Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07712


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Full Text
i
1
r
"
ANNO WXIII N. .
Por 5 inezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4;?500.
OIVRTA FEIRA 18 DE \WmW DE 18I7.
Por anuo adiantado 5$<700.
Porte franco para o subscriptor.
iVCAUREGAIlOS DA SITUSCIVIPCA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joo Hodolpho Gomes; Natal, o Br. Joa
quim 1. Paraira Jnior ; Araeaiy, o 8r. A. d Leaos Braga ;
Cear, o Sr. J. Joie da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
qt Rodrigues ; fiauhj, o 8r. Domingo Herculano A. Peisoa
CearenM'. rara', o Sr. Justino J. Ramol; Amazonas, o ir. Jero-
nvrno da CoaU.
PARTIDA DOS CORKKIOS.
Olinila
braara
: lo.!
u, da-, i
a, Uoiaoaa I'.i
S. AiiMm.B.'"-'!.... Ilonil
1 S. Loaraapi l'-.-il \ll...
caira. Floree, Vil'a-I. lia.
Caasi, Ipojaea, SithI.'
Pimeitt -ira
ITm
a N-nal : foinu'-reira*
Corraiot. parlera al tu i
9 e meia hi-rn t, iUj.
-'"!": -......,.-
'. '" '..... Vlt.n!,i, I'.
Na/arrtlt, |., ,.-ir i,
Boa-Vi**, linean n
m, lli..-Formo.o. i m.
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III- -t !
er ..-..-i oif.t.
lera, l*a-
.....f.-.r.s.
.-..i-ITO..,
ral ils
nhl
AUDIENCIAS DOS TilltUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio i segundas* quintal.
Ilelaco ; lercas-feiras e sabbados.
Fazenda quarlas e atibados as 10 horas.
Juizo do eommercio: logundasai 10 horas a quintal ao milo-dia.
Juizo deorpAos: segundas e quintal as 10 horas.
rimnra vara do eivel segundas a senai ao meio-dia.
Segunda rara do civel: quarlas e sabbadosao meio-dia.
EPUEUERIDES lio MEZ DE KEV'EreIRO.
1 Quarlo crescente as 6 horas e 1 minutos da Urde.
Q La cheia as l horas e 33 minutos da /arde.
1" Muirlo minguante a 1 minuto da nianhna
24 La nova as 9 horas e 38 minutos da inmh.ia.
i'RKVMAK DE llo.lfc..
Segunda as 10 horas e ... minutos da manha
Primeira as 11 horas e 18 minutos da tarde.t
DAS DA SEMANA*
16 Segunda. Ss. Porfirio. Samad. Jeremas.
17 Terca. S. Policromo, b. : Ss Secundino c Uomulo Mni.
18 Quarta. S Tl.eoiomo 1. prior d.; S, Cruz-
19 Quinta. S. Conrado f. : s. Gasino m.
20 Sena S. Kleuteno e Mo Hh.
21 Sbado. Ss. MaXiniiano c fortnalo lili.
22 Domingo, da rjuimjuagcsima S. Margarida de ortona I.
ENCARREGADOS li.V SUBSCRIPCAO IVO SOL
Alagoas. o Sr. Claudino Falcao Das ; Baha, o Sr. D. Dupral
Dio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMIircOa
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria. na loa
livraria. praca da Independencia ns. 6 e 8.
ni !(;.i-i. mediante as pacas estipuladas na mencio-
narla relacn ; licando Smc. na inlalligencia de que
tiesta data se oflicia Ihesouraria provincial para
indemniar a cada uiri delles da importancia a que
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente da dio 1- de feverelro.
C.ruATm.. presdeme, do norte-Te- t- d.reito.-,ped,o-se a orden, necessar.a.
nho a honra de participar V. Etc., que esta pro-
vincia goza de plena paz.
Olanlo ao seu eilado sanitario, retiro-rae integra-
mente ao qae di-e a V. Etc. sobre este objeclo
em meu oflicio anterior.
Dito Ao mesmo, approv.mdo a nomeacAo pro-
visoria de Candido Jos Serpa, para o In.-.r vago
de conservador da estrada do norte.Communicou-
se i Ihesouraria provincial.
Kilo Ao arsenal de guerra, para que, no caso
de etislirem naquelle arsenal rticos de tardamente
DitoAo Etm.presidente das AlagoasLm cum- ^
' pertencentes ao soldado Jacintlii Mannel domes,
que leve passagem do I. halalhAn de infantana pa-
ra o meio halalho da l'araluba, li ij i Smc. de os
primento do aviso da juslica de 11 de dezembro ul-
timo, constante da copia junta, exped as conveni-
entes ordena pnra serem enviados para essa provin-
cia no vapor Paran, os ." criminosos meociona-
nados na ola junta, dentando de ir os de nnmes
Jos Pilar da Silva Cardnzo, e Jos Alexandre Mu-
rici, por niVt existirn) no presidio de Fernando.
Dando ciencia de semelhanle remes.a, lenlio a
rogar a V. Etc., que te digne de mandar pagar nes-
sa provincia, a importancia das passager.s dos refe-
ridos sentenciados e da escolta, que os acompanha.
DitoAo Etm. presidente da Parahiba, direndo
era resposta ao oflicio de ludo corren le,que acaba de
recammendar ao arsenal de marinha, a expedirlo
dasconveuientes ordens.para qoesej?m enviadas com
brevidade para essa provincia, e enllocadas nos lu-
gares competentes as bolas, que V. Exc. requisitou
para balisamenlo d barra do porto d'aquella capi-
talEtpedio-se a orden).
DitoAo Etm. presidente da rolaran, commo-
uicando-lhe ler o juiz municipal, e de orphos do
Hio Formoso, bacharel Tbeodoro Machado Freir
Pereira da Silva, participado uAo s haver etpirado
a li'enra, em eujo gozo se achava, mas tambem as-
tumido inlernameule o etercicio da vara de direiD>,
d'aquetla comarca, visto achar-se impedido o res-
pectivo proprielarie.Igual commuinracan se fez a
Ihesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, inteiraorlo-o de haver o juiz
municipal, e d'orphtos do termo de Caroaru', ba-
charel Christoviio Xavier Lopes, assurnido no da 3
do crrante o etercciu interno ds vara de direito da
comarca do Bonito, por ler o respectivo prnptieta-
io entrado no gozo da liceora que lhe fora conce-
dida.
DitoAo inspector da tbesonraria de fazenda, In-
dina lo o de ler deferido o requenmento em que
o< administradores da massa fallida de Nuno Maria
de Seixas, pediam permissito para realisar a venda
e pagar os respectivos direitos de parle de>om ter-
eno, que perteucendo a mesma massa foi arrema-
ada em leilao publico por David Williaro.
Dilo-s-A cmara municipal de NazaretliO cida-
dlo Joao Francisco Cavalcanli de Vasconcellns, par-
icipou-meein ofllio de 18 de Janeiro ullimn, que
endo o lerceiro juiz de paz do qoatrienio lindo des-
la freguezia, e achavanJo-se impedidos os don- mais
volados, inslallara a jonla qualificailora cam os eiei-
ores e soppleules ltimamente cleilps ; mas quf.
partir no mesmo dia para Soulhamplon, levando a
sen bordo .Vi passageiros, fora a tripularlo 1,142 li-
hraiem dinheiro, diamanles do Brasil no valar de
idyne, lem j perdido nove dos seos melbores na- cezes para consiliar as parles naufragaran! comple-
vios ; e anda lia pouco, no mez de selembrn ulti-
mo, perden no mar das Ablhtt o vapor Tay,
32(318 libras e tim carregamento eonsislenlc em i2> avaliado na somma de libras 80:000,0,0, 0 Tyne
remeller para aquella provincia, confoAne requi-
sita o respeclivo presidente.
DiloAo encarreado das obras militares, pa-
ra "mii'It fazer os cnocertoa de que precisa a co-
zinlia do qnirlel das Cinso-Ponta*.
Dito A' thesnurria provincial, dando-lhe
sciencia de ter o cliefe de polica nomeado para o
lunar vago de escrivan da casa de delenrilo an guar
d, da mesma. Trajino Evaristo FerrAo Caslello-
Branco.
ilo A' cmara do Brejo, aecusando recebid,-
a copia em duplcala das actas da formaco dni vo-
tos dos collezios dea villa e da de Flores para a
eleirAo de deputados assembla ceral legilaliva.
Dilo A' cmara de Izuaras-, approvindo a
airemstarao Iriennal que fizera aquella cmara do
silio denominado Terra do Rci e do inspector
sobre o rado que se consumir nese municipio, pe-
las quanlias indicadas em seu ollicio de 31 do pas-
sado.
Portara. Mandando admillir an servir ilo ex-
ercilo, como voluntario, pelo lempo de seis aiino.
ao paisano Andelino Arrelino da Silva, a quem se-
r abonado o premio de :100a rs.Fizeram-se as ne-
cesarias comniunicarues.
Dita Concedcndo a demissAo que peiio Sim-
plicio Lina de Souza Fonles do lucar de farulUlivn
da colonia de Pimenleiras.Fizeram-se as nece<-
arias communicacoes.
Dilo Ao agente dos vapores para dar pas'agam
para a corle, por cunta do govertio, ao alfere Jo.lo
Lins Cavalcanli Ucboa.
Igual cuino passageiro do estado a Jos Joaquim
Ferreira de Moraes.
/:'./ pedirme do secretario da provincia.
Ullicio Ao cliefe de polica, aecusan lo, de or-
rlem da presidencia, recehimento do mappa doi
crimes maianotaveis occoiridos no-la provincia du-
rante o mez lindo.
Dilo A' Ihesouraria de fazenla, declarando
que vai ser enviado a' directoria geral da renda-
publicas o ollicio que S. S. remcllcu ao Etm. pre-
sidente da provincia, para lhe dar -encllimle dis-
(ino.
- 13 -
OllicioAo Etm. presidente da relacao, oliiran-
do-o de haver o juiz de di'cilo da comarca do lio-
fardos de conchjnillia,253 barricas de tapioca, e 1 i'l
voluines diversas.
Tambem tronsporlava dou lees da America do
Sol para a real socielade zoolgica de Londres. Na
manila i de t i o vapor bileu em um banco d'area,
na cosa de Cambridge l.e.tge, a perlu de 5 milbas ao
oesl dest. Albania llead,3l milhas abaixo de Need-
les. Loso qne naqaelle porto se soube do lnstro,
sabiram ImmediaUmenia doai vapores de reboque
para o sitio do naufragio; os quaes se emprecaru em
salvar as basagens-dos passageiros e ocarrecamenlo.
m Os passaseir.is estavam rccnlbidos quamlo o va-
por baleu. e foi to forle a cnminorSo, que o barco
eslremeceu lodo desde a popa at a pra, parecen-
do que se fazia em pedacos e sondo laucado sobre
a costa a urna grande distancia. Os pasageiros cor-
reram logo a corberla e entao a cana foi das mais
alfliclivas. O lempo eslava lao cerrado qne a distan-
cia de urna jarda nao se potiam distinguir os ob-
jeclos.
Conhecendo-se a impossibilidade de safar o va-
por, comep.ciram-se a lomar lodas as providencias
para desembarcarlos passaceiros. .Mi i- hules sa-
hiram de Weymoulli da Poole, dirigin.lo-se pnra
o lugar do sinislro, e os passageiros nao poderam
epoiide lavrada a acta respectiva, suscilaram-se
4.vidaa acare, da legUiraidala dos eleilores.e sup- ""o-harel Mano,l Co6* Lima, .lrado>e d
he avaliado em libras TO:(MMI,0,0.
No mez seguinle deve seguir de Sonlbamplon, no
dia ->i, o vapor upelropolis, da carrrira de llam-
burgo, havetidu ja sido annunciada a sua partida pe-
los peridicos desta capital. Algomas carias de
llamburgo, porem, iioticuni qne em breve sera sus-
pensa essi linha al mais larde : mas esla nolicta, a
qae alias se nao d fundamento,nao me parece muito
verosmil, excepto se pretende a companhia llam-
bursueza esperar pelo lim do invern, alim de fazer
seguir os seus vapores immeliatanieute de llam-
bnrgo, 11.I0 liie convindo as viacens que agora ape-
nas fazem de Southamplon para haixo.
Receia-se aqui mullo qoe a linha de paquetea do
Havre para o Brasil suspenda tambem sua earrei-
ra por motivos da mais interesses, e al sou infor-
mado de que a sua ullima \iagem tera lugar nu dia
2 do mez seguinte. Sem lomar a respousabilidade
dessa noticia, julgo Indavia que essa linha lem lu-
tado com grandes dlflicoldada, por molivos de snas
mas viagens; e isto a lem enllocado em pessima po-
sicSo, em concurrencia com as linhas de Sou-
thamplon.
S. M. a rainha Victoria se acha anda no castello
de Windsor. onde pas-ou lambem llgona dias em
er passados para elles sena por meio de cordas e visita familia real o cunda de Flandres, lilho de
Je pannos, por qu.into a violencia das v.gas era tal,, s. M. el-rci dos Belgas. Toda a familia real se acba
a posirao do vapor que sa lornavam motis nutros no cozo da mais perfeila saode.
penles convocados : pcl i que resolveo. o mesmo
|3 do correule no hozo da licenea que lli? foi ronct-
quaesquer meios. ,\eta acto virou-se mais de um
bote, e alcun dos pas.aaeiros foram mergulhados
na agua, porem felizmente na hnuve perda de vi-
las a lamentar.
Os passageiros depoia de grandes riscos chegaram
a desembarcar em Siulhimpton. Na occasiao em
que os passageiroa deitaram o vapor,elle eslava com
agua al ao meio, e foi lana a pres-a com o deita-
ram, que liveram de abandouar as suas bagagens e
objeclos que lhe perter.eiam. Si man larde he que
vieram os dous vapores de reboque de que cima
fallamos : os quaes se leem empregado em salvar as
bagagens bem como o carregamento, a anda conli-
asirn ao da 17 oesie procesan. O casco talvez
se chegasse a salrar se o mar se conservarse em bom
estado. Se fathirna as lenlalivas que se estSo fa-
zendo para salvar o casco desle vapor, ser este ja
o nono que a companhia real perde desde que se
consliluia.
( O Commercio do Porto. '
Soutamplon, 1S de de Janeiro.
Segundo parece, ha mu poucas eperanras de
salvar n barco a vapor rTyne. Com lado urna gran-
de parle das halageos e alguma carga poderam ser
salvas, e chesaram aqoi boje as i horas e meia da
larde no barco de reboque a vapor Aid, qua se
apartara do nTvfve aa 10 e rnoia da inanba. Nas-
al momento acliav.rase no lugar do linjilro 3 bar-
O governo loglez continua a guerra contra a Per-
da e a China. De Bmbala] seguem cada dia ivos
rifareis para o golpho Prsico, onde ja se acliam
f rets inslezas que x&o operar contra o territorio do
Sh.ili. Algumas follias leem annunciado a ebegada
dessas forjas a BaMora, no golpho da Pcrsia ; mas,
sendo Bassora territorio turro, e achando-se a Porta
em paz com a Perfil, nao lie acrcdil.ivel essa noti-
cia, publicada alias apenas nos jnrnaes inglezes-
Ksrrack, peqoena ilhl naquelle golpho, he a poni
onde se jolga rlirgarim j as forras britannicaa.
O Shah da l'ersia lem defendido loda a linha
militar, que vai da cosa al Candahar, procurando
assim impedir a invisto ingina. Allirma-se lam-
bem que pedir elle o aoccorro da Russia, linda a
troco de ceisAo de nina porfo do seu territorio.
Farsa-Khan, embaitador da l'ersia, chi-gou j a
Paria, onde se diz veio pedir a mediacao do impe-
rador Mapolean nesla que-t.lo do seu soberano cun
a Inglaterra.
O agente inclcz, que resllia em Tehern mesmo
depoisda retirad < de Mr. Klorray, ininislro inglcz,
acaba de dexar e a capila!, em conseqoencia da de-
rlararao da suerr. v; mas al as ullima- noticias, o
governo do Shah nao havia ain la respondido a de-
rlai iie.in formal ile cuerea.qu contra elle havia feilo
o governo brilanuco.
As maia recente- noticias da China rnecam a 21
oiz suspender os Irabalbos da junta para consultar-
me sobre os seguinles nonios :
Primeiro. se a referida junta deve proseguir em
seos Irbalhos, orgauisad.i como ae acha.
Segando, se elle he .competente para dricir o
processo da qualilicaran, no caso de ser designado
novo dia para a installa^ao da-junla.
Wesla data oflicio ao mencionado juiz declaran-
do-lhe:
Qaa nio estando jinda reconhecidos pelo poder
comietente os eleitores, e supplentes eleilos em no-
vembro ollin.o, ni podiam entrar na orcani-ae.ln
da junta.
Que ja nao compete ao msmo juiz presidir ao
processo da qualifica^o, visto que se acliam em
axercicio os juizes de paz do prsenle quatriennio.
Comiderando de nenhum effeito os Irbalhos da
unta, visto que a sua organisacJo tai irregular, de-
signo o dia 19 de abril para a inslalla;Ao da uora
junta, presidida pelo jniz de paz compeleule, a
qoem Vmci. darAo desde logo o necessario aviso,
recommenilando-llie mu expressamenle que, rom a
antecedencia de um mez prescripta no arlicn i. da
le recalaineular de l'J de agosto de 1816, faca a
conveniente convocado dos eleilores e supplentes,
creados pela eleiean de IS'rJ.
DiloAo Dr. Francisco Elias ao Reg Dantas,
jDiz de diroilo d i CaboTenho presente o oflicio de
7 do crreme em que Vine, fazendo sentir a necea-
cidade de se dar maior espaco ao pequeo quarto
em que se rene o conselho de jurados nessa villa,
declara qae para isao he necessario ilemolli a pare-
de que o separa de um oalro quarlo lambem pg.
qaeno, e ato inatil, e se prope a fazer essa demo-
lido a sua costa.
I.ouvando a cenerosidade do seu procedimenlo.te-
nUvi a oaclarar-lbe, que o autoriso a realisar ct-
pensas, seas a medida proposta ; licauJo Vmr. na
iotelligencia de qae nesla data vou Jar o necessa-
rio aviso a cmara municipal competenteOllkiou-
se nesla aentido a referida cmara.
Dito A Joao Francisco Cavalcanli de Va'con-
eellos.Recebi o ollicio de IK de Janeiro ullimo em
qne Vmc. me participa que sendo o lerceiro juiz de
paz desa fregoezia de Tracunbem, e achando-se
impelidos os iluos mais volados, inslallara a junla
qualificadora com os eleilores e supplentes ltima-
mente eleilos ; mas que, depos de lavrada a acta
respectiva, suscilaram-sc duvidas acerca da legili-
midade dos eleilores e supplentes convocados ; pelo
que resolveu Vmc. suapender os Irbalhos da junta
para eonsultar-me sobre os seguinles pnntos : 1., e
a referida junta deve proseguir em seos trabalhos
organisada, comn se acha ; 2., se Vmc. he compe-
tente para dirigir o processo da qualilicarao, no ca-
so de ser designa lo novo dia para a in-lallario da
una. ,
Em resposta leubo a declarar, qaautn primeira
parla, que n.io estando anda reconhecidos pelo po-
der competente os eleilores e npplentcs eleilos em
noveml.ro ultimo, nAo podiam entrar na srganlsa-
c3o da junta, cojo Irbalhos devem ser considera-
dos de nenlmm effeil-.
Designo, porlanto, o dia 19 de abril para ler ligar
a nor.i imlallac.ao da junla, sendo convocados, com
aotecedencia de um mez, os eleitores e supplen-
es da peol lima eleicAo anprovada pelo poder J
ompelentr.
Qaanto aVaagan la parle, devn deelarar que nAo
oropela a Vmc presidir ao processo da qualilica-
5A0, viato que ja se acliam em exercicin os jui/t *
paz do presente quatriennio.
dlda. Igual communic:!r;Ao se fez a Ihesouraria de
fazenda.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda.
traiismillinilo-lhe.nara os convenientes etamr-s, co-
pias das arlas do cnuselho administrativa piraior-
neciruento do arsenal de narra, datadas de 2;l e 2K
de Janeiro ullimo.
DiloAo mesmo, enviando copia do aviso da
guerra d 27 de Janeiro ullimo, mandando pagar pe-
la verbafnrea de linhaa de-pera feita com o ba-
talllo de guardas nsconaes aquarteladas acata ca-
pital.
DitoAo mesmo, dizendn, qua visto eslar esp-
iado o crdito consignado no correle exercicio a
rubricapolica e segurao;a publica, o que deu
lugar i nao poder aquella repartidlo effecluar o pa-
gamento das {2 espadas qae foram compradas a Jo-
s Baptisla Braga para o servico da polica, poda
soh re'ponsabilidade da presidencia, abrir nin cr-
dito ile um cont de ris, nao so para esse paga-
mento, mas tambem para o das de-pe/.as que se fi-
icrem por conta da mencionada rubrica. i
DiloAo juiz municipal da primeira vara, di-
zenrio que com a copia, qae remelle, dnoflio ao
chele de polica, responde ao que Smc. slirigio em
5 do crreme, relativamente a remessa de lenleii-
ciados para o presidio ne Fernando, no brigue de
gaerrra Cearen-e, quesecoio na j-oucos dias.
DiloAo presdeme da junta qualificadora de
Alocados, aecusando recebida a lisia dos cidadAos
quahficados votantes naquella itfj-!?zn.
PortaraKemiltindo o actual subdelegado da fre-
guezia de \gua-Prela, por a>sim ennvir an servico
publico, e Horneando para o referido logar ao coro-
nel Zepjiarino da Cuaba Bastos, e bem assim ao ca-
pilAo Jr !(./ rra Cavalcanli Maciel, para e de
|u-im-i-o sopplenle do mesmo subdelegado.Com-
mouicou-seao chele de pnlicia.
Ditallesonerando, por assim convir ao servico
publica, dn cargo da primeiro supplenle do delega-
de do termo dn Buiqtie, ao coronel Leonardo l!i-
zerra de Sequeira Cavalcanle.
COMMANO DAS ARMAS.
Quartcl general do commando daa armas de
Pcrnambnco na cidade do Recite, eo> I (i de
fsrerelro de 1857.
OKDEM DO DIA B. 4la.
O general rutninandaule das armas, determina
qoe fique desligado do quarto balalhAo de arlilharia
a p o Sr. lenle do segundo de infantaria, Do-
mingos Rodrigues Lopes, vislo que (em de seguir
para a pruvjncia das Alagoas na primeira upportu-
nidade.
Assigoado. Joni- Joaquim Coelho.
17
ORDEM DO DIA N. 120.
O general Commandanta das arma- taz cerio, pa-
ra lotelligeneia da guarnlcto e lins neeeanriea, que
a presidencia hoave por bem aomear, por portara
de hontcmidalada, para ..careo ,1. anbdelesado da
freguezia de Laroani, ao Sr. lenla do dcimo ba-
lalhAo .ie infantana, Manoel Alexandriuo de -\lbo-
querque Pina ; n que consiou do ullicio da mesma
presidencia da referida dala. Faz igualmente cello
que boje conirabirain novo eogajarnenlo, por mais
seis anuos, nos lonnoa do rcgulamenlo de 14 de
de/embro de IHJ2, preceden lo inspeccAo de saude.o
cabo de esquadra da oitava companhia do quarlo
batalhAu de arlilharia a p, Manoel do Sacramento,
eoaoipecada da primeira companhia do nono ba-
lalhAo da Infantaria, Joaquim Luiz dos Santos, ns
quaes perceherAo por sobre os vencimenlos que pur
lei lhe competir, o premio re id.-5 rs., pago se-
cundo o dispoatu no ar|. i do decreto n. 1,101 de II)
de junhn d" <8 ") : e finio o eng liam-iii- ,..na .'. >la
fe Ierras de 22..".DO orabas quartradas. rte deserla-
vein. inearrerls na perda do premio, e das vanla-
gens a que liverem'direito, sero (idos como se re-
ces de reboque a vapor prompto. a preslarem aoti- je riovemhru ullimo ; e se referen ao salado d
lio, lem da fragata a vapor de S. M. a DevaslatioB, |*artdMei entre o Celeste Imperio c i 6rSa-Bre-
cu,os salva .da. poderam conservar as communica- ,,, ,le qile ja de n0,lfi, ,,e| ,ljlna parl!],,.
mes entre o .Tyne. e os rehocadores. Secundo nos aovernador de Can.Ao nao havia anda dado aeti..'a-
informaram a bordo do Aid,,, sabemos que na ma- | rio alguma reclamarAa do......renta i-.ee/ : e as-
rerhe,. ha dou< pes d. acu. ni salla do vapor, a .ieatavia osle ci,li..nndn rf l-omb.rdesmento ron-
ios guando o navio deu no ballofas caldeiras foram i ,r) a eld,de> (,andn lambem parta na clTensi. i
remondas seis pollea^daa do seu lugar a.rebentan-1 Am,te.noa residente, em CanISo, pelo m di, de
do o steampipe... A Inpilaeao do ,.T> ne., ehegou haverem sido victimas da b.. bandada dos China al-
esla tarde de Wnrehim pelo camin... ,ie ferro O su, suLrt09 americano,, que hlviim sido d. : i-
oTvne.. he am dos man fortes vapore, da compa- Jo,, ,! pos,.n5 ue|10, ,.,, ,, .,, ,,.,, l(e
olua, e esta1 avaliado em 80,000 libras. Os barcos |,nra. em exposi.Ao ao inimigo.
da companhia nao eslao seguros, tendo-sa de-lina-| Ogoverno inglet parece disposlo a BOSlcrlara
guerra contra a China ; e niasn deacobro a coive-
nieucia de em resultado conseguir psra a (arla llre-
lamenle.
I ma nota publicada, a 17, pelo Monilrur expli-
ca a causa desle revez .' ref.rnduzirei aqu o prc-
prio texto deala ola que da a ronhecer as pha-es
diversas, pon|ue ha passado este necocio.
o As grandes potencias asstcuaram, em 1832, em
Londres, um protocolo que verifica ns direilos de
el-re da Prussia sobre Neulcltat!. O governo do
imperador en.penliadu romo os nutros gabinetes, nao
po'ia, por maior que losas o sen ioteresse para com
a Suissa, desennhecer o que ns tratados censagraram.
Em ISIS, urna revolurao leve lugar em Neuf-
cbalcl c rompeu ns laces que ligavam o Canino a el-
rei da Prussia. Esle soberano protestou conslanle-
nieute contra a nova ordem de cousas, reservando
expresiaineule ns seus dneilos, e iiAj cessou de re-
clamar em favor de orna parte da populacAo, que se
queixava de ser oppnmida pelos veucedores.
-No mez de selembro paaaado, a parle vencida len-
lou tomar mu tle-forra. invocando o nome de cl-
rei. Esla lentativa uaufragou, o Cantan foi arro-
pado pelas tropas fedeiaes e os iieofcbalellezes pre-
sos com armas as ma is, foram levados perante os
Iribunaes suissos. E-le successo devia naturalmen-
te oceaaionar um conllicio enlro a confesleracAo e a
Prussia : poil que a primeira fazendo marchar tro-
pas para reitabelecrr a or lem no CanISo de Neuf-
rbalel, prelen Ha aallsfazer urna obrigafio federal ;
pela sua parte, a Prussia achava a sua honra empe-
nhadn a nao dexar julgar os liomens. que linl.an ar-
vorado o estandarte decl-rei, e que, segundo as
as coinicrf.es, se baliam pelo direilo da lecali-
dade.
n Pelo fado d? pn-iro ccocrapbira da Fraoea, a
aihtude do eu governo devia neceasariaments ler
urna influencia a-sicnalada sobre a solucao da dif-
ferenc^a. Assim, era .lo inleresse das duas parles
Dflo deaprezar nada para conseguir o seu concurso.
Elrei da Prus-ia se dirigi ao imperador, et-
priinindo-lhe em termos vivamente sentidos, ludo
o Interesas qua consagrava a homena comprometi-
dos pela sua cousa. Ilogou a sua mageslade que re-
clamasse a soltura desles horneas, propondo-lhe ao
mesmo lempo disposcOes conciliatoria'. O governo
francez, feliz de poder previnir um conflicto entre
.loas potencias, as quaes o ligam relac.es amiga -
veis.se deu pressa a satisfazer os descjoa ue el-re da
Prus-ia, e confiando as suas inlenres benvolas
para com a Suissa,assim como nos senlimentos con-
ciliadores da Prussia, pedio a soltura dos prisionei-
ros ueufcbatellezes. Represen! iu ao ron-elho fede-
ral que a honra da Confederaban nAo seria compro-
metti.la de maneira alguma, pois que nAo era a- re-
clamaccs da Prussia, mas ns lolicitafjOe) da Iran-
ia que concedera a soltura dos prisiuneiros. Por
oolro lado, o governo do imperador nao deixou igno-
rar os felizn resultados que poderia ler esla conrea-
sao, pois .oc luraava-se para a Franca urna espe-
cie de obrigarAo impedir qnalquer cotillielo aria lo
e fazer calreos para obler de *l"-rei da Prussia nina
solucao definitiva da queslAo, couforme os votos da
Suissa.
k Desgraridcmetite estas cons-dtracr.es tilo pru-
dentes nao foram apreciado ; os conselhos (la Fran-
ca foram repelllos, e o guveino federal preferio ce-
der anles ;;s nilluciicias uemacogicas que se acitam
em lomo .le si do que ceder a conselhos benvolo-
e inspirados uuiramenle pelo deejo de resolver ami-
gaveltneale urna qnesISo que, ha muito lempo sus-
pensa, podero, complieaodo-ie, perturbar o repou-
so da Europa. Assim, a Franca encontrn, por um
lado, urna nbslnarao laiiieolavel, urna susc.plili.li-
dadoexagerada c urna in.lillereura cmplela dos seus
cooselhos ; por antro, a moderarlo, o desejo since-
ro le-lern-in ,r nina qnealio dclicida, urna deferjn-
eia corlea para roma sua iluacao pniitica. Portan-
i.i a Sois a rise llevara' espaiilar. se, na manIm
dossiiecess.ii, ;.flo encontrar a boa volitado .le que
lhe era .'il aasegurar-sa a' costa iie um sacrificio
in-i-r-i*'..-.....e.
E-IJ n ]aa tm om carcter inteimmente ofll-
cia!,e q sesnnos a forma eealylo, me parece dic
ada rnprio imperador prodozio no poblieo
i" rMi!; aenaacao, cao principio julgoo-ea
,.... ...,.-, entran Prussia e a Suissa era loevila-
v. i. m r';. o ovorun de Berne recusara areilai a
ce! d r/ln .,cl;>lt.ir es pr.sioneiros .le Neufclialtl ,
leil- o-ie ha iohriderado por el-rei da Prussia co-
mo i lias-; pritcipal de qualquer ajosle. A cir-
C'im Suissa era lambem considerado como mai grave,
pois (|p nenlioma polcnrin era mais Biapnsla pela
- e nis haliililidi a ervi-1a. Cnm ludo, ain-
lloje julga-se com loda a certeza que os projeclos os valiosos servico*. qoe a aenerosidade^do p..vom-
ita Inglaterra sobre a Italia esto definitivamente glez presin ilia da Madeirs.
adiados e eis a razAo : como sabes n Austria lem a A repelida escasez das colheilas, commuin a
grandes inlefestea na Ilalia, e imporla-liie que o so- quasi toda a Europ, lem inlluido e continua a in-
reg.i se maiilenha na pennsula, p..s que qualquer finir na srle das classps menos abastadas. Reconhe-
abalo que tivease lugar em Napol-s lena imrnediala- cendo a eflicacia de um svslema liberal as relaces
mente repercu-sAo as provincia- lombardo vene- commereiaes, o raen cov-rno pr.ilongou varias me-
iianaa. Ora, a Inglaterra julga ler nesie momento didas tendentes a abastecer os notaos mercados dos
um craiioe.interes-e em se aproximar da Austria : gneros de primeira necessidaie. Elle vos dar
erici.nlrou no coverno de Venna om apoto, na nc- conta detall medidas, para as quaes, bem como pa-
rasiAo das difficuMadea que sascilon sobre a execu- ra as causas que as determinaram, chamo a vossa
jan do tratado de Paria. Assim, quer ser agrrdavel especial atleuro.
a' Aotria c a melhor maneira d provar-lhe as suas Repulo o'desenvnlvmento da in-lro.-r,-.o pobli-
DOia dispo-icr.es he cessar qualquer acilacAo na lia- ca corno urna das prinripees, senAo a primeira das
lia, boje especialmente que n imperador Francisco necessidades do nosso paiz, como a base mais solida
Josn se-cha em Veneza, e se prop visitar Millo. I mais duravel para todo n melhoramenlo foturo.
Be falo o que explica a inodaura que se realisou na i Confio, que esle objeclo, de um inleresse vila! para
poltica ingleza. nos, vos merecer' os cuidados de que elle me parece
A allenran dos estadistas da liraa-relanha esta' digno.
lm:" rom sfteito vollada pira nulrn lado, e he no
inleresse da prenccupac,iies mu diflereules que ella
poepa a Austria. A guerra do Oriente esta' termi-
nada, leve ns resultados que se previam, pois que
a Turqua se acha d'ora em diante verdaderamente
ni le......leu i f e que por minio lempo a ambica.i ros-
sa ja alo pode aspirar a apoderar-sede Conslantinn-
He sobretu lo para a nslrurc^o primaria, para
cuja generalisai;Ao o meo governo vos aprcsenlar
as necessarias prnpostas de lei, que nesle momento
chamo a vossa atlencAo, posto que nAo considere
me ios digna de a lixarem, a secundaria e a su-
| erior.
O incremento que neales ltimos lempos lem to-
pla. Mas Inglaterra t-m mleresses muilo mais rnado a emicrac.lo, .nrmenle nos districlos do Por-
pre-.iosoa do qoe os da lurquia a proteger eonlra a 110, Vienna, do Castalia e llrara. merece urna sena
llussia, tem que pre-ervar de u-a lutura invasAo
s suas astas poasessSea da India, e he a Piris
atlencao. O meu governo sobraellera* a' vossa ap-
que ii nina Bnjergsncia, sena o camuiho que devera
cnduzir os eterritos moscovitas a Bombaim e a
Cdculla'. Ora, ueste momento ageren existe entre
a l'ersia e a companhia das ludias. A tomada da
cidade -le lleral pelas tropas pena*, fez que os po-
lticos de I..mires alcassem altos grito-, e se esla ci-
dade licar nas inAos de Schah.o cami.nbo que conduz
a llencala se achara' sincularrnenlc abreviado. Por
oulro lado, um tratado de alhaura ollensiva e def-
fensiva lica a Russia a' l'ersia, e secundo os termos
desle
| provoclo as medidas qoe tem por acertadas, para
diminuir a cravi lade desse mai.
r Apreciandn devidamcnle as causas a qoe este
incremento se pode altribuir, espero, que legislareis
do man. ira. que realmeule se atienda ao bem es.tar
daquelles diStrictos.
Tem progradido com a possivel actividade os Ir-
balhos pblicos, qoe estavam encelados em julho
ultimo, e assim algumas estradas priucipaes se po-
dem hoje dizer concluidas, havendo-se dado prin-
cipio aberlnra de oolras. Em outubro abrio-ie
Sil!
lhe repito,a o-peran^a de harm
nraar ns dnai
tanda maiores vanlacena commerriaca une aa do ira- I parles aird:! n?0 est inleiram"rile perdida. Toda a
Al'eminha r-i. uterewada
mi previnir | guerra : a
do para esle lim urna parle dos lacros para um fun-
do de reserva.
9e falharera as tentativas para salvar eile navio,
com com razAose receia, sera' esle o nono barco I ldo da Nankim, alias illndido compre idas aolcrr-
a rapor que a companhia lem perdido desde a sua dades Alineas!. Ocnmmrrrio desle pala, porm, ene
formae.io, a saber : o nMedina.n que nanfragua na I ve na arlualuladc snas IranaaefOea com : China pa-
ilha do Turco, oIsis,que foi a pique nas para- radas, nAo parece ser affelcoado I am emeibinle
gens le Bermuda; o Soiway,.. perdido nas coalas I estado de tosas, e at lem j sido panucadas al-
de llespania ; o Actacn,. nas aguas de llespa- i cumas correspondencias devanas nagociinles, con-
nha ; o ..Tiveed,.. no rochados d'Alacrane, no col- j demnando a poltica do enverno inglez a ele res- i facam preparativos COnstderaveis, ha anda i.iiilas
pho de Mxico ; o uForth,.. nos mesmos inchedos ; paila. esperancas de que n conflicto nAo acabara em holi-
Auitria ncpecialinonte empresara' iodos oaaepsea-
lonos psra previnlr um ronllirlo, pela ra/an mol
limplesi ds une a Snisca, i-m ci.nseqi.cncia da neoea-
idade d defender-se, seria lilve ohrica.lo a apel-
lar para ; s paixOei deinacogicaa e revolucionaria
que po ion, aremler novas incendio na Italia e na
Allemanhi. Assim emberi de ambos os lados aa
ouAmazon,qoe s inceudiou no alio mar;.. Tay, \, roreaa navaes biitinnieai se arham anda no
qoe naatVagou no Cabo Roto no golpho do Mxico ;
e agora o Tvne, em Si." Alban's llead.
( Jornal do Commercio de Lisboa
O vapor aLvonnali.O capitao do brigue aBeaa-
ly, diz a Patrie, que cbrgou do porto d'Hll.fai,
declaruu ter ene mirado, na sua derrua para a Ja-
maica, a O graos de laUto.de norte, una en.baca-
cAo do Lyonnai.
AambarcajAo era pintada de branen, e eslava
virada de quiiba ao ar. epois de a lerem volla-
dofcachoo sa dentro um pequeo barr), urna bola
de salvajao em qoe se lia a pilivraHavre, urna
camisa branca, e um lenco de algibeira de fina
camhria com as iniciase de F. E.
A embarcaban linha um rombo a estibordo. Os
nomesLvonnais, Havreestavam marcado! sobre
o barril a boia de salvarAo. Na so euconlroo niu-
gnem a bordo.
Segundo a lista dos passageiros que haviam em-
barcado bordo do l.yonnai, o uinco nome que
lem algoma analoga com as raiciaes F. E. he o de
madama Francess, urna das passaaeira.
(Krlrahido. )
chalet, st.h ron tienes de ser rcronhecida em favor da
Confederaran a independencia daquellc principado,
u'o que desiste el-rei da Prussia per influencia dos
cabinels de Pars e Londres. E assim fleri resol-
vida essa cfueslAo, que ia trazando a guerra.
Os prisonciros do Keufchalel foram oltimamenle
acompanjiados tt a fronteira suissa, sendn banidos
do territorio suiaso ale oue obtenha a confederaras
por meio de negociares a promessa, que lhe faz
el rei da Prajali da desistir dos seos supposlos di-
reitos. O exercito r/a Confederaran oomejou ja a ser
licenciado, e a Frussia nAo decrelnu alinal a mobi-
lisaeie das for^a cnm que pretenda Invadir n ter-
ritorio helvtico. Eis-aqui o calado em lira essa
grande queslAo internacional, que boje nao intimida
mais o publico pelo receio da paz.
As noticias de aples nAo sao da nenhum modo
satisfactorias, e pelo contrario deixam receiar muilo
pela tranquillidade daqnclle paiz. I.'ma cerla fer-
meulacao rel.ells se nolava no proprio exercilo
napolilano : em varios pontos da Sicilia linhamap-
parecido indicios de urna nova revolurao. O l.arAi
Bcnlivenga, chele da revolurao siciliana em novem-
bro ullimo, havia sido fuzilado em Palcrmo no dia
20 de dezembro prximo passado. Duas exploses
liveram locar em aples, as quaes leem sido atri-
buidas ao partido revolucionario : a primeira foi
n'om dos nr-enaes da capital, c a secunda a bordo
vapor e por um nvoero extremamente denso, deu c'a fraS',,;l a vapor "Carlos VII, que fici.ii inltira-
i cosa naquelle panto, a duas mlias de Ierra fir- \ menle destruida. A polica porm nin pede deaco-
Ime. Sem haver recebida pillo por causa do mo I Dr"r noJ" u* "loaja de scmelbantes acios. El-
lempo. procarava o commondanle do T\ne entrar rei Femando conlinoa a lazar algnmaa amnistas,
j em Soulhamplon no mesmo da 13, e>n que enea- na*'odas anda com condc.ea lao apprenivasi que
I lliou. Felizmente, porm, os passaceiros e "uari.i- i os *,P'rlo se arham do mesmo modo irritados.
CDliRESPQNDEXCIAS DO DIARIO DE
PERXAMBUl.o.
LONDRES.
22 de Janeiro.
Pelo vapor Norman, de Soulhampto.i, remello
esta rorrespondencia, nesla occasiao enmpre-me
infelizmente narrar o naufragio do vapor Tyne,
qae vinha do Brasil ltimamente, e que era espe-
rado em Soulhamplon deade n dia 7 do mez correu-
le. O vapor Tyne, que se2oirade Lisboa sem acci-
dente al ao canal da Mancha, veto ah naufragar
na cosa de Inglaterra, jonto da ilha de Purhech.
havendo enealhado debaito de um mar mili agitado.
Pe no dia 13 do crranle, as ."> hura da manba, qae
aqnelle paquete, navegando cnm toda a forra de
1 li.ladcs sngrenlas.
Fora verdaderamente urna vergonhl qu nina
causa lAo niiseravcl e lo pequea dbeasionaase nova
goerra, quando a grande queslAn que us eonservon
dorante ires annns sol. as armas, vai recebe.- por
meio de ama ollnna reuuiAo do cougresso a ana so-
turulo definitiva.
C.m elleilo, he boje reiloque o cungressn de Pi-
lis se reunir no lim do mez, para eslatuir sabr as
diflicuMadts que susciluu a etecurao 3U de mar-jo. Aasaveram que tudo esla regulado de
anlemlo, e que a trela dos plenipotenciarios se li-
m tari a a-segurar os novos protocolos. Assim ss
pineiros |ilenipolenciarios nc.irio dispensados da
inleresse he inauler-se nas boasreiacf.es com a Aus-
tria, suscitando o mais possivel a Russia embarazos
na Europa.
Aqu nao ha nada novo : o nosso governo comer
a cuidar nas eleiees geraes, que deVem renovar in-
tegralmente o corpo lecisialivu. Como o sull'ragio
universal se acha em pleno vigor enirc n. eslas
eleiees lem mui grande importancia, pois que de-
ver.lo le.l-muuhar o sentimenlns do povo. Posto
que os part los pmcurem de aulema.i influir na
eleirf.es qoe devem ler lugar no crrenle auno pro-
timo, esluu convencido que a popaljrutade ,1o im-
perador Iriumpharj' de todas as mailoarai dos seu
daaaflacloa.
Na Heapanha o governo parece decidido a resla-
b'leccr n. unpnslos indirecto que a revolucAo de
I8.i."i -upp.iinira. II- urna prudente medi la, sem
a goal nao seria possivel ealabelecer algum accordo
nas (naneas. Entretanto, o governo bespauhol aca-
bs de fazer ueste momeis um uovo empreslimode
jOO milhiie.s de reales.
LISBOA
li de Janeiro.
Abriram-se as portas do Jano parlamentar, at
que a provisoria paz rom que oa ardores doeslio
d.lo treguas ti hostilidades Iribuniciaes, venha cer-
rar onlra ve* aquelle lempl... ond resides, as rha-
vea de lodoa oa noasoa enigmas potinco; Comecs-
ram a aprfeiafOei da imprensa aa diaenria do ibro-
naadocuineniii bifronle da lithurgi*.represenUliva
qoe os aurospieea dos Bonos lempos eostomam es-
perar c.m avidez, para o comentaren] iem nie-
dade.
Protpitil ttrtpUU. O passado o o futuro de-
vem achar-se all desenliados a crande traeos,
quando a eonaciencia d gabinels confia na proprio
experiencia, e tem fir.nes aspiraees, que a forla-
lecam.
Pelo dedo se eonheee o giganta. Os rocanos do
arluaes mini-l.i.s salga juica loa pelo paiz. oque
nao poderam occullar naqii. II- discurso inicial. A
sua posicao seria muilo invejavel. sango livassein de
apresentar-se n primeira leci-lalur. da sua geren-
cia para ju-lilienres bem dilliceis realmente.
Aa necociaces com a Santa S tem s? fciio a lea
da nos-as Penelopes minialerlaea. Se se nio Ira-
las da Cuna romana, dlr-S-bJa, que perlenrem
a fbula. .Odeseulace daqnclle negocio que e an-
niincia para lo breve, vrm all prnmeilidn rom
mvsleria ain.la. que se inclina a oninio a cuiacpiicioai tame o ciramento da receita o de-pe-
/a ceral do Bata lo para o anno econmico de 1R>7 a
IX5S, e a pr poias .le lei qaa a nececsidadei do ser-
le desenvolver o no-so commercio mlerno.c.nsli-
luem um estado de cousas, que de maneira alguma
pode ler louga durae,An.
Assim, colloeando-voa a frenle da opiniAo publi-
ca, que nao eeaaa de pmnanciar-se aberlamenta pela
nece-sidad'e de(mei;iorar a condicao material do paiz,
lereis de etaminar alleulamenle as propostas que o
mea governo vos ha de apresenlar para a conlinoa-
cAo da va frrea al a fronteira de Uespanha ; para
a cnistrureao lAo vivamente reclamaJa. por todos os
Hiteresass eennoraicos das provincias do norte do rei-
no, da via frrea de Lisboa ao Porte, e para o prote-
cuimenlo das estradas que virao dar maior rnuvimeu-
lo a essas doas grandes linhas de eommuniracAo.
Confio qoe, occupando vos desle objeclo, vis nAo
poupareis a irab-lbo. nem vos recusareis aos sacrifi-
cios que reconhecerdes indispensaveis para a satisfa-
zlo He urna das primeiras e mais argentes necessida-
des do paiz.
Nenhum objeclo he na actualidade mais digno da
despertar a vossa altenr.au, actividade egnljcilade.
ii O etercilo continua a prestar uleis servico- ao
paiz, e da-mc a confianza de qoe compreheudera
sempre os seos deveres e n sua posic,o no Estado.
o lomareis na devida considerarlo as medidas que
pelo meu governo vos serao apresentadas para me-
Inorar o estado da no-... mantilla de guerra. He om
aasampto a que a iiercs-idades das provincias ultra-
marina, sobreludo, ana obricam a altender desvela-
damenlr. r.
O arcbipelago de Calm-Verde lem expsrimenl^-
do graves calamidades, em coiisequencia og escassez
das colheilas, e das epidemias qoe ntiligram os seus
habitantes.
.< Oriundo, os subsidio volados para estl provin-
cia na ultima ses-.1o legislativa, as medidas lomada
pelo meu governo e pelas aatorida.!.- locses, bera
como as suhsrripces devidas a generosa beneficencia
de naeioaaea e ealrangairos, tem concorrido para tor-
nar menos duros es padecimeutos daqoelles im'eli-
zes.
o O.gnvernn da Grin-Bretinhi e os Estadas-U-
nidos leudiram rom valiosos aoxiHoa aquellas libas.
A o-le, ssim cuino a o* nuimroos subscriptores,
lano porlogoezea, como do diversa? nifSea, cuja be-
nevolencia e exercea em favor r!ns povos daqoella
provincia, me arraz lctcmnnhrr /^erante \-j\ a mi-
nha gratidSo.
o Senhorea depotadoi da naelle p?r'.u;nc7a :
a Ornea ministro'da fazenda rabiailara'aa vosso
absolver os que- dovidam dn modo porque p resnl-
a qneslo. V. aeata, como em quasi todas a
mar Negro, apc/ar.da tolocfJO que evo a quesillo
entre a Russia e as Potencias Occideiilae sobre a
etecuco do'tratado de paz. Enlrelanlo deverflo
ellas deitar em breve aquelle lugar, vislo que a
Austria vai evacuar sem demora os principados da-
nubiana s.
A quesillo prussn-suissi foi finalmente resol>i sem allerarAo da paz europea. Por mediacAo da
Franca e Inglaterra, acaba a assemhla federal -uis-
sa de aceitar a prnposla que liie fizera o governo
federal de sollar os piisioneiros pulilirn do Neof- a-sislir as sessOes excepto o ronde de Waleuski, que
Dilo Ao juiz de paz prndenle da junla qua- .] ""la lis fo-sein, de-.-onlando-.o'nn lempo do ene i-
lificadorada Vanea, acensando recebida alistados ;'n'anto o de prisAo, i-m vinudeida seiilenca, avei-
cidadAos qualificarlos volantes naquella frccuezia.
em o correnle anno.
Ignal ao presidente da junla qnalificadnra de S.
Fr. Pedro (ioncalves.
Dilo Ao director das obras publica, inleiran- i
do-o de ler inl-f-rilo o reqoenmento em que o
arrematante da obra do ... lauco da ramificaran da
eitrada do Cabo, Bnlo Jos Piras, pedia para er
relaxado da multa que lhe fora iniiusli cun en-
campano da mesma obra.
Dilo Ao masmo, aecusando a recepcao do of-
liando-se esle desenlo, e a perda das vanlgens us
re-peclivos litlos, como esl por le determi-
nada.
lie,
io a que veio anneta a relacao dos proprielarios
Assigoado. Jote Joai/uim Coelho.
oi
6
Xaufragio dn epnr Tyne.
.i O vapor Tynmpertencia a companhia inglcza
denominadaBoyal Mail CompanyI era urna das
suas mais bellai e foi tes enbareacfies, que fazia o
servico na linha do Brasil. Era um vapor de fer-
ro, e pelo sistema de roda, leudo .ido conslroido
de II casas, qua devem ser demolida para a etecii- em .New-Caslle em 18.11. .\ ana lolarao era de
Co do 27. lanco da e-Irada da Victoria, e dizendn
m rcspoila que approva o ajosle feilo com esses
proprielarios, para consaulirem em semelhanle de-
2.18 sealadas e forca de ISO cavados.
ii O Tyne vinha dos porloa do Brasil,donde ha-
via cheg'ado em S do correnle a Lisboa, e d'ahi
c,lo poderam salvar-se, sendo levada a Ierra no*
j escaleres 1o merao paquele, e em muiros qoe ha-
j v.ai.i Ja' acudido em soccorro. Urna nica desgrana
j bouve a lamentar pela perda de um marinheiro de
i um dos boles de salvacAo, que fr. mandado em
I auxilio dos nufragos.
At boj o vapor Tyne B se acba anda enralha-
t do, e epezar dos esrorros fcitos para salva-la, nen-
hanu esperanca fia de um feliz resollado. A com-
j pinbia parece resignar-so a salvar su a machina
i .leste vapor, c para isso se dispe cnm ippan Ihos,
i gna vSo ser usados, anda qos sem grande esperanca
di bom aaccesso. O passaceiros, vindosg bordo do
i vapor Tyne, se acliam salvos em Londres e oulros
I pontos; e as mala', assim como o crneamente,
j lambem a bordo desse paquete, foram salvas, bem
: que algum lano avahada.
O paquete qne legalr |iara o Brasil em !! de fe-
vereiro, em vez do uTyoe.a he .. aHadwa), que j
j fer algumas viagena de Snulhamplon para n Rinde
Janeiro, n M i .. be vapor seguro e de excel-
' lente marcha.
I Esla companhia de vapores, a qae perlencia o
O assas-ino dn arcehiapo de Pars araba de er
condemnado a per. de morle ; appellou porm
para o imperador, de quem esr.era chter rommu-
la{Ao.
El-rei de Sardcnha abri o parlamenlo'sa
dia 5 do correte, pronanciando nm iiiscoro chcio
de eolhoiiasmo pela importancia qne o Piemunle
jem adquirido depoia da goerra do rlenle.
Os descontoa nesla praca rabirim a i. ||2 por ti|0
a 7a dias. Os fundos brasileiroa leem-sc conservada
firmes.
I deve presidir reumAo. Os membrrw da coneren
ra ser. i o pela Russia o lnr.m de Brunnow, e peii
Inglaterra. Austria, Prusaia, Sardsuhi e Turqua, os
uiinislrns .Dslas potencias acreditadas junio a corle
das l u.lli nas.
Ouauln.i dilTerenfa da Inglaterra e da Franja rom
a ciiric de aple, j nao ie trata diiso, embora aa
relaces ssrnpre inlcrrompidas. Nao sei com certeza Inglaterra teve alguma parte na m-urreico que le-
ve lucar na -Sicilia, mas e esperava tirar partido
deste incidente, os seu calculo foram completa-
mente mallogrados.pos que a iusurreifAo oooca foi
seria e esla hoje sullucada.
Oulro larlo acaba de airabir a allencAo sobre a-
ple : el-rei fui ool.jectn de urna tentativa de as-
sassiialo : ais aqui os promenores qae colhi em os
no-sos joroaea acerca nesle aconlecimento. Era o
da da lala da Immacolada Cbnceit}3a, s de dezem-
bro : el-rei aaaialira com toda a lamilla real a urna
mits.y dita no campo de Marte pelo e-moler miir.
Os minrsiro-, os generaea, ns grandes dignilarios, n
corpo municipal e 21 mil boinen de lodas as ar-
ma se achacara lambem prsenles a c-la ceremonia.
Depoisda miela, el re. leudo a -eu lado lodos os
principes di sua familia, mandara que o exercito
eterulass grandes manobras e presidia i desfilada
das tropas, quando nm soldado joveik, perlenceiile
ao lerceiro batalhaO de CAcadores a p,. lani^and .-se
sobra sua mageslade deafec.'iou-lhe urna baionelada
que felizmente fez una leve l'rri.la na (nula da cs-
leila inferior da direila. O golpe foi dado cnm ta-
maita forca qoe a baranda veicou. o uaassino.
iinniediafimenlc laucado por (erra por um cot'atiel
de hussarea, II. de La Toar, qoe servia ie oflicial
de orden a el-rei, teria sido cravada de mil golpes
pelos carneradas, -e nao lossem felizmcrru imped- !
dos, poiaimporlavaconservar justira ete infeliz'
instrumento das sociedades secreta-, o qual bradou
no momento de ser preso, corupri o meu manda-
to. i> O assa-sino se chaina Milauu, naceu na Ca
latira : turnara parle na insurreicAu de ISS, mas a
cteineneia de el-rei u amnistan em (S12. Introdu-
zira-se un eterclu por mciu de papis falsos. I ma
eommiesso militar vai pronunciar sobre a sua sorle.
Entretanto, e-ie crime, evidenlemenlc provocado
pela paita., polilica servio inclarin-nlo a cau-a de
el-rei de aples, que tornou-e nnrs popular do
que nunca. Em a noile de ;i, toda a cidade se illu-
e no iba aagointe, lioava urna reeepego geral
no pa.;o,-e.fnais de des mil pessoas de loda as clas-
ses, foram apiesentar s-.as bomenageus a e-r*'i. Os
inclezes quo residen! em aple, em mai grande
numero, quizeram aassiciar a sua liouien >c?m ana
populara c assitmaram urna ca oroaa meiisagern a
I rei para Icliclta-lode ler escapado ao ferro do
asaasiino.
E-la demaoalraflo doa ioglezas he bm novnt Inui -
CO da mudan.; i que -; .ipet'uu na polilica da liraa-
Bretanha. Ja lhe dase como lord Palmerston im-
pellira a Ir.mea a romper Com a corle ue aple-,
-ol. o pretexto deque ,i coverno napolilano ngo era
1.asame liberal. A Franca por condescendencia pa-
ra con; a ana alliada, consentir em retirar de Na-
LlCia-
u-a- se
qiiealoea inlernacionac, n modo, he ludo.
Os tantalios de agosto airavossain a discurso cnm
toda as precanees oratorias, para que na cencida
Com que e enlrem.is'.ram. fique supprimida a bu-
llirla dns des.rerln e ralla da enersja goveroava.
com qua e hooveram as aotorMadet.
A diaeasala da rermala ojwllo manireato minis-
terial deve ser animada c ferlil em incidente! pooro
lii.ingeiros a taaeSa.
\ contraoicrao liacranlo. em qua *e ach a aeii-
vidade inenleada por aquella ducumenlo, em rala-
cao aa- Irabalbos publico com as portara reeeirle-
manle dirigidas a directores daa obras publica
re:onimendando-se-lhes a reduccao do numero dos
operarios, eslabelecendn ao mero lempo o arbitrio
da luacAo dos salarios, como prerosaliva dosempre-
zarros da industria agrcola, lem de provocar sin-
golares etpticacr.es.
E a qoe te i.o nhrica o ministerio ".' As providen-
cias couira a. emigraran das proiincias do norle, a
reforma ala insiruccAn publica, e mnrmente a pri-
maria, e sobretodo a queslao do fazenda. sio oulros
tantos pontos capides, que prendan) sebremodo a
eipecttiva,do paiz.
SabirAo o adose ministros linalmenle absolv.
do pela opinISo, depois da longa peatfoncia que vAo
razer ao parlamento? Estaro aa seo projectas na
erdadeira aliara, qoe sxige a poir>. especial, em
qos se collocararo, quando aceilaram dasruAosdo
soberano n re-p usahilidade dn poder? /
As cmaras aioddnjo pasaram dos trahsllios pre-
paratorios para a -na conlilnic.lo inieraa,
A' Aes depulados preside provisoriamente o.Sr.
Francisco de Carvalho, decano .laqiielln assem-
hla. %
l>iz-e, que o gahnele nAo em candidato seu i
presidencia da cmara electiva. Indigila a upiniilo
publica o .-egoinie depoladoa, St. : Manoel da
Silva Pasaos, Joaquim Filippe di- Soure, Vrenle
Ferrar Neto Paita. Mannel Antonio Vellez r'.aldei-
ra Castello Branco e viscan.le de Porto Carreiro.
que formarani provavelmenle a lisia quintupla, que
aera' apresenlada a' eaeolbl do rhefe do eslado, na
eonrbrmidade do ari. 21 da caita constitucional.
O dnqne de Saldanha fui convidado pelo mini-te-
rio para aretar a r.nrnracAo do vire-presidente da
cmara dns parea. Parece, que se oacosaa/a, dando
por motivo, que nao cont.iv* ir an parlamento eala
se-Ao. A instancia dnpliraram, e a nomeacAo
appareCru na folbl oflicial. Diz-se, qu? omarehal
persiste no que declara ao presidenls do conelho.
Depois da morle do duque de Palmella, he a pre-
sidencia da enmara ari-locralca oceupada pelo car-
di-* l palriarcha de Lisboa,
.\s n dicono do throno :
n Dignos pares do reino e seuhorea depulados da
nacAo porlugoeza :
Godrtoaianente venho bojacomprir cnm u pre-
eeito do.an. (8 da carta coialilucional da monar-
enia, c lelieitar-me comvosco por me ver rodeado
do represenlantea da naci.
Conlnnam lellzmente a nnssas Loa relace-
com a-odas as potencias a ad-s da orna portu-
cueza.
ri Ai negociaciies eo.-n a Santa S, sobre o real
padroado do Oriente, denln, em ponera niase arha-
rAe completa 0 decorosamente concluida. Ser-vol-
ita presente o tratado, que inevilsveis dilliculdades
teem f-ito demorar at acora. Esle ajusle amica-
vel entre a duas pnlenrias ir de nina vez. por ter-
mo s riissensOes, que allligem os calhulicoxijaquvlla
parle do mundo.
A Iranqnillidade pnhlica. momcnlanaamenle
alleada na capital, por elTelto da caresta das su!.- Doma ilhl feracis-im..
I- neia. tem sido maulida nos ilili -rentes panlos da' Al n.diras da expedirn exploradora .las minai de
vico poblieo rrrl.m.vn.
A arreradarl. doa impnslos res;rto-so da inflo-
enca que a eca-sez da i're.liicrr.es leve na fortuna
publica. Prestando a esle imporlantlVimo objeclo na
cuidados o desvelo, qoe elle reclama, nAo deixareis
ds reconherer a Instante necca-filsde de melhorar por
meio de acertadas medida, n ealaJo da fazenda pu-
blica.
k Dicnn pares dn reino, c senhores depulados da
nacAo porlugueza:
o Ao declarar aberta a ess3o ordinaria dai cortes
geraes, anima-mc a liaongeira esperanca deque, ava-
liaudo a luz do principios do govemo* livre a vo-sa
importante missAo. e desempenbando-a, como o vos-
so esclarecido pairioti-mu me assegura que hateis de
faze-lii, contribuiris, quinto eo o deseju, para a
prosperidade do paiz.
Esta' aberta a scs-iio ordinaria.
l'uhlicararn o jnrnaes do Porte a reprodoziram os
le Lisboa a repreen!ai;,lo redigida pela commisso
eleits peln nomerosn mreling convocado naquella ci-
dade. rujo espirito ds iniciativa em loda ai queitOei
de inleresse vital Ihe da' ama decidida luperioridade
obra a capital do reino.
Anda qoe a cifra aaooal da etnigracAo portugue-
za para o Brasil exceda a 13.000 colonos do conti-
nenle e 7.000 de Acores, nao he de temer, como
bem diz um dos nossaa.jorr.aei que melhor Iratam de
quesi&ei econmicas, ngo he de lemer digo, que se
deipovdera a nnssas provincias. Todava ha muito
de ignominioso para o-pais nas circumstancias com
que ie pratica a alltciacao, no modo porque se ope-
ram os transportas de l.lo comideravel numero de iu-
felize, e no cootractos leoninos que esperarn a urna
eran.la parle dellea.
Nesle necocio ninguem de bom senso vera' urna
oiicem de desiulelliccncia entra os dous governo,
cua relaces aungavessAo gaianlidas por linios la-
co de familia e pelos mais agrados interesses de
dous povoi co-irmAos. O que he verdade porem,
he que as corles Itgistalivas corre elrirla nl.ncae.io
le reconsiderar o imperfeilo das leis, e he de suppor
que o no-so rrpresenlante na corle do imperio. rji
incumbido de negociares perante o II roo hrasilei-
ro, aliin de so proverde remedio por meio de um
convenio eulre os doa paisas aos abusos pratica-
dos.
Canana aqu ba-lante mnM(9o aquella mcouide-
rada e inconvenjentlsaima correspondencia dirigida
ao Comi Mercantil do Rio de Janeiro, e muito
se apreciou a energa e pru lencia com que lAu dig-
nani-iiti' "iiir.io u iquelle descrai^adoconlliclo da im-
prensa, o Dr. Jos F'elicano de Castilho, seb opseu-
doutrni. de LWfilttHKii
A opim.in geral, repilo, he qae esla qaeslaoda
emicracAo, sera' das primeira de que o recem-aber-
to pailamento se vai occopar.
O resto perlenco a' diplomacia, e n bom exito,
he assegnrada pelas ptimas relatos, que nAo poJem
leitr da etisr enlre o Brasil c Portugal-.
Creio que a cncorreniia para lodo he ba. Oiiod
bonm, ubi que bnnuin.
.\ rnloniaacAo para as i:oias colonias africanas a
indiatieas, vai entrando n'uma senda mais favo-
ravel.
Acaba de formar-se urna empre/a para a explora-
c.lo daa mina de cobre da liba de limar, e vai para
.lli partir urna azpedicSo, a' qual se accregsra' des-
de ja' nina culotua de chin, ceule indastrn! e uli-
liaatma para a arganisaego de novo estaheleeimen-
to. Se a empreza prosperar, mandar-se-hao hul-
ear ao reino easaas ile colonos, e lu lo quanto fr ne-
raisario para aa formar orna povoacAo importante
PAHIS.
21 de dezemi.ro de 1836.
A' medida que aadiflicaldadei suscitadas pela ase-
cacto do tratado de Pars s- tai. aplainando a apro-
ximando da solurao.n iiecK'in de Nei/f.-batel toma pro-
ponaos mni- graves i- pacer am arara paz da Eun pa.
Ja lhe narrei cala diReseuga que -e manifealon de ie- i poies a aaa legacgo, a > mesmo lempo que
panie mire el-rei da Pruasia e a Contederhc.Ao bel- i ierra chamava a legarJo brilannica. Aa
vlica, e j.i lhe di*e qne na minha firme OplniSo, a aihavain ueste pi-, parque a corle da Tnilerias
guerra era imposvel, e que. celo ou tarde, a me- i -e quizera prestara fazer contra aple demnn-
uiac.io de alcuma polenria terminarla a eonlenda. I tracOes ameacadaras e linha por r,.nequenria pa-
A minha eonviccgo sobre esle punto he empre alralysadoa Inglaterra qae boavera 'ilo moits fcil
mesma, mas com ludo devo nomear-lh. u laclo im- em linear a perturDICi.....s estados napolilano,
portante, di que os esforcos do imperador doa frau-1 para adiar om pritexlo para apossar-se da Sicilia.
monirchii.
se o nosso territorio novainerile invadido pelo lia
cello do cholera morlu--. Amiior parta los dis-
iiu! do reino i-tneriin*ni.i*m maia oa menos o
-en- desIrjidotes^Ja'Tios, a mai que todo o do pon-
chai, onde liT cm pouco lempo fez Biibirea de
victima.
ii O meu coverno empregoo os pos-ivei esforcos
em loccorrcr lodos o, ponina invadidos por aqoelle
mal, e pare anxilia-lo nesle njpenho, me he acra-
d.vel poder dizer. que em Indas as rlasses da aorie-
dade eneonlroo o rrdo pelo servico puM co, e a ca-
ridade rhrislia, qne o poyo portogaez folga de
etercer.
A beneliceneia do e-tranhos nao loi insensivel
bre do Ambriz, -Ao cada vez mais animadoras. O
Alemlejo conlm ama infiniaiada da baldos, cojo
arroleamento he f.iril da jinunover por meio de al-
guntas di-posires legillalivaa.
A atlencao do govafjM lem-se neales ullimos lem-
po^ empregado proreilosamenlepara u melhorameo-
(o da UO--.IS provincial ultramarina.
En I ronciirreiiria eslal.elecida.
Saibam as po|ialace qua alimentara a emicra-
clo, qaaaa as vaniegena proposlas na colonisacao
americaoa, asitica ou africana. Seja-lhe dada a cer-
teza de qua se Ihei nao soptusmarAo os contratos. A
libertado d* esc.lha, Ibes he garantida pela lei fon-
damenlal. Conciliar .so-hilo todos os interesses e ler-
minir.io d'uma vez para sempre n faelos de.-gra-
lavis, que iudrcnam nesle momento os Lomen- da
desgrana dos meu subdilns. Apraz-me dar aqui bem dos dous paizes.
um solemne lesternanho do apreco. em qae tenho' {_Creio que o peasameato predominante cm Porto-
MUTILADO
ILEGIVEL
..
- -.



gal. he rsre, que a opmifu pebUu do Hra-tl re-
prova aliamenl- o beta, que rm lo vaslo lerrilo-
riuescapara a' vigilancia e li-calis-cAo do poder.
A Mea opre-eni-da o.u alguna rio. n .s-us cumpa-
Irtol.i- r -idenies mi impei. de elevar a nossa lega-
r.! nu Kio, categora da de Londres, pelo menos,
foi wi muXo bem lecebiia.
He ile crer, que a Minlo de-te negocio se nAo fa-
r i esperar muiio lempo I
A Hiipren-a lem ltimamente i i.pi. -1 i. 1 <. contra os
r-ceto-, ijais nu arenas protiuncidtl.is.ile un asonte-
OillMitla pullllOO reaccionaria, un sentido absolutis-
ta. Cusas -So sslai de (ai nalureza, que m eom
baa fuu lmanla, ae Ihe. pude aseverar a veraci-
dado e o alcance. Es.cs fon lamentos, portal, lie
que n|o ei que etiaian liada.
Ha na-, iIi/jh a a Revolele :
" 4,*"*? asara N u al. A cuii.j nao ; que nunca esleva lio secura
como desde, quau lu coneedeu a,i puv.i loda as fran-
quas, lodos o dirello., alevao lo-o por es.c eslimu-
lo moral. iMarduamio e honrando .. Irabalho, pre-
lando o artista, e o lodeMrial que arma cavallaiios,
como se l--em antigua eruiadoi.
'< Aus atajadle! Nao, que es.cs labern o qoesof-
Kerain e o Hue .Itslruclam ; o que lea e a que pu-
diam espetar ; o que alen) ein eoiHldera{ao e res-
paile, e o nada a que le,nain radon iu..
a A' nobcaia '.' Nao, que essa que lamo, pode bti-
lliar-iuus, '-[i 1 1 bem caucada nesta riuiipelcuria de
UAes. nesta ergaiiisncla onda ella lie um puder du
Estado, do que n'nuira un le nao be nata.
. A- faaejoaa ? sao lA-i pequeas, lAo imptenles,
que pu lem tramar, mas o puto ri-se. O guipe de
E-lado pudia >er btin succediriu, po 11a durar um
duus, tres oas, Irrs meaba, Ir anuos. Mas deputs '.'
Qual he a duraran des.es golpes de E-latlo, que se
auccedem aqu Uem perlo de nos? lie o espado de
lempo que levam a percorrer o caminbo do eiilioea
grandes homens, que -,iu os seus insimlenlo*.
A a Upinio, o Inlli. ministerial, diz que nao du-
vida pensar eaano a a ReVulucAo, porqjaulo nio
app.rrce um svniplunia earacleri-liee de tendencia
reaccionaria, que be a onpreoiio da liherdade de ira-
pieusa.
Conclue tlizetnlo, que nao participa dos receios de
que se aliente contra a Nberdade.
O o l'oiluuuez e-cievia a 10 do correnle um ar-
tigo, que cuiuegava assiin :
l'eme-se p-lo govemo representativo em Por-
lugal, e tremer-se-lu. cun razan, sea Curda, adia-
da em o pavo, mo eslive.se abi para obstar a' re-
a)isac,ao de projeclos tenebrosos ..
IIIu 0-9 s..bre illuse-, descrcdilo sobre descre-
dilo. cun-laiileiiieitl debilatlus na- contada! insli-
laicjaaaiiberaeaideiiam eos reaccionarios i:. 1,1 ..
apartidos, aus despotas .le tolas as dMia9lialjjftm
liwtieira esperanza de levar a ttidhur 110 seu liti-
gio cun a liumldJe.
Termina por osle penlo frisante :
t Mas, olhtin os tiumeus, que am J.i'rie boa fo se
Hilen.111 pelas Baratillos do svslema representati-
vo, que a sua untao be de da ein da, Coda vez mais
apuuiadac unu necessidade argente, como mci
nico de couseiNar esta puuca liberdade de que ate
aqu temos ,j'/ .
a Aqu Ticaremus por boje ; a lo los os amigos da
lili t.i.i.le, juljiiuos dever nosso biaJar aler-
ta !.. 11
Bato, como \v, he uro pouco rtais explcito.
Mas coiiieniarios este moiiienlu aeriain lila des-
c.ibtias, como priucipiar j' a lomar fin conla cer-
tas vuies eilremameiite vagase do luim agtmro.
O coatvlhoiro J >so Bem,rio da Silva Cabral, pa-
rece que esla' argaansaada um novo part lo cunser
vodor, de que lie urijao o nuvo jornal uKei e Or-
dein.
. O Sr. Uirdailo, que Coi redactor da iPalria,
dit-se, que be um dos redactores daquella folba. Do
primeiro numero, vera' qual sCJ4 o programma po-
ltico daquella parcialidade.
O paruuo do conde de Tho < ar, pelos seus orales
puriueiises ;em Lisboa nao lem jY ueulium: cuinba-
te esla f.ifcti-.
O prum i-tas de todas as denomiuaces man-
tem-se a respeilosa distancia delld.
Escrevia unta ciirresputniencia para o l'nrlo, que
oa baies da Batalha (Unm Cabreira) e do Zezcie
(Jt>aqu plo.
Todos os jernjes da capital e do Porto, lem de*,
mentido a asser^ao d'um Correapond nle do Hnz
Tisana, obre a lllianca poliliea n%i marecbal de
." I.Janlia com O lluVo partido Silva Cabral.
E-quecta-me dizer-llte, que o a Poilusuez pu-
blicoft ama currespon leticia de Madrid, que drnuo-
cia os planos secretos de urna reaeflo euro|ia, e
parece temer que l'orlusal Venlu a ser arraslado pe-
las iiifliiericia. que ..j.i.i.h o paz viziubu.
E<.cusadojteia' arresceiilar, que ns peno (uguctes ileclaiam nao recetar cousa ueultuiua pelas
llberdattes patrias.
O uCiaiuor Publico a do Porto, a proposito do no-
vo grruiio poltico e do jornal que o representa,
roii-.i.t.ui d-ms arligos aos boatos leacciouaiiua, que
diz 11a leceiar.
A poltica aiinunciaila pelos jornaes da capital,
pode-se dtzer pela manir 'parte ama publica eipec-
i.i o I at ao actos da iniciativa guveriidineutal, e dos
liovoa lepre-eulaitUs.
lem Bastea ltimos dial lomado maor consisten-
cia os rumoiea tie roeompaaiclo inin.teriai, e falla-
se no Sr. Joaqu m Filppe cles.ur?, para apasta
do rento.
Os oulros cavalleiros nilijila.ios, pertencem lam-
beitf as liletras to part lo proares-ista hiatoTICO, re-
preaeulad" em Lisboa pelo P.ulnuez. o
A arigiaal questo do juramento ,...lineo, niiipi
Ihe tetiho tiid lo vanas tetes, ah persiste syinboli-
ada em cinco deputailos realista*, uu para tnelltir
1izer do antieo partido realista.que, segundn Po
vo, representara Mldiriamenta o parintu a que
perlencem, e qu secoiuersatAo na cmara, eiitquau-
lo eaia se uao conaliluir d. linitnaitifiile. Mas de-
pois 1,1 1 nu!. se Ibes eligir o juramento pre-cnplo
pela carta runsliluciunat, em viitude da qual foram
eletlos 1 f/ooOSNU...
ti P..ia que elies permanream, diz o mesnm jor-
ttal realisia, be preciso e inqoe-lionavelmenle indis-
peu-avel. que aeja reformada a formula actual doju-
ramenl-t. t>
Mas como, se a disposicAo que vem 110 recimenl
da amara electiva, inte'.' Uas duas uiua :nu se bau de seguir Iodos u.
liamttes livaes, alini de que na proumd legislalur.
SI ventile e reaviva subre a emenda do arligo da car
ta constitucional, un os cinco solidarios se reurain
para assu.s casas, ania que a cmara principie a
funccionar.
Suppundo que ne da le da reforma do artigo con-lilunmisl, muda
111.-sino a-.un, os-depulados realistas nao po liar oa dtscussAo, era na cmara, poiiso tleposi de
definitivamente cunstitunla, e prestado o juramento
poltico, lie que se tu lia encelar a discus-ao, e elles.
estilo com;ir..meiii 1. com 11 seu partido a uao pres-
lareio o juralllelllo.
OacUiano do (Invern o pnbtleoo as comlices
estipuladas eom o banco de Portugal, para niodilica-
c.l 1 do contrato celebrado eom o uiesino banco em
~> de novenibro ullimo, para o emureslinio de icis
l,:il:5S.
Por ,-. condicoes se estatu, que o referido em
presumo licara' reouid.i a aiKi:0llii8 rei, compre-
bendilos 3I2:00J reta, que o banco loma para ai,
segundo o estipulado no contrato primitivo.
Uelermina-se lambem, que o penhor fique redo-
lido a qiiantia de 575,300 libras ein bontls de :t por
eeulo. que correspoudein aprutimaduineule aos di
tos 9d6U)Jj5 iei, importancia do einp estimo ni ra-
zio tle 35 por cenlo, e faila a redur;3o a reta, pelo
cambn de S500 res por libra esterlina.
Que us dcmuil bou is no cautelas que rcslam
para c -mplelar -s 8S3:300 libias, que o banco rece-
bera eut l.t.s valores, e que lepiesenlam J5K:UiNI li-
bras. I:t| lem a' dis|ioai(Ao du g..ve.no.
Que a ilivi-ao tas senea do euipieslimo a que
se refere a coti.nc.o oitava do contrato original, de
veta' ser alterada como exigir a urdein em que se
acbarem Teilas as subscnpci-s.
Que lieam ern inleiro vigor todas aseatipola-
oo-s d. euiilrala tie :> de novimbro ultimo, na par-
ta eiuque uta sAo alteradas pelas dispo-iccs anie-
eedeait s.
Alm da proposlas da compaiihia re|)reseittsda
pelo Sr. (iallai, para liar Mesrapliicamente o Bra-
sil com l'oiiugal, parece que .e Irala Beato momen-
to .1 nutra empreza, que pora Portugal em relaO&M
ubmarinai com os Acarra e al mesmn com us Es-
la los-Uunlos t.a Auieiica :
Eis o que escrevia a 5 do correnle o a Porlu-
guez a :
o Urna companhia ngleza de que he directo
comn. I Wil le, propOo-W rstabetecer um leleg.
pho sttbmai..... eulre a GiAt-Uielanha e Ame
ea. Esta cuinpauhia f-z propoalaa ao guverno pe.
logue!, para qu i este Ihe conceda que o cabo loque
aos Acarea a loiruo em elguus oonlos di costa de
Portugal.
Pelo qoeanlerelenlem-ule baria escriplo n oKe-
volncAei), parare q,. ;, companhia ingleza represen-
ta la pelo eoronel W|id mi prel-nje aenaa a coa-
eeaalade levar o lio elctrico pe. arenipelago dos
Acores, sem o Irazer a iiei.hum ponto do c.....lente
do Portugal. Todava afrim-ia que ao nosso go-
remoforain eilas oulros propoaUt por uitivil
iiarion.ies e qu- devetn merecer i ,ja a cnnaiiiera
do ministerio. Dia-aa que Ihe fra prapoaia por
pialtstas nacionaes'a rolloca{to ti'n lele ora
eleclrirn aobmanoe ealre Lisboa c os Acore
compeusacao ,iada pelo na lo, e abriga'neo-ae
Iraiisinitiii araloitamenia os despachos ohieiaea
O gao H ve de lu lo i-tn he. que ha du .a campa-
nillas e duas proposlas diveriag, ambas aniaj.waa
fura o paii. Keiii-ud a concos-Ao di propofla |,.
tai e desl.H, Seamos a poums segn loa do aove
mondo, sao orejelos colota*ea que infloiilla be-
nelicaineule lias relaces mercantil uso-amen-
eanaa. "
( lio elctrico qoP rl >e ;,.. m doui mtin los lra-
vn/. .t.i Ocano alllauticn e pdr a Europa em coro-
motncaclo luslanlanea com a America, que foi en-
comineudado em Inglaterra a dous lndu>lriaea. de-
VOndecada um tlelt-sapro-enl.tr metadoilesle iiions-
irooio li. tie Ariadne para o meiado do verlo pro
vino. Us dona indaalriaeaiqoa ala MM. Newall .le
li.lesbeol e Koper Ov Companhia, de I. .mires, le-
ra a robos de entregar um lio de 1,500 imillas na
poca litada. Oa los da f.-rro que hAo de envolver o
cabo elctrico no etterior.nao terAo m-nos de ..tl.O(H)
milha. Poderian riremndar duas vpzes o globo
terrqueo.
Aaseveram as fulbas mal bem informadas que
denlro em poucas seminas estn definitivamente
constituida em Lisboa a companhia de crdito deno-
minada AsociacAo geral de commer, io e de hypo-
NAB i-Ol) PEBNAHBliC, QCABTAFURA I8DEFEVEREIB0DE 1857.
o a
gra-
.-rt-
por-
acao
ca-
l'llO
, seo
lheca<, funda la peloa Sr. : i arlo d Lagoi, Lu z
de C.stio liu'inaiAts, e Anselmo .lose lraamc-
amp.
A .nicialiva da cre.ic.io deste eslabelecim mo mo-
netario tleve-ae au primeiro deale cataheiroi. O
decreto pata apprttvacAo dos sool aalatoloa ja fot pu-
blica ti, o,, rii, i ,.ni ,'.,:. i,:, aigum i.....po
O harao de
.tn.ts pvomeveo no est^ange
A proposita de um. roii-i c uulrs, diz-e une o
e-eJilor de B bliolheca Econmica. Eduardo de
i .ti'. esta em P r.....m mando nina I tleria mona-
ir, cujo premio grande parece que sera' de ., cera
con .,. ,il' ri. em ins^ipoi,. ,|e tresp .r rento.
< parurli .1. ct.....no I.......eza de-la capital, Mr.
hougerais, ah ni n ,|ia 7 desle um/ ,,-,, ,- ti^.,,,, ,i,.
rea- educarlo qne eMou cerl.......a merecer as avmoa-
lisaca,. dos capit.es preciao. pa m bus a que o ihi.s .la- r.mili.i miia callas de-la cidade
me-uni ealabeiecime lo le destina, a acham-e j I (Ao de Mr. Poug>ri ci......o
einillnl s nttis ,le Ir ma mil aci.oes as pr.ic-ts de hia-llie a quire-u. i pa'ssada Id
Pan-, Londres e Aiiiierd.m. ( capital da Arla- : do aodilurio as -o ,s pi .tras evaagel
(ohede dous inilbOaa esle luios. Grandes poduAo I nao h m ,,. 0 "
" ""' "lab'leime.......eata or.i>m|s. Lu/, r.z a ealacuri, ondea
.'...- uid i ... pn ,- diz r meaoa
li/t i ns aeus \ era t- :
a I .t..'tie. p mi
mt o- servicia tpte um estan^iecimenlu ileal
prestar I cre-tjflj da empreaaa olis, lano em l-i
boa como nal provincial ilhas, ein cujas capilaes
-e crearlo calas lliae-. II de cre que o enverno
iirouoi.li.i .- cines a r-foim ta no s.i IrgKlafA-
liyiKilheoria, lera a qual n.l. podem prosperar r-s-
i ib le inicnios de crdito de-la n dureza. A le que
tem s esta cansando embadnos rrequeiile ao sen
detenvi Ivtmento.
Nesta ultima semsni tem subido o desenlo
-. di i-rano
inultos pantos das provincia. A rtporl'Cflo da pio-
la, cala vez mais arltv i, he um dos motivos .l-sie
embaroco em que -e r-:. vendo a cticnlacao mone-
taria do pait. A Imprem pede ao goternu que pro-
uiova a cunliagrin t|.is p.quenas moetlas tie uuro
paia obviar a lAo --:i-i\. I
A on-
lor latra,lu allra-
uneoso como lii'i-
'a-. (> iu que
ilu Colleclo le
Kilo de culi
luom.i/. ivl'u.
III. n
si auginenlar
materiaes da
soa pule litlerar
to
,le lor
rolda e
Piicce
r.re cnn-
proxrimma
ii-, ni n orbe, bono
t) S nu .i -/t; Cnmmeri
mato, ni Ihorar as eoitdii
d ir mili ani. Iitnl
que o ti t'. unos de Joan l'ein.mdes
l.'inpiiraueu a destinalu a preen h r
OCIal de ti ni a Gil l.as do sculo \l\.
ciiju elevado agio amia nio le-ceu em | blicadti uoa seos fulnetina denlro em pone. Aldtn
tiesta escriplo urigin-l, cujo autor poror so mi
aununrla. ealao-ia preparando para aquello ramal
Iguit- Irabalho- .le ni. re,-.tiienlo, devidus as uussas
tu ii. eleaanlea pennas,
A empreza lez ullim-menle a acquiaicao de um
rea mecnica. Uu aeja pela independencia
l as qoesies,
ilve para deaempe-
o laclo lie que eata'
oscopan.lo o primeiro lugar entre as [olliaa peridi-
cas no Dan, cujo numero ja eveede us limites do ra-
zo.ivel.
Pasmm-aeaa vezea couaas mu lo curiosa! na
qoarla pagina dos jotoiea. Aniiunciavam os de
? perdido ...ii maesa
I, no valor tie 558a,
tiati-acues qootoiamis.
Os soppriineiilos de cereaes eslrtngeiros prodozi-
lian.toril O roinmercio
lem-se es'iiliilode.le estado tlesfj\oravel .ala assoas rom que e.te pino neo entra ein lod
nu pila arlivldada que ti
nltar-so dos s ns COllipromil
rain | i una baila lenaivel nos no-os mercados. O
padeiros de Lisboa Btaram o pao man barata 5 mis
em cada libra. Pote dlter se, que itO lodosos poti-
tos to reino, be Lisboa o mercatlo onde o trigo se
vende por meaoa diiiheiro.
I.reio haver-lbe dito que no 1." to mez paasado I Lisboa ha pinicos das liaver
iiiiinuiiriara o ev-re tactor principal do eProgreesoa a olas do Baen de Porlo
o Sr. li.se de Torrea, um hrilhanie discarso no cen- desie o lerreiro do l'-tco ale a roa nova do Alum-
no promotor dos melhoramentoi das clpaiea labo-|da. Indirava-se amorada do /nuoncaiile, epro-
riirlaa, subte a quesio das cri-es alimenticias. Ac- \ rnel(iaiii-se alvicaras a quem acha.se o perdido e n
bu dereceber ueste ni.tinento um eietitpl.tr da po- i it'-ttliiisse. Uin aiionymti veio aquelle palomar da
bliracAu deste itiscur.o, que se recommeiida pelealanpreBaa perio in-a, diaer que linhi acbatlo. A'u-
E.ra eximio co-
sol do. piuicipios tie liherdade em que se liiud
Caane e remedios, sao as duas seccoes prin-
cipaes desie luroiaoao eaciiplo.
Na pcrordr,ao Clfra-ae lo la a substancia das eon-
sidrraces economicaa all apreseutadas:
ti Liherdade da Ierraliherdade de eiporlacAO
libetdadede imporlai;Aolber latle ein ludo e p ra
lu lo que nao traga prejuiz i a lerreiro ;liherdade
com igual.latle, sem privilegio uem favor a neohoma
cousa, a ntiiliuin m iivnlu ., on a nenhnnu clas.e;
liherdade para a ICCJO pollina,e allivio pira I CcAo
governallta :ets a cruzada em que us devenios
empandar, e o obsequio rigoroso e invariavel qu
devenios prestara Coherencia aus principios, a
Euvio-lhe e-la magoiBea uisserlacAu. He um a
sumpto e-te que actualmente se uAo" po la .li/.er qu>
leulia r-i,ic,i i com ceilo e dlrminido para, mas
cuja di.cu-soo se tem turnado de inleresse uni-
versal.
Alllrina-aeqoc brevemente continuiiAi oa Iraba-
Ihna para a mu iilic.can da le da reforma do Inca-
li normal. E.ta reforma ella ca.la vez sendo mais
urgente.
Ver nas fallas que Ihe remello as pec,as docu-
meniaes ,|,i quesiAo .u-cilada >im- o nosao hisluna-
Iit, o Sr. Aleandre ll-rrulano, e a Kevuluc/v.
snbr a tleinissao q,e dea deaocio a de vle-presi-
dente da Academia Keal das Sciencias de Lisboa, o
Conspicuo escriptor.
A quelAo tfa ces-at.Ao ta puhlicacAo dos monu-
0>e.....* htsioiicos.le que o Sr. II-rcui.no eslav i rti-
earri gado pelo gnveruu, a uoiu-acio quo o minale*
io regenerador tioha filo do ea secretario perpe
loo da mesilla Academia. Costa de Haredo. para ..
lugar tie guarda-mar da Torre do Tumbo, por mor-
le do vis-ulule de Sanlaiein. e o io|oerilo adminis-
trativo da Academia rao oulros autos pontos que
lem redo uestes ltimos qoinze .Has parle d'ama
polmica deaeugraca a, e ;i que he para lamentar
a ierdaque tl ludo i.lo resulta paro os importan-
les Irahaihos de potTiada HivsligacAo bialoriea que
Sr. Ilerctilauo suspeiulco.
Ini virlode da sua recusa a vice-preside.ncia, fui
eleilo para o substituir o Sr. Antonio Jus o'Av la.
O gneino acaba de niiilli-.it una c inuns-A i coitt-
po-la do conde de Solual .governador ClViide 1,11-
b'g) p/esnieule e dos acadmicos L. A. Keh Moda
Silva, Aliono Francisco Pigueiredo d'Almeida, lu-
lo M. .. O. PimentH, e Josa da Silva Mendrs La'
Jumr [secretario; ali.n da averlgoare verificar, a i
minislralivanieute e por p.rle d- guverno ; os fuu-
dau-nios da- quemaapreaeiitada pela tnesmi ae-
l-iina, nu relee,o ao sen anllgo seciclaiio Costa de
M icedo.
Confinan a chimar a tieneflo da imprenaa, al
que est acabe por chamar a do goverdo, o app.ro-
eimenlo de uina q.alrtlli.i de ladrdea entre a- no-
voaci-s na nutra banda e Seliihal. Uia-ae qo'e >
nuin-ro dos saltea.lures mo he conaideraeel. II
baslaate lempa que oiiuborbioa de Lisboa alo erara
tnlesU.ios po. estes aveniureiros.
Amelinaram-ae un'30 operarios dn Irabalhos do
f.i".....boa de f-no das Vendas Novas, noailio da
Carvoeira,.|ior havereui side despedido por luihu-
lenl.is. Parara pr sos.
Escrevam de Braga, que no dia S, no lugar da
l-eira Nov, cuicelno de Amanes, foj alterado o su-
ceg publico, porque aoaahir lio curo de panda
quinta do CaSlio f..i cercado p-lo pavo que se op
poz a que elle sahune para lora da ronrelliu e eom
Brande cusi roniegoio a done qu-* elle f..sse r-co-
Ihnlo nutra vea ao eelleiro. Nao houve retale de si
noa, poique o parodio nao deuli.enca, que ulils-ein
ao campanario da igrej -,mas aodava.um rapaz, lo-
raa lu como um en lemoaiado o'oma caixa de rufo,
para reunir os imolinidoa.
Contam deGuimaileaque, a prelentode quena
quinta da Lamolla se desiinava piv para agurden-
le, no 1." ti i crrente se reunir grande quaolldade
de povo, q leein lumollo, vozeria de morie e incen-
dio, se apresenlou defroi|ledaquella casa e quiote.
O amotinados foram reprimidos por alguns ci.la-
d.loi Cor-j Moa.
O ajuinaineiilo era compmto na sua im.inr parte
de hom ns de m-o procedimenlo, jornaleiroa das
Irego-zia. iuimedialos, pertencentis ao concclho de
Nesrelloe.
\- .ilion la. les Inmiram algumas medidas, anda
que um pouco larde.
O embsiiador ta Kossi, nesta C(-ie. Mr. Ozzoroff,
deu um banquete a ofBdall lade da rrauata aa-
riaca ttaldezky. A banda marcial austraca dts-
etnpenhoii vanas picas de msica no atrio da cm-
baiada runa.
No da s, o ministro da Grla-Bretaalia em Lisboa
deu um janlar diplomtico, para que fui convidddo o
mininerao.
O ministro re.i,Ionio dos Eslados-Lnidoa, Jlr.
O ulliven r-gie-sou de Madrid, oudc linha ido par
iiezorin p rli. nlar.
El-rei I). Pedro V. el-rei D. Fernando e S. A. o
luanle l. Lu, teein Visitado as emb.ircaces .ie
eoerra eslrangeiras. que se achain ueste porlo, pres-
lainlo-se au. reaes visiianl-s as hutiras devulas.
Diz-se q,ie escuadra inglexa, -urla nu Tejo.
nAn sahir para cruzar como teuciouava de pri-
meiro.
Os bailes desle invern lem sido reforjados com
as oliiciahda les da esquadra ingleza, nao o vaports
f'al.",'*Ies. austiiac.s e suaroa, que ae acham sollos
no tejo. O do- marque/es de Fionleira em que
se ai bou o contra-,limitante llandas e do Club lisbo-
oens esnveram muilo auimadoi.
lia piiucos das foi celebratlo o matrimonio do
Sr. I). Pedro de N-ronha e Bnlo, irmao do conde
dos Arcos, com a Srs. I). Calh .ria Rila Machado,
lilha do vis-onde de Bauagazil.
Foi ele-vado dig ida te de Grii-Croz da recl or-
dem militar poilugne/a de N. S. Jesus Chrilloii
Sr. .Maximilt.iiio de Wanseuh.......nord-imo-mr de
S. A. K. o duque reinante de bulOllia C.borg"
Goiha.
Itecebru as aguas do baplismn na cipella da S.
A. a eenhora infanta I). Istbel Mari., em BernOra,
a iluqneza de Saldanha, 'Adminwlrou > Saeramen
ti o Cardeal palrlarcha le l.iaboa. S. II. el-rei U.
Pedro V foi o padriuho, e madrinha S. A.
Na cunara .os pares fui aprsenla lo o parecer
que approva a a.liivis-ao do S Laiz BrBdSa ruin,,
lierdeiro de seu a\ii o marqaez de Terena, e lo
apreseuldilo o iet|ueiiineii!o .lo Si. Jugo da S Iva
(.ana bo, que pele para lom r as-emo nacara.ru
como lierdeiro de seu pal o coiiselheiro Jos d' Si-
va Careadlo. A counnis-Ao compeleole approvuu
lambem a sua admiasuo.
I'em se ne-les uliim ts di s aggravaddos pa le-
Cineulos de S. M. a senliura duque/.a de itr.i-
uanea.
S. M. lem sido lio exlremoaamenle a prolartnra
dos desvalidos, q le neate inomenl.....imeroaoa infe-
lizes f.izem v .tos pira que se estabrieca ama aa-
de lAo precila,
Tenna um mebrarnnlo local aqu em Lisboa
leahaado pelo incaa-avel maehinitla Veri-nn i Al-
ves Pereira, aquera se devem (antas ii.senres e
aperfeic.ainciitos merauicoa le notoria utili.lude.
lie a colloeaco le urna mu lian tie dooa Itm. d,
peca ao ca-leilo de S Jorg-, a iradacSo ta que.,
uiestno lenllor llavia collocalo na Torre dos Clri-
gos do Porlo.
As f .ibas perio licei agora publicara diariamente irevi.i. ism T. de oui
a equarao du lempo, como ae praca naquella ci- moralhaa laci.iadcec.....ra n palacio to (..venia
,e, i ^-T,'--^. ,. dor. Ein sS, depoii da artillara haver ortica lo
randn-ae oppoalo oildticelhaNg. distn.lo de Lie- b-echa-.d^a-ie .. assil... Os ...glezes iienclrar'
boa a que .caraira municipal cooce-Iesae gr.i.iU. pra-a, porque receheram a'......e orden) ue rera-
menle o lerreno para o jazl o do Mleeido Dr. Ijin. da. A perda fui de 3 morios < I-' r.ri...
L-,lA.,do.c....-a,i..a, seprenaram I .g.......g.- ., I........emolas., l-ntatrva. de neaocmOea, nos
loa ...roela, raa. depon ,,.|m varalo, da. 3 e i de navembro, foi bombardeada- a velt,,
rrki.euret.ii'. Uao Archimedea das n. (as do
Banco, mi dava sena, iuel.de do inveuln, poique
de.lan.il que precisava da oulra para >i o prnpne
laiiu re-i-itou-sc, e, lamnein por onnunciu-, ur.i-
JloU. Do mal. o mitins Cunt al boje nem leuha
valo n iiotiiem, aera o dinhelro, isio lie. metade do
-eu diniteiro. sollou por anuuncios a mata dea .abol-
lada des-compostura ti- que ha memoria, lato que
den nao lem neahuma compheacao, servio e-la se-
mana, falla le nielhor. paia I lienta dasconversa-
c-- palreiras de m-ia Lisboa.
ma pida fea aulea le lionlem a Academia tas
! Il-ts Alie--, iioaeu prol ssor de palsagein Jos
Fr.inciaco de Freidl, que au'cambio com SOauuoa
le i lado, i- .">!) ,;, carreira arlisiic... E
no llori-la e etcelleute em ornatos
A u Pennsula, i. n-.y,, jornal procressisia que e
publica em .Madrid desde o p.-jiiieuo to mz passa-
do, pede a untad de II |p tilia e Parlogal. Nu seu
ullitno uumero, aolei n Feg-miles buhas :
Lig-ira op. o-icAo racualrara' o no-so pensa
manto ein Portugal, mas na be tal que nos d cui
dad... S tu mignelwta, c.m.o em Heapanba os par-
tidarios de Moatemolio, se podem oppor a um
orojeclo, coja re-|is.co setia para os dous pailidus
o .. lasalate oaai eeperanza. o
ii Esperemos e peiseveremos, que a ailo hade
coii-iunmar se. Penoso lem de ser o no-s. Iraba-
Iba, mas o etilo nos indemnisara' os esforcaa. a
Donde ae v que esla ulna nao esla' lio adorme-
cida entre os nosaoa viziohoa, apeiar de todas as
neis liberda ie ,ie imprenaa, como esla' entre
nos. on le a Iberdade de escrever nao lem uval, ein
neilhum pilada Euiopi. Aquella nb-erv-cao sobre
'S dous v-llus partidos rcli,.gra.ios da P-ntii-ula, he
j.isla. NAo -a trillara tie na matar morAiineiile,
porque morloa eilao e||s ),i ; mas leiia um meo de
Ibes fazerperder as esperances de renaacerem,
Enlr. Isnln a re.ilistcao tl pensaineiilo, he da
qoelles uegorioi que e-lao altelos au poder da lem-
iio, e que impropbelisaveis circumrlaucias lem de
modificar.
Para subsiilairo actual unvernadnr geral Ha pro-
vincia de Mocambique Vasco Guedes de Carvalh i e
Menezea que terminar o lempo do -eu govemo em
abril pr.tMin i, acab d >er nomedo o lenle cn-
ruiiel de antillana doei-rrlode Parliial JoloTa-
varea de Alenla, deven lo servir ..quelle cargo pelo
lempo da cinco amina.
O comelheiro Amonio Fernn les Cieibo, foi no-
meado, por decelo de 3 lo rorrete, vice-presiilent-
la relaco re Lisboa, vago pela rioneracao conce-
il.la .o Coniellleiro Laiz Josd da Cintila.
(Is toinpora-s ,-( auno tem aulo horrorosos na
Hli. rteS. Migo i. O vento rijo e fot,. |P,n .rraura
do a.von-s e nrrcmei-,.),, o Cao a larallja, prilli'l-
pal nqu za n'aqueil.i iba, dealauioda a eaperane.
los piopnea os que na villa da fru'ta vuin a
eomiteusacao -e lanos i r jn/.o- que aeffrerem no
aun linii.. Os aeiragoa du luido de. 3 de dezembro
na Villa .la |. goa sao consi erav-is. Treze casas f...
rain desmoronadas na fie.ie/.ia to Rosario, ficand
eraiagada una rreancal e varias peaaoas (en 'as e
ntoiilisa las. Quaai bulas aquellas eaiaa eram de pee-
cailor,s, que o vendavtl ilei\ou no ultimo desam-
paro.
Os nsvins indos que ealavara no porlo leviintarain
com a carga qu? linbain melti lo, e alguns deivainlo
os capilcs ein Ierra.
A-s'vea-s que o conselho das obras publicas js
aptesenlra o seu p-recr .cerca'da ronsirurcAo dr
orna Inrlu e porto arlilicial em Punta Delgada na
liba .i,. S. Miguel.
D lira deve ser po-la a concurso, deve brevemente aer
publica 'a. A naveg.cA e o rommercio dos Ac.res
rundan n'aqaella Imprtanle obra ludas as sas" es
peraaejaa de de*enva|meo|o.
O lemplude S. loao e| omuceno em Lisb,oa esla
ae dPin.ilin.1o, e diz-se que afanada da igreja fui
rouced da oisso.iacAo proinnlnra da Clvill-acAii
d'Afrna.o Un da esli a mandar para a ilha de ,s.
Vicente de Galio-Verde, de-tinada a una igrria que
-e ore.en te levantar ne-sa ilha.
Os traba hos de expl.r.icAo das m'uas do l>mbe
na frica Occidental, de qu-, he emurezaria > soce-
dade reorrseutada pelo Sr. Francisco Ant.iuo Flo-
res e em qn acuna toquei de pasiagem, van loman-
do imporlanlis nn> desenvulviinrnlu. O fuluro u'-
aqu-lla rol,una be all.mente esper.im;..so. A carta
doengenheiro da companhia John Toalun, q .e re-
ala tis progresen da utpre/.a, be roosa U Jornal
do C.uiniercioo de !) do coirenie a pnbli ou. Mr.
loiikui con-lue diaendo que nunca vio mina *l-
liumajgual ai mines do B-mb-, lano a loperfirie.
A veis da que extranin mal.ehita lem om cumpli-
mento ja colihecYlu tie 550 bracas, lie minha li me
opini o, ,li/. elle.que pinfudainio-.e 10 bracas abano
da valla on galena cmneca la, terao o mala rico es-
lah-lecim-nlo de millas no mundo rooheci lo.
Acha-se definilivameole organiaadoo novo dis-
,ne.....'' !> Pedro V. situado uas sertas 1o BemHr.
Diz o correspond nte du a Jornal du Cummerrio a
que as vanl.gena da oreop.glo se v(o conherendu a
pouco e pnacu, e oa prnprloa negros confessam a
arande ulilidada que ibes resida tle-le ealabeleei-
iiieuio, por i-so que ven lem bem os s-us general
sem se vereni obrigadoi a fazer arailes joma .as e
screm virliin.s dos pretos hinaieslers.
Des.leque i-.-.-uo o Iridie, da escravaluro em An-
="'-> f-rtaleceu-se alli|pnr t-l forma o commerc o li-
cito, que o numero nas emharcaces pira aquelle
punto eaearreiradaa aclu tmente, daa pr.;.a d- Lia-
boa e Porto, etcede quaienla, alem de inultos da
Unfloamericana e de nutras baudeira--.
O jarnaea pnrlugueies e cstrangeiros lem piibli
Mdo vanas milicias acerca rio celebre vi .jante d'A fri-
ca, o revi r tilo Dr. David l.ivingslon. que aclual-
inente n-gr.s-ou para a Inglaterra.
O Dr. Living-lon (en lo sabido do cbi da Itoa-
Eap>ranfa rm I8f9, eona guio ehrgar ao renlro
d frica, e ad'alli a' co-la occidental, e desla a' ori-
eiil.il, acompanliando a sua langa e irrlacada peri-
grinacAo ("dos salines afncanos de lodaa a ub erva-
ni s, de que lie luareplivel a aua.muita ciencia, o
I-sitarlo viajanle be o primeiro humean de grande
s b-r que elF eiuou Ido aod icioaa empieza.
uno-so minialro rm Lonlre*, o conde de Larra-
lio, pornccaiiao ti. real -oci'da.le ttaograp tea da-
quella rid.de euireg rao intrpido viajante a me alus
da uuro.e.altou em um dicono apropriado osiseivi-
cis que o Dr. Livlllg-lon pre-lou a srieucu e a ci-
viltsac.lo.
Cheaaram no di. 8jornaas de Hong-Kong e Ma-
can. Oeeupa o primeirn lugar enlre as uolicias u*-
qnella p.rie do mundo a eoallialo oecedida rm
Cilla enlre as aoloridadea iusl./,is e Erb, govrr-
na lor geral..Tinham oa chas capto,a lo. um, lor-
cha que (razia band-ira Ingle!', eq ie s- arllava a t-
corada nu p trio de Cania-1 ; os .loza ma.iiiheiro' que
Iripolu. .m liBlMm aldo feiloa prisinoei 0>. II.n
gindo-rsa 3 bordo o cnsul P.rkra, foi viciirna de 111
aliase de gravea ain-.cas. A- r-prenia.-ne. por
elle dirigidas Ecel, for-m acollndas com des, rezo.
E'ol de oolabro o almirante Seynmr intimo co-
ulieciiiie tu !vle aconiecnn-iil,.. Era 12 do ou'iihro
"dapl.ram se medidas hostia. Oa r..rtes de Canto
f.ram tomados, sendo em grande parla arras.un.
I'.rli penistioni 01,1 recosa de dar ama saltsf.icA ,
ao almianla S ymoor ; recason al mesmn urna en-
irovi.ia. Ertl -r, ti
I, o mi le vein oa ri-lns morl.tes do Sr. Amoral que
fui aalaasinadu p.ioichina, quaii 10 eia goveruatior'
1 ouoeile est.ih .|fi-iuu>i. lo.
Cernina a ,,N ,ca. ,, d'hoje, e muilo aprnpoiito, em
pris-nca to. ulliui ,s-ucc.ssos de CinlAo, a ciinve
nienci. deoblereinoa p.irlo:aezes posee de luda,
ilha de M>r.o,roinoeoraplemenlo necesa.ino da puse
da n latle to Saulu-liume de lien-. Senil..es da liba
poderia o no.-o eat.helec.....uto 1 .mu o desenvolv.
meiiiu na!...al. porque, ea guerrea inl-rnas e exter-
na*, esobre lod 1 a desinucAo do coanm-rnu de Can-
i"n. t-ni le lazer fugir n'oqurlle p uto, (ira nutro
pie nllereca segn m-a ,-,,,., Iidade oa rapiia-a e a
-clivitl.de do rnininrrcio china e europeo. Entre
.Macn lloug Koitg, lodos us que nao forera inje-
/.-, p.el-11 a.a rilada lii-o-cbna una \^/ qu -la
lite nllor. t.a as rondlcvn nec ssanas. Estas rafl
M.-s 10 jornal refT.oo, parec-u-..... muilo sens.ia..
Uucudizer aaura que o vapor aSardo {'. Ca-
v'"'.....I m esperara de Genova t.ara .. I! njl ,r-
rib.ira a ligo eumavarla uiu.sa donde vollaia u..ira
\e/ para Genova.
O lempo lem estado peasimo : ha rlous das que
na s.|. embarracao neniiuma, a> qu- lem rnlra-
,s,io qu.si iud..s arinba.tis. o venia tem eopra.ld
:is iiitti le O. .s. o. e ,ie o E. o. G.rraram aluuus
navios de guerra e mercantes, n.....lies a e-iraii-
aeims seque acham nas aguas do Tejo. So da 13-n-
trou debaiio de lempo, a ......ingleza de hlice aa-
mes Wall de DI pecas oda ro>cn de tiOO eavalloe.
trdeu um leo a entrada da bur.t. /,.
PBRIAIKIliaGQ
I m acreeranlamenlo deaejaramoa que -e Bieae a'
machina imperial, que ao ius-o ver, a lomara ain-
.nl-jo-a.
ibero que o algo l'o, que.etp trlam para
pi, ciin evceprai aomenle dn que he des-
da
To
Em
do,
rigu
Per
PAG.iaA AVULSA.
3_; a,Ba4\a
Monleiro.A bandeira de Nossa Senliora da
Bol-E.peranria, be u fado mais importante que tem
orconi lo all uestes utliinos di-s. e p.ir isso pasea-
mos a ezpr resum lamente o que nclla se passou.
Au -alnr da baudeira a msica comino a diver-
I" os especiatti.res com aeo eoncerlo, e um rra de
Virgen*, que eillo.vam 0 hj mno da Senliora ta Boa-
E-pc.anca. nu de pender de vozes, elevavam todos
ni penaamenioa santos.
Poums paaaoa a em da cala da jui/.a achavam-se
m.igi.ilico-arcos iiel'ulhas enlcrniea las de flores:
aqn ao ehrgar a baudeira, rliafanz-s c repuchos de
fogna de catea illomin.v.m n lujar, e do meio
d lies surgi um anjo elevando a baudeira, que
aCompanhad. por mu brilhanle sequilo de juvens e
arande noineio de pe-soe- giatlas da Ierra, deu 1
volla pelo largo do Monteiru. e fui lumar seu lugar
lio maslro que Ihe li'ira de-linadu.
A baudeira fez hoiua a s-us juizes, ella era de
rica seda, sobre a quat eslava mimosamente relra-
Inla a Srii'iura ta B .a-E-peranra.
Tendo ella dado lint a s- l'iansilo, e tomado o
lugar quo Ihe compel,, reliroii-se lodo o srquilu,
e comecou enlSo IO horas da nnilej urna partida,
que e-I va preparada por urna soeiedadc, em um
barrarlo edificado uo sitio d.i Sr. Anlunio Juse Gu-
ano* do Crrelo.
Estiva o barracan sobre um ilileau elevado, bem
ornad.., rcdin-itlftalralila lo e illnmiiiado, em urna
exi-n-A.. de lalv-z mais de 00 palmos.
A p-rllda 11 01 fui 1A0 concotuda como poderia tur
sido, e c um neei seriamente fura, se as chavea nlo
livessem torna lo lAo mina oa caiuinh s eiibe Api-
pucos, pite., e essa pcvoacfio: o Bala, que er de io
palmos quadraios, poda Canter niator iiiunero de
pesso.aa, poicm aaaim inesino dansarain con-lanle-
menla p-lln de eem parrs.
Honre grande anundaucia em lodo u serviejo, or-
deni e animocn.
A fcsia da Senhor Bom-Jesus .los AOlietos, nos
Itemeiius. esleveeoberba; a enrurr*nci> f.n im-
uiensi. e re.....11 molla ot.lem. Ilouve 110 dominso
e Irgaiada, dansa de cora, |ior um curiuso, que em
venlade fez, u que ningiiein falla, se nao apren-
de.-se.
Iliuveram inais reslividadee em diversos arra-
bablns e cavalhddas : as que buuvcrain nos Betne-
lius f..ram bem Cuindas.
Conita-noa que o Sr. Joao Caetano despedir o
b Iheleiro do Ihealro, e pozara em sen lugar o Sr.
Jo- Li.iz, para que re-s ,s-e e tumor que corra
contra aquello, a respeilo da venda dea biihelea.
.Dizein-iius que bniiieiis qne costara de poaaair
riqueas sem lr.halli.ir, nem berdar, l./-rm do
quintal dos relmiiisus Benedictinos sen patrimonio,
vo'ia e m-ia van batear, ora o CaVolUr, ora u vac-
um. Bem bun !...
leui-se turnado naopporlaveil alguns bolei-
roa, qu .1110 gtimpam ai ulm ifadaa olh.m para bai-
lo deaprezivrlmeule, Uo os laberauat da (erra [ro-
mo a esle j trilal t.s apelllduo). e aquellcs dos cor-
ro. r..nebre.'.' Parece.....lau uiioeijiosos, anda com
ora elhsr severo levam oa niaiiitnitlos r-stos a qua-
si galope ao reunin... E*aa po-Jurai'.' Q.i-es pns-
lu as. elles se impoilain com pos.illas'.'!... He por
i-so que bulos oa das se reur.1tlu7.e1n lacios, cjino
acaba de sollreroSr. inajor Falcan.
M ns um espectculo paslonl vai ter boje Inga/
no Ihentro do A pullo, pela Campanilla sob a direc-
do Sr. Sania Rosa, e ein ben-licio nas jovens [laslo
"ras. Niiiguein, por certo, be mais digno de pratee-
cao do que essas aesiai patricias, que lanas nuil-s
deprazrr nos I1A0 da lo. M-lhur en prr.m eaplivar mala a alleucAo publica. H de-es-
perar que muda nina V"z os uns-ua couiproviuciauu-
11A0 de-in -r.iviii do bniii acolliiinenl que seinpte
loirt dadu a aquellos que busram-oa, e anida inai-
por s- rom estas que us pruciirain lilhas de nassa
provincia.
./'' amanhaa.
1111.nl. pata aer fiado'ra gro-o, II.e la um >eg.....la
liinn. p .r meio da am apparelbo particular a que
os I ancezei ili.iii.nu balitar.
0 a.ieudo esia app.ielho aitramamanle simples,
bem podara aer facmn-iile ajonledo a' machina de
deaOarocar, que permillina que ella les.e legj
0 alaudAo em rilado de ter cariado, Indo. < ,-
Inri,.ni 1.1-11 -em dunda 1.....s eilim-do e >ug-
111 iiliiido-lliti ov.loi n .-ilillerenles pai.ts e-lian-
getins.
Se, romo alUrmaiu varos rseriplores, o aagmenlo
1 1I111I0-0 que a pro-luceAo do alg. Ai lem 1.....,
balad -I .t.io. he devido em arando pon-a- ,,-,,,
e nll et ta da Cuitan hi, machina de de-earoc..i
invenala por Elba Wlnliiey, que deapensandu a
tiah.iilii tlusreva re. e h Indures, peiiuille que
mu I malar numero debanos ae em, rrguem na
ruiiur. dimesno, he de esperar que a machina im-
perial do Sr. Maya m> lozra entre mis o tr -mu el-
felo, p.ir qu, ni., di-peua. lambemaaetrab liio, leu-
do ilom.is a gr-n le vaniagem de nao cortar,cuno a-
qu-lla, as libra, Bem laboraos que nao lie Mnenla da i.lia de bra-
c..s que pievem .1 uran le abaltuie.....em que se arha
C-sa lullura tinpnil.iHe q- |H| ^ H esreu e(,,
lioso a que lamas familia, peritambuc.illa devem a
aba-lauca e nqueza qu tleslriiclanl. O.....lo, moles
lia que alaran.lo osulgudueiros. piutluz nelles quasi
o mesmn t-fleiio que a plliysica 110 corpa humano,
cuino lambem a rregul rula 10 daa eal.cOea.lera enn-
coiridograodemenlop.i.|isao;inas vencido o primei-
ro embarac,,, muilo mais fcil se tornar para os
Do-eos agiiculluret o lu lar cmn o- onln s.
S* nula pi.demos contra a irreiulardade daesla-
Qes, tlen la latvez ein grande liarle a imprudencia
cmn que ale buje lem s procedido, derrabando -un
necessidade as lilailas preciosas que cabran) u solo,
podemos e devenios procurar prevenir-noa contra o
mofo que, psto nao leja presentemente Iba geral c
nocivo como ao principio, todava pode ainda cansar.
nos novameola gratules prejuizos.
Esle mal uto intimidara mais a ninguem, lego
que sendo coi.ven.euieineuic ealudado, se adiar o
remeti propiio para conibate-lo.
He e-t dearobrlmento que n nossa anembll pro
Viudal dever Ira lar ue promover, propon.lo uin
premio v.iilojo.o aquelle que eoiieegoil realiia-lo, uu
a lupiaml, q .aiquer .miro alviire que ein sua sjbe-
dona arbar preferivel.
Assini obran.1... vetemos mu provavelmenta reap
parecer enlre nos, rica carao n principio, aanlga
mina tie carteo, cuino osno-ioa cainpoueies chama-
vain a culluia du.algo Ido ; veremos aprovrlbi l,,s e'-
saa ierra, s-ccas donominedas calingas, que leudo |a'
enriquec 10 aos s-us pruprielanos, sao hoja acalma-
das au pasto de animaos ; veremos noasoa lerlea
povoado, n-si provincia ll.iresc-nie.
luveiiliii cuino o -o Sr. Maya sao de grande im-
portancia para qualquer paiz. mas elles 11 sao princi-
palmente p-.ra aquellea que, como o nosso. nao pos-
anera bracos -ui ienloa para a cnvenienle explora-
>; lo lo rico solo com que nos dolnu 1 nalureza.
Osovrriiu impetial leconlieeende i-so, coiieedea
au inviMii r .. privilegio de soas machinas pin espa-
to tie l atino, e uina cunnanltia formada nesta ci-
d.de ronlrolou rom elle para esiabelece las assim
como lia provincia ia Parahyba, la 1 geral be a con-
viccAo, n0Smenle acercada ulili.la.ie que lev-m
pr.star sei.Ao l.inbcm 'cerca dos lucros considera.
veis que il-v-m m lu/ir para quem oa empregar.
1 ra nos.a parle fazemos sinceros votos para que
a< macl.mas imperiara se muliipliquem gran lemen-
(e por luda a provincia, pura sen.' is-u uina prava de
que a impoilaiite cultura do altodio vai sahumo cu-
tre us do lorpor em que presentemente se acba.
&ommnnuabo.
HEPARTIQAO DA POIalCIA.
Occurrenciaa dosdias H e 15 de fevereiro.
Foram presos : pela suhlelegacia da freguezia de
Sanio Amonio 0preto escraVo Benedicto, por ebrio.
Pela anhdeleeaeia da frrgU'tia de S. Jos, Ma-
no. I de Jess Mana, por desurden).
E pela lubdeiegacia da Iregaeza da lio -\ i-i..
TuomJ .-e .te Mello, Miguel Lopes Marlins e uli-
aa Jase Ignacio, todo, por desorden., o preso Joao
Fraaeisro, por su-peilo de ser esrravo fgido, e
o p.irlugtiiz J0A0 Joaquirr. da Costa, para averigua-
Cues ein crime de lu lu.
I(i
Foram presos : pela subdelegada da fresnezia
de S. J s. o pelo e-cravo Antonio, por fuiii.io.
E pela sub 'Oleacia da freiiezia da Boa-Visla,
o portuguez J0A0 Jeaqaim da Costa, por esordem,
e a preta Aiilon.a Mana L'tubeliiia, por su ser e-rrava
in-s-
eil''
sobre
inp >;- resnlveram os \ are 1 o-
res imlos fazer es-a rieapeza em enmmum. a De
robus inmimis non coral pitrior Qaaale mu
de um coval (11ra uin aubioque tantos -;rvic is pres-
luu a* aoieacia e a lilteralur. desle paig! \
quinli. / jtis pretores da Clda le oppoz s
tnenin a blsarala tos que eoien 1 >ram I
si una parte daquella divi ia iladanal.
Qua ejemplos .1 fulurus es,nntoies ; u
A semana 11.-sida aniiuuria, at.i .s pirnaea um
ruiivile anenyrae, e-cnplo.em francez, nn qual s-
dial, que ae deserv encontrar urna peno, para so
associ.tr na expInr.cAo de una obra que he !- grao-
da uiili.la.le para Indo .1 genero humano Beclaia-
va-e qiieus finido- necaasarius eram
lurros da 1,lira en .unes, c em
mnimo*, e ns
inevis-iinn lempo.
Ueaej.va lambem n mgico annuncianle, queum-
uviduo que eulra-se 110 negocio foue dotado de
itisiruccAo a eapaeidade, afim deque oseo nome
appareca disliiiciamenie na hisioiia do Universa
Ealun.ria tambera o nflerenle, que .e hiuii-m
fosse eslraugeiro.
Harousaibem calebre '.' Se nao he nif desen-
Havendo
s (o la
lia
la le
Era (i de novembro o Barraconnlatii lUcou 23
lineo- da guerra, mellendo-o. ,;:.,s. todos a i ique,
I...,,',..( II se on, la aleum tm aos cilios, |.utem
uenliun igual ,|e M.mi.wu maoifesl.ram. Segoo
di,is|i,,n ir,rmac0-s l.ivtau sito tomados o-
i.,, las He ,!,-,,.. Asfetlori.s liultam sido lo Isa a-
b.ndo adaa pelos ,, gocianlea esitang irn-. Foram
deatrado pelo foxo consi leravea depsitos de
merca lona-. O commerri i eslava p r Ivadn.
Enirar.iii) iu. fogii utCiiotiiaii lelo que leVaVI re-
bnque 4 rauhoneiris, e o uEncoumer que tese a
masan de l*seinbareiraa I .rea. da ataque. Tambera
iies-ui'iarcoii urna forra americana.
Era >.leetilohr>o nll iracoonla e o Sampaona
c.imec,lam a -temolr .. furles que slo ailoadoa na
passag-ni de.ildc.io, em quanlo o (tt'oromaiideln de-
semharri u (il) homens cmn o lim de proteger as fe-
lonas. Os birles na passagem de Macao esto loma-
dos ; for.im enclavadas t,s pecas. Iguorani-a. porem
us motimeiilos .los china.
O eslabelecimenl.i porlocuaz do Maco licava em
ganado, lemo, esp,c0o pira X^.ttESZtttf3SZ&
Eata'-te perando de Mac.io acrvela a D. Jola
i.) lando lodos os bous pemarabucanoi, aileul. a
diminuiciio progreaalva dos bracos empresarios em
a nossa l.voura, seniiam aperlsr-se-lhn de dor o
pelii, p trecen.io-llifs Inevilavel u prximo esgola-
m-nlo da roaii sbundante de nosa.a fon tes de ri-
quetal, asun publica como parlicular, eis que um
invento de gran li-siina tiltil.la le Ili-sj vem reanimar
as espelucas acerca de um tos ramos dessa intliis-
ir.i que mais precisan liiili.uii de aiiiinacio e au-
xilio
Fallamos la machina imperial de descantear o
algatlAo, recenlemenle canal ui la pelo Sr. jse da
Maja, cilaiia.t iogiez, ha mais de vmie anuos ca-
sado e domiciliado no Brasil.
Esla machina que tres animaes peen era mov-
mo.tto. e que lambem a poderu ser p ir meto do ven
lo, a tapian lo se-lhe o coiiveuienle apparelbo, o qu-
be fcil, da descae cado e balido no rapafo de 12
lloras pezo de I.' arrobas de algotiio ein iiluina.nA
nccup.ndo n-sie Irabalho aenAo una s pessoa.quan-
ilo pelo pr.ice-s i prsjsenlemenle m nao senara pre-
cisas lis pelu meuua pan sleaucar-se o mtstno re-
S.lla lo :
Nao pense algaeai que lia gran le vanlasem he
devl .a ao emprego de meios eilraordinaiiose da
dilcil rotnprrbeus.io : nao, a machina imperial he
b-zeadl.......i-int-\stenta de fu-os em que o All
qo.*i lodaa ai que Ir.b.lhamno interior de bihhu
pn/, o que p-rrnnle que ptissa ser aalisfacin-
rtaiiienle dirigida e metano reiiaratla por peisoaa
que neuhun ciiiilieciinentoslheoficos teuhain de me
cll.uica.
A pnucipal lovencflodo Sr. Maya consista no
Hpp.relii'i de cev.r qu- empregoe, o qual salir-
ser ni .i lmales, he ao indino lempa bd-laiile eoge-
nh.....
I na cinlade sola guarnecida de eo'cheles. pMiao<
.lo po, enlre algodAo em raroi-i do re-p-clivo po-ito tnpre em movimenlo, toma dellaa qu-nh-
d i le auflic enlepara qoeoa fusos so conservera cona>
l.tuiiii-iil- sorlid ,, e comn poderia acontecer que
fosse i-va a aa roesmos una polcAo deinasiailaneu-
le gran le desae algo l.'-i, o que lalvez Cantalee algu-
ma periurhacAo em mi, marcha regular, um appa-
telho particular, o regulador nao deixan lu pa-
sar sen. a quaulidado cunvenieule, impele que i.so
leiitoi lugar.
Bescaro{.aiiao aasim o alao-lfia, be elle colltitlo por
oulro apparelbo lambem mu simples e eugeulioao
que o v..i entreor mmediolameule a um ce-
lilldro guan-culo tie eacovnf, que impe lnulii-n
le eorular-se nos fusos, ahre-o perfeilaaieute,
d *ndo-o logo ein esta lo proprlo para ser en-
r.r.lalo. ope.aeAoquea me-ma machina pad*ra'
lazar muilo b-m e c.ui grandefanNdade, ajonan i .'-
se-llt iii.it. dual UK'n.M-.ts iioe.-em a Cinpollear,
a lum [o r.iiuufayar
-u',"'''''vistiriu|..< a machina imperial iiolamoa-
Iha rtgum pequeos deferios que sabemos estar.n
boje plenani.-ul- tcpirn.l s.
A i i senil,, o al.-oliii que entre nos -e ctillivt
lodo ij unta qualidade, aconlece -,- 0 cun-
eo ,le un- cuii-i leravelmenle malar do que o dos ou-
lros.
B*ta desigo.l.lada .pie, a' primeira viste, parece
que na ta d-veria influir no joao e lo.ni elleito da
machina era todava um ds maiorea ambarar, s que
ella enruntreva, pola q.ie nao se poderula alterara'
vi uiadn a dalancia entre oa resperlivoa fin s e a
una ron iiictora, era esla dnl.ncia ora demasiada-
mente grande para nos, ora demaaiadamente pe-
quea pira uniros, o que d.va lagar a desperdi-
cios.
os.. Maja, procurando remediar esle mal, Ima-
ginou e coaiseguio fazer que Indo o carneo q ,e
depoil de haver sido sojeilo a accAo da machia.,
levasse lodavia iromsigo anda alguma pur^A de
pluma, foase cnlhido por um apparelbo semelhanle
ao que empregara para supprirn Irabalho dos ceva-
dores, u qual, sem que ninguem u poisa nhaetvar,
conduz lodoa ua carocoa da que se apodara a um
deposilu especial donde he fcil lira-Ios para que
de novo sejam sujeilos a' accJo dos liisoi.
o;.2? C*ETAKO DOS SANTOS. R \ SU V
NvMlfuuL 8EP,,BSET*aO M 1'E.t-
O grande ulerees* que se |iEa desde moilo ao no-
me ar.isl.ro Sr. J ,Ao Caetano. considerado geral
nenie como o pr.m-Jro denlre os adores ...c.onaes,
recei.eu um.. Cunrmacto perempmri, na tecla d
ho nem, em o Ihealro de Sania Isabel.
Dizia--e tlesde muilo, e a-.everava-se conat.nle-
menle qu, e--e arlI-U era a alona mais duradnura
e mai- viva ,1o no-so pa, st.b ., relaeio propnam-n-
10 dramaliaa : aftirmavara-u. lodos que o linham
obs-rvad-ja, pe-uas dOSHUoroMda. e esclare, idas
e anda eaTrangeiroa aeoatumadoa a contemplar n'ara
eivi" llgc?"1* *"** m '*'*'">" l""aigios d'arl. oda
Honiem, felizmente, realisoo-se para ns.para [o-
d .s que cune .rrerain ao Santa Isabel, tudu iso tiue
e^vu|",aeM>eciaSAumuilujusla e un. desejo is,-
Virao-lo. o io podemos dbjer por nos me-inoa que
i actor he ina gne. be o mas que -e pode au.b.c.o
nar, he nm dos m.is eloqueutes bradoa em favor do
llOfttd i r. .i,,,,^
iNinguea podVa' eonlesla-lo : ninanen. de.co-
nhecera d- hoje rm dianle que o Osla braaileim
MClmidilo, idulaliario "- capital du imperio, na B-
hm, o Kio l.r.odedo 8ol ; rr-neiieameale applao-
tido e admirado por luda par le, ca person.li a,-.,.,
cnpleta da arte dramtica, be realmente o u,//.M
re, cniuo o ja dissc o illnatra cege-color du Ca-
O Sr. JoAo Caetano !,- oque j 0 procl-mava .
opimAo publica, a voz inc-ssaiiie de orna fama sem-
t.re cr.s-enle. Ua aelle mala do que fora lalvez
hasl me para dmleill.r a um au nlo.i. anda engen-
te le mais, p-'.rqua ha m-rilo superior, eminente
inri,ni-.lavel.
Senlior da cena, com urna ptesenca eleaanl- e
sympalbiea, dm.....ando pela voz, pela eupressa do-
anecio, e.lis patanes mai. intimase eiiconlrailas. a
latle nm pava aucioso e Solliego por ve-lo e oun |:
ellei arrebaluii por mais de uina vez nos lances mata
palbelc.sedelicados.levouacttmm.icoaurunil.....al-
na, el-rlrisou uiestnu, e, para o dizer n'uma su pa
lavra, Inumpliou no palco.
Quera o vio representar honiem, reconh.ceu, por
c-.to. que nesse actor eslo perfriiaraente reunidas
t "las-s qua liadas n-c-sarias para laze lo sohre-
c Inr-empre na repre-eaiicAo daa altos segre.los
a ti, q.e os scr.be. bn-ke-p-are. Kacne e Corneilie
Unta soube.am dar realce a' vida imsleno.a e im
aaierial da nalnreaa humana. Concorrem nelle o
timbre de uina voz sonora, eipresaiva eeueigica,
urna profunda compreheu-ao do carcter que ds-
emp-nha. urna naluralid.de sublime unida sem sem
e-I,reos aus rigorosos preceilos da arle, una sensi-
bili latle apura la em lu iqj os muvmenlus do eora-
ego, delicadeza ile ademanea aeeoleos, imagmacjo
vivissuna a iirdeule, e, diremos ate crean,,, n. re
presenlacAo. ^ega lo-ba pre-enletn-nle alauem i
Ntoofaziam nunca lutos esaes que, a-snn como
nos, livaram O praz-r de observa-do na recila de
iioulem ; por.|ue ah encoMraram inaia urna piova
evidfiili-sima uo quanlo pode, do quanlo he Cdpaz o
veril tdeirn genio.
E, eiilreUnio. es-e artista de lano merilo, anda
na,, lz desfilar dntnte al, e a' vila dr> publico desla
provincia, luda ,-sa saleria ro.gnilica d- qu. iros
epl-ndldos. .le pinturas lrag,c,a .rr-l,al..1ora.
que lite suliininisiram ns papet. diffielliroos d- Or/.e-
lo, AMonlO Jot.Kean, e amia o-Summainenle me
ltiidro-n. rasos da mus. dramalic nos c.radares
te atasb-e, /ae tantos ouiros. j. he muilo, po-
rniii, pera f.ze lu digno de admir.cAo, es-e Jorge
Mauneio, de cu|n cara-ler elle lauto ae poasnio,
rom quem lauto s- ida.....ledra, que i,Ae .eremos
exagerados -e dissernioa q..e. pa. lindo do primeiro
acto al o ultimo, fui sempre o-ieiilando n'om pro-
gres nelavel a forc da s-u t.l-.tio sceiiicu real-
inenle ruca do rommom. Felizmente podemos a-
preria-le bem n .un drama que ,|e p-rio cunliece-
.nos ; nossa nml- de lie ralas m re su s.e nes-es
momentos da lano embosta.ino, vimos espe,, er
nn lo ta a sua m.gealada e b-llera a cor.ia brollante
que piusa .ic.de muilo na rabee. daaa h .inein Uo
arti.la. dosse artista sublime, t.lo exlraordinaiio e
iiiiinttavnl. ,
Ah esi o publico : ijuize-noi elle, e veja se fal-
lamos a' verdo-ie.
Tr.carnos rslaa Multas aob a imprajaio mais viva
do que -euiiti, ,; e .ut, tus uanauns quaiidu
vem s que .i Sr. J,aoCael.no. apparereudo no (tal-
co p-roa'iibuciui, foi lao uuix.rsal e eniliusiaslica-
menie appl.tudi.l... I! q,. au llierj,0 uio ,p |||e
pa laneaar em lempo alguna o culi q te Ihe he rie-
vitin E qoe mgeuics, oa verdadeiros genio., for
c m ai ariiiiTacao. .lem de arrestar a ailencAo pu
blica lazem-lhe j-slira lodos que o virara, que o
observaran! em acea ; e mi. que Ihe envim-aeasa
linanagem lao ingenua e respetitiM, es-a Intereaaaa
le ..;,;, a Pernaml.iie,,. le-ej.in... aebrrladoqor
"Sr. J..,in Caetano corilinue a rereber cada >e/
ra is-iiiiinms teslemunhoa do alto a,,,.-,, .que
l-in airrilo. *
Espera.no lo. sem llovida, e raamos cerlo de que
o iIim do nosso paiz. .. creador scena bra-ilet-
ra. ha de encontrar sempre entre os Peinamboeanua
mai< um estimulo poderoso p.rn aiirher-se de jubi-
lo e ni.t-h.ir satisieilu e Ininnphanle na sua cairet-
r.i tie gloria.
. V.
I'.ecife, l> de fevereiro de IS'.T. .
&os?e&&mbmda.
Sra. rctartnres. Respirando anda .una atmoa-
ph-n. que exhala ii mais rieliciuso p rfunie de reli-
gi(o, \ olio lar e< na a i publico dn priumpha p r-
leiilaso e.grande, qne, n'unia poca de lano induTet,
renii-ino, alcanc u a palavra divina,
V. qo.lid.de .le mmlalrn de Jess Chriatn, elou
c'ii-tiiui In na rigorosa ibrigacio de Tazer publico
lo ios ns po ligios e maravilh ,s da nos., sacrosanta
religig ; alm de qje um dever ie gratla,, lambem
me c n-lilu na nltrigicao de ndn -sqtiecer a n rae
riaqnellr, qu-no puupoo faahg.anem lrab.lhoap.ra
le.ar a luios chela- o frucli da aoasa santa reail,
a esle nmeros i teh.iiibo, Jo qual son indigno pas-
tor.
I lucro f llar do digno inissioiiario apostlico fre
S -lim da Calama.
E-lc zelo-o e lnc.ns.vel pregador, arulhenrio o
nieu convite eom inlencAo de vtr aaissronar ne.la
freguezia, segilio para ca logo que leu por lindos os
seus Irabalhos cm l.ucena, a :l de tlezembro proii-
m,t pass.do.
leudo mis aviso de ana chegad, neale dia, fomoa
em proriaaAo encontrar las imigens, at os confina
da cid.nl Infelizmente oo leve lugar a soa entra-
da, por ti ter o invento demorado am camiuho.
No dia spgainle ii, aqu chegou o bom hospede
as li In.raa da rflanboa e dt-se mi.-a n> nossa matriz.
Fimla a missa. adv-rtio a-, |i .vo que cnida-e rm fa-
zer una talada para se peder u.;r pnmipipa santo
mis a i.
A esta a tverlencia n bnm povo melleu nos a,, |r.-
ba b i, e em pnaCH oia, d-u por acabada uin.. lata-
da capa/, de abranser inaiari ctnro mil |H>aaoaa,
O inverna n.i, |ieimiilindo que se principiases lo-
go as s iiil.ts missoes, f'i inislet esperar pelo seu des-
anp.iecimeiito,
Felizm na raan a ni-ubaa do dia 3 i" correnle,
pije da e mimosa, trotinada pela Piovnleuca, pata
s- dar priurinii.an sanio Irabalho.
I'- las quaini huras d.i lai e deaae dia, ubintlo ao
pulprio o digno, pregador, e eaereilanla a sua clo-
qu '..ca i \ itiizelica, aiinunciuu aoaaaua ovintea que
e->:\.ini principiados s >eoairaoallio, moMruu com
nma foic. de l.gica. c-p.z da runveitc r ao es irilu
o mais snpbi-iiro, as iminenaai vantagei s que se re-
coiltiaui era ae uuvir a palavra de De,,- pul bocea de
seu- miin-lrti..
Os irabalhos proiegolam regularmente, quando
fortn n.l tiouiindo* no terr-ir.i e quarlo da, pela
rea,vrenme.o :,i< clniv ta : no qoi...... cmn quanlo
o 1-mpi n-o f,,s,c ainl. ,.eif. iiam- ule lun, elle fez
lorar citatnad. .o povo, coulaiido aegur.roenle que
Dos no i.. estimara quondo seltalava do seu pro-
prto servlco.
Caso in.iravilluiso !
Otiainio u pregador comecou .. su su lo sillieeis-
ro, lu., o luir.- iti. muslta-sa tal lad i, e com pouco
...ais ouve s.. o -altepido da chusa, que tollo pr.ni
asa se avzinbava de na. O d.gn,. pregador, afile-
lo par ver ..-eu trab.lho ini-.rouipi.., chelo -i.
cn.ilnnca. ajoclh. -e. ,,r.,, e pede ao povo qu- lam
bem ore ; as Su-s sopplicas aubmdo ins azas de f.
van-a proatrar ante u .hronu d- D-. s, q j- o altan le
e escuta, au rliegan lo a ser interrompido ; por lim
ja a iimle era beli i.
Por espaco de vinta il as, miasionou o Kvd. frei
Ser.phim, com Interrupcatodosdl aj mencionados:
foram viole illas le Itiumpha (tara a nt-ss religi.io,
vinte dias em qu- os M-mangoapsnaaa culheran.
..bullanles fruidos espiiitaaea ; as anas palavras,
que do alio da Cadetra sagrada riinviam por sobre a
mull lio alenla e silenciu-a, i lilil r n lo-SO em seu.
cur.tcas hiimilhado. e .irrep nriiio., faziara brolai
viroso, o abundantes rruil,.-, tal como a semeule d
Evangelho aeuteada ein terreno l'-rundo.
Na venlade, ha mnil i que o nosso r julissionario
nao s- \ (Ao concorrido : qualro e as v-zes mai-
aacerdoleseVaenladoa na radrira da penitencia, con-
suiniam grande parte do dia em conle-sar aos peca
lore- arrepen lulos, quo banliados em I igtliuas un-
plaravam perdi pai. ... s-us precedas.
.Moila. nvelltis que viv.m desgarra la-e separa las
di aprisco ti Je.us Chrislo, foram nov,oneme cha-
ir.adas para o gremio da igreja, es-a mil lerna eca-
rlnhasi.
Enseria por doman enfadando se ra ? pmpozesse
a reaisirar um a um os fr jetos esp rituaes uulotgado
a eaa rebanbo.
i .aaarei acora a enumerar oulros servicos nao me-
nos dignas de iu-ncan.
O Kvd. Tre Seram. ollian.ln para o alraro do
nosso eemilrrio, que ra ap-inu um lerreno era aber
lo, i i ver ao invii. que ra um mennsprezo r-Hoa-
almas do sanio purgatorio, conservar se em talaban-
.luna e esqueriinenln uin lugar destinado ao repou
so le seus resi,,, morlaes : que e.a una irreligiu-i-
d.de, urna vargonha pa.a nsMamanguapenses, olha
rem rom Ipnla in nller-nca para um loga, saura.ia,
aomle doiuna o somno da elenidade seus pr.,prtos
irinA.is e amigos.
Estimulando a lodos para que lomasse em conside-
radlo o decoro e decencia da cemileiio, d-u parpe
allnela fa?er-se iodo bem poaaivel dorai leo lempo
'!eu amiasoea; e qual oulro general a trente dr
seu exerrilo.ia diciando anas ordena, que eram reli-
giiisamenle ctimprila-,
O pr.ineiio Irabalho que se fez, foi rocar e tlaslo-
car tolo o leireuo em qua ira, para se poder pros^-
autr na obra: nn cuito e.p.c,, de do.. Inri, cal-
pnm-.ro sei vico e-tava concluido, (l.l eta u numer,
'le pea.oaa que conen-reu a elle ): a-sun relio, lod,.
o povo, homens, mulheres e meninos se empregara
ein eondnzir pedias e mais maleriaea para a rdiOeai
nlo das paredes dos alice.ee-, einqu.ulo alguna se
appl.cavara na eieavacio.
De cada cam.nha, oo ca.la vereda surga orna loi-
ma de moloeroi, de homens ranlan lo seus bemdilu.,
con luzndo podras de dislaaeia de mais de meia le-
gua, lodos gratuitamente se einpregavam com goslo
neale irabalho pin.
Feita a escavacAo das li catees, e bav.en lo aban
d.ncia tie maleriaea, indos os pedreiros que ,-\ -n..:i.
noluiar app.receratn ao piime.ro cbaniaifA-ilo pre
gaJor |.ara f,/.er as p.reles, a. qu.es d.ndo-so p.
ac.oadaa em dona -lias e mei, foi precau) fazer-se
ara arande aterro par. aplamar-aa o terreno. O ce-
raileno lorm.i u.n qua Ir,, de :1UII paln.o., havia I.,
aeres em que o aten o h.vla-aobar a .", palmos'. Ele
s-rvico. que a primeira tarta pareca n.venciv l.cm
qu- adiniracAo iiAu presenciamos dar-sc por pnnupt .
em dous ,ns ; iii
Sendo neeeasaria um cruzeiro para o cemilero, o
digno missi...ia.io derl.roa que precis.va de um p.a.
qut le-.e um. eie^anle cruz ; pe. maiil.Aa do dia
s-guinle grande nuineru ile homens .-guiram par-
uina mala de dnlan. ia de mai. de duas I. gua<, rj.
huras ta manliA. do m-smo da lodos eolravam d-
Volla na ci la le. carreando sobre ns nombres un.
lormidavel pa de arnueiro. enlrasam ein numero
de III us de .lila, mil pi-s-oi-.. |,|as Cal,I.uin l.ein .1
los; Ira/.e.itij palmas, ramos e bandeiras em sigual
le Irinini li i.
0 pao r,n posto om frente da casa da cmara, aon
le resulto ,ia fiel Seram ; e.|e pus-unlo de uin
sania enlhataiasmn, pror-moeu em viv.s a Nossa S-
nhora, a S. Pedrea S. Paulo, nos-os padroeiioa. que
fur-m correspond-Jo- pelo pavo com eslrotidosos ap-
pldusos.
Oaca'apin.is, em numero de 13, m'UerammAos ao
irabalho. mu pnuc ..sj. ,,;> ,frme e,t,,a |rjl.'t>r
mado no I-uli.i,)., redenipcAo.
1 mi subaenpean foj al, lia em casa de sua resi-
dencia p,ra a coiilinnacaii dos Irabalhos do cemile-
ro, a qual apenas suhtn a IJOO>(M>0 rs., p .r ja' s- ha-
ver i romovido uina nutra entre os particulares, para
na qual ni.,de de irmaos do S^ S. Sacramento fazercm
u s cii-.i iihiIms.
O diiibeiro da primeira suhsrrpcA o Rev.l. fre.
>erabui eineiii-i, melhor emptega'r logo em mate-
riaes, com-1 d- fado o fez. e p I- elle ubler da al-
guna pmpii-tarioa, por cump.a, :,-> milhe.ros de li
pilo-, que apenas chegou para o povo ronduzr em
loas camiuha tas. donde ae pode bera calcular o no-
mero de pe-soaa que bavia.
Nos seus cathecisnioa, elle descorra stmpre pelo
declogo, lllti.lranilo os seu. nuviiilesacerca doa seu-
deverea e ubrigar s. Tendo um peifeib. coiiher.
ment dos no-so. coslumes, fez por exlupar ludus Us
unos hablo., prejoi/os e superslices, de que se
acbavan. arraigados.
Apresenlou cinco sermes sobre assumplns impor-
lai-le.. ea todos elle correspondeu "pe feiamenle,
lallando -empre com precisa,,, calor e euergia, salis-
laz.a ao lio, que ae propanha.
O Rev i. f.el Seralm he dotado de profumlos e va-
riadoa conheciineulns : da ca.leira evanglica dea-n-
volven b Uva principios das seieociss sociae., aslru
uomic s, oilarae.; e aramio s .mina ileconheciiiien-
los histricos ornaui o seu aspirila.
E-t- ja' vai langa ; porra eu nAd a linclisarei ae.r
que primeramente aprsenle um esboeo do dia oo
de Janeiro, dia de prazer e lriuu.|>hu para Maman"
guipe, .lia que vivera's-.npie na memoiia rio. que
0 prescnuar.m : esle foi u da destina Jo pira se con
dUZr au cmn-no o cuzeiru.
Pela.!) horas desle da ahia em d-s|lada pela la-
deira da nialnr urna proc.-Ao rom u.n uumsro.issi-
rao aro-np in llmenlo, guardando a segumle or lem :
na rrenle -euuiam lodos os homens enlatlo heinrii-
1 s, e levando btndeiraa branc.s e ramos verdea ; na
meio seguiam ... padres, a irmanriaile da S. S. Sa-
eramenlo a o erazeii o, que era omluzi io p. las p-.-
-os. mai. aradas ,1, logar ; seguan, p,,r lim as mu
Hieres lambem ciiendo, e ruiiduzunlo sua. b.n-
d-.ras brancas a |,lo formava um acompanha-
menln do olio mil p-s-oas seuur.meui-,
Chega io ao cemiien i.lve luaar a henean do cru-
zeiro p-lo Revd fm S.rafim ; fin ta esla'ceremunia
lod os se ettrnram.
As I Imr s o povo ja" eslava ronido na lata la
par. ouvir ..inlo.os, pela ulH.na vez. a p.lavra da
1. un m.-sinnarin ; em p mea ja' se -chava ell- senla
iu no pu pin, pi jnen.iiiii evi.otlat a seus ouviule-
para que f.-aem p-rs.v. raules na ememla do. seus
p-ccarioa; l-nlu-ulli i-nle.n-iile fadado a esle res-
perio, deu principiu as bencina 5 b-nzro lod-a ai
vei-a. b-i.iiuho. e rosarios que furain-lh. presenl.s,
por lim conclu., cm um breve e lenle discurso
n i|o-l m Irn ln-se aOeiCaade e gr lu an povo de
M mangnape pela defe.encia e respailo com que o
hav.a ir.lad,,e ouv.do, invocuaa b-ncAo de Deo.
liara os seus babllanlea, a0,s |-,r, e |a;ur,,s, ou.
lo ga., a tolos uin abraco fralroal, rii.se Ihe um
adrse... f,.i-se, d-ix-mlo ..s M.nu.nga.pens'a cmn
seos coracoes repassadus d. m.is viva e amaiga sau-
da 'e.
Receba o Rvd. Sr. rel S-ralio, n votos de cor-
dial e-luna, consiri-rario e respeito, que em .lome
dos habitantes tic Mam*ngeape faz patente a sua re-
vereni's-in.a.
Olegario .lulmiii da Cim'i'i Mattarenhat.
&xiicx$tma.
L'.\ CIAE DE DOS NO \l\ SECLI.l).
A Cyl'ide ila Deo re S. 4go*finho, nova IraducrAu
de M. Emilio Saiasel, com .urna inlroduc^ao e
nulas. .
C'../ids.7u.
II.
1,-le Irhjmpho da Ierra no XVII sr cidente pasaaaeiro do drama uu um desfecho defin-
livo ? Bis o grande problema da nt.-a poca, ea
cansa secn la de lo tas os noasaa agila.;es.
No primeiro-anuos tpie s segairam a' revolo-
ees, pareca que un espirito novo ia separar com
pela enle o XIX. secuto da nlade nrce l?nle. J..'
1 rumecava a' fatigar a nina plulo.op'ua estrena, que
jjulg.iv.. poder ludoeipliear n'..lma pelas melamor-
I pliosrs da-ensacan. As grandes c taslrophei puli-
licas, abalando as almas, as eaisteaeias, a. epiaHIea,
linham bauido esle Oipirito de leviandade e de iro-
na, que peder couvr a' urna aededade aturdida e
deaeccads. Eslava-se diaposlo para a omoc.'i.t. para
a ternura, para a melancola. Aaahrirarcea de Con-
dillac e ai lacelas de \'ol(aire, qua.i que n. mais da ealatgo. En preciso idaa mais gtav.s ,
estas gerace, uv, iiaaicamenie ciperiin-aladas. Da-
hi u na volla quasi eniveraal nos pensamenlos teli-
giu'oa. ns queriam Vollif ao seculo XVII e apc-
g.r-ie ao eatholicsmo; oalroa, menos moderados
em anal vislas, aspiravam a' alguma couaa de novo.
ns o oulros criam em urna urdem de facloa supe-
riutts na ida terrestre, e que nos pren lem a' oulr-
u.uudo. II .va pois, lug.r de crer, que esle renoo
vo religioso ia ser o carcter do seculo qoe coine-
c.va.
A primeira obra qoe lesleinunhou, por seu bri-
| Ihante succeaao, rala nova dbposiclo das almas du
I '"'"," do Chrisllaassmo. o Esle livra boje muilu
1 desprezade, eia enulo o que rievia ser uesla poca
1 de convaleaeeucia religiosa. NAo era ainda lempa de
I apreseniar 6 chiiu.nlama sub Indos os seos aspectos
injslerto.os e sombros, e de unpo-lo cema ama e ;
I mas era ja'muilo razar amara belleza, a poesa,
! mo-lrar as sua- auonjadra eom as ailes, com a ualu-
r-zs, cun as necessidades du Mracfe. O .1 tiento do
Cbri-lianisino nienava as almas sem subjugar as
Jvoniales. Ufferacia um cmnbo menio, bastante
convenanla a esles espurios abalados, qoe ainda nao
qoeriem crer, que uAo queriam mais negar, e que
rcpoiizavam m. -i oos na agtadavel e fcil torrente
la ad.n.racao.
Duas obras eminentes foram Lioda devidas a esla
reaiirreitjao doj.piri(o chriablo : oso SerSes de San
l'deisburgo, a defensor eloquenle paradotal da
I'uvi lencia ; o u En-aio sobre a Indillereiira, a co-
jo titulo por si so, era ja' uina idea justa e forte,de-
(Taca, lamente gasta por u.n sjstema lususleutavel.
.1 poeai ataocieo-aa a esle muvimenlo. e be mister
cmfessar, quo Ihe levemos ua mais bellos acceuto-
di musa riiulemptiranea. A Irisleza religiosa das
1 Me lilacues, o o transporte injstieo das Harmo-
nas ., inspiraran! cantea mu supeiiores a' loria a
peesla do XVIII aecnlo. M-s (arde, predicas cele-
bres, emque nina dialctica cluqueulc e urna ima-
ajnaejl.....Iliinmula di-pulavam o favor publico.len-
laram fazer penetrar mais profundamente as ideas
religiosas pelo alfauge da palavra. Assim vio-se
repro luzir em miniatura espectculo que linha of
reddu u serulu \V'I. Batfo o eatholicsmo re-
morado e parificada por soa lufa contra a reranna.
sob o mais bello evemplo do espirito religioso unido
1 cultura da iiilelltgencia. N.i.i quero dizer qoe es-
sa ecuerosa tentativa nio lvesa. sem deferios : p-
ie .er que algumas veze se veja nella mais publica
do que religiflo sincera, mais.innnizade conlra a phi-
I isopli.-i do que verdadsira piedad-, mais imagina-
ria lo que seiilimenlo, mais paradotos do qua set-
nela solida e forte Ibeologi ; dado porm o aiscon-
10 fraquez. humana, reala um bello e poderuso
e-forro para deiperlar o seulimenlu religioso em
urna sucied.de unlilTereiile e desorienlada.
Emqoanln a religiaolcnlava meios novosde recon.
quslar as almas, que tinha perdido ou abanlonado
uo precedente seculo, a philnsophia eo.aiava urna
iraiisformacao semelhanle. Benjamn) Consl.nt e
ou I,ina de St.el, bem que profuiidamente p-ne-
iradoa do espirito do seculo XVIII, cumprehendiam
enlreaalo que 1 a Enejclop-dia a alo linha dilo a
ollima palavra sobre as quealbes religiosas. O li-
vro sobre a a Rel'giAo a escedido depois pela scien-
cia allem.i 1, foi um livto original, e misado em um
lempo, em que as i leas de Volite) edeD-puia
eram as rio quasi lodosos espirilos .le primeira plai-
na. Beujamian Con.lant consilerava o aenlimento
religioso como um faci nalur.l e universal ; aban-
donaba esla (heoria mediocre e eslteila, qoe nAe
recunhece oulra origem a' religia j, qne nao a Ij-
ranna ou o medo. Via em ludas as relig oe. fados
amaos sem duvida, mas f.cloa legtimos e reapei-
laveta, ap-rf-iroainlo-se com o lempo e com o pro-
gresso di rli0 humana. Madama de Stael era de-
votada as ni"- -i 1 ideas ; mas coucorria com maja
paizao o eulliusio-iuo, e julgava em uin. uniio pos-
sivtl e provima de todas as co.ninunl.Oes chrs-
lias.
Ao mesm,, lempo, formava-se ama iiva philoso-
phia, que rompen,lu ainila mais ab-rlamenle com
as .1 um nas de Vollaire e de C indUlac, enconlrava
de novo no intima d'alraa humana os principios do
e-pinlualtsmo, e reanimava oa maiores pensamenlo-
le Leibnils, de Discarlea e de Plalio. Ella defeu-
.lia Dos, a alma, o livre arbitrio, o dever, a im-
tnorlalidade. Os cheea dosis nova escola, Maine
le lliran, Rover-Collard e M. Cania gozam da la"
na devida a sens 11 ibres Irabalhos ; ma, se noa
pergunlassem. qual h. nt philnaophia contempor-
nea e repre-enlanle man liel e mais original do es-
purio religioso 110 XIX seculo, Humearamos .em
hesitar M. JuulTrov.
Tem-.e esquecido muilo M. Jooliroy. Este uo-
lavel espirito he um dos quemas lestemuiiham a
oriainelidads de no-so seculo. No XVIII seculo.
duvnlava-sc alegremente e diverfindo-se. Onde se
.diaria uesla poca, excepto Rousseau, am ltume.it
i qoem a au-encia da f linha inspirado algoraa
Irisleza '.' Os gemidos e os solucos d* Pascal asse-
melhavani-se quasi lavoura. M. JouOioy he om
Pascal pbilusopho. Nao os comparo pelo genio, mas
pela alma. Ha um dos que duvlanm com mais
sinceridad-, com mais ardor pelo verdadeiro, rom
m us transporte para as causas invisiveis, com m.is
pezar daa creii<;as perdida., com mais desespero e
mais esperan,-,. ||e apresenlou este espetaculo
nolavel de nma alma profundamente commovida
unida ao espinto mais raimo, i raiAo mai lenta c
mais escrupulosa. Ao ve-lo procurar n verdadeiro
n.nguem diria. que elle senlio a necessidade com
urna impaciencia Uo inquieta ; ao ve-lo eslabelecer
us pioblemas de um mudo pslhelico, 11A0 se suppo-
tia, que elle podess indagar a solucdo com um es-
pide Ua tranquillo e lau pac ente. Ue e-la coo-
Ir-riirrAo app.rente que fez crer a alguns, que elle
linha esbarrado no scep|,eisiuo. Como elle ers mu
oosadas para estabdecer os problemas e mai pru-
dente para recbelos, pirecn apartado da soluto
por nm abyimo ; mas esle abysmo nao eiislia se-
nao para os qoe 11A0 conbecem o encadeiamenio
dos ptinripios mi plnlosopbia. Elle analysava coro
um cuid do infinito os d.doa de um problema, e
quaudu se o cria na inlrodurcAu da sciencia, possoia
n, reahdade as ultimas concluyes. Demai., bata
recordarmo-nos suas ultimas pal-vras publicas pro-
nunciadas parante jovens, em urna Testa escolar, as
mais belus, sem neiibuma duvid, que nosso tempo
lem ouvi lo, em favor da immoralidade d'alma.
Elle Tez a estes jovens a historia da vida, de anas
immeneai teperantjaa, de suas inevilaveis decep-
c.'s ; pintnI ;ie* com urna elegancia curajost ea-
laa margen, ael .das, que ella ae senta iiresislivel-
inente srrastado, mas alem daa quaea entrevia a
elema esperanza. (Juera quer quesuspeilasae neste
bello discurso uina su p.lavra dada s conveniencias
publicas uu a uina banal edificacAo, quasi que au
sabe recuiihecer a fiaguagem d'alma. O que he
-lera ili-te. mais decisivo, -inda que algumas pala-
vra. publicas, merme as melhorea, sAo as palavra,
acrelas dcposlas e rerolbid .s era urna corre-pon-
d-nca intima, lie um sceplieo, que poda escre-
ver : 1 Reinan lo-nos da concia para nossa alma,
lo cs,nrili para a otellhjeada, aproiimarao-nos da
(otile de toda paz e de lo 1. ver lade, que esta'no
ce.riro, e denlro em pomo a. gil,,c,.es da superfi-
cie au parecein mais que um vAo luido e orna lou-
ca espuma '.'... A loeuc.i he certamenle urna greca
que Den. faz, nina e-pecie de teliro espriloal, que
etle n..s oolorga para nos reconherer e dar nusao.
olhos a ver.laddra vista dascou.es. Eslaa gran-
d- palavra. preceleram pouco lempo a'raorle de
M. Jull'r ij, p-ta njorta ein que elle mostrea a pla-
cidez de um philoaopha anligs unida a' urna une. An
clitistu, que havia conservado de sua primeira edo-
cciir.
Esla resnifhi rpida dos movimenlM religiosos du
D0a*8 reruln seria incoinplrla S5 omilti-.emos o
preteatantiamo, pela qnica raziio de que eatonde a
Irattra ein minoridade, elle Dio represeulou um pa-
pel consideravel nos aoaaoa debales nlelleclua. O
ine-imi nlo acontece na Inglaterra, America, Sus>a
e All-uianlia Nestea diversos paizes lem bavido va-
rias viciaailadea. Podeo distinguir Ires lend-ncias
qne eorrespoadem aa qaa chanuva-ie auligani-uie
em publica, direila, esquer.1. c centro. De um la-
ti I o proteslnnliimo, rapellido pela plnlosoph 1 do
ultimo areola e por seus proprioe eveessos. dirgio-se
par. o lado da igrej. toman a, e rada vez mais ins-
pioii-.e do sen espidi. Esle rnnvimenlo al foi
levado lo I inga na igrej anclicaiia que converlcu-
se em urna adlie-Ao declarada de pcssoai sabias e il-
lustrea aus dogmas do eatholicsmo.
Foi na Mlenianha qoe ela tendencia diclsroii-se
Com maior forra. A vida de Jesi.a foi o mata ;.ho-
ndo mauifesi 1 da deaageilada prolealanle.
Na America, pair menos especulador que a Alle-
manha, o rariooaliamo proleilante lomou>iim carac-
MUTTD-v"
;
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DiAKIO DEPERMAMBUCO QUABTA PE1RA [8 DE FEVEREIRO DE 1851
lar ptrlioulari Irsan a rahd'Ia man, circums-
creveii-eaotu:timos I milu de doaroa rawlado,
sem lii-erlr entretanto: lie um desmo chnlao
bem s-mellianle ao abatano, Entre ttu Un lelas eilrema, que
parecen. dis*"locan ilo protestantismo, alguns es-
pirita* vigorosos pennineeein fin irtdicio con-
serv-ni os dous principios constitutivos lia dogma
refrmalo, a reve|.,c,a.i e o Uredo Je J.nie, piin
cipios que os calhalicos de um i pane e os mcn.na-
InlM Je ouiro, declaran lacoaciliaveit, ma qui> o
habit, < tradica-, um sentido >ecla e um mode-
racSo Batatal protas/m na ratita, quaesquer que
sejam as ilTi ul ailes Ja tlieona.
0 protestantismo puro e tr.dicinnal, muito mais
persistente Ja que -e o lisura, perqu c apuia sobre
us roilmnps, pude e.uilsr como um de seus medio-
re representantes M. Vnielt de Laotaoia. Ilaviaai
duas pesoa em M. Vinel! ucn critico delira lo,
tgradavet, basUnlc mundano, aminle da Hlenla-
r.ipir i'lli ni-smi e um pensador austero, medita-
livo, quasi invstico. Nada Bola pinta m-lliur que
o seu livro mure Pastal, em que parece qoe elle se
defen leu a si mem, d -,'en,leii lu o autor Jos ol'ei.-
tamemosn contra um dluslre etcriplof. Elle oegou
que iiouvi'Sein dous Iminens fin Patea1. um pliilo-
suoho s;eplieo e um ehri.ia.i renle. Em sua opi-
ni.to, l'as al lie um i : Ii- sceplico em phdosoptiia,
poique lie Ohmlla ; roas nao je fez clinslao, porqut
hs sceplico. O ehrisiisnismo apodera-se de liuinein
iutriro; nao se ajunla a oolra qu dquer cousa, lie o
esencial. Nao se er primeiru em l)eo e depoi-
no Christo, mas ci se M Clinslo e por i-so inesin,
cre-se em Dea*. Toda clinsla lis sceplico sobre
ludo quanlo ni lu o clirishanismo. A fe, liber-
lauda ao peccad.i, hVN do erro e da ignorancia
Doulrina peifeilamenle conforme ao espirito de
l.nlli':', que sem duvida se leria admirado muit...
se se llie honvesse en-imdo que elle tiulia viudo
emancipar a raio, porm doulrina nimio cunlran>
aoespirilo de nooo seculo, para locado f^rtemente!.
Nao he, pas, aJmiravel qoe estas i.icas tflaa t
prulundas, mas pouco vastas, leuliam sido Dotadas e
pouco discutidas.
Taes bao sido em anataa (lias os esforcos que lia
feilo a culada de Daos para rea Iquirir o corarlo Jo
li 'Men- e allrahi-loi da nuvo para u mundo iihm.
vel. Asdoulrinas sao diversos, o peusaineulo li-
an. Aporommar os li.nn o,- cada vez mais Ja etei-
na verdaJe, e uni-los uiis aus uulrui na aaida.lt
religiosa, eis o que bao querido ao mesmu lempo,
por meios algumas vez-s uppo-los, algumas alm*t
nobres e generosas, enlri-tecidas pe s calslropln->
de uosso secuio, procurando fin um inuuJo sup-
rior o e-q lecun-iiio da miserias de s.-u lempo e d-
ua* proprias miserias; mal emquoutu que elUs
appeltavam para urna cida le invi-ivel, para que co-
da u.n camiuliava por derrota! Jve-sas, a scula
ae&uia seu corso sem se ouvir, e corna-se Itvar su-s offereuda' e leu! Mfnficioi
i-i la le Ja Ierra. .Nesla tmbj apinli.ida de a 'mira-
dores, arliam-sc confon lida! os labias e os ignoran
tes, os lliroricos e os praticos, os retrgrados e os
revolucionarios, os calculistas e os uiopislas.
Na iJade media, as seimeias eslavam >b o im-
psrio da tbeologia. Quanlo cbegiu o mmenlo
da alloma, cooserv rain sempre a principio Je um
, intelligeiicia suprema, suprema regulador da oni
verso. A pliysica de Uescarlea, da Newton a de
I.-ilmii/. especialmente, invoca incessanlementa o-
principios da orJi-m retigioA* No XVIII seculo,
mu lou se lo lo:.as sriencia! desiigaram-te de lona
luppoaifo emprestada roelapliy-ica, e repell rain
lodo melliodu que n.'i > era iuducc3o on calculo. A
ultima palavra ilo melhodo icieiilifico do Wlll
seclo fui pronuncia la por I.aplace ao imperadoi
N'apoleao, que Ihe ceusarava o ler escriplo a Me-
caii'ca Cel-steo sem propuuciar o nome Ja I>eos :
1 Senlior ea uno precisei Jesta liypoibeaa.,
Sa as srieocias sa Isi-sa limitada a negar e
si inesmas iota p\cur-Ao fjra do seu dominio pro-
prio, nada s- patena diter, porquaulo toda scieucia
tcm o direilo'de se circumscrever fe allirmar pouci-
para allirmar com cerle/a ,- mas Oiivio se por feros
esta paUvra Je Liplace em um sentido bem lali, a
nlo he smenle na dominio da physira, foi em.1 r
absolutamente que se Jeilsrou nao precisar mu
de-ta hypolliese velba, qua nao tinlia sido no n -
prelada p>r K-pler, l.eibniU uem NeWlon. Cui-
muiln mus modlalas. Seu dado era a lio-nem
nasreu para ser fel/. ; nlo o he, J-ve se-|._(>s ar-
gumenios lira loa ra j.-slica -le l)-is. pelos gua-l se
ilemonstram onlin.iri .inenlea iinuio'tali la le d'alm i.
serviam-lli para prinar a ceil 'la J- um oslada fu-
turo, nas lerresiie, em que lima harmoiiia peif>-i(<
utro nossos Jesej is e seus objei tos tornara o ho-
mem cnmpielameuie felil. Uabi um novo mecanis-
mo social fun taJii sobre um '\siema Je allrscces,
Je grupos, cuj prnn-ira i lea he I mata a* theoria
neuliiii-ana da gravilacjlo -oniver-a1. Todavia os
meios quasi que njii iuleressovam seoio os adeptos.
O que se tingla lodos, eram os resultados que e\-
ceihan tu lo qiianlo a iraaginacSo ple cooceber. O
paraizo de .Mahomet nala ha ao pe ilo paraiso de
Kooner. Sao ronhecidas i las as maravilbas pro-
uiellidai por esle singular s-eretarlo. Algomn ini-
nu lenciss pareceram agradaacia. O qu nao o era,
eiao pensaraento do aysiema. L-ie pemarnenU, ei-
lo: se o lioiuem quer um paraito, he mislerque ella
a faca rom auaa proprlaa mos.
A este s\-lema f ll.iva evidei.lemenle um dado :
que mporiava esle novo pa-.u/o tene-lre nos que
oiuiressem antes que ello fisse re.iliso lo'.' Ouiro
pensador, mu iniuiig-i da escola de Kouner e inven-
te da mi, eu o ronf-ssn. poique be curar unin ds
cinseii-.i-ncias Jo mil. lia enirplanto .1, res e pai-
10 i que nlo poda attingii nenhumrj r-forina so-
cial. Deslruir-se lila a miseria, mas mo se tena
destruido em sua arigem os daos grandes moles do
villa humana.
i Vi i he o neeeasari i, diz com prol'.m l/.a Arista-
teles, lie o su;>ei ll 10, que faz comirieller os grandd
criiiies.
Nao e iisurp.i a lynnnoa para se garantir Jas in-
lemperies do ar. Nao s;io a, fortuna o que convein
nivelar, -fio ta pau6t. n
Se o mal na humanidad! n8o provein senoo Ja
Bonatiloiefo Ja socieil.nl-, auppuslo que elle poi sor
cu'.nlo un da por algum mecanismo descoiihecldo,
o Juer d'e-tes serillos, qu,- Irin ruriidu e Jos que
cuireraui anda aul.s do inv.ne.i.i del ma '.' Q us importa as gera^o-a passidaa lohre .i-
I .aes pesou a mi-eia moral e plij.ica, qu llie im-
poila e-le ElloraJo foliiru que virain nofos vin-
looroa '.' ijue compns:i';Ao de -eus sarrilicios !
IJue consolacao de -nas dure! Qoe remuneraeoo
.ie laaa Iriadea Se ha um Hi-o-, -sa lardia f-li-
ciJade promelt: la a especie humana Dfl i bula paia
justificar .- icparar miseria Je todas asas aeracoei
sociedad! dividid! ni re o iny-tiosmo e o luaterielll-
m esies prinap*oi a, luUres qu- ,|la esqaere.mu I"
amar a leira s-ni reuuii'iar ao ce, nao s- i- voltar
conlia a u-lu-/1, h.io adnra-la, gozar Ja vida s-m
se embriagar com uagaioa, e cima de lodoi etlal
iliu-es ,le f c. lado privada ou publica, enllocar a
i J.i Jo dever, suspensa a idea Je Dos.
I'.ulo J.inel.
Ilcruedei Denjr-Monde.)
*o
'lude quem pertencer, tle caixai com
etnb.it culi lu |)otico: lioje 18 do corren-
te, '* 10 liot'.is ,l.i ni.ni iii, ni) armazem
do Sr. All us, (l.-lfiinli-i! i :ill iiili-; i
^9
si as
-T'
*
-

ef SA s '' /N -?
ior Je um na-aimoniHDO mitiga to, lentoa supp'irNevorada pan sempre. Saa patureza mesrai he
esla I acuna por urna Jiiulnna renovada de l*\ iliaco- i I) -os. comp:ehen-le--i- rom i ha nella una I al con-
r,.sa meleinpsvcoie. Tal elle que decl irou que
uoje o eco esta' sobre a Ierra : be ne-le inundo que
o Quineto, pastando por umi sen- infinita Je e\is
leticias sempre njas, he locumpeusa.lo ou punido
segundo seus menina. A' fallar a verdad!, c-ie sys
lema era b-iu gr iss^iro : gu.ir-lava urna parle das
oleas Ja antiga lli'ologia, de-prezanJ'i paaVisamente
que ella tiulii le maiaelevado, C-ihia a Allema-
iilia, este grande pai/. e-pecnl .livo, dar a todas eatai
seilas. que nio se fundav.im aenSoom i *as c-uifusas-
anta formula, precita. Ella foi iracaJa rom mo fir-
mee resoluta pe celebre l'euerbicli. l'ara elle, a
imroorlalidade he urna tapertlicjio, de qualquer
mo.lo que a diatimulemot. Os indaviduna na la -o.
sn a liumanidade be ludo. Cada geraco vein asen
Ir.iilic'jao.ecoino d-pas de ter proju/l-i i, em virlu-
Je Je una le u-cessiria, um l;l i gron-le numero de
seclos desgracados, conompidoi e appritnidoi, el-
la produa agora, pela mesma neeea-idada, aecolut
le fe'i-ida te i leal ed-p-ieila sabedoha ? Ke-
nunciemos as ideas utpicos, pranos liKarmoaaim-
plesm-nle a doulrina do progresar, c podoramot ei,-
la-ijulgar p-l, eiperiencia qu-il aera1 o e-lodo de
iiossii, deacendenlea : ciles terao *ii"-"j re-neiloo
que -os simios a resf.eilo de no-sos avos. t)ra, ve-
sequ- a -fore a paiva leiili-im desapparecido com
os gran les progresan da soci" laJe moderna? En
quero qu* tajamoi melliores e mail feliz-s que nos-
sos pas : estamos sem vicias e sem mis-ilas ? E
pote-se draeobrirentreoaseclas pisaadoteoae*
culo pre-enle a dil-renca que nos aprai sonliar
lumo cumpnr um progreato do ser universal. De
:ie o lioiii..... ideal. Desi'art Jes'pparece toda nf-i mire a Ierra eoro*
ferei.ea entre a ainada Jo cea e a ctJade da Ierra. | S-ji a Jor urna prova,a pai-cao nina lenllflo, e a
.\ priuirira realisa-se na sejuuda, mas sem nunca s> | vi la recupera seu iutrrene e su b-ll za. II- dif-
raaliaarabtululament*. O senlimbnlo do qoe falta a I Ocil, ea convenho m>i ao mono o pertonalidada
iquella que habitamoa convpanda eum a idea da que ah aeba ivn alimento. Ella sent que loi basiaule
cuiicebemos, da' nateimeuto a' esie* delirio! de pa estimada pora ser e\posia a atlas provat e a e-la
raizo que nao -ao netn cainpl-taineiile falsas, nem lenl-ce-, e que por menos que ellai teja, val alg -
luteirsinenle ver.ladeiias, que a-sem-lliam se a' es jiincousap.ua a urdein universal. Senle gualinen-
ies reflexot do deserto, imagent liei, mas ligeiras de i le que nlo pode m.its ser quebrada sem raza i. Com
urna realiJaJe longinqna. .lleno, ama creitma qu- nao se inverna ulo pa-a
Ja' coines-ivain a' farlai todas estas invencues mala Je um iiislrumanto d i economa ger.il, urna mola
ou menos ong uaes, quan lu velo um ultimo pena- que nao lera valor tengo em rebela ao l lo : dona
lor mais Plisado que lodos, que com nina audacia : .1 e\islir, lino que delta de ser til ; na
. KACA D'i tia.lih I7UB h'EVEREIRO AS
I IIOKAS HA lAitUE.
Colacue otticiaos,
Frele para LiverpoolJ'q e Oji) para Batucar, e
1 i ") Itpl pora aluoug'i.
"'retiene AuMUfartr^pretidenla
,. 0'irpat, tecretaiu,
CAlIBIOSi
Sobre Londres, ri d. liil d. v.
n Ton-, Hit) o 341 i-, p't Ir.
a Lisboa, '.I > por '.. de premio.
Uio de Jaiiet'O. poi Un] le detconlo.
Aci;6es du llamo, iO'a i.'> de premio.
! i compon.na de ii benbe 049000,
o n coiiipouliia Pe amburaue tu por.
a a Lun.i.t'jo Publico, 30 par cenia de premio.
o u Inileininsadara, 52 ide ..
ir Disronto de lellias, de H a l.
Dilo do bauc.h a l).
(juro.Um.' h-.s|i.iiiiolas. -.'80 a 289300
Uoeda .le 63400 veiliai .... i-ruou
a lioillll ni vas .... IblMK)
o iauOO....... 'J3*jo
Prata.Patacuei brasileiroa...... i-..uo
Pe-os culumnari s. s..,..i.
ii inexicjio-...... L.bU
OINTfV-FEIRA, 1' DE FEVEKEIKO.
Segundt cecitn d'aijTnatura.
I'n'pi i--i_-iil.il se lia o Jra a em. actos
D. CESAR DE BAZA
A |ia le de H. Cesar itt> Bu,;.i
peiiliaila ; or Juan Oelatfj.
&V&0V .<: itie^i>
i
lOliliiJl
PARA io>7.
Mascarada.
Ordem <>. civatlara.
m
t) general, com nan lanle em chefo iln
grande exeictlu dos mscalas, ordena o se-
guiule :
Adilicional ,i o ili-in ilo da.
I.*O Sr. general KoldAo, cnti.cr.andante
.Vili.ii:i-s.- a vetilla as betn conhecida da divisSoda cavalla-ia dos mascaras, for-
radesem- foi .iojiaii, tnprefaat n ti.i ivucrapiia, toda forca dstaarma etn qualto bri-
dis gwntaqiiiiUihdn: ga.laa A pri.nei.ads-9 regimenloa c 6 ea-
pt-miHi,i rir j.-ao i.ot-itiM-i. mis s ;llillies ( ii.iii'i.Hti s : o -- : T ,......-----,
Hemataia o espectculo a toeoaa com. lia i.-U| \ Via kV i IG1US*. conlPnrln -.lem 11u"dr0M d" cavallana le bordo, ao mando
clu i(J ruLBMua oLLiuiuaa, (.oiuenao aiem i ,, gr> ,arec al U itiezes, a bibltotlioi:.i 'o i lirisi.'io1 de 4 avimcnlus c t- osuna.li-s de c valu-
0 3t('l'0 EjaB\RG iDO brtmleiro, que se coiu|kj>! de ora< ria andante, ao mando do Sr->i.arechal Ksh.I
(i r -;,! Jos bllhctes acltam-so a \jiuia no!
es tii loi iit ilo iliealro.
i- i :.-> nanles podem man lar buscar
I -uiis cut a i.s no escrtploi io do Ibealru, com
i s seus ( luis a vista.
Principiara as 8 horas.
Al.I- INiltdA.
Iteiidimenlo dniiia | a lh. .
iiiiiii do dia 17......
J.!l:lllli-I.."i
2I.;-I-7
-2j:490aj)U
Deti'irrcQaui huje S de tvereiru.
Barca IngletaElisa II o. imeicauoriat.
Il-ica iiiai-./.stj ii-i-nbacalliao.
11. tgue inglez.VI ercni j dem.
Patacho porluaaetCon-i.ine.iversos generas.
Sumaca bratiletraliurl-iinai lem.
..il.Vst 1. IMJ dKAl..
Hendlmenlo ilo da i a 16. .... 90:263t676
Idetn dodia 17.......92i3lHI
93:19^9976
mais ousado (|ue lodos, que
Je- idula e insullanle, ri-jeit ni lo ao ir.esui i lempo a
anillo e nova tbeoloeia, arma'lo da contradicen i e
la Irooia, esliQinabaando com sena rasgos o que -i!
china a b\pocri*ia dos sectarios, o fan-ti-mo do-
eformadores. laui;ou ao mondo absorlii e eaealida-
lisado *sle incrivel desalio : l)-ns he o mal Etl.- li-
aba rallo Sea vida huimna lie mal f-ita, se deve
ser reformada, he precisa que baja um culpado : i.e
o amor Ja nalureza '. Ora, se Deot he o mal, be cla-
ro que o Ji.ibo deve sel o bir. Tambera 0 autor re-
i-ebeu como um cumplimento a injuria das que o
f,tiam descender em luiha recta le SaUual. Bmliui
UIVKIt.-AS PK IVINCIA5.
Rendin>enln lo da l a 16, .
dem do dil 17. ..;... .
,j:Si:0jli
196*751
(i: i fv;,M7
sa Iba deve raza-i* alguma ; he o v.sa q le
u;u lem dire.to Je di/.*r ao letro : porque me
liteale ? M-sa rroatura a que a providencia im-
^ui o cargo ile i-oiidu/ir-se ; para a qual elle te a-
proova de prepa ar pravas de luda a especie, man-
dando Ihe iiiumph.r dellaa, na lem o dlreilode es-
P r^r q ie u.io pod.-ra' ser destruida com um lostru-
menlo usado e .mil i .' Son, ola lietilo em dizalo,
p ira que o hoiiiemse eabme, he misler que se julzue
osliiliado pe i -eu crea loe ; se ell- uu pasta da una
Cousa que dura um lia. a qoe titulo iHIereia que elle
seeou-idere e se late como umi peasoafE uflotern
a velha ttieolonia Je Zoroatlraera dealiutta pelos.urna eootradicelo, prestar to elle respailo a dignt-
bases. Oromasio tomava-se o principe do mal, e ladede saa nalureza, emq lana q le o universo o
Alirimaue o Principe do bem. etmagarla como um alomo ceg e de-pr.sivel".' Eis
Quan lo a raio hum na. vollada em todos os sen- porque l,da a doulrina que.leii le a diminuir o va-
caras e pna
tasia.
\"o palacete da ra da Prata.
Nos; dias -2-2, -2i e -2% do correrrte havera
batios do ca naval, no saln ilo |i lai-rl- ta
na da l'raia, o qual staia c-uivenienle-
menl untado, e biilhuiilcmeiiLc Iluminado
Osdtiecltes l'ara o qualilu l'ir possivel para
que-re ea uua urdeni e liarmonia : os bi-
.h'-li-s t-?l u'i'.o a ven la DO chuflo, nos das I
dos ii.vi-riMi).:i,ioj, que de-eai pr:tictpi..r as
8 luiros, o lerinin r as da tiiannaa.
., 5
lijos e em seu ultima! fun lamentos, chciou o' este
escesso de na Ja mais ler que n-gar, qu..n lo, depoia
Je ludo ler tentado e da leclararc contra loto
oonJo, destjwluu-ss nao -uieule da ver.taiietro,
con-.o Jo falso, oqVafcaao pode deixar/f- snbrevir,
he um eslauu de cMeaco e .le impotencia de qoe
oarece que ella na i se poder a' d-seinb iracar. Tola-
>ia be misler sabir delle ,.' lo lo pr.co, porque eis-
iqui duassoliiciies -lo -r ibl-uii da vida liumann. O
myslirisin > diz : A Ierra lie o mal ; o ra iterialltutu
m delirio t\- lama : O mal he Dos. Evidentemente
4 razfla moderna nao poda eonleotir-se com nen
huma destaa duas afllrmaffi s. Nem urna n. m nutra
-lo para ella a ulliuia palavra Jo pensador, do sa.
mo, Jo moralista, d > hoiein. Seja a ierra o imp-ri,,
lu mal, ella ola oci; pos-a tornar te o Imperio
lo bem abs Julo, que nao o ere mais. A vida hu
pre ver com que piaJade rnica alaunt si-bios f .I u.ana nao he nem um inferno, uem um paraizo. O
1.ii,i dus sTorcos da razo para exceoer a n-lure?.a.
e com que coufianra gabam se elles Je ler eipellldo
da sci-ncia o obren-toral, nio emprehendendu
nissu o maravilbas, mas o invi-ivel. Os iinihe-
aHeaa quer-m ealeola-lo, os pbyileoa paaa-lo,
os pbvsioloiti-las desecca-la,e nt> sO-m se existe, b
com a cnnilico de nao ter ralcolavel, medivel,
nem analysa.lo! As sciencias mereceni, por Cert.-,
aJmir icio ; ellas -o um teslemunh i exlraonlinario
do poder do espirito humano, ellas fzeram cali r
inuit'S precuuCeilus, prestarn cada dia nnvos ervi-
co- ao' ncus e aos pobres, ausrhenlam os prazm s
de uns, i.imiuuem os snffrimeulos de ou tros, luf
lizmeule u oraulho Jesvia-os. Quaudo rcrlos sabn s
q lerem ferir a m-lapliysiea, dizem que be negocio
de teniimenio. Ha como ta dittetfen: Heumsn
iiliu. urna niiseni, um nao --i que,que n.lo se r-feo
aos ti neos serios. Se alsuns espinlos corajosos
nao resist-m a e-i.i tbeocracia scientitica, ac-bou-sa
o bnm-sensu do publico. O bom senso nao espern
pela invencao do vapor nem da electricidade. As"
verdades muraei, que sJa mui ve|lias, sempre se-
ra as melhores, e os anligos, que eram meninos nas
ciencia-, nos ensinariam a sabe loria.
lia uma oolra orjem rje, setnelas, menos pre-
sutnp.jos.is do que as atienda! phy-icas e malhema-
licas, mas qae tambera na di-ixam de fallar com
al-iiiina irania das iiuvens da mrtaplijsira e das sim-
plici la Jes 'I i jnnai: saa as sciencia* econmicas, ao
meusTtaes qaaes as concebrm adeptos nnl conipe-
a los de sua venia leira missao. ()< pbysicus e
economistas dispuUrain entro -i o favor du lempu
presente. Il-petiani coiiliuenlo aos liomens que iam
11/, r su i felii-t li.le. Peg:irain-us pela palavra: tor-
nai-nos ricos, iazei-nos felizes, grileram de luda a
parte. A scieocia brevemente deitar da ter lempo
para proejer, psar e calcular par cnn-esuinle
para descubrir : be-Iba preciso incessaiilenienle in-
vi3iii,r. l.n | i.nito ella s se ocupava era indagar a
verlade, era cercillo de uro lonsuiquo respeiln:
quando sa vio que ella eslava rica, curvou-se os joe-
lll >9. Dd oiitro lado, as conquistas extraordinarias
di iiilu-lna propanaram coirTo una idolatra nova
que attia em seu cutio o ferro eo oum, a agaa e o
laaa. No-so serillo vio correr Jas quatro parles do
inunda i concilios ecurrlrtniroa uma mullidn rmbna.
^ada e os mais iu-l-ro espiritualistas nao poderem
livrar-se da peilu.-b.c.io universal. Mas nao he pa-
ra temer que eatai miraauloaat lesleinuiihas d-i po-
der la nalureza e do po ler de liomem amimem o
bomein a adorar a si mesini c a pros(rar-ie peraule
a nalureza'.'
Oulra lllaaku iiisinuou-se pti almas a omlira
das creocas mais charas a no-sa C-po. a, e que msi-
I "ira Ihe fazem a fe uu progreato. Apenas ha um
scula que a deda le concebe'i esle uraude pensa-
meutj, qu- era chuma lo a' auii-iorar-so iiice-saule"
mente, c -sle peaaameafb dea-lbe corauem de sup-
porlar sem rtesespuro as mais lerriveis prov-res.
di-sgracadamente u desejo da uielhor torniu-se em
alguna o des-j i da unpojsivel. Jabjoa BMdaaea na taeiedade po lia ancliec abysmo que a
eiperencia de lo i., vt tecnloi bavia reronlieci lo
entre a de,ej.i e a felicidad-, emquanto qoe o ver-
da leiro senndo da doutiioa do prosre-so he impor
incetsaniemenle ao individua novus deveres, j'ul-
aou-seque ella Ihe a-seLurarH po lere- lllimiladoa.
Tal he a ongem das sellas nlopjslai Je nossu lempo.
Elevaram-s de todas as partea doalrinaj que nos
prnmelterara o cea sobre j Ierra, A nrim-ira e o
mais celebre apresei:tuu-se a* principioa6b a foima
rchiion, e api llidou-se o nava ehrisiiouisma. Em
- su* uii^em ella apenas r-ilabelaceu principies incon-
leslavfis ; aa-agtrava que era precita Irabalhat para
feliciade da msior numero, qoe li? mitt-r d ,r a ca-
da um segundo -eu (rabatti,, principios eonformea o
esl-icta j isiici e a nni- pura phllnai pina ; mas em-
lim foi n-ce-sario eaplirar-sse. Entre o ailligo e o
novo chri-li-iiisui havia evidenlemrnle urna op-
piisirao, e por conseiiiiile era-se leva lo a prm lmar
m novo principio. Esle principio fui a nli bilila-
cao da carn-, A formula rabio em moda; quanlo
ao principio, p-uelrou muito profamlamenle a-sim
nas rliis-es disuadas, c.-mu lias cla-ses
le lie i os .' Eis a queslao.
III
Ha tluns ur.M-'l.-. (tttoi il' tiatecein Mqic niurczae .1 limDani4al: sao a -lor ea paislOa
CoilfewOi que e slRttlIM Gata -n: t tu :- -ullios
lecci-.ina mni plllIoSu>|iha9 .lu eslW Aparli-o?, veju milla do mu-dn do deacanh-ecwl**,
iijo veju alii uns in\slcn.is. Tdo s<* 1e-eiiVf|ve se
-cumio un.a orden I >g>ca. cojo! w cuoticerooi
miis ou maoofl [itreilaiut'iile, e que o lempu n*u
ile cubre cada lu mais. Poto a11111 l*ir sem irnp
cenca a lu/, purqui que me Importa um pouro
id na- V- c|.irea no cuuht'Cimeul ti. l< io '.' M--
que eu esleja -ujeiu a' dof a a1 paixau se ni s-tbor poi-
ue, eis o que me coi.fjn le, eis o que nao pOMO
supporiar; eis parque duviJo, eiamino, raciocino e
nle a sitluriii lico im ancielale, prqu>! bem rom-
preheii'lo que *lii Ma' o n de iihm yi la ; thi eftln
u verdatleiro my*lerio uinsio he vai lade e runo-
-illrtfie.
Inlerrogo lodaa as doatrioai que lacrificam o rn
a* Ierra, e pfifganlO : O que he a dor ? o q paixau'.' L'us rttpondain. SSo doqi momenlus na*
Cr*ssaiiii* da oatareza dos eonas ; oulru^: SS11 01 l-
li'iin- .|;i >,m"..' ].i !,. E>les explican pelo falso me a-
nismu social o que aquilea explicara pelo grande
mecanismo nlTaraal. Para dar conla dos m*)*rnoS
fado8, invuca-se ora a orden da iHlurc/i, ora a de*-
urdem dj sociedale ; re |H*la* cnnlradiclori**), nisi
que se concillan para tirar a1 paixao a' dor loJn
ra/ao moral e Drovidencial.
Os que dizem que a dor he uma tai fatal que re-
ulla da nalufza t.is cusas, levam ao inpno* aop-
(>or que esta natutr/.a, sera o s>her, o!>ra cominio
raioavelmenle, que he pelo menos t,v> raxoavel como
as abellias, que applicain umi s-ometri i maravillo-
sa, cojo sagrado filas propriai n3 f'/.oa\eT ijiie a nalureza torne os seres mui- it--::ra*
gado* h 111 *- lili qu. .Ui mais inlaiitanlaa He rt-
toaval que a dof e-i* j-i em prooorcjlo ta honda i-,
da sciencia e v rio te' D llera os adveraariol da Pro-
\ilencia que Deo< sena injoslu, hotivesfe fallo a
'lor ; un- como lie que o aue seril injusto c*'m I)-*'-
seria ra/.oaxel >em I)m- Abanlono a dor pliyslra
que pu.ie lar sua r ,,-a,i nas lew pliyief ; porq ie rn-
z.lo a mi lam qoecliurar ^e^l tiln.'.' purque i'ffie o
^enio poique s tlr. a innocencia '.' porque ai C01-
torsea d'alniii, a- latidas cruai* da razao, o lerror
da morle, loda esl* aniu.-li s da tidl '.' Jaem 011-
cara ilizar a |quelle qie, l*?nto alraveasado e-)e
valle de lacrijnas, ch '2i ao termo de sua viauem ir-
futo, mari) isado, fatigado V-que d'aqni salii-,
penin t t.i BaBcranr^a !
A'irillo qe p considere como nina (Vaqu ra la
eocrsiro seiiLmnito, que nos fjrr a* miagar urna
c-usa nrystarlosa para 1 dor, SUppor nella lesi-
nios secreto?! e uma mo que. fero e experimenta.
Q iero que a dor Bej*l orna ln fatal : in.is q'ie djips
da paixo ? A dor me dtepadaca, mis a paitSa n e
h o mil ha. Nlo f lio das paiiOei g^n^rosas, fallo das
que a\ illamJ Parque uma crealura d dada de razfl,
pttrque un s-r que K 111 a ila do b-lt>, du nubre e
ilo santa he asilado por movintanloi te que se aovar-
Konha. que f.izein es-a I* rque nenie se obrlga lo t* viver de um modo ra-
zoavel, porqjenflo lie (ola raiAo? Od se elle lem
nc s*idide de inovp s para obrar, porq ie Beba a ra-
zio iiist' motas mais Inintigea que aoxiliares ".'
Si tejo ulra a reo manto pflr>* fllrmar C|Oe a lor e
a prt'xa ali os r^aullad sda nal oran at roanas
qoe ellas esi&tem diiiulr lie preciso concias qu
lulo oque ex'slet'.i.i' na nd-.r za do coosas, qur
todo o qoe acontece lera nraa rai3o u ns-ana.
Se com ejsle principio polen fundar uma m r-l
he um esforro de qoe nenliom dialctico lu aiod
capaz. Se llilHs qu- a urna! pi il.ci he dun COOM
a que oolra h a s-ia setnela, jeu p**rgontarei cm-
que ilireilo apnlais > facloi da mord da or 1 ni tlrt
ciencia.
e eu f 11 o n4Cri0Ce .' uoi 1 moral uu 1 vos COfla
e parece-vbi de p inca consei'uenci, eu vos a lmirt:
asm Intej ir entra lano essa altiva tiidifferenea, e da-
lo? Ja pesaoa a arrasla 1 no movim nto universal
t-.'iii 1 n'umi lorranla tavorece o enfr 1..] 1.-. ment l
easo moral p da nufi^l do d -Vrt*. Kis p uq ie toda
'oiiiriin que coiifuiiie a cida tr- ,1 Dos cot) a cilia-
da di Ierra, que lermioril^ deslilio dfl in lividuo no
d-slinn u iociei.a a cid 1 um 1 i eal q>ie leve pes^uatmenle'esforcar
sa por altinglr, na 1 Ihe offerece euio o vaso id-al
d'um.i dade de Oura In lafimds, que substilue os
d-vere> preri'os da contirc^o horaana, pelo devr
lariiode Iraballiar p i. pr.^r>->i la htimadade,
q ie ju-fici OS Climes pa s-lvai/io publica e lauca
sobre .1 ocie ada a re*ni*nsabih la ic aas paisfl s,e -
la doulrina nb: xi preejn la vid.1 mor I v leude
a' -ub tiiuir a virlu le rellctida e modesta pelo fa-
natismo e orgolho.
K4o seengane -li^iem lobre domoi pensamanios:
a doulrina do prnire*su hem enicnlula, na esta1 -
qui em que-l5o, porque se concita com o mais se\-
ro e*pritaaK*mo.
Deuuia e ha-ver reconheedo, que mus vale para
o mundo e para o hornean, qoe o ni 1! exi-la do que
ido exi-ta, he mistar acreaceular e-ti con li/j.lo, que
o mal iia' incea*anlemenle diminiiinJo, araca .<%
esfnrcos do hornem sustentado e diraido pea Pro-
fita ca.
A doulrina countia-se ainda com ada iinmvrla-
lidade, porque, do facto do aperfeicoament incj<-
saue da ori-dale, he mistar concluir qu o indivi-
duo sera' privado 'las v-iiU^hiis a que ion djreiio e
leuda em s-u procres-so por uma inorte caga? E
oor ouiro lado, s ihe fl permitlidaa einerancaa su-
periores. |e e-la ama raan par* deixnr a sociedade
nlorpecpr-se.o perecerpeT atona ? Oe-piritu.!imo
nioseabala e n.li prolrsla senBo qoan i> a doulrina
!o proBTesso se mejamo phose era relicigu e que a
e-le heu< novo, sacrifica a pessoa, ju-ilica, a espe-
ranza consolador e o jorr eterO.
.\lra di-ln he uma llloaao ere qu^, sem um Ideal
supanor a si me pnr seo delino.. C naideron-sa I) os rotuo um >er
de razfio e a vi la rotura como orna -cao potica e
uma iopers4l(9o interes*ada ; mas este <;vo l)e'*s
q ie se rhama humanidade, n.j lie lambem um #er
d- razSo '.' Emfireve se o atacara* pelos mesmosar
tzumenlos que Deas mnii, e obre estas novas mi-
nas o individuo proclamis-on pronria divindnde.
Q iv.ilu ao fuluro l:j. sncie_*.ad-, [acam-nn occopar u
lu:ar da immorUlida !* pe*o&l, que elle e aasema<
Ihamoitta esta pedra phiiotophalqiieincesantemen-
le fasta prnie os aHhimM s da meia ida le. ()-.u)
he. em resollado, o iiu de-es proeyesso, Mo d isa- ''
ad 's, apenas enlrvis| s, \\ carimente conipr I s *.'
A feMcidade dosin'ividuos f na. he mal simple*
enlloque cada qosl fac p ir si m'smosui feici*a-
de pelo* ineioi que esi.lo ao seu alcance, Hiles do
qoeseethaorira em ei?r-i* eifurcoi para i, o de
um e\'it> dovtdoso para a puster lade ? Eis cnm<* a
sia Brande eialiec.lt ucc-de mu a- veaea em orna
ocledade, o egosmo maia vulgar eenm.i o myii-
cismo socmI degenera em um lesrearado sensaali*
mo. As tlieorlaa ea,aceradHS i- M'cidade publica
f.ira' febra a' uma socie-la le ; .-'h ue a tormenta, -
la-s*> para reaM-ai mais re lo posive| o ideal com
que ella -e embriaga, A imoac.eu*a d- gazar rtes-
Iroeaforca desntfror. S ffrer he todava ornada*
DESPACHOS Di; EXPORTABA0 Pti.A MESA
llO *;t>Sll.\'. HEl'A CIDAliE NO UIA
IT HE FEVEKEIUU -; I857.
tjenov-HrigjQ ard lO.O uniitia tl' l 01.
Lisboai-ic.t portuguesa nBemtinda, Amorm Ir-
milo-, TM-f.is niel,
Limum !t lio- ;alves .[1 Silva, 1,132 ranos >le -ola.
Lisboalia: i a por tu b u/.i nOrai itoa, ttiveraoi c^r-
rega imes, 50 sac- os assu< ai branco. 35 caaai m-l I
Por oli.n.i porluituaza aS. M.tuo-I II. -M .-h-i
Joaquiin IU1.1 s e S.iva, I Imril a&u .rdenie.
I,iloliic* porluRoeza aiS. S. ra Bom Successoe,
diversea crregaJureSi S cusco* m-1. ;UU actos e
'ih-t'ias assocar branca e ma-caxado.
PortoBrigue porlaisuei Tres Aimgosa, divere.is
carr^ifati ms, i ouo m-io d< sda, pipas agur-
dente, ^8 aeras aiftodgo,
liba de '. Mi^udKnuue partogoez ttOlivtira,
diversos cariegadoree, lljt) s-rcu* e bll bariica a-
ocar brancu a mascstaiio, 53 cascos agurdente.
Utiraelhi !ica franreu aGyelopeD, N. U. Biebei
(\ Compaohia, IDO -accos asquear maicatldo, l(K)L
couros -nl^a.lo.
lorioili',1 porlagoeza S. Manoel II. J. F.
Pir-ut' Viaun.t.2 ca-c'S met.
Li-iioaBrisue pufluttuei aConslaulev, Bailar Oi,
O-lvcfa, lS iil'Mos Je -ul-.
KECEBhliUKiAaUH ItENOAS INTERNAS UE-
hA!;S I PEHNAMHUCO.
Hendimonie -to da I a Itf. 10:1.^89999
dem do da IT........ Oj.'CI
.fia. 'i;r=ti.ii;'io c' i
0 1 tigti- escuna Graciosa, cpl.o J Jiisi- : bouza vai seguir luevu pura pur-
tus ;i. una rciL-ii iu-; para carga Lrata-st)
cun o cuiisignalariu Mi'.oiii un tltiieiila
i.umics, na ra do lra;nclie n. lti, segunda
ai lar.
lio de Ja-

UI>SU.AHO l'KOVINCIA!..
.'.1 r.iliiiienti: ila siia I a
1 Irm do 'lia 17. ,
S.
O brigue F1KM.V Segu puta o Uio de
Janeiro no dia iijrdo crrente, t recebe
passajjcitos e^Sciavos a Ifcte, pata os
quaea leu, xcelleates commodos: tia-
ta-se cojl os consignatarios Novaos & C.,
i a 'iia do Tr.ipicbe n. 5i, ou com a oa-
pitiO, na ptaca.
Para Lisboa pretende 'sahir com a
mito- Ini'viiiaiiu o biigun po'tugucz tus-
a uie, por lera itiaiji parle ila caiga protn-
pu : quem iio uiesuio quizar canegar e ir
iie iiis.M.gpin. paia o quu le n exeeilentes
ci 'iiuiudos, tliri a -so aos cunsignali los ilm-
i' le iquiuo Fsinseca $ Filio, na iii.i .iu
10 n. i9, ii iiii.-r.i andar, ou ao e ca-
p, o Sr. M.vi-iio Matinal dos Ke s.
il:098a513 ... l'ara a liba de S. Migool sali t-ni pou-
r-os i a.-so Vi-.i-n |,ai.nc:iu purlUguez Aliru-
de paa em, enlfti la b..- co.:i os :onsigua-
larios tiioii.-iz ilo Aqumo Konseca ; liliio,
u do \ igari i n. i'J, iii. .....
os uuotidian.is, mclliodo J;- assistir a
missa e couis>ao; cnticos, psalraos
Ii^inuos, oflicio deNossa Sennora a
Conceica e muitas outras oraces de
grunde met ilo, preco......o2U
DITA SIMPLES, c5nleudoalm dos me-
ses, a lu dos crculos e valias tabel-
las de i rapos tos geraes, provinciaese
iiiiiiiiiipai's, prero........ 210
DITA DE PUK'f A,* a qual alm dos me-
zes U'in evpicacdes das indulgencias <
excominunhes, etc., preo. H0
DITA I) \LM.\XAK, i qual alam dos
nii'ws. roiiU-iii o a'matiak civil, admi-
nistrativo, commercial, c industrial ila
provincia, por.........50t
Todas estas (olliinhas s3o impressas em
non papel e exceilente typo, e vndese-
te em porco ea retalhti: na livraria d.
praca da Indepemlencia ns 6c8.
aaoo
alaiiocl Jote P rer, Paetiecu, |ia .5 col h i S'-u-i amiaua, porse nan ti-r ''e-ie i: i. ..
staS9 Compra-se a eolleccflo do l.iiii'-ri i\-.i-
rii mbucattn aeouluhro !.- t853 si detem-
bro di I86 na ra do iliw, icio n. .
I'recisi-se de unana para casad'-
pouca !" milla : ty+-rha do .'-ogiK'ia n. 26
I'u l-'s.i-sj do umi ama pata eaa i-
pouca fimiiij'-. na ua larga do Rosaiio, lu-
ja 11 2i
I* er-isa-si! do um feitor para um silin
muilo peno isla ci lade, dan lo-se in> ti or
'leita-lo: a tr.it ir no paleo di Girino, s i-
bra io n :i. por cima di bolea, ou no arma-
/i'iti de uta i jiras dj Miguel, ilefrotile do te-
I huiro 'los cauoeiros J;i roa Nova.
Preciss-se -I- -loas prelos de idade,
que i-nli-n iam de pl mas de caaiin; da-si
i-O nid.i e liom salaiio : a Halar no paleo du
Carmo, sobrado ii :t, por Cima ia botica.
Precisa-seda um liom.-in dese-npe li lo
para turiinr conli de urna carroca, promel-
li'ill -se bom ordenado, a >la-se casa a con
Urdo : a tratar no piteo do Carino, sobrado
u. 3, por cima da botica.
Deposito
DE
19:201 (333
i:S.M)-T.">
51 "l5ao
/
. .'".':.?
>ivnw entrados nu ais 17
Liverpu I e Ki'.usiuwnI dia*, do ultimo porto
30 iIms, b un- imlea aAibiiHio, ito l(i:t lonela-
dss, capitl II. Natic, squips^m 10, cr*rrf )"U
barr* roiii pulvuca, e l-<-ii 's ; a S unders Itio-
the'r>6iC mpnihia. Parieuroa Liverpool.
jx**>.15 tii-*, |ihUg late i '.'iniii #(U, df
I;t(i iitiii-i i-is, ra.iM.io (ie its Wood, ensp*2f>m
S, caras 1.792 bsrnca com bieaihu ; a Sun-
ders BiotliefS t\ Cumpanhia. P*;il**nee a Uasoip,
Navio* laliidos na mesin dia.
Kio dt* Janeiro P.iiac o Urflri aExpreat, rom a
in -iu.\ carga que irouse, oapendeu da i.niu-i-
lAo.
Li\erpool Barca in^lez- ifUirandaa, rom a iiu'-m.
riira 1 lii.i e Rio de Jau^irVapoT inglcz Normano,
commanlsnu lames Valiut,
Arac.ii\ lli-dt br-isileiru aGapiharbeat meslre
Trajauo Aniunea da CMlf, cama rasan isem*l
aptier m, p4 Julo Ferreira Tavares, Francisco Jos Ke ren**,
Daniel le .Moma lk Bome*.
^t
ar*
t trcuira i
Pela procuradorja Gscal da thesouraria
provincial sao convi lados os llevadores do
imposto de 12/801 Subre diversosestabeo
cimi'tiins do tn nicipio do Reeife nos Btinns
liniinceiros do txib' a 1837 ale lt-9 a 1850,
para pag.it- ni ezpoutaiicamenle svus iiebi-
los com'guia desla ptocura, nn prazo
de 30 rilas, ci litados de boje, dudo o i|iiall
serio oporlunamettl ajuizadps lodos aquel- i
es, que romo taes, deisarenV de faze-lo
seguecm brevidade i barca portugueza
LMfKLZHa^uor ter parte la cui ;a protnp-
ta : pata o resto, trata-aecom os conaig-
natarios NovaeS i\ (!., ra lio Trapiche n.
34, priineiro andar.
t^arn Itio de aneiro
semieeom toda brevida ico brigue brastlei
io Al nirante ; yi lem parte du cairegaoien-
lopioaipto: para o resto, pa*sageiros e es-
cravos froto, para o que teui excelleinea
com modos, irala-se c -ni o cons.yiiataii
Jos Joaqjim Das t-ftiati les.
iira a Baha.
,\ veleira a bem couh cida sumaca brasi-
leira lloiletn-ia, pretende salnr paia a Baha
com muita brev dado ; lem proinp o parte
de seu carregamento: para o resio irala-se
com osen consignatario Antonio Luiz de
Uliveira AzeveJo, ra da Cruz n. 1.
iJ-.':-. V i\ (C ,Mlit;i,-> .
vai seguir com brevida ie o l.-em condecido
'brigue DamSo, de pritneira marcha, ja lam
algum. Carga protnpla ; para i reslu -es
ciavos a lele, pata o que offerece bou-
commodos, trata -e com o consignatario
lua Jiiaq-uini i'ia; l-*erna tiles, ra oa t adeia
lo Kecife.
Pao, o mellmr e mais saboroso a 23 po|
urna pataca, e convi lanos ao respeilavel pu-
blico pata o v- examinar, maoleiga inglezi
le superior quaiidade a. !)uo rs., licores mu'-
lo liit-s a l.uU'J, as be-n conllecidas llores
l'ovos para smiees a 60 a libra, bolaCliaS ;
"Ola ue Braga a lutl rs., diversas iiuuli.la-
lis de hoiachtalias b boluibos, charntu'
muito superiores, ca mullo bom a 5 KJ
' diversas masa is, qun l iilo se ven lo muit
liaralo: ua ra .le Hurlas, uo epostto n-16
Caf
M*,
l'ara i> mo

II administrador d mesa do consulado I ^Vt
nciaWiii virlude do disposto no art SJIS^
eir
P
3 do regulameHio de : dij ilno de 1851, faz]
pubicoquese .cini-4i!,.siudos don, c Legue com brevidade b rea Sorte; r cebe
vaiios cislannos apreuendtdos pela suba- ....
legaca da l'i egiie/u de S. J-
consi
nlieeei' -in seus donos. e para que no prazo
le 15 das- couiiiaree i quem aos ditos c. val-
Ios leulia dtie.to, lia los us ijuaes s-' pr ice-
dera a ariemalatjao pela roruiu mateada no
art. i do supradt o regulameiilu bpara que
cliegue ao coulieciment de todos, t un iei
fazer o plCae-ile edllal aus 13 de leveiei u
le 1857. Aiilnuio Carnejro .Maciiudo iios
A qualquer liora do dia oo da noitc.lom.i-
e iiusalaoda ra le Hurtas n. Ili. io lend.
lubeui entiar-se pelo purto lo mesmi
estabeleciment, em fie -le a ign>ja de San
la I bere/.a ; b-m como a qualquc hora ii-
sempre un vana lo sorliuiento de peliscos
caos domingos ha sempre m.io de vacca.
d rali (cacao
de 100,? 000
a quem apprpheii -cr ou der noticia certa do,
esclavos fu.idos em 3 ta agosto do aun-
iiass.ul'i Antonio de idade 33 almos, ou-.
mais OU menos. Bu pi ela, eslatur alia, sec
eo do coi -pii, ternas duas, Cab ca calva; le-
urna cicatriz na lesia. Rosa, casa la com <
lito pr.l ., derla le 2i anuos, estalur bais
e gros>a, coi- laioca, beir-s- gros-ns ; o
quaes escravos porten-cin ao Sr Jos Igna-
cio de Mello, rmdeiro doegenho g -au luz
e foiaiu comprados ao Sr. Igoacio Camell-
PesSOadeSiqueia Cavalcatil, morador em
l'isiueir. : quem ns pegar uu der niiin
ce i receb ra a graUiicacao cima de tO *
no dilo engenllo, ou nests praca e:: cas-
te Joaquim Manoel Ferreira de Souza, n,
pateo oo Carino n. I.
Ven.le se uma carroca para douslioi-
bem construid* ede.madetra de sicupira
tur preco muito com modo : a tratar no pa
leo do Carmo, .sobrado n. :, por cima '
botica, ou no arniazeni iie madeiras do Mi-
guel, cinfroiite ao tllieirodoscauoeiros u
i ua i\ova.
sageirosa esiavosa frele: a ira-
:','!,a."-7 "o lar coot CaeTano Cyrateo .a CosU Moreir.,
icrados ncus de event, por se deseo-1 ., ,,,,,., ,;:1 iCla ; .,,
Paa
A'

__ v
eiide-si ama escrava crioula, debo
tnta ligur; : na ra Jos i.
o 12, se dir quem vende.
Alien fio.
opiares, taberiit
san-tim niiini> ilesappaiec--u rmn seu uiNsticismu
pililos 'plii-n, sim app.iralo sarrrdi'tal, seo ruinmu-
nnmn ,li--r(-;rado; iiih o ilireilo ao aozo Iriumpliou
e se tornara' o problema iadittotatval dos zovrrno..
0 quera. Foi substituido por oolra escola que Uve
pop.iliires O cl.ir.n.lo que liga lia luz sobre a oalurvza itascuosai
que posta a in us ulhu- pagar um Id arrilicio '.
O qui- nizam pe ranlrario qu a paiiio e a dor
o a (alia da s iciedade, n3,> vt-ein que a ilesor-lem
social a que elles allribaota todo o m..l lie o ell'eito
nesmo das pailOet, que i.o apparecem sem a dor.
Rtraediar os males da sor-iedade, he rurar uma par-
eaoilicSea liamanaa. S ln-r luffrer li" uma 'lasarao-
le.-/is ilo li iiiein e o 1,11> ni |.!i->. 1.. virtuae.
Por mais qoe ta faca, h.ter aempra na vil do
li iiipiii ama rlesronh'Cida deque nanlioma formula
tonal polern'dar a ia/il>: esla desroiilieeida boa
P-rle u'.ilini q>ie loca ao infinito, e qoe lettemanha
um de tino Inflnllo.
A vida lerre-lre, qoando anda lite d-sem os
maioret objrrlot, nao poda sbraearlodo o homrm ;
s-ni|ne ha um nao t-iqae ta escapa) qnasa tanta
eaplivo na eidada da lena, e chama uma etdaila re
Dos.
Mi- a philosophii pode promettar nma eidada di-
vina, ella que nlo lem luz sobrenatural eqotnAo
reci-bau is chavea da rao '.' Ella o pn l, s-,.-n deler-
mioar todava aa condicet .le-ls futura r^isi nela.
A religISo nan abra a eidada de I),.-, tuSo a-i- q-io
lem f ; a philotaphia na i lem qu di lade ,'iira inlro-
lu/.ir uu para excluir; deixa ojiiizu supremo a
quem h de dlreiln, confiando na jasli^a infallivel.
Blla a i la mtii sabe >l -le futuro mj lerlu ... A nlma
r iinieiniilai.i a Uivinda-I", face a' I' re em vn?
i -- -lia ella i'U-usein nafavis amuletos que
es.ee li m in-;. con -ui< i-o c mlit si
'.ui: delle em ......i i i : ., ,.
ni.us peif.-u.is, rehzet, lamn -. m -einp ..-
radas do luliiiilii ir un-li>-no'.' i,i.-i..' ella de
-mi rcpuii-'i ahs I ii uu .le-uns rr so-ha i.ih-
anlemenl por ama tcltvi -h la ea la \,- nial. Iivie '.'
E'rvar-li.i ella ao talado depuro espirito oo re-
ve-lir-'e-hi de orttaos mais sol......mail peifeilot '.'
l}oeal-t hIII liva p.,r o cplnlo, tmenle curiosas
para a imagiuacSa.nias inuleia |i-i i n- |v.;: porque,
unl.inl.i qu- o lioat .ii- i:,,i que lem u.n deslu o.a-
le-c-Javila, |ues r' bom te elle 0 uieie;. u.que llie
unporla o reblo Baala ilo para .i p. /, etpcnuca <
coi a ca.
II iiiiisuinii eidada divina, que a phtlotophia de-
ve recordar incrttanlementt a cidade da Ierra. O
bello ideal, seria lecoiiejlit-lof. Eiforce-te ao m-
pos a pliilosuplua por daler lima lala, cujas tristes
consequenrias ofl'ra nosso sendo, e recordar i uma
TUEATllO
DE
^7
HOJE, 18 DE FEVEREIRO-
Para oAssu'segue por estes da.-, por ja
ter parte do carregamento, o brigue Feliz
Destino: q i m io meslo quizer Carregm
ou ir de pa-sagi-tii,m ija-se ao esc.ripturin
d ;.- Manoel Gou^alves da .silva, ou a bor-
do com o cu pililo.
Para I isboa leneiqna sahircom brevi-
dade a b rea purlUi.uea Beui inda, ca uo
Josc iritiuiio lloiei-a, por ja ler pai eua
taiga protnpla ; pal o reglo .alia e i iSSa-
g.-irus, para o que uffereca bons commodos:
Irata-se com os consiutiaUnos Aiitoriui Ii-
nios, ra da Lrnz n. 3.
l'ara o
i do ^o^relll',
racaly vai sahir sabbado -2\
a u.ia.a Jaguartbe: para o
ULTIMO ESPECTCULO PASTORIL. EM BE-1 r**to Sarga e pasa geirua Irala-se eoni
NEl-ICIO bASJOVE.NS l'ASTUBAS. .jCaii.tiiba o r'.lbos, na ra da Cadea do Ite-
*;!i ro presid na desl -
re it ni tribuna, flaia
Lo ro riue o gtm. Sr.
provi i se i.-u.i- mu
priiit'i ii. a.. U\ iliui'-iilu.
lie... is qu a orel < ira litar desempenhado um-
de tuai miiii .r.s ooveilurjs, esepularaa em seguida
o duelo intitulado*
ct.e n. 60, pritiieiro <-, lar
%*im n
a apr-j-
ca la vez
\r]
repreteolar-sa-ha o
il
rom a scena ria 'Collia dat dures, em que a j .ven
1 taima cinta -ul i, e as ..ui,... r.-.i onlem em eoro
daiiainlii n.i na mu lempo, ci.nipo.icfl.....la do
mulo i.'.ii in Iredea n-a. o Sr. i)-Vecrliy, para
b-m si'.:-! -/i.- ,i.i tetpeili-.vel publico d Ha ci-
da .-.
Prender a Rrandis ex i;, querendo re-
citar cotilas tl^ Varias facturas anlt .-s c nu-
dei nas, r.irao leilo jior iniervenQn do ;ig -o-
le Uliveira, do uma vanada quaulidaile de
Ierragens linas e grossas, e de muitoa oulr
0 TOQUE DA ALVORAA,
11 Ibiligos u-gleze, belgas, allemlea e liollan-
I lOtallJ, ,:'''- s, inclusive armamento, dos quaes dis-
pi.rflo a precos razoaveis : quria-ieira i
du crreme, as lo horas ;.. manlia, em seu
rmameos da ra do l'ra iciie ti. m.
i mesmas dea I
O divi rlun na i eteculado p
, ii ns .' niaa.l iu i .
Em um d-ii miei i .11 b, as duas jovtna Januarit
LeuiiiJa- -'i'ii-..i,;.i uu
Tr ii-sbre!
0 agente l'eslana trausfe i i
No
una.
eudc inlervallu todas
DOUS.
;.s puttoias daniarao
o seu leilo
de yr..|idp or .o de mobllia, novas e Usa-
das, aiitlUOCIado para sexta fera pascada,
para quarl-i-letra, 18do loreme, .. ti Im
ia. d m libia, uu seu annazem na rus .i.
Ca eia do iiecili: n. 55, a sim Como Vender
urna mubtlia di: Jacaranda em bom uso, o
assim mats 2,800 varas de btco de blonda
PART) si ]" CkMQVQ'VLV e loJ"* ,",-e?",i branca e preto,
LUfllAllAlli>l LAaridlllfi. llenitque ISrunn & t;,,,,.'..,,...!,
E logo dspoit ciiil.iin o loilflo. |r liilerveiicAu du ag-ule I
i,,m- i ,,-. .,.aS-, 'euiifgiau.ie.sorli.Heuiodeaze.iUsdese-
I-PIO I OIQU da. I a, Imito e de aigud o, .....ntemmlr
Finahsara'o e-pect eo'o oa at Ullat iuveoija- desP*c'l-das, toda* pnipriaS do mercado :
nuana e l.emii tu. daii-au.io
i fuiio
iveira,
AmanhSi pelas :i Ii ras da tar la h ve-
ri danta de corda em Sanio Ama!iiiliri, e ;
tioite lan-..ia em peni is de p', e as S lio
ras da noilesera tir.ia a bandeira com;
maior pn p pussivel.
Offerece-se urna ama para todo serv
en lio umi cts.i, e\ceplo engoinmar e rozt
nhari na rtia da \legria da Boa vista u ti
Fugio no dia 13 do rorrete me'/ i
pre o Jo-i- de pacSo, idade de 30 annos
pouco mais ou mciio, de estatua baisa
seceo do em p i. lem falta de denles na fren
le. levou calca da rissradinho e camisa
quem o a preheri'ier, leve o a Santo Ama
ni em c sa do -r. coronel i.cn ;t: ao se-
senlior 11!..^ vugusiu Lins de sonza, e pro
I esla-se corara a pessoa qu o tiveracou-
tado;
Precisa-se de urna ama de leile : na ra
da Florentina n. 3t>.
l'reci-a-so alugar uma ama que saib>
lavar engommar, paga->e b-m : na na d
Queima lo,-egumla luja de fazendas u. 18.
Na it i do mundo novo, casa n lo, d.-
seja-se fallar c un urgencii com a llmi
ara. I.'. Mura Clara Das Coelho, osada n
ujaranhito com o Sr Coelh, e bu moradu-
ra nesta-provincia ; o neg icio lie do tnie-
resse da niesms senhora, e por isso la 11 ..
demora sen prejud rial.
- Eugenio Tiss l, nao Ihe lemio sido pos
sivel i'i.i r.i.i :< s-.i vt.ige.ii para, a Ko-
roua, desee It'-se das | Basoas de sua ,i"; Si-
da 0 faz pelo pr -.- ole.
iiik-is. ii Jo: (.uu al\. s di i,.., va:
a Portugal i lar de sua -
Compra-s mu obradode uo ou liut-
and :i-'-, e lambeiti um i ca -ti le i ea, ue. en-
teja ti em Ii un i lo, nes priuctpaes rua-
do bairro ie saulo ktilotii i : qu m as uve
para tender, dii ij i-so a iua lliretU, sobrado
ti. (i, que se dtra que n as quer comprar
-- Na sexla-feir.i O d i cor ente, na sa!
las ,-'i lienei -, l ida a du lllm. sr. hr jui
drtoiphos, so lia de airemaUr, por venta,
sobrado ne dous an lares sito ni roa do Cor
doniz n. Ifl que rende t;:)- mensaes, e se
acbaava lado.-or 3:tlUda vii ipi-ci a re
|ue imenio dos herdei os da lina la I) Chi-
le ames, a lerceira -e reg metilos e 7 i-s-
quadte.s de cavalla ia montada, ao matulo
do Sr. maredlal llicarle de .Norman.na, a
quarla de i" csquadioes da i-avallara de
mijies ianceiros, ao mando do Sr. niarechal
i.u nuil de Lorena. Esla ultima li;ara na roa
da Cadea, paraa coirida das cavalbadas e
lOroeius.
2 c---i Sr. mqrechal, commandante da
cav.illariit de bor.f, manala postar bri-
gada iie seu command tus etnbocad iras dos
nos, pelas pr'ius lagoas, punanos, poqos e
cacimbas, lendo o grosso ue lo.la a Pitra ub
l'ti iiol e ua ii.rte a, pira o lim de vedar a
sah a de bebidas Bspiniuosas que sao pre-
cis is ao grande exeicito nos das i, 23 e 2*
ao c iireuie.
Para o mesmo lim a cavallaria andante
poslai-se-lia nas entradas d- cidade, e a ta-
valUria montada em p.ilr.illias le mil piabas
rondara lias ras da cidai.e nos referido-,
das.
3 "Os srs. generaos, marechaes, l>riga-
dcirosn maisoluctaii ladee procasdograode
eserci'o, receberAo no dia -jo > saldo e er-
raduras no grande coinmiasioiiado, c a e;ape
pelo asseulo. >aw
a dtvtsilo de Olinla *beu orlcui para
Picar mqjeiu utestu ^wiJ"s^Q-sttUii>;
naudame, bravo jyieueiro, nosso collega
ii.s CiiU^anlia^ al'eisia. U bravo i.ld i>.
lio.trigo lliCfUe iivar, lica encarrugado de
deslac n e balcr os ktouros,
Iteciinineudamos promplido asseio, g.i-
lll.ir.lia, bravura e lozana, e que lodos le-
utiain em vala os arugos tle gu rea... en...
ao depOIS nao se queme quam icla&ara di~-
ciul.n.i do grande oxereiui, que em caut -
illas e in.ii i'u.is desla urdein,.- e le n seinpie
cubillo do gloria.
yo..: le do en.limando em e:.e .: do -'..!-
le exeicilo dos masca as uo sul Je llalaki ti,
17 le l'evureiro do n >7 -- .lio ..-. da I cr
sia, coiuiuaiiJdiile em Cuele.
BYalMO
da victoria que ga.niara.n os Mascaras, ao
sul de Milakolt, em I8U.
\v..nie, avanle, guerre.iruS
lie mascara, culeno e una,
Com aricas de papelo
AVanCa, avance, avanga !...
COnO.
.Vissa alegria
IN sem igual,
Viva o pa osle
Uu carnaval.
Vestidos decapa e gono
Coslumes da velua uaabca,
t.ouifd inoiiros inlieis
Avance, avamjt, avauca : !.....
.\ossa alegra, etc.
los trajes da media i t.i.la
Facaiuos viva a lembrauee,
l'ara amar, nr c bituc.r,
Avauc.il, avanza, a. i. e.i : !......
Aossa aleg ia, ele
ivio aniigo trufador, Uuiiuerate, coi.d.
e l'oitiers.
-- l) Sr. F. M- P. '-., qu ajttstou l mu.sic
para a feia de S. lien adelo, ni igr-ja .i.i
lo .-Viageui, que leve lagar no da l do en--
e-ile, queira l. r a boaiads oe s-lisl'a/et 0
ni orle da mesma msica, qu nlo ames, de
eo llrario se proceder juiiei.,:m -ule.
-- lleseju-sC falla, uu llul.ltruos lio llo.i .'
Jos Antonio Pena, a negocio de seu inle-
resse ; queiiam aunuiieiar SUaa moradas
para SasreOl prncuradus.
-- Perguula-se aq -.ulo' i.la.ies wlmiai'i
c s. se u.n pirochoque ha cinco anuos nao
ii.ebra arlo ai^um piroeln !. inclusive
iplic c9o d levaugellio o que ounca lez ,
sla impedido temporaria o i perpetua.n me.
om ludo nunca iiaM frcgoe/.i aouim.
C ouo doetile.as aliiias que e-per m a mis-
-a paroenial.
-- l'iect-a-se de alugar urna ama secc.
i;ra dentio de casa; na praca da In lepen-
I ncia ns. 3b' e 38.
Prevlne-se ao Ulan. Sr. Thcsoureiro das
tenas, que nS pague no caso dcsaUtr pre
uladoo liilielc em em quarto u. lo. da
uaiia parte da quinta lotera do Cymiia/io,
ue lem de correr no da -di do crenle
icz, n qiral foi perdido pelo s u dono Podro
lexandrino Sonso de Mello.
-- Oabaixo assignado, procurador da Or
lem Terceira do Caro) fa^ scieulea tolos
.5 foreiros de terreo is da m.-sma Ordem,
pie Ii jam no prazo de 3 das di) dala desle
un dianle, de dirigir n-sa a casa do mesmo
iiiiiinclaure, na roa de Santa lliercza n. i.
ara alii pagaren o foros que se ucham .
'"ver, pois qua lindo o piazo, chamara a
j izo a lodos que nao liv retn pago.--l',ccif<,
1' de f.-vereiio de 1837. Tbeo oro de Al-
ila Cosa.
o ibatxo assignado faz publico qtie
loda e qualqu-r p ssoa que s,-1 julgar rie-
lora de Clan.lina ie Lentos Cavaicanle, sua
n tliier, queira ne prazo de :> das pftN
erno aterro da lioa-Vista casa n. 71. arn-
.en ler-se com o au-uuctRiilc, que.l ] l-
r.ir no cotiherimenlo dos neg icios de sua
nulherIvo Alvares il'OtUne Silva.
i\ova fabrica de lamaucos no pal-o de
Sa Ha Cruz, na lioa Visla, pntu-tyio da rut
euia n. 127, pcriencenle a Hanoi) Je le.-os
lor ao Cal leira : quem a ella se dirigir nata
leisara de lazcr negocio.
A senhora que Ihe convier ir paea o
mate, ene rregar-se la e-lucacio do Meni-
nas, nnuiicie ou dirija-s a ra August) i so-
brado 5.
Koga-se encarecid imeii1-- ao lllm. Sr
cor niel Joio da -Costa Villar, Icmbr -se |U i nao loo di/.or em sua carta dd .iuilio de
I tii, a u:n djs herdeiros do lina to Alvo- da
>ilva tvj C.
Anda est poralug-r o lora inmim
~ nao na ra da l'r-ia n lo ; a fallar no
i s uo, ou cotn Cniliiui'ine Su le.
if, KJI'IC\ IId.MI'.o'.m HCA.
ZW. 13, aUA DO SiCXTk-
BOI'ICA IId.MI.o'm Fca. ,-'(
I
1
i
A olncaea das ine.ti.-.- i. i-.-, ...., .-.
Ili -..-deuen.le dee.i- ha iirr-p.uaritn, t)av^P
fy zel.i ou i -sella i|.i- ta -iiifi.. 1 n.-i- taja, tf
ItlENTO N. 13,
n: i 1111,1
pelo i.ut i .:'
PIRES SalirS JlaHR.
9 ler, e lambem dot conli-. lu.e.-i.i. p*-amaa- _*.
col;.iM-nir.n quesadeti i.-r leda u, -d-.n- Jv
na.
lem
leciulfiili* r*.

O resto d .s bilhatrt de camiir.iles. ca lenas, platea
e \ ,r in las. mu' atpatlo a' venda no escriptorio do
mi.-ni" llie nr i, das s horas do da tm diaole.
quiiila-lena, 1!) do Oor.rele, as 10 lloras da i''' M""'' Ju ^asCimeuto, lio i vejil- io .i que
manbSa, no seu armazem, ra da cruz. se "'u procedendo pelo cariorio do escrivao
Giu maraes.
Anenda-sc o sitio denominad) Pina,
pertoda (iraca, com boa casa de vivenda,
"i, proporees para vi
a ra Imperial u,-;pj.
Leodequeijos
O sente Pestaa laca' leilo, po.^-on- Sft^.7rK ^^ ^ "^
Poriaiila aal* Bata psi^
lati ajaa*tl*j Far n .'-. i
utt*t i.tiai' vm jlibolt-, e
e -1 *=j i uiiifii c,ir;-ir.. ,\ -.-'. %
labua avalaa*. ele. de. tu ptaca '
ii ii- n,. i|ir -
paraaea *
-'. imitiraf; **!
i!
i
i
a
c i litis e umi'! s i litas
' :i! (]
Vendcm-se superiores nrul seom armar;!
le tartaruga le lo.laa as stra tuari) sa
.'os muho bous iii.it irinaed Iomm.....*
IliO'l, l'l.is lllos COm ar;in-ie> n-il- l I ,
1 -, dios ditos comai nar,an dea uitWe
i-, lunetas com ai.. io le lariai i.. la,
I tas re.i.in I is qi.-. Ira.I .s I L.il lia a >'
rs., ditas ite dous vi Iros arms d l.u.u
i IrtiOl, e o Uro.-, ocul .s mais i- \e:idi'm
por pr.-c.i barato na luja da b ia lama iu ra
lo oii.niiii lo i, :;.i.
Compra-S4 efle livamanle bronce, i-
13o B Cobre veili i : no .l-oo lio la fui lie '"
la Aurora, na loa lo lio n, logo ua eotia-
'a o.-28, e na mesilla fund .io aa Santa
l maro.
LEQOES FINOS.
Vendem-se l.-ques muilo lio -s com ricas
pinturas, espelhoe plumas a aaf, 3?5Ut)e t/ :
na ra do ^ueimaJo l'ja.,ie miudezas da
boa fama n. 33'
-
MTTCaD"


DIARIO DE PERNAMBUCO, QUARTAFEIRA 18 DE FEVEREIRO DE 18'7.t
\
I CO.NSULTURIO CENTRAL HO-
MEOPATHICO. m
i Rua de Santo Amaro (Mundo-No- $&
I vo) n. 6. Q
I O Ur. Sabino Olegario l.nigtro l'inho, tt
de volla de su.i viasem ,n Kiu de Janeiro, ,*J
ronliiiua a dar consultas lodos os oiaa uteis, @
das 8 hojas da maulia*, a 2 da larie. ^
Os pobresao medicados Hratunaraenli-. "v,
#&&<
ie&.
&
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Establecida cm Londres, em margo de l24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tero a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
Nos artiiazens do caes do liamos ns.
li e 10, liu para vender superior cal virgem
em barris, muio lina, e a melli.-r que lia de
Lisboa : o prego lie favoravcl, e a forma
dos barris dtlerciitcs.
I'recisa-se alugar un preto possante,
embora seja bruto, para liaballiar mensal-
torisados Pela dita companhia p.r.%ta~saga- wX?u32SFffi*af S.
ros sobre edtficias de jolo e H, cobenos de | de^idencia! "'""* ""
tlha e igualmente sobre os objectos quecontiverern
Pede-se ao Sr. A. U., morador no cn-
genho c, que lenha a bondadc de prestar
atteugao ao i]uo tralou eoui o seu correspon-
dente B. F, a. C; do contrario continuare-
mos com mais clareza.
.PrecisaUe alugar um andar com
com modos pera familia, sendo no
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da rua da Gru n. 3t, propno para algum es-
CriplOfiO : a tratar com o padre Leite.
I'recisa-se de urna ama para casa de
pouca lamilla, para todo o servico interior c
exterior : na rua Itclla n. 20.
e Joaquim da Cunba GuimarSes,
-. tartarugueiro, na
rua das Trincheiras n. 8, quem entra da un-
triz ao lado .lircitu, avisa ao resncitavel mi-
ma da Cruz n. t:, aiinazem, para-so blico i- -m .,>< r.-... '.
r",6a^c|",,ce*seus treguezes, inio recobeu de
bem, agradando. Franca um completo sorlimento
bairro \
de Santo Antonio ou no aterro da Roa- : est.-ib.deci.lo com b,j i de
Vista : quem liver ou souber, dirija-se a
a quem mais convier que esto plenamente au-
sus-
In-
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
ta fazendas de qualquer qualidade.
k TV ?W,;..;
0
Na leja de fin 11 e i r o da rua da Cruz do Si
^ Recite n. 37, ha paia vender camas de fer- 2?
ti> ro, ditas de vento, de madeira de aroarello, ?
gg ditas de louro, lia jumamente folha de
tfh Flandres de operior qualidade; nesle no-
w' vo eilabelecimento vendem-se as fazendas &
@mas barato qoe em oulra qualquer loia. a
assim como cocos de folha 15:201) rs. cada ^P
$J uina duna. SyJ
@@S$5S Q-QO%QQ0
I Substiluicao do
arcano a wiassn
pelo barato preco por urna iata de iO libra!:
110 artuazem de N. O. Be-
ber &.G., rua da i nz
ii. 4.
I DENTISTA R
*?. Paulo Laignoui dentista, rua Nova n. 11 :
',? na mesnia caa lein agua e pos dentrilice. .':
Aluga-se a anima casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. com bom sitio, baixa para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : qaem pretender dita
casa dirija-s aua do Vigario n. 31.
| J. JANE DENTISTA |
? condona a residir na rua Nova n. 19, pri- ^**
'<3 meiro andar. *-jy
Reparligo da vaccina.
0 cotnmissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, un
torreao da Alfandaga, e as. tercas-teiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da rua Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manb!ia.

Ao respeitavell
publico.
RLA NOVA X. 18, Q
(i%l toja de fazendas e ronpa IV i la de SI. A. Ca- rji
S iul>i t.,.onde encontrarlo os bons treguezes ^*
'' as obras mais bem acabadas que se podem ..':
^ en conlrar, de todas as cores e qualidades.e cjk
A lom de aceitar menos obras de encaminen- j?
f' des, por ler nuior pnn;,in de dilTerenles S3
< obras, assim como lem de au2mcnlar
reco das encommenilad<)s, e pnra
bem servir a seus donos, ser para
um s precn a dinheiro.
mais
todos
Os abaixo nssignados, com loja de ourives
na rua do Ohug n. 11, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, fazem publico-, que
cstao recebendo continuadamente as mais
novas^ebres de ouro, tanto para senhora
como para hotnens c meninos : os presos
conlintiain razoaveis, o passam-se contas
com respor.snbili'Jade,especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.Seraphim & Irmiio.
GRANDE GUARDA-ROPA
MASCABAS,
Rua doColle^io n. 18,
primeiro andar.
O dono deste importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisa a todas as pes-
soas amantes deste bello e interessante pas-
sa-tempo, que tem este anno, om seu depo-
sito, os mais ricos vestuarios que se tema-
presentado, ricamente adornados, com ele-
gancia, phantasia, ideal e maravilhoso, pro-
prios para todos os caracteres que cada um
quizer representar, e a maior parle delles de
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de um o
outro sexo, visto ter vestimentas para bo-
mens e seohoras, como bem, ricos aomins,
capacetes e bastes, emfitn um completo sor-
limento de immensas diversidades por com-
Domingos Alves Natheus sacca (obre
o Porto ao camino da prora.
0FF1M DE LVrilO(.RAPlll\.
lui da Cruz n. 185.
O dono desta ofllcina lem a honra de an-
nunciar ao respeitavel publico, que se acba
sempre prompto para execularcom perlei-
?ao e brevidade todos os trabadlos conecr-
nenles a arte lythograpbica, assim como
CODtas, lacturas, letlras, circulares, precos
correles, qualquer desenlio, vchela ou
emblema, etiquetas de todas as qualidades,
bilnetes do visita, de participacao de casa-
mentos, etc., impressos em ouro, prala e co-
res, imprime-se tambero, com a maior bre-
vidade cartas commerciaes e precos corren-
tes, autbographos da mao Jos douos, para as
sabidas dos paquetes, etc.
I'recisa-su de.una ama que cozinbe
bem : na rua do Queimado, loja n. 4e.
Compra-se urna carteira de urna lace,
ou secretaria, nova ou usada; na rua da Ca-
dea do Recite n. 60, por cima da loja de
chapeos do Sr. Lobo.
Quata-leira, 18 do corrento, depois de
(inda a audiencia do lllm Sr. Dr. juiz muni-
a segunda vara, se ha de arrematar
a renda de 3 ajmos, por ser a ultima praca
do sobrado de 3"?ndares e lojas da rua es-
treita do Rosario a.~$4<< a reqaerimeulo do
consenlior Slanocl Guurjaivt-*. 'crreira Silva,
avadada em MlOOjOO por cada anuo.
Precisa-se alugar urna pretil ou tima
mullier forra, que saiba engomla! e co/.i-
nhar, para una casa de pouca lamifht-; na
rua da Cadeiado liecile, casa n 59.
Mesquita Joao & Cardoso scientiricP
ao commercio, que o Sr. Jos Alanoel dos^
Santos Vital deixuu de ser seu caixeiro des-
de o dia 10 de fevereiro correntc.
I'recisa-se de um caixeiro de 18 a 14
anuos, com pratica de taberna ou som ella,
que de liadora sua conducta : no pateo do
Terco n. 33.
Agoslinho Pereira de Souza declara
pelo presente, que retirado seu mano.o Sr.
Andr Avelino Pereira de Souza, os poderes
da procuracao que lhe passou para promo-
ver o inventario dos seus pais, licando por
isto a mesnia procurarlo de nenlium efiei-
to, alitn de que com ella no possa o mesmo
seu mano praticar pelo annunciante acto
algum com referencia a sua legitima.
Um profe>sor de inslruccao primaria,
com trintaannosde magisterio, aposentado,
presta-se a dar lines particulares : os prc-
tendenles dirijam-se a rua do Crespo n. 11,
ou anuunciem.
Os abaixo assignados fazem scientc ao
commercio riesla praca, que amigavelmentc
ilissolveram a spetedade que gyrava sobre a
firma de Guimaraes & Jraga, em a loja
de celeiro sita na rua .Nova n. 15, licando
esta gyrando sobre a lirma do socio Cbrislo-
vSoJose de Ah en GuimarSes, ea cargo do
mesmo o aelivoje passivo da mesma loja.
. 111" i > t i v.". o Josc de Abreu Guimariies.
Jos Ferreira Braga.
Lotera
Do Rio de Ja-
neiro.
Na praca da Independencia n. 40
acham-se a1 venda os novos bilhetes da
lotera do as\ lo de Santa Leopoldina,
quedevia correr de 10 a 11 do presente ;
as listas esperamos pelo aporque sahir
depois desa data, e logo que estejamos
de posse das mamas listas taremos promp-
to pagamento,; na mesma loja cima, de
conformidade com os nossos annuncios.
0 aliatxo assignado dec/ara aos de-
vedores de Aureliano i\ Andrade, que nao
paguem seus dbitos senao ao abaixo as-
signado, do contrario teriio'dc pagar se-
gunda ve/.. Recife, lo de fevereiro, de
1857.Manoel Jos Leite.
Vidal i\ Bastos, com loja de l'erra-
gens na rua da Cadeia do Recife a. 56
A, pedem aos seus devedores das exfino
ta firmas Antonio Joaquim Vidal e Anto-
nio Joai|tiim Vidal & C, que tenliam a
bondade de pagar seus dbitos, autigos ao
seu caixeiro Vicente Alves da Costa e
Silva, isto at o im do corrente mez,
e os que isto nao Gzerem tero de ver
ser procurado taes recebimentos por um
anca um completo sorlimento de obras d<
tartaruga, como pentes para alar cabello de
dillerenles qualidades, ditos para alisar,
marrara, e para meninas; alm desUsobras
tem no mesmo asiabelecimento um bom sor- u.
tmenlo de pentes, eaixas, ludo ah fabri-
cado ; assim como se concerta qualquer
obra de tartaruga, por precos commodos.
Na rua do Brum n. >2, precisa-se de
una ama, preferindo-se escrava, paga-se
bem, e be pura lavar roupa de ineninose en-
go ni mar.
Directora das obras :m
lares.
Quctn pretender arrematar os eoncertos
de que carece a cozinha do quartel das Cin-
co Ponas, achara na directora o respectivo
orcamenlo, e abi podera la/.er o ajuste a c<-
ses concerlos relativos.
No aterro da lioa-Visia n. 37, d-se
dinheiro sol) pcnliore.s de ouro, preta, ou
hypothcca cm casas, etc.
Precisa-se de um criado : na rua do
Hospicio n. 0.
0 Sr. Francisco Cavalcanti Lacerda,
que morou- no cngenbo Piabas ou Quitindu-
ba, equo boje acba-se reaidlndo para as par-
les do Arraial, queira dirigir-se a disiila(3o
de Franca, na praia de Sania Hita, que muito
se lhe deseja fallar, o tambem ao Sr. Jos
liodrigues Lima, ha pouco chegado de Itar-
reiros.
&ompt$.
Compra-se lima casa Ierra com com-
modos para familia, as Ireguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Uoa-Vista : trata-se na
rua Augusta n. 17,
Comprani-seefrectivamen'te na rua das
Mores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como acces das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se duas casas terreas para
urna encommenda : a tratar na rua do Quei-
mado n 32, loja.
Compra-se um cavallo novo, que
teja manso e ande lien? a passo ou ca
ego-fiaixo, sendo de boa figura e sem
acnaquT-quem tiver e quizer vender,
dirija-se a'Jivraria do pateo do Collegio
n. 2, que ahise dir" quem compra.
Compra-se una carteira de amarcllo,
de urna so lace : na praca da IndepenJeucia
n. 4.
Co ib pra-se
na rua do Cabug, na loja de miudezas de
4 norias, de Jos Alves da Silva Guimaraes,
um carro ou cabriolet mesmo nsaJo : quem
0 tiver e quizer vender, dirija-se alli, que
achara com quem tratar.
Compra-se um negro canoeiro a tra-
tar na rua das I.arangeiras n. 14.
BentaS.
?>.
Zlu P^n? "1 Pr"t "luguel como por procurador especial para tal lim ; e des-
venda, o que ludo se acha a dispostcao dos I !i ,> ___ l '- t. -
Ilustres cavalleiros no supradito deposito, H,J P'evinem que nao attenderao a pe-
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas Anas e de varios ta-
manhos pelo barato preco de 1/500, 2f500,
3850 e 4- : na rua do' (.lucimado loja de
miudezas da boa tama n. :i:t.
vende-se um guindaste portotel, de
erro, que pega em 90 arrobas, pouco mais
ou menos, por preco em cunta : na rila Di-
reila n f<;.
--- Vende-se una negrinha peca, de 11
anuos, de muilO boa con lucia, com princi-
pios de algumaa habilidades ; na roa Dircita
66.
Vende-se a melado do sobrado de tres
andares, com grande solio e mirante, da rua
estreitado Rosario n. u, cujoarrendamento
anda em (iraca do juizo municipal da se-
gunda vara, a requerimenlo do consenlior
SYSTEMA MEDICO DE H0LLOW\Y.,;V^^:^:'-C-O;C-O6?:--t&-
IMLULAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especilico, composto in-
leirainenl.i de lierva.-- medicinara, nao con-
ten mercurio, ncmajguma oulra substancia
deludiere. Benigno a mais lenra malicia,
e a complei^iio mais delirada, be igualmen-
te promnlo e seguro para desarraigar o mal
ns compleicao mais robusta; he inteira-
ineule innocente em suas operafOes eeffei-
ios ; pois busca e'remove a> doencas de
Em casa de Eduardo II. \Vvatl,
rua do Trapiche Novo n. 1K, lia
para vender :
I pianoforte, novo e elegante de
fabricante afamado cm Londres.
Grasa inglesa n.!f7, deDnj A
.Martin.
Tinta de cscrever do fabricante
0
O
-:?
:..- Vrnolc
(artas para joar.
Vcndcm-sc baralhos de carias francezas
I muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara.
<% iho, ditas portuguezas muito finas a 320 rs.:
i
o
o
na rua do Queimado na loja defmiudezas da
boa fama n. 33.
da oulra melade : a fallar na rua do Quei- i 1ua,u>'e' especie e frao, por mais antigs e
mado n. 4(i, primeiro anda
Vende-se urna cabelleira por |>rcco
ommudo : na rua do collegio n. 21, luja de
bahus.
Airim
gao.
Vendem-se 2 carrinhos do 4 rodas para o
servico da alfandega, novos c bem construi-
dos : a tratarno aterro da Boa-Vistan. 55.
Vendem-se na rua Nova, taberna da es-
quina, junto a ponte da Boa-Vista, casUnhas
muito novas a .'00 rs. a libra, manleiga in-
gle/.a a 6so, 800,960 e 19120, cha a 1/8-jO,
2?, 2/400 e 3/000, gomma a 120, dita de ara-
ruta a 200 rs., e queijos a 15800, 2/200.
2-400, e outros mudos gneros, por preco
commodo.
(Sobrado de dous andares.
Vende-se o sobrado de dous andares da
rua do Itangel n. 60, em chaos proprios : a
tratar na rua do Collegio n. 5.
Bezerro e couio do lustre.
de chegado o excedente couro de bezerro
francez, marroquim e couro de lustro ; ven-
do-sc na rua da Cadeia do Becife n. 56 A,
loja de ferrageos de Vidal Vendem-se diccionarios com algum
uso, dos idiomas portuguez-allemSo, Iran-
cez-allemao e ii.glez-alleinao : no escripto-
no do Egente Oliveira, rua da Cadeia do Ite-
cile.
Vendem-se superiores velas de esper-
maceti, chegadas ltimamente da America :
no escriptonu de Henry Forsler v Compa-
nhia, iua do Trapiche n. 8.
Vende-se um excedente cavado com
lodos os andares, e um sellim ingle/, novo,
por preco commodo : a tratar na rua do
Amparo, em Olinda, casa sop da escada
que sobe para o adro da igreja de N. S. do
Amparo.
Vendem-se duas moradas de casas em
Olinda, una na rua do Amparo, com quintal
sollrivel e murado, Com excedentes commo-
dos paia familia, e a ouira na rua de S.
Francisco, com grande quintal c cacimba
com agua de beber : quem as pretender,di-
rija-se a casa da rua do Amparo ao pe "la
escadinha que sobe para o ladro da igreja de
N. S. do Amparo.
Ferro barato.
Na rua do Queimado ti. 3-2, existe um
grande sorlimento de ferro de todas as qua-
lidades, que se vende mais barato que em
Oulra qualquer parte.
Algodoavariado,
Vende-se algodao liso mudo encorpado e
largo, com pouca averia i 19600 e 2/000 rs.
a peca : na rua do Crespo loja 11. 19.
Deposito
ce raj.tprinceza da '.bri-
ca de LL Gasse, /io Rio
de Janeiro.
Vende-se a preco commodo rap lino,
grosso e meio grosSO, da acreditada fabrica
cima, chegado pelo vapor S. Salvador ; na
rua da Cruz 11. *9.
Vende-se sement de coentro muito no-
va : na taberna da rua dos Uartyrios n. 36.
- \endem-se relogios americanos, de
dillerentes qualidades, para por em cima de
mesa : no armazem de llenrv Torsier ce C,
rua do Trapiche n. 8.
Vendem-se gigos com nina groza cada
um, de gnalas pn las : em casa deSoulhall
Mcllor Ai Campanilla n. 38, rea do Torres.
Futiij rVaucez caporal.
Este excellctitc fumo serve tanto para ca-
chimbo como para cigarro; vende-se na rua
do Trapiche Novo n. 22, em casa de A. Ile-
brard, pelo preco de 28000 a libra franceza;
a elle, queja esla se acabando.
Vende-te uina cadeira nova : na Boa-
Vista, rua do Hospicio, na loja de pintor
n. 50.
Vende-se um excedente cavallo,mui-
to proprio para cabriolet,por ser mudo for-
te : a tratar na rua da Cruz n. 20.
Vende-se una porcao de estopa a 160
a arroba, para acabar esse resto, lambem se
vende um carro decondu/ir voluntes d al-
fandega |iara lora : na fila da matriz da Boa-
VlSta n. 26.
Vende-se a taberna da rua do Vigario
n. 8, com os fundos a vuntade do ccinpra-
lenazes que sejam.
Entre oiilbaies de pessoas curadas com
este remedio, mu i tas que ja estavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso; con-
seguirn, recobrar a saudo e Torcas, depois
de haver leutado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais rllliclas uno devem enlregar-se a
deses|icracao; lacam Um competente ensaio
dosellicazes effeilos desta assonibrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o benehcio da
saudc.
Ho se perca lempo em tomar esto reme-
dio para qualquer das segundes enlermida-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Atnpulas.
Arelas mal de .
o
m
m
o
finias cm olfo de val las cores.
Cabos da fttissia.
Erystalleria.
Agurdente de Franca cm bar-
ris.
Vinlio Sclicirx dilo.
Eructas em conservas inglesas.
Papel para cartas.
LiviOa pata copiar dito.
Candieiros de candelabios de
bi on/.c.
Ac em barra para molas de
COITO.
Kixos para carro.
Chicotes pura dito.
O
Q
He muito barato.
Vendem-se dnzias de facas e carfos de ca-
bo de marf.m de boa qu.hdade a 10>. ditas
dtos de cabo de halado n.uilo finas a 6/.
U Ui dilos cabo rodeo e oit.vado a 3-, du-
M u.- coilicr.-s de metal principe a 3> e 6-
mas de metal mais ordmariu a 800 e 1-400'
e oulras mudas cousas que se vende hrt na ruado Ounm.do n.'bem conhecid/o,.'
de miudezas da boa fama n. 33. '
Para quem f stiver de li to.
Vende-se na rua do Queimado, na U>, co!
nhecida loja de miudezas da boa fama n 33
vollas pretas linas c ordinarias, ricos allme'
tes, nras pulceiras, e ricas rozetas, ludo do
% melhor goslo que se pode encontrar e por
; preco que nao deixara de agrada
O
m
m

Aslhnia.
Clicas.
ConvulsAes.
Uebiltdade 1 e\le-
miacao.
Debiiidadeou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dorde garganta.
de barriga.
-- nos rius.
Dureza no veutre.
Culermidades uu ven-
Ire.
Eufermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela,
febles biliosas.
Pebres intermitientes
Febrelo da especio.
Colla.
Ileriiorrhoidas.
ilydropista.
Ictericia.
Indigesiocs.
Inflammacoes.
Irregu la ri da des da
mensiruacSo,
l.ombiigasdetoda es-
pecie.
Oal de pedra.
Manchas ii culis.
Ubslruc^uo do venlie.
I'lilisica ou consump-
Q3u ptlituoilar.
Releiic&o de ourina.
Klieumulisroo.
Symptouias secunda-
rios,
tumores.
I ico doloroso.
Ulceras.
Venreo nial.)
-gradar aos se-
nhores compradores.
vimio do portoge.nli.no.
& Vende-se ptimo vinho do Porto cm barr at
t_y quarlocoilav.., por prrro raioavel: na rua da ( .-
lielogios de ouro cobcrlosc des- -'-. I d,la do <3, escriptorio ,1, Bailar A Oh-
cobertos. .'.; veira-
f3^p^a-GpQ0S:->lAt"0daZ,,h0 dn Bulla
para saceos de assuca : vende-se cm < .1-
sa de N. O. Bieber & C, rua da Cruz
n. \,
Vendem-se estas pllulas 11.0 esUbelecimen-
10 geral de Londres n; 244. aStrand, c na
loja de lodos os boticarios, druguistas e ou-
lra-. pessoas encariegadas de sua venda em
toda a America do :>ul,davana ellespfcnba.
Vendem-se as bocetinbas a 800 rs.' Cada
nina deltas conten urna instnicc'io em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
Us pilulas.
O deposito g-ral he em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
l'criianibuco.
VENDEM-SE CAPACHOS
Farhiliade Tri-
este.
SSSF.
(Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMK ebegaram 3600
barricas dota acreditada familia : Ven-
de-se nos armasen* de Tasto limaos.
Relogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugustoC. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife,armazem n. ,")6.
*1 ^ *
da
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa dn Russia veida-
deira : na prac.a do Corpo Sanio 11. 11.
Moinhosde vento
com bombas de repajo para regar h orla? eba I pBl'..w?tt
adecapim:a laadlefode 1). W. Bowman | Ull ? '",OS
na rna do Itrom ns.fi. He 10. I.'110* "e '"dio mu
Em casa de lUnr. Hrunn 6c Companhia, na
rua da Cruz 11.10, vende-secognacem eaiinlia>de
duzia.
FARINHA
> mlio do Porto, superior chamico.
Em caix, de 2 duzai em barril da oilato. It-
iiienieiili-clipRadopelo briiiue Trovador; vende-
TicSr sr: t B,r,"A c",n'n'
i\aloja(iaboaf
vi--nilf-se o mais barato
V.-n.i. 0111 i-n-a df"S"Uii ler~ lirolliers C. n
prara do Carpo S.111I0 n. II, a muiii. niperiur p ero.
conheeida farinlia de Tne>le, da marcaprirneiaJ
pimados, comprulos e redondos a 700 e 800 i qualidadeebecada pin do crreme oa escooa
rs ; na rua do Queimado loja da boa fama "ITpI-, em porresprande e pequeas,conforme a
or Jess
Faz admirar
Quem j)itaii;; tomar
Do fumo de Garauhi -s
Vende-se o superior fumo de Caranluns,
tanto em grandes porces como err pesos
pequeos dclroote da matriz, da lo vFisla-
n. 88, taberna da esquina do llospiciu.
o prfsseio, ioja n i>.
. Vende-se um completo sortimento de ri-
cos corles de cassa de cores e pretas. com 7
l|2 varas a 1/600 cada um, ditos di chita,
fazenda mudo lina a 3>000, elidas ie cores
e preas a loo o covado, c oulraartnudas fa-
zendas boas e baratas.
Vendem-se dous sitw 110 lugar de
Parnameirim, com arvoredos de tructo :
quem os pretender, diriL-se a tratar no l'as-
seio Publico, loja n. 7. *
Vende-se um rico vestuario todo com-
pleto, para os tres dias de entrudo : no
aterro da boa-Vista n. V.
>'a taberna da ru de llortas, de duas
portas verdes n 4, crnlinua-sc a vender
manleiga ingleza suporta a 040, nozes a 240
a libra, biscoitos francezs, urna caixinha
2/000, laruilia do Miranhao t, 140 a libra,
amendoas a 560, passa um quarR 2/880, e a
libra 360.
Vinho do Porto
de 1857.
No armazem de Jos Joaquim Dias Fernn
des, becco da Madre de lieos 11.1-2, vende-se
Zaer(!.r,iraDl., V'!lhU d l>0rl0 em Ca?S dC reYaz'.SV iodo oJnegc;7"rayo mi'a'di-
Ulllil lili; 4 lili'/1:1^ nnr tii-,,/.,-, ,.,.,....,,,.(,, 1 .. '
11 33.
PARA QUEM TEM BOM COSTO.
Na rua do Queimado n. 2, loja da boa f,
haum completo sorlimento de grosdenape-
lejde seda de lindas cores; aproveitem antes
queseacabem, que a test;, esla com nosco,
assin: como chapeos Cochite mudo linos.
que so vendem
paite.
por menos que em
os,
nutra
scars flmts.
Bo deposito da rua da Cadeia n. 6, ha as
melhoies mascarasque tem viudo a esle
mercado, tanto em linas como em bom ca-
racler.A ellas anies que se acabem, pois lem
Udo grande exirav.au dos amantes do car-
naval
ir;i escriptorios e eart
rios.
Vendem-se resmas do papel de peso do
melhor que he possivcl haver a 6;, dito in-
terior pouca cousa a 3s e 35V0, ilito paque-
te muitissimo lino a 9500 e ce, dilo almaco
que tem por signal, em sua janella, urna
bandeiraarvorada.e dous ligurinos elegan-
temente caraclerisados. A elles, que os pre-
leudentcs sao muitos, eo carnaval esta ba-
i.enda a porta da Veneza Americana.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesourciro manda l'azer publico
que se acliam venda ueste escriptorio, rua
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porco de bilhetes, meios e quartos da
quarta parte da quinta lotera do tivinnasio,
cujas rodas audam no da 2\ de fevereiro do
corrente auno. OSr. thesoureiro manda de-
clarar aos senhores jugadores, que existem
numeracoes sortidas, como tambem os bi-
lhetes vendidos ueste escriptorio nessas ul-
timas loteras tem sido mudo afortunados,
por isso espera que elles concorrerao para
que continuadamente nao liqucm lamanhas
porches de bilhetes por vender, como sem-
pro lem licado. Thesouraria das lolerias 7
de fevereiro de 1857.O escrivao,
Jos Januario Alves da Maia.
Anda conlinu a a estar fgido o par-
do escravo Innocencio, de idade de 34 an-
uos, o qual desappareceu no da 5 de agos-
to do auno prximo pausado, levando um
saccocom roupa e um chapeo branco de cas-
tor ja usado dentro de tuna caixa, levou
tambem um chapeo de palha velho e roupa
de trabalho, os stgnaes s3o os seguintes
ja pinta, barba rapada, alto e secco do eor-
po, espad.u'do e descarnado do roo 'cor
baca, falla de um dente na frente, o'qual
escravo veio do Ico em principio do anno de
1853, comprado pelos senhores Caminha c
PiltiOS : roga-se a todas as pessoas, autor
dades e espitaos de campo que do mesm
1-
esmo
dido al;um, urna vez entregue ao dito
procurador.
.Na noite de salibado li do corrente,
perdeu-se no caminho de San-Jose do
Manguind ate ao Kecife, um livro enea-
dernado em marroquim encarnado, con-
tendo a msica da opera J. Capttletti e
Hantechi de BeUjni: <|uem tiver adiado
o dito livro e o queira restituir, pode en-
trega-lo no largo do Corpu-Santo n. 15,
que recebera' a gratilicacao de lO.sOO.
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara municipal .desta
cidade avisa a todos os Sis donos de eslabe-
lecimeulos sugeitOS ao imposto annual de
2s'e>rs., que o prazo para o pagamento
principiou no primeiro do corrente, e rnda-
se no ultimo de marr;o, prximo futuro, e
previne aos mismos Sis. que nao se guar-
den! pan os ltimos dias, por nao ser pos-
sivei asstgnarem-.se todo a um tempo.
Ollerece-se um menino de 13 anno.s
para caixeiro, sendo chegado do malo ha
pouco lempo, prefere loja de fazendas, miu-
dezas, ou terragem, e da liador a sua con-
ducta : quem precisar annuncie para ser pro-
curado.
U brigno braslloiro Almirante precisa
de marinheiros bmsileiios para a sua via-
gem ao liio de Janeiro.
No armazem de Hurlo Soaza < Com-
panhia, rua da Cruj u. 48, ha mu lindos e
elegantes vestuarios para bailes mascara-
dos, ltimamente j-jndos de Frange, taino
em porcao como a retadlo.
ileposito
do joias e obras de ^)uro, aterro da Boa-Vis-
uma e duas duzias, por preQo commodo.
Vende-se na coebeira da rua da flo-
rentina um bom cavallo de cairo cutis bois
de Carraca ou carro de engenho, ludo por
preco nudo commodo.
0 PATEO ])S.PEI.6
Pccliiiic'ia! pechincha !
No deposito d massas finas do pateo de S.
Pedro n. 6, acha-so um sortimenlo completn
de tudo quanto se pOde exigir para regalo :
bolinhos du uraruta pernaiiibucanus e cario-
cas, passas, Casianos do reino, ameixas e
tigos de comadre, saidinlias de Nantes, cafe
em carovo e moido, cha hvssoii da India,
dito preto ebiasileiro, assucar retinado, as
verdadeiras holaciiinlias regala c adiadas,
um completo sortiuiento de charutos de to-
das as qualidades, e ludo porque prego!....
Vcaham ver, Ireguezes, c
Fo a U2 por pataca !
Tazenda saborosa, a melhor que existe no
mercado.
FAZENDAS BARATJS
No armazem de faze-.dusl
da rua do Queimado n.l
i7, de *loo os de'
Gouvei, vendem-se .^
seguintes fazendas, asa*
ber :
1,10- lenaplo de seda preta, covado 19500 e -SHKI
Sarja preta Imada, covado 9000, 2}100 e i^siili
greve e. marlim a 4>, dilo almaco muitissimo
bom a 3;00,dilo de cores em quartos de
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras ne-
nas de aso bico de langa pelo barato prego
de Ia200, ditas muito boas sem ser bico de
lauca 500 rs duzias de lapis uiuitissimo li-
nos a 320 rs., dilos proprios para riscar li-
vrosaSUOrs., canelas de ossolomeadas para
peonas de ai;o a 120 rs., caivetes linissi'mos
de una a quatru ludias a I, 2, 3, *?, e ou-
lras mais cousas q'ie se vende barato; na
rua do tjueimado na bem cnhecida loja de
miudezas da boa fama 11. 33.
Alados de ferro
.Na fundigo de C. Starr cV Companhia, cm
Santo Amaro, achtuj-se. rjajy Wfittii; arado?.
vonladeilo rmiipradnr.
TAIXAS PARA EXGENHO.
fundico de ferro de D. W. BowmanD u
rua do Brum, passando o chafariz, coatini ha-
ver ure completo sortimeeio da lnixasd ferro fun-
dido e bando de 3 a 8 palmos de bdkJba, as qaaw
tcam-se a vaoda, por epreBo commodo eom
I promptido: embarcam-s oucarregam-sa m car-
ero setiniospeza aocomprador.
- Em casa de Saunders Brothefs C., praca
do Corpo Santn. 11,ka para vendar o sarjainu a
Ferro inglez.
I'ixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Oi'.o entrampado igual ao da Baha.
E uct completo sorlimento de fazendas proprio^
para aste mercado tdo por prego commodo.
AVISO
aos ferreiros.
F P01RIER,aterro da Boa-Vistan. 55
Tem para vender a vontade do com-
7 MITAD D FERA
de pnmeira qualidade, por pceo com-
ino do.
'otassa
puaxivfl :
Crosdcnaples preto mudo bom, o
covado
Canlao preto muito lino, proprio
para luto, o covado
Sarja preta hespanhola, o covado
Corgurilo pelo muilo Tino com sal-
picos, proprio para rolletes, o
covado
Casemira prela lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Lcngos pretos de seda para grava-
ta, meio leugo
Metas preta* de seda muito supe-
riores, o par
para camisa;.
-.10 superiores
Casemira de qnadnnlios pretos
muito lina, o covado
Corles de colleles de fu.-Clo
lulos de ditos de dilo fino
ditos;deditos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
Corles de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins liso de cores, o covado
Mantas pretas de fil bordadas de
Veos pretos de li lo bordados de seda
Gambraias adamaatdas, proprias
para Cortinadoa, pegas de 20 varas
Ditas para coberUs, de bonitos pa-
drees, o covado
e alm disto ha um completo sorli
2/IMK)
9WI
iatM
MM
J-^OOO
3/000
i#ooo
JOOO
oOO
1/200
1/voo
500
1 iOIHI
1/600
W
18/01 MI
800
12-4M0
10#0IN|
7/000
fazendas fin
200
ment de
as e grossas. que venden-sc por
precos lao commodos, que ninguem Mka-
ahi;'eB comPr"; Msi, como6 chapeos do
i-hillo muito finos, que se vendem por me-
nos que em outra^te : na rua do Queima-
do n. 22, na bem COnbecid
ioja da boa Te.
w?!Wteiodo.
pelas e de co-
Vendem-selTas de veludo
res estreit.s|elargas, lima^ru.d. .jl
lo bous gostos, pelo barato nreco tir ii
320 400 500 .600 rs., ,,. ru.'dT&.?,,
na loia de miudezas da bo* fama n 33
*ttlff***.
e cal
r,T .Nn,di*6.'io cnrren,e susentou-sc de
casa de Jos (ioncalves Ferreira Coala um
cao eACPo.de|n """ JSr d 5T-S* -"
Smn ? !X e u,slnte reforgad.
mblante prasenteiro, cara redonda |\iT.
m 'ron 1"! ""' S,S",1 l,em SBlie"l qne he
?ih a C0"Sl' qUe mes" ira!
u indi0 M ""..l-elo quese recommend,
a todos os Srs eslivadorcs o aprehendam e
em ianlo Amaro, junto ao palacete au
pagar, qua quer-despea. oulro slm, 're^co!
menda ao lllm. Sr. lente encarrcjdo d.
poli, .a do porto, par. que o mande aprehen-
der no caso que o mesmo sabia cm algUm
Pl P0rq,,,,n rereri(l0 Prcl" foi marujo
e pode mu- illud.doou Iludir algum c.p.t,
para que o .dmiu. ao servs? como tem
acontecido, lauto para os poros estr.ngcr-
ros como par os do imperio.
Fuen
nlitiro, da melhor manetra que servir ao
comprador.
Vi p aga da Independencia n. 3, ven-
dem-se orzeg'uius para meninos, toucas e
camizus tftlfla franceza, pelu mais diminu-
to prego qui he possivel.
UuuJ*u ao lustre marca de
castoio.
Vendem-se pedes de couro fc lustre de
superior qialidade prego de 45 e
..., .,.a,u, .intu-; uiu.a vwrra, arados 1 -----------------' lugio no dia 24 de dezemhrn n
* ferrle> um modeMo e conslrdcgSo muito Noanti.oe ja" l^i eolMOo ^ou-]^^"^ ^^Z^ ^X
\to da rua da Cadeia do Recife, escripto- q a Mamio JSST de Mc9ilu'l. '^de
Vendep. >m*n-k^:.^:"^r* .4- %SSiWttEZ
Vende-se eiinen-
lo_euuito barato c bom, pelo prero de
7/jOO a barrica, por so precisar d ar-
mazem onde esta' recolbido : na rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
CEB., DE 1AJJ.VCIS-.
^n.t.-'/c cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Domingos Alves Maiheos lem para ven-
der em seu escriptorio, na rua de Apollo 11.
jiiWiiadii, na bem coiihe- 23, por mdicos pregoso seguinlc :
Ricos e elegantes pianos
Superior vinho velho do Porto,em barris.
Superior vinho velho do l'orlo.engarralado.
Superior vinho vellio jero;>iga branca.
Coiins un linho paia montara.
Cobertores encorpados de algodao.
Superiores charutos da Babia.
Sabonetes em caixlnhas.
mudo
4#ooo: na'rua do _
cida loja de miudezas da boa taina 11. 33.
Lavas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
res, cobordadas e com bullas a 2; o para
ditas sem ser bordadas brancas e aniarellas
para hoinens e senhoras a 19, l$200 e 195000
ditas de lio da Escocia brancas e de cores
para hornees e sen hora a 300, 400, 500 ,1 Rico e superior papel pintado e dourado pa
600, ditas brancas e decores, de algudao, I ra forrar salas.
piopnas paia montara a 240 e 320 e outras I Vendem-se terrenos para editicacao na
qualidades mais que se veuae na rna do I estrada do.Manguiunilio, do do liecile, lado
yueimado na bem conhecida loja du miude- | esquerdo, junto as casas do Sr. .Manoel Po-
zas da boa lama n. 33. 1 reir Teixeira, com 230 palmos de fundo e
titeas litas linas e ,.io(icr=llelrenU:s,q?.e^orn!,,;a'll,!:'1"izer:atra"
I lar na rua da Cadeia do l'.ecde 11. 3, ou com
lias dOS UielllOreS ffOStOS ,os* l!Plis'a KibeirodeFara, no seu sitio
, ~ da Estancia.
que se pode encoturar
ri'or potassa da Russia, dita do Rio de Ja-
u ro e cal virgem de Lisboa em pedia,
ti do a |irecos limito lavoraveis, com os
o/uaes ficaro os compradores latisfeitos.
\. 0. Bieber & C, rua da Cruz n.4,
vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
BrnzSo.
B> ns da Russia.
Vinho de Madeira.
Aljjodo pdra saceos de assucar.
'6-tl
a|hoi
go, osquaes tema|honra de participar ao
possam ter noticia, o obsequio de appre- respeitavel publico, que abrirain una I
1 uide-lo e rcmelle-lo aoseu Sr. Justino Pe-
reira de Amlrade, na rua .Nova n. 52, faze'n-
do por conla desle as despezas' que Inreni
necessarias, alem de IOOjOOO de graliucacSo
a quem trouxnr.
Na rua larga do Ro/.ario esquina
do becco do Peixe frito, no segundo an-
dardoSobiado n. '.), coat ma a dar co-
mida para lora com lodo o asseio, c por
preco iiiuibi em cunta.
-Camilio Lelliada Konseca esua mullier
I). Cenovev Mara dos Reis Fonseca nao se
reaponsabilisam por cousa alguma que seu
oja
destesartigos de sui fabrica nesta cidade.
onde se encontrara sempro um completo e
bello sorlimento, pelos mais commodos pre-
gos.
James llalliday, subdito inglez, va
Europa, levando cm sua companhia um seu
Dita dita de llstras, aovado
Dita liespanlioU, covado
Dita dita deseda ingleza, covado
Chales do chaly de cores com li-tras de !cda
<:iialf>s ile chais do cores, bordados
Chales de chai) bordados a niatii
Chales de casemira lisos
Chales de relTOZ bordados
lar-
2?U(I
23200
29000
63000
10901
IlOOll
','-,: III
209000
se vendem na loja da boa lama na rua do
yneimado n. 33e por precos que au deixa.u
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende baralo e ha muilo onde es-
colher.
a randas e gTades.
I 111 lindo e variado sorlimento de model-
los para vara mas e gradarlas, de gusto mo-
na fundicQo da Aurora em San-
dermssimii
Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
tc da Reiacao n. 28.
~ Vende-se a verdadeir. grasa ingleza 11.
97, dos afamados l'abricanL-s--l>ay c< Mar-
t 11, em barucas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crablrce v Companhia,
rua da Cruz n. 42.
Em casa de P.abe Schmeltau a Compa
rua da Cadeia n. 37. veudem-se elcg
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
selogfios
coberos e ilescoberlos, pequeos e crandes, de ouro.
patente inclez, para lioiiiem e senhora, de um dos
111clhoreilabr1ca11lesdeLiverpo.il, viudos pelo ulli
ino paquete inlei : em casa de Soulbali Mcllor ,
Lom[ianhia, rua do Terree n. 3K.
ECHAI1SI0 ?AEA m
marcas ios peitos : iulca-se
que esta em alguma cas. ou.ado por .s
cez.nhe.ro pe que se prolM. con c
n tiver, nao so pelos dias de senro, i,,,s se
proceder cnminalmenle, e rog.-sc aS,uto-
nlades poliCMM, capije de campo e mu..
rnu^n"^0 P0V^' ',Ue. *W*m e icvem a
rua do Queimado. casi da esquina n. i. se-
cundo andar, que serSo bem recompensa-
- l-'ugio na madrugada do dia 12 dla-
d,';nnM,'re,!e8n"0' cscrv ""'o.
regul.r, secco do corpo, cara redonda, bei-
cosgrossos, pouca barba, orelhas pequea,
ralla descansada, ,dade 24 annos, lado d
alguna dente, m frente, nernas finas, m-s
,.b,a grandes offiei.l de sapateiro, cozinheiTo!
;anles sabe trabalhar cm^asa de cai.ieir.s de enuc-
NAFi:M)ICAO de ferro do enge-
N H EIR 0 DAVID W. RO W MAN. A
RUA DO BRUM,PASSANDO O olIA-
FARIZ,
ha de assucar, sabe ler e escrever, e por
isso he bastante ladino, e t.lvez queira P.s-
sar ,,or torro, mudando de nome, ae brm
que ha noticia estar ello aconlado por rcrl.
pessoa CUJO nome sera publicado, se o dilo
SSLD* for nl|-B" 9 seu senho"
morador na rua das Aguas-Verdes, que to-
dava recompensara a quem o apreienlar.
Kugio na manhila do dia 5 do cor renta
um mulatmh. de 10 a 12 annos. de nome
Sebastian, cor trigueir., cabellos carap.-
nhades c avermelhados. uiaos e pes baUnte
grossos, leices regulares e robusto ; levou
camisa e caiga de algodao lislrado de azul :
quem oappruhendcr, levo ao seu senhor o
Dr. Fdippe Lopes NeUt. na rua Nova n. 69
quesera recompensado.
-- Fugiodcbordo dobrigue brasileiro
Melampo, na noite do da 8 do corrente, um
. negro de nome ilaicelino, nacao Cahi'n.u
liasempreum4randes..r..menio.los egaiolee oaltura regular, secco do corno rrsl,. r m
Damasco de lie o seda com (i palmos de
aura, covado :-^imi
1'anno de linho de superior qujlidade, lareo,
vara grjO
l.ans.i amarella da India, muilo lina, tara 300
llrim branco de linho eniretinn vara fifti *""'" -...-.. ^ ...wn.... ....... o^ ^j. .^- ...
P.Doo aloa.hado comino" vara )a5oo P viagom a 8,10, et2 cada urna, costu-
Lilla prela lina e entrelina, peca 99, 93900 e I3f000 I reiras riquissinias .e Jacaranda com os're- i
Corles d cambraid prelos co.u bollados para partimentos forrados de seda c com muito
_ lal 18600 gosto a i, 5, 6, 7 e 88, pentes muilo linos pa-
cones de eambraia bran
C
C
22. Preco 8*1I00.
marea GW era pipas,barrisecaias de
lu.is dim.i-.iie carrafas. .
Agencia
lidio de menor idade.
Ka rua das Tiinrheiras ti. 8, Ioja de
tartarugneiro. com
de, compra-se effecjtivamente tartaruga, e
paga-se por mais prego do que cm oulra
qualquer parte.
I'recisa-se de um caixeiro para lomar
conta de urna taberna, da -se bom ordenado:
lidio israsilino Eloy da Fonseca lizer, cooio ia tratar na travessa da rua das Cruzas n. 8.
bem, dlnbeiros cmprestadus com bilhetes I'recisa-se de urna ama para casa de
lalsos ou efleitos em qualquer parte que elle muilo pouca familia-. na rua do Hospicio
lome, pois quem confiar lera de perder. n. 34.
I
L
Aberturas de fuslao lino para Camila
a trente piolada de ver- bllaed* buho lino
Selim atol, ver.le, .-.marello e lir.ir.co comJoque
covado ',00
Chapeo, de eailor braaeo, lino,raberazrande IO$o00
Chape., prel-i lino, iianrei. p.r.i nienini. 59000
Camisas de mi-la linas >ino
Completo sorliiiienlo de oliras de IfJ para
meninos, par lOgOOO
Uravataj de diversas qualidades IIIK), 800 e INHMI
Laves de alsodso braaeaj para liomem, par 260
raime de bonitas cores para mesa
NA MESMA FlWlCA'O.
eexcculaiiilodasaseucommeiidas con> a su peno- I
XABOFE
Fugio no dia fi do corrente urna preta,
vando vestido de chita rxa e panno .la
gao de roupas em viagem, pelo barato preco i Cadeia Vel
de 3,0, 7 e 8? cada urna, galheteiras com: IseoieaoUnrtodaeaMocommVidJuw* *" '***
lodos s vidros necessarios a 2?, ricas car- i I|^BJtiTSl22^^! ri tetras de Jacaranda e mogno para se el^|;J^^;^^^d;l|yjJ5^^*s_^ modidodeem preco. | idade 30 annos, de nnm* Mara : quem a
rcear leve em Santo Amaro das.Salinas casa
: detronU ao hospital dos Inglezes, que' sera
"ratificado.
DO
- FUI
.10 no da 2 do corrente a aerav.
de nagSo Mocambique de nome lid, a
qual tem os Signaos seguintes : baixa, olho*
arumacados, com signaes de sua nagan sflbr-
o nariz, com um di ledo cm um dos dedos
da mao dircita, proveniente de um panan-
co, ps pequeos, cor bstanle prela, a
500 encontrar, sinetes com todas as letlras do um completo sorlimento de moendas e tica de Joi da CruiSanios, ..ama KovVb. .vi qoal foi escia. de Jos liodrigues l'crcua,
..un apceoario, sineles proprios para namorados, I me moendas para cn^enlio machinas I "arrafa. :.;.vk>, e meias 3.-000, sendo falso todo morador no lugar da Torre, elcm sido vi>t.
ricos frascos para cima de mesa eoutras (, .. aquella que naofor vendido nesle deposito,pdo n. Casa Forte, Poco, c n Torreen, um n,u-
muitissimas galana,,as, lulo mudo lino e I '' V', 1l" ,>'1 "' r0'"' I quesef./. opresenle aviso. I csnibo aonde m. ra um pr.-to da Costa ha-
de mUltO bons gostos, asseverando-se !" lodos os tuiuanl.os para dito. iail||DT IVTP PIRA A VI I If : v"" vestido cor de caf.-c p.nno da losla ..u
quem vier ver o rico sorlimento, que sem- III UH I lil 11, I \M U I LISLII.U. islra encamada, e mais una trnuxa eom d,-
pre existe nesle cslabelcnmcnto. naodeixa-j I U I |"I|T VSS\ r"rn Ph>yeaej lodewisevutlifleren [venas rounas a pessoa que a MRarJaw-.
ra deter em que empregue muitissimo bem A ... ,"11'1'11 Mesuraos, qnermolivada por constipares, losse ;l rila ,. v .,,.. i-rrca cnm i., 1-
\ende.sepolas=ada Rsela c americana,chr.ada asllima, pleuru. escarns desancle, drde c.s-1 m <"-, l7"
nesle- das e ue superior qualidade; cal de Lisboa lados e peilu, pidpilarao no-corac.,., coqueluche !,er'1 -'CnerosamcnlC paga.
da mais nova que ha 110 mercado: nos seusdeposi-I hroncliile, dorna garganta', e todas aimoleslia._______________________________.^___________
los na rua de Apollo n.l A, e 2B. dusorgospulmoiiares. l'EKN. : TYP. DE M. F. DE FAHI 1807
3f000
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.

I.

MUTICSDO"


Full Text
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