Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07707


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Full Text
N-
ANN0XXX11I N. :,i
Por 3 mezes adiantados 4|000j
Por 3 meze vencidi 4jj500.
FE1RA 12 DE FFAERE1R0 DE \ 857.
Ptr anuo adiantado lsOOO.
Porte O'inco par;, o subscriptor.
DIARIO
\
i
i
NCAnUKUADOS DA SITBSCKIPCA'O NO NORTE
Parahiba o Sr. Joo Bodolpho Gomei ; Natal, o 8r. Jo
Muim 1. Pereira Jnior : Aracaiv, o Sr. A. da Lemns Brag ;
Cetra, o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
tuei Rodrigues ; Piauhv, o 8r. Domingos Uerculaoo A. Pessoa
i e.rense : Para', o Sr. Justino J. Ka mol: Amanillas, o Ir. ;Jero-
I jeto da Cosa.
PARTIDA DOS CORIIEIOS.
Olinda : todas os das, i4r mria hora* do din.
Igluras, GafaBaa e l'arabiba : nas ieaaaifaa salaa-f.-ira..
S. Aalao, tusaros, atoadlo, Caruar, tilinto e Caraaauns : a l-rafa-feira.
S. Louron5o Pan.rf'tlkv, Na>areia, Limo-iro, llr.-,o, !-, ,. .,r,. /mia-
ros. More., Villa-halla, Roa-Villa. Onricuri a fio: na, r,.......-iraa.
Cabo, Ipojuca, SarinfcOM, Kio-Foriaoso, lina. Ilarrairaa. t aa-Prela,
intaa-laras.
nana a lt haraa da Bala.
. I i'imenlriraa a Natal : q'ain
I (Todoa eorraioa parta
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segunda t quintas.
Relacao ; Ierras-feiras e sabbados.
Fazenda .- queras e sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio: segundasaa lOboras e quintil ao roelo-dii.
Juizo deorphaos : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira tara do civel : segundas e senas ao meio-dii.
Segunda ara do civel: quartas a sabbados ao meio-dia.
KPIIKMKIUDKS DO HEZ DE KKYErKIIIO.
1 Quarto crescente n 6 horai t 1 minutoidt Urde.
La r lina as 0 boras e 33 minutos da /arde.
17 Quarto minguante a 1 minuto da mantas.
24 La nova ai9 horaie.38 minutos da manh.it,
a. a w ^KANAKDlillOtt.
Segunda as o horas e 8 minutos da manhaa
Primeara ai 6 boras e 30 miniaos di larde.
DAS DA SEMANA.
0 Secunda. S. Apolinaria v, ni. : s. Ansberlo.
III Terca S. Escolstica v. rtnaa de S. lenlo.
11 finarla S-Lazaro b. Ss. Clocero. Desiderio e Castrense Bh.
13 Quinta S. Kulalia v. m. : Ss Modesto.
13' Sella S. Gregorio p. : s. C.ith iruud.- Rici v.
14 Sbado S. Valenlini ni.. Ss. Auienciu.
15 Domingo da Seiagcaima Ss. Faiutiuu c Jovila.
Alagoai. o Sr. Claudino Faleao Das ; Baha, o Sr. D. Doaras
ENCUIREGADOS DA Si Itsotipt;.*,, NO M|.
lagoai, o Sr. Claudino Faleao Das ; Bahi
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
km ri:n\AMiuco N
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria m mi
6e8.
livraiia, praca da Independencii
PARTE OFPICIAL
83VERNO DA PROVINCIA.
Expediente da Ha 7 ata fetreretra.
OIBaloAo Euro, general commatidanle daa ar-
mas, tnteiriDdo-o de ler concedido ao recrula Jos
loaquim da Silva o prnio de 20 das para provar ai
iseiicAes, qoo diz ella ler, para uSo ser forjado a
ervir no eiercila.
DitoAo meimo, recomroei.dando a expedijlo
de soss ordena, para que seja riesaquarlelado o guar-
da do 3' balalhflo desle municipio. Marlinlio Jos
Francisco, conforme requisilou o director dai obra'
publicas.Coinraanicou-se a este, e ao respectivo
commandanle superior.
DitoAo ehefe de polica, dizendo que fica dada
a convenanle ordem, para ter o (enenle Joaqun,
Fihricio de Mallos indemaiiido do importe das
diarias, qua abonou aos recrulai de niarinha de que
ral o olTiciode S. S. de 6 do correnle.Fe-se o
eipediente.
DitoAo inspector da thesouraria da fazenda, re-
commendandn-Mie a eipedicAo de ordem, para qne
na recebadoria da rendas seja 'arracadada, avala
da nota aje remelle, a importancia doidretose
emolamentoa, que esla a dever Jote Francisco de
Faria Salles, pur ler sido reformado no posto de
major da anliga gnarda nacional.Communicoo-ie
ao commandanle superior de Santo Ailo.
DitoAo mesmo, aotoiitando-o a expedir ordem,
para que seja despachada, isenta de direilos, urna
balaoca decimal, que sendo encommeodada para o
tarrico da alfandega, acaba de chegar da Europa no
brigoe dinamarquaz a Auna Mara.
DitoAo mesmo, para mandar pagar ao I ir. .An-
tonio da Silva Daltro, medico do hospital do Pina,
o moi vencimeutos a contar do dia 3 de Janeiro ul-
timo at 2 do correnle, na razio de 239 diarioi.
DitoAo me me al o dia 2'i do correnle, os seguimos qna-
droa :
t* De lodas ai quanlias, que por ordem desla
presidencia lem sido ditpendidas por essa thesoura-
ria rom a epidemia do cholera raorhus; especifican-
do-ie nilo slo os diversos objeclos das despezas, mas
larobem as dalai da* ordens que as aiilonsaram.
2- De loda as despezas feilas com a febre ama-
relia, desde que ella eomecoa a dtaenvolver-se em
dezembro ultimo a bordo dos navios surtos nesle
puto. Bale qoadro lamber devera contar as es-
peeiucacOes cima indicadas para o prmeiro.
Convem, qoe me seja igualmente enviada urna
relelo dos crditos abarlos para soccorros pblicos,
por orr.i-iio do cholera morbus e da febre amarella,
mencionandn-se o quantum de cada om desses cre-
dilos, e as dalas dai ordens que os autorisaram.
Dito Ao Commandanle superior da guarda na-
cional de Flores, commonicando-lhe, que em visla
de ana informarlo de 24 de Janeiro ultimo, manda-
ra pesiar patentes a Adriano Alves dos Santos, Da-
vid Gomes Corre* de Si, Francisco Ferreira de Bar-
ro e Mariano Jos de Moura, que eatment Bornea-
dos alfares da mcmi guarda nacional.
DiloAo director do arsenal de guerra, para man-
dar fornecer ao delegad de Olinda os ulensilins
mencionados na relaclo, que remede, os quaes sAo
necestarios a guarda da cadeia daquelle termo, en-
viando ,i presidencia a cunta de semellianle despera,
Commnoicou-se ao mesmo delegado.
Dito A' Ihesoorana' pruvincial, para qoe re-
mella a esle governo, al o dia 20 do correnle, urna
retarlo das applirac&es que se derara a verba con-
signada no arl. 14 da lei do orcaroenlo vigente para
a obras das matrizes, devendo esta retarlo conter :
1., o qointtativo concedido a cada nma das referi-
das matri/.aa : 2., as datas das ordens que aulorisa-
nm (aei applicacoes ; e 3. finalmente o qoe anda
reala da quanlia decrelada no citado arl. 14.
Dilo Ao director das obras publicas para man-
dar catar e pintar a casa da guarda da cadeia de
Olinda.Coramunicou--e ao chefe de polica.
Dilo Ao mesmo, in(eirando-o de que se ex-
pedir ordem a thesooraria provincial, para que
tendo em altearlo o engao de que trata Smc,
mande pagar, em vista do certificado em forma, a
mporlancia da segunda prestadlo, a que tem direi-
to o arrematante dos 17. c 18. lauros da eslrada de
Pao d'Alho.Etpedio-se a ordem.
Dilo Ao mesmo, para mandar demolir a co-
berla da caa contigua u igreja de S. Sebastian de
Olinda, que se acha arruinada, segundo informa a
respectiva cmara, develado a despeza desse servico
ser feta nos lerinos de >oa Informarlo de 6 do cr-
rente.Comoiunieoo-se cmara daquella cidade.
Dilo A' cmara de uricury, dizendo ficar
Inteirado de haver aquella munieipalidade tomado
posse, e entrado noexercicio de mas fuueces do
dia 7 de Janeiro ultimo.
Dilo A cmara de C.alirob, accosando o re-
cebimenlo daa acias da apuracAo geral dos votos pa-
ra varea lores e juiz de paz dus diversos diltriclos
daquella fregoezia.
aalLtito A' roeama, aecusando a recepcSo do offl-
eio em que aquella cmara participa ter sido de-
nntti lo. por is.im o pedir, o respectivo secrelano
Franeiseo Alvares de Oliveira Cabral, sendo ni-
meado em sau logar Romaneo Francisco dos San-
Ios).
Dito Aojniz dedireito interino de Nazarelh,
commonicando-lhe qoe mandara alislar na compa-
nhia de aprertdizea do arsenal de marinha o menor
Joao Feliz de Meodonca, de que Irala o ofTicio da
Smc. de 30 do correnle.
Dilo Ao jniz de paz presidente da junta quali-
fieadora de Santo Autonio do Reetfe, aecusando o
recebimeolo da copia da qaalficacao daqaella fre-
goezia.
Igual junta da freguezia de S. Joi do Reeife.
Dito A Manoel do Naicimonlo Calado Lima,
commonicando-lhe que S. M. o Imperador honve
por btm fazer-lhe merco da serventa vitalicia dos
ofllcios de labelhao dojudieial e notas, e escrivSo
du crime, civel, orphaos e ausentes, capellas e re-
siduos do termo de Villa Bella, e marcaodo-lhe o
e-paro de 3 mazes para a apreientarao da respecti-
va caria impirial.Fizeram-se a respailo as demais
coramunicacOei.
Expediente do terrelario da presidencia.
Oflieio Ao Etm. general commandanle das
armas dizendo, de ordem da presidencia, que op-
porlunamente ser Iransmillido reparlico da
goerra, para ser julgado em segunda instancia, o
procesan verta! de Jos Maria de Figueiredo, a que
e refere o officiode S. Ev. de hontem.
Dilo A' thesooraria da fazenda, Iransmittindo
o uflicio do director geral da de de Janeiro passado, acompanhado de copias das cir-
culares do iliesonro nacional, sol ns. 27 a 32, da-
ladas de 12, 16, 17, 23 e 26 de dezemhro ultimo.
Dilo A Jos Francisco de Faria Salles, com-
muiiiean lo-lhe a sua rel>ma no posto de major da
anliga guarda nacional, a enviando a sota dos di-
versos emolumentos correspondentes aua patente
afim de que trate de pagar a sua importancia na
recebadoria de reodaa.
L^v
'Milm. e Esm. Sr. Tenho a Nllra de remellera
V. Ezc. as inclusas demoiislrarp.es dol saldos alis-
tantes nas dilTerentea canas a cargo do thesuureiro
dela thesooraria no dia 7 do correnle.
Daos guarde a V. Etc. Thesouraria provincial de
Pernamliuro 9 de fevareiro de tS.")7. Illm. e Etm.
Sr. cunselheiro SergioTeiteira de Macedo,presidente
da provincia.O inspector. Jote' Pedro da Ulra.
Demonstrarlo do saldo eiislente na eaia especial
das apolices em 7 de favereir de 1857.
Saldo em 31 de Janeiro
_ P- findo......1:W:000.-5000
Rcrela de I a 7 do rurr. s
------------------i:i6-orj(hO0()
Despeza idem.........
trocasseni entre si de corpns os senhores segundos l-
enles Joao Baplista Serfico d'Asais Carvalho, a
Candido Joaquim da Silva, passando rile do 4. para
o 1. liaUlli.io de arlilharia a p,e aquella do 1. pa-
ra o i. da me'ina arma.
3." Que o Sr. alferes da companhia fita de eaval-
laria desta provinria Demetrio da fiuima'o Coelho,
approvado na escola de applicacAo nos exercicioa de
iro d'arma a atice, a esgrima de baioula, pode ser
empregado como instructor dos referida* exarricios,
visto possuir as necessarias babililacdes segundo
constoii do avi-o da reparlicAo da guerra de 20.
4." Que por aviso daladu tambero de 23 ludo do
sobredito inez da Janeiro, se conceden dispensa do
servico para eslu lar na escola militar da corle, o
curso da respectiva arma, ao Sr. allerea do D. bala-
llio de infamara Manoel Kra-uio Carvalho de
Moura.
O mesmo general declara, que, por deliberarlo da
presidencia communicada em oflieio fumado hon-
tem, passa a servir de secretario da inapecc.Ao du 4.
dbtriete militar o Sr. alferes do 8. hatallin de in-
fatuara Coriolano de Castro Silva, em subslituicAo
ao Sr. alferes do 2. Pedro Martiue, que foi dispen-
sado de tal emprago.
(Assignado.'Jos Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
Saldo.
I3fc0009000
Caita doeterririo de I8jt a I8.">7.
Saldo em 31 de Janeiro
P- findo......219:399,4483
Receila dela7docorr. I9:89i.j><9(>
---------------239:294SI79
Despeza dem.........33:7l7l:il
Saldo
20.'>:"i77.rO',t
PQLHETim.
a*1i^i*^Ba>^aBBBBBa>takaBBiai_
OS OVOS DE PASCHOA-
POR Ro;ir, DE Beacvoir.
II
Tres beijos.
Unta noite de Veneza, noie estrondosa e louca nao
teria sido nada em comparadlo desla...
I'elersborgo locado pela varinha de nm feiliceiro
desconhecidu, pareca sahir verdadeiramenlede seu
irme repuuao un movimento progrwsivo e mvsle-
rioso, eipecie de fluido magntico e esponlaneu es-
palhava-se. havia una hura, por loda as arteria-
uessa grande culada.
Fui a principio com, alna mullidlo,ineemile e
l.lenetosa. part, negro.quc p,,>H,Xma,las vezas
diaote dos edlfi...... ,,,ad pela lata, palavras
forlivas e pronunciadas ,m voz ba.ia: ifipaiaos g-
'.'ia """'' ,"",B C"'"le ""e"a """?of'loucomo
Todos camiohavam com.. po.fu tentando a re,
moros e velhos ubres e servs, campaneis e tidal-
gas, lena parecido um verdadeiro Cdrilav3, ,,
Ttepnlo, e a mascara nao houvesse sido bamd. des-
de lempo iminemon.it desemelhanle fe,ta inventada
ceriaraente pe|n buin genio das mull,, e pe|0 demo-
.N.ln ha palavras que po.sam exprimir o prestigio
desse paimd, inimeiu de mnida i.oile. polares, que
caitfjji espanto e admirarilo ao via-
Russi
jante.
De um lado o rio guarnecido pelo genio de Pedro
o I
del
cer aqu e all a* frerhaa dH ei4ade cuno uma'fiore,-
la de mastros ; do oiilro um plano confuso de ledos,
torres, nvinumeiits illiiiuinadus pelas fogoeiras
de sombras gizanlascas ; as igrejas abenas e espalhan-
ilo ale o lumiar os raios de loas tumi, cavallos re-
linelltndo nas pracas ; inoiiras viv.,, alegres lan-
caiidoai cae. sua. olas ionoAu, li.itequiis impro-
visados seiiielliaules aos dos veiiile.lores de N pules ;
reliquia! e Imagen* Hiipeiuai an angelo dai praca-", e
bri'hando palli la elartdada dai lurhas ; tal 'era' e
aspan-culo que Reaabranl lena deaejado, alim do
transporU-lo para um. deaaal Irlas imlasrosi-.
Apoiadi ajima daa ponas ,la reja de Kaaae, o
Vide Diario u. 33.
Caixa de depsitos.
Saldo em 31 de Janeiro
P- ""do......176:3138333
Receila de 1 a 7 do corr. a
------------------176:313533'
Despeza dem........ >
Saldo........176:3133333
Caita especial ilncalramenln das mas desla cidade
Saldo em 31 de Janeiro
p-findo.....3:8959154
Receila de 1 a 7 do corr. 5
--------------3:893I54
Despeza idem .... 5
Saldo.
3.-895JII3
(jixa especial da conslrucrao da ponte do Reeife.
Saldo em 3t de Janeiro
P- "ndo.....I:4I7020
Receila del a 7 do corr. 8
------------------ 1:117-020
Despeza idem......... 5
Saldo.........
Caixa especial das loteras.
Saldo cm 31 de Janeiro
p. findo......8:309-711
Receila de 1 i 7 do corr. 8
Despeza dem. .
Saldo.
1:117.3020
8:3098744
6593000
7:6509744
COMMANDODASAKMaS.
(Juariel da commando daa armas de Pernam-
buco na cidade do Recite, en 11 de feverel-
ro de 1857.
ORDEM DO DIA N. 116.
O general commandanle das armas, em vista daa
rommumearoes recebidasda presidencia em dala de
honlem, faz cerlo para iciencia da guarnirlo e con-
convenienfes fin, ai legoiutes imperiaes' dispo'i-
eAH :
1." Que por aviso do ministerio dos negocios da
guerra de 23 de Janirn ultimo. Hniive por bem o
governo de S. M. o I. nomear commandanle do pre-
sidio de Fernando ao Sr. coronel do enrpo de esta-
do maor de srgonda classe Antonio Gimes Leal,
exonerar de semelhanle commando ao Sr. major do
mesmo eorpo Sebastian Antonio do Reg Barros, por
o haver pedido.
2." Que por onlro aviso de 27 se concedeu qoe
CORRESPONDENCIA DIPLOMTICA ENTRE A
GHA-BHETAMIA E O BRASIL RELATIVA-
MENTE AO TRAFICO DE ESCRAVOS.
Aprsenla l'i cmara dos lords por ordem de S-
M., de confjrmidade com a mensagenda mi- cmara, em 21 de /(to de 1856.
N. 1. O conde de Clarendoo ao cnsul Cowper,
Foreign-oftice, 18 de Janeiro de 186.
Mertbi o vosso despacho de 19 do passado, rnnlen-
do novos pormenores a respailo da importado de
Africano- lem Serinhaem, em onlubro prximo pas-
tado.
O governo de S. M. anda nAo lem o meios ne-
ceesanoi para julgar al qoe ponto sAo exactas as in-
(orma;5ei do coronel Drulnmoiid ; mas concluindo
qoe Ytestaii convencido deesa exaclidAo, tenho a
flVdenar-vus que apreseiilei- aquello eavalleiro os cor-
diaes azradecimenlos do geverno de S. M., pela par-
te que elle tordou na exposicAo deste criminoso nego-
cio, e pelos esf.ircos que fez para arredar do Brasil a
deshonra da tupovacAo do trafico de Africanos.
N. 2.O Sr. Jerningham ao conde de Clarendon.
(Recebida em 12 de abril )
Rio de Janeiro, 14 de marco ^i IR'16.
Acenso a recepcAo dos dous despachos de V. Exe.
dalados de 9 de Janeiro, que s me chegaram pelo
Toij no dia 6 do correnle.
Por um desses despachos vejo qoe o proredimento
lo consnl de S. M. em Pernamboco. relatimanleao
trafico de escravos em Serinhaem, foi plenamente
approvado pelo governo de S. M.
Pelo oolro, nrdena-me V. Exr. que se eu recunhe-
cer que o governo imperial procede neste assumpto
sem actividade e uto se moslra disposln a descohrir
ou a punir as pessons compromtalas oeste ou n'ou
Iro igual acto de trafico de escravos, communique ao
soveruo braiilelro, qoe o governo de S. M. se vera
uhrigado a tornar a por em vigor as disposees do
acto do parlamenta de 1845.
Sinto ler de dizer que tnaai lodos os rorreos me
(razem cartas e de-pachos de Peinambueo, queuan-
do-se da maneira pur que as autoridades dalli pro-
redem acarea desla qoeslao do trafico, e acerca do
modo porque lialam de recuperar o- negros fur-
lettaM.
A ultima communiearo que receb , S. M. foi no 1." la marro. enlao disse-mc elle
11 Esle governo nada faz, ou faz o menos que pode,
para recuperar os Africanos roubados; e se esle es-
tado de cousas continuar, dirigir-me-hei por certo
oulra vez ao presidente. 11
V. Exc. no leu despacho de 17 de Janeiro, diz ha-
ver recebido urna commanicarAo do Sr. Cowper, da-
tada de 19 de drzrmbro, na qual declara elle que o
procedo instaurado s pessoas implicadas no desem-
barque de Africanos em S.-rinhAem, nao proseguede
modo algum com hoa f ou vigor, e V. Exe. ordna-
me que faca sentir ao ministro dos negocios eslran-
geiros do Brasil a natnreza milito seria desla qnestAo,
na qual as autoridades locaes parecem eslar grave-
mente implicadas ; e que reclame do governo brasi-
lero o empregn de lodos os esforcos para avilar a re-
novacAu do trafico de escravos.
V. Etc., referindo-seaos meos ltimos despachos,
conliecer por -im duvida que lenho apresanlado
rnnlinoamenle esle assumpto consideraran do go-
verno imperial, e que notas mnito extensas lem ha-
vi lo enlre esla legacAo e o Sr. Paranhoi, exprobran-
do as autoridades locaes e indicando a evidente falla
de cuidado sempre que se da semelhaotes circums-
lincias.
Nas dilferenles conferencias que lenho lido eom o
ministro de negocios eslrangeiros do Brasil, S. Exc.
lem sempre defendido com o maor cuidado o pre-
sidente e as autoridades de Pernamhnco, e com o
maior Irabalho lem procurado provar qnc o seo
governo considerava i.ilisfaclorio aqollo que se lem
(eilo.
Eu moslrei mesmo ao Sr. Paranhoi a caria parli-
calar que me eicreveo o Sr. Cewper, afim de qoe
S. Etc. podee conhecer a fondo opiniAn docon-
proprio An Ir SlefanoO coulemplava com ar dei-
lumbrado esse singular effeilo de oplica...
Ilavia mais de doze annoa que o joven conde nAo
lomara a verla cidade, em que eslava Calharina, a
cdrle.na qual rarliiimai vezes pozera os ps, e quan-
do era eonduzido pelo doolor Almanu. leu professor.
ua primeira infancia passra-se no exilio ; fura a
principio enviado ao paiz de sna mAi. para estudar
em um convento junto de Lisboa ; ah conhecra a
P -"'"> 1>ela mora do pai fra chamado para
a Kussia, e desde esse lempo sua existencia lornava-
88 "m enigma aos olhoi de leus anligos amigos de
l-eiersburgo. fjm pezar profondn, incuravel o eon-
nmia. A vista de um soldado da guarda circassia-
a, que passava na ra. o corarlo palpitava-lhe so-
bretodo com extrema violencia ; aos dmenove unos
ivera um duello com una delles.Sua r.ligAo eonver-
lera-se pouco a pouco em urna espec.e de fanatismo
selvagam, a imagem da morle n.l.i o deixava mais, e
Inrnava-se o lexlo de suas menores convarsacBei
Nesse momento elle acabava de tirar do eaftin urna
medalha enriquecida de pedral finas, a qual coulem-
plava eom sanio fervor.
tra urna imagem da Virgen,adorada desde mnito
lempo pelo rilo moscovita..1. Tranquilisa-te, pareca elle djzer-lhe eom um
olhar que exprimia ao mesmo lempo a dedicarlo ca-
ga e o enlhusiasmo inseiualo; Iranqollisa-le, bem
sai o qoe promelli!
Lina lagrima escapou dosolhos do mancebo e ca-
bio sobre a face da divina lainha dos auios.... O po-
vo relirara-se pouco a pouco.
Ella ja larda moito, diste elle comsigo. Al-
manu ler-rae-hia engaado?
I nrlinoii ;a caliera e enxugoo as largas golas de
suor que cabriam-lhe a fronte.
He por esta porta da igreja qua ha de sabir,
conimuou elle, esperemos, anda nAo he urna hora
da madrugada !
Andr esculou, onvio pouco depois o rodar de
urna carruagem. Vio-a dar urna volla, e aproxi-
mar-te de orna das portas da igreja.
Essa carruagem era do palacio, elle estremecen
reennhecendo as armas imperiaes.
A carruagem esprrou ao menos um quarlo de ho-
ra, o qual parecen um aeculn a Andr.
1 a.sado esse lampo, urna molher sabio da igreja
".....?' da' "'las confusas da mullidlo : Irazia um
veo aballado obre., ro.lo.
An re reconheceu
Alm.mn ; essa mulht
rormesin... eas dobra
te nma manlilha...
O coracAo ,1,1 mancebo daaeaeava laitar-lbe elle
langoii em lorno de si u. ol, rurlin e desanima-
do, fcmfim adianlou-se.
Vendo este movimenlo a mullier, parara depois de
sigues que llie llera o lr.
Iiiiln vestido verde, rinlo
lo veo eohriam-na como as
tul deS. M. a respeito do presidente edas autorida-
des de Pernamliuro. Em urna palavra, nada se lem
omiltido, nein mi'-ino se lem deixado de levar a con-
siderarlo de S. Exc. os boatos qoeeorrem, como
fim de a miliar o governo imperial nos meios de che-
gar ao conhecimentn exacto desla materia.
A ludo islo se lem respondido com protestos de
qoe aqoillo que eu apresenlava a consideracAo s.
Exe. era errneo e infundado ; e S. Exc. de ha mni-
to me declaron que o governo imperial eslava reol-
vdo a perseguir e punir qoalqoer delnqueme, por
mais elevada que foase a sua posicAo, qoe traosgre-
disse as lais do paiz a este respailo.
Devo dizer qne eslava inclinado a crer que o go-
verno central procedera da maneira firme e energi-
por que pode proceder, se assim Ihe aproover,
qoanlo as ordens expedidas s autoridades civis e
jodciarias de Pernambneo, para recoperaram os es-
cravos roubados, e peraeguirem os verdadeiros reos.
He esta a razAo por que eu disse a V. Exc. que o
governo tinha entrado seriamente na Investigado, e
he pos'ivel que o governo lenha feilo moiln,
enmquanto o presidente de Pernamboco e outrns pa-
recem ler execolado mal as ordens do governo ge-
ral.
Entretanto,quando recebi as initruecOes de V. Exe.
coudas no seu despacho de 9 de Janeiro, que devia
cumprir, dadas certts cirenmslaneias ; e quando vi
que o Sr.Cowper continuava a dar inforroares de-fa-
voraves sobre os negocios de Serinhaem, como ci-
ma disse ; e tendo lamhem em visla o contido no
despacho de V. Exc. de 17 de Janeiro, conclu que
era do meu dever mandar urna nota ao governo im-
perial, a Iverlm tn-n das consequeneias qne inevila-
velmente seseguiram se elle Dito eompellisse as suas
autoridades em 1'criiamlniro a eiimpnrem o seo
dever.
Pe^o agora lcen<;a para apresentar a V. Exe. a
inelosa copia de mioha nota ao Sr. Paranhos. qne
conlm, palavra por palavra, lis nstrueces dadas no
despacho de V. Exc. de 9 de Janeiro.
Ante-hontem S. Exc. mannou-me convidar para
urna conferencia, e achei-o promptopara receber-me.
S. Etc. di-se-me qne nota qne eu dirigir ao
seu governo era violenta, injusta e spera ; qoe pe-
los termos que eu empregara nesla e em ontra nota
pedindnjustica para o pillo de ora barco inglez.
Carlos Lucas, eu os Iralavs como uti povo nao civi-
lisado, e que ameacando-es rom o hill-Aberdeen
nAo os considerava romo nacAo ihdepondenle. S.
Exc. disse que islo tanto mais o sorprenden qoanlo
he certo que as relares enlre os doos governos, es-
pecialmente e n pontos do trafico, linham sido da
Miaran a mai< inlima, e anpell^u para os esforcos
que o governo h-asileiro tinl.a feilo e faz para aca-
bar com o Irafico. Kfla tinha "elle capturado o A/o-
ry R. Smilh. e lanenda m.lo de lodos na meios para
frailaras tentativas dos negreiros NAo me tinha
elle communirado lulo quanino governo imperial
fizera em Pernamliuro, ele. '. g a despeilo de ludo
islo, bem que eo livesse elogiarlo o sen procedimen-
(0 *a caso do Mary /. Smtk, a leg.ic.3o de S. M.,
pelo nota que o seu govomn arahava de recaber,
tralava o Brasil romo a ultima das nacfies, e incen-
dia a espada de Damocles sobre a sua cabeca ; a es-
pada de Damocles comparara S. Exc. as disposices
do bil de 181.-,.
haver ordenado com um ge sem esperar a carruagem no fim da ra....
Be ella 1 he Calharina I murmurou andreSte-
fanoffehegando-se a ella com mais resnlocao.
A molher eooservava-se nos ullimos degroi da
igreja com nma hesitacAo silenciosa.
O lambanle deise mogo Ihe era desronhecido ;
mas ella nAo podera enganar-se sobre tua mienrflo .1
villa do gesto que ella acabava de fazer ; conlenlon-
se de aorrir, quando, segundo o cosime, elle apre-
entou-lhe o ovo adornado de.lita-.
Chritlo ressusrtou'. disse elleenllo empre-
an lo a formula comagrada para eiss beiio svm-
bolico.
A mulher. reprimi nm leve estremecimenlo, mas
extendeu a. face con una graca nobre e delicada.
Tildo nessa allilude digna de um pintor revelava o
orgolho legitimo da cla-se suprema abrandado por
urna benevolencia eiquisila ; a voz. dessa molher
era loave como urna musir, e seu aspecto anima-
dor. Andr nao poda distiiirjuir as f.icaaes de soa
inlerlocnlora ; porm convencido de que nlo podia
ser oulra senao Calharina, disse, um segundo depois,
evitando o beijo offerecido :
Chrislo ressosciloo Mas a imperatriz deve
morrer !
a. Morrer! responden ella com voz perturbada
pelo susto, morrer! e quem he o senbor'.'
Lin liomem que quer vinsrar-se!
1 Ella encarou-o como om insensato. A phjsiono-
mia de Andr Slefanoff lomara enlAo una especie de
magesladedbloiosa ; a mullier comprehendeo logo
que alo era um linmem obscuro.
. EnlAo quei lano ma imperatriz'.' pergun-
lou-lhe ella eom orna voz qu lena feilo cahir o pu-
nhal das-rolos de um campone/. slavo.
AbotTeco-a ; he preciso qna ella morra.
Mas.senhor, es-as palavras neos ao meaos lem or
si a desculpa ordinaria, a da loucura !
Oh I a eiiliora* ha de O'jvi-la-... quando soo-
lier que aquella que Ihe falla n.lo esta rtoudo, quan-
do o nome de Andr Slefanoll... esse ruine que he
meu, soar-lhe aos om i los, senh>ra, como um dnhre
fnebre. Nanea a vi antes desla moaaei lo, mas ro-
iihero-a, sei qoanlo pd imperatriz Calharina....
lia de morrer, senhora, ha de morrer ; assim o ju-
rel pelo ceo, se n.io acceder ao meu pedido. tem
sei que fallo a una mullier que tem feilo correr on-
daa de sangue nas margena da Pruth e do Volga, a
urna mulher que asxlgna senleneas de morte-em -eu
eamarim emba-un d .. assim como oniras assignam
cutas de amor ; porm obedero as vn/es que me
fallam e me acon-ellum. Tome'este papel, senbor.,
e d ao menos urna vez em sua vida, depois de o ler
lido, urna ordrmfde jaslica que acharei sempre tar-
da. Ionio a diier-lhe, senhora, ti 011 juramento,
esla em suas maOs livrar-me dille, dea-iue, nao
Apresenlei o despacho de V. Etc. de 9 da Janei-
ro, bem como n despacho nm que V. Exc. approva-
va o procedimenlo do Sr. Cowper. Disse a S. Exc.
qoe o despacho de V. Exe. de 9 de Janeiro devia ler
chegado um mez antea, bem como aquelle que diz
respeilo a6 cnsul de S. M. em Pernambuco, a para
qoe S. Exc. ennhecesse peritamente as npinioet
do governo de S. M. acerca do assumpto de Seri-
nhaem, fiz que S. Exc. Icsse o despacho de V. Exc.
de 17 de Janeiro. Citei lambaos a ultima commu-
nir.acAo que recebi do Sr. Cowper acerca dos esfor-
cos notis para recuperar o< nerro roubados, e dis-
se a S. Exc. q" me constava tinham chegado com-
monicacoes de Pernamliuro a esle respeilo, qiiP o
Jornal do Commereio declinara publicar (1) ; lam-
bm nAo deixe de chamar a atiene A a de S. Exe.
para um trecho que Ihe moslrei de nma caria do Mr.
Ilrummond a um amigo, na qoal diz qoe o ministro
da jiisticn recnsou demillir o chefe de polica, por-
que nAo quera que se auppuzesse que cedia as exi-
gencias da legacAo brilannica.
Depois de levar ao ronhecimento de S. Exc. estas
eommunicacSes, disse-lhe que, como tinha recebido
as in.lrnrr.'ies ronlidas no despacho da V, Exe. de
9 de Janeiro, e devia execula-las, sendo necessario ;
e como a maneira porque se proceda no nesoco de
Serinhaem me pareca ministrarme motivo suficien-
te para assim proceder. Ihe tinha dirigido a ola de
queellesequeixava. qualifieando-a de spera, vio-
lenta e injusta. Qoe quanto ao dasajo qne tinha o
governo brasileiro de reprimir o Irafico de escravos,
quanlo a maneira porque proceda o governo bra-
sileiro em outma ponto-. Ihe faz.ia ampia jnst.e, ; e
assegurei a S. Esc. que a minha ola liub.t sidn
escripia exclu-ivamcnle em conseqnencia do ponco
satisfactorio esKdo de cousas em Pernamliuro, pois
qoe o governo brasileiro lioba a necessaria forja pa-
(1) O Sr. Jerningham foi mal informado.
ra obrigar os seus subordinados a cumprirera o sen dilasse que o maior desejo era de conservarnos nos- monds : mas parece-me, pelas raides expotlas. q.
dever. I tas relares publicas em harmona e benevolencia ;'
O Sr. Paranhos disse qoe eu ignorava o qoe linha que eu confiave que tomara e*ta entrevista como
feilo o governo imperial, e qu. 1 diflicil Ihe era des- urna prova desse deaejo, pois que eu linha recebido
cobrr os criminosos, especialmente um que elle de- instrucc/ies positivas de V. Exc. acerca do desem-
signou pelo nome deChico Cacador Cavalcanti barqoe de Serinhaem ; que essas ordens delermi-
Wanderlcvl, que se acha va ueeollo, e qne o governo n avam que eu me dirigiise oulra vez a S. Exc. te
al linha resolvido nomear um auditor de marinha entendesse que elle nAo executava as leis du impe-
d hocpara a qne lAo de Serinhaem. rio, 00 nAo rumpria as obrigacSes deste paiz para
A isto respond que eo jnlgava pelos resultados, e com a CrAa-Rretanha, e qoe manifeslasse ao coro-
que al o momento actual ninguem linha sido pro-
nunciado, bem qne livesse decorrido ja algum lempo
a pergonlei a S. Etc., se o governo imperial eslava
r.erfeilamenle satisfeito com o procedimenlo do pre-
sidente Benio de Figueiaedo.
O Sr. Paranhos responden que a principio o pre-
sdeme linha mostrado moila energa, e tinha que-
rido demillir o chefe de policia, mas que o proced-
manto desle linha sido explicado, e que o presiden-
te nAo demillira. S. Exe. porem nAo responden
a minha pergnnta completamente, bem que satisfac-
toriamente, pois chegou masmo a dizer-me, ao pas-
so que proclamava as medidas activas e fortes do seu
governo:quem sabe se nAo ser demitlido o pre-
sidente'.'
O Sr. Paranhos pareca disposlo a tancar lodo o
paso das suas queixas sobre os meos hombros, em
conseqoencia da nota que Ihe dirig. Disse a S.
Etc. que nao me iraporlava aceila-lo ; mas peda-
Ihe que observasse qne eu linha procedido em vir-
lude de nsirucroes condicionaes. EntAo disse S.
Exc. :C'esl de mylord Clarendon que j'ai a me
plaindre.
Ao fechar esta conversa pedio-me o Sr. Paranhos
que a referi-sea V. Exc, e Ihe' affirmasse qoe o
governo brasileiro provara' por fados qno injustos
temos sido para eom elle. Disse a S. Exc. qoe mui-
'o (olgava de o ouvir fallar assim.
O Sr. Paranhos notou tambero que nAo linha
lempo para responder a minha noli por esle p.iqne-
Je ; que o faria posteriormente, mas nAo nos lermos
em que en me diriaira ao seo governo.
O Sr. Paranhos informou-me de que o Portugus
Avellai, que promover o desembarqnn de Africa-
nos em ScrinliAcm, tinha sido mandado sabir do
imperio.
S. Etc. apresenlou, como prova do rigor com que
o seu governo Iratava as questes do trafico, que o
governo porluguez se queixara da maneira rigorosa
porque os subditos porluguez.es residentes ao Brasil
secutados do trafico de escravos linham sido trata-
dos.
A grande maioria dos traficantes, e daqoelles qne
se acham envolvidos nestas deshumanas especula-
(Sea, he sjnsii tola de Portuguezes, e nAo sAo min-
ios os Rrasileiros que se enlregam a esle trafico, ex-
ceptuando porera os fazenleiros, os qnaes al ha
pouco lempo nAo jolgavam que hovuesse grande
mal na compra de negros bncaes.
P. S.1.1 de marco.O Sr. Paranhos Acaba de
mandar dizer-me que o delegado de SerinhAem re-
metleu ao presidente de Pernambuco dez dos Afri-
canos rouha lo-, ns quaes eslavam occnllns nas ma-
las do engeuho de Tailinga, perlencenle aos frades
carmelita".
N 3. O cnsul Coirper ao conde de Clarendon.
Recebida em 12 de ahri!. i
Pernambuco, 9 de manen de IS.'ili.
Tenho a honra de acensar o rerehimentn do des-
pacho de V. Etc. de 18 de Janeiro pastado, aolori-
ando-me a apresentar os contiaei asradacimenlos
do governo de S. M. an coronel Vasconcellos Drom-
mond, no caso de entender em qne a soa expolelo
acerca do desembarque de Serinhaem he exacta.
Nenhumi rizAo tenho para dnvdar da exaclidAo
das informarles do Sr. Drommond, mas dilTarenles
considerares me induz.iram a demorar a expressAo
da approvacAodada por V. Exc. ao sen procedi-
meulo.
Em prmeiro logar, nloe pode negar que a op-
posicio le aproveitoa da descnlelligencia, que existe
entremim e o presdeme para atacar o governo e pro-
mover suas vistas polticas.
Desejava, pois, evitar a apparencia de auxilia-la
par um aclo qoalquer, lendenle a embaraear o go-
verno, por muilo que eo desapprovasse a sua ac-
Qlo.
Em segundo lugar, o proresso do br. Amonio
Drummond, esti anda pendente,e bem qoe eocaeia
nel Drummond os agradecimentos do governo de S-
N. por seu procedimenlo naquellaJ'occasiAo. Que
entretanto, antes de pr em oxecucAo estas inslruc-
oes, procurava a S. F.xc. para obter informares
sobre om ou dous pontos.
Prmeiro tomei a libeidade de percnnlar se o go-
vernolinha motivos para su-peilar que o coronel
Drummond,directa no indirectamenle eslivetse im-
olicado naquelle crime,pois que eo nao podialdeixar
de manifestar a minha sorpresa de qoe o homem que
eapturara o negreiro e receberr os agradecimentos
do governo imperial por aquella apprehensAo fosse
demillido do sen posto honorfico de delegado de
polica, e, segando todas as apparencias, livesse ca-
hidn sob o desagrado do governo de S. Exc.
O presidente agradecen-me, e disse que quando
receban o oflieio do coronel Drommond, annuncian-
do a apprehensAo do negreiro.se eolhusiasmara lan-
o por elle que nAo s dera canta* de seu procedi-
menlo para o Ro de Janeiro de modo tal que Ihe
assegurasse os acradecimenlos do governo, senAo que
escrevera confidencialmente ao ministerio, snggerin.
do-lhe a conveniencin do nomea-lo barAo de Seri-
nhaem.
Enlrelanlos aconlecimentos subsequenles linham
modificado, senao allerado a soa opiuiAo.
NAo o accosava da pareara de roubar esrravcs ;
mas a medida que certas circumslanlas se iam re-
velando, o seo procedimenlo tornava-te de dia em
dia mais iuexplicavel. Em primeiro lugar desco-
brir.i-s-.que elle nAo spprehendara o negreiro senAo
no tereeiro dia depois da sua dtegada. e que doran-
te lodo esse periodo leve o capilla em sua casa, de
onde fugira. Qual o motivo desla demora? pilr
era exacto, como elleatsegurava. que livesse man-
dado chamar os agentes de polica. Se os livesse
mandado chamar teria euconliado doos, hem que S.
Exc. sentiste ter de contestar qoe todos os mais es-
lavam ausentes.
O artigo que apparecou no Da 111. annunciando
este farlo foi escripia pelo Dr. Antonio Drummond,
homam ingrato, que fora discpulo de S. Exc. mas
perqu S. Exc. Ihe recusara o lugar de juiz de d-
reito, se vingara esetevendo aria fal-dade. S. Exr.
acredilava que antes do processo do doulor obleria
provas de que elle linha recebido dez dos melhores
negros roubados.
O coronel Drummond liona r acosado auxiliara
policia oO dan-lhe a menor informarlo ; e hem que
eripilular pr
mysle-
lirmemenle na sna
innocencia, pareceu-me qne 0-
braria com prudencia e criterio demoraudo a trant-
missAri dos agradecimentos do governo re- J* M. a
seu pai, poit que a miaba caria seria segorameole
publicada, e poderia tenido interpretada como urna
tenUlira da mioha parle para influenciar a marcha
da juslira no que diz respeilo ao filho.
Era tereeiro lugar, corria de plano que o governo
linha molivos para suspeilar do proprio coror.el
Drummond.
E finalmente o presidente, por inlervencAo de
um amigo coinmum, manifestara o desejo de que
nonas relares se collocassem em om pe mais ami-
gavel. e, parerendo-me que era islo de indobilavel
vanlagem para o serviro publico, pedi hontem a S.
Etc. euhlivc urna confereucia em palacio, onde me
receheu com muilo apparente cordialidade.
Comecei a nossa conserva pedindo-lba que acre-
he de minha sorte, he da sua qoe trata-te nesle mn-
ment. Mas pelas santas aseripturas e pela Virgem
Mana, se umi mi palavra de clemencia e de honda-
da eseapar-lhe emfim dos lablns.que at hoje lem si-
do de brome 011 de marmore. oh eutln apezar do
qne me tem Teilo. apezar de meo resenlimenlo. ape.
arde man odio... eonheco que perdoarei, oh sun.
perdoarel !
Elle parou vencido, esgotado pela dor.esprcitando
oolhirdessa mulher, e procurando levantar o veo
de seo pensamenlo... _
De*oa parle ella subjogada pelo peso de ntlavraa
lAo lerriveis, conlemplaya-o paluda como a imagem
da virgerp debalxo da qual se achava.
F. nfim, senhora, lornoo elle eiirvando-se lam-
hem a energa lerrivel de sua ameaca, guardara'
ainda o silenoin '.'
Ella eslendeo a mo para Andr Slefanolf, e to-
mn o papel, qoe o mancebo Ihe apresenlava.
Andr ajoelhoo-ae tnachinalmrnle.
A que horas poderei ap esenlar-me'amanhAa,
dianle de Soa Magestade pergnnlou elle eom nma
voz, na qual senlia se ain la o receio de urna re-
cosa ; diga-rne, senhora, que horas ?
Ella piftera-ee a seu (orno a contemplar o no-
hre saniManie de An !i esse semblante, que ex-
primia a mais santa das doras. Esse homem, que
ameacava nm minlo anles, um s,i olhar tea aca-
bara de lomar limi'do e suhmisso. Enlrelanto a
desconlianca vinha Inrlurar novamenlc esse eern-
clo ulcerado ; se o conde nao moheca Calharina,
oovira fallar mullas vezes d sua astucia. Tiroo do
peilo a imagom da Virgem, e dase a imperatriz :
Por e-la macern divina, senhora, jure-me
que acceder' ao meu pedido.
Por esta imagem o juro respondeu ella com
voz trmula de emocAo, e sem poder sublrahir-se
ao inleresse, que Andr iiispirtvaaie. Amanhaa
aomeindiava ao pavilhlo azul no p,lacio impe-
rial... La o esperare! s. Adeos.
Andr vio-a afastar--e, e depois subir rpida-
mente a'carruagem. Emqiianlo a mallidaii espa. sena
Ihava novamenle seu murmurio em lorno dalle, o '
mancebo enlrou ns igreja de Rasan.
Ella prometleu-ma, disse elle ; sera' mentira '.'
S vos o salais, meu lieos.
Ella orou muilo letnp 1 e rom fervor.
Eis ah di.se com sigo, .....1 impeiielrav-1 so-
berana, de qne o proprio Almann 11A0 falla senao
Ireinen lo Eisahi essa mulher amillonada em
toda a parle pelo luinul, e pela morle .' Quando
ella app,ireceii-me, julguei v..|_||ie |,0 veslido 110-
doas de singue ; nm* voz gritava-me : Andr. ma-
ta a ra iba Nao fui alia quem derramos osan-
gue de Ian, a da Padro. Nii he ella quem pro-
leiie essa famoso eatiaaain1*. une chama-te ihl.ii! '
,1 f "ama -*- iiuoii ...,^. .aiMcscinaiiao-iue o euilieill nasrhn
lelbor do que Dlagntm, Andre, lo sabes o que le | escollado Ua cesUnUa pelas uiAos d. belfa i
fez es.a culpada ; por ventura o leras e-quecido '.'
b agora estos ajoelhado nos desraos de urna igreja
hilando com a magia dassa apparir;ao Se por um
oltimn esforco Catharioa tentasse ser virtuosa .' Eu
nAo pude ver se sen semblante menta ; mas se en-
canou-me, degrai;.ida della Sim, hei de ir ao lu-
cir, que me indieoo !
\ssim fallava Andre SlefanofT no meio den rtoi-
le alraves.ada por episodios bem differenlcs. Com
effeilo durante es.a mesma s.-ena passava-se oulra
na prar,a do Almiranlado, e dessa oulra Dom Mello,
prnrurava tirar proveiln.
Munido dos sgnaes dados por Almann, Dom Mello
nao tardoo em descubrir urna mulher, cojo vestua-
rio eslava inleiramenle de accordo com a cari du
doulor, e que conlemplava asjancllas de urna bella
casa ajinada na mesma pra^a.
Bem disse com tico, curiosidade de impera-
Int 1 Dizein que Calharina he amiga de avent
ras phantaslicaa ; sem duvida existe all algum es-
Iraogeire recemchegado, salvo se enfadada do pala-
cio, ella quer preparar aqu um apusento pira a
iiuile !...
Dom Mello cheio desses pensamenlos pouco res-
peilosiis, dingio-se a' mulhe- de vu branco.
Como Ihe fallarei '.' perguntou a si mesmo com
urna heailacAn crecente. Em um baile de masca-
ras dado em Queluz notsa rainhi agas|oii-se, porque
a linham tratado por Magestade. Acho melhor li-
rar-l/ic lodos os tilulos ; sera' mais original
E Dom Hallo, que era o maior fatuo du mundo
aTagou os bieodea aproxunando-se daquella, que es-
perava subjugar debaxo do disfarce, que ella
Irazia.
Devo dizer para justificar a audacia de Dom Mal-
lo, que .. vinho de |s-c perlurbava-lhe por (al ma-
neira as ideas que. chegar .l"-seao objeelo de sua
aalaiii persegniclo, as.emelliava-se muil a um li-
daleo procurando om simples namoro de baile mas-
carada.
nao podesse eapiiular precisamente o seo c
proredimento dc-se homem era sotpeita
rioso.
Assegaroo-meqaempos.e| me seril eonceber
a inqoietacAo c anxiedade qoe esta qoeslao Ihe li-
nha cansado.
Respond qoe o coronel Drommond n.lo m
rollara o farto de ter hesitada a principio na appre-
hensAo do negreiro. Drummond antevira qoe crea-
ra inimigos, e i-so produzio alguma demora ; mas
parecia-me injusto que o governo condemnasse om
liomem que indubilnvelmente linha prestado um
servico valioso, e al hoje desconheeido no Brasil, e
cojo exemplo devia ser acorocoado so pelo motivo
de o nAo ler prestado com a prompliriAo com que o
podia fazer.
(.onliecia de ha mullos anuos os senlimentos do
coronel Drommond a respeilo do Irafico africano, e
nAo podia acre litar que elle auxiliasse, nem mesmo
indirectamente.
Perguniei entlo a causa da prisao e da demora do
processo do Dr. Antonio Drummond.
O presidente respondeu que o governo procurava
pravas.
Finalmente pedi algumas explcaees sobre o nlo
apparecimenlodos Africanos roobados.
S. Eic.respondeu que linha mandado so dislriclo
om delegado militar muilo activo ; mas que sii ti-
nha conseguido apprebenler dez, o que dava um
total de dezen ive ; que nlo Ihe linha. sido possivel
descobrir onde 01 ooltos eslavam escondido.
Repliqoe qoe me parecia poder dar-lhe sobre is-
o inforroacGes.
O presdanle rio-se, e disje-me que muilo dese-
java assim f.isse ; dcsajo que eu promelli salisfazar
se obtivesie a permissA do meo infrmame confi-
dencial.
Julguei p ois conveniente, mylord, nao Iransmil-
l'r por ora a approveele de V. Evr. ao coronel
Drummond. Segundo ludas l< prnbalilidades, a-
guardarei o resultado do processo de seu Bino, te
nao for inconvenientemente demorado, an/de me-
lhor julgar quem he innocente e quem he crimoso.
Desagadou-me muito o procedimenlo do governo
nesta materia, a demora do processo e a inercia da
policie na apprehensAo dos Africanos roubados.
Por oulro lado eslou convencido nAoso da innocen-
cia, sanio lamben dos tervicos meritorios dos Drum-
0 elleito do aclo que lenho de prlieer nada.ptrde
ra' se aguardar por signas lempo a marcha dos a-
cnntecimeutos e se conciliar assim a energa eom a
modera cAo.
Confio qoe V. Exc. entender' qna en preced
jadiciosameote.
afatlou brandamenle o leve lecido de seda, qoe co-
lina as faces de sua herona, e deu-lhe um beiio
acompanhado de mil suspiros.
A'sim, lornoo elle no cumulo da alegra e do
orgtilho, desla vez miiibas caitas tinham razAo.
dolo de meu ""corac,Ao, disponbs de seo escravo !
Em urna noite como e-ta um beijo he um imposto,
e as faces reaes devem lambem suj-itar-se a elle.
>e o meu Ihe desagrada, desculpe a um neoplnlo,
eslranhn aos coslumes do paiz ; romero agora o meu
noviciado.
Pode o senbor crer em soas proprias palavras '
rc-pondeu-lhe a mulher em um tom amavel de ex-
probrarAo ; meu bilheie nAo ptovou-lhe '!...
Bilheie disse Duin Mello comsigo -que s"-
mhca iso H
Onde enconlra-me quaes itto aquellas ia.
nellas, que eu conlemplava, ha pouco '.' acrescenlou
a mesma voz: Sel ludo, senbor, mandei-o seguir,
nao pude resistir ao desejo de coneche-lo... .gora
sei, que heeslrangairo. que reside na prara do al-
miranlado. Miuhi curio-dade fui mu natural
Depois do servico que prestou-me...
N. i.O conde Clarendon an Sr. Jerningham,
l'oreign- Office, 28 de Janeiro de 18.16.
Recebi o vosso despacho de 11 do pasaado, ro-
brindo urna copia da ola que dirig.les ao Sr. Pa-
ranhos, de confurmidade com as inalrucces comi-
das no meu despacho de 9 de Janeiro, e lenho a de-
clarar-vus que o governo de S.'M. aprova plena-
mente a maneira por que eveculatles asas inslror-
ces.
Diris ao Sr. Paranhos, que nada pode estar mais
longe da inlencao du uabinela da S. M. do qoe de
aer spero oa injusto. Pelo eeotrario, lem elle apro-
veitado todas as occasies, tanto no parlamento ro-
ano em despachos olliciaes, para Tazar juslira ao pro-
cedimenlo honroso e humano do governo brasileiro,
e foi ponan 1 o com sincero pezar qoe elle reconhereo
Iguma prova de 010 laura ua marcha da opposira 1
ao trafico africano que o Brasil segoio durante qoa-
si tres annns anteriores oulobro de I8V>, e qoe vio
qoe symplomisirrecusaveis da renovara o do trafico
se lornaram apparentes.
A falta de vigor por parle do presidente de Per-
namboco na questAo do desembarque de escravos
em SerinhAem, e a indflerenca com qua easa prore-
dimento foi encarado pelo govefno imperial, indica
urna modanca de poltica que deve servir de aroro-
{namenlo aos traficante., e foi por isso qoe o go-
verno de S. M. qoiz dar orna advertencia opporto-
na ao governo imperial.
Por moilo grato que seja o governo de S. M. ao
governo brasileiro pelas soas hem socredidas diligen-
cias para extinguir o Irafiro : por moito qoe deseje
cultivar as relacas mais amigaveis com o Brasil,
tem comtudo a cumprir um dever soperior a ludo, e
est por isso resolvido a nlopoupar esforco algam e
a empregar lodos os meios de qoe dispoe para evitar
a renovacAo desse Irafico deshumano.
O governo de S. M. recorrer com dor e relur-
lanca a medidas queeonhece serlo repugnante-, ao
Brasil, e espera confiadamente qoe sera dispensa lo
da necessidadede adoptar om tal meio pelo proce-
dimenlo do governo imperial, qoe hoje postue o
mesmo poder qoe lAo ellicazmenla sn-.be exercer
uestes ulliinosanno',para reprimir o trafico e punir
aquelles que nelle lomaram parte.
Sou, ele.
Clarendon.
N. ..O conde de Clarendon ao cnsul Coirper.
Foreign-oflice, 28 de abril de 1856.
Receb o vosso despacho de 19 do paitado, ei-
pondo as razes pelas quaes julgasles conveniente
demorara execucao das iustroccraa cuntidas no meo
despacho de IS de Janeiro, ordenando-vos Iran-mil-
lisseis .10 coronal Vasconcellos Drommond os asra-
decimentos do governo de S. M. pelo sen procedi-
menlo no desembarque de Serinh.iem ; e em res-
posta lenho a dizer-vos que apprnvn inleiramenle a
marcln que pretendis seguir relativamente ao co-
ronel Drummond.
Tenho tambem de manifastar-vns a minha appio-
vacao pela lingaagessl que empregasles peranle .1
presdanle de Pernambuco, na enlrevs|j qe |,.
les com S. Exc. no dia 8 do pastado.
Son, etc.
r/arrndow.
N. 6.O Sr. erningham ao conde de Clarendon.
(Recebida em 16 de mam.
Rio de Janeiro, 12 de abril de 1HM,.
Em referencia ao meu despacho de 11 de marro,
no qual enviei a V. Etc. copia de urna ola qoe riie
jolgoei aolorisadn, da iconformidade comas inttrnr-
cfiei coudas no despacho de V. Exc. de 9 de Janei-
ro, a dirigir ao governo br sileiro relativamente ao
Irafico de escravos e aos traficantes I lenha a Iro.
ra de enviar a V. Exc. a copia da resposla do Sr.
Paraohos, que submetto i consideracAo de V. Ki-
>
Creio que o governo brasileiro sendo prorun l-
manle, qoe eu o advertase de que tria posto oulra
vez em vgur o aclo do parlamento de 1845, te a re-
pressao do trafico no Brasil nao ciHimha.se satisfac-
toriamente ; mas a poca em qoe eslames he a de
urna crise. O Irafice faz quanlo pode para reentrar
nas funestas vas do passado, e como as rou-a. em
Pernambuco nAo marchavam, segando a opinio d.
consol de S. M. de orna maneira convenienle e de-
cisiva, convenci-me de qoe nlo podia demorar por
mais lempo o comprmanlo dai nstrdccdes de V.
Exc.
Nlo digo- qne nao ha a desejo da parle do e:
verno de pr termo ao trafico ; mas dovido da elli-
cacia dos seus meios para consegoi-lo, se nao for aa-
xiliado.
A falla de bracos he grandemente sentida em mol-
las portes, em consequenria da recente devastarlo e
estragos commellidos pelo cholera. Os faiondeiret
fl) Vide Sonsai do Commereio de 22 de meio de
1816.
2 dem.
cousa. ficam logo esquecidas... Ditero, que o ar da
corte fa/. muilo.- ingratos.
Como pode crer isso, se don-me por moito fe-
liz de ler allralndo um s instante seo olhar, -e pa-
gana com lodo o meu sangue semelhanle enlrevia-
a Monea corte, que pode mudarme, senhora.
lie aquella que com urna s palavra pode mudar mi-
nha surte, que pode fazer-me eternamente feliz na
desgracedO Aceito o presente, que me offerree,
nao como mimo de vaidade, mas porque lia de re-
cordar-me dorante loda a vida>sla noite lie deliria
de esperance Sim, a senlnra he orna fada, cojo
mo lelo debaldc se procurara por loda a parle ; dig-
nou-se de laucar os olhos sobre o mais indigno de
seus servos. De ora em dianle nlo perlenro mais
a inim masmo ; deixe-ina admira-la e ama-la.
loda a palabra he terna e nobre, sendo prununciada
peta sua bocea ; mas ha orna palavra, que imploro,
urna palavra, pela qual aflroiilaria mil morles. Di-
ga essa palavra. senhora, e minha vida e meo san-
gue nao -eran tuflicientes para paga-la '
Quina?
Fisla... Amo-o Eu
xar-me-ha morrer ,
a espero, senhora ; dei-
seus pos seto le-la dito I
Bem murmurou Dom Mallo ; ja preslei-lhe
um servico. Sou lomado por oulru ; aproveilemos rallando assim Dom Mello, romo actor consomado.
aventura. (lancara-se aos ps daquella, que quena......In ,,
Demais, i-ouliniiou a mulher, desde esse V cu'' c"NVel,c" de seu amor. Baijava allernaliva-
po, e sem duvida para nao ser esqoecido, o senlior """"le la- 9,ue ella Iba dera. .11-. mAns alvaa e
linha o cuidado de pasear inmpredebiixodaija-l?' **, e MMMbeHaa aato inaaram asisante.
111 illas do palacio. | I ma vertigem inaudita, extravagante, espalhava toa
aaiio s"ml"';, "m lor"0 ,lell- K-qneca-se ,a da iropeta-
ilvez i "" e ru:i|ava somente em Calharina...
Oh disse comsigo Dom Mello, passo del
dasjanellasda imperatriz! As janellas sAo tal
aqu om meio, como em Lisboa.'.
Por isso Ihe escrevi... no ,.,. lalvea obrei... Mat
emlim exposta mino eslava esta noile a receber o
beijo de alguem, dei-lhe a prefereneja.
Eis-ahi uina idea, que estou bem longe de! __ Deisa-1
censurar, disse Dora Mello acabando seu solilu-
quio.
Lo disse comiso, eenher, que um beijo valia
Nosao Portuguaz, que nao ronhecia a imperaliiz
loo fic!rmar'viZn'' S """l'e"a/h rte S' >-! UI rvic,,, e e tena nesle algam atiraciivo...
1.10, ucoii maravillado pela graea de sua pessoa
I m prestigio de graca, e de frescura embalsamava
ailo aquella que elle tinh-i diante de si, e que nem
mesmo caldera em cubrir afronte .om o veo. Dom
Mello entrevio oebaixo desse vea urna Iranra de
snenos magoilicos, debaiio das dobra. da vlido
uro pe que lena feilo desesperar um esculi.lor pela
de evita-lo, ou de fugit ,' sua aproximaclo, ella e-
perava-oa p inme, romo se dissesse : qui eslou '
1 un Mello que nao era homem de desprezar teme-
Ihanles animacdea, aproveiloo as eom loda a aleara
da um vencedor admirado da rapidea de sua viclo-
na. Apieseiiianlo-llie o emblema paschoal, o ovo
Deixe-me, dcixe-me, exrlamou repentinamen-
te aquella, que o maneen,, la aperlar ao cora-a,.
deuc-me, senbor ; ja deram duas horas : he o mo-
mento em que ou es|ierada no palacio.
Deixa-la exrlamou elle. n.ln farc tal cou-a.
Lembra-ee do que Ihe ped ? lina palavra. orna
palavra somenle...
Pois bem, senbar, larnan ella InsKamna lvrar-
sa ilo abraco ; pois bem, amo-o... Ma. drite-mo...
N.i 1 a deilarei, emquanlo 11A0 me lenha mar-
cado nm lujar, em que eu lorne a ve-la, coniinooo
Dom Mello victorioso. A minina, un. amanilla...
Pois bem, v amianta a nma hora a eaiufj da
a po-i palacio... A urna hora, uve '
i.i. mas qne remnhec, pelas pa|p||,cei de Nesle mmenlo dera.....ashora.no relo,......
ror.irao. halle, oh ral?, suas palavras abrem-
Allrartivo divino, adorarel '. exrlamou Dom
Mello cobrindo de beijos nina 111A0. que ella o-iie-
rcu-se de retirar ; que penas nao seriam pajas por
1 il recompensa .' Dtsponhs de minha vida o de mi-
nha alma, senhora, cujo nome n.lo me animo
nnnci
meu
almiranlado ; as lanleruas de nma bullante carro 1
I em lancaram sobre o lagaf da prara, em que se
ijo pira pagar tal j achavam/clares inesperados... A voz d-llioni Mrlh.
I r la i, 3 '" ,"V t'Vaq'" ""' |,teS''"le "loron-lhe na ga.g.n.a arabav, de ver .-.rapar-
b..rilado por ,,,.,0. que lalvea algum da lh. ..Ao Ihe da, mos eom a agJHdad. de om. br. mo -
''' "-'""'"" ,a....."-'s da impe.alnz. | Ihe a quem fallava. Quiz correr debalde npaa
.'. ''7"i"ii. ... e"*' masperdeo-se em um laktriulho de ntat sem
e ven. de Calharina, a qual lembra-se de nome.
Nlo seria sulfriente um b>
lier.
Itls
liaras
Esle la;
ruu, elle | sua bravura. Mas quaudu an rainlus do dl-uuia I
iC'unft'iuur-ic-Aa./
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO



ii .o queicui Cluns, e puucu, sio us eliomis europeua
que aqu vein, exceptan lo o, PuMoguezrs e os
Ilheo,, qae por certu nao sao suflicieutemenle nu-
merosos pura enchercm o vacuo que ha DO) dislric-
lus agrcolas.
Esle rolnos conservam.se ge
les, loruara-ae veodeiros, f-,tures, erados e jartfi-
neiros, e pouros .lu us que queiem Itaballiarsm p
le igualdade coin o uegn.s .las fazen Uie ,is en-
Beiihos ; tlera disso, os eamiuhos ne ierro e as es-
tradas ocupara Mita ..enteqese cntrala rom
empreilelrM po.lunueze,, e a*tras, paca trebalbs-
rein juntos. CouseguinUteuie os f.zendeiros de
cafe, .alvo aleaos tm ludividu..... ppuro proveilo
lina) do, poucoi coloutji bunen <. neuhuma dq^d, hi at que e4u uel,jlPiofi ,elia
deleriuiojitfS;, a ohterem, por .,., ,1o p4.Dat lene
brosos.ff, r,quell e da lnnueuci, negros boraes pa
*yo lia bal lio btajal.
Em una entrevista que tive huulem rom o Sr.
Pirauho,, h-lhe un despacho que recelii do CODSUl
le S. M. na li^ila, o Sr. Moran, relativamente ao
ui:i\imi-m.i a0 Iralico de e.cravas que se julgava
comer, a, a apparecer enlre alguna logisUs prqueuus
daqueAl. prae-i. Allud lambem na la de S. Exc.
incluida uo ma despicho de 11 de fatereiru ; mas
,-S. Kxc. nao enlrou em urna dinasta prolongada ;
asseguruu-me eulrelaiilo que o guveruu brasileiro
eslava na firme intenclo de fazer id > q.janlo po-
desse cuulra o irafico; e S, Exc. diase-me mili que
o mini.U-o da joMifia liuha dado alguns pauos a res-
peito de um. eiobarcarao denunciada ao governo
br.sileiro, ueiu como a respeilo de alguioa, prtooat
que se supiiunham ligaJas ao inoviiueiiiu do trafico
na H alna, segundo Ihe pareca.
A'respeitodos Porlusuezes qu; pode*sem violar a
li em pontos do Irafico, o.sse S. Exc. que o -en go-
verno eslava resollido a proceder cuulra elles, alu-
da que a su depurlajao desagradarse ao governo de
S. M. I-1 eh-Mn,,!.
do Itamarac para .-'iU .. ,.., ,.,,,.,-. .,,_ ,
ron inJuir ocoiu;lc| ,,,,.,,, a retirar mea si-
licio.
'''"''"-~-C"ae rumquatitu a Id ordene lerniinan-
lemei^e que os proceaiei em laei ca 01 sejan ins-
nlmenta nis cid- IJarandn no logar do crime, oude se deve loppdr
que usis fcil seru ubler dcpoiineulo de te-leuiu-
uhas oculares, o iiiandou Instaurar uo Riu Fotniosu
Jislanle seis leguas.
Jtiarto.Qoe iucluio no iirucessu ao l)r. Amonio
llruininuud, el Iodos M onlroi apprehcna. re* do ne-
greiro, cun ., Gm de auuullar o depoimenlo das
nicas leslcii.iioli.is chilares do crime, pus que-u da
linimento de um ecusado uio pode ser aceito.
nuinlo.Qae prrseguindu M apprelieusuies do
negreiro, deu o inaior des.coiar .menle pus-,val i
aclus desla notaren, e que comprando aoa ladfOel u.
Africanos roubadoa, seiu perseguir aquelles, deu u
inaior acurucoameulu pussivel ao Iralico.
. Cuiilini'j. I
m -=
o, e procu- Ineiii, l-ie a eerlitlao
DIAMOIDE PEBNAMBUCO QUINTA FERA 12DE FEVEBEIRO DE 1857
IlTaSHiaH.
n_ ueiui, para as.mios i.i lilha de un honr.em que mu
"ar. raranios considera a renovadio do Irafico lo aggravara, que nes.i occasiio chorara (la iu-
aqui como moilo iin; Brasil.epronuuciouconlraelle.e.isaulmi.iadeado s'olc^m" """ "*" '",ei,e ""'"' l"""""',|M"
governo persegoem lodos os criminosos
l)eseja\a que lodos ueste paic iiveasem lio bous
santiinealos a e>le respeilo como S. Eje.que rreio
ser adversario do Iralico de e^cravos.
N-. ".O cnsul Cowper ao conde Clarenitto,
i'ernambuco, -2\ de abril de 18'iti.
epoi, da dala do Ojea despacho de ID do passado,
-----------.....-------i--"' >" H'uuo, i-or >ao receuer o plicet imperial. Alem da Isso-
occorreuom aconlecimuto j.npnrlaule em relajao 'tau, ou cumpanhia de pesca, os capitalista! cra-
lo desembalan* rt.. S.rinhjo.., rain oulra sucie.lade.que Irui por liui a illumioaco a
gai carbnico, e encailameulo d'agu i p.iiav.-l. "\es-
ao desembarque de Suinhilem
No dia 2 do correle aroinpauliei a palacio um
..... __- ----- ... es lain vejo a mulla s.ltslai-.l,
cavalleromglex.recenleiu.otecegado, alim de a- a presidencia a geute, que JTu crea, .
a-so. incoes, pois ape, do contrario, ruloconcoirenam
liara tornar dilfUcla a sua aduUlilltrafao ; e vejo
iiibem urna prova pereiu:u .n.i de maia p>i e
presenla-lo ao presidente. Ao levanlar-ine para
despedir-me, S. Esc. lomoa-ine pelo braco,e levan-
dii-mcparao fundu da sala, pergunlou mu .eeu Ihe
qurria faier um grande favor.'Ke.ip.iidi que se fus e
possivel muilo o eslimarla, l'ergunlou-me eolia se
eu quena ir a Sermhaem, e perguolaii |0-Ura para
que l.ui, respondeu-ine : para uidiar o goveruo as
provas que quer obler conlra os verdaderos criaji-
uosos ; que eu liona influencia coto o coronel Urum-
mond, e podena talvet obler delle as iofoimaSe!
que recatara communicar ao governo. Re.pon-
di-llieque mal julgava compalivel com mea de-
vero cumprimenio de deveres,que peHeociam a po-
lica.
Uesfei esla ohjec{o observaudo que. como a poli-
lla de ambos os pane, era mesma a respeilo do
raica, aonliando ftjlioi ao bem .o I03u. Kepliquei qoe se lal era a opioiao
le ,S. fce.,Sparliria itomedial.imeule para Seri-
nhaem.
Os Urumnv..nds de ba muilo me linham pedido
que all FMM para julgar dos felos por ,,m mesmo,
mas por muilo que eu des.ja.se ...muir ao seu pedi-
do, pareceu-me prudeole evitar a menor apparencia
de intervengo ooa negocios lalrraoa da provincia ;
mas quaudo oproprio presidente me fazia o pedido!
de.xavadeeiisliraqu.lli objeccia, e consegiiinle-
menle part quinta feira de maobla ; e ipoi ti ho-
ras de urna latigaiile viagem rallo, cheguei ao
Trapiche.qoo he um dos engeobus do coronel Drom-
mond.
Na manhila segoiule expuz-llie o objeclo da mi-
nha visita. AsseguW.ue debaiso de palavra de
Man, que nada absolutamente linlia a communi.
car-me ; que a exposi{Ao que anleriurroenle me fi-
zera era exacla em iodos os pontos ; que a nica ra-
zSo que o governo linha par queUar-.e de Ihe ler
elleocculladoalgumas inf..rma(ies provinha da re-
cusa que Btert de retirar o cilicio que dirigir ao
presideule annunciando o roubo dos africanos ; e
em segundo lugar por se ler negado a rleuunciar co-
mo ladroesi individuo-, a re.pt Uo dos quaes Dio
hulia prova alguma, e apenas o boalo gera! ; que
appreheudera o negreiro ioMfgado por seu filho
Antonio, a quem ludo era devido. que a demora na
sua apprehensao foi occasionada, tmenle pela u-
leocii das ..ulorid.des polic.ae. e da forja militar
ou policial ; por isio delivera elle capiUo uo ,eu
engeiihoconioome-lraligeroa. ale qoe este Ihe al-
legaran que os africanos morreriam por falta d
____.17- ------......... Pv. .. ,- jornal, quando reclinad n dos es
liiaumieoios e agua le nao fossem promplamenle aolroi.ieui habeii colUboradorea
roccorridus. n i.....i.u h a.^ .
occorridos
No dia leguiule acompanhei o ccr:nel a irra,
all ibtive as provas nece.sarias de que, se o cover
no livesse formado o processo de accordo rom a le
do lugar do crime, e uSo em lt,o Formes,., qui. es
ua disliocia de seis leguas, ,eria ob.idn abundan.e. .^Z'^Z,"
tirniil Air* nnn l.n... *
prova para condemnar os criminlos.
Vollei para Seriuhaem ua mesma Baile, e para
Pernambuco no domingo.
Seguoda-fein f^i a penelo, t o presidente per-
gunluu-me |>elo resultado de niiulia visita.
Uisie-lhe que me conlirmara na opinif.o,que linha
da looocencia dos Urummoids.doi scus valioso ser-
vito, eda iiMusli,;a coin que linh.m sido tratados
pilo governo ; que por isso tencionava Iransmillir
os agradecimeulos do governo do S. M. ao coronel
Drumruond sem mai. demora. Pedlo-me que o nlo
Buen, porque islo Ihe Irn, grande, cmbara5o :
respondi-lht que lantoajuica como o meu dever,
rae Minea, de demorar por mai, lempo aquella
in.inifstai;a,.. Dien-me inlao que liuha temido -
liberdade d.i co.nmuiiicr conli i.n.-ialineute aos mi-
nistros no K,o de Janeiro, o Iheor das inhibas ins-
l.ucc.e.,e que elle, Ihe pedir.,.,, proearaoM arrao-
laresse ponto comigo.e evitar a su. eifCucPo. Cen-
ara portalo que pelo meooi aguardarla "eu a che-
CORRESI'.MILNCIA UO lllsllio 1^ l'EK-
NAMBUCU
I'A KA'.
Itelem :l de Janeiro.
Em >-> do correute conduziiuos para o seu oltima
Jazigo no cemileno da Soledede, ao Sr. liooorio Jo-
s dos Sal. s. editor do Ticze Mam.
Era o TrcZt de Muio a expressio di esta ln pufi-
lico, a que eslava redondo sru cnra..,io pairiola, pe-
las doce| cues e falsida les ,le lin.idos co-ie.igiuua-
nos, uiais do que pelo caiis.n;., de lanas lidia pela
patria : e,crupulu o sjslema que a loplava elle, um los poucoi "que j,i
nos reitam drsse, valautes e ilesinieressdo propug-
i.i i .1 es ..a iiberdade.
A amizade, elle i lolalnva. E se neita religiao
polo Imver lanaliaio, elle era fantico.
Amava o, homens : e para toccorre-lo] na pre-
c,*oes, esquecia resentiinenlns. I.embra-me anida
de le-lo visto pitear 38 paUcSe que iiulia na alg
Excelleule pal de familia, demnstramelo os li-
Ihoi, que deixou, bem berd.Ji- de lirtudel cuicas
de amor ao Irabalho, e de probida le.
lie trsl- esta noli i., ; ,.,. |,e lambem a nica
desle geneio, que leuho a d.u-|,.c.
Keui.iue a socicdade Auxiliadora d.i ln tesina
e |Aericullura da Colonia ili O' pera di-cutii
os especlivos estatutos: approvou-os, o j.or t>te va
uir vio receber o placel imperial. Alem da Asso-
* ------.......-------- -" i"",.... ^es-
es felos vejo a mulla s.Usfard.i. Crn qu.' est cun
ranquilidade publica, e de confluir Da presiden-
cia,no ficta de se potem em ayro o gnodei cap tae
necesarios para ues empiezas. Em igual larval,
-o pescara pescadores ,e paueiro a larrafa. E lll
obslanle os Cuustiluciull.ieg opposiciuoiiUi disc.ar,
que a Iraiiquillidade publica esta amea(a a!
(.uulinuaiii o. ineluoreiBinloi m.iieries d i rninli.i
provincia ; mas crea que Imo de peral os qi. esU.
a cargo da raunicipalidade, porque a aiseioblea ar-
rasou-lhe o orcameiilo, neloo-lbe dinheim, poique
o pare, vendo o bom empiego dessaaquaulias, se
iBeteaara maii ao presideoie da cmara m,.iii.i-
pal, e os barrigudos quixertm aii uar-lhe as s\m.
palhias do pov... ,,or causa das eleijes. .\,v. v'e.n
eiles que o memo povo, eouheciii lo esla vergouliu-
a causa, anida rn.is os aborrecen.
Floresea o cominercio, como nostrem o, rendi-
iiihiI... I.i alfandegae cnsulJ etc.
Cun a aifan lega ama da^pra o con-ul oeJei
em razAo de urna mulla em que elle iuccrreu por
Infringir o regolimeuto a respeitu de visitas aoi ni-
ii s. ,) iiumem he iiicansivcl, e exceiiliicn: tem a
gloria de ser o nico cnsul, coin quem lemol DBii-
denci-is.
O l)r. Tilo Franco de Alinei U pescorre a provin-
cia, quercunhece-le, par., nao ser exlianbo a quis-
tao que sobre ella >e luscileio na asaen.bll n-r.l
nerii licar modo eapeetador. ... O Sr. JoioAu-
gusio, dizem, re huei a meim \iaiia, mil na as-
seuible.i fallara por escriiitn,
Casou-se o Sr. Ir. J it Cotillo' d Abra coin ama
nliora. Billa do linloe nuuca etquecido Jaime
Bririu, sobrinho do baria de J,,gj^rali\. Muilo
a-erlados andaram imbu na escmia, e e do meo
rel.ro applaud elero:,sr pre feliz, c muilo. Os un., ,,.,.., de uuivtrsida-
d< do Sr. I)r. Abren, o Sr. conrgo magi-lral da S
do Miranhilo o Ur. Manoel lavares do Silva, leule
de Iheologia dogmiliea no Seminario desea dinceie.
Seu iiome, e a circumstinrii je ser estimado e dli-
linelo peloSr. bispo do M-iraiiiiil., ja nos linha pre-
parado em seu favor ; ua riela levan c., nyrapathii
a amiza.ie em lodos us que tivemus o pretor de cum-
innuici-lo.
O oslado sanitario da provincia he mala feliz que
o de Haranhlo; e reina n abuiidanria. |'.,rece que a
naiureza quer lamben, concorrer para qoe en, ludu
sej baa a adiuinisir.irilo do Exui. Sr R.dian '. Creio
e espero anda ver reeondoiidM us desvairados. !
SIABAM1O.
S. I.uiz, : de feverciro.
Em riela do penco que se tem pesiado desde que
Ihe reiuclli a minha ullnna (pillla, nao ,, como
deva, (eslv vtz, iitisloier a gula doana amabiliisi-
mns leilores.
Felizmeule que elles de ordinario toconlraui bem
exlensu e varalo pella as feriis columnas du seu
jornal, quinde reclinad is do, escriptos de lodos os
...jo lulhentici do piiuieiro casa
memo do bigamo, e ......, ca.ui da sen proprio ,,u
i.ho, stnpia. a pnmei.,, infeliz, a quem eiganuu.
i-t-se igualioeule o depoimenlo do pa ,......o, o Sr,
aipar Antonio da Coili l.eal. e o de oulra, n.ai.
leilrmoiiliii, cuno os Srs. ,.se.,r Mi noel Teuei-
ra, Ueiiriqae Jos de Araujo Fllho, ,- |l. Anua V,r
guala .Munlior l.u.inao Araujo, lo.las peuoal resi-
deutei n i cune oo Kiu de J metro.
l'ara que s seus leiiores lenham urna fraca idea
dulal fuitieiu, ba..leque eu aqu Ihe Ifunicrera o
artigu que vein cuino urna especie de prologo.
Ao Uitur.Oiieu, ha, que leudo o. eulhenticos
docouionlos, que ah to imp.eisrs, uio Unce um
rilo Je idign....a,i, vendo iucuiiliov rsaniente pro-
vado o crime alroi des-e hoineru de hediondo asp.c-
io, que se chama o Dr. Antonio Jaaquirn lava-
res, procurauoi lisc.l da aenda geral testa nrnMii-
-ia '.' ....
" Ojn, ha, que prezando a dignidide, a paz, a
honra d>s huillas, nao procure saber, -e esse crimi-
oomi. de un,a escandalosa bigamia, nlo se achu na
uinlo de un,., inasnio,ra, erraitendo a crrenle do
i njido, como o expiacau desse crime, que Dlhode
ama coucupisccli.iasel>ngem, i.in.. u urna mulliei
la un-eiia ; a oulra, em una mal lionnel miseria,
loopprobno e n.. deihuuia ?...
u feil que I tssa Iiumem, que com na, ,lut i-
mrtus piolauou u lar ue duas honestas ramillas, qoe
deu uasnuieulo a' urna prole de.gric.ada, marcada
pira seopre cora o ignominioso rerreie da um tul
leriobigamo ; que, uto o cansaremos de rape
ur .oiuu uiz o Sr. Cos, Leal documento n.
calca aos ps as le, divinas e humanas, iiirnnscab.
a lloara, pcradiniute alraicoi urna familia nuble e
hme-la do M ... nli.l.., espua ama outra senhara, e
ala duas lauoceutei e dgr;adai riclimai ao carro
de ...... milvaJt... ainj, es... hoineiu, dize -os,
l re.ei.eu o castigo .11;... das iiosser leis ;
ti A veraa :e he lerrivel.
Anida nao. A sua. impanida.de he lio deplora-
l e i,io aggravaiiitj, quauo he atroz o seu crim
prospere, como pode pro-perai eolio no. He a .-
pliearem-n >- fazeudeiros u memo lempo ao col-
n da eanna. Ora, ,, planto do cale se faz aqu so-
bre as senas, e esla, nl e preilam ., I.vuur,, da
caiin;,, sen.,., iDgratainenle. lo o o esfui.o por lan-
de alipib e o lir. I.nu Lopes Cailaiio Braneo, joit
monieipal e de orpl, lis drsu cijulal.
Por aqni lem herido alguma, chusas, e pela, u
'""'.....nas do serian, >abe-,i que i or I.i i.n, chu-
laz para ranr~i"nnler" Zu^JZ 5T T" l,'J'Uu.u,'<.0 '"" '"" "e ""' """ ,""-"1"'
ai::.e,...,e,e ^^'^^TZ ^^Zl^ZT^rTZ.^i':
menos, a lOOpOtW rs. pr ca|,. ,,. Em umi pTnvin-
cia, onde^a populaco eacrari he quaii ninhumi,
Virlu iiil: mnaln lul|>i i I, i
,\er -innil, nec pnml leeure
Arbitrio popularii aone.
1)1 es
2. Uuartesfie da ra d'Aumra.
Principia da Mreja dos lonjean inclusive, eeta
IInal. tm ''S"'"'"110 ald o meio da emle, ra do Aterro
homo lo por agn de pirte mu fanebrii |e,n_ alo o beccu do Mari,,is exclusive, e rasa Iraalitli
hr.iiiea-, tralemoi du prsenle: porque o lU|.,r per-' aueimada
tence a lieos).
Os n.os agre..Iteres se queiiam que na pule-' C'aarleiran da Proel.
aquella ev,,urlaca0 (, (1,ra0,dll. ,it< S allen.ier-
inosegtiraa que a -,gr |,ra rada rea e des.....
volve oais entre ,,s, e b., a.,n que alo conven,
por ueuhuin modo dimioor os bneua, que se acham
nppl.ca os a lavoon, p.rece que lia urgenle nec
HdadO de acabar con. ,. eIp ,uciu lbiU ,.
directamente. Oaantu he imperiosa essa me nda, t,-
"'s.,r'!.1'"-!'""^"' "" ren,ella"ani alsoni amigos
i pr
aiaereole m......,p M agenlas, vim a saber, ao A hrinhi rendeu-si no sabbado a >2 e
le, que ex sleiu n pronncii S7 eoitenhoa de fa- ras. 0 milbu i 3>: o fe>iao a SOi) r a cuia
cun ii......i l .,3 r..... a -is .... n.....-*____. if .-,., _....
linear assuc^r com inoend le forro, e S e un ,,.-
eoda de madeira ; e, se a'peoai ha. e,.. indo, alies,
o Homero de 1,908 eseriroi de servir, l-mus em
compeiisacao, a finiidale do terreno, que em el-
gumas parle* produz -eis e olio fulh.s cun multo
putiro irabalnta
V deipeil f- ila pelos cafres pblicos gen
v '-------- ------- v.i.ur. cas, em uue se acu.i s.,1,,^, i, ,,,
.Vio sabemos com qu. .o.nma de remora-a. es-e saber regular .leudamente a bala.
iiein an.-r a em ..eus lirar.n a n.r.. i n., i., i.... .s _. ." "" o oaiai
-------------------., ._. uc ..... es*e
i o. ni aperla em ..eu. uticos a infeliz que de-hon-
r.u, impriiuiudo os.eusdevasso, labios us labios de
sua luno.enle victima.
liver consume do crime, jamis podara' reler o gri-
to de sua negra cms-iencia, quaudo se v no inri,.
deesa infeiim eulef, leus lilaos, victimas irrepara-
Tea :- un, cr.me, que litan deu o ser I...
i Sun, um uia, oes inuuceniinl.es maldienarlo o
autur ua deaboura, que Ihes adejuu ao borro, pira
aluda alciu do tmulo, acompaiilia-los em sua dcs-
ceudencia !
lie uina rerd.de bem cruel para quellrs, que
d-ej,Vna puuicA) do crime: que amain river uo
lelo .le um. soc.e la lo inuralfsada...
o Ur. Aniouw Joaqun Tararea, nao s se acha
anda impunedaqueile sea crime, cuno at, conia
lucrivel!... occupi na .ociedade a po-icio ue pro-
curad .r h-cal da fazeoda geial ; postra.," que so Ihe
.em servido para Uzer ganrra aos .'Us i irenarloa
p.iui.os, j,.ia ialii(.iei me quinhas vingancaa ; e
a cobeilo oo seu ph.ruiico celo pelos iuteroiei da
f iz.-n la, escoD'ier ., su.i hediou la bigamia I..
a Quera o u.lo lem uur ah ouvido mofar do su
propr.o crime irocuraiiiu cun o rid-cnio af.sla,
a at.eneao aerie, que m.re e uiu crime, que ataca
pela basa a honra d. familia !
Mulla, pes-uas dizem', que com laes zumbara.,
bu.ca elle taivez aiialar o. remursus, que couitinle-
uieiile u i .lam, lembriildo se da infeliz I) \d
Jusuna duS. Ju,o, que alo he digna de mai 'rco-
miaeraelo do que a sua triste eompenhelrea oulra
vtcliuia do abuue sensual ue lal iiomein ,|0 q,,,.
lio-n a misrrima .o,le dos llluol des,, desaviutu-
rada... .
- seja la' u que f.'.r ; e,u lata occasies de revol-
lanle eynismo, v- o escarueo a cavallo no crune,
o de g.iupa con. oopprobno .'...
Ja' por doas .ezes se lem publicad i esles docu-
mentos. Ai autoridades Clvis, oproprio gorerno ten,
delle coiapteto eonjiecimeiito ; mas, oLlguno se cou-
serva impune, ludo airosirando com a iiifiucucia de
leus palanos !...
Ale quaiuo durara' es.e escndalo ...
Coin a publicaljao desla lerccira ediclo vere-
mos ao menos, se o guva.no couliuua a con'ser'var uo
seodeumarepailie, puulica, u crime em tuda a
sua hediuudez : rremos ^u menos, se u Eno. bn-
pu o,oces.ua. a'quem compete, a ex-oDicto, segun-
do a, di(posi.;oeeCauoiiicas, u lomar coi.li.-ciincnln
desse aileutado, quan lo por lal maueira, se acha el-
le lao el.io e positivamente deuouciedo, trata de in-
vesliga-lo punir. Sitiemos que e-sa piolecca'o es-
canualosj, que ale boje te Km dado a' stin-'ili .ule
crnni.10,0, ne devida au psz..r de se na rodunr a'
i.- -i -..i es.a inleliz em quem elle bigamioo...
a L .i oulra, a ouira infeliz, nao merece luuhem
couit>.i\aa :...
podoia'aquella iouhora eoconirar uraadti-
gri(a maior, do que a em ,:,e laleotementa uve!
A KCI0d.de quer u a icpiraco ; quer, u cas-
Bol Sania Auna
nmma inloleriucia.
de Themii.
reina a inesina verligem, e a
Qualqoer acto prallcado pela
Acaba de s r exonera lo do comman lo do pre.
lidio de Fernn lo o Sr. m.J r s bisliio Aalouio ,i0
.... ,,,..,lt,.. yualqaer aclo pralicado pela "',-" ii'"ros,e Horneado pea subslilu.-lo o Sr. coro
Ur, ^'' "'" Ml0"Ml! ,e "*** de violencia. -eguiMo o ii. !'" A'"'" omei Le ,1. Folg.mu, de apreciar e,
la Horneado, que acaba de fazer o Exm. Sr. mar
quez de t.a:a>na pe-sol do Sr. corouel Leal, p,.r-
que.eiu \ r .de -.ja dito qu. u Sr. coronel poriou-
-c mullo brm em ...ira occasilo que ja commendou
quanlus exercem aqu i '! Pre",u,a I'ir eipajo de itous anuos e meio, deixai
eslo roiiteiici ,os de I"".* \" "'('iios ;nS. Ihe s.n.io mesmo lodif-
s ._. _------4------v.v duri o e.ts- .*\i,ia nao I,.,
ligo desse .r,u,,,,,,,o de hbrido, iusiineus, que ah se do, menores, coi
U-leiJt.l i <-WI Lili i' Pili xii HUiilanu f
u-xciH.! icvoiidiiie eiu seu eynumo.
Sumuf lilil iiutlo-, que no cuiisulu dp S.
sESSrls SS5SS: &xs:
eoohecm melhor i.... ... ..1, l "espe" r "H peUi c",r's P*>tti gene., com
s.derar que os braro a* 1 ,'", k",?"" "'""'' 9V^ ''" H.......a-morboi, montn na
tus or oulra, '. ","*"' "-1" "a ubshlu- quaniu de res l.lvii:).i;jj|
O Ur. elief de po,,a ac^'emSorai. Al as! Tei. 5"U" '" "'"" "*" "* MKmU6i <*
MI -*****.+*.p..^. ;oTr,;rd.deirMamig..d,pr.,.ei..g.ardia
Comj.a que elle achara all os anunos muilo excn I!!^-! ''"," """" A.......,:,c "M9* *"*-
deicidos.e que ,a u-ar da maior r," a arai elhi ." I "as ? -"'I' ''"' ""'''.....'" "'"'"' ''' Po|c-
bem da eiubar.eosa <^iin a ,1 S,, i : A.....**! **tr nm exielidlo quinto de
cado. '"V.m, em que,e acha cello- gneros (em sido despachado pela Ifandega deell
man circunspect.s, e a quem ale cerlo poni se pode
considerar fnra do embate das paixues, a urna larga
synd.cauca sobre us aconlec.meiitos do novombro.
Us dados, que se culheram sao preciosissimos, ed-1
alguma inaniira faciliiarAo a marcha da jusliea na
iu laptao da ierd.de. Mas uem por isso a policio
do Ur. AblllO he menos eipiubOM. as c.ircunslan .
cas, em que -e acha Sobial, he urna larefa ingrata o I
K.

----- ------- ww iniiniu., a,uii ae do lado, a quem o mesmo arlo pude lenr. Al
couas lem cheg.io ao pun,,, qoe eu nao Ihe pus.,,
exprimir neuhuma opinilo segua sobre o que all
n pares. Eolrelanlo luelina-me em favor ua aulo-
ndade, poi. felizinenle
urna porcia do peder publico eslo con.euc, ,os de '.lj '" '"' ""f"io, ; al i Ihe sendo mesmo ... i,f.
que ,is suas violencias nao eocoutrarlo apuio, mas wcule '" borameulo da liba, e p..r mullas veze,
anteauma repr.,vaca. muito pronuucuda da parle!1'-'.....'" P-mo.h qu.....I. tem es,a io, nUf
da primeira aulondade da provincia. acuella gente enche-se de pi.zer quaudo .e i.u
Aa pauOea. e odios poltico.....i la ennlinuam. As '" -0111111,ndante Leal, e m-mo ja uui..... a um
diseu-si.es peonan damiuain deapolieamenla as lu- |, "' '"*-"* polticos iz-r, que elle, chor.ivara i,,-l
- da linprenu, quer de urna, quer de uulra par l,ei".q"e lor.11 n all traa lo, |,or elle, o p-e.ldi
Esse e,iado de cousa, prumetie oonlinar l'reci-i,va ''* ""' rommeodante q Je reanisse a' ei
O que nos vale he que a presidencia leohe-se con-
servauo semKre oeulra e circenspecla 00 meio dos
inleresse implaeaveu doa partidos.
Neuhumi oasgizetaa aqu publicada! cnion a
presidencia, anle, ludas recooheeem que o Sr. l'aes
Barr.;.. se inspira uus .culimeulo, da jusliea, de
que he dolado.
A'visla do meen lio, qoe houve oor toda a pro-
vincia, arredile, meu amigo,- que su por um supre-
mo e-l reo de eoragem c ,e dedica,:. >' por parle da
Klmini.lrac.ao, nao nos adiamos a bracos com a guer-
ra civil.
Deixemoi porm a poltica, pois aqui he sem-
pre mordido quem nao presta ouvidos semelhanle
Circe.
O presidente continna a imprimir a nuil viva im-
pulsara as obra, pablieu,que s. achavam comeradas,
e a encelar outras, que eniin du manir momento.
Agora deu elle cumecu ao cale menlode una du
pnncipaes ruasda oipilal. i'a'ra 11,11.1 cidade are
misa nao he es-e um das beneficios, que se deven,
pur em esqaocimenlo. Otila que as adminilricOet
M live-seu. lemhrado dlKo ha ...ais lempo, e que a-
qui-se uccdereiii a actual, quaudo IU houver de
deuar a direcjlo das cous... puiiliraf, nao oblilercm
case importante melhoraraeulo.
loram oornecidos lambem agora o matadouro pa-
Mico, e u paro da atnoMa provioclil.
O gado que aqu se mala para consumo em um
dos bairros mal frequenla lo, da capital, deixava
um biHa de noane lal 11, lugar em que era inorlo.
que quasi lulocav a reipiriflo das peasoa, que poi
al.i paiuvam. Ora iss0 era ettremau.eute damno.o a
sanie publica, que he um dos objeclos, que deven,
oceupar seriamente a altenrao do governus. O Sr.
pre-idenle nao se eiqoeeea de remover em mal,
para ruja exliureii muilo lm sido auxiliado pelea
esteren, p llriolico, .la cmara moniclqfl.
A rasa se a obra pelo, respectivos ilieerce./
de o collrgio des edacan-
!va.;:i 1 he devida :, a 'mini-lracao
do actual presid-nle. Hizein
lia j.i 11N. crescido numero de
ciall 1.1
por muilo lempo, poique ha rorajes, que parecen, *", e lotellig.ucia a qualidade ue allega.., e-lai ten
ei.gro.-ar lodos os das com ama gola de odio de sr< """"I Leal; por Unto lie de eiperar qae fac,
un, exe.llenie romm m I,, pelo que sui.re mu lo no.
cougralulamol com us habilantei do mesmo presidio
cojo numero de seis eentn walenciados, que buje
1-111 reunido, eos riraudeiroi ea,guaraicj tobe
crea de mil habittnlei. Faea o gorerno aempre
I de-la, no.ne.coa-, que merecer a approvafto pu-
Em .lias do inez pass,,do,c.uisla no, que briga-
ram 2 maoceboaua ru. do Rangel, e um por nomc
ll, dizem que s llr-,a ilgumaa chbala las ; o por
que he que nao 1 .hemos e n-ir> qu reinos ,-her, o
cerlo he que ludo llcou u sicut eral iu prinetnto.
(. ...mu., a ex,sur eulre as quil.iu i-iras da n
beira da l!oa-\ isla o leproso, de quem nos or..pa-
mas em i. ua das ,1 .ssas paginas da semana pallad!
cuino de popo-,lo ceilocirain outro d-fi0le da-i
qu-lle. que ssirn.ficoirauio-lieui de-vis-avis, ',
Em una da-noitea paisadase logo redo* fe
se u lempo na rin do Sebo, e houve muila le
fecunda c iila que esle inez o sera'.
lela generes,! da provincia, lieos quena que es
iiHliluicao rrnetlflqoo, e eu estno convencido rM- que
aaaiin acontecer', atientas a ba ndole e a apli.lao
do- Ceareosi s.
"- I.....r" 'I--V no porto desla cidade o vap>r
renore, da marinha franreza. Dizem que era es-
um du. vasos de guerra, qu se distinguiam no ruin i
bale lo .l.j s ,ta .-,----..-.___.__ .. r ...o__ ..I
Soba
meii erideueiam o horrivel atientado do bigamo I)
Auiuii'.o Joaquuu lavares; assim coin, s.bemos
taiubeiu, que .0 gov.ru. nu.riial tem sil., remelti-
d. por copia auii.e.uica alga.., diese. Irrecus,iven
docuiueuio. do ai.ucissiiuu ciime de bigemii du ,,ru-
uia.ur li.c.l do ll.e.uuru u Miranblo, lotoii ,
ju \ 11..1 lavares.
(Jas ju-lieasdo paz do goveruo de M. Imne-
nal, do Exm. bispo dioeenno, espeamus a lu-ia re-
piraSao 1 f. f. a
A una iao virolenta aecusaru, toda Comprovadl
do modo, que \ me. ver.,', .aluo u bigamo do seu -,.
leu-lo, paia decl.rfuu lado lalve, ua trille 011-
HSloda su. victima, que ex.sie fiiu cala gravada
raas' emComLr-ulue vez, que o argido pe........renta, nlo iihea' cara
po.e espenque an.i-t; .. aos Inbuaae;
nha: nenhumaronlaallise vio,Unan lo ser quei- e,,a r,'conslru"",l>. de Joilo Jos de Carvalho Mo-
raes, fica na liuha do becco denominado da oaliiz
ina la pelo rii.o.
A ra da Santa Cruz, um 1 das principaei 4
lioa-Vsla. eslaclieiade b.rreira. ; .1 f,|u omeiile ,n
de algunas carroras de enlilh.. o .re., o qoe nao
f-lla em qualquer parte, se*e qu.ues-e cumplir de- 0ul ''" '""""'
veres. Bernariliuo J iso Muuleiru, que a dispoiiclo do ar
Dumingn 8 do cnrreul '
.- houve na ribeira da
Uo.-v isla urna foilc disputa por caua da carne cur
rupia, que eslava exposia a venda em um dus la-
nos e.i-tenle f.ra do aijougue publiB: o resultado
nao oubernos.
No mesmo .lia S.lo prsenle huuveram fesi.n em
Santo Amato, ReO'dio,, Beberibr, t'oru e na E,
lancia. O pora dividi 1 era oolomoal, dirubei e
brigadas, as quaes marcharan) para -,"- lugares
onde acompaiiharam e ininobracam sob as unten-
do capillo Pag .de.
C.ii-ta-nos que o exim, artista sr. Joao Coe-
lano do- Sanio-, u'entre alguns especl .culos oue i.r
beneficencia lem de dar, preleu le dar um m be-
'"hciod.....feliz jacinlhu Jo- le Vina, nos-,, jo
vem e desvalido patricio, que ubre ser ponrissim.
e s-r.ir de arrimo a iua fam lia, lie ceg Quindo
dial.....loariisL alo livesse titulo algum a' no,-..
raasideraelo : por esse rielo Oeanamoie com lenn
do, nlo <> romo eminentemente compamro, huma
110, o r-valleiro, leulo .uno lingo derotado do*
prrnamboeanoi, de quem, diz elle, nlo .pin se-
na > sus amizade. OSr.Jolo Coelano a lera' en,
um gmo elevado c por demaii rrnnco.
Hojedereorollegiode Papacara rotnplelar <
numen de ar solemne iu.nc.lo da igien do referido
do vasos de goerra, que ,e distinguirn) no com \te" osar a solemne nenjlo da ign-ji do referido
a do da K ue -elembru conlra a, forlilicaees de ] c"l|p-10. lailopol. O efltei.l desee vapor pareceu-me um | t 0""< ,'^c, Caelano da Meirini.eom zelo incan-
perfeili civalleiro. Foi aqui mu,lo nb-equiadu, e | ,.;,vel e u"" dedicara., a luda prova. Petvoai vindat
o vicecnsul de 10a mageetade hrilaonica deu-lhe ,,:luoelle lugar dau noticias que o meamo prefeilo
un baile, a que asusliraia as pe' de lauta importancia a benc-
capilal. O Sr. presideule tambera aisislio a esse "'!",,a orl>l'anda le que espanlam a quanlos poi
bailo. lili paium, as qu.es concluidas, tornara aqurlle col
I m dos alliailos. qoe lia nesta cida le, nao deixou le-"' "pr'meiro la provine
i ** ii,n.r. o.... ., j. .^, t -----. -" i -vf,,,. .rt nn u. .eme. t.e ue.io une
se n ,,t:t;;i't"'"' ^,n,i:'api,r,e,e<-'-"0*.,qu..
O liiuiullo da- eleienes fui sucre di lo por Cun,,
calma, qoati que profunda. Actualmente s se pr-
ceha a vuzeira de um ou de nulru candi lato mama-
do, ou desses que, presol a' cauda de urna acta alsa.
prucurain, por lodos s meios, urna aherla, para per
us mmiuso. pe nos uinlirue, da represenlaclo ua-
nal, oio se imporloa l >,em eonsa alguma, com os
que na verd.de se
gada uo vapor iuglea, esperado do Uio ;. e como de-: lanli
lem vislu en, b-rii m.os lanjiie, cum loda, risa, iu
resligacei-qoe o Kxm. presidente da provincia lia
DOMO mi pralica ofim de fuer punir, e ao mesmo
lempo palanUir, em occasilo opportlna, ene enor-
me al!e,.!ado 1 livie iiiiiiiifrslarau do ui-ls sagrado
direilo dos pavos, Ii.-...... anim em cmplela exposi-
;io a immeoaa calva de.sss Ii unen:, inleiramenle
despidos da menor sombra de moralidade.
Smlo dizer-lhe que a rebre amirella .ai conti-
nuando a apparercr. e com quanln a populaclo nao
re eche em nada aaraitcda, lod.via o quidn mor-
luana do lim do ultima mzanla por 137, oque
re6ula a seu pur eenlo da nona popalafin calcolada
einaM.OOO slinat Cielo qae nlo ha ci. nal algoina
do imperio qae ipreseole orna mortalidade igual .,'
e-sa, c nem nonca livemo la em lainauha .-cala,
aindi meimo no caso das utliu ,s ppidenriis,
Depoisda visiUda robre amarelli em ISO, esla
capital vai p-r len.n puucu a puuco i fama que li-
nha de sua s-lul i lado.
Nlo -ei a que causas le pona attribuir urna lio
lasiimavel mudenca. Cumpre agora ao, hoi......s da
,-iencia o esluda-la, aponl.indo os meios neceisaioa,
quandu oio a eitiogir loulmenle, eo menos a modi-
ficar de algom m-ido esta sarda c lerrivel cauta de
via rhegar dentro de pouco, dias, annui a Uno. En-
tretanto redigi a eirta, qoe he mu.ha intencao ex-
pedir ao coronel Dromraond, e da qual ora remello
a V. Exc. orna copia.
S. Exc. observou enlau que o negocio apreser.L.va
um aspecto serio no K,o de Janeuo, e que em meu
poder eslava acornlo la-lo por meto de orna sim-
ple, expreAo de approvae.V, dos aclos das aulori-
dades. approtaij.iu que iminedialamonle deixaril sa-
Utfeile o meo governo. Hispo:..li-lhe qae di.su alo
linha eu a meuor duvida, mas que Infelizmente
sendo as ti.iuhas opinifiei integramente opposlai au
procedunsiito de.sas aoturid.ides, Imponivel me or"
faze-lo.
presidenlcdisse que se cu iiisi-tise no processu
dos accosadus, lauraria sobre ineus hombros loda a
respoos.billdade da absolrilo que inevilavclmenie
re segoiria, e terminuu pedlodo-me que Ihe suuge-
risse o qoe enlendesse Cooveniente pralicar-se, pe-
qoe sendo pos.ivel, elle o faria.
I)isse-lhe que neetera que a marcha seguida pelo
enverno trname boje diiiicii, ,tnle impostirel, to-
da e qualquer celo efllni ; mai que n,i Barra, on-
de oesde o principio de.iain Icr lido lugar as inda-
gicas, aiuda exisl.ara p.sso:,- que p.evavelmeule
podiam jurar sl.re a idenlidade do. la.lio^s. Disse.
roe S. Exc que se eu Ihe podesn dar ..s n .mes, or-
denarla ao chele de polica qu- para all se dirigisse
e as inlerrcgas-t.
I'ergutitei-lhe se a compra dos Africanos roobadoi
linha sido por eflc ordenada respondag-me pela
allirmativa. mas ju-lilirou este procidimenlo com a
impossihilidade de lecopera-los a forra. Retpondi-
he que se esle acto era de connoieacii imviUvel.
a. pessuas a quem elles linham sido rnm|irados de-
viam ser couhecidat, e a-sim porque motivo as
incites
le-
non manda,, process.r A i-to neohuma resposl. 'ZSXBSFZZSl l t&E.*
Pela ribeira do llapicoro conlnoam ai de
riaii a atacar us n.ssos e-tab'lecimentos agrcolas,
dezimande nao peqoeno numer.. de tiraros. Se rase
mal foi conlu.ua lo, a par da -..scent-' rjportacl.i
de escravos que coustaotemenle aeguem par. os mer-
cados das provincia, du tul, dentro em breve cesa-
ra de lodo a nosia laronra, essa nica foi.te da us-
sa riqueza.
remos actualmente lodos .is ansas esperances re-
eoueentradas mi navegaedu lluvial, que, sean,.'i,, sa-
namos, nlo lardar:,' mullo a ser um. reali-.ade u va
entre o'. A ressurrrir^o, para anim duer, da ri-
queza pobtica, e quir.' particular, sera' por aquello
meio devida a sabia eilluilrada administrar;!., do
Exm. Sr. Cruz Hachado que laborou e reafi.ou o
Conlrato da companhia Huvi-.l a vapor.
O Haranhlo sabara' bem-dizer ao horoem de ri-
snr.isa ronlade, qoe leu, continua I,: na marcha pro-
gressista do seu nlu Ir ain- ressor. desse hemew que
naba reanimar., cadare du pobre Uannhlo, quan-'
do ,a entregue aos sequ "-... abotre, de um Jos
dos bou de um Bodin, e de uniros que Le.
K agora qoe al o corvos raimados do lempo de
celebre metrall.....or, lizeram cusa commuin, e,
os seus parceiros, os da roa da Ii, relia, for,., -e faz
qu- us cuidado, do Exm. Sr. ClUZ Machado' ,e l.i-
uem mais prnliruus do que furam os Ceasnr. .
/ seja a dirisa do Ilustre mineiro, queja a-re-
dil.de por omi proridmcia em l.oyet, e pur um
longo tirocinio pai lamentar, veiu eulre
n.ai : summa de luuios a' saa ja lio inrejavel glu
Os seos gi.iiun- adversarios, nolridos e curtido,
i,u i.i lacel de i-...j., ,)a calnrsnia man. hadoi hor-
riveliurnle no crime, queeirvain de escuro rundo ao
radiante quadro de unii admlslraelo, taires a mai,
illoslrada e menliada que lemo, hdo.
Sim, ene claro-escario, es>e c orosle qae acad,
i momento observanioi na ordem phj.ica, eiiile lam-
bem na ordom moni, eosslm he ella bem rizirel,
quaudo cu'ilinuiainos o carcter a toda, a, ib-mais
lualidades moran de S. E-.c, quer como homem
publico, qu -r rom.. b,i,,iu ( articular rom tudoi os
deues beioes ue mil Irelicaiictai que,dapon .le have-
lemempregado para cora elle a hnguagem da nuis
de du, nos bellos lempo, ; ,e anda boje cont com
o inste recui.j de u,,,., duvilosa prescripelo, lem-
b,e-se, que esta em u.da o de.e ojudar para llvra-
tu du estigma s. opiuilo publica ; e nem para con-
ser.a-lo em um empiego, que nlo pde -er exerct
do pur crimines..., e mullo menos pra furla-lo a'
.c.ues de al.iuei.ius, dej)oia sua primeira mu-
ll.er, e nem liualmeole, pa,a prira-lo dai iienas e>-
pir.luaes, qu-lereiuhoir.veUneulea lodos osacri-
legus do bigamia. '
Que cho, de desgrana para as las Um.....de,,,.
homem. nao epreteula o sua succe.sau, quaudo che
gar o da em que Uooi for servido ehama-lo a' ora-
seoca de ieu mexhorarel tribunal! O espmtn de
um clirullo horroiin-M ante a idea de um peccado
lio vxeciaw,f! : r
Acabo agir mesmo de le, o Prooreiso de 31 do
prximo p.ltldo mea, que parece ler s,,iu ido fr-
ja,iu de eucommeilda M.ra o Sol, ol u de fazer ah
anda ...elbor acreditar a lal pairauh,, da suilocacao
da impreu.a, de que Ihe teuho rallado
Apre eutao alinoc.eve de petas um atistalo de
lodos os seu. lypograi.....,-pobre gente de sua ira-
mediaU depeudenciaem que ifianeam viverem.
coino uniros lint .s A-inoJ.u,, engirf.r.doi em casa
du .r. I\u para p, erm irahalliar, e que he cer-
tu ler haviuo o lal recrutnmenlo moostro .
yue miseria'..
>a verdade, que a coarelada nao h- das neiore,
eu por mi,,,, propo.il un, troce de iiiveaclo ao au-
tor de sem-.liante leinl.rane., que. eutlado IMOJ
jolguu cxpnc seiuconi,,,iizer--e comsilo mesmo.
a ex sien,,a do lal pasquim, que -em muguen dar-
me a meuor importancia, coutina lirremente a ser
iinureso e dlslribuldo...
lis aitigo, du almoreve, com o lal atle-ta lo fur-
nia a segunda parle do carupello. Felizmente; que
tudusj. devem ah a,h.r-so prevenidos, o poreon-
eguinte.nao maia ingolirlo nmelhanles pilolai.
i lo Paraua a acaba le chegar .. Etm.Sr. Ama-
ral, prenden, ,,,.,, par. .. Piaohy.
S. Ese. achi-se x pera iu barco, que u ha de le-
var a Latas, para di I.' seguir pur ierra a., luga,
do leu de-lino ;preseiilen.enle he essa viogem bem
ma, por cau-., ,i> mtVruo, que ja' comecou.
>. txc. leside usa capiUI, na quinta da Sr. ha-
rao -le t ury-Assu .
No .a ultimo io mea panado, faitee m victima de
ama paral}sia, ., cap r
tenle, cu,um ilil.i
Fnneezeso eolhanaimo, que srnipre senlie pela
isa, que foi debatida no oriente, lie bello que
Bepuii .ic-te pedaciuho de fanfo cntlutsiaimo o
que man poderla dizer-lhe, que prcndesie a sua al-
lenca.. .'
Por isso findo aqu.
RIO-GRANDE D NORTE.
NATAL.
' de fevereiro.
Comeco esla, como comecei a minha ultima, da-
an-Ule nolicia, Iris'.es.
O cholera continua m sua maldita peregrioeclo :
e, depoii de pairar no municipio de Tooros, e" de
Icr lili sullicenlemenle derramado seu mortfero
venene, deu um pisse retrogrado, e foi poosar as
praias de Punta-Negra e Piraog, onde, em propor-
tau .la popolaslo, lem ceifado ha-lanles vidas.
bu: lauro, se acha encarregado do IraUraento
dos pobres o Dr. l'ilanga, que fui pela presidencia
roinuvido da llueca da Mala, onde, felizmente, -e
achai exmela a epidemia ; em l'unli-.Negra esta o
Ur. Casado Lima, e em Piransi cura o Dr. Suiza.
S-eundi se mi, Mies tres discpulo, ,1, relh......
h'o daCds, leem se mustiadu, alasors, man ami-
gos do prximo, du que alguns dos que aqu eslive-
r.im durante a epidemia auad.....i quaes adora-
vam lanlunoiiio, quanlo os hudhislis adoran! i.o-
-eua pagodes us fai-us dolos !
Em Papiri, apenas n falla da epidemia, para se
lisiim.r-m os orphio, o a, rioras que Bearam dea-
amparadas; e.em rouscqueucii. breve por la oslar
o respectivo rigario.
Rosta capitalainda ppann un. ou outro can;
masa populara,, ja esla familiarr-a la con, o mal.
lioje uique merhegou AS mos O n. 8 di Ubtr-
dale, de .. do conenle ; e como u Ii com alinelo,
lubngu-i um, cuirespondencia, a-s,giia.la por um
l-u a-signante, id esl, aiLiberdude. Nella mus-
Ha-,, n Sr., sobre cijo s.sign.ule meio aborrecido,
por ler ro esnveredu a Veso, qoe o presideule da
provincia ola tomoo pile as eleices, o que lem
envia.lu prompio, sorc.rros para os "pontos onde u
Cholera de novo apparretara.
Deseja que se Ihe declare quae. os soccorros que o
pre-,denle envin para a villa de Tauros, e quaiide
osm.ndou para Ponta-Nfgra.
Pera Vine. ii.". jolgar que eu cnt.clenho a mi-
nna correipoadeneis, Imbingiodo-lhe falsa, njtl-
pia. reforma lo Jne Curi'eiiu ""'' r,rr,,'P01",'-nc,a. impingiodo-lhe falsa, noti-
uie lu Un,. ,i. s. i.,,,,. I'aa, dexu dizrr-lhe comlaalo, po.m, que ninguein
l'.,-aperda ai geraliuenle sentida p, lu gr'au 1- nu """" ''''" S"ba' p"ls "' nm he smente justil-
mero de sen. amigos, que nelie per leram um i,0- c""m' Peraole Vine. que. quanlu ;, pnmeira par-
me u dula a de qualida le cmiuciilriiieiite anrecia- ,'" ''' ""le"lu "I,je Sr- l'assos nao lomuu parte
me u dula
vei
Mo sei quem dora lio bem como esse digno ,.|1
ciai, preeucher o eemmando daquella foruicia.
CEAKA.
orlaleu b de Cevereiro de 1637.
O invern coioeeoo para nos com bastante frra-
nos diai 1 e > do crreme ra urain abundant, i aauai!
e houve mude d nnvolviineolo de tleciricidad-'
tira lodos ot puni d,, proviorn cliuve mai, u me-
llo-, de mudo que uio ha mus receiu de morrioha
m. godo. bsp.raie que a parie|oKja e-le anno ex-
iraurunana, e que pur consequencia a arrem.Urao
je.nziu.os sobre o gado eleve-se a urna cifra muilo
pintar superior ,ius annoi autecedenlc.
A par des,;, abundancia vira a do, queijoi, q,,. a
po,i,, uina vei,'.., crecida na exportarla n ci
i;.ic nlo rallarlo .o mercado, e a alegrl'a aapaoaira
;- povo ,..,,. de.x.ra' de ser lamben] um -igual da
felicidade puhlic .
rumii.emn.su- presentemente como que em
expectativa. Anulen aqu tempr. ,-,, %da, "
annoi no l,0, (|ue eil,m,s ,.))o o ,.,
co b- rodo para o interior da pruVinta, e o- ,,, ...
"'iloslo r,ilnapraxosV7e........ pouom,,u
obtive
V. Etc., crco eu, admittir..' que ha fortes ra/es
para chegaras scguinles eonelnsbea relalivimeote ao
procedimrnlo do presideule neala queslao :
Primo.Que pnmidiUdameoll reoMveu as aulo-
ridade, polieiM do dislr.clu de Seriuhaem mies da .1^ M'".e^ "'"S""1" do cehb.e llr. Ta-
Cegad, do ....reiro. | JJ ^SUSS. *"*' '" U'" ^ ,,"t"" ""'^ ""
Secundo.Uue leode oio sea poder a noticia of- Be mimo mando Iba om do, rolhelo, .,ara Vmc
hcial do roubo do, africano., ueguu esse laci a *er ali-que pon., de oridMcia ebega a' doeaooilra-
ua resposta ao meu protesto, e que par. .,.enlir i f",.' Ij'J'Z u Z"* -"""""" qU' !* ",r illcr',el
sisa sua negativa mandan o el,.f. ,,. 1, .. _. "TSZS^""**'*'* I
oes n.oi, tuipts ralumiiiai.
Ai.i cabe-Ibes a apoficarjao da Kroplie de Pon-
a! Ail a ru ..,;, ari rica'jes
Pelo lerccira veawtam de ier publicados m ,1o-
cume.i'osautheniico, da bigamia docehb.e Ur. Ta
sisa iua negativa msudou o .befe de polica a bordo
',''i',",|'u.;V.'u-""'-''" l"'r i5"" ;'c """ "". i "" ,: ......'"'," deienmlteo a f.-bre d
...lu.idaoccasionae-seariefeci.i.eni,,, Jeque |l,e. para o i.ublicu, depui- que a Lber dade
'. nre.o'.
que o ar. rassos nao loinuii p
n i rleiclo ; rfiic us .socorros en.lajlus para Tauros,
pe. presid-ncil, foram arroz, bolacha,, baria e
mais trezenlos mil ici, em dinh-iro, entregues :,
cninnusajo benelicente daquella illa, e a dtlpoii(ao
do llr. l'ilanga, ilara compra de uniros geueru, que
alh haviam, e de que se precisara nu Iratamenlo' e
dieta dos cholencos; e que para Pona-Negra lo-
rarn o, soccorros, quando o respectivo inspector de
quartpirlo os requi-itou.
De ludo, illo hajl vala o Sr. Calo, om
dos m^mbrosd, commis.ao desla capital, que re-
melleu os gnero, ; ea thesnuraria que, pur meio
du mesmo S:., rrmelleo odinbeiro.
Veja Vine, se quem fal|j*com Unta ingeouidade,
merece o epi.helo defalso apostlo da verdade.
Dura em dianle. mru bom amigo, serei um novo
llarpocral;,, quando se tratar daIiberdade, pois
aempre heIiberdadee pode muilo bem, iiuoi
Icik (uert'it, alirar-me pelasma< da amargura.
As un como quan.I., apparece aqor qualquer me-
nino com alguma leUia, us oolros o iimlain incnn-
lini 11 e, a-iu, emo quando da alguem urna parudh
nodomingu, iioose vrnuira disfrcelo em lodo
correr da semana sena |.agu 'e. e sui'roes ; ..asi::, co-
mo quan lu ha urna cavalhad. de mascar..- ou arle-
quiua, na .lena de hiver qua'rn uu cinco mal-,
embora eslejamus foi. do carnaval ou da pa-chua
>t u lambem ae desenvulveu a Ubr de rs rever
sal,iu dos
O rapar Paran, viudo dos porto, do norte,
Irona a sen bordo pa.a esla provincia os seguales
pas,ag-irus:Fllippe Nonio da Cunha, Joaqnim
Antonio de VaiCOOeelloj, Candida .Mua da Ciucei-
clo, Roberto lluel. Aniceto Jote Borges e 1 e-crav,.,
Antonio \ leira, Clauo Jo- de Lima e 1 ciia.lo.
Julo Cedro dos Sanios e I escravo, Ju3u Lopes de
Car,albo Loblo, aoa sauhora e 2 escravoa, llanoel
Iheopliil. Alves Kibeiro, sua inn.i i e 1 esclava.
Manoel Jos I'ereira Pacheco. Francisco de Salle-
Pereira Pacheco e I criado, Francisco A. da Co-la
Barros, Agnlinho Martina Uoreira, Jeto Ferreir.
lavare,, Antonio Feieua AOIero, K. Fiancisc.
Jorge e Sania, I.uiz Francisco Aliiuquerque Lima,
Raymundo Flix Teixeia, J. W. Slolach, lono-
cencio Smoltz, Antonio M.noel do Naieimento e I
lilhu. Atetan .re Fian isro de Salles e Silva, Pedro
J.ue de Carvalho, J- Lelo de Hallo, Juaquim Id-
eo Barbosa Maulen, Joaqun) Jos ie Meueiros.Jo-
6 Joaqmm de Ci-lro Barroca, Manoel l-'eireira Li-
ma Jnior, Manoel Ignacio Pereira, Paulino Fer-
ien:, di Silva, Automo Ferreiri da S Iva a i e-rn-
vo. Jos Soriaoo de Souza, Vicente Jos Borgs de
Castro, l'argiuo Braulio de Souza AnWautr, lla.es-
maiidy, Auionlo Camello de Hollendi, Paulino Pe
reir da Coito, Cal lino da Cosa Figoeiredo, Jalo
Fraoeisco da Co..eeieio, Manuel Ju- de Biito, Jos
Silgado, Jote Joaquuu de Souza, Lu/. Alves d.
J.UZO, Ricardo itogr-, Anlouio de Meilu Rogera,
thoroiZ l.uurenru .la Silva Pinto, Man el F. Sol.n-
uhu. J ,-e Beulo Alnaii. |)r. Francisco Aulonio Fer-
nn l-, M.noel de p.nl.i Medeiros, Juaquim da Sil-
va Coelbo, I lilho e I cnalu, Antonio Joaqun T-i-
x-ira, Kulini Olavu ,ia Cosa .Machado, Fiei Jos
do Corarlo de Mara, Jmede Az-veiu Mai,i,.M,,.ei
I .-i- Baptllta, Jos de Azevedo Silva, Antonio Ku
lino Anuda, padre Jlo do llego Aranlu e I -ru-
do, Victorino Antonio I'ereira Vinagre, paire Fran
o lavares lerreira. Joto Pereira Ka ello, M-.
noel Pereira Lim,, M.noel Rodrigan de Andnde
l'uv-. Juaquim lerreira Lima. 2 policiaca ceodu-
/-indo 2 sentencia.,..
Seguem para sul:|vo Cassiano Pamplona.alfe-
res Joio Paulo de Lima, R. Han., liarla C. de
Oliveira, Jos Uan de Olivara. Francisco Maii.,
de Ohveira, Anoa Francisca de Olnetra, Beruarou
llaii.de Oliven, .alfere, rapelll I Joa Candido de
liuerra l'csoa, Anlui.io Meudei da Cruz tiuima-
rae, 'Antonio Joaqnim Feneire Braga, Jos Jus-
quim Visnna, rommenilador M.nue. da Bocha Mi-
randa, Ur. C. Antonio da Celta Fereir,Juo Wen-
ceslao de Mello, loaqaun de Souza Audrad, llanoel
lios de Sonza Neiva, .Manuel O mneo Neiva Bibei-
ro, Aot...,iu l'intu de Almeida, Francisco Jo- de
Carvalho. alferes lenlo Jo.e .1. Fontera e sua n-
iihora, Antonio de Barros, Ravmuu lo Bruno de
Cj-lro e Souza, trineo Brasiliano de Carvalho c Sil-
va. Dr. A. Fililo Melanes, cadete M. de Avil. Di
tancourl, Dr. Francaco Antonio l-'ern.ndes, |>r
Antonio Manoel de Medetrus, cadrle Benlo Luiz
da Gama, c.dele JoloSoire Neiva, varivs recrulas
para o exercilo e inaruiha, varios criados e esoravo.
dos |iaisageirus a entregar.
At amanhaa.
COBHEsi'o\i>i:\t:i\ no uUiuo ue
l'LRXAAlBCco.
VlCrKIA-
i.lo abrir, e nein que.mar u, ros-adns aberloi
nasa das eepio urna colhf la p ue.. favoravel : pelo que he para re-
ciar a raresiiatius grneroi de primeira nere-si.ia le.
2 e 2\ pila-
,. a coia : a eii-
rresca a 16 a 90 patacas. Puuca roucurreiicia de
gado no meicado, o oque apparece, he vendido poi
allu prero.
Adeo, seuli iras redaclores, al oulra vez.
O I'doliente.
CMARA MUNICIPAL DO KECIFE.
SESSAO i:\IUAORUINARIA EM W DE JANEI-
RO DE 1857.
Presidencia do Sr. llego e Albuquerque.
Presente, o, Srs. Bar,us Reg, Viann, Franca.
lo, Barros Brrelo, Barroca, Barata e Mello,
abr,,-se a scss3o e fui lida e approvada a aclu da
antecedente.
Fui li.lo o spgiiinle
EXPEDIENTE:
l.m nflicio do Exm. ~,r. |,residenie da provincia,
eomrounicando que nao se leudo iuslallado uo da
IS do eomnle, ., junta da quadricacjo do freguezia
dosAfogidol por molivu, allegados pelo juiz de
liaz, presideule da mesma, era oflicio de 19, desig-
nara o da {. de feverciro para a ioalalla{lo.In-
leiradn.
Oalro do me>mo, dirigido ao [ residente dista c-
mara, exigindo api o da I j de fevereiro, urna rela-
,;:lo ex ,cla dos eogeolios de fabricar a-socar com-
prehenlidut nesle municipio, com eipecificarlo, |..
dos qae lia movidos por vapor, agua, oo aima.s,
-'.-, d nuinero das poseeos e du- animes empresa-
Ios no seu co-leio, e 3.', da quautidade de |.aes que
cusluinam fabiicar annuilmeule.
O r. presidente declaro,, que nesle sentido litaba
ev e li lo ordem aos liKaes para aprcseularem a rela-
ja .i al o da i de feveieirn.
Outro do mermo, reeuinmeiiduiido a cunara fi-
res-e cessar a pratica prejudicial de conlinuarrm .
a-r frito, r.s enternmenl.il na, igrejas, na freguezi.
I l'ocn da Panella, como Ule c.iuslava, e que, de
a-cordocoino respectivo vigir, tralasse quanli.
mes de promover a lundajlo de um camilerio,
me devam ser fedas a, iiibumarfles.
O Sr. B .rru, Brrelo ficuu encarregado de e,co-
Iher, n'aqueUa fregaezia, um lugar .apr.,priado
para dito lim,enander-secom osen propneiario .
com o vigaiio a esle res eile, e propor o que jul-
gasse conveniente.
Oulrud liscal de Santo Antonio, pedindo paga-
mento da quaniia de foOUO- rci,,' que despender
com a con luce"... e eulenamenlo de um cavallo, que
|ftO tlia 2 le dpzembro ollimo, fora encoulra-i
erlo ua rui do Collegio.Maudou-se pasear man-
dado.
Oulro do mesmo, informando qoe a casa que se
esta rreoastrulndo, de Joilo Jos de Carvalho Mo-
sie S uto Antonio, tendo a frente paran
lalriz.A comiu.'asa de elificaca
argo da
Oul-o do mesmo, informando sobre a pelijao de
go 13 S I do nt. 7 das posturas de 30 de junho de
1S) dera lugar i que elle nao consenlis ,.| cante na rediGeajlo do seu sobrado da roa do
(Jaeimado numer. segulsse a uie-ina symelria
do predio aiinexo. pur ler esle de vu 20 palmos, e
dever ler aqaelle viole e dos como obriga lic-
talo artigo, embora reeooheja o dcsforinoseanieni,
que d'.hi resalla.O mesmo destino.
Oulro du mesmo, informando que Jo.io Francisco
do Uej,.'.l.ia podio reparar a parle a.ruinada, so-
menle, d seu lelhelro fecha lo de laboas na roa d.
P.lma.Conceden-se a liceoea requerida.
Oulro do mesmo, ruir.munieando ler mandad,
repor as e coras, q..e cahiram, do sobrado em parle
demolido, da r-quiiiii da ra do Livrameulo, de
pendea lo rom e-le Irabalhoinie quo fui eucarrega-
lo o meslri pedreiro Francisco Jos Comea de Sania
Rosa, a quanli, de .',~Klil res, largando ., corita apre-
i ntada pelo mesmo meslre.Inleirada e mandou
e pagar a de-pez*.
Oolro do sobdelegado da rreguezia da Pojo, en
V ando urna rolarlo das pessoas mulla las ua noile
le 1S do eorrenl, por infraejo da Puslora que
obiiz. ao, carr-e trazerem Iuz'4 noile.Que fosse
Iraoimillida ao procurador para arrecadar as mul-
las, e dar palle do resoltado.
Oulro do procurador, pedindo e recolhesse ao
cofre a qoanlio de 300B0OO res do depo-ilo feilo p. r
Jus I.uiz de Souza, para se livrar sollo do crime.
previslo no artigo 206 segunda parle do codig,
penal, porque esla sendo pr .ressadu pela lubdelega-
eia da Boa-Visla.(.le se lecnlhesse.
Entran lo em discuisao a re Tica de Jlo Loil
Ferreira Bibeiro, pedindo refoimas-e a cmara o
s;u despacho, que ilenegou Ihe licenca para eslabr-
licer padaria a' rapar, ou por oatro sy.tema, nu lu-
gar do Campo Verde, no Corredor do Bi-po, e alle-
gando, que da collocajlo do estlbolecimeolo all,
onde com permissio da cmara ex.siem fabricas de
remiro, nao pode provir enenmmodo aos monde-
res vizii.hns ; rrso|veu-se, depon de alguma discus-
sj, se consltame a' cummisslu de hvgiene, se po-
da conslrci- -se naquelle lugar padaria semolTeosa
la saude publica.
O Sr. Barran fez o s'Buinle rpqoerimenln, que
fui a|>,trovado, l'ropoulio que se exija dos fi-cie-
le-la cmara uina porlicipajlo semanal de seus Ira-
balho,, e das necesiidades de ion respectiva, fre-
gufzias, anim como das ocrurrencias, cujo conher
rmenlo poaai Interessar a e.ta municipalidade.
Silva Barroca.
Foi spprovado om parecer da cnmmis'ao de po-
lica, dan le por conferida!, e no caso de terem tp-
proradas a, contal .:,-i rereila e despe/a monicipil
lu-lusive as do remilerio publico, perlencenles ao.
mezc, de nulubro a' dezembro ullim.. No linal
deise parecer propoz a coinmissao, que Denhuma
coma do cemiterio deixasse de ter o ritto do verea-
K^^rniv^^^ do, encregadod.....egoens daquelle estabeleci-
| pre.o.
-i do leverciro. '
0 Virteriense nappareeendo no prsenle inno,
protesta -rnenle di/er aquill que nlo otTenda a
mural publica, nlodeixando lod.vla era silen.-io es
lacio, centnrareii, |>-.n..ii. donde partiiem ; pois
que o seo inienlo b. smenle mnrali-ar e contribuir,
quanlu lur pu,vel pra a felicidade dos leus conci-
de-ilo,. t'im.ipi,runos a nussa larefa laucando
om guipe nu vi-u -ubre o i ..,,,:,,.
1 m auno complelou-ae, ern qoe lulavamos com o
lemtcl iiiimig,', o chuiera : enlau -,. -e uu.iam ge-
m lo-, o a tristeza e-lampa I., em lodos os semblan-
le; ningoeinlinl,., a ceilza d, su., etislencia no
na aeguinic; us odioa eolio le arrefeceiajjjaje Mes
se r.alerni-aram de 1,1 serle, que uo se pona en,
lu.i la um, ln,.,, reg nei.ieao enlre us Vicloriense
rom ., I -1111,1.11.,;., ,!., pauado. Engao manifesio !
I i -ala. por.in. a lcinpe.la.le, e-as idea, de tenor
b-m como o romo que ,. vento arrebata, vo.iram e
desappareceram : a ellas auendaram a inveia. a iu
ralle
&Z3ZT e"M "e8ci,n, <'pnsavio 7SX& crVim" '"s""c'nu- *. -" ^^"Xl ? TZ""* ''**
'"r'";" <" i...........dinheiro ; o provlTU"".''.','.''!,86.;^ea'.^'iToVnTS "" ""' ^^Z*i* o publico, a qoe
* '- 1 lio liveie re lo lervico, a hum.iudado duran-
que se vende em -ama, e he ,. eer'al aqu
tendido a sloO y,i\ :. arroba.
A colheila pastada do cal Ui nuseavel. O bien-
deiru, que apannava duas mil e tantas arroba-, nlo
tea m di de 2ii a MO. A desle aun., porm he in-
teirainriileabundaiiie. He bnndeiror, que espirara
de .lal mil arrobaa. Se se notar qae eme ind asirla
be ue puucu, aiinus, au ha de causar espanto, que
o man abastado de uo,, fazendeiro, colha -roeute
aquella quaulidade de irucios. Alta dias, ha orna
e lem ul
reio q
lem sufUcienlemente germinado
o tara jornaes se desviem do sen pi oposi-
to pur qualqoer circainitsncia, e, era vez deinitrui-
rem.iecrei-iein e critirarem. como promet,-,,,, ve-
liban, a ser o cemento de mullidos.discordias e des-
alleices.
Sai.e-se que ,, llr. chele de polica interine, osla
sabir pura lora .testa capital, ma, ignora-ae o lim di
,ua cummir^lo
u morillero Rogelio, par,"que a gratt lo nao titea-
Mo seu dever, dando a Cesar o que era de Cesar e
a ll-us o'que era de Ue,,-.
Era inisler appelli ar de riela aquillo, qoe era
virlude ; e inculcar come obrigajlo, ou dever aquil-
lo, que su por forja homaiiitiriai alauem Una.
Iieos.a quem DSoescapem o, ma,- recndito, seuli-
menlos da creatura, nao pode ronseulir, que :, mal-
dade Mbjagaw a virtude. a qual, linda que mord
da l.aln ii anean. Amt.lm A. ; ___ .. a.. -..
M.* ,...,^.,., ,. rsrsrasr^-? -s v J^iax^tar^&S'^sss^^^^^
mentu, para melhor regulnridade ; o que fui sppro-
vado.
A' roquerimenln do Sr. Barros Brrelo, resolveu
cinara c repre enla-se ao Exm. presidente da
irorincia, para S. E-.r. fazer ver ao, enaaiih-irus
conilroelore da eslreda de Ierro de S. Francisco,
que a parle dus aterras da mesma estrada, pararel
I* ao aterro ,!,.s A/ogados, ha ile causal um grande
obstculo iu escimenlo das aguas da, cheias do
Cspibarne, c por oooseauiate grandes estragos.
Man.looe remeller a eommifrto de ediflcajloas
pelirOe, de Manoel Joaqun da Silra, Ignez Gui-
llermina Ferreira, e Jeto llenrique Day, todas so-
bre edilicajoes, que prrlendem U/er. nsaim como as
de Minoel Joaquuu Fernn les da Arevedo, arre-
matanle rtss retidas da ribeira .do Peixr, repelindo
o pedido, que fez para ,er lepando o qoarteirlo da
mema ribeira, que esla' deteriralo ^e de Haree-
li no Jos I.opls, acerca do cano de pedra e cal, que
alraressa os Ierren, s do inpplicante no lunar do
Mondego.
Pre'laram^oramcnUsalsui's jirzes de par.
Uespacharam-se as pelijrs de Ire Antonio de
S uta Ajigaljca, de Domingos Jos I'ereira da Cos-
ta, de toficisco Jos Alver Cama, Francisco Anlo-
niu Alves Mascarenhs,, Tranr srn Pompello, llen-
rique Gibson, JoaquimPereira Arante, Manee! .le
Sonza P.reira, Manoel Fie-.eroa de Faria, Manoel
Alexaridre de Mello, e Manuel Luiz IGuojalve', e
lev.DtnuO-e a res-lo;
Eu Jl inuel lerreira Accioli, secrclarin a snls-
crevillego Albuquerque, presidente.orr ne-
go.-j['iauna.~/larras llarrelo.Sih'i Barroca__
Barata d''A\mtda.llego.Melh,.Irancq.
_______
RSFiiBTICAO DA POLICA.
Occurrencie, do dia 10 de fevereiro.
lor.ini preso, : p.l.i auhdelecacia di freguezia ,1o
Becfe, Icuieio Itodrigu-s do, Sanios, por in-ullos.
'-'la -ublelegaria da frecuezia de Santo Antonio,
o i reto esrravn .Manuel, pur desobediencia.
E p la sobdeteaacia ii.) Ir.guetia di Bot-\'i.(i
Alberto r.ll ii.t. p ,: desorden.. < .., pretil escravo-
Joso e .Man-, ambos por desnbediencia.
Divisao dos qfearteirues du [freguezia da
Boa-Vista, contendo tt'inta e set<; mar
tein'ii's. "
t. Ouarleiilo do Aterro.
Principiada igroja malrir, e aobradoa marello! lem'"'v""" lnr,,a" do Amiroma al 10. do
fronleiro, em .eguimento lo beceo do Marlins, ^\VRZ?mZ?*' "" ^""^ ***> **"*
l.e->e ua l.-tieii.. do Amazoon :
Cemprebende toda a praja, e ras do Veras, a en-
couirar a ra Velha.
i. Ou irle,ido du Hospicio.
I'nncipis di esquina da l'raja. dahi em ,egoimn-
'" Pela ra du Hospicio, a encentrar a risa da Ulle-
du Prauclsee Juajuim, e rom froejeatrn mIm-
ive.
"' IJuarleirao da roa da l.oiau.
'"* '' '^"j< dus Ingieze. etclu-iv-, em <-
" P"meir. punte da ru. da Aurora, rua-
da Lnilo, ForowH Saudade, enronlr.r a. r..
do rallecu>J..a, \,.....rhli.ll.
- Qoailairae da lina dos B-l-s.
Principia da prioMdn peal, da ro. da Aunar,
dalu em Mgotmealo eoeootrar a' .1. fo..dir. ,i.
Slarr, ra de Sese e lili, do, (talos.
7. Qairl.irao da C,d-eNw ae's,nlo Am,ro
Prioeipil da punle .1. luo,.;,-, ,lU g, ,, ..
guimento ao e.lalei.u. e da f,|,e.10 4ncoo|l4, ,
poule da e.Irada de Luiz do Kso.
K. Qoorteirao de Santo Amaro.
Principia da ca,a qoe serve de l..,.piUI 4,, ,nR,__
lis loclnsiva, deb era seguunenlo a ,-,,, dil T4rj
runa, da igreja de Santo Amar., a punta ,,, x|,..,.
-do sitio do major Nascimento ao cem.teiio Itwla-
sive.
9, olartcir.io da roa do Arago.
C mprehende toda a ra ne memo nome. o a toa
de Juo Francisco e Iravessa da mrs.ua, a encoulrar
.8 loas Velha e do Vera..
10. Iluarleir.iu da ra da Cunceijlo.
Priocipia da igreja du meean nume, dahi em se-
gJimeolo a eecoolrar a roa do Pire-.
11. Qoarteirlo da roa do Hosario.
Principia do paleo da Sania Cruz eicluure, e da-
h. pela ra do tusarte, ale eucoulrar a ra da Co-
nljto, comprebendei.do a roa do lamba'.
1 ilaarleiilo da Punle Velha.
Principia da Praca exclusive, en. segrateme pe-
la ra da mal, a encontrar a fabrica du fall-cido
Gervasio exclasne. lo la a Ponte Velha, cae. de Ci-
pibanbe a euionliar a ponte.
13. O'i ileir.io da ra Velha.
Principia da esquina da Ponto Velha, em segai-
meulo pela ra Vaina a encontrar o paleo da Sania
Crol exclusre.
II. O larleiao .la ra da l.len.s
Principia da fabrica do Ullecidn Grrvazio inrla-
ive,em srgnimenta pela iua da Gloria ale a igrej.
inclusive, e equina da Mangoeiri.
15. (..oailenao di iua da Altgna.
Comprehende loda a ra du mina i nome a eaeoo-
irar a raa da Sania Croz, ra da 1 in-.ieie 1 ,ahir
a roa da Gloria, Campin. c barrean da mema io-
clu-iie.
Ifi. Qoerlehate da ra deS. Concito.
Principia da igreja inclusive, a encontrar os (.loa-
tro Cautos, c dahi em pguimenio a igreja da Cia-
ra exila.ive a esquina da Mangueira.
17. o.ia, lena.1 dos Coelhos.
Principia da igrej 1 de S. Gonjalo xclu.ive, dahi
em seguiaienlo au rio Capib.ribe, romprehendendo
l 'das as ola lias, ma do, Cacillos a encontrar o becco
das B.rreir. s x,lus,ve.
18. Qoarteiro d.i liar reirs.
Principia dos (Juatro Cantos em legaimenlo da roa
lo Mondego, al encoulrar as caa, do. fallecido!
Qnwnna e Gnn exclusive, becco das Barreiros
al a Camb..
19. Qeirleirle di Bibein.
Principia du, Oualro Canloa, em seguimenln pela
ra da Sania Cruz, a encontrar a ru da Alegra, e
casa froiileiia n. 34 inclusive, It beira e berro da
mesma. a sabir a ra da M agona.
0. Quarteirte da Sania Croz.
Principia da roa da Al-gria e esa freoleira mi-
nelo :I4 evrlusive, dahi em si.oimeulo a raixa
d'agU inclusive, do paleo da Santa Crol pela ma de
Sebo, a encontrar a casa de sobrado de Jlo do. S.n
lo, inclusive.
21. Qoarleiran da roa do Pires.
I'ruicipii d. cana a'AgM exclusive, em seain-
inento roa du Pires, a crruntr.r a estrada do pa-
lacio do bi-po, .ouipieliend.nd > todo o sitia do dos-
emborgedoe Figueira, em enlicaeilo.
2. Qu.rteirao do Campe Verde.
Priucipia da esquiua da ra du Pires, em seeui-
meiilo pela eatrada .0 palacio do bi-p.. inclusive. 10-
du o Campo Verde, e dahi a encontrar a casa qne
me de Gjinnosi,,.
23. yu.i lerao da Trempe.
Principia ua ra do Sebo, sobrado de Jlo du,
Santo, exclusive, e dahi em arguimenlo a encontrar
os -obradoi da Trempe inclusive, it 1 esquina da
ru.i da Espu.inji o. SoleJade.
21. Ouarleinio d.i ru. da Eaperanja.
Comprehende a ra da Eaperanja a rnconlrar a
estra.ia do llaogotabe, beern das Faeadas a s.lur a
rui de Julo 1 ernindes Vieira, e toda asrOas nova-
mente abolla-.
33. Quarleirlo da Soledadi.
Principia .1. esquina da ra di Eaperanja em e-
gnimento pela Soled.de, ra de Joao Fernandos
Vieira a encoulrar o Manguinbo, e da igreja aa pa-
lacio do bispo exclusive.
.6. (Jnirleirlo do Pnmbil.
Priocipia da esquina da Soledade. casa a 13 in-
clusive, dahi em seguunenlo pe|. trade de Belm
al o litio da Cscala inclusive, becco do B.i a en-
lontrar a ra de Joao Feruandei Vieira, becco do
Pombal ale a cemileno exclusive.
27. Ooarleirlo re Jlo de Barro?.
Principia do sUio da Cuenta exclusive, dahi eguimeuli. a encoulrar a encruzlhada de Bel. m
exclusive, comprehenleudo o becco do Espinheiro
al a casa de...
2N. Ouirleiil) de Beln).
Principia d. igreja do Bosarinho loclosive, dahi
em seguunenlo a encruzlhada d Belero inclusive,
e da encruzl'iada aoi.lio do Dr. Felosa loclnsive,
e da mesma encrozih.da a ponle do Maduro.
2'J. Quarleiilo do Campo Grande.
Principia do silla do Ur. Feitesi exclasive, dahi
em seguimento pela e.trada ale enconlisr o Salga-
dinho. coinprehendeudo ludo u Zumb e Campo-
grande.
30.- O larleir.i 1 du Mm lego.
Principia da casas dos fallecidos Ouaresmi e l.ra-
ji inclusive, dahi em seguimento a encontrar o
Chora-Menino, comprehendendoa lrav.ud.Trm-
pe a encoulrar o. sobrados dos UlUcidos Goimarle,
O Jos Pedro exclusive.
31.- (Juarteiilo do Chura-Meninu.
Principia do Chora-Menino, dahi em a.gu.inento
s ponte grande da Magdalena.
32." Oaaitc,,,-,,, .1. E-lancia.
Principia do Chora-Menlne, dahi em seguimenlo
ale a o 1 ni 1 ca-a icrre de eirnrgllo Teiteir., qoe
tti e-qi.na pira a entrada da Baixa-Veide, e lo la .
E lancia.
33.* Qosrleirls da Capunga-Velha.
Piincipia da ; unte pequea na emboa do Mau-
giiinb... ..'ah em seguimenlo ale beira do rio Ca-
li harthe, pono denomina lo do Lasete, corapret.ru-
dendo loda a Baix.i Verde.
34.* Qawleirle da C'pung.-Xva.
Principia dn Qaatro-Coaln rxrluaive, d-lu em
seguinieiilo a eoconlnr a eslr-Ja do Manguinho.
ceinpr.henden.lo luda a Ciipiinga-.Nnva ao no l.a-
p.baribe, porto denominado du J.rohma.
3V QtTarleirle do Mai,.-u,nl,o.
Principia da esa do cirurgiao l.ueirs. qu- fea
esquina para 1 Baila- Verde rvlu-ive, dihi em se
guimenlu pelas e-lra.ta- do M...iguiiihn, S. J.-r 3
enconliar a ponie de l.'dtea, Croz ,l?> Almas a c.-a
do jugo da hela incloalve.
.- Qoarteirla do, Altlirl,...
Principia"**!., M 1, mu,.,, ,-a-a de II. I.aun >u. ex-
clusive, .1.1,i em se-',iu,-'o i encontrar a r.rna-
riiwia exclu-ne, be. Cu do i-.-pinheiro ate ra-
la de...
37. Oo.tleirao da Croz das Almas.
Principia da ca le jago da bel. .-.elusive, dahi
em ..uinieulo .10 riacu-. ..'Agoa-fria. lado diretlu,
di Croa da. Almas a Tamarinetn, Mgnlade .1 eslra-
da do Boianiiho ele a itieja sclaiive:
Subdelegara da fiagoeuadi Boa-Vana t.* de Ja-
neiro de IB37.0 stlbdelagado, RuhaoJen Cunea
d'Alineida.
DlOttO H '^^--.^n..5.
closive, e casa queimada frouteira.

MUTlUTOxT





DIARIO DK PERNAMBUCO, OUINTA FER.V 12 DEFEVEREIRO 1)F. 1857.
-I
'~~V
r
i Na inailruaaila dn 7 ito cnenle deae M cs-
i!ei ntsla r d.le um turne UHI hurroroso. I'm ni-
dio da iiar,il'i ruara, prrsn por cnme da marle, rma-
te de tima* faca, e neyriile a lorloi 01 companliiriia
da prisaai: corre priineiramenle a rede de un Sollo,
e o assatalaa iminedialanieiile coin duas lacada, <-
a depois ai uulrcn, f.i/.ewlo-os correr eire roda
da priatli feriado a lodo, coin e\cep(iu de um oulro
a lio. que aa escuiiileu, a um canlo, e de om alle-
ni'o, que pdenlo ronsezuir armar-se de um pao,
deu-lbe lanas das pancadas, que o lancou pur Ierra,
qubraii'Jo-llie um lirado. A polica acuo, pro-
OKlea-sa o competente corpa je delicio. Do inler-
roi.alonc consta, que commelera aquello crimc pelo
reieio >f- ser inorlo por seus compauheiro, coru
ludo ci se que por tcrm de loucura.
No iiia. t do panada levo luaar, no Amazonas, o
ba le i Arrecido ao Esm. Sr. Joao Pedro ias Vieira,
po alan mili' -eus Miiit"-. Fui elle um brilhanle
completo de luto, profusa^ e de lodo que se faz
rni-ler para Iim....... de lal unlem.
A fobre amarella conliuua a acollaro Anja7.ni.i-
rain alsuma intensi lade.
ta Para', Maraahlo, Ceara' e Kio Grande do
Nuri-, referiuio-nos as Carlas dos dossus correspon-
dentes.
Da P.irahiba. uada ha digno demi-nco.
Clieuaram, proredenles .le-le porlo":
\.i Marai.liao o brigue liamburquez Olio, e o
t al-clio Anna n
Sabio com desuno a este porlo do do Para'o palha-
bote nl.i.i-io Paquete, fazeudo escala pelo Ma-
r .1. ....
(ommuuca^oi?.
UM VOTO
BE
AMESaO E SYMPATUiA AOS TYPOGRA
PHOSDAPftOVI.Mm DO MARAXHAO.
Os abaixo assuznados, compositores a impresiores
enpreRados i'in differenles l^pograpliias desti cida-
e, n.i.i podeiam ler sem a mais profunda dor a
di i-I iracSo que nu Prog-esso do Maranbflo fuerana
em l.i. de 31 de Janeiro ultimo seus irmaos da ci-
dade de San-Lor, das videncias ejercidas de
ni ii i i do uo ler conrra el, e em detrimento da mi-
prma. declarada atara oa Brasil pela constituirlo
do estado, 9alvas as raatitccoai da lei.
I- abana assijn idi.s la-tnnain qu; .i--.m h^ja
tfi.era em meio de um p vo -ivilisado, saltaudo^pur
tolo* os liroiies lagase*, leva o furor d-3 sua vingan
ca contra n- yr.iu.V-. ,i q tem a ferocidade da ten
animo talvez nao possa aumgir a poni de persecuir
ar islas pobres e lionera.los d* obrigaces da lamida,
s pelo fado .le serem laes arlistas os repakductores
de ideas qu llio fazein mal, e que a seren Crimino-
sai, acliariaui em ti.is-is leis o necessano correctivo.
Oibaiio assinuados, reprovaulo a 11 .i me ule osle
aelo, d- i/uent quer que neja, que suppoe que lirada
i:aiua cessam ns ef/eitos, tura o sssa-sinalo, prisSo,
re-.rulaincnto, oslraci-m. eiriGm dos typoiErapbos se
calam lypo".rphia, protestara snlemneineule ante o
p*iz e peraul*' todos os povos civilizados do univer-
so, conlra o barb.tri rs ferem a con-ItluirAo e as leis do mesmo paiz.
O coverno de S. II. o Impera lor nio deve ron-
senlii que de-l'arle se conculqoem direilos s.grados
gnraolidos pela lei fundamental da rr.onarchia, pois
q le no brasil nint;ueinpode f.izer oudeuarij)afazer
Ci us* aUiima senao em virlu.le de lei, e iihiiIiu-
rca le proiii->e que o lypogrpho compouha ou no-
pi una o quer qae seis, uiua vez qoe .ilsueni se res-
pi.nsabelis* peUsdoolrinas qoe a impren n que n3o be a lini-ivel se cumpa leca com essa per-
seguirlo, qu no MaranhAo se exerce reflctidamenle
ci i-- i um p'inii;i I i ite homeiis inofensivos, empre-
g.iOns em lr lypograpliias.
Sua Magesta.le o imperador, de quem os arti-las,'
o- lypograptiis do Brasil, -,"ri revereiiiissimos subli-
tos, iii'i.t deixara de cerlo, em sua in-gnanimidade.
de dar provimenlo supplica que Ihe devia ser a-
piesenlada em 31 do mesilla mez de janei'o pela
imperial aisociaflo Typogiapliica Flu.niueiis, rela-
tiva i ese negocio dos lyoograpOos, dos sens fillios
do Miraji'ijlo. A associa^flo Typo;rapli'i( a Pernam-
bucana, da que os abano assigua los faxe-n parle, e
que algama cousa, anda que pouco. ha feilo em be-
iinlicio de inisso. irmios do Maranl 3o, espera do
monarclia braelleiro, a qaem ousa elevar supplices
vistas, que a innocencia ii'i conliuue a ser calcada
a as, nem o cnme li |nc radianle de ses reprova-
d is actos. -
Olanlo a nossos irm.los de Maranlinn. louvem-se
ns -yinpalhias de ludo o ftrasil pelo eu iuforlunio ;
e sonlnaan lo nessa paciencia angalica que al b.ije
li-.i ..ilii lo osieii'ar II.i neroicamenl-, agaardam-sa
a fruir d'cnlre em breve as cniisolar8e do lar do-
me-tico, o descanso entre o ... i- .. a satisfacAo que
llies ha de pr.iduzir a justa vindicta da le contra
-u p r, -ni lor.
Kecifa >!e Pernamboco, II de fevsrero de 18">".
Francisco de Paula e Silva Lilis.
Hermenegildo Helo da Ar.Tedo Coaduhn.
cenle de Moraes Mello Jnior,
.aiiloino Elias Piulo de Gouveta e Arruda.
Adalberto Belarmino da Silva.
.loso I,luz ile Franca Torres.
J lu l,m.lliiii> li,miel,4S Cmara.
FrankUn Nello de Azeredo Coulinho
Casludfo Floro da Silva.
1 MU Mihluio dos Sanio*.
J lili Vctor de Sonza Juna.
Jo'c Francisco de Allmflo Cysneiro.
Brmarica l.uiz de Kreilas.
I lias Vieira de Mello. .
Ce nenlino Goncaives de Faria.
Pedieo 1.1.iiiiii Celestino de Aragao.
Jaa Mendes Salgado Guimaraet.
JoAia Pernaudes da Cruza
.'.iuuMii Ce/ir Kodrigues da Silva.]
/^...fn V-'i-rnin i... Vianna.
' lllenelio HfgiMda Molla Silveira. ,
. ose ilioin.it Monleiro.
Adolplio Kodolpho Goncaives Gamboa,
rneslo de Mello Albuquerque Ss.
Antonio Wence*l;i'de Sonza.
.loSo Francisco da Silra Mendouca.
lyiorenco de Barros jtarinlin.
-oieniio ttaplisla .le Oliveira.
\ilonio jpiippe%e Sanl'Anna Barros.
Joao Her'm-neiildo Xavier <|e Salles.
il jnel l'-l rio da Silva Juoior.
icilberme Jos' Pereira Canejo.
leiuiiio Francisco Reg*.
Amonio Hibriro da Gisla aSilva.
Manoel Claudias) Ferreira Gomas.
Fnncisco da Paula do Patrocinio.
Frinreliiio Manuel de Santa Rosa.
Kolopiano H. \ mu'. I i da Silva.
Beij Ilsnoralo Antonio Cuelbo.
Jos Mauricio Borges.
Jaa Francisco de Ola eir l.im.i.
Manoel Thomaz de Soaxa Mag'lhAes.
Francisco de Paula Mariubo I-jU'u.
I n.i-l Vaz (', .ni. ii.i.
losii Cistriciano de Flgaeiredo Brito.
Vnloiiio Augusto Ferreira Lima.
I i i Baplxla Alves.
i.a i. i.i Aureliano da Caoha Cesar.
Pergenlino Nello de Azeredo Coulinlio.
Companbia, i(Hl saccu
Falmoulh Brigo din
'l'uiini Monseh ^y Viaat
LiverpoolBrigue inglez
assuc.ir mascavado.
marqnez "Anua Mariaa,
a. tio.i poaroa salgadas.
ll.iunh Easlecn, F'ran-
iiflo Ihe declaro o neme ; mal M conlinuar. Pila st | Cmalllrigtie oto Adrelln, N. O. Bieker
ariepaiida,porque qiiauloa felos de arbitrariedades,
e mxime acerca de recruiaiiieulo, trinos a clironi-
ca escandalosa desse individuo, <|u at m-nidou re-
colher i eadeia ama banda de msica inleira, so
porque n.i.i Ihe foram locar porla. quaudo ebegou
formado a casa paterna, e q<|e a um desles msicos,
Benlo Paulo Zidiaes reayaloh e perseguio, quando
alias luiha toda nenrflo da ldi ; e lano iito reco-
nheceu, qoe leve de retraclar-se peranle o juiz de
direilo, por eajl relractacito fui sollo, e^icha-se em
pleno goto de t-us d retios ; e no eulietanlo, que
sendo o Sr. veio ab-ulutisla, o suprasummo das ar-
bilranedade-, e ale.como Ul se assigna, admira que
veulia ao prelu e-lisinalisando a policia militar, co-
mo se n governo ala sala da eilstencia deste reguo,
e que boni seria una compara^o de seus feilos, em
relai;.lo am da polica mililar, espinha de rarganla
loscysma baifriala, que tanto alTecia e promove as
billa do velho absolutista, cujos fados aguar lamos,
se vollar ao prln ; islu he, se vier issignado. por-
que a pasquius n.lo respondemos
O l'ertta*.
&ovte$pottmcw.
Sr*. redactora. NAo he bom fazer proposito,
porque quasi sempre succe'e quebrar---, e foi u I
entior arrematante do imposto, o Sr. Luizjos!
Marqoes qoem a isso me obngou.
Assevera o Sr. Marque n i seu Diario de hoje,
que eu vend agurdenle aos Srs. Lima e MagalhAes ,
pois que nos autos de eiecucao que contra os me<- '
roos moveu, se acliam ducuineulos meus, pois que o i
Sr. Marques nAo falla .V verdade ; se verdade bou-
vesie, se poderia acreditar.
Pela
claco de Paula l'igueira de Saboia, M saceos as-
surar mueatado.
LisboaBarra poilugueza Gralidou, diversos ear-
regadure; 350 saceos e 1 barrica assucar blanco
e masravado.
LisboaB-rca porlagaeu BmpretM, Novaes &
Comnaiiiiio, 23 cascos mal.
P irloBrigue parlagoc ciBoin Successo, Thomai
de Aqumo Kanaac a. F'ilhu, 300 saecus as-ucar
branca.
lorioUrea porlogaexa aS. Manoel II, Manoel
Joaqiiiin K.unos e Silva, "it ca-cos mel.
i>urlnBarca porlugueza nDuarle IVn, diversos car-
reizadores, 2'i0 sarcos assucar branco e maiCavada,
30 enuros salgada*, e 0 garrafOea agurdenle de
conna.
PortoBrigue portugus Tres Amigos, diversos
carregad res, 'itl suecos gomina, 32 pipas carine,.i,
GOO -accos assucar branca e inascavado, cascos
mal*
llha de S. MiguelPatacho portugaez .-Alphild,
FiHiseca, Medelros \ Companhia, 00 saceos as-
sucar blanco.
llha de S. MiguelBriuue porluguez uOiveira,
diversos earregaaarea, "2 batrieai farinha de inaii-
dioca, :l ditas assoear branco. 1 pipa cachaca.
BaMimorelliaie americano aRvsamond, llenr\
Forsler & Coinpaulna, 300 sarcos cisacar masca-
vado.
BostonHiala americano hale Hellea, llenry
For-ler ^ Companhia, OJ saceos assucar masca-
vado.
xporlacao .
Rio de Janeiro, barca brasileira Rerifc. de 333
meia, n at as i rom o tioplo. os seguros
gma linrit antes, e os jornaes duas.
O vapor Iguarussu' recabe a- nulas pa-
ra a P.iraltiba, Natal, Cetra, Aiacalyo So-'
lira I amaahSa (13 as -2 horas di lardo.
Manoel Joaqun) da Silva Rlbeiro, liscal da
freguezia de Sanio Amonio, do lermo da
ctdade do llecifo ele.
-: .; 500
V
i.ioha', maranaO r. PAiu".
Srguu ruin brevidadc palhabote Subr-I ;
recebe carga e passageiros: a tratar com
Caelaiiu yttaco da C. M., i.a ra da Cadeia
do Recife n. 2.
Para a 11 lia de S. Migue!, o brigue pur-
isco publico para ennliecimenlo de quem lugue/. Oliveita, letn promplo quasi todo o
ques direilo iieiibiiiii i,'ni .i-. riiiiiriboic.i ,, em \ i-la
do positivo 5 I i arl. 3!) dal lei de |j de malo de
IS13. Recife II de feveieiro de 1857.
Jote .11 jq ii i ni Lima Hairao.
?.f? i tb licaca) a pe) \to.
iiiou verdade n que o Sr. Marques lano,
se >sura em 111 e bom som, para elle e a|qoem in-
leressir, e pela ollima ve/., declaro que no requer- toneladas, couduzio o seguidle : :2.00l> -arcos com
memo e sua reclilicacAo a que respondo, sempre i 10,000 arrobas de assucar. 10 pipas agurdenle, 10
fallou a' venlade, pos "que nunca vend agnardante, meras ditas espirite, 18,000 coros com rasra, i,l.">0
e nem vendo, o q je vend aos Srs. Lima M-gsIbAes! meios de sola. S saccas arru7, 32 ditas feijAo. -21'
foram espirito de roinposi;Au, aos quaes o Sr. Mar- mollio de pallia Je carnauba, ,")S'.) coiiriulio) de ca-
bra, 30 capoeiras, 50 saccas algadflb, t> couros e
bezerru, I aiauado.
Canal, barra ingleza llinilon, de 4 l toneladas,
condiuio o sesunile :.'iOO saecus com 7,000
arrobas de assucar.
Golhemburgo, brigue su-co Alrliild-, de S'.I
toneladas, con luzo o sesunile : 3,-JlHl -arcos com
18,450 arob-s le as-mar. 7,118 couros salvados.
Buenos-Ayres com escaia por llontevido, b'isue
ConOaraeaa, de -~. i toneladas, enndoiio
do Norte da qual he mui saguinle: 83 pipas gurdente, 1,053 barricas,
70 nielas dilas e 2'H) saceos coin '.l.i.'i arrobaseis
libras di assucar.
Rio Grande do Sul, barca br-ileira .iClmenli-
nau, deSbcI toneladas, condu/io u legainle:1433
barricas, 80 harnquiibas e -li latas cmn aasocar, 111
baria p 1 |,p,i espirito, 21 loboados de vinlialiro.
Canal, brigue sueco ficlivo, de 370 toneladas,
couduzio o seauinle: 3,000 saceos com 18,000 ar-
robas de assucar.
Trieste, escuna sueca .Minan, de 2lil leudadas,
cumtuzo o scsuinte : 3,l'.l saecus com 16,156
arrobas e 28 libras de asancar.
Canal, paiacbo irglez -Souvenie, d- 21.") lune-
lada--, eoodnzio o segtiinle : 3,700 saceos com
18.000 arroba- de as-urar
KECKBttUItlA HE RENDAS INTERNAS B-
RAliS HE PERNAMBUCO.
Rendimanlo do dia 1 a 10. (i:il0;8!0
Ao Iilm. Sr. Francisco Ddrnella Pessoa bor oc-
i-,i-i."i.) de sua despedida para a provincia da Ba- porliiu
Ina da HMiedada Ir
di^uo meuibro.
Ja se vai ausentan lo clara luz.
Que a n Ins do [\urte esclareca,
AmanhAa ja nAo vreis a mime
Que a todo encina do alegria.
Este.nnme que u Indos alcarava,
A saa lama j., uu mundo resua
Que he um aojo que a terr.i baiiou
O nosso amigo llurnellas Pessoa.
Alas ah qiianlo sou lao inleliz,
Assiin Fielamava a Iris do Norle >,
Pcis despreza los f.irain meus rogos,
E em troca do lilho, me .-rain a inerte.
Destino cru*-l, impo destino,
Que nos leus projeclos sois nnmulaveis '.
Que mal le fez a lisdu Norle*
Para ruubares seu lilllo amavel '.' dem do dia II.
Pelo sen amiigo G. .1/. de Sou:a.

BAGA DO RECIFE ti DE FEVEREIRO AS
3 HORAS DA I'Alt DE.
Colac.6*?* oTIciaes.
Descont de latirs8 ad auno.
-redrico /tuo<(liard,presidetile.
. n ./'(-.., -ei-relarii..
,' CAMBIOS.
Sohre Londres, : d. (0 ti. v.
i Pars, 340 a 341 r*. por fr.
o Lisboa, 95 por '{ de premio.
a Ro de Janeiro, -2 por Opi de descont.
Aceites do Banco, 10 a 45 de premio.
or companhia de B-bertbe 515000.
o companhia Per .umhucana ao par.
o Ulihdade Publica,|30 porcentu d premio,
a o liideinnisadora.52 idea.
d estrada de ferro 20 por 0(0 de premio
Disr.outo de leltras, de;8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
()uru.ticas hespaubolas. .
Moedas de li.-no velbas
i 65lt)0 novas
" triltl. .
l'rala.PalaeBes brasileiroa. .
Pesos colniiiiian s, .
1 meiiranos.aM .
52lj97
ti::>:t-5.-Til7
CONSULADO
HenJimeiilu do dia 1 a
dem do da II. .
"ROVINCIA1
10.
31 0525515
4:70s:ii7
35:"Glj922
289
281500
16900(1
I63OO
2 nt)
AjOtM)
18660
ALKANOEd
Kendimento do dia I a 10. .
Idara do dia ti..,..
A.
135:1451899
10.8353001
151:9809803
_SANTOS
5 de Janeiro de 1857.
Cessando o lempo chovuso, lornaram-se as entra-
das de caf um pnuco roais l'requeules. lunge porm
desatisf./er as demandas da praca. Os preijos dos
superiores conservam se ali' hoja sem allerarau, cou-
limiandu o desprejo das qualidades inferiores.
As entradas de assucar alo escassa<.
Os carregiineiilos e sal do Martjarethr e Lnn'ne
da ilba de Maio | ven leo-se a 760 r-. a' prazo, u
do rAHda de Celle ) a 800 rs. relalba lo, -' prato ;
e o do 47 Clair ( da ilha de Maio) nlo nos consta
ter-e v- adida.
Despacliuu para Trieste o brl&ne bremense Regu-
la*. 'SliO s. de caf.
Esta carregaudo cafe para II nnburgo, a barca
prussiana HflliK.
Itecixtn ('ommercial.
CEARA' 22 DE JANEIRO.
P.-ecosconcilios do> gneros de eiporlaeSo.
pipa
arroba
-.1
caada
arroba
AllenrAo e piolada ao velho abiolulisla, que no
libiral de 5 do i-.irr.nl,- diz em sen pasquim, que
ouerado de funilia e netos, Ihs fofa aprehendido
lies cargoeiros seu, que conduzam a sua pequen
fcafra de assucar di. Rio Formse, cupis cargoeiros
foram recruladus pelo delegado de SerinhAem, e
que islo n;lo sendo ludo, fiir. depois preso o cal-
deiieiro de seu compadre, e uniros Irabelhadorts do
engaito fugiram, e m i- (i ditos, que linlia engaja-
do apezar de serem casa Ins. nao quizeram eonti-
uuar no Irabalho de seo compadre com rereio de
provarem a cadeia, e por islo e-lava pejado o enge-
11 bu de seu compadre, que quando foi -ubdelegado,
sn piocorou prender vadlos e viciosos, e qoe oor
cansa 4a poliri., militar esli soifrendo a arieulluia.
Polie velho qoem ala lera pena deste humilde
velho, que convida as armas, su porqoe o governo
nao ib deu um delegado a lalho e geilu de sen
cumpa ir (o Cvapuca curletia', ; cmn effeitn, n autor
desla frir;a lio lAo miseravel, que nem pode aparen-
lar a sua mis-na. Este emhiisteiro anouyino e sem
i'araeler. e ja eirrido d1 vergnnha, se veio refugiar
ne-la cidade, a ver se acha pa-lo aaKenio iiilrig in-
te, -en lo ell' mesmo o aulor da larca e persuna-
tf. os, que nelj.i repieseulam, pois nAo he capaz de
aiiie-eniar qo-m seja esle velho oner-do de famila.
e nem lao pouc.i quem sejm os imagniarins recra-
lados, e menos quem seja o seu imaginario compa-
dre de engeolio pejado, pur causa da polica rol-
Oulroofficie. Sr. Dr. Manleiga, no ponha mais
na carta, que ja o r,,hecem..s dos oulras ca-as. Ea-
>a Tarca ja em SerinhAem sabio a .cena, porem le-
voa paleada ao lev miar do panno, porque seas au-
tores e persuiiagen. he a inrsma pessoa do D.. Me-
quilina. et-velho earipac* rorlezia, qoe ferrando
nm calo de 3OO5, a cunta de m Koardenle<,
que disse lioba eiu seo roaenho, viudo o dono do
oiiibeiro busrar a dita asuardeole. r-c-heu em pa-
gameato mu caria du vellu. compadre, duendo Ihe
'pie, emqiMiilo eslivesse 11 delega
i" lia pagar a aiaardenl
iln
militar, elle 11,10
porque liona pea I o
cirgiietros para a onduc-
wigeotie par fall da
ci. ele.
Agota apparece a me..... larca figarada coin o
velho absolmuia. e o cerlo he. qu 1 o p ibce pad-
ceme dea :i.),p foi-se sem agurdente, e tal ainhei-
ro ; e a polica, qn- anda na 1 leve o^easiAo desa-
ber para aoe lado fie aeogenbo do ge. Carapoca
ha o le.10 i- pr< com que mete medo aos seus cre
dures ; mies. farca em si cali medrando, que um
erro .le ealeola do Dr. Maiueigi, ha o desenlace, e
a ludo eipo'a a imag.n i;Ao do seu aulor. que ven-
do-senlicul.risado pelas mu las mentiras que pre-
-'" mudou de rumo, loaabtando se de planlar annharioi
piiiiiar..r,is i lavuora, a ver so acha algutii Cn-
rineo.
Ja Ihe disse, outro oflieio. Sr. Dr. Maulis 1 se
alo pagara t-ajaodevrra, ha porque ja es-
-tuma 1.. aaaealoa, ealimdian naaqaarem
irabalhar, porque se dAu inais 1 vadiacjo e a pnliii-
coet, do que irein para a campo cuidar na safra
e nein veni..... com historias imaginanas de recru-
taineulo, porque os seis que desie genero lem sido
reerulsdos aqu, e-i.in nesla cidade para a vista del-
les cnnhecer mais o publico o carcter, e de qoanlo
ha capaz o Sr. velho absolutista, que por compsuAo
Descarregam hnje 12 de feveretrn.
Galera inglei.eneiiesclaisas de ferro.
Barca lOBieii.'.lidasbacalho.
Ilngue inglez--Reinleeri lem.
Brigue inglezKelpieiden .
Brigue ingle/Gr-ci.iudem.
Barca franeza--Gu-Uveniercadorias.
Briiue sar'oB-ainodiveraos gneros.
Palh.ih te portuguo'Coincidenciaidean.
Brigue brasileinillainaiidem.
Un..ue brastb'troAlmiranlefumo e sabao.
Brigue Ina-ilein.Firmadem.
IMPOHTACA.
N apor nacional Isiiaras-ti, vtndo dos porlos do
sal. inanifetloa u seguinle :
1,872 couros salgados ; Henriqne Forsler & C.
882 dilos dito a C. J. Asllev JC.
3iHJ ditos ditos ; a oidem.
120 saceos assoear ; a arden.
.11,1:1o. .iii.i ; a Manoel Alves Ferreira.
20 ditos dilo ; L. L. N-ves.
2(i ditos i|,tu ; a J0A0 da Costa Lima,
li ditos dito ; a Amonio Pereira Monleirn.
5ditos dilo ; a Jone Reg Puchero.
9 litse 10 barricas Manoel Ferreira Cosa.
52 saceos algodlo ; J' Goncaives Malveira.
1 caiso fazen as ; a Antonio l.uiz dos Sanios rv
Rolim.
33 pe?as mohilia ; ao major Ho oilavo balalliAo.
12 caniles pe lances da oitavo hatalh'u.
lliale amtnrauu Hi-am nidn, viudo de llalli-
more, consignado a llenry Forsler & C, inamfes-
tuu o -.'.nuil- ;
12 farduselO eailai panno de ilgodao, 30 dil
velas da spermacele, I jo barril banda de porco, 300
barrilinhus holacbinha, 732 barricas farinhade Iiig ,
I ciimiiIi.i amostras de pannos de algo.lA 1 ; aos con-
signaUrios.
Brtsue brasileira iDamlo*, vindo do Porlo, con-
signado a Jos Joaquina Dii Fernandos, maDifastuu
u seguinle :
10 bar, is viiihn ; a Antonio Pereira E. & <".
10 calas pomada ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
2 eaitej doce ; a Felii Pereira da Silva.
5 canas FazeDitas diversas ; a Fraiict-ru Alves de
Pinho
2 barris enchadas, 1 c.iko 1 imsgem ; a Jos Pe-
reira da Cunha.
20 barr, cistanbas, I fardorolhis ; a Jos An-
tonio da Costa & roslo.
12 pipis, 16 barris e 10 caias vinho, 1 caix lan-
aas de algolAo o coberiores, I canAo lj(> cotes de
coln c 15 duzas'de leudos ;'ao coosiguaUno.
Palhabota porluguez .(Coincidencia, vtndo do
Porto, consignado a Domingos Alves Malheus, ma-
ufe-lou o -eunmte
10 canas pomada ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
50 barris chumbo de
Castro.
Urna porcAo de louja a granel ; a Francisco (ja-
nes de Araujo.
250 canislras lu iU- ; .1 Domingos Rodrigues de
Andrade.
20 pi|ias vinho, 31 barricas sar lii.has, f>00 anco-
ralaa ar.eitouas, I0U canaslras alhot, 6 barris pre-
gos, i ditos e 1 cana lanak t Tardo cordavoes. 33
saceos fejjo, 0 C'ixOea baelas de algodAo. cochins
de lindo, camisolas de IAi, paletos, coberiores de
al,-i di 1. lirn la de palhe.1.1 falsa e rendas de l'.nhi :
ao consignatario.
Brigue nacional Almirante, violo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Novaes 4 C. manifest o se-
goiule :.
50 barril e 25 meio manteigs, 50 barris bren. 7
fardos eifazegsa, II cailaa papel, 200 barricas Tari
nln da trigo, 31 pipas r,ho, 800 caitas sablto, 100
rollos fumo, 5 caixas chapeos, f dita rap, 1 sacco
caf, 16 caitas cha', barricas potassa, 125 |vimes de
barricas va-ia-: a urdem e 50 barricas manleiga a A.
S. da Molla.
Bngue n .cinnal Firma, vindo do Rio d Janeiro,
consignado a Novaes e (.,,- C-; manifestoo o seguinle :
UN barris vinho. I.Wanoes lior, 20 ditos cog-
nsc, 5 ditos chocolate, 1,060 sarcos caf, 50 talas
fumo. 2 caito**, rhapeo>. 1 caita rap, 275 rollos
fumo, 31 barr* luu 111b i,63 vimes de barricas vaztas
a 01 I 111; 1,300Ola sabu; a B. Suata t\C. 1 caita
niercadorias ao iiie-ino, 2 can-s chapeos a C. A; Ir-
ma is, 2 rollos s 'lia, I csiiSo mercaduras; a t. J.
K. Guimarflea, 5 cai toes chapeos a Novaes ^ C, 15
canas rorros, 12 dito, cognac, a L. j Freres, 50
vimes de barricas vaziaa'a M. fSj Piulo.
ONSll.ADU iitliAt..
Rendimentodo da I a 10.....57:298-701
dem do dia II........ 765333
eenlo
arroba
cenlo
arroba
alqueire
Agurdenle, cava.;a.
AlgodAo em pluma. .
em oaroco. .
Arr. r, pilad. .
i> casca.....
Azcite de carrapalo. .
Assucar branen em rama .
refinado. .
maaoavado .
Borracha brula ou g mma
elstica .
Cabellos do bol00 cavalllo.
Caf pillado l.1 sorle .
2.* .
Carrapalo......
Carne secca 00 salgada.
Cera de abelha .
carnauba .
Cocos para comer .
Courus de bol salgado. .
u earnelrooo cabra
cnrli-.tos .
Doce de qua.quer quali-
dade......|.
Farinhade mandioca .
FeijAo.......
i i,ii,iua de mandioca .
ararula .
Madcirasangico, gnnral-
io. ..;.'.
Alves. jaca, e ra-
buca.....
Coraeflo de negru.
o T.ilajuha. .
o Vilele ....
w Pao d'drcn em I111I1.
i) Cedrnemcliaproes.
Mel de engenho ....
1 furo.....
M.lho.......
t,ineijos.......
Sal........
Sebo derretido ....
em rama ....
Sulla nu vaqueta em meiu.
Touciuho......
Melis.
Duro. Oncas hc-pauhnlas
Mu.ins .le 3HO velbas
de O?tlll novas
de 49000
Prata.Pnlaeoes brasileiros
Ptsus culu.-niiaiioi
mexicanos
2-ll'U'
alqueire
arroba
libra
armba
695OO
259OOO
rjyOOU
200
urna
duzia
caada

alqaeire
libra
alqueire
arroba
i)
um
arroba
lJOl 1
360
29800
t.-500
9O9OO0
5.-SIKI
19-280
13600
I3OOO
2-6011
.59000
6.-JO0O
2-3200
83000
6.-000
55000
-
5*200
'ir-ll(li)
73600
89000
(3OOO
731100
8320
3O3OUO
83OOO
53500
85OOO
9C.XNI
"3i0
3200
3i00
9<00
9:120
-1611
lO-OOO
0-OtNf
9480
3400
130011
SUM
I98OO
83OOO
63OUO
392011
5-OOU
municAo ; a Barroca iS.
299300
I69OOO
IlijOOil
99000
29OOO
2-0110
1-3800
Commereial.)
inlcii'ssar, a Uispo-icfio Uo artigo aliatxo
transcripto.
l'oslurasde 30 dejunUude 1849.
Titulo 9.
Arl. I.Toda a pessoa que sem licenr;a da
cmara municipal depositar iia* tros lugares pblicos do seu tmino, qual-
quer objecto que embarace o transito pu-
blico, sera multado em 2"ii'it- porcada
objecto, quesera removido a sua cusa para
o lugar que pelo fiscal for designado, salvo
os objeclos mercanlis desemban-ados e sa-
bidos da alfau lega, cu os que liverem de ser
embarcadosequu loiem volutnosos, deveado
ser recolliidos imuicilialamenite.
E para que nao nppuret;? quem anda ig-
noro lao lerminaiile disposi^So, lavrei o
prsenle que sera publicado pelo Diario.
FiscalisacSo da l'reguezia de Santo Antonio
Jo l'.ecife. 10 de fevereiro, de 1867.O liscal,
Manoel Joaquim da Silva liibeiro.
SEI.110 ADM1MSTRATIVO.
O cnnselbo admitiistrativo tem de comprar
o seguinle :
Para a obra do Hospital Ilcgimenlal.
Vidtos pequeos para vidrar;as 70, laboas
de cedro de assoaliio duzias 2, dilas de ama-
relio dito duzia 1, lijlos de alvenaria nii-
llieiros 2.
yuem quizer vender,aprsenle as suas pro-
postas em cartas tediadas na secretaria do
consclbo as 10 horas do dia 13 do correle
mez.
sala das sessoes do conselho administra-
tivo para loruectineiiio uo arsenal de guerra
6 de fevereiro de I857.-Autonio Gomes Leal,
coronel presideute interino.Bernardo Pe-
reira do Carino Jnior, vogal e secretario.
ADVr.MIENcl 1.
O procurador da cmara municipal desla
cidade avisa a loJos os senhores donos de
eslabeleciiiienlo sujettos 10 imposto anuual
le 2l e 4/uOO, (ue o prazo para o paga meti-
lo pritictpiou 110 I. do correule, e liuda-sc
no uilimo de marca prximo fuluro, e pre-
vine aos mesmos sen llores que nao se guar-
de m para os iilliuios das, por nao ser possi-
vel aviarem-se lodos a um lempo.
-- Pela subdelegacia da l'mguezia de S.
Jos foi recolliido a deposito um cavallo, que
l'oi encontrado na rus sem dono, no dia 6
do crreme : quem liver direilo a elle, pro-
ve-o, que llie sera entregue.Itecife, 9 de
fevereiro de l857.-'Accioli, subdelegado sup-
pKtile.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconsellio admimslrativolem de comprar
o seguale :
Para a botica do Hospital regimental.
Acido tartrico libras S arsenialo de soda
oiiavas 4, amoniaco liquido libras 4, acni-
to libras 4, acido piu.ssico medicinal oita-
vas 2, alniliua escrpulo 1, armada libras 6.
alcohol de 36 graos cana jas 12,assucar candi
libras 4, belladona libras 4, centaurea me-
nor libras 6, cal viigetn libras 2, cianureto
polassa oiiavas 2, calomenatia a vapor meia
libra, cicuta libras 2, dormideira libras 4,
digitales libias 2, espirito de mastrueo libra
l,,essencta de llor de larangeira ouc 1,
gomma acetrina l'ranceza libra I, nipo-sul-
pbalo de soda libras 1, lagtalo de farro onca
I, minio onca 1, macella libras 4, nilralo de
prala fundido oni;as 8, orcaneta ongas 2,
oleo de oliveira garrafas 8, pomada de ca-
cao libra 1, potassa a canutillo onijas 2,rltui-
barbo libras 2, raz cnsiana libras 4, sulphalo
do magnesia ar bras-4, eslramr lio om;aS 8, espennaceie li-
bras 2, sanloni oncal, sublimado cono-
sivo onca tai riu o com assucar arroba
1, assucar rvlinado'arrobas 8, borradlas de
gomma elstica com pipo- 50. diUs grandes
para crysie| 12, esponja lina libras 6, fundas
do lado direilo 12, ditas da la u esquerde 12,
madspolSo pecoa 1;. graoa le vidro 1, serin-
gas de metal tesoura 1, vidros de urna a
8 onqas 200.
Oilavo batalh.ide jnl'anlaria de linha.
Calderas de ferro balido para too pracas
duas.
Aula de primeiras letras dos apiendizes
menores.
Simio de Mantua ejemplares 30, Econo-
ma da Vida Humana exemplates 50, resu-
mos dearilhinclica por Colaco excmplares
25, calhecismosde.Monlpelier cxemplares 50
resumos de doutriqa clirislSa cxemplares
150, cartas de A l Cexcmplares 150, laboa-
das ile iiumera;ftu exemplates 130, resumos
de grammatica .ortuguiza por Castro Nuncs
exemplarrs O, compendios de geometra
pratied por Silvano exeoi lates 25, penas de
gauco ceios 8, lapis duzias 20, pedras de
ousa eucaixilhadas para calculo 50, lapis de
podra para lous duzias 50.
Ollicioas de terceira classe.
Ferro inglez redondo de meia pollcgada
quintaes 30, a^o fundido em barrtnhas ar-
robas 5, dilo dilo quadrado de cinc 1 quarlos
a tima polegada arrobas 3, ar;o fundido oita-
vado arrobas 2-
Quarla elsse.
Caixa com vidros de II a 16 pollegadas 1
Ijuim quizer vender taes objeclos, apresen
le as suas ptopostas em carta fucilada, na
secretern do conselho as 10 horas do da 18
do crrante mez.
Arsenal de guerra.
Bancas 2, caeifas 6, sinete pequeo com
armas imperiaus 1.
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
9 de fevereiro de 1837. -Antonio Gomes l.eal
capitSo, presidente interino -Bernardo Pe-
reira do Carino Jnior, vogal e secretario.
seu carregaaenlo, e pretende sabir uestes
quinze das : quem pretendercarregar ou ir
. enfeites de porcellana para mesa, vidros c
loucas diversas, bijoulerias eotilrog inuilos
objeclos, etc., que tora impossivel nmncio-
nar, os quaes se entregarSo sem recusa de
. qualqucr prego maior 1 Berecido ; assim co-
mo unid excellinte canoa de carreira de
lamarello com bastantes commodos, a qual
se achara exposta no caes do Collegio. Nes-
se mesmo dia lambem far leSo de um ter-
reno com 37 palmos de frente, 300 de fun-
do, annexo ao sitio !; n j()anna d s Passos,
- -- --------- r------- ,,,^,s..... 1 ., ,. ., ,|'; .1111)11 mm
uno ir 1 : os senhores pretenden-, seu ..stabeier.imente do pianos, na
iiz-rem algumas inl'ormacoes a ,,. 07, onde se encoutrara um graM
de passagem, podera eiiiemlcr-se com Joo com frente para a ra do Sebo e para a ra I puvel publico,
lavares Coruetro, na ra da Madre ue Dos
n. 36.
Companhia
fb1aiiricasa
de vapores fraiicezHS >
Havre.
Graude
Depositod.". piano-., um na
ova s. 27, esquina da
Camhoa iln C.,11 1110.
I. P. Vogeley, de volta de .-ua viagem da
Europa, tem a honra de annuticiar ao res-
nova do Limo
les qi;e q
respeilo, diiijam-se ao supradilo armazem
do agenta auuuucianle
agente Pestaa far l-iir,<> de grande
quanli.lade de obras de maicineria novase
usadas, consisttulo em cadeiras, solas,
qu -zas, mes.s redondas, dila elstica, con-
1 Solos, lavatorios, caudeeiros de vidro para
.cima de mesa, globos de dito, aparelho de
I porcelana diversos quadros de ricas moldu-
i ras, espelhos, relogios para cima de mesa,
I ditos para algibeira, diversas obras de ouro
e piala, eque ludo se acha patente ao ex-
ame dos compradores, sexta-feira 13 do cor-
rente, as 11 horas da inauia, em seu arma-
sem, na ra da Cadeia du Itecife 11. 55.
3f&*0 EiiiHtM.
lOlllillililS
PARA 1857.
Adiam-se a' venda as bein conhecidas
olhinhas, impretsas netta tvporjrapliia,
maior brevidade o brigue porluguez Cous- das seguinte C|ualidades :
tante, por lera maior parto da carga prom- | FLHIMIA KliLHilOSA, contendo ale'm
pa : quem no mes.no quizer carregar e ir
de passagem. para o que ton excellentes
coinmodos, diria-SO aos consigiialaiios Tbo-
tnaz de Aquino Fonseca e. Ftlho, na ruado
'-^fci''j
Eppra- fc KA>C-t^OM'l'01S, comnianilante Fournier, em
viaaem para u llavie pelos partos .1 > osala : para
rel e pa*saglroS, na ra do Trapiche n. II.
Para Lisboa pretendi sahir com a
a bibliotlicca do christao
que se cotnpoe de ora-
rigarto 11. 19, prmeiro andar, ou ao e ca-
piliio o .sr. Silveno Manoel dos Keis.
- Segae imprcletivelmenle paraoAra-
caty oestes o das o lliale Capibaribe ; para
o resto Oa caiga traia-se na ra da Cruz do
Itecife 11. 13, piimeiro andar.
Companiia iirasiieira (Le
p u tes a vapor.
O vapor l'AllANA' conmiaii lame Francisco Fer-
reira Bnrss, esprate do* porlos do norle em se-
j.niii..).;.. pura os do sul ate o dia 12 do correule.
Os senhores que liverein de reineltcr e^rravos t
quaesquer volunea, sej.im di- carga OO eocommen-
da, i!evTio ir a agencia no (lia da cliesada do va-
por, para se encajar o qu- poder ser recibido ; no
dia da saluda soinenlc se admilleni passageiros e di-
nlieiro a frele. al as lloras do exin-itienle : agencia
ua do trapiche n. 40, primeira a 11 lar.
Cuiupaiihia trausatla^ttca
O vapor GENOVA e*per-M aqu no dia \-2 d
correnl, viudo de G'oova, e H'guiia depon da tle-
in>>ra precisa ;;-. n I- .. i Kio de Janeijo, p naiai rcebc r***!'iro* < Umbem para Montevi-
deo u BttAtlO-i-Avre : nata s na rna do l<*rrrs u.
1, iij tacriplorui de l.cnios Jnior Leal Re,
pgenies.
Pernami)ucana.
dos mezes,
bnisileiro,
roes quotidianas, melhodo de assistii- a
mista e conlissao; cnticos, psalmos,
liymnos, oilicio de N'ossa Snbora da
Cooceicao e multas outras oracSes de
grande metilo, prero.....; 20
DITA SIMPLES, contundo dem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de imposto! jeraes, prbvinciaes e
municipnt'S, prero........ 'W
DITA i)E PORTA, a qual ale'm dos me-
zes tem explicaces das indulgencias e
exeommunhOes, etc., preco. IfiO
DITA DE AI.MA.NAK, a cjual^lcui dos
mezes, conten o almarjal civil, admi-
nistrativo, commereial, e industrial da
provincia, por.........500
Toda estas lolliinlias sao mpressas em
bom papel e encllente Upo. e vendem-
se emporcSoearetalbo: na linaria da
praca da Independencia ns. (i e S.
I'recisa-se alugar um preto possante,
embora soja bruto, para traballtar niensul-
menie nesta lypograpbia, dando-se o sus-
tento : na livruria os. 6e8 da piarla da In-
dependencia.
|ue ab-ira nestes dias o
ra Nova
grande e rico
gortimento do piano*, dos melhores fabri-
cantea da Europa, por i-lle mesmo escollii-
do, da inais solida c moderna construye'o.
api 0,1 i a I s para este clima, e das mais for-
mar- i,,s e bellas vozes, por mu lazoavel preco. O
mesmo espera merecer a ronlianca do ree-
peitavel publico, tendo .ello como fabriran-
le mesmo eacolbido os iiialruineutos. \n
mesmo eslabeleciment encontrar-se-lia lin-
das peinas de msica para piano e para can-
to cmn acompanbamenlo de piano, c tarn-
bem encarrega-se continuadamen'e de alli-
naqOos e c iiicertos dos mesmos instrumen
tos com inuila promptidiio.
Os prol'Clores do glorioso S. Gonzalo,
erecto na capella de S. Amaro, declarara ao
respeitavel publico, que a bandeira do mes-
mo Santo lera li"ar na noite de 13 do cor-
rente, sal indo da ra do Lapibaribe em se-
guimenlo para s. Amaro ; por lauto esperara
os mesmos protectores que o< devotos do
glorioso Santo concorram a este acto, para
so tornar mais solemne.
Prectsa-se di um pequeo de 10 a 12
annos, para caixeiro de urna taberna na ci-
dade de (Hu iu, o que dti lialor a sua con-
ducta : quem pretender, dirija-tea tua lar-
ga do Rosario,floja de miude/.as 11 35.
lie chegado as lojas de selleiro de Oiogo
Jos Leite Guimures da ra [fofa ti. e lar-
ga do Itosario n. 30, cscellentc c-iuro branco
eamardlo para canlioes e cinto de pagem.
Directora das obras iniii-
X
! mmi festa oe s. m-
tlLU.EI S. AMVRO.
SeiU fera, i 7 hora da nuile, itahtr.i do
cse do Capibaribe, casa d 1 juiza, a handetri
do in-.nn -.intii, ron lu/i.la por pMlOTM, 6- Ti
loando bymaoslaalogos, *;endo riroinpanlid p>r umn da* melhores bandas do monea. (J
Chicando a i^ieja, -ubir.i ao s^u Insar, com &
repetido^ rojoe de oao dn ar. Sdb>a vera' ladainha,*e ha mullo pre^omivel qoe i
li*ja dan-a de corda Urde, o <|ue se nao $
afiancH pira nAo Iludir ao respeil-tvel pobli- $
co. Domiijo, '* hd*AS do co-iumo, lera iu- H
car a Pesia, autkittdu a' larde ao ar um babio. tfr
5 1
i imite llavera fandangos, imu b
i o Cuma -inda nau se li'.erain inellnir. Ter- vi
f
lU >-t -- r1 0t
i, vapor
Buruw.
Navio entrado no dia II.
Para e porlos interini-losJudiase 7 tiora
btasilairo (Paraaaa, eomntandanM F. F
Navio saliidus no nirsinn dia.
Rio de Janeirobarra braiilaira Keelfea, cantan
Manuel la-e Hbeirn, earga atlaesr e mais ene-
ro. Pat 2 encravm, Francisco Cabial de Vaaeonealloi e I
fillio, e 2 ecraviii do nteanSO rpita ,a barra.
II nri'i .na prla Paraliiba Sumaca bu-pauholi
-Violante, capita.i II. M'llel, -ni lastro.
Buenos-i\ res pur Jjjonl'vidn llrigoe pnrlusuer.
Confianza, capian .Manuel Joaquim da Silva,
carga assuc-r.
CanalBrigue meen Activo, capitn C. F. lja-
me, carca assucar.
Sabio para funiiear no laminan, a galera insiera
Serapbiuau, ali n da cmirluir o ?eu carregaineulu.
O vapor IGUABASSU' acba-se carga para is
porlos ilo n.irle al a Uranjs, rom escala pela Para
biba, .Natal, Assti, Aracalv, Ceara e Acaiacil, pari-
os quaes lallr as Imras'da larde do da I.i do cor-
rrnte : o expediente para a caiga se fechara s 3
lloras da larde du dia 12, e p afji paiaageoa 3 du
ild sabida.
- Para Lisboa
sef;iie COm brevidade a barca portugiieza
l'..MPUIZ,v, por Mr parte da carga promp-
ta : para o resto, trata-secom os conslj-
natarios Novaes & C, ra do Ttapiclu: n.
5i, prmeiTO andar.
Para o Rio de
2$ minando, finalmcule, na seunda-feira, a %
:j mu', com a lirada da bandeira, acompanha- ^;
la decaiiluria, msica e dan-j de S. Gouca- 5^
gj la, e ileiniis.uiii varalo e graode f,ti;,i de vis- rja
-a fa c> ,.do o qoo potiem la/,r oa tacanea- a^
ife veis fpsteiros du mesmii sanio, pediudo lesde j
y ja' desculpa. 0
Precisa-se alugar um andar com
cominodos pera familia, sendo no birro
de Santo Antonio ou no aterro da lloa-
V"tsta : e|uetn (ver ou souber, dirija-se a
rita daCtti7. n. 42, armazem, paga-se
bem, agradando.
Compra-sc um cavallo novo, fjtie
seja manso e ande hem a pasto ou car-
regobaixo, sendo de boa figura e sem
achaque : i|iiem tiver e piizer vender,
dirija-se a' fivraria do pateo do Collegio
D. 2, 1)111,' alii se dir' quem compra.
No armazem de
- -
Vmr.
lao a
0 lllm. Sr. inspector da tltpsouraria
provincial, nm cumprimenlo das onlens do
l.\ ii. Sr. |iresidi'nle da provincia, manda
convidar aos proprielsrios abiso mencio-
nados, entregaren) na mesma llicsouraria,
no prazo de 3o dias, a contar do da da pri-
meia publicacilu do prsenlo, a importan-
cia das quolas com que devem entrar pata
o calqatnento das cas- (caes .iu Apollo), conforme o disposlo na lei
provincial n. 350, admitlindo que a talla da
entrega voluntaria sera punida com o duplo
das ret'eiidiis quolas, na COuformidade do
arligo 6 do regulamenlo de -22 do dezembro
de 1354.
M. 13 ktiuilbermina (.andida Pereira. *5/
43 Jos Mtlonio -h; Ari.ujo. o
4j Flu riloallenrique Fox. Gi)'
45 AViuva Laserr.
" Antonio Pedro das Keves.
TIIEATUO
Jnilo Caelano dos Sanios, era virlade do eonlracto
celi-lirado enm a directora do Ih-alro de Santa Isa-
bel, lera a honra de ap.esenlar se ao illu'irado pu
blii-o deila capital, danto coraero aof seus Iraballios
sabbario I i du corrale, com o drama em S actos
AilAiliOES.TRIH'EZ
no qual repreeniar i o papel de Mauricio, par elle
creado, e no fin do drama recilar.i um monologo de
lavtacfo.
Ero contequeucia de aacliegadi um poico larde
a esta provinri i, por motivos Imprevistos iiicnin-
modus de sainl'-, e nAo sn poden.lo demorar nrpu
alm do fim de "liril prximo fuluro, tem delibra-
lo que a aiiiajHInra j i feila por vi. le e qualro re-
citas, jeja lmente por deieseis, afim di; elle p>rter
dr rerila eilraurdinaria para salisfazer as pesnas
que na entraran! no numeiu dos atsignanles, e
ueste senli o pede aos que assiL'naram a reabsafao
de io.i> entradas at sivtafeira, 13, em a casa na
ruada Ca lea do Recife n. 51, prmeiro audar.
aneiro
vai seguir com brevidade, o bem Conde-
cido brigue FIRMA: para o resto da
carga que Ihe talla, trata-secom os con-
signatarios Novaes i\ C, ruado Trapiche
n. oi-, prmeiro andar.
- Para a ilha de S. .Miguel salle em pou-
rios dias o veleiro patacho porluguez Alfre*
do: quem no'mesmo quizer carregar ou ii
de passagem, enlenda-se cora os consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonseca na ra do Vigario n. 19, andar.
Para
i
de
9 aneiro
seauM'oni toda brevidade o brigue) brasile-
ro Almirante ; yi tem parte d > i-arrcgatnen-
to piompto : para o resto, pa-sageiros c cs-
cravos a fete, para o que tem excellentes
cominillos, trata-se c'im o consignatario
Jos Joaquim Dias Fernandas,
P.ir.
<
Ri
de
64:5613091
BIVBKSAS PHDVINC.1AS.
Kendimealn lo da I a 10. .
dem do di II...,,...
3:901 J061
i5j209
*:I46123
OKSPaCHOs nu EXP08TACAO Pti.A MBS A
llt) CON'l.l.ADil OBSTA C.IIIAUK NO DIA
II DE FEVEREIKO UE 1857.
Storkoliii ltr-Lii-'_......-.i aEli-e. Jobnstun Paler i
Companlna, 1,515 couros nalsados.
Stoekolmlinca sueca iiElisabelh, N. O. Bteber
iSi Companhia 560 saceos assoear branco.
GRANDE
Baile popular
150*
451
E para constarse mandn allitur o pre-
senl- e publicar pelo Diario Secretaria da
llicsouraria provincial de l'irnambuco, 6 de
fevereiro de I857.--U secretario, Antonio Per-
reir da Atiuiiciae/io.
mascaras e
phantasia,
No palacete da ra da Praia.
aneiro
vai seguir com brevidade o bem ronlic-"ido
brigim lianifo, de primeira marcha, ja lem
algnm: carga prompla ; para i rusto e es-
cravos a lele, para o que olferece bons
coinmodos, Irata e com o consignatario
Jos Joaquim Dias Furnandes, ra da Cadeia
do itecife.
Para o Porlo segu al l do corren'e
o novo Iu igue por uguez Tros Amigos ; re-
cebe carga a frele e tem c\celienles commu-
dos para passagairos : trata-s i ISo na prata,OU na ra de .ipoll9 n. 211, ar-
mazem de as-ucar.
Para o Itio de Janeiro sabe com muita
brevidade o bem conbecido brigue Sagita-
rio, o qual lem a maior parte lo carrega-
mento prometo ; para <> r-stante o passa-
getros, trata-se com Manoel Francisco da
silvaCsrrico, ruado ('ol gio n. 15, torcei-
ro andar, nu com o capitSo a bordo.
v. a.
i a.
BIRLE SOL'/A & C.
Ilua da .Cruz. n. 8,
Ha mui lindos e elegantes vestuarios
para bailesjmascarados, ltimamente vin-
dos de Franra, tanto em porcSo como a
retallio.
FAZENDAS BARATAS
No arma.re ni do ia'/e das
da rna do Qneimado n.
'7, do Joo os de
Gouvea, vendeiu-se as
segaintes fazendas, asa*
ber :
(irosdenaple de seda prela, eovado l>500 e 2VXM
Sarja prela lavrada, eovado i;iM)0, -JolIHI e 80(1
Ibla dila de listras, eovado :;-).>'
hila lieipanliola, eovado J~ir,i
Dila dila de -".I. ingleza, eovado sODfl
Chales de clnly de cores coin lislras de leda 69'JOO
Chales de rhah de cores, bordados I081MO
Gules de chais bordados a matiz 118000
Chale de casem'ra li-os 18300
Chale de ratroz bardados JOslIOU
Damasco de Ua e seda coro (i palmos de lar-
gara, eovado
l'.im de buho largo, de soperior qualrla-
de, vara
lisnsa amarella da India, muilo lina, covada,
Itrtin branca de lilil entrefino, vara
l'aiiiui ala ilhdtl'i cini S palmos de largura,
vara
Lilla prela fina e entrefina, pec.a '.!>, 91306 c 139000
Corles de canibraia prela com Paliados
para lulo
Ditos Dita- de collelea de f-lAo linos cmn barra
Ditos de casenlira e aUodiio de bom slo
Pecinhas de brelanhi do linho de li jardas
Dias de oain'.raia brnaaa bnr la-la
l..'nc'is de dmlirai-i branca de buho, dosis
Aberturas di foalSoliBO para camisa
Ditas de buho lino
Setim a/ul, v-r te, atnarello, e branco, com
torpe, corado
Chapeos de castor Drancn, lino, cabera 2rand? lOjOUO
Chapeo |ireto Iraneaz, lino, paia meoioo 3/UOU
i' .iiii-.i- de meia linas inai
Compli-ln iirlimentii de obras de laa para
nwninoi par, 108000
Cravalas de diversas qualidades a Mil), WKI e 18000
l.uvas brancas de algodlo para homeiti, par 2W
Fauno de bonitas cores para mesa :l-;i:ni
Nos armazens do caes do liamos ns.
He 16, lia para vender soperior eal virgen
em barris, multo lina, e a melli >r que lia de
Lisboa : o preco he l'avoravcl, fe a forma
dos bar is dirTerentes.
O abaixoa-sigtiado peile de favor mis
senhores passageiros ha pouco cheics los da
tares.
Quem quizar tomar por empreilada os re-
paros do porlSo e da chamin do hospital
reg mental, pode dirigir-se a directora das
obras militares, onde arn.ua o respectivo or-
namento, e podera fazer o ajuste.
Joaqun; Jos da Cosa retira-se para a
llha de S. .Miguel.
- Aluga-.-e o armazem c soto da ra
da Prata n. 40 : a fallar com t.uilbernie
Selle.
D-se 200.3OOO a picmio sob penhores
de ouro ou prata : na ra Nova n. 47, pri-
meiio andar.
Quem tiver una selec'a franceza ja
servida, e quizer vender, dirija-se a ra da
Aurora n. 4.
O proprietario de engenho que preci-
sar de um moc;o habilitado para caineiro,
annuncie sua morada para ser procurado
Fa/.-se almoco e janlar com muito
'aceio e promptidiio, manda-s levar sendo
parta. Na mesma casa loma-se conta da
roupa para lavar do sabao, e engomma-se :
no becco do Carioca, arma/em n. 9.
lim;i;ic\ de lisbo\.
Na ra do Collegio n. 5, venderse linguica
de Lisboa a 560 a libra.
Vende-se urna linda crioulacoraU
anuos de idade, poca superior : na ra dn
Hospicio n. 15.
Fugio um molcque no dia 9 do corren
te mez, de nome Henrique, levou vestido
camisa de madapolao, calca szul, sem cha-
peo, he muito magro e tem os pos grandes .
roga-se a quem o pegar, leva-lo a ra Nova
n. 38, que ser bem recompensado em casa
do Jos llaptista Braga.
Fugio no dia M de dezembro p.p. o
escravo por nome Matbeos de nacfio Angola,
que foi de Jos Joaquim de Me-..pila, idade
40 a 50 anuos, estatura regular, am pouco
fulo, cheio do corpo, falto de um olho, na-
riz chalo, cara larga, muilo pouca barba,
lies e mSos grandes o largas, pesado no an-
dar, tem urnas marcas nos peitos ; julga-se.
que esta em alan ma caii *onui*iin por >
eztiiii -ir>. peloque se protesta contra queni
" liver, nao s pelos das de servigo, mas .r
proceder criminalmente, e roga-se as auto-
ridades policiaes, cap i taes de campo e Mi*
pessoa do povo, que o pegucoi e levem a
ra do Queiaiado, casa da esquina n. lo se-
gundo andar, que sero bem recompensa-
uos.
D. Fortunata Mara da Silva, viuva de
Joaquim Antonio de Vasconcellos. tendo de
proceder s?u inventaro, no juizo deorplio>
da comarca do Bonito, faz ver a quem se jul
gar credor do casal, juslfij,ue suas dividas
para serem atlendidas
II je 12 do correle depois da audien-
cia do Exm Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, se lia de arrematar urna casa terrea,
sila na ra Direita da freguc-ia do Afogado,
n 7, p-rlencenle a Antinio Atines Jacome
Pires, por execueao que lh" move Miguel
Joaquim da Costa & i... por ser a ultima
prai^aavaliada em Ijtiti? rs.
Sexta-feira 13 do corrento depois de
linda a audiencia do lllm. Sr. juiz de paz do
prmeiro dist'icto da freguegoezia de S.
Frei Pedro Goncaives, tem de ser arrematada
um piano avahado em 100/, por execucan
de Joaquim Jacinlho contra M. *. S. Deboad,
visto como n.lo fez contar a cxecneao nem a
remiocomo havia requerido.
I'erdeu-se, domngolsdo corronte, um
cachorro d'agoa, cor de rap claro, tendo o
cabello das nios para ira/, cortado : em Fora
de Portas, na ra da Pilar n. 1*5, se recom-
pensa generosamente a quem delle der no-
ticia.
38800
SII0
til)
CillO
IjOO
18600
2~|'|
SKI
latnu
JIKII
--WI
38100
500
900
lu)
Jos de SotlZa vii seguir breve p ira os por-
los cima referidos: para carga trata-se
com o consignatario Antonio de Almeida
Comes, na ruado 1'rapicllO n. 16, segundo.
andar.
ntima v.^.
COBRF.lt) GEtUL.
O vapor Paran recebe as malas para Ma-
ce, iiahiii e Bio de Janeiro buje as horas
da tarde : as correspondencias cmn o porlo
simales deverSo ser onlregues as 3 horas e
Obrigne cscum Graciosa, c.ipi.lo Joao llha de S. Miguel, que de'clarem por este jor-
nal quem fot q e os indiizio para dila via-
gem a este porto, i>to para abrir os ulnas i
quem os lem fechados.
Manoel de Alenla bastos.
- Alugam-se escravos diligentes para
Irabalho. dando-so-lhes sustento, .vestuario,
e tialados quando doenies, preferndb-se os
que forem no matto : q-iern os tiver e qui-
zer e.'ig jar, lirijn se a ra'do Poiii'itiho por
detraz de Sania Toereza, casa do capitSo
Franca.
agente Borja far leiln quinU-lei-
liomingo 15 do correule tero cometjo os
bailes p ipularas no vasto SALA'O 1)0 PALA-
CETE D\ UFA DA PI'.XIA, o qual estar or-
nado c Iluminado com lodo goslo e biilh.in-
lismo. os directores guiados pelas ideas Ira, \i do correule, as II horas da manhOa,
progresivas, nao lem pnupado despe/as para | e n seu armazem na ni i d Coll -gio n. 15,
que os bailes do carnaval sejam sumpiuosos I de urna inlinidade de obiectos de difiVenles
e liiillninte-., e farSo quanlo Ibes lor possivel | qualidades, bem como obras iie tita cineria ..
para que nelles reine a boa ordem e harii.o- i novas e usadas, consistndo em urna excel- sepha Mana de (
na que sempre so ten observado em seus liento secretaria de Jacaranda com pe.lr, di- tonio de Olivei
ivci lmenlos. Os bilheles esta rao a venda > versos guarda roupas
no edilicio, no dia do divertimcnto, o qua';
deve principiar as a horas, c
da inanliaa.
o padre Jos Florindo de Olivcirs
Moura, Francisco Canuto da lio iviagem, Jo-
Oliveira Moura, Dioaizio Au-
ra Moura c Maximino da
guarda vestidos de Trindade Moura, agradecen cordialmcnte
mogno. eommodas, camas fraurezas, Icitos a todas as pessoas que so dignaram assislir,
terminar as 3 para crianca, mobilias completas para sala, no dia 6 do corrente, ao funeral de sua pre-
1 el'.. etC. Candelabro* hnlarnqr ,-...-,,.- a i-rada ,.,-,*, t; ,,...,. ,,,, .1,, c;i.. 1,1..
ele, etc., candelabros, lanternas, vasos eizadaav, Fraucisca da Silva Moura.
Precisa-se de um caixeiro que teuha
pratica de taberna, e que 40 liador de sua
condtila : a tratar no Ilondego, taberna de
Feliciano Augus.to de Vasconcellos.
O Com.iriStti'io
do vapor Bcbcribe roga aos Srs. fornecedore.*
Unto da carne fresca como do pilo, para os
navios da armada, o favor de Ihe declararen
noreste Diario, quaes as duvidas h.ivnla-
para com o mesmo comtnis-ariu, rolaliva-
(iiente ao mesmo fornecimento.
Hiendas superiores
Na l'iindiro de C. Si arr ,\ Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender moeu-
das de ranna todas de Ferro, de um modello e
ConstruccSo muito superiores.
.\,.d)s d*. ferro.
Na fundiQao de C. Starrci Companhia, em
santo Amaro, acham-se par vender arados
de ferro de um n.odello e construc?ao muito
superiores
Vendem-se sellins com pertenee>,
patenta inglez e da melhor qualida-
de que lem vindo a esle mercado ;
no armazem da Adamson Howie
(k C, ra do Trapiche n. -42.
Boneca! fianoezas.
Vendem-sc bonecas francezas ricanieut"
vestidas e e varias (qualidades a 12200,
1-7600 e 2-?, na ra do Queimado loja de miu-
dezu da boa fama n. 33.
"Lenlos e Inetas de lo.ts
as qnaliUattes
Vendem-se superiores oculos com anaacio
de tartaruga de todas as gra.loac/ies a 31000,
ditos muito bons coin arniaqes douralas a
l--'00, ditos ditos rom armacAes pralna i,
1-, diios ditos comarmacao de ac a 800 r|
I?, lunetas com annacao de tartaruga a Ir,
das redondas equadradas de lial.'ia a 500
rs., ditas do dous wirosarnajio de halea
a l;60ll, p nulros oculos mais que se veudem
por nree i barato na luja da boa fama na rna
do vueimado n. 33.
SAO' MIJITO LINDOS,
lucos cortes do vestidos de a/ nd.i muilo
(ina, lo la de seda e de um goslo muito apa-
rado, chocados pelo ultimo vapor vindo da
Europa, minio proprios para a> senh'iras de
bom goslo, assiin como cinlas francezas
ii ti i to linas matizarlas com lu las cores :
lilo-se amostras na ra ilo \Juei ua.l u -J*
na loja .la.bo'le defronle da da boa fama.
duro dedustre iiwrcrt de
castt.'i >.
Vendem-se; pclles de couro do lustre de
muilo superior qualidade a pre; i de i- e
4/500 : ua ra do Queimado, na bem mohe-
cida luja de miudezas da boa lama n. 33.
MUTIUSDfJ
ILEGIVEL
- -



A.
DIARIO DE PERNAMBUCO, QUINTA PEIRA 12 DE FEVEREIRO DE 1857.
""CONSULTORIO CENTRAL 110- j
| MEOPATIIICO. $
M Ra defianto Amaro (Hundo-No- ._;-
5 vo) n. o. :;;-
i O Dr. .Satino Olegario l.iiJg'ro l'inlm, dgt
''.:'. de volta de >u,i viasein ao Itio le ,!......im, '_:'.
*& conliuua a dar consultas lodos os da* uleis, ".
5-1 das K hojas da manlifla, u 2 da larde. V
^ *^50-.:-C5::- C- :::-:X:rC;
SEGURO CONTRA FOGO.
Companliia Alliance.
lswheleciiia cm Londres, em margo de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & ., tem a honra de in-
lormar aos Srs. negociantes, proprietarios de rasas,
na quem mais convier que esto plenamente au-
lorisadns pela dita companhia para eflerluar segu-
i os sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
us mesmos edificio' quer consista ein mobilia ou
i.m fazendasde qualquer qualidade.
OSr.'l. de S. R. qucira vir pagar os
ilugneis do sobrado que alugou para urna
essoa sua conbecida : na ra do Trapiche
:i. 9ell.
Quem precisar do uro rapaz brasileiro
iue sabe lieni 1er, escrever e contar, para
caixe'f" de escrita ou de cobranza, pois da
liado1" de sua conducta : queira annunciar.
Substituicao do
arcano a potassa
pelo barato prego de 5,200
por urna lata de 10 libras:
uuar.iiuzein de It. O.liie-
ber fc Cj., ra da Ciuz
11. 4.
Lotera da pro-
vincia.
( Sr. tliesourciro manda fazer publico
que se aeham a venda ueste escriplurio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porefio do bilhetes, meios c quartos da
quaila parle da quinta lotera do i-ymnasio, I
cujas rodas andain no da -i ile fevereiro do I
corrente anuo O sr thesoureiro manda dp-1 qualquer airumago. e mesmo para escripia
clarar aos senliores jugadores, que exislem I por ter alguma pratica : quem de seu pres-
uumerscOes surtidas, como taiubem os bi-j limo se quiter utilisar aiinuncie por esta
Hieles vendidos ueste escritorio uessas ul- l'olha sua morada para ser procurado,
limas lotera.-, tem sido nimio afortunados,
por isso espera que elles concorrerao para
que continuadamente nao liquem tamaitas
porgos de bilhetes por vender, como seni-l
Precisa-se de um menino portugue/,
que saiba ler, escrever c contar, para cai-
xeirp de toja de Cazando, que de Mador a sua
conducta : na ra Direita n. 76.
Furtaran' no lia 11 de de/.embro um
cavallo melado com dinas e Cauda pretas,
tem urna berruga grande no peilo, muito
passeiro, o cavallo' Coi lurtado do engonho
Sillo Novo, freguezia de Nazareih : quem
delle souber, pode levar a ra do Hospicio,
sobrado II. 15.
Ofleeco-feo un rapaz brasileiro para
Vendem-se superiores velas de esper-
macete. enejadas ltimamente da americi :
noescriptonodeHenry Forslcr a Co inpa-
uhia, ra do Trapiche n. s
RKMEDI0 IHlX)MPAAVEL-
msm
Precisa-se de um forneiro que seja
desembarazado : na padaria da ra largado
Rosario n 48.
O subdelegado la freguezia da lioa-
pro tem ficado. Thesouraria d s luterias 7 Vista, Kulino Jos Corma
tt

:.':i
iSi
I DENTISTA FRiNCEZ.
*2 Paulo liaignoux tlentiMB, ra Nova n. 41
;' na mesnia casa lem agua e pt ilenlrifict.
&<>s&-::.&& && $$&
Alu|a-ie a inllRi casa de vender plvora, oa
cidade de Ulinda. com boro sitio, baixa para capim,
e boa casa de viveuda ao pe : qaem pretender diti
casa dirija-se a oh d.> Vigario o. 31.
O Dr. Eslevo Cavalcanti de Albuquer-
que, formado em medicina pela faculdade
do Itio de Janeiro, pode ser procurado para
o exercicio do sua protissao na ra estrella
do Rosario n. 10, segundo andar, das 8 horas
e niela da manhfia at as 5 da tarde, e alem
deslas horas na estrada de Jofio de Barros,
no sitio em que morou o Sr. Dr. Vicente l'e-
reira do liego.
J. JANE DENTISTA 1
19, pri- 5
* contina a resid
\ meiro andar.
s{9&*& ?':' *-
na ra >ova n.
>&?
Precisa-se
de olliciaes de ullaiute para obra grande,
pagando-se 1$ por meio ieitio de cada nma
pera, assim como de costuraras para o
mesmo olllcio : na ra da Madre de Dos
i. 36, primeiro andar.
&&&& & M$@$@
de levereiro de 1857. esenvao,
Jos Januario Alvcs da Maia.
Precisa-se de un menino de 10 a 12
ani.os, dos chegados ltimamente, paia ir
para o Ico, para urna loja de molhados e fa
fazendas :na ra da Cruz do Recife n. 13,
primeiro andar.
Da loja do sobrado n. 50, na Trempe da
Boa-Vista, furlaram as 4 horas oa tarde um
relogio de ouro, suisso, com os ns. 18*208 e
13403, as lampas interior o exterior do lado
inferior, com um arranhao transversal no
centro, do lado superior, tem lampa de vi-
dro e abie pouco : roga-se o favor a quem
tiver comprado e quizer restituir, de leva-lo
a casa acuna mencionada, que se llie dar o
valor.
-- Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na ra do Hospicio n. 34.
Precisa-sede urna ou um criado para
o servi{o fra de casa : na ra do Hospicio
n. 7.
. Cozinlieiio.
Precisa-so de um co^inhero escrave ou
livre. ou mesmo cozinheira, nao se duvida
pagar bem, servindo : procuro na ra de
Hurtas no deposito n. 16.
Alnga-se una preta para o servico
diario de urna casa : quem a tiver e quizer
alugar, dirija-se a la da Cruz, sobrado n.
23, que achara com quem tratar.
' Precisa-se de una pessoa para ajudar a
por em dia urna escripturaQao commercial :
na ra do Vigario n. 22, primeiro andar.
Da-se a'-jurosa quantiade 2:3000 ris,
sob hypotheca em predios nesta cidade :
nesta typographia se dir.
laga-s
o segundo andar e sotSd da ra larga do Ro-
sario n. 35, a Iratar na loja do mesmo, dan-
do-se a preferencia a quem dr carta de fl-
anea a contento.
Ainda continua a estar fgido o par-
do escravo Innoccncio, de idade de 34 Bo-
nos, o qual dcsappareceu no dia 5 de agos-
to do anuo prximo passado, levando um
sacco com roupa e um chapeo brauco de cas-
tor j usado dentro de urna caixa, levou
tambem um chapeo de palha velbo e roupa
de trabalho, os signaes sao os seguintes :
ja pinta, barba rapada, alto u secco do cor-
po, espadau'do e descarnado do rosto, cor
baca, falta de um dente na frente, o qual
escruto veio do Ico em principio do auno de
1853, comprado pelos senhoies Caminba &
l'ilhos : roga-se a todas as pessoas, aulori-
se no exercicio da subdelegada por ter ees-
sado o motivo pelo qual havia passado ao
seu supplente. As audiencias s3o as tercas
e sextas-liras da semana, as horas da tar-
de, e despacha lodos os das uteisdas? as 9
hpras da manbSa, c das 4 as 6 da larde, em
sua casa, e fra destas horas cm qualquer
parle que for encontrado.
Itompr.o.
o
Ao respeitavel!
publico.
RA NOVA N. 18,
5&S .'''i" ^" hiendas e roupa lula de M. A. Ca- df-.
fe i"\& 0"llc eiiconlrarSo o boos [rei;ueze
':* as obras m;.i. bem acabadas que se podem ^
r.: en cuntrar, de Indas as cores e qo.iliilade,e ^i
:i lem de aceitar menos obras de encommen- 2
J*f das, por ler maior por^Ao
i*S nhrm. asiin con." lem de
preco das encommemladas, e
.. bem servir a seus donos, ser
3 um prcro a dir.lieiro. ^
Por todos os paquetes sacca-se sobre a
prara do Porto qualquer quantia vista ou
prazo: na ra do Ira piche n. 40, escrip-
tono de Thomaz de Faria.
dades e oapitae* de campo que do mesmo
ossan ter noticia, o obsequio de appre-
de difjerenles ^E-
aatmenlar 0 1^
pura 111.1IS S
para todos *<&
5@0iOv:^-;;-'5'
^

-J;;- Nova loja de iunileiro.
tA Na loja de fumleiio da rua da Cruz do
Jj Kecife n. 37, ha para vender camas de ier- 1
*tr ro, dilas de venlo, de madeira de amarello, **.-
(3 dilas de loara, lia jumamente folba de lJ
.". Flandics de superior qualidade; nesle oo-
^'*' vo eslabelecimenlu vendem-ie as fazendas @
;'-v mais barato que em oulra qualquer loja. .^".
9 assim como cocos de folba a 15200 rs. cada 9
%y urna duiia. SyJ
Aluga-se urna casa terrea com soto o
muitos commodos.a qual otlerece proporgOes
para se montar qualquer eslabelecimcnto,
cuja siiuac'.o he a mellior possivel, no pateo
da Paz, freguezia do AITogado, o seu alu-
gucl he commodo : a fallar com o capitao
Antonio Gon^alves do Moraes, na mesma po-
voaqSo.
-- Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar e fazer o servico interno de casa : na
rua do Livramcnto casa n. 20, segundo andar.
Una Nova D. 34.
Madama Rosa llardy acaba de receber de
Paris um novo sortimeuto de chapeos de
seda para senliora, tem igualmente urna
grande quanlidade de eufeites de cabeqa, e
multas oulras fazendas que se vendem tem
conla.
Reparticjlo da vaccina.
0 coionnssario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
lorreo da Alfandega, e as tercas-feiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da rua Nova, esquina da do bol, das
7 as 9 hoias da tnanlifia.
Us abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga n. 11, conronle ao pateo
da matriz e rua i\'ova, lazem publico, que
cstflo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para bomens e meninos : os precos
conlinuam razoaveis, e passam-se con'tas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licaudo
assim sujeitos os mcsinos por qualquer du-
vida.seraphim &. Irmo.J
Precisa-se de urna pessoa que saiba
cozinhai' bem, forra ou escrava.
sa es+i-angeira. pnga-sc bem :
Trapiche n. 8.
Precisa-se do urna ama para co/.inhar :
no becco da l.ingoeta, taberna de Duarte, se
dir quem precisa.
hende-lo o remetle-lo ao seu sr. Justino Pe-
reira de Andrade, na rua .\ova n. 52, fizan-
do por conta desle as despezas que furem
necessarias, alem de 1O0300O de gratilicacao
a quem trouxer.
Da-se dinheiro a juros sob penhores
de ouro ou piala : quem precisar, dirija-se
a rua da Cacimba 11. 2.
Catharina de Sena Cerqueira, viuva
que iicou por fallecimeuto de seu marido
Antonio Jos Vicedle Molla, avisa aos ere-
dores do casal, que esta procedendo judi-
cialmente o inventario dos bens deixados
pelo uiesnu tinado, sendo o eserivo >anlos,
e o juiz da primeira vara municipal : por
isso quem se julgar credar do mesmo casal,
apresenle-sc 0111 juizo para ser allendido.
ijuein precisar de urna ama para a
servico interno de urna casa, dinja-sea rua
da i'onlia n. 15.
ROUDO.
.NanoiledeN para 9 do correte rouba-
ram no quintal na Soledade, casa 11. 40, to-
das as gallmlias que all havia, assim como
um grande cobertor do papa, que tinha fi-
cado no dito quintal : recommenda-se a
quem for dito cobertor offerecido, haja de
avisar na dita casa que se gratificara, o se
guardara o segredo devido.
Aluga-sc uina prela captiva ou mesmo
ama forra, que enlenda de cuzinha c engom-
mado : na rua uo Rangel n..2.
Aca-se justa a compra da taberna da
travessa do Paiaizon 10, perten:enleao Sr.
Manuel Ferreira Pinto : quem se julgar com
direitoa mesma, queira declarar dentro em
3 das, contando de hoje.
Os abaixo assignadqadeclaram que.ten-
do dissolvido amigavelmente a sociedade
que tmliain soba razo de Gouveia & Leile,
linalisarain sua transac^Oes em o ultimo do
roczdc dezembiodo anuo prximo passado,
licando a cargo do socio Gouveia todos os
negocios relativos, passivo o aclivo da refe-
rida sociedade, c as novas transaccoes de-
pois occorridas, de conla do mesmo socio
Gouveia, que continua em subslilui;5o da-
quella liruia.Joio Jos de Gouveia.liav-
mundo Carlos Leile.
Precisa-se de urna ama para cozinhar
e eigommar : na travessa da rua do Uueima-
du 11. 1.
-* Precisa-se de um criado : na travessa
da rua do Queimado n. i.
Atteneao.
Precisa-se saber se existe algurnu atni-
lia de Jos Manoel da Costa, que oi ca-
sado no termo da villa de Santo Antonio
de Gai-anlnins, fregue/.ia do Senhor Rom-
Jesus dos Remedios, em Panellas de .Mi-
randa, sitio ou tazenda de Jundia'; dei-
\ou lillios de nomes Francisco .Manoel da
Silva, Anua Mara de Jess, Joaquina Ma-
ra de Jess e Thereza Mara de Jess.
Seu pai lie quem deseja saber dos lilbos
com os nomes cima : se alguem souber
noticias tera' a bondade de dirigir-se a
rua do Trapiche n. 34, escriptoro de
Novaos & C., ou annunciar por este
DIARIO.
pura ca-
na rua do
Compra-se eflectivamente bronze, la-
tao o cobre vellio : no deposito da fundicao
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundirlo em Sanio
Amaro.
Compra-se urna mobilia j usada sendo
de amarello ou oleo : quem a tiver dirija-se
a rua larga do Rosario, loja de lou^a do Pe-
reira.
Compra-se urna casa trra com com-
modos para familia, as freguezias de Sanio
Amonio, S. Jos e Boa-Vista : Irata-se na
rua Augusta n. 17,
Compra-se urna casa em Olinda, em
chaos proprios, preerem-se as ras do V'a-
radouro, S. Benlo, Ribeira, ou S. Pedro Novo:
quem a tiver annuncie para ser procurado.
Compra-se urna grammatica'franceza
de Bourgain, e um Kipanse ou olliciodc Se-
mana Santa, edicQo do Porlo, mesmo sendo
usados : na rua do Rosario da Roa-Vista
n. 38.
Compra-se para urna encommenda
5 molequesde 1 i a IS innos de idade:
na rua do Collegio n. 21, primen o an-
dar das 10 horas a's da tarde.
Compram-se eSectivamenle na rua das
Florean. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acones das diversas companhias auto-
risadas pelo governo.
Compra m-se escravos de9a35annos:
na rua do Collegio n. 21, terceiro andar.
Compra-se urna casa terrea com bom
quintal, cercado ou mesmo em aberlo, nos
lugares seguintes : Campo Verde, Soledade,
Cainmlio Novo, rua dos Pires, de S. Gonzalo,
do Sebo, Uo Gotovelo, edilcada com a tren-
te para o uascente : a tratar na rua da Praia
de Santa Rita serrara 11. 13.
Acliou-se 110 Poco da Panel la urna
pulseira de cabello encaitoada em ouro :
a pessoa que lor sen dono queira procu-
ra-la na rus do Queimado n. !0, ter-
ceiro andar.
Na ria larga do Roza rio esquina
do becco do Peixe frito, no segundo an-
dar do Sobiado n. !), continua a dar co-
mida para fora com todo o asseio, e por
preco muito em cunta.
AO P11LIC0. I
No armazem de fazendas baratas, rua do ^
Collegio n." 2, |
vende-se um completo sortimento de fa- S
zendas tinas grossas, por mais barato M
precos do que em outra qualquer parte, *|
tanto em porrees como a retalho, affian- re
(ando-te aos compradores um s preco
paio 10^0.: eMo elobolooimonlO br0-S6
? de combinaco com a maior parle das ca-
Sjt sas commerciaes inglezas, francezas, alle-
s mos e suissas, para vender fazendas mais
j$f em-conta do que se tem vendido, e por isto SU
M ollerecora eile maiores vaniagens do que g
W outro qualquer; o proprielario desto im- S
^ portante esiabelecinienlo convida lodos
g os seus patricios, e ao publico em geral, ^
para que venham (a bem dos seus inte- gj;
resses) comprar fazendas baratas: no ar- |5|
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- B
ionio Luiz dos Santos & Bolina.
.....SOOSS-^MKMMSS
Luvas tic varias qualniad
Vendem-se ricas luvas de seda de todas aa
res, cobordadas e com botlas a 2; o pars
ditas sem ser bordadas brancas e amarella,
para homens e senhoras a 1;, IjjOO e l3500e
ditas de lio da Escocia brancas e de cores
para homens e sefihoras a 300, 400, 500 ,
600, ditas brancas e de cores, de ialgodao,
proprias para montara a -240 e 320 e oulras
qualidades mais que se vende na rna do
Otieimado na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 3#/.
" 'I ,
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhmes de individuos de todas as nacflos
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso que delle tizeram, lem seu
corpo e membros nteiramente saos, depois
de baver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que Ibas reiatam todos os
dias ha iniiilos annos ; e a maior parle del
as sao tao sorprendentes que admiram os,
me neos mais celebres. nanlas pessoas re-
cobraran! rom este soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onda
deviam soffrer a amputarlo! Dolas ha mui-
las, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec diento, para se nao submetlerem a essa
operario dolorosa, foram curadas completa-
menle, medanle o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu mcouliecimenlo,declararam estes re-
sultados benficos diauto do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenticarem sua afirmativa.
Ninguem desesperara do ."estado de sua
saude se livesse bastante conlianga para cn-
saiar este remedio constanlemenle, segiun-
do algum lempo o tratamanto que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconteslavclmenle : Que ludo cura
O ungento he til, tna* particularmente
nos seguintes casos
Superior cal de Lisboa.
Vende-so no armazem da roa da Cruz n.
15, superior cal do Lisboa, em barriada 5.'
a non, doixando o casco, c capachos de es-
parto, em lardos, e arente:, de dito ein
caixaa.
Vendem-se duas vaccas de leile, pa-
ridas de POUCO, .lando bastante leile, lillia
do pasto : uo becco das tarreiras n. 8, ola-
ra.
Vendo-se urna cabra bicho com bs-
tanle leile, propria para criar meninos por
ser muito mansa no Manguinho ao p da
ponte
11a d
>
Quci-
19.
inado n.
Vende-se o seguinle : seda incorpada,
furta-cores a99S0O ocovado, sedas de qua-
drinhos miudos a l-Ou o covado, cortes de
AI po reas.
Caunbras.
Gallos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enlermidades da cu-
lis em geral.
Enfcrmidades doanus
Crupces escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdadc ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
lullammaco doligado
da bexiga.
liiilainniacao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pelos.
de ollios.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulines.
tjueimadelas
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinba, em qualquer
parlo que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das arcula<;oes.
Veas torcidas ou no-
dadas as pemas
1
i
i
Vende-se este ungento noestabelecimen-
to geral de Londres n. 244, aSlrand, e na
loja.de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Snl, llavana e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocctinha.contcm
urna n3trucc3o em portuguez para explicar
o modo de fazer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Souin,
pharmaceulico, na rua da Cruz n.'2-2, em
Pernambuco.
\'endc-se um habito de cstamenha,
novo, paia algum irmiio lerceiro de S. Fran-
cisco : em casa do sacliristo da.mesma or-
den, terceira.
Na rua Nova, taberna de 4 portas n.
48, vende-se superior manteiga ingleza a
900 re. a libra, 800 e 720, dita franceza a 720,
cha byssou a ;> e CJIO, caf em enroco a
180, b.tatas a 80 rs., chou "gas a 00 rs.,
queijos os mais novos a 2;1( alelra a 560,
macal rao a 560, sardinlias v.e Nants a 500
rs. a lata, passas a 560, espermacele a 8U0
rs., arroz a 120, anozes o 40, faiinha de ta-
pioca a 160, aabSo f r .1:1ro a 240, bolacbinlia
de araruta a 400 rs., soda a 400 rs., loucinho
de Lisboa a 380, vinbo de Lisboa a 480 a
garrafa, Fiuueuaa 560, Porto a 40, coulros
mullos gneros, ludo
dos.
Vende-se um deposito de pao cm bom
lugar : quem o preteuder, dirija-se a pada-
ria da rua larga do Rosario n, 48.
Vende-se una cadeirmlia em bos cui-
tado : na rua do Collegio n. 50.
liara 10 que admira.
Na rua do Livramcnto n. 29, veijdem-se
chapees de palha, francezes, a 800 rs. cada
um.
Vendem-se 2 negros mogos, que ser-
vem para todo servido, e por prego commo-
do : na rua Direita n. 66.
Vende-se um relogio de ouro patente
inglez.com pouco uso: na rua do Padre
Floriauo 11. 21, segundo andar.
pnanlasia de seda de quadros e lisi>s.sa !>*/
cada um, uvas do seda ho dadas, brancas e
am.rellas a if, 2?;>no e 3/cada par, velbuti-
B> superior de cores e preta a 900 rs. o co-
vado.
Mussiiiia bran-
ca a 500 rs. o ((vado.
Na rua do Queimado n. 19, vende-se mus-
sulina branca muilo fina, c de lindos lavro-
res a 500 rs. o covado.
Guardanapos a
J5,000 rs. paia acabar *
Na rua do Queimado n. 19, vendem-se
guardanapos para sobremesa a 3-? a duzia,
GAM6RAIAS FRANCEZAS
mnito finas a 260 e 530 o
cov do
Vcndem-se na rua do Queimado n. 19.
GOITES DE CASE1IRA ES-
cura a3,600*c.tda um.
Vendem-se na rua do Queimado n. 19,
corles decasemira lina, escura, para apr-
sente estaeSo, pelo baratissimu preco de
3-600.
Mussuliii s (le cores
fazenda muito lina c de lindos padrOes a
3^600 o cova.Io. chitas francezas muito fi-
nas a 320 o covado.
Esteiras da india.
Vcndem-se na rua do Queimado n. 19.
Vende-se um bonito moleque, bem ro-
busto e sadio ; no aterro da Boa-Vista n 10.
O
O
m
Deposito
mtno<+?.
GRANDE GUARD-ROPA
DOS
MASCABAS.
RuatloCollegioii.l,
primeiro andar.
O dono deste importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisi a todas as pes-
soas amantes desle bello e inleressanle pas-
sa-tempn, que tem osle anoo, cm sen depo-
sito, os mais ricos vcsluarins <|ue se lera a-
presentudo, ricamente adornados, com ele-
gancia, phantasia, idalo maravilboso, pro-
prios para lodos os caracteres que cada um
quizer reviresentar, e a maior parle delle* de
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de um o
oulro sexo, visto ler vestimentas para ho-
niens a senhoras, como bem, ricos dminos,
caiiacctes e bastos, emlim um completo sor-
limeulo de immi usas diversidades por com-
modo prego, tanto para alugucl como por
venila, o que ludo se acha a dispo-igo dos
Ilustres cavalleiros no supradito deposito,
que leu.' por signal, em sua janella, urna
bandeiri arvorada, e dous Bgurinos ciegan-' tantos fructe
lemenie caracterisados. A clles, que os pre-
teiiilentes sao muitos, eo carnaval esta ba-
'.emla porta da Veneza Americana.
- Precisa-se fallar com os Srs. Antonio
Pereira da Cmara Lima, Antonio Jos da
Costa Araujo, Amaro Soarcs Nariz, Adriano
dos Santos Peres, liernardiuo de >cna Bar-
bosa, Cassianodo Mello Castro, Filippe Hel-
io Uaciel, Francisco to Mello Luis, Francis-
co Americo de Uliveira : na rua do Queima-
do, loja n. 1o.
No dia 13, as 11 horas, na sala das au-
diencias depois ile linda a do Sr. Dr. juiz de
ausentes, se lia de arrematar uina grande ex-
lensSo de terreno, sito na rua Imperial, per-
tencenlc a heranga do finado Antonio d
Trmdade, assim como 114 ps de coqueros :
os prelendeotes pdem procurar o porleiro,
plini de verein se Ibes convem arrematar
lodo ou alguna parte, e vai a praca a re-
querimentodo Dr. procurador fiscal da fa-
zenda geral.
Offerece-se um mogo de boa conducta
para caixeiro de algum cscriplorio ou de
cobrancas : quem precisar annuucie.
O abaixo assignado desejando liquidar
o restante das dividas pertencenles a casa
que sob soa firma gyrou, desde novembro
de 1846 al 11 de agosto de 1851, roga as
pessoas que ainda nao saldaran] seus debi-
to, queiram laze-lo no mais curio espago
de lempo possivel. liaymundo Carlos l.eite.
O administrador da eocheira da rua da
Cadeia n. 12, Augusto Pischer, roga ns pes-
soas que se julgarem seus rredores, de se
dirigirem a sua residencia : na rua dusCru-
zes u, 12, das lo horas itao meio da.
ATTENCA'O.
Precisa-se alugar um siiio que tenha bas-
iras e boa casa para morada, e
que tenha commodos para escrav s, prefe-
rindo-se perto desta praca : quem o tiver
dirija-se a rua Direita n. 76. \
Crep de ila-
tSIAIl \ 8 00 RS OCOVADO-
Fazenda nova, ebegada pelo ultimo navio
francs, lecida do lila e seda, do quadros e
listras de cores muito delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
rua do yueimado, luja n. 17 ao pe da botica.
/ el InriilI to e vel-
butinas
0 mellior que nessa fazenda lem vindo a
este mercado, de cores muito lindas, para
vestidos dos mascaras : vende-se na loja n.
17 da rua do Queimado ao p da botica.
Miissuliiia bri-
Ihante.
Fazenda branca lavrada de 5 palmos de
largura, ebegada pelo ultimo navio frncez,
com padrdes e desenhos Uto delicados que
parece seda, para vestidos de senliora; ven-
de-sc por prego commodo : na loja da rua
do Queimado n. 17, ao ( da botica.
Pdra vestidos de
SENIORAS E IESLUS
VenJem-se as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos de largura, de quadrinhos miu-
dos e grandes Uo cores muito lindas,
pelo baralo prego do 1;200 a 19440 cada co-
vado : na rua do Queimado, loja n. 17 ao
pe da botica.
Vende-te urna padaria rom todos os
seus pertences, bem afreguezada e em
lugar marcado as posturas: ,quem pre-
tender dirija-se a rua do Queimado, lojn
n. 15.
A ttenco.

Vende-se urna lamosa escrava de 40 annos,
saliendo cozinhar o diario de urna casa c la-
var de sabiio ; a vista do prego commodo
ninguem deixar de comprar, por isso que
com pouco dinheiro possue urna escrava boa:
quem e pretender dnija-sca roa dos Martv-
nos n. 14.
obrado.
Vende-se o sobrado da rua do llangel n.
60 : a iraur na rua do Collegio n. 5.
--- Vcndem-se 2 casas terreas de pedra e
cal, sitas na cidade de Olinda, na rua de Ma-
linas Ferreira : quem as pretender, dirja-
le a rua Augusta, casa do soto confroule
aos Coelhos.
jPara liquidar
eontas
Os donos da loja n. 17 da rua do Queima-
do estilo venciendo por menos de seu valor
certas fazendas, como sejam cassas c cam-
braas francezas finas de cores fixas, pelo
barato prego de 400. 500 e 560 rs. a vara, as
verdadeiras chitas francezas muito finase
de cores firmes, pelo prego de 2C0 e 280 o
covado, bareges de Cores lindas com qua-
dros de seda a 500 rs. o covado, e outros fa-
zendas que estarlo a vista dos compradores,
por pregos de convidar a comprar.
VENDE-SE
feijo mulalinho muito novo e bom, saccas
arailes com milho a 4J500, velas do cera
de carnauba pura, ditas de carnauba com-
posta, ilas melhores que se fabricara no A-
racaly, saccas com feijSu mulatinho pro-
[ino para animaes : na rua do Vigario, ar-
mazem n. 5.
Na rua da Cadeia do l'.ecifc n. 37, ven-
de-se superior gomma dn mandioca ltima-
mente ebegada do Aracaty.
Na rua da Cadeia do Recife n. 57 vende-
se superior cera de carnauba, ltimamente
ebegada do Aracaty.
Na rua di: Cadeia do P.ecife n. 57, ven-
dem-se muito boas penuas de ema.
cortes de la
de quadros a 3#000.
Vendem-se na rua do Queimado n. 21 A,
corles de lila de quadros com 8 covados e
meio, fazenda esta que tem urna vara de
largura ; do-se as amostras com penhor.
Veade-se eimeu-
de joas e obras de ouro, aterro da Boa-Vis-
ta n. 11, de II. A. Bottger ; Companhia, de
llamburgo, os quaes tem a honra de parti-
cipar ao respeitavel publico, que abriram
urna loja destes artigos de sua fabrica nesta
cidade, onde se encontrar sempre um com-
pleto e bello sortimento, pelos mais commo-
dos. pregos.
Vendem-se pedras de hombreiras, ver
gas, soleiras ecordOo, c oulias niuitas : a
Iratar na rua da Cadeia Vclha em Sanio An-
tonio n. 7.
Veibutinas.
Silo chegadas rua do Queimado, loja do
sobrado amarello n. 2'J, as muito superiores
veibutinas de ricas e eJjpgaqtes cores.
Vende-se urna boa escrava com urna
linda cria de 2 annos, por prego razoavel
no Forle do Mattos, casa de liento Jos An-
tunes Pereira, defronle do Sr. Alera.
Sedas a .e i.'/2OO.
Chcgaram estos seda* do muitos u delica-
dos gostos, que se vendem pelo baralissimo
por pregos comino- Preco de l#000 a 1/200 o covado : na rua do
Queimado u. 38, em lenle do becco da
Congregago.
Sedas pretas.
Superiores sedas pretas lavradas para ves-
tidos, grosdenaple preto, setim prelO ma-
ceo, ludo por prego commodo : vende-se
na loja do 4 portas, na rua do Queimado
n. 10.
CERA UE CARNAUBA..
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Domingos Alves Malheos tem para ven-
der em seu escriplorio, na rua de Apollo n.
23, por mdicos pregos o seguinle :
Ricos e elegantes pianos.
-Superior vinho velbo do Porlo.em barris.
Superior vinho velbo do Porlo,engarrafado.
Superior vinho velbo jeropiga branca.
Coxins ue i iiilii) para montara.
Cobertores encornados de algodSo.
Superiores charutos da Baha.
Sabonetes em caixinhas.
Rico e superior papel pintado e dourado pa-
ra forrar salas.
Vendem-se sarduihas eo (juartos ele
meia lata, vinho de Bordeaux em caixi-
O Em casa de hd 11:1 ido II. Wvatt, 1^
iiJ rua do Trapiche Novo 11. 18, lia j
"-!? |',|a vendei : i'f;
"S1 piano forte:, novo e elegante de ^
-;3 fabricante afamado cm Londres. @i
tt Graxa inglo/.a n. 97, deOaj 61 ^J
Martin. jg
-Vj Tinta de escrever do fabricante f,
:_/ Ainold.
Tintas cm oleo de val ias cores. ;.
isi Cabos da Bussia. ^f
Crystalleria.
Agurdente de Franca embar- tt
ris. ^
Vinho Scfaerry dilo. .?.
Fructas em conservas inglezas.
Papel para cartas.
Livios para copiar duo.
Candieiros de candelabros de
bronze.
Aro em barra para molas de
^ tixos para carro. $
:i- Chicotes para dito. ,'
: Relogios de ouro cobertose des- ^
aj cobertos.
Farinhade Tri-
este.
SSSF.
(Verdadeira.)
Pelo navio BLOUMR chegaram OO
barricas dcsta acreditada farinlia : ven-
de-se nos armazeris de Tasso limaos.
Relogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-seaprecorazoavel.em casa de
AugustoC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 36.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente ebe-
gada, assim como potassa da Kussia verda-
deira : na praga do Corpo Santo n. 11.
Moinhosde vento
combombas derepuiopara regar hartas ba
1a de capim : na (undigio de I). W. Bowman
narna do Brom ni.6. 8e 10.
Em casada Hor. Ilruim & Companliia, na
ruada Cruz 11.10, vende-secognacem caitinhatOa
duzia.
FARINHA
De Trieste.
v LEQES PIROS.
Vendem-se leques muito finos con ricas,
pinturas, espelboe plumas a 2/, 3;5 na rua do Ouemiado loja de miudezas d0
oa lama 11. 33-
Ricas fitas unas e iuo lias dos inHhores gostos
(ju e |io;ie encootrnr
se vendem na loja da boa fama na rua do
yneimado 11. 33e por pregos que nao ccixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende baralo e ba muilo onde es-
colber.
VINHO do PORTO I.E.VLlMl.
\eiide-e upiimo \ndio do Porlo cm h.irricda
quarlo e oil,o, pr*go laioaval: nnu.d. (-
.Itia do llerie 13, rrjpiorlo d Baln A (1|,-
veira.
Aigo<
vende-se c m ca-
sa de N. O. Ilieber 6 C., rua da Cruz
e bom, pelo preco de
por se precisar do ar-
to muito llralo
7.S00 a barrica,
mazem onde esta' recolbido : na rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
PARA OJJCARNAVAL.
Mascaras de cera, rame e papclo, as
mais linas e do mellior gosto nesle genero,
existem a venda na rua de S. Francisco, de-
posito r. C Roga-se aos amantes deste di-
vcriimcnto, que comprem em dito lugar,
pois ficaiao bem servidos e por mais baralo
prego do que cm oulra qualquer parle.
- Vendem-se i rodas para um carro, 3
em bom estado e 1 precisando de concert,
por 1110 iico prego : quem as quizer dirija-
se a rua da Soledade, que segu para o Mau-
gu:ulio,no sitio dos i leoes, a qualqeur hora
do dia, que achara com quem tratar.
Ka rua das Cruzes n. 24, vende-se una
escrava crioula, ptima figura, engomma-
deira, cozinheira e lava leira.
Vende-se uina mobilia de Jacaranda,
cmeosla para qualquer urna sala, pelo me-
nos prego possivel: as pessoas que pretende-
rcm dirijam-se a rua do Rangel, casa n. 10.Inicias
nhas de duzia, equeijosde Gruyere, tudo
de superior qualidade e por preco com-
modo : na rua do Trapiche 11. I .
PARA Mi:.\lNOS.
Camisas francezas, diversos lmannos :
na rua do Crespo 11. 16, loja de Adriano A
Castro.
Vendem-sc terrenos para edilicagao na
estrada do Manguiiniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel Pe-
reira Teixeira, com ^50 palmos de fundo e
de lrenio os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do l'.ccife 11. 9, ou com
Jos Baptisla Ribeirodo Karia, no seu sitio
da Eslajncia.
Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da Relaco n. 28.
Uom e barato.
Vendem-se sapatos de borracha de
lustre, proprios pura o invern, de ho-
rneen a o.s")()0 cele senhora a .sOOO, sen-
da do mellior gosto que tem vindo a es-
ta praca : na roa do Livramcnto n. 55,
loja de calcado. Na mesma loja cima
veiidetn-se resinas de papel de peso a
A'800 rs., sendo em grande 111 pequea
porcao, a vontade fio Ireguez.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesHay cm barricas de 15 duzias Us potes:
Crablree & Companhia,
Vende- em casa de Sionders Brolhrr.i A; C. n
praea do Corpo Santo n. 11, a muito superior e 1 em
conhecida familia de Trieile, da marca__primeia
qualidadeebegada em 9 do corren!* na esrona
xPfeiU, em porr.e- grandes e pequeas,coufonue a
vontade do comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ba fundipo de ferro de D. W. Bowmann n*
rua ds Brum, passando o chafarii, contina ha-
ver um completo sortimerio da la ixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quae!
acham-se a venda, por epreco commodo e com
prooipiido: embarcam-s oucarragaa-st am car-
ro sennlospeza ao comprador.
Emcasa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santn. 11 ,aa para vender o seguinle a
' Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Baha.
E um completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado : tudo por prego commodo.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRtER.-A-aterro da Boa-Vistan. 55
Tem jiata vender a vontade do com-
paCARYA0 de pedra
de primeira qualidade, por preco com-
ino do.
Potassa e eal
virgem,
Noantigoeja' bem eonhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Becile, escripto-
rio n. 12, ha para vender muilo supe-
rior potassa da Kussia, dita do Rio de Ja-
neiro e cal virgem de Lisboa em pedia,
tudo a precos muito lavoraveis, com os
quaes licaro os compradores satisleilos.
X. O. Bieberi C, rua da Cruz n.4.
vendem:
Lonas da Ilussia.
dem inglezas.
Brinzo.
Bi ns da Ilussia.
Vinho de Madeira.
Alfjodao para saceos de atracar.
Pianos.
Em casa de liabe Schmettau & Companhia,
rua da Cadeia n. 37, vcudem-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
ftoinhu
para saceos de assuca
1 1
n. 4.
Vinbo do Porto, superior chamico.
Em caitas de 2 duiwe em barr de niiiv'o. re -
cenlemenlechegadopelo brigue .Trovador;vende -
se nicamente no armazem de Barroca A. Castre, na
rua da Cadeia do Recife 11. 4.
j\alojadaboaf
vende-se to barato tiue
admira :
Ricos pannos para mesa palo dimi-
nuto prego de
Briro branco trangado de puro li-
nho, vara
Dito pardo liso de puro linbo, vara
Rnm d# quadrinhos, de padres
muito bonitos, covado
Canga amarella franceza, muito li-
na, covado
Fil de linho liso muito fino, vara
Cito dilo C3m flores, dito, vara
Cambraias francezas de lindos pa-
dres, covado
Chitas francezas muito finas, de pa-
dres novos, covado
Camisas de riscado muito bem fei-
tas e muito bonitas
Palitos pretos muito bem feilos
Ditos do brim pardo de puro linho
Camisas de meia muito tinas
Ricos lencos de lilet com palma
bordada a matiz
Ditus ditos de cambraie muito fina
com luco de liuho
Luvas de seda de liadas cores, com
ricas boinas, o par
Ditas de dita de lindas cores, bor-
dadas e enfeiladas
Ditas pretas de toigal
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinbas de cassa, de padrdes
muilo bonitos
Lengos brancos de cambraia
Ditos ditos de dita com barra de cor
Ditos de linho proprios pan rap
e assim oulras muita fazaadas que vendem-
se por menos que em qualquer outra parle
na rua do Queimado, dos quatro cantos n.
llll--
cm casa de James
ma da Cruz n. 42.
0 GUARDA-LIVROS BRASILEIRO, ou arte
da escriituragflo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Volha 11. -2. Prego 8/000.
>'a rua rio Vicario 11. 19, primeiro andar, vr 11-
de-se \inlio ri.i Porlo dr supeiisr qualidade da bem
nbeeida marca GW oiu pipas, barrisecaias de
urna c dn 1- dutiasde carrafa.
da
\geoeia
iundicao Cow-.VIo r,
rua da Senzala-Nova n. 12.
'Nesteestabelecimento continua a ha ver
um completo sortimento de moendas <
moendas para enrjenlio, machinas
,.- .. s -----.......1 -< riijtiiuui iiiii'.i eii'reiiiio, in.iciiinas
>cnde-so uina mu aliiiha com 11 para'i,,..___ 1 c 1 ,-1 1
12 annos, urna negra perfeiu engomraadei- '^ f terro ,,a c COl, ra, de. nagao, com 30a 35 anuos, una dita '' loa'JS "s """'olios para dito.
it*
OIOS
cnbfrlotedescoberls, peqoenos ezrandes.de ouro,
palente inglez, para lioinem e senhora, de um dos
nielhorei fabricantes de Liverpool, viodns pelo ulli-
mu paquete Inslez : emcasa de Soutball Mellur &
Companhia, rua do Torres n. 3S.
ECHAHISIO PARA EIU-
1B0
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGL-
N1IL1RO DAVID \V. BOWMAN. ,vA
RUA DO BRBM,PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ba^empreum grandes oriimen 111 riot^egaiale
joctos demechanismos'preprio paracit|enlio,a sa-
ber : moendase meias moendas da mais moderna
!"'! -trni-c.ici ; taitas de ferro fundirlo e balido.de
superior qualidade e de lodosos lainanboi; roda
deu tailas para anua on animaes, de todas apropor-
coes; crivose boceasdje foroalbae registroiHe bo-
eiro,ac;uilh5cs,bronzes,parafusos ecnvilhoes,moi
iilin de mandioca,etc.ele .
NA MESMA FUNDICAO.
ceieculaml odas ase ncommendas com a snperio-
ridadejconhecida ecom a devidapreslezaeeom-
moilidadeem pre^o.
XAROPE
35000
19440
6*0
200
320
8i>0
180
M
320
1;500
45 000
380(0
1/000
5/000
19200
11280
wm
190
49500
240
240
240
400
21, na loja da boa fe.
v riTS M YELDO.
vendem-sc lilas Ha veludo pretas e de co-
res, estrellas e largas, Man e asertas de mui-
to bous gostos, pelo barato preco de ice.
320, 400, 500 e 600 ra., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33-
BANDEJAS FINAS E BABA-
TAS.
Vcndem-se bandejas finas de varios la-
!. 'ael0,'"at0 T50 de/500, 2500.
3oo00e4c: na ruado Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Escovas de todas as quali-
dailes.
Vcndem-se ricas escovas ingle/as pera
roupa, o melhor que pode haver r de nova
invengao a 3b, diUs Trancezas muilo !...>
a 1>, l;500 e 29000, dilas pira cbelo ingle-
zas e francezas a 15200 e 2s, dilas para den-
les inglezas e franoezas a 400, 500 e $00 r
ditas para unhas dita dita a 240, 500 o 19, e'
ouirasquahdides mais baratas, que tudo se
vende na rua do Queimado na bem contien-
da loja de miudezas da boa tama n. 33.
&?**><> m**0*
DO
$
SO*
I
I,
crioula, com 20 anuos, bastante forte e sa-
dia : na rua da Senzala Velha 11. 70, Segun-
do ou terceiro andar, se dir quem vende.
Ven lem-se saccas com muilo supe-
rior gomma, esleirs do Aracaty muilo al-
vas, tudo por commodo prego : na rua da
Cruz no Reciten. 3o, taberna de Alendes cv
Braga.
CAL E POTASSA
\ ende-se polassada Ilussia o americana,clietaila
ouleadiai a da superior qoalidade; eal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado: nos seusdeposi-
Ins na rua da 4pnllo D. 1 A, e Jl.
Venile-seiiiperior liulia*ile jlgOdSo branca
l'oi Iransferido o deposito dele s aro pe para a ho
lica da Jos da Crn Santos, na rua .Novan. 53',
narraras 55."U0, meias lloOOO, sendo falso ludo
aquelle que nao for vendido ueste deposito, pelo
quesefaz u presente asiso.
IMPUTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phlyiea en lodoiosseusdilleren
lesa ros, quer mol i\ aria par con si i pagues, lesse
aslbma, pleuri;. e-rai res le sanuue, di.le cs-
ladi'S e peilo, palpilaran no CeragSo, Coquelui-lie
de cores, pin novello, para ra-tuia :em casa de I brunchile, dr na uar'uaula, e lo'da aimoleslia
S'iuili.iii Jlellor i Coinpaubia,ruado Torres n. 38. 'dosorgaos pulmonares.
Fugio no dia 30 do mea de Janeiro p.
p. um mualo captivo de nomo Ciernen' ino,
com os seguintes signaes, baixo,. magro, a-
bello carapinho, falla de tagar, gesto hu-
milde, tem Taita de alguns denles, sabe ler
e escrever ; esle escravo toi do Sr. Francisco
Antonio de Salles, morador emCoianinba do
Iiio (.rande do Norte para onde se suppoe
ter fgido dito mulato : quem o pegar con-
duza-o a seu senhor na rua da Cadeia do
Kecife n. 40, que ser generosamente recom.
pensado.
Fugionoda2do correle mei ce le-
vereiro, do sitio da Trempe. sobrado n l.
urna preta de nome Mara ^ijaeira, de naci
Calaba, idade mais de 50 annos, levou ves-
tido azul e panno da Costa de listras de res, foi vender fructas do meaeno sitio esa
dous taboleiros ; pede-se a todas aa auto-|-
dades pohciaes e capitiJes de campo que a
encontrar a apprebcndam a condanam-a o
releruo sitio acin a, que serSo bem recom-
pensados de seu Irabalho ; e o mesmo se
pene as autoridades de Olinda, Santo Ama-
ro, Casa Forte e Monteiio, por onde coslumi .
andar quando foge. I'roteata-se contra quem
ihc uer dormida cm sua casa.
Ilontem pelas seis horas da manhSa
rugi da casa do abaixo assignado um seu
escravo de nome Antonio, com a idade de
quarenla e tantos anuos, tendo os signaes
SSgttinles : cor preta, baixo. secco do corpo.
rallei de deules e com alguma barba, Irai na
orelha esquerda urna argolir.ha de ouro, lem
olhcio de sapateiro e um defeito no dedo
polegar de urna das in3os. Quem o pegar ou
tiver noticia, dirija-se a rua do Queimado
loja de Terragcm n. 14, que sera recompen-
sadoJos llodrigues Ferreira.
.No da 4 para 5 de Janeiro prximo
passado fugio do engenho Muribequinha o
cnoulo Innocencio, com os signaes seguin-
tes : representa ler 20 a 22 annos, quando
principia a tallar gagueija, conserva o rosto
cheio de pannos, lem em um dos pulsos
um papo, os ts um pouco apalhetados, o.s
olhos um tanto brancos ; levou roupa de al-
godo da Cali,a e caiga branca : roga-se na
autoridades policiaese aos ca pitaes de campo
o lagam prendere conduzam ao mesmo en-
genho, ou em casa do capiliio Manoel bleu-
terio do llego Barros, que serSo bem recom-
pensados.
Fugio na mandila do dis Sdo corrente
um mulaiiuh.i de 10 a 12 annos, de nomo
Sebastian, cor Irigueira, cabellos carapi-
nhados o averinelbados. maos e ps b.istanlc
grossos, reices regulares e robusto ; levou
camis e caiga de algodao listrado de azul .
quemoapprehender, leve ao seu :.enhor <
Dr. Filippe Lopes Netto, na rua Nova n. 69,
quesera recompensado.
besappareccu no dia scxU-r-;ira. 6 do
corrente, as 8 horas da noite, a escrava Clau-
dma; suppOe-se estar acoutada, he Irigueira
de ordinaria estatura, bem fallante, tem ov
denles muito alvos, e algumas sardas no
rosto, levou vestido de chita encarnada no
corpo, e alguns de oulras cores e de caa.sa
em uniaaiuuxa, e um chales de merm eii-
carnadtjpquasi novo, com barra de cores
quem a tiver acoutada, leve-a nesles dous
das a casa de sua senhora, na rua do Hos-
picio n. 7, que se promclte nao se proceder
contra, ou quem pelos signaes a poder drs-
cobnr, leve-a a mesma casa que sera recom-
pensado-
l'iigi o de bordo do liriguc brasileiro
Mclampo, na noite do da 8 do corrente. um
negro de nome Maicclino, nagilo CaLiuda,
allura regular, secco do corpo, rcslo rom-
pudo, liailia serrada, e cria suissas : quem
o pegar leve-o a bordo do uiesmo navio jun-
io ao caes do l'asscio Publico, ou a casa de
sen consignatario Manoel Alvos Cuerra, la
do Trapiche u. U, que aer bem raeoaapen
sado.
I'EK.N. : I VI'. UE M. K. DE fAHIA Ibo^.
.
MUTltfiDO"

ILEGIVEL

.


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