Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07710


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Full Text
ANUO XXXIII R. 37.

Por 5 inezes adiantndos 4$000
Por 5 mezes vencidos 4$500.

SEGINDA FEIRA 16 DE miBElEO DF 1857.
Por auno adiuijMaS'15,^000.
Porte franco para o subscriptor.
NCARREGAIiOS DA SDBSCNPCA'O NO NORTE
Parahiba o 8r. Jobo Rodolpho Gomes! Natal, o 6r. Joa
Jiiim I. Partir Jnior ; Araeaty, o Sr. A. da Lentos Braga ;
tara, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Sues Rodrigues ; fiauhy, o 8r. Domingos Herculano A- Pessoa
rense ". ara", oSr. Justino J. Ramos ; Amazonas, o Ir. ;Jero-
ojmo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OltifU : IoHpx os das, l roa hora* do 4tm*j
l|[urw, Uolinat r l'.it.ilil i : n .vun /'-' lTf^n-ffira'".
5. A olio, Reterrua, Bonito, Oic-m \ltmhn < 'noqiium : na tf-rtja-tViri.
S. I.<>.!- uro l*o- rra, Flora*, Villa-Bella, Koa-Viaia, Ourcurj < K; fit* .|iiarias-i>ir Oibu, IpojBCB, Scrinh^ca, lllo-F..rmo>o, Lili, larrei-n>, algu-Prcta,
Puiealairai e Nmal: c/uintj-fi*ra.
[Tuilua o eomiot pirti-n I0 uaran da minhla.
AUDIENCIAS DOS TRIBIINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : secunl.ua quintas.
Retaceo terras-feiras e sabbados.
Faienda .- quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do civel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda tara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPEMERIDES DO HEZ DE I lAERElUO.
1 Quarto crescente as 6 horas e 1 minutos da tarde.
9 La cheia as 9 horas e 33 minutos da /arde.
17 Quarto minguantea 1 minuto da manh*
24 La nova as 9 hdrase 38 minutos da manh.ia,
i'.ti.VMAU ns; nojfe..
segunda as 9 horas e 18 minutos da manhaa
Priraeira as 9 horas e minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
Ii Segunda. Sa. Porfirio, SanioeU Jeremas.
17 Terca. S. Policromo, b.; Ss Secuodino e Romuln Mu,
18 (juarta. S. Theoteario 1. prior de S, Cruz-
19 Quinta. S. Conradof. la. iiahinom.
20 Sexta S. Eleuterio e Mo Bb.
21 Sbado. Ss. Maiimiano e Fortunato Bb.
22 Domingo, da Quinquagesima S. Margarida do, ortona f.
.1 ENCABBEGAI
t:N(:ABREGADOS DA Sdtsi Itipi \ no MI.
lagoas, o Sr. Claudino Falcao Dio* ; Baha, o Sr. B. Duprai
de Janeiro, o Sr. Joao Pereiri Mariini.
EM i'ERNAMIIt < >
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa do Farsa, ni sua
livraria, proas da Independencia ns. 6 e 8.
ISTERIQR.
Cu(ia, e o da seguuda cadeira da cidade de (iu'ara- do anno (indo, a informarao que obleve do consula- i vou a lavoura do en principal recurio ; a caresta
S. PAULO.
Extracto do rtlatorio aprcsinlaio pelo Sr. Fran-
cisco DiOgo Peretra de 1'asconceHos ao Sr. tice-
prndente Antonio Roberto de .llineida, ao cn-
tregar-lnc o administrarao interina da provincia
de S. Paulo, no da 23 do corrate.
lllin. e Etm. Sr.Uaveodo por bem S. M. o Im-
perador conceder-me liceni;a para ir capital do
imperio no correle tnez, segundo se servio com-
municar-me em aviso do 18 de dezembro do auno
passado o Exm. Sr. rainislro e secretario de estado
dos negocios do imperio, passo a V. Etc., na qua-
lidade de primeiro vice-presidente, a admioislrarao
da provincia, em cujo exercicio tenlio estado desde
29 de abril prximo passado ; o em cumprmenlo
do aviso do 11 do marceo de 1858, lenho a honra de
expor a V.'Etc os fados que me parecem dignos de
serem por V. Etc. conliecidos.
Nenhnm acontecimeolo extraordinario perlurlioo
a ordem poblica na provincia'desde a data de minha
posie al este momento, e ludo pelo contrario alian-
ja a sua dorarlo c permanencia, dando assim os
Vaolistas novos testemunlios da elevacao de seo ca-
rcter, e conservando as lradic,es gloriosas doveons-
tanle lealdadeao ihronoeiis iuslituicf.es liberaos que
o cercam.
Tondo tallecido o visconde de liberaba, senador
do imperio por esta proviuda, e liavendo-me orde-
nado o Etm. Sr. ministro do imperio, em aviso do
31 de m-iio prosimo passado, que so proeedesse
eleicao para preenchimento da vaga pur elle deixa-
da na cmara vitalicia, resolv designar e da 'J7 de
jalhodo auno passaJo para a reunas dos collcgio
pinguis ; augmeularam-se tambem as dos professo-
res de Jacarahy, Mogy das Cruzes, Santos e semi-
nario do Ac.
Cenlo e der.e*eis das 17(> escolas de primeiras lel-
Irasda proviuria se desliuam ao sexo masculino e
() ao feminino ; das escolas de instrucrAo pri-
maria do segundo grao sao de meninos e 1 de me-
ninas.
Acbam-se providas 10. cadeiras do seto masculi-
no e 53 do teminino, vagas II das primeiras e 7 das
segundas.
Das de inslruccao primaria superior est pro.
vida urna para o sexo masculino o oulra para o feuii-
nino.
do de llamburgo. dos comesliveis ja' indica a falta de bracos a que lie
Consta dessa informarao que, ro favorecendo a urgenlissimo occorrer.
emigrarao as municipalidades do norte da Allema- Ha um s meio de remediar aquelles inconve-
nlii, de nenhuma utilidada sera' a garanta do go- niente, e esta necessidade he chamar a emigrHrao
verno aos fazendeiros da provincia, porque se n.io europea para as (erras oceupadas ; condeusada nel-
adiaotaram ns quantias necessarias para o pagamen- las a populacho, ella por si Iransbordara' sobre as d-
lo das passageus dos colouos, o que so poderia ter lu-j volutas, pagando-as por seo justo valor, c indo os
gal sendo hila por algum agente ou raesmo socieda- llrasileiros na frente apoiados nos emigrados, que os
de incumbida da eipedicu dos colonos ; porm que
anda a estes nao converiade cerlo desembolsar fun-
dos por muito lempo.
Informa porem o menino cnsul, que ao sul da
Allemanha e da Saina algomas municipalides se a-
cliivam disposlas a adanlar a seas habitantes pobres
'eguirSo de perlo.
Tal lem sido, e he a marcha da colonisacilo nos
Estados-Unidos, que puderemos vaiilajmamente adop-
tar, i|u iinlo.u.i collocarmos nas mesmas circums-
laacias, InW^menle vacillo na evidencia da miulia
razio, a' Vista do ultimo relalorio do director geral
mennos, 60 contratados, 30 professoras elleclivas, 8
nterin..--, 9 contratadas.
l-reqoentaram as escolas, aprotimadamenlc, se-
gundo calcula o Dr\ inspector cer.il da iMIroecio
publica, 1,373 alumnos ; sendo 3,218 do seto mas-
culino, e 1,1'iT do femioino.
O seminario de educandos de Sania Auna snstene
la 1!) alumnos, o deeducandas do Ac 52, das quas-
8 s' Os de Ilii doze do seto masculino o seis do femi-
ninn.
lis na provincia 39 escolas particulares para o seto
masculino, e 13 para o feminino.
Ha larobein tres cnllegios de inlrucjao primaria,
sendo dous para meninos e um para meninas.
lia dez do inslriierA oprimaria c secundaria, sen-
do ocle para o loto masculino c lies para o femi-
nin>.
rqueiitarim a< escolas do instruejao primaria
931 llamos, o 308 alumnas. Na de nstruccao se-
e eitoraes, afim de tevenlicar a dila cteicao, na ron- ,,. lon. .... .. ,,
.......... cundarl efl meninos e 88 meninas, dando o total de
Ha 38 professores elteclivos do seto masculino, 21 | par|e e lalvez mesmo a lolalidade da despeza ucees- d8' ,errs poblicas, nico documeolo ollicial, que ha
Em oflicio de 2 do oulobro ultimo me tez constar
o direetor geral doa indios que no aldeameato de S.
Jo3u Baplistxijisliam aUaus em estado de recebe-
que por falla de recar-
virem o* colonos onerados com e\acces praticadas' terrenos prosimoe a serr do nie-mo no*je, se col-
pnr muitos agentes, o que eleva seus encargos a livam com proveilo os gneros alimentares por se-
ponlo detanimador, rom o* referidos terrenos de recoohecid feVtiiida-
(1^ laten leiros soD/rem igaalniente, porque pelo de. Na frecne/.ia de S. Bernardo, e prindfjhlmeo- real instrucrao vojmanaTe .
coulralo de Vergueiro e C. os colonos so Ibes pag'm le no sitio do honrado l'aolisla Francisco Mirlihs sos eitavim della kaivados.
depois de vencidos os prazos o uro de 6 por cento i Itomlho, se calliva o cha com MMagem. I m dala de 7 do em Diez ordene i que fizesso ara
;o que por cerlo nao .leve ser excedido >, ao passo | ^o municipio de Jundiahy foi, seno abaudooada(orcjrnenlo da despeza'wovavel com a cnn.iroeri
qae aquelles pagam 12 por cento aos bancos, e as a cultura da caima de assucar, ao menos qoasi qae de ana casa DSra essaa^Mies o com c sustento dos
pr-'C- Substituida pela do caf. meamoa, na forma indicada pelo re.pecliso diroc-
Sele Onedas. lem a comarca de Campias 51,179 habitantes, I tor. k
Tambem he de parecria o syslema adoplado : o o ah prosperou por longos anuos a cultura da can- Paco p ira a assamblea provincial.
na de assucar ; mas boje o caf, que prodoz tara- | No omitlirei a intencio e*n que estiva de expiir
hem de urna maneira maravillio=a nas serras dcste ; a assemblea provincial a uraanca de decretar fondos
lurmidade da le de 19 de agosto de 1846, c do de-
creto n. 563 de 10 de julho de 1850.
No dia 7 de setembro do meemo anuo, designado
por lei, tove lugar a eleica de vereadores e julzes
de paz que leem de funecionar no quatriennio qae
comecon no dia 7 do crrenle.
. A 2 de novembro prximo passado reuniram-se
ot etsemblas parocliiaes para nomeacao dos eleito-
res que elegeram fin! de dezembro os deputados i
atsembla geral, para a legislatura que tero de prin-
cipiar em 3 de maio do correte anno, e que linda
em 1860.
He sobremodo lisongeiro coasignar nesle docu-
mento qae a eleicjio correu calma e tranquilla em
loda a provincia ; e se algomas vozes se leem er-
guido para denunciar um oo ootro vicio,que se pos-
sa ter lado na dita eleicao, geralmenle se reconhece
que a aatoridade eiupregou lodo o esforco para que
o saffra|io se pronunciasse com a precisa liberdade,
e campridas assim as vistas benficas do governo de
S. M. o Imperador no elevado empenbo de mantel
no paiz a poltica de moderado e de juslira, capaz
de grandes prodigios, quaudo bem entendida c fiel-
mente executada.
Estatistiea criminal.
t'.onsta do msppa apreseutado pelo r. cher? de
polica, que no anno prximo passado se celrhraram
19 sestees do jury nos diflerenles lemos da provin-
cia, e que foram julgados 269 deliclos, uodo 5 (le
morte, 20 de tentativa do morte. 6 de complicidadc
do mesmo, 136 ferimenlos, 1 perjurio, 30 de armas
defeaa, 3 de fahidtde, 12 de roubn, T de furio, 15
de estellionato, 3 de damno, 2 contra a liberdade in-
dividual, 8 do mese,,!, 1 de estupro, 2 de res slen-
cia, 1 de damnilicc,ao de bem publico, c :! de toga
de presos. Foram coodemnados 118 reos e absolv-
aos 181.
Inslrncrao publica. /
Ha urgente c geralmenle sentida a neces reforma nesle importante ramo do servicn publico.
A assembla legislativa provincial rec nheceu ja,
com a presidencia, qoe curapria quanto anles regu-
lar a instrucc.ito elementar e secundaria, qnando a
antorisou, pelo art. 30 da lei provincial n. 30 de 10
de maio de 18H, a reforma-l? ; mas lendo, a par
dessa autorisac.ao, proscripto q sa nao aahisse da
quota volada, entendo que he ivenienle solicitar
de seu patriotismo e Ilustrar^ oncesso de rarios
mais ampios, para t'gslar-se modo a se lati*
fazerem as vistas da mesma assembla e do go-
verno. ,
A fiscalisario no ensino, o rigor oa ethibicao das
provas para o professorato, e a contemplarlo do fu-
toro dos professores, sao condc.oes indispensavei5
para se oblerem os resultados a que aspira a assem-
bla.
Nao lie porem de esperar qua dentro da quola vo-
tada ss realisem os resulla lis desejados ; he pois
forzoso aguardar decisao legislativa.
Nss 176 escolas de primeiras lellras, i seminarios
do educandos, na escola normal, em 29 aulas de la
Um efrncez, e na de desenlio e piolara, se na.
tricolaram no anno prximo passado 5,690 alumnos;
sendo 4,370 do seto masculiuo e 1,320 do seto fe-
minino. ,
Crearam-se no decurso do anuo, por acto legisla-
tivo, 6 cadeiras de instruccao primaria, e poi de-
liberarlo da presidencia ; i daquellas se destinara
rara intlruccao dos meninos e 2 para a de meni-
nas ; e deslas, 3 para o seto mascalino e I para o
femioiuo.
Nomearam-se 4 professores de lalim e france,
sendo 2 definitivamente prvidos e 2 pur cntrale ;
37 de primeiras lellras para o sexo masculino e 12
para o feminino.
Foram removidos 3 professores de primeiras lellras
a pedido sea, aposentado com o ordenada corres-
pondente ao lempa de servico I ; denullidos 15,
tambem a pedido, excepcSo de 1, por inbabililade
pira o masisterio.
I-',Uceen 1 professor. Tiveram licenca da la pe-
lo governo K, pela inspectora gerai 16, e para
e empregarcm cm cargos eslranhos ao iragitta-
rio i.
Aagmentaram-se par lei os ordenadas dos profes-
sores do cidade de Taubal e das villas de Taloliv p
1,825.
! Inslroccao secundaria.
Acham-se prvidas 21 cadeiras de lalim e francez ;
endo regidas 13 por profesores eUectivos e II por
contratado*.
Matricular.im-se nas respectivas aulas 226 alum-
nos e frequeiiiaram-as 126.
Mandei imprimir, em confurmi lade da lei de 7 de
meio do anno passado, os traballios das duas:com-
missoes nomeadas em 1853 e 1855 para pruporem as
reformas necessinas a bem da in-lrurr.;Ui publica,
devendo ser enviadas a assembla os impressos
respectivos para serem distribuidos por seas raem-
bros. "
Seminario episcopal.
No dia 9 de novembro prximo passado leve lu-
gar a abertura solemne do seminario episcopal fun-
dado pelo aclual diocesano o Exm. Sr. D. Antelo
Joaquim de Mello.
O zelo de S. Etc. Kevm. e seu nnme se ligaram
per largo terapu a fun iacao dcla casa, que recurd
desde as tnaa bases a piedade das ovelhas do bisjia-
do, que para ella toncorreram geoeroearnonle.
sari.i a emigracao, urna vez que tenham cerle/a do
paizamento nas pocas convencionadas, seudo-me
mui lisongairo o acrescentar que a garanlia da res-
pousabilidade qae ofiereee a provincia de ;-. Paolo
se julgara' snlliciente em vista do crdito de que go-
za na Europa a governo do Brasil.
O cousol geral do Brasil em Brutellas, traanlo,
do mesmo assumplo diz que a nao ser a sociedade,
cuja possivel orgtuisarao assignaiara anteriormeole,
nao sera' fcil que alguma oulra queira encanegar-
se da expedijao de emigrantes, e que mesmo aquella
somente o consentir' mediante grandes esforcos.
Diz tambem .que essa ou oulra qualquer socieda-
de s podera' efTecluar-se em vista da possibilulade
de urna serie repelida de operaees, e nunca para o
caso, muito eventual, de urna ou oulra expedicao
solada, que nao corresponde a importancia da aecu-
mulacaode capilaes, despazas e incommodos de urna
consliluicao social.
Nao recebera anda o referido cnsul de individuos
ou de casas coinmerciaes, apezar de as ter pedido,
proposta alguma.
duvida, que actualmente se
i a acquisico de colonos oo
i da Suhsa.
urna prooosta do fazendei-
'ao, qoe pr^'-^de 30 fa-
Parece pois fura
pode c do sul da Allem
Ale estad
ro Silverio Rodil,
milias, so1- ** condii.
tendo eu mandado ouvir
delibe-oi> em data d sado, arantir a respoosabilida
ropa, mediante a llanca as i
'ranti"
a lei ; e
rovincial,
anno pas-
ihi da l'.u-
senador do
eiroz.
Nan)l*o.....cioi-aa i -las asebrasdo edlfieio, qu
entreunto comeeoa a receber alumnos desde o dia I lcs, e o mappa sob n'umero 1
29 do oulutiru do mesmo anuo. 'ca.
mi-erio Francisco Antonio de So,
Riatillo de conlrai
)o Aeeorso rio aono prximo pas do al o dia 8
do correfitN segundo informa i Ibeetmraril provin-
cial, reseindiram os respeclivos eearjralaa, cm exc-
cucao do aitig%>( da lei numero :\\ de 7 de maio
do mesmo anno, 27 CORos porluguezes e 17 alle-
maes.
Colonias oxislenles na provincia.
Em II de setembro do anno lindo. Iivepor conve-
niente dirigir-me a lodos ns propiiclariis de colo-
nias da provincia, solicitando informices do nume-
ro, nacioualidade e seto dos colonos nejtal ctisten-
exigen-
Serve de reilnr no mesmo MiBinaiia o Rxm. Fr.
Eugenio de Kumelly, que ensina theologia, moral e
iisloria ecclesia>tiea,
Lecelona na cadeira de Iheologia dogmiiiea o na
de phiiMopMa o Rvm. Fr. Firmino de Senlilhaf, e
rege a aula de lalim e francez e interinamente a de
canto gregoriano o Rvm. Joaquim Jjic Uomes de
Santa Anua.
S. Exc. Kevm. pretende applicar a quantia de
8:000, que 'em de re:ebcr do thesourn, na acqui-
sico de 5 lentes e 2 fmulo, que lem de vir da gran-
de casa dos lazarislas de Pars.
Actualmente conla o seminario vinle e nove alum-
iiosque se applicam asdversas materias ae.ima men-
cionadas.
Culto publico.
Como sabe V. Exc, acha-se esla provincia divi-
dida em dezenove comarcas ecclesialicas e 105 paro-
chias.
(Jraode parle das malrizes carece de reparos, e eu
lenho mandado entregar a diversas em ciimprimen-
lo da lei do r;amenlo, a quantia de 16:522*610.
A eatliedr.il carece lembem de ornamentos, por-
que alguns, que ha longos anuos se prestar.im, a-
c!iam-se ja em m.io estado, para a celebrarlo dos of-
licios divinos.
Colonos,
/.r/ n. 31 de 7 de maio de 185.
Em observjancia do art. 6, da le de qoe faz men-
ean esla epigraphe, mandei publicar edilaes rm 13
de selerahro do anno passado, declarand i achar-se o
presidente da provincia antorieado a garantir na En-
ropa a re^poiisab ldade dos fazen leiros ,1a provincia
pela importancia das despezas que se fizerem com
transporte de colonos, que encommendarera a qusl-
qner individuo ou sociedade, convidando os mesmos
fazendeiros a apremiaren] suas propuslas para a ac-
quisico dos ditos colonos, mediante fianza ilnnea
parante a lliosouraria provincial, hypolheca de hem
livres e desembargado, ou deposito na mesma Ihe-
sooraiia de quacquer (lulos da divida publica, com
ebrigaeSD de enlrarem elles, nos prazos estipolados,
coro a Imporlancla das quanlias por que fica respon-
savel o governo na Europa, e das que se despende-
rem no transporte dos referidos colonos, al chega-
rem a seu deslino.
Ileconhccendo que a provincia que lenho a honra
de administrar reclama como primeira e mais ur-
gente de suas necessidades bracos qae sobslimain os
que ja fallam para a lavoura, entend conveniente
solicitar do Etm. Sr. ministro dns negocios estrau-
neiro', sua valiosa eoadjuvac.ao para melhor, mais
prompla e segura exe-ucio da citada lei, pedin o a
S. Exc.,, que, por intermedio dos consulado do Ha-
vre, llamhurgo, Anluerja e Bremcn, me fossem
farnecidos ot etclarerimenlos precisos, aos quaes
era conveniente dar (oda a poblicidade na provin-
cia.
Dignando-sa S. Exc. auxiliar-me nesle empenbo,
ac lia de remetler-me em dala de 26 de dezembro
geral aproveila grandemente com o desenvnlviminto
iioluslrial, osparlicularos que desle deaenvulvimeo-
(" liram o necessario para a sua subsistencia, c nu-
Irnsllie augmenlam o meios de viver, cerlamenle
nao aprovelam menos.
A .-o h-.ia.te em sua marcha sseendente complica
sempre o progressivamenle as diversas parles do seu
orflanieno, e creando novas oece-Midadea lem de
abrigario solicitar c promover el melos de sasfa-
ze-las.
t'.om a leniencia do seculo e com a complicaran
do mecanismo social, vemos o desenvolvlmenloque
as vas de con)muiicac,an van recebendo, e o nteres-
ORIGINAL 00 DiARl DE RERNAMBUCO-
1J DK FtVEREIKO DE 1S57.
/.embranra para n creafe de urna companUa ii>
Tilbunj* nota ria.nle.
O bem est.-.r material he una d,s condices da
exislencia, c a sociedade I*nde sempre a promover p
desenvo'ver o melllor po a este lim.
Venteo todos os diai os of-ircoa eenitinl.'* ojoe a I da oociedade "tan lados os eenlidoe, no dosenvolvl-
huin.mida lo la, por va do comnierrio e da i.idus- ; iiienlu da forja publica, no deseuvoivimento da n-
Iria, para rnu.esuir ns mel* de viver com .'liis i queza publica e pailicular, no d-senvolviinenlo das
gozos e mais Mamadamente. | arle, das lettras. da moral acham inleresse na satis-
Como nao somos riaquelles qo ludo nesam ao es- factio do b-m e-tar-inalenal.
pirita, o leda Ihe reeosam, nao seremos igualmente! O meio para ennsegoir-se esle drsideralnmlie o
do numero dos que detpreiam ludo quanto diz. ras- desenTolsimenlodas vias /te comiiiuiiicacao, seni vas
neita ao bem estar-material dihnmem ; e o espirito de rommunicacao nao ha roroinerrio, nem iuriostria,
do eculo, rom loda o seu laxo de desenvolv menta era riqueza, nem seguranra, uem prosperidado so
industrial o de emprezas. protestara enorgreaiTiente j cial e indivi laal.
..mu a aquelle que viesse proclamar o sacrificio dos i Nao he smenle o bem eslar material, geral ou par-
gozos materiaes. j (iciilar, que lucra com os meios facis de commuui-
A prosperidade e riqueza das naces ganham muito cacao : a ordem social tambem lucra com islo.
com o prvgreno da industria: e se a sociedade etn O progresso da industria, do commereio, as neres-
Pareceu-rae tambem imporlanle ouxir os ditos
prnprielarios sobre o syslema oor elles adoplado, e
os inconvenientes que a pratica de qualquer delles
possa ter demonstrado ; e pas*o a dar a V. Etc.
abreviada noticia do que consta das resposlas al es-
ta data recebidas.
A colonia denominada Senador Vergueiro__he
digna de especial mencao ; urna das primeiras fun-
dadas na provincia, lem estado ella, como V. Etc.
sabe, soba direcrao comanle e inlelligcule do il-
lustre senador Nicolao Caraira de Campos Ver-
gueiro.
E porque os facloj da experiencia devam ser anles
de ludo consollados, quaudo se Irala de assumplo
de tilo alio iuteresse para o paiz, Iranscrcvo o pare-
cer dado pelo dito senador em oflicio, qae me diri-
gi em Irinta e um do mez de dezembro do auno
passado :
Acompanho o governo, diz S. Etc., na admi-
rarlo da grande emigracao, que os Estados-Unidos
attrahem para o sea paiz, e no desejo de v la rea-
lisada no Brasil. A idea que decorre espontnea-
mente daqui hePasamos o que elles fazem. Mas a
prudencia suscita logo urna gravo quesiao prelimi-
nar e essertcial Eslaremos nos nas mesmas cir-
rnmstancias .* Pouco he necesario comparar para di-
zer que nao.
a La' comecou-se por vender as Ierras publicas,
que cada um comprava na exlensao conveniente aos
seus planos de lavoura ; fallando-lhes bracos man-
daram vir da Europa, alguns emigrados vieram es-
punlaneamenle, com capilaes com que compraran)
Ierras em segunda mo, porque os colonos novos sao
impropriissimos para affroiitarem as malas virgens,
sendo os seus haLilos de Irabalho muito diversos ;
o primeiro roteamento oo deslloracao das.torras vir
gens foi sempre feilo pelos Americanos. Fique islo
em lembranra, para nosseivir de governo e explicar
Iguns fados.
Pelo contrario o governo do Brasil desde os do-
nalarios, foi prodigo em dar as Ierras devolatas a
quem Ih'as pedia, impondo-lhes condircs de que
nunca exgio romp menla effeclivo ; e suppoUo em
1823, a meurequerimenlo, fo.sem prohibidas estas
coucessies, cunlinuou-se a tolerar a oceuparao pri-
maria, de que se lem usado e abalada em grande
escala. Daqui resultuu, que a populacao brasileira
cabendotoda muito a" larga em uina s provincia de
mediaua exteusao, esla' dispersa em vasla superficie
com mas estradas, que, por longas, he superior as
forras da popularlo faze-las boas, xegelaudo na ro-
tiua por falta de industria ; finalmente, privada de
tolos os beneficios da civilisacao, e at da prolec-
rao do governo, que, por melhor voulade que tp-
nha, nao pode leva-la aos ermos.
Esles graves inconvenientes, qoe ninguem ig-
nora, exigein paiticular allenrau do governo ; mas
occorreu mais um acoiilccimcnlo, que todos deve-
los applaudir em respeilo a' razio e a' hunianida-
de : a cessarao da ntioducc.no de escravos, que pri-
muilo tempo as minhas molestias me lem permillida
ler.
N'elle vejo calegoricamenlc reprovada a m ixi-
ma laissez faire na favorita colonisarao das ierra'
devolutas, c sanclificada coulra os proprietarios,
abandonados na grande crise que os amcaca.
a Vejo venderem-se as Ierras mclhores e nas me-
Ihores sltuares pelo nfimo preri a que, em phrase
commercial, se chameQueima ;vejo subvenQes
por entrada- de colonos e por animidades com avan-
ramenio de soinmas adiantadai.
anda accrescem promessasde vendas filiaras.
Estes enormes sacrificios do thesouro publico, pro-
vam o prematuro da erapreza ; se as Ierras oceupa-
das eslivessem saturadas de popularao, nem os es-
peculadores se lerribrariam de impor laes condices,
leudo nao obstante a sua coucessao a lular com gra-
vissimas difliculdades, na esperanja de um futuro
que se Ibes retarda.
Conceb alguma esperanza tt que o governo a-
bandonaria o caminho escabroso qae cncelou, esgo-
lando o thesouro para vencO-lo, e enlrasse no qoe
foi Iracado pelo ministerio da INti, e ja' illuminado,
pelo archole da experiencia, qua vencen os precon
ceilos em contraria no Brasil o na Eoropa. E raza*
Ove para assim o pensar, porque o finado marquet
de Paran' me disso em conversa no senado : a Se
passar o crdito, pretendo mandar pagar as passa-
gens dos menores de 12 aun -. n E eu llie respon-
d : poda V. Etc. elevar o beneficio aos de 15 ou
16 anuos, mas assim mesmo serve, e feilo islo nada
mais lem o governo a fazer, deixando o resto aoiin-
leresses commercaes e dos proprietarios, porque s
se assuslam com a grande despeza do transporle os
qae lem muitas boceas a sustentar, e poucoi uracos
a trabalhar.
ii Esle beneficio sera commam aos que emigras-
sem para as Ierra i devolutas ou oceupadas, mas re-
fluira qoasi todo oo beneficio deslH, c o thesouro
seria em pouco lempo reembolsado no aerresriino
de renda dos Imposto! de entrada e ibida, e do gy-
ro commercial, emquanto os onlri aaMira em
priviroe e s. iliinicnto*.
o Peusou-se qoe, postas a' venda as Ierras devo-
lutas, allliiiriam os colonos a corr.rra-las. Se este
pensaimeiilo fuste hem fondada, no seria necessario
baralea-las accnmular subvences o outros favo-
res ; naoatlluiram colonos, allluiram especuladores
que bao de vend-las por alto preco.
o No povo.ido tambem ha lerrfcs a' venda, c mui-
tas em melhor situaru, e mais aptas para a cultu-
ra industrial, que rehabilitara) as que se dizem
cansadas, porque os fogos Ihe cousumirao o viro
e se cobrirao de bertas, que necessario be ct-
tirpir.
Os ncleos que se preleudc crear ja eslao crea-
dos am manir escala, sao as grandes e pequeas po-
voares, e as fazeodas dos proprietarios, onde e nas
suas proximidades podem os colonos estabelecerem-
se mais commoda e antojosamente que nas mallas.
Para convencer desta verdade os que inoram
na corle com alguns conhecimenlos agronmicos,
coovido-os a um passeio pelas Ierras do municipio
neutro, e verfio quanlas Ierras abandonadas s espe-
ran) a mao do agricultor industrioso para poderem
abastecer a capital.
Alonguei-me mais do que pretenda por ser
proprietaro julsa-n preferivel na actualidade, o tai-
vez o nico qnando para o futuro se e'tabelera
emigracao espontanea, porque esla acabiira' como
enorme sacrifieio, que boje pesa sobre os fazendei-
ros, qual dagrande despeza que conlrahem os co-
lonos na viagem.
Independencia.
Diz o proprietaro que tem colindo resultados
vantajosos do -\slerna de parceria por elle adoplado
n,lo pode, porem, ileixar de reconhecer que nao he
possivel eslabelecer como regra geral semelhanle
syslema, visto que depende para o seu prograsso de
cirrumslancias especiaos, como nalureza do terreno,
posicao geographica, genero de cultura, etc.
S. Jos de Corumhataby.
0 proprietaro nao explica o sxstema eslabelccido
nesla colonia.
Morro Azul.
O syslema adoptado he o de parceria, que o pro-
Prielario julga nao convir ao eslado prsenle, pare-
cendo-lhe anles que o contialo por salario dar"
melhores resultados.
Tapera, Santa Barbara e S. Jcronymo, e Crea-
ciamas.
Ha de parceria o syslema adoptado : informa o
proprietaro, que todava n3o etcluc diversos servi-
ros por empreiloda e jornal.
ennsts qual o-1rystema nella adoplado.
Tat'.
O syslema adoptado he o de parceria ; o res-
P"cMjiroprielaro jalga-o mais conveniente, em
vislarlnrVstido actual da lavoura na provincia.
Bo-Vsla. (Dlstricto de Campias.;
Anda he de parceria o svslema seguido nesta co-
lonia. O respectivo proprietaro lamenta a falla
de meios era que se ada, para compellir os colonos
ao cumprmenlo de seus contratos.
S. Lourenco.
lis;-tema adoptado hea) de parceria.
I'mi- i Alegre do Jallo'.
O proprielario n3o julga conveniente o syslema
de parceria que adoplou, e d,.' preferencia ao de
airen.1 .memo, porque iuiquelle fallara absolumcnle
garaDlias ao direito do lazendeiro.
.Morro Crande.
Esla colonia segu o sx.tema de parceria. O pro-
:'.
municipio, tem absorvido os principaes cuiddaus e
esforros da geueralidad dos agricqllores. Oulro
lanto sa pode asseverar do municipio da Conslilui-
cao. A colonisarao cstrangeira lem sido allrahida
principalmente por estes dous municipios por sua
reennhecida uberdade. Nos municipios ao norte de
Campias se d preferencia cultura dos crcaos-
criando--!1 lambem algum gado suino, que se vende
em mercados protimos. .
A comarca de Mocv-mirim, hbil, la por 63,571
individuo-, limrophe com a de Campias, he igual-
mente favorecida de excedente slo e oceupa-se em
geral das mesmas industrias ; coiirorrendo paraaahi
pelas mesmas retes a colonisarao europea.
A comarca da Franca conla 35,777 habilanlcs :
seu vastissimn lerrilorio, seus campos extensos e
criadores, felizmente sitalos, as grandes mallas e
os ros que as banham, tornan) esta comarca a to-
dos os repeitos propria para a criarao do gado vac-
cum e cavallar, qua realmente he o genero de in-
dustria que ah sobresali.
A comarca de Sorocaba he habitada por 61,360
individuos. Osen lerrilorio pude dividir-se em duas
regioes dislnclas, a das matas, eminentemente fer-
lil que comprehonde as povoares de S. Roque, Il,
Porto Feliz e Pirapora, productora de assucar, ca-
f e gneros alimentares ; e a oulra reeiao, n dos
campos, reconheciriamenle esteris, presla-se ape-
nas para a invernada das tropas qae vera da pro-
vincia do llio Grande de S. Pedro do Sal, para as
feiras aunuaes em Sorocaba. Cultiva-se, e com es-
mero, o cha em algnns pontos da comarca.
A comarca de llapeninga conla 62,566 habitan-
tes; ama grande parle do territorio dos municipios
de llapetiuingn e Ilapera da Patina, eompoe-se
tambem de campos esteris, quasi que exclusiva-
mente destinados a invernada de tropas, e da parle
fcrlil deslas localidades pouco l'rncl sa colhe.
() municipio de Botucatu', da utesma comarca; se
emprega na mesma industria agricola o pastoril, e
os de Apiahy, Taluhj e Xiririca na cultura de er3o<
alimentares que quasi todos ah s* enmomem, e nas
povoares ixinhas, em consequencU da grande dis-
tancia em que se acham do liL.ral.
A comarca de Santos, que cunta 30,146 babilan-
ecupo desle
de minhas
indo-se a li-
particolares,
ilico, pode a
es pucr.iv a-
priplario lamenta a falla de juizes. que prompla e i los, prodox qousi que exclusivamente excellenle ar-
summariainenio julguem as desinlelligencias entre I roa e mandiuca.
os colono, e o fazen teiro, imponlo as penas a que I Em 31 de dezembro do anno prximo passado
esiao sujeilos pelos respectivos contratos; poique I pr.,lei ao Exm. Sr. conseLheiro director geral das
os juizes de paz em geral >o pouco Ilustrado- e iu-
dilTerentes ao pensanienlo da culn:- crio.
Julga amia conveniente coordenar-se os regula-
mentes inlernos das diversa colonias, que seguein 0
mesmo syslema, para que fiquem servindo de cdi-
go, qoe fcilmente pos.a ser applicado aos Itan*-
ereasorea. Nota ain la a conveniencia da revisfiu ds: cu'n feijao, mlio, mand
Ierras pulilinsa informarao por elle exigida em 3
d i mesmo mez do anno de 1855, respondendo aos
egofntea quesilos :
Primeiro, em quanto Importario os Irabalhos pre-
ciso para preparar 100 bracas de terreno, < iberio
de malo virgein, de modo que possa ser plantado
sidades governalivas, os parliculares reclauam o
de-piivolviinenlo dos meios de cummunicarao, bao
contribuido muito para o grao de progresso, que tem
alling lo em no-sos das, e esle progresso ha snlu
igoalmeiile promotor do desenvulviroento ascendente
da industria, do commereio, do apeil'eiroamenlo dos
meios de governo e de melhor satisfazlo das nossas
nerpssidades.
As va* de commnnicarao, osrorreiros, os vapores
sao ohjeelos COOlderadoi com satisfar;io pelos gover-
nos e pelus particulares. Uns aehain nella* o mero
promplo de fazer gryar a* sua- mercadoriss e dar
manir inrremenio industria, outros o meio de fa-
goveruos hes consagram, e a qualquer zer manler a sociedade em sua ordem e riar-llie o
*e que
i meio de cuininunicarao.
O Commereio, a industria, a politice c qualquer
; outio inl-ressi- sorial reramarasempre os meios mais
I prt-mplos para dar dir.-rr.io e fazer circular os seus
fruetns, as suas produ-res, etc.
i hem oslar material he nina eondlcSo daliuma-
uidade, o des^nvolvimenlo da industria lend" eont*
maior desenvolvimento, e isto lem sido o objecto
Constante dos desvelos da sociedade.
provavelmente a ultima vez qi
objecto, como me irnpie a de
tareas.
o Concluir!, declarandatque,
tilia divisoria i -e as ierras pu
como exige o i resse do he-
prudencia aconselhar a venda d,
das na proximidade da linha divisoria ; mas se os
especuladores extgirem ^ubvtiires, e favores, sera'
eso provr. clara do prematuro da venJa.
ii Igualmente se os inleresses policiaes, polticos
ou commerciaes exigirem a crearao de colonias mi-
niares, devem ser Hendidos.
Ain la me occorrem algomas consideraees po-
lticas em favor da minha opialaO ; mas ellas esiao
lauto ao alcance do homcm de estado, que escusado
he menciona-las.
Colonia Celoba'.
Daexpo*irao do respectivo proprielario, consta
qae o sy*tema adoplado he o de parceria, que alias
nao lem provado bem, porque lendo o fazendeiro,
em virlude do conlralo, de entregar a cada familia
urna parle do cafe/.I para riclle tratar e colher, e
alen disso oulra parla de Ierras para planlacan do*
rereac, nao Ihe sao comludo conferidos meios de
ohrigar os colonos ao cumprimenlu desse roulratu
resultando desta arle m invenientes iusuperavei*
do progresso da colonia, e cffetlivo prejuizo do pro-
prielario.
Refere mais qae. por informaes oblidas sobre
o syslema estabelecido na fazenda do barao de No-
va-l*riburgo, parece ser esse o mais conveniente,
por isso que emprega os rolnos por meio de con-
tratos a salario, e delle tem colhido resollados van-
tajosos.
Colonia Plorante.
O syslema adoplado he o de parceria : o proprie-
taro expe que aioda nao ensaiou qualquer oulro,
e por sso limita-se a apontar os einhararos, que
encentra naquelle que pul em pratica ; laes como,
ver com mais prcsleza ossous inleresses commerciaes,
e que r-e possa tratar dos inleresses pobliCOI e par.- dade que lem o poder publico de o promover.
enlares, com grande promplniao e cnniinudamcnlr. Ma-, tirara um cmprezaiio lucro sullicipiite cr
lei de 11 de uutnbro, amplanrio-se aos coIodos de
parceria, com o lim de assesurar os avancos consi-
deraxeis, que hojj fazem os fazendeiros na urna
garanta para o seu capital, e conclue indicando a
necessidade de medidas enrgicas contra lodos aquel-
les que procarem seduzir os colonos, e sublrahi-los
aocumprimenlo dos seus deveres.
Boa Vista, i Dislricto do Amparo.)
Nao consta o syslema eslabelecido.
Estatistiea.
He inconleslavel que para esla provincia allluem
os emigrante eslrangeiros, pois que reuninduella
uberdade a salubridadc da lima, he por mullas
oulras considerarse* preferida pela emigrarlo eu-
ropea, segundo comprovam repetidos faetos, e con-
firma o grande numero de populacao e-lrangeira
que nella actualmente resido na cultura suas de Ier-
ras.
He pois ilc loda a conveoicocia que a e-tiili-tira
de una tao importanlo provincia seja continuada,
afim de que se divulgem os eanhecimenUs, para
lorna-la de dia em dia una das mais inleressaules
do imperio.
Nesle enipenho passo a dar a V. Exc. algumas
informares que existen na secretaria, c que inte-
rcala se publiquen) ; comerarei pela comarca de
uaralingaei.
E-la comarca he povoada por 511,313 habitante*,
que seempregam em geral na industria agrcola,
senda seu principal ramo a cultura do cal, que
prospera em todo o vale do rio Parahxba e seus af-
lluentes, bem como nas encestas oriental! das ier-
ras do Mar e Manliqucira e suas ramilicares. Em
lempos anteriores se cuidou all da caima de asu-
car, cultura <|ue foi gradualmente abandonada, al-
enlas as vanlagens que assegur;! a do caf. A cul-
lura dos cereaes se faz em muito limitada escala
ehegaado apenas paro o consumo das povnarOes c
cosleio das fazendas. Cria-se tambem algum gado
Tacana e suino.
A comarca de Taubal, povoada por 55,782-lia-
luante-, acba-se quaulo a' injuslria agricola em
idnticas cirrumslancias.
A de Jacarebj, qae ronlm 70,771 habitantes,
proiluz caf o gneros alimenticios, segundo a cir-
cuinslancias da proximidade das (erreuos a monta-
nhas, ou do serem rega Ips pelo 'l'aralub.i e seas
tribuloriu. Os producios s3o exporlados simulla-
neamenle para Santos, l.batuba o Rio da Janeiro.
A produccao da caima, mandioca e algodao he pe-
quea.
Calcula-se a popularan da comarca da capital em
18,860 habilanles ; os lerrenos protimos cidade
saa e-lereis, nao bastando os seus producto* para o
consumo. Na frequezla de Jaquery, porm, nos
O tldenlos otTererem e.-le meio fcil de commiiiii-
eacHo.
Nas grandes cidades da Europa, e na corte do Rio
de Janeiro, he admlravel o numero e a variedade
dettei vehculos, que rom promplniao e ronimoda-
monle prestam grande auxilio ao uso da vida.
(I* invenios na Europa, pelo bem publico nao res-
sam le pre-tar a soa influencia para o desenvalvi-
inenio e rrgularidude do serviro em aliene ioao com-
modo publico.
O nosia governo na corle lem marchado a tal res-
peilo na mesma senda, promovendo emprezas neste
ro, d" maoeira que sali*fara esla grande necessidade : dos rebieoloi; leudo em consideracloalgnma per-
social '.' ] da ou ainistro que possa suceder ao emprezauo, ve-
Soganda ronsla, na ri'irl* foram tres o* primeiro*; mos que sera iiceessano qoe o lorro annaal prolu-
lilboryi, que se apreseniarain para o servico da cida- i zi lo pelo servir i dos diluir>* seja lal que pague, ao
de. e dorara tal resaltado que, pouco tempo depois, ; menos, o aloguel do capital empregado, a dMpea
O lempo e o esparo sao obslaeqloi ao aperfeir.ua- sentido, e regalando o respectivo lervlco, de mi
manto no bomem, e a hnmiaidade na sua marcha
eterna Irabalhi para destruir esteaobslacolos.
Se n'um Eslado, n'uma provincia, as vias frreas,
os.vapores, s3o as enndires que lomain facis as
laiilenieiito para con-egui-lo, e de*l'arle o progresso c.iiumunicares, c se cousliliitin meiol do desenvol-
viuicnlo do commereio, das arles, das lellras, da ri-
queza publica e particular, do bem e-lar individual,
e da forca proleelora da autoridad! : nas granlM
cidade*, onde o iiiovimento industrial, moral e to-
vernalivo he erando o progresarlo, sao os vebicoloi
propriamenle dito* os meios adoptados para a conse-
eurao de lal fim, e desi'arle lia sido consideradoi
e merecidos os cuidado* da auloridade.
0 lempo e o espaco, como ja disseinos. sao oh*la-
colos levantados ao aperfeirnaniento da hiiinaudade
e todas a* leu lenrias do espirito humano, lera por
objecto vencer estes obstculos.
Assim, he de extrema necessidade, nos grandes
ra que satisfar as necessidades c commodidades do
publico.
bical! ; o he igualmente fura de duvida a necessi-
dade que lem o poder publico de o promov
Ala*, tirara um emprendo lucro loflicii
que pos-a e'labelecer e conservar semel'ianle servl-
ioca, caf oa com nutro*
vege'.aes da cultura da provincia 1
Seguudo, a mesma exlensao de 100 bracas em
quadre, quanlos alqueires de feijao, roilho, arroz o
caf, oa ouiro qualquer genero agricola, pode pro-
duzir *.'
lerceiro, qual he o valor dos gneros prodozido
na supradila exlensao. sendo vendidos na mesma
localidade, ou na povoacao mais prxima *
(.liarlo,qual he o preco medio das Ierras em cada
um dos municipios da provincia '.'
Quinto, he o preco medio dos trabalhadores qoe
cultivara a Ierra, e dos officiaes de oflicios mec-
nicos em cada municipiu .'
Sexlo, por qnequanlia diaria se podera' alimen-
tar um tralialhador em cada municipio, e quanto
Ihe sera' preciso para vestir-se c para aluguel de ca-
sas nas pjvoares ".'
No documento sol n.... junio a esta etposirao o
referido meo oflicio ao dito Sr. conselheiro direeler
geril_ das Ierras publicas.
Nao termiuarei eslo arligo sem declarar a V. Etc.
pi.e segundo.as inforraaroes 'recebidas, moula a
511,028 habilanles a populacao de*la provincia, a
saber : 2">i,2'.l9 de popularao nacional livre, 89,853
de estrangsiro, e l!l(i,K76 de populacao escrava.
Outros calculo* elevam a lolalidade da popularao
da provincia a 600,0'JO habilanles.
Caleclicie e civilisaro de indios.
Atein da iuformacao que a respeilo ;da calchese
dos indios npresenlou em 16 de Janeiro do auno pen-
sado o respectivo director brigadeiro J. J. Machado
de Oliveira, pouco resta a acrescentar.
Nesse relatorio e nos anteriores, datados de 22 de
novembro de 1855 e de 2 mareo do anno lindo, *e
encunlram cirrumslanciadas informes sobre o osla-
do dos aldeamentos o ludo quaulo he relativo a esle
importante assumpto.
Em 5 do novembro do anno prximo passado se
me apreseutaram 6 indios do aldeamenlo de S. Joao
BapUsuTi aos quaes man lei fornecer roupa c ferra-
menlas na importancia de 749000.
Em ollicio de 30 de maio do mesmo anno o pa-
dre Tristlo (. irnciro de Mendonra representuu a
presidencia, expondo diversos aclcs de violencias
pralicados contra os indgenas de lliuru' e Paran-
nema. Oavindn iininediaiamcnle o dilo director
geral, iuformou-me elle que laes violencias se nao
davam, negando a exaclidao das informarnos pres-
tadas por aquelle sacerdote.
De ludo dei conla circunstanciada ao Etm. Sr.
mir.i-lro do imperio.
Fim 30 de agosto passado mandei entregar ao di-
rector do ai I"amento de S. Scbastiao do Piraju' a
quantia de 80H>, consignada na fei do orramenlo
para o dito iilJeamento.
para a compra oa edificarlo de ara predio que se
preste par a celebraran das ejejsOes da mesma aa-
semblea, cora a decencia necessario a qae Ihe he
devida.
Em salas eslreitas e aeanhadas, como sao as do
palacio rio governo, nao coavem q jo continu ella
por muito tempo a fuuncionar ; o se he ato dig-
no de elogio o pensamento de ecaaomia qae por cor-
lo lem al aqu acanhado os legjshdori, coaaam
que a presidencia denuncie esta nri r lidiaa. para
occorrer-se cora a medida coaoostieate.
Secretaria da prcsideswio.
Est reorginisada a secretaria 4* praaidencia da
provincia, em vijtude da facaldada qae me coofe-
rio a lei de 7 de maio do auna prxima passado.
A assembla provincial consulloa 00 inleresse* do
servico publico, quindo inscrevea na lei citada a
aulnrisacao de qae me serv.
A importancia da provincia de S. Paata nao era
representada pela la secretaria, poii qoe, pre-
cisamente fallando, ella eslava sem regolamenio ;
os empregados ignoravam seus deveres, pois qoe os
nao defini um re-uljmento feilo ha let annoa,
qnando o expediente de poca lao remota ojo gnar-
dava propoirao alguma com as etigenciasda aclaa-
lidade.
E para demonslra-lo, bi-lara ponderar a V. Exc,
que no decurso do anno passado so elaboraram
35,oi5 pera*, deitandn de mencionar o mappa don-
de se etlrahio esla cifra alguns extraordinarios que
elle nao contempla.
Papis importantes do qoe cumpra cttrahir co-
pias, pan ficarem na secretaria, eram expedidos,
sem que o minguado numero do pessoal permillisse
esse -cvico.
Consultei quanto foi possivel a economa, e do-
monsira-n a tabella dos ordeados, que tem de ser
pro.ente assembla para definitiva approvarae, na
parla que augmenlou a despeza.
.Mandei, que fossem arrecadados pela collecloria.
como renda provincial, os emolumentos, qae i.ntes
da reforma eram repartidos pela secretaria ; e, se-
gundo o termo medio dos ultnn tres anoos, non-
Uva o seu producto em 3:1219353.
Importa acrescentar, que a secretaria nesles lti-
mos lempos si nao lem podido inanter sem 2, 3 o i
amanuenses extraordinarios, que recebiara de IOOj
a .'.ni- de eralilicacilo, pagando-so algumai vetes a
"fliciaes de gabinete a ipijnli.i de 1:2003 ; a a V.
Exc. nao se escou le o in.-onveniente de traualharem
em urna reparlirao IJ. importanlo como esla, o por
onde corren) negocios de alto inleresse publico, em-
pregados sem respon-abilidade.
Felizmente au ha a lamentar oceuirencias qoo
os desabonen), mas he foiriso prevcni-las, regulan-
sado como fica o Irabalho.
Espero, pois, que V. Exc. ter a bui.d i le de
prestar assembla provincial esles dados, qoe ser-
virara de base reforma, que ella aolorisou.
Thesouraria prnviocial.
O art. IS da le n. 31 de 7 do maio do onno hntn
rreou o eraprego de inspector da lliesooraria provin-
cial, separando-o da geral, e prescreveu ao mesmo
lempo, que s se tornada effecliva esta separaran,
se o govaroo imperial nao atindese s represenla-
{80 qae Ihe dirigi nessa mesma sessao a sssemblca
legislativa provincial, pedindo, que se nao separa.-
sem os referidos cargos.
O Exm. Sr. ministro da fazenda, em dala do 25
de oulobro do anno prximo passado, exponio os
motivas pelos quaes nao podio o mesmo governo im-
perial acquiescer referida representaran da assem-
bla provincial, ordenoo, que fosse enmprida a
mencionada lei.
Tratando de dar exccuc,ao a esle aviso, encontrei
alguns obstculos maleriac-, que esporo sero remo-
vidos no inleresse do cumpriraeulo da medida le-
gislativa decretada.
Sao l.io eslreilos os limite* das arommodar&es em
que Irabalha a cantadoria provincial, oue mal che-
gam para o seu pessoal, alias poquerro ; o anda as-
sim esso Irabalho he feilo em commam nas mesmas
salas, com us empregados da secretaria da tnesoora-
ria geral.
O inspector da thesouraria provincial lera de Ira-
i ilhar conjunctamente com os empregados geraes e
provincaes. o que be a lodos os re-peitos inconve-
niente. O cartorio provincial nao pude merecer
esle noine na confuso, era que se acham os papis
ua rooladoria, em que se archivam.
He raisler pois, que a assembla provincial pro-
porcione os meio- para a acquisico do um predio,
para liaver lugar a reparara. a reparlirao de qae
tralo.
Falta, ai mi di>*o, a thesouraria provincial ooa
regulainenlo, litando o numero doi retpectivos cm-
piegado*, e dcfitiindo as uhrigari' e di Cida um del-
les ; sendo portadlo ligada u idea de sepirarao a
piovideocia que indico, solicitando aulorisarau legis-
laliva para expedir-se o dilo regularaento, oa
queira a assembla dar as bases para o organisa-
rao desle, ou commella esla Irabalho a presi-
dencia.
Nao hs lisongeiro o qildro da reccila comparado
com a despeza provincial do anno financeiro de 1855
a 1856.
A renda arrecadada noldilo exercicio (oi a de
565:356fT93 edasbarreiras importouem 275:9IOtil8
-o ni mando c-lnsdiias importancias a d si I :_'7i.~ 111.
A despeza relativa ao mesmo exercicio foi ds
i;|l)::;iSi, que
Considerando o juro de 1 por eeato, o lucro rega-
lar do dinheiro cntie nos ; considerando mais o eoa-
leio. accesiario ao icrvico dos lilburys, como seja
sustento de air.i.i.ics, salario! do* criados, concerlo
apiareceram oulros.
Se uro emprezsrio prudente livor em con*idcrarao
a novidade da empreza ; se attendera que orriinaa-
mentoai espoeulaedes, apena* produzem em princi-
pio lurros correspondentes aoque se presumir,e que
rom u andar dos lempos ocosinoam nma nova neces-
sidade, e o* latios da salisfaze-li, alinal a empre- I duztnlos mil res, que o emprozrio possi cobiir
za vira a sr alimentada, dar grande* lucro* ao em- de-p iill do servico e mais a indemnisacdo de alguna
prebende.|..r, e perraillir-lho-ha desenvolve-la em I dainnos, e lirar o alugnel do dinheiro empregado.
maior escala, garautindo ao publico um ampio ser- Col ulanlo-se, como na corle, qite o pagamento
Entre esles velrnlos a qualidade que mais canvem I viro. por aaa lilbarv, ni primeira hora, neja de mil i u-,
rolo social nas cidade* pela soa promplidao, Assim, bastariam qualro tilborys para dar compro i dohi em diaiile, para cada meia hora, de qumlien-
Cipiodio prrjuizos, pode aeoolecer qae no irlmeiro
ilino a Piuprez de que leirtos fallado -di a algoni
prejoiio : mas lie mudo piovavel, senao cerlo, qio
\io segundo indemnise as despezas, o que do leireiro
em diaiile os lucros xo em pro^res-ao.
Ao principio as erapre/as sao p-ca*.miente alimen-
la.ias : depois, vista .os rommo los que apre.rn-
lain, d.lo laras eanlaaena, o rnam unu nova neres-
i lade. ;*la iieri'<.i,la le. vai sempre crescenlo, e a
l'u.al be preciso que se angmcntua na mesma pro-
|.orr:"io as forras da empreza.
Os qualro lilburys qae n apre-entarem ao servir
mil res : lalim, sei mslerj para que o serviro | ,1o pablco, no primeira anuo podem ser de mais, un
liliiurvs produia orna somniidp seis conlus e ; 'efundo r > suillcipnles, porm ha muilo provavel
que no leiepirn ja nao aalisfacaai .- uece*sidades ila
popalarto ; e por eonaegoiote aera necc'sano asae.
menlar o namcro.
do colteio e a ndeniiiisara. de alguma perda.
O cosleio dM qualro lilburvs pode ser calculad i
annualmente emquatro contse aeiscenlosmil ris;
a perda qaepossom soflrer annualmente em duzen-
loi
I.
enmmodiejade r niodiridade >!e eoiidurrao,.,io o- noi
na cidade do ftio de Janeiro-.' rb mam Tiiuri .
He admiravel a abundancia desle genero de veh-
culos, que ha na capital rio imperio, e o* bwelicia
.i 610) reza. |0| tl.;s, ver se-lia que o* qunlro lllbnrys, no i tarto
ora. calcolando-M o capital empregado'na ac- actual da populacao e riqueza da no.-a cidade, da-
qnisiri a d lilburys e no cosleio em ara lucro pro- i.i nm lucro maior do que lu preciso para iu lem-
pprcional, ver-se-ha que deverao produzr grandes iiisaci
que prestara ao* habilanles da mnor cidade do con- vanlageni a aquelle que pre-tar esle serviro socio- Supp uihamoi que os qualro lilbam, razan de
iinente Sol-americano, onda em consequenrin da boa da.te. 0|o ,,.,. Mdl ,_ ^roduzam In.ia o dous mil
.lirercao dada pelo governo, o serviro he sempre re- Qualro lilboryspodem importar, a quinhenlos mil ris nlariamenle : leremos no anuo a .omina de oi.ze
guiar e promplo. riscada nm, em.dooeeonloide res ; dooi cavallos eoal......pnnli.mios a tanlot rail res, o por conse-
A noeta cidade. rm virlule do sen progresio e para cada lilbory, a cenlo e elncoenta mil ris, era I qurneia um lucro mallo maior do aoe a despeca da
etlensao, em virlude do sea moiimeolo industriil e I om cont e duiealoimll rii; nula dom cavallo* cosleio. Ahih, v-se por este calculo que aquello
administrativo, pi reclama iiNlaalemeoje esle ge-1 para supprir alguma falta, etigirao mais Irezenloi qae qui/er preMar nm tal serviro ao publico, ruinera
jieru de vehculos para a rommodidade des bs-1 mil rts; damoi maii seis centos mil ris riara libr I om resultado com que pos* salsfazar as despezas.
hilan,es. I ^os criados e oulio qualquer mislei, leremos dest ar- I O emprezario nao peruaT nada, e o publico tirara
ao inconteslaves a* conveniencias que o publico j lo um capital empregado em tal serviro no valor de | minia vanlagens.
1 Como geralmenle fallando, as empiezas ao prin-
" _..-------------------. .. ------' < | > i i i i i t- um vomini cm 'i i- i i ciu idl nci
ceolros de populacao, qae o individuo poss promo- I ha de liiar do eslabelecimenlo desle genero de ve- I qualro contos e ciucoenla mil ris.
A polica qae .leve inlerv.r sempre na MMpOCCM
regalaridade deates serviros, pedira litaran dekr
minar o servica, como na coi le, .Ij maneira it-
i- lile :
ds lilbory i deverao ipreaealar-M .- -vi* hora* da
iiiaui.ia em um lugar delernsinada, e lemor ir-sa
ale ii). io da pela maiihAa, e das duas as -ei da
larde ;
O pagamento .leve *er de mil n-is pela primeira
hora, o de quindenios rrl |iara isda mei,, hora, isto
dentro do permetro da ndade, anisa limilos [>odo-
riem ser liacadel pela propria pulira, ojal uicio do
un regulameiilo.
Kis .una empreza que seria de grande vanlagem,
nao -o para is ntteresses do Ci.mmerrio. do enverno,
senao igualmente para o bem eslar inri'vidual.
^Malaa-rl-Arati/.,
MUTILADO
t*
.


DIARIO l)E PERNAMRUCO SEGUNDA FEIRA l DE FEVEREIRODE 137
reunida .1 antecedente d| a semina ile 8.>3:66W306,; cipio e li.jc acham-seem estado de era lien- edmil-i Quemo as noticia* Iraiunllantiraa referimo-noa ao,. af
exi-liudo de sallo im 3o 1ej.ii.lio do n feudo nano : liiem o stteiiiamenlo dos njoloi. j 'l1"' 'Irttamot transcripto n oulro lunar
d. 1836 qnanti. de ,7:787,554. |^*J Q-. -....... l-......O. da-pendid., co. J^l^l^S '"."- a>s^Si E- I '......"
Ma he mal. salisfarlniio esl.Stlailo nos seis me- estes Irabalhos, lio : uma d :!:! !Miiii) galla rom eira ; ju por .mira, lia nimio lempo e.l., provincia ?ar, nlo
ze> ile jnlho a detembro; a teceita nos seis metu ai obraTfi|aa aqu, a ootra de 5:0Ud9 enfiada para
Coraegada, em vtilude do ene,menlo das i produrtdo nao eomeule pela audari* cun queeuu-
tgoaa do rio Beberibe para a dita cidade, pola lor-1 f*-ara o rriina alar.....lo-aedeoler prsliead-, te-
o corla a diilaneia darte para aaueile lu- !l ''imbein l"'1" "'" "'ao eumporlamenlo doran-
... ...i.... .. | ie o j'iueineuio e pelo, insultos que dirigir au Iri-
I
Si.
alguem, que, leudo do dirigirse
He cerlo, que s~lriffere
addieionaes lie de 398:S99]r(6L
A despea verificada desde-o I* de julho de IKI
al .11 de dezcmbio do dito anuo lie de 4l.'>8.l3l>>S.~>,
e havendo pnrflrwio ji de dezembro um saldo
rentes ensees (caes col-
lora.las fra da capital, te lera receido anda, por
coiila dos en metes, de que (rato, .ilgAa impor-
tancia mais ; he purera in loliil-v des-a receila que aqoi nao esli incluida, se larao
tanibrm de pagar desperas iplalivT mismo lem-
po, sen lo por isso os clculos que expongo o mais
que he possivel aproiimadot a' verdade.
tteparlic.ao geral das Ierras publicas.
[No das 28 de maio do anuo passado iiislollou-ee a
reparlijlo geral das Ierras publicas, que foncciona
ne-t* capital, sob as vistas e dirccao do brigadeiro
Jos Joaquim Machado de Oliyeira, nemeado deleg
gado do director geral da mosma repartirlo
A 25 do mez de julho parti o inspector geral das
mediques para o municipio de lguape, incumbido
da deiiiarr.-r i dos terreos ja anteriormente reco-
iilieci.lu-, e havendo apresentadu diversos relalorios
dos Ir-balnos que lem encelado, erdenob o Eim.
Sr. ministro do iroaperio, a cujo coabecimenlo os
teuho levado, que he alletdivtl afepre.euljc.io do
dito iusprctor das medien ., quado pietenJe a sbi-
pernio dos Irabalhos na e>lelo mis rigorosa da-
ehuvas, maulando tambero.*) dilu Em. Sr. minis-
tro, que a presidencia o mpregat.e, bem coaao al-
guos empregados que min elle se aclis m, em Iraba-
lhos propiios de sua profi-tlo.
Ueliberei a t*te retpeilo anvir o refer lo dele-
gado brigadeire Machado de Oliveru. para dar com-
primeulo i ordem de S. Esc o Sr. ministro do
imperio.
Obras publicas.
He digno de reconhecimeuto publico o zelo que l
asiemblca legislativa provincial lem mande-lado pe-
los meiboramciilos inateriaes da provincia que re-
presenta.
Procurei acompanhar la., patrielico rteoMtueotc
dando execurua as differeiite* disposiru s das Iris do
oreamenlo.que aulorisam Jespezss para as obias pu-
blicas ; e d iuformaroes que me prestou a Ihe
touraria provincial se collige o dispeudio at buje
ordenado, percebendo seuipie parciaes e iniuucio-as
iuforrOBrdrs da reparlirao lisral.
Cumpre no entretanto ponderar que se t>3o colhe
ram lodos os frucloa de semelhanles leis sem una
conveniente sAaWlhor direrrao dasobr-it, quer pro-
vinciaes, quer muuiripaes, que lem de correr poi
conla dos cofres pblicos, ou que pur elles tem ie
*er auiiliadas.
He roanifesla a necessidade de plantas enrmen-
los delalhados, paia se autorisarein com a precisa
seguranca as obras, ousejam admiuisliadas por coii-
ta do guverno.
Cumpre tambem que se inslilua urna liscali-uran
ruinosa, para vcnlicar-se se laes obras foram exe
culadas segundo as plantas e os orramenlos; e, mai>
que todo, importa prover a respeilo da conservara.,
dos incluir-nienlns que se I i/em as estradas, para
se nao perder em puucos das o que, nito poucas-ve
xes, custea provincia mezes e annos de aturado
Irabalho e largas despezas.
A assembl legislativa provincial, pois, adquiri-
ra um novo titulo a' gralidu publica, aulurisando
a presidencia a crear a reparlirao de que me lesha
oceupado, nao com grande apparalo, mas con-ulla-
das as Torcas e recursos da provincia, alim de que
poss.nu perdurar os btuelicios cjue ella receber de
seus legisladores.
Aguas polaveis da capital.
He geralmtnte sentida a filia de agua pohvel
nesla cidade ; grande numero de seus habilautes,.
principalmente a classe menos favorecida da fortu-
na, se v obrigada a semr-se das aguas insalubre-
do Tamandoalrhy, calculaiiJo-se as que (leste rio
consume a popuiar.no em 65,000 medidas diarias,
e arenas em i.OUO medidas-lambem diarias as que
tomecem os canos de ferro.
Procurando prover com medidas promplas, e ai.
mesmo teinpo econmicas, sobre esle imporlanle as-
aumplo, eucarreguei o engeuheiro W. Elliot de con-
tinuar os esludos que a esle respeilo encelara e iu
terrompera, afim de que com a maior ecouomia pos
sivel se consegus.e um resultado que puzcsselei-
mo, seno a lodos, pelo menos ao maior numero di
obstculos que lem em outras occasies embarasado
esle melboramenlo na capital.
No.oflicin que Iranscrevo leilualmeiile se ada
rspotlo pelo dilo engrnheiro Elliot ludo quanli
ueste sentido se fez, e delle vera' V. Ele. que, su-
biodo a avulladas sommas os ornamentos para a ca-
nalisatao das aguas do nbeirao do Paraembii e do
lauque Keuno, limilei-me a ordenar a cnnalisar.
das do lauque de Sania Thereza, na importancia de
dl:2l8,5t.
Se a assemhlea provincial em sua sabedoria julgai
conveiiienle aulorisar a presidencia com meto* mai-
eilensos para a canali-arao oai referidas aguas du
Pacaemb e lauque Keuno, seguido o parecer do
dilo engenheiro Elliol, ou adoptado oulro qolquri
systemajque se julgar preferivel, fara' sem dovida
un grande beneficio a' capital, que muil-s priva-
50es soffre por falla de agua, pesaudo sobreludo na
ciaste pobre um onus de que li\o empeuho liber-
ta-la.
En o odicio que, em dala de I> do crtenle, me
dirigi o engenheiro'\V. Elliol :
o fio da 15 de maio do anuo pn^sadu, V, E\c.
eucarregou me de fazer um oreamenlu da desp.-za
piovavel com a taual-arao das Igaai do ribeiifli
Pacaemb', afim de supprir esla cidade com agu
polavel.
.' No dia j de selembro do mesmo anmi, em con-
fdrmidade das ordens verbaes a mun dadas por V
Ec, tive a honra de suhnieller a' approvacao de
V. Exc. um desenlio e ornamento dos Irab.ilhcs, a-
lim de melhorar a condi;ao do abaslecimeolo de a !
guas polaveis na cidade, preveniente! do lanqu ede
Sauta Thereza, or m lo em Sl:St8(*5IO.
Ho dia 10 do m-smo V. Ec. se dignon appro-
var a plaa e orramenlo cima referidos.
No dia ti do dito mez V. Eje. se dignou, en.
teu oflicio, anin, .i-o-, a f.-zer as despezas neces-
sanas para as mesmas obras.
No da 17 submelti a V. E. o orramenlo de
que Iralou o ollicio de 15 de maio, onde moalraTl
ser necetsaria a summa de I.i7:,(0!ljj00 para a cana-
|.-.ira.> di- anuas do Pacaemb, da maneira tiprca-
sa no dilo ollieio.
Nttta mesmo lempo suhn.elti mais a cousiderar.li.
de V. Ezc. um oulro orcamenlo da canahsarao di
tanque Keuno, montando em 92:1819040, dando ao
mesmo lea po as razoes por que dcuei de fazer o or-
ramenlo da canalisarao das nascenles da ra Kormo-
s, sendo ellas que eii das pela cmara municipal, e alm disso porque
sendo adupiados algiins dos projeclosycima, tornar-
se-hia destucessaria c anli-economica a dita eanali-
sajao.
No da 2-.' d.) mesmo mez otdi permi-so a V.
E\r. para alterar o local do reservatono das aguas
que mi projecto para a caualiiar,go da de Sania The-
reza fui por Bita apuntado, eollocando-o no quintal
dea Moheraa i). Ilanauna Jacinlna ores e sua ii-
ma, no canto das ras da Cruz Prcla e Sele ta-as,
o que sendo concedido por V. Esc, fui peiu gover-
no comprado o lerreuo ueceaurie, E bem mslm que
quanloaoprojerlo da eanaliaaijaa dafy-aguai do Pa-
caemb e du lauque Keuno, I. n
a V. Etc., julgava ler talisfeilo
tslo recebera.
A resiieilo da eaoaliaaclo das aguas do tinque
de Santa thereza, teuho a informar a V. Ee. uui
o acude do lauque esl concluido, como tambero o
poro para biliar as aguas.
a O tubos do eneanamenlo ulico foram removi-
da*, lircpos e novair.riile collocados em melbor ali-
nhaineulo e nivel, de modo qu" aeagoss podem ror-
rer livremenl.: al o eilefarii da Liberdadr.
Os lobos e o mais Deceuarlo para o complemen-
to da canalisarao foram encoiiinendado- na fundirn
da Peala d'Ara, do* quaes 71 de maior dimetro
ja cliegaram, e pelas ultimas iiioni,ac,es que receta
do currespondiiiile na corle, vejdque o reato da en
commert la em bre\e vira, e l depressa ebegoe,
io pe'n'erai tempe em tratar da tua collocacau,
potlo que espere cons-guii que algumas partei da
cidade sejam anppridaa de agua, antes
a ciirle, para Mtwtaur o importe los luh
que se encommendii, as^quae-. fazem
8,l3:lGl)
.viada para nu cent um Hinu ISo frtil a creador, ro. p.g. de ama para ooUa pule, bosque oulra estrada, -,-
oseonii, "ado. a alo e podeduer que o principio do corroo- .,,ii-.
e o mai. (_ ^^ ^ ^ bMUo{ ltl,m..,u_ ......mo1m ^ .'o aquella por is.o que he a nica, que melllol
I dil de
i pero tu di
de I8JG -ii
I nuil e ;is le lemunlia
(I correspondente do eTimea, e-crevemlo-lhe de
Paria, dli que a inlencao do malvado era rvidcule-
inenle causar um Brande escndalo, e tabendo que
nao Ihe re-lava aenlium meio de -alv
..!..
Quartal, um em l'alaciu e oulro no convento
santa Thereza, r un a coudirio da re-saro de qu d-'
prem o que mais admira b uver de pastar por alii seui
a eseessiva Carratie do paite. v '" "
lie paro lamentar que ll'umaco-l) romo a nosss l":""e ",n '"r > eslradi aquella laraura sullicien-
^'uundauloinMile pwcoaa. s ilomix urna falla conli- '' 1ue de con.inodamniic passageui aos viandante
qearaJttei.o que truii .,:> laoqua e ca;..... que o uua de peue; e o qoi app.rene he vendido por tal I -Sabbado, pelas 10
-uppra aclualmeule de agua-. I preea, que s as pe-soasabaslal-s pod-m cninpra-
q Posto que concluidas estas obras a cidade nao nurrado b- uni\........le abastando pelo-
lsjdaperfeitameulesupprid.1 de agua, comtudu esla "leg".'';!^^'..^^,'
cuiiiHlanriat em que o mine foi perpe-
sern mais abuu anlo e certa do que alo aqoi. u
Cisa de lirrec^ao.E'golando-ta a qu da con-
signada para as obras da casa de correcro na lei do
oirimenlo vi&ente, e sob represenlarao do a Immis
Irador da aie.ma casa, ponderando a tleces-idadede
se Cuuliuuarern laes obras, leude ouvido a Ihesou-
raria proyiuoi-l e julgandn prejucial a provincia
a paralyiaVao das mesuia-, abri|em 1 de novembro
prximo passado, nos termos da lei n. 10 de 10 de fe-
vereiro de 18*">, arl. 19, um crediln de 8:000.
Pelorelatorio do adiniuislrador de.la casa, fui in-
. pes-
aclum dlisemioadoi n'oma zona .ie
e cerra de duas ai sul. Entre-
par, i o norte, o peix
tanto da illia de llamara
barateando de til maneira. "que acuna da' co-la d.
Parahiba lu lujare-, em que se vende pela vigsi-
ma parle do preei) do Recifa ; a du Kio Grande, al
o tleara', o prejo he la bailo que nao lem propor-
rio i (.ni o de-la cidade.
Algamat pesseas allriboem a faltadeile arligoaos
estrago* causados pelas redes de malbas eitreraa-
meote apartad s ; e, para orcorrer i: lemellianle io-
aunvenienle, lembram a reataoraflu iie ama medi-
da adoptada em eras remlas, e que luje esla cin
desos : sio he, lembram que as municipalidades
pr-srrevam ao< pescadores urna hilla que marque
formado de que es.So a oucluir-s. as quatra aaiUa I r1JBISrS!a Itol^aTllaS^lt!!^ ?L5 """'" ""
1 ^ i'cues, .mu ile que nao se pe-quem peue-pequeims,
lealinadasao* Irabalhos dos sentenciados, tendo-eeledest'arleseexiiugam os germeot, que para o fu-
turo podem ser proftitoso*.
guardado na construcro asconlires siinullaneas de
-eguranca e capacidade, pdenlo cala urna dolas
comer couiinudaiucule o numero de 0 a 30 coo-
dvmnados*
Oroopam-se ailualmenle o operarios em diversos
.Na.i duvidam* que al rerlo pontoe-la r-iu-a eon-
Iribua para a falla de peite, rnss be tambem cerln
|oe a prr-iiici e ain.iirn de una rompanlua sdo as
principees eondicoesd* mal. Porveaes tem vinito
de nortoseslraugeiro. al&ons hircos par se oecupa-
emros de dejalhe, que, por sua natureza miiiu- ] [''" "os!e ,r,li';"' P'ri,'n ''''', el".....Irado lanUa em-
.* ,.,.,, bar.iros, que -o obnuaiios a vullar -io.a, sao de mais prolongado Ir.ibalho ; tapara Noolra oecasrtoan'oolro loardestagaaela pu-
no entretanto o leneate-coronel a Iminislrailor que i blicamos um pruierlo para a oigansarfio de um.
antes da ruuiao da assembla provincial eslaro : coiniianhia, que se enr.|rre:ase da pe-raria, deniro
terminados oles servii-s. I de re,|a ,,,., ,|0 ..os,,, |,|,0,al ; de.iuuamos a Iba
.. '- i S'iiln Alono, a de lemando de Norouha e a Ka-
Ha urna vanada po.rao de maler.aesja prepara- hi. da T-a-cflo. como pontos onde se deviam Collo-
os os empregados ua coulinuaro das prisOes cel-1 Car o* dillereule- depsitos, edalli se rerneller o
lularet, lauto no raio em que asila provisoriamente p"x" ''ar^ e5,H Cl ,J ,e Indicamo* os mios que se
as ullicinas, como no que tem de servil de reelasaa
d*VI*m emprear para orsanisarao de um servir
dla nalureza, e demonstramos 'as maajn licas van-
/agens que re-ullariam de lemelhanle empreza para
o publico e pira quein s aoearregaasa deila espe-
culado. Mas al hoje n..11 se lu tentado a esle re--
pilo. Alera dos grandes lucros que urna empreza
pe rante um juro de Claro por cenl.i sobre o capital em-
pregado. As-mi, qiialquer coinpanhia, que se in-
corpore par e-ie liui, faraum servir. conei leravel
a nos-a pnpular.io, e ha de tirar para si um resulta-
do m igniflco.
Omni ao preco evres-ivo a qoe lem chegado a
io deve ser eslrauhavel,
o cuuiratn, temos ealadu
sugeroa as s*luieres coosequincias do fatdico tais-
'; futre, laixsez pnster. Quer baja invern, quer
h-j* veiSo, sie artigo exeice urna infl .enca so-
berana no mercado,*), quejn quizer blelo, deve
suseilar-se n leis supremas d monopolio de fado.
>" .lia II; du rorrenle eulrecou. consulado por-
Iiuh/. nesla n lade, o Sr.'Joaquina ai%t*J|a/
il nui-ula lo iivrluiiuez erH "
as mulheies.
Informa ainda o mesmo adminislrador que pnuco
(etn meliiora.lo a moralidade dos presos, e atlribue
principalmente esle resultado a falla do bous guar-
as internos que saibam desciii|ienhar fuucccs ar-
duas, petadas e arri-cadas, como as qne se lites com-
uetlem.
Eonlcm acluaimenle a pendenciara 78 senlen~ia-
los, e do qja Iro ds receila e despeza cansiante do
relalorio se \ que de julho a novembra se desnen- carnea verO>S, parece qu
, porque .lepois que se abol
leu com a relenda peuileuciaria a -omina de
S:i7-ic3'J>, que produzio a de i.iliJ-jOiO, bavendo
por consesunite u:n d-licil de 4:OIOo:>"i.
.No calaoouro se gaslou a somuia de 7IHII0, e
-rudo a receila de 7iJ"-l20, com o supprimenlo de
'ItH), verilira-se um saldo de li-oilt).
O adminislrador da casa de correrr:lo insta pela
crearTio de um almoxanle pan a mesma casa.
Estradas.
Dell.A. Certain.em 12.le malo do anuo pro-
limo passado, olliciou-jne dando parte da co.iclusao
lo de-vio do morro da i'irroca, no quil despenden
00?9lj0, e pedindo aulori-ai;ao para continuar uo>
.rabalho* ja encelados uo de S. Denlo.
Ouvida a thesouraria, nrdeuei o pagameulo dessa
planta em 1<\ do dito mez, ciicarre*iaiido nessa
acuna data engenheiro CU Fliindo de llo'at*
Je eiaminaro* conccrios da estrada, e em vista do
parecer dado por elle em 27 de junho, aulonsri por
inrlaiia de l de julho os Irahalhjs uu dilo m
la S. Benin para ltaqui, julgados entau de m
necessidade.
Em ollicio de 15 de junho coraniuuicou-me o
lilo Certiii estar a ponte -obre o rio PelrcL en:
isco de de-muroinr-se, oreando os seus reparos em
1011, que Ihe permitli de-pender por portara da
mesma dala.
Em 29 de agoslu dcu-nie parle da necessidade He
reparos em ranchos nacionaes do l'irapilinguj e Var-
zinha ; m ndou-se em dala de JJ de selembro por
a sua di-posirao a quanlia nece-saria para o dilos
conccrlos, bem como a de 1:3500 cornos nielliora-
menlos dessa mesma estrada, depo's de ouvida a Ihe-
-ouraria provincial e de procelerem sganlas oulr.i-
nlormaresque jclguei precisas para aulorisar laes
nelhorameiiloi.
O dilo A. Cerlain indica, ein ollicio de 9 do cor-
'enle, a ucessiilatede alguns reparos mais nesla es-
Irada parase desviaren] os muiros, porque, conse-
guido este resultado.ruideran eiportar-M em carros
.s produrlo, da cidade de lia, e villas de Porta fe-
liz, Pirapora, Capivarv, Indaialuba c l'irecicava.
Du< Ponaa/io*.As cmara* niunicipaes da cida-
de Jaearah] e villa de s. Jiic representaran a pre-
idemia,ponderando a conveniencia de abrir-se una
estrada que, partiudo do municipio do Jaguar).
provincia de Minas Geraea, passe pelos de llra-
ganra e Taubal, e daquelles aos deS. Jos c Jera-
ra hv,
Gimquanlo reronlipeesse a importancia desla o-
bra, nao pude entretanto, por falla de meios, dolar*
nina-la, leudo as sohieditas rejiresenlares de ser
levabas ao conhecimenlo da aasamUa legislativa
provincial, cajas patriticos develo* pelos melhora-
uienl s nialcriaes da provincia soalleslados por dif-
lerentea actoa da interesse pulilico.
Via Frrea.Boa aviso de li de julho do anno
p. p. me communicou S. E\r. o Sr. ministro do im-
rio II l*d
Irado, a ron lira c raracl-r sagrada da victima, o
rararler do rruni.....j, t,,do roulriboira para aog
mentar a men.i lade do mleieste. Ante- das oito
loras da inanha, fundeou bor.s da manhiia lodos os lugares vizinhos do pala-
no lameirao a trgala a vapor ngleza l'resei-eriace, i cl" ,la J"*S e-lavam apiulioarioi de eenle de toda
e as II horas da manbaa tai a boido della cuinnri- tiuf* ",lCI"s'* por entrar. A* portas de ferro do
ellerioi eslavain fechadas e oi com a maior difli 01-
Idadc qie as pe-s .as prvidas de bilheles poderam
alrave--ar por entre a mollidao.
ol interior du edili-io eslava rheio ante* das nnv
a cuinpri-1
cstylOi o se-
mentar o commaiidante, como he de
gando tenante da armada, Manuel Martina da Araa
jo Castro, o qual vollou a m la h >i.-. depois do meio
dia, noticiando que a rragsla viuha de Baibadeos
esltudi;s, Irazendo presse sol lados, e que parti-
ra dcsle porlo brevemente, para Serra l.iunue.
lalleceu na enfermarla de inaruiia, o escre-
venle graduado Alanoel Joaquim de Carvallio.
.//.* amanhaa.
REPAHTICftO DA PQE.ICIA.
Oeeurreocia* do dia 13 de tavereiro.
I'orain presos : pa|a sublelegacia da rreguezi.i do
II en fe, o inarujo James Sniih. a requitica i do
Cl_".....ndenla du rapur Iguana*, o fraucez E-te-
vao M-ranl, a requisira .lo respectivo cnsul, e o
prelo esclavo l!:a, p,,r fgido.
Pela subdelegacia da fregueaia de Sanio Antonio.
\orbeilo labiicio .i.i Silva e l.mz i ni un da Sil-
va, ambas pira avenguare- em rrune de l'urlo.
E pela subielegaria da rreguazia de7-* Jos,
Hanoel Antonio de Brito, par desobediencia.
iasi v &avi&itnttO*
horas iiem om lugar se va vasio. I'.-t, vain
prsenles us principa*)* membres da inaji-iralura e
do liiro, multo* do Curpo iliplomalico, do ,ena lo, d .
corpo legi.iaiivo e do co.....dio de estado, ssim eo-
mu vano* nltiis fouc.~ioii.ii os e eslranireiroa de dia-
lineco. EuUe as leslemunhas aehavam-se Mr. Su-
r ii, vlgariu capitular que aeompanhava o srcebispn
'ua..... re.-eheu o s Ipe e que fu u primeiro que
prenden o as*as*in; o abba-te Caltoli, secretarlo
que no mismo momento eslava ao sru lado; o alibi
de Diifour, vigario de S. Etienne-d-s-uionl ; M'.
Legran I. cu'.i de S. tienn-iu de l.'Aov- rrois ; M.
Ilcanlils, con.go ; abba le Hmele, o abhade Ull-
lard, ele. Os anbade* Guelli e Verwand ealavam
-e levado para fura do tribunal, o que as-mi I u de
Cl.ll lo.
Fui lo- os respecliv i deh il*. ouv
e a defeca, o jurv depois .le 2:1 minul < .1
\ja pr-niunciiiu a senienca da cruniialid
o ao-siuo Veraer, fun la.i lo-se no* ue-
accus..r.io. ,i-,i..i.i ,io, peme ulai.o e noli ,|
A wmeni;a ua.. reronlieceu iieutiuir.a cireumsl .u- urna homvel
cia alleiiuaiile. Ella loi li.i.i no.ineio de profundo|dei o
silencio.
Cun o advocada do re i unja livess* que dizer
cunta aseiilenri, uliibuii,! o roiideilinou Mor*, lenio venerador e servo.
I.ida a leulenca a., accq*. |. .nnuncioa-se Ih-que MsjatMl < nrr,ro j, prettm,
i Ires das p.ra ippall.i para o Uibanal de L.,- Illm. Sr. roronel Tiburl..... P.nl a* Aiineil*.
. ... i -"'" "<- 'le Uve urna eoiiv.ra com um l-r.i-iro do
fie* (o intimada ao reo, o com- j miiiiia |,ri..,,., ,, ,, 0e,u qu* fiz a V. S. e por
S. tulla ao alteres M i, | >.
e por c la va ful livra da ca-
li n. I libar I.....I'i. lod-.VIiii'd-.Te-
nlio a lio.la le re-pon lei-lb- que em aii'.n i la ver-
la a aecu-aco da.le ful certa que -s-ei p.ra a reeiv -. apr. >enl..ii-
lelibera-; do o meii alle-la io por nina r-rlrl m lateas) ri-
onira rurg'o d.. balalhi* loa.. M .riiih... Em qu-nlo .is
la da : liu.la palai -.ni. os ler-li-n. p rque i ui-i. ludio
a lia de ollerrre- V. S. \'**. iiovillia, i.e
unii.i. impo.i. ^ V >..ceiio de que
na novllba au liuadu vigario liue, porque u.a
mereca.
E-liuio que gaza saude por ser de V. S. migo al-
lioll,
Logo que a senl
pn-aja en
la
man I inte d
vesiir-lhe a i
'I
il.il
inalld
u lem -
II.IV.I da
I niao como
i i-ti- ell
e*lir-lhe a cini^ol prupria du- que e-l.i m
nados a morie/ Verger dtclarou qoe ai |.el!
entones do jury.
- Noli-la* dos E-lado-l.'lli los
Ir.inqolla.
Coiria que o presi lente Cumnntarl qu-renlo as-e
curar a sua pi-ir.lo. propozera una allianca entre o
Mexirn e os E-la,lo Luidos.
Eml.uulres OS Consolidados licaram de 9:1 Ii2 a
,3 :l|. '
Em o numero do (Tamisa de 19, que temos i vil-
la, nao 'iu calos os fuud s bra.ileiios.
V
Jui
&omm\micabo.
Re-i fe, l de tavereiro.
Smhore* redaclorex.-Qa4 tu tainei a liberdade
le dirigir-Ibes a iniulia coir.-spon lenria d- ||, pu-
blicada boje, luiba -rnenle anule ,l, ||, e Cor-
ralo Mercuiuii .te 27 de Janeiro oeste anuo, em que
v iiiham trans rnilas as eoinmuillCajoes u-, ;| t 7 ,|u
Sr. Covvper a' lord Clarenlon, sobre a-qu s fu
mu rpidas ubservari)rs. Ao depois Ir iki del-:,,
que solire o a.sumiilo notiri.rain o rne-ino Cune,'.
Mercantil e o+Jornal do Commereht.
i) Uitno de l'c:immbiico, porem, (ranscreveu
laes tr.tzi,ios pelo arcebispo no mumento da perpe-
Iracu do d-liclo. a esiola, a sobrpliz, a capa, a
sulaina mostra.vam o rasgata tallo peta faca du a*as-
un i, e c-tavam uos de s.ngue. A Taca eslava lam
bem su|a de Mugue em mais de melade de seu com-
priinenl.i. He urna arma lerrivel ; um i faca cala-
laa de perlo de 18 polleaada*. A' vala de-l.s objc
tos pro luzio nose-pectadores um esiremecim-iilu de
Dos dona vaporea entrado* Sabbado da Europa a- 'll'r''"'.
penas um Irousa tre. numero* du Tune- corre-. ,|(J pre-u foi Ir izi.lo ad Iribunal. f .llando-JOminu-
poo.lentes ao. das ll>, 17 e 19 de Janeiro prximo 'M nar'1 'ls horas, lem :lu anuos de id i le. bem
passado. que parees man moco, a viuha vestido da prelo.
< rnamarn que davia Icr-nas visitado no f. do I ,em "H-dnna ealatara, bella cu opleirl.' fero-s re
Crreme, ihj seprd*u corno seu relardameulo de- I Wlare e atprcxsivaa, lesta alia, poeta que nao lar-
npie*ineiile a corresjondencia publicad* em Lui-
preaeuiei romo leslemunhas da defeza, chamadas -He* desde a nota lo Sr. Covvper a lord Ci uendon
peto accosaao. I de 18 de jan-iro de ISio ,ide Jornal do Commer-
i ^ tue a ni'sa do tribunal e-lavam deposiladas as Icio ie 36 al a ultima ite 2 de Juull i.
S COttcietion, i-to he. o* ornamentos scenlo Escapou-llie ama u ,. posas mai- importante* na
.-o.< iieia (i iue, o sr. Joaquim awrjt *(a ainrei-
'. O consulado perluguez en Pi rnambuco f i es-
ibeleci io em 18:)!, poca em dft a curia porlugle-
a era disputada por I). Mana TI a l). M gu-l. qoe
uesse l-mpu se achava de posse do Ihrouo. O ser-
varos |ire-lado- em i'orliigsl pelo V-llio J*Mqui n
liapiista Morera, em 1826, sos principios eomiliio-
eiouaes, em qu .lidade de negociante d praca do
Porlo, levaran) o eucarresado de negocios no Ido
de Janeiro a mandar para e-la provincia o Sr. Mo-
rena na quali lade de vire-eonsul. Nesle em prego o
Humeado mostreo granel- halulidade, lauto em ne
tocios commereiaesri.mil em quesioes iaternaeionaa*,
que leva de enlreler ua inedior li iruioiiia com o go-
verno desia provincia.
Lulos cunliarem a- riiss melindrosas, porqu pa<-
SOU esla provincia desde aquella po-a ale 18*9,
quando falleceu o cnsul Moreira. Naqueile lemp i,
u:io su se perln como um bom emprestado pul: cu.
Ilendendo aos mi-res-es de seu paz e dos seus com-
patriotas, se ua i tamli.m guardando a d vida alleu-
rj.i e neulrali.lale em tod.s as quIO-s, que enlao
se suscitovam ; sen lo semine ealimado pelos seus
compatriota e por todo* os Biasileiros.
Seu lidio, que na occasiao .a sua inorle, corsava o
quinte anuo ia Academia de U.reito em Ohnda, l.u
nomeado cnsul de Portugal nesla cidade, em alien
cao aos serviros do pai. pelo guverno da seuboia .
alaria II.
Apezar de ainda er mili joven, o comal nova-
mente nmnea lo nao desmereceu dz COoOanca, que
o governo poriueuez nelle deposllava. Continua-
dor do mesmo syslrma seguido pelo pai, nada alte-
rn na marcha dos negocios consulares, nao su por-
que eram tslas as nrdeits evpre-s-s do seu guverno,
se na o porque o-seus de-ejos craui trilbar a mesma
e-irada -egm la pelo pal.
nelirande-sa da provincia, acaba de fazer entrega
ao seu dign ) inecessur o Sr. Jos llenr.ques Ker- i .
reir do nprego em que servio diir-nle oito anuo-. ',m(;,'u *?F"._.1?
Durante e-le p-rio.lo, o novo comul, o Sr. Mo-
rena snipre pre-lou bonsservice* a sua patria e ao
pata onde foi educado. O Sr. Moreira, em nus-o
seio, he considerado como um lilho de Pernambuco;
sempre estimado pelos seus collegas, e por ludo.
qoanlos o ennhecum, a lodos relribuia com isual
cousideracao e amnada le es-as allenroes. Os
ra lugar a suspeilar.
Lm desarraiijo no marhinisiiio u fe/, arribjr a Vi
go, donde, depois .lo eoiiveiiiente reparo, devera
pirlir em roiitiuuar.j de sua viagem, sjiuo prova-
vel que eslj, aq n ato o dia 28.
.\l i- infeliz parin tal oul'jn- que ten do-nos
visitado em dezembro de volt* do Rio da Janeiro,
perdeu-aa na pona de danto Alham iaaa poder
ehegar ao porlo de teu destn O veulu e a cr-
renle arroJHram-iio violentamente a' praia.
O- (i.is-ageiru. furam Salvos, posto qu^ com alguma
dillicul lade, distiiiguuido-se nesth oper-^ao o chefe
dos barqueiros empregados uo terviru da guaida da
co-la.
O consol g-ral belga do Kio de Janeiro, qoe ia de
pa-s.g-m no ui'jueo e que tara um dos lalvados
pelo dil. chgfe, II-nrv Bith, rheio de gtalidlo e
reconheciineiito tez-iiie urna doai-ao de 5011 lilira-
eslerlinas.
O corp. do almiranlado, sabendo da coragem e
dedicarao que ,-n- desenvolver, resalveu por sua
parle promov lo a um posto mais elvalo no nie.-
iiioservir-i .la guana Ouasi pelo mesmo le apo que o cTynaa perdia-se
em Santo Albauo, ardta a casa do baeu de Iilaud
em W .i.lm.
O fogo eoinerou pela* l horas da manhaa e na >
pule ser apagado seno peta* 9 depois de ter tallo
consi.ler.vel estrago, assegura-*e lodavia que os li-
vros e mais objectot de valor foram salvo-.
A queslao de Neufchatel partee em vesporas de
ser pacilicauenle regulada.
A Sui-sa, escut-ii'lo o conseibo prudente que l!ie
deram alguma* potencia* amiga*,entr* oolrasa Fran-
ca, resoiveu fiuuiuieulc | iir em liherdaie os presos
realist-s.
Lm despacho letogriphico particular de Berna,
datado de Ij uo pasaa lo, aununcia que o procurador
sera- ficava a partir para Neol'clialel por causa das
formalidadesrelativasa ab ilira.i/lo julgameuio ; elle
dara aos presos o- eus passaporte*.
A re-uluro de por os presos em liber.lade, pro-
posta pelo eonralbo federal administrativo a reapec
Uva assembla, foi adoptada no conselho nacional
(cmara balsa] por urna rodona de 91 volos contra
i e no ri.nselbo suisso dos Estados camaia alta} por
XI contra 12.
A Volaeto da cmara baisa leve lugar a 15 do mz
passado, da tai que terrainava o prazo dentro i
qual o rea Ha Prussia *a ludia rornpromettidu a
nao ordenar a mobilisarao de suas tropas, o bem que
essa volarilo nao imporlassa por si -u a ado, ra o .a
propotta do cou-ellii federal, todava o governo
prussi.iQo, leo i della noticia, resolveu nao promul-
gar a o dem para a mobihsarao que ji esl.va asig-
nada pelo rei.
Linag-z'lade Berln eiprime-se a estere-peilo
"iodo segoiule :
E-ta resoluro de una parle cunstiluinte da as-
sembla federal parece justificar a eonjeetara de oue
a Suissi est asreclamacet tedas pela l'rus-ia, desejando since-
ramenle um ajusta pjcilio. Mu provavelmeule
loi esla cousid-rar^ i que levou o nosso governo a
nao enviar ein la ao seu deslino a ordem de mobili-
ca. Por Ira, da caneca poda ver se a tonsura ele
nral, ele. I- ni inlro luzi lo pelos gen iarm*s, e en-
cauuih .u-s- para o lugar que Ihe e-lava de-linado
mullo senlior de si, leudo ua maj um mac ne
papis.
N
parecen de nenhuraa sorle Inlimidadn, e
olhiiu para o pavo que e-lava adianto e alraz delle
com a maior calma. Depon) de diaer alguma roosa
ao oundo do seu advnga.lo, romernu a conversar com
o Rendarme que Ihe Hcava a' e-q'uerda.
i< Peas IO l|2 huras os jurados occoparam os sus
lugares. Oijoiie* eram Mr. I)la.igi-, Mr. Bunniel
de Saliguae [o presidente), e Mr. Degnerauviiher.
t)s aecasadnre* oOlciaas eram Mr. Vaisse, procura lor
geral. e Mr. Barhier, advogado geral. Mr. Nuaeul
le Saint Lamen- lora Horneado pelo tribunal advn
gada do acensado, e lomou lugar au la iu do m-smo.
a Depois de alcuns icios preliminares comerou u
interrogatorio du preso pelo ju ;
'< Cuino se elia-ua ?
ir I ..i Luis Verger.
o Sua prolissao ?
Ercle-iaslico.
ir Trini* anuos.
aloral .'
...toda Paris'^
.enle'.'
.i mao em Paris, ra vio Seua
tarara o juramenta do ros lome, e
ial.sendo chamado petojuit ^iiesi-
ler o ocle d'ticoitntion.
le do ocio de ucrinii/nm nada m,ais
is particu arida.les do criuie,/ie-qu-
Elle di depoisaiaomaJrntarro*-
ir IK
De
ir Ou i
Em
n. 56.
i. O- jm
o escrivgu
denle, rom.
A primen
conlin o qu
J i leudes IIutlC
Cita *ibre a vi do acensado. |'en.lo ji'-rido ein
Neoilly aos 20 ,|e agotlo de 1826. fui dimitido aus
l anuos, par ,t..fv-!!,'.,, candse .'.o sup-rior .tus
irmSas ^le rseul l*, a,n uir. se ninario n* ra de S.
NicnlaVdu Csrdouel. ), regislro< da casa conten
uma enhaia datada de 1814, da qu.l COn-ta que
elle fra espul-o do e-lab-lecmeiilo por nina falta
em que su i pruhi la le era inleresssda. Depois de
ler pas-a lo alguns anno* em um e-labelecunent
particular, entrn mi grau le seimuaii. episcopal de
Meluv, foi ordenado padre aos 23 annos, e servio
em varias parorhias ruraes da dioerse, fazendo e
nataaet pela turbulencia, vaidade r ambiglo que
tarmam o* fragua pr>ncipaes de seu cataclor.
Em 1852 Verger volto.i a P -i- onde conlava *'-
cancar um Drilhanle destino. Obleve a permi-ao
temporaria de diaer mis-a e mediante a me-ma re-
coiDiiicndaro qns em I81 o uilrodnzira no prlmei-
ro seminario, o ahbade Legran I, rura de S. (icr-
uiain d'Auxerrois, consenlio em addi-lo a' sua igreja
com sopraniiinera..... paseando nella Ires anuos.
Adan lose obelado .le dividas ao entrar, o abha-
de L'gran I adiaatoa-tha 800 francos pira ajuda-lo
a pagar a seus credores, e beuignamenle deu-lhe um
lugar no seu presbiterio.
\ erger aceilou o* henelicios, pnrm vendo que
suas e-peranras da rpida promocAo na se realua-
nialeiia a nota de n. 10 de lor i Ciaren Ion, de l
dejulii i. em que aqaella uuui-lro, repetindo liile-
rJtmenle a doulrin, de coiwpirarao d i Sr Covvper,
urden*va terminantemente ao Sr'. Jerninghain, qur
tugoeritse au governo imperial a demisto iopresi-
denle, t do chefe de pulirla ; e que o Dr. Amonio
liro.iimon i, e nutro copiare ao nrgreiru fos>era
inmediatamente julgaoos, uu posta* em Ituerda-
de '. '...... f
I', ia memoraeel ola esta' transcripta em um ar
ligo de fundo do Jonml do Commerao de 2
lleiro.
Cinvem muilo que a opinilo publica em Peruam
boro seja cabalmente informada da ludo quaulo a
cerra .lu neg
fiaes jornaes -
iburaiui forma 1
ue ja
I- q
lu d Mella
sallara, ente V. >. lereben la a mu a i.flena, u
por ..rill/al. qu. ,,|M ,1,1o Mil"el Flix, e por
i-'o a e-sa- r,.u. ,|, ,,, q, ,u ,.|,|0U ,, ,.ldo
Inboual, que V. s. nao re.ebeu basarla de mun
lieilliurfl e iiiiii-iineiile ne-.e l-mpo ni lu lirado
i.aia a reserva ; | ,, i,ri,| ,, |.,p0 q, r,p,_
lau Antonia Kulin e i.j..r Antonio Jos*ctaaS.n-
los. f.i qiiem ni- Hieram o faverda me litar e a.
iniiihas cirrum-i-ii'i. nio davaaapasa ele ajisap,
a e-ta verdade altalo e alieno em Inda a parle do
mun lo ; e aqu me lem piompio para nn sitar o
quanlo sou de V. S. atlmla vem-rador e criado,
arririrot S de f-verer de 1N77.
Ignacio Coetko da Co.'/u.
.Sr.s. rciorures. K.E..-lhes o lavar d puldirv-
ein a certidao juiila.p>la qal se prava que 11. 1
Ih.1 Joo Cluv. ,-lomo Vltall-u B lelli..,iol peni lt|l
gualda da alfand-ga leuui | ,1111...> romplri .. o
1 'ade. E-le rturuineiilu uga paas* agradar .1 Sr. \.
roiniiiiiniraiile do Liberal Periuiinbnciw, ; ,-ls le-
nha elle paciencia, ja que a sua lujpruJtiici* o I......
1 alirmar urna talaidade.
Itecile 13 de feveiei.o de 1857.
Joa Aiiianazi' II di-ili...
vananeollenriqna* d-R-zenie. rir-shxiero ser-
iar, olUcial Ua un.ierial ordem do t.u'z-iro. eo/ie-
go honoraria da rwri I Capaila, 'ina io rolla fo
na igre|i matriz o S ...|i.si:S.rramena .1.. t-ir- -
ni de ...lleno 1.. IW,r.. e t-,-e,r ,ce-pr,..,,
leda provincia de l'eru-uuliur 1.
C-rtificj que leven u os iivn.s aa banMmaaa des-
la Ireguezia, uo hvro deeime qoario, a f II, 17..
ver-o, arhei o aa*eMo da lonn* e llieor Xgwole
Aus 10 de abril de I8it, nest- lualri' da .aera
memo do Recita, de aeraba leseme, o Hv Fran-
cisco C elho .1- l.einose Silva, b.plisoo apea os ..
los leos a Joao, branca, 11 .serlo a 27 dr J n.ira
desle auno, lilho legiluno de Joo Alliarano Boll.--
Iho, e I), riiarea de Jess Mafia : taram padnulius
Irancncn S-venuo Cavalranli .le Lacer la, e Frao-
ci-ca Sevariii, Cavalcanli ,ie Laceada, stidjlll
nesla Iregiie/ia. Do que man le f*.-r esle .,.-,,| e
por ser ve. dad- natai. Est iva a iiaslnas s.g..i-
ura ; por comm s,iu o cunego vigano Venancio llrn-
'"-Ser.....aeu, legi-.raram osprinei- ^^ KST
nambur.......orm^^ZZ^ qUe C,S MJ&ft"*, T ""!"h' n "ta", *"" "-
0/orn.l do Concra, de 22 de Janeiro desle v Lr ,' """"j
auunt.an.creveu um -rugo editorial ',! 7VinJ'e J,Z *"** *" Pren". fl"
lo le d-zembro de 5:1 rom a leguint* epigr-phe :__
4 insolencia do q .cerno ingle: fazendo s. loe
-He as primeiraa lefjexVx. Ivo da 2 volla que*-
tilo esligmiiiisaiidu o prore lmenlo d 1 guverno in-
gle/., e lamentando a fraqurza do nosso, ein lee ac-
redido a' preienrao iiiale/.., dimilliodo o presiden!-
e chefe de p .licia de Pernambuco, apezar de estar
reno da innocencia de ambos.
O Crrelo Mercantil u 25 d Janeiro, viudo lo-
go ao encontr do Jornal do Commercio, comparti-
dla o seu pezar. po-lo q ,- coru alguma raodlficarao:
porem no da 28. depois de publicadas as pasta* .li-
ulomalieas, prononria-se de um modo deci-ivo em
dous artigo* de fundo, dando razao ao governo, e
transcrevendo diver-os Irerh.n ,|e alguns peridico.
i- Londres como o Daily Setos, o M'nchetter Gar-
dien.
i) Jornal do C-mmerfm de 25, depon d* pobh-
eadaaM ditas pes-as, e iuio-ip lmenle ji cel-bre
nula de n. 10. le qoe cima fallei. appar*Ve nao tu
ahs.dvendo o Tiioie< de ler tirado illacoct que nao
ettovam na.* premiuat, como tambem o goverau
imperi.l <|. aecusarao taita pelo Taimesle (er ce-
ltio a' exigencia do g .vern junlez; ,. danta fi-
nalmente pr provino i/ue ogm-erna .nglez, teca-lo
pirjn/ormacSet de um sea agente cumular, en-
tcndcii poler erigir, e de feito exigi, a etamifao
re aioi funectunariot publico* de urna rucio inie-
pendenle. E no numero 26 anda Iranserejre ama
rornspo-i lela de Luli Ires, de : de dezeinuro, que
de c-riu mo he eslei| par a quesillo.
Asta* euiihecc que o (Mario de Pernambuco, ape-
zar de sua exieii-o, lem 111011 qu; publicar, e ne
ressila .1-er.inomisar suas c.lumn is ; mas lamb-m
e-lou ii.ui celo da generosida le rom qe o seu ,lig-
no proprielar o sempre se \u prestada a' ludo quau
lo he de inieres-e publico, como sem duvida a
que lao do trafico : pelo que nlo teuho duvida al-
guma em .usen .1--II10 a conveiiicncia, sena,.- nece
si lade, de chamar para as na.tam ,1o mesmo jornal
lo los os .10 lamento* e artigas, quevenlm de apun-
tar ; ali.n de quo na .eja de modo algum e-tropea-
di ou trncala a historia de Serinhiem. Ninguem
m.is do quecu daja v--la mui ulscuiida e publ-
cala. He um nutro favor, Srs. redodore, que le-
ra de Ibes dever
tote lenlo da Cunha e figueiredo.
Freguezia de Sanio Antonio (, de fever-iro de
1857.O eouego visariu, Venancio llennquvs de
Reten.le. '
* i
Ctueramra.
0tt$p9n*tnia&.
REPOSTA.
Ao tnimigo do escomalo do Liberal l'crnambucano
numero 1292.
Srt. redaclares-Se u i..beral Pernamburano
tasse somanta li-iu nesta provincia de Pernambuco ;
ue ceilo que me nlo dara mais ao Irah.Hhii ua fallar
obre f.cios repisados, de que faz mancSo o__.,,.,,,,
vam 1.1o promplamenle como elle desejava, v.....iu- go do escndalo m o ame... |'9-' Como rorn
s-conlra o >eu bemfeilor e comeCo a fozer correr essa folha he tambera lida em o.ros nrovu r,a'
as mais o lio-as calumnias conlra ell '**
nle Diario, de um modo mu. liaongeiro. ^o vapor
Paran, seguio uex-coutul de Purtogal em Pernam-
buco o Sr. 1! ipil.la Uoteira, paran Ido de Janeiro,
aliui de vi'ilar sua familia, tratar de .ua siude e de
alguns negnos particulares. .Varando estas linda*
lema* por fim dar-lbe um nao equivoco lestein.:-
nlio d
perio copia do decreto n. 1759, de 26 de abril do I jZJSJi"al *"
.0-0 ja apr.sentado
a* ordena que sobra
mermo auno, pelo qoal S. M. o Imperador, houvc
por bemaiil,irisar a eiuorpuraro de uma conipmihia
para a ciin-lrurrau de uma estrada de ferro enlrc I
ci.lade de Sanios e a villa de Juili.ihv.
Em agosto roa idei jireslar eos eng nheiros enrar-
regados das explorares ua serra ,\, moioridad?, lu-
los ,.s toeorro* de que podeaeera neetnitor.
Nao se esuondeai bilibante futuro reservada n esta
provincia, detde que for aherla a conimunicaru por
via frrea para o cculio mais productor e salubre de
5. Paulo.
Folgo por prestar a V. Etc. esta informaran, lan-
o mais anima-lora quaulo be o prestigio dos nemes
los dislinctus i.rasilcros,qoe se puzeram a frente da
empreza.
Pelo artiga SO, da lei numera 31, de 7 de maio
lo anuo prximo pastado dclerminou a a-rmhlea
legislativa provincial que, no cao de se ellecluar 1.
eontrato para a constroccao da estrada de farro de
quer na
pies particular, qjer na de empre
gad publico da nacao p.ulugueza, que tao digna-
mente exerceu o cargo de agente consular em Per-
nambuco.
lallereram durante a semana 33 pessaas, sendu :
livres, 2!l.....leus, 8 m Hieres e 1:1 prvulos; es-
clavos, 3borneo*, 5 mulheres o I prvulo.
PAGINA AVUL&a
ISffl 3S'd\i
lemos a alisfarro de coininauicar ao publio,
que s. Esc! Kvni-. u Sr. hispo, se Beba realabele-
cido do ncommodo grave que padeca. A Provi-
dencia Divina, que s-mprc vella sobre a igreja per-
nambneana, nloquis prolongar por mais lempo o*
padecimenlu* do aeu virtuoso chefe. S. Exc. ju sa-
lle a ra : mil paraben aos-eus innmeros e res-
peilosos araigni.
lia dous dla<, roiistou-110
ra que condazira carne para
minio* dej
18 a 20.0011
gada em ol
banitaira pr
A rivali 1,
se anda na
.nenie ne-ta qoeatin.
que uma carro-
arougoe, quando
S-nlos para o Interior, se providenciase em ordem vollou Ira;.,.,, nga -abiamo. para onde, um niendi-
1 que a ile.ppza com a linda da respective conlrato gu leproso! Ksloralmenle aquella canora chegad*
-e reslriogisse a de-simples conservaejto des-a linha i ao seu destino, na.i' e lavada, e no oul.- dia coo-
pera dar transito. jduz carne no metlTM lugar em que esleve o le-
proso !
Admira a -olicilude de certas Ihesoureirus de
irmandades e confrariai, quando murre um irmao
Techo tentado, mas ole aqui em vio, fazer cun-
ervar-aa a dita estrada por arremataejio.
IVesse me-mo aviso me comiuunicau o Exm. Sr.
minislro, copia igual do decreta n. 1,71,2 de II dalrlc.! E*:a.lali.a' o'd.^nVwde'll"."'^."! morre
malo dome-mu anno, pelo qnal houve por bem S. I om irmio pobre, ludias, consta-no. qm
M. o Imperado, permellir que a navegaCo por meio | iowpolto, dentro de urna casa, .. ca laver de
oor.eni.e os porto* da corle e e c- j ,;,., pobre da iruinda le, e o Ihesoureiro
provincia de Sania C.tharn.,*ej. p ,..,., dliendoqoe lal deshumanid.de
Meara
um ir-
lescul-
era occa-
sa qeem tasse litar a
guia competenle i\o se pode er pobre, ueui
lem do I111111.I0 !....
Novamenle pedimos aos Srs. fiaeaes, qne facam
lado do i isterr
lilla (.ubis portos ii'.'.ermediariui de Lbatuba, S. Se- -1
bastiflo, Sanios e^goape, desta provincia, Gcando
assini ittendid a reprasrnt*(flo da assembla le-
gislativa] provincial rfe 2! de abril de mesmo
anuo.
Inspectores de estrados.Em dala de Id de de
tembro ultimo exUi dos diHarentoa inapeeloi de
estrada da provincia informarle* eirenmstanciadas
da >ea estada, rom indicacio das providencia*
que. em seu conoc lo se deviam adoptar pira melho- I rei(Ao los r.i
ra-las.
Mai.d.i eolligil as inloruiroes para serem com
e-la expoMrao presentes a V. Exc, alim de delibe-
rar u que parecer mais conveniente.
, Continua.)
Ileiu que o amerito do imperador Francisco Ju-
recoiiiie.se o diteito do seu visiiihu ao principada de
.Neufihalel, propoi todava qu* o negocio fo-se -ub-
mi-ltido a deci-ao de urna conferencia, mesmo an-
tes de seren us presus rentistas postog em liber.lade.
Ma se limitando a isa, u (abineto de Visnna nro-
curou enibararar qoanto Ihe ful oissivel a mol lisa-
C*o daa trojias pru-sianas. esigiudo que toda- aa "'-
gociacdes para 1 marcha das mesmas, pelo territorio
f-deral, Io.spiii sulimelidas as dellbtracdaa do Bun 1.
Parece qoe este prorn,lmenlo da Amina se fun la-
1.1 Uo*receta* que Ihe inspirara a derleracgo talla
,pelo bira de Manleullell em um de seus despachos
de que o aiercito prua-iano, uma vez, puslo rm 1110-
vimenlo. teria que rmiibaler puroulra objeclo que
nao a uherda le dea preao*.
Lina correspondencia de Vieuna, annnnciando
coma piovavel que OS diplmalas, procuren! regu
lar a quesillo de Neufchatel antes .a reunan d< con
lerenc-, ,i.z que a poltica do g.verno autlriaco te-
ria a segu ule :
I." Se o rei da Prussia pablir ordem para a
roobiliSacBo de suas Hopas, a Ausuia tara' o que po
der para impedir a marcha della- pelo territorio fe-
deral.
2. O governo austraco err.pregara' Inda ua in-
fluencia sobren gabinete de Iterlim para indtUI-lo a
reiiuuriar sU,s re \amtefif sobre Nanfchalel.
t." S* a Prussia propozer, qu um representante
da eonfo.leracjio germauiea lenlia assenlo e vol na
conferencia, o g-.verno auslnaco nao sust-niara' a
piopo-ia. pela razio de ler tdn o Bund, sempre re-
pre-eiiladn pela Aotlria nu pela Prussia, quau lo
que-lo-s de importancia eoropea sio discuti las le-
las pol'-.irias.
1." S- 1 inileprn l'ni-ia ou nao independencia d
.\eiilrlulel dever ser delermiaada por voloa, a Au*-
iria mu provavelmeiita votara rum a Franca e com
a Inglaterra.
5." 0'alquerdeiiiuiiilracfi.i hostil feila p-li Fran-
ca coulaaoreida Prussia s-ria um erro palilico,
puso iin era.lor Francisco Jos rouher* bem os de-
ver, a que be obrigado para c.,111 -cus alliados fe-
.1.1. 1.
0 imperador da Austria achava -e ua Italia.
1 ral va-se nafra vez de
dos in-ii..... cii.i. renda he de CVor. ,a"lu do h,sP lle -Meaux, seu superior eccle-
I--| reo.I 1 dev' a' ser empre- i "'"."c"-
.i lade eiu Ne batel, sendo a ^ma carta desle ultimo, dalada de 10 de tavereiro
listeada em 111 osci'sta'.los. de ISil! una aosiuloi, mo-ira qne par eonaidera-
Auslria c russta moslrou- '"' v"" e" areebi.po. Verg-rteria chamado
oulra wz a diuces-, o que leve lug.r cun efleilo aos
12 de mareo do mesmo anno, sen lo elle nomeado
roadjnlor da pnrucliia ^e S ni.
T davia novas escndalos cliamaram sobre elle
iiuvos rigores. No priurip. de dezembro o bi-p de
Meaux sosp-ndeo de orden* o acensa tu, senlo-lha
esla m-dida annunetada pur una carta datada de 2
! o.- -ii.ii 11.../, na qual anda se Ihe exprima um
-enliincutu amigavel.
Oulra caria du bi-p de Mmix ai arcebispu de
Pars musir que a inlenlief*. fura lujilada em les
causas : |,a A publiCarjg 1 de uut i li-llo famu-n su
hre nina leri-ao d 1 tribunal d >s jorados de Melun.
2.-' Serm."i-s pregados por Verger at paroclua con-
fiad* ao seu rui.l 1 I contra o dogni 1 d 1 iniinsruladu
C"iiceiCiV.. 3.* O .descob'iiii-.iilo de. um opusrulo e--
cnpio intitulado Testamento rheio do violentos ata-
ques obre os dogmas da religio e conlra a dignidu-
,te da disciplina acclesiasliea.
Vereer jiarere que irlir* de Sai vis p.ra Paris 110
dia 25 de lezembr.. Elle allinna que viera pedir
ao areebiapo para remover a seuleitca de ini rdie-
r 1 que contra elle prunonciara o btapo ds Meaux.
-rre-r-iilando que a idea de v:nga.-se por um ru-
ine lite entrara no espirito no dia 2 em que um in-
dividuo que estivera com o arrebisp lite asSSgnrara
que -sio ngo removera a interdieggo, neui mesmo
alten ieria a sua defensa. E-le indivi luo be Mr. La-
gentil, n qual ilepn* em juizu qu- linha declara lu ao
arciisadoque em su* opima a inleiuirro era jus-
ta ; mas que na Ihe ditera que u arcebispu o Imito
con lemnado reculando oovi-ta.
Cnno qu-r |ue seja, o p.opno Verger declara que
desde e-e moinenlo concerlara o plana de urna
alrz vuiganra, sodo-lbe I .miliar a idea de om a>-
saasinato.
Ein um dos seus idlerrogilorios, confessuu qu,
em u aun proslmo posido, d-polt que fra despe-
d lo de S. (i-rmnii d'Aux-rr.iis comprara uma la-
ca pira comelia ma'ar primeirameutee arceb-po
e defins o abhade Legrane.
Ao* lies de j-ner. da do crime, pelas du-s llo-
ras, Verger tai a' igr-ja de S. Tienne du Moni, I--
va'ilo ruiii-ig.) sua faca cdala. Elle rousullou pri-
meiramenle a lista das ceremonia* do dia e depoi-
coliocou-se junta de um banco, com a intentan de
1 -puii'ialar o ari-ehisoo qu.u.lo enlrasse para ruvir o
una reroitciliaco enlre
mas
1 ca-
--------r- .....v.-ermo; porin depois rell-clin.lo que muilus do-
Irsarniarecer, porque matos tarem, esas malilhas ':"'" "'' x lc,,,r Enunanoel, e ate h padre* tmham
de cu--, que lo i populacho um eipeelacolo verga-
uno. Arabaiam a* as cnrreicae* de animaes pro-
hibidos. Verdade he, qoe animaes ha, que ogo seo-
do prohibido*, devciiam ler nao poueat vezsi a cor.
PBRP1
"*nnrt
RECIF l i)i: FEVEREIKO DE 1:-:,7
AS G HORAS DA TARDE
BETROSPECTO SE1.UU.
O estado miau da ridade amuaeg
.-..i.'ad-vei. A tabre ai nena i,.,,,
Uraiieeitos, que ebecam,
'- ",......11 lu nata"ci-
,, m arrabalTe*e Interior.......I
tu-.!-':? a lllma. cmara municipal da cidade
de O dula, q le a bem do publico, mande correr
uma estacada e fazer om aterro ii margem du rio
em Beb-r be, 110 lugir do Po.lo 11 Ma lera, onde,
c-.tn o eonlioua^iio do embarque da lenha, os caval-
los oscanosl 1:1 rebaisado o terreno, a ponto ne
o rio ir iii-ii irdar par* a c-ir id 1 e alazar um pe ia-
50, a I III ., 1 i'ar-se rom o riachoLava-Tripas,
e dar a agua pelo meio da barriga de om cavallo,
li -au lo a-sini a dita estr* la inlransilavel, sendo rsia
.a unir quo e\i-v de Bebtribt pora a cidade de
Oiinda, 1 ill -, a ii gran ;.- qoem e-gure que o duque de Carianan tara en-
viada p-lu -o.;.ni iu a :,.|i --n 1 comprimentar o
i.ll'lioito.
11 o lio porem que ., \ulria 1^:11 a Sardenb* he Uo
grande que mui provavelmnlo nao sera po-*ivel
oulra cou*a seaa umi reconciliaran pro formula.
Tinhitm Ch-galna capital Ua I. .'uih.r.lia o, airln-
duqupseriiando .11.x e Culos Luis, rtngoa do im-
I......>:
A Cazla oflicial de Varona de 13 de jane
Mica a .eaninle cari 1 a Bnad 1 pelo mesmo :
Ciu. F. Id inar-rh .1 c -ule iladetiky Lincedo
pleno peiilao ao* :l2in.|ivi.i:os que. estando Alisen-I
I le*, tarara coiivencidua em Mantua de alta IrairAo. ol
o Seguera os 11 une- dos pedoados.
No.no 12 lopiesado an .i-...!,.,,,,, .',, i deviam
! t lug r em N p de. grandes testa* e bailes, mas a
nojiria .1 ass .ina'o : arcebispu de Paria taz lal
impie-Ci naqoelta capital que nada disae 1 ve to-
ldo leo* c )lr gas de estado, e que re-
10 pu-
iiii'- 1. 1 manilo mal* grande* dainos, lano aos
fetoalBu*' "; r',!';! "*" Purl Ja 34aei"" wane) a quem pes-
r. tachan le s. nl niearao 11 ib -alto
! lavia nu paro !. uve unta g......le reerpecan a I 'pn.t omifi'us. Huiro hori-m quem -ni
aos qu-P.iiw.i,,, pr.-en e. toi......imambrns do c.rpo aran e venero, dnne lamhem
lipl iiiMliro residentes na ctate. A fragata ingle-
si na dita -Irada. "Malacraembaudeiiuu se e dru Bina llva
rMdeOlindaeBebarlbc pedem-aos 2\i^ ficr- hir de N.
de
ruiihecen Ii-o po t*n;nn Impedir n e\e .ir.t-i d
pUaio. lU'u-m ti banco ecolloeou-M <,i nnv, B*il<-
v.i all i|n.iu 11 menino ni^.ir drenle io 1.1 .1 cereminfi. Vor fim -
bro h Utn, nrculldudo-adc IIj^, Al que a viclmi;.
;iirti\ ruou-se.
" >A. dei do ai atipe*., di"- \o malvado, hms >s-
loa certa ue u pruneiro pro-luzio o elVeitu ^le^e-
j.n.i.
I'.i-'Mil.I '--.' 8 OOVlr a-i h'-l'"i;i(i;i .-. ti* ict*Dsac*1i,
que eram :i.i, or lenou-ia au iccusdJo qu- se lo\ U*e.
Elle [ erfzaiitnu ao presidente se poda hier orna
i--prvac5o no tribunal i> ao jor\. antea qo* ai ;.'-ip-
munlirii ciii.e'rii.-ii'm i lejiur. a re pon leudo aqnell
qu 1 nliJi liberdade de o fatT. pronancioa em mu
loin *!? nnej! imiieraiivo se^uinle p ilavras:
hai/.en I9*ero|osque um* aeriapalavr*i rui|pro-
iiunriadH jior U'n liomem. mmis quo um honaain,
por Ctirilo, <> liomem Deiw, elledH-e : i'*u vobi
Ijcmpire t*c*t 11
euteuJer por esi.t-
nio
e vfiiei'i,
l;ri, 11 1] 1
(levfMiin*
potlo qute,pe,ecoi,s-gu,t que .Igom*. parte. i.^E^Ua "m HlC, Zoli^ elTmet'" """'i'" '' '" P?"-"^ O .rtfc.ro a sabir de aples par, Casera. ,,'de^eiia ^^^et^Joi:
edade sejainsuppiias de ag. antes mesmo de <*.....rv.m li.....!-:- M >,) '.....'".......... r.c.d.m.nl.par. ,e lem..rB,o.,por intermedio O a-sas-ino do arcebis,.....- Pan, fu, rondemna-! *Z\T^ "P^,,. ,, a.-cHado cmUinou".:
ruucloiro reaervatorio da ciuade. A*uon.i.w i. -. -.i. de ul ,.. .1 .,,,, ,a, ,, ,. ""'' /"o*"", -lira de que o governo da provin- do a morte conforme a ileci.ao dos jurados, ir,a- j mes., lom p.,r ai***Ni t-inpj, .lerlarou que d.Iu re-
Ugo que o governo .dqulrio o le, reno p.ra '*" "'" : |wl"" '..........: '......' '" '"'"....." '"''' r.......!"':"-:" a rand nlilidalal" T' ">i.o., i ,ie i ,..,i,o p.ra o qual appella- pendera a nenl.....ia quesio, e protesloo contra a
r^lart.,., abr .,.- ,<*. liv?rm prl0. | &?*'' ''..........e ...... -.........< ^3^ ^ZZl ."Lt I^S Stttfc V*!* ^SX^^S ^Ta^ia Sf fe
, uno.ar: .ier.be, por deniro do pantano, como jai lo universal foi o enlimenlo de desgojlo e horror procura lor geral jolgouI necesario reqnerer qoefos-
TvTUTn^DtT
gra ioveja ? Nao aabes qae en ala sou asteaste e
que nunca contribu para lirare quillo, que eu
nilu poderla dar E par* que, pe-le malicia, m.
queros assim lurelcar ao reapeilarel publiru .le Per-
nambncu, que me Cenhece, quando dilea qoe na.,
levanras rnoseata corn recro uc ser. pa*sado para
OUtra Vida .Nao ; o leu rerei,, | ()U|ru: a ...
por cerlo dar a cotthecer o livi io semblsnia do de-
tractar da honra alnen. Tu aia ia traas para o cam-
pe a la histeria de p-lai-s. e novilha, que dizes
rio nieu amiao Sr. .Manuel C irneiro ae Fieila., e de
l;uacioC..lho da L sla ;e por issn me obrieas a
i-lubir o o alta qu-in soberaoame.it* d spreio
ao publiro, a qu-m re.p-iio, as pnxa- conlra -
liimiua nos ducomenlo. anaixo Iranseripto*.
DiM-me.ora,es, ou na* .il caluniniadur.einen-
liroso '. Co......uas o leu aranz-l dixen lo que eu i.t.
salu da \ tcioria es a (ua Invoja un lempo do cito-
era nio por coragem, e sim por hltar-me para ende
" Ixi-oui teu-li-?
Nlo abes que lenhu lilhos. e genru no Hecife e
que este* lem caas, e que e-lasc-lavam ao meu d!s-
p.r.S- eu, come tu desej.vas, de-amparasje u-
\ ictoriense* no furor -o cholera, quando -lies m....
carrectam do meu raco iiuxtlio, com ratlo seria I do
por mZ'ala. para que le cansasen ru-biscr no IA.
beral follta, cent., mira!'Debat sao o. leus e f ir. t
para privai_-me de* rlegio* tulle merecido* de le'la
M"ine grana de.ta provincia pelo mea comiioiU-
iiienlo. '
Deaprezanda per lano ludas as invective, desse
homunculluiinmlgo du escndalaqu- como elle,
muguen lia mais escandaloso; c rio de que o respri-
lavel publico me far-juslie. Unto m.is, quanlo em
outras cerreepuodencal ja teuho refuta lo, o que u-
mun lem dito : pr,.|-.| nao perder mais o precio...
lempo ein responder as suas iilepci-s.
(encino, s-nbores rededores, pedindo-vos, que
vm dignis le dar pub iri lade a esla com os seguiu-
les versos do poel- Venusino.
a \ iritis uiiainasiiit fulgr hanoribnj ;
.Nec-uir.il, njb po.ui s-cures,
" Arbitrio populan- aune.
>icloria !> de f-ver.iro Ue |8i7,
Tiburtino Pinto de .llmeida.
DOCCHBNTOS.
Illm. Sr. huii-io Ciellm da Co-la.Vara iu-lil-
car-me pranla o publico s me f-/. precian, que
\ S. em abono la venia le me responda .10 po de-la,
qumlo foi, qu, para ser pas-ada para a reserva ila
zuarda nacional, deu-me qoarenla mil rei-, c..mo
diz um anonvmo no l.tberal Perno nbucano.
l'erinilliia que eu I ara o uso, que me coiivter d..
tuare.po.la. Ik'-e.n-lh- a im-lher saude, e 9.IU de
\'. S. aiiriiri.,.. venerador e --rvo.
Victoria :.l le jan-ira de 1857.
Tiburtino Pinlo le A'tneiia.
|llm..Sr. Tibortinu l'iutodeAlmeid-.Eunolera
po em que era soldado de ca vallara, lm prevneleve
urna caila a i.....i favor do alteres M.......I f'clix J-
nior a vota* senhorta, p.ra minlia Hollara, e V. S.
com pooro ollou-rae; e na meams hora o fallec lo
caoiil Manuel Carlos den me uma orden* p.ra n -
librar .eus oda lo-; er. ea /.a.,a lo .;,s-o i,ve i enn-
li.inra le nfferecer a V. S. jflJU Ul r-i. : e V. S. na .
me aceten; sim re-pan leu-me, que en requeree en
(alieno; he que en telilla a d /er-lhe: o malasio ca
tullimos.
Aqu -*l ,u nrste logar pira o que V. S. preci-ar
lesie sr., alenlo venera b r e ser o.
Barreiroa da fev-reiro .le l57.
Ignacio Voeihn ia Cotia.
Illm. Sr. Manncl Cun,.r.. de Kr-lta-.Appare-
ceuiu no Liberal l'ernambucanu nina oreapen len-
ia ..-.|rii.i -n pelo(numen du esc-nUaloem que
-e di/, qoe V. S. ni- de,a :!) paUro-a e urna
lita paras.i pa>ado do aervieo activo para* guanta
ii ciu, i de reserva ; pur is.u rogo a V. S.. qu- em
.bono da tenia le me raspn la an p dcla, -e ron
cileiio, te deu este fsclo, fazendo en a uso. aastme
coovier de sua respoala. Mallo estima a sua laude,
e de sua Exm.' familia. Sou de V. s. anugu vene-
rador e criado.
Victoria :0 de Janeiro de 1857.
Tiburtino Piulo de Almeiia.
UA CIaIIE l)E UEOS NO Xl\ SECLLO.
A Cidade de Deas de S Agisiinko, nova ira lorrflo
de M. Emilio Sanaet, com uma inlredoccli .-
olas.
Roma acabava de ralur a..s golpe* d'Alarie. i >.
paya -. huuiiii.....- e desetp.radas, vinz-vame iH-
(roj-nioo rlirialiaiu.mil, do ultr-je leil.. ao ame
loinano. K-vell* lo p, ,oa i.ijuslica. abra...!,, rm
i-lo pela ra-a de e..., gr.d .1. !, .,,r da banda,
anlo Agosiuiho, pego*) ni penn* para reepnnder a
-ua- Inaspuemiat e ronfunlir tu-. arcu-.r.-. Ue
o proprto sanio Ago-tiulto que as.im no explica h
eccasulo e o assurnpto da Ci lade de Dos. Oue oc-
catiao, equeasjumpto Huma iiivait.ia, u (.azi-
m-ino imputan lo a le nova'esla derradetra queda.
esla irrepatav-l derrola de todas Igr.atizai I
passado ; o rhnslianismo refenudn a KM lano ...
errosa luda mi|l*ae*> anisa e rp|.nn.lo ., .sta eida-
de f.aail, que s- prorlamora eleiea, i.u'ra r dade
verdadeirantanle el ra, que n.io deve eompiet-r-,e
-Cilio nu seiu de tleo, mas que rom-ra ja aetre a
l-rra na olma do* que ciein e dos que" mam : ei a
Cidaic de De *, qoe devarta er um de* aataj 1m-i-
loa litro* io mun lo,, a ftetetrfm d'arie aaataazsMt-
desse -empre a' iiran lea .lo |>eusaineiilo e ten m-.
mo pensaiiieolo, ne.|e* lempo, -le .iea.|re, e de-
lrai(joes, po.l.sse alimsir a luda sua ratea, E n-
trelaul i, por imp-rfeilu qne .eja. ral- Itera he tmd*
oin-us on-ideiavel monuin-uln ia piulo o,la cliri--
hla dos primetre* tealea. a obra mak vat* .- a....
elevada de sauu Am.-linho, dinamo* mesmo .
obra prima, se e.le nio heuvesse escnplu as ron/i--
soes. '
E-le Hvro, lie celebre ua tradiciln rliri-ta* e atol
piiur.i |,,| ., ,,., .),. acaba de >er .ladn d- no-
vo a lllleraluia philosolibira e lelil,, ., ,oi M Emi-
lio Mlaael. |) U.ajw ,r i,,,,,, ,. ,, Cul|1,\, m il|(_
hruldalet duin team un-ual e barbare, em qoe te
une a tubliiea a oalu.alidade, a d-rlama'a a
eaenria, o mao gavia a' eloquenna : eia- riaV-atda-
le elle a* venc-u com felicida ie e em un.. Iinaua-
gm nobre, ele ule e preema, soube verter t..i-a e
hellecas do amor original e mmerar ara* d i'-u...
sem todava abandona* a ma rermpnlK* esarii-
>lt. Aanm coir.prehendid* a irado-r,i h- ,,, ver-
iledelre primer il'arle. Era e parecer.!.. XVII **-
culo e sena nu. la o no.ao e na houveen..M per-
tliM o sentimeiilo das hellctas da* delic.delaa da
lingu*. A iradiircau be para a invencio, ri que h-
a aiavura para a punir i :. rio inferior, ai a me-
mo he uma arle, eir. qoe o arli.ia p i le de-env ..i v-r
as maio.es qualiilade, e rlsnmas vete, forrado a a-
rnbiur a r.r, tabretabst p^l, firm-i* du leaei.bo
Em -ua inlrodurnlo. M. Em.li.. Sal nouroin nula ?a^.cidade as ungeus phibNuuhica*
. o chrisn.ui.mn de sanio Age-I.nho e -. all.....ue-
daa deutrtna. platnica e cl.ritia*.
He bello ver a scienca philotophica apohc.r-e a
uileiprelarao dos erantes Man .minia, rehelean* e
Irala-lo- ciuii e-la rnlica laaptrwal e elevarla que he
I ata*. Domis na he est, ma
va de rei-uiiriliern mire a pin
que cunsuiem em orcullar a
..utr.-i h- om i nobre e m-
s ut principios rominua*, ne-
a h* estafas, nem s-it... ncm
u le e universal piulotoplm d..
hul.r
leslas riauaes t-ul
lotepb.il e a rli
l.au.leir.i de nota
lencenle p-squ./
la -llura ein q i.
sysl-mas, mas a .
genere human >.
.Nao levamos por lim vollar aqoi a qo-ioe- qoe o
nova int-rprele le-auto A..-li.,ho n .. p rece li- ver
eegol.ido ; ma. releudo a Ciinlede Den*. P.i- K.n.
le uionuinenio da an.ia...,|.,de rhr.tia- julsamo*
apandar s .h a forma (he..|o.,r-, um-que Un el rna
e sempre pendente, sobre qu- te tu ida a ph-l -ophi*
ce me a Ideologa, um desle. pruble -as umvefaet.
une nunca deixaram de uleieau. e inquiel-r e kaj-
maiii la le. A i,tinrr.ie .la du cidade-, da ci.la-
de do reee da ridade da lena, nao h- smenle um,
idea curiosa q.i* te .leva indar n. lu-lori. ,| ,...
rila human,,. Ella ma da a ihav* da bataste*!
m.ia-idade, e da dos lempo. m...irri,os ; p atsjaata a
qu-.iao q.i-sur1a,rnle -eagu-no lando lado*
" """,- rev.lur-.. Ella anda 1, -,,- ocropa t
lagar constdenvel n* aapaeaa>ajta i.l.il.i.oplnra e
recenlemenle um esrnplor '-i.tinelo, sem h.ver (M.n-
-a.lo.sejunlo lodas as apnarenei, du. cida-
des de S. Agosiuiho, .chava m-ie aula onitmo de
ceo e ua Ierra o as-umplo d- om livru cu ie-o. I'er-
lanlo, nos netas pauuias rpida*, qa-renaini-, ap_
uhar a idea fundamental .la i idade de />.,. tena,,
s* as applicares na historia e em i.....aptnha,
einluii, |ulaa-la sesundo o. priucipiosr d'uma sevea
phili.sephia. ,
I
O que inspiroa a obra da s. A.iKliolio, foi a idea
enliga da ci lade e da patria, que ra a testa da ci-
v li...rao .los aunaos e em lomo la qual vinh.in gtt>
p,r a reliciao, a nee-ia, aVloquencia. lo'. or-
dem latelleelnal e mral \ p,,0c.pi.. aarvta lam...
Cidade*, qo.iil.,. ,it villa-, drpri- -un. se ri iade ludia
ah Tin ledas a* oulr-s as-.iran.le-a. pon-e a ,>..urn ,,v
goza de seus p.ipnu- direie., p.. ella aeaaaaa Imada
Bablda sob a Jago, a' aaillga ide. da cid-de iu,h*
occe li lo a idea de imperio, ela m*a-l ,.a uui.la.in
qu-enrhia d'o-iiulho t-dos q i- easjartmaa mk
matoso jago e confunda de r -leu.. ,. oelle- u.<
masque -e aprr.-i:i.,, erra abala-la; m- rete
va.|. eorpa l'uha emjne urna c-h-ra, a cidade oh
evrell liria. Kollia, a ridailr rttrSf*.
Ta-s er-.ni a. zraedea lru;,r-ur i., aa poden,-.>
Iradiajjta, -s rr.-nras enraiza a. que a* lamtjj i.,-
Iiiib.ros vi-iam .1iroir un letZMta n.-.m i doliinm-
phu do rluili.iii-mo. llalli vem que os Maaaaasa,
para quem a unida,le e a p-rpeim ule dr seu im-
p no eram ama aape ie .1- rali ia, cniundi-m aa
so e piriio a que, do Imperia rmn a cli-^o i, do
Chru>!e. H'aiu el.s qom**, e-tVi-rr.....
que iiill-inm uaiii .. zelo de mata A:n. inh
m > a loiile de le M- r-i
preatigio da ri
volveu seos ataque.
d tfaiendo -a d
i., f ili-l imeiil.. d'um.ci aie Rtau >-la. que.-cm
litlinec da r ame*da palrM, abrarav. o,.,
..- que r m no m -mu li
ti hvro ile anta Agestir.be lie om e'.qaenie
e apaixenadn contra a ei le a da lena. Eli.- o
chama a ridade d ni ,| a rii.de de e*.ba
la-lhe Caim poi fu-der. Abel tvt rentr..rb. he
i fandador i rl da da reo. Cata .ali ...
uma ri la I-, .- Abel ni. r,|.|ieoii ueiibiim j ere
.-.iangriro n -le ,, i ; a rida.ir do reo t,.i imii
re no sobre torra; .. nd d.i i. q- re,...........
no peiearinoe, niUinraiim com .. l.ih a* n.i i.-
11 rr-sire e r-p-ram ten ir-uin, qoe e-la n- er. I...-
I mu iu la a- ci -i ,i ,., i, a-.iir., ,ia r.,i.,,ir
lerreaire se linham d, .Icaraatnrl intbb em uma
-o-ied-di-, he -i Roma pea :' -- torna Canta
llotnVZa. ^,-::i inv. I, .,,, \-. .| ,1,. r- n'.-r. -.J.
gillM* virio,le. na |,i ,,,..,...,. ,,.. | ,.!.,; !,,
roo, compl .i ia ., I,..; ,,j ,|e .r .. < > ui .-. \|. \ ,|_
- | .man dioef-figrithiMMintMite ejttea f ,*,/.! r ae / -.
lie .1 erarlo fun-..ie .!o ni,peno i.....a,..; Bao I.,.
uma oraran luorhre, ana reir o erdin ne. no li-
onjeia sru hroe. C*npare-ae io. r-iolel,.. rfe ule
| Auuliiiho Sobre os roiiiai.os ..s do diacurto !u,.
1 a Malaria onivcr-al, e jmalmenl. lii-j.ir-.ir |ieln
pensaii.enio rhrHtta. t.lu^ ptadaiitta .iiil.......
Aqu dos horrores que pode apir-teiilar a histeria ro-
| mana, come lo.iaa es hitinria- ; alli um ralodn in-
I telligenle.seno e syropathico das qualidade* que lue-
.arur.,
r re-
qii ix en raja. t.an e
ida ierr--ir., r.u caara rlla-q c rile
. e sMirc as mua te.l ida r
Inda, a- |>arle- em | n, e-l brler-u
ILEGIVEL

/


MAR K01D PERNAMBUCO, SEGrXDAFEIBA 10 DE FEVEREIRO DE 1857.

rj
ra n da pavo nHM. a prnneiro p ,vu lu aiuner-"
aqu uin dupreo eiua-ralu di eluna Intuan*, que,
tu n,i 1.1 a Mira, l.a.i-f irirurM o m ni lo .-iil uin uti-
ineiHi LMiii ni ; alli urna ataSiracA'ii t-scl.recida da
Bruira (le Ruina ; aqu o juila, ni.i ihrei .i'.iin
bisp i, m* d'uin inunde coiilemplalito ; *lli wjuizu
de un philunuphu, de um bMlenader, do uin puti-
lico.
lnimigo de R.ma nn paado, nAohe para ulmi-
rar qu- Soitu Asosltiilio s* m sire palien cuida in-u
de cu triste presente, de *pu ..b-oiru fuluru. E*l*
rala-liuplte da lomada de 11 uu.i. Que rtovatia f.uer
nuir de veruoiiha e esmaltar de afU ejln quirn q.n-r
que alada cm-ervame a menor lileiid.de ao Dome
rumano, inspira-lite sem dnvula ucn cerla coin-
miserara p ,r,i com a deirac;HS ni lividaaes que
ella (traducir,; m nlu lera unta p.ilavra de emuca...
de Miar, d frutee* p'ra ruin a m-sim K ho.i. e*,.
n dir nciun i orrupal.i P'l > Barbara! r-..t que ap-
pareca ,un Cimdlu a uin Manll pura liberta-la,
nem para a eivil>si{is inaaniliiM, que desde aeCukM
re|.....v i -,i;i as a/as .le-la inau |i.>d-rusd e re-pei-
ta.ia. Btlia do* B ruara*, aaja subtlituidii perl*U Rreswira*al-
ia a (iniravel *y*lerrn de leu que lacia a gluria "le
Ruina, enlurperninsa pyr .armo* a* I lira-, a sr.i-n-
cia, a pliilusoptna, desvanet;am-seeinli illusoes da patria rom as ultima* illiisoes da ll-
berdale, nada disto perturba o espirito deSn-
to Afuslinliu. Cninlaulu que a cida le .ma pro-
sica un peregrinaren) alraaei dos arcideulrs
desle ni ni lo, cumlanlo que ella au perca de vi-la
seu eternu reinu, qm imn .rlain o* de-liuu* da cid*-
do de Ierra, qiie. na habdilads pM corpas?
Ele desprezo eiagerad., da cidade lTre*lre devia
ter couseqiiencias que o ine-inu Sanio Atfusliuliu iid.i
anlrevia. Elle nos reprrseula a cid* de Den en-
corn eatraaBB ra e vm:-ir* ne-te mundo, tai pediudo
a |ia e a seguran,;* e*ii prelendendn a realeza do
e^o ; mas n-s(u il"-sj|ura > universal, a cidade de
D*os, islo he, a igrej*., nica que p s*ue urna i lea
mrale miniare urqaauaeau, e\leudeu ponen a
pavea, am imperio IrausCnrmou iii*eii-ivfliiieiile a
sucied.de civil e publica sm unaae.n, ein primei-
ra lugar pela per*u*-ao edpoispU luUridaile.
Ella enraizuu-se mesmu na cidale di Ierra ; a Iqui-
riu'b'ii*, leve sol la tus, aapirou aberlamonle he-
ranc.* do imperio roina-io. Quandu se Itie di/i*
i que alia nAu unlia nulo para er serv la, mas
pira servir, que seu remo nSo be de-lo muudu,
que os principes .la Ierra dnininam ubre as ih-
O's, mas que a*siinse au da eulre us lilh 'S de
U'os.que ella n'.o fui esl.belecida para f*zer par-
ir lilla- que emlin lie iiii.l.r d.r a Cesar u que
K be de Cesar, ella responda .( que lie ni*!r d ir
r* a II o que be ue Dos, que mais val nbedecr a
rr eus que aos li in mi-, que ella era e-l ib-lecida
rr par* b^ar e para rl-shsar e que, emnu ella juleava
,r os anjus, hem poda l imb-m ju'Ear as cousas se-
' cutares. Emlim ella pretenda ter retebidn ple-
nos piieres de Jfiu* Cli-isto, repreaeala*ia esp-
rilual e temporalmente em luda eileusAo de seu
poder.
Eis a historia ra meia-idade. D'um lado, a cidade
da Ierra, esrrava da for^a e d* barbaria, q m-i sem
artes, sem letlras, sem IR ludria ; ma- ji anmala
tl'mn v->2i, insiiucl-i de independencia e c^da rjia
na eclareci ia aobre seafl di.eitoa, do outro, a ci-
dade do cea. uuica nrma.la d'uma forra moral a ci-
vili-, i,.|-1, um -.. que poss.c a sci. n.:ia, que in-pira
a arlo e a pue-ia. mas que resninae a eWale da
Ierra no riretihj d'u n yslma iinmovd.
He no XV e no XVI secul que o .irama e de*-
fecln eui taaiagea para aci.la.l- .la l-rra. Tres ou
qu*iro factua euaaideravaia aaxnalam e-larevolu-
c4u: a er,u i-^ desiuberl.s dos i.-avegmiel, o e-ta-
beleciinenlu das mjuarchias inn lernas, u rena-ci-
menlo, a refofina.
En prun-iru lucar a cilade da le.a aprende
recouri'cer seu iraperin ; cmn Cdombu desrobre um
iiuvo ciiniinenie ; cm C .perineo e (jsldeu, onlie-
ce a derrua queseen.' noesp.r^u. A bus-ola eo lo-
lescopio lite da jo meiu le Kuiar-e em seu* pr.prius
duminios ou de penetrar nos mundo* que a cer-
caui ; pela ni lu-lri.i, emfi n, ju I ida ih *ciene lertM-aa senliora da naiuie/. i. A polilla de seu la-
do, depuis de haver lula lo doriile a i l.de media
contra a Iheocraria, cll.ga ouiliui a fundir o* esta-
do* modernos fora da supremaca de K mu ; mas.
como Inda* as revolucoes, est* *epara;a i ua poltica
e da relifziai leve seu* eicess *, porque fez-se a
cusa da moral. A pdici de Ma.tiiav-I sub*nluio
Pr lum tempu a de (iresprio Vil r Imiuceiiciu
III. O que ha ain ta e*le aran le in .vintenio d- pen-
aui -nlu. de uaacinarajlo. u'arte e de erud c.lo que se
r'nu i reo i.ci.nculu ".' i le .i re.-u- i .-H; in .lo epinlu
p .-."i nao quero UlUr da idutuina pieia, mas de
sii.1' inspirar_'S das enltin-iil. 9 aeraes e uuiveraea
da liurnini.lide. Uanls, eis pu'ta do co ; o Tas-
so e o Ariost, eis o* poetas d* ci lade da Ier-
ra } Sanio Tlunn/ he o pliihi.ophi) de urna. Mnn-
taigne e B.eun silo o* phil i*opb >* da oulr* ; ri'uin
lado Ciinabu e iotlo, do outro Rapli.el e Cur-
res A reforma he um faci completo a de durdice
enlido : turnada em si me*iua, be um refleso da ci-
dade do roo, que, p.uco a poico degenera.la, alo
ora in-.i que um ptiaiit^smi ; ma* a*soci-u lo-*e s
cruodes revulucue* du seculo, fez-se a auiitur da
cidade da Ierra.
Com effeit.,, de qualquer modo porque s^ julire o
prote*tanlimu, em seu* dominas e eut sua niatorin,
nao se pule aataf que em sua oriaein elle n;\o le-
Uetcarreyum /lr);e Iti Je /tverriro.
Barca inglesa-Ehza liun.lme.calor as.
II. mu sar HiII.un.cedras pan calcada.
Itirca f.aiic-zaGu*l.,veermenle.
Patache brasileiroC.iii*l.i"lec-bulas e sardinhas.
I oirfca bra-ileiraZ"l"-abarriere va-ias e ferru.
Sumaca brasileiraUerI unafumu echaiulos.
IKMPOrAC/VU
Vapor sardo Genova, vinou de (ienova, inatii-
fe-lou o seauule :
I cana hvro* ; a P. P. Cappjme.
I cuna puntes, > dllaa sedas ; a Timm Momem
Viun ,*sa.
1 .-ana cortinas ; a Aranaui ^ (J vean.
lti coxa* ma.-.i4, ioj rjiui ClMn meai dilu, 4
ditas com UKI bocelas dllaa ; a Aulonin de Almeida
Guies.
."i ranas chap.-os ; a I. KeUer i C.
1(W canas ni.,.sa5, -jj DaUj ppcl ; a Lentos J-
nior & Leal Reis.
..U.SSI I. \I> Keudimenlo dn da I a 13. .
dem do du |{.......
76:967*57.1
3:758}7I,7
8U:70>16
tilVEKSAS PROVINCIAS.
Reiidimeulo :lo da I a Id.
Id -in do dii ti. ... ,
:.-.9i:.92
l-2V}4
I:7l9a93
Jos Caudillo do Barros.
Just Correa dos Sanios.
J.ts Uanoel de Fretlaj leriiroenb*.
Lina los ilfi t :i-lro e Aiaujo.
I.oiz Joe .lo Sol/u (-j .
aiyal Loi c* de Siqucira,
Ma oel AI ves i.ucrm.
Manoel Jos litliotio Cavalcanli Lima
Mi"c lino iie Souza Luna -2.
Sol;alirii> Auudit
-SaluslianrJ Ferretia do Moraos l'.i'jn
O Sr. Rodrigo Ignacio de Mitiza Mo-
nezos. quelra dirigir so a iidiiiinisiiao.'io ilo
correo-.para recebor una ca la viuda da
Baha.
Pela; subdelegada da Iroguo/ia dos
A rogados, se (Vujiu.iro, que l'.iatn presos
esenchaiii lecollinios a cosa do ocenoao
desla cieado, os escr.iv.is s.guiule^: liono-
diclo, que diz ser o.-ei.ivo do-j.oo Francisco
t.yriaco, muiaJu- no ongouiio Marag, J .ao,
escavode Antonio Aiaujo, senil r.d.i on-
genno Meio da Ireg 10/1.1 no lp.ji.ca, o Sa-
liuo, escravo de ^i'!i..-u.io Munioio W.iti-
derley : quem sa julgat- com diroito aos
nie-nios, cuiqpareca lio,ta snb lologaota, que
jusli'Hcando, Ihes seret, enlroguos. Miltioio-
Para a llisdeS. Miguel sabe em pou-i
eos diaso veleiro patacho porluguez Alfro-
.lo : qWMii no iiiosiiui qmzei ca regar ou ii
de passagem. enlenda se ci m os consigna-
I
-. -
lalios riionii/ do Atimno l-uiisoca c I ilho, *
na nn ,l Vigari n. i!l, andar tEDHAS PRECIOSAS- *
3ar Lishoa
P
segu com brevidade a barca portugueza I
EMPREZA, por ter parte da carga prmp-
ta : para o resto, ie.ii.i-secom os consig-
natarios Nov.ies & C, na do l'iv.pitlic n..
'r, primeiro andar.
I" ara o
_J_____gacia dos A rogados, 1:2 de lovoroiro do 1857.
OEPaCilOS l)E EXPOKTACX Pti.A MtsA Francisco ai nono Jnior.
llUCtl.NMII.tUi) DEl'A 'CIDAUE iNU DI A
l l>K FEVEREIUU DE I87.
Marsellt,Birea franceza CycUpe, N. O. Bieber
Al Companhia, 8VJ accos atsucar maseevado.
LisouaB rea purlacnesa uStnprez..u, Amo.tiu Ir-
ma is. 3) barn* mel.
l.i-hiiaBiiue porlugaez eCenslanle, Manoel Ig-
nacio .le Uliveua, 1UII-accos assucar brauco e
raa-cavado.
LisboaBarea pnrluTU-z.i ("iralidao. diversos car-
reaadarea, 150 saceos assucar branco e mascavado,
IDO mios de vaqueta*.
PonoBarea porlugnezi S. Manoel [la, Kezen.le
i\ Campanilla, II -accos o 50 barriquinbas assu-
car branca e matravado.
liba de S. MiguelPatache porlugoez ..Alfredo.,
iliv-rD dilas
mel.
Ilha de S. Mimiel Itri :u pnrlusoez oOliveirao,
B**lo A; Inu.ios, Ijtl ieeeeB as*ucar biauco e mas-
cavado.
Jos Delinques reneira, cnsul de S.
II. F. nesU provincia da l'ernambuco. Fago
saber a iodos os subditos perluguez.es reai-
den.es tiesta uroviucta, e mais pessuaa i.Uo-
ressaoas, que o consulado ue Portugal se
acba esiabeiecidu na ru da Cruz n. 40, pri-
meiro anuar, coj i repailicao esla abena ta
9 huas da matiha ale as i da lar c. Consu-
lado de Portugal em l'eruaiubuco ao n de
fevereiro dc isu7.
Jos llenriques Ferreira-
CO.NSEI.IIU Ai MIMSTHAI1VO.
Oconseiho aduiinisirativutem do comprar
o seguiule :
Para a botica do Hospital regimcnlal.
Acido tai lauco libras aisenialo desuda
Oitavas 4, amoniaco liquido libios I, acont-
| lo libias 4, acido piussiCO medicinal oila-
B.en*-Ayre*-Polaca hespanboU Esperanca., *?? ? tf"" e8Crol>u,'* ""nada libr.-s (i,
ti .nas espi-' a,l'""u' de 3b graos cana tas 1J,assucar candi
Ainorim Irmios, 80 pipas cachar;
ni .
Filmoulli liri.'ui' dinainarquez Anna Mara,
Timm Manten Vina-a, iiScnuros verdes.
.xooriacao
Janeiro
* Adereco* de brillianles, *
, (liamaules e perolas, pul-
V .piro*, allineles, brindis -
c ? rozelae, bule* e aunis
? de diflerenle* goales t de .
* diversas pedias de valer. :
Cnmpr.im, vondem nu *'
l Iroran piala, miro, bri- ^
* lhaiilea,iliamaniea e pero- :
' la, e nutras qii.ie*i.ier
, joiaide valor, a dinlieiro *
* ou por obras.
*? *, SeS>:*HK*J*- v
IOREU 4 i'iRTE.
LU g WRnK
Ra do Cabaga' n. 7.
;.- .
? Otriio E PB.AT.V
ri ;:-
rteceni ii} .
doso ss
: ii htdtU, tll-
* Aderecos eompteloi de \
S ouro, rneuisdilos, polcei- -
- ras, allinele*, briiun- e '
rzalas, tterdee, Iranre- ',
lins. ine-dallia-..crrenles '
e enfeilei P>'a reluiKi, e 1
"iHroMnuilOr- 'I'J-Clusde .
: ouro. la
Apparelhoi eamplelos, -?
. i! pratu, para ^r*''. I,al,~ ->
JJ leja*, salvo, ca-lil;..c-,
colheresdesopaedecli, *
e minios outrut ubjeclos
de prala. *
*. -v-
libras 4, belladona libias 4, cenlauea me-
nor libias ti, Cal vil geni libras 2, cianuielo
poiassa uilavas -2, caloineuaria a vapor inea
'ibra, ciedla libras -2, dormideira libras 4,
Porlo, barca pulu^ueza Duarle IVn, de 381 lo- digitales billas 2, espinlo de Hiaslrueo libia
Ifl^essouca de llor de laiangeira Ouca 1,
gotuiiia acetrina naiiceza libia I, hipu-sul
pliato de soda libras I, laglalo de f rro ouca
I, minio uiic.t i, maceild ilras i, nitrato de
j prala undido oncas 8, Orcaneta mu,;.- -2,
talas, conduzo o nesuinle : 8i ulnas pinito,
'i* eeo oinma, 200 vaqu-la*. 7'J couro* e*|,icba-
do*, 5li7 dilns ditos i.litados, -.5il saceos e / meios
rlito* c.un l.7.S7 anobiseli libras de a-sucar, I
tonel, oj p.pj., |7 m.ia. ,,lU, d harrij de ., 7)
Ulo* de i 207 dos de 5.' e ditos de mel.
Bastan, hiate amencaoo, Kate il-l-no. de, i>
lela las^crm luzio oteguiole : 3,600 saceos com
Ki.llJ arrobas de assuear.
Pas-o deCuin^raaibe, Inale hra-ileiro Sanla La-
ta*, ein luaio o secunde : -J7I volumes general
eslreoMros.
Ilio de Janeiro, brigue es-una brasileiro eLaersa,
de 16! I| l melada*, conduelo os-guiute : 1,25:1
sacco e I0J inrric ruin 7,055 arrobas de assucar,
221 saco* milito. 200 s.ccas arroz le vapor.
KKCKBDUKIA tl I'.C.MIAS ItNIfcriAAS (K-
RAES DE PUNAMBUCO.
i'.endimenio do dia 1 a 13. 8:379-5977
dem do dia 14........ 730581b
9:1100823
CO.NSUI.ADU PROVINCIAL.
Sendimenio do dia 1 I3. 41:480:309
dem do da l........ 2:1)19:123
13 1993732
PIUCA UUKECIFE, l |)E FEVE"EIKO de
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
/ecisiu semanal.
Cambios O* p-.ilcos saques da semana fu-
mn nes..ca.lo, a 28 d. por 19 a
60 o 90 di- vista.
AUn I411 Entraran 291 atea*, < as vendas
variaran) de 6)900 a 7>. e 7olOO
por arroba ra 1.......-ir., surte.
Assucar Entraran) 27,187 sacro*, e ru* liveram alguma yielbura, p r-
quaniu vendeoj-ee em primeira
mao os br.iiicos lino* re 1590U a
.i?, a lerceira arle boa de ly'OO
138011, a qua'Ul regular de isOO
a 5IVI e : soineiiu* de 3s9KI 1
i-5 por arroba, O m-srava.lo lin
obleve dc3slU0 39160, o Ama-
nea de 25900 ate, e o Can.l di
25720 a 2?800 rs0rruba. A fall
>'e noiici-s de E=r"pa lulo .leu lu
o .moas pera eiporUcao,
mi, sido mn ret-tu do espi.uurela oso. Desde l.-r-1 Couros-----------Venderam~c ae 315 a 318 e 320
son, islo he, acerca d'um scalo,.nAo se tioha V'*io
um grande Innnin reliaio*o ua Europt. O XV
eruin havia s-lo um -ecolu larrivrl em que a pub-
lica linha por toda parle pr,iticadoeta per Ti lia odia-
a. cuja Ideara parece haver ser dada por Machia-
ei. pdilica p.otiliiMi h.via lutado na astucia e
mentira com ln las a- corle* da Euro;-a. O rena*n-
m-nto das lelirs e d*s arles, a que a igreja calliu-
lica se as*ociara com uin ar lor que a honra, havia
inlro.luzdo nos cuslmnes a eleg.ncia e tuna cerla
diguld.nle, ma* nao a moruli lade e a U. A cscnla*-
lica, cada vet mus de*ecca ea.linlia perdido e-le
grande espirito religiosa que aniiiiava os Ji nlu Bu-
Ventura e os S.ulo T.mrm e perd:-s em unta
depL.ravel log nnoclua. E0M0 he que .ulltero, fa-
zendo brotar a d ulriua U grara da* profuudezas de
sua alma, pmduzin no mondo clirisiio um abalo de
que t rou proveilo o mesmo christiauisino.
Entreanln urna ve* que o prole-laulisino ronfun-
dio-se no tumulto dos aconleciinentns du seculo.ios-
pirou-ee d- se'u esptrtl... Era a poca em que a vi-
da e a alnrvii bniii-f .un .le luda, as parles cun
una forra nova e ure'islivel.
A retara** asuriou-se a e-te movimenln, ao qual
sen principio deveria loma-la un app*rencia mais
contraria que o momo c*iholic*mo. Nascidedu m\s-
lici*mo, fez a guerra ao a*celi*mo ; nasc la fe,
iuvucou o hvre exame : pruscreven 10 a* arles oor
odio ao catholtcismo, ftvoreceu o vou ra 111 uslrn,
das viaaens, da colunisacau ; unida a' principio a'
d rutrina rio po ler ab* duiu, ocabou por allur-se a'
I berdde publica. Por esle modo a reforma, be de
una parle um pr.desto de I bordada em favor da ra-
lo lu lividu .1, e d..s inslinclus leailimos da nalure
(a, e rl'.Mitra un p-oleslo teri..r ; m,s .losas d.iss lentaiiva-, a primeira lm
ca la vez mais avuliado, teui insemiveleieiile affus
ca lo a ..iilrn, e cons.deraitdo-a boje romu a reforma,
h .-ni -.1.1 .11 i.-o, mas em seu deseiivolvim-nin
fx'ile-te ver Ralla snbreiulo o esforz da ci lade 'u
Ierra, para se libertar do ascetismo monelico e do
juao -arerd'it.l.
Osenlo XVII he a mai* bella mira da cidade e
Deus. O catlinlici-ino, abalado e dupeflado pela re-
forina, nunca f.u m*ior nem 111.1- rlareri.lo, San-
Francisco de Sdle*, Buaiael, Feneloa, uii.'m aur.ui-
deza do sent maulo religioso, ao conbeciinenio do
coiarjao liuin-uo, e ao seutnneido das aecessididee
da vida. A relia'ao une-se a' hi-luria, 1' plitlosophia,
j' piblica : empresia-lhe e tumi-lhe luce*. () |aiise-
it-mo peuelr, as pr.ifiiiid-zas las m senas huina-
II f. r Pascal aliuuiin invoca em seus exlasen 11 Dos
de Jacob A plido*onb'a, bem que in lepen lente, he
toda rehuios*. Descartes cou*oiue a vida eut pr var
Veas ; Malebrancbe e Leibnilz. deinuuslram a salie-
tloria do uov.ruo de Dos em loda Balareis. O me-
nm Sptno-a, que pasa* p .r all..... veno amor dt
lieos v 11111 ni. fundamento da moral.
A poesi. c -s -rte* sego-m e*le m ivimnti : Hu-
lea cania a 11 Paran Per i I..... C-.tuel 1 e Hacine,
escrevm Polyeuric e Mhalia, 11 e l.e-U"ur pinta
Sanio Bruno. I'urem nu liin do ,e ul., gaebra-ee o
equilibrio, e una re^a iuloUrancia prep.ra urna re-
valla sera er,eatple, O XVIII culo he o tesen
rad-iamentn da cidade da Ierra, que nao quer mais
ser l.vre, uorcn s berani. a ci I ,de ca maissoiitentea cid* e divina sol a forma da re-
ligia cslitolica ou chn-la. mas em si masilla ; ir-
reda !)-o* do Uirene do universo, como do imperio
da -oriedade ; quer refundir lo las as le*, toda. a<
idea*, lodua ni yslema-, e aspirando a' um (aloro
chio de inysteriosa. promeesae, einr.eurn-e em na
duelo saiituiu denlo coulra si mesioo, eiu que o fu-
ror so i.'u.ii.i a' illu!ao.
(Continua.)
rs. por lilu .. no decuiso la seuia-
na, porem hoja .,s compradores of-
fereceui menor colecilo.
Asuardente- C uliuua procurada e oblcve de
955 a 985 l'or pipa.
"iiuc dii.io-------- II* qualro Cafiegemenlea que
Vieren a 110**0 pollo. Ir* seuui-
ram p*ra oolroa, exislnulo smi-n-
le uin rli-cuu boj-, e que ain ia
nao e.la* decidido se fica : rela-
Ibou-se de 135 a 15-5 licaram
em ser 12.000 barricas.
Carne secca- V-D.leu -e a do Rio da Prala de
396OO a .5UO 1, e a rio Rio Crande
de 5^>a piiutl por airoba ; Arando
em ser 15.000 ariolns da primei-
ra e 2i.ll.NI da te,onda.
Cha' hysson- Venden-ae de 13300 a I.58OO por
libra.
Farinliade trigo-O mercarlo fui auamenlado rom
750 barrica* de Philsdelphia, 20PtN
de Iticlunuiid e 100 de Genova,
0.I-11.1.1I0 boje he le 3.6CO liairi-
cas, leu 10-se iclalhado de 225 a
2V- por barrica.
Passas ----- Resillaran, se de 9 a tOg por
caua.
tlueijus- Ve.ideram-se de 195001 l>700o*
ll-meiiju .
Sabao |jein ne 90 a 115 rs. por libia do
nacional.
Toucinho--------- O de Lisboa vendeu-se de II5 a
12-* por arroba.
Clidmpanha------Vendeo-*e de 255 a 305 aduzia
d- a-ri,,f.is.
Desconlo----------R-b.ler.....- por cenio o anuo,
locaram no pono ; 3 navios rom bacalho, 1 va-
por.*, I com azite de balea, 1 com l.u e um em
lasiro.
Entrara* : 10 de eabolegem, I com bacalho, li
em lustio, coin genei europeo), I com carvan e
l c.un uuuiio,
Salnram : 7 da UDOllgem, 2 com parle da cara-
ejie 1 iipnit..! ,,11 de pait Hlrangeiro, 2 em lastro e 9
oleo de oliven a gnalas 8. pomada do Ci-
ca. libra 1, pvlassa a canutiuu oncas 2,1 iui-
barbo libras2, laizeiisiaua libias4, su plalo
de iliaglieala ar olas 2, sabo vetusiano li-
bias 4, enlraiuoiiio uncus s, espemcete li-
bras 2, sautotiiiia ooCa I, sublimado coi o-
sivo uiica i, lama. io io cotn assucar arroba
i, assucar refinado arrobas 8, borradlas do
gomina elstica com pipo- ti ditas grandes
para cryslel 12, esponja lina libras (i, futida.*
do ladodiieitu 12, dll.isdo la o es lucido 12,
madapolu tiesas b, graos de vidro *, ser.li-
gas de metal 0, lesoura 1, viuton do urna a
8 oncas 2u0.
Oiiavo balalhSode nlaolaria do linha.
Caldeira- 'e ferro balido para 100 praChS
luts. *
Aula de primeiras letras dos apiendizes
menores.
Simiio de, Ntinlu.i exeniplarcs 50, F.cono-
mia da Vida lluinaua exeiiipl.nes 50, lesu-
mos de aiilhmetica por Colaco exem lares
25, Citnecistnosde Jloulpelier e\oni,.,.iies 50
lesuiuos de .;. i.iii.i.i cllii.-l.a ejemplares
15o, cartas de a l Cexemplaies 150, Uboa-
das do nuaieraco e&emplares 150, reSUiliOs
de grammaiica poilugu n por Castro -utios
e\.-iU|i|,nes |5o, compendios de geome.i la
i-clico por Silvano exeni| laies 25, penas de
ganco ceios 8, lap;s duztas 20, podras de
luusa eycaiMlbadas para Calculo 50, lapis de
poda para louss duZlaS 50.
> IBcjidS ue trreeira classe.
Ferro ingle/ leon.lo de inela pollegada
quintaes 30,.ago rundido em barruihas ar-
lobad 5, uno dito ijuailrado de cinc > i|uai los
t una polegada arrobas 3, aCO fundido oila-
vudo arrobas 2.
Quera classe.
Caixa eom vidrosde 11 a 16 pollegadus 1.
Quem qut/ei vender taesobjeelos,apresen
le as sur.s propostas em Caita fcCllada, na
secreten* no conselbo as 10 Dotas do da le-
do coi reo te roez.
Arsenal de guerra.
Bancas 2, cadenas 6, si:iele pequeo coni
armas imperiaes 1.
Sala das sesses do conselbo administra-
tivo para fornccimeuio do arsenal de guerra
9 de fevereno de 1857.Antonio Gomes Leal
capilao, presidente interino. -Bernardo i e-
reua do Caimo Jnior, vogal e secretario.
>a seguir rom brevidade, r/heiu conhe-
cido brigue llli.MA : para o resto da
carga que Ibe taita, trata-se com ot con-
signutai-ios Novaes A. C, run o Trapiche
n. ,ii, primeiro andar.
-ara to de M/iefro
segu com toda hievidadeo brigue brasilei-
io Almirante ji lem parle du carregamen-
topiorupio: para oralo, pa>sageirosees-
cravos Del.:, para o que tem encllenles
commodos, Irata-se c ni r cuiisiguataiio
Jos Juaquic.i Das I ornaude-.
ir i iiii%.
A veleira c bem conh cida sumaca brasi-
lea lint telina, pretende snb r paia a Babia
com mu i ta brevidade; lem prompo parle'
de seu carregainento : para o resto irata-so
com o seu consignatario Antonio l.tti/. de
Ulivcira Azevedo, ra da Cruz n. I.
ara u .i. vaisegclrcom brevidade o bem conherldoi
brigue DamSo. de primeira marcha, Ja lera I
algun: carga pruilipla ; pata n resto i; es-
clavos a fete, pata u queouerece bous.
commodos, irala .-e com o consignatario
Jos Joaquim Das Fenuudes, tua ua cadeial
jo necife.
I'ara o Porlo segu al 18 do corren e
o novo brigue portuguez Tre Amigos ; re-
Cebe carga a frote e le ni excclleules Cotniuu-
dos .ar. passiigeiros : Irala-se con o capi-
lo ua pr.ca.ou narua de apolla n. 20, ar-
uiazem de h--iici.
Para o Itio de Janeiro sabe com muila
brevidade o i em conbecido btigue sagila-
tn>. o q.tal i(".n a ui.iioi par o .o Calirga-
inctiirjvproinpto; ;ara o rstanle e p-ssa-
6
ti" .. | ,C. ..->:..'/
d Lisboa, asquues wS<* veudeui por
preco commodo como coslumam.
C0KSL0K10 HjAOPaTHICO
DO
.. .* be a: ,%. ^'v,'%. ga/jo
em cahuna raT^I"^*!6,.0* ma'S .Cfe,it-1* medicamentos, tanto em tinlur.s como
em Dlobulos, e prepara los com o nmor escru.ul., c por precos bastante commodos
i liegos rixos.
Bolica do 12 tubos grandes. ,
Dilu .Ir 24
Dita de 36 >.
lula de 48 a a
Dita de 60 a
Tubos avulsos a.....
Frascos de tintura de moia onca.
Manual de medicina humeo athica do Dr. Jahr com o dic-
Cuin*iio dos termos ic medicina
Medicina do osiica do Hr. Henry.
atrllenlo .iti cnolera morbus
10>000
I59O00
2O9V00
25O00
31.'5000
i-;1 ioo
29000
lie rertorio do Dr. Mello Moraes
2fh}000
1 !).-..n:l
2/1)00
6Oti0
31ASRABA m 0LI\\.
Urtlum do di i ii. (
QuarteJ-geoeral emOlinda.9 dee?e-
reiro de 1S>7.
S. Eso. o Sr.
I'recisa-se de um caixsiro de \>. 14
! anuos, com pratica de taberna ou sem olla,
i que de fi.dora sua conducta : no pateo do
Terco n. 32
--- agostinho Pereira de Souza declara
p-lo prseme, tiue retirado seu manu.oSr.
S. E\p o Sr .uier-ii ____ 1 1.rebine, que retira de seu mano.n Sr.
Chafe das esCs',-, I, I,:''' "m V """ *V"l,n0 enin '" S""Zi'- <"* P"'-'
ment.....,Y, n ",'^ 'c "0 ,& trW/'*M,a. ,,,e '" 8U 'r"1"1'-
""l" da giMiiic;,,,, qm' Sd ,..-... '. ;.":"",i,r", 'IOS S'-"S PS- lif '" >'
-os diHerentes corpos ^^t?ffl ^T^SSZ^JTSST ^
lliazeni na ma do 1 ollegto u. 15, para ler-
Ca-feira, 17 do correle, as ti limas da ma-
ulia, de urna inliiiidade deubjeclos dedif-
ferentes quolidades, bem como obras ale
iiioicinoii.i, novas e usadas, consisliudo eua
urna encllenle secreta ia ue jacarauda com
pedia, diversos guorda-iuup.s e guarla-
veslidos le mognu, cunn.ioua.-., camas fraii-
cezas, leilos para Criauca, mohilias compio*{
tas para sala, ele., caiidelabios, lotitenias,
vasos e enfeiles de porcell.;..i |,aia mesa,
idioso lo cas diversas, bijouietias e ou-
tros inultos uhjeclos, ele que.lo a impOS-
siel mencionar, us queea s enlregaiao
sera recusa .lo qualquer preCO niuior ul'ei e-
cido; assim como urna ptima Canoa de
carreira, de aniarello, com bastantes com-
ino os, a qu 1 se adiara exposla no caes do
Collegio. Ne.se mesmu da lambem Tara
leudo de um le.reno Com 37 pannos de
lenle e 300 de fundo, aunexo ao silio Je 1)
Jo.inua du-, i', ssus, Com lenle iiai.i a la do
sobo, e para a ra Aova du Lt.noeiro: o
sitilio-es preteiidcntes que qu zerein algu-
iiias iufjrm.i:;oes a respeilo, dirijam-se ao
spradito aruiazein do ageuls auiiuucieule.
mmenda todo o
_ ao a/.ilo dos mendigos as Horas que Ihe con-
de.acao iparle grave, que nevo |,M- 1.7., vl|. briosa milicia ea fi-l esc-uc o 1, r. i,- Fiautisco de Mello l.ins.
ment polic al. e espera que as Car re iras dos ~ Aluga-80 a luja do sobra lo d.t ra Im-
lanceiros sejam lahs c.i.o*das com a vic- per",l-n- 39- PrPa para negocio : a tra-
loria das argoluihs*. i',iT.,..,icia.: cot ,., I'"1 no mcsino.
loque da bella inusica
/
LEILO.
cun iit.ucar c oulro* geoeres do paz uara poilui es-
Iraageiros.
Fiestero no pnrlo 117 einharrafSen, a aber : I a-
merieana, 25 ltra*ileira, 2 dinamarqaeiea, :) fra-
eetaf, 5 beipaahole, 15 ingleut, 12 porlogaesaa e
TRO
santa Isaiiei
TER^A-PEil-A, 18 DK FEVEREIRO.
Hl>r.sciu-r-c-lia em reria eilraordiuaria, o dra-
roa em 5 arlos
ADAMDES.TPEZ
va come lia ero 1 arlo
0 BORTO EMBARtADO.
O agente Pestaa lata leilSo, por conta de
quem pertrncer, de 2.0 canasiras com bata-
las, desembarcadas hapouco: Leica-feira,
17 do crrenle, as II botas da manuaa, no
ai uiazeni do Sr. Aunes, defaonte da all'.ni-
doga.
Braudrr Brandis & c., querendo le-
char cuntas de varias facturas antigs o mo-
dernas, farao leilSo por iiiiervengaodo ag.'n-
leOliveira, lo urna variada quaniidade de
leirageiis linas e grossas, e re mallos oulr.,s
artlgus mgiezes, belgas, allemaes e bollan-
dezes, inclusivermainenlo, dos quaes dis-
pcro a precos razoaveis : quarta-feira 18
do crreme, as 10 lloras da aiauliaa. em seus
armazens da ra do trapiche 11. 16.
tieilo liuros.
0agenta Pe-lana far leilao de 20 caixas
eom phusphoros, ltimamente chegadas,
em um ou mais lotes a vontade do compra-
dor: terca leira, 17 ,io crreme, as Ii boias
la maullad, no arruazem do Sr. Aunes, de-
Ironle da alian.lega.
-- --- fi"..na3, |ii|
_ murcia!, que estara
t'M.irionada 11:1 njferi.lo lugar.
S. Ese, convida a t0 I ,; os cnelos, odiciaes
supouores, sabaneis, inferiores c mais
pr.casdo iaiiinpamenlo ,l i;,Ci|e, a ,1,0
nos nonre cera a ,;a concurrevia e,u alguus
Jos relefidos di ,s
Assignado O general Lcbunuut.
--aUperuada ruado Horas de duas
potasven.es n 4, conlinua-s-i a vender
nianieiga lllgleza superior a 640 a libra, 110-
zes a 2l, blSCOUlO IrauCrfZ 0 2- 00 a C8S
illa, Tai mirado Maranhio a |W rs. a libra,
ameo.lOas a 560 rs. a libn, passas a 2?SH) a v
caixa 006O a libra.
Fogio nc dia 2 do corrente a esclava
Ule nacSo Mocambique e de nome Rita, a
qual lem os signaos seguint-s : baisa, olhos
afumara los, cien s gnaes le sua nacio sobr.-
i nariz, con uin i|. feilo em uin dos dedos
da roo direita. proveniente de um panari-
|cio, nos pequeos, cor ba-tante prela, a
qual ro osera va dej -s Rodrigues Pereira,
I morador no lugir da forre ele.11 si lo vista
1 na Casa Forte, roe >, e na Toiree i. um iiiu-
I Cambo aouilo m r.i um pr. tu da Costa, le
vou vestido cor du tal e panno da Costa Com
lislra encarna la, c mais urna trouxa com di
versas ro ipea a pessnn que a pegar,leve a
ra du Sebo, casa lorien coai SOlo 11. 17.
Precisa-,c de min ama deleito: na ru.i
da Florentina h. ,0.
Vende, seum rico vestuario todo com-
pieto para os 3 das le entrado : no atorro
>!a l;oa-\ isla n. 17.
Auiodio Correa de Wendonca t- t ,
tu.icouc,, .ubdlto Poitoguez. a.'cndc.iroida'VazeinUg^K
e propnetario na provincia do Uara-1
"lio, seguindo para Lisboa, em obedien-
cia a' ordera de deportacao do governo
imperial, a bordo do vapor hamburguez
Teutooia, serve-se desle meo mais,
publico, para nova e mais solemnemente
agradecer ;>s finezas e obsequios que re-'
cebeu de diversos cavalleiros residentes
nesta cidade, aos quees sera' eternamen-
te palo pelo eitipenlio que mostraram
a'oorfia em inspirare resignarlo e
mitigar-lhe os dengostos e |rffrirjentos
que de lia 10 mezo se Ihe tem injusta-
mente accbmulado.
- Vemlem-se diecionarids com aljum
uso, ros idiomas portiignjz-alle i'o, Iran-
cez-allemlo e ii.glez-ailemao : nb e-rrn.lo
que ser., generosamente paga.
-- No dia i7 as 11 Loras, na sala dasau li-
encias, depois da do r Dr. juizdos ausen-
tes, se Ii i de arrematar o lene 10 silo na ra
imperial, e til pes de coqueiros pertencen-
iis o herancajacenle de mu tito da Triuda-
do, a requerimento doUr. procurador fiscal
ra
Do Itio de Ja-
neiro.
Ni
E a nli
Joao C ir*I^n... apraata
aiim de -ati-f zit a parle
liiihcie* piro a primeira
ne/ do Ihealro, nlu r>
enmante **iisi-z-r o h-m
lla cpill, a quem J.au
Inita
e o dar i'-ia repreaenlaPA.
du puhlirn que na nhlovr.
rrilu. r*||a eela da pique
u^voi.i* e. a qual Im eni-
ie>vir a.i din-liado pubhc
Crrlann rl s Saiil a, ir i
le quem
a mu- viva e respeilo*,! 'Vmpalllia, ed
espera ua a'ei.cro*a indelernri*.
Ofbilhrlet de camamlrs, Cd-ira* pliiei e lorri-
nhu rham ,p a' vmria eaenplorie do Ihealre.
Principiara' as H h ra-.
-
t> mnw
,
potio.
e<
I. '.
^KACA UO^ECIPfcliiHi lEVEKIK AS
3 HURAS DA 1AKUE.
CoUtfiei elUeiaea,
Cdlrot ceceos Mteadoa315 i.. p-.r idira.
~rc4er.ee AnMM>>ra',prei*denle.
/'. rrux, secretario.
, CAMBIOS.
.iTe i..iid,e*. 28 d.60 d. v.
Pan*, 310 a 341 r. par Ir.
r l.isliua, 11.") pe Jj Je premio,
o Kio de J*nei o, 2 por 0|() le IPscotilo.
Acrftes da Baurn, 40 a S de preini.
r o cumpunhia de B lierihe .ilBOOO.
.r ir roinpaultia Per mbueaaa Mi par.
,. liiiii.la.ie Puinici, 30 pureentode premio.
a i. Indeniitisadora. -^52 ideui.
a da e*lrada de ferro 20 pur.Oi,) de prem-o
Dis.onlu de letlras, de H a 10.
Dilo do banc R a 10.
nur;.(Miras lir*p*iiliulaa. 2SJ j 2SO0
Moei.ii le (io'lt) vellos .... I6S00
a ir 6->iiJ n vsi .... I69IIO
a 40000.......<|j,iuu
rrala.Palaroc* brasileiros......2^ OU
Peso* coliiiiuiari s. ::- umi
inencauo*...... 1;;SI.(i
Al.FANIIKCA.
Kendi menlo do dia I a 1.1. .
Iiiiiii do dia 14. .... .
200:1739114
17:22;i52ri0
.Navio* entrados no dia II
Paraliiha2 da*, hiate brasileiro Flor do Brasd,
de 9B t'.iieiad**, mealro Juao Krauaiscn Mariin-,
equpasela 1, cara, loros de iniacae ; a Ju-iine
do sdva llo.ivi-i,i. Peileiiee a Periumbuci. Pas
saseir..*, Jos francisco de Oiiveira, Joan Peit'ir..
Trro Nova211 das, barca inale/.a Qaeaa, d
Jlli lonllada*, capinlo Joun Minio, equipagern II.
earg* 3J0I6 barrirai com baealllao; a schraoini
Whalelk Cempanhia. Perlence a llarbuur le
lirio e.
Li-I.oa22 das, -.ii-dir! brailir.> ,rC inilanci-u
de 2'Jl luoelndus, capllflo Jos J .aquim Per.ir-,
equipa^Firi 13. c*ra. lage le cantal ia e mais ge-
nero*; a Ble 4 |.......-. Perlence ao K o de
Janeiro. P.i*a:eiro*, Amonio da Silva Lino,
leinofei Juraeus,
eniva e porlos iiii-rnifdi *21 dia*. vapor sardo
liennv-, coiiim*nl..ii|e Fr.nctseoap.li. Con
du/. para o* pollo* do *..l 123 pataaiieiru*. Sesmo
para a Baha e Kio Je Janeiro, levando o p -a-
Beiro o ni j ir S. P. Verrker.
Barbadeeh3diat, charra ingina aPeraeveran
ceu, roiiiinuiiduiile Macdonald. Vale rebeaiar.
Seu destino lie para S-rr., Liona.
Navio* aahid........nestua dia.
CanalBrigue aueco A 1/ela, c.ipilu L. I. A.
K-rhers. n.ra-i auoear.
Illo le JineiruBriene osrnna braaileiro Laura..,
capilao Manuel da Silva Saotoa, carca aur.r
m.i- genero*. Pattageiro, Juaquiin da Silva
Sanlaa.
Liverpool pela l'.ira'iliaBarca insleza aMidana,
capiln rhoaaei Weillake, carga parte da qu,
Irooie,
'. v4 i50.
TIIEATKO
DE
O iiuunn especlaeolo do vaodeville rasin.il em
liei.elnio da* jovens paalnra>, ni,- .lev-* |rr Insu
na emana provena linda, loi Iraniderldo pnraquar
In-feir.i 18 do crrenle, porque lem de elle as-is-
lir n Sr. r'..|iiiiieiid.irii.r J.n CaelallO dos Sanlnii
P-ra eseolhsf eulre a* me-nms paaloraaaa m-isadao-
leda para a escola dramaliei, em que mullo se in-
teresa.
.\ prs*oas que eriroriimen lai.nn eamarol**, ca-
dlra, el-., lenl.am a hoirdade ar rrc-ber m car.
ION na;ro, de Sania Isabel ca.a n. |:j, residencia
de Sania Hosc.

VK-%
Ge f.. .U!ir^.i;>;i j> (.
Ohrgnn escuna Graciosa, capillo Joao
Jos,: .le Souza va i segn breve para os por-
tes acuna referidos: para raiga trala-se
rom o consignatario Antonio de Altiioiila
Comes, na ra do Trapiche n. 10, segundo
andar.
O
aei
i./:
O
jrigue FIRMA segu para o Biode
Janeiro no da -1 do correte, s recebe
passageiros e.escravos i Brete, para os
orrei < v .
a,l!S" ''-S C;'rli,S SCgUraS exi>,e,,,fs m qiae0tein o\.v,'h..,h* oommodos":' 1,!.-
aiimiuisi.,.,......locureio, para os senlioi.s .,,. ,, ",
a ha ixo .!... ara lo*: la-so culi os couaignatanos Novaes & C..
i a ra do Trapicbe n. '>'., ou com a a-
I7:702M7
Alexandrihu R d .s Iteis e Silva,
vnio do GuiiQalves Ferreira.
Cela no de Castro
1'elislierto |,.,o vino l.nelho.
Kr neiseo JJ ciel ,|a Silva.
Francisco Ignacio dos Santos.
Francisco Jos de Paula.
Justina l.ins Machado.
Domingos de Lima Veiga.
Jo3o Antonio da Piedade.
Josepha Joaquina de Vas;oncellos.
pito, n:> praca,
Para Lisboa pretenda sabir com a
maior brevidade nbiigur* poiluguez Cims-
taulc, por lera maioi paite da carga prom-
pla : quem Dd mesdio qili/.cr Canegar e ir
de passagem. para o que lo.:, excedentes
commodos, dirijs-se a.is consignatarios Tbo-
mft de Aquino Fuiseca c, Filho, na ruado
Vigario n. 19, primeiro andar, on ao e ca-
JpitQo oSr. Silvcrio Manoel dos neis.
Tanseen i
0 agente Pestaa transferio o seu leilao
de gran le porcide mobllia, novas e usa-
das, aniiuiiciadi) para sexta fer* pas*ada,
para quarta-feira, 18 do crtente, as II ho-
ras da ni nhia, no seu armazem na ra da
Ca tela do liecile n.55, assim como vendla
urna mobiha de Jacaranda om bom uso, e
assim u.ais 2.800 varas do bioo de blondo
de todas as laiyuras, blanco e pelo.
4iiHi; ?u \m.
Acham-se a' venda as bem conhecidus
folbinhas, nnjiressas nesta typographia,
das seguiote* qualidadei:
FOLU1NI1A UtLIGISA, conteo'do alem
dos mexes, a bibliotbeca do clirislao
bf.isileiio, (ne se compile de ora-
cus quotidianas, letliodo de assistir a
uiissa e conlisiu; cnticos, psalmos,
Umnos, oilicio de Nossa benhoia da
Coiiceicaoe muil..s oulras oracoes de
grande mei ilo, pre^o...... i
DITA SIMPLES, contendoalm dosme-
zes, a lei dos circuios e valias tabel-
las de iinoostos geraes, provinciaese
ititiiiicijiaes, prero........ o
DITA |j; PuHTA,' a qual alem dos me-
zes tem explicacoes das indulgencias e
M.'oiuiniiiiliiii's, etc., preo. 160
DITA I) AUiA.YVK. a qual alem dos
mezes, contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commercial, e industrial ,1a
provincia, por.........50o
rodas oslas lolltinlias sao impressas em
iioui papel e excedente typo, e vendem-
se emporcaoearetallio: na livraria da
iliaca du Independencia ,,< 6e8.
a praca da Independencia n. 40
acham-se a' venda os novos Ii,Hieles da
lotera do asyl de Sania Leopoldina,
que devia correr de 10 a II do presente;
as listas esperamos pelo vapor que sabir
d-pois dessa data, e logo que entejamos
le posse das mesir.as lishis (aremos promp-
--.T...... >...,auv ,,u i,--i i um,, --- ^f->.,^ un iiii.i.ii.,iB iim.is arciiio* ill omi-
r.o_ii0i;ente.tliveira,ruadaCadeiadoi;e Ito pagamento, na mesma lojaacima.de
" Venilem-se superiores velss de esner-' C0"frmdiule eom os n"ssos "nnuncios.
macelo, chorradas ltimamente da Amo.'ica :
no escriplorio do Henry Forsler & Com pa-
nilla, illa do Trapiche n. 8.
- Vende-se tim excellentH cavallo com
todos os andares, e um sellim nple', novo,
por proco enmmodo: a tratar na nn do
Amparo, emOlinda, casi ao pe da escuda
tiue sobe para o adro da Igreja de N. S. do
Amparo.
- Vemlem-se linas moradas de casas em
ni inda, urna na ra do Amper .. eom quintal
sodrivel e mirado, com exeell ules commo-
dos para lamilla, o a nutra ni ra .1- S.
aneisco, rom grande quintal
O abaixo assignado declara ao de-
vedores de Aureliano & Andrade, que nao
paguein seus dbitos senao ao abaxo as-
signado, do contraro terSo de pagar se-
gunda ves. Recife, 13 de fevereiro, de
1857.Manoel .lose Lite.
Um menino de IV annns, vintlo do ma
lo, sabe hem ler eserever c c miar, e lem
milita i telligencia, ol?erece-so para caixei
ro de luja de fazendis ou mlutlezss, dando
alguns mezes de tuatica o lia lor a sua con-
duela : quem delle precisar aniiuncie ou
inh.i P'oeure no largo da Assembla n 6,segun,lo
eom agua de beber : quem as pret nder.di- ,ndar
rija so a cas. di ra do tmp;......, p ea 0s baixo assiima ios Tizem scienle ao
escadlnha quesoba para o ladro da igreja de cnmmercio -les'.a praca, que smigavrlmente
N. S. do vniparo. j -lissolveram a socio lade que pyrava sobre a
'firma te Giiimares <\ Hr>ga, em a luja
de celeiro sita na na X va n 15, fican lo
esla gyrandosobrea lirm* -lo socio Chrislu
- Vende-se muito boa cera da i
em pnrcao e a realho : na ra do ueima-
do n. 39.
ncio no dia C rio corrente urna preta.
levando
vestido de chita rdxa e
p nno ra
Gusta azul, eo n urna belide noolho direil..,
'< 30 nios, de nnin* Maris : quem i
pesar leve em Sanio
vilo Jos rio \breti GuimarSes, ea car,
mesmo o ac ivo e pasivu da mesma loj
.I
ChrislovSo Jos de Abreu i.u.inaraes
Jos Ferreira Braga
Precisa se de um homem que enten la
-maro das Salinas, casa j. ,
lelionte ao hospiUI dos Inglezes, que sera P'".nU? '!" C,l)l1. P' '"" sitio na estrada
: de Joao le Barros : a tratar no palet do Car-
ino solirado n. 3, por cima di botica.
OIr EslnvaoCavalcanli de Albnquer-
que, formado em medicina pela Faeuldade
d Itio de Janeiro, i ole ser procorado para
n exercicio de sua pn.fissSo, na ra eslreila
do Rosario n. 10, segundo andar, dos 8 ho-
ras e meia da manhila -l as 5 da lar.l <
alem distas horas na estrada de JoSo de
lia ros no sitio em que murou o Sr. Dr. Vi
I Gente Pereira do liego.
O fiscal da l'reguezia de Santo intonio
precisa de servente- para a Ii npeza das ras:
a tratar co u o mesmo fiscal, no paleo do
O dono desla olcina lem a honra den- ,;arnK>- Subrado n. 3.
nunciar ao respcitave.l puhNc ., que se acba i-TPTfi
tSlISHZC^' :'";';";",;"" "e:ti- ro-m a p > n onereci,.n
n 'es ',; k i '.- r'""'Cr" "m:l w^onualgumas pecas de roupa fi-
". 1 ?,r ru I ''^'i'""" T"0 "'' '"' '""5,i"11". J servida.'poro-n em mu,-
le n I ,^ e Z, l'T *i rCq"S t0 b0m esUd0- BfHadsiHa de lomar o man-
e ',i' r,',.V; d i i Vl !;'.""",,eis'rru" d ,::ii1pi' ';" l;-"|,: '
bi'i'i .s".i,' di .' h aS ?u',,,-lM. 'ercoi-o andar, que se pagar hem. Cmsia
*. Min, l,a,,l,,,l.-'" do casa- sulor parle de loalbaa eom b.c. largo pa.
vida,! c i,;.,;' '' ,S"r b,-|'JS r.....haa. coeims..... guia,,, c.^m-V
.- Eulh ; 1 "', ''," '"' ,""n'"- e Sen",,ra co" '"las de '"''". '--I berta
I-?.'."-) ..Lg-.r*,-'!.,',.l.,'_" "*?? Jos *oo*. para as de rendas de bom nulo, e mais enjertos
gratificado,
M. *, Caj" Oompanhj tem sempre
para vender lijlos de alvenaria grossa, de
l'nmeira qualidade, mandan lo botar em
qualquer obra, ou o comprador mandando
huscar em qualquer mat: tratar narua
novan. 18, ou nos ^fugados, passan-lo a
|,"U"'1,,M.....c.lomb, i., i.iiin.-ira olaria.
- liecl ira-seque ja oi nafro o importe
ua lena que traa o Diario n. 28.
OFFIW )E LYTB0G8APHIA.
Itu da Cruz n. ii.
v
' o'

H
Ocapilan l.nv Ai......... Kavilli |"i||in. leu
da rliraado a na pruinr>a "e ewj ,],', ,Ur
P'ov* .....nada f i-'.i-r. ci., ,|,. tiaalaa
para ."iii i, -en f.iHeridn un (lo. I.uil Aidulii..
Fv II. Jnnn... ronvi |..do-ih (g, ,
iniiiiei i lo* da liiia.1,1 par* qw si dicnam no
vii um* mira* pelo repuuu -ie m ,ie .H u
ana, no dia 17 d.. corrente, na ({rea da Coa-
M*Cla rl, mil Inre*. pela. 7 I" r;s r). ,*! a;,.
IBSI II ,_f
saludas dos paquetes, ele
Precisa-se de urna ama que cozinbe
, bt m : na ma do (Jueimado, bija n U>.
Compra-se tuna carie ira do um i race
ou secretaria, nova o usada; narua da Ga-
lea doBecifen i:, porcuna da l.d.i de
cu ipeos .,'o Sr Lobo
Quata-feira, lis .lo corrente, depois de
lindaaaudi.....ia do lllm Sr. br. juiz muni-
cipal da M-iiniH vara, se lu de ai remalar
a renda de 3 mus. por ser a u lima placa
do sohra lo de :l audaies e lujas da ra .-.,-
tri'llii do linsario n lu, a lo.iueri. enlo ln
....... ,, ,. I ,./ n, ni i.^--i: i., ,.,i^,-ii,iif i,u*si|piu' o rio US
av i7 l'en ,'"ni.. ":"? illV,'S ''""" S"Vil> S;l1"^ '-V" IO, dos iCC.Mia los. leudo ,,-
vallada en. 1:000.uop..rc.d auno. I-bons commodo*. v.rzeas de nl.nl. de
n.^i .",''' ^i" um" l'"',a <"" '""a canna, b*ia casa de mora ia. se,,, |* ,le pre
mulher Torra. qi,e saibs rngomm-.r e co/.i- lo e eslribaria : os prelendeiites diniam-se
BnlfflS'a" r" '"""'" S?l,li" : "' "" i>r'"'lcUp' n0 mcsn, eiltlO, em sua
ra da CarJeia do Kecife, casa n 39. casa.
- Mosquita Joao & Cerdoso scientificam Precisa-se de urna ama para casa de
pouca lamilia, de portas dentro, agradan-
do n3o se olha a prego : na ra do Pilar, em
l Ora de portas n, 90.
ludo marcado c ni as iniciaos I. i; cuja
roupa foi roubada por urna ama que honlein
(12 de fevereiro foi despedirla da dilacasa
Kssa mulher di/, onde chega, que veio de
Goianna, ella be parda, aluda moca, o iraz n
'Cabelloa nazareno, anda com ch*eveide
ou erelOj 1. vou um bahu' tle couro branen
com um* queirradura ni lampa Illa este-
\e ua .lila casa c<>in o nome de Josephina,
iit's consta que nfto he o son i ropno, pois
que sempre o la dilTeienio unde chega, sem
duvida para mel.or oecu.lar a sua prolissdti
- Acha-se no i'tigeiilio Mussupinr0 dous
^B&mwvusxgtr*r>atT,. fflBBBSSssiv % T111" j" '" : i.arMOMi -ci.'iiiiticam
Domiiirps Alves M iliiei sacci solne -a. c',n''".!|cio. que o Sr. Jos Manoel dos
o Pono ao cambio da praca. ide^i ^T Ue sor "'"' Ci,iseiro des-
l .' le o da 10 do levereiro corrente.
<". ^Tiltil c
respeilosamenle niiiin am, i|ue nu seu ex-
lenso esl.iheloeiineiilo, em Santo Amaro
contiiiu i fabricar com a m*o p-rlricio
o promplidilo, toda qualidade de mat-hini*,-
no para o uso de agricultura, nnvegac.'io e
| inaiiiilHiiiira, e que i aia mail eomam lo de
seus uum rosos fieg e/es til ptihlici ein
geral, lem aborto .ni un hs glandes arraa-
zens iu ,*,r Mes|uit*, na ra do Brum, atraz
idoaisenal de inarmlia, um
HEHllMTO HK NUCIIIWS,
,coii*lrMdas no dito seu estaholeriment
'Atli artlarte os compradores um completo
sorlnnento ti,......eml.isd.. cania, eom lodo*
;OS inelhufsmeul.is a.gun* del.es novos c
originaert a que a ex,.,......cia de mu.to. an-
uos lem mostrado a neeeaanlade. !* hias
le vapot de liaix., o lilla pressao, laihsde
lodo lailiauho, Ulllo batidas como (u dulas
earros de mao e ditos para con luiir formas
de assucar, machinas pura moer man li.,c.i
prensas para dito, turnos de leiro I, u.i
para farinha, aradus do ler o da mais appro-
vada constru co, lint los tara alambiques,
crivone portas para foi na Ibas, e urna iiiliiu-
dade de ubtas de fono, que sera enfadinho
enumerar. Mu mesmo deposito existe nina
pessoa,inlelligeilieo habilita la pira rereber
todas as neo.limen las, ele. ele, que os
auiiunciantes conUn lo com a c*pacidade de
suas olTicuias e macluujismo, e pericia de
seus ufliciaes, se conipiomelleni a fazei exe-
Cutar eom "a maior presteza c perfeirjo, e.
exacla-xonformidado com os midellosou
desaiihSs, e insiruoco.-s que Ihe forem for-
necidas.
Ta: li;i de ferro.
Na l'undicao da Aurora em Sanio Animo.
ellamliem no deposilo na ra do Brum. logo
na e,lira la, o delunle do arscn.il de mari-
nlia. ha sempre un grande sorlmiento de
tachas, tanto de f.ibuca nacional cjmo es-
tiangeira, batidas, rundidas, grandtar, pe-
queas, rasas o fundas ; e em ambos os lu-
gares extslum guindastes para carregar ca-
nois ou carros, livres de despeza. Os presos
sjo os mais commodos.
I art rs > ira jo-.ir.
Vcndem-se bsralhos de cartas francezas
muito linas e de bum papel a 5Ul) rs. o bara.
Illo, dilas porlUiutzas muito linas a 32(1 rs.:
na ra do (Jueimado na loja de'tuiudezas da
boa la tila Q. 33.
lie niiiilo f)aral.
Vcndem-se dunas 'le facas e garfos de ca-
bo de marlim de hoa qualidade a 10*, dilas
I ii us de rali,, de h i lauco m|Mo linas a (i>',
dilas ditos cabo rol ico e oilaTado a 3-j, du-
zias da Cotlieres de metal principe a 33 e 6*-:
ditas de metal mais ordinario a 800 e irKMl,
e oulras inultas cousas que su ven.le barato,
na ra Jo Ujueiinadu n* bem couhecida loja
te intu le/as da hoa f*ma n. 33.
a,luga-se ou vend.se urna cheleira
propri* para m.ist: .r.i : na ra do l.ivramen-
lo n. 41.
'tir quera est ver Vende-se na ra do Queimado, na bem co
nhecila loja de miudezas da boa fama n 33.
voltas prcias linas o. ordinarias, ricos ape-
les, rias puleeiras, e ricas ro/.elas, ludo do
melnor goslo que. se pode encontrar e por
preco que mi denara de agradar aos se-
nhure.* compradores.
Vendem-se sellins com perlences,
tenle inglez e da n.ellior quahda
no arniazent ile A.l.ui.sun Howie
4 C, ra do Trapiche n. 42.
SAO' MUITO LINDOS.
lucos corles de vestidos de laz^nda muito
fina, lo la de se la e de um goslo multo apu-
rado, oliera los pilo ultimo va;ior viudo da
Europa, muito propriospara assenhoras de
bom goslo, assim como chitas francezas
minio finas matizadas com lu a* coies:
dflo-se amostras narua .loOueinado n 22
na loj i la hoa l .1>f.-nnle d da hoa la a
ompra-se efliectivamente brama, I -
1.1o .- robre vellio : no d.po-ilo da luiidic.ro
ra Aurora, na la do lliuin, logo ua entra-
da n. -28, e na mesma fuudico em Sanio
Amaro.
LEQOES FINOS.
Vendem-se loques muilu finos com ricas
pitlirras, espolne. plumas l il, 3950Je % .
na ra do ..ueimado loja de miudezas <
hoa lama n. 33*
ROB I.AFFECTEIK.
O nico aulorisatlti mr drcisiio ilo contelho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hnspiues recommenrlam o
arrobe de LafTecteur, como sendo o nico
autonsado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina, liste medicainenlo de um
gusto agra.lavel e f.icil a tomar em secreto,
esla em uso na maiiuha real desde mais le
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com puuca desneza, sem mercurio, as ar.
fecc,es da palle, impingens, at>ronseqtien-
cias das sanias, ulceras e os accidentes dos
partos, da dada cnlica e da acrimonia he-
reditaria dos linmores; convm aos calar-
rhos, a bexiga, as conlrar^oes e a flaqueza
ros org:us. procedida do abuso das mjec-
coes ou de sondas. Como anli-sviibiliiieoc
o arrobe cura em pouco lempo os'fimos re-
ceiles ou rebeldes, que vulvem inressanUs
em cousequencia do emprogo da copahibe.
da cubeba ou das injectes que represenlem
o rirussem neutialisa-io. Oamae LalTec-
leur he espacia menta recoinmeudado con-
ira as doencas iuveleadas ou rebeldes ao
mercurio eao iulorelo de polassto.--Lisboa.
Vende-se na botica de Harral e de Antonio
Feliciano A Ivs de Azevedo, prafja de II. Pe-
dro n. 8S, onde araba de chegar urna gran-
de purear) de garrafas grandes e pequeas
viudas dilectamente de Pars, de casa do dito
Hovveau-I.alfecteui li.rua mrlielieu a Pars.
Os formularios dao-se gralts ein casa do a-
geute Silva, JU praca de D. Cedro u. 82.--
Corlo, Joaquim Araujo ; Babia, Lima x Ir-
in.io* ; Peruambuco, Soum ; Dio de Janeiro;
Rucha & lios; e Morena, loja de drogas ,
Villa Nova, Jlo Cereiri de MagatM Leile ,
Rio Grande, h'raucisco de Caula Cotilo \ C'
BoueCiia Vaucez.ts.
Vendem-*e bonecas france/as ricamenle
vestid*s e de vanas .qualidales a IIMt,
l~600 e 9>, n* ra do Qneimao loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
cutos e limetas de tudas
as qualidade'
Vetulem-sesuperiores oculoscom arnuco
Je tartaruga de ludas as gra lu-cijos a MM>,
ditos muito bous rom arui*c/'s dour* la- a
I-20U, ditos ditos cun armaces pralea la,
!;, ditos ditos comarmacao de ago a 800 c
Is, lunetas com armacao ile tartaruga a I?,
d'tas redondas equadradas alebaleia son
rs. dilas de dous vi Iros armacao de batato
a I-(00, eoiilrosoculosuiaisque.se veudeiu
por |.reco barate na luja da boa fama ua ra
do queimado ti. 33.
Moendns supeiiores.
tNa fundicao de C Starr cv Companhia, em
Sanio Amaro, acham-se p.ra vender mea-
da* de canil* lo.I, .-. de ferro, de um DMtiello
coiistruccau uiui.o superiores.
Arados ierro.
.Na fundiciio de C. Starr ev Companhia, om
s.uiiii iinaro, acbam se para vea ler arado
.le ferro 'le uir. mtrdelloecouslruccSa aiuito
su, eriores.
Sscovaa e todas nsqua-
d s
Vendem-se ricas \scovaa inglezu pera
roupa, o melhor que po le haver a de nova
in- ncfioa,'>\ dilas liance/.as muila buaa
; a 18, 19500 e "CuO, dita* pala cbolo in-,. -
/ ii iico/i.s l-i0Ve2i ditas para ilsi-
' les ingle/as o fianaezas a 400, l e 60U is ,
lilas para un,,a* lila dita a atli, jod I--, e
OUiias.l,mil.!*.les mus liaralas, JIM l'.do se
ve.1.1.- n* ra do jueiiiia-io a......m eoi.in.ci-
i a luja .le miudezas da ba lama n. 33.
fiAKDEJAS FINAS BARA-
TAS. '
\endem-se ban.'.ejas finas e de varios la-
manhos pelo barato pre;o de 1#500, i :,.m,
:to500 e 43 : na ra do Queimado loja de
miudezas da ba fama n. 33.
MUTTL7*XfJ
; :
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBLCO, SEGUNDA FEIHA 16 DE FEVEREIRO DE 1837.
fe;v..-.t- -...-... ..-C".'-#'.r.-t-(,.-t;-. rrai
CONSL'LTUKIO CGNTKAL II- O
a UEOPATHICO.
5$ Rua de Santo Amaro (Mundo-No-
3 vo) n. 6.
SS O l)r. Sabino Olegario /.n.lgero Pinho, c':
lt. de volla i!e iua viauein an Kio de Janeiro, [,**
? continua a dar eunsullas ludas 01 lia ulers, "
i3 das 8 hojas .la manliaa, a- :> da larde. &
gi Os pobrelo medicados gratuitamente. ..*..
w SEGURO CONTRA FOGO.
Companl.ia Alliance.
Estabelecida cm Londres, eni marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
ormar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que eslo plenamente au-
lOrisado pela dita companhia para cjffectuar segu-
ros sobras!ifioios de lijlo e pedra, cobertos de
tSlha e igualmenta sobre os objectos quecontiverem
os inesmos edificios quer consista eni mobilu ou
em (azendas de qualquer qualidade.
Na ra larga do Rozario esquina
do becco do Pei\e frito, no secundo an-
dar doSobiado n. !, continua a dar co-
mida para fbra com lodo o asseio, c por
uceo limito cm non tu.
w*& s4
a>
Vi

HMSB- m-Msmwpmmoin
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas baratas, ra
Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento de
,5
m
do m
8
fa-
AOSVJlMSIMIBOMEBAim'O.
Vendem-se ricas cbaruteiras bordadas e
retroz serviodo lambem 'ic carteira t/, di-
tas sem ser bordadas nuiiio boas a 2s e 3#,
cartoirinbas muits ricas a -jy, ditas proprias
zendas linas ;rossas, por raais barato sct I11.1 vla.-('m a 2*500, carteiras grandes para
precosdo que em outra qualquer parte,
tanto em porcea como a relalho, ait,-.;.- S
i.i eco EL
a
cando-se ios compradores um s
Ig para todos: este esubelecimento abro-se
3 de combinaco com a maior parte das ca- g
sas comroerciaes oglezas, franeazas, alle-

&&?
"-
Nova leja de funileiro.
f Na loja ile fuciiitiio da ra da Craz
-3'
do .-.-.
., Reciten. 37. ha para vendar caeaai^daer- >.
?S> ro, ditas de vento, de inudeira duararello, *.
;'5 ditas de louro. lia niilainenle folba de Sji
j^ Flandic* de-uperipr qualidade; nesle no-
'> vo eslabeleciment vendem-se as fazendas (J3
mais barato qoe em ootra qualquer luja. '&'.
%' assim como cocos de folha a 12(i0 rs. cada J
6$ uma duzia. gjj
^;h:;*ss5:Oo-:h>:5sss
Substiluicau do
arcano a polassa.
pelo barato prtco de 5,200
poT una lata n armazem de N. O. Bic-
he r &; C, ra da i i nz
ii. 4.
I DENTISTA FRIHCEZ. 1
': Paulo aignout dentista, ra Nova n. il : ';-'
v na Coesma casa tem agua e pos dentrif.ee. ';
Alaga-se a antiga ca*a de vender plvora, na
cidade de Olinda. rom bont silio, baixa para capin,
e boa caa de viveuda ao pe : quem preiender dila
casa dirija-se aua do Vicario p. 31.
J. JANE DENTISTA |
condnia a residir na ra Nota n. 19, pri- ;*
ti meiro andar. -, *
Hnpai lie.'iu da vaccina.
0 eoKiiui-.-.irio vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreo da Alfandcga, e as tei^as-feiras na
casa de BIM residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 huras da manhaa.


m^
mmt
Ao respeitavel
publico.
:;? KL'A NOVA N. 18,
I .'?''! C'B faeiidase ronpa l'eita de M. A. Ca- a
ZiA UK^ ^* bde encoulrarlo os bons"fregue/es *
? as obras mais bem acabadas quo se podem @
$ en contrar, de todas as cores e qualiriades.e *%
JIA tem de aceitar menos ulvas de eiicornineii- y^
. das, por ler maior porcto de dillerenles y*
\ obras, assini como tem de a j.:.....nUr o ^
j preco das encommemladas, e para mais ;,
^J hem servir a seus donos, ser para lodos "';^
\3 um precoa dinbeiro. '.,';
dinQeiro a t/JOU e -, irancelins para relo-
gios. prelos de relroza leu, afiadores para
uavalhas mullo linos a l, pedias ingle/.as ile
aliar uavalhas \ e 13500, ricas bengalas
pelo barato prego d, u e i-'jOO, penles com
escova e espellio para suissasa soo rs., e:lu-
jos para barba -j- e2*300, Rvellas douradas
maos e suissas, para vender fazendas mais 4 I P>ra calcas e cohetes n \-20 rs., casldes p ira
em cotila do que se tem vendido, e por isto M bengalas a 0 rs caixinhas para guardar
ollerecera elle maiores vantagens do que g phospboros a 160 rs escorinhas para liio-
S outro qualquer; o proprielano desle im- N '""' !"'"u'* a "2i" rs., chicles muilu bous
** prtame esubelecimento convida iodos E P-J'o cava lo a oo rs esporas Finas de ac,
* n Sun. nair.iA S, '/. grvalas ue seda muito boas a 1, ataca-
' "! pa'rT' V. fat\eoem P.oral> dore* de cornalina para casaca a300 rs., pm-
para que venliam (a bem dos seus inte- B
resses) comprar fa/.endas baratas: no ar-
Os abaixo assignados, com loja de oarives
na ra do Cabuga n. II, confronto ao pateo
da matriz c ra Nova, lazem publico, que
estilo recebendo conlinuadameiite as mais
novas obras de ouro, tanto para senliora
como para liomens e meninos : os precos
continuara razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especilicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujeitus os mesmos por qualquer du-
vida.seraphim t lrniDu.
GRANDE GUARDA-ROUPA
DOS
MASCABAS.
RuadoColleg^io n. 18,
primeiro andar.
O dono desle importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisa a todas as pes-
soas amantes deste bello e interessante pas-
sa-tempo, que tem esle anno.em seu depo-
sito, os mais ricos vestuarios que se tem a-
presentado, ricament. adornados, com ele-
gancia, phantasia, ideal c maravilhoso, pro-
prios para todos os caracteres que cada um
quizer representar, e a maior p.rtedelles de
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de um e
outro sexo, visto ter vestimentas para ho-
mens e senhoras, como lien;, ricos, anmins,
capacetes e basloes, emlim um completo sor-
timento de inmensas diversidades por com-
niodo preco, tanto para alugucl como por
yenda, o que ludo se acha a disposicao dos
illuslres cavalleiros no supradito deposito,
que tem por signal, cm sua jmila, urna
bandeira arvorada.e dous figulinos elegan-
temente caraclerisadus. A elles, que os pre-
lendenles sao muitos, co carnaval esta ba-
Venda a porta da Veneza Americana.
o-
;pia
vincia.
VELBOTWAS. DE CORES E PBETA,
para jaques de senliora e roupa
de mascaras.
Chales de merino bordados a velludo. 1K-000
Ditos de dito bordadus a seda........ 99000
Ditos de dito com lislra de seda....... (ij.'illll
Ditos de dito com franja de seda....., b>00(l
Ditos de dito com birra matizada..... 50O0
Ditos de !,l-i de todas as cores........ ir.SOO
Kicos corles de vestidos de seda de ramagem.
Kico corles de vestidos de seda branens.
Grosdenaple de seda de cores, liso, covado. 29300
Hilo preto lanado, o mellior posaivel. 'ijliOO
Dilo dito liso muito encorpado. ...... 2?J00
Mauritania de sedade vara de lareura 1*>0O
Chai; de seda esta flores matizadas IslUIO
-Mussulin.i de seda com lislras n 19U0O
Seda, de qoadros de novos padroes. 19000
Kr.ni.!id.ii i de seda de quadros. ...... loo
luiquiv. de -eda de lindo goalo ...... 800
l.a c seda de r.magem, duas larguras 7211
llr-lli.iiiliii.i branca para vestidos. >i ."i00
.Mussulina de cores para vestidos ..)>.. IlO
Chitas Iraocezas de cor finas. u JSII
t.assasf, anecias de cures linas. .jarda. 100
Palceiras de coral de varhs cores..... IfiflSO
Corles de cansa Iranccza.......... t>Ol
Pedos deessuio para camisa........ I^O'JU
Camisolas, ceroulas e ineias ue Irla.
Palitos de panno prelo e de cor, finos. 20-000
Hilos de alpaca prela e de cor....... rjOO
Pela delegada do segundo districto
do llecife Ib i apprehendida no dia 27 de Ja-
neiro, lima negra por nome Apolinaria, que
diz ter sido l'urtada de seu senlior Joo Maia,
morador em um engenbo de Magoas : seu
verdadeiro dono compareca nesta delegada,
munido de documentos legis, afim lile
ser entregue. Delegacia do segundo distric-
to do termo do Itecife C de fevereiro de
1857. o delegado,
Joiio Francisco Xavier Paes Darrelo.
- Pedc-se ao Sr. A. U., moradur no en-
genlio I.., que tenlia a lioudadc de piestar
altenco ao que tratou com o seu correspon-
dente B. K A. C; do contrario continuare-
mos com mais clareza.
Precisa-se, para a Parabiba, de um eai-
xeiro para loja de la/endas, e da-se prefe-
rencia aquelle que leudo pratica, entenda
de escripiuraco : a tratar no hotel fran-
cisco.
Iloga-se ao lllm. 8r. Dr. juiz de orphos
lo termo de Pao d'Alliu, que por sua bun.la-
de acabe com uai inventario, cujas avalia-
ces so acliam fetas desdo dezemhro de
185 ; compadeca-se dos pobres orptiaos ...
Precisase de urna ama que entenda de
coziuba, para urna casa de puuca familia :
na ra do Vigario n. 14.
ttenco.
Precisa-se saber se existe alguma rami-
lia de Jos Manoel da Costa, que oi ca-
sado no termo da villa de Santo Antonio
de Garanhuns, treguezia Jo Senbor Bom-
Jesus dos itemedios, em PaneUas de .Mi-
randa, sitio ou lazenda de Jundia' ; dei-
\ou lilhos de nomes Francisco Manoel da
Silva, Anua Mara de Jess, Joaquina Ala-
ria de Jess e Thereza Mara de Jess.
Seu pai lie quem deseja saher dos lilhos
com os nomes cima : se alguetn souber
noticias tora' a bondade de dirigirle a
ra do Traniclie n. 34, escriptoro de
Novaes & C, ou annunciar por este
DlAKIO..
l'recisa-se alugar um andar com
commodos pera familia, sendo no hairro
de Santo Antonio ou no aterro da Boa-
Vista : quem liver ou souber, dirija-se a
ra da Cruz n. i2, armazem, paga-te
bem, agradando)
us armazens do caes do llamos ns.
14 e lli, ha para vender superior cal virgem
em barris, muito lina, e a melhor que ha de
Lisboa : o preco he I'avoravcl, e a forma
dos barra dierentes.
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para ira balitar mensal-
mente nesr* typograpbia, dando-so o sus-
tento : na livraria us. 6 e 8 da praca da In-
dependencia.
Precisa-se de um pequeo de 10 a 12
anuos, para caixeiro de urna taberna na ci-
dade de Olinda, c que de Mador a sua con-
ducta : quem pretender, dirjja-se a la lar-
ga do Rosario, loja de niiudezas n 33.
.Mano 1 Moreira da Silva, porlugnez,
vai a Portugal.
--- Precisa-se de urna ama que saiba co-
ziiihar c engommar*para casa do um borneas
casado sen; lilhos : quem quizer dirija-se ao
paleo do Paraizo, no segundo andar do so-
brado que volla paia a luada Iluda.
Precisa-sede urna ama para cozinhar
em casa de puuca familia : na ra do No-
gueiia ii. 21.
Francisco Jos Fernandos Pires faz
scicnte ao arrematante das agurdenles, que
pagando UUij uinuaes por vender espritus
naciooaes, e constando-lhe que S. Me. o quer
eullectarem mais 64S0OO, entao faz scientc
que, do fim do trimeslie em disi.le deixa
le vender espirilos nacionaes de produce.io
hrasileira, einsua taberna da ra do Corre-
dor do Hospicio n. 20.
-7- Aiituuio Jos Alves de Brito, de Ma-
celo, acha-se nesta capital, e espera a res-
posta da caria que dirigi cm uulubro do
auno passado ao Sr. Dr. Joao Floripes Dias
Brrelo, morador em Goianna ; e faz scien-
te ao mesnio senhor que apenas Ihe espera
ale u dia 23 do correle mez : acha-se na
ra do Qneimado n. 20.
Alaga-se una grande casa terrea com
ar da Soledade : a tratar no
da
ceis iuglczes para barba a 300, (ou e80 rs a
. camisas .:e meia mullo linas a IfOO, ricas
mazem da ra do Cullegio n. 2, deAn- Jg abotoaduras para collete a 500e bUO rs., di-
ionio Luiz dos Santos* Rolim. tas para palitos a 600 e 600 rs., eslojos de na-
-MXimm-mmMm%mW$ nib Bnspara barba a 2-, caixasflnissi-
mas para rape a 2*300 e *-, dilj redondas de
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomeu F. de Souza,
contina a vender
(sendo falso o<|ue l'or vendido cm oulra
qualquer parte.)
Mol) L'ADecteur.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez cm vidros.
Elixir anti-asmatliico.
Frascos de bocea larga com rolhas, de
1 a 12 libras.
\ BOTICA lloMEol'AIIIICA. .
S N. 13, RA DO ENCANTA-
ff MENT N. 13.
wf Dirigida
J* PEI.U DUIT'UR

8 PIRES HAMOS JLMIOR.
^1 A ellicacia dos ineiliramenlot buineopa- /^#,
*^ llocos dependa de sua boa preoaraffio, >) zelo ou desvello que se empresa nt-le mis- tj
ltf ler, e lambem dos coulieciinenlo. pbarms- ,A
W codj lirmeos que se deve ler desta niedicr- r>
$)
na.
toril
Portanto neile novoestabelecimenio H
ludo i|uanto for neces-nrio pnra sen
o?o, lauto em slnbulns, como em linlijrai;
e a--m i-.iiimmh carteirm de dvenoa Isna-
nhos, luhus avulso*, etc., etc. precoi
iosmvp'
0)
%y Mo oa ni,ii- mmlicos
Gouipt*&.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as Ireguezias deSaulo
Anlonio, >>. Jos e Boa-Vista : trata-se na
ra Augusta n. 17.
Comprain-seeirectiTimente na ra das
Flores n. :7, primeiro andar, apblices da di-
vida publica e da divid provincial, assim
como accoes das diversas conipanhias aulo-
i isadas pelo governo. ,
Compra-se um prtlo da meia idade :
no pateo do Curra o sobrado n. 9-, por cima
da botica. "
Compram-se duas casas terreas para
urna encommeiida : a tratar na ra do Quel-
mado n. 3, loja.
Compra-se urna casa terrea no bair-
ro de Santo Antonio, San-Jose ou Boa-
Vista: (iiie^i quizer \endcr, dirija-se a
ra de llortasii. 2, segundo andar, que
se dir' quem pretende.
Compra-se um cavallo novo, que
seja manso e ande bem a passo ou car-
regobaixo, sendo de boa figura e sem
achaque : quem tiver e quizer vender,
dirija-se a" livraria do pateo do Collegio
n. 2, que alii se dir' quem compra.
tartaruga lillas a G\', c oulras militas Cousas
que se veudem por barato preco : na ruado
Oueimado na tem conhecida luja da boa fa-
ma n. 33.
Fevro barato.
Na ra do Qucimado n. i>, existe um
grande sortimento de ferro de todas as qua-
lidades, que se vende mais barato que cm
outra q-ualquer parle.
A Igodo av riada,
Vende-se algod&o liso muito encorpado e
largo, com pouca avaria a 1>l>00 e 2^000 rs.
a pega : na ra do Crespo loja n. 10.
Crav
:r
Vende-se urna escrava que engonima,
cozinlia, eus.iboa e f.i/. iodo mais servicode
nina casa eom peileicao; he de bomu figu-
ra, e ptima conducta, nao t-in vicios iieni
achaques, de idade de 25 a 8 anuos, e
da-se por monos sendo para fora da tena ou
para engenlio : na taberna da rus das Crti-
zes n. 2U.
?^sesu*ds iuas.
No deposito da na da Cadeia n. 6, ha as
melhorrs i.mscarasque tem vindo a este
in-Tcailo, lano fin linas como Ctn Ijom ca-
rcter. A ellas antes qu se acabem.pois tem
tido grande exlrai'io dos amantes do car-
naval
Vende-se urna parlara com todos os
seus pertences, bem iit'rcj'ue/ada e em
lugar iiiaicido as posturas: quem pre-
lemle ilirija-.-e a ra do Queimado, loja
ii. 13.
$| Em casa de Eduardo H. Wyatt, tt
; i ra do Trapiche Novo n. 18, lia !j
O para vcndei : -;';-
-j 1 piano forte, novo e elegante de i'
:} fabricante afamado em Londres.
y$ Grava ingleza n.97, deav <\
i Martn.
r\ Tinta de escrever do fabricante
-' '. Arnold.
Tintas cm oleo tic varias cores.
Cabos da lussia.
Para
sitio de llerculano Altes
O Sr. thesoiireiro manda fazer publico
que se acham a venda ueste escriptoro, ru3
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcao de bilhetss, meios e quarios da
quaita parte da quinta loteria do Gvinnasio,
cujas rodas andam no .lia 21 de fevereiro do
crrente anuo. OSr. thesoureiro manda de-
clarar aos senhores jogadores, que existem
numeracoes sortidas, como tambem os bi
Hieles vendirlus nesle escrinlorio nessas ul-
timas loteras tem sido muito afortunados,
por isso espera que elles eoncorrerao para
que continuadamente nao liquem tamaitas
porces de blhetes por vender, como sem-
prc lem ficado. Tbesoorarii das luterias"
de fevereiro de 1837.o escrivfio,
Jos Januario Alvcs da Maia.
Precisa-se de urna ou um criarlo para
o servico lora de casa : na ra do Hospicio
n. 7.
- Alnga-se urna prela para o servico
diario de urna casa : quem a tiver e quizer
alugar, dirija-se a ra da Cruz, sobrado n.
23, que achara com quem balar.
-- a-se a juros a quanlia de 2:500? ris,
sob hypotheca em predios nesta cidade :
nesta typograpbia se dir.
Anda continua a estar fgido o par-
do escravo liinuceiicio, de idade de 31 an-
uos, o qual desappareceu no da 5 de agos-
to lo auno prximo passado, lcvandoum
sacco com roupt a um chapeo blanco de cas-
tor ja usado dentro de urna caixa, levou
tambem um cbap.io de pal ha vellio c roupa
de trabulho, os signaos sao os seguinles :
ja pinta, barba rapada, alto o seeeo rio eor-
po, espadau'do c descariiado do rosto, cor
baca, Calta de um denlo na frente, o qual
escravo veio do Ico em principio do auno de
1853, comprado pelos seuhoics Caminha <\
Filhos : roga-se a todas as pessoas, autori-
dades c capi'.aes de campo que do mesnio
possam ter noticia, o obsequio de sppre-
hende-lo e remette-lo aoseu Sr. Justino Pe-
reira de Andrade, na ra .Nuva n. 52, fazen-
do por coiilu desle as despezas que f .rem I qusesquer dre objeetoi noa necessanas, a lem de lOu-ojt) de gratiOcacdo I eonteate da nemu que o- encominrii.tareni : u
a quem trouxer.
eseja-se fallar aoSr. Jos Alvcs Fer-
reira, a negocio de seu interesse, e assim ha-
la do.annuuciar a sua morada.
sillo, no lugar da
Manguind,
Silva.
Precisa-se de duas amas escravas,
lima para fazer o servico de cozinha de una
casa de pouca familia, eoutra para engooi-
mar : na ra do Collegio n. 15, armazem
Previdencia.
Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
eraron, estabelecida no
RIO 0 JANEIRO
CAPlTiL-2.000:000.000.
Age'Via filial cm Pernambuco, ruado
Crespo n. 15.
O peu'os k.^o rp.ili.arlri' no efrriptorio da rnin-
;. tiihi,i rni rm.'-iiin fr.i, *.>!) propOfllafl doi propri* la-
rios rio. p.rravus, linios os dia. nleis. a. parlkipa-
C'""-s de talleeimenlM e a* propotU, podem ser re-
metlidiig a companbl torios os dias, ale as cinco ho-
ras da tarde.
As coodlcOe* imprem poderlo ser procuradas no
Ouriplorlo ra compendia.
Dar-w-ha consultas eralisao escravos legarosriai
0 psra 10 horas da manhaa,no escriptoro rta cunip.
tes de visita-
BiUli
(. ..'. .ni. e imprirncm-se com pprfeirrm bilhelea
de visil, lr-llras de c.immercio r lories os objeclo* da
arle eallgraphiei, resiiUos, iahelasa qniesquer de-
seiiho. Ahrem-se Grmas, sinetes, tardo a Idlho do-
ce cuino em relevo, ornamento! com objerlosdeonro
e prala. Fazem-sa ri-cus lindos e orizinaen pirs
bordado! de laliyrinlho. Admiile-se a rerusi de
* irepe de (ila-
(iR\\EV 800 RS 0 COVADO-
Fazenda nova, chegada pelo ultimo navio
francez, te.cida de Ia e se.la, de quadros e
lislras de cores muito delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
ra do (Jueimado, l.ja n. 17 ao pe da botica.
/ elludiilio e vel-
bu tilias.
O melhor que nessa fazenda lem vinJoa
este mercado, de cores muito lindas, para
vestidos dos mascaras : vemle-se na loja n.
17 da ra do Queimado ao pe da botica.
Mussulina bri-
I lia nte.
I'azeiula branca lavrada de 5 palmos de
largura, chegada pelo ultimo navio francez,
com padroes e desenlies lao delicados que
parece seda, para vestidos de senliora; ven-
de-se por preco commo lo : na loja da ra
do Uucimado n. 17, ao p da botica.
Fara vestidos de
iSk-ilIORAN MEMAt
Vendem-se as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos de largura, de quadrinhos miu-
dos e grandes, do cores muito lindas,
pelo barato preco de I3S00 a 194*0 cada co-
vado : na ra do Queimado, loja n. 17 ao
pe da botica.
Para escriptortos e carto-
rios.
Vendem-se resmas de papel do peso do
melhor que he possivcl haver a (i?, dito in-
ferior poucaicousa a 3> e 39500, dilo paque-
te muilissimo lino a 4*500 e a-, dito almaco
greve e marlim a 4?, dito almago muilissimo
lii.m a :i-joo. dilo de cores em quarlus de
resma a 700 rs., gru/.as das verdadeiras pe-
nas de ac bico de lauca pelo barato piecu
de I93OO, ditas muito bas sem ser bicu de
lauca 5 nos a 820 rs., ditus proprios para riscar li-
vrosaSOO rs., canelas de os^o lomeadas para
peonas de ac a 1:20 rs., caivetes Gnissimos
de urna a quatru lollias a I, >, 3, 43, e ou-
lras mais cousas que se vende barato ; na
ra do Queimado 11a hem conhecida loja 'Je
iniudezas da ba fama n. 33.
YNDEM-S CAPACHOS
piulados, conipridos e redondos a 700 e 800
rs ; ua ra do Queimado loja lia boa lama
n 33.
PARA QUEM TEM BOU COSTO.
Jia ra do Queimado n. -2, loja a boa le
ha um comp'elo sortimento de grosiei.apo-
le'deseda de lindasxores; aproveitem antes
queseacabem, que a festn ela com nosco,
ussii como elia .eos uo Chile muito linos,
riue se vendem por menus que em outra
parle.^
.'vicias v. todas as dides.
Vendem-se muito boa* meias de seda ie
las brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2500,dilas de laia para padres a I$800,
Vende-se grandes porcoes de eraros
brancas, para bailes e casamentes : na
ruada Praia 11. V!l, terceiro ambir.
Vende-se nina preta muito mora
com tuna cria, sabe perfcilaineiile en-
gommar, cozinliare lavar, sem vicionem
achaque algum : na piara da Boa-Vista
n. .
Deposito
de rj r pnncoza -.t -! > i i -
ca de Ii,. Gasse, no Rio
de Janeiro.
Vende-se a prp^o commodo Jrap lino,
grosso e meio grosso, da acreditada fabrica
cima, ebegado pelo vapor S. Salvador ; na
ra da Cruz 11. *9.
Venile-sescn>cn|e de coentro muito no-
va : na taberna da ra dos ilartyrios n. 3(i.
Vcndeni-se re'ogios americanos, de
dilferenles qualidades, para por coi cima de
mesa : no armazem de llenry lorsler C,
ra do Trapiche n. 8.
Vendem-se gigos com urna groza cada
um, de garrafas preas : em casa deSoulhall
Slellor Companhia n. 38, ra do Torres.
Ijaiiii ) fraucez caporal.
Este excelenle fumo serve tanto para ca-
chimbo como para cigarro; vende-se n- ra
do Trapiche Novo n. ii, em casa de A. Ilc-
brard, pelo preco de 39000 a libra franceza;
a elle, queja esla se acabando.
Aeiiiao.
Vende-so na loja da ra Crespo n. 3,
prxima ao arco de -anio -.n/onio, riquissi-
mos vestidos de barege, com hallados, do
ultimo gosto de Paris, a 5/000 cada um.
. Vende-se uma cadeira nova : na Boa-
Vista, ra do Hospicio, na loja de pinlor
n. 50.
Vcndc-se um execllente cavallo.mui-
to proprio para cahriolet.por ser muilo lor-
ie : a tratar na ra da Cruz 11. 20.
Vende-se urna porcSo de estopa a lf60O
a arroba, para acabar esse resto, lambn se
vende um carro -de condu/ir volumes d al-
l ndega para lora : na ra da matriz da Boa-
Vista n. -M.
Vende-se a taberna da ra do Vigario
n. S, cun os fundos a vonlade do compra-
dor, e faz e ledo o negocio a prazo ou a di-
nheire, da melhor inaneira que servir ao
comprador.
Vende-so ou permuta-se um escravo
moco, sadio, que so quer servir emuiiien-
genbo : a irular no Forte do Mallos, arma-
zem 11. 0.
Va p aga da Independencia n. 3, ven-
dem-se boizeguins para meninos, loucas e
camizus de laa franceza, pelo mais diminu-
to preco que he pussivel.
^ourodu lustre marca de
casteio.
Vendem-se" pellcs de couro de lustre de
muilo superior qualidade a preiii de4$e
4/500 : ua ra do -jueunado, na bem conhe-
cida loja de iniudezas da boa fama 11. 33.
Luvas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de ludas as
res, coburdadas e cun bololas a ->i u para
ditas sem ser bordadas brancas e ainarellas
para liomens e senhoras a 1?, lJBiOO e 195000
ditas de lio da Lscucia brancas e do cines
para humens e senliora a 300, 400, iUO ,
*>U0, ditas brancas e decores, de algodaO,
proprias paia montara a 240 e 30 e outras
quulidades mais que se vende na rua do
Queimado na bem conheeida loja de aiiude-
zas da boa fama n, 33.
Kicus Sita-, iiiias e moders
tas dos melores gastos
que .se jode eucoutrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimado n. 33e por procos que D&udeixara
de agradar aos compradores, porque reai-
uiuutc se vende baralo e ha muilu onde es-
col lie r.
araudi s e rad -s,
Lm lindo e variado sortimento de model-
los para verandas e gradaras, de gosio mo-
deruisaimo : na funuicaO da Aurora em San-
io Amro,e no deposito da mesinu, na ruado
lirum.
liquidar
contas
Os donos da loja n. 17 da rua rio Queima-
do estilo vendendo por menos de seu valor
certas fazendas, como sejam cassas e cam-
bra i as france/as linas de ores lisas, pelo
baralo proco de 400, 500 e 560 rs. a vara as
verdadeiras chitas francezss minio linas e
de cores firmes, pelo preco de 260 e -2H0 O
covado, bareges de cori s lindas com qua-
dros de seda a 500 rs. o covado, e oulras fa-
zendas que cslarao a vista dos compradores,
por precos de convidara comprar.
>sc cinien-
to muito baralo e bom, pelo preco de
".S'oOO a barrica, por se precisar do ar-
mazem nicle esta' recotbido: mt rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
Vendem-se i rodas para um carro, 3
em bom estado e 1 precisando de concert,
por mdico preco : quem as quizer dirja-
se a rua da Soledade, que segu para o Man-
gUnno,no Slliodos? leOes, a qualqcur llera
do dia, que achara com quem tratar.
ua
Quei-
19.
mano n.
Vende-se o seguinle : seda incorpada,
furta-cores a 23500 o covado, serlas de qua-
drinhos nnudos a l>20o o covado, cortes de
phantasia de seda de quadros e lislras a 9j
cada um, luvas ile seda lio liarlas, brancas e
amfcrellas a -2g, -2:500 e 3/ cada par, velbuti-
na superior de cores e prela a uO rs. o co-
vado.
Mussulina bran-
ca p> 500 i>. o i v.dt
Na rua do Queimado n. 19, vende-se mus-
sulina branca muilo fina, c de lindos lavro-
res a 5110 rs. o covado. 4
Guardanapos a
5,000 rs. para acabar

Cv\ stalleria.
bar-
o
o
te
O
vay
VIMIO 1)0 POBTO GEMIM).
Vende-se 1 im vh.Iio do Porto era barr da
quarlo e oilavo, par prero razuavel: r-n rrni da C-
dcia do Kecife n. 13, escriptoro de Bailar & Ol-
ve 1 r a.
Aigod&osiiib
para saceos de Bssuca
sa de N. O. Bieber >\
n. \.
Vinlio do Pcrlo.supciior chamno.
Emcatiaade2dasus eni bartM ueoiln^o, re-
ceiiieiiienh (dicsadi.pelo bripue 'i'l'rovadorn; veurte-
e uinrMiiitMiit-aoarniazrm de Itarroc ,\ Castro, na
rua d:i C.deia rln Kcrile n. 4.
da Baha
: vende-se em ca-
C, rua da Cruz
:;.
9
Agurdente de Franca cm
ris.
Vinlio Scliem dilo.
Fructas em conservas inglczas.
Pap. I para carias.
I.ivios para copiar dito.
Candieiros de candelabros de
bronze.
Ac em barra para molas de
carro.
E\OS para carro.
Chicotes para dito. ;'.
Relogios de ouro coba lose des- A
coba-tos. :-.
.y\r:y:r\^^:-rt.:'-.:--.:--.y:::;.s:;;-\
*** ^*> w '*' <- Ky *sv > *r ;. %f-
L\a loja da boa f
1
vende-se tfto barato i
admira
i'
Farinbade Tri-
este.
SSSF.
(Verdarfeira.)
Pelo navio BI.O.MU chegaram ."00
barricas desta acreditada farinha : ven-
de-se nos armazens de Tasso Irmos.
Retugios de patento
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
A11g11stoC.de Abren, amada Cadeia
do Kecife, armazem n. .16.
Itieos pannos para mesa pelo dimi-
nuto preco d.
.;'. Brira hranco trancado de puro li-
fi nho, vara
; Dito pardo liso de puro linho, vara
IBrim de quadrinhos, de padroes
$j I muito bonitos, covado
Ganga amarella franceza, muito fi-
na, covado
Fil de linho liso muito fino, vara
dio dito com flores, dito, vara
Cambraias francezas de lindos pa-
droes, covado
Chitas france/as muito linas, de pa-
droes novos, covado
Camisas de riscado muito bem fei-
tas e muito bonilas
Pablos prelos muito bem feitos
luios de brim par,o de puro linho
Camisas de meia muilo linas
RICOS lencos de lilet com palma
bnrdada a maliz
Ditos ditos de rambraia muito lina
com bico e linho
Luyas de seda de lindas cores, com
ricas bololas, o par
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeitadas
Ditas pretasdetnical
Chales lisos de merino, de liadas
cores
Gravatinhas de cassa, de padrees
muilo bonitos
Lencos blancos de cambraia
Ditos ditos de dila com barra de cor
nos do linho proprios
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, a>s 111 como polassa da Itussia verda-
deira : na praca do Corpo Sanio D. 11.
Moinhosde vento
rom h o 111 lias derepuxopara regar hortas eba
is de capim : na fundirlo de D. W. Bowraan
ama dnKramns.6.8(-IO.
Em ca>a de Unir. Itrunn & Companhia, na
rua da Cruz. 11.10, vende-secegnacem caixinliasde
FARINHA
He Trieste.
Vemle-se em casa ile'Saonders llrnlhers & C. o
prara rln Curpu Sanio n. 11. a muilo superior e liein
ciniliecida familia de Trieste, da marcaprimeria
qualidadeclonada em 0 do corrente na esruna
.d'feil", em porcoes grandes e pequeas, conforme a
vonlade do comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
%t fundipo de ferro de D. W. Bowmann n
Na rua do Queimado n. 19, vendem-se ruadsBrum, pssssndo och.iriz', coniinth
guardanapos para .sobremesa a 39 a duzia, var mmammJJLm^mtmtm A. ,.1 EES?
para acabar.
CAMBRAIAS FRAlBZrS
mito finas ;i 2W0 e 53W o
COVi (iO.
Vendem-se na rua do Queimado n. 19.
COSTES DE CASEIIM ES-
cura a 5,<>00 eml um.
Vendem-se na rua do Queimado n. 19,
cortes decasemira lina, escura, para a pre-
sante estaeSo, pelo baratissimo preco de Algodaolizopa saccas.
3>600.
JiussiiHn s lie cores,
faz"nda muito lina e de lindos padroes a
:i.lG00 o covado. chitas francezas muilo fi-
nas a 320 o covado.
Esteiraa da indi.
Vendem-se na rua do Oueimado n. 19.
ver um completo sortimerlode taixesde ferro fun-
dido e batido de .T a 8 palmos de boce, as quaes
*r:hain-se a venda, por eprut-o commodo com
promptido: embarcam-s oucarrega-se amcar-
ro semrlospe? ao comprador.
- Emcasa de Saunders Brothers C., praca
do Corpo Santn. 1 i,s* para vsndrose;;uinl t
Ferro inglez.
l'ixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Deposito
Dito entraucado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de fazendas proprio
para ssie mercado tudo por preco commodo.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIKIER,aterro da Boa-Vista n. 55
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARYAO de peora .
de primeira qualidade, por preco com-
modo.
Polassa e a lama.
de joias c obras de ouro, aterro ra Uoa-Vis-
ta n. ll.deH. A. Botlger Bamburgo, os quaes tem a honra de parti-
cipar ao respeitavel publico, que ahriram
uma loja destes artigus de sua fabrica ncsla
cidade, onde se encontrara sempie um com-.
pelo e bello sorlimcnlo, pelos mais commo-
dos nreeos.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Hccifc, loa
n. 00.
Domingos Alves Maiheos tem para ven-
der cm seu escriptoro, na rus il Apollo 11. to
2'i, por mdicos precos o seguintc : i ..; ,
Ricos e elegantes pianos. |'! n- ,2' Pi,,a .ven,dc1' m'to ipe-
Superior vmlio velho do l'orto.em harria. no.r Polllssa da Bussia, dita do Bio de la-
Superior vinho velho do l'orlo.engarralado. i neiro e cal virgem de Lisboa em pedra,
Superior vinbo velho eropiga branca.
Coxins ne linho para montara.
virgen
Noantigoe ja'bem conhecido deposi-
> da rna da Cadeia do Becile, estripto-
o 11. 12, lia para vender muito sune-
c.obcrtores encorpados de algodSo.
Superiores charutos da Baha.
Sabonetas em caixinhas.
Itico e superior papel piulado e dourado pa-
ra lunar salas
Vendem-se terrenos para edilicacao na
estrada do.Mangumniho, do do Itecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. .Vauoel be-
rera Teixeira, com 350palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do llecife n. 9, ou com
los Baptista Bibeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se painco muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da llelacao 11. 28.
Hom e barato.
Vende.n-se sapalos de borradla de
lustre, proprios para o invern, de I10-
niem a 3$500 e de senhora a 5s000, sen-
da do melhor joslo (pie tem vindo a es-
la praca : na rua do Livraincnlo n. 5T>,
loja de calcado. >'a mesma loja cima
vendem-se resmas de papel de peso a
2,'800 rs., sendo em grande v. 11 perpieiia
iioii;"io. i vonlade do Irenuez.
tudo a precos muito favoraveis, coin os
quaes (icarao os compradores salisfeitos.
N. O. Bieber & C, rua da Cruz n. \,
vendem :
Lonas da Bussia.
Idfem inglezas.
BrnzSo.
Biins da Bussia.
Vinho de Madeira.
Algodfio para saceos de assucar.
a
lauos.
Em casa de Rabc Schmettau c< Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
Piano* do afamado fabjicante Traumann de
Ifamburgo.
H a
Vende-se a verdadeira graxa ingleza 11.
97, dos afamados fabricantesHay & Mar-
lu--, cm barricas de 13 duzias de pules:
emcasa de James Crabtree & Companhia,
rua da Cruz n. i->.
iirrtrnrler dirija-* a qualquer dnlee la res : 110
li.rirrn il Rerife, rua ra Madre do Dcm n. l->, |iri-
ineiro andar ; pin Sanio Aolouio, na hvnria cinica
da pleo do Colkgio 11. > ; na. Cinco l'ontis, sobra-
do da quina uulr-ml- a Dlilril uova.
Vendem se superiores macas para condu-
eo deroupasem viagem, pelo baralo preco
de .">,(-,, 7 e 8; cada urna, galheleiras com
torios i s vidros necessarios a 2?, ricas car-
teiras de Jacaranda e inogno para se escre-
ver c guardar todos os pertences, proprios
para viagem a 8, !0, e ISs cada uma, costu-
reiras riquissimas .le Jacaranda com os re-
parlimenlos forrados de serla e com muilo
gosto a 4, 6, 7 e 86, penles muito linos pa-
ra alisar.proprios para crianzas00 para suis-
sas .1 320 rs., pulceiras do melhor gosto que
se pode encontrar a 2g, ricas cruzas de cor-
nalina, carteirnhas para lem brancas, gorras
para homem, as mais modernas que se ii.le
encontrar, sinetes com todas aslettrasdo
abeedario, sinetes proprios para namorailos
le muito I ns
iOflOS
cnirtos c descoberto, pequenrs e randes, de ouro,
palele iaglea, para homem e-culi.ira, de um dos
iiiell.urc. f,il,ric.iiili'. i'.e Liverpool. >,D.lii8 pelo lllli-
1110 paquete inle : em cana le Sonlball Mellor ,-
Componhla, rua do Torre 11. 38.
[LO ?AM .T-Ifil-
35000
134*0
640
_>00
320
800
IMM
M
320
IjillO
Ir 000
.i-'ii
l/ooo
j|000
l.-N'l
41000
ItOO
MM
210
210
240
400
para rap
e assim ouuas umitas fazendas que vendem-
>e por menos que em qualquer oulra parle
v FITAS DE VELUDO.
j-u, vo, oo e COO rs., na rua do Oueimado
na loia de ru.udezas d boa fama n 33
&3cr*tH>figa*.
---No dia 12 para 13, a meia noite, fugo
um escravo de nomo M.ll.eos, naco Costa
evou camm. azul, calcas pardas, rapresenu
tei 30 annos, pouco mais ou monos; oi es-
vodoSr. Nicolao Martins, morador n,
1 assagem, eom escripiorio na rua do Iran-
che : quem o pegar ou dclle der nolica. d -
rna-so a rua D.rcita n. 26, que son bem -e-
compensado. B
.r J,0,dia.u> crreme ausenlou-se de
casa de Jos Goncahres Ferreir.-Costa" um
seu escravo de nome Jos do Carino, de na-
(-0 Angola, baixo c bastante retorcado
hZ2 ," ti |,rase"lei'. cara redonda e bu-
hado, tem um signal bem saliente que he
se rendido, con=ia que o mesmo and" Ira!
ao todos os Srs estivadores o apreheodam c
em'aan.o A^"Zra *" do "nuneiante!
em1 Aanto Amaro, junio ao palacete, que
pagara qualquer Uespeza ; outro sim reco-
mendaao III.. Sr. lenle enearreg.'do ^a
polica do porto, para que o mande aprehen-
oer, no caso que o mesmo sabia em alsum
navio porquanloo referirlo prelo foi manijo
e poder,.-, illurli.loou iliudr aigu.n ca,nUo,
Plaqueo adm.lu, ao servico, como Un
ros como para os do imperio.
- rugi no dia 24 de dezembro p.p. o
ue ln? J0r."0n!e Md,heus de nav-'0 Angola,
que lo. de JoseJoaq.um de Mesquia, Sa*
W a 50 annos, esialura regular, um pouco
iv rha'0 C0.rp0' fall de Um 0,n.
nes 1- arga' rauit0 Puc" barba.
pea e maos grandes e largas, pesado no an-
ar, U'in unas marcas nos pcitos ; juljra-.se
eezinht Bina casa acou>do por ser
n,.. pe qu, Prokau wnlra quem
tiver no so pelos dias de servico, m
proceder criminalmente, e roga-se f
"dades poiiciaes, c.pilaes de can.pc
ptssoa do povo, que o peguen e
ias se
as auto-
nipo e mais
. que o peguem e levero a
md Quflmai10' da quina n. le se-
rondo andar, que sero bem recompensa-
:- fugio na madrugada do dia 12 deja-
1 Ciro do eorrenteanno, o escravo crioulo.
06 nome Hypolilo, estatura pouco a cima da
regular, seeeo do corpo, cara redonda, bei-
cosgrossos, pouca barba, orelhas pequeas,
talla descansada, idade 24 annos, fallo d
alguna denles na frente, nernas fina, ps
grandes oll.cial de sapateiro, cozinheiro,
sabe trabalbar cm casa decaldeiras de enge-
nlio de assucar, sabe ler e escrever, e por
iSM he bastante ladino, e talvez quera p.s-
sar por forro, mudando de nome, se bem
que lia noticia estar elle achulado por certa
pessoa, cujo nome sera publicado, se o dito
escravo nao for entregue ao seu senhor,
morador na rua das Aguas-Verdes, que to-
dava recompensara a quem o aprescnlar.
-- llontem pelas aeil horas da manhSa
tugiodacasa do ahaixo assignado um seu
escravo de nome Anlonio, com a idade de
quarenlae tantos annos, len.lo os signaes
seguinles : cor prela, baixo. secco do c. rpo".
falto de denles e rom alguma baiba, iraz oa
orelha esquerda um argolir.ha de ouro, U-u,
olbciode sapateiro e um defeito no dedo
polegar de uira das maos. Qotsa o pegir ou
iver noticia, dirija-se a rua do yurimado
loja de ferragem n. 14, que sera recompen-
sadoJos ISodrigues lerrcira.
" H0dia.4 Para 5 dc Janeiro prximo
passado lugio do engenho Muribequinha o
crioulo Innocencio, com os signaes socuin-
les : reprsenla ter 20 a 22 annos. quando
principia a hll,r gagueija, conserva o rosto
clieio de pannos, lem em um dos pulsos
um papo, os jes um pouco apalbelados, os
olhos um tanto brancos ; levou roupa de al-
godSo da liahia e calca branca : roga-se
_ I autoridades poiiciaes c aoscapitesde can
o facam prender e conduzam ao iih-miki (l.
genho, ou em casa do capitao .Manoel tleu-
lerio do liego Barros, que sero bem recom-
NA FUND CAO DE FERRO DO E XCE- Irisados.
MI CIRO DAVID \V. BOWMAN, ,\A J-^ riuS',na "'anlia do dia 5 do corrente
as
mpo
O CIIARDA-LlVROS BRASILEIRO, ou arte
da rsciiiiliiiaco mercantil apropriada ao
commcrcio do brasil : vende-se na rna da
conalroeeSo; laixaa de ferro fundido elMeA|5!eu"ro!,,,',w,r lcVfi ao ieu senhor o
superior qualidade e de lodosos lamaiihos ; roda "r- '' '"l'l"' '-"l es Nel'.O, na rua Nova n. 6!
dentadas para atina on aiiirnaes, dc .odas as propor- 'llle sera recompensado.
ees; criw.se boceas de furnalbae reai.lros de b..- hesapparcrcu no dia sexta-rera 6 do
eiro,agailhe..bro.,/eS,pararusos ccav.lbef.nioi1 correle, as 8 horasda 1101
nhus.le mandioca.ele.etc i;*. -,.,- -.-unnu.
NA MESMA FL'NDICA'.
loja
goslos, asseverando-se a
que 11 vir-r ver o neo sortimento, que sem-
pre existe nesle estabelecimento, naodeixa-
ra d ter emque em pregue muilissimo bem
o sen dinhero : na rua .lo
bem conheciJa
111a n 33.
Ns rua 3ova n. 55, vende-se manteica
ngleza a 880e 9(io a libra, dita franceza a
.-o, ca,, decaroeo a IM), velas de esperma-
cete a 880, dias de carnauba a 120, alelria
liaran,-,,, a 510, talharim a 480, lng
il a escrava Clau-
dina; snpi oe-se estar amulada, he ingueira
de ordinaria estatura, bem fallante, tem ol-
Queimado na
dc iniudezas da boa la-
_ Na roa do Vitarlo o. 19, primeiro andar, ven- cexeculainl o.lasasencoinniondas rom a raperio- denles muilo alvos, e iBumas sir.l. .
d-50vinho dol'orin,i-M.pe..,.r.|aii,|..dedaberr, ndadejacoBbeeidaecomadevidaprMleaaeeom- roglo |eT011Veaiidn de chl. .!L?* "
enheeida marea GW ero pip.,b.rri.e calas de modidadeem Pr.So. '' vo." *"*' d0"*\. \[""'Carnada no
uma e duas duiaMle Barraras. --.7- r .-^ ,!, I 8 f rCS e ^ c"
'K 1 J S trouxa, e um diales de nienn.i en-
da
ditas d lio de Escocia piuladas para boniern remo R 64 1, vinho'".i'e b'0'1' .' ''u "
pelo baratissimo preco de*00 e 500, dtasjdito Fgueiraa 600 rs., dilo do i
Agencia
futid 193,0 Low- o
rua ila Sen/.ala-Nova 11. 12.
Nesle estabelecimento continua a l...vei
I,
brancas e .-ras para homem a 20P, 240 eldilo engarra lado a 19,1(100 e 1/280 a car-
280 rs., ditas pintadas e blancas para iiieni-I Jala, bolacbiili ingleza a 300 .il-. de an-
uos a iiO e 300 rs ditas brancas, linas para | rula n 100 rs, biscoitos a ido rs latinbas
"'''"'"^ \?3? m" bra!'Ci-s V3ru ^-!'"'-i,r''""'i" *80, queijosos mais novos a
uhoras a 240, 300 e 00 rs., diUs preUs de I5CO0 c 2, fuinl.a do MaranbOo a 160, dita
algodao para padres a 00 rs., e oulras mais de aiaiula 10, cha superior a >- e -'3 W)
quahdades que se vendem barato na 1 ua do dito preto a I58OO, azeite dore a 640 dito d
Queimado, na bem conhecida loja de miu- Carrapatoa 350, .rro/. do Maraubiio'
dezas da boa lama n. S. I sag' u 360 a libra.
. u en-
cunado, quasi novo, com barra de rores
quem a tiver amulada, leve-a Matea san
lias a casa de sua senliora, na rua do Haa-
picion. 7, que se promelle nao se proceder
contra, ou qu.m pelos signaes a poder *w-
i U cobrir, leve-a a mesma casa que sera rcrom-
ptBsado-
M0* um completo sortimento .le moendas e' oi iransferido odcposi.o Jeste tarop para bo! "T"L^**?! ,*JK ,,r;,isilC:r1
ca I. .__l._ 1 i. fe de Jo-o datru7>aiilos. na rua .No\a n. ,Vt .: tl-,IIIP'i, na noite do d a 8 do corrente, um
w, 1 meias moendas para engenho, machinas garrafal :.?:.(m. melas3000, seodo falso urfol negro te nome Marcelino, uacao Cabtaato,
de vapor e taivas de ferro batido e coailo'aqueiie qoe nao for voadido nesle deposito,ptlo.ai|or>'regular, secco do corpo, resto cosa
queiefai opreien le aviso. Iprldo, barba serrada, e cria suissas
M
a 120,
dettodos os tamanhos para dilo.
C\L E P0T\SS\
Vende-e polassa da Kus-ia e a.nerirana,cliecU
nesle..liase ,ie superior qualidade; cal le Lisboa
da mais nova que ha 110 mercado: nos seus depsi-
tos ua rua d Apollo n. 1 A, e 21).
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
para curada phlyaicaem lodototieuidiOerea
re.Kro., querrnolivada por eomlipacOes, lo-e
wlbma, pleuri/. escarns de saiiue, !.'.. cos-
tados e peilo, palpilacSo no corar.Ao, coq.ielucbe
bronebite, dorna eariianla, e todas aamoleslia
dosorgos pulmouares.
quilo
i pegar leve-o a bordo do ibimiio navin jun-
to ao caes do l'asseio Publico, ou a casado
seu consignatario Manoel Alves. Cuerra, rua
do Trapiche n. 14, que sera bem recompen-
sado.
1'EIIN. : MI'. DE 1. I. I)E I AHIA 1857.

MUTILADO
'

"


Full Text
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