Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07709


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Full Text
4N.N0 XXXIII i. :>.
Por 5 mezes adiantados AijOOO,
Por 5 mezes vencidos 4^500.

SABBAOO 14 DE FEYEREIRO DE IISI.
Por anuo adianlado 15$000.
Porto franco para o subscriptor. *
DIARIO
NCARREGADOS
I
f
\
DA SUBSCRIPCA'O NO NORTE
Parahib. o Sr. Joo Rodolpho lomes Natal, o 8r. Joa
TtWiJj i8ti'if" Ceari, o Sr. JVJote de Oliveira i Maraabo, o Sr. Joaquim Mar-
auea Rodrigue ; Pi.uhy, o Sr. Domingos Herculano A. Prssoa
-rense : r*ara'. o Sr. Justino J. Ramal.: Amazonas, o Ir. 'Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olincia : lonVa o Ha*, ii 9 e rae.* hora* rio 4u.
Ii;inr.i>-ii, Guarn-i o J>ar.n.iii->( ; n." .rwnl.- *+\i**-\,'
>. An:,i... i:.y,rr..>. tW,ii.i. :. 5. I...i.i.-nr...i*.<.i- tura, H..ri*>. WiU-ld-IU. fOaVVtia, Ovni orr K\u i na,
Csk, lpjuci, .s.riiilMs-Iii,l:io-F..rni05o. Una. Ifarrer
PinuMiifiraa e Natal ira.
(Todo* o. coirn,a parlen ia lo iiaraa da aiaabAa.
; ii4 (.-rcj-'^ira.
,nra. l.ga-
.(uari .a-feiras.
ia, tgaa-Prcla,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio segunda! quintas.
Relaco ; tercas-feiras e sabbados.
Fazenda .- quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio: segundas.s 10 horas 6 quintas ao roelo-dia.
Juizo de orphoa : segundas e quintas aa 10 horas.
i rimeira vara do civel segundas e senas ao msio-dia.
Segunda ara do eivel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMERIDES DO HEXDE I lAEiiKllto.
1 Quarto crescente as 6 horas e 1 minutos da tarde.
La cheia as u horas e 33 minutos da larde.
1~ Quarto minguante a 1 minuto da manlia
24 La nova asi) horase 3S minutos da manila.,
i'KKAMAH IIK llo.lb.
Segunda as 7 horas e 42 minutos da manhaa
Primeir. as 8 horas e minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
!) Segunda. S. Apnlinaria v. m. : s. Ansberto.
10 Terca S. Eacolutiea r. irmadeS Rento.
11 Qnarta S.Lamu b. Ss. Clocero, Desiderio e Castrense Hl>.
12 (.lumia S Eulalia v. ni. : Ss Modesto.
13 Hexta S. Gregorio p. ; s. Caihir.....de Rici v.
14 Sbado S. Valentn m. Ss. Auvencio.
15 Domingo do Sexagsima Ss. Faustino e Jovita.
ENCARREGADOS f).\ srttsr.ltlp. ai no mi.
Alagnas.o Sr. Claudino Falcao Das : Babia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Alarlins.
ESI PEIlNAMIll (O.
O propietario do DIARIO Manoel Furue.ro. da Feria, na sua
lirrana, praca da Independencia ns. 8 e 8.
PAUTE OFPICiAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto ti. I.Kt? de 17 de fOjtir-o de Isj7.
Anlorisa a encorporacAo nesta ccjeH rio urna rompa-
nhia com a denominarlo deArcliileclonica, e
approva os respectivos estatutos.
Atiendendo ao que me representen Francisco Jo-
s Ftailin. e de conformidade com a minlia imme-
diata resolocAo de 7 do cnenle, lomada sobre pare-
cer da seccAo dos negocios do imperio do conseibo
da estado, elarado em consulta de 12 de novembro
ilo anuo prximo passado hei por bem aulorisa-lu
, encorporar nela corte ajana companhia eom a de-
nominacin de Arclnlectonica. lendo por fim cons-
truir, por su 1 conta ou de lerceiros, predios 'desti-
nados a' habitarlo da* difTeretites classe* suciaes e a
eslaDelecimentusinduslriaes, e fundar ..litro- i-.tat.r--
leciroentos, para co.nmo lidade e secreto publico,
incomhindo-se tambem de comprar, ven ler e admi-
nistrar immoveis por conta de lerceiros ; bem as-
sim approvar os estatutos que'com este baiam.
I Lu/. Pedreirado Coulo Parral, do meo couaelho,
ministro e secretario do estado do negocios do im-
perio, assim o tenha enlendnlo e faca execalar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 17 de Janeiro de
1837, trigsimo sexto <1a iu lependeneia e do impe-
rio.Com a rubrica de S. M. o Imperador. Luiz
Pedreira do Coalo I-'etraz.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do da 3 de Janeiro, J
A' luesjurara do Paran'.Jugo Mauricio Wsn-
leriey, presidente do tribunal do ihesouro nacional.
declara ao Sr. inspector da tliesourana de fazenda
da provincia do Paran', em suturan a' duvi la pro-
aOVERNO DA PROVINCIA
Expediente dn da 10 de fmrelro.
i illicioAo Eim, general commandaole das ar-
mas.O governn imperial lomando em considera-
cao o que Hit- ponderei em meu officio n. 10 de 13
embargador Joaquim Manoel Vieira de Mello no
dia 3 do correnle entrado no exercicio do seu cargo.
Dito A' mes mu, dan.lo-1 lie .ciencia de tero
promotor publico do Itonilo, I ni/ de Alboquerqu
Marlins Pereira, reassumido no dia 26 do correnle
da Janeiro ultimo, acerca da conveniencia, e ulilida- | exercicio do seo cargo, dallando de o fazer no dia
dedeercai-se una enfermara militar no lermo de 18'Jaqoelle me, como Ihe eumpria, por inrommo-
Villa Bella desla provincia, aulorisando-me a esla- dos de Mude de P's,u-' de sua familia.Communi-
belece-Ia, e nnmear mais un medico para nella
servir, segundo roe loi declarado em aviso do mi-
nisterio da guerra de 30 do referido mez, cooslonle
da copia junla.
Quena V. Exc. propor-me os meios comenta-
neos re.ilisarau dessa medida, iudicando-me um
facallalivu, que sendo incumbido de dirigir a men-
cionada enfermarla, possa desde loco ir cuidando
as providencias mais adaptadas, alim de que ella
sejl conveoieulemeiite eslabelecida.Commonicou-
se a' thesouraria de fazenda.
DitaAo mesmo, enviando copia do aviso de 26
de Janeiro ultimo, determinando que o majar Luiz
Jos Pereira de CarValbo, e o capillo Joao llaptista
de Soun Braga, ambos do '.) balalhao de iitlantaria,
respoudam a consellio de guerra pelo crime, que
Ins resullou do consellio de investigado por occa-
So de evadir-se o quarlel-mestra lo mesmo bala-
LlhAo Francisco Jos Joaquim de Barros, levan Jo os
dinhciiii. publico*, que esUvain em seu poder.
DitoDito ao mesmo, ioteirando-o, afini de que
o faca constar ao coronel 1 rajan.) Cesar Burlama-
ferido pelo governo inipe-
mesmo ctirouel pedia
ser numeadii conimandaute do prosidio ile Fer-
nn o.
DitoAo mesmo, tian-unllin lo por copia o avio
da gurra -le 2'.l -le Janeiro ultimo, communir-ando'
que o altere- d i cornpanhia lix-i de cavallaria dala
provincia Demetrio de GusmAo Coelho, fora appro-
vado nos exercicios de esgrima de haionela, e de tiro
de armas a ligi, e determinanoo, que esse official
seja empresario como instructor dos referidos exer-
A' directora Jas rendas.Eaj solojao aa duvi-las .cicios, visto poMUtr os nece Kma.SCnrto^ aV'S0'ma9 Um" ,nran'"'ia Viren,e de l'aU Ri08 de 0liveira' ,)oe i e5,e rela,0,iu vei0 a sr ** "os senadores, de- S. Exc. nisse-me com emphaM : a HBa dej. so-
l),(o-A'thesouraria ,le laz-uda! recommendado : c,,n"00 oe ""'o da mesma pies.Jencia da refe. ida pillados e do publico. especiaLsaram a n...... cor- menta ver ab,old.s os innocentes, mas tamben.
.i expeiiifiio de ordens, para que -p consulta no dn-
I -i.t.
pacho livre de direilo-i, de 6 mangocirai debuta- Que lionlem nomtou o couselho de pa*rra, que
percha, e de 2 fardos de eslopa. sendo um djlo, e oulro de linho, os ierra na embarcaCfl denominada .J.bo.a, por en- d* JH"e'r U",mD' *"" >U" 9 S"' major
commenda do arsenal de marinha.
poslaem seu olllcio de 8-le novembro ultimo, n.- qMj deililver ail| indeferid
Jb2, se uin religioso que esta exercenili as lonccoes .
de vigario eucommeiidado tem a fa.uldade de pa.sar *M quertmenlo em que o
procurarlo de seo punlin. em virlude I disposifla
do 8.-do arl. ". das inslruccales le 30 de marc,o
da 1819, que, nao po leudo o dito rrligiiwo na' cir-
comstancias etpostas ser denominado clrigo da or-
dena sacras, ltenla a expres3o das referidas ins-
Irucces, nem anda beneficiado por ser eurommen
dado, nao esta' compreheuilido oo citado arl. 7" S
das ru.lrticrties ; he. |> -ranlo, iiudmissivel a pro-
curafao que se apresentar sWsada de seu proprio
punho.
9
coo-se ao [.residente da relarao e a" llicsuiiraria pro-
vincial.
Dito A' mesma, inieirando-.-i de que por de-
creto de 1-2 municipal e de orphaos dos termos reondoss dn Ro-
sario e Icaln, no Maranhao, i ara o de Scriuhaem
nesta provincia, ullimamente creado.Igual coin-
miinica(lo se fez ao presidente da relarao.
Dito A' mesma, reslitoindo os papis relativos
ao aforamento que pretende Joaqui n Alves Barbosa
no aterro da lloa-Visla. e dizendo-llie que mande
annexar a ella a porrAo de lerreno que o agrimen-
sor dos lerrenns de inarinlia enronlroa devolulo e
ja aterrado, passando titulo de lulo ao menciona-
do Barbosa.
Dilo Ao administrador do cemilerio, para que
envi a presidencia, al o dia 20 do crrente, um
mappa geral comprehendendo o numero de cadve-
res inhumados ein cada um dos mezes do anno lin-
do, declarando, quanlo for po'sivel, as idades, con-
dicejes e nacionalidades dos fallecidos, e as enfer-
midades a que succmnbiram.
Hilo A' cmara do Rerife, dizendn-lhe que
-I n I-1 concluidos os concerlos que se man I -u fa-
zer no primeiru andar da casa da enliga cadeia pa-
ra nelle ler lu^ar as sesses do jiirv, que ilevrtn co-
mecar no dia 16 do correnle, faca aquella cmara
prover a referida ca>a dos movis precisos para o
fim a que he tleslinada.
Dilo Ao director ceral da inslrurr,ao publica,
cnmmunicando-lhe ler deferido o reqnerimenlo em
^ne os prolessores Jos l'rocopro I', reir de lierva-
sio Elisyo Bexarra Cavalcanli peiiiam permuta en-
tre si dassoas respectivas cadeiras.Fizeram-se as
demais coromuiticares.
Dito Ao prfsideote da jonla qualiliradora da
Boa-Vista do Recite, acensando rerebida a lisia dos
cirlados qu.-liliuados volantes nessa fresoez'a.
Portara Exonerando o badin! Luiz (.orrca
de Queirnz Barros do logar de promotor publico
da comarca de Santo AntAo, por assiin o haver pe-
dido, e Horneando para o referido lugar ao hacha-
re! Francisco Anlouio PwN de Barros.
Hila Coiicedendo ao desembargador Agnslinlin
Moreira Guerra Ires mezes re lleanea com ordena-
d > para ir ao Maranhao bascar a sua familia.
Fizeram-se as necessarias communicares.
I'-lacio lo soverno de l'ernambuco em 16 de de-
zenibro de 18i6.
Ten.to de remetler ao EltV. Sr. ministro da jiis-
lifa as ior.irrnacoe. ron aviso de 27 de oulubro do auno pastado, parecen-
rne convenienle concullar as luzes e experienria de
pe-soas profesaionaes que reunam ns ronlit-cimen-
losvariarinniara.^re-lar ao governo imperial o arj-
X"'-' ue deseja no (empenlio de nielliorar a divi-
slo jndciaria por meio de um s\slcma geral e uni-
forme.
Nesle proposito recorro a V. S. para que, de ae-
cordo rom as ponas mencionadas na relarSo jimia,
organisa com a brevidade que lor possivel um pla-
no acerca daqoella divisan, fazenrlo-o acnmpanbar
ile lodos os esclarecmentos e mappas exigidos no
supracilado avisu.
Mui cerlo do quanlo V. Exc. se interessa pelo
bem pobco, espero que lomara esle negocio na de-
vida consideracao.
Par o boni rlesempenho de sua commisso. V. S.
deve estar seguro de que me achara semprc prom-
lo a ministrar com prazer lodos us dados e infor.
maces, que possam depender da secretaria desle
governo, e das reparlcOes ou aatondades publicas,
das Enchadss para a decima do usofruetjn, foi por "o bavendo legislac.au que aulorise adiaiilainenlosI Ueo"iuaida a V. S. Sergio Teixeira de Mace-
iin-ii-iitii., t-in siiiui.a-i .o- .u i-iircio ae'ia nata, nao i pea tulpa que liles reult-.u do ronselli
S a ordem que se acaba de expedir para serem ,, a que 5e pf 1>f(deu a rP ei| do ,,
Iran porlados para as Alagoasos 6 criminosos de i. H
que Irata o mesmo oflicio. mas tambem a que se di- ,|-mtre Iraucuco Jo-e Joaquim de
re-pondencia com o governo imperial contida n-! puuidos os cnmino.os. anda que teja tmenle pa-
quelle relalorio, e cumenlaram, especialmente a oo-! ra prov r que ilajinguem me leo, qoe nlo pro-
l.uiz .lose Pereira de Carvalbo, e capitAo Joao Bap-
DilnAo joiz municipal da primeira vara, re- ''slH deJStioxa Braga, ambos do sobredilo baUlhio,
metiendo, emsulur^ao ao seu t-llicio desla dala, Ma I pela tulpa que Ibes re-ult-.u do ronselho de inves-
alferes quar-
e Barros, que j mo lempo que nao podem deixar de lecouhccer que
rine ao rommandanle de polica, para prestar as evadi com os diubeiros pblicos, que se acha-i ou la de 7 de marco, em termos pouco ruine li los.
Denunciaran) esla nota como orna produeco inso-
lenlissima, e no sen exrilamenlo tlerlararam que eo
linha iu-- ; i i-i o governo e insultado a naco.
Os senadores e deputados repndiam toda a svrn-
palhia pelo ntica e o considerara extinelo, ao mes-
DiloAcamaradiK.abo.acrusandoorerebimento ji'zde direilo Bernardo Machado da Cosa Doria,
du administrador da mesa de rendas de Mangarali-
ba, conslaules do ollicio que dirigi a V. S. em 10
-Je dezembro ullimo n. .Vi : prisiteir, se as mullas
0>ie arrecadar em virlude do artigo 95 do regula-
nenio de 30 de jaueiro de 1851 devem ser escritu-
radas em livro proprio, ou se no de recen a de mul-
tas, e em columna especial ; segundo, se dessa ar
recadacao se deduz porcenl-tgem ; lerceirn, final-
mente, se na guia da entrega do rsped! '
maulo deve declarar a importancia da m
cadaraii ; declaro a V. S-, para que o f
ao referido administrador, que a escripia '"*
fazer-se no livro de receita de mullas, poi
lumna dislmcla, < na guia da entrega especialitar se
a imporlancia de tal arreca lagAo ; e quanlo a' de-
duccao ta porcenlagem.qtie ja se acha resolvida pela
negativa, uos lermos do arligo 17 do regulimenm
de 30 de maio de 1836 ; convin lo que V. S. expeca
nesle senlido circular as oulras mesas de rentlas e
t-ullecloria*.
13
rendi-
a arre-
nslar
DiloAo memo, srienlilicando-o de ler S. M. o
Imporaptr exuneradn do commando do presidio de
Fernanda ao major Sebastian Antonio do Reg Bar-
ros.Igual a thesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, para qoe se sirva de ortlenar ao
alfares do 9- baUlhao de infamarla Manoel Erasuio
de Carvalbo Monr, que pagoe na recebedtuia de
rentlas, a' visla ta "ola junla, a importancia do
"*"" o emolumjnlos correspondentes no aviso de
janeiro ullimo, do- qual Consta ler-se-lbe
concedido dispensa do servido para esludar.Com-
miinicou se a' thesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, para recommendar ao coronel
Antonio Gomes Leal o pagamento na recebedoria
de rendas internas da importancia dos emolomen-
t'-s, que e-la" a deve* a reparlie-m da guerra por
tt-r sido nomeado t-iunmandante di oresidio di* l-'r-
A reeebeJona do municipio.O Sr. atlllillii-lra i pipsiuio ue i er-
dor da recebedoria faca inscrevtr nos lanc.amenls ,'"'"'" Lummiinirou-se a' Iheaoararia de f-
da-decima urli.rn e de nso-frocto, em nome de I). ; zeoda.
Clara Tlieodora de Lima, a. predio, us. 35. 36, e DitoAo mesmo, para ordenar ao Commandanlc
18 da ra das |- lores, e uin ierro do da ra dos Pes- ... u,. ... .
r.doreau.69. que Ih. pe.le.. como tierd-ra usu 1 tol,,Mo ** que passe por *rli-
Cfef rt- tSa ihwmI JaisAMamiaj-aa mea rfe Aran- j ''3o >e lie arma, feilo pelo cadete 2. sar-
jo, e por lerem fallecido soas inn9as e Cimbado I), gento do liilatbao do deposito, Pedro de Alranlara
Bernarda Cuilhe.mina d. lima, D. Leor-adu Tl.eo TiberioCaprislano, qJad0 praea daauelle bala-
dorada Lima e Dominaos de Abreu e Silva. Ml, ,r ,. ^ ,..' '"H.""1" "-
lli-lo, alirn de ser transmitida ao Eira, ministro da
Por esla occasia declaro ao Sr. administrador.
para a devida inlelligeucia e exeeot-aa, que, na enn-
lormidade do arl. 12 SJ. do regutamento defiStle
abril de 1842, a laxa vfe nsofroi-lo consistente em
predios sujeitus a' dcima urbana deve si-impre ser
calculada sobre o rendimento annu-i, qur* servir de
base a esle ultimo impotu. A disposi;Ao to art. 14
lie applicavel aos bens situados forado limites da
dcima orbauu, ou excluidos -1o lanQamemo desle
imposto, por couajsiirern em chcaras, ele, a rea-
paito dos quaes srtorna preciso o arbitramento da
renda animal, naTterrhos do arl. 16 ; ruuipriudo,
portantn, que cesse do correnle exercicio iem diante
a pralica seanicla nessa reparlicao, emjviflodeda
portara de 23 de abril de 1850," expedida a favor
d D. Feliciuade Clara tle l.abourdonavrej a qn
guerra.
DitoAo mesmo, remetiendo para o conveniente
fim, a rede ollicio do lente do s- balalhan de in
fanlarla Claadio Marques de Souza, a qual foi en-
viada com avian d 28 tle Janeiro ullimo.
|)ilo_Ao mesmo, enviando copia do aviso da guer-
ra de 27 de Janeiro ullimo, coucadendo troca de cor-
pos entre si aos segundos lenles Joao llaptista
Serfico de Assis Carvalbo, e Candido Joaquim da
Silva, pa-saiido esle para o I- batallad de irlilliaria
a p, e aquelle para o i- da mesma arma.
DiluAo mesmo, decltrando-lhc para que o faca
se mantlou subsistir o primeiro lanramenlu da ilha jcon,,l,r coronel commaiidaule da gnarnicao, qoe
queoaccre*imodorendinienloprovinha|nessec-so,,levencim,.nlos aos corpos do exercilo,
das bemfeitoriaa Teilas por esta lerdera. .,.. i ,_^T p
' H P0' 'so lr lugar o abono pe 3:0009, que pedio elle
Crcu/ar.Joo Mauricio Wjnlerlev. presiden- P"f occor rer pagamento tle despezas comas
le do tribunal do Ihesouro nacional, iiitormado de I pravas do 2- halalhao de iufaiitaria.
qoe em algumas Blfandegas nao se loma o poni dos j DitoAo E\m. presidente da caixa filial .lo Han
empreaados com a exaclidao que a lei pres.reve.en- a., ...a ., ^
trando algn, depot, d, hora marcada.' e retirando- C Hr1""1" l'"v,nc,._Em rrsposla ao ofli-
se antes da hora da sabida, recommeiula aos tenho- r' que N t,c- me J,ri=10 em I do correnle lenbo
res inspectores das Ihesonrarias tle fazenda, que la- I dizer :
i.-ain nli-i-iui restriclam'enle o que a semelhaiile
respeilu disp&e o decreto n. 736 de 20 d* novembrii
de 1850, e as ordena em vigor para que cessem laea
abusos, la/en lo proceder conforme se acha e-laln-l -
sido rrniira aqu-lle. que os commellerein.
Quanlo a primeira parle ; que dei sciencia llie-
s-.uratia provincial ,le haver a direcloria da caixa
lilial do Ban-o ti i B-asil iiesta provincia approvatlo
i laxa de i -]ue .lev servir durante o semestre
-A' Ihajooraru de Sergipe.-loao Mauricio Wan- correnle para o ealenl. de juros as quanlias recn-
dertey, presdeme do tribunal do ihesouro nacianal, ii,.,.., .. .. ... H 'c"
em solucao ao ofiicio n. 60 .le 22 de oulubro ultimo. d '*** "'" peU "le"ni, "'esouraria, em vir-
do Sr. iiispeclor da Ihesouraiia da provincia de S-- ,u',c ''" e,lWl0 celebrado em 28 de julho do auno
gipe, ein que da coma de haver resolvido que as li- i pastado.
Moca* concedidas pelo capiiao da porto, em virtude | Quanlo a segando, que na qu.iila-leira ao meio
-lia recehere nesle palacio a commi'sao. que por
liarle da mencionad.i direcloria (em de tratar sobre
do arl. 51 do regulameiilo n. 41" -le 19 le mala de
1816 aos negociantes Schram e C. para admittireui a
bunio do patacho americano Surta cinco estiva do-
re, e cinc* a b.rdo da galeota hollndola Anneyle-
na deve,n pagar,,;. s?llo de 2j nos lemos,do arl }
do regularta.-i.v.b de 10 de julho de 1850, cumo liceu
'.' r^Di -t- li \'.< poi quaesquer aulotidades tiscaes ou
arrfvis para oa casos e na conformidade de seui res-
* peclivaa regimeiitos declara ao mesmo senhor in>- primeira parle do ollicio daquella direcloria
peclor que. sendo a. licenras de que rala o art 51 Dito A' thesouraria da fazenda, d.zendo que
do sobredilo regulamenlo n. \\, simples permunOet, nm, ,,. *
de que senAo passam ululas especiis, nao tallo su- que ha ""'"'vnienle alsum em ser
jeitos ao referido sello, mas sim ao de 160 ra., do '
do.Sr. Desembargador Jernimo Marlimano Fi-
gaeira de Mello.
Ollicio\0 Km. presitlenle de l.uvaz, actussn-
do recehido o alacie de lo de dezembro ultimo,
acoinpanha lo de 2 exem, lar*, do relalorio com que
. lixc bro a essao ordinaria da assembl da-
quella provincia.
DitoAo eeneral commandanle das armas, inlei-
r*....." dc haver maudado destacar para o Limoei-
ro lautas pr.cas do curpo de polica, quantas sao as
de pret, que all se arliam diacadas, por a.sim
convir ao servico publico.-Oflicioo nesle sentido
o commandante de polica, e cummonicou ao chafe
de polica.
DitoAo chee tle polica, dando-lhe sciencia de
e h-ver Iranmitlido a thesouraria de fazen la para
er paso, estando nos lermos legaes, o prel da etape
abonada .os recrulas Manoel Vctor Ferreira da
silva lrieodi.ro Francisco de Limo. Pedro l,ome<
LeilSo e FellJ \ icia da Silva.
a maneira de r-crescenlar no rererido contrato un.
arli-i. declarando que a< quanlias recebidas na Ihe-
Mararia nao ejanj retiradas anles do prazo de 60
Deu-e setnela Ihesooraria provincial da
das.
art. 35 do cila-ln regulamento de 10 de julho, con-
forme ja havia sido explicado" na ordem n. 89 de 11
de atril de 18i9.
16
A' do Para, declarando que bem enlendeu d le-
crelode 10 de Janeiro tle 18-18, ave.bando-se de -s-
peilo nos procesaos das conlas da despeza to ex|
enlc e entradas dos ren-iunenlns da a-lministt .o
do correio, visto achar-se comprehendido na excep-
rAo prevista no mesmo tlecreio, por ser irmAo do
administrador e Ibesoureiro da tilla repartidlo.
requeri-
lesa-du consolado o dizimo do mel
de prodaejao das Alagoas, conlorme S. S. informa,
haja de nesle sentido expedir suas ordens, cerlo de
que s val officiar ,i presideocia daquella provin-
cia, [ie lindo metlidas para que as repartir-oes fi-
ca-sdorespartivo litoral, on-le or despachado lal riu"'' desla^rovincaT'oV"lar.n"o,UqLnZf?pos
genero, decl.rem na guia ou despacho de exporta- "'
S*o ficarem pagos ou nao os devidos. direilos.Fer-
ie o ollicio de que se irala.
Dito .V mesma, caromunicaado-lhe ler o des-
da copia ero duplcala da -rinac/io da mea e da
apurarlo dos votos desse tlislricln eleiloral para a
ele-cao de nm depulado e um supplente a assembl
geral legislativa.
DitoA cmara municipal desla cidatle, acensan-
do recelado o ollicio d'aquella cmara, acompanha-
do das copias em duplnala das acias da lormacAo
das mesas e da apurar., dos votos dos collegios etVI-
loraes do primeiro e seniintlo districlos para a elei
t.-ao de deputados e supplenles a assembl geral le-
gislativa.
DiloA Manoel Jos Uaqoill Barros Wander-
lev, juiz de paz mail votado de SerinhJem.Keceln
boje o ollicio de 5 do correnle em que Vmc. me par-
ticipa qtie.na qualidade de juiz de paz mais volado,
convidara os eleilores lopplentei tlessa paroebia
para a in.lallarao da jimia qualilicadora, mas que
uflo bavendo Vmc. llenUo prestado juramento pe-
rante a cmara municipal respectiva por nao se ler
esla reunido,nao poderam realisar-se no lempo con-
veniente os Irabalhot ta referida junta, para cuja
installacao Vmc. pede que eu designe novo dia.
Em resposla tenho a declarar em primeiro lugar,
que nao estando Vmc. juramentado na poca em
que fez a convocarlo de que trata o arl. 'r da lei !
rigulameular de 19 de agoslo de 1846, nao era pa-
ra isso o compleme, mas sim o se.i antecessor, cu-
jas fuoc-joes s deviain cessar no lia em que Vine,
(omoo posse do seu careo.
Em segundo lugar, designo o da 19 de abril para
ler lugar a reunida da junla qu.llificadnra, deveudo
Vmc. faz.er a necessaria convocaban com a antece-
dencia delerminada no rilado arl. S.-Olliciou-se
a respeilu a cmara de SerinhAem enviando copia
dele.
DiioAo director da colonia de Pimenleiras, de^
volven lo os lilu os tle dividas de fardameul.i dos
colonos Reinaldo Jos dos Sanios, Antonio lavares
e Franc-sco Pereira de Almeitla. afim de que refor-
me de conformidade cntn o aviso da guerra de 18 de
marro ultimo e modelo junios por copia, vi-lo assiin
o exigir o inspector -la ilie.oiiraria de fi-zeuda.
Dilo A
Em presenra do prosresso da rivilisarJo, nenhum
paiz e neiihnma legislatora pode hoje publicamente
interrogante, .. Sr. lenle coronel Ilycino Jo< apoiar o trafico, e fcil me he eomf.reheii.1er o por-
Coelho, e vogaes, os Srs. lente coronis Joaquim
Rodrigues Coelho kellj, Joaquim Caelaoo de Sons*
Cousseiro, e majores Uerculauo Sancho da Silva Pe-
dra. e Joao do Reg Barros Falclo.
Finalmente, que honl-m seguiram para a provin-
cia das Alagoas, onde \Ao servir, os Srs. oflleiaes do
2- halalhao de infantaria lenenle-ajudanta Aurelio
Joaquim Pinlo, slferes-qnarlel-me.lre Luiz Vicente
Vieira, capilao Flix Jos da Silva, lenle Jos
Uarcellino do AragAo, e alteres Jos Joaqoim Ca-
pislrano, Antonio Marques do Souza, Petlro Mar-
tin!, e lleiirique Tiberio Capltlraoo,
As EZTERIOR.
CORRESPONDENCIA DIPLOMTICA ENTRE A
CRA-BRETANIIA EO BRASIL RELATIVA-
MENTE AO TRAFICO DE ESCRAVOS.
presentado enmara dos loril por ordem de S'
M., de conformidade com a mensagem da mema
cmara, em 21 de Julho de 1856.
N.18O Sr. Jernhitiham ao conde de Clareado.
Recebida em 9 de julho.
Rio de Janeiro i> de jando de 1856.
Tenho a honra tle arcusar o recebimenlo do des-
pacho de V. Exc. de 28 de abril prximo passsdo,
no qual me informa V. Exc. qoe o governo de S.
M. se linha dignado approvar plenamente o men
proce-limenlo na exeeuc;a.> das insIrurrOes comidas
no despacho de V. Exc. de 9 de Janeiro, e que me
ordenavf.ro adverlis.e o governo bras.ieiro das con- : Paiva Teixeira. chefe de polica e auditor
que he que se acendeu o furor das cmaras brasllei-
res quando Ihe foi communicada a nimba correspon-
dencia com o governo imperial ; o sea patriotismo
pode talvez desculpar o sua violencia, e mesmo as
impressOes falsas e injustas que rereheram a res-
peilo do governo de S. M. e da minha petsoa.
Agora, port-m. vt.llaram as cousas ao seu estado
normal, e como as que-lrtes sonre o trafico marchan)
satisfactoriamente enlre a legarao de S. M.e o go-
verno brasileiro, a tempestado passara brevemente :
e afinal lalvez se recoDheca que a publicidade desle
assomplo protlozio o mais benfico ell'eilo, esmagan-
do immedialamenle lo.las as novas teutalivas de re-
novacao to Ira fleo, pota que moslrou que o governo
de S. M. esbi resolvido a nao tolerar a sua resurrei-
rao. cerno ni i-iri.u i mili- ni que a muitos retpeitos
o eoveruo brasileiro deseja obrar com vigor, c qoe
exceptuando o desgraca.lo nesocio de Serinliaem
que foi causa de dar-te urna advertencia lAo de-
cididaiao governo do Brasil as principies aulori
dades em geral em todo o imperio lem procedido
honrosamente na repressao do Inflen.
S. Exc. o Sr. P.irauhos dissc-me oulro dia qoe
lalvez fosse urna fortuna que a tentativa de Sen
nhaem livesse orrnrrulo, pois que isto nao ?ci se
S. Exc. inclua lodos os dtlalhetl mnslraria publi-
camente que o governo imperial eslava determinado
a ptir termo ao traliro de Africanos.
N. 19.O Sr. Jerninghaoi ao ronde de Clarendom.
Recebida em 9 de julho.
Rio tle Janeiro \-> de junho de 1856.
I'enbo a honra de informar a V. Exc. que o Sr.
tle nia-
thesouraria provincial, para maular
adiantar ao Ibes,ureirt. pasador da reparlicao .as |""IBnr"" I 'oevilavelmenle se seguiriam. e das! rinda da provincia de Pernambueu, foi exonerado
obras publicas, por meio do seques de 1:0005 rs. I nle l"las 1"e twverno tle S. M. seria compellido a | de suas foncroe. pelo "averno in
cada um a quanua tle 2:0011; rs. para a eieeofio da
obras do quinto lauro da ramificara.! do Cabo, cojo
conlrato foi rescindido.Cummuoicou -se ao direc-
tor das obras publicas.
DiloA' me.ma, para mandar pacar ao lenle
do segundo bal. !|iAo tic infantaria, Jos Marcelino
de Aragao, a nuOOll de 189328 rs., imporlanci-a to
azeile fornerid.. a guarda do destacamento do Rio
Formse.('.iininunicou -e ao general coinmanilau-
le das armas.
adoptar se o Brasil nao cumprisse lodos os seus nho noticia .flleial des., deml.sao. mas oovi isto
cainpromissns honrosos, e nao procedesse vigorosa- em difiere-Hes lugares, e vi a noticia publicad. 3
mente na repressao do tralico, como se aditiva de-
lalhado na miuha ola ao Sr. Paranhos em 7 de
marro.
Ao recebar o despacho de V. Exc. de 28 de abril
nao perd lempo em pedir ama entrevista eom o
ministro .i. negocio, ealrangeirot no Brasil, e
DiloAo mesmo, puraque remella ole o di 251 qoaodo fui honrado com urna audiencia, cummuni-
rreote, om relaelo dot proprioa provin.iaea. qoei a S. Exe. o facto de ler o governo d-
S. M.
approvad,. plenamente o meu proce.limeiilo, e liz
que. Exc. w-ta o despacho de V. Exc. afitj de
jornaes.
Sou, ele.
I", Slafford Jerningham.
K- 21).l) cnsul Cotepfr no conde de (lamidon.
(Rerebida em 9 de J..II.....
Pernambueo, 17 de junho tle 1856.
Tenho honra de informar a V. Exc. qoe o Sr.
Sergio Teixeira tle Macedo assumio a Idminislraclo
rom., presitlenle dest provincia, em substituirSo do
Sr. Jo. Rento da Coi,ha Figueiredo ; que o Sr.
declarando quanlo f.ir possivel, o seu estado de pres-
umo.
/DitoAo mesmo. para mandar salisfazer ,-t Ma-
noel Jote Pereira Bnrges a quanlla de 32)00U ra., "e fleOHO iiileiramente convencido de que V. Exc. i Paiva '
S^u-riu^ dimel, e para
(mellas da cadeia daquella lermo.Comiiiuuicoii.se q ,"np" s"ub^<> razes que leva-
no chefe de polica. i ra aoverno de S. AI. a dirigir ao governo impe-
ratoria N'omeando a Antonio Pedro Cavalcanli I "al aquella advertencia.
O Sr. Paranhos leu o despacho de V. Exc. com a
oais profunda Ittoncao ; roas nenhuma ni servarAo
de Alhuquerque eJos Amonio de'Brito Bastos,
aipielle para primeiro supplente, e esle para o de se-
gundo supplente da subdelegad da Var/.ea. Com-
municou-se ao chele de pulira.
DitaMomeando ao lenla do nono balalhlo de
infantaria, Vicente de Paula Rios tle Oliveira, para o
cargo de delegado do termo de Flores.Cuninuni-
cao-te ao chefe de polica.
DitaDemitlindo do rargo de sexto supplente do Ilo llu,M siu0 encarado pelo governo imperial, iudi-
suhdelegado de Serinhaem, a Pedro Alexandrino I cava urna modanra de nolitica./ o.f.t exclamuu
()r.|.z de Cama.go ; de sexto upplenle do delegado ; S. Exc., o on ev/ ,, mmmm
tle Cimbres, a Ballhasar dos Sanios Barbosa; de pri- r ,. '""juste.
meiro supplrule do subdelegado do primeiro dis- """""" e"lil0 a '"re procurou fixar bem noseu
trido de Flores, a .Marcos Ferreira da Cmara : e .le "P'nlo aquillo que V. Exc. me ordenava que eu
primeiro supplente do sublelegadu de Caruaiii, a Ihe Commonicaose.
Alizuel Ferreira Vello/o, visto liaver incompatibili-! O Sr Paranhos ,,h-.e^n.. j. ,
dada com o emprego q..e exeicem de colleclores.- .*.'.... ."..'"V0 d'po,!'1 1Qe '"'S"* 10e
tro chefe de pohei. ; e que finalmente se den prin-
cipio au proces.o dos accusidos no desembarque de
esrr.ivos em Serinhiem. *
Visllei o pretidonle tobbodo passado.para o liro de
apre.entar-ie os me... respeilos ao lomar S. Exc.
conta da admiiiis'rara-i. fJepois da iriii.h. entrada
fe.en.qu.nto-oaoch.gou oo paragrapdo que dil:- observou-me S. Exc. que o negocio de Serin
que o ralt de vigor do presiden'., de Peri.ambt.ro lera extremamente de.agrad.voL que linha caosad,.
na questao dos escravos desembarcados em Ser!-'
nhaem, e a IndiAareaca rom que o seo procedimen-
Commaniciu-.e ao chele tle polica.
DitaDemitlin lo, a bem do servir., publico,, o
primeirot supplenles acluaes dos subdelegados do ''aquelle mez no meu despacho da mesma ,
l.imoeiroe laquarilnnja, e naneando para os rete- uln, raar,l- t i. ,
r.d,., lujare, ao capitio Antonio de Souza Ferreira ""P q"lnl, C""nha deS"
a,,ola .peme d.rig.ra em 6 de abril, e que eu
a V. Exc. pelo paquete Acen em 12
dala, era
-----------........, -. -... f. que
eu acabara de uiostrar-lhe.
Pergunlei a S. Exc. se queri que eu Ihe dirigi-
se urna nula sobre este assumplo, o respondeu-me
que nao, pois que linha comprehendi lo pe-lcila-
i mente o seu contoado; mas que se eu quizesse
DitaAo senle dos vapores, para mandar Irans- | apresenlar-lhe urna nota verbal,poda faz-lo.
portar para seus destinos, por cunta du eoverin no v. _.__
vapor Paran, os offld.es e ..raras ,1c prefe V..I- \ """"" n"e C,,C0"'"!I Sr. Paranhos o bor-
nes de bagagem, que forem enviados para bardo do 'lo (,a rr lle S. Al. Inde/atigable, em um baile
mesmo vapor relacionados pelo commandanle das dado pelo capitn llope e seus officiaes, enlo tor-
nei a conversar com elle. D.sse-me que linha
Ral.-II-. na primeira freanla, e na segunda a Ala
noel Martina do Reg Farias.
DilaNomeaodoa llenrique Luiz ta Costa (ornes
ejoau Lopes Delgado Leal, aquelle para primeiro
suptente, e esle para segn lo do delegado do Ll-
moetro.
armas.
Igoal p-r.i dar transpone para a corlea dnos ma-
rinheiros. que ser., mandados apresentar pelo ebete
da eslago naval.Coinmunicou-se a esle.
Dita Ao mesmo, para dar passacem tle estado
, para acorte, ao cadete sargento Ignacio de Albo-
Iheaourari. de fazen la. I querque Uaranhlo Cavalcanli.
Expediente do Mentara da produca.
OllicioAo p;xm. eeneral, communicando, de or-
dem da presidencia, que o insperlnr da 11.......ir.< i i.
ao governo grandes cuidados e einbararos, p qae o
eu primi.ro acto seria o de procurar Iraze-lo a urna
c.iicln.ao prompla e satisfactoria.
Repondi que, se S. Exc. qoizesse marcar um dia
que Ihe fo.se menos incoromodo, eu o procurara
para discutir queslo. S. Exc. prefeiio paren con-
tinuar a conversa sobre este assumplo. Observei-
Hii- pois que presuma, que o governo o leria infor-
mado de lodos os delalhes desla queslao anles da
sua partida do Rio de tonaira. R-plicnu-me que o
ministerio Ihe linha .lado apenas um memorau-
dom, dizentio-llie que os delalhes os encontrara na
correspondencia que se acbava nos archivos da pre-
sidencia.
Commnnicou-me dnelo a substancia do memo-
rndum, que na he senAo a resenba das opiaidet
lo Iransactn governo provincial. Reconheci a ver-
dadede um dos r.cteapreatnlados por S. Exc. em
defensa do seu antecessor, e vem a ser, que com
o o-a cosa lAo extensa, impossivel era, empregaiido
mesmo a rcaior vigilancia,evitar um ou oulro desem-
barque de escravos ; mas nesuei que as complica-
pen- roes originadas nesla questan c a gravidade que ella
a.l noque ulhecoinmunicara naquella m.nh.,; a..mira f.,sse devida a um arlo evcpcional e I-
que se .embrava perfeilamenle da subslancia de ; vez inevi.avel. que o gotero, deS. M. oub ape-
lutlo quanlo eu Uvera orden, para Ihe d.zer, e que
P*ra que ein pretonej do recibo en. duplcala qu
remelle. ........le pacer au lenle dn halalhao de
nfanlaria. Jo.c Marrellmo de Aregio, a quanlia
de 63 por elledispenda en
assiin nao me dara o Irabalho tle escrever-lbe.
Reflaelindo eu, porcm, depuis daquella conversa,
esolvi-me o mondar ao Sr. Paranhos um extracto,
palavra por palavra, daquillo que X. Exc. me or-
a pre.iarao mensal. que o lenle Jos .Marcelino ; .1. ,,, .... ,___ .. V
de Arago pretende consignar de seu sold nnoto 9 P? o futuro nao apparera motivo de
...dados fer,do.,'do-R.-Fo;mr,p^,^,,cr TtSg^tL^TZJS!^
DiloAo me.ino, devolvendo coberla com copia
do parecer do agrimensor dos terrenos de marinha.
11. .loos inclusos reqoerimenlo., em qne Antonio Pe-
reira de Oliveira Hamos pede por aforamenlo um
terreno no Forte do Mallos, alim de que mande
pa.sar-lhe titulo do referido lerreno. mediante as
coinlirses por elle, indicadas em ditos
menlus.
S Um DE PASCIftA-
POR Ror.EIt de Beacvoir.
III
f. rainluu da ante.
nhaa de humor par. occopar me com o meu reino...
Panioiie qae est encarrecado disso... Smenle que-
ro saber ama cousb, acrescentoo a imperalric, brin-
cando com oleque, se ocavallero, que vos-.- enron-
lroa esla no.le, de 10050 e amavel...
Ab! tenhora, aqaelle que enrontrei nn potle
saber que perturbarlo e que susto causnu-me : Mas,
o que disse-me. o qae devo reteru a \'. M.iue.ta le
nlo deve ser ouvido por oulra pessoa.
De veras entAo oaviremo- depois es., grave
: conli lencia. Temos tempo para l-idi, e valo que a
i.oile de Pascho. fui pa-a vosslAo lgubre, permita
que pass.mos i de Arrika, amia qne se|a smenle
, I f d:.iTnPy~. E-lou certa de qu seu h-ijo nao
11. nada defUijiro! Eia, Arrika, coule-ues o
DiloAo mesmo, para que remella rom a brevi-
dade que for possivel. urna relarao dos propr.os 11a-
rionaes desta'provincia. declar
sivel. o sen estado e presumo.
DiloAos juizesde rjireilo da primeira e seguida
vara remetiendoeopia do avi-o circular da juslica
de ^1 de Janeiro ollimo, alim de qoe. nao so infor-
me acerca do. precedentes qoe najan, occorrido re-
provincia.
COMMAA 1)0 DAS ARMAS.
Quartel do commando du. arma, de Pernam-
bnco aa cidade do Recito, em 1.1 de feverel -
rod 1857.
ORDEM DO DIA R. 17.
O general Commandanle das armas declara para
sciencia da guarnicao e lilis convenientes, que a
presidencia foi servida por portara de II do corren-
le, nnmear para o earge de delesado do lermo tle
Paje de Flores, ao Sr. lenle do !! halalhao de
desinlelliaeucia, e que elle e seus cullegas nlo li-
quen! ua menor dntidl quanlo ao sentido verdadci-
1 ro e exaclo do despacho de V. Exc.
O Sr. Paranhos, durante aquella entreviste, fal-
(lou dusesforcos que o Brasil lem teito e faz para
' reprimir loda as teutalivas de renovacao do Iralico.
ciar, mas sim ao criminoso proccdimeiilo das aulo-
ri. la.les pruvinciaes.
Passei euia.i a referir as circumslancias qne A'.
Exc. achara resumidas no incluso memorndum.
O processo dos acensados proseguc de um mulo
etoavtl e digno ; a conduela imparcal du nuvo
cliefe de pulida, qoe he o juiz sem jurx nesle e
em oulros.casos de trafico, merece universal appro-
vaflo.
Iloulem live una lercera entrevista com o presi-
dente. S Exc. deu-me a esperanca de que pelo pr-
ximo paquete poderia communicar a V. Exc. alguma
cnusa decisiva.
IS, Exc. disse que cotisiderava o trafico completa-1 Pelo que diz respeilo ao procedimeolo do presi-
dente exmelo ; que ama .,., oulra vez poderia dar- j dente.uadapode ser maisrra.ico,ho..ros..edelerm.i,a-
seuma tentativa de desembarque de Africanos, ma* do. Diversiu-lo en, parledaminhao(,i.iaoarespeiloda
Centinoaelo,
A gra duqueza suspirou, e erg.ieu para Calhari- que Ihe arouiece*u.'tfDnlos beijos receben.
smente, senhora, re-pon leu A-rika, ani-
N
,-ia um i.lliar ebeio de nv-ncivel (error: pareca
qvie. um cmbale interior ooiqallata-lho as forjas.
Atvilu licuu vermelba tomo nina eereja, e trmula
como mna ft.ll.a verde.
.Sol.'.-- que he is.n ? que t.ouve pcrganlon
CetharixM navamenlo. Creto que Ibes fae.. medo.
Por ventura ser misler le.nbr.tr Ihe. que fa/emos
aqu urna corte de amor, a.sim como tvs aulig,.* (,._
nestrais '.' Nada lia de transpirar, ningoem 110, ouve:
por lano...
Por p.eilade, senhor.., inle.rompeu a rao .lu-
l
lilaila pelo tom da iinprralnz.
E de quein".' ^
De om bello moro, ao qual eolrogoei o laco de
que f.'.ra encarreaada...
com lal pauo. senliura ? 01. era elle mesmo, lar.
nou Arnka, cedendo lambem ao allraclvo de suas
embraneas. era aquelle, cujo braco deleve os caval-1 mado.
los enfurecidos,... aquelle, coja coragem...
lie verdade... elle pareceu-me OOmolhonle a
orioii, mu oma oerasi.li, igu I a es-a... eslremeci
nao |a e.nbras. Arrika ? vendo-o lanrar-se diante
de.n.nha rarruag-m. Reee.ava que elle qnebrasse
o braco como Oriol!, cuj. fenda al-i com o meu rr-
d:lo azul I,e verdade... porem. he ma-s moro, e
mal. ardenle do que elle... (I certo he, cot.linuou
imperalriz em ro baua, qu- ha nesse encontr al-
guma ronsa inoiplieavel... S- mea conselbeirols-
maelnfl aqu eslivesss. eu salteria logo...
>ese mesmo mntenlo abrto-ae a porla do rama-
rim, e urna mulher tle sessenta annua. nolavel pelo
TUZaSaS? B *"'''"' SU"S a"1'"n"'". mterrompeua
conver.acao.eulrando.
A
que o governo imperial possuia os meios e os saberla
empregar para evitar lodos esses actos illegaes.
II1 Ires semanas apresenlou o Sr. Parandos o seu
relalorio anala as'embla legslaliva, e quando
condes-ja Ktrkofr: a mulher d. tenante de
ponc.a disse l.all.ariua, com um surriso de uiur
_ O laro .'.. b. a que horas, em que lugar en-I rAo ; i*,,,,,^ eh#BJr meZ,," *.",Z* u,'
c.n.rou esse cavalleiro querida condessa, v0..,-. he um. de a miafc
-Qaari as duas hora, na prara do Almiron-1oereeeentooa imperatriz.eslet.den i,.-li- m^ coro
_ F ,, -. Srac.oso, lenbo recorrido minias veze. ...a Hmi-
' ,.. zau'. A os-t! iit.dot-nlrar 110 nosso ciinst-lho privado
- ^fJzzZZsa: tpoV i ft^i:^:!,::'"^1!:,;:;:.....;
"" Y'"1*'- abrazadas, e etou auciosa por .ab.r...
Ileenus eviraor-linaria, disse t.atnanna com
r--.'ue .
Oh que lea: .' pergonloo .1 finperalriz, e-Ira-
..bando a perim r.arao da grao dnqibeu. Por vento-
ra \em queixar-Sf. a n.-s, pr.nerza, e deveriama.
converler este ctn.arim fin Inl.uii I dajottica '.'
Sim. he ta juslica... -11 Laatiea. que se Irala.
tli-.e Natalia. Alas, seohora, n;lu tlirei... nan levo
tlizer diante tle inn^uein o qu* ac..nlereu-mc esla
noile... lle a unperalriz, e n... e Calharii.a...
Ln. necucio de estado !... alguma queixa c-jii-
Ir meus ministros... alguem !a lera enearregado de
fatt-la ehegar a mun... V00M he lAo mora 101......
Calbariiit rom irona. Se Irata-.e de polilira, dest.
advertir-ll.e,i{iierida nlho,do.qaO n.ao tslou esla m -.--
caram
Vide Diario n, 35.
aleo lemhrani...... a., vt-sluariu q-n- o eovalleiro Ira-
da. F't.lret .ni ella paraeia nao ler recrhi.lo nada.
I'er-selia ella engaado".'
f. intiuun ; o que Ihe tlisse esta moro '.'
.Mil colisa, lerna* e cheias tle foco. Mas, nao
deiie-me ensaar ; ludo is.o provinha do laro qui-
eu Ihe dera. Com que ardor o levava aos labios !
como eslava ufano, rodianle II-i tle Iraze Iu l-ula
minha ida, ai-s elle amanM. lodos me feilo
adornado, con. as rt'.res de Camarn. !
Ao menta ser om meio de recnnbere-lo disse
com ico Catbarina, cada vez mais admiratla. E es-
las certa, Arrika, de que era o joven Frenen...
A condessa Minorada Kirk-IIna.. reparen no iro-
na qoe acnmpanh.iva as palavra.de sua soberana;
asenlou-se con. a mase.la.le de urna coneelbeira, e
abriudn su'a boceta de pastllhas oQerert-u algumas a
Catbarina.
Visto que a senhora o exice, lornnu ella com
urna perlurbar.lo de doncella, devo tlizer Ihe qoe eom
elleito a mais exl.aordinaria das aventuras...
dns quaes felizmenle eu me preservara felizmente,
nenhum bomem viera ollerecer-me o beijo cotlu-
ado.
-Vssim o crcio, disseram comsigo Calbarina e
Arrika.
Quando -le repente as duas horas e um anorto,
vejo diri=ir-st. a mu un. cavalleiro de excedente "" A. "'"!''.". crar.ile alinelo s nnnlias palavra.. O que era rela-
tivo as ceremonias, pareceu sobreliulo imprcsio-
ua-io. Chegamto a puria tle mea palacio, eu liba-
me qua'i (aquerido de que fallava a um hornero es-
tranho, 13o i.iluna se lomara sua conver.sacao. Re-
; pemiiiainenle elle eslremece, e exclama* olhando
, porla d.. m.nislerii. da polica : Que he para aqai
conduela do transarlo governo. impossivel me lie
deixar de respellar opimes dicladas por um senlt-
menlo generoso. Tenho a ma-or conlianca de que o
Sr. Alacedo cumprir o seu dever.
romaneo, quero informa-las de seus menores episo-
dios. Eis-aqui a caria do meu desronhecido. iul-
guero '
A condessa Alinodora kirkoll lirou oreulhosaroen-
le do seio um papel, qoe exhalava um lorie clieiio
de almiscar, e apresenlou-i. a imperalriz.
O bilhcle era concebido as.im :
Senhora, eslou bem langa de jutear-me digno
curo obter rolos, prenlerei, anda qae nio contig*
i-..i. lemn.ir. o mais elvalo dos liomens contra
quem apparecer a menor suspeila ; isso servir de
exemplo daquillo.que de mim te deve esperar para o
futuro. ..
AMAEXO AO N. 20.
Memorndum relalico ao desembarque de .lina-
nos em Serinhiem.
Prima. Ero julho do anno passado o governo im-
perial communicou ao governo provincial de Per-
nambueo, qu* em Serinhaem er. esperado um ne-
areiro da cola -I'A frica, e recommendoo ais aaton-
dades a maior vigilancia para evitar realisarao do
prnjecto do desemvarqae. No dia 11 de oulubro se-
uuinte chegou o negreiro ao poni desigualo, evio-
.-eni.io que lodas as autor.dodes policues estavam
ausentes, menos urna, que rdar o-se doente e de
rama, nada poda lazer. II -..llou d.hi que do. 212
Aldeanos 18 fnram r-iubadcs e,reduzidos a eteravi-
dao, sorle que leria sido parlilha la p*lo reto a nao
ser a loovavel conduela do coronel li.spar de Alene-
zes Vasrot.celtos de lirtnnmond, que apprehendeo o
navio e lihertou 162 negros, por elle entregues ao
governo.
A cireumstancia da ausencia de Indas as aulnrida-
des publicas ero urna tal conjuncin e depois da in-
limacle dada ao coverno provincial, se nio juatiliea
a suspeila da connivencia, prova pelo menos sua cri-
ninosa a extraordinaria neglig-ncia a indiflerenca.
A desculpa de que o coronel Drurnmond era oda-
legado de polica antea enfraquere do qoe Corrobora
a ronliaiica na sua boa fe, poisquaa sua nomea-j.lo
era por 1.1 modo considerada pelo governo como de
Miaren simplesmenle honorfica, que ha mullos
anuos nAo Ihe diriga a mais pequen, commanka-
rao ollicial.
Secundo, l.luando esla negligencia se lornou pu-
nir, u cnsul bulannico, noetercicio de suas faoe-
{es, dirigi urna nota ao presidente, protestando
contra a frouiidao da polica e suas deploravei.
r.onsequenrias, ola a qual S. Exe. recuaoa dar a
menor expl.cacao, ou a.l.n-llir a menor discossao,
-lindo a entender porm que as informarOet de con-
ul eram inexaclas. Foi sti enlAo, c depois do ro-
cebimeulo do prmeslo, e pode ratoavelmente infe-
rir-s que ero consrquencia do protesto, qae o chefe
de polica tei mandado a Serinhaem. Ctrro po-
rein'que antes d sua partida procurara oblar dos
olliciaes da corveta ttllam.rac.. um mitificado un
qual se expunha que, segundo as infonnarn-s mais
verdicas, e a Oranea em que estavam, o negreiro
nao coiiduzira aanlo os 162 Africanos entregues no
governo. O chelo de polica seguio entAo para Se-
rinhaem e, procurando o coronel Drurnmond, in.-
t-.u com elle para qoe relira.-e o ollicio em qoe an-
nuuciava o roul.n de Africanos, alim, ditia elle, de
-lar um desmentido ao cnsul ioulez.
Esle fado fal suppnr que, a nao (er sido e pro-
te.tu, nenhum passo ae ira dado para a apprel.en-
>au dos Africanos roobados, ou par. o castigo dos
seos roubadores. e qne assiin o ve.uo obrara des-
le o principio da ma' le, a vista dos meios sobrep-
licios que adoptar., par. orrull.-r a verdade.
Tertio. A lei determina positivamente que ti>
processo sejam Instantneo no logar em qae o cri-
me for commt-tlido ; mas no caso de que se irala,
.-.(a recra salntar nAo foi ohservada, e as indagares
uveraiu lugar em Hiu Ftirmoso, ditlanle algumas
leguas, onde era ext.em.menle improvavel que se
podesse obler o' neces-ano leslemuuho, ao passo
qoe se a lei liaoooo sido cumpr.da, se leriam acha-
>lo na barra de S'riiihaem teslemonhas ocalarea.
O coverno, 1 roce.leudo desle modo, nao so seet-
poz a .i-vu.a.'.i 1 de violar as lea do imperio, sena .
tambem a de o ter teito para os fius mais sinilro-,
ilo lie, para evitar por este modo que o criuia toa-
se prnvado, qoe se lomaste impossivel a condetn-
naejo dos culpados. A opiniao dot advocados mais
dislinclos be qut a esle respeilo foi o goveruo per-
teitamenle bem succedido.
Quarto. Todos quanlo liverm parle na appre-
iien-ao do negreiro, 00 lem sido persegaidot oa ca-
l.iram no desasr.do do governo. Assim o coronel
Drurnmond, presa-lor, esta' mal visto ; o Dr. An-
tonio Drurnmond, que execulou as ordens de tea
pai; Manuel Elias, que guardou os Afnc.no., Ma-
noel Fidelis, que Irahio o eapilo o o eulregou aa
coronel DrummonJ, e Antonio da Silva Pereirp,
que auxiliou aapprehcnsao, ach.m-se lodos em pro-
ce-so.
<>oe deducroes se podem tirar desles factos. qae
condusies se tuai mi sean qae o governo Ir.o-
toettf qoiz -I." tcori-rnar esles loov.veii aclos, e, de
proposito oo nao o l.cto he- patente neo ludas as probabilidades de om procesto bem succe-
dido contra 01 verdtdeiros criminosos, collorando
uo numero dos aecusados aquelle. cujo e-temonho
'ra in li.peu-avel para condrmna-los, mas qu. nio
podiam depor, por isso qae eslav.m accosado-.
'Juinlo. O Dr. Antonio Drommood,, om do
princtpaes apresadores do necreiro, esta' preso ha I.
mezes, enlreg.u- que he arcusadn he tiliancavel, mat os repelidos re
querimenlos que lem frito para que st Ida conce-
da esse direiio constitucional tem sida indeferidos,
O governo Ir. usarlo nenhum e.forro tez para appre-
hender os oulros rjtt, e h< apenas 8 das que Chi-
co CaCttoor st enlregou : mas esse acto segote i... de
perlo o indeferimeulo pela relarao do ultimo reque-
rimentu feilo pelo Dr. Antonio Drummond. qoe pa-
rece segundo se diz ler sido om negocio arranjado
enm o governo para salvar as apparencias.
E e-l 1 sospe.ta nao ussentaem f-cles? >.:.1- di-
l\
ros, caplna-me tao rpidamente qne nao tenho o;
lempo de reconhecer-me. por favor nao de.xe-mej
dormir ao sereno ; perlenen eiatoe nnbre. permita
que a toma para m.-u 211.a. Palo seu ar detembara-
Cado e grandiosa, vejo luso que de da crie ; ..ra le-
nbo necessid.nle de saber a maneira do apreseulai.-e
,ibi, e de fazer boa Agora. Por eataa iuterm.cuet,
senhora, cu Ihe Bearai eternamente agradeei-lo ; d--
m'as, pernnlliiido qu- rocondaao a -na hal.il.ir5o.
Anda que eodev.deil.r-me sobre o banco de "sua
poda tleixar de ser uro lidalgo. A gentecom-
'......' "'" al.- ahrarar dessa maneira. F.ra uro beijo
1e primeira cla.se.
E qual era, -enlitira eendesea, a c. do capola
..u rio lar.. '.' pgrguuloa Arrika lilil laiuenle.
O la>;-. era verde, o capole escoro.
He elle l disseram ao niaimo lempo comiigo
Catbarina n Arrika.
A conde.sa colil.ou-.u :
Ordenei em segretlo a um meu criado que o
pe milla que eu Ihe
envido da Imperatril;
falle !
Pela primeira vez Cali.arma seniiu-se cemmorida
pelo Inm, rom qoe esla- palavra. f 1..111 pronunria-
a..|o lir.iuiiaiiii i.tt- ergu lo para a sobaren, Batate-
ll.ava se a um rofln. Durante narrando da condessa
| ella cuslara a reprimir a ai.neda.li- tle seus movi-
inenlos ; cada loslanteque pataavatra,para ella urna
hora de tortura.
I.lie ha le vir... .liria ella em sea peusamcoto.
- lim. aven.ur., I falle I dltse :.,harina, enlre- I ^a^nt^^V^lXt^'^**' r:.r.""""!"e!
lauto que a graa duqueza litav. os ,,||,s ,, relogio, I Ets um discurso bem apaixona.lo, condessa
com urna impaciencia misturada tle lerror. i Alnodota. disse Cjibaruia ; que re.pomlea-llie lom I
He urna aventura em lada a torca da tipretfao, Cuno elle linha na mia .. ovo paschoal lem-
ronliuuou a mulher to lenle de polic. t:i,((s,0 brei-lhe que devia abracar pr.meiramt-nt a pe'sstia a
que pasiei a no.te ale esse momento n.i maior ral- 1 quem fallava, o que elle jet de urna maneira me
- E qoeui te Mo elle, tena poddu exprimir-se I maa ; i exceprao de alguns soldados embriagados, I euterueceu-m.. Fallamos da corte, e vi que dav."
lor nao leinbr.i-se tle nada depois que bebe. Ora,
ee imbcil passt.u a uoile em nao sei que taberna,
e e.la uianhaa, quando ioterroguei-o, 11.10 .alna o
que me 1.....1..-. lle preciso .er a mulher de
um ministro para ver-se tao mal servida Fin eslava
finir sa qoantlo esla manhaa um p'orlador mvslerioso
(rouxe-rce este bilhele. Como parteo contar-Ibes uui
A imperalriz ruido., que ia arraurar lalvez nm
sPL-retlo a Nalalia, o foi si,mente esta esperanca que
decidi toa conduela.
I.l.a despedio a rondesea e Arrika.
l-icando su ohservnu-a a principio em silem io rom
secrete alegra... Allonila e moda, Natalia trema
diaute de Calhariua, como se fosse culpada...
ili/enc e l'omba.
Falte, querida lidia, tornou Calliarina depiu-
dc uro momenlo de silencio.
!'.--.- ....me d- querida ftha produzi. sempre e*u
Natal!. um rlleilo de tenor inexprimivrl.
Sem .lun la recer.!ava-se da assusla lora -cena to
Khitoieerod etn Alose. nnaana occorrend.. de toa
prnprta bolsa, hem como Paulo, os rnerradnre* des-
e immei.s bazar arruinados por'uin recente incen-
o-ieada e conluz.da p las imprudente* dome-
asen, de um povo, que va nella sua loloi.i impt-
ralrii, encoalrara OaHter Irrrivl de Ciliar...., e>-
-e nidal que premetlia Ihe um. vn.stira.
Cheganda a rnatordade de Panto, elle rereb.-ra
por l..-ia a parle irrornteoett le.teinunhos de amor
e de obediencia. Emquaiilo Calh.-rina vi.-se for-
rada a .le v.ir Alo.c.w a' lo.l. a prrs.a a* vi-la de te-
...eltianles mai.ife-laroes, as flores e os IroplieM jun-
ravam as ras la cidade por onde pass.xa Natalia, e
debaiin tle cada rosa, tlebauu de cal. Inumpdo. a
siao duqu.za julgara ver na ato viagem umt nodo,
desangiie... >a,. era m.|. a' sosia, a'lotera qae a
----o.a de Paul. ia I -llar : era a urna rival.
trmula a debilitada p.-r urna no.te sem oroiio,
ella leve rnmtudo fufrieuie tot. 1 pira lirar du sen.
t. papel, que na vespera Ihe entregara Andre Slefa-
111.II.
Apenas vollara a palacio, lera vidamente esse
paprl, a ocnoltoro rom onlado aogr,10dot|ue P.u-
l-, ; parecia ipie e..r itpoate a.su.'.iva-a. Oue ler -
ella nesse cscriplo, que podesse causar-lde lauto ter-
ror ".' Oue ppnsamenlos lgubres, 11... fizer. na-
rer nella c-sa peltcao dirigid 1 a' imperalriz Catba-
rina ? A joven princeza nem mesmo condeca .1 no-
me de Andr Slefat.nlT; lado o qoe nol.ra nelle e>a
si breve entrevi-i.i fora sen faoalismo instns.lo, e a
nobleza de ana. feires,
Qae Ihe tez eiit-i-i Calbarina I perguutara ella
a principio a Andr, esse reqoerimenlo, dianle do qa.l mAo
se tornara ardenle. Depois lera .. e om grite sulfu-
rado Ihe escapma do peno... compreheDdera, e Oca-
MUTILADO


2
DIARIO DE PERNAMBUCO, SABBADO 11 DE FEVEREIRO DE 1857.
ra'que o processo do Dr. *n(onio Drommond de-| a O proprio fado de ler sulo (fila a apprehensAo
"eneroo em perseguirlo Quando se persegu coro em una cosa despovoada, e (piando uinguem dava
um rigor lAo extraordinario e apparenlrmenlo ille- | crdito Icnlaliva que fo mallograda de um desem-
;:al os adversaria) do trafico africano, poder-se-ha
suppor que em toda a coila baja um s homem que
para o futuro apote as ebrigaces cilernai e as leis
municipaes do paiz, seguindo um exemplo que ileu
resultados Lio falacia feiicidade de urna familia
honrada ?
Sexto. O aonoocio publico feito pelo governo,
de que as ptssoa que enlregassem as autoridades
es Africanos roubadus se concedera um piemin tri-
plice do valor do escravo, seria laivez, como se da-
se, urna medida de conveniencia,' mas era um reco-
nhecimeulo de fraqueza ullamenta impoltico, e co-
* mo nAo foi acompauliado da pnsio daqutlles que os
reuderam, imporlava um arororoamenlo do trafico
tfricaoo perfeilamante incomprel.ensivel.
Finalmente depois de dteoidot oilo mezes, lia
anda -J8 Africanos no captive'uo, e dos individuos
comprornetlidos nesle nefando desemhai que neuliam
foi punido, e islo sob a administrarlo de um pre-
sidente sustentado nao s pela polilica do governo
imperial e pelas leis rigorosas do paiz, roas por urna
grande forc.a militar e policial que elle le ia podido
mpregar se julgasse necessario.
N. 21.Oconde Clarendon do Sr. Jerningliam.
Foreign-Ofiice, 13 de julho de 1856.
Kecebi o vosso despacho de i'2 do passado, e le-
nho a communicar-vos qne approvo plenamente a
barque de Africanos, he una prova prinri d que
non houve da parte das autoridades de SciinliAem
abandono oa negligencia. A investigarJJ* das cir-
cumslancias, em que aquella villa se achava eolio
cada, pelo que diz respeilo a su i admiuisdac.Ao ju-
diciaria 0 policial, confirma aquillo que a primeira
vista e reconhere, deve ser necessariamenle verda-
de. O juiz de direilo do districlo, o juiz municipal,
o delegado interino de polica e. u coiniiiandaule do
destacamento de polica all se acliavam, para nA0
fallar em senles man iiiballcrnos. Um lugar rol-
locado aro Lies circumslancias nao esll seguramente
privado di seu chefe, cotno *e quer fa/.er crer (telo
simples fado de ler havido una tentativa de detem-
barque.
a Cumpre observar, que o juiz municipal elTer|.
vo estiva com brenca, e que o priuieiru suh-tiiul"
do delegado de polica, que evercia aquello cargo
presidente que Drummond Ihe levolara esle sen pro-
cediinenlo criminoso de deixar fugir o capillo, como
ja' se dsse no memorndum de '.) de junho.
Dos documentos prova-se, que seu lilho o l>r.
leude smenle a produzir fnez* lias relances entre j Srs. fisraes queiram examinar as laes vazilhas de, tal, e ferido gravemenle Malhens da Silva Pereira in-rando-ihe a oppnrtvinidade de agraciar o coronel
os dnus pazcs que por lanos motivos convein se : '"'"I" falso. I por Jos Alves de Sdiil'Anna e Antonio doa Sania*. | Drummond rom o UMtV ato bario de Serinhaem. O
IV reliemos noticias de Flores do primeiro do
conservero lempro inlaclas, e no estado de perfeita i ~ ,,"c'" """ ao *"",? "" H- '" "" '-.:
1 correlo: as rhuvas lioham routinuarlo, e luiliain 'inl
auiizade.
apparecido algiinias ornaras de sangue com fehre,
I I "| )'' I lliail'l'lll > lll-ll.l IM_II' i III 11 i'i .
tlrumniond, fot o aulor .lo primeiro roulio de dez N. 23.O ron-ii Cowperao COHdt Clarendon. He- mas iam em declinaran ; a comarca eslava em paz, c
los Africanos (razidos no navio antes da apprehen-
Ao feila pelo coinniand.inle do deslacamento do Rio
Formoso.
Acresce que o proprio coronel Drummoni oppo2
obstculos, e impedio a acc.ao da autoridad* na ins-
I*nr*c3u do proresso ; nlo por ceno por ser inno-
cenle.
Ueslc e da oulros fados, que se acham provados
nos autos, deve ueccssariamenle re-nllar, que o l)r.
Diiimmoiid he criminoso, e que sobre seu pai reca-
be a regpnnsahilidade a que esta' sujeilo um fuuc-
conario que nlo cumpre seu dever.
I'ara allegar a esle resultado nao era por certo ne-
cesario, que o presidenta da provincia, por meio de
um magistrado indenendente como he o rhefe 'le po-
lica, eiereesse vinganca* contra um delegado de pe-
e presidenle, e que elle
rehi-Ii em J ~> de julho.
Pernambueo l de junho de is,i;.
lis captores do negreiro de Seriiihlem aillo anda
presos, os principaes criminlo* achani-se anda sol-
los, e 2'.' africanos HtSo anida no caplivciro !
FIM.
(Jornal do Comanreio.
por impedimento do coronel Drummoni, eslava | licia, numeado por que
podia domittir a'voniade ; mas ao qual, pelncon-
lambem ausente, havia alguns das, quaudo appa-
receu o negreiro. IVao prova islo, porem, que se-
iin Ihanles cargos eslivessern abandonados, pois que
os seos respectivos substitutos all -o acliavam, c no
ejercicio de suas fauCCtC*.
a Os dous fanecionarios, a que cima se alinde,
ronservaram-se nos Heos polos durante inais de Ir
mezes ; nS.i se retirar,un Molo depuis de dsvane-
(rario, elogiou sob a ImpressAo immadiala de que a
appreheo'.lo liuha sido hem (accedida, e quando jg-
norava anda as verdaileiras crcumstancas lubse-
'|uenlenienle verificadas.
Esta, hem como as outras accu'ares, sao basea-
das Mmente em boato* espalhados por adversarius
polilicos, que ludo desfigurara, alim de Dodoarem a
111(1 HE JANEIRO
2 .1 favereiro de 1857.
Por decreto de :il dn mez passado, crense o lu-
gar ile clu f- de srro de coiitabilida le annea a'
secielaria de eslailo dos negocios da fazeinla, e foi
numeado para n>se emprego, a primeiro escriptori-
riu do Ihesouro, Miuoel Jos Kibeiro l.e.lo.
Consta-nos que pela secretaria de e>lado dos ne-
gocios eslrangciros foram despachados:
O Sr Dr. Domingos Jos tioucalves de Magalhle*,
para encaregado de negocios em S. Pelersburgo,
paseando o Sr. Jos lliheiro da Silva, que servia na-
quella corle, para Turim, onde ettava acreditado o
Sr. Magalhiles.
(l Sr*. JoSo Alvea l.oureiro, secretario de legacJJo
enj Pars, e o Sr. Cesar Sauvan Vianna de l.ira,
para encarrrgadoi de negncios, aquello para urna
oommunicaco (iue fizesles ao m%ii*lro dos negocios cidasas stnpeitas de una lenlaliva de desembarque,
eslraugeiros do Brasil sobre o assomplo da nota que | E qoindo esla circumstaucia Lo c jnhecida nao nii-
dirigislts ao governo brasileiro em 7 de marca) pro-
vimo passado, advertindo-u das medidas que o go-
verno de S. M. seria obrigado a adoptar-se o go-
verno brasileiro nao cumprissesoas obriganies a res-
peito da repres-So do trafico de Africanos.
Sou, etc.
Clarendon.
N. 22. Ot!r. Moreira ao conde Clarendon.
LegarSo imperial do Brasil, Londres 21 de julho de
1856.
O commendador Carvalho .Moreira aprsenla seus
respeilosos cumprimenlos a S. Esc. oinuilo honrado
conde de Clarendon, e lem a honra de enviar-lhe o
incluso memorndum em resposla quelle queS.
Eic. Ihe dirigi em vinle e qualro do mez pas-
sado. x
AIS(EXO AO N. 22.
A/cmorandiim.
No memorndum que lord Clarendon dirigi em
21 de junho ao ministro do Brasil, em resposla
aquella que esle Ihe escrevera em ',) do mesmo mez,
diz S. Exc. em substancia o segunde :
Que a causa das inslrucrfles que deram origem a'
nota enviada pelo Sr. Jerningliam em 7 demarco
proiiroo passado, ao governo de S. M. o Imperador
do Brasil, foi nao so o fado de lercm mostrado as
aotoridades de Pernambueo, por occasi.lo do desem-
barque em SeriuhJem, orna negligencia, que impor-
tava qoasi connivencia, seoao tambem o de lercm
manifestado repugnancia no emprego de med las el
licazes, para descobrirem e punirem as pessoas im-
plicadas naquelle desembarque.
Esla opinio de lord Clarendon .-senla sobre Ires
usen; ".es :
Primo.Que o presidente de Pernambueo remo-
ver de proposito as autoridades policlaes do dislric-
lo de Serinhem, afim de por o negreiro em segu-
ranza, e de proteger o desembarque dos Africanos,
desembarque era que eslavam interessados alguns do'
seus amigos.
Secundo.Que o mesmo presidente ordenara, pa
ra um lira expresso, que o processo fosse imlaurado
no Rio Formoso, e nao na Barra, onde havia pessoas
que podiam declarar os nomes dos criminosos que
roubarara os Africanos.
Terlh.Qqe para o fim de vingar-se do coronel
Drummond e de eu lilho, a quero era devida a ap-
preheusao do grande numero de Africanos em Seri-
nhem, e para o fim de anuullar o depoimento das
nicas leelemunhas oculares, dera ordera o presiden-
te, para que o Sr. Drummond e oulras pessoas que
tinham tomado parle activa naqoella ap;irehen*3o,
fossem pronunciadas juntamente com os verdadeires
criminosos.
Lord Clarendon conclue o seu memorndum di-
zeiuln, que neohum desles pontos fora refutado pelo
ministro brasileiro, mas que entretanto, se viesse a
verificar-se, que a femissao do presidente e do chefe
de polica da Pernambueo, tinha tilo lugar em con-
sequeocia da desapprnva^ao par, parteado governo
imperial, do procedimiento deases fuuccionnrios, o
governo iiiglez reconheccria promptamenle, que as
causas principaes que diclarain a nota de 7 (le mar-
ro, tinham desapparecido.
V-sa claramente do memoranlum de lord Claren-
don, que S. Exc. ela' certo de que o govarno im-
perial fez ludo quanto poda fazer por occasiao do
desembarque de Serinhaem, pois que ludo quanlo
diz o ministro do Brasil no seu memorndum a res-
peilo daqoella ponto nao sollrcu a roais pequea
conlradicr.io, nem mesmo a menor objeccHo na res-
posla de S. Exc.
He porem raoilo para lamentar que, depois de ex-
plica;6es 1,1o completas sobre todos os delalhcs ila-
quelle negocio, se fa^am revver accusacfles desla
ordem contra o ex-presideute de Pernambueo, tao
gratuitas e tao injustas, que de cerlo nao teriam sido
acreditadas no Foreign-Office, se este tivcsse conbe-
cimonlo da fonte impura de que dimanam.
Certos jornaes da opposic.ao, que nulriam senli-
menlos hostis a administrarlo da provincia, ioventa-
ram a publicaram contra aquel le honrado e digno
funecionario insinuaroes calumniosas, qoe nao po-
deriam ser levadas ao conheeimenlo do governo de
S. M., senao por indiscri^ao ou por malcvoreucia ;
e se as aecusares feitas ao dilo ex-presidente nao
foram especialmente refutadas no memorndum de '.i
de junho, como diz o muito honrado conde de Cla-
rendon, foi isso devido circumstancia de que o mi-
nistro do Brasil nao poda de modo nenhum suppAr
que a .nota de 7 de marro lvesse por fundamente as-
sercoes inadmissiveis.
Alean disso, os minuciosos delalhcs dados no me-
morndum de 9 de junho excluiam o admissilnlida-
de das iraputaeoes a que ora allude S. Exc. Entre-
tanto nada mais fcil Jo que demonstrar a injuslica
e ioexaclides de seuielhantes asseres, que esiao ja
completamente refutadas.
lie inteiraiiieiile destituido de fundamento que
qualquer auloridade policial dentro dos limite, de
Serinhaem fosse removida pelo ex-presidente de
Pernambueo oa poca da tentativa do desembarque,
ou mesmo prxima a sus oceurrenria.
A queixa de que os autoridades policiaca de Seri-
nhaem nao eslavam nos seus lugares laclo que lord
Clareudon quer agnra explicar por urna supposta
remocho effecluada expressamenle de anle-mao pelo
ex-presideule de Pernambueo ja linha sido fula na
nota do Sr. Jerningliam de l:i de uoverabro prximo
passado, era consequencia de communicares que
recebera de Pernambueo.
O governo imperial re'pondeu a esle tpico nos
Mguiutes termos :
ilasie era seo favor, a sua ausencia nao poda ser
allriboida ,a um motivo menos digno, pois qoe
sao pessoas geralmente estimadas por sua probidade
e zelo.
replalo das autoridades que querem derribar. Es- "ova legarlo creada na Allcmanha, e esle para Na-
atisreitl rom as rhuvas.
O vapor iFrancComloisB, viudo Itio de Ja-
neiro e llalli i, (rouxo a seu burdo os seguintes pas-
sagero* :
Jos dos Santos Vilhea, Antonio Francisco Mo-
reira.
Soguera para o uorle no mesmo vapor :
Manoel riieophilo Alves Hibeiro, Roberto lles-
kelh Hall, Manuel Jos Pereira Pacheco e :l manos,
Eugenio Tissel.
-- O vapor algnoraasu'B, sabido hoto para dranja
e porto* intermedios, leva a seu bordo os seguintes
passageiri.s :
Dr. Antonio ajaooel Amallo e Mello, Manoel /.e-
ferino Garca do Amoral, Elidi Francisco ilas Cha-
gas e su, riinbada. I'r. Jos da Cor*rao de Maiia
Casi, John Hallo, W.Marqoes. Antonio de Berna
Pequeo, Joaqoim Jos Pereira C. Rehimha, Anto-
nio Igoarin '<' A ni indiila, Antonio Framasco Car-
neiio Monteiru Pirao, W. Rogar*.
Hospital de caridade, 11 de fevereiro74 do-
entes.
-12-73.
. le amauha.
B<*0*qualro indiviluos conversavain. segundo nos que disse mullos., leria dito ao Sr. Cowper fo
rmain, na inargem dorio, c Iravaodo-se ulna! qoe qnaudo rerelii a noticia da ,-ipprchensao do BB-
desordem, resullou delta a inorle para o Justino e i liiabole havia ficiido lo enliiusiasroado pelo coronel
um grave (eriiiienlo para o Malheos. (is crimblooM, | Drummond, que, te podesse, o lena logo feito balan
romo era natural, roncluida a faranka, puzeram-se de Serinhaem. ."Sao fallei em rnnfideurial, e alr lio-
so fresco, licando e-tendidos uo chao os dous infe-lje nao achei neCK-idade de empiegir a menlira como
lizes. mfl de governar.
Osubleleglo esforea-se por caplura-los. pra- | o artigo do Diario, noticiando este fado.foi es-
za aos eco- que assim acntela para drsaggavo da icnpln pelo Dr. Antonio Drummond, um ingrato
juetico, espccialuieiile no centro onde nao ha forra i/ue fin seu pupilo, mas yue por Ihe harer elle ne-
alrm da moral. arfo o Imjir d" juiz de dtrelto, tlntmm M escre-
Acluvo-se o carga, u i Rio, alm dos qu- ja disse- i ven lo es,a falsidade. S. Exc. arredilava poder r.h-
mos, quanlo chegou
li ithelmiiie Mari*.
1'itlunia, a haira Irauce/a
^(immiuiuno'.
A respeilo da urna dellas ha lamhem a conside-
rado de que as funeces de delegado e subdelegado,
numerosas em todas as provincias, sao desempe-
uhadas gratuitamente, sendo a gratiao do governo
do paz a nica recompensa aus ridadaos que as
desempenbam. u
E o Sr. Jerningliam eslava tao convencido da
inexactd de laes aecusares, que quaudo respon-
deu nota de 15 iiovembro com outra de 1:1 de de-
zembro, nao allirmou, que o termo de Serinhaem e
a comarca do Rio Formoso,' qual perlence aquelle
(ermo, estivessem srm chefe ou sem autoridades po-
liciaes para os lins preme litados,"que agora se allri-
bucm ao presidenle. O Sr. Jerningliam, confiando
Das palavras do cnsul hritanuico, o Sr. Cosvper,
limilou-se a allirmar, que India havido negligen-
cia da parte de algumas das autoridades da pro-
vincia.
Ora, o fado de nao ter polido o Sr. Jeroingham
sustentar este ponto de ataque, auxiliado como es-
tas aecusaroes nao podem ser reerbidas quando s,1o
api esenladas destituidas de provas correspondentes
a' sua gravidade, porquaulo, admittindo o principio
opposlo, em iieiihuin pab do mundo eslariam as au-
toridades a coberto de aecusares e de insultos, se se
atlendes-e ao que de ordinario dizem os jornaes op-
p slos, a esteou quelle governo, onde existe liber-
dade de impreiisa como no Brasil.
Tal lie o valor das accusac/ici feilas ao ex-presi-
dente de Pernambueo, e com as quaes lord Claren-
don justifica a iiiesperada ola de 7 de marro.
E se nao obstante terem sido refutados os molivos
que se dio para a apre*enla(3o daquella nula, como
o ministro brasileiro crer ter refutado no seu memo-
rndum, o governo hritanuico anda se reserva a' li-
berdade Je apreciar 13o injustamente os aclos occor-
ridos no Brasil, a ponto 1*1 que admitle siniplesmenle
qoe as causas principaes para urna olleusa lo mime,
recida cessariam se se provasse que o governo impe-
rial, demiltindo o presidente e o chefe de polica de
Pernambueo, linha em vista dar um signal de desap-
prcivarnc do procedimenln daquellcs funcionarios; o
rnesmogovernoiinperi.il conservara lodo o seu direilo
para apreciar as oceurrencias do seu paz, e o pro-
c-'d memo das suas auloriUades, segundo as regras de
Justina que o guiam ; lamentando somenle o ininis-
lava no Brasil pelo excessivo zelo desenvolvido pelo
Sr, Covvper, que seguramente uo deixaria de mi- Ilro do ,!rasil 1ue n,1 "ve,?e a felicidad* de poder
nislrar i legado bniaouica lodas as provas que Sovcrno de S. M. Brilannica de quilo
podesse em suslenlacao da sua ifBrmacJlO, demons- l|iex'olus e i"f'llllados Mo os elementos em que as-
Ira pleuamenle, que laes provas nao exislem, e que 'ent' a sua opiniao. Delara porlanto o n.inislro do
a desistencia do Sr. Jerningliam he devida a con- | ""i 1ue> lo,lS6 do poder admiltir que aquelles
vicrao em que eslava.de que as asserres do gover- uncc'0"arios fossem removidos por terem incorri lo
no imperial eram ver^'adeiras. na cen5u'* desapprovarjo do governo imperial,
E, pois, a simples reproduerao de laes accusac.os, ,aue P'l cpnlrario posilivamenle que o seu governo
sem nenhutna prova, nao pode ler mais peso boje i,PProvi| us actos do ex-presidente, o cooselheiro
do que linha na poca, enrque foram aprescnladas
pelo Sr. Jerningliam, contestadas pelo governo im-
perial, e abandonada', como nao suslenlaveis pela
legarao biitannica do Rio de Janeiro.
Acerca da segunda aecoucljo contra o ex-presi-
dente, urna simples observarlo sera .-uilicicnte para
desvanece-la, pois que se funda em um erro relati-
vamente adivilto dos empregos judiciacs, o das leis
do processo criminal no Brasil.
A comarca do Rio Formoso comprebende os cha-
mados termos de Serinhaem c Rio Formoso unidos,
e constitu; um sii lermo junio a oulro chamado
Agua-Preti.
A jurisdiccao policial das autoridades dos Icraol
unidos de Serinhaem e Rio Formoso extende-se a
lodo o territorio daquella divisao judiciaria, ea ju-
risdici.ao do chefe de polica, que instaurou o pro-
cesso, como primera auloridade c aquella em quem
mais se conliava, exlende-se nao so a urna comarca,
mas a toda a provincia.
Por outro la lo, segundo as leis do processo crimi-
nal do Brasil, as leslemuuhasailo chamadas a depr
no lugar onde o processo he legalmeule alieno, e es-
le lugar deve er a cabee.a do lermo, onde est o fo-
ro, e onde asile os tribunaes.
Ora, no caso em questao o proce-so foi instaurado
04 Rio Formoso, por ser a caberi do lermo, c pela
priineira auloridade polial da provincia, subranceira
a toda a iullucocia local.
Conseguinlemenle as Icstcmunhas qoe linlnm de
depr, foram legalmenle cil idas para o Rio Formo-
so, e nao ha duvida alguma, de qoe para all foram
citadas tambem algumas possoas da Barra e das
iiii'n;'-.!i.ir.it--- do lugar aonde se (leu o desembarque.
Desta simples expo'irao resulta, que nao houve a
menor irreglaridade na instaurarlo do processo pe-
lo que dizreipeilo i competencia do lugar, e que o
descobrimenlo da verdade foi prejudicado por falla
de lestemunhas oculares: pirquanlo lodas as pes-
soas que podiam ler o menor conheeimenlo do fado,
foram inqueiidas, e o depoimento nao podij ser
mais ampio, era mais minucioso do que foi.
A terreir.i imputarao he em verdade urna das
mais (graves de que poda ser victima o honrado
carcter de um fuccionario de 13o elevada po-
licio.
Na falla de prova que aulorise, e quando nao he
mesmo possivel apreciar o valor real das iuforma-
roes em qua assenta, nao pode ser admillida sem o
pengo de commellcr-se urna injusllra gratuita. Pu-
de ser mesmo, que o coronel Druromund, por falla
de defensa, recorresse a um expediente commum a
lodas as pessoas accusalas do crime de complici-
dade.
.\lm desla consi lerarao, nao lie possivel ileixar
de observar, que aquella aecusarao e a segunda sao
irreconciliaveis, porquaulo e diz nesla, que Drum-
mond e as demais pessoas que turnaran) parle acliva
na apprehen-ao, foram envolvidas uo processo, para
o fim de anuullar o depoimenlo das nicas leslemu-
nhas oculares que exisliam ; e na outra, aasegnra-
COMARCA DO I10MT0.
Cariurii 8 de fevereiro.
i
Convencido pela experiencia que a impreusa be
um meio forte de reprimir os abusos das autoridades
e os excessos dos particulares, vou lomar a pesalis-
sima taiefa de nolirhdor desla localidade, para ver
legarao em Pars, para secrelario da mesma legarao, se a-,un consigo a exlinccao dos abusos e o desapa-
eu Sr. Francisco Xavier da Costa Aguiar ue Anra-
la, secretario de legarao nos Eslados-Cnidus, para
poles.
O Sr. Ilenriqie l.oiz Radon, primeiro addido de
secrelaiio de legarao ra Londres.
Consta-nos mais, que o Sr. conselheiro Jos Ma-
ra do Amoral, foi acreditado como enviado eslraor-
dinario e ministro plciiinolenciario junio ao gover-
no do Paraguav.
P&GliU AUULS&
He hojeque lem de eslrear em nouo Iheatro
le Santa Isabel o Ilustre arlisla ilr?malico o Si. Jlo
rermeulo dos excessos.
ftao me fac* carga do passado, limilo-me ao pr-
senle, para nlo merecer a pecha que merece aquel-
le que nao respeita o parce eputtis.
Quando fallo de abusos da auloridade e excessos
de particulares, nao se pense que fados existam
que devain, como laes. ser classilirados, nii ; pois
me nao fa/endo carga do passado e sim do prsenle,
serve o que hei dito de norma as minlias mis'ivas.
Moje a cunara do Bonito nao deve ser considera-
da como una pequea frarrAo da provincia, e sim
politicamente fallando como leudo grandemente in-
fluido para a reorganisaeio rto pulido liberal, sem
os seus desvio*, coui o eleger depulado g-*ial ao Dr
Caelano dos Santos, no drama Dama de S.Troprz Jeronvmo Villela de Castro 'lavares, nina das nos-
ue urna forra e cxccurAo admraveis. A julgarmns o '
insigne ador pelos louros que eslrondusanieiile ha
Oblido na corte, no Un. Grande do Sol e Rabia : a
crermos menos Incidas descriproes, que se ha felo
dos especlaculos, onde por largas horas da reejlacao
Jos seus papis ha feito levar ao xtasis todos que o
ouiera, todos que o idim, diremos, que o inais bri-
Ibanle raeeeMo Iho eali boje reservado no palco per-
nambucano. Nao se dir .leroos f que sim) que, nao
somos apreciadores do mcrilo de um arlisla da or-
dem do Sr. JoAo Caelano. Seos desejos ardenles
que nulriam osuowo* palnrios de verem um da em
icen* no nono Ihealro, o Sr. Joan Caelano nio ex-
plicao inais pronunciado respedopelo geuio desse
RECIFB ti DE FEVEREIRO DE 1857.
Sr$. rrthi'tores.
Acabando de ler agora mesm no t'orreio Mer-
anUl de 27 de janeirii, a riirrespondenci* ollinal
trocada enire os iiiiinsiins dos negocios eslrengeire*
da Inglaterra e Uo Bretil, e aeiifl agentes consulares
e diplomticos, acerca
ler provas antes do proce,,,. Je que (a naquelle
monMpto hatl* o doulor rerrbido dez dos melhores
negros rouliadus (l coronel Drummond negnu-se a
a)udar a polica un ., pruporrionnr iuf"rma;6e ; *
postoque S. Ex,, nao pode.se fazer una *r*0l
{ao lorunl, o Cuiii|,urlamenlu do coronel foi dubio
e uixsterioto. i
Tambein he i
lado pus-ti r*#M
Antonio DriHnil
inexirlo |er o ex-pie.irlenle fal-
lo o lujar de juiz de direilo so Sr.
lood. I'dlve/ o que o Sr. Covvper
lee pcl* r-rregat_.i,i, he : que e Sr.
mi despeitou se cura o ex-pres^den-
egocio* de Serinhaem, le, por suppor ivr-lhe esle atrancado u lugar de pro-
ouvi-se, e ven le
Antonio Di mu
encoiiirei-me felizmeiile rom as duas coinmunica- I curador fiscal lAlerino, i)u, ,iupara..
res de 1!l de mno de 1855, numero .1, e de 21 de
abril de 1851, numero 7, que o Sr. Cowptr dirigir
Lord Clarednn, e Jas quaes origiuou-se lodo a
orle de injoaticas, e insultos, de que tenbo sido vic-
tima ; mas victima sobranceira.
He para protestar ronira muitssdasinexadi lesde
Lies pessas, que ine|aninio a rogar-lhese diguem pu-
blica-las em periodos,e com as poucas observarles de
que van acoiiipanhadas.
N. 3.O confu (.'oirper ao conde de Clirendon.
Uceen:.:a a 12 ue abril.;
Pernambueo, 1!l de mar^o de 1855.
a Tenno a honra do aecusar a reerprao do vosso
despacho de IK de Janeiro ultimo autonsando-rac a
apreseular cordiacs agradecunenlos da parle do go-
verno de S. M. ao coronel Vascoiicullos Drummoud,
no caso de estar eu convencido de que o qu* elle re-
fere a respeito do negocio de e-cravos de Serinhaem
seja exacto.
o Nao lenho razAo para duvidarda exactido do
dilo coronel Drummonil; varia* ron-i lerares porem
induziram-me adiar a cx|ire-sao da approvario de
sua condol por pirle de V. Exc.
a Em primeiro lugar, nlo se pode negar que a op-
poticHo aproceilou-se dodeacrordoi/ue eXUU entre
mim e o presidente para atacur o governo, e lecar
por diante as ihoi ctltu polticas. Por conseguiu-
le, era iiieu desejo evitar a apparencia de que os
ajudava em qualquer aclo que tendele a embarazar
u goveruo, por inais que eu desapprovasse u seu pro-
ceder.
Aquiconfessa o Sr. Covvper urna verdade, e lie :
sas illuslraces. Procurar demonstrar a sorama de (JUC a IM'sicao quiz aprovcilar-se di. occurrcncia
liens que a provincia e ao paiz acaba de fazer esla
comarca com semclhanle oieicu, seria trabalho
luulil ; por quanto uAo ba quem ignore quaes as
ideas do Dr. Vilella, a aceilacAo que receberam ahi
na capital e que vai obleudo pelo centro.
Dou-me por rauilo contente em ler concorrido
com o meu vol para a cleQao do Dr. Vilella, e
quasi que, sem ruedo de errar, DOMO dizer qoe lo-
dos os cleiloressAo concordes nesle meu pensar.
Era una necessidade palpilanlc para o proprio
arlisla pela fama apregoado comorei do palco' partido liberal,alem de solo para o paiz que o exi-
uma amhirao a toila provade vicloriar e admirar,,,,. .... rt, ., ,., ,,..,. ,
os seu. talentos, eniao a opmiao publica be ...con- I g!*' P"S0 da,", pel l)r- N ,lella' I"0 lem de co1"
testavelmeule cnnlradituria quando por qualquer I c"rrcr muito inmediatoinentc para o inleiro de-
objeelo se pronuncia por esses actos de enlhusiasmo, | senvolviinenlo das idas,que devem fazer a felicida-
que nao inenleui a COnscieoCia, o que absolulamen- Je do Brasil.
Jos Beulo da Cunha Figueiredo, e que a sua exo-
..erarAo foi seguramente concedida porque a solici-
lra, ou porque o guverno julgara convementocon-
ceder-lh'a, por motivos absolutamente estranhoa a
qualquer signal de reprovafAo da sua conducta.
Pelo que diz respeilo ao chefe de policia, cuja de-
misAo nAo chegou ao ronheciraenlo do minislro do
Brasil, Mulo pelo memorndum de lord Clarendon.
er que as razes sAu as mesillas que expoz uo caso
do ex-presidenle.
O minislro do Brasil cntende ter sollicienlemente
pcsaJo no sen memorndum de l de junho os desa-
gradaveis resulla los que Irouxe as relares dos don.
Paite* .mola de 7 de marc.o,qae envolveuma nova of
fensa o independencia c soberana do Brasil.assim co.
mo a anjeara Je levar a elloilo o aclo do parlamenlo
inglez de 18*5, violencia contra a qual ja proiestou
furmalmeule o governo imperial.
O minislro do Brasil sempre espern, c anda es-
pea, que se o governo de S. M. Brilannica for hem
informado de lo los os fados e oceurrencias em Per-
nambueo, nao recusara a ju-la reparadlo solicitada
o memorndum Je y de junho.
Mas novas causas de recusa >>Ao anda allegadas
na resposla de S. Exr., o muito honrado conde de
Clarendon, hem que boje essas causas devem ter
tesapparecido i vista das explicaces aqu dadas ; e
o minislro do Brasil nAo ve urna -n razAo para que
se insista na continuara.) da olensa toila pela nota
de 7 de atareo, lauto mais quanto a ameara conlda
naqoella nota he injusia, lano pelo fado especial
das oceurrencias de Serinhaem, como pelas circuns-
tancias geraes em que se ada o Brasil em relacao
ao trafico.
Seja qual fr a apreciado da oceurrencia de Seri-
nhaem, o seu resultado nAo he disputado, e delle se
prova que apenas 26 africanos poderara illudir al
"je a acrAo da jusliea. Esse numero de 26 africa-
nos he precisamente o numero total dos africanos
que no espado desles qualro annos lem entrado no
Brasil.
Em 1852, em periodo muilo mais prximo quel-
le em qoe o governo imperial leve de lular com
grauJes diicul lades para lomar elficaz a repressao
do trafico, e em que havia maior pengo da sua con-
tinuado, o governo hritanuico mandn suspender as
orden* expedidas aos seus cruzadores para a execu-
qSo do bil de I85. iloje, em eirciimslancias muilo
dificrenles, e somenle por urna tentativa, e lenlaliva
que fai frustrada pelas autoridades hrasileiras lie
amnirulo o Brasil rom a renovar das orden* dadas
aos cruzadores inglezes para porem em cxecurAo
aquelle bil '.
Pelo que diz respeilo as circumslancias geraes do
Brasil em relaro ao trauco, o ministro do Brasil l-
niila-s; a desrrev-las. lias poucas palavras proferi-
das, com igual verdade e Justina, pelo primeiro mi-
nislro o muilo honrado lord Palmerston, na cmara
dos coininiins na noile de 15 do corrente :
Jolgava, disse S. Exc, que o Iralico de escrevos
o polia ser consilerad) como exlinclo uo Brasil
se que na Barra havia oulras lestemunhas quepo- ,, porquanlo, bem que algumas lenlalivas te livesem
dian provar a idenlidade das pessoas que coiniiielle-
ram o crime, e que por esle motivo, o processo foi
instaurado em Rio'Formoso, c alo na Barra.
O coronel Diuinmond he que dcixou fugir o ca-
pilAo do negreiro ; e por nAo lomar medidas imme-
diatas, que pedia e devia ler lomado como autorida-
de que era, e para as quaes nao Ihe faltavam o
raeios necessarios, he que houve lempo para se per-
pdrar o roubo des Aficanos, parase pura salvo a
goirnicao do negreiro, que alias leria cabido em po-
der da juslira, se o delegado Drummon I. em vez de
uiaudar chamar o deslacamento do Rio Formoso, li-
vesse^rcuni lo a guarda nacional daquella ponto, e
com essa forja livesie capturado dircclameule o na-
vio.
O proprio cnsul em Pernimbuco, declamo ao
ra clao fria como o marmore. De noile, emquan-
lo os gritos alegres da mollidao couservavam aluda
aeordadas as vizuihanr.as do palacio imperial, ella
orara e chorara, como se Andr losse seu irmBo....,
baslara-lhe levantar orna pona dn veo, .que colina
sua miseria para ama-lo e para lislima-lo.
Leia, oh por favor lea, disse ella aprese man-
do o requenmenlo a Calharina. .Mlnlia ntervencao
nesle negocio, tenhora, be um simples elTeilo do
acaso ; hem dilo seja elle se Irooxer urna palatra Je
clemencia aos seu labios reaes... Leia este papel,
leiai]
E fallando assim Natalia inlerrogava com os
olhos o semblanle de Calharina .. Um raio celeste
de Justina e de.bomlade, la emlim descera essa fron-
le, que desde lano lempo nao sabia mais coiar'.'
Coiilieceria Calharina o remnrso e o perdAo .' A
priuceza eslremeceu, vendo a imperatriz laucar a
vista para o asignatura do requi rmenlo, e depois
amarrola-lo nos dedos com colera... O odio e o fu-
ror manifeslaram-se iiesna fronte, como dous relm-
pagos lividos ella fulmiuuu a gra duqueza cum
um desies olhares que nlo dei\;,rn nenlitima du-
vida.
Voss he muilo ousada, murmurou ella ; quem
eulregou-lhe isio '
feito para renova-lo, essas tentativas mo tinham
lido exilo feliz.
o Aquelles que oulrora empregavam o seu di-
ubeiro nesle trafico deslinam-o hoje a BSelhora-
ir.enlos materiaes, e manifeslava-se em Indo o
paiz um espirito de lioslilidadc a' renovarAo do
Iralico.
ii linli! havido, porem, grande mortalidad* na
| popular in esclava, c alguns especuladores dos
* Bslado**UOido* tiuliam procurado ajiroveitar-se
desla cirrumslanri* para imporlarem negros ;
i' acredilava rom lu lo que o* *ens esforcos nlo li-
uliam sido hem suceedidos. u
Neste estado da causas o minislro do Brasil nao
pode deixar de repetir, que nAo ha rallo plausivel
para insistir na suitenl.irao da olleusa feila, e que
Melhor do que ni.iguem,Calharina sabia qoe a jo-
priuce/a tivera de suflrer mullo pela esculla pu-
e negamos. Os Pernambucanos sAo, fizendo a de-
vida juslira aos nossos irmAos das demais provincias,
esseiicia'iiiienlc apreciadores das artes, e como laes
esperamos, (|Ue bao desmntindo o illuslrc arlist 0
conceilo, que ha vinle e tantos annus goza nos Ihea-
Iro* do imperio, Ihe far,am a devida ju-l.ra, rtem a
Cesar o que he de Cezar. Nao queremos anlecipar
juizos. Nos mesmos seremos demasiado francos quan-
do livermos de exarar em nossa l'agina a Revista
lliealral : escrupulosamente daremos aos nossos lei-
lores os prninenores dos espectculos, que se fuiem
dando em Santa Isabel, certos de que podemos des-
de j aliam; ir. qoe iienbuma considera^Ao nos tara
incensar aquelles dus Srs. artistas que merecerem
critica moderada, e viceversa. Esperemos !
Pela sublelegacia de S. liento da comarca de
l.aranbuiis. foi presa una mullier de nome Anlonia
Maria daConcrirAo vinla Je Papacara, em cojo po-
der foram encontradas seis Icllras commerciaes des-
la proc* de l'e.nambuco e Macei.pissadas no auno
ile 1851 e 18V1, sommando todas a quaulia de rs.
1:8379630. Diz essa mullier. que um individuo cha-
ma.lo Manoel P.Giihy, criado de Anulinario Jos dos
Santos Audrade, Ihe dera para guardar. Consta-nos
que a polica prosegue uas indagacoes necessa-
rias.
Consta-nos, que revivera o negocio illieilo de
cerlo. mercatoret Iraficanles, que fazem dos bancos
do Passeio espeluncas de Udres, roubando escan-
dalosamente .ios miseros matulos, que leem a sim-
plicidade de Ihe compraren! algodozinho de luslre
por esgu'Ao : a policu, que sera duvida ignora esse
commercio, porque a nao ser urna denuncia, igual-
mente ignoraramos, deve quanto antes per.eguir es-
se tratantes, que alem de rausurem prejuzo ao.
commercianle, a relallio sao inconleslavelinenle la-
dres da companhia do ,, l'iron; pela uossa parle nao
liles daremos quarlel.
Pedimos (com o melhor bom modo possivel. aos
joven* apreciadores das novenas d..s Remedios, que
nao se reunam em m.ina porla do coro da capellinba
por muilos inconvenientes :
_1. Porque inipedem que cutre o ar livre para o
coro.
2" Porque podem com o peso arruinar a Irave e
meslra. o ir-se ludo quanlo Marida (ou.
, 3. I- ni dinruie, poique nemludo pode ser conior-
me queremos e desejamos.
~''ll'm. esl,r Cu,n u,na pompa imraensa a festa
Jo Mouleiro emaohta ; alm dos diverlimenlos e
dislranies do eslvlo ha diversas reuniei bailariuas,
de particulares e de sociedades.
Conlinuam as fe.lividades nos arrabal les da
cidade, haveiido amaoJll* a do Scnhor dos AIDirios
nos Reme.lios, e de S, (ionralo na Eslancia, cu-
ja banleira boje a noile correr algunjas das
ras da Boa-N isla ; e na tarde do mesmo domingo
havera em algumas casas prximas a Estancia a
dansa de S. tioncalo, que ser acompanhada de urna
brigada birle de cinco batalln.es de infamara do
exercilo popular.
Avaliam ja em mais de um cont de ris as es-
molas depositadas na salva da igreja de Sanio Ama-
ro, o que assegura, que para o anuo vindouro po-
dem baver urna grande feslivdade.
Quando se lembrarAo de festejar S. Jos do
Manguind, Nossa Seohora de Belem, Afilelos e
Rosar.ndo '.' He, que os sanios deslas igrejas nlo Cs-
lAo eslAo na moda .' E digam....
Ravmundo, soldado de polica, que eslava den-
tro do ladrea no quailel, f.u accummellido por ou-
lro ,o que em dezemhro, la para o Trro, apunha-
lou urna mullier que com urna fara "de sapaleiro
perlencenle a um cairela que eslava recoldi lo no
mesmo xadrez, fet-lb* diversos reniemos graves.
Esse brbaro nao se contentando ferir morlalinenle
a sua victima procurou reUlhi-le por lodo corpo pa-
ra saciar seus iiislinclos de fatinora. t) peito e lira-
ros do infeliz tinham profundos lalhos do mais de
doos palmos, e quasi ledos inorlaes. O soldado ta\-
mun.lo fui vntorlado pelo Dr. Prxedes (ornes je
Souza Pilanga, que na occasiao do successo panava
pelo quarlel de policia. (> Sr. comman lanle do
corpo e mais alguns olhcia-s compareceram imme-
ilialamente ao xadrez. e lialou-se de dar as provi-
A Vmc. roe coufesso muilo reconhecido pelo
apoio franco e sincero qoe deu ao Dr. Vilella.
consenlindo na publicacAo de sin- i leas, que fica-
riara sem a devida e muilo conveniente publicidade.
Parlio para essa capital o Dr. Manoel Correa Li-
ma, digno juiz de direilo desta comarca, que aqui
chegou no da 18 de dezemhro do auno prximo
passado. Nesle curio esparo ha o Sr. Dr. Lima con-
seguido agradar a lodos que o leem procurado, ja
por seu lalo eja pelos couliecimenlos que ha ma-
nifestado. Esla comarca esla' bem servida de juiz
de direilo.
Con-la-me que leremns a primeira sesso do jur>
deste lermo, logo que torne o Dr. juiz de direilo.
Esle anuo, pois, (eremos as duas sessoes do tribunal
do jurv, era cada um dos lermos.coino ha auuus n3.i
sucre le.
Para principio basta o que esta escriploe apenas
acrescentare, que as bexigas etilo em campo, sem
terem por ora feito estragos. O numeru dos accom-
uiuciAo de coiiciirrenles a feira, que lem eslado
quasi deserta.
. carue verde cusa urna arroba iSO e 5>l2ll, o
fejo umacuia t|000, o millio 240 e lodo msis esla
por alio prero.
Cusa muilo caro o viver nesli Ierra, mas quem
nella lem o umbigo, assim como eu, remedio nao
lem se nlo totlrer.
i. Assegurou-fre S.Exc. que era nurossivd'qoe eu
concebesse o abalo, (eieme e enciedada que Ihe
causara esle negocio.
Eu repliqupi qoe o coronel Drummond nAo me
havia ocrullad., o fado de ler tuto algumas duvida
acerca da raptejra de negreiro uo primeiro mome-
lo. Previo os iinimigos que ia crear, e lili Strti
voo urna dilara ronsideravel ; mas eu julgava duro
por parte d i guverno condeinnar um humero qoe
indubilavelmeute havia prestado um (arste* valio-
so, e ale agora naaca visto no Brasil. ruj'o exvm-
|do devia ser anitjltdo, pn(o queelle n*o o l.nu-
vesse feito com a |>os-ivel brevidadr. De ha muilo
ennhecia eu>s .ciiliinenlos do rorunel DrummonJ a
respeilo do Iralico de negros, e pois uAo pdu acre-
ditar que o acuroroasse oem sequer do modu mais
iuderedn.
Entrei immedialamenle iia'avcnguaro dn mnli-
vo que lez adijtr a pn.ao e processo do Dr. Antonio
Drummond.
O presidente respondeu-ine que u governo r.n-
Ireava ainda provas.
ohinalineide ped algumas explicacoet acerca da
inlcrrupro das diligencias p.ra a captura d. Afri-
canos roubadof
oS.Exc. repljeou-me qoe havia mandado ao di
trino um debjgado militar muito aclivo, mas que
so iinli i p.,did,, obler a captura de dez. que prrfa-
ziam o numero da dezenove, e que nao Ihe (ora
possivel descubrir o lugar onde eslavam ocrultos os
ouiros.
Eu disse a s. F.xc. que acredilava poder dar-lhe
inlm mariies.,
"O preide|te rio-te, e diss que des-java qoe eu
o nten*. Desejo que promelli satisfazer ,e oblives
se .. permissao Jo meu informante confidencial.
NAo he Igrovavel que o ex-presidenle se esli-
vesse rindo, qUnndo se achava apoquentaJn, rom
tres lerrlnilistimos llagellos, sendo o men ,r o cata-
lera-**s>rbus. nueui mituralmenle e estara rindo,
era o Sr. Ctwper, que bem sabia o que qaeiia, o
rnnhccia perCuamenle o seu informante confidencial.
Mas, que das provas ministradas pelo Sr. Cowper,
depois de ividn o seu confidente". Veremos o qoe
sabe da um, 7.
N.7.O cnsul Cowper ao conde de Clarendon.
Recebida i|t de maio. .
Pernambueo, 21 de abril de 1856.
Depois do men de-parho dt 19 do passado,den-
se um aconjecimentn muilo imputlanle lel-tivo ao
negocio do Iralico de escr.ivosJem'Serinhaem.
-A 2 do correte acompanhei a um cavalleira in-
glex receiii-cheg.ido a palacio para apresema-lo ao
presidente, |iundo, ao despedirmn-no, S. Ese. I-
mou-me o ha-aro, e, levando-me para 11111 ranlo .1-
faslado da s,|a, me pergunlou se eu Ihe furia um
grande /arar. Respond que se fosse p.oivel me
iiaria por ninilo feliz com isso. Pergunlou-me s*
eu iria a SerinbAem ; e ao pergunlar-lhe ea com
que Um, bbj replirou que pari ajudar ao gocerno
a obler prora contra o, acluaes criminoso, ; qu* so
linha inllusncia para cura o rornnei Drummond. e
que poderii fcilmente obler delle as informaron
que havia recusado ai guverno. Respondi-lhe que
nAo julgava con-enlaneo com meo* deveres o qoe
deiia rxjmto a puicia. Oppui|a esla objerrls a
olwerva^', ue que, como a poltica de ambos os pai-
zes era nesma a respeilo ue trafico, judaade a
seo go 10 en servira ao meo. I>i l"l jpiniao de S. Er., en iria a Seri-
a 11. .'t, que acabamos de ler, o Sr. Cow-
do palbahoie, e da prsioa do Sr. Cowper, para guer-
rear ao ex-presideule, por vistas meramente polti-
cas, como logo depois o lzera com o meu digno suc-
Ceswr, o Sr Macedo.
o Em secundo logar, o processo do Dr. Antonio
Drummond estaeinda pendente ; e posto que eu
crea firmemente em sua innocencia, acredile que
obraria nicamente com prudencia e ;'u>':o se ad-
** a transinissAo dos agradeciineutos por parle de
S. M. a sen pai ; poique, sendo publicada a minha
nota, ler-se-his podido tradozir como um allenlado
da iniuba parte para inllu r no curso da juslija em
relacao a seu lilho.
llovido que fosse esla a cenuina inlencAo do
Sr. Cowper : parece antes que elle iiolinhi era vis-
la sonld proteger Aos seus afilhados, embora ficasse
a verdade por ser hem averiguada ; porque poder-
Ihes-hia ser fatal : e c.....eguintemenle procurou ri-
ti eiileuder-se com o ex-presideule, de quem se ha-
via injustamente arredado.
o Em terceiro lugar, corra a uolicia qoe o go-
verno linha razcs para suspeilardo mesmo coruuel
Drummond.
liualmeuti', por intermedio de um amigo com-
mum o presidente mani/estou o desejo de que n-j.s-
sas retardes assumisscm um pe mais amigare!; e
julgando que islo era sem duvi 'a alguma vantajoso
para o serviro publico, ped honlem c oUite urna
entrevista com S. li.rc. em palacio, onde fui rece-
bido com mu apparente cordtaliiade.
Esle amigo commum nao pode ser oulro senao
o Sr. Dr. Filippe Lopes Nelto, que com effeilo indo
tratar de negocios seus.cbamou a conversa para a ques-
tao de Senoblem, dizendo me : que codsuI iugiei
achava-se resentido coinigo, pela mai.ena porque a
linha IralaJn desde a primeira correspondencia uf-
ficial, sobre o negocio de Serinhaem, e lia -na e
seguiram acerca d outros sssomptos, como
emplo no que dizia respeilo a C. Lucas; e que .. ..
uienle se queixava o cnsul de haver eu, na corres- | per de sua mui firree espontanea volitada, sem prn-
pondencia ollicial, adoptado para com elle urna uova 1 vocacSo minha, dizia qa# acredilava poder dar-
forma de re iarrio,que nao deixava em duvida a mi-
nha indisposirAo pessoal. Concluio o Sr. Dr. Helia
leclanandu-me, que mullo desejaha, que cessasse a
mellidos sobe de dez. Vmc. sabe o medo que Jg-, Z^:^^:^Z^r """""'"-
mos de bexigas e, pois, ficam idea da gran la dim- Respond ao Sr. Nello. que nenliu.na indisposiro
HEPART1CAO OA POLICA.
Oceurrencias do dia 12 de fevereiro.
Cumpre-me levar ao couhecimento d* V. Exc.
que O recolher a casa de detenrao, Jos Manoel
Rozendo eTdom Nicolao Das, para recrolas, e a
parda escrava Mana, a dispo>i(Ao do respectivo se-
nlioro bunio de Ipojuca.
Das .lili -reules participarles recebidas nesta re-
partidlo consta o s?guinte :
Foram presos : pela subdelegada da freguezia de
Santo Antonio, o prelo Izidro, por desorden).
E pela subdelegacia da freguezia de S. Jos, a
escrava F'elisarda, por ebria.
O cominaudanle do corpo de policia refere em soa
parte diaria de hoje que achando-se recolhidos ao
r.alabouco respectivo os saldados do mesmo corpo
JoAo Alves Barbosa dos Passos, e Raymiindn Fer-
.eira da Silva, o primeira laucando mAo de urna fa-
ca da oflhina de sapateiro deu diversos e projundos
golpes no segundo que foi lugo conduzido para o
hospital e ahi em poucas horas falleceu. Sobre este
fado procedeu-se ao competente corpo de delicio e
vai ser instaurado o processo.
futri &c ^cm^mbuco.
que nenliiima indispo
pessoal linha ao cousul, a (jnein havia sempre rece-
bido com a maior benevolencia, salisfazendo lodas
as suas requisiji.es legiliraas : que, comquantu me
sorprendesseo modo pouco decoroso, com que elle se
aomporlara no negocio do palhabjle, todava esta
circumslan ia em nada allerava o dever. que eu li-
nha, de tratar hem a sua pestO'i cm minln so, a
qual eslava as suas ordens em qualquer occasiao ;
lano mais (|uanlo rsperava n lempo, eiu que elle me
faria a devida juslira. Crea naJa mais ter diloao
Sr. Dr. Nelto, que ahi se-cha Iclizmenle vivo esAo,
e appello para o tea leslemunlin. No eiilielaulo, B-
quem todos *abendo, que nao foi o ex-presidenle,
qne solicilou a visita do Sr. Cowper. Vejamos, porem.
o qoe elle refere a Lord Clareudou sobre a vi-
sita.
Comeeen a nossa entrevista pediudo-lhe eo que
acre.iilasse que o meu primeiro desejo era levar
nossas correspondencias publicas com harmona e
boa voiilad, que eu esperava que elle considcraiia
a minha finta como urna pruva daquelle deseju,
porque eu h.ivia recebi lo inslrucrts especiaes de
V. Exc. sobre o negocio do trafico de escravos em
SerinbAem, qoe essas ordens enciam que eo me di-
rigiese de novo a S. Exc, se enleudesse qu* Exc.
nao cumpna as disposires das leis do Imperio, ou
nao levava a elidi os o.inpromissos do paiz com a
(jra-Brelaiiba, e que desse ao coronel Diumroond
os agradeciineutos em nome do governo de sua 111a-
cestade, por seu cumportaraculo ueste assiimplo, mas
que antes de ubrar em harmona cora eslasinstruc-
(;o, procurei a S. Exc. afim de obler informac,oes
sobre um 011 dous pontos. Tomava a liherdade de
perguutar se o governo linha algura motivo para
suspeilar que o coronel Drummond fosse directa ou
indirectamente culpado naquelle criminoso negucio,
porque eu nao podia deixar de expressar minha sor-
prez de que o homem, que havia capturado o ne-
greiro e recebido os agradeciineutos do governo im-
perial por esse fado, livesse sido demillido do seu
poslo honorfico de delegado de polica, e segn lo
todas as apparencias incurrido 110 desagrado do go-
verno ue S. Exc.
O presidenteagradeceu-me a coufidencia qu
Os jornaes que hontem recebemos pelo Franv
ComloH alr.incam, do Rio al 5 e da Babia al 10
do rorrete.
Um novo peridico veio a' luz na corle, com o
programma de sustentar o ministerio. Ghama-M a ,
Moderador. No seu primeiro numero elle hm-tou-se A C'," e 'l"e' '!U'"U" '"*" <>"
a censurar u espritu epigrammalici da
diaria.
impreusa
Ilonlem pela primeira vez, oh senhora.eii Ib'o
juro .
E promellen-Ihe fazer-mc
i>.n-,.i i. ,, sa inexoravel soberana que ssrrilicaiidn-se -
irometiiine, respon leu ella empallidecendo livim neo, Nal-lia cniprehend-ra logo a exleusjo de
novamenle, promeld-lhe pela santis.ima virgem, e seo* devore* sabia que ella nao poda deisar de
""r-ihri'*"' desenvolver cada di. com viva .olicilode lodo o que
i-se, e conlemplou a graa-duqueza havia Je nobre e de ardenle no coraro do mando.
delici.is para que esse Hwasino fosse bem seguro.
lie sempre muO rousenlir-se qualquer instrumento
que seja dentro das pri-es. porquaulo, para o mal-
vado um allincle he um punlul, urna agulba um
estilete.
Adverle-se a cerlo bunccosinlio pai de familia:
la para M hundas do Poro da Panella, que seja mais
respeitador das familias dos outros ; uAo queira me-
dir pela sua hilla ., loios ; Icmhre-se que, qoeffl
lem lelhado de vi lro nao alira |iedras no do visinho
e quem cuspe para o ar. da vira' cm que o cuspo
Ide caa na face. Oucm com mailas pedras bole una
Ihe da' na cabera.
Coiisia-m, que se acham falsificadas algumas
metidas de vender azeile de coco, e lene, que an-
dan* pe'as ras desla cidade ; por isso pedimos aos
Por noticias do Paran de 2i do passado, consla-
va que o presidenle era apoiado, na asserubla pro-
vincial pelos dous partidos. I -ora suspenso o inspec-
tor da Ibesouraiia geral, porque enlendeu que devia
representar all, relativamente i presidencia, o pa- (j,
pe que representa o tribunal do Ihesouro na corte
liara com os minislro*. A todas as ordens da presi-
dencia recalcilrava.puiiha embararjiMC fazla pirracas.
Os indios sclvasens as-allararn una ras* a vinle le-
guas da l'almeira, e assassuiaram o dono della e seus
dous liihos.
L-se 110 Jornal da llahin :
i. Em Abbldia_ foi assa-siuado Antonio Joaquim
Madeira no da 25 do passado : os etunino* o espe-
rara, segundo nos consta, nu cainiiibo da soa casa, e
cerrndo-o deraiii-lhe urna grande somma de bor-
deadas e o deivaiam por mor): durnu algumas ho-
ras, e no dia seg.nule falleced : n.lo se sabe quaes
foram os autores desse crime : o delegado que esla-
va fura, no Mangue-Sicco, a tomar bandos por mo-
lestia, e havia passado o exercicio ao primeiro sup-
plente, voltou e assuroind* o emprego (ralava de
dar as providencial precisas : infelizmente nada se
tem colindo.
o ia freguezia de Smlo Esteva* de Jacoipe, ler-
mo da Cdch.eira, i assassiuado Justino Ferreira de
ludo isso, porque em vez de puni-lo lorel lido cle-
mente e genero**, nao de. sendora, ornis alraira-
assignar esle e*-| rmenle politice de Panto I; mas tembet sabia es-! vel prodigio'! Oh: somenle |ior esse direilo de
prezaria, eu a coroa, e se algom Jia a
enlAn reeo-
cora descolilianra.
Elle unteagava-a, coniinuou ella
nbeceu-a .'
Cuidava fallar a imperalriz Calharina, respon-
den a graa-doqoez* rom Iranqoillidnde.
Logo quena aflronlar me !
Creio que nao tenhori mas he lan detgrt-
N'ao era
inveia .
preciso mais para que Calharina livene
perdoar
livor...
Ja cuida nisso'.' iiilerrrmpeo Calharina fna-
inenlc dardf jando sobre a nova seu olhar acei-
redo.
Nai.iia perlarbadl e palpitante comprehendeu
... ----------- I-----.,-.. ..., MIIJ/1I.IH 11 II II
.liis Je oma vez Natalia inspirara ler-1 sua falla, mas nAo arhou-se com a forra de descul-
nos sentimental, man te una vez os adoradoras da
imperalriz tinham dirigid* imprudentes homeoageni
i graa-duquezi. Mol O corarlo de Natalia poro
o transparente como o cyrstal nlo delxra sorpren-
der ale enl.io urna sii pali.iL.r.lo rulpada aos olhoii de
Calharina ; iiunr.. al ei.lao sua b^cca proferir
diante drlla um nome desn.iilierido para pedir nina
greca, lano trema a infeliz dlante da tigra I A O cei lie tostemnnha, tenhora, q
occasilo era pois muilo nella para deixa-1 a escapar. ] ledos o- das para que conserve a Russia sua impe-
nhece senAo lisouseiros \ Sim, sanllora, esse homem !"m." "",'' "ll""'lu "e coriezaa, Calharina compre-1 ralriz, e a Paulo Sua rali '. Oeia-me, foi somenle o
est perturbado pela Mr ; o petar e o desespero ani- ','p,'eo I0*"'flae romence poderla eniao iermer seo tacau que laneoa esse infeliz ao meu encontr;
qiiilaram-no. .Oh! islo he verdade. Mas elle 'lio e sua iinaanra. Resolyida a lomar a grAa-du- | 111..- o a'-aso perdure a Dos...
he moro, e lem esperanca em vossa m>a**lade. lor- ''" 'i""ull'a'1'1 rt imprii.lcnciaa os seus proprios olhos, | Assim como esse muro a' minha iuslira,
.. x'_..i... ^.1__. .__._ 1. 1 di.se anula ,,' -.;-___ -
cad*
Eis o que he extraordinario voss devia (er
visio que era meo inimigO !
E fui por is.o mesmo, tenhora, que eu nao quiz'
que se disse*** A imperalriz Calharina nao ro-
par-se
De fado, cnlinunu Callllrioa, nao admiro,
que vqss oceope-se com'os negocios do Eslado;
anda nao csqiieci-me de Kliilaigorod em Moseoa.
Vosssonha com O sceptro O coroa, nao he ver-
dade'.' arrescenlou a imperalriz cum des lem.
longe de ser um impostor
(Iho...
como Pugalchefi. lie
Basta, basta, murmuroo Calharina com os la-
bios trmulos de colera, esse homem deve morrer ;
ou ver fechar-fe para sempre sobre si a parla da
ci do coronel Drununund noticiando a captor* do
negreiro, licra Lio eulhusia-inado emscu favor, que
nao somenle participnu o que u mesmu curonel linha
f-ilo para o Rio de Janeiro, de modo que Ule ali .11-
caste os sgradeciuicnlos do governo imperial, senao
i/ue escrerera confidencialmente ao ministro indi
cando-lhe a opportunidade de agraciar o coronel
o Ululo de bariin de Serinhaem. N.lo obstante
acoiilecimenlos posteriores baviam modificado, -eno
alterado sua opiuilo. O presidenle vio arcusava o
coronel Drummond de connivencia na porcaria fillh
de rouhar escravos ; mas desde que se esclareceram
as circumslancias do fado, o procedi.uento daquella
auloridade se lorn.iu cada vez mais iuexplicavel. Em
primeiro lugar, bavia-te verificado qoe elle nao cap-
turara o negreiro .-.le o (erceiro da depois da sua
cliegada, e durante esle lapso "de lempo o capitn
permanecen em sua casa, da qual se evadi. (Jual
era o objeclo desla demora '.' O coronel Drummond
nao miiidou buscar, como asseverou, os agenles de
polica, pois se o houvcsse feito teria encontrado
dous, ainda que S. Exc. roslasse admiltir que os ou-
tros todos eslivessem senles..!
Nesle lopico conle-lo o baver oei-presidenle
dito : que escrevera confidencialmente ao ministro,
') Nao publicamos logo eila correspondencia por
falla de esparo.O redactor.
me infoiniares, e eu responden to-lhe, rinrfo 01.
que desejtva que u fizase, elle me prometleu do -
lisfazer, ublivesse a permissao do seo infrmame
confidencial. Na ola, poror, de n. 7. diz con, ar
de iiovidade, romo um ar mi rmenlo mui impor-
tante que eu lomaodo-o pelo braco, r levando-o
para um eanlo muito afastado da sala, Ihe pergon-
lei, se elle far-zne-hia 11111 grande favor : ir a Seri-
nliieiii ajmiar ao gocerno obler procos contra ot
autores criminosos 1110 que ha de verdadeim nes-
la cireuumslanea he o seguinle :
Nunca iniciei conversacAo alguma com o Sr. tatw-
por cerca do fuclo de. rscrmliacm ; o .-so mal .le
proposito, para que elle nunca enleudesse que eu
pro-urava dar-lhe salisfaroe, ou abngar-me no soo
protectorado. Na entrevista a que se refere, foi elle
quem volluo ao negucio. mosirando-roe ludo o ii.ie-
resse em defender a causa dos seus prolegulo*,cnra-
recendo a importancia dos serviros dos Drommon I-,
inlercedcndu por elle-, e declarando-me at qoe es-
lava definitivamente resolvido a elogia-las por parle
do seu governo ; porque luida a certeza de qoe o
coronel JoAo Manoel era o verdadeiro culpado. Vi-
me, pois. obrigado I fazer-1 he sentir, nao so a col-
p.il.iin 1."le dos Drummond*, como as orden* dadas
coutra .Ilion Manuel, a quem eo havia de perseguir
principalmente se contra elle me*fossem oggendas
as provas, que sem duvida alguma leara os mo-
mos Drummnnds: e foi nesle di;ei que aeudm
Sr. Cowper. declarando-me qo* estiva promplo a
ir ao Rio Formoso, e eu aceilei o seo oScrecimen-
to cora ambas as roAos, sem que elle me booveiM
feito a objeccAo que figura de nlo jolgar consen-
laneo com os seus deveres oqoe dizia respeilu a po-
licia; pois que nesta paite ninguem acreditar*. '
que o Sr. Cowper fosse mais stlosn do qo* eo, da
suberauia e 111 I 'pendencia da minha narAo.
Os Drummonds me haviam pedido ha lempo que
Tossealli, julgasse pormim mesmo ; ainda qoe com
lodo o desojo de assuo proceder, jolguei pro lente *-
Miar qualquer apparoucia de iulervenrao nos nego-
cios internos da provincia. Porem quinde o presi-
denle em pessoa fazia aquella pedido, nlo po .ia pre-
valecer Lili objeclo, e por consegrante pur-me o ra-
iiiiuho na riniuliaa de quinia-fei.a ; e depois de oni*
horas defatligoso cavalgar, cheguei a Trapiche, ama
das fazendas do coronel Drommond.
He bem. nolsvel a correspondenciaiclivi.emqae
Sr. Covvper se achava com os Srs. Drommonds, o o
interine que esles tinham cm envida.la para ir a*
Riu Formoso ; eso fez para prestarme am gran .
de favor, que diz ler-lhe eo pedido 1
1 Na inanliAa seguinle comraiiniqoei-lheo objeclo
de iniuba visita. Assegurou-me debiixo de *ua pa-
. 1.1-1 de honra, qu- nada tinha qoe communinr -
que u quo me havia dilo ja eslava averiguado em to-
das as partes; que o nico motivo que o governo li-
nha para queixar-se de luver retardado suas infnr-
maees era : l.,u ler recatado retirar stm o/fieia*
pre-idenii, aiiuunciandu o ruuivi de africaaos ; i ",
sua negaran a" aenuori'ar como ladnes r' uidivi 1 um!
contra o. quaes nAo linlii outra prova enAnXx."*
geral ; que elle liavia capturado o negreiro pa* iiW
lancias de seu lilho Anlunin, a qoe devia Indo o ir,c-V
rilo dess- fado ; que a dilacAo que leve lugar era .
caplura devia-se iuleiramente i aosenci* dasaul n-
dades policiaes e de toda a fori-i militar ou policial
por conseguinle, que a de(cnrAo do capilla em seu
engenho foi um estralagem, al que se Ihe aetesa-
mu que os aranos m'orrcriam por falla de alimen-
lo e agua, se de promplo Ihes nao acudistem. 1
Ol.servarei tnicamente que a invinclo d*
re ida do olliriu annuneando o ruubs dos ifrica-
ii" he cura efleilo engeuhosa. ...
Arompanbei o coronel barra de ><'iin' aera no
l segunde, e oblive all sufiicieule prova -.ra af-
(ii.iar que se o governo livese formado sto proces-
o, >egonJo a lei. na secna do enme, em vez de fi-
-lo 110 U-o-! orm .. distante seis leguas, lena 00-
abuudaiile- inforinacdes par* convencer ao e|_
tiatiio-a brandamente a si pela mo, e disse-lbe sor-
rinde: .
Pois bem, Natalia, visto que voss inleressa-
se lano por esse moco, visto que s grag que rile
. redama he necessaria ,1 sua felicidade, visto que,
pr.-ao de SChOlmtlborg... Sim, a raocidade nao des- emlim. voss pmmelt.u lomar a velo.... nAo quero
'!! "..'.11:1!' ?', .alreve-s|!.. nesle escriplo a que leve ao conheeimenlo de Andr St*rnou" pala-
vras de desespero... Sju sua mAi, amo-a, como vos-
s mesma diz....
Oh senhora !...
\ a esa entrevi*!*.... eu Ih'ojrfrmitfS*^*
preciso eu Ihe rogo. Diga a eiseaOjoi o qu a im*
ralriz examinan sua pelir,,J^-r-Sim,"de/1ioie a al-
guns das.... S^ /
ella di-se anida :
nou Natalia calorosamente. IVrmiits-nie que elle
Ihe fall por un instante, que lea leu nome es-I Purque nao enlregou este rcquerimcnlo ao
- Elle mesmo, senhora, responden a graa do-criplo era^ba^dele reqoerimento dirigido eCa- doqoe, minha lilha 1 Porque oocarregou-* de .....
queza, abaiando os olhos diinle de Calharina. Eu-
conlrei esse moro no momento em que sabia da igre-
ja do Rasan. Oh eu nao cria, que dianle de um
lugar lo sanio, um h desse ler peusamculos too lerrivele... Todavia as-
sim be, senhora ; rslou rerla de que elle ia acabar
com a vida, lie um desgranado, que somenle espe-
ra de Vossa Mage*ude urna palavra ite indolgencia,
Uterina, e nao duvi loque sua IruOl* lome a er
se Assigne esse escriplo, senhora, e llie res-
lituira a vida.
Nunca murmurou Calharina cora voz sorda,
nunca prohilio-lhe failar-me a respeilo desse
inoro '.
Nem eu nem o grAo-duque podem infringir
ordem de
sol.- rain, respon leu Natalia 1
negucio lio Importante '.' t) nome desse moro loca
u um segiedo de Eslado.
Qoando Utla-sa de pedir graga, prcriso por
ventura dingir-me .1 oulra pessoa tengo a V ks*
Magestade J responden Natalia rom um lom de voz
penetrante. He a minha rainha, a minha provi-
dencia, qu.' iiiiplnr..... Somenle Vossa Mtgetlade
um insensato, cuja miseria pioduzio-lhe a loucura. j depois de ama pausa, na qual ler-se-hiam podido
Diga 11ra culpa lu, li.rnuu CtUwriat com co- ) conlar es palpllaeoea de seu crlelo ; todava, minha
O' cotque ou^o !
Dentro de urna hora Andr Slcfanolf ser pre-
so, dentro de urna hora loUrera' ocasligo reservado
,V sua au lacia.
D'nlin de oma hora '.' meu l)oi repeli a
grita duqueza com voz iremula. Oh senhora...
minha mal mas issn he impossivel !...
EnlAo que tem '.' pcrgonlou Cslhorine branda-
mente. Voss esla'mui paluda Natalia!
Sim... esiou angustiada... linio um v. sobre
OS cilios... i,Mili
lera, e J Rraeat'M lago sagrado, que une l" *a-
ireilameute a mim. rarne a dizer-lhe ; voss
muilo mora... de contrario.'..
I a mpe'ilr.r le/ un "1 lu I1* orneara, que
lou o sangue no .. 1 .. n dnanea 1
inl o ronlitiuuo ella, 101 humen, que v
euconlrou-aii pela primeira ,e m Pelersburgi.
faxer arara... E essa arara lena rnnrednlo an
tes n Paulo do que a rr.iin .' Oh nlo. a senhnrs cuando, parce- u-me vtr (angae... mas ler-me-hei
amara ... ama-mn lauto quinto* elle... De lo- i engaado !... Calharina he grande, be generla
da. as feltri l.,d,'s, qu,. |v,e ,,lVej.., a maior he a de nao piensa de punir um insensato... Verere.se ml
. perdoar ; ha um direilo de soa roma, e a esse direi- 10, dir-llie-bei o que fez mra romio a mll,e -.
'"'r V";", ....... '"';' "".....><.....' t.i- 10 liga-M o primeiro :,,., de sen poder. ,nll,,P. ,, n|e das n,L... (ShTS eU?2
<""' ';,'"l.......1 un lempo rer um inimign, e poder diser com nigo: Em um o> par, de rtomsuria, e de perdi Par
v *"""' "'"......aliaMa; dia, ni.....na hora, o eo qadaar, e=-e homem l.a de .-..mpreliende, -j enorudade de -na 1,11-
um.D^1com'oaa";-;i "' "***"" """"'"" -^ 'eu ena.o. na do ol.ede.e. me, da de amar .crim Siro, acrcenloNatalia pondo
am encanto inromparavel ,, ,,<., afcsnrar* -eu ml.o ., raleara ios,..-. : nr.n sera .ssjm. minln m Rj<
pronunciar o palavra Injuslica... Nao fallemos mais
delle. he a primeira, e ultima vez que voss o le-
ra' visto...
E se promelli tornara v-lo'.'... se nesle mo-
melo elle espera-me .'... ousou dizer anda Nata-
lia cum a coragein do dese-pero.
Prometleu tornar a v-lo.' elle espera-a? repe-
li Calharina, observando o semblanle da gra-Ju-
qurza.
A dr e o lerror lulavam nella lao violcnlamenle
que senlia-s presles a desfallecer.
Nao ha duvida, disse Calliarina coinsigo, ella
araa-o.
t
lido
He um s
qn-
E chamando immedialamenle um criado, enlif-
gou-lhe um b.l'.ele qe esrreveu j praant. Em MU
semblante brlll ava urna alegra infernal.
Vi'nl'*r>rt<' mmho de Pl.rli.il, disse ella ao criado.
Apenas esla sabio, C.iharina corren a oma a**M.
n de dama.ro azul.que rnbr.a a- paredes na casno-
rim. Ess, parede eslava .-..hera Je medilbas .1, ,|.
versas grandezas, tila toatoa uma. nahnsM da quil
lia-se onpmc de i.regorio Slefanufr....
^Se a lilho he bello como o nal, disse ella ena-
lempla.uk a com um sornso ineiprimivel, oh! <;i-
i.v. eslarei viu^ada !
Itroualguin leaape absorta em uma mrdilarao
JMlrnri >-. di inle je,.,, marlim rodeado de pedr*,'
elle deve lal radagr. ro- ^\'[" ?? **?**" *"""'' "" ,u- -'"la, r-Jtot-
Nal'lia.
lor
hora .' i anta Kndlde !
Ah he a vos-
iinunu Calharina sorrindo nevamenle
Vs.im nao ,i i'ss 1 .Invidar 11111 instante de
era exprimir seu tgradecitnehlo a lie bella prolee-
lora NAo perca lempo! lie inais um partidario qoe
vosso ganda para .1 sua rau-a ; porm nAo lenho in-
veja'.
Alirahiiido-,i a ti, Calharina ibraroii-i com bon-
dade. Admirada e moda Natalia n.'u. podia Cam-
ila-te nessa fronte iiiipeuelr.ivcl.
lornando a por a me lalaa em sen lugar, sua m
eolio um leve ettransecinieala, ella Tmlnensg.,
Natalia era uma exceprAo viva no meio dessa
n.ile rnrrompida; era candida, affavel, generosa c
j quasi popular. A perfidia meis refinada nAo le-
na podido achar-lhc a sombra de um vicio ou de ,
uma falla. Helia e virluosa, p.palhava sobre lodos "reliender ciiiellienle mudanra de iJcas, mas al- ovo .'c l'as-l.oa qus o Cavalle.ro '.no dera na v.si.era
a i.illueneia lmpida le eus ralo*. |,e.pndn.J'"I""-'lerni.ra da imperalriz. -V,,., elle ., enlrcvisla'! Per^ulon a m.'
..ru.,i.e.eem.eu pensamenlo, chotera MI. | _,,, ......h, m d.-. U _. .. I V-tomo*
nina aaloral da hlhiopia a uns filha de Damasco,
oulra vez, e descea a roihna.
Nette momento dava meio di* no rateczto.
Enlre o* obje lo* e-palhados sobie .hj,,,^, ,
hos da imperalriz eacontrarasa -------alraaannU
ep
uma
ex-
ilia', eu linha prometlldo a esse lufelil,
\ e-se n-.mi: de niai proaunrialo Uo rara
le 1 .alt.ar.n.'
en, sileni ,
Calharina procureva mais de una vez adiar
medo, lornou a gr.la duqueza re- '""'"'' "e5Sil mi";;i mela;' p **. Tentara ale
citar as desconliinfas do till... a respeilo daquella
que elle eseolhra para mulher. Paulo I nAo cria ;
mas algum da poda crer: o ascendente da impe-
ralriz a.sim Ihe fazia esperar.
Fique cerla, minha mai, de que jamis rr,c es-
querere de seroeihanle riu de clemencia ; disse el-
la cobrindo-ihe as mos de lagrimas e de beijus.
E saino com ,1 fronte serena, e leudo o corocAo
pa pilan! de alegra.
Sin. vai v-lo, murmuroo Calharina, vendn-.i
relirar-se como ama sombra liaeira aira ves da vasla
,.al..v.as A p,rli.rbar> .iu,ular de Nalalia. al.erarao galena qne dse,, a,, ardira ;"|MdTveV enV.
L ,.'L!m .^""i'i8' *&" ''"'r'va^ 1" 'la Igava dr Stelanotl. pela Hria lonrnra ninhi puni-lo an
- a ,? evori d,. I""' d0 ,r""r'rm"" C>'h'"ina na laodo laze-lo-ervu de instrumento minl,., v,
r.^^lK3r?l^,.^Tf>'^*^ I meando a or-.a-do-. anea \,. esqoero-me ic.ln.enl Nelllil, oh
nmeiii f'lu / qne?,i um olhir cheio de Ungida hnudade ella a(.l brevimenie o jabera
I. snpenticiosa romo um* Heliana, rolloroo loco
nmbwalhode cari. Mbre a rae.,, rerrorn,,-.,
moito lempo era ..lenco e com rere...; d-pois .
olhos de tcnie bnlharam ..pennnamenle. r ,||.
sorm-ae com .irgulbc a um do, espedios do caroa-
run examinandc o jugo.
Docididamenl. ixMair.ou, elle ,,., -,
agora rslou ran..
rewtSwsat* n -Im,

MUTIL/iDO"


- -


DIARIOJDE PERNAMBUCO SABBABO 1 \ DE FEVEREIRO DE 1857

ao limi.ir hi j> -r11 |irinrir>al.
O Sr. Jo.1.1 Celan., fui iimi ocrasiau cumpriiiipn-
tido por linios i|U lieram parle di. seu acompaan-
i inenla, e com maneiran ,s mi1js ur|,ua, ade-uane
p I '. H^r' -ci a Strinhaem na msala ooile, e a
I'itii iiiiliucii na atibado.
f Na segunda leira fui a palacio,e o presidente me
pen.uiili.ii o resultado de un una visita. Uie-lheque
me linlia confirmad., na idea da innocencia dos
Drurumoads, na da seus valiosos servidos, e nada
injilsliga coin que Imlinn sido tratados | i > gover-
no ;,qu por cou'equencia pretenda mandar agra-
decer da parle do enverno de S. M., ao coronel
Druinm ni i. im- i -eui mais demora. Husou-me que
tal nlo fiice. porque o poderia emhaiagar olire-
m m un ; rcpbquei-lhe, entretanto qse lauto o meu
espirito de justi^i, como o meu dever. i.rohibiam-
ine que me demurasse pnnn.is lempo. Diste-me que
Aic'.i lomado a liberdade de informar confidencial-
mente aot ministros no Rio quati eran miih i<
'nslruccoes ; ,. uue esles haiiam mostrado dese-
osque elle regnltise o negocio romiqa c impedis-
te sua exeenrao. I"..r cousequancia, esperava elle
que ou esperara ao menos a rlie gias do Hio ; e como isso teria lunar dentro de pon-
ootdias, accedi, purm preparei a carta que pre-
tendo remetier, e cuja copia transmito agora a V.
fciXC ii
A excepto do qu,' cima refer, cu nao fiz
rnai, iio.qii repetir o Sr. Cowper, que me psreci
impoltico cumprir elle as orden* de leu governo,
qu sera hrrna leriam sido dadas na influencia de
aoposicAes mu diversas daquillo que e ia descnbrin-
do: |ue Tora mais prudente consultar ao menos o seo
iiiiin-irii uu Kio .le Janeiro. Nao disse, porm. de
modo alsuin ao Sr. Cowper que linha lomado a
liberdade de ruuliilencialinenle informar aos ininis
tros, e que estes haviam mostrado dselos de que
elle regulaste o negocio comigo, e impediste a sua
exevuroo.
Observou euljo S. Etc. qoe o negocio ia loman -
^do uin aspecto -uno uo Kio de Janeiro, e que eslava
eri:.nha mao acommoda-lo cotgmnia simples ex-
presiao'e-approiara') a todos or9toi das aulori-
dadis, oque-^s'ili'/aria tamban ao meu governo.
Hepliquei que n3u duvidava di.o, porm que como
por desgrana, inifllias opii'Of erara loleirameute
nppnstas ao procedi'ipento liavido, era-roe impossivel
faieroqucqueria.il. ^ ..
Nunca tal di>se : foque etou nroi certo lie
que foi o Sr. Cowper q\i)em_ jn*wreclarou, que se a
causa dos Orummonds loraasse caminbo mais favo-*
ravel, os negocios recebenam novo semblante, e que
elle escreveria ao ministro, Ite.pin li-liie que a
mellnir face dos neg-icio. teria apresenlarem o llruin-
mondes os documentos para se conhecer os verda-
deros dclinqoenles.
u'l presidente disse entao que se eu urgia p'lnjul-
garaent do acensado, carregaria com o onus da ab-
lotvicao que se seguira inconteslacelmente ; e ler-
minou pedindo que llie insmuasse alguma causa'
que julgasse conveniente fazer, que elle a faria, se
fosse pos.ivel. Ilisse-lhe pois que eu lemia que o ca-
minho que o governo liavia seguido lorna-se b acao
Dicaz diflicil te n,lo impotsivel, porque aioda etisli-
am na barra, onde devia ler-se feuo em primeira
instancia a investigarlo, iadividaos que podenco pes-
soalmente declarar, debaixo de juramento, quaes o*
Udres. Kespuodea-me que se eu poiesse dar-llie
sen- numes, mandara au chele de polica que parta-
se para all e toroasse as declar^es. n
0 que procuiei Uo smeule fui moslrw ao
Sr. Cowper a difliculdade da prova, e o dse jo qae
en linha de receber quanln me quixe.se e podeaea
elle mioislrar. Prnmelteu-me, he ver.lade. mandar
os nomes de doas leslemunhas', mais ao depuU me
veio dizer, que loJos liuliam medo de faca de
ponta.
1 l'ergunlei Ihe se havia ordeuodoa compra dos a-
fricanos roubadus ; respondeu-me alHrmalivaiiieiite,
mas justificou tal procedimento com a irnpussibili-
dade de retanlos pela for(a. Kepliquei que se esse
fos*e um ezpedirnte ioevilavol, ilevam aluda ser co-v
nhucidas as pes-nas de quem elle- se obliveram, e
porque as niit processavam '.' l-io nAo teve respeta.
Silo inleirameute nieladas, lano as pergaj-
las ligurada*. como as respostas dadas, Ufn q'iie seju
cerlo que al^uus africanos foram havido} por lucio
do premios ollerecidui por edilaes pulilice*.
Ora. o que lia ite eiaclo as duas communica;es
do Sr. Cowper.daa quae me oceupo, ela' fle harmo-
na com o que declarei lia .i-en.'-'ea geni, e que
prova eiuberautemenle lidelidade com que ei-
pu/. os fados, e i falsa f do Sr. Cow, >r.
Mas nao pense alguein que ueste >enlo me
prppunho defender-roe'do Ubeu que e*. hor me
lanQuu uas cenclusOes dos seus memora : nao
teulio necessidade dissn, e qu indc a tivi gu^r-
Oar-me-hia para occasiAo e logar mais compleme*,
que nao deiiarei de aproveitar, apezar de ler lerga-
do a admiuislraru, e haver quem supponha que lia
da mais necessito dizer. O meu fim agora lie ni-
camente nao deixar passar, sem immediala rectifca-
Qflo as principaes [iropusi^Oes, que o Sr. Cowper poz
na minha bocea a proposito da entrevista que live-
mos. Andel bem previsto quando por mais de
urna vez ped ao meu honrado successuri urna con-
ferencia, entre mim, o Sr. Cowper e o chele de po-
lica r uva Teiieira em resenos de S. Eic, para
eipor em face o que havia sobre o negocio de r-eri-
nliOeio : mas infelizmente nao uw fot possivel cou-
seuui-la.
Conlava-se que eu i,u-e logo queimado, porque
as-im o quera o Sr. Cowper, e que euiao tu lo li-
earia mergulhado na sepultura dosre.sercaios. Mas
eu que nao lenho medo do responder pelos meus
aclos, e que mais do que ludo prc-o a minha Honra, ]
ja havia lia mullo declarado au Sr. ministro da ju-
lii;a, que poda, quando Ihe parreesse, fazer uso e
mandar publicar loda a miulia correspoudeuci*,
quer publica, quer particular, reservada, ou confi-
dencial a respeito dos negocios de Serinh.lcm ; por
que em qoestao lo meliii .rosa eu nao recuava di-
ante de compromellimenlo algum.
Ueiiemos, pois, que o lempo fa^a dehulliar ludo :
o lempo he o meu medico ; elle nos ha de apresen-
lar a todos laes como somos na realidade : he o que
deieju.
Jote Bento da Cimita e b'igueireda.
lipMEOPATHlA.
Nnralgil facial intermitiente.
Bento da Silva, pardo, idade 2i aunos, boleeiro
be atacado no da 2 ou 3 de fevereiro, de um foile
defluio, com dores de cabera, febre, ele. Tomou
os remedios apropriados, porm nos das subsequen-
. les leve de sahir a roa para Iralar de sus oceupa-
efite, apanhou alguma cliuva ; na seita-feira as 9
horas da manhAa he assallado de urna forle dor sobre
o olho esquerdo na ilirec;io do ervo, diminuirn
do globo do olho e veimrlhidSo intensa desle, com
lagrimejamenlo incestante acre, e acompanhado
isso de dor de cabeca, urna doze de belladona foi
dada fie duas em doas hora, as qualru para cinco
horai da larde comeca a diminuir a dor e desnppa-
tecer de lodo ; no sabbado as mermas horas repe-
lem-se os mesmos ncommodo, e sendo i eu amo ac
coinmellido de um ataque, elle nao (em remedio se-
nflo levanlar-se algumas ve^es e mesmn prestar Ihe
algum servieo : s 3 horas da larde passam os in-
riiinino los depois de haver lomado o mesmo reme-
dio.
No domingo is 9 horas da manliaa lornam os
mesmos incommodos, e cora lal violencia, que ape-
rar da molestia de sen amo, e de nAo haver oolra
pessoa em casa qoe a este preslasse o menor servieo
lie esl de cama lodo o dia, e quasi sempre gemen-
do Durante ese lempo tomoo a belladona e como
conhecesse que havia nma perfeila inlermittenria,
logo que pa n.imisar.l i para lomar urna colher de sopa de tres
em tres boras, de urna distolu^ao de seis glbulos
em duas nn<;ss d'acua ; na segunda-feira !l lo cor-
rente, a dor e os nutres symplomas amearam, pnrem
com pouca inlensi laile e muito pmica duracSo : s
10 Jions da noile sahe para a rus, e lca a conversar
em urna porta al depoit d- meia noile,'quando se
ecolheu : na lerra-feira ven o accesso um poaco
mais forte : conlinuarao da china : na quarla-feira
nada de accesso, nem o mais ligejro iuromrando.
Certera paribus a homeopalliia he preferivel por
todos os principios ; porque cura, cv'fo, (ufe ,i JU-
cunde.
Consultorio homeopathiro, ra Nova n. 51 >, pri
meira andar.II de fevereiro de 1837.r. Lobo
Moscoto.
J chegada do illutlre artUli dramtica o Sr. 'com-
mena.lnr ,/oflo Cadtano dosSantos .Sua recep-
e.io. Sem primeiro empenho. A sorprezd no
theatro de Santa Isabel.
lia mullos anuos que uutriimns ardenles desejos
de vermos em musa provincia o illuslre Sr. Joilo
Caetauo dos Sanios, proclamado por todos que o lem
.preciado no palco soberano da cena arlisla ron-
s miado ; a tantos anuos detejos a-sm nutridos fu-
rain sempre contrariados por inndenles. quemis
Inr.iivo .imbicionado o bratileire artista por cicel-
lenri'a,
O g,nio das arles protegnu o nosso mais inlimn
desi-leratum : nosa ambieao, altaa meritoria (ia--
ou i ser urna realidade, um fulo eonaommado; es-
l Mitre im s o Sr. Joto Cutiano ds Santos: qoi rt
vemos, iwhj i |iiincipi*mos a aquilatar os seus mo-
rericoealoa tsaaei, e agairdiiMi relices e--a imite
naturalmente ,'inlliaiite paia taiubem, ruin dircilo e
conheciin.'nto de causa,depormos no subpeilsueo do
seu Ihrono, pela fama e Dvlo genio erguido, no sinceros tribuios de admiraban, a vassalagein que,
como aprei-iadores d^ s artes, por dever devemns ihe.
^io dia III do corre 'le o vapor Teutoida Irnuxe a
seu bordo o eiimio artis.'a : cora sofiegutdo era es-
perado nao s pela pop0 laija-i, como pelos artistas
drainalicos, nossos palncin-'- e aqu'dles que da corte
vertm ; elogo que com cerl,*za suuhe-se que eslava
en nosso aucoradouro o vapo almejado, lio grata
noljc derraniou-se como por ,'ncanio por loda ci-
dade. Em um momele aruio a porto de desem-
barque .un numero c.....nier.v. i (|R lessoa*. em cojos
serablaules divisava-se a mais nr lunciada satis-
far o. K
Os artistas pemambucanos e Ilumine'D,M unidos
em corporaeao. decentemente (rajadot, r.ir"m ao en-
contr do Sr. Jai* Caetaoo dos Santos, que ** reee"
beu com o rito nos labios, estrellando contra '*"
pello, aquelles que oompe, segando a sua >
atiial. a sna ramilia querida.
Lroa grande pirmide de fogo do ar f,rio o e-pt -
120 barris corteja, t fardo fazenda de algodao
a C. J. Asi|e>
, 2 caia* carias de jugar, 5 fardos Pendas de al-
godao ; a Kabe Schammellaa rS C.
11 cai\a e 2 fardos fazendas de laa ;a Tni Momea
& C.
co aeno. anuunciando que pisava a lena de l'er-
nambuco o sublime artista, cujo nome he oovido
cora respeilo e conslderacao profunda nos paires da
boropa, oude sabem apreciar devidamenle o genio
arh-lir .. 8
Comluzido por um brilhanle cortejo a' casa, que
Illa eslava destinada para habilarao, na ra da Ca- 120 eaiaai foi'ia de llandres, 38 bsrrir.s lemeeM
de,a, no bairro commorca da .. eid.do -o lie- I rlil. p de loor.a a Brondor a llr"!"
cile o Sr. Jlo Cselauo dos Sanlotfclli foi recebi- :il bsrncas ferrageu,, I caixa sellins 1 dila a-
do com oulra form.aavel gyrandola, locando na sala /enda de.....,o, 9 dilas miadezat i J. IlalInlN &.
da sua determinada residencia a banda militar do Companhia.
C.0/R0_-'/e-P'.','C-'',:.!.'"!!!:',ue '"si"e a,li""' assomou 100 cuas follia de llandres ; a Saunders Brohers
\ C.
os mais atraciives agradeca a lodos, que o procora-
vam, iterando, sem duvida alguma, impressas em
seus eoracoes as mais vivas svmpathHS. Desde esse
da para os I ernamburaiios de TesU e regoiji, o Sr.
Joto Caelano lem ido vi.Hado por lodos qui aspira-
vam vO-lo: sin casa tem si lo sempre concorrida.
U primeiro eui lado do Sr. Jjo Caelauo foi e<-
cripturaros arlislss nossos patricios, quaulo traba-
mavam Santa Isabel, e segundo nos consta ns
seus ordenados nao sao metquiOBM. Este acto, alias
generoso e beuelicu, .caluu por convencer-us, que
o Sr. Joao.Caelano nao aniulia em seu coracao de
arlisla que busca 1.1o aumente nome e gloria o
menor senlimenlo de inierosse rordldo e mesquinho.
Elle he arti-la de mereciraenlos inconteslaVeis, e co-
mo tal, a fortuna que rnais asp,ra he ser cunsidera-
do amigo de lodot que venladeiramente o eslimam,
irmao e proterlor de seus irmos de arte.
lendo o Sr. Joao Caelano de fazer a tua entrada
do eslylo no Ihealro, os teas amigos e collegas Ihe
prepararan! urna sorpreza brilhanle. Reunidos lodos
os artistas da companhia e uir. numero consideravel
de pessoas no chagoao do Ihealro, que fica aquem
do prtico, e poslaJa no enano una banda de m-
sica militar ; decorados todos os corredores por onde
linha de fazer o seu Lajelo oSr. Joao Caelano pa-
ra o sceoario, com linda* arcos de folhas e llores;
tapetado todo o pavimento, e lulo islo em que elle
soubesse, esperarara pela sua chegada uu maior si-
lencio potsivel.
O SrTJoa"r>-iel!io. arompanhado pelo Sr, Paola
ias, de quem havia recebirio a chave da perla prin-
cipal do Ihealro, dingio-se para ella pelo lado da
praei do palacio, e quando a abri para penetrar no
Ihealro ficou sorprezo de ver os seus collegas, que
formados em duas alas o esperavan, uo interior do
Ihealro. A msica que eslava" no scenario rompen
cora eiithusiasino ; alguns vivas foram dados ao mes-
(re da arte dramtica no imperio, e correspondidos
com ineiplicavel e iiidivis.V'l sasfarao ; algumas
poesas foram entao recitadas e a primea dona, a
sublime (abriella lleverhi, oll-receu em non.e da
compaiihia, ao Sr. Jodo CelaIH) um riquissimo
bouquel de flores iMinraes, depois do qua seguiram
todos em companliia do illoslre artista que entao fez
a sua eulrada solemne para interior do Ihealro pa-
ra dar princicipio ao primeiro e:isaio f,',b sua di-
reejao.
).
(>"arr^poi!)crtc}a.
i caua loncos, 38 dilas c 15 fardos fazendas de
algodao. coleles, etc. ; a Foi Hrothcrs v\, C.
9 fardos fazendas de algodao e lail, :l rai\s dilas
de algodao, :| ditas leiijus de algodo, 2 fardes fa-
zenda de liiiIm ; a James lljiler ^ C.
14 laias de ferro ; S. P. Joliii-lon.
3 barricas cerveja, 1 cana una privada, I dita
ch ; a E. Fenlnu.
100 canas rolha de llandres, I barril eslanhn em
bruto, 50 barris emulas, 1 odio gre|has, 100 mu-
llios ps de ferro, loo fogarelros, I cana iniudez.is,
50 barris m.iiileiga, 75 volutiies fazemlaj de algo-
oao ; a Isaac, Cuno ^ C.
4 fanlos e 2 calas fazendas de algodao ; a J.
Crablree ^\ C.
1 barrica pretunlos, :l cainas queijos, :l ditas bo-
lachinhas, 10 dilas couservas ; a Joao da l.unha
Neves.
14 caias e :l barricis manlimentos ; a l-oule &
frailo.
2 fardos fazendas de algodao, 2 caixas dilas de
dito laia ; a Kostron Kouk r i\( C.
2ti fardos e 7 caixas fazendas de algodao, :i fardos
dilas de la i ; a Adimson llonie A; C.
1 caia fazenda de hla. 1 dilas dita de lihho,
seda e algodao. i ditas e 57 fardos ditas de algodao,
1 caixa sellins, (i caixoea e I barrica pegros e obras
de melal, II lillas e :( caixas cobre, IIHI callas ollia
de llandres ; a C. J. Aslley (.V C.
2i fardos ftzendas de algodao ; a larroca &
Castro.
2 saceos e 1 emhrulho amostras ; a diversos.
oUNSfl.ADU liKKAI,.
Heudimentodo da I a 12.....1111:527*050
de do dia 13........ 7:!O?525
76:9671573
IVBB5AS PROVINCIAS.
Reniliniento do dia i a 12,
dem do di 13. ..... .
4:2180960
3759332
1:5949492
Srs. redactores.Como o caso be iuleressanl*
por ser poblicado au s nacidade de Nalal do Rio
grande do Norte, como em oulras villas, c diz res-
peiU a kccilo praticada pelo Sr. Jos Vicente Lea.',
jan de paz. e capullo da guarda nacion*l, morador
na villa de Mcau, apresso-me em o fazer. Tendo
o commandanle superior Jeronjmi Cabral Pereira
de Macedo, entregue 2 arcas com cera de carnau-
ba, eonlendo 90arrobis e moia para remellrr para
l'ernambuco ao Sr. Joao da Silva l.oureiro, logo que
se reliroo para sua fazen la Sania Mario, poi causa
do cholera, que amcaeava aqoelles lugares, prohi-
bindoa comraunicaea > deseas amigos por causada
mesma pesie, foi este o motivo para o Sr. Leao de-
morar o embarque da cera, at que a .iespachou
em seu nome, a a embarcou no hiale Anglica. de
que he duno e mestta JoscJoaquim .Vives da Silva,e
combinoii com o mestre para a vender.vhido o Sr.Leao,
nu mctino hiato, fim du Sr. Loureiro nao saber que
a cera Ihe perlencia.
lendo aquelle desconfanra, indagou do meslre,
,o qual negou por muitas vezes por ser conivente no
negwipde amlios, at o imsmu comprador foi o Sr.
l.ourei;*, sendo elle o dono, por no ler aviso de
quem a rernelteu, pasosde lempo, escreveu o refe-
rido Sr. commandanle superior, ao Sr. Loureiro,
partecipando-lhe, em dala de 16 de selembro do ati-
no prximo passado, que o Sr, Le3o linha viudo a
Pernambuco vender a cera, ficando-se com o pro-
ducto della, que orcou na quanlia de 939$>I0 rei,
e nao enlregou a dita quanlia ao Sr. commandanle!
como do aviso fez ; que (al ; Srs. redactores,! atejo
praticada por urna auloridade d^qualla villa de Ha"
caul Que exemplo paraos bahiiantes della ; assim
he que se quer ler d uheiro a cusa de oulros para
intimar de consequencia c lignrar-se de grande sera
poder. Sa ess. senhur praliciu ssm, jamis se
le.nbrou, que ha Icis ,,,. panam, com vigor, lal
enme, a maldade boje he virlude e a virlude he mil-
dado.
Oueiram, Srs. ralladores, publicar estas mal tra-
tadas liubas que Ihe sera' assa agradecido.
O imparcial.
DESPACHOS l)E EXPORTACAO PEl.A MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
13 DE FEVEREIRO DE 1857.
P irlollrigue porloguez ultom Suecesson, Thomai
de Aquiuo Konseca & Pililo, 300 saceos assucar
branro.
ferioBarca porlugueza Darle IV, Hallar A;
Oliveira, 50 saceos e 2; barriquiulias sssacar
branco.
PortoBrigue porloguez oTres Amigos, diversos
earregadores, 630 saceos assacar branco masca-
vado, 250 meios do vaqueta.
PonoBarca porlugueza S. Manuel ||n. diversos
earregadores, til saceos e 2 barricas rom assu-
car branro, 10 pipas me!, i barris espiril .
Lisboa Brigue porloguez Con-lanlc, diversos
earregadores. 50 saceos com essucar branco. 400
meios de vaquelat. 600 saceos jassucar branro e
II, I-. a\ I-i. '
LisboaBarca porlugueza Einprcza, Ammiin Ir-
mios, S7 cascos niel.
Buenos-Ayresl'oiara hespanhola Bella Dolores,
Schramm Whately & C impanhia, IS"> barricas
asstirar branro e masravado.
SloekolmBrigaesoecoElise, Johnslon P:iter &
Coinpanhia, 1,173 couros salgados.
Sloekolm-Barca sueca iiEliaabelha, N. 0. Bieber
,\ Ciiipaiiliia, I,|j8i cooros salgados.
Kalinoutli Brigue dioamarquez Anua liara,
riiiini Jlmi-fn 0\ Vinassa, 800 couros verdes.
LisboaBarca porlugueza tiralidao. Re/ende &
C, I30.sacros assucar branco e tnaacavado.
(iolhemborgPatacho sueco Julia, Saunders Bro-
thers & Coinpauha, 2.000 couros salgados.
xDoracao .
Canal, brigue sueco Adzella, de ili toneladas,
conduzo o seguinte:5,050 saceos rom 20,250 arro-
bas de assucar inascaiado ; a ordem.
RECEHEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 12. 7:9819259
dem do dia 13........ 3989< 18
oleo de oliveira garrafas 8. pomada de ca-i
cao libra i, potasas a canutillo oncas 2,rhui-l
barbo libras2, raz ensiana libras 4, ulplialo
de iiagtiosia ar obas 2, sabuo Moasiano li-
bras 4, estramonio oncas s, espTrrnaceie li-l
bras 2, saniomoa onca 1, sublimado corro-
sivo tilica I, tama; in.lo com assucar arroba
I, assucar refinado arrobas s, borrachas de;
gomma elstica com pipos 50. t\tas grandes
para crystel 12, esponja lina libras 6, Tundas
do lado dircito 12, ditas do la lo esquerdo 12,
madapolSo pecas ti, graos de vidro 4, serin-
gas de inelai lesoura 1, vidros de urna .1
K otilas 200.
oitavo batalhaodainfaalariadolinha.
Caldeiras de ferro balido para 100 pracas
duas.
Aula de primeiras letras dos apiendizes
menores.
Simo de Nantua exemplares 50, Econo-
ma da Vida Humana uxemplares 50, resu-
mos de arithmetica por Colarlo exemplares
25, cainecisinosdeMoiitpelier exemplares 50 1
esuinos- de doutrina cliristaa exemplares |
130, cartas de A i C. exemplares 150, laboa- ]
das de nuuieracdJo exemplares 150, resumos
de. grammatica porlugu-ca por Castro Nunca
exemplares |50, compendios de geometra
pratica por Silvano exemplares 25, penas de
gancocentoss, lapis duzias 20, pedras de
ousa encaixilliadas para calculo 50, lapis do
pedra para lousa duzias 50.
flieinas de terceira classe.
Ferro ingle/, ledondo de meia pollegada
quinlaes 30, ac fundido etn bariinhas ar-
robas 5, diio dito quadrado de cinco quarios
a urna polegada arrobas 3, ac fundido oita-
vado arrobas 2.
Quarla classe.
Caixa com vidros de 1 i a 16 pollegadas 1. !
Quem qutzer vender laes objeclos, apresen '
le as suas propostas em caita lechada, na.
secretena do conselho as 10 boras do da 18
do correte uiez.
Arsenal de guerra.
Bancas 2, caiieiras 6, si;iele pequeo com
fiflraSTinperiaS 1.
Sala das sessoes do conselho administra-!
livo para frnecimento do arsenal de guerra
9 de fevereiio de 1837___Antonio Comes Leal
capitSo, presidente interino.Bernardo Pe-
reira do Carmo Jnior, vogal c secretario. 1
Para a Rio <1<^ .neiro
Vli seguir com brevidade o l:cm conhecido
brigue Damio, de primeira marcha, ja tem
alguma carga prompta ; para > resto e es-
cravos a lele, paia o que ollerece bous
com modos, tratase com o consignatario
JoscJoaquim Das Fernandos, ra da adeia
do Kecife.
Para o Porto segu Ble l do crreme
o novo brigue porloguez Tres Amigos ; re-
cebe carga a l'rele e lem excellentes commo-
dos para passageiros : trala-se com o capi-
tSo na piuca, 011 na ra de Apolla 11. 20, ar-
ma/.ein de assucar.
Para o lito de Janeiro sabe' com milita
brevidade o bem conhecido brigue Sagita-
rio, o qual tem a maioi parte Uo carrega-
mento prompto ; '.ara o r>atantee'passa-
geiros, Irata-se com .Manuel Francisco da
.silva Car rico, ra do Collegio n. 15, lorcei-
10 andar, ou com o capitSo a borUo.
* --
J II !n\s PRECIOSAS-k
<
Aderecos de brilhanle, .?
-, diamantes e perolai, pal- \.
W .eiras, alfineles, brincos ?
* J rzalas, botos e aunis S
i' de dill'err ules gnsinsedJa
-. diversas pedras de valor. *
I0REHA I ySiRTl l*?.?'
te*.
OIRO E PRATA-
I
OIRO EPRATA-

? Aderecos completos de J
* ouro. meiosditos. polcei- <
Comprara
SrJtfd.
. vendem 011 ?!
, trucara prala, onro, bri- ?
ti lliantes,diainan!ese|ir.i- .
* las, e oulras ipiaesquer ^
1 otas de valor, a dioheiro .
V ou por obras.
? ?a..*>. :?:;:' .- .
WJ ? MBIfB
Ra do Cabuea' n. 7. ? ". alfinel*. brincos
:. rozelas, cordes, trance-
Jtecelx 10 por to-
doK os vapores (la 'iu-
r.-|);iHSvrhrisM.!ir.iis
ndenlo ffosto, tan-
to : Franca o:o
------------------. p-
. lins, medalhas.eorreiiles .y
J e enfeiles para relogin. e '*
.v. oiitrosmuilosobjeclosde J
m ouro. 4.
i Apparelhns complelos, J
2 de prala, para cha, lan- I
^ dejas, aalvaa, castgaes, >
* colberetdesopaedecha,
* e mullos oulros objeclos $
de prala.
lS^sS--.'S***.*iSi*sV/**'4^S!s
8:379197;
CO.NSILAIIO PROVINCIAL.
Kendimenio do dia I a 12. 38-074(606
dem do da 13........ 3:'i05:7ii:i
41:480a309
<&?- ly.s-tf-l?*.
cUACA 1)0 REC1FEI3DE FEVEREIRO AS
3 HORAS UA TAKDB.
CotajOei oi'iciaes.
Dcscoulo de letlras9 ",, ao anuo.
r'redcrico /<>6lliard,presidenle.
P. iruc-, secretario.
- CAMBIOS.
Sobre t.ore, 28 d. 60 d. v.
Pars, 340 a 311 rs. por fr.
Lisboa, 95 por J de premio.
Rio de Janeiro, 2 por O10 de descont.
Acc,es do Banco, iO a 45 de premio.
companliia de B. Iieribe 545000.
o eompauliia Per. amliurana ao par.
blilidadc Publica, 30 purcentode premio.
t lndcmmsarlora. 52 ider.i.
da estrada de ferro 20 por 0|0 de prem.o
Disconlo de lellras.de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10,
Ouro.-Oneas hespanliulas. ogj otMggn
Moeda de 6*400 velhas ,
6*400 novas ,
40000......
Prala.I'atacoes brasileos. ....
Pesos coiiimnari s. .
uioicanos. ...
BAHA, lll DE KEVEREI'.tO.
Cambio/.
Londres a (0 dias de vista. 2Sd .
Pars ..... 315 a ll.VO 0 fr.
Ilamhurgo..... 630 D litio 111. b. nom.
Lisboa 11 11 a. 98 a loo por r.
Ii.dimes bespanhoes . 29*000 a 29*200
>; da patria .... 29-5000 11 29*200
Pecas de lijioo velbas. . 16*000
>> de is..... 9*000
Soberanos..... 8>S00 11 o000
I'atacoes brasilciros. > . 1*920 10900
Meiieanos . 1*840 loSliO
Ilespanlioes . 1*930 >> lo9tiO
l'reles.
Canal a ord. para o Reino Unido 30 s. a 35 nom.
Entre Havre e ll.iraburgo 10 s a .5 nuin
Bltico.
Liverpool :MI s. assae. nom.
11 3|8 por libra alg.
Londres 30 s. nom.
Hamburo ou Bremen 10 s. a 15
Trieste 45 s. a 50.
Havre ou Marsellia 60 nom.
'Diario da llhia.)
>v;v>f5,- $( t>|)K$0
16*000
10.5000
95000
2ouoo
2*000
15800
ALFANDEtiA.
Kendimenlo dodia I a 12.
-dem do di;. II. ,
183:992*784
1ti:48U;330
200:473511 i
Desearregam hoje II de fcWeiro.
dalera insjlezatlenevicveferro.
Barca france/.a liuslavemercadoriat.
Briuue sanio Dainodiversos ceneros.
Ilrii;ur brasileoAlmiranteo reslo.
Brigue brasileiroFirmadem.
lUPOBTACO
Vapor nacional Parana'.a vmdo dos porlos lo
norle inaiiil-.iuu seguinte :
I caisa velas a Jjnge Antonio de Aleucar.
I bocal de ferm.e s barris ignora-se;a Jos B.ip-
lisla da Fonceca Jnior.
1 caixole ignoro; a l'.idel Pinto.
I dito Jilo ; a Barroca Catiro.
I dito dito ; n Lima Jonior & C
1 parole dilo ; a Joe Sergio I erreira.
I p0 ; a CbritlovAo Soler C.
I emhrulho ignor-se; a Augusto Pelrain.
Brieuf inglez nReinder.a vm lo de Ierra Nova,
consignado Saunders Brotlhtr & C.manife>loo o
1,990 barricas bacalba'o ;a Saunders Bro-llier
Hiale nacional Tigre,.) viudo do Rio lirande 1I0
Sul, consignado a bate Cunu A; C. mauifelou se-
guinte :
7,550 arrobas de carne de rliirque, bani< com
I,.1O0 lambas salgadas, i couros seccas avariado
ordem.
THEATRO
DE
santa Isabel
HOJE SABBADO, li DE FE VER IBO.
Primeira recita d'asgignatura.
Represeniar-se-ba o ilrama c:n 5 actos
.AIMADES.TROPEZ
No qual Joao Caelano represenlara o pa-
pel Uo
J08GE IAUHCI0,
por elle creado.
Finalisar o espectculo, recitando Joilo
Caelano um
MONOLOGO DE SADACAO.
o resto dos billietcs le platea e camaro-
tes le quarla onieni, acham-se a venda no
eserjptorio lotlieatro.
Principiar o divertimenlo hora que S.
Exc. o Sr. presidente se dignar compa-
recer.
--- o agente llorja transfer o leilSo que.
devia ler lugar quinla-feira 12 euiseuar-j
mazem na ra do i.ollcgio 11. 15, para ter-
ca-leira, 17 do correle, as 11 horas da nia-
nliaa, de urna inlintdadc de objeclos dedif-
ferenles qualidades, bem como obras de
maiciiieria, novas e usadas, consistndo em
urna escolente secretada iie Jacaranda com
pedia, diversos guarda-roupas e guarda-
vestidos de DiOgno, eomniodas, camas lian-
cezas, lottos para criauca, mobiliaa comple-
tas para sala, etc., candil tinos, lanlernas,
vasos e enfeiles de porcellana pata mesa,
vidros c loucas diversas, btjoulerias e ou-
lros inuitos objeclos, etc., que lora impos-
sivel mencionar, os quaes se entregarfio
sem recusa dequalquer preco maior ol'orc-
cido; assim como una ptima canoa de
cairetra, de air.ardlo, com bastantes coni-
modos, a qu.l se achara exposta no caes lo
Collegio. Nesse mesmo dia tambem lata
leiliio de um le:reno com 37 palmos de
frente e 300 de fundo, annexo ao sitio de I).
Joanua do Passos, com frente para a la do
Sebo, e para a ra .Nova do Limoeiro: os
seuhores prelendenles que quizerem algu-
mas informaQOes a respeito, dirijam-se ao
supradito armazetn do agente auuuucienle.
LEILO.
O agente Pestaa far leudo, por conta de
quem perteneer, de 210 canasirascom bala-
I4S, desembarcadas ba pouco : ter;a-feira,
i< do concille, as n boros da manada, do
armazn) do Sr. Aunes, defronle da allau-
dega.
deLisbod, as quaes se vendem por
preco eouunodo como costuniam.
CONSULTORIO HIEOPATHICO
IX)
'a
GRANDE
Baile, popular de
mascaras e
aiitasia,
\o palacete da roa da Praia.
Ilomingo 15 do coitenle tcro comeco os
bailes populares no vasto SALVO 110 l'ALA-
CETE DA RA UA PUMA, o qual eslara or-
nado e Iluminado com todo goslo e brilhan-
tismo. Os directores guiados pelas ideas
progresivas, uo lem poupado despezas para
que os bailes do carnaval sejam sumpluosos
e brilhanle-, e farSo quanlo Ibes for possivel
para que licites reinca boa ordem e harmo-
na que sempre se tem observado em seus
diverlimcnlos. Os bilbetes estarfio a venda
no edificio, no dia do divertimenlo, o qual
deve principiar as 9 horas, e terminar as 3
da manh3a.
3tt?'#0d r*;.i-*>.
.Navios entrado no dia 11.
Babia7 dias, barca porluguea Bemvinda, de
J.iO toneladas. eapitSu Jos Arturio Moralra, e-
quip.em 12. carga arela era lastro ; a Ainorim &
Irmaos. Perlence a l.isboc.
Montevideo10 dias, barca braileira .Sortea, de
3.12 toneladas. c.i|iitdo Joc Mara Parreira, cqui-
pagem 12, carca 150 loneladaa de pe ira bespa-
nhola ; a Caelano Cyriaco da Cosa Morara. Per-
lence ao Rio d- Janeiro.
Rio de Janeiro e Babia8 dias c do ultimo porto 2.
vapor francez Pranc-fimlois commandanle
lourmer.
Navios sabidos 110 mesmo dia.
Aracslylliate brasileiro C"rrei do Norle a.
meslre Jo.lo Antones da Silveira, carca fnzendal
e mais ceneros. Passageiros. Joaqunn I. es |ta\-
mundo Bilhar, Cosme Rodrieaes Casia I riera-
vo, Micuei Catuam Nabu, Jos Perra Graaseiro
1 nele-Kscuna sueca oAlmae, capitao II. E. To-
railen, carga asiucar.
Aracalv Mate brasileiro Auroran, meslre ..nlo-
ni Bernardo M irlins. car-a faz'illa.. Pasngti-
ro, Jos I.--.-ii r.I-. lavares c seu escravo, Joflo
Rodrigoes Pimenla, Jo-c Caries d Mcdeiros,
-llana da Ora, Idalinda Berlulea de Jess.
Oranja c purtos intermedios\apor brasileiro 1-
cnarassu'.i, cominandante Aulonio da Silveira
Maritl Jnior.
trttt.

Barca tnglezi, Eliza Han 's. vinda de Liver-
pool, eoii-aanado a Sauthall Mellas S C. manifeslou
o secuiuie :
I fardse i Calas fazendas de alcoddn, 3 dilas
dilas de buho, 10 dilu chapeos de sol, i ditas elia-
les, I fardo ignora-se. 1)7 lilis 2 baul e 9 caisas
fazendas de algo iao. ile linha iSilo seda, de laia e
13.1, loncos fn udeas i, I raixinia objeclos de es-
criidnrio .MI barra mauleica ; as consignatarios.
32 prezunlos, 12 peas de loociolio, ISqoelJos, i!
r.i;\as com til lalas iie bolarlinilias ; ao c.pilao E.
I.air.li.
17li barras ile ferro ; a compaiiliia da estrada de
ferro.
20 toneladas de ferro em bina : a Slarr iV C.
I cana velbiiles ; a Antonia Joaquim.
I caixa lenco, de linha, 3 volumes cobros prepa-
rados, rolheres e lampeos ;a IVidel Pinto *x *-
I caixa lellins, 12 .lilas e 5 fardos lazendas de laa
e buho, 15 caixas dilas de algud.lo e raiu lezas ; II.
tubsor,.
>-- barras c 72 feixes de f CORBEln GERVL.
A mala qu euna brasileiro L.ura, con destino aoRio
de Janeiro, Techa-se no da I i do corrate,
as 8 horas da manbaa
Pela subdelegada da fregtiezia dos
Afosados, se faz poblico, que furam presos
eseachnm rcolhidos a casa dij deteneo
lesta cidade, os escravos seguintcs: Bene-
dicto, que diz ser escravo de Jus Francisco
Cyriaco, mora jor no engenho Maragi, Joflo,
escravo de Antonio Araujo, senhur do en-
genho Meio da fireguezia de Ipojuca, e Sa-
bino, escravo de Sebastiflo Mauricio \\fan-
dcrley : quem sa julgar com dircito aos
nie-mos, comprela tiesta su^delegacia, que
. juslllicando, Ibes si-reo entregues, subdele-
jgacia dos Afogados, 12 de fevereiro de 1857.
Francisco carneiro Jnior.
Jos llenriques Ferreira, cnsul des.
M. F. nesta provincia do Pernambuco. Faco
saber a todos os subditos pertuguezes resi-
denies nesta Droviucia, e mais pessoas late*
ressadas, |ue o consulado de Portugal se
cha estabelecido na ra da Cruz n. 40, pri-
meiro andar, cuja repartiejo esta aberta das
'J botas da manliaa ale as 4 da lar e. Consu-
lado de Portugal om Pernambuco aos 11 de
fevereiro de 1857.
Jos llenriques Ferreira-
CONSELHO AI).MIMMI!.Mi\0.
O conselho adminisiralivotein de comprar
o seguate :
Para a botica do Hospital regimcnlal.
Acido larUrico libras 2. arsenialo de soda
oitavas *, amoniaco liquido libras i, acni-
to libras 4, acid
Coiiipanhia
FRAi\CO-AEEKICAi\A
de vapores francezes do
Havre.
fivo* .SlHi***.
. *=* i-MJA. r^aVrja-^^^k_ ..
iiiiiih se acnam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
em glbulos, e preparados coin o maior escrpulo e por precos bastante commodos :
PRESOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Hita de 24 -.. 15*000
Dita do 36 o ... 209000
Dita de 48 ... '259000
Dita de 00 a ... 30*000
fabos avulsos a....... I9OOO
Frascos de tintura de meia onrja. 2*000
Manual de medicina homeopathica de Dr. Jahr com o dic-
constio dos termos de medicina....... 20-.000
Medicina do-nestica do Dr. Ilenry......... 10/000
I ratamento do cholera morbus.......... 2/000
Reoertorit) lo Dr. Mello Moraes......... 6f000
- Os abaixo assignadoa fazem scienle ao
commerciodesta praca, quu amigavelmente
dissolveram .1 socielade que ,-vrava (obre a
firma de GoimarSes & Braga, p|n a loja
de celeiro sita na roa .Nova 11. 15, ftvHdp
esta gyrando sobre a lirma do socio Cbristo
v9o Jase le Abreu (iuimarfles, ea cargido
mesmo o activo e passivo da mesma loja.
Precisase de un bomem que enlen la
Mllant lo ,ln nutsi, ......------..:....__.
Cav;tiiia(las.
Hoja sabbado, e amanbaa lominao, das
3 boras da tarde ale as 6, baver3o cavalha-
das no lugar dos Remedios, defronte da ca- ,
. Iji. e em honra do Senhor Bom Jess dos "
Aniict6s^_ y
O faritetedor das carnes verdes de^a.
que nunca teVS iuvidas com o Sjr-'com_
!?I'^^^"P'm.PSMam sitio na estrada mandante do vapor i>6*eribe, \xmgSt ao
mo fornecirnento. ^ "T
, '------I...... ,-' w'l Ultiu un l'SU U1I UI-IIIUrtlIlG 111, Taj
de Joao de Barros : a tratar 110 pato, do Car- mesmo fornecim
mo sobrado n. 3, por cima d< I
I.-I^'n.'''1;?,,'1.0,,^'-'' ^ J,"'Cr" VaPr fr'1nC
l-KAAC-CtlMIOl, rommaudanle Fonrnier, em
viaeem para o II ivre pelos porl-s de escala : para
rete e passageiros, na ra do Trapiche n. II.
Para Lisboa prctndo sabir corh a
maior brevidade o brigue portuguez Cons-
tante, por ler a maior parte da carga prom-
pta : quem no mesmo quizer earregar c ir
de passagem, para o que tem excellentes
commodos, dirija-so aos consignatarios fho-
maz de Aqtiiuo Fwiiseca & Filho, na ra db
vigarid n. 10, primeiro andar, ou ao c ca-
pilao o Sr. Silverio Mauocl dos eis.
- -Segu impreteriveimente pira o Ara-
calv uestes 6 dias o niatc Capiharibe ; para
o rolo da carga Irata-se na tua da Cruz do
Recife n. 13, piincito andar
'Para a ilhadeS. Miguel sabe em pon-
eos das o veleiro paucho porluguez Alfre-
do : quem no mcsiun quizer ca regar ou 11
de passagem, enlen Ja se coin os consigna-
tarios Tliumaz de Aquino Fouscca ti Filho,
na ra rio Vigan < n. iy, andar
Pai* Lisboa
segu com brevidade a barca portuguesa
EMPREZA, por ter parte da carga promp-
ta : para o resto, trata-secom os consig-
natarios Novata & C, ra lo Trapiche n.
o, primeiro andar.
rara
i'- *
Kio
: v
aneiro
vai seguir com brevidade, o bem conhe-
cido brigue rill.ilA : para o resto d.i
carga que llic falta, Irata-se com
11- con-
signatarios Novaes A C, ra do Trapiche
11. 34, primeiroandar.
'ara R>.., de Janeiro
segu com toda brevidade o brigue brasilei-
0 piussico medicinal oita-r_.
=cus,T Jila, enxa .a.; I caixa iode,,3 dilas ron- V?S f' f1',"''"3 esC,',l'"1" '- 1*1 libras 6, I [" "l".01* ;1 lcm Pi,ll do Carrc
pa a pinturas a t. II. Wxait. alcohol de 3b graos cana las I2,assucar candi
4 eaiits fazendas de luiho, 19 dilas e 22 fardos libras 4, belladona libras i, centaurea rne-
diia, de .iBortii... moibos ,, ,j d, f.rro, 00 caas or libras 6, cal virgeni libras 2, cianuroto
as e III narricas ferragens ; a Paln polassa Oltavas 2, calonieiiiiria a vapor meia
libra,cicaU libras 2, dorroideira libras 4,
ditas fazenda, I digitales libras 2, espirito de mas
Ivasb & C.
1 caixa chapeos da sol de seda, ;
de aljoJao. 2 Sitas e 1 fardo .lilas dilos e ISa. 2 rai-
slruco libra
ses tpeles de laia, :! editas fazendas de alKOdio e
laia a J, h-ller.
2' bains cerveja, .o dilo. manleiga. .', caixas fa-
zendas le bnbo, 6 fardos faiendas da aleodao ; a Jo-
buston l'ster & C.
__,ameii-
promplo : para o resto, passageiros e es-
cravos a fete, para o que tem excellentes
commodos, Irata-se com o consignatatio
JoscJoaquim Dias Fernandos.
ara a Babia.
A veleira e betu conheeida sumaca brasi-
SdE.EDEE.\SAIOFiiVUEZ.
O primeiro secretario declara que boje 11 ba
sessao as 2 112 horas da lardc.na ra das Aguas-Ver-
des 11. i;i.
lolliiiiiis
PARA 1857.
Acham-se a' venda as bem conhecidas
lolhmlias, impressas nesta tvpographia,
das seguintes qualidades:
FOLH1XHA RELIGIOSA, contendo alm
dos incv.es, a bibliotheca do cluisto
brasileiro, quo se coinpoe de 01a-
cOcs quotidianas, methodo de assistir a
ujissa e confissio; cnticos, psalmos,
liyinnos, ollicio do Nossa Senlioia da
Gonceic^oe umitas outras oracSesde
grande mrito, privo...... Ti20
DITA SIMPLES, contendo ale'm dos me-
ses, aljl los circuios e varias tabel-
las de impostas geraes, provinciaese
municipaes, prero........ 249
DITA Di; POETA, a qual alm dos mt-
zes tem explicacoes las indulgencias
excommunhdes, etc., preco. 160
DITA DE ALMANAK, a qual alem dos
mezes,contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commercial, c industrial da
provincia, por.........500
I odas estas tolhinhas sao impressas em
bom papel e encllente typo, e vendem-
e em poirao ea retalim: na livraria da
praca da Independencia ns. (ie8.
Domingos Alves Matheus sacca sobre
o Porto ao cambio da praca.
Lotera
Do Uto de Ja-
neiro.
Na praca da Independencia n. 40
acham-se a* venda os novos bilbetes da
lotera do asylo de Santa Leopoldina,
qitc'deva correr de 10 a 11 do presente;
as listas esperamos pelo vapor que sahii
depois dessa data, e logo que eslejamos
de posse das inesmas listas faremos promp-
to pagamento, na mesma loja cima, de
conformidade coin os nossos annuncios.
Vende.se grandes porcOes de cravos
blancos, para bailes e casamentos : na
rita da Praia n. V9, terceiro andar.
U abaixo asdgriado declara ao* dc-
vedores de Aureliano & Andrade, que nao
paguem seus dbitos senoao abaixo as-
signado, do contrario ter8r> de pagar se-
gunda vez. Recife. 13 defevereiro.de
1857.Hanoel Jos Leite.
Vende-se urna preta muito mor
com urna dia, sabe perfelamente e-
gommar, cozinhare lavar, sem vicio nem
achaqucalgum: na praca da Hoa-Vista
n. 5.
~ No dia i; do correle ausantou-se le
casa de jse Concalves Ferreira Costa, um
seu escravo de nome Jos- rio Carmo, de na-
5S0 Angola, baixo e bastante reforcado,
SHmblante prasenteiro, cara re onda < bar-
bado, tem um signal bem saliente que he
sei rend lo, consta que o mesmo anda tra-
balhanda na estiva, indo que se recommenda
ao lodos os Srs eslivadoros o sprebendam e
o manden, conduzir a c.isa do annunciante.
em Santo Amaro, junto ao pilcete, que
pagara qualqu ir despaza ; outro sim, reco-
mendanolll-n Sr. lente encarreirado .la
poli, ia do porto, para que o mande aprehen-
der, no caso que o mesmo sabia em algum
navio, poriii nloo rele i Jo relo foi manijo
e pode ser illndido ou Uudir algum capitao,
para que o admita ao servieo, como tem
acontecido. Unto para os porlos eslrangei-
roscomo pata os do im crio.
rugi no da 0 do curente um escravo
de nome Domingos, de uaijilo Mocambique,
reprsenla t.-r 25 anuos punco mais ou me-
nos, e lcm os signaes seguintes : beic is
grossos. nao tero barba, cr bastante lula,
olhos que pare em inchadog, lavou camisa
e algodao calca de algodao azul, camisa de
madapoifio, emesmoalguma roupa de brim
ja usada : quem o pegar levo-o ao enge.....>
siiro la berraa+ranciscodas Chacas Cs-
valcant, de xlbujuerque, ou nesla maca a
Antouio Rodrigues Vieira, que sera genero-
samente recompensado.
L'm menino de It anuos, viudo ,|0 ma-
lo, sabe bem ler escrever c contar, o tem
mima i ilelligencia, offerece-so para caixei-
ro de loja de lazendas ou miudezas, dando
alguns mezes le pratica e Dador a sua con-
ducta : quem delle precisar annuncie ou
procure no largo da Assemblea n. ti, segundo
andar
Compra-se um preto de meia idade:
no paleo do Carmo sobrado d. :i, por cima
ua botica.
botica. Precisa se de urna anta que emenda de
,i7f Cavlcanh de Albuqucr- cozmha, para urna casa de puuca familia-
que. formado em medicina pela Faculdade na ra do Vigario n. 14
do Rio de Janeiro, pode ser procurado para Rom^sui nim r r, ..:, i --
...-------;.. "1 brr s 8 'o-1 de acabe c.im um inventario, cujas aval-.-
Qoes se acham foi tas lesde dezembro de
185 ; compadeca-se dos pobres orphaos ...
SVSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY.
ras c meia da inanha al as 5 da lard-, e
alem deslas horas, ta estrada de Joiio de
Barros-, no sitio em que morou o Sr Dr Vi-
cente Pereira do Reg
A pessoa que annunciou curar phti-
sica ou nutra aiTeccSo de pulmao, moradora
em Pona de Pedras, pode dingir-se a roa
do Ltvramenlo n. 7, segundo andar, que
alu achara com quem Iralar, e que sfia o
mais breve possivel.
A
IgOCli
t!>IV|'l;i:!o,
Vendc-sc algodao liso muito encornado e
largo, cofh pouca avaria s l|600 2*0011 rs
a pc^a : na ra do Crespo loja n. 19.
Aluga-se ou vende-se una cabeleira
propna para mascara
ton. 41.

con
he
PILL'LAS IIOLLOWAY.
Este inestimavel especilico, composto{iii-
C-.-.C iini.i caueier teiramente de hervas medicinaes, nao coli-
na ra do Livranien-.l(;m mercurio, nem alguma outra substancia
'delecterea. Benigno mais tenra infancia,
e a compleicao mais delicada, he igualmen-
para desarreigar o mal
robusta ; he inteira-
suas operacoes c eflei-
los ; pois busca e remove as doencas de
O fiscal da Ireguczia de Santo Antonio V comP!eicflo n,!"s
Preciaa de servente, pa. a lim.eza das ua i ,ea TT\ e-SegUr
a tratar como mesmo fiscal, no baleo do ?,mP,e,ao ""
Carmo. sobrado n 3 do! mente innocente em
-Todas as pessoas que tiveretn contas r?. P'S bUSCa C rcmOTe aS doenC* d
'"ira os navios Alma, Adzetta, DanenTrk e ?u"l,uer es^cc,e e Erao' Por ""6
smark. que mo aprentarem suasc.mUs nffilISSS!?^
)eseriplorio dos Sis. ScoLt Wii-,,1 a <:,._ i-nlro mi nares de pessoas cura.las com
0
- pessoas--------_ ...
esle remedio, muitas que ja estavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso ; con-
seguiram lecobrar a saudc e forras, lepois
de bavar temado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se a
idesesperac.no; facam um competente ensato
t ^doselhcazeselTeilosdesta assombrosa medt-
g reina, e prestes recuperarlo o beneficio da
< i saude.
I Wao se perca temao em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enlermida-
dea
a
no escriploro dos Srs. Scolt Wiison ,\. Com-
panlua ale sabbado ao meio dia, 14 do cor-
rele, os mesmos nao so responsalitlisam
pe,o pagamento itellas.
BOI CENTRAL 110-
MEOPATHICA
DO
DR. SABINO O. L. PINHO.
Ba de Santo Amaro ..Mundo Novo)
NUMERO6.
\en.lem-e unicantCBle iifsta botica ns mais ?"=!.. .
acredilailosmedicanieiiUislimeopalliicos, ur ; ArcilJeiltes epiiaplicos
ti preros muito commoilos. ~;Alportas.
S A a-rao ilestes me.iirariienb)s lie i,lo promp- m i Anipolas.
la e ellicaz, que lin merrcldu as liunras da JlAreas ifflal de).
9 preferencia em todas aa parle, do imperio, 'Astliina.
ond." lem sido eiperimeuladot. ~T, Cada'tubo iivuUu. l-sO(KI ^ ,:,'.
. Cada vidro de tioiur i \ -^ S nhmiS?"
9 Carwrj. e jahlnha, com me,licame..to5, J Ueb.ltdade ou exte-
detilalittalclOtWKlll.
Ihesouro liomeopatliico ou vmle-mernm do Z
w homeopallia, obra esscncialmente indisiien- i
save| a que.n deseja empr.car a lionicopa- 9
A lh.!a ......IIJOO w
9 Iralameiilo liomeopalbicu do
2 cliolera-DiorliDs......1S00 a>
9 Propaganda bomeopalhica em 5
W Hernambuco .... 9 - ,, ,.....-.jieo i
n. B.rara conliecimenlo r|n publico, av j%
5i ase que o Dr. Pires HamH Jiinior. na l,e
mais caueiro da botica central liimeopatlnca, fy ir
9 ra'c'fl "'" ",lerfer,!lic,fl alcuina em im, ope- i Enforinidades no liga-
^*-*a-89M|:Di;venerB.
Acba-si! no engenho MuMUpinho dous Knsaqueca.
sitios de latrador desoecupados, lendo mui- "erysipela.
10 bous commodos, varzeas de planta de i*'elres biliosas.
panas, boa casa de morada, senzala de pre-
tos e estribara : os pretenderes dirijam-se
ao propnelario no mesmo engenho, em sua
casa.
Precisa-so do urna ama para casa de
pouca ramilla, de portas dentro, agradan-
do nao se olba a preco : na ra do Pilar, cm
Fora de Portas n. 90,
nuagao.
Dcbiliaadeou falla de
torcas para qual-
quer causa.
Desi n teria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
linferinidades no ven-
tre
Pebres intermitientes
Fcbrelo da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestdes.
Inflainmacijes.
Irregu la ri da des da
menslruacSo.
I.ombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pe-Ira.
Manchas n.. culis.
ObslrucQo do ventre.
Pbtisica ou consump-
cao pulmonar.
Ilelenrao de ourina.
Kheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras. .
Venreo 'mal.)
jCompram-se duas casas terreas para I **.(jlolaa.
Vendem-se estas pilulasno eslabelecimcn-
to gcral de Londres rij 24*. eStrand. e na
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas cncarregadas de sua venda em
toda America do Sul, Havana e despatilla.
vendem-se as bocetinhas a800rs. Cada
nma dellas conlm urna inslrucc.HO em por-
luguez para explicar o modo de se usar des-
lus ni 1 I- o
a tratar na ra do Quei
urna cncoinmenda
mado n. >, loja.
Ferro barato.
-Na ra do Queinarlo n. 3, existe uml
grande sortimento de ferro de todas as qua-
lidades, que se vende mais barato que em
outra qualquer parle.
O deposito geralheem casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
KOB I.AI FECTEIR.
O nico aulorisa.to por deciso do conselho real,
drrreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o nico
Pede-seao Sr. A. 11., morador no en- 50tril,,<, pel 6ernii e pela real socieda-
genho I... que telilla a bondade de prestar |,e,ne!,,cina- Esle mcdicamenlo de um
attencffo ao (jno Iralou com o seu corresrion-1 B i,^'^al,ave, e Tacil a tomar em secreto,
dente It. V. a. C. do contrari) continuare- Si* e"' us" na mar'"ha real desde mais de
mos com mais clareza. : b a""is ; cura radicalmente em pouco lem-
Precisarse, para a Paiabiba, de um cai- '< P c!"" ,l<)uca ,,esllt'za! mercurio, as aj".
xeiro para loja de lazendas, o da-se pele- oc?oes ,,;l I'"11'-' impingens, as consequen-
rcticia aquelle que leudo pratica, entanda c,a8 dM MrJ>. ulceras c os accidentes dos
de cscripluracao : a tratar no hlel Fran- ',a. 's' ida,ie critica e da acrimonia hc-
cisco. militara dos humores; convenaos catar-
FL'KTO. rhos, a bexiga, as c.ontrac^es e a fraqueza
l!oga-se a pessoa a quem lor olTereeidn Jl->S orfir,"s' Procedida do abuso das injec-
una porcao ou algumas pecas de roupa fi- 0eS Je sonJas- Coaio anti-syphililtcos
na de labyrintho, ja servida, porm cm mu- arlol"! cura em pouco lempo os lluxos re-
to bom estado, a bondade de tomar e man- ce"lu;i "u rebeldes, que votvem incessantas
dar deisar na roa da Cadeia do Re.'ifo n '! S* eonaequanca do em prego da copahibe,
terceiro andar, que se pagara bem Consta : da cullcl)a "u as i"jecr,ocs que reprusentem
a maior parte detoalbas com bico lar'-o na- ovlrU;)S,!"' neutralisa-lo. Uarrobe Caffec-
ra rosto, lencos todo abertos e outras bor- leur llt esP dados, l'ionhas, coevos de eui.io camisas 'ra M doeoas inveteradas ou rebeldes ao
de senhora com rodas de bico h toda abena '" reui' e ao iodoret de potassiu.Lisboa.
de rendas le bom goslo, e mais obiectos '""ve,,,le-se na botica de Barral e de Antonio
tudo mateado com as iniciaos J C cuj le''c'a" Alves lle Azevedo, prac,a de II. He-
roupa foi roubada por urna ama que hntein ^r n" 88' ^"ao al'ai'a de chenar u"> Bran-
da de fevereiro foi despedida da dilacasa l'orcao do garrafas grandes e pequeas
Essa mulber di onde chega une veio d v'"Jas,,l'ecUmenledo Pars, de casa do dito
Coianna, ella he parda, aiuda'moca e traz o ,,oyvoal,-|-aIlecl,i"r .ra iuchclicu a Paria.
cabello a nazareno, anda com chale verde 0s r'J""1ull"',0:i dao-sc gratis em casa do a-
ou reto, Ievou umbalur de couro brano PBto' PH"" ,i ''edro n. 82. --
com una queimadura na lampa Eila esle- '""'"' J"a'luun *jo ; Baha, l.tma ve na dila casa com o nome de losenllina a 2' l','r'-,a",lmi. s'""" i B'O de Janeiro;
mas consta que ;io he osen u'ropno po.S BS?*-* F,lh,0*' freir loja de drogas ;
quo sempre oda difiercnle onde checa, sem ,, v'',' Jo'"' |,orc"* ''o Mgales Ixile ,
; duvida far niel mr occultar a sua nrolissan craudc, Francisco da Paula Cont Pela delegada do segundo' dislricto
do llecire foi apprehendida no iba 7 de Ja-
neiro, nina negra por mime Apolinaria, que
diz t -r sido luitada de seu senhor Joao M da,
morador em un engenho de ..lagoas seu
verdadeiro dono compareca nesta delegada,
munido de documentos, legis, aGm d- Ihe
ser entregue. Deleg.cia do segundo dislric-
to do termo lo liedle 0 de fevereiro i.>
1837. O delegado,
Joilo Francisco Xavier Paos lia-reto.
Boueca francesas.
Veudem-se lioneras franeexas rieaiaas
vestidas e tc vanas iqualidades a 1:20",
1 T.ou e 2% na ra do yueimado loja de miu-
d.-zas da boa fama 0.33.
lunetas de ludas
e
culos
as'<{ uacUdes
Vendem-se si. periores oculoscom .iiniacl.i
,, >uv.-iwu -vavier paos UarretO. de tartaruga de ludas as gra.luaci.es a MOHO,
Ao lia 1l para 13, a meia noile, fogio djlos muito bous com ar.iMc.es dour.'das a
um escravo de nome M.theos, incio Cosa, loOO, ditos dilos com aruiaces prateada,
levou camisa tul, calcas pardas, representa lj, dilos ditos comarmac,ao de ac a 800 e
. i SO anuos, pouco mais OU minos; foi es- I, lunetas com armaeao .le tartaruga a ir,
cravotio.M-. nicolao Marlins, morador na dilas redondas equa.lradas de haleu a 500
passagem, com escnpiorio na ra do Irapi- rs.. ditas de dous vidros armsco de baleia
ene : quem o pegar ou delle der noticia, di- a 156011, oulros oculos mais que se vendem
rtja-se a ra Dtreila n. i, que sera bem re- por precio barato na loja da boa fama na ra
compensado. do yueimado n. 33.
MUTltSDD"
ILEGIVEL


DIAHIO DE l'ERNAMBIC, SAIIIIAIMJ li l>. I l.\ KKEUtO lil. 1857.
;":':
SS
CONSULTOltlO CBNTKAL HO- -.-
MfcOPATIHCO. &
Kua de Santo Amaro (Mundo-No- H
vo) n. 6.
O l)r. Sabino Olegario Luigtro Pinito, ':
de relia de mi;i viacem o Hin de Janeiro, *^
continua a dar consultas lodos os da ule, '.-3
daa s hojas da manhaa, a 2 da lai lo. .'.'.
Oa |iubie- sao medicados gralaiia,e*nle. ^1
SEGURO CONTRA FOGO. ^
Coinpanhia Allianre.
Esiabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cince milhoes de libras esterlina*.
Saunders Brothers & C., tero a |onra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quera roais convier que estao plenamente aa-
lorisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos da
tlha e igualmente sobre os objectos quecomiverem
os mesow edificios quer consista em mobilia ou
era faiendas de qualquer qualidade.
-,-; Nova loja de fumlciro. m
Jj Na luja de fumleiio da ra da Crui do gk
a, **ec'fe '" hil l,ara vender camas de fer- 2
'*> ro, ditas de vento, de madeira de amarello, w
-"jr *** de louro, ha junlamenle folha de A
.>. I'landies de superior qualidade; nete no-
' vo ettabelerimento vendem-se as fazendaa 3
v. maii baralo que em ajtra qualquer luja. .
'V assim como cocos de fofta a la200 r-. cada f
. urna duna. Substilui^o Jo
arcano a po/assa
\vio burato^* ^,ie5, por uiit.i l;{ff no armazi tu -.ir N;. .lMe-
v'VK!;;':"S?5^i?f::C-Cr;}i "" A'g- se tima prela para o servico
diario lie urna casa : quom i tiver e quizer
alugMr, dirija-so a r i, que achara com quem tratar.
-- i)a-se a juros a quantia de 2:500? res,
sob hypotheca em predio nesia cidadu :
nusta lypograpbia se dir.
n.
i
roa ibl i iiz
r &
4.
DISTiSTA FRANCEZ. *.
l'aulo (..o-noi denti-l-, ra Nota u. II : '';'"
"& Da aeinid a-a leiu .i-u, e pu- diilrihce.
Aluga-se aanlisa casa de vrriirr plvora, na
ci.ladVde Olnxll. emo boin.sil.io, baila para capim,
boa casiide v#renda>j pe : qDem pretender dila
rase dinji-Stsmajo Yisaiio n. 31.
? I@^#@-g?^-@C;-@::-:-
& J. JANE DENTISTA |
W coiilittaa a residir na ra Nova n. 11, pn- '.*
ii meifo andar.
fi' T:{X^fi- '" -"' -~\ *>,.
Precisa-se
de olliciaesde alfaiate para obra grande,
pagando-se"S por meio leitio de cada nma
pera, assim como de eos tu reiras para o
mesmo ofllcio: pa ra da Madre de Dos
n. 36, primeiro andar.
ifAo respeitaveIS
TAo respeitavel
2 publico.
;;- RIJA NOVA N. 18, @
g)'' f11^ Je f.nendas e roupa feila de M. A. Ca- *pi
o a' j"$t!t C, ndo iironlrarHo os bous fre^uezes "
P hs bfM niais bein ^rabadn que se podem ^;
en cniitrf, de todas as cores e qualiilades.e gb
Ipm de aceitar meno.i oliras de eiieoinmcn- ',:]
__s. por ler maior potc.io de dilTerenles W
^ obra*, asim como lem de augmentar o ^i
-' '. preco d^s encomm*'ii * d.
Perdeu-se, domingo8do cononte, um .
cachorro d'agoa, cor de rap claro, temi o
Cabello d.s niaos para Ira/, cortado : eni Tora
de Portas, na ra da Pilar n. li, se recoin-'
pensa generosamente a quem dalle der no- <-lC rlvse pi'lllCOZft ti
Licia.
Deposito
. Veode-se um relogio ae
inglez, com pOUCOUSO: na ra
Floriano n 21, segundo andar.
iouro pi,!nie i zoaoo-^o-ooQ^-^ft-t.
do Padre
- Anda eonlinua a -star fgido o par-
do escravo luiiocencto, de idade de 31 an-
uos, o qual di'sappuieceu no da 5 de agos-
to do auno prximo Matedo, levando um
saeco com roupa e umchapeo blanco de cas-
tor ji usado dentro do una caixa, levou
tambem um chapeo de palha velho e roupa
de trabadlo, os signu.cs s.'io os scguinles :
ja pinta, barba rapada, alto e seceo do <:or-
po, espadau'do e descarnado do rosto, cor
baca, ralla de um denle na frcnle, o escravo veio do Ico em principio Uo auno de
1853, comprad-i pelos seulioies Caminlia &
Filhos : roga-se a todas as pessoas, autori-
dades e capilacs de campo que do mesmo
possam ter noticia, o obsequio de appre-
hende-lo e reinclle-lo aosou 8r. Justino Pe-
reira de Andrade, na ra Nova n. 52, fazeu-
do por conta desie as despezas' que t'..rein
necessarias, alm de lOOBOOO de graliGcacao
a quem trou&cr.
Precisa-sc de urna ama para cozinhar
e engommar : na tiavessa da ra do "Jueima-
do n. 1.
Attenco.
Precisa-se saber se existe al;;umu faui-
lia de Jos Manoel da Costa, que ioi ca-
sado no termo da villa de Santo Antonio
de Garanlitins, (reguezia do Senhor Hom-
Jesus dos Remedios, em Panellas de .Mi-
randa, sitio ou iazendi de Jundia'; de-
\ou lillios de iiomes Francisco Alanoel da
Silva, Anna.Mai-ia de Jesus, Joaquina Ma- j| Wo ar lazem de fazendas barata
nade Jess e llieie/.a Hara de Je
Precisa-se de um caixeiro que lenha
pralica de taberna, c que Dador de sua
rondula: a tratar no Jlondego, taberna de
Feliciano Augusto de 'a seo tice los.
i\o armazeiu de
BURLESOUZAo C.
Ra da (.ni/, ii.S,
lia mui lindos c elefantes vestuario!
para bailes mascarados, ltimamente viu-
dos de Franca, lano cn poi cao como a
re taino.
\a rua larga do Roza rio esquina
do buceo do Pei\e frito, no segundo an-
dar doSobrado n. 9, continua a dar co-
mida para fota com lodo o asseio, e por
preco milito em conta.
Contri icario
do vapor Beberihe roga aos Srs. lonicccdores
taulo da carne fresca como do pao, para os
navios da armada, o favor de Ihc declararen!
por este Diario, quaes as duvidas haviilas
para com n mesmo uoinmis-aiio, relativa-
mente ao iiH'-ino ibrnecimento.
Faz-se almogo c jantar com muito
aceio e promptidao, manda-Se levar :cm)o
perlo. Na mesma casa toma-so conta de
ronjia para lavar de sabao, e etigomina-se :
no becco do Carioca, aruia/em n. 9.
.i
de i. (as e,
v ?nelro.

%
VO PUBLICO.
beni servir a seus dimos sera para lodos J*
'.,' un t preru a dinlieiro. v,;
- :,:.:0:Y;QO:.:- O LOOX%%}
Offerece-se um moco de boa conducta
para caixeiro de algum escriptorio ou de
'.-obrancas : quem precisar auttuncie.
Kua Nova n. 34.
Madama Rosa llardy acaba de receher de
Paris um novo sortimento de chapeos de"
seda para senhora, lem igoalmeote una
grande quantidade do enl'eilcs de cabera, e
inuilas outras fazendas que se. vendem cem
conta.
ReparticSo da vaccina.
0 cotnmissario vacciuador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreSo da Alfandcga, e as tercas-leiras na
casa de sua residencia, primeirO andar do
sobrado da rua Nova, esiiuina da do Sol, das
7 as U horas da maubaa.
(is abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga n. II, confronto ao pateo
da matriz e rua Jfeva, lazem publico, que
esto recebendo continuadamente as mais
novas obras do ouro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os precos
coalinuam razoaveis, e passam-se cuntas
com responsabilidade, especificando a qua-
dade do ouro de 14 ou 18 quilates, licaudo
assim sujeilos os mesmos por qualquer du-
vida.Serapbim & Irmao.
Precisa-se de una pessoa que saiba
cozinhar bem, forra ou escrava. para ca-
sa eslrangeira. paga-se bem : na rua do
Trapiche n. 8-
GRANDE GUARDA-ROM
MASCABAS,
Riifi cioCnllf io D. 18;
primeiro andar.
dutio deste impotiante deposito do ves-
tuarios para o carnaval, avisa I todas as pes-
a (le Jess,
Seu pai be quera deseja saber dos lilhos
com os nomes cima : se algtteiu souber
noticias lera' a bondade de diiirjir-se a
rua do Trapiche n. 34, escriptorio de
.Novaes & C.,- ou annunciar por este
DIARIO.
Precisa-se alugar um andar com
com modos pera familia, sendo no bairro
de Santo .Vntonio ou no aterro da Boa-
\ ista : quem tiver ou souber, dirija-sc a
rua daCiuz n. 12, aima/em, paga-se
lietn, agradando.
Compra-se um cavallo novo, <|ue
seja manso e anda bem a passo ou car-
regobaixo, sendo de boa figura e $em
achaque: quem tiver e quizer vender,
dirija-se a'liviana do pateo do Collegio
n. 2, que alii se dir' quem compra.
----Nos armazens do caes do liamos ns.
14 e 1(1, ha para vender superior cal virgem
em barra, muito lina, e a melhor que ha de
Lisboa : o prego he l'avoravel, e a forma
dos banis difierentes.
A.lugam-ee escravos diligentes para
trabalbo. dando-se-lhes sustento, vestuario,
e tiatados quando doentes, preferindo-se os
que l'orem uo mallo : quem os tiver c qui-
zer ciigijar, dirjase a rua do Poueinho por
delraz Ue Santa Thereza, casa do capilao
Franca.
Directora das obras u.ili-
ta Tt s.
yuem quizer tomar por ampreitsda os re-
paros do porl&o e da charain do hospital
rcgimenial, pode dirigir-se a directora das
obras militares, onde adiar o respectivo or-
camenlo, e podera fazer o ajuste.
Joaquiu. Jos da (.osla retira-se para a
liba des. Miguel.
----Alnga-.-e o armazeiu o SOtSo da rua
da Praia n. 40 : a fallar com Ouillierme
tette.
-- I). Fortunata Maria da Silva, viuva de
Joaquim Antonio de Vasconcellus. tendo de
proceder sen inventario, nojuizo deorpbSos
da comarca do lionilo, faz ver a quem se jul-
gar credor do casal, justifique Suas dividas
paiaserem atlendidas
Precisa-se alugar um preto possante,
embora seja bruto, para Irahalliar mensal-
mente nesia lypograpbia, dando-se o sus-
tenio : na liviana ns. 6e8 da praca da la-
dependencia.
Precisa-se de um pequeo de 10 a i-2
annos, para caixeiro de una taberna na ci-
ilade Ue Ulinda, e que O ttadora sua con-
ducta : quem pretender, dirija-se a tua lar-
ga do liosano, loja de miudezas n 35.
Ueseja-sc tallar ao r. Jos Alves Fer-
reira, a negocio de seu interesse, c assim ha-
jade annunciar a sua morada.
Precisa-sede um caixeiro com prali-
ca de taberna ou mesmo sem ella, e se tol-
dos chegados ltimamente do Porto, me-
lllur : no largo ila l'.iii-.'iia de S. Jos u. I.
Manoel More ira da Silva, ponugnu/:,
vai a Portugal.
Precisa-su de urna ama que saiba co-
zinhar e engommar para casa de um bomerr.
casado sen; lilhos : quem quizer dirija-seao
pali o do l'araizo, no segundo andar do so-
brado que volta paia a rua da Iluda.
Precisa-sede urna ama para cozinhar
em casa de pouca familia : na rua do Mo-
guena n. 24.
Frtucisco Jos Fernandos Pires faz
sejente ao arrematante das agurdenles, que
pagando 1009 annuaes por vender espirites
naciooaes, e coiislanJo-lbc que S. Me. o quer
collectar em mais nssooo, eolio faz setenio
que, do fim do trimeslie em dlaute deixi
de vender espirites tiaeonaes de prodcelo
brasileira, em sua taberna da rua Uo Corre-
dor do Hospicio n. 20.
--- antunio Jos Alves de Brito, de Ma-
celo, acba-se nesta capital, e espera a res-
posla da carta, que dirigi em oulubro do
auno passadu ao Sr. Iir Joao Flonpcs Uias
Brrelo, morador cm Goianna ; e faz seten-
ta ao mesmo senbor que apenas I he espera i
alcudia 25 uo, correle mez: aeba-se na
i na do (ticunado q. 20.
luga-se urna grande casa terrea com
sitio, no lugar da Solcdade : a tratar no
M Collegio n. 2, j{
vendo-se um completo sortimenlo de fa- JS
M zendas finas grossas, por mais barato M
* precos do que em outra qualquer parte, ^
ffl tanto em porcoes como a retalho, affian- f^
yg cando-se aos compradores um s preco |L
>| para todos: este estabeleciraento abrio-sa
jyj de conibinac,ao com a maior parte das ca- s
g sas commcrciaes inglezas, francezas, alie- ^f
#| mos e suissas, para vender fazendas mais &
SS em conta do que se lem vendido, e por isto Sfc
S oflerecem elle maiores vantagens do que '&
$* outro qualquer; o proprieiario deste im- S
portante estabelecimento convida todos ||
fe os seus patricios, e ao publico cm geral, |
ig para que venham (a bem dos seus inte- ||
jg resses) comprar fazendas baratas: no 3r- ig
f rnazem da rua do Collegio n. 2, deAn- ^
g ionio Luiz doi Santos & Roliai.' '..:,
la larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Liartholumeu F. He Sottzu,
continua a vender
vsendo falso oque for vendido em outra
qualquer parte.)
Bol) L'Alfecteur.
Pihuas vegetaes de Brandcl.
Vermfugo inglez em vidros.
Klixir aoti-asmatliico.
Frascos do bocea larga com ralbas, de
I a 12 libras.
UOMEOPATHICA. #,

9
*
N.
BOTICA
13, UUA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
Jliriqda (
PELO DOCTOR (f.
IMS HAMOS JNIOR. I
A efljcacil dos nifdirameiilo- homeupa- te*.
tilicos depende de sua lioa preparara, .1" w
tu ni deavello que se rmpre&a n.ste mi'- t^
ter, e lamban coatnamiros que se deve ter ilestn m?()ici-
iis. Porlaulu ueste novo ettabelerimento
lem ludo qoanlo for iteres-ario para seu
oso, tanto em idnbalos, como em tinturas:
a 8 a-sim tambem earlairaa de diversos lama-
1 ulios, lulius avuUui, etc., etc. Os procos
t^ sao os mal- llindlcos powlvajs, t3
Veude-se a preco eonmodo rape fresco,
grossoe moio grosso, da acreditada fabrica
cima, i-iiejado pelo vapor S. Salvador na
rua da Cruz n. ^9.
Vcnile-se semeule iic coentro muito no-
va : na taberna da rua dos Martyrio n. 36.
- Vendem-se i elogios americanos, de
dili'erenics qualidades, para por em cima de
mesa : no armazem de llenry Forsier C,
rua do Trapiche 11 s
Vcndein-se gigus com nina groza cada
um, de garrafas prrtas : em casa de Soulliall
Jlellor ,\ Companhia n. i, roa do Torres.
ara liquidar
cootas
,]) Em casa de Eduardo H. VVyatt, Ss
{[' rua do Trapiche .Novo 11. 18, lia 5?
:_[ para vender : f
3 I piano forte, novo e elegante de %&
:<$ fabricante afamado em Londies. 1^

Os dones da loja 11. 17 da rua do oucima-
j do estilo vendando por menos de sen vslor
.certas fazendas, como sejarn cassas e cam-
bra i as francezas linas de c res (isas, pelo
! barato preco de 10o, 500 e 560 rs. a vara, as
verdadeiras chitas francezas muito finase
de cores (irmes, pelo preco ue 261) c 280 o
Icovado, bareges de cores lindas com qua-
dros de seda a 5H0 rs. o rotado, e outr-s fa-
i zendas que estar3o a vista dos eompradores,
! por precos de convidar a comprar.

Grava ingleza n. 97, dcDu_\ i\ :
Martin. (
Tinta de esciwer do labricanl
.Vrnold.
I mas cm oleo de vai ns cores.
Cubos da lin.-si.i.
Cl \ stallcria.
&
V
c tranca cm h:il- g
VIMIO IIO POKTOtiEMIM).
Vende-se optinic vinho do Porlo em barr* de
quai lo e oilavo, por prero razoavel: na runda Ca-
dua do Kecile u. 1.1, eKriplorio da Bailar & Oli-
vena.
Aigodfioznlhj
para saceos de assuca
sa de N. O. Bieber i\
n. i.
Vinlio lo Porto, superior chamico.
Km caita- iie 2 riauaiaeai barril oeoiluto. r*-
eeiiirineiili i-heaad fi'-1" u,"r;""*''lr no inn/i-ni de Barro ^ Castro, na
rua d.i L.deia do Itccile n. I.
ta JL.Iih
vendse em ca-
C, rua da Cm
'...
:=
' um Vancez Cpoiai
Este excellente fumo serve Unto para ca-
chimbo como para cigarro; vende-sc na rua
do Trapiche .Novo n. 11, em casa de A. Ile-
brard, pelo preco uc 39000 a libra lianccza ;
a elle, que ja esta se acabando.
Alien o.
Venderse na loja da rua do Crespo n. 3,
prxima ao arco de -anto Antonio, riquissi-
mos vestidos de barege, com hadados, do
ultimo goslo de Paris, a 5/000 cada um.
S'ende-se una ctdcira nova : na Uoa-
Visla, rua do Hospicio, na loja do pintor
n. 50.
Vende-sc um excellente cavallo,mui-
lo p; ni-, io para cabriolet,por ser mullo for-
te : a iralar na rua da Cruz u. ID.
Vende-sc una poi\ao de eslopa a If 600
a arroba, para acabar esse resto, tambem se
vende um carro de coudu/ir volumes d al-
faudega para lora : na rua da matriz da boa-
Visla n. 26.
Vetiile-se a labcrtta da rua do Vigario
n. 8, com os fundos a vontade do compra-
dor, e faz-se lodo o negucto a i razo ou a di-
nbeiro, da uielbur maneira oue servir ao
comprador.
Vei.dc-so ou-peimula-sc. um escravo
moco, sadio, que s quer servir euuumen-
geiilio : a tratar no lorie do Maltes, arma-
zem n. 20.
Na p ac da Independencia n 3, vjii-
dem-seboizeguius para meamos, toucas c
camizus de Iaa lianccza, pelo mais diminu-
to prego que he possivci-
-ouro de iustie marca de
> ca:>teiu.
Vendem-AU* pclles de couro de lustre de
muito supenor qiidlidade a precio de4*e
4/500 : ta rua Uo gueuiiado, na bem conhe-
cida loja Oe miudezas da boa taina ll. 33.
Lavas Ue vanasijiiuilaue
Vendein-so ricas luvas Ue seda de lodas aa
res, cobor dilas sem ser bordadas brancas e ama re Iaa
para hum.ns o aeuiioras a lo, laOO e Is&VUO
Ollas Ue lio da Escocia brancas c de co.es
para homens c senhoras a 300, 400, 500 ,
600, Ollas brancas e Ue CreS, de algoUao,
proprias para montarla a S40 e 320 e uulias
qualidades mais que se ven.ie na rna do
uueiuiao na bem eonliecida ioja de miuUe-
ZaS Ua boa lama u. 33.
iticas litas liuc! e luoders
nas dos ineliiores gustos
que su j.oUe oucouirar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Uiieuiiauo ii. 33 e por precos que nao deixuai
de agradar aos compraOures, porque real-
nieuie se tenue barato e ha uiuilu unde es-
puler. i
uiaiias t grades,
Um lindo evariado sortimenlo de iiio,ie|-
loa para varanuaS e gradaras, de goslo rao-
deriiissuno d funaigao da Aurora eoi San-
to amarome no deposilo da mesma, na rUil ao
brun
cortes de la
rieqaadroi a 3000.
Veuden.-sc na rua do (jueimado n. 21 A,
corles de Iaa de ouadros com 8 covados e
meio, fazenda cata que lem urna vara de
largura ; do-se as amostras com penhar.
Vende-se eimeo-
to muito barato e bom, pelo preco de
i.SoOO a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esla" recolliido : na rua da
Cadeia de Santo Anlonio n. 17.
- Vendem-se rodas para um carro, 3
em bom estado c 1 precisando de conc-rto,
por mo tico preco : quem as quizer diru^uJ
se a rua da Soledad, que segu para o Uan-
gii'nho.no siii,) dos 4 leoes. a qualqeur hoia
do dia, que achara com quem tratar.
Ven le-se urna mulatinlia rom 1t para
M annos, urna negra perfeila engommadei-
ra, de nac'o, com 3 a 35 anuos, nina dita
crioula, com 10 anuos, bstanle forle e sa-
dia : na rua da Senzala Vclba n. 70, segun-
do ou terceiro andar, se dir quem vende.
O
y
j\a loja da boa f
i
vende-se i&o burato
H(linjr;i :
Kicos pannos para mesa pelo dimi-
nuto |iu Co Brim branco trancado de puro li-
"lo, vara
Agurdente ce
ris.
Vinho Schertt dito.
Fructas em conservas inglezas.
Papel para cartas.
I.ivios para copiar dito.
Gandieiros de candelabros de
l)i onze.
Ac em barra para molas de
carro.
EVOS para carro.
Chicotes para dito.
Heloj'ios de ouro coberlo.se des- Z
i_ Vr
coberlos. ni,,-,
>& i-ito dito c:im lloies, dito, vara
&$&$$&-f@&$@f$ Cambraias francezas de lindos Pa-
t^ r(l dres, covado
arilllia UC Chi.asrianceM muitofiuas.de Pa-~
di oes iiovos, covado
Camisas de liscado muito bift fei-
Dilo pardo liso de puro linho, vara
tf; Brim de quadrinhos, de padrocs
muito bonitos, covado
l.anga amarella francez, muito li-
na, covado
Fil d* linho li.o muito lino,

esle.
___^ r^djiusmetos muito beiri feitos
liitos do imtnp-ir. o de pura Imho
ua un
Quei-
19.
seda incorpada,
loauo i
Vende-se o seguate
furia-cores a ?500 o covado, sedas de qua
drinbos muidos a laiOd o covado, corles de
phanlasia de seda de qnsdios e listas a !>
cada om, luvas de seda bo dadas, brancas e
ambrollas a 3f, ;OO e 3/ cada par, velbuti-
na superior d cores e prela a9D0rs. o co-
vado.
-a ii-
( Venladeira.)
Pelo navio lii.Ou.Mlt hegaram ."iO
barricas desta acreditada familia : vm-
[de-se nos armazens de Tasso limaos.
Relogios de plente
nglczesdeouro, desabnete cdevidio:
vendem-seaprecorazoavel.em casa de
AugustoC. de Abren, nai ua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 6.
ft, ^> M
las e muito bonitas
I1SSU1I
oOO
V.
Na rua do Queimado n. 10, vende-se mus-
stiliua branca muito lina, e de lindos lavro-
res a 500 rs. o covado.
Guardan?,pus a
5,000 rs. n:i ,i acabar
Na rua do Queimadn n. 1!>, vendem-se
guardanapos para sobremesa a 3?5 aduzia,
para acabar.
|

Vende-sc cal de Lisboa ltimamente ebe-
gada, ssim como potassa d itussia veida-
deira : na praca do Corpo Sanio n. n.
Aloinbosde vento
com t >a de capim : na (uudiro de D. W. Bowman
ua rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa .le llenr. liiunn 4 Coinpanhia, na
ru da Oro/ u.lO. venden cogaacem caiiiafcatut
il uzia,
AiRIXHA
y i
Camisas de nVetiLuujihy fin*
Hicos lencos de lilct com palma
bordada a matiz
Ditos ditos de cambraia muito lina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
ricas bolo as, o par
Hilas de dila de lindas cores, bor-
dadas e cnfeiladas
Ditas prelasdeloical
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Grava liabas de eaaaa, de padres
muilo bonitos
Lencos blancos de cambraia
Ditos ditos de dila com barra de cor
>iios de linho proprios para rape
m outias muitas fazendas qi
pr menos que em qualquer outra arta)
MI
15440
m
-.MI
MI
N. II
3>0
.130
ll5IK
- UO"
3io
1/000
5*000
l?20l
11280
ma
1;O0
4?5li
UO
24
240
400
oeste.
8
>0mpts.0.
Compra-se urna casa trra com com-
niodos para familia, nas freguezias de Santo
Antonio, S. Jos e Boa-Vista : trata-se na
rua Augusta n. 17,
Compra-se urna casa em Oliuda, em
chaos propnos, preferem-se as ru.s do Va-
radouro, S. Beolo, rfibeira, ou S. Pedro .Novo:
quem a liver annuneie para ser procurado.
Compram-seeffeclivanieute na rua das
flotes u. 37, primeiro andar, plices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acgOes das diversas Cumpanhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se duas carrocas que este-
jam em muito bom estado, com bois bous
ou sem elles : quem liver anuuiicie.
Cornpra-se, una cusa terrea no bair-
ro de Santo Antonio, San-Jos ou Boa-
Vista : <|uem quizer vender, dirija-se a
rua de (lorias n. 2, segundo andar, que
se dir' quem pretende.
&ktli^3.
f*
a-
Manguind, sitio de Herculano Alves
soas amantes deste bello e intercssaiitc pas- vil.
Desencaminhou-se um bahu' de llan-
dres azul ja mareado, com roupa, na occa-
siao de ser couduzido das Cinco l'ontas para
a Hoa-V'isla, e o preto que o couduza, de-
sappareceu da rua da concordia : pulanlo
previne-se a pessoa que o,pprehender, que
leve-0 a rua da Gloria.eonlionte a fabrica do
fallcciuo l'ires, que sera recompensada.
Precisa-se oe um criado : na rua do
Hospicio n. 9.
Precisa-se de duas amas escravas,
""ia para fazer o servico de cozinha de "ma
casa je pauea familia, e outra para engooi-
mar : na rua do Collegio n. 15, armazem.
r
sa-tctnpo, que lem este auno, em seu depo-
sito, os mais ricos vestuarios que se lem a-
prcscnUdo, ricamente adornados, com ele-
gancia, phanlasia, ideal e maraviltioso, pro-
prios para todos os caracteres que cada um
quizer representar, e a maior parte delles de
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de om e
outro sexo, visto ter vestimentas para ho-
mens e senhoras, como bem, ricos dminos,
capacetes e bustfles, emfin um completo sor-
timenlo de i inmensas diversidades por com-
modo pre^o, tanto para alugnel como por
venda, o que ludo se ach a disposic3o dos
illuslres cavalleiros no supradilo deposito,
que tetn por signa!, cm sua janella, urna
haudeira arvorada, e dous ligurinos elegan-
temente caraclerisados. A elles, que os prc-
tenilentes sao minios, e o carnaval esla ha-
teada a porta da Vetieza Americana.
-Oteria da pro-
vincia.
1 Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acbain a venda ueste eseriptorio, roa
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
poreBo do billieles, meios e quartos da
quarta parte da quinta lotera doGymnasio,
lijas rodas audain iiio di li de fevereiro do
crranle auno. O.Sr: thesoureiro manda de-
clararlos seohores jegadores, que exislem
nuiicrucoes sortidas, como tambem os bi
Ihetcs vendidos ueste escriptorio nessas ul-
timas loteras lem sido muito afortunados, I riplorio da cempiahia.
por isso espera que elles coocorrerSo para I Dr-aa-hi consaliasRrati
(MEA 8011 RS 0COVADO*
Fazenda nova, cheg.nla pelo ultimo navio
; Iranccz, tecnia de Iaa e seda, de quadros e
hstras de cores multo delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
na do (Jucimdo, I ja n. 17 ao pe da botica.
a aana.
Vendem se superiores macas para condu-
Qflo deroupascm viagem, pelo barato prego
de 5, 7 e 8S cada urna, galheleirns com
lodos ( s vidros necessarios a 2f, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver e guardar lodos os perlences, proprios
para viagom a 8, 10, c !:>? cada urna, COStU-
reiras riquissimas .le Jacaranda com os re-
partimenlos forrados de Seda e com muilo
gosto a 4, 6, 7 e 8$, penes muilo tinos pa-
ra alisar.proprios paraeriancasou para suis-
sas a 3:>0 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzus de cor-
nalina, carteirinhas para lombrancjas, gorras
para homem, asmis ninderitas que se pode
encontrar, siteles com todas as lettras do
abeedano, sinetea proprios para uamorados,
ricos frascos para cima de mesa contras
muilissimas galanteras, ludo muilo lino e
de muito born gosios, asseverando-se
quem yier ver o rico sortiroento, que sem-
pre esisle ueste eslahelccinusnlo, nao dcixa-
ra de ter em que e- preguamuilissi 00 bom
o seu dinheiro : na ma
CAMBRAIAS
lllllltj ll'fN ;
fran:;ez&s
2tC
Vendem-se na rua doQueimado n. r.i.
COITES DE CASE IR;, ES-
cura a 5,<>0O c da um.
Vendem-se na roa do Queimado n. 19,
na, escura, para a pre-
preco de
cufies decasemira
sent cstafuo, pelo baratissim
3>00.
Massiilin s fa/enda muilo lina e de lindos padres a
3/000 o covado. chitas francezas muito li-
nas a 320 o Covado.
Este i ^ =
Venda-te em casa de'S^onders Brothert ( C. 11
: prara do Curpo Sanio n. ti, a muiln luperlor el'irm
.condecida farinlia de Trieste, da marcaprltneira
Iqualid.idechicada rm 9 do cnrrenle Da escuna
., em porroes sraiide? e pequeas, coufoinie a
vontade dn comprador.
TAI XAS PAMA ENGEXHO.
,5a fundipo de ferro de D. W. Bowm?nn a
1 ru do lrum, passando o chafariz, coniini h-
j ver um completo sortimerio de isixede ferro fub-
OU V Ve!) Odidoebatidode38
acham-se a venda, p
protnptidao; embarca
I ro semriospeza ao comprador.
- Era casa de Saunders Brothers C., praca
do Corpo Santn. II,ka para vendar o sag inte a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizo para saccas.
Dito ontranfado igual ,10 da Babia.
E um completo sortiniento de (zendas proprio
para aste mercado ludo por pre^o commodo.
e assim oot.as multas fazendas que vendem-
se pnr menos que em r.ul. ...______
na rua do (Jueimado
2, ua loja a boa fe.
v FITISDEVELDO.
Vendem-se I,las de veluo Mttefl e de co-
res, estrellas e largas, |is,s e SSZ de ,"-
lo bous gestos, pelo barato preco de is
320 400 soo e 600 r, ru.'do^ueim.l
na Ioi* de mn.dezas a bo* fama n 33
BANDEJAS FINAS E BABA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e dn ..... 1
"dudezas da,bo, fam/n. 33? d l0J* de
Ekcov ae todas ns qualU
datfts.
Vi
rour
nvencao a 3?,
-se ricas cscovas inglezas para
o melhor que pode haver c de nova
palmos de bw.^iaa*^"^f^*",.*" "uiio boas
or epreso commodo^-Tm M^lran^^i^^'i*-* in6lc-
nj.soucarraga.-a. c., ZlSS^^S^hSSffS^
a 400, 500 e 600 rfc ,
a 240, 500 c 19, e
' ."iral
U!n.djT.n! rua.d? Oueimado 1
" ma 11. 33.
tas para unhas dila dila
a
da loja de iodei. #lSSf" C0"heC-
LU^-S3ua,iU8d nia.sbaraias, que ludo se
&*<*** Miir3U0.
s Ven lem-sc na rua do Queimado n. 19,
-- Vende-sc um bonito uioleqne, bem ro-
busto e sadio ; no aterro da Poa-Vista n. 10.
Deposito
de joias e obras de ouro, aterro da lloa-Vis-
ta n. lt.de II. A. Boltger ck Companhia, de
Hamburgo, os quaes teni a honra de part-1
cipar ao r.spcilavel publico, que. abrir 111
urna loja deslcs artigue de sua fabrica nesta
cidade. onde se encontrar sempre um com-
pleto c bello sorlimcnto, pelos mais commo-
dos precos.
CERA l)b CARRAlBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-j
dade : ua rua da Cadeia do Rccife, loja I
n. 50.
-- Domingos Alves Maiheos lem para ven-
de
AVISO
aos ferreiros.
F. POIUILII,aterro da Boa-Vista n. 55
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARYO de PEDBA
de primara quadude, por preco com-
modo.
Potassa e cal
do Queimado na g' modicns r,,S Seguinte :
bi-mconhccida loja de miudezas da boa la- | icos e elegantes piano".
ma n 33.
- Ns ma .\'ov:i
virgem,
Noantigoeja' hem conhecido deposi-jre;
co
'alia descansad
_ Fugi0 um moleque no dia 9 docorren-
an"Leadee "TC ^'^ ,e*ou "*>
camisa de madapolao. Daifa izul, sen. cha-
peo, he muilo magro c tem os pes grandes
, Sn," qUem, ,,eBar' '"'a lo, ra Nova
1. 38, qUe sera bem recompensado em casa
de Jos Bapbate liraga.
- l'ugio no dia 24 de dezembro non
humo? ees Mu,,eus dn'^ *y**
que lo, deJoseJoaqr.im de McsquiU. idade
W50nnos. estatura regular, unV'pouco
i chao'0;!"00,^0' ""t0 de "'" rs
,L -' '."rg"' muil Pouca barba.
que esta em alguma casa acou.ado' S?
o t,Jire,r- ,'C'0(,r se Protest contra que"
tiver, nao SO pelos das de servico, m"
l-roeedera criminalmente, e roga- as ut
Deslofs ,',C,i,rS' C,pi,ii"- d can^t"^
pessoas .10 povo, que o pecuem e levem
I rua do Queimado. cas. esqu?n. ,oV
P"*'. "ucs-3o bem recompensl-
do dia 12 de ja-
^r cm seu escriptorio, na rui de Apollo 11. ;
! to da rua da Cadeia do Hecile, escripto-
rio n. 12, ha para vender muito supe-
. n 55, vcnd-se manleiga Superior vinho velho do l'orlo, eiigarralado. rl01' pofssa da KuSSia, dita do Kio de Ja-
ngieza_a 80 e 000 a libre, dila lianccza a ] Superior vinho velho jeropiga branca. i "<-'iro e cal virgem de Lisboa em pedra,
cele ."so 1^'" :' '80 V'aS 'i",,!'"1 ''.'"'i'"'" 't:,,x,ns u" li"" |,a,a rM. tildo a precos muilo favoraveis, com os
ci le asan, ditas de carnauba a -in, aletria Cobertores encarnados Je auzadSn ,.,... 1: 1 ... *
maearrto a 560. lalharim a 480. ling deas do Supc ioro charulos da B,bS. M"^ ''";< f ompradores satisleitos.
reino a 640, vinho de Lisboa a 4S0 560,]Sabonetes em caizinhas > icliei i\ L., rua da Cruz n-i.
dito Pigueira a 600 rs., dito do l'orlo a io, ; (tico e superior papel piiilado e dourado pa- i vendem :
dito engarrafado a 1, 1110 1/380 a gar-1 ra Torrar salfc ]
Jala, bolachinha mgleza a 360, dita de ara- 1 Vendem-se terrenos para edilicacao na I
rs., hiscoitos a 1 rs lalinhas | estrada do Maoguionibo, do do Recie, lado I
esquerdo, junio as casas de Sr. Vanoel be- I
reir Teizeira, com 250 palmos de fundo e
de Ir.'ule os que o comprador quizer : a tra-
rula
de.sardiubas a 480, queijos os mais novos I
1^600 e -, faiinha do Maranbao a 160, dila
de.araruta a 940, cha superior a 2S e 29400,
felladilho e vel-
*sa.
rev
Vampanfiia de seguro con-
Ira a HtortulMaiie dos eraros, estabelecida uo
RIO D JA^ERO
CAPITAL2.000=000.000.
rVgencia
nas
0 melhor que nessa fazenda lem viudo a
esto mercado, de cores muito lindas, para
vestidos dos mascaras : vende-se na loja n.
i" da rua do Queimado ao p da bolica.
Miissuliiia bri-
Ihante.
Fazenda brama lavrada de .> palmus de
largura, ebegada pelo ultimo navio flanee/,
com padres e desenhos lao delicados que
j parece seda, para vestidos de senhora ; ven-
de-sc por proco commodo : na loja da roa
do Queimado 11. 17, ao pe da bolica.
lial
em Pernambuco, rua do
Crespo n. I .
O" esn-os -lo reali^aiiw no p*rri[ilnrio da roin-
.panhia 011 menino fra, si.b proponlafl los propri.'la-
rios ilo< ***cravn^, lodM oa lia. ulei. a- parliripa-
eoSS de fallprimeiilin ai proponan, patlt-m sor re-
raellidafl a companhia lodon o- (la-, at a-* cinco ho-
ra- .!:i l.nrilp.
A- eondiedea impreaaafpodorao aar procurabas no
jPara vestidos d<
dito preto a l800, azeite
cana pato a .160, arroz do Maranbao .1 UO,
sag' a 300 a lihra.
Vende-sc urna escrava que cugomma,
cozinha, ensaboa e faz todo mais serviqode
una casa com perfcic.no; he de bonita figu-
ra, e ptima condurta, nao tem vicios nem
achaques, de idade de 2~> a 28 anuos, e
da-se por menos sendo'para fra da trra 011
para engenho : na taberna da rua das Cru-
zes 11. 20.
Ven.-se.11 m escravo crionto de muito
bonita ligura, de>idade de 18 annos, c muilo
noiii olcial de rOarcineiro ; qrjem 0 preten-
der dinja-se a rua Imperial padaria do Sr.
Campos, confronte ao chafariz.
Veniem-so duas carroQW com dous
bois, em bom uso : quem quizar dirija-so a
rua Imperial n. 43, que achara com quem
tratar.
Mascars nas.
No deposita da rua .la Cadeia U. t, lia as
melhoii's mascaras que tem vindo a este
mercado, lauto em linas como em bom ca-
rcter.A ellas antes qu! se acabem, pois tem
tido grande extracSo dos amantes do car-
naval i
Vende-se uqiu padaria com lodosos
seus pertences, hem atreguerada c em
lugar marcado nas posturas : quem pre-
tender dirija-sc a rua do Queimado, loja
n. ir>.
que continuadamente nao fiquem Umanhas 9pan l0 lwrM da mallhr,i,'n" escriptorio da comp
Vendem-se as verdadeiras sedas da india
de 3 palmos de largura, de quadrinlfos iniu-l
dos e grandes, de cores muito lindas,!
i pelo barato preco de I5JOO a 19440 cada co-
vado : na rua do Queimado, loja n. 17 ao!
pe da bolica.
an> iteravoi se;iiro*rla .' 'X I ll
porgOes de bilhetes por vender, como Sem-
pre tem fleado. Thesouraria das loteras 7
de fevereiro de 1857. O escrWSo,
Jos Jabuario Mves da Maia.
Precisa-se de um menino du |0 a 12
anuos, dos ehegados ltimamente, pata ir
para o Ico, para urna loja de motilados c'a
fazendas :na rua.da Cruz do Recite n. 11,
primeiro andar.
Precisa-se d(^ 0111.1 ou um criado para
O servido lora de aasa : na rua do Hospicio
11. 7.
Precisa-se de um criado : na travessa
da rua.do Queimado n. 1.
Biihetes de visit-
is supes ures.
(luradOa
Vende-se o sobrado da rua do angcl n,
60 : a trali r na rua ''o Collegio n. 5.
Veinlc-se nina ca.leirinha em bos era-
tado : na roa do Hospicio n. 50.'
LI\<;t'|C\ DE LISBOA.
Na rua do Collegio n. 5, vende-se linguica
de Lisboa a 560 a libra.
Vende-se um linla crioula com 14
annos de idade, pega superior: na 1 ua do
oce a 6H, dito de tai na rua da Cadeia do Kecife n. 0, ou com i
Jos Uaptisis Ribefro de Paria, no seu sitio
da Estancia.
- Vende-se painco muito proprio para
canario do imperio a KIO rs. a libra: defron-
te da Relegan n. is.
Bom e barato.
Vendem-se tpalos de borracha del
lustre, proprios para o invern, de I10-I
mena SgOO e de senhora a sOOO, sen-
da do tnellior ;osto (pie tem vindo a es-
ta praca : na rua do Livramenlo n. 35,
loja de calcado. Na mesma loja cima
vendem-se resmas de papel de peso a
$800 rs., sendo em poreao, a vontade do reguez.
~ Vende-se a verdadeira graxa ingleza 11.
97, dos afamados fabricantes--Hay tin, cm barricas de 15 dnzias de potes:
em casa de James Crabtrec > Companhia,
rua, Ua Cruz n. 42.
I.Dnas da Russia.
dem inglezas.
Brin/.o.
Bi ns da Kussia.
Vinho de Madura.
Algodo para saceos deassuca
a*
tm casa de l'.abc Schmeltau c Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-so elegantes
piano- do afamado fabricante Traumann de
ll.i:i. I 111 uo.

- acontado por certa
e-emo CT,Tne 2" ',ubli"". o di.o
m^nSL!^ r. e,,l,eeue .0 seu senhor.
morador na rua das Aguas-Verdes, que to-
dava recompensara a quem o apresenUr.
- Iloiitem polas seis horas da mnh3a
rugi da casa do ahaizo assignado um seu
csciavo de nome Antonio, com a idade de
uronla e tantos anuos, tendo os sicnaes
segumies : cor prela, baixo. secco do c rpo.
raltode denles e com alguma baiba, traz na
orelha esquerda um- arpolir.ha de ouro. lem
olbciode saialeiro o um defeito no dedo
polegar de orna das mo*. Quem o pecar ou
.ver nolie.a, d.r.j-se a rea do Queimado
luja de ferragem ,.. |*, que sera recompen-
sadoJos Rodrigues l'crreira.
No dia 4 para 5 de Janeiro prximo
cobtrlof e ilescoberlos, pequeoos e Erandf, de ouro,
paicnip inulez, para hoinrm e senhora, de um do
iiiflhi.il.. l.iliticanU'- de Liverpool, vln.lns pelo ulli-
mu paqufle insle : *m casa de Soutball .Mellur ^
CoiitpHiihia. rua loTorrts 11. 3S.
echahiseo mt mi
RHO.
NAFLNDICAO DE FERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN. ,sA
RUA DO BRL'M,PASSANDO O ollA-
FAR1Z,
hasempreasagrandeaoriiaieatodot aaaiolea o
jectos ile mee han i smos proprios para eni.enlios,a sa-
ber : inoionl,!-.- meias moendas da mais moderna
li
>upc
passado rugi do engenho Munbequinha o
crioulo Innocenc.o, com os signaes seguin-
es : representa ler z0 a 1-2 annns. quando
'""Cipia a fall r gagueija. conserva o rosto
da
Ka fundicao de C. Starr c\ Companhia, em Hospicio n. l.
Sauto Amaro, acham-se para vender mocu-1 --- Vendom-se 2 negros mocos, que sar-
(. avam-.lmprimem-eco.n r-rfairn. I.ilheles i di,s'',('Ci,n.":l ""'''S de ferro, de um inodello c vem para todo servico, c por prec COlllmo-
da vi-ila, lellrai ue commercio e lodosos' objeclos da 1 COOSlruccao multo superiores. i do : na rua llireita 11. fili.
arte callgraphiea, reaislroa, vinhelase quae-ipuT senbot. Abrem-ae linr.as, siiieln, lano a UII10 lin-
ce cotilo em relavo, ornamenloii com objafloi de oorn
e (.rain. razem-M riacoi lindos e oriainaan para
bordado* de labvrhdho. Admltie-na .1 reemu de
qiiarsquer denles olijeclos un raso de nao fiearein a
conteni .la- pe5.11.1s igue ou encoinnieii.larein : que
pretender dirija-te a qualquer danta lii-res : un
bairro di Itenfe. rua da Madre de lieos 11. 3:>, pri-
innrn andar; em Sanio Antonio, na livraria elassie
do palco dn Collegio 11. 2 ; na- Cinco Poutis, sobra-
do da quina confronte a matriz nova.
r\!"H(iOS ilr fcT"!! tENDR-SE
,.,.,. 1 feijao nula'i.iho muilo novo c bom, saccas
Na lundicao do 1 SUrr & Companhia, em | grandes com milho a 4,500, velas de cera
Sauto Amaro, aeiain-se para vender ara dos I de carnauba pina, ditas de carneaba
de ferro de um modello e conslruccSo muilo
superiores
les
I
ebcio ue pannos, Um em um dos pulsos
um papo, os es um pouca apalhetados, os
oihos um lano braocos ; levou roupa de al-
godao da lialn, e calca branca : roga-se aa
autoridades policiaescaoscapilaes de campe
o lacam prendere eonduzam ao mesmo en-
genho, ou em casa do capilao Manoel bleo-
leno do Kego Barros, (|ue scrao bem recom-
pensados.
Kugio na manhaa do dia 5 do eorreste
unul.l.nlw de 10 a U anuos, de nome
ebesliao, cor trigueira, cabellos ca.ap,
nhadese avcii.elhados. maose ps baslaiilc
grossos, fecoes regulares e robusto ; levou
camisa e calca de algodao listrado Oc azul -.
?.Ue!".,,?.a|,!'fuh*" .l"rV '* "> sen senhor
rua Nova n. .51,
do
_da not--, aeaciajvfj i;ia_
dina; sup| oe-se estar acontan, be n ici eir
primeiro andar, van- na. auaaia runuilyAU. de'ordinaria estatura bem fallaut. i..~ .
or qtialidadt da bem ^5LlAVABMmm.eB^' c""' a "PffH denles multo> avos i-,,masi |
rosto, levou vestido de chita encarnada no
corpo, e llgunsde OUtras cor ,.s ,. de cassa
em uma truusa, e um chales (|t. nienii en-
carnado, quasi novo, com Vana de cores:
quema ti\cr acolitada, l'jVe-a nriloa dous
das a casa de sua senho- a> nl rua do ,()!>.
I puio n. 7, que se prom aie Ilii0 proccdcr
contra, ou qutm pelo _< ,!-,, a |loJer ae>.
cobnr, leve-a a u.es-.na ,.aSil ,,uc se|a tceom.
pensado-
i lugiode
conslrurcao ; lanas de ferro fundido e balidu.de',.
rior qualidade e de lodosos iamanhos; ruda ; luipi'e l.oi es Ncllo, na
O (. \l!l)\-l IVItfVS lllt\ll FIRO ou ni,. (UBiiu.i.ii- r ..c ,.,..,,.- laiuauins runa "~ "nu, ua rua nova n. n,
,K ,L.. .? -' i deniadas para a^ia no animaes, de toda, as propor-i'l"e sera recompensado.
da escripturaiao mercantil apropriada ao e^,. CrivMeboccasdeforoalhaereaWrMde iho- i.r,,,-.J
commerciodo Brasil: vende-se na rna da airo.ag.....ftes,hronIe.,par.fu,M eeaviltt.,mo correntTiTnS-'S CX,,-,M'"- 6 Uu
Cadeia Velhan. 2. I'reco 8/000. ohoade mandioca.ele.ele ,.'..'. ,lors d.i uo*t,aeacmvj .Na rua do Visarlo n. lil. primeiro andar.ven- ^ .MESMA Fl'NDIQA'O.
de-se vinlio do Porlo deMiperiorqualidade da bem ?exceulamt odas aseiicommendas con. a
c inliecida marea GW er* pipas,barri-e caitas de "dad ia -onhecida ecom a devidapieslezaecom-
urna e duas duziasda nrralas. mudidadeein preco.
\geneia
r,
XA.ROPF
DO
Na rua da Cadeia do liccife n. 57 vnde-
se superior cera de carnauba, ltimamente
chegada do Aracaly.
Na rua de Cadeia do Reciten. 57, ven-
dem-se muito boas penuus Ue em.
com-
posta, das memores que s,; fabrican! no A-
racaiy, i, saccas com feijSo mulatinfao pro-
prio para animaes : na rua do Vigario, ar-
mazem n. 5.
i\.i rua da Cadeia do Recife n. :i7, veu-
de-se superior gomma de mandioca ltima-
mente chegada do Aracatv.
'un(iu;io Low-'*Io
rita da Sen/.ala-Nova n. VI.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sorimento de moendas e
meias moendas para engenho, machinas l.oilransuM,dodeposods,c xarope ptr-; bo
de vapor c tai\as (le Ierro balido e coado liea de JOe da Cruz Santos, ua rua Nova n. 53 ,
|de lodos os tamanhos para dito.
CAL i POTASSA
\eiiili.-i-pola.-a.la Ku-sia e auiarieana,llegada
uestes das e ue superior qualidade: cal de l.ishoa
da mais nova que ha no mercado: nos seus depsi-
tos ua rua de t pollo n. 1 A. e -_'lt.
Ver.de-sesuperior linlialc algodSo brnea
de core*
carrafas 59500,0 meias 3#000.
sendo falso lodo
jnrdo da brigue brasileio
Melampo, na n wU) (| ,| a 8 ,) ewmtUr, um
" ic Marcelino, naci Cabmd,
icagriea, querniolivada por consl ipaces, losse
jstlima, |-iriii u escaos ile sanuue, ilrde cos-
tados c peito, palpitacilo no coraran, coqueluche
em novello, para costura :em cas de bronchile, dr na paruaula, e to'das aimolestia
; i ni llnil I .Mellur e> Companhia,rua do Torres o. 38.' du sorna o > pulmonares.
aquello que nao for vendido nesle deposilo, palo ,,,u.ra ^P1'1 ar, seceo do corpo, rrs'to com
quesefay r< present avisn. lo ido. bar ...... .. :__
....... nn. m-ra IMPOSTANTE PARA 0 PUBLICO. ^V ..-.. b,.r,.;,.o,,^.....M?j
Para corada phlyieaelodoteeoadiBerea ",, es do 1'ass.e.o Publico, ou a casa di
de
'""i' onsignalario Manuel Alves i.nena, la
si' .do.
< l'Ell.N. : I VI'. DE M. I'. UE FAMA ttS;.
MUTOSDvT


ILEGIVEL

w

-



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