<%BANNER%> .. '."
| DENTISTA FR\I\CEZ. |
; Paulo Galguo^*, de vnlta de sua viaaem fij
J Europa, est morando na ra Nova n. 5'
-.r I, primeir.i andar, oude podetser procor- r va ii.i a quali|.ier hora. tQ
Substituico do
arcano a potassa
pelo barato preco e 3,200
por unta lata de 10 libra:
noarmaze.nde Zf. O.liic-
ber & C, ra da Ciui
u. 4.
Prccisa-se do urna luvadcira para
lavar roupa le ama grande -familia : na
piara da Independencia ns. (i c S, li-
vraria.
DENTISTA FRANCEZ.
ESTRAD. DE FERRO
ilo Red fea San-Francisco.
i> abaixe anigaadofai salier, que depoil do da
.1 de fevereirn pagara, no seo escnplurio, la du
Crespo O. -J\, aos senhurcs acrionislas, juros na 1a-
ta de 7 por cenlo ao anuo, sohre a aires resislta-
das nos Itos nomos ccapeetivoi no* llvroi da cora-
I ..iihit da Estrada de Ierro alo o da 31 d.e Janeiro
do rorrete.
Os scnhoresqiie nao liverem anigaado cntralo
da companhia, de\crao fate-lo por ai ou por aeaa
bstanles procuradores, antes de leceber ms juros
devidos.
Por ordem dos directorc*.S. P. VEREKER,
(lipsoureiri).
Becife 31 de Janeiro de 1857.
Preeisa-se
de olliciaes de alfdiate para obra grande,
pagando-te 7j por meio teitio de cada nina
pera, assim como de costureirs para o
mesmo olllcio : na ra da Madre de Dos
n. 5G, primeiro andar.
Joseph.i Henriqueta de Miranda Barros,
professora particular dos primeiros conhe-
cimentos, avisa ao respeitavel publico, o aos
pais de suas alumnas, que se aclia com a sua
aula abcrla : quem de seu presumo se qui-
zer utilisar, dirija-so a ra da Alegra da
Boa-Vista n. 4a.
"o respeitavelS
I publico.
r. RA NOVA .\. 18, $
^ loja de fazendas e ronpa feila de M. A. Ch- S.':
.._ ju a C, unde euconlrar.-io os booi fregones **
iif as obra, mais bem acabadas que se poilera A
\& '" airar, de todas as cores e qu.ilidadcs.e a
*m Icm de aceitar menos obras d neorosnea- r*:;
* das, por ler maior porcAo de difTrenles .."
i, obrat, asaim co.. o lem de auameniar o }tt
%' P"** '%, l'fm "erv'r a ,eus 'limos, ser para todos w
'< um si'i preco a dinlieiro. ?'-
i-V;V.tZ'.y;r:.zZ.."u--.-> '''
Continua-se a vender queijos dos mais
iiovosque ha no mercado a 1*2500 cada um,
gomma de eiuommar a 90 rs. a libra. fi"o<
comadrea 140 r. a libra, sag' a 300 rs
cevada a 80 rs., cafe da trra em carneo a
40, dito moido a 200 rs farinha de araru-
ta a 200 rs., dita do MaranliHo a 400 rs. ; na
taberna da ra de Hurtas n. 4.
A pessoa que qui/.er ensillar cm um en-
genbo prximo a esta cidade, as Imams
rranceza, latina o portugueza, dirija-sc a ra
da, Cadeia de 6anlo Antonio, segundo an-
dar da casa n. lr, para tratar do ajuste.
No da 26 do mez passado, desappare-
ceu do palacio da soledade, um cavallo ala-
ito, com os signaes seguintes : t.manilo
de meio, pos e raaos calcadas de branca ou
duas raaos e um p calcado, pois nao se esta
bem prsenle, frente aberla e com algumas
caspas, bebe em branco,' ciina separadas
cahmdo p.arle de um lado c parte do outro,
anda a passo, porcm obligado por ser milito
galopador : quem o apprebender ou o tiver
em seu poder leve-o ao sitio das Rostirs,
do tenente-coronel Joaquim Elias de Honra,
que sera recompensado e payas as des-
H BOTICA IKIMEOl'AriflCA. S
ff N. 13, RA DO ENCANTA- fL
W MENT N. 13. 2
W Dirigida S^'
.jft PELO DOIIIOR S
PIRES HAMOS JNIOR. 1
A eflicacia dos madicaroenlos homeopa- (Mf.
tilicos depende de loa boa prepraselo, do W
zelo ou desvello que se empresa nas'le mis- (ft
ler, e tnmhem dos eonheeimentos pbarma- J&
coihnamlcos quesedeve ler desta medici- W
na. Portanto neste novo labeledinenio f:
tem ludo quanlo for necesario para seu X
oso, lano en glnbolo, como em linUirai; w
St '' "'"" '"Oibem carleiras de diversos tama- rf?,
j7 ohos, lobos avalaos, ele, etc. Os prejoi *&
&j alo os mai aaadicos poaaivoss. B
SS@^ 0-0 00000
Per todos os paquetes Sacca-se sobre a
praca do Porto qualquer quanlia a vista ou
a prazo: na ra do Trapiche n. 40, escrip-
torio de Thomaz de Faria.
Quem tiver um escravo de 30 a 40 an-
uos de idade, que seja sjdio e ladino, que-
rend ) vender, dirija-se a ra do Hospicio,
casa terrea u 26.
Dmbelina Wandcrley Peisoto participa
aos pais de suas alumnas e as mais pessoas
iuteressadas, que mudou o seu estabeleci-
mento para a travessa da ra do Queimado
n. 1 ; c continu'a a lecebcr meninas ester-
nas, internase meio pensionistas. Tem con-
tratado mestres para dansa, msica, piano
e francez. Espera que o respeitavel publico
a continu a proteger como o tem feito be-
nignamente al o presente.
BOTICA CENTRAL 110-
MEOPATIIICA
DO S
DR. SABINO O. L. PINHO. si
Kua de Santo Amaro .Mundo Novoi *
em pregados na estrada de torro, retiram-s
para a Europa.
... .... ... ... .. ,_.^, ,t. BJSJ^ .... =gj ; .- ,
.Nova I
oa t

fumleiro.
Na laja ile funileiio da ra da Cruz, fo .
Reeife n. 37, ba para vender camas defer- "^
ro, di las do eolu, de madelra de nmarello, ''
dilas de louro, ha juuUmmle tulla >i- -.v;
.T-. Mandios de su|:erior qualidade ; nesle DO-
'-' vo elabeleciiiieiilo vendem-ie as f.i/.endas Q
rig roaia baratoqo em oalra qualquer ioj.. .
g assim cuno cocos de folha a IJ200 rs. cada W
V urna duna. :.-'i
!\"<.'-___" 5.-. -. .-, .-. ... - .-. .-.
?*>> -.-"...-'..".':.' : '..,'"......".,.;:;".."..."..,"
' Uma pessoa cotr. as babililafOes pre-
cisas, oRerece-se para lazer qualquer escri-
ptura^Ho cominercial, o mesmo por em lim-
po qualquer servico que se ache atrasado,
mediante urna paga razoavel : no aterro da
Boa-Vista n. 72 A se dir quem a islo se
propoc.
Precisarse alugar unta ama de leilc
que seja de boa conduela, e que no iraga
lillios -' na rua lliieila n. :i, primeiro andar.
Antonio Joaquim Dias Medrouhu vai ao
Rio de Janeiro.
Costu?; 8*
Compram-se cscravos que sejam sa-
dios e fortes, proprios para armazem de as-
sucar : na rua de Apollo n. 22.
Compra-se para uma encommeiids
~> molequesde 11 a IS annos de idade:
na rua do Crllc;io n. 21, primeiio an-
dar, das I 0 lloras as r> ila tarde.
Comprara se os diarios ns. 1, 2, 4 e 2:1
do corrente anuo : na livraria ns. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Compra-se uma porcSO de cavnos de
sella c quartaos : na rua eslreila do Kosario
n. 32, segundo andar.
-- Compram-seelTectivamenle na rua das
llores n. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica c da divida provincial, assim
como accoes das diversas cuinpanliias auto-
risadas pelo governo.
- Comprara-se escravos de 9 a 35 anuos:
na rua do Collegio ti. 21. terceiro andar.
Compra-se unta escrava engommadei-
ra : na distilucao por dclraz da igreja de
Santa .uta.
Compra-se uma casa terrea com bom
quintal, cercado ou mesmo em abcrlo, nos
lugares seguintes : Campo Verde, Soledade,
Caminho Novo, rua dos Pires, de S. Concalo,
do "eho. Jo Cotovelo, edillicada com a l'reu-
e para o nascento : a tratar na rua da t'raia
parle.
1 rfia 'Scriptorios e < n >
ros.
Vendem-se resmas de papel de peso du
melhor que be possivel haver a 6?, dito in-
ferior pouca.'cousa a 3; e 395(10, dito paque-
te moilissimo lino a 45500 e es, dito a I maco
grevee raarflma 43, ditoalmaco muuissimn
bom a 3-200, dito de cores era quartosde
resma a 700 rs gro/as das verdadeiras po-
nas de co bico de lauca pelo barato pirro
de 1*200, ditas rauito boassem ser bico de
lanca 500 rs., iluzias de lapis niuitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vrosaSOOrs., canelas de os-o torneadas para
peonas de ac a 120 rs caivetes Bnissimos
de urna aquatro tullas a 1, 2, 3, 4r, e ou
tras mais cousas que se vende barato; rta
ruado-Jueimado na bem con herida loja i
miudezas da boa fama n. 33.
1 .
Vendem-se batatas novas a 1>00() a ar-
roba : no armazem de l.uiz Antonio Aunes
defronle da porta da alfandega.
A
neza
a .#000 '-ovario.
Chegou a rua do Qucimado n. 21 A, alba-
ne/.a preta com mais de vara de largura.
I
''
,.'..''.'.."...'..'..-..-. - n ..(
............- .-..-. ..'...t^1.
@
lvi
a 11
ia sUallia
: vende-se em ca-
C, rua da Cruz
Ai^doziiili
para saceos de assuca
sade N. O. Beber &
n. i.
Luvas de varas qualidati
Vendem-su ricas luvas de seda de todas aa
res, eobordadas e com bol..tas a 2} o para
ditas sera ser bordadas brancas e amarella
para lioniens e senlioras a 1?, I92OO e 1>500,'
ditas de lio da Escocia brancas e de cores
para liomens e senlioras a 300, 400, 500
600, ditas brancas c decores, de algodSo'
proprias paia montara a 240 e 320 eoulra^
quahdades mais que se vende na rna do
Oueiinadona bem conhecida loja de tniude-
zas da boa fama n. 33.
cortes de la
de quadios a 3^000.
Vendem-se na rua do Qneimado n. 2t \,
corles de 13a de quadros com 8 corados e
meio, lazcn.la esta que tcni uma vara de
largura ; da,i-se as amostras com penhor.
Vende-se cuite-
e Santa lula serrara n. 13.
StOtt&.
i .repe de ila-
(iRANEUOORS OCftVADO.
Fazcnda nova, chegada pelo ullimo navio
francez, tecida de ISa o seda, de quadros e
lislras de cores rauito delicadas, para vesti-
dos de senlioras e meninas : vende-se na
rua do Queimado, loja n. 17 ao pe da botica.
sTellodilho e
l>u tinas.
vel-

i?
i
0 melhor que nessa fazenda lem viudo a
est mercado, de cores tnuilo lindas, para
l-v-stidos dos mascaras : vende-se na loja n.
17 da rua do Qucimado ao pe da botica.
iissulina bri-
aBite.
.--,
'^ I'aalo (lai^nuuit dentista, rua Nova n. !
V4v ".i ini'-iiM ca*a le.io agua e p* denlntice.
Alusa-se a auliua casa de veyder plvora, na
cidade de Ohuda. com l.om litio, baila para capim,
e boa caa de vivemla ao \n:: quem prelender dil
casa dirija-se a rua do Yigario o. 31.
to muito barato
7&500 a barrica.
;om, pelo pceo de
se precisar do ar-
mazem onde esta' recolliido : na rua da
Cadcia ile Sanio Antonio n. 17.
e
por
lies.
\emlem-se r.cos enfeites para cabeca de
senbora, os mais modernos que tem viudo a
esta cidade : na rua larga do Hosario n. 35
IW: ese 110-
res i 50O ; s. o rotado.
Chegou a rua do Queimado n. 21 >., bri-
lantine a une chamara mussulina branca de
flores inii'linlias adamascadas, fazcnda esla
a mais superior que tem viudo ; dao se as
amostras cora penhor.
Ghaly de (lores
ai
e listras ?i 800 rs. o co-
\ (lo.
Vende-se na rua do Qucimado n. 2t A;
dao-sc us amostras com penhor.
Gorguro de
quadros a OOO >. o co
vado.
Vende-se na rua do Queimado n. 21 A,
gorguro de quadros ondeados, de lindas co-
res, selim lavradn preto a 2#000 e 2'i00 o
covado, sarja preta lisa rauito lina a 29200,
dila la viada a 9KO0 ; dao-se as amosiras.
iSVdas de qua-
dros miudinhos 1^000
o covado.
Na rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
chales de touquim a 248000, 13a de quadros
a 640 rs. o covado, grosdenaple preto
1>8"0, 8S e 28200 o covado, faz. nda Diuito
superior; d'.o-seas aniosiras.
Oeulos
ilc todas asquali lades com armac/ies de ou-
ro ou doorado, df ai;o ou de blalo, oeulos
e hinorles de theatro, oeulos do alcance de
lodos os tamanhos, ditos de punbo pasa
miopes e presbytcs, myeroscopios augmeil-
tandoos objectos de 9, 10. 20, 50, 100 e 1,00o
niezcs ao laiiiaulio, vidros sollos para toda
a qualidade de oeulos e para cosraorama,
para espirito c para xarope, do vidro e de
vetal, diversos instrumentos de physique e
incluidos, uma pliautasmagoria c tira rico
polyorams ; ludo se vende na loja da praca
da independencia ns. 18 e 20.
Em casa de Eduardo II. YVyatt, '"-
rua do Trapiclie Novo n. 18, lia ^
para vender :
I piano forte, novo
fabricante afamado em Londres,
raxa icgleza n. 97) deDa> a
Mal lili.
I ni;, ile escrever lo abricante
Arnold.
Tintas em oleo de vai las cores.
Cabos da Kussia.
(,i\ stallena.
Agurdente de Franea em bar-
r.
\ iiiImi SelieriN dito.
I'ructas em conservas iii'lc/.as.
Papel para cartas.
LiviOS para copiar dito.
Gandieiros de candelabios de &t
1)1011/0. ;>
Ac em barra para molas de .'-.
cairo. -.
,- >>
E.IXOS para carro. y.
Chicotes para dito. ;>
. Relogiot de oiiro colicrlose des- c'-':
coberlos. S
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesHay & Mar-
tin, era barucas de 15 duzias d*> potes:
cm casa de James Crablree & Companhia,
rua da Cruz n. 42.
SAO' MtlTO LINDOS.
licos corte de vestidos de fazenda muito
lina, lo la de seda e de um goslo muito apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor vmdo da
-..: turopa, muito proprios para as senhuras de
e elegante de bom goslo, assim como chitas Trancezas
muito linas matizadas com limas cores:
dao-se amostras na rua do Queimado n 2
DS loja da boa fe de fronte da da boa fama.
'-a
:'.:
'...
...
9
9
Ninlio do Porto,superior rliamieo.
Em ca.\nt de - dulias i em barr dt ...Im'o. ra-
|C-iiien.,nl.,-liegadopeloJI,riaueTlo>a,or; vnde-
se "i"'an.i-lile no arnuzeni de Barroc. ^Castro, na
ra .i.i Cadaia do Kecifc n. 4.
svstema mkdico l)K I10LI.OWAV.
1 I
...
.
4fct-y

PILI LAS IIOLLOWAY.
Este inestimavcl especilico, composloiu-
teiramentedehervas mcdicinaes, nao con-
tcm mercurio, ncraalguma outra substancia
delecterca. Benigno a mais lenra iulancia,
e a complei^ao mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na complci^o mais robusta; he inteira-
mente innocente em suas perac,es c effci-
tos ; pois busca e remove as docm-as de
qualquer especie errao, por mais antigs e
tenazesque sejara.
Entre milbares de pessoas curadas com.
este remedio, umitas que ja estavam as nor-
ias da marta, preservando em seu uso; con-
seguirara recobrar a saude e forras, dei
de haver tentado intilmente todos os
tros remedios.
As mais afilelas n3o devem enlregar-
desesperacSo; tacara ura competente en:
seguiram recobrar a saude e torcas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
.... ..*.. j--------
se a
... ensato.
dos elhcazes elleilos desla assombrosa med-
OCOABkU-UVBOl BRAS1LE,R0, ou arte -^ c P^s recuperarao-o beneheo da
i escripluracSo mercantil apropriada ao
comniercio do Brasil : vende-se na rua da
Cadeia Velha n 22. Preco 8^1100.
Na rua do Vicario n. 19, primeiro andar, ven-
de- se vinho do Porto d superior qualidade da bem
Mohecida marra GW cm pipas, l.arrise caitas de
umae duas dutiasda garrafas.
Nao se perca temi em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes cnlerninl.,-
des :
Accidentes epilpticos
LAIporcas.
Carne di* sertao
Vende-se muito boa carne do sertao : na
ruado Queimado n. 14.
Ovas do sertao.
"i
XA!
l*oi Irausferido o deposito dcste xarope . ti -i a t.o
txa de Josc da Cruz Sanios, na rua Novan. .VI',
carrafas 5^500, e uieias il^OOO, sendo falso lodo
...i..i-1;i- que nao for vendido nesle deposilo,plo
iiucsefaz opresenle.iviso.
SUPRTAME PAR 0 PUBLICO.
l'ira curade plilysicaem lodososseusJillcren
i?s?ros, qiiermolivaila por constiparoes, tosse
slhma, pleoriz. escarros de sansue, ilorde cos-
tados e peilo, palpitando no corarAo, coquelurlip
lironclnle, dorna cargaula, e todas asmolestia
dosorgof. pulmonares.
0 lir. Estevao Cavalcanti de Albuquer-
que, rormado em medicina pela faculdade
do Rio de Janeiro, podo ser procurado para
o exercicio de sua prossao na rua eslreila
.lo Rosario n. 10, segundo andar, das 8 horas
e mcia da manliaa ate as 5 da tarde, e alera
deslas horas na estrada de Joo de Barros,
no sitio em quo morou o Sr. Dr. Vicente Pe
reir do Reg.
$ PAKA CONSLUYACAO DOS m
2 Nova n. il, am
tB Paalo 11 .i_n :'i\
DENTES.
asua de
casa do dentista
-V Vende-se pi> e asua dcnlrilices : na rua *i
"I francez
bO-QB-mOQ
. ...
T" (*
A
ga-se
urna grande casa na rua'Imperial n. 161,
com tres portas de tiente, duas grandes
talas, cinco quartoSi coz'tnba fra, etc.,
por I JsOUI! mensacs: a tratar na rua
Direi la ii. .">, loja.
r,^-^-'; :?4(im\f>-r:.-.... :.-
.......y ...... ., -.............. ,. .
J. JANE DENTISTA 1
-;f roiilii.i'M a residir na rua Nova n. 19, prl- SE
:, ineiro andar.
. :r.r:y-r-.r----.;^ &t'.i~;\y].y::-.:.:
O UDICO preservativo contra a .aspa
que al agora tem apparecido, lem a vanta-
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e tambem Ungir o mesmo : na loja n. 1
da rua do Cre.spo.
NUMERO6
9 Vendem-se unicamenle delta holica os mais ^
j$ arredilados medicamenliisliumeop^lliicos, nur a
j precos minio c.mmodos.
}^ A acrAo desles ii.edicdinenlos lie lao pr.>mp- JJ)
^ ta e ellicaz, que lem merecido as honra, da
H preferencia em todas as parles do imprrio, 5.
> onde lem sido experimentado*.
9 Cada lobo avaho......l-^ooo ^
tt Cada vidro de Indura oon ?
Carleara e caltinhn com mcdicamtnlos,
de-de IS9 ale 400>O(Kl. *V
Thesouro liomeopall.iro uu vadc-meriim do II
SI hon.eupHil.a, ol.ia essrncialii.ei.le* indisneu- ^
9 savel a quem deseja emprear a homeopa- %
* lWs a.........llaOOO 53
^ l'ralamenlo l.omeupalliico do &
cl.olera-miirl.us......tl00 4
j> Propaganda huii.cupathica em .-;
H l'ernaml.oco.......2NHI0 A
& N. U.Para ci.uliccimenlo do pul.lico, avi-
t ase que o l)r. I'.re Ramos Jnior, nao lie
St mais cuvb.ru da botica central lunneopaMiira, &
r e uem lem i.ilorfereuc.a .tl-unu en. auaa opc- />
m raeSea.
**- S I:.-:; 1 :.,&
iiliiries dravam-s. e impriinem-se com perleii.ao bilhdes
de visita, ledras de commercio e lodoso objectos da
arle caligrapluca, reuislros. Mltelas e q.uesqoer de-
senlios. Abrem-sc Orinas, sineles, la.ib. a lalbo do-
ce como em relevo, ornamentos cm objeclos ai ouro
e prala. Fazem-se riscos lindos e oruimies para
bordados de* labviiulbo. Admille-se a recusa de
quaesquer desles objeclos no caso de ala licarcm a
contento da penoai que os ncominendarem : quera
prelenler dirija-ie a qualquer desles logare : 110
bairro do Rciife, rua da aladre de Dos n. 32, pri-
meiro andar ; em Sanio Ai.Ionio, na livraria clstica
do palco do Coll.gio ... 2 ; as Cinco PonUs, sobra-
do da quina confronte a nialrii ...,..
mem^L isa ex mn i g s i tai m. i
1 Al) PUBLICO;
^ ISo armazem de fa/.endas baratas, rua do S
J^ Collegio n. !,
^ veede-se um completo sortimento de fa- jS
zendas finas a grossas, por mais baralo 1%
g p.eco de que em outra qualquer parte,
Fazenda branca lavada de 5 pa de
largura,chegada pelo ultimo navio .-ez,
cora padroes e desenhos tiio delica que
parece sedo, pura vestidos de senlioi ; ven-
dc-se por piet,-o comraodo : na loja a. rua
do Queimado n. 17, ao p da botica.
Para vestidos de
semas i maa
Vendem-se as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos de largura, de quadrinhos miu-
dos e grandes de cores muito lindas,
pelo barato preco de 15200 a !WW cada co-
vado : na rua do Queimado, loja n. 17 ao
pe da botica.
Para liquidar
eoiitas.
Os donos da loja n. 17 da rua do Qucima-
do estao vendendo por menos de seu valor
certas lazendas, como sejam cissas e cam-
braias Iraucczas linas de cares lixas, pelo
barato prei;o de 400, 500 e 560 rs. a vara| as
verdadeiras chitas rancezas malta finas e
de cores Orines, pelo preco de 260 e 280 o
covado, bareges de cores lindas cora qua-
dros de seda a 500 rs. o covado, e outras fa-
zendas que estarSo a vista dos compradores,
por prec,os de convidara comprar.
Deposito
.le joias e obras de ouro, aterro da Roa-Vis-
ta n. It, de II. A. Bottger Companhia, de
llamburgo, os quaes lem a honra de parti-
cipar ao respeitavel publico, que abriram
uma loja desles arligus de sua fabrica nesle
cidade, oude se encontrara sempie um com-
pleto e bello sorlimcnlo, pelos mais comino-
dos piceos
.Na rua da Cruz n. 18, terceiro andar,
ha para vendcr-e uma escrava mor;a do to-
do servico : quera quizer appareca.
Vende-se uma porcSo do formas de
velas de carnauba: na taberna dapraSada o'SdV'dea
boa-V.sUn. 4. Boa-Vista n. i:i.
\ende-so um habito de estamenha,
novo, paia algum irmilo terceiro de S. Fran-
cisco : era casa do sachnslo da mesma or-
dem lerccira.
s e bino-
eles
para theatro : acha-se semprc sorlimento
grande na loja de relojoeiro da praga da In-
dependencia ns. t8 e 20
Chegarama rua do Oueimado n. 14 as
mais Irescaes ovas do sertao, as quaes se
vendem muito barato.
Vende-se um mulato de 38 a 40 anuos,
coznilia o diario de uma casa, sen vicios
proprio para cozinheiro de b.frdo, por j ter
andado ueste ollicio a borda do brigue D.
Allonso ; a tratar na rua da/>raia n 3G.
--- Vende-se uma tabc/iia na cidade de
"linda, com poucos lundos.e em bom Inflar,
por ser nos Quatro Cantos, e muito bem
alreguezada : quem a pretender procure no
Reciba, rua da Lingoeta, casa n. 8.
CARRAFAS.
Vende-se uma porgan de garraas vasias,
que (oran, de serveja branca : nn deposito
da rua da Cadeia n. (i.
PARA O CARNAVAL.
Mascaras de cera, rame e papelao, as
mais linas e do melhor gosto neste genero,
existen, a venda na rua de S. Francisco, de-
posito n. 6 Roga-se aos amantes deste di-1
verliiiienlo, qu^ comprem em dito lugar,
pois licarao bem servidos e por mais barato
preco do que em ouira qualquer parte.
PIANINO.
Acha-se a vendo no deposito da rua de S.
Francisco n. ti, pa nios de nova nveocSe,
com a competente msica, coiilen.io walsas,
polkas, contradansas, e ao mesmo lempo
serve para adorno de uma sais,
Vendem-se pedras de hombreiras, ver
gas, soleiras e cordao, e ouas mullas: a
tratar na rua da Cadeia Velha em Santo An-
touio n. 7.
HOCE DE ARACV.
Na rua do Collegio n. 5,vende-se superior
doce de arac;a a 500 rs. cada um caixao.
Vende-se um sitio com casa para mo-
rar, uma dita para, negocio, outra de ran-
cho, senzala para pretos, estribara, inuitos
pos de frueteiras de todas as qualidade, tem
trra para levantar uma engenhoca, no lu-
gar de Menngaba. reguezia do Sanio Antao:
quem pretenderduija-se a rua do Collegio
n. 13, loja.
Sedas pretas.
Superiores sedas pre.tas lavradas para ves-
tidos, grosdenaple preto, selim preto ma-
cao, tildo por preco commodo ; vende-se
na loja de 4 portas, na rua do Queimado
n. 10.
Vendem-se ps de larangeirasde um-
bigo, selectas, limao doce, lima de nmbigo,
jaboticaba, frictapaodc maca
aelo

ro
e (l<
s de
prala.
da
Agencia
r,
uiidu-o Low- -o
rua da Scii/.ala-Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo soitiincnto do moendas e
meias inoertdas para engeobo, machinas
de vapor e taixas de ferro balido e coado
de todos os tamanhos para dito.
F;iriij)Iia de Tri-
este.
SSSF.
( Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMK chegaram Oll
barricas desla acreditada farinha : ven-
de-se nos armazens de Tasao limaos.
C.VL E POTASSV
Veode-sepolausda Russia e amerieaaa.ebecada
nestedias e oe superior qualidade; cal de Lisboa
da maianovaque lia no mreado:ftoi seiisdeeosu
toa na rua da \pollon.1 A,e2ll.
^ i * patente
njlezesdcotiro, desabnete c de vidro:
vendem-sea preco razoavel, em casa de
AttgustoC. de Abreu, na rua da Cadeia
do H'--r;fc, armazem n. 36.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, rua da Madre
de Deosn. 12, poitpreco commodo.
Voade-ManorQi linba e al^odao branca
de coros, rm novello, para co de
goathall MellorlvCompanbi.ruadoTorresii.;|8
Ampolas.
Areias mu de).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou e\te-
iiuacao.
Del.iliuade ou falta de
forjas para qual-
quer cousa.
Desintera.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
I.nle lindados no ven-
tre.
Enfermidades no usa-
do.
Ditas venreas.
Cuxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Febres intermitientes
Febreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Hvdropisia.
Ictericia.
Indigestes.
Inn,niiiiiaei".es.
Irregularidades da
nienstruae.Mi.
Lombrigas de loda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n culis.
Ubslruccao do vende.
I'htisica ou consuinp-
co pulmonar.
Reten^o de ourina.
Rheuu.alismo.
S\ raplomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.
Acha.n-se sempre bem sorlidos os relo-
jociros Cliaprout e Rerl.rand, praca da Inde-
pendencia ns. 18 o 20.
PARA UBN1MOS.
Camisas rancezas, diversos tamanhos :
na rua do Crespo n. 16, loja do Adriano &
Castro.
Ocrilos o lunetas de odas
as qualklades.
Vendem-se superiores oeulos com armaran
de tartaruga de todas as graduadnos a 3:0.1.1,
Jilos muito bous com armacoes douradas a
i>200, ditos ditos com armac&es prateada,
13, ditos ditos cumarmaQo de ac a 800 e
I?, lunetas com arma^ao de tartaruga a ts,
ditas redondas equadradas de baleia a 500
rs., ditas de dous vidros armacSo de baleia
a 19600, e outros oeulos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rua
do Queimado n. 33.
Vendem-se terrenos para ediflcacSo na
estrada do Manguinniho, do do Recite, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel l'e-
reira Tcixeira, com 350 palmos de fundo c
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar ta rua da Cadeia do Recife n. 9, ou com
Jos Raptista Ribeiro de Faria, no seu sitio
da Estancia.
Felbu illas.
Vendem-se velbutinas pretas e de cores,
por menos do que cm outra qualquer parte,
para fechar coritas : no aterro da Roa-Vista cisco, junto a omite nova.
" Na rua de Apollo n. 1 A, primeiro aii-Lmhnrab, *fl"i,lhos de vento
dar vende-se uZ bonita mUm cabrinha, \ TSpE .^iSISfiV, 'R!^%*
de t. annos, co/.tnlia o diario, c tem prmci- na tu;, do Itrum ns.fi, se lu '
dio de habilidades para casa de familia. Km casa de Henr. Brunn & Companhia Bu
Vende-se painco muito propno para|rlaadsCraxn.to, veade.aoeognaeemeainbarde
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron- aB**"-
te da Relacao ii. 28.
i
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gaila, assim como potassa da Russia verda-
deira : na praca do Corpo Santo D, 11.
Cimento branco
rJechegado o encllente cemento bran-
co ja ljm conhecido e experimentado,
lanto em barricas como as tinas : no ar-
mazem de taboas de pinlio de Joaquim
Lope de Almeida, na praia de San Fran-
Vendcni-se estas pillas no estabelecimen-
to geral de Londres n; 2*4. Strand, e na
loja de lodos os boticarios, .Iiguistas e ou-
uas pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vendem-se as bocetiahas a 800 rs. Cada
nma dellas contera urna inslrucc'.o em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
tas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, cm
Pernambu
MMHiSM htiU Bfi|
1H
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMA.N \\
RUA DOBRUM.PASSANDO O HA-
FARIZ,
hasempreumgrandesoriiinenlodoraeeaiiil* o
jeclos de mechaiiiMi.o>|.ro|'i.o! paiaeii.ci.iio.a -.1-
br : moemlatr ...l-..i- m........la- da atan modi-rua
conslrurrao ; lanas d ferro fundido e lula de
superior qoalidade e dt lodoso tamanhos- r^b,
dentadas para asua on auimaes, de toda a Mesar.
cues; envos c boceas de foriialhi e recslro- de I u-
eiro, a(,uilh6es,broiiies,parafu.o* eri^ill,,,,,,,,,,,,
uhos de mandioca.ele.ele
NA MESMA FUND1CA O.
icexeciil.-.inl odas as,.nconimei.da> So*. lio
rida(lejacooliecidaeeoniadevidPi*ie,.,erotii-
modidadeem preco.
v LEQES FINOS.
Vendem-se lequcs muito linos cora ricas
pinturas, espelhoe plumas a 2/, 3^500e 4/ ;
na rua do (jueiraado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
3*i?KD00 |M^i>ft
sapotizeiros,
eparreiras: no principio da estrada dos
Allliclos, lado esquerdo, casa de Manoel
Marques.
Existen, na rua das Cruzas de Santo
Antonio n. 30, charutos muito linos de no- .
vas marcas quo vieran) da ItahiS por amos-
tras, e all so vendem porcaixa e a raiudo ;
tambera lem gomma de engommar muito
clara,as libras.
Vendem-se 12'cadeirss, 1 sof, > ron-
solos, 1 mesa redonda, e 1 radeira de Raan-
lo : na rua do Rosario da
cas seis portas
KM FRENTE 1)0 LIVRAMENTO.
Sarja hespanhola a cinco patacas o cova-
do, com qualro palmos de largura, nobre?a
de duas larguras a tres mil rs., luvas de seda
preta e de cores a mil rs. o par, lencos de
relroz prelos e de cores matizados a dez
FARINHA
raesl-e.
ilade
Vender em casa de Saonders Rrolliers A C n
praca do Corpo Sanio n. II, muil.. auperinr ehem
conheeida farinha de Trie-le. da marcaprimeia
qoaljdadfentcada en. !l do crrenle na eacooa
I feii.,em purcoisarande-e pequeas,conforme a
vgnlade .1. rnmprgu-r.
T/.1XAS PARA E.NGENHO.
fla fundipao de ferro de I). W. Bowmanp u
rua do lirum, passando o chafariz, centini ha-
RUA DO COLLEGIO H. 5
Chegaram a este estabelecimento pelo ul-
timo vapor os muito frescos qneijos do rei-
no, macios como manteiga, mermelada de
Lisboa, uozes, atnendoas, passas e ameixas,
superior vinho do Porto e Aladeira engarra-
lado ha 5 annos, superior doce de ataca a
500 rs. cada caixro,xaropes de altba e aven-
es em garrafas e meias, manteiga inglez e
franceza, banha de porco refinada, linguicas
inuito-nuvas de Lisboa, bolinl.os para cha,
assim como outros mu los gneros que seria
enfadonlio aiinunciar, tudo por prec,o mais
commodo do que em outra qualquer parle.
\ elbutiias.
Silo chegadas rua do (Jueiniado, loja do
sobrado amarello n. -JO, as minio superiores
velbutinas de ricas e elegantes coros. mea |ala, xn|l0 ,],. Bordeaus em cu.m-
VleiaS (ie todas as qiials basdeduzia, equeijosde Gruyere,tudo
i !___ de superior qualidade e por preco coco-
na rua do Trapiche n. II.
CERA HE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
na rua da Cadeia do liecife, loia
n. 50.
Domingos Alves Malheos tem para ven-
der em seu escriptorio, na rua de Apollo n.
>'i, por mdicos precos o seguinto :
Rios e elegantes pianos.
Superior vinho velho do l'orto.em barris.
Superior vinho velho do Porto,engarralado.
superior vinho velho jeropiga branca.
Coxins de linhn para montaa.
Cobertores encorpados de. algodo.
Superiores charutos da Babia.
Sabonetes em caixinhas.
Kico e superior papel pintado e dourado pa-
ra forrar salas
Vende-se um escravo crioulo de bonita
figura, bom canociro : na rua do Uuermado
n.H.
tusu-.es, sedas pretas com llores a doos ...il ; wumcomp.etosoriimeriede laix'ssde ferro ftin-
rs. o covado, lencos de seda para pescoco de j;j. u.; L i o erro "ln
senlioras a de/, lustoes cada um. De ludo se 1.1. !* 8^almos d<> boco*, o quae-
i amostra, levando penhor que equival
ie se quer ver.
Bom e barato.
Vendem-se sapatos de horradla de
luilre, |)topros para o invern, de lio-
nieni a 5$500 ede senhora a 5/>'000, sen-
dado mellior ;osto que tem vindo a es-
ta praca : na rua do Livramcnlo n. 33,
loja de calcado. Na mesina loja cima
vendem-se resmas de papel de pes a
; V.sS(il) rs., sendo em grande cu pequea
porciio, a vontade do reguez. .
Quem vir eom-
pra porque o )ie<;o
con villa.
Vende-se uma por^o de algodSo trancado
aenam-se a venda, por eprevo commodo o com
proaiptido: embarcam-s oucarregasi-sa mear
ro semdospexa ao comprador.
- Km casa .le Saunders Brothers & C., praca
.lo Corpo Santn. 11, apara vandar BsaeaUlUj t
Ferro inglez.
l'ixeda Suecia.
Alcalro de earvo.
Lonas de linlio.
Esponjas.
Drogas.
Algodo^lizo para saccas.
Dito entranjado igual ao da Baha.
E u-u completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado tudo por pre^o commodo.
\ende-se uma porcSo de pipas e tunis
por praso de >eis mezes con. as competentes
garantas, tambera se arrenda o armazem
Fugio no dia 30 do mez de Janeiro p.
p. um mulato captivo de nomc ciernen.no,
cora os seguintes signaes, baizo, magio, ca-
bello carai inho, falla de vagar, gesto hu-
milde, lera talla de alguns denles, sabe ler
e escrever ; este escravo foi do Sr. Francisco
Antonio de Salles, morador em Goianinha do
Ido Grande do Norte, para onde se suppc
ter fgido dito mulato : quem o pegar con-
duza-o a seu senhor na rua da Cadeia do
Kecife il. 40, que sera generosa ni, ule recoin-
(.eusado.
Fugio no dia 2 do correle mez de fe-
vereiro, do silio da Trempe, sobrado n. 1
una preta de uome alaria Cajueira, de Mato
Calaba, idade mais de 50 anuos, levou ves-
tido azul e panno da Cosa de lislra de co-
res, foi vender fructas do mesmo sitio em
dous laboleiros ; pede se a todas as autori-
dades policiaes e capitacs de campo que a
encontrar a ppreheudam e conduzam-a ao
rel.ri.lo sitio acin.a, que serao bem recom-
pensados de seu trabalho; e o mesmo se
pede as autoridades de Olinda, Santo Ama-
ro, C sa Forte e Wonteiio, por onde cosluma
andar quando foge. I'n.te-ta.se contra quera
llie der dormija em sua casa.
Manoel Ribeiro da Costa Oliveira.
Fuj^io huntem as 7 huras,un. escravo mula-
to de nome Tbomaz, alto, reforcado da corpo, mm
marcas de bexigas, peinas grocas, e nelias marcas
de cicraiizes as cauallas, falla coui mulla manei-
dao, levou vestido camisa da panno azul groro
guarnecida de ourelo branco, nos ombros a pu-
nhos, abena na frente m forma de palito: este es-
cravo he natural da Paralla e foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por heranca deseoso
gro Jos Joaquim de Sons daquell cidade, sisi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario d
Alhandra Vasconcellos Jnior,n.orador no engeobo
Tapua f.-eguezia do Pilar decta provincia i
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Amonio Teixeira Guimaraes, que aera generosa-
mente gratificado.
ilontem pelas seis horas da raanha
fugio da casa do abaixo assignado ura seu
! escravo de nome Antonio, com a idade de
tlilllt'S
Vendem-se muito boas meias de seda pre
g tanto em poiees como a retalho, affian- ||
B rando-se aos com[.radores um s prer;(. ^>
L para todos: esto esiabelecimeoto abrio-se ?
* de combina(ao com a maior parte Jas ca- jg
Q sas comuterciaes ingle/.as, frar.ce/.as, alie- BI pelo baiatissimo preco de 400 e 50(1, ditas
i maos e suissas, para vender (j/.ei..las mais SI brancas e cruas para humera a 200,240 e
H em eonu do que se lem vendido, e por isto ^ | ^" s-, ditas piuladas c brancas para niem-
it ollerocem elle maiores vantagens do .pie
Blnboras a 2W, 30U c400 rs.,|ditas pretas de
S aisodu para padres a 000 rs., e outras mais
if
ni"(lo :
Vende-se
um liti.io molcque de !i an-
onde se achara depositados os mesmos ob- qosrcnlae lanos annos, lendo os sigu.es
jeclos: a tratar com Joaquim Concalves de i seguintes : corpreta, baixo. secco do crpo.
fallo de denles e com alguma baiba, traz na
orelha esquerda urna argolir.ha deouro, tem
ollicio do sapateire e um deleito no dedo
polegar de uma das nios. (Juera o pegar ou
tas e brancas para senlioras pelo barato pre- ' no% bera robusto e sadio: no aterro da Boa-
^.. de 2/5O0,dilas de laia para | adres a lssoo, Vista n. 10.
ditas de lio de Escocia pintadas para hornera
M u.itro qualquer;,o prourietario deste im-
t portante estabelecimento convida todos
j| os seus patricios, e ao publico em geral, s
^ pora que venliam (a bem dos seus inte- |j|
^| resses) comprar fazendas baralas: no ar- ^|
g{ mazem da rua do Cuegio n. 2, deAn- ^
j: ionio Luiz dos Santos RuIh.
-- Jos Pinheiro llorges ielira-se para a
Europa.
;g5 I nos a 240 c .100 rs., ditas brancas, linas para
11 meninas a 24* re., ditas brancas parase
Vende-se
tros intiilos arranjos de casa de familia; c
quem deixara de comprar limpo a 220 a va- i
ra, e defeiluoso que mal se conhece. a 200|
rs. : na ruado Crespo n. 14, quarta loja vol-
tan.lo da rua das Cruzes.
Vendem-se chapeos de Chilh dlo-
V
otassa e
viroeni
ea
I
se a bem alreguezada taberna V.R.S & C ., ,.., (|o ll,,pc|1). n. 34,
oda n. lo : a tratar na mesma. *
crioiila, de JO
qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
VENDEM-SE CAPACHOS
piulados, ron.) 1 .dos e redondos a 700 e aun
rs ; na rua do Queimado loja da boa lama
D. 33. *
le idade. que alera .le-ser doceira, praca do Corno Santo n. I>5, lia para ve:
das as habilidades precisas: " "''i der mr. sorlime.il., comi.leto de m .... c
a, cusa ue solao conlroiite aos t.oe-l, . ,,
bem
da rua da I
-- Vende-se uma.escrava
anuos de idad
tem to
Augusta
Idos.
Uap.
Vende-so superior rap Paulo Cordeirn,
muito fresco, e o mais seniclhaiile ao de
Lisboa: na praca da Independencia, 11 3.
MuKsulii'n branca.
Vende-se na rua do Queimado 11 l!l, loja
de Santos Coaho, mussulina branca muilo
lina chegada I pelo ultimo vapor da Europa.
Mbuquerque -ilva, na rua da Cruz 11 35,
primeiro andar
viMlo do pomo GENUINO.
Vende-se oplinao vinho !.. I'orlo em barrin
.piarlo c uiiavo, por preco razoavel: na rua .la Ca-1 liver noticia, dirija-sc a rua do (Jueiraado
lea .lo Kecife 11. 13, escriptorio de Bailar \ Ol- I loja de ferragem II. 14, que sera rccompcii-
veira. I sado-Jos Rodrigues Ferreira.
-- .\o .lia i para 5 de Janeiro prximo
passado fugio do el.geni.o Muril.equ.nl.a o
crioulo lnnocencio, cora os signaes seguin-
tes : representa ter JO a 22 annos, quando
principia a l'all-r gagueija, conserva o rosto
cheio de pannos, tem era un dos pulsos
um papo, os ps un pouco apalhetados, os
\oantigoeja bem conhecido deposi- UI1i0 |,racos ; levou roana de l-
: noescriptonode No- to da rua da Cadeia do Hecile, esanpto- jgodaoto Babia e calca branca: r,.Ka-se h
' autoridades policiaes o aoscapitacs .le campo
nMonsenotVinassa, rior potassa dn Russia, dita do Ric-.l -" lavara prendere conduzam ao mesmo en-
en-jnciro ecal irgem de Lisboa em
emludo a precos muito lavoraveis, com
Km
branco, chegados ltimamente de llam-
burgo.
DEPOSITO
de pianos fortes
Sortimento completo,
Km casa de Timm Monten & Vinassa,
praca do Corpo Santo 11.13.
.lo n. \>, ha para vender minio supe-
rior potassa da Russia, dita do Rio de Ja-
nedra,
os
quaes licaraoos rom piadores saljsfeitos.
N. O. BieberA C, rua da Cruz n. .
vendem :
l.:iiu.s (i.i Russia.
dem inglesas.
Rrin/..o.
Il.ii.s da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assucar.
geni.o, ou em casa do capilao Manoel Me-
leno do llego llarrus, que serao bem recom-
pensados.
l-ugio. Iiunlcni, 4 do corrcnle, MI Ba-
gro cozinheiro, toSS a 30 anuos de idade,
que parece crioulo, de nome Malhias, esta-
tua ordinaria, magro, rosto ura pouco
cnu.pl ido, nariz chalo, beicos gros.sos, DBwa
grandes e pones barba; levou bastan le r. 11 -
pa : roga-se a quera o appreheuder queira
ieva-lo a rua da Aurora, casa de Cuslavo Jo-
sc do llego, que sera bou 41 al.lira.1...
1>ERN. : IVI'. UE M. Y. UE KAKIA I8SJ.

MUTILADO
.


- '


Diario de Pernambuco
ALL ISSUES CITATION
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 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, February 07, 1857
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:07703

Full Text

AJNNO XXXIII R. :0,
Por 5 inezes adiantados 4$000, '
Por 3 mezes vencidos 4'500.
SABBADO 7 DE FEYEREIRO DE 1837.
:'
Por anuo atilintado ISSOOO.
Porte franco para o subscriptor.
*
i
t
.i
*
i-.m;\iuu-;;ados da sqbscmfca'O no nokte
Parahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomes ;_ Natal,, o 8r. Joa
quim I. Pareira Jnior; Aracatv, o Sr. A." da Limos Braga ;
Ceara, o Sr. J. Joa de Oliveira ; Maranbao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue ; Hiauhj, o Sr. Domingos lien-ulano A. Pessoa
Ce.irensa : ara', o Sr. Justino J. Ramos, Amazonas, o Sr. ;Jero-
oyino da Costa.
PARTIDA os CORRBIOS.
Oloda : iou o* rli**. - ! e neu hora* fa
U.i.tr.t.-n. GuiauMc "inhiba; na* rniitvf-i
;. A ni.,... Htfi Tras*, atnito, feti-nai-u. lili au
S. Utarorfl l*an or--. Florea, V.lla-llella, llea-Vita, Ouricar;
Cabo, Ipojaca, ^riabica, i.-n-F .rmu-o. i
l'itiK'i iiirna ir iNil.il : t| ToW .-* dirfnnu i*ai tem l 10 era lia,
.. .Ntaa-fetrai.
<; it i i. nona : na -rr.i-fi-in
l"-i- 'I..... '"-'
l.m : mi. qaarlaa-reira
i. Ilarrciroa, agaa-Prel
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quinlas.
Relacao ; lercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
j ni/,, do commercio : segundas as 10 horas e quinlai ao meio-dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primita vara do ciiel : segundas e sexiai ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadosao meio-dia.
BPHEMERIOES DO Mi:/. DI-; I KVEltEino-
1 Quarto crcscente as 6 horas e 1 minutos da urde.
9 La cheia as 9 horas e 33 minutos da farde.
17 Quarto minguanle a 1 minuto da manha
24" La nova as 9 horase 38 minutos da manira,
l'UKVMAlt DE IM).I I..
Segunda as 2 horas eO minutos da tarde.
Primeira as horas e 30 minutos da manha
!>! \S DA SEMANA.
2 Segunda .;< Purifiracn de Noasa Senhora ; S. Apeniano.
3 Terca S. Braz p. ni, ; s. Cclerino diac. ni ; s. Laureiiliuu
1 Quarta S- .Vidrc Corsioo b c. ; s. lose de Leouissa l.
5 Ouinla S. gueda v. m. : s. Pedro Baptilta.
A Sexta As Chapas daChrisloSeuhnr -\ossu. S. Dorolhca v m.
7 Sabndd S. Romualdo ab. s. Ricarda rei.
b' Uuniingo da Septuagsima S. Juoda Malla.
BNCARRE&ADOS DA SUtscisiPCAO.NOSI l.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Baha, o Sr. D. Dupral
Rio de Janeiro,o Sr. Joo Pereira Martins.
BU PERNAHaCCO
O propnctario do DIARIO Manoel Figueiroa de Farw. na su
liviana, praca da independencia us. 6 e 8.
OOVERNO DA PBOVINCIA.
Expedirme da da :l de fevcrelro.
Eiu seguida Vote, me consulta : I. se para a for-1
magia da juula se devem convocar os cidadios vota-'
dos para juiz de paz. na ultima eleicio : visto que ja '
enlrnram em exercico os joaes de paz eleitos para o
presente qualriennin : 2. se dada a hvp.ilhese de
EXTsama,
OflieioAo En>. p.e-idenle do Rio Grande do compaiccerem mais de quatro cidadios votados e me-
Sul, remllenlo para terein o conveniente destino j
as fes de ollicio dos alferes loio l.ins Cavalcanti |
L'rha e llenrique Carneiro de Almeida, que per-
lencem, este ao terceiro balalhio de infamara, e a-
qoelle ao quarto da meima arma.Tambem se re-
metteu ao Exm. presidente do Amazonas as fes de
ollicio do lenle Joio Carlos de Paiva e do alleres
ajudanla Jos Francisco Uibeiro, e commanicou-se
ao cominandaale da guambio.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda, in-
teirando de haver o juiz municipal do lermo do Ore-
jo, bacharel Hisbello Florentino Correa de Mello,
entrado no da 23 de Janeiro ultimo, no ejercicio do
seu cargo.Igual commuuicac.ose fezao presideute
da relacio.
DiloAo roesiuo, recommendandoquenio ohslan-
le o que S. S. poniera em ua informario, mmde
pagar ao bacharel Joao Francisco da Silva Braga,
juiz inuiin-ip.il do lermo de Uarreiros, os vencimen-
los a que se refere a pelicio que remelle, porque a
razio que legitima o altestado de frequencia passado
. pelo juiz de direilo, quando a cmara municipal
por abusose recusa a passa-lo, lie a mesma que
milita na hypolhcse em queslio, poisqoe nao se ren-
nos de oilo, os que reslarem anda mesmo que um
seja] sio sullicientes para eleger os memliros da me-
sa por parte da outra turma que representarem.
Em resposla tenho a declarar :
i. Oue a vista do disposto no arl. 2, do decreto
n. 1812 de 23 de agosto do auno passado, lie eviden-
te que devem ser convocados para fiumar.lo da jun-
ta is oilo cidadios votados para juizei de paz na ul-
tima eleic,io, \isto que os cleitore- eleitos em novem-
bro anda nao esli recouliecidos pelo poder compe-
tente.
2. Que na Inpolhese figurada por Vmc. no final
do seu ollicio, urna vez constituida a primeira turma
com os qualro mais volados, o- que reslarem ale ao
numero de qualro, sao suflicienles para formar a
segunda turma.
Desisno o dia S de marro vindonro para a insUI-
'-i'. l da junta qualificadora, devendose fazer a res-
perliva convocarlo com a antecedencia de um mez
determinada no artigo . da lei regalamentar de 19
de agosto de ISiti.
DiloA cmara municipal de Santo Antao, di-
zendo-lhe que opporlunamenle levara' a presenra da
assemlilea provincial as conlas da receita e despe/.a
oindo desde mullo lempo a cmara de Barr.-lros, e aqllce aM0 financeiro, decorrido do 1 de ou-
havendo ueste seu proced.menlo um verdadero abu-, ,u|,rorfe |855 ao a|lm0 de s(!lern,)r0 ,,0 anno pas_
so, ao qual se traa de applicar os meios legaei, seria | ,a(j0i
injurio que por esse tacto licasse alguem preterido
dos veuciraenlos a qoe lem dueilo.
DiloAocommandanle superior da gnarda naci-
nal dos municipios de (llinda o Iguarass, inteiran-
do-o de haver auiorisado o inspector da thesouraria
de l./rnli a manilar pagar, urna vez. que esleja nos
'cunos leaaes a folha que S. S. enviou com o seu of-
licin de-la dala.
DiloAo commandanle do presidio de Fernando,
dizendo que, alczn dos quinzi'S sentenciados a que se
refere o oflieio da presidencia de 30 de Janeiro ulti-
mo, foram remellidos para aquello presidio por par-
le do chefe de polica, no brigue de guerra ctCearen.
se. man dezenove constantes da relaco que enva
por copia. Officioo-se ao juiz municipal da primei-
ra vara para remetler as guias dos sentenciados.
DitoAo commissario vaccinador, para mandar
apromptr algoinai laminas de pu vaccinieo, alim
de serem remellidas ao juiz municipal de Coianna.
DiloAo coiisrlho de qualili.-arAo da guaida na-
cional da freguoza de Caruar, dizendo ficar intei-
rado de haver terminado os seus trabalhos uo dia 2
de dezmbro ullimo.
DiloA Manoel Ferreira do Eipirilo Sanio, juiz j
de paz do pnmeiro districlo da fregoezia deCariia'ii.
Tenlio presente o ollicio de 18 de Janeiro ultimo,
em que Vine, me participa que havendo lecehido no
dia 17 o ollicio no qual o juiz de paz mais volado do
pruneiro diatrielo daaaa freguetia. dava parle de do-
ente, COOip-roCPU iiniuediaia.ueul" n.i i^rcji m:.lriz.
mas njo po le infinitar pinta qualificadora ; pri-
meiro por que nao lendo si lo convocados na forma
da lei os eleilores e rappleotea, apenas comparece-
rn tre, a queui na vespera liavi.un sido entregues
oa ollir.ios de convocarlo : segundo porque o juiz de
paz ora Impedido, ml> requisilara "|iportun:ini'nte
DiloAo presidente da cmara de Santo Antao,
acensando recebida a copia aullienlica das acias da
eleir,3o de eleilores da freguezia de Sanio Antao.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Quariel do oommando das armas de Pensam-
bnco na cidade do Recite, em j de feverei -
rodo 1857.
ORDBII DO DIA R. i!2.
O general commandanle das armas faz scienle
que, no dia 3 do crrante reure-sou do presidio de
Fernando de Noronha, e que ne-la dala deiga o Sr.
coronel Manoel Muniz lavares de tercer as func-
r?s do rommando da comigla detla cidade que,
como iempre, liem o lesempeuliou.
O mesmo upneral declara, para o finscoiivenieu-
les, que houleni se 1)"' apresenlaran, viudos Oa cor-
le, os s-uliores atieres Demetrio de Guarni Codillo,
Jalo Baplisia Hispo, Joo Jacome Noaueira B.m-
ma*. Joi lleneiliclo do Espirito Santo, e Horacio
ile liasmaoCoellio, o primeiro com o desline de reu-
nir-se a coinpanhia lisa Ue covallaria a que perleu-
ee, o segando ao nono batalhlo de iofaniarta, o
terceiro e quarto ao dcimo da mesma arma, e o
quinto, que pertence ao primeiro regiment de ca-
vallaria li^eira, a gozar dous mezo- de licaoca de
f.vor que oblare do goerno por aviso do mfnisteriu
da guerra De 3 de Janeiro ullimo, cuja liceuca prn-
ripiou a Icr elieiio do dia 23 lo nie.mo me/.. Decla-
ra, oulro sun, que no dia 3 do eorrente mez regres-
saram do presi to de l-'ernando, am do* scnliores
nlliciacque para all f iram *reoiiimis-ai',os seolio-
res capital- do nono halalhi-i de iiifantana Jos
Joaqiiim 'c '.arri.i, sgiind.. rlruri3u le.....ledo
anrpr- -I- !. V.im:i-;s-h ,,..!i;:lvc- de Moraes
e capellao aifc.es padre Joaquim \ eriaijmo do Au- i
ios, que s* cchavara destacad ,s : ronaa^oiiiiemonte
determina que n Sr. irguodo nrirgiilo i-nnde Dr.
Moraes fique acrvindo o quarto balalliao de arli-
I iaria a p, passand i , Sr. seuun lo airarais i tllen-
le Dr. Rosendo Aprigio Pereira (iaimarSes a -eivir
no dcimo ie infamara, o Sr. s-'giMdo cirnrgiAa te-
nante De Olegario C mar Cabnsa no oitavo A IM.T.ATERtlA COMPARADA A" FRANCA.
/.m relaro da ta oryanitorao constitucional, le-
yal, /undii-a, reliyiofa, rnmmercal, industrial,
/iical,scienli/ica, material, ele.
(ContinaacSoO
SECi. AO' IV.
Do tribunal da chancellara.
O supremo tribunal da chancellarla lie comporto
pelo lord grilo-chanceller por um omasier o (he
rolla [o mostr dos piocessos e de tres vice-chancel-
leres. O amaslar of the rolls he um magislrado por
tal forma elevado, que nio se po-le expiieai a ra-
zio, porque pona ser qualificado de escrivio ; tam-
bem nao he fcil conciliar estas duas assercoes : urna
diz que o tribunal de queen's bench be o
tribunal mais elevado do reino; na outra di;.
I qoe a cli aocellaiia he o Irihoual mais elevado do
re.no. n
O tribunal mais supremo de Ingla.erra he o dos
lords, pois pode annollar as senlenrn do tribunal
da chancellara.
O tribunal da chancellara, que alguem por erro
assemelhou* o confuudio com os tres tribunaes d
queen's bench, cominon pleas e e\chequiero, lem
duas allribuic,es disliuclas ; urna quando julga se-
gundo o direito coinmum, em materias civts com-
munaes ; por evemplo, as queslcs relativas as so-
ciedades, os privilegios de iuveucio, as transferen-
cias de Ion lo- pblicos, etc.. etc.
A outra atlnliuicao do tribunal da chancella-
ra he quando funeciooa como Ijibunal de equi-
dade.
E s fuucciona como a tribunal de equidade
quando as parles nao podem invocar o direilo com-
mum ; porque se o processo pode ser instaurado pe-
rante um dos tribooaes superiores de juslira, nio he
admitlido no tribunal da chancellara.
Ho (lesconhecida em Franca esla jurisdicrlo cha-
mada de equidade e-ialiudo conscieiiciosamenlc,
ndepeudcnleinenle das leis, e algumas vezes contra
as regras do direilo escriptn e contra o testo dos
contratos.
O tribunal d a chancellara lie ao mesmo lempo nm
tribunal de primeira instancia, e um tribunal de ap-
pellacao.
He tribunal de primeira instancia as accOei de
que logo loma conbecimento, he Iribunal de appel-
taejo quando approva ou annulla as decisoes do tri-
bunal das banca-rolas.
Fcilmente se comprehendera a ri,zio, porque os
procerosduram notribuual da cliaucetlaria cincoeo-
ta anuos e as vezes mais. Por maor que fosse a ca-
pacidade do lord grao-clianceller, por mais dedicado
qnajseja aos seus deveres, nao he possivel um t ho-
merii dar conta de tanto (rabalho.
As altribuir/ies judiciarias de lord si.lo-chaiiceller
accumulam-se com as funcres de oclra especie,
que tambem the lomam immanio lempo ; fallo da
presidencia da cmara dos lords. (I)
Quando preside cmara dos lords, no pode
eraii-clienceilcr |irosiilj_r ap Inbiiual* da chan-
llarta, e por esos raiHo Be deraorma Imi, as
chancellara ; mas como m pode appellar para o
grio-rhanceller dassenleuras destes magistrados, es-
la circunstancia toma de pou<:o etreilo o remedio
que se quiz dar accumulacaodos negocios.
Quando se da esta ultima oceurrencia, o tribunal
da chancellara torna-se pelasua propria jurisdicrio
em Iribuoal de appellai;ao.
Oomasler of the rolls he ootro juiz do tribunal
da chancellara, e as suas altribuiroes su competem
a certas materias especises. Das decisoes deste ma-
gistrado tambem se pode appellar para o lord gro-
clianccller.
Na organisarao do Iribunal da chancellara lia
oulros maslers ; sio, se me he permillido etpri-
mir-ine assim, semi-jui/.es. Sio divididos em ordi-
uarv maslerss senhores ordinarios, e extraordinarv
masters (senhores 'extraordinarios Os primeiros,
que sao doze, sao encarregados da in-tr-.iccio dos pro-
cessos, da e\ecui;io das seuien^as ele. etc.
Os oulros maslers sao encarregados de missoes ju-
diciarias as provincias.
Oulrosofliciaes em numero de seis silo encarroa-
dos de tasar as despezas, e por causa disto do-llies
o uoine de otasing maslers.
As decises do tribunal da chancellara chamam-
se decrees (decrelos).
Todos os processos instaurados no tribunal da
chancellara fazem-se poraflidavits. Portanlo
as esciipturas do que demanda, ou para contesta-
reio ou para se defeuderein.sao feilas debaiso de ju-
ramento.
Osaflidavitsordinaria mente
A instrocrio do processo lia tres anuos que fui
terminada, c aiuda se esta esperando pelo relatorio
que o maslers deve aprecenlar ao lord vice-clian-
celler, que foi clmmado a julgar em primeira ius-
lancia esta contestarlo.
Como ludo faz presumir que da sootaaoj do vice-
chanceller se ha de appellar para o lord grio-chan-
celler, lie dillicil prever quando ter.i este processo
urna resolucn definitiva.
Poderia juntar a este exemplo oulros muitos ana-
locas ; mas.ab uno discc omnes.
Para dar porem una idea de quanto lie temido era
Ingfdterra o tribunal da chancellara, Irauscrevere
do iTinOii o seguinle paragraplto :
So o ni lino de chancellara em toda a parle ex-
cita o temor, lie um sorvedouro devorador ; lie um
lativrinlbo, uo qual depois de la se entrar nao te
atiua com l porla. Perguntai a razio porque est
arrumada esta ou aquella familia ?
n A razan porque os in ledenles, os mordemos,
Mjardineiros, os eriadra liis, a quem seus amos
em testamento tiuliam assegurado a subsistencia,
esli reduzdos a vivercom os soccorros das frecue-
zias'.' Porque se veem algumas casas sem janellis
c.dnrem a pouco e pouco em ruinas, e al as suas
por as fazerem-se em lucados '.'
Porque se afogou tal individuo 1
l'uique este oulro se compromclteu e desliun-
masler tem mais que o dobro desle Ira lamen-
to. Aposentado lem I.VHl libras.
He verdade que em Franca, a magistratura na
deve, nao quer consagrar aos olla/eres dajuslica
< quinta parte do tempo, que a magistratura ingle-
za dedica as suas funcres.
F^m lodos os negocios da chancellara, quando se
Irata de dinheiro, o primeiro poseo do processo he
ordenar o deposilo das sommas litigada! as mos
de urna especie de caixa geral indiciara, que se
chama aceoootonl general. Enlresue o dinheiro
a este depositario, quasi se cousidera perdido. 3,.
O acrounlanl general entrega uo Banco da
Inglaterra as sommas, que Ine foram confiadas, e
que o Banco carrega ao sea crdito pessoal. Por
cousequencia, o Banco nada lem de commiim rom
"s parles inlcressadas, lie o a accounlanl general n
quem entrega c relira os. fundos, como se fossem
propriamente seus.
SECCAO V.
Do tribunal de cassarao.
Notarei que servindo-me desle tituloTribunal
de Cassaraoquiz tornar mais saliente a analoga,
que seda' cutre o tribunal de casaagao em Franca,
e as duas jurisdicr.es soberanas, que em luglateria
tambem pronunciam sem que se possa appellar das
suas sentencia*.
Estas duas jurisdicciies sio de urna parle the
I in,denle loma couliecimenlo das appellac*
dos trihunaes superiores da Irlanda.
Julguei que nao devia inlroduzir nesle livro no-
Cues relativas a' legislarlo c orgaiiisaeo judicial da
irlanda.
A Irlanda, apezar de dependente da coroa de
Inglaterra, conserva as leis e lradicc,6es, que a ra-
giam antes da unio, que O'Couoel lio bom ro-
nhecia.
Tambem nao fallei na Escossia, a qual tambem
lem as suas leis e a sua organisac.ao judiriaria, as
quaes em certos peatm diflerem das iiisttuicoe. in-
slezas, apezar da Escossia ler original lamente a*
ine-iu.isleis que a Inglaterra.
Dous velhos livros, o Helara raagiilaltm neo
Commou tan de Clasvil, que fez conhecer o di-
reilo commum de cada iciuo, apreseolando rnoil*
semelhauca.
O governo e o pariameuto todos os dias procorarn
assemelhar a legislado dos tres reinos, lodavia ha
bstanles circunstancias em que as leis de Ingla-
terra na,, sio iipplicaveis as oulras suas duas ir-
maas. (ii
Em malcra religiosa he que se loroa mais difli-
cil fazer leis genricas, porque a Escossia lie pro-
testante, c a Irlanda he catholiea.
Continna.)

rou '.' Tende a certeza de qne vos bao de rosponder: privv counceil. de que fallei a psg. 12, e a cama-
lera um processo no Iribunal da chancellara... E ra ou Iribuoal dos lords de que tambem disse algu-
nio ha palavra, que mais aterre um inglez do que a
muito repetidos i de chancellara... o homcm laborioso e arraujado,
siojassigoados pelas partes, depois dolas lerem u- ; que a' forrea de economa, anno por anuo, conseguio
rado sobre a Biblia, e sio entregues ao escrivio ; o reunir om modesto peculio, e que se abandona a'
mesa, linla, ppele mais objeclos necussanos aos Ira- nM HrlllH| neln rolno Sr_ cape[l, |)a,,re jaq,Jlrri
balhos da junta
Em respaila, tenho a declarar a Vmc. que, logo
que este receber, faca a necessaria convocacio para o
dia 22 de margo, em que lera lusar a inslallario da
iuuta de qaaiificacRo, observando-se desle mo lo o
dispnsto no arl. il)da lei regulamenlar de I!) d agos-
to de Is'i'i. acerca da antecedencia de um mez que
convem haver entre a convocarlo e inslallario da re-
ferida juntas
Cmnpre nesta occasiio declarar a Vine, qoe de-
vem ser convocados para os Irabalhos da qualilicacaa
os eleilores e supplenle* que esli reconhecidos
pelo p ider coinpetenle e nio os eleilos pela eleiclo
de uovembro ultimo, que aiuda nao foi conveniente-
mente approvada.
DitoAo presidente da junta de qualicac.o da
freguezia da Luz.Keeebi ollicio de 18 do eorren-
te em qoe Vmc. me declara que, tendo convocado
paia film ach ,1., junta qualificadora os eleilores e
upplentcs constituidos pela eleicau de uovembro ul-
timo, que lie a primeira que se fez depois da ciea-
c/io I,....i freguezia, velo a reconhecer que nio havia
procedido regularmente, por que essa ch ira i nio
esta' alada reconliecida pelo poder competente.
FQLHSTiM.
A SEMIOIU m ESTA" F.M CASA
por Madama de GiuNDEroitT.
Vcrissimo dos A lijos.
'Assignado.)Jos Joaijuim Coclho.
OKDEM DO DIA N. i 1:1.
O goneral cominandanle das armas faz cerlo para
sci'ncia da suarnicao e fin* necessarios, que o gover-
no de 8. M. o I. hoove por bem, por aviso do mi-
nisterio 'o. negocios da guerra de 13- de Janeiro
ultimo, conceder troca entre si dos corpos aos se-
nhores alferes Joio Paulo Martina Nannguer, e Ce-
ssrio Furlunato dos Santo, p^ssando ate do 4.* pa-
ra o 2.* balalhio de inflotarin, aquella do 2.- pa-
ra o i." da mesma arma ; por aviso de 15 do refe-
rido mez determina, que fique sem elTh-ilo a plomo-
rio do sargento do 7." balalhio Alexandre di llol-
laoda Pinto ao posto de aliaros, ora considerado no
2.* balalhio, visto ter--e verificado, que quando foi
promovido aa dilo posto por decreto Ue 2 de de-
zembro do anno pretrito, ja nio perteuria ao exer-
cito. o que ludo foi conununicado em ollicius da
presidencia datados de limiten), *
O mesmo general determina que fiquem de-liga-
dos do 2.' batalhao de iiifanlaria,ao qual esli d-
diilns o senlur alferes Joio Mano-I Dia. que lem
de seguir no primeiro yapar procedente do >ul para
a pr Alucia do Para' a reunir->e ao sen eorpo na 'lo
AmatonaM osenhoi capellio alferes padre I.omen-
to de Alliuqu'rque Leyla, que sera considerado
addido ao 8.' batalhao ta mesma arma. *
Assiguado, Jos ioai/uiui CotltM
Foi p ra dar rmedo a este mal muito fiesranle
que o governo propoz, ha poneos anno-, ao parla-
in-nlo villar os fundos nacessarloa para poder reunir
ao grao-chancellar Ires vice-chancelleres.
Esta addiccao allviou um pouco o fardo do sr.lo-
cbanceller ; lodaiiao fardo anda he muito pesado.;
porque alera do lempo que Ihes levara as sua- func-
c,o>slegi-lalivas c jodiciarias, o lord high chancel-
len! he|encarregado de nomear todos os magistrados
inferiores.
Tem alm disto a tutela geral dos menores e dos
ausentes, a superintendencia de todos oseslaheleci-
inentos de caridade do reino, o patronato de (odas
as pensfj'S ii.feioresa -20 lili, esl., a vigilancia de
lodos os cullegios, ele. etc.
I in lmenle he membro do gabinete e membro do
C'.inielho privado; e sempie he convocado para as-
sistir a elle.
Os tres vicc-chancelleres, de cerlo servem de
grande soccorro para expedicio dos negocios da
Juramento deve afiirmar que taes documentos s
conteem a verdade.
Fui urna vez chamado a dar a minha opiniio so-
bre aclos que se tinham passado em 1- ranea, e que
iain de encontr aos arligos do cdigo civil com-
mercial dos l-'rancezes.
Tire de erapregar a forma de um aflidavil, e
por consequencia fui obrigado a prestar jurameuto
dedizer a verdade. \-2)
E como os umaslers permite os quaes sio feilos os
aflidavits, assim como os escriviese os outros ofli-
ciaes do tribunal da chancellara le era direilo a ho-
norarios por cada acto do processo, as cusas ele-
vam-se nesta jurisdiccao a aclos enormes.
Por esla razio lord Brougham, que foi lord gro-
chanceller, disse no parlamento que eslava per-
n suadidu que lodo o honiem de bora scuso nio de-
va intentar processo no tribunal da chancellara,
scoobjec'o da acc,io nio escedesse a imporlan-
a ca da23,(00 fra-icos a
Lord Brou.'iam lem feito lodos os esforcos para
desonerar o triliunal da chincellaria de alguma da
suas allribuicjes, tirando-Ihe primeira nenie as que
exercecoran tribunal de primeira instancia.
Segundo um bil apreseuladt aa cmara dos lords
per este perseverante reformador, deviam sor aug-
mentadas as allriliiiicoea dosucounty courls.
Lord John Russell tambera fez lia pouco um tris-
te quadro das ca-1, que ha anaose-(jo paradas no
tribunal da rhaucellaria.
Pelas conla- apcauanladas peto primeiro ministro,
ve-seque em I82 o numero das causas Inscriptas
no Iribunal da chancellan.i era de 7.325 ; em 184*
de 7,639 ; em 18t de 8.S32 ; em I89 de S.ti'JT ; e
em 1830 de 8,336.
illusio natural de acabar seus ilias em urna modesta
mediocridade, toruar-se-ha paludo, equasi desmaia-
ra' se o araeararem com o Iribunal da chancellara...
Tcr demanda no tribunal da chancellara, he omes-
ino que cahir em um abismo -m fundo ; o tribu
nii da chancellara he um ogre insaciavel.... As
nncues de justo e de injusto sio all consideradas co-
mo criauciccs. ludo lie cunfuso entra as miste-
riosas pralicas de nm processo no Iribunal da chan-
ina coosa a pag. 17.
Dlvidirei, depois, disto esla scelo em dous para-
graphos : um o privy counceil, e sera' o outro
da cmara dos lords como Iribunal deju-tira.
s
Do conselho privado.
Aqui o consellio privado resume-se na sua corc-
missio judiciaria judicial commilec. a Com ef-
feilo, be urna raccio dos membro dele conselho
privado, que compoe a cootmissio judiciaria. Tem
alguma auglosia com o que em Franca se chama
seccio do contencioso do conselho de estado.
Dase lodavia urna differenra, a qual consiste em
rellana. Em urna palavra : lie um tribunal,que lem I que as sentencas do conselho de estado receben) a
(1) Estas duplicadas fuun-es de lord ellanceller
lera dado lugar a urna viva polmica na imprenta.
Tachara de iiicoinpativel anm a boa distiibuirio da
Justina a aceumulaeao das funcers civis e jiidicia-
rias Ouerem que o governo retire ao lord chan-
ciller assuas funcres polticas, e qne criaad lioc
ura presidente da cmara dus lords. Tambera no-
tan) que entre os nieinbrus do Conselho de minis-
tros, o guarda-selles esece una especie de sine-
cura.
brlhante debaixo da couia sunijduosa, que foima-
vam-lbe os cahellos, lendo os bracos cabidos e as
mi'S cruzadas sobre a parte dianleira do roupio,
I meiiie debaixo dos olhos de Dos !
*^ i'ndavia... nesla Ierra, em que tantos entes
Em que pode cuidar urna mulher que nao quer- i iT"1 ,",",:, li'1 """* ; libafdade c feheidade
em vez de crescer exerceudose, pererem logo nessas
almas Inviaes ao soprn dosciicantadoi rio habito, nao
deisaudo aps ravel, punueules pozares, e amargas leuibranc.a-.. I madama de Veinon passei'ava lentamente em seu ca-
I leli/es as mullieres que. julgando coinoeu a socic-da- i tnarm iirocnrando um refugio contra n eulado.
I de elegante, s.ibera separarse della que leudo para | Mudar cainitas orden-, de que servira ".' Todos
todas as cousas o alio e grande desliera, que lie o esq.ieceram-se de inim, ninguein viral... Mandar
I cumulo da verdadeira sabe lona, abandonan! as ve- preparar a carrua&em e ir dar urna volla pelo bos-
| radas Irilhadas pela mdllldflo para irem viver nica-'que de lioulniie '.' He a hora dos Torrareis das
Marions : j.i nio fallo do rheirodos sidos que hio
. de levar .'... Enviar urna pessoa a casa do livrei-
. I ro ...
Porque nio lere man quialdo '!... Porque nao sera I Kepenlnamente soou a sinela no jardim, A mar-
- joven duque romo parece, e nio me amara como qoeza chegdu a janella, e vio entrar um d seus liis
tenipre desejei ser atoada '.'
u Elle he grande, altivo, e bello !... Sua voz for-
te e sonla parece feila para modular alternativa-
cuidar em nada t Queslio delicada e mesmo pengosa
q os prudentes devem afastar.
Letemente deilada de lado, leudo os doos ante-
braco* vollados c cruzados d-baiso da rabera, como
para fazer resaliir mais o esplendor elegante ue seu ,
lallie lletivel e aracioso ; o joclho esquerdo indo- I ,n""e Palavras de ternura e de coinmainlo. Kras de acabar com a solidie, bateu niutas vezes i vidra-
leiileinenle curvado, e deixando vero p direilo cal- i """* vl lomar parte activa na conversarlo; mas ra da jauella Alguna segundos depois Mr. Gisor
cadu com urna linda clunella ; o otilar per Hdo era I1"""1" seontoea-lha animar-**, rom quogai falla-i eslava em sua presenca.
om hons mte invisivel e myslerioM ; os labios bran-1 v;l- eom 1!,e J""" luminoso, com que espirito fino e | O recem-chegado pode ler nula e cinco anno>.
demente iiensativos, e as ve/es Iluminados por ura i liri'hanle .' Seu carcter deve ser resoluto e domina- Foi mui helio e anda o he, apezar do ar de fadiga
amigos, Mr. de Gisors. A senhora nao esla e
Casa, disse o porteiro, e Mr. Gisor ia deirar o billie-
le de visita, quando a joven niarquezt mu conl-nle
sorriso longinquo, a marqoeza de Vernou depois ,le
haver saboreado um momento a idea de qoe estara
s todo e-se da, e que nao leria de ouyir uem dis-
cursos inspidos, uem cuinpnineiilos triviaes parecen
dar ; adavinho-o peina linhas firmes de seu semblan- que espalha-se |, sobre sus phxsiunomia. Sua alta
le, pela maravilliosa legularidnde de isas feir>es,
pelo lmlhu extraordinario de sen olnar, pela rique-
za, c pelos rellexos de seus cabellos negros, todas es-
oahir pouco a pouco em urna hvre e delirios, med- I " eousas que faz-m tamban prever urna alma de-
lacio... Mais de urna vez seu sem ergueu-se sob
iullueiicia de uina ardente eiocafaa ; mais de orna
ve urna lagrima brilhante correu-lhe dos olhos para
as loagai palpelir-s : pareca que o pezar e a espe-
ranca lancavain alternativamente seus raios o suas
sombras sobre sen bello semblante... Emlim, seu
peiisamenlu saltn sbitamente e Impon um corpo,
nina alma, ama VOI !
Elle nao quereria felicidade custa de mi-
frenida ha ambicio, implacavel na viugaiiea.
iubmissa e lerna no amor Porque nio screi a es-
trella de sua vida Mas, estou rausada de esperar...
Meo eoracao sent precipilar-se e fugir sua raocida-
ie, e minhas espereacas vista de um futuro clieio
de sombra e de solidan, abrem j as azas para aban-
eslalur.i, son perfil puro e severo, seu porte leve-
mente britannico, dio-lhe I, dos os direilus ao titulo
de bello hoinem. Alias he o nico a que elle pro-
cura dar valor, e em um lempo de tanta fealdade
essa presumprio nio he exorbitante. Ella lem ren-
dido a Mr. Cisors mais conquistas do que poderiam
fazer dez horneas dolados smenle de finura e de
espirito. Com elleito, para grande iiumern de mu-
llieres nao ha aatisfacSo igual i de moslrar-se nos
bailes ou nos passeios, dando o braco a'um desses
onar-me... o minba alma, apressa-le emquanlo i Autinnos. E-sa predilerrio. que por ser eminenle-
iii,la he lempo .... I mente frivola, nao deixa"de ser geral, explica uilei-
Alleiniitivaiiienleindiller.nte e apaixouada, ironi-i ramente os Iriuraphos de Mr. Cisors na sociedade
nlia indifler-nra I Sera entilo verdade que ama-meV 'c-a "'husiasuca, contiada e alialnia, assim medita- elegante.
Po.que * se "anima ,i eserever-m'o !... Somante o v" "'"fquezi de \eruoii. Dotada de nina nnag- i JJ.II.
nacao viva c impetuosa, b.islava que o linniem en- | Fu nio quera receber lingoem, disse a bella
vi Ires vetes em casa da condesas Mana, e conversa-
mos muito pomo ; porem, as patarras que elle Irn-
cou comiso eram cheia. ,ie alma e de svinpallna...
Porque nio procuran tornar a ver-me '.'Sii elle pa-
rece persistir era nio vir. porque smenle a elle he
que e-paru '.... Pelo contraro, -cus paludos amigos
carcasa me lodos us das a esa... oue diflerenca em
suas manriras, e em na phyatoaornia Como oslas
sio inspidos, ou parladores e vulaarnieuie familia-
res !... Ouamlo respondo rom lombaria as suas ra-
las ileclaracoe-, como parecein elles dizer : .Nos
Ihe ollerecemo- uosso om ir, e vosm; nio o aceita ','
Mas, rellicla que nenlium. mulher no mundo d.ixa-
ria d .'car orgiilliosa de ler-nns a seus p. .....
Coilados, tomam vaidade pelo orgulho, e o nmoa
proprio pi- lo amor A prova -ie que nio ha amor
ver ladeiro ,'in sua alma h- que quando una mulher
osreaeia, a>'los voltam Irislemeute, e nSoreappa-
receui mais en.' sua tasa, imiodo nssiin a indecen-I
eia mais. irosei*a ao desaso mala ridiculo. Oac !
sob o pielexlo de d'ie sou li-lta, deveria en ser con
demnada a ouvir -e.is arrulhos, c a leceber sen- m i
drigaes'.' Sena para dar-me vonl.i le de ser feia !...
Porque son benvola, porque o- aotoriso as rozos
para dislrahir-me a fallar lia minlia presenca de suas
aventuras, nio [em haviilo algonsque jalgavam se
com o riiroilo de tralar-iue con menos respeilo ?
a Ah sem diivita o isoianienlo he as ve/e-inui
dotorooo 1 Mas, lambona quaolo he ihilrit reunir:
dous earae&es, duas almas, dous espiritos Aqnrlles
que foram melbnr jaldados na sociedade elevadle
n.i i parecein mais alampada da i.-itimidade do que
hypoerilas ou tulaaros. E o amor, o dedicarlo, a fi-
Vide Diario a. 2D.
(revisto livesse as feces geraes, que ella prnrurava caprichosa assenlando-se no sol ; mas lendo-o visto
para tomarse lugo a seus olhos om verdadeiro he-1 por acaso, nio Uve a coragem de deiva-lu retirar-se.
roe. Por quanto as mullieres nao sao lio exilenles, | Reunir Imita am bilidade a laida belleza, dis-
come se alliruia. .Nio tem ellas em si unta fonie mes- e Mr. t.isors as-enlando-se em onia cadeira,' que
zoloycl de ideal, que Ibes serve incesantemente para llie fra designada, he condemnar-se, senhora mar-
corrigir, engrandecer, ou aperfetroar o quasi que'qucza, a ler lmenla adoradores,
Dos me livre dellcs Quasi senpre sio ridi-
escoiheram '.' Purcoso bo confessar que nio precisara
pouco dissu. As qualidades reaes dos homeus sao
em tan pequeo numero Elles nio scriam jamis
amados, .e as mullieres nio Ibes empreslassem sem-
pre aUuinas.
\
Por nioviiiientii cheio de grara, a marque/.a levan-
loii-se pensativa e consollou o reluci.
Ja quatro horas Fu nao cria que nnguem una alma verdaderamente lerna. Nao he'.'.!.
culos ou enladoulios.
Mas vendo a perturbarlo do amigo, ella acres-
ceutoii sornndo:
Essa insinuarlo deve recahir inleiraraente so-
bre os ausentes !
Ah 1 tornnu o bello Gisors suspirando, vossa
excellencia esla mui disposla ao sarcasmo, por ler
o nome de equidade , mas ao qual se pude cha-
mar Iribunal de iniquidade. He urna chaga so-
cial incuravel, um mal pestilente!...
Os magistrados que funecionam neste tribunal
sio todava os mais importantes pela sua -ciencia e
zelo.
Nio se pode fazer idea de quanla paciencia, e
animo sio necessarios para desempenhar estas func-
ees ; porque os processos sao sempre volumosos.
Amonloam-se afli lavils soh'e aflidavits. Os ofli-
ciaes raiuisleriaes fazum entrar uos aflidavits a co-
pie de todos os ttulos, percas e documentos forne-
cidos de urna e outra parte pelos demandistas ; alm
disto os depoimentus das Icsteraunhas, e finalmente
os argumentos, que delles se deduzem. Este he o
[rabalho escripto. Vera depois a audiencia, na
qual os tres advocados <1e cada parle discuten) Indo,
e fa/.cm roeocjta de oulros procesaos, que teeiu ana-
logia Com aquellas, que debaten). Cada processo
instaurado no Iribunal da chancellara lia um mas-
so mimcnso de aflidavits, u que um s magistrado
lem delc, e do jqui-l lem de tirar innumeraveis
notas.
-anee ni do chefa do estado, emquanlo, que em In-
glaterra o conselho procede sem dependencia do
soberano.
A commissio judiciaria do conselho de eslado he
formada por aquelles dos seus memliros, que eser
cem, ou ja exerceram as funecoes de giio-chauccl-
ler, do guarda sellos, de meslre dos processos, de
vice-chancelleres Ue presidente, dos lies Iribuuaes
superiores, de presidentes dos tribonaei ecclesi.asli-
cos, do tribunal do almirantado, ote, etc.
As allribuiroes judiciaes do conselho privado con-
ssteni principalmente em conliecerem em appella-
eflo dos decretos emanarlos do tribunal da chancel-
lara em materia de inlerdicc,io ; assim como das
sentencas das trihunaes eccles,aslicos e du ilrairan-
lado.
E tambera das seoteucjs proferidos em todas a
robinias, que esli dehaiv do dominio da Cra-Bre-
lanka.
A Inglaterra sempre legnio a prudente lolilica
de resistir aos impulsos de conquista, deixando a lo
dos os povos por ella rabjeatoe soua cootanaas s leis.
Porlautoas ilhas da Jersey, Gaeraesey, Ablemev
Em rada processo.o jnii do Iribunal de chancel- | e Sjllv laalaato regidas polo grande cdigo da Ko-
laria lem de ler, comparar apreciar na sohdfio do j aldla, Ihe ile of mau a pelas suas leis lucaes ;
A naco sotl're tanto rom estas duas calamidades: I sen sabinrle, nm masan de papis a antea, para de- I Caada' palos seus coslumes c usos fraucezes.
a accuuHilac.in dos negocios e a exogeraeio das cus-
las no tribunal da chancellara, qoe se formn em
Londres orna associacio de magistrados, de advoga-
dos e de particulares, lauto na capital como as
provincias, para por todos os molos possiveis traba-
lliarem para que se facam as reformas, porque todo
o paiz suspira.
Era nina das ultima- reunies desta sociedade ex-
clamava cerlo orador : O tribunal da chancclla-
ra, do qual se diz ser tribunal de equidade, he o
u instrumento de unn oppressio intoleravel, e lal
como boje existe he a deshonra do paiz. o
Para dar um exemplo dos males que soflreo) as
liarles, que sao abrigada* a recorrer a esle Iribunal,
cilou o secretario do maelingo o caso de una vic-
tima que leudo bardada a quantia de 200,001) libras
esterlinas, liouve litigio por causa da insignificante
quantia de 12,000 libras, e foram lanos os gastos
do processo, que os herdiros nio receberam um
real de lio importante quantia.
,:') As opinin pedidas aos jurisconsultos estran-
geiros sobre as leis dos seus paizes, em Inglaterra,
oslo recebida pelos Irlbanass, como tesleinuuhos
sobre os fados.
proposito, he verdade que voltea a Paris a princeza
de BaldikulT.'
Nio se deveria eslranhar isso. porque parece
agora cerlo que leremos a paz.
lie mu, felicidade para as mulheres, as quaes
desde quasi dous anuos nio ouviara fallar senio de
negocios de quariel.
A Bolsa ja subi consideravelnicnle, acres-
cenlon Mr. Gisors, o qual goslava de levar a con-
versarlo sobre o terreno que ihe era mais familiar.
A marqueza, que nio o isnorava, respoudca eom
urna negligencia cheia de ironia:
Tanto mellmr para aquelles que frequenlam
aquelle garito.
O bello lidalgo nao pode ou nio quiz compre-
hender.
Infelizmente, disse elle, esla noticia nio he
boa para lodos.
Enlio ha quem seja inleressado em que Indo
v de mal a peior /.
Sem duvida; por exemplo, aquelles que ogam
com a taixa lirariam proveito das maiores calami-
dades.
Logo, devem ser conspiradores como he que
se Ibes permitir...
Neste momento a camari-la, que d'enlre os cria-
dos da casa era a nica que tinha o direilo de ap-
parecer as recepc/ies inlim-s, entrou no camarim,
e apresentou a ama um bilhete de visita em urna pe-
quea.salva-de prala.
A marqueza p.issou-o pela vista.
O visconde de Cerbaul!
T'omei a liberdade de trazer sem demora esle
bilhele, no caso de que ranilla ama Uvesse mudado
suas ordens...
Sim, na verdade liiiha-me eiqoecido de avi-
sa-la : estou em casa para receber a lodos.
O senhor visconde d< tierbaul, arrescentou a
criada tmidamente, esla aiuda no jardim exami-
nando os pequeos cedros, que minha ama l inan-
dou plantar.
Pois Lem, va dizer-lhe que consinto em re-
cebe-lo, respoudeu a marqueza, a qual ochava que
Mr. Cisors nunca fura Uto... agente Quando a rapaiiga sabio, Mr. Cisors murmurou
em lom de queix .
E eu. senhora, que julgava receber um favor !
Ei la agora disposta a receber al os meijs inimigos!
Sua he a culpa, responden a joven marqueza
passo'ndo graciosamonlo a mSo pelos cabellos. Por-
que nio he nia.s agradavel'.'
XIII.
O visconde de Gerbaut appareceu. lie um msn-
pois redigir o decrce o a senlenra ) por lo lon-
go lempo esperada. Esta senteoca quasi sempre he
motivada hu- mente, porque os magistrados da
chancellar** toem o costume, como os dos tres tri-
hunaes deQiieens'bench. Cominon picas e Exche-
querde fazer um resumo dos meios dedu/idos res-
pectivamente pelas parles, e depois he que moli-
vam as suas senleneas.
Como he de suppor, os ordenados dos magistrados
do tribunal da chancellara, nio sin inferiores aos
dos trihunaes superiores. Com efleito, o ordena-
do do lord grio-chanceller he de 10,000 libras es-
terlinas.
Quando sao aposentados firam em 5,000 libras.
O ordenado do pue-txe dos processos he de 8,001)
libras; aposentado lem 5,000.
Os vice-chancelleres teem 3,000 libras, e apo-
sentados 3,000.
Ora, comparae estes ordenados com os de presi-
dente e ronsellieircs do mais alio Iribuoal dejslica
em Franja.
O primeiro presidente lem 20,(KKI francos ; e os
conselheiros 12,000 francos.
Um seini juiz do tribunal da chancellara, um
" ---------------- a
quem me dera que o demonio le arrehatasse daqol !
A joven marqueza, que sorproadra essa ds-
po-ic.oes nvaes, responden com o lora mais aller-
tuosu
etc., ele.
Como as sentencas proferidas uestes estados con-
quistados sii subjeitas aos memliros do conselho
privado, veem->c elles obrigados muitas vezes a
apreciaren) legislafOes lio disparatadas.
Alas he urna gloria para a Inglaterra governar
com a sua pequea populacio mais de cem milhoes
de habitantes disseminadas pelai qualro parles d
mundo.
Asseuleucas du conselho privado sio absolulass
O conselho anda lem outra atlribuicao ; por
exemplo, se um individuo a quem esla' para aca-
bar um privilegio da invenrao deseja que elle Ihe
seja prolongado, requera) conselho privado, se-
gundo o vol deste a raiuha conceda ou nega a con-
linuario.
Ao mesmo conselho se deve tambem recorrer-se
se deseja obter a permissio de publicar de novo li-
vros aoligos, cujos (-roprielarios nio quercra fazer
novas edices.
3 Quando se diz em Inglalerra, Ihe uro ne\
is in cliancery. nao se ai baria quem rmpreslasse
um real obre o capital por matar que elle seja.
Meu Dos, responden o visconde rom descui-
do alfociado, eu quiz somente obsequiar aquella
ainavel duqueza de Carmela, a qual desejsva mos-
tear no prncipe de Heotval, que pedia adiar oulro
Foi rom prazer, meu charo visconde, que buraem uielhor do que elle. ,
nprehendi-o na escepcio. K eu, disse Mr. Gisors, evidentemente ganha-
comprehendi-o na es.eer
De cerlo, senhora, lornou este com una ror-
dialidade que alias Ihe era habitual, isso me d
muito prazer e orgulho; mas. permilta-ine que
Iha diga que elles seriara anda maiores, se a escep-
ci fosse feita somente para mim.
Que fatuo! mor mu mu o bello Gisors, ao mes-
mo lempo que a marqueza dizia em lom de repre-
hensio :
Oh vossa escellencia I menos ien qoe seu amigo, pois s elle leria o direilo de quei-
sar-se, e enlralaulo...
Senhora, inlerrompeu este vivamente, mordi-
do no corarlo pelo desojo immenso de dar urna lirio
ao recem-chegado; ser recebado por vossa excellen-
cia, que he bella entre todas as mulheres, j he urna
honra sutiicirnle Dita aquelles que sabem apre-
cia-la.
O visconde encarnu logo o leio, como paia adevi-
nhar a iutencaodc sua resposla ; mas este, que cui-
dava (er pulverisadu o amor pruprio do rival, toraou
um ar impassivel, e saboreou sua vingan^a com a
mais perfeila serenidade.
Nio he comigo, disse o iusclenle a si mesmo.
XIV.
I.evanlando-se como quem nio pode conlcr-se no
lugar, o visconde de Gerbaut foi apoiar-se na rha-
rnin, e disse em tora de desculpa, atormentando a
cadeia do relogm :
Se a senhora marqueza fosse menos bella, eu
seria menos egoist.
Depois secretamente excitado pelo eloquencia,
acresceutou :
Mas nao se pode vir v-la, sem acha-la sem-
pre com algom adorador, que acaba inevilavelmen-
le de dizi-r-lhe. qoe seus olhos sao incomparaveis,
que seus denles sao perulas, que seus cabellos san
brandas e luzidns como seda, e forraao-lhc em tor-
no ila fronte urna roma adnnravel... Na verdade,
aquelles que vem por ultimo sio muito infehzes....
veem-se obrigados a calar-se, ou a faze-la soflrer in-
terminaveis repetices I
do pela soberha, no pude mais recusar seguir con-
deses no camiubo a que desde muilu lempo ella pro-
curava allrahir-me.
Na verdade, observou a marqueza em nm lom,
no qual senlia-se a piedade, os senhores sio lio mo-
destas, quanlo galantes.
Os dous amigos inclinaram-se satisfelos de lerem
sido julgadoa iiiteiranienle faltos de delicadeza.
Mr. de Gisors, disse o visconde vollando para
assenlar-se, en vio-o ltimamente no bosque, mon-
tado em nutro carallo'.'
A jnenla ingleza, que Iroquei com o geueial
Harten, pelo meu relho rabe '.'
He bello animal !
Sim, sim, lornou Mr. de Gisors, singularmen-
te sensivel a esse cumprimenlo.
Sabe, que lendo a cabera delicada e altiva,
ao mesmo tempo ella faz-me ienilirar involuntaria-
mente '.'...
Nao.
Permute que n disa, senhora ".'
Sem duvida, respundeu a marqueza, menean-
do a caber* com irona e curiosioade.
Pois bem, achoque ella assemelha-se inleira-
raente a Carlota !
Carila, a amante do marquez de Vedar '! per-
guntou Mr. de Gisors.
Sim.
Oh exclamou a marqueza 1 randaraenle, como
para proleitar.
A aenhora antoritou-me, disse o visconde; mas
nio me sera' difiicil justificar minha romparasin.
Nos oulros qoe vivemos muito com os cavallos...
Essa observarlo he perfeilaroanle intil, lor-
nou a marqueza em lom de zorabaria.
Pois bem... Descobrimns emfim semelhancas
muito admiraveis entre elles e a rac,a humana...
Falle pela parle dos hnmeos, visconde !
Assim, a jumenta de Mr. de Gisors e Carlota,
sio igualmente de puro sangue, cada urna em seo
ISTERIOR.
< OllUC.Nl'ONDENCIA IM til Milu DE
PEnXAMlUt>.
PARA111BA.
Pombal, 2 de Janeiro.
Antes que me enlrauhe na materia da presente
missiva, observare o piescripto pelo cdigo da eti-
queta.
Faca votos aos cos, para que tenha Vmc. dona-
do o 5G, e entrado no 57, seguido de ventaras
mil.
Tempo ha, que nio tenho o praser de recebar nm
numero do seu rcspeilavel Diario, allribaindo esta
privarlo a irregularidade dos crrelos, pois, segan-
do allirma-me o agente dos mesmss nesta villa, tan-
ga ja be a ausencia .delles.
Foi festejada a padroeira no 1* do andante.
O fe-tejo nio corresponden a expectativa.
Apenas foi desempeohado o p do altar. '
Admira, que reinando nesle lorrlo tanto espirito
de religiio, nio seja a padroaira do mesmo solem-
nisada com a bem devida pompa o esplendor.
A contraria do Sacramevlo tenciooa eommemo-
rar alguna actos da Paixio do Senhor.
Ser' possivel a existencia de urna contraria, sem
que previamente inuna-se de um curopromissv, re-
vestido este das .leinuilades prescriplas pela legis-
larlo raspeclva .'
Poesa rae, que a contraria do Sacramento, erecta
na matriz desta villa, esla nede caso ; e qoaudo o
tenha, ja he de lal sorle, que crvir,o uenhura pode
inals prestar, ltenlo o seu eslado de ruina.
As itilei uiidie- grassain por sajaS, lauto qoe, in-
dagaade-ss quem he auloridade policial, quera au-
lorida le jadicial, om dilliculda le sabe-so, mas.
quid ni ie '.' Anda ensila, peior he a emenda, do
que o soneto, oudc re-i lem as que exerr-ra taes
cargos? L'us em distancia de Ires lagonnji oulras em
distancia de quatro e mais leguas da villa.
A|ienas he p de burro na villa como se co*turaa
dizer o promotor publico, que na verdade honra o
Cargo, que oxupa.
Acaba de ser uomeado primeiro supplenle do de-
legado desle lermo, o Dr. Jos Leude gano lincha
Faria, bem ronhecido por Vmc.
Sesundo as noches, qoe lenho desle doulor. acer-
tada foi a esculla do Dr. chefe de polica, pois, na
verdade, exercidas as funcces polica desle termo
poi elle, muilu gaiiha a polica.
O tenenle-coroncl Joo Dantas de Oliveira, dele-
gado do lermo, nutre boas intancc-, e possoido he
da buos desejos na administraran policial ; mas. o
que fazer elle, se privado se v dos requisitos inhe-
rentes ao seu cargo, relativamente aos ronhmmen-
tos do direilo. Asscveram-me, que o Dr. Paria re-
pugna acasitar cargas poiiciaes, so sim debaixo de
certas cenil.ci.es.
No dia 30 do pretrito, em distancia de duas le-
guas desta villa, deu-se um farto, que por cerlo n..,>
honra nada aos seus autures, c antes os enlloca na os-
plieiu de monslros.
Cerlo capadocio quiz esposar urna mora, e romo
i lie Batas que, quando querera zumbar, qaa-
lifieam a Escossia e a Irlanda.
la ia deixar o marquez dt Vedar pelo bario de Ar-
g, ou pelo ronde de Simbra.
No primeiro caso que seria da Mara t
O bario ja' saltea au pasto '.
E no seguu lo, que sera' de Paquita T
O conde ja* re/iinnou-ri.
Ah enlio agor ?...
Esli ambos a pe. Se o senhor lem por la' al-
guma amante velha para inciiicar-lhes...
S cuido na minba jumenta, respundeu nobre-
raenle Mr. de Gisois.
E lem razio, aflirmou o visconde. Nio vi ne-
uliuraa herona du bosque inelhor ataviada, nena
com formas mais diablicamente voluptuosas.
Essa expressio parece-me forte, applirada a
ama jumenta, nbiervou a marqueza meiu risouha,
meiu indignada.
I'er lur-iue. senhora, respoodeu o visconde ;
mas isso diz-se no Jnckev-Club.
Bella auloridade replicou a marqoeza desde-
iihosameule.
He urna auloridade retpeilavel, senhora, somos
rezenloa t
J'rezenlos'.'... Ah lemhro-me agora de ornas
quadras improvisadas, que altribuera-se a... Nao set
o nome do autor.
E quaes sio essas quadras .' pergonlaram os
doos horneas curiosamente.
Ei-las :
Mea aatiSea,
,1. grim
lesse meditar tanto lempo... Vejamos que amigos
lero ja vin.lo.
Tocoa a Caiiipaiuha.
Appareceu a camamila,
Celia, lera alguus bilheles .le risita para en-
i,, -tar-lno ?
Ninguein apresenton-se ainda, senhora.
,\ ura sisiial da ama criada roliron-Se.
Maguera murmurou a marquesa, oeixando o
sof, ediriglndu e machinalmenle para a janella de
sea camarim ; nnguem '. Terei cessadu de ser nina
p.nle .le -na vida, visto qne ellos nio lembram-ae
mais .te vir inbrmar-se de mim .'
cebo de vinle e cinco anuos, de estatura delirada e
Estamos no Inverna, interrompea a marqueza, j elegante, bem que penco eleva !a. Sua pliyionumia
lem urna expressio inlclligeule e viva, lm calor
meridional anima-lbe os gestas e a voz ; mas scule-
se logo que o foglo eMu era -cu espirito, que -eu
coracio pernianece fri, lio urna natureza de fco-
a qual novia vir una lamentarn, e uo Ihe' per- '
inillirei lalvez arrnlhar senio na primavera. Que
noticias tem a darme ?
O lelo hesitan um momento em responder, como
se arhassi|penivcl dcixar o seu pip'el de namorado ;
depois, disse :
Os imperaes ganharsm agora nina victoria
contra os revoltosos.
l-.ni que paiz deu-se es-e bita de armas .'
Na China.
Vossa enhoria vai procurar sua rhniuira mili-
to lou.'.e, respoudou a marqneraem tom de aomba-
I-, urna uuvera pareceu robilr-lbe a bella fronlclria ; que inleresse pode ler para uos e~-j nal
As mulheres ./to a--.iin ; podem passai *-ui osaini
ins, mas uo entendrn que os amigos posaam passar
sem ellas.
XI
E o ch, de qual poda perder-H um| colbeili
iateira *.'
Fiu me leria Consolado fcilmente, porque o
cha nio he mais do que unta iuveueau dos Ingleses
Alta, enalta, e de ama pallidex que pareca mais para dar dinheiro aos dentistas e aos especieiru*. A
X marqueza leudo a idea de reconciliar os dous geuero ?
visitadores, cuja aitilude respectivamente hostil, cu-1 Ol : quanto a' minha jmenla, posso affir-
raerava a desaaradar-lhe, di-se em Imn liviano : nia-lo !
Sabe o qoe dizia-ine agora Mr. Gitera, meu
charo visconde .' Que vossa rxcelleocia fui visto n.
opero, era ora camarote com a bella duqueza de Car-
mela.
O visconde serrio : nio ha nada que lisonge lan-
o os horneas, cuno a maledicencia que divulga seus
animes.
Es.a iodiscririo reclamada sem duvida pelas
necesidades de sua cau-a, dis-eo inanrebu cada vez
l-ltl a lom pe ii i i admiravelmente delicadas !
De quera falla visconde'.' peogunlou o bello
Troi* cent bowim lurlanl '>-
Kl -ii ..qi O n'i-.i rae le mtliev ,l,a, le a*
Qm I.-- r.ll .liff. icn- :
ame l.cs,niH. aoii-ler Tbena,^lr,.
Kl tmtrx Ina- cenki hr..- ;
Mail ala i "Cliili a.-- J,4,e>., , Mltlec
Vn* ii'di,] pin. ,|iie 4r sro. '
mem clcgaule, egosta debaixo do vera mais |,n- | mais alegre, poderia ser fatal ana projeclos de meo
Ihaule, esrravo de mil preconeeitos, e sacrificando a
cada passo ura uo/o verdadeiro, mas ob-curo a um
Iriiiniphu frivolo que lisongea-lbe a vaidade.
Senhora, di-se rile, dirigindo-sc .i marqueza, <
aportando a linda man qoe ella e-ten tr.i-ttie sra-
i'ios.uneiile, he una sorprez.i mui acradavel para
mim eneenlra-la em casa, quando vossa exrelleiiria
alti nao e./.i.
amigo, -e en quizes-e lembrar-lhe diailla de vossa
excellencia cerlo baile de opera... Todos reroiihece-
rain ao ion braco, bem que eslne^e perfcilamente
mascarada, a linda rundessl de Aibaroui.
O ar ragamente arrufado do Narciso, ceileu logoo
limar a in.lis sympathioa uTegria.
O corto lie, que a leroiicituieo entre esses does
rivaes eslava feita |>or meio do amor proprio, -euli-
l asseolou-se em nina poltrn i unto da marque-, menta que mais une ou divide os homeus.
za, dopois de haver -andado cora (riela e quasi com
desprezo a Mr. tiisors, que alias erasen amigo.
Eslesaudou a seu turno o visconde de ama ma-
ueira, que certainenlc quera dizK : Ah palife,
Ah exclame
\V.
marqueza com involuntaria
cariosidade ; e... os senhores fizeram isso... por ca-
prichu ou por paiso '.'
(TreuMOu- taieae. |-i toda a parle rmaai-e oa cilaa-
I. Maraca,.al,.,,,...
lie *ocnT o cirevlo ero (Jar oafai Slll. -mi... :
I oa LeoniJa Sairlbc- TarraMpUa-,
. K tereur iTcrrav a-,.-..
Va. canosai-,,. no lu, Sea J >:..i.t.. mais ! .].,, /.-IO- '
Essas coplas lem a inteurio de ser malignas, e
nio sle mais do qne estpidas, exclamen Mr. de Ci-
sors indignado.
- Nesse caso o autor consegua pintar bem o as-
para seu animal ; de minba jumenta ou ih&ar- *uP'n- '"* marqueza cora malicio, a ll.ando
tola i
Meu chai o, se eu fallasseda mulher, dina jar-
reilo- exclamou lindo Mr. de i nbai.1, i|uaLnao que Caetsael do I eival.
evara O amigo a es-e terreno, sean para 1 zer re
ti ir aos ollius da inarqi
actualmente a mor paite ib s homeus elegante-, de '
para o visconde, u qual na francamente.
Eu Jafronlic-ia essa, i ,,!,rf, ver-cs ; lio do du-
a ndnul.ra, que lera "u'''do *' n,"l" '""T"" ejlremereu invo-
.,,'. lunlanaraenle, e peiguoluu i-I orean.Iu--c |
para BMa>
tallar em esl) lo de palalreueiro diailte das mu-
lheres.
Mas confe.-se. visconde, que minha jumenta
lem o corpo llesivel e u porlc elegante, entretanto
que Carlota...
He verdade. Carlota anda poirco enfrtiaia.
V, senhora .' minha jumenta he superior ex-
clamou Mr. da Gisors, com ar Iriutanhattle e din-
giudo-se :,' marqueza, a qual nao poda deixar de
rr de lodas essas semelhancas nascidas cm urna es-
tribara.
Mas, a proposito de Carila, lornou o viscon-
de repentinamente, diziam hunleui no club, que el
liar-se irdillerenle ;
I.uto elle nio he do club '.'
Uelirou-se de la' ha pouco. mezas, reapesxdaa
Mi. de Geibaul. Pela minha i alie n.lo o amo : ha
muito altivo.
Eu aliorri'co-i., .'uresrenlou Mr. de l.iaoas.
Supponho que Imana es-e ai desdeulinsu, para
oi-cullar sna mediocridade.
Ou lalvez mesmo sua nullidade...
De repenle abro-se a porta do camarim e . cna
da annuciou :
O senhor duque Caelanode Ferval I
iCoHlinutii-seha.i
!_
MUT1D3D"

ILEGIVEL
_

- .


esla o repelli*"- Iraloa elle, acompaohado de mais
doo, de ar-anca-la da casa paterna, cundazida pe-
loa mali'S obre pedras e paos, ele, ele.
Foi lal o Irulamenlo, que recebeu a infeliz dos
rronslros, que ao chegar casa desliuada para oseu
deposito, apenas tinha o cor. do vellido e algumas
liras desle.
U pai da victima queixou-se peranle a polica, e
como ao depois u ronciliasse com 01 delinqueutes,
ii promoloria deounciou do faci, e as comas esllo
no retroz. Nao faz Vme. idea das lorlurai porque
passoo a iiifi'ln joven no sen trajelo.
Era um dot ltimos dias de drzemhro deu alma
no Creador o eummandanle superior Jos Gomes de
Su, residente no termo de Souta.
Este passamento lia sido profundamente seulido,
pois o Ilustre liuado era dotado de excelentes qua-
lidadai.
Deixou um.i numerosa familia, cnltegue a dor c
10 lulo.
Tenlia sua alma subido a manso dos justos, e a
Ierra teulia sido leve sobre os seus restos inortaes!
Coesla-roe, que era Palos, 18 i 20 legua de dis-
tancia ilest,i villa, grassa o flagellocholera,fa-
icndo alguns estragos.
Ha quera diga, que nesla villa rtra um anidado
co destacamento assallado pelo roesmu flagello.
Dos se qoeira compadecer desle turran.
Ignoro a r.izSo de nao leresta villa um fiscal, ha-
* endo nella una illustrissima municipalidade, que
tanto se esmera no comprimento de seus de-
veres.
Se possivel me foise agora referir a Vine, o que
nern e oo coramcrcio desla villa, e uas casas de ne-
gocios, cutamente Vmc. diriaque miseria que
ilcsgrajs que escndalos! que corrupr.io! que
i alta de execur.ilo das posturas monicipaes I
l llim.imenie tem chuvido alguma cousa, de sorte
me os aarlanejos, desconfiados de sua con lie;rio, ja
Mo algum tanlo stlisfeitos.
Nada mais por agora.
Adeot.
O Pombalense.
PAGINA AV.ULSft
Urna postura da cmara municipal determinou
(|ueos proprietarlos de terrenos devolotos fizessem-os
murar, dentro de uro certo prazo ; lindo elle reqoe-
leraro os mesmos urna prorogscAo, qoe foi conce-
dida. Ha bastante lempo araboo-se ella, e com ludo
iis terreos exislem expostos a concurrencia do lito
publico. Servem de monturo, de cpulo a malfeilores,
' emlira a mil outroa fns illicilos. eria bom que a
illustrissima cmara lizesse por em execucao esse ar-
tigo, afim de termos meaos lagares de procreado, e
mesmo para que nao continu elle a iazer em pos-
tura.
S. Ele o Sr. tenenle-general, ha sido constan-
temente visitado, quer por particulares, quer pela
i fllcialidide dos eorpos aqu existentes.
Com o grao de progre>so e cmlisar.lo em que
marcha esta bella cidade, nao se coaduna a morada,
m todas as ras, das Glhas de Jerusalm, porque, se
urnas sao moderadas e serias, outras s3o insupporla-
eis, ja por seos ditos obscenos, j por seu deprava-
inento, gente de lal classe jamis cunvem more
nlre familias honestas. Em qualquer paiz civili-
zado, essa classe de pessoas be obrigada a habitar
I candes casas de recolhimtnlo nos arrabaldes, e nao
nas rnas da cidade. Entre n, ao contrario, cada
passo que se d, a cada esquina' que se \ olio, en-
contra-se meia duzia dellas. Em certa ra, svno-
i yma de verdura, existe urna dessas habitantes do
nundo, cojo dcsfaramenlo sobe de ponto a, qoanrio
jsla' a conversar, nflo se Ihe importar com as fami-
lias que Ihe sao filiaba*, prohibindo, por tal proce-
(imento, que liaban liberdade de, em suas casas,
llegaren) as janellas. Urna corrcccio nao seria
inao I 1
Apezar de anda eslarmns no flu do vern,
rom ludo as cliuvas, desde o principio do inez, que
nao nos deixara. Oulr'ora, diziam os velhos, que
i uaiidn em Janeiro e fevereiro chovia, era signal de
nra bom anuo ; a verificar -e esse prejuizo velhus-
it>, (eremos este anuo urna fartura geral. Dos o per-
tnilla.
Ate amanlta.
BEFAKTIfJAO DA POLICA
Occurrencius do dia Jj de fevereiro.
1 orara presos : honlem a ininha ordem, o prcto
.'acob, escravo de Isabel Guimarea, por haver ci-
pancado a um Glho de Aleandre dos Santos Barro*.
Tela delegacia do lerceiio dislriclo ileste termo,
liellarmino Jos de Sam'Auna e Francisco Jos de
Moraes, ambos por fuga de piesos, e Antonio Chris-
pim dos Anjos Santo Aile), por crime de morle.
E pela subdelegacia da freguezia de Sanio Anlo
nio, l.uiz de lal, por briga, l.urza Mara da Concei-
.;3o, e o preto escravo Luiz, para averiguares era
rime de furto.
DIARIO DE PERXAMBUCO, SABBAJDO 1 DE FEVEREIRO DE 1857.
(Iloje adir- i dous oninilius aroinpauhadas de alguns carros rhe-
junas e calumnias, sem j mam que o Sr. Sergio nao atienden as queixis dos I rim s* meninas '1" c 'Urgi da Conestalo rom su
lacia, volta-se repentina icnle contri elle e o cobre xuu a seguinle circular
de haldoee, iiupropcrios,
que para ioo aprsenle justos motivos. Das duas | intitulados cliefes da parlido liberal. Pobres hu-
mens! Perderam completamente o juizo |
LIBERAL DE 21 DE SETEMHRoRTICO DA
REDACCAORE VISTA EI.EITORAL DA PRO-
VINCIA,
Distemos em nosso precedente artigo, que para
provar as noisas asserries no locanle ao inenospreso
com que o denoininailu parlido goahiru' lera aco-
Ihilo as ordens ilo S. Etc. o Sr. presidente, que a-
lias ha maiiifestado porpilivrai. laentaa de toda a
obscuridade, as melhores inlensues, exhibiramos
t*elo........."l>iga o liornem imparcial, quein me-
llior correspon ten as benficas inlences do Exm.
|>residente da provincia : lomos mis. ou foiam os
cuabirus' ?...
Ilojeaffirma-se que reinivs em todas as pila"
yras, e pensemeetoe de Sr. Sergio completa obscu-
ridade I Digno hornera iraparcial, de qualquer dos
parlido polticos desla provloria.se lies homenepo-
uma, uu o consellieiro Sergio nao llalli ess^s apre-
goadas qualidades e viilu le- cvicas, e enllo o re-
dactor do Liberal he um bailo adulador, a traidor
ao parlido a que diz perlcuce decorarlo, e o que
quera era ter a prole,-..i i da presidencia para ser
eleilo depulado ; on as possue, e he o huinem a
luem ninguem excede em honradez c probidade, e
eolio o leilaclor do l.ibrral he calumniador e de-
tratar di honra alheia. Ein qualquer dos casos o
paitido pr.iieiro o repel cora' asro. Eis para pret*
do carcter desse homein um extracto do que dicM o
liitral PeriiambutHiio i respeilo do Sr. coiisclhei-
ro Seritio desde o da da soa chesada ate que per-
ileu o seu ebefa a tsperauc,a de g.mliar a elalflo.
I.IBEHAI. PEUNAMIIICANO DE DE MAIO
DE 356.ARTIGO EDICTORIAL.
Chesju fiailrnenla o Eiro. Sr. Sergio Teixeira
de.Macedo, para presidir o destinos dastl pruviu-
cia.......Informam-nos que S. Exc. possue i(lei" aspiraraos foros de directores de um partido
qualidades eminentes, e que, etn virtude de haver ''* "" gloriosastradici.es I
di^ii^s directora e mesfras, e mais senharas perlen.
cenes ao rninrjn do cnllagio '^reja da ConceicAo
dos Coqueiroa, eieeta na ra do llo-uio da loa
Visla.
All nos aci ivamos e:i p un ainizi, viran-las
decer e enlnr naquella ii-<"j,i onde mais ilgamas
liessoas, 11 meninos du \ rnuasl com *ea censor e
varias senhorai asesperavam. Notamos porm, que
deoaorvndo-ee o colleaio, pareca aaperar, soubemos
Unidos, aprsenla um contiasle, que oto pode dei-
xai de i un. 11! i.i i e enver^ouli.ir o- verdldeiros c:i-
Iholicos, com quinto esse escrpulo quasi judaico,
com que all se suarda o domingo, aejd mais appa-
renie do que real, segando o (estemanbo de nnn
graves e esclarecidos viajantes, e entre outros, o sa-
bio Dr. Eyzigoirre na sua eicellaiile obra Intitula-
da o calholieismo era preseora das aeilis di-si-
dentes.
De ptssagam, porem, direi, que asta eiaclidao,
tao dec.inlada da observancia do dominso na nula-
o rregpott encit.
Senhores redactores.O homein honrado, o cida-
JSo honesto, qne preza, mais que a vida, a so* hon-
,i, e a de seus concidadSos, e que retirado do rebo-
lico poltico, observa a marcha que leva entre nos a
mprensa, que se diz opposicionista, nao pode dei-
lar de levantar ora brado de indignadlo conlra a
grande desmoralatao em que tem cahido o Liberal
Pcrnambucam, folha diaria, que falla do parlido, e
'm nome do partido praieiro.
Liberal de corarn nao posso deixar de protestar
:ontra semelhantes desmandos, contra os desprop-
sitos de Ires, ou qoatro horaeos exagerados e sem
convicrijes, que, dando a praia por mora, conside-
rando-a cadver em pulrefacrao , servem-se
coiutudo do seu nome para realisarSo de seus clen-
los polticos, para seos flus particulares.
Sangrava-me o coracdto quando medlava na de-
gradaclo a' qne linha chegado essa folha, qoe se a
pregoiva orgao do grande parlido praieiro, e lasli-
mava que os Terdadeiros praieiros se conservassern
inactivos,ou indiferentes a este estado dccousas.que
tanto eompromettia o futuro do partido, e que con-
lenlissem qae os bros desse partido fossern avina-
dos por horaens sem significarao alguma era po-
ltica. Felizmente nm nosso coi religionario levan-
lou a voz pala imprensa, e ein communicades assig
nadus o liberal genuino [iroleiloa tai nome
da praia contra os desvarios dos Iresloocados redac-
tores do Liberal Pemamburano, e salvou a honra
do partido praieiro ; logo apos desla voz ouvimos os
valenles brados dos doolores Vilella Tavares e Pei-
xolo de Brito, verdadeiros\ornamentos do parlido da
praia ; c em segoida temos visto formaren) se rcu-
niOes de | raiiiros que, unsonos com seus .amigos
Hieles, clamara em nome do parlido contra a immo-
ralidade desse jornal qne se diz seu orgSo na im-
prensa ; e hoje apparece entre mis, aceila pela po-
pulacho com enthusiasmo, a Itegenerarao, peridico
que se propSe a advogar os verdudeiros interesses do
parlido com moralidade, moderado, e dentro das
raias da eonsliluirao do imperio. '
Agora, porm, convm que lodos os liberaes a-
mantis da praia se unam, e Irabalbem para debellar
o inimgo commum. Convcra por honra do parlido
praieiro, po- honra dos bros da heroica provincia
de Pernamboco, que o Liberal l'ernamburaito des-
apparcra da arena joiialislica por bera, ou por
mal.
Cada nm de nossos correligionarios, Irabalhe com
todas m forras por convencer sos amigos exaltados
e rdanles, de que vivera Iludidas por esses homens
la redacto do Liberal que abosara de soa boa
r, e com ella fazem jogo para seus fins particu-
lares.
Da minha parle prometi ajttdar ios amigos,c nao
abandona-los eapprovetanrlo-me da bondade de
Vracs. comeco hoje, a desmascarar tambera (se he
que ja nao esta') ao redactor em dicte do Liberal :
e provarei com seos proprios escrplos, que nao pas-
sa elle de um verdadero xitandeiro pol-
tico.
O redactor em chefe do Liberal Pernumbucano
tem procondo plantar no animo dos incaulos e dos
horaens de boa f do parlido praieiro, que a opposi-
co que actualmente elle soflre he toda devida a
manejos da presidencia, qoe enruntrou praieiros de-
generados que a peso de uuro Ihe venderam o cor-
po e alma ; e firme ncsle damnado intento tem jo.
gado grossa artilharia do insultos, e improperiosaus
caracteres mais importantes do parlido praieiro.
No Liberal do ;l do correule, cm um aniso que lem
por epigraphe A Iteijenera^o, o Sr. Sergio e a
rteirao procurou-se fazer acreditar as calumnias,
a drede propaladas, e ci-usurou-se acremente o Dr.
Vilella por haver lutado com respeilo e acaaemeulo
ao Sr. con.e,heno Sergio, fazeudo juslira ios seus
i Ionios, a sua Ilustradlo, honrado; c probi-
dade.
passado a ni.ir parte, se nao toda a sua existencia
publica era paiz eslrangeiro, onde lem oceupada lu-
gares importantes de diplomacia, salisfaz em gran,
de parte a necesidade que temos do um adminis-
trador alustrado, prudente e superior a pegenos
odios locan, e sobreludo amigo e resptilndor das
instituir-Oes t da moralidade publica.
L1BEKAI. DES.ARTIGO EDICTORIAL.
I Tomou boje posse da piesidcncia desla provin-
cia o Exm. Sr. Sergio Teixeira de Macelo, depois
de haver com todas as formalidades do tifio pres-
tado o devido juramento na assemhla provincial.
Estamos firmes nas mssraas ideas que. a respeilo de
S. Exc. ja temos emittido.
Exlranho as lulas polticas desta provincia, po.s-
suindo tlenla e Ilustraran, e naturalmente de
um carcter indepeiidcnte pela sua posiriio social,
i. E.rc. que ja lem e.rerrido dignamente mullos
oulros tugares de importancia, possue elementos
precisos para arranear esta provincia do verdadero
cabos, era que a deixa seu antecessor, dando urna
direceo conveniente a lo.dos os ramos de melhora-
menlos.
L1BEKAL DE 7 DE JLI.IIOARTIGO EDICTO-
RIALA QUAUFICACAO'.
Chamamos a attenjao do parlido liberal da pro-
vincia de Pernambuco para a segoinla circular do
Sxm. Sr presidente da provincia, acaulelaudo c
providenciando acerca da qualificac,au..........
Somos obrigados a confessar, que sob a administra-
rlo do Exm. Sr. Sergio Teixeira de Macedo parece
que o imperio da le se vai reslabelecendo na pro-
vincia de Pernarabuce : o acto que S. Etc. acaba
de pralicar a respeilo da qualificarao he a legitima
satisfcelo do direito mais importante de nm paiz.
que se rese pelo syslema representativo.
0 Temos f, que na administraca do Exm. Sr.
Sergio nao llavera que lemer o emprego da forca
bruta, e dos processos odiosos para venriraento da
eleirjo em favor de taes equejaudos. n
LIBERAL DE 10 DE JULIIO-ARTIGO EDICIO-
RIALA POLICA ACTUAL.
Sr. Sergio Teixeira de Macedo vai seudu a Impar*
cialidade administrativa por cima dos partidos bo-
je que o Exm. Sr. Sergio Teixeira de .Macedo nao
pode pacluar cun os aventureiror, ou se chamem
vares conspicuos, ou se acoherlem com a capa de
liberaes......
LIBERAL DE lli DE JULIIO-ARTIGO EDIC-
TORIAL A QUAUFICACAO'.
........n Nenas circunstancias, reclama-
mos do Exm. Sr. piesidcute as ruis terminantes c
urgentes providencias. S. lixe. ja principiou a tor-
nar em rerdade o imperto da lei, acabe por tornar
completa a sua obra meritoria..........
.........'. raas como temos a constituic/to e
a lei, c nos parece que o fizm'. Sr. presidente tem
por timbre gocernar com a consliluiro, e com a
lei animamo-nos a fa:cr esta reclomarao.
LIBERAL DE i i DE AGOSTO-ARTIGO EDIC-
TORIAL.
1 Transcrevendo para as nossas colamnas s ins-
trueces que no dia 11 baixou o Exm. Sr. presiden-
te da provincia,afim de que se mantenha a liberda-
de da eleirao, mo podemos deixar de consagrar a
S. Exc. un roto de elogio : porque ein venale he
esle o nossu primeiro desojo......... /ape-
ramos, porem, i/ne ssoftcM amigo* sa'tbam gorrt$-
pander as inteares munlfesladas de S. t'xc.
LIBERAL Ed8 HE AGOSTOARTIGO EDIC-
TORIALl..........
.........I He triste que nao seja tratado
rom o devido catamenta um disliwto caral/iern
da ordem do Sr. Sergio le Iri-le que o Sr. er-
gio esteja fazendo de Pernambuco urna idea pouco
vanlajosa (Quera hoje o maltrata'.' O Liberal
l'crnambucaiio.)
LIBERAL DE 4 | DE SETEMBKO-ARTIGO
EDILTORiAI...........
.........si Apraz-uos outro sim registrar
s palavras de Lord Clarendon na parle em que, re-
ferindo-se ao Exm. Sr. Sergio Teixeira de Macedo
declara, B3" que ninguem o excede em honra, c
recliduo de sentimcnlos. .3 (Entretanto boje o
liberal duvida da sua honradez )
LIBERAL DE DE St.TE.MBKOARTIGO DA
REDACCAO' KREGUE/IA DE MARAN-
. GUAPE..........
o Para evitar duvdas e diflculdades registramos
esses fados na nossa folba, chamando para ellcsr a
allenro de S. Exc. :que, com lio boas intencOes,
nao ha de consentir, que qualquer pretencioso indi-
viduo satisfaga os selis caprichos...........
LIBERAL DE 12 DE SETEMBROCARTA DO
DR. FEITOZA AO CONSBLUEIRO SERGIO
TEIXEIRA DE JUACEDO.
O subido conceilo que me merece I'. Exc. a
bondadecomquel.Exc.se ha. dignado de tra-
tar-me quando por alguma circumslanca me hei
adiado em alguma relaco com V. Exc.......
..........Nao obramos su, e us meos com-
panheiros de lides polticas sem que previamente
cnlhessemos todas as possives informarSes, dis
quaes resultou, que o carcter de /'. Exc, mani-
festado por urna longo, e au interrompida carrei-
ra publica, e carreira eminente, distara tanlo ao de
seu antecessor, como o da brilhante, dista da noite
escura e tempestuosa. ;Eslc mesmo homein boje u
mimosea com os epllhetos de fallo de carcter, pr-
fido e desleal Que qualifleacao merece o procedi-
miento actual desse boincm ? Ktspondam os horaens
sensatos de ambos os partidos.)
LIBERAL DE '-'(i DE SETEMBROARTIGO DA
REDACCAO...
....( O parlido libeial ,o parlido liberal nao' ma-
nifeslou suas apprehensiies acerca da eleirao do dia
I i, e iso deu lugar a que S. Exc. o Sr. presidente de
provincia,e:aliins memhrns do partidoconcordassem
em certos pontos, que foram publicados no Diario
de Pernambuco e no Liberal, e quo Untuna por
fim o conseguir-se, que a eleirao fosse feila com a
mainr garanta possivel de liberdade do vol n......
Accusam hojs a presidencia por haver assenlido
nessa concordata Oue homens de lalenlos! Que
chefes de partido '.'............... demais, nao poden-
do os nossos correligionarios potilieos prever em Ja-
neiro, que veriamosa ler um administrador i/urqui-
zeste que o roto fosa liire, pas que este tulla dei-
xado de sp-Io nas iluas el(roes anteriores. ...........
LIBERAL27 DE SETEMBROAKTIGOS DA
REDAC...VO-REVISTA EI.EITORAL.
Segundo os ideas manifestadas por S. Exc. o Sr.
presidente n3o veio susientar homens ilesmoralisa-
dos, c sim ideas Sisando qne a oonservaro, como
S. Exc. a comprehende, nao he svoonima de com-
pressao, e sim expiime.que o Brasil deve miniar a
sua conslituicdo poltica, e com ella assa monarcliia,
qne Ihe conslilue o centro, e essa democracia de
quem he o nmnarcha defeusor perpetuo ....^X
,Sera ninguem Hies encommendar o serm.lo, encar-
regaram-se de explicar como o Sr. Sergio entenda
a conservacao, como era conservador ; entretanto
no Liberal de 2 de novembro,e em ouros segra-
les, dizem.que S. Exc. he discpulo da escola deJo~
s Clemente, he sustentador do partido retrogrado,
que quer o predominio dos portugue/es subre os
braslleiros, que quer u guverno absoluto, em fira que
al ja' tem tentado contra a consliluirao ele. etc.
Uid dia dizem.que o Sr. Sergio por seus arlos
presentes,,. pur seu, hop.rusos precedenles he monar-
clusta progrcssisla, dous dias depois, dizem que be
regressita, amante do jugo Inzitano !
LIBERALI DE OUTIBRO-ARTIGO DARE-
DACCA'O.
......^" N'o censuramos a S. Exc. e procura-
remos pelo contrario explicar os acontecimentos de
um modo, que de iccardo esleja com o carcter de
UM caralerf romo he Exm. Sr. Sergio Teixeira
de Macedo. u.TT
LIBERAL11 DEOTUBROARTIGO DA RE-
DACCAO.
OSr. Sergio he MN homemamestrado i\os negocios
publicos,que lem um longo panado chtio de gloria,
c que nao ha de{qaerer apiga-locomprommellendo-
se por nomes propiios, que nada v.ilem na proviu-
cia. ......
(Inforquilliado na eleirao, cis que perdeo Sr. Ser-
gio todo o seu passado cheio de gloria, e torua-se
urna DienUra o axlma Nenio repente bonus, mes-
ino repente inalus.
LIBERAL-11 DE OUlT BltO-COM.Ml MCADO
DO DR. ANTONIO VICENTE DO NACIMEN-
TO FEITOZA.......
....... Ao concluir pedirej ao Exm. Sr. Sergio
Teixeira de Macedo qoe nao d ouvidos as intrigas
de ineus inimigos. Quem mais intrignu a seus cor-
religionari",do que o communiraiite nesse compnsl i
de falaidades Isto mesmo era calculo,) que faca
justioa aos meus sentimcnlos da ordem, paze iran-
quilli.tadc publica (oh Pois nao '. Ajude-nosa ti-
rar a provincia .le PeraaiDbaeo do estado de jiros-
erlptjoe ein que lem vevido que nisso fara" um ser-
viro ao paiz.eespecialmonle a' monarchia represen-
laliva ...- ;0 homem be grande .' Pedia auxilio,
pira a sua grande obra da redempeo da familia
pernambiicana, ao mais aferrado regresslsta amante
do jugo laxttino O qne o homein quera era intri-
gar os amigos chefes do pulido liberal, que Ihe po-
diaii fazer muito mal, e vt se S. Exc. o coqria com
sua proleccA.i.e assim pilhava ser eleilo depulado pe-
|ocircu!o do Bonito com exelusao do verdadero li-
beral, o Dr. Jcronymo Villela de Castro lavares,
de cuja iiillu;ncia no parlido tanto se receia o Dr.)
Mais longo poderia ser este extracto, paro porerr
aqui. e o olfereco a eonsideracao, c a meditarn do
parlido liberal para que decida, se o redactor em
ebefedo (Liberal be.ou nao poltico por calculo,
poltico cicandeiro.
;<"i liberal moderado).
que a msica ,1o um b-ialha devia achar-se all I Ierra, he, a meo ver, como nutras mullas coosas
postada para acorapanhar o prestito a' matriz, po- I um rosto das tradires do calholieismo, cujo fervor
rm S*a musir prometila e e-pnada nu appare- merecer uulr'ura "a esse paiz o glorioso Ululo de
reu ; sem ella seglo o collegio eemposto de -2~< me- i liba dos .Santos.
ninas, tan candidas nos seus ornatos, como nos seus | Tao arraigada si- arhava all a (idelidade dos ca-
ingeHeos Pipiritos, | dusl e duas, vestidas de setim tholicos na veneraro no culto do da do Senlun.
bronco e fil por rima, todas de veos, eapellai, luvas que um grande nomero d'rlles, diz Buller, nos rol-
braiiri', brandOescom ramos de llores brancas e r- dados de Isabel, Jaime I, Carlos I CromweJ Car-
cas lilas zoes. Enirinle na matriz, que se achava i los II, no maior furor da perseguicSes, rom risco ile
alcatifada e guarnec la de grande numero de cadei- *ua vidas o fortunas, raziare a noite. vlagens moto
ras, proMiram-ac as meninas em duas alas de grades longas c penosas, e se reuniam anles de amaiiberer
runa, ipresentandn orna copia de nm coro de anjos. I nos subterrneos, os mais profun los, ou era outros
Ofli.-ioii o Rvni. secretario particular do S. Exc.. lugares igualmente desconhecidos, afim d> lerein a
Kvm. o padre Jos \iitoino, o aliar estere servido o consol-r-. de issistir, no domingo, ao sanio sacrili-
melhor possivel, cantea mis meninas cliegarem Icio da missa ; e fazer em commure os mais exerci-
ine-a da roininunbo, rocilou urna dellas cora o me- nos da religio eilhollci. Mullos foram descober-
Ihor arenlo e piegentl de espirito, era voz pausada | los e rondemnados a pri-o e a morle e us seus hens
e intelligivel I primelra oracSo, implorando do Deus tolalineulc confiscados.
ao inelliodo pin tugue/. E |
tullo das nossas escolas
uielhor possivel
'que be o principal in-l provincia, pola canille da aaarU coinpaohi.i do be
, e no menos im|io possivel" por i'''"''" *' ?e" con"n'""'J WHHlnM l'aes de
isso recoinmendo inulto aos ns.s collegas a a top- i l->r'1, rt*Peilann por V. S. o haver inellido em con-
eflo do referido compendio, que se icbi e.|a escola I ellm de disciplina pela, reiteradas insolo.,di
central, na ra Nova, I JtNJ mis cada
Con-r.-ine qoe S. S. ^to routenli
maro
aulalileuto de
dous
'v-raplar. e desobediencia, pralicadas menoscabo do servi-
irno rom o adi- I
r i publico, accrescendo te, h ,.,, denuncia re-
lecciona ios em n,s.as escolas da freguezia da Boa-1 metllda pele pre-idenria Va praviawle ,i promoloria
meninos que c-io 5en,1
supremo a precise grifa para devotamente receber o
rurdeiro imnilcolado, perguntamna de quem era esta
menina, esoubemos ser lilha do senhor mi]or do lo-
o lllm. Sr. Joo do Reg Barros paraheus a esle
senhor pelo idiinlimenlo de sua formse Dlblnha,
uieniia de 11 anuos. Secuio a e'la outra menina
de lo anuo--, Alba do lllm. Sr. Dr. de direito, Fran-
cisco Elias do Ki'go Dantas, e reriloii a segunda ora-
can, pediodo grabas; posto que o orgao da expres-
(hitro tanto aconlereu cm Franca na poca de
exerravel memoria, do reinado do terror e do llhli
ino era que, abolido o rullo calboliro, foi substituido
ai stimo dia consagrado pela veneraro de lodos os
seclos, o famosodecidoa o decinio da. Ajusta
indigmcllo e resistcnria a e*la inaudita c sacrilega
inr.iivarao cuslou a vida a um grande numero re.
genaroeve calbohcos. Oh quanlo alo devem estes
heroicos exemplos de dediraro e de l confuudir e
sao na) rosea lio claro, como o da pnraeira menina. rondemnar a indolencia ou refleclida malicia dos
enlrelaiito recilou rom demasiada compuncilo e re- ] liis dos nossos dias, que no selo da paz, e no exer-
colhimento. Segoio-se a sagrada comniunbao, para i cicio publico da rebgio ralliulira apostlica romana
a qoil se apretentaram olio meninas, a-qual lendo I se mostrara tao indillercnles na guarda do domingo
lindado, nma lerceira menina de II anuos, lilha do
lllm. Sr. .los Joaqom Peixolo de Miranda Ilenri-
ques, da P.iraliiba, em urna bera concebida oraejo,
oeu gracis ao pai da bumandade, por si e por soas
companbeiras dos beneficios conce lidos e acabados
de receber; recilou dignamente ccom aquella man
sidao, com que recitara um aojo desculo dos cos.
A quarla menina de 10 anuos inrumplelus, e pealo
que real rebelecida de incommodos prolongados
de saude, fillia do finado Sr. Francisco Joaquim
Cardosn, menina lilha do collegio, recilou a segun-
da orarlo de agraderimento.
Esta menina, admiravel pela dicro pura, e por
Se ter |iossuido do couceito da orarjSo, que, repela,
foi sobreludo de una energa inesperada, sera af-
feclarao ; comtudo, commovida do que dizia na pe-
rnra;ao proslou-se, e biimilbada peranle a Divina
Alagoslade olb-reeeu pela alma de seu pai, una par-
le dos dous quo Ihe provinhan da sagrada coinmu-
nlllo, que rerebera : o mais que ella diese, nao po-
demos eomprebender, porque as lagrimas de ternura
que esla menina eniao nos arrancou. como a quasi
todos us ouvinles, n-e impedirn! de seguir u fio da
eraejlo.
Perminada a missa, depois das orac/ies, anda go-
zamos do prazer inaeperado a envii e ver duas colle-
giaes de cinco annos, na soa liugiiaecre anida mal
articulada, raas livres de acanbamenlo agradeee-
reui a Dos ler-lbes concedido assislir a um acto
lo santo, de que em outro da e-perarn mulbor par-
ticipar, imploran lo una, a Misericordia deD'Ospor
seus pas, e a oulra, alera dissu, por ser orphaa de
pai, orando por alma dclle.
Nao houve individuo algum de tanto povo, que
eucheu a igreja, que nao estivesse maravilhado,
por assislir a uiu arlo to puro, lao innocente c san-
io, c 13o novo entre nos, todas as vetee, que elle
lem lugar ; de pessoas que all s? aohavam e linham
Srislido ao primeiro arlo desta natureza na capel-
la da C mceirao da Ponte de Uchoa, soubemos que,
o acto desle auno.esleve mais pomposo e mais con-
currido, lauto por ser a matriz da Boa-Vi-ta um tem-
plo ampio e magnifico, como por haver sido felo na
cidade.
I -ni is procurado inforraacoos, e posto quo ni
leuham si lo tao minuciosas, como quereriamos, en-
tretanto consta-nos que todas as despezas recahi-
ram sobre a direccao do collegio. a excepto do a-
luguej dos omn.us, pelo qual nada quiz aceitar o
generoso propietario, o lllm. Sr. Claudio Dubeux,
dando assim a entender ao publico quanlo aprecia e
deseja concorrer para a racllior considerarlo das
lenras virgens Peniamhncanas, em cujo numero se
cha nina sua lilha alumiia muilo considerada da-
quelle collegio.
Moita gloria cabe pois a dislincla directora e suas
preclaras manas, companbeiras e mcslras do colle-
gio da Conrcirao, pelo adianlamento c educarlo do
suas alumnas, e polo apreco com que s consideram,
nao poupando uto, cuidasjo, Irabalhts e despezas,
para as fa/cr brilhar aosolhos da glierosa (aradla
Peruainbucana, a que lodos pertencfmos.
Se alguns porem, dos nossos e vpssos patricios, nao
saliera apreciar e galardoar os vossos mereciinentos
e servidos desinleressados, sabel qoe nao he por in-
lenrao hostil, mas pelo dafeilo iiivetera,io de anle-
|ior muilas vezes colisas viudas da Franja, a nossa
reconhecida capacidade.
I llve que esta razAo coocorresse para qne na Ba-
ha o collegio das imillas do caridade fosse taoap-
plaiididu e o vosso collegio menos elogiado.
Nao emoreraes,senhoras, a razo.a consciencia, e
o corarJJo reconherido dos Pernarnbnranos sinceros,
sentiment.ies, inlelligentes vos serflo gratos e vos fa-
rlo justica romo lodos devem,e principalmente mis,
que nos liaignamoe*
!'m medico da Academia da Babia.
Visll, pelo jiietliolu Cistilho. Honra c gloria ao
liim. aulbor. He o que iibNs ambiciona
Francisco de Freltas Gamboa.
.! de fevereiro, de IS'iT.
lllm. Sr. Francisco de Freilaa Gamboa.Sao t.m-
Ias as vautageu-que oblriib.i pe|,, marivlbose n|e-
lliodo ile leilura do Exm. C islilho, que siulo nao ler
evpress.iis sullineules para as declarar. Meninas que
sii no lim I seis meres enir ivam a soletrar pelo
inetboilo vellio, agora o la/o o no lifii de duus meze*
lizen lo elas mesillas quaes as ledras do que secom-
pe ipialquer nome, e o numero de svlabas por mais
extenso que se;a ! Islo he urna das prtOClnees van
lagens i|Ue as levaiu a ler p rfeltamente, cun a
P iiii'iar.io carta, e sera 0 miseravel vicio do come-
rem as ,- uso.ililes li:i e*. Em fim, eu lliesill
de'la cidade para promove-la. e o Ur. promotor por
falta de proras Me Ihe deu progre-so. Kis, porem,
1"e agora os inimigos polilu-o. de V. >. lanraro mo
''se fado para daiaMialtaar pranle o publico,
p o KOvereo. V. S. pile fazer de miiiba unjlllll
o uso. q, n aprouver.
^eosgotrde a V. S. moitoa annu. Cidade di
Victoria.^! |, ,,,, ,)e isMi.
De > S. malla atisale venerador e criado,
Tibartiuo Piulo d'Altneid*.
Esta sellado e n-eonliecidr.
lllm. Sr. capilla Jt< Severino CiTilcanli de Al-
... wl. ,., ,,,, .. -. i, ,1 i ,,,, ru iiii.jiii'i iiiiii -"i .
eiLiressir o quinto e-te euellenle mclbodo he pro- "uquerqu. .\ rana da vcrtade.me be mi.ler que
.\ lli- rali ii'..
.........Domingo, Sr. piesidenle, vai ler
lugar a eleirao : pois bsm mis, em nome do parli-
do liberal da provincia propomos a V. Exc. o se-
guinte : seguem-se as iuslrucr,oes sobre a maueira
porque se deve manler a ordem na elairao. iO Sr.
Dr. Feitoza hoje diz,que o Sr. Sergio calcou aos pes
a le por ter saucconado cutas inslrucres que elle,
em nome d parlido, pedia fossem exeruladas. E
esla O homem escreve sem pensar no que ja di-s.
LIBERAL DE 13 DE SETEMBRO-RTICO DA
REDACCAO'.........
S^- a Em lodo o caso K^. seja qual for o r-
titilado da eleirao .CS nao podemos deixar de coh-
siguar sinceros elogios ao Exm. Sr. presidente da
provincia por hacer dado pi oiidencias liio acerta-
das. -r~\ (Hoje dizem o contrario, e querera ser
acreditados. He muito zumbar do bom senso d0
dos Pernambucaoos 1 Outro oflicin.
LIBERAL DE 19 DE SETEMBRORTICO \
REDACCAO'TACA RATO*.
Seilhorcs reiaclorl.No seu conceilnado Diario
de 6 do correnle, li urna publicarlo leila pelo Sr.
l.uiz Jos Marque-, arrematante ilu imposto de >()
por cento sobre o consumo da agurdente, que
aprsenla a pelillo que elle fez ao Exm. Sr. conse-
Iheiro presidelite da provincia, na qual asscccrou
que.eo vendo agurdenle na minha lubrica, hem cu-
ino publica o despacho que o mesmo Exm. Sr. presi-
deule deu a tal pellejo, depois de ouvir o lllm.
Sr. inspector da Ibeinuraria provincial.
Para dcsilludir o Sr. Marques, ba-ta exigr-lhe
;irova de que eu vendo na minha fabrica agurden-
le, pois gue da venda de quaesquer espirilos, que eu
prapaie rom a dita agurdenle, nada absolutamente
tem aqoell senhor.
A le rae isenta, a tanlo, que por motivo dessa
neacio.jl oSr. Marques obteve da assemblca pro-
vincial, um abale no prcro de seu contrato de mis
poucos de coritos de res.
Para evitar que o Sr. Marques v illudiodo il-
snein mais do mesmo modo, que ji illmiio o Exm.'
Sr. presidente, ( ao meiios a raen respeilo, ) aqui
declaro, qne be falso, que eo venda na minha fabri-
ca agurdenle ; por isso nao lenho a pagar consa al-
guma ao Sr. arrematante, pois que a lei disso me
itentn.
E como o Sr. arrematante, ma empraza a contas,
o que su pode ler lugar nos Irihunaes judicaes, ah
eu o espero com os seus apregoados documentos, pa-
ra,em face da le, o convencer do seu erro como por
muilas vezes Ihe lem arontecido.
eixo de parte lodos os insultos de que vera re-
cheado o seu requerimenlo, elles devolvem sobre seo
autor ; nada mais era chrigado a dar, senao aquillo
que lera.
Rscife (i de fevereiro de 1857.
Jos Joaqun Lima llairo.
A GUARDA DOS DOMINGOS.
(Parecer do Sr. arcebispo da laida.)
Vamos repruduzir em nossas columnas um docu-
mento da mais alta importancia, nao so peloassump-
to em si, como pela dislincla e superior lolelligencia
que o escreveu :lie o parecer do Sr..arcebispo da
Baha sobre a guarda dos domingos.
A indilTercnra religiosa, e os preconceilos roti-
nciros de ama grandissiraa parle do nosso commer-
cio, sao as duas barreiras, em que se lem espedara-
do lodos os esforcos, que se tem feiiu para a sautifi-
ra';io do domingo.
E nao obstante somos anda de parecer, qoe o
ponto de partida para a regeneradlo religiosa deve
raarcar-se na restricta observancia e consagrado do
domingo.
O primoroso escriplo <'. Sr. arcebispo he um bra-
do eloqueule a favor dest. grande interesse religio-
so, e he l iiilii'in uma pagina de ouro, com que se vai
adornar a nossa folba.
u O Instituto (iilholico, destinado a defender os,
inleresscs da rcligiao, que professamos, nao podia
encelar os jcus trabalhns de uma inaneira mais hon-
rosa e digna de soa alia rnisso. do que oceupando-
se dos meios de acabar com um abuso, por demais
escandaluso, que ollende directamente a magostado
divina, e a sanlidade dn|culto, que he devido, isto he,
a sacrilega violadlo do dia do Senher.
O Instituto Caiboliee prestara de certo um relr-
vantissimo servido a Dos e i sociedade, empreguu-
do lodos os esloras, que Ihe iuspirarein o seu zelo,
palriolismo e perseveraora para extirpar esta chaga
inveterada, que ifeia |e disligura a belleza do chris-
lianismo ; e acensa a inilllerenca religiosa de um
povo, alias lao alTerrado s crencas e tradires que
receben Deixaudo de fallar no que respeila reforma da
msica das nossas igrejus, que ao menos ne-ta ca-
pilal, anda nao ollereceu o triste espectculo de
BClriies, ou oulras mulh-res, cantando nas festivi-
dades religiosas ; abuso esl, que un abnlisadu theo-
logo mui energicaineiileestiumalisoo, exclamando
Si islhec profinalio tura divinaruin lauden), lum
acri luc non esl, queuain crit '.' ] limilar-me-hei
honrosa larefa, que me foi confiada pelo Institu-
to de nlerpor o meu parecer acerca da interesunle
memoria sobre a guirda dos domingos, apreseniada
pelo seu mu digno seereterfo-geral, o Sr. Franci.ro
M .o ri iiapozo d'AImeida.
Frli/menle meu parcrer reduz-se lodo a elogios
e Igrideejmeolos ; elogios pula maueira erudita e
luminosa, com que o autor da memoria desenvolvru
esta importante materia, demonstrando nao so a nhri-
geclo imposta pelas leis natural, divina, positiva e
erclesiaslica, como tamhem as grandes vanligens
s.o-i.Ms, qoeresollam da observancia do domingo ;
IgradeeimenlM, porque esle mu orlliodoxu escrip-
lo, mormenln pirtiodo de um secular, servir de
valioso auxilio a solicitude dos pastores a quera in-
cumbe particularmente promover esla samlavel re-
Scnhores redactores : Tendo-no; avisado a Pa-
gina Acuita, de que tena lugar no dia 25 de Janeiro
o acto da communhao das meninas do collegio da
Gonceic.ao na matriz da Boa Vista, nao deilireos de .
concorrer por ma s de una razan: e como por ellas '"'""' dc ucenlivo ao enverno c aos legisladores
todas licas-cm sobromaneira inaravlbadus, temos so- ')ari' 'be impriinirem oscilo da aulnridade
regaiente esperada pela dncripcJie do arlo, feita
pela mesma dislincla peona, qu" os previnio rela-
livamenle ao dia : como porm os seos afazeres c-
lenharu dislrahido, permilta-nos a Pagina Acuha,
e dos dios santificados !
Pero desculpa de me haver alargado um pouco
sobre nm assumplo, ja' 18o sabiamente desenvolvido
pelo autor da memoiia ; mas, nllereceudo estas i-
geiras rellexes, julgo dar mais nina prova do -omino
aprero e interesse que me cau'ou a sua leitura,
quer pela materia, quer pela forma, que honra
igualmente a erudiro c o gosto do hahili-simo es-
criplor.
Restando-me inlerpor um jaita acerca das medi-
das | ropoetaa na segunda parte da inesma memoria
para fazer eflerliva a guarda do domingo.* lomarei
apenas a liberdade de observar que nao me parece
adini.-jvel a altribuirau dada a municipalidade, e
em caso urgente, ao inspector do quarleirao. para
coiireiler dispensas da ahsionro das obras ervis.
Permilta-ine o illuslre scerelario-acral ponderar-
Ule, que tacs dispensas, segundu i doolrlna correnle
dos theologos, o coiiM.nada nasconsliluices da igre-
ja hrasilcira. sao privativas da jurisdici;3o espiritual;
a nos casos particulares, da competencia dos para-
dlos e dus proprios cmifessores.
Nesla poca de invasbei nos dominios da aolori-
dade eclesistica, o quando mais importa aligeirar
o pesado jugo, qu se Ihe tem impjslo em alguns
puzes. oque um moderno rscriptor qualilicoude
lieresia coustilucional,rumpre acautelar que mn
estranbas nao venham revolver e lurvar as aguas
desse lago crvstalino, cora que o Sr. depulado Sayo
Lobato, n'om accesso de entliusiasrao potico, li-
gurou a jurisdiccao da igreja, reduzindo-a a uma
pura e mais que pasaivi espirilualidfde, sera ou-
lra forja on icrJJo, senao aquella que o seculo Ihe
quizer dar.
Ao menos nao lie assim que pensa o poder tempo-
ral, quando nao cessa de sourecarregar os nossos pa-
rorbos de fuurcoes int.irainnnlc alheias de seu sa-
grado ministerio, j rxigindo-se nesta provincia que
elles airc-ciuein semanaria, mensal e Inmeusalmcn-
le rnappas eslalisticos da raorlalidade dos seus paro-
chiano-, sob pena da suspenso de suas iniseraveis
congruas; j aeresceulando Ibes, em vulu le da lei
geral da dnis.li das Ierras, o gravissimo onus do seu
registro e respectiva escnpluracao, que, alera dedis-
Irahi-los dusseus deveres essenciaes, nao podem dei-
xar de alirahir-lhes a odiosidede das suas ovalhas.
Ora : ser esle o lage ciyslalino, que phanlssiou
o illuslre depulado, com as altas inuralhas granticas
dos castellns, em qne coslumam morar os grandes
da terral Existem com elTeito e-ses siberboscstel-
los que inierceplam o r-llexo dos astros, mas s.1o os
dos Kaanilz, dos Tinuejs.dos Arandras.dos Pombaes
e outros famigerados oppressares da indepeudeocia e
liberdades da igreja.
Porm, deixemos o honrado parlamentar, a borda
do mvsteri.mi |,go ropas.nulo na sua brilhante ima-
ginaban as obras minnrlaos do genio de Miguel An
selo e Rardiael, que, sem a inuuilicentissiina protec-
can dos^successores de S. Pedro, lio teriem legado
prosluidade tantos e tao sublimes primores de
arlo.
Nao poder da cerlo escapar ao alilado discarne-
niento do uobre secrelauu geral, quanlo convcni ex-
tremar os limites, que separam os dous poderes; e
evitar toda a especie de coufosao, mais propriados
lempos, em que segundo a exprestao dc Vollaire, os
bispos proeediara nos negocios ecclesiestieos como
principes, e os principes como bispos, do que d'esla
era de illuslracao e criterio.
Entre os meios proposloe para promover a guarda
do domingo, he de indobilavel ulilidade a idea das
misfOes, du conferencias aos domingos, nas dilleren-
Ics igrejas.
Outro meio recommndado pelo actual arcebispo
de Paris era umajuliciosa circular, dirigida aos pa-
lochos da sua diores, a saber a instlatelo de com-
miises parnebiaes. afim de convidar e leunir asso-
ciados, que so interaeeem na observancia do domin-
go, se fosse adoptado entre mis, estoo qae muito
concorreria para a realisarao desla obra eminenenle-
menle social.
Creio mesmo que por toda a Franja se tem orga-
nisado icuaes commisses ou sociedades, com esle
mesmo intuito, e com o mais feliz successo. Emen-
do que esle meio tao consenlaneo do espirito de asso-
ciarao, que conslilue uma das principos tendencias
do nosso seculo, -concillando as volitadas, edandoa
execucao do preceito o ar de nm arlo espoutaneo.for-
lilicado pela umao, seria mais ellicnz do qne as pos-
turas c decretos legislativos. Pelo menos foi e>lo
pensamenla do Immorlal ponlilice liento XIV que
na sua consliluirao Ab eo lempore, nao duvi-
da asseverer que quando o mal he universal, c lem
lanradn profundas raizes.he misler minia prudencia
e inadiireza para qoe o remedio nao qoesem fruc-
lo, e se exaspere a chaga .. He por tanto melhor
asar de admuestaees, que de amearas, e a este res-
peilo cila as seguinlcs palavias de's. Agostinhn
Non aspere, quantum existimo, noo duriler, non
modo imperioso isla lollunlur ; raagis docendpquam
jubendo, magis moneudo quain minando ; sicnnin
agendo est eum miiltiludine.
Tal he igualmente o pensamenlo do sabio padre
Ventura, nm dos mais eloquenles e estrenuos de-
fensores na sanlifJeac|o do domiugo, opinando que
se ura povo mleiro se torna culpado de um crime,
nao he pela forja que se pode reduzi-lo ao dever.
Persuad, diz elle, a religio ao povo, mas gaardai-
vus muilo de impor. Os Tactos confirman) desgra-
radamenle a verdade desla observaro nao sii na
franca, onde repelidos decretos do corpo legislativo
sobre esleobjoclo lera Picado sempreera letra mora,
consegMinoo-se apenas que o governo flzesse sus-
pender nos domingos os trabalhns pblicos, como
mesmo entre nos, il|odindo-se as mala provileules
po-luras de algumas mnnicipalidades.
todava a accao combinada dos dous poderes e
coadjuvada pelo concurso de oulras medidas, como
ptimamente explica o autor da memoria, nao pode-
r deixar de produzir o desejado effeilo.
Nao senda indicadas ua memoria do illuslrado sc-
cretario-geral, entre as obras prohibidas no domin-
go, as representajes Iheatr.ies, ouso locar neste
ponto, lauto mais qoanto nem durante o leinpu
qiiare-uial, nem no proprio domingo de paschoa
lem deixado de ollerecer-se laes espectacolos, e al
us bailes de mascaras. Anda suppondo que as pe-
cas que ordinariamente sobem a sceua, naila ron-
lenhain que pom assust.-ir a religio ou a "moral, cu
diria que semelhanle distraerlo n3i se coinpadrice
com o recolhimeuto e- reponto espiritual do do-
mingo.
o E que privilegio, pergunla Bossuet, lem a pro-
lissao de cmico cima dos outros, para ler o direito
de ocrupar o dia du senhor, ou aprnpriar-sc urna
parle delle. lie acaso uma arlo rali! liberal ou
mais favoravel do quo a pintura e a esculptura para
nao fallar de oulras obras mais neces'ans a vida '.'
Oue diremos, pois ao ver o pouco escrpulo, com
qae se consente representaran de dramas chejes
re perigos para a innocencia e os costuraos, e onde,
segando o pensamenlo de um ni
prio para a infancia, por mais mc.ipazes que sejam
os que por elle aprenden m.
S a cora loda a cunsidenclo e respeilo, de V. S.
BHenla veneradora.Priscilla Senliorinhe Mendes
Albuqnerqae, profe-sora aatorisida pelo cinselhn de
inslrurr.lo publica.Itecile, I dejaueiro.de 1857,
ni. do \ igario n. .*.
Esl reconheeid pelo Sr. talieliao Almeida, e rc-
rerendada plo Sr. coniol 'le Portugal, preeo dnm
mil res, p.,ra ser rcraetiuU a' Lisboa no prximo
vapor. l-iancisco de Freitei Gamboa.
Com elf-ito, bei visitado a escola do meninas da
ruado Vigario, pcl> nosso melhodo Caslilho, e fi
quei miravilhl lo, vendo que no curlu espaco de
d.us mezas, que lem decorrldo dc ensino por esle
insigne inolhodn, as mciiiiis saliera Compassir
V. S. me respon la ai po rate a seguinle
l. Se no anuo da tHIJ, quando sollei o sargento
Jse Loareneo de Medelros, era allencao ao |kjiIi,Io
qoe V. S. me fez. se m- dea pela sua soltura a
quantia de ISOfOOO rs. era peras, mandadas pelo pai
do sargento, Mnioel de Medeir., Muuiz e se nesse
lempo soube qne ditpensava guar la narionaes fuer
dinbelro mimos.
2." Se sabe oo oiivi.i fallar naq.nl> lempo, que
eu consuma sold* dos c irneta- ein meo prnveilo ;
e se nao Ihe con.lava que esses eram pago ,,.,. lem-
pos de seus vencimentos.
V Finalmente se nao tinha sciencia, que Joan
nllimo cora a p.....i do p, sentidas, cozeud?, e 10 Paei de l.yra. era meu inimigo rancoroso por MV
mesmo lempo I-ndo iurjcularraenl e em toiiura i :__ .
auricular aUe.nad.. conjugan,1o Xm"verbo fc C,";,e ''e ^ " " cantando todas ia regras da grammatica, sem perda a '";I"""',', falsi-sima ao Exm. presdeme da
do lempo da costura.
Na falla de um periolir de inslruccao publica,
aqui designo mais osles duas regras crammalicaes,
para serem cantadas, alim de licarem gravadas na
memoria dos nossos alumnos.
o Vogaes coolrahe a Sjnrese,
Dentro da mesma dice io ;
ir Mis tu, Svnalepha, ahsorve-las,
o Se cm duas vozes eslao.
o Principios nime a Afrese,
ir A l*rotese os inventa ;
o No meio lira iSyneope,
i A Epollioseaccresceiila ;
Corla nos flus a Apcope ;
Paragoge os augmenta.
Caslilho.
E.rola cutral da melhodo Coililho, (1 de Janeiro
Francisco de I re ti- Gamboa.
de 1857
enrique
provincia.s com o tilo dc manchar a minha repula-
cao, a qual nao progredio por falta de prora. Per-
railta-ine V. S, qi.e faca o uso que rae conrier de
sua reepoete.
He ser de V. S. nllicioso venerador e criado. Jote
Cavalcanti Ferraz d'Azevcdo.
Victoria, .11) de ag..slo de trlaS.
lllm. Sr. Jos Cavalcanti Parral de Azeveds__
Permilla-me aqui mesmo res|Kjndcr-lhe : O sargento
de que falla foi sollo por V. S. a mea pedido, e
nao por dinheiro, e nio me cnnstnu nuaca, que V.
S. recebesse dinheiro, e mesmo para dispensar do
serviro guarda nacime*; hem como tambera nan-
ea me coiisiou.que naquelle lempo V. S. relivesse o
mido dus cmelas, nem nisso ouvi fallar ; anles sei
que sempre pagava a lodos era sen veocimenlo
QoMle o ser V.S.desiireclo la capilla Joao.N'ep*.
moceno Paes de LyrajM pura ver iide.pois cornli-
Aos lllms. Sis. major Severino II...
de Castro PiiHMitcl, < mais oliicii.s'do Vl,'m*q'le ",e,,n" prorurav porde-lo,
corpo ele polica, com exelusaodc
dous tnicamente."
Nos oulros, qus de Marte a bandira
Aeodadee segus ; e obedientes
Cuinpris sacros deveres : diligentes,
Na milicia lomis a dlanteira.
Assaz vos agrdete a manelra
Cora que rae arolhesles, reverentes :
'>eneiosus,civis,sempre cuulenles
Me olhastes c'o a fronte pr.senteira !
Eu vos sendo, pois, por esseamor
Qa he vosee natural delicadeza
E de meu coracilo grande penhor.
Queira o co conce ler-vos com largueza
Os bens c desle mondo, e sen favor :
La no uulroseus dons; sua grandeza.
O. D. e C. pelo paire Julo llerculano do Reg,
em signal do maior recouheciraculo.
Eleicfio dos julzes, juizas, escrivfieso mais
mordomos, que hSo de festejar a Se-
nhora dos Prazeres, erecta nerta cidade,
no anuo de I8"i7. -
Jttise por elcinio.
Os lllms. Srs. :
lencnle-coronole commendador, Kodolpho Joao Ba-
rata de Almeida.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes c Silva.
Juiz por devoran.
Jos Mendes de Frenas.
Juiza por cloi i,,.
A tilma, e ElBI. Sra. D. Paulina Theodolida da
Co.ta hara, esposa do Sr. Dr. Joto Duarle de
Paria.
Juiza por .l-v...-.o.
Esposa do lllm. Sr. Joaquira Bolelhn Pinto de Mes-
quila.
Escrivos por ilale|o.
l.uiz .loso da Costa Amortan.
Miguel Jos do Alenla Pernambuco.
. Escrivaes por devocao.
Capilao Jos Francisco Pires.
Dito Jos Lucio Honleiro de I-ranea.
E-criva.
A Illma. Sra. I). .Mana Brisida Villar Guimaraes,
raulher do lllm. Sr. Gaspar Antonio Vieira Goi-
rnaraes.
Escrivaa por devocao.
A Exm. Sra. D. L'mbelina Alcaulorada, molher do
lllm. Sr. Dr. Jos B-rnardo Galvao Alcanforado.
Procorador.
Luiz Francisco de Mello Tavares.
Mordemos.
Os srs. :
Antoniu I coiici-co Pereira.
Joaquim Fernandes Prenle Vanos.
Jos Joaquim Perpua de Meudunca.
Antonio Luiz dos Santos.
Jos Joaquim Das Fernandes.
Capitn Pedro Tertuliano da Cunha.
Vicente Jote de Brito.
Manuel Figueira de Faria.
Joaquim de Olivcira Mal,
Miguel Jos Barbosa Guimaraes.
Manoel Ferreira Itamss.
Joaquim Hiheiro Ponles.
JosJoaquim Pereira de Mendoura.
Jos GcAiralves Malveiras.
Jeronymo Joaquim Fiuza de Oliveira.
Jos Francisco l.avra.
Victorino de Castro Maura.
Alteres Antonio M reir de Mendonca.
Dito Manoel Joaquim da Silva Kibeifo.
Tabellian Joao Baptisla de Su.
lente Sevenano Bandeira de Mello.
Antonio de Oliveira Bamos.
Pnenle Ignacio Ferreira Guimaraes.
Antonio Luiz de Olivei,ra Azevedo.
Alteres Agostiabo Jos dos Santos.
Dito Miguel Bernardo Ouinteiro.
ieneule Joaquim Bernardo dos Beis.
Fr. Antonio da lledemprao dos .lujos,
negante.
de-
que
de
acto e das nossas raines alguma
que digamos
nema.
Presenciamos, adiando-nos na cidade da Babia, o
aclo solemne da cominiinhao das meninas do colle-
gio du irmles de caridade, e ficemos possoidos da
sanlidade do aelo e consideraran, que mereceu do
Exm. e Kvm. enchispo, do pre'si lente, cnmmandaii-
le das armas, de lo,las as aulori.1a.les c comaandan-
les de eorpos, que lodos galhardamenle Coocorre-
ram, como julgamos, tinbara ellos obrlgiclo, Sua
, l I Ulive un, nico recurso, e | Ele. (lvm. ,fz r,,,if;il , ^^. -c ; *
siras dos batilhoei da It i!na locaram dorante a so-
lemnidide. Emqnanto ao pessoil das meninas, no-
tava-se arranjo e decencia ; emquanto a arompa-
nlumenle das mestras ou fosse era reto de seus
bebitos ou deseo porte ipcolhrdo, bavia ura senli-
uientn de tns|e/a. AH houve serjnSo, mais as meni-
nas ole reciiaram oraces. Toda a pompa que presi-
um aquello ario bu gratuita e insignificante.
O ario porm da ;5 de Janeiro nio leve us lilvos
de festa de frailes: nao foi nem socrorri lo, nem
concorrida pelas ealoridedes, lmente o Kvm. eres-
peitebilissimo hisp, diocesano assislio. durante elle.
susiieilo escrip-
Ja esle feliz resollado princip.ua a'mai.i'foshr-se '"Vh^^V-""" l,cr-"1t Vir,u,le 1ue ,lellcs \e P0'1""
no recinto da cmara temporaria onde um illa.tr. j ",?T, S" S}??,0* "M '.....*,0"' """''''
encanlns da poesia e da msica!... Dramas seiuc-
era alemorisar o poro, etnpregar a violencia, c a
coactan : por esse leda porem foram frustrados os
seas planos, poique as autoridades policiaca compe-
netrarara-se de seus rigorosas deveres, deram inici-
ra observancia as terminante* recommendaroei dr
S. Exc. E7" 'o qiiereudo dc modo algum iiiter-
tir nas elelres, ,r-j
LIBERAL DE iSi DE SETEMBROARTIGO DA
REDACCAO' REVISTA BLEITORAL DA
PKOPINCIA.
S. Exc. primando como raralliriro que com-
prehende a lealdade de um gocerno rerdadeira-
mrnte emuercador, t progreuttsla, como o apregoa-
ra do al'.o do parlamente o chefe do partido...........
mendon-noe responder e eesegmar pelo ,......rgln
ofliciil o Diarlo de Pr/ion*Hro,qUeopresidenteda
provincia se haverie cuna naier impareialidade e
ceu nm projorln de le. sobro a guarda dos domingos
e dias sauliradn*.
Era lempo rom efleito do por un. termo a este
grande e vergouhosn escndalo em u.n paiz, que se
gloria de profeaaar a leliciao de Jesoebrillo.
Todos os esforcos do zelo pastoral lera s.do al
agora imptenles para ronler esta lorrenl, favore-
eida pela ausencia da educaran religiosa, pelas d.u-
Irinas materialistas, que invadiram estas picifleos re-
gides, e pelos clculos da iniaciavcl cubica.
A falla da edacacan chrisla, he, em minha opi-
niao, a principal causa dele funesto abandono da
sanclilicavao do Domingo. Se os pais de familia e .
os instituidores da mondado livessera o rndalo de
explicare seus llibos oo alumnos loda a Imporleneie -
do teiceiro preeeito do declogo e a esla imlAiCflo
juntassem o etemplo, guardan lo e fazendo guardar
pelas suas ramillas o saino repouso nessesdias, segu-
ramente na loriamos de g>mer sob esta deplora-!
vel le lillerenca ou e.pecie de protesto conlra a reo- 1
noiiiia e distribuirn dos dias .la semana, lao sabia-
mente eslahelecida pelo 'nesme Creador, na origen)
dos lempos, rrnove la pelo divino legislador do Eran-
gelho, e que pode ser considerado, pera servir-me I
que
Pois hem ; decidain os liberaes dc Pernainburo, queaqoi nio linha pr
que qmlilirarao .o ilevp dar .10 boinein. que depois 'superior aos parlido*. ........
na haver le.-i.lo o? maionv. ejogios ao Sr. coneetheiro j.....".... Tonda n expe t,. ',-' ,",
Sergio, depois de repetidas geoollexSM.e biiii adn-1 xa=, s. Exc. em j de jonho do corrale
s quei-
atino bei-
como as
em uma tribuna : entretanto qoe nossa alma pe- **** ';'l'r;r',s 'll' "m dlslinelo escriplor, como o sig-
rece que paima nas regioes etherea-, insoria nolna'*u"u,, e olemne do chrisliaieme, de lal surte
que via c sem poder relatar o que senlia. Muilas | l,"e- l'"r [('''' ;l Parte onde se vir u dia de Dos prn-
grara-, rao.tos parabena a Pernamboco, por -o achar '"l:"'" ou pcl" movimenlos de industria, ou pelas
fatigas i.ice-sanies .los Irabaldoa lerresircs, ou pela
agilacao dos prazeres criminosos, bera se poder di-
Kl eu isto,, em uma ierra infiel : A religio
i esta loda inteira no domingo, como oraio no sPU fu-
co, a..u.o o luirlo no seu germe, e pur censeeolnle
onde nao te observa o domingo, pdese diier, qne
he religio.
Ihaules naodeveiiam ter lugar em di, algum, quin-
to mais naquelles que sao particularmente consa-
grados ao cutio do Senhor. A reliman e o gosio re-
clamara uma reforma saudevel nos nossos Iheatros,
mrmente qumln i escolha de peras, dignas das vis-
las dc un povo mora liado : o su assim be que, eni
um pail eithulieo, se pod ra jaslifl ar a proteccio,
til. largamente llberalisada a iguaes espectacolos.
Nin nem .lira de cerlo. que o eximio lenelon era
iiiim.go doeqirogresfiM de arlo dremetiea, e romtu-
du he elle mesmo que, a (are do grande seculo, no
projecto sobra e tragedia, apreseniada a academia
trncela, invoca .lilamente a sevorulade das naces
rliiistaos contra essas peras qoe elle chama corrup-
toras c contagiosas, ehogeodo mesmo a desejir, que
ellas nio sejam eprrfei{o.das, afira de diminuir os
seus peroieioeo elieiloe.
Eis as poocaa linhaa que pude rpidamente tra-
rar sobre esle tilo visto, quanlo delirado eseumple :
iridio a honra de suhinelle-las a cunsiderarJu do
Instituto Calboliro.
Itomualdo, arcebispo da Pabia.
Soticiador Calholico.
lllm. Sr. coronel Tiburliuo Pinlo dc Almeida.
A hem da verdade, preciso que V. S. roe responda
em qualidade de coronel chefe da primera legiao
da guarda nacional, que foi deste municipio, o se-
guinle :
Primeiro, se constou a V. S. no nnno de 1812,
que bivio sollado ao sargento Jos Lnurenro de
Medeiros, mediante a quantia de I.Vljj em pecas,
as'im como se dispensara outros guardas uaciutiaes
do serviro por dinheiro e mimos.
Segando, se os cornetas do b.ilalhao do mea cam-
inando eram, ou nao 'pagos dos seos sidos em
lempo, e se andavam limpos e fardados ; e se V.
S. receben alguuia vez queixas dos mesmos corne-
tas, de eu me locuplelar dos seus sidos.
Terceiro, se era arbitrario na execucao das leis,
e se servi com honra e probidade e mea posto du-
rante todo i.mpo que V. S. fui chefe de legiao.
IJuarto, finalmente, se a denuncia qae foi dada
conlra mira ao Exm. Sr. bario da Boa-Vista, quando
presidente desta provincia, se foi, ou nao pelo meu
nnmign liga Jal Joao Nepomueeno Paes de l.vra, por
sacrcdila-lu : oque ndo i-.', le conseguir, por
nao pedia provar o qoe de V. S. dizia-
Pode portento, V, S. fazer uso de minha respos-
ti em ju.zo, como bem Ihe aprouver.
Estimo a saude de V. s. Altcocioso venerador
e obrigado, Jos Severino Cavalcanli de Alboquer-
que.
Diz o coronel Jos Cavalcanti Ferraz ;de Azeve-
do, que faz e bem do seu direilo, qne e merlina da
cullectoria geral I be certifique se foi, ou nao reco-
Ihido a mesma collectoria o producto de arremata-
do de uma vace.i de ausentes do eugenho tjricc
em forma que faga f.
P. ao lllm. Sr. collector das diversas rendas, que
Ihe delira.E. K. Me.
Parn Victoria, 27 de Janeiro de 1857. Areajo.
Em virlude do despacho do Sr. celleclor, certifico,
qne dos livros de receila consta ter sido recib i,
a quantia de onze rail e quinhenlos reis, producto
de unoi arrematarlo qoe faz ra-nr.iu a peliclo co-
pra, cuja quantia ja Toi recolluda a Ihesoorarii
e liara constar passo o presente. I Collectoria di
Viderie,-i7 de Janeiro de I8.">7.
O escrivao.Joiu Cavalcanti de Alhuquerque.
Diz o coronel Jos Cavalcanli Frrea de Azeve-
do. que a bem de sen direito convcra que V. S.
mande o eeerlvSe Albuquerque Mello, que certifi-
que ao pdesti, se recebeu todas a, cusU, do in-
ventarlo do finado Francisco de Abreu Pereira, do
eogenbo Quina, e se nio teve ordem minha como
joiz na occasiao que vi a cnl-gem dos autos, para
so receber um da de estada, e ,,.> dous tumo esla-
va contado, e se c conla eslava gad, pelo sup-
plicanle. Devendo V. S. despacha,, nao obal.ui.
feria, pe, ,c. ,,ara run.laineniar rcsposl. crime em
que penga u direito do supplicante, se nao despa-
char. '
I,en! *" Sr'JUZ mo"icinal '"PPlente defi-
ra. K. Me.
D.Victoria 7 da Janeiro de 1837. Barros Pi-
raenlel.
Era virlude do despacho s.pr* certifico, quepo,
ordem verbal do supplicanle, qu.ndo juiz deix.i de
recelier parle das cusas, por conhecer-M haver tr
ro ne conlagem, islo he, haver-se coot.do am da de
estada de mais para cada empregado.
t:erlilico|igulmenle, que e coniegem nao se acl
assignada pelo supplicanle como joiz.
O referido he verdade, e dou fe. Victoria 7 de
Janeiro de 1837.-0 eKrivao interino, Flix Oavel-
canti de Albuquerqae Mello.
Esta' conforme ao proprio original, ao qial me
repurto e dou fe. Victoria 2 de Janeiro de 18.Y7.
En Bellarmino dos Sanios Bolclo, eeertvan e et-
creri.
lllm. Sr. Joao Vieira de Albuqoerqoe Lvra.-Fii-
se-me preciso que V. S., em abono da verdade, me
declare ao po desla, se qoando pg H emils d
inventario, que se proceden por mo.le de seo ante-
cessor, Francisco de Abreu Pereira, ao eserivlo F-
lix Cavalcanli de Albuquerque Mello, se nao houve
algum discomo de cusas, ou senao deixau d* receber
parle dellas ; e perrnitla-me que faca o oso que re
convier de sua resposta.
Dos guarde felizmente. Cidade da Victoria 8 de
Janeiro de I8.V7.
Sou de V. S. attencioso venerador obrigadoJosas
Cavalcanti Ferraz de Axevedo.
lllm. Sr. tenente-coronel Jos Cavalcanti Ferrax
de Azevedo.-.Na occasio que pagnei as cusas do
raen antecessor, Iranciscode Abreo Pereira, eo es-
crivao Pe,, Cavalcanti de Albuquerque Mello hue-
ve um disconlo de cusas do dito meu antecessor o
pode fazer o uso que Ihe convier de minha raspo,!..
Dos guarde a V. S. felizmente, pois sun com .es-
peilo altencioso venerador e criadoJlo Vieira de
Albuquerque Lyra.
Eugenho Carle 8 de Janeiro de 18Y7.
Beconbeco verdadeira a firma e sign.l ,opra. ser
a propr.a do as,g,|c, do que dou fe. Victoria 10
de Janeiro de I8YT.
Era teslemunho dc verdade, eslava o signal pu-
blico. O tabelhao publico, Flix Cavalcanli de Al-
buquerque Mellu.
Esta' eaalareac com a proprio oricinel, eo qual me
reporto e dou f, Victoria SO de Janeiro de I8..7.
Eu Bellarm.uu dos Santos Relca>, eserivlo a es-
crevi.
Estavam sellados e reconhecnlos.)
SSrtrferte.
ASMIMIlS MEMORIAS OI El EM NATI -
RAL, ESCRIPIAS EM DB7 MIM TOS.
eu o haver submell.do a conselhn de disciplina na nua-1, ':''""" '"" """"<
i.a.a. .i. >.ii.____,._. - _....._. ...,' i 1 Men nascirnenlo.II 'Inhe edanacao.__III M___
ypubkactb \ w ,
le posse de croaluras ilo recommendaveis,
dignas din-clora e mestras do collegio da Concei{lo,
As uo.s... i Iras se precipitan! e se confandem, ,i
nossa peona, o nossas exprseles sao pobres para eo-
piar, nao dizemoi as eniociles trousa impossivel
mas a dinrrilo e desempenho do qne se devia espe-
rar, no arlo das mes.ras e ,|, meiunaa, c se a ordem
era nm wcripto, em orna descripcaa romo esta, ral-
lar, u.io i.- eeeusen
lidide, ali'-m decomreotlo que amia no-, abala.
.\s nove hor.-i- da manilla do diau>", do correnle, em
INSTRUCr.AO PRIMARIA EM PEB-
NA.MIil GO.
O lllm. Sr. Dr. Antonio de Vueoneellea Uenezes
i de Drummoiid, reruiilieceudo que pelo excrlleule
i melhodo Caslilho. iiversos exercicios encherladoe na
Em verdade, a confronlacJfo do qne e panm aoa '"'* *'** ''S*** aiom beber os meninos rudimentos
ja rnnle.'., ,...., nnibi- ,l""""""'' eD,re "M<. e " Inglaterra e us Rslados- lp mu"0,i conhecimenlns. que posteriormente faci-
lilam o estudo das srienciasu, acaba de Iraduzir do
frencez para o nosso idioma nm pxcellpnte compen-
dio de Historia Romana, na forma a mais adaptada
,*, tnica, iheol. i hii'l. lom. II, lib. j-, cap. .
idade de capillo mandante da quarla companhia do
batallulo do mea commando por reiteradas desobe- i
diencias no comprimento das ordens do serviro pu- !
blico ; e qoercmlu elle vingar-se de mim, apresen- 1
tou a felse denuncie, que nunca a pode provar, da ;
qual boje lenoam mOo meus inimigos polticos desta
cidade pare me desmoralisar perantc o publico, e o
governo.
Pennilla-mc, que faca o uso, que me convier de
sua resposta.
Sou, dc V. S. attencioso venerador e criado,
Jos Cavalcanti I-erras d'Azcvedo
Viclorio, -2!) de outubro de 1856.
lllm. Sr. coronel Jos Cavalcanli Parral d'Aze-
vedo.Respondo, primeiro, que nunca conslnu-nie,
que \ S. livesse sollado o sargento Jos Lourenr;o
de Medeirae, mediante a quantia de I5QQL e menos
qoe dispensa-su pur dinheiro, ou mimos, os guardas
nacioneee do serviro.
Segundo, que os cornetas sempre ?ndaram pagos
em dia, e ale mesmo eon-lava-me por elles, que V.
S. mullas reres Ibes a.liantou seus vencimentos e
sempre os vi fardados p limpos.
Terceiro. emqnanto exerc iir.'rlivaincule n posto
de chefa di pnraeira legiao, nnnea foi V. 3. arbitra-
rio, entei observador da le, fazeu lo ju-lira ios seus
sobordina os, icrviudo eoen honra, proMdedr, e
zelo o seu poeto.
Finalmente, que eesa denuncia filsi Tai dada ao
P^xm. bar.lo da Bot-Visll, qoando presidenle desla
sollr.mel.._l\ P,,r,,.s._V KpC4. nU,.
_. .,"]/"" "'?II H'solucio ir..portanl..
Mil O que fui e o qe poderi. ler sido. |\
Principios re.peilaveis. \ Mpus mh. \|
Minlias oversoee. \|| Analve de mmha vida.
- \III R.r.,,p,a, ,, r,. XIV Meq j|a_
|dilo.-\\ Lpisiol. dedicatoria ao publico.
CAP1TIL0 I
Meu aeeeisnento.
Aos 12 de maico de 1763, s.,hi das Irevas e vi a
elari.lade do da. Uediram-aee, pearam-me p bep-
ti-aram nie Nasci ...m .ehrr porque, e meus paren-
tes agradereram ao no sem ssber o que
. AP II LO II.
Mmha rdurarAn.
Eneinarem-sne lo.la a ca.la de coosas, e lo.la a es-
pecio de tingue.. A'fosca de ser rbarlaiao e m,| ii-
deato, penej eleuraas vetea por sabio. Mn.bi rebe-
ca liiiiiou-se nina bibliolbeci truncada de qae ron-
servei a chave.
capitclo mi.
Meus sotllimeilllia.
lui ilormentade polas pjpairee, pajea elfaiates
qne me fas.....i mapa aperlada, p. las mulhere-,
pela auibira i. pele amor prenria, pelea pasma inn-
Iris. pelo- soberanos e pela. l.onlT.iiira-.
CAPITI LO IV.
Prieacjea.
Fui privado dos iros grasMea goos de e-pene bu-
mana : do roubo, da gnleMco e do oigulho.
CAPITULO V
Fpocb.s nieinoraveis.
Na i lado de titula anuos reuiiuriei o dan-i ,,e
de querenti, agr su an bello evo; na en>eta>
eoentr, ' opiailo puUeH ; na de .essenla a paanar,
e me lornei um verla.Ie.ro -ab.n. oo egoisla n qu
he SMIOhilllO.
r
L
i

MUTILADO

-



1
DIARIO DE PERNAMMCO SABBAD07DE FEVEREIRO DE 1857.
CAPITULO VI
Retrato moral,
lu Itimoso como un jumento, caprichoso como
urna immorade.ra, alecre como um menino, preuui-
coio como urna infirmla, e activo como tonaparle.
CAPITULO VII
Resol aguo iinporUnle.
N,lo me sendo nunca possivel fairr-me senhor da
rmoha phyaionomia, I ir m-i as rodeas i minha lio-
gasa, i conlralii o mao habito de pensar cm voz alia.
Islo (aosou-me aluous momenlos de prazer, e aerar-
relou-me iunneiii.>* inimiqos.
CAPITULO VIII
O que fu i e o que portera ler sido.
Fui muilo sensivel air.isade e confanca e
se tnesse nasciilo na irlarte de ouro, leria sido tal
vez um completo bom Immem.
CAPULLO IX
Principios respeila\uis.
.Nuica fui implicado em negocios de casamentes,
neni de compailreseo. Nunca recummenrtei medico,
nem rosiulieiro, e por isso nunca alleulei contra a
vida ilo roeu semelliame.
CAPITULO X
Meus gustos.
Goflava das pequeas sociedades e dos paswios
nos buques. Tinba involuntaria veneracao aosol e
o seu oecaso muitas vezes me intrislecia. A respeilo
de cores, prefera o azul, rie comida carne de vac-
ca, d; bebida agua Iresca, de espectculo comedias
e farras, de homens e mulheres s phjrsionomias
fraaeid e etpreuivas. Os corcun.ls rt'ambns os se-
xo tinliam para mira um allraciivo que nunca me
fot pt.ssivel definir.
CAPITULO XI
Minhas averses.
Tinha iledicado aversAo nos tolos e tratantes, as
mull 'res intrigantes que querem inclinar-se a alTec-
lago eausavam-me asco, cn?ava-me piedadaos ho-
mens que ae liogian e as mulheres arretacadas ; ti-
nha aveisDo aos ralos, aos lirore, a melaphysica, e
ao ruibarbo ; e horror i juuica e aos aniraaes datn-
uado!.
CAPITULO XII
Analyse da minha vida.
Espero a morle sem temor e sem impaciencia.
M niIm vida foi um mao melodrama de craude es-
pecibalo, onde reprsenle! de heme, de tyranno, de
amoroso; mas nunca de criado.
CAPITULO XIII
Recompeusa do co.
A ninha gratule felicnlade he de ser totalmente
imlep mi lente dos tres individuos que regem a Eu-
ropa. Como sou bastante lico, ni o trato de nego-
cios, e bastante indiflerente i msica ; nada tenho
por conseguiule a ver eom Rolluchild, Mellcruich e
Rossi ji.
CAPITULO XIV
Meo epilaphio.
Aqu se riepz
Para repousar,
Cnm urna alma estragada,
Um c(ir-(;.i.i eihauridn,
E um corpo candado.
Un velho diaho finado.
Senhoras e senhores, passai !
CAPITULO XV
Epstola dedicatoria ao publico.
Can de publico OrcAo dissonante das paixet !
tu que elevas ao co e chafurdas na lama, que exal-
tas e calumnias sera saber porqae. imagen) do
alaude, echo de ti raesmo. 'I \ ramio absurdo, f-
gido do hospital dos doudos, extracto dos venenos
raais snblis e dos msis suaves aromas. Represn-
tame do diabo junio da especie humana. Furia com
nwscira da pieda.le cbristAa, publico que tem na
miuhi juvenludc, respeiltiaia idadij madura, e des-
prezei na velhice, he a ti qot dedico as minhas me
ruoriiis. Ceiilil publico, eslou emfm fiira do leo
alcance porque eslou morlo, e por conseguinte sur-
do, cjgo e mu.I o. Ponan tu gozur destas vautageus
para leu repouso, e o do genero humano.
(L'lllustralion.)
(Braz Tizona.)
l-tf&sisfeftfic.
r-BACA DO RECIPE ti DE FEVEREIRO AS
3 HORAS DA TAKDE.
Cotage* olliciaes.
Assu :ar mnscavado americano29980 por arroba
com sacco. ,
Frete para algodijolp> e S \ para Liverpool.
Dito para assucsr42|t; e 5 para o Canal.
Camliiu sobre Londres28I|8'K> d|v. v
Dito sobre dito28 |;t i',n d|v.
r'rederico /("(Xlliuri/,presidente
P. Borget, secretario.
futuro, se ha ile arrematar por venda a quem
mais der, depois da audiencia desle juizo,
na sala dos auditorios, a casa terrea n. 27,
sila na na Direita da povoaco do Afoga-
do, no valor de 1:500/, a qual foi penhorada
por exeeugo de Miguel Jnaquim da Costa &
C, contra Antonio Atines Jaconie Pires.
E para que cheguo ao cunhpcimento de
lodos, manilei passar editaes, que sero pu-
blicados pela imprensa e allixados nos lu-
gares designados no cdigo commercial.
Dadoepasrado tiesta cidade do tecife, aos
9 de dezembro de 1850F.uMaximiano Fran-
cisco tiuartc. escrivo o subsrrcvi.
Anselmo Francisco Pcretli.
O lllm. Sr. inspector da tliesouraria
provincial, em cumprimcnto das ordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
convidar aos propietarios aliaixn mencio-
nados, entregaren) na mesma llicsouraria,
no prazo de 30 dias, a contar do dia da pr-
meira puhlicagiin do presente, a importan-
cia das quotas cooi que devem entrar para i
o calcamento das rasas da ruii do Bcberibe!
caes .le Apollo), conforme o disposto na le i
provincial n. 330, admitlindo que a falta da
entrega voluntaria ser punida com o duplo
das referidas quotas, na conformidade do
artigo G do regulamento de 22 do dezembro
de 185*.
X. 13 A--f;ulhermna Candida Pereira.
43 Jos Antonio de Araujo.
43 Eduardo llenrique Fox.
45 AViuva Lasserr.
47 Antonio Pedro das Neves.
Os senhores que lixciem de remeller eseravos e
quaesquer volumes, tejara de carga ou encommen-
da. deverAo ir a agencia no da da ehegmla do va-
por, Para sa COgljar a que poder ser reeebido ; no
da da saluda rnenle se admitiera pasagciros edi-
nheiro a frele. at as horas do expediente : agencia
ra do linpirhe n. 10, primeiro andar.
Cl3*&
45/
150/
60
o
150
-/
450/
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario Secretaria da
thesouraria provincial de Pernambuco, 6 de
feverciro de 1857.0 secretario, Antonio Fer-
reira da Annunciagao.
ttl*ra>e*.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. 60 d. v.
Pars, 3O a3ilrs. por fr.
Lisboa, 93 por \ de premio.
( Ido de Janeiro, 2 por 0|o de descoolo.
Acc, a compaiihia de Beberibe 34S000.
c compauliia Pernumbucaua ao par.
o o Utilidade Publica, 30 por canto da premio.
a d> estrada de ferro 20 por 0)0 de prem o
Discoiilo de leltras, de 8 a 10.
Dilu do banco8 a 10,
t)un.Oncas hespanholas. 289 289.500
Moedat rie 69100 velhas .... 101000
" 1.--1MH novas .... 11.. n h i
43000.......95OOO
Pra.a.Palacoes brasileiros......29000
Pesos columuari s. . 29OOO
mexicanos.....' I986O
DIRECTORA DAS OBRAS MILITARES.
Quem pretender arrematar os reparos que
tcm de fazer-se na casa da guarda do palacio
do1 governo, achara na directora das obras
militares o respectivo ornamento.
Pela mesa do consulado piovincial se
faz publico, que os 30 das uteis para o pa-
gamento dos iuipostos de qualro percento
sobro diversos cstabelecimeutos de 1:200?,
sobre casas que vendem bilheles de lotera
de outras provincias ; de 40900 sobre casas
de modas, e de 209000 sobre casas de jogo
de bilh.r do atino liiianceiro de 1850 a 1857;
se principian! a contar do !. de levereiro
vindouro. .Mesa do consulado provincial 30
de Janeiro de 1857. .No impedimento do
administrador, Iheodoro Machado Freir
Pereira da Silva.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselbo administrativo tem de comprar
o seguinto
Para a obra do Hospital Rcgimental.
Vidros pequeos para vidracas 700, taboas
de cedro de assoalho du/.ias 2, ditas de ama-
relio dito duzia 1, lijlos de alvenaria mi-
Iheirs 2.
Quem quizar vcnder.apresente as suas pro-
poslas em cartas fechadas na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 13 do corrente
mez.
r Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para fornecimenio uo arsenal de guerra
6 de feverciro de I857.-Antouio Gomes Leal,
coronel presidente interino.Bernardo Pe-
reira do Carnio Jnior, vogal e secretario.
A junta qualica-lcra da freguezia do
Santissimo Sacramento de Santo Antonio
desta cidade, pelo presente faz saber a todos
.os moradores .la mosuia fegrezia, que est5o
* no caso de volar c screm votados, que nesla
data tem Coocluido os trabalhos da qualili-
caeflo, e alxa o no iuierior >ia igreja ma-
triz da mesma freguezia, a lista dos cida-
diosqualiicados, de que trata o arligo 21
da le n. 387 de 19 de agosto de 1816, e por
isso ten- interrompido por 30 dias) os traba-
lhos da mesma juma iiccil'e, l ite levereiro
de 1857.-Ceetano Pinto de Veras, juiz le
paz presidente.JoHo Hanoel do Castro, pri
meiro secretario. Melquiads Antunes jt
Almeida, segundo secrctario.-Joiiquim Fran-
cisco de Torres Galindo, escritador.Dioni-
zio P.ibeiro do Vasconcellos, escrutador
ALFAMDEOA.
Henilmenlu do da 1 a 5. .
Man do di* 6 .
57:6139116
21:7129339
7K325H55
Oe-icarretam hoje 7 de fevertiro.
Cal -ra ingleza(icnevievemercaduras.
Brigue inglez(ireciaiibacalbo.
Bri:oe inglezPorliamercadorias.
Bruue dinamarqoezAuna Mariabarricas coro
ganes**.
Ili;leCoireio do Nortefumo e charutos.
IM POR TAC.IO
1 late nacional uCorreio do Norte, cossignado a
C. C. di CostaMoreira, vinloda Bilua, mainfestou
o si guinle :
3>K) caixmhas cli n ,11 j- a Domingos Alves Ma-
lla ala
11 saecas cum II arrolus de caf. 2 fardos com
120 arrobas de tabaco em folha ; a Manoel Joaquira
R." nos e Silva. 1
2 caixOes com 136 caixinhas comediar utos ; a
lsaic Curio i (. mp.iirn i.
I caixilo com 229 libras de cha, 7 barricas com 21
iilq i""- de tapioca, 5 saccas com 380 libras de lio
de ataadle, 200qj;irlinha<, | uilia de loori vidra-
da, 30 fardos com 187 arrobas de tabaco er folha, 1
pacote, 27 caxoes e 117 caxiiihjs com 223,900 clu-
rutos, 200 feixese 20U betas de pe^as de piassaba ;
a ordem.
CONSULADO UKIIAI..
Reidimanto dn da I a 5. 27:269T0'|->
Idnin do dia 6....... 7:2I65082
V1ELBADA SILVA PABA'
Leilo de barris com cnl.
, No dia 7 do corrente mez, ro melo-
da, a' porta do armazem, em rente do
trapiche do algodao, se Jara' leilao de
100 barril de cm pipa, vindoscom cal
de Lisboa, e t|tie so ptimos para setvi-
rem para embarque.
Johnston Pater ..V C. Ir.insliiinm,
por cauta da ciiuva no dia , para ijiian-
do tinha sido animnciado, o sen leilao de
grande sottimento do tazendas nglezag,
e por isso sera' ellectuado segunda-
feira 9 do corrente, as 10 horas da ma-
nluia em ponto.
O agento I'estana far leilao por conta
de quem perlencer dos salvados do liiate An-
glica, cpnsislinilo em una porcilo de polia-
me, cabos de linlio'e de cairo em bom estado,
e alguns novos, 4 ferros, urna roda de leme,
urna vela grande, urna latina, um redondo,
Urna bujarrona, urna vela il'eslaes, una po-
laca eguarincoes para bomba ; ludo se acha
patente ao exame dos compradores, no lu-
gar do trapiche do algodao, junto ao arma-
zem do Sr. Guerra, onde sera feito o leilao,
terca-faira 10 do corrente pelas 10 horas da
manhSa.
O agente Borja far leilao quinta-fei-
ra, u do correte, as u horas da manhBa.
em seu armazem na ra do Colegio n. 15'
de urna inliuidadc de objectos de difierentes
qualidades, bem como obras de maicineria
novas e usadas, consistindo em una escol-
ente secretaria de Jacaranda com podra, di-
versos guarda-roupas e guarda-vestidos de
mogno. commodas, camas fraucezas, leitos
para crianza, mobilias completas para sala,
etc., etc., candelabros, lanternas, vasos e
enfeites de porcellana para mesa, vidros c
lonjas diversas, hijoulerias e oulros uiuitos
objectos, etc., que fra impossivel mencio-
nar, os quites se entregaran sem recusa de
qualqiier preco maior nirerecdo ; assini co-
mo una cxcelliuto canoa do c-irroira de
amarello, com bastantes commodos, a qual
se achara exposta no caes do Collegio. Ncs-
sernesmodia tambem far leilau de um ter-
reno com 37 palmos de frente, 300 de fun-
do, annxo ao sitio de l). Joanna dos Pasaos,
com frente para a ra do Sebo e para a ra
nova do Limoeiro : os senhores pretenden-
lea que quizerem algumas informacoes a
respeilo, dirijam se ao supradilo armazem
do agente annunciantc.
I
-sa- ..
Ten ax j
J bKOltAS PRECIOSAS- I
* *'
i
Aderecos dp brilhanles. *
\ diamanles e perolas. pul- ^
V \eiros, nllineles, brincos ?'
e rozelas. Iiole e aunis '?
de dilferi nl-'s gnslosede
?tni0od ''F^wXm&b*
31:1839111
DIVERSAS PROVINCIAS.
11 ndenlo do din 1 a 5 ....
dem do dii 6 ....... .
1:718*475
5661300
2:28Ss773
KKCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Htndimenlodo dia 1 a 5.....2:7989169
dem do dia 6........ 3738585
1719734
CONSULADO PROVINCIAL!
Hnndlmento do dia 1 a 5 15-2789165
dem do dia 6....... 3:777*508
19:055:973
Navios entrados no dia 6.
Ierra NotaS8 dias, barra ingina Midas, de
249 toneladas, capillo Thomaz Watllake, equi-
|iagem 1, rarca :t.2tK) barriea com baralhio ; a
}>iioiiders Uretlier. ,V Csmpanhia. Perleoc ao
inesmo pon,.. Passageiro, Joba Gardiner.
I. lile Baj3.1 das, brigue nalct Clianticleir, de
220 tnoeladas. ca|iii|i0 W. II. Poli, eqoipagem
K, carga 2,?) bu i ira. emn liacalhao; a Schramm
WMM) A (..iiii|.,nliia. I'erienre a Londres.
Ilio de Ja..e.ro-2K das, barra pnrlogueza Em-
pr-jai), d< 2->9 loo l..,!a., ca(,i(,io Jo da Coala
Neves. eipiipagem 10, raiga I:M> toneladas de pe-
dra; a Nov.e, & Coinpanhia. I'ertence a Lisboa.
Monles.de.- .1 das, bogue hespai.hol ..Serapliiim,
d 203 toneladas, capillo Joto llap||a Marle,
eqoipagem M, e.. lastro; a .\.rirn irn).-lus.
I'ertence a Barcellnna.
1 rra Nova:W das, barca ingleza odiasen, capi-
llo Joeeph Jarvis, carga 3,060 bartlen com ha-
caln.ni : s Jnlmston Paler tcnce a Greeiioik,
Navios sabidos no memo dia.
Bnhial'alacho bra-ileiro iiEspcranrau. meslre Ma-
noel Ji.s da Rocha, carga arroz e niilho.
Ilivanallrigne he-panlinl .pepita, capillo Sal-
vador lintel, carga parle da que Iroute.
Portos do sol Bngne inglez iChanlfclehr, coma
mesma carga que Irouie. Sospenleo do lame..
rAo.
Sihio o vapor Inglez rfCell. para os porloi do
sil.
c*5i
c.
(.) Dr. Anselmo Francisco Peretti, coinmcn-
dadorda imperial ordem da Rosa, e juiz
de direito especial do rommercio, por S
M. I e C. etc.
Kaco saber aos que o presente edital virem.
que no dia 12 de fevereiro do anno prximo
CEARA', MAUXNAO.E PARV.
Segu com brevidade o palbabote Sobrsl
recebe carga e passageiros: a tratar com
Caetano CyriaCO da C. M., na ra da Cadeia
do Kecife n. 2.
Para o Rio de Janeiro galle no dia 8 de
fevereiro a nova barca Recife, de primeira
marcha ; s recebo carga niiuda e passagei-
ros, para os quaes tem espagosos e aceiados
commodos: a tratar com Alanocl Francisco
da Silva Carreo, na ra do Collegio n. 13,
terceiroandar, ou a buido com o capilo
Manoel Jos Kibeiro.
Para l.i-li i.-i pretende sabir com a maior
brevidade a barca portugueza Gratidao :
quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, trate com os consignalaiios Tho-
maz de Aquino I'onseca A F.lho, na la do
Vigario n. 19 primeiro andar, ou com o ca-
pilo na praca.
Para a ilha de S. Miguel, o brigue por-
tuguezOlivcira, tem promplo quasi todo o
seu carregamento, e pretende sabir nestes
quinze dias : quem pretender carregar ou ir
de passagem, poder eulender-se com Jo3o
Tavares Cordeiro, na ra da Madre de Dos
n. 36.
Companbia
FliUGO-AlEKICAM
Le
vapores fcaticezes
Havre.
do
Espera-M do Rio de Janeiro o vapor francez
FKANC-COM'IOIS, commaiidanle Fournicr, em
viagem para o Havre pelo) portea de e-cala : par
rete e pa*sdg.?irus, na roa do Trapiche n. 11.
ATTENCAO.
O vapor de reboque Camaragihc est
prompto para conduzir. os passageiros do
vapor hamburguez, e levar as pessoas que
daqui quiZdreni ir, com toda promptiduo.
Pernaiiilxieaia.
O vapor Iguarnssn' esperado ue*le porto dos do
sul no dia 7 do correla, partir paraos do uorle
ale o .lia 13 : para carga e pasaageiroa, no respecti-
vo esrriplino, no largo da Assemblcu n. 10.
Coiupaiiliia brasiieira 'de
j) jii tes ;i vapor.
0 vapor PARAN' ruiniii.m lame francisco Fer
reir Borges, eapera-M dos porlos do norte era se-
gounenlo para os do snl ate o dia 12 do corrente.
&P0O* &ktt0*.
SiS
PARA 1857,
?
*
? diversas podras de valor. ?;
)? *
* 1
* Compram, ven.lem ou ?'
trocara pral.i, ooro, bri- *
lhaBhn,diomanlesa paro- a.
I0REIRA k 01RTE.
L6JA DB BlillIVSS
Ra do Cabuga' n. 7.

OlllO K PHAIA-
Iteeelien, por to-
dososvaporeHtln Bu-
ropa sobrasilo mais
l^.l loderiio -oslo, rmi-
< de Franca con>o
j Adereros completos de
m ouro, meiosdilos, pulcei-
-
i-
{ ou por obras.
.?????.* m?;? *;?.-? ? ,<
ras, allincles, brincos e
ro/elas, conloes, Irance-
lins. inedalbas.correiiles
y e enfeites para relogio, e
.T. oulrosmuitosobjeclosde
: ouro.
2 Apparelhos complelos,
^ de prala, t.ara cha, ban-
1^:;'., salvas, easlifaes,
collieresde sopaedecha,
t e mullos oulros objectos
-. do prala.
de Lisboa, as quaes se vendem por
prego commodo como costumam.
COISLTOR10 HDIOPATHICO
D^ ? isa 2a(>BO m3&^*
r, i -*** ts. tr t^.-;jv r**ar',jK^^m. 3--.
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tintaran como
em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por procos bastante commodos :
PltKgos FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita de 24 o .
Dita de 36
Dita de 48 n .
Rita de 60 ii o
Tubo* avulsos a......
Frascos de tintura do meia 0115a.
.Manual de medicina homeonathica do Dr. Jahr com o dic-
con.ifto dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. Ilenry. .
rratament do cholera morbus ." .
_______ Kepertorio do Dr. Mello Moraes '.
10/000
15>000
2t!;0(lll
859000
309000
lOO
29000
209000
10(000
2/000
6000
A pessoa que quizer rebater duas let-'
iras aceitas pelo sr. Antonio (ornes l'essoa :
morador na ra da Manguei.a, sendo um '
ua quantia dc40ll?000 a vencer no dia 12 de !
mareo, e a outra de 650/000 a vencer-so em
1 de maio, ludo do corrente auno, pudo
AVISO.
Os berdeiros do casal do fallecido
procurar na ra do Rosario da Boa-Vista n. ,lrancisco da Silva previnem ao respeitavel
13, visto o possuilnr .las lettras ser militar PU.D,IC0> e ter de se retirar para a provincia do lo J'"zn ,)o C0ll,""'l('i" desla cidade contra An-
Grande. Itonio Comes l'essoa e seus lilhos, por quan-
c
Grande.
Dcsappareccu na noite de 5 do corren
-----...- HU0VH v ol uj 111 tur j'oi viiaiiii-
tiri sii(trit)r a oito cnulos de ris, afim de
te urna cscVava de "no me Ced,;,"dld""u3Ue ?,nr?..e ?"UTC C0 .s dl0S devei10-
represenU 28 annos, cor preta estttura e res''v' da ""''Vl-teca dos bens que pos-
neia dentuC, callel.! SK^E ^S^S^T"^' Ant"' "' **"
dos, secca do corpo, falla groasa, levou urna
trouxa de roupa e kc desconlia ter ido para
Monleiro, aonde tem mi: roga-se as auto -
ndades policiaes e a qualquer capilao de.
campo que a appreheiidam e e:itreguem nes-
oSl na Ca?- de Gouveia & 'Clle' rua 'l0
vueimauo n. 2/, onde se pagara qualquer ment que no dia 14.1o corrente indub
velmene toriio comeco os bailes popull
ULE POPULAR
n MASCARAS E FANTAZTA.
revine-se aos amadores desle divert-
udubita-
ares
Acliam-so a' venda as bem conliecidas
folliinlias. impretsai neata typographia,
das Kguintei ((nulidades :
FOLHIMJA KKLKJIOSA, conlendo alm
dos mezes, a bibliotbeca do christao
brasileiro, que se compSe de ora-
cOosquotidianas, inelhodo de assistir a
tnissa e conlissao; cnticos, psalmos,
bymnos, oliicio de Nossa Senliora da
Conceirao e muitas outra* oraches de
graode merilo,|pre^o. ... 320
DITA SIMPLES, conteudo alem dos me-
zes, a le dos circuios e vatios tllel-
as de unoslos gerae, provinciae e
lUnicipaes, preco. ->^y
DITA DE PORTA, a qual alem dos me-
zes tem explicacOet das indulgencias e
excoinmunhr.es, etc., preco. . ICO
DITA DE AUIWAK, a qual alem dos
mezes, contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commercial, e industrial da
provincia, por.........,-,q()
Todas estas oll.inlias sao impiesss em
lioin papel e e\cellet:te typo, e vendem-
se empotcaoearetallio: na livraria da
iraca da Independencia ns. (i e 8.
SOCICDADE DE EXSAIO FR\?GEZ.
O primu.ro secretario declara rpie hoja ( 7 ) lia
sessao as .1 horas da tarde, na rua das Aguas- Verdes
n. 61.
'% ven<,enMer,ca cartas de jogar i)j
J (mas e opacas, pura voltarete, a @
preco conveniente : na rua do j
Crespo, loja de fzendas n. 15.
Lotera da pro-
vincia.
Coree liojt- s 9 horas.
P. J. Layme.
Aluga-se urna casa terrea com soto e
muitos commodos.a qualofferace proporcoes
para se montar qualquer esUbelecimento.
cuja situacSo he a meihor poss.vel, no pate
da Paz, rreguezia do Affogado, o seu alu-
guol ho commodo : a Tallar com o capitao
Antonio Congaivesde Moraes, na mesma po-
VOilCilO. *
Precisa-sede urna ama que saiba cozi-
nharela/.ero servicc interno de casa: na
rua doLivraiiientocasan. 20, segundo andar.
iiua Nova n. 34.
Madama llosa llardy acaba de' receber de
taris um novo soniuicuto de chpeos de
seda para senliora. tem igualmente tuna
grande quanlidadc do nreiles de caneca- e
multas outras fazenda que se vendem m
cotila.
Hn. redacloru -Chagan lo a meu conl.ecimeolo
que por alu ,e aatoalha ler eu ua rua do Cotovellu
ctluin.iiado e injuriado puldicaiiieiiie ao Sr. capilao
Jota da Silveira Honres Tavora. por occasi.io de
ser preso por nao ter aqueridado com o terceiro ba-
lalhao da guarda ...ciuiial a quem p,rleuce o dito
senhor capiao, e cu joalamenta como suarda de sua
compaiiliia declaro ao mesm sciiliur capua.. Tavo-
ra. e ao publico.ospecialme.iH os habilanUl da re-
ferida rua-que he la|. ler eu profendu laes insul-
tos cintra o d.lo senhur capiUo Tavora, nao so por-
que a mii.lia edocact lie ro.il d.Oerenle do proce-
ilimcnlo, que se me impaU.como n rqe .ecoiilic
que o senhor capilm lavora lie um muro dlftincta
|mr Mas Iioa- qualulades.
Eu que coaheco ptrfeitamnile oolras militas qua-
lidades apreciaveis na pessoa do maacionado senhor
capitn Tavora, aia pono deivar .le >cnlir.pri,r.in-
dair.enlc que em meu nomo se procure oflonder o
crdito e reputaclo do dito .Sr. eapilio lavara, a
quem somenle devo a atis bem merecida conside-
rarlo e respeilo.
HeciTe, -12 .le Janeiro de IS'iT.
Patricia Josc da Silva Snraira.
Deseja-sc saber se he vivo, c onde ac-
tualmente reside Antonio Gomes de Otiveira
natural da rreguezia de Pombeiro, e i|ue re-
sidir em o engenho i axuci a ua freguezia
de S. Colgalo de Una nesla provincia : quem
del e der noticia na rua do Collegio n. 17'
sera recompensado, o m.-stno se desoja sa-
ber a respeilo de Jos Anlonio Leilao, liiho
de Amaro LeitSo, natural da r.eguezia de
Santo Aili Ao de Oleiros, Conselho da ponte
da Barca, ollicial de lerreiro, c que resida
nesla provincia < niie Coi.nna eGoianninha
(Jornal do Commerciu deisou de ser
entregue bontem por ralla de distribuido-
res, pois que o enearregado desse trabalho
despedio-se na occasiSo que tinha da rece-
ber os ejemplares para distribuir . os se-'
nbores assignantes relevem mais esta bita
occasionada por urna cireumstancia inde-
pendente de nossa vontade.
Lotera
o Bio (le Ja-
neiro.
,," ^ ciiiieuie temo comeco os bailes popolaa-es
--- Precisa-se de um caixeiro para Uber- do carnaval, no vasto salSodO p.lacete da
na ue na 10 anuos, que lenlia alguma pra- rna da Prala, o qual esta convenientemente
iicai oo mesmo negocio : na rua da Cruz armadoe Iluminado, o qual sera minucio-
samente annuuciado por este jornal.
Sedas1* J'e. l^OO.
Chcgaram estas sedas demnitos e delica-
dos gostos, que se vendem pelo haralissimo
prego de 1^(000 a 1/200 o covado : na rua do
Oueimado u. 38, em frente do becco da
| Congregag-io.
Amanbaa 8 do corrente em Santo Ama-
| nniio^ havera cavalhadas, e os cavalleiros
i eslarao decentemente vestidos.
Reparticfio da vacciua,
Hoje deve ebegar o varor hmburguezLo?if?,f"?!?r0 cinador vaccina as
com as listas da 30 loteria da casa de corree- uo:l'lgos de ludas as semanas, no
gao da corte ; linda ha um resto de bilheles OOIa A'rt ri.Je^a, e as tergas -Ceiras na
para satisfazer ios amantes desteJOKO lici- ," s.ua les'dencia, primeiro andar do
lo, na praga da Jdependencia. leia n 3-\ _0,,raiJ,0 t n':' *'""*' esquina da do Sol, das
C ST.UIR & C- :" huras da man'iaa.
respetosamente annuuciam, que no seu ex-
tenso estabelocimento, em Santo Amaro,
continua a fabricar com a maior perfeigiio'
e promptidfio, toda qualidade de machinis-
mo para o uso de agricultura, navegacSoel
sr^e^^n^iol^tdormu^e t ,hft V^^ COm ^! de 0i"ives
geral lem aberto em um dos grande arm" i z ru.^ova'V '""'"'"""h a" P'te0
zens do Sr. Mesquita, na rua do -rum, aira/ estSc Xndn Zu T' Pt*,,C0' do arsenal do m.riiiha, um novw hr- continuadamente as mu
os melhoramentos alguns d.l1es ,,.?, se asi\toS? " !-."*
orign.es a que a experiencia de muitos an- ^^SS&mTSS ^ ^ '"^
nos tem mostrado a necessidade. Machinas; \iiiiiK ?p
de vapor de baixa e alta pressS ,, tachas de urna mulata, bonita ieura de r annoa en
todo tamanho, tanto batidas como fundidas Kornmadeira ,t.i '. ,-, !.
carros de mo e d,tos para conduzir frm.l: uman " : n.Cd.s'TSeimtnto
de assucar, machinas para moer mandioca, ao Nicho. rmchuras junto
prensas para dito, fornos de fciro bntidol O nhiiltn :.. i .
para farinba, arados de fe,vo da maisapp^o-( anuo ^wZ^^Z^^;'
vada conslrucg.o, fundos para alambiques, verno pr-.v ue.aC proteSde 2 Zn,
envos e portas para lomabas, e una iiilini- l>^i ticulai^la I ,., i
dade de obras de ferro, que sera enfadoid.'o \ er mainel % Su"|2 d.lc*ii ""
ssaassa
suas ollicinas e machinismo, epericii.de i.-. " f"'lt-"tC3 conchas : no paleo
seus olliciaes, so compromeitem a fazer exe-
cutar com a maior presteza c perfeigao, c
exacta conformidade com os modellosou
desenhos, e inslrucgOes que Ihe forem Tor-
neadas.
Deseja-se saber se morreram em l'er-
nambuco Luiz Dias e Narciso Dias. fillios de
Narciso Dias e Catharina Maria, natural dos
Barris, Concelho de Panella, om Portugal
assim como Justino Amonio Baptista, pessoa
esta que foi tnaritimo e tnoruva perto desta
cidade l|l do legoa, jul-a-sc ler sido na Ca-
des. Pedro ii. o
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca (amilia : na rua Direita n. 48.
Ag-encii foih i corrida.
Kua da Praia I.- andar n. i.',.
Claudin do llego Cima despachante pela
reparligao da polic a, t,ra passaporle para
dentro clora do imperio, c folha corrida,
por commodo prego e preste/a
uiuuu i| uo iegoa, juiga-se ter sido na Ca- punga ou Cacunda, era casado o =eus fillios S*^*^.'.^ & @vT;Si@
naluraes de Lisboa, lilho de Joo Baptista' ^ l)r- l'edro Antonio Cesar ?'-.
a ter falle- medico pela Facnldade de Medi-
- Precisa-se alugar urna preta captiva,;^ ;, ""' M ,C"W. "<; s,,a "
iue engmate e faca o mais servico de urna 12 aencia,^ rua Direita n. 100, %
asa, paga-se bem : no aterro da Boa-Vista,'1 s<"do andar. .-:1
9ja de bilheles n. 86. A pobreza tem consultas gratui-ffl

ilerta.
sadodoseu trabalho.
Precisa-se alu
1
ca
loja _.
O abaizo assignade, sollrendo por es- "^ lamente
pago de tres anuos de um cancro na race, a ,..I....'
combatendo em lodo este lempo lal moles- *?.-.. .., .' _ '.':
ta, nunca Ihe foi possivel obter a mais pe- W'&'&W^tte 0 Q^'^v'.'':^*
quena melliora ; a falla de meios o obrigou
a recolher-se ao hospital de carida le ; o en-
tregue ao cuidado do mili prestimoso Sr. Dr.
Pinto, pode o mesmo senhor no espago de 8
mezes restituir a vida a um pal de inno-
centes lilhos. Aceite, pois, o Sr. Dr. Pinto os
agradeci
podepag
Ihe conceda inuiios annos de vida e muita
felicidade. Recife6 do feverciro de 1857.
Manoel Antonio dos Praz'eres.
- Jos Antonio Loile fez annunciar pelos
Diarios de 9, Ule 12 de Janeiro prximo pas-
sado, e logo prevenio o respectivo tliesou-
reiro ler perdido na noile de 31 d dezem-
bro do atino passado, no desembarque de
Olinda, um quarto do bilhele n. !I7 da ter-
cena parle da segunda lotera concedida a
benelicio do convento do Carmo, que foi
extrahida no dia iu do dit.i mez de Janeiro,

Na padaria da rua estreita do Itosario n.
agradecinicnlos de quem por outra maneira ', 'l"" ,01 '' Sr- Gunha, coiilinu'a a ler as
nao podo pagar Uo gran le benelicio. Dos : l;e"1 jonhecidas bolacbinhas de dez rs., po-
ih .nn~..u ......,.. -------- rem linas, proprias para cha, assim como
aramia de soda e outras qualidades, por
prego commodo.
BILHETES Di LOfEHIA DO
RIO DE JANEIRO.
Jos Euzebio lves da Silva
pelo vapor "San-Salvador.., os
receben
- novos e
eli/.es billetes da 50 loteria da casa de
correccao da corle, extrahida em 2!l do
uotnesouienc, peraute o juiz privativo das. .\ln<;a-se o aima/.em n. .".2 da rna
lotenas, que ranosle caso o competente, el da Praia ,.,iu,..... .-_.'-,'
onde foi entregue por Agostlnbolde Sou.a^, '; V1 f ^Uun""> di'
Pinto o fjearto em podago, como consta do l l'cei!'a.. de San-lr:incisco : os!
icto de entrega e judlilicacio ; e porque de- Ple,ei|dc-nles dirijam-sc ao irmi
iois de luloisto ieilo, o ihesonreiro reco- l,'- "o Ii;o do Calmo n. 10.
iao minis-
Ibesse Uiesouraria provincial o premio
correspondente ao mencionado quarto,'
mandou o Exm. Sr. presidente da provincia,
que O anniiiiciaiiie ju>lilic^sse e novo pe-1
rante o juiz dos feilos da fazenda, e annuu-
ciasse por Ires das consecutivos, por isso
que faz o prsenle aiiniincio, alim de que, os
que se julgarem cun diruilo ao SUpramen-
r
Saii-Pedr
Abrio-se boje um excedente deposito
de massas linas, no (pial os amadores do
cionado quarto apresentem-se eom sua op- l>om, all acharSo oque de mcllior c\is-
posigo, nao sopefantc o l-xm.Sr. presiden- le no mercado.
te como no juizo dos feiljs na tbesouia-'
ra,-no prazo de 3 dias. Francisca Lima de Oliveira Santos, pro-
- Precisa-se de um coznheiro farro ou SfmPrt'C"l"do primeiro grao elemen-
captivo: na rua da CadeaT^J^esJ.^
cr.ptorio de los Pereira da Cu,.,,,. *' M i Z SlSMEME "''ele,,aC "'"',
Precisa-se de um ou dous rapazes de
idade de i> a 18 anuos para caixciio de urna
boa casa de molhados, em boa rua, prefe-
re-se o que estiver arrumado em alguma
taberna pequea, c quo por qualquer mo-
tivo justo queira sabir: quem se julgar ha-
bilitado dinja-se a rua do Queimado, loja do
Sr. Joaquim Monleiro da Cruz, n. 23, ou ua
praga da Boa-Vista botica n. -11
RogS-se as pessoas que se julgarem
credotas da casa do Calecido Manoel do Reg
I ima, queisam apresentar documento das
dividas justicadas a viuva do mesmo Lima,
para serem pagas : na rua das Cinco Ponas,
casa terrea n. I3fi, nestesoilo dias, a eontar
de boje ."> de fevereiro de 18"i7.
-- i'revine-se a quem ronvier que nao faga
IransaccAo alguma com urna parle do enge-
nho Talialmga, nerlenccnte a Joaquim de
Andrade Korluna Pe.-soa. a qual esta embar-
gada por execueo de Simphronio Olympio
de ('ueiroga, pelo juizo do civcl da segunda
vara, escrivo Alhayde.
';ir.< mais (!t; rlze.
Precisa-se de costureiras tanto para caigas
como colietes e palitos, que sejam boas e
despachadas na agulha : na rua Nova n. l,
Eu ab.-iix.i assignado aviso ao respeita-
vel publico, (jue de.xei de ser caixeiro dos
Srs. Ponciano & Salgado desde o dia 23 de
Janeiro do corrente auno, e ao mesmo lempo
agradego o bom trata metilo, delicadeza c
coulianga que de mim lizeram duranlo o
lempo de sele anuos quo fui seu caixeiro
Itccilc 5 de levereiro de 1857.Custodio An-
tonio Soares.
~ Precisa-se fallar com os Srs Amador de
Araujo Pessoa, Bernardino de Senna llar-
boza, Filippe Bello Macicl de Olinda, Fran-
cisco Amuncio de Oliveira. Jos Joaquim de
Sanl'Anna l.arangeira, e Jos llamos de 0-
liveira : na rua do Oueitnado loja n. 10.
Lotera do Rio
de Janeiro.
AOS 20:000s, 10:000J E I:000f006.
Hoje esperamos pelo vapor liambut-
fjtie/. THEITOMA, conductor das lisias
da loteria 0 da casa de correccao da
curte, (pie esta'a venda, e lojjo que te-
nliamos reeebido as mismas listas farc-
inos prompto pagamento dos premios,
de COntormidade com os nossos annnn-
cios, na loja da praca da Independencia
n. 40, onde anida existem bilheles c
meios dessa lotera.
Lotera da pro-
vincia
(Corre hoje.)
O abiixo assignado anda lem um res-
to de seus muito felizes bilhetes, as lo-
jas do costme.Por Salustiano de Aqui-
no Fetteira, Jos Fortunato dos Santos
Porto.
-Precisa-se de urna pessoa (pie saiba
cozinliatbem, forra oj esclava, pura ca-
sa estrangeira. paga-se bem : na rua do
Trapiche i. 8, .
Precisa-se de urna
a ni t de leite : na rna do
Briun segunda casa, pas-
saii'!o n chafarZ
Joao Antonio (iomes Cuimaracs, em
resposta ao aviso de Jos Anlonio de Araujo
Gufmares, declara que pertencente an casal
de seu fallecido irmo Domingos ^ (;. Gui-
mares, existe apenas em seu poder a cs-
crava Rozara, que lendo sido depositada
com sua senliora por occasiSo do divorcio
que esta senliora moveu contra seu primero
mundo, esla SUgettaao pagamento das Jes-
pezas que se lizeram com a mesma senliora
e sna dita escrava Recife, 5 de setembro de
1837.
-- Manoel da Cunha Barboza, residente
ana Jlacei assigm-se desta data em diante,
Hanoel da Cunha Barboza P.ibeiro, por haver
pessoa daquellc nome em nutra provincia.
Jaragua, \1 de Janeiro de 1837.
.MAO DE VACCA.
Ko domingo, das 3 boraa da manhaa cm
diante, havera muito superior e bem fcita
miio de vacca : no salSo do deposito da rua
de Hortas n. 16. entrada pelo portlo, em
Irente a igreja de Santa Thereza, na bem co-
ndecida casa do cafe com leite.
O lenente-coronel engenheiro mudou-
se para o largo da matriz da Boa-Vista, no
canlo do becco do Veras.
O juiz de pa/ do segundo dislncto da
freguezia da Boa-Vista da audiencia as se-
gundas e quintas feiras : na rua do AragSo
n. j, as !l horas da manhSa.
O juiz de paz do terceiro districto da
freguezia da Boa-Vista da audiencia as ter-
gas e sextas-reirs : na rua do Arago n. 25,
j 9 horas da manli'.a.
-- Se alguma pessoa se julgar credora do
a ha ixo assignado, aprsenle suas contas na
botica da rua do P.angel n. 6%, para serem
pagas, isto no prazo de tres dias 5 de fe-
vereiro de 1857.--An1oiio Joaquim Dias Me-
dronlto.
^ Aluga-se a ioja do sobrado novo na rua
Velha : quem a pretender dirija-se a casa do
ciriirgio Miguel l'elicio da Silva, na rua do
Poginho.
Precisa-se de urna ama para cozinhar :
no becco da LingoeU, taberna de Duarte, se
dir quem precisa.
Precisa-se de un criado para o servigo
de urna casa estrangeira, preferindo-SB a um
escravo : na rua ua Cruz n. 10.
Na padaria do Manguind n. 31, pre-
cisa-sc de dous caixeiros para trauco da
mesma padaria.
Rua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Burtholomeu F. de Souza,
continua a vender
XMtOPI i@JII
(sendo falso o pie fot- vendido em outra
qualquer parte.)
Rob L'Allecteur.
Pillas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez em vidros.
Elixir anti-asmatliico.
raseos de bocea larga com rollias, de
I a 12 libias.
Va randas e grades.
Im lindo e variado sorti ment de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo : na lundigao da Aurora em San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na ruado
Brum.
Moendas supes iore-.
Na fundicSo de C. Slarr & Companbia,<-m
Santo Amaro, aeham-ae para vender mot'n-
das de canna todas de ferro, de um modello e
coiislrucgo muito superiores.
Arados de ferro
Na lundigao de C. Slarr Companbia, em
Santo Amaro, acham-se para vender arados
de ferro de um modello e construccSo muilo
superiores.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora cm Santo Amaro,
p tambem no deposito na rua do Brum, logo
na entrada, c defronte doarsonal demari-l
tilia, ha sempre um grande sorlimcuto de
tachas, lauto de fabrica 'nacional como es-!
trangeira, batidas, fundidas, glandes, pe-i
quenas, lasas e fundas ; c em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou canos, livres de despeza. Os procos
sao os mais commodos.
Compra-se eflectivamente bronze, la-1
tao e cobro velho : no deposito da lundigao |
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma lundigao em Santo
Amaro.
|\a loja da boa f
vende-se tao barato que
admira :
Bicos pannos para mesa pelo ditni-
nulo prego de
Britn brat.ro tramado de puro li-
nlio, vara
Mo pardo liso de puro linl.o, vara
Bnm de quadrinhoa, de padroes
muito bonilix, rovado
Canga amarella franceza, muilo li-
na, c.ivado
Fil de linho liso muito lino, vara
Dito dito c un flores, dito, vara
Canfbraias fraucezas de Imdus pa-
droes, covado
Chitas fraucezas muito linas, de pa-
droes novos, covado
Camisas de riscado muito bem fel-
fas c muito bonitas
Palitos pretos muito bem feitos
llitos de brim pr lo de por linho
'..'misas ,1c meia muito linas
Ricos lencos de lilct com palma
bordada a matiz
Ditos ditos decambraia muilo lina
com bico de liuil0
Lavas de seda de lindas cores, com
ricas boloias, o par
Hilas de dita de lindas cures, bor-
dadas e enfeitadas
Ditas prelasdeloical
Chales lisos de merino, d lindas
cores
Gravatinhas de caasa, de padroes
muito bonitos
l-engos brancos de cambraia
litios ditos de dita com barra do cor
Ditos do linho proprios para rap
e assim oulras muitas fzendas que vendetn-
se por menos quo em qualquer outra parte
na rua do Queimado, nos qualro cantos n.
11, ua loja da boa f.
ilJiOii
isjla
.MHI
320
8(MI
1828U
3-.HI
Mi
IjOO
laJM
MN
i/ooo
&|000
18200
11280
ym
I^JOO
INM
2(0
lUi
240
400
Pian
os.
rnf md? ide Rabe Scnmclla & :ompanh.a,
rua da Cadeia n. 37, veud.-m-se clsaiiles
Cur oafamad ***** **>EmZ
PABA t SENHORAS DE BOI
v GOSTO.
\ciidcm-se caisinhas ricamente enfeita-
as proprias para presentes a 28, 38 e 4# ca-
nelas ricas proprias para senhoras a 500 rs..
ca.teir.nhas muito lindas para senhoras a
.. a*." t1e.souras Para costura, finissimas ,
1S, Ollas ditas para unlias a .'.00, 15 e 1/500
ricas franjas para cortinados a # a pega, Icn-
cinhos de retroz de lodas as cores a 800 rs
ricas caixinhas para guardar joias a 800 rs.,
camisas de meia para cnangas a 500 rs ri-
cos boloes para roupa de chancas a O a du-
>i,mr?pa.t!!?S 1borJado* P"" as mesmas a
18-200 e 1/600, dilos de 13a mais ordinarios
a 320 e 40o rs., agulheiros com agulhas sor-
tidas a 160 e 240 rs. earles de colxetes
rrancezes 24 pares a 100 rs., carteirinhas
com agulhas sortidas a 320 rs., caixinhas
com agulhas ftancezas a 160 rs., miadas! da
ludia para bordar a 100 c 160 rs., carritei-
de liuba de 200 jardas bom autor a80 rs di-
tas de 100 jardas autor Alejandre a 40 rs.,
macinhos de ^rampas muito boa a 60 rs
Irancinhas de ISa de casacoes a 80 rs. a pe-
ga, caixinhas com grampas mudo I>oas a 160
rs., miadinlias de linhas de peso Tinas a 120
rs., babados abortos de linho a 100 e 120 rs
a vara, dito bordado de lindos padroes a 200
rs. a vara, traogas de seda de todas as cores
e larguras e oulras muitissimas coosas, que
todo so vende barato, na rua do Qucimadt
loja de mtudezas da boa Tama n. 33.
:"-iCf..r''*S Vendem-se sellins com pertenecs,
patente inglez.e da meihor qualida-
de que lem vindo a este merrado :
no armazem de Adamson llowie
* C, rua do Trapiche n. .
Bonecas francesas.
Vendem-se bonecas rraneczas ricamenin
vestidas e de varias (qualidades a 18200,
18600 e 2>, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa rama n. 33.
ROB I.A'rlECTEIR.
O tunco autoritado por deeito do conselho real
decreto imperia\.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LafTecleur, como sendo o nico
autoi isado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e bcil a lomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em posea lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af
fcegoes da pelle, impingcns, as conseq.ien-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade crilica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; convem ans calar-
rhos, a bexiga, as coiitracgcs e a fraqueza
dos orgilos, procedida do abuso das injec-
goes ou de sondas. Como anli-syphililicos
o arrobe cura em pouco lempo os lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
cm consequencia do em prego da copahibe,
aa cubeba ou das injecgOes que rcpresenlem
o virussem neutralisa-Io. O arrobe LafTec-
leur he especialmente recommendado con-
ira as doeugas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.LisImm.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
teliciano Alvcs de Azcvedo, praga do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porgo de garris grandes e pequeas
viudas directa mente de Paria, de casa do dito
Boyyeau-Laectcur 12,rua hichelicu Caris.
Os lormularios dao-sc gratis em casa do a-
genle Silva, na praga de D. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahi, l.ima & Ir-
maos; Pernambuco, Soum ; lo de Janeiro:
Rocha iFilhos; e.Moreira, loja de drogas :
Villa Nova, Joo Pereira de Magates Leile,
R10 Crande, Francisco de Paula Coulo Pra qaea esiiver de luto.
Vende-se na rua do Queimado, na bem ro-
nliecida loja de miudezas da boa fama 11. 33,
voltas prelas linas e ordinarias, ricos alnnc-
tes, ricas pulceiras, c ricas rozlas, tudo dn
meihor gosto que se pode encontrar e por
prego que no deixara de agradar aos sc-
nbores compradores.
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
gao1 de roupas em viagem, pelo barato prego
de 5, 6, 7 e 83 cada urna, galheleiras com
todos (s vidros necessarios a 2, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para seesne-
ver e guardar todos os perlcnces, proprios
para viagem a 8, 10, e 128 cada urna, costu-
reiras riquissimas de Jacaranda com ns re-
partimentos Torrados de seda e com muito
gosto a *, 5, 6, 7 e 8?. peales muito linos pa-
ra alisar,proprios para changas ou para sui>-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor goslo que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhas para lembrangas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com todas as lettras do
abeedario, sinetes proprios para eamorados,
ricos frascos para cima de mesa c oulras
muitissimas galantarias, ludo muilo lino c
de muito bons gostos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimcnlo, que sem-
pre existe neste cslabelecimenlo, n3o deixa-
ra de ter esa que empre^ue muitissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.
He muito batato.
Vendem-se duz.is de facas e garios de ca-
bo de marlim de boa quahdade a 105, ditas
dilos de cabo de balango muito linas a 6/.
ditas ditos cabo roligo e oitavado a 38, du-
zi'as de colheres de metal principe a 38 e 6*:
ditas de metal mais ordinario a 800 e I-loo,
e oulras muilas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama 11. 33.
ouro de lustre marca de
casteio.
Vendem-se pclles de couro de lustre de
muilo superior quahdade a prego de 48 e
4^500 : na rua do Queimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa lama n. 33.

MUTILADO




DIARIO E PERNAMBUCO, SABBADO 7 Di: FKVEREIRO DE 1857.
salsa nmm
Bristols.
Vende-se unicaraento na botica do Sr. An-
tonio Pedro da S. Neves, na ra da Cadeia
do liecife.
VIKTL'DES DA SALSA I'AIIIUI.IIA. OE
BRISTOL.
A salsa parrilha original e genuina de
Bristol possue todas as virtudes para curar
todas as enfermidaJes que provm de um
estado'do impureza de singue e das ecre-
c.Ocs mrbidas do ligado e estomago, e em
lodosos casos que necessitam remed, pa-
ra purilicar e robustecer o systema. Km to-
dos os rasos do escrophulas, ei ysipejis, Il-
uta, erupQes cutneas, manchas, bilis, in-
uammacao c debilidade nos olhos, inchacao
das glndulas, dores lumbares, afjeceoes
rheumalicas, dores nos ossos c as juntas,
hvdropisia, dispepsia aslhma, diarrhea,
tfjsse, resfriados, inllammacao dos pulmes,
pbtisica quando provem da obstrucQao dos
bronchios em pessoas escrophulosas, inllu-
enzrt, iudigcsto, ictericia, debilidade geral
do systema nervoso, febres agudas, calores,
enfermidades das ntulheres, enfermidades
biliosas, e em todas as affec<;es provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha se emprega com eflicacia em
todos os sobredttos casos, e he reconhecida
como a melhor medicina que existe.
precaucao.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
lha deverao ler o cuidado de observaren
que a salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande tamaito, com as palavras
salsa parrilha genuina de Bristol, Nova
York, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se ver o nonic
de Bristol. Lina directo acompanbar cada
garrafa.
CASO l)E DEBILIDADE COM ICTEBICIA.
iNcw-York 30 de maio de 18*3. Urna sa-
lidora soll'ria de csrfasaios nervosos, experi-
mcnlava urna continua aniquilaran de Tor-
cas ao ponto de cahir por ve/es em syncope.
mpregou multiplicados remedios seto tirar
vantagem. Declarou-se una ictericia com
um eniagrecimcuto progrussivo. Esgotados
os varius recursos da arte fui a tempo em
pregado o incomparavel remedio da salsj
parrilha de bristol e o rpido cslabelecimen-
to da energa vital logo reappareceu com
novo vigor.
CASO DE 1SABBI. DAVIS.
Isabel Davis foi accoiiimellida pelo espa-
do de qualro aanos de ulceras escrapholosas,
tendo seischagas aberlas na parle superior
do braco di.ello, as quaes deitavam grande
supuracuo e causavam a quasi imuioliilidadu
das partes. Chegada em Saula Catlurina
em uovembro de 1847 a doenle consullou
varios mdicos, us quaes duram o cunselbo
le amputar o braco, como o nico recurso
de salvar a vida. Foi entelo .acnoselhadoo
uso da salsa parrilha de Biislol a enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
perimeulou lao vaulajoso prnveilu.que con-
tinuando lempo segundo o uso do remedio,
chegaram as Caritos ao melhor estado de ci-
calrisac^ao. O caso he referido pelos houra-
dos professores Copdmanii e Samuey llaver.
i$ COASULTOKIO CtMKAL llO-
0 MEOPATlllC.
g Kua de Santo Amaro (Mundo-No- Qj$
% vo) n. . .:;;
>* O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinito,
* de volu de la via&em ao Kiu de Janeiro, .,,
continua a dar consulljs ludus us diai uleu, *>
fr das 8 hojas da manila, M 'J da larde. $>;
*ag O pobresao medicados gratuitamente. .;
v"- >, ~
0 padre Jos de Santa liosa Alfonso,
subdito porluguez, retira-se para fura do
imperio.
PARA '.i"KM TEM BOU COSTO.
.\a ra do (.lucio.arlo n. >!, loja da boa f,
ha um completo sorlimento Je gros ienapo-

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SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alllance.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1824.
Capital cinco uilhoes de libras esterlinas.
Sau'nders Brothers & C, tem a "honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprielarios de casas,
e a quem mais convier que estao plenamente au-
torizados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de ti jlo e pedra, coberlos de
tlha e igualmenta sobre os objeclos quecontiverem
os msenos edificios quer consista em mobilia ou
un fazendas de qualquer qualidade.
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