.
Barca francer.4Comle Rojer inerciJoria<.
IBHPOTAC.%0.
Barca franceza ..Coime Rocera, vinda do Havre,
eeiMigaaoaa Leeaerre &Tyaael & C, manifestou o
seeuiule :
70 vnlumes chapos, porcelana, perfumara, flo-
res artificii.es, chapeos de

    das, mercearia. roup?, brinqu- t..s. .|uinquilharia.
    lazendasdealR.idao, calcada, ele, II ,11 ios fazenla
    delinbo e aleodilo, 2 canas .lilas ,!u laa e eda, 7
    ditas chalet de 13a c dilos da dila com seda, 7 dilai
    chapeos de sol, 1 dilaa chapeos, rnopa e fazendas, >
    ditas charulos ; a I". 9-iiivase C.
    19 canas chapen* de sol, serlas, calcado, marro-
    quins, pentes, bandas, etc.", 2 .lilas p.nnoi. 1 dita
    meiaa de alrjn.lao, ', ditas chales de rucia laa, 1 dita
    sedaa, 1 dita fitas de algodan, 2 ditas fazendas de .-.I-
    codao, 50 harria e 50 meios dilos manteiaa ; a N II
    Biehf r & C.
    iO haftis e it) meios' diles manleiRa, 5 volumes
    obras de borracha e perfumaras, 2! eaixai fazendas
    de alendan, ditas de 1:1a. porcelana, psrfomarias,
    chapeos, llores artilinaes, pentes de cl.ilre, cha-
    les, etc.
    7 calzas obiecios para relojoeiro, '2 volumes reo-
    slos ; a tiermain.
    I caixa htcos de hlond de seda, llores ailliciiei.
    modas, etc. ; a madama Theard.
    II caizas porcelana, instrumenlns, perfumara
    palles preparadas, mercearia, caiidieiros, etc. : a \
    Roben. '
    1 ca.za vidros. 1 ditas espelhos, candieiros, porce-
    lanas e bicoa ; a T. II. Rohert.
    2 raizas velas, espoletas e culeleria ; a Pomma-
    (630.
    3 ditas chapees ; a J. de Oliveira Mata.
    1 barril incens ; a J. S..un & C.
    I ditos Unas ; a Moreira & Fragoso.
    .) esn* candieiros, inslrum^ilos de msica, cor-
    das para ditos, etc. ; a II. Dumunl.
    I csiza chapos ; a Manoel Jos Carneiro.
    1 dita livros ; a J. C. t:,.elho da Silva.
    2 ditas vesii.los de liare ; a Barroca & Ca C I F'tr11*1' 9 llil"3 pa|"1 e*'"1" d '- *
    1 calza obras ; a Antonio.
    _ 25 barril e 25 meios ditos manteiga ; a Carvalho
    i volomea fazendas de Ida e aUo.lao. ditas de meia
    221? ?!.?**.' c"'" MMM- ,l"'" reodai de i-
    godao, .! d.ta. ditas de ida e aljodlo, I diu panno
    le laa, t ditas raiiJas d; meia 1,1a : a 1'iiriin \|. A
    Vin.issa. H
    2 caizas acua de Colonia e perfumarla, 2 ditas
    roupa. mercearia e Irasles |.. A. ,. Slqnelra.
    1 cana xaropes diversos a n. Almeida Piolo.
    lovuinmes eN ranas porcelana, vidros, candiei-
    ros e obras de zinc,, ; a J. ||. Fracow.
    l canas chapeos, loapas. fazenda deseda, lovas
    calcados el- :| bar.,cas qej.,., i canas fz,odas de
    laa, > ditas ditas de seda, .1 ditas litas de alenda o, 1
    d.tae I fardo pannos, 1 raiza franja de algudao e
    chale ; a J. hl|er & C
    2 canas vendos, | dita napa branca, 50 caizas
    queiji.s I a Y. A. de S.uza Carvalho.
    I ranas fa/enda de algodao; a Isaac Curio A
    Companhia.
    1 volme fazenda de lia, 1 dito dila de seda >
    canas.filasde se la, 16 volumes e I eaza fazenla d
    alsodao, i ditas e I v.....me rerramenlis e fa.oes '
    d.las fa/.en la para c Iras, 1 .1 la chapos de sol 1
    dita tazenda de meia teda. 8 .lilas dilas de aleodo
    dila de sed.. quini|uilhar... lila-, pannos bordados
    cle seda, atacadores e fazenda de ligo lo e seda ; a
    II. Brunn iV C.
    59 raizas chapis, muros, mer.-earia, rres, ear-
    loes. objeclosdellsn ires. qainqallbaria, fruas de
    madeira para chapeos, pelada de algodao, armacf.es
    para chapos de m|, brinqoedoa, velas, marmores,
    traalea. insilromenioa demoira. ronpa teia, sedas,
    penles, alfinetea ele. ; a Chapron \ Bertrn I
    .1) canas chapeos, ditos deso, papel, e dito vi-
    arado, oujerios de escriplor-o, fazendi de liuho e
    Uociao, allmetes, qinn(|uilharia. pannos, roupa, fa-
    zenla de lila ele.; a Burle A,. su/.i.
    22 volumes mercearia. brinque lo, auna de co-
    lonia, carias de jasar elr. ; a Lelelllar ,\ ('..
    :I0 ranas rhampanhn ; a Praeger,
    2 ditas pannos; a Fiedler.
    2 ranas lavas, merceariai e chupos a Wvell
    0 barra e H) meioi dilos niaoleiga ; a Sebramm
    o <..
    30 vnlumes drogas, nape!, tintas e cnsalas; cai-
    zas lacas e lesmnas. I dila p-llrs ,|,. cnelho' i dita
    qu..ilro, 2 barricas i,aeljo< ; a ordem.
    5 caizas planos; a J. Vienes.
    50 >i"s ehampanhe ; a' Sauu Irrs |;. ^ c
    7 calas casaas da algo 13o, I dila objeclos"de mer-
    cearia, I dila lazendas de meia seda, I .1,1.1 fazenda
    de meia seda, I fardo fazenda de ligedlo, obejectoi
    de mercearia ; Schafneillin & C.
    ii volomese I caita mercadoria, quinqnilharia,
    livros, sirope, vulros perfumara, carines, [in(a
    Mpelh.es, lamparillas, etc.. 2 caizas enceradose en-
    redara ; a ieidel Pinto ^ <;.
    I_cana livros ; a J. |>. .la Caoba.
    17 canas presos, perfumara, drogas, esrnvas, bo-
    I.m-s de so, papel para cigarros, amueles, camisas,
    etc.; a Denl.cr j (..
    i ranas papel, caslicaes, obras, erempaa, espole-
    las, lapis, pennas, canelas, ele; a .1. liendra Freir
    2 x-..lumes mo las llore,; a B.......s.,rd Millocheau!
    I dito livros ; a P. dn. Sanios (i C.
    150 birria e 130 meios uiis naolaiga, 15 bos e
    I j ranas rhampanhe. 50 fardo papel de embrulho
    60 eaivars arenque<:. I", ditas ,..,.. arri, | ,|lta |ian
    no'- ; a I i--erre l'v.ael 4 <..
    2 c.-iix i. fazendas de algodSo ; a C. J. Asllex C.
    4 dilas fazendas de algodao, flores, chapeos ; a
    Ricardo & Coelho.
    2 dilas fazendas de seda e chapos ; a Domingos
    da Silva t.i ni,,.A,-..
    3 dilas fa/endas de lA.t e roupa ; a .1. C. Axres.
    6 volumes tintas, verniz, papel e .Irosas ; a B. F.
    da Soma.
    8 canas milpa, chapos, bonetes, fazendas de la.i,
    chapeos de sol, elr.; Siqueira v\ l'ereira.
    1icanasrarir.es. chipen, boi.eles, objeclos para
    chapeleiro; 1 Chriiliani & C.
    Amostras eonslaoadaa a N. O. Bieber { C 2 cai-
    xinhas; a Schafellin tV C. 2]embralhos e 1 eaixjnha
    a Tiinin Monsen tV C. euibrullins e I caziuha ; a
    II. Brunn x\ C. 1 caillnha e I emlirul'ins; a Asllex
    Al C. lena ; a k-ller x\- C. 2 einl.rullios; a F. San-
    vaga & C. 2 embrolhos; a Cali liu.no I embrullio.
    Vapor nacional "liuperalrizn, viudo do sul, ma-
    uifeslou o sesuinlc :
    .".o latas isnora-se ; a Antonio I.uiz de Oliveira
    Azevedo.
    1 canonho 1 lem ; a Antonio de Sooil Silveira.
    1 ealxolioho e I vulu.ne dem ; a .Ni.vaes xV C.
    I vulu.ne dem; a .load llermenefildu.
    1 volunte dem; a Antonio de Almeida Comes.
    1 barrica dem; a Mili. A Irroaoa,
    1 celslnka dem; a N. O. Iliber ,\ C.
    1 caizinha den; a Jesuiuo Baii.leira de Mello.
    1 caizinha dem; a Vicente Ferreira da Costa.
    1 eaiaae dem; a Domingos Joa Ferreira.
    1 i- tix.M, dem; a J. Cernan.
    1 cana de folha dem ; a Francisco Manoel liar-
    rozo de Sauza.
    1 espada ; a Jos Rodrigues de Sooza .
    I volume isnora-se; a Jos l'ereira Vianna.
    1 dilo dem ; a ordem.
    1 ranilla dem ; a Jos Joaquim Borsos.
    I caiza idem ; a C. Leclere & C.
    1 dita idem ; a Manael Die.
    1 volunte dem ; a.. Exni. liaran da Boa Vista.
    Brisue iuslez ..Abana, viudo de Londres, consig-
    nado a R.itl.e Bidoulac i C.
    2 raix.s com (i duzias de vinbo em garrafas ; ao
    major Verecker.
    60 ditas com 180 duzias de cerveja em garrafas ;
    a Saunders o C.
    2 ps de cabra, 16 fei\.s de pal de ferro, ',021
    dormeutes.le madeira ; aos cousiunaiarios.
    .-ii.NSll.AIIU c.l-.li \i.
    Rendlmento do da 1 a 19.....106:951 s!>7it
    Idem do dia 20........ 5:848>39l
    A DAMA
    DOS CHAVOS BRANCO,
    Os bilbctcs encommondados e o estn
    existe, acham-se a venda no escriplorio
    theatro.
    Principiar! as 8 horas.^
    -sis-*r'
    W nnew.
    .<-.
    BAILE
    popular de ms-
    caras e pliau-
    tasia.
    \o palacete da ra da Praia.
    No, ditis 22, 23 e 24 do corrente llavera
    bailes do carnaval, no aalOo do palacete da
    rua da frea, o qual oslara conveniente-
    mente ornado, e brilhantemente Iluminado
    Os directores farflo quantofor possivcl para
    que reino a boa ordem e harmona : os bl-
    netes estarSo a venda no edificio, nos dias
    dos divert metilos, quedevetn principir as
    8 horas, c terminar as 2 da manbSa.
    CEDRAS PRECIOSAS. *
    *i V. .
    * AiVrecn ,|P brilhantes, *
    , diainThlc. e peroles,pot-
    K xeiras, arWles, brincos 'K
    * e rozetes, .Ws e aunis i.
    J de diirert-iilesW^5,.sede J'
    3 diversas pedias ri ,i,ir. g
    MOREIRA k DD1RTE.
    L9J B| OIRIVa
    Rua do Cabuga' n. 7.
    OUBO E MATA-
    ? Aderemos completos de $
    4 ourn.meosdilo-. pulrn- *
    * ras, alBneles, brincos o *
    " rozelas.cordoes, tran.e- |
    ? lins, medalhas.eorrenles ?
    * Compram. vendem ou
    . Irncam prala, our... l.n- J
    Ihautes,diamantes apero- -
    * tas, e nutras quaequer ''
    J joiasde valor, a dinheiro *
    * ou por obras. %
    * ? <- *.?:<.;+.;- gx$$$ ?><
    Kecelem jsor to-? e"fe"V";*,o1l,'o-c
    . -, onlrosmuiUsobjeclosae
    dos os vapores di Eu-
    Sxejt;. ns oirf.ss 'i" mais
    :'t,.erta<> ^-ustu, tan-
    to ?..' I^raii^a como
    oore.
    i Apparclhos coeapleles, ?
    i de prala. para cha, ban-
    dejas, salvas, eastieae*, S
    eolheresdesopaedecha, J
    .. e moilos oulros objeclos ,
    ff de prala. *
    iS>50 -, ,,-*j0.
    112:8003:;:
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Reudimenlo do .lia 1 a 19. .
    dem do dia 20. ...... ,
    6:925564-1
    :ll5978
    7:3575621
    DESPACHOS DE KXPORTACAO PEI.A MESA
    l)OCO.V'UL*llO DESTA CIDADE NO DL\
    20 DE l'EVEREIRO DE 1857.
    tj'ilhemburr;Paladn suero i.Julia.i. thers o.- Companhia, 210 saceos assocar masca-
    vado.
    Sew-VorkBrlgoe ioglez aRunduso, Saunders Bro-
    thers tx, Companhia, (>". saceos assucar inasca-
    va 10.
    liba de S. HigOCr Patacho porl.iauez 'Alfredo,
    Larvalno Inmios, 97 saceos assucar hraucu e mus-
    cavado.
    lil.a de S. aligoelBriuue porluzuez (Oliveira,
    Joao Tavares Cordeiro, 4 harneas assucar refi-
    nado,
    P .rioBarca porlngueza N. S. do Bom Soccesso,
    diversos carregadores, 750 saceos assucarhranco e
    mascavado.
    LisboaBarca pnrlogaezn liralidao. Josc Baplis-
    la da l'onseca Jnior, 1151 couros seceos salsa.los.
    LisboaBsrca porluaueza Empreza, Domingos
    llodrisiies de Andrade & Companhia, 106 couros
    saldados.
    Lisboa Itriaoe porloguez uConlanle, diverso
    carregadores, 2"t() saces e :l caixas assucar branco
    e maicnvxlo. i) casco mol.
    GenovaRrigoc sardo sDainoa, Basto & Lomee
    1,140 sarcos assucar hranco e macavado.
    Rio da PralaBrisue bcspanhol ..Tarragona, Ara-
    naga & Bryao, 30 pipas aeuardenle.
    LiverpoolBarca inslcza Qoeem, llenrx liibson,
    600 sacros assucar mascavaJo.
    Porto'Barca pnrtugueza i.S. .Manoel llu, Barroca
    iS Castro, l'JI) conros saleados.
    RbCEI5EI!OIUA DK RENDAS INTERNAS CK-
    HAES D.i PEKNAalBOCO.
    Rendimenlo do dia 1 a 19. I3:50lsi",t
    iri-in .i,, ii.: ,........ 1:3169924
    1i:hts.-:17.'.
    CONSLLADO PROVINCIAL.
    Reudimenlo do ,i,n ( a 19. 58:1299330
    Idem do da 20.....' 3:105a02l
    t;i:2:li;:itl
    - ;-:- 1 vs p 1 1
    .-' Navios entrados no dia 20
    Po/lo2 dias. galera portucueza ..Brarliarenseo.
    de 2j| toneladas, capuao Joaquim Francisco da
    Silva, equipnsem 17, rarsa vii lio e mais gneros;
    a Thomazde Aqumo Fooseea \ l'ill.o. Perlence
    ao Porto. Passaseiros, Sos Moreira, J.aqnim
    Luiz Ferreira, Amonio Coelhn Ferreira. Fran-
    cisco Uarle dae Nev, I.uiz Moreira da Silva.
    Lisboa21 das, barca purlusueta Flor de S. Si-
    mio, de 410 tonelada, capiao Maooel de Aze-
    vedo Canario, rquipagem 23, carga s.rdinlns, vi-
    nho e mala seeros; a Bsruardino Comes de Car-
    valho Perlence a cidade do Porto. Paasaseiro,
    Josu Ferreira, Primo da Custa Cuerra, Frederico
    Antonio Percira Baslos.
    Da comrnissaollriijue brasileiro da soerra nCea-
    renses, rommandante o primeiro tenente'Marne-
    de Sim.1o da Silva.
    Rio De Janeiro23 aias, escona brasileira de guer-
    ra (Tibagie, romman.iaiile o primeiro lenente
    Joilo Travasso da Cosa.
    Navios sabidos no mesmo dia.
    PaM e portos inlermeliosVapor brasileiro Im-
    peralrizi), coinman.lant o capitao-lenente Anto-
    nio Joaquim de Santa Barbara.
    Coliuguiballi.iie brasileiro Sergipano, mestre
    Henrique Jos Vieira ra S.lva, carga l.acalhao e
    . ais gneros. Passagiros, Jos de Oliveira de
    LalkBd, Charle.
    Todas as pessoas que livercm contas
    com a barca franceza CycL.pe, bajam de as
    aprcsenlar sexta-feira at ao meto dia em
    ponto, no escriplerio dos consignatarios, na
    rua da Cruz 11. 4.
    Para o IV o de .Janeiro
    segu em poucos dias a polaca nacional Ze-
    loza, de primeira marcha : para o resto da
    carga trata-se cornos consignatarios Isaac,
    Curio C, na rua da Cruz 11. 49.
    de Lisboa, asquaes se vendem por
    prego cooimodo como costumam.
    COHSLTOloTDIEOPATffi ,
    7Detl*ttQt$.
    CONSULAT DE FRANGE.
    Le cnsul de Franco en cette rsidence a
    I honneur .le prevenir les personnes, que
    celd pourrait nleresser, que luudi pro-
    chatn. 23du courant, a onze heures du ma-
    lin, il sera procede en la chancellerie du
    consi.lat de Franco a ladjudication bux en-
    cueres, sur souinissions cachetees d'un em-
    pronta la groase aventure de la somme de
    douze mille franes pour les besoins du trois
    mais, le Cyclope Le.lit, einprunl garant par
    le corps, quille el agres du dtt navire. Les
    soumissions, i|ti seronl ouvertes publiquc-
    raent, seront legues au consulat de Ftance
    jusqu'a onze heures precises du jour 23.
    O administrador d mesado consulado
    provincial, em virlude do disposto no arl
    3 do regulatnento de 3 de julho de 1852 az
    publico que se acham depositados dous' c-
    vallos castanhos aprehendidos pela subde-
    legada .la freguezia de S. Josc, os quaea sao
    considerados bons de evento, por se desco-
    nbecerom seus donos. e para que no niazo
    de 15 das comparece quem aos ditos caval-
    los tenba dire.to, lindos os qaaes se proce-
    der a aneinalaco pela forma marcada no
    arl. 4 do supradno regulatnento Lpara que
    ciiegue ao conhecimento de lodos, mandei
    fazer O presente edital aos 13 de fevereiro
    de 1857.-Antonio Carneiro Machado Ros
    -O conselho administrativo do patri-
    monio dos.orphaos lem de solemnisar no
    dia 25 do corrente, o primeiro anniver-
    sario do coliegio das orphas, sito na ma
    da Aurora, para o que o mesmo collegio
    estara' c\ posto ao publico, desde a's 7
    llora a"s i) d.) noite. O thesoureiro, Joa-
    quim Francisco Duarte.
    TRIBUNAL DO COMMEIICIO.
    Por esta secretaria se faz publico, que
    nesla data fora inscripto na matricula dos
    commerciantes o Sr. Joao Jos de Couveia,
    cidadilo brasileiro, domiciliado nesta praea
    e estabeleci.lo com loja de fazendas seccas
    em grosso e a retalho, na rua do Queimado.
    Secretaria do tribunal do commercto de l'er-
    namhuco 20 de f.ivereiro de 1S57. No im-
    pedimento do olllcial maior,
    Dinamerico augusto do liego Itangel.
    THEATRO
    ?Vj
    santa Isabel
    SABBADO, 21 DK FEVEREIHO.
    lleciiti extraordinaria.
    Joao Caetann, querendo satisfazer a um
    grande numero de pessoas que tem encom-
    mendato bilhetes, apressa-sea dar esta re-
    cita com o drama em 5 actos
    D. CESAR DE BAZAN
    1 inaiisando o divertimento rom : nuva co-
    madla em 1 ai i..
    M ^t?.,e aCham sen,Pre os ma.s'acredilados medicamenlos,e?nl^m tjnXra o
    en. glbulos, e preparados com o maiorescrpulo e por oreos' basUnte?cE> z
    Botica de 12tubosgrandes. .
    Dita de 24 o
    Dita de 36 a
    Dita de 48
    Dila de 60 n
    Tubos avulsos a '
    u.r. 1 1 Kl;ascos de tintura de meia onca."
    Manual de med.cins homeopath.ca do Dr.Tahr com o'dic-
    conario dos termos de medicina
    Medicina domestica do Dr. Henry.
    Tratamento do cholera morbus
    10/000
    155000
    205000
    25S000
    311^000
    I.3OOO
    22000

    S5S"-''', !
    fc tiep.ii, ,|a demora ,lu coalome teguir cu destino
    EL' v ,".'se.'.l'a.: 1'iiilquer infornafio, con os asen-
    tes l>. o. Bieher & C na roa da Cruz n. 4.
    Para lijo sahe com multa brevidade o bem conhecido
    tingue Sagitario; ainda recebe alguma carga
    e passageiros, para o que trata-sc com Ma-
    noel I-raiicisco da >ilva Car.ico : na rua do
    Collegio n. 15, terceiro andar, ou com o ca-
    P'tuo, a bordo.
    Ceara' e A carac'.
    Segu no da 25 do mez corrente o palha-
    bote Sobraleuse; para o resto da carga e
    ','**?*flrosi trata-se com Caetano Cvriaco
    '%-'- '' "a r"a Hio de Ja-
    _________Repertorio do Dr. Mello Moraes
    PBA 1857.
    Acham-se a venda as bem conhecidaa
    lolliinlias, impressat nesla typographia,
    das seguintes qualidades:
    FOLHIMIA RELIGIOSA, contendo alem
    dos mezes, a bibliotheca do chrislao
    brasileiro. que se cotnpot- de ora-
    cOcsquotdiauas, methodo de assistir a
    9MW
    10#000
    2/000
    6I0O0
    Desappareeeu no dia 19, pelas M horas
    do da, o escravo crioulo, por nome Clemen-
    te, com os signaos seguintes : levou calca e
    camisa prea. chapecN* palha velho. costn-
    ma embnagar-se, daXe 26 annos, pouco
    maisou menos, quando s- Ihe perguote al-
    guma cousa,responde serpprc de vtsli finca-
    da no chao, falla grossa : porlanto, roga.se
    as autoridades policiaes e capit-.es de cam-
    po que o apprehendam e 1-vem-o a seu se-
    onor, na rua larga do Rosario, botequim n.
    -", que seriio recompensados cenerosa-
    menle.
    ^a' :'""-*-----------~ "" ""'"' "I ~ I'recisa-se de urna ama para traUrde
    missa e conlissao ; cndeos, psalmos,' "i" menino : na rua do Livramento, casa n.
    nymnos, ollicio de \ossa Senhora da 20' se8undt> andar.
    --- Precisa-se de um criado : na travessa
    no Dique n. 9, primeiro andar, notando-be
    que he para casa de homem solteiro.
    Deposito de assucar
    rola.
    >e-
    0 brigue FIRMA segu para o Rio de
    Jancuo 110 dia 22 do corrente. so recebe
    passageiros < esclavos a frete, para os
    quaes tem excellentes commodos: tra-
    ta-se com os consignatarios Novaes < (',.,
    na rua do Trapiche n. ou com a ca-
    pito, na prai-a.
    Para ;- Babia.
    A veleira e bem conhecida sumaca brasi-
    leira Horlcncia, pretende sabir para a Babia
    com muita brevidade ; lem prompto parte
    descu carregamento : para 'o resto trata-se
    com o seu consignatario Antonio Luiz de
    Oliveira Azcve.lu, rua da Cruz n.
    Para Lisboa tenciona sabir rom brevi-
    dade a barca portugueza lcmvinda. capilao
    Jos Arlhurio Moreira, por ja ler parte da
    carga prompta ; para o resto della c passa-
    geiros, para o que offerece bons commodos:
    trata-se com os consignatarios Amorim lr-
    maos, rua da Crnz n. 3.
    I'ara o racaly vai sahir sabbado 21
    do corrente, a harcaca Jaguaribe : para o
    resto da carga e passageiros trata-se com
    Lamuiha a Kilhos, na rua da Cadeia do lc-
    cife n. 60, primeiro andar.
    Para
    o rio
    de Janeiro.
    segu com brevidade a barca Sorte; recebe
    carga, passageirose escravosa frete : a tra-
    tar com Caetano Cvriaco da Cosa Moreirs,
    na rua da Cadeia 11. 2.
    'ara 11 Assu*,
    Para o Assu' segu por estes dias, por j
    ter parte do carregamento, o brigue Feliz
    Destino : quem no mesmo quzer carregar
    ou ir do passagem, dirija-se ao escriplorio
    do Sr. Manoel Concaives da Silva, on a bor-
    do com o capilao.
    ara.
    fe *S v .
    I
    O brigue escuna Graciosa capi-
    tad'Joao Jos de Souza, segu uestes 10
    dias ao piulo indicado, pode ainda rece-
    ber alguma carga : pare tr-ito, no escrip-
    lorio do consignatario Antonio de Almei-
    da (ornes, na rua do Trapiche n. Ib, se-
    (jiinilo andar.
    SOfoS &ieu$$&.
    Liquidacao.
    Pommateau, aterro da
    Boa-Vistan. W.
    tem a honra de prevenir as pessoas que dc-
    sejam comprar urna loja com fazendas ou
    sem ellas, para se aprcsenlar a elle, cara
    ler informacoes, e para tratar a este respeito.
    "niliiUaieaiJ
    previne s pessoas, que mandaran) alguns
    objectos para ser concertados por elle, para
    os mandar buscar al o dia 15 de mareo, do
    contrario aerSo vendidos para o pagamento
    dos cotcenos ; aproveita mais esla occasiSo
    para pedir as pessoas que Ihe devem, que
    tenbam a bondade de vir pagar seus dbitos.
    I'oninateaii e sua senhora retiram-se
    para a-Franca.
    Compra-?, tima cscrova moca, (pie
    co/.a bem, engomine cozinhe : a tratar
    na rua do Trapichen. I i, primeiro andar.
    -Precisa-sede um hom amassadore de
    um bom forneiro para urna padana lora da
    cidade una legua,dando-se bom ordenado :
    quem se echar nestas circumsUncias.appa-
    reca na rua da Florentina n. 6, que achara
    com quem tratar.
    Conceicao e militas outras oracoes de
    grande mrito, preco...... ,"-'0
    DITA SIMPLES, contendo alm dos me-
    zes, a le dos circsjjos e varias tabel-
    las.de impostos geraes, provinciaese
    mnnicipaes,preco...-. '>o
    DITA J)K PUITea' 901,1 Q|-. j" o largo do Hospital do Paraizo 11. 28. se
    Vm tlm J-ri?'- 5P ? dos me- encontra.o excellente assucar perola a 180 e
    zes tem eapiicacoes d5s indulgencias e 200 rs. a libra, sendo de primeira e segunda
    cxcommunlioes, etc., preco. KiO sorte ; neste esUbeleciment se enchem la-
    IHTA D ALMANAK, .1 qMi,l alem dos Us e barri,rj'I'"'as do dito assucar para esla
    mezes,cootelno almanak civil admi-;; ?k Prov!nc!as' esmer.ndo-se o dono
    nistrativ mmmrJ,l A l 1 melhort_me' de condirionimento: tam-
    nistrativo.commemal.e industrial da ; bem se achata sempre muito bom cha dos
    provincia, por.........500 > Indios, e caf chumbado do Rio de Janeiro,
    Todas estas blhinhas sao impressasTra i Unl em cafoco como moido, ofTereccndo-
    liorn papel e excellente tvpo, vendem-'S a.niJ0Sra',pa'a que ? "erWique que em
    te em noicao .-t ipI-.II,: K. a Dra ^ i ,H^ ,,Vrana d& terCa reira ncontrar-se-ba nesse esUbelec.
    piara da Independencia ns. < e 8.
    Caixeiros.
    Prccisa-sc de d'.us muilo habis caixeiros:
    no deposito da rua de llnrlas n. 16, e s se
    toma lenuo muita nlelligencia, nao se du-
    vida pagar bom ordenndo.
    Precisa-sc de urna ama que salba pn-
    gommar : quem Ilie couvier, dirija-se a rua
    do Trapiche Novo n. 8.
    Preeisa-se alugar um coznhciro ou
    cozmhcira. para casa de pouca lamilia : na
    rua da Aurora n. 60, primeiro andar.
    Francisco Pedro das Ncves perdeu o
    meio bilhete n 151,garantido por Polycarpo
    Jos La y me, da quaria parte da quinta lote-
    raido Cymnasio, cujo meio biihele cima
    achaseassignado.
    5f
    Confcitaria.
    | ment, de meio lia em diante o saboroso
    doce de coco ralado, com ovos e caslanhas, a
    800 rs. a libra, pudins de dillerenies pregos,
    o sempre bolachinhas de ara ruta de todas as
    qualidades, bscotlos, vinho de cerejas, agua
    de flores de larangeira, do acreditado fabri-
    cante Alphonse Irraao: espera-se pois a
    concurrencia de quem goslar do que he
    bom.
    Companhia
    DE
    SEGUROS MARTIMOS.
    SEGURIDADE.
    AGENCIA FILIAL,
    registrada no tribunal do commcrciodesta
    provincia.
    Ellectua-se qualquer seguro sobre navio.-,
    ou carga, a cundices mui lavoraveis : a
    propostas aceitam-se em casa dos agente
    Isaac. Curio 5( C, rua da Cruz n. 49, onde se
    pode tambem saber as conveniencias, que a
    companhia offerece aos seirurados. Pare fe-
    rililiPA. ^.._________.
    -----------------------. -..'.H^rrinnur. I l i. |^-
    _ cmtar os seguros pequeos, acaba a diree-
    Confronteao llosario, em Santo Antonio, i C;|o de dar ordem para que as apolices sj
    reccbeu-sedaPrussl* urna nova qualidade de PaSucm por 500 res leada nm>
    .-------w Jv. uu wo.iio ,ilUa uutrt quMluimi; ue
    biscoilos, e entre elles, uns muito bons para
    champagne, econlinua-se a vender doc-s da
    I llrnii:, o nnnnni, r. ..s M.lh i n nprfi.ni -
    f.uriipa e nac.ionaejj, e as melh.
    i iis em quanlida'd0% escoMser.
    Aromticas pomadas
    h'xlractos e stfbonetes
    Km nquinsimos vasos
    Pata adornar tqilcles.
    --- Aluga-se a caaa qu foi cocheira. na
    ladeira do Varadouro, em Olinda, propria
    para o mesmo estabelecimento, por estar em
    bom local : a tratar na rua da Senzala Ve-
    Iba n. 94.
    - Manoel Fernandos de Mello, subdiio
    porluguez, relira-se para fora da provincia.
    Da casa n 9, sita na rua da Concor-
    dia, desappareeeu urna imagem de Sant'An-
    na, de petlra : quem della ti ver noticia, po-
    de dirigir-se a referida casa, que sera bem
    recompensado.
    Moje e amanhaa havera a boa carne
    de vttella, muilo gorda : na rua da Cadeia
    de Santo Antonio ll. 30.
    Manoel Ignacio de Oliveira, negocian-
    te matriculado, vai a Portugal.
    - Furtaram da rua do Passeio Publico,
    no da 19, as 10 horas da manhaa, um caval- r
    lo ruco claro, e eslava sellad j : quem delle .Irm^ V ,
    SOuber, ou pegar, leve-o ao Sr. JotTo Manoel nell- l)escid
    Pinto Chaves, no Passeio Publico.
    paguem por 500 res |cada urna.
    O encarrega ib da festa de S. benedicto
    da Boa-Viagem, declara para conrusSo dess*
    lingua mordaz, autor do annuncio sobre o
    pagamento da msica, quejulga n-da dever
    'a pessoa alguma tendente a Testa menciona
    ; da ; e se algueru se considerar credor, apre-
    i sente-se em 24 horas, quesera immediaU-
    mente satisfeilo.
    FESTA NO MONTEIRO.
    Culto u' Divindade e caridade aos desva-
    lidos.
    Programma.
    Terminam no dia l as concorridas nove
    as de V. Senhora da Boa Lsperanca.
    No domingo 22, alem da missa de madru
    gala, havera a missa cantada da festa, e a
    noite urna ladainha, com sernio em ambo,
    oaclos, em seguida tirar-se-ha a bandeira
    ! la mesma Senhora, e sera arvorada a do mi-
    lagroso S. Colgalo de Amarante.
    No da 23 urna missa de madrugada prin-
    cipiara o festejo, havera depois a festa do
    glorioso Santo e hdainha noite, pregando
    nos das 22 e 23 os Kms. Pregadores de S.
    . L, o padre mestre Fr. Joaquim do Lspi-
    nto Santo e padre mestre Sr. Lino do Monte
    b.ind
    ira do glorioso
    Aos amanses do bo: i>osto
    Sao chegadas loja da chapeos de sol do
    aterro da lloa-Vista u. 22, as muilo afamadas
    e sahorosas tamboras, em bocetinhas, pro-
    prias para fazer-se prsenles, chegadas ulti-
    mainenle da Turqua ; cheguem, freguezes,
    que se vende barato.
    0 abaixo assignado perdeu ------ .-_.., a .'.ix-i.fl .... mam tuso
    Santo sera levantada a do inclylo marlvr S.
    I antaleao, mlagrosj padrociro da bella" Po-
    voag3o.
    No da 24 havera missa as 5, i, 7,8 o y ho
    ras do da, depois a Testa do Santo martvi,
    e le-Deuni, orando os Rvrrs padre mestres
    provincial dos Carmelitas c Fr. Joaquim do
    Lspinto Sanio.
    Logo depois da festa, 100 pobres de arabo.-,
    os sexos receberao urna camisa, calca ou
    cota atMussupe, urna nota de 2009000, ete i Vt'S i 0-e,CODerlor' e serao immediatamente
    de 505000 e tres de 2U-30H0, envollas em um I J:u"Uuzi(los "O bello barracSo da chcara da
    recibo de 35IN100, entregues ao Sr Malvei-'..,; oai' os guardara urna mesa com
    lOtiilalberes, sen Jo elles all sen-idos pelas
    ra em 12 do corrente. 0 abaixo assignado
    tem cerleza de que lora acbadoesse dinhei-
    ro, c quem o achou, querendo restituir, p-
    de-o lazer o abaixo assignado, ou a qual-
    quer dos Srs. coronel M. senbores, que se quizerem prestar a esse su-
    blime acto de caridade, e depois urna virgem
    dar a cada um dellcs urna genorosa ollera
    para alimento do dia seguinte.
    Todas as pegas que restaren) do jantar
    r i. i i r i iii.i.i i -, i i i, ., i, i san*. .vial a______t_*a
    religiosos qu ,
    - A pessoa que deseja fallar com os ber-'S dev?l? das 'estas do Monteiro, que terao
    deiros do linado Jos Antonio Penna dirija- "c"sli, de v,er a 1,clla decoragao e aceode
    sea rua do Queimado n. 44, que ah encon- ,-u le"")l0' e esplendor das funccOes
    trari inlormacOes. religiosas, para cujo brilhanlismo nada ba
    rugi no lim de Janeiro do corrente rj"ar-
    anuo o escravo .Senhorinho, cor cabra enm '""ncn.ias giranuolas de arrojado foco do
    nos\"'. bel,osc "Pidos baloes, urna brilbanlc,
    talh i, o un) caroco na junta das maos: cons-
    ta que miidnu o nome para Antonio, e veio e"c,taaos nwetree, o muitos outros diverti-
    em companhia de outro igual a elle.' paren. mclU,S 'speram a grande concunenca que
    forro; vieran) da fazenda de Pao de Assu- j,e1l.uda a l'arl sc prepara, para assistir ta-
    car, termo de Lasa Nova, e laram ,nenr,- "rilbanles leslas do Jlonieno.
    No da 24 a noite, depois da entrega da
    \
    t
    da
    No deposito da rua de 1-lortas n. 16, .-.ma-
    nhaa das 6 horas em diante. havera a muilo
    bem fe.ta m3o de vacca : a entrada he pelo
    pateo to Carino em Trente a Santa Thereza
    Am-iiria-seum sitio no lugar denomi-
    nado Sant Anna, dos hcMeiros de Anastacio
    lrancisco Cabial, com boa cusa e muitos
    arvoredos:. t.atar no mesmo silio ou na
    pracada ludcpcirdencia ns. i u n,.
    - Vendem-sesaccas defeii3o mulaiulio
    muito novo o l>mn :. 14 r- ni rua do VI-
    gano n, 5.
    Irados na ponte do (.achanga, e supnOe-so ,
    estar no Recife: recommenda-se aos cap- Clr'' o Pa,troeiro a nova Lx-na. juiza,
    laes de campo ca polica, que pcando o ardeia nra,,lle fo'o dearlilicin, com o que
    levem rua do Queimado n. 2, ou a seu se- ler,"",ai'10 as 'esiivi.lades dos Uonlcirenses.
    nborJos Joaquim Cantagallo, no lugar aci- Bechamado o Sr. Joaquim de Oli-
    g"1"osaCmel'nt'!!0' qU ""*'' reCOmPendM v"a-Vleilo. ao la.^o da Assemblea. casa
    P,ccisa-se'comprar para urna encom- ^,1,,0",e ochalariz, si-gundo andar pa-
    menda, dous casis de saguins, e paga-SC la BJustai' *"** contase dars explica-
    bem : na rua de Apollo, annazem n. 13, IcOesque nessa occasiao Ihe lorem |)edi-
    Compra-s um diccionario inglcz, das, lo. cai-/;o que alli occuDava. visto
    esa 'r srs ttsstx i;Kleza por -r f? *-a, ,s< -1~ *-
    Joanna Mana da Conccigao'paga in- ';"\ st'"( obnjjacr.o ; es|wra-se
    continente qualquer divida da festa de S. "" "'- Oliveira, que a isso senacj, nej'ut-.
    Benedicto da Boa-Viagem, onde he mora- *>b pena de se nrocurar na meio- de crue
    ,,ora- manda a le, M
    MUTILADO
    .
    ILEGIVEL


    y
    DiAKHl liL PERNAMHICO, SAlUiADO l\ 1)1. FEVEREIKO DE 1837.
    .;:v>-.:;;,;0- 'i K>.. v. ;:--, ;^^;:^J'>! ITP'-'sa-se alugar um prelo posssnle,

    ciiiIioi.i soja bruto, pan liabalhar mensa I
    mente nesu lypograpbis, dando-sc o sus-
    tento : na Imana us. Ge8 da praca da In-
    dependencia.
    Domingos .Vives tlatueus sacca sobre
    o Porto ao cambio da orara.
    IHIU DE LVHOtiRAPIII A-
    Kua da Cruz n. i'.
    O dono desla olliema !ein i honra de an-
    nunclar ao respeiiavef publico, que .,o acba
    aemfcre promplo para executar com perfei-
    cSoe brevidade lodos os trabalhos concor-
    neoles a are lylhographica, issiin romo
    cuntas, la-turas, lettras, circulares, piceos
    correntia, qualquer desenlio, viuh'la un
    ., quera mais eanvier que eslao plenamente au-1 emblema, euquelas de todas a's qalidaJes.
    .or.sados pela dita corapanhia para effeetuar aegu-i bilheles de visita, de pariicipacSo do casa-
    os sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos daimeulos, etc., impressos em ouro, prala eco-
    res. Imprime-se lanihem com a maior bie-
    vidade cartas commerciacs e procos corren-
    tes, aulhographos da inao dos donos, para as
    sabidas dos paquetes, etc
    CGWSILTOIUO CK.NTKAL HO- (.
    MEOPATH1CO. m
    Kua de Santo Amaro (.Mundo-No- ^
    vo) n. 6. U
    O Dr. Sabino Olegario /.,:.l 25" de volta de aua viauem ao Km de Janeiro, Je
    w continua a dar consultas lodo, o diai utei, 4?
    t3 da S huas .la mauliila, i- 2 da larde. gs
    ;. Us pobreaao medicados gratuitamente. '"
    SEGUjftp CONTRA FOO.
    Companhia Alliance.
    Esiabelecida cm Londres, em marco de i --.!'..
    Capital cinco milhoes Je libras esterlinas.
    Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
    formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
    3
    9
    9& Mfte
    BOTICA HOMEOPATUICA.
    13, RA DO ENCANTA-
    MENTO Ji. 13,
    Dirifda
    PELO DiHI'iiiS
    pires ramos jimor.
    (0;
    81
    |\a toja da boa f
    |veni.e-se t&o barato
    admira :
    que
    anloa hooieopa- (* pivparai-ao, do ^
    llha e igual menta sobre os objectos quecontiverem
    os mesmos editicios quer consista em mobia ou
    ees fazeudas de unalquer qualidade.
    Nova loja de funjJt'iro.
    i
    Na loja de fiiiutaiio da_^ua da Cruz do R
    camas de fer- l
    ilii.i- de veuto,d^inudeira de nmarello, *S?
    ditas de louro,.jfa junlaiiienle l'ullia de *-'?
    Flandies de "Cffrior qualidade; ueste no-
    vo eatabelecifneiilo vendcin-te as faeudas -|';
    maia -bar>to qoe em oolra qualquer loja, .3
    as-un cmo cucos de lo I lia a 152110 r>. cada y
    urna duna. 5$
    ....
    !&>& C?-@
    ubstiluico do
    arcano a polassa
    pelo barato prego jior uaia lata de i O libras:
    noareuazemde IS. O.iiio
    ber & C, ra da i uz
    ii. 4.
    -.-...-...-.....^..jv,.^:,; fe .:;-.>. .: "l:>-;
    *aS
    mmniumi.
    W Paulo Gaigflvm denlibU, rua iNova 11. (I :
    Da menina ca*a tein agua e pos deiilrilice.
    Aluya-se :i anida casa de vender
    0 abaixo assignado declara aos de-
    vedores de Aureliano A Andrade, que nao
    pagaem seus dbitos senaoao |il)ai\o as-
    signado, do contrario terao de pagar se-
    gunda \ez. Recite, 15 de levereiro, de
    1857.Manbel Jos Leite.
    Vidal & Bastos, com loja de ferra-
    jjens na ra da Cadeia do Kecif'e u. .">
    A, pedcn aos seus devedores das extrac-
    ta Urmat Antonio Joaquina Vidal e Anto-
    nio Joi'(|uim (Vidal & C, que tenliam a
    bondade de pagar seus dbitos antigos ao
    sen caixeiro Vicente Atoes da Costa e
    Silva, isto ate o lim do correntc me/.,
    c os que sto nao lizerem lerfio de ver
    ser procurado taes recebimentos|ior um
    procurador especial para tal lim ; e des-
    de ja' previnein que nao attenderno a pe-
    dido algum, nina vez entregue ao dilo
    procurador.
    ADVERTENCIA.
    O procurador da cmara municipal desla
    cidade avisa a todos os Srs donus de estabe-
    lecimentos sugeitos ao imposto annual de
    2fe4fra, que o praZO para o pagamento
    principiou no primeiro do correiile, e linda-
    se no ultimo de mar<;o, prximo futuro, e
    plvora, na I previne aos mismos Srs. que nao se guar-
    ia.rilaaP'i"i'' dem paa os ltimos dias, por uo ser pos-
    .-.dade de linda. ero boa sitio, balsa par uiiimoa uias, por nao ser p
    e boa casa de vivenda ao pe : quem pretender dita uiv.l *<<>.,.., t i ._
    oata dir.ja-s. .ua do VigVrio o. ai S,Vel a^'Sn.trein-s,e todo a um lempo.

    % J. JANE DENTISTA
    *?f conlintia u residir na ra Nova n. 1*1, pri-
    'ir roeiro andar. C, r
    Repartiqo da vaccina.
    0 coinmissario vaccinador vaccina as
    quintas e domingos de todas as semanas, no
    torrean da Alfandega, e as tercas-feiras na
    casa de sua residencia, primeiro andar do
    ( brigue brasileiro Almirante precisa
    de ir.arinlieiros brasileos para a sua via-
    gem ao Rio de Janeiro
    No armazem de Hurle Souza i\ Com-
    panhia, roa da Cruz u. 4S. ha mui lindse
    elegantes vestuarios para bailes mascara-
    dos, ltimamente viudos de Franca, tanto
    em porcSo como a relalho.
    pul]

    RL'A NOVA ti. IS,
    Inja de fazeudas e ronpa feiU de M. A. Ca- p*.
    -"' jfOv C onde euconlraraoos bons fremiezes ^
    -& as obra* mais bem acabada que se podrm *,i
    !S en coiilrar, rte lodas as cores t'q i Im.i li-.n .--.
    9(om ''- aceiLir meuo^ ultras de encommeu- S?
    das, por ler inaior porrio de dilerenles \**y
    & obras, assim con o lem de au^uicnlar n %
    *ft P'cco das encommendada^, e pira inais ,>\^
    "^ bem servir a seus donus, ser para lodos "v*"
    *-'3 um suprema dinheirn. '.,.*
    GRANDE GiRA-ROPA
    DOS
    MASCABAS.
    Ruado' oile primeiro andar.
    Itenbsito
    sobrado da ra Nova, esquinada do Sol, das ,io ioias e obras d
    7asliorasdamanbua. la n. H, ue II. A.
    -mmmmm o & mm^m <>. v* i*,
    |Ao respeilavei
    ai,
    ilico.
    &- l,'T* 'mbeni de
    taV cod) oainiros

    Mucos depende de sua boa w <[
    /lo ou dMvelto que se empresa n- --ip mi*>
    conliecimenio' pba uia-
    quo se deve Ler rteala medin-
    ii4. Moranlo nenie novo etJabelecf ni
    Irin ludo quanlo rr necesnan*! para seo
    lano i-in ulnliulos, rom i eui liuluras;
    ;h e :i*un lamben c;irieira* le diversos lama-
    tfK "'"'"^ lobas avolao*, ele., etc. Os presos
    I/ '-o os mili mdicos po-iwei-. (^
    -- a senhora que'lhe convier ir para u
    mato, ene>rregar-se da educagilo de meni-
    nas, annuncie ou dirija-sea ra Augusta so-
    brado n. .
    Roga-se encarecidamente ao lllm. Sr.
    coronel Joio da Costa Villar, lembre-se do
    (|ue manloudi/cr mu sua carta de Uillio de
    I8ij, a um dos berdeiros do tinado Alvos da
    -ilva & C.
    lim professor do. instruccSo primaria,
    com Irinta aunos de magisterio, aposenlado,
    presla-se a dar lines particulares : os prc-
    tendenles dirijam-se a ra do Crespo u. II,
    on auiiunciem.
    com palma
    lina
    cores, com
    II0T1C4 iMUl M-
    MEOPATHICA
    ouro, aterro >ia lloa-Yis-
    . Uger% ti.de Hanibur-
    tein a honra de participar ao
    respeitavei publico, desiesartig'osde?ua fabrfta nesta cidade.
    onde se encontrara sempre^liin completo e
    bello sortimenlo, pelos mais comino Jos pre-
    cos.
    Na ra das Trincheiras n. S, loja de
    lartarugueiro, com a lenle pintada de w;r-
    de, comprase elfecli va mente tartaruga, e
    paga-se por mais preco Jo uue em oulra
    quaiquer parle.
    I'rccisa-se de una ama para casa de
    pouca lamina, para lodo o servico interior e
    exterior : na ra Bella n. O.
    Josc Joac|uun da t.unlia GuimarSes,
    esUbeiecidO com loja de lartarugueiro, na
    ra das I iinclieiras n. 8, quem entra da ma-
    triz ao lado direito, avisa ao respeilavei pu-
    blico e aos seus Ireguezes, que recebeu de
    Franca um completa sorlimenlo.le obras de
    tartaruga, como ilutes para alar cabello de
    diffe.reutes qualidades, ditos para alisar,
    marrala, e para meninas; alm deslasobras
    tem no mesmu eslabeiecimento um bumsor-
    timento de peines, eaixas, ludo ah fabri-
    cado ; assim como se concerta qualquer
    obra de tartaruga, por precos commudos.
    O sr. Francisco Cavalcanli Lcenla,
    dono deste importante deposito de ves-1 que morou na cgenlio l'iabas ou Quitindu-
    ba, e quo boje aclia-se n sidindo para as par-
    luarios para o carnaval, avisa a lodas as pes-
    soas amantes deste bello e inleressante pas-
    sa-tempo, que tem b-le auno, em scu depo-
    sito, os mais ricos vesluaiios que ,e lem a-
    presonladn, ricamente adornados, com olc-
    gapcia, phautasia, ideal e maravilhoso, pro-
    prios para lodos os- caracteres que cada um
    quizer representar, e a maior parte delles di-
    velludo, cliegados ultimamenle de Franca .
    por tanto espera a concurrencia de un e
    outro sexo, visto ter vestimentas para bo-
    mens t senhoras, como bem, ricos dminos,
    capacetes e basle-, einlim um completo sor-
    timenlo de mmensas diversidades por com-
    modo prego, lauto para alagucl como por
    venia, o que ludo se acha a d8poc9o dos
    illuslres cavalleiros no supradito deposito,
    que lem por signal, em sua janella, urna
    bandeira arvorada.e dous figulinos elegan-
    temente caracterisados. A elles, que os pre-
    tendentessao muitos, e o carnaval esta ba-
    leuda a porta da Veneza Americana.
    Na rua larga do Rosario esquina
    do becco do Peixc frito, no segundo an-
    dar do Sobiado n. *J, continua a dar co-
    mida para fofa com todo o asscio, e por
    preco inuito cm cuota,
    AO PUBLICO.
    No armazem re fazendas baratas, rua do $
    Collegio n." 2,
    '? vende-se um completo sortimento da fa- j
    y zenrtas finas grossas, por nais barato }%
    ** precos do que em oulra qualquer parte, ^
    .^ lauto em poicos como a relalho, alBan- '*
    "j ijndo-sa aos compradores um s preco h.
    jj para torios: este eslabeiecimento abrio-se |
    les do Airaial, queira duigir-se a distllacao
    de I ranea, na prais de Sania Hila, quo multo
    se llie deseja tallar, c lambem ao or. Josc
    Ilodiigues Lima, lia pouco chegado de Bar-
    lellos.
    I'recisa-se de urna ama para casa de
    pouca familia : na rua do [>ogueira n. 26
    --Precisa-se de urna ama de leite : na rua
    da Florentina n. 36.
    Precisa-se do urna ama lona ou cap-
    Pr casa de pouca lamilia, c que
    liva.
    laya compras : na rua da Cruz n. 50, depo-
    sito du cnarutos.
    Mesquita' Jnior A.ardozo sci-iiuii-
    cainquu o.Sr. Fmnciscorrea Soaies dei-
    xoo do ser seu caixeiro desde o dia-18 de le-
    vereiro de 1857. *
    eclara-se ap S. thesoureiro das lo-
    teras, que nao pague o quarlo do biluetc u
    jI83, da quarta paTe da quinta lotera do
    <-i inuasio, que deve correr esie mez, istono
    caso de sabir premiado, pois lu por seu
    dono perdido na tarde de 18 do correte l)e-
    Claiy mais o abaixo assignado, que s pague
    lodosos qualroquaifos juntos, alim de ene
    COnbecer qual lie oseuj. seve ino Jos Firmo.
    Ua-se a premio al a qu-ntiade Ji.'iUO^-,
    ou em lodoou em parte, sob seguranca em
    bens de raz : na rua de Apollo u. 13, arma-
    zem, se dir quem taz o negocio.
    --- I'recisa-se de um leilor de campo,
    que soja solleiro e lenba platica, dando co-
    nliecunenlo de sua p.-ssoa : no engolillo .No-
    vo de .Munb ca.
    l'ude-se aos credores do tallecido JoSo
    Francisco iMes Brrelo de apresenUrem
    seus orcditos a Josc Candido de Ba-.ros, para
    Halar se descus pagamentos, no escriplono
    do inesmo Barro, uas lo boras as 3 da lar-
    DO
    DR. SABINO O. L. PINHO.
    Rua de Santo Amaro piulido Novo)
    NUMERO(I.
    Veniien-M unic^nienle uesla bolira os mais
    IcraditadM mediedHienlt>*lionieopalliiCQS, pur
    prerus rnuilu cuniinuilo^. Qg
    A acro % la 6 ellica/, (pie lem merecido as honra da ^
    ;$ preferencia em lodas a parle! do imperio,
    onde lem ablo experinienlailoi. v
    Cada tobo avols.......lOO v
    9 Coda idro de linlura ",001 @
    *J Carteiraa e caiiinhaa rom medieimenlos, ,..
    B de-de |-J> ale 1008000.
    lliesooio liomeopalliico ou vado-meciiro do ^
    hoine.pailia, obra esencialmente indispeu- i
    0$ savel a qoeni deseja emprear a liomeopa- '
    S lliia a '.......119000
    S i'ratamenlo liomeopalluro do t
    cliolera-niorhus......ISOUO i'.
    9 Propaganda hoineopalhira em &
    l'ernambuco.......2(000
    h$ y. B.l'am conliecimenlo do pobhco. av;- <$
    9 sa-se qoe o llr I'ires Kariios Jnior, nflo lie S
    9 mais caixeiro da bolica central lioineopallnca, *5
    9 ein tem interferencia alguna em iuai ope- f
    > ra^es. %"*.
    ihumomi oaaf eaaoa
    Na la Augusi.-, sobrado junio ao vi-
    veiro, com !" enle ao chafariz, precisa-se alu-
    gar urna escrava que nao seja de rua, c que
    saiba coser e engonunar.
    Aluga-se um prelo escravo, de meia
    idade, que saiba fazeros-rvico grosseiro de
    urna casa de pouca familia e compre na rua;
    paga-se bem : na rua do Hospicio n. 56.
    Na rua llireila, sobrado de um andar
    n. 33, ao p da bolica, iazem-se lilbs de
    siringa o de nutras qualidades, minio bem
    feitos, doces de diversas qualidades, tanto
    secco como de calda, pastis de nata e boli-
    n los.
    - l'm olllcial do brigue barca llamara-
    ca precisa de um criado de coi pardo ou pre-
    lo : a tratar na rua de Apollo n. 9.
    l"*ai-s3 boin .tiuque]
    por um primeiro andar de urna das princi-
    pase ras de -aillo ..nii.io ou de Boa-Vis-
    la : quem liver um para alugar, diriji-.-sc a co~in
    rua iia -urora n. 58, primeiro andi.
    I'recisa-se de um bom feitor para um
    sitio porto da cidade : a tratar na rua da Ma-
    dre de Dooa n. -2.
    F. Jl. dos r C. nada deve proveniente
    la testa de Benedicto da oa-viagem, e
    quem se julgar crelor da mesma fesla, di-
    nja-se a ru do Padre Floriauo n. 6i, para
    ser pago, islo quauto aules.
    Precisa-se de du is amas eseravas, una
    para l'azoro servido de coziuha de urna casa
    de pouca familia, e oulra para engommar :
    na rua do Collegio n 15, armasem.
    Furtaram uo sitio junto a groja de Bo-
    lero, ao a Mohecer do da 18 do crreme lo-
    voreiro, u.na vcca de cor amarela. ledo
    a fenle da cobeca prcia, ps e m5oscalca-
    dos de pelo, com urna oivlba corlada a
    oulra com um tailio na pona lo ni a nd o urna
    lesoura, esta pojada e prxima a parir na
    ultima la lorie deste mez ou na prieira
    de margo : roga-se aos senbo'esenearrega-
    dos da polica ou oulra qualquer pessoa.que
    a apprebeuder ou della souber, a facam con-
    duzr ao dito sitio, onde se pagara genei-
    >amenle esse trabalhn.
    He chegado ao deposito de charutos da
    rua da Cruz u. 51), um completo sortimento
    de bous charutos, chegr.dos ltimamente da
    Babia, com as marcas seguimos : sobe
    i anos, iiacionaes, infantes, cavalleiros, va-
    retas, adiados, aprasivais, cmilios, recreio
    de yaya c a fama voa, os qnaes se vcudem
    por menos pieco que em oulra qualquer
    parte.
    OSr. Munoel Borges de Mendonca nes-
    ta cidade he rogado a remir o scu panlior
    que para em poder de Antonio Luiz Pinto,
    em Macelo, sto no prazo >ie 30 dias, e na
    lalta soia este vendido para pagamento do
    principal c premio, segundo sua lellra, li-
    cmido o direito salvo aoSr. Borges para con-
    tinuar a dizer que nao tem negocio com
    pililos.
    Ilicos pannos para mesa pelo dimi-
    nuto prego de
    Brim blanco tianciido de puro li-
    nho, vara
    Pilo pudo hso de puro linbo, vara
    Brim de quadrinlios, de padrocs
    muilo bonitos, covado
    O Ganga amarela frauceza, muilo li-
    (A na, c vado
    ,.j Fil d linbo liso milito lino, vara
    11 /-'lio ditocjm lloies, dilo, vara
    Cambraias francezas do lindos pa-
    droes, covado
    Chitas francezas muilo linas, de pa-
    dies nonos, covado
    Camisas de riscado multo bem fei-
    tas e muilo bonitas
    Palitos lucios muilo bem feitos
    Ditos de 1' mi par o de pur> linbo
    Camisas de meia mullo linas
    liicos lencos de lilot
    borduda a matiz
    Ditos diios de cambraia muilo
    com luco de linbo
    Luvas da seda de linda
    ricas bolo as, o par
    Hitas de dita de lindas cores, bor-
    dadas e enlejiadas
    Ditas prctas detoical
    CLales lisos de merino, de lindas
    cores
    Gravatinbas de cassa, de padres
    muilo bolillos
    l.engos blancos de cambraia
    Hitos ditos de dita com barra de cor
    Hilos de linbo proprios para rape
    eassim oulras multas fazeudas que vendein-
    e por menos que em qualquer oulra parle :
    na rua do (jueimado, nos quai.ro cantos n.
    "2-', na loja a boa f.
    .vici s tic tudas ;s
    (ladea.
    Vei:deiii--e muilo boas na las de seda pre
    tas e brancas para senhoras pelo bal alo pre-
    50 de lyOO.di tas de laia para padres a siio,
    ditas de lio de Escocia pintadas para homem
    pelo baiatiss.imo preco de 400 e 600, dilas
    brancas eciuas para 1, ii.ein a 200, 2*0 e
    280 rs., dilas piuladas c brancas para (iieiu-
    nos a 2*0 e 300 rs., ditas brancas, liua> | ara
    meninas a 240 is., uilag brancas para se-
    nhoras a 240, 300 c 400 rs ditas pretas de
    aigodao para padres a 600 rs., e oulras mais
    qualidades que se vendem barato na rua do
    yueimado, na bem condecida loja de nnu-
    dezas da boa lama 11. 33.
    3-O00
    1-VHI
    1,10
    joo
    320
    8 U
    IO280
    3a0
    :>20
    lB500
    I9OOO
    33000
    1/000
    55(100
    1-200
    1!280
    2J000
    i-ouo
    19500
    no
    240
    240
    400
    <|i lis i 1 =
    -----Na rua da Madre de Heos 11. 2, vtn-
    deni-se saccas com rrijflu mulatinho.
    Bezerro e cou o de lustre.
    He chegado o exeellente couro de bezerro
    francez, ni rroquim e couro de lustre ; ven-
    de-se na rua da Cadeia do Berilo 11. 56 A,
    loja de ferragens de Vidal & Bastos.
    OS
    i r-i
    de r 1 u pniicc/.a u
    ca de -- (j>t> e, n<>
    . >.' iro.
    ni-
    Rio
    ,:\J'-.:'::'." '.". "...'..'-...".,'?^?"Wf^
    ..'5 Em cata de Eduardo II. Wyatt, ^
    'f rua do Trapiche Novo n. 18, ha fe
    .''I liara iciulci : ".
    I piano forte, novo e elegante de ft
    fabricante afamado em Londres. Se,
    &
    J
    <"'i a\a iriglezu 11. '.'7
    Martin.
    Tinta di
    i\
    i's< rc\cr (
    -i Arnold.
    lo (abricante k
    H" muilo I) iiato.
    Vendem-se duzas de facas e garfos de ca-
    bo de marfim de boa quxlidade a 10f, ditas
    ditos de cabo de bataneo muito finas a 6/.
    dilas diios cabo rol ico e oitavado a 3a, du-
    zias de COlberes de metal principe a 3? r ft?:
    ditas de metr-l mais ordinario a 800 e l4M,
    8S I e oulras multas cousaa que se vende barato,
    na rua do QmSmado na bem conhecida loja
    de miude/asda boa fama n. 33.
    de
    V'endc-se a pceo com modo rape lino,
    gros oc meio grosso, da arredilada fabrica
    cima, chegado pelo vapor s. Salvador ; na
    rua ila Cruz II. 9.
    Vendem-se relogios americanos, de
    dili'eronles qualidades, para por em cima de
    mesa : no armazem de llenry forslor & C,
    rua do Trapiche n. 8.
    m 1 i i&eit), Soja l.
    Vende-se um completo sortimento de ri-
    cos cortes de cassa d 1 cores e pretas, com 7
    l|2 varas a 1/fiOO cada um, ditos de chita,
    fazenda muito lina 39000, chitas de cores
    o preas a lOO o covado, e oulras muilas fa-
    zeudas boas c baratas.
    Por Jess
    Faz admiras'
    ^ue pitada oin ir
    l>o fumo de Garanhuns
    Vende-se o superior fumo de Garanhuns,
    tanto em grandes porgues como em pesos
    pequeos defronle da matriz da BoaVista-
    n. SS, taberna da esquina do Hospicio.
    Boa fama.
    O
    o
    o
    o
    o
    o
    m
    '
    .;
    m
    m
    O
    I intas em oleo de varias cores.
    (.Jims da Kussia.
    Crystallcria.
    Agurdente de Franca emba
    ris.
    Vinho Sclierr> dito.
    Fructai cm
    Papel para cartas.
    Livios para copiar dito.

    conservas inglesas.
    - :
    r
    candelabros de
    para molas de
    Candieiroi de
    bronze.
    Ac cm hara
    carro.
    Ei\os pacji carro.
    Chicotes para dilo.
    Kelogios de ouro cohci lose des-
    cobertos.
    Farinhade Tri-
    este*
    SSSF.
    (V
    Para quem estiver de loto..
    Vende-se na rua do Queimado, na bem co
    nhecida 1 ja de miudezas da boa lama n 33,
    volias pretas linas e ordinarias, ricos alhne-
    tes, iiias pulceiras, e ricas rosetas, ludo do
    melhor gusto que se pode encontrar e por
    preco que nao dentara de agradar aos se
    ni.oro- compradores.
    vi>uo lio POKTU GEMINO.
    VeiHe-se upluno vinlio i: l'orlo em barr, da
    quarlo eoilavo, por prcro razoavel: na laada Ca-
    lina do Rccile u. 13, escritorio r Bailar 4 Oli-
    veira.
    19 Aigodftozinho
    ^j? para saceos d
    m
    O
    :::
    Hliia
    da
    vende-se em ca-
    C, rua da Cruz
    cro (letra.)
    Pelo navio BI.O.MH chegarana
    barricas deata acreditada farinha :
    ven-
    Vendem se superioies macas para condu-
    c3o deroupasem viagem, pelo barato pre?ojdc-sc nos armazens de Tasso Irmiios.
    de 5, t, 7 e 85 cada urna, galheteiras com Iil, j, _, .
    todos 1 s vidros necessar.os a 2f, ricas car- | MeiO^IOf V patente
    teiraa de Jacaranda e mogno para se escie- nglezesdeouro, desabnete edevidio:
    ver c guardar lodos os pertenec, proprios vendem-se a precorazoavel.em casa de
    para viagem a 8,10, c I2j cad-.una, costa- ,,_. ,r ,1, u,. j n 1
    reirs riquissimas de Jacaranda com os re- }U|urtC- tle Al),eu> na.rua da Cadeia
    partimentos forrados de seda e com muilol o Recile, armazem 11.06.
    PARA ASSEKHOiiiS.DEBOM
    GO.
    \endem-se caixintias ricamente enfeila-
    das proprias para presentes a 29, 33 e 4, ca-
    nelas ricas proprias para si nimias a 500 rs-,
    ca teirinlias muilo lindas para senhoras a
    800 rs., te-ouras para cosluui, linissimas 1
    IS, ditas ditas para uubas a 500, 1> e 1'500,
    ricas franjas para eorlinadosa /a peca, len-
    cinbos de lelroz de todas as cores a 80 rs.,
    ricas caixinlias para guardar joias a 800 rs.,
    camisas de meia para criancas a 50o rs., ri-
    cos boloes para roupa de enancas a t a du-
    Zia, sapalinhos bordados para as mesmas a
    I92OO e l#500, ditos de 13a mais ordinarios
    a 32o e 40 i rs., agulbeiros com asnlhas sor-
    lidas a Ib e 240 rs. cartoes de colxetes
    trancev.es 24 paros a 100 rs., carteirinhas
    I com pgullias SOilidas a 320 rs. caisinlias
    o.om agUrhai kncezas a if>0 rs., miadasi da
    liona |ia lar a loo el60rs., carrilei-
    de linda
    las de le
    macindo
    Iraocinhas Je laa de casacoc's a 80 rs. a pe-
    ga, caixiMs com grampas muito boas a ico
    rs., miadinhas de linhas de peso linas a 120
    rs., babados abortos de linho a 100 e 120 rs.
    a v..ra, dito bordado de lindos padrOes a 200
    rs. a vara, (raucas de seda de todas as cores
    e larguras e nutras miiilissimas cousas, que
    ludo se vendo barato, na rua do Oueimsdi-
    loja de miudezas da boa lama n. 33. v
    'cii'ic-su um jogo (ie breviarios, usa-
    do, de 1815 : na liviana n. 6 e 8 da pra;a da
    Independencia.
    vende-se urna casa terrea na rua do
    Kogo n. 3J : quem pretender, dirija-s-- a rua
    do Queimado n. 41, que se dir quem vende.
    Vende-se um cavallo russo, hom an-
    dador de baixua unMo.em boas carnes, pro
    prio para cabriol-i: quem o quizeryerdi
    rija-se a coebeira do >r. SebasliSo l.opos
    GuimarSes, que achara com quem tratar.
    par
    gosto*a 4, 5, 6, 7 e 9o, pon'es muilo linos pa- i
    ra alisar,proprios para crianzas ou para suis-
    sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
    se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-|
    nalina, carteirinhas para lemlnancas, gorras
    para homem, as mais modernas que se pode
    encontrar, sinetes com todas as lettras do
    abeedario, siteles proprios para namoiados,
    ricos frascos para cuna de mesa eoulras
    muilissimas galanteras, lulo mullo fino e
    de muito bous goslos, asseverando-se a
    qucoi vier ver o rico sortimenlo, que sem-
    ine existe, nesle eslabeiecimento, nao deixa-
    ra de ter em que empre>;ue muilissii.o bem
    o seu dinbeiro : na rua do i,i .eiiuado na
    bom conhecida loja de miudezas da boa fa-
    ma o 33.
    Uichs fit;i
    iias e
    iodi
    |*s
    Vende-se cal de Lisboa ultiinamcnte che-
    gada, assim como polassa da llussia verda-
    deira : na prar;a do Corpo Santn. 11.
    Momhosde vento
    com bomba derepuxopara regar borla; eba
    xa de capim : na fundirn de Da W. Bowinan
    uaroa doBrnmm.ti.8f 10.
    Em casa de llenr. Bruiin 6 Companbia, na
    :ua da Cruz n. 10, vcnde-scccgnarem caixinba;de
    doiia.
    FARINHA
    lie Trieste.
    Vcode-M em rasa de'Siaodan Brolhrrs i\' C. n
    II;.-v lilfires o-nmfofi : pra*',0 Corpo Sal,1 muil" "l"riorebem
    llrt.SUWS U1W1IIUltra 0.WOcon|,ecida umrd.a de Triaale. ,l.i marcaprime,,
    qualidaderbacada em l) do corrala Da escuna
    nPreila, em porcAesBrandes e pequeas,cooforme a
    vonladedo enmprador.
    TA1XAS PARA ENGENHO.
    (jiio ;ic ){>cie encoutrar
    s vendem na loja da boa fama na rua do
    Uneimadon. 33 e por precos que naodeixam
    de agradar aos compradores, porque real-
    mente se vende barato e ha muito onde es-
    eolher. a
    . -. -.. S .!'<*<. S
    lu lindo e variado sortimenlo de niodel-
    los para varandas e gradaras, do gosto mo-
    dernissimo : na fuiuiiiiiiiia Aurora em .>un-ro saiodosneu ao comprador.
    _ para saceos ar assuca
    " sa de .N. O. Bieber &
    n. V.
    Vinho do Porto, superior chamico.
    Em caixaf de -2 douaf e en barra de oilax'o, ra-
    cenlemeiilccbegadopelo briyue Trovador venCe-
    ae uiiiramenleiio armazem de Barroca v Castro, ua
    rua da Cadeia do Bccifc n. 4.
    Na loja da boa f
    vende-.se o mais barato
    possivt 1 :
    (.rosdenaples prcto muito bom. o
    covado
    Canlo prelo muilo lino, proprio
    para luto, o covado
    Sarja pela hespanhola, o covado
    Oorguriio pelo muito fino com sal-
    picos, proprio para colletes, o
    covado
    Casemira prets lina, o covado
    Panno lino azul, o covado
    Lencos prelos de seda para grava-
    la, meio lenco
    Meias-preta* de seda muito supe-
    riores, o par
    Pellos muito Anos para camisas
    Ditos de hubo muito superiores
    Casemira de qnadnitios pretos
    muilo lina, o covado
    Corles de colletes de fustao
    pitos de ditos de dito lino
    Ritos de u'iios muilo superioies
    Orosdenaplcs de seda de lindas
    cores, o covado
    i'ites de vestidos de fazenda de
    seda muito linda
    Setins lisoj de cores, o covado
    Mantas prelas de fil bordadas de
    Veos prelos de fil bordados de sed. jRS
    Cambraias adamascadas, proprias
    para co.li.iados. pecas de 20 varas 7/000
    Ditas para cobertas, de bonitos pa-
    droes, o covado p <,
    fazendatlina1"' umcoral"e^ sorlimento'dc
    ..I- grI)ssas quo ve"dem-se por
    precos uo cmmodos. que ninguem deixa-
    ,' '-""P1-"; Mim como"chapeos do
    2/1100
    960
    1--8(111
    4-ono
    2jsM0
    3/000
    1/000
    2SO0"
    50O
    1/-'0O
    1/000
    500
    IjUOO
    1/600
    2S000
    18/000
    800
    Sa fundicftde ferro de D. W. Bowmana aa
    rus di Brim, psssando o chafariz, coBtina ha-
    ver umcomplwbsortimeptede taixesrjf ferro fur-
    didos batido de 3 a 8 palmos do bocea, as quaes i
    icm-se a venda, por epreco commado o com
    prpinplido: embarcam-s oucarragaa-sa amcar-
    ChjllajDuito finos,"iu7sevwn,dem" po?
    ^*_que.em ou,,a Paile na rua do Queima-
    por me-
    "'";" h- "= a rua do Queima-
    do n. 22, na bem condecida loja da boa f.
    ..oiij rdas bom autor a 80 rs., di-,u> voiaro.c no deposito da mesma, na ruado
    |a jas autor Alexandre a 40 rs.,
    Miro de lustre marca tle
    eastel .
    Vendem-se pclles de couro de lustre de
    muilo siipciior qualidade a prego de 4a fe
    4/OO : na rua du yueimado, na bem conhe-
    cida loja de miudezas da boa fama n. 33.
    Luvas de varias uaiidade
    Vendem-se ricas luvas de seda de lodas a?
    ja* Ja combiuar-o com a maior parte das ca- as de, no caes de Apollo, casa
    i
    ,.-
    i
    1
    sas commerciaes nglezas, francezas, alie-
    niaos e suissas, para vender fazeudas mais 3Sj|
    em couta do que se lem vendido, e por islo *
    ollerececa elle maiores vantagens do que S
    outro qualquer; o proprieurio desta im- ^
    portante e^tabelecimento convida lodos ^
    os seus patricios, e ao publico em geral,
    {ara que venham (a bem dos seus inte-
    M
    raases) comprar fazendas baratas: no ar- |c
    aaa
    ionio Luiz dot Santos & Rolij
    n. 2, deAn-
    isa.
    WLW&
    Precisa-se alugar
    *dMMms%mMm&.
    um andar com
    .nino.),ios pera familia, sendo no liairro
    de Santo Antonio ou no aterro da Boa-
    Visla : quem liver ou souber, dirija-se a
    rua da Cruz n. 42, armazem, paga-ie
    bem, agradando.
    Precisa-se de urna ama ja idosa, para
    caM de muito pouca familia : na Senzaia
    \cilla n. 2, primeiro andar.
    - Precisa-se saber quem be ne>td praije
    o correspondente do Sr, Sebastian da Cunta
    Accioh Lins, p-ra se llie fallar a negocio de
    interesse do mesmu Sr., visto nao saber-so
    ao eerto de sua morada : quem o for, pde-
    la dirigir-se a rua do Livramento n. 26, a
    qualquer hora do lia, no deposito de pao.
    Aluga-se a casa da rua da Heni-
    fica n. 22, na Passagem da Magdalena, at o
    lim de agosto de 1857, ou por anuos, com
    commodos para grande lamilla : no largo do
    Corpo sanio u. 5.
    Alugam-se, para casa estrangeira, dous
    incleques que sahom fazer todo o si rvico de
    uuia casa : a tratar ua rua da Cruz n, 2.
    , Trato
    _ nova de um an-
    ua r, ou eu: sua casa, em Santo Amaro, junto
    a igreja.
    I'recisa-ae da quanlia de 1:0005 com
    seguranca e liypoibeca : o tabelliao Baplis-
    la de S esla auonsado para fazer, e rece-
    I tier as propostas necessarias a quem iiuizer
    dar. '
    Em casa de Vidal & Castos, na rua da
    i.adea do Recite n. 56 a, existe um mole-
    que com s ou 9 anuos, que audava perdido,
    e como o dito moloquo nao Subo dizer quem
    he o senhor, l"az-se o prsenle, para queiu
    tur seu senhor, dando os signaos,- leve-o.
    Adverle-se que" nao responsaoilisam-se por
    morte ou fuga do mesmo moleque.
    Aviso nos mascaras.
    Compra-se cn'crlivamente bronze, la-
    tao e cobre vellio : no deposito da fundii;ao
    da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
    da n. 28, c na mesma luudicao em Santo
    \ maro.
    .onipru-se tima casa ierra com com-
    modos para familia, as freguezias de Santo
    Antonio, S. Jos o ISoa-Visla : trala-se na
    rua Augusta n. 17,
    Hmcasa de Sundera.Broihtir* V C., praca
    do Corpo Sanlon. 11,ha para vandar o seguala a
    Ferro inglez.
    Pixeda Suena.
    Alcalro de ca'rvo,
    Kunas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Aigodao lizopara saccas.
    Dito en trancado igual ao ila Babia.
    E um completo sortimento de fazendas proprio
    v FITAS DE VELDO.
    VendemoM blas de veludo pelas e de co-
    res, estrella* largas, lisas e aberfts de mui-
    to bous na'ofado'nV.600^' L" WWMfc
    na loia de miudezas da boa fama n. 33-
    *0$ futfi
    ihariitos
    Na loja do Bourgard, rua lia Cadeia do Re-
    cifo n.15, vendem-se superiores charutos
    regala, deTbom Pinto, a 2?500 o cento, e
    regala Trovador a :taU00 o ccnlo, c outios
    para 23 e 29200.
    AtteiK.
    Vcude-sc um fardamenlo completo, tanto
    para servido ordinario como para grande
    gala, para um guarda nacional do eso.uadrao
    de cavallaria, assuu como o competente sel-
    lim com seus pertence-, ludo em inuito bom
    estado, e vende-se por todo preco ; a tratar
    na rua do.Livramenlnn. 3S.
    Diamantes.
    Chegeram os desojados diamantes de cor-
    tar vidros, muilo superiores, cravados cm
    lata : na rus .Nova n. :1S, loja de l'unileiro.
    defronte da igreja da Conceic.3o.
    - ,N'a rua da Cruz n 50. armazem de ''an-
    ta Barbara iV Companhia, vendem -se effecti-
    vamente caixOes vasios de todos os tama-
    nhos
    .No aterro da Boa-Vita n 80, vende-se j
    menteiga inglezaa*80 e 960 a libra, mar-
    melada em latas dea e 4 libras a 560.a libr*. I
    ervilhas a 200 rs. u libra, latinhas do sardi-l
    tilias a 500 rs., chocolate do Lisboa a 410 a:
    ezes a1-SOO,
    res, cbordadas e com bglotas a 2, o para C"a aste mercado : ludo por preco comraodo.
    ditas semser bordadas brancas e amarellas
    para hooiens e senhoras a 15. IS2 e 195000
    ditas de lio da bscucia brancas e de coi os
    para lo.meas e scnliora a 300, 400, 500 ,
    600, dilas brancas e decores, de aigodao,
    ui oprias paia monlaria a 240 e 320 e oulras
    qualidades mais que se veime na roa do
    ijiiouuadu i.a bem conhecida loja de miude-
    zas da boa tama u. 33.
    Petra escrijjtorios e cano
    ros.
    Vendem-se resmas de papel de peso do
    melhor que he possivel baver a 65, dilo in-
    ferior pouca cousa a 3b e 35500, dito paque-
    te muilissimo lino a 45500 e 60, dito alniagu
    greve c marOm a 45, dito almajo muilissimo
    boai a 3>200, dilo de cores cm quartos de
    resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
    nas de a^o bico de laij^a pelo barato preQo
    de 1*200, dilas muilo boas sein ser bico de
    lan^a 500 rs., duzias de lapis muilissimo li-
    nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
    vros a S00 rs., canelas de osso lomeadas para
    poiinas de ac a 120 rs., caivetes uissimos
    de urna a qualro toldas a I, 2, 3, 45, e ou-
    lras mais cousas que se vende barato; -na
    rua do Queimado na bom conhecida loja de
    miudezas da boa fama n. 33.
    -- Comprani-seeffeclivamente ha rua das
    Plores n. 37, primeiro andar, plices da d'i- '"rjalas com biscoilinhos 11
    vida punlica e da divida provincial, assim figos de comadre a 200 is. a libra
    comoacces das diversas cora panillas auto-j Ka rua do crespo n. 16, esquina vende-
    risadas pelo governo se oseguinle.porprec-Bbar.ilssimosbt
    - Compra-se um sobrado de um ou dous rege de .ores para ve-tidos a 200 rs. o COV8-
    andares, e tambem urna casa terrea, que es- do, Cobertores de aigodao a 500 rs.. comisas
    tejamem hom estado, na pnncipaes ras francezas, a duzia 16000. corlea de cassa de
    quem as. Uver | Darra a i600cada um, e oulras muilas fa-
    do bairro de Santo Antonio
    para vender, dirija-se a ma Direita, sobrado zendas ai
    n. 6, queso dir quem as quer comprar
    ------------>"
    . a*W5H5,
    Vende-se una barcaca ja mui Iraba-
    lliadi.,,c que necessita de algum concert :
    a tratar na rua do Queimado n. 28, primeiro
    andar.
    --- Vende-se um cavallo alasio, muito
    Na rua da Cadeia do Recife, loja de calc,a-lsuJio> ca rogador de baixo a meio : na co-
    do n. 0, ha sapatos proprios para todos os|t:lie'ra do Sr. Dr. Joa
    Joao Luis, no becco do Ou-
    1 mes na propoiQo.
    Vendo, se a taberna, sili no boceo Lar-
    go do Recife n. 6, bom af eguezada para a
    Arados de ferro-
    Na fundicSo de ('.. Slarr& Lompanhia, em
    Santo amaro*acham-se para vender arados
    de Ierro de un modello e construccSo muilo
    superiores.
    Veode-se cimeo-
    lo muito barato e bom, pelo preco de
    7.SO0 a barrica, por se precisar do ar-
    mazem onde esta' ricolindo : na rua da
    Cadeia de Santo Antonio n. 17.
    CERA IIK CARNAUBA.
    Vcnilc-sc cera de carnauba de boa quali-
    dade : na rua da Cadeia do Recite, lo ,:
    |n. 50
    Vendem-se terrenos para ediGca;o na
    estrada do Manguinnbo, do do Recife, lado
    esquerdo, junto as casas do Sr. .Manuel l'e-
    reia leixeia, com 250 palmos de fundo e
    AVISO
    aos fer reros.
    F. POUUEK,ateno daBpa-Visla n. ..o
    Tem para vender a vontade do com-
    prador
    CARYAO de pedba
    de orimeira qualidade, por jireeo com-
    ino do.
    Potassa e cal
    virgeni,
    Nountioe ja' bem COnhecido deposi-
    to da rua da Cadeia do Recife, escripto-
    rio n. 1^, ha para vender muito supe-
    rior potassa da Kussia, dita do Bio de Ja-
    neiro e cal virgem de Lisboa em pedra,
    tudo a precos muito lavoraveis, com os
    quaes ticarao os compradores satisfeitos.
    N. O. BieberA C, rua da Cruz n.*,
    vendem :
    Lonas da Kussia.
    dem inglezas.
    lrin/.ao.
    Ili ins da llussia.
    Vinho de Madeir.i.
    Aigodao para saceos de assiicar:
    Pianos,
    tm casa de llabeSchmeltau v Companbia,
    rua da Cadeia n. 37, vcudem-se elegantes
    Piano* do afamado fabricante Tiaumann de
    llambuigo.
    ogios
    robarlos e descoberlos, pequenns e l:r andp.-. de ouro,
    - Fugio no dia 34 de dezembro p. p o
    escravo por nosM Matheus de nacao Angola
    que lo, dcJoseJoaqmm de Mesquila, ffife
    40 90 anuos,.estatura regular, um 'pouco
    lulo cheio do corpo, falto de um olbo na-
    nzchato cara larga, muito pouca barba,
    pwemaos graod.ee larga, pesado no an-
    dar, lem unas marcas nos peitos ; iul"a-se
    que esta em algum. ssjhBK
    cczuiheiro. peloque se piotesi contra qu'en.
    Uver nao so pelos dias de serv.co, nas "e
    ' daX Ia rnni,,,a"nenle' e "8-e s auto
    ndadeb pohciaes, c, pilaos de cao,po e mais
    rufin PV?' que 'c3uem e 'evem a
    rua do Queimado, tasa da esquina n. 1 se-
    gundo andar, queserao bem recompensa-
    --- lo engenho Boacica, provincia das
    Alagoas, fugiram no dia 10 do correte os
    escravos Luiz e Manoela, casados, pertencen-
    les ao abaixo assignado, que os huuve por
    compra aoSr. Antonio da Costa Nunes, mo-
    lador na villa da Palmeira da provincia das
    Alagoas, os quaes lem ossignaes seguales :
    luiz, baixo, grosso, beigudo bem preto,
    com cicatriz, s velnas nos regeilos loa ps o
    curvas, bem fallante, e representa ter 40 an-
    uos Manoela, vermclha, boa estatura, bra-
    cos finos, m3os e pes pequeos, sem denles
    na frente, meia corcunda e ter 30 annos, e
    lem mal e irmos am Campia Secca ou Ca-
    ranbuns, d onde be lilha : quem os apre-
    hender, lera IOO5OOO, pagos en. Macei pelo
    Sr. Mauocl Joaquirn huarte CuimarSes, ou
    no engenho supradito do abixo asignado
    Ireguezia do Pilar. -Josc Juaqdim Maia.
    irrENCA-o.
    A usentou-se no da 3 do correte a escrava
    Prd. ee rime Rosa, geralraenle conhecida
    n?Jd Et**" ,,eJaca-Ile, representa
    Jh.t". *0l""los- baixa. -'ara Cata, pes
    apallietados, com um. cicatriz no beco su-
    perior do lado esquerdo, cabello carapinbo;
    evou com algo diversos vestidos de cassa, o
    lem por COSlume usar de chales Suspeita-sc
    andar emUinda, por ter sido en, omada^
    lia .lias, as proximidades da r..rtaleza do
    Bium : quem a apprehender e leva-la a rua
    g?aS,!ficaad,f'l8S '26' Sr Generosamente
    ::- Anda conlinu a a estar fgido desde
    odia 11 de Janeiro o prelo crioulo ja por
    vezcsaniiunciado de nome Jos, com pan-
    nos no rosto, costas cortadas e tornozelos
    ados para fura por causa de bobas, lem
    sido visto de llapissuma para Iguarassu' e
    lanalinga acoulaJocom urna preta que ven-
    de falo :
    sera recompensado quem o levar i
    rua da Cuia, taberna u. 9.
    Cootiuu'a a estar fgido o escravo
    vestuarios de mascaras, tanlo de homem co-
    oo de mulhcr.
    Lotera od pro-
    vincia.
    C*>*re nfrillivelmeine
    Sttbbadu 21 do frrente.
    P. J.Layme.
    .''..' : '-y.-^: ...:: ^^....... --
    .- ..,... .>...-...-.,,-...i:.;-.i; ..-,_.,. ,
    .. i Lnegarain ulliuiameule ae carii rico ~ ;
    '.'.'._ vealuanoapara os baileado carnaval, lo.los ';',
    a crarler : na rua do Cre?|iu, luja ama- '-.J
    t$ ralla n. .-'.
    . .' ."i.-*^;*5 .' .'.....i',''' ^-<'-xv.'i.
    - > 3 -.yj-^ -...-. V.;:.0..,-;^-^Hv.
    LVAS JVIN
    Oabaizo assignado lem justo e contrata- brancas, cor oe palha e prelas, lauto para se-
    do comprar a casa terrea.em caixaO.sita nalnhoras, como para homens, chegadas polo
    Capunga. rua dos lleoses. portencenle ao
    8r. Domingos Jos do Sanl' Mina : mg por-
    tanto, qu sealguem liver a embaracar oslo
    negocio, o avise ou annuneie por este jor-
    nal, do que lidia muilo obr.gado Recife,
    18 ue fevereiro de 1857.
    Jos Baptisla Braga.
    Precisa-se de una ama que se queira
    encanegar do servico interno de urna casa
    de tiomcm solleiro, que seja lohusla e nao
    lenha meninos, paga-se bem agradundo : no
    Forte do Mallos, rua do Burgos n. 31.
    vapor lmar : vei'leui"C oni casa de J. Fal-
    que, roa do Crespo n. 4.
    ^ Piecisa-se de um caixeiro de idade de
    15 a 18 annos, uue possa dar llanca de su.
    conduela : na rua do Trapiche Novo n. ii
    francisco Jo-o Germano retia-se, por
    algum lempo, desla enlodo para Buropa, e
    doixa por seus bstanles procuradores, em
    primeiiO lugar Daniel i>ancracio Vild em
    segundo lugar Jacqu^s Itonnelond, e no foru
    luhcial o Sr. Flix Francisco de Souza Ma-
    gaibes.
    vidor, e ^iara ajustar, na rua das Cruzes1
    n. 24
    Vende-se ou aluga-se para o carnaval,
    una cabelleira em bom estado : na praca
    da Independencia II. 1.
    Ociilotf e lunetas de toda-,
    as qualidades.
    Vendem-se superiores oculoscom armacao
    de tartaruga de lodas as graduafOOS a 39000,
    ditos muilo bons com armagoos doura.Ias a
    i-joo, ditos ditos com armacOes prateada,
    19, ditos ditos com armacao deai.oasooe
    amen loas a 500, passa um ouarto 2/880, c a
    libra 5ti0.
    iuio do Porto
    de 857
    Ko armazem de Jos Joaquirn DiasFernan-
    dos, becco da Mailio de lios n. 12. Vonde-se
    superior vinho velho do Porto, em caisas de
    urna duas duzias, por uceo cooimodo.
    __. Vende se metale do sobrado de tres
    andaros, com grande soMo e mirante, da rua
    estrellado Rosario n, 4l,cujoarrendamento
    anda em praca do juizo municipal da so-
    te da Helaeao n. 28.
    Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
    97, dos afamados l'abricanlcs--Day lin, cm barricas de 15 duzias de potes:
    em casa do James Ciahlrcc iV Companbia,
    rua da Cruz n. 42.
    NAFUMJIQAO DE FERKO DO ENGE-
    NNKIRO DAVID W. BOWMAX. ,\A
    KUA DO BRUM.PASSAXDO O oliA-
    FAR1Z,
    IhasempreamgrandeaoraieDlodoa e = Ui ojounoRecito,BaruadaGolan.M segundo
    uha, e fugio no mez de jullio do anno pr-
    ximo passado, suppoe se achar agasalbado
    por alguem, para as parles do sul desta pro-
    vincia : a pessoa que o apprehender, sera
    gratificada com 100*000, que os receber na
    occasiSo da entrega do dilo escravo, uoen-
    genhoCuicalii da comarca de Pao 4**11,
    ocios de mechauismosproprios paraeii.enlios,a sa-
    bar: moeadaa e meia* moetadaa da mai moderna "nd.,r }tmb*m sc gralihcara a quem der
    ' .ronstrucrfio ; laixai de ferro rundido e batido.iie noticia do'iiicsiiio escravo com 505000.
    superiorqoalidade eda todoaoa Umanh'ofc; rodal -- Fugio de bordo do brigue brasiieiro
    i-, lunetas com armacao do tartaruga a la, I gunda vara, a requermento do consenlior
    litas redondas equadradas uebalei a.i'i
    rs.. ditas de dous vidros anuuoao de baleia
    a 11600, e oulrosoculos mais que se vendem
    por preco barato na loja da boa fama na rua
    do uueimado n. 33.
    Ta.'has de ferr.
    Na fundicao da Aurora cm Santo Amaro.
    la oulra melade : a fallar na rua do Quei-
    mado n. -lo, primeiro andar.
    Ai i nyio.
    Vendem-se 2 carrinbos de 4 rodas para o
    servico da alfandega, novos e bem construi-
    dos a tralarno aierro da Boa-Vista n. 55.
    Vonde-se um exeellente cavallo com
    e tambem no deposito na rua do Brum, logo todos os andares, c um sollini inglez l
    na entrada, o defronle do arsenal de mari- por preco comroodo: a tratar na ii
    O CliARDA-LIVROS BRASILEIBO, ou
    da eSCripluiacSo mercantil apropriada ao
    co nmercio do Brasil : ven le-se na rna da
    Cadeia Velhan 22. l'iecos/ooo.
    Na rua do Vinario n. 19, primeiro andar, van-
    de- SC \ i ii lio do Porto .Ir < o pe lor qual ida de da bem
    i-iiiilipciiia marea GW eu nipas.barrisecaixas de
    orna e .in .- duziasue garrafaa.
    deutadaa para auna on aniniaes, de lodaaaa propor- .Melampo, na noile do dia 8 do concille, um
    {des; erivoae boceas de foroallia a regialroa debo-1 negro de nome Marcelino, na^o Cabinda,
    arte ?ir?225_^*?r0P.t'*:P?rafo'oseea,ri,,,o,'DO'l'luWI regular, secco do corpo, rosto- com-
    prido, barba serrada e cria suissa, com falta
    le denlos na frente, e consta andar vestido
    olios
    de mandioca.ele.elr
    NA MESMA FUNDIGA'O.
    eaxeeaurotodaaaaeocomnaendaa coi- a superio-1 (.,)m ,)a|ei0 e calcado : quem o pegar leve-o
    .cid.eeomade>.d;,ir,,ec,.n,- a b(jro (1(j|J|l IlVIOi junlo ^'c/s uo ,,.1S.
    'seio Publico, oti a casa de seu consignattrio
    modidadeein prero.
    nha. ha seaipi.; un grande sorlimculo do
    taclias, lano de fabrica nacional como es-
    tiangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
    queas, rasas o fundas ; c em ambos os lu-
    gares existem guindastes para carregar ca-
    noas ou carros, livres de daspeza. Os procos
    sao os mais commodos.
    YNDM-SE CAPACHOS
    pintados, coiiipndos c redondos a 700 e 800
    rs ; ua rua do Uueimado loja da boa faina
    n. 33.
    novo,
    do
    ao p da escada
    groja de N. S. do
    ti 1
    Amparo, emOlinda, casi
    que Sbe para o adro da
    Amparo.
    Vendem-se duas moradas de casas em
    (Huida, urna na rua do Amparo, com quintal
    soffrivel e murado, cm escellentes commo-
    dos pura familia, e a outra na rua de S.
    Francisco, com grande quintal e cacimba
    Com agua do beber : quem as pretemle .di-
    rija se a cas da rua do Amparo ao p a
    escadinha que sobo para o ladro da igreja de
    N. S. do Amparo.
    Agencia
    t'll!(i(;fl<> Low-.'Io: r,
    rua da Seiizala-Nova n. 'rl.
    XAROl
    i
    UO
    1 Ii
    JS.-


    Mesteestabelccimento continua a liaxer!lo' irarsferidooiieponitodestc xaropt para a Ik-
    um completo sortimento >U: moendas (
    inoias moendas para engenho,
    de vapor e tai xas de Ferro ba
    de iodos os tamaitos para
    machinas aqueiic
    lido c rondo
    CU E POTVSSA
    Vende-ae polassa da Rue neslr dias* oe superior qmiliila.le; cal de Lisboa
    tica de JoaS da Crut Sanios, na rua Nova u. 53,
    carrafa S90O, e monis :ij000, sendo falso lod
    Manoel .\lves Guena, na rua do trapiche n.
    Ii, que sera bem recompensado.
    Fugio nodia 2 do corrente a escrava
    de nacao .Mozambique e de nome Rila, a
    qual lem os signaes seguintes : baixa, olhos
    afumaijados, com signaes de sua oaego sobre
    0 nariz, com um deleito cm um dos dedos
    da niSo direita, proveniente do um panari-
    oio, pos pequenos, cor bastante preta, a
    qual foi escrava de Jos Rodrigues Peieia,
    morador no lugar da Torre, etem sido vista
    qu'e nao for vendido ueste deposito, pslo "a (i,Si, f>r'el H e na To,re ei" O nili-
    que sefa/ o presente
    IMPORTARTE PARA 0 PUBLICO.
    Para carada phlysicaem lodoiosseusdiBerrn
    ie-.jros, que r motiva da por conslipaeoes, I osso
    isllima, picaril, escarros de sancue, ddrde cos-
    ladose peilo, | ;:l H,n_ o, un or... '... riipn li.rhp
    i cambo aoude mora utn prelo da Costa, ie-
    ' vou vestido cor de cafo o panno da Costa com
    istra encamada, e mais urna trouxa com di-
    versas roupas : a pessoa'que a pegar,',evo-a
    a rua do Sebo, casa terrea com solao n. 17,
    que ser generosa mente paga.
    da mais nova que lia no mercado: nos seus deposi- i broncbile, dorna' garganta, e todas asioleslia
    (os ua rua ds Apollo n. 1 A, e 2B. idosorgaospulmouares.
    l'EK.N. : TVP. DE M. F. l)E KAKI.A 185:.
    MUTILADO
    ILEGIVEL





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