Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07704


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Full Text
ANNO XXXIII n. :>.,
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencido 4,8500.

SECOiDA FEIRA l DE FEVEREIRO DE 1857.
T1H J|K> ii
Por anno adiantado l.r)S000.
Porte franco para o subscriptor.
m;.\iuuuaoos DA SUBSCKIFCA'O no norte
Parahiba o 8r. Joao Rodolpho Gomo: Natal, o 6r. Joa
Sm I. Pereira Juoiot ; Aracatv, o 8r. A. de Lamo Braga :
ir, o Sr. J. Josa da Oliveira ; Maranbao, o Sr. Joaquina Mar-
2 un Rodrigue! ; iauhv, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
earenae rara'. oSr. Justino i. Ramos i Amazonas, O ojmo da CoaU.
PARTIDA DOS CORREIOS.
iiimi : tintas o, das, e 9 a .. hars do la.
Iiraaraat, Goiaaaaa Parahiba: aaa*ajiaa S. ni-... Rciern, Bouilo, Cariar, .tilinta Caraahaaa : m lerca-reira
S. I.i.ur.'nr.. I'-...rni,.,. Itaiareih, Liaaoeiro, Orejo, Pausjaaira, laa.
, Flu
la-Bella, llua-l .i.,. ,
, Km : ni.
Cabo, leiijuci. SerinbaBn, Kio-F.tuio.i,, ln.i, Bal
Paaaleiras c Natal: quimas-feiias.
T"
.-(
ros, A^aa-Prela
i paiten as lo hars da mantilla.
AUDIENCIAS DOS TRIBITNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Relacao ; lercas-feiras e sabbados.
Fazeoda .- qunrlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commert-io: segundas as tO horas e quintas ao meio-dia.
Juizo deorpbaos: segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do civel segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do eivel: quarlas e sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES DOME'/. DE I i:\Elll.lHil.
1 Quartocrescente as ti horas e 1 minutos da carde.
'.I La cheia as 9 horas c 33 minutos da larde.
17 ijuarto minguante a 1 minuto da manha
24 La nova as 9 horase.38 minutos da manh.ia,
. I'REAMAK DE HOJt.
segunda as J horas e 49 minutos da tarde.
Primeira as i horas e 6 minutos da manhaa
DAS da semana-
9 Segunda. S. Apelillara v. m. : s. Ansherlo.
Id Ter 11 (liarla S.L.i/aro b. Ss. Cloruro, Desiderios Castrense Bb.
12 Quinta S. Bulalia v. m. : Ss Modesto.
13 setla S. Gregorio p. : s. Catharinade Rici v.
14 Sbado S. Valenum m. ,Ss. Auiencio.
10 Domingo du Sexagsima Ss. Faustino e Jovita.
ENCARREGADOS DA tl H.M lui< \ti mis, i.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro,o Sr. Joo Pereira Martin.
EM PERNAMBDCO
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria. na ji
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFICIAL
OOVERMO DA PROVINCIA.
Expediente de dU 4 de feverelro.
Ollicio Ao commandanle das armas, para que
conserva era deposito, como recrutas para o exerci-
to, os paisanos Joaqaira Jo de Moraes a Jalo Al-
ves Bezerru. que foram linutem remedidos para o
qoarlel do Hospicio. Curomonicou-se ao juiz de
direilo de Sanio Anlao.
DiloAo Ein. conselheiro presidente da rehiri,
inleiran lu-o de que o bacharel Caetano Eslellila
Cavalcanli Pessoa participara, haver no dia i. do
correte, assunndo o exercicio da vara de juiz de di-
reilo da comarca de (joianna, em consertuencia de
lar o respectivo proprielario entrado no gozo da II-
cenra de di) dias que Ihe Tora concedida.Igual
Comraanicacao se fez a Ihesouraria de fazenda.
DitoAo Dr. chele de polica, scienlifieando-o de
haver-se dado ordem a' thesooraria de fazenda para
ngar, estando nos termos legaes, a conta dos ven-
ciuientos abonados aos dous recrutas Paulo Humes e
Jos Antonio Rio Tinto, que vieram do Serinhaem
para o servico da armada.Deu-se a ordem de que
se trata.
DitoAo inspector da thesooraria de fazenda, pa-
ra que mande pagar a Jos Baptisla Braga, a quan-
lia de 1208000 rs., que segundo a conta,que remel-
le, se Ihe esta' a dever, proveniente de 12 espadas
que vendeu para o semejo da policia, devendo essa
importancia sabir da quola consignada pan despe-
nas secretas da polica.
DitoAo mesmo, para pagar ao pharmaeeutico
Joaquim de Almeida l'inlo, a quanlia de rs.
1:236BI40, constante da conta jonta por copia, im-
portancia de duas ambulancias requisita las pelo
Exm. presidente do Rio (irande do .Norte.t'.om-
monicou-se a' commissao de hvgicne publica.
DitoAo mesmo, dizendo-lhc, que a despezacons-
tante dos documentos que remette, e a que se refe-
re o ofllcio da S. S. de de Janeiro ultimo, deve cor-
rer por conta do ministerio da guerra, visto que as
pracas da guarda nacional, contempladas nos ditos
documentos, foram chamadas para ausiliar a pii-
meira linha empiervico que Micha proprio.comprindo
portanln, que aquella Ihesouraria de execuco ao
despacho da presidencia de 2i de dezembro ultimo,
lutorisando-a a pagar os veucimentos das referidas
pracas.
que enven) cura bievidade um mappa geral dosnas-
cimantos, bitos e casamcnlos havidos na sua fre-
guezia durante o anno passado.
DitaA's cmaras muoicipaes da provincia.
Convem, qoe essa cmara me remeda, enm Inda a
brevidade que for possivel, o computo, ao menos
aproximado, da populacho livre e escrava desse
municipio, designada por estados, nacionalidades,
e empregos ; declarando ao mesmo lempo o genero
de industria porqne mais se distingue essa mesma
populaco.
PortaraDeonerando do cargo de primeiro sup-
plente do subdelegado da freguezia da Varzea, ao
capitao Joaquim Francisco de Oliveira, e bem as-
sim, do de segundo supplcnte do delegado do termo
de Sanio AoUo, ao major Joao do Reg Barros Pal-
cao.Cnmmunicou-se ao Dr. chafe de polica.
Dili.Momeando ao lente Joaquim I'ahricio de
Mu-, actual subdelegado da.freguezia de Santo
Antao, paia o cargo de delegado daquelle lermo ;
e bem Main, aocidado Manoel Jos Pereira bW-
ges, para o de segundo supplente da mesmo dele-
gado. Fez-se a respeilo o expediente preciso.
DitaAo agente da companhia dos paquetes a
vapor, para mandar dar passagem para a provincia
do Par, no vapor procedente do sul, ao desassizado
Domingos Francisco Cavalcanli, sendo a respectiva
despeza paga nesta provincia pela repartirn da po-
licia.
Circular Ao Evm. presidentes do norte.
Tenho a honra de participar a V. Ex. que esta pro-
vincia goza de perfaila paz.
N'enhuma alteradlo nolavcl lem soflrido a salu-
hridade publica uesta capital e uas diversas comar-
cas de que tenho noticia.
Conliooam porcm a appareccr os casos de febre
amarella a bordo de navios cstiangeiros surtos oeste
porto.
Dito Ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte. Tendo olliciando ao presidente da com-
missao de hvgiene publica para indicar-me dous
jacoltativos que se incumbissem do tralainenlo do
cliolera-morhns nesia provincia, conforme V. Ex.
requisiloo-me em seu ollicio de 23 de Janeiro ulti-
mo, declaroa-me ante-lmnlem o mesmo presidente
que apenas encontr-ira dous me lieos dispostos a en-
carregar-sr, daquella commi-sao. Exigindo elles,
porro, assim como um oulro que se apresentou na
secretaria do governo, a diaria de ."1O5 rs., enlend
cia de haver o Exm. presidente das Alagoas parli-1 das diversas partes da planta atacada, e no caso de | lei Ihe ompelirem. perceber o premio de 00? rs.,
pago segundo o disposto no artigo :). do decreto n.
1,401 de 10 do junho de IS'ii, e lindo o engaja_
ment, urna dala de Ierras de 22,900 braca) qua-
dradas; se desertar, incorrer na perda das van-
lagens do piemio e daquellas a que liver direilo,
sera lido como recruladn, descontndose no lempo
do engajamenln o de priaSo, cni virlude de senten-
ca, averbando-se este descont e a perda das van-
tagens no respectivo titulo, como e-l.i por lei de-
terminado.
. 'Assignado.',Jos Joaquim Coclho.
cipado, que remetiera presos para esla provincia, que n sejam por alguin bicho, Vine, enviar ao mes-
o brigue de cuerra a Copibaribe, >i os criminosos,. mo lempo um uumero sutlicieute desles, conserva-
na Parahiba Manoel Rodrigues, e nesla provincia [ dos em espirito de vinho, ou na sua falla, era aguar-
l.eandro Jos Sobral, a Francisco de Paula Caval- denle.
canli, comprindo, que S. S. faca seguir o primeiro I 7.Na rcmessa da amostras ,le trras Vmc. lera'
pira sau destino no vapor o S. Salvador, mandan- i especial cuidado era que venliam bem descriminadas,
do desembarcar os dous ltimos, para o que fcam com rotlos distinclos que indiquera a sua natureza,
liadas as oecessarias ordens.Ofliciou-se a respeilo | eaundo as classilicai;5es dos artigo anteriores, rc-
ao cliefe da estaeo naval. gulando-se pelas seguinles recommendaces :
DiloA Ihesouraria de fazenda, transmillindo- I 1. Cada amostra sera'pelo menos de mein arroba
Ihe copia do aviso da g ierra de 22 de Janeiro ultimo i e de dous ou tres lugares distantes, com estas decla-
maudandi proceder a descont pele quinta parle, no raees primeira das plaas que vegetaran! ou vege-
soldo do lenle reformado, Joaquim Jos dos San- tam com ahondnucia. e independenle de cultura, uas
los Araujo, para indemnisacao da quanlia de 1S-? diversas qualidailes de Ierras cima referidas, remel"
Dilo-Ao tenla coronelI Jos lajtv^m Rodr-- aue-ll1(1 os uevia con|ralar sem previo consenso da
gues I.opes, inleiraado-o de haver aulorisadoo di-
rector do arsenal de guerra a salisfazer o pecido a
qoe se refere o oflicio de Smr. de hnntem, tob o.
16.Fez-se o expediente de que se trata.
DitoAojuiz municipal da primeira vara, para
qoe, com urgencia, mande recebar do commandan-
le da es(ac3o naval, os criminosos Joaquim Doarlc
Conversan, Jacinlho de Araojo Lima. Domingos Jo-
s Pinheiro, Jos Vicente Ferreira, e Joaquim,
crinlo, escravo de Raymundo Jos, da qoe trata o
ofllcio dote poverno, afim de serem opporlonamen-
le enviados pira a capital das Alagoas. Offi-
eiou-M nesto sentido ao commandania, da oein^ao
naval. ,
Dilo Ao mesmo, para informar rom urgencia,
acerca do desuno que tiveram os criminoso' Jos
Alexandre Murici a Jos Pilar da Silva Cardoso. os
qnaaa t-iaram da Alagoas para aqu no anuo de
1853 oo 1854.
DitoAo ex-consol de S. M. Fidelissima.Ac-
ruso recebida a coromunicacan, que se servio fazer-
me o Sr. Joaquim Baptisla Morena, de haver o seu
digno successor entrado no exercicio de consol da
nar,So portugneza nesta provincia.
Senlindo ver assim terminadas relaces que sem-
pre foram por mico apreciadas, agradeco ao >r. Mo-
reir as expressea de bondade e corlezia que me
dirigi no momento de terminaren) as funcc.es con-
sulares que tao dignamente exerceu.
Racordaodo as agradaveis relacnes e perfeilo ac-
cordo, que mantivemos, e pedindo-me, que em seu
nome agradeca s autoridades de S. M. o Impera-
dor do Brasil as intcuefies de estima e deferencia,
com que sempre o Irataram, o Sr. Joaquim Baptisla
Moreira offerece-me occasiao para assegorar-lhe,
que a boa iutelligencia, que sempre reinou em suas
relaedea com as autoridades braaileiraa, he um les-
lemoulio em favor do carcter e procedimento de
tao eslmavet cavalleiro.
Renov ao Sr. Joaquim Baplista Moreira os pro-
testos de minha estima e considerarlo.
DitoAo promotor publico do Rio Formoso.
No oflicio, incluso por copia, qoe me foi dirigido
am 27 de Janeiro ultimo, pelo delegado de Seri-
nhaem, a cmara daquelle municipio he argida de
factos criminosos, que, a serem verdadeiros, devem
despertar loria a altencao e vigor da parle dos func-
ionarios pblicos, a quem incumbe velar na boa
exccucil das leis.
Recommendo portanlo a Vmc, que, depois de
orna rigorosa syndicaucia, proceda na forma da lei
contra quem de direilo for, iuformando-me circums-
tanciadamente de ludo quanto a semelhante respeilo
occorrer.
Constando da communicaro do referido delega-
do, fue aquella cmara nao se lem reunido desde
5 de novet.ibr) do |anno passado, nem anda dera
posse aos vereadores ltimamente eleitos, rumpre-
me recommendar-lhc, que leulia moilo em consi-
derarao esse facto, quanln hnuver de intentar o
procedimento criminal contra aquclles que o inere-
cerem.
DiloA' thesooraria provincial, para adiantar ao
thesoureiro pagador da repartidlo das obras publi-
cas, por meio de cheques de 1:0009 cada um, sobre
a caixa filial do llano do Brasil nesla provincia, a
quanlia de I ti: 10,1-, para r iiilinii-ic.io das obras por
administrarlo a cargo daquella repartirlo no cor-
rente mez.Commnnicou-se ao director das obra*
publicas.
CircularA lodos os vigarios da provincia, para
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
8 DE FEVEREIRO DE 1857.
V. Ex., alienta a difleienr.a entre gralilic.ic.ao por
elles pedida e a de :lt)5 rs. com que concordaramlos
tres mdicos que foram daqoi ajustados para igual
commissao oeajea provincia.
Nesse sentido ia dirigir me a V. El., qii.indo hoje
se me apresentaram o Dr. Firroino Jos Doiia, viu-
do da Baha, c o Dr. Aruaiid, medico fraurez, qne
acaba de rhegar le Liverpool e jo. exerceu a arte de
pharmacia no Kic de Janeiro.
Elles segiiem hoje para essa provincia no vapo",
S. Salvador alira de prestarein oaseus serviros m-
dicos o'o as mosmas contlires rom que conlralei os
ins raeullotivos ahi iiiiiu|iilailai>ailoa, a|yt,n.JiraC
poim a nova clausula de Ibes 'erein fornecinos pelo
goveruo, a expensas dos rofrea pblicos, os atole*
necessarios para as load viagens fra da capitai.'
Mandei dar-lhcs passagem por conta do governo e
abonar a cicla am rtelles, peln llie-muriria de fazen-
da, a quanlia de 1005 rs., conforme o ojuste.
Dilo Ao Exm. presidente das Alagoas, acen-
sando recebido u mappa da for,;a do 8. batalhao de
infantaria, viudo para essa provincia. ftemelteu-
se o mappa ao commandanle das irmas.
Dilo Ao Exm. brigadeiro eommaiulanle supe-
rior da guarda nacional do Recife, recommendando
a expedirlo de suas ordeus para que o guaida do 1.
batalhao de arlilharia Domingos Siiinn Alves da
Silva eja dispensado do servido activo da mesma
goarda nacional, emquanlo esliver exercendo o lu-
gar de porteiro do consulado provincial, visto as-
sim convir ao servido daquella eslarao.
Dilo Ao Exm general commrndanle das ar-
mas, enviando-lhe copia do aviso da goerra de 1:1
de Janeiro passado, do qual consta ter-sc concedido
troca de corpos entre si aos al/eres Joao Paulo M ir-
lins Naninguer e Cosario Fortunato dos Smtos,
passando este para o 2. batalhao de infantaria, e
aquelle para o I. da mesma arma.
DiloAo mesmo, remoliendo copia doa\ioda
guerra de I i de Janeiro ultimo, no qunl se declara
1er sido approvada deliberadlo que loraou este go-
verno de mandar comiderar em diligencia na pro-
vincia do Aroaxooaoso cabo de esqadra do 1. ba-
talhao de infantaria, Joao Baptisla de Moora, que
para all acompanhoo o lente coronel Pedro Ni-
colao Figuerstein.
Dito Ao memo, inleirantlo-o, rom a leilura do
aviso de 13 de Janeiro ullimo, de que se remelle
copia, de haver sido inileferido o reqneriraenlo em
que O capillo Manuel da Cimba Waoderlev Lilis
pedia permissao para esludar o curso de sua respec-
tiva arma.
Dito Ao mesmo, enviando por copia o aviso da
goerra de 12 de Janeiro ollimn, do aual consta ter-
se concedido passagem para o 2. batalhao de infan-
taria ao cadete do 12. da mesma arma, Francisco
l.uiz de Magalhes Fonloura.
Dito Ao mesmo. transmillindo copia do aviso
di guerra de 15 de Janeiro lindo, no qual se decla-
ra que, verifleandv-se ja nao perlencer ao exercito
quando foi promovido a alferes, o sargento do 7.
halalhao de infantaria Alexandre de Hollandl Pin-
to, fiira insiderada sem elleilo a referida prorno-
mmunicou-se i Ihesouraria, para seu co-
i.
> mesmo, envianda-lhe copia do aviso
e :l de Janeiro ultimo do qual consta
Cao.
nhecim
Dito
da guer
lr-se concedido 2 mezes de liceoca ao alferes do vinle libras palo menos.
proveniente da passagem ile urna sua cunhada do
Cear para aqu.
DiloA mesma, para abonar ao Dr. l'rtminn Ju-
se Doria, pela verbasoccorros publicunaos a
quanlia de 30) rs. importancia de sua passagem,
desla provincia para a do Rio Grande do Norte,
mas tambera a de imr- por conta dos vnneimentos,
que vai perceber n'aquella provincia, onde vai pres-
tar os teus servicos mdicos.
goal para abonar a quanlia de 'iu- rs. do Dr,
Francisco Leao Amad, que lambem vai em com-
missaopara a masma provincia.
DitaA mesma, inteirando-a com a copia do ovi-
os da guerra de 22 de dezembro nltimo, de lersido
approvando o arto deste governo de mandar augmen-
tar 200.; rs. diarios no valur de cada rarao de ferra-
gem, para sustento da cavalhada da companhla lita
de cavallaria desta provincia.
Dito A mesma, comniunicando-lhe, segundo
consta de aviso da guerra de 15 do Janeiro ullimo,
lor o major do quarto batalhao de arlilharia a p,
Carlos Filippe de Souza Muniz a Abreu, consignado
de seu sold na corte, a quanlia menal de 159 rs.,
a contar po primeiro do frrente em di, uto. Igual
scicncia foi dada ao eornrrundo da armas.
DiloA mesma, recommendando a expedido de
ordens p.ira que sejam despachados na alfandega,
isantos de direitos ; ns pertences da barca de eica-
vacjlo, constantes de urna chapa, de ferro, duas
barras, lu crivos, a de urna bocea de fornalha.
Commonicou-se ao arsenal de marinha.
DitoA mesma, para que espera ordens afim de
ser arrecadada na recebedoria de rendas, a' vista da
ola junta, a imporlaucia do sello e emolumento'
que esta* a dever o capililo Manoel Claudino de O-
liveira Croz, por ler sido nomeado major do 3.a
batalhao de infantaria da goarda nacional
DitoAo director do arsenal de guerra, envian-
do-lhe copia do aviso circular da guerra de 1'> de
Janeiro ullimo, determinando o molo porque d'ora
em dianle devem ser abertos os caixoles ou volumes
vindos do arsenal de suena da corle com destino
aquelle.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, para
que faca admitlir na compaiiltia de aprendizes n'a-
quelle arsenal, 00 caso de nao haver nisso inconve-
niente, o menor desvalido Joao Flix de Mendnnra.
DiloA Mr. itruneiReconlierendn o govenio
nsppriai a vaniagens, que podcoa raooKor para o a-
l'erfeiroamenlo e progresso da agricultura, do co-
nhecimento exacto da composirSo das nos-as Ierras
em relacao as culturas principaes do oaiz, recom-
n>eudoQ-me, que li/.esie c-colhcr por iiessons tmbi-
litadas, e acondicionar, para serem envia-los a se-
cretaria de eslado dos negocios do imperin, diversos
amostras das Ierras dsta provincia.
Confiando nos conhecimanlos profissionaes de
Vmc, resolv incumb-lo desla rnmn s-,n\ em cojo
desempenbo devera guiarse pelas instrnecoes se-
guinles :
1.As amostras devem ser de Ierras reputadas
feriis, e comprehendcrao:primeira as de malaa vir-
gem ; segunda as de capao ; lerceira as de derriba-
das ; qaarla as de capoeiras ; quinta as de rorados ;
sexta as de campos; stima as de queimadas.
2.No caso de serem as amostras de derribadas,
dever Vmc. explicar em qOe lempo foram feilas
esa depois dellas cboveu, e em que qoanlidade.
O mesmo fara* quando forem de (erras de rorados
raso em que, bem como no de Ierras de capoeiras,
derlarara, sempre qoe for possivel, quaes as planta-
res anteriores a a ordem em que tiverem lido lo-
gar.Igoaes explicaces dar' quando as Ierras fo-
rem de queimadas.
1.Devera' Vmc. enviar tambem amostra.. Ier-
ras proprias para os principaes gneros da cultura
desla provincia, declarando qual o genero da cultu-
ra ; se aode primeira plaalo, e no caso con-
trario quaes ella foram, e a ordem cm que Itveraro
lugar.
t.Alen das amostras das Ierras declaradas no'
rtigoa antecedentes, Vmc. dever remoller lambem
asilas Ierras julgadas eslereis.quer por sua Miaren,
quer por cansadas, fazendo separar um dasoulras,
e acompa nhan lo as ultimas das seguinles explicac/ios:
I. do genero ou gneros de plantaces que as essola.
ram, incluindo na designadlo as "que forom feilas
juntamente com as da cultura principal ; 2. do nu-
mero de vezes que foram planlada. ou ao menos da
duraeSo das plantacOei ; :l. da ordem em que Hie-
ran lugar as plantaces de diversos gneros.
5Na hypolhese do artigo antecedente as amostras
de Ierras (torio colindas em terreno : 1. que nao esti-
ver estril: 2. que apresentnr definhamenlo em parle
da cultura.
A estas amostras acompanliarao.cm ambas as hy-
polheses desle artigo, nao urna poroso de Ierra iir
teiramcnle estril, e da que se fir tornan lo tal, mas
lambem de oulra em que prospere a plantara., fa-
zeiido-so expressa meurao dessa simullaneidade, e
devendo Vmc. na segunda hvpolhese, enviar igual-
mente amostras de fnlhas, bastes e fructo da plaa
virosa, assim como da que delinha, na quantid.de de
EXTERIOR.
tendo Vmc. orna porrao das bastes, das folhas a das
llores, se Jtir possivel, assim como de fragmentos ale
tinoco de cada urna, na quantidade de 20 libras pe-
lo menos; segunda da colloca;,lo das trras, se no
ciraos das alturas, as fraldas ou as baixadas, se a
heira da agua correle, ou na estagnada, se era lu-
gares paludosos ou alravessados por torrentes : ler-
ceira de sua exposirao ao sol o aos venios ; quarta
se o lugar he quelite, [rio, chuvoso no secco.
2. As amostras serao bem acondicionadas c fecha-
das em canaslras ou caixrs, e enviadas no mais cur-
io prazo possivel depois de assim preparadas.
3. Devem ser liradas em lempo secco e passadas
por urna peneira grossa.
1. As canaslras ou caixiies que as Iransporlarem,
devem vir bem resguardadas, principalmcnla.se fo-
rem remedidas por mar.
.">. Alem dos rtulos, cada cauaslra ou caixao de-
vera' ler um numero que nao sa posa destruir com
iacilidade. Elle numero corresponder' ao de urna
relao3o em que se devera' declarar o lugar da pre-
edeocia, e todas as circunistancias cima exigidas.
Fica Vmc. aulorisado a fazer por conla do gover-
no as despezas que forem indispensaveis para a ac-
quisicao, acondicionamenlo e remeso desles objec-
los, podendo requisilar-me qualquer adiantameolo,
e oulros auxilios que Ihe parecerem necessarios.
Tendo Vmc. de gastar algum lempo no desempe-
nbo deala commissao. conveui indicar-me um prazo
razoavelde licenra, durante a qual linha de eslar
fra do exarcicio de seu emprego; percehendo po-
rem lodos os seus vencimenlos. Esse prazo polle-
ra' ser prorogado a juizo desle governo por motivo
justo.
Espero, que Vmc. altendendo ao fim para que me
exigem laes amostras e iuformacftes, se compene-
trar da importancia do servico, que vai prestar,
esforcaudo-se qi'anto poder em execalar fiel e cui-
da losamenle as recommendaccs, que Iba tenho
feilo, para que o governo imperial po ua vistas. V
DiloAo Dr. Firmiuo Jos Doria.Caovtn, que
Vino, siga hoje no vapor S. Salvador para a
provincia do Rio (irande do Norte, ali.n de prestar
all os servidos de toa profiaso no Iralameulo do
cholera inorbus, soh as seguinles couJices, era que
ja concjiniainns verbalmenle :
1.- N me lora direilo
por conla do governo.
2.a Desle odia em que partir desla provincia.
al o di i em que o Exm. presidente do Rio Grande
do Norte der por linda a sus commissao, Vmc. pre-
ceber urna gtalificacao de 309 diarios, qner seja
empregado dentro, qurr fura ds capital.
3,' No caso de ir ero coininissao para fora da ca-
pital, o Exm. presidente Ihe fornecer.i, expensas
dos cofres pblicos, os maios necessarios para a sua
viogem.
." Por conla dos vencimenlos, que Vmc. (em de
perceber durante a sua commissao, Ihe ser desde ja
abonada pela Ihesouraria de fazenda desta provincia
a quanlia de 100S.
5.J Vmc. (cara obrigado a enmprir, nos limites
de suas facoldades, todas as ordens qoe Ihe forem
dadas pelo Exm. presidente daquella provincia, re-
lativamente ao desempenbo da cninmis-.'io medica de
queelle oencarregar.Irual ao Dr.Amaud.__Ofli-
ciou-se i agencia dos vapores para mandar trans-
portar a ele doulor aquella.irovincia.
DiloAo commandanle do policia, para mandar
apresenlar ao cltefe de polica as pravas,que elle re-
quisMar, para escollar o criminoso Manoel Rodri-
gues, ale a Parahiba.Communieou-se ao referido
Chole.
PortaraConcedendo 50 dias de licenra, com
ordenado, aojuiz de direilo do l.imoeiro, bacharel
Anlonio Manoel de Arag.lo e Mello.Fez-se o ne-
cessario expediente.
>. regiment do cavallaria ligeira Horacio de Gus-
mSii Coolha, para vir a esta provincia.
DitoAo Dr. chtfe de policia, dando-llie scien-
um gabinete de historia natural : encerra nina col-
lecc.lo innumeravel il diversas especies de borbot-
las, de passaiinhos e de oulros aiiim.n-, lamo desta
como de otilras provincias do imperio.
Segundo o plano hieranhico dos esludos, o in-
(eruos e algtius externos a nieios pensionistas so fre-
quenlam cinco discipliuaa. As cadeiras de msica e
tle allemao, novamenle creadas, ja se acham em
exercicio.
Temos para nos que ja be lempo de se dar compro
aos Irabalhos gunnaslicos, a cssos rxercicios que lein
por objeclo desenvolver pela forra e pela agilidaile
o corpo do bomein.
Quem dissesse de urna maneira absoluta : a edu-
rarao physica, assim como a edocacSo moral he urna
neceoaidodo social, he um dever imposto a quem go-
veroa dar-lha o maior desenvolvimenlo, dina ama
No di :l do crreme come^aram os Irabalhos lec-
tivos no (iymnasio provincial.
A instituir i anda nao est consagrada peln lem-
po, mas a curia experiencia de um anno, a singular
dedicacJo do regedor a dos oulro membros da con-
gregacan, a quem foi confiada a sublime larefa do | verdade, dira orna |cousa jusla e cuja lililidade'lo-
entino serondarin nesla ridadr, ajo mu penhor de | tos reconhecem.
'"\"l^rVnZ"2VLH" p'r'r''*- Eotrelamo. dizendo-se aos Brasileiros e ao rover-
Jto2?JE Z"1" dH uma"|no'en,r,'-''dopaiz, qoe he oriente e neressario es.abolecer
tllanos oblidns d-struirain os nrecoufeiloi OQC Pal-. ..., ..- ,,
ravam sobre o herr ,1a ii.si,iil-, ""re mu a e lucacao phvsica o ilar-lhe o m.iior des-,
!! TL,^ ,a.r,..i' j -, i l'"vm'n-
t^mZTfrTrTn l^ enlem; mas le a nalureza moral do humera
TZhSXS^SS^Z '^P'1'"1'"1^- q loen.r, nos nao se comprel ende e nen.se .en qoe- ai.
lo das letlras edas scienci.,s; porera a exicuidade do
(i.Vmc. reraellera,oolro sim. amostras daster-
ras em que as plantarles sejam accommelldas de mo-
leslias, com urna porcao de 20 libras pelo menos,
A INGLATERRA COMPARADA A' FRANCA.
KatrelaeSo da sua organisorlo ronsiiturional, le-
gal, juriaira, religiosa, rowmerctal, industriad
/iscal,scienti/ira, material, ele.
su
Da cmara dos lords como tribunal de justica.
Continuarse.)
A cmara dos lords erige-so em tribunal de jusli-
ta para julgar aquclles dos seus membros, que um
grande jury, formado nesta cmara, pdl em estado
de prevenro, assim como os criminosos de estado
que a cmara dos comniuns Ihe enva para julgar.
A cmara dos lords he um tribunal supremo, ao
qual se dirige quem dearja a annullacao dos decre-
tos do tribunal da chancellara, e das senlencas do
trilmiial de tribunal civil judiciario, ao qoal chamarei o tribu-
nal dos lords.
Ha igualmente perantoa masma jurisdiccSo que se
appella das iOBiODCOJ dos Iribunaes superiores d'lr-
landa e da Escossia.
Prncede-se pranle o (ribanal dos lords, por via
de rilt of eaar.
Nao he determinado o numero dos membros da
o mar.i dos lords que compem o tribunal ; sao cha.
mados ao tribunal todos os chefes da magistratura.
Esta medida fcilmente se explica, porque se os pa-
res quasi lodos sao homens instruidos, sabioi legis-
ladores, nem sempre s.lu legislas.
O tribunal dos lords lie a jurisdiccao competente
cm materia de divorcio completo, islo be, qu.mdo os
esposos querem que se Ihcs d a liberdade de torna-
rem a casar.
Em Inglaterra ha duas especies de divorcio uro
que se chama divorcio a vinculo raalrimonii ; o ou-
lro divorcio a' nitnsa et thoro.
I) divorcio a mensa el thoro parece, pelos sen ef-
feitos, semelhante ao que existe em Franca com o
titulo de separarn de corpo. Quem he o escrupu-
loso na observancia da mxima : (luod Deus ron-
junxit, horneo on separet, so reclama esto divor-
i co ; e dirige-se ao tribunal ecclesiastico. Os casos
do crueldade. de injurias gr?vcs. adulterio, ele. etc.,
I ''o lugar 00 divorcio.
O adultera era amigamente um crirae punido de
moile; mas agora esla redo/.do a OOOcaMpora-
as pasiagens de ida e volia ,,,, ,ivil -
I mente civil, a pena roatriage-M a indeir.nineoot
pecuniarias ; e os (res (nhunaes superiorcs.que funr-
eionom em Waalninatcr, ato oaootnpotonles para es-
tas acees. (jualilica-se o adulterio de criminal con-
s-., ntiun.*1 -~
O pretexto da acodo, quando intentada pelo ma-
rido, nao he por a soa honra ser ultrajada ; mas sim
pelo damnn que Ihe cuna ser privado do aieclo,
tos cuidados o dos survioos desuamulher. Me um
singular retogto para a honra ultrajada.
Os tribunaessdo milito severos ua adjodicac.lo do,
das penas pelos prejuizos causados. A fortuna do
co-npliceda niulher^servede base ao casligo. ;i)
Quando a cmara dos lords juica urna causa de
divorcio, ouve as tetlemunhase as parles, e procede
exactamente cuno procedera em Franca um tribu-
nal de primeira instancia. Se pronuncia o divorcio,
he a sua derisso qtialificada de acl of parliamenl
(acto de parlamento.)
CAPITULO IV
Da religiffo do estado, das altnbuioes judiciaes do
clero protestante e das mais antros prerogalivas.
Dividirei este capitulo em tres secres para (or-
nar mais palpavel o predominio da religiao protes-
tante em Inglaterra.
Na primeira seccao apnnlarei a grande variedade
tle seitas religiosas, que eiistem na (iraa-Brelanha.
Na segunda explicarei a nalureza das atlribuices
judiciaes do clero protestante.
A lerceira scerjo indicar as mais importantes das
suas oulras prerogalivas.
fieceao 1 .
Da religiao do eslado.
Nao existe paiz algnm no mundo aonde o espirito
de seila seja lao multplice comovra Inglaterra. Po-
de-e fazer urna idea disto, considerando a infinida-
de de igrejas e rapellas, aonde se relebram nao s a
religiao do eslado, mas todas as especies de culto.
A religiao calbolica lem em Londres e nos seus
arrabal les Tinte igrejas ou capeilas.
Os judens coulam oilo s\ nagogas.
Os quakers quatro templos.
E as inmimeraveis seilas de dissidenles do culto
prolslante lem construido mais de inventas e cin-
coenla capeilas, as quaes os calvinistas, os melho-
dislas, os puyseslas, os preslixlerianos, os maravios,
os unitarius ele., etc., relebram cada um a seu modo,
osrilos, por elles inaisou menos reformados, daqoil.
lo que se chama religiao reformada.
A rel-io protestante estabelecida por llenrique
VIH e maolida por todos os aoberauos, seus socces-
sores, conla as suas 330 igrejas oo capeilas chamadas
episeopaes. Este culto be actualmente o objeclo de
muil.is preoecuparoes governamentaes, c ninguem
OflicioA' Ihesouraria de fazenda, enviando cin-
co ordens do Ihesooro nacional, soh ns. 0 a 1:1, a
bem assim tres ofticios, sendo -*oos do direclor ge-
ral das rendas publicas, o primeiro rommunicando
a soa nomearao, e o segundo acomnanhando urna
ola a respeilo dasduvidas encontradas nos balan-
ros daquella thesooraria, e um da direcloria geral
da despeza publica, ao qual vai annexa copia da cir-
cular n. 1 sobre o poni dos empregados.
ia la vio os lempni em que, cumo os homens nao
se roL'hectam, lambem nao erain condecidos, e o
que se referia ao doaeoTOlvimenlo moral e plusico
nao era apreciado, e antes despiezado ; ou quandu
milito, era esle o privilegio de alguns bemavenlura-
tlos da Ierra, e por isso mesmo era esta parle da
educarlo imperfeia e estril.
A boinaiiidadetleu um grande passo no desenvol-
vimenlo das ideas ; os homens liveram ronsoieucia
da sua importancia, da sua individual! i.-ide, e por
exle recnnltecinieiilo de si proprios obrigaram a que
os ronhecessem e os considerassem juslamente.
Com a manifeslaco das ideas, com a ascenrao do
desenvolvimenlo social, operou-se una revolojao na
humanidatla.
O e-piri(o conquisou urna importancia que eni.io
se Ihe recusava, proraoveu urna immensa reaojo,
e monopolisou para si so ludo o desenvolvimen-
lo, todo o progresso. todo o cuidado na ordem so-
cial.
Assim, s se tinha em villa dar expans.m a edu-
riicfto espiritualista, alimentar o principio moral do
desprezandu-se o
edificio nao abrange mais de 12 internos, e este nu-
mero esla' completo. Comerar.tin os Irabalhos lec-
tivos ha quatro dias, e o (iymnasio ja couta grande
numero da meins pensionistas e de externos.
A siluacfm lisongeira do e.laheleciinento, e a falla
*le acorninodac/ms ta ras rm que se acha proviso-
riamente motilado, sao motivos stiflicientes para que
se dA a roaior artividada possivel oo edificio, que se
est construindo na ra ta Aurora.
Craras aos e.torcos do digno professor Itrunei, ja
existe utu uacleo,coutderuvel para a orgauiiacjio de
rulo pralicar.
A' vista i
Mas os limite
niilletn lira longo
lio ineonleslavel que a educacao.do hnmem, soh
'a retablo moral, desanvolveq-Be tle oma maneira
proiiglosa. Mas ser somenle p_ara o lado moral que
levemos atleudcr '.'
A nalureza humana n.lo he diiplire ? (I espirito e
i nao vtvem n'iima mutua dependencia .'
da necessidades do esputlo que o hornean
lissn, nao seria oalnnltavel que ilesen-
volvessemos douliioalmeole a nalureza da educa-
ran plryiea, as suas vanlasena e a sua oaoossidada,
assim como os meioa ntoia apatfeicoadoa que boje amaten
sao empregados para pralica-la e doaenvolve-lo. i Ao lati
a um artigo tlasle genero nao per- i he obrigado a Salisfazer, tamben! nao ero obligado
desenvolumenlu, por isso expore-la salisfazer as necessidades do corpo'.' N.lo ser.t he-
mos tle urna maneira geral as rltoea de necesssi lade 1 oessario, para o equilibrio das duas substancia., que
que nos uhn^am a dar nossa rnocidade, ao lado : as suas diversas pnvacoes sejam ao mesmo
da educaoao moral, a educaran physica. | salisfeilas'.'
lempo
I As acroes por criminal ronrersation Jo mui
frequenles nesle paiz, e algumas vezes s3o o resulla-
do tle Irares armadas a poUlo e imprudencia dos
mancebos.
o corpo ao mesmo lempo qoe se cultiva o espirito, e
pedem-se gvmoealica n lions elfeilns que os brin-
cos da infancia o poderiain prnduzir de urna ma-
neira incompleta. Na energa pny-ira e moral dos
cidadaos he que o Estado deve encontrar a sua fon-a
principal, a sua mais solida Iriuehcira.
Boma, diz Bally, be um exemplo sensivel da
ignora que he a religiao dominante [j em Ingla-
terra.
O soberano, como j disse, proclama-sc o he reco-
nbecidocomo chele supremo desla groja pelos pro-
lestontes puro, mas n.lo pelos dissideDles, e minio
menos pela igreja da Escossia.
ti arr chispo de Canloherry, a qoe se da o titulo
de arcebispo metropolitano, he o primaz de toda a
Inglaterra, assim como a rainba he o papa.
Segundo a hvrarchia clerical, aos arcebispos se-
guem-se os bpoo ; os deties n leeni o terceiro lu-
gar, ns conegos o qaarlo ; ns prebndanos o quinto ;
os archidiconos o sexto ; os reilores coras! (:l; o s-
timo ; os ministros o oilavo ; a os pastores o nono.
(I clero protestante he muilo numeroso.
Anda ha penco, um membrodo parlamento mos-
Irou que a igreja privilegiada centava dous arcebis-
pos, violo o quatro bispos (1) e qoinza rail minislros
de grnj inferiores, a que o juramento da cora li-
nha prumettido proteger e manter lodos esles eccle-
siaslicos.
N.lo he minha intenc.lo tratar da grande quesl.lo
suscitada pela bulla de nomcaco de um arcebispo e
de muitos bispos calholicos para dioeoaM que, segan-
do o minisierio, n.lo podiamser designados pelos no-
mes das oidades, sem oflensa das lea to paiz ; em-
quanlo que, segundo a eplnigo tic oulros, podiam
fazer-so estas desigiiaces sem violarao das leis.
A infraccan allegada foi devolvida ao parlamento.
(Ixal que para o julgar elle se dispa de loda a pre-
vengan.
A religiao protestante linha sido na soa origen.
protegida por leis fillias de urna polilica muilas vezes
barbara.
O espirito de reforma instigou muilo os rigores da
amiga legislarao.
A emancipara!) dos calholicos, qoa foi feila em
1839, nao he o titulo menos glorioso de sir Uoberl
Pell as homeoagens da posteridade.
E a lei promulgada em 181(i, completando esla
grande obra, fez desapparecer para sempre as pro-
hiUeoeo c as incapacidades, que a cegueira do fa-
natismo protestante, linha multiplicado contra os ca-
lholicos e conlr.i os jadeos.
Esles, como os calholicos tortin declarados gflaes
em direitos a todos os ontrns cidad.los inglezes, e ap-
ios para o desempenbo de todas as funcees publi-
cas. (5)
Todava ainda ha nos carcomidos archivos da into-
lerancia angelicana disposicesestatuarias, que leem
o cunho dos seculn. da persegaioao.
Por exemplo", as leis amigas, que prohiban) e pu-
nan a apnstasia, nao foram dergalas nem implci-
ta nem explcitamente.
O mesmo mocado com as leis que foram fulmina-
das contra ns Jesutas, ordenando que fo.sem bauitlo
e condemnando-os a 50 libras esterlinas de mulla
porcada mez de residencia no reino ; leis barbaras,
que levavam o rigor al au.orisarem o transporte da-
quelles Jesnitai que se atrevessem, apezar de serem
vassallos inglezes, a por o p no lerreno, que os vira
nascer.
Sim, estas leis estriclamente fallando, nao estando
abolidas, podiam ler sido applicadas ao cardeal Wis-
man, se ha verdade ler elle commallido o crime de
premunir ; porm ha ra-io Melo que ellas tecm
cilijdu era de--ouuruue como ooatoolo lio uwueo
um joven poMiciiU, de quem transcrevo estas II-
nhas :
a As leis nada sSo : o espirito do tempo c dos ho-
mens he que he lado. Urna societladp oom leis crueis
pode ser humana, clemente e tolerante ; Ma dor-
mir as -uas leis, tleixa-as morrer.
Das atlnbiticesindiciaras do rlero protestante.
()s hispas protestantes exercem autnrdade disci-
plinar sobre lodos os membros inferiores do seo
clero.
Em cada tliocese (em um tribunal chamado ern-
sistory court (Irihonal do consistorio) que decide de
lodos os negocios ecclcsiasticos, o sobre (oda as con-
leslacoes desta nalureza, occorridas entre os mem-
bros do clero, em loda a exlemao o respectivo his-
pido.
A appellacao das decises do hispo be levada pe-
ranle o arcebispo.
Nos casos graves cilam os aecuodos para o tri-
bunal que o arcebispo de Cantobery (em em Lon-
dres.
Chama-se este tribunal o tribunal dos arcos, (i
Esla jurisdiccao ecclesiastica lambem lera allribui-
ooes civis. Decide em demandas sobre entrega de
legado, a sobre os casos de subtracoSo de objectos
legados, depois que o testamento foi confirmado pe-
lo tribunal das prerogalivas.
Tamliem sente.icia causas sobre niillidada de ca-
samento, e sobre os divorcios mensa el thoro. Es-
tes divorcios exigem-se nos casos em que fallei pag.
2 Mais do que dominante he vexatoria. Por ex-
emplo nao sera um vexame a ebrigacSe imposta aos
que nao perlenrem ao culto tle pagarem para o seu
interlenimenlo '.'
I; Os ecclesiasticos chamados roilorc sao chefes
das igrejas principaes ; he a razSo porque lambem
Hip r|,auum coras.
i Nao ha bispos em oidades milito importantes,
como por exemplo Liverpool Brinisgham, Manches-
ler, Leeds, ollinghara.Scliellields, Deibv, Newcas-
Ire. etc.
[5) Emqonnlo fonoon de memhro do parlamen-
to, ninguem a podeexercer sem primeiro pre'lar ju-
ramento de jamis procurar derrabar a igreja actual
lal como se acha estabelecida pelas leis do reino.
Ds calholicos, que no partimento lem assento em
grande numero, decerto nao ocharan, ueste juramen-
to nada, que repugnasse as suas coixrienoias.
Emquanlo aos quakers, que naneo dSo juramento
o parlamento fez para elles, em 18:1.1, urna excepcao.
Conlentam-se coma declararlo affirmativa* do
qu>ker, sem Ihe exigirem a queaaconipanhasse com
o juramenlo.
Emquanlo aos pdeos, parece que esle juramento
Ibes repugna, porque Bnslschild, nomeado diversas
vezes pela cida.le de Londres, nao lem podido lomar
assenlo na cmara por se negar a prestar o jura-
mento.
;(i Parece que este nome tribunal dos arcos ti-
ra a ua etymologia da eirciimslancia de ter o tribo-
nal funccionado am um edificio construido sobre
arcos.
811 a tambem por causa de impotencia do marido
ou de e-i.'iih 11 le ,|a mulher ; duas causas da divor-
cio, que outro'i a exisliam em Franca, nas qoe fo-
ram eliminadas do cdigo civil por caosa do escn-
dalo inherente a taes procesaos.
He verdade que os ecclesiaslicos protestantes nSo
sao exlranhosns particularidades conjgaos.
O tribunal das prerogalivas he urna oulra jorit-
diccao eoclesiaslica,lambem dependente do arcebispo
de Canloherry, o qual tribunal lem por altribuirjo
especial receber e registrar os testamentos 7. roufir-
ma-los o depois conceder lelters of adminislratiou '8>
aos executnres testamentarios.
Quando um individuo morre ab inleslalo, he lam-
bem ao tribunal das prerocalivas que o herdeiro tara
de se dirigir para entrar em posse da heranca.
Os her lenes de sangue, que contestan) a validado
de um lestamenlo, formara opposioo a' sua confir-
mar Vi e a' entrega das cartas de administrarlo ; da
mesma maneira, quando nao ha lestamenlo o pa-
rantes de del mo, que so julgam mait prximos, op-
poem-'e a que os seus competidores ohtenham car-
las de coiiliriu.ic.lo.
O tribunal das prerogalivas he por tanto rhama-
do muilas vezes a pronuncias sobra cansas oe diret"
lo civil muilo delicadas.
O coort of Ihe facullies ( o tribunal das facolda-
des ) de que lambem ha presidente o arcebispo da
Calimbenx, he urna especie densliluioao mixta, ec-
clesiaslica a universitaria.
He ecclesisatica para conferir ordens aos membros
do clero, para conceder dispensas relativas aos casa-
mentes prohibidos, e para aulorisar o eslabeleci-
raenlo de assocaccs religiosas protestantes.
lie universataria, quando confere diplomas de
doctores em direilo civil e ero direilo cannico, e os
diplomas dos notarios pblicos.
Os tres iril,i.naos sSo compostos por jaizes e nfli-
ciaes (anlo ecclesiasticos como seculares. Todos de-
vem ser doolores era direito canonice.
Fanccionam em diversos (ribunaes no local dea
doctores comrauns.
A appellacao das senlencas desles (ribonaes he le-
vada, como ja" disse a pag. 78, permite a commissao
judicial do conselbo privado.
Disse que os prooessos no tribunal da chancella-
ra nuil ruinosos ; posso dizer o mesmo dos que
correm nos Iribonaes ecclesiaslicos.
I
Das outras prerogalivas do clero protstame.
O poder do otero protestante, era Inglaterra, con-
serva-se bal qual foi creado pela poltica inleresaada
de llenrique VIII *.l O clero nao s he um poder
espiritual, mas tambem um poder temporal.
O arcebispo de Caulobery, como explique) na see-
co precedente, investido do funceoa judieiarias,
que a rainba,apezar de todo o seu poder,nao poda-
ra exercer.
Aos Hopea rmpete a vigilancia da moralidade pu-
blica ; reformara os onslumes, e os censuran).
A Inii"., m s ordens aquelles, qua dallas jolcaro
dignos, e suspenden), de-uluem o al excominun-
cam aquelies que assim o inerecem.
Consagran) as igreja--, capellaa, ele.
O qae sobretodo torna omnipotente o rlero pro-
tstame lie a sua immei, a riqnezi. indepondcnle-
meiile .lo ca.I. yt.. i,.. do, d.,.,,0, que percebe
uas igrejas por os artos de baptismo, ronlirin,i..a,i,
casamentos, enterrns, ,10 e das 'momas, que pagan)
aquelles que querem fazer consagrar capeilas parti-
culares, earueiros funerario, etc. ale, o clero lem
rendas, que san designadas pelo nome da beneficios,
islo he, rendas pertancentes aos bispados, caratos,
capeilas, que proven) de propriedades do raz e de
bans movis alguns de (inmenso valor.
A collacao desles beneficios a maior parlo dellas
perlenrem a rainha ; ootros perlenrem aos arcebis-
pos.oulros aos representantes dos donatarios II qoe
cm grande numero lem deixado legados as igrejas
protestante, reservando-se nlgumas vezes o direilo
para si e para os seas descendentes, da eollaro
dos beneficios que vagaram. (12'
O alto cleio dispe, alm dislo, das rendas dos es-
labelecimenlosde candado, feilos em favor de Cam-
bridge e d'Oxford, e de oulros eslabelecimenloa dea-
a especie. (1.1
Anda nao he ludo. O dizimo, esta parle lirada
aos (rucios do soor do lavrador lambem he recebido
pelo clero protestante, e he exigido senao com maior
COMMANDO DAS ARMAS.
Quariel do commando das armas de Pernam-
btzco na cldade do Recife, em 7 de feverel-
ro de 1857.
ORDEM DO DIA S. ll i.
O general commaudanle das armas determina que
o Sr. 2. cirurgiu lenle do corpo de saude, Dr.
Hozando Aprigio Pereira Guimaraes, faca o ser-
vico do hospital reeiraenlal conjuiiclamenlc com o
do corpo a que est addtdo.
O mesmo general declara, para os fins convenien-
tes, que nesla data cunlralno nuvo cngajamenlo
por mais seis anuos, nos termos do rcgulamenlo de
II de dezembro de 18.2, procedendo inspecro de
saude, o soldado da 1. compendia do i. baUlhlo
de arlilharia a pe, Antonio Frederico, com a clau-
sula de ir servir do corpo da guarnieo fixa da pro-
vincia da Babia. Por sobre os vencimenlos que por
A le imposta por Deo aos filbos de Adao de ali-
menlar-iu e deenvolver-se oom o proprio (rabalho:
o dever da conservarn e desenvolvimenlo da exis-
tencia imposto por Dos ao bomem ; o dictames ,1a
verdadera pliilosopliia a as exigencias da aoeedade
sao Otilias lanas razes de Conrenieneia e necessi-
dade qoe fundamentan) aedoeecSo phxsica.
A aoeiedade moderna, conhecedora do vcrdaileiro
principio do ente humano, apreciando as necessida-
des creadas pelo progresso do lempo, coraeca a cui-
dar nao s d.i cultura ilo e-pililo e ilo desenvolvi-
manto moral, aenao latnbcni da educaco physica,
um dos grandes elementos de tivillsaco, de pro-
gresso, de riqueza e de Corea dos Estados.
A industria, a lonja social, a rique7a publico, o
desenvolvimenlo da inlelligencia, e a moral da so-
ciedade, exigen) o aperfeiooaraiilo na educaoao
physica do hornera.
Na Earopa, isto tem sido o objeclo de especial
cuidado dos gnvernos. O ilcseiixulvimento da edu-
cacSo moral, operfeicoaineoto dna dotes do espirilot
lem acompanh.ido rom paaso iguaes e apoiado o:M *f,Bd aoadroa da experiencia ,los lempos
progresso da educaoao plivsica dos dotes corpreos P*,,,0i M"e al|plam a auprriuri lade constante
Nos collegios tle educarn na Europa, com o pon- No pojoi endorecidoa pala' fajligo o volados a' so-
samenlo atibliine e digno de praxor para moiilade, I hricdade sobre as narcs. voluptuosas e efiomin.idas.
que a habilita a conquistar, no campo das leiencias, Icmanios imitar ests naces degeneradas, e nos
das lettrat, da polilica e da boas arles, louros e pal-1 n*0 ficmoa excluaivamenle na forca inlellertoal ;
mosdelriunipl.o. e dcsl'arle detenvolver-lhe a |n. ha ama relacao perla di energa physica a'energa conheri la, "que mal so Ihe conhece a existencia
lelligencia e caininhar com largo* paaios na spn.ia I inlelleetital.
cessaria ; mas para o soldado, para o marinheiro,
para o viajante be indispensovel.
" Tem para elles lioes especiaes,proprias a crear-
Ibes preciosos recursos em lodos os pongos, aogmen-
lando-lhea o vigor ; toroa-oa mis capaiaa de reis-
lir as inlloencias epidmicas ; oceupando-os, exer-
rJtando-lhes o espirito, imnede que se nlrecuem
iiilliienria que o habito dos arduos Irabalhos, das I oma apathia desaeradavel ou cnnlraiam hbitos
' tan contrarios a' saude Como a' digniilade ; comm
nica-lhoa mais decalo, mais sangue fro, mais nrdem
as delerminac.ea, mais energa e r.;signacao as
privaces.
Nao he nnvidade nos paizes mais adianlados : na
Franca, na Allemanho, o ensinn nos collegios. de
gymnaslica, t!e equitacan, de lUlacao, ele, he mui
apreciado, e o desenvolvimenlo das forras sociaes
deatoa paizes demonslrain el.i verdade.
(Is huiro.- que cingem as frontes dos valenles do
exercito francaz, vencedores de Sebastopol Sao urna
privaees podo exercer sobra a grandeza, sobre
poder .le um povo, a do ah ,lmenlo a que pode ser
redolido pelo esquecimento das suas primeiras vir-
tudes.
Os conquistadores do murado, amollecidos pelo
luxo ila Asia, foram suhiugados por ordo indicipli-
uadas.
Da mesma snrlo, a Persia, gloriosamente fun-
ilada por Ciro, o giierrcirp estoico, a Persia ener-
vada, ovillado, desmoronou-se debaixo do esforro
de um pequeo exerclo de Macedoii'os.
7) He em um local ennheoido pelo nomo da afor-
tors coinmiuf, porque fui edificado paran oso dos
doulores em Uiieilo comu.um, queesllo os arrhivoii
dos laslamenlos. Sao transcriptos fielmente em per-
gamuihos para sa ennservarem. Esles archivos doc-
tor/ communs sao um deposito poltico, aonde qual-
quer, por meio de uro srhelling, pode ir verificar a
existencia de um testamento ; registros bem feilo*
facilitan) as buscas; podem-se ler os testamentos,
mas ralo be permilliio tirar notas dalle. He ver-
dade qup a ninoVem se recusara copias de lealamen-
lo, com tanto que as paguen).
8 Chama-se cartas de administraran a aulorisa-
f lo dada aosexeculores testamentarios para tomarem
pn'se da herance do defunto. He um arlo equiva-
lente a ordem para tomar pos pelo presidente do Irihonal de primeira instancia.
9) Quando llenrique VIII se declamo indapen-
denle do papa, e fez com que o parlamento o reco-
nhecas-e por rhefe da igreja reformada, fal-o por
avaraza e n.1o |ior um sentimenlo ralholico, e pelo
confisco ae apn.i-ri.u de lodos os liana dos convenios.
'10. O clero protestante, a quem llenrique VIII
deixou de posse desles beneficios, que at rutan li-
nliam pertencitlo ao clero calholico, aprnveitou nao
n augmento do valor progreasivo de todaa as pro-
piedades, mas vio esles me-mns beneficio* augmen-
taren) suece-sivamenle pelas liberalidades dos protes-
tantes, pois os seu minisl- nao sao escrupulosos nos
meio ta os fazeram crescer.
II) Sao mais de cinco mil os beneficios proveni-
entes deslas liberalidades c.indosa.
12 Vi que o producto auoual deslas fondaoiVps. so
elovava emquanlo as perieucenless duasoniversitla.
des principaes, a 711,000 libras eslerlmas. Km uiin,
qualquer paiz que nao fossa a loglalena, julgaria is-
to impossival.
H'.i Os beneficio, ja disse no parlamento, ao dis-
trihoiilos na Irlanda com urna desigualdade eipan-
loaa. Ha individuos qoe lem seis, nutro* cinco, oa-
Iros quatro, oulros tres, oulros dous.
n Convem, continua elle, apresenlar muilas vp/es l,rov'' neontPi.-i\el de quanto
ale
lesenvol-
viinenlo tos dotes physicos, de quanto vale a edu
cacao physica.
O ipio para a l'ranca e oulros paizes no lio no-
vldade, mire ns he cous que agora se vai perce-
bendo.
A p.lucaoo phxsica entre Da he ainda (o ponro
do progresso, leinse moilo em vala proparar igual-
mente a ii.oeid.de, para que rom o tlesenvolviineiiio
das Torcas physiras, alcance um alto grao de deseo*
volvimenlo no corpo, poaaa superar os rigores do
Irabalho, e prestar a' aoeiedade us servicos a que be
destinada.
Nos collegios, senle-se a neceisidade de fortificar
. Km a atoaaa provincia, cora a le ta ereaeto do
o i.o/emos dos heiiplicios da paz; abainlonemos l.x ni. la.io provincial, na qual vetti enunciada 'a dea
nosca alma .s puras enmone das eJeocioa o das .ir- de dar aos escolares, a par do deanvolvimentn do
les ; massiinoinoc conservar ao mesmo lem|o a for- espirito, o deienvolvinipuln das forcas phystcas, con-
o.i phvslea e a forca moral ; defentl^mo-laa, defen- saurou-sa o reoouhpoiniento das va'ntagens e ta ne-
damos-nos dos peiigos de urna civilisaco reli- oessidade de lal ednracao ; mas licou em germen, e
nai1a- a-pralica ainda nSo foi tentada,
a A gj-moaslica he til a todos, at diremos ne-1 Nao he possivel que se d ja entre nos a este ra-
mo de eilueac.in. tle ensino, o grao de aperfeicoa-
menlo qua se da' em oulros paizes.
Mas porque razSo ainda nao se pralicou no (ivm-
nasio provincial o que vemos ser pralicado no arse-
nal tle guerra da Pernamhiico, onde com as posteas
forras desle clab decinienlo se v montado um ap-
parellio gvinnaslico, no qual oe educandos menores
do p.laliplecimonlo adquirem forcas e agilidades no
organismo, com o que ja muilo lem canho, e muilos
beneficios e resulta Jos importantes prometlem para
si e para o paiz '!
IIoiiipiis sa.is,robas(n, agais, promplo a suppor-
lar ti Irabalho,tjHencer os nb-larulns, que a nalu-
reza caprichosa sempre nos oppem. um da seaeha-
rao habilitados a tasa servir a si e palria, j.i r--
ino industriosos, ja como bons soldados, j.i romo ci-
'Mii.h.. tais, Iipiii tlisposlus e oapazes de um grande
desenvolvimenlo moral.
1) Cymnasio provincial he um o-taheleeimeiito
mn.ielo nesla provincia : aa>im, fora muilo oonve-
nioiile que o governo, dandi, a lexida nni.orljnri.1,
apreciando o vahr que resulta para o individuo,
para a sorie lade em geral, e para o bem del.i pro-
vincia em particular, da ttalliarla do nanameolo
inscripl.....is estillos desle eslabeleciiiinln, da e-
ducacao physica, da esclusan da om p'iisamenln tan
Miniar dandn-se-lne o dcsenvnlvinientn que os nos-
sos recursos permuten).
O exempiu convem muilo a' exeenc.lo de ama ,!--a
ou de um peusanienio. Assim romo no livmnaaio
provincial anda nao se pode por em pralira. para
os Irabalhos doausiuo pbvioo, coosa inelluu, (ora
justo adoptar se o que sa (am pratieado a lal reapei-
lo no arsenal de guerra, e depois di--se-lhe o maior
desenvolvimenlo qua for possivel.
t ataWot || IWWfj
\
MUTILADO
ILEGIVEL
.
'



DIARIO DKPERNAMBliCO.SKGUXDA FEIHA 9DEFEVEKEIRODE 1857.
.
ligor, polo menos cun a mesma avidez aos habitan- ( no vapor hainburguez Jeulonia, e logo depois il;i
les, que segueiu oulro culto, qut os individuos, rujas
ronsciencias sao governadas pelos ministros protes-
tantes.
'--le imposto e dizimo, quo em 1798 nao con-
nrreu pouco para provocar i revoluto franceza.da
im grande rendimenlo ao olere protestante. E lo-
favis, mesmo sem o dizimo, ja o clero era extrema-
mente rico !
O dizimo, legando aro calculo aproximado, deve
produzir em cada anuo doze milhdes de libras esler-
linai. D'antet era pago em gneros, mas como Uto
lava occasiao a disputas entre os camponezes e os co-
bradores, a rauuicipalldade fez com que fosse pago
om dioheiro.
Na Irlanda, mais de que na Escoisla e na Ingla-
lerra os cultivadores restslium aos cobradores do di-
urno. Debalde raziara leis sobre leis o governo e o
arlaroeuto ; pois ha mais de cincoenla estatutos re-
lalivoi prrcepr,ao de dizimo na IrlauJa, em v3o
l>rocuravam estas leis preverem todos os casos e pre-
renirem toda a dispata ; a Irlanda n.1o podia resol-
ver-so a consentir fque os ministros protestantes
llie tirassem a dcima parlcdas suas colheilas, quan-
do os seus padres calholicos Ihescuslava a vivercom
M poucas esmolas dos fiis-
(Continua.)
TEMOR.
BAHA
23 de Janeiro.
Deve boje ler lugar a reuniau dos accionistas do
txliccto Banco Commercial da Babia, a convite da
commissao liquidadora, para couhecerem o estado
dessa liquidado.
Nenhura dos acciouislas Hesconbece mais :
i Que foram lodos illodidos com promessas, que se
nao realisaram na conversao do Banco em caixa
filial.
Que esta nao preenebe os fius para qae f.i
creada ;
Qae ncnbum inlcresse Ibes da', e muito menos
a' provincia ;
Que se sugeitaram a una tutela soberana c ab-
soluta dos directores do Bauco do Kio, que su con-
lultam os inle-esses immediatos do lugar onde rei-
nara, pouco Ibes importando os das calas filiaes das
provincias, e dos accionistas dellas ;
Qae nunca consultaran!, nein fazem caso dos es-
lylos pecaliares, e das necessidades das pravas em
que existem as caixas ;
Que impem a' forra os usos e costu mes da praca
do Rio, quer contraren) ou nao os usos, e costu-
ines das oolras praras ;
Qae fizeram a partilha do JcSo da fbula, tirando
para si Omlratamenlo de principes e deixando aos
das caixas om (ratamento de continuos ;
Qae, apez.ir de poderem cmiltir ale .100 por cen-
lo do sea fundo em caixa, e descontando a 8 e 9 por
eento ao anno, acaban) de dar un dividendo de
3, 86(00 por eeolo, pouco mais de metale do que
dividi o Banco emquanto funecionou ;
Qoe filialmente ordenara e mandam como a ser-
vos humiliuimos!
-V vista de urna tal tutela, continuar a sopporta-
li seria deshonroso e avillanle para os accionistas.
A lei da creado do Bao nao annullou, nem po-
dia, o direito de propriedade. O capital com que
gyra a caixa be c sera' aempre propriedade dos seus
accionistas ; nao veio do Rio, foie he da Bahia.
Compre que o uso, qae se faca delle sejaem bene-
ficio seu e da provincia. *
Estatutos inconsiderados c orden* 'eslravaganles
naodevem ter execacao, n3o obrigam a' ninguem,
quando se oppem ao sagrado direito de propriedade
applicado em beneficio do maior numero.
O procedimenlo da directo do Banco do Brasil
para coro a caixa filial desla provincia provoca, e
aulorisa o seguinle,que nao aconsejamos :
Declarar qae a caixa filial fica perlencendo a' Ba-
bia, separada do Banco do Brasil ;
Preencber o 'mais breve possivel o fundo de
2,000:0003, ou com o que se Jiouver liquidado do
Banco, se chegaraos 400:0003, que fallam, ou pe-
dir aos accionistas a importancia para os com-
pletar ;
Aceitar o onus que impoz a lei da creado do Ban-
co do Brasil, o ragate de 10,000:0005 do papel do
governo em jaro ; aceitar a parte, qae llie cabe de
660:6663666, para serem resgatados lentamente,
conlando-se sempre, como fundo para ominan, a
importancia rescatada ;
Aceitar om rompo.eegb a faculdade de cmiltir
200 por cento do sea fundo em caixa.
Essa emissao s lem girado na provincia ; con-
tinu assim; porque nao implica cora o que emit-
tem as oulras caixas. Nao ha troca a f.izer.
O aeverno a recebera' as estarnas publicas como
at agora, e se o nao quizer peior para elle. Nao le-
ra' o resgate do seu papel.
Mas nao o tara', porque no fundo se nao altera a
lei da creacao do Banco ; allera-se nicamente na
forma para ulilidade da provincia.
Reviver os eslalutos do Banco Commercial era to-
das as suas disposiees. Assemblca geral aqoi :
nomeacao dos directores por ella : dar dinbeiro por
araorlisacSo nunca a mais de 8 por cento ao anno,
em porces como amigamente, conforme as forra do
cofre : descontar leltras da praca al 9 mezes de
prazo : comprar e vender saques sobre qualqoer
praca, nacional oa eslrangeira, quando a directo
o migue neeessario, e que teuham as necessarias
garantas etc., ate.
Eis-aqai urna separac-ao formal, qae nao priva
sua inspeccao suprema ; mas qae he
sua (bagada, se abrir o Sania Isabel, que se acha
fechado lia lauto lempo.
O paquete inglez, que sempre da' om alimento a
curosidade publica, al boje nao be ebegado. Se-
gundo as milicias dadas pMCell. suppe-se que lite
acouleceu algum desasir.
Apruveilamos a occasiao para rectificar urna noli-
cia que rin outra occasiao demos a este respeito. 1)|
coinmaiidante do CtU nada aflirma acerca do ''amar.
diz apenas, que ilepois de ter sabido de Soolhamp-
lon, encontrara uin vapor de reboque, condiizindn
algumas barcas de salvado e um numero de homens
a bordo, maior do que a Iripolacjlo ; e que nao fal-
lara rom o commanlante do reboque, no qual tam-
ben) ia o gereute da companhia real de vapores. Ba-
ilo, como ao chegar aqu, suhesse que o Tamar
anda nao eia chesado.suppuiiha que lhe livesse a-
conlecido algum sinistro, e que o reboque o ia so-
correr.
As noticias receblas do interior da provincia rio
satisfactorias.
Morreran) durante a semana 56 pessoas, a saber,
19 homens, 1 molde res, 1S prvulos, livres, I ho-
mem, 2 mulberes, e 2 prvulos, escravos.
Ctom-muntcaDCe
PAGINft AVUL5A.
ao governo da
til e necessaria.
til, porque alarga o acanbado circulo em que
gvra a caixa filial no interesse da lavoura, do com-
mercio, e das industrias da provincia ; no inters-
ea dos seus accionistas.
Necessaria, porque nos liberta de orna tutela, que
nos prejudica. e avilla a nussa praca a' face do mun-
do, porque poder-se-hs julgar, que nao podemos,
ou nao sabemos dirigir um eitabeleciinenlo desta
"rdem.
M.i diroo qua acontecer' rom ssa sepa-
que acontecer' com
rajio ?
Um processo?...
Muito teriamos qae rir com etse processo monstro,
a'qoe leriam de responder mais de 100 reos!....
Reos de um erime singular,o de quererem ver
empregado o seu dinheiro em beneficio seu, e do
paiz, que os vio nancer !...
Nao baja dnvida, qoe s com om romplmenlo
desles be qae se podera' fazer com qoe o Banco do
Brasilseja na realidade til ao paiz e a seus ac-
cionistas.
[Jornal da llahia.)
De lodos os eOeitos das paixGc, nenhom be mais
violento, uem mais funesto, do que o espirito de er-
ro, de scisma e de partido.
As paixes sao- a mal das heresias. A heresia,
como diz S. Joao no Apocalipse, he um besla fe-
roz, que tem ponas semellianles as de cordeiro, e
falla wroo draga, nflo leve jamis oulro principio,
nao se susleuta em outra base. A paixao a faz
nascer, nutre-a, e sem ella' jamis sobreviveu a
paixao.
A loberba, a ambirao, a inveja. os aclos Ilcitos,
o interesse, a vinganra, a avent, sao a origem de
todas as seitas. Por mais que se ilsfarce a paixao,
por mais que se encubran) os molivos, por mais
que se lhe de outra origem, a verdade he que a pai-
x3o pruduz todas as especies de heresias.
Por mais que se dissimulcin. nao poden desmen-
tir o seu nascimenlu, todas tem o mesmu carador.
S.lo ludas iguaes e parecidas entre si ; o mesmo
fnn, o mesmo designio, osmesmns artificios, o espi-
rito de intriga, a obstinarlo, hypocrisia, a de.or-
dem do corarao e do juizo, s3o us caracteres ualu-
raes de lodo o hereje.
Ario, picado vivamente por ter sido preferido S.
A lesa mire n eadeira patriarcal de Alexandria, ne-
gando a divindade de Dos, se rebelou contra a
su igreja, nicamente para ser chefe de partido.
Nestorio. Eulicles, l'elagio e oulros muitos nao
seguiram outra escola ; um genio enredador, alica-
do por algumi vilenla paixao, e animado peio inte-
resse faz apparecer desles monslros.
I.ulliero. enfastiado de viver no claustro, e anda
mais das obrigaces do seu estado, nunca chafara a
lomar a resoibc,ao de se fazer heresiarcha. se nao fu-
ra ser lo ambicioso, como di-soluio. No comer.,
ao qoe parece, s pralcou so por espirito de emu-
laran ; a soberba e a ambirao vieran) aps reforrar
essa paixao; a dissolurao Dnlia j precedido a urna
e a outra ; e Luthcro, depois de ter aseandaloaa-
menle casado com urna religiosa, a qifcm esliraava
exlraordmariamenle, relraclou-se de seus erros e re-
colht-u-se ao seio da igreja.
Calvino separou-se della pelo mesmo moli-
TO. Tendoe-llie dado um beueficio, nao se cou-
temoa. A liceuc,a dos seus coslumes.s lhe insprnu
desgoslos da sua religiau; e a sua soberba. fallan-
do-lhe este freio, arrasto-o ao precipicio. Nao
pode soffrer, que lhe fosse preferido um bumein, o
qual lhe pareca de merecimento iuferior ao seo. A
sua malicia seguio o seu rancor.
L'm dissolulo ambicioso nunca chega n irrilar-se
sem desojo de vingauca, e nunca se inga com mo-
derarlo. Os mos eoetnnm de Calvino o privaran)
do beneficio, e o lancaram nos mais hornveis ex-
tremos : elle se fez apstala A soa paixao o tor-
nea chefe de um partido ; condemnou o cMibato; a
quaresma foi logo abolida, ludo que a religio
lem de costoo o diflicil, foi reseiladu. A ambirao
e a di'soloc.io lomaran) o lugar da revelarao ; eis o
espirito que presidio ao nasciineuto da nova seita, e
que acliou partdenos.
L'm dos principaes efTeitos da paixao he o de en-
fraquecer a razao, e cegar o enieudimentu. l'ode-s-
diaer, que, em maleria de religiao, qualquer paixao
he um presligio. Na verdade, que prova mais sen-
svel, do qoe a obstinaran dos Luteranos e Calvi-
nistas ? Nao he a razao e muito menos o zelo e o
amor da releiao quem os torna leiaaetoa. Cessem
as prev-nc,es da vonlade ; d-se menos altcncao aos
sentidos ; tenha menos imperio a paixao ; dester-
rem-se as razOes do interesse, e do estado ; e elies
se converterao bem depresa.
>enhum povo foi em oulro lempo mais chrstao
do que o inclez, nem mais unido relieiosamente a
Sania S apostlica. I'oucos Himnos ha. em loda a
Europa, nos quaes se teuham amolada mais reis de
vidaexem|ilar ; poucos reinos ha, aonile, por quasi
mil e duzenlus anuo, a igreja>iesse tao fervorosos
fiis. A paixao ds?iifreada de om principe volup-
tuoso, a-^soin m ruUCT, anuos, es-a riquissima vi-
nlia do Senhor, e lornou tnfructuvru um mam aie
enloi lio frtil.
llenrique VIII repudia sna legitima esposa para
casar rom Anua Bolena. A igreja conjemua um
divorcio, e um adulterio ta escandalosos ; e llenri-
que VIII se rebela contra ella ; urna paixao victo-
riosa nio e contenta jamis sem chegar au extre-
mo. Este priocipe monda f para seguir a sua
paixao, e ella ja furiosa por estes primeiros exces-
sos, condo-lo ao ;ullimu precipicio. Muda de re-
ligiao, atropella todas as leis. forma om novo sys-
tema de igreja, e por um progresso de erro, qoe leva
a cegneira, se faz cabefa della.
Eis o fundador da icreja an.lnana, e a celebre
poca da saa fundacao. Urna forma de igreja igno-
rada pelos inglezes ; urna paixao indigna supprndo
a talla de revelarlo ; um parlamento' servindo em
luaar de concibo ;e homens, alias de juizo, pnlidos
e inslruidos as mais bellas artes, nao couhecem o
ridiculo desle horroroso cabos da rcligies, deles
confuso ageregado de seitas de lodos esses mons-
truosos phanlasmas de igreja.
A verdade tem sempre na linguagem aniforme.
A poltica que osejlla, qual pndula de relogio, he o
movel dessas diversidades de rcligies.
Augsbure condrmna a formula da crenr;a estabe-
lecida em Wartemberg ; o iuteresse e a polilich re-
conciliara os dous paitidos em Cliarentou.
Consta-uos qqe u Sr. cnsul de Franca, nesta
provincia, por parle do seu goveroo, uflereceu os
reverendos capuchinhos italianos, um rico paramen-
to, para celebrar missa. Quando um mnnarrha, do
alio do sea Ihronn.njlo olvida a igreja, as heneaos do
eco se manam sobre elle e essa igreja. agradecida,
nao cessa de enviar ao Allssmo, hymnos a' seu fa-
vor.
Continua muito bem a eonilrocego da matriz
de S. Jos. Notamos sempro, que la' vamos, ama ac-
lividade espantosa nos artistas, e muito zelo nos seus
administradores. Depois de completa, sem duvida,
que rivalisara' com os bous templos calholicos da
Europa.
As obras da matriz da Boa-Vista e do convento
do Carino, progridem a olhos vistos, parando de vez
em quando aquellas, quando se fecha a c nioeda. nao lia duvida, que a civlisarao religiosa
prngrde a par da civlisarao secular:'sao duas ir-
maas ineparaveis.
Ja' se achata reeelnidas a' capital algumas fa-
milias, que foram passar a fesla nos arrabaldes: es-
AINDA A ESTRADA DE FERRO
D'Alil A I'IIETA.
l'or maior que seja o acalamento, que me merc-
eam as opnies do engenheiro, que reprsenla o go-
verno geral junto a' companhia da estrada de f d .Vgiial'rela, e lio, ao mesmo lempo director da re-
parlrao a qual perleurn, nao pono deixar sem res-
posta a informaran ipip elle deu acerca da represen-
larao, que a cmara municipal da villa deSeii-
nhaein dira o, pelo iutermoilio da presidencia, ao
governo de S. II. o Imperador, contra a direcQJo
adoptada para a mosina eslrada, e a favor da que iu
diquei no Diarh te l'ernambuco do 2."> de julho
prximo passado.
Diz a informacao, que o governo nao pode abri-
gar a companhia a mudar a direcrao adoptada, e
Ue sonieiitc consulla-la a tal espeilo, para, no caso
de accordo mutuo, modificar-ee a planta approvada
pelo decreto n. IJi~> ; nieto concordo inlciranienle ;
porcra, que islo mo convelida aos interesse* do go-
vento, nem aos da companhia, he o que nao posso
admittir.
Tres san os argumento", que o Ilustre informante
Irouve em apoio dessa imprudente asserrao, mas in-
felizmente neiihuiii delles pode suscitar Urna duvi-
da soquer no animo das pessoas, qoe teein alcuma
pralica de trabalhos de estradas, e conheccm as cir"
cumslaucias peculiares do I litoral da nossa provin-
cia.
Com effeilo, pretende o engenheiro da estrada de
ferro, qae a direcr-lo pelas vatzeas encontrara' mai9
difliculdades anda que a outra, porque segu por
terrenos mu baixos, e corta os rios quisi as suas
embocaduras etc., exige atorros muito cuslosos, pon-
tes muilo dispendiosas, e urna despeza de conserva-
rao muito crescida.
Ora, nao patea isto ludo do aflirroaeos destituidas
de fundamento, verdadeira poesa, que em nada se
parece com a realidade, pois os terrenos mais baixos
encontrados pela minba direcrao, s,lo as reslingas
semeadas de mangues, que >e extendem ao pocnle
do rio do l'asso, entre os engenbot Trapiche, de Se-
rinhaem, e Machado, terrenos muito parecidos com
os que a estrada de ferro encontrn ao lado dos aler-
ros dos Afosados e de Motoculomb, e no engenho
da Ilha do Cabo, e que conslitaem, sem duvida atgn-
ma, a parte mais fcil, segura c econmica da mel-
ena eslrada. Em sesunda liaba, temos as varzeasdo
Ipojuca, Sibir e Serinbaem, terrenos de massap,
oceupados por plantarnos de cannas, e qOe se alra-
vessarao cora raais facilidade anda, que os do Ca-
bo, por atorros de i a S palmos de altura, feiloscom
Ierras (iradas de um e outro lado, sem dipendcsus
transportes, e offerecem tao poucas dilculdades,
que a eslrada do sul, (mais larga que o caminlin de
ferro Iranspoz loda a varzea do Cabo, com menos
de vinle conlos de res de despeza.
Quanto pontes, se algumas s3o man re- na mi-
nba direccao que na oulra, em compensarlo s,io
muilo meuos numerosas, e urna nica, a sobre o ltio
Formoso, he alguma cou'a dispendiosa, poisolpo-
jura enlre os engenhos Trapiche e tiuerra, o Seri-
nbaem entre os engenhos do Anjo e da Palma, leem
margeos elevadas e menos largura, que os rio dos
Afogado e de Motocolomb.
Onde se acbam, porlanlo, esses terrenos mui bai-
xos, essas embocaduras de rios, aterros cuslosos,
pontes dispendiosas '.' na timorata imagoac,o do in-
formante '.
Diz tamben) o mesmo engenheiro, queasdospe-
zas de reparos e conservara sao sempre diminuas
as obras de excavarao, em rela^ao s das obras de
I Ierro etc. Pode aer, que com ell'eito assim acnte-
os em outros paizes, porm vemos ca' verificar-se a
propo-irao contraria. as nossas estradas resular
mente executada, as partes de aterres se conservan)
com muila facilidade, e sao as excavarme que exi.
nem reparos frequentes, e nao dispensara os empo.
dramenlos. Parece islo devido a serem os aterros em
geral horsonlaes, e elevado cima do terreno, de
maneira que nao couservam as aguas pluviaes, que
cahem no leito da estrada, e nao soffrem estragos das
de fora, como acontece as excavaroes.
as excavaroes, o grandes a&uaceiros transfor-
man) as vallas lateraes em torrentes, que estragam os
vallados, e as asuas das ladeiras nao achando em di-
tas vallas desaguadouro sufficienle, IranspOem o pro-
prio ledo da estrada ja' eoberlo d'agua, animada com
certa velocidade, devida ao pendor longitudinal, qoe
he regra quasi geral as exravares.
Vmlndc lie, 'i'ic i.i'l-iri alatoit* nlcrrr.9^ *o4m nlin
tmenlos continuos leem uccasiunado grandes despe-
zas.porm islo acunteceno caso ass raro de profun-
dos paus, como o da agoa da materia, na estrada de
Po-d'Alho, e mais fcil he encontrar terrenos des-
la nalureza, noscorregos do centro, qoe lias varzeas
extensas, que conslam de massap e outros terre-
nos argilosos.
Anda menos valor lem o argumento tirado dos
declives provavei*, cacboeiras e grande ioclinarao do
valle do Unaqae o mesmo engenheiro do governo
suppe tal quenao seria possivel chegar a Agoa-
I'ret.i sera exceder os limites de ncliiiarao determi-
nados no coulrtilo, pois o contrato resulta com lo-
da a clareza do perfil longitudinal da estrada de
ferro,assgnadopelo fallecido Borlhwich; core effeilo
ve-se do dito perfil que o ultimo ponto do nivela-
meuto (o qual necessariainciile se acha muilo cima
da margen) du Rio em Agua-Preta', est :I38 pos
cima do plano geral da compararan, e a estrada de
ferro no engenho Barbalho enlre a 9 c a 20 mi-
litas, 7."> pos cima do mesmo plano, fallando portanto
263 pe para chegar a altara do ultimo ponto ; ora,
essa altura de 263 ps o projeclo adoptado salga-a
em nove militas, pois entre a 28 e a 29 milhas se
cetn pelo contrario muila facilidades e economas,
lauto na execurao como ^a conservarlo, e por isso
foi que a direcrao de Santo Amaro de Jaboalo foi
abandonada pela da Ponte dos Carvalhos ; segun-
do, resulta do perfil longitudinal approvado que o
projeclo em evccurHo galga em nove milhas 'oda a
altura a vencer, ao passo que lenho -S7 milba para
o mesmo lim na direcrau que proponlio ; lerceiro,
que a concurrencia do mar, onde nao he iosignUi-
caule, barmonita-se no nieu projeclo com os interet-
ses da estrada de ferro, de lorie que lena a compa-
nhia, na direcrao que proponbo, nao su todo o froto
que lera na direrjao approvada, como o de
mullidlo de engenhos das varzeas do T.ipiroM,
Camarasibe, Ipojuca, Sarinhletn c Una que, reun
do ao inovinienlo das villas, cdades e povuaces, de
Ipojuca, O', Serinbaem, Rio Formoso, Barrorus ele,
deve constituir um lolal do transporte duasou tres
vetea maior que o da direcrao central ; qnrlo, que
os engenhos sejam, nada petara na balanra onde se acbam os ju-
ros de dez mil conlos, os dficits provaveis, e o fu-
turo das estradas de ferro na nossa provincia.
Concluirei dlzendo, que nada se adiantara com
discusses e affirmacoei de parle a parle ; reputo as
vantagens da ninfea directao laes que nenhuma
pessoa pralica poeta nega-las, depois de rorrer am-
bas as Iinhas e conversar rom os proprielarios dos
engenhos. Fara o governo imperial examinar a
da historia teno farlos e dala, elo osludo pouco
lhe aproveilara'. lie ucre principio elle se habiluo a desrohrir quo ha do su-
blime. profuDdo, e providencia na historia, porque
he nesta que Dos se nioslra guiando a liumaiii-
dado.
Nao esperis que loso nos primeiros anuos elle
poeu profundar urna mina do estados lio vasta, fe-
runda c moral, mas nio o dcixeis adquirir o habito
de nao sac.ir todo o frucl possivel das lieces que
um mestre hbil pedo tirar da historia do pas-
sad.
Ha talvez bem poucos ramos dos osludos huma-
nu. de que niii meatre po.-a tirar tantos nieos para
Idirsir a etpirilo de um infante para bem ou |iara
a o mal. Nao ha autoridad' mais imponente do que
a dos exemplos, o eniao a historia que pode aer urna
galera de exemplos de virlude, lauto pela belleza
dos quadros denlas, como pelo horror que inspirara
os d vicio, pode se tornar pelo sophisiua e arla dia
bolita urna escuta de vicios, d erros, de Crimea e de
mpodado.
Nao fallo asura sean das primeirai nores biln-
rira. mas adianle leaiaremot de una sr-ucia mai-
ele\ada, a qnai inodernan^onlc se tem dado 0 nonio
de pliilosoplna ile historia.
Por asora basta que nos persuadamos da necessi-
dade de animar o esludo dos lempos panados por
meio de ideas religiosas, e que lomemos a historia
um exorcirio de lgica, de observaran, e de critica,
em vez rio urna applieacgo i!a memoria.
Ela faculdade exclusivamente applicada a histo-
ria, beslifir, malorialisa ohomem, tornainlo-o urna
machina como a do relosio, repelinds as divises do
lempo sem ronsciencia do que faz.
Ora Rolin com a sua simplicidade admiravel. o
..ossos Indo, ,ao republicano, c sempre o pellos preparada,, rh,l d. aliodao r",, ',.
ido, a admirara,, que presamos polos escrlp- le,, q.|,0., eipel|10,, pmtSSiSTTrSL
da anliguidade cinica lem felo que admire-1 M. 4 V. a '"""
questao por um do* engenheiros que elle raandoa Bo*suet rom a autoridade do genio, encararan) a his-
vir da Eorop ; que o enseubeiro em chefe da com- ""i'.8 como *"a deve dB "r ,
in,i,,,i a n ,i,. ...>.! ___ i. r.*le mesmo espirito animara' lodos os outros ra-
panbtae o do ompre.le.ro o acompnhem "erre-^ mo, do eio, enemisto ficai cerlo, meu amigo,
no, e tcnlio loda a certeza que lodos concordarlo
comigo.que'ha vantagem para o empreiteiro, a com-
quo vosso lillin achara' o esludo fri e amargo.
lio necesario qae elle rimprebcnda por si mes-
mo que os trabalhos terhints que lhe uccopam o
primeiros annos. leem por lim lorna-lo no futuro,
iiiMlisenle, instruido c virtuoso.
Se elle nao conhecer que cada urna das palavras
do mostr leude para esle lim, ha de enfasliar-se da
vida do collegin.
Para que serve, dir' ello, verter as palavras gre-
sas o latina em palavras franceza ?
E o caso he que lem raz.lo, te este oxerricio, qno
QDIS lACLTI OINsEMlItL \ IDE IR. nos primeiros annos nao pode deixar de sor um pao-
Sr$. rei/ac do Kego em urna sua correspondencia, impressa cm mc.o nico, sPr de entrar a fundo na intelligen-
10 de dezombro prximo passado no jornal, cijo n.i- cia da antigoidade, e como sendo um commercio do
!"-i ??"!'- am;,e "AU, ,"bD Tt '"e M' l're,enle PMado, e una Iroca de idea nao
capitio-rbr Manoel rilme de Jess, fora por puramonle do vncabulos.
panliia e o governo em aceitar-sc a modificarlo que
p rapaz.
Piranga i de fevereiro de 1837.'
llenrii/uc Augusto Milet, engenheiro civil.
ottt&po*btncU)i.
lecido
mim dispronanciado do crime de espancamenlo e'fe-
rimenlos mediauteduzeutos mil reis,que reccbi como
juiz
Devo portaalo ao publico, a mim. e especialmen-
te a pessoas que de mira fazem alsuin conceito urna
salisfa^ao.
Pero-lhe, pois, senliorcs redactores, a publicaba.)
do documento abaivo. Delle e ver que nao ofliciei
em tal processo.
Sou cun alienado e respeito, senhores redactores,
seu aliento venerador.
/acharias Rodrigues de Souza.
Cidade da Victoria 20 do Janeiro de 1837.
DOCUMENTO.
Diz /adiaras Rodrigues de Souza que a bem desea
direito precia, que o escritas Albuqnerque Mello
vendo o processu que se fez contra o commaudeiile
superior Manoel Thom de Jess, por offemas phi-
icas em Joao Jos Pereira, lhe de por certid?o qual
o juiz que ne Pei;o a V. SIllm. Sr. juiz municipal sapplenle
assim delira. E K. M.
Cidade da Victoria 13 de dezembro de 1856.
Barros Pimenlel.
Flix Civalcanli de Albuquerque Mello aterifio
privativo do jury, das execuees criminacs e da
correicao em virtude da lei etc.
Certifico que, revendn o processo de qae (rala a
petico supra, delle consta que o juiz, que oelle of-
ficiou em lodos os seus termos, fui o juiz municipal
de onia Dr. Jos Filippe de Souza l.eSo. O referi-
do he verdade, e dou l.
Victoria 16 de dezembro de 1836.O escriv.lo do
jury, Flix Cavalcauti de Albuquerque Mello.
Miui:>aH-v.
BAGATEM.AS.
En fait de mximes nn ne
aurait ren inventor : ce
qui et mi, se trouve dan
Certas pessnacs offen
a siisceplibilidade lem
rajao.
Extremo de fatuidade : querer educar o corarao.
O corceo Dio se faz ; ja he muilo, he ludo, cun-
serva-lu na innocencia.
Aquella mulher tem espirito T
Perguntai-me se ella lem corrro...
F'alla-e lauto em lacrimas Eu s,i creio as que
chora a mai, que pede pao para seus lilhos.
Sen.lo fossem tantos ns ingratos, serian, menos os
infolizes.
Negam a infallibilidado do papa.
Duas, he muilo : basta a do dinheiro.
Teem razao.
PERgAMBUCa,
Senao exislisse a virlude, seria neeessario inveu-
la-la para crer em Dos.
Cooheceis o sapplicio de Mezencio? era o vivo
alado ao inorto. Conlieco estes supplicio. Se que-
ris delatar o vivo do morto, facilitai o divorcio.
Ulilidade dos jornao : apregoar os beneficios qae
se u3o fariam sem ellos, e desquitar o pobre da di-
vida de gralidao ao rico.
A calmara elanguesce as forjas da trpolaon ;
urna tempestado renova-a. He como no amor : a
tranquilla screnidade paralvsa; urna irritarn afer-
vora.
.Meu amigo, podrido passar por om enfermo c-
nido na ra, e nao lhd dslc a mo '.'
ii He verdade : os que o viam e nao o levanla-
vam, rir-se-hiam d. ininha caridide. A beneficen-
cia hypocrita fez ridicula a verdadeira.
L'm homom vnlgar chega-se ao homem distincte
para ser visto : he qaando realmente se faz invi-
sivel.
RECIPE 7 DE FEVEREIRO E 1857.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SEMANAL
Achamos-nos em calmarja podre. Nao ha nm a-
eontecimenlo grave qoe noticiemos aos nossos leito-
re. As preoecopaces da quadra que monopolisa-
vam os cuidados do publico se exlinguiram com as
rpidas emocoes da festa da Senliora da Saude, no
arrebalde do Poco da Panella. Houve neile dia urna
concurrencia como nao ha lembranst. Foi orna ver-
dadeira reaerao ao que se p.ssou no anno preceden-
te. Felizmente ludo se acaban na maior paz e soce-
go possivel.
A saude do Exm. administrador da provincia, qoe
litvaa soUrido ora incommodo. e que podia ter gra-
ves consequeucias na poca doenlia, era qae nos a-
cliamos, se acha restabelecida e livre dt maior pe-
tigo.
O vapor do sal nao Irouxe noliria algumn poltica
importante, entretanto nnnuncou qae a labra ama-
relia eslava fazeudo estragos no porto da Bahia. e
que na corte tambera se rreana a respectiva nia-
nifestarao; de sorte que ororpn de saude eslava
lomando providencias para combaler esse inimigo
invitivel e impalpavcl. O mesmo navio tiooxe a sen
bordo o Sr. Jo3o Caetano dos Santna, o qual ficon na
Bahia onde o csper.ivam para obirquia-lo com urna
la' se acallando ludo, e com pena de tantos coraje;
poram a Dos vida e saude, que com ellas ludo se
alcaora.
Keappaioceu um dos desorden., de Santo
Amaro ; he nrsler que a polica o tenha deoaixn
de sua prolecco, para que nao hajam mais dessas
scenas passadas naquellr lusar.
Sr. a Lovelacio a deixe esse ponto, foja delle,
nao que.ra, que por seu respeito morra o fogo de
vista.
Preparam-sc para o carnaval brilhanles bailes
de mascaras.
Pedimos ao Sr. fiscal da Boa-Vista cora o de-
vido respeito,, mande abrir rogos nos lados das ras
Velha, e Colovello, para que a aguas lluviae, que
ficam eslagnadas lenham por onde escoar para
o pai dos canos, ou na falta mande a espensas da
municipal, la.te fabricar ponte de jangadas, ou
jangadas de inibaul,,. Nao exageramos : quem qui-
zer va' ver cas mas como ficam logo, que ha al-
gurna ebuva raais lorie. Ni entretanto nao se orgue
urna voz para pedir providencia',porque iuteiprelam
logo de mil maneiras laes reclamarnos, e serven el-
las de base, para pugn^r-se pela conservaran de
empregado que soppem, que o seu lugar, II,rs
tocaran) era lormal de partilbas. Verdade be que
muila vez sahe-se da brasas, e caliese as l'aba-
rdat.
O vapor hrasileiro elsuarass, vindo do Ma-
celo e portot inlerntediet, Iroaxe a seu bordo ose-
cuinles pasageirs : Eduard Power, Jos Tertu-
liano de Mello. Francisco Alvo Feiloaa, Francisco
Ferreira de Andrade, Joaquim Jos A. Vasconcel-
os, Frankliuo de Lima Mello, Francisco Martina
da l'onscc, Amonio Francisco de l.ima e Mello
Sebasliao Antonia da Silva e I eterno, Tbom me-
nor, Ja Cliniaco l.ima de Mello, 1 soldado do oi-
tavo batallio.
Hospital de caridade 6 de fevereiro 73 do-
enles.
772 den..
REPABTigAO DA PQX.XCIA.
Occurrencia do dia t, de fevereiro.
Foram presos : pela subdelesacia da fre-nozia da
brHb.nl. partida. D.zem qae o. araadore. d, sce- Recto, o pro.o escravo Antonio, a requmenlo d
na pernambucana, -
at amanha.
acha elle 3:18 ps cima do plano, an passo qae do
engenho Piabas, que deve acbar-se com pouco dide-
rein.i na altura do Barbalho, ao ultimo ponto do
projeclo, nao tenho muito menos de 27 milhas e
porcouseguinte um pen ior ou inclinarlo 3 vezes
menor '. !
Suppoz lambem o mesmo engenheiro, e este he o
terceiro argumento, que a eslrada oe ferronao po-
dendo dccer o pree,o mdico dos Iranspurtes por
agua, estes lhes leriam preferidos se ella se approxi-
masse da cmta ; ora, todas as pessoas que couhecem
as nossas barras do sul, as demoras de duas e tres
semanas que as vezes soflrem os genero no Suape e
no Serinbaem, a deterioradlo, os roubos e falsifica-
es inherentes navegarfio por barcissas, saben)
qae os roesraos propietarios que leem embarque nos
seus engenhos nao hetilarlo em preferir-lhe o ca-
minho de ferro ainda por proco indi superior. A
Oblea concurrencia he a da companhia cosioira, po-
rm esta sn pode tocar cm Porto de Gailiabaa e la-
mandar ; para o primeiro desses purlos, disimile
menos de doze leguas desta capital, a economa do
transporte por agua sera mais que compeusada por
duas leguas de mais de caminho por ierra e urna
demora mailo maior que a da eslrada de ferro, e
quanto a Tamandar a propria estrada de torro ser
condeciera dos gneros que tverera de embarcar no
dito porto, e turnar-se-ha arteria principal do im-
portante movimenlo commercial que lhe assegura a
exceilencia do seu ancoradouro.
S me falla agora responder novamente a esse
eleino argumento da importancia que dar o cami-
nho de ferro as feriis Ierras da Escada, que sempre
se reproduz, como se o lim da eslrada de ferro fosse
beneficiar os proprielarios daquella localidade. Em
primeiro lugar direi que, se o argumento fose va-
lioso, provaria nao .s a favor da Escada como de
Tracunbacm, Nazarelh, l.imoeiro, Paod'Alho. llora
Jardimelc. cujos engenhos lamben) precUam. e lal-
vez mais do que o da Etcada, de facilidade de Irans-
porle ; e entile detia passar por la a estrada de fer-
ro ; e que se o fim Ja eslrada fosse esto, com os dez
mil cont que ella ha de cuslar, o goveroo loria
coborto a provincia de eslrada, aberto c canalisado
os rios, e desl'arte beneficiado nao s os senhores de
engenho da Escada, como o productores de toda a
provincia. Porm o alvo da estrada de ferro es
mais longo, osla as mala d'Asua-Preta e nu vallo
do S. Francisco, e por laso a directo a seguir deve
A queda da mulher he um desastre imprevi|o :
dahi vem qae o mclhnros precedentes nao dillicul-
lam a explicarlo da queda.
Qual he o amigo que nos lien mais barate '.' he o
c3o.-
Pois que o soffrimonlo he a COndicJio esencial da
vida humana, havera' um homem feliz '.' lia : he o
marlyr da sna f ; he o que mais doces esperanzas
er realisar morrendo.
He coslume dizer-se : n Fulano perdeu a honra. t<
Quem a tem, nao a peda. De que sejdiz a perdeu
lie mais correcto dizer, a nao lem, nem leve.
l.m homem sem amor, sem amigo, em familia,
em dinheiro e sem rellgilo, lie um morto sem t-
mulo.
O avaro comer a ser ulil desde que morro.
Dizom muilo que reprimen) o sen amor : he im-
possivel ; exlingui-lo sim-
Nao se inflige o castigo ao perjurio cm amorOn-
de nao entra juizo como, ha de sentenciar a ra-
zao .'
Ha homens parecidos com as sepulturas s lem
um noiue.
A mulher caada salva-se do remoro da infidcli-
di.de, se o amante, inquictando-a com o ciume, lhe
nao da' tempo de pensar na culpa.
Algaraas vezes o protesto contra o crime he a des-
lioura da virtude.
Queris ver o que importan) a Dos as riqnoza'.'
\rede a que homens Elle as da'.
O desojo de parecer mao ja he em si orna grande
maldade.
Ha homens que, para sahirem do vulgar, se fin-
gen) peiores do que ao. O vicio tambem lera os
seu Tartufos.
Duvido que Dos, com toda a sua omnipotencia,
possa cousesuir o que cunseguem cartus romancis-
tas : lazcr do adulterio una virtudo.
Em vez do por em fran-
co/ a palavras de Pialan on Cicero, o que elle faz
be conversar, be ouvir Pialan ou Cicero, enlende-
los, romprehender-lbes os pensamenls, aos quaes
,I" .i forma exlerna e de boje para assim melhor os
enlender.
Com el mrllmdo e syalema executado por um
bnm mostr, po o inlelligente nao ha ramo algn,
du esludo grammaliraes que deixe de ser para o
infante um objeclo de rellexo e medilafiio pro-
veitosaa quanto facis por adaptadas i sua iolelli-
gencia.
Desta farma achara' Tacis as difficuldades e as-
perezas, que de ordinario pelos outro mothodoa
apresentam este estados.
Esto espirito religioso, osla moraUdaie dos eslu-
do applic-se a lodo ns ramo das sciencia, por
qoe (odas etas s.lo urna lirao viva, em que Dos se
revela ao discipolo. pela hueca do metre.
Infelizmente, nos nossos colleeios e estados mo-
dernos, as ciencia leem adquirido pela auencia
desle espirito vivificador, um carador de aridez e
aspereza, quo os despe de todas as gallas de espi-
rito,
Has esta avidez, nascida do materialimo de svsle-
ma, pode desapparerer. Euler as suas deliciosas
caria a ama princeza da Allemanha deu o
exomplo da lingaagem propria a e do oiisino lechniro com as idea religiosas, e o Ira-
balho d. observarlo e medilaran, donde resulta a
forma agradavel e poelira da exposirao das verda-
des o principio da sciencia.
O discpulo he desl'arte conduzido novas inve-
ligsres pela facilidade da applicaces, e nao ha es-
ludus, mesmo os mais rudimenlaes'qae n,1o otl'ere-
esm por e-te syslema allraetivot maravilhosot, e
exrilameulo para os on'.udosjsuiieriores.
Perrorrendo asim as ralhoaoiias dos trabalho
do eollegio, osso lili,o ira subiodo, como se fosse
um brinquedo para os oludos da rhetorica e ph.ln-
soplna ; complcmenlo da inslruccao primaria.
En quizer, meu amigo, quo les don estudos
fossem inseparaveis. Se a rliolorica consi le no arranj, de palavras e plira. s, nos meios arti-
ficiaos de peisuadir e deleitar, e na nomenclatura d
figuras, que us pedanlos inventaran), entao a rhelo-
uca he o mais intil exercicio do espirito humano,
e o maior inimiso da ctoquencia.
Se a philosnplna consi'le nicamente em nm tra-
balho de abslmcgao, em onfiloirar ideas por cerlo
modo, ou jogar com o pensaniontos, como com as
peras do xadrez, declaro que repulo a pinlosopliia a
estragarlo do seno connnum, a coudemnacao a fa-
ruldade de raciociuar.
Mas nao he ela a verdade. A philosophia he a
invcstiaarao ,1a verdade, a verdade he a vida moral
do homem. ma sendo a vida moral do homem ex-
pansiva c social, carece ,le ser eommnni'aja autor-
uamenlo. esta ac4ivida.de, este meio de coinmuuicarn he a pa-
lavra : por cousesuinle a pal i\ r. fie esencial a phi-
loscphia, bata como a philosophia he indisponsivel
para que a palavra nao teja am um vatio, e sem
significarao, poi a palavra, o verbo, nao be oulra
cousa senao a expresao, a forma externa de urna
realidade interna. Se a palavra ficase rednzida a
oiis harmouioos, era zero philosophicamente fal-
lando.
Aqui londes em poucs palavras, (alvez um pou-
co abstractas, a razao pila qual eu nao quero separar
o esluijo da philosophia do da rhetorica. A intel-
ligeiicia dos discpulo ganhaiia nistoua mesma pro-
po,?ao que aiigmenlaria a sua inslruccan. O goslo
seria puro, porque seria verdadeiro, a razao forle
porque seria justa, e a forma elegante porque seria
empre corela como a idea representada.
Devo recordar-roe que nao sino tratando un)
curso de estudos, mas como fallo da edocacao, qoe-
renlo cu que o pensamenio religioso nspi're e fe-
cunde lodos os (rabalos-da juvenlude. por isso dese-
jo que o esludus philosophicos se misturen) com os
estudos artsticos, desculpai-me o epilhoto, o que
quero dizer he os estudos da arle formalista, a rhe-
torica.
Ja em oulra parto tive occasio de explicar como
he que cu entenda que te itoia organttar o eslu-
do das letras, A litleralura meu amigo, he o orna-
mento do bello o do lioio, islo he da verdade, por-
que s '-poda reimir as duas mauifestares de
belle- de bondade.
F mo posso por modo alsum admittir qae a elo-
quencia e a poesa constlain em formas de lingua-
sem, eu quero achar nallaa o ervo, a realidade, a
graundeza da essencia, isto he, o pensameulo, gran-
de, bello, verdadeiro, proprio, sublime, e natural,
porque.as maiores grandezas e sublimidades sao na-
luraes, pois a nalureza he a grandiosa manifestaclo
da omnipotencia do ser supremo.
Qae campo vaslis'imo se me ofivrecia agora para
eu desenvolver o meu pensamento, e quauto seria
agradavel applica-lo a lodos os objeclos da sciencia
e ila arte humana '.'
Ma devo reslriugir-me ao meu ponto, e vom a
er que a arto humana nao se aproxima da perfeirao
em lodos os ramos) sonao quando realisa cm ma-
sera exterior e se'nivel o que engendra internamen-
te u pe,-amonio, de grandioso, bou), bello, e verda-
deiro, islo be a nalureza moral do homem.
Em conclusao, meu amigo, esludante nao deve
acoslumar-se a vivificar o esludo da arle junclaiido
o pensamenio humano : ora s o cbrislianisrao be
que pode mmistrar-lhe meios para si, porque s o
clirislianismj he que expe o corado humano lal
qual elle he, e aqui e-I,,' a razao,pela qual eu quero
que a philosophia e a rhetorica anda>scm a par
guiada. pelo facho da religgo ehrittaa, sendo simul-
tneos osexercicios de inlelligencia n^ estudo desles
deas ramos dos conheclmculns humanos.
Qualquer qae seja a forra dos baldos, assim mes-
mo fareis com qoe a regMo predomine nos estudos,
e que o dosenvolvimenlo da bondade do corarao
preceda o do espirito, e tereis feito maito.
Saiba vosso filho que o que he bom he bello, e que
a verdade he a arte humana.
Ha ueste principio, semi-poetico, somi-philosophi-
co, una manifestaran do espirito cl.ristao, que eu
qulzera que [iresidisse a educacao.
IX
Vollo ainda a tratar do espirito dos estudos, n.lo
por vs, ou pelos me-ire-, porque e-too corto que
comprehendeis o nieu pensamento, supprimlo o
qne posa fallar na sua expsita, mas para indicar
um ponto, lalvez folil em nutra circumslancias,
ma grava nos lempos em que vivemos.
Vou enliar em um assuniplo quo se liga com a
poltica, mas nao farei sen.lo locar as fronteiras
desta.
Ja disse os perigoc que se do em por a mocidade
nos seus primeiros anuo om contacto rom as onse-
nhosa locuras da anliguidado. mas ainda ha nutro.
Esta ansuidade Iflo eduelora polo" enlbatiaamo,
! apreseuta a vosso I,II,o magent capazos do abalar lo.
j des as suas fibraspor um lado virlodes alrnzos.ma
\ proclamadas como heroicas.
riencis bavia prodozido a reacflocontra o mal, nao,
se altendeu lalvez a mais forte das sua causas, e
coutinuou ; e por isso a nova geranio, que nao vira
au apalpara a consequeucias pralicat tehoa-te pensando, onbando em um mundo que
n existo, e Iralou de destruir o que esittia.
Iloje surrede o mesmo, roarclianins para a rep-
blica, e sendo osla mpissivel para o eeiaritmo, de-
pois para o bailo imperio, e pur ultimo para a dis-
solura social; poique he isto o que ealndantot, o
que nos timos como exeraplo. '*J
O nossos estudos sao republicano, c sempre
lem sido,
lores
mos o adoptemos os disfumes, os hbitos e as ideas'
des-as pocas.
Os educadores os mais reservado e piedosos leem
cedido a este infloxo. O proprio Rolin. tao bon-
doso, e cujo espirito rhrisiao ou labio elos.ei ainda
ha pouco, exallou mais do que ninguem esta paixao
Iliteraria pela repblica, 'lodos os grandes exeni-
plos, Indos os objeclos de eslu.lo, todas as Ihcses re
premio e emulacio, sao lirados da historia das na-
{fieantigs, anti-chritllat. o enihusiasmo mulii-
plicou as formas da expreatSO. A imilajao da anli-
suidade, comorou pela imilarao das formas da ex-
pressan, a adorarao da bellezas de simples formas
Iliteraria!, Irouxe comsigo a adorarn das ideas, e a
deltas as dos liomeiis, e OttilalfOee. O habito pro-
lu/io aconvicco; a inoculado encbcu-se de recor-
darles, viven em Boina e tirecia. adulta, quiz
transformar a sociedade em sociedade anliga.
A juvoolude I,avia vivido e aprendido a fallar c
pensar no senado, e no foro, no meio das revolacOes,
do partidos, das perturbares, ludo draaialica-
nienle doscripto, visto e batido, e eul,lo para ella a
realeza so podia er lyraniiia. o a liberdade s exi-
lia com a repblica. Conlusao de palavras, soplns-
raas de rhetorica.
Daqai prntieraii) essas exallares que pnr muilo
lempo a velha sociedade monarchicd exacerben re-
sislindo-lhe de frente, em vez de sarar a cansa ; e
assim sucreden que a sociedade, podro pola baso,
pois tao erradas eram a ideas do que a atacaran),
como a dos que a defendan), baqaeoa em pouco
mezes, e vimos transformados em republicano an-
tigos (at nos nomes | os homens educados pela mo-
narchia, commetteudn crimes, horrores e aclos gran-
diosos que s se poden) explicar pela alhearn
mental.
Os mais culpados, meu amigo, nao foram os qoe
pralicaram esles fados de phronesi, de imilarao re-
publicana, ma sim aquelles que produziram osla
epidemia moral, esla eorrupfSu de ideas, dando a
beber com o Icile a educara republicana, o enti-
nando aos discpulos os manejos do foro e do se-
nado.
Islosob o rgimen do cbrislanismo he, alm de
ma loucura, um crime, e no enlanlu ha urna com-
anle disposirao para voltar aos mosmos erros e des-
varios, e que so a religiao nao se tornar a guia e
impulsora da educacao, nossos lilhos a nusos netos
tirio republicanos para que nossos bisnetos o nao
sejam.
Ilo explica-se pelo continuo habito dos exercicios
tollos sob o encanto dos genios da anlaoidade. No
eolanlo um espirito soeegade c urna razao cultiva-
da mpedirao que a maginacao so desvair pelo en-
tbusiasmo, porque lomos luzes tuflieienles para ava-
har devidamenie e.a virludos nhamanas que en-
cheram de admirarlo os autores amigos.
De qoe nos servira sermos chrisiaos, se nao snu-
bessemos admirar so' o que he bello, e detestar o
que he brbaro ?
O sabio Rolin, esse prudente director da mocida-
de, foi arrastrado polo correnle do seu lempo, das
ideas do reuascimeiilo, das lellras clasiicas; e pur
iso esquecou-se de por em paralello as virtudes an-
tigs, caraclerisadrs pela saa rudeza, com as eliris-
taat. repassadas ne bondade.
Ao ler algn dos seus escriplos, julgar-se-hia que
no't temo de viver como os aregos, e o romano,
quando a nossa sociedade esta' fu la-la nos priuci-
piog do Evan*elho.
Esla aturrarn de Bolin, moslra a facilidade co-
mo o homem se deixa seduzir al ao ponto de se
identificar com as idea bebidas no estados Ilitera-
rios, e cegar-ae com o brilho das bellezas de fm ni.
Meu amiga, fazei que vosso filho lire oulras liqes
do estudo da litleralura antiga.
Na maior parle dos seus exemplos de virtudes ha
urna exallac.lo ou abjocr.lo que loca na chiinera, p-i-
I enihusiasmo, ou desee a' ignominia pela tor-
peza.
O homem nao existo em sociedade, para vivar em
aro estado violento. Ora, pais mataudo os lilhos,
lilhos asaastloando seus pas, of suicidios fantico,
os sacrificial croenlos, a exaltara da fuberba e da
vaidado, o enihusiasmo pela patria, lazendo desap-
parerer o amor da hurnani lado, tudo Me indica es-
forros exagerados do homem, bateando a grandeza
fora das leis da juslira e da inspiraco da gloria na
toral.
2 ditas bzmdaa de algodao ; a 1 r.is.
t dita in-trumenlis de msica ; a I. Ratita
4 ditas obieclo para relojoeiro ; a Ohapron ,\
Berlrand. '
(i dilas fazenda de 13a, de linho e lendao, de al-
godao e de oda, ele. ; a J. A-llov c\ C
II dilas calCadu, papel, ,lU de imprimir ; a L.
Lecomle leron.
33 ditas e 21 volaran, fa/ondas de Ha. de algo-
o, de alao.iao e seda, de seda e ,|lnd.lo. a,,,,..,,
casta. ,lc algndJo, Capeo.. ,,,. farllirs mdt.
Se o mestre de vosso filho liver um espirito chrs-
tao, o um solido estudo, ha de admirar as verdadei-
ra generosidades, mas ao mesmo lempo ilutara'
que ha de falso e sophslico nesles herosmos de or-
gulho, ou em cerlos sacrificios uascidos do phrenesi
e fanatismo.
Basta esla comparacSe simples, fcil, verdadeira,
mas quo ilevc ser continua, entro as vir.luaes pagaas
e a chrislaas, para dar a voo lilho um inlruc-
ro solida, verdadeira, clirislaa, e sobretudo o habi-
to da roeditu^.)o.
Bastara islo tara que ello conbeca o que valem es-
tas repblicas, em quo a mai nao devia cjiorar quan-
do lhe murria um Ribo combalendo pela patria ; pa-
ra nao se deixar arrastrar pelas grandes phase de
herosmo aoplieadat a-actos qae fazem palremerer a
natnreza, e abenrnaria mil vezes a religiau que sem
regeilar que ha de grande na historia, lhe ensina
todava a sor grande pela humiidade, que fez do
amor do prximo urna virlade capital, e sanctificou
a lagrimas como premio da ternura, e do arropen
dimento.
Alem disso he neeessario aprovoilar esta tenra
idade e estes primeiros estudos para meditar e co-
nhecer o que eram as laes repblicas.
Vosso filho deve saber desde o rome;i do seus
esludos a verdade em tudo, e entao bom he que sai-
ha o que eram formas de governos onde mui pou-
cos tinham liberdade para ludo, e a escravidao para
quasi todo ; isto o previuira contra a possibilidade
das imitar-'. -- desles goveruos nos lempo modernos.
He neeessario fazer-lhe ver que a repblica ntre
o* anligos nao pateara do exclusivo exercicio do po-
der as m.lo de um poucos, patricios oa grandes.
Pobre povo de Roma Vede a lucia continua do
tribunos coiilrn o poder do senado '. Que rei, que
realeza foi nunra tao pesada ao povo cuino esla aris-
tocracia, asala nos euntalhea, dar as revqlocoes.
cruel as medidas, e.que quando mo liiiha outro
meio leacava mao da guerra para se livrar dos em-
1.araros internos.e que assim virea seiscenlos annos!
Os povo nao podom viver sem auioridade.he ama
coodicBo eetencial da vida social, e por isso Tacam o
qoe fizerem cumpre apparecer, e cada vez mais pe-
sada oppressora e lyraaniea, quanto mais prxima-
mente existi a repblica, essa eterna sopbismai au
da liberdade.
Ea desojo que vosso filho tire estas lic,oes do
seos estudos da litleralura clstica*
Vosso lilho nasceu e ha de viver em um i socie-
dade tornada pelos principios chriiao, anida quan-
do mais artesa parece a esles; vosso filho portcnce a
urna sociedade esencialmente monarchica pelas
id.ls, pela historia, pelos hbitos, e por conscgumle
vosso lillio deve ler ludo islo, e nao as ideas da Gre-
cia Ou Koma pigas.
Paro aqoi por agora ; bem sci que llavera' Orna
opaca em que sera' neeessario desenvolver o pensa-
mento de vosso filho, c explicar lhe qual he a mo-
narchia que prrteuce a Franca, mas ainda do que a
Franca lhe perlonce ; he entlo que elle deve eslu-
dar os principios e os fados.
Mas agora nao he a orcai.lo, semear boa semen-
t que os friiclo virao no lempo proprio.
{Continua.)
caixa urna borra de ferro, 7.1 bani e 7", m..,.
'"n.oio vicen.e Altes de JTSiST*'
tie'rmai'n""' <,ua,BS I'"1 *'si"'"-'>s e eloKios ; a I.
I caixa ebapet para homom ; a Carneiro.
J dita. Ii a M|B|1C| Jo,c A|v
M barris e :|(| ,,, ,I,an,1.M [Trti|
.1 volme liTro, ; |. r.ucite, doj Slo|'
1 eaixa roapa a Silva Cuimartes.
R^Coelo '"'' >*''a",",u < mercadorias ; J
5 dilas faz,,,,!,, je .Igodio, de eda, crtM dt
joaar, chapeos, ioP, ,lf ., s,q A |.,lr,
8 caixas crysl.e; aio b,,,,,,,, fnSim.
.1 volumes drogas. aUil ,|e |)iir de fmm.
ama porcao de gosso a gn,| a jao Soim (.
3 caixas corda nara iii.Uamenio.. | Tlll. tl
aros, |ierfuinaria, mascar., ,|P. | |e|0U(.i,-
1 caixa espoleta a P., leeMaa,
I cha armas : a Manoel Jeaaaaai Ramos e Silva.
, barr.se,. nie.osmanteig,, -j P,M, eh
para homem e bjeclus para chapeleirn.
'.> caixas e |j tuloinrs, fazenda de l.ia de eda
panno, chapeo para sen hora, ditos de hoir-m. Iras-
tes, roapa, morreara, etc. ; a Burle V Souza.
SO barr e 20 meios maoleiga -. a Scliramm ,\
Companhia.
It) caixas eardinhas ; a A ubi llebort \ C.
23 dita volas e abao, I barrica qoeiju. 3 laidos
e 13 caixa fazenda de algmlao, de seda, de eda e
algodlo, de la, pesencinhos de teda, rhaln ot
cassa, chapos para homem. borracha, 00 barris e
jtl muios manleisa ; a J. Kcller.
:I0 barris t 90 meios manleiga, 28 caixas tozon-
da de algodlo, d.. algeae e Ua, de alsodao e $e*i,
enrerad, chapeos de sul de alsodao e ditos de teda,
marroquii ; a N. O. Rieber eV C.
3 ea.xjs mercearia maslard., agoa de colonia,
etc. ; a l.itellior & C.
i dila capsulas para garrafas ; a Uoreira A Fra-
goso.
I dila perfumara ; a Francisco Comes de Oli-
veira.
IU) barril e (O meios raantoica, 19 caixas 3 fardo-
e il volumes, raicillas de alsodao, de eda, de toa.
de alsoda e Ma, crep, litas de. seda, pannos. r-
qu.ros. chapeos, caira lo, alBi.ele.. carneira objeclos
de ierro, ditos de escriptori, espoleta, morreara,
penles, quinquilhari.1 etc., 30 caixas queim- : II.
Brunn.
i caixas arenes e couros, 3 fardo e II caixa, fa-
zenda- de algodao, dita de linlm, dita de seda e teda
e alsodao, pannos etc., i SchaHeillin A; C.
100 barris e 100 meios manleisa ; Tatsa A
Ir man-.
1 caixa carro sem rada, i ditas bombas e qeio-
quilhanas ; a Bourgois.
3l>3 barris ceuienln, f, dito asila,denle, VO caitas
queijo 17.) barr e 200 meio manleisa ; a l.-s-erre
2 caixas marrnquins, 35 dita mercearia, bonetes
de algodao. perfumara, vidro porcelana, eama.de
farra, asna de colonia, espelhos etc. : a Keidet
Puno a c
2 caixas porcelana, quadros e caodieiro; Novaos
Oliveira.
2"> barris e 2. meios manleiga, -r, ranas vels,
1!) ditas queijos Bastos l.emos.
7 caixas chapeo-, bonetes e objeclos de chapeteiro;
Chri-tiani j; IrmAos.
20 barris e 20 meios manleiga ; a' Jos Baptisia
da ronceca.
i caixas chapeos para homem ; a' Jlo Cerdoso
Ayrc.
2 ditas vidros e droga, a It irlholorneu Francisco
de Sonta.
li ditas vidros ; A. Rubert.
I barri tinta verde, 9 canas crvslaes. randieiro*.
vidros, alunlos grampa., bonetes.tovat brincot e sal-
picos ; a' I. H. Denker.
22 caixas apparelho para desollar, carro e per-
leuces, roup, buidas, torcidas de alzodo. chapeo
e ditos de feltro, barbante, musir, ohjertaa de
prata, hyotitori, cooros livrot, rami-as. grvalas de
sea, calcado ele, a' Luir. Anlem de -iqaeara.
1 caixa artigos de plioiugrafha, 1 dila mercea-
ria, 1 dita e,.rt0e. I dita chapeo, 2 dilas ditos e to-
zendas de l.i ; a' Orden).
1 caixa velas, I .hu curda de
Dumonl.
1 barril azeile refinado, 3 caitas chapeo de sol.
8 volumes e i| dilas chales de la toania de seda
arcoes, tozenda do Ma e sola, dila de linho e aljo-
dte, candieiros, vidro, chapeos de fellro, espeibus.
camias, leuro de alsodao. prilot para rami.a,
pannos de seda, cascos para chapees ele.; f
Saovaga.
msica : II.
2 cana, pellos, marroquins, e papel de embra-
ho ; a' Dartia \ i;.
3 .1 la
> aii...
ti dita livro ;
3 ditas vid'ro-;
lr>i-. -. madama ||. Cairto!.
ehaprnt, caira.i..- el,-., i;,,,
ao viconde de Lavares.
Theophil Knbert.
UNeWLAda tKHAi..
nendimento dn da I a f. .
dem do dia 7 .
3l:H.'>9tlt
1H7IIW
3(M79|SM
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da lat
dem do dia 7 .
2:2SiJ77'.
I8SJIII
7fi8.yi7l,
DESPACHOS DE EXPORTACAO Pti.A MESA
W>CONSULADO DESTA CIDADE NO MA
7 DE FEVEREIRO DE 1837.
CanalBarca ingleza nlliudoon, C. J. Allev A
Companhia, 1,180 aecs assucar ma-ravado.'
CanalEscuna ingleza oS u,venera, Saondesrt Bro-
thers ; Companhia, 161 saceos astacar masca-
vado.
CanalBrigue sueco a-Acliton, Saunder Brnlheis *
Companhia, 100 saceos assucar mascaa.1o.
LisboaBarca pnrlueoeza i.'alidaon. Thornai de
Aquiuo Fnnseca A; Filho, 22 cateo* rael.
Lisboa Brigue portogaez Consltnlet, TI, imai
de Aquino Fonseca & Filho, 271 saceos attaeat
I,rancn e maseavado.
PortoBarca porlugueza Hilarle IV, Bailar A
Oliveira, 58 couros salsadix.
PortoBarca porlugueza S. Manoel 11. Manoel
Joaquim I!, mi e Silva, 239 accot attacar bran-
co e maseavado.
"i I,rallar- -Brigue suero .,Alma N. O. Bicber
Companhia, 300 saceos asacar branca.
Buenos-AyresBrigae porlagaex RCoafiaaca, Bal-
lar ,\ Oliveira, 110 barricas atsurar braar.
Valparaz(ialera ingleza Seraphiaa, Jolmstou
l'aler e> Companhia, 200 saceos assucar branco.
Exoortacao .
Rio Grande do norte, lancha brasileira -Feliz da.
Ondas, de 29 toneladas, condozio o secuiute :__272
volumes gneros elrangeiros, 18 caixoet taba,
rolo l'umo, 23 dazias de coco lorneadee, 1 fardo cor-
da, 1 caixa doce de goiaba. 8 saecas cat, 3 barricas
assocar refinado, 2 pipas agurdente, I barril.-ji-
rilo.
Araealy, hiato brasileiro -Ex ,lacio, de 37 tone-
ladas, coi.duzo o sefeuinle : 230 volme* dille-
rentes merca lorias, 37 ditas diverso* genero*
KECKBEDOHIA DK HENDAS IMTBHKAS I.K-
RAES DE PKK.NAMBL'CO.
&0-*#&4t
Rendimontodo dia I a l.
dem do dia 7
3:l7l97il
1:1727027
l:3i:lc7SI
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. liO d. v.
Pars, 3.0 all rs. por Ir.
< Lisboa, 9> por % de premio.
o Rio de Janciio, 2 por 0|f) 'le dcscon
Ae.;e- do Banco, 10 a i."> de premio.
o a companhia de Beberibe niih
o ir companhia Poroambucana ao p
a .. L'tilidade Publica, 30 por cen'
e o Indemuisadora. 52 idem.
Disconlo de leltras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
juro.unjas hespanholas. ,
Moedas de hsiOO vellias
a a 6^500 novas
isooo. .
Prata.Palacoos brasileos. .
Peos coliuniiarirs. ,
mexicano. ,
ALFANUBtiA.
Rendimenlo do da I a ti. 79:335iVt53
dem do dii 7....... li:23l;i'Jli
premio,
289 a 2S3.-i00
. HijOOO
. lri-^HIO
. 9SO00
. 23000
. 29000
tSSliO
CONSULADO PROV1NCIAI
Rendimenlo do dia I iC ....
idem do da 7.....'
>crnas populares, chelas
Cada qual jolsa do amor, segundo as mulhere, de emmorao, dedicarnos, ataaesiniaa, carnagens, -a-
93:jj<>j9l
que Ih'o inspirara.
A felicidade existe s,i na esperanoa.
Dt'carrcqam hojt 9 it /evereiro.
Barca inglezaMihatliarallu,,,
Brigue ing'ezKelpieidetv.
Brigue ingle(jreciauidem.
0 preciadas, senlmos grande prazer cm que o dolrac- Per,elUes-
torseja um condecido maldixeote. Basto aponla-Io
ara defender o amigo.
crilicios, especlacolos e scenas de todo o seero, i
grandiosas, tudo islo rodeando a miagan) da re- i
publica, coroando-a com a triple enroa da liberdade, '!'lrca fr inrozliu-lavomercadorias.
victoria e gloria, tres cousas que inll.mmain as ma- Barca inglezaItom.neidem.
as almas inox- Brigue dmamarquezAnua Mariacemonlo.
Hiato am-neanoRoeamondfarinha.
ser a mais econmica, a que exigir menos eorvaa e I nao exigiris
menos declives, e que desde ja oflerec. mais ,,.! J^ SSlSES? arre'e,"1"n","' \ I' resfrien, om esles enthusias
ele. etc., quanto ao augmento do valar dos terrenos
Tal muiher I ano-ola o amante qae leve na
tenga d amanto, qoe se lhe ollrece
zcr realcar os lenlinaataa de joatiea que caracteri-
sa os l'ernamliuraiios. .Nao sni ito oinn novidad
para o artista, que ja deve miar bom torio das ova -
t;e e palma que lem rulhido na corle, n rapital
do Rio Grande do sul e na Babia, Deyc chegar aqui
por tuepeitet de ser ni c
na da Coriceica, por in-uit.. .
B pela tul; i. I.gaca da fiegoeiia dos Vrogadot,
Joao de San! Aiu.j, pul haver eiplnc.idu a
pria mulher.
e Alaria Joaqui-
sua pro-
que tem de atravessar, augmento que dar-se-ha
lambem na miaba direcegoi heqnesiao secundaria
e se assim nao loase, o governo nao Itavia consentir
queseabanitona.se a direcrao primitiva por Santo
Amaro de JaboatHoa para procurar ;,s restingas, man-
gues c areia de Molocolomb, Pan Secco e Ponte
dos Carvalhos.
Km ro-untu: primeiro,esaas larranoa baixos, pelos
quaes o engenheiro do governo-uppe haver gran-
de- d.tlieuldades e conservarlo dispendiosa, olfere-
Soflroreis vos, meu amigo, qne vos o filho se dei-
xe levar por etas admirares ?
Nao exigiris dn mostrea o directores do eollegio
no -, que lhe acal-
,,,en, o ardores, e s.>cosuom a imaginaran !
i *"*' 0m'1 2r'",l1e desgrara se nao lomarle tenlo
nole negocio ;" sera' una de-srara que deixeis de-
d.r o segundo de que he arrasl.da au cima pela",'.".-. f^?!lf ?" i'''"'s "a" 1"'"" nQne$ l""lerao sr !
.-. applieadaa a notaa sociedade, e que servirlo s para i
| pr vosso (lito om lula com a sociedade de quo he !
momhrn ; a na inlelligencia nao vivando no raun-
do real, estara' de noiie Irabalhando por deteobrir o
mala de o destruir, e esle conflicto de urna vida in-
leira tornara' voso lilho lauco, nu perverto, e era
ambo ns casos'desgraradu.
Ainda mal mas fui assim que a monarcliia cliri-
taa e franceza edorna a mocidade de ooatro ou rin-
gratidau do primeiro.
C. Cd'tellu lranai.
CAITAS A H PAI
SORF.
A EDUCAQA'O DK SEU FILHO.
l'or Mr. l.aurenlie.
Crmlinuarao do cap. H Do etpirilo dos tetados.)' co eeraces, e com ilo prodnrin a revolorao.
fcm quanlu a hi-ioria, se vosso lilho nao aprender I Ainda mal ma foi assim que quando a expe-
linteCorreio do Nortefumo.
[MPORTACA'O.
Barca franceza tiustavo a, viuda do Havre, ma-
nifi-atou b segainle :
2S volumes e 22 caixas cidos, perfumara crvs-
laes. porcelana, fechad oras, machina de torrar ca-
f, mercearia, qoiuquilliaria, courus paia rhapoo,
papel, obras de l'Un tres, chapeos, dito* de sol. cai-
ra,lo, pannos, camisas, etc. ; a I. P. tdonr 4 C.
50 algos champanhe ; a Saunders A, Iranio.
lil caixas chumbo em folha I dita litros, i bar-
ris eoaservts ; a Mcurn r. C.
1 cana uiaamenlus de i-reja ; ao cnsul de
l'ranra.
2 ditas rhapos para senhora-, roquifes, modas,
elr. : a madama Theard.
1 dita Vidros ; a Baplila A Krai;oo.
MUTILADO"
.
' )
E-cripto em 1834.

I9MiVi;'i71
2:07 l-t J t
MaMpM
PRACA DO RECIPE. 7 DE I-T-VEKEIK.) DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
/tetilla remanal.
Cambios Sacou-se sobre llamburgo a 1.15
rs. pnr marro nranro, e sobra
, Landre* a 28 l|8 a 90 da, 28
I|i a 00 a. vida, e t* ultimo- a 28
d., purcm as lransarci.es nao to-
r"m de grande monta."
Algodao------------\ .eram ao mercado 331 sacra, e
osjirecot sustenleram-e de ttjsiaS
a .9 por arroba de primeira orle.
Assucar Entraran) somonte 2i.it*i sacro*
por rau-a das rhiivas. Kizeram-se
alguma* vendas do branco, a sa-
ber : 4381M por arroba dr. fino-,
i?00 pola lerrnra orto bu*,
glOO a -2"KI poto qoarla, e de
3-5.00 a 3HM pola arroba do s-
menos, lambem vei.deram-saeal-
guma. partidas do manravado I i-
boa do 3IOO3flaa\ laasiia de
39 a LW30, e Canal dr r*|W .i
2-900. O mercado cideve |m.uco
animado.
Courus-------------Me nos con-la hnuve-* venia,
poiquanlo s |.o--u, I. re- txiseaa
precaa alto.
liar i'il,.,o- (I mercado roreheu .uto r.irega-
inento, dos quaos Ir* ^suiram
paia rs pnrln lo ni; lre -c ven-
derain de |]| a 119 por barrica, e
dous anda palla iiideriso*. I) de-
posito aubit a I.VOO0 harria., e
as venda relalbo variaram de
I ; a Ho por barrica.
Carne serca- Yendeu-e a do Kio Grande de
,>2on .">?7 ta da l-a i-71.pur arroba. Piaa-
rain om ser j,.ii arrollas da pri-
meira e ti.Oiai da ettnnda.
I'arinhade Higo- Banoa par 1,000 barrica, o de-
|.ilo, sendo 1.800 de Trieste e
2,380 a encai.a. Vendoo-sea 2KS
da prim.ir.i e Je 22 a 2ts da se-
gunda.
Desenlo------------Raaoanraaa-ea loaras de quaim
i..o/e de paaaa a 8, e ale *el( n,e.
:es a 9 pur ceuio ao anae.

ILEGIVEL
-''.'



DIARIO DE PERNAMIUCO SEGUNDA FEIRA9DE FEVEREIRO DE 18.Y7
i
F, .(es_________l'"> Liverpool a 25 e "> por
eenlo pelo assucar, pelo alROilo a
1(2 d., recebendo na Paraliiba, c
para o Canal a 13 6pelo pri-
meiro.
focaran) no porlo 3 vapores e 3 navios com liaca-
Enlraram 5 rom bacalhao. (> de cabnla;cm, 2 de
hiendas e (teneros europeo, 1 com vinlius do laial,
1 .-om farioha de Iriuo, e outro im UMrn.
Saluram 8 de catiolagem, 3 com MMH e man
genero) para porlos eslrangeiros, 1 m lastro, e I
eom carne tetca de Rueons-Avres.
Ficaram no porto 72 a saber : 3 americanos, 20
brasileirus, 2 dinarnarqueiet, 3 francezes, 5 hespa-
nhoes, 1 iiollindra. 20 ingleies, 1 uoiueguense, 10
porluguer.es e 7 suecos.
Navios entrados no dia 7.
larra .Nova10 dias, barca ingleza StelU. do 213
un -la.la*, capillo W. BuyJ, equipagem 12. carga
2,950 barricas com u & Companhia. Perlence a tireeuocL.
lina do Fayal19 das, patacho portucuez Horlen-
, de 173 loneladas, capiito Jos Mana da silva
Joues, equipiRem 12, cama vinhos ; a Joso Jacin-
tlio de Figueiredo. l'ertence ao Fayal, lrooie a
seu bordo 1 pasiageiro pata esla provincia e 1 para
Buenot-Avres.
Ballitnure:<:i das, biale americano Rosemund.,
de 130 toneladas, capitao A. VV. Reynolds, equi-
pagem 6, carsa 7:10 narricas com farinha de Inao
e mais eneros; a Henry Korsler & Companliu.
l'ertence Nen-ltedfoni.
tladila36 das, brigue inglez Reindeer, de lio
tonelada, capillo A. Curts, equipagem 8. carga
1,990 barricas com baralhao ; a haunders Bro-
thers & Companhia. l'ertence a BaUbx.
Maceie porlosinlermedios11 horas, vapor hra-
sileiro I"uarassi, coininanilaiile Anlonio da Sil-
veira Maciel Jnior.
Liverpool31 dia, barca ingiera Eliza liands, de
21 tonelada", capitao E. I.imb, equipagem 12,
carga (atcudas ; a Sotball A, Mellor. l'ertence a
Liverpool.
Navios sabidos no mesmo dia.
CanalEscuna ingleza nScoul, capitao Robcrt Jer-
ril, em lastro.
l.io ijrande do NorteLancha brasileirn (Feliz das
Ondas, meslre Bernardo Jos da Co'la, carga fa-
zendas e mais gneros, Passageiros, resonn
Ferrelra Luslosa.JoM1 Joaquim Freir, Joaquim
Jos Freir Jnior, Manoel Jos de lloara, Mar-
celino Ferreira Cabral de Mello, Reinaldo Gomes
da Silva, Ludgero Marinho do* Santos.
Aracctylliale brasileiro EihalafSo, meslre An-
lonio Manoel AITon-o, carga fazendos e mais g-
neros. Pa.sageirus, Sliuoel Rodrigues da Silvo,
Francisco Jos do Rosario, Anglica Maria da
Conceirio, Desdalo Cesar de Castro Mere/.?-.
Cumpanhia brasileira
paquetes a vapor.
O vapor l'ARAN.V commamlanie Kranciaco Fer-
reira Borges, espera-se dos porlos do norte em se-
eulmento para os do sul at o dia 12 do corrente.
s senhores i|ue tiverem de remetler cscravus e
quaesquer voluines, sej.im de carga ou encommen-
da, deverao Ir a agencia no dia da chegada do va-
por, para se angoja' o que poder ser recebido ; no
dia da sahida somcnlc se admiltem passageiros e di-
nheiro n frele. at as horas do espediente : agencia
ra do Irapichc n. 10, priineiro andar.
Companhia transatlntica
de vapores de Genova.
IM 9
PRECIOSAS. ?
i
Aderemos de brilhanles, *
o diamantes e perolas. pul- j
! tetra*, allineles. brincos ?
_ s rozetas. boles e annei* *
i de diflerenles tostse de J-
diversas pedias de valor. :?:
. *
?;
Compram, vendem nu *j
trocam prala, ouro, bri- *
M0RE1RA i DU1RTE.
i..i\ de armvBS
Ra do Cabuga' n. 7.
*k
| OlllO E PRATA
m
?

Ihanles,diamntese pero- -j
Adorecoi complelos de *
ouro.meosdilos.pulcet- '?;
ras, alfncles, brincos e
ro/el.is.cordoes, trance- x
lins. meilalhas,correles ?
e eufeiles para reoslo, e *
oulrosniuilosobjectosde *
ouro. I'
Apparelhos completos, *
do prala, para cha, han- *-
dejas, salvas, caslic,aes, *
ieeebera por to-
dos os vaporeada Eu-
ropa as obras do mais
| las, c oulras quaesquer -11 > ll' I'1111 fli.StlI II- '"olheresdesopaedecli, &
i joiasdcvalor, a dinheiro I 'c" "?' rsuolu t'4" | e muilos outrus objeclos *
tiW?*0ri*x*v!er!& ,(> de Pr*"9a corao mi^mmasmm
de Lisboa, asquacs se vendem por
pre^o commodo como eostumain.
O vapor SaRDENIIA espera-se aqoi, vindo do
llio de Janeiro, uo da 9 ou 10 do crreme, e secue
para os purlos do Europa, depois da demora neces-
saria para receher as coalas, recebendo passaueirus
para Saii-Vicenle, TenerilT, Cadix, larcellona, Mar-
ellia e Genova.
O vapor GENOVA espera-se aqu no dia 12 do
correle, vindo de Genova, c *eguirn depois da de-
mura precisa paia a ltahia Rio de Jaueo, para
onde rerebe pafiageltM e tambem para Montevi-
deo e lltienos-Avres : lra(a-se na rua do Turres n.
14, no ecriplono de l.einos Jnior &i Leal Keis,
agentes.
Scitft*.
&0ll*t&.
CONSULTORIO HbMEOPATHIGO
uo
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Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, lano em tinturas como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pretjos bstanle commodos :
HUECOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes.
Mita de 2*
Dita de 36 .
Dita do *8 )>
Hila de 60 t .
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Frascos de tintura do mcia onca.
Manual de medicina homeopalhica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica do l)r. Henry.........
TraUmeoto do citolera morbus ..........
Repertorio do Dr. Mello Moraes.........
10/0110
15:000
20-000
25;000
30S00O
10000
271100
20-3000
10." 000
2/000
6/000
0 Dr. Anselmo Francisco Prctti, commen-
dador da imperial ordem da lioso, e juiz
de direito especial do commercio, por S.
M. I. e C. etc.
Kaco saber aos quo-o presente edital virem,
qne no dia 12 de levereiro do anuo prximo
futuro, se ha de arrematar por venda a quem
mais der, depois da audiencia deste juizo,
na sala dos auditorios, a casa terrea ti. 27,
tila na rua lumia da pcvoac^ao do AToga-
do, no valor de 1:500/, a qual Ib i penborada
por execucSo de Miguel Joaquim da Costa dr
C, contra Anlonio Annes Jacome Pires.
. E para que Chegue ao conliecimetilo de
todos, maudei passar editaes, que serao pu-
blicados pela imprensa e allixados nos lu-
gares designados no cdigo commercial.
Dado e passado tiesta ci.iade do ltecife, ao
9 de dezctrtbro de 1856.EuMaximiano Fran-
cisco Duarle, escrivSo o subscrevi.
Anselmo Francisco l'eretti.
O lllm. Sr. inspector da thosouraria
provincial, em cumprimento das ordens do
Exal- Sr. presidente da provincia, manda
convidar aos proprietanos abaixo mencio
nados, entregaren! na tnesma theseuraria',
no prazo de dios, a contar do da da pri-
meia publicaQ3o do presente, a importan-
cia das quolas com que devein entrar para
o calamento das casas da rua do licberibe
(caes ue Apolio), conformo o disposto na le
provincial u. 350, adtniUindo que a falla da
entrega voluntaria sera punida com o duplo
das refundas quolas, na conformidad do
artigo 6 do regulamento de 22 de dezeinbt u
de 1854.
N. 13 AGuilhcrmina Candida Pereira. 45/
43 Joae Antonio oe Araujo. 15o/
45 Eduardo Delinque Fox. tiO*
5 aViuva Laaserr. l**
47 Autoiliu PoJru d Nvo. **
450/
E para constar se mandn allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.Secretaria da
lliesourana provincial de Pernambuco, 6 de
fevereiro de 1857.U secretario, Antonio Fer-
reira da Anuuncia^ao.
ir i.tt.
Johnston Pater t C. transferirn!,
por causa da cliuva no dia 0, para quan-
do tinlia sido annunciudo, o scu leilo de
grande sortimeuto de tazendas inglezas,
e por isso sera' ellectuado segunda-
feira 9 do corrente, a's 10 horas da ma-
nhaa em ponto.
O agente Pestaa far leilo por conta
de quem perlencer dos salvados do biate An-
glica, consistindo em una porcSO de polia-
ine, cabos de linho e de cairo em bom estado,
e alguns novos, 4 ferros, urna roda de leme,
urna vela grande, urna latina, uto redondo,
urna bujarrona, urna vela d'estaes, urna po-
laca e guarmees para bomba ; ludo se acha
patente ao cxaine dos compradores, no lu-
gar do trapiche do algodo, junto aoarma-
zem doSr. Guerra, onde ser feito o leilo,
terya-feira 10 do corrente pelas 10 horas da
manha.
- O agente Borja far leilo quinta-fei-
ra, 11 do corrente, as 11 horas da mauliSa,
em seu armazem na rua do Collegio n. 15,
de urna inGuidade de objectos de diffeientes
qualtdades, bem como obras de maicneria
novas e usadas, consistido etn uuia encl-
lente secretaria de Jacaranda com ediv., di-
versos guarda-i uupas e guarda-vestidos de
mogno. comtnodas, canias francezas, leilos
para "Crlarca, mobtlias completas para sala,
etc., ele, candelabros, lauternas, vasos e
enfeitcs de porcellana para mesa, vidros e
lougas diversas, bijoulerias e outros muilos
objectos, ele, que lora itnpossivel mencio-
nar, os quaes se enlregaio sem recusa de
qualqucr prer;o maior ufferecido ; assim co-
mo urna excedente canoa de carreira de
amarello. com bastantes commodos, a qual
so acitara expusla nu caes do Collegio. i\os-
se mesint) dia taiiibem fara leilo de um ter-
reno com 37 palmos de frente, 300 de fun-
do, aituexo ao sitio de D. Joauna dos Pasaos,
com frente para a rua do helio e para a rua
nova do Limoi-iro : os seunores jretenden-
tea que qaizerem algumss informac^oes a
respuitu, dirijan se ao supradito armazem
do agente aimuuciauio.
Deseja-se saber se morreram em Per-1 Francisca Lima ueOliveira Santos, pro-
namhuco Luiz Dias e .Narciso Das, filhos de | fessora particular do primeiro grao elcmen-
Narciso Dias e Catharina Maria, natural dos: tar moradora na ruadoAmorim n. 50, avisa
Darris, Conrelho de Panella, om Portugal ;' as pais de suas aliimnas que pretende abrir
assim como Justino Antonio Baptista, pessoa | sua aula no dia 9 do crreme,
esta que foi martimo e morava perto desta Preclsa-sc de um ou dous rapazes de
cidade 1|4 de legos, julga-se ler sido na Ca- idade de 12 a 18 anuos para caixeiro de urna
punga ou Cacunda, era casado o scus filhos boa casa de moldados, em boa rua, prefe-
naturaes de Liaboa, lilho de Joo Baptista ""c-se o que cstiver arrumado em alguna
taberna pequea, eque por qualqucr mo-
tivo juslo queira sabir : quem se julgar ha-
bilitado dirija-se a rua do uiieimado, loja do
Sr. Joaquim Monteiro da Cruz, n. 25, ou na
praca da Boa-Vista botica n. 22.
e Luiza Maria dos Santos ; consta ter falle-
cido ha anno e meio. pouco mais ou menos :
as pessoas que souberem de qualquer dos
individuos cima mencionados, dirija-se a
rua do Cailegio, no primeiro andar do so-
brado n. 17, das 10 as 2 horas da tarde, que
satisfazendo as nfonnac,oes, ser recompen-
sado do scu traballio.
Precisa-se alugar urna preta captiva,
que engnmmec laca o mais servico de urna
casa, paga-se bem no atorro da Boa-Vista, i ~ I?".,"""'*" !T8T,2 "
lojadebilhetesn.56. !*el P^lico. que deixe. de s
Precisa-sede um caixeiro para taber- brb-.''0,1=lanu & Salgado de
na, de 14a 16 annos, qne tenba alguma pra- J8ne,.ro QO "-rento auno, e ao mesmo lempo
tica do mesmo negocio: na rua da Cruz ffi.de bom 'r*fnento, delicadeza e
n 28 |Conuanca que de initn h/.eratn duranto o
"' Jos Antonio Loito fez annunciar pelos lemi'0 e sele a,,nos 1ue lul seu caixeiro.-
I'ara mais de duZe
Precisa-se de coslureiras tanto para calcas
como colleles;e palitos, que sejam boas e
despachadas na agulha : na rua ^ova n. 52,
Eu abaixo assignado aviso ao respeila-
el publico, que dei
Srs. Pon:iano & Sa
ser caixeiro dos
ado desde o dia 23 de
No armazem de
I RLESOZA&C.
lina da Cruz n.iS,
lia mili lindos e elefantes Vestuarios
para bailes mascarados, f|uc reoeberam
pelo navio li.iin.vz AI.MA-
Domingos Alves .Maiheus sacca sobre
o Porto ao cambio da praca.
Lotera da pro-
vincia.
Quarta parte Juteria do Carino.
O abaixo assignado ven-
c* ii as se-ii i n tessor tea :
-2<.~i I :"i(lll.s"i piarlos.
2172 2(M).s2 diios.
.-)0I(> I00.Sidetn.
2I2( bOg idem.
1~> 3(l.sidem.
2911 50Jbilbete.
r.2! 50.Sidem.
',)7") 50s2 mcios.
P. .I.Layme.
Ilojc 8 de fevereiro principia o septe-
nario doScnhor Bom Jess dos Pobres Af-
flictos, na capella de .N. S. dos llemedins,
feito por promessas pela sxtinccSo da epide-
mia, e todo cantado por senhoras. A resta
sera no domingo 15, sendo prega lor o reve-
rendo provincial dos carmelitas Fr. Joo de
AssumpQfio Moura. A tarde liavcr dansa do
corda, o a noile fandangos, se nao houver
algiim transtorno.
DITorecc-se um rapaz de boa conducta
para caixeiro de cobranca ou de escripia,
tendo menos pratics em escripia, e o mes-
mo d provas de sua conducta : quem (les-
te precisar, queira annunciar para ser pro-
curado.
No dia 13 do corrente, depois de linda
a audiencia do Sr. jui do paz do primeiro
districto da freguezia de s. Fr. Pedro ion-
calves, se ha de arrematar um piano forte
em bom estado, de mognu. goslo moderno,
avaliadoem 100*000, o qual vai a praca por
ezeenc&o de Joaquim Jacinllio contra Ma-
ra Auna Ssnobesde Boado.
O abaixo assignado, licando encarre-
gado de liquidar todas as contas pertencen-
tes a taberna qu foi de seu mano lzidro
l'ereira de Andrade, sita no pateo da llibeira
n.1. Dga aos llovedores do mesmo, tanto
de conta de livro como tambero osquete-
nbam penhores, quo no prazo de 8 das ve-
nham satisfazer osseus dbitos,e resgalarcm
os seus penhores n* rua do Amorim n. 47, e
no caso de nao o fazerem, serao chamados
por scus nomos por esto Diario. Kccife 7 de
fevereiro de 1857.
Justino Pereira de Andrade.
GRANDE MASCARADA.
Ordem da.
0 commandanto em chele do grande exer-
cito dos mascaras a pe e a cavallo, linlia
e milicias, volunttrios c guardas, artilha-
ri.i nacho o tontea, fortalezas e arsenaes
militares, grande dignitario da ordem de
S. Martinlin, commendador da de Bacclio,
c meslre do sciencias da cavallaria a-
ilante etc., etc.
Ordena que na grande marcha do exernto
dos mascaras se observe o seguinte pro-
gramla :
I"todas as torcas marcharao se reuni-
r m no campo de palacio pelas V horas da
larde dos dias 22, 23, e 24 do concille, em
grandegals, com asseio, limpeza, e ordem,
divididos em qualro divisOes.
J-Marcharao na pnmeira diviso 85 000
hemens do Bccife, n segunda 95,000 de
Santo Antonio, na tereeira 74,000 de s. Jos,
e na quarta 6S,OD0 da Boa-Vista. Toda esta
torca de 322,000 botnens partir do seus res-
pectivos quartis as 3e meia horas da tarde
dos referidos dias.
3-Formando assim o grande excrcilo
far a grande continencia, marchando para
o sul de Ifaiakoffem divisOes, a percorrer as
ras da cidade, com ordem e sem olTonsa a
moralidade publica, dando provas da boa
disciplina, que nellese tem mantido.
4 -Os recrutas recebero o fardamento
vencido por dinheiro, nos arsenaes do Nevos
c Julio, quo de antemo se acham prvidos
para qualquer numero de mascaras.
5-Marchando o grande exercilo em gran-
de gala, usara de armas ficticias, licando
Potassa e cal
virgem.
Noantijjocja' lcin conbecido deposi-
to da rua da Cadea do Befe, esenpto-
rio ii. 12, lianara vender mnito supe-
rior potassa da Hussia, dita do Rio de Ja-
neiro e cal vii-ircn de Lislioa em pedra,
ludo a prec/M muito (avoraveis, com os
rpaaes (carao os compradora satisfeitos.
N. O. Biebei o. C, rua da Cruz ni,
vendem :
I. hi.is da Hussia.
Idem inglezas.
Brinzao.
Ili ins da Hussia.
Vtnhode Madeira.
Algodao paca saceos de assucar.

BOTICA CENTRAL 110-
MEOPATIIICA
DO

Diarios de 9, 10 e 12 de Janeiro prximo pas-
ltecife 5 de levereiro de 1857.Custodio Ati-
!ft>idyd &t*cr*p*.
sado, e logo prevenio o respectivo thesou-
reiro ter perdido na noite de 31 d.- dezem-
bro do anno passado, no desembarque de
Olinda, um quarto do bilhele n. !>7 da ter-
eeira parle da segunda biteria concedida al
beneficio do convento do Carmo, que foi!
extrahida no dia 10 do dito mez de Janeiro, |
e premiado com a sorte de 6.0(i0#0i)0, e jus-
tilicou precisamente, procedendo as neces-
sarias citacOes a 1* do referido mez de Ja-
neiro em tempo que o dinheiro do premio,
correspondente ao quarto exista em poder
do Ihcsoureire, peranle o juiz privativo das
loteras, que era nesle caso o competente, e
onde fot entregue por Agostlnbo de Souza
Pinto o quarlo em pedazo, cuno consta do
acto de entrega e uslilic.ie.'io ; o porque de-
pois de ludo isto Coito, o thesoureiro reco-
Ihesso a Ihesouraria provincial o premio
correspondente ao mencionado quarlo,
mandn o Kxni. Sr. presidente da provincia,
que o annuneianie juslilicsse de novo pe-
tante o juiz dos feilos da l'azcnda, e uimun^
ciasse por tres dias consecutivos, por isso
que faz o prsenle annunci, afim de que, os
que se julgarem com direil'j ao supramen-
ciunado qunrlo apresenle,iri-se cotn sua op-
posico, nao s peranle o Exm. Sr. prestden-
le como no juizo dos feitoa c u\ lliesoura-
ria, uo prazo de 3 dias.
DlllECTOEUA DAS UBBAS MILITARES.
Quem pretender arrematar os reparos que
tem de fazer-se na casa da guarda do palacio
do governo, acitara na directora das obras
militares o respectivo orcamenlo.
CNSELllO A MIN1S1KATtVO.
0 conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para a obra do Hospital Rcgimenlal.
Vidros pequeos para vidracas 700, laboas
de cedro de assoalho duztas 2, ditas de ama-
rello dito duzia i, lijlos de alvetiaria mi-
IbeimS.
Quem qtiizer vender.apresenle as suas pro-
postas om cartas luchadas na secretaria do
conselho as 10 horas do dit 13 do crrenle
mez.
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para foruecimento do arsenal de guerra
6 de fevereiro de IS57.-Aulonio Gomes Leal,
coronel presidente interino.Bernardo Pe-
reira do Carmo Jnior, vogal o secretario.
til*00d s&4rxv?.0&
ionio Soares.
I'recisa-sc fallar cotn os Srs. Amador de
Araujo Pessoa, Bernardino de Senta Bar-
boza, Filippu Bello Maciel de Olinda, Fran-
cisco Amancio de Oliveira. Jos Joaquim de
Sant'Anna Larangeira, e Jos liamos de O-
ltveira : na rua uo Queimado loja n. 10.
Precisa-se de urna pessoa que saiba
cozinhar bem, forra ou escrava. para ca-
sa estrangeira, paga-se bem : na rua do
Trapiclie n. 8
Precisa-se de tuna
ama de leite : na rua do
Bruto segunda casa, pas-
saik!o o cii. ';ti iz-
CEABA-, MABANHAO F. PABA".
Segu com brevidadc o palhabote Sobr>l;
recebe carga e passageiros : a tratar com
Caetano Cvriaco da C. M., na rua da Cadeia
do Becifo n. 2.
Para.l.isboa pretende sabir com a maior
brevidade a barca portugueza Gralidao :
quem na mesma quizer carregar ou ir de
pas.-agein, trate com os consignatarios Tho-
maz de Aquino Fonseca tx Filho, na tua do
Vigario n. 19 primeiro andar, ou com o-ca-
pilao na praca.
Para a ilba de S. Miguel, o brigue por-
tugezOlveira, tem promplo quasi todo o
seu carrcga:iicnto, e pretendo sabir uestes
quinzo dias : quem pretender carregar ou ir
de passagem, podera cntender-se com Joflo
'lavares Cordeiro, na rua da Madre de Dos
i. 3G.
Companhia
FRASCII-AIEKICASA
vapores francezes
Havre.
do
S*".-*.- -.'**V'ft:;-i-_
Bipwl-M do Hio ite Janeiro o vapor tranen
! UAM;-C()MT0IS, rominamlanle Kuurnier em
VMcem pira o Havre pelos porlos de escala : pin
rel e pmageirM, na rua do Trapiche n. ||.
ATTENCA'Q.
O vapor de reboque Camaragibe est
prompto para conduzir os passageiros do
vapor bamburguez, e levar as pessoas que
daqui quizerem ir, com toda promptidfio.
Para Lisboa pretende sabir com a
maior brevidade o brigue potluguez Cons-
tante, por lera maior parte da carga prom-
pta : quem no mesmo quizer carregar e ir
de passagem. para o que tem exeellentes
commodos, diria-se aos consignatarios Tho-
maz de Aquino Futiseca & Filho, na rua do
Vigario n. i, primeiro andar, ou ao e ca-
pillo o Sr. Silverio Manocl doaVfleis.
Segu imprcterivelmenle para o Ars-
caty uestes 6 dias o biate Capibaribe ; para
o resto da carga traia-se na rua da Cruz do
Recito n. 13, piimeiro andar.
folliilias
PARA 1857.
Acbam-se a' venda as bem conbecidas
folhinhas, impressas nesta typogtapbia,
das seguintes qoalidades:
FOLH1NHA RELIGIOSA, contendo aln
dos mezes, a bibUotheca do cltristao
br'asileiro, (pie se coinpe de ora-
coes (ptotidianas, metltodo de assistir a
missu e conlissao; cnticos, psalmos,
bymnos, oilicio de Nossa Senbora da
Conceicao e muitas outras oracous de
grande met"ilo,|preco......320
DITA SIMPLES, contendo alea dos me-
zes, a lei dos circuios c varias tabel-
las de imposto* jetaes, provinciaese
municipaes, preco........ 240
DITA DE POBTA, a qual alen dos me-
zes tem expCaCOeS das indulgencias c
exconimunhoes, etc., preco. loo
DITA DE AL.M.VMAK, a qual alem dos
me/.es, contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commercial, e industrial da
provincia, por.........500
Todas estas lolliinhas sao impressas em
bom papel e excedente typo, e vendem-
se emporcSo earetaiho: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
Aluga-so urna casa terrea com soto e
mirlos commodos.a qual olfereco proporcOes
para so montar qualquer esUbelecimento,
cuja situacao he a mclhor posstvel, no pateo
da Paz, freguezia do Altogado, o seu alu-
guel he commodo : a fallar com o capitao
Antonio Concalves de Moraes, na mesina po-
voacSo.
Precisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar efazero servico interno de casa : na
rua do l.ivi Mnenlo casan. 0, segundo andar.
ua novi i. 34.
Madama Bosa Hardy acaba de receber de
Pars um nove soriimento de chapeos de
soda para senhora, tem igualmente urna
grande quanlidade de eufeiles de cabeca, e
muitas oulras fazendas que se vendem em
conta.
Deseja-se saber se he vivo, o onde ac-
tualmente reside Antonio Comes de Oliveira,
natural da freguezia de Pombeiro, e que re-
sidir em o engenho < axoeia da freguezia
de S. concalo de L'tia tiesta provincia : quem
dele der noticia na rua do Collegio n. 17'
ser recompensado. O mesmo se (toseja sa-
ber a respeito le Jos Antonio Leitao, Glho
de Amaro Leito, natural da freguezia de
Santo Adrifio de Oleiros, Conselho da ponte
da Barca, ollciai do ferreiro, e que resida
nesta proviucia entre Coi.una cCoianninha.
A pessoa que quizer rebaler uuas let-
tras aceitas-pelo Sr. Antonio (ornes- Pessoa,
morador na rua da Mangueira, sendo urna
da quantia do 002000 a vencer no dia t de
marco, e a oulra de 609/'OOO a vencer-so em
12 de maio, ludn do corrente auno, pvlc
procurar na rua do Itosario da Boa-Vista n.
13, visto o possoidor das lettras ser militar
e ler de se retirar para a provincia do Bio
Grande.
Desappareceu ni noite de adocorren-
le urna esoravs do nume Cecilia, idade que
reprsenla 28 auno, cor preta, estatura re-
gular, meia dontuca, cabellos bem apara-
dos, secea docorpo, falla grossa, levou urna
trouxa de rouoa e se ilescooGa ter ido para
AVISO.
Os berdeiros do casal do fallecido
Joao Antonio Comes Guimaracs, em
resposla ao aviso de Jos Anlonio de Araujo
GuimarSes, declara que perlencente ao casal
scu fallecido irmao Domingos A G. Gui-
[9esa existe apenas em ^eu poder a es-
t va Hozara, quo lendo sido depositada
com sua senbora por occasiSo do divorcio
que esla senhora nioveu contra seu primeiro
marido, esla sugeilaao pagamento das des-
bezas que .so lizoram cotn a mesma senhora
e sua tla escrava.--Becifo, 5 de clcmhru le
1o57.
Manuel da Cimba llarbiiza, residente
em Macei assigna-se desia data em dianle,
Manoel da Cunta Barbnza Biboiro, por haver
pessoa daquelle neme em outra provincia.
aragua, 12 de Janeiro de 1857.
InstracgUo primaria em
Pernambuco
HavenJo um interesse real na nstruccSo
da puericia pelo melhor systema que se hou-
ver descoberto, peco ao lllm. Sr Salvador
llenriquede Albuquerquc, a todos os Ilus-
tres professores amantes do progresso, c ao
Ilustre redactor da Pagina Avulsa queiram
dirigir seus olhares para a correspondencia
de Macei, inserida no Diario de Pernambu-
co de 6 de Janeiro, pagina segunda, colum-
na tereeira, de bubas 28 a 45.lsto Ibes pede,
a bem da infancia, o seu muito respeitador
e menor servo
Francisco de Freitas Cambo.
Na rua das Trincheiras n. 18, empres-
la-sc dinheiro om grandes e pequeas quan-
lias, com mdico premio, sob a garanta de
hypolheca em predios, bous penhores, ou
boas firmas
Precisa-so fallar com o Sr. Custodio
Jos Bodrigucs de Oliveira Veiga, portu-
guez, da freguezia de S.Vicente de Penco, do
termo de Braga, pra seu interesso : na rua
da Cadeia de Santo Antonio n. 18.
Precisa-se de um menino de Illa 12
anus, dos chegados ltimamente, para ir
para o Ico, para urna loja de moldados e fa-
zendas : na rua da Cruz do ltecife n. 13,
pi.... .-i i a .ai iiii.
Francisco da Silva previnom ao rcspeilavel | O juiz de'paz do segundo districto da
publico, que proniovem urna execuQilo pelo freguezia da Boa-Vista da audiencia as se-
juizo do commercio desta cidade contra A n- Hndase quintas lenas : na rua do Araglo
Ionio Copies Pessoa e seus lilhos, por quan- n. 25, as i) horas da manbaa.
lia superior a'oito cotilos de res, afim del O juiz de paz do terceiro districto da
que muguen] contrate com os ditos devedo-; freguezia da Boa-Vista da audiencia as Ier-
res a venda ou hypoteca dos bens que pos- cas e seslas-feiras : na rua do Aragao n. 25,
suem.-Como procurador, Antonio da Costa
Bibeiro c Mello.
BAILE POPULAR
DE
, MASCARAS EFAITAZ1L
Previne-se aos amadores deste dtverti-
mcnlo que no dia 14do corrente indubita-
velmenle terSo cometo os bailes populares
do carnaval, no vasto salao do p.lcete da
rna da Praia, o qual esta convenientemente
ornado e brilhautcmente Iluminado, o que
sera minuciosamente annuuciado por este
jornal.
Reparti(9o da vaccitia.
0 cotnniissario vaccinador vaccina as
quintas e domingos de todas as semanas, no
torreiio da Alfandega, c as tenas leiras na
casa de sua residencia, primeiro andar do
sobrado da rua .Nova, esquina da do Sul, das
7 as a huras da man.ua.
as verdadoiras em seus competentes lugares,
permitlindo-se so o uso de espadas e ancas
de pao e papelo para maior brilbantismo
da marcha e terror dos inimigos comba-
lentes.
6" -Fica cm liberdade o soldado do regi-
ment de Zuavos, que o anno passado foi
rcbaixado e preso por infame, nao pudendo
marchar no grande exercit'i.
7-A brigada de arlilbaria tornea ficar
de guarnicao a pi.ua ; as fortalezas assim
como os canhes de maior adarme salvarSo
as suas baterias.
Quartel do rommando cm chele do grande
exercito dos mascaras ao sul de MalakolV, 5
de fevereiro de 1857 -.--Choroas da l'ersia,
cominandiinle em choto.
Precisa-se alugar urna prela que saiba
comprar e cozinhar o diario para risa de um
homem viuvo sem familia : na rua Nova n.
58, segundo andar.
cobrado.
Vende-sc o sobrado da rua do Bangel n.
60 : a tratar na rua do Collegio n. 5.
GRANDE GAR9A-R0PA
DOS
MASCABAS,
Rua do Col legin. 18,
primeiro andar.
O dono deste importante deposito de ves-
tuarios para o carnaval, avisa a todas as pes-
soas atnanles deste bello e interessante pas-
sa-lcmpo, que tem este auno, em sli depo-
sito, os mais ricos vestuarios que so tem a-
presontado, ricamente adornados, com ele-
gancia, pnantasia, ideal e maravilnoso. pro-
prios para todos os caracteres que cada um
quizer representar, o a maior parle delles de
velludo, chegados ltimamente do Franca .
por lanto espera a concurrencia do um o
outro sexo, visto ter vestimentas para ho-
mens o senhoras, como bem, ricos nminos,
capacetes o baslOet, cmliin um completo sor-
timeuto de immensas diversidades por com-
modo preco, tanto para aluguol como por
venda, o que ludo se acha a disposicao dos
Ilustres cavalleiros no supradito deposito,
que tem por signal, cm sua janella, uniii
bandeira arvorada, e dous figurines elegan-
temente caraclerisados. A elles, que os pre-
len lentes s'io inuitos, eo carnaval esta ba-
i.onda a porta da Veue/.a Americana.
-- Vende-se um terreno no Lea, ao pe
da lastrada nova, com Olio palmos de fundo
o 600 do largo : na rua da cadeia do Becil'e
DR. SABINO O. L- PINHO.
Ba de Santo Amaro (Mundo Novo)
NUMERO(i.
Veadem-M onir^mente nesla botica os mais
acreditados mediramrnlos liomeopalllicos, por
^f preros muilo commodos.
jsp A aceito desles medicamcnlos he lio promp-
U la o eilica/, que tem merecido as honras da
preferencia em todas as parles do imperio,
onde lem sido experimentados.
Cada lubo avulso.....IsOOO
Cada vidro de tintura -ntiu
Carleiras e caiiinhas com medicamentos,
desde I2i ale UKWKK).
9 lliesouro hoineopalhico ou vade-mecora do
hoineopallia, obra essencialmenle indispen-
savel a quem deseja emprear a bomeopa-
Ihia a.........1 i-oon
lralameulo liomeopathicu do
I
O
49
as
i
i
i

i

&
9 cholera-morbus
19000
:
i*
i

i
Z
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga n. ll, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, Tazem publico, que
estao recebendo connuadamcnte as mais
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os precos
continuam razoaveis, c passam-se contas
com responsabilidade, especilicando a qua-
lidade d(> ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. Seraphim ei lrmao.
VENDE-SE
urna mulata, bonita figura, de 17 annos, cn-
gornmadeira, duceira, e prepara o cabello a
urna senhora : na rua das Trincheiras junto
ao Nicho.
O abaixo assignado, acadmico do i."
anno, competentemente autorisado pelo go-
verno provincial, pretende abrir um curso
particular da lingos ingleza : quem se qui-
zer matricular pode procura-lo desde j, na
Collegio n. 19, segundo andar.- Cuidolno
lia i boza Cordeiro.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : na rua Huella n. i8.
as 9 horas da manli.'u.
Se alguma pessoa se julgar credora do
abaixo assignado, aprsenle suas contas na
botica da rua do Itangel n. 6, para seren
pagas, isto no prazo Je tres dias.5 do fe-
vereiro de 1857.--Antonio Joaquim Das Me-
dronho.
Aluga-se a loja do sobrado novo na rua
Velha : quem a pretender dirija-se a casa do
cirurgiao Miguel lelicio da Silva, na rua du
PocjiiIio.
Precisa se de urna ama para cozinhar
no becco da l.ingoela, taberna de Duarte, se
dir quem precisa.
Precisa-se de um criado para o servico
de urna casa estrangeira, preferindo-so a um
cscravo : na rua da Cruz n. 10.
Fugio 0.0.1.' do fevereiro a escrava de
nome Isabel, com os signaos seguintes al-
tura regular, ebeia do corpo, olltes grandes,
de nacao, cor retinta, tem abaixo da ore-
lita esquerda um caroeinho, idade 20 anuos,
talla muito desembaracada ; levou vestido
de chita cor de rosa, e panno da Costa novo;
pertence esta escrava a Manoel Gregorio Paz,
na Venda Grande, ou na rua Direita n. 8:
qualquer auloridadea podera pegar, que se-
ra gratificado.
- Precisa-so de um raoleque para o ser-
vico de urna casa estrangeira : na rua Nova
n.27, loja.
o paleo de S.
Pedro.
No deposito de massas lirias do pateo de
S. Pedro n. 6, aeha-se um sortimeuto com-
pleto de ludo quanto se pode exigir para
regalo : bolinhos de araruta pernambuca-
uos o cariocas, passas, ameixas e ligos de
comadre, sardinhas de Mantos, caf etn ca-
rolo e muido, cha hysson.da India, cha pre-
to o brasileiro, assucar refinado, e os verda-
deros charutos varetas e S. Flix, e ludo
porque prego !... Venham ver fieguezes.

i
0
i
BOTICA IUMKOI'AIIJIC.
N. 13, HUA DO ENCANTA-
MENTO N. 13,
Dirigida
pelo liiroa
PIRES HAMOS .ILMIOR.
A ellicacia dos medicamentos liomeopa-
lllicos depende de sua boa prepararlo, do
zelo ou desvello que se rmprega ncsle mis-
ter, e tamhem dos conliecimenlos pharina-
coduiamicos que se deve ler desla medici-
na. I ..i ..111 ueste novo estabelecunenlo
lem Indo quanlo Tor neces-ario para seu
aso, laulo .cm lbulos, como em tinturas; if?
|A e assim lambem carleiras de diversos lama- A
S nbo, lobos avulso*, etc., ele. Os precus j"
(9 "i10 "- "'*'- mdicos possivris. f^f
ESMmm nu mi
i
i
i
i
tt
o
Agencia
e
Rcsposta.
Tendo fallado a Pagina Avulsa.no dia 3 do
corrente, no jogo da bola do sitio do bairro
de S. Jos, dizenlo (|ue [i se reunia urna su-
cia todos os dias, o publico sabe que essa
sucia a||| nao existe; quanto as carreiras s
sodeu urna unca.que rol no !. do corrente,
na occasiao em que toi despedido um ho-
mem,que sempre pcrlurbava com suas alter-
caces, em peda de pastos : as pessoas que
all se reuniam cntao leve de querer desa-
creditar o dito jogo e o bbtiho com essa falsa
denuncia; vinganca essa de urna alma vil.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. tbesourciro manda lazar publico
que se acham a venda ueste escriptorio, rita
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcSo de bilhetas, mcios c quartos da
quarta parte da quinta lotera doGymnasio,
cujas rodas andam no da ^1 de fevereiro do
de passaporte
Vjlh-t corrida.
Rua da Praia 1 andar n. 43.
Claudiuo do llego Lima empachante pela
iparlicaoda polica, i^ra passaporte para corrente anno. O Sr. tbesoureiro manda de-
mtrnefora do impeno, e follia corrida, Clarar aos senhores jogadores.'que exislem
numcra^ries sorli.iaa, como liiiubcm os bi
Ihetes vendidos neste escriptorio nessas ul-
timas loteras tem sido muito afortunados,
por isso espera que elles concurrerao para
que continuadamente nao fiquem tamanhas
por^Oes de bilbeles por vender, como sem-
pro tem iicado. Tncsouraria das loteras 7
de fevereiro do 1837.O escrivSo,
Jos Januario Alvos da Maia.
re
d
por commodo proco o presteza.
.''-,-'- ';>''r -> fr -
'f'.J '-.'.
> O Dr.
f. medico
de toupa
Monteiro, aonde lem mai-. roga-seas auto-! Sj3 lidencia, a' rua Direita r
ridades policiaes e a qualquer capitao de. i gh secundo andar
campo que a apprelieiuiaiii e e:itrcguem nes-1
ta cidade na ca-ia de Gouveia & Le te, rua do ^
Queimado n. 27, onde se pagara qualquer ST
despeza.
iNa padaria do Manguin-to n. 32, pre-
cisa-se de doos caixeiros para trauco da
mesma padaria.
_03
Pedro Antonio Cesar, :.j
_>ela Faculdade de Hed-
:JJ cia da Haliia, tendj cherjado a es- @
5 ta cidade, participa aos seus ami- @
(g! goseaopublico desta capital, que $?
g esta' prompto para eseroer as &
ap uncroes de sua profssdo, e pode fy
Q ser procurado na casa de sita re- S
100,
secundo andar. tt
A pobreza tem consiiltisgratui- ^
tamente, das (i a's (I horas da @
manliaa. te
Antonio Jos Brum da
a li por pa-
taca !
Fazenda papalina, saborosa c delicada:
no pateo de S. Podro n. G, deposito de mas-
sas linas.
Lotera
DA
Provincia.
O abaixo assignado vendeu as seguinte:
sortes :
1 quarto numero 263 1:500.;
1 bilhele 379 5005
1 meio 137 200?
1 quarto 2172 200#
1 meio 2306 100/
1 bilhele o 1297 1003
1 quarlo 3016 1003
1 bilhele o 2074 IOO3
1 quarto 1 2126 503
1 dito 13 503
O mesmo tem exposto a venda os seus fe-
lizcs bilheles, tnoios e quartos da quarta
parle da quinta lotera do l.ymnasio Pcr-
nambucano, as tojas do costume, pelos
presos abaixo mencinalos :
llhcles 8*000 recebe 5:000?
Mcios 30OO 2:3009
Quartos 13500 1:^50/
Por Salustiano de Aqumr- Ferreira
Jos l-'onitnato dos Santos Porlo.
Vende-sc um bonito moleque, bem ro-
busto o sadio; no atorro da Boa-Vista n. 10.
Francisco Joaquim da Silva Pinto reti-
ra -se para Portugal, levando em sua com-
panhia um seu s ibnnlio de, menor idade.
Precisa-se de urna ama para cozinhar
em casa de liumcm solteiro: na rua da
I Praia n. 19.
Vende-sc urna pequea armario de
taberna, juntamente balanza, pezOs c me-
didas : na rua da Praia 11. 19.
VENDE-SE
feijao mulatiiiho muito novo e bom, saccas
grandes corn milho a -15500, velas de cera
de carnauba pura, ditas de carnauba com-
posta, das nielhures que se fabricam no A-
racaty, 6 saccas cotn feijSo mulatinho pro-
lino para animaos : na rua do Vigario, ar-
mazem n. S,
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIKO DAVID W-BOWMAN, WA
RUA DO BRUM.PASSANDO O t.HA-
FAR1Z,
liasempreum^randesoriimenlodossecuinles o
jacios deineclianisinospropriosparaermenlios.a sa-
ber : mochilas r meias moendas da mais moderna
construccao ; (aixas de ferro fundido e balido.de
superiorqualidade e de lodosos tamaitos; roda
dentadas para anua on aiiiniaes, de lodas as propor-
cOes; crivose boceas de Torna I lia e reuistros de bo-
eiro, aBUilhoes.lironzes.parafusos eca\illiGes,mn
nliosde mandioca.etc.ele
NA MES.MA FUNDIQA'O.
eeveculamt odasasencommendas com a superio-
ridadejconliecida ecom a devidapieslezaecom-
modid.nle em preco.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixaide 2 dur.iase ero.barris deoilavo, re-
cenlemenle.-lic!;iidoielo{liriiu(' ci'1'rova.lnr 1.; vond..-
le nicamente no aruiazem de Barroca o. Castro, na
rua da Cadeia do Bccife n. anos.
Em casa de fabe Schmcttau rk Companhia,
rua da Cadeia n. 37, vcudem-.se elegantes
Pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
AVISO
aos ferreiros.
F P0IHIF.R,aten o da Boa-Vistan. 55
Ten para vender a vontade do com-
prador
SAO* Ml'ITO LINDOS,
lucos cortes de vestidos de fazenda muito
lina, toda de seda e de um gusto muilo apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da
Europa, muito propros para as senhoras de
bom gusto, assim como chitas francezas
muito finas matizadas com lindas cores :
dito-se amostras na rua do Queimado n 29
na loja .a!boa"l defronte da da boa fama.
Propaganda hoioeopatliica
Pernambuco.......2;O0O
N. B.Para conliecimeolo do pobhco. avi-
9 ia-M que o Dr. Pires Hamos Jnior, nao lie
0 mais r.iiu'iru da botica central bomeopalhir,
9 e lcin tem interferencia alguma em suas 01 c-
9 races. 1
liilhetcsto visita.
liravam-se e imprimem-se com nerleicao bilbiles
de visita, lettras de commercio e ludo- os olijrctos da
arle caligrapluca, resislrns, vinlietase quaesquer de-
senhos. Alirem-se urinas, siuete*. lano a tallm do-
ce como ein relevo, ornamentos com objectos de ooro
e prala. l-'a/eiu-se riscos linoVis e oriainaet pira
liord.i.li.s de lalivriiitho. A.lmuie-se rerusa de
quaesquer destes bbjecloi no caso de 11A0 lu-arrin a
conteni das pessoas que os encommendarem : que
pretender dirija-se a qualquer destes lucir* : 110
bairro do Kecife, rua da Madre de Dos o. 32, pri-
meiro andar; em Santo Anlonio, na livraria classica
do pateo do CoIIceio 11. 2 ; as Cinco 1'ouUs, obra-
do da quina ooufrunle a matriz oova.
1 AO Pl'BLICO.
No armazeia de fazendas_ baratas, rua do -m
Collegio n." 2,
vende-se um completo soriimento do fa-
zendas linas grossas, por mais barato
precos do que em oulra qualquer parta,
tanto em porcoes como a retallio, alan-
cando-se aos compradores um s proco
V| para todos: este estabelecimonio abrio-se
w de combinai;o com a maior parle das ca- w
^g sas commcrciaes inglezas, francezas, alio- JJ
jgg mos o suissas, para vender fazendas mais K
;J. em cinta do que se lem vendido, o por islo )X
* ollerecaia elle maiores vanlagens do quo Q
*| outro qualquer; o proprielario deslo im- 5
B portante esiabelecimento convida i lodos t
S os seus patricios, e ao publico em geral, w
"S para que venham (a bem dos seus inte- g?
ij resses) comprar fazendas baratas: no sr- jg,
^ mazem da rua do Collegio n. 2, .teAn- '
i< ionio Luiz dos Santos & Rulia. 1
Lttvas de vanasqtiulidau
Vendem-se ricas luvas de seda do lodas as
res, cobordadas ecom holotasa J;o pus
ditas sem ser bordadas hraucas e amxrelia,
i para homens e senhoras a 15, 15200 o l|M9e
1 ditas de fio da Kscoca brancas e de coro
para homens e senhoras a 300, 400, 500,
BOU, ditas brancas e decores, de algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e oulras
qualidades mais que se vende na rna do
ueitnadona bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
LEQUES FINOS.
Vendem-se lequcs muilo finos com ricas
pinturas, espelhoe plumas a 2f, 35500e 4/ =
na rua do Queimado loja de miudezas da
oa fama n. 33.
C. STAKR & C."
respetosamente annunciam, que no seu ex-
tenso esiabelecimento, em Santo Amaro,
continu'a a fabricar cora a maior perfeicSo
c promptidfio, toda qualidade de maclinis-
mo para o uso de agricultura, navegando e
manufactura, e que para maior commodc de
seus numerosos freguezes e do publico cm
geral, tem aberto em um dos grandes arma-
zens do Sr. Mosquita, na rua do Brum, alraz
do arsenal do mariuha, um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu esiabelecimento.
All acharSo os compradores um completo
sortimeuto de moendas de canna, com todos
os melhoramentos alguns delles novos a
originaes Svque a expetiencia de muilos an-
nos tem mostrado a necessidade. Machinas
de vapor de baila c alta presso, lachas de
todo tamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de mao e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tomos de ferro batido
para farinha, arados de ferio da mais appm-
vsda ennstruccSo, fundos para alambiques,
crivo.s e portas para lorualhas, c urna inlici-
dadede obras de ferro, que sera cnfadoniio
enumerar. ,\o mesmo deposito existe una
pessoa intelligenlce habilitada para receber
lodas as ciicommeudas, etc., etc., que os
annuniianles contando com a capacidade de
suas olliciuas e machintsmo, e pericii de
seus ulliciacs, se compromcllem a azer exc-
cutar com a maior presteza c perfeicao, c
exacta conlormidade com os modellos ou
desenhos, e inslrucOes que Ihe forem for-
necidas.
>fflS
coy,ros c dci-colicrtos, peqoeooa e srai. les. de ouro,
palele inglez, pan homem a senhora, de an dos
melhorej fabricanlea da Liverpool, viodog pelo ulti-
mo paquele ingles : em casa df Soull.all Mellor 4
Compiohis, rua do Torres n. 38.
- Em Pona de Pe Iras existe um ho-
mem que cura perleitamente a ptbysica ou
affec na : quem precisar de sen prest01 i.annun-
cie por este Diario para ser procurado.
Achou-scna rua doliangel urna argola i Na rua da Cadeia do liedle n. 37, ven-
de ouro com esmalte, a qual se entregar a I de-se superior gomma da mandioca ulli m-
mente ebegada do aracaty.
Na rua da Cadeia dollccife n. 57 vende-
se superior cera de carnauln, iillimauente
A.igoddoziuho
para saceos de assuca
sa de X. O. Bieber &
n. .
ca Baha
: vende-se em ca-
C-, rua da Cruz
Silveira Snior no Forte do Mattos, casa de Bento Josi
retira-se para a llha de S. .Miguel. I tunes l'ereira, defronte do Sr. Abra.
quem levara oulra na mesma rua n. 59, pri-
meiro andar.
--- Vende-se urna boa escrava com urna
a de 2 anuos, por preco razoavel : j chegada do Aiacaty.
An- Na rua de Cadeia do Recite n. 57,
I dem-se muito boas penuas de ema.
VIMK) DO PORTO GENLINO.
Ven-'e-se ptimo vinho .:o Porlo em barril de
quarlo c oilavo. por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Kecife n. 13, escriptorio de Bailar j Oli-
veira.
'ouro de lustre marea de
casteio,
Vendem-se pelles de couro de lustre de
muito superior qualidade a preco de 4.3 e
4#500 : na rua do Uueimado, na bem conhe-
cida loja de muile/.as da boa faina n. 33.
Rua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomen I<\ e Soitza.
continua a vender
^^^fi m iros@ui
fsendo laho o (pie for vendido cm oulta
qoalqoer parte.)
Rol L'AH'ecteur.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez cm vidros.
Klixir anli-asmalltico.
Frascos de bocea larga rom roldas, de
I a 12 libras.
Taclias de fe ro.
Na tandicSo da Aurora em Santo Amaro,
e lamlicm no deposito na rua do Broas, logo
na entrada, c defronte do arsenal de aun-
nlta. ha sempre um gran.le sortimento de
taclias, laulo de fabrica uacienal como es-
trangeira, batidas, fundidas, granaaa, pe-
queas, rasas e fundas ; e cm ambos os lu-
gares exislem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, Iivres de despeza. Os preros
sio os mais commodos.
Cnmpra-se effeclhmenle brntizc, la-
tito e cobre velho : no dcpn-jio da fondiflo
da Aurora, na rua do Itriini, logo na enlia-
da n. 2, e na mesma fuudicao cm Santo
Amaro.
Va raudas e ffrad s.
l'm lindo e variado sorlimcnlo de model-
los para varandas e gradaras, de goslo mo-
dernissimo : na funtlic&ods Aurora cm .San-
to Atnaro.e no deposito da mesma, na rua do
Urura.
m
r
MUTIOsDD"
,


DIARIO DE PERNAMBUCO, SEGUNDA FEIRA '> DE EEVEREIRO DE 1857.
SALSA PARMILi
DE
Bristol's.
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-
tonio Pedro da s. Neves, na ra da Cadeia
do Recife.
VIRTUDES DA SALSA PARRILHA DE
BRISTOL.
A salsa parrilha original e genuina de
Rristol possue todas as virtudes para curar
todas as cnfermidades que proveo) de un
estado de impureza de sangue e das ecre-
;0es mrbidas do figado o estomago, e em
lodos os casos que uecessitam remedios pa-
ra purificar e robustecer o systema. Em to-
los os casos de escropbulas. erisipelas, li-
nha, erup^oes cutneas, mancbas, bilis, in-
lammarfto e debilidade nos olhos, inchacSo
das glndulas, dores lombares, alleccoes
'heumaticas, dores nos ossus e as juntas,
lydropsa, dispepsia, asthma, diarrba,
osse, resfriados, inllammacao dos pulmes,
phlisica quando provin da obstrucQo dos
bronebios em pessoas escrophulosas, influ-
enza, indigesto, ictericia, debilidade geral
Jo systema nervoso, l'ebres agudas, calores,
Bnfertnidades das mulheres, enfermidades
biliosas, e em todas as affeccOes provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha se emprega com ellicacia em
todos os sobrdaos casos, e be reconliecida
como a melbor medicina que existe.
PRECAICaO.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
lla deverao ter o cuidado de observarem
jue a salsa parrilba de i'.i istol esta em gar-
rafas do grande tamanho, com as palavras
>alsa parrilha genuina de Bristol, Nova
Vork, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa severa o nome
de Bristol. Urna direccao acompauhar cada
garrafa.
CASO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York 3o de maio de 18*3. Urna e-
nhora sofl'ria de espasmos nervosos, experi-
mentava urna coutiuua aniquiladlo de l'or-
cas ao ponto de cabir por vezes em syncope.
Empregou multiplicados remedios sem tirar
vantagem. Declarou-se urna ictericia com
im einagrecimeulo progressivo. Esgotados
os varios recursos da arte foi a lempo em
negado o incomparavel remedio da salsa
jarrilhade bristol e o rpido cstabelecmen-
10 da energa vital logo reappareceu com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DAVIS.
i'i Isabel Uavis fui accominellida pelo espa-
do de qualro anuos de ulceras uscrupiolosas,
.endo seis chagas abarlas na parle superior
Jo braco diieiio, as quaes deilavam grande
iupuracao e causavain a quasi immobilidade
Jas partes. Chegada em Santa Catliarina
3oi novembro de 1847 a doenle consultou
varios me.iiciis, oa quaes deram o conselbo
de amputar o braco, como o nico recurso
le salvar a vida, l'oi entSo |acnoselhado o
uso da salsa parrilha de Bristol enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
perimentou tao vaulajoso proveitu.que con-
tinuando tempo segundo o uso do remedio,
:hegaraiuas leridas ao melhor.eslado de ci-
oatrisaco. o caso he referido pelos honra-
dos professores Coodmann e samuey Haver.
CNSUL POMO CENTRAL H- &$
MEUPAT1IICU. &
Ra de Santo Amaro (Mundo-No- m '
vo) 6. ta
O Dr. .Sabino Olegario Ludgero Pinho, f.\
de volt Se tua ragua ao Km de Janeiro, J
eoulinua a dar consullas ludus os das otis, S?
$ das 8 hojas da inaulifia, l 2 da larde. fJ
ratuiuiuenle. ^".>
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia AlliaDce.
Bslabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
i a quem mais convier que esto plenamente au-
lirisados pela dita companhia para effcciuar segu-
ros sobre edificius do ujolo e pedra, cobertos de
llha e igualnient. sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consisia em mobilia ou
im fazendas de qualquer qualidade.
Precisa-se
de ofliciaesde alfiatepara obra grande,
pajaii(lo-si'7.s" por meio leitioile cada nina
peca, assim como de costuraras para o
mesmoofllcio: na ra du Madre de Dos
a. o(i, primeiro andar.
Ao respeitavel!
publico.
j
Q BA NOVA N. IS. i
a loja de fazendat e roupa frita de M. A, Ca- v> -.
f j & C, uncle eucoDlrarau os bous freuiietes J*
-. as obras mais bein acabadas que se |iod?m -;
[3 tn contrar, de todas as Corea e qoatiilades.e "%
j lem de aceitar menos obras de eiicoiiinien- 3?
** das, por ler maior pnr^Ae de diderenles W
-._ obras, assim coi' o lem de augmeolar o '.'.
y. preco das encommendadas, e para mais 2
^* lieni servir a seos donos, ser para lodos '*&
52? um prcro a dinlieiro. i.'
&&&&&& $@
A possoa que quizer ensillar em um en-
genho prximo a esta cidade, as linguas
franceza, latina e porlugueza, dirija-se a ra
da Cadeia de balito Antonio, segundo an-
dar da casa n. 16, para tratar do ajuste.
No dia26 do mez passado, desappare-
ceu do palacio da soledade, um cavallo ala-
zao, com os'signaes seguiules : tamanho
de meio, pea e nios calcadas de brauco ou
duas nulos e um pe calcado, pois n3o se esta
bem presente, frente aberta e com algumas
caspas, bebo em branco, dinas separadas
cahindo parte de um lado e parle dooutro,
anda a passo, porm obrigado por ser muito
galupador : quem o appruliender ou o liver
em seu poder leve-o ao sitio das Roseiras,
do teuenle-curonel Joaquim Elias de .Moura,
que ser recompensado o pagas as des-
pezas.
Por todos os paquetes sacca-se sobre a
praca do Porto qualquer quaulia vista ou
a prazo: ira ra do Trapiche u. 4n, escrip-
torio de 1 homaz de Pana.
JosPioheiro Borges rctira-se para a
Europa.
i'recisa-se de urna ama que tenha bom
loite : na ra larga do Rosario n. 48, pri-
mi iro andar, por cima da padaria.
*53 Nova loja de funileiro. $
.'. Wa loja de fumleiio da roa da Cruz
minio novas de Lisboa, bolinhos para cha,
assim como outros niuitos gneros quesera
enfadonlio annunciar, ludo por pierdo mais
commodo do que em oulra qualquer parte.
llxitino
8.

#
Os pobres sdo medicados

I DENTISTA fmXL g
r, Paulo Uaignom, de volla de soa viagem t
S, t'iropa, esl morando na ra Nova n.
S9 41, primeiro andar, onde podeser procura- 9
aya) a qu,il,|.ier hora. *,,;
Substituicao do
arcano a jotassa
pelo barato preco de 5,200
por una lata de 10 libias:
no arniazem de N. O.Bie-
ber & C, ra da Ciuz
n. 4.
Precsa-se de uma lavadeira para
lavar roupa le uma grande familia : na
praca da Independencia ns. e 8, li-
vraria.
!| DENTISTA fRANCEZ.
., Paulo i.iuiiinu denlisla, ra Nova n. il : W
,? na inesina casa tem aqua e pos denlrilice ^;
. Alum-se a anima casa de vender plvora", na
cidade de Olinda. com liom silio, baita para capim,
boa casa de vivenda ao pe : quem pretender diu
casa dirija-se a roa do Vigario o. 31.

XAROPE
DO
!.-
"oi transferido o deposito desle jarope para a ho
nca de Josc da Cruz Sanios, na ra Novan. 53'
:arrafas 5S00, e meiaa 33000, sendo falso todo
.-I'ii-llo qoe n.lofor vendido nesle deposito,pelo
duesefaz o presente uviso.
IMPORTAXTE PARA O MILICO.
Para curade phlysica em lodososseusJidereu
ieros, quennolivada por consiipa(;oes, tosse
islhma, pleariz. escarns de sansue, ilrde eoe-
ailus e peilo, palpitadlo no corarao, coqueluche
lirnnebile, dorna crpanla, e todas asmoleslia
losorgaos pulmonares.
O Or. Eslevio Cavalcanli dei Albuquer-
iiue, formado em medicina pela* facldade
do Rio de Janeiro, pode ser procurado para
-> ejercicio de sua prolissao na ra estreita
lo Rosario n. 10, segundo andar, das 8 horas
meia da manhfla ot as 5 da larde, e alem
destas horas na estrada de Joiio de Barros,
no sitio em que morou o 6'r. Dr. Vicente Pe-
ralta do Kego.
-.?5 PARA CONSERVAC.VO DOS
o dentes. ;;;
r-i \ende-scp,ne a.jua denlrilioes : na ru.1 r
". ,,"V? ", '" *m Ci,sa d0 d"H*ta fraucei '>
; l'aulo Ij.iignoiii.
, Kecife u, 37, lia para vender camas Ue Car- J
' io, ditas de veulo, de madeira de amarello, r-.'"
i3 ditas de louro, ha juulaoitnle folha de '-.
j FUndrcs de superior qualidade ; nesle no-
^ vu eslabetecimeulo vendem se as fazendas V-
gx ">aii baralo qoe em oulra qualquer loja, ,
assim tuinu cor*s de folha a 1X800 is. cada P
"...* urna duna. iif}
Urna pessoa coni as habillaqOes pre-
cisas, ofTerece-se para fazer qualquer esen-
pluragao commercial, c mesmo por em lim-
po qualquer servico que se aclie atrasado,
mediante urna paga razoavel : no aterro da
lioa-Visla n. ~ a se uira quem a islo se
propde.
_ Compram-se escravos que sejam sa-
dios e fortes, propnos para armazem de as-
sucar : na ra de Apollo u. i-2.
Compra-s para umi encommenda
j molequesde 14 a 18 annos de idade:
na ra do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 10 lioras a's da tarde.
-- Compram-se os diarios ns. 1, 2, i c 23
do concille auno : na livrara ns. o e 8 da
praca da Independencia.
Compram-se ell'eclivamenle na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, plices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aceces das diversas Cjinpanhias auto-
risadas pelo governo.
Compram-se escravos de 9 a 35 anuos:
na ra do Collegio n. 21, teroeiro andar.
Compra-se uma casa lenca com bom
quintal, ceicado ou mcsnio em aberlo, nos
lugares seguiules : Campo Verde, Soledauc,
Camiulio Novo, ra dos Pires, de .->. Goncalo
do Sebo, Jo Colovelo, edillicada com a fren'
te para o uascente : a tratar na ra da l'iaia
de Sauta Rita serrara n. 13.
cnba&.
Crep de fila-
GRANEA800RS 0C0VAD0-
Fazenda nova, chegada pelo ultimo navio
francez, tecida de laa e seda, de quadros e
listras de cores muito delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
ra do (Jueimado, loja n. 17 ao pe da botica.
^elludho e vel-
butin
as.
nga-se
ima grande casa na ra Imperial n. 161,
com tres portas de fente, duas grandes
salas, cinco quartos, cozinha fra, etc.,
por 12|000 mensaes: a tratar na na
lireita n. 45, loja.
% J. JANE DENTISTA
ronliiii'i.i a residir na na Nova n. |9, pri- '; '
O nico preservativo contra a caspa
que at agora tem apparecido, tem a vanla-
i;em de preservar da caspa, amaciar o oabel-1
lo, e tambem tingir o mesmo : na loja n. 1
da ra do Crespo.
Omelhorque nessa fazenda lem vindoa
este mercado, de cores muito lindas, para
vestidos dos mascaras : vende-se na loja n.
17 da na doljucimado ao p da botica.
Mussulina br-
Ihante.
Fazenda branca lavrada de 5 palmos de
largura, chegada pelo ultimo navio francez,
com padroes e desenhos to delicados que
parece seda, para vestidos de senhora; ven-
de-se por preco commodo : na loja tiu ra
do ijucimado n. 17, ao t da botica.
i^ara vestidos de
SESMAS E )\mm
Vendem-se as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos d largura, de quadrinhos miu-
dos e grandes de cores muito lindas,
pelo barato preco de 13200 a 131W cada co-
vado : na ra do Qucimado, loja n. 17 ao
peda botica.
Para liquidar
con tas.
Os donos da loja n. 17 da ra Ido Qucima-
do estilo vendendo por menos de seu valor
certas fazendas, como sejam cassas e cam-
braias franeezas linas de ores lixas, pelo
barato preco de .Vio, 5l>o e 560 r. a vara, as
verdadeiras chitas franeezas muito finase
de cores lirmes, pelo pre<;o de 260 e 280 o
covado, bareges de core lindas com qua-
dros de seda a 500 rs. o eovado, e outrus fa-
zendas que eslaro a vista dos compradores,
por precos de convidara comprar.
Deposito
de jcias o obras de ouro, aterro da Ros-Vis-
ta n. 11, de II. A. Roltger & Companhia, de
Hambr.rgo, os quaes tem a honra de parti-
cipar ao respeitavel publico, que abriram
urna loja .estes artigos de sua fabrica nesta
cidade, onde se encontrar sempre uro com-
pleto o helio sortimeuto, pelos mais com mo-
dos piceos.
Na ra da Cruz n. 18, terceiro andar,
lia para venderle uma cscrava moija de lo-
do servico : quem quizer appareca.
Venda-sn um hatillo de estamenha,
novo, pina ilgum irmao terceiro de S. Fran-
cisco : em casa do sachrislao da mesma or-
dena lerccira.
RA DO COLLEGIO K. 5
Cliegaram a este, estahelccimento pelo ul-
timo vapor os muito fie-eos queijos do rei-
no, macios como manleiga, tnarmelada de
Lisboa, nozes, a mendoso, passas e ameixas
superior vinlio do Porto e Madeira engarra-
fado ha S annos, superior doce de arara a
500 rs. cada caixao.xaropcs de altlia e aven-
ca cm garrafas e meias, manleiga inglexa e
franceza, banlia de porco refinada, linguicas
Sao chegadas a ra do Queimado, loja do
sobrado amarcllo n. 29, as muito superiores
velDuliaas de ricas e elegantes cores.
cortes tic
de quadis a 35000.
Venderc-se na ra do Queimado n. 21 A,
cortes de laa de quadros com 8 covadus e
meio, fazenda esta quo tem uma vara de
largura ; dau-se as amostras com penhor.
Vende-se eime-
to_muito baralo e bom, pelo preco de
7.S300 a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' recolhido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
a elles.
Vendcm-se ricos enfeites para caneca de
senhora, os mais modernos que lem viudo a
esta cidade : na ra larga do Rosario n. 35.
Carne do sertao
Vende-se muito boa carne*do scrtSo : na
ra do Queimado n. 14.
Ovas do sertao.
Cliegaram a ra do Queimado n. 14 as
mais frescaes ovas do sertao, as quaes se
venden) muito barato.
UAKBAFAS.
\ende-se uma prelo de garrafas vasias,
que forain de seroja branca : 110 daposito
da ra dd Cadeia n. (i.
PABa O.CARNAVAL:
Mascaras de cera, rame e papelSo, as
mais linas e do melhor gosto nesle genero,
existeui a venda na ra de S. Francisco, de-
posito n. 6. Roga-se aos amantes desle di-
verliiuenlo, que comprem em dito lugar,
pois (carao bem servidos e por mais barato
preco do que em ouira qualquer parte.
PIAM.NO.
Acha-se vendo no deposito da ra de S.
Francisco 11. 6, pianinos de nova invenciio,
com a competente msica, conlendo walsas,
polkas, contradaiisas, e ao mesmo lempo
serve para adorno de uma sal.
Vendem-so pedras de hombreiras, ver
gas, soleiras e cordao, e oulias mullas : a
tratar na ra da Cadeia Vclha em Santo An-
tonio n. 7.
ft V endeui-se ricas ca tas de jogar ^
i finas e opacas, para rol trete, a gj
s preco conveniente : na ra do &
Q9 Crespo, loja de a/.endas n. 15. m
$&&&&&&&
Sedas x i^t l.>'!>00.
Cliegaram estas sedas de muitos e delica-
dos gustos, quo se vendem pelo baratissimo
preco de tfOOO a 1/200 o covado : na ra do
Queimado 11. 38, em frente do boceo a
Congregarlo.
Vende-se um sitio com casa para mo-
rar, urna dita para negocio, oulra de ran-
cho, senzsla para pelos, estribara, mullo*
pes de -ucleiras de lodas as qualidadea, tem
ierra para levantar urna engeiihoca, 110 lu-
gar de Uenugsba, freguezia de santo Aiuao:
quem pretender dirija-se a ra do Collegio
n. 13,loja.
Sedas pretas.
Superiores sedas pretas lavradas para ves
lldos, grosdenaple preto, setiui pelo ma-
eao, ludo por preco coiuniodo : vende-se
na loja de 4 portas, na ra do Queimado
Existem na ra das Cruzes de Santo
Antonio 11. 30, charutos mullo linos de no-
vas marcas que vieram da Babia por amos-
tras, e all su vendem por caixa e a miuuo ;
taii.hem tem gouima de engomtnar mult
clara,as libras.
CEKA DE CVRNAt.UA. _
ende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja
Domingos AlvesMalheos tem pira ven-
der em seu escriplorio, na ra de Apollo 11.
23, por mdicos precos o seguate
Ricos e elegantes pianos.
Superior vmho velho do Porto.em barrs.
Superior vinho velho do Porio.eiigarraiado
Superior vinho velho jeropiga blanca.
Coxins ae linho para nionuna.
Cobertores encorpados de algodo.
Superiores charutos da Rabia.
Saboneles em caixinhas.
Rico e superior papel pintado e domado pa-
ra forrar salas.
Vendem-se sardi.ihas em epiartos de
meia lata, vinho de Bordala em cuixi-
nlias de duzia, equeijosde Gruyere, tudo
de superior qualidade e por preco com-
modo : na ra do Trapiche n. I .
-- Vende-se um linuo moleque de 9 an-
nos, bem robusto e sadio: no aterro da Boa-
Visla 11. 10.
Vendenl-se batatas novas all^OOo a ar-
roba : no armazem de l.uiz Antonio Aunes
delronle da pona da alfandega.
Albaneza
culos
de todas asqualidades com armaces de ou-
ro 011 domado, ele ac ou de blalo, oculos
e binorles de ihealrn, oculos de alcance de
todos os taraanhos, ditos de punbo pasa
miopes epresbylcs, myeroscopios augmen-
tando os objectos de 9,10, 20, 50, ion e 1,0110
mezes ao tamanho, vidros solios para tuda
a qualidade de oculos o para cosmorama,
para espirito e para sarape, de vidro o de
vetal, diversos instrumentos de phvMquiic
incluidos, una phanlasinaguria e um rico
polyoraiiia; ludo se vende na loja da praca
da Independencia ns. 1S e 20.,
aelogios de
ouroe de prata.
Acham-se sempre bem sorlidos os relo-
jociros Chaprout e Rertrand, praga da Inde-
pendencia ns. 18 e20.
PARA MENINOS.
Camisas franeezas, diversos tamanhos
na ra do Crespn. 16, loja de Adriano &
Castro.
Vendem-sc terrenos para edilicarao na
estrada doManguinniho, do do Recite, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vanoel Pe-
rflirn "leivria ca., -i\n *.., i ,,, a~ r.._. i
esqusiuv, juuw os eaa uo or. .vanoel Pe-
Teixeira, com 250 palmos de fundo e
inl>* na ruin a .nm.....u. ~..:..__ .
reir
alba-
a 1^000 o covado.
Chegou a ra do Queimado n. 21 A,
noza preta com mais de vara de larguri
Itrilaiitine de llo-
res a S60 rs. o covado.
Chegou a ra do Queimado n. 21 A, bri-
lantine a quechamam mussulina branca de
flores miudmhas adamascadas, fazenda esta
a mais superior que tem viudo ; daose as
amostras com penhor.
Ghaly de flores
e iistras a 800 rs. o co-
v >do.
Vende-se na ra do Qneimado n. 21 A:
dSO-Se as amostras com penhor.
Gorguro de
quadros a 900 rs. o co-
vado.
Vende-sena ra do Queimado ii-21 A,
gorgurao de quadros ondeados, de lindas co-
tes, setiin lavrado preto a 2/0011 e 2#00 o
covado, sarja preta lisa muito lina a 2*200.
dita laviada a 99600 ; dao-se as amostras.
Sedas de qua-
dros miudinhos i 1)000
o covado.
Na rus do Queimado n. 21 A, vendem-se
chales de louquim a 349000, laa de quadros
a 6io rs. o covado, grosdenaple preto a
600,296 29200 o covado, fazenda muito
superior; dao-se as amostras.
Oculos e bino-
cles
para theatro : achn-se sempre sorlimenlo
grande na loja de relojoeiro da prar;a da In-
dependencia os, 18 e 20.
Pe bu ti uas.
Vendem-sc velbutinas pretas e de cores,
por menos do que em oulra qualquer parte,
para fechar cuntas : no aterro da Roa-Vista
n. 10.
vi... .*>i..., *.uiu jo jiaiuios ue luuo e
de frente os que o comprador quizer i a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos laptista Kibeiro de Paria, no seu sitio
da Estancia.
Vende-se painco muito propno para
canario do imperio a 11)0 rs. a libra: defroii-
tu da Rclac/to n. 28.
ila loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Sarja hespahola a cinco patacas o cova-
do, com qualro palmos de largura, nobie/a
de duas larguras a Ires mil rs., luvas de seda
preta e de coies a mil rs. o par, 'lencos de
relroz pretos e de cores matizados a dez
tusloes, sedas pretas com ores a dous mil
rs. o covado, lencos de seda para pescoco de
senhoras a dez tostos cada um. Ue ludo se
da amostra, levando penhor que cquivala o
que se quer ver.
Bom e barato.
Vendc,n-se sap.itos de borradla de
lustre, proprios para o invern, de lio-
mem a 5500 ede senhora a- .s'OOO, sen-
da do melhor gosto que tem vindo a es-
ta praca : na ra do Livramento n. 53,
loja de calcado. Na mesma loja cima
vendem-se resmas de papel'de peso a
SO rs., sendo em grande ou pequea
porcfio, a vonlade do reguez.
Quem vir com-
pra porque o prego
convida.
Vende-se uma porco le algodao trancado
da Baha, fazenda muito encorpada, com
pequeo defeito, sendo fazenda muito re-
commendavel para roqpas de escravus e
para todo servido de campo, lioalmcnle
muito propria para toalhas de mesa e ou-
tros mu i tos ai ranjos de casa de Vamilia ; e
quemdeixara de comprar limpo/a 220 a va-
ra, edefeituoso que mal se caTnhece a 200
rs. : na ruado Crespn. 14, quarta loja vol-
tandn da rua das i.ruzes.
Vendem-se chapeos de Cbillj de to-
das as cpialidades noescriplorio de No-
Taesdi C, na rua do Trapiche n. ">*..
tii-casa de Timm Monten & Vinassa,
praca do Corpo Santo n. 1T., ha para ven-
der um sortimeuto completo de livrosem
branco, cliegados ltimamente de llam-
burgo.
DEPOSITO
de pianos fortes
Soitimento completo,
Emcasa de Timm Monsen & Vinassa,
praca do Corpo Santo n. l.
:$ Em casa le Ld ua ido II. Wyatt, &?
@ rua do Trapiche Novo 18, ha @
.; .3 para vender : ^
$$ I piano forte, novo e elegante de ^
H fabricante afamado em Londres. &
Gra\a ingleza n.97, deJay 0
9 Martin. .f-:
A Tinta de escrever do fabricante Q
jjj Arnold. ala
Tintas cm oleo de varias cores. ^
Cabos da liussia. ->
Crystalleria.
Agurdente de Franca em bar-
rs.
Vinho Sclienv dito.
Fructas em conservas inglesas, gfi
Papel para cartas. ;w
Livtos para copiar dito.
...
O
t?
O
*-.
Candieiros de candelabros de tn
bronze.
Q Ac em bai
O
-
para molas de
:fr carro.
u? ...
^ llixos para carro.
;:3 Chicotes para dito.
Q Hetogios de ouro cobcrlose des- Mk
m cobertos. i?
999999m'9999m9
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesHay Mar-
tin--, em barricas de 13 duzias polos:
em casa de James Jrabtree & Companhia,
rua da Cruz n. 42.
0GIIARDA-L1VR0S RRASILEIRO, ou arte
da escripturacao mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rna da
Cadeia Vclha n 22. Preco 8/00O.
Na rua do Vigario n. 19, primeirn andar,v*n-
de-se violio da Porlo deanperior qualidade da bem
eonhecida marca W em uipas.barrisecaiaade
ama e duas daziasde jarrara.
Agencia
da fundirn Lo\v-/io- r,
rua da Sen/.a la-Nova n. 42.
Nesteestabelecimentocontinua a haver
um completo soitimento-de moendas e
meias moendas para engenho, machinas
de vapor e taixas de Ierro batido e coa do
de todos os tamanhos para dito!
v CAL E POTASSA
Yendc-t polacada Rossia e americana,chegada
Deslcadiase oe superior qualidade; cn\ de Mutua
da mus nova que lia no mercado: no* seusdeposi-
/u na iua .1. ni.lio n. 1 A, e2ll.
Farinhade Tri-
este.
SSSF.
(Verdadeira,)
Pelo navio BI.OU.MK cliegaram TitiOO
barricas desta acreditada fariulia : vn-
de-se nos armazens de Tasto limaos.,
elogio- v uttteiiu
nglezesdcouro, desabnete ede vidro:
vendem-se a preco razo'avel.em casa de
Augusto C. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novacs & C, rua da Madre
rS'Vn?S 0U8 viJros srmscao de balis
a 1500, e outros oculos mais que se vendem
por preco baralo na loja da boa fama na rua
do (Jueuado n. 33.
CARVAO DE PEDRA
de nriraeira qualidade, por preco com-
ino do. '
fe
&t*iftt>00 fHi^si>,
de eosn. 12, por preco commodo.
Vende-aeauperior linha de algodao branca
decoren, em novello, paia cosluia :em ca?ade
Soathall llellor & Compaubia.iua do Torres a. 3g
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gaMa, assim como potassa da Russia verda-
deira : na pra?a do Corpo Santo n. 11.
Moinhosde vento
combombas derepmopara regar liortaseba
a deeapim : na (undioode D. W. Bowman
na roa doBramns.6.Hel0.
Em casa de llenr. Rrunn c< Companbia, na
rua da Cruz o. 10, vende-secognacemcainnhaide
duzia.
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em rasa de Saunders Brolher & C n
praca do Corpo Sanio n. II, a muiln superior eliem
conliec.d. f.rinhi de Triesle, da marca-primeira
qualldade-ch.Eada em 9 do crreme na escuna
Peil., em porfes crandes e peqoenas.coufornn a
vunl.de du i-i.n,| ijiiinr.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ms fundipo de ferro de D. W. Bowmann u
rus daBrum, passando o chafariz, contina ha-
ver umcompleto sortmertto de taixss t ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por epreco commodo com
prosnptido: erabarcam-s oucarrsgasi-s sm car-
ro .semdospeza ao comprador.
- Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santn. 11,aspara vandar o ssguinu
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
tonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito eatrancado igual ao da Babia.
E um completo sortimento ds fazendas proprio
para aste mercado ludo por pre$o commodo.
Oculos e lunetas de todas
as qualidades.
Vendem-se superiores oculos eomarmapilo
de tartaruga de todas as graduaccs a 3-^000,
ditos muito bous com armages douradas a
l.?200, ditos dilos com armagoes prateada,
Id, ditos ditos comarmaqo de ac a 800 e
1, lunetas com armaeSo de tartaruga a 15,
ditas redondas e quadra.las debaleia a 500
-- Fugio no da 30 do tuez de Janeiro n
P. um mualo captivo de na* LemenUno
con. os segu.ntes sign.es, bafeo. n,Z 1
bel o carannlto, falla de vaa et o'hu
m.ide, lem f,iU de ,lguns diS* .";
e escrever ; este escravo foi d Sr i>,,!J
Antonio de Salles, morador emSum f^a"
Rio Grande do Norte, para ooate t 1. J
ter fgido dito mu..ioP: qnern^o* ^IrTu-
duza-oa seu senhor na rua da CadVi. h
e'nsfdo. *"'qUe "" 6ee'os.meie com!
Fugio no da 2 do correte mez de fo-
vere.ro do sitio da Trempe, sobrado ,
urna preta de nome Mana Cajue.ra de wL
Calaba, idade mais de lij^1*
tidoazul e panno da Costa de lislra* !V^
res, foi vender fructas do mesmo s,t1o em
dous tabole.ros ; pede-se a tod,s ,,..?
dades policiacs e capites de campo ou a
encontrar a apprehendam e conduz.ro-a a
ref rido sitio aci.ua, que sero bem recm
pensados de seu trabalho ; e o ZaST
pene as autoridades de Olinds, Santo Ama"
ro. <..., Forte e Jlonteiro, por onde costwM
andar quando foge. 1-rolesU-se contra q"m
Ibeder dormida em sua casa. q m
io a7nnU8,OT!!0nlem as bors.'">" sscravo ssola-
m-sres. d. bex.g.s, p.rDS g rJJJ
de cicranzes as cauellas, f.||. J. muua g
dao, levou vestido camisa da panno u| "
guarnecida de ourelo branco, nos ombros f2
nhos, aberu na fr.nte.m forma de palitT^I
Carlos Coelho.queo houveporher.nc. de seu
gro Jos. joaquim da Souz. claquelh eMaaV, .Toi
TZ tL,b",.0 a.ssigMd0 acSr- *"* d.
Alhandra V-Koncellos Junior.morador do eng*
aueTo fregUer d "* d" tf^ST
quem o pegar leve-o rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimaraas, qu, aera noarou
mente gratificado. """
Honlem pelas seis horas da m.nhla
fogio da casa do abaixo assign.do um S
esciavo de nome Antonio, com a id.de ^"
quarentae lanos annos, leudo os sign.es
ahoTlJ ,0^,,,ell,' bf,X0- WCCodocT.rpo
lalto de denles e com alpuma baiba. traz na
o relha esquerda urna argolinha deorocm
olliciode sapateiro e um defeito mM&
polegardeumadasuiaos. yUem o p^g.r Z
tlC"' d'r,J-Se a rui d0 0e'n:.do
.1 "rT?Xn' '*' sadoJos Rodrigues Fcrreira.
^.',1 dia-* "8 5 de Jeiro prximo
psssado fugio do engenho Muribcquinha o
crioulo Innocencio, com os sign.es sesuin-
tes : representa ter O a 22 .unos, quando
principia a fall-r gagueija, conserva o rosto
chcio de pannos, tem cm um dos pulsos
um papo, os pes um pouco apalhetados, os
olhos um tanto hrancos ; levou roupa de al-
^godSo da Baha e calca branca : roga-so as
autoridades policiaes o aosc.pitSesde campo
o facam prendere conduzam ao mesmo en-
genho, ou em casa do capiliio Manoel tleu-
terio do Reg Barros, que serSo bem recom-
pensados.
Fugio. honlem, do corrente, um ne-
gro coznhcirc, de 25 a 30 annos de idade
que parece crioulo, de nome M.tbi.s, ai'.
tura ordinaria, magro, rosto am pouco
comprido, nariz chato, beicos grossos, olhos
grandes e pouca barba; levou b.st.nte rou-
pa : roga-se a quem o spprehender queira
leva-lo a rua da Aurora, eas. de CusUvo Jo-
llfjnJlig^m^eri bem graliricado
Dos
premios da quarta parte da sesuda lotera a beneficio do Convento do Carino
extrahidaa7 de Fevereiro de 1857.
NS. PREMS.
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