Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07706


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Full Text
A/NNO XXXIII N. :>">.
Por 3 mezes adiantados 4$000,
Por 3 mezes vencidos 4s500.
(HARTA FEHA M DE FEYEREIRO DE 1857.
Por anuo adiantado lSfOOO.
Porte franco para o subscriptor.
.._...,.-,., ~
NCAKREGADOS l>A SUBSCRIPTA'O NO NORTE
Parahib o Sr. Joo Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Jot
quim 1. Pireira Jnior; Araealv, o Sr. A. de Limo Braga ;
Ceart, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquina Mar
!ues Rodrigue* ; Piauhy, o Sr. Domingos He re ulano A. Pesaos
earaoae : ara', Sr. Justino J. Ramos i Amaionas, o Sr. ; Jero-
nymo da Costa.
PARTIDA DOS C0RRBI08.
Olinda : todaa o* da, s ) e moia horas do da.
Iguaraaci. tioiamta o l'arahiba : n.,. i>;aa'f-ia s '\i,.-f-ir..s.
S. Anio, Bei'-irm. tlonuo, Oruaru, Alfi'iho r fiaranhiina : na l'TCa-fiiri.
S. toaren;.. I.....iTAIko, Naiareui, Liaooiro, Hrr/o, I',...,.....ra, rnaa-
ier*, nona, Tilla-Baila, Boa-Vjaia, Oiincur* e tCia: n-'- <|iMru-frirM.
Cabo, fnojnPii, Sarinli'tem, l(>n-t'"rRtnsi>, Liia. Barroiroa. Aaua-Prfltl,
Pinenlv.raa c Natal : quintaa-feiras.
(Todos di crrelos parten, as 10 horai da manhls.
AUDIENCIAS DOS TIIIBUXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Re u'10 ; trras-feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
'Timeira vara do civei 1 segundas e senas ao roeio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPilKMEHIDES IX) MEZ DE FEVErEIRO.
1 Quarto crescenle as 6 horas e 1 minutos da Urde.
0 La chcia as horas e 33 minutos da (arde.
17 Quarto minguante a 1 minuto da manha
24 La nova as9 borase.38 inmutosda manilas,
PRRAMAH lili IIO.IE.
segunda as t horas e 18 minutos da rn.inli.ia
Primeira as 3 horas e 42 minutos da urde.
DAS DA SEMANA'
'.i Segunda. S. Apolnaria v. m. : s. Ansherlo.
10 Terra S. Ksrol.istica v. irniaa de S. Beato.
11 Quarla S.Lazaro b. Ss. Cimero. Detiderio e Castrense Bb.
12 o.iinla S. Eulalia v. ni. : Ss Modesto.
13 >' >m S. Gregorio p. ; s. Calharinade Rici v.
14 Sbado S. Valenlini m.. Ss. Auienrio.
lo Domingo da Sexagsima Ss. Faustino e Jodia.
en<:arre;ains da sritscRipr.vO \om i.
Alagoss, o Sr. Claudino Fileao Dias : Bahia, o Sr. D. Duprn
Rio de Janeiro, o Sr. Jo io Pereira Martina.
EM PERNAMIUCO
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria. na avi
li) rana, praca da Independencia ns. 6 e 8.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Circular.1. secc.no,Ministerio do; negocios da
Juitira. Rio de Janeiro, 30 de Janeiro da 1857.
Illm. e Eim. Sr.S. M. o Imperador, conforman-
do-se rom o parecer do conselho de estado sobre
a consulta da secoSo de juslica do mtsmo conselho
de 23 de Janeiro de 18jci a respeito das dolidas, que
lera occorrido quablo a' creacao e suppreisao, an-
nexifo e dseaoneaco dos oQicios de justira, hou-
ve por bem, por sua imperial e inmediata resolu-
c|o de 17 do corrente, approvar o dilo parecer, me-
nos quanto a' parle relativa a' annesacAo t desan-
nejac/io, por depender de interpretarlo legislativa.
Manda porlanto o mesmo augusto senhor, que S.
Ext. cumpra,pela parle que llie loca, a dila impe-
rial resolucilo, iiilluiudo para qoe a doutrina da
consulla, que se Tunda no art. *! da lei da inter-
pretado do acto addictunal prevaleca as delibera-
6es da assembla provincial, quando houver de le-
gislar obre a crearan ou suppressao, aiiiievar.in ou
desinnixacao dos odelos de ju-tioa.
Da referida consulta, que Impressa remello in-
clusa a V. Etc. para sua intelligencia e esecujao,
resallara as iigointes decises, em as quaes ella se
resume :
1.a A faculdade que lem as assemblas provin-
ciaes de legislar sobre a crearao a suppressao dos
officios de Justina, comprehende naos os officios
ciislentea ao lempo do acto addicional, cnao lam-
ben) os creados depois ilelle 1 quesito da con-
sulla.)
2.a Pelo principio de que compele ao poder se-
ral a oegsjesar.'u. judiriari.i, c nao poderem as as-
semblas provinciaes crear, ou snppcimir oiricios de
ju-tc.a, alterando a sua naturrza e attnl.uioe-, se-
guo-se que, quando o numero tr conneio ou es-
encial a' organisarao, nao podem ellas lornar|pri-
valivo a de urna s pessoa um ollicio, que he cu-
mnlativo, ou cumulalivo um ollicio, qne he priva-
tivo de orna so pessoa. $ e V quesiloi.)
3.a Pelos mesraoa principios nao podem ella:*
crear oflicios]especias, ou destinados exclusivamen-
te para certa especie de cousas, pessoas, ou accSes,
porque esta creacao cerea atlrihuices de oulros
oflicios, allera-lhes a nalureza ; da' existencia a em-
pregos de oalurea nova. []> quesito.)
4.* Pelos meamos principios nao podem as as-
semblas provinciaes supprimir absolutamente os
oQlcioa de justicia, porque a soppressao ah-oioia im-
porta a suppresslo das attriiiuires. (* quesito.)
5.a Qaando as assemblas provinciaes nao desig-
naram o numero de officios, llevo elle rcgular-se
pelo decreto de 30 de Janeiro de 18:11. .8- quesilo.'
Emquanlo a' aunexaea i e desannexa^So dos ofli-
eios, fica entendido, a' visla da imperial resoltirAo,
que al haver inlerpreli(io legislaliva deve ser res-
peilada a posse em qae esl.io as assemblas provin-
ciaes de legislar a este respailo, sem prejuizo das
regras estabelecidas gas decisoes anlecedenlei.
Dos guarde a V". Exc.Jos Thomaz Nabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia de...
QU ESTOES.
Qual o poder competente para annexar ou desan-
nexar os officios de Justina o geral ou o pro-
vincial '.'
(Tres consulta'.)
(I.a consulla.)
Senhor.Mandou V. M. Imperial por aviso de
12 de dezembro prximo passado remoller a' secQao
de jusliej rl conselho aje estado o requerimento, em
que o labelhao publico judicial e polas da cidade do
Maranhao, Uayinuiirlp Maceos Bello, pede a rara
de Iheter aceita a renuocia.'que faz do aflicio de
labelliaia do judicial, ou escrivflo do civel, e crirae,
ficando uineanieule com o de Uhelliiej' de olas, ad
instar d* qne se fez a respeilo do lalieRiao Juaquim
Baplista da Conha, tambem da mesma cidade, afm
de que a dita secco consulte com scu parecer
respailo da pretenro do aopplicante.
Esses odicios andam anuexoa, por motivos de
conveniencia para o servio publico. Pelo menos
deve iso suppor-se. S.io annexados, ou porque o
expediente de cada um he insuIHcienl* para oecu-
par um empregado, e para subminislrar-lhe meios
bstanles de subsistencia, op pnrqoe sendo um com-
modo e reuduso, nao enconlra o uutro ollicio, por
i'ncommodo, e mal retribuido, pessoas dignas, qoe
o pretendan), ou o sirvarri bem.
Oa officios de labelliao de olas s3o muilo am-
bicionados, pelo rendimenlo que dao, e porque nao
etlo na inmediata dependencia de auloridade su-
perior. O servenluario os serve em sua casa, e
muilo a seu commodo, e indcpendciitemente. O
contrario acontece a respeilo dos ollicios do ju-
dicial.
He sem dnvida por isso, que os labelliaes de o-
las ramente forcejan) por se descartaren) do ju-
dicial. Pode acontecer que isso conveoha ao ser-
vifo publico, como no caso em que a afOuencia de
expediente de cada um dos oicios embarace o ser-
vico regular de ambos. Mas isso deve ser averigua-
do e procurado.
Nao basla cerUmenlc que o ser ven! nano de dous
oflicios aniiexos desista simplesmente daquelle, que
nao lhe faz conla, para que sejam separados os di-
tos officios.
Uuvido o desembargador procurador da coroa so-
bre a prelenr jo do supplicanle, interpoz o seguinle
parecer :
Tomaudo, comodevo, em especial considerarlo
a ponderosa observarlo do Sr. oflicial maior em sen
relalorio, declaro, que com elle eslou de accordo,
i rom com aluuma modificatao, e debnxo de certa
evplicarau, que vou dar. Segundo ntiiiha lernbran-
r.'i. anda de prximo exprim o mesmo conceilo,
quando, sendo consultado por esle ministerio sobre
a competencia da assembla provincial de Pcruam-
buco (relo en para cerlos artigos de lei, que pro-
muigoa acerca de officios de Justina, respondi inge-
nuamente, que na minha opinlo aquella assembla
em rigor nao h i va exorbitado, a' vista do aclo ad-
dicional, e sla lei que o interpretara, e quo, per-
mitta-se dize-lo' tornou ainda mais obscuros alguns
pontosimportanles, enlro outros, esle, a saber :
quaes sejam os empregos provincias em especie,
quando era indispensevel, e mais segnro nomea-los
individualmente.
Pensando porm assim, observo que oulra pa-
rece ter sido a inlelligencia do governo imperial,
da propria assembla geral legislativa ; porque sem
embargo do que parece soar a di-po-iro daquellas
lis, nao lem deixado de praticar actos em sentido
contrario, aconlecendo islo em lodos os lempos, ain-
da prcvaleceudo opinies e pralicas polticas diver-
sas, e at opposlas ; donde devo concluir, que nc-las
estilo concordes as opinies, alias radicalmente di-
vergentes em oulros ponlos menus essenciaes, como
provam os exemplos, que fornecem os proprios de-
cretos que ora se ajunlam.
a Logo, nao deverei ser o primeiro a negar ao go-
verno imperial faruldades de que lem usado sem
o|i|io-ir,o, antes de conformidade com o corpo le-
gislativo.
a O governo imperial lamben) lie legitimo inler-
prele das lei., segundo a constituido do Estado, e
ante sua iulelligencia cessain qoaesquer opinies
particulares e individuaes.
A sectao nao entrara' na ques!3o suscitada pe0
conselheiro oflicial-maior o pelo desembargador
procurador da coroa, sobre, se compele as assem-
blas provinciaes, ouao poder geral, o decretar a
desannexacao requerida, porquanlo a dila secrao
n3o he consultada sobre csse ponto, mas retela--
menle sobre a pr-lenrao do supplicanle, de ser-llie
admillida a sna renuncia.
Obs>rvara' lao rnente que taes deannexaees lem
sido Caitas pelo puder geral, e pelas asseuihlcas'prn-
vinciacs com sciencia e paciencia daquelle, e que
essa atlrihuirfio nao pudo pertencer cumulativamen-
te a ambos os poderes.
Concluimlo, lie a secrao de parecer, que desan-
nevarao pedea, nao se pode fazer nicamente ern
virludedc dc^i-leucia 'lo supplicanle de um dos
oflicios, porque assim viria a depender da volitado
do mesmo lapaliMote, mas sim por forja de razes
de ulilidade publica, que nao cstao demonstradas
pelo mesmo supplicanle, uem na informaran do jai!
de direiloda primeira vara da cidade do Maranhao,
da qual somente se con. le, que nem um ollicio de-
vera andar annexo a outro. A provarem, provam
de mais as raines qoe da'.
Vossa magestade imperial, parea resolver' o que
for mais acertado.
Sala das conferencias da seclo de jusliri do con-
selho de esta lo, env9 de Janeiro de 18.">5___Viscon-
de do Uruguay.Visconde de Maranguape.Mr-
quez de Atirantes.
(2.a consulla.''
. Senhor. Requeren in Haymundo Marcos Helio,
labelliao do judicial e notas da cidade do Maranhao
a desanneiajao do olli'cio de labelliao judicial, ou
escrivao do civel e crime do de labelliao de nolas.re-
iiunriando aquelle para ficar oniramenle com esle,
dignou-se V. M. Imperial de ouvir a esle respeito
a secr.ao de jottica do conselho de eslado, que deu
seu parecer em J9 de Janeiro desle anno, no qual
de proposito denua de parle a queslao suscitarla
pelo conselheiro official-maior da respectiva secreta-
ria de estado acerca da competencia constitucional
do poder geral nesla materia, por nao ter sido ella
consultada sobre esse ponto, mas restrictamente so-
bre a pretendo do supplicanle, de lhe ser admilli-
da a renuncia e Kjparafia implorada.
OS OVOS DE PASCIIOA.
POR ROGEIt DE fiEACVOIR.
A hospedara.
Arali ivam de dar aun horas da noile as igrejas
de San Pelersburgo ; um lumor de guizos, rodas, e
vozes confusas euchia ainda a roa mais frequentada
>'" da cidade, a Perspectiva Newiki, cuja lluminar.lo
formava urna verJadeira alea de roi*o ; aa janellas
daa casas e dos palacios, deixavam escapar raios de
luz desusados ; a mullidao. iransbordava sobre os
caes e as pravas, levando aps ai um larga ralo
de sombra e Iluminada pela sbita chindado dosfa-
clios accesos para esa aulla somente diaule das ca-
/ pellas e das imagen-, quaudn um druwisk lirado por
qualro cavados, parou a porta de urna hospedara
J oe apparencia pobre siluada junto do Aliniranlado.
Os (avallo* caberlos de espuma pareciam mui fati-
gados por urna longa viagem, os arrein e-lavam'qoc
brados, e o armiack 111 do cocheiru rolo em vinle
lugares ; era urna [ralavra via-se farilmenle qoe ei
lempo para os dimos dessa leve vehculo de pararas
hospedaria da San Nicolao, anda que fose somente
para repousar e .lar il-scanso ao, cavados duranle a
noite, podendo conlmuar no dia sesuinte sua viagem
alm de Pelershurco.
Ouandoo cocheiro deseen, e nao fni sem Irabalho,
, Iiaac Klinn. pronrielano de San Nicolao, a hospeda-
ra da posta, pule ver a clahdude de soa laulerna
um velhmhn eoberlo de pellira, cojos ollios de gato
lUavain-se sobre os seus com orna desrnnfianra a>ss
manifesla. Esse exame furtivo .Uirou poacn, porque
Isaac, tendo-o leconherido. rhamnu o personagem
pelo seu nenne. Apertaram eniAo cordialmeulo a mao
e dirigiii'lo-se para a eslriharia com os cavados en-
celaran) logo urna couversarao amigavel. Isaac ven-
do o velliinlio fatigado, encarregou-se do cuidado de
lrar os arreos dos cavados, deixando ao mesmo
lempo escapar alguna signaes de admiraran.
Eohio seus amos e-lao louros. mearharo (ire-
gorm, ou cuidain qoe um droipski he uina cairua-
gem capaz de reiiir aos maos caminhos'! Pelo que
\ejo nem ao menos voss Iraz um cocheiro ; coim
lie isso '.'
Agora, porem.que V. M. Imperial he servido or-
denar, que a mesma secr.ao consulte igualmente so-
bre a dita queslao, ella passa a aze-lo respeilosa-
menle.
Compele ao poder geral ou as assemblas pro-
vinciaes o decretar a desannexarao de officios de
jusli;a '.'
A sarrio nao julga dillicil a soluro. Nao se pode
duvidar que s assemblos provinciaes pertenra a
creacao e suppressao de empregos provinciaes, e que
nesla eathegoria eslejam os officios de juslica respec-
tivos. Assim dispe o artigo 17 paragrapbo 7. do
acto addicional, e o artigo '2. da lei de 12 demaiode
1850, que o iDlerprelou. Desannexar oflicios que
'mu exercidos por um individuo para o seren por
dous, importa cerlameule crearao, e vai alterar o nu-
mero dos empregos, o que lie pelas leis citadas da
auribuir't') das assemblas provinciaes. Por onde a
secrao nao pode deixar de decidr-se pela competen-
cia destas. He venlade, que o governo imperial nos
anteriores gabinetes, tendo ordenado laes desanne*
xarues tanto nesla corte como as provincias, pare-
ce nao ter considerado o aclo como eraacla do em-
prego, muilo priucipalntenle, porque para isso nao
olicitou a intervenr,ao do poder legislativo. Toda-
va, a secrao consultada sobre este ponto por ordem
de V. M. Imperial nao deve occullar seu pensamen-
lo, nem pode deixar de enunciar lealnienle sua opi
mao, sendo para ella inconteslavel a incompetencia
do governo geral, para aderar o numero dos entre-
gados provinciaes, como se adera com a desannexa-
r.io de ollicios qae han de ser servidos por individuos
difTerenles. '.
Esla hso parecer da secrao, mas V. M. imperial
decidir' coma for mais acertado.
Sala das conferencias da secrao de jmlira do con-
selho de estado em 10 de juoho de 185."). I isconde
de Sapucahy.feonde de Maranguape. Mar-
que: de branles.
(Terceira consulla.)
Senhor^-Mandou V. M. Imperial, por aviso de 3
de dezeriro allimo, que a secrao de justira do con-
selho de eslado respondis a !l quiiilos, tendentes a
resolver questes suscitadas sobre o direilo de decre-
tar a annexacao ou desannexarao de officios.
Para bem do melhodo, e avilar frequentes repe-
lieses, a secrao julga conveniente cornear litando
suas Has quanlo aos direitos qne a respeilo dos of-
ficios lem os poderes geracs e provinciaes.
0 aclo addicional deu s assemblas provinciaes,
no art. 10 paragsapho 7., o direilo de legislar sobre
a creacao e supprcssSo dos empregos municipaes e
provinciaes.
Tratando de os definir, derlarou que o -,i i todos
os qoe existirem nos municipios e provincias, a' ex-
cepcao dos de fazenda, guerra, marinha, correio, fa-
culdades de medicina direilo, e dos cargos de pre-
sidentes, bispos, coramaudantes superiores, e mem-
bros das relac/ies e Irihunaes superiores.
Ficarsm por conseqoencia compreliendidos na
classe de provinciaes o municipaes lodos os oulros,
apezar de sertm muilo ilelles relativos a olijcctm,
sobre os quaes as assemblas provinciaes pelo mes-
mo aclo addicional nao podem legislar, pois s Ihes
deu poder legislativo a respeilo dos ohjeclos especial-
mente designados nos arls. 10 e 11.
Ora, se se enleadasse que o direilo de crear e sup-
primir eropreuos conferido ,s assemblas provin-
ciaes comprebeiidia a respeilo dcsles [relaVOS a ob-
jectos sobre que ellas nao podem legi-lar \ o de os
fazer comnlelameul desappateaer, oa o de fazer ap-
parecer oulros da nalureza inleiramenle nova, a
conlradicrflo seria patente, o absurdo revollant* e
o conflicto entre os dous poderes legislativos perma-
nente.
Assim pois, logo depois de decretado o aclo addi-
cional, o quando anda dominavam as ideas e os bo-
mens que stistentaram os principios federativos na
decretaran do aclo addicional, elles mesmos o reco-
nheccram, c com a lealdade dehoiiiens de bem, que
podiam errar, mas desejavam acertar, proclamaran)
a necessidade de explicar, que esse direilo de crear
e supprimir empregos declarados provinciaes, mas
cujas atlribuic,oes eram de nalureza a execularleis
geras e exorbitantes do poder legislativo provin-
cial, se referia nao a crearoes ou suppressoes par-
ciaes, ou por ootra, ao direilo de augmentar ou di-
minuir o numero desses empregos ; reconhecendo
que o direilo de crear, no sentido de fuar allribai
roes e determinar a naloreza do emprego considera-
do em abslraclo e sem relicto a numero, nao poda
deixar de pertencer ao poder legislativo geral.
Uso que seacba espre--menle consignado no re-
lalorio do ministro da justira de 1835, quando ain-
da funccionnva a regencia. Eis as suas formaes pa-
lavrss :
1 Seiihores, sempre foi da minha opinino, que o
imperio precisava ampliar em sua consliluirao o ele-
Meu joven emo pagou por Ivaa qainheotoa
rublos, lomou Gregorio erguendo a fronte com ar
orgudioso, e alm dislodeu ao pai de Ivan um auiiel
qne valia n dubro. Nao somos culpados de serem
os caminhos Ifio maos; mas he cousa mui triste... sim,
he mui triste, conlinuou o velho ; c bem que eu nao
crea nos presagios...
Os quindenio, rublos e o annel dados tinham feto
urna impressao sbita no eslalaisdeiro ; pois elle dei-
xou logo a Gregorio, dizeiuln-lhc :
Epere-me om minuto aposto que aquclles
lenhores impacicnliaiii-se !
E eorreu al a sila em que eslavam os dous via-
janles.
Smenle aquellos que lem podido ver llgoni de-
senlios do pintor Hurloff, represeiilando inleriores
de cahak rossos. poderiam fazer urna idea da sala em
que enlrou Isaac. Urna mullidao rui losa a encina
ja, e um cheiro forte annuuciaxa-a ao longa. A as-
sembla compuulia-sje peta mor parle de rampone-
xes ; ah domiuavasa escaples de couro simples. O
Irage desies homens n/lo era menos original e pitlo-
resen, e seu vestuario cor de fogo, ou azul, aperlado
em torno dos rins, com o cinto tradicional, ssus ca-
bellos longos e apando* sobre a nuca, suas espaluas
de albinias, sea ollur singular le-los-biam feilo ps-
recar homens de nutra especie a uiu..viajante viudo
de Franca ; porai o digno proprietario da hospeda-
rla de San iSico'ao uo parou para contemplar esse
reliando conheridn, e dirigi se aos hospedes recein-
chegados que o co lhe euviava.
No meio dJ fumo que obscureca esse lugar ador-
nado com a neme de hospedara, Isaac pode ver
eniao os daus per-onagens de estatura quasl igual ;
ambos linnam as barbas elegantemente aparadas e
ponteadas ; ambos Iraziam um a/tan carmesiu,
aperlado por um cinto de seda verde.
O mas doto nao linda trinla annos ; seo longo
vestuario persa, recortado ao pescoro, deixava entra-
ver su;' pede de urna rdr, que lirava a mbar, ea
oval de seu rosio era rodeada de longos cabellos ne-
gros. A cjpros,lo de siijs fetres era ao mesmo
lempo desdenhosa e Icineraria ; soa estatura delgada
flixivel, annuiiriava um bomeni affeilo desde pe-
queo aos exercicios do corpo. Elle abrir um ba-
rato de carias, e:nliaralhava-os com negligencia,
laucando de quando em quando um odiar ao Cora-
randeirn.
ment federativo, que nidia haviam admiltido -eu,
Ilustres redactores ; mas nnnea foi de minha nlen-
rao, que o governo geral ficasse destituido da in-
fluencia e forra necessaria para manter a uniao.
ii l-.u repulo essa uniao lio indispensavel para a
felicidade do paiz, que cieio que sem ella sera' im-
possivel que se maulenham em muitas provincias a
organisarao que Ibes dsles, e as mesmas formas do
governo representativo, que a consliluirao geral lites
garante ; e he por isso que vendo propor-vos as du-
vidas qoe aquella lei lem levantado a respeilo dos
empregos do poder judiciario.
raes relativas a objoelos sobre os quaes nao podem : d.ndo atlribuires cumulativas uniao e is. pro- dem legislabas assemblas provinciaes. Taet s..
legislar as referidaa assemblas. >. i vincias, tirina regra era contrario, quanlo as allri- I lodos os empregos que nao entrara lias das primei-
Vejamoi porque raaneira foi elle explicado pela buires oonlcdas nos seus oulros paragraphos e nos j ras categoras. A respeilo desles os poderes t?e-
commissao, que o propoz as cmaras, que o adopta-
ran).
Depois de ter indicado os absurdos que resultavam
de entender, que s assemblas provinciaes fossem
as competentes para crear e supprimir, no sentido
talo, os empregos creados por leis geraes, e sobre ob-
jeetos que nao sao da competencia legislaliva das as-
semblas provinciaes, diz o parecer :
o He principio crrenle de hermenutica, que
A primeira be relativa ao !j 7. do arl. 10, em i todas as vezes que da lei entendida por cerlo modo
que se autorisam as assemblas provinciaes a legis- | se seguem graves inconvenientes e absurdos, nao se
lhe deve dar essa iulelligencia, e isto muilo princi-
lar sobre a crearao e suppressao de empregos pro-
vinciaes c monicipaes.
Deste paragraplio tm alguns entendido, que as
assemblas podem crear autoridades novas e desco-
nbecidas as leis geraes, e assim lamben supprimir
ouirss, que as mesmas Iris tenhan estabelecido; ou-
tros, pelo contrario, enlendem que essa facnldade
apenas se limita a augmentar ou diminuir o numero
plmenle quando as suas palavraa admitiera oulra
que evita esses inconvenientes e absurdos.
o Essa oulra intelligencia que a commisso adop-
ta, vera a ser a seguinle :
o llovemos distinguir duas classes de empregados,
provinciaes e municipaes.
Ha pois empregados provinciaes e municipaes
daquellcs empregos provinciaes, que sao eilabeleci-1 creados por leis graes para execorao das lois tara-
dos pelas mesmas leis geraes. A inlelligencia do go- bem geraes, relativas a ohjeclos sobre os quaes aja
elle ao esla-
gaslo de per-
faces, das rugas precoces de sua fronle, e do tremor
(ebril que o agilava. Su.' physiouoinia notavelmen-
te bella e expressiva, reuna ,i pureza das lindas cer-
lo ar solemne doloroso. Pareca dever pas-ar al-
ternativamente pelas lagrimas, ou pela colera. Lina
cousa particularmente extraordinaria uesse moco era
a incerteza de seu odiar ; elle, lerla podido'fazer
crerse sugeito exaltaran o a loumra. designndo-
se a lallar-llie, Isaac leve inedu delle.
Eniao nao crs na magia, meu charo Andr*
eielamoii o ompanheiro liaralhando as carias diante
delle. Helio jogo Aposto que ludo lia de sorrr-
rae em San Pelersburgo !
Andr encolhcu os hombros, odiando para Isaac,
que dirigia-c a elle.
Queqoer? qoe pergenia '. dase
lajadeiro com ar descomente. Nao
anatas*
l)eixa-o, loruou o companhcro vendo a Isaac ;
eis ali, meo charo Andi. a figura mais jocosa !...
Odia, assemellia-se ao re de paos, que lenho aqui !
Bem qae seja Porlugocz, nao sou altivo, e aposlo
que aquelle digno humera, que se diriee a ns, com
brrele na mao nos esclarecer mais sobre o eslado
actual da corle, do que leu doutor Alraann...
Andr nao dava-lhe alemelo, ohservava um re-
Iralo suspenso parede da sala, cujas liohas linda
sido denegridas pela densa atmosphera do logar.
Era o retrato de Cslharina II.
As moscas e o fumo o tinham desfigurado por tal
forma,queera quasi impossivel adiar as foquesdajo-
ven e bellaSophia de Anhall nasas pialara, quepo-
dia dalar ao muilo de sua primeira tpparicaa na
corte de Elisabelh. A esposa de Pedro lll'estava
representada com Irage mililar, segurando com a
mao aiva e delicada a espada do enramando ; pare-
ca na verdade um coronel percorrendu as lileiras
de snas guardas, com seu propria uniforme.
L'in humor alegre c caprichoso lia-se em sua fron-
te anda isenla de cuidados, de ciimc, e de remor-
sos ; a bocea sorria, e os odios deixavam escapar
r'.minina, magnticas. Evidentemente esse retrato
fura Irarado por algnm pintor, que lembrava-se tai-
vez da infancia de Calharlna, passada em Sleltinna
'"iiieraina da Prnssia, lana elegancia,e lana fres-
cura havia nesse semblante de rara belleza, lano
poda eniao a imperalriz passar por urna simples
mora de seu imperio. ISenhuina ruga lhe crcslava a
verno lie a segunda, por ser a nica conciliavel com
a eonslituicao, e cora a mesma lei da reforma ; no
entretanto he da maior importancia fuar orna regra
iuconteslavel a esse respeilo.
Poucos mezes depois, e quando ja' governava o
primeiro regente do acto addicional, baiiou o de-
creto de 0 de dezembro de 18:1"> dando inslrucres,
cujo ti. be o seguinle :
liem que as assemblas provinciaes possara sem
duvida alguma crear e supprimir os empregos admi-
nistrativos provinciaes, e dar a cada un. delles as al-
tribuiroes que Ibes parecerem convenientes, releva
observar quanto sera' nocivo a' regular administra-
dlo da justira, e mesmo ao direilo das parles, que
ellas allerem pdr qualquer mancira as allribui<;Oes
que competen) s autoridades judiciarias, pelo Iraiu-
lorno e confusao, que semelhante medida imprimi-
ra no syslema judiciario, quo deve ser uuifoimeein
todo o imperio.
ir Esta muflir mi I ido, alera de ser reclamada pe-
los principios mais saos de jurisprudencia, fuuda-se
em ceno modo no supremo tribunal de juslira. que,
sendo um s para mohecer das revistas que se in-
lerpoem das senlenras proferidas as diversas pro-
vincias do imperio, nao pode em laes ohjeclos regu-
lar-se senaa por leis geraes. E-tas reflexes, com-
lodo, nao envolvera em si o corodario de que as as-
semblas provinciaes eslejam inhibidas de augmen-
tar ou dimiiitir o numero destes empregados. Ellas
tm todo o direilo de faze-lo, comanlo, que se
conseivem asa Iribuircs que sao inherenles a cada
um delles, para o jolgamenlo e dscisfo das qucst~.es,
tanto no luto civil cumo criminal.
Estas nslrueces confirmara a doutrina esposta ;
erara porin um acto do poder ejecutivo, de cerlo
i.icompetenle para inlerprelrar o aclo addicional ;
por consequt-ncia as duvi las continuaran! ; e nu an-
no de ls:ili assim se exprimia o miuislro da joslira
em seu relalorio :
governo lem-se prescnplo a regra de enten-
der lilteralmenle o acto addirionaJ, de que deve ser
etceulor e nao interprete. Pelo arligo 10 paragra-
pbo 7., piidem as assemblas provinciaes legislar so-
bre a crearao e suppressao de empregos provinciaes,
e pelo paragrapho 11 do mesmo arligo, sobre os ca-
sos, e a forma porque poderao os presidentes das
provincias nomear, suspender, e ainda mesmo .e-
mitlir os empregados provinciaes. Eujulgo de ab-
soluta necessidade definir o que seja propiamente
emprego empregado. as disposices daquedes
dous paragraphos comprehende-se por ventura o di-
reilo de alterar as qualilicarOes dos jurados, e dos
guardas nacin ir-, qua'ificac,es queja' estilo deter-
minadas por una lei geral ? Poderao as assemblas
provinciaes aderar as qualificares, e. as allribui-
5f.es ainda mesmo daquellas autoridades de que ha
recurso para ui Iribunaes da uniao, e autorisar os
oresidentes para removerosjuir.es da direilo? L'mas
tm feilo ludo isto ; nutras nao sejulgam com direi-
lo de lase lo, e nesla incerteza convem eslabelecer
urna regra fixa e imanan-:
S porm no anno seguinle de 1837, he que aos
10 da ju'.ho foi apresenlado pela commissao das as-
semblas legislativas um projecto de inlerprelarao,
cujo artigo 2. he lilteralmenle o mesmo que foi adop-
tado, e consiilue o arl. 2. di' lei de 12 de maio de
180.
A facnldade de crear e supprimir empregos mu.
nicipaes e provinciaes, concedida s assemblas do
provincia pelo paragrapho 7. do arl. lo do aclo ad-
dicional, smenle diz respeilo ao numero dos mes-
mos empregus, sem alleiario da sua naloreza e at-
Irihnircs, qaando forera estabelecidas porleige-
podem legislar as assemblas de provincia. Taos sao
osjuizes de direilo, municipaes, de orphaos, de paz,
os promotores, labelliaes, escrivaes, paroclios, ve-
readores, cliefcs de legiao e rnais olliciacs da guar-
pa nacional.
o Ha empregados provinciaes e municipaes crea-
dos por leis provinciaes, ou anda mesmo'geraes,
relativas a ohjeclos sobre os quaes poden) legislar
as assemblas de provincia. Taes sao os emprega-
dos na inslrucrao publica, na direrejio e adininis-
trar.lo de obras provinciaes e municipaes, na arre-
cadacdlo e liscalisacao das rendas proviucias e muni-
cipaes, na direcrao e administraran das casas de
prisao, trabadlo, correejao e sorcorros pblicos, nos
corpos policiaes das provincias, na administra rao
dos bens provinciaes, na organisarao da estalistica
da provincia, na catecliese e civilisaco dos indge-
nas, no eslabelecimenlo de coionios, etc.
c< A commissao enlendc, que o paragrapho em
queslao diz respeilo somente aos empregados pro-
vinciaes da primeira classe, e nicamente compre-
hende a facnldade de os crear e supprimir numrica-
mente, augmcnlando uu diminuindo o cu numero,
o que concorda cora a do mesmo arligo, que
faculta s assemblas legislativas provinciaes o le-
gislaren) sobre a divisao civil, indiciara eecclesas-
lica.
ii Esta inlelligencia, no entender da commissao,
salva todos os inconvenientes qoe nascem da oulra
ja proposta e examinada, conserva a unidade, har-
moiiia e uniforinidade da legislacM geral em lodo o
imperio. Por ella, lanto o podar legislativo geral,
como o provincial, encentre na espbera das suas
stlriliuiroes ludo quanto lio necessario para scu com-
pleta dcsempeiilio. Cada um desses poderes nove-
le livre e desembarazado sera encontrar o outro a
cada passo no mesmo terreno.
i'icn pois evidente que, alera dos empregos goraos,
romo preaidenles, bispos, e outros cima especifica-
dos, ha duas especies de empregados provinciaes
isto be, uns que sao desuados a servir cm objerlos
sobie que nao podem legislar as assemblcs provin-
ciaes, e oulros, pela contrario, cujas funeoes se re-
ferem a objactos puramente provinciaes.
A respeilo dos da primeira especie vimos, que o
direilo de crear c supprimir, se refere crearao ou
suppres-ao nomeika ; a respeilo dos oulros, pelo
contraro, nao se ds a mesma lirailarao. He o que
passamos a ver.
O aclo addicional nao Irala dos empregados pro-
vinciaes no -i"-smenle; no S II eslabelece qoe
as assemblas provinciaes podem legislar sobre os
casos e a forma de Humearlo, suspensao e deraissSo
dos empregados provinciaes.
A commissao das assemblas provincias em 10 de
judio de 1637 no seu parecer soslentoii, que esle g
II falla smenle dos da segunda especie, islo he,
daquedes cujas runcri.es se referen) a objeclos pu-
ramente provinciaes.
ii Porquanlo diz a commissao) fura incongruente
que empregados geraes, creados por leis geraes pa-
ra executar leis geraes, relativas a negocios tambem
geraes, ficassem Inleiramenle, quanlo s suas no-
meares, suspenses c demisses, fra da acrSo do
poder legislativo e governo geral. Seria por cerlo
contraria boa razao, i ordem social e aos princi-
pios de urna boa'admiiiislrar/io semelhante donlri-
na. Fura dcniais injusto que o poder geral fosse
responsavel pela orJem publica e pela uniao do im-
perio, estando por tal modo privado de loda a ac-
30 sobre os empregados encarregados de executar
as leis da uniao.
o Releva pois ler bem dianle doi odios, que a e*-
cepcao dos S5 "> e 8- do arl. II do aclo addicional,
lia lima razao muilo simples, respondeu tirs- *e e vaporoso como um soiiho, o fumo desses incen.
gorio sacuilindo a poeira que colina lhe o falo ; n so- :''""' alegres, divida .rus froens. parando.os o.a so-
bre cocheiru fui muri em I-hora, na uduna mua. '"' as sambas dos lempira, e das torres, ora impe-
la verdade be muila do.grara tilosamente repellido pelo vento para o fundo du
Vosees corran) cuino o vento, do contrario 'I1" 'ro. As conversafuesespalhadas em torno delle,
Ivan, nosso BBeliior e mais de-tro fuleiter [ nao le- ; adiversldede dos dsiiroas e do- vestuarios, nao po-
na dado a-.un com as venia- na nev... na vpera
la Pasrhna,... no ultimo da da qu 'resina !... Gula
Ele levanlara-se, e segua com a visla com evtra- fiole. nenhuma lempeslade erguia-lhe o pedo. A
ordinaria atlenrao, traves da vnlrara de urna janella | propria Irma, a meiga lidia de Isaac, leria podido
da hospedarla, o reverbero proluzdu no co pelas ; chama-la sua irinao.
fogaeiras aeeasai em mudas pracas da cidade, pare- I Ealreteale o mancaba parado diantedesse retrato,
cia que o con do Norte, reflectia o dos Trpicos. I.e- faz.ia-lhe solfrer desde alguna segundos un exame re-
llCldo...
du elle nanea doixave de comprar os ovos ira nos-
si rasa, VMssabe, Gregorio,os inaguilicos ovosver-
raolhoe, que rcmln ilda Irma aprsenla seaiiire aos
viajantes... Pudre Irma I ha de ficar mui l/i-te !
I Vestuario longo.
1 Menino que serve de cscheiro.
liam arrancar o viajante a essa contemplara .
O semblante de-so domen) pensativa, inspirava a
primeiri visia urna porlurl.arao indeflnivel ; um fo-
go s nnbrio ardia debaixn dessas papillas guarnecidas
.lepe-lanas negias, com as nzas de um corva, a
nesse momento e-malladas por urna lagrima seme-
Idanle a urna perola suspensa. Sua mocidade, 'e nao
linda mais de vinle anuos ilesfolbara-se Cedo era
loruo delle, a visla da cr paluda e doeutia de suas
Sen odiar ule achava mal dillleoldade em levan-
lar a carnada ol.-cura de p e do fumo, que cubria a
tela ; elle examinava-a cora extraordinaria avi-
dez...
llorante esse lempo sen cr.mpanheirn metiera em
sou rafl'tn o baralho de carias, n dispunha-se a
audiencia an eslalaja leiro. Isaac licou mu sorprc-
ui, quando e'se de-condecido ronvidou-o seriamente
para ceiar. Recuou um pasaoi e loroii um iiislanle
eom a mao em si mesmo para ver se alo eslava ador-
mecido ; porquanlo essa proposla pareria-lhe ser um
snnlio. Mas o nosso Portugus, nao era dumem de
deixa-lo mudo lempo e n duvida ; e deciilio-u inos-
Irando-lhe urna bolsa bem redonda. Reslava para
Isaac a queslao de ii.lo desgoslar seus hospedes ordi-
narios, assenlaudo-se assim I mesa de um hoineiu
que assernetliava-se muilo a um liJalgo ; por isso
elle nao ileixou de dar lioas razes para induzir
I'orliiguez a ceiar na sala contigua. Mas Dom Mello
de Aquilar vera esse o nume do etlrangeirc fez-die
observar que nessa viagem elle eslava em ludo su-
bordinado ao humor do amigo, e indicando-llic com
o dedo o conde An Ir Slefauoff, seu coinpandeiro, o
qual nao tirava a visla do retrato, rogou-lhe que
fosse advertido do que a cea o esperava. Acrcsceu-
tou, que seo llr. Almann, a quem Isaac sem duvida
condeca. Viesas essa noile procura-Ios, fosse logo
conduzdo para soa mesa. Dilo islo segua com a
visla a Isaac, ao qaal semelhante iiissSo, posto que
moi simples, err.bararava ao ultimo ponto. O tom
arrebatado e imperioso do conde Andr Stefanoll
confundir de tal mineira o pobre eslalajadeiro, que
ellarecorreu a um medianeiro mais feliz. Por con-
seguinle agitou una campanilla de cobre, e a esse
signal orna moca de dezeseis auno--, Irma, filha que-
rida de Isaac, apresenlou-se liraldamenle a urna das
portas da sala.
Que bella menina cxclamoo Dom .Mello ape-
nas eutrevio-a. Como pule sesoclhanle flor uasrer
as juncluras desla raiseravel kaspedaria '.' Sen ar
um pouco limido agrada-me infinitamente mais do
que o das eamponezas de Queluz ou de Nafra, e
quanlo belleza nao he inferior s nossas Porlu-
guezas !
Acabando esle madrigal, que leria lisongeado em
qualquer oolra occasiao o orgnHio de Isaac, Dom
Mello lomou a loneta, e conlenplou de mais perlu a
bella filha do eslalajadeiro.
Por ler nascitlo debaixo do fri clima da norle, a
belleza de Irma era anda mais lmpida e serena ;
ludo era grcil e delicadez! era seus movimenlos.
Ella lilil i o vestuario nacional das raparigas romes,
c Ira/.ia ao braco una cestintia de junco cheia desses
ovos, que todo o habitante de San Pelersburgo lem
por dever comprar na vspera da Pasrlioa, segundo arrancan
o coslume anligo. Dom Mello admirnva ainda scu
pertil grego, e seus odios avelludado, quando a um
signal de Isaac, ella apprnxircou-se de Andr.
O joven conde nao pille reprimir um sorriso de
admiracao i visla da linda mofa ; lrou da algiheira
urna bolsa fechada por um IssJO de turquezas, e oll'e-
rereu-a a Irma.
Oh senhor, eis-nhi mais do que lie preciso
para pagar os ovos de Pasrhoa de toda esta gente,
respondeo ella corando. Jeim Christo mirificado o
recompense.
Esta formula bblica asada nea lempos das feslas
de Paeclioa, produzio ora Dcn Mello una adrairarao
ingenua.
J vejo que o senhor lie eslrangeiro,- lomou
meslre Isaac dopondn a rea sobre a mesa, a qual
compunlia-se A>> alguns peises o discoilos; nesse ca-i.
leudo a satisficlo de inlorma-lo de nossos cosa
ar | mes. A ve-p-ra do sanio da do Puchos he cnlre
mis o signal de nina alegra geral. Nossa fesla das
desle lempo lodos (em por aUumas horas lomele o
privilegio de andar como se fossem iguaes. lie urna
eoosa bella e magnifica em um pande castas come
este Com esle ovo ,e elle tirou um ovo da eeilinhl
da lidia lodo o Ku-.o, qualquer que seja sua pusi-
cao, lem o direilo de abracar a mulher que eucuulru
por mais bella que seja...
Nao he possivel disse Dom Mello com inge-
nua admiraran.
E lal he o imperio do coslume, conlinaiiu Isaac
S'irriiulo da sorpreza do eslrangeiro, que dorante es-
tas batea a propria imperalriz na poderia eximir
suas faces dc-se trbulo, sendo encontrada as ras
de Peleisburgo.
A imperalriz !
Sim, I imperalriz, nossaboa nu'ii i Ah !
nao be mais lao .....ra c lao farinosa como naquelle
retrato, conlinuou Isaac abaixando a voz ; mas an-
da he muilo bella loi ella, meo nohre senhor,
quem deu-ine aquella piniuia em recompensa de
certa servir que lhe fiz onti'ora... Mas eslou lara-
melando aqu em vez de ir ver meu velho amigo
Gregorio, qua se iinparienla... E visto que vossa se-
nhoria leve a bnndade de convidar-me. he preciso
lamben) que eu raea-o beber do meu nielln.r viudo ;
ello ablandara lalvez. o m.in liiimor de seu compa-
ubeiro... eXO-0 rom minha tilda ; pora-lhe que
caule pata ntrete lo urna das cauresslavas que ella
sabe cantar 1.1o bera...
E Isaac de-saparereu, deixaudo a Dom Mello pen-
sativo. Desde alguns segundos o joven l'orlugnez
mo dava-lhe mais allenrao ; reflectia e conlemplava
a seu lurno o retrato de Calharina...
<.)ue se passava mi corar.lu de Dom Mello ".' Nin-
gueir. SenSo elle poderia dlie-lo ; o cerlo be que sua
indo por um movimenlo di-lradidn, procurou lugo a
ceslinha de ovos da linda lidia de Isaac.
Irma enrou, e apro-onloii ella mesma ao Portu-
guez um ovo, que esculheu na rcsla.
- Ah minha formo-a, cxclamou Dom Mello,
o-se a sua meditarlo por um gesto rpido
como o relmpago ; ja lenho um ovo. e vou alua-
ra-la '.
Irma defendeii-se pouco, e aprcsentoii a Dom
Mello un.a lace mimosa como um i.ecego doi veraeii
de l'elerbolT.
lie urna invenre admiravel, respondeu o I'or-
lujqez ; o digam ainda que os Rseos mo lem es-
pillto I.luando eu vallar para Lisboa vose ma aju
daia a pr isso om moda, meu charo Andr. Ah j.
me frailee as sobrancelbas lie um divcrlimeiiln do
soepatria, e um diverlimenlo nivilo innocente !...
Em Portugal temos laranjas, c se a moda llies der
o mesmo poder...
Cale-so, Dom Mello, ili=e em voz l.aisa Andr
Sief.noff: nao estamos no mea datscha '< junto de
llo ve que esta hospedara c-l cheia de
espis da chanrellaria *.'
Oue me importa isso*.'
Vos-o obra mal allrahindo sobre si a .-illenrao.
Que i.cssidado linha da convidar rasa imbcil es-
Macaas 3) nao tic nada em romparieio desla. e be lalajalfiro '.' Ja nao bastava abracar lhe a tilda i
um eslalajadeiro quciif ll.'.i diz. Na solemuidade j nm r.nrqiie/. de Comedia t Nesle paiz, Dom Mello, a
,3 Esla fesla lem lugar a li de agnslo. Os Ka-sos
de rondirao inferior oiilregam-se a ella cura lal e\-
r.esso, que as vezes essa iuleinperanra llies custa a
vida.
i t-le nume fui conservado a Calharina duran-
te a sia vida, assim como a Klisahelh o de c-
mente.
iA Cislello ou quinta.
do arl. 10 Nestes termos a altribuiruo cumpre-
hendi'la no S II em queslao he privativa das legis-
laturas pruviociaes, e nao pode em dgum modo ser
curaulaliva com os poderes di uniao. Vssm, crean-
do a assembla geral empregados para execularassuas
le;- ni., sendo daquedes deque falla a segunda par-
le do S 7- do arl. 10 do aclo addicional,. nao pode-
ria legislar sobre a sua nomeaoao, suspensao e de-
missao. Seria paranlo preciso, que laes leis fus-
seni is assemblas provinciaes para lhe dar comple-
mento. Teriamos nesle caso leis geraes dependen-
tes de dezoilo assemblas provinciaes, para que po-
dessera ter execucao em lodo o imperio. Leis em
parle geracs, em parle provinciaes. Leis geraes que,
para lerem execucao, necessilariam do beneplcito
das legislaturas das provincias. A commissao, tai-
vez pelas suas acaudadas luzes, no lem coiiheci-
menln de nenhuma forma da organisarao poltica,
que, deixamlo ao poder geral a faculJade de fazer
leis por i mesmo obrigalorias, auiquilassc depois
r nitral nanamente por semelhanle modo lodo o
seu -tl.it _
Soppoulii.iiios que a assembla geral julga neces-
iano dar nova forma e organisarao 1- municipalida-
des, ou guarda nacional. Os \creadores e ofli-
cacs da guarda nacional nao sao empregados geraes,
mas sim provinciaes.
ii Mas, segundo a inlelligencia que a commissao
combale, dos SS 7. e II em queslao, somente per-
lence as assemblas provincias legislar sobre a no-
meacao, suspensao e demissn de taes empregados.
a E assim, como poder a assembla geral refor-
mar a urgauisaco das municipalidades e da guarda
nacional '.' Como o poderi fazer sem crear outros
funcionarios, e sem legislar sobre a maneiri de os
nomear? Como o poder fazer sen ferirallribui-
res que, segundo a iilelligencia qje a commissao
cmbale, perlencem nesse caso s assemblas pro-
vinciaes '! Como poderao essas assemblas exercer
taes atlribuires sera legislar sohio a organisarao
e forma das municipalidades e da guarda na-
cional ?
Todos estea embaracos, todas oslas incoheren-
cias, resudara de que se lem querido regular as
allrilniirr.es das assemblas provinciaes, nicamente
pela classilicarao de empregados geraes e provin-
ciaes, que o aclo addicional eslabelece, e nao por
urna razoavel inlelligencia dos arls. 10 e 11, que
marcara essas altnbuires, o pela regra do arl. 12'
qua expressaraente declara que as .lilas assemblas
n3o pudera legislar sobre objeclos uao comprehen-
didos nos referidos arls. 10 e 11.
i Desle moda ama simples classilicarao de empre-
sa los prevalece sobre dispusires que li v un os pode-
res da uniao e das provincias, e marcara as raias de
cada um delles
Firmantlo-se uestes raciocinios, a commissao offe-
receu o artigo, que sem aderarlo 110 pon-amonto, be
o seguinle, da lei de 12 de maio de IRiO :
n O S II do mesmo arl. 10 lmenle comprehende
anilles empregados provinciaes,.'rujas funcres sao
relativas a objeclos sobre as qoaes podem legislar
as assemblas legislativas de provincias, c por ma-
neira nenhcina aquellos que sao creadoa por leii
geraes relativas, a obje:tos da competencia do poder
legisialivu geral.
Os empregados pblicos no imperio, em visla do
expollo, julga-se n secrao aulorisada para distinguir
as tres calegoras segrales :
I. eraes, a respeilo dos quaes as isseroblas pro-
vinciaes nlo podem exercer allribuicao alguma le-
gislaliva. Taes sao os presidentes, bispos, e oulros
acim enumerados.
2.a Provinciies c municipaes, mas creados por
liii geraes para execucao de leis geraes, relativas a
bjeclos sobre os quaes nao podem legislar as as-
semblas provinciaes. Nesla categora'enlram os
juizts pe primeira instancia, os escrivaes, labelliaes,
e em geral os olliciacs de juslica creados para exe-
curao dos cdigos e leis de orgauisarao judiciaria,
por sercm ebj-cio- estes sobre os quaes nao podem
legislar aa_#ssemblcas provinciaes. A respeilo des-
les empregos as assemblas provincias leen) a facul-
dade de crear e supprimir numricamente, islo be,
augmentando ou diminuindo o seu numero, diieilo
esto co-relativo ao que ellas leem de legislar sobre
a divisao civil, judiciaria e eccIesUalIat, mas sem-
pre subordinado roudifao de n3o augmentar ou
diminuir attriboiciies, nem aderar sua nalureza.
Art. 2' da lei de 12 di maio de 1810 as palavras ;
n somente diz reepeilo ao numero dos mesmos em-
pegados, sem alterarlo de -iu nalureza e attribui-
r.6es... )) )
:!." Empregos provinciaes e municipaei, cujas
funcras lia relativas a objeclos sobre os quaes po-
liderdade de dizer e de obrar lio lao rara como o sol.
Rogu-llie que leuda cuidado era sua luigua, se nao
tr por si mesmo, seja ao menea por meo respeilo.
O doutor Almann rula poje lardar em vir ; foi elle
que escoldeu esle poni de reuniao... N3o aclia que
rema aqui un cheiro de crime e de singue "! Debai-
xo do vestuario desses homens, vendidos a um favo-
rito por alguns roldo-, occuila-sc mullas vezes o
punhal. Nao moslre-se aleare dianle delles, Dora
Mello ; iliaiue de Calharina ninguem o faz impune-
mente. Oh! arresceiiluu Andr ind-.caudo ao umigo
um grupo de pessoas da povo que liiihain-se reunido
silenr.nsainciile a cxtreinidade da hospedan!, basla
ver aquclles semblantes de barbas tongas, graves e
iinmuveis para adevinhar, que aquclles desgranados
cuidara mais na furca do que us preparativos das
feslas. Cada dia forroa-se uina consplraego, e he
mallograda pela destreza ou pela felicidade de Ca-
lharina. li quem sabe se esla noile...
Andr parou, e passou a mao pela fronte, interro-
gando cora a vista o relogio de Isaac.
Esta iloudo, meu amigo ? lomou Dora Mello
com iud gnacao. Veja aquellas fogaeiras Por ven-
lura quer perlurbar-rae o praier que espero adiar
em una de suas feslas uacionaes'.' lia mais de Ires
mozos que vos- conserva-ine preso cm seu castalio
junio de Moscou ; he verdade que elle excede em
magnificencia o de um jacha do Egvpo .' Mas em-
liin eu viuba visitar a Russia, e ach que vees mos-
Ira-me somente um canto del|a. O Kremlin val una
cidade; porcina imperalriz nao foi urna s vez vi-
sila-lo. Alm oslo emquanlo vosee deixava-ine di-
vertir-me a meu goslo. cunservava-se retirado em
scu aposento, mostrando avent aos noHoa prazeres
como qnoiii fez um vol. Repentinamente vem-lhe
a phanlasia reuiiT seus serves e oseravns, da a lber
dade a grande numero delles o os ilespede, o que
pareec-me ser um rasgo de loocura ; depois sem di-
zcr-me porque arrasla me para aqui eom.a rapidez
do relmpago, e ebegando em lempa de folgavcas
quer que eu fique grave e carrancudo como om ur-
so .Nao eslou por isso, meu clnro ronde ; esla noile
pretendo ir mi-lurar-mc cora os grupos nocamos
dos aventrenos ; adrare! ha pouco a filha de l-aac,
e bei .1 i-hracar ainda mudas entras Ah voes de
inv-anlliropo o quer impnr-me sua lei.' A meu lurno
pretenda arranra-lo do enlorpecimenlo era que vive.
Iremos jantes a toda a parle; vosea lia da rii e de
abracar romo eu as bellas raparigas '. Voes Dio esla
doenle, poste que esperen doutor Almann ; elle,
concordar que > etereicio de exeellenle. Voee he
moro e rico ; be verdade que sopramos depois da
Infancia passada nao longe de Lisboa ; mas nao pomo
crer que um pozar serio...
Basta, basla, Dom Mello, inlerrompia Andr
Stefanoll, rujo roste lomoa-e horrivelmeata palli-
do ; irei esla noile com vos-o onde qui/er.
raes carecem absolulameiite de altrihuires ; as
assemblas provinciaes leem a plenitude do poder
legislativo ; e podem por conseqoencia ojo s crear
e supprimir era todas as aci-oprf.es da palavra, mas
at legislar sobre os casos, e a forma de soa nomea-
oao, sospensao e denn-,io. Lei de 12 de maio de
I80, arl. :! n?.s palavras SU do mesmo art. 10
do acto addicional somente comprehende aquellos
empregados provinciaes, cujss fanconessAo relativas
a objeclos sobre, os qoaes podem legislar as assem-
blas legislativas de provincia... a 1
Admittidoseslesprincipios, queasecrln naocreoo,
e que apenas recordoa estsrem autheuiicamente
a liniiii los pelo poder competente, ella procurara
ipplica-los para responder aos aove quesitos pro-
postos.
Primeiro quesilo.
A disposirao do artigo 10 S 7. do arlo addicional
segunda parle e arligo 20 da inlerprelarao refe-
rem-se aos empregos existentes, ou tambem aquellas
que fossem de futuro creados por leis geraes em di-
sempenbo das fclliibuic,es qoe competir ao poder
geralt
o O quesito de certo referc-sc aos empregados da
2. categora; om os da I. nada tem que ver as -
emblas provinciaes ; com os da 3. nada a assembla
geral.
A respeilo dos da segunda, as espraisdes do acta
addicional s3o: a Legislar sobre a crearan c sappres-
sSo. 11
Ora, qualquer que seja a inlelligencia dada a pa-
avracreacao,he sempra especialmente relativa
ao futuro ; logo, 110 aclo addicional nao se pode en-
contrar fundameolo para excluir ot empregos fula-
ros.
A lei da inte- predican limitou-se a explicar qae es-
creara., era puramente numrica, e nao devia la-
tender cora a nalureza e altribuicues dos empregos ;
porlanto licita nao se pode adiar fundameolo para a
distiuccao de que Irala o quesito.
Pelo contrario, o parecer da eommisslo, explican-
do a doulrina desle artigo, nota qoe ella he coasen-
lauca com a faculdade que lem as assemblai regu-
lativas proviucises de legislar sobre a divisao civil e
judiciaria.
Ora, esla faculdade he para o futuro ; como pois
negar que igualmente o seja a de lixar o numero dos
empregados em harmona eom as divisoes qae se to-
rera decretando *
Nao hesita porlanto a secrao em responder qae es-
(I atiriliiiicaii das assemblas provinciaes refere-sa
nao s os empregos existentes, romo tambera an*
que de futuro forcm creadas por leis geraes. A lei
nao fez a ininor di-tincc 10.
Segundo qoesilo.
o Pode o poder geral. pelo principio qoe lhe con-
reie a organisarao judiciaria, crear officios de judie,a
privativos}1 n
Crear i-,n ollicio de justira privativo he destarar
da outros urna porr.lo deallrihuiro-s relativas a eer-
la especie de pessoas, cousas ou arr.s, para com-
uielt-la a funcciouarios especiis. Esle simplcie-
iiuiiria.li. mosl.-a que a crearao de om offirio priva-
tivo cerceia as allril.uirf.es de oulros, allera-lhes a
nalureza, e d eiiilenci.i a empregos de naloreza
nova.
Ora, Maja vimos qui as ssscrah!i-i provinciaes,
a respeito de empregos da segunda classe .que coro-
prelieudc os odicios de juslica s lem o direilo do
os crear unicamenle, isto he, sem augmentar oa di-
minuir suas aliriliuiroes, nem alleiar soa naloreza ".
logo he evideule que nao podem crear ollicios de jas-
tica privativos.
Mas, se o aclo addicional nao de* as assembcaa
provinciaes essi direilo he claro qoe continua a per-
tencer ao poder legislativo geral.
De mais, o direilo de interpretar o acta addicional
no caso de duvida sobre a inlelligencia de algom ar-
tigo penence ao poder legislativo geral aclo addicio-
nal, art. SS ; mas esle tem creado al joizos priva-
tivos, como os dos feilos da fazenda. e os joitrs e Iri-
hunaes do commercio, alora de escrivaes privslivo*
para o jarj, execurSes crimes, ele; logo, ainda
mesmo que houvesse duvida o que a -rojin nega;,
ella se acharia resolvida pelo poder competente.
Terceiro qaesito.
a Pode o poder geral por virtude do mesmo jrio-
cipio crear dous ou mais officios cemolativos, quan-
do esse numero convier a oreanisarau ?
0 direilo de a crear ou supprimir emprigm pbli-
cos .. foi pela rn.isijiuic.ao dado ao poder legislativo
no arl. 1,"> g K sem a menor limilarao.
Ja licou demonstrado que o aclo addicional estibe-
leceu apenss duas.
1 raa a respeilo dos empregos da lerceira cima,
Pois bem, respondeu esle abrjndo apressada-
mente a caria que o meusageiro lhe (razia.
Depois de le-la passado pela visla o conde filn
em Dom Mello um odiar, no qual havia ama alegra
ombra, e dlsaa loa em porlugaer.:
. I! I)r- Almj,l:> nin Pode vir ; mas esle Lidele
he suflicienle.
I'.-lo ni" 11 o ropo a Isaac e o fez aputar- e a eu
lado ; Isaac nao va mais os objeelus ; julgava-se
possoidur de cem ramponezes.
Enlao.lomou o conde Andr, virando o ropo.
Iodo esta' tranquillo em Pelersburgo, senhor l-aac
Como esla' a grao d jqueza
Mais bella e mais amada do que nunca bem
como a imperalriz.... sua sogra.... respondeu o dig-
no eslalajadeiro.
t conde reprimi um leve eslren erin.ento.
E o gi.lo duque Paulo?
lie o mellior ravadriro de sen reino.
Esle humera que inlerroga-me he lalvez um
espa, disse coinsigo Isaac; seguremo-nos.
Porm Andr nao fadnu mais. terminada a rr*
Dem Mello que nao ron.prehendia a sbita inudan-
ca do amigo produzda por ara -imple- Indicie, per-
gunlnu-lhe a causa. O ronde un o de urna raa-
neira qoe fez gelar-se as veas o ssngue do amigo.
Vendo pouco depoia o ronde contemplar anda o re-
trato de Calharina, elle leve quasi inveja e disse
comsjgo :
Tera' elle algum miio de fallar a imperalriz '.'
Deu meia-noilc 110 rclngm da Isaac.
Enlao, nergunlou Dom Mello ao amigo, nao
Veos, Andr '.'
Anda nao s.io horas de enconlrar o qae pro-
curo.
He una mulher que procuras esla ncile !
Sim, respondeo Andrc.
Enlao he a imperalriz'.'
E quem te disse que eu cuidava nella ?
Vi.ss diz. me iso rom o tom do quera vai afn-
gar-se un New 1, li.niuu Dom Mello.
An.lre aenlnn-se repentinamente. |s,ia(. f,ro
respeitosamenle era p, depois de ler rollocado duas
garrafas de v indo dianle de si.
Nesse momento um mensageiro roi.erto de um
largo capole alravessou a mullidao, e murmurou al-
guraas palavras ao ouvido de Audr.
Sea ar. sua perturbarao, quando o vi conlera-
ptar-ii-, o retrata... oh I nao me engao !
He verdade.
E podse saber para que deseja encentrar a
imperalriz .'
Isso be meu legrado
E se en Id'o piraanlai romo amigo. An in '.'
Eu alo Id'o dina l'orvonliiia o pruhibi, Dora
Mello, de prorura-la lambein ?
Nao, mas era duvida vn sabe como lia de
desrnbri-la no ilion, da mullida".
Visto que vo- quor reriililiere-Is, a impera
Iriz lera'esta noile vestido verda, rmiocarmesin e
Vo blanco.
Pois dem, \11d1c. nlo lendo secredo pira \o^-
s; se eu encontrar imperalriz, quero aH.a-la !
E eu perde-la muruiurou o ronde separando
se do amigo.
E au salva-la disse a eu lurno um lerceiio
inlerlorolnr, que i.em 11 ronde, nem Don) -Mello li-
nham (ulgadn alenlo as suas palavra*.
lados Ires d-ipparecoram em diflrrentei dirac-
Jes.
( vll/i:lll'.ll-.'. -'::!.
V

ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAJHHJCO QARTA PEIRA1IDE FEVEREIRO DE 1857
nui qoaes es,e direilo passou inlciramenle ili> po ler
'egis alivo geral pan as assemblas provinciaes. Mas
nao Im desse. que tratamos.
A oulra limilacao que lie felalivn ao emprsgados
da gunla classe, consista apenas rm ilar o em-
bica', leaislalivas provincia o direilo de augmentar
A>.im, poia, nos empregos compaliveia, sea no- | vfoe s.-j ouvido o romelba de citado. P.
meara manifeslava a iotenelo de o faier secano- ] I.- .le marco da IKjC.Coro a ruin ira ,ie ...
lar, rabiialia a acrnniulHC.au ; n que se quena era Imperador.losa Tliomai > .luir de Arojo.
emhararar que cum oh e subrepra i um a iiiilivi.lun
requeresse e ohlivessc diversos ollirins. Veio depois
o decreto de 211 de fevemre de 1688 ; manleve a
l, ein
M.o
ou d minuir sea numero, e lesa mesmo subordinado 'nao acrumnlarao como regra, mas exeepluou ex-
cond(ao de se nao alterar sua natureza c Sltribui- \ presamente : 1., 01 ollicio* .rleinies; 2."
enes.
Lego, lie claro qot o poder geral continua aulori-
ado a crear oflicios cumulalivot, e a declarar no ac-
que
ir obtivenemem uniH id c.irla.
Estes autillos piiiicipius se aebam im|ilicilamenle
consegrados peta le da -'2 da selembro d IS28, cu-
lo d:, creacSo o numero; a dilferenca he que antea I jo arl. S II declarou que ao. governo compele:
d.> arta a.lJiciooal esse numero nao p.dia ser altera-' Conceder licenca para servir .lous ollicios, verti-
do por oulro poder qaalquer, boj porm as assem- raudo-se rircii.nslancias em que as leu o permi:-
proviociaes o podem augmentar ou diminuir, lem.
blar
o i.'ito queiilo.
Podem aTasseniblas provinciaes lomar privati-
vos >s offlcios que o poder geral tem creado como cu-
mlateos, ou vice-versa, turnar cumulativos aquel-
leiqueo poder geral lem creado romo privali-
Para responder a este quesilo a secado julga neces-
Sarin esclarecer primeiro que ludo o sentido ein que
f nlende f.ila a pergunla.
I. limitativo, segundo o diccionario jurdico de Pe-
rain e Souza, se diz o que pertence a inais de um.
Nesle sentido im olticlo riimulallvo he aquelle que
no inesmo dislricto he exercido por mais de um func-
riui ario indiSeranlemenlc oo por di.lnlu ira...
.0 qo constitae a natureza de ora ollicio privativo
he-er elle destinado a urna especie particular de
coiuas pessoas oa ..v -,....
Admillindo esla significado, bero se ve que priva-
livc cumulativo significam ideas difiranles, mas
nao conlrapastas e inconciliaveis.
C' joizo de orphaos he privativo, porque s traa
de oventarios a partilhas de orphaos. herdeiros au-
sentes, a saas dependencias, Disp. Prov. arl. 20:;
entretanto a cidade da Baha leve dous juizes de or-
plu.01; e a do Rio tem dous eterives que servem
cumulativamente. Eis aqui exemplos de oflicios pri
votivos, e ao mesmo lempo cumulativos.
I.ogo, se a assembla provincial augmenta o no-
mero dos ollicios privativos, lornando-os cumulali-
vo', mas sem alterar sun natureza especial, nem tuas
altribuicrs, esta' perreilamenle no seu direilo:
Has parece que no quesilo o sentido ligado a etlas
pa avras lie diverso : Irata-se da ideas contrapostaa.
Oficio privativo he n desliuado a um so funecioua-
ric ; cumalalivo a muilos.
Nesie caso lie necessario fazer urna ,liiiiicco : ou
o numero dos ollicios he Osado por maneira pura-
mente accidental, de modo que a natureza do tffieio
uSoaofra alItr.icAo pelo augmeulo ou diminuirao, e
nesse easo nao pode ser conleslavel o .direilo que tem
as .asambleas provinciaes de o augmentar ou dimi-
niiir ; oo, pelo contrario, o numero he por tal ma-
nrira ligado a natureza das altnbuires, que a alle-
rajao nao possa deixar de modilica-las, e nesse caso
as attemblas nao o podem alterar; porque, como
Ja vimos, e he expresso do arl. 2. da le de 12 de
maio de 180, o direilo de augmentar ou diminuir o
numero dos empregados da segunda c las- te he subor-
dinado a cndilo de se Ibes nao allerar a natureza e
attribuice*.
Um esemplo lomar mais claro o pensameoto da
seceso. Quando a lti de 3 de dezembro de 1S41 dis-
se no art. 1. : havera'... em cada provincia um
chefe de polica... Todas as autoridades sao sabor
d nadas ao chefe de polica... ezprimio um pensa-
n.emo de onidade administrativa que entra na na-
t irer.ii, para nao dizer essencia. do cargo de chefe de
polica.
Urna lei provincial, quedissesse havera' dous ou
tiesehefes de policial, allerava a natureza di. cargo,
efazia desappareeer essa lubordiuaeao de todas as
autoridades policiaes a um chefo eommum e nico.
Ootro. Creou se um registro gen I para as hypo-
Itiecas coovencionaes. (Decreto de 14 do novembio
de 18i6.) O pensamentn dessa disposico foi cha-
ar a um centre odco as hyp-ilhecaj para facilitar
as Iransaccoes de hens de raiz, e evitar muitas frau-
ea cora que se illaqueava a boa U: dos iocanlos.
L'ma lei que elevasse o numero de'let registros
iquivalia a urna revogacjlo ; nao era simples altera-
do nnineric.i.
Entende pois a leccSo qoe, desde qae o poder
egtslalivo geral lisa o numero fazendo nelle consis-
ir parleesseucial da orgaarsarlo, n de tal forte que
-i natureza dos empregos e sosa 8ttnl.uiff.es fiquem
ipto fado aderadas, ae o numero o lar, as as'sem-
ilcaa provinciaes nao o podem alterar, porque se
iaoverifica a condicaoa que est snieita estatua al-
iiibuirau.
i-ra porm desta hypolhose, que nao deve er
presumida, mas resultar directa e manifestamente
las eipressoes da lei, as assemblas provinciaes po-
lem sem a meuor limitarlo augmenlar on diminuir
o numero dos empregos da 2.a ciaste.
Quinto quesilo.
i Podem as assemblas provinciaes snpprimir ab-
sololamente os ollicios de jailica creados pelo poder
geral '.' a
Deide que estes ofliciui foram creados para ese-
cu(o das leis geraes, e em objeejo sobre que n,1o
podem legislar as asiemblas provineiaes, he evi-
dente que ellas nao podem supprioii-los absoluta-
mente.
Snpprimir algona eqaivale ao direilo de diminuir
o numero, e esse direilo ellas o leem ; mas a sup-
pres-ao absoluta de lodo eqaivale a revegar a lei
queoacreou: e seria absurdo dizer que as assem-
blas provinciaes podemrevogarleis geraes so-
bre objeclos a respailo dos qoaesnao podem legis-
lar ;seria o dem esse ti non esse.
Salto quesilo.
A Jiiuewao on desann-xaco dos cilicios d
Justina nao entende cora a ualureza dos mesmot of-
licios ? a
Esseccialmenle nao, accidentalmente he possvel.
\ nalureza e attribucOes de um ollicio, em regra,
nao ficam alteradas porque o servcnluario rene es-
se ollicio a oulro. Mas ha ollicios cujas atlribuicOes
sao absolutamente incompativeis, e oulros em que
seria prejudicial a accumula;3o.
Mas, como esse quesilo parece i secrao ler per
tira verificar se as assemblas provinciaes o podem
lazer.a seceso pondo de parle maor desenvolvimen-
to ao que acaba de dizer, vai ei.tr,ir directamente
na quesiao principal. O direilo da legislar sobre os
rasos e a forma das nomeacOes dos empregados pro-
vinciaes foi tirado ao po ler legislativo geral, e ex-
pres lo II do art. 10, como um direilo dislinclo, e nao
coiuprehendido no da creacSo e sUppresao conce-
dida pelo S 7 do mesmo artigo ; mas, aten de que
esse S 11 falla de nomeares feitas pelos presidentes,
e nao pelo governo, j vimos que a arl. 3 da lei de
12 de maio de 18i(l declara positivamente que esse
direilo somenlerom,.rehnde aquelles empre-
gados provinciaes cujas luocres sao relativas a ob-
jeclos sobre os quaes podem legislar as assemblas
legislativas provinciaes ; ou por oulra, s os Ja
lerceira categora.
Logo, as assemblas provinciaes nao podem lecs-
lar sobre os casos e a forma da nomcacao dos empre-
gados em ollici is de jostiea, qae perlencerc alo
lerceira,mas asegunda calegoria.
Ora. decretar a anuexaran de oflicios equivale a
regular condices de nomearao. Desde que se auno-
xa por lei um cilicio a oulro, o poder eucarrega.lo
de fazer a nomeacao eila ligado a escolher pira um
euiprego o mesmo aleadlo que escolher para oulro ;
c coiisequeuleraenla as limilacoes posla a nomea-
cao de um Picaran, ipw /acl0 comprehensivas da
n.unear,. para outro.
O direilo poit de aaneiar por lei s pertence a
quem lem o direilo de regnl.r a nomeicao, e per-
ianto nao compele as assemblas legislativas pro-
vinciaes senao a resprilo dos empregos da lerceira
classe.
Asecr'.o julga desuecessario observar qnc ella mo
coniun lo com estas ennexa-.es eetabelecMaa poi lei,
que fumam regra e ligam o poder execulivo, as un
netarcics puramenle evenluae, que resultara d:i
nomearao do mesmo individao para doaa empregos
no mesmo ..- annexaret que o poder execulivo
eslabelece por decreto seu, impoulo normas a si
mesmo.
A anliga jurisprndencia estabeleeid la como regra
que ns oIImos na. so. deaiam a.-rumular ; mas ad-
mittia excepeftes. O airara* do S de jan-ir. de lti:'7
diz : llei por bein, e me aprai de declarar qne
qualquer pestoa que for promov la de um ..fllcio a
nnlro ha de largar o que? re miles linha, pealo
que arjam comp.iln eis,se eu logo Dio declarar o
contrario, a
Can esl* Densamente eaneerdam ; derrelos ,]
21 de selembr de (i77, 18 .lejalhu de 1681, 3 de
setembro de 1GS2, e :!0 de toarse de KiSG.
Remnlieceu, pois, |.o que em regra os ollicios se
nao acfiimulam ; 2.-, qoe as leis admitlem excep-
roal ; :i.-. que o juiz da conveniencia be nesses ca-
sos o tioverno.
E de Indo islo crA a ieceSo poder concluir : I.-.
que em regra, i.llicios diversos devem ser prov/ldos
em pessoas diversas ; 2.", que, pelo contrario, se fu-
'em tenues, .levem ser arcumnlalos re modo a as-
segurar loa servenluaros subsistencia honesta ; 3.-,
que o poder que noma, ha o compleme para
o determinar, com lano que o fara expressa-
mente.
Era conel osito, a techan responda ao sexto que-
titd, de:uzmdo do qae expoz, oa seguales corolla-
GOVEarJO D,,. HrOVIMCIA.
ETpeaieBte da Ca ,, a. fe,erelro
Olucio_Ao Exm. hSp .-..r,..,,,,,, snliril1Il,lo ,
-ua "P.niao acerca de orna representar.",., .-m que
v.gari ,la freguezia de Una. e nutras peso. II.
residente., pedem que.a presidencia propenda
DitoAe inspector do arsenal de marlnha, para
com urgencia, i ,v. t mandar fazer os reparos de
que precisar o vapor Beberibe, alim de peder 'er
em pregado no balisamentodos porlos. que leem de
ser visitados pelos vapores da eompanhia l'er-
: nambneana,inii lamben concertar os e mesmo vapor, en r,.rr,erer.|he i.ulros.
HiloAo mesmo.Cum n ollirio de :'. ,. corra-
le, recel. o in.ippa demnnslralivo rio emprego qoe
tveram no me/, de Janeiro Ando, os Africanos livre!
memo dos iraballma da rommissao.
purera, lem os dous ilitns coinmissariot conarguido
vencer lodos eases Irbalhos, e resolver loda ns do-
impelenlea actas par-
asarmblen provine-.-l a mudanra da- sede d'aquclla tl',,,n,e,ne>,e a"enal-
fre^ue/ia para o povoao de Tamandar, concor- Devo declarar a Vmc, qne ess qnadrn he nuil"
satisfactorio, atiento
I" O direilo de annexar e desannetar ollicios, co-
mo medida perramente, de modo que a nomeacao
para os entiesados, ou vice-versa, a impossibilul.ide
da nomearao para os desannexados, esta intimamen-
te ligado rom o direilo de legislar sobre os casos e
forma da nomearao.
2- As assemblas provinciaes s,. leem este ultimo
direilo a respeilo dot empregos da lerceira elasse, e
portanlo nao podem legislar annevando ou desasne-
xando os da segunda listo he, aquelles coja creacao
pertence ao poder legislativo geral, e cojas funcees
recahem sobre objeclos, em que nao podem legisla!
as assembloas provinciaes.
3" O direilo de annexar oflicios evenltialnKnte, e
pelo fado de nnmear o mesmo individuo para dous
oflicios compativeis, perlence ao governo.
4- O direilo de cslabetecer romo norma das no-
meares futuras, as annexarf.es nos precisos termos
docoroll.iio terceiro, pode ser exercido pelo go-
verno.
.V O direilo de desannxar cuidos, qoe se anne-
xaram nao por dlspotiflodl lei, mas na forma dos
Corollarioa terceiro e quarto, compele igualmente
ao governo, salvos os direitos. particulares adquiridos
pelas numea;es feitas.
Stimo quesilo.
Se as assemblas provinciaes podem annexar on
deeannesar cilicios re jOSlea, que o poder ceral,
pelo principio da org.inisarao jinliriari, annexou o
desannexou, nao peden lamben annexar ou desan-
nexar juri-.hc<;ilo, quando a fonte do poder he a
mesma, islo he, o arl. 10 S 7 do acto addicional, e o
2 da le de 12 de maio de ISiO '.'
Respondida pela negativa o sexto, o stimo est
prejudicado.
Oilavo quesilo.
O decreto de 30 de Janeiro de 1S:, que regu-
lou os ofliciot de jostir das villas i,ova,nenie crea-
das, nao se considera restaurado desde que a inter-
pretaran do aclo addicional (arl. 2 reduzio as coa-
sas ao ldiu >/'> anterior as circumstancias que rc-
rlamaram a mesma interpretaran "'
O cdigo do processo no arl. :t aulur ii o gover -
no e presidentes em conselho fazer uva dvisao de
termos e comarcas ; no arl. 5 Creuu um escrivao das
execuroes; no arl. :t!l mandou que conlinuassein a
servir peraule os juizes de direilo e muncipaes, lan-
o no crime rom,, no rivel, os escrivaes que serviam
peraule os juizes loeaea e ouvidores das comarcas ;
no arl. 12 da dUposi{ao provisoria deterniinou que
os escrivaes dos juizes muncipaes e de direilo escre-
vessem em ledos os a;los ,1,., ptocessos e execures
dar aenleafas civeis.
Mas, tendo estal.elecido urna arganitaeSo jodica-
ria nova, e Ululo auloritado a creacao ,1c novos ter-
moa eeom>reas sera Usar o numero dos escrivaes
respectivos, o governo eulendeu que era consequen
cia da faculdalc de ereur os novos lernsea a comar-
cas fixar o namero dot oHcmis de justir... novaraente
creados, e procedendo em virlode dessa deleg.r".,.,
que considerava implcitamente concedida pelo art.
3 do cdigo do processo, marcou pelo decreto do I.-
de marro >le 18:13 o numero dos que devam existir
em Ignaetn, Ilaborahy, e I'jrahiba do Sui.
Como, porm, as villas novaraenle creadas as
diflerentes provincias do imperio se encont.ava a
mesma lacona, haixou o decreto de 30 de Janeiro de
1831 fixando o numero de doui para lodas as villas
novaraenle creadas.
Esse decreto (eipressaraenle o diz foi orna amr
pliacao do deerelo do de marco de 18}3, e por 1
consequeiicia se deriva como Hada mesma origen,
islo he, da faculd.ide de crear novoi termos, conce-
dida pelo cdigo do processo no arl. 3.
Parece claro, portanlo, que elle s pode vigorar a
respeilo dos termos novaraenle creados, em que nao
houvcr designante especia! do numero.
Esa dsigna^ao especial do numero he sem con-
testado urna attribuirao das assemblas provincia-
es, como Geon cima demonstrado, e paranlo onde
ellas usarcra desse direilo devera ser respailadas au-
.i deliberarf.es ; onde ella- o tiverem ^anillido he
claro que driiam subsistir ,. decreto di :10 de jam i-
ro de 18:l, queeniao deriva sna forja da vonlade
presumida da assembla provincial.
A teceao julga desnecessario recordar que o di-
reilo de lixar o umero he dilTerenle do direilo dt
annexar.
A assembla provincial pode declarar qoe o novo
termo lenha um, dous ou tres labellies do judici-
al, tantos de notas, lanos escrivaes doa orphaos,
lauloi de residual e cap-lias, etc. : mas na o de
prescrever que o de orphaos acrumule os residuos,
ou as olas, elr., nem vico-versa. E-se ilireito.
nos rasos em que o poder legislativo geral na lenha
positivamente ordenad* o contrario, ja viirios na
respnsta ao se\t > quesilo que pertence ao poder exe-
culivo, ou fazendo receir os provimeutos no mes-
no individuo, ou eslabelerendo ner um derclo a
norma que pretende sr-guir na cooces.no de laes
provj meatos.
Nono quesilo.
Coma se deve proceder a re-peito dos lilulos
vitalicios de olli-io* que sao ao depois desannexados
pel.6 assemblas provinciaes o
A secao julga prejudicado esl- quesilo, desde
que nega as assemblas provinciaes o direilo .le orde-
nar essas de-anuexTocs.
EH-. se julga igualmente dispensada de apreciar os
rendo elles rom a qu.nlia de 2:2375000 res para a
elifirnc;a"n da nova matriz.
DitoAo Eira, presidente das Alagoas, acen-
sando a receprao do ollicio de 3 do correle, e di-
zendo em rrsposla qae, 'pesar de nao ler vin lo
annesa ao memo ollirio, copia do aviso da guerra
de l de Janeiro ultimo, oneedendo dispensa dn
ervir,. para estudar ao partirutar furriel do 8.- ba-
Ulhie de inlaiiUria lito Alexsndre Ferreira Pastos,
expedir as precisas ordens para a arrecadacao da
importancia do .ello que est a dever m mesmo fur-
riel pelo referid,, aviso.Eipediram-se as ordens.
DitoAo Exm. comm indaate soperior da guarda
nacional oo Ree.fe, para, mandar dispensar do ser-
viro activo da mesma guarda nacional, em quanto
esliver exercendo o lugar de inspector de quarlei-
ra-,i da freguezia da Uaa-Vitla guarda do 3.- ba-
lalhao Manuel Polv carpo Moreira de Azevedo.
Commonicou-se ao chefe de polica.
DitoAo Exm. general commandanle das armas,
nteirando-o de haver S. M: o Imperador ordenado,
segundo foi declarado no aviso junto por copia, que
seja lateralmente execulado o disposto do artigo 1.
do regulamenlo do corpe de taode do exercilo de
22 e fevereiro de 1831, ficaodo'Mvogads qnaes-
quer dsposicoes que por ventora eoncorram para
coarelaros elfelos o'aqaelle arligo, e recommen-
daode-lbe que d disto sciencia a delegado flo ci-
rurgiao-mor do exercilo netla provincia.
DitoAo m.-.;,;,., com o ullicio de 1 do correntc,
em que V. Exc. me participa ter chegado a esla ca-
pital de volla do presidio de Fernando, foi-me en-
tregue a correspondencia que V. Exc. te refere.
Feltcilando-o pelo Miz resollado de sua viagem.
devoao mesmo lempo manifeslar-lhejo meu agrade-
cimenlo pelas nlbrmaetJes qae V. Exc. ininistrou
Sobre os diversos objeclos comidos nos papis que
Ibeconliei, quando seguio para aqoelle presidio.
UiloAo l)r. chefe de polica, communicando-lhe
ler nao su expedido orde.n a agencia dos vapores
para mandar transportar al as Alagoas no primeiro
vapor, que para all seguir, o preso Aulonio Cardoso
da llora, e as duas pracas que o forera escoltan 1o;
mas lamben] o commandanle para fornecer as mencionadas pravas.Eipediram-
se ludas as ordens.
DitoAo memo, inleiran lo-o de haverem sido
enviada .i Ihesouraria provincial p.ra serera pagat
estando legaes. as contas das desperas feitas com
sustento dtis prems pobres da casa de deleucao e for-
necimei.to de dieta para a respectiva enfermara,
ludo no mez paseada.Remelteu-so as conlas.
DiloA Ihesouraria de blenda, resliluindo-lhe
o reqierimenlo em que a direccao da eompanhia
Pernamhucanspede o pagamento da subvenrao
pela viagem em qoe, prximo a ultima-la, naufra-
gou o vapor Marque deUlinia. e autorisando se-
rnelhanle pagamento, visto que foram salisfeitas as
exigencias daquella Ihesouraria cuntidas era sua in-
formarao de .1 do torrente, segundo se vi da res-
posta junta em original, dada pelo gerenle da refe-
rida eompanhia.
DitoA' mesma, aolnrisaodo-a a comprar os me-
dicamentos e mais objeclos enlistantes da relaego que
remelle, os qoaes sao precisos ao arsenal re guerra
para occorrer a diversas roruecimenlos c nos Irah.i-
Ihos das oflcinas do mesmo arsenal.Communicou-
se ao director do referido arsenal.
numero limiladissimo de
doenles qoe 'prsenla ; oque prova es boas condi-
Criei liygienicas desse arsenal, e o cuidad,,.,. lrla
ment que ah receb>m os reteridos Africanos.
Dit>Ao commandanle do corpo de polica, eom-
monicando ler anuuido ao pedido de Smc, para
qui o 8. batalhio .le infaularia s-ja alojado no
qiiiirtel das Cinco Ponte, alim de ser o do Paraiz..
ocrupado pelo corpa sob seu caminando, comprin-
do que Smc. se emenda semeiliante respeilo com
o Exm. general commandanle das armas.Ollkiou-
se este.
DitoAo administrador da mpsa do consolado.
Vi por- copia um ollicio que Vmc. dirigi a......ao
consol de......dandn-lhe o Iratamento de Exc. De-
vo observar a Vmc., que ao imperador s compele
dar litlos e Iratamenlos, que nao estejam marcados
em lei.
Ot agentes consulares, anda mesmo cnsules ge-
raes, to leem o Iratamento de Vmc.. Exc. as com-
muuicac,6es intemacionaes s compele, segundo os
actos do congresso de Vienna, aoi embaixadores.
Os proprios agentes diplomticos de ordem infe-
rior a esles nao a podera exigir, anda que seus res-
pectivos soberanos Ih'a hajam concedido por oulros
lilulos, graduaces ou cargos que lenham.
O uso tem inlroduzido entren), psra evllar que
seTiram sotcepllbilidadea, dirigir os rllirios sempre
aos consoles por lerceira pes po recebi a commuuicarao que o Sr.... cnsul
de.... me enderegou, ele, ele.__
Esie meu ollicio ser publicado para intelligsneia
de lorias at reparlicfies e autoridades, que co-lumain
aehar-se em relafao com estes agentes, que alias ,ie-
vem ser tratados corao funccionarios de gerarchia
elevada, dignos de lana maior aliene,',) e deferen-
cia, quanto sao entre nos incumbidos de ioleresse
valiosos, e sao comraissionados de estados sobera-
nos e poleolados com quem nos devemos esmerar em
rullivar rrlarf.es de araizade e benevolencia reci-
proca, tilo uleis a' riqurza e civilisacao do nossj
paiz.
DiloAo direclor das obras publicr-s, dizendo, qoa
para poder esle governo sal.fazer a requi'ro ,1a
presidencia da Baha, baja Smc. de informar qual o
cusi de orna legua de 3,000 bcras das estradas
construidas nesla provincia pelo syslema le Mar
Adam, devena acumpanhar a essa inf.irmarao nao
s o desenlio do competente perfil transversal, alim
de couhecer-sa a largura de via, fossos. etc., mas
lambem a deelaracSo da distancia aproximada dos
lugares donde se exlraliiram pedras ou outro mate-
rial para essa conslrucrao.
Dito Ao delegado de Goianna, envi3ndo-lhe (',
laminas de pus vaccnico.
DiloAo juiz de i az mais votado de lpojuca, ac-
ensando o recebimento da lista geral da qualiftca-
cAo daquella freguezia.
PortaraCoucedendo 2 mezes de lieenra regis-
trad, para ir a i aqnaritinga, ao 2.- sargento do
10." balalbao de inanlara Antonio Miguel lava-
res ds Anrlrade.Fizeram-;e as necesarias com-
muiiicacoes.
DitaCoucedendo 20 ,Mus de lieenra o tabelliao
de olas do Rio-Formoto Jos (imes Coimbia.__
Fez-se a respeilo o necessario expediente.
i,- do-se lavra lo
ciavs. e havendo-se ji aaaenlado lotos ... grandes
, p-queiios marros na parle da linha divisoria que
deenrre desde a tz do arr... Chov al a do ri,. J,,-
goanio, achando-ae lambem levanta la toda a caita
fronleira, desde aqnelle poni da Chin, cosa oc-
cl',e"\....." Laga-Meirim, ii. JaguarSe e Jagua-
rao Chico, por ellp arila aoi KrrM de Acegua', rio
de .s. I.olz, (.ocilha de Sania Aun, ate as origen)
e verleutes do rio de Qoirahy.
S depois rio ultimados ru,|0s os Irabalhos, e de
assigoada-a-cta geral pelot dous commisaarios, he
qae podera d.r romo deliuilivamenle valida a
demarrarlo de limites.
Aclualmtnte,, J:i la f.u o Exm. v. Vasroneelloa : p irlio des-
la a 22 ; deixalldu a viee-prestd-ncia o Sr. Dr
Antonio Roberto de Almelda. E,n earla anterior
ja aqoitatei a a-lminsira^ao ti,, .a : ,* Sr. Vacon-
cellos f,i suininau-ule leti/, l.-ui pode deavaue-
ie,--.e de sua presidencia em S. i'..,.l. Urna elei-
dent earreca 7/ de eommissla por cada indivuiu
que iinp jri.ir.
Cnala que e Sr. Silverle Redines J,.r,!.i r.
eninineii i eado) do II i-le... ,i, Prama 1.1,,,ai,a pan *ua
l./enla do Morr-i A/ul. Oulro f)ll)drlto i,<,! .,
,.io de senador, orna de r.ma.as e ,.,,......,,._ eiuroenla rs.nH,.,s ; r r ..,,, q. ^,. ,..,,
una de eleitores oulra de depotedoa : a execucitu ,,, Canpin.s. Sr. hxi 1,..... ., ,., ,.. ., ''
da nova le, eleiloral ..plano para a dvisao do I de,
disliirl,,. eleitoraet erara oulra) tantas dilllrulda es
onde po na uaufrag ir roais de um admiui-;i.. l..r ;
o Sr. Vasroueeilos alravesaoj a quadra. n.v. sena
girar alguna descont mmenlos, mat sem provocar
qneixat furmaea, nem oppesledo al boje patente,
lie ver.i ,,ie que os parimos polticos acliemee
aiai inodilicad") em sua) lendencie), e su nao li-
Joao Riheir-. daje SeMe) Caaaarflo, I.. R ,.
Uaro, o llr. ISar.la, de TaetMl, e ,,
blicer
ipregoar
ir-llie a I
ra a frente da redarrfi. ; unora-se quaes os oulros
cullaborad res, as-everan lo .-I.mis que diversas no-
tabilidades de ambos os partidos lera adherido a no-
va idea ; di/ern que a nova lolha lera a colla!, r-
elo da espirituosa e elegante penua do Dr. Pinto
Jnior. Uueulo nosta liuinilde pin,,1o, verenos signad
en. que da a rousa. I Hil. ,le c|,s a. r,B|..u"" "rt#J _"70
tji mo ao vellio jornalismo da provincia, esla' que seja urna realidade S -e falta i, "..m
muri ou caduco. A fioo dos Circuios no pri- i ensaiado, e uoss.s conhecimenl... H ,., '.,, ,
meiro o> Janeiro desped.o-se dos .eus tenores. O e avaolajam rauilo memoria e plano o, erfenZ
Amigo dalMiymo expiroo, ha mezes. O velho e cao do patritico inunsenlior Miranda,
tradicional Vpiranga subsiste anda, pooc. se oc- Sem este ealud,. verdadeir.. e pr.fundo oa .i.
copando com p.diuca, e dedicando-se de preferen-
cia a melhoramenloi agriejMM e malehaes; uliiraa-
nenle levanlou .,., propaganda para a cultura do Co.ilinuavara o* aoassinatoa Kanalhoe-ae
ingo nesla provincia. Ela propagauda he de ini- ; boato de qua em Citnpia. oin moco Ufa do l.,f0.
elaiiva do Dr. Rd,.gucs dos S-nios, que nao s lera de.ro J,,e Francisco tr.vou cmb.l- rom Ir- ...
COMM ANDO DAS armas.
Dito-A mesma, enviando copia do aviso da ma- e-ar,el d. combado d.. .,..'. de P.ru.m-
, .....'"..... ,:'superior ,ie, nos icrmus ,l ciado av si. su -rrir rnn
l.esdecreos'le de ju.ho de ,Si7. i de feverei- dorum.nlo, que mereram f, a falta do, oler do
rode 1852, e 28 de agosto d) 18.3, que Ihe foram prels. "
rinhade 17 de Janeiro ultimo, determinando qoe
nos vencimenlos do lente rio 10.- balalhJo de ni.
fanlariaJoao Antonio l.eitao se descont pela .V
parte a qusnlia de 63gNM reis de meio sold, e a
de 322120 res de elape, correspondenle ao temp,.
que leve de licen;a, concedida por esla presidencia.
DiloA' mesma, remetiendo copia do avleo 4o
imperio de 22 de Janeiro Bode, do- qnal consta ler
sido deferido o reqnirimenlo era qoe o rapilao Bra-
silio de Amorim Uezerra, pedio ao governo imperial
a erara de Ihe mandar pagar pelo referido ministe-
rio a gralifieacno de IDlljOOO res mensaes, equiva-
lente aos vencimenlos re commissao activa, durante
o lempo em que eslivera empreado na colonia de
Pimeuleiras.
DiloA' mesma, communicando-lhe, para qoe o
fa^a constar as eslarf.es que Ihe sao subordinadas,
qoe em aviso do ministerio dos negocios eslrangei-
ros de !) do passado lora declarado qoe S. M. o Im-
pera lor houvera por bem ronceder o sen imperial
exeqoatur aoSr.ll. A. Cowper, cnsul da GrJa-
Brelanha e Irlanda nesla provincia para que seja
reconhecido como cnsul as das Alagoas, Parahiba,
Rio-Grande do Norte e CeeriIguaes commuuica-
efies foram feitas ao Dr. chefe de polica e ao capi-
13o do porto.
DiloA' mesma, tran aviso de 22 de dezembro ullimo, no qual] nao s se
manda abonar as comedorias ao commandenle da
esl.ic.ao naval na forma dos avisos de 15 e 19 de no-
vembrode tSH, a contar do da em qu> parti da
corleparao seu deslino, mas lambem pagaros venci-
menlos doescreveule .lo brigue-barca altanaran,,
Antonio Francisco de Azevedo, desde qne foi elle
proposlo para semelhante exntelo.
DiloA' mesma, aulori.ando-a., de conformidarle
com o paiecer do proeoradoi tcal d'aqnelli Ihesou-
raria, a mandar abonar ao juiz do direilo Joaquim
tlunsalves Lima,com. ajuia de cusi por ter sido
removido da comarca do Bonito para a de Flores, a
quanlia de 5508000 reis, termo medio da estable-
cida na tabella numero 2,qne acoinpanhou o decreto
numero 687 de 2 de jolho de 1850.
DiloAo presidente interino do eonselhe admi-
nislralivo do patrimonio de orphaos, para mandar
adnillir no collegio dos orphaos, onde ha actual-
mente vagas, o menor Ilenriques, de que (rala a pe-
tita documentada que remelle.
igual para admittir um menor que Ihe seri apre-
senlado por parte do chefe de policia.-Commun-
rou-se a esle.
DiloA., commandanle superior de guarda na-
cional re Flores, dlxendo-lhe que leode-)e rlesenca-
minli ido os prels a q..e se refere o oflkio de S. S.
de 2 de jane.ro de 1851, couforme lu declarado
pelo Exm. .inislro da guerra em avi-o de 22 d
passado, junio por copia, baja aquelle ommando
uperior de, no. termos do rilado aviso, sooprir com
s
buco na cidade do Recite, esta 10 de feverei-
ro de 1857.
ORDEM DO DA X. II...
O general commandanle das armas faz cario, qne
desembarcara boje, viudo da Baha, urna finja do 7-
balalhao de infantera do exercilo, composta de I
capitn, 1 subalternos, i inferiores, 62 Cbese ans
pecadas, IS2 soldados e 2 lamberea, prensando a
somma ds 55 pracas, que Uranio addiral ao 10. ba-
lalhao da me-ma arma. Os Srs. olliciaet vieram
sorcorridos de toldo al o flu ,1,. correte mez, t a-
pravas de pret lambem de sold al o d,a 20.
Faz igualmente cerlo, qne a presidencia foi ser-
vida po.- portaras datadas de ido cerrente, nomear
para o carso de datando do l-rmo de Santo Ailo,
ao Sr. lente Joaquim Fabiicio de Mallos, e exo-
nerar do caigo re s-gundo supplenle do delegado
do mesmo termo, o Sr. najor J'.ao do Reg Barros
I-alca.,, c de primeiro supplenle do delegado da fre-
guezia da Varzea, o S'. cupiiao Joaquim Fraurisco
o'Ohveira ; e Dnalmente, que i 7 do andante mez
foi pelo Exm. Sr. lenenlegeneral inspector do quar-
10 dislricto dispensado do exerririo de secrelarm da
inspeccao. o Sr. alferes Pedro Uarlius, por desejar
aromp.ini.ir ,.--ii l,.iiai|,a,., 2' de iufantaria, para
a provincia das Alagoas.
,'Assignado.)Josc Joaquim Coelho.
RIO JANEIRO 10 DE FEVEREIRO..
Por oecreos de 28 Janeiro lindo :
Fui numeado juizde oiieilo da comarca da Im-
peralriz, no Ceara', o promoljr publico Benlo Jos
de Souza.
Foram removidos os juizes de direilo :
Hilario domes Nogueira Barbosa, da comarca da
Paruahyba, de primeaa enlrancia, na provincia de
Mina, para a do Aracaly, de seguuda enlrancia,
na do Ceara',
Caelono Alves Rodrigues Uorta. da comarca de
Paranagua', na provincia de |Paran', para a da
Parnahvba, por avsim o haver pedido.
Rav mundo Ferreira de Araujo l.ima, da comarca
da Imperalriz, i.a provincia do Ceara', para a de
Pnranagm', nado Paran', sobre representara., do
l.re.idente da provincia c ouvido o contelho de es-
lado.
Foram apresenlados as freguezias de Nossa Se-
nbora do O' do Rio de S. Miguel, na provincia das
Alagoas e raspado de Pernambueo, ., padre Francis-
co Vital da Silva.
Nossa Senhora da Punlirarao da povoa.lo do Sa-
boeiro, no Ceara', do mesmo bispado, o padre Dra-
go Jos de S'.uza l.ima.
No.sa Senhora na Aladre de Dos do Poxim, na
provincia das Alagoas, dj mesnio bispado, o paire
Anuiente Emlaquiu Alves da Silva.
Nossa Senhora da Conceira.i .le Azevedo, creada
na provincia do Rio Cande do Norte, do inesnio
l.i-p.do, u padre Francisco Justino Pereira de
Brllo'
Por decretos de 30 do dito mex.
Foram nomrados :
Tenenle-corunej commandanle do i.-corpo de ea-
v-aliBda guarda nacional da provincia do Paran',
Francisco de Paula Ferreira Ribas.
Vlajtires laudantes ,1'ordens dp commando superi-
or da guarda nacional da comarca de Paranagua' ni
provincia do Paran'.,Jos Franciaco Correa e Ri-
cardo (joncalves Cordeiro.
Capilio secretario geral do mesmo commando,
Antonio Ricardo dos Sanios.
CapilSu quarlelan.slre dito dilo, Jos Fernandrs
Correa.
Foi reformado ao poslo de major o copino do
bal ilh.ii n. 4 da gurrda nacional da provincia do
Rio de Janeiro, J, ,u. Coutinho Pereira de Vellaato-
O paquete Guanabari, da nlia^o sui, enlrudo
lionleio, Ir.z datas do Rio Grande al 20, da Porto
Alegre al 17 e de Sania Cathanna at 23 do <.-
rente. As nolinas do Itioda l'rals nfio aili poste-
riores as que linliaitos pe\o Sardegna.
Na provincia de S. Pedro do Sui nada occorrra
de inlere-se.
Coma de plano em Porta-Alegra qae o Sr. conse-
II,,-iro Coelho se le.rana bcevemenle, entregando a
almii i.liar.io da provincia ao Sr. ee-pre. ente
iCaram dissolvidas cun a pas-ada eleirao, acbam-se
i a k*""' enlre 0' mei"n"- commissario "in proslrar*,! e .psnianleUmentn.
esupniado obre a linha divisoria he ,. ."guilde : I a idea da fo.macan de um novo partid polilico
l. Da embocadero do arroioChu) no Ore.mo
sobe a linha divlaoria pelo dilo arroio al o seu pas-
so geral; deste corre a rumo direilo para o paseo
geral do arroio S. Migael.iia costa meridional de La-
aoa-.M.'iii.n; eonliuue deste ponto circuanlo a m.r-
aem oc-ide nial da mesma Lagoa at a I..-. do Ja-
guan.
J.- Continua o ayro ,1a linha divisoria desde a
loz do mesmo no Ja^u nao i,a l.agoa Meirirn, llbin-
do pela margem direila daquella rio al* a fox do
arroio denominado Jsgoario Chico que eonllue
pela margem direila do rio JaguarXo.
Da barra do arroio Jaguanio Chico (.rosegue a
lir.l.a sibilino ale ent.ar pela rnufluenria do arroio
da Mina, -orno eu galbo mais |rlo pela margem
direila, e por esle ale a. .iias extremidades na serra
de Arcgua' prximo as rasas de J.,a,i Campos, e Ma-
rianno de l'reila-. Desle ponto sigue urna linha
Irara.la a ruin,, rlireilo a ful do rio S. I.uiz, em que
entra no rio \egio pela margem direila.
4." Da foz do rio S. I.uiz sobre o rio Negro ron-
linua a lin'.a pelas aguas do mesmo rio S. I.uiz al
onde elle aprsenla Icilo pronunciado, c dalii pelo
renlro do hauha-to era que se transforma o dito lei-
lo t a ilha de S. I.uiz e legua do mesmo trame.
" ..." Desde o extremo unental da ti ta a lagoa
de S. I.uiz, e pelo centro das aguas, MgUindo-as, se
coniam 1.00(1 bracas, e do poni era que estas ler-
minem segu urna linha recta a' uniau re dous ga-
la,, s, u mananriaes dn arrale de S. I.uiz, ambos
viudas da cocinilla de Sania Anua, um dos mon-
culos chamados da Sorrilhada. out.oa das alturas em
que se nena toado .. ceraiterio, por cojo galho se-
gu a linha al o alto da dia cochilha.
<>." Do Dlt.uio pomo, no alto do cemilerio, on-
de lem as rabereiras n rio S. I.uiz, corre a linha pe-
las aguas verlenles da cochilha de S.nl.i Aun i era
todas as sua* inllexoes pelo mximo nivel das alta-
ras al a anigo da'dila eoehilha com a denominada
do llado prximo as venantes do rio Quarahy.
.." Da unliio desasa dual cochilhaa, a linlin, w-1
parndose de Santa Auna, segu o sen giro pela de ] Jos Porfirio de l.ima
llardo, do ine-mn modo que por aquelle, sempre
pelos -eus poulos mais culminantes, al encontrar
verlenles do galho mais occidental do arroio da in-
vernada, denominado arroio do Jl.necn. que lera
.ras origens na uniao da. cochilha" de Belcm e de
.laclo, conhecida tambera por eoehilha Negra, e
prxima a' casa de Valenlira da Costa, situada mais
ao Ueste ne>ta mesma cochilha, coutinuanda esse ga-
lho ale encontrar mais abano urna verlente foite e
permanente, chamada clliu tos Grvalas,* em se-
guida inultos .nitros tributarios, at a sua confluen-
cia no supradilo arroio da Invernada, por cujas aguas
desrenda continua a linha at toa fx Oo rio Qua-
mhy. cima ..a do arroio da Sepultura.
M. Finalmente, da confluencia do srroioda In-
vernada no rio Quarahy pela, aguas abano desle se-
gu descerni a linha divisoria al sua fot no rio
I riiginv. Al este ponto a linha qo tica descripta
be a ajustada para o Estado Oriental do Uruguay ;
delle em diante corre a no.sa linha divisoria eilra-
inando rom n provincia de Currintes perienoute
l.oiifederacao Argentina, pelo no Uruguay aguas
rima pe.cnrreiido : primeiro. loda a f.oni'eira de
Algrele desde a lz do Quarahy al a do o Ib-
ruhv ; segundo, tola a fronleira de Mn'JMt e parle
da rio man,ripio da Cruz Alta, desda a foi do llncu-
l'V at a c.iiilluenria do rio ['epery-lieasso*. que con-
due pela margem direila do meara,, rio Uruguay.
Dahi por dianla os limites da provincia de S.
I edro riiiifinam cum as provincias do Paran e Sania
Calharina i.
O Mercantil de Porto Alegre d a eauinle noti-
cia de Jaguarlo no sen numero de 12 du crrenle :
Temos noticies de um crime pralicado naqu-lla
fronleira, que lodos os respeilo) he wmt seusivel.
,r Por orrnsi.lo de alguns festejos publico) que ha-
via na villa Oriental de Artigas (volco Arredondo),
fronleira a de Jaguan,,, pasearan) deala para aquella
tres soldados brasileos, dos que eslavam deserviru
n'uma guarda. Paiecequc uo linham, ao pas-a-
rem para aquelle territorio, outra inleii-a.i do qoe
verem de mais perlo as fetlas e dansat, Entrando
elles. porem, n'uma rasa onde se jogsva, esliveram
all ba.tanle lempo, at qoe um dos suida los, de li-
me Jos D.i.iiingui't de Almeida, leve forte atiere-a-
ra,, cora um ollicial oriental, anuido logo p.ra a
ra.
Pooro lempo depois sabio esse ollicial em com-
panbia do rpita.. Alan.. Martines, eommandante
de polica da villa de Angas. Almeida, que espe-
rava o olllrfal com quera linha ahercado, .li-par.ui-
llie ura Uro, mas foi ferir nao a esle, e sira ao capi-
ISo commandanle da villa, qoe pouco depois expi- Os Srs. Uoilherme Caelano da Silva e Mari
rn... Ara nudo gente perseguirn! ao matador, a '' E)laden, negociante
quera depois de o aecutllar o prendern ; lautos e
lio graves eram, perem, os l'orimeutos, que, elle
morreu nena mesma imite na pristo. Os oeiros d"Us
soldados brasile.ros conseguirn! vir dar em Jag-ia-
rao, onde foram logo presos, se achara em pro-
cesso.
Este facto he lano mais de lastimar quanto o
capitao oriental Alano Martnez era geralraeule es-
timado pelo sen procediraenlu honetlo e benvolo
cora lodo, os qoe chegavam a villa de seu Comman-
do. Todava ero nada interrompeu as boas relares
eulre os dous povos e as autoridades respectivas'.
Ko numero de ti rectifica porem esla noticia do
modo seguinle :
Temos que rectificar a noticia que bontem de-
mos de um crime pralicado na fronleira: nao foi na
povoacau de Artigas, defrunte de Jaguar;lo, que o
fado leve lugar, mas -mi na de S. Thuin (Corrien-
tes ) defronte de S. Borja. Al,-ir.,u.n 1 dessa dille-
reiira de localidade, todat as rirruuislancias do cri-
me sao as mesma) que narramos.
Relativamente aos Irabalhos e Hitle da assem-
bla provincial diz o correspondente do Diario do
/On Ciante em Porto Al-gre:
- A no.sa situaran polines rada vez se loma mais
curio. A assembla n.ovincial ha .. ponfo ou le
lem lambem pendo a imperiatsW'de* pequea', ro"
lomas.
O estado anormal da col.,ni, do Ihiral.a. de Sr.
>ergu-i.. |,a,..-e ,,.,, tem re,.a,... ||e ,.Xlirt
'le -g,, i,, de/emliro prximo pastado p.ui.o... i..u
euroa especie de nolin naqaetta r0i,.,.,. ,|Ul. ,
aVata, ji
s lypns da Ivpograph.j Iliteraria para i O l.naadnr.i -M.r|,iu'd,'(lhveira, delgalo a.,
nere*sidad*s oesle novo partido, e ere- director ge, al las 1
ideira. I) zeni i|ue o Dr. Ribas se po- ; para a mesma ot n
rnllimis-fl.l b' o e-lil I
l'.iblira., i-i,,:,-it. ji pan-..
O principal ejajerse ssaena
' a,-iu., aetade da ro|,,in.,-
cao pelo .y.tema de parmt,, deveavaje tambera
dicar minucias)nenie a. r ,ia utiu
rennas que all liveram lug.r.
Fique, porem, o fado i-u e.,lff,> deinolm ron
b a Ivirum nos"... legHaatoete
octnr-
mil roiitos irio perdidos, ou nos trarao n.aiorea ma-
les....
Conlinuavara o* a*sasainalos !
e.criplo ne-le aeul.do, como tem disiribuido s-
menles de trigo, e te lem dirigido a eeus amigos la-
vradores c-limulando-os a e.la nova culiur^.
Antes de tetirar-se o Sr. Vaacoucellos con-
cluio a reorganis,-,;,.,, da secretara do governo, dan
,lo-lhe os predios regulanenlua e fazendo as novas
nemeaeOea,
Pela nova organisacao ler.,' a secretaria :i seecjues
e um archivo, sendo eee-
oesquaulas lem a senrUria.
O r.i'-o ii Rcuu assim composlo ;
Serrelariu Hllerino.
Dr. Joo Carlos da S iva relias.
Ollicial maior.
Iirmino Jos Bubosa.
\rcl.i vista.
toletes de sec^ao.
I'r. Il-niz Augii-to de Araujo Azamhuia.
Auno l.ui/. Bellegarde.
francisco Martina de Almei la.
Ajodante do archivo.
Manoel Eufrasio de A. Marques Sobrinho.
Ollin.iv>.
Antonio Rodrigues de Oliven* Ntll.
Fr.nei.eo de Paula Sania B-rb.ira.
Ilenediclo Antonio Coelho Nelto.
Joao Evaiigeli-.la de Araujo Ma.edo.
Ollicial de gabinete.
Alfonso Celso de As.il Figueiredo.
Amanuenses.
Pedro Carlos Oliva.
Joao Soarrs.
Candido Huberto He Azevedo Segurado.
AnloiiiealJiasdeToleo.
Prai, cante..
Candido Rodrigues de Vasroueeilos.
Manoel Maximiann de Toledo.
Francisco Xavier de Aguiar Andrade.
Porteiro.
Jos Francisco de Azeve lo.
Conlinuo.
Francisco da Silva Guimaraes.
Tambera Bearan designa ios os vencimenlos dot
l", que li.-.imm morios, e elle gravemente [ftiaja,.
au sei do) pormenores ; procurare! ialermar-m- e
Iba I i,-i c, na.
Na Caneei(ao do (jearnlhea, ha poneos das, bou
V) oulro assa.sinalo. Aqu ni.-.iiu, na capital, a*
rerl!.er-se de um hade, levo* um liro, de que e-
capnu milagrosam'ile, um neta de nnme America,
lin.o do rngenheir.i mil J...V ro.flrio de l.im.
Corren a ete reapelle .1.versas ,.,>., sendo ..
mais verosmil a que allnbue o lira ., euredos de
amor.
He singular que or amor se male ; o qoe a f ,ria
por odio ? He, porem, verdate q.,e oo mu.lo val
gana as phrases WorTSV de amor, mu te de amor
ele.
R'anio-se no dia It, nerita rusto, o jur
extraordinario convoc.,1.1 pee i. i,.,, escravnt de Joaquim Mariano de Camargo. iiirnis.e.
as disoo.irte. da le de 1(1 de iur.hu de 1835. A'
importancia do faclo.acrresria a importancia do pro
ce..o emque uepurerara l.mgamenle 16 leslemu-
nhas Pelo que ja em dezembro prximo Baannde
leixaram es|,4 reos de entrar ein julgameolo em
ses.ao peridica .!o jury ; o volumr espantoso .I
processo preugDVa um dbale de Ires da), e es ju-
rados rugan). Agora inrsinn ful prense que a ac-
ru.arlo e deleza IraiKigisaem deisandu de recesar
liara que po.tess- ha.er seasfu. Ao meio-dia. ven-
cidas lodas as dill;u|.lades, elegeuse u conseihu so
beraae,
A deleza ronhe tu Dr. Brntero Filho, a pedido de
um seu amigo, advogadn da casa da viuva. qoe a'
vista d.. estado deblente das pravas juica dever
esforrar-se para reivindicar esle) valores da heranr,
pe* leso den a' defeza omcial o contingente da
Dr. Brolero.
Eram dous os reos : Francisco, pronunciada co-
mo autor, e Andr, romo cmplice, r-ranetseo repg
le e confirma o que dlssera, iue no da d> mearle di.
seu seuhor. e a esa hora, achava-se na Conceica.
'.?i.(;uaralll0!l. ""'le s a' laide regresaou para a
cidade.
Andr tambem repele e confirma sea iiiterrosalo-
no, dizendo que Francisco, quando as Ave-M-na
empregados ; tirando nesla parle a reforma depen- daqnetle da entrara p.ra casa, puzera-ae a um can-
dente doapprovaiego d) aetenbla provincial, que lo da caainha a contar miudameale a sua m.i
nao aotorltara aagmeato da rlespeza. A tabella dos
vencimenlos be a taguiole :
Ordenado.
Onirial-mnior .
Ollicial de gal,inele .
Chorea de seci-ao .
Chefe do archivo .
Ajodante do archivista
(Mli-ia.'s .
Amanuenses .
Platicantes .
Porleiro ....
Continuo .
I:OOIHHK)
.,:t:WU2
ButagOOO
0!ti-.i:12
HOBOOtl
ii,i;-i;i
400*100
2'PI Mi'i;l
5339332
4339332
Crah/icaeiio.
lili l m I
^(iii-lilifi
4003000
166*666
xlMIrs'JIIII
;,',:,',
21K ini; Mi
1203000
lKBaBtiU
21fi6(il
Foi absolvido em dezemt-ro pelo jurv da ci i..-
de de Pindainoiihangaba o Sr. J.Jo Leile Barbosa,
es-jiii/ de paz que devia ler presid lo aa eleirOes
prximas naque,|a ri ta te, e que lora pronunciado
pinico antes da eleicf.o, por crime de rooho de escra-
v..s e ral.td.de. O il por lo la a parle ces dos e qoeeeqoer sotTnmrnlse que a eUicio postuma
ararret.r. e que os qoe estiverem rm anlogas cir-
rii.r.stancias sejam la,, felu.s como fi o Sr. Jo?o
Le le.
)s Srs. (ioilherme Caelai
- -rara, olf-rerera b"|.
novas lacilidadn para se dar forte impulso a arqoi-
sirao de rolo..,,. peR, svstema de paera. Elle)
s ohores, no. ullimo- meies|lo anuo passado, expe-
dirn! u.na rirrular aos MVradores e fazendeiros ex-
|,0,'"lu as cu.....S** ora que prelendcm mandar vir
colonos.
E-sas condires sao as qne ronUm do contrato
que on Antuerpia celebrou o Sr. d'E.ladcns com a
rasa de l.erv e Meinmann; e como hje lulo quan-
to diz re-peito a eolonisaeju ialeresas allnente aos
scus assigiioiites, ah Ihe mando urna copia de lal
contrato, que be o segrale :
Os Srs. Lerna e Sleinmann afreta'ores de \n-
luerpia, e Sr. Hailin o'Estad.....( Achules >, engo-
nlieiro estal.elecido na provincia de S. Paulo ( Bra-
sil .arlualmeme residente em Kruiella), de cora-
iniiin accnrdu coiivenctniuram o seguate :
1. O Sr. Mailin se obriga a agenciar ordens
para a expediejo de colonos para o Brasil ; eslasor-
dens s-rao dirigidas aos Srs. I.erov e Sleinmann a-
rretadores, de Aotuerpis. Obrig-se igu-slmcnle a
li'inar as rodires -s mais l.vuraveis cora os colti-
lores da Brasil, uu nutra
que
.......... em.
rnalara sen senhnr. Acareados e adwoe>lads An-
dr para relralar-e em lempo, visto que era grave
o que elle riizia do seo pareeiro, Francisco pira
confessar a ventade. e nac Iludir iuulilmenie a us-
ura, Andre roulirmoii o que dlwera. e Franri.en
tenazmente contesta a verdad* Andr. O audito-
rio p.recia desejar qoe" Andre se relractasse e des-
dissesse I
Os mi.iuriosnxTnierrngnlotios dos reo) ron-,,,.,,
rara o resto dn da ; rasiM r..m-.- u a Ir,tur i
do longo p..r.-so. iu- s lern.inou mcia-noile.
A arcuaarao por parle ua ju-lira pouro -e n,.....,
Ira rom .. reo Andr, repello de quem nenhuraas
provas foram eethidas ; insisti, puiem, enrgica-
mente pela con -.., ....i_.i,, do oulro coreo.
A defeza fot perteilameale concia Irme quanto a
Andre. Sobre o oulro reo suslrntnu a Dr. Broten.
que a nica prova que exista no precn,. era a rest-
ante exlrajulicial de Fr.nenco, revelada pelo co-
reo Andre, e au confirmada por n, ni,,una lesle-
noaha.
Allegou qu* o depoimenlo Singular de um ro-roo
nao provava s.iiTieienlemente a roi.li.Oo exira-ju.li-
c.l ; ,;ue. amia quando prnvada. I-.I eont,..., ,
r-ila f,.ra de jui/o. nao era sufnnenlc para a r. n'
dernnarao ; mxime Iral.n lo-ie de um crime da
rlasse dos da lei de It) de juulio, de cujo. julgamen-
loa nao ha recurso alg-.m.
No lia .eguime. .s 6 hora) da manha, o han
proferio seu terdirlmn : responden qu, Ai.dr.-
era innocente, qU(. Francisco matara a sen %, *
mas que uer.hum, oulra prova existe canlra elle
alem da Cenatasie eslrajudirial.
Em virlude desta aloma rispian, nao pode ler
lug.r a rondemnajlo riguruaa da lei de 10 dejui.hu
o juiz de diieiio enlend'-u que.em vista da inimeira
altlrmaraj do jorj, tambem i.ao poda absolver e
por, isso ciidemnou a Franeiaro a' prna de c',le>
l'-rpetus. licando absolvido o oulro co-reo. Parece
quo as .espoala. do jurv foram diciadas Par um ele-
Vi lo lenltaaanln de equidade ; em prennra da opi-
n*i g-ral & culpahilidade do esriavo Kr.nci.ro en-
in.deu po em ronsrirncia a ab-olvicja ai* era
curial ; mas recuou ante a responsabiliafeda da ne-
na de niorie fulminada obre urna prova lo falli-
sso proferio as suas roposlai no sentida
va...., ., oras,,, ou oulras para com os colono. .,
ctabelererein ; .las culi Ornes devenln sempre *<*** conUi.ua a fazer estragos .... muujcin-u
con.,-reh-nde o transporte d s clon.-s eaaasbag). Jnndiahy e vlxinnencas: eamara d.auell vi
Mil) gratuitas desde u porto da r a,le de Saulos, at "
o lugar da robinia do seu deMinu, bem curan o sus-
duraniv i. primeiro mez de sua chegada.
lento
l ma cata conveniente, tempesta pelo ne-
nosdednaa salas para rada familia; faruldade de
culliva era trras conveniente ludo quanto neeesa-
\ assembla p.uviocial be
eoiieenlraram-ee a confuso e desor.iem tos princi-
pios polticos que anda ha pouco ein campo lulavam
pelos Irtiimplir.s I -i ,.r..,'-. Tres grupos ditlinclO-
all exitlem ; o velho partido da eentralisaele, re-
presentad > pelo lado do Sr. Bello, a liga, c urna jo-
ven opposlejlo imposta a|.enas de tres raerahros d.s-
sideules do gremio poltico dos pnmeiros. He f-
cil compreheoJer que os priineiros sao combatidos
pelos ltimos a bg.,. que lie opposicjfo, parece acei-
tar o marlvrio do seu poslo, como inai. utna prova ,
da -na eonslanele Ao cmbale ; a joven opposirao j i P"ca ; este aJiantainemo sera embalsado li iira-
Ui lambem o seu dever, de sorle que em materias | 0 de don) anuos, e ven.ido ess.. pr,vzo pagar neo-
de polilira e re r.mliaiira a maior.a do Sr. Bello sof- '""o joro de .", pr rento ; o proprlelaro fornece-
fre oeriolas, a ponto ,te na., terem podido fazer "
pasaar urna so' medida de suas conveniencias poli-
vel ; po
que lira dilo.
Deploramot ler de n dieiar que o ll.gell,, das
de
" Vai lempre subindo i 'nma|escala aaaosladora n
,rero dos v.verr, nesla cidad. | j. r.ao he simples-
monte o dob.o ou o triplo do que ., h, ,,,.
mullos genero) e vveres ..tuguis
nos alraz :
env,ado. para mostrar que os gabinetes ai. errares .
..... ,_,-. ; DitoAo presidente da junta qna iliradara da F.
decrelaram desannexarao de odieiaei primeiru L.d. n...t n- ,. .
. |.....euu, cada.Ueceb: o oHici.i de I de attcir.i iilltinn em
porque parece que sin vista da doutrina cumia el-'..,, \-.. unimo, em
i. -, qne \ rae. me participa, que lendo pretendido lis-
ies ma exnrbilaram ; sgun lo,porque em lodos (re i.ii i......,. ....--
,.,,. J. "" "r billar a jutil.i de i ualilicacao com os eleitores elei-
.0 trinarle pes.oa. qiir.servtam culcioade label li.aes ,11S -. ,,.,,' ....... e",,r" ">-<-
- *"' novemprn ullira.,, vo-se obligado n,.r r,e
e nnlaa e qoe acrnmulavsm os de escrivaes oo la- ;.,.., .i '""**"" P"r c,r"
,;- .,,.., ..... eomslanciasimperiosas e imprevistas, a adiar e.a
b'lliacs d judicial, e que pediriam lieenra par. atallarta n. a. di. I r amares,
... a ,i,-i,-.i.,<,,, p.ra o da I. d? fovereiru mas leudo
renunciar a esto, foi aceita a renuncia, n.lo para ,,,.,' ,,,.
firar como regra a,les,nnevarao, mi. anPhHS J.J ^ e^SaTi ^ "' ""
de sccor.o cora a ventad, do, prvidos. Bcar.m el- ,"'" ':','""r **-.Pat-
ita, emqnan.o servi..en, os ..fl,,,)s de lab I iaa. de J....." ^"T l "^ "^ ^ "* *"* ""
notas, dispensado, deservir no judicial. I "k ^ "* """ d'"l,nfl-
' Era r.-sp.|.ta leiibn a declaiar-ll'.e, qae designo o
Ora, esla medida ,e verifica aleonas vez-s ate a da l de marco para inlallaca.. da junta qualilca-
respe.to de allribuires de u,n mcimo emprego, ,e dura nes.a fregu ,.la ; cumprindo que Vmc c, m a
quera o serve t impedido de exercer siraul.nr.ea- anUeeden. ia de era me,, determinad, no art. | d. I* Cni.lr.no de Miranda .^Vo co
inemelodososueve.e-. A respeilo ,b. decreto de lei regulamenlar de 19 de acost de IRff,, mea a ne- '
I8i2 ncere-ce, que o governo era nomeon serven- ensaa convor-r.i,. do. amigos eleitnres e auppl.o.
tu,'.rios|,,r...s earlorlo) do judicial renujiciado) ; le, visto que a ,l ervem ns escrivtescompanheiro*, como no, injpe- ps.do, nao esla .inda reeonherid. pele poder com-
dimentes temporarios, segundo coosla d ral itorio plente.Remelteu-se copia deste ollicio a cmara
des-e anuo ; terrnro, porque mesnio quando e.,. municipal da E-rada.
decreto, livessem pre.criptos deseonexacoes, era ra- DitoAo pr.velor d., saude do porto.Conu-m
m para que Ibes fillas-e competencia, seria um er- que Vme., exigindo as necetsariai informart ,|s
n. roramellidn, e nunca um principio sobre que a mdicosenearregadoa do hospital do Pina, faca or-
.eecao podene ba>ear direitos. Ei..... m .,,,, demon.lrativo do novimenK do
Sio estas as ror..i,!erarf.?s que a secro respeilo- referido hospital, desde que nelle e recolheu o pri-
sa eule aubmette ao alto couherimenlo de V. M. niiro doente de febre amarella al n dia .11 re ja.
Imperial. A molliplie'dade de quesilo., a impor- neirn ultimo. Es*e mappa dever abranger, caan-
laneia da materia, a novidad, e mesmo obscuri- !> fr po'sivcl, a, segrales espe.-i!ir.i.;f,s: lado,
dade de algomaa dts disposicoet legislativas que a eondhjoe nacionnlidade dos doentea ; dia e
regulara fazem que a ierra,, rereie ua ler rorres- f'-a um del es enlio.i pira o bospit.l, o dia
pondidoao qoedevla masao mesmo lempo serv- sabio curado ou falleceu; .e f,.i atacado en Ierra
ra,. para aiienuargas fallas qoe llverem escapado, "" a bordo de navio; dedarando-se no primeiro
pezar do. e-.'u..,. que mpregoo pan acertar com caso o logar, e no segundo o oome e nacionlidade
v.r lal.'. (] navio.en que s verificar a mole.lia.
Saladas conferencias da soer,, di juslic. do con- Alera desse m.ppa geral. enmpre, que .1, 10 em
l lo, em :...c Janeiro d- 18.'*.Eoze- 10 dias, a contar do I." do r
m que
un que
lo interino las armn ao Sr. marechal de camp
Fraurisco Flix da Fousera Pereira Piulo.
Do rrlalorio apretanlado pelo Sr. Coelho a a'sem-
lila provincial copiamos o seguinle, relalivameole
aos limite) da provincia .
Na conrormidade do tratado de limitesde 12 de
OUtobro de l;S>l,entre o Brasil e a Kepul.lira O.,,,,,
lal do l.ruguay, foram nuineados os eommtsurio-
demercadorca, a saber : por parle do Brasil, o Exm.
marech.i do exercilokarSe de Caeapave, e por par-
le daquelja repblica, u Sr. coronel Jos Mara
Reis.
a Os dous aammissario), munido, de plenos pode-
res, deram pilnelpia aos sem Irabalhos no mez de
' ""i.u ... uia, .un..!, o,, i .- un correiil, soja riuelOdo
l,""lB1 yT'r0/' '.....,ml' MMm ^""".-M- iecreuria do govamo i tuppi. comento a..i-
quez de Abranle.-\ isconde de Marauguape. p.cilicaroes cima indicadas.
jouba de 1853, e duraate o. Oes anuos decorridvt
If'in procedido ao mu,ranles, longo- e minoeiosot
Itab.lho) .lo reeonhecimenloeiaetu de lo oa ..s pun-
tos ,1, fiouleira, levantameiito da plaas e eaitaa
parriaes e genes, afim de poderem lisca. a linha
divriori.com perfoilo cnuhecimento luposraphico
das i ,--li ludes, e resol verem as ,Lvidas ineviiaveta
sobre as verdsdeiras denominacOei e siluacAo das
punios pelo, qoaes devia pereorrer e gvrai a iiit. li-
nha divisoria nos terinas precisamente estipulados
DO sil,redil,, Iretado de I,railes.
,. A vaiieda le de.eiicoutru le nomos cora que
certos pontos, banhado) eu arroio) sao eaubeeidoa em
ambo) os paizei, a pusirao duvidosa oo mrerla de
alguus oalros, ttecessariamenle deviam ler a rada
passo suscitado embarara) para o promplo auda-

.

ILEGIVEL
Ocas
No meio de lodo jslo era van procora-se a li-
nha divisoria dos tres grupos : a liga e a joven op-
postra,, eslao profundamente -epara.las dos oulro- ;
mas qual he a linha que separa a j'.ven da liga *
Quanto a i,.,., parece-noe que a joven opposirao dei-
too os seus, e anda na,. ehegOU ao. oulros. As man
Dutaveis peripecias lera apparecido ne-la sess.lo. Pro-
j,lo. nao saucci.,nados pelo ex-pre-i lente Caus.n-
3o vilo passando pelos dous larca mansa e suave-
mente, corao se a ettl) n.lo esltvessem ligadas as Ira-
dignes dos partidos que os conibaleram com Irme-
tico empei.hu. Era um .lia .lestes v..loo-se o pio-
jeclo nao saneconado qoe rreava certas freguezifs
em Cira, ,1a Serra. Esle fot o. prujecln qua deu
logar ao rompinenlo da liga contra aadminialraclo
do Sr. Cansan-a ", e que deu occatiao a defezas da
parle dos seus amigus. O projeelo era da liga ; foi
oolr'ora ardenteuieute combaiido pelo pailnlo do
Sr.lt dio, ii.a. agora passou cora votos que Ihe de-
ram aquelles mc-inos que o nao queriara no lempo
do Sr. I.alisan-a.. !
Fpt tanib-ii, volado era lerceira discoisao um
projeelo que regula as aposentadoras dos emprega-
dos provinciaes. e vai a sanecau. Era urna necetti-
dade ha muilo reclamada, era urna idea que lula,a
contra as prevcneovs dos amigas do Sr. Bello, e a
opimao de algn) presidentes ; passou alinal me-
danle os esforros 0a liga, em cujo seio foi elabo-
rado.
u A provincia lem de registrar nos nnnos de sua
vida rcooomira um fado curioso. He u.na repre-
leolsejaa qoe a aiembta vai dirigir ao governo,
por propesia d Sr. Manante, pedimlo medidas que
evitem a falla de montas iniudas que existem as
BOSSIScid.de). A esta represenlarao deram o nume
deIrocos iniudos.Cora efleilo, governo se ha de
ver en. apuros cora a gigantesca lembranra. Trocot
muid... querem que venbam os polticos para faci-
lilar al lransa.-rf.es nilu as, que na upjniao dellcs se
nao 1.,/eiu por ralla de Ircros miu-lui., ^a demons-
trar,!,. ,t.i necessidade e iinpn.lanria'do pedido liou-
ve copia de raxoes que e perderam por falla de ta-
chygrapho, e que par U-o nao as enuncio ; limitan-
,lu-nie a reparar, romo extraordinario, que a as-
SCIibl) v.i pelu ,i governo urna causa qoe sonirute
a balanra do roinraercio [iiide e-labelecer.
S. PAULO.
21 de janeirn.
Voo perdendo Inda a vonlade de llie dar noli, ia,
desia Ierra ; e al p.ssa-iue pe espirito a idea de
ri.r.ir-i.ie da a-signatura lo sen Jornal e dos oulros
1 qne at aqu lia com avidezdevoradora. Na ver la i-
, ao conlrano do vil,lio que .leve sor velho, a Jornal
leve -er fresco, :< noticias dev.....ser non. Alas
o crrelo adopluu nina nova reforma pela qual os
I joriiaesdorirera.nl Santos llorase horas, dios e da.,
lora ou oulro relia, recebe as noliclas por algara
pass.'gero, nutro ai le-h. era palacio, porque pa-
; ra n presidente e reparlcdei puMica vera os jr-
iii. es <"in a mal. de cartas ; o que dahi succede
. he que quando albn lemot <> Jornal acal. io-se o
seu prestigio ; ni noticias ja sao velhai para alguns',
perderam toda a grara.
Ainda urna vez. Clano ronl.a e-la pernieioa. -|,'.a
; milito melbor andavamo. antes da reforma, por-
que depois de rhegar o vapor a Santos, denlro de
20 ou 2i lloras lindamos ambas as nulas, de caria
I e juroaes.

a Oda colono as plnla,_f,es neces-arias, e o pre-
rtiiclo sera repartid,, por iiielade enlre elle e o co-
lono.
i." Para garant, das qu.ntiai adi.nlada na
burop.i para a pataagen dos rolnos, as pessoas que
os [.,.narein, terlo obrigacao de dar urna argoraora
sobre urna casa de neeocio da Europa. ( Esla legu-
ranea facilraentese ..hiera'por intermedio de nego-
Ctantei do Bra-il,
e ... O embolso iera'feilo por abarte partean-
nualmenle, lendo lo-.ar o primeiro pagamento so-
meta no terceiro anuo depois da rh-g.de do colono
n.i.a.a do pro-inelano ; esaccesiivsneBUes outro.
ir. pag.menios, lera., lugar ,te anno em ann... Po-
rem emeass de m,te ,i cinno antes do veacimen-
o do itllira,, pagamento, o pr..prietario nao sera' o-
nriianu a pagar senao o lempo que o colooo liver e-
xiiildo em leu poder, provando comludo com docu-
meniu anllieiiuco o lallecinento do colono.
i Ii." Os Srs. Lero) Sleinmann % obrigan. a com-
pnr cora -, major breviriade penivel ai orden
Ihes mandar o Sr. Martin ,1'Eslaer.s.
7. Os colonos nao podergobamlonar as plan-
a]acii:<, e o propri.'lario sem ler previamente avisad.
o Sr. Martin ,1 Estadens e' o memo preprielait
seis meze. ante, de o fazer, i em (er completamente
s*tiTeilo oque d veiein ao\)
Liroy e Sleinmaon.
o 8. Os colonos
-----------.. -V ...."U. i-,.,,.-,..
simo .lo sea ein. ijemento qoixeiem mudar de colo-
nia, sera-a obrigados a fTagar a, proprlelaro ludo
quanlo liver gii.to para eu Ir.uispnile de Sanios al
a colonia, e bem amn as despeui d- aliracuio do
primeiro raer.
que
ao^^roprlelario e aos Srs.
o *J. Os I.erov e Sleinmann mandar ne.ihum individuo que lenha sollrido pena
alcntua infamante nos seus paizes. .- neai lao pouco
homeii) invlidos, ou que lio sc|ara agricullores de
proHs.iio.
10. A fixarao dasdespezas por Ierra e por mar
he a segomte : ,
Para os colonos da Sossa
o a
1. 1, ,)
Para os colonos Allemaet

o ..
Para os colonosda Blgica
apiMrrre...... porque qua-i lod.es enaenhe.. na
ronve,l,.ios en Ta endas de caf. cusl.-,e, ka*.
WW;"obe;i asnee, que e.u IS..I nmasea S
rs. ao alqueire, boje yendooe a -JOa .
o mais.
I al- .,, ludo
.r.wioo
. lO'ioOOO
. TlINHKI
. Iji.ViOO
. M-",il(l
. (SpOOO
. 100*000
- Ttiaitio
00 yj
./mos,
del i:,.
l> Sal.
o las.,
del a. .
K a 14 .
. la S. .
de 11 a "> .
Sal..
" I a S .
cambio de 350 r. por um franco ,
o II. Os Srs. I.erov e Sieinmant, So obriglde.|
remeller ao consulado do Brasil lodos os ner.ssan..
,I.,runenlos respeilo a' nv ralidade doa colonos, e n
c isa c miran,, .. Sr. Mrtir. d'BsUdeni, e neano os helo) e
pii,p.|-l,,rn, lera) o direilo de lecUH los.
12. Os embarques dos colonos torio lugar e\-
clusivamenle no porlo de Arl.ierpia.
,r Antuerpia, 30de novmbnrde 1855.
AMienaran ... S... \. Martin de Estaderu P
srs. |.:-r.'j e sleinmann. rum as lirmas legal -
po consol geral do Br.il, e tevestidu d. sei_
I.IS. I,
Tendo o enverno provincial, eem aolor
ble' legislativa,
Arabou-se o lmp0 Fm que S. p,u|0
zo dos empregados publica) e ..po.eolad..s. A. |u.-
menle os ordenado, nao da para viver : a Im
e.npregadoque.para luneiatir.naa leoha a nece-.t.l,-
de de dedicar-e a Irabalhos extranhee a isa .-,ii -
11 roes. '
Sobre ai horas de ervic.. publico', que ja njo .a
pouc.s. muilos empregados pblicos u. repartac e,
de rateada serrelarias (em nece-sid le de najan a
lardee parte da moteen algn.a ra.a nnnsibl
" I ',scnD,ur",0> eraoreg.r-se era a-rnr,..
Consta qoe os empregados da ihesouraria repre-
senlaram ao Ihrsou.o allegando que-e e Ibis i...,
aogmenlam os veneimniloi serao obriad... nal
lagre le |,a.-arem meio mez sem com-r. \ HaBe
marcada para o corpo |, deia. o miseros sol 'a,t' ,
PMHrenisnMiMetoaawlUeea tem informada
ao preti lente da previnci.. Creio qu- hale S. Pau-
lo so lem. cm comparara, rom o il... de Jane.,.,,
ma.. barato larn .,_ qut |., .n -rt,
rar e sentir habitando em dispendro-a. chae.raa ,
que aqu ha de aobej. em loda parte, grati-, oum-
lipand,. incsinu. Unben graiis, a niela cid.de.
Fallecen antea de honlem. e f.u sepultado h ....
lera cura toda a ,-..u,p.i. a Ib-...ureirn mnr da ea-
Uiedrel. r-nrg. Joaanin Carlos Avres Je Crtama
tambera be f lleeda, com tdade orlogenana Ftan-
ci.co Lomes .Nem,, ho.nem .1- nMMM niea le
e que l,nl,,. na r-,!,-r, repertorio e a ehron.ra d.
lodo. M i.ro.,l-r.mei.tos ; anida os mais Ir.v.aes va..
...das em 5. P. tilo desde o romee.. eeaUosMH Ac-
crescenlamoa nimia a esta lista oe ahanilie, 'o Sr.
I-ranctsco Copes del) i.eira, r.ro negocianic de -
roeaba, e e Sr. Manen tonr,i,e Le.., deota es-
nade.
Acabo de recelier o prinetre numero a um
novo peno ne. a/>.;., P,mn,fnu fcna .,i-
c.o.a I literaria. Publicara ludo qUa..l, ,.i, ,e.,a,,l
a f-culdade de direilo. inclusive as Hstn ...... .
la, I das ,io. eslodanies as r.M,erliv. aulas. ._
cammendaeM|MMea4aBUicMiea tu.t.e. i,.
ver..., ,eu- lili.,,, e.lu tan,!,. e,n"s. P........ q,.
ron saber nenMlnente da ,.id..ida te de sua rara
prole nos seus estudos u,i|ir,.
2". da Janeiro.
> fech.r esla. julanejdevor -"--------IgnaS.I p.la-
vra-em .-,, .|,.m..r,, qu- aacrevi na ...,',,, de i
'.e dczenil.i,, ...ira da ,.11 lidalur du |lr i ,,,,
em relar'n. .... ele.l res de Jandi.-I.v e ll.ii,,.,..
que riuniiiiMi ador Antonio e Ouem / relie
eunleala, declaraiid. qoe, on ...lo e-to rerle da
laclo
di
opa
moaia, .1-,-! iiai.d qoe, .... nao r.tuo eertt
clo, on quia d> propo.it, a't,-r.,-i....
A larefa que nn.et he a de simple) amadal de
Urna ver.ia.te de qae -llirme-., qne ha
i -- unir' : a Conlava elle ;,. llr. Carra., r..... a
v. I rja rerra ,. de Jundiahv e llelblm, pawnjae pe-
r-ri. r.-ovnwlqne o Sr. (),ie,r,.z Ir I,-, que all
,nde inlloencia apoiaria a c, .0 t..ta que
pairee reoresenl.r mait dire>tmele o pin-an*nto
'' E*o o I : ,] ,.- domina. Ma,
i --.'vperlali.a lap, ,.i ,.-,- v .i. ..,.,..,..!_
-..', .i > fugir.i.. de eamp reeer ..II.-.
, -seque a m Uve dote proeedineutu lr. a
' ili.li dale em que se >i. o M. l.l-u-.r../ I-lie.
assembla legislativa, resolvido garantir na Euro
ronlralo supra, emediante lian,-:, ,,e prestimos El. i
imporla.lnre. ua lltesonr '
mais I
ropo.t |
pie allirn.ei, e .. que rm.l.ut.o a illirm.ir
't^V', r^"':' |,0r '" """;",P '"'Jl- ""'" '" 1" ''"" '-'" -''l'-is da ,e-
. n ra I Z^o' 11.....';1 "r/"''",....?- "H* "r. Oueir.,, I elles.....orna, ,/., ,: .
t para u Irabalhos di lavoura. O Sr. ,1'hsla- | neren de I i do crrenle se me declara le extst,,,,.
\


m


\

v^
DIARIO DE PERXAMmCO, QUARTA FEIRA 11 DE FEVERF.ir.O DE 1857.
lie reto que o Dr C'rrilo fon lava com a volara)
dui elei lores le Ju" d*h>< i*1" pela filio de e-
rcn influencias all o O'- Qoeiroi Tell-ss sen en-
ro o Sr. senador r'unsrca, e obtiveeaat o apoto di partido liberal na eleicrto lo
ulliimi para senador, moslrand i-*e r.iinii perlencen-
nu a IrarrA.i mo lerada .lo partida saquar-ma. Era
po natural que o* meamos spuhnres apniassem a
c u, li i-i-.r-i de un liberal rn > I i-r .1 I >. romo lie o llr.
iiio. Era esla a opima Mo -o don lltieraes, co-
mo do saquaremas imprtanles aqu na capital. lie
faclu incuniestavel.
(ltanlo as motivo, islo lie, a mpnhili>!a le arel" paia o lilho do Sr. (Jijeiioz opptaneii, he o
qu.i anda hoja e refero, ineamo dpon da corres-
pnr dencia do Sr. Qoeirnt. arrrsrenlando se que da
paite doi chele* do parllo liberal n.lo ae maulan
faz-r propoela alguma ao Sr. QUeiroi TeUea, pon
qn na pusnjilo eilrema em que elle se collocou, era
im itnpnnivel.
lin o que aqui he rnrrento.e que reliro romo nar-
"ai'or. Se o Sr. Queirot eativeese na capital, nilo
quanla sympalhia evislc em seu peilo para com o
sf 11- eollegas.
Consia-nns que um nutro especlaenlo p-isio-
ril, n 11 ser levado a cen, na quima mi eexla-
feira, no lliealrn de Apollo. O Sr. Sania Rota leudo
formado urna eonipanhla de jovena, editpoado da
pnuros ou nenliiius mei.s |> ira dar-Ibes urna relri-
buirilii -lo sen irabalbo, eoncedea-lhei um especla-
culo em beaeflete. Pol nina feliz lembrantja do Sr.
Sania II u, nlo aporque ooa proporciona ora di-
vertimcnln, como lamben) da neca-dao de se apre-
ciaren! mail os lalemos, qoe enlre estas jovens des-
ponlam.
llanlein efleMoaram a Iroca de quarlel o ha-
lalMo olase de influan;, e corp de polica ; pas-
an loesle para o aallgo quarlel do Paraiio, e aquelle
para a fui (lea das Cinco Ponas.
O vapor hamburgus Tetilnnia. Tindo dos
porlos do aul, Irooie a seu bordo os eguintcs pssta-
geiros :
Para esta provincia.
Viclor D. (johOHlves, J0S0 Caetaoo dos Santos,
coi.ieslana crlamente ; porque veria que nao faro Thomai TeUeira Baaloa, Theophilo Alejandre de
raais do q..e repetir o qu* aqu he n->iiri 1.
Na caria que llie teres) honlein fallei do alio
pri'0 dos viveres e eneros de pnmeira necesanla-
de. A curio.ida nu.riu.amento desl-s precu, segundo um termo me-
dio das ven las que se lem d-.do : e boje me manda-
ran! nina tabella comparativa ntreos presos de 1N">2
e ISY7.
Como muita enllj estar' a esta hora fazendo seus
ni t; nn-ntns pera cunsignar mecadas a seus filbus.que
ao er minar das feria lem oe vir para S. Paulo, por
isso lini.r,, ni- le Irie enviar e qut vale a pena, publique-a ; se julgar de" pouca
1110 iti 111 >strea-a a ahuiu amiga que esleja por ven-
tura as eircums(aucia< a que alludi.
{Carla particular.)
[Jornal do Commercio do Rio.'
CORRESVOXDKXCIA IX) DIARIO DE
i'i.it\A.Mi;L<;(>.
SAN BORJA20 de dezembro de 1856.
t'ou ocrupaE seu jornal com a narrativa de um
farto recenlemenle oceurri lo tiesta fronleira, e que
ten bastante inlljido em alguna nimos timoratos.
lio dia 16 do corrente mez, anmvers.irio do jura-
mento a ronsliiuic,ao politics da confelorar.aoargeu-
tio.i, paaaaraaa desla Cro-iteira para a pnvoacao do
Foimigueiro da piovincia de Coriienlea, vanos in-
div luos convidados pelo major Lino Martina! com-
maidante daquelle ponto, que enlendeu dever so-
leo iiisar aquelle da tan charo ao seu paiz; e psra
maior concurrencia convidou algumas paaaoea ro-i-
denles no Brasil, que la foram, sendo entre Hl.- o
de egado de polica dme lermo Manuel Coelho de
Soiiza e alsons aolsiadoa lo segundo regtmeuto le
cavallaria de I nb<. U duerllmenlo para osles con-
aislio no jogo de carus, e logo oriuiuou-se Hia qaea.
l'i enlre um soldado desse regioaenle cnoi o capillo
Vnlasque (eurrienlino; e esle pr-nde o lal sollado
que por ordem .10 major Martnez foi remetli.lo para
ve la lo do Uruguay, e continoju a resallo e verlimnilo na melhor liarmnuia al meia-noite, rm
qie alli se achoo de novo o tal saldado com inais
dous armailoa, e ai-astinaram de um tiro de pistola
au commandanta Marlmez, e l'eriram tun soldado
co Tteulino, viudo por 1 i: 11 a seicm piesos, depois de
po'liosa lula, em que Ucea bastante motilado o ca-
ber.a do molim.que atirou no commandanlocorrien-
tino, e no seguime dia eipirou preso a qualro e*-
lai as.
A mone do major Msrtinez tem sido gerulmenle
seniida, porque ero ho.nin b'mquislu dos Braailei-
roi desla fronleira. que sempre. for*m por elle bem
al endidos em seus justos reclamos, nlem disso sein-
pie recusuu asylo aos escravos que .laqni lugiam,
quaudo eui antecessores fanam isso o.|en(a\lo e
al? mandavam emissarios sedoztr escravos dos mo-
r llores de-ta fronleira. Os demais soldados eslflo re-
c. Ihidos a cadea desla villa e vflo ser militarmente
p'ocessado-. Nao fuue, porm, impune o deleixo do
cummondaiile que consents e lolerava os seus sol-
dados alirapas-aiido os limites da frunleira cunlra
todos os .leveres. que Ihe impe o coude da I.ippe e
as novas ordnanos.
Na manilla argala da oceurrencia, de que falla,
cheanu a e-la fr uleir p-ra inspec'i.innr a respec-
tiva uarnicio o 2'iieral Fr.ncis.-o Pelii da l'unseca
I*, retrn Pinto, coinmandanlc geral las brigadas e
frinleirai desta provincia, e boje pela oaanllla te-
guio para ilaqoi e Uruguaianna.
Paria, M. Ranselaut, I.. K. de M. t'.svalcaut
Segueni para o norle.
Virlorino de Aimeida Ribeiro, Amonio Orreia
le Hendon;a Bilancourl, Eduardo Plumb, W.
Rogara.
Hospital de caridade.S de fevereiro.T:j do-
enles.
974 idem.
Al amnnli'.a.
REPABTICAO DA POLICA.
Occnrreociat do dia 9 de fevereiro.
Foram presos : pelo juiz de direlu do erime,
l-rancisco Marlanno de-Suusa, para rerrula.
Pela aubdelegac^, da freguezia de S. Jos, o
pnrtuguez l.oiz Barbosa, para averiuacOes em cr-
me de furlo.
Pela sebdelecacia da freguezia da Boa-Vista, o
preto es.ravo Lua, por fgido.
E pelo jnizo de paz do segundo districlo da fre-
guszia da Bia-Vista. Mara Francisca do Rosario,
por nao haver cumprido com os devares de fei de-
poailaria.
3>tstt> m ptmtm'buzo.
le Feruaudo, o coro-
PAGt/l4&VULSa.'
Por occasiflo da segunda novena do Senhor
I oiu-Jesusdos Affliclos, um vela pendeodo para os
v dantes du allar-nior, leu logar a incendiar-se Inda
aimafao du raesmo aliar: felizmeol, aro ndo em
liinpu o incendio, las horas depon conlinuava o
amo, o qual lerminoo sem inais loeideoie algum.
Alguos episodius inleressaiiles liverem logar uc-se
fl 'Menlo.
Pedimos ao procurador do prnprietario do so-
bado incendiado d.i alerr.i da Boa-Vala, mande
1'(lar a bati a biqueira da cornija, que prestes a
v r abiiio, pode ofiender a al, uem, que nao lenha
a menor rulpa que ella eneja, aoaliu.
Ha eertoi tandya, qon aateotaai, de si para s,
que o lugar mais proprio que leem para render
galsnleios e finezas aos ubjcctns dos seussuspi-
los erdade, que o lugar mal adoptado para corlo
lesrespeadores dos lugares santos, s.lo certas gra-
dee maia opoelicas e Blo 13o respeiladas ; se o ne-
gocio he de grades, grades por gradan, na detengo
l imbem tem grades ; la por i.so nlo !...
Ficam sem o menor efTeilo a nou. anonvmas,
que nos enviaran), a respeilo da. vida privada lo
Sr. e do seu modo de viver; quem quer acontar
cimpra, ou aluga pusies; por ora si e.i..iiius dis-
pastos a carrejar com os nussos peccados ; sejl bu le
emis>ario, quem bode emi-sano fnr.
He misierque a polica prohib as darinnlas so-
bre os bancos da ponte e do caes-boy er. Ha esprte-
la de -quemo tem casa e cama an lar durmilo na
ua ao relenlo, eipo-lu a alguma tentada de cao.
Pedimos a aoluridade competente, que mande
por um soldado dispersar um bando de dissolulas
uins, qoeeuco-ladas ,u pelas portas das boticas
1 na Ba-Vista', ao peaa portas das rasa, discuten)
"caudalosamente sebre grandes iheses de diversos
Iratados.das ribeiras e eslriiiaria.: essas di-sulutas
.lesgraradainenle euconlram amia quem ria-se e
1 pplau la suas obscenidades; no entretanto pedi-
mos 1 iiiiii..in aos seohores lessas preludias, se ainer-
(iem da moran 1,1 le publica.
Cmsia-nos que oin gaialo excitando com In-
coes um ceno mendigo, levara urna formidavel ca-
ceta 'a: eousas de cgo !!!
Consla-no< que a fe'lividade do Senhor Boni-
. esas dis Ainiclo'. nos Remedios, s?r domingo, e
que est. com a devilla pompa.
Pela lercelra e ullima vez Ihe pedimos, Sr. I.o-
/elaco, deiie e-sa porllo, e'sse muro, esse* siluis
.las Anatas bellas......leixe-a em pazo v.i-je com
Dea*, pelo amor de Dens.e ora Dos!...
E u prosador das (jnro-P.uilas'.' Ko audarioso
la ra Imperial? Oh .' que nlo bao de tr um liin
suas lesbone-lidailc- ?
I.linn -mos a alienen 1 dos fis?aes respectivos pa-
ra a. nussas ribeiras: dueni-no- que qualqoer urna
'ellas he peior a respeitu de Irali aicia-.
A companliia pastoril do Sr. Sania Rosa foi
ilevidameiile appljii ida qd p
O vapor hamburguez < Teulooia Irooxe-nos
jornaes do Rio ale 1, e da Babia ale 7 do cor-
rele.
Por decretos le l'l do passado tveram merc da
serventia vitalicia dul offiros de
Escrivln privativo do jury e execujes criminaes
do termo de Sabara, em Mina' Geraes, Felicio Au-
gusto Cesar ;
dem. dem do lermo He Sania l.uza, na dila
provinca, Braz Manoel Teixaira Lomba ;
dem, dem do i-rmo ia Campauha, dito, o eecri-
vao dos orpbaos Jola Possidooiu dos Res.
Foi concedida, por decreto ls S3 do ni.....n mez,
a Daaiogoa Jos Vieira, a demisalo que pedio do
lugar de cininan lame superior da guarda nacional
do municipio re llapelininga, da provincia de S.
Paulo.
Koram nomeados por deerMo da mesma dala :
Ten-nle-eiironel commandante do balllhlo n. 10
la guarda Daetonal da provincia lo Rio tiran le do
Norle. Manuel Machado de Sania Anua;
Dito, sillo do I li iial'i.i-i de reseiva da guarda na-
cional da provincia de Sergipe, Manoel Diniz Villas
Boas.
Ommandanle do presidio
nel Autoniu tiomes Leal.
PIa decrelo n. 1863, da reparlii.io da Justina, da
17 do pa'sado, fu separado o lermo de Hagc, ,,u de
Niclheroy, e cralo nelle o luaar d juiz muincipul,
que accumulara as fuuccfies de joii deurpblos.
Foram nomeados :
Secretario da provincia le Coyaz, o Sr. Francisco
Ferreira dos Sanios Azevedo.
ilo de S. Paulo, Dr, J,.ao Carlos da Silva
Telles.
A alfandega da curie ren leu, no mez passado,
1.759:97l.HS:il rs. O consulado 272:7S0c:)94.
. Em M.uas-Ceiaes, no termo da villa de Passoa,
fui assassinailo no dia l( da dezambra proximu pa-
sado, Antonio Joaqiim de Suuza por Isu cenro Jos
t'ieneoso dos Samo-. E'le mesmo ataaaaino, no da
iminedial", ferio gravemente com um tiro alise
Cimillo, filiar, do fazeudeir. C.millo Aolonifi Pe-
rera le Cartalho, sen proleelor. Qoe fra !
llavia fallecido aacidada .la Campauha, o roro-
n>l reformado de primelra inba, Jeaquun Jos de
Souia Luna com Sfaiuiosdeidad.
X assemb provincial do Rio tiran le do Snl
conlinuava em -ens Irabalhoe. Acb..va-se dividida
em Iros srupos que representamos partido* da ea-
p"i'i.
Po reformado o recnlamenlo do porto, dispen-
sando oa apures de nave licial, que eslavam sujeil *, e da ubiigaran do
passaporle os estrangeiros e escravos que Irauapar-
lassem.
I.e-se no Carrito Mercantil :
< Suicidou-ae anle-hontem, 27 Janeiro alirandn-
seaomar.iima moca francea,residente na ra da A-
.... 11.. .1. (, L *
pelo mbral Pernambutano ao presidente de*ia
proviocia, qur anles, quc depois la eleiclo de *e-
lembro, e mesmo naa veaperaa de 2 I- n ivembro de
1856, 1 lan lo oju ilqu-'r bomem le mediana inlelli-
gencia podin 111.11 bem prever o re til 1 iu da eleiclo
da Jeputadoa a'assembla sural. E isio Azaraos i3j
Mmente para fazer patente a sem razl ., a iocnlie-
rancia das banaes aceuac,Oe< failaa a Rcgenelarito,
porio.er llgeiros elogios au pre-i lenle la provincia;
a dateme* que se censura mereca n red fulha, de tnaior era credor o do /.ilieral Peritambu-
cano.
Nessa artiga lamben! avenluraii). s a prnpo-iiao
que por h iora do p rtido praieiro e 1 is linos da h--
roica provincia de Pernaiubuco, cmiviuba que o Li-
beral deaapparrcesse da arena poltica por oem ou'
por mal, ido b-, que o parli 11 por humo .le nina con-
cillaran, pelos meios amigareis deveria abrigar a
esas grupo a calar aasa foliia, a escever ootra qoe
advusasse a sua causa, ,- nao ns mlere*s?s de seus
redactores, on do caso de repulsa .le.ie meios, obri-
ga-ln ao silencio por uniros, repellind .-o do seu
eio, e laslenlando oulra f >lli.i, a fegeiuraro, ver-
bi gralia.
Maso relaclor do Liberal, que por andar aos
porros, em loda a parte Ihe roiicnii, ou como meni-
no ni,ilcrradn, a cada paeso v levantar-se a tablea
para o coiiter, griiou logo, o presidente corapioo
I um praieiro, e manda-no* am-a.-ir com espanra-
ineolo. ni quebramenlu da lypographia. Eugsnou-
se, a Irira nao prrata, ja est molla eauliecid*:
praieiro bom nai pe/1 na i.ri ile praitiro impro-
citaio, praitiro calacalo, praitiro rfoa occa*oet.
Prole-lo contra e-la proposica 1. Irepiilo-a, por ca-
ber smante au carcter daquellei que em 19 quife-
ram vender o parlido praieiro ao finado marque* de
Paran, enlao presidente de-la provincia, o papel
le baxos e vis instrumentos.
Nao tenlio n menor contacto rom a presidencia
para della receher in ter se presla ao manejo le que lala o Ubcral de
boje.
a>s minhas rellex-'s na se podem pestar as ma-
lignas inlerpretacdej du redactor do Liberal, qu
para roii-e^iirr >uus fina, nlo s- paja d -lesctr ai
a mentira e a calumnia. Como liberal de confio
nao seria capaz de aconselliar que s._. fizaste calar
urna f.dha, que so diz poltica, praticando s-> urna
violen m a seus redactores, violandoae a lili>r.lade
da imprensa, muilo embora e-a fulha comprometa
a causa que advoga e aville os brias da provincia. O
partido praieiro osaberu' conler, iodapendenle da
intei \ jnr 1 1 do poder.
Vm Liberal mmlerailo.
I>. I.iura Lupes ('. nlra da Silva.
II. A lelaide Coellm da Silva.
. Joaquina Ferreira ie Auuiar.
('. ni a iostiir.'i 1 do j I i do arl. !> cap. 2." la lei
de 7 de man de 1832, respondo aos arns e erlnna-
nhas, como liz Lu/. Jos M irques un Diarii de i;
do crtenle ib. Vinle por cenlo .le agurdeme con-
sumida na provinvia, Picando itenloi desde ja os de-
poailo* e fabricas e o u I i do arl. :(!) da lei de 17
de mato de HVi, amplia.ido aquellas disposicoal diz
Ib. Vinle por cenia da aguar lenle consumida na
provincia, tirando ilenloi os deposdos e fabricas,
qoe pro lurirein e^le genero ou
garem romo malcra prima, sen lo a ullima dis
poelfl. extensiva ao* annos anteriores, tican-lo
o preai lente la provincia aulorisado a dar um rego-
la ment para arrees laclo desle imposto. Logn.be
manifest, que esle reulainento de 9 de dezembro
do mesmo auno de IS'i.t
dispiisices ; porque coiiiu so
he le, e eslas pnleni e levein ser revugsdas por
oulras ; e pira mail de uina vez, licar Luiz Jos
Marques cerlo de que, nlo por eala raiu pode sol-
dara sua quebradeira, recorra a Ib-siur.iria provin-
cial, e ah achara, que no principie do anuo passado.
111 pouco anles, fu re-lilui.lo ao re.p-.ndenle 2S03
rs que pigm anl-riorin-nle de par canto, pelo beneficio du S I la segunda le ci-
tada, ule obstante o regul imeuto a que se soccorre.
Recite 9de fevereiro de 187.
Joai/uim Lobato Ferreira.
sent e publicar pelo Diario -Spprotnria da .
1 ln'soiifii 1.1 provincial l Pernnmbuco, ti do
fnvereiro s 1 < 1857,o secretario, Atiiuni'i Fer-
reira la i\nilUOCiar;3o.
3DtJ Correio eral.
':
:'V.
ilos,
Sr*. redacloret. Seriamos rabremaneira irreeo-
nheeida, se deiaaaaemoa de aaradecei ao multo ilius-
ire acadmico Dr. em medeeina. os epilhetoa lison-
geiros com que nos Iralou, a m-m e ininfias unais,
que dirigimos 0 eollegio la Cune.1; .lo. na cuiresp.11-
dencia incerla no Diario u. 30 de 7 do corrente
fevereiro. N.'u nos consideramos na altura em que
nos collocou aquelle senhor, cuja nimia civilidade
nos fez ailribnr qualidadea, que ambicionamos,
porem, que nao pa-suiinus. Deaejamos preeneher
nem quaulo le ns se .1 ve e-perar, no qoe eremos
nos fazein luslija todas as peasoaa, que nos eoDaram
suas futas.; e a-suu ubran lo rumprunos os deveres,
que no- impozemus, pelo que uenlium encomio uos
be devido.
Digne-seo muiln illoslre Dr. aceitar a conftalo de
00..0 agraJecimenlo, respeilo e cuusideraclo.
Esperamos que us senhores re tactores, ae diuntm
inserir no ao acreditado Diario estes seulime
que alimenta so.i muito'allencio*Vlc.
Emilia FautU Atona da Cuta.
Collegio da Couceicao 9 de fcveieiro de 1857.
Sr$. redactores.Obleado do Exm. Sr. presiden-
te da Provincia, o despacho que obtive, e qu liz pu-
blicara respeilo dos esclsr^cimenlos que sollicile
aceita da agurdenle, ou de corras coufeices dalla,
que algiimas fabeica. e depasilos ven lem a relalho
e pelo muido, pretenda nada inais dizer pelos jor-
naes, porque o rest-i guardava para o foro conlen-
coso, un le lenho de fazer valer o meu direiln de ar-
remelante. Eniretaniu, nina correspondencia pe-
quena, porm pieante, do Sr. Jos Joaquina de Lima
Baiiau, publicado no Diario de 7 do crrenle, em
que protesta n.l.> vendeaSau-ir lente. eaueslar por
isso sugeilo a respectiva cunlrliuu.a 1, e em que con-
clue pur aflinnar. que a seu respeilo fallei eu a ver-
dade, illudiiiJoau Etin. Sr. presidente, em meu :
requcruienlo, obriga-me a ceder ao meu proposito,
para dizer ao Sr Bairl onieamente, que se fallci a
verdade, foi Armado em tuai palavra/>, e em docu-
meuius de seu proprio patullo : em 1
porque nos autoi de p-nhara eaeenlivi
niiei coulia o S.. A11I1111 o Ferreira L
le cobrar o imposte .la agu.r lente, 1
poimeplo do Si. IIii.i.i. em que allirma le vendido
raaa meama agurdenle, que r.z objeclu la qu-s-
13o, e em docum nlo- de se 1 puoli porque nos au-
tos de igual qoesllu. |ua eiieammliei CuulraoSr.
Antonio Piulo do Magaihles, -\ -i- urna caria do
Sr. Il.ura-i, aaseverando a
Porlanto, li ine o Sr. I!
r-RACA 1)0 RIC1IKI0DE FEVEREIRO AS
:l HORAS DA TARDE.
Colarnos odlciaes.
Cauros seceos salgados320 rs. por libra.
Descont de letlracS IjJ ao nno.
Cambio subre Londres2i d. 60 d|v. e 90 d(v.
-'rederico /fuAilliard,presidente
P. II irges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 I. (II d. v.
t Paria, .lili a 341 r.. por fr.
- Lisboa, 95 por :, de premio.
1 Rio le J.mei o, 2 por 0|fl de descont.
Acedes do Banco, O a ia de premio,
o a compauhia de Beberibe 049OOO.
k a eompauhia Per.-umbucana ao par.
l'lilidade Publica, .10 purceutoda premio.
( a liiueiniiisudura. 52 dem,
. a la esin.la de ferro 20 por 0|o do prem o
Hisronto de letlrat, de 8 a 10.
Dilo do banco8 a 10.
(juro.Oncea hespanhulis. .
Moeda de 69)00 velhas
69100 0UV9S
a a IcuiJO. .
Prata.Palaces brasileiros. .
Pesos eolumnari s. .
a mexicauus. .

Utencao.
i'i
.


1
ALFAMlEtiA.
Kendimcnlo do da I a 9. .
Mam do da 10. .... ,
Oaiearregam koft II de frverciro.
Galera inelaaaGenevievefizendas e manteiga.
Barca inglezaMidasbaealho.
Brigoe inglezIjreclanidem.
Hrigoe inglez Reindeeri lem.
Rrigue inglezK-lpieideo.
Brigue sardoDiiiiularinha, alhos e maaus,
Barca franceza liu-lavem*rca lorias.
Palbabule portoguezCoincidenciavinho, bala-
las e toucinhn.
Brigue hraaileiraFirmaaban o barricas va.ias.
-ONMil.AHU tiKRVL.
Rendimento du da la. .
Idem do da 10. ......
UIYER5AS PROVINCIA.
Rendiinenlo do da I a9.....
I lem do dil 10.....
lusa piiavras
. pie encami-
nia, ura del-
sle o le-
me Paulina Dubois.
Eis o que nos commonicon sobre o f^clo pes-oa
fidedigna.
Mlle. Paulina casara no Rn de Janeiro, ha dn-
" taatsej rain um rraoeei de nema Dubata, que li-
uba um curluine em S. Cbrislovlo.
Dubois fez forlona.e reiirou--e para Franca con,
sua mulber.
La viveram largamnl, gastsodo renda e ca-
pilal ; algumss tapeculncfiea mal snceedidaa, ten-
tadas para reliaver a fortuna perdida, complelaram I
a ruina.
< Muie. Dnbeis regresmu ha oilo mezes para o |
Rio de Jamuro, e esiahelecen, para vivar, urna I
pequea loja de modista na roa de S. Jos. No
lim de pouco lempo. Mine. Habis leve de chamar
as seus credures. Feelioa o eslobelertmeul e lu
murar na' ra da Ajoda, em casa de Mine. Co-
chaid.
a Anta-liootein Mine. Dubois sabio de casa de
maubaa, lomou mu bula e dlrigio-se para a forlale-
zajle S. Juilo^undc reside urna pesaos de seuruube-
ciinenlo.
" Chegada ahi, despedio o lile. Pouco lempo de-
peis, a prelexlo de pstelo, foi para a ponle de em-
barque e desembarque da fortaleza, e, no m en-
lo em que ningoeui a observan, atiron-te au mar.
Bem que pruniplainente sucorrida, fui immssivel
salve-la.
a O eorpo, rerolhido algomai horas ilepois, fui
transportado henletn para a Misericordia-
sama. Dubois eslava ele^anlemenle vestida, a
O Sr. in.|>r.i|or-g.ral inieriuo da raixa da
emotlisacao mandn publicar o seguale edital a
respeilo da lalsilcacao das notas de 20-da quarla
estampa :
Emcu-nprimento do aviso que me foi espedido
pela secretaria de estado dos negocios da f./tn la
com dala de 27 do Brrenla, facj publico nos peri-
dicos da corle as difTeiencas m ns noLaveis, que fo-
ram encontradas pelos peritos desla repulirlo nn
exams a qu prnrederam subte a ola falsa de 21-
da quarta estampa, serie A, n. 5661, appreliendnla
na provincia da Babia, e lie assegu ules ; o papel ds
nula falsa he mallo mal fino > Iriguero ; a pon.,
da fouce que lem a primelra figura na man dlreits
nao lora m curva de.se braco, quandona vcrda-iei-
ra tem a pona bem ligada a elle ; o p itireiU d.->-
sa niesina li.iira be mal ex. rulado ; enlre o braca
lireilo e o r0rp 1 da figura central existe as verda-
deiras om pequeuo qaad/ado em hranen. quaulo
lias falsas lio sobr-
ina cousa.
pieoSr. .i.a 1 ilion I ., que eu ami-
M mullo re-paia.lor ua verdade, nunca 1111..I0, e
em nlo. b. .lu |,> crediln ,s palavras daqqelles,
que me parecern nao daverrin mentir contra seus jn-
leressc.
Recite 10 li
Lui;. ./use Maraucs.
fevereiro de IKYT.
*$ubtac0t& 0 p< >&0.
RelaQi.0 ilas cartas seguras, vindas ilo
sul polo vapor bamburgifrU Theutonia, paia
que empie-ios senhorus abaixo I-clara.Lis :
Alexaniliina Francisca de Paula Cavalcanti
do Al hu] uertitie.
Domingos de Luna Veiga.
l'eiisberU) Jeronymo 1 oelho.
iho pule alterar aquellas 'liJora ^tHiorinha Lopes
<6e, regula.nentu nao | l-lllz ,08B de_Souza.
Pedro Mari ni.
Relai ao das cartas seguras cxisterites nn
admiiiistracfk) lo correio, pata os senhores
abaixo oc arados :
Anlonio Concalves Ferreira.
Antonio da Cela 110 de i astro.
francisco Maciel da Silva.
Jtistiin l.ins Maullado
Joaquiai Augusto de Siqueira Lima.
ioio Antonio da Piedadc.
Josepha Joaquina de Vasconcellos.
Jos 'orr-ia dos Santos.
Jos Manoel de FreitasJerumnha.
Jos de Vasconcellos Menezes de Drunimond.
Lino Jos tie Castro e Araujo.
Luiz Jos de Sutiza.
MarcaJ Lopes de Siqueira.
Mareeltno de souza Lima i .
Manoel Jos Ribeiro Cavalcanti Lima.
Francjsco Ignacio dos "-aillos.
>ebasliao Arruda.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, fiscal da
fregae/.ia le Santo Antonio, do termo da
cidatle do Rcie etc.
Fuco publico para contieciuionto le quem
intcn-ssar, a dispoicSo do artigo abaixo
transcripto.
Posturas de 30 de junlio d? 180.
Titulo 9.
Art. 1.To.la ap!S>oi que sem l-cenca da
cmara municipal lepositar as roas o oi)-
Iros lugares publicos do sen termo, qual-
qaor objecto que embarace o transito pu-
blico, sera mullido em 2,000 rs. por cada
objecto, quesera removiilo a sua cusa para
o lugar'que pelo liscal for designado, salvo
os objecios mercanlis desembarcados e sa-
ludos da altan lega, ou os que tiverem de ser
embarcadose que lorem volumosos, devendo
ser recolhidos iramedialaiii -le.
t para que nao apparetja quem ainda ig-
nore lato termioanle disposicao, lavrel o
presente quesera publicado polo Diario.
Fiscal i sai; i o da livgue/.ia de Saolo Antonio
o Recife. 10 de fevereiro, de 1857.0 liscal,
.Manoel Joaqun) da Silva Ribeiro. 1
CONsELHO ADMINISTRATIVO.
0 conseibo adinituslralivo lem de comprar
o segu ole :
Para a obra do Hospital Rogimental.
Vid ros pequenos para vidraias 7Hii, laboas
de cedro Ue assoaltio duzias 2, dilas de ama-
relio dito duza 1, tijolos de alvenaiia mi-
Ibeiros 2.
Quem qui/er vender,apresente as suas pro-
postas em carias lechadas na secretaria do
conseibo as l boras ilo dia 13 do coiieule
mez.
Sala das scsses do cooselho administra-
tivo para toruecimeiiiD no arsenal de guerra
6 le fevereiro de l857.-Atilonio Comes Leal,
coronel presidente interino.--liernardo Pe-
reira do Carino Jnior. VOgal e secretario.
.'.DVKit 11:\1.1 v.
t) procurador da cmara municipal desla
cidadeuviia a todos os .-enbores ilouos de
estabelrcimento* sujetlos ao imposto anuual
le 2# e 4.' 00, que o prazo para o pagamen-
to i-riiicipiou no 1. Jo correrle, e Ituda-sc
no Ultimo du ruarlo proximu futuro, e pre-
vine aos mesmos senlibres que n3o se guar-
dom para os ltimos lias, por nfioser possi-
vel aviarem-se lodos a um lempo.
~ Pela siibdelt'gat-ia da feguezia de S.
Jos foi recolliido a deposito um cavailo, que
loi encomiado na rui sem dono, no da 6
do crreme : quem liver diroito a elle, pro-
ve-o, que Ihe sera entregue. Recife, 9 de
fevereiro de 1857. Accin, subdelegado sup-
plente.
aS
reetsa-se saber se existe alguma fami-
lia de .lose Manoel da Costa, que Ini tlo notermo da villa de Santo Antonio
dejaraitliuns, rerruezia do Senlior Bom-
.li-Mis ">U^- Remedios, em PaneJIaa de Mi-
\randa, siTosOU lazendi de Jundia'; J>-
\Hu lilliot de rwt"'"* Francisco Mtinuel da
Silv~i. Anua MaraiJcJesu*, Joaquina .Ma-
jo !
O vp^r IGUARASSIT acl
P"i les do nnrle aie a Urania, -
luba, Natal, Assi, Aracaly, Cear
ns qu.ie saliira as huras da tar.l.
reme ; o expediente para a carga e fechan
huras da larde do dia I2e para pataagens as
la sabido.
Par Lisboa
segu coro brevidade a barca portugueza
E.MPREZA, por ter parte da carga promp-
la : para o resto, trata-secom os consig-
natario! N'ovaesA ('.., ra do Trapiche n.
o-, primeiro andar.
ara o Ilio de
Janeiro
288 288500
. 1li:*HKJ
. 1l>;OU0
. 93000
. 2? '00
. -2-3000
1 Ct>t0
117:SS2-li02
17 2ti:.;207
1:i:.:l.i:i-s'J!i
51:6861621
5:6129140
7.-298S76I
:l:7ll.;il7
I8'J;H7
3:90lJOtM
eo, e aspirara por im- '.''," '.......'" -"";P,': ?""l"'lo- reparliniwilo d n
vos espectculos. que snuueram avaliaru ',! bel"" "-ura I,
arli.slicn de algumas joven, qoe della faiem parle.
Se os Srs. inspectores de -)-i ri i i n qui/.-ssem.
bem pudiam fa/.er a lib-rdade, e huauaida le um
eivijo, alias unporlanlisimo. Consta-nos que lia
ca ras nrphaas da epidemia, qoe eslo em servieo ac-
liv.i de escravas. recebendn quanta rasla lia di se-
Vicias e hu*tilks(6as. Seus -emiJ-.s nlo clieaam
il a aulorid llos ; ouvimos su dizer, que soffrem. e isto basta
para pedirmns que baja o maior cuidado posiivel
em facer libertar essaa infelizes.
C.insla-nusque o edilicio destinado em Olinda
para academia, vai servir de recullumento as or-
pbSas: excellente medida, se fnr avaole.
il vapur de guerra Mage, enirado anle-boulem
da Babia, ronduiiii a seu burdo a ala esquerda do
balallido n. 7o le fuialeiru*. tralas esaudnsas recor-
SOSes ileixnu nesa provincia a ofli-ialidade de que
se eompoe esle balalli.lo. He maia a reforjo que
leve anease guarniese. Daos queira seja atura alli-
viada a guarda nacional.
O Sr. Slef.uio Scapiui, biixo prufundo alisoln-
le, que lasa brilhad i eos prinepaes Ibcalros da Eu-
ropa, c qu- tanto furor hl. ua Baha e Bu-nos-Av-
re-. vem, seaunelo indicias cerlas, [a/.er-m- parli-
Ihar leuaes sali.iar,-,. Sera grande prater para
ns dislincl.is diletlajitis desla capital, a vm la dele
arlitla, a quem se pie nr-cede urna Tama enlraor-
.linaria. A sua v iir..ru,ia, exlensa e admiravel-
ineule brme, lem-llie felo adquirir ns mais p.-mpu-
s..s iiii.l.iseiii tn.la a pane, on,|e lem cantado, ns
.i apellidara de Alina jran le opera onda briba esle
ba.xndeuina iiianeir. e.p,i, ,llri de rerda.
deiro re. dos Huno, alguese uranda Sacharla da
pera dabucod-.niisor e assim mullos ii.ai......undo
,,. papis qQn arenla, f) rerlo be que aquell- que
uiivir a Amia pe.. .Sr. .* pmi. Reara neravilhane,
cernodisseramediremBuenoa-Avtea: < heuniais
veida ieim AUila qoe hollamos vi-n. Desdeaua
primeia apparifAo em -rene,que fui no Memplar e
rieroee iheslro /e//a Stala, em Jlilo, esle cande
arl sla senipi.- rollieu Hson^piras uvares e nnni-n.
eos loiro. lira de esperar que esle dlnn arlisla
rao se olviilass* des
a provincia, qua lamhem sabe
quasl inpereeplivel ua ser-
iladeira uola.eo quaulo que na lal-a aprsenla urna
Viaivel separa;an. t) sntulir lado em ger.l de lodo u
emblema be man carregadu na- fai-as j ,,, eligo des-
sa emblema, por balsa das figuras d.i centro e a ul-
lima, existe na ver.ia.leira algumas pedral sullas (o
que paiece e as falsas nada caolem ; a rama a
lenle do snaoai em uma las cornaeapiasjanto a li-
gura do ccnlro, as falsas ha subre o Ciunpnio unu-
du a. folhai aoa Krelos.quainla as venia luirs abivm
eslas mesinas ralbas para ns lados, e be maior. A
nuaieraeflo au suarda igualdade na eoUoeacSa d is
algaisinos.-e em geral a nula be repugnante .1 pri-
meira vala, pelo mal acabada desenho. ),...11 -. a
suppusla linna d- Eraolenu Jos de Sonta 1-illia,
quase acha na dita lila, lem alguma semellianca
com a propna.M.C. S. T. Alvim. .
A abertura da assembla prnvincial da liabas fot
adi.da para o l-daseMiibro.
Chegaram, pro.e-leules desle pnrlo:
A.i Rio, a 27. n bri,ue Ingles C. T. Sul ton ; a S,
a barra sarda .\-,,ti,,w a barca Tl.ercza I. e o bri-
gue .l/'irio Latn.
A Rabia.a :j| | pastado, brigue ingle lenut,
o paladn male \or Crifo, e .. lugre b-lga!
Orn, ja 4 do corrente, .. brigue ingle/. Herald ;
e a b ii li ale Dntn .iminitn.
babiram para esle porte :
l)a Rio, a 2.l do pascado, o brigue sueco Juno, e a
polaca /.el ,sa II.
Da Rabia, a I do crrenle, a sumaca llm-lencia ;
e a ."), a barca porlugueza Hemvinda.
Acharara-te a carga para esle porto ;
No Itio, barca Theresa I.
iva lialna, u luale O01
peronea.
O vapor Guanabara exia sahir no da 10 as 10
huras da maubaa.
O Fraite-Comtoit no da 5 as 8 horas da ma-
nhaa.
liuigos, e o patacho Es-
aeoHierc galardoar o merilo, e por qpnseguinle mili,
lo Iba agradecemos sua resoluc.au, lomada eipressa-
meule para vu-nns dar um cooccrlo. Que seja fe-
l un sua tiesta.
O vapor Tcutonia, enirado mnlem dos por-
tes do sol, conduriu a seo bordo da Baha n eximio
artista n Sr. Jota Cartee dos Sanios, Ao saltar no
caes du arsenal de marinas, urna bella goleta le fn-
. f-n 1 os are, sendo rerehi lo pelos seus collega,
nlo so desla provincia, romo pelos que vicraui rnn-
IralMos por i-lle ,|., R|o. \ c|,(l
el, ihii.i eolri galul 1 1 .1 soltada
m. is i'x" 11111.1 linra a banda de musir du eorpo de
pnliris. Diverso! bria les lornm feilns pelo Sr. Joan
t.aelann dos Sanios, enlre os quaes priiraram aos ar-
tistas dram meu- |.nrn.inii.iii-.in.... h aus nieslres de
msica, que all se acharara, t) Sr. Sania Rosa, pre-
parando urna lal receptao, ico^rou ainda ama vi/.
-.r a sua resideo-
loeando uepois p
Sniores redactores: A*mentira e a enlriga
ao ns armas l'avorila do Ltb'rat l'ernambucano :
Ho ha dia un qual un lance BSO de aleivoia"s par..
intrigar o* memhros do parlido, einm especialida-
Se aquellos, qoe indignados evanl.im a voi cun-
lra as-as i...i;r,(,i.,.. e maldaJes.
A vlrtode, o patriotismo, a probdade, a houra-
dei e a firmeza de carcter fogiram do ronp de
lodos os prair.ro. que al.....imam a poltica dn Libe-
ral, e ara-lidiar 111 se no pello dns mi-mbros da re-
riaccao dessa f.dlia: aeieepcSo dalles e daqoetles
qu- ibes tervem de salellles, todos ns uniros so
ealabaresvis escravavendidos ao governoins-
irumenli da presi Inicia ;,rainros degenetadns.
I.ev .do .... ,,;,, iig^jaj, r,., m.neira desabr- I
da, e permilta-se-me a eipranSo, infame e desleal
rom que lem sido Irala.l o redactor da flegenera-
CO, peridico que advoga os verda lelros inleresses !
do partido praieiro uesla provincia, redigi a m.l a-
cabaJa correipundeucja qu se le uo Ci'ario de....
do correnle, seguida da |syiiope dos elogios dados
SO/JETO-
Esta Hngoi cruel, essa navallia
<>ue corta e dilacera a I.....r. albeia,
lie qual a robra, que mordaz serneu,
Cojo !>>te lie cerleiro, e nunca falla.
O pai, a rali, os los ataasalhs ;
Os maos acaricia, os bous o lea ;
E. do peilo laucando bilis feia.
Ndo poopa o propria Uens... ludo entovtlbs.
A-'im pisas, Iranquillo, o maldizenle,
Cevanilo o genio .eu na delracco.
Mil injurias cuspiudu em loda a fenle.
IJue vbora feroz 1) ie eaeorpiSo !
Esa liosos fatal, que lano mente,
Nao he lingua de carne, he de carvSa.
Eleirao dos devotos, que ho de festejar
o glorioso Santo Amaro das Salinas, no
anuo de 1858.
Juiz pur eler,ao.
O Illm. Sr. Dr.ilviuo Cavalcanti de Albuquer-
que.
Juiza pur i'l'ie.l...
A Exma. Sra. I). Genoveva Perpetoa I Amorim,
tnulher do l|lm. Sr. Antonio Marques de Amorim.
Juiz pur ilevoeSo.
O Illm. Sr. Dr. Joaquim Atlonio Carneiro da
('.buha Miranda.
Juiz. por devoefle,
A Exilia. Srs, I). Mana do R-go,Gomes, mulber
do Illm. Sr. Aulonio J.sc Gomes doCoireio.
TIlMooreiro.
O Illm. Sr. lenla coronel Josa Candido de
Barros.
EscrivSes pur eleir.li.
t)s Illm. Sr. Di. I.ui. Hbilipped-Souza l.eao.
Adolphode Barros Cavalcanti da
Lacerde.
EscrivSes por desnesc.
OsIllms.'pregadores ria esprlla imperial:
l'adrc mostr f.-ei Joaquim .'o Espirito Santo.
" Uno do Moale Carmello.
Escrivaas por elenau.
A Ex mi. Sras :
I). Mana Thomazia Carvalho da Ufaira, lilha do
Illm. I) Olympta Lino Ribeiro, mulber do Illm. Sr.
Jos Ribeiro Guimaiaes.
EscritSaa por devocito.
As Einn. Sras :
l). Maiimilla Joaquina Vieira de Amorim. ima-
Iher do Illm. Sr. I)r. Jos dos Aojos \ leira deAmo-
nm.
I). Rosa da Cunha Kigueiredi. lilha do Bsm. Sr.
o.in:elheiro Jos Itjnlo da Cuuln e Figueiredo.
^ Procura lores.
| O Illm. Sr. major Jo- Joaquim ,\ Reg Barros.
G'iea-i 1 .1.,..! da Cosa.
Procurador geral,
O Illm. Sr. padre medir frei Jorge de Sulla Ao-
oa l.iicui.
w Juies prnleclnres.
O U|m. Srs:
C- roqel Benlo Jos l.-menh 1 l.ins.
Dtsembaiaador Fram-iiin Su:. 1.1111 domes Ri-
b irn.
Cunmandanle da ruinpauhia de cavallaria Leo-
pollo Augu-lo Ferreira.
CepilAo a 1.1 ni. Bernardo Qoinleiro.
Dr. Joaquim Pires Mchalo l'urlella.
Jaizas prnlecl. ras.
As Eims. Sras:
D Carolina l.ins de Barros, mulber do Illm. Sr.
lenle coronel Jos ('. 111 lidu de llarr .
. Rila Xeflrina l'ae. -le Audiade, mulber do llm.
Sr. De. I.uiz de Carvalb P.es de Audiade.
D. Mana Gosniao do Reg, niullicr .lo Illm. Sr.
major lioOavo Joa do Reg. ,
D. Tlicreza Coelbo, euuliada do Illm. Sr. major
Jos Joaquim do R-go Barros.
Mordomos.
l>< Hlm. Srs,:
Dr. /.efirino de Almeda P nlo.
Dr. Anlunii. de Boozi Cirne Lima.
Dr. Jos Mmele Alves Pendra.
Dr. Sabaaliflo do Rogo lluros de Lacerda.
Dr. Jas Beito da Cuuha e Figneuedu Jnior.
Antonio .los de Oliveira.
Joan Piulo dns Sanios.
M .noel Caelene de Jl leiros.
l'a ne mesire Agosliuho le Lima Cavaleaotl.
' l'elemaco de panza Velho.
CapilS Julo An.........i-, l'.ul.i Rodrigues. ,
Dr. Francisco do Hago Bu rus.
lor nim is.
As F.vir.c. Sras ;
I). Emilia Lemanha l.ins de Sooza.
D. Serapbuia Piulo.
I), t: ui iida Agoaliohn de Bairo-.
1). Auna l.ins Pereira 1o Carmo.
D. Claadius de Souza Carvalho.
I). Josephina Pereira du Carino.
D. Anua Pereira de Furias.
I). Rila Coelho Cintra,
IJ. Constanza Poggi.
DESPACHOS l)!3 EXPORTACAO PblA MESA
DOCDNSUL\Dl) DESTA CIDADE NO DIA
10 BE FEV'ERBIR UE I8.V7.
ParloBarca pirtugoaza S. Manoel II. Manoel
Joaquim Ramos e Silva. 56 cascos mal. 100 taceos
1- icar liran-o.
PnrloBarca portigoexa 'Duarte IV, Billar i\
llliveia, i() s u-.-is assncar liranco e nascavado.
Ubi de "s. MiguelBrigoe portugoez aUliveiraa,
J.ia.i r.ivs'oa Cordeiio, ha pipas agoardeule, 7
cascos m|.
LisboaBarca portoaaeza aGratid5oi>, diveraoa car-
regadores' .vi -anos aasucar branc e mascavado.
Lisboa Brigue porlugnez nf. m-lanle, Tbotnaz
de Aquino Fu.......a 4( Fil o, liceuros salgados.
CaOaJVBrlKue tu Cnmpanhia, (loo saceos assncar niascavadn.
Ma>!.eih narra Iranrezi iCyelope, i\. O. Bieber
& Companhia, 1.900 aaeeaie asauear maseavado.
Boston Male americano alale Relien*, Henrj
l'or-ier \ Compauhia, (ion saceos assoeat masca-
va.ln.
Calb.io do Lima Brigue inglez ul nr.l Harding,
Siiinlers Brolliers 4 Compauhia, 1,300 saceos as-
urar msseavedo,
-hCtBKDOIllA DE RENDAS INTERNAS ti^-
ItA.-s lii PP.RNAMBCO.
Ilendimaiilu.lo da la!).....t:772S{30
dem do dia 10........ 1:6389380
6:1I0;SI0
CONSULADO PROVINCIAL.
Kindimenlo dn da 1 a !l .... 27:.V')1j72l
lem do diell)........ l!:i9i:S2
vai seguir com brevida Je, o bem conhe-
cido brigue FIRMA : para o resto da
car;ja que llie falta, trata-se com os con-
signatarirjs Xovaes & C, rundo Trapiche I
n. ."i, primeiro andar.
Para a IhadeS. Miguel sahe em pou-
ros diaao veleirn patacho poriti!;uP7 Alfre-
do: quem no mesmo quizer carregar ou ir
de passagem, enlotiiia-se cora o> consigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonseca na ra rio Vigario n. 19, andar.
Para li;.-, de Janeiro
segu Com toda brevidade o iirigue brasilei-
ro Almirante ;.js toot parto du earregamen-
to pm opto : para o resto, passagoiros c es-
cravos a l'io'.i-, .ara o que tem excellenles
comino.los, trata-se c. .11 o consignatario
Jo-e Joaquim Das Fernandes.
Para o Riy ve iaueiro,
vai seguir rom brevidaJe o bem conhocido
brigue Dam0o, de primeira marcha, ja tem
alguma caiga prompta ; para 0 resto p.es
cravos a fele, para o que oiroroce lions
cornroodos, trata se com o consignatario
Jos Joaquim Oas Fernandes, ru.i da Cadeia
do uecife.
Para o Porto segu al 18 do corrente
o novo hiigup portuguez Tres Amigos ; re-
cebe carga a frele. e lem excellentes commo-
dos para passageiros: trala-sa cora ocapi-
19o na prnca.oit narui de Apolb n. 20, ar-
mazein de assucsr.
ii;i lo-ij'siis t. Tlierca Minia de Jess
* carca para os *''" ]'*> I* JMJ"'"1 'li'SCjiSidbi'f dos lilllOS
m .-caa pp|a Para- com os nomet4>cma: se :i)|t^('m soubcr
Acarara, para noticias lera" a bondado .1.:'tflpkir-se a
lo da Id do cor- -. !^*v .
M3 na .do liiiDiclii-"'- o, PScnntnrM
Novaos i\ C, ou .iHsjunciar
lARIO.
Antonio Jos Alves le KTJto, de Maeein,
acha-se neala cauital, eesnera >fesposta da
carta que dirigi em outubro do^no pas-
sado ao Sr. Dr Jo3o Florines lijas Btfrelo,
moaiiiir em Goianna .- a faz sciente an Ijes-
'> senhor que apenas llie. osp-ra al o ir*
5 do correnle mez : acha-se na ra do
Queimado n o.
--- Precisa-se fallar com os Srs. Antonio
Pereira da Cantara Lima. Aotonio Jos da
Costa iranio, \,na o Soares Mariz, Adriano
dos Sanios Peres. Bernardina de -ena Rar-
bosa, Cassinnod Mello Castro, Fibppe Bel-
lo Maciel, Francisco de M lio Ltns, Francis-
co America de Oveira : na ru do Queima-
lo. loja n. 10.
-- Compra-se oma casa trra coa com-
modos para familia, na- Ireguezias de Santo
Antonio, S Jos e Ioa-\ista: trata-se na
ra Augusta n 17,
No .Ha 13, :is II horas, na sala das au-
diencias depois de linda a Jo sr. Dr. juiz do
ausentes, se ba de arrematar urna grande ex-
lensto de ierren.), silo na rus Imperial, per-
teneente a heranc*. lo lir.ado Amonio da
rrindade, assim c uno 114 ns de coqueiros :
OS prctendentes (nijem oroenrar o poiteiro.
alim de verem sg liles convem arrematar
lodo ou alguroa parle, e vai a praca a re-
quer meu lo do Dr. procurador liscal da fa-
zenda geral.
Comprarse urna casa em Olinda, em
chaos proprios, preferem-se as ru-s do Va-
radouro, S. Bento. Ribpira, ou S. Pedro Novo,
quem a tiver annuncie para ser procurado.
OlFerece-se um moco de boa coti'lucta
"ara caixeiro de algum escriplorio ou de
cobrancas : quem precisar annuncie.
O abaixo assiguado lesejan lo 'liquidar
o restante das dividas pertMicentes a casa
qne sob sua Arma gyrou, des.le novembro
)p-l8i6at II de agosto de 1851, roga a
pessoas que ainda, ndo saldaran seus dbi-
tos, queiram fze-lo no inais curto esp-r;o
de lempo posaivcl.Ravmundo Carps Leite
\tWt.
"nvts&s
:,;-' K5JH>.
31:052545
baha 7
DE FEVEREIRO.
Cambios.
Londres a 60 diasde villa. 28d.
Parla........ 315 a 350 o fr.
Hamburgo....... 650 B OliO m. b. nom.
I.i.boa ii 98 a 100 por r.
Dobroes liespanhoes 2!I;OIjO a 29200
i. da patria .... 29JOO0 i) 23200
Pecas de ti-s'iOJ velhas. 16.30U0
de ls...... ijouo
Soberanee..... ggsOO H3O00
Palaces brasileiros. ISjOJO IJk96a
Mexicanos 1,-sSo I986U
llespaahoea io.)20 i-j9o
Fretes.
Canal a ord. para n Reino Unido 30 1. a 35 non.
linirc Havre e Hamboreo Os a U nom.
Billico.
Liverpool 30 aa n :l|8 pur libra ale
Londres 110 s. nom.
Hamburso ou Bramen 10 s. a i "i.
Trieste la a. a O.
Havre 011 Uarselha 60 ora.
;/iviaI da llahia.
cear a', haranhao i: PAIIX*.
. Segu com brevidade o pnlhabote Sobr-I ;
recebe carga e passagviros : a tratar com
Caetano .yiiaco da C. M., i,a ra da Cadeia
do Recite 11. 2.
Para a illia de S. Migue!, o brigue por-
tuguez Oliveira, lem promplo quasi lodo o
seu carregamento, e pretende sabir uestes
quinze das : quem pretender carregar ou Ir
de passag.'in, pollera eutender-se com Jolo
'Cavares Cordeiro, na ra da Madre de Dos
n. 36.
Coiupanhia
Lia
teucae.
O agente Borja fara leil'10 quinta lei-
ra, lt lo corrente, as II horas !a manhOa,
era seu armazem na ra do Coll gio n. 15,
de iiinu inGnidade de objectos de differeutes
quahdades, bem como obras de ma.ciueria
novas e usadas, consislindo cm una exce-
lente secretaria de jacaran la com podre, di-
versos guarda-ioupas a guarda vesti-tosde
mogno. commadas, camas fraucezas, leitos
para cranca, mobilia. completas para s la,
ele, ele., cand l.bros, lanternas, vasos e
enfeiles de porcellana para mesa, vidros e
loucas diversas, btjoulerias e outros inuitos
objectos, etc., (|ue fdra impossivel mencio-
nar, os quaes so entregarflo sem recusa de
qualquer prect) maior olFcrec do ; assim co-
mo uuia excelljulo canoa de Carreira de
amarello com bastantes commodos, a qual
se achara exp isla no caos do Collegi >. .'es-
se mesmo tlia la ni bem Cara leilu ileum ler
reno com 37 palmos de frente, 300 de fun-
do, ann.-xo ao sitio de t Joanna dos Passos,
com lenle para a rus do Solio e para a ra
nova o Limo-ir-i: os senhores pretenden-
les que q;nz rem algumas informacoes a
respeilo, dirijam-se ao supradilo armazem
do agente annunciaole.
O injenlj Pestaa Tira l-ilo de grande
qtiantidade oe obras d mareineria novas o
usadas, consislindo em cadenas, Bofas, mar
nuezas, roesss redondas, dila elstica, con-
sulos, lavatorios, canJeeiros de vidro para
cima de mesa, globos de dito, aparelilO de
porcelana, diversos quadros de mas moldu-
ria, espellios, relogiog pera cima d- mesa,
ditos tara al-ibeira, diversas obras do ouro
e piata, e que tudo se acha patente ao ex-
aiae dos compradores, sexia-feira 13 to cor-
rente, as 11 lloras da inaniiSa, em seu arma-
sen!, na ra da Cadeia ao Recife n 55.
Vemle-se urna famosa escrava de 40 anuos.
saliendo COzinhar o Jiario de urna rasa e la-
var de sabiio ; a vi^la do preeo cimmo lo
ninguem delxars de comprar, por isso que
com pouco diitheiro possue urna escrava boa
quema pretender dinja-sc a ra dos Mirlv-
rios n. li.
- Compra-se urna grammatica franceza
do Bourgaio, e um pause ou olTiciode Se-
mana Santa, ediccaodo Porto, mesmo sendo
usados : na ra do Rosario da Boa-Vis.a
n. 38.
-- O administrador da coc'ieira da ra da
Cadeia n. 12, Augusto ischer, roga as pes-
soas que se iiilg.n-e.n seus credores, de se
dirigtrem a sua resideneta : na rita das Crn-
zes u, 12, das tu horas alao sacio dia.
ATTENCA'O.
Precisa-se alagar nm sitio que leuha bas-
tantes rructeiras e boa casa para morada, o
que lenba comnodos para esciavos.
prefe-
vapores Francezws
Havre.
di

. XttfQ $Q P0 ,
'-'aviiis entrados no dia 10.
Rio de Janeiro e liiln.i S das, vap..r hambur^uei
I -..i r i:..ii.ni.i o ir i;. I-. F. Malchin.
Babia1[, ilias. galera hrspanliula ileinan Cor-
les l 750 toneladas, eapililu .Miguel Rann-,
eqiii|i.mcm l'.l. rariM r)00 toneladas ue pedia ; a
K i.i-nn Ui.k-r o; Compaiilna. Perleoce a Palma
de Majorca. Seeoio para a Parahlba,
Tena Siov*12 das, escuna maleza Brilains Po-
da, de 137 toneladas.capiUJo Jo.epli Appladiir-,
eipjipaeein 8. caiga 1.933 barricas com bacalhiln ;
a Saundera Riolhers & Compaoliia. Perleuce a
Londres. Sooio para Macelo.
Porto25 dis, biale porlugaei .Coincidencia,
de140 toneladas, capitn Joaquim d. Silv Lnu-
reirn, equip.igem 'I, raraa vinhn e irais gneros ;
a Domingos .Vives Mallieos. Perleuce a cidade dn
Pbr|e.
Cnllio de Lima129 dias, salera belga Mara
Amalia, de 1S8 loneladas, capao J. L.ins,
eqiiipssem lli, entra guano ; a ordem. Vaio re-
frescar e srijue para Coik.
Navios sahi li.. im mpsmo di.
liiliiBarca iogiea Cimlinea, com a mesma
carg. qoe Iroose. Suspenden lo lameuao.
demPblarbo pailoijuez jllorleucia, com a mes-
ma cara que trouxe. Suspendeu do lameirflo.
HaroimGatela hellandeza aJJoeubasa, capillo A.
J. Boral, carga parte da pie tratse.
GreenporlBscea amarjeana iNevaa, cun a mesma
carga que (ron*.. Suspenden do limeirao.
IlolhemburgBrigue suero (Alpliilda, capao P.
Plleisun, caraa essoca**.

i.
E-pra--e do Kio de Janeiro o vapur francas
FRANC-COMTOIS, commandante Fourniei, em
eiauem para e Uavre peloa pnrtos de escala: para
re e pastasiros, na iu ;i> Trapiche n. II.
I'an Lisboa preterid., sabir com a
maior brevidade o brigue portuguez cins-
laute, por ter a maior parle da carga prom-
pta : quem no inesnio (|iii/er carregar e ir
de passagem. pira o que lem excellentes
commodos, diri a-so aos consignatarios Tho-
maz de Aquino Fonseca A l'iIho, na na do
/gario n ti), primeiro andar, ou ao e ca-
piliio o Sr. Silveriu Manoel dos Reis.
Segu improterivelmenle para o Ara-
caly uestes dias o hiate C.apibaribe ; para
O resto da carga trata-sena ra da Cruz ilo
Rccifen. 13, piiineiro andar.
c.
..-; ...
ias ifsra
u- tes a vapor.
vil'
4^ ^UeV>0.
Precisa-se alagar um preto possante,
embora seja bruto, ,ara trabalbar niensal-
meule nesla lypographia, dando-e o sus-
tento : na livraria ns. 6c8 da praca da In-
dependencia.
Achou-se no Poco pulseira de cabello encaitoada em ouro :
a pessoa que for sen dono queira procu-
ra-la na rus do Queimado n. 10, ter-
ceiro andar.
Vende-se urna padaria com lodos os
seus pertences, bem afrerjiezada e era
lufjir marcido as posturas : quem pre-
tender dirija-sea ra do Queimado, loja
n. 15.
Precisa-so de WOf rs. sob hypotheca i!e
3 escravos por lempo l^ 3 mezes. com s con-
dicSo porem de, se nao fazendo o pagamen-
to nn lempo marcado. licar um dos ditos es-
cravos pura o pagameolo, conforme se pu-
dor justar : a quem convier procure na ra
do Sol n. 23,1.* andar, onde se dir
precisa.
.AN
o pom
Eiiasca
[>hau
quem
71
(l<
O vapor PARAN' c.......i-ii ...iistr francisco Per-
reir Borgra, espera-se d pottoado noiie em
cuiin^iilo para o. du .i:l al u dia 12 du cmipnle.
lis aeuhores que tiverem de remeller escravos r
goi esquei vntom's, sejam I carga on eneommen-
**, drv rao ir a agencia no da du chegada do va-
por, para se enlajar o (fue polr -er recebiilo ; no
lia 11 -,i:ii 11 smenle si- admi
No palacete da ra da Praia.
Salibado li do correnle lero comeen os
bailes n ipuiares no vasto SaI.A'O DO PALA-
CETE I" \ l'.IA DA P!\l.\. o qual estar or-
nado e illuminado com todo gost i e brilhan-
ilismo. Os directores guiados pelas ideas
progresivas, ufiotem poupadu despezas para
que os bailes do carnaval sejam siimpluosos
ebrilhante-, eTarao quanto lites or possivel
i para une nel es reine a boa ordem e harmo-
na que sempre se lem observada em seus
diverlimenlos. Os bilh tes estarSoa venia
er- no edificio, no di i do diverlimeulo, o ual
se-ddeve principiar s 9 horas, c ler aliar as 3
da manhda
rindo-se peito desta pra?a : quem'o livci
luna su a ra llireila n. 7t.
-- Precisa-se de um menino nortnguc/,
quesaibaler, cscrever e contar, pora cai-
xeire de Lija de lazenda. que de liador a sua
conducta : na ra Direila n. 76.
Kugio na nianha do dia 5 do corren1-'
um miilatinh.i de 10 a 1-2 annos. de nomc
Sebasiiao, cor trgueira, cabellos caracti-
abados e averinelhados, mSoae pea bastante
grossos, feicoes regulares e robusto ; levou
Camisa e calca do algodo lislra lo le azul :
quemio appreheo ler, levo ao sen senhor o
Dr. Filinpc lo es Netto, na ru .Nova n. 69,
que sera recompensado.
- Kurtaran- no dia H de dezembro um
cavailo niela lo com dinas eco la pretaa,
lem urna bsrruga g-ande no peito. milito
passeuo. o cavailo foi furtado do eng.-nh,.
amo Novo, freguezia de Naisrath: quem
dellesouber, poJj levar a ruado Hospicio,
sobra lo ti. 15.
OITerece-se um rapaz brasileiro para
qualquer arrumarlo, e mesmo para escripia
por ler alguma pralica : quem de seu pres-
umo so quizer ulilisar annuncie por esta
u>lha sua morada para ser procurado.
Precisa se de um forneiro que seja
desembaracado : na padaiia da ra largado
Rosario n V8.
Boa
acha-
se no exercioio da subdeit^gaoia por ter oea-
sadoo moiivo pelo qual havia psssado ao
s u supplente. As audiencias so as lerqas
e sextas-feiras da semana, as horas da tar-
de, edes.acha lodos os dias uteis das 7 as I
horas da maiihn 1, e das 4 as 6 da larde, em
sua casa, e lora deslas horas em qualquer
parle que for encontrado.
Ra do $uei-
llUatlO II. i O.
Vende-se o seguale sela locorarada,
furta-COresvS 39500 ocovado, sedas .le qua-
drinlios mo losa 19 tOd o Corado, corles le
phanlasia de seda de quadros e lisias n
cada um, nivas da seda ho bulas, brancas c.
amarel as a %, 29500 e Vcadaj i.ar, veibuti-
na superior do crese preta a))0rs. o co-
vado.
iMiiSsSviIiiia hran-
< 1 ;;oo :-. o ovado.
Na ra do Queimado n. 1!), ven.le-se mi.K-
suliua branca milito lina, e de lindos lavr-
res a "dio rs o covado.
O subdelegado da freguezia da
Vista, Rufino Jos Correia de vincola, i
a
--Os abaixo assigu.i.los declaran) que,t
do dissolvtdo amiguvelmeale 1 soeied
jue liuham suba razio le Gouveia
pti-
meua publica^Bo do presente, a importan-1
ca das quolas r-mi que levemrentrar para i
O cnlcamcuto Jas rasas da ra ,0 Beberibe
caes e Apollo) conforme o daoslo na lei
provincial n. 350, dmitlindo que a falla da
entrega voluntaria sera punida cora o duplo
das referidas quillas, na cunf n mi.lade lo
artigo 6 do regulamento de 32 de dezembro
de 185*.
\. 13 ACuilhermlna Canuda Pereira. >~"
43 --Jn.-e Antonio oc .\ri.iijo. 150/
45 Kdu-rdo llciiiique Fox. lio*'
15 AVinva Lasreir. 150^!
17 Antonio Pedro das Neves. 45,',
450^
L para constar se niamiou allixar o pre-
O vapor GENOVA e-pera-s,- aqu no dia 12 di,
crreme, viudo ,ir Cenov,. e leijuir dr.p.,is da de-
mora precisa pan a Baha e Rio de JaneiJo, para
onde recebe passaaeiros e lambi-m para .Mnnlev-
loa e biinios-Ayres : Irala-se na rila dn Turres n.
11. no escriplorio de Lentos Juuioi & Leal Res.
gentes.
Gouve a, q te continua <':n substituido da-
que'la luna. Joo Jos de Uouvuia.Rav-
mun lo t ai los l.eitc
-- o illm. s-, lencnle-corunel llemeterio
Jos Velloso da flveira, lenba a bondade
Ls mandar buscar urna caita de seu lilho o
Illm Sr. Iir. dn mesmo nomc, residente n
Rio Grande do Sul-. na l-vraiia ns 6e8da
praca da in lepen lencia.
Com 1 urna mobilia j i-- il 1 9en ;)
de amarcliu .1 1 oleo : quem .- m-.-t dinj 1
a ra lar -
reir.
laraanapos
3,000 rs. 1 ,i acabar
Na ra do Queima-l-i n. io, vendeM-se
guardanapos para sobremesa a 34 aehrcia,
CMBMAs natms
iintj ;i i* ; 2-:so e V50 n
c .V do,
Vcndem-se na ra do Queimado n. ii
COATES DE CASEJIRi ES-
c.;;- 1 a .",;(>() c d um
Vendem-se na rus do Queimado n. 19,
cuites decasemira lina, oscura, para a |ire-
senlo estaeSo, palo baratissimn preeo de
3*600
vii!;>ii:i; s re eore-s,
tai 'Oda mallo im e i- linios padres a
3/600 0 covado caitas Francoaas rnnito li-
nas a 32J o c -va lo.
Este : ts d : indi;.
Vendem-se na ra do Queimado n. 10.
Uilhetei de vi *ita.
li-vani-.-c a i.n; rimein- cora iin.ii;.,.. bilbetas
le ii-ita, letlrai de i- nnm rea 1- -I .1. ebj -co. da
I* cali ropluca, 1 .:...-, viohelaaeqis>ss|ur 4a-
-ii.'i ... Ah,>ih ..,. fl.....,. ., ,. 1.... 1 a (.(,, ,!.
1 e.n relevo, orn.manto.eaoj eaj-rtuseooraa
.. el.iia. l-'a/.-i:-- : 1-1 liadas e Ofiaiaaaa (ara
-t do Rosario, loja de louca do Pe- bordados de labynulho. Adraute-ee irru,. de
I quarsquer deslrs objeCtM no ra-o de n.in licarem a
Precisa-se de tima ama para cozinhar ( co"'enlo das (i*s eengomuiar: na travessa da ra doOueima- ,r'"-e a qualquer isstes lacras : uo
don. 1. bairro do Refile, ra U Mjdre de Dens n. :2. pn-
- Prccisa-sc de um criado : na travossa
da ra do yueirnado n. 1.
ni-ir.i andar ; em Santo Anl.nio, ua livraria s-l.i r
da paleo do Collagto n. 2 ; lias Cinco 1'ouUs, alta-
do da quina,cuuriiiile a matriz nova.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

-
.






4
DIARIO DE PERNAMBUCO, OUARTA FE1BA 11 DE r'EVEREIRO DE 1857.
dirqueui
GRAME GRBA-ROUPA
nos
limo uicc/urio /.H.iorm i-wiw, 3 _. _- ,-,.-, -w-. *-m
aeaviagemao Rio de Janeiro, 2 \/I AC/1 A f) .4 O
lar consultas lod.x os diai olci*. W VI % ,^1 h\ l~\ /-% ^.
a manl.it*. a* 2 da larde. 3 ^* ^ VJ XA. X -T% O
RuacloCilIeffii 11 18,
l^'^.^;,-..-,-.;--.--tr^_f^;;>.>jy.f-.'i.-:";t'..'"15! Precisa-scs de urna ama para cozinhar :
(ff CONSLTo'k CENTRAL "" becco ds Li"eocta' taberna de Duarte, se
O MEOPATIIICO. #
;:jf Ra de Santo Amaro (Mundo-No- m
vo) n. :':
% O Dr. Sabino Olegario l.iidgero l'inhn, fr$
2 de vnlia de ao
w continua a dar
@ das 8 lioias _
^', Os pobretsAo medicados raluilamenle. ,-.
**&# C^XK^:o
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Establecida cm Londres, em marco de 1 .->24.
Capital, cinco mitades de libras esterlinas.
Saiifldrs Brothers & C, lem a honra de in-
formar aosjkrs. negociantes, propietarios decaas,
a qiiem mais convier que estao plenamento au-
lorisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os raestnos edificios quer consista em mobilia ou
en fazendas.de qualquer qualidade.
OSr. I. de S. K. queira vir pagar os
alugueis do sobrado que alugou para uma
pessoa sua conhecida : na ra do Trapiche
ii. 9 e 11.
Ouem precisar de um rapaz brasileiro
que sabe bem 1er, cscrever e contar, para
caixeiro de escrita ou de cobranza, puls da
fiador de aua conduela : queira anounciar.
Substituieao do
arcano a potasm
pelo barato prego *ie 5,'00
por i!na lata de 10 libras:
noaruiazeiiide N. O.Bie-
ber He C, ra da ( luz
n. 4.
Precisa-se de uma lavadeira para
lavar roupa de uma grande lumilia : na
piara da Independencia n$. c 8, li-
vraria.
:::-:;:-:::--:>-::?0-SO 00CO?M&
g DENTSTA FRiNCEZ.
*r Paulo Gaiguuux deulisU, ra jNov Vi? na mesma casa lem aaua o pos tnlrie*. Kj?
Aluga-se a aooa casa de vender plvora, na
cidade de Ulinda. coin liom sitio, balsa para capirn,
e boa casa de vivenda ao pe : quero pretender dita
casa dirija-ss a ua do Vigario n. 31.
O Dr. Estevao Cavalcanli de Albuquer-
que, formado em medicina pela faculaadc
do ltio de Janeiro, pode ser procurado para
o ejercicio de sua profisso na ra estrella
do Rosario n. 10, segundo andar, das S horas
e meia da manhaa at as 5 da tarde, c alem
destas horas na estrada de Jo fio de Barros,
no sitio etn que morou o Sr. Dr. Vicente Pe-
reira do Reg.
#&#&&<:** 0@
Q PARA CONSERVACA'0 DOS ($
$ DENTES. ~
Vende-seps e Raa denlrifces : na roa 2
Nova n. 41, em casa do dentista francez *?
;g? l'aulo Gaignoui. V,j
O nico preservativo contra a caspa
que at agora tem apparecido, tem a vanla-
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e lambem tingir o inesmo : na loja n. 1
da ra do Crespo.
primeiru andar.
O dono desle importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisa a todas as pes- dildes
soas amantes deste bello e interessante pas- i poasai
sa-tempo, que tem este armo, em seu depo-
sito, osiinais ricos"vestuarios que se tema-
presentado, ricamente adornados, coin ele-
gancia, phantasia, ideal e maravilhoso, pro-
prios para todos os caracteres que rada um
quizar representar, e a maior parle delles de
velludo, ebegados ultimaniente de Franca .
por tanto espera a concurrencia de un e
outro sexo, visto ter vestimentas para ho-
mens e senhoras, como bem, ricos dminos
capacetes e basle-,, cmlitn um completo sor-
liment de immensas diversidades por cora-
modo preco, tanto para aluguel como por
venda, o que ludo se acha a 'disposicUo Sos
filustres cavalleiros no supradito deposito
que tem por sigual, cm sua janella, uma
bandeiraarvorada.o dous figurinos elegan-
temente caraelcrisados. a elles, que os pre-
lendentessiiomuitos, eo carnaval esta ba-
lenda a porta da Vcneza Americana.
l\o armazem de
BURLE SOUZA&C.
Ra da Cruz n.-*.48,
Ha mui lindos e elegantes vestuarios
para bailes mascarados, <(ue reoeberam
pelo navio francez ALMA.
omingos Alves Matheus sacca sobre
o Porto ao cambio da piara.
Lotera d
>a
pro-
vincia.
0 Sr. thesourciro manda fazer publico
que se acham a venda neste escriptorio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porc.no de bilhetes, meios e quarios da
qua.ta parte da quinta lotera do ovmnasio.
1 J. JANE DENTSTA i
^ contina a residir na ra Nova o. 19, pri- "J
^i metro andar. fe,;
j.lftx*..* ,.-x .-.-., ,.>, .-->.x^>.x^,...> '>*> *>
WWy^-W'wte x ?atfxiSV>,?tSi,Wa>
Precisa-se
de olliciaes de all'aiate para obra grande,
pagando-se ~S por meio leitio de cada nm.i
pera, assim como de costuraras para o
mesmo olllcio: ra ra da Madre de Dos
n. o(i, primeiro andar.
lAo
4

-.1
respeitav
publico.
RLA NOVA N. 18,
5
l'i loja de Tazendas e ronpa fcila de M. A. Ca- gi
^Z, )d\& C, onde encontrarlo os bous freguezes ^
''Ir as obras mais bem acabadas que se poden \:
(;$ en conlrar, .le Indas as cores e qualidades.e
tt ,pm de aceitar menos obras de encommen- K
^** das, por ter maior porrao de ditlerenles W
obras, assim corno lem de augmentar o ;V.
f preco das eucommendadas, e para mais A
2 Dein servir a seus donos, ser para lodos ig
4f um .'. preco a dinlieiro.
Por todos os paquetes sacca-se sobre a
praqa do Porlo qualquer quanlia vista ou
{prazo : na ra do Trapiche n. 40, escrip-
torio de 'I liorna/, de Faria.
(, Nova loja de lunileiro. fifi
! Ka loja de uioileiro da rtia da Cruz do p!j
f\ Recife ti. 117, ha para vender camas de ler-
^i? ro, ditas de vento, de ma.leira de amarello, W
B ditas de louro, ha juntamente Tulla de _;
.'i Flandre de superior qualidade; neslo no-
cujas rodas andam no dia 21 de fevereiro do
corrente anno. OSr. thesourmro manda de-
clarar aos senhores jugadores, que existem
numeracoes sortidas, como tambem os bi
Iheles vendidos neste escriptorio nessas ul-
timas loteras tem sido muito afortunados
por isso espea que elles concorrerao para
que continuadamente no liquem tamanhas
porcOes de biihetes por vender, como sein-
pro tem ficado. Thesouraria das loterias 7
de tevereiro de 1857.O escrivuo,
Jos Januario Alves da Maia.
I recisa-se de um moleque para o ser-
vicp do nma casa estrangeira : na ra Nova
n. 27, loja.
Ollerece-se um rapaz do boa conducta
para caixeiro de cobranza ou de escripta,
teimo menos pratica emescripU, e o mes-
tilo da provas de sua conducta : quem des-
le precisar, queira annunciar para ser pro-
curado. F
O abaixo assignalo, ficando encarre-
gado de liquidar todas s contas pertencen-
es a taberna que foi de seu mano lzidro
I ercira de Andrade, sita no pateo da Riueira
.i. r )ga aos devedoies do mesmo, tanto
de conta de hvro como tambem os que te-
uham penhores. que no prazo de 8 das ve-
nbam satislazer os seus debitos.e resgalarem
os seus penhores ii ra do Amonin n. 47, e
no caso de nao o fazereni, seruo chamados
por seus nomes por este Diario. Recife 7 de
levereiro de 1857.
Justino Pereira de Andrade.
Precisa-se fallar com o Sr. Custodio
Jos Rodrigues de Oliveira \eiga, portu-
guez, da Ireguezia de S.Vicente de Penco, do
termo de Braga, p,ra seu inleresso : na ra
aa tadeta de Santo Antonio n. 18.
Precisa-se de um menino do 10 a 12
ant.os, dos ebegados ltimamente, para ir
para o Ico, para urna loja de molhados e Ca-
da Cruz do ltecife n. 13,
Lotera
DA
Provincia.
O abaixo assignado venden, as seguintc :
sorles :
- Ainda continua a estar fgido o par-
do escravo Innocencio, do idade de 34 an-
uos, o qual desappareceu no da 5 de agos-
to do anno prximo passadn, levando um
sacen com roupa e um chapeo branco de cas-
tor ja usado dentro de uma caixa, levou
tambem um chapeo de palha velho e roupa
do trabalbo, os signaos sfo os seguintes :
ja pinta, barba rapada, alto e scceo do cor-
( po, espadau'do e descafilado do rosto, cor
baQa, falla de um dente na frente, o qual
escravo veio do Ico cm principio do anno de
1S53. comprado pelos senhoies Caminha &
IiIIids: roga-sca todas as pessoas, autor'-
e capiir.es de campo que do mesmo
m ter noticia, o obsequio de appre-
hende-lo o lemotto-lo aoseu Sr. Justino Pe-
reira de Andrade, na ra Nova n. 52, fazen-
do por conta deste as despezas que forem
necessarias, alm de losOOO de gratiflcac90
a quem trouxer.
ua-se diuheiro a juros sob penhores
de otiro ou prala : quem precisar, dirija se
a ra da Cacimlia n. 2.
A arrematarlo annunciada para sex-
ta-eira, de um piano, por exccur;ao contra
II. A. S. de Rroado, n5o teve lugar por se
ter ja no dia 6 do corrente requerido para
ser paga aquella exocucao.
Catbarina 'io Sena Cerqueira, viuva
que licou por fallccimento de seu oiarido
Antonio Jos Vicedle Motta, avisa acs ere-
dores do casal, que est procedendo judi-
cialmente o inventario dos bens dexados
pelo mesmo finado, sendo o escrivo Santos,
e o juiz da primeira vara municipal: por
isso quem se julgar credar do mesmo casal,
a presen te-se em juizn para ser attendido.
Quem precisar de uma ama para a
servigo interno de uma casa, dirija-sea ra
da i'enha n. 15. '
Pede-se a quem achar um cabrinha
de 9 para 10 anuos, vestido de brauco e sem
chapeo, venha eutregar na ra estreita do
Rosario n. :(2, quo ser recompensado ge-
nerosamente.
ROUBO.
Na noite de 8 para do corrente rouba-
rain no quintal na Soledado, casa n. 40, to-
das as gallinhas que all Bravia, assim como
umgraude cobertor de papa, que tinha fi-
cado no dito quintal : recomraenda-se a
quem for dito cobertor oll'erecido, haja. Je
avisar na dita casa que se gratificar, e se
uardar o segredo devid'o
Aluga-se uma preta captiva ou mesmo
ama forra, que entenda de cozinha o engom-
mado : na ra do liangel n. 2
Aclia-se justa a compra da taberna da
travessa do Paraizon 16, perten;ente ao Sr.
Manoei Ferreira l'into : quem se julgar com
.lireito a mesan, queira declarar dentro em
3 dias, contando de boje.
>.
ara
liquidar
contas
Os donos da loja n. 17 da ra do Qocima-
.lo esta o vendendo por menos de seu valor
certas fazendas, como sejam cassas e cam-
braias francezas linas de ores (xas, pelo
barato preco de 40o. 500 e 560 rs. a vara, as
verdadetras chitas francezas muito finas e
de cores firmes, pelo preco de 260 o 2so o
covado, barcgesdecor.s lindas com cilin-
dros de seda a 500 rs. o evado, e oulras fa-
zendas que estarn a vista dos compradores,
por precos de convidar a comprar.
Vende-seno engenlio Taepe, no mun i
cipio de Iguarassu-, distante um qnarlo de
legoa da luesma villa, a quantia de dous
contos cenloe tantos mil res, que couhe
por beranca no dilo engenho a Maria da
ConceicSo Campos e sua irmSa Tberezade
Jess ; da-so por menos de sen valor : quem
pretender, dirija-sea Boa-Vista ra desai-
res, casa n. 8.
Jo pateo de S.
Pedro.
No deposito de massas linas do paleo de
S. Pedro n. 6, acba-se um sor ti ment com-
pleto de ludo quanlo se pode exigir para
regalo : bolinhos de araruta pcrnainbuca-
nos e cariocas, passas, ameixas o figos de
comadre, sardinhas de Nantes, caf em ca-
roQO e raoido, cha hysson.da India, cha pre-
to e brasileiro, assucar refinado, e os verda-
deiros charutos varetas e S. Flix, c todo
porque pr6i;o !... Vonbam ver fieguezes.
a 22 por pa-
taca
?
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomeu F. de Sousa,
contina a vender
^uTOlPH O B063UB
(sendo also o que for vendido em oulia
qualquer parte.)
Rol) L'Alfecteur.
Pilulas vegetaes de Itrandct.
Vermfugo inglez cm vidros.
Elixir anti-asmatliico.
Frascos de bocea larga com rollias, de
I a 12 libras.
S0NUtti6$
: vo ettHbelecimeuto vendem- 1 quarto numero 263 1:500j
1 billtctc V 379 5005
1 meio i 1347 20U3
1 quarlo i> 2172 200#
1 meio n 2396 100/
1 bilbcte 0 1297 100.3
1 quarto u 3016 1003
1 1.ilhete a 207* 1003
1 quarto 2126 508
1 dilo u 13 50S
Cornpra-se uma grammatica fran-
ceza de Burgain, segunda edcSo: no
piara da Independencia ns. G e 8, livra-
ria. .
Compram-se escravos que sejam sa-
dios e fortes, proprios para armazem de as-
sucar : na ra do Apollo n. 22.
Compra-se para uma encommends
." molequesde li a 18 anuos de idade:
na ra do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das_10 boraa'e^ da tarde.
_ Comprani-seelTectivamente na rtia das
Flores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como acedes das diversas cumpanhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-sc escravos de 9 a 35 anuos:
na ra do Collegio n. 21, terceiro andar.
Compra-se urna casa terrea com bom
quintal, cercado ou mesmo em aborto, nos
lugares seguintes : Campo Verde, Soledadc,
Calumbo Novo, ra dos Pires, de S. Goncalo,
do Sebo, do Cotovelo, edifficada com a fren-
te para o nascente : a tratar na ra da Praia
de Sania Rita senaria ti. 13.
ttnbaz.
..?>, mais barato qoe em outra qualquer loj_.
;* assim como cocos de lullia a 18200 rs. cada
'-ir uma duna. ti
Uma pessoa corn as halnlitaces pre-
cisas, olTerece-se para fazer quali|uer escri-
pluraqao conimercial, c mesmo por em lim-
po qualquer servido que se ache atrasado,
mediante uma naga razoavel : no aterro da
Roa-Vista n. 72 A se dir quem a islo se
propoc:
Aluga-sc uma casa terrea com slito e
mullos commodos.a qual eflorece propor^es
para se motilar qualquer estabclccimculo,
cuja situac.no he a mclhor possivel, no pateo
da Paz, freguezia do Allbgado, o seu alu-
guel he coinmodo : a fallar com o cartitfio
Antonio Goncalves do Moraes, na mestna po-
voa^ito.
Precisa-sede uma ama que saiba cozi-
nhar c fazer o servido interno do casa : na
rtia do Uvranicnlo casan. 20, segundo andar.
Kua Nova o. 34.
Madama Rosa Hardy acaba de receber de
Paris um novo soriimcuto de chapeos de
seda para senhora, tem igualmente uma
grande quantidade de enfeites de cabeca, e
uiuitas oulras fa/.endas que se vendom cm
conta.
Precisa-se alugar uma preta captiva,
que engorante o faga o mais Bervico de uma
casa, paga-se bem : no alerto da Boa-Vista,
loja de bilhetes n. 56.
Anlouio Jos Brum da Silveira Snior
relira-se para a liba de S. Miguel.
Repartirlo da vaccina.
O coirimissario vaccinador vacciua as
quintas o domingos de todas as semanas, no
lorreito da Alfandega, e as tercas-eiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, da
7 as 9 horas da inanbaa.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Caliuga n. 11, confronte ao paleo
ila matriz e ra Nova, fazcm publico, qi,c
estSO rcccbcndo continuadamente as mais
novas obres de ouro, tanto para senhora
como para bomens c meninos : os precos
coolinuam lazoaveis, e passam-se contas
com responsabilldade, especificando a qua-
lidade do ouro de li ou 18 quilates, (cando
assim sujeitos os mesraos por qualquer du-
vida.Serapbi ra ^ IrmSo.
Para mais de doze
Precisa-so de coslurei-as tanto para calcas
como collctes o palitos, que sejam boas e
despachadas ni agullia : na ra Nova n 52,
Precisarse de uma pessoa que saiba
cozinhar bem, forra ou escrava. para ca-
sa estrangeira. paga-se bem : na ra do
Trapiche n. 8
O mesmo tem exposlo venda os slus fe-
lizes bilhetes, meios o quartos da quarla
parte da quinta loleria do Gymnasio Pvr-
uainbucano, as lojas de cosame, pelos
I : ecos abaixo mencionados :
Bilhetes 60OOO recebe 5:000
Meios 3#000 ., 2:5008
Quartos 13500 o 1:250^
Por Salustiano de Aquino Ferreira
Joso Fonrlnalo dos Santos Porto.
Francisco Joaquim da Silva Pinto teti-
ra-se para Portugal, levando em sua cora-
paulua um seu sobrinho de menor idade.
Precisa-se alugar urna preta que saiba
comprar e cozinhar o diario para casa de um
homoiu viuvo sen familia : na ra Nova n.
j8, segundo andar.
Ua loja do sobrado n. 50, na Trompe da
Boa-Vista, lurlaraui as 4 horas .la tarde um
iclogio de ouro, suisso, cora os us. 1820 e
t340J, as lampas interior e extenor do lado
interior, com um ai'raiihao transversal no
centro, do lado superior, tem lampa de vi-
dro e abie pouco roga-se o favor a quera
liver comprado e quizer restituir, do leva-lo
a casa acuna mencionada, que se lho dar o
valor.
~ Precisa-se de una ama para casa de
pouea familia : na ra do Hospicio n. :H.
Precisa-se de una ou um criado para
o servigo lora de casa : na ra do Hospicio
Cozinieii'O.
Precisa-sc de um cozinbeiro escrave ou
livro. ou niosmo cozinheira, nao se duvida
pagar bem, servindo : procuro na ra de
Moras 110 deposito II. 16.
Precisi-se fallar ao Sr. Manoei Paz,
administrador do engenho Cruz de Almas,
perto da povoacao do Jacuipe, ou a seu cor-
respondente nesta praga a negocio de seu
inleresse ; na ra de Hurlas n. 114.
Alnga-se uma preta para o servigo
diario 0o una casa : quera a liver c quizer
a-.agar, dirija-sea roa da Cruz, sobrado n.
23, que achara com quera tratar.
A pessoa de Pona de Pedras. que an-
nunciou curar ptitisica, queira ter s bonda-
de de dingir-se a ra Nova, loja n. 5, em
l'eriiaininico.
Precisa-sede uma pessoa para ajudara
por em dia tuna escripturacao commorcial
na ra do Vigario n. 22, primeiro andar.
a-se a juros a quantia de 2:5003 ris,
sob hypotheca era predios uesta cidade :
nesta lypographia se dir.
Aluga-se
o segundo andar e SOt9o da ra larga do Ro-
sario n. 35, a tratar na loja do mesmo, dan-
do-.-e a preferencia a quem dr carta do li-
anca a contento.
Convida-se ao Sr. Jos Pereira de A-
zevedo a comparecer no escriptorio de Fran-
cisco Seveiiano Rabello Filho, visto se
ignorar quera sej, o a negocio que Ihc diz
res|ieito.
Oepe de fila-
a\AEA800RS. 0C0VAD0.
Fazenda nova, chegada pelo ultimo navio
francez, tecida de lita e seda, de quadros e
Iistras de cores muito delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
ra do Q.ieimado, I. ja n. 17 ao p da botica.
f elludillio e vel-
btin^s.
O raellior que nessa fazenda lem vindo a
est mercado, de cores muito lindas, para
vestidos dos mascaras : vende-sena loja n.
17 da roa doQucimado ao p da botica.
Mussu.ina
filante.
bri-
Fazenda branca lavrada de 5 palmos de
largura, chegada pelo ultimo navio francez,
com padres e desenlies tito delicados que
parece seda, para vestidos de senhora; ven-
de-se por prego comino.lo : na loja da ra
do Qucimado n. 17, ao p da botica.
jPara vestidos de
SESMAS E 110148
Vcndem-sc as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos de largura, dequadiinhos miu-
dos e grandes do cores muito lindas,
peo barato preco de 18200 a 18440 cada co-
vado : na ra do Queimado, loja n. 17 ao
p da botica.
- Vende-se um habito de estamenha,
algum irmSo terceirfde S. Fran-
Fazenda papalina, suborosa e delicada :
no pateo de S. Pedro n. 6, deposito do mas-
sas finas.
VENDE-SE
feijo mulatiuho rauilo novo e boro, saccas
grandes cora milito a 4J500, velas de cera
de carnauba pura, ditas de carnauba com-
posta, das melhores que so fabricam no A-
racaly, 6-saccas com feijo mulatinbo pio-
prio para animaes : na ra do Vigario, ai-
mazem n. 5.
~ Na ra da Cadeia do ltecife n. 37, ven-
de-se superior goratna de mandioca ltima-
mente chegada do Aracaty.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57 vend-
se superior cera de carnauba, ltimamente
chegada do Aracaty.
-- Na ra de Cadeia do Recife n. 57, ven-
dem-sc muito boas penuas de ema.
cobrado.
Vende-se o sobrado da ra do Rangel ti.
60 : a tratar na ra do Collegio n. 5.
cortes de
de quadros a 3,9000.
Vendcn.-se na ra do Queimado u. 21 A,
corles do la de quadros cora 8 covados e
meio, fazenda esta que tem uma vara de
largura ; dao-se as amostras <*om penhor.
Vende-se elnien-
lo muito barato e borarf pelo preco de
T.soOO a barrica, por se precisar d ar-
mazem onde esta' recolbido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
PARA OJCARNAVAL.
Mascaras de cera, rame e papclo, as
mais linas e do inelbor gosto neste genero,
existem a venda na ra de S. Francisco, de-
posito n. 6 Roga-se aos amantes deste di-
vcrtiniento, que compren! em dilo lugar,
pois RcarSo bem servidos e por mais barato
preco do que em ouira qualquer parte.
Vendem-se 4 rodas para tira carro, 3
era bora estado e 1 precisando de concert,
por mdico prec,o : quem as quizer dirja-
se a ra da Soledade, quo segu para o Man-
guuiho,no sitio dos 4 lees, a qualqeur hora
do dia, quo achara con. quera tratar.
Na ra das Crozes n. 84, vende-se urna
cscrava cnoula, ptima figura, engomma-
deira, cozinheira e lavadeira.
Vende-se uma mohilia de Jacaranda,
COmPOSta para qualquer uma sala, pelo me-
nos proco possivel: as pessoas que pretende-
ren! dirijatn-se a ra do Rangel, casa n. 10.
Vendem-se una muala do bonita fi-
gura, de 17 anuos, cngomraai.'eira, doceira,
e prepara o cabello a uma senhora : na ra
das Trinchciras junto ao nicho.
Vende-se uma mulatinha com 11 para
12 annos, uma negra perfeita engominadei-
ra, de nacao, com 30 a 35 annos, uma dita
crioula, com 20 anuos, bastante forte e sa-
dia : na ra da Senzala Velha n. 70, segun-
do ou terceiro andar, se dir quem vende.
VenJem-se saccas cora muito supe-
rior gomma, esteiras do Aracaty muito al-
vas. ludo por commodo preco : na ra da
Cruz no Recifo n. 36, taberna de Mondes ce
Braga.
>'uperior cal Vende-se no armazem da ruada Cruz n.
15. superior cal de Lisboa, cm barnsdeS.-
a 8/1)00, dcixando o casco, e capachos de es-
parto, em lardos, c a rebotes de dito em
caixas.
Vendem-so duas vaccas de leitc, pa-
ridas de pouco. dando bastante leite, lilha
do pasto : uo becco das Bar reiras n. 8, ola-
ria.
Vende-se uma cabra bicho com bas-
tante leite, propria para criar meninos por
ser muito mansa : no llanguiuho ao p da
ponte
Vettde-se uma cabra preta com 2 cabri-
tos, boa lcitera : na ra dos Martyrios
n. 22.
Uprtis pira jogar.
Vendem-se baralhos de carias francezas
muito (iras e;de bom papel a 50o rs. o bara.
lho, ditas portuguezas muito finas a 320 rs.:
na ra do Queimado na loja de'miudezas da
boa fama n. 33.
Vende-se um bonito moleque, bem ro-
busto esadiu; no aleo da Coa-Vista ti. 10.
Deposito
de joias e obras de ouro, aterro da Roa-Vis-
ta ii. 11, Je II. A. Rottger llainhtirgo, os quaes tem a honra de parti-
cipar ao reapeilavel publico, que ahriram
uma loja destes arligos de sua fabrica nesta
cidade. onde se encontrara se ni | re um com-'
pelo e bello soriimcuto, pelos uiaiscoramo-
dosjp'cqos.
Vendem-se pedras de hombreiras, ver
gas, soleiras e cordo, e OUlias minias: a
tratar na ra da Cadeia Velha em Sanio An-
tonio n. 7.
\ elbutiiias.
Sfo chegadas ra do Queimado, loja do
sobrado aiiiaivllo n 29, as muito superiores
vclbutinas do ricas e elegantes cores.
Vende-se uma boa escrava com urna
linda cria de 2 anuos, por preco razoavel :
no Forte do Mallos, casa do liento Joso All-
lunes Pereira, defronte do Sr. Alera.
Sedas a ite 1.9200.
Chegarara estas sedas de mullos c delica-
dos gostos, que so vendem pelo baralissimo
preco de 1,?000 a 1/200 o covado : na ra do
Queimado u. 38, em frente do becco da
Congregado.
Sedas pretas.
Superiores sedas prclas lavradas para ves-
tidos, grosdeiiaple preto, selim pret- raa-
co, ludo por preco commodo : vende-se
na loja de 4 portas, na ra do Queimado
11. 10.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Domingos Alves Matbeos tem para ven-
der em seu escriptorio, na ra do Apollo n.
23, por mdicos precos o seguintc :
Ricos e elegantes pianos.
Superior vinbo velho do Porto,em barris.
Superior vinlio velho do Porto,engarralado.
Superior viuho velho jeropiga branca.
Coxins oe linho para montara.
Cobertores encornados Je algodao.
Superiores charutos da Babia.
Sabonetes em calxinhas.
Rico o superior papel piulado e dourado pa-
ra loriar salas.
Vendem-se sardiubas cm quartos de
meia lata, vinbo de Bordeaux em caixi-
nnas de du/.ia, equeijosde (jriivre, tudo
de superior qualidade e por precio com-
mudo : na ra do Trapiche n. ti -
Albaaeza^
a i\>000 oVovado.
Chegou ra do Queimado n. 21 A, alba-
ne/.a preta com mais de vara de largura.
Brilantine de flo-
Q Em casa de Eduardo II. Wyatt, @
,|ji ra do Trapiche Novo n. 18, lia y
:.'y para vender : 4P
1 piano Corte, novo e elegante de &';
fabricante afamado em Londres. @f
(ra\a ingleza n. 97, dea> v jgj
.Martin. ".
Tinta de cscrever do fabricante ijj
Q* Arnold. ;,:;.
Tintas em oleo de varias cores. @
Cabos da Itussia. %
Crystalleria. :'j
Agurdente de Franca embar- i^J
ris\.
Vinho Selierry dito. ;'.
r. l -**
r nietas cm conservas inglezas. ^
Papel para cartas. :*:
Eivios para copiar dito. fji.
cande la l)i os de ;_;.;.
O
o

O
O
O
Candieiros de candelabios de
bronze. ^j
Aro em barra para molas de %
carro. ;'!
Eixos para carro. &
Chicotes para dito. fg,
Helogios de ouro cobertose des- ^
cobertos.
Ca jBa||H
: vende-sc <-m < ;i-
C, ra da Cruz
i>60 rs. o rovado.
a ra do Queimado n. 21 A, bri-
res a
Chegou
lamine a que chamara mussulina branca de
llores miudinhas adamascadas, fazenda esta
a mais superior que tem vindo ; dao-se as
amostras com penhor.il
Chaly
c iistras
de flores
a 800 rs. o cu-
vado.
Vende-se na ra do Qnciraado n. 21 A;
Jo-se as amostras com penhor.
Gor
'gura
o de
r;,
novo, para
cisco : em casa do sacbrislo dajmesma or-
dcn lerceira.
Na la Nova, taberna de 4 portas n.
48, vende-se superior oantciga ingleza a
900 rs a libra, 800 e 720, dita franceza a 720,
cha bySSOU a 2~ c 23240, caf e:n carolo a
180, i latas a 80 rs., chouri^as a 600 rs.,
queijos os mais novos a 23100, aletria a 560,
macarrao a 560, sardinhas de Nantes a 500
rs. a lata, passis a 560, espermacele a 8U0
rs., arroz a 120. anozes a -'o, familia de ta-
pioca a 160, sabo branco a 240, bolachinlia do:
do araruta a I11O rs., soda a 400 rs loucinho
de Lisboa a 380, viuho de Lisboa a 480 a
garrafa, Flgueira a 560, Porlo a 640, e oulros
inultos gneros, tudo por precos comino-
dos.
- Vende-sc um deposito de pio era l.oin
lugar : quem o prcteuder, dn ija-se a pada-
na da ra larga do Rosario 11, 48.
Vende-se una cadeirinha cm bosjem-
lado : na ra do Collegio n. 50.
Barato que admira.
Na ra do l.ivramenlo n. 2, vendem-se
chapees de palha, francezes, a 800 rs. cada
um.
Vendem-se 2 negros mocos, que .er-
ran para todo servico, ci por proco commo-
do : na ra Dimita o 66.
Vende-so u relogio de ouro patente
inglez, cora pouco uso ; na ra do Padre
Flor.ano 11. 9|, segundo andar.
AOS AMANTES DO BOM L BARATO.
Vendem-se ricas charuteiras bordadas e
retroz servindo tambem de carteira a 4/, di-
tas sem ser bordadas muito boas a ft 11 y,
carteirinhas muits ricas a 2/, ditas proprias
para viagem a '3500, carteiras grandes para
dinheiro a 1/500 e 25, irancelins para relo-
gios. prctos do retroz a 160, afiadores para
uavalhas mullo linos a le", pedras inglezas de
afiarnavalhas a \ o 13500, ricas bengalas
pelo barato prer;o do 15 e 18500, pentes com
escova e cspelbo para suissas a 800 rs., eslo-
jos para barba a 23 e 2*500, fivellas douradas
para caigas e rolletes a 120 rs., castes para
bengalas a 80 rs., caixinbas para guardar
pbosphoros a 160 rs escovinhas para,Iim-
par pentes a 240 rs., chicotes muito bous
para cavallo a 800 rs .esporas finas de ac,o ,
', .gravatas de soda muito boas a 1S, ataca-
>re de corualina para casaca a 300rs., pin-
ccis iuglezesiiiara barba a 500, 600 e800, rs a
caftisas e oieia muito linas a 1 #200, ricas
abitoaduras para rollete a 500 e 600 rs., di-
r palitos a 500 e 600 rs., eslojos de 11a-
ss (inas>j)aia barba a 23, caixas linissi-
m'as pera rapo a 2J500 e 33, ditas redondas de
tal taruga linas a Or, e oulras muitas cousas
qe se Vendom por barato pceo : na ra do
Qusiraadoua'l'n conhecida loja da boa fa-
ma n. 33.
He anillo burato.
Ver.dem-se uzias de facas e garios de ca-
bo de marlim de boa qualidade a 10-, ditas
dilus de cabo de balanco muito linas a 6/,
ditas ditos cato rolico e oitavado a 3?, du-
zias de colheres de metal principe a 33 e 6;:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 1>400,
e oulras muilas cousas que se vende barato,
na rus do Quemado na buui conhecida loja
de miudezas da Lou fatua u. 33.
quadros a 000 rs. o co>
vado.
Vende-se na ra do Queimado n 21 A,
gorgurao de quadros ondeados, de lindasco-
res, selim iavrado preto a 2/000 e 2/iO ,
covado, sarja preta lisa muito lina a 2*900
dita laviadaa 2-000 ; dOo-se as amostras.
Sedas de qua-
dros mudinlios *i I?^000
ocovado.
Na ra do Queimado n. 21 A, vendem-se
chales de touquim a 243000, 13a de quadros
a 64o rs. o covado, grosdenaple prclo a
13800, 2?c 23200 o'covado, fazenda muito
superior; d.io-se as amostras.
PARA MENINOS.
Camisas francezas, diversos tamaitos :
na ra do Crespo n. 16, loja de Adriano &
Castro.
Vendem-se terrenos para edifiracn na
estrada doManguiuniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoei Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na ra da t'.adcia do Recifo n. 9, ou com
Jos Baptista Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se pnico muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: derron-
te da Rclaqao n. 28.
2oin e barato.
Vendeoi-se sa patos de borracha de
lastre, proprios pura o invern, de ho-
inetn a .l.s'OOe de senhora a "i.sOOO, sen-
da do mclhor joslo que tem vindo a es-
ta praca : na ra do Livramento n. ol,
loja de calcado. Na mestna loja cima
vendem-se resmas de papel de peso a
.S'SOO rs., sendo em grande cu pequea
porcao, a vontade do fregus.
Quem vir com-
pra porque o pre^o
convida.
Vende-sc uma porcSo de algodao trancado
da Baha, fazenda muito encorpada, com
pequeo deleito, sendo fazenda muito re-
commendavel para roupas do escravos e
para lodo servieo de campo, finalmente
muito propria para toalhas de mesa e ou-
lros muitos arranjos de casa de .annlia ; e
quem deixar de comprar limpo a 220 a va-
ra, e defeiluoso que mal se conbece ai!00
rs. : na ra do Crespo n. 14, quarta loja vol-
tando da ra das Cruzes.
Vende-se a verdadeira grax.i ingleza n.
97, dos afamados fabricantesHay & Mar-
tn--, em barricas de 15 duzas di potes:
era casa de James Crabtree i Companhia,
ra da Cruz u. 42,
Farinhade Tri-
este.
SSSF.
{Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMR chegaram TibOO
barricas desta acreditada farinha : ven-
de-se nos irmazens de Tasso Irmos.1
iifclojioh de patente
nglezesdeouro, desabnete edevdro:
vendem-se a prc(iora/.oavel,em casa de
AugustoC.de Abreu, naruada Cadeia
do ltecife, armazem n. 56.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente c
gada, assim como potassa da Russia verda-
deira : ua praca do Corpo Santo n. 11.
Momhosde vento
comhonrbas derepnxopara regar horlaf t ba
ladeeapiru : na tandi;ode D. W. Bowman
na raa do Brnm ns.6.8e 10.
Em casa de Huir. Brunn & Companhia, d
ra da Cruz n. 10, veade-secogua em caiviuha tde
dujia.
FARINHA
De Trieste.
Veude-e em rasa de Sannders Brolhrrs C. o
pra^a do Corpo Santo n. 11, a muitn luperior ebem
condecida farinha de Trieste, da marcaprimeira
qualidadeclucada cm 9 do correnle n esouna
fPfeil, em porcoes grandes e pequeas,conforme a
vonladedo comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundifo de ferro de D. W. Bowmann u
ra di Brum, passando o chafariz, contina na-
val um completo sortimerto de ta i* es de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
achara-se a venda, pur epreco commodo -com
protuptido; embarcam-s oucarregast-se em car-
ro semdospeza ao comprador.
Emcasa deSaun.lers Bro'.hers & C^ praca
do Corpo Santn. 11,ka para vendar o wgtthtta a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
F.onas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo entrabado igual ao da Bahia.
F. um completo sortimanM de fazendas proprio
para este mercado : tudo por BTeee commodo.
LEQES FINOS.
Vcndem-se lequcs muito linos com ricas
pinturas, espellme plumas a 2/, 33500e 4/:
na ra do Oueimado leja de miudezas da
oa fama n. 33-
Ricas litas finas e modere
nasdos lclliores iroftM
(jue se pOtle encontrar
se vendem na loja da boa Tama na ra dn
Queimadon. 33epor precos que naodcixam
do agradar aos compradores, porque real-
mente se vende baralo e ha multo onde -
colber.
VINHO DO PORTO GEMINO.
Vende-se oplinm vinlio -lo Porlo em kan d.
quarlo e oilavo. por preco razoavel: i ru^.l. (..-
di. do Kecife n. 13, escriptorio de Uall.r ', Oli-
veira.
AlgodffoitJitt
para saceos de assuca
sa de S. O. liieber .
n. 4.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 dunas ta barris deoil.vo. re-
cenlemenlerliegadopelo brigaeTrotador;vende-
se nicamente i. armazem de Barroca & Castre, n
roa da Cadeia do Ktcife n. 4.
l\a loja da boa IV
vende-seo mais barato
possivel :
Crosdenaples preto muito bom, o
covado
CanlSo preto muito fino, proprio
para luto, o covado
Sarja preta hespanhola, o covado
CorgurSo preto muito tino cota sal-
picos, proprio para col lotos, o
covado
Casemira pret.a lina, o covado
Panno fino azul, o covado
Lencos prelos de seda para grava-
la, meio lenco
Meias pela de seda muito supe-
riores, o par
Peitos muilo finos para camisas
Ditos de linho muito superiores
de qnadruihos prelos
a/uno
960
tJSlMI
4500"
2^HM)
3/000
W0OO
SjOOO
500
UM
AVISO
aos ferreiros.
F P0IRIEK,aterro da Boa-Vistan. 55
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARYAO D pedra
primeira qualidade, por preco coi
do.
Potassa e eal
virgem.
Noantigoe ja' bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recilc, escripto-
rio n. 12, lia para vender muito supe-
rior potassa da Russia, dita do Rio de Ja-
neiro e cal virgem de Lisboa em pedra,
tudo a precos muito lavoraveis, com os
quaes CaroOS compradores sutsfeitos.
\. O. BieberA C, ra da Cruz n. X,
vendem:
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Brinzao.
Biins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos dcassucai.
IO08.
Em casa de llabe Schmettau & Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-so elegantes
Pianos do afamado fabricante Trauniann de
llaniburgo.
o
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de ouro,
palele ioslez, para homem e' senhora, de um dos
nelliore) fabricantes de Liverpool, viudos pelo ulli-
dio paquete inclez : emcasa de Soulball Mellur V
CoDp schahisi nu um
NAFUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRODAVlD W. BOWMAN. ,vA
RA DO BRUM,PASCANDO O ollA-
FARIZ,
liasempre umgrandesoriimenlodos epointes o
joclos demechaDismospropriosparaenkenlios,a sa-
bor: moendase meias moeudas da mais moderna
cuiiflrurrSu ; taivas de ferro fundido e lialiuo.de
superiorqoalidade e de lodosos lamanhos; roda
deutadas para jiijoh animaes, de todas as propor-
ces; erivos e boccasde forualliae retiislros de bo-
eiro, aguilhOes.bronzes.parafusos eca\illi6es,n.oi
nhos de mandioca,etc.etr
NA MESMA FUNICAO.
eeiecutamtodasasencommendas con. a superio-
ridadejconhecidaecom a devidapieslezaecom-
modidadeem preso.
O C,I ARI),\-I.|VROS RRAS1LEIRO, ou arte
da escripluragao mercantil apropriada ao
cominercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Velha n. 22. Pre^o8^)00^-
Na raa do Vicario n. 19", primeiro andar,ven-
de- se \ i ii li o do Porlo d. superior qualidade da bem
conhecida marca GW ere pipas, barrae caixas de
ama e duas duziasde garrafa.
agencia
da 'uiulicao Low-.Vloor,
rua da Senzala-Nova n. 2.
Neste estabelecimento continua a lia ver
um completo sortimento de moendas e
meias moendas para engenho, machinas
ile vapor e taixasde (erro balido e coado
de todos os tamanhos para dito.
Vende-se poiassa,laVussia e a.encana.cl.esada Dll'OSSTAME PARA (r H BUCO.
nesle.d.as.ne superior qualidade; eal de Lisboa | Pira cra(le phlvsica em lo.lo>osseusditleren
da mais nova que lia no marcado: no. scusdeposi- lerlos, v,cr motivad a por eOBSli pace s. to.-se
los na ruad. Apollo u. 1 A.e2B. | astl.ma, pleuri/. escaos ,t sai,. e. ddrde Cos-
\ ende-sesnperioi linlia'de alfo.lai. branca ; lados e peilo, palpitadlo no cora-ao, coqueluche
de core*, em novello, para cosluia :em cas. le bronchile, d.ir na (arganta, e todas asmoleslia
Snutliall Mellor v Companhii,rua do Torres u. 38.1dosorgaospulmouares.
XAfiOPE
DO
QUE
M
Foi transferido o deposito desle tarop para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Novan. .VI',
earrafas 5*500, e meias 39000, sendo falso lodo
aquellc que nao for vendido neste deposito, pelo a
quesefaz o presente aviso
500
I ..uiin
1/600
2cO0"
18/1MM)
800
Casemira
muito lina, o covado
Cortes de colleles de rusti
hilos de dilos de dito lino
Ditos de ilos muito superiores
Crosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
Corles de vestidos de fazenda de
seda muilo linda
Setins-lisos de cores, o covado
Manas prclas de filo bordadas de
Seda 12MX10
Veos prelos de fil bordados de seda loJrOOO
Cambraias adamascadas, proprias
para cortinados, pocas de ao varas 7WO
Ditas para coberias, d bonitos pa-
dres, o covado 20,
e alem disto ba um completo sortimento de
fazendas linas e grossas. que vendem-se por
presos tao commodos, que ninguem deis.
ra de comprar; assim como chapeos do
Ch.lle muito finos, que se vendem poTme-
nos que em ontra parle: na rua do Queima-
do n. 22, na bem conhecida loja da boa f
v FlIiSDEittODO.
vendem-se litas de veludo preUs e de co-
res estreitas.elargas, lisas e aberlaade mui-
to bons gostos, pelo baralo preco de 160
320 400 500% 600 rs., ... rua do^ue.m.d
ua loia de miudezas da boa fama n 33-
BANDEJAS FINAS E BARA-
V d K TAS"
^.^dabo.^Vff^'
Eicovas ue todas as quaJi
dades.
Vendem-se ricas escovas inglezas para
*V"* qe pode haverg"e Sv.
invencSo a 3, ditas rancezas muilo Lh
a 15. 15500 o 2C000, dilas p.,\SSTJ
zas francezas a 52OO e 23, diUs para den
lesuiglezasefranoezas a 400, 5.o' 6W
dilas paraunhas dita dita ,240 5O0o1-
&**&*$ \Ut&0*.
I ugio no da 30 do n.ez de Janeiro p
p. um mulato captivo de nome Clemenno
com os seguintes sifinaes, baixo. n.agro, ca-
bello carapinho, falla de vagar, gesto hu-
milde, lem lalta de alguns dlnles, sabe |*r
e escrever ; este escravo mi do Sr. Francisco
Antonio de Salles, morador emGoi.ninb. do
Rio Crandc do Norte, para onde se suppoc
ter fuB.do dito mulato : quem o pecar cn-
duza-oaseusenhor na rua da Cadeia do
pensado qUe Ser* eenersm.Dle rcrom-
vPrZr'lUe.0".dia,2do 'rente roez de fe-
vereiro, do sitio da Trempe, sobrado n. I.
urna preta de nome Mari. C.jueir, de nacao
Calaba, idade mais de 50 annos. levo" vrs-
tido azul e panno da Costa de lisiras de co-
ln,:/7,iVe,ndCr frUCl.s d0 mesmo *'ti "
dous tabolc.ros ; pede-se a todas as autori-
dades pol.c.aes ecapitaes de campo que a
encontrar a apprehendam e conduiam-a .0
oen^S'l acin". qrao bem recom-
pensados de seu trabalbo ; e o mesmo se
pcucasautondadesdeOlinda, Santo Ama-
ro, l.-sa Forte ellonleiro, por onde costuro*
"dar qoaode foge. Prolesta-se coulra quera
loe der dormida em sua casa.
llontem pelas seis horas da manha
rugi da casa do abaixo assignado um seu
escravo de nome Anlouio, com a idade de
quarcnlae lanos annos, tendo os signacs
segu,ntes : cor preta, baixo; aecco do c.rpo,
lalio de denles e com alguma baiba, tras n
orelha esquerda um* argolir.ha de ouro, tem
oflic.odo sapateiro e um defeito no dedo
polegar de urna das n.aos. Quem o pegar ou
.ver noticia, dirij.-sc a rua do Queimado
loja de ferragom n. 14, quesera recompen-
sadoJos Rodrigues Ferreira.
-- No dia 4 para de Janeiro prximo
passado fug.o do engenho Muribequtnha o
crioulo Innocencio, com os signacs seguin-
tes : represcota ter 20 a 22 annos. quando
principia a fall.r gagueija, conserva o roslrT
cbcio de pannos, lem em um dos pulsos
um papo, os jes un. pouco apalbetados, os
olhos um tanto branros ; levou roupa de al-
godao da Rabia c calca branca : roga-so as
autoridades policiaes e aoscapilesde campo
o facam prendere conduzam ao mesmo en-
genho, ou em casa do capitn Manoei tleu-
ter.o do liego barros, que serao bem recom-
pensados.
Fugio. honlem, 4 do corrente, um ne-
gro cozubcirc, de 25 a 30 annos de idadr
que parece crioulo, de nome Mathias, csla-
lura ordinaria, magro, rosto um pouco
conipridojuariz chalo, beicos grossos, oll.o
granuesawpouca barba.; levou bastante rou-
roga^e
-lo a rua
pa
leva
s do K
a quera o appnhender queira
a da Aurora, casa de Cuslavo Jo-
I quesera bem gratificado.
Pparcceu no dia sexU-feira. 6 do
corrente, as 8 horas da i.o.t-, a cscrava Clau-
dina; suppoe-se estar arouUda, he Irigueira
de ordinaria estatua, bem fllame, toro os
denles muito alvos, e alguinas ardas no
rosto, levou vestido de ch.la encarnada no
corpo, e alguns de oulras cores e de ras
em uma l.uuxa, e un. chales de merino en-
carnado, quasi novo, com barra de cores
quem a livor aroulsda, leve-a ncsles dous
mas a casa de sua aeubura, na rua do Hos-
picio n. 7, que se promeltc uo se proceder
contra, ou qutm pelos aignaes a poder ui s-
cobrir, leve-a a mestna cas* que sera recom-
pensado.
Fugio de bordo do brigue brasileiro
Uelampo, na noite do da 8 dn correnle, um
negro de nome Mai colino, nacao Cabinda.
altura regalar, aecco do corpo, rosto eosa-
prido, barba serrada, e cria suissa.-. ; qaWaa
o pegar leve-o a bordo do m. sino navio jun-
to ao caesdoPasseiuPubl.ro, ou a casado
seu cuasigualario Manoei Altos Caerte, rua
do liap.ci.o n. 14, quo sera bem rere upen
sado.
1

t
'
PER.N. : I VP. UE Al. I. 1)E FAKIA I87.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
-


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