Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07702


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Full Text

ANUO XXXHI 8, 20,
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidos 4$500.

SEXTA FEIIU II DE FEVEREIRO DE 1857.
Por auno adiantado 15S000.
Poilc franco para o subscriptor.
5
i
ENCAUKEUAOS UA SCBSCRIPCA'O no nohte
Parahibi o Sr. Jo.io Rodolpho Gomes I Natal, o gr. Joa
qiiim I. Pereira-Jnior; Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga :
frara, o Sr. I. Joe de Oliveira ; Maranhao, o Sr. .Joaquim Mer-
auea Rodrigue i fiauhv. o Sr. Domingo! Herculano A. Pessoa
earenne ; /ara', oSr. Justino J. Hamos; Amazonas, o ir. ;Jero-
njmo da Costa.
PARTIDA Dos CORKEIOS.
Oiin.ia : loda* oh alai, o "* m.-a horai IgiiaraMi, GoiaaH e Paradla* : aaa eea.B.i.is a -
S. Ama... UcEari.....ttonftn, Caraar, Alindo. Ca
S.Loarenc Pan-rf'.tllu, Nazarelfa, Liaioelro. Ili
aira. Flore, Villa-Baila, Doa-VIau, Oarieari a K
Cabo, Ipojaca, Sarlahlaai, nio-PoraMM, i na, Rarrairoa', Agaa-Preia,
lairaa e N a-ai: jaiataa-rairaa.
-Cairas.
ai :aaterea-fcira
!.,,, ,. laira-
l'iroe
(Ton,,
" curren i..-:- i> 10 n.raa H irsnl, Ja
AUDIENCIAS DOS TltHlIJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- segundase quimas.
Relacao ; tercas-feiras e sabbados.
Fazenda quarlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintal ao tneio-dia.
Juizo de orphaos: segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do civel: segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda Tarado civel: quarlas e sabbadosao meio-dia.
BPHEUERIDE8 DO HEZ DE i K.vBltEllto.
1 Quartocrescente as ti horas e 1 minuiosda tarde.
9 La cheia as 9 horas e a3 minutos da /arde.
17 (.luarlo minguanle a 1 minuto da manila
U La nova as 9 horase.38 minutos da manh.ia.
REAMAR DE HOJb.
segunda a 1 hora e 18 minutos da tarde. .
Primeira a 1 hora e 42 minutos da manha
DAS DA SEMANA.
2 Segunda i l'uri fien cao de HoMi Senhora : S. Apeniano.
3 Terca S. Braz p. m, : s Celerinu diar. rn : s. Laurriitino
i Quarla S- Aadre Corcino b c. ; s. Jos de Leouissa I.
5 Quinta S. gueda \. ni. : s. Pedro llaptisla.
A Sexta As Chapas da Christo Scrthor Nosso. S. Dorolhca v m.
7 Sabod'l S. Romualdo ali. ; s. Ricardo re.
8 Domingo da Septuagsima S. Joao da Malla.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente da da III de Janeiro.
Officio-Ao Etra. presidente da Parahiba, intei-
rando de que pela directoria do arsenal de guerra,
forara eulregoes ao agente daquella provincia Jos
Joaquim de Lima, como melhor se v do termo e co-
nheciraento que remelle, os rticos de lardamento
que, de courorruidade com o aviso da repartira da
guerra de i de agosto do anuo passado, roandoa-se
apromplar para rornecimenlo do meio batalhao da
mencionada provincia., ,
DitoAo Eira, conselhelro presidente da reanlo,
dizendo que, para poder resolver acerca do que pe-
de o sentenciado JoSo da Cruz Sisudo, no requeri-
ineulo, que remelle, faz-so necessario que S. Ese.,
se sirva declararse cora elleilo o tribunal da relac.au
roaodoa sugeilar a novo julgamento o mesmo sen-
tenciado. ,
DiloAo commandanle da goarnicao,. dizendo,
que pode mandar passar a eflectivos no segando ba-
laltiuo le infamara,os aeie recrulas que se achara ad-
didos ap mesmo batalhAo.
DiloAo mesmo, declarando que visto o alferes
Jos Joaquim Capistrano, ter de seguir para as Ala-
Roas, com o segundo batalhAo de infamara a que
perlence, pode S. S. m.-inda-lo renJerdo destaca-
mento, em que se ocha, na freguezia de Nazarelli.
DiloAo iiiesino. dizendo que o nome do paisano,
a que se mandn passar Ululo para ser aluminio ao
servicodo etercito, he Aureliano Pires de Albuquer-
que, e oio Aureliano Pinto, como est escripto no
oflicio a presidencia de 2 do correme.j-Ignal de-
rlaracao se fez ao inspector da tliesourfria de fa-
zenda.
DiloAo chele de policia, coromanicando que Ti-
ca inleirado de haver S. S. nomeado a Manoel Ma-
chado Das, para o lugar de srvenle da casa de de-
teocAo, com o veuciraenlo de mil reisdiarios. Igual
cnmmunicaro se frz ao inspector da Iheseuraria
provincial.
DiloAo mesmo, declarando que transmitlio a
Ihesoorana de fazenda para ser paga, estando nos
termos legaes, a coota que S. S. remetleu dos venci-
tnentoa abonados aos 2 recrulas que vieram de 0.a-
ruar para o servico da armada.
DiloAo commandanle superior da guarda nacio-
nal da comarca do Bonito, dizendo haver mandado
passar pateles a Manoel das Neves Vfeira, Jos Bi-
cerra de Vssconccllos Torre-, Francisco Antonio da
silva e Manoel Thomiz de Aqiiiuo, que h.viam sido
nomeado!, o primeiro para capilla o sen^na^^
lente, e o lacouaj^m*^,, aU .
da companlna da secCilo de^eserva me,0 ^ da
mesina guarda nacional.
Dito-Ao inspector do r,rsenj| ,,, lni,rinh,; dn.
do qne considere como vJ,un|aij0 para se,vj(.0 d
armada o menor August-J ne Soo!, (;uim,ri,e,;
lhe foi remedido por pafle do de|egado do primeiro
dislricio .leste termo.
DitoAo director da% ohra. mim,res para man_
.lar fazer com oruncia os couceus ,,e ,,ue neCPS.
ta a casa da guarda do (.Ove,o. e bem assim foroe-
ceroj utencihos pieciso,, ,,,, Rulra,
,U.- con"n'",1;.nle do presidio de Fernando,
remelleodo o coiihe<.j|nenlo dns 0,,e(.,0, que
parle do director do elia, rt. ^^ forllem.
cado no Drigue de gi,erra (;eareiise..i cora desuno
aqoeile presidio.
DiloAo mesmo, ||.an9Injjni| a |ara0 do, e_
netos, t mili objeclq, quP fram t,n|,a,cados no bri-
gue de goerra Crense,,, C0ln deslll0 a0 pres,ljo
de Fernando.
DiloAojuiz municipal da pnmeica VtVa Ocslai
cidade, lecoinmenando que enve, logo que eslejain
promplas, as Raiajl doa sentenciados Jos Joaquim da
Cruz, e Jos Gfela Fialho.
DiloAo juiz maBleipal de Naztreth, para enviar
com urgeucia ao juix muniripal da priineira vara ties-
ta cidade as faiai dos reos Loiz Manoel de Araujo,
e Anna Maria dn Espinlo Santo, qae temi sido
cuudcmnados, o primeiro a priso com tribalhae, e
a segunda a pristo simples pelo jury daquelle lertnn,
acham-se acliialmenle no presidio de Fernando.
DitoAo presideule do conselho de revisita da
qaalifieacao da freguezia de Alagoa de Baito, dicen-
do litar inleirado de haver o couselho'de qualilica-
(3o de guardas nacionaes daqoella parorhia lermi-
uado os seus trabalhos no da 2 dcsle mez.
DiloA cmara municipal de Olinda. Nilo po-
dando ees (amara, segundo me declara em ollicio de
23 de muiitiro ultim continuar a despender com o
cemiierio publico dessa cidade, vislo achar-se esgo-
lada a verta do S <> do art. 3 da le n. 371 de 3 de
junho de 1K.Y, concedo a nova autorisacao que me
pede para ir despenden lo da mesmo verba marcada
no 5 6. do art. 3 da lei n. 99S de i de julho do an-
uo prximo lindo, aliui de occorrer as despezas do
. referido cemtterio, devendo essa cmara, quanto ao
concert e caltamenlo das mas, usar da lacaldade
concedida no art. 21) da citada le.
DiloA cmara municipal do l.imoeiro, acensan-
do recebidas a< copias aulheulicas das acias da elei-
3o de eleilores dai 3 freguezias daquelle munici-
pio.
PorlariaConcedendo 20 das de lirenra ao pri-
meiro lahelliau de olas do termo do Kio* Formoso,
Jote (.niiies Cnimbra.
DilaDemitlindo, de conforrAidaitt com a pro-
posta do coronel conimtndanle da guarnirlo, a .Ma-
noel Joaquim das Trevas Marinlio, do lugar d6 pra-
licinle da botica do hospital regiinanlal, e nomean-
do para o referido logar i Miguel Bslbino Salgoeiro
de Sania Rosa.Fizeram-se as necessarias commu-
tcacOci.
DilaKesolvendo, em vista da proposla da com-
paiibia vigilante, que a paga dos servidos, a que esla'
destinada a barca de vapor de reboque da mema
companlna, seja regulada temporariamente pela ta-
bella annexa.Kcmel'eu-se copia desl* porlaria, e
da tabella a'compiuhia vigilante.
Iilni. e Em. Sr. Em cumprituenlo do artigo
27 11 do regulamenlo desta thesouraria, teoho a
lionn de remelter a V. Exe. os balanceles da recei-
(a e despeza desla mcsina thesouraria, verificado no
miiz de Janeiro protimo lindo.
Dos guarde a V. Etc. Thesouraria provincial de
Pernambuco 3 de levereiro de IKV>7. lllm. e Etm.
Sr. conselheiro SergioTeixeira de Macedo,presidente | lias tinham sido quadruplicadas, em consequeucia
da provincia.() inspector, Jos' Pedro da Sf/to. da, despezas do processo.
Demonstraco do saldo existente na caixa especial
ENCAItlEGADOS DA SITIM:itllf :,\0 KOMI.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das ; Babia, o Sr. D. D iprn
Bio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
EM PE.INAMIII CO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Fin, na m
livraria. praca da Independencia ns. 6 e 8.
das apolices em 31 de Janeiro de 1857.
Saldo em 31 de dezembro
P- (indo.......38UrO0imO
Rei-eila de 1 a 31 do eorr. 5
----------------l:W: .VXJ^OOO
Despen tlcni......... 2:.'i00.5()00
Saldo.
1::000>0IW
Caita doexercicio de 18.30 a I8i7.
Saldo em 31 de dezembro
P- lindo......17S:3>S.98
Receila de I a 31 docorr. 129:3085387
.------------------307:(i73s88.'i
Despeza idem.........S8:27i5i02
Saldo........319:3999*83
Caita de depsitos.
Saldo cni 31 de dezembro
p- lindo......174:4979876
Receila de 1 a 31 do corr. 1.-982MI29
Despeza dem
176:4798903
UUJ70
Saldo........176:313(335
Caita especial do calramenlo das ras desta cidade.
Saldo era 31 de dezembro
p. findo.....2:392511S
Receila de 1 a 31 do corr. 1:003904(1
---------------- 6:395I54
Despeza idem .... 2:5009000
Saldo.
3:8959154
Caita especial da conslrucco da pnule do Recife.
Saldo em 31 de dezembro
p. lindo.....1:8169020 .
Receila de I a 3t docorr. IOOO
---------------- 1:8179090
Despeza dem......... KKlyKlO
Saldo.........
Caita especial das lolerias.
Saldo ern 31 de dezembro
p. findo......13:730*440
Receila de 1 a 31 do corr. 5959414
1:4179080
Despen idem
Saldo
14:3259851
lyiifi-; {j
8:3099744
TRIBUNAL. DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 5 DE FEVEREIRO DE
1857.
Presidencia do Bxm. Sr. desemliargador
Sotiza.
Presentes ossenhores depotados Reg, Basto, l.e-
mosesupplente Ramos a Silva, na falta do Sr. Si-
queira.
Um requerimento de Jos Anlonio Moreira Dias,
Jos Antonio de Azevedo Sanios Jnior, e Guillar-
me Frederico de Son/a Carvalho, socios da lirma de
Jos Antonio Moreira Dias & Companlna. ppdindo
matricular a sua lirma social.Com vista ao Sr. de-
sembargador fiscal.
Oulro de Haooal Joaqaim l.ohalo, mestre e pro-
prietario da barca aClemenlina, pedindo carta de
registro da me-ma barca, sendo informado pelo se-
ulior desemhargador fiscal. Prestado o jura-
":"l,e aaaldiiafii o letiuo tie bngurso em canfor
midad- do arl. i(J3 do cod. coniin., "passe-se caria
;o legislro.
SESSAO JUDICURl.v EM 5 DE FEVEREIHO DE 1857.
Presidencia do Bxm, Sr. drsembaryadur
Souza.'
l'altou com causa participada o Sr. deseinliargadnr
(lituana.
Distribuirn.
Pela ausencia do Sr. desembarcador Lela, foi
distilnoida ao Sr. desembargadur Villares a appella-
cilo enlre partes:
Apiiellanle. Jos Antonio Lopes ;
Appellado, Joaquim da Silva Lopes.
EXTERIOR.
A SEMORa m ESTA Bl CASA
por Madama de Grandekort.
I
He ao verdadeiro luto que as rodeia, e u.lo me-
nos as snai grandes e bellas tradicoe*. que as mnllie-
res do bairro de Saint tiermain devera ser as Geor-
gianas de Paria ; porquanlo a belleza ph\sica nilolie
lo accidenlal como se poderia crer, nossas feiriie*
rellectem quasi sempre o meio em que se forma-
ran..
II
Se a niarqueza do Vernon niio he a mais linda
mulher desse bairro 4 Saint Germaln, onde a leal-
dado he qitasi deatonheelda, be porque nSo o quer
ser ; pois bastar-lba-hU querer para ser acclamada
a rainha dos saines. Porque vive retirada'.' porque
lenuncia s homeaagem admiracAo, que tena a
certeza de allrahir por lila a parta' Se aleguen o
sabe anda, senhora, devo f'licila-la por i.so : nlo
ha mulher mainr, mais fui le nem que tenha o drei-
to de ser tilo altiva como aqa'lla, cuja vida acculla
ura searedo ao mundo inteiio.
A habitai;ao da marqueza de Vernon he menos
ata palacio do que nina deliciosa quinta, enllocada
entre dous jardins, quedan um para a ra Yanneau
e o nutro para a ra Barbel de Jouy. Parece urna
h i hilar o fluir na pira o amor oo para a soli-
dlo.
Bem que freqoenle ponfo a sociedade nnbreeele-
2anle, com ludo a ioven marqueza nao dei\a de ler
a cata niaanifieameiile preparada ; pois lie rira, e
tem por mxima que nenuuma pessoa lie digna de
A INGLATERRA COMPARADA A' FRANCA.
I:m relariio da sua onjanisoro constitucional, le-
gal, jurdica, religiosa, commerrai, industrial,
fitcal, identifica, material, rlr,
(Con ti n nac o.
De invern a residencia neslas prises cercadas de
muralhas muilo alias, he fatal para a sande dos po-
bres presos, que nao leem o dinheiro exigido para
oblerem lugar nas salas que leem fogoes. Verdade lie
que os presos podem passeiaruos pateos.
Como ruorrem milhares de devedores fome, de
fro e de desgosto lias prisoes, foi a razAo porqoe lord
Urougham raiendo notar no parlamento a barbarida-
de da legislasao. fez pela lei, que creoo os Couniy
courls, abolir, como ja'disse, a prisU por dividas
'nferiores e I00j rs.
Conslalou-se, que enlre os que foram sollos em
virlude desla lei, haviam algons que eslavam presos
liavta dez, viule, e Irinla annos, e alguns anda
mais.
A prisilo para os criminosos he lemporaria ; de 2
oo 3 annos, conforme os crimes.
A priao por dividas he prrpelua, se assim o quer
o credor.
Depois da lei de lord Bron&ham, a qoal foi posta
emcxecuc.Soem ISli, tambem se conheccu que o
maior numero dos individuos poslos em liberdade, e
que eslavam presos por dividas, tinham sido metlidos
na prisao pelas quantias de 4,10, 12 et., libras;
poucaserara as dividas de 211 libras ; mas eslas quan-
Pode appellar-se dos julgamentos de qualquer dos
CooOt} courts, para um dos Iras Iribunaes superio-
res, mas requerem-se duas condicoes : he a primei-
ra dar o appellaute fianca pelas despezas futuras ;
segOnda, qua os pontos deferidos para o tribunal de
appellaro, sejam precisaitos de accordoentre aspar-
tes. Todava, se ellas nao podem enlender-sa a este
respeilo, o magistrado de primeira instancia deter-
mina as quesloes que o tribunal de appellacjo tem
de resolver.
Ha casos, em qoe os juizes dos Counly coOrls im-
pem pena de pnso.
He qnando urna parte desobedece s suas ordens ;
quaudo o devedor resiste aos officiaes de diligencias,1
que v3o azer-lhe penlinra, ou larobem nos casos de
fraude ou de sublracrao.
Nlo snecede porm assim, se o devedor n > pi'nle
pagar em om dos prazos que lhe foram Pitados.
Nas provincias inglezas e no paiz de Galles, con-
lam-se ,91 Counly coorts.
Emquanlo a Londres, esla' dividida em tlez dis-
Iriclos, peilencendo oilo a' provincia de Middlesex e
dous a' de Surrey.
O ordenado dos juizes dos Counly coorls, he de
1200 libra;.
11.
Dos i/uarteri geracs.
Sao assim chamados cerlos tribunaes de policia
correccional, que em Inglaterra julgam os deliclns
pequeos ; islo lie, aquelles que nao sao da compe-
tencia dos Iribunaes dos assises. Mesmo em Lon-
dres ha desles pequeos tribunaes. (!',
Esles Iribunaes sAo denominados gnarler sesses
sessoes trimestres) porque sAo obngadus a reuni-
rem-se cerlo numero de dias em lodos os (rimes-
tres.
Estes tribunaes sAo formados pelos .magislrados
cidadAos, em que fallei no paragrapho precedente, e
que sAo esculhidos pelo governador denlre a lisia dos
nolaveis do paiz.
SAo pois os mesmos individuos, que os charmdos
juizes de paz. A diflerenca que se da1 entre est
dous tiibunaes, be que os quailcr sesgues sAo a*sis-
tidos por ura jury, emquanlo que os juizes de paz
nAo os leem.
Se apparece nesles Iribunaes urna queslAo de di-
rcilo, que embanca os magistrados cidadAos, podem
reservar o ponto de direito, para ser submellido a
um tribunal de appellacAo, tomando todava pri-
roeiramenle conhecimenlo da opiniAo do jury.
Os magislrados dos a quarler essdas > nAo nzce-
bem ordenado ; os jurado* esses, sim. (.-m enlre a
lista dos nolaveis quasi sempre aparece um advoga-
do, o governador do condado designa geralmente
um desle legislas para presidir os o quarler ses-
ses. a
i 111.
Courls of Uankruptic.
A parle mais embarazosa da legislacAo inglezi, he
sen. coniradiC/io, a >aue da* raiapailc ns bauri-rotas.
-1 Conforme se iam suscitando qucsles nlo pre-
vistas pelus estatutos interviuha algara aclo do jiar-
lamenlo para preeuclier a laouoa : reas esta mu
plicidade da disposirOes legislativas, era lugar de es-
clarecer a muleria complicuva-a.
Km 182.. pioriiiou-se inlroduzr alaODM nrdent
no meio desla confusAo ; mas uno se corlou o mal
pela raiz. O maior vicio da legislarlo era, nos caso<
de banra-rolas, serem as formalidades lAo lentas,
lAo flispendiosas, que quasi sempre devoravam o ac-
tivo ; de orle que os credores nAo percebiam cousa
algutna, e muilas vezes al eram obligados a paga-
rem as cusas.
Durante estas Iotas, de que os lumens da lei li-
ra, am todo o partido, o devedor on eslava preso ou
desterrado, porque a lei eulAo nAo lazia dislinc;Ao
enlre o devedor infeliz, o devedor imprudente e o
devedor de ma' f.
Em 1831 deu-se um passo salolar ; foi modificada
a maior parle dos estatuios existentes, e promolgou-
se urna lei, cujas isposices mais humanas e mais
bem coordeuadas, foram acolhidas pelo commercio
com acclainaces geraes.
Todava, s em is'i, he que us vimos a mate-
ria regulada com mais^equidadc e petfeicao ; e tam-
bem foi aos infaligaveis e perseverantes esforcos de
lord Urougham que se de veo o acto do parlamento,
a que darei o nome de pequeo cdigo das banca-
rolas.
Foram organisadoi tribunaes especiar*, nAo s em
Londres, mas em todo o reino, com a deuorainacAo
de i' Coorls of bankrupty. a
Cada tribunal be composlo por um magistrado, a
que nAo se deu o nome de juiz apezar de exercer to-
das as funcees inherentes a esle cargo, e de ser es-
Senhora, o co esl coberlo de novens.
Ah suspiran a marqueza, cuj voz era cheia
de brandura e meloda, he mais um dia que corna-
ca inste, e que ha de acabar vao e enfadonho como
o.< nulros... Zalla, vou ja levantar-me ; abra um
pouco os ondinas.
A camarista obedeceo, veio llicar o fugo da eba-
imu, e relirou-se.
V claridade exterior qu pcnelrava indecisa nesse
delicioso sanciuario da 'lelleza e da indolencia, dava
a todas as cousas urna cor ao mesmo lempo mysle-
riosa e bella,que pueliiava al a desordem da alcova.
Nada aprsenla urna imagem lAo perfeita do cabos,
como a cmara deuma mulher elegante quando an-
da nAo esla levantada. As pessoas de mama e o es-
pirito de ordem, nAo he oulra cousa senAo urna ma-
ma i duem que ama mulher que nAo numera ludo
(1) Londres, a antga chamada, a cite, lem seas
tribunaes proprios. Eunomera-los-hei quando Ira-
lar especialmente da cili. Mas como a cidade tem
augmentado, em consequeucia de novas eonstruc-
roes, os ii quarler sesses, o estn eslabelecidos nos
baitos da cidade chamados boje a Middlesex, Sur-
rey, etc.
2 Em Inglaterra, s M usa a palavra laukruptf
banca-rola ; nAo esla' iulroduzdn na legislacAo a
vocabulo quebra oo oulro equivalente.
colindo denlre o decanos do foro. Cliamou-se a es-
le magistrado commltsioiur. Chamar-lhe-hei, pois,
jniz commissario ; e com tanta mais razAo por isso,
que na desempenho de algumas das suas funecoes
pode ser comparado com osjaizes commissarios, que
em Franca delegam os Iribunaes do commercio na<
quebras, emquanlo, qoc em outras circumslancias
obram como juizes de insIrocjAo, e ato etercem a
anloridade de tribunal correccional.
Os poderes de que esles juizes ..lo investidos nas
banca-rolas, sAo por consequencia muilo etlensos.
O Ilustre aulor do pequeo cdigo, de que fa'ea a
anal) se, honra frequenlemenle a legisIscAo france-
ta com os seus elogios ; e nAo ha anda muilo que as
suas palavraa eloqacules etpunham na cmara dos
lords a soperioridade da legislacao judiciaria em
Franca, sobre a do seo proprio paiz ; oreaiw'sacAo
lAo simples, qne kSUSCOes aonde h&hasleada a ban-
dera franceza, ainda a conservam mesmo depois de
lerem sacudido o jugo da Franca.
Admiro, pois, que lord Urougham, seguindo o c-
digo napolenico, nAo tenha tirado delle as suas
equitativas dislincces entre os casos de quebra de
banca-rota simples, e de banca-rola fraudulenta.
Islo teria tomado mais fcil a etecoc,Ao da sua
le, na qual os castigos foram poslos em relac/io com
os fados, qae em Franca foratn classtlicados pelas
lies dislinccoes cima feilas.
A palavra bankrupt hauca-roleiro ) he a nica
applicada boje, como onlr'ora, ao negociante qoe em
Inglaterra deixa da fazer os seus pagamentos ; a
ainda que elle saia puro das maos da justca, con-
serva o nome de hanca-roteiro. (3)
A lei de islo imita o cdigo Grane**, porque dei-
ta o negociante imposibilitado de continuar os
seus* pagamentos, a facoldade de sustar a persesui-
CAo dos seus credores, depositando a sua pelico no
court of bank ruply,e soliciltndo do juiz asta
proteccAo;saIvo-condbclo que esle magistrado nao
lhe recnsa, com o lim de lhe deixar a liberdade de
arranjsr o sea orc.imento.
5s o devedor nAo loma a iniciativa fazendo a de-
claracAo de banca rola, podem os credores provoca-
la ; mas para assim o poderem fazer, he preciso,
que o crdito seja superior a 50 libras esterlinas e
se sAo dous os credores, devetn os seus crditos ele-
var-se a 70 libras esterlinas, finalmente seJsAo Ires,
devem os seas crditos subir 100 libis.
Nestes casos devem pacar as cusios es credores,
que provocara a declararn.
Declarada a banca rola, o juiz commissario no-
meia as aasignaa (tyadleofj os quaes tomara a ad-
minislraco do'i bens negoiios do haocaroteiro, o
qual, s prlo imples fado da declararlo de ban-
ca-rola, he, con',') em Franca, desapotsado do que
lem. \
A verificarAo dos crditos, a rcalisacilo do activo
publicidade dasoperacrs, a dislribuirao dos di-
videndos, lodo islo be Idntico a' leislacAo fran-
ceza ; mas na lei ingleza anda se da' una cousa,
qoe falla na francr/.a, he a faculdade que assiste ao
joiz, do cuceder uu davo.lnr urna aaaHa qi.aiilia li-
rada do que ha disponivel no seu aclivo para pro-
ver a' sua subsistencia e a' da sua familia.
Ojui/. tambera tem poder para conservar o rieve'
dor a' freulc da sua casa, -e jutsa que a sua capa-
cidade, a sua presenca e a sua industria podem ser
uteis a lodos.
Finalmente para o juiz commissario poder mirar
com mais seguranca no rnnltecimenlo da verdade,
emquanlo a' conducta do fallido, tem poderes inui-
to etlensos, nAos pelo qui, diz respeilo a' pessoa,
e ictivo do devedor, mas ainda a respeilo dos cre-
dores.
Com eflito, esle juiz pude, nao- obslanle o prin-
cipio deinviolabilidade do domicilio do culadAo, or-
denar, que se facam buscas em casa de pessoa*, das
quaes se desconfi que lem ohjectos que perleucem
ao fallido. (4)
O mesmo joizcommissario pode mandar inlimar
para comparecerem na sua preseuva todos aquelles
individuos, que julgar til dever interrogar ; pode
obrigar os devedores a pagar ; e todas as pessoas,
qae tiverem em scu poder objectos, oo documenlos
a apresenta-los; pode chamar e mterrogar os p-
renles e criados do fallido, o que he oulra deroga-
rflo da regra lAo religiosamente observada em In-
glaterra, aqaal repula a mulher ama s, e a mes-
ma pessoa com o marido.
O joiz commissario pode prolongar ou relirar ao
fallido o salvo conduelo ; pode passar contra elle
ordem de prisAo.
Segundo a conducta do fallido, issim lhe passa o
joiz um certificado.
(.loando afinal o fallido obteve nm certificado,
esla' ludo acabado enlre elle e os seus credores, ex-
cepto se se da' o caso desles se opporcm a' entrega
dn certificado, ou se teimando o juiz em o dar, os
pequeos e alvos, annunciavam nm espirito mui vi-
vo. Em urna palavra, todo nessa mulher reune-se
amorosamente para faze-la a mais triomphante ea
maii deliciosa personificai.Ao da elegancia, da inoci-
dade e da belleza.
A marqueza de Vernon, disse om dia o du-
que de G... he a cabeea de Minerva sobreo corpo de
Venus.
Ao que um seu amigo acreseentou :
AdAo teria tomado o pomo com suas proprias
mos : o filho de Prarao Ih'o teria nado.
\.
Depois de meller seus ps alvos e mimosos em
lindas chinellas, a de lomar o roup.Io, a marqueza
dirigio-se indolenlemenle para o espelbo.
Zelia, disse ella, abra inleirainente as corti-
nas.. .Meu Dos, como eslou paluda parero urna
(3 Os diccionarios inglezas nAo mencionan, urna
palavra, que possa servir para a traduccAo da pala-
vra quebra, mas pode adoplar-re. NAo iie a lingua
ingleza lirada de todos o* idiomas '.'
i4) As pessoas que ajudain o fallido asohlrahir ob-
jeclos aos credores, podem ser condemuadas a umi
multa de 100 libras esterlinas, alem de pagarem
doplicado o valor dos objedos subtrahidos.
credores se dirigem no tribunal de chancellarla para
|he peuirem que annulle a tenlenra do juiz com-
missario.
Enlao o tribunal de chancellara confirma, ou
annulla esta -entenra, isto he cac'a ou mautm o
certificado.
Mas, quando os credores nao appellam, a appel-
bunaes de primeira instancia, quando se da o caso
de um devedor, que nAo he negociante a reclamar
o a beneficio da cessAo.
He pente este tribunal que se loma o que em
Inglaterra se chama o lhe benefit of llieacl (a van-
lagem da lei.)
Compe-se esle tribunal de qnalro magislrados,
laeflo que deve ser notificada passado um mez de- que fuuccionam alternadamente. Tambem Ihei cha-
pis de dado o certificado, este certificado torna-sc
m um escudo, contra o qual vio embater todas as
tentativas dos credores, que foram inscriptos no or-
Camenlo, seja contra a pessoa do devedor, seja
contra os bens qne elle de fuluro possa adquirir.
O valor deste certificado he o mesmo seja qoal
for a classe a que pertenca.
Ha Ires especies de certificados.
Um certificado de primeira classe atiesta qoe o
mam o commissioners. SAo, port.mtn, como os d
tribunal banca-rolas, urna especie de juizes com-
missarios.
As aUliboieSes do a court ofinsolvency n em Lon-
dres sAo conferida, nas provincias aos juizes dos
counl) courls. a
O individuo qne quebra, nAo sendo negociante, e
que nAo tem esperanca de arranjar ama maioria
sofliciente para fazer com que os seas credores s
fallido foi levado ao triste estado de queh/ar porcir- accommodem com am arranjo amigavel, pode recla-
.umslaiirias fortuita, por desgracas e perdas, qae ma-lo e obte-lo do tribunal ; primeramente com
elle nao pod e prevenir, mas para as quaes nAo con- a proleccAo a (salvo conduelo1, por meio da qual
He o qoe em Franca se chama quebra.; recapera a liberdade ; depois faz o seo bataneo e
o que
L'ra certificado de segunda classe menciona que
o fallido foi leviano, imprudente, que nao rombi-
noii as suas despezas com os seas ganhos, que nAo
liona tM registros em ordem, etc., etc. lie
em Franca se chama banca-rola simples.
I m certificado de lerceira claise menciona que o
fallido commelteo actos de asa' f. (5)
O leilor deve fcilmente romprehender, qae
grande influencia deve exercer sobre o fuluro de
qualquer individuo a qualidade do cerlilicado, com
que elle saheda quebra.
O portador de um certificado de primeira classe concede ao fallido a sua descarga provisoria.
declara que abandona .ios seus credores ludo quan-
to lem. Da-se publicidade sai petiege e i ronvo-
cac.Ao dos credores, etc. ; he nomeado um assignes
(ydico) o qual loma posse do aclivo, e d coula da
sua gerencia ao joiz commissario. Este magistrado
preside s reunies dos credores, aove as partes;
chama testemonhas, se assim o julga conveniente ;
e se apparece npposicAo por parle de algom credor,
o magistrado examina a causa desla opposicAo ; e
se percebe que provm de mo humor, ou de espi-
rito vingalivo, nAo lem com elle altencAo alguma.
torna a entrar puro na sociedade. He um com-
mercianle, qoe foi infeliz, mas sempre honrado, e
acha portanto, o qae honra sobre-mancira os cos-
lumes commerciaes jnglezes) estima, confianca e
soccorrona cite.
O certificado de segunda classe nAo he causa de
etclasAo da praca publica ; mas o fallido que o ob-
teve nao acha tanta proleccAo.
O neoocianle que se tornou merecedor de um cer-
tificado de lerceira classe, devera' procurar, que se
esqoeram do nome, que lem, ou moda-lo (oque he
frequcnle em Inglaterra) (6) alia sera' mal recebi-
do, se for procurar nas casas respeilaveis, os oc-
corros que, em Inglaterra o alto commercio nunca
nega ao pequeo.
A lei nova da' ao commercia'nle infeliz, e de boa
f, meios de evitar ,i si e aos seus credores as cos-
tas muito diminutas hoje sem duvidas, mas sem-
pre consideraveis, e insepanveis das formali-
dade, que ha a seguir no tribunal das ban-
ca-rolas ; esle meio he arranjar-se amigavelmente
com os seu credores. Se alcau^a o conenlmento
unnime delles acaba ludo sem escndalo. Se nao
o oblem o juiz commissario prolege-o, mas passa
pelo desgosto de ver figurar o seu nome na lista dos
fallidos ; porque a publicidade nAo he menor Da In-
glaterra do que em Franca.
A declaradlo de quebra, as ..ssemblasdos credo-
res, etc.. ludo he publicado nos jornaes.
O deoj o arrangemen n 'concrdala' deve rr
aceita pela stima parte dos credores.
lodos os negociantes em Inglaterra sAo suscepli -
veis, se cessam os seus pagamentos, de screm de-
clarados fallidos. Todava ha crias posiro. sociaes
as quaes nao se appliea esta lei ; os ecclesiasticn,
poresesnplo, nlepodsm ser i!eclar?dosfalhdos, nem
os menores, nem o etcommungados, nem as mu-
Iheres casadas, salvo e os ui8ri.los%s tinham auto-
risado a fazerem qualquer negocio.
Tambem nAo pode ser declarado fallido o pro-
prietario que vende o pruduclo de Ierras por elle
exploradas, oo os producios das suas minas.
L'm simples aclo de commercio oao pode fazer
com que um individuo seja considerado negocame.
nAo precisos para isto muilos icios.
SIV.
t'ourl o[ insolrencij.
O tribunal dos fallidos i> lem as mesmas attri-
buices, que em Franca foram conferidas aos Iri-
em seo aposento, mesmo os alfineles, nao lem di- I defunta.
reilo a nenl.uma comiderarAo. Bis o que me Aria ir A senhora nanea esleve lao bella, disse a eria-
pregar de cidade em cidade sobre a utilidade da da com timidez Mbeode, que envera sempre a ama
desordem em casa, loda a nossa vida paasa-se em camarista lisongear sua ama.
procurar alguma cousa ; nlo he melhor para n<", A marqueza bocejoo bfaadmente ; depois hin-
que seja antes por exeinplo urna renda, nina lila, ou Cdo para Iras os cabellos, eulrou no loucador.
urna gravan de modas, do que urna deesas numero-
sas chimeras, que perturbara ou laligain lano o es-
pirito, sem couleslar, nem aptilacar o coraco ".'.. Fi-
ca entendido que o amor, a fortuna e mesmo a glo-
ria, estao exceptuadas dessa insinuarn.
IV.
A marqueza tocou novamenle a campainha.
Pareceme, dis.e ella, que faz esla manliAa
mais fro, qoe de ordinario. Mande aquecer-me as
chinellas e o roupo.
Poda haver por ventara um momento, mais favo-
failaa e delicada!, que fariam vergonha -s mais bel-
ler gandes rendas senAo sal, a conoier.0 de dispon- : las estatuas de nossus museus; seus bracos releos e
der lodas. Seos criado que gracis ao seu niniiero I magnilicos, lerininam-se em um punlm de mtnina ;
lera apenas nina parla msiuailicaiiie no seivi.;o geni seus peilos, coja nasceiica apparece cheia de gra-
rivalisameincuiJadosefin iiiielligeneia, paradarein ca a delicadeza, cunliiia debaito das reudas e da
VI.
Ese loocador he io msmo lempo o mais sim-
ples e o mais elegante. Olanlo aos oslas e ao pos,
a marqueza de Vernon be milito urzolhosa e mui
zelosa de sua belleza para fazer uso delles. Aflir-
ma que a Cousa mais vanlajosa para a lez he era
primeiro lugar agua fra, em segundo lugar agua
Tria, e sempre agua fria. Com islo ama mulher
verdaderamente bella lem a certeza de agradar a'
vista e ao olalo muito mais do qoe lendo giz nas
faces e seccanle nos belfos. E alias quanlas foT-
ravel para observar a joven marqueza i!o que aquel- mosas aceilam essa hurrivel pintura sub o pretexto
le era que ella mesina abri as cortinas que linbam- de que he a moda A moda sem duvida he urna
lhe protegido o lomim, e laucando com graga a eo- \ anloridade mu respeilavel ; mas digara-me, se al-
bcita anda quelite, descao indolentemente do leilu I guma fillia da Nova Zelandia conseguisse fazer adop-
para o rico e raacio tapete, que alcalifava-lhe a ca- lar pelas directoras da moda os brincos nas ventas,
mar '.'... Seus ps e suas inAos tem formas 180 per- e a cor prela dos deoles I estariam por isso '.'
Oh que exageracAo !
Ouem sabe '.' Bastara' lalvez una mulher rica
i-ambraia, os contorno! mais firmes e mais seducto-
res ; seu callo harmonio.ament desenvolvido, s
Iam Imitas suaves, que os nios soguera com amor...
E quanto a' loa physiooomia ao mesmo lempo lAn
tostonee!
/.lia, qn" hora* sAo'.'
Quasi meio dia, enhoia.
Sem duvida eslou doonle visto que'e'.aut^i-sua fronte larua e ,
me lao cedo... Como esl o lempo ? | cia ; seus labios linos >- ocoslatiles,
11) Pelo uso do betel, planta que mascara todos
os naturaesda Oceania. Em certas parles da In-
dia as mutheres banhom-sa c.un... lele de borra !
Allirniain que isso lem bom elieiro : nao o creio.
Em iodo o caso duvida, que siji iga nauseabundo
coinoa tiula branca de nossas Parisienses algumas
s menorescircum'-laiicias.io iga vnla iulima a Iran-
quillidade. a eoinmodldade, a ileganeia e o altracli-
vi, que exige -o i orsainsaro, laaoleole e aristocr-
tica a que alem disto lhe da direito sua generrsi-
,lan> meigaelo nobre, ella atlrahe e encanta a todo ; bor.1i depois de sua pplicacgo. I m
.. "' .. aqoeile, que deia-se levar moilo lempo do prazer'aaaustoo-maom dia deeompondo o chiro narlicalar
I ma manbAa a marque/ de \ ern.n tocoo .1 c3m- i de Cnplempla-la. Seal cabellos eastanhol, que pela que loma entilo e-sa mararilha da r.'mira |. ,
pamba para chamar a camarista ma.. cado qne de : sua louca abundancia, formam-lhe nm bello man- mesmo lempo, disse-ine elle, che.ro .te cadver, de
|lo, contrastan! de urna maueira maravilbosa rom j sepultura e de madeira podre! As mullieres que
seus ultio nos quaes |.,,;, ioceasaoUmeoia oma |aervem-e de ge-so secco ou liquido seriara pon s-
oesrao lempo maligna e tVmpamlea; paldme calados! Ora pareee-ma qoe enaaoppo-
e grande inlellictn-1sicSa deseria curar as mais caiquillias mesmo dessa
- e extravagante, que liver deitado cAo ou galo co-
mer-lhe a pona do nariz, ou cuja bocea liver lof-
frido desgranas ; pois assim como a Influencia no
mundo moral pertenre infelizmente a' lolice, assim
tambem no inundo pbysico perlence a fealdade.
Etaminem a mor parte de uossas modas, e julguem !
luem |ior etemplo eslahelecea os esparlilho J
mullieres do lalhe pouco elegante ; as anquinhasV
mulneres muito miaras; o arrebique .' mullieres
sem vida e sem calor; a tmta branca'.' mullieres
alllictas por urna tez de campooeza, on d muala ;
os cabellossuppostos '.' mullieres de nuca devastada.
E vos, senhoras, que leudes um lalhe elegaule e
Hexivel, urna tez paluda on rosada, olhos grandes e
bellos.... coosenlis em enfarlar-vos com doze raas,
em perlar-vos com'apparelhos de baleia ou de
ac, em pintar u rosto com dulas nojosas'.' All I en-
lAo fazeis saltar de alegra as mullieres, que neces-
sitntn realmenle des-es arlilicios Ellas dizem :
N'Ao podamos perder nada com essa piulura ; po-
rm nosaas rivaes .' eonsegaimoi loma-las feas :
nAo as tememos mais E com rfl'eilo he a igualdade
ua disformidade, e na falla de asseio.
VII
A marqueza de Vernon assazinlelligente para con-
leular-se com o hriiho nalural de sua belleza, e com
o vago cheiro de violeta que emana-se della como de
toda a mulher ada e asseiada tomou um banho de
Ires minutos, e abandonon-se depois a sua camaris-
ta. Alas emquanlo esla enchugava-lhe lirandamcnle
os pes, a marqueza oceupada em limar suas anhas
trans paren les quebrou por descuido a do dedo mni-
mo da mao c-qner la era preciso ou corlar unifor.
memeute todas as outras uulias, ou conservar essa
mais curta o que nAo deitava de ser desaroso. Esta
relletAo, que ella tez com a rapidez do relmpago,
deu-llie ao semblante um ar ao mesmo lempo de
agaslamento e de indignaeio que aogmenlava, se era
possivel. a grata de sua physionomia. Sua mlo di-
reila levantada a' altura do ptito anida tinha a li-
ma fatal, entretanto que a oquerda curvada e con-
fusa apresenlava somenie o dedinho mutilado como
para implorar piedade oh pedir viuganca. linmovel
(.), Qoamlo o fallido se acha nestas tristes cir-
coinstaucias, o juiz commissario apezar de ter-
minadas lodos as opeacocs de banca-rol, ada
sempre para um lempo mais ou menos distante a
entrega do certificado. Faz islo conforme qner ras-
ligar man ou monos as fallas do fallido. Enlretan-
lo esle conserva-se preso.; algumas vezes o joiz nao
fita a poca para a entrega do cerlilicado. Nesla
caso o fallido entra na prisao, aonde deve estar in-
delinidamenle ; mas, se depois de passado cerlo
lempo, o juiz commissario julga que deve abrandar
o rigor, o preso pode, finalmente, obler com asna
liberdade, o certificado porque tanto tem espe-
rado.
lia casos previstos na le, a qual declara o fallido
indigno do certificado, e al pronuncia a nullnlade
desla cerlilicado.
He quando o fallido perdeu ao jogo ; quando
desvia fraudulosamente merca lorias ; quanto alle-
ga perdas fingidas, quando aprrsenla crditos (ini-
cios, ele etc. Neslas circumst,ocias o fallido be
enviado para o tribunal criminal, para all serrou-
demnado, ou a degredo ou a Irabalhos forrados.
8] Em Inglaterra, qualquer pessoa pode lomar
oolro nome que nao seja o seo, e negociar debaixo
desla nova firma.
Nao he pois raro chamar Paolo aquelle que era
contiendo pelo nome de Thoraaz.
les, seos labios vermelhos, sua tez animada, revelan-
do a impressionabilidade de sea carcter davam a'
sua belleza om esplendor extraordinario. Assim
quando veio assenlar-se dianle do eipelho para que
a criada lhe preparaste o toncado nao poade resistir
ao prazer de achar-se lAo bella. A aerenidade reap.
parecen em seus lindos labios, que pouco antes esla-
vam lAo adoravelmenta irados. Ella incUooo a ca-
beea para a direila, para a esqaerda, para Iraz....
sem cansar-se de contemplar debaixo de Indos os as-
pectos -na c ibera magnifica e sea corpo amoroso.
Arregicou e dispoz em todos os sentidos as lar-as
mangas de seu roupAo, seguindo com prazer a ima-
gem dos dous bellos bracos us que etpanha de mil
manetras, cada qual a mais graciosa.... E vendo-ie
lAo cheia de altralivos e de seduccoes esqueceu-se do
sao humor, sumo a si moma, amou-se.
Oue cousa ha mais natural do que o amor de si
misma a quem he moca, inteligente a bella '.' Amar
a oulreni he condeinnar-se a moitas agilacoes, de-
cepcas, inquielaees morlaes, e Iotas peoiveis ; po-
rm amar a si mesma he assotirar-se contra a men-
lira. a inlideliJade, a ingratidao e o abandono- he
tamil.u dar a si momia o que ha de mais raro e
agradavel no mundo; um amigo que noslrsougea
iucesianlemenle sem jamis zombar de nos!
VIH
A proposilo, Z.elia, disse a marqueza usentan-
do-se, c dispondo ella mesma os cabellos, nAo lenbo
carias ca manilla.
Antes de chegar a este poni, o fallido insolavel,
mas que tocou esle extremo por infelicidade, pode
requerer, se receia ser preso era virtude de qualquer
senltnra, proleccAo i) ao joiz do tribunal dos in-
soluveis ; e se a pelicAo he apoiada por oma terca
parte dos credores, cuja euumeracAo vai juuta ao
requerimento, o juiz concede-llie esle salvo
conduelo, e marca ao mesmo lempo nm dia para a
rcum i i dos ciedores e para a vrificac.io de seus
crditos.
Nesta reuniAo, se a terca parte dos credores acei-
lam as propostas do fallido, o juiz d ao devedor o
seu cerlilicado ou descarga. Todo islo he feilo
porta fechada, e nAo be precedido nem seguido de
publicidade.
A a descarga (certificado) concedida ao insolu-
vel, nAo be, como o certificado concedido ao fallido.
urna quitacAo a definitiva. O iusoluvel fica cem-
promeltido com os seus credores ; de sorte que, se
o activo, que entrega, nAo cliega para pagar a tota-
lidad* das dividas, ou se enlAo nadn possue, as pri-
meiras circumslancias favoraveis que sobrevem,
aulorisam os credores a cila-lo para o tribunal ud'in-
solveuc), i, para elle dar explicarles sobre a reali-
dade do fado, no caso de um credor poder provar
que o devedor esl em estado de pagar, ou ao menOa
de dar alguma cousa a' conla do que deve.
lia, como se v, em Inglaterra, mais de urna
dftsigoaldade legal. Os nobres gozara all ctrtos pri-
vilegios, e poi ......a lado o mais pequeo negocian-
le, ocha, deelaraodo^sa fallido, urna maneira de
pagar as suas dividas, maneira que nAo pode ,-ipro-
vellar a unianular, desgraca que elle nao pode evi-
tar nem prever, deram OCCa*i(Bo a" soa quebra.
O ordenado dos juizes commissarios nos dous tri-
bunaes das banca-rotas e dos fallidos he de 1,200
libras esterlinas.
S V.
Dos c:ntrt-baronCourt-lxct e court of Pie
Powder.
Julgnei ao principio que devia coliocar estes
dous tribunaes sob a rubrica de tribunaes de pu-
lida ; mas as suas altribuirOes sAo algamas vezes
de urna importancia, que podem faze-los semrlhan-
(es ao codnl) coorls n ua tribunaes de pnsneira
instancia.
O ii court-baron tribunal d barona he aquel-
le que no seu caslello he presidido pelo barAo se-
nhnr do ranlao, ou da communa ; ou se nAo he ba-
lo pelo lord of manor a ,o proprietario do aDligo
feudo.)
F.sles vestigios do afeudalismo lornaram-se raros
em Inglaterra ; totavia halagares, nas provincias
mais longinqaas, onde os descendentes dos anli-
gos senhores leem conservado a posse desles pri-
vilegios.
Kecebem porl anlo no seu a courl of barn ho-
menagem dos seus foreiros.
Na secretaria deste tribunal devem ser registradas
lodas as madancas de propriedade, e por cada re-
gistro se paga certo direito.
S a barona he ij margens do mar e se succede
qualquer naufragio, n barAo oo o lord of mauor
disputa a' coroa os despojos do naafragio.
Emqaaoto ao h direito dos espons.ies a ou dn se-
nhor, ha muito que os campontzes o resgalaram por
meio de urna renda que cada familia heobrigada a
pagar ao barAo oo lord cf manor. Eslas ren-
das sAo pagas com loda a ponlualidade, apelar da
sua origem.
O court celo i tribunal da een(oria) he ama
jurisdiccAo atltribuida ao chefe ou intendente de
um dislricto, qoa forma oma cmtesima parte do
reino.
Este tribunal segu a velha divisio do territorio
em cem partes centurias., V sua jurisdiccAo com-
prehendia os casos de prejoizos feilo* nas estradas,
nos caminhos, nas propriedades communaes, as
vendas com pesos falsos, com medida falsas, etc.
ele.
As '.'.rilmn.'les dr-ies [golhicos Iribunaes qua-i
passaram (odas para os juizes de paz ; como em Lon-
dres sAo conferidas aos tribunaes de policia. To-
dava, nos campos ainda estn em etercicio algom
conrl leel. I
0 court of pie povrder inboual dos pM
ebeios de poeira he um tribunal civil e de paheia.
que nas reiras e mercados, julra instantneamente
das contestares que se elevam publicamente, eotre
os estalajaderos e vendedores de cereaes, da ga-
dos etc.
A origem do nome desle conrl foi-ibe dado,
porque fazendo-se as eiras de verao, eslAo os cara-
pos cheios de urna poeira, qoe soja os sapalos. Co-
mo as mullas, que moitas vezes sao impostas eos
delinquentes, redundan, em proveilo dos proprieta-
rio- ou reiidciros dos lugares aonde se faiera as fei-
ra, leem esles todo o inleresse na conservadlo dos
ir courts of pre ponder.
Todava das senlenras proferidas por esles tres,
iribunaes pode appellar-sa para a os irilniiiae- >-
periores de juslica, a qoe vou descrever na erran
segninte.
Ha ainda poneos annos, exista cerlo numero de
pequeos tribunaes smalls courl qoe foram
sopprimidns ; entre outros os coorls freqoesl. trie
coorls of mar-balsea, o tribunal do grande man-
chal ; mas nAo do marachelalo, .. the pataca eourlsn
etc., etc.
SECCO III. -
Tribunaet de appelltro.
Exislem em lodo o reino de Inglaterra tres su-
perior court* of juttice, n que estatuara em appel-
laCAo, sobre lodos os processos em materia civil,
criminal, commereial, administrativa, jolgadosem
primeira instancia pelus diverso- Iribunaes, que -
merei ; i excepcao dos negocios, que em ippella-
Cao, sao de competencia da chancellara.
Esles o tres Iribunaes superiores a tambem fuoc-
cionam como tribunaes de primeira instancia,
quaudo, segundo a natoreza das aecoei oo da som-
ma reclamada, a demanda a deve oo pedo (T, eer
directamente instaurada perante elles.
O primeiro de-tes tribunaes rhamava-sa a ccort
ofqoeos beoch n tribunal do banco da rainha.1
O segando li, chamado coorl of rom mota
picas, que Iraduzirei por tribunal do direilo com-
mum.
O lereeirn riiama-rc < coort of exchequicr k (
tribunal do echiguier. s.
A cada nm deste! Iribunaes competera cinco offi-
ciaes chamados masters isenhores/ coja mi.-ao
consisto em reconhecer e contestar os relo, qoa o
tribiin il Ibes refere.
A lata doi a bilis of cosls avalurau das dea-
pezas tambera he da alIribaicAo dos maslers. ('.
Esles o masters o assistem as audiencia.
Tambem so proposlos outros ofliciaei para a re-
eepefo dos i alldavits. o (1()i
Onando o Iribunaes superiores funecionam em
Disse,
vallo, ser obrigado a gaarda-lo para il, ou a sollrer
urna perda lomando a vende-lo... O' lilhos da for-
luna debalde adquirs brazoei e nao queris fre-
quenlar sena., a (idalgos ; aempre haveis de ser mer-
cadores.
O signatario deile primeiro bilhete lem Irinla an-
nos, eenlo e clncoeola mil francos de renda, e o
'tuto de... roembro do jockeyc-lob. OuaDto ao phy-
sico, assemelha-se muilo a om acrbata, quanlo o
moral... o eslylo he o homem : a marqueza julgou-o
bem.
O segundo bilhete. roeltido em nm envoltorio
triangular de papel delicado e de ledras ainda mais
delicadas, annanciava visivelmenle oma mao feme-
nina da mais alta rara e do melhor espirito. I.eia-
mo-lo: ,
i.iuerida amiga, rogo-lhe que me responda 1
Que faz de lodos os amantes que me rooba '! Desde o
da delicioso em que commetti a imprudencia de re-
cebe-la, oso tenho mais do que amigos ; amigos an-
ciasos por fazerem-me lodos a mesma confidencia,
a saber que acham-oa adoravel, e que daran a vida
para serem amados por vo Pergunlo-lhe enlAo
de qne Ihes serveria issn... por venlara nsn pode-se
licar enamorado sem licar lambem loto? Ah nAo,
posto que esteja provado que pode-se ser tolo sem
ser tamtiem amante.
. > Confesse, minha amisa, que meu papel em lodo
isto seria mui diflicil, secu naolivesse a felicidade
de pensar como elles a seu respeilo. Mas nao Iba
occullo que voss colloca-me em urna situarAo inlo-
deve emquanlo a- ncajtOS reaes, per-
sones e miM.is, que sao cima da competencia d
Iribunaes especiaes ; e digo, pode, emquanlo a
accoes, sobre que ha a (acuidad" de as imUurar n~
> county courls ; ,. enlre outros, as causas por divi-
das de 20 libras eslerlinaa a 50. A palavra poda
lambem he appliravel an caso, em qae om procesan
levado a um Iribunal de. primeira instancia, aode
ser delle tirado para ser levado por formada eer-
lioran .. evocacAo a um dos (ribonies inte-
riores. ~
Chama-se a wrtt uf cerleriorari ao iagajnjJ de
evocacAo.
8 O tribunal de a queen of beoch i, lem a pri-
meiro lagar enlre estes. O presidente deste Iriho-
nal lera o titulo de Lord rhief Joslice of Eo-
gland. O elide da ju.tica em Inglaterra/ (Apezar
de parecer que esle Ululo perlence ao lord graa-
chanceller.
O Irilional de Commoupleaa lem o segunda
lugar ; o seu presidente lem o litlo de Lord chief
juslice, sem a addie(Ai> ., of England n di In-
glaterra.)
O Iribunal of|Ktc!iqaier, que oreopa o lerceiro
lugar lem o privilegio de serem os seus membrr
qualificadoi de bares ; a o leu presidente inlilola-
se o Lord chief barn a o chefe barAo.)
Cada om desle Iribunaes he lormado por cinco
juizes enmprehendidos nelles o presidenta.
Estes Iribunaes funecionam regularmente em
Weslminsler.
;9' Como nAo ha tabella nesles Irihunae-, as des-
pezas liran ao arbitrio dos a Mailars. Secue-se
que as despezas sao maiores ou menores, a voolade
dos n Masters. o He raro que om bil injerto a
arbitrio dos a Masters nAo seja redolido. He por
esta r ./o' qoe quando os ndvogados vivera era boa
harmona, u advocado da parle eoodemnada aa cos-
tas, evita, rubricando o bil deseo collega, a intec-
vencAo do a Matters. u
(I0 Cm afpdaril he um depoimento oo declara-
can, que faz ao escrivAo da qualquer Iribunal ama
parte, oo oma lesiemunha.
He precedido do juramento do declarante, lie
om aclo emprezadii frequentes vezas, tjea-ee an-
tes, durante e depois do processo.
Vou infnrmar-me a esse respeilo, senhora, res-
ponde,, a rapariga, a qual wble e volteo logo, Ira- leravel. Anda ha pouco ahio daqui"o""doqu" de
wi.do tre, bilheles intei,menle disscmelhanlespcla Terval, depois de ler-se demorado urna hora, e ler-
aiJli... A. x-___ i I me fallado a seu respeilo durante... ses-enSi mnu-
-Madamade ^ ernon ahrio-os emquanlo a cama- los Seria hoirivel crueldade de soa part conti-
n. a comeciva a penlea-la nuar a-sim a (omar-me lodos sem '--
O primeiro bilhete, mellido em un longo envol-
torio, fechado com um sii pingo de lacre prole, era
nolavel pelo corpo do papel, e pela forma rommun
das lellrns. Vejamos o que dizia :
ii (.hienda senhora,
o O i avallo de Mr. Ilunt etcedeu tinlns os preros
razoaveis; fui levado at 6,5*0 francos. Ignoro"
r!'an!!!.V'raU;0a J"Ve" .'"'|U", "''"'^ ""villar nome do comprador. Sem embargo do iodoW,TdSejo
Ue sua desuraca : e--a nuia rosada n ^lo,io...l. ...... ...... ......... ____i-..-:- ..!.. a l '
de sua desurara : es-a OOtia rosada e alongada que
era leo orgolho, pobre dedinho, licara' perdida por
mais do qunize das ? Onda OCCOltar agora ca
man ?
E, rasquilla al pin sua iir.nacienria, ella eslendeu
lirainlaiiienle seus dedos de fila como para inolhor
admira-to--, depoi fazendo um gps| gracioso e l.in-
candu no chao a lima culpa.la aliandonou-se lano
mais vivamente ao seu mo humor quanlo j., eslava
nervosamente disposta ; porque nao detentes esque-
eer que nes-c- d -
q
que vossa excedencia manifestara de pnssoir esse
animal, raceiei iue lehasM o preee esorbilanle, por-
que de relo aatim mo pareca, l'raza a Dos qoe
esle calculo; querida senlinra, provando-llie o cui-
dado que lenho de seus inleresse, indoza vossa et-! mente grande:
ceiiencu a enrarregar-me em loda as eireomslan- a snperatidade.
cas de nas d.iii.nisses : ,\ |oilura desta carta
Creta em meo repeilO, qoerida senhora, e Iam-1 qoeu una eipressao
aleare.
m-ulinm... Visto qua estamos no lempo dos i///-
tiiotums, ilnu-llie vinle e qualro horas p.ira deci-
dir-se.
o Com o risco de abracar ama inimiza, euvio-lhe
mil licijos, proUslando-lhe eterna alleicao.
i Condcssa Maria... n
Esta he urna mulher meen, da qual madama de
Vernon disse um Ma : Klla lem tanto espirito que
podara dispensar soa belleza, e lem tanta helluza
qne poderia dispensar ain espirito! He rarooo-
vir nina mulher fallar assim de OOlri mulhrr. Mas
'J fcil a jo-lica aquella qn" senle-se verdadeira-
a benevolencia perlence sobretudo
liem na rointi-
lera a lesefea da mar-
maamo lempo arden-
dedicacao. Dambertand. le e alegre. Era acaso por saber o triiimpbo
E cora que direito, nAo pode deixar a mar-1que alcancava por loda a parla sua belleza .' NAo,
a sociedad' elagan-
receheria. Era enlao
e aquelle, cojo no-
he moca, billa....
porque nAo lhe alravenaria f art vi mente a ...
urna idea de amor, flor soave e delicada aern duvi-
da fatigada di sombra e qoe eipirava lalvez ao
sol*
Madama de Vernon abri o lerceiro bilhete, o
qoal tinha envoltorio qoadrado, mete largo coa
escudo de armas, e lellra delicada, firme o inclina-
da. Elle dizia:
Orleans 17 de levereiro de 1856.
Senhora marqueza.
r Parliodo de Pars eu tinha deisado a arder
brutal de adqairir a lodo o preco o cava I lo de Mr.
ilunt. Agora sei qoe V. Etc. desejoa tambem com-
pra-lo. Ao mesmo lempo que eatoa confuso de ter
sido menos leoiato qae V. Etc., ado maosIrooM
haver lido seraelhinte phanlaiia a lea coate. O va-
lor real dele cavallo he. quaudo muilo, do 2.0
francos; V. Etc. nao o teria comprado por mais al-
io preco se tallas.cin completamente ea concorreo-
ie. I'ermitla-me, senhora marqueza, qne mande
p-lo a disposicao de sen admini-lrador, o qaal re
conhecer que esta ultima cifra he mais do qoa suf-
tinenie. Eu nao quereria felicidade a cosa de sai
ni hllerenra. muilo menos quererla om prazer qae
devesse cuslar-lhe um prazer.
He com summi alegra que aproveilo esli occa-
-i.io, enhora marqueza, para rogar-lhe qoe dgne-
se de aceitar meus senlimenloa mais ropeitoso.
"Duque de Fertal.a
lina meiiiiar.io profunda apoderara-se da joven
marqueza.
yuem visse a etpre'so era da sen bello sem-
blante advinhari.i fcilmente que agilavam-fe aen
cu espirito quesloes, em que sua alma e na vida
eram men.ala. Kepenlinamenle, seu semblan
le tomou urna etpressAo de despeilo : Esla em
Orleans.... logo nAo paaao espera-lo boje !.. a Oo
fosse fadiga de imaginadlo, oo can-aro real pare-
ceu-Jheeulii que as mitos de Zelia, que seu pen-
leailor. que o me-nio ar sm toreo della eslavam
mais pesados que de ordinario ; qoe soa rebeca
ael,ava-se va-ia, e que sea cor icAo apenas palpitava.
Ella ahandooou-sa a idi de qoe padeca, r emfim
peraoadto-se de que eslava doente... Venas mo-
inenlo a camariafa prendendn-lhe aa cabellos (erio-a
duas vezei coa eje alfineles : na verdidecri muitn
era minia desgraca....
Acordar muilo cedo, ver o rn nublado, quebrar
ama de sua onhas rosadas, saber que esta a Irinla
h :uas aquelle que ella lalvez e-per va, e sentir-se
emfim frula doa vote-" na caliera.... i.'ne mnlhei
loria deitado em lal caso ,Ie lancnree no spleen mi
na SaTjaollopia. NAofallava miis do que vir-sr
agora algoin vizilador importiino... Ella ha de evi-
tar a lodo o custo e-e excitan de inlorlooio, e io-
do fechar-se em soa cmara da suas ordens
A senhora uo esla ton caastl
i.i'oNfmuar-V-ria..

MUTILADO

ILEGIVEL

.


\
DIARIO DK PERNAMm'CO, SEXTA FEIRA 0 DE FEVEHEIRO T)E I Mi.
11 mu ii.i instancia, eeja qual fura materia, lie com-
poslos por un jun e doze tarados.
tluando estes tribunaes funrciooam em appella-
5J0, k o quorum o he formado por qualro misil-
Irados ; ,l|i preside o primeiro menibro do iribu-
11.1I. quer elle luoccione em primeira inslanria, quer
como lrihun.il de appellacao.
lia urna circumslancia, que ha .le cansar espanto
em I-rauca, e he, que qoando mu Iribonal funecio-
u em appellaeo, o proprio juiz que di a senlenca
appcllada, faz parle|dos quatro magistrados chama-
dos a apreciar a sua senteuc,a. l
.Acabo de mostrar como os tres tribunaes supe-
riores funecionam em appellac.iiee. Teolio outro
eicmplo a citar de um caso em que ellei gozam da
mesma attribuiQSo, mas em segundo grao.
Eis como :
A parte, qual nao agrada a -n.in.r.i dada, o in
banco", por um dos tres tribunaes superiores, pote
por via de n writ of error (13), submelter esta
senlenca a um tribunal novo, que chamare! de cire-
visao.
CompOe-se este tribunal de oilo juizes, tirados dos
oilo tribunaes, que nao concorreram para a sen-
teuca. Assim, tendo sido i senlenca appellada dada
pelo tribuual de q-Jeeu's bench,i> dada clin banco,
compor-se-ha o tribunal chamado a revi*3o dos
mombros do tribunal de common pleas, com o tri-
bunal do exchiquier. E vice versa. Este tribunal
a que chamo de revisti, cbama-se exchequier
chamber. (11; I em sido nial explicada a rompusir.io
e allribuiciies deite tribunal, do qual nao laxen)
parte uem o lord chancellar, ntin os lords da the-
souraria.
Uepois deste tribunal dar sentenra, aiuda se n3o
pode comide'a/ terminado o processo, porque se
pode appellar da sentenra para o tribunal dos lords.
Estes tribunaes superiores teem sessOes regulares
qualro vezas por anno. Estas ressoet 11,10 duram um
mez; mas as ferias oa intervallos 11.10 s3o para os
juizes lempo de descanso.
Com effeilo, entre lerms (15), isto he, enlre
as diversas sessOes, os quinze juizes v.lo presidir por
esc ila o (ribunal dos assisses ; ou entao Iran para
formarem em Westminsler as audiencias em que se
pede um a jury especial a (16), ou entao para pre-
sidirem as audiencias de a nisi prius.
Alera dislo, os mesmos juizes s3o chamados todos
oamezes a presiditem o tribunal commereial, cha-
mado popularmente tribunal de od Baile).
Finalmente, tres desles quinze magistrados [os
presidente* dos tres tribunaes) desempenham outras
tuneces judiciarias da mais alta importancia, por-
que sao chamados a funeciunar no tribunal dos
lords.
Killei em circui ; he assim que se designa a es-
cala que fazem alternadamente entre terms, os quin-
ze juizes, em toda a Inglaterra, para ahi presidirem
aos tribunaes de assisses locaes, aoude sao chamados
os jurados do dislricto.
E 01 tribunaes de aesieses lomam conheeimenlo
de lodas as acres e processos, sejara de que nature-
za forera, civis, commerciaes, 1 mu mes ; e mesmo
daquelles que em Franca seriara da competencia do
conselho de prefeilura.
Como os magistrados em circuil distribuem a
jurisdiccao em nome da raiuha, fazem-lhes grandes
honras. As autoridades locaes v3o au centro del-
tas, etc.
As decises deites magistrados sao precedidas e
determinadas por um verediclum do jur\. Das sen-
tencas pode appellar-se para um dos tribunaes su-
periores de Weilmiuster, mi libilum.
As audiencias designadas por eslas palavris nisi
prius sao orna especie de audiencias extraordinarias,
as qn.ies um dos quinze juizes despacha os nego-
cios urgentes e summarios, que teem o privilegio de
nao serem inscriptos no ademo geral que ha na
escrivantnha de cada tribunal.
O tribunal central crimina!, a que fuucciona no
local chamado od Bailey, o prximo ,1 prisSo de
Newgate, julga lodos os crimes e delictos graves
commettidos era Londres, e mesmo fura, em om
circulo de 1 ten estes (1 leguas) partindo da igrejn
de S. Paulo. He um erro dizer que o tribunal de
od Bailey se divide em antigo e moderno ,old
court and new court. Tambem se disse por erro que
o tribunal funecionava oilo vezes em cada anuo.
J disse, tratando das ltribuicoes dos magistrados
de polica, que elles desempenham as funcc.es que
em Franca sao de competencia do conselho e da
cmara dos aecusados, quaudo enviam os reos para
o tribunal de a od Biiley a ; eis aqu o que suc-
cede depoii :
Os aecusados, antes de comparecerem permite o
tribunal central criminal, passam pelo ulgainento
da um jury.
Com efleilo, aslruccao formada em um tribu-
nal de polica he submellida decisSo de doze jura-
dos tirados sorle, os quaes em conselho, estando
ausentes os aecusados, eiaininam o alo de aceura-
(30, que se chama a indictemeot, a e decidem se ha
lugar para os fazer cemparcccr peranle o tribunal
em urna .tas suas prximas audiencias. Se a opinift0
dos doze jurados ha pela descaiga dos acensados, ee-
rreve no ., iudiclement uol forenl > 'nao se acha).
Neste caso os presos sao logo sollos ; ou se teem
funga, esta he .desoqerada. Se os jurados s3o de
npinilo que he fundada a aecusarao, escreve-se no
' indiclemenl, a trae bil, a Depois os acensados
comparecen! no tribunal criminal, aonde sao, ou
ahsolvidos, oa declarados culpados por um nevo jury
composto de doze membros.
De sorle que a condemiiar.Hi passa pela prova de
doui jurys ; e para s* declarar a culpabilidade sao
necessarios 2 votos unnimes, porque em Ingla-
terra he preciso que a derivan do jury seja pftr una-
nimidade, alias he \o processo deferido para oulra
sessSo.
O n tribunal reutral criminal o consagra loaba
os niives ao julgarae lito dos individuos que compa-
recerem perante elle] mais ou meuos sessOes, con-
forme he a listados iccusado, e segundo o lempo
que levam os debates.
O tribunal compoe-sc de dona, e algumas vezes
de Ires juizes, tira Jos dos tres Iribanaas superiores,
como disse cima ; mis an lado desles joizes lomam
ordinariamente asenlo oulros magistrados, a quem
os 11 costumes c privilegios da cidade de Londres
dio o dirtilo de all s assrnlarem.
Depois dos pormenores que acabo de dar sobre as
allribuicoes dos tres tribuoace Oueen's bench, Com-
mon pleas e Exchequier, com razio se pergiinlari
como he phisicamenle poesivel que um Uo pequeo
numero de magistrados deem conta de tanto tra-
balho (171.
Com effeilo, parece que islo excede as forras hu-
| manas.
Em Londres d3o succede o mesmo que em Fran-
ca, aomle os advogados que enli ain na magistratu-
ra VI, por assim dizer, descansar ; em Inglaterra
o advogado que mais leni que fazer pode, -e qlnr,
recusar o encarno dus negocio*, e al eslar iiiiv.es
sem exeicer a sua proBstio ; porem logo que he
juiz, alo (em esta facul lade ; Indos os HQI inomen-
tos sao absorvidos por trahalhos iuccssanles. Tiralii-
do o domingo, o juiz nao leni um dia de sen. \
Serla para admirar que a esrolha do foro aceite
uncefles que impoeiu lana ascravidao, se o luclir
de juiz n3o fosM cerrado de dignidades e consideri-
coes, c alnn disto muilu bem relribuidas.
O presdeme do tribunal Ouen'i bench > lerii
um ordenado de H,(M)0 libras.
O presidente do tribunal de Cominoinpleas 11
lera o ordenado de 7.IKM) libras.
E o presidente do tribunal d'Exchequier o lem
de ordenado tambem 7,000 libra?.
Einquantn aos qualro jui/.es de cada tribunal, tem
cada um 5,000 libra..
Alen disto, a Inglaterra previa o casn em que
os magistrados se turnem incapazes de exercer as
ea do cholera 01 habitante! doPotim o eorisideravan 1 Pedro, braneo, Olho de Rodrigo Piulo Momia,* IU0 rr. a cuia, e atn 01 mili generot de primeira
com,. se,, santelmo, e de joelho, ihe pedan que nao | mezes. neeeialdade.
?-.re':^0Jl!'-MnH'.1'"''i' C,a M e ri",li""-''1 'I1"1 Antonio Teiteiri, braneo, solleirn.'Ji anuos pobre .No dia 2\ do penado leve logar urna solemne fes-
presiuniiso magistrado I Pedro, Africano, escravo de Uuillierme Ausaslo la ao Martvr S. Sebastinfue, como nao ignora
lepositavam na earid
Kchimeuie veio preenehar a \aga deixada pelo Dr.
Correa l.ima.em A nadie, nm nutro digno magistrado,
o lir. Ignacio Jos de Uendonca I cha, um dos li-
Ihos dcsla provincia que naii a honra.
Fot nomeado promotor publico da comarca de
Malla (irande o Dr. J0.V1 Cipistrano llandeira de
.Mello filhn, que d'ahi veio qltimamenla no vapor
Impem tor : consta-me que he mu joven de grande
talento,* habilidade e he natural que receba bon ega-
sallndo neala provincia, cojoa habilanlea anda ton-
seivim grata e au losa recordar.!., da lienelica e il- i
lustrada adninislractio do sea digno nai.
A iDetraecjl publica vai leudo algnm pregresso,
einbora lenlo ; as caite iras de lailraccio secundaria
arham-sc oceupadas por profesiom que as preen-
chem salisfactoiainciile ; as. primeiras que vacm
10 providas pelos que na s nierecimenlos proven
en concursos rigorotsi. Acha-te ha muito na oi-
tuas fiuiccies. ou por causa da idade ou de dou-' ""ectoria geral de iiislrucrai. publira o vica-direetor
cae. Entilo lera seguras boas pensOen "r- -"'' '' '''' Silveira por inipedimenlo do director
A pensjo dos tres presidenlcs he do .i,000 libras Kera' iu*1 <"(li, s- l'ilara.cujo 111.10 estado de saode
codj um. o lem inhibido de exercer suas funrijes desde que
A dos oulros doze juizes he de :l,(JO0 cada um. 'greaaou da corte, onde tinha i.lo como depotado da
Comparem-se os honorarios dus magistrados fran-! aanWee ceral.
cezes cum os que acabo de descrever. O Dr. Silveira esforca-se por bem desempenhar
(1 primeiro presidente do tribunal de appellaoao | as arduas funcroes ric director geni, descuvolvendo
de l'aris tem 18,000 francos, e cada conselheiro diligencia e sulicilode dignas de encomios. Oentl-
12,000 francos. no pelo melho lo* de leitura repentina do Iliterato
Isto he roclade do qUe recebe em Londres um Caalilbo tem predoiido resullados proficuos Delta
Itodrignei Selle, 0(1 aunes. Vnc, fura o S mo invocado na crise do cholera. A
Alberto, braiiro, Olho de Jos Anlonio dos Sanios feale eslava excellcule, o aerroflo pregado pelo padre
Coelho, 2 auno*. Antonio de Mello, um dos mais noUveit oradores
Candida, branca, lilli.i de Joaquirn .Martina Morei-j dela capital, esleve brilhanle, en.fim urna lu/.ida
ra, ti mezes. j pr0cisso corono a festa mencioneda.
Joanna Mana d'Asiumprao, branca, casada, 58 A caita econmica dfxll capital depois de sete
ann"!- mezes de existencia apresentoa um resultado que
Mana, parda, fillia do Balhino Jos dos Sanios, assaz demonstra 1 ulilidade de sua fundacao. O ca-
pilal empregado apreaenlon durante e-se lempo
Joaquirn, pardo, escravo de Jos Pi l'ereira, 30 1 'j por de lucro. Kesultado mais que vanlajoao,
anuos pobre, H atlender-aa que ha nesta capital quem oDereca
Balb.iia, crioula, lllin de Francisca Maria da Con- dinheiro mediante I ;.0r cento de joros. I.ouvotes
eeieAo, 0 matea pobre an< reas fundadores.
Jos, pardo, Olbo de Jos Joaqnim de Santa Anoa, \<,\,, ,\\..... A,
' I retenon anda mais akumn cmisa dizer a res-
i lili CC^a a ,.:_ k..-,. ,-,.,,. ., '""" '"' '" 'dlfientisino cin materia de rsi.io, a
Iguaria, branca, lilha de Luir, da M va Lardoso, :l r.,i;,n. ,1,,....... ,, ..... .
meef reamar algumas frioleiras do tal Hamandin, jornal
i..<.. ini!,n,n i- ., I"" M0* aeWdWa eu autor, emlim nuitaa nutras
Jos Jeionimo Lorri-a. braneo, casado, 53 annos....._. .
.... ousis que reservo para a priirieira.
Anlonio Amaro da Silva Chrisi.iano. braneo, sol- <,.., ai, .. ." ,
teiro 14 annos agoe pera aw ocaseoduK.*eorpode1.< linha,
..,.....', rl"*ril .. que durante Ires aunus que habita nesta provin-
1-urliinalu, pardo, fillio de Manoel da Lonreirio ( o- ., i, ., ,i .;.: ,. ,
...... '...... I disripiiii.i c innriueraran, canluu a esti-
ma c consideraran dos humeas sensatos, que soube-
N.lo ignoro que a critica he um joga de espirito que nao pudo aterrar. Trata-a de dizer franca-
a|imas para o povo que I despieza de boa vonla .e, I meiile o que cadi um sabe na familia Iliteraria, o
luaiido ella lem um alvo mais elevado, porque o
povo quer sohreludo que n divirlam. I'ara agra-
da-lo, fnrinou-sc nina esrola de (aeriplore ence-
ii'n 1-. que lral.1111 Je leve as quesliies -cni jami.is
a profundaloa.
se-ia escola,que lem labide angariar numeru-
sas s\ mpalliis, nai, se Irnta de ter raz3o, proenra-
se lmenle fazer delelaveii lo io> o5a:siiiiiplos,qiiae4
que o poldico leu necessidale de saber ; n3o ha na-
da que adeviubir, nada de misterioso. ."* pie. n
chmenlo dcsla laiefa, a penelrar.lo representa um
papel muilu mode-lo ; o que a 111.11 r parle do Urtr
torea igsoran he couliecido deidc muito lempo da-
quelles que lera uuia penna ; he este o sei'redo da
cenad ia.
Re primeiro srupo vejo esrnplores sabios e rlo-
qoer quesej,,,,. t. e,t.l he colisa em que nao se nae,,k,. ^ fu,lcccm ,,,, ,|ue iul,ar[0 ,,.
riiid.i, ou o aliiem pensa nellp, he omenle para
evitar. O esludo poiss pode dictar pasmas enfa-
donhat, eos lumens de espirito ven aserludoseni
nada aprender.
I'erdoe-me 11 povo e os bomctis sem espirito, a
rerreirAo n.lo he o lim da Critica : e qual he o seu
lim .' lie o que vou tentar dilinir de um nodo pre-
simples magistrado de policia, o qual (em :it),0UO
francos (18).
E n3o he so um ordenado magnifico que os juizes
capital, nao sei se sao elles dcvi.losanles a sulicitude,
zelo e habilidade do professor qoe a' excelleucia e
supremaca do novo melhodo sobre o antigo ; o
disfruclam ; deve reunir-se-lhe as di>linc(es e as certo he, que os pais que teem matriculado seus li-
!i nr.is. l'arece-me ter dito que os mcmhios do lii- Ihos 110 cuno de Intua repentina esl3o moi salisfei-
bunal do Exchequier se tornara baiOes ipso fado ;. tos com o adiaiitaiuento e deseuvolvimenlo que
us joizes dus uulros dous tribunaes recebem cun a uellei arhani.
sua nomeacao Carlas patentes que os criam Ruiglilsji O novo eviterna acida principalmente sobre a
[eavilbeiree] ou baronets E sao qualificadosdej prmiuiicia das chancas escoimanlo-a de lodos os
11 honourable. Os presidentes teem o Iralarr.ento i vicios e defeilos, e arostnina os meninos a proferi-
de muito honrados.
He esensado dizer, qoe homens enllocados em una
e'phera 13o elevada lao inaccessiveis I intriga c as
rem as mais longas e dilliceis palavras eom facilidi.de
rapidez.
Os melliorameulos maleriaes achnm->e cm nola-
infiuencias. Em Inglaterra nunca om cliente he re- ; vel aliaiilamento. ilavendo fulla de bous Irabalha-
cebido por um juiz ; as cartas que dirigiese 1 esle rtor" na* oi>rai "" andamento na capital,requisitou
m-.gislrado Dio seriara lidas.
Tal he a etiqueta.
Viola-la seria insultar o juiz.
S. Etc. algnns dos indios dasal.ieias da provincia.
Veio una companhtl dos lies soi-disanl indios,que,
c o sao, nao parecen! ; n que elles n.lo parecem,
O que ha de causar admiracao em Franca, he ponM" *' "" """' fUcia saber-se que os magistrados chegam a I.lo alto cargo
sem passarcm pelos graos inferiores.
Passam da advocaeia para o assento dos tres juizes
que passam vita folgadi e milagroaa a'sombra das
impunidades do dec. de -Ji de julho de 18i !
O director das obras publicas lente coronel
111-
ile veniade que sempre sao chamados os melhu- Ol'liaoo Pereira de Azeredo Coutinho h
res advo2ados para preencherem as lacunas produ- j ca"savd "u "'sempcnbn de obrigacOes : mui breve
zidas pela morle ou pela aposentadora. | nor*m vai deitar-ooi esle hbil engenheiro pur ter
Deve-ae, em honra da verdade, dizer que os mi- i d* "eSU'r para corte' 8lim rte commandar o corpo
nistros fazem abnegar.lo de qualquer alTeicAn, j,|d aapadofea. O lenle coronel Chrisliano deix
lodo o espirito de partido, para darem a preferencia
as summidades de foro, aos homens que pela expe-
riencia s3o jiilgados mais capaies.
Porlanlo, advogados que poden galibar em cada
anuo cento e cincuenta ou duzeutos mil francos,
deixam sem pezar a advocara qoando s.lo ctiamados
a serem juizes inamoviveis com I.lo brilhantes van-
lagens.
{Continua.)
(II) Em cerlae ocenrrencias diz-se que o Iribonal
fuucciona in banco.
(12; Como as opioioes dos magistrados n3o sOo
expendidas secretamente, v-s cada juiz expender
em voz alta a roa, e al os motivos em que se fun-
da ; de sorle que em nrn processo, em que oraram
seis advogados, succede rnuitas vezee, que os juizes
laiem depois ae funcroes de advogados, debatendo
ai cansas.
(13) Cham.i-se wril of eiror n a especie da or-
denanza pela qual ee aulorisa a parte qoe assim o
reqoer, sobmelier a cansa a oilo novos juizes; a
islu ha que se chama revis3o. He diflicil obler esle
segundo recurso, que so se concede quando ha qoasi
a certeza de que n3o be ioteruosto para ganhar lem-
po. Exige-se caorao para pagamento das cuelas que
o h3o da fazer no triban.il de revis.lo ; as cuelas
sao lixadas pelo a m>sler.
(H) No iei a razao por qoaie chama a esle Iri-
bonal Escheqoier chamber, porqpe le trata de
rever orna lenlenca emanada do proprio Iribonal do
(i Exchequier, u s3o os joizes dos oulros doos tribu-
naes qoe compoem o de revisSo.
(lo) Designa-ae aqu per Uws lerms, o espaco
de lempo durante o qual funecionam os tribunaes.
O primeiro lerms, que se chama n hvlary lerm,
porque corresponde tal) comer 1 11 de jaoeiro e acaba no dia 31. O
segundo, chamado 1 ea|lcr lerm n , choas) i-i.in-rn a l.'i de abril f acaba a 8 de maio. O
' por csusa de ser
eome^a a '22 de
m*'?jf acalia 4*4-2 deianhn. O qoarlu, chainadu
(i inienaelmai lerm a o fern d'oolomno) romera
2 de uiivembrd sacaba a2li. A longa distancia'que
Va entre o terkeiro eo qokrlo tarn ronslilue o que
re chama u ferias grandes.
'IHi Adiant\explicaraJo que iiWbaiiia jury es-
pecial. *
17 Sao muitoi 09 mataos em Inglaterra, u mul-
los mais haveria se n3o lorsein 13o pesiinas as rus-
tas. Pela relacao dus processos instaurados uo
- cuunly rourls se vera uuanlo os ingtezes goalam
de demandas. Eis noui a rmnina dor processos apre-
selilaila por l..r.l ltr..u.:lia:n na cmara dos pares
para justificar 8 nllilmi destta tribunaes, que elle
e deu os parabens por os ler creado.' Desde IKii;
atea liin de IN.i, r, ra.isas instauradas perante
oeouiiiy cooitsuchevarrmaouumerode 1,00,000
E as sommas qneWecan nrisem a esjai aeces sq-
biram a mais de 2,000,or> libras eaterlriaS?,> '
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE l'ER-
NAMBL'CO.
MACEIO'.
: de fevereiro de 1857.
Na ultima carta que Ihe dirig, oceupei-me so-
monte de negocios eleitoraes.e nao poda ser de ou-
.Ira surte, pois eran elles o assumptu predominante
e que oceupava exclusivamente os nimos dos poli-
cos da provincia : boje as maguas e cicalrizes eleilu.
raes j vao menos acerbas e doridas, e a resignai;3o
parece ii calando nos nimos laboqueados. Aca-
bou-se o jogo, quem perdeu que se coce !
Ha muito que mo far,o a minlia risouha corres-
pondencia acerca dos dill .-rentes ramos da admi-
nistrarao, iuleirando-o do estado da provincia, e
agora que comer o auno, seria imperdoavel a omis-
eio. Pnueipiaroi pela hvsiene publica, l'ensava
eu que depois da prorellosa lempestade do cholera,ti
vessemos serena claridade diuturnamente, mas mui
grande s3o os nossos peccados que nao foram remi-
dos cun aquellas grandes calamidades, a varla veio
anda llagellar os Jiabitanles desla capital ceifan-
do ama centena de vidas. A febre amarella parece
ter-se tornado endmica em nossa pafria : lenho li-
do que em varios porlos de outras provincias vai el-
la dchicando urna oulra victima,e ltimamente deu-
se um caso em nosso porto, qualificado como tal pe-
lo medico que Iratou o enfermo, o qual soecumbio.
Dos se amrele de mis !
A seguranca de vida e propriedade n3o vai mni-
(0 bem uestes ltimos lempos. Teem occorrido al-
guns rssassinalos e furtus.sem que se Icnhain podido
prender os autores, apezar de toda a diligencia e ac-
tividade desenvolvidas pela policia. Na capilal mes-
mo om soldado do S." balalh3o de infamara de linha
assasinou, ha um mez, urna mulher e at boje n3o st
lem podido preude-lo : ditern que anda errante pe-
los arrabaldes aterrando os pacficos habitantes dos
suburbio-. Na povoarao de Jussa ; termo da Im-
peratriz | qualro eiginoa, que* faziam parle do urna
Iropa vagabuoda .lestes embueteiros, aseassinaram a
um de seos sequazes e feriram gravemente a outro,
em resultado de urna rixa bravada entre elles ; per-
petrados estes alternados, loda a Iropa cscafedeuse
para essa proviucia, para onde foram feitas instantes
requisires para a captura dos delinquentes. N'esles
ltimos mezes do auno paaaade desenvolvern! os la-
droes de cavallos a sua industria a lal ponto, que S.
Exc. entendeu conveniente dar-ibes urna lelo mes-
Ira, mandando fazer um rigoroso recrolami uto des-
les industriosos. Dizem-me que formam elles urna
verdadeira associac3o, que lem correspondentes e
agentes nessa, e na provincia da Parahiba, inruuibi-
dos de reecberera os cavallos aqu tillados e remelte-
rem os que l poderem hispir : a especularan n3o
deixa deser eiigenhos.-i e lucrativa. Os eocarregados
do recrutatnedlo. em vez de procurarem os membros
de 13o Ilustre associarao, enteiuleram que deviam
servr-se da ordem do recrutamento como de carta-
branca para suas vioganras eleilories, e comeraram
a exerce-las em ponto lato, amarrando e enviando
qnantos Ihes haviamcahiJo no desagrado. No en-
tretanto a medida do recrutamento sempre nrodazio
o effeilo benfico de amedrantar os industriosos, e a
industria equina paralvsou-se. Cento el quarcnla e
nov individuos foram mandados al esle mez ; po"
rem S. Exc. poz quasi lodos em lber lade. apenas
om Irinta a quarcnla, que nenhuraa iienc.3o linham
e qoe reconhecidamente eram tidos e havidos por
peraltas, vadios e vagabundos foram passear a corte,
lendo passagem gratuita, e dando-se-lher de mimo
sapatos, cal{as e camisas. No entretanto S. Etc.
maudou suspender o recrutamento em todos 01 pon-
tos, no que foi geralmenle applaodido.
Foi recebida eom especial agrado a noticia da des-
troca do nosso estimado chefe de polica Dr. Silve
Neiva, sede amigos anciosos o esperam ad iiiplcndum
imti* complejibus.
A administrarlo da joitica tem melhorado consi-
deravelmenlc uestes oltimoa lempos : as K varas de
muilas saudades nesta provincia o onde ello srange-
00, pela suas manetras cavalleirosas, sisudez e cir-
cunispecco, muilas alleirOes sinceras.
Entre outras obras importantes que sob sua direc-
rao se edilicaram, avallan o remiterio publico e o
pliarol deslo porto, que principian a funecionar no
principio do correnle anua. Ja chegou da corte o
engenheiro militar que o veio substituir r.esla pro-
vincia; he o capitao Julo Luiz de Araujo Lobo, pes-
soa qoe nos pareceu dolada de ptimas qualidades,
n.aneiras delicadas c alfaveis.
Segu neste vapor para essa provincia o reslo da
forra do oilavo balalhio de infantaria de linha com
1 msica e u estado maior. Em consequenci de or-
dens do governo imperial, esse balalhio foi rendido
pelo eegundo da me>ma arma, do qual ja aqu se a-
cham perlo de 200 pracas. O oilavo balalhao acha-
va-se aqu estacionado ha bastante lempo, c he do
juslira ilcrlarar-se que presin mui bons serviros:
no longo perodo em que aqu esteve portaram-sc
seus ofliciacs com milita honestidade c boa conducta;
sen digno commaudante o coronel Luiz Jos Fer-
reira be um antigo nnlilar.rigido observador da dis-
ciplina, sob a qual sempre constrvou o seo corpo jia
Obediencia e subordinarlo convenientes ; os otliciaes
foram em grande numero crapregados em commis-
soes policies, dandffgeralmonlc satisfactorio desem-
penho as arduas incumbencias,de que foram encar-
regadns pela presidencia.
/ ale.
mes, mezes.
Maria, branca, lilha de liustavo llenriques Praeger,
JO mezes.
-Mara dos Anjos Flgueira, branca, viuva, 7") an-
uos.
lirmina das C hagas Pinhciro, parda, soltcra,:!(!
anuos (pobre'.
Jlo, pardo, Olho de Candida Francisca de Mea.
quita, ti mezes.
Francisca Nunes dos Reis, parda, viuva, l .li-
nos.
Manoel, Africano, escravo de Josepha Thereza de
Jesos, ,'iO anuo.
Mara, escrava, lili
anuos.
I'adre Leonardo Jotio Grcgo, prioste
rain apreciar a dlgnidade e bom proceder de seus
dirlinctoi otliciaes e mais pracai.
Cousinta agora Vine, qu eu felicite os subditos
pnnuiuezes desea provincia, pela feliz acquisicSo
do honrado eonml, o Dr. Joa llenriquc ler-
reira.
Jnrisconiulto ahalisado, cidadio dislincto, lidador
incansavel na defensa das liberdades da trra que
o vio nascer. S. S. oflerece em todos os seus honro-
loa precedentes o garante de sua futura administra-
rijo canillar. I.ouvores ao governo portrjgaei que
simba a-sim saciar os soll'rimentos de grande porrao
de Jos Joaquirn da Cesta,:) de subditos, que em v3o ha longo lempo agnarda-
vam a juslira do seu iiionarrha ; louvoies an Sr. Dr.
Jos llenriques Ferreira, que n3o beeitou em se-
cundar as vistas do seu governo, prestando-sc a
exercer as ardan erpinbosai fuuccr.eide consol de
Portugal ; concorrendo assim para a eitincrtlo da
dualidade Morera e A Ivs.
Participo a Vmc. que paafoa desla para oulra vi-
da o celebre e famgerado lordo, o fiscal desta ci-
dade, a espada de Damocles pendente por sobre as
caberas daquelles que vendiain sebo por patchnuly.
A trra Ihe seja leve.
Aqu deu fundo o uS. Salvadon-, esla aucioeo por
largar-re, compre aprestar.
Adeos e disponha do
Cosmopolita.
Tbimi $ Hti\2mhucv!
Com prazer aniiiiuciamos a nossos leitores que o
inroromodo do Exm. Sr. presidente nao lomou u ca-
rcter de grovidade que era de temer no estado oe-
lual da salul.ridade publica. Na terra-feira, tres do
crreme, S. Exc. levantnu se, secundo seu cosime,
as cincu horas da manilla, e parece que se re,frioii
ao abrir, pouco agaialhado, aijanellaa do seu gabi-
nete. Nao se senlio porm incoiiimodadn, elrahalhou
sem iiiterrupr.io ate as nove horas e meia, leudo as
sele lomado, como cosluma, urna pequea chavena
de caf preto. Seuojj porem as III horas chamado pa-
ra almocar sentio-se pouco dieposlo, e nada comen.
Logo depois comeeou a ler fros e nma pequea fe-
bre. Atazalhoii-se, foi visitado pelo Sr. Dr. Sar-
ment. Assignou um voluntlo expediente as tree
oria Iliteraria do nosso paz e de no-sos viziuhos ;
nada Ibes tallara para realisarem 1nde1.1l da critica
elegancia de paleara, solidez d* argqaeeaUi, canpa
r.ic es (SgeohoMs, as vezes Inraperada e que I., la-
via nao lorpreadcn |ior sua ainculan lab-, rcunem
todos as cnini.,-,,.,, ,|lie |)0,|e duieji,,- 0 eapirile mus
etigenle ; mas elle, iem des le muito lempo o que se
CU 1. I'ara niini. n problema se reduz a estes ler- chama una Doairto ffit noi : calar 00 fallar com proveito. I modo dse- iiusir.'.o, nnajnnm lodos os das novas
Con que condicao a palavra lorn-M til'.' Res- compromissus. A p.-nelracao que pos.uem, liier per-
ponder a esta qoealla, be proclamar o direilo da cri- mitle abracar a qoealaa mus delir. da em suas an-
lira. Para fallar utilmente he inleiramente ucees-1 ores particularidades. Pelo cuuhecimenta intimo
sario er.iinri.ir nm peniamanto verdadeiro ; para do panado, elles se lem preparad., para o estudo do
enunciar nm pensanienlo vei'ladeiro. he indispen- espirito novo ; sahem mar.ivilliusan.iiile o que lem
Vel encarar debaivo de lulos os seus spenos a
obra .In poeta, do historiador, do pbiloropho. A
crilica decidida a dar um parecer sincero, he ohri-
para dizer, nao ha assumptu que o> ananh- despre-
venidos. Se sen maior md.i I, ,-|0 fJS,e conservar
as vaulagens, alias nimio legitima-, que tem a-!.;-n
nado a aceitar o ponto de partida doaolor, porque j rido com seus Irabalhoe, re para realisar este voto.
.-e ella nao conscntisse nislo, chocara ,1 persuntar- nao se julgassem obrigados a sacnli-ar urna parle da
Ihe o que elle nao quiz, a procurar em sua obra, o verdade, pronunciaran! em toda a essaaalrrl reiiteu-
que elle nao procurou ;1 ni 111 ir nell.i ; mas urna ve/., '.'as sem appellarao.
aceito o ponto de partida, a critica lem o direilo de
discutir o caminlin escolhido c perrorrido. Em va
Porque n3o ohlem elles a roufianca que s0 .al,r
e seu tlente pareriam dever asseaurar Hit. \' 1 \.
porque iiim-iiI. in .-. i>t.inleiueiile nuvusestratagema-,
se arcutnular 10 as ubiecroes, .niiiijuem consr-'uira ..--.. v
j .v, i-wa>~. s""o-' para atlenuar o alcance e seu uensainenlo. Na
ia deste direilo. lie sobre esta querem deixar crer que isnuraip a verdade, que ana
Senhores redactor : Pare de urna vez desen-
xpe
dinano eas cvpedirn-s dos paquetes que'tem orror-
rido, e tem rerebido, o ouvido n3o so os clifes de
reparlices e eiopregados, mas al algumas pessoas
particulares que o lem procurado fura dos momentos
em que p ir cansado se deila.
ottt$p0tibm ALAOAS.
Macei !t de fevereiro.
Charissmo senbor.Na forma do louvavel, envo
Vmc. mais nma producrao, que espero terotio-
Ihimeuto do coslume.
Na oulra que enviei-lhe, vontade live de nirrar
qujnto por*aqui bcuve dorante os dias lanloa d
prndenle da provincia, c igualmente o sabio des-
part,, que s. Exr. se dignou dar. despacho que em
verdade deve de fazer ce-sar lodos ess-s ardis e ar-
limanhaa, de que se prevaU-nrem Certoa conlribuin-
les refractarios, que rendando agurdenle, todava
rom robterfagici sena,, querem prestar ao pagamen-
to do imposto resperlivo.
A publicarlo, pois, senhores redactores, da P'ti-
r3o e despacho que se segu servir' de desengao
pa-a o &tslr}ba:n;et (lo para o de Vmcs. leitor conelanle e otrigaou.
/mz Jos.- Margues.
lllm. e Exm. Sr. Luiz Jos Marques, arrema-
lanle do controlo dn impo-to de 211 por rento sulire
a agnardeota de productjae brartleira consumida no
municipio desta cidade, desejando evitar quesles
duvi.lnsas e vexalora-, recorre a rerouhecida 11 -
IraeSo de V. Exc, para que -o digne dir-ltie expo-
liase que se deve firmar a critica ; qualquer outra
sera' urna base varillante, c n.lo pennitte construir
um edificio solido. Assiunar os limites da inapeecSo
da critica, he rondemua-la a Dalo conquistar jamis
iieiihuma auloridade.
Porventura lie este o lim que se procura conse-
guir :' Digo-ee francamente, que a discussa.i ser
encerrada, e o publico, urna vez ceito do pensameu-
lo intimo das partes inleressadas, na tomara' mais
o Irabalho de ouvir suas recl.imac/ies.
Como se pode collocar-se no terreno do poeta, do
historiador e do pliilosopho ".' (^onvcm reunir em si
odas ae faculdadcs de que rao dolados / Compre ter
e-ludada ludo quanto elles lem esludado, ler senti-
do ludo quanto elles lem sentido ?
Se esta rundirn r,.s,-e Verdadeira. o bom senso
mais volgar icontelharia, preaereveria o silencio ;
mas nao crio que um tal prodigio seja necesario
para cstabelecer a auloridade da critica ella lem
preteucoes mais modestas e mais facis de justificar
nlo se julaa ao nivel daquelles que inventara, enn-
tam en-inam ; allirm.i smenle que lem vivido 110
commerci.i familiar dos poelas, dos hisloriadores e
dos philosophos, e aos seus albos he islo. Instante
para estabclccer ava competencia em poesa, em his-
toria c em philoaophia. Nao i.tlribuc a si a facul-
dade de refazer as ohrs que julga ; se ella leva-se o
oruolho at e-se ponto, seria com juslira aecusada de
loncora. A critica sabe conciliar a onsadia com a
prudencia ronliece moit,. bem c desde muilo lempo
os perigoa de que eal3o cheios os raminhos do pen-
sarrenlo para Dio Cumpa lecer-se das fraquezas dos
Percerinos mais animosos ; mas de(erminado
una vez o lim ella qoer que se niareM para -II
resta do Natal, porm nao estando concluidos, asuar- ?-,""s acerM du.<,uc,|ias'a. a ."'"" e I"* cln ver"
' -lade etica una inlelliuencia Orinada e certa.
PaGUU AVLS&
1S3&S2 JIj>\S
Chamamos mui seriamente a allenrao dos se-
nhores liscaes ptra que providenciem em'ordem, que
n.lo pastera pelas nowai ras eaaea handus Je eabri-
nhas (bichas I acomp.nihados do competente nai, que
irracionalmente vai por ah alen lando copia de si
parece, que nem cslamos no serlo, e nem ae in.ssas
mas sao curraee de tal criaran. Se islo he pelo lado das
cabrinhHs, u que nao diremos da porreo de ciies, que
em mallba perrorrem os nossos bairros I Eia, se-
nhores liscaes, dai tambem o vosso contingente, ou
anU escorar o grande edificio da moralidade publi-
ca, que 1111.. 1 I,, as bases da rivibsaeao parece de-
clinar rom espectculos deesa ordem. "
Consta-nos, que em um dos nossos arrabaldes
houvera em urna imite da semana panada um alar-
ma uccasiunado pur um pequeuo susto. Um indivi-
duo suspeilando ( tem raz.io alguma j quep queriam
ollender, quando relirou-se urna noile par,, o sen
lar. que tica alem do povoado, fui acompauhado por
nao poneos amigos, cantando lodus. para, senundo
disseram elles, afugentar o inimigo do protegido ;
como quer que algum esArdio oubesse de 13o philar-
monica prevenr.lo, fui eolloear-ee em urna moila 110
mais recnndilo da e-lrada, o ao passar prolectores, o
protegida euunciuu cum vozsepulcial o uume do__
goardadopouco mais ou meuos assim :
Sr. F...! eis c as... sassino !!!... Apezar
da cantoria, a voz foi envida, e entao do patino pas-
sou-sc ao (errror, e do terror a fuga precipitada, e
acompauhadn de medonhos gritosde quem me aro-
deo assassuiumurlc ... eo*. etc. lie de notar
que o personagem principal da comedia, aquelle que
ero duvida de boa I renmava em nm inimigo, que
Ihe pielendia tirar a vida, nao corra, voava ijodado
por nma Ibrnidavel faea-maromba, que entretiuha o
equilibrio da carreira He misler que saibam :__
dei que se fiudassem para entao levar ao seu ro-lie-
cimenlo.
F.ra de prever, que ansentandor-sc as familias
do alio e baixo tom para fora da cylade, ficasse esla
capital sob a prearlo da ineipidezcamonotonia ; mas
nunca pensei que tanto predorufnasse a tristeza a-
rompanhada de seus acceaeorioev N'3o bavia um di-
vertimento, nao divisavamosum unitivo, queao me-
nos siiuoraudo a inteusidade dos sollrimenlos, iosse
elle romo -um Oasis, quil depara us massautee e
quentes deserlos da Asia, o viandante extenuado de
fadlgat c cansaco.
Kouto ..,,d. Mu primita eu vegetava macambueio,
arrorhado da tristeza, aperlado da monotona,emlim
rom o rplen qual a espada de Damocles eslava pen-
dente sobre a cabera deste seu criariinho.
Foi nesta crtica % prosaica situarao que, dirigio-
do-me ao alto d pliarol, onde ia procurar na soli-
dan um campo azado as minhas reflexoes, eu qoe-
ria homeopalbicaiiieiite curar-me appliraudo a tris-
teza, a tristeza qoe me persegua. All ebegando dei
Proceden.!.! o peticionario a eollacla de sen con-
trato, deiton de incluir n. la a Jote Joaquirn de Li-
ma Bairau, a Joaquirn Lobato Ferreira, e emlim *
todos que, acoberlando seus estabelecimenlos rom o
titulo de fabrica, ae o3o quitaran inscrever com-j
conlribii ules pala exempcilo conferida pelo 5 15 do
ortigo :l!) da leil. 320 de 17 de malo de tS.">:l, e arl.
2do rrsiilamenlo de '> de dezembro do mesmo anno.
Ora. comquantc em face da decis3u proferida pe-
la lliesoiiraria em reatgo, como consta do documento
o. I, Ihes u3o possa aproveilar a diapeoaa da le,
porque propriainentc nao lem elles fabrica, porera
casas, onde collocan io pro formula um alambique
apenas coofeilam e fuem diversas infoses de bebi-
das, comqoanto eonhecoaae o peticionario qae era
ardil c machiavelismo parase forlarem a contribui-
r todava deixou de os colleclar 110 proposito de
mala larde os chamar a" eonUs.
Entretanto realira-te agora una rurrumslancia,
que parece lrar-lhes ese privilegio, de que eom
simularan e dolo se querem aproveilar; e lie que
combinados csses roppottor donos de fabricas com
vanas laberneiros, que igualmente tenao quizeram
collecl'ir. pretexlaniio nao terem mata aguarden!*
em suas tabernas, a estes v,1o elles veudendo /.gur-
denle a relalho e pelo miudo, sempre que delta ca-
al.euioque devem psnsar sobre o mrito de um
livro pu.-.lirado o mez passado ; mas envolvera ra
opiniao em veos tao numeroses, que a maior parle
dos leitores nao apercebein a malicia occulu dehai-
xodolouvor; nao .lizein franra e siraplesinenle o
que sentem ; elles o suhenlcudei.
lauto 1 r.hlllm pira oa que adeviiiham, e peior pa-
ra os que lomam o seu pensmiento ao pe da lellr
e n3o penelram o sentido mvstrrios delle ; un. la-
lento serio e iii.lepcndenle li.lo ilcve cuniar < .>in ..
sen anoto, porque elles* sali^in ..iiimar os pipiritos
mediocres, UaoatgMr o orgulbo onnlo a'..pule..na.
aplainaro caniiiiho uquelles que elles Bta leinem
ver ahogar, leudo s...nenie1 despiezo para os que po-
dein a vir ser seus mulos. Confes-n que rusta me
rumpreheoder semeihautes astucias em escripiures
vete. anas.
Seja qual for o respeilo que mereea seu lalrntn,
seja qual for a delereuria devi.la a seu saber, peu-
s-i que elles se diverlem a cu la do publico, como
c-ludanles a casta de seus me-lies. Ellet deveriam
Ir em tua conducta mais alguma graviddr, e na
embocar a tu-..a, dcixan.to ver aos experlus, aos mi-
ci.ntns que sopranam. se o podessem.
Como In que. eaeripteraa serios, po.lem abrigar-se
por delraz de Katettaate -unleriucm '.' Como e>|*-
ram conservar o soverno das inlelhsencias, di/en
do mu quando peurain nao ".'
A mullid.o. comeca por aceitar -eus iuizos soh .1
f de seus nanea, mas una vez desencallada, quan-
do sabe que foi ludibriada, deixa-se levar palo des-
peilo, que se Iraduz em de,r iilianca ; nao .e qaei-
ve.n, pon, os escriptores, que preferem s vanti-
gana na uj posn;ao aos iiileresses da verdade : re-
calhem os fruclos de suas esperleza ; fallando com
mais franqueza. In 1,1111 manti.lo sua autor i lade. A
a-in. i., un eoaprega do louv&r nao l.e ..tem disto a
nica falla que se Ibes deve pxprobrar. Quaudo ri-
les na se appUean a disfarr.ir seo pensamento.
quando u3o procuram preaar ao publico o que seus
amigos chaman! bou percas, formam entre o publico
e a ver lade um rordo sanitario. Se nao fallara
, -i---i" ae* nome, escothem inlerprtles .tucis ; nem
francamente, c nao r-.mprehcr.de ou ao menos nao Imm^gmmimmmmm tj urna senh. severa. I
principio, consequeiitameiilc admirava a natureza rerein para fornecrr a seus freguezes.
sublime e raoiame em suas rnutaroes, quaudo a rhe-
ga.la dos amigos Vctor e Felinlo veio perlurbar-rae
no centro de ninhaa rellexes. Mas resla-lhes uro
consulo, foram ellos os meus salvadores, participan-
doroe a existencia dos presepios, que leriaro lugar
noile, obras primas sabidas dos genios philanlropi-
cos e desinlercssados dos
Jos Ci'no pedante
O Mandinga insolente,
Pestaa c mais gente
ptimos guapos rap8zes
Figurinhas de Cartazes.
Os 50 seculos de cvapoleao vos conlemplam, pro-
duziram na phalanga franceza inferior efleito, ao
que en 1 miin produzio a lal noticia !Sans facn,
contramarehei esquerda e rpido apresentei-me ao
presepio do Pestaa, e desde logo engrnseaudua
phalansc doe dile'lanli Adriano Vianna, Brlo,
Maia, Campos eel reliquamrapazeada da venia
e que jamis dcemenlindo oe foros de suas luhagens,
demonstrara que n.lo s.lo 13 qualquer fivella de
chumbo.
A illiiii.in-cio da casa, a honestidade que all se
E tanto he isto urna verdade, que pelo docurnento
D.-2 se [nova ler Joaquirn Lobato Ferreira vendido
a Carret, capillo da barca San Lnia 18 caadas de
agurdente, e pelo documento 11. :t, ser Joa Joa-
qnim de Lina Bairio o fornecedor d ,s taberneiros
Lima e Magalhaee. todas as vezet que esles lem de
aviar seus freguezes, e assim a outras mullos, de ma-
Reir que cnmprometlido o peticionaria para com a
fazeuda 111 crescida omina de 17:">33S de seu con-
trato, quando tem de pagar ae respect vas letras se
v sempre em apuros pela d.minuicao proaressiva
de contribuales, purquede dia em dia mais vai ang-
menlan.lo o numero desses compradores das taes fa-
bricas, c eis por conseqoencia feilo o consumo, sem
todava realisar-.e a cnntrihoirao.
Isto. Exm. Sr., nao he nina idalidade. he nm fac-
i que se prova com o documento n. onde cstao
eolligi los os laverneiros, que aparentara n3o vende-
rem agurdenle, mas que simuladamente a vilo ven-
dando, furnecida em pequcu/is perenes petos intitu-
lados fabricantes : o que alias acarreta grave prejm-
zo ao contrato do peticionario, porque, por om cal-
culo aproximado monta a um algurimo n3o peque-
o, como veri V. Exc. da conta feila no referido
documenta.
X vista, portante, do exposto, senda do maior in-
leiesse do peticionario ler ,1 este re*peilo nina deci-
ao qoe o ponda a salvo deslas e de outras arlima-
nhnl esludadas por .ontrihiiintes refractarios, e qoe
procuran lodos es meios de o Iludir e prejodicar,
ebservava, o radiante auditorio de bellas em sua di- 1 Pur M*B reeoire o peticionario a V. Exr. pala que
versdadede Ivpos, aquella pallida o romntica,ou-
lra o I; po oriental, emlim a nioreninha sempre svm-
ura susto quando n.i-i mala defeilua, e assim bom se- P""1'03 incitante de altriclivos; a elegancia das
na que grabas desta ordem nao se|am repelidas, por-
que podem trazer consequenciar desagradaveis.
Me aman/ia.
BSPABTIQAO DA FOL.IGIA
Occurreucias do dia 5 de fevereiro.
I-oram presos : pela subdelegada da fregnezia
do Kecife, Lourenro Jos do Reg, por desobedien-
cia.
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Anlonio,
Manoel Francisco Xavier, por desordeiro, e Anto-
nio Loareriea, por briga.
E pela inbdeleaaria'da fregaezia da Boa-Vista,
Joso i-raociicoda Rocha, por desordeiro.
RELAC-VC DAS PESSOAS FALLECIDAS NA
FREGLE/.IA DE -ANTO ANTONIO, EM JA-
NEIRO DE 1857.
Manoel, pardo, escravo de Bento Antonio d'Olivei-
ra, I aiuio.
Joaquina Duarle das Virgcns, parda, viuva, 70
annos.
Caelano, Arncano\ escravo do Exm. visconde de
Loures, 30 anuos.
lelix Emigdiodos leiro, i anuos.
Mara, parda, escrava de Silvuo (auillicrme de Bar-
ros, 10 annos.
Maria, parda, filha de Maria Hanoella do Natci-
........ ........ a ,., uc au. 11 r- a.nna
terceuo^ajhamado o Irinilj lerm.
ftrotim t^o Icinae da I rirttiiid,-. ec
ment, 1 auno pobre .
direito ettao em n,3o. de magistrados circumspeclos, Lucre,.ia, crioula, escrava de Jos da Fonteca e Sil-
inteligentes, probos e joiticeiror, elles leem muilo Va. 30 anuos nanea e S.l-
ianuidoparaarehabililasao do jury, qu. vai^e el- Maria, branca,' lilha de Jos \r-lonio doe Santos
colmando da pecha de Inbunal de/uWWo; o im-l Coelho, 1 di. """05
perio da le ja he mais edectivo ; l'hemis aliou a es- pr
pada e emponlinn a batanea he pena que ainda n3o Faria 70
vendaes. os olhos ) ; 0. promotores pblicos e quasi Z.f.rina' .Mara'da'penlia, parda, casada, >:l anuos
iodos on-uize. nnnieip,,, rt.il.nalr.do,. probo,. Virginio, pardo, e.cravo de Ju3o Franeieco de Soua".
Lima, .'i mezce.
I m prvulo, ignora-te 1 pobre,.
Jeanna Maria da ConceleSo, Africana liberta, sol-
leira,70 anuos pobre .
de Manoel lliomaz de l-'arias
pastoriubae, e liualmente ludo all era ptimo, e
portaulo eram accessoros que ubrigavam a minha
presenca.
Meia noile havia soado, quando aovo dvertiinea-
lo ipresenta-se : fallo do destruidor LeilSo. A rapa-
aeada nao Ircpidou, c ai-la dando expamio aoe co-
brinhos. E qn-.-in, mu charo, pode resistir aot allrac-
livos da
Deidade feiliceira
De corpioho delicado.
Que bella e geni I,
D'amor sellas mil
Sobre os humanos despreudia,
E tantos corarOes feria /
Al eu alguma cousa inseusivel a suggestes do
amor, desta vez corri apos ama idalidade e
Pa pi, queda, esrorregaudo
O piilinhofui pacando.
Resla-me o prazer de allirmar .1 Vmc. que foi
nuvem paaiageira, e prtanlo continuo em dtpoul-
bilidade, dillcreiile de oulros que all enrontraram
a uniao conjugal.
Podia agora, meu rbarn.dcscrever-lheoutros pre-
tepios, e principalmente o do Mr. de Mandinga ;
mas mo merece as huirs de menrao. All fui urna
noile e live de relirar-mc horror isa.lo de tanta san-
dice e desaforo. Entre as feilidei pastoras que alli
daiisavam, ora nina a amasia dn tal pedante, mele-
ra de seus (riula e tanlus Janeirus, proeninencia
ossuda c descommunal, cujas evoliiroee escandalo-
sas tornoran-a o ludibrio dos espcctdores por .te-
mis eropanzioados. Felizmente um chora Man
mescu. nardo, escravo de Manoel Figueiroa de ao chora da rapa/.iada aniquilen ene impuro con-
[ana. .ll annnc I *
. junio.
Aluda houveram ir.ais alguns diverlimetilas, prl
p.r seu respeilavel desparti, se di.-n- esclarecer
decidir re ama casa de bebidas, aiuda mesmo sen-
do fabrica, pode vender agurdenle de qualquer in-
furte delta a relalhu, e pelu miudu. sem por isso Pi-
car na obligaran de pacar o imposto respectivo.
Assim, pois, rontiado o peticionario na jusliea e
illo-lrai.no de V. Exc. pede a V. Exc, Sr. cosp.
theiro presidente da provincia, se digne deferir.E
K. M.Litis J'itr Marques.
Kecife (i d oczembm de I36.
N. os Informe o Sr. inspector da Ihesoiiraria
provincial, nuviudo o procurador fncal. Palacio do
governo de Pernanihuco, 29dedezemhro de IStiti.
S. de A/acedo.
N. 10.Segando a riisposirao do artigo 2 do reau-
lamenlo de 9 de dezemhro de 1853, as casas que 111-
lilulandir-se fabricar c depotilol venderem a relalho
ou em pequeas porces, nS p .dcm licar isentas
do imposto laneado sobre o consumo da agurdenle,
como ja foi decidido pelronla da Iherouraria. Ca-
be, poie, ao siippliranle usar le lodos os meios que
Ihe concede a lei, com as mesinas giranllu de que
i'oza a fazenda. da qual elle he cessinnario para a
eobr.nca do referido imposto ; collerlando as refe-
ridas en.as, que ccrlainpnle eslao obrifadat ao paga-
mento desse imposto. Palacio do governo de Per
nanbneo :! de janeire do IS.i7.-S. de Ma-tdo.
.Vi n-.Vi! n; v-i,
jnsticeirbv. Alguns juizes de direilo ohliveram re-
moro, enlre oulres aponlarei o illustradissimo Dr.
Manoel Correa Lima, queda enmarca de Anadia
foi removido, por pedido seu, para a do Bonito nessa
provincia: einlo profundamente qoe um lao digne I Manoel, pardo, 011
magistrado livese sabido desla provincia rem alnu- -ij jj.s
mas queiv e do. Jlssal>rei. Q Dr. Correa Amia B.ded|cU Jo Kos,rJ
Lima I01 uas Alagoas nm juiz probo, jusliceiro e i nos. '
mui honesto ; os profundos conheciineutos jurdicos I ,
que possue.a 9 apura Jo estudo que lem feilo de nos- '
sa Itrgisl.n.ao. o lomam um ahalisado jurisconsulto. ,
Untante lempo de-,,., judicatura na comarca ne Ju-'i"na'Sez de Darroe, branca, lolteira, () an-
Auadia, preelou relcvanti-tims svvfcos a seus co- ... '*. .
marcaos, qoer naafialidade de jiJkWu,quer como V,^""a' bra"ra' llll,a de Juaqoim Jos de l'aiva,
particular earidoso e benlazeju : na crise epidemi-' """"f.'
__________________________________________________ Antonia lloreiicia do Espirito Ssuto, parda, sollei-
l Na ecs3 s>guinle, qnando fizer eooheeer ":' a"'"'S"
os honorarios du> inaaisliados do Iribonal da chao- ,0<* Fr'nrlsco, pardo, solleiro, -;.', anuos pobre
|ljria. compara-los-hei com oe doe nemhroi do Silvero los da Silva, escravo, casado, 'i.j annoi
Iribonal de catsacao em Franca. pobre-
nio Francisco Lima Coimarlea, braneo, casado,
ii.-inos.
aceita urna obra infiel ao designio annunciado pelo
utor.
Sera (emeridade oa prcsnmpj.lo da sin parle '.' Pa-
ra romparar a obra com a ii.lenr3o declarada, be
rqitter atlrihuir a -. faruldades superiores '.' Para di-
zer ao poeta, ao historiador, ao ptiilosoplio : Lem-
bro-me de vonai proneraaa, que me parecern) ex-
cclleules e reprobo a maneira, porque as leudes cum.
prido, he aWuem criminoso de ouradia '.' Nao ha
om leitor que nlo ache em si mesmo os elementos de
urna r.sposta decisiva. A qiieel.lo he la fcil de re-
solver como de estabelccer.
Todo o humera que lem por alvo o renome e qner
obrar pelo uiiic.t poder do pensamento, poela, his-
toriador ou plulosopho, dve resignar-ee lis probabi-
lidades de sua empreza. Sa o louvor he duce, a cen-
sura ngo ic neceesuidiiiriiie ama lujara ; fSTn
aqoi a palavra na aeeeprlo latina. A cemort since-
ra, fundada no eoohecimento das paitOea, no eatodo
d.i panado, na analya das facilidades humanal, nao
he urna injusliea ; parece que esta verdade nao pre-
cisa de aflirmicao. Cora ludo, nao obstante a sua
evidencia, ella lem si lo militas vezes cenieslada.
Aot direilor reivindicados pela erilica oppoem-se
os previlegios divinos do genio. A Imillirei de m ui
boa vontade estes previlegios lodas as vezes que se
poderem conciliar com o lim da poesa, da historia e
da philoaophia, mas logo que elles calcara aos ps
esla condieao, nao os reconh-co mais. Se me viren
dizer em nome dos previlegioe do genio qucu poela
nao he obrigado a dar coala dos eenliinentos com-
nrum a toda baiiianidade, que o hiloriaJor nao lem
que uflerecer-nus urna imagen fiel du passado, que
o philosopho poae, ssm filiar i toa niwao, sacrificar
a liberdade do pensaueuto ao dcejo de pacificar os
espiriloe ou de conquistar Vanlageni peseuaes, aco-
llierei estas palavras ruin deepreto. Ser um arg-
ido selvagera'.' Nao sera antes, como creio, um
protesto justificado portadla as lois da raza.i'.' (i ge-
nio he sem duvida um da 111 precioso ; mas o genio
debaixo de qualquer forma que se manifest, esli
sempre de aecurdo com o homseuso, cora o gosto,
com a verdade. Logo que se aparta deljes, degene-
ra c muda de nome; nao impe maie, sorprende ;
na* ee chama maie genio, mas siugalaridade : Ho-
mero, Thucvdides e Platao, que representara as tres
formas do pensamento em a narao mais engenhosa,
deque a historia cjnserva a ,-iulir un; 1, arham um
fo em lodas as inlelligenciat. Embora o genio,
que tem conecienria, elles n3o attribuem a si o
direito de nadar 011 desconhecer as condiroes da poe-
sa, da narrae,a.i histrica, da demonstraran philew-
phica. Superiores a muttid.lo qoe os cerca, sabem
que para serem ouvidos, devem drigir-se aos scnli-
menlos. as esperauras, aos petare*, de que se com-
poem a vida inlelleclual e moral da hiimani la-le. Os
previlegios do genio, que boje se reivindicara para
Impar silencio 11 critica, seriara c-jrlameiile repudia-
dos por Homero, Tboeydidei e Pililo ; a Ibada, a
Guerra do Pcloponeso, o Phedoii. admiraveis em
sua simplicidade, em sua grandeza, nada lem de sin-
gular, qae sorprenda, que viole as con iras ele-
mentares da poesa, da historia e da philosiphia. Se
a critica he aecusada por ler muilas vezes consulta-
do esles cloqueles modelo', ella s consolar fcil-
mente c n3o perder seu lempo em relatar eemelhau-
le exprohrara.i. A sociedad de tac-, interlocutores
he sulcisiile para extinguir a lembranra .lis mais
amaruas invectivas, yucm os ouvir,' esquecera fa-
cilmenle os mais terriveis molejos.
Os moralistas tpm dito com raz3o que lodo o direi-
lo auppOe um dever c reciprocamente. Depois de
ler eslabelecido oe direilos da critica, devemos tam-
bem DMNlrar nni deveret; sera o ciucurso desla se-
gunda dera-nslrarao, ella s. possuir-.a urna aulorida-
de incompleta. Esta ultima parle da minha laref.
he mais fcil do que a primeira. Se as parles inle-
ressada. nao aceilam sera resistencia os direilos qoe
a critica atlribue a si, em compensaran nlo contra-
tan o ri^or dos deveres que lt,L. silo imiioslos. Since-
ridade, perspicacia, detinlerette, san tres ponloi ad-
millidot por todos. Enqnanlo (e perm:mece na re-
giao das i.lus ternes, no dominio da llieoria pora,
nao ha contestaran algama que recalar. Lina rrili-
tica sincera, inlelligente, dewntereaiada, nao pode,
i.lo deve ferir ningiicm : a Hacendada, que ato de,
aH 1
que nao Jizem. nao qnerem que o diuam ; Irala-so
oe um hvru que ellet nu uusam del-iider, e re-
ceiam ver atacado, valeiMse ,|e SUJ paaMe para es-
rolher, para extremaros ulei vigiara no cordjo
sanitario ; se algaem o q.,er irAnspur, se a ver la.te
faz brecha, admir..m-se e UlU m logo. Nao a-
ceilain os juizes e.colhidos tp0r ellet.lie mais que ama
irreverencia, lie 11ra escarn
COSTUMES E Dh.EKES DA CRITICA.
Para que serve a critica '. Se con-ultarmos os poe-
lat.nao sera a re dizer unaiiimemeulc: a critica Dio serve para nada
e por posee qua se jaita com elles para que
revelem lodo o su pensamenlo, cenfeaurlo
que em sua convicrtio 3 critica nao s-j he inn-
til, nial tambem perigoee. Aceitan 11 louvor
e n.lo querem a dJrcuitgo, e a pedido dos etcriplo-
res que esperdieam sua inlalligeneia nesse crimino-
so etereicio, elles lem inventado urna mnltidlo de | xi de ter pergo, por isso que loda a verdade oto be
epiaraniinas multo engenltosc, e que todav ia a | boa para dizer-se, sera moderada pela penetrara.! :
nauta.
Nao obstante a estima que me nispiram sen tlen-
lo e seu saber, nao potso ce.nr0rmar-in. cum o seo
desprazer.
Se rene permellido ao au.or je um Inri, rmarNnt
pnr si mesmo 011 por seus antaao, 0s juizes que h.l.i
de julgar do valor oe sua ohra> se m,,,,,,, ,i,.
lo de recu-ar aquelles qoe Bfaj .;, ,|o seu agrado,
fofa itlu o mesmo que decretar a aholicSo da en
tica.
Encarar a franqueza como u, nagello contagioso,
pude parecer urna idea muito .,g,|10,a a,H aailia
lores que lem orna pa'irao fel, ; m,v tedas as suas
preeaaujOfM sao. iuaiUu5rM--p.',0S rti,,riu lateulpll
nadot, que preferem aus mais alli-ctuu-us agrade.-
naentea, a' expres.au oa mais viva gralntao, a prazer
de dtter o que penaan. Por nuil que tireiein, na
ergo mais felltea do que liarla lu com Kosina, |Bir
que lem procurado conservar urna papilla qu. (ta-
ba de todos os COil-ellms.
As vezes esses escriplores, que deveriam din-ir a
opiniao, e qu. perdn a inelhor parte ti. suas far-
ras e,n dislare.li- a vivaci.lade nalural de seu pea-v
menio. lomam a liberdade da mpregarcm um ar-
dil ainda mais perigoto do que o primpiro u. oue
lemos fallado ; cotilradizem-se, como te tivesscn a
peilo apagar, os serviros que lem feilo a'verdade.
Ousn.li.se francos, quando sua posirao na eslava
leita, quando 11 -o linha subido, como vulgarmente
se du, toman de mu boa vonlade o contrario da e-
vi lencia, desde que nada mais lem que dem-jar ;
nao Ibes cusa nada destruir a lembranra du qu. el-
les chaman imprudencia da mocidade*; prwligali-
sara ae riscaduras, at uolat, 01 pareuthesir ; n .<...
coiiseguem supprimir o bem qu. leem leilo ; at|a
i-lo calculo d. posico 011 raubilidade de espritu,
pouco importa ao publico que insto apenas urna
cousa : he o desmentido dado buje aot peusaineulo;.
formulados ha vinle anuos com pleno conheeimenlo
de causa. ,
Ooaudo se pega da peana para dirisir-se ao p-
blu-.i, dcve se aceitar sein reserva a rcspootabiliiia-
de de sua opiniao.
Itecuar dianle desla respoiaujbilidadt, retirar a
Ierra parte, a roetade do que,.c lem dito, para des-
armar todas as iras que se lem excitado, para eira-
trisar todas as Teridas, que a frauqueza lem feilo ao
urgulho, he faltar a d.^m lade Iliteraria, e o exim-
ido he lauto uno. perigoto, quando vera de mais
alto.
He esle o caso de applicar o pensamento desen-
volvido por Massillon cora lana felicidad, e clo-
queada.
O que Massillnn dizia da conducta moral dos
rau es, podemos dize-lu da ond ta luterana do
escriplores, que lem adquirido com sen talento ama
aut.,1 idade i-hi.iiu.c que esqaec.m a oriRero de taa
forra.
Cbegadoi a' primeira posirao por ten Irabalho.
devem dar o exemplo 'da firmeza e da franqueza ;
quando liilav.-im para subir ale o cume, lodos os o-
Oos nao eetavan v.diado, para ellet. S Imli-m
iiioinentiM da desanimo, ana fraqurza n3o linha |i-
rigo para Miren, nada liaba de coutagioro. Iluje
tu.i.i esta' imilla.I a celebridade Ih-s impe i.ovo
devem ; cuino os graodes, da que falla Masiloii.
elles s3o respousaveis pelas fraquezas que aiitunsam
rom o seu exemplo. Sua incauseqaeiicia, sua Oka-
bilidade, os aeratanlidoa que s. dao. sio ajnree i..n-
IM rallar contagiosas. Se os ercnplores que orru-
p un a primeira pealte e qu- niuguem os aecusa de
a terem usurpada, rj.-mn elles m-sino. ,e-.,. niuh -
de nobrt/a ; se para moslrarem-se pulido., nro.lica-
liaam a tai le e a direilo. coran em um salo. ...
cunipi imeiilos e at saudares, cuino se pode .aperar
que os escriplore., que ainda Ha estao recomroeu-
dados pela fama, cui.leiu de sua.dii.nid.de 9
oliscurida.le os oculta a toda a vigila.icia.tua flaque-
za lica sepultada em sua in.m.-iM. .">* elles ae eun-
traditen, se se deimiatiin, qoem o ..ibera t Qojan
se lembrara' disto Os e-r, ipiorrs que lem ehraadu
a primeira posir.in, fiiuem liis aos seu iileceden-
les, tnraem o p is.ad,, para garla do psente, appli-
qiieni-se a Confirmar o que lera dito en, lucar de 4-
lacarvm suas primetree atl:rma-;oe cum arauneui..-
que ellei lem ri-ful.di. de ante man, e aquehes que
a.uda eslilu na planirie, que a-pn 111 chegar ao ou-
me e anula mo enmeraram a subir, l,.|uaram tila
coii.lorta fiar mult-lo.
Se os ilustres ii.u liverrm firmeza, os que prinri-
piam, que eiit'.uam na rarmra depoiv a UnaI,
aui.ns apenas, nio fo-^irao da liilialnl: lade, n.-l,. he
silai.lo em desiaeulir o que lin-.ein afli.mado. \
questao vale a pena de pensar-, 11 e n.lli. No se e.-
qiiic.ini oa mc-lres da nipaainhlllIaa qu. ibes h.
inpoala.
ningaem Ipih desanimad!.. A discut*3u conlinua e
os poetas nao conseuuir.o jamis lapprini-la ; con-
vem al.. 1 ilau.-iii.i que della se aproveilem. Con
ledo sein dilliculdade i|ue a tenliam por intil e pe-
rigosa ; mas o publico mo he do seu parecer, e o
publico ha de vencer. Eulieianto sou levado a re-
mngitem quererla, ningaem oasaria rondemiu-lu
mando o negociante Andrade, que em sua rasa ,,.,..
Mangabairai apraeoloa aos seus nnmtroioe e dedi-
eadoaamigosdiai de etplendfdti hotpilalidade e
prazcrei.
Basta de massada.
Esta capital esta em paz, c seus habitantes otilo-
eoe dedicara seus eiforcoi aprol da luilentafao deste
estad... par sem duvida garanlidor da marcha pro
ficar. A mais se ria discus-ao ngo lera jamis o pri- I cimcnlo parece-nos til passar revista nM Uvertot
A salubridade publira n3o be muilo benigna, c vilegiu de Iranaformar os etpilitOl preguirosoe cm grupos, de que -c rouip.ie a critica ibis notMM dial
espritus adnos. He isto urna verdade ha muilo Ouando o leitor livor dianle dos nlhoa ai priecipaoa
lempo demonstrada, e n3o he a esta elasse de leilo- | pnytiouomias, comprehender.i' sem cusi, pirque
ret que a critica le dirige; porque ella quer qoe 11*0 obstante il paginas imiamerareis qae se pabli-
sua opiniao seja verificada, e para que se realise icam cada manha sobre todas at qoeaU- da geato,
l>epoidos meslre \em aquelles quecampiehen-
ilem a aulini.lade aero querer idqain-la por mei...
legitimes. Para caraclerisar este ;i 11 .... er.-nlbn d.....
ngorae, que resurnem os Irar/aa DI miipan Poe ae.su
.lev.. 11 .mea-los I pata qu- fin I ma vez que ...
l>|io rejam Verdadeiro*, pea unpuiiam m nome..
Rena minhtM re.-orl.icii.-s o aCa haveate nada ; cru-
|io livrem-iile oa Irarus gravadaa em minha Djanao-
ria ; o dircil. que me atlribue, aarii aut a qualquer
si um mrito superior, para ees a penelrarao ciui- jescnplor. Ka* imit-rei a anliga comedia de Aiiie-
vale ao elogia. f''mpretiender e lonver ten reserva Il,a5' q,,p aotnaj costumes repudiara ; rnat leitor
sao orna e a mesma coata : qn.nlo m desinteresw, "a".lori diffleoloVtdt em rMiabeew ot Ivpo. q..r
e como o manir numero dos escript.1!es altribuein a
pa-sarem dianle dos ..lim-. porque cada um ajajt
.Ivpos he hojo repr.sei.noo por mallos ereiipi. ...
C0..0 s.lo boje comprehcinlilos esses ,limt eooheeer que para um sraode aamero de leitores ] ses deveres A .IkussJo lilteraris lem perdido quasi aaeoli de Itenandro e de TereaCM : darte a.. meu.
indolentes, a critica he quasi inulil ; elles adoptara ludas as suas franqaeaai, e por e e sem discutir a opiniao. cojo, detenvolvimenlot lem admirar que soa anterioridad* te enfraqueca Para Sl s}0,"'n}"' toaaarn tlaa chavea 1*1-
- acurapauhado, e nao se da* ao tr.balh. de ,.ri- parecer o pubbco subre s causas desle eSrn.ae- 'ZEtt? te! ZEUS*. "S^^ST^
tanto mais que a bexiua continua iusolcntemenlc
sua minio devastadora.
O commercio ha lido alguma animarao por causa
das compra em grande escala de assucar e algodie,
o primeira lem gozado um pre^o fabuloso, se con-
tinuar, desde ja podeni-se considerar os arbitros do
! commercio os S-.s. agricultores.
Dill,el, meu charo seohor. va-se tornaudo ao
pobre desla capilal a conseeac.o dos meioe de sub-
sistencia ; a carne vere a 20 patacas, firinha a
lembuae**, e-leja *a accord* etnainr, nada tala
peco.
I'olx.inlho esta' ferio de gloria. !o.l.,s,. anatja
1; patrn not baacnt do r.|:e;.i-.. Iram non erta
de Irianphot: eNe tem um perfeila -*"TimiaH
dos aolore. anl.L-us. per is.n na d... sorprender
que as vezes alsis- delle. \ iveu lao |uni.. I, ajuaj ,14
lo seu desejo. he de luda a uecetndade que os de historia e de pbilosophia, a verdade se obscurece *StLZJE!*Hl eaThtoi T 1""!U,
leitores couliecam a obra sobre a qual ahriu-se ajera lugar de loraar-se cada vez mais luminosa. A-I lim. AMrikoeaa Iba um evpres.a-, delicio."'a.
discuesao. Sem o cumprinienlo desla coadicSo pre- quelles que dirigen a discuse.lo, qne se dao por mis- j 'amer-lo al 1 ler pi.tendido : para eserrver I
Ominar a erilica mais sincera, a mais rabia se tor- s3o a formar a opini;,.,, obedece-1 a mvei muito
nara' perfeilamanle inolil. Neste caso tceito sem diveisos. Para explicar su -undnel convem carae-
a, qne
en em
reser a opiniao dos poelas.
franret. cnnxeni ter etrfide no grande conrur n
preinio do discurso latino. Admiravel nenumenlo
governou toda a vid.de Pnl.anlho! N3o ,J
qoe
I terlsar esse mov-",,rera delirada rerlamente, mas oreva urna 10 haba sem lembrii-se.lt
sua quamlade
MUTILADO

ILEGIVEL
*




DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA GDE FEVEREIRODE 1857.
de laurearlo ; as cirruinslaociai as m n- vulgares llie
-u j^ r. ni cil j{oei inesperada. Falli-ir de un al-
fair.ilim icliailu no ejes por uin liitiliopliir ciitliu-
susli, p;>ra pintar a alcana ileata rleiroberla, elle
exclama eum o p-ieti de Manlua : Emfim Mereurio
esta* ein minltas mitos O profanos periiuntam o
que Mercurio lera de cnmimim coin uin ilfarrabio ;
pnl\anlli> nao se digna de re rielo para isso, porque os profanos que nao lein ob-
liilo o premio do discurso latino, n.1o o poiem eom-
preheuder.
I'oInaultio ni escreve para as peoas delicadas, e
aquelles quo nao sao como elle nutridos cun a flor
delicada das ledras latinas, devein renunciar a guiar
o sabor exquisito do seo pensamento. Unlretanln
Horacio Virgilio n.lo silo os aicos densos, que
PoIn.iiuIio adora : adora incensa a academia coin
Kuai ilevorao. Para conquistar a poltrona fcli?, que
elU lein suuludo, n;l" lente nem ruidadiis, n?in vi-
Riliai. Para elle todos os eseriptores, que lentim-ss
no senado litterario, sao os herdeiros de Bossuet,
Comedie e Voltaire. Polyanllio os lisonsea. os affa-
Ra, os slonlica com urna eloquencia, que nilo 'C es-
Rola. Para lisonjear sua vaidade, exbaure lodos os
agredo* do vocabulario ; urna semtllianl rerseve-
ranca na lisonja merece urna recompensa exemplar ;
receto todava que l'-lv anillo ni aaja tlluditt em
suas esperanzas, e Da consiga jamis o fut de sua
aiiihirAo.
Aperar de Virgilio c Horacio, q" elle cila a cada
parta, e sempre com felicida.le, ri-ceio que lome as-
senlo no senado litterario ; sen eesse de telo bein
llie pollera pregar uina ma' peja. A academia, cu-
jos raffragioi cobija e solicita, lalve diga : Noinean-
do P.ilvanilio', rarlamea ama asneira. Bniquanlo
e'.Ie estiver na mullid in. einquanlo sen alto ahur
no fr recompnsalo, louvara' sen descanco lodos
quetantn) se neale reelnlo sagrado. Lina vez elei-
lo, depois do primeiro impulso de reconliecimenlo,
quem sabe se dormir' no silencio da ingralidAo t
Nao obstante a idea que faro de Polymtlio, nao ooso
com tildo rtizer que a ar.nicinia Siria injusta. Se
ella rosla de respirar o perfume do incens, se a li-
ouja cheia de ci seus ouvi.lns, obrara' pruteuleinettle, recusan lo a
Polyaulho a cadeira, que elle deseja com tanto ardor.
.Viuic ni ju-o. arriscara perder sens louvores, e os
louvores da Pnhanllio nao tem preco.
Demais he sabido que a academia he amaule do
descanco ; os espritus niais activos dormein fcil-
mente, apenas tem penetrado nes*e recinto previle-
giado. Que seria do gosto publico, se l'olyantho en-
trasse na academia A ta lilleralnra se enfraque-
ceria, porque elle he taltal o nico escriplor entre
nos, quero dixer o nico cutre os j11i7.es ordinarios
das obras contemporneas, que possue a funda a*
Instituirles Oratorias de Quinliliano, e pode fallar
dellas convenientemente. Querer' a academia pri-
var o gosto publico de uin tal doulor '.' linconlrmi-
se aqui e all ligan! hoiiiens ce bom sensn, quepo-
dem dar seu parecer sobre a comedia ou sobro o
romance da semana passada ; mas estes homeiis de
bom seno nao fallam senao em seu nome, e nao sa-
hem citar Vircilio. Polyanlho, grabas a Dos coni-
prehende da antro modo as bellas fellras. Se esle
seculo fosse mais erudito, se a ignorancia Dio cor-
resse pelas ras, Polyantho ni> pedirla 1 eipreatla
de seos menores poiisam-ntos sendo l-'neidn e as
Gergicas ; fallara de lodos os promenoies da vida
familiar em versos latinos. Nao ler*a academia
piedade para nos '.' Querer*' expor-nns ao silencio
de un tal conselbeiro '. Auguro mellior sua gentro-
sidaile. Oala n3o lique illudida a miiiha espe-
ranza !
Tie.iilul vive lodo em Dos. Qiit fallo .-'e um
poema, de urna comedia, de uin romanea ou de urna
raucao, (porque, nao obstante sua piedade profunda,
elli oceupa-se de mu ba volitado da lllteraluri
profana), nao profere um jolgamenlo sein consultar
os padres da igreja. Tem compaixao daqueles que
aprecian! as obras poticas pelas leis nicas do gosto.
Se o senil,1 nao fosse surdo aos seus conselhol, ludo
ira miiii.i mellior ; ai decisftes do concilio de Tien-
to serviriam para regular todas as controversias Ili-
terarias. Como recusar a competencia de Theo-
dulo '.' Nao he i oraeSo que elle pede suas inipira-
I,,'..',;.;., he mallo devoto psra que se pssj
engaar. Com ludo como as almas as raan puras na
poiiem escapar As rraqaezaa humanas, elle he de-
vorado pela n.'-in 1 ambiguo de Polyanlho : soiiha
urna cadeira acadmica. II sorris Jas viuvas dol -
das nao he bastante ; quer a lodo o custo entrar na
academia.
Por muilo lempo n.lo leve elle oulro cnidado se-
nao Iratar de sua salvacao ; volava seu talento a de-
fez* da sania cansa, ejulgava-se milito bem recom-
pensado pelo (esteiniiuho de sua consciencia ; h-ije
as honras mundana excilaui sua cobija; entretanto
nao no illinlim.is sobro as inlcncoes de Tlieoduln ;
se elle dese| 1.11 ardeiileineiite as palavros acad-
micas, he em duviila para traha'liar 11a lllvicjig du
seos futuros collejas. Urna relotacSO lo ehrelll
deve obler a approvarfni de todo* os humis Imiies-
tos. Nao he vaidade, he de-icarao.
Ale hojo elles su tem .iriado urna voz para sus-
tentar sua candidatura, mas unta voz cluquenle, ;
vo/ile Polyanlho.
Elle* negociaram um tratado de Ion veres mutuos,
que faz maravilbas ; clogiain-se reciprocamente com
una delicadeza, urna elegancia, que fa'em lembrar
os bellos das do hotel Komhnuillel. Polyanlho con-
senle em ser um plelu-o, emtanlo que exallein seu
saber ; nada mala quer. Tneodulo oo se cuulenla
lAo fcilmente, e sea alliado bem o sabe. Diier que
ilieodulo chou o periodo niimeros<) de Massillon
para fallar das coastl da salvacao, uto he bailante a
deve-se anda louvar sua boa phytioooini, a "-
bresa de seu andar, o laco de sua grvala, a frescu-
ra de suas luvas e sobretodo seu modo de entrar em
um salan. Com effeito, nelle o e*criplor apparec--
depotsdohoiiiMnbeiiiRducado.se a santa causa
achasse a Ivogados na plebe, lalvez Theodalo con-
scnlisse em nao escrever mais. A cunversacao he
en triumpho e seu pensaioeiito, couliado 10. papel,
perde metade de sua graca ; mas elle Dio he Itomein
que aban,lone o estn ,arle, que tem escolhido. Em
quaiilo a impiedade Dio for esmagada, Fheodulo
proseguir' na sua tarefa, e se nao entrar na acade-
mia, nAo cara ao menos esquecido as sopplicas
das almas piadosas.
O IraUdo feilo entre Tlicadulo e l'olyanlho era
unta feliz idea ; mas para que produzsse fruclos,
coiiviria deixar o protocolo aberlo e procurar uulras
a-iguaturas. fin saino e um cavalheirq que se en-
chem mullame ule de elogios, nao fazem bastante
notim para persuadir ao publico, de que sao uola-
dos de um genio soberano.
Seria lodispensayel aci.ar echos. Estas duas voze>
melodiosas perden-se no meio dos clamores daci-|
dade. Se Polyanlho e Tlieodulo querem resoluli-
mente forcar as portas da academia, deverao seauir
" cousellio, que Ihes dou, e propagarao sua lama
por meios mus poderosos. Theodulo nao lein neces-
sidade de ser advertido duas vezes ; coinprehende
era puncas palavras e be mais avisado que Polyan-
uaa na arle de seguir seu caminho. I.ouvar sein re-
serva, sem rettriefla lodos oj escriplores, que tem
asiento na academia, he sem duvida una -piuva de
lino : Theodulo vai mais louge. S a vista um prin-
cipiante filno ou suhrinho de arademico, elogia-o
fortemente com a esperanc da nova lilteratura.
As palavras aliopelam-se em seus labios e o nu-
mero de seus clientes cresce de da em dia. Ilizem
que Theodulo jamis leria pensado na ac lem a,
senao fossem as instancias de qVe lem silo objecto.
Por minha parle cu-t.i-ine crer; um espirito l,1o lino
e que abe o que vale, nao lem necessidade de uin
lalaguill.Ao para apresenlarsiia c.indidalur. Entre
lodos aquelles que esetevero e nao perlencem a
igreja, elle s pusme as sanias Iradirces. Se en-
Irasse ua academia, na.> lie elle quem deveria afra-
uecer ; sua eleicao seria unta picciosa ron(Uisla.
Eis aqui o que os hoineus honestos peusaui de
Theodulo e deve-se lomar aqui a palavra na accop-
tAo, que Ihe davam llal/.ac e Noilure ; mas lodos o
espinlos nao tem bastante delicados para compre?
hender uin ment tao elevado : por esa raiio Theo-
dulo tem sollrido mais de um dissahor. Quando el-
le maldtz as glorias populares em nonic das glonas
sas, rujo segiedo elle possue, encentra mais de um
ennira lili.r ; roas emliui va ; iheodulo teui resposla
para ludo, nao ha um sci argumento que o descoij
certe ; mas ah essas dialribes furiosas lem eicilado
ainda mais hilaridade do que culera. Elleaspir.ua
a relcbri.laile, antev a ridicula, e o molun Entre-
tanto o mais dillicil osla' I-1I1. ao Ihe resta trucar o
ri lieulo pela autoridarie. Theudnlo cuidara' insto :
a irVinia vollartana de Paris ola fez le para a Fran-
ca infoira ; a provincia nao esla' anda eivada de
incred/uli lade. Quando Theodulo vai descanrar no
doininfio de seus avs, acha seu nome em toda
boceas jlodo* sereuuem em lorn 1 delle.Ei aqui,
dizem. ofescnplor severo, que nao leme desaliar a
opimao 1,,pulir e que esi-reve representando tao
encaoiaiioras novella. t)s impos o maldizem, os
crentes o vigirao.E Theodulo saboieia cori\>leli
cias os romuiiiiieiilos do vi ano c do coadjutor. No
domingo sentase a'mesa do Irabalho entre duas
luzes ; tmia* as vistas dirigem se para elle : mis el-
le nao (baila os olhos ; solTrc sua (lolia Siin
liirii.ic.lo, sem corar de pejo.
NSose (leve e'quecer uesle grupo um critico de
especie baslante nova, que lodavia nao deixa de ler
00 parentesco com Theodulo. Poeta, romancista,
louristi, louva com ardor lodos aquelles que se
riignam de elogiar sei.s livros ; qoanlo aos oulroi,
trala-os'sem piedade. Ai daquelle que nao se in-
clinar dt.iuie delle Ainla que fmse cem vezes dig-
no de elogios, nao obteria urna sii palavra de prne*-
voieuria. Nao se lem jamara acensado da ingratidlo
o critico romancista, perem elle he teirivel 'em seu
resseniixent GeneriKO, prodigo pira com ledi
panegyris^ai, emaga com sua col. ra, sjerseau" com
ens motejns aquelles que tilo Ihe promeltem os
ni ais allos destinos. Em suiima sua la'.ica !: b*m
eoaheeida fallar delle mu, lempo, seria dar-lhe
moita Imaortaneia.
Chego ao ultimo grupo ; mas que nome devo dar-
lhe Ha eerlos traeos de coftumea Iliterarios, .m..
he peimtlido, e pode-se mpiinemeiiie di/er sime
nao sobre qualqner rousa ou peeaoa. As mais es-
Iranhascoiitradiccoes, os desmeiitilos mais despeja-
dos da los a palavra de huiilein pela palavra de hoje
ao por conta di Plianli-ia. c a l'haulasia he tao
boa rapariga, qoa nunca reclama. A critica hbil
uinas vezes lisongeia o apetilee sensuaes ; em um
quadrn, ent 11111 poema, era unta estatua, u.i. pro-
cura jamis a belUza puia.
Abandona ao peanles todas as quesles que nao
revelara os sentidos e lomba do idoial com nina ga-
lantera encantadora, tlutra* vezes finue-se grava
e cania os louvores da virtudo. Todos sabara que as
miillieres hoiie-ias lio lempre modefhta ; nao he
puis para admirar que a critica hbil falle com os-
leolaclo, Dio da probidiide, da independencia, mas
desua probidade, de sua independencia.
Kingnem pode jamis er louvado mellior do que
por si iiiesmo. A entina hbil bem o sabe.' ellaquei-
ma com as proprias mos o imenso o a myrrha, c
aspira o seu pe fume com magulade ; seus das de
grsvidade sao seus maoi das, e quando falla de vir-
luile, faz carantonba. Ella obrara com mais pru-
dencia, se nao pronaociasse ess palavra que para
ella como para a corlalo n.lo lem tido jamis senao
um sentido muilo cunru/.n. Allague ella a vaidade,
srvaos odios bstanle cobardes, j.ara se revellarem,
venda o elogio, venda o motejo, mas por amor de
Dos, nao altele lana importaaeia.
Nao se encarregue da defeza da sociedade. nao
declare emnomeda moral, nao peca vinganc pira
o pudor nllrajadu Si apezar do vil llicio.qui! esro-
llieu, ella anula cnnll amigos, lome meus conselbos,
e eslou ccrlo de que ellas Ihe prohibirlo a allecla-
ro de vrtude. Ella .liverte. as palavras lOrriem
e Ihe dio ouvidos. Se ligaran, papalvos severas
querem fazer-se ou\ii-,(icm utl'ocadas pelo ruido
dos guizus e das gargalhadjs. A mullidlo se com-
prime em redor dclla como em roda de umjcln.car-
reiro...
Senao fossem os ociosos que a todo o cusi que-
rem matar o enfado, o trauco da palavra viria dnni-
nuirem-se logu os seus ganbos ; uo poderid conuir
mais senao com a vaidade, e a vaidade niesmo, 1.1.1
vida de luiivorcs sinceros ou inenlirosos, vendidos
ou dados livreinente, tornar-se-!na menos prodiga.
Ella nao qtiereria pagar tao libeialenle a pala\ra
posta em leil.lo.se essa palavra nao ie dtrigisse a mi
litares de leilores.
Esle rascu'ibo de costumes seria inromplelo, ? eu
nada dissesse da crtica 111 dependente : seria calum-
niar minli.i apoca. Ella au abandona sua tarefa,
mas eucunlr uo caminlio mais de uin perigo. Pal-
lar de um liu'o escripia por um liomem que lem lo-
mado parle uo governo do paiz, como se ttalasse de
um escriplor, quevi\e desua peana, que lemeri-l
dado, que incovooiencia Lvotvar ou censurar livie-
meate, sem tirar partido do louvor ou da censura,
lem servir os odios dos poderosos,, sem l.songear a
vaidade daquelles que dispen-aiu as lioitras e os ttu-
los, que imprudencia, que improvidencia !
Discutir as quesles ue gosto, s'in aflagsr ncnhun
partirlo, neni incsiuo o partido devoto, que desa-o !
Escrever sem segunda lntene|o e alo |iedir con-
eltius aos nundimenle*, que prodigaluura o anatlie-
ma, que bebida groMaira Piefenr o esludo a ri-
queza, que lotice De*calpj-M a venalidaile, -a i\-
pocresia ; perloa-se a I sonj ven ida por graudea
interessas. perdoa-sc a palinodia, nao se perdoa a
franqueza : a critica ladepen lente lia muilo lem(io.
ti pereoDiigem de i'linio ;:cb* lodos os dias iiuine-
roaoe Imitadores ; os que querem reguUr-se pelo ex-
emjilo de Alceslee recusan, aisfarcar seu pens.nuen-
sle acontados a dedo o deaigoadoa cuno Aagellos,
Iharam a principio, que agora se pareeem com iom-
bas, nao esinigalharao mais suas preeioUI facilida-
des mi concepe-s incnlii-renles.
Nao he dado mais a critica, lOSCilai novm talen-
tos, mas ella pode duplicar as furris dos talentos
que se produzem. pelo que respeila aos talentos
que ha ni'iilu deram prnv.is, se a critica n.lo lea o
previlegio dos rejuvenecer, pode ao menoi idver-
ti-los iiiilineniceacoiisclliar-lliesa sobnedade na iu-
vncao.
Os genios mais felize* diminuirla sua auloridade,
produzindo seu descanso ; se vierem a esquerc-l.t
cumpre que vozes s aceras Ibes record esta elerna
\erdide. A critica assim compreheodtda nao deve
inquietar-se dos analhemas ; prosiga eu caminho
sem iciobimento, sem desanimo, que celo ou larde
oblera' a >> uipalbia dos espirito elevados.
Unitivo Plaiu be.
RevHC des ileu.r mandes*


CAMBIOS.
Sobre Londres, S d. lili d. v.
Paris, 151(1 a :)l r. por fr.
(t Lisboa, il.| por ;, de premio,
a Itio de Janeiro, > por (l|() da descont.
Aces do Banco, 50 a i.") de premio.
a. companljia de Beberibe 544000.
11 o conipaiihia Peroambacana ao par.
a l'liltdade Publica, :til porcciilode premio,
n 11 ludemiiisadora. jj idea.
o o da estrada de ferro: por tl|() de premio
Hiscouto de lettras, de S a 1U.
Uilo do banco8 a 10.
ouro.(Juras heapaoholai. .
Moeda de (oll'l vellris .
11 (i.J'itMI novas .
1 (MMIO. .
Prala.I'atacocs brasileiros. .
Pesos coluinuaris. .
mexicanos. .
2SJ>.
S?VH)
lli.jalil
l(i?<"HI
39000
MMIO
20000
IjSGO
Al.l'ANIlEtiA.
Kendimento do dia I a i. .
Me/u do dia 5......
:l7:007o,"):l
20:605>663
57:6139116
per-
lu,
Oronte boje he uienus tolerante ou menos generoso
que no lenipu de Moliere. Quando esla' ferido cin
sua vaidade, nao aecusa seu corelo do nao ler
susto ; lanca-lhe em roslo a ex|irorac;lo de perversi-
dade. Romance, drama oa >onelo, ludo pode ser
gabadocoino mesmo acodlmeota, se quizer-se es-
capar a essa Irrnvel exprora;a 1.
A critica independente falla do* vivas, como falla-
ra dos morios, e ao pasaa que he accusida do fallar
a loda as lei do saber vivar, da vial .r tod ,s as con-
veniencias, ella pcisisla em crer que M vivos fla
le n razio de qoeiiar-se. Aos vivos davem-se al-
ineles; ios morios a verdade;*hi com esta mxima
mal inlerprelada que e qer tmpor silencio a,cruiia
radosir a discasslo um Iroea de cumprimeiilus.
Os poetM dignar-se-hao de appruvar o parecer da
Tilica, com tatito qu* seiam louva los sem reslncco,
lie rtisim que se couiprelidcm os rsspeilos devides
trs vivos, meolam-na anda mai* livretnente; isioqurr dizer
sem duvida nenliuina : Nao se deve a verdaJe, se-
nao ao. morios.
Ueste modo01 vivos enllocara *.e cima da verdade
ou ahlcs se declarara demasiadamente fracos para
soffrerera ; lis minio orgullio ou inulta modestia.
Pnlleodo 0>lles lio llwamente como das morios.
critica Ihe di iims prova evidencia da estima que
cites Me insprala. Ella nao p d i que areilem sea
parecer, como euleuca sein appellacrlo ; sua pre-
lelo 1111 ini jamas- :,i atli. lima vez que nao pi-
nlian em luvnia sn.i leveridade, ella se lem nal
iatlreita, chama om seu auxilio a rcfleilo, Qnando
jurga lera verdade, sua lingnagem nao lem indicios
de naiilnvnlas ; mas-e elia 'llirma, nlo lie 0 or-
galho, que dicta duas palavras. Qner a exprobeni.
quer a louvem, nao sa,poJe sein injaslica BCCUM-la
de pre-umpeao. Quaulo as ma's ulences que
Ibe altrihU'Uii, espero ler uioslra lolclarainenle o que
ellas si;inticam. franqueza c pervtrsidade nem s.lo
uma e a meama eoaaa. Quando a critica indepen-
dente se engaa, engana-se de boa f. Aquelles
quo ella louva, uada lem que agradecer-lhe, porque
ella n.lo o qi.iz llsongear : aquelles que ella cen-
sura, nao deve-n queixar-sc |inrqoe ella nao us quiz
ferir.
Sei que e-le dearinleresae absoluto, he considerado
por militas pasmas com uma pura chimara, e corn-
udo ella nlo be lilodillicil de ser platicado comoe-
paasa. Se he doco merecer e obler o recuiiliccimens
lo, lia tambem algara prazer ein dizer-W, que nao
se lem fallado niuliliiiciile, que us pensameul s a-
presenlados au publico produziram fruclos, linal-
ineule, que nina apiniSo expressatta umitas ve/.cs,
combatida a principio com, singular, fui aceito como
a imageni liel da verdade.
A critica assim considerada, Iraz em si mesmo sua
recuinpensa, e he assim que a lenho sempre conce-
bido. Se esla Iheoril, que nula lm de lijp itheli-
ca, fosse amplamenle appfieada, as decadencias Ili-
terarias, que DoaalHigem, serum menos numerosas
n.lo veramos os talentos mais elevados, esquei er
seus antecedentes,c descer as co ubinainies mais vul-
gares para explorar sou renome.
Se fossem observados com mais allencilo, adverti-
do-' coiu mais frauque/a, alo tomarla o a liberdadc
de Inzer o que fazem. Poeta* applaodidoi viole an-
uos pela eiprenao harmoniosa de seutiiueiilui ver-
dadeiroi. na iriam intromelter-ie na historia e na
pli.losuphia, que elle* 11:10 estu larara jamis. Nlo
dariam rios de palavras por pensamenlns, n?o conla-
ram ao publico seus successos de collego com orna
prolixiilade pueril.
Os romancistas, que tem sabido commuver-no',
a quem devenios horas deliciosas, nao uusariam of-
ferecer-nos abusos e-criplos ao correr da|ieiina, nal
qnaes acliainos dilliculdide em eiiconlrar algu
lisios do seu primeiro poder ; mas elles tem e
Irado na coni|ilaceiici da critica, tan anunaees,
que se julam ludo permittido, e fallara ao acaso,
cerlus de anlemao, que cada uma de suas palavra-
sera aceita com acodamenlo.
Eis aqu onde nos lera levado a indulgencia da
critica. Presentemente n,lo lia mais para a maior
parle dos leilores nem bons nem raaos livros ; no
lia mais nomos celebres 011 obscuros. A pagina mais
frivola, nuis varia, mais insigmlicanle, assisuada
por um nomo consagrido pelo loovor, he aceita sem
exame, e equelles que ou>am diz.r o que peifam s-
eerca della, linda quando tenbam cein vezes rallo
siio tratados de invejoaes.
O publico portanio renuncie a queixar-se. A in-
dolenni dos estriplores be 11 conse piencia legitima,
a conaequineia uecessana de seu gosto pelos nomes
celebres.
Se o publico pesasse as obra--, antes de lr a assis-
nalura dellas, tudo mudara logo de face. Os mitin s
novo apireceriam, e o louvor seria do mais digno,
em vez de procurar o mais celebre. A emulacao
icn.-isceria e mis veriainos surgir conceiicoes chelas
de mocidade e visor, porque saiva do genio nacio-
nal mo esta' exhaurido. par miii que digam os ado-
radores do passido. A iuiaginacao nlo ferida sem
remedio de langor e atona, ella e ersuer, eneon-
Iririea visor logo que *ir M animares dislribui-
da* com mais equidad.
Fera-se dito que ella so d-senvolve espontnea-
mente : he corlo que ella lem necessidade de asui-
lli.lo para aventurar s- em emprezas laboriosas. Por
quinto olmivor for prodig ilis. do sem medida e sem
diieernimrnlo, nlo o deve esperar que 1 imasina-
eto se manifest como nos das de uma discuti r-
danla e ipaixonada.
O renome para o poeta, para o r.un inri,la. para
o historiador be o ul.irio legitimo da Irabalho e do
esliido. So a celebrida le ama vez adquirida di-pen-
*a todo o esforco, *e o nome proteje a obra e pro-
hibe loda disCosHOtOio dave causar a admiradlo que
os talentos novns se desaiiiineiu, e que o desanimo
os cunduza a' indolencia. Ilesperte a critica, tome
ao serio sua lari'l'a, que a imaginaran se despertara'.
Heporesll razan que cnnipre nao deix ir-se de
discutir as obras rontemporanas com urna severi la-
do que desagradara sem luvi la aos espinlos frivu-
los, masque dar' proveito a nossa lilleralara. Os
principios eternos do gosto, a compararlo do pre-en-
le cora o panado, da l'ranc cora a nacilo viziulias,
s.lo para o pensamento 11111 campo fecundo, que nao
ain '.ira esgotar-se lio cedo.
Conserva .1 intiguidide sua aaloridada legitima,
mas nao feche iius.is olhos aos merilos do espinio
novo ; srvanos o passido para regularmns pre-
sente c nao se; para nos um l> po immul.ivel r sniie-
rano.
Olanlo as nacales vizinhas. iodos os bomens de
hnni smso compreheiiilerao fcilmente o CulDe que
(i',lem oil'erecer-iios ; n|n se traa de m
uiukve--
enlon-
Descarreqam koje l< de fevereiro.
(alera nglezaGenevievemercadorias.
Galera inslezaSeraphuiaferro e chumbo.
Ilrigue inglez(recianbacallian.
Bngue dinainarquezAuna Manmercaduras.
IMPOKTACA'O.
Barca inglcza ulicnevieve.o viuda de Liverpool,
consignada a James Ityder ^V C, maiiifestuu o se-
guinle :
! M faidos fazciidas de algodlo, .Vs ditos e 28 cai-
xas ditas de dito, chapos de sol de dito, blendas de
lia, en-.. :, ranas chales de algndAn e lia, II ditos
brins do nlgoddo. dilus ue linh., e algodlo, lencos de
ilgodo, ele, II fardos fazen la* de la e algodlo, 2
barricas agu de soda ; ios consignatarios.
I caixt uma burra de ferro ; a illuilrissim direc-
co d Caixa Filial do Biocodetla cidade.
."> cixs cooro de lustre. S ditas f.izen lia de algo-
dao e la,, lilas de algo lo, alpacas, etc. : a J. Kel-
IcrcvC.
12 caixas cobra, 2i dilas fa.'.endas de algodao ; a
Barroca t\ Caslro.
1 caixa meias, III dilas e :fll fardos fazemlas de al-
god.lo, I caxa c2 fardos ditas Kaoker & C.
( lardos f izen las de 13a. o dito* cobertores e es-
leirs, .1 ditos fazeu.ias de lila e algodlo, 1 caixas
leocoi de algo lu, '1 caixas fazendas de algodlo, 25
barns rnanleiga ; a J. Crablree & C.
i!l canas e 1:! fardos fazendas de ilgadlo ; a Fox
Urolhers.
10 caixas fazendas- de alendan ; a C. J. Aslley &
Companhia.
2 canas sulla e sellins, 1 dil.s t 0 barricas ferra-
gens ; a J. Ilallyday ci C.
.1 cu, meiaC de'alsolio, I dita rendas de dito, 1
dita lentos du hallo, 15 cana, bullas de algodlo, 13
dilas o I fardo fazenda* de algodlo, I caixa camisas
de alsodao e palils de alpaca ; a II. Brunn b Com
panlna.
f ir ios fazenda de algodlo. !> dilos f izendns de
linliu. .> caixas eassii, 50 barns uaanleiga ; a Saini-
ders Brolliers A; C.
1 fardus fazendas de algodlo, 5 dilos dita., de Ua,
e de lia e algodlo, 5 dito, e I nina rana farendas
de linli 7 dilas lencos da algodlo, 15 dilas chales,
:i dita* fazendas de linlio e algodlo ; a JohiKlon Pa-
ler & C.
1 cahai sellins e pertences, I lita cadarcos. i di-
ta hniii de linho, 2 barricas entelara, 3 fardos fin,
1 cylin Iros eixos e rodas, o mais 2 eixos e 2 rodas,
1 caita acipado ala; a S. P. Johoilon & Cora-
pauhi.i.
."> Tardos fazendas de 1,1a, 'I dilos e 5 caixas latea-
das de algodlo, caix-s cheos do sol de algudrto :
a II. Iiibson.
IS barrcis ferragen*, 21 caixn e 1:1 fardos fazen-
das de linln, e dilas de al.rodao ; a Paln, Nash ,\
Companhia.
2 vuluiues michinimo, 1:1 tonelada, ISquinlaes,
.arrobase 10 libras d ierro, 10 lon-ladas de dito
bruto, 20 toneladas, 17 quintaos. I arroba e 15 libras
de chapas para caldetretro ; a I'.. Starr r\C.
20 toneladas carvao de peifra, 2:1 tachas de ferro ;
a I). iV. Bowman.
75 barris rnanleiga ; a Sonlllill Mcllnrs.
-J canas miudeza*, I dita cenlos de 1 orrarln ; a
lenlei. Piulo a- C.
2 ranas fizendas de algodlo ;a llabe Sclim-
meltan.
I barril Untas, 1 caixa drogas ; a II. Francisco de
> ni/a.
i i caixas a 35 fardos fazenda de algodlo, 2 cai-
xas ditas delia o algodlo, :l f.rdos fazendas de 1.1a,
2 Tardos e | caixas fizendas de I111I10 ; a Adamsou
Howie & <:.
I i barricas ferragens, dilas forros, !l caixas miu-
dezas, 5 barricas dobradicei, 36 chapas para regio,
36 portal com porlaes, :li grades para as ditai, l
caixa rendas, 2 caigas fmclas em conserva, 2 volu-
mes lucos de algodo, 1 ceslo amostras ; a E. II.
Wyalt.
.1 sacos amostras ; a diversos.
31 barricas cerveja, 3 barns agurdente, -2 ditos e
t> canas vinhos,60 presoniu, 2 faidos loucinlio, 2
canas I lula e 12 quegos, I |caixa fruclas, I dita
tno.tarta, 1 cesto carnes, 186 libra, de biscoutoiem
latas, 12 ditas familia, I caixa conservas, 1 dita ob-
jeclos de escriplorio ; a ordm.
Male nacional Sobral, viudo do Acaracu',con-
signado a C. C da C. .Murena, manifest!! u le-
gutnle :
5*71 meos de sola, 12,1 couros salgados, KiO
coumihos curtidos, 1 barrica sebo, 7 saccas gummi;
a urdem.
1072 meios de sola, II couros salgados ; a Jos
Rodrigan l'etreira.
350 meios de sola ; a Joan Jo' de Carvalbo Mo-
raes.
:W'J dito* de dita ; a Manoel Goncalve* da Silva.
Vapor < s. Salvador, precedonte dos purios do
Sul, uianifesliiu o egiule :
I eiislo iguora-se; a Borle, Sonta & (..
I dilo e I caixa a ni lem.
5 Canas ignora s-; a Isaac, Curio A C
I cale ignora- ; ao Bxm. bata da llua-
\i~la. .
I dilo dilo ; a Leopoldo Augusto Ferreira.
1 dilo dilo ; a Jju pIM| |,.H ,| ji,,,,^
I encapado dito ; a 1-i.mcisco [gaicia dos Sanios.
2) rollos fumo -. a Novae* Si C.
I volume isnora-se ; a Hallar A' Oliveira.
I dito dito ; a Jen.mino pinto de onza.
1 dilo dito ; a Jos Can ti lo de Barros.
2 ditos dito ; a .Manoel Goncalves da Silva.
1 dilo dito ; a Oclaviano de Soozi l'ranca.
I dito dilo ; a i'alineira A liellrlu.
I dilo dilo ; a Guilherme da Silv;. Gaimarles.
I dilo dito ; a Sundn Brolhers ,\ C.
Iliale naei0n.1l Aurora,11 fiado do Aracily, con-
sisna lo a Mirlins & IimlOS, inaiiifeslou o segninte :
536 coiiros salgado*, ,s:|s meios de sola, 200 cou-
rinhos de cabra, I656 esienas de palha de carnauba,
!IOO chapos de palha de dita, i caixas e I quanola
com I2")(i pares de calcados, II saceos feij.lo ; a or-
dem.
DESPACHOS DE EKPOKTACAO Pi-.t.A MESA
UO CONSULADO DESTA CIIIAHE NO DIA
5 DE FEYEREIKO DE is:,7.
Golheiiibiirsllns......ero Alpbilda, N. O. Ilielier
A Companhia, 300 liceos mocar brinco.
Slocknhii Bngue oeci ,. Klien, Johuston Pater A
Corapanlm, 1,112 romos ulgidoi.
Gihr.illar--Ilrigue-uer.i Alma f|, O. Ilielier A
Companhia, 1.500 (aecus mocar brinco.
CanalEscuna ingle/. eSouvenerv, Sannderi Bro-
thers a Companhia, litio iiccoi asiacar masca-
vado.
i.isboall.,rc pnrlueiii/i Gralidaon, ThomiZ de
Aquini lonsoca A Flllw, 600 flecos assucar bran-
eo c mascavad 1.
Lisboa Ilrigue portoguez uCoaitaaleo, Tbomaz
de Aquino Fonseci 01 lil 10. gs cascos mel.
PortoBogue portoguez N. S. do Bom Soccesao,
liioinaz de .iquino l'onseca A l'dho, 100 saceos
assucar brinco.
PortoBarca portusiie/.a aS. Manoel Ha, Manoel
Joaquini Hamos e Silva, 10*1 cascus mel.
xportacao .
Parahiba do Norte, lancha brssilaira, Conceitio
l'lor das \ irludes,, de 2ti toneladas, conduzo o "se-
gninte : :VJ volumes seeros estrangeiros, 300
caixas sable, I elisio diversos pares de spalos e la-
mancos, 10 sacras arroz, :i fardos fuiiu, 110 caixas
cliarutus, 15 saccas caf, I barril luuciubo, 30 meios
de sola, 5 rolos fumo, I caixao e 150 caixas charu-
tos, i barrica! asiucar redondo.
Parahiba. hiate brasileiro CaiDoese, ennduzio o
seguinte : IS'I voluntes gneros csiraugeiros, 1S
saccas arroz, II i caixa* charutos, 2 rolos fumo, 1|
sacca* cale, I caixao pares de limiDCOS.
Babia, patacho brasileiro eEiperancas, de 10:! to-
neladas, conduzo o Kguinle : 5litl saccas arroz,
905 ditas inilho, 2 caniohis velas de carnauba.
Itin de Janeiro, patacho hraileiro uenrique,
de I i2 luneladas, conduzo o seguinte : I,UOO sac-
eos com 7,000 arrobas de assucar, 565 meios de sola,
150 cocos com casca.
Marselha, barca (ranceza Union,de .100 tonela-
das, condoli o seguinte J.t'JKt saceos com 2:1,000
arrnba de assucar.
Ilavaua, brigue besjianhol Pepito, de 2!) tone-
ladas, condazio o segunde : 10,293 arrobas de
carne seoca, 140 cooros de cobertura.
KEt:EHEDOitiA DK RENDAS INTERNAS liE-
RAES lE PKP.tSAMBl'CO.
Rendinientodn dia I a i.....2:0:11.-7)2
dem do dia 5........ 7(iti-17
de Janeioi*.
Seguo em poneos dias o bem conlinridn
Iiripuc escuna Laura : aititla pode recebor
alloma carga e cscravos a (rale: Irala-se
com 0 consignatario J. B. da Fonseca J-
nior, na ra 1I0 Vigario a. 23.
Fret-se para o Rio) tirando do Sol,
BueilOS-Ayrcs 011 nutro t|iiali]ttci' piulo do
imperio, o bem conhecido brigae Feliz Des-
lino : 11 -ii-iii pretender dirija-se a roa da Ca-
deia do Recife, escriplorio de Manuel Gon-
quii da Silva, 011 ao capito a bordo.
Pcriambucaua.
* Jmi a
i IKDttAS PRECIOSAS

* Aderecoi de brilhanles, M
i diamntese perolas. pul- J
f .eiras, alBnetes, brincos *
* e rozetas, boloei e aunis *'.
'* de dillercnles sn-tosede
;; diversas pedias de valor. <.:
?:
Compram. vendem ou fl
trocara prala, ouro, hri- g
I liantes, di ama 111 ese pero- a
I0REIRA l DDiRTE.
LiJA !ll !.! ,*S
Ra do Cabuga' n. 7.
Reeebein por tt>-
dosofiTanoresda Bu-
roa as obras do mais
?
aM
i.
OPKO i: I-KA I A-
* Aderecos completo de I
* ooro.meiosditos.pulcei- ?
J ras, alfmeles, brincos e *<
?. roielas,cordoes, Inore- J
S lias, medilhis.eorreutes *
5 e eneiles pirirelojio. e ?
\. outrosmuilosobjecloide J
oaro.
* Apparelhns completos, I
S de prala, para cha, bin- I
deja*, salvas, cislic,ae*. |
2:7'.ISSl(.!l
O vapor Iguarnssif esperado neile porlo dos do
sul no dia 7 do correte, parliia para os do norte
ale o dia 13 : para carga e passageiros, no respecti-
ao esenptorio, no larga da Asscmblca n. 10.
um&.
CONSULADO
Hendimeiiii do dia I a
dem do dil 5 .
PROVINCIAL.
I2:22n;25l
.1:1110-211
l.'i27s;Ki>
' 94? pO
.\avius entrados no dia 5.
Versen51 din, brigae nornegnense Virgo, de
190 toneladas, capito C II. Claoseo, equipauem
10, carga 2,17.1 caixas com baealhto ; a ordem.
Pertence a \ ergen.
Burin12 das, bngue inglez Greciana, de 110 lo-
nela las, capitn l-.lipp- l.c (ros, equipagem ,
carga 2,060 barricas com Jneulha'o ; a Saunders
Broiliers A Cempaiihia. Pertence a Jer*ex.
Babials das, hiato brasileiro >Correio do'Norle,
de:l7 ton-la.la-, mastre .Ijo Anlunes d Sdveira,
equipagem 7, carga labaeo c mais cueros ; a
Cielano Cyriaco da Cosa Horeira. Pertence a
Pernambucai.
Terra Nova2(1 dias, brigue inglez Kelpie, de 17(
tunela las. capiUlo Richard llul|e\, equipagem 12,
c Urolhers A Coinpauhia. Perleuce a llarbor
lince.
Navios sabidos 110 mesmo dia.
Rio de JaneiruPatacho brasileiro ollenriqne,
capiiao Juaquim Antonio (onc.lves dos Santos,
carga assucar e mais seeros. Passageiros, liento
Pereira llego. Antonio .lose (adata e 2 escravos,
e mais 2 ditos do sapillo d-ste mesmi patacho.
MarselhaBarca fraoceil Uoioaa, capil.io Taln,
carga assucar.
Rio de JaneiroVapor france'z de guerra ol.e Te-
nar, rommaiidaiite M. Krauts.
Em comnussaoIliale de gueira brasileiro Para-
bibaiin.., coramn anle n I.- lenle Manoel An-
tonio de Oliveira Yilal.
Para' e portes interine I1111Vapor brasileiro "S.
Salva lora, ,coinmandante o 1," teitenle l'outes
Ribeiro.
- O agente Borja fara leilSo era seu ar-
mazeip, na na do collego 11. 15, de uin ex-
plcudu') sorliment de obras de marcine-
ra, uma grande porefio de quinquilharias
iraticezas, e de outros muilos objeclos de
diOerenles qualidades, os i|uaes s com a
vista se pode apreciar, e se uchatn noarnia-
zetn supiadilo : sexla-fera, (i do frrente,
as 11 lunas em poni.
Joltnslon Pater & C. farao leilao, por
iiiliiKuWiu do agente Oliveira, do mais
completo soi timento de fazendas ingle-
sas : se\ta-feira 0 do crtente, a"s 10 bo-
no seu artra/em, ruado
ras da manliaa,
Vigario.
Leilao tie
-No dia 7 do
dia, a porta do arint/.t:m, ein
trapiche do algodao, se lara*
* las, i unirs quaesquer i,i0ilprii{t ? joiasdevalor.ailiaheiro 'IrlUI ^UIU, ll.11 e maitnf oalro, oje<.|0> ?
l&i^kMBsml t Je Frang coo ^^^^
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco eonmiodo como eostumam.
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Dita de V a
Dita de 36 .
Dita de 48 ...
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
Krascos de Untura de meia onra.
Manual de medicina homeoualbica de Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ....
Medicina domestica do Dr. Ilenry.....
Tratamento do cholera morbus......
Ilepertorio do Dr. Mello Moraes ....
Io/ono
tMooo
2030(10
25O00
3118000
ISOOO
25000
JO;0O0
lOfOOO
2/000
61000
Marti mai* le (iize
l'recisa-se de costureiras tanto para caifas
comocolleles^e palitos, que sejara boa.- e
despachadas na agulha : na ra Nova n. 52.
-- O abaixe assignado avisa ,10 pulitR-o
que a Sra. I). rsula Francisca Sladeira.
Manoel da Cunha Harlm/.,i, residenle
em Hacei assigna-so desia data em diatile.
Manoel da Cunha Barbn Ribeiro, por haver
pessoa diquelle neme em nutra provincia. -
Jaragu, 12 de Janeiro de 1857.
MAI) l)B YAtXA.
i\o dominen, das 5 horas da manha etn
Uiiri'is com ca.
corrente ma, 0 meio-
Irente do
leilao de
100 barris de 5 em pipa, vindoscom cal
de Lisboa, e que sito ptimos para servi-
i'i'm para embarque.
ifttpd 3Cit>e?9o0.
ltti. votte,
------>s------------------------_____
COKREIO.
0 vapor inglez Cell recebe as malas para a
Babia e Itio de Janeiro hoje, 6, ao meio dia.
DIRECTORA DAS obras militares.
Uuein pretender arrematar us reparos ijue
tom de fazor-se na casa da guarda do palacio
do governo, achara na directora das obras
militares o respectivo orr/atnento.
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico, tjue os 30 dias uleis para o pa-
gamento dos impostos to qualro per rento
sobro diversos estabelecimeutos do 1:2008,
sobre casas i]tte vendem bilitotes do lotera
do onlras provincias ; de 40-?0oe sobre casas
de modas, e de Jd-iiiin sobre casas de jogo
ile billit- do anuo linatieeiro de 1856 a 1857;
so principiam a contar do i.- de fevereiro
vindouro. Mesa do consulado provincial 30
de Janeiro de 1857. Ko impedimento do
administrador, llieodoro Machado Freir
l'ereita da Silva.
1857,
Acliam-sc a venda as bem conltecidas
folhinlias, impressas tiesta lypographia,
das segu otes qualidades:
FOLH1M1A RELIGIOSA, contendo alem
dos mezes, a bibliotbeca do christ&o
brasileiro. que se compot- de ora-
eoes tpiotidianas, metbodo de assistir a
missa e confissSo; cnticos, psalmos,
Itymnos, officio de Nossa Senltora da
Conceic&oe mullas outras oracoesde
graode merilo,|prero...... 320
DITA SIMPLES, contendo alem dos me-
I i. ICZ/i Z "' ". St'C'."* dianl0' "av<;ra lnuil suP"'r e bem leila
d1... rianciacca deacedo, nao podem dis- m3o de Vi(Cca ll0 S;),.-l0 ,|o (,Kposit,( d, rila
por dos Ihmisjpu. I. es locaran, por niorle de de Hortas n. 16. entrada pelo porlo, c .
I- a,,c .seo J.,ao do Pilar, por.,.,auto1 os ...en- frente a igreja de Sania Th.'reza, na bem co-
conados bens se aciiam bypotecados ao a-1 nhecida casa do caf com leite.
oaixo assunado pela quatilia e um cont'
O tcueute-coronel engenheiro mudot -
se para o largo da-matriz da Boa-Vista, mi
canto do becco do Veras.
Ojuizdepa* do segundo distrielo da
Ireguezia da.Boa-Vista da audiencia as se-
gundase quinlas-leiras : na ra do Aragito
11. 25. as 0 horas da raanhaa.
O juiz de paz do terceiro dislricto da
rreguezta da Bos-Vista da audiencia as ler-
do correntio ja encontrada aqu no Kec.le, Case sextas-feiras : na ra doAragao n. :,
leve-a a ra da Larangeira, sobrado de urnas 9 horas da inanhaa
andar de duas vitandas encarnadas, ao lado | Francisca Lima de Oliveira Santos, pro
esquilo, ao sah.r da ra do Rosario, que remora particular uo primeiro grao elenen-
se graimeara. lar, no adora na rui do Amorim 11. 50, avisi
-- Eu abano assignado aviso ao respeita- aos pnis de suas alumnas que pretende abrir
vel publico, que deixet de .ser caixetro dos sua aula no dia 9 do corrente
Srs. Pon-.ano & Salgado desde o dia 23 de Se alguma pessoa se jolgar credor. do
Janeiro uo corrente auno, e ao mesmo lempo aballo assignado, aprsenle suas conlas na
de reis que orneceu para as despezas da
accao proposta pelo Sra. Orela e lhosaos
demais herdeiros.Antonio Luiz d.- Frailas.
A pessoa que apprehender u:na mulata
de nome llosa com os signaes sigitinles :
baixa, feia. ps chatos, representando pouco
mais 011 menos 38 annos de idade, desenca-
minliada do Poco da Pauella na manhaa de 3
Ionio Soares.
-- Perdcu-se da rita do Vigario ale a ra
Nova leja n. 18, um ponteiro de ouro de le,
com 2 oitavas e 3|4: quem o acl.ou.querendo
restituir leve a mencionada luja, que sera
compensado.
dronho.
-- Oompra-se uma porcn de cavados de
sella e quartaos : na ruaeslreila do Rosario
n. 32, segundo andar.
Aluga-se a loja do sobra lo novo na ra
Velha
quem a pretender dirija-se a casa di.
cirurgiao Miguel Felicio da Silva, ua ra do
rrecisa-sc Tallar ron! os Srs Amador de Pocjnho
|V,ov,,,J0|.!i?S('a,'. vE*FW?JV* r''3T~ I PreCSa SC de um l* <'0Z.nbar
o r l,,;ll0(lMac,cl d,e 01,1,,,,a- F,:"- n neceo da l.ingocla, taberna Ue [Hurte. v.
im \nianctO .le Oliveira. Jos Joaqutm de dir quem precisa
h, a le, dos Circuios e vanas lbel-|San Anua Larangeira. Jos llamos de()-| Precisa-se de un, criad,, para OSOTH
ll\J||,l II tll'l 1 ti >.. > ...... I .. ltf,Baa o. II
bi
$t90 >&
nina pessoa desejan. cnracler.sar Cnni palavras asa-1 sameato francei pelieftlaiedl lle-pinli......, di lt.-
bi-'iias.
Aqui o lonviT est em bast publica, e iqnelle
que n ciimpram por bom dioheiro, Mboreiloi com
lauto priter, earno se nlo o hoaaeasem pigo.
On.inl.i .111 publico, este nAu lem sramle cuidado
enn a nmrilidede dtii eserintares. Os expprlos,
ruin e-iz esaressBo quero liguiflcar aqaalloi qae
(innn o ginho a-una s* JessH negligencia, A critica assim ramprcheni
.la possue uin merit') singular ; il.verle e nitn poin-
melle jamis a iinprodtiicia .lo inoslrar .. lado serio ,1
,le uma que.Ia... Msica pintura. poe-ia ludo l doscomo deeitos; ndepeto e indlTemica ll.es
para ella umassnmplo de f.,rec,a. LonB. daqui os fscsra prompla jusii.a. ()s eloa,o, t",. an inarO s
escr.p or que querem saber, que d,,.,o anles da sr-jim reservada, para-a, ohras liaseras, eoneeUdS
fallir A critica hbil sn invoca nina moa. 11 lentamente, eteculadas'com nm cuidado esrrupu-
Pliantuia. Soba protsejao desls nova mus, ludo 1 loso, e as poderosm iiitellieencias que ons inaravi-
lia, da Allemeaha, on da Inglaterra : cada n,(o he
dolada de um genio particular, quo ella nAodtve
jamis esqoecer. A ImitaeSe senril .lo espirito fraR-
ce na,, tem frito feliz^s os povos qoe nos eeteam ;
proveitemo-nosdi li.o e nao proeoremos facer-
nos Ingleiei on \llemles,
Um ,iara quo estas v.-rdailes se lurnem populares,
para qu- o qnsiii Cosmopolita, sujos caracteres arabo
de trarar, lorne-se a guia da multidao, 1 prim-ira
rnndirao he, nao lenho necessiita.le de n dizer, nina
discii-silo l.vre e evera ; os rtefeilos
Vapor inalez Cello, viudo de Siulliainrlon, con-
ligHido a aaeneia, minifestoo o wgointe :
27 caias fazendas do algodlo ; a Il-nrx (ibson.
i-2 Jilas dilas ,le dilo ; 1 Adimson tlowie r\ C.
"ni ditas qoeijoi ; a Tno i\ Innau.
It> ditas nuil lezas; a l.inz Antonio de Siqoeira.
i dita- litvis ; a l'eidel, Piulo \ C.
i dilas fatendll .le aliiola > ; a J. koller & C
I ilii.i lilas .le seda i a II. Ilrunn rV G.
1 dila la/lillas de algodio e sed.i : .1 Italia Sclun-
mellan t\' C.
(i dilas laten las de se la, J ditas rliipeo ; a I imm
.Mouseu Vinassa.
'iU ranas qneijos ; a Barroca Caslro.
1 lila charutos ; a C J. Aillo) & C.
> ditas fazendas de algodlo, 3* ditas machinas ; a
Roslron Itoulser I C
2 caixas fizendas de alsodao ; a Soutltall Mellors.
^i .lilis e 1 fardos dilas de dilo ; a J. H\.ler A
Companhia.
ti. volumes amostras ; a diseos.
Iliale nacional iCapibaribe, nodo do Aracaty,
consignado l.uiz Borges de Cerqucira, inanifesl
o lesninU :
I \> sarcos com :i:i; qairlii .1. s.mrai, fs", dilos
reij.10, 1 it) ditos C11111 539 arrobas c ni-11 ,|e .era de
r.inaulia. J caixas velas de .lila, I barrica cun 200
pnrri o-n iipitos, I birriqoinhi cera ,1,. al.cllia 1
enibrullio penis de em, 2,683 courinhoa de cabra
--:. meica de tola, 193 rouros talgadoi ,,r,itl;
Patacho inalez nOnlv Smi. viudo de Orcn"-
montii, consiguado a Rutlte fi Bidoulae, minifeiloo
o se ulule :
231 tunela la=, 7 qq, :l e2i de ferro em Irilhos
mi 21 Pams; aos coosisualarius cpenles da eslra-
da de Ierro.
CONSULADO UERAL.
Keudimenlo n da I a .
Idetn do dia j .....
Para 0 Rio de Janeiro sana o briguo na-
cional Adnlpho, cspitSo Manoel Pereira de
Sa.; para o resto da pouca carga que Ibe fal-
ta, passageiros e escravos a fele, trsta-se
cum Kduardu Ferreira Hallar.
CEARA', HARANHA 15 PARA'.
Segu cum brevtdade o palhahole Sobrsl ;
recebe carga e passageiros : a tratar com
Caelano Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia
do liecife n. 2.
Jf carac'.
Segu oestes dius o palhahole Sobralen-
sc ; recebe carga c passageiros : trata-se
com Caelano Cyriaco da C. SI., na ruada
Cadeia uo Recite n. 2.
Para o Rio de Janeiro sabe no dia 8 de
fevereiro a nova barca Recife, de pritneira
marcha ; s recebe carga ntiuda e passagei-
ros, para os quaes tem espacosos e aceiados
commodos : a tratar com Manoel Francisco
da Silva Carrico, na ra do Collegio n. 15,
terceiro andar, ou a buido com o capital)
Manoel Jps Ribeiro.
ParaJ.isbua pretende sabir com a maior
brevidade a barca potlugueza (iratidSo :
quem na mesma quizer carregar 01; ir de
passagem, trate com os consignatarios Tho-
inaz de Aquino Fonseca MMI10, na 1 ua do
Vigario n. 19 primeiro andar, 011 coin o ca-
pitfl na praca.
Para a illia tic s. Miguel, o brigue por-
tuguez Oliveira, lein promplo quasi todo o
sen carrega.tiento, e pretende sabir uestes
quinze das : quera pretender carregar ou r
Ue passagem, peder enlcndor-se co.11 loao
TavaresCordeiro, na ra .la Madre de neos
ti. 3b.
las de mpostos geraes, provinciaese
municipacT, rireiu........'iti
DITA DE PORTA,' a ini alem dos me-
ses tem e\plicares i.as indulgencias e
excommunhdes, etc., proco. 160
DITA l) ALMANAK, a aual alem dos
mezes,contemo almanak civil, admi-
nistrativo, comincmal, c industrial da
provincia, por.........500
Todas estas olltinlias sao impressas em
l>om papel e excedente typo. e vendem-
se emporcSo earetalho: na livraria da
piara da Independencia ns. 6e8.
,'*'..'**.* .-'i-'-:*-'-. -*. ^'-..,. --.t>x-...-vatx
;.A.;-..-,..,..iS^r.j; sj',,.-.,. ,..--,.;v
3 O Dr. Pedro Antonio Cesar, $'
: medico pela Faculdade de Med- ^
@ tina da llaliia, tendo che;ado a es- @
@ ta cidade, participa aos seus ami- j
^ gos eao publico desta capital, que @
i%? esta' promplo para exercer as j
@ (unccOes de sua prolissao, e pode gj
&>' Mr procurado na casa de sua re- gt
Direita n. 100, $$
-,,J sidencia, a ra
@ Segundo andar.
fS> A'pobre/.a tem cnsultisgratui- @
A;ji tamente, das (i a's 0 horas da t$
.i m.inliaa. .-
.'^.-....'..-.^>;.--'>1 ->k .-.;--,''-.', s^f
S? s^ <3 ..'...<,.'\^ ij &%J&i3-S?'}-&&
Alerta.
Na padaria da ra estreita do Rosario n.
13, que foi do Sr. Cenha, continua a ter as
bem ei.nhecidas holacltinhas de dez rs., po-
r.in linas, proprias pira cha, assim como
aramia de soda e outras- qualidades, por
proco roinmoito.
BILHETES DA LiESIA DO
RO DE JEiO.
,--^^'--.v^
Espera-s do sul e seaue para Europa ale o .lia 0
oe fevereiro poncu maa on manos, n vapor ham-
liiiriuez THEl POMA : qu.ilquer infi.rui.irai.....111
os agentes N. O. Ilielier C. ruada Cruz"n. .
Uimten
">:46l3.(j.-,
--'7:a;'J30.|o
DIVERSAS PROVINCIAS.
i;-n,|in enlo do du 1 a .
dem do dii .'.......
1
le
^ompaihia
FRAi
[EiCASA
vapores francezes da
Ijavre.
i


Jos Lu/.ul)io .Vives da Silva reeehcti
pelo vapor "S iii-Salvadorn, OS DOVOS o
felizes bllhetcs da !) birria da casa de
convenio da corte, e\ltaititla cm -I'.) do
prximo passado, rijas listas i-onduz o
vaporIiamburguez "Tiiculontaii.quc che
gara atpn ;i odia 7 do presente.
Jos .iz.cI.ho Alves da Silva.
Aluga-se o utma/.em n- Tt2 da ra
da l'i.ii, 1 rtencente ao jtalrimonio da
Ordem Terceira de San-Francisco j os
pi-l'- tiltil'.-s .i'rijai i-se ao itmao minis-
tril, no lar-godo Caruaon. 10.
ib,
na ra de oueimado loja n 10. Ido urna casa estrangei 1, preferindo-se a u
Latera do Rio TI
de Janeiro.
AOS 20:000.s, 10:000j E i.OO.sOOG..
llo>c esperamos pelo vapor liambur-
guez THEl TOMA, conductor das lisias
da lotera 0 da casa de correccSo da
edite, que esta'a venda, e-logo que te-
nli.imiis recebido as mssmas listas bre-
mos prompto pagamento dos premios,
de contormidade com os uossos
ctos, na loja
Compram-sc os diarios ns. 1, -J, 4 c
do corrente anuo : na livraria ns. I c ts
I i-.ii.- da Independencia.
a elles.
Vendem-se ricos enfettes para calmea di
senltora, os mais modernos que tem viudo a
esla cidade : na ra larga do Hosario n. I.
Na padaria do Manguind n. 31, pre-
cisa-se de dous caixeiros para trauco da
annun-j mcsina padaria.
la praca da Independencia! i--_.'j-
sn _..j 1 i'n rugi no da 2 do corrente mez de ;-
n. 40, onde anda oNistem l.tll.etes eVereiro, do sitio da Trempe, sobrado n. I.
'> uma prela de nome Mara Cajueira, de mean
Calaba, idade mais de 50 annos, levou ves-
tido azul e panno da Costa i|e lislras de co-
res, foi vender fruclas do mesmo sitio em
dous taboleiros ; pede se a todas as autori-
dades policiaes e capitiies de campo que
encontrar a apprehendam e conduzam-a ao
referido sitio cima, que serao bem recom-
pensados de seu trabalho; e o mesmo sn
pede as autoridades de Olinda, Santo Ama-
to ue seus mttito felr/es bilhetes, as lo-l ro. Casa Forte eJIonteiro, por onde costumi
jas do COStume.Por Salustiarra de Aqui-1 andar quando foge. l>rolesta-se contra quem
no Ferreira, Jote Fortunato dos Santos ll,e Jcr dormida em sua casa.
Lotera da pro-
vincia
(Corre amanltaa.)
O abaixo assignado ainda tem um res-
jias
A'?
' o'
au- ( tiro,
Alnto-se hoje un escellentc deposito
de massas finas, no qiral os amadores do
bom, all acharo oque de mellior ..'-
tt: no mercado.
Parlecipa-se que .lesencaininl.ou-se um
pelo que condn/.ia Uin saceos para asvucar
da ra do lituin para a ra do Vigario : ro-
ga-se a lo.iae qualquerpessoaa quemforem
ditos sacebs oOrecidos, de os apprehender e
le a bondadede participar na rus do l'rum,
armazem de Jos Mara Thomaz da Silva, n.
18, que seta recompensado.
Precisa-sc de um ou dous rapazas de
Porto.
Vende-se cimen-
to muito barato e bom, pelo preep de
7.S00 a barrica, por se precisar do ar-
mazem onde esta' rerolhido : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
I'recisa-sc de urna pessoa que saiba
cozinharbem, Forra ou escrava. para ca-
sa estrangei ra. paga-ce bem : na ra do
Trapiche n. S
Precisa-se de orna
-una < leite: na roa do
Briiiii segunda casa,
si. o o chafa riz.
abaixo assignado declara que a Sra.
II. Alaria Jos de Jess Cunha Cuimaraes,
Viuva de Domingos Antonio Comes (uima-
rlles. o ora casada com Joao Antonio Comes
Guimarfies c residente na ra do Collegio n.
18 segundo-andar, uilo pode vender 11er.hu-
ma das tres esc.ravas .le nomes Rosara, Se-
ra ph i os e Mari?, existentes etn seu poder,
todas pertencentes ao espolio daquelle seu
prirrx iro marido, visto come nao tendo sido
incluidas no primitivo inventario, deverao
entrar na sobre-partilha que vai dar-so co-
meeo. o abaixo assignado protesia prose-
guir judleialment.- contra quem quer que
effectuar a compra daque.las escravas sobie-
raaneira nuila e dolosa, e have-las onde
quer que csUjam, com os respectivos fruc-
tos, lucros cessantes e damnos emergentes.
Recire, 4 de fevereiro ae 1857.Com pro-
curador de liento Mitonio Gomes CuimarScs,
Jos Antonio de 'raujo Cuimaraes.
Joao Antonio Comes Guimatilcs, em
resposta ao aviso de Jos Antonio do Araujo
Cuimaraes, declara que pertencente ao casal
de seu fallecido irmiio Domingos A.G. Cui-
maraes, existe apenas ora seu poder a es-
clava Hozara, que tendo sido depositada
com sua senhora por occasi3o do divorcio
que esta senltora tnoveu contra seu primeiro
marido, esta sugoitaao pagamento das des-
pezas que ,-e "
'.'-.
Epera- FRAMC-COMTOIS, cominau.laiiie l-uurnier. em
siiaein pira o Havre pelos porlos .1- encala : para
rete e paengeiros, na ra rln Tripiehe n II
ATTENCA'O.
0 vapor de reboque Camaragibe esta
para cotiduzir os passageiros do
1:KUrMs
6I6SW3,
________prompto
1:718a.i6l vapor hamburguez, elevar
............-.;> u. 1--------.izaran) com a mesma senltora
i.iae ae is a 18 annos para caiseiro de urna -s dita esclava -liecife, de seltJmbro de
boa casa de mol hados, em boa ra, preCe- in->~-
e-so o que estiver arromado cm alguma Alaga-so uma casa terrea com sot3o o
alema pequea, eque por qualquer mo- muitoscommodos,aqualoSereceproporroes
uvo justo queira sabir : quem so julgar ha- Prs so montar qualquer esUbelecimenlo
rjiniauo dinja-searuadoQueiroado, loja do (-"ja sitoacSobe a mellior possivl, 110 pateo
M Jo.qiiini ..lonleirodaCriiz, n. a, ou na. J Ps, freguezis do Ahogado, osen alu-
praca da Boa-vista botica n. 22 guel he eommodo a fallar com o cspilo
,,rJ'':l~"ti "* nesso,s 'I'"' se iulgarem Antonio Goncalves de Moraes, na mesma .o
cicuo as ..i casa do talecido Manoel do liego \ voaeao.
Uma, queiram apresentar documento das
dividas justicadas a viuva do mesmo Lima, I
para seren pagas : na na das Cinco Ponas,
casa torrea n. iji, uestes o i to dias, acontar
do hojo .1 Jo tevereiro do 1857.
-- |TCVne-se a quera convier que nao faca !
tratisaecr.il alguma com urna parle do eng- i
nho Tabalinga, nertenceiite a Joaquim de1
t ua^,nj,
cortes de f
le quadros a 3^000.
Vendem-sena ra do Queiniado n. 21 A,
Andrade Fortuna Pe.so. a qual '^^A^\mS^^J^^VlK
apo, .....ourguez, e tevar as pessoas ^^X^oZSZZ ^Zl^Z^ -Sro""'
daqu. qutzerera tr.com toda promptidno. | vara, t^crivao Alhayde gundal
jm penhor.
Manoel Itibeiro da Costa Oliveira.
Achou-se quarta-feira um embrul'i..
que suppoe-se ter sido esquecido pelo Sr.
Jos Gomes Ferreira da Silva ; por isso pe-
de-se-lhequeappareca na loja da praca da
Independencia ns. 18 e 20 para verihear se
he delle.
-- Os protectores .e S. Concalo, erecto na
imperial capaila da Senltora das Fronteiras
na Estancia, tem a honra de participar aos
fiis que transferiram a festa do seu pidro-
eiro para o dia 16 do corrente, visto ser no
d ia 8 a for-ta da Senhora das Fronteiras ; ap-
proveitando tambem ao occasiSo para im-
plorar aos fiis que so dignem a cooperar
tal (im cum suas esmnlas.O secretario,
Zeleiino Antonio Amato de Filla>.
JXalojadaboaf
vende-so tao barato iim;
admira :
Micos pannos para mesa pelo dtmi-
" nulo prego de
Brim branco trancado de puto It-
nho, vara
Dito pardo liso de puto linho, vara
tirim de quadriohos, de padrocs
muilo bonitos, covado
Canga atnarolla franceza, muilo li-
na, covado
Fil do linho liso muilo lino, vara
fiilo dito cura llores, dilo, vara
'nbratas francezas de liudiis pa-
droes, covado
Chitas francezas muil" lina-s. de pa
dres novos, covad.
Caiwsaa de riscado muilo bem fei-
las e muito bonitas
Pililos pretos muito bem l'eilo
Ditos de brim psr o de poro linho
Camisas de meia inulto finKs
Micos lencos de tilet cora palma
hordidaa matiz
Dilos ditos de cambraia muilo lina
com bico de linho
Luvas de seda de lindas cores, rom
ricas bololas, o par
Dilas de dita de lindas cores, I or-
dadaseenreitadas
Ditas pretas dcloical
Chales lisos de merino, de lindas
cores
Gravatinhas de cassa, de padres
muito hiuuius
Lencos blancos de eambraia
Ditos ditos de dita com barra de c-r
lutos do linho proprios para rape
o assim oulras multas fazendas que vendem
so purmcnosqueeiB qualquerootra parte
na ra do yueimado, nos qualro cantos a.
il, na loja da boa fe.
Pianos.
Em casadeRabeSchmettau.Companh,a.
ra da Cadeia n. 37, veudem-sc elegan.es
.l-IMl"
I94W
.,lo
.un
K'll
I -L'Xll
:ii"
jm
1-.)'>
4-.I-4I
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l#aan
.')|H.n
latan
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IsOiai
W500
210
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Mf
s.l'inheiro Borges retira-se para a .pianos do afamado! fabricante Traumaon de
turopa. | Uamburgo.

MUTTLfilXr


.



\
DIARIO DE J'LKNA.MIIl CO, SEXTA FEIRA 0 DE FEVEREIRO DE 187.
SALSA PARRILILV
DE
Biistol's.
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-
Aluga-se
nina pande casa na ra Imperial n. 1 lil,
com tres portas de frente. duas grandes
salas, cinco quartos, cozinha lina, etc.,
por l-J.soni! mensaes: a tratar na ra
Direita p. 15, loja.
O nico preservativo contra a caspa
O abaixo assignado previno ao respei-
tavel publico que ninguem faca negocia cm
Francisco Martina dos Santos com a proprie-
dade denominada Pacheco de fra, no lugar
de Tigipio freguezia do a fugado, que o mes-
ma vai entrar em letlgiocom o dito sobre o
dito sitio.Miguel ATcanjo dos Santos.
Precisa-se de um amassador : na ra
Direita n. 82.
Na cadcia da cidade da Victoria se
Carne di? sertad
Vende-so muito boa carne do sorlSo : na
i na dr> Queimado n. i .
Ovas do sertao.
Chegaram a ra do Oueimailo
tonio Podro da s. Neves, na ra
do Recita.
VIRTUDES DA SALSA PAKRII.IIA DE
BRISTOL.
A salsa parrilha original e genuina de
Bristol possue todas as virtudes para curar
todas a.s cufermidades que proven) de um
estado de impureza de sangue e das secre-
tes mrbidas do .ligado c estomaga, e em
todjs o.< casos que necessilam remedios pa-
ra puriGcar e robustecer o syslema. Em U>-
dr>s os casos de escrophulas, erysipehs, U-
nha, erupcOes cutneas, manchas, bilis, n-
flammacao e debilidade nos olhos, inchacao
das glndulas, dores lombares, allcccoes
rheumaticas, dores nos ossos e as juntas,
hylropisa, dispepsia, aslhma, diarrhea,
tsse, resfriados, inllammaciio dos pulmOes,
phiisica quando provea da obstrucrao dos
bronchios em pessoas escrophulosaS, influ-
enza, ndigcslio, ictericia, debilidade geral
do syslema nervoso, lebres agudas, calores,
enfeimidades das mulheres, enfermidades
biliosas, o em todas as sffecqOes provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha se emprega com etlicacia em
toaos os sobreditos casos, e he reconhecida
romo a melhor medicina que existe.
PREC.UCaO.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
lha deverao ler o cuidado de observaren!
que a salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande tainanho, com as palavras
salsa parrilha genuina d Bristol, Piova
York, gravadas no niesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se ver o nome
de Bristol. Urna directo acompanhar cada
garrafa.
CASO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York 30 de maio de 1843. Urna se-
nbora soflria de espasmos nervosos, experi-
mjntava urna continua aniquila^ao de lor-
ias ao ponto de cahir por vezes em syncope.
Einpregou multiplicados remedios sem tirar
vsntagem. beelarou-se urna ictericia com
um emagrecimeulo progressivo. Esgotados
os varios recursos da arle foi a lempo em
prsgado o incomparavel remedio da salsa
parrilha de Bristol e o rpido estabelecimen-
to da euergia vilal logo reappareceu.com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DAVIS.
Isabel Davis foi accommellida pelo espa-
do de qualro anno? de ulterasescrupholosas,
leudo seis chagas abertas na parte superior
do braco direiio, as quaes deilavam grande
supuracao e causavam a quasi immobilidade
di.s partes. Chegada em Santa Catbarina
em novembro de 1847 a doente consultou
varios mdicos, os quaes deram o conselho
do amputar o braco, como o nico recurso
do salvar a vida. l-"oi entilo acnoselhado o
u:o da salsa parrilha de Biistol enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
porimentou laovanlajoso proveito.que con-
tinuando lempo segundo o uso do remedio,
chegaram as feridas ao melhor.estado de ci-
u.-lrisaciui. O caso he referido pelos houra-
d os prol'essores lioodmann e Samuey Haver.
I) COiNSULTOMO CENTRAL H- @
Q MEOPATUICO. $
(1$ Ra de Santo Amaro (Mundo-No- %
5 vo) n. 6. S
s, O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho, a
.; de volla de ua viaaein ao Rio de Janeiro, ,.,,
*3r continua a dar consullas lodos os da uleis, "
t$ das S hojas da manhfia, m 2 da larde. i-';
Os pebrosao medicados gratuitamente. >
':' t;.-;. :'.i* i? ?2^AAAfll
'..-VrVy-^-'.-' \S.. V> <..' '.> ..-''..(T?11
SEGURO COMTRA FOGO.
Coinpauliia Alliarce.
Lstabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., ten a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprioiarios de casas,
a qiiom mais convier que estio plenamente au-
t irisados pela dita rompanhia para elcctuar segu-'
ros sobre edificios de tijolo e podra, cobertos de
tMha e igualuienM sobre os objeclos quecontiverem
c s mesmos edificios quer consista em mobilia ou
i ib (azendas de qualquer qualidade.
'; iiewtiuti rD\wi Si?
da Cadeia que al agora tein apparocido, tcm a vanla- acha rccolhido desde o dia 27 do correle, mais frescacs ovas do sertao, as
gem de preservar da caspa, amaciar o rabel- Paulo, crioulo, de idade 2 a 25 anuos,
11 H
quaes
lo, o lambem tingir o mesmo : na loja n. 1
da rua'do Crespo.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar, para una casa de pouca familia : na
praca do Corpa Sanio n. 17.
ESTRADA DE FERRO
do liecife Sun-francisco.
O abaiie assisnado faz saber, que depois do da
3 de fevereiro pagara, do seu rscripturio, ra do
Crespo o. 2A, aoa atnbores accionistas, juros na ra-
lia de 7 por cenlo ao anuo, sobre a. acrofs regislra-
dai nos seos nome respectivos nos hvrin da com-
pauhie da Estrada de l;erio ale o da III de Janeiro
do corrente.
Os senhores que nao liverem assignado o contrato
da companhia, deverio laze-lo por si ou por sujs
bastantes procuradores, antes de receber us juros
devidos.
Por ordem dos directores.S. P. VEREKER,
Ihesooreiro.
Recife III de Janeiro de I87.
Precisa-se
de olliciaes de alfaiate para obra grande,
pagando-se 7,s por meio leitio de cada nma
peca, assim como de costureiras para o
mesmoolllcio : na ra da Madre de Dos
n. 6, primeiro andar.
~ Joscpha Henriquota de Miranda Barros,
professora particular dos primeiros couhe-
cimontos, avisa ao respeitavcl publico, o aos
pais de suas alumnas, que se acha com a sua
aula iberia : qucm.de sen pres'imo se qui-
zer utilisar, dirija-sc a ra da Alegra da
Boa-Vista n. 42.
Qonfcitaria.
59 A
confronte ao Rosario em Santo Antonio, re-
cebeu de Lisboa bolinhos sortidos, ditos de
amor, so vindos a este estabelecimento, bo-
cetas com Tructas differenlos, e marmelada
secca a prinieira vez viuda para negocio, di-
ta em latas de diversos Umanhos e da me-
lhor que costuma vir, quartos de mannello
em calda e outrasmuitas Inicias, gelea de
marmullo, e outros muitos objeclos, e as
mclhores perfumaras.
o
Ao respeitavel
publico.
13
RA NOVA N. 18,
y Paulo (jainoax, de volla de sua viagem ;
^ i Europa, est morando Da ra Nova n.
' .' 41, primeiro andar, oude pode,ser procura- '
:ki do a qualquer hora. !
&
&
Substiluico do
arcano a polasm
pelo barato prego tte 3,200
por una lata de 10 libras:
no araiazeui de N. O.liie-
ber & C, ra da Ci-ui
ii* 4.
Precisa-se de urna lavadeira para
a'-ar roupa de urna grande familia : na
piaca da Independencia ns. G e 8, li-
vraria.
DENTISTA fRANCEZ. %
Paulo Gaignoun dential, ra Nova n. 41 : Jff
*.,-3 na mesma cava lea a^ua e pt dentrifice. ...-
Aluga-se a anima casa de vender plvora na
cidade do Olinda, com buin sitio, baua para capiu,
e boa caa de vivenda ao pe : qaem preleuder diU
cata dirija-se a ra do Vigario n. 31.
XAEOPE
IK)
BOSQUE
IVi i ramfei do o ilcposito desle iarope para a bo
tica do JotO da Cruz Santos, na ra >m.i u. 5:)',
mrrafai 59300, e meias llslH), sendo falso todo
l'ii'lle que nao for vendido neste deposito,ptlo
queseT.z o presente aviso.
HM1TANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura de phtvsicaem todososseusdiflcreu
lsjros, quormolivad por conslipates, tosse
.'.-iiiniii, pleurz. escarros de sansue, drde cos-
indose peilo, palpitadlo no coraeflo, coqueluche
l.roncbite, dorna aaru-aula, e todas aimolestia
dosorga o s pul inonares.
O l)r. Eslevao Cavalcanti de Albuquer-
que, formado em medicina pela faculdade
do r. 10 de Janeiro, pode ser procurado para
o exercicio de sua prolissao na ra eslreita
do Rosario n. 10, segundo andar, das 8 horas
e meia da manhaa al as 5 da larde, e alem
doslas horas na estrada de Joyo de Barros,
no sitio em que morn o Sr. Dr. Vicente Pe-
reira do llego.
--3 PARA CONSERVACA'O DOS &1
Q DENTES. ^
**h Vende-c p e coi dentrificci: ni ral
*;^ Nova ii. 41, .m casa do dentista francez g|
-.j Paulo Gsigooui. -,
Precisa-sede um caixeirn de 14 a 16
anuos, que lenlta pralica do taberna, prefe-
re-so dos ltimos eliegados : na ra do Pilar
II. 90.
Josi- Comes de Amorim e JoajtuinrFei-
:eiros de*
ta loja de fazendas e ronpa feil de M. A. Ca- aOk
^ jiiji C, onde euconlranlo os bons freauezei f&
^ as obras mais bem acabada que se poden ^
rj en contrar. de lodas as ires e qnalidades.e *>
^k lem de aceitar menos obras de eticommen- .,:'
w das, por 1er maior perjao de dilTerenles y.
@ obras, assim corro lem de au;meular o ^
preco ds encommendadas, e para mais y^
W i.m servir a seus donos, sera para lodos ;;J
^ um s prcroa dinlieir". \J
^3MMMC .::
Coniinua-se a vender queijos dos mais
novos que ha no mercado a 18500 cada um,
gomma de emtomniar a 90 rs. a libra, Ggos
comadrea 140 rs. a libra, sag' a 300 rs.,
cevada a 80 rs., calo da' trra em carolo a
240, dito moido a 00 rs farinha de araru-
ta a 200 rs., dita do Maranhao a 400 rs.; na
taberna da ra de llortas n. 4.
a pussoa que quizar ensinar em um en-
genho prximo a esta cidade, as linguas
francesa, latina e porlugueza, dirija-se a ra
da Oadeia de >anlo Atilonio, segundo an-
dar da casa n. U, para tralaj- do ajuste.
No dia 20 do me/ passado, desapparc-
ceu do palacio da Soledade, um cavallo ala-
zao, com os signaes seguitites : lamanho
de meio, ps e maos calcadas de branco ou
duas maos e um p calcado, pois n3o se esta
bem presente, frente aberta e com algum'as
caspas, bebo .em branco, el i as separadas
cahindo parle de um lado e parle do oulro,
anda a passo, porm ohrgado por ser muito
galopador : quem o apprehender ou o tiver
em seu poder leve-o ao sitio das Hosetras,
do tenenle-coronel Joaquim Elias de Honra,
que ser recompensado e pagas as des-
pezas.
Compram-se effectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como aerjoes das diversas cumpanhias auto-
risadas pelo governo.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico,
que se acham venda neste cscriptorio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porcaode bilhetes, meiose quartos da quar-
ta parte da segunda lotera do Ca mo, cujas
rodas andam no dia 7 de fevereiro do cor-
rale anno O Sr. thesoureiro manda decla-
rar aos senhores jugadores que existem nu-
meracoes sortijas : como lambem os bilhe-
tes vendidos neste escriptorio nessas ulti-
mas loterias lem sido muito afortunados,
por isso espera que ellcs concorrerao para
que continuadamente n3o liquem tamanlias
porfOes de hillieles por vender como sem-
pre lem licado. TJiesouraria das loteras 31
de Janeiro de 1857;Jos Jaouario Alves da
Maia, escrivSo.
qual diz ser escravo de Ignacio Hachado da
Cosa, morador em Espinharas, capturado
pelo campanlia Hanoel onleiro.-Delegacia
da Victoria 28 de Janeiro de 1857. Tihurlino
Pinto de Almcida.
Precisa-sol de un fornero, paga-sc
bem,sendo perito : na ra Direita n. 21.
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na, que tetina pralica da mesma ou sem ella,
mas dando lianza de sua conducta, paga-se
bom ordenado no largo da Soledade n. 16,
padaria.
Victorino de Almeida Rabello vai a
Portugal tratar de sua s^udc, o deixa como
primeiro procurador a seu socio Antonio da
Costa Mmeida, e como segundo seu irmao*
Manoel Hallullo de Almcida.
Umbelina Wandcrley Peixolo participa
aos pas de suas alumnas e as mais pessoas
interessadas, que mudon o seu estabeleci-
mento para a travessa da ra do Queimado
n. 1 ; e conlinu'a a lecebcr meninas exter-
nas, internase meio pensionistas. Tem con-
tratado mestrus para dansa, msica, piano,
c francez. Espera que o respeitavel publico
a continu a proteger como o tem feilo be-
nignamente at o presente.
O abuixo assgnado deixou de ser cai-
xeiro do Sr. Francisco llotelho de Mendonca
desde o dia 31 de Janeiro prximo lindo, e
agradcelo mesmo Sr. todo o bom conceiln
que fez delle duraHte o lempo que foi seu
caixeiro. Ai.tonioJacintho deMcdeiros Dutra.
As audiencias do juizo de paz do se-
gundo districto da freguezia do Sacramento
do bairro de Santo Antonio tornam a ser as
quartas e sabbados as 2 horas-da tardo, na
sala das ajudiencias o esta cidade.
Precisa-se de una ama para cozinhar
em casa de pouca familia : na ra do o-
gueira n. 24.
Caf com
leite.
A qualquer hora do dia ou da noite, assim
como da-se almocos, jantares e ceias, no
salo do deposito da ra de Hortas n. 16,
antes do chegar ao pateo do Carmo. Este
saliio lorna-se rccoinmemlavel pela commo-
didade que tem. podendo lambem entrarse
pelo portao que lem confronte a Santa The-
reza.
O padre Jos de Santa llosa Alfonso,
subdito portuguez, retira-sc para fra do
imperio.
Precisa-se de urna ama que tenha bom
leite : na ra larga do Kosario p. 48, pri-
meiro andar, por cima da padaria.
Eduard Plum, llegers, A. de Kranton,
cmprrgados na estrada de Ierro, retiram-se
para a Europa.
'$ .Nova loja de funileiro. $
^ Nt loja de funileiro di ra da Cruz .l.i .-:.
g Recife n. :I7, ta para vender camas de fer- 2E
w fo, ditas de vento, de madeira de imarello, y
*t ditas de louro, lia junlamenle follia de -'";
;'.J 1-landios de superior qualidade; neste no-
'** vo estabelecimento vcndem-e as Tazendas g^
fll mais barato que em uutra qualquer loj,
venden) muilo barato.
araud s <- grad
I ni lindo e variado sorlimenlo de model-
los para varandas e gradaras, de gosto mo-
dernissimo : na rundic.3o da Aurora em .San-
to Amaro.e no deposito da mesma, na roa do
Hruni.
Mociidts superiores.
Na fundicao de C. Starr & Companhia, em
Santo Amaro, acham-se para vender inocu-
das de canna todas de ferro, de um modello e
construccSo muito superiores.
Arados de ferro.
Na fundicao de C. Starr cv Companhia, em
Santo wnaro, acham-se para vender arados
de Ierro do un; modello e construcc/io muito
superiores
CARVAO DE PERA
i- |)rei;o com-
de primeirn qualidade,
minio.
AVISO
aos ferreiros.
F. POIRIER,aterro da Boa-Vistan. .").">
Tcm para vender
prador
vontade do com-
elogios
cn'atT\os c descobertos, peqoenof e snodei, ile onro,
plenle ioslez, para homem e seiiliora*. de nm dos
inelhorej fiibrieanles de Liverpool* viudos pnlo nlli-
mo paqueltt inslez: emeasa ae Soulball nellor c\
Gniipanhia, ra doTorre n. s.
Oculos
Tachas de ferro.
*3 urna dalla.
caja *?
tf
Urna pessoa com as babilitaQoes pre-
cisas, offerece-se para fazer qualquer escri-
pturacfio commcrcial, e mesmo por em lim-
l'Oqualqoer servico que se ache atrasado,
mediante uina paga rrzoavel: no aterro da
Boa-Vista Q. 72 A s dir quem a isto se
propOo.
Na padaria da ruada Senzala Novan.
30, existem dousbarris com banba : quem
.or sen dono appareca, que lhe serao entre-
gues, dando os signaes certos, e
despezas do frete e do annuncin.
Precisa-se alugar una ama de lcilc
que seja de boa conducta, e que nao traga
lilhos : na na Diieila n. 36, primeiro andar.
Antonio Joaquim Dias Mcdroho vai ao
Bio de Janeiro.
Gvmpmz.
Compram-se cscravos que sojam sa-
dios e foi les, propTios para armazem de as-
sucar : na ra de Apollo n. 22.
Compra-se para urna encommenda
"i molequesde H a 18 annos de idade:
na ra do Collegio n. 21, primen O an-
dar, das I 0 horas a's ."> da tarde.
Compra-se urna grammatica l'ranccza
de Kurgain. anda mesmo usada : na ra de
Santa Bita sobrado de um andar n. 85.
- Compram-se escravos de 9 a 35 anno:
na ra do Collegio n. 21, terceiro andar.
Compra-se urna escrava engolnmadei-
ra : na distilaco por delraz da igreia de
Santa Bita.
Compra-se urna casa terrea com bom
quintal, cercado ou mesmo em aberto, nos
lugares segumos : Campo Verde, Soledade,
Caminho Novo, ra dos Pires, de S. Goncafo,
do Sobo, do Cotovelo, edillicada com a fren-
te para o nascente : a tratar na ra da Praia
de Santa Rita serrara n. 13.
Na fundicSo da Aurora cm Santo Amaro,
e lambem no deposito na ra do Brom, logo
lia entrada, o defronte do arsenal de mari-
nha. ha sempro um grande sortimonto de
lachas, tanto de fabrica nacional como cs-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, rasas e fundas ; c em ambos os lu-
gares existem guindastes para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza. Os procos
sao os mais commodos.
- Vende-se um mulato de 38 a 40 anuos,
cozinha o diario de urna casa, sem vicios,
proprio para cozinheiro de burdo, por ja ter
andado neste ollicio a bordo do brigue II.
Alfonso : a 11 atar na ra da Praia n 36.
v"ende-sc nina taberna na cidade de
Olinda, com poucus fundos.e em bom lugar,
por ser nos Quatro Cantos, e muito bom
al'reguezada : quem a pretender procure no
Bccife, ra da I.ingoela, casa n. 8.
GARRAPAS.
Vende-sc una porcao de garrafas vasias,
que foram de serveja branca : no da psito
da ra da Cadeia n. 6.
PARA O CARNAVAL.
Mascaras de cera, rame e papclo, as
mais linas e do melhor gosto neste genero,
existem a venda na ra de S. Francisco, de-
posito n. G lioga-se aos amantes deste di-
vertimenlo, qut- comprcm em dito lugar,
pois ficaro bem servidos e por mais barato
prec,o do que em ouira qualquer parte.
PIA.NI.NO.
Acha-se a vendo no deposito da ra de S.
Francisco n. 6, pianinos do nova invencao,
com a competente msica, contendo walsas,
polkas, contradansas, e ao niesmo lempo
servo para adorno de urna san.
Ycndcm-se pedras de hombreiras, ver
gas, soleiras o cordio, e outias muitas : a
tratar na ra da Cadeia Velha em Santo An-
tonio n. 7.
DOCE DE ABAC".
Na ra do Collegio n. 5,vende-se superior
doce de araij a 300 rs. cada um caxa.
-- Vende-se urna mulata de bonita lisu-
ra, com idade de 16 a 17 annos, coso perlei-
tamente, cozinha e tem principios de en-
gonimar : na ra da vnzala Velha, casa u
HI4.de um andar.
Vendem-se pennas de ema na ra da
Senzala Nova, padaria n. 30.
Vende-se ura sitio com casa para mo-
rar, una dita para negocio, oitra de ran-
cho, senzala para pretos, estribafia, muitos
ps de frucleiras de lodas as qu/lidades, tem
Ierra para levantar urna enge| gar de Meritigaba, freguezia de Santo Anlao:
quem pretender dirija-se a roa do Collegio
n. 13, loja.
"edas pretas.
Sopen .es sedas prnla* lav/adas para ves-
tidos, grosdnaple ncSto. setim preto ma-
ceo, ludo por pieco eommodo : vi-.ije-.se
na loja di 4 Jiortas, na ra do Queimado
n. 10.
Vcnlem-se ps de larangciras de um-
bigo, selectas, lioiSo doce, lima di- uinbigo,
jaboticaba, fructapSode maga, sapoti/eiros,
e parreiraa : no principio da esirada dos
Allliclos, lado esquerdo, casa de Manoel
Marques.
Existem na ra das Crtizcs de Santo
Antonio n. 30, charutos muito linos de no-
vas marcas que vieram da ahia por amos-
tras, e all se vendein por caixa e a miudo ;
tambem lem gomma de engbmmar muito
clara,as libras.
Vendem-se batatas novas a 1,-4)00 a ar-
roba : no armazem de l.uiz Antonio Annes
defronte da porta da alian,loga.
Vende-se a taberna da ra do Vigario
n. 8, com os fundos que convier ao compra-
dor, a prazo e a dinheiro ; faz-so lodo o ne-
gocio
. i de lodas as quididades rom armacSes de on-
ro ou dourado, di ac ou de hualo, orillos
e biuocles de theatro, oculos de alcance de
todos os tamanhos, ditos de puuho para
miopes e preshytes, mycrosropios augmen-
tando os objeclos de !>, 10, M, 50, 100 e 1,00o
niezes ao lamanho, vidros sollos para Inda
a qualidade de oculos c para cosmorama,
para espirito e para xaropc, de vidro e de
yetal, diversos instrumentos de pbysiquo e
incluidos, urna phanlasmagoria c um rico
polyorama; tudo se vende na loja da prac.a
da Independencia ns. 18 o 20.
.;. .,, -.. ..* .T v......, ... ... ,f, .;. i^f? g^
5 Em casa de Eduardo II. YVyatt,
f ra lo Trapiche Novo n. 18, ha
:'' para vender :
.;'j i pianoforte, novoeelegante de
;$ ril>i-ii-:nile llamado em Londres.
;'J Grava ingleza n.97, ;_5 Malln.
.-;. Tinta de escrever do fabricante
y/, \rnolu.
;"' Tintas i m oleo ele varias cores.
.;;;. Cabos da Russia.
.;-. Crystalleria.
Agurdente de Franca cm bar-
ris.
Vinho Sclierr\ dito.
Iiiictas em conservas inglesas.
Papel pafa carias.
Livios para copiar dito.
Candieiros di- candelabros de
hi on/.e.
Ai;o em liana para molas de
carro.
Ei\os pata carro.
Chicotes para dito.
Relogioa de onro cobertose des- f
cobertos. ,'

o
'i?
O
6

Vende-se a verdadeira grasa ingleza n.
97, dos afaiiuidos fabricantesav a .Mar-
tin, em barucas de 15 duzas d% potes:
em casa de James Crablree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
O GIABDA-LIVROS RRAS1LEIRO, ou arte
da escripturacSo mercantil aproprada ao
commercto do Brasil : vende-se na ra da
Cadeia Velha n. 22. Preco 8/000.
Na ra do Vigario D. l'.l, primeiro andar, ven-
de-se vinho du Porto de superior qualidade da bem
rmihecida marra CW em pipa, barris e caitas de
urna e duas dujiasde carrafa.
Agencia
da fiiiidicfto Low-.VIocr,
ra da Senzala-Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a liaver
nm completo sortimento de moendas e
meias moendas para engenlio, machinas
de vapor e tabeas de ferro batido e coado
de todos os tamanlios para dito.
Farinha de Tri-
este.
SSSF.
( Verdadeira.)
Pelo navio BLOOHB chegaram iiOO
barricas delta acreditada farinha : ven-
_ rt GH E POTASSA
vende-stpolassada Kussia e americana,ebefada
neste. ,las e oe superior qualidade; | de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seus deposi-
ts na ra de Apollo n. 1 A, e 211.
Heiogiot* dt fiateute
nylezesdcouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preqorazoay el, em casa de
AitgustoC. de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
SBcnNS.
Lotera
1)4.
Provincia.
O abaixo assignado vendeu as seguintes
sortes:
1 meio numero 2212 3:000/
Crep de 11a-
(RVMV800RS. 0C0YVD0.
Fazenda nova, chegada rplo ultimo navio
rancez, tecida de Ra e seda, >!? ..uadros e
listras de cores muito delicadas, para vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
ra do Ouemado, loja n 17 ao pe da botica.
f ellmliiho e vel-
hulin s
O melhor que nessa fazenda lem vindoa
este mercado, de cores muito lindas, para
vslidos dos mascaras : vende-se na loja n.
17 da ra doyucimadoao p da botica.
MiBssulina Iiri-
ihaute.
1 diio 1764 20
1 dito 169 1001
2 quarlos s 1666 100j
1 dito 3380 50^-
1 dito 2931 :>of
1 meio 426 50/
a SL% por urna
pataca.
Vende-se na ra de llortas no depositon.
16, antes de chegar ao [lateo do Carino, e
tambem lem entrada pelj portao do pateo
do Carmo cm frenle a Santa Thcrcza. Este
pao he o melhor que he possivel fazer-sc em
qualidade c lamanho ; e chamamos a alten-
Cao dos senhores compradores afim de o vi-
rem examinar.
Sedas de qua-
dros iiiiudiiihos i 1,^000
o covacio.
Na ni i do Ouemado n. 21 A, vendem-se
chales de louquim a 249000,. 13a de quadros
a 640 is. o covado, grosdenaple preto a
1-800, S>e 25200 o covado, fazenda muito
superior ; do-seiias amostras.
Oculos e bino-
ces
para theatro : acha-se sempre sorlimenlo
grandi! na loia de relojoeiro da prai;a da In-
dependencia ns. 18 e 20.
Ma prar;a da Independencia, !ia de
miudezas u. 3, vendem-se borzeguins para
meninos, de 1,1a franceza, toncas e camisus,
ludo pelo mais barato possivel.
elogios de
oupo e de praia.
Acham-se sempre bem sortidos os rcio-
joeiros Chaprout e Berlrand, praca da Inde-
pendiicia ns. 18 e 20.
Vende-so a taberna dobsixo dos arcos
da rbeira da boa-Vista, muito afreguezada
para a Ierra : quem a pretender di rija-se a
padaria do Manguinbo n. 32.
PARA MKMNOS.
Camisas francezas, diversos tamanhos :
na ra do Crespo n. 16, loja de Adriano i\
Castro.
-culos e lunetas de todas
;is qualidade.
Vendem-se superiores oculos com arma^ao
de tartaruga de todas as graduandos a 3-OUil,
ditos muito bons com armacoes douradas a
1>200, ditos dilos com armagoes praleala,
i', dilos ditos comartnavao de ago a 800 o
1$, lmelas com armarjao de tartaruga a 1?,
ditas redondas equadradas debtela a 500
rs., ditas de dous vidros armaqo de baleia
a 1-(00, e outros oculos mais queso vendein
por prego barato na loja da boa fama na ra
do (jueimaiio n. 33.
Vende-se um negro mogo, sadio e ro-
busto, servente de pedreiro, e excellenle
traba I liado r de ruga : na ra do Aragao n. 1,
primuiro andar,
, Vendem-se terrenos para edilicagao na
Bjstrada do Manguinnihu, do do Hecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Manoel l'e-
ipiri Tei-veir, co-"-i ""0 palmos ile fundo e
iie i .....I s i ; pi i ,r nij ,.er : i .-
Ur la ra > Cii .'> ilo li.-cifo n. o, ou com
Jos Baplisla r.ibeirode l-'aria, no seu sitio
da Estancia.
Flores de
OTOS.
Esta bolachinba fcila com o melhor aper-
feigoamenlo do que oulra qualquer pelo 1ra-
baino de seu fabrico, moitu propria para
soircs : vende-se na ra de llortas no de-
posito n. 16 a 010 rs. a libra, aonde se en-
centra um vanado sorlimenlo de holachi-
nhas e bolinhos, o que ludo so vende muilo
cm conta.
Felbufinas.
Vendem-se velbulinas pretas e de cores,
por menos do que em outra qualquer parle,
para fechar cuntas : no aterro da Itoa-Vista
n. 10.
Na ra de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, vende-se urna bonila escrava cabrinha,
de 17 anuos, cozinha o diario, e tcm princi-
dio de habilidades para casa do familia.
Vende-se paingo muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da Itelaco n. 28.
M loja
das seis portas
IM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Sarja hespanhola a cinco patacas .o cova-
do, cun qualro palmos de largura, nobreza
de duas larguras a tres mil rs., luvasdeseda
prela e de cores a mil rs. o par, lengos de
retroz pretos e de cores matizados a dez na doBrum, passando o cliafariz, cni7n7h-
tusloes, sedas pretas com llores a dous mil ver u---------'"
Domingos Alves Matheos lem para ven-
der em seu escriptorio, na ra de Apollo n.
23, por mdicos pregos o seguinlc :
Ricos e elegantes panos.
Superior vinho velho do Porto.em barris.
Superior vinho volho do Porto.engarralado.
Superior vinho velho jeropiga branca.
Coxins lie linho para montara.
Cobertores encornados de aigodo.
Superiores charutos da Babia.
Sabonetas em raixinhas.
Hico e superior papel pintadoe domado pa-
ra forrar salas.
Vende-se um escravo crioulo de bonita
figura, bom canueiro : na ra do Uueunado
n. 44.
-- Vende-se azeitsde campis a 81400 a
caada, ou em tiairis : na ra das I riii.|i-
ras n. 29.
*''; '..-...... ..; ..-f.".'..'-..-...-..VVt;;
tj \ende--e urna radeiniilii da Ualu* ion ;;.
,., ricas cortinas luurad, na casa Oe whia-< l*
'^3 ii. 9, da ra da litara : qaem a pretender
8 comprar poile prurunr na dita cata, 0 7 "
i liurai da inanha 9, a a tarot, das 4 6. Z
Vendein SO sardi.ibas .m quartos de
meia lata, vinho de Bordcaux em oiisi-
nbas deduz.ia, equeijosde Gruyera, tudo
mndo : na ra do Trapiche n. 11.
Vende-se um tinao moleque de 9 an-
nos, bem robusto e sadio: no aterro da Hoa-
Visla n. 10.
Vende-se a bem afreguezada taberna
da ra da Itoda ti. 18 : a tratar na mesma.
Vende-se urna escrava croula, de -.'6
anuos de idade, quo alem de ser doceira,
tem todas as habilidades precisas na ra
Augusta, casa de solao confronte aos Coe-
Ihos.
Vende-se una preta moga c boa ligu-
ra, cozinha, engoman e ensalma : na la
do Collegio ii. 18, segundo andar.
8'i;)^r{o>- cal de
Lisboa.
te
Vende-se superior cal de Lisboa: no
armazem de .Novaos & C., ra da Mad
de Deosn. 12, por preco eommodo.
\ ende-sesuperior linha e algodao branca
*"?'V,\V novel1"- Para costura :,ro casa de
Soathall Mellor di Cumpanhi.,ruado Torres n. 38.
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como potassa da Kussia verda-
dcira : na praca do Corpo Santo n. ii.
Cimento branco
Hechegado o estrllente cemento bran-
co ja bem conliccido e e\perimentido,
tanto em barricas como as tinas: no ar-
mazem de taboas de pinho de Joaquim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a Dontenova.
Moinhosde vento
"derfbaS dereP"?P"a regar herlasebs
na ra dnBrumns.6.8el0.
ruZl?1. "Sa ?,*, il'm: Bru"'' '-ompanliia. na
ao*i. vende"sec8n'n'caiinl.a(de
. FARINHA
e Trieste/
Attenco.
No deposito de pilo da ra de llortas n. 16.
vende-se pao o melhor possivel a 22 por va-.
laca, assim como as bem condecidas flores
de ovos para soirees a 640 a libra, bolachas
a moda de Miaga a 40 rs., e muitas oulras
diversas qualidades de bolachinhas, diver-
sas qualidadesde doces para cha, charutos
de muitas qualidades, cae com leite para
almogos e para qualquer hora que se queira
tomar; em um sabio do mesmo eslabeteci-
mento, podendo entrar-se i ca Trente que
he no numero cima indicado, ou pelo por-
tao confronte a groja de Santa Thereza.
ilhar.
Vende-se um ptimo bilhar inteiramenlc
novo ; no aterro da Boa-Vista B. 23, loja do
trastes.
-- Vcndem-se 12 cadeiras, 1 sof, 2 con-
solos, 1 mesa redonda, o 1 cadeira de halan
go, ludo de amarcllo : na ra do Rosario da
Boa-Vista n. 13.
CEKA DE CAKKAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loia
n. 50.
Vende-se urna mulata moga, boa lava-
deira, c propria para qualquer servico anda
mesmo pesado : na ra da Cruz do Recifo n.
31, primeiro andar.
Aos devotos doSS. Rozario de N. S.
Na ra do (Jueimado n. 13, loja do Tazeu-
das. vendem-se bentinhosda imagem do SS.
Rozario, bordados a ouro tino, e de diflb-
rentes gostos, pelo baratissimo prego de 500
[j-eis cada par.
IECHHISIO tkU iiei-
IHO.
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.llOWMAN, *A
RA DOBRUM,PASSANDO O t-HA-
FARIZ,
lia sempre amgrandesnriimenlodoMetiaiiiU. .,
joctos deinechaniniuspropriosparaeobenhos,* sa-
ber : nioendase meias moendas da mais moderna
construcro ; taixas de ferro fundido e batidu.de
superior qualidade e de lodosos lmannos; toda
dentadas para acua un animaes, de todas as pro|>or-
roes; crivoscbuccasdefomalhae registros de l-o-,
eiro, aguilhOes,bromes,parafusos ecavillioes.rooi
nhos de mandioca,ele.ele
NA MESMA FUNDigA'O.
eeiecutamt odasaseucommeudas eoni a supcrio-
ridadejcoDhecidaecom a devidaprcsleieconi-
modidadeem preco.
LEQUES FINOS.
Vendem-se lequcs muilo unos com ricas
pinturas, espclho e plumas a 2/, 3c50 e 4/ :
ua ra do Ouemado luja de miudezas da
boa lama n. 33.
fas.
V{> r*t>0 f*aui>0.
\ ende-se em casa de haunders Brelbva & C. n
prac, do Corpo .Santo n ||, mujl superior e bem
CODheeida farinha de Trieste, da marc'.-nrimn
qualidadechcaada em !) do crreme
l'feili, cm porroessrande
vontade do cuinpradur.
ii.i escuna
e pequeas,conforme a
TAI XAS PARA ENGENHO.
Ha fundicao de ferro de D. W. Bowmam
,. -mcompleto sortimertoda taiztsda f.i..
rs. o covadoi lengos de sed. para pescooo de]dido batJude 8 pa|mos ^t S
cham-se a venda, por epreco .eommodo
r
Gorguro
de
quadros a >00 rs. o co-
vado.
Vende-so na ra do Queimado n. 21 A,
I gorguro de quadros ondeados, de lindas co-
res, setim lavrado preto a 2#uon e 2^400 o
covado, sarja preta lisa muito lina a 29300,
dita la viada a 2-t!U0 ; dao-se as amostras.
senhoras a de/, lustoes cada um. Lie tudo se
da amostra, levando penhor que equivala o
que se quer ver.
Bom e barato.
Vende.n-se sapatOS de borradla de
lustre, proprios pura o invern, de lio-
mem a .l.sOO e de senliora a 5S00O, sen-
dado melhor [joslo r|tie tem vindo a es-
la praca: na ra do Liviamenlo n. 53,
loja de calcado. Na mesma loja cima
vcndem-se resmas de papel de peso a
?.S'S0O rs., sendo em grande cu pcipicua
porcao, a vontade do Ircguez
I-ugio no da 30 do niez de Janeiro |p.
p. um mulato captivo de nome Ciernen tino,
com os seguintes signaes, baixo, magro, ca-
bello carainho, falla do vagar, gesto hu-
iiilde, Um falla de alguns denles, sabe ler
e escrever ; esto, escravo foi do Sr. Francisco
Antonio de Salles, morador emi.oiaiiinha do
llio Grande do Norte, para onde se suppoe
ler fgido dito mulato quem o pegar con-
duza-oaseu senhor na ra da Cadeia do
Kecifen. 40, que ser generosamente recom-
pensado.
Fugio na madrugada do dia 12 de Ja-
neiro do corrente anno, o crioulo de nome
liypolilo, estatura pouco cima da regular,
seccodo corpo,cara redonda, beigos grussos,
pouca barba, falla descansada, idade 24 an-
nos, falto de alguns denles na frente, pernas
linas, ps grandes, oflcial de sapatelro, co-
zinheiro, sabe irabalhar em casa de caldei-
ras do engenho A assucar, sabe ler e escre-
ver, e por isso he bastante ladino, e tal ve/
queira passar por forro, mudando de mue,
se bem que ha noticia de estar elle acoulado
por certa pessoa, cujo nomo sera publicado,
se o dito escravo nao for entregue ao seu se-
nhor, morador na ra das Aguas Verdes n.
50, o mais breve possivel, que todava re-
compensar a quem o apreseular.
Fugio hontem as 7 horas,un escravo mula-
B to de nome Tfcomaz, alto, reforjado de corpo, com
proioptido: erabarcam-s oucarragaai-se mear marcasaebex'8as> pamasgrocas, Dallas mareas
O mesmo tem exposto a venda os seus fe-
lfees bilhetes da quarta parle da segunda
lotera do convento do Carmo, os quaes nao
eslai) sujetosao descont dos oito por cen-
lo da le, e cUjosj>regos sao os seguintes :
Bilhetes 63000 recebo j:000
. Meios 3D00 2:5003
QUrtllS 1>500 .. 1:250/
i. MV praca da Independencia, lojas n. 4, 37
ja 39, e na ra da Cadeia do Recife, esquina
Fazenda branca lavada de palmos del
largura, chegada pelo ultimo navio francez,
com padroes e desenhos tao delicados que
parece seda, para vestidos de senliora ; ven-
de-sc pop preco eommodo : na loja da ra
do Queimado n. 17, ao p da botica.
Para vestidos de
SEMAS l SE\1\
Chaly de flores i Quem vir eom-
0 listras a 800 rs. o co-
vado.
Vende-sc na ra do Qncimado n. 21 A ;
dao-sc as amostras com penhor.
Itrilantine de 11o-
pra porque o preijo
convida.
ro semdospera ao comprador.
- Emcasa deSaunders Brothers c< C., praca
do Corpo Santn, ti,apara vandar o sejiDta a
Ferro inglez.
Pixeda Sueca.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para sarnas.
Dito entra lirado igual ao da Babia.
E uoi completo sortimento de fzendas proprio'
para asta mercado tudo por preco commorlo.
Vende-se una porcBo de pipas e toneis
por praso de seis mezes com as competentes
garantas, o lambem se arrenda o armazem
onde se acham depositados os mesmos ob-
jeclos : a tratar com Joaquim Concalves de
Alhuquerque. n silva, na ra da Cruz n 35,
Veude-sc urna porcao de algodao trancado P,',ne'rv\vV,nri.ii phkto QRKl in.i
da llal.ia, fazenda muilo cnc.rpada. Com va. PDUIO t.K.M.IX)
, .. """" ", .um \cnde-se (intimo vuilio do l'orto em barris da
pequeo deleito, sendo fazenda muito re- quarl0 e ilav(|, por prejoraaeavel: na r,da Ca-
co mmendavcl para roupas de escravos o I dtia do Kece n. 1:1, escriptorio de Bailar A Oli-
paia lodo servirlo de campo, linalmente1
res
reir Couliihodeixarain de ser o
Jos Alves da Silva Cuimuraes.
i J. JASE DENTISTA
conlinia a rendir na Na Nova n. 1i, prl-
4{? meiro andar.
Arrenda-se um grande sitio nos Afoga-
dos, com boa casa, muitos arvoredos, e ca-
pul de planta ; assim como tres casas a
margen) do Capfbaribo, no lugar da Capun-
ga, com cocbera, estribara e capim de plan-
la, o qual tambem se vende independen te do
aluguel das casas-, quem quizer dirija-se
ao aterro da Uoa-Visia u. 8.
da Madre de Dos ; tambem se acham a ven*
h>4>lhetes sem a garanta dos oito por ceu -
lo, pelos preces'abaixo declarados :
Bilhetes 5-300 recebe 1:6009
Meios 2-65" 2:8001
Quartos 1;350 1:130?
Por Salustiano de Aquuio Fcrrcira
Jos Foriunatados Santos Porto.
Por todos os paquetes sacca-se sobre a
11
Vend'-m-se as verdadeiras sedas da India
de 3 palmos de largura, de quadrinhos mui-
dos e grandes do cores muito lindas,
pelo barato proco de 1--200 a 1:110 cada co- |,itine a que hamam niussuliiia branca de
vado: na ra do Queimado, loja n. 17ao flores miudinhasadamascadas,fazenda esta
a mais superior que tem viudo ; dito se as
i amustias com penhor.
campo
muito propria para toalhas de mesa e ou-
tros muitos arranjos de casa de familia; e
II o60 S'S. O ovado. ku*m,e'Mr*dec("iprarlimpo a 220 a va-
ira, e defeituoso que mal se eonhece a 20"
C.hegou a ra do Queimado n. 21 A, bri- rs. a ra do Crespo n. 11, quarta loja vol-
tando da ra das Cruzes.
peda botica.
ara liquidar
eontas.
Os donos da loja n. 17 da ra do Queima-
do esto vendendo por menos de seu velor
certas fazeudas, como sojiffl cassas e cam-
braias francezas linas de ores ixas, pelo
praca do Porto qualquer quanlia a visla ou barato prero de 400, 50o e 500 rs. a vara, as ; muito fresco e
Albaneza
a 1,^000 o covado.
C.hegou ra do Queimado n. 21 A,
noza preta com maisde vara de largura.
Rjip.
Vende-se superior rap Paulo Cordeiro,
Vendem-se chapeos deChillv de to-
das ts qualidades : noescriptorio de No-
vaes&C., na ra do Trapichen. 34.
bmcasa de TimmSIonsen&Vinassa,
pi-ara do Corpo Santo n. 13, lia paraven-
Iba-' ''cl "in S01 ''""'n, completo de livros em
de cicratizes as cauellas, falla coui muiu manci-
do, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros a pu-
nhos, aberta na frente m forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o huuvepor heranca deseuso-
gro Jos Joaquim de Som daquella cidade, foi
comprado pelo abaiio assignado ao Sr. Hilario de
Alhandra Yasconcellos Junior.morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar detta a-rovincii :
quem o pegar leve-o a ra da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guiraaraes, que aer generosa-
mente gratificado. \
Sllotilem pelas seis horas da manlnla
da casa do abaixo assignado um seu
escravo de nome Antonio, com a idade de
quarenta e tantos anuos, tendo os signaes
seguintes : corprela, baixo. secco do c irpo,
fallo de denles e com alguma barba, traz na
niciha esquerda unn argolinhadeouro, tem
ollicio de sapaleiro e um defeito no dedo
polegar de urna das luSos. Quem o pegar ou
tiver noticia, dirija-se a n:a do Ouemado
loja de ferragem n. 14, que sera recompen-
sadoJos l'.odi'igucs l'erreira.
No dia 4 para 5 de Janeiro prximo
passado ugio do engenho Muribequinha o
crioulo Innocencio, com os signaos seguin-
tes : representa ler 20 a 22 annos, quando
principia a lall-r gagueija, conserva o rosto
cheio de pannos, lem em um dos pulso.-.
um papo, os ps um pouco apalheladns, os
olhos um tanto brancos ; levou roupa de al-
gOdao da Babia e calQa branca: roga-se as
n. 12, lia para vender muilo supe- autoridades policiaes e aoscapitaes de campo
Potassa e eal
virgeni,
N'oantigoe ja' bem conhecido deposi-
to da rita da Cadeia do Kecie, escripto-
prazo: na ra do Trapiche n. 40, escrip-
torio de I lio ii..i/ de Ka na.
Quem tiver um escravo de 30 a 40 an-
nos de idade,, que seja sjdio e ladino, que-
rcn.l i vender,, dirija-se a ra do Hospicio,
casa terrea a, 26.
Verdadeiras chitas francezas muilo finase
de Corel firmes, pelo prec/i ilo 260 e 2K0 o
coVado.jbarcgcsde cores lindas com qua-
ilros~ire.sedV a 500 rs. o covado, e oulras fa-
zeudas que cstaro a vista dos compradores,
por presos do convidara comprar.
o mais seniclhanle ao de
Lisboa : na praca da Independencia, n 3.
Alussiili. -., branca.
Vende-se na ra do Queimado n |9, loja
de Santos Coatatoju, niussulina branca muito
lina chegada lplo-ullinio vapor da Europa.
rio
i
neiro e cal virgem de Lisboa em pedra,! ienf
trido a preros muito tavoraveis, com os I pensados,
branco,eliegados ltimamente de llain- qnaes lienroos compradores tatisfeitos.I lugio. honlem, 4 do corrente, um uc-
burgo. N. O. BieberA C, ra da Cruz. n. i, j?1^0 cozinheiro, de 25 a
vendein:
Lanas da Russia.
dem ing(ezas.
Illill/.aO.
Ib ns da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saecos de assucar.
DEPOSITO
de pianos fortes
Sortimento rompido,
Emcasa de Timm Monsen & Vinassa,
praca do Corpo Sanio n. ir>.
t :
rior potassa da Kussia, dita do Hic de Ja-Io li"-'iim prender e rooduzam ao mesmo en-
virP-em de Lisboa <" '- InCnho.ou em_casa do Cap.Uo Manoel bleu-
SO anuos de idade,
; que parece crioulo, de nome Mathias, esla-
. tura ordinaria, magro, rosto um pouco
inmprido, nariz chalo, beicos grossos, olhos
grandes e pouca barba; levou bastante rou-
pa : roga-se a quem o apprehender queira
Irva-lo a na da Aurora, casa de Custavo Jo-
I s ilo llego, que sera bea gralilirado.
PfchW. : TVF.DB M. I. UE FAMA 1857.
MUTTLSDD"

ILEGIVEL
-


- '


Full Text
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