Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07705


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Full Text
AUNO XXXIII R. 32.
Por 3 mczes adiantados 4i'000.
Por 5 me7.es vencidos *'500.
TERCA FEIRA 10 DE FEVERE1R0 DE I&57.
-ea.-- i .
Por auno adiantndo f&'OOO.
Porlr franco para o subscriptor.
NCVRREUADOS DA SUBSC.RIPCA'O NO NORTE
Parahiba Sr. Joao Rodolpho Gomes; Natal, O 8r. Joa
ouim 1. roreira Jninor ; Ami-.iu o 8r. A. de Leos Braga ;
Ceara, o 8c. J. Jote de Olivtin ; Maranhao, o Sr. Joaquina Mar-
ouet HodriKUM ; fiauhv, o 9r. Domingo! Heccultso A- Pessoa
Cearense >. o St. juilio J. Ramo : Amazonas, ar. |Jero-
nymo da Costa.
PARTIDA DOS COUIIKIOS.
meia
Olinili : lo laaaraaaa, t*nla..a a Paraaiba : tu ,.^un s. A.to, KeasrruM, Bonito. r:ar,iar,.\lii s. Looreofo i^..-.i-\jh.. Nazaraih, i.in.....>r.
,eira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vina, Ourirarr .
l'uiirnleiras e Vilal : qxinraa-fe.ras.
Tudua ,- eorreioa paiten as lo hars da m-nbS
rtaa-felrae,
.1 iiirun^ : na tcrta-feln.
.. i..,..,,-.,r.. rega-
a (I
Barceiroa,
r,.-f
txaa-Prata,
AUDIENCIAS ROS TRIBDNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio i segundase quintas.
Relaco ; trras- feiras e sabbados.
Fazenda ; quartas e sabbados ai 10 horas.
Juno do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia,
Juizo deorphaos: segundas e quintas as 10 horas.
rimeira vara do civel : segundas e tenas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
KIMII.MKtUDKS DO HEZ DE I lAEltlCIUn.
1 Quarto crescente as fl horas e 1 minutos da tarde.
0 La cheia as y horas c 33 minutas da 'arde.
17 Ouarto minguante a 1 minuto da mandas
24 La nova as 9 horaseSS minutos da minhua,
, i'lti.VMAIt DE IIO.lt.
segunda as horas e 31) minutos da tarde.
Priraeira as 1 horas e Si minutol da manbaa
DAS DA SEMANA.
'.i Segunde. S. Apolinaria v. m. : i. Ansberto.
10 Terca S. escolstica v. irina de S Bento.
11 (.loarla S.Laiaro h. S-. Clorcro. Desiderio e Castrense lili.
12 UiiiniaS Eulalia \. ni. : Ss Modesto.
13 >eita S. Giratorio p. s. Cailuriuade Rici v.
14 Sbado S. Valeiiliiu m. Ss. Auxencio.
15 Domingo da Sexagsima Ss. Faustino e Jovila.
ENCABREGADOS DA M Iiscitli-CAO NO sil.
Alagoas.o Sr. Claudino Falco Dias : B.na. o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBCCO
O proprietario do DIARIO Manuel Figueiroa de lana, na sus
ivraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTS
Qual seja o fundamento histrico e jurdico do di
OS GABINETES EM 1835.
reilo de padreado da coroa porlugueza na Afica *1 As uovas aliianjas.Negociajes de Vienna___
Bltico assim como no Mar Negro, Podem ale pe- acliavaui mui direetemejnta ompeuhados no conten- que, tomada nossa alli ida depois do tratado de
TRIBUNAL, DO COMMERCIO.
SESSlO ADMINISTRATIVA EM 9 DE FEVEll EIRO DE
1857.
Presidencia do Bxm. Sr. detembargador
Souza.
Presentes os senlioies depolados Bego, Basto, te-
mos e supplenlo Ramos silva, na falla doSr.Si.
qaeira.
EXPEDIENTE.
Ira requerimenlu de Antonio de Paula Fernandes
Eiras, iiiurmailo pelo Sr. desembargador fiscal, pe-
diodo registrar o seu diploma de agente da compa-
nhia Previdencia.Kegistre-se.
Outro de Jos Antonio Moreira Dias & Compa
nina, informado pelo Sr. desembargador fiscal, pe-
din lo matricular a *ua lirma social. Malri-
cole-se.
Outro de Jos Francisco l.eilSo, ex proprielario
d.i sumaca Diana,u entregando o registro da mes-
mi, visto te-la vendido a Jos (juedes Nogueira
Com vista ao Sr. detembargadur fiscal.
Outro de Jo Guedes Nogueira, pedindo regis-
trar a iumaca Diana, que comprou a Jos Fran-
cisco l.-iiju. Com vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Oulro da directo da companhia de Seguros I n-
demnisadora, pedindo registrar a soa eleirao.Be-
gislre-se.
Urna parlicipajao do continuo Jo.lo Gomes de
Mello, datado de boje, de nflo poder comparecer ao
tribunal por 1er fallecido seu pai.
Foi presente a colarlo official dos presos corren-
les da ultima semana.Archive-te. *
SESSAO JDIC1ARIA EM 9 DE FEVEREIRO DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
FaltOu o Sr. desembargador Villares.
DhlribuicSo.
Pela ausencia do Sr. desembargador l.eito, fot
disltionida ao Sr. desembargador Gilirana as anpel-
lajes entre parles:
Appellantes. Manoel da Fonseca Cimbres e Jos
Antonio Pinto ;
Appellado, Fortaoalo Canlozo de Geuveia.
Appellante.^nionio Gonjalves dos Santos ;
Appellado, FiniJnll Jul lllTiTi*
Ao Sr. etesembargador Villares :
Appellantt), Jeronimt Joaquina de Jess ;
Appellados, Isaac, Cirio A; C.
O Sr. desembargador Gilirana pedio relator para
a primeirn daquellas appellajes.
EXTERIOR.
POBTLGAI..
. tcademia real dat scieiuiai.
Programma anniinci.dn na sessilo publica de III de
noven,hrn de 185S.
PARA O \NISO DE 1857.
Primeira classe.
Ein selectas rhy-tcas.
Demomtrar pela nal)se as principa vari ijies
na quanii la de gluten, c das nutras maleras azo-
tadas, as variedades de trigo mais commuin no
dos paiz, e a influencia deslas variaron na panifi-
ca ro.
Demonstrar chimicumente a relucho que existe en-
re a composic3o equalidade da seda, e alinenlaro
do insecto que a prodoz.
Adiar o prucesso mais simples e exacto de reco-
nhecer, medir a eleclricidade do ai, em todas e
quaesquer cnndiQC'es almosphericas.
Fater o estudo cliimico das aguas do mar que ali-
menlam as uossat mantillas e das acuas ni's das
mesmas, eo do sal que Bella* se collie, e demons-
trar qual seja o melhor reaimen das roarinha*.
Descrip;Ao de uin systema econmico de lunp /i
para a cidade de Lisboa, de modo que della se tire
todo o partido possivel para a saude publica e para o
adobo das terral.
Ere -ciencia- hisloriro-naluraes.
Mostrar quaes sejam as vaniagena que o nosso
paiz pode collier dos novata processos empregad
para o entugo das Ierras Drainage .
Em scirncias medicas.
Determinar, em referencia nalgoma Ierra de Por-
tugal, e lomando por base os dados ministrados pe-
la respectiva slalisltca, qul seja a influencia dos
miasmas ptridos sobre a saude, dars a vida e
morlalidade das puvoares vizilihas t .
Mostrar o que seij o cancro, descreyendo os ca-
racteres essenciaea desla prodcelo patliologica. e
tra;audo ao mesmo lempo o diagnoslico diflerencia|
dos tumores que com elle se po-iem confundir.
Decidir se em Portugal evisle a vaccina natura!
(cow pox), como doenca das vaecas.
Segunda classe.
Em litleralura.
Investigar a origem da liugua porlugueza ; e in-
dicar os prosressos da sua formara e polimenlo ale
ao come do reina lo do senlior D. Manoel.
Em scieocias moracs e jurisprudencia,
(tual foi a iiitloencia do elemento germnico na
organisacao da propnedade em Porlugal '.'
Sobre que base deve ser organisada a instiluicAo
do jury para ter proficua.
na Asia.
Em -ciencias economitas administrativas.
O exame da inlloencia que tem exercido nos pro-
gressos da agricultura nacional as providencias le-
gislativas posteriores ao anuo de 1831.
Evpnr qores to as vanlagens e os inconvenientes
do tributo de'repartic.ao, e quaes as condic,6es essen-
ciaes da sua esislencia.
Em historia e anligoidades.
Qoal foi a ndole e ink-ne.Vi do poder do rei nes
ptimeiros lempos da monarchia porlugueza, e quaes
as vicissitudes porque passou at aos fius do seclo
XV.
PARA O AUNO DE 1858.
Primeira claise.
Em scientias hisloricn-oaturaes.
Descrcver as raeas bovinas de Porlugal, seus ca-
racteres e aptidoes.
Segunda classe.
Em litleralura.
Urna vida de I.u / de CamOes, mais completa i
mais exacta que as at agora publicadas ; rondndo-
se o autor, quanlo for possivel, em documentos un
leslemunhos inditos.
Em historia e antiguidades.
lima noticia dos monumentos que anda te en-
eontram em Porlugal, anteriores ao dominio dos ro-
manos, investigando a sua natoreza.
PABA O ANNO DE 1859.
Em ciencias medicas.
lrazer a historia das febres graves, qne ordinaria-
mente reinara em Lisboa, tendo particularmente em
vista a sua analomia pathologica, causas, diagnostico
diflerencial, Iratameulo e natureza.
O premios ordinarios consislem em orna mecln-
|ha de ouro do peso de 50 ) rs. e lodas as pessoas po-
deni enneorrer a elles, i excepto dos socios hono-
rarios e efec'ivos da academia.
Abaixo de-les premios piincipaes, propoa) a aca-
demia tamhem a honra do accessit, qoe cocsi-le
em urna medalha de prala : e far-se-ha nicncno
honorfica da memoria, qoe so disto se fuer digna ;
a qual menean sera insera as -uns actas o hit-
loria.
As condic,es geraes para todos os assumplos pro-
postos sito:
ias, que vierem a concurso, sejam
zajenp i em porluguez, sendo seus autores] natura-
es denles reinos, e em latiin, ou em qualquer das
liugas da F-urnpa mais geralmente conhecidas, sen-
do estrangeiros.
Que sejam entregues na secretaria da Academia
por todo o mez de jtilho do anno, em qoe iiouve-
rerr. de ser julgadas :
(Jue os ii une- dos autores venham em carta fe-
cliada, a qual traga a mestna divisa que a memuri i,
para se abrir tmente no caso em que as memori-
as premia.lac nao ....m er impressas acuita pr
ordem, ou eom licenea expret>sa da academia ; con-
iheflo que Igualmente se extende a todas as memori. s
que, nao oblando premio, merccereni com iu honra do aeeett.
Mes nein esla dislinceao.nein adjadieafSa ilo pre-
mio, nem uie millida pela academia devei.lo jamis r-pntar-se
como argumento decisivo, de que esla sociedado ap-
prova ahsolulamcnle luilo quanlo o couliver as
memorias a que conceder qualqu>r desles sisnaes
le approvaeao: porem rnente com urna pr-.v, de
que o ten conceito desempenharain, se nao inlei-
rameule, ao turnos a parte mais importante dos as-
sumplot propostos.
Belacao dat obras pnblicat pela academia real das
ciencias de Lisboa depois da Malta publica de
1851, e das que se acharo actualmente no prlo.
Memoria da Academia, nova serie, primeira cla?-
>e tumo I.-, parte segunda.
Memorias da Academia, nova serie, (fgonda cias-
te, lomo 1.', parle segunda-
Ephemerides nuticas para n anuo de tsv;.
Ephemeridet nuticas para o auno de 1857
Viagens de Ben-Balola, tomo d.'
Collecc.lo de oposculos rcimpressos. lomo I." u
segundo.
Collee^ao de noticias para a Materia e geographia
das naees ullramarinas, tomo 6."
Memorias de hlleratura porlugueza, lomo 8.' se-
gunda Cclie.'ie.
Memorias da academia, segunda serie, lomo :!.
parle segunda.
Porlugihae e raouumeula histrica 'a saeculo oc-
'avafjusl Christum usque ad quinlum deeimum
Leges elConsuetndinesvn|. !.Fasciculus 1
Conla dirigida ao ministerio do reino pela eguii-
da classe ila academia snDre o eslado dos Irahalho
relativas puhlieaeao dos monumentos de Portugal,
ele.
Estao no prlo.
Memorias da Academia, nova serie, lomo segun-
da parte primeira .primeira lataa).
Memoria da Academia, nova serie, tomo sesudo
parle primeira isegonda classe .
Tralado do apoarellie dos navios, segunJa edieo.
Estudos histricos sobre a origem dos reinos de
Navarra e Aragao.
l'oriugali.e monOmenti histrica Scriptores
vol. I.1Fasciculus primeiro.
\'aiio y
A SEMIUK4 \V0 ESTA FM CASA
por Madama de Grandefort.
xxi
Por uin inovtmenlo involuntario, us dous .loekevs
Uvaalaram-ta ) a luirqueza, cojos olhns illumiu-
ram-se 'oin, orna expresio indizivel c Irlumphanle,
passou rapidam-nle a m3o pelos cabellos tomn ills
liictivarnen! urna altiiude anida mais graciosa, e
volmu eoriotamente a caneca : era elle mesmo.
Com efl*ilo. era fcil reruuherer i primeira visla
no personasen! anoun-iadu o ideal, que fizera a inar-
qo^za meditar pouco aules.
O duque de Ferval lUlha ao muiln vinte e oilo an-
uos estatura modia e elegante, c e-se aspecto altiVo
e sereno, que a-socta se ua imaaiaaeao i idea de um
dalgo. Seu otilar he chelo de poder, e al em seu
Arrias vaaamenle amargo, adevlona se sua tODeriO-
ridade. Uasla ve In pira compreliender-se o odia
que elle inspira abases li lalgot no Vos que dnltonram
e perdetu cada vez mais a nobreza frauteza coniem-
poianea. Porm seu prestigio ha tan grande, sua in-
ftsetela iSu real, que qoniido elle eppsreee anda
mesmo seus inunisos mais ranrorosos, nclinain-M
rom re'peilo> a 'miraeao tlraelivo mgico, poder
inariivilhoso. uniro- que lem naseimenlu illustre, na
genio magnifico. Mas, quanlo sao raros nesle seu
Bompineuto das conferencias.Siluaeao dos beli-
gerantes e dos neutros.Estado dos espiritos, de-
pois da queda de Sebastopol. Apptllo feito pelo
imperador Napoledo a' opiuio dos neutros.Tra-
tado com a Suecia.Ultimtum da Austria. A-
reitarao da Unla. Congresso e paz de l'aris.
NtiMeo da Europa depois da paz.Poltica dos
eslados da America e da Asia na queslao d
Oriente.
Depois da revolueo, qoe, mudando as bases da
sociedade franceza, solou a l'ranea do resto da Eu-
ropa e qoebrou todas as relaeoes da anliga poiilica,
os gabinetesaudavam a procura de um novo sjslema
federativo.
As affinidades ou opposic/ies de principio, primei-
ramente decidiram altianeas, substiloioda-ee as cou-
sideraeoes de iiileresse real, e d'ahi as primeiras eoa-
lh;es armadas. D'ahi tamhem mais tarde a Santa
Allianca, coalieao preventiva dos gabinetes do norte,
em desconfianza permanente contra as ideas, de que
a Frane i contiuuava a ser o foco.
Eslava em a natureza das cousas qoe os inlerepsea
recobrassem os seus direilos, e a preponderancia da
Ratsia, elevando-se por occasiito da queda do impe-
rio tobre os deslro(of da preponderancia, da Fjanca,
devia um da linear a luz sobre a cituacf.o confusa
que tantos Ir.m.lomos linham creado.
Com ludo, esla situado,nao foi compreheudida
em continente. Em lula de infloencia com a Ingla-
terra alcm dos Pyrineot, com a Austria na Italia, a
Franja julgou oro mouienlo, tb a B'stauraeao, que
podia ser vantajosn para se coadjuvar o engraudeci-
mento da Kussia no Oriente.
Este erro so conlribuio para agmenlsr a grande
e aniearidnr.i siluar;ao que o gabinete de San I'elers-
burgo creara para si na Europa. A poltica, que em
1830 procurou por base um accordo com a Inglater-
ra, era inspirada por um -entmenlo mais justo dos
verdadeiros iuleresses do paiz ; desgraciadamente a
allianea n3o
treit.i.
De ambos os lados as paixes mesqaiulias tr i uin
pharam, e a allianea anglo-fraticeza, fecunda uo
cornejo em resultados importantes, depois o foi s-
menle em obstinaees reciprocas.
Ao passo (ue as doas grandes potencias occidm-
laes procuravam de'arle unir-se em um justo re"
srtilimenlo dos pSfiges que ameacavam o equilibrio
europeo, mas tem conseguir resollado completo, a
Anstiia dividida entre os principios, que a licavaro
a' Bussia, e os interesses -)ue lendiam a separa-la,
leu.iv.i ver no seu com|irlamenlo o dMgoslO que
deviam neces seu espirito.
Se ella volanlariaineotc sa aproximou de ns.mais
voliinlariaiiieute anda da Inglaterra; porm o re-
gimen constitucional a repcllia pelos recejos que lhe
inspirava qjanto a seguranea do seu governo na Ita-
lia. Aseien, ella as-istia aaa progress.is da iiilueiicia
ru*sa no Onenle, que conhecia melhor do que nin-
guem, cheia de iiiquielaea<*, seru atreverse a op-
por-sea islo, todava trabalhando diploataticamente
para os retardar o mais possivel, ojoando a insurrci-
eao da llungri i llie vcio tirar a eteolbs das suas al-
lianeas. Qosnlo a Prussla, fura diflieiladixer rxaria-
meule quaes tem sido as lendenciat da sua poiilica
nesla langaerite europea. A IVu'sia nasceu Ja ne-
cessdade de redozir a justos limites a influencia da
Austria na Allemiiiha.
No momenlo da revoluclla franceza, a Pru^sia ain
da nao linlia outra preuccuparo mais do que o eque-
librio-federal. Eucnnltanio-la em IHI. domnala
por designios de engranderimenlo que Ihcatlrahiram
muitos disiahores, especialir.cnte em I81S. Liberal
em apparencia as suas aspirajoes, dissereis que re-
pugnara antes que a Aostria a urna intimidada com
a Hastia ; mas redozida pela esrola leudal as ten-
dencias da Santa Aiaaea, devia ser ao contrario a
mais vagarosa em della se afastar.
Tal era pouco mais ou menos a posicao respectiva
dos gabinetes no mmenlo em que se maiiifestou a
crise, que a Europa acaba de atravessar. As inten-
Blaada Busiia, que a Franja, a Inglaterra, e Aos
Iria percehiam desde muito lempo, sern comtudo
unir-se para eombale-lus, chegaram a um grao, em
.ue ja n3o podan, deixar duvidas, c o re-utlado da
eesflSaaa deslas prelencoes foi aliiial abrir os ollios
as tres urandes potencias. Desta mlelligencia mais
clara de urna siluacao, ha muilo "empo ameajadora,
mas cojos perigos nunca linham sido lAu evidentes,
nasceu urna poltica que ludo indicava : os interes-
ses recobraran o imperio natural, e a Europa vio
prodnzir-se sob a aceao das circumslaiicias um sys-
tema ile allianea, ao mesmo lempo natural e pode-
roso.
Eile sjstema nao se constituio em um d a. Era
Indicado destla o momento em que a Austria se una
i Franja e a Inglaterra, para assignalar em urna se-
rie de protocolos as bases de um ajuste amigavel en-
tre a Russia e a Porta, anteriormente a declarajo
de guerra. Tomou um carcter preciso pela assig-
nalura do tratado de 2 de dezembro de 1834, em-
bora este tratado (enlia produzidu lentamente as
coniequeocias, cujo germen enctrrava.
A allianea da Franca, da Inglaterra e da Austria,
tem um carcter de necessdade, todas as traes qoe
o Oriente pode ser ameaeado pela Basta.
A Franca e a Inglaterra snsinlus podem allingir o
imperio russo em (oda a exlensao das suas coslss, no
netrar, quer de um, qur de oulro lado as soas pro- da para que livcsem probabilidade evidente para j de dezembro, se echan revestida do papel de inler-
vineias contraes, conservando o mar por base de ope- alrahi-la causa deltas. Esta conlianca do mpc- mediano ne-las negoelajes. Nao linha um ronhe-
rajao ; mas, camiohando dest arle no solo russo, el- rador Nicolao na forluna, e por outra parte, seme- cimento exacto dos iiumenso inleiessesda Austria
las nao leem a liberdade completa dos seos movi- limite eslado de cousas 13o ameaeador, deviam obrar nos nefarios do oriente, aquelles que podiam suppor
mentos, e nesta marclia o seu llanco n.lo lie solli- ao mesmo tempe, e de alguma sorte de urna manei- (|ueo gabinete de Vienna nao Jdesejou sinceramente
cientemente garantido, se nao podem contar com a ra enalradictoria, sobre as disposijes e os aclos do ; o bom xito da poltica da Franca e da Inglaterra
cooperajao de um exercilo austraco. Nnnta pala"| gabinete de S. Petsrtboarg. | nesla occasiao. Nao lia um e-lado que fos mais
vra, as duas grandes potencias occidentaes podem I Prolongando a guerra, esperava Ilustrar a sua
prescindir d'Austria para levar a Russia exercilos resistencia e manier a opiniao da omnipotencia do
respeitaveit al as toas extremidades e para feri-la j imperio russo na defensiva ; mas tamhem poda re-
direetemealeameaeado iljqueimperio d'Austria pela
exlensao da influencia russa na Turqua'; nao ha
um so que tivesse nuil a gaaltar no abalemento da
no seo poder aagressivo por mar; mas ellas leem ne- ceiar agitar a Europa inleira, e ver o solo russo ala- i Rosis no oriente. Ningoem duvida que se o lio
cessidade do seu concurso activo para allingir o im- cado por pontos rossnt muito mais volncraveis do
perio russo no seu movimeulo de expansao por ter- qoe a Crimea. Dabi, por um lado, a vonlade de
ra de leste a ueste. ; tratar, redando rnenle as pu-iees irrevogavelineu-
Hete sua parle a Austria nada pode contra o seu te perdidas, taes como o protectorado exclusivo nos
vizinho temivel, tem a allianj do occidente. Pn- principados e a vigilancia igualmente exclusiva das
vada desta allianja, he conslrangida a assistir como einliaraduras do Danubio, e por oulro lado.o daeefo
em iHi'J a urna lula entre o czar e o sullSo nao me- i de entrar em negociaeao para dar provas de smi-
nos desastrosa para si, do que para o proprio impe-! mntos pacficos : siluajao equivoca e falsa que exi-
rio otte*naa progressos dos psnslavismo, que te inlroduz al em dimento de espirito, e que, soh este sC^iee aspecto,
seu seio e do protectorado da igreja rossa, que inva-I muilo convinha ao principe Gorlschakof. Houve
dio os Gregos, os Valaqaios, os Armenios, assim co- quem diste-se, depois do rompunento das cooferen-
mo os slavos, separando de si urna parle impartan- [ cas de Vienna, que o primeirn plenipotenciario rus-
te das suas populajoes. Emlim dos momentos de'so comprometiera o seu paiz.enipeuhnndo mu cte-
crise ella se aclia a merco do seu mais perigoso ri- | goricamenle a sua honra sobre certos pontos a nao
val, e forjada a recorrer a proteejo da potencia, da
qual cada patea para o prosres'O he para a casa de
llapsborg um novo perigo. Unida a' Franca, i In-
glaterra, recobra toda a sua liberdade e acjio. Na
fazer concesses mui inferiores as que desde etiiao
foram concedidas. Com ludo, releva cunfessar'que
no momento e-la siluacao leve um effeito sslolar pa-
ra a Kussia, inspirando aos seus adversarios urna
defensiva est ao abrigo de qualquer ataque, pots'idca mui elevada da sua forja de resistencia.
que o tuimigo que quena penetrar em seu territorio
e cebarla esposto a atrahir sobre suas azas as forjas
combinadas da Franca e da Inglaterra.
Se, pelo contrario, loma a ollentiva, acha-se nas
condij.ies do bom xito, poit que os seos alliados,
com o soccorro das suas esquadras podem levar os
leus exercilos sobre tal ponto do Mar Negro, ou do
Bellico, que melhor conven) ao plano de campanha
coiumtim. Assim, em ludas as hypolheses, a posicao
fot desde enlio suuTcieiilemenle es- da Austria he excellenta, desde que pode contar com
esta duplica allianja. Assim, cumpre dizer, qoe o
tralado de de dezembro eslava na natoreza das
cousas, o era indicado, se nao oHenado, pelas cir-
cunstancias.
Desgrajadamente de-ia demorar-se em produzir
os seus fruclos. Concluido pelas potencias occiden-
tes na esperanja de ohler, no fim do mez que o vi-
ra sssignar, a cooperajao de Austria, os respectivo
efTeitos foram embargados pelos icios que a Russia
nraliera para conjura-los. Desde algnm lempo esla
polencia.no paosamenlo de'conlcr a Allemanha, cu-
jas tyinpathUx lendiem cada vez mais a escapar-lhe,
tratavado lesfmunhar dispnsijOes pacificas. Deixa-
va volunlariameple crer que Dio eslava longe de
adherir aos quatro pontos que furmavam. desde a
troca das notas celebres de 8 de agosto de IS. em
\ tema, a base das prelenrOet da Franca, da Ingla-
terra e da Austria. Como n assignalora do Uelado
Nao he porque n Franja e a Inglaterra tenlia, a-
inda nesle momento, sentido enfraquecer a coragem
que moslraram no cornejo ; mas foi eniao que as
das! potencias romprehenderam melhor a exlensao
e diflieulilade da larefa que linham emprehendi lo
ao atacar a Kussia, conforme alias aos conselhos do
senso commum.Al quaudo se devia prolongara
resistencia Hesis Iriacheirat de Sebastopol, lanas
vezes deteriorada pela nosia arlilharia a lio rpi-
damente repara las Ja tinhamus pelejado duas
batelhas para chegar e nos manier sob as mnralhas
desla praca. em duvida tullamos Iriumphado
neslti duas gran les occasiOes: tinhamus fetto mais,
litihamns tirado a nossa desforra de 1813, ao mesmo
lempo sobre os Bussos c sobre os rigores do inver-
n ; todava nao Urdamos supporlado sem pardal
d.iloro-aa esla lula contra n inimigo e contra o
clima, anda muilo mais mortal para mis do que a
balslha d'Alma e de [nkerman.
Verdade he que c inimigo solfria em proporjes
alada muilo maiorat; porm emfirn eslava dentro
do seu territorio, recebando lodos os dias nova'
goarnljOes, lendo semprc a nos oppor o duplo das
nos-as Turcas em homens e arlilharia, por traz de
niuralnas que nos era necessario destruir primeira-
meriie para altingi-las. Na podeado Iraotporlar
immedialamente Instante tropa a' Crimea para lo-
mar a eflensiva em campo raso, Mo'podiamoa espe-
te ;> de daaerubru srio enrprender o gabinete d, rar mudar o campo de bstalhs, e nos era preciso a
S. l'et irsburgo no mete deslas prcoccupaeoes.caosou-1 lodo o enste expellir os ltusos de Sebastopol ou pe-
he ama impresslo profonda ; nlo vio oulro meio de recer debaixo dos seus muros, oa, semelhante
desviar os elleilos senao declarar em termos potlll- j empreza, comecada ja desde muitos mczes, Daderia
vos qlie adherio as qualro giranlias, e que quera |ser terminada antes do fim da eslajSo que corneja
i va '. E se nao fos sufirer '.'
lal era o raciocinio que faziam muiln hons espiri-
to* mantrnente em que as negociacSn provocadas
pela llii---ia se abriatn em Vieooa. Com toda ao
mesmo lempo liavia uo paiz, no governo, no pro-
prio imperador, o scnlimento profundo de que a
paz sern a tomada de Sebastopol nao poda tstltfazer
o nos< palriolismo. e que s deriamos depor as ar'
mas de urna maneira victoriosa. Este sentinienlo
era igualmeule o da Inglaterra.
Entretanto os gabinetes de l'aris e de Londres,
liis nesta occasiao a pililica moderada e desiniercs-
sada, que linham adoptado desde o cornejo como re-
gra de procedimento, aceilaram leal e francamente a
idea de urna uegociajao ein Vienna. Basta reler os
protocolos das conferencia! queoecuparam urna par-
ledo mez de marro de 1855, lodo o mez de abril, e
lie perturbada, que disse em reparar no sentido
lerrivel que iam ter suas palavras para os dous pri-
meiras visitadores :
Devo eonfetsar, senhor duque, que nlo ase es-
perado ; todava seja hemvindo.
O joven fiaigo inrlinou-se, e a de ler saudade, o vrsconde e Mr. Gitort, amigavel-
rnente, mas com digaidsde.
ComrlTaild, senhor*, disse elle coulemplaudo-
a com admiraeSo. tinlia razao para julgar-me anida
em Olan, donde voltei todava mais cedo do que
previa. Mas. I.ilvcz queira insinuar, arresceiilnu
elle com a malicia mais perspicaz, que ueste mo-
menlo ilizia-e aq n mal de mim ?
A ma'queza lembrou st di t dous amigos, e que-
rendo loga encobrir-llies o embarace provavel, res-
ponden com graja :
Ilepresumprao.sendorduqiie, cuidar quepen-
tavamas em vossa excellenria.
Confesso, que essa idea nHo era falla de vaida-
dade. Mas, lamhem nao ignoro, conlinuou elle vol-
lando leiilainenle es olhos para os oatros dous perso- dido.
nageii', rpre sou mal xislo no Jurkev Club, de que
eises senhores...
Sao o mais bello ornato aeresrentou a mar
queza, rindo.
Mas, elles a principio confusos, linharr.-se Iran-
quiI' Tanto no Club, como por loda a liarle, disse
Mr. de Gisors gravemente, o senlior duque su lein
armeo*.
Amigos qoe nao perdem neiiliuma occasiao de
renil'T homenagem ao seu carcter, acre>cenlou
Rraeiosemenle o visconde de Gerbeul.
A marqueza I ncou Iheum rpido oldar. esperan- i elle vollando-se para os dous Jockeyt' grande ver-
tia com siga ; Como julguei-o bein '. elle disse em
tom ao mesmo lempo expressivo e brando :
Comanlo, sendora, que eu leuda sempre a
meu favor a npimo particular daqoelles a quem es-
timo, a quem admiro, a quem amo !...
A rnarquoza pareceu estremecer como ao sopro da
esperanja.... a.) respondeu, mas fez com a cabe-
ja um pequeo signal de approv.ijao, coja expres-
-ao niiiii 11 e tremola nao escapoa ao oldar vida-
mente s\ lupallnco do joven duque.
Fi-le, iiiuiiu soperior para nao ser benvolo, leve
piedade dos dous amigos, que lindara lirado silencio-
sos e euvcrgonlrados e disse em tom de conversacao
geral:
Saliem que a joven condusa de Mu lina ha de
tomar esta semana o veo de carmelita'!
(Joe loeeara exclamdu o visconde desejuso de
u3o parecer agaslado.
Ser moja, bella, e rica, e nao saber empregar
melhor tantos dous preem-os murmurou Mr. Gisar.
a quem desagradava igualmente o papel de olleu-
Oh senhores, lornou o doqoe com gravidade,
quem >ab que dramas intimo*, que dore! fizeram-
ua lomar essa drterminajao '.' Ouantot curae em
torno de nos, que o mundo euganoa oq mi -oli-te/,
| dirSo secretamente da condessa : Fez bem, he feliz...
S" Dos pode eneder urna alma.e aplaca-la .'
Alt! suspiruu a marqueza vagamente entriste-
cirla.
Sendora, exrlamou o duque com terno oldar e
sympatliica expressao, querer seguir o exemplo da
i ron essa ".' Seria para nos. s'nhares, acrescrolou
lo geralmente ainanle da igualdade. ruja mullida,, do aciiar-ihes irona no semblante ; mas pelo con- i golilla e cruel remorsa !
: sao muilo maiores do qoe | liarlo este nao exprima seno i lealdade e o res- Bateo co,r, ? pergnnlou o bello Gitort com
nos |
pello.
Como j. sao d-purritas disse ella tristemente
rom str;o, entretanto que elUs -li/iam na fon lo ,1c
seu cor-rao ; Ella ha de acliar-ii" mili hallis, c pre-
ver que se.crin grandes estadistas!
XVII
O duque | u nellet os nidos com a rapidez do re-
lampago, e debaixo da ar sincero que daviam larna-
A marqueta, que reeebia Tinte ve/es par dia des- ; do, perredeu logo a verdade.
es Campnmealos sem dar-lde a menor alleniao, \ Pouco n.e importa que me l'acam estica ou
e pela primeira vez ar boa-u deliciosos : e | qoe deixem de fee-le, disse elle destieiibosamente.
IVIo lempo prsenle di mentira e ,1.....odinfridadr,
a apiuao publica perdeu para mira ludo o valor e
lona a iguilicai.,o.
O duque.de Fontal dirigio-se ti marqueza, e dUse
beijando-lhe a mo :
Senhora. lenli i a s ili-faceao re depor-llio au-
pes miulias rims re>peiio koieuria informar-nte de sua taude, acrescentou elle
cora o min ir,ai- allectuosu, nunca foi mais brilhante
sua belleza.
-----. r- i"--------------------------------- ----- -' .',"-MI. n
inpallua da lana foaai aqnillo que ello inspira '
Ella, que sabia <>r Benvola al na irona, lirn
aympalliia
Ella, ,|i.
Vide Diario n. :tO.
E vnltando-se para madama de Veruun, a qual di-
urna llire magistral.
Obi oh meu amigo tornoo o visconde em
tom de.ombana. tosss senhoria desacredita agora
muilo o Jocki \-Cluli.
Nao veiu era que o tender duque lhe faca
grande honra, re-pondeu no a.e,mu lora o Atilinos
ollcudido.
XVIII.
Mea lomemos a deserever dem aos leiloret nottoa
quolro pers'juageus.
Assenlado junio da marque/a, Mr. de Gisors, que
jamis se esquecia de sen (amblante ,ie marmore,
nuda a altiiude mais firme e mus e-ludada ; eslava
iuleiramenle veslido de prvlo : pareca um dipl-
mala Ij/eu jo visitas na corle.
negociar sobre estas base-.
A Hastia era enl.l i representada em Vienna por
um diplmala que a cnse acabava de lomar evi-
dente, embora fosse j antigo oa carreira e lives-e
um dos prlmslrosnomea ,1a Rusa,o principe Gorls-
chakof, chamado depois a socceder ao conde de Ncs-
selrode, como ministro dos negocios estrangeiros.
Servia precedentemente a seu paiz em urn posto se-
cundario, o de Stallgard. Emprehendedor e mu
pronunciado pelas ideas do partido dos veldos rus-
sos, creara para si urna grande posijao na corte de
Wurlemburg, tao estreitarnenlc unida pelos lajos
do parentesco corte da Russia. Foi designado pa-
ra substituir provisoriamente em Vienna o bsrao de
Meyendorll, quanlo a posijao desle ullimoriAo pode
sersu rhakoll eslava por suas disposijiet pessoaes de ca-
rcter e de espirito em perfeita harmona com as
disposijoet do seu Enverno. A Bussia n3n que- *lue "' se Ifrminaram em junho, para nos convencer
na a paz nao podia quere-la sinceramente.
Balida em Bomarsund Alma Iukemiaa ng,
eslava lodavia vencida e a morotidado do as-
tedio de Sebastopol, a audacia da riossa empreza, as
dilliculdades que te accumulavam diante.dos passos
de um exercilo, cojo fugo era conhecido, mas, cuja
ronstaucia aindase Bao sappvnha, podiam inspirar
ao imperador Nicolao um resto de Maanea, que lhe
nao permiltia ceder antes de ter submeiiido as suas
bandeiras a novas provajes.
Este soberano, que depois de 50 anuos de reina-
do, gozara de urna forluna conslanlemenle felix c
que (riumphara de lodas as resistencias, este princi-
pe, hsbilaeda a tratar a Europa de um ponto eleva-
do, que lhe permiltira lomar peranl ella a srluaeao
de rei dos res, ira desculpavel por confiar ein si
proprio, e nao desesperar, depois de duas balalhas
perdidas, da sua poltira e das suas armas. Todava
nao fura previdenlc. senao (ivesse cornprehendido
desde enUo que a siluajao da Kussia para com a
Europa.se Bggravav de d,a em dia,que a Franja e a
Inglaterra, redobravam de esforjos para lomar Sebas-
topol, que a sua honra eslava empenhada nesle ne-
gocio, e que ao mesmo lempo que ellas doas poten-
cias augmenlavam o seu elleclivc de trra e de mar,
tanto no Oriente, como no Bltico, petaran) cada
vez mais sobre o resto da Europa, cujos interesses se
Ilrm que clieio de desenvoltura, o porte do joven
visconde nao era menos etladado. Beconhecia-se
perfeilainenle em sua altiiude livre e desembareea-
,la o ar salisfeilo de um moro nobre, cerlo de seu
espinlo, orgulhoso de seo na-rimeiito, qoe dissrmo-
lava um espirito sem prol'undidade, com urna elo-
queucia iuesgolavel
O duque, colloca lo junto da marqueza, linha um
porte no!,re e simples. A expressao de suss feimes
ordinariamenle i-onica, pareca agora relleelir'um
sentimerito profundo. O tac, ,|d grvala, os cabello-, I chorar !
as luvas, ludo nello era ,1o melhor goslo; porm A marqueza, brincando com e lita da cinto, ouvia
ese e-mero era relevado por lano desembarajo e vidamente o duque, cujas palanas vinliam rewar-
lanta grandeza nas rnaneira que em vez de ser lhe lio mvslerio-ainenle ua alma, e fa/e-la vibrar
considerado como signal de om pirilo frivolo, pa- longamente.
qoe elles nao manifeslarain tiestas confereuria< pre-
en((o alguma exagerada, e que em definitiva o
rompimento deslas conferencias nao veio delira. As-
sim, cumpre allribuir a re-pecliva responsabilidale
a resistencia obstinada dos plenipotenciarios rosaos,
ou antes, alim de sei juslo para com lodo o inundoi
as circunstancias foram muilo mait forte- do que os
homens ; a paz n.1o era possivel para ningoem na
condiriie* em que todos se achavara na poca das
negociaares de Vienna. A Russia, depois de dua<
balalhas perdidas na Crimea, s leria oonsrnli lo em
aceita-la, declinando os sacrici s verdadeiramenle
serios. L"m juslo seulimento da sua rliguidade po-
da ao menos mante-la no pnsamento de mais tonga
resistencia. A Franja e a Inglaterra, pela sua par-
le, s podiam Iratar com difficul lade. Os seu- ple-
nipoleuciario- nas conferencias, M. Urodvnile l.hiiis
e lord John Russell, lomando ad referendum um
projeclo de paz elaborada em Vienna, sentiam ca-
balmente, que eventualidades militares mais favora-
veis permittiam exigir mais, e, piisjndo que a Rus-
sia rcpelliria um projeclo de ajuste, que a Au-tria
se obrigava a susteularem caso de neces-idade pela
forc, procuravam especialmente, areilando-o, um
meio de airaslrar esla ultima potencia a' luta.
A incerteza dasposices respectivas dos belligeran-
les na dala em que fallamos reacio sobre a potencia
Iuleiramenle. senlnr ; lambem ate compre-
hetido sms iiiullitres, cuja couxersajao he urna iro-
na eterna.
lluilas vezes ; ironia occulla una sensibilidade
exquisito, respondeu o duque, e a propna zomaria
lein frvida maltas vezes para dissimular o enlnu-
tlasmo,
Sim
de ludo !
Desconfi dellas ; lalvez riam-sc para nao
-.'V i-rom ao mesmo tempo como resollado, dar a o-
bngajoes ,1a Aastria para com a Fraoja e a lugla-
terra a lento lo da sua furja. -
Assim se exprima o Monlieur n'um artigo deili-
nado a esclarecer a opimao sobre o nlado das cooss
no moinento em que o corpo legislativo se reonia
era teetlO extraordinaria, para volar o lerceiro em-
preslmo destinado a fazer face as necessidadn da
guerra, Nao havia nada ameaeador nes'.as palavras,
"-ni manesteram resenlimenln ; eslabelecendn
que os comprnmissos da Austria linham edega I" a
seu lermo, o governo franrrz nao iudicava nlrnjAi
alguma de exigir a respectiva execujao. Pela sin
parle, a Aostria, nas explicaroes publicas que den
do seu comporlainento, procurando jus(ifirar-se,
eviloa com cu.dado ludo quanto leria sido capez de
fazer crer que se considerara como desligada das tuas
obrigajoes para com a Franja,
As communicacoei que foram trocadas ultima
'nenie entre as tres corles provaram alias qoe o sn-
binete de Vienna, pela sua parle, dava a raaior im-
portancia a manuten,;.!,! da allianja, e a medida qoe
a siluacao falsa, em que te acdavarn tndat at poten-
cias antes da lomada de Seba-lopol, se molificoo as
posieoes respectivas dos Iret alliados de de dezem-
bro, lornandn-se igualmente mais elaras.se aprox'-
maram conslanlemenle.
Por outro lado, resulla dos documentos otliciacs
publicados4anlo na Inglaterra como em Franca qoe
ambas se haviam explicado de parte a parle de ama
maneira formal sobre a tnanulenjao do tratado. De-
clarando ao mesmo lempo qoe s viam nas qoatro
saranlias um mnimum das suas pretenjOes, a
Franja e a Inglaterra deslavas! entender qoe ai
consideravam comu devendo anda servir de pona
de parlida as negocisjet futuras. O gabioete de
V'enna pedia a mesma cousa, e, salisfeilo dat ga-
rantas que linha rerolhido sobre este ponto, seguin-
do alias cora o mais vivo iuteresso os progreeaos
cretcentes dus notsos Iriumpbos ra litares no Mer
Negro e no Daltic.o, se achava nas relajn mais in-
timas com os seus alliados no momenlo em qoe a
queda de Sebastopol veio lrazer a todas at potencias
nina uova siluacao.
O estado de cousas, cujos Irajos priocipies acaba-
mos de indicar, linda reagido, nao s sobre as gran-
des potencias, mas sobre lod< a Europa, e se os go-
verno* mais directamente empenhadna na crise se
rescntiram da incertesa ras circomstanciat, com
maior razao os gabinetes neutros, entregan a lodas
as preoecupaejes desde o cornejo da coerra, tinham
tegoido com a maior anciedade as negociaron de
Vienna. Salvo a Prsela, qoe desde a troca dat o-
las de 8 de azo-lo de 1851, em que nAo linha lotea-
da parle, se echase fura dos negocies geraes, a con-
clusao do tratado de "2 de dezembro fura reretnd,
em toda a parte coro sali-fajo. Menos algoem n-
perava par islo, lano mais licava sorprend io dat
vanlagens que aprcculava e da influencia feliz que
poda ler sabr detentare da guerra. Vira-e rom
i prazer que quanlo ao primeiro nsullado, duba mo-
tiva lo a propo-icao inmediata de negociajrs de
paz. Co'm efleilo, |uanlo aos neutros, ou ao meaos
quanlo a grau le malaria de enlre elles, este resol-
lada era preferivcl a cooperario i ni ,1a da Aostria
mein resoluto e emprehendedor que governou a
Austria 00 meio das tempestades de IKiS a 1830 ti-
vesse esta lo ain ia no poder em 1s5:i, nao te pro-
DOnejaste sem demora e sem hesitajao, no -eulido
da Franja c da Inglaterra.
O mini-tru que surcedera ao principe Schwar-
temberg nao linda a mesma energa de cara;ter, e
por ouloo lado nao eslava nas coudijes de influ-
encil 1,1o f ivoravel para fazer prevalecer ot teus di
siguios ; mas, se antes de se cinpeiidar ein 13o gran-
de empreza.como a que se llie oflerecia, M. de Buol
icve um conliecimenlo exacto da siluajaojemedio os
seus aclos segunda as circunstancias, nem por isso
deixou de adevinhar, desde o cornejo da crise, de
que lado se inclinara, eos votos que formara pela
Aostria, A' soa cirrumspecj.lo natural todavia vie-
ram unir-se eonsideracAes particulares, liradas da
posijao geograpdua do pai-, que, meldor collocado
do que oulro qualquer para atacar a.Kussia em caso
de guerra, e se poda ver conduzido a siipporlar-
llie o peso. Assim entreva nas intenjes da Aus-
tria smenle tomar parle nas hostilidades na dora
conveniente, i-lo lie, quaudo se podesee contar ngo
so com um i diversao, mas com urna cooperajao im-
mediata das patencias oceideotses. Antee da expe-
dij.la da Crimea, a Austria nao se senta aindl bat-
anle esclarecida sobre a inferiondade relativa da
Kussia para consentir em combinar com a Franca e
a loglalerra, urna enmpanda na llessarabia, cas suas
hesilajes contiutiaram quando ella vio es oossas
forjas eo ., I-., I i- sob os mares de Sebaslopool.
Estas con-iderar's, que obraran de urna manei-
ra geral sulire o proce lmenlo da Au-lria na crise,
exerceram u.na influencia particular sobre as dispo-
-ijes e a linguagem desta potencia durante as con-
ferencias de Vienna. lie evideule que o gabinete
da \ ienna nai de-ej iva mullo mait vivamente a
paz do que as proprits parles belligeranles. Verdade
he que a sua honra nao se achava em parte emiie-
Bliada na qaeslie : de mais u seo alvo s achava em
parte atrancado pelae condijes que a Russia acei-
laVS sobre o primeiro e o -egundo ponto ; mas es-
lava, como os belligeranles, sob o imperio ,ie um
pensamento de pesar que a rri-c acaliasse en. urna
solarlo incompleta e mal definida, ilahi ea mie-
lan de flaqueza e de forja na direejao que lettlou
imprimir nas negocinjes de Vienna, propondo aos
gabinetes de l'aris e de Loudre< entrar Drama allian-
ja perm n, nie dirigida eoatra a poiilica rae ere
cutando todavia eligir da Rossia o sacrificio do seu :
eslado naval minar Negro.
Filemos conhecer no precedente annoario a des-
enlace deslas neeociaefiet laboriosa-, e por isso ola
nos de necessario rbproduzr os promenores nesle j com a- patencias occidentaes. cooperajao qoe, et-
momenlo. Em deniliva este desenlace, ao enea- I tendeado o campo das d .slilidade', era, na opiniao
ra-lo su no presente, era favorav | ao gabinete de dot espiritos tmidos, cap./, de perpetuar antes a
S. Petersborgo, poit que liaba como cnntcqurncia t guerra do que lermina-!a promplamenle. Tolavu,
os do trotado de 2 de dezembro ; al era coiisequencia de vaga que reinara em Udas as
peusou-se um nstente que poderla quebrar iuleira-
menle os lajos ha pouco formados entre as tres po-
tencias.
Considerando lodavia este Irabalho no sen espirito
a Austria nao eslava separada das obrigajoes que lhe
imponha. A Franja e a Inglaterra eslavam perfei-
I.unen!) fundadas para sustentar que o arlio .">, que
determinara a derogi{(o e Implicava o empreso da
lorja para fa/er prevalecer o objecto, conservava lo-
da a sua signilicjao e todo o seu alcance. Assim,
nao houvera nada admiravel no caso de que os ga-
binetes de l'aris e da Londres aulurisassem o seu al-
liado a concertar com elles para imporem a Rusia
as concesses que recu-ava fazer.
Mas a evidencia e a grandeza do. interesses que
linham reunido ts tres potencias foram suflicientes
pera preservar a allianea que. linham fundado. Em-
bora o governo austraco nao se apre-sassi a dimi-
nuir os seus armamentos e fazer saber cm S. Peters-
borgo as-im corno em l'oris e em Londres, qu esta
va resnlvido a nao sabir da sua posicao expectante,
comprehendia quanlo llie importava nao perder os
beneficios de urn tratado que tao bem corresponda
aos sus votos mais ntimos.
Quanlo a Francae a Inglaterra, embora resenlin-
du vivamente e-ta recu-a implcita de um concurso
inmediato, se acharara de accordo para recmihecer
proposires, as dcsconfianras e os temores nao lar-
dram em succeder as primeiras esperanjat que se
cc,iicberani relativamente a concluslo dat negecia-
j:t \ o camportaruento dos neutros dorante as ron-
!ei encas de Vienna nao cessou de ser incerla e em-
Ijarajada, e a coi.clu-ao desacradavel dat negocia-
joes nao fez mais do i,ue augmenlar-lhes at perple
xidades.
Entre os E-lalos neulrns vinha em primeira Imhi
t Patela. I'm artigo do tralsdo de -2 de dezembro
estipulara que seria convidada a adherir a este ac-
to. Ella recusara esta adhe-an, allegando qoe na,.
podia acceder a clausulas deliberadas e filadas sem
ella. Como as polencras occidentaes consentirn) en-
1.1o cm negociar om ajaste espacial com gabinete
de Berlim, cun tanto que este ajaste, detembarara-
do das eslipulajes que no tratado de 2 de dezrmlue
se releriam directamente a Ptus>ia, couliveste da
parle desla polenria compromistot conforme* aos
que a Austria acabava le cnnlrahir, *l-rei 1 rede-
rico Guilherme, depois de muilas Itesilares, decli-
nara de qualquer projeclo serio de allianja. Assim,
a Premia nao linha sido admitida a lomar parle aaa
negociajoes de Vienna, e o resultado negativo des-
las negoriajoes pareceo consola-la um instante do
sen i-olameulo. Por outro lado, a poltica da Aos.
iria ministrara argumentos ao gabinete de Berlim
para disculpar o seu coinporlainenlc perante as no-
que n> falla de einollunle concur-o li.es importera \ lencia, occidentaes. A' .....eir. do reslo da Altero.-
nda conservar a cooperajao diplomtica da Aos- da, ,secular, de um. manei.a mui imper.eil. ,
na, lamo este allianja era conforme as necessidades \ medida dos armamento
das tres polencias .' E sob este aspecto na la lalvez
era mais 'proprio para demonstrar a forca natural
lestes lajos do qoe aquolla que eon-ervavam depois
de um aconlecinienlo, que cerlamenle os houvera
quebrado, tengo liie-sem a soa razo de ser na mes-
ma verdade das siluaeoes.
n Demoaslraado com a altuna evidencia que a Rus-
sia nao a limite algum dos raeios verdaderamente
prepriol para fazer cettar a tai preponderancia B0
Eiixinioe realisar a terceira garanl.a, r.t negociaerjes
mas as mulbetes qoe parecem zombar
urna couseqneucia natural de
recia pelo contrario
sua disliucjao.
Mr. de Gi-ors e o visconde de Geibaut poderiam
dzer-se lilhus ou irmaos'de banqueiro sem causar
admirajao a niiiguem ; mas o duque niao precisa de
pronunciar cm iienliuma parle o sen Boma para ver
lodos as frontes inclinaiem-se diante delle, pola
tan brazo esla pintado ni sua feirots... Debalde
confoiidem-se as raras cada vez jiais entre nos;
Igamas familiat privilegiadas cuusetvaro sempre
o cundo de soa superioridade.
Recosa '
dos para I
Vossa excellenria toma a cou-a de um ponto
de vista mui jerm, ohjeclou Mr. de Gisors menean-
do a cadeja.
Veja a duqii'za Martina, di-se o duque de Fer-
val ; llavera mullier apparentemenle mais alegre e
mais feliz ".'
lie urna douda, que o podre marquez de Sol-
dlar rommelleu a impiudeucia de amar demasia-
damente.
tos preparatorios kriegtberei-
l-cbaft votadas pela Dieta de Francfort. A Austria
se lendo apressado, ilepois do rompimento dat con-
ferencias de Vienna, a rrduzir es eos na prepr-
elo de sesscnlj mil liomens poecu mais oa m'iir-.
loJos os estado- secundarios da Allemanha linham
tamboril enmejado a desarmar sem estrepito; a Pro>-
sia os impellia a islo cum lodo o sen poder, prrgsu-
do o exemplo. Em essencia os E-lado- alleraaes, a-
pezar da moderarao que as polencias ocridenlart tt-
nbam posto na sua poltica, eslavam anda bMm de
mente que ella o aborrec. Nao qur rendo, oun.inse arles no-so regulamrulo prohibe o a-M>i'/i/,i< sib
alrevendo a -er ab-ululameiiie o guarda de ua vir-
lude, he muilo melhor conceder-lhe urna liberdade
inleira, do que meia ; au menos lera' o beneficio de
eu recondeeiinenlo, accre-cendo. qne no cos'i tic
desgrara nao podera' -er ridicalo. M., urn borrrem
pruilente, deve desejar secrelamenle, que a mulder
ros. Sa besa peciso, ea ritetiaa aaaaa do aaarf.
fftOM, com o risco de recelier no di i apcointe um car-
tel de desafio. o qual enviara a Lola Monte-.
\\.
Depois de algumas Invisidades o5rigatoiia*. o
passo poi todas as ptovajiK. Porque de, que as rnu-1 vis-onte de terbaul e Mr. Giors que sentiam c
Iberas em geral ,lao rao aos aetes dos maridos? luvoluiilariamenle pequenos e ridiculos dianle do
duque de F'erval, levantaram-se ao mesmo tempi,
como se tivesse herido eorobinj,io enlre elles, aper-
taraui i e-reii..- uneule um apu- oulro a inon da rnar-
lo extraordinario ao objerto prohibido. Se os mari- queza, a qual mo procurou rete-I,,,, saadaram o dt-
l"s procnrsssem afogar na liberdade a conosidade
las iniillierei., acontecer
Porqoe a'forja de prohibir-lhes sempre a mesma
coosa. elles de-perlarn-lhes a curio-i,lo,le ; sua una-
niaeao cada vez mais febril, da' emlim um encan-
Duvido di-sn, tomn a marqce/a cmlom pen-
aem sua pellrou, lendo os pc rccolhi- saino e qua-i temo; porque a Viveza de espirito Gerbeul e Mr. de Gisors. es quae. imbuid,,, no ...
as ona. norT' "e ?;.S ,,'dulL""emp!"e *' i""" "'" ',u=;ir a "<"'^ '" >",*> s. b a la- alio puni des idea, cuiiia.us, a .lenlaram fazer l'iciosa e ift
nioos, os ollios risonho, e a cabera meio inclinada. | llueticta extraotdiiiana do inven duque. oulro nrole-ln. I ,,. ,{.,.......
a joven marqueza nurira eslittjra m-i, seductora do I ajo anda m-
que e-l .s recondecendo,
que lodos os liomens lein usual valur, e que t,ao da
dlffereaca real entre elle-, senao aquella que nasce
do espirito, do corajao un ducarcter, vollbriam por
si mesmas, e licariaru debaixo dojogo. Mas, para re
sumir esta-ideas em urna forma nica, saben), se-
nhores, qual de u meldor meio de prender urna mu-
lder
Vejamos, senlior duque. ^
lio deiaa-le livre
Od na verdade isso de para transiornar lu-
do exclamaran) ao mesmo tempo o visen le de
quae
que com cerlo embarace e salir ain. par! ir direc-
tamente ao Club, onde nao deiiaram .le contar que
viudam cada u:n da casa de u i a mulh*r mu fnrnua-
sa, a qual (/.era ludo para teduii-loa... mas em
Vafe. O mund i esta' rbeio deses J'ises, que se quei-
x un de encontrar mutlieres de. Puliphar. Oh e-
iihores, pela bonra de vossa idade. deixai de fazer
lia ridiculas confidencias Todos sabem qoe nn sois
virtassos, e que Narcos... nao leve descendentes :
que leriam culn o direilo de suppor '
XXI.
No camarlm em que Icarem ata o rluque a mir-
queza, liaos '^iius iii-li.nles de silencio. Paos, de-
leita 'algumas vezes pelas almas
as nimia- leitnra-
muuio dacasquilli.na
educlora du j Fajo anda roai-, neg-o '. exclamoa este com I Se ees* meu. Ibes parece muito erriscado, en Ibes tev.nlaodo~ iroxiniauda-ea rm ol. a mil..'
IIS?. ?',""llc' "'I'" UA" """"r 1 Nenbu.na muid, r uida em deixar a so.ie- indicare, nutro so.neulc p-,vel ......toreras pn- en,,., ,1, 5SZSSS V-.. i om m"
que era imptrad. pelo bello de-I.lade qo.ndo nel. he am.de.; isso ,.....case ,,. .....rosas, e que perece % .....ira.....rihures, ioTTT coS M\ti a j.",,; marrj-.er" romaT,."
i.mais, im -aludo que o marquez de Solbiae linha screscenten o doque com ums irona U. etqoisite, prsalo ternameato antete, que ... p,..i aamse da
XIX. lernveis ze|-, ne uidazi.ro muilas vezes... que parece.rlvui.ie.ia^m aos don- vai ln--, t esse oracXe ou do amor. Su, josadi p. lo invenrivel sja.
B a que arad,, | ootro me.....a conservar sf parlilli.i e pacili-aineri- cerniente daquelle, que ella nao esperara maiv de-
e s n,ra, que nSn pr. lenra
que prmellia:n a mais brande, e mal-
de seo seniblaiile ar" -......... -------1....."t.....i(.......p .....i->.....e......- ,- saa fraqoeta i inlelligetili.....n.m.iv... e marsjaeaa, ooa elonta om
Finlim ra,,'.: -' truiiie e de so. idfenorid. le; mas pela f eega o ai.-,lula instai......furr.va .....Infsii i as itetlasatiiaa.
I.'. 101, nai. -, lileiramenln l'.ll.. .1- .-. ..--------------... .....' ..... II................ .
m,c""vtl"" '!"" ........-.... .....,_.,....., lostdar aj-'a! n. ,,,
q-Ouer,^rne;.'',iu,l^Uo 'a",:e"''.-"r- l""-l,: rZ E^
-T^Zu, T q3 fe Gerdau, compre- \ ^Z^^^X'ZTjfcn. ^ podan, responder os dona ,ve, do........! ^^T^JT^Z fi ,^ S^S
que pos.., ,,(,|,r -ua mi. lelidade. de Ferval .' Nada ; porque semeldanles quesn.es nao i bella m........./a de Vemos, de.larava-lbe seu an.i
Une mesmo a urna mullier que me Im -e I10I..111 no Jocke-v-Club. A propo-ilo, lemdro- em termos ardeuie. e harroonioao, n p .rleiro rrs-
arnor, quererla vo-sa exrellenc.-i que eu permiltiSM me.le ler oiivido un da mil s/iurlnmii da ra Droul > peadia irrevogavelmeule a todos os TliilBoiiao ,
i ., quem llie aprooveete 1 | dizer com ar mu lo enladadn a urna pe-na, que lal- se apresciilavaro :
orque nao '.' A queslao he anda mui tiro- | lava do prodigioso talento drainalieo de madama Bis-1 ./ senhuia mo la' em casa '.
\*^7.teu\JiTTm^y ia ',,r-de B ; l V'M u-'Mr-''r'.......
l.r.I'.Ie1 sem dovnia, poli deo-e roncoidam em proclamar, a he tambero, essa a mi- na-la ; domina-l. nlo pela- n.......rsegoicoes. qoe sena,, nriavr
?r'"A *m c.,e**,n,!*t tm '^V t'">" < fiio nha .pinteo, que o amor, esta sempre na razio ,1.....inspire a hornera o senilmente :
"""p, ,. e de saa idfenorid. le; mas pelare erg* o abaolala nstente -l,.rrava-e onre di-
c .-o,, ir.d,?"C ""> i ~ -'"'i' '""'T' ",l',lr*m,n,e W lle er- qoeo mando podera' dar-lhe na grandeza de -ua rom ama med.l.ja. Vpp.r.ote." tmeotee.^ ejotta
to-iis admir-ra,,, ......in da le exclamuu o duque. O arnr be clieio de con- alma, e na geneosidade de seu curaca
den,leu-me, diese jusinlicimenle Mr oe di-ots.
O visconde. que abrir a resaca e mollera negli-
gentemente u dedo pollegar da man esqnerda na
cava do roste, n.lo resisti a e-a lisonja. Snilorou
a reiposia qu* preparara, e disse ceta o lom ,le evi-
dente sulisfajao :
Ei
pies. Vida-la inceieantemeate, de procurar directa-1 lori: us oulros, no Club, nao fallamoi nunca das I
FIM.
.
MUTOtD"




*


DIARIO DE PERNAMBUCO, TERA FEIRA 10 DE FEVEREIRODE 1857.
dcscinfianra a seu respeito. Reconhecia-se a equi-
dad'! da nosia causa, al ennfessavam os nossos
triuinplios ; i,i< hesilavam etn acreditar qtte#vie>
torif se prununcaise definitivamente cm notes fa-
vor. Foi entao que ae vio produzir, au s na Run-
fia, mas em Berln) e m toda a Allrmanha, a npi-
in.lu de que Sebastopol era verdaderamente inac-
ceis>vel, que gastaramos as nossa, forras em ulna
opeiscao sem reiullado, po os nosios adveisarloi
sahiriam aulet engrandecidos, do que diminuidos de
urna lula na qual a iua omnipotencia sobre a defen-
siva teria sido una vcimais demonstrada.
{Annuaire de* Deu.v Monda.)
PAGINA AVULSA.
untmtn-
C>.v./"Sexpresfie registradas no Liberal de do se-
lenihru de IN.iti, para lenihranca perpetua dos seus
leilores.
Nao tu m-smd urna inlorpetliiofm seria ueste rom-
muiucadu, porque uilo se pros
individuo uoineado par
lambein, segundo consta para dar em KM botes nos i veis de faze-lo, ronlribuireis, quanto en o desojo, i quem o acede cm honra e rttlldlc de
poleiros e chiqaeiros dos visiohoa : a autoridade po-' para a prospeudade de pola.
licial deve estar alTla com essas aves de rapia, Bsle' alierta a teetae oidnaria de 'S',7.
que a titulo de sediverliremvo Matando cus- Venlicou-se no da -Si de dezemlrro a abertura
la alheia ; o motivo da reuniao lie o que tiles cha- | da assembla federal, a qual pede o contelho da itie-
mamsangagu'. i la : 1." aulorisaco para negociar a tolucAo pacifica
lias averiuuares feilas pela delegada do ter- da quesl.no, sobre as bases nflVrcridas ataqni ."
mo de l'no d'Alho," pelo espdiicamento do Rvnui. I appiovacfio .las medidas de defoza, ja em principio
Vicente l-'errer de Albuqueiqtie. resullouserem pro-1 de execui;ao ; :!." aiilurisar'io para empregar lo loso
uunciados, Manuel rhomaz de Albuquerque .Mar- j esforens necessarius para Completar a defer do ler-
nhAo, como mandante, Pedro leitoza e cinco.escra- rilorio ; 4.' um crdito Bnaneairo illimitido e au-
loriiarao para contratar um emurealimo de '.II m-
IMet.
A dila rerebeu do imperador Napolea urna pro-
posla de compasillo, i) entUMIatmo popular atlg-
meiiUva.
III.
As leis da gravitada universal, das sttracces pa.
nel.irias estilo.definidas, ninguem as contesta : o sol
altrabe a trra, e be dclla atlrabido ; a Ierra allra-
por exemplo, que o he a la. e cfCC versa : todos os infinitos soes, es-
Deven) ser lauto tnais apreciados os arlos de
virlmle, e cndale sem ostentaran e calculo planea-
dos, quanto amaldiroartos aquellos, que Ibes sao
coulrarios e Commumcnte com cvnismo e postas em relevo pare a degrdatelo, liuniilli.ir.il', e
insulto da sociedade.
linas mulheres, mai e (Iba, jaziain em S. Jos do
Maiguinho em urna misen una lasca exhalando o
ultimo alent ; padecm ambas affecrea pulmona-
res, morriam a fome e sede ; Iremiam de fri, e
seus corpos jazlam em urna esleir (rapilha sobre
os lijlos ; a nica companhia qoe liubam es-as iu-
feliies, era urna joven donzeila, que ja exhausta de
turkis, e consumida pela fome, pareca um espec-
tro ambulante, que su esperava, que aquellas mor-
ressim para acompanha-las. Ninguem se compa-
deca desse quadro de dpr, ninguem se lembrava,
que all tres iufelizes pagavam a morle o lerrivel
biib lio da miseria, ninguem so animava a exleuder-
Ihes a man.... qnando duus ministros de Jess Chris-
lo liram informados dessa scena por demais dnloro-
a, e afUictiva : um delles, o Rvm. parocho do
Poco, que por all pastava, enlrou, e anminislrou
as rijas muribundas o Sacramento da l'enileocia, e
dep lis fazendo sentir an virtuoso prelado o estado
misi rrimo dessas infelizes, ellas furam db prompto
toccorridas ; o oulro, o Rvm. Sr. padre branles
coai juvuu, como Ihe foi pussivel, que esses ftlhos
etqiiecidna da forluna fussem recolhidos ao grande
hospital de caridadr, prestando-se de bom grado a
ese>:oc,Ao de acto l.io pi, quilo meritorio, os dignos
meinbros]da directo de caridade. Se bemque a nos-a
parlicolar mi-sao seja registrar factos, dignos de serem
conliecidos.enaocomentadosou moralisa-los, todava
em narrares como esla, que acabamos de dar, nao
pod unos daiiar de consignar em nome da sociedade
Pernimbucana, um voto de considramelo, reipelo
e admirarlo a esses illuslres rln isla i-, que se amer-
ciarim anda desta vez da pobreza desvalida.
Consta-nos, que no Poco, ua igreja da Senho-
ra da Saude noite, por ocr.asiAo do 'le-Deum hou-
ve iucm se lembraase multar carleirat mente os
brincos das orelhas de urna senhora Comentar esse
fact i revoltanle, seria pingar golfas no ocano...
- Rara he a noite, em que entre os canoeiros, e
hariaeeros do porto da ra da Concordia nao lia um
disturbio : sao os trisles maii bravios, que se lem
visto ; quem aabe, se alguma seris, ou delphina
nao he quem os fascina com suas cantigas'.' Como
quer que seja, he raia'.er, que a polica fara-os acal-
mar, ja que lo perlo d'agoa ao Uo ardenies...
Na estrada de Bebeiibe doas mulheres aller-
cari m, e furam-se as raaos ; appareceu urna tercei-
ra, que sovou as duas ; depois urna quarta, que
eab irdoou as tres, e afina I um passageiro, qoe ca'-
lgi u as qualro com bas dses de chicle : ludo isto
be progresso.
Consta-nos, que l. para a passagem do Cal-
deieire ha dia, e noite um famoso samba, que dis-
trahe os eacravos do servido doa seus senhores, e os
torna vadlos, e tratantes. Pedimos pois a polica
de Apipueos, que nao consinla runis esse e outros
bal iques, que dizem haver por ah algores.
Cansa nojo ao mais nujento mendigo tran'ilar
pe i ra da Palma e seus conlurnos, tal he, segun-
do nos dizem, a quanlidade de immondcias, que
all ha amonloada : quem duvida, he ir ver.
Escrevem-nos da Olinda, que all lado vai
machando sera alterarlo. O mosluro deS. Bento
pro;rde em aua obra gigantesca, prometiendo ser
um doa mais bellos edificios religiosos da provincia.
Pn za ao co, que o congresso benedictino, que (cm
de reuuir-se em maio, na sede da congrepa^Ao, na
Babia, reelija esses prestrnosos abbades, qoe han
coi corrido para o engrandecimeuto de sua ordem,
e o desaffeclos is ordens religiosas, se convencern
alinal, que om Etado sem corporacoes religiosas
he como nm edificio sem alicerces. Quando nos
prevarem a ulilidade da retirada dos Iherezeos, e
coi gregarios, faremos votos peUaboliq.io das ordens,
qunodo nao teremos um apoio, se bem que fraco,
so; Aoslentacao.
Uizem-nos qoe nos tres das de entrado ha-
veiio em linda, no largo do Carino, cavalhadas.
Os cavallciros que all v3o escaramuzar, consta-nof,
sao habis e trujaran carcter.
Honlem leve logar a fesla de Santo Amaro. De
todas as testas qoe os nossos ajrabaldea hao preien-
cirdo, esta por ceno foi a mais inferior. A igreja
esleve armada rimplctmente; meia duza de loscosvo-
lantes faziam o lodo do seu ornato. A larde houve-
rain cavalhala; jamis em oias de nnssa vida, vimo-
las tilo ordinarias, a eicepr,ao do mestre e de um seu
Sedante de ordeus, nem om a lirou argoliuha.
otamos urna tal ou qual voulade dos cavalleiroa de
pnarem aos espectadores.
A carne verde, ha algam lempo a esla parte,
allenla o .alio prern de 111 e O patacas. As
chovas diariamente cahem pelos serloes, segundo
nos dizem carias d'alli, o gado alllue paras as reirs,
raa a carne continua por alto prero. E\lingam-se
os alravcssadores, imponha-se o pre^o porqoe deve
ser lalhada a carue, emfim eslabelefam-se penas, e
ni s leremos carne barata.
Oh I l.i senhores da casa amarclla, mais respailo
s familias ; nem tanto derrirar; atiendan) que Man
todos gpslam deile espectculo graluito ; depois mo
s< queixem. Olhem que o MalakoH pode cahir-lhes
p >r sobre.
Al hora da noite de 7 do corrate foi arre-
mesiada a vidrac,a da varanda da nossa casa urna
formidavel pedra, que esmigalbou um dos seas vi-
d:os: sem davida que esie presente era para mis,
queentao eacreviamoa em urna banca, que lica em
direceflo a"a portas que esiao no meio da varanda ;
com facilidade viam-noa de fra, e enlao a seu sal-
vo eommellerara a brincadeira. Felizmente s al-
guna fragmentos do vidro, diminulissimos, locaram-
nos no roste, e a pedra veio rahir em nossos pf.
Pao foi nada, jii passoo, e nao foi seno orna sim-
ples trariif, de algum carioso, que quiz ezperimen-
tir se tintn geilo para doudo ou para ebrio. O ne-
gocio esta agora com os padres. J os Srs. Corla, no
Cabo, Fortunato, na Victoria, o Kerrer, em Pao
d'Alhn, foram solemne e publicamente desfeiliados.
Recebemos cartas de (iarauhuiis: eslava ludo
i in pcrfeila Iranquilidade ; o estado sanitario nao
s dlria alteraran ; a chromea criminal nada linba
c,ue historiar, eludo mais marebava em paz. Acha-
' am-se anda al o dia -i do prximo passado em
"apacara os Drs. joiz de direito e promolor. No dia
:!> houve em Papacara a grande fesla do Cruzeiro.
A polica cootiituava hera.
Nos Remedios, a feelj esleve bem soflrivel ;
pregaram no Evangelho o Rvm. guardiao du S.
i.ini i-in de Olinda, e no Te-Dtum o reverendo
Sr. frei Viauna. liouveram as cavalhadas plos
-avalleiros da Varzea. Depois das corridas, que
foram em regra, decidirn) os juizea que lodos ha-
viam corrido bem, e qae todos se lecolhestrm
leuda dos vencedores, mas que deviain elles mes-
mos elegerem qoem presidisse a mesa, que primo-
rosamente Ibes eslava destinada em casa do Sr. Jos
Marcelino Alves da Foncera. Por acclamac,o foi
eleilo presidente o Sr. Thom, do eneeuho Poela.
A mesa foi circulada de dislmclas damas e geutis
cavalleirot, que virtoriaram os vencedoies com re-
pelidos e enlhusiasticos brindes. A' noite deseen a
bandeira da Senhora dos Remedios, e foi aleada, ao
som da msica do i. balalhio de arlilharia, a do Se-
phor Bom Jess doa Alllictos, que, acompanhada
m solemnissima pompa por duas Am de senhoras,
e carregada por innocentes jovens, mereceu as hon-
ras de ser considerada como urna das mais pompo-
sas e festejadas bandeiras das festividades campes-
tres deste anuo.
A bandeira de Nossa Senhora dos Remedios, foi
levada a casa da futura juiza, a senhora do Sr. Do-
mingos Alves Malheos, por um acompanhamento de
maia de (iOO pessoas, todas com laulcrnas, e bran-
doca, formando duas alas ezlensissimas, e regula-
res, e precedidas por urna banda de msica mili-
tar. Urna mesa lauta, e profusa de doces, rbassas,
Inicias, e escolhidos vinlios eperou os hopedes fes-
teiros em cas do Sr. Malheus : a reuniao esleve
brilhanle, e mais que brilhsnle, seria, honesta e fa-
miliar.
Na aegunda feia principiou a novena, nos
Remedios, do Sr. Bom Jess doa Afilelos : entre as
disliucli-s cantoras, prima a non Dejean pernam-
bucana a Sra. D. Oliodina, irmila do fallecido ca-
pilflo I'edro Ivo, essa distinrta periumbucana, qae
Deosatirando-lhi' a luz dos seos olhos a dolou com
orna voz de Seraphim em compensarlo de lilo gran-
de perda.
Asaoloridiidei, que leero o dever de inspec-
cionaren) o dislriclo de Soledade lenham a bond.ide de
dispersar1 cerlo gropo de soldados aisanos, que
nos coosla joparen) no principio i' sla do Joao
de Barros, e nao he isa s : Ir insultar a
todos, que por all passam, e ce. is destaca-
mento as ii.nlin ros.
No aabbado houve no becco do um cran-
de baroio de doaa prtas, e om moli-cole, no qual
aquellas duas megeras se insullnram obscenamente,e
com o maior escndalo possivel ; ludo lirou em
nada, apezar de minia bondad.', que houve de par-
le a parle .'
Pedimos a cerlas ppsscas qoo Icea nrphaos
om -na coinpanliia nao os surrem,oo Ibes eucham
^s raaos de hilos, nao os nuliratem como a escra-
os : sao orphaos, mas deixarain.... sim, deiiaram
forluna com que possam passar sem laes pcrsegui-
ces...
Porque nao fazein os Srs. liscaes as correi-
es de cile, e porcos '' Acham linio o painel qoe
II mamen!.- he pelos rA"S manifestado aos olliui do
publico ? Ora viva !...
Gnsla-ri"s fjoe oa fie,j'i'-/ia da f/anea, na
passagem do dlderairo, -e rene a n:.te i'r.....le
vos do me-ni o cuino mandatarios. I.ouvoret sejam
lni otad, s a eese ridadilo. enrarreKado da delegacia,
quo olvidan lo Indo, fez Irlamphat a le.
O Si. Dr. Ludo Motento foi iiovamenle atacado
do grande inroniiiiodo, que sollren em fin* de de-
zembrn prximo pa'sado. Desde quinla-feira que
senta alguma coata de anormal em sen organismo,
e uo spnbadn de manlnla foi aasallado de um forte
fri, que todaia spinio de pnuca daracHo, acmpre
cotisenlio que sabase a ver um dnenlp, quo se acha-
vamoito nial, oa vmitos que coulinoeram iodo dia
sm cessar c no domingo coruecaram a ser menos
frequentes : com ludo o seu calado mo he lisongei-
ro. Desejamos o pronplo restabolerimcnlo do Sr.
Ilr. pois sua falla nlo ha de deixar intua gente.
Honlem fundeou em nosso porlo o vapor do
guerra Maj, procedeute da Babia, de onde sabio a
cruzar.
Al amanlma.
. REFARTISAO DA POLICA.
Occurreociaa dos dias 7 e 8 de Tevereiro.
Foram presos : pela subdelegara da freguezia de
Santo Antonio, o picto escravo lliomaz, a requeri-
mrnlo do respectivo senhor.
Pela siihdelegacia da freguezi.i de S. Jos. Joao
Jos, por ebrio, e Felishcrta Fcrnandes Pedros,
por insultos.
E pela subdelegara da freguezia da Boa-Vista,
Manoel das Neves Teueira, por firimentof, os
prelos esrravos silvano e l.oiz, este por ser encon-
trado as 11 horas da noite e aquelle pur desobedien-
cia.
Secretara da polica de Pernambuco !) de fevereiro
de 18o7.
Illm. e Eim. Sr.Tanto a honra de levar ao co-
nhecimenlo de V. Exe. que pelo delegado do termo
de Pao d'Alho, em oflico de (> do correnle, me foi
participado que lendo-se ultimado o processo ins-
taorado pelos feri-nentos pralicados na pessoa do
padre Vicente Fetrer de Albuquerque, foram pro-
nunciados como incnrsns no art. M\ do cdigo cri-
minal o capiUlo Manoel Thomaz de Albuquerque
Maranhao.cnmo mandantp, seu feiior Pedro Feitoza,
e cinco escravos do meamo capitao Maranlulo, como
mandatarios.
Dees guarde a V. EzcIllm. e Ezm. Sr. conse-
Iheiro Sergio Teixeira de Macado, presidente di
provinciaO chele de polica, Dr. l'olvcarpo l.o-
pea de Leao.
gjjgtg dg gmtggtfeut^
A aniaoauiata organiava-w mililarmenlo, para a
dalea de seu lerrilario. Todos os preparativos erara
activados. lJirigo-se um bando as mulheres siissa-
afirn de se prepararen para o servro dos hospilaes
anibulanles.
Os luglezei linliam bombardeado Canillo adetlrai-
dn a csqnailra que all se ochava estacionada.
A Correspondence prossiane, diz que a exordio
pru'siaun pr-so-!iii om iimrrlia, Immedialameote a
proniiilgarao do decreto do mobilisacilo, cuja dala
era muda ignorada ros circuios ofliciaes.
Dez membros de um comit constitu lo das cma-
ras dos Estados, apresenl.iram um reqoeriraento ao
governo, para recusar a eoueeutraelo oua passagem
dn uarcllo prostlano pelos estados do sol da Allcioa-
nlia.
O D'i'irin de Francfort, de >'i de dezembro, diz
que o projeclo de conciliario entre a Dieta c a Prus-
sia rulo leve eiilo ; a situaran continua a ser grave ;
que o governo politicn ama proclamaran ; e qoe os
preparativos de guerra silo geraes.
Noticias de Con-lmilhiopla do como certo qoe as
neaociaces com Ra.lelil foram rompidas, lia Ichid
Pacha acontelha i Persia que ceda Inglaterra em
lodo que for de-'osoro.
Segando o Morning Adrerlher, lord Palmer-Ion
inln quer offerecer a Ru-sia compensa^ao algama
em troca do Bolgrad. Isto causara nova complica-
cao, que se na aabe como ser ratelvidl as con-
ferencias.
O Time* diz o seguale :
n t) sentido das instrucees recchilas pelo embai-
lader da Turqua, relativo as conferencias, lie que o
Bolgrad c a liba das Serpenles senlo abandonadas
pida Kiissia.
Execnrao inteira e completa dn tratado de Pa-
rs, para a organieflo dos principadus diiniibiauns.
o Dssemliararar o mais breve possivel a hnha
fronler, entre a Turqua o a Rutila na Aiiia,qun
do a apla{8o do anuo o prrmilta.a
As grandes potencia-, dizia-se, eslavam concor-
oei em luiiiar em consideraran o estaduda Turqua,
que aspira ausmenlar seus recursos, cliognr a ser um
pnder furle, e nao ser origein de embatarns para o
occidente. .
O plempolcnciario sardo recebeu suas inslruc-
cOes.
A conferencia s se oceupar das qoesles do Bol-
grad e da liba das Serpenles. E*perava-se que o as-
susnpto de Neufchatei se esolvcri amigavcl-
lemos avista jnrnaea porlugoezes, trnzidos pelo
brigue brasileiro Oatno, entrado hontem de Porto,
com datas ale 7 do panada.
Na da l.o do pastadoS. M. el re D. Pedro V
abri l sesaao das cmaras portuguezas, pronuncian-
ao por esla occasiao o seguinte discurso :
Dignos pares do reino c Srs. depulados da naci
portogoeza :lioatosameiile venlio boje cumprr o A
preceilo do artigo dezoilo da caria constitucional da re"raram- P"r unaiiunid.de, o projeclo de le
ver rn.1. les'sia,uri, l'assada que supprimia a liberdade de
imprima como artino consluurional. O projeclo foi
mente.
Escrevem Cazeltcde /.aii'ane: a Alguns ralis.
las do Newlchatel, de varias localidaoes, se refugia-
ram na Franca c na Inglaterra. Em consequencia
disto, aqnelles que figiirarern us quadrns do exer-
cito federal,ier,lo considerados desertores, se ufio res-
ponderem ao ehamrmeato.
A liberdade de imprensa linha consegoido nm
grande Iriompho na Sui-sa. As qualro cmaras da
,"'IV',U'' ......'"";''l^ra guiirda ,1. alfandeg. I- iraMai. plaoetai e cometas, que gvr.m no incom-
vette raenoa de 18 annot qnando M prvido: e o A ,
Sr. \ se contenta eom a pretendida prava da- """Mal, incnmprehcnsivel esparo dos ceus, al-
spoundo, nao ajodar, nem alentar no mais diminuto | progresan de lodos os ramos das scienciaa humanas
grao' a continuacao deste uso destruidor.
luzida do fario de haver untes o pai do prvido di-
ligenciado livra-lo da guarda nacional por menori-
dade. Uasla pergunlar ao Sr. X'**, priraeiro. em
que lempo se (izeram etaat dlllgenciu para livrar
indi!.....da guarda n cional; segando, qal
idadfl he necessaria para ser guarda da alian riega.
Deve re-ponder-nosque laes diligencias foram
feilas em mam do auno prximo passado ; e rioanta
a idade, que nao ha le ou regalamiento que exija
mais de 18 anuos para ser guana da alfandega.
Ora de maio do auno passado para Janeiro do cor-
rente anuo ha lempo suflicienle pan que quem an-
da nao linha IS anuos na primeira poca, jii os ti-
vesse de sobejo na segunda ; portanto desapparece
o olijecto dessa interpollarao sem ser-nos necessarin
profundar a jusiilicaciln du acto da presidencia, In-
justa e Icviananieiiia argido. O demaia qup se re-
fere i eleicAo do Sr. Augusto Frederco de Oliveira
e ao voto dos elcilores,
nenie que atormenta
mito.
A segunda parte do mesmo communicado nem
soquer lem por objecto um caso que lenlni as hon-
ras de um faelo consumado
lie iim sonho, que Dos permita se realse. t)
ires, lie anda o duende impert-
la o X*** do Liberal l'cniambu-
lraheni-se mutuamente un- aos outros, cada um no
seu systema, ou diverso, oa rtgiao celeste.
Qua significa a expressao allrahir'.' lia aqni sy-
nonvma de puvar a si. e ser puxado. tiual he pois
no pode per o agente dealaa ardiles reciprocas .' Nao
pode ser outrovju- correles reciprocas de uns para
outros corpos.
Nao temos nos Certeza d.s eorrantH elctricas e
magnticas ".'
Nao temos as correles do magnetismo terrestre,
oa do espado, as declinacoea, iiiclinac.s da i> n-
sula '.'
Nao conlir-oinos lambem as repulsas elctricas, c
mago eticas por correles .'
O que he que cnisliiuo eslaa correnlcs allraclivas
e repulsivas ? "S o pode ser a substancia fluidifi-
cada dos corpos que se ntlrahem, ou repellen).
O magnete fluido altrahe, corre ao ferro, o ferro
coi re ao magula.
Marchemos do pequenu an grande, do condecido
Sr. X"* Manon que o torpe de pohcia eslava para ao desronhecido. Se o laclo das allraccoes e repul-
er removido para o sea auligo quarlcl. Se o quar-
lel do l'araizo he insalubre, nlo sabemos: foi, pa-
ren), objeclo de geral clamor das praras desse oorpo
o grande nnmern de doenles que o quartel das Cin-
co-Ponlas mandou para o grande hospital: lam-
bein he sabido que as salas chamadas campanillas
no quartel da Fortaleza, sao hmidas em extremo, e
que todas as aguas que cahem na pra;a do edificio
se escoam dilhcilmeiile pelo poTIIO, tornando es. distancias respectivas, descreverem seu giro, sempre
ses na nossa rbita se realza por correnlcs, os cor-
pos da i loara i, todos formados da inesma maleria,
lulo de atlrahir-sc, repellir-ae, gravitar uns para os
outros, por correntes lluidas da sua substancia.
Definamos bem as repulses ; devem equilibrar-
se com as allraccoes para os corpos conservarem suas
PERICO DAS INNOVACO'ES.
lio Portugalo copiamos o seguidle :
Una ama, bem condecida, a quem se n.ln faz
nenhii-.i favor em a designar por elegante, fiarla sa-
ludo honlorn para eflecloar algumas compras de fa-
zenHas p adorno., e.liSo podemos as-ever. -; para
fazer lambem algumas eisilas,
Chagai.....a- ra de Santo Antonio, comecoii-a a
incommodar o aol, e lemlirou.se de mandar a casa
um criarlo bosear a toatoiarqaazinha.a
(I criado parti, c eremos que foi lodo o raniinho
a seismal na tal inurqaezinhaa, por nao saber co-
nio linviai de dar cinta do recado,
l.a' em casa n"io se lemhrava dea ter vslo/n-m
Ihe ronlieca o presumo ; como sp Iratava de en-
coiiiuieiii'a-, enletideu que lazia bem, levando em
ve/, da umarquozinha una conriera,
A g.rg.lhadii foi geral ; e s enl.lo lie que suibe,
q-
1
e para isso tirar aos eslajai case carcter de oni-
versahdade, oa uniformidade como cousa ioaplieavel
as differcnlea naturezas e diaposiroes dos espi-
rlos.
Se os eilndos esliverem dirigidoa por forma qae
produzam grandes artista,, artific.s inalrui-tos, ge-
metras profundos, legisladores lgicos, oradores alo-
quentes, poetas tublimes, eaeripiorea correctos, com-
merrianles habis, sainos eruditos, estadialaa aizodoa,
nilitares -cientficos, sacerdote, de ennhecimeotos'
solidos, lavradorcs, observadores ledores, a todos
dignas de honraren) as suat respectivas caireiraa neto
saber e virlmle, fazendo qoe em todas ellas haia
progres-o theoriro e pratico ; qae ma s e
qu-rer.'
poda
Eif o xerdaileiro o nnico progreaso Ma. e nao o
|ue a nmarque/inhe nao-ra mais que un. ehspel- que e esta' vendo, apezar de tanto progra.nma d,
""lio do sol, para guardar das seus ralos um rosto i programme .le
fnrmoso. progresso.
Mas triste condirilu do h miera ceg pela Taidade !
Os estados modernos produzein pela aoa aniversali-
dade e uniforniidadp um ttrrivel mal ; habilitara
bornens para rarreiras que nao ata as da sua voracao.
P1IEN0MEN0.
Do Portugal copiamos o secuinlc :
Junio ao pequeo povo da Virlude, departamento
lo sul. na America, ha um curioso phenoinenn na- KAn .lrt' hiv.r nada neme T,"il ",' r"
ural, conhecidoccm o nome de Mina ou foule da /?. ^ cientfica e moralmente
fallando.
Que ha de fazer nm homem. hegado idade e
pnsislo de viver por si, e lalvez para oulroa da qoe
he o atea apoio, quando nao v carrera para a asa
entrada Multo sndia para a guarda do quartel.
Ouanto as acommodaroes' do quartel doQI'araizo,
rimfessamos ser a primeira vez que oovmos llga-
las : una edificio que lem perto de 70 palmos de
frente e 500 de fondo, construido com as propor-
Cftes necessaras e com o lim de ae'rvir para aquar-
telamenlo da tropa, nao pode ser falto de acommo-
daroes para u pequeo corpo de polica, de menos
de 500 praras, distriboidaa sempre pelas comarcas
da provincia. #
Fazpmos votos para que a presidencia converla
om ro ihia lo o sonho do Sr. X"'. O quartel do
Paraso esta concertado de novo: nos seus reparos
foram gastos algalie cintos de res, e nBa se tem
uniforme, e cm lempos dados: os cometas, na sua
immensa, rapidissima carrera obedecem tambera as
allraccoes e repulses, da regio celeste, a que per-
I encera.
O cometa de 1680, lendo a forma de urna immen-
sa parbola, pareca uilo poder vollar. Oj physicos
embaracados, aspiran) bem os apparecimcnlos de lo-
dos os cometas ; e honra Ibes seja, elles viram vollar
o cometa de KiSO, ja com formas clliplicas!
Imagine-se agora a que mmennissmas atlraci;es,
c repulsoes nao ceder o cometa nos seus ramos pas-
que a morali lade publica soll'ra mais com os bom "boiicos, para esles se curvaren), convergirem, lo-
costumes das praca du corpo de polica.
raonarchia, e fccilar-me com vosco por n
desdo dos representantes da nacao.
Continuara felizmente as nostts boas relaees
com todas as potencias alliadas da coroa por'lu-
gneza.
As negociares com a Santa S, sobre o real pa-
droado do oriente, deulro cm poucos dias seacharao
completa e dccorosajnente concluidas. Ser-vos ha
prsenle o tratado que inevilaveis difliculdades leem
feln demorar at agora
a Este ajuste amigase! entre as duas polenras ir
de urna vez pr termo as di'sensfles, que affligcm os
colholiros diquella parle do mundo.
A Iranquillidade publica, momeutaneamenle
alterada na capital por elTeilo da caresta das subsis-
tencias, lem sido mentid! nos dtirerentes pontos da
monarclua.
o nosso territorio novarncule invadido pelo flagello
do cholera-morbos. A maior parle dos dialrictoa do
reino experimentaran! mai' ou menos os seus des-
truidores effeilos. e mais que lodos, o do Funchal,
onde elle em poneo lempo fez milhares de vr-
( as.
O men
em
overno empregou o possjveis esforens
occorrer tolos os pontos invadidos por aqueUe
mal, e para auxilia-lo ueste empenlio, he-me agra-
davel poder dizer que em todas as clas"s da socie-
dade encontrn o zulo pelo servigo pohlico, e.a
eandade etirittaa que o povo portuguez olga de
exercer.
ii A beneficencia dos eslranhos nao foi nsensivel
detgreca .tos rneus mbditaa. Apraz-me dar aqu
um solemne teslemanbu do apreso em qae lenbo os
valiosos servidos, que a generosidade do povo luglez
preslnu ilha da Madeira.
n A repelida escassez das eolheilas, commum a
quaai loda a Europa, tem influido e continua a in-
fluir na sorle d.s classes menos abastadas. Reconhe-
cendo a eflacacia de um svslema liberal as relates
commerciaes, o meu governo promulgou varias me-
didas tendentes a abastecer os nossos mercados dos
gneros de primeira neceasidade. Elle vos dar' con-
la dessas medidas, para as quaes, bem como para as
causas que as determinaran), chamo a vossa especial
a ti. II rao.
Repulo o riesenvolvimenlo da unirn-rao publi-
ca como utna das principad, aanla a primeira daa
necessidades do nosso paz, como a base maia solida
emaisdoravrl para lodo o luelhoraniento futuro.
Confio que este objeclo, de um mteresse vital para
nos, vos merecer' os cuidados de qoe elle me pare-
ce digao.
He sobrcludo para a ins(rucc.ao primaria, para
coja generalisacaoo meu goveino vos aprcsenlar
regeitado, lano na cmara da case media, como na
do clero, quast sem discussiln ; fallaram 50 represen-
tantes do povo contra elle; e na cmara da uobreza, o
mimslro Tez ama especie de retralaecilo, declarando
que sendo os ministros tomona, eslavam sujeitoa ao
erro.
Os ltimos despachos deste estado ( S de dezem-
bro ) dizem que, conforme urna deciso da dieta,
urna rommissAn de onze membros foi nomeada para
redigir nm relatorio sobre a iluac,ao actual. O con-
selho federal pedio orna autorisa^ao para eslender os
meios de riehza com rigor se a paz honrosa nao
for possivel. Pedio tamhem a nomea^ao do chelea
para dirigirem o escroto.
A assembla federal foi adiada sem se dissolver
definitivamente.
l.'m boletn) de aples, de 18 de dezembro, dan-
do conla de urna lerrivel eipluso qoe leve logar
n'om paiol perlo do palacio najo, diz qne grande
numero de soldados lrarara ferdos.
Era Argel urna graude tempestade fez trasbordar
o Uarrache o ClilT, o que eaoaon na innundaco oa
planicie al Bonllarick. Muitos navios sollreram
avarias, e outros se perderam.
De Hespanha, poucas novidadcs ha. Tinto sido
preso, por ordem do invernador de Madrid, o edi-
tor responsavel do Bl Sorle llenpanhol, e prohibida
a puhjicacAii deste peridico ; ignoraudo-se qual o
motivo que a isso levou-o.
Vario peridicos d'alli anunciara, que o rei da
Haviera vira, na prxima primavera, passear a Hes-
panha.
Os consolidados inglezes ficaram a 93 :i|l 7|8 ; os
:i por canto franceses at>-(0, os I a' \\i 0|0. 91-50.
Achava-sc carga no Porto, para esla provin-
cia, o brigue Trocador.
ERRATA.
Na correspondencia por mira assignada em o nu-
mero 30 .leste Diario, sobre o solemne acto d.icom-1 c
munlnio das meninas do collegio da Conceicao, no-
18-se urna abslraecao de prte da ultima oraran do j
1.- onde se ltoda a pompa, que presidio 'aquello
acto foi gratuita e iiismnificantequando se deve
ler da maneira seguintetoda a pompa que presidio
aquelle acto, foi gratuita e espontanea das autori-
dades ; o dispendio dn collegio foi insignificante__
abstracto aquella que nao somante efiende a
darle ; como qoe obscurece a louvnvel parle,
autoridades da Babia Itveram em tilo lana festivi-
dsde. Espero, Sr. etor, queira ter a bondade de
inxerir mais eslas poucas Molas em sen ulilissimn
Diario,
carem-so e formar urna ellip-e, ou ellipsoide Que
maravilhas aqu do aulor da nalureza !
Agora firanins om esforro do entendimenlo, para
imaginar os infinitos milhoes, pelies de soes, plane-
tas, mondos que oceupam o 1,1o grandioso espado doa
Vir-
que a
Um mdico da Academia da llahia.
ciencias e avte&<
(&0mnmuk(&$.
as necessaras propostas de lei, que inste momento
chamo a vossa altencAn, posto que nAo considere
menos dignas de a lxareiu. a secundaria e a supe-
rior.
O incremento que netes ltimos tempoi lem
tomado a einigracAo.mormrnle nos dislrictos do Por-
lo, Vianna, do Castrlloe Braga, merece orna seria
atlenc.io. o meu gaverno submrllera a vosas appro-
vacAo as medidas que lem por acertadas.para dimi-
nuir a gravidade de-se mal.
Apreciaudu devidarnenle as causas a qae este
incremeuto se pode atlribuir, espero qne lagislares
de maneira qoe realmente se atienda ao bem e-lar
oaquelles dislrietos.
Tem progredido com a possivel aclividade os
Irabalhns pblicos, que e-l ivain encelados em jollio
ultimo, e nssira algumaa eatradaa prmeipaes se po-
dem boje dizer concluidas, havendo-se dado pi luet-
pio a abertura de oulras. Em oulubro Ahrio-se a
i-ircolacao publicas secc.au da va fenc.i de leste, de
Lisboa ao Carneado, e prosegue-te na sua couti.
naa{So at SanUrm.
lie para os melhoramenlos di viaco publica
que reclamo especialmente a voisa utlenego. A nos-
sa teparaege do resto da Europa civilisada, e mais
anda a mpossibilida.de em que nos adiamos de de-
senvolver o nosto r. minrelo interno, consliliiem um
estado de cousas que de maneira alguma pode ler
loriga duracAo.
, Aisim, collocando-vos a frenle da apiniio pu-
b.ica, que nao cessa de pronunciar-se aberlamento
pela necessidade de milhoror a coudtao material
do paiz, lereis de examioar aUenlajnente as propos-
larcasie o men uoverno vos ha-de apresenlar, para a
continuacao da va frrea ato a frofleira de Hiapa-
nha ; para a eontlroccjle, tao vivamente reclamada
por todos os interesses econmicos das provincias do
norte do reino, da va frrea de Lisboa ao Porto; e
para o pro-eguimcnlo das estradas qoe virSo dar
maior movimcnlo a essas duas grandes linhas de
communjea^ao.
Confio que ocrupando-vos desle objeclo, vos nlo
poupareis a' Ir.ibalhu, nen> vos recusareis aos sacri-
ficios que recouhecerde. indispcnsaveis.para a salis-
facAo de urna das primeiras e mais urgentes necessi-
dades do paiz. Nenhum objecto he na aclualldade
maia digno de despertar a vossa atlenrao, aclividade
e soliciiude.
O exercilo continua a prestnrutes tarricos ao
paiz, e da-me a ronfianra de que comprehendern
aempre os sens deseres e a sua posicAo no estado.
Tomareis na devida considerarlo as molidas
que pelo meu governo vos aerao apresenladas para
mtlhorar o ealado da nossa marmita de guerra. He
um assumpto a que as necessidadea das provincias
ultramarina, sobretodo, uos obrigam a atlendtr des
velademeule.
O archipelago de Cabo Verde lem experimenta-
do giaves calamidades era consequ.'nei da psras.ez
das eolheilas a das epidemias que allli"ram os aeus!
habitantes.
Coulinuemcs a carregar seoslas a nossa pesada
croz, at que a possamos alvorar no alto do Cal-
vario.
Ja dever.lo tabar os pos leilores, que grande
alegria lem causado no i/uilombo da Liberal a nossa
pequea ausencia das paginas deste Diario ; e que
o /.nmbi exalta de prazer por ler, segundo diz elle,
dado garrnte no Liberal genuino, jurando que nao
ver mais a luz do dia produor.lu alguma da nosaa
peuua; pois tal liaba sidn o resultado de seos espanto-
sos, robustos, sabios, e hetorodoto* escrptos em es-
lylo de fadiala, com que diariamente nos mimosea.
Engcnou-se porern o '/.
Da existencia da luz, por emissao, ou por
ondulacoes no ether. A primeira !n-
pothesehede Newton, a segunda de
Descartes.
i.
A' emissao oppoem os do ether o faci de dous
raios de luz, produziudo a eacuridade, quando en-
contradas em certas condices, o que a he possi-
vel, dizem, no systema datoodala{oos. Mutro con-
tra os da emiss.lo, que perlendem que a luz cam-
nha mais depressa na agua, que no ar, he o acha-
rcm os do ether o contrario, e neceisila as ondula-
rles, r
Da acego mutua de dous raios, da/.do a escurida-
de, coticloio-se o principio das interi'erencias, que
he urna iprestga mais (echnica da acego mutua
dos raios.
Os dous argumentos contra a emissao, parecem-
me bem facis de responder.
So o alomo primeira da crcacao he como quer
Newton, lobttaneia propria da luz ; e estes to-
mos ou molculas, dispostos de cerlo modo, for-
mam os corpos opacos, e luminosos da nitureza, ne-
iilniiii.i dilliculdade ha em entender, que as mol-
culas de dous raios de luz, encoutr.indo-te condicio-
nalmcnte se arranjem de modo a toroarem-se
opacos.
O camnho da luz, mais curto na agua, que no
ar, cm Inglaterra, parece-nos vir da densidade da
agua, maior nesse paiz do que em Franca, para os
do ether.
Na agua maia densa, as molculas dispondo-se cm
lilnacgo mais ritinha da recta, he claro, quo a luz
ahi pasiara' mais rpida que na agua menos densa,
alm do que, a maior velocidade da luz ne ar, ou
na agua, cm nada prava a neceisidade das onda-
Pcrleiideri'i algaem qae haja um ponto nesle in-
Hndo espaco, tao cheio de corpos, que nao estej) lo-
mado por correles de corpo para corpo *
Estando pois assim todo O espado occopadn, he
nelle irapossivel, he absurda, opposta a todas as theo-
rias, factos astronmicos, a existencia do chamado
ether, no espaco, que desle modo, no lempo findo,
no qoe dura, e ha de vir, jamis pode estar um mo-
mento razio.
He pois errnea a expressao nvazio doa phtsicos
do ether: unon dalur vacnum in rerum natura, o
Agora mu clara fica, intuitiva a bella idea da
emissao da luz ; sao correntes da substancia da luz
do sol para a Ierra, o desla correntes de fluido ma-
gntico, lomineseivel para o sol, que Ihe vao invizi-
veis, viziveis, na gran le eleva^aodemolecolas, por
correntes da Ierra.
N.lo fica ludo dito ; sub judice lis rsl.a
Al afra, :! de uovembro 56.
A de Castro- -
(./ Sacio.)
sangue.i. Do interior de una gruta, mana constan-
temente um liquido vernielhn como o sam;up. Cor-
rompe-se como esle, os insectos- depuaitam nelle a
su larva, e OS ces all vilo come-lo. Em um paz,
aonde -o tilo escassos os conlipcimcutos snentilcos,
este plienomeno devia ser objeclo de supersticiosa
adentra (ao.
Repelida noticia em-Paris, den orgem a una
uiloios..uilo reiiimuni'Mia i de M. Jnlin Rosisnon a'
Academia das sciencias, annuuciando a prxima
chegada de certa quantidade do singular liquido.
Este liquido, que, pela soa cor e consi'tcnna, se
parece perfeilaineiile con. o angue dos mamferos, lugar, se latieses uos partidos e revoloces, con
aprsenla a densidad de-.i.) che vivolvo. lln- m.i. A. v
A poneos passos da grua donde satie, comer a 1 "'. ">1>'ie m alsam* '"* d Prveitar vo-
decompnr-se, e adqure o ebeiro de carne podr. Os i c"d0 e liabililar;ues.
lcalis faina o coacular. Mas no sao elles os culpados o vicio efla' na or-
M. Rnsignrn julga que esle liquido he provenien- g.inisacandos estudoa.
te de infusorios vemifnrmes.
vocacilo, porque nao a rultivou, ou quando tem ha-
bilitacOet legaes para urna cousa qoe Ihe he anlina-
'hica i ^
Iodos rriliram a o Hueoria de mancebos qM n_
tendera entpragaa administrativos, e qoe n..., ns na-
dando alranrar porque ha rem pretendenlet a cada
&WC&0&
uinbi e o seu auitombo :
a bem deaapootado dever ficar, quarnio souber, VC Pnt'tDe emissao, idcs simples, e
que estamos dispostos a conliuoar a serie de nossos
artigos com a mesma energa e com a mema fran-
queza de nossos escrptos anteriores ; e que conli-
noaremos a arrancar-Ibes os ltimos farr- pos com
que ainda se querem occullar ao publico, com
especialidade ao partido nraieiro.
Faz rir, e ao mesmo lempo causa dn, ver como o
triuraviralo do Liberal enche a bocea desomos
praieiroslevantamos o partido prateiro do sepul-
cro, como fez Jesos ChristO a Lzarosumna aman-
tes ilo povo, porque sahimoa delle, e a elle perten-
ecios, etc., etc. Entretanto, que nao passam de
esperlos especuladores, que andan) procura de oc-
casiao para pescaren) as aguas lurvas o cusa d
credulidadc, e boa f do nos.o bom povo, com o
qual fgem de confundir-se ; lo que temos provea gar a na.
de intuirn a 'liseu-.,o pora' isto maia claro
II.
O elher, sonltada creacAo dos cartesianos, dizem
que he urna materia, ou substancia, que oceupa lo-
du o vasto dos ecos (1), al aos mais affaatados soes,
ou estrellas, que oceupa Piadosos corpos at as ulti-
mas molculas. Em primeiro lugar explicaremos
esta temeraria da, ether enchendo ludo, al a'
inmcnsidaile, doa milhoes de mundos da crenrao.
Provou Arago, que a distancia aos mais distantes
soes, ou estrellas, que o telescopio descubre, he tal
que a aua luz deve g -lar ailos seculos para che
em alguns artices do Liberal l'ernambucano, nos
quae* o /.umbi ou o Ulano Mestre sustenta, que
he nohre, descendente de sangue azul, mais nobre,
mais fidalgo do que a familia Cavalcanli, guerreada
por elle pela sua fidalguia.
A proposito do afn com que o /.umbi quer pas-
sar por praieiro de cravicrAo, fez-nos lembrar o que
diz II i.sii.'i. fallando de Deot:
a Houve um lempo jdiz'.esle grande escriplor. em
que o boi, ocavallo, o poico, o can, o crorodillo
eram considerados Dos ; o sol, a luu, as estrellas
rerebiam cultos somsnle devidos a Dos, emfim tu-
da er Dos, excepto o mesmo Den.
O mesmo digo eu apura rallando do partido prsiei-
ro. Chegou um lempo em que qualqucr trafican-
te ou trocatintas, transfuga do partido gaabir,
intrigante, malditente, calumuiador, qualquer cala-
vento, ou gallo de cimborio, advogado tratante,
poltico por calclo, pescador em aguas turvas, he
praieiro e milito praieiro ; o malcreado. o insolen-
te, o defamadoi, o turbulento, o roo de pobcia, re-
ceben) em nome do partido praieiro elogios, e silo
tratados, como someule devem ser os praieiro* ho-
nestos, intelligentes, meralisadoe, polticos por con-
ficege : finalmente lodos silo praieiro', excepto o<
praieiros mesmoi.
Se n,lo he Tardado o que acabo de dizer, dgan-
me de que gente se curnpe esse gropo, que boje
lalla em nonio do partido, definam-me quaes sao
as suas crencas, seus senlimentos politices, que ga-
rantas de ordem, de inoraldade offcrecein ao paiz,
que beneficios lem frito ao partido praieirn, desde
que se r.ivnrarara era seos directores Quaes os
sei vicos prestados ao partido nos das das pro-
vaneas 1
Me lilom os pmieiro* de boa f nos manejos em-
pregados pelo /.umbi, e seus as.eclas, e eviten) os
lacos que Ibes armara nessa reunan convocada para
o dia *2 ilo correnle.
Alten ara que o /.umbi fez convocar a toda pres-
ta urna aeaaao do improvisado couselbo, e directo-
rio ila Liberal l'ernnmbucna, que deveria ler lu-
gar no da O do rorrete. Ires dias antes da reuni.nn
do partido. Para que foi essa leuniAo anterior do
con-ellio'.' Sabis para que para combinaren us
meios de itlu i ir os praieiros de boa fe, e envolve-los
na rede, que Ibes esteudem.
Briosos praieiros evitai esses laCOi, uni-vos aos
vnsso- anllgOS cheles, abandona! OS excitados, e es-
peculadores ; trabalbai na reconstruccAo do pailido
praieiro, que de coraran perleiicemos.
No sesninle artign mostraremos que o /.umbi ou
Diiino Mestre, lonco de querer ignstar-se aos ho-
mem de eres, fuge delles,. cemn n dabn da cruz,
dizenlo-se Hdalgo, descendente de sangae azul.
" f.iberal genuino.
s de fefereiro.
Nunca oceupamos o prelo seniio com o lim de ser-
vir a sania CCUU da jostica e di verdade .v |usli-
tica e a verdade foram aesaltada pelo Liberal l'er-
pece (eral do eslado para o auno econmico de 1837 i iiambucanu de (do correte, em um communicado
a tSici, e as prooosls de le que as necessidnifes do ; qu lem por tituloAs recompensas .lo Sr. Sergio
servico pohlico reclamara. Teixeia ile Maccdo,e quebe asignado por V.
A arrecadarao dos imposlos rescnlio-se da in- Apezar d nimia Considerarlo
iluenria que a OSCeOeC das producres leve na fortu-!que ron-a ramos
na publica. Prestando a esle mporlanlisaimo obiec- Sergio Teiceira
lo oa cuitados e desvelo que elle reclama, nlo dei-
{Sarao.)
CARTAS A 11 l'Al
SOBRE
A E'.)l CA.WO E SEL' FILHO.
I'or Mr. Laurenlie.
X
Variedade dos esludos.
i Continuacao.)
Pastemos a outros pontos.
Ha, meu amigo, urna grande queslao, que eu que-
rerla discutir romvosrn, c he, se os esludos como
hoje eslo organisados nos collegiot e escolas s.lo o
convenientes para as neccssiiladcs e coslumes da no-
ta sociedade.
,i ede, porin, como nos nossos lempos a poltica
de qoe queremos a lodo o cosi fttgr, se melle em
ludo Ao ha qoeslgn social mais importante do que
a da organisacao dos esludos ; sobre ella poder-e-
liia escriver um longo tratado de direilo publico,
porque a sdncaco he a eivilM{go, he o bem-cslar,
be a existencia Inteira dos povos ; e no entretanto
trata-te de resto, porque a e lucaejn que para os ho-
mens que pensam no futuro da soa patria, he para a
maior parte ama froleira, um capricho, um neg*
ci, umt moda, urna vadade, e quando muito urna
parle da administraran do eslado.
A ednearao he regida por leis e regulamentos, e
pensam que formam as geraroes futuras, quando ta-
zo m um prograntma com a nomenclatura dos traba-
Ihos, das recrcaeies que preenchcm o lempo passado
no collegio.
Para mim Dio ha maior e mais trale prova da ig-
norancia do nosso s -ruto em assornptos moraes, do
taclu pelo qal se enlende c trata a ed'i-
cacAo.
Que aridez que materialismo Nao se ( -.s.i u..
exterioridades, nao se penetra no coracn, depois
diz se, i,p acredita-te] que o homem est ecado,"
porqup sato mnver-se com Inda a rpgulardade, exc-
culando os muvimentos indicados prlo mestre !
Quanto teria eu a dizer a este respeilo se nAo qai-
zesse evitar os assumplos demasiadamente tristes e
severos, e lie por sso qae vou reduzir a questao a
lermns que naa devam irritar ninguem.
Os esludos laes como hoje eslao, com a sua unifor-
midaile applicada a lodos os espirito, sao os qoe
convm ao nosso lempo ".'
Digo que nao.
lie para notar denle ja' que ensillando as mesmvs
cousaa a todos os infantes. nAo se prepara r.enhuma
disposirao particular, nao se desenvolve nenhoma
reselo, n.1o se abre caminhu a nenhum genio.
Vosso tillio tem lalvez alguma dsposicao para a
jurisprudencia, rain, rain pelo atormentar com os es-
ludos mathemalicos ; he proprio par a vida militar,
eusinam-lhe philosophia e rhelorica. Deslinaet qae
siga o commercio t Ensinam-lhe lilteralura classica,
e fazcm delle um poela, ou antes um fabricante de
versas.
Os esludos s.lo imprevdenles ; quem os examinar
achara' que esto organisados, romo se em Franca
lodos lenham urna mesma vocarilo, ou que todas as
carreiras se eniinem do mesmo modo.
Nisto ha um gravissuno erro.
Vede qual he o resultado.
Os borneas, nao tunando lempo urna dircrc.io
propria, receben) noces geraes, mas tuperficiaes,
que pareeem propria para ludo, mas que nao ser-
vem para nada.
As vocacoes nAo sAo estilladas, nem prncoradas,
lodos entram nos primeiros trabalhos sem o emhu
ESr.OLH.V-t)E lili JORNAL.
O Oliva de X'igo publica o segrale dialogo,que
Ihe remetiera de Vallarlolid, e que Ihe dizem Uvera
lugar n'uina Inja de livrcs daquella cidade. onde lo-
ra eertfl indvidun para assignar um jnrnal :
Recebem-se aqu as ass'gnaluras para peridi-
cos polticos da Madrid '?'
Sim, senhor. .
Pois eu desejava assignor um ; maa o peor
he, que nao sei qual deve ser. ,
Tenha a bondade de dizer-me os ttulos .'
Com rouito gusto.
Em primeiro lugar a oDiscnssAo.....a
Estamos bem aviados coro as discotsea. Com
ellas he que temos perdido lautas paluvras. Vamos
ao oulro.
A cEpoeha.a
NAo marca qual'.' Nao goslo das indecises.
E o liiiiln desse diaiin he o mesmo para hoje que
para amanhaa. Oulro.
As ..Corles....
Adianle, adiante; e louvores a Dos por me
ficar aqoi.
A Nao,ao....
lieos me livre; pois se lem analoga com o ti-
loto, divertidos hilo de estar o leilores. fian quero
que me levem a Granada.
O Clamor Publico....
Jess me valha Isso sera cousa de chorar em
torrentes, e morrer por fnn de ictericia.
o.ioni he capaz de supporlar o clamor publico
um dia e oulro dia, sem eucher-se de tenti-
menlo ?
Que mais peridicos ha '!
O ..Diario llespaiihol...
Se tutee u'outros lempos poderia passar, por-
que di/.em. que o diario do hespanhol era pao e lou-
ros. Porm boje he s miseria. Ouro.
O oLeilo liespanhol.ii
Ha de ser moe ta lalsa, porque o verdadeiro
rreio que morreu, ou esls tao adormecido, que o n3o
despena um terremoto. Adianle.
A Hespanha.
Pohresita : dev-i ser cousa que produza lasti-
ma Se corresponder ao titulo, poder na apparen-
cia parecer galante ; porm no fundo, quanta mi- j siasmo que nasce do instnctn secreto e mvslsrioso
Se esles mancebos liouvessem dirigido os -eus psn-
samentos para especialidadea uleis e disertas, se-
gundo a aua fanela, nao viriam pejar a, repartir.-,
publicas, nao perturbaran, a ordem social, e nao .
riam petados ao estado.
Foram educados is cega. Taparam-lhes oanltos,
e empurraram-nns, e elles caminharam psra diaoto
sem saber onde os cmdnzia o camnho, nem te este
Ibes convinha ; e ainda qoando Ibes raa a venda das
olhos nao sabem o que bao de ater, porqoe t,
acbant em sitios incgnitos, nao podendo oneotar-te
porque ludo quanto aprendern! foram eeneralida-
de?, nem podem achar recursos nos lugares onda te
encontrara, porque de ludo sabem alguma csatiana
e iienhuma cousa sabem a fundo.
Nesla triste pesiis a maior p irte I mr.im mi de
um modo de vida, para qos se julgam habilitadst
fazem-se escriptores, pois stbendo si generalideaet'
julgam se aptos para esrreverem acerca de lade'
sera se lembrarem que para saber escrever be sacas'
sario saber profundamente a malerie tobre qae te
escreve, ter a maior precisao as idcaa, a meditar ae-
riaraente.
As lettras he que leem aoflride com itlo, tesos
Invadida o sea dominio por escriptores, isiu genio,
sem iuspirscao, sem estado. mtt como estss tosa-'
sores sao do lempo em que tolas as formas da lia-
guagem, lano em prosa, como em Terso haviara
sido multiplicadas, e eram do alcance de todos, tjgs>
cede que os mais brlhantes d'entra estes escriptorst
precisamente aquelies qoe n.-da sabem de at-
umplo tobre qoe eacrevem.
Falladores sem ideas, vagabeodos, mas sonoros,
observadores, e criticos saperficiaet d.t tcieneisi s
das arles, do homem e da aociedade, sem ler aciea-
cia nem moral, moralistas sem m.eoca em ver-
dade, hisloriadnrea sem critica, a tem erudicAo, phi-
l-|j-y-". arcasfeos. f.i.BlM a^e-~--------. ^j^
" "......plores, ti-, esses taet ais qoem a
Poileridade ha de adiar os monumentos da fstilida-
dflda nosaa poca oecalU sob a mascara da seriada-
de cmica, e da erudiccAo hypocrila.
Perdoa-me a pintura qoe far,o do meu tecols. Be
qoizera torna-lo mais instruido, maia sabio, inais
moral, maia verdadeiro.
i
O remedio que acho maia aflicaa a esta atado de
decadencia he a applieacln do, esludot segundo as
vocares dos individuos o gneros de si ta.
Has quero nem por tonhos que se julgue que que
ro a sociedade .idi,|, por casta,, qoe ca J, casta
iPiihaas CMSaaastaa. Tal a!,.urdo... p.de n.....
Ignorancia do esp,, do .,, .....t he q
espirito da unan ten lente rc,,,Mr quan,0 he
sivel a igualdade entre ot
po,-
Honeui. O que eu qro
o Coralu-lo, ns subsidios votados para esta provin-
cia na nli un sessao legislativa, as medidas tomadas
pelo meu eoveruo e pelas autoridades locaes, bem
enm as subsciipccs devidas generosa beneficen-
cia de naeiooaea e etlrangeiros, tem concomio pa-
ra I mar menos duros os padecimeutos daquellcs in-
felices. -
ir O governo da (ra.i-llretanha e dos Estad., (ni-
dos acudiram com valimos auxilios aquellas Ibas.
A estes, assim como aos numerosos subscriptores.
tanto porluuezes, como de diversas OCCuet, cuja be-
nevolencia se exerrea era favor dos povn daquella
provincia, me apraz lettemontor perante nos a mi-
nha jraliil".
ii SaauJ^gores depult los da nacao portucueza.
.. i) i., ^ministro da fazenda sujeilaia aovo-so
rotisciencioso exanie o orcamento da receila e des-
carla de reroiihccer a instante neeessMade de me-
Ih'.iar. por meio de acertadas medidas, n ealado da
fazenla publica.
e subida clima
ao prcclari'-simo Sr. cuiisclheirn
le.M.cetn. nada responderamos
ao Sr. X*** do Liberal, se livessenms por lim de-
fender o Sr. couselheirn contra as nvenivas dia-11"0 blsmutho.
Ora, a tetra que he um ponto mnimo, em com-
paracao dot iminensos mundos, qae a ni te es-
conden) a distancias incoroprchensiveis ; mandos
de cuja maleria e forma os humanos nada podem
co mpreheuder ; mundot que devem ser oceupadns
por vvenles pensadores, pois nao hecrivel, que esse
privilegio coubesse nicamente aos vvenles deste
ponto mnimo *do etpaeo, quererem alguna physicos
dotar essas immensidades de um corpo indefinido,
que vai por dous seculos se sotiha, sem poder mos-
trar-se, he mais que lemeridade, be loucura, na
sciencia humana.
O ether penetra, dizem, os corpos, al as ultimas
molculas ; vejamos.
Concordamos pbyiicos chimicos, Dlty, Ucrse-
lius ele, que us alomos ultimos dos corpos sAo en-
volvidos de rioido elctrico, alternadamente potili-
vo e negativo; 2- que o Huido magntico reside not
espatos chamados magnticos, que sao os que sepa-
ramos tomos ndivisui; 3* que o Huido calurico
tamhem existe no ntimo dos corpos.
Que lugar fica enlao para o ether ".'
E se la'mora em contado iuiallirel cornos im-
poinleraveis, que combiiiarOes forma, ou repulses
com cad um delles ?
Como penetra elle noouro, e na platina, compac-
tas como co !
Penetrara' elle loda a mnssa al as eslranhas da
Ierra, lodoso, mares atoas maioret profnndida les,
pois querem que exista e.n loda a materia poude-
ravel ?
Em que se loma elher na allerac.es, rcpol-
ses, e correntes magnetice, elctrica! ?
Que lie frito delle as erupres vulcaniras *
Onde se esconde o ether, como se arranja, quo
he delle, na rapidissima Carrera dos cmelas, rojo
inmenso solme, s na cauda, como o de Ihso,
oceupav o espaco de i!) millies de leguas
Era o ether empurrado adianle do cmela, ou
ditpersava-se^radelgariva-se aot ladus por dena-lo
passar '.'
lalvez Descartes, neslas accummula;,lei, dsper-
aes do seu ether, a impetuosas impulsOes dos
grandes cometas, visas os luruilhes, materia tria-
da, e outros soiihos de sua. Imaginadlo esquenlada.
Eslase militas nutras diiBcoldadet, contra a exis-
tencia do elher, nao lem escapado bus plivsico, que
a sustentaron!.
Pode ver-se em Pooillel Phiiiqoa Experimntale
lom. -1, pag. i.'i, como elle as quer disfarrar. Mas
o mais curioso he o que ,e le de pag. 756 paia 73!
do I. tomo, onuWrffoa urna experiencia de Ilec-
quercl que observando o lusmutho magntico, ie-
pellido no vazio allirma ser o vazio mais magntico
A esta novidade, l'ouillel, como
seria e podidilo au fallemos dclla. Oulro.
Porm....
Nan ha maia ?
Sim. seuhor.
Pois fac o favor de continuar.
t) "Criterio....
O "Criterio E he peridico poltico destes
lempos '.' Nio me fio....
Pois tem-no induhitavelmenle.
Assim ser ; poiem vamos e oulro.
albena....'
Antigualhii como ella e o seclo merece al-
guma musa.
Porm er qoe o ululo !....
Deve corresponder a' cousa ; de crrlo ; ou-
lro.
O uOccidcnle....n
Dos medefenda Demais reconluco en, que
caininhamos rpidamente para o occaso, sem neces-
sidade l'um anuuncio, que luios os diaa. lu'o recor-
d. Alm disto, do occaso a's trova-, nao ha mais
que um passo ; eu quero luz.
o Regenerarlo.
Homem Rem Mas ha de ser mus'a ce-
leslial. No camnho della vamos, se Dos qu-
cer !....
Nao esquece nenhum oulro '.'
A n ii ii I101H--I- n "Norte llespanhol.....i
Porm se ao hespanbei o que Ihe falla he a
bussnla Se ao menos fosse a cslrclla, ja' seria um
signal por onde guiar-se.
O ..-la.) '....
Segundo, e conforme o enlendem. Luiz XIV
dizia "t estado ou cu, e anda que depuis se nAo
lornou o proferir a phrase, Um-se feito muilas ap-
pliearjoee pralic^a della.... .Nao quero o Es-
tado, o
E as oNovdades f
Nonea podem se-lopar mim, nem para nin-
gopm. Demais, hoje o maior numero dallas sgo
mudo desagradaveis : e melhor seriajficassem no es-
quecimenlo. NAose lerabra de mai* Y
Sim, senhor, lemhrei-me d'oulro.
Qual lie o seu ululo '.'
-- A "Esperanza....
He esse o meu peridico, a K-peranca.
Mas veja que he absolutista puro.
Sim '. Eflue tem '.' II- por itaa mesmo que eu
goslo ilelle, (inrque Ihe quadra n titulo. Se um ab-
solutista nao lom esperanca, qii"in a ha de ler '.' As-
signe-me a "Ksperarica, diario absolul-(a, e po-
lilla o meu nome e .. ledras grandes, porque, final-
mente, dos absolutistas he o reino...
Do co, como de lodo o hora chrislAo, inter-
rumpen o livreiro, escrevendo o nome do novo as-
signante.
que denota os grandes successos.
E o que succede ?
Vede os mancebos desla poca. A sua vida re-
vela o vacuo, a indecisAo, a irresoluto he um sop-
plicio.
Como nao foram preparados para naja voea-
c..lo, enlendem que devem tentar lodos os modos de
vida.
Esle gravissimo erro lem feilo e fara' a desgrara
de muitos individuos e familias.
NAo ha nenhum homem que sirva para ludo.
A uuivertalidade do genio nao pertenre a nalu-
reza humana. So os esludos d,io a vosso lilho a idea
deque esta' habilitado para seguir todas as carrei-
ras, direi que us estudus sao a mais funesta cousa
que Ihe poderia succeder.
Alm disso, as es-olas, assim organisadas, sao om
mal para a intelgencia.
Os espiraos cansani-sc, perdem-te, caducara com
esles esludos uuiversiies.
Ol desejos de igual lade que esraeterttata o nosso
seculo excede todos os limites do bom censo e ra
co.
Por isso que ha urna igualdade evanglica, que
abale os grandes para os nivellar com os pequenos
aus olhos de Dos, que s he grande, pois s elle po-
de crear, e que por ser graude e justo faz deaappa-
recer as desigu-l ladea d uatureza humana na apre-
ciado das obras, ua recompensa e no castigo, na o
brigarAu do cumprimento da lei, assim como uAo
allende as distinc^ues para amar os homens, nAo
dexam esles de ser desgnate em lalculm, em for-
ras e at em catada. E para nao cilarmoa mais na-
da, basta a educarlo.
Quiz-se que fosse un.forme para lodosos louvores
para todas (s classes,como se todos tivessem iguaes
talentos, ou como se a todos podesiem ser uteis oa
mesmos coube:meulos !
He om sonho '
lie mais e psior do que um sonho, foi din relro-
cesso, porque romo as inlilligenclas fracaa e limita-
das nao [io l"m alcanzar as superiores, forcaram Pi-
las a desrer, p lis so desle modo se poda conseguir
a igualdade. Assim a uuiversidade he nociva ao
progresso.
Ouvi a um dos homens mais dislinclos da nossa
grande escola polytechnica, demaosIraT rom mu
be que em cada escola haja estajo, segando as vo-
cases, por forma tal que a toa taida do tollegio
cada collegtal adople orna carrera, e qus esta tanha
lodos os necessarios possiteit preparo,.
E assim mesmo natal que smpra ha de ha i
convem que haja esludo, eelucacas commam ,',
ludo aquillo qus lem de er commum a lodos os to.
mens o em lodos o, estado,.
Todos devem lar mural. ber a religiCe : talos
i histarfa mnilrar.i grande, hroes ; todos carecem
lot principies elementares dassciencits, nao s por-
que esles principio, te expliesm e enlendem uns pe-
lo, outros, cena at pirque he uestes astados qae a
despertara as vocacet: por conseguinte este, esta-
la- e esta e luca.;li> srV commum a tolo,.
O que importa evitar he o que ta encsnlr nos
metbodos da iosirucrAo actual, etta c.mfasjj da o-
cacOes subjeitat todas ao, mesmos esladat.
Cada mudo de vida devs ler os teas corre,pn-
tenles preparatorios ; cada genero de vocacaa ama
cultura especial : e acreditai que este methodn ana).
duzira' effeilos maravilhotos. Os genios despinta-
ron muito ctdo, as Melligcnciat desabroeharao
tmporas, e serAo fortes e cheias de teisa, iota an-
da dentro dos collegio,, e aem perderem os citados
a toa necessaria regularidade, nem a soa harmona
melhod -1, somante o collegio aer um refleo do
maravil Tspectacaln rio mundo, o qual pela ca-
be ... ,e lisos, ha nfinilioenle variado, ac lea
simples e uniformes, e ludo tendela anidado, co..
rao he nico o principio que o creon.
Appliraudo quanlu leuho diln, e lando ea vi-la
vosso lidio, deveis estudar-lhe a OaBstaOJa, e diri;i-lo
segundo ella nos seas eslulos ; mas nem por isso de-
veis priva-lo de luJo quanto paree extranhs a es-,
vocacilo, isso seria peccar palo exceaao contrario.
Eu enlendo pela variedade de esludos, os tul,.,
especiae,se2ondn i,t diversas earreirat filara, qa
sao pjssiveis, e appropriadot as diffcreiiles vocncoe;
a por esludos variados oa esludos que te-addicio-
nam aos primeiros como uleis, coma ornamentos.
Ha estudoa particularmente propnos para cada
carrera, maa ha esludo, indispensaveis a todas as
carreiras, e oulros que se conciliamcnm todas di..-;
smenle deve haver cuidado em que ot especian tc-
jam os preduininiules por forma qae o infante entra
na carrera quj escolher por vocarAo ota al com In-
dos os esludos proprios para ella, mai anda alem
disso cm eslado de poder distinguir-se, adqainndo
lodos os nstrunvciitos necessanos para chogar au aeu
lim, e com auxiliares para a vida inlellecloal.
[Continua,/
SOCIEDADE DE TEUPEKANCA.
.Transcrevemos do "Commercio :
Para reprimir a embriaguez, iiidependenleracnlp
da aceito da lei, lein-se creado uos Eslados-Cndos snlidas ra/es pintos..phicas, quo esta escola se op-
da America sociedades, que (cm o titulo Socieda-
des de Temprranca. A seu cxcniplo, oulras se lem
oiganitadn em Inglaterra, Snecia, Allemanlia, Rus-
si?, colonias inglezas, Canad', Nova Hullanda e al
no Ei;jpto, e em l'rauca lein-se tentado lambem a
sua crear lo, parrn sern proluzir resultados saiisfac- r .
torios, l-'.sias sociedades lundam-se no compromisso '
punh ao appareominto dos genios nos ramos das
sciencia", porque gualava os espirito'.
Monga, o celebre fun a-ior da escola polyteebaiea
levia o desenvulvimcnln do seu genio a'anliga Ii.
dos eelodoc. A sua c>pTiuli'lade, como
a que reciprocamenle se obrig m seus memiros de ''nJe 'e ri"- ff' geometra, e revelou-se nelle cn-
renuuciar, nlo a ar abuso, mas tambera ea uso de | mu Inalincto ; se luuvesse seguido servilmente o
loda a orle do h-hidas espirituosas. Crend-i seus
fundadores que era impossivel determinar um limi-
te, optaram pela abstinencia absoluta.
Eic-cqol como esla' concebido o rtico 3 do, es-
las que solTre dos morali'aiores do Liberal; nlo 1 tomado oudpourvaa a sabe responder que a
irtysnf "h'e -.......- -! craa^ttsd^ ^ --- :r ;r ;rrsr: >:;: \ -
iiBr.ai piinii.ii za. sim e-onienle porque sabemos que S. Exc. %lil ataca a iiienri uo einer, ne..|iivrei locou, a medo,
a Ao declarar alierta a sp.Ao ordinal a dea corles' prudente rlecprezo ans apod-.f nm que o brindara ',e c"lo a vordadeira idea, o que vamo, ver.
ceraes, onlaa-m* a lisongeirs esperanes deque aquelle que tanloj anlicilcram es aect boa* grecas I-----------------------------------------------------------------------------------
de picos, c.ps,,p,dos pelo tamoso /umba. 1 wlf ^^XXXS&TaX cm V^? ^^^-l^T \ ..' o Sfc S? ^" ^ """""" """
nao ,o par. ae diver.irero, como dize.n .Mes, senap | o coceo tselarec.do patriotismo me ,sgura que ha-1 p.essas au.orisada. de lord Claren*0UUTfUe I ?m naura. *
nosso jeteme actual de ensiiio seria chymico, bo-
lanico, etc., etc., insignicanle, e um gemetra re-
solar.
CABTADOGUEUKS, DE C01MBHA, AO
SEL AMIGO BftAZ T1Z.VNA.
Caimhra il de dezembro.
Meu charo amigo. Dentro em poucos diaa desa-
nimar-so ha o nosso hur-ute poltica, e ver-tt-ha
que rumo arguem ns negocios psblicos.
A auciedade he ccral : porm pone, lempo ralla
para nos elucidarmoi, e paia acabar tanta variII "-o
e perplexidade.
Sao lanos os juizos poliliens qne se kcum, ae
lautas as eanjoetnraa qoe enuncia-las, lornar-me-
hia nimiamente prnlim.
L'na tapaoetn que os negocios pabliros ttrAo arre
in i'li i n rnnl. e sem alterar" nolavel, que obale
a que oa mellinraineiitos rnateriaea do paiz nao po-
gridam, pois que. seuundn elle,, eonlinaaiC a dr>-
envnlver-so conforine as forras do i hesouro o per
millirem.
Uniros anteveeni pt^nssasninlOC funesta, la not-
iii lber la I. patrias, e nAo ha rarioriin.. que n$
farain diisuadir de que a poltica napoleninra nao
lenta influir no neaso tyatanaa gnvernalivn. Km que
estes se fundad nAo o 'el ; todava he cerlo, qoe
aie/.ar de cu nAoser de-l.iopini.Vt. pmmudern, mul-
tas vocee, coseros arfojacentoe, prinripalniente quan-
do me apracenlan os exemplos -orcue esta' nunaneja
doa nossa vizinloi Hespanha.
A niiiiha humilde opim.l.i, b. que ludo correr'
placida e IraniiinHamrntp. e. anda que appareram
alcuraai Variantes, lulo ha recelo de qu* teja coarr-
tada a lanerdede que gozamos, e pela qual lano
goe se veran. F. nem pode duxar deser nn
a Von datar'vaceutn in re-
latuios d'uina sorted.fe ameuraiia do Temperanra : Nolai, porm, que a minha idc niio ha restringir l""'!"^ a cbsolotitme HIcMr cale tan lAo detagrada-
"Tod" o n.embro assignara' o seguinte cnmprainis. ._.,,. ...... ,___, \elmen|c a ouvido. e excita laes ci.innl-Re nervo-
so : obrigo-me a urna completa abninenca de todo """''' U "* q "r eCna>loc CCCeeciveil a lo- s:,._ qu. he lmpos,jvc| 5Cr p|an,ado na lusa na-
.liii'i'ija me fr aconselhadn por um medico sobrio.
.Nos estatutos d'ontras sociedade' l-se, qoe todo o
que te ach-r ditposto a procurar seu proptio bem
ou o dos teas temelhanles, rteve querer ; primeiro,
abster-se do aso de bebidas #spintuotat, da subini-
otslra-lai, fal.'rica-las ou commcrciar coro eliat : e
das as classes da nar.lo. |rl#l_
Eu rulo receio a SOOSeqjneneia de que todos eslu- II" quem assesure. qae Narvaet enviara' brevo-
dem, ama vez que e.iudem bem. I m p iv nunca m""e '"'"'' ""' '"'"^ encarreaado de eom-
, binar cello, ..u. nin- pntnb"-- loieni, qnae-quet
lera mslruccan de nufe ; o que ,., nAu quem he qu,>(.jam ,.,,, 0 m^Jto ,.,,.,,,,_ ",, ^br,
mi, he falsa instruccAo. segundo asinpirare, e couveniencitt do imperadoi
O qut en quero Me nlodo, tnlidus, tortee he o : dos gallos, cir-se, qus nada comegaire', porque oa


MUTTLftDD"



DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 10 DE FEVEREIRO DE 1837
l
Lusilania .un 1a s niin renuncioa o hom seoso, e
neni se abdica de lystcma pulitico a' mais simples
ii>litn.ir.l i (le un enviada eslranqeirn. Alem disto,
lem um joven monareha de elevada illulrar;ilo, a
qusin o pan consagra a mu- acrisolada ymjMthia e
eslima ; e lemoi nos ntinislrns da coroa um penlior
se- ii ti de que a iiossj liberdade sera' sempce tu mu-
da e respailada.
Mon cher. Ja' deve saber que a academia Ihea-
Iral ela' dividida : he um caso viruem. Parle, da' as
suas recitas no proprio lliealro acadmico, e a outra
procnrou n lliealro artstico Btia-l'iuao. Nesle, hou-
ve no sabbado um beneficio para o asvl, concorren-
do inuila gente de todas a classes e reinando sem-
pre a melhor ordem. Foi urna noite cheia, e passa-
da arte grand plasr. Sinlo porm, ojo ter torras
para descrever o Iriumpho que cada um dos actores
alc.inrou, para desl'arle ficar bein eipreuiva a (lo-
ria que conquistaran),'e a roiisi.lrnrai que rnerece-
ram. A minha penna be humilde, e corno tal nao
se acha apla para fazer urna minuciosa descripi;Aii,
sem se eipor commetler erros palpavei<, e alo in-
voluntarias parcialidades, nlluuenrto assim melin-
dres, quandt) tem a convicio de quie todos a' porlia
mprecaram a suas forjas para o realce e brilhn do
espectculo.
I'ermilla-ie ao menos, que Tacamos urna dislinc-
ij ni, ella he tan justa, que a neasa penna nAu pode
deixar de a evarar.O jov^n Soares Tranco cobrio-
e de (loria, e alcam.ou mais urna palma para jon-
tar |0 bnllianle Iroplio, que o publico Ilustrarlo
Ihe tem enderezado, classilicamlo como um atlmira-
vel nenio dramtico.
E he a este talentoa este i!nio, que se fecham
as portas do Iheatro acadmico '.' Filhps de Miner-
va, irmaos as lides da iulellisencla Se sois vos os
que ha\eis de oceupar os mais importantes lugares
na vida social ;se sois un em qum a patria con-
fia, parque o sea fuluro de'liun ser-vos-ha um enlregue, porque nao haris de manter illeso o sua
blime prereilo ila fralernidade' Acaso ignoris que
he pela fraternidad?, que o corpn acadmico sem-
pre se moslrou reapailada, qultndo a patria rerla-
"lava seus servidos, e eiigia sfus sacrificios ? Vi i.
Cougrassai-vtis, pois, e liareis com isto um nobre
ejemplo .ios que vos sucepderem, para se conserva-
ren! impollulas as vossas briosas tiadicr;ies.
Mon cher. Dit um velho, amigo meu, que deve
haver coherencia na mentira e na asneira, j que a
incoherencia elabora em urna boa parle dos actos
nobre aonde s aquella di-via presidir. Os concur-
sos de Iheologia e direilo f ram annullados, e o de
mathematica foi confrmalo e prvido liaveu lo ues-
te os mesmns motivos e razes, que lizeram annullar
aquelles Ha coasas que se nao eiplicain, mas que
revollam, porque alm de manifestaren) o ronis
completo coulrasenso, vao de encontr aos princi-
pios de equidade e de reclida-i, pirque he o ar-
bitrio o que decide, e nao a jusilla e a legali-
dade.
Que um juiz eleilo d'aldea, pela -m crassa igno-
rancia, cominella um erro de ollieiovad in pacen;
mas que uin procurador gpral da coroa cummetla
urna incoherenciasenilo nma iniqnidadelando a
um parecer favoravel, e a oulros nao ;be intule-
ravel, he revollaute.
Se fallasse com o bom do procurador; sempre
quererla que ello me explicaste este e-tranho phe-
iiomcnoparto dtiiina imaginario vrillanle,e pou-
eo propensa a obra conforme os principios do justos;
ou que me moslrasse a carlillia par onde delitiemu
e-t importante aiiumplo. Nao so admire, amigo
Brar, de eu Ihe fallar em carlilha, pois segundo
couila, houve um padre mestre Ignacio, que lorlu-
rou a crnici'ncia ao bom do procurador. Dos Ni-
perdoe a incoherencia que eu nao, porque ella he
insanavel, he repreheuiivel.
He de esperar que nos futuros concursos, se fa-
ja i devida justija aos concurrenles, e que se atien-
da sempre ao mehlo e na talento, e nao ao influxo
individual.......V faculdade de direito obrar com
j'i-li'j, pralicara at um dever, chamando ao sau
gremio o Dr. Pedro Augusto, Quem da provee de
urna vasta erudicJIo, ed'uma applicac,ao cunlinua na
sciencia que] profes-a : quem se torna distincto
nos (us artigos jornnlislicui. ; hoje, que, mais que
nunca, a universidadc precisa de quem Ihe advogue
a sua causa na Imprenta, merece a devitla {conside-
ragao, e, roais que nmuuern, lem todo ujus a ser
contemplado, lie o que esperamos que a [aculda-
de de direito faja, porque n;1o s prestar hornciu.-
6em ao mrito, mas satisfar' os desejos, alias' hem
merecidos, que upini.iu publica manifesla. Em
quanlo aos de tlMologia, fallnrei n'oulra occasiSo,
poisja me consla multa Ct>usa, que por em quanto
nao coi,vem publicar, e mesmo porque duvido que
a fneuldada habilite quem ja rrjcilou.
.1/ mch-c. Tem-se por ah asneada injurias e
calumnias ao viee-relor, por causa d'um leado,
quo arlo dignas de toda a Matara. S o universida-
de (em lido preUdos honestos e virtuosos, he, por
ceno, o Sr. Jos Ernesto, um (Mies. Elle Ola pode
dar feriados amia os de lei, e se algom se lem dada
pela occasi.lo tos premios,he um arbitrio, e nao
fundado em direito consuetudinario, como indevida-
ii. i.i. m A ir.
Este anno laHim ^jij., ,.. nwm-H, pu><|
nan se poleafastar das inslrucces. Todava, pedio
lelegraphicamente ao goveruo a autousacSo, leu-
da respasla negativa de que o governonao pode
conceder o que i lei nao permitir. A guerra, pois
que se faz lo Sr. Josa Ernesto, lie injusta e aciulu-
s. Como homem he uro eicetlenl-. cavalleiro.com
maneiras as mais alfaveis e delicadas, e como pre-
lado da nniv-i-i i,i le Jem sabido grangear tola a
eslima que merece pelas suas virtudes e altas quali-
da es. ftlo duvidamos prestar a aotta penna em
drfesa de sua eicelleucia, luda a vez, que neja ne-
cesario a d'ella careta, porque sabemos apreciar as
virtudes que tanto o habilil.m, e que o lornam o
prolotypo da liiiiie-._li.ia le.
Saliera* que o Ite'llrao. administrador militar de
V'rgaml, esleve para s-r victima do trabuco do Jujo
Brandan, n.io f p0r um milngre. Para seguin-
le Ihe contarei a laclo.O nTribununtraz um artigo
rarcoroso contra a Uniera Publica, oque eu hei-de
censurar por nAo vir com decencia, e ser no meu
parecer,immerecido.AEpocha>do Verissimo.morreu
esle esta' pesaroso, e minio, mas o meu amigo V.
laz com que elle se resigue. Para a seguale falla-
remos.
O Cidado Guede.
Carla do cidadao Romanisco. de Guimaraes, ao Bm
Tisana do Porto.
Janeiro 1.
Mon cher.Amantes da liberdade do pensamenlo,
e com ilesejo eslremo de emiitir o nosso, na colum-
nas do vosso jornal, anhel.vamos com anciedade n
termo final do anno de 18JG. auno, para nos, a to-
dos os respeitos, iaao, para fazermos a nossa es-
Irca como simples correspondente, sem praca asaaa-
le as cohortes miuisteriaes, ou opposicionislas, a
que mo aspiramos, nem podemos ssptrar a mingoa
de halniiaces indispensavefe para asumir lo eleva-
da posieao ; ,,, no, fu8rem i.|.in os dese]os de
thunbulanos importunos na defeza a emo dos actos
rninistenaes. ou na sua aggre.silo acintosa, porque
anda a nossa penna, pobre, misrrima nao esta' pol-
luidn. '
Sem oulra divisa mais qne Rei e ci-rlaobjectos
do maior respeilo, sem nos alistar-ara no bando de
Antonio ou de Manuel, cujas doulrinas exclusivistas,
aiili-sociaeseaiile-orgauisador,i, por muito lempo
invulveram esta narau u'nm nefando rabos, raptan-
do com os seus lidosnadassvmpalhias de disi-
dentes ou inexptrlos, que mais tarde perdern) qnan-
do governo, na ewcucAo deraet seus fanlasmagori-
eos projcclos : nesle presupposlo encelaremos nos-
sa carreira. se vosdignardes d.r-nos cabi la no vos.u
lido jornal.
Com o ,ii-mh i lo desenvolvimenlode nossas ideias
forcejaremos em cnmljuvar a iinprensa, i So eslipen-
diada para haler hbitos inveterados e rolineiros,
que nivi-lam o homem ao iiracional, e e quanto ser pos.a. os latos da mais so ida umao
fralernidade, mui necessarios ao avance do nrogretso
ecivilisatao.
Separan lo-nns datas ridiculo syslema de liater
aros-eira e desapiedadamonle >o homem que se re-
gosija com o bem estar do amigo, ou no qoe, emit-
lindo a suanpiniao.censara aUomi lagrima de sauda
de ramada beir.i do tumiilo.erujo ranlo o olha vol-
ntravel, como rte volneraveis Indos os arlos pbli-
cos ; ou finalmente naquelle l\po de caval eiro, no-
bre pela arma, e elevado pelo coraeilo. s porque
estando firme nos principio, diverge" rtimni meins
qae queja cusUrara, dentro das raas da decencia dare-
mos a Dos o que for delle, e a Cesar o que lor seu!
Nao declinando a responsabilidade dos ncatotet-
cnplos, esem ostentar nelles vaidade srienlifica
nem empregar fofos palavres, elogiando, ou lingua-
gem viperina, reprovando, cama vemos por ahi a
ceda momento, eslvgmali.aremos esses actos que se
oppuierem a boa e recolar adminislratao, ordem
ao progresso, i( civilisacao.
Nao pouparemos o em'pregado que dcir correr
.TJ'rjT'", ""' "l> da escra.alura
branca contra o, ,, imprensa, nobre c corajo-
nmrnle, lem levantado sen brida
Denunciaremos, como laalH. atM Inbnlo que os
povospagam para lercm hem iluminad a sua
t.iu i"? ii?*" .fr aevi''"">enie applicado. c
' dar", ,n 1 "a''," bM"' el',l"i"0-'' o Pvo an-
tzzza**5sou. ci,i"r em ,o''"s a|1"1"'-
^ggy' ..* "' "lira municipa.
tallaremos daquelles, a carga de quem eitivera
conservado dos edificios nac.....es. Mario os dei-
xem caminhar ,ua ruina, ou os epoham a eren
Devorados pelas rhammas, rousliliiindo nelles deno
silos de palhas, ou de OUlroa ob]eclos roml,u,v T
iv linalineule lodos que c ininhem cor,, ,,,;:
incerlos ou Varillante* no evercicio de seus deveres
acorda-los-hemo. ,:m a devida nrbanidade. u o;
seringareinos um pouco mais forie, se o pudor os
liver abandonado. Aqu tendea, Ilustre relarior o
nossn programm.. talvez lugo em demasa, que se
vus agradar, vollaremosa fazer uso delle.
Adi.
Vnllre servlcur.
/omanisco.
como materia prima, sendo a ultima disposieao
exlemiva aos anuos anteriores,ficando o presi-
dente da provincia lutorfsado a dar um regola-
meato para arrecadata d'esle imposto. Logo he
manifest, qoe este regulamenlo deOdedezem-
bro do mesmu anuo le 1853, nao pode alterar a-
quellas disposieao; p rque, como se sabe, regula-
menlo nAo lie lei. e e-las s(i podem, e devem ser
revogadas por oulras ; e por mais de urna vez ficar
Luiz Jos Marques cern de que, nao por esle meio
pode soldar a sua quebradeira ; recorra a lliesouraria
provincial, eah achara, que no principio do anno
panado, ou pouco antes fot restituido ao respn-
deme SO^IKK) res, que pagou anleriormeole d'esle
imposto de viole por cento, p,.|o beneficio do j li
da 2.'le cu, nao obstante o regulamenlo a que se
sorcorre.
Kecile!) de 1839,
Jcaquim da Cntia Ferreira.
ig>mtrttti0.
r. CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d____( d. v.
Pars, 31(1 a 3il r. por fr.
t Lisboa, 93 por de premio.
Kio de Janeiro, i por Ota de descouto.
ActSes do Banco, 4 a 45 de premio.
a n companhia de Ueberibe 54JJOO0.
companhia Pernambucana ao par.
Llilidade Publica, 30 purcentode premio.
Indemnisadora. 52 ide-ai.
ni! a" e*t'!",a de ""<> 20 por Oin de premio
Dtsconto de lettras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
Moedas de tiatOO velhas
691UO novas
i&HH). .
Prata.Palacdes brasllelros. .
Pesos columnarits. .
> uiesicauns. .
289
i 28*500
169000
163000
99000
29000
2ff(MJ0
1C60
Caixa Filial uu Banco do
Brasil
EM 9 DE FEVEREIRO DE 1837.
Directores da semana, o senhures :Manoel Igna-
ciode Ohveira e Jos Pereira da Cunha.
lasa de disconlos para lellras.al 1 mezes de prazo,
8 por ceuto ; uein ata (i mezes, !l porcento.
.iLr-APsDEUA.
dem do da 117:8856'J2
Oetcarregam hoje 10 de fevtretro.
Brieue sardoDainofarinli.i, albos c massai.
Brisue dmamarquezAuna Maraalcalrao, piche
e carvao. F
alera nglezGcnevievemerca dorias.
Barca inglezaMidasliacalhao.
Brigoe inglezKelpieiden .
Bngue ingle/tireriandm.
Ongue iuglez Reindeerdem.
Barca franceza (io-laemerradorias.
lliate americanoKonmondfariaba c fiendas;
IMPORIACAO'.
Bngue inglez -llracian, viudo de Terra Nova,
consignado a Sauuder Brolliers & C, manifuloo o
seguiute :
3.200 barrica bacalhn aos mesmos.
Uarca ingleza oMi.la', viuda de Terra Nova,
consignada a Saunders Brolhers & C, manifestuu o
seguinle :
3,200 barricas baralhao ; ans mesmos.
Bngue inglez Helpieo, viudo de Terra Nova,
consignado a Saunders Brothers & C., uianifesliui o
segunde :
2,436 barricas bacalh.io ; aos mesmos.
UNSULaDU UKHAU
Itendimento dn da I a 7. 38:1729590
dem do da i.......I:l:'l9071
51:6H6j21
i-'IVEHSAS PROVINCIAS.
lieridiinenlo do da la".,
dem do dii 5 ,
7689976
iir.ii
3:7111417
U^wmv1',,.I)E KXPORTACAO Pfcl.A MESA
S.5PJSSJtAP l)ESTA ^IDADE NO DA
9 DE FEVEREIRO DE 1857.
Slockolmllrigu-suec. Eli-eu, Joliniton Pater A
Companhi.i, 1,128 eouros salgados.
(.analEleona inclc/a Soavenerv, Saunders Bro-
thers ^ Companhia, 100 saceos assu.ar masca-
vado.
CanalKri,,, ..,,- A4lu,Saandara Uiuil Lomprinliia, 6110 sarcos assuc.ir raascavado.
CanalBngue sneeo -Activo, N. O. Biener &
(.impaiiliia, 200 saceos assncar muscavado.
i.isiioa Brigee porlagnei Camlante, l'homaz
de Aqumo Ponteo 4 Filuo, 300 saceos e i caitas
assuc.ir lira.....i e raascavado.
LboaB Companliii,, |o eatcot mel.
LisboaBarea porlueuezi .(ralidao, Thomaz de
Aqumo Fanteea & Kiih.., (Hhi sacros attucar
branca e mascavado.
Porlo Barca portugueza iDutlelV, diversos car-
regadores, 2 )0 saecus assuear motoarado.
lirallar- -Brlgue ueco Alma,., N. O. Biebet k\
Companhia. 170 saceos assucar branco.
liba de S. MiguelBrigue portuguez Oliveira,
diversos carrcg.uluus, 30 piijas eacha{a, 3,000 co-
BaatonHiala americano tKate Hellen, llenrv
rorsler g, Comztauhla, 1,798 saceos assucar mas-
cavatlo.
Buenos-Ayresp.laca liespanhola Esperanea,
Amnrim Irmaos, 80 pipas rachaga.
Buenos-AyresPolaca hetpanbalt nBella Doloresi>,
Schramrn Whltelj & C.mpanliia, 388 barricas
assucar branco e mascavado.
"IP""'"(ialera ingleza Seraphina, Johnslon
,. ,,"'*r & Companhia, 1,520 saceos assucar brauco.
Ctlhao de LimaBngue inglez lord llarding..,
Mauntlers Brolhers A; Companhia, 3,000 saceos as-
sucar mascavdo.
XDortacao .
Rio de Janeiro, brigue brasileiro Adolpho, de
212 toneladas, conduzo o seguinle : 1,970 saceos
assocar, 122 saccas algodao, i ,278 meioa de sola, 80
rolos panno de ligedlo.
RKChBEORlA lE RENDAS INTERNAS t.E-
RAES DE PKHSaMBUCO.
Hendimantodoilia 1 a 7.....j-313s78l
dem do die 9........ 128;(il9
1:772^430
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeiito dotlia I a / .... 31:1291606
dem do die 9....... 6:25jl15
27:554;72l
PAUTA
dos prerns cnrrciUt* ,lo rwnrar, algodn, e ma-
genero* e proacfocs iiaeinnae que se dcn-
cham na mata ./,. consulado de l'cmamhuro.
na semana de 9 a l:|o> fevereiro de 1857.
Cama ibscripcao do S I i do artigo :| captulo 2.-
dale.de, de mam de 1832, respondo aos ardite
arliinanhsa, cuno diz Luiz Joe Marques, no Diario
de ( do corrente. )b-vinle por rento d'aguar.unle
consumida na provincia, ficando senlos desde ja .s
dep,|, e r.,brie,_e o SM do trille 39 da le, de
11 de ni. ni de 1853, ampAudo aquellas disposires
diz ibviole por cerno ,1'aguardenle consumida' na
provincia, Bcando isentoi os depsitos e fabricas
que prodazirem este genero, ou qoe empregarem
Assucar branrn.
mascavado.....
o refinado.......'.'"
Algodao era pluma de I." torta
2. i)
i> )> j\
i) em caroto........
Aguas arrenlesalcnol, ou espirito
d'aguardcnle. .
I de cachara .......
de carina.......
o dlsliladl e do reino. .
(jenebra.............
caada
Licor .............
..............
Arroz pilado...........
em rasca.........
Azete de mamona ......
meiidohim e de coro.
n n de pcixe......
Aves araras.......
papagaios.......
Periquitos.............
Buladlas............
Biscoilos............
Caeau .............
Cachimbos...........
Caf bom............
o em r3o reslolhn .
com rasca.........
o naide...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em pan. ,
ein velas .........
Charutos bous.........
ardinariot......
ii regala e primor .
Ciros seceos..........,
Cuuros de boj salgados.....
verdes..........
l seceos ou cspixiidos. .
de onea ........
cabra corlidos .
etroeiro.......
Doce de calila.........
a guiaba........
a ser............
> jalea ...........
Espanadures grandes......
D pequeos.....
tsleiras de preperi......
Ealdpa nacional|. ...''''"
" eslr.mgeira, nifio d'oora'
I- ..i mi. i de ararula.......
niillio ....*"]
a ii mandioca.....
Feijao..........
Fumo em rolo bom
>i oediiiario.......
em folha bom.....
n ordinario.....
a i< reslolho'......
Gengbre...........
ranada
botija
caoada
garrafa
arroba
49500
29900
59120
79O00
&56OO
69200
19750
98.50
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9800
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Ipeeacuaiiha............
Lenha de achas grandes......
pequeas .....
i) tiiros.......
Pranclies de .imarello de 2 Costado
luuro.........
Costado de ,ininrel[ode35a 40p. de
r. e 2 .'i a 3 de I.....
de dito usuaes.......
Cosladiiiliii dedilo........
Soalho de dito...........
Forro de dito.........
Coalado de louro.........
Cosladinho de dito........
Soalho de rlilo...........
Forro ,le dito...........
o cedro ..........
Tros re tatajuha.........
Varas tic pereira.........
11 aguilhadas........
o r) quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
o 1 ciios ti 11 o b
Mel...............
Millio.............
i'edia de amolar.........
lillrar..........
a 11 rehuios.........
Piassava em mollios........
Ponas de boi...........
Sabio ...............
Salsa parrilba...........
Sebo em rama...........
Sola ou vaqueta..........
Tapioca..............
L'nhas de boi...........
Vinagre ..............
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meio 396OO
0 3920O
ccnlo MOO
pipa 3O9OOO
JUOVii&KU*
Q pVltO,
Navios entrados no da 8.
Kio de Janeiro18 das, brigue liespannol Paque-
te de Tarragon.11. de 25i llueladas, capillo Jay-
mc Cuardiola, equipagem 12. carga |i)() toneladas
de pedra ; a Aran.a A; Bryan. Peitence a Tar-
ragona.
Adel.nde77 das, brigue inglez nFla-li, de 165
loneladas, capililo eorge (nry, equipagem II,
carga 13a e mais generas ; ao Capillo. Prlense
a Londres. Condal 11 passageiros. Veio refrescar
e segu paia Londres.
Rio de Janeiro15 das, palacho porluguez n.Mtre-
do>, de 300'toueladas, capilao Manuel Jos de
Souza, equipagem 17, carga caf e mais gneros ;
a Thomaz de Aquinu Fonaeea rV Filho. Perlenre
a S. Mignel. Passageiros, l'elicia Carolina Lopes
da Silva, Jos de Sauza Reg.
Navios sabidos no mesmo dia.
BabiaBarra ingleza Slella, com a mesma carga
que Iniuie. Suspeudeu do lameirao.
Em commissaoBrigue da guerra brasileiro (Capi-
barlbee, eommaodante o ctpitao-tenente Herme-
negildo Barbosa de Almeida.
/-'avos eulrados no dia 9.
Arichal29 das, barca inleza oCarolineo, de 17(1
toneladas, capillo Juhn E. Adama, eruip.iaem 10,
carga 2.5IKI barricas com bacalhao ; James Cra-
blree & Comp. Ierra Nova31 das, brigue inglez Kal Pende-
gaeli.,deU4loneladat, capitn MalhetisCrane-
ford, equipagem 9,. carga 1,500 barricas com ba-
calhao ; a Schramm Whately A; Companhia. Per-
leiice a S Jo.i.i. Sseuio p.rt a Paralnba
Rio de Janeiro21 mas, polaca liespanbolt Pau-
la, de 234 toneladas, capilao Francisco Mansla-
ny, equipagem 13, carga |s toneladas de pedra;
a Aranaga A Bryan. Perlence a Barcelloua. Se-
guio para a P.irahiba.
Genova40 das, brigue ssrdo sDainor, de 179 to-
neladas, capiao Pedro N.insano, equipagem 11,
carga mina, papel e mais genero! ; a Baslo &
I.etnos. Perlence a (ienova.
Creenpori49 mezes. barca americana nNevau, de
350 toneladas, capil9o lieorg I. Iland, equipagem
27, carga azcile de peixe ; ao capitn. Veio re-
frescar e segu para a nesca e Greenport.
Porlo21 das, bngue brasileiro Daraio, de 231
loneladas, capillo Cielo Marcelino Comes da Sil-
va, equipngeiii 11, carga vinho e mais gneros ; a
Jos Joaquim Das Fernandes. Perlence ao Rio
de Janeiro. *
Rio de Janeiro20 dias, brigue porluguez aTres
Amignsii, de 2:t2 tonda las, capitn Cliudino Do-
mingara Ganealvet, eqaipagem 17, em lastru ; a
Manuel Nanea da Silva. Perlence an Purlo.
dem20 dias, bngue brasileiro (Firma, de 172
lonela.ias, capilla Manoel de Fre lis Vctor,
equipagem II, carga violto e tabeo ; a NovaesA.
Cuinpauhia. Perlence ao Rio de Janeiro.
Em commiltaoVapor de guerra brasileiro (fttage,
commandanie o eapitila-ienenle Jos Manoel Pi-
cando .la Cotia.
Liverpool35 dias, barca ingleza Amella, de 372
tonelada, eapHau a j i.,,- ,. e0aipBem 1(,
carga carvao ; a Paln Na pool.
Rio de Janeiro20 dias, brsgue brasileiro Almi-
ranlea, de 218 toneladas, capillo Joaquim Pinto
Je Ohveira e Silva, eqeiptxeru 13, carca farinha
do ingo e rnais gneros; a Jos Joaquim Dias
lemn les. Perlence ao Rio de Janeiro. Passa-
geiro, Jos Antonio Cruz.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rinde JaneiroBngue norueguense Virgon,
pitia C. II. Clnusen, rom a menina carga
Iroaie. Sotpendeu do lameirao.
demBrigue biasileirn Violpho, espillo Manoel
Pereira de S, carga a-suear.
Sabio para fondear no lmenlo, afim de acabar
o seu earregamenlo, a barca ingleza lindo...
ca-
rine
&1 ti i?-
O l)r. Anselmo Francisco l'eretti, commen-
dador da imperial ordem da" llosa, e juiz
de direito especial do commercio, por S.
M. I. e C. etc.
Faco saber aos que o presento edital viran,
qoe no da 12 de fevereiro do auno prximo
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
Oconselho adiniiistrativotem de comprar
o seguinle :
Para a botica do Hospital regimental.
Acido tartrico libras 2 arsentato de soda
oilavas 4, amoniaco lii|uido libras i, acni-
to libras i, acido prussico medicinal oila-
vas 2, atrofina escropnlo i, armarla libras 6,
alcohol de 3f. graos cana las 12,assticar candi
libras i, belladona libras 4, centaurea me-
nor libras G, cal vngetn libras 2, cianurcto
potassa oilavas 9, calomenaria a vapor meia
libra, cicuta libras 2, dorinideira libras V,
digitales libras 2, espirito dn ina>truco libra
l,,essencia de llor de larangeira onca 1,
gomma acatrina l'rance/a libra 1, hpo-sul-
phatodesoda bras I, lagtato de f'rro oni;a
I, minio onija 1, macolla libras l, nitrato de
prata fundido oncas 8, orcaneta onQas 2,
oleo do oliveira garrafas 8, pomada de ca-
cao libra 1, potassa a canutillo oncas 2,ihni-
barbo libras 2, raiz ensiana libras i, stilpbalo
de magnesia arrobas 2, sabo vem-siano li-
bras 4, extramonio oncas 8, espermacete li-
bras 2, sanlomna onca I, sublimado corro-
sivo onca 1, tamarindo com assucar arroba
1, assucar refinado arrobas 8, borrachas de
gomma elstica com pipos 50. ditas grandes
para eryslel 12, esponja lina libras (i, fundas
do lado direito 12, ditas do la lo esquerdo 12,
madapolSo pecas 6, graes de vidro 4, serin-
gas de metai tesoura 1, vidros de urna a
8 onfas 200.
Oitavo batalhSode infantaria de linha.
Caldciras de ferro balido para 100 pracas
duas.
Aula re primeiras letras dos aprendizes
menores.
Simiio de Nantua exeni|i|arcs 50, F.cono-
mia da Vida Humana ejemplares 50, resu-
mosdcarithmctica por Colaco exemplares
25, calhecismos de .Montpclier exemplares"50
resumos de doutrina chriaUa cxemplares
150, cartas de A I C cxemplares 150, taboa-
das do numeracao excmplares 150, resumos
re grarnmatica uortogusza por Castro Nunes
exemplares 50, compendios de geometra
pralicu por Silvano cxemplares 25, penas de
ganco ceios 8, lapls duzias 20. pedras de
ousa encaixilbadas para calculo 50, lapis de
podra para lousa duzias 50.
Ollicinas de terceira classo.
Ferro inglez redondo de meia pollegada
qtiintaes 30, ac fundido em barrlnhas ar-
robas 5, dito dito quadrado de cinco quartos
a urna polegada arrobas 3, ac fundido oita-
vado arrobas 2.
Quarla elasse.
Caixa com vidros de li a 16 pollegadas 1
Quem quizer vender taes objectos, apresen
te as suas propostas em carta Techada, na
secretoria do consellio as 10 horas do da 18
do correte mez.
Sala das sessOes do conslho administra-
tivo para forneciment do arsenal de guerra
9 de fevereiro de 1857. -Antonio Comes Leal
capito, presidente interino.-Bernardo Pe-
reira do Carino Jnior, vogal e secretario.
Pela subdelegacia da fieguezia de S.
Jos foi recolbido a deposito um cavallo, que
foi encontrado na ra sem dono, no dia 6
do crlenle : quem liver direito a elle, pro-
ve-o, que Ihe sera entregue. Itecife, 9 de
fevereiro de 1857.Acciolt,subdelegado sup-
plente.
ri
tt D
CEARA', MARANHAO E PAItA".
Segu com brevidade o palhabote Sobral;
recebe carga e passageiros : a tratar com
Caetano Cyriaco da C. M., na ra da Cadcia
do Itecife n. 2.
Para a ilha de S. Miguel, o brigue por-
tuguez Oliveira, tem prompto quasi todo o
seu carrega:nenlo, e pretende sabir nestes
quinze das ; quem pretender carregar ou ir
de passagem; perlera entender-se com Joiio
lavare Cordi ->, na ra da Madre de Dos
n. 36.
Companhia
BAiWil-AliRCAHA
vapores fraucezes
l
do
avie,
, alqueire 19920
cauada 1?I2!I
19380
a 134100
109000
39000
ltHlll
nii
69400
."i-",hii
4*000
4*800
:teuo
1-soOO
IO9OOO
39500
Kioooo
1129000
19700
9800
29300
29360
9330
9320
9210
I59000
930
9360
9210
9200
9-SIKI
9100
25OOOI
I9OOO
9200!
196C0
LK Ir)()
49000
29*00
. Alqueire 9500
. alqueire 69OOO
do, no valor de 1:500/, a'qual 01 penhorada
por execurjao de Miguel Joaquim da Costa c<
C, Contra Antonio Aunes Jacome Pires.
E para quu chegue ao conhecimenlo de
todos, matidci passar edilaes, qje serao pu-
blicados pela iinprensa e aflixadoa nos lu-
gares designados no cdigo commercial.
Dado e passado nesla cidade do Itecife, aos
9 de dezembro de 1856.EuMaxi miao Fran-
cisco Uuarle, escrivo o subscrevi.
Anselmo Francisco l'eretti.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumplimento das ordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
convidar aos propnctaiios abaixo mencio
nados, a entregaren) na mesilla thesouraria,
lio prazo de 3o dias, a contar do da da pri-
men a publicacSu o presente, a importan-
cia das quotas com que devem entrar para
o calcamento i'.is casas da ra do Ueberibe
(caes .le Apol o), conforme o disposto na le
provincial D. 350, admitlindo que a falla da
entrega voluntaria sera puuida com o duplo
das referidas quotas, na confu inidade do
artigo o do regulamenlo de 22 do dezembro
de 1854
;jjj. 13 A(iuilhermina Candida l'eteira.
43 --Jos Antonio de Araujo.
45 Eduardo Manrique Fox.
45 AVuva LaseiT.
47 Antonio Pedro das Nevos.
45/
15o/
G0#
lOfl
45*
*50/
t para constar se manuou aflixar o pre-
sente e publicar pelo DiarioSecretaria da
thesouraria provincial de l'ernambuco, de
ievereno de l857.-(j secretario, Antonio Fer-
reira da Aiiuunciaco.
'iwrtattx >&,
V
Ki-SKK)
(ij(KI0
12j 8SO00
63OIJO
25'X)0
CON5BLII0 ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
o segiunte : '
l'ara a obra do Hospital Regimental.
\ulros pequenos para vidracas 7(io, uboas
de cedro de assoalho duzias 2, ditas de ama-
rollo dito duza 1, lijlos de alveuaria mi-
Iheiros 2.
Quem quizer vcnder.aprescnte as suas pro-
postas em cartas fechadas na secretaria do
conselho as 10 horas do dia lj do correte
Sala das sessOes do coSselho administra-
tivo para lornccimciiii. o arsenal de guerra
6 de fevereiro de l857.-Anlunio liomcs I eal
coionel piesideiile interino.iSernardo Pe-
reira do Caimo Jnior, vog.11 e secretario.
TRIBUNAL DO COMMERCIO
Por esta secretar), sc faz publico, que
nesla dala hca competentemente registrada
a barca (. emenlina, p,priedado de Manoel
Joaquim Lobato, cid.ado brasileiro. Secre-
aria do tribunal do commercio de Pernam-
buco 9 de fevereiro de 1857. Dr Anri-
gio Justti.iano da silva Cuimariies, olli
maior.
Ku'p'r:'~".f no. Ki. ne Janeiro o vapor franeei
FRANC-COMTOIS. rnmmaudania Fuurnier, em
viasem para o llsvre pelos portns de escala : para
rel e passa;firos, na ra do Trapiche n. II.
l'ara Lisboa pretende sabir com a
maior brevidade o brigue pottuguez Cons-
tante, por ter a maior parte da carga prom-
pta : quem no mesmo quizer carregar e ir
de passagem, para o que tem excellentes
commodos, tliriia-se aos consignatarios 1 'bo-
ma z de Aquino F.mseca St Filho, na "ra do
vigario n. 19, primeiro andar, ou ao e ca-
pitno oSr. Silverio Manoel dos Reis.
Segu imprcterivelmente para o Ara-
caly nestes 6 dias o hiatc Cspibaribe ; para
o resto da carga trata-se na ra da Cruz do
Kccife n. 13, primeiro andar.
oiuduniiii !;ras
lili [)ull (I
de
O vapor PARAN' Bommandanie FranciaeoFer-
reira Bnrgps, espero-se din porlos da norte em se-
Kniinenio para os dosul al o da 12 do correle.
Us seuhores que liverem de remetler aaeravoi e
qu.ie-qin-r volunies, sejnm da oaVga ou enromnien-
da, deverAo ir a getela no da da cheeaj rio va-
por, para -e eneajar o qu poder ser rendido ; no
da da sahirla somcnlc se admiltem passageiros e rli-
nheiro a frele. al as lloras do expediente : agencia
ra do I'iapiclie n. 10, primeiro andar.
Companhia traiiMatlsiiitica
de vapores de Genova.
iieial
ADVF.RTEXCI \.
O procurador da cmara municipal desta
cidade avisa a todos os senhores donos de
le fe 4/ 00, que o prazo p,.a o pagamen-
to pnncipiou no 1. do correte, e lnda-se
no ultimo de marco prximo futuro, e pre-
vine aos mesmos senhores que iiao.se guar-
dem para os ltimos das, por nao ser nossi-
vel aviarem-sc todos a um lempo.
O vapor liENOVA eapeiy-ea ;iqui no dia 12 dn
eorreiil^, viudo de Ueoova, e sesuiri, ilepois da de-
amra prensa pira a Ualiia e Itio de Janeijo, para
onde recebe passageiros e lamben para Montevi-
deo c Buenot-Ayrea : trata-se ua roa do Turres n.
11. no escriptorio de Lentos Jiiuior & Leal Ite
aueules.
Pernambocaha.

O vspor IOARASSU' ncha-se earpa para os
porlos do norle al a Urania, enm escala pela Para-
iiioa, INatal, As'ii, Aracal), Ceara e Acarar. para
us qones slur as > horas da larde do dia l.l do cor-
ren: o espediente Hr)a carta se fechara s 3
hora, da larde do dia 12, e para pasfageos s 3 d-
da saluda.
t.t : para o resto, I rata-se com os consi"-
nataros Novaes di C, ra Jo Trapiche n. I
j, primeiro andar.
Para o Rio de
Janeiro
vai se.'tur com brevidade, o hem conlic-
cido brigue FIRMA: para o resto da
carga que Ihe falta, trata-se com os con-
signatarios Novaes & C, ruado Trapiche
o. >..priiiii-iroai)ila

i
... .
W MIBsai J M:i)it.\s
PRECIOSAS- '?'
OiRTE.
i... *k
Adereeosdebrilhanles, 1
diamaiileseperolas.nul- 1
aBajaMajJ
i
e n.'w
OCHO EPKATA-
?
r.
$*ilvt&.
O agento Pestaa l'ara leilao por conta
de quem periencer dos salvados do Itiate An-
glica, consistindo em nina porcSo de nolia-
tne, cahos de linhu e de cairo em bom estado,
e alguns novos, 4 ferros, unta roda de lente.
una vela grande, urna latina, um redondo,
nota bujarrona, urna vela d'estaes, urna po-
laca e guarmcOes para bomba ; ludo se acha
patente ao esamo dos compradores, no lu-
gar .lo trapiche do algodao, junto ao arma-
zem doSr. Guerra, onde ser feito o leiluo.
terca-eira 10 do corrente pelas 10 horas d
manliSa.
... o agente Borja far leililo quinta-fei-
ra, 11 do correnle, as 11 horas da manbaa
em seu armazem na ra do Collagio n 1'
de unta infinidade de objectos de diirercnles
quahdades, bem como obia de maicineria
novas e usadas, consistindo em unta escol-
ente secretaria de Jacaranda com pedra di-
versos guarda roupas e guarda-veslido'sde
mogno. commodas, camas francezas, Jeitos
para enanca, raobilias completas para sala
etc., etc., candelabros, laoternas, vasos e*
enreites de porcellana para mesa, vidros e
loucas diversas, bijouteiias e oulros mu i tos
objectos, etc., que lora impossivel mencio-
nar, os quaes se eniregarao sem recusa de
qualquer preco maior Herocido : assim co-
mo urna excelente canoa de carreira de
oeiraa, aliinelea, brincoi
e rn/elas, lioie. e aunis i
de diflerenlea gastoa a de 3
diversas pedras de valor. %
Ra do Cabuga' n. 7.
Ileceiieni j>or to-
dos os vapores da Eu-
ropass obras 1 unais
>it(Merno firosto. lan- j "' 'edecha, *
CJ e mallos outrot objeclos
de Franca wdw ^^06
de Lisboa, as quaes se vendem por
prepo conioiodo como eostumaiu.
* Compram, vendem ou
t' Irnram prata, ourn, hri-
, Ihanles.iliamaiilcsepero-
* las, e oulras
quaesquer
i Adare^os complelni de J
* iiun., meio- iliin-, putei 1 ?
.! r'*, alfineles, brunos a B
i* rozetas.coidoes, Iranrr- J
* lu, 1.....lallias.riirienlei -
J e enfeiles para relojio. e
> oulrosmuilosobjertoide J
i- nuni. ,
* Apparelltos completo", |
de prata, para cha. ban- B
deja, sanas, eati<;a, .
J joiasdevalor, a'diohiro
9 nu por obras. ^,-
CONSULTORIO HDIE0P1TH1C0
no
m&&*
Onde seacham sempre os mais acreditados medicameoios, tanto em
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodos
1'ltKgOS FIXOS.
Botica de 19 tubos grandes. .
ita de 24 a
bita de 36 a .
Dita de 48 a > .
Dita de 60 a .
Tubos avulsos a......
Frascos de tintura Jo meia onQa.
Manual de medicina homeo athica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ....
Medicina domestica do Dr. llenry.....
Trataroento do cholera morbus ....
_______ Bcpertorio do Dr. Mello Monea.....
10/000
155000
20.3000
255000
308000
15000
25000
20,000
10000
2/000
6/000
nneio ao sitio je i,. loanM ds ,,ass
con I en e para a ra do Sebo e para a ra
nova do Limoelro : os senhores irelcnden-
ics1 que quizrem algumas nloruiacocs a
repello diiijam-se ao supradilo armazem
lo agento annunciaiUe.
n,7..,,^aS1e"t.', Pest"na fra leiluo de grande
quaotidade de obras de marciiieria novase
usadas, consistindo en. cadeiras, sors. mar-
qu-zas, mesas redondas, dita clstica, con-
soios, .avalnos, candeeiros de vidro para
cima de mesa, globos de dito, aparelho de
.orceana, inversos quadros de ricas moldu-
ras, espelbos, relogios para cima de mesa,
mos iara algibeira, diversas obras de ouro
e piala, e quo ludo se acha patente so o-
ame dos compradores, sexta-feira 13 do cor-
rete, as 11 oras da tnanhaa. em seu arma-
sen!, na ra da Cadea do Kecile n 55.
;lt>*.j ^y^j^ptv.
foliiiiiitas
PARA 1857.
Aclianwe a' venda as bem tullecidas
lollnilius. impressas nesla typor;rapliia,
das seguintes quadades:
FLH1XIU RELIGIOSA, conlcndo alem
dos mezes, a bibliotheca do cluistao
brasileiro, cute se cotnpoe de ora-
Qcsquotidianas, mell.odo de assistir a
missa e contissSo; cnticos, psalmos,
livinuos, ollicio de Nossa Senltoia da
ConceicSo e muitas outt-as oraees de
grande mrito, preco.....' 7,->o
DITA SIMPLES, contendo alem dos me
US, a le dos circuios e varias tabel-
las de imposto geraes, provinciaes e
municipaes, preco. 24.
DITA DE I'UHTA; aqual atenidos me-
zes tem explicacdes das indulgencias e
excommunbfles, etc., preco. 1G0
DITA DE ALMANAK, a qu*i alem dos
mezes, conten o almanak civ.il, admi-
nistrativo, commercial, c industrial da
provincia, por.........jqq
Todas estas tlbinhas sao imprenas em
bom jtapel e excellente typo, c vendem-
se emporcaocaretiillui: na livratia da
piuca da Independencia ns. e 8.
Attenco.
Manoel Jos da Costa," que foi casado
no termo da villa de Garanbuns, iregue-
zta do Senhor Bom-Jesus dos Bemedios,
eut Panellas de Miranda, deseja saberse
existem, e onde, seus quatro li
descendentes dos mesmos., que
em dito lugar, quando dell
cttinslanci.is se apartou), sendo m fillio
de norne Francisco Manoel da Silva, e tres
Itlhas de nomes Amia Alaria de Jess, Joa-
quina Mara de Jess e Tbereza Alaria de
Jess. Se todos, ou algum delles e.\s-
tem, 011 algtiem delles souber noticias, te-
nlia a bondade dedirigir-se ao escripto-
riode Novaes & C., na roa do Trapiche
n. -.1, e scientilicar o que se Ihe oilere-
cer, port|uanto ha nisso ioteresse.
Comnra-se .ima grarnmatica fran-
ceza de Burgain, segunda ediefio:
praca da Independencia ns. 0 e 8
ra.
~ Da loja do sobrado 11. 50, na Trempe dn
Boa-\ista, fuilaram as horas da larde um
relogio de ..uro, suisso, com os ns. 1K208 e
13403, as lampas interior e exterior do lado
inferior, com um arranhSo transversal no
centro, do lado superior, ten. lampa de vi-
dro e abre pouco : roga-se o favor a quem
liver comprado e quizer restituir, de lva-l
val*M 'C""!1 '"c"cion''d". (|ue se lbc dar
--Prrcisii.se de urna ama para casa
P'iuca ramiha : na ra do Hospicio n
I'rccisa-se de um charuteiro e
rer,, eireciivamente, sendo b..m, pa-se
bem lambein se compra urna carioca e m
(avallo para a mesma : na taborasigrande
aolailodaigrcjadaSoledadcn '()
ios (ou
if,ii um
:s por cie-
no
ivra-
o
de
34.
cigar
-- Francisco Jos Fernandes Pires faz sci-
nt.Mio arremalante das agurdenles que
gando MO/rs.annaaes por vender esn !
Par
cu
'. -.--- u....u*3 pui veuuer esni
ritos naeonaes, c consUndo-lhe oueS Me
o quer collectar eut mais 64/ rs rotar. "|V,
scerite qne.dolm do trimestre em dame
de. de vender esp.ritos nacionaes d pro!
duccSo brasilera, em sua taberna da rui do
corre lor do Hospicio n. 20.
Desappareceu no dia sexU-feira. o do
corrente, as 8 horas da noit-, aescrava Clau-
dina, supppe-sc estar acularla, he Irigueira,
de ordinaria estatura, bem fallante, ^tcm OS
dente* multo alvos, .|guroas MVdw no
rosto, levou vestido de rima encarnada no
coip,,, e alguns de oulras cores e de cassa
ern una irouxa, e un diales de merino en-
carnado, quasi novo, com barrado cores-
quema tver acouUda,leve-a uestes dous
lias a tasa de sua senlnira, na ra d,, j|M.
Picio n 7. que se- promette nao so proceder
contra, ou quem pelos signaos a poder des-
cnini, leve-a a mesma casa que ser
pensado.
l'recisa-se de urna 011 um criado
o servico lora de casa : na ra
n. 7.
Cuzinlif-ii'o.
Precisa-se de um cuzir.heiro escrave ou
nesmo cozinbeira, nao se duvida
na ra de
-- Vende-se no engenho Taepe, no muni-;
cipio de Igoarassu', distente um quartodel
legoa da mesma villa, a quanlia de dous1
contos centoe tantos mil reis, que coube
por heranca no dito engenho a Mara da'
Conculcan Campos e sua irmaa Thcreza de
Jess ; da-se por menos de seu valor : quem
pretender, dinja-se a Boa-Vista ra dos Pi-
res, casa n. 8.
R0UBO. 5
Nanoitcdc8 para 9 do corrente rouba- 2
ram no quintal na Soledado, casa 11 40, lo-
dasasgallinhas que all bavia, assim como
um grande cobertor de papa, que linha B-l*
cado no dito quintal : recommenda-se ai*
quem for dito cobertor ollereeido, baja de *
avisar na dita casa que se gratificar, e se
guardara o segredo devido.
- OSr. I. de S. II. queira vir pagar os'S
aiugueisdosobralo que altigou para urna 1
pessoa sua eonhecida : na ra do Trapiche!*
11. i e i 1. 1
Ouem precisar de um rapaz brasileiro! m
3 bem ler, escrever c contar, para 9
caixeiro de escrita ou de cobranca, pois da
liador de sua conducta : queira aununciar.
-- Aluga-sc urna prcta captiva ou mesmo,
ama rorra, que entenda de cozinba c engom- i
mado : na ra rio Rangel n. 2
Ac^a-sc justa a compra da taberna da
travessa do Paraizo n 16, perten:enteao Sr.
Manoel Ferreira Pinto : quem se julgar com
direito a mesma, queira declarar dentro em
3 das, contando de hoje.
-- A pessoa de Pona de Pedras, que an-
iiunciou curar phtisica, queira ter s bonda-
de de dirigir-se a ra Nova, loja n. 5, em
Pernambuco. '
Precisa-sede urna pessoa para ajanara
por em .lia ama escripturaceo c.'.mmercial
na ra do Vigario n 22, primeiro andar.
Quem annuncou para caixeiro de es-
cripia e ra, procure na ra do Vigario 11 29
is 7 horas da manbaa.
Svmphronio Olympio de Queirnga
ra que deixou de administra"
ie-
a loja n fa-
G >uro de lustre marca de
castelo.
Vendem-so pclles de couro de lustre de
muito superior qualidade a preco de 4a e
4#500 : na ra de Uucimado, na bem rnnhe-
cida loja de miudezas da boa fama 11 33
5535S* ft,u
BOTICA CENT14L 110-
1E0PATHIGA
IK)
DR. SABINO O. L. PDfHO.
Boa de Santo Amaro (Mundo Novo
MMEHO(i.
Vendem-ae onicamenla nsla bnlica ns mais 0
arredilarlos medicamentos homenpalliiro, par
prerns mnilo commodos.
A acro deles medicamentos lia t.in promp-
ta e i'il-../, qoe lem merecido as honras da
preferencia em ludas as parles do imperio,
onde lem sido experimentados.
Cada lubo avolso.....IsOOO
Cada vidro de tintura 2^000
' Carleiras e caisinhas com medicamentos,
drll2?allOOJ)000.
Thesouro homeopathieo ou v.-.! -in.Tiim do
homeopatlia, obra essencialmenle indispea-
sayal a quem deseja empregar a homeopa-
1 .........ItjOOO
lralamenlo homeopathieo do
3 clinlera-morboi......I9OOO
9 Propaganda homeopalhica em
K l'ernambuco.......29000
3P H, B.Para conhecimenlo do publico, avl-
9 sa-se que o Dr. Pires Kamos Jnior, nao lie
49 mais caixeiro da botica central bomeopathiea,
9 a nem tem interferencia alguma em suas ope-
t racAcs.
KOB LAKFECTF.ru.---------------------
O nico autoriado por deciso do conselho real,
decreto imperia\.
Os mdicos dos hospitaes recnmmeiidam o
arrobe de Lallecteur, como seodo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socteda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavei

U
m



i
*
i
a
briea do calcado Z aZ"".L! '' l K l a8rM,vel e li,ci1 "cto.
Vista desde o AT. f as wssoaVVLTJr. i6' P" PJ P"e 60 a,,"os ; rura ""clmente em pouco lem-
o obsequio?.c ,r eVCr !". ** l0Ja P0 COm Puca desPeza. n-ercurio, as af.
dbitos M mesma ssllsfazr fecces da pelle, impingens. as consequeu-
cias das sainas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idado critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a beiiga, as contrscedes e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como auli-syphililicos
o arrobe cura em pouco lempo os "ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem inccssanlas
em consequencia do emprego da copahibe,
ch" i"a"S?, a J"ros Juanlia o 2:5005 reis,
snb bypotbeca em predios nesla cidade :
lypographia se dir.
Aluga-sc
" segundo andar o soto da ra larga do Ro-
sario n 35. a tratar na loja do mesmo, dan-
------------- .... r.j., uw HH.3IHH lilil- 111 ^^------------f---------------.
o a preferencia a quem dr carta de li- aIcubeba ou aas "'jeccocs que represen lem
anca a contento.
Lonvida-se o Sr. Jos Pereira de A-
zevedo a comparecer no e>crintorio de Fran-
cisco everiano Habello & Filho, visto se
ignorar quem seja, ea negocio qe Ihe di
respeito.
o virussem neutralisa-lo. arrobe l^ffec-
teur he especialmente recommendado con-
jra as doeucas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
Ainda conlinu'a a estar rugido o par-'^ro 8S' nde acaD* de "hegar" urna gran-
doescravo Innocencio, do idade de 34 an- P01"*-"0 de 6arrri,s grandes e pequeas
nos, o qual desappareceu no dia 5 de agos-
to do anno prximo passado, levando um
sacco com roupa e um chapeo branco de cas-
tor ja usado dentro da urna caixa, levou
lambem um chapeo de palha velho e roupa
trabalho, os signaes sao os seguintea
vindas dilectamente de faris, de casa do dito
Boyveau-Lafiecteur 12,rua itiebelieu i Pars.
Os formularios dao-se gratis em casa do a-
gente Silva, na praca de I. Pedro n. 82.
Porlo, Joaquim Araujo ; Baha, Lima tV Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro:
[ 1 ,. Vi ., 1.' I _a_______ a. a >
ja pinta, barba rapada, alto e seceo do cor- i !1,01?hav t,lhos' e Mreira, loja de drogas ;
po, espadau'do e descarnado do rosto, cor Wi *5 io30 ,,0^el^ de Magates Le i le,
baca, falta de um dente na frente, o quah tirande. Francisco de Paula Conloe: C
esersvo veio do Ico em principio do'anno de *;| Ifl (lili 1 1 stivci- I Intn
1853. comprado pelos senhotes Caminha & v 1 l eitO.
r tinos : roga-se a todas as pessoas, autori-! venJle-sc na ra do Queimado, na bem co-
dades e capitaes de campo que do mesmo nhec,da loJa d miudezas da boa rama n. 33.
possam ter noticia, o obsequio de appre- i V0 as Prelas unas ordinarias, ricos alline-
hende-lo e remetle-lo ao seu Sr Justino Pe-' les'11r,ras pulceiras, e ricas roletas, ludo do
reir de Andrade, na ra .Nova n. 52, fazen-l melhor eosl que se pode encontrar e por
do por conta deste as despozas que forem' prS'fo que n3 deisar Jo agradar aos se-
necessarias, alem de 1OO300O de gratilicacao1 res C(,mpradores.
a quem trouxer. H/^ca fA
Da-se dinheiro a uro, sobpenhorosi DOii I (H |lc.I
le ouro 011 pra'.a : quem precisar, dirija sci
a ra da Cacimba n. 2. Vendem se superiores macas para condti-
Alnga se urna prcta para o servico .a ,lc rouPas em viagem, pelo barr.lo pn-cu
diario de unta casa : quem a tiver e quizer ,' 6' 7e*3 cada "nia. galheteiras com
lugar, dirija-sea ra da Cruz, sobrado n. ,Uos'* vidros necessarios a i(, ricas car-
23, que achara com quem tralar. tenas de Jacaranda e mogno par* se escrc-
A arremalacSo annunciada para sex- ver c S'|arJar lodos os periences, prophos
ta-feira, de um piano, por cxecucHo contra Para v,aSera 8. 0, e 12? cada urna, costa-
H. A. S. de Broado, u3o leve lugar uor se re,ras rl(luiss'"is de Jacaranda com m re-
terjanodia fi do crtente requerido para Parlln>entos forrados de seda e com muito
ser paga aquella execucao. i 80sllo a 4, 5, 6, 7 e 83, penles muito linos pa-
Catharina e Sena Ccrqucir, viuva ra a,'sarProprios para criancasou para suis-
qi:e Iicou por rallecimeiito de seu marido sas a. ?0 rs' Pulcciras do meilior gosto que
Antonio Jos Vicedto Motta, avi-a aos ere- se e encontrar a 2/, ricas cruze de cor-
dores do casal, que esta procedendo indi- "all"f- carleirinhas para lembrancas, gorras
cialmctite o inventario dos bens deixados para ll0mem as mais modernas que se pode
pelo mesmo linado, sendo o escrivo Santos, '"',lr0nlri"' s|netes com todas as Icllras do
e o juiz da primeira vara municioal : por ;lllce(r|o. stnetes proprios para na morados,
tsso quem se julgar credar do mesmo casal, ric"sascos ** cln,a de msa eoulras
"presntese em juizo para ser attendido. I "luillss""as galantarias, ludo muito lino e
Quem precisar de urna ama para a buns gostos, asseveraudn-se a
servigo interno de urna casa, oiriia-sea ra quem Vlel" ver rico sorlimeuto, que som-
da Penha n. 15. j Pr,: existe ueste eslabelecimeiito, uo deixa-
___ii,i.t ., la de lor en que emprexue muitissimo bt-111
.le9narainl',:1Ulm,a.!,a.r_l,m -"rinha' seu dinheiro : na_ ra do gueim.do M
bap''oraveha'eTeVCS"" d' b-" *<"" "^ "*=K ja de miudez^XIT C
,.,. *'"'* L.iliegar na ra cstreita do man 33.
S5 "U *Bra ruco,1",e"sad" ir'' .........................ajaj^
__ i.. ..... M ta mi ni ira
do brigue brasileiro 36
Fugio de bordo
Mi-lampo, na noite do dia 8 do crrente, Vm K armazem de fazendas baras ra
grodenome Marcelino, uacSo Cabinda, B Collegio n.* 2.
r',. t,, ,(n ,,,..,.. ...a______ *vi* _. a
\o niiLico. I
do
mu consignatario Manoel Alves Guerra, raa i UmlJem **"*** mmo
do l rapicho n. 11, qe sera bem recompen-
sado. r
rctallio, adiar- jj
(ando-se aos compradores um so preru ?L
ra recom-
para
itnltis c lunetas de toclasl
as (|ii.-tlflades
Veudem-sc
Iivre. ou
pagar bem, servindo : procuro
Hurtas no deposito n. 16.
- Compra-se urna batanea grande com
suas competente, conchas: no pateo de S.
Pedro n 6.
*e superiores oculos cora armaco,
do tartaruga .le ludas as graduarles a 39006 j*
ditos muito bous com armacocs douradas a S
I92O0, ditos ditos com armacAes prateada '
lo Hospicio I ;' ,.',tn*1d!t"s L'0|n armacao de ac a 8110 e'l 9
i, lunetas com armaefio de tartaruga a la v<
lila redondas equadradas debaleia a 500 S
aS;'J.'mS de dous vlros ar'nc3o de balis 9
a Kfauo, e oulros oculos mais que se vendem w
por preco barato na luja da boa fama na ra
do tjueimado n. 33.
Lisboa
.*___| respondente nesta praca a negocio de
- 1-recisr-F.e Tallar ao Sr. Manoel Pa
ladminisirador do engenho Cruz de Almas
para todos: esle esial>I.Tmento abno-se
jgg de combina^ro cora a maior parle das ca-
JJ sas oninnieri-iae- injlczas, fr.inoi/.afi, alle-
3 maos e stiissas, para vender fazendas m\s
? em conta do que so lem vndale, a por isto
olWecea elle maiores vanla^Mis do qua
^ otilro qualquer; o proprietano deste iro-
* porlanlo esiabelecimento convida a lodos
os seus palricios, e ao publico em geral,
para que venliam (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
2, deAn- JJJ
KAll- MLIT0 LINDOS,
icos corles de vestidos de Tazcnda muito
na, lo la de seda e de um gusto muito *pu-
rado, chegadoa pelo ultimo vapor vindo d
z, Kurops, muito proprios para assenhorasd
segu com brevidade a barca noi tur-m? EMPREZA, fwr ter parte da carra pmt> I ffi." "te nesUJP'a" a negocio
t- gdijiomp (interesse; naruadellortasn.il',.
seu
MUTILADO
bom gosto, assim como chitas
nimio finas matizadas com lin
dao-se amostras na ra do Queiraado n 2 u
na loja datbo*.f defronte da da boa lama. I colher.
~j roazem da ra do Collegio n.
J tomo Luiz dos Santos & Rohm.
Kic-is litis linas e intjihjrs
lias dos inclliorcs gostos
jne se |M;ie encontrar
se vendem na loja da boa fama na ra do
rrancezas yneimado n. 33e por precos que nao deixi
ores : de agradar aos comprad.ires, porque real-
mente so veude barato e ha muito oude es-

'



DIARIO DE PERNAMBUCO, TEBQA FE1RA 10 DE FEVEBEIRO DE 1857.
:-.: .,.-.-.-"-. ._;-.-'<":'-.'. .". ".-?*- i Jos Antonio l.oite fez anniinciar pelos i les n taberna mu
' Diarios de 9, 10 e 1> .le Janeiro prximo i>as- l'ercira de Aiidrad
} CONSULTORIO CENTRAL 110-
-' MLOPATH1CO. ffi
J Kua de Santo Amaro (Mundo-No- ;
\;. vo) n. t. 'j
, ; O Dr. Subin Olegario .ligero 1'inlui, gSfc
^., 'I1-' vulla de -u;t viauem ao Rio do Janeiro,
'" continua a dar consultas todos os da* ulei>. '
V*J 'a* 8 boaas da mantisa, a* da laido. \ ':
*", Os pobrea3o medicados sraluiiaiiienle. "
V
sado, e logo prcveuio o respectivo thesou-
rejro ter perdido na poite de .ti d de/eni-
bro .1.) iiiiiD passado, no desembarqu de
l'oi de se-.i mano l/.idro i
. sita no paleo da Rincira
0.1. nga a os ib vclores dn mesmo, tanto
de canta de livro como lambein os que te-I
nliam penhores que no prazo de 8 das ve-
dijuda, um quarlo do bilhete n. 'J7 da ter- j nham satisfazer os seus oeliiios.e resgalarem
os seus penhores na ra do wiinrim n. 47, e
no caso de nao o fazerem, sero chamados
por seus Domes por este Diario, Recite 7 de
ccira parle da segunda lotera concedida a
bencGcio do convento do '.armo, que l'oi
exlrahida no da 10 dn dito mez de Janeiro,
e premiado enm a sorlc de 6:0u0#000, o jus- i fevereiro de 1857.
tiucou precisamente, procediendo as naces- Justino Pereira
Barias cilaces a I do referido me/, de ja o
neiro em tempoque odinheiro do premio, ifi^^l'P'll l*
I correspondente ao quarlo exista em poder -t-tvliv/l
do thesoureiro, perante o Juiz privativo das
SEGURO CONTRA FUGO.
Couipanhia Alliauce.
Esiabelecida cm Londres, em margo de 1 **24. lotei ias, que era nesle caso O competente, e
Capital cinco milhoes de libras esterlinas. I onde foi entregue por Agosliulio de Sou/a
Saunders Brothers & C, tem a honra da n-1 Pinto o quarlo em pedaco, como consta do
orinar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas, | acto de entrega e justificacao ; e porque de-
it quera mais convier que esto plenamante u- I*"1* dc ludo isto feito, o thesoureiro reco-
provincial o premio
le Audradi
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
os sobre aditicios de lijlo e pedra, cobertos de
l ha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
js mesiDOS edificios quer consista ero mobilia ou
na fazendas de qualquer qualidade.
g DENTISTA FJLMGEZ. j
!* Paulo Gaignom, de volla da sua viseen) ?&
!* Europa, est morando na ra Nova n. *
gp 41, primeiro andar, onde pod|aer procura- fc?
.-.5 do a qualquer hora. i
Substituicao do
arcano a polaxsa
pelo bal alo pr, co Ue 5,200
por urna l;ta de 10 libras:
no ruiazt ni do N. O.JLsie-
ber i; C; ra da < 1112
n. 4.
Precisa-se de urna lavadeira para
lavar roupa le urna-grande familia: na
prora da Independencia ns. t e 8, li-
vraria.
-... : v.:\..;.:.j\,;y; ..;%.:...-,#
8 DENTISTA RaNCEZ.
I'atilo GjiLfiniut denlista, ra Nova n. 41
loesse a thesouraria
correspondente ao mencionado quarlo,
mandn o F.sm. Sr. presidente da provincia,
que o annuncianie juslilie sse de novo pa-
rante o juiz dos l'eilos da fazenda, e aunuti-
ciasse por Ires das consecutivos, por isso
que faz o presente annuncio, alim de que, os
que se julgarem com direito ao supramen-
cionado quarlo apresentcm-se com sua op-
posicao, nao so perante o Exm. Sr- presiden-
te como no juizo dos feiios e na thesoura-
ria, no prazo de 3 dias.
AVISO.
Os herdeiros do casal do fallecido
Francisco da Silva previucm ao respeilavel
publico, que promovem urna cxecuQSo pelo
juizo do commercio desla cidade contra An-
tonio Gomes Pessoa e seus lilhos, por quan-
ta superior a oito coulos de rcis, afim de
quo niuguem contrate com os dilos devedo-
resa venda ouliypoteca dos bens que pos-
suem.Como procurador, Antonio da Costa
Hibeiro e Mello.
Keparticao da vaccina.
0 coinmissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de tedas as semanas, no
torreao da Alfandega, e as tercas-feias na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da ra Nova, esquina da do Sol, das
7 as 9 horas da manhfia.
".,.* na mesma cata lem agua e p dentrilice.
%sQQO.'.'.'..:O QQ &&&Q:-ir<;
Aluga-se a ulica casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. com bom sitio, baixa para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : quero pretender dila
casa diiija-se a ua do Viajarlo n. !tl.
O Dr. Estevao Gavalcanti de Albuquer-
que, formado em medicina pela faculuade
do liio de Janeiro, pode ser procurado para
o exercicio de sua prolissao na ra estreita
do Kosano n. 10, segundo andar, das 8 horas
e meia da manlia al as 5 da larde, e alein
deslas horas ua esirada de Jofio de Barros,
no sitio m que morou o Sr. Dr. Vicente Pe-
reir do llego.
m PARA CONSEBVACA'O DOS 0
DENTES. @,
tA Veode-se pos e jijua dentritices : na ra >
^ Nova n. 41, ni cjsa do dentista trancen 9
? Paulo G niiiiuui. -...'
O nico preservativo contra () caspa
que al agora tem apparecido, tem a vanla-
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e tamuem tingir o mesmo : na loja n. 1
da ra do Ciespo.
::^:;0:..;;:}0;k-:;-0:;:00
| J. JANE DENTISTA |
couliiiiia a residir na ra .Nova u. 19, pri- "^f
B" meiro andar. ..';
*recisa-se
de ollicines de altaiate para obra grande,
pagando-se 1s por meio tcitio de cada nma
peca, usina como 3ecosturaras para o
mesmo ofllcio: na ra da Madre de Dos
n. ot, primeiro andar.
lAo respeitavelS
| publico. |
9 RL'A NOVA N. 1S,
|ja de rateadas c ronpa feita de M. A. Ca-
o-
vincia.
Quarta parte d,t segunda
lotei ia do Carino.
Oabaixoafistgoado ven-
tleu as se"ii iittrssortes :
2l')~> 1:500$i quarta.
2172 200.S2 dito.
3016 lOOjfidem.
2120' 5fidem.
15 50.Sidem.
2911 OSbHhete.
.-.l .">0.s-idem.
973 50.S2 meios.
iJ. I.Layme.
Precisa-se fallar com o Sr. Custodio
Jos llodrigues de Oliveira Veiga, portu-
guez, da freguezia de S. Vicente de Penco, do
termo du Braga, pra seu interesso : na ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
Precisa-se de um menino de 10 a 12
anr.os, dos (llegados ltimamente, para ir
para o Ico, para urna loja de molhados e fa-
zendas : na ra da Cruz do Itecife n. 13,
primeiro mi lar.
Lotera
RA DO GOLLEGIO N. 5
Chegaram a este estabelecimenlo pelo ul-
timo vapor os muito frescos queijos do rei-
no, macos como manteiga, marmelada de
Lisboa, no/i's, amendoas, pasSas eameixas,
superior vmho do Porto e Uadeira engarra-
fado ha S anuos, superior doce de araQa a
500 rs. cala i'aixio.xaropesde altlia c avi'ii-
c:i em gal raase oieias, manteiga ingle/a e
francezn, baulia de porro refinada, linguicas
muito novas de Lisnoa, b linlios para cli,
ussim como outros mullos gneros que seria
eufadonlio aimunciar, ludo por preqe mais
commoilo do queem outra rjualquer parle.
\ etliuf inas.
Silo chegadas ra do Queimado, loja do
sobrado amarello n. -'J, as muito superiores
velbutinas de ricas e elegantes cores.
Vende-se una boa escrava com una
linda cria de 2 anuos, por preco razoavel:
no Forte do Mallos, casa de liento Jos An-
lunes Pereira, dufronte do Sr. Alcm.
A o pateo de S.
Pedro.
No deposito dc massas linas do pateo de
S. Pedro n. 6, acha-se um sorlimenta com-
pleto de ludo quanto se pode exigir para
regalo : bolinlios de araruta pernambuca-
nos e cariocas, passas, ameixas e GgOS de
comadre, sardiuhas de Nantes, cafe eui ca-
rolo e muido, cha hysson.da India, cha pe-
lo e brasileiro, assucar refinado, e us verda-
detros charutos varetas c S. Felis, e ludo
porque preco !... Veuliam ver fieguezes.
VciHcm-se p-dras dc hombreiras, vor i i:QOQQmi&&'?&f&&-ixl%-&
j'I C, onde encontraran os Iions fresuees J*
""'" as obras mais beni acabad;;* que se podem ^''
!^ en contrar, de todas as cores e qu.ili-ia'tes,e i'M
,vj lem de aceitar rocuo* obras dr encommen- t
^ das, por ter imior porgan de diderenles W
!, obras, aun cou.o tem d augnieut^r o ^
SVprcco dus encommeudadas, e para mais ,--
^ bem servir a seus donos, sera para todos '^
Q!9 um ^X^^OOQQ O ;::::&:::-:;:
Por todos os paquetes sacca-se sobre a
praca do Porto qualquer quanlia a visla ou
a^prazo: ua ra do trapiche n. <0, escrip-
torio de Thomaz de Faria.
-,;.- Nova loja de funileiro.
t Ka loja de fumleiio da ra da Cruz do ?
$y Rccife ii. 37, ha para vender camas de fer- t
''' ro, ditas do vento, de mudeira de amarello, ^*V
;3 "das de louro, ha juntamente follia de y
; Flandics de superior qualidade; ueste no-
'*-^ vo estabelecimenlo vru,ieiu -p as fgzenias :.'\
y^ mais barato qoe em oolra qualquer loja. v*
w assim cuino cocos de follia a 1)200 is. cada w
't? uina duia. 85
Una pessoa core as habililaces pre-
cisas, oflerece-se para l'azer qualquer escri
ptorac&o commercial, e mesmo por em lini-
po qualquer servido que se acie abrasado,
medianil urna paga razoavel : no aterro da
lioa-Vista u. 72 A se dir quem a isto se
propoe.
Alug'-se urna casa terrea com sotao e
niu.los commodos.a qualoiierece propor^Ces
para se montar qualquer esUbelecimculo,
cuja siluacSo he a mclbor possivel, no paleo
da Paz, freguezia do AITogado, o seu alu-
gucl he com modo : a fallar com o capitSo
Antonio Gonealves de Horaes, na mesma po-
voaqo.
Precisa-se dc uina ama que saiba cozi-
nhar e fazer o servido interno de casa : na
ra do Livramento casa n, 20, segundo andar.
tina Nova >. 34.
Madama Rosa Hardy acaba de receber de
Pars um novo sortimeulo *de chapeos de
seda para senhora, lem igualmente urna
grande quanlidadc ueeufeiles de cabera, c
mullas outras fazendas que se venden) em
conta.
Deseja-se saber se fie vivo, o onde ac-
tualmente reside Ahlnmo Comes de Oliveira,
natural da freguezia de Pumbeiro, e que re
sidlra em o engenho asocia da freguezia
de S. Conrjalo de Una nesla provincia : quem
delle der noticia na ra do Collegio n.' 17'
ser recompensado, o mesmo se deseja sa-
ber a respailo de Jos Antonio Leilao, lilho
de Amaro LeilSo, natural ta freguezia de
Santo Adriao de Oleiros, Conselho da ponte
da Barca, oflicial do ferreiro, e que resi lia
nesla provincia entre Goi.nna eCoianninha.
Deseja-se saberse morreram em Per-
nambuco Luiz Das e Narciso Dias, lillios de
Narciso Das e Catharina Marta, natural dos
liarris, Concibo de Paneila, om Portugal ;
assim como Justino Antonio Baptista, pesso
esta que l'oi martimo e morava porto desta
cidade 11* de legoa, julga-se ter sido na Ca-
punga ou Cacunda, era rasado e seus lilbos
naluraes de Lisboa, lilho de Joilo Baptista
e Luiza Mara dus santos ; consta 1er falle-
cido ha anuo e meio. pouco mais ou menos :
as pessoas que soub. icm de qualquer dos
individuos cima mencionados, difja-ge a
ra do Cailegio, no primeiro andar do so-
brado n. !7. das 10 as 2 horas da tarde, que
salisfazendo as infoiuiacs, ser recompen-
sado do seu tiabalno.
Precisa-se alugar urna preta captiva,
que engomme e far;.i o mais sorvico de urna
casa, paga-se bem : no alerro da Boa-Vista,
loja de bilhctes n. 5C.
Antonio Jos Brum daSilveira Senig
relira-so para a llha de S. Miguel.
Precisase de um caixeiro para taber-
na, de li a 1C anuos, que tenha alguna pra-
tica do nicsnio negocio : na ra da Cruz
n. 28.
s ali,nxo assignados, com loja de onrives
na ra do Cabuga n. H, confronte ao pateo
da matriz e ra .Nova, fazem publico, que
eslilo recebendo continuadamenle as mais
novas obras de i uro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os pregos
continan) razoaveis, e passam-se conias
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouru dc 14 ou 18 quilates, licaudo
assim sujeitos os oiesmos por qualquer du-
vida. -Serapbim ; Irmao.
VEWDE-SE
urna mulata, bonita figura, de 17 annos, en-
gommadeira, doceira, e prepara o cabello a
urna senhora : na ra das Trincheiras junto
ao Nicho.
U abaixo assignado, acadmico do i.'
anno, compelfiitemenle autorisado pelo go-
verno provincial, pretende abrir um curso
particular da iiugoa inglcza :quem se qui-
zer matricular pode procura-lo desde j, na
Collegio n. 19, seguudo andar. Coidolino
lia. boza Cordeiro.
Agencia de passaporte e
i'ullia corrida.
Kua da Braia 1 andar n. 43-
Claudino do Reg Lima despachante pela
reparlico da polica, t.ra passaporle para
dentro e lora do imperio, e folha corrida,
por cominojii prego e presteza.
Precisa-se de um ou dous rapazes de
idade de 12 a 18 annos para caixeiio de urna
boa casa de molhados, em boa ra, prefe-
re-se o que esliver arrumado em alguma
taberna pequeua, e que por qualquer mo-
tivo justo queira sabir : quem se julgar ha-
bilitado dinja-se a ra do (Jueimado, loja do
Sr. Joaquim Monlciroda i;ruz, n. 25, ou na
piaca da Boa Vista botica n. 22.
"ara im*js de d Precisa-sc de costureiras tanto para calcas
como col le tes e palitos, que sejam boa.-
despachadas na agullu : ua ra ftova n. 52,
Precisa-se de urna pessoa que saiba
cozinliar bem, forra ou escrava. para ca-
sa estrangeira. paga-se bem : na ra do
Trapiche n. 8
Ojuizdepaz do segundo tlistricto da
freguezia da Boa-Visla da audiencia as se-
gundas e quintas feiras : na ra do Aragao
u. 25, as 9 horas da manhaa.
O juiz de paz do terceiro districto da
freguezia da Boa-Vista da audiencia as ter-
cas e sexlas-feiras : na ra do Aragao n. 25,
as 9 horas da inanba.
Precisa se de urna ama para cozinhar :
no becco da l.ingoeta, taberna de Duarte, se
dir quem precisa.
P
1)4
roYucia.
O abaixo assignado vendeu as seguinte :
surtes :
quarlo numero
bilhete
meio
quarlo
meio
bilhete
quarto
bilhete
quarto
dito
263 1:5005
379 5009
1347 200?
2172 200|
2396 100/
1297 1009
31116 1009
207* 100?
2126 505
13 505
O mesmo tem expqsto venda os seus fe-
zes bilhetes, meios e quartos da quarla
parte da quima lotera do Gymnasio Per-
nambucano, .as lojas do costume, pelos
pregos abaixo mencionaJos :
Bilhctes 6SOO0 recebe 5:000
Meios 3^000 2:5009
y liarlos I55OO 1:250^
Por Salustiano de Aqutno Ferreira
Jos Fonrtnal.o dos Santos Porto.
Francisco Joaquim. da Silva Pinto reti-
ra-se para Portugal, levando em sua com-
panhia um seu sobruilio de menor idade.
Precisa-se alugar urna pela que saiba
comprar e cozinhar o diario para casa de um
homem vuvo sem familia : na ra Nova n.
58, segundo andar.
a 2 por pa-
taca !
Go*tpt*$.
. Compram-se escravos que sejam sa-
dos e foites, proprios para arinazein de as-
sucar : na ra do Apollo n. 22.
Compra-se para umn encommend
~> moiequesde 14 a 18 annos de idade:
na ra do Collegio n. 21, prirre'n o an-
dar, das 10 Doras as da tarde.
-- Compram-seeffectivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, ap.ilices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acQOes das diversas Cuinpanhias aulo-
risadas pelo governo.
Compram-se escravos de 9 a 35 anuos:
na ra do Collegio 11. 21, terceiro andar.
Compra-se urna casa terrea com bom
quintal, cercado ou mesmo em aberto, nos
lugares seguintes : Campo Verde, Soledade,
Caminho -Novo, ra dos Pires, de S. GODCalo,
do Sebo, do Colovelo, ed i Oleada com a fren-
te para o nascenle : a tratar na ra da Praia
do Santa Rita serrara n. 13.
Btnba.
GRANDE GUARD-ROPA
DOS
MASCABAS,
Ra do Collegio n. 18,
primeiro andar.
O dono deste importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisa a todas as pes-
soas amantes deste bello e interessante pas-
sa-tempo, que tem este anno, em seu depo-
sito, os mais ricos vestuarios que se tema-
presentado, ricamente adornados, com ele-
gancia, phanlasia, ideal e maraviltioso, pro-
prios para todos os caracteres que cada um
qui/.cr representar, o a maior parte delles dr-
velludo, chegados ltimamente de Franca .
por tanlo espera a concurrencia de um e
outro sexo, visto ter vestimentas para ho-
mens o senhoras, como bem, ricos dminos,
capacetes e baslite-., emlim um completo sor-
limenlo de immensas diversidades por com-
modo prego, tanto, para aluguel como por
yenda, o que ludo se aclia a disposicSo dos
Ilustres cavalleiros no supradilo deposito,
que tem por signal, em sua janella, urna
bandeira arvorada.c dous figulinos elegan-
temente caraclerisados. ,\ elles, que os pre-
teiiilentes sao minios, eo carnaval esta ba-
i.enda a porta da Vencza Americana.
i\o armazeB) de
BBLESODZA&C.
Kua da Cruz. n.48,
Ha mui lindos e elegantes vestuarios
para bailes mascarados, que receberam
pelo navio t'i anee/. AL.>IA.
Domingos Alves Matlieus sacca sobre
o Porto ao cambio da prara.
Loleria dU pro-
vincia.
0 Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a venda ueste escriptoro, ru3
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcau de bilhetes, meios c qu?rlos da
quait parteda quinta lotera do t.ymnasio,
cojas rodas an.lam no dia 21 de fevereiro do
coi rente anuo OSr. thesoureiro manda de-
clarar ao< senhores jugadores, que existem
numeradnos sortidas, como tambem os bi
Hieles vendidos ueste escriptoro nessas ul-
timas loteras lem sido minio afortunados;
por isso espera que elles concorrerao para
que continuadamente nao liquen) tamaitas
paredes de bilhetes por vender, como sem-
pre. lem licado. Tnesourari ds loteras 7
de fevereiro de 1857.O cscrivo,
Jos Januario Alves da Uaia.
Precisa-se de um molcque para o ser-
vico de nma casa cslrangcira : na ra Nova
ii. ^7, loja.
(ifferccc-st) um rapaz de boa conducta
para caixeiro de cobranga ou de escripia,
leudo menos pratica em escripia, e o mes-
mo da provas de sua conducta : quem (les-
te precisar, queira aiiiiiinciar para ser pro-
curado.
O abaixo assignado, licando encarre-
gado dc liquidar todas as cuntas perleiiceu-
<)repe; de fila-
(IANE A 800 RS OCOVADO-
Fazenda nova, chegada pelo ultimo navio
francez, tecida de loa e seda, de quadros e
lislras de cores muito delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
ra do Queimado, L ja ti. 17 ao pe da botica.
Felliidilho e vel-
butin^s
Omellmrque nessa fazenda lem vindoa
este mercado, de cores muito lindas, para
vstidos dos mascaras : vende-se na loja n.
17 da ra do Queimado ao p da botica.
Mussulina bri-
Ihante.
Fazenda branca lavrada de 5 palmos de
largura, chegada pelo ultimo navio francez,
com padroes e desenhos tao delicados que
parece seda, para vestidos de senhora; ven-
de-se por preco commodo : na loja ca ra
do Uueimado n. 17, ao da botica.
Para vestidos de
HAS E JlEffiiS
''" :it -a
VenJem-se as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos de largura, de quadrinhos miu-
doa e grandes de cores muito lindas,
pe.o barato preco de 1-;200 a IHM cada co-
vado : na ra do Uueimado, loja n. 17 ao
peda botica.
JPara liquidar
coi.tas i
Os donos da loja n. 17 da ra do Queima-
do esto vendendo por menos de seu vtlor
certas fazendas, como sejam cassas c cam-
braias franeezas finas de cjres lixas, pelo
baralo prego de 40o, 500 e 560 rs. a vara, as
verdadeiras chitas franeezas muilo finas e
de cores firmes, pelo prego de 20 e 280 o
corado, bareges de corea lindas com qua-
dros de seda a 500 rs. o covado, e oulr*s fa-
zendas que estarlo a vista dos compradores,
por precios de convidara comprar.
Deposito
de joias e obras de ouro, aterro da lioa-Vis-
ta n. ll.de 11. A. liollger llauburgo, os quaes lem a honra de parti-
cipar ao respeilavel publico, que abrirn)
urna loja destes artiguS de sua fabrica nesta
cidade, onde se encontrar sempre um com-
pleto c bello sor ti ment, pelos mais comino-
dos pre(OS.
.Na ra da Cruz n. 18, terceiro andar'
ha para vender-se una escrava moca de lo-
do servico : quem quizer apparega.
Vende-se un: habito de eslamenh.i,
Fazenda papalina, saborosa e delicada :
no pateo de S. Pedro n. 6, deposito de mas-
sas fins.
Vende-se um bonito moleque, bem ro-
busto e sa;iio ; no aterro ila Boa-Vista ti 10.
VENDE-SE
feijao mulaiiiiho muilo u ivo e bom, ssccas
crandes com milho a 4500, velas de cera
de carnauba pura, dilas de carnauba coni-
posta. das iii-lhorcs que se fabricam no A-
racaty, 6 saccascom feijao mulalinho pro-
prio para animaes : na ra du Vigario, ar-
inazein n. S.
-- .\a ra da Cadeia do Recia n. 37, ven-
de-se superior gomina d mandioca ltima-
mente ebegada do araeaty.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57 vnde-
se superior cera de ca.nauba, ltimamente
chegada do Aracaly.
Na roa de Cadeia do Recife n. 57, ven-
dem-se muilo boas penttas de ema.
^obrado.
Vende-se o sobrado da ra do Rangel n.
60 : a tratar na ra do Collegio n. 5.
cortes de la
de quadros a 3^000.
Vendrrr.-se na ra do Queimado n. 21 A,
corles de 18a de quadros com 8 covados
meio, fazenda esta que tem urna vara de
largura ; du-se as amostras com penbor.
Vende-se <*?men-
to muito barato e boro, pelo preco de
".S."0U a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' recolbido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
l'.UU OfCARNAVAL.
Mascaras de cera, rame e papclao, as
mais linas o do melhor goslo nesle genero,
existem a venda na ra de S. francisco, de-
posito i!. 6 l'.oga-se aos amantes deste d-
vertimenlo, que. compiem em dito lugar,
pois BcarSo bem servidos e por mais barato
prego do que em outra qualquer parte.
Vendem-se i rodas para um carro, 3
em bom estado e 1 precisando de concert,
por mol ico prego: quem as quizer dirja-
se a ra da Soledade, que segu para o Man-
gu iihu,no silid dos i leoes, a qualqeur hora
do dia, que achara com quem tratar.
Na ra das Cruzas n. 34, vende-se urna
escrava crioula, ptima figura, ciigomma-
dera, cozinheira e lava leira.
Vende-se una mobilia de Jacaranda,
com osla para qualquer urna sala, pelo me-
nos prego possivel: as pessoas que pretende-
rem dirrjam-se a ra do Rangel, casa n. 10.
Vendem-se urna muala de bonita fi-
gura, de 17 annos, engomma<;eira, doceira,
e prepara o cabello a nina senhora : na ra
das Trincheiras junto ao nicho.
Vende-se urna mulalinhacom II par
12 annos, urna negra perfeila engommadei-
ra, de nagao, com 30 a 35 annos, urna dila
crioula, com 20 anuos, bastante forte e sa-
dia : ua ra da Senzala Velha n. 70, segun-
do ou terceiro andar, se dir quem vende.
Ven lem-se saccas com muilo supe-
rior gomma, esleirs do Aracaly muilo al-
vas. ludo por commodo prego : na ra da
Cruz no Recife n. 36, taberna de Mendes ix
Braga.
Superior val ic Lisb a.
Vende-se no armazeni da ra da Cruz n.
15, superior cal de Lisboa, em bafisdeS.'
a SyOOO, dcixando o casco, e capachos de es- I
parto, im fardos, e arcDotes de dito em
caxas.
Vendem-se duas vaccas dc leite, pa-
ridas de pouco, dando bstanle leite, til ha
do pasto : uo becco das liarreiras n. 8, ola-
ria. >
Venuc-se una cabra 'bicho com bas-
tante leile, propria para criar meninos por
ser muilo mansa: no Mauguinho ao p da
ponte
Vende-se urna cabra pTet com 2 ca bri-
tos, boa leiera : na ra dos Marlyrios
n. 22.
.'artas.p Vendem-se baralhos de cartas franeezas
muito linas o de bom papel a 500 rs. o bara.
Iho, ditas porluguezas muilo finas a 320 rs.:
na ra do Queimado na loja de'miudezas da
boa fama n. 33.
gas, soleiras ecordSo, e oulias muilas: a
traanla ra da Cadeia Velha em Sanio An-
tonio n. 7.
... ... .... --. ... ... -. ... ,-,. .;.,.-.
i> iy .'_'~r .. .- -. -.'-.- ..>... '.--.-.-i^'.-
Vendem-se ricas car tas de jogar \'
: linas e opacas, para \oll iivti a 0
i preco conveniente : na ra do @
@ Crespo, loja de Fazendas n. I">. -^;
&\-<$c...../:...::? : :::'::^
Sedas a i^-e l^liOO.
Chegaram estas sedas de minios e delica-
dos goslos, que se veudem pelo baratissimo
prego de isuoo a l/>o o covado : na ra do
queimado u. 38, em lenle du becco da
Cuiigicgag.'io.
Vende-se um sitio com casa para ino-
rar, umi dita para negocio, oulra de ran-
cho, senzala para pelos, estribara, mu tos
pes de frucleirasde ludas as qualidades, lem
lena para levantar una engenhoca, no lu-
gar do Meringaba. freguezia de Sanio Aiiiao:
quem prelouder dinja-se a ra do Collegio
n. 13, loja.
aedus [netas.
Superiores sedas preas lavradas para ves-
tidos, grosdeuaple prelo, selim pela ma-
ceo, ludo por prego commoJo : vende-se
ua loja de 4 porlas, na ra do Queimado
n. lo.
CtRA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba ue boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50.
Domingos Alves .Malheos lem para ven-
der em seu escriptoro, na ra du Apollo ti.
23, pur mudicos pyjgus o seguinte :
Ricus e elegantes pianos.
Superior vmho veliiu do l'orto.em narria.
Superior vinho velho do l'orlo.eugarralado.
superior vinho velho jeropiga blanca.
Cuxius ue 11 ntio para montara.
Cobertores eucurpados de algodao.
Supe lores charutos da Rabia.
Saboiietes em caixinlias.
Rico e superior -papel pintado e.duurado pa-
ra lunar salas.
Vendem-se sardmlias nnquartos de
meia lata, vinbo de Bordeaux em caixi-
nias tledu/.ia, equeijosde Gruyere, tudo
de superior qualidade e por preco com-
modo : na ra do Trapiche n. 11
Vende-se um linuo moleque do 9 an-
nos, bem robusto e sadio: no aterro da Boa-
isla n. 10.
Vendem-se batatas novas ajljOOO a ar-
noanna/.em de l.uiz Aiiloiuo Aunes
3 Em casa de Eduardo II. Wyatt,
^ ra do Trapiche Novo n. 18, ba ^
:.,' para vender : ^
i? piano forte, novo e elegante de -.;;
.3 fabricante afamado em Londres. Q
jtt Graxa inglesa n.97, deUav & ?^
Martin. /,
.;;;, Tinl i de escreter do fabricante
;_ Arnold. ,'.':
.;' Tintas em oleo -, Cabos da Kusiia. Q
_\'i Crystalleria. ;,'j
Agurdente de Franca em bar- ^6
lis. $
Viiibo Schern dito. ;;.
Eructas em conservas inglezas. ^
Papel para cartas. (
bivios para copiar dito. S,
C ni luiros de candelabros de a;
bronze. .'.;.
Ac em barra para molas de
carro.
Eixos para carro.
Chicotes para dito.
da Bhia
vende-sc em ca-
C, ra da Cruz
-.-
NIMIO lio i-OHTO 6EMl.NO.
Ven quarlo eoilavu, pur prn> razoavel: na ra da Ca-
deia do Kecile n. 13, escriptoro da Bailar A Oli-
veira.
Aigodftoziiiliti
para saceos de aSSUCa
ba de N. O. Bieber e
n. 4.
Vinho do Porte, superior chamico.
Eracdiuiile2iluii.tf.nl liarrit n oiHo. ra-
| fnutiiu-!,i,oliesadupelo l.r i.ue Trotadoi ; vende-
BMcaiucRicMaraaaseat Ramea ,\ Cauro, na
ra da Cdla do Kecife n. 4.
i\aloja Vt-IUh-M. ,, ni;,is baii.l'i
o
9
9
%
Kelojjios de ouro cobertose des- S
cobertos.
i
prelo muilo bom, o
roba
defronle da porla da alfandega.
aneza
a 1>000 > ovado.
Ch?gou a ra do Queimado n. 21 A, alba-
neza prela coin mais dc vara de largura.
Urilantineclello-
ivs h 560 rs. o -ovad.
Chegou a ra do Queimado n. 21 A, bii-
lanline a que cliaiiiam mussulina branca de
llores miudinhas adamascadas, l'azcnda esla
a mais superior que tem vindo ; do-se as
amostras com penhor.
Chaly de flores
e 1 istias a 800 rs.
O Cti-
v ido.
Vende-se na ra do Queimado n. 21 A
d3o-se as amostras cora penho.r.
Fariiiba de Tri-
este.
SSSF.
( Verdareira.)
Pelo navio BLOUMR chegaram OOO
barricas desta acreditada farinba : ven-
de-se nos ai mazeos de Tasso limaos.
i iOiit?s Je p-iciiie
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a prero razoavel, em casa de
AugustoC. de Abreu, naiua da Cadeia
do Kecile, arma/.em n. 3.
* -'ia S*
960
158IMI
tOlMl
OIMI
3IOOO
1/000
23000
500
1/2011
1/000
500
1,000
1/fiOO
2-000
18/000
00
Uii"n
jrrgur
o de
Iii;.dios a 900 r.. o co-
vado.
Vende-se na ra do Oueimado n 21 A,
gorgura de quauros ondeados, de lindas co-
res, selim lavrado pelo a 2/000 e 2#400 ,
covado, sarja preta lisa muilo lina a 29200
dita laviada a 2:600 ; dSo-se as amostras.
.Sedas de qoa-
i\:\> iiiuditiiios i 1^000
o co vatio.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como polassa d Itussia veida-
deira : na praca do Corno Santo n. 11.
Moinhosde vento
comhomli;i> derepuiopara regar h orlar ba
ia deeapim : na (undicode D. W. Bowman
na roa do lirum ns. 6, 8e 10.
Em casa de lltnr. Brunn & Compailiia. na
ra da Cruz u.10, veude-secosnarenicaiiirihaide
duzia.
JfARINHA
le Trieste.
Vende-e em casa de Saonders Broth.rs (j C. a
prai;a do Curpo Santo n. II, a muito superior e bem
conlieeida rariuha de Trcale, da marcaprimeir
qualidade(bagada em 9 do correnle na e.ruin.
iPfelli. em porcOesfiraiide e pequeas,couiorme a
vonladedo cumpradnr.
TAIXAS PAMA ENGEXHO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann u
ra do Brum, passando o cbafariz, contini ha-
ver umcompleio sortimertode taizesde ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
cham-se a venda, por epreco commodo com
pro'.iipti liiii; eiubarcam-s oucarrsgaa-se ara car
ro semdcspeza ao comprador.
- Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santoa. 11,ba para vamlar o saguinia a
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Aluairao de carvau,
Eonas de lnho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Ditoentrancado igual ao da Babia.
E uoi completo sorlimenio de fazendas proprio
i para asie mercado ludo por preco commodo.
AVISO
aos ferreiros.
Grosdenaples
covado
Cantao preto muilo |no proprio
para luto. 0 covado
Sarja prela hespauhola, o covado
Gorgurao pelo muito fino com sal-
picos, propno paracolleics o
Covado
Casennra prela lina, o covado
Panno lino azul, o covado
Lencos prelos de seda para gravi-
ta, meio len^o
Metas prela* Ue seda muito supe-
riores, o par
Pellos o.uilo finos para camisas
Hilos de lnho muilo superiores
Caseraira de qnadnnhos pretos
muilo fina, o covado
Corles de colimes de tuUo
tutos de dilos de dito lino
Ditos de dilos muilo superiores
Grosdenaples de seda de lindas
cores, o covado
roites de vestidos de fazenda de
seda muilo linda
helios lisos de cores, o covado
Mantas prelas de fil bordadas de
seda
Veos prelos de fil bordados de seda iioo
Cambraias adamascadas, proprias
paia cortinados, pe^as de 20 varas 7/000
Ditas para coberlas, de bonitos pa-
droes, o covado 1()fl
e a lem dislo ha um completo sorlimento de
fazendas linas e grossas quo vendem-se por
presos tao commodos, que ningue'm deisa-
ra de comprar; asstm como chapeos do
Chille muito finos, que se veudem por me-
nos que em onda paite : ama do Queima-
do n. !>, na bem conbecida luja da boa t
v FITAS DE YELDO.
Vendem-se lilas de veludo pelas e de co-
res, eslreitas e largas, lisas e abenas de mui-
a a,8-*!!08' ,,e!o b,r,l Pre? -o I.
320 400, ouo e 600 rs., na ra do Queimado
na lo|a de mmdezas da boa fama B 33-
BANDEJAS FINAS E BARA-
TA.
Vendem-se bandejas finas e da v.rios U-
manhos pelo barato preso de 1/500 2iSon
* M ra do QueimdV'lola^e
nuudezas da boa faina n. 33. J
Est-ovas se todas asquali.
datUs.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDaj Mar-
de 15 diizias de potes:
i.rabtree A Companhia,
lili, em bairieas
cm casa de Jame:
ra da Cruz n. 42
0 GUARDA-LIVROS lltASILElRO, ou arte
da escripturac3o mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vendp-se na rna da
aos m\m do non e barato.
Vendem-se ricas charuleiras bordadas e
retroz servindo tambem de carteira a Kg, di-
tas sem ser bordadas muito boas a -> e 3/,
cartn olas muils ricas a _';. ditas'proprtas
para viagem a 2C500, carleiras grandes para
diuheiro a 1/500 e J, irancelins para relo-
gios. prelos de retroz a 160, afiadores para
navalhas mullo finos a \, ped.-as inglezas de
aflar navalhas a If e 1-5U0, ricas bengalas
pelo baralo prego de 15 e l^tl, pentes com
escova e espelho para suissas a 800 rs., eslo-
jos para barba a e2*500, livellas douradas
para calcas e rolletes a 120 rs., casles para
bengalas a. 80 rs., cailiniias para guardar
phosphoros a ICO rs escovinhas para luu-1 Cadeia Velha 11 22. Pres 8/000.
par pentes a 240 rs., chicotes multo bous
para cavado a 800 is esporas linas de aso ,
I/, grvalas de seda muilo boas a 1>, alaca-
dore.- de cornalina para fjasaca a 300 rs., pin-
ceis iuglezes para barba a uo, OOU e 800 rs a
camisas ua meia muito finas a O200, ricas
aboloaduras para collele a 500 e olio rs., di-
tas para palitos a 500 e 600 rs., eslojos de na-
valhas linas paia barba a 2-, callas linissi-
mas para rape a 2J500 e 35, dilas redondas de
tailaruga linas a 67, e outras muilas causas
que se veudem por baralo piego : na ra do
Uueimado ua tem conlieeida loja da boa fa-
ma 11.1:3.
H<- muito b;i .to.
Vendem-se duzias de facas c garlos de ca-
bo de marlim do boa qualidade a 10-, ditas
dilos de cabo de halaiico muilo linas a (i.1,
dilas dilos cabo ruliso eoilavado a 3?, du-
zias de colheres de metal principe a 3? e li?.
ditas de melal mais or Na ra do Queimado n. 21 A, vendem-se
chales de touquim a 24-9000, l.Vi de quadros
a 6in rs. o covado, grosdenaple prelo a
19800, Se 2C200 o covado, az-nda muito
superior i dao-se as amos'ras.
PARA MENINOS.
Camisas franeezas, diversos tamanhos :
na ra do Crespo 11. 16, loja de Adriano i\
Castro.
Vendem-se terrenos para eililicaco na
estrada do Manguinniho, do do Recife, lado
esquerdo, junto ss casas do Sr. Manoel Pe-
reira ieixeira, com 250 palmos de fundo e
do frente os que o comprador quizer : a Ira-
lar na ra da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Raptista Ribeiro de Faria, no seu Sitio
da Estancia.
Vende-se painco muito propno para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
le da Relacfio n. 28.
iJoin e barato.
Vende lustre, proprios para o invern, de I10-
mem a 5.S0U e de senhora a &'OUO, sen-
da do melhor gosto que tem vindo a es-
ta praca : na ra do Livrainento n. 33,
loj.i de calendo. Na mesma loja cima
vendem-se resmas de papel de peso a
?SSO0 rs., sendo em grande .u peijucna
porcao, a vontade do lreguez.
Quem vir com-
pra porque o jire$o
tOllvd;:.
Vende-se una purgilodealgodiio transado
da Bahra, fazen-la muito encorpada, com
pequeo defeito, Sendo fazenda muilo re-
commendavel para roupas de escravos e
para todo servico de campo, finalmente
muilo propria para toalhas de mesa e ou-
tros muitos arranjos de casa de familia ; el pateme inulet. para humam
quemdeisara de comprar limpo a 220 a va "-"---------;--.-..>. i)-.
r. e defeiluoso que mal se condece a 200
rs. : na ra do Crespo n. 14, quarta loja vol-
tando da ra das Cruzes.
F. P0IK1EB,aterro da Boa-Vistan. 55
Tem para vender a vontade do com-
prador
CARYA DE PEDBA
de pnmeiraqualidade, por prero com-
modo.
Potassa e cal
virgem.
Noantigoeja' liem conliecido deposi-
to da ra da Cadeia do Kecile, escripto-
ro n. 12, ha para vender milito supe-
rior potassa da Russia, dita do Rio de Ja-
neiro e cal virgem de Lislioa em pedia,
tudo a preros muito lavoraveis, com os
quaes GcrSo os compradores satisfeitos.
N. O. Itieberi C., ra da Cruz n. -V,
vendem :
Lanas da Russia.
Idem inglezas.
BrinzSo.
Ri ins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar.
Vendem-se ricas escov.s inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
Tr^V, 38i:J,las rrs muilo boa
a 19, 19500 e 5000, ditas Pra cbelo ingle-
zas e franeezas a I92OO e 29. ditas para den-
les ingle/as e ranaezas a 400, 500 e 600 r
dilas para unhas dila dila a 2*0, 500 e 19.
outrasqual-dades mais baratas, que ludo se
vende n. ra do Oueimado na bem conheri-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
@cr&t>0$ mg*o6.
rugi no uia jo ao mez de Janeiro a
p. um mualo captivo de nomo Ciemenlino
com os seguinles sipuaes, baixo, magro, ca-
bello carai-inho, falla efe vagar, geslo hu-
milde, lem talla dealguns denles, sabe ler
e escrever ; esle escravo foi do Sr. Francisco
Antonio de Salles, morador emUoianinha do
Rio Crande do Norte, para onde se suppoe
ler fgido dito mulato : quem o pegar con-
duza-oa seu senhor na ra da Cadeia do
Reciten, 40, que sera generosamente recom-
pensado.
Fugio no dia 2 do correte mez de fe-
vereiro, do sitio da Trempe, sobrado n 1
urna preta de nome Mari. Cajueira, de nacao*
Calaba, idade mais de 50 annos. levou ves-
tido azul e panno da Costa de listras de co-
res, fe: vender froctas do n.esn.o sitio eot
ou taboleiros ; pede-se a todas as autori-
dades policiaes e capitSes de campo que a
encoiitraa; a apprehendam e conduiam-a o
refVridotitro acin.a, que serao bem recom-
pensados de seu trabalho ; e o mesmo se
pene as autoridades de Olinda, Santo Ama-
ro, C sa Forte e Monleiio, por onde cosluma
andar quando fogfj. Prole^U-se contra quem
me der dormida em sua casa.
Fugio homem as 7 horas,um escravo Bla-
lo de nome Tbomaz, alto, raforcado de eorpo, coa>
marcas de bexigas, pernas grojas, e imIIm mareas
de cicratizes as cauellas, falla coui rouiu mana-
do, levou vestido camisa da panno aznl grojo
guarnecida de ourelq brinco, nos ombros a pu-
nhos, abena na frente id forma de pililo: ote es-
cravo he natural di Pirahiba e loi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por heranca de asa so
gro Jos Joaquim de Souza daquelli cidade, (01
comprado pelo abaixo assignado ioSr. Hilario da
Alhandra Vaiconcellos Jnior,morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar desta provincia :
quem o pegir leve-o 1 na di Concordia 1 Pedro
Antonio Teixeira Guimaraes, qua era (aoarosa-
nenie Rratifcado.
--- lloiilem pelas seis horas da manlia
fugio da casa do abaixo assignado um seu
e-xiavo de nome Antonio, com
burgo.
Keiogfios
a idade de
quarenlae lanos annos, tendo os signacs
seguinles : corprela, baixo, secco do c.rpo,
fallo de denles e com alguma baiba, traz na
Em casa de liabe Schmettau c Companhia, pJS "queda um* argolir.ha de ouro, tem
ra da i'adia n. 37, veudem-sc elegantes olhciode sapaleiro e um deleito no dedo
piano- do afamado fabricante Traumann de I P>egar de urna das inaos. Quem o pegar ou
llaiubuigo. illvei noticia, dinja-se a rea do Queimado
I loja de lerivgem n. 14, que sera recompen-
; sado.Jos Rodrigues Ferreira.
No dia 4 para 5 de Janeiro prximo
i passado fugio do engenho Muribequiuha o
crioulo Innocencio, com os signacs seguin-
les : reprsenla ter 20 a 22 annos. quandn
principia a fallar gagueija, conserva o rosln
chcio de pannos, lem em um dos pulsos
jum papo, os ps um pouco apalhetados, os
olhosum lano hrancos ; levou roupa dc al
godSo da liahia e calsa branca : roga-se as
autoridades policiaeseaoscapilaesde campo
o fa,am prender e conduzam ao mesmo en-
genho, ou em casa do capiUlo Manuel tleu-
leno do Reg Barros, que serao bem recom-
pensados.
Fugio. hunlem, 4 do correute, um ne-
gro coznhcirc, de 25 a 30 anuos de idade.
que parece crioulo, de nome Malhias, esta-
tura ordinaria, magro, rosto um pouco
comprido, nariz chato, toteas grossos, odos
grandes e pouca barba; levou bstanle rou-
pa : roga-se a quem o apprehender queira
leva-lo a ra da Aurora, casa de Custavo Jo-
Na ra ilo Vizajno n. 10, priitif iro andar.vf 11-
dc-se vinlio d Porln d- supeimr qualulailp da bem eexccutamt oda> aseiiconuiieiida- con' a su
euabeeida marra liW em iiipas.harrf eoailasde riiladf jcoiiliccidaecoin a devidiipiesler.a
cni>rl09 e ile patente in&lez, para homem a senil.ira, de um dos
melhorei fabncanleii de Liverpool, .iodos rlu ulli
mu paquete inilez : em cata de Southall Mcllur k\
Companhia, ra do Turrta 11. 3K.
IEGHAI1SKJ !LM El 1
N^FUNICAO DE FERRO DO ENGE-
NI1EIKO DAVID W. BOWMAN, .\A
RA DO BRUM,PASSANDO O ollA-
F Alt 17.,
ha sempre um ^rande^oriidienlo dof ecuintes u
Jectos de mecha oiimoa proprios paiaeiikenlios.a sa-
ber : moendase meias mueiidas ila mais moderna
construcrfio ; laixas de ferro fundido e batidu.de
superior qualidade e de todusos iamanlios ; roda
dentadas para BgOa oo animaes, de tollas as propor-
res; erivoi e lioccasde fornalbae rezilros de bo-
eiro.,i ii illi '.-. I,riuizei-.paral liso.- eca\ illii,inoi Ik do llego, quesera bem g rali lirado.
ulios de mandioca.etc.ele
XA MESMA FUNDICAO.
una e duas daziaida carrafa.
Agencia
ti: foudiyao Low-Uo r,
ra da Sen/.ala-Nova n. 2.
Nesteestabelecimento continua a haver
um completo tortimento meias moendas para engenho, machinas
de vapor < taixai de Ierro batido e coa do
de lodos os tamanhos para dito.
GAL E POTASSA
modidade em preto.
upeno-
erom-
XABOP1
s
DO
V.
l'oi Iransferidn o deposito deste i.irope para a h
tica de Jo*o da Cruz Santos, na rua Novan, "il!'
Karrafan 59300, e meias lljOOO, lenda falso lad
aq
'I
Fugio no I.' de fevereiro a escrava do
nome Isabel, com os signaes srguinlea : al-
tura regular, cheia do corpo, olhes grandes,
de nacao. cor retinta, tem a baixo da an-
ida esquerda um carocisJaO, idade 'zOanno-,
falla muito desembarazada ; levou vestido
de chita cor de rosa, c panno da Cosa oovo;
perlence esta escrava a Manuel Cregorio Paz,
na Venda Grande, ou na rua Direita n. .
qualquer auloridadea podera pegar, que ae-
ra gratilicado.
Desappareccu na noite de do corre-
le una escrava de nuine Cecilia, idade i (i io.
representa 28 anuos, cor preta, estatura re-
gular, meia denliira, cabellos bem apara-
Jos, secca do eorpo, lalla grossa, levou uina
quclle que mofor vendido nesle deposito, pelo j trouxa dc roupa e aS desconlia ter ido para
uesefaz opresenteaviso. Montero, aoude tem mili : roga-se as aulo-
Vende-sc pota uestes dias e oe superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seusdeposi- ; ^gros, qiioi motivada por cou-lipare,
tus nd rua da poln n. 1 A, e -l.
Yende-sesuperior linlia'de algodao branc;
na rua do Queimado na bem conbecida loja oe rores, enl 110Vello, para callara :en. cas. de
de miudezas da boa lama n. 33. I South
novo, paia ulgum ii mao terceiro de S. Fian- e outras muilas cousas que se vende baralo,
cisco : em casa do sacorlSlSo da mesma or-
den) terceira.
nii'0RT\ME par o primeo ruudM i,i,r,a,s ?*> d.
i. i '. i ''!-, ampo que i apprehendam e:itreeuem nev
l'cra rnraile phlvsira em lodo-osseusdillereu i. .*, ll'co"ei" ni
lQ m, la cidade na rasa de Convela & l.eile, rua do
II. 27, odle se pagara qualquer
asllima, pleui i/, escarros ile sanuue, dor.le cos-
tados e peilo, palpitai.ao no ooracSo, coqoalocbe
bronchile, dr na garganta, e ludas asuiolestia
all Mellor o; CompaDhif.,ruado Torres n. 38.' dosorgaopulmonares.
Queimado
despeza.
l'ER.N. : TVP. l)E M. DE FARIA 1807.
MTTLSDD"
ILEGIVEL
'
- .


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