Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07701


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Full Text

HNNO XXXI11 N. 28.
Por 3 mezes adiantados 4$000*
Por 5 mezes vencidos 4^500.
KRIA FEIRV :; DE FEVEIE!RO DE 1857.
Por auno adiantado 15J000.
Porle franco para o subscriptor.
ENCAKHECAIrOS DA SDBSCBIPGA'O NO NORTE
Parahiba o 8r. Joo Rodolpho Gome; Natal, o 8r. Joa
quim I. Perera Jnior ; Aracatv, o Sr. A. da Lemm Draga i
Cetra, o Sr. J. Joic de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun) Mar
quea Rodrigue* ; Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pestoa
Cearense ; Cara', oSr. Juilino J. Ramoii Amazonas, o Ir. |JerO'
njmo da Coila. .
I
s
P.MITIDA DOS CORREIOS.
Ond* : tu.I, od da a, <)'
la-uai*, Gota-aa o KaraMb
S. Ani.i.i, ReicrriH, Bonito, f>raani,AIIJakn (;.i
S. Loareofo i'-.-rtn,.,. ftaiarsih, Liaiootfo, fl
tiro,Flore*. rillo-Riifla, Bm-V|i, Ovievrj ,. *-. Bi
Caboi Ipojaoi, SeriaUea, Rto-Forao
Plaienteiraa p IXaial quinu^-rcra-.
(1 mo o corrrini piriem a* 10 horai da nun,'.
cla-folrot.
n'iun : na i-t^.i-fnira-
i....." ,'-
|rl^*-f''ir.t-
Du, Rarreiret, AgM-Prala,
AUDIENCIAS DOS TRIUIINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundase quintas.
Re laes o : tercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quarlas e sabbados as 10 borai.
Juizo do commercio: segndalas 10 horas e quintas ao meio-ia.
Juizo de orpbos : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira rara do civel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda Tara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES Do HEZ DE FEYEreIRO-
1 Quarto cresceote as 6 horas e 1 minutos da urde.
9 La (heia as '.Inoras e 33 minutos da farde.
17 Quaito minguantea 1 minuto da manha
24 La nova as 9 horase 38 minutos da maiihaa,
PREAMAR DE llOJh.
Segundarte 30 minutos da tarde.
Primeiran e M minutos da manha
das da semana.
2 Segunda vi< Purificac-io de Noasa Senhora : S. Apeniano.
3 Terca S. Braz p. m, : s Celerino dlac ni : s. Laurruligo
-i '.toarla S- Andr Cortina b c.; s. Jos de Lcouissa I'.
5 Ouintii S. gueda v. m. : s. Pedro Raptista.
l Sexta AsChagai da Corista Sentaer Nosso. S. Dorothca v n
7 Sabodo S. Romualdo ab. : i. Ricardo rei.
8 Domingo da Septuagsima S. Joo da Malla.
PAUTE OFWOIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente do da 16 de dezembro de 1K0tj.
Circular.Jlo Mauricio Wanderley, presidente
do tribunal do Ihesouro nacional, leudo em vista a
representaran do cnsul geral do imperio ero Cdiz,
sobre o abuso que pralicam algnns capitAes de bar-
cos, qoe vio a diversos portos da dependencia da-
quelle consulado geral, de se recusaren) a apresen-
lar aos respectivos vice-consulei os manifest das
cargas que all recebem, para serem por elles au-
tenticados, ordena aos Srs. inspectores das Iheiou-
rariaa de fazenda, que recommendem s alfandcgas
a exacta observancia do que a respeito dos man fes-
tos dispoem os regulamentos de 22 de junho de 181G
e 26 de abril de Is'ii, declarando Ibes que, qoando
at embarraoos fazem escala por um ou mais portos,
deven) apresetilar lanos manifest de certificado?,
quanlos forernos portos em que tiverem tocado e re-
cabido carga ; nao podendo jamis laes manifest,
ou certificados ser suppridcs pelas declararles de ac
crescimo de volumes, que, na forma dos referidos
regulamentos, he permillido aos capules fazerem,
quer no acto daeutiada do porto, quer no da entra
da na alfandeca, pois que essas declaraones po
dero. ser admittidas pelique respeila io accrescimo
de volumes em relarAo cada manifest, e olo de
lodo o carregamenlo ou carregamenlos recebidos
nos portos da escala.
A' Ihesouraria do Rio (irande do Norte, decla-
rando, em solucjao duvila suscitada pelo respecti-
vo procurador fiscal, constante da representarlo que
acompaohou o seu oflicio o. Is de 1) de jolito ulti-
mo, que bem enfeude o procurador fiscal as dispo-
sires em vigor concerneules ao imposto da siza,
opinando que a orden) de rio de oulubro de 1S1 e
oulrai sobre a dsnuncia civel, de que (rala o 5 fe rio
alvara' de 3 de junho de 1809, quando as parles ce-
lebrarem as compras e vendas de bens de raiz por
escriptn particular, regen) os cuntalos que liveram
ugar antea do I. dejulho rio correnle anno, em que
coraecuu a execular-se o arl. 11 da le de 13 de se-
lembro de 185.; e ainda os que liveram lugar pos-
teriormente a essa dala, no caso em que o valor alo
exceder de 200S a escriptura publica, be fura de du.
vida que, nao exislindo esla, nao lia contrato de que
te deva a siza, nem por conseguinle fundamento pa-
ra a denuncia civel, nos termos do citado alvara'.
17
Circular.joao Mauricio Wanderley, presidente
do tribunal do theiouro nacional, observando que
nuilas Ihesourarias da fazenda nosaeus avisos de sa-
quea contra o Ihesouro, ou de remessus de fundo
nem sempre fazera menelo rio exorcicio a que per-
tcneem taes transaerjoes, conforme Ibes foi recom-
mendado as circulares de 17 de novemhro e 26 de junho rio correnle anno, danrto assim lugai
a grandes dillicul dudes, na escripturacan central do
ihesouro, chama a allcnrao dos Srs. inspectores das
Ihesourarias para esle objeclo, e Ibes ordena que fa-
ram cumprir puntualmente o que a semelhaole les-
peilo se aclia disposto as mencionadas cirrulares.
A' theiourariade lioyaz, declarando que o por-
leirn da me-in i lliesouraria, capilo I.uiz Anlouio
ds Aievedo, uonieado p..ia cominaudar u destaca-
mento da capital, nao pode accumular o refpec(iv
sold coto o ordenado do seu emprego, conform? Ja)1
foi declarado a presidencia de S. l'aulo, cm^visode
J7 de dezembro do anno passario.
__ o-j __
A' alfandega, commuiiicando que o tribunal dn
Ihesouro deu provimento ao recurso inlerposto poi
Ulrich Slengel e C, da decisilo pela qual Mies foi re-
casada a permissao de despacharen) 100 barris con
azeile, a' vita da carlidao da segunda via do despa-
cho, ero cousequencia de se (er esle perdido.
Circular.JoSo Mauricio Wanderley, presidenta
do tribunal do Ihesuuto nacional, ordena aos Srs.
nspectores das Ihesourarias de fazenda, que renel-
lam ao thesouro, com a maiorbrevidade possivel, o
respectivos orramentos para o etereicio de iKM
lH'.l, afim de se poder organisar o geral, que te n de
ser apresenladn em maio tiodouro ao corpo 1r}iisla-
liro, devendo para o fuluro envia-los, quando mui-
to, al o mez de dezembro.
Circular.Jalo Mauricio Wanderley, presidente
do tribunal do Ihesouro nacional, de conformidad,
com a impetial resolurSo de 2I de novembro ulti-
mo, lomada subte cunsulla junta por copia da iec~
r3o de fazenda do conselho de estado, relativamen-
te a' llovida que occorn-ra acerca da arremalarilo
dos escravos, aninaes e utensilios de um eslatele-
ci:nenlo agrcola pertencenle a urna heranra jaceule.
declara aos Srs. inspeclores das Ihesourarias da fa-
zenda, para sita iulellig'iicia, e para a fazerem cons-
tar a quem convier, que diposic,ao do arl. i'J do
regalamenlo de '.I de maio de I82, n.io etilo sujei-
los os movis e sen^ovenlus destinados e applicado^
a laboiaivlo dos estabeleciinenlos agrcolas ou fabris,
e consesuinleinenle que pelo juizo de orphilos e au-
sentes nao devem os tuesiuosestabelccimenlos ser ar-
rematados seno em toda a tua IMegridade, e nun-
ca por parles.
Consulta (i i/ite se refere a circular supra.
Senhor. l'ur aviso de '.) de seleinbro ultimo,
manduu V. M. I. que a secriio de fazeuda do conse-
lho de estado consullasse, a' vista dos papis junios,
e os bens movis e semoventes desuados latou-
ra eslAo sujeilos disposirao do arl. 39 do regula- inslruc^oes do Ihesouro dn 1- de selembro de 1836, i a quanlia de 16:2663670, consignada no eiercicio
ment numero cenlo e sessenta de nove de maio de
1842.
Cnmprehendcm os papis junios a corresponden-
cia havida entre o l>r. procurador fiscal do Ihesouro
e o administrador das rendas da cidade de Cabo-
Fro, e entre esle e o juiz municipal e de orphaos,
defunlns e ausenles, da inesma ridade, sobre o fado
da arrematarlo dos escravos, aniraaes e utensilios de
um eslabeleciineulo agrcola pertencenle a urna he-
ranra jacenle.
Inleirado desle fado, o Dr. procurador fiscal ofli-
ciou em 13 rie agosto ultimo ao referido adminislra-
dnr, previnindo-o de que a os movis e semoventes,
inclusive os escravos da laboracao dos sitios e fazen-
das, eram considerados pela lei como immoveis por
deslino, e nSo eslavam sujeilot arrematarlo orde-
nada pelo arl. 20 do regulamento de 1K42.
O administrador, Iransmillindo copia desse oflirio
ao mencionado juiz, declarou-lhe que o fazia pa-
ra sua intclligencia e esecurao na parle que Ibe lo-
cava.
Itespondeu-lhe o juiz, fondado na independencia
lo poder judiciario, negando-se eiecucSo de or-
d ns que nao Ihe fossem dadas pelo ministerio de
|Ulira, e referindo-se questao de direilo, retor-
quio que nao tuiha couheeimenlo da lei a que al I u -
da o Dr. procura lor fiscal, e conliniiava porlanlo a
persistir na Opinilo de que os movis e semoventes
perleucentes a' lavuura deveiu ser arrematados co-
mo quaesquer oitr.s. E referinilti-se ao fado acres-
cenla o mesrno juiz, que tendj sido arrematados os
sernos, animaet e utensilios da fazenda em quei-
ln. havia ja' mandado pastar edlaespara a arrema-
tatSo rio terreno, J-pis rie ouvidos os peritos, como
determina o arl. 8. rio re>ulamenlo de 27 de junho
le t8i.r> ; porquanlo citen lia proceder assim de ac-
cordo com a lei, com os inleresses da heranra e
com os da fazenda publica, que nao dc.xava de apro-
veilarcom a entrada para o Ihesouro de cein ou
maiscontos de res, que a arrematado poda pro-
duzir.
Sendo-lhe communicada esla resposta do juiz, o
loulor procurador tis-al tornou a ofliciar ao admi-
oi-lrador, adverlimlo-o de que, em virlude de seu
anterior ollicto. djvia ella ter-s. lumia Jo a reque-
rer ao mesmojuiz o que fossa necessario a bem dos
inleresses da ho'anr i, e previninlo-o de uovo de
que Ihe caba finar toda a opposir^lo jurdica a arre-
oalajao rio sitio, como contrara ao proprio art. 8.
lo regulamento de 1843, invocado pelo juiz ; e por
fim para habilila-lo a fazer essa opposicao, lem-
brou-lheque lirasse arzumenloi das disposc6es dot
arts. 1. e 2. da lei de 30 de agosto de 1833, e do
art. ,"SI f; 2. do reguUmcnlu rie 25 de novembro di
1850, relativas as fabricas de miueracao, de assucar
e de lavoura de caimas.
Taes sao em resumo as circunstancias dn fado
que riera lugar qurslao sobre que versa a prsenle
consulla.
A seccio senlo recnnheeer que a resolurao que
V. M. Imperial liouve p;r bem lomar a respeito da
mesma queslao nenhiim elTeilo lera sobre a beranra
do que se trata, linprnlicua como fui, c consta do
illicio do juiz de Cabo trio, a dilfeencia empreada
pelo Dr. procurador fiscal, a masan heranra deve
?slar ja ai recadada, o de-baratado iim e.'lalieleri-
inento agrcola lio importante, que apezar rie arre-
matado por parles e com evidente depreciarao de
tti valor inlegral, dtil anda natlni produzir
100:0003 ou mais, como declara o juiz arreradaute.
I Mas lisongea-se rie que nao sera perdido o ensejo
que esle fado oflere, parajque o guverno rie V.
M. Imperial baja de prevenir a repetirn de outras
iguaet. Nao somenle seiia ella falal a nosa prin-
cipal industria as acluacs circumslancia, como re-
velara urna flagrante conlradicrAo.
Quando os poderes do Eslado, mediante novas
disposiijes, tral.im de promover a riqueza publica,
de cnnserv, r em adiviriarie os estabelecimenlos ru-
raes eislenles e do impedir que desande a prodoc-
cAo agrcola do paiz, nao se deve tolerar que lia
patritico inlenlo possa ser frustrarlo pela exeearao
le un,! anterior dispOstrAo, qae, por ser pouco ex-
plcita em sua lettra, vai sendo mal entendida na
applicac,ao.
Ncslc caso considera a teerjlo, que se acha o ri-
lado art.- 2!) do regulamento de ISi2, como passa a
moalrar.
A provisAo de'S de Janeiro de 1810, expedida em
virlude da resolurao de lli de fevereiru de 1818,
lomada sobre consulla do conselho de fazenda, a
respeilo da cobraura rio imposto da aira, declaroo
que uso s erim iminoveis por sua nalureza os ler-
renos e lodos os torpos a elles unidos, como os edi-
ficios, inora, e feudos pendentes, mas tambem
todos osobjeetos que por seu deslino e applicacSo
fossem necessarios para a laborarAo dos estabeleci-
menlos, como engenhos, alambiques, inslriiinentos
de agricultura, etc., ele. E posto que esta provisao
tivcsse por fim resolver as duvidas suscitadas acerca
da arrecadarAu da si/a na venda de uro engenho de
assucar e lavoura de canna na llahia, he comludo
cedo que ella estabeleceu, na declarajao que Tez,
nao n't um precedente, como urna regra geral, ap-
plicavel a lodos os casos em que o fisco houvesse de
perceber imposlos sobre o valor dos eslabelecimeu-
lot agrcolas ou fabris.
kem se poder allegar qoe esta regra lenlia cabi-
do em desuso, visto achar-se ella estabelecida as
s
vi-
MOEHB,
BU VIDA 1)1-: ORKEIRO SUSSIl-
POR ESTEVAO* 1GUIS.
V
ulrimas miserias.
Sao passa.los nimios aanoa.
O guverno de 1817 anda esla a' fren! do eanlao ;
todava os conservador nao sjo convocados. Elles
bao lenlado minias insurreices, as quata gra-as a
firmeza dos chefes e o valor .u suarda rivil radical
tem sido lodas baldadas, e os radicaes ia' perderam o
temor.
ilabiluaram-ae emfini a sses levantamenins da
p8rte alleina do canino excitada pelos curas igno-
rantes oo implacaveis. Iso anima a cidade, shs-
litue o Iheatro, e elles van alegres reanir-se no Ar-
senal, quando uuvem as riuas horat da madrugada o
Inque de rebate e os -ritos : Os campouezes esiao a-
portas da cidade !
O governo tem feilo o seu dever em todas a. ocea-
, sies, o depris ila eoragem da lula matlroo a rle-
mencia da victoria. L'm dot linmeiis rieise governo
que mais tem merecido da patria, lie certsmeuic o
presidenle do conselho de eslado o Sr. Juliano Schal-
ler. lie sem conlradiccao uindospers- igen. mais
notaveis da democracia inisaa ; o eanllo .* Fribur-
go por multas vezes Ihe tem devido a fllVaflo. Kn-
Iretanto a industria nao leve impulso, e Friiorgo
permanece na mesma eslafao.
As mesmas lulas e us mesmos odios inveterado*
dot partidos auiquillam ludo o movimenlo indus-
Irial.
Os radicaos roiilinuam a nao distribuir o Irabalho
enSO s peasoas que coroparlilbam ue uas opiitOef,
e o parlido rnnse vador lein sido minio di/iinario
[ii-'is deserrr.es que egiiein ludas as niudaiica. de go-
verno para ronlrabalanrareiu no poni d vista ila
inriuslria a inllocneia dos vencedores. Os i luciros
con-ervariores lem agora i,io pouco Irabalho quanto
linhain riiiranle o regiinem precedente as do parli-
do opposlo.
Pedro Moehr anda nAo morreu de fume, gracas
ao sen camarada Claudio llardv, cuja annzade alo
lem os msmos caprichos, a que sAo sugeilas suas
opinioea pulilicas. Todava depois dos aconlecimen-
bH cmque elle lomou parte nos dous exercitos Clau-
dio permanecen lid a emanciparn inlelledual dos
pavos.
NAo tendo elle por virlude a constancia em polti-
ca, brevemente o veremos fazer de novo urna meia
valla a dreila, de que ua nalureza unpressionavel
ja' nos tem dorio prova*.
que litleralmenle te cingio aquella provisAo ; e
ler sulo recominendada pelos avisos de i de oulubro
de 1847 e de 6 de deiembro de IX'il a soa obser-
vancia.
Por oulro lado, a lei de 30 de agoslo de 1833, ao
sojeilar as fabrcasele minerarao e assucar, e lavou-
ra de cannas, lei geral das excusses, lainbem de-
clarou nos seos arls. I- e 2", que eram immoveis,
para nao serem separados das ditas fabricas e livou-
ras os animaes, esclavos, instrumentos de agricul-
tura, e outro- objeclos elleclivamente empregados
na laboracao das me>mas.
E ainda qoe esta declara;9o parera restricta as
dilas fabricas e lavouras, nem por isso pode ella por
idenlidade de razAo, e igual conveniencia publica,
deixar de ser applicavel a lodas as outras fabricat, e
lavourat.
Ascondiroes que anda reg-m o Irabalho, em ge-
ral (urca lo no noiso paiz, a inutilidade das Ierras e
astabelecimenlos fabris, quando Ibes faltan) bracos,
animaes e outros ftislrumcntos de producrAo, tudo
emliui demonstra que lio razoavel e conveniente he
evitar a separaraodos escravos, bois, utensilios, ele,
do terreno applicado lavoura de caimas, como dos
applicados ,i lavoura do caf, algodao, tabaco, etc. ;
e bem assim que lano damno pode a mesma se-
pararlo causar a fabrira de mineracao, como s
outras que se teem eslabelecido, e por veatura mais
atis.
A' visla das precedentes disposirDes, he fura de
duvida que a oossa legislado, de accordo com a de
oulros povos callos, reconhece que cerlo bens mo-
vis e semoventes tomam por seu destino e appli-
cacau a nalureza de immoveis, e devem ser como
taes considerados, quer s. trate de arreeadarAo de
imposlos e diligeucias fiscacs, quer se Irale de exe-
cuses e diligencias civis.
Oulrosim, he indubitavel que a mesma IcgisIarAo
estabelece como regra, que laes movis e semoven-
tes nao sejam separados dos e>tabelecimenlos agrco-
las ou fabris, a que estiveremideslinarios oo applica-
dos, pela obvia razao de que essa separarao diminui-
ra o valor lolal de cada om dos ditos eslabeleci-
mentos, cm manifest prejuizo da porcentagem do
fisco e do quinhao oo prorata dos inleresados.
Nao carece a seceso averiguar aqui, se as ques-
les civis lem sido applicada a lei de :0 de agoslo
a oulras fabricas, que nAo as de mineracao e assu-
car, e a oulras lavouras, que nao a de cannas; por-
quanlo para resolver a quesiao fiscal de que se oe-
cupa, basta-lhe a provisao de 8 de Janeiro, cajas
disposicos, lendo forra de lei, devem ser guarda-
das sempre nos casos em que os regulamentos e iris
Irurres fiscaos forcm pouco explcitas, uu mesmo
omissa".
Combinado o dispolo nesla provisAo com a lettra
do art. 2!) do regulameoto de 9 do maio de 1812,
reconhece-se que este Ira pouco explicilo, quando
denou de exceptuar ilalvez par jalfar ocioso) da
arrematarao que manda fazer logo riepois de con-
cluido o inventario, os movis e seinovenles dos
eslabelecimentos que se acharen) destinarlos, oo ap-
plicados soa elaborarlo, c nAo poifessem ser sepa-
rados delles sem ifeterioracao de seu valor, sendo
por isso considerados como bens imnioveis.
Tanta razao e ulilidade ha na rouservarao rio va
lar rie um estabelecunenlo agrcola <|oandn se Irala
da siza, como quando se Irata do sello das lieranras,
e da arrecadarao dos beos dos deuntos e ausentes,
acrescendo que a respeilo dcsta ai recadadlo, afein
do iuteresse fiscal, deve com toda a justira atlender-
se ao interesse dos terceiros, a quem os bens arreca-
dados possain vir a perlencer.
Assim, que julga-se a tcelo auloriada a crer que
por m,i intellgeucia do arl. 20 do diln regulamen-
lo, ou por nao se ter observado o disposto na refe-
rida provisAo de 8 de Janeiro, qu; se deve julaar
subentendida pelo mesmo artigo, poda ser ex .rula-
do, como foi, pelo juiz de Cabo Trie.
Julgandn sullicienle o que lem lido a honra rio
ponderar, e omillin lo outras considerares econ-
micas e de inlere-se publicoje particular, a respeilo
da questao sujeta, lio a scela delparecer :
(Jue disposirao do arl. 20 do regulamento de
II de maio de 1812 nao eln sujeilos ns movis e
semoventes destinados e applicados a laborarAo dos
estabelecimenlos aercolas ou fabris, e couseguinle-
menle que pelo jaita de defunlos c ausenles nAo
devem os mesmos estabelermentot eer arremata-
dos tanta em toda a sua integridad', e jamis por
parles.
V. M. Imperial pnrem "e digaarl resolver o que
mais justo e conforme for.
Sala das conferencias, em II de novembro de
18j(i. Mrquez de Jbrantcs.Viicondc de lia-
borahy./ isr.ondc de tbaele.
Resolur;ao.Como parece. Pairo, em 29 de no-
vembro de 18."><.Com a rubrica de S. H. o Impe-
rador../r>'7o .l/aric'o ll'anderUy.
A' alfandega, approvando a Jelib.rac.3o que
lomou de nomear os doze guaras censtanles da re-
lr,So que lemelled, pira occorreras necessidadea do
servido.
V Ihcsonraria da Baha.Joo Mauricio Wan-
derlev, presidente do tribunal do Ihcsooro nacional,
respondendo ao ollicio n. 2i" de 16 de julho ullimo,
em que o Sr. inspector da Ihesouraria ria Babia con-
sulta se esiao sujeilas a fi>calisa5ao, ou tomada de
conlas da inc-m j repartirlo, as despezas pagas com
de 1833-4856 para a verbaKapntJlo do trafico,
e que, por orden do Exm. presdanle da provin-
cia, foi mandada passar para acaixs provincial, de-
clara, de couformidade com Jo aviso do ministerio
da judri de 16 de oulubro proxiito passado, que,
lendo a qaantia supracilada sidn concedida pro-
vincia da Babia, como indemnisar) de metale das
l'm ooite foi lancar--o no Sarillo.
Pedro Moehr indo beira d'agoa para o mesmo
: ni. salvou-a.
E dapois que esses dous entes choraran) mulo
lempo sobre o pello um do oulro, acharam-se loo
desgrarados, quejuraram tentar con-olar-se mutua-
mente.
O pobre Pedro nao leve o pensamenlo de aecusar
sua amada de participara i volunlaria na desgrana,
que Ihe acontecer. Para elle Elisa era anda um
aujo lAo puro e (Ao amado, como antea rie sua queda.
Por felicidade de ambos, o filha de Elisa nao
viveu.
A mora renascendo para a vida pelo amor e pela
ledicarao da Pedro, comprou afean- movis com a
Pedro Moehr alo habita mais a mansarda da casa pequea heranca que o pai Iheifeixara,
Vida Diario n. 27.
de liuilhcrme Te 11 em Auge ; inudou de residenria.
Ella' agora mellirio em um dus arrabaldes da cidade
chamado o Valle rie I, llorn.
Esse Valle rie (jolleron he urna garganta entre gi-
gantescos rochedos a pique, sobre os quaes foi lau-
cada a segunda ponte pensil que ga o raminho da
primeara ponte a (collina pilloresca de Burguillon.
Esse Valla de Cutieron sombro, hmido e sol'icario
enlre os rochedos que roubam-lhe or eo sol so-
menle be habitadlo pelos entes pobres, coja existen-
cia he una zombana rio destino.
Todos os meninos, que uascem nesse maldito valle,
Irazein ao prscoco essa proemincucia horrenda, que
neuhum esfarro da sciencia tem conseguido impedir
na infancia ou curar na idade madura. Esse valle
maldito lie o refugio dos mais pobres. I'ui para a
entrada desse lus-r tilo Irisle, que Pedro Moehr
iran-portou as palhas que Ihe serviam de leilo. O
' irmAn ja morreu.
Mas elle lem junto de si oulro ente ruin quem
partilba suas raras alegra! e suas langas Irialezet,
Pedro Mohr esla casado ; lomou para compa-
olieira ile sua vida a una pobre mor. pertesuda
tuda reprovac.l i geral, porque fura a victima inno-
i'cnle'rfe um infame seriurtor. O pobre sapaleiroes-
lava predeslm ido a rielicar-se ans uniros, lia nalu-
retaa, bem que mu rar-s, que viven na dedicaran
como em seu uniro ar respira ve!.
A levolncjo de I87 destruir muilas existencias.
ti Sr. i,i.ni.,-,i pardeo alagar, > raorreu sigan
lempo riepois. Sua maluer he asura lavadeira na
Pool* i ,ran.lo ; sua tilha. a nalga e loura Elisa, era-
vula em runsequenna da violencia OJua Ihe liiera um
niseravel, vio-se mostrada rom u dorio poi luda a
cidade.
I^sicve prestes a eodoudecer.
. C OS [MINOS
r .:': i.' r. i 11 -. a entrada do valle rie Collern, onde
etperavam ser esquecidos da cidade, cachar mais
indulgencia em seus novos vizinhos. Os pobres sAo
tolerantes. Anles de s.u casamenlo Pedro passara
muilo lempo sem animar-te a reapparecer na cida-
de alta. Depois dos aconlecimenlos de 1817, nao
adiando Irabalho em nsnhuma parle, foi obrigado a
fazer-se por algum lempo varredor d (oi-lbe dada a occupa;Ao lernvel de apanhar as ma-
deiras que o Sarino Irazde envolla rom suas asnas
na primavera. He esse um ollicio penoso, lie pl-
cito licar todo o rila melti.lo al os joelhos na agua
gelada do rio, com o perigo de ser arrcbalado a cada
i listante pelos piuheirosqiie desrem as vezas inleiros
na ondas lodosas ila torrente, augmentada pelas no-
ves que se desfazem. Apezar de sua constituirlo vi-
goraaa riebaixo de apparencia doenlia, Pedro Moehr
nAo pude exercer tal ollicio. Tenlou eulrar nnva-
menie em casa de um sapaleiro. Activo, probo, e
intelligenle elle leria achado Irabalho fcilmente, se
nAo fnra a descunfianra que lodos linban de suas
tpinioea poliliras. Aeerescia que tanda natural-
mente religioso, c nao aageitando toaa creaena ao
raciociuin, coniinuava a ir a-icreja, como ti/era no
lempo dos Jesuta'. Os radiraes,vi un sempre nelle
um adherente do governa cabido* e rerehianvnn por
luda a parla com injuria. En Pliborgo, naSuttaa
-i'.aquil foro parlido que Iriumpla, lem sempre
por divisa : / Emliiu Ctaulio Bardy, ruja ousuli.i paraljsafa
toda a nreusarAo rie .leserrao, fez lanos esforcos que
riius.ffuo dar orrupisrio ao amigo no riia teguinle
[quelle, em que Pedro quiz.ra derididaiiienle aca-
bar com a vi.ia,e em que sua vuuladelde uiciriar-se
tivera para resulladu salvar das ondas aquella qae
elle lauto amava, e de cuja queda Uvera uulicia.
porlugueza Haberlo, fundeada e a carga no porto
do MaranhAo, sublrahidas aus diubeiros naeionaet,
explicou a maneira porque, em laes circunstancias,
se devia executar o art. 292 do regulamento de 22
de junho, e declarou que era esle applicavel as em-
barcaroes que so oceupavam na criminosa condue-
cao das mercadorias, sem qoe possain fazer duvda
as ordens rie 0 de marro e 17 de oulubro de 184G,
despezas que o cofre provincial faz com urna com- | em que se fundam a< deeitat recorridas, po.s que se
referem a una especie de contrabando prevista no
arl. 291 do citado regulamento, que expressamente
sujeila apprehensAo a embarcarlo com loda a
carga.
psnliis. de polica ampregada na represSo do trafi-
co, nao incumbe a lliesoorara fucalisar neste caso
o emprego dea somma ; cumprindo entretanto qoe
no exercicio correnle e no-, futuras a entrega da
quota designadaj para este fim nao se fara da urna
sci vez, como se praticou, porem mensalmente, oa i
medida que forera sendo feitas as despezas com a
sobredila compaohia ; al porque pode o ministerio
da juslira deliberar a suspensAo de semelhanle
prestarlo antes de terminar o exercicio em que ella
se esla' fazendo.
A' de S. Pedro.Joao Mauricio ,\Vanderle>,
presidente do tribunal.dn Ihesouro nacional.respon-
dendo ao ollicio do Sr. inspector da Ihesouraria db
Rio i irn.le do Sul, n .',37 de 29 de selembro ul-
timo, em que eommunica que, bavendu inscripto no
livro auxiliar da mesma Ihesouraria sob n. 171, a
importancia de :t:628j, pertencenle a Fofo Baplisla
de Casllho, apresenta-se a sua viuva reclamando
aquola da mesma divida que Ihe coube na partilha
dos b.ns do seu casal ; e consulla se devera' fazer o
solicitado pagamento, ou exigir que os lierdeiros
tambem o requeiram, para entao emillir apolices
no lolal da inscriprao ; declara ao mesmo Sr. ins-
pector : i,' que deve pasar a parte pertencenle a
referida viuva desdeja em apolices, na forma da lei
de 13 de novembro de 1827 ; e 2.- que deve igual-
mente pagar aos lierdeiros, em lempo opporluno,
o seu respectivo quinhAo, lamben) em apolices, para
que as dividan) entre si. '
2
A' alfandega. Communico ao Sr. inspector
interino da alfandega da corle, para a devida indi-
ligencia e execurao, que o tribunal do Ihesouro na-
cional, lomando couheeimenlo do recurso de Fralel-
li Zignago, inlerposto da decisAo que os obrigou a
pagaren) direitos de quatro talas com essencia de
herva-doce pelo peso bruto, moltando-os no dobro
dos direilos pela dilTerenrja para o peso liquido, em linho.n
Circular. JoAo Mauricio Wanderley, prcsidenle
do tribunal do Ihesouro nacional, remelle aos Srs.
iuspeelores das Ihesourarias de fazenda a copia jimia
de um ollicio do provedor da casa da moeda desta
corle, notician lo o apparecimenlo de urna moeda
de prala de 20000 c de oulra de I?000 falsas, al'un
deque os Srs. inspectores recommendem s reparti-
rles ile arrecadarAu suas subordinadas a precisa cau-
tela no recebimento de taes moedas.
Copia do ollicio do provedor ria rasa da moeda a que
se refere a circular.
Illm. e Exm. Sr. Cumprc-me informar a V.
Exc. de que cm 21 de maio do correnle anno liz
chesar i presenca do Exm. presidente do tribunal
rio Ihesouro publico orna moeda rie 2000 falsa, pe-
dindu-lhe nessa oreisiAo suas ordens a (al respeito, e
S. Exc, conservando a moeda, ordeno que Oxease
constar pelos jornaes a existencia d tal crime em
selembro ; enviando-se da recebedoria a e.-li repar-
tirlo oolra moeda do mesma valor lata, aioda que
menos iinperfeila.uAo represenlei.pnr rr.e parererque
esse dever e honra compela Hta(lo que tinha des-
coberto o crime ; e que boje apparecem tambem
moedas de |aj000 falsa, de que aprsenlo urna pro-
va, alim de que, inleirado dcsia falsidade, resolva o
que entender. Esla moeda he fundida, lem 0,38:1,5
de titulo, lies oitavas de peso, e pelo zelo que a casa
emprega na esculla da moeda uinguem que liverat-
IcorAo teta engaado.
( Dos guarde a V. ExcCasa da moeda, em 16
de dezembro de 1856.Illm. e Exm. Sr. conselhei-
ro Joo Mauricio Wanderley, presidente do tribunal
do Ihesouro nacional.Dr. Caudidode zeredo Cou-
clios ciladVs
irAo reslilp-
que se fizera o despacho, deliherou confirmar a re-
ferida dacisao quanlot^ primeira parle : por isso que
estando as esseociat ou leos volaleia classificados
diilindamer.le das drogas na tabella ann.xa ao re-
gulamento de 28 de agosto rie 1810, e ahi sujeilos
a -erem despichados pelo sea peso bruto, nao Ihes
pudo aproveii>.r o disposlo no artigo 21 do decreto
de 2li de abril de 1851, que so se rfere as drogas,
islo he, aquellas que nao eslo especificadas na dita
tabella ; c reforma-la, quanto a tegunda parte, por-
qiic^ leudo os recnrrenles manifestado na sua nula
para despacho peso liquida da essencia de herva do-
ce, que na conferencia da sa'iida achou-se exacto,
sopnsto houvesse ern^semelhanle caso um erro con-
tra a fazenda na .importancia dos direilos laura los,
nao lie applicavel a esla especie a multa do artigo
3S7 do regulamaola de 22 de jaiba de isid, mas
im o que dispSs o arl. 22, em comprmanlo do
qual o Sr. inspector interino mandara' qoe os erji-
Dregados que liveram parle nos dcspacl
polos reeorrenles em apoio de sua prclenr
am na proporrAo dos seus ordenados o valor do n
juizo causado a fazenda n.sses despachos.
Declaro oulrosim ao Sr. inspector que, a excepcAc
do caso de que trata o arl. 285 do regalamenlo das
alfandegee, asparles lem direitoa recorrerem para
o tribunal do Ihesouro das mullas que a alfandega
Ibes impuzer, qualquer que seja o seu valor, visto
n.lo liavcr riisposirAoalguma cm contrario ; de vendo
os recursos ser inlerposlos na forma pr escripia n
decrelo de 10 da marjo de 1853.
A' Ihesouraria de S. Pedro. Jo.aa Mauricio
Wanderley, presidente do tribunal do Ihcsooro na-
cional, declara ao Sr. inspector da, thesouraiia rio
Hio Grande do Sul que o mesmo tribunal, tornando
ronlipcimenl.i rio recurso inlcrposlo por Eigeniu
Salgues e Theule, e Fraucisco Cuates da decsau do
Exm. presidente do provincia, cuDlirmaloria le ou-
lra da me-ina theiouraria ; c esta da da alfandega
do Itio Grande, que julgou procedente a apprehen-
lo de 1,300 couros e 123 arrobas e 21 libras de
garras de couro, qua forao encontradas em virtud.
fe denuncia, sem despacho previo pagamento dos
direilos de exportaran, a bordo da polaca heqianhola
Maria Haberos, fondeada no canal da barr, carre-
gad e despachada para seguir viagem para Cdiz e
Tarragona ; e bem assim a da mesma polaca, na
conformidade do arl. 198 do regalamenlo ce 30 de
maio de 1836, combinado com o ar'.s. 281 e 292 do
regulamenlo.de 22 de junho do dito anno, conifem-
nando o respectivo capilflo a pagar a mulla da me-
tade do valor dos coum<, e aos despacharles Sal-
gues e Theule a di metade rio valor das larras, e
mandando que fossem enlregues a seus dones os g-
neros que liaviam sido l.galmeole despichados e pa-
gos os respeclvos direilos, confirmam a deri-a.i re-
corrida, excepto na parle cm que r.solveu ser pro-
cedente a appreli.mio da polaca : porqaantoa espe-
cie sujeita he inleiramente applicavel a deci-'.o do
Ihesouro de 20 de junho de 1839, que, deliberando
sobre a apprehensAn, em cousequencia da denuncia,
de algumas mercadorias existentes a bor Jo da escuna
Pedro Moehr foi Irab.ilhar ero casa do sapaleiro
l'fetlerlcz, onde ja eslava Claudio Bardy. Elisa fez-
se costoreira. Apezar de lodo o seu' trabalho os
reeem casado cuitaran muilo a ganliar o necessa-
rio a' vida. Foi por lasa que escolheran o lusar
mais pobre da ci la le. e lambem para que a pobre
mullier licasse au abrigo dos insultos, curo que era
perseguida lodas as vezesque passava pelas ras da
cidade alia.
Quanto a Ernesto de Stacklin, nao publicou sua
aventura, e o proprio Pedro nunca soubs de urna
maneira certa quem fora o seductor de Elisa, a qual
anles quizera murrerdo que arcusar publicamente
a um homein da violencia que Ihe fora feta.
Pedro Moehr alo estando mais s sendo decuplar-
se-lhe a eoragem. l'm pouco rie pao e muilo amor
fizeram quai feliz riepois rie seus soB'rimenlos a vi-
da desses dous parias.
Pedro Irabalhava de da na ollirina do palrao.
Elisa cosa em rasa cuidando no marido. Apenas
dav. ni seis horas Pedro rieixava a sola e o marlello,
relirava-se daudo nina longa valla para nao passar
no meio da cidade, e vinha adiar nnvameute os
beijos e a desalara comparllbada do lar domeslico
que he quasi urna feliciJade.
T.lo generoso ara o c irara de Pedro Moehr que,
quandn eslavam junios em sNa humilde liabilao
antravaa lamentar que u lilho de Elisa n.o esti-
ves blime rie sua dedicaran.
E-sa vida de amor he lia chela de prazerea fecun-
dos que Pedro Moehr, que q a itera morrer cumernu
repi nlinamcnl" a crer na sublime deriso da espe-
ranra.
He loururaccr nos aonlios. Elles sao um re-
creio da memoria, a alo traxevj sen3o aquillo que
temos visto oa desejado.
Pedro coinerou ., cter no sooho ria e.|ieranra.
lili dia Irabalhava como rie ordinario ua olicina
do sapaleiro Pteflerlez, qoando o palrao ebegou-sc
a rile, e dne-lha que o tegaltae.
Pedro admirado denou o cauro qoo cortava, e
saguioo sapaleiro Pfellerlez a' sua alcova.
Depois que entraran Pfefferlez fechou rnidadn-
saui 'ule a i'oi 11, e roiuerou assim :
Chaiuei-o aqui, Padm AIoelir, por cans doa
outros, posto que elles taiban o que quero iii/er-
llie. I'oreiu ha sempre alguiis eni que nAo leiiho
eanllinca.
O sapaleiro PetTerlez pareca embarazado.
Podro esperava lem saber o que ella quera di-
A' Ihesouraria de S. Paalo. Joao Mauricio
Wanderley, presdeme do tribunal do Ihesouro
nacional, para solver as duvidas que lm dado
lugar lomada de conlas dos diversos exactores ria
provincia do Paran, relativas a lempo anterior -
sua installarao e cm resposta ao ollfeo doSr. Inspec-
tor da Ihesouraria de S. Paulo n. 73 de 19 de selem-
bro do anno passado, declara :
I." Que devem ser tomadas pela Ihesouraria de S.
l'aulo todas as conlas al o exercicio de 18521853
dos exactores e repartirles que lie. rain perlencendo
proviiirii do Paran.
2." Que fevcm ser rcraellidos nos proprios origi-
naos i Ihesouraria da Paran lodoa ns papis que
exist.rem na rie S. Paulo relativos a laes exadores e
repartieres, e lo exercicio de 18531851.
.i. Qae deva finalmente a ihesouraria daS. Paulo
furnecer a do Paran qnaaaqaer decanenlaaaa as
rlarerinientos de lempos anteriores a insultaran des-
ta, que por ventura sejam Detestarlo! vcrificnrAo
de fados oceurrentes, sendo, poiem, os domnenlos
rcmettidos por copia.
i un m o o i o ni -e a Ihesouraria do Paran.
__ -2~ __
A Ihcouraria de Sergipe, approvando a soluc/io
que deu a consulta que Ihe fez o administrador do
correio encarregario da arreeadarAo do sello, pela
qual derlarou que vista do arl. 31 rio resulamenlo
de 10 de jaiba de 1850, combinado com o arl. 51 rio
mesmo resulamenlo, etilo sujeilos revalidarAo, nos
lermos do j |. do arl. I i da lei de 21 de oulubro rie
1Si.', os autos conclusos para a senlenra final sem
previo pagamento rio 'dio, c que por bao lio devol-
vidos pelo juizo para o fim de cumprir-se esse pre-
celo.
A' mesma Joo Mauricio Wanderley, pre-
sidente do Infernal do lliesonro publico nacional,
em solurAn s duvidas prnposlas pela Ihesouraria da
provincia de Sergipe em ollicio n. 66 de 27 de no-
vembro oltimo, sobre o '/encmenlo que comp-le ao
2." escripturario Jlo Mnnteiro de Carvalho durante
o lempo que servio de procurador fiscal, declara ao
Sr. inspector da mesma Ihesouraria que a regra esla-
belecida pela ordem de 28 de maio do correnle anno
he que, sendo os substituios dos procuradores fiscaes
empregados de fazenda, lm direilo, em qualqner
das hypolheses das inslrucces de 5 de oulubro de
1852, de optar, ou o vencimento do seu proprio im-
preso, ou o que Ibes competir pela substituidlo :
conviudo, lodavia, como j o declarou a ordem da
2 de novembro de 1855, que lias nomear/ies de subs-
tituios de procuradores fiscaes sejAo, sempre que for
possivel, preferidos advogados ou pessoas de fura da
repartido que teuliam a precisa pralica do furo.
31 -
A Ihesouraria do Par, declarando em solue.'o a
consulta que fez sobre a legislarAo que rcsula os das
de nojo para o empresarios de fazenda, que o regi-
ment de 29 de Janeiro de 1812, citado na ordem de
21 de abril de 1819, he a disposicao em visor que
marca os das de nejo que se permitiera aos empre-
gados de fazenda.
zer-lhe. I'ma voz sccrela avisou-o de urna desgrana
tritura, mas elle nao deu-lhe altenco.
Pfefferlez era um bomemzinho rie semblante sagaz
cujas opiniOes reaes uinguem conheria, posto qae
elle alo deixatse de gritar a favor ilo governo. lie
verdade que ningaem o vira jamiis gritar, lenAo a
favor de um s governo, aquelle qae exista. Verlo
os leilores que desla vez elle obrava contra seus
hbitos.
Pedro Moehr, prnsesuio elle, lie preciso que
voss- srja dos nosso*. Esle governo he urna lotice.'
Pedro eslremcceu vendo que Iralava-se nova-
mente rie poltica.
lie urna lolice. conlinuou Pfefferlez ; eompo-
zeram um conselho de estado rie pessoas que naria
valiam, que n.io possuiam oulra cousa tanto divi-
das ; asura regalam-se, enlrelaulo que nos vivemos
na espnha. Oi jesutas nos faziam sanhar dinheiro,
he preciso que os jetadlas volfem. lodosos obreiroa
pensam assim, l.ulhy, Bardv, Cholle!, Zoz. Nialze-
lel. Niatzelet Sabe onde esta Maillardoz. Depois de
amanilla baera'ama aawnbla popular em Pasiaai,
e la diiemos que os volos eram falsos, que os con-
servadores nao liveram a iilier lacle de volar, e no-
mearemos a Weck para presidente do coiiselho de
eslado. t'.arrad ha de chegar com os campouezes, e
eslabeleceremos novamente um governucnnservarlor.
Pedro Moelir ficou modo como se fora fulminado.
Uundo tornou um pouco a si elfe quiz represen-
MINISTERI DOS NEGOCIOS BSTRANOEIROS.
No da 17 do correnle leve lusar a audienria pu-
blica de apresenlarAo doiSr. Denitry (ilinka, que
veio residir nesla corle com o carcter de enviado
extraordinario e ministro plenipotenciario de S. M.
Imperador de todas as Russias.
Na occasiAo de apresenlar sua credencial lias tnSos
do S. M. o Imperador, proferto o Sr. (.luisa o sc-
guite discursu :
n Senb.ir n imperador, meu angosto amo, dig-
nou-se conferr-me a insigne honra de o represenlar
junto de V. II., e encarregon-me de vos exprimir
os votos que elle faz pela felicidade de V. II., de sua
angosta familia e du povo, coja prosperidade aus-
menta do dia cm dia sob os auspicios de V. M.
O imperador acha-se animado do desejo de tor-
nar mais intimas as boas relaees, que lem sempre
existido enlre os dous imperios, a ce lira me fe;
d.'si.'nario como objeclo principal de minha misslo
diplomalica. Dedicarei lodo o meu zelo ao campri-
menlo das inteiices do meu soberano, e ouso ac'res-
cenlar que me julgo feliz por ter sido incumbido de
umalarefa lAo perfeilameole conforme aos mcus sen-
liraenlos pestoaes.
o Senhor, tenho a honra de vos apresenlar as car-
tas pelas qoaes o imperador me acredilou no carc-
ter de enviado extraordinario e ministro plenipoten-
ciario junto de V. M.
S. II. o Imperador responden ao Sr. Clinka :
o Aprecio devidamenle esla nova prova da cons-
tante amisadedo meu mu caro rmAo o imperador
de todas as Rustas, e espero, Sr. Glinka, qoe se-
ris o fiel inlerprele das inteuces benvolas de \os-
so soberauo para com a minha pessoa e o meu impe-
rio, n
KXCAKItKC.ADOS DA M DS< lllll \ ajfksl .
Alagoas, o Sr. Claudino Falrao Um ; Baha, o Sr. U. o|.rii
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martint.
EM PEBNAHM co
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria. aa tu
linaria, praca da Independencia di. 6 e 8.
"*^* m
BXTBROa.
MONTEVIDEO 16 de Janeiro de 1857.
Uuizeramos poder sempre encelar ellas correspon-
dencias aunuio lando, como boje, que o estado orieu-
tal goza de pe Taita paz.
A uuvem negra que se levanlou no horflbnle po-
ltico du paiz por occasi3o das ultimas elei.; v de
seuadores, pouco a pouco se foi desvanecen*', e fa-
iznieutc ja te ve boje o etpaea claro e IMBide, sra-
r;as, ainda urna ve/, o repet'remos, P* Bem sensu do
povo, a quem es amargas liroes *< oina tonga expe-
riencia, cuino que vio ansio"1'0 a responder com a
iuercia, a com a indillere"va nao s aus reclamos dos
espinlos lurbulenlos dos espertalhes puliticos.
como mesmo aos ''Usos rio poder, e aos exressos ria
auloriJarie, ii-oleriiido sapporla-los com resi a crgoer 9 eslanriarle ila revolta como meio de pulu-
los extirpa-Ios! E o povo lem razo, porque essa
...diflerenra e inercia, ao mesmo lempo qoe dia
leslemunho de toa civiIisarAo c de sua rnoralidarie,
iinportam o mais solemne protesto contra aqu.lles
qae exploram a creduliriade pnblica, ou abusan) rio
po lerein qae a conliaiua rie seusconciriariAos os col-
locou ; protesto cujo elleilo pode ser mais ou inenoj
tardo, mas he sempre sesoro, nlil e justo.
A lula eleiloral, a despeito do? perigesos elemen-
tos de que se rhou rodeada, nao
Potfe-se, pois, aclual- j
mente eeDsiderar passarii a loimeula oopaiien
sen eslado normal.
O general Oribe continua a residir na sua qatnta
lo Misuclele, e ao que parece, au se apruv Har
dos passapor.es que pe lio para n exlerior, sem du-
Mda porque esla convencido de que nao he mus ne-
cessario esse sariilicio para fazer crer ao governo que
n.io tem elle iuteiices lioslis e subversivas da ordem
publica. Os proprios inunigos e adversarios rio gene-
ral ja nSojulgam inlispen-avel a partida do appo-
sitor; pelo menos rctirarain ria imprensa ess- Ibema
sobre que por mullos das successtvamnle disserla-
rnii.
qual rom referencia a minha pessoa insiste-te e
considerar-me ao serviro do seneral Oribe, que
Vmr. rhama meu palrAo.
i< Vmc. mente, Sr. Velazco, e como etlat ollenas
nao as oura eu mal de urna vea na vida, pcro-lhe
urna completa satisfago.
m O escndalo que Vano, esta dando az-mc con-
siderar que esla queslA. se deve terminar com um
dos dous. Se o malo, a Vmc pouco importa, porque
Vmc. deshonra o parlido branco: te Vine, me mala.
ser o mesmo. porque nada lenho presentemente qoe
me ligue a existencia.
i Se Vmr. nAo he cobarde, espero qoe com a bre-
vidade possivel responda a estas India-, sem c dio-
car-me ua obrisarAo de exisir pessoalm.nle a soa
resnola em qoalquer paite cm que o encomie.
O Sr. I). Ambrosio nA* respondeu oo redactor da
llepublica ; mandou apenas publicar esta carta ao
''acional, precedendo-a das seiminles oh.ervaroes:
ci A publicarJo que fac,o detla inslenle caria, co-
mo completa resposta, lie o nico meio qua encon-
tr para significar a seu autor o desprezo qua me
merece o papel de pequeo espadarhim, qoe preten-
de desempenliar, quando ainda nao ha minio se re-
baixou a ponto de cantar a palinodia e pedir per dan
sb tua firma.
i.iuan lo desprezei as personalidades do joven
Pinlos al ao ponto de declarar-lhe que nao ai con-
testara, foi para nao rebaixar-me ao teu nivel, e
para manifeslar-lhe lodo o nosso desprezo.
Uando disse que prefera ciilender-me diree-
lainenle com o sen man lanle, o general Oribe, por
cuja conla escrevia, derlaramos que o taamos ior
ler um adversario mais digno do que esse pobre jo-
ven, que nada mais be do que o jogu.le e o echo de
oulros.
i.iuand i detlarei que nao admlia a di-ms-uo
com o criado, tenao com o amo ; e quando o amo
guarda silencio, e nlo se atreve a discalir. nem a
pedir satisfago, lie escotado dizer que not degrada-
ramos aaad ao criado, com quem nAo temoa que-
rido Irocar razes.
Se o pobre joven invertendo essa ordem cm que
o havemos enllocado, e elle mesmo te colloca em
sua insolente carta, ao fa.'lar de um partido qae per-
rieu seu amo, e que jelga pelos inierettet aaaBBBBBj
desle, quizer realisar o que diz no final de toa car-
ta, e vier pedir-n"a resposta. c >iitelar-llie-liemos
com ama c)rreci;Ao paternal; e pude estar tacuro
que a' prireira chicolada au encontraremos tojei-
lo que '-celia a segunda.
. se quizer fazer rie esptdacbm e desempenliar o
,' i el dot earravos romanos, qoo alguna vez mor-
riam voluntariamente por seus amos, neste cate po-
de rcalisar a sua bravata, que cuta j Ihe provaremot
que quem -oulio afear a cabera ante tea amo, qoan-
rio man la\a despticamente, apoiado em baionelat
estrangeiras, nao pode conhecer o que te chama me-
rlo de um rapaz qoe nAo leve valor para sotlrer um
miseravel desierro de poucot das. j>
i L'm ridicolu espadachim deslet tristef anlcce-
denles nao lem, nem pode encontrar par scuao en-
tre os rie sua classe.
Vendo Iratado por este modo o sen carlel de desa-
lio, que sobre ser desprezado, foi l-ncado a' rris..*,
publica, o Sr. Pintos dirisio-se a' casa du Sr. D. Am-
brosio, < ah mesmo pestoalmcule pedio a rrpara-
CAoque julgava ser-lhe devida. Segn lo rnnsta (Iri-
sa conferencia particular, ou anles dote ttr a trl'
dos dous autasouislat, o que ru-iullou foi qoe, lendo
o joven redactor ida buscar liia, sahio tusqueadn !
OSr. D. Ambrosio, prescindiurio das formlas .
sem allenrier a que o tea adversario eslava de-ar-
produ/.io as con- '"'"V"1 acarrou em um i cadeira e com ello lo dando
sequencias que se teman). Podc-ta, pois, aclnal- j(le "'"" "" uais"-
Para romplelar este inleressanlc qnadro de rava-
li'O ri-lil > .' de l.i.,ri,ll 1 1 a|.|..i.r, ,-Uuiigl. nm
aComerrio del Plata rie II do coireiite, a egiiiota
curiosa caria de urna duna dirigida ao Si. D. Ara-
bruzio :
o Sanbat do meo maior respeilo.Vmr. respon-
deu ao dcsilto do Se. Piolo*, aui'eraudn-o coni
urna rhuva rie rhicotadas : esse direilo. senhor rio
meu rc*pei1o, uo peileuce a Vmc, nem lenho a
menor inleurao rie rerir-lo a oingueni. Saiba \ me ,
enhor, que o dlo Pililos me ptrlencc, be r.inln
propriedade exclusiva, i-io he, iniuli.i propriedade
para exercer sobre elle minha viugau^a. r.lle me
amou, e, anda que parera incrivel. tcnlior, eu tive
a fraqueza rie aroa-lu tambem. Abandonada |mr es-
se munstro, qae, se.uii u. se ri:z, vai conlralur laros
indissoluveis, jurei solemnemente tirar-lhe as.... e
arraiihar-lhe oses.... que me juiaram fe, anles que
o lirado da juslira oo o braco de qualquer hnm*m
toque esse corpo que be meu pur direilo ce con-
quista, i.i i.inri.i mutila vmsmr.i ettiver talisleila,
en o arrojarei aot pes de Vine, tcnlior, para que
Vmc. rielie faca o que Ihe parecer, com a rondiro,
porem, o conriic ni imprescinriivel. re qae meca-ir-
de urn ped.ciulio daquelfe orslo que enlroo primei-
ro qoe o chapeo, n Para inlelligcnria dos Itilores
convein aqui advertir que o Sr. Pinlos h* dolado
pela nalureza rie um bello c extenso narx.
Esla romanesca epstola esta assignada com at
iniciaesR. N. C. Tc-la-iamot por apocrvplw se
o uComercio del Pialan, jornal sisudo e ciicoms-
pcelo, na i houvesse precedido a publicarlo por estas
palavras :
ir Jaclando-nos rie cavall.irot e de bomens jos-
tos, nao podemos recusar a publicarao da caria que
nos fui dirigida por urna dama que, tesando te not
diz, padece.
K no mi de tudo Me, foi o Sr. Pinlos recolliirin
preso por ordem dochefedn polica, e quem ial>o
se n.io lera de peresrinar novamente por ese run-
do de Chrislo!.... llenemos o joven redactor agar-
barlo com oa seus temiveis adversarios de ambos ot
sexos, epassemos a occopar a allencAo dos leiloret
com oulros assnmplos.
Ser.i o primeara urna noticia fem duvda. im>r-
thi o para o commercio martimo e para os navega-
dores. Acha-se finalmente coilneada no hanm in-
glez, que tantos navios e (anu vidas tem ahsorvirio,
urna gramfe boia negra para indicar aos navegantes
aquelle passu persuso.
Eis aqui a ola em que o enrarrecado de neso-
cos rie S. M. Brlannica nesla repblica da conla au
governo do eslado desse beneficio :
i O abaixo assignario, encarresado de negocio* ria
S. M. Brilannira, lem a honn de comnionicar a S.
Exc. o Sr. I). Joaquim Requena, ministro das rc-
lares txteriures, que recebeo orna nota dn com-
mandanle Bivlc, da corveta uStar, de S. M.. na
qal informa que, em cumprim.nlo dat iiislrurr/e*
lo ron!;.i almiranle llope .lolm-'one, e procc leudo.
se rie c uifoi nnri.i l- com as indicaroes do deparla-
menlo hj Irographico do governo britanoiro, cnllo-
cuu-se na exlremidadc dn noria do banco inglez.
O commercio cntrou de novo em movimenlo e ac-
tividad.. Os lavr-durcs,aleares e orcolhosos, culhem
o Iriso que semearam e que a Providencia Ibes re-
produziu este anno em lAo larga escala ;,e us sala-
deiritlas xarqueam o gario, que em graorie quauli-
dade riiariamenle Ihes chega dn interior. I.'ns e ou-
lros fin.....i.im apenas a falla de bracos que rie da
em da se loma mais sensivel. He tal essa falla, que
no campe e nos saladeiros paga-sc o salario de dous
palaces por dia, cerca de 15, a caria Irabalbador, e
incsino assim he Iraca a concurrencia.
O da de boje lie pois lisonsero. Dous sabe porvrn
o que sera' o rie amauhAa, visto que, como ja o riis-
s.mos, un tena dos pampeiros uo he prudente
contar com a bonanca.
Da ajaetlae eleiloral ficou tAo -rnenle um episo-
pio jocoserio, que deve ser resistrario. Comecare-
mos pni elle a desliar a no-.a rl muir.
Como opportunamenle anuunciamos aos leilores,
o departamento de Canelones elegeu para senador o
Sr. Dr. Ainb'o/iu Velazco, candidato aprsenla Jo e
recmnmenilado pelo presidente.
O jornal Repblica, alm de por em dunda a le-
galidade da elf ir.o desle senhor, disse em um dos
seus nmeros que pesava sobre o eleilo a pecha de
magistrado prevaricador.
O Sr. Dr. Ambrosio, enlcndendo dever justificar-
se peraule a Opinilo publica, escreveu urna serie de
ariigos que forana transcriptos na \acion e no .va-
civnal com o titulo de Chronica de varios feitos do
seneral i). Manuel Oribe, durante a poca dos nove
annns que sovernou despticamente, rlispondo a seu
arbitrio da vida e da repelarlo dos eidadaos, admj-
uislrando sem conla nem medida o Ihesouro publico,
e apoderamlo-sc do msmo modo das propriedarles
dos habitantes da campanha,
Nesses rticos algumasallusoes speras, e nao pou-
cos gracejos picantes, para nao dizer sairasmos, ati-
rou o Sr. Velazco ao redactor da Repblica o Sr. Jo-
s Pedro Pintos.
Esta oceurrencia proporcionou a occasiAo a que o
exemplo dos duellos, dado ltimamente em Buenns-
Ayres, acbasse aqbi imitadores. A imitacle porm
nao foi complela e peifeila, como os leilores vio ve-
rificar.
O joven redactor da Repblica dirigi ao senador
eleilo a segoinle epstola :
a Sr. D. Ambrosio Velazco.Acabo de ler na An-
cn de boje um inslenle artigo, escnplo com o c>-
nismo que he- pruprto de homens como Vmc, uu
mais necessarios augmenlava na razAo direda Ja
dilliculdade de achar-se Irabalho. Claudio nao fal-
ln da emancipadlo inlelledual dos povos.
Mas talln lano e (Ao bem que Pedro aturdido
e .I--I.-I.I lo sobrelulo rie e-lar em vsperos rie per
der o trabalho que lauto cu-lora a adiar, deu seu
consenlimeulo, ejurou fazer o mesmo que os ou-
lros fizessem.
Para anima-lo Claudio accrescenlnu qoe nao le-
messe qua o golpe era ccrlo, e que elle eslaria tem-
pra bem onde Claudio Bardy esliveste.
Alguna das depon dessa entrevista rebenlou a ia-
surr.icAo, da qual Carrad fui instrumento e vic-
tima.
Os camponezes sorpreender.un a cidade, e apodc-
raram-se do collegio.
I 'orejte foi rombaler as ras.
A guarda civil radical pelejuu valerosamente ;
lanc,ou-se como um s hamem a hocca ilos canhoes
qu us campouezes linliam lirado rin colegio.
u parlido radical licou vicloriosu.
Ernesto de Stacklin, o chancellar Barilhold e mal-
las outros que lindan lomado as armas pelo partido
conservador forain morios.
Alciins conseguirn) lugir.
Claudio Bardy recebeu urna entilada na cabeja, e
ficou dourlo.
Vive com a idea lixa de que o partido conservador
lar ao palrao que era apenas um pobre sai.at.irn. a 'H"liUU,'" '"''ria. e que elle Claudio depois de (er-
que alo entenda de poltica. Pfellerlez interrom-1,?.Poa*r*a '"" arsenal para si so foi Humeado pre-
I sdenle da ronselbo de Estado da Repblica.
Pedro Moflir nAo foi morlo.
Nem mesmo (omou paite ua arcao.
Ariiava-se rom os obreiros de Pf-lferlez e cm us
eampaaezas ila relagaarda sobre um oilefro a poaea
dialaneia da eidade, quando os fusilivos da porta 'los
l.as< s anaaneiaram que Ctrrad fra morto, c a la
siirroicao coinnlelamenle derrotada.
Todo- laura.am as armas, e Pfefferle vend se su
oulros obreiros stavam (fe aecurdo, e que se elle
nao promellcsse ir a asscmhfeu de Posieux, nao po-
derla ser conservado na ollieiua. n.....li Pedro sabio
de noile depon do Irabalho, Claudio llarriv lom .11-
ihc o braca e acompanbou-o alo o valle de latieron.
Claudio Bardy era um espirito inquieto, que de
sejava semine o que nao tinha, e amava as revolu-
c/ies tanto quanto aborrcc-a o trabalho.
Tinha alm disto urna eloquema iinprrlurbavei 11olluu Iraiiq'u llamante para a eidade.
que rurvava-se maravillieaameola explicar ies plau- [ No dia seguinle todos o viram com a insiguia fc-
siveis de suas madaacaa du opiailo. Ideral gritar na prarja rie Nossa Scnbora : Viva o par-
Claudio poz-se a fallar ao pobre Pedro ; mo.lrou-1 lido radical! WinUer, que lora o chele de nina
Ihe que o governo, cuja elavarau elle proprio lano parla da insurreirAo, dava-lhe o braca, e partiei-
applaudira, nao fazia nada lavar do povo ; que os pava de spu enlhusiasmo. He ruin laes liuniens que
0 S'ivernn arlual do rant.lo le l'ribursn lem de ta-
iiiemlirus dos dous ronselbos someme aa oceupavam
com a que riepois da retirada dos jesutas, lodo se tornara
maii caro em I nburgu, e que por lim lodoa liaviam
de morrer da tome, visto qae o preso dos gneros
rulara sranrieobra riajdemocraria e ria emancipaeo
tnlellecfual dos povos, romo di/ia o pobre Claudio
Bardy.
Pedro Moelir sguardou a noile para > ollar eom-
panhia de sua pobre Elisa, a qual passara odia a a
inuie em ataejlas. i.iuan i o lanaleiro entro* em
sua pobre habitaran, foi obrisado a agarrar-M a
porta para nAo calur como urna masta merle sobre
o lurmar da alcova. Sua mullier, u nico ente que
o relinha na vida, e ao qual elle se dedicara pata
ler quem comparlilhas-e de soa desgrara, Uva
deitaria sobre tua humilde cama fra e sem nwi-
meuto, lendo ns olhos aberlot, i o rosto conlralndo
por um ataque nervoso.
Acabava de morrer.
l'ma velha com ama papeira enorme que enro-
lo i.i-llie os pelos preparava um lcnro para cubrir u
rosto da defunta.
Pedro Moehr nao deu om giilo. Foi ajoelhar-sr
sobre essa cama querida, e imprimi seut labios so-
bre o* Ubios lvidos do cadver.
A velha delta* cahir o Itnso que preparava. e re-
lirouse.
Na dia seguinle, qoando vieran buscar a defun-
ta, Pedio anda eslava ah abracando ot restos fro.
de sua eompaaheira, e lenlo os labios aaara tan
labios paludo*.
Foi preriso arranra-lo a' forra ateta abraro des-
perado. *) i.ni lo Pedro vio os homens vertidos tle
prelo, que lancavam no fretro o cadver de sua
Klisa, lorn, u a si. e urna torrente de lacrimas
inuudoii-lhe as faces macilenta*. A pobre e mesa
l..-1 soubera nina hora riepois du com.-te que lo-
dos os conservadores linliam sido melr.illiado-.
Aqui'-lle que (rouxe-lhc essa nohria aflirinoii-lhe
ler visto a Pedio Moehr enlre os morios, qoe jen-a-
vam o chao das iracas. |-rile tinha o crneo qoc-
I.rail. por tuna bala de artilharia. K nem rac-ni"
honvera fugo d raahat !
Recebeade tata aaticia Clisa lirnu lvida romo
urna etlataa de cera, e cabio mora sem dar um
srilo.
Algant diasdepoi um Iminrm dcemblanl per-
larbada o envelhecido aniel da idade ramiuhava
apuiandn-se cm um basllo pela curada que runda/
de Fribnrgo t Heme.
Kra Pedro Moehr.
ln Barat ali luslateira orgauisava para a Crimi't.
Morreu riebaixo dos muros dt Nebaslopol.
Fm I-nburgu, na Suissa, os doos partidos radiral
a conservador ronliuujm ainda a jo'Mi rom as u u
daiicas de goveiuu.
FIM.

WUTILADO
'
ILEGIVEL
-

-



DIARIO DE PERNAM1UCO, QUINTA FEIRA 5 DE FEVEREIRO DE 1837.
una grande boia uegra na |ni-n_.i.> que abaixo se
mi .iciona, e que foi determinada pelo lenle m-
ney. Ha marinha reil, que ltimamente coiicluio o
reconhec.ment da mencionada local.dade.
Km baixa-mares medianas nada .1 boia cin
:i|< brabas, deroor.i-llie o pliarol das Flores por 2" e
47' NO verdadeiro na distancia de 10.88 milhas. Os
navios navegando de E ou O podera passar-lhe en-
coUdos pelo lade do N.; so SO da mesma as on-
da- Ha irregulares, e raeia milh.i ao SSE corneja
ordinariamente a arrebenlaco, que se eslende cer-
ca de 8' ao SE 4 S.
O abaixo asslgnado toma a lilierdada de indicar
a S. Eic. o Sr. I). Joaquim Requeua a convenien-
cia que haveria na publicado de um aviso relativo
a esle ponto. aprove.ta a opporluuidade para re-
novar a S. Eic. at seguranzas de sua inais alia con-
siderarlo spreco, ele.
Temos oovido a alguna crticos que o signal pode-
ria ser melhor e mai ventajosamente collocado ; e
oavimos ltimamente a alsuns navegador que no
lugar assignatado ja se nao v boia. Como qaer
que seja, entendemos llevar registrar a noticia na
nossa ehromea, valo ter sido Irazida oflicialmenle
ao publico.
Foi levado i presenta da commissao permanente
do corpo legislativo um protesto firmado por varios
citadnos, relativo aos facas altiil.ui.to a forja pu-
blica ua ultima eleijao do alcaide ordinario da ca-
pi'al. A commissao reslveu que os peticionarios
re.-orrenem ao tribunal superior de juatija, por nao
sei de sua compelencia a solurSado aasumplo. I-lu
quer dizer que ticara o negocio adiado para as ka-
leudas gregat.
A junta econmica administraliva acaba de cele-
brar contrato com H. Vicente Lena para a eoustruc-
ca> de um mercado de come9iiveis na povoajao de
Cordn, que fica prxima da cidade. Era urna me-
dida ha mudo reclamada pelos ha!.lautas daquelle
arrabalde, que at agora (aziam o sacrificio de vir
ao mercado graode ta capital.
Acaba de ser expedido e publicado um regula-
menta provisorio para a eorporajo denominada
Oirredores da bolsa, de que ja demos, conlieclmen
10 aos Icilores nestas correspondencias.
No dia 7 do correle fzerain-se em plena paz a*
elcijes de juizes de paz ; pelo menos na nos consta
qua este acta da soberauia popular fosse por qual-
quer modo perturbado.
Trata-se da errarlo da um conservatorio de msi-
ca a de urna socitdade pharmonica. Ue dia em
dia .re-ce e desenvolve-se o gosto pela msica ne-l.i
capital. He Seguramente mais uina prova de qne a
populajio rooulevideaua marcha na estrada do pro-
giesso e da civilisajao.
A proposito ds msica, Tamlicrlick he actualmen-
te a ordem do dia de Montevideo, o objecto de to-
das as atte119r.es, o assumpto da palestra de lodos 01
circulo, o dolo emlim dos Orienlaes.
E]Eslreou na noite de 10 do correnle no Trotador.
r oi enthuaiastca e phreneticamente applaudido e vic-
toriado durante lodo o espectculo. Depois os dilet-
anti, precedidos pela orchestra do Ibealro, acompa-
naarara o temor re ao holel em que reside, e abi,
sentados a mesa da lauta eeia.que elle Ibes ollereceu,
entre vivas e hurrahs renderam o devido Iribulo ao
genio.
Mine. Casaloni, que aqu chegou poneos dias de-
pois de Taioberlick, estreon tambem com applanso
na mesma imite, iesempenlianin o papel de Guana,
que ha inquestionavelmente a flor da sua coroa de
artista.
Sorle igual leve o baixo Susini, que na noite de
11 appareceu em icena executaudo a importante par
tu do Silva no k'rnani.
O publico fluminense, que por tanto lempo onvio
esla artistas, e que sobre o merecimenlo le cada
1 ni dellesjulgou com a critica Tina e de bom goito
que o distingue, sem doiida qualilicar-nos-hia de
massante, senSo de impertinente, se por ventora
quizessemos agora emitlir tambem a nossa humilde
opini.io. Acreditamos porem que, conhecera' com
inlereise o joizo que formaram os drentaes, prin-
cipalmente a respeito do afamado lenta, lie por is-
so.que nos demos ao Irabalho de traduzw, e aqoi
vamos transcrever, o artigo que escreveu o reactor
do Comercio del Plata ; artigo que, sem eonlesu-
c.10, pode ser considerado como echo da opiniao pu-
blica desta capital relativamente a Tamberlick.
Nao compete a mis, obscuros redactores de um
diario de Montevideo, pronunciar um juizo sobre o
artista que nos niaie elevados centros da civilisajao
liumana lem sido declarado inimitavel. Pobres pla-
giarios de que a Europa produz em bellas-arles, em
ciencia, em literatura, em mecnica, e at em po-
ltica, muito fazeinos se alguma vez, pelo Bfforjo de
nossa natureza generosa, podemos aproximar-no*
a comprehender 01 modelos que ella nos oflerece ;
porm, nihos deslrs paizes qne lem o seu ar, o seu
sol, os seus lagos, o seu eco, e as soas monlanhas,
como urna grande pane da Italia, mai generosa d n
bellas arles, o nosso coradle senle a arle e o bello,
como a imaginado crea a ventura, e o* sentidos o
deleite. Por jsso Echeverra, (iutierrez, Marmol e
Domnguez podem hombrear com qoalqucr dos gran-
des poetas da Europa ; por isso temos amado a li-
lierdade, e por ella nos hnvemos batido em mil com-
bates ; por isso nos visitou Thalberg, e nos visita
Tamberlick ; por isso possuitnoa ha dous anuos a
doce Sophia Lorini, que, forc,a de ser nossa, se nSo
a* piraaa a' nunai pooinaa, a al.limamos multo
menos ilo qoe merece.
u Naojulgamos pois: emillimos simplesmenle as
impresses da primeira noile do Trotador por Tam-
berlick.
O verdadeiro ment tem entre todos os scus ini-
migos encarnijados um que lio mortal e infatigavel
a fama. A calumnia do Iteaunarchais e ser
menos funesta do que esta trombeta que, a forrea de
lisonjas e' de applausos, faz de um homem um dos,
e das frageis obras da crealura os portentos do Crea-
dor. Insaciavel como a avareza, ella subleva contra
]
devia seguir para o seu destino no dia I 011 i do cor- ,
rente.
O ministro da guerra sera esperado a todos os mo-
mentos na capital, de volta da campanha, depois de
haver percorndo varios pontos das fronleiras.
S,lo frequeiites em Rfienos-Ayres os actos le bar-
baridade e de aolrageria. A Orden registra em suas
columnas mais o seguidle horroroso crian* :
u No dia 4 do crreme, as '< horas da larde, fui
brbaramente degola.la em seu quarlo, na ra das
Artes, junio de S. Nicols, uma mulher de nome Se-
rafina (nzales Pena, por Jos Chaves, que se dizia
seu noivo. Chaves attenlou em seguida contra sua
propria existencia, porem a ferida n?o he mortal.
Loga que foi preso pedio com instancia um eaiafes-
sor, diiendo que murria. -Comparecen Fr. Olegario
Correia, qne preslouao criminoso os auxilios^sempre
opportunosda religio.
i Corre que Chaves parece lemenle, pois grita e
dizque se senle levar por espirites iiifernaes, etc.
SuppOe-se que em um eccesso furioso le loucura
cominelleu o borrivel atleulado contra ua joven fu-
tura.
O jornal Cowt'iluclon refere oulro triase, nao me-
nos horroroso, do modo teguinle :
a Em Sanio Antonio de Areco, no dia 27 de de-
zembro ultimo, forano assaasiuadosdous Franctze de
nomes Pedro Cuardesa eJuau llasuse. Esles iudi-
viduos linham negocio de lociedade. Asacgurain-
uos que os cadveres ullereciam um aspecio asado-
nho por effeilo das enormes leridas que receberam
un peilo.
a A auloridade andou, segundo se noi diz, com
tal lentidao, depois do facto, que os patricios dos as-
tassinados liveramde encarregar-se, por si proprios,
das pesquizas, ja tarde por certo.
O unico 1111 icio que os malvados deixaram foi
om ponche.
* Procedern] elles com tanla calma, em seu cri-
me, que liveram lempo para levar coinsigo una 111-
iiidadc deobjectos, camisas, seeros de lola a clas-
se, erra mate, assucar, (abaco, e dozc mil pesos em
papel do negocio dos desgranados franeczes. n
Fallecen em Buenot-Ayres, as 8 hora* da noile lo
dia i, o Dr. I). Alejo Vellejas, qoe centava 7:i annoi
d< iJade. Hi/eni as folhas daquella capital que
ara um patrila illuilrado e magistrado honradis-
simo.
Fallecen no mesmo dia o general l.a Madrid, que
os jornaes donoiuinam \atente soldado da indepen-
dencia.
Passemos agora a confederado argentina^ Ha da-
las do Kosano al:) do mez lindo. O Dr. Lucero,
depuladoao congresso, havia chegido ao Koaario.
(I general I). Ijregorio Paz linlia solicitado do go-
veruo da confeileraraosua completa demis-ao do ser-
vico, que I lie fura concedida.
Na provincia de Tocuman (oi reeleito senador o
coronel 1). Marcos Paz, que aceilou de novo es-e
cargo.
O vapor Corsa, que no dia 30 lo passado enlrou
no porto do Kosano, eguio immedialamente ua
viagem para Mato-lirosso.
Alcancam a l de dezembro as datas de Mendoza.
Depois de urna proloogada secca, e de cxceivoa ca-
lores, havia chuvido com excesso. As colheitas es-
lavam invadidas por grandes legioes de gafndolos.
Em S. Jo3o liuham-se acalmado as agttaelas pro-
duzi.ias pelojulgameulo do provisor Maradona. As
senhoras lizeram urna repusenla^ao, inlerpondo sua
inlluencia para com o coveroo, e este pareca incl-
nalo a dar-lhe defenmenlo favoravel,se enconlrasse
meiosdecouciliar com es.a benevolencia o seu decoro
olTendido pela descomedida conducta daquelle func-
cionario ecclesiastico. O poder executivo linlia no-
meado um consellio do goveino.
O Sr. Daract, governador da provincia de S. Luiz,
lintia reiterado pedido de fsua demissao daquelle
cargo.
Do Paran nada ha de importancia. O club ar-
gentino preparas a um grande baile em obsequio ao
general D. Antonio Taboa la, explorador do Chaco
Estamos anda sera noticias do Paraguay,
lia aqui jornaes do Chile, cujas dalas chegam a 8
de dezemhro.
Pdenlo acontecer que ejim mas's modernas do
que as que ah teuliam, resumiremos o que |dellas
consta, e
'> coronel Uallarna, cujos serviros ao Chile Ihe
I5ram>?r"m a mais honrosa reputarlo, havia falleci-
-:o lliilai, ,: era hespanhol,porem tinha-se decidido
pela causa dk independencia americana.
Ilaviaro sido a|^rovadoss astatatoa da eociedade
encarregada de estailecer ama caUa de ,occorrus
para os enipregados puu,C(,?i
A ultima vonlade de'nm R-.0ersooleslador deixou
a municipalidade de \ al paraso. ,0mma de Otl
petos fortes para o estatielecimeulo o. uma cnixa de
eipostos nb certas condicres.
O correio do sul nao liuha trazido boas nut
bre as colheitas de trigo.
Fin Sr. Macdonal, e presbiteriana, fez baptUar lre lillios seus. los quaes
o mais velho conlava 9 anuos de idade. Havia ape-
nas Iresmezes que Macdonal linhachegado ao Chi-
le, quer elle, quer sna esposa, tambem protestante
di-puiiliara-se a entrar para o gremio da igreja ca-
Iholica.
A caix do crdito h\pothecario, estabeltcida em
Valparaso, de dia em da loinava uolavel dcsenvol-
vimenlo.
Voltaremos (jinda aoi negocios le Monteviilu pa-
ra aiiuunriar que, segundo o Sucional de 13 do cor-
renle, o Sr. Hordenan acaba le ser nieairegado pe-
lo governo da repblica, oblido o previo assenlimen-
lo da comini-s.lo peniianeule do corpo legislativo,
para urna missao diplomtica junio do goveroo da
conf'ederai;ao.argeutiiia. Parece que esla missao lem
por alvo principal a le novi-sima dos direitot
differences la roulederar;ao. He pelo menos o pie
sa deduz .las seguinles palavras da falla a que Inos
referimos :
Desejamos um xito feliz a mis..lo do Sr. Hor-
[|<* so-
asua victima predilecta qoanlo o espirito entena de esel--mo um xito feliz a mis
critica, de intolerancia a de exigencia, e uma vez | <,e,,"" I"* be de nffa importancia pura o KM0
chegadoo lerrivel inumento da prova, tod.s as pai- c""""frc">_< H-ongea-ido-iiosde que seus esforc, e
ItIO DE JANEIRO.
15 le Janeiro de 1817.
Febre amarclla.O Sr. ministro do imperio or-
denou que o Sr. provedor da saude, enlem.'en.lo-se
por inlermadio dos rcspcclivos cnsules com os con-
signalarins dos navios, e pondo-se de accordo com o
capillo do porto, designe alguma illia ou lugar "li-
rado onde sejam recolhidos os colonos apenas ehe-
guom. para evitar que a bordo e desenvolva a febre
amarella.
O fun que S. Exc. leve em visla be seguramente
inuilo losvavel, mas recciams que na eieeaeia des-
la ordem se encontretn grandes diflieuldade. Se o
Sr. provedor lem de enlender-se e de pcir-se le ac-
cordo com Una genis, parece-nos que militara.
Tantas caberas, lanas senlencas.
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Por dccrclos de I do Mrenla mez :
F'oi concedida aposeutadoria com as honras de mi-
nistro do supremo tribunal de juslica ao conselheiro
Jos Antonio Pimer.la llueno, desemhargador da re-
las1u dn Rio de Janeiro, a com o ordenado animal
de 2:8889390, dependendo nesla paite da approva-
c 1 1 da assemblca geral legislativa.
I'orain removidos :
O desemhargador Jos Matlo-o de Andrade C-
mara, da relajan do Maranlnlo para a desla corle.
O joiz municipal e de orphns Firmo .lose de Mal-
los, dos termos reunidos do Rosario e Icalii, no lia-
ranhaoj para o de Serinhaem, em Peroambuco, por
o haver pedido.
Mandou-se Icr exercicio na relac.o do II in de Ja-
neiro ao desemhargador da do Marnnhao, Anlonio
Manoel Fernandas.
Teve merc da serventa vitalicia doofliriode ta-
bellao do publico.judicial e uolaa da villa de Lages,
da provincia de Sania Calharina, Constancio Xavier
de Souza.
Por decreto* de IG do mesmo mez :
Imam nomeados :
O juiz de direilo Jos Pereira da Grata, para um
lugar de desemhargador da relaclo do Maranhao.
Mejores ajiidaolcs de ordena do commando su-
perior da guarda nacional da comarca de Castro, na
provincia do Paran, Bonifacio Jos Baplista e Fer-
nando Penleado Kosas.
Capilo secretario geral do dilo commando supe-
rior. Victo* de Azambuja Cidade.
Capillo quartel-meslre dito dilo, Manoel Mun-
teiro de Araujo Filho.
O paquele Sardenha, entrado honlcm do Kio da
Prata, Iraz noticias de lluenos-Ayres al 15, e de
Montevideo al 17 do correle. Tildo quanlo ha de
inleresse, lauto dessas repblicas como da eonfede.
racSo argentina, e acha resumido na caria do nosso
correspondente de Montevideo.
De Vaiparaizo alcancam as dalas a 8 do mez pas-
sado. Nada digno de menean necorrera na repblica
chilena.
l'oram depachados pelo ministerio da fazenda :
Prorurador-fscal da Ihesouraria do Paran, o ba-
charel Franciaco Januario da Cama Cerqueira.
Quintos es-riplurarios do lliesouro : Joao l'ernan-
des Valdez, llelmro Candido Teixeira, Joao da Ro-
cha Mascarenhas, Jos Ignacio de Almeida, Joao
-Xavier Prxedes Mcdella.
Quartos cscriplurarios da Ihesouraria de Minas-
(eraes : loaquim Osario Teixeira, Joaquim Ferreira
de Araujo, Frauciscn de Assis Ferreira.
Foi concedida a demissao ao lerceiro esrriplurario
la in-sma Ihesouraria, Anlouio Pedro de Uieetra
Catla Preta.
Por decretos de 9 do correte liveram merc da
serventa vitalicia dos oflicios de :
Escrivao privativo do jurv e execnces criminaes
lo termo de Sabara, em Minas Canea, Felicio Au-
guslo Cesar.
dem idem do iwmu .\t Santa Lala, n> dila pro-
vincia, Braz Manoel Teixeira Lomba.
dem idem do termo la Campanha, dilo, o escri-
vao dos orphaos, Joao Po'sidonio dos Res.
Por decreto de 23 do dito mez :
Fii concedida a Domingos Jus Vieira a demi-s.io
qoe pedio do lugar de cominaiidanle superior da
guarda nacional do municipio de ltapctrhiiiga, da
provincia de 9. Paulo.
l'oram nomeados :
Tenenle-coronel do batalhao n. 1(1 da guarda na-
cional da provincia do Rio Grande do Norte, Manoel
Machado de Santa Anua.
Tenenle-coronel commandanle do I. balalhao da
reserva da guarda nacional da provincia de Sergipe,
M-inoel Diniz Villas Boas.
(Jornal d Commercio do Rio).
xfte se levatitam, lodos os escalpellos se aliain ; e ai
do hroe, do sabio e do artista se em sua ca'.ra nao
he mil vazes superior s exageraees do deseio, s
illusoes das eaperaiifas, e as exigencias da mais into-
lerante das criticas.
(i Este inimign se havia intrincheirado em Monte-
video desde que o publico soube da viuda do artis-
ta romano, e contra elle foi a balalha. Tamberlick
venceu como o gigante vence o menino, como o es-
pirito vene* ao corpo, como a scieneia vence a igno-
rancia. Nao eom a sua vor, que, insinuante e pie-
eiosa, lie por fim obra de sua dataren feliz ; mas
com a sua seiencia, com o sen esludo da arle, que
exalta e sednz, que he obra sua, que he conquista
dos seus desvelos, dos seus estudose dos seus traha-
Ihos.
11 Sem duvida que Tamberlick nao tem a primeira
garganta de lenoi da especie humana, e igual a' sua
bao de haver inuitas ; porem Tamherlirk lem sobre
os tenores conhecidos o que liutinmltaphael c Miguel
Alselo sobre os pintores de sua poca, o que linham
Dante e Byron sobre os poetas contemporneos, o
que liveram Tamhurini e Malibran sobre os seus
muloso ueuio da arle,que d vnla ao instru-
mento, que euiiobrece o cauto, c qoe revelando ao
auditorio os Ihcsouros da sensibiliilade da alma, ar-
rasta, inagnetiaa, e faz do artista um apostlo, ao
mesmo lempo que obriga a multidao a ser -fantica
ante a voz que Ihe descortina os ntimos segredos do
seu peilo. Tamberlick teria a metade da vot que
pivssue, e suas notas fariam a mesmo eff'iln naquel-
les m niieulo- em que elle repasa o seu canto de la-
grimas, em que chora como homem seu amor rrn-
dutt'f, em que diz sua Eleonora prima d'amartit
etc., setnpre emlim que a p.uvio da alma vem pro-
curar o echo das paisOaa los qoe o oiivcm. V. nao
be nutro o segreJn los Iriuinptios un.versaes deslo
artista ; la no roeio dos gebta la Rnssia, como oh os
ralos do sol no Brasil, Tamberlick enconlrou pbli-
cos phrtnelicos pelo seu canto, porque dehaixo de lo-
dos os climas a arle he uma, e o bello he sempre
bello. Esse he o seo thesouro, e essa he a sua glo-
ria. Os annos e as enfermidades do coipo podem
lirar-lhe as forras materiaes, porem licar-lhe-ha a
scieocia que nao morre, e a gloria qne a reflecte.'
r Estamos por ventura repelindo ao artista o que
quinhenlas ve/es Ihe lm dilo os que como ma tem
a obrigac.lo do fazer publicas as suas impresoes ;
porem o que niogeem lera podido diler-lhe anles de
sua propria experiencia, he qne na margem oriental
do Rio da Prala, em uma sonedade de hontem, nas-
cida e educada no meio das hatalhas e. da guerra, e
sacudida incessanlemenle pelos conflictos polticos,
adiara om publico digno do altissimo talento que
possuc, e capaz de apreciar e comprehender al os
mais delicados reflexos da soa arte. llo nao o sa-
bia, nem o previa o artista, e por isso sua emocilo
foi visivel nos dons primeiros actos do Trovador.
I'amberlick nao dovidavs, nenvlhe era pcrmittido
dnvidar de si mesmo ; porem dovidavs do en pu-
blico ; e esle Ihe demnnotroa ja plena e profunda-
mente qoe essa duvida era injnsia. Fica pois csta-
belecido qoe o artis'a poile desenvolver livremcnlo
todos os coa recursos, com a segu,inca de que em
cada um delles encontrara' o sen juiz.
Ss nao tarasesaulas invadir o terreno da chroni-
ca local, nos atreveramos a formar urna phrase qie
synthehcamenleeompreliendc ludas as nossasimpres-
s.'ies dessa nuite. Bolla rlvallsava com a opera ita-
liana de Paris. Concurrencia selecta, bellezas des-
sas que nao possnem lodos os cli-nas da Ierra, luxo
sul-americano artistas para os quaes a secna dos
Italianos em Paria nao he ria nuvidade, e essa or-
cheslra que sol a sabia direcijao de CastaguicT ex-
hala um perfume exquisito, esquecido 011 deaennhe-
cido per ii"-. 1
Segndonos consta, Tamberlick depois de dar
cinco representariiea ue Ibealro de Solia. semiir pa-
ra Buenos Avres, aaim como Mine. Casaloni e S11-
sini. le de e<|ierar que sejam all acolliiilos como
furam nesta capital.
E pois que fallamos em Buenos Avres, digamos
lesde ja'o qoe abemos dai|uelta margem do Prala.
Havia nolicias do Azul al !I0 do passado. Eslava
definitivamente concluida a paz com Calriel. Em
consequencia da p?z linham sido restituidos lber-
dada mullos prisionciros, a maior parle dos quaes
habitantes do Azul, e que den locar a grandes fes-
tejos e demonstrantes de pra/.er. Esperava-se lam-
ban negociar a paz com Calfucura' por intermedio
de Calriel.
Dizem os jornaes que l^ti homens dos legionarios
a-qualladesqueo disliuguein coiilribuiraoeinmuilo
para harmonisar os interessrs dos dous paizes.
Esquscia-nos tambem daclarar que o govefno da
repulilie, em data de 8 do correnle, eipedio circu-
lares aos senadores e representantes, convidandn-os
a que se achem nesla capital antes do dia 15 do mez
de fevereiro prximo, em que deve ter lugar a a-
herlura lo corpo legislativo.
Acabamos ueste momento de ver folhas de Bue-
nos-Ayres datadas de honlcm,viudas pelo Sardegnu,
que d all chegou esla mauhaa. O que ncllas encou-
Irainos de mais importante he um decreto expedido
pelo governo em 10 do correnle.que bem pode COU-
snlerar-se como resposta a le doi direitos diiTereu-
ciaes da confe.lerasao arrreulina. Como he negocio
que ulereas* o coinmerciu.aqui a trauscrevemoa Ira-
duzulo :
o'.paiz do seu connnen-io de liansilo, e a imporlanna
de conscrva-lo ou augmeuta-lo quanlo for pnssiliul
etc., decreta :
a 1-. As mercadorias que l'ora em da ule se ma-
nifeslarein em sua impoilai^flo, para deposito geral,
ese extrahirem por transi(u|den|ro djs primeiros do-
zc mezes le a-u deposito, ser.lo livres de direilo de
armazenagem e de guindaste.
As mercaderas que s- exlrahirem por depo-
silo depois le vencidos oa ditos doze mena. Su paga-
rao o direilo le armazenagem e de guindaste sobre
o lempo excedente aquelle prazo. 1
( :i A franqueza que se rourede pelos arligoa an-
teriores nao sera' extensiva aos objeclos que sa des-
pacharen! para consumo, os quaes continuarlo a pa-
gar o direilo le arioazenagcns e de guimlaslc csla-
helecida par le.
"i-. O Calleelar geral tica aulorisado para arreivlar
os armazens te dep.sito quo sejam naeeaaanea, sa-
uundo a demanda que houver. deveudo cuidar de
su as 1:1111 lien,-. ,ie coinmudiiladc, ele.
5-. No caso de >|ue a allandega, por falla da ar-
mazeos promples, nao posea receber todas as A.er-
cadoriesqusepretendam depositar nos armakena
geraea, os ioleressados depositaran as mesnus, hor
sua conta, em armaiens particulares, al que ha-
quolta se lenha proporcionado lugar para onde pbs-
sam ser trasladadas as ditas mercadorias, (cando
entendida queus doze mezes de franqueza a respaila
das inesmas mercadoiias i romera! .10 a ser contados
do dia em qoe veriflear-sc a passagem.
6\ As mercadorias qne por seu volume ou na-
lureza se considere gravoso ou inconveniente receber
nos armazens geraea da air.inilcga.eunlinuarao.com.i
ale agn, a ser depusiladas nos armazens parliciila-
rea por eonla dos inleressados, de ronformfdade rnm
a faculdade que concede an governo o ai 1, 2j da lei
da alfandega.
" 7-. O presente decreto sera' suhmetlido opporlo-
namenle aapprovaeao das honradas cmaras legisla-
tivas, ele.
No lia i:l do correnle linha ehegado a Buenos-
Avres o coronel Mitre, de volla de sua viagem a
fronteira.
I7, ultima hora.
Os jornaes de hojepiihlicam na parte ollicial o se-
guinte decreto :
- MinUlerio da guerra e murinka.llavnndo
ceaaado ns mnlivos pie determinaran) a expedirlo
do deerelo de l de uoveinbro do auno passado, o
preaideule d^rspublica resolve e decreta :
Art. 1: Ceata em suas funccesa eommanilan-
cia geral das armas que ilescinpenhava o brigadein
general I). Alirtelo Medina, e como sen secundo,
o cororirl maior I). Maonel l'reire.
1, J-. Ceasa igualmente as de chefe da cuanta na-
cional da cavallaria de extra-muros o coronel 1).
Francisco 'lajea, e o piquete da mesma, que provi-
soriamente foi posto em serviro activo,
:(-. O piquete te infantera da guarda nacional
da apila!, que al esla data lem estado em sertiejo
activo, ressa lambem ; e as pracas veteranas danta
e--e piquete lo meamo modo qne anlcrioiineiite,
a '. Peloniinisierio da guerra se expedir n as or-
dens ronveliienle-s para que, ehegado o lempo das
asaemblas das guanlas nnionan, se proceda a re-
organisacto da de cuvallarie, que corresponde a cale
deparlameqle ; ordenando-se que se (erifiqae a e-
leii-ao do ebefe e olliciaes nos termos pieccituados
peta le orgnica de soa crcecSo.
-r. 1 oiudiuniquc-se, etc.
Esle decreto deixa suppor qne o governo afinal
convencen--,. de que o general Oribe n.io tem nem
leve
ESPIRITO SANTO.
Victoria :I0 de dezembro.
i.i'ian (o Vmc. tecebe mis.ivbs de (odas as provin-
cias, 11 it i ca n le-Ihe as mais notaveis oceurrencias
que nellas se dato, anda nao se lembrou alsurm at
boje de correr a sua falla para ser o chronista do
Espirita Sanio '. Nem seria eu o mais capaz de
preencher este mistar ; velho capichaba, ja ma fal-
lecen) as tarcas para susfantar a peana de corres-
pondente de lia lido jornal, mas he terroso deixar
o quartel da reserva e comegar uma larefa que ou-
Iros depois bao de melhor satisfazer.
(.taem se iuteressapela provincia do Espirite San-
to e reflecte sobrs suas riquezas naluraei, nao pode
deixar de eslrauhar que ainda eslejam em um es-
tado, por asaim dizer, latente, e sejam Uto mal ava-
lladas. Masoqnequef Vmc. ; Anda boje quando
se falla no Rio de Janeiro desla importante pnrc.lo
do imperio, qoe se eslende lo Iiabapoama ao Mo-
car}, diz-se a capitana e nao .1 provincia do Espi-
rito Santa, como se anda estvesssemos nos lempos
de Cosme Rolim de Moura Longo a va a poca
em que fui ella vendida por IB conloa ; boje lie
beta condecida a riqueza I nas mal is, sabe-se
lambem que lio rica de mineraea preciosos, e s por
urna lerrivel falali tul- he que a vemoj na retaguar-
da, quando devia estar a par de suas mais adianta-
das irina,-.
Sendo o sen centro (ao frtil, a providente natu-
reza ileo-lhe muitos ros navegareis como indican-
do o caminho por onde devia ir o homem tirar
incalculaveii vanlagens da bardada de soas (erras.
Ouem anda nao onvio fallar dos vales do rio
Doce, que logo em I8i aKraliio por lal modo a at-
teneo dos Ingieres, qne lizeram nm con ralo de na-
vegado, commercio e mnera;.i.i desle rio c seus
alfluentes ?
Qnem ainda n,1o onvio faltar das mina de miro de
Castalio, e das que exiatem entre os ros Molo e
da Fomaca, no dislriclo de Mangaran; .' Ouem
ainda nao onvio fallar das minas de salitre, eno-
(re e 1111,11, que exislem na serra de Meslre Al-
varo ?
Ouem ainda n,lo onvio tallar da aurfera c piseosa
laga de Juparana ? Se nesle nosso Caspio acha-sc
um grande lliesouro, acha-sa lamben) o quadro mais
sublime, que jamisoflerecen 1 Balaren i admira-
rlo dos bomens. Ainda boje, quebrado reos annos.
n.'m se me apagaran) do coete o mvslico encanta e
as impresii.es vivazes que deapertou-me em oulros
lempos e-se raaravlhoso panorama !
Esas margeos aricadas de preciostasimas madei-
rasque parocem e levas com a Ierra, o silencio, a
cor sombra da floresta e cases paramos de gatas,
onde a vista se perde em um horizonte sem limi-
tes, dasrannndo aqu e all obre libas coherlas
de llores... ca o qne n.io e sabe piular, qie o ro-
raeao do homem apenas hasla para sentir.
Louvnres sejam dados ao Sr. Dr. Barros ; moco
iolelligenle que se enlregon com dedica'an ao asta-
da testa provincia.
An entrar na gesteo dos neeorios pul lieos, mar -
con o seu prirneiro v-asao rom 11 m projerto de grande
fuloro para a provincia : saben lo qoe a
laibl onde rao ler suas cabeceiras. Mas, pelo Ira-i ria ir pedir ao eu devota que Ihe conforlasse o es-
J eclo qoe ellectuam os indios, presume-se com boas pirilo e a livrasse da lenacao de dr oulra laman-
razes que do punto cm que se suppoe exislircm as
cabeeeitas dese gilho do S. Matheos al Sania Cla-
ra a distancia uto sera lalvez maior de :i a 1 leguas,
raleulando-ie em 15 legiiss a dialancia que vai
da barra des^c allluente do S. Matheos at Sania
Clara. a>
Pois bem. este projeclo de S. ElC. de eslabclecer
uma fcil communicaaoao mesmo lempo enlrea pro-
vincia da II .I1..1 e a de Minas com um poni impor-
lanlo do Espirite Sinlo nao lieou sobre o papel ; ja
se deu cornejo sua realisa(;3o.
As colonias do Santa Isabel, do Rio Novo e do
Rio Dor.eleem oceupado a alleneao do Sr. Dr. Bar-
ros, que no paucaa proviilencias lem dado par a
promover o seu engrandecimenlo. Nao se forrando
a Irabalhos, S. Exc. procura realisar a colonia re
Santa Hara, que, sita nai margene do um ro na-
vegarel por canoas, na cxlcnsao de nove leguas, e
em terrenos mili feriis, prometa esse estado feliz
que o naenvel Aedala fulurava aoi habitantes
das margeus de>sc rio.
I'rocurando tirar todas as vaulageus de qualquer
projeclo que ss realie, a idea desla colonia veio
mostrar o Sr. Dr. Barros que era ehegado o mo-
mento de eltactaar um oulro projeclo de grande al-
cauce, isto he, ligar as cabeceiras do rio Sania Ma-
ra por urna estrada com a fruuleira liinilroplie de
Minas no Porto do Sonta.
S. Exc. tem rollado suas vistas para estas grandes
estradas, que tendem a estrellar as retaques das duas
provincias, e liiiguem denar de pesar ua balanza
poltica e econninica as vanlagens que tallas reul-
laiao a circnlic.lo, e conaeguinleinenlc a prosper-
dade industrial e agrcola do Espirito Sanio.
Emlim, lodas asquesloes de interesse que concer-
nem i prosperidade desla provincia tem prendido a
altanero de .". Exc.; longe ria se quizesse cir-
cumslanciadanienle mencionar os melhoramenloa se-
cundarios, ou que Ha de perlo nao se ligam ao pros-
pero futuro que se dos anlolha. Nao posio porm
farlar-me ao lesejo de fallar-lhe da fortaleza de S.
Joao, c da guarda nacional.
ssa fortaleza, que era apenas a guarida de om
a doua aoldados desarmados, hoje convenientemente
reparada e provida, aprsenla um sr de novidade e
solidez ; e a guarda nacional, quando o Sr. Dr
Barros aqui chegou. em ( de mar jo desle atino, en-
conlrou em um estado de desorganisacao tal, que
nao haviam tez hemens debidamente preparados ,
no entretanto dahi a nove mezes vi na parada lo
dia de dezembro apresenlarem-se fardados SO
guardas naeionaes. Oh eram passados 29 annos
qne a u nao havia nina parada !
Nao houve quera se n3o congralulasse com os
passos o"a adminislrajao : os tactos eram 13o elo-
quentei, fallavam lio alio, que nao havia a reaislir-
Ihes; e u assemblca provincial,chela de conflanja no
governo, approvou este, decreta :
o Arl. 1. O presidente da provincia he aulorisa-
do a fazer arrecadar no correnle auno flnaoceiro, c
no de 187, as rendas eslabeleridas na lei o. 9 de
i de ull o de 1854, e a applicar o seo producto,
n8o s ssdespezas decretadas em leis permanentes e
especiaes, como os mcihoramenlos da provincia que
julgar necessario, principalmente os que tiverem
por fim promover a eoloiiisajlo.
ci Arl. 2. Ficara revogadasas leis e diaposijeiem
contrario.
Na dia I" do correnle installnu-se o jory da ca-
pital presidido peta juiz de direilo o Dr. Lonrenjo
Caetano Pinto; foram submellidoa a julgamenlo
quatro processos, dous de crimei de morle, sendo
um dos rtosrondemnado a 20 annos de pritao com
Irabalho, e o outro a gales perpetuas; e dous de fe-
rmenlos leves, um dos qui_i. foi condemnadn no
grao minimn, e o oulro no mximo do art. 201 do
cdigo criminal.
Depois dilo o que Ihe bel de dizer mais '.' as
sombras da imito he que se paam nuitos I icloi
que poderiarn ler a honra de uma /encao, e cora
noeeuriqueceria a miuha carta; por/mja me falla a
visla, e he pequeo o numero de'lampees que te-
mos para que pena lobrigar atravs das Irevaa que
a noile povoara estas ras; e,---im, se quizer que
Ihe cont multa coua.bonita, mande-nos de la' al-
guna dos que foram degradados para os armazens
com a introduccao do gaz.
13 de Janeiro de 18.77.
OITerecendo-se-me somenle gora occasiao de
remollero qoe Ihe eserevi em 30 do pasiado, vej-
me na neressidade de addicionar as reflexes e no-
ticias que passo a apresenlar.
As vaulageus e o interesse que pode dar uma li-
i.ha de vapores entre esta provincia o o Rio de Ja-
neiro sao lo reconhecidos, que om s momento
nao se deve hesitar na sua realisaeao. Reduzida ao
vapor iMnenry, queso toca neslc porto uma vez
por mez para deixar a mala do correio, a provin-
cia do Fspirilo Sanio v seos ncleos de pro lc-
elo a' merc da navegajao a' vela, qoe, mais sojeila
as contingencias do lempo, expe os negociantes a
orna especie de lotcria, Irazemln em cooseqoeneia
de viagens demoradas o deterioramenlo dos gene-
ros reclusos cm um porao qaasi sempre hmido.
O incremento da agricultura depende sobretodo
da facilidade e promptidao dos transportes; e se os
cultivadores vm que seus producios nao tem uma
extraccao que o/npense otIrabalho, e queso com
demera sempre prejudciaes o pode fazer edegar ao
mercido, por certo que s produzirao o qne puder
ser liansporlado e o que mais loero Ihes der; e eis
porque esla provincia com nm litoral bordado por
lanos portas, qoe Ihe ofTereccm nm camindo fran-
co a' san produejo, nao lem no entretanto lirado
todo o pailido da frrtidade de soas Ierras, sendo
ua prrluccao relativamente pones eo prejo dos
-enero, mullo elevado.
A navegaran a vapor aproximando o productor
do coninmdor activara'o commercio, auimara' a
prodoejao o fara' sabir a agricultura do seanhado
circulo Ira jado pela velha rolina, que qaasi que se
contenta em colher os fruclos qoe a Ierra espont-
neamente produz. O interesse sera' o melhor in-
centivo para que emprehendam os agricultores os
melbonmentos admiltidos nos paizes mais cultos,
esforeaadn-se por conseguir todas as antageiisqne
Ibes off'reco a extracjAo de seus gneros.
Ecte resultados, promovidos por uma melhor na-
vegara!, ha., de reverter em proreilu da e'ompanbia
que se pr.opnzcr a realisa-la.
Hoje, rom os poneos e difliceis metas de trans-
porte dr- que dispomos, monta o valor aproxima-
do da e Vielnrii em mais de 439 conlos, de llapemerim em
mais ile 11 i conlos, ludo de producjio da provincia;
e suhim'o o valor da ImpOTlajao para estes tres por-
tes em nais de ,il)0 conlos, e contando alm disso
com o Treta dos pasaageiros, he melhematiramenle
impossivel que urna companhia de vapores qoe os
eommiiiiiqur- com o Rio le Janeiro, e pudendo en-
lender-se al Caravellas, nao ohlenha lacros, e nao
lenha diante de si um prospero futuro.
O governo imperial por sem duvida que nao Ihe
reroara' subidio igual ao que presta ao Mucura,"
c as.emhla provincial, sol ella cm promover a pros-
peridad" la provincia Ihe conceder' sob qnalqncr
lilnlo um adjulorio compalivel com as rentas pu-
blicas.
Esle projeclo, como ja lite dse, aventado pelo
r. Dr. farro", foi aceito pelos negociantes dela
cidade em 2 I le Miembro do anuo lindo com muilo
enlluisiaanio, e logo na segunda reanillo que para o
mesmo fim conroceo S. Exc. admeno-se uma eorn-
miaalo composla dos Sis. Domingos Rolrtaue Son-
to, Vinnle Jos Gonjalrn da Soau e Joetion-
ralvos de Araujo Vianna, presidida p>r S. Ere.,
afim de dalmrarem os esldlnlof, Com eileita, rom
esla idea ahrio-nos o Sr. Dr. Barros as parlas te
nm lison-eiro fnluro. e rpieira Deoa que em brev
possamoa gozar das vanlagens quo elle nos pro-
melle.
delles nao
lela.
leixam. de ter uma tal
cada. Mas, talvez me pergiinte Vmc, o que vem
ao caso (oda esu historia ? Eu Ihe cont.
lia aqui duas irmandades que festejam S. Bene-
dicto, una no enligo convento de S. Francisco, e
oulra na igreja de Nossa Senbon lo Rosario ; aquella
ialitaloa-n Caramoru. e eata Pcroa ibouvequem
quizesse lorna-laa em partidos polticos, porm nada
cooaegoio). Cada qual capricha para que eja a sua
fesla a melhor, a sobe de poni a rivali lade, que,
quando se celebra uma fesla, os da oulra irmaiulade
iiem sahem ra.
Assim, pois, no dia 27 leve lugar a fesla dos Pe-
roas, que se fez com toda a pompa. Apezar de ser
Car-muii, sadi i noile rnente para ler que Ihe
contar {fica-me devendo eala fineza), c arrastando
as Iropegas pernas, fui ver a illuininajao qoe se ha-
via preparado. A igreja esl cullocada em uma elc-
vaeao, e acompanhavam a ladeira ilnas fu as de fogo
que em cima cercavam o adro, eutrelacainlo-se em
todos os sentidos; com elleilo, de tange a vi-u era
mignilica, e na minha pasraaceira cabiram-ma a
meu pezar os oculos do nariz !
Porm o melhor da fesla do tarde, ao recolder-
se a prociss.lo. Mais de cem prelos, prelas, velhos c
erianras (ludo Pero, esl bem entendido, vem es-
pera-la no adro da igreja, o logo que se approxima
a irnagem de S. Benedicto, agilam phrcuelicamenle
os lencos e gritam adeoa Bino, adeos Bino, at para
0 anuo.
Esta despedida he 1,1o enlhuaiastica, e apinbosm-
se por lal modo na porta da igreja, que dilli-ilmen-
le pde-se romper aquellas massas cerradas de pavo
para recolber o andor, a que deaejam lodos approxi-
mar-se. A' noile houve fogo de artificio, dansa, etc.
Ora, vista dista, que todos os annos se repele, a
(al I Ion ma nao piide conter-se na cada e queria
vero Bino, mas o Dr. chefe de polica, que dizem
er (aramun, arrumou com o carcereiro para den
Iro da gaiola, po-lo a linir com o anuo de Nosso Se-
nhor Jess t.lin-io, e foi no encalco da Florianna,
que pouco depois leve o deaprazer de tornar a resi-
dencia dos culpados.
Ja que fallo no Sr. Dr. Araripe, vem a proposita
dizer duas palavras a reapeilode uma corresponden-
cia ann vina publicada no Jornal eo Commercio,
em qae se Ihe assacao algumas injustas imputares
pela pn-.io e pronuncia do vic-consul porluguez"
de llapemerim. Nao lie com aleivosias e convicio,
que se couspurca a reputajao de um magistrado de
mrito ; cedo ou larde a verdade apparece para
confundir a calumnia e justificar a inleireza de seus
actos.
O arcordao da relacao do Rio de Janeiro, confir-
mando a pronuncia, responde cabalmente a essas
falsas aecnsajdes.
O que Ihe sei dizer he que os refrarlarios de lla-
pemerim, quando viram que a auluridade linha bas-
tante euergia para nao se deixar ludibriar, e bastan-
te atilamento para nao ser victima do algoma mvs-
hlicarao, deixaram em paz a colonia do Rio Novo.
Segundo me informan), o Sr. Dr. Barros pre-
tende fazer uma viagem pelo rio Santa Mana, afim
de examinar os Irabalbos e as localidades onde se
teve estabelecer a non colonia, e leva corasigo o
enuenheiro da provincia o Sr. Dr. Araujo, e o ca-
1 itrio do porto o Sr. Cama, para (irarem uma plaa
de todo o rio, indicando seus aflluentes, os terrenos
que banda, soa extenso, capacidade de navegajao
e melhorainenlos adoptaveis para torna-la mais pra-
inml. De pasiagem S. Ex. pretende chegar villa
do Queimado e de Cariacica, para por si mesmo
urienlar-ae de suas necessidades. He uma viagem
incommoda ; mas o Sr. Dr. Barras sacrifica sempre
aos inltresses pblicos lodas as vanlagens de uma
vida mais folgada.
No du ;1 do correte appareceu aqui um jornal
lillerario O Seinaiiiiriu, com oito paginas, e pro-
metiendo sabir em todas as sextas-feiras : Dos
queira que nao seja um desses fogos fugitivos que
apparecem para logo moirerem.
Da villa da Sorra eacnve o correspondente do
Correio da Victoria : a Se nao luamos ainda com
os horrores da teme, para la caminhamos. Os gene-
ros alimenticios esdlo por um prejo exorbitante, e
de alguns ha grande falla. A farinba de mandioca,
principal alimentado da pobreza, esl a ',is rs. o
alqueire, a carne secca a 8> rs. a arroba, o arroz
nao ha, feijao a .")>I20 rs. o alqueire, e assim ludo
o mais !.... Os nossos negociantes aproveilam-se
desle estado anormal, e vendem na seus alcaides por
um prejo excessivo e descommunal. Parece que
esles homens nao letni uma couaa que se chama
consciencia. a
De proposita, para contrariar o dilado, guardai
a maior noticia para u fim. No dia .1 do corrente
rcuniram-se os vereadores e os eleitores desla capi-
tal para procedercm apurarao das acias da eleirao
secundaria, e verificou-se que com elleilo linham
o Dr. Antonio Pereira Pinta e o Dr. padre Ignacio
Rodrigues Bermude oblido 54 volos; no dia se-
guinle procedeu-se sorle, e ao ler-se o nome do
Dr. Antonio Pereira Piulo alguns nao ficaram bo-
11.ni', nao '
{Carla particular.)
{Idem.)
ou qual impor-| Nao ha noile cm que. em certa roa. rujo nome
I exprime barlaliee, na cateante de ama venda, se i,3o
in-ultar lodos que,
rrcj.'o nesses bi-
Aqui chegou de Santos o Dr. Cunda Moreira. oue 1 reu"a ."'," m,S"lc de vadlos a ana
, .. ,. por nifelicilade,aln passam.l'ina 1
na qualidale de medico veio .... ullebvre,, com o ,iri||,a, ,,.i0 seria KaM
PARAN-.
navegajao
Em verdade, tandn e;|, provincia, alm dos men-
a vapor he a alavanra .lo procrease, lemlirou-se de i rinnados portes, ai., la s do Ro Doce, ..na Cruz,
meamo loteojOes le perturbar a ordem pohlira.
rilleiros, que lormam parte dos SIK1 que ac contrata- I ^'"da bem : Parque a allilude deifica do governo
ram em Inglaterra por parte do governo da confede- de al="ln modo coulrastava com a perfeila (raiiquil-
eslalielecer uma liaba de vapores que ligasse lodo
os porlos da provincia estendendo-e at o Rio de
Janeiro, por meio le uma companhia cem nm fun-
do de 100:0003 dividido cm acedes de 200J ; nesle
intuito couvocou todos os negociantes desta cidade,
e por tal modo mostrou-lhes o proveilo que disso
lliea pnivi.ilia, e o interesase que reaullava pro-
vincia, que urna lodos esposaram suas ideas e pro-
governo 1 curam realisa-las.
rajan argenlina. e que ehegaram a Keenos-Ayrea no
dia lio do me/ lindo, na barn ingiera /tata/./irn,
ublevaram-se e resisliram a seguir para o Paran'.
Parece que para suflocar esla desorden., a corveta
ingiera t/arrier, sarta iiaquelle porto, mandn qua-
!ro linchas com tropa para bordo da HafaUaiv, que
meamo lempo
111.a espritus
Ini,ele que reina par toda a parle, an
que incuba apprebeosdes e terrores
ncl.s susreplivels o fiaros.
I. nao lem 1- lempo para mais.
(Jornal do Commercio do Ro.)
Em seu relatarte disse o Sr. Dr. Barros
bla provincial :
.1 O rio S. Matheos, que depois do Rio Doce de o
mais importante da provincia, tem um galbo que se
dirige para o norte oad.recjao a. Mucurv, alraves-
sando serles ainda boje nao explorado-. sem qne se
[Jora Almeida, liuarapary, Beneveuie, Pinina e
llapapnama, formado" por oulros (aillos rios que
vio esconder soas cabeceiras em serles de uma
luxurianle vegetajao, peza-nos ver que anda boje
ramiuhe com a lentidao de uta doenle em conva-
Icscenja.
Venha o vapor, venda a colonisacao...Mas ta-me
esquecendo do meu dever de chronista; emei.de-
> niosa n.ao c.nquanlo he lempo.
assem- | Na madrOgada do dia de Natal fiigio da cadeia
I desla cidade Floriona alaria da Victoria, pronun-
ciada por ferimenlos levea fe.(os rom lima lainaiira.
Arl.ci-lhe razan, a morada ua cadeia nao deve ser
divertida, e no di.. relebrava-se a taita de S. Be-
nedicto na igreja do Rosario, e sendo Peroa' que-
Paranagua', 14 de Janeiro.
Muila prosperidade nos prometi o novo auno ;
assm qoeram voltar-se as allenres para a lavoura,
e nao liaja indolencia no eollvo do chi e do cafe,
qne aqu produzem com espantosa facilidade, e de
cojos productos se poilcm lirar fortunas extraordina-
ria!, orna vez que o homem eropiehendedor se ca-
pacita desta verdade le primeira intuirn, Je nao
dedique os seus cuidados exclusivamente ao negocio
de herva mate, queofferece grandes obstculos e in-
convenientes, como qnasi sempre se v em amargas
donpces commerriaes.
E no entanto, aperar de todo o risco, e da pouca
011 iienlii.ma garanta qoe oflerece o rnmmercio do
Rio da Prala, continua o avarento a especular com
a congnnha peta falsa eonltanja, qne Ihe inspira se-
im II,ante negocio, ao qoal lem ligado lodo o seu in-
teresse e felieidade porvir.
Ora, a ambijo lem sido .1 penlic.au demulagen-
(e de alio cothurno. Dos queira pois que tao repe-
tidos exemplos aproveilem aos mais Innatos.
Estamos actualmente em uma quadra feliz cm lo-
dos os senlidoa, nao (altam innocentes dislracef.es.
Ja II. dei noticia de am Ihealro particular, qae a-
qui exista fundado pelo iitallipcnlc o honrado de-
sembargador Agoslindo Ermilino de l.eao, e igual-
mente fallei em doas sociedades de baile, aa qoaes
coslomam ser asssr. nncorridas em uaa rcnnies 011
partidas mennes ; agora t|avn dizer-lhc quo temo-
armado em nina raa particular nm modeeto prese'
pe, para o qual franqoea-se a entrada, mediante
nina mdica eflerla : lem.s lambem nm neorama 011
gabinete ptico, o qoal sem exageradlo rivalis em
vistas com na melilotos, que ten appareeido ah na
corle do imperio.
Accresce finalmente que, nns f'-tea lo nalal e doa
rea aqoi ha ateuma inlluenria familiar, a qne ludo
coiilribue para o regosijo geral ita noas populai-an
que mudo rnpelle o espirita de ordem, prograeso e
Iranqoilli.tade.
ignnrde-n com anciedade n carnaval, nn qual a
varedade da mascaras c o nmilo PiqaMIe e burles-
co de trajar, olTereee i e^perlava poblica nm bello
passvlempo.
V. |nr fallar em direrlimentos desn nalure/a, de-
vo lizer-llie que em lia de reis fiudoa ,1conpada
loa negroa, os quaes. com lieei.ea da cmara muni
cipal, sadiram por qoalra rezas a percorrer aa mas
la ridade, em cojas pracas formavem-se, afim de
en. uma dansa m tenerh nnderen domenagem
ao rei congo, o qoal recebc.ido amigavelmenle a em-
baliada do cabocle Cacique, declara a este uma
suena formal, e depois de um ataque porfiado e
renhido. he vencido o Cacique, e immedial.imenle
sulunelie se ao jugo do rei congo ao som estrepitoso
de uma arma de fogo. Dir-se-ha que sSo hordas
selvageus de indgenas comhalendo contra 09 infor-
tunados nufragos, 011 que sio raourus contra lusi-
tanos, ou emlim que sao gregos com trvanos a dis-
putaren) a palma da victoria 1 Pois nada dista de
se nao o festejo de S. B-nc lelo, que tambem poda
ser dicinisada pela tropa de primeira linha, que 110
da II de noveinbro de 1853 aqui desembarcou de
bordo do vapor de guerra Pedro II.
1.1 am (ao prelcs os arrigimenlados soldados, que,
como Ihe disse ui.l.'.o, davam visos de um balalhao
de africanos exportados de Coin, no sombro porao
de alum navio mercante.
Teuhii-o iroportiiDado al aqui com noticias des*
tiluidas de interesse ; permilta-mc pois que n.e uc-
cope agora de odtros asiomptos, que pela gravidade
pharmaceotieo Joaquim Pereira Airee, afim de
clnica nesla ci.lade, onde di/.em-me que >s pesoas
mais aha-tadas colisaram-se para dar-lhe urna an-
uuidade.
Quanlo aos scus conbccimenlos eirurgicos, fico
appellaudo para a aiperieneil.
Poasu, he verdade. lizer-lhe que dando-se om
fado cscand.iloao e barbaio no dia !l para 10 do cor-
rele, fui elle chamado cm companhia de seu colle-
ea o allamao (1111111011116 k.cl.s para visloriar o ca-
dver de uma infeliz mulher, por nome Mara Pau-
lista, victima la malva Ie/,i de um tal Luiz por an-
lunoinasia Ralo, que apellando a garganta dessa des-
granada, poz termo a' sua entienda cm um pro-
fundo guipe destechado sobre o crneo He iuiz
processante o delegada de polica Jos Antonio Pe-
reira Alvea, o qual em sua diligencie apprehendea
o deliuquente, que nao be a vez primeira que he
recolhido ao chilindr ; feilo o corpo de delicio com
as formalidades da lei, deu-se andamento ao pro-
cesso ; resta agora que o jury de senlenja nao o ab-
solva, como fez de outra vez por crime le roubo,
do qual cousla-me que o Ralo Oten a sua honrosa
prolissao.
Os mesarios da santa eaa da Misericordia icabam
de dirigir uma supplica a S. M. o Imperador, al'.m
de, com o valiosiss'mo auxilio le Ua pi e magnni-
mo monarcha, puderem conseguir cm beneficio de
(ao til e carido lotera, cojo produelo seja applicado em soccorro
los desvalidos.
O eslabelecimentode que trato he um monumento
de eterna gloria para seo fundador, o desembirgador
Agoslindo K11.1el.no de Leso, o qoal ha mais lempo
(cria impetrado a grara imperial se residan eolre
na : todavia ja o corpo legislativo volou doas reso-
lujiies em seu favor, e o governo da provincia ar-
bilrou a pequea quunlia de 1:0005000 rs. que ape-
nas servio para cobrir suas dividas, como se v da
upplica.
He para lastimar, com razio, que essa inslituijAo
de pruveilos humanitariamente reaes nao teuha fun-
dos suflicienlea para sua iiiauutenrao Dos que se
lembre dos pobres !
He para lamentar tambem que nao lenhamos na
entrada da perigosa barra desta cidade um pharol
que guie as embarcajiies ajoutadas pelos tufes.
Por lembrar a cenauravet falla de |am pharol, oc-
corre-me partleipar-lhe,qoe rom data de 23 de maio
do auno prximo linde a llnstrisaima cmara do
nosso municipio represenlou contra o capitao do por-
to desla provincia, e levou a soa queixa ao conhe-
cimento do presidente da provincia, em virlndc de
enlullios mandados depositar por aquelle em logar
positivamente prohibido por orna postura da mesma
municipalidade.
He geralmenle sabido que o capilao do porta, ain-
da depois de advenido pelo fiscal da cmara, se
mostrou obstinado, oppondoat resistencia s ordena
de auloriddus competentes, como se collige de dita
representaeao, a qual he fundamentada as disposi-
ees doa arls. II, 12 e 1:1 do regulamento de 19 de
maio de lsiti, e na do art. 51 do citado regulamen-
to, o qual somenle contare ao capitao do porta a ins-
peejao dos laslros, aliui de que nao sejam laucados
em lugares onde possam damnificar e obstruir os
portas de franca navegajao.
Donde se deduz com evidencia, qae o capilao do
porta nao tem direilo a apoisar-se delles, como de-
sarrazuadamente pretenda o desla provincia, de en-
contr rteciaao do governo geial exarada no seu
apreciavel Jornala 9do referido mez de maio. As-
s.m, poia, he de somma clareza que a faculdade que
o arl. l da ao capilao do porto de indigitir o lunar
onde deva ser coltaca.lo ou lirado o lastro nao o au-
pui-a de modo algum a mandar dcilar onde Ihe
aprouver, cora manifest prejuizo do porto e prete-
r jo de formulas.
11 O antecessor do actual capilAo do porto, diz a
representaeao que tenh 1 debaixo dos odos, jamis
deu facoldade a pis oa alguma para descarrogar las-
tros de ara, e fazer quaesquer outras obras no li-
toral do porto sem licenja da cmara, 00 previa in-
terferencia do fiacil. n So isto be eaacto. como me
parece, o capitn do porto carla.nenta que na> lem
aulorisajao para mandar ciitulh r a ra da Rosa,
descarregan.lo all o laalro da barca ingleza IIttjh
Ualment, como com effeito o fez com tarea armada,
posta a sua disposiege pelo delegado eolio em exer-
cicio Francisco Delri Crdenas.
Saiba agora que ja aqui se acha de volla da ua
excnr-,1 a o juiz de direilo interino, o qual deixuu de
abrir o jury tanto 110 termo de Anlonina como em
Morretas, por rnolivos que me ao iuloirarneuiedes-
conliecidos. Na realida.ta he para deplorar qne a
justiea publica -ollra rom a demora dos julgamcntos
e que a innocencia, como mailas vezes acontece,
seja por longo lempo opprimida em consqiiencia da
inepcia de alguns juires forma lores da culpa.ou pe-
la completa ignorancia de rolineiros escrivaei, que
por mal dos nossos peecados foimigam a cada canto.
QaaM dizer ao amigo Ferreirinha que luhslitoa
poroutros os vaporea qup Htao empregados na pom-
posa linha intermediaria ; faja-me cite a vonlade,
que nos tornaremos amigas intimas, c cu irei de
proposito c.'.rle afim de abraja-lo.
O rendimenlo da alfandega vai n'om progresso
espantoso, por onde bem se pode avaliir o movi-
1.lento commercial desta praca ; o mez pasado or
exemplo, fin Ion o auno de om modo assaz anima-
dor, porque o rendimenlo deasa repar'.ieao monloo
a 22:32->?2:i9.
Ainda se conservan) em inlerinidades a parle ad-
ministrativa, judicial e policial !
Sera' pois dillicil culher-se sazonados fruclos de
uma joven provincia nesae estado de cousas.
Regressam agora no vapor Itehnrc com destino a
Peroambuco os Drs. Agoslinbo Crmelino de Lele
Jnior e sua senbnra, F'ranciseo Ferreira Corroa, e
o esludanta Manuel Eufrazin Correa, que sera' mais
um atlilea na carreara da ciencia e das latina.
Aqui fico deaejando-llips ventos propicios e mares
bonanjosos.
A' ultima dora.
II argenta que 1 polica nh-erve o que se pa--
sa no lugar do Fuudao da Boa-Visla. sonde sejuaa
coiisianlemenle, d. que lem provmdo standes des-
ardens : as5everam-uoa que annadnt vv, Cue-
za ou Souza, da o h.rateiro.
Nem por isso.Ouem quizer fa/rr cano da
esgoio para empurrall.ar aa ras e beccos, passeie
na Boa-Viaia, aonde ha beccos que lem dou, e ate
menso na prara.
A fabrica de sarapaa do Campo Cande conti-
nua a Ir.balhar Harta. Muitos .grade, tac. deven,
estar, a quem a r< nsrule, os donoa dos escravo>, cu-
jos sitio confinan, com aquelle lugar.
JCon.ein que se mande a um moleque, qae
vende Ugfaeutfe alar com esse lamber qae nao ,
imita os taques militares, como atormenta a paci-
encia publica.
O paquete a vapor brasilciroJnSan-Salvador,,,
vinilo dos portea ,ta ,u|, irouxe a seu oordo, para
esta provincia, os aegniatea passageiroa:
Jacinlho de Medeiroa Come, Manoel Correa Ca-
bral, Jos Luiz Ferreira, Frederico Hume F110
Moreira Bastas. I ev- prae e am esersvo a entregar,
Frederico doa Reis, D. i,,i. p, at Canda e uma
criada, os alteres Demetrio (usina.) Coelho, Hora-
cio (jsenle Coelho, Jaaa Baplista Hispo, Joac B. do
Espirito Santo e J' a.. Jacome Nogotira, Jlo da
Rocha dos Sanios Jnior, Agoslinbo Ermelino de
Lea o, ua enhnra e II escr.ivo, Paul Rrt, W. ||a-
lli.eu Pierre Cames, Antonio Jos J iige Vateule,
Maria Joaquina da Cnnceija, Meiho.lea Ro Avel.no Pereira da Cunha, Jos Antonio dos Sanios
A., M. I'.tu ..me- da I. .ta Santos. Joao Piulo Da-
mazo, a ala tirona do estado maior do oilavn bala-
ll.au de infantera, comandante o coronel Luiz Jos
Ferreira, 12 olliciaes e suas familias, Antonio Luiz
de Barrar, Manuel Filippc de Saoliago Jnior, Vi.
cene Ite7crr,i Motile-Negro, Anlonio Jos Alaes de
Bnlo, Maria Dorottia Vieira, D. Maria Joaquina
da Conceirao, I). Anua Ferreira, Jos Joaquim da
Oliveira, Fortnalo da Rocha e Silva, Candido
Francisco Soares, tenenle-coronel Paulo J. Telles,
Manuel Antonio Ferreira Jnior, Jos Cuedee No
gueira, Matdildes Maria da Conceijan, l.lvmp.o
I-. ./-loo A. lislvao, Aagaala deSa e Alliuquerque.
I.u.z Lucas Correia, Jo-e Joaquim Honrad.>, Anlo-
nio de Moura Castro Sergio, Vanaran Francisca
Alves, Anna Joaquina de Lona, Rosa Alexandnna
Cavalcanli de Albuquerqae, Maria Cesara do Bun
Fim, seis escravos dos olliciaes do oitavo balalhao.
Para a Paradiba : Flix Jos dn Sacramento
Ramos, ex-prara.
Para o Rio (irande do Noria :Dr. 1 irm.no Ju-
s Doria.
Para o Ceara' : D. Rosa Eofrazia da Croa e
uma irma.i. Anlonio de Souza, ex-praca.
Para o Maranhao :Guilherme Eduardo Corles,
Jae.nlho Jo-c de M ce,l e dous escravos.
Para o Para' :Mejor Carlos de Morare Camisln,
load Humas Finmas, altares Silverio Jos da Ooz,
Hilario Jos Anlnnes, ex-praja Libanin Jos.
Hoiilem aporlou a esta cidade a actriz l.al.n-
ella Deveccbv. que vero escriplurada para a enmpa-
ndia do Sr. .Ii.au Caetano dos Sanios ; o qoal lirn
n Babia afim de assistir a om baila, que Ihe f.u t-
ferecido naqueii., cidade.' O vapor Thtutonia que
hojate enaaMa deve aqui rliecar, Ira-lo-ha.
O vapor de guerra Beberibe, recoiidozio a esla
cidade o Exm. Sr. leneiita-geoeral commandanle
das armas, que havia ido visitar o presidio de Fer-
nando. S- Exc. reassumio o commando das ataan.
A fortaleza do Brum e o brigue-Larea /(amaracn,
lizeram as honras do eslylo.
Hospital de Candado :
Dia I. 71 doenles.
11 2 71 1>
3 69
At amonh*.
KEPARTIQAO DA POLICA.
Oceurrencias dos dias 1- e2 de Janeiro.
Foram presos : pela subdelegara da fregaezia
do Recite, Vicente Lopes de Oliveira, Maria tana-
ca Y.anua do Eapirilo Santo e Senhorinha Maria
Francisca da Conceijao, todos por hrira.
Pela subdelegarla da fregaezia de Santa Anlnnln,
o purtuguez Narciso Jos da Silva, por desobedien-
cia.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vita,
o relo escravo Juvenci, a requerimento dn res-
pectivo euhor, o francez Benoir Jnior e Alexao-
drina Maria la Conceieao, por desonlem, e nm io-
iliviluo que recusuu dar o nome, por suspeilo de
ser criminoso,
O subdelegado da freguezte da Boa-Vista refere
em oflic.o desta dala, que no da |- do correnle no
adro da isreja da Soledade foi gravemente (eruto
com tres tacadas, e se acha em perigo de vida F'ran-
ciseo Manoel da Piedade por Manoel Franc.ro ,1.1-
Neves, que rouaeguio evadir-e. Sobre este facta ca-
la aquelle subdelegado procedeod.o nos termos da
lei e empregxiido a. mais activas providencias para
" pri-ao do criminoso,
O delegado do seeundo dislriclo desle termo lam-
bem refere por oflteos de 20 e 30 de Janeiro lindo.
que no da 17 do mesmo mez foi encontrado na es-
trada de Santo Am."..., conlronte ao engenbo Cavilo
o cadver de um iudiviJno morador 110 referido 0-
genbu debaixo de um carro qua estafa virado,
arhmido-se o dito cadver com o crneo esmaga lo.
fc. que no da 211 do d.lo mez de Janeiro foi encon-
trado em terraa do engenbo Bulhes, dentro de um
barreiro o -adaver de um pardo ja em estado de
putrefaejao, que se diz ser morador na cidade da
Victoria e que vinha a manila 1.. da coronal T.bur-
(ino. sendo que da estara a qoa se proceden, eo-
nbeceu-se ter sido elle a-ass.oa lo por se Iba en-
contrar aliam. do peitodireilo um tarimento. Jade
esles tactos cava o mesmo de.egado procedeudo as
diligencias ordenadas na lei.
Foram presos pela subdelrgacia da fregaezia do
Recite, o marujo hespanhol lleuriqne Serr, a re-
quisicao do .espectivo cnsul.
Petasubdelegacta da freguezia de Santo Antonio,
o preta escravo Joaquim, por fngido.
E pela subdelegada da fregaezia do Paste da Pa-
nella, os escravos Manoel Adolpdo e Manoel, por
serom enconTrados as 8 horas da manhaa.
O delegado do lerrao da Escada, refere em odian
de 20 de Janeiro lindo, que na Urde de da 17 do
mesmo mez no engenbo Irmaiulade, pronriedade de
I'heudosio Jos ds Silva Lins, am escravo de nome
Bernardo, qoe estjva m servico de moagem entra-
ra inesperadamente na casa do engenbo e dirigin-
ta-se a uma escrava com quem era casado, qae se
empregava cm meller canas na moeoda, apunti*-
loo-a morlalmeule e daveodo esta depo.s deferida
procurado a casa do senhor, sempre perseguida pelo
aisassino, abi expirou, tendoo mesmo assatsino aea-
badodepratisar igual allentadoem um pnore homerr
uleiro morador era Ierras do dilo engenho qoe fe-
lizmente e.capn ; depois do qoa o criminoso foi
preso, mas evadindo-se appareceu no dia seginntc
morlo em caaa de om morador do referido engrudo.
sem se saber com certeza se a morle f.ii natural co-
mo pareca. Sobre este tacto licava aquelle delega-
do procedeudo aa convenientes pesqoizas para dr-
cobrimenlo da verdade e proceder no termos da
lei.
Nesta momento ebegou-rae esmffos o prolaleo fei-
pelo conaelheirn Zicharias contrae que eo disse
na minha ultima caria acere a,da friera com que aqoi
paasou o da anniveraario da installajla da pro-
vincia.
Lonvo mailo o zeta desinteresnado com que S.
Exc. nao se deixa esquecer por esla provincia, e
mesmo a fan cm que elle resiste a prepotencia que
sorveu o seu nome no voiices doa circuios. *
Mas poda S. Btc. (er reeommen.iajes do gover-
no para que a capital fosse Coiiliba ". podia mesmo
nao satisfazer aeoao as conveniencias publicas, sanc-
cionando a lei provincial que declarou ea cidade
capital da provincia ; porem aeda dislo be molivo
pararepellir a inainuacao que nao aei e.n que exis-
to de altr.huir eu essa frieta aquelle aeln.
Descanse S. Exc.. nao se afadigue; n bom pora pa-
ranaeuse ainda ha le volar no seu nome em alteneao
a ler cu.npridi.as determinajdea escripias do gover-
no geral, ea ler aaneeionado a resotacSe da asaem-
bla provincial que designon a eapilal do Paran'.
(Caria particular.)
\fdem.)
PAGINA AVULSA.
CDQ ;ri
Hontem clamamos por providencias municipacs
contra as immundic.as charros, gneros corruptas c
animan em pulrefarrau, que exislem nesta cidade.
pur causa da febre amarella que em nosso porto
larra.
Nao s,lo so oa .i r iliilies dosul que e urnao de
esplendor nos dias santas e domingos, os do norte fiauj-im qoe timbea
lambem, com menos aristocracia e pompa que elles, I superior.
VBffl festejando seus padroeiros. No da 2 do corren-
le leve lagar, em S. SebastiSo, em Oslada, a fesla
de Nossa senhora do B un parlo ; esteve a igreja boa
e bellamente ornada.
Domingo deve ler tusar a fesla de N. S. da ('.ui-
Ceijlo, patrona de ameno Beberibe.
O respeilo aos mais velhos be um lever de to-
do ; aquelle que o olvida, por cerlo, nenbuma edu-
raPiartis ge Vctnambuco.
O vapor S. Salvador, vindn dos porto-a do su,
trouxe-nos jornaes do Rio ale 2-1, da Itahut al :il r
de -ergipe al 10 do pastado, de Mare al- I dn
correnle.
Por decreta de 211 de novembro pasalo teve mer-
c do habito de S. Bento de Aviz, por enriar mais
de 20 annoa de servido, o cap.ta.i I.......10 Manitva
de Ainorim Ransel.
Furam nomeados secretario ds provincia de Mina
Ceraes. Olympio Carnairo Virialo ( al la.
O conego Feliciano Jos Leal, fui aaaaaanaah no
lugar de secretario do governo de Garran,
Concedeu-ae o habitada Aviz do' maj-r Seirio
Marcoodes de Andrade.
O escrivao da alfandega do Kio Cran.lc .1.. Norte,
Jos Joaquim de Freitas Filho, foi mandado anata,
como a.ldido, na da c.'.rle.
Por noticias de Minas-eraes, ronlava ana a re-
Sallado da elen-"i 1 do dcimo primen" dialrirln I il
da- eia : depolado, Dr. Aanslinho J. F. aVctea, <
siipplenle Dr. Joa AIToiko Dias de Besen.
l..'-e no Crrela M-rcanlile
Corria hontem que o presdeme do Amazonas m
ser deinillido. Faltava-e no Sr. Wilkens de Mal-
los para s*u ueces.->r, como compenac5o l .*, ., p,
derrotado na eleicao de depulado.
a Mas parece qu- o uoineado para o Vmarnn.os -e-
r.-i o Sr. Angelo Ih.inaz lo Amaral, qne parti h
pean lempo desta amia para ir lomar cania da are
sulencia do Piauhv.
n Ouanlo ao Maranhao. acredita-so. eamn n li
sem.is. qae o sol,-Ululo ,10 Sr. ( rnr. Machado era
,-r. Magalliaes I .equea, caso S. I r. responda a(-
tirinalivamcnle ao rouviieqiie Iba darieie n lainna
Para o lugar de ajudanle-seiirral do e-.rrilo d.-
zia-se a principio qde n,io intuira a pateada, 1 -
sena nome ido o Sr. Manoel Felizardo. nn .. Sr. '.
ronvino Iranciscn t;.ie|lio, 011 o Sr. Ilellegar.lc
baje aahe-aa paan certeza que ser o Sr. bar
M
ds Mi.uhv. A vaga do ominando superior da guar-
da nacional da corle st' preenclilda pata Mr Manoel
Antonio de Fonaeu Costa, e nao pelo Sr. Pulv.lnm,
como correu a principio.
" O Sr. liaran de Soruhy ervio bem na gaarda
larional. Os precedontasdoSr. Fnnian Cau. j
sera' um digno ominan lauta
r Foi honlem colln ". como Imitamos annoii-
eiado. a cabe elctrico aobnartnhe euire acidada
e Malla.
O apparell... eslava armado a barata do vapor
Xitherohl jue lamo., lo arsenal de in.un.lia a li
doras la ...nh'i. O Vap, r il.r.ii.ne para a Sao.te.
on le vai l.r 11 fio aere... que rninniunica romo
i|aarlel-grneral, e d'ahi se r.miflca para S. Cbrsa-
carao recebeu, quando nao, deixaria de dirigir-Ibes i lorio a para a liversaa secretarias le estado
in.ullos. A's 10 l|2 bnraa lar-ou o \Uherohi rebocado
Ha pouco- dias foi atrozmente injuriado um po- [ palo vapor Santa fin:, laquelle ponto, comejou o
bre velho, que pasnva Iranquillameule pela roa Di- : laucamente do nbe subinarlnlio.
reila. Ini lal fapuruna, mojo de eliicaj.lo illiba-I Durante o trajela coirespondeu-se o vapor
da diz elle segu.o o por mais de urna hora a 1I1- com as diversas e-tari'ies da ridade, sendo as pe-
zer-lhe dicterios, indignos de um huinem que
prez i de civllisadn.
O deeoo public.i deve ser reepeitado por quem
quer que seja. As auloridades cuinpetenle. deven
zelar para que elle nao seja conspurcado unn um
momento.
guulas e reapaslaa lerebi.lss com a rapidez exieida
pur aesa marav:lhoa invenjao. A' uma dora a viola
e um minutos roeebee n XtAeru/ii noticia la ru-
gala do vspoi rraneei Hiede /.yon. A' deas do-
na e Ir- quaitus la tarde fundaava o Ai/ArroAi eni
frente a Maua, e peuco depois eslava amarrado o
rVIUTILADO
ILEGIVEL
- .- .


I
DIARIO DE PERNAMRICO QUINTA FEIRA '.DE FEVEREIRODE 1837.
cabo na ponte do camiiilio le ferro, e recebiam as
SSlacOei ila ciJaile eisa parlicipacao.
ii Acliavam-so a bonlo do Xitherolti oa Srs. vice-
almirante Marquen Lbfeea, I)r. Guili crine de Ca-
| dii'.-m i, varios ofliciae i da runda e do eiercito. 11
Na I!iliia falleceu no dia 17 ,. epullon-te no im-
iiiedidlu o mijor reformado Manual V. Machado.
(rasiava, nos navios fundalos no porto, a felire
amarella cum iLunn ihtensidade.
No dia 21 do panado o Sr. coronel'l). Braz Bal-
llfazar da Silveira solTreu, is 10 1|2 horas da noile,
nina horrivrl punhalada, que, traspassantlo-lhe das
costa no lado esqoerdu, sabio Ihe na freulc debaiio
do braco, com grande derramamento da janane. .V
ferida foi bastante larc, e feita por mAo firme e se-
gura. A este respeito dii o Jornal da Ilahia:
i Vnllava o Sr. coronel 1). Brat da casa do Sr.
desembargador JuuquHra em S. Pedro; ao p.issar
pela ra da Lapa, defrnnte do boceo, da fonle do
Coqueiro, aentio nos costas urna grande panrada, e
nao vendo ninguem, suppor. ser uina pedrada : ca-
rril nhou 3 mi panos, tombuu e esteva a cahir ;
com algum esforz seguio un- 30 passos, mas seii-
lindo-se enfraquecer, paroo defroute da cana do Sr.
Tiburcio Teiieira de predas, e pedio a uns indivi-
duos que alii eitavam conversando na luja do sapa-
teiro Boaventura que o levassem ate sua casi ; nao
o reconheceudo, recu*aram-*e, mas crescendo pru-
porcimidlineiite o seu desfiillecimenlo, foi senlan-
do-se na orla do passeio at qae dfilou-se ; entao
reparando elles, dirigirain-se para o ollendido, e
coiifiecendo-o, conduriram-o a loa casa, onde sobre
a cama c despido se vio a grande ferida e n sangue
que em borboles saltava ; laparain-lhe as feridas c
foi-n a pressa chamar mdicos, coniparecendo logo
os Srs. Un. I.essa, Rodrigues da Silva, Soma Sel-
las e Soma Vellio fllho.
a Applicaram-se as compressas do costme, mas
por muilo lempo o sangoe corria em abundancia, e
o pulso conceiilrando-st minio, o* mdicos o decla-
r.iram em eminente perigo ; confesou-se e ungi-
se pela madrugada, mas honlem todo o dia pasou
sem novillada ; ha atonas esperance de que subre-
viva So horrivel desastre.
i< Fez-se curpo de delicto e procedeu-se a diver-
sas diligencias ; nao se lera par ora colhido resul-
tado algum.
ii O assassino no deixou o inslrumeolo, e nein
foi islo se quer pelo ulleudido, que ale o momento
em qae o despiram, soppaulia Icr soflrido urna pe-
drada.
iN'So se labe a que -(tribuir esc crime. O Sr.
coronel I). Braz goza de quasi geral eslima ; niio
tem, segtiudo inesmo diz, inisaiges, e na sua ularle
tao avanzada, de mals de SO aunos, s o requinte
da malvadet;. far-lhe-hia pasear por 13o amargu-
rado transe. *
O Sr. Ur. chefe de polica proseguc com empe-
nho no descobrimento do criminoso, e pra/.a aos
ecos seja elle captmado para exemplo de qoem
quer que tema a seguir a escorregadica senda do
erime.
i Cada dia se loma mais sensivcl a falta ra illu-
mmacAo a gaz ; a luz atogenla o crime ; as trevas
o abrigan) e animam-u.
i Nessw mesma rua da Lapa quantos beccos e e-
calinhas ha que se preslam a commodo escondrijo
de ura assassino ou ladrao ? !
a Algum dia a (eremos, e enlo se conheerra
quanto he praticameiile verdadeiro o que dizemos.
O presidente de Sergipe tinhn visitada a cidade
da Estancia, ultimo ponto nolavel da provincia a
que Ihe fallava ir.
O jury de Ilahaiana ahsolveu, por oi'.o votos, um
dos cmplices da tentativa de inorle na pessua do
coromandanle superior Mauoet lla\ mundo Tellei
do Menez.es. Cansn geral espanto esie olsarnentu ;
o alien.li lo appellou para a relaciio do districlo.
ii As eleires tanto geraes como proviuciaes, se-
gundo diz o Correio Ser/fipmtt, concluiram-se na
atoe serenidade e paz possivel.
ii No amanhecer do dia 30 do passado bnraram-
se do briguc 51' lasa ao mar > pretal all deudos
cora destino ao Kio de Janeiro ; do brigue seguio
logo uro mi", e ple-se tomar um ; o outro quan-
do o bote se apronimavo, mergulhava e alinat des-
ippareceii, e no dia 1. do frrente deu a costa j
em pulrefacco om ca-laver qae se suppde ser o do
pelo, que se ua > pote salvar.
i tvo dia 31 do mez lindo pruceiteu-se o recen-
searocDto das caitas da Ihesouraria provincial, e ve-
rilicon-se que no priroeiro semestre do crtente
ejercicio se erreeadoa 195.5291198, inclusive ris
lil.;"u'iylS de saldo e movimentos de fondo do ejer-
cicio Iludo, sendo receila ellecliva do semtstre
I3ft953JI71. '
lie a maior rrceila que a provincia tem apre-
sentado ale O presente no I." semestre, que nao he
di pujanca da renda do assucar.
Ora, as receilas dos segondos semestres dos an-
n > anteriores etcedein quasi sempre a dnos tercos
da dos primeiros semeslres, lego podemos sem re-
Ciio de erro es verncio eire lera de l>e Macei nada ha dinno de menrflo.
Achdvam-se a carga para esle pono, no Kio o pa-
tacho iil'amega e a polaca /elosa lli>.
Sahiram, para este porto :
Do K'ii, IS, o brigue purloguez lio- Amigosn,
a iviiaca hespanhola Paulan e o brigue uFirraan; a
SO, o brigue Almirantt, e o brigue hespanhol
"I' quele de Tarragona ; e 22, o patacho portu-
guez Alfredo.
O Babia, a 17, o linio aCorreio do Norte ; c a
23. a ualera hespanhola allerman Cnrtez.
Chogiram, proce lentes teste porto, a'Baha, a'
21, barca sueca Bloomer ; e a 2.">, o vapor de
guaira inglez o Virago.
0 vapor sardo uTheulor.ia devia sabir para esle
[Orlo no rtia 1. do crrenle.
O Franc-Cumtois naolinha dia marcado.
Enlrou honlem nesle porto, vindo de Soulbamp-
ton, o vapor roercanlil Cell ; e nos obsequiaran)
ci'io dous jornaes inglezes, o Timen de 12 de Janeiro
e o /epress da mesma dala, trazidns pelo referido
vapor.
Segundo as duas gazelas,parece que a complicacai.
. entre a Suissa e a l'ru-sia se resolver' de urna ma-
ueira aroigavel.
Diz a Indepenieni-e que brevemente se rennirn
nuil confereucia em Londres, com o cnnsenlimculo
da l'russia, para aregulor urna desistencia dos actos
d<> cougressode Viennan'oulras palavrae, para
approvar a soluto da queslo sobre o Ncufrhalcl.
A Suissa sera' representada nesta conferencia.
Uitiiit, orgao semi-ullici:sl do cumelbo federal,
contem o artigo segiiiule :
u A Franja e a Inglaterra propozeram condicoes
a' Suissa aserta de om ajuste pacifico sobre a ques-
tlo de Neufchatel, e o eomtlho federal suis-o re-
.- dveu uuanimeineiilc que estts enndiees sao acei-
laveis.
El-rei da Prus >eofchalel fosscni sollos sem eandicjki.
da que nada lias parlicularidades do ajnsle seja con-
trario a' independencia de Neufchatel, e a Franja e
a Inglalerra da nos a garanta certa de que, depois
dos prisioneiros serem sollos, el-rei da l'russia re-
nunciara' Indas as suas prelencos a Neofrlialel, e
q le a independencia completa de Neufchatel de
qialquer laco esiraugeiro sera' reeonhicida como utn
negocio de direilo publico.
Depois de ser poslos em liherdade todoi os pri-
sioneiros, iisiro como os acamado*, que nao ct.lo em
custodia, deixarao o territorio suisso, e permane-
cerAo banidos da confederacilo al que el-roi da
l'russia lenli.i formalmente cedido Neufclialcl.
O imperador dos Franeezei nos assenurnu ha
lempos, que assim que pnzernins em liberdade o
prisioneiros elle empregaria lodos os seu< esforros
liara obter a renuncia de Noufrliatel da parle de cl-
lei da l'russia.
u Presentemente assevera que. apena os prisio-
neiros forem poslos em liherdade, fara' com que a
independencia completa de Nenlchalel seja reconhe-
rida.
ii Ao principio, n imperador Napnlean dteeiava*
prestar-uos e.t serviro por si so ; agora Ta-lo de ac-
canto com a laslalerra, e podemos asperac que a
Au-lria e a liom adhiram a' reqoificao,
i: A Franca e a Inglaterra garanten qne a Prns-
ibi suspender iuinindiatameute qaalaaer domons-
traciio ;imeajadora contra .i Snlsaa, tionsiiteamos
estas condiees honrosas paro a Suissa, c tennis para
ni qoe o poto suiso Picara' salisfeilo com Has. ii
A Stdue, nutro jornal de It-rne, de opini"" liim-
Ifni radicaes, diz o eguinte :
" Al proponas .lo Franja p da Inglaterra sin
.iceilaveis, porqoe a< garaallM dadas por estas po-
encias s.lo eqiiivalentes a'l garantas prncedenles Ii
ertaiiienle na propna l'russia,'.lo ln claras 1:1o
posiiivas, que riinsliliier-i para a Sui-ia nina garanta
1 io certa como s vleMOB He Berlim. <
.* cmaras pienioaileiu foram abcilas a 7 de ia-
-letro, c nesta neeaarao el-rei da Sardonia proferio o
lisearea aegainle :
" Ja. seiiioures,oo|.,ii3,los.
va uliima vez qne ota achei cnlre /' para
iibor ;..*. paand,, om, r)ui|e n,.i,:, |.,.
fardel., i niU P||a orna parle
t* vosso eveinto a-*siin
applautos mais enlhusiaslicos. Sir James Unisn,
o iinniitro inglez, e os ministros da Franca. Itussia,
l'russia e Blgica, e lodo os nieinbrus do corpo di-
plomtico, se achavam prsenles.
Ai dalas de Pars alcuumii > <> de Janeiro.
Pelo vapor Byumli, da Unlia de Marselba espa-
llioii-se nesla cnlade o Inste boato de qoe o arcebis-
po de Paris- linlia sido as'assinado por um padre,
em consequeuria' de una queslu acerca do dogma
da Virgindade de Mara Sanlissima. Nao assevera-
mos a veracidade do motivo, mas o que he infeliz-
mente rerlo he qoe loi inorto no dia :1 do passado
por mu individuo chamado Verger.
Eis aiiui o que a este respeito diz o corresponden-
te do '/imc.s- em Pars :
ci O assassino Vencer foi transferido de Mazar para
a Concicrgerie. Ella' incommunicavel, e he vigiado
ii .ile o dia, para impedir que se suicide.
n Sendo pcrgunlado se havi i escolhnlo um advo-
gado para defi-mle-lo, rei......leu que n.lo precisava,
e que eslava preparado para defender-sc.
i Dizem at que aiueacou fazer reveanles toes
que necesariamente Ihe grangeariim n peniao.
A legislaran franceza nilo permute que um ho-
rnera seja pronunciado sem ser defendido por um
advogado, e, que quaodo um preso recuse Hornear
advogado, o tribunal noraea ex-ollicio om advo-
gado.
Neste caso, o presidente escolino M. Nocen)__
Saint Laureus. O julgamenlo leria lugar uo dia 17
de Janeiro.
Oatamle do arcebispo de Pars lem a imcriprao
seguinto :
o Esle alando contera o corpo do illuslrissimo e
revcrendissiiiio padre Marie Domiuique Auguslc Si-
boor, arcebispo de Pars, senador, commendador da
imperial ordem da l.egiao de Honra, e da orden
de S. Mauricio, e S. Lzaro da Sardenha ; morto a
I de Janeiro de 1857, ni Uado de til anuos e
mena,
Na llespaulia uilo liavii occorrido novidade al-
guina.
A lesslu das corles porluguezas foram abertas no
1." de Janeiro, por el-rei I). Pedro V. em pessoa.
Sua magostada anuencia no discurso de abertura
qoe Portugal scarhaem paz com n resto do mundo;
a conclu-ao de um tratada com a Santa S a respei-
to do padroado real no Oriente; a se congratula com
o paiz pela mauulenrjao da tranqoillidade,moment-
neamente perturbada na capital em cousequeuciado
prego elevado das provises
O discurso real alinde s devaslaces do cholera na
illia da Madeira, e declara que aprecia admenle o<
sei vicos importantes que a gencrosidade do povo in-
glez prestou aos habitantes da ilha da Madeira.
O discurso real, que he de ama ezlensilo conside-
ravel.loca na inslruccao publica em Portusaleemou-
tros objeclos de interesse local. Entre oulras coosas,
anuiincia que um projeclo sera' submetlido s cma-
ras, relativamente a' estrada de ferro projeclada at
a fronleira hespanhola.
t) discorao de S. M. exprmeos seos agradecimen-
los aos governos da Inglaterra e dos Estados Unidos
pelos soccorros preslados por elles aos habllEiiles da
Ilha de Cabo Verde, e conclue annunciaudo que o
ministro das linancas brevemente subinelter*' as cor-
les o "remenlo para 18.YT I88.
I'elo raesino vapor entrado honlem soubemos que
o Tainar havia sabido no-dia 0. Diz o capitao que
em eerla distancia .le Soulampton encontrara urna
barca de salvadlo, chela decente, e em que ia o di-
rector da Companhla Real Soulhamplon. Nao asse-
vera. mdssuppe que o Turnar havia soflrido algu-
ma avaria, e que a gente ennduzda pela barca de
salvaco eram os passageiros do vapor que vinhii
para o Brasil.
/ Seja como for, a grande demora desle paquete,
que'lie um dos melhores que navegara para o Bra-
sil, lem causado grande inquietadlo. Den permit-
a que se nao confirme a noticia dada pelo commau-
dantc do Cell.
das, comluzio o segoinle : 3,150 saceos com
17,2.iO airobas de astiicar.
I.iverponl, brigue inglez Joshoa \ Mar), de
:l"i!' lonelada, condoli o segoinla : 12 toneladas
de ossos, l,7.i() saceos com S.7.J0 arrobas de assucar,
l.OM saceos algonao.
KECEItKDUIA Dl RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PKKNAMBUCU.
Kendiinento do dia 3.
dem do dia 4
CONSULADO
Rendimento do dia 3. .
dem do da i .
89-29760
1:I.1S:1I'.I2
2:0:;i-7>2
PROVINCIAL.
carac'.
S0l!lj2l
1:209(833
I2:229;2J
BUENOS-A VRES.
It de Janeiro.
" Pouca animaeao lem hvido no mercado de g-
neros de armazem. Os compradores pareeem nao
querer entrar em novos compromisos pela escassez
de moeda rorrenle.
o 0 mercado de assucar liea frnuxo. i eaixai do
lira o ni novo, pelo uConceij do Ido de Janeiro,
realisaram (W? r.; 22 do maseavo, a .V)s rs : 32'.M!
barricas de farinln superior a' bordo, !l l|S|idla-
ces.
ii Pelo ctClementina, do Rio. 2VI barricas do a--
ittear mascavo iijvo, a .'1II7 ; IVI saceos de nozs do
Chile, a 539.
No mercado de gneros de expotlaclo ha de-
manda de todos os gneros, parlicolarmenla para os
couroi seceos, que leein sub do, e licam era alia.
Tem havido varias vendas de carne. Os saiga-
dores Irabalham com grande activilade, e graadei
contratos se lem felo. De carne ven leram-se (MO
quiulaes a (i ', palacdes e 8.IHN) a (i 3|S palacoes.
Ooeas de ouro.330 a 330 ',
o Cambios.Em alia ; obre Londree, 71 s. por
onca ; Paris, 90 frs.
a Chegon a Monlevidv o va;or aoanebara* no
dia 13 do crranle, no dia 9 a fragata Indefali-
gahle, o vapor iRilieman e a barca u>leodonja
II.
0ttt&p0t&tncia.
rio 2 de Janeiro.
Colaics o/ficiaet da unta dos corretores.
Cambios. Londres : 28 d. a 90 das.
i I. un. u un : 630 rs. a 90 das.
Pelo presidente, .fimo Sccerl/iy da Silra.
Pelo seerelario, Jone' l.aznrij..
As trausacees em cambio sobre Londres foram
boje regulares, e geralmenie ao algarUmo cima co-
lado; h'veu io porem oulros a procos, a saber : 2>
7|8 e 27 3|i d., sendo os pacamente? a prazos mais
extensos. O governo lomou 25X30 a 28.
Sobre Damhurgo orea a quantia sacada neslcs
dons das por rei.n.in marcos.
r'relou-se Ii inlein una galera norte-americana
para New OrleaOI a 50 e. ; boje Iralou-se um bri-
gue dinamarquez para o Canal, devendo carregar em
Santos por 50),
As vendas do caf hoje oream por 3,000 sacros.
Devenios acresceular que o mercado dos vinhos
Icm-se tornado muilo animado uestes dous das, poto
que as Irausacces fcilas nesle periodo oream por
1,600 pipas. '
[Jornal io Cominercio do Rio.;
X,
Segn oestes das o palhabole Soliralcn-
soa ; recebe carga e passageiros : trala-sn
enm Caetano Cyriico da C. M., na rua da
Cadcia do llecifo a. 2.
Para o Kio de Janeiro sali no dia 8 de
l'evBiciro a nova barra Recite, dn primeira
marcha; >recebe carga miuda epassagei-
ros, para os quacs lem i-spat-osns e acetados
commodos : a tralni com Uanocl Francisco
da Silva Carrco, na na do Collrgio n. 15,
Icrcciro andar, 011 a botdo com o capitSo
Manoel Jos Ribeiro.
Para Lisboa pretendesahir coro a maior
brevidade a barca portugueza CratidSo :
quem na mesma quizer carregar 011 ir de
passagem, trate com es consignatarios TI10-
mn de Aquino Fonsecatu Filho, na iua do
vigario 11. 19 primeiro indar, ou com o ca-
piUo na praca.
Para a illia do S. Miguel, o brigue por-
luguezOliveira, tem piomplo quasi lodo o
seu cariegir.ncnto, c pretende sabir uestes
quinze das : quem pretender carregar ou ir
de passagem, podera eutender-sc com Joo
TavaresCordeiro, na ru da Madre de heos
n. 36.
da
V
-'i
9

Fspera-se do sol e segu para Europa al o dia 6
de fevereiro punco mais ou menos, o vapor ham-
bargoei THKUTON1A qnalqier inl'nrinae^o com
os agentes N. O. llieber C, riada Cruz n. i.
Freta-se para o Rio| Grande do Sul,
1$ uc nos-A y res 011 outro quatquer porto do
se em porcao < i ratalho: na livraria
praca da Independencia ns. 6e8.
.''..'''.."*"'. '_.'- *>. ... -,l^'. ",."- *- -
O Di. Pedro Antonio Cesar, -_;
medico pela Faculdade de .Med- -,,;
citia da Babia, leudo cheijado a es- v-
ta ciddde, participa aos seus ami- '.['_
goseaopublico desia capital, que 'i]';
esla prompto pora exercer as &
funcedet de sua proissao, < pode .;
%} ser procurado na casa de sua re- '
~j$ sidencia, a' rua Direita n. 100, 0
Q secundo andar.
: a pobreza tem cnsultisgratui-
Q tamente, das ti a's 9 horas da
-;_;. maidi'ia.
!'."-j ". -'\ '' -, y- "--.<''. ...... ..,.**'
W'..-" '.-'"..." V..""i.r J '..' .\..':.?':'J'-. >',.";'..?
!) Ciementina de Moraes Sarment
declina i|tie nao pagara' mais, seja que
objeido eonliado
a pessoa sua enviada, senao se llie apre-
seutai ordem por ella escripia e assigna-
da, emque pecaesseobjecto : continuados
abusos a obrigam a fazer esta declaraco.
BOCflERIS FR1MIISE.
KUA l)(j TRAPICHE
II yaura toutle jour d
bueule et de mouton.
AtOGUE FAJCEZ.
RbA l) TRAPICUE N. .
Tera* todos os das carne de iioi
carniiio.
O abnixo assignado deixotl de ser cai-
xeiro do sr. Francisco Uolellio de Mendonca
desde o dia 31 de Janeiro prximo lindo, e
agradece ao inesmo Sr. lodo o bm couceito
qU fez dede durante o lempo que foi seu
caixeiro. Ai.tonio.laciullio dc.Me leiros Dulra.
.N. 'I.
la viamli
le de
e de
Comarca de (oianna, 6 de Janeiro.
Na povoacao de Nossa Senbora do O' acaba de
acontecer o seeonle facto :
Exista nessa povoaeAo um prelo liberto, de nome
Manuel do Tal, casado, com urna parda, a qual en-
Iretinha relajos! illicilas com o escravo do profes-
sor Vrenle Ferreira Coelbo, de nome llallhazar O
escndalo desse crimino commereio era lal qne de
publico recebia Manoel os maiures ataques lano de
Ballhazar como de sua propria moiher.
H-'-cjanlo euteelanlo por um termo a lana perfi-
dia convidou Manoel a sua mullier para irem juntos
yer lenha, e quando achou-ie em om lugar relindo
comecou a caMiga-la com um vara que cortara para
esse fim. Encanara-ie, porem Manoel suppondo-se
sem le-lemnnlias j porqnanln Rallbazar o es|ierava,e
Untado de improvisa do mallo o accommelleu com
um ccele de que vinhii armado, lancatulo-o logo por
Ierra e esboriloando-n a puni de o ileitar por mer-
lo ; islo feto arra-tou-o para o Interior Oe um cor-
rean, juhaudo assim (car desconlterido o seu crime.
A mulher de Manuel, porem, alemorsada, conla o
fado aos villanos, e tsles capliirando-a a levaran) ao
obdeleffade*
Eutrelanln, segundo ccralmenle se diz o tenenle-
eoronel lenlo Jos das Nevcs Wauderlev lauto que
oohe do occorrido procuren o professor Vicente se-
nlior de Ballhazar, para Ib'o comprar por i:005 !
O prelo Manoel suecumbio depois de alguna das, e
o enhor de Ballhazar saliendo dlslu o foi vender
em Nazarelb, dizem al que em o engenho tiame-
leira.
Jolgamos jUo grave esle fado que nao podemos
i-vimir-niis de chamar sobre elle a allencao das au-
toridades de (oianna e do benemrito ebefe de po-
lica il.sii provincia.
BADIA 17 DE JANEIRO.
Freles.
Ani.li iil.mi.
Bltico 45 s.
Rreraen 35 a 10 s.
Canal a ord. para o.Reino Unido il) i-.
Entre Havre e Hainburgo 35 a 10 >.
ColheiBburgo.
II ainliui l;.i 40 i.
Havre 60 a 0 fr.
Liverpool 30 s.
Londres 'i s.
Triesle.
Cambio?.
Londres ....
Pars......
Ilamburgo.....
Lisboa a o i
Dobres bespanhoes .
> da patria .
Pecas de i;?iuo velbas.
de 45. ...
Soberanos. .
l'atacoes brasilcfros. ,
llespaulioes ,
Mcxicaoos ,
. -JKI|iaSliJil.6(ld
. 3i3 a :ll.i
. II Vi 660
100
SKJ800 a lf000
JSOcHH) .l;U0
1 lijOtltl
O^KIO
. 8?T00 11 899OO
1 19930 1S90
. I9a0 Is'.MO
13SH0 IjOO
(7or/ial iii Ilahia.)
^'"iV-.l^.v^
?yrjo
1
de Janeior.
Seguo em poneos das o bem conbecido
brigue escuna Laura ; anda pode receber
nlguiiia carga e escravos a fele: trata-se
com o consignatario J. it. da Ponseca J-
nior, na rua do Vigario a. 3.
Companhia
FRAMlt-AIEKIGAll
SOCIEDVDE l)EE\SVIOFRVMH.
O primeiro secretario declara que boje .'> ha
leuio a* 10 l|J horas da auabaa, na raa das Aguas
Verdes n. 61.
Para mais do dnse
Prerisi-so de coslumras tanto para calcas
como Colletes "o palitos, que sejam Loa a
despachadas na agulin : na rua Itera n. .._.
nivor a, mascaras!.. Approxima-seoan-| o abaixo assignado avisa ao publico
!. ?,pd1o.-,?VO!S!,a!!0,i"- Atii esla ocari...-,,,. a Sra. I). UruJa Francisca Madera.
I, ''.......ma's lr* dia Pa" os V0SS,)S Francisco Tlicodoro de Macedo, c I. Secun-
', ,la m.ais.trt's, 'll:<* 'l"0 revelatn o. dina l-ranciscra de Macedo, nao podem dis-
Bra ue civilisacilo da Venena americana, por dos bens que ll.es locaram por morle de
soube substituir os prosseiros brinque- ; Francisco Joo do Pilar, por quanto os nien-
pelbs folgares do in- ciouados bens se aedam hipotecad
etHI
mascarada.
r.'iOCL M4C 0.
dos d'aguS e da lam ,
cognito, pela elegancia do vestuario e pelas
acecias do gracioso. Fazem cinco anuos que
vos apreseotastes com distincco no cam-
po do pagode e na Mee dos divertimentos.
Fia. conlinuai as cavalhadas da rua da Ca-
deia, encanta i as damas pelo denodo aguer-
rido do grande exercilo, e armados de espa-
das e laucas de pao e papel io, envest Mala-
k"l, trnvai o combaht dos folgares e diver-
timentos, e contal com o vosso antigo com-
panbeiro e amigo.O chefe do grande ex-
crcito dos mascaras.
Quem ti ver
lypolecidos ao a-
baixo assignado pela quaniia de um cont
de ris que focneceu para as despezas da
acciio proposta pelo Sra. I'rcula 1: filhos aos
demais herdeiros.Antonio l.uiz I Freilas.
A DOSSOa que appreliendcr ir.ua muala
de nome Rosa com os signaes segu 11 les
baixa, feia, ps chatos, representando pnuco
, mais ou menos is anuos de idade, desenca-
minhada do l'oi;o da Panella na manliaa de i
do corrente, ej encontrada aqu no Recite,
eve-a a rua da Larangeira. sobrado de om
andar do duas varandas eucaniad.is, ao lado
utn escravo de 30 a 10 an- esquerdo, ao aabir da rua do Rosario, que
nos ue idade, que seja sidio c ladino, que- < se gratificar
reiid>vender, dlrja-se
casa terrea u ii
a rua do Hospicio,
En abai\o assignado aviso ao respeita-
vel publico, que deixei de ser caixeiro do
Srs. Potniaoo & Salgado desde o dia 2:1 de
JI4HIT IFBI -%, Janeiro do corrente atino, e ao mesmo lempo
JA 11 ti Uji.ilicl& .:, "Sraiicco o bom traUmeatO, delicadeza e
^ contina a residir na roa Nova n. 19, pri- '"""llanca que de mim Bzeram duranlo o
veiro
...Jio An-
- Arrenda-se um grande sitio nos Afoga-, ^"/V"^-
dos, com boa casa, muitos arvoredos, e ca- I ~ ,lx ni!' 'lo N W""
1 J. JANE DENTISTA |
;! roiiima a residir na rua Nova 11. Ii), pri- '-
,ne,r" ""lar. Q lempo dsele anuos que fui seu cari
?^9S-^ ^ OS*9 ecfe5de fevereiro de t657.-t.usto.:
tomo Soares.
Perdeu-se da roa do Vigario ale
>'ova loja ,1. is, um ponteiro de ouro
com 3 oitavas e S|: quem o aclioii.que.ren lo
restituir leve a mencionada loja, que sera
compensado.
vapores franceses
Havre.
cfo
:<*a:i-.,if'rto.
-itAgA DO li Ki.l I h i UE l-'KVEKEIRU AS
3tOUAS DA IAKDE.
Catafiei oiciaes.
1. uiilihi sebre llamhuiso615 rs. por marc.
rreierico /nofiltaru',presidente
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 8d. 60 d. v.
Pars, 310 a 311 rs. por fr.
c Lisboa, 95 por \ de premio,
(i Hio de Janeiio, 2 por 0|0 de descont.
Accoes do H.iiicm, 40 a IS de premio.
n companhia de Ileberibe 5D000.
ti companhia l'err.ambucana ao par.
a L'lilidade Poblica, 30 por cenlo de premio.
11 o ludeniiiisadora. 5 idera.
11 da estrada de ferro M por Om de premio
Discnnto de lellras, de S a 10.
Dito do bancoa 10.
(juro.Olivas hespanholas. .
Moedas de 69100 velbas
1 tijlOO novas
4JXHX). .
Prata.PataeOaj brasileiros. .
Pesos cotuninarir s. .
mexicanos. ,
.Navios enlradoi no da i.
Arara |\(i das, hiale lirasileiro Capibaribc, de
39 toneladas, ineslre I'rajano Aniones i|g Coila,
equipagem .'>. carga Coorai, sal e mals seeros ;
a l.uiz Boru-s de Cerqueira. I'erlence a iViiiain-
baeo Peuageiro, Vicente Ferreira Lciie.
Soulhamplon>\ das, vapor inglez Celta, de lti
loneladas, capillo Clinl, equipasem -iM, carfia f-
r.enrias e mais eneros ; a Astle\ & Companhia
I'erlence a Soulbainplon.
Havre38 dial, baaea franceza sGoatavo, de 265
toneladas, capililo l.aisne, equipa^em IS, carga
rateadas mais generoe; a Lasserre nhia. PerUnce ao Havre. Pamgeiro, Joao Os-
ear Deslibeauv.
lia comini-iaoVapor de suerra lirasileiro Behe-
rilien, roniman lanle o capilao de fragata, Jos
Mara ltcdricues.
Da BommluaoBriaae de joerra brasileiro aCtpi-
baribe>, comroaudanle capitao-lcnenle llerme-
neeildo Barbosa deAlmeida.
Itio de Janeiro e porlos intermedio9 diag c 18
horas, vapor brasileiro S. Saltador, Comisan-
dante o 1.- lenle Antonio .Marcelino Ponles Ki-
Ixiro.
Navios sabidos no inesmo dia.
Parahbl ltate brasileiro ..('.oucoinio Flor das
Virliidesii. rneslre Aleandrinu da Cosa e Silva,
enraa labte e mais gneros, Panagelroe, Joanoa
Baplista Aeetall Lins e "1 lilli.1-, Manuel de Al-
meida Baslos.
demlliate brasileiro Camiies,
dio Jos Bandeir
ros. Pds.-ageiros,
Filhos.
vigoroM e derfnlBreMada,
orno a nos-a ma.n.l.a, rivalisando em todos os sculi-
!os com os cerillos maiscl-b,,, do inundo, cou-
tribuio para a pac,l,,i,c.,o da t,,,a, e .ogmentoa a
repularao do seu pala,
O parlamento, iiileiprelaud,, os s.iiliuiil..s da
nacao, ja salisfez um dever de uralidao e altelo,
pagaado um tributo de mu merecido Unvor a esses
valenles soldados. Aisuciaiido-nie coinvosco Delta
nccasiilo solemne, repilo com prazer que ell- mcre-
ccram bem da patria. Applausos eslroudosUs.
11 O ronsre-so de Pars pdl lim a' cuerra ; aper-
I011 us lai;os de ollianca que nos une a' Franca e a
Inglaterra, e rcslabeleceu as nosiul primitivasrela-
mcs de amiznie com o imperador da Kus-ia.
ii A Sard-nha adquiri a reputai;ai de se ler pnr-
tt lo com prudencia e com corauem cvica. Pela pri-
raetra vez em um connresio europeo, os inlere-scs
1 aliaba foram advouidos por urna potencia ita-
liana ( immeusoi applaoso ', e |irnvou-se alem da
in Icucia que lie necessanu inelhorar a iua con-
tlcJo.
O mou gov#rno, conflaiiilo no vosso favoravel
linoio, coadjuvado pelos srnlimeulos da narao, que
incessautemenla lia tnanifeslados por tiraiuies e es-
ponianeas inanifeslares. oiillrmaram o llieor de
poblica qoe temos adoptado.
1 Cum a volla da paz, eraais favoraveis colheilas, o
ileseuvolviiiienin (radual da naca., lem melhoradu a
< mi iic.io da Hoaacal publicas, teres de disrulir um
1 p;.linelo em que a dupe/.a sera' cnutrabalancada
pela receila. a
Sua roageilade coucluio o seu discuti entre os
289 2RJ500
. 16SOO0
. I65OOO
. 9 . !i000
. .-y 11111
. icts60
imperio, o bem conbecido bngue reliz De** Anda ausente s preu Ignez, crioula,
Uno : quem pretender dirjale a rua da Ca- bem conhecida na lioa-Viage. por ter sido
de.a do Itccile, escriptoro de Manoel Gon- do Sr. Affomo, e ler lavado la : roga-so a
quim da Silva, ou ao capito a bordo. \ queni compele a aprehenda o leve-a a seu se-
nbor na rua Velba n. 123.
As audiencias do juizo de paz do se-
gundeidistricto da freguezia do Sacramento
do bairro de Santo Antonio tornam a ser as
quartas e sabbados as 2 horas da tarde, nal
sala das audiencias nesta cidade.
Precisa-se de urna ana para cozinlinr
em casa de pouca familia : na rua do H-
gueira n. 4.
Umbeliua Wauderlev Pcixolo participa
aos pas de suas aluuuias e as mais pessoas
interessadas, que mudou o seu estabeleci-
ment para a travessa da rua do Queimado
n. 1 ; e COntinu'a a leceber meninas exler-
nas, internase uieio pensionistas. Tem con-
tratado nieslres para dansa, msica, piano,
c france/.. Espera que o respeilavel publico
a continu u proteger como o tem l'eilo be-
nignamente al o presente.
Victorino de Almeida Uabello vai a
Portugal tratar de sua saudc, e deixa como
primeiro procuradora seu socio Antonio da
Costa Almuida, e como segundo seu innao
Manoel (tabello de Almeida.
Precisa-se de um l'orneiro, paga-sc
licin.sendo potito : na rua Direita n. -l\.
Precisa-se deum caixeiro borne que
d fiador a sua conducta, para lomar conla
de una taberna por balando, o nao se duvida
dar boir. oidenado ou alguuia vantagem : a
fallar no paleo da Santa Cruz, na taberna
da quina da rua Velha.
Precisa-so de um caixeiro para taber-
na, que lenha pratica da mesma ou semella,
mas dando Qanca Ue sua conducta, paga-.se
bom ordenado : no largo da Soledade n. 16,
padaria.
Nos abaixo assignados avi/.amos aos
nossos freguezes que o >r. Custodio Amonio
Soares uo be mais nosso caixeiro desde o
dia ->3 de Janeiro de 1857, e por isso esla dis-
penso de lodos os nossos servicos.itecil'e
4 de fevereiro de 1857.--Policiano O abaixo assignado previne ao respei-
tiivel publico que ninguem taca negocio cm
Francisco Uartins dos Santos com a proprie-
dade denominada Pacheco de lora, 110 lugar
de Ttgipi freguezia do AfogedO, que o mes-
ma vai entrar em leligio com o di 10 sobre o
dito sitio.- Miguel Arcanjo dos Santos.
Arrenda-se um grande sitio no lugar
dos Alllictos com casa de vivenda, estribara,
quartopara pelos, duas cacimbas de boa
agua, duas grandes baixas com capim que
podem >tlstentar mais de viole cavallos, Ier-
ras para lantar macaclicira e verdura, mui-
tos coqueiros c oulros arvoredos de frucio,
o qual confronta com o que Ibi de Joaquim
de (Jiveira : quem o pretender airija-seao
%obrado de dous andares na rua de Hurtas 11.
48.
Precisa-se de
Direita n. 82.
pim do planta ; assim como tres casas
margom do Capibaribo, no lugar da Capun-
ga, com cochaira, estribara e capim de plan-
la, o qual tambem sa ven le independent i do
aluguel das casas : quem quizer dirija-sc
ao aterro da lloa-Visla 11.8.
O abaixo assignado vem por meio lici-
te agradecer a todas as pessoas que concor-
rerain para a festividade da Senbora dos .Na-
vegantes, erecta na igreja de N. S. do Pilar,
e desde ja approveita aoccasiSo para scien-
llflcarao rcspcitavel publico, que so seme-
llianle acto nao for l'eilo com a solemnida-
do c ponina desejavel, he isso devido tos
poneos recursos, que para semeihanlc fim

Bipera-ie do Kio de Janeiro o vapor francez
FRANC-COMTOIS, commandinle Fourniei, em
viagem para o llavie polos porlos de escala : para
rel e paSHg*iri.s, na rua do Trapiche n. 11.
Pernarabucana.
O vapor /juaraasu' esperado nesle porto dos do
sol no dia 7 do conenle, partir para os do norte
at o dia 13 : para carga e passageiros, 110 respecli-
ao escriptorio, no larpo da Anembla n. lo.
Seiocd.
mestre Bernar-
caria falendas e mais gene-
Anlouio Vicente Magalhaes e
ti*.tato&.
ALl'ANDFliA.
Hendimento do dia 1 ,
dem do da ......
26:3743943
in:63i>.,|0
37:0117-1.13
Oescarregam hoje :> dr / 'retro.
liriijiie dinaniaiquerAnua Maramercaduras.
Barca francezaMariapipil de finito.
CONSULADO (iKHAL.
Keudimeriti, do da 3 ....
I lem do dia 1......
l3:H'.)Hc|:l
clKHijilil
_'I:SI)|;677
i-'IVKUSAS IMtOVLM.IAS.
R.endimenlo do dia 3.....
dem do dil i .
1128914
(W91 IS
1:1029032
Correio !< ral.
ItelaQo das carias seguras, vjndas do
sul pelo vapor S. Salvador, para os snho-
res abaixo declarados :
Francisco Coelbo da Costa Mello
Gatdino ThcmMocles Cabral de Vascncel-
los
Joo de Barros FalcJo de Albuqoerque Ma-
r nhSo.
los Joaquini I erreira de tiarvalbo.
Jos de Vasconcellcs Uenezes de Drummond.
Mara l.uiz de Figu-iredo Carnero Miranda.
Manoel Jos de Finitas Jeromenha.
smalas que tem de conduzir o vapor
S. Salvador para os porlos do norte, princi-
pia tn-se a fechar hoje [V as 3 1|2 horas da
tarde, e depois dessa hora at asi, rece-
bem-se com o porte duplo.
-- smalas do vapor inglez Colt para a
Baha e llio de Janeiro fecham-se hoje [51 ao
meio dia. *
TKIBI'NAI. DO COMMERCIO.
Por esta secretaria se faz publico, que
nosia dala Id inscripto no livro da matricu-
la das emharcacOes o palhabott l'iedade,
propriedadodos srs. I'.arlliolomco I.ourenco
c Joo Rodrigues da Silva Valle. Secretarla
do tribunal do commereio de Pernambuco
t dcleveiciro de 1837 Dr. Aprigio Ju,ti-
niano da Silva GuimarSes, oflicial maior
Pela inspecco do arsenal de niarinha
se taz publico, qne foram feitos na confor-
midade do regulamenlo, acompanhando o
decreto n. 1324 de S dedezembro do 1854,
os exames necessar:os as machinas, caldei-
ras. casco, apparclbo, mastroaeflo, veame,
amanas o ancoras ua barca a vapor Ignaras-
su, perteticenle a Co upatibia Petnainliuca-
na de navegado costeira, eachouacom-
missflo tildo islo cin bom estado, por cojo
motivo Ibi unnimemente de parecer que
poda esse navio, seguir para ondele pre-
sante se destina. Inspecgo do arsenal .le
mannba de Pernambuco em 31 de Janeiro de
1857. Eliziario Antonio dos Santos, ins-
pector,
Pela mesa do consulado provincial se
laz publico, que os 30 das uleis para O pa-
gamento dos inipuslos de quatro i crenlo
sobre diversos estabcltcinientos de 1:200-,
sobre casas que vendem bilhctes de lotera
de oulras provincias ; de 409000 sobre casas
de mouas, e do 20.-0110 sobre casas de jogo
de bllhar do auno linanceiio de 1856 a 1857;
se principalo a contar do !. de fevereiro
VlOdouro. Mesa do consulado provincial 30
Porto, barca porlozueaSania Crot, de 351 lo-|do Janeiro de. 1857. .No impedimento do
rielada-, cmiduzio o .esiiinie : 2,4lil saceos c 19 administrador, lbeodoro Machado Freir
barricas rom 2. i:J arrobas e 29 libias de assucar, "
I2U paos de latijuba, II") pipas mel, 10 prancboe*
de ainaiello, saccis de sumauuia, 100 vaquetas,
I!)saceos de gumina, 2 ^arrafoes aguardeulc, I lata
cafo.
Lisboa, hiale porluaucz iiltivaln, de 164 tonela-
das conduzio o seuuinie: 1.350 saceos com 6;750
arrobas de socar, 300 barril mel, 150 couros sec-
eos e salgados.
Ceara', palaehe brasileiro Sania Cruzo, de 101
toneladas, conduzio o Mgunle : 3tl volumes g-
neros e.ilranaeiros, 607 tilos litos nacionaes.
Haba, palhabole brasileiro .Dous AmiKOs, de
lio toneladas, conduzio o seguinte : 990 volumes
diversas mereaduriai.
Canal, brigue ingle/. Banavala, de 236 lonela-
DESPaCIIOS DE EXPORTACAO PI-.I.A MESA
IMI CON>l)l.40 DES I A C IDADE NO Dl.i
I DE IEVF.KE1UO E 1857.
l.olliPuiborsllricue suero eAlphild, N. O. Biebcr
O '.....'panhia, 1,2110liceosanacar bramo e mas-
cavado.
Lisboa itrue portognez aConslanten, diversos
carregadores, 35 cascos mol.
PortoBarca portogueai nS. Manoel lia, Manoel
Jnaquini II.uno. c Silva, s:, saccoi assucar brinco
e mascavado.
PortoBarca parlngneza Dnarle
(lliveira, 12 caicos mel.
Lisboallriuue porluguez "(Mivein
veira, |(i cascos mel.
CanalBrigee iirIc/ uSnivencrv,
Ihe A; Companhia, (0i saceos
vado.
(iolliembomP.ilicbomeco Julin. Saondari Bro-
thers i\ Companhia, OllO saceos assucar masca-
vado.
Buenns-AvresPolaca heipanholi Bella Dolores,
Sthraiiiui Whalelj i\ Ciinpanhia, 200 saceos
assurar branco e mascavado.
CanalBrigue meco lActivos, Saundcrs Brothers fk
Companhia, 2,000 aacCH assucar mascavado.
CanalBrigue sueco aAdielln, N. o. Bieber <\
Companhia, 1,500 -accos assucar.
Buei.os-AvresBrigue porluguez Conliantao, II .1
lar i\ Olireira, "ij barril e 100 saceos assucar.
xDOrtacao'.
P l, Bailar &
, Bailar & Oll-
Saandera Bro-
aaaacar maaca-
Pereira da Silva.
6*lV'*r,
--.<>it.
Pai o Dio de Janeiro sabe o brigue na-
cional Adulpbo, capilao Manoel Pereira de
Sa ; para o rosto da pouca carga que Ihe Tal-
la, passageiros e escravos a l'rele, trata-se
com Eduardo Ferreira Bailar.
CEARA', MAliA.NMAO F. PARA'.
.segu com brevidade o palhabole Sobral
recebe carga u passageiros : a tratar con!
Caetano Cyriaco da C. AL, na rua da Cadeia
do Recite n. 2.
-- Provine-se a quem couvier que nao faca
tr*l,s*CCto alguma com umi parto do enga-
rnio Tabalinga, neriencente a Joaquim de
Andrade Fortuna Pe-soa. a qual esta embar-
gada por execui,io de Siraphronio Olympio
uc v'ueiroga, pelo juizo do civel da scguuda
vara, cscnvr.o Alhayde.
Precisa-se fallar com os Srs Amador de
\ratijo Pessoa, Bernardino de Senna lar-
no/.i, l'ilippe Bello Macicl de Olinda, Fran-
cisco Amaneio de Oliveira los Joaquim de
O agente Borja fara loilao em seu ar-
mazem, na rua do i.ollcgio 11. 15, de um e:-
pleudiuo sortimenlo de obras de uuircim-
ria, uoia grande porcSo de quinquilharus
francezas, 45 de oulros muitos objeclos ae
dill'erenles qualidades, os quaes s com a
vista se pode apieciar, e se acbam no arn:a-
zem supradito : sexla-feira, 6 do corren.e,
as 11 horas cm ponlu.
Schaplieitliu& C. faino leilo, poiin-
tervencao do agente Oliveira, de graade
soitimento de lazcndas de algodao, 5a
linho o de seda as mais proprias da es-
tacSo, c recentemcnlc iuipoiladas : qiin-
tu-feira 5 do corrente, as 10 hars
da manlma, no seu armazem, rua da
Cruz.
Johnston Pa-tcr & C. farao leilao.por
intervencSo do ajenie Oliveira, do nais
completo sortimenlo de fazendas iii'le-
zas : se\ta-eira (i do corrente, a's I bo-
ras da maiihaa, no seu ariruzein, ru do
Vijario.
Leilao de barris com cal.
.No dia 7"do corrente mez, lo muo-
dia, a' porta do armazem, em lenle do
trapiche do aljodao, se fara' leilao'de
101} barris de "> em pipa, viudos com cal
de Bsboa, c que sio ptimos para seni-
icm para embarque.
O agente Pestaa far leilao de grande
quantidade do obras de marcueria nov.se
usadas, consistindo em cadeiras, sofas, tie-
sas redondas, dita elstica, inarquczas, cem-
modas, consolos, candeeiros, vidros, 16
caixes com licor franco/., diversas obras de
ouro opiata, relogios. os quaes se aclum
patentes ao exame dos compradores, em su
armazem na rna da Cadeia do; Recife n. i.,
quinta reir, ."". do conenle, as ll I horas da
manhita.
um amassador : na rua
i\a cadeia da cidade da Victoria se
acha rccolbido desde o dia 27 do corrate
Paulo, cnoulo, de dada 2 a 25 anuos, o
qual diz ser escravo de Ignacio Machado da
Costa, morador em EspTnharas, capturado
pelocampanha Manoel Monteiro.Delogacia
da Victoria a de Janeiro de 1857.Tiburtino
Pinto de Almeida.
9 Precisa-se de um caixeiro delta i;;
anuos, quetenba pratica de taberna, prcle-
re-se dos ltimos ebegados : na rua do Pilar
n. 90.
Jos.' Comes de Amorim e Joaquim Fer-
reira Coulinhodeixarain de ser caixcuosde
Jos AI ves da Silva CuimarSes.
A qualqucr hora do dia 011 da noile, assim
como da-se almOOOS, jantarcs c celas, no
sabio do deposito da rua de Moras 11. 16,
antes de ebegar ao pateo do Carmo. lisio
saino lorna-se recommendavel pela commo-
duladc que tem, podendo tambem entrar-se
pelo no: tao que tem confronte a Sania Thc-
reza.
--Onsero Josr de Snnta liosa JTonso,
si- s. !;i::>v, retiran para fra do
irnpi
Respos
l-
inntiacio do Sr. Jos Marcelino
da Costa.
''' -'"' > ios porque nao declaroo a qi
na iio del para qne nao exigi no de
so tlestc i-.j 1. nnai
H&&0& &H>c*&0$.
PABA 1857.
Acham-sc a' venda as bem condecidas
lolliinlias, impressas nesta typograpbii,
das seguintes qualidades:
FOLHIMIA RELIGIUSA, contendo aletn
dos mezes, bibliotheca do christio
brasileiro, que se compOe de or-
COCS i|iiolilianas, meiliolii de assislir 1
missa i; eonli.sso; cnticos, psalmos,
hymnos, oflicio de Xossa Senbora d
Conceicoe moitas outras oracoesde
grande ment, preeo......' 7>>j
DITA SIMPLES, contendo alem dos me-
zes, a le dos circuios c valias tabel-
las de imnostos
jera
mumcipaes, prero. .
DITA DE POHTA," a qua
zes tem explicacdes das indulgencias e
excommunhoes, etc., prero. I(j0
DITA DE AI.M.WAK, a nUal alem do,
mezes, contemo almanak civi
nistrativo, commercia
provincia, por .......'. ;,oo
I odas estas iolliinhas sao impressas em
bom papel e excelente typo, e vendem-
uan-
cur-
' qual a razito porque nao
'"'' '"'i onevcri.Tenlo da paga adiantada
em mo do Sr. Oveira, como .ti abaixo as-
ilado Ihe disseno dia l.r> dejanciro.ouan-
"'" :" "'' hoi a msica, qual foi
razflo di s nh irn o leclarar rom lem-
po porque nao quera fazer a festa, poia na
vespera .1 tarde .1; que sitiemos por inter-
medio da eommissiio da festa de s. Concalo
da prevengo que nos parece baver da parle
do Sr. t.osU; porm anda alirmamos a fal-
la do msica nesle dia por motivos de que
oslamos informados. He o que lenho a dizer
['"la uliima vez. -Antonio Ferreira da Hora,
Precisa-se de ama ama que lenha bom
leite : na rua larga do Cosario 11 IS >-
m 11 1 andar, por cima da padaria.
Eduari Plum, Regers, A. de Kranton,
empegados na estrada de ferro, retiram-se
para a Europa.
' 0-.-oo-y:::0-:: MSa
Aova loja ile lunik no.
ft Na laja di funil-iio -la rua da Cruz, do 'i
-_ Recita n. 37, ha para vender camas de fer- ::'
' ru, iiuas de vento, Ue madeira de amarillo, ."
gj finas de louro, lia jnnlamenle folln de A
fe rlandiis de superior quahdaile; nesle no-
* vo eilabeleeimealo tendem-ie as azen lai '
. mus barato qae em .ui'ra qualqucr laja %,
- assim r,.,,,,, cuco, ,|e rollis. a tJbSJO ti. ca la '--;
' nmadutia.
.
provincincs c
ROCE DE MUCA'.
Na rua do Collegio n. 5,vcnde-se sunerior
doce da ai ac a 500 rs. cada um caixa.
Una pessoa com as babilitcOea prc-
aclmi- cisas,ollercce-se 1 ara fazer qualquer escri-
e industrial di pluiacao commei e al, e mesmo por em lim-
po qualquer servido que se ache atrasado,
mediante urna paga razoavel : no aterro da
lloa-\ista n. 72 A
,...-w. iowhmo, que para semeiuanic 11111 .,!, --------~T .
Obtiveram os devotos que tomaram sobre f,t"L lar""r,reira, eJoa llamos do O-
bmm .1.1..... 1____1.___ 1 I iivcira : na rua 1... 11.1..,.,,, i., i.,-, *, o
seus debis hombros tal" empre/.a Com ef-
leito, naj sendo concorrido para dita testa
osescollndos pela respectiva elelcfio, he cla-
ro fltie os poucos devotos que para tao pi
hm se reuniram nao poderiam superar to los
os obstculos que em tal caso apparecem,
atormente devendo essa fesia celebrar-Ve
em urna igreja desprovida de tudo quinto
he necessario para seu bom desempenho.
aumente a boa vontade c esforcos de algons
devotos se deve a festa que leve lugar em o
I." do coricnte, e por isso o ibaixo assigna-
do agradecendo tao digno proceder, nao
laz mais do que cumprir um dever. Itece.
bam, pois, esses senhores, eslas poucas li-
nhas como as expressoes do um verdadeiro
reconhecimento. Itccife 4 de fevereiro
18o7. -Manoel Estanislao da Costa.
Compra-se efle.Hi va mente bronze, la-
tao e cobro velho : no deposito da lundieao
da Aurora, na rua do Rrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma lundieao em Santo
Amaro.
Alerta.
Ka padaria da rua estreita do Rosario n
13, que loi doSr. Cr.uh.i, continu'a a leras
bem conbecidas bolacbiohas de diz rs., po-
rem linas, proprias para Cha, assim como
araruta de soda e OUtras qualidades, por
prec.0 commodo.
Vende-se urna muala tic bonita figu-
ra, com idade de 16 a 17 anuos, cose perfec-
tamente, cozinba e tem principios Ue en-
gommar : na rua da Senzala Velba, casa n
K't.de um andar.
Venilem-se pennas de ama na rua da
Senzala Nova, padaria 11. 30.
rugi, honlem, A do crrante, um ne-
gro coznhcirc, de 25 a 30 anuos de idade,
que parece crioulo, de nome Matlias, esta-
tura ordinaria, magro, rosto um pouco
comprido, nariz chalo, beicos grotsos, olbos
grandes e pouca barba; levou bastante rou-
pa : roga-se a quem o apprebeoder queira
leva-lo a rua da Aurora., casa de Cuslavo Jo-
s do liego, quesera bem gratificado.
^ u ^.- -..,..~..-.....,. .;.; -.5-U-.S.t? ...... ..,-
I DENTISTA FRANCEZ. 2
"T Paulo Uaignim denliiU, roa Nova n. il : J*
<3p na mesma caii leas agni e pus dealriflee. iG>
Lotera do Hio
de Janeiro.
AOS 20:0il.s-, I0:000| E t:000,006.
Na praca da Independencia n. iO,
aeham-se a' venda os novos bilhetes da
lotera 7)0 da casa de CorreccSo da corte.
Depois d'amanhn, sabldo 7 do corren-
te, esperamos pelo vapor francez TIIEU-
IOMA, conductor das listas dte lote-
iia, e logo que tendamos receRido as
Dramas se fara' pagamento dos premios,
de contormi'iade com os nossos annun-
cios, na mesma loja cima.
BILHETES DA LOFEMi D9
Rlii DE JiKEIEO.
Jos Kiizeliio Al ves da Silva recelieu
pelo vapor uSan-Salvador, os novos e
l'elizes bilhetes niiTecefio da corte, evtrabida em 29 do
prximo passado, cujas listas coniluz o
vaporhnmburgucz "Tj*eotoma,que ebe-
<""'> aquiatc odia 7 do presente.
Jos Euzcbio Alves la Silva.
Aluga-se o armazem n. 52 da rua
da Praia, pertencente ao patrimonio da
Ordem Terceira de San-Francisco: os
pretendentes dirjanle ao irmo minis-
tro, no breo do Carmo n. I ti.
O abaixo assign ido deixou de ser cai-
xeiro do Sr. Jos Alvo da Silva Gitiina-
rSes, porliaver-se despedido de sua casa,
desd o dia 5 de I -vereirode IS.j".Jo-
l (jomes de Amo; im.
veira : na rua do Qaeimado loja n l.
Antonio Joaquim Dias Mcdronho vai ao
Hio do Janeiro.
-- Compra-so urna grammalica l'ranccza
de Hufgain, anda mesnio usada : na rua de
>anta Rita sobrado de um andar n. 85.
-- Pede-se por favor a pessoa que veio en-
tregar os brandos no dia -26 do prximo
passado, no lugar da Vanea, e que levou 5
brandos para trocar, que venha decidir o
negocio, que ja se faz lardmiho.
r~u aua,xoass';nado declara que a Sra.
I). Maria Jos de Jess Cimba l'.uimares. vi-
uva de Domingos Antonio Comes (iuimarc-
c ora casada com J.iao Antonio (;imes (iui-
maraes, e residente na rua do Collegio n. 18
de sle,uin,Jn ndar, nao pode vender ncuhum i
das tres escravas de ames Rosala, Sera-
pinna e Mana, existentes em seu poder, to-
das pertencentos ao espolio daquelln seu
primeiro mando, vislo como nao leudo sido
incluidas no primitivo inventario deveriio
entrar na sobre-partilha que vai dar-se co-
meco "abaixo assignado protesta prose-
guir judicialmente contra quen quer que
eilectuar a compra daquellas escravas te).
bicmaneira milla o dolosa, c havc-las ande
quer que estejam.com os respectivos fruclo-,
lucros cessanles e damnos enicrgenles -Itc-
cile 4 de fevereiro de l857.-Co.no procura-
dor de liento Antonio Comes Cuimaraes,
Jos Antonio de Aojo Cnimaries.
No dia i para 5 ile Janeiro prximo
passado fugio do engenho Muibequinha o
cnoulo Innocencio, co.n os signaos segum-
: representa ler 0 a 2
Itoga-se a:
credo-iw da
propoe.
se dir quem a islo se
Saii-S'etJro.
Abrio-se liojei um excedente deposito
de massas linas, no qual os amadores do
liom, alli acharaooque de melhorexis-
te no mercado.
S-- Partecipa-se que desencaminhou-sonm
prelo que conduzia 100 saceos para as un
da rua do ruui para a rua do Vigario : io-
ga-se a toda e qualqucr pessoa a quem forem
di los saceos ollerecidos, do os apprehendor e
ler a bondadede participar na rua do Brum,
arma/, ni de JosoMaria Thomaz da Silva, n.
is, quesera recompensado.
Na padaria da ruada Senzala Novan
30, existem dous barris com banba : quem
or seu dono appare^a, que Ihe ser5o entre-
gues, dando os sigaaes cortos, e pagando as
despezas do frete e do anuuncio.
Precisa-se alugar urna ama de loitc
que seja de boa conducta, a que nao traga
lilhos : na rua iiiieila u. 3G, primeiro andar.
O alfcrea Antonid
Marques de Souz*, como
agente do segundo balalbao de infanta-
ria desde oulubro at dezembro do auno
ultimo, e do Hospital regimenUl desde o
comeen de Janeiro ateo fim. nada deve a
pessoa alguma.pois lem saldado de prompto
todas as suas contas, de que possue os res-
pectivos recibos, e assim declara mui ex-
pressaraente para conheciment da ver-
dade.
anuos, aneado
i'nncipia a lail-r gagueija, conseiva o rosto
ciieio de pannos, lem em um dos, pulsos
um papo, os es um pouco apalbetadbs, os
otlios um tanto brancos ; levou roupa de al-
godaoila il.i, e calCa branca : roga-M a.
autoridades policiaes e aoseapitaes do esenf
o lacam prendere condu/ain ao mesmo en-
genlio, ou em casa do capilao Manoel Kleu-
leno do llego Barros, que serao bem recom
pensados.
Montera pelas seis horas da manhai
lugiodacasa do abaixo assignado um sen
escravo de nome Antonio, com a idade d--
llorenla e tantos aunos, tendo os signar
seguintes corpreta, baixo, secco do c .rpo.
Hilo de denles a com alguma barba, traz na
orellia esquerda un, argolinha de ouro, lem
oincio de sapateiro e um defeiio no dedo
poiegar de urna das maos. (Juem o pecar m
ver noticia, dirij.-sc a rua do Queimado
toja de lerragem n. U, que sera recompen-
sadoJos Rodrigues Ferreira.
Precisa-se deum ou dous rapazes de
idade de lia IS anuos para caiseito de um;
boa casa de molhados, em boa rua, prefe-
re-aa o que estivor arrumado en alguma
taberna pequea, eque por qualquer mo-
tivo justo queira sahir : quem se julgar ha
iniiiado dinja-se a rua do "ucimado, loja do
Sr. Joaquim Monte:roda Cruz, n. ou na
praCH da lioa Vista botica n. 2
essoas que so iulgarcn
a casa do lalecidoManoel do lieg'
lima, qiiciiam apresentar docuinentn da
unidas justicadas a viuva do inesmo lima.
para serem pagas na rua das Cinco Ponas,
rU^LuT "; "" neStCS 0l ,,aS' a
de hoje 5 de fevereiro de 1857.
li,7,US| aha'X0 ,88i,i Passageiros do
Rio de Janeiro e lialua.summamente penbo-
rados pelas maneiraa delicadas, civis e ras-
pe.losas com que foram obsequiados na
u.? i-. S!,f,?r. Mos -Srs. pnmeiro te-
nenie ponteg Rlbcro B Jos(, g M de
""''' UlKuos commandanle e inmediato do
mesino, hltariam a um ios mais religiosos
neveros, se pela imprensa Ibes nao |ialctile-
assem seuagradccimeuto, pelo bom imioquc
dos (uesuio, recebennl e.n toda a v.agem.
biic,?,! ;V,,'"rS' >;l'va'l"r. em l'crn.m-
buco, t Agosimho Ermclino de Leao Juuior.
SHvi-rio Jos da Cruz.
Or- Kirmino Jos Doria,
"'briella da Cunha.
JoSoda lincha Santos Jnior.
Joao Baptwta Biso*.
Jos Benedicto do Espirito Saulo.
Joi.oJacome.Nogueira.
llano Jos Antunes.
Iloraco de Cusm.lo Coelbo.
jemetrio de Cusmao Codho.
jainoin Frcderico dos Reis Humas,
^jor (,. de Moraes Camisan.
'j
i
i
I
BOTICA IIOMKOl'ArillCA".
N. 13, RUA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
I)iri]:iln
pelo doi roa
Pilis unos jnoi.
vV rlu.'.ici.. do nipri:,- iiin'i.l ., |,im
IbJCOfl tfepeittJe le sua

(iTi
i
i

i>aa preparaij^o, /.elu un ite>ellu que se eaapteea nf.'le ini-
ler, r lamben dea conlircnii?ni
cMiiiniir.is oaeeaeeve lerdei
na. I'iirlaiilo nrsl novo r*tal*lrrimtnln i.
lem Imlo i|oanl r.,r er,.s.ilrln v >ru
oso, lauto cm albales, san em Mataras;
s e .i'Mn urnbein cartemn se drvanea laesa-
iilnis, iuans avulso., etc., etc. O iitcnn .
san os mais in,|ir.is |,s.1Vp|.. J
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomm \ de Souza,
continua a ven ler
&
sendo falso o <|iu: tor vendido en outra
qaalquer parlo.)
Ho!) L'Afleeteor.
Pilulai vegeUes de Brande!.
Vermfugo in;;le om vidros.
Klixir anli-asm ilhico.
Frasco*do bocea Ursa com roldas, de
1 a 12 libras.
MUTILADO
ILEGIVEL





DIARIO DE PERNAMBUCO, QUINTA FEIRA 5 |DE FEVEREIRO DE 18.V7.
y
SALSA PARBILIIA
Bristofs.
ttencae.
R. C. Vates ft: C eslabelecidos no Rio de
Janeiro na ra lio Hospicio n. 4, vendo un
annuncin publicado cm una das folbas do
Pernambuco P'"lo Sr. Railliolorneu F. de,,
Souza,prevenindo ao publico que o verda- i e da nla d(i S:"'ta lilla> Rebano do so-
Vende-se nicamente na botica do Sr. An- deiro Xarope do Bosque so elle lie quem
Ionio Podro da S. Neves, na ra da Cadeia | vende, pretioem ao mesmo publico que o
Precisa-se de um bom forneiro que
entenda de massas : na pagara do Saraiva
ua do Mondegn n. 93.
~ Avisa-se ao Sr. colletor o recebedor
dos impostes das aguas ardeutes e rnais be-
bidas espirituosas de prodcelo brasileira,
que-se deixnu de vender ditos espintos no
ultimo de Janeiro do anuo correte, nata-
do Recife.
VIRTUDES DA SALSA PARRII.1IA DE
BHISTOL.
A salsa parrilha original e genuina
de
nosso xarope he remettido do Rio do Janeiro
pelos propietarios cima, aoSr. Manocl Al-
ves Guerra, e este Sr. fez o deposito para ser
vendido na pliarmacia do Sr. Jos da Cruz
Kr-stol possue todas as virtudes para curar jSantosna ra Nova n. 53, nicos por nos auto-
todas as enfermidades que provem de um risados para venderem o nosso vemladeiro, c
oslado de impureza de sangue e das sccre-j mais prevenimos aos senboies consumidores
cOos mrbidas do ligado c estomago, e em quC ha perto de cinco annos os rtulos col-
todos os casos que necessitam remedios pa- |ados nasgnrraras sflo asignados por llenry
Prins, como procuradores dos proprietarios
ra purilicar e robustecer o syslema. Em to-
dos os casos de escrophula3, erysipel.s, ti-
nha, erupqOes cutneas, manchas, bilis, m-
llammacSo edebilidade nos olhos, inchaciio
da> glndulas, dores lombares, alleccoes
rbeumaticas, dores nos ossos e as juntas,
bvdropisia, dispepsia asthma, diarrhea,
tsse, resfriados, inflammacao dos pulmes,
phtisica quando prove da obslruccao dos
bronchios em pessoas escrophulosas, influ-
enza, indigesto, ictericia, debilidade geral
do systema nervoso, Tebres agudas, calores,
enfermidades das mulhcres, enfermidades
biliosas, e em todas as sffec0es provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha so emprega com eflicacia em
todos os sobreditos casos, e he reconhecida
como a melbor medicina que existe.
1'KECAICaO.
As pessoas que compraren) a salsa parri-
lha deverSo ler o cuidado de observarem
que a salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande tamanho, com as palavras
salsa parrilha genuina de Bristol, Nova
York, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se ver o nomc
de Bristol. Urna direccSo acompanbara cada
garrafa.
USO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York .30 demaio de 1843. Urna se-
nbora sollna de espasmos nervosos, experi-
montava urna continua aniquilado de lor-
ias ao ponto de cahir por vezes em syncope.
Empregou multiplicados remedios sem tirar
vantageni. Declaiou-se urna ictericia com
uio emagrecimeuto progressivo. Esgotados
os varios recursos da arto foi a lempo em
pregado o incomparavel remedio da salsa
parrilha de Bristol e o rpido cstabelecimen-
lo da energa vital logo reappareceu com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DAVIS.
Isabel uavis foi accommettida pelo espa-
lendo seis chagas abertas na parte superior
do braco direilo, as quacs deitavam grande
supuracao e causavain a quasi immobilidade
das partes. Chegada em Santa Cathanna
coi novembro de 1847 a doente consullou
varios mdicos, os quaes deram o conselho
de amputar o braqo, como o nico recurso
do salvar a vida, Foi entao acnoselhado o
uso da salsa parrilha- de Biistol a enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
poriinenlou tao vaulajoso proveilo.que con-
tinuando lempo segundo o uso do remedio,
chegaramas feridas ao nielhor^eslado de ci-
CHtrisaQSo. O caso he referido pelos houra-
dos professores tioodmaun e Samuey Haver.
%i CONSULTORIO CENTRAL 110- <&
$3 ME0PAT111C0. &
Q Ra de Santo Amaro (Mundo-No- {&
3 vo) n. 0. %
eX% O Dr. Sabino Olegario Ludgero l'mlio, f&
f* de volta de sua viaRem ao Rio de Janeiro, ^
? continua a dar consultas lodos os diai uteis, w
3 das 8 hojas da manhfla, M 2 da larde. ;
gi Os pobres sao medicados graluilameole. gs
SEGURO CONTRA FOGO.
Coinpanhia Alliance.
Kslabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes Jo libras esterlinas.
Sauniftrs Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios da casas,
a quem mais convier que estao plenamente au-
t irisados pela dita companhia para efleclua'r segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, rbenos de
tcilha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesreos edilicios quer consista em mobilia ou
era fazendas de qualquer qualidade.
b iiPTicT* iuwt/
cima.Rio de Janeiro 13 de jaueiiode 185
p.p.11. C. Vates & (.-llenry Prins.
Barlholomeu Francisco de Sou/.a lendo
o annuncio dos Srs. U. C. Yates & C. no Dia-
rio ii. 17, em que. diz ser smente verdadeiro
o Xarope do Rosque que se vende nesla ci-
dade na pharmacia de Josu da Cruz Santos,
onde fez deposito o Sr. Manoel Alves Guerra,
que recebe del les proprietarios, declara ao
publico que nao duvida seja falso o Xarope
do Rosque que tamliem vende em sua botica,
mas assevera que elle foi comprado aos mes-
mos Srs. I!. 0. VateseV C, do Rio de Janeiro,
comoprova o documento abaixo.
Rio do Janeiro 8 de agosto de 1856.
O Sr. Barlholomeu Francisco de Souza
comprou a R. C. Vales & C. .
4 duzias de garrofas cora Xarope do
Bosque a 54/000........216/000
duzias de meias garrafas com Xa-
rope do Bosque a 279000 .... 162/000
Ris .... 378-rOO
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vicira de Carvalho.Ria de Janeiro
8 de agosto de 1856.Por U. U. Vates &C,
Jos. Paulino Baptista.
Eslava reconhecido.
Aluga-sc
urna grande casa na ra Imperial n. 161,
com tros portas de frente, duas grandes
salas, cinco quartos, cozinha fra, etc.,
por 12 bireita n. i5, loja.
O nico preservativo contra a caspa
que at agora tem apparecido, tem a vanla-
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e Lamben, tingir o mesmo : na loja m 1
da ra do Crespo.
- Precisa-so de urna ama quesaiba co
zinhar, para urna casa de pouca familia : na
prac,a do Corpo Santo n. 17.
brado n. |.
-- Na ra do Queimado n. 29 apparcccu
um preto de nome Joaquim, procurando
quem ncomprasse, diz ser da Parahiba, es-
clavo de Francisco Antonio de Almeida, se-
nhor do engonho Boa-Vista ; o abaixo assig-
nado o conserva em sua casa, mas declara
em lempo que nilo se responsabilisa por fu-
ga ou morte, em oonformidade do que ties-
ta data avisou ao proprio Almeida.
Recife, 30 de Janeiro de 1857.
Jos tloreira Lopes.
Lotera da pro-
vincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer publico,
queseacham a venda neste cscriptorio, ra
da Aurora n. 26, primeiro andar, grande
porco de bilhetes. mcios e quartos da quar-
ta parte da segunda lotera do Caimo, cujas
rodas andam no dia 7 de feverciro do cor-
rente anno O Sr. thesoureiro manda decla-
rar aos senhores jogadores que exislem nu-
merales sortidas : como tambem os bilhe-
tes vendidos neste cscriptorio nessas ulti-
mas loteras tem sido muito afortunados,
por isso espera que clles concorreriio para
que continuadamente nao iquem tamaitas
porr,es de bilhetes por vender como sem-
pre tem (irado. Thcsouraria das loteras 31
de Janeiro de 1857.Jos Januario Alves da
Mala, cscrivio.
Lotera
DA
Provincia.
O abaixo assignado vendeu as seguintes
sortes :
1 meio numero 2212 5:000/
1 diio 1764 200,?
1 dito 169 100#
2 quartos 1666 100,
1 dito .> 3380 50,?
1 dito 2931 soy
1 meio 426 50/
DENTISTA FIUECZ.
K
Paulo (iaicnoox, de folll de saa viagem
.i Europa, ef>I;i moraudo na ra Nova n.
':E? il, primeiro andar, onde pode,ser procura- \7*
/5 do a qualquer hora. >
i@f e-f f q o ^f f f f
jB PARA CONSERVACA'O DOS
i$ DENTES.
; '*[ Nova n. 11, em casa do dentista fraucez
& Paulo liaignoui.
ruros contra
-..-
V-
Seg
o logo.
COMPANHIA PORTBERN.
CAPITAL i. 1,260,009ESTABELECl-
UA EM 183(5.
Para effecluar seguros
sobre propriedades, mercadorias, raolilia
c {^eneros de <[uqsi todas as cuialidadcs.
Premio de |8 ate 1 yl por cento ao anuo,
agentes C. J. Astley i\. C. Em coiiformi-
dade de oidens ltimamente recebidas,
os agoutes apliam-se babilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros dee\-
portacio, como sejam : algodo, assucar
ou couros, depositados em trapiches ou
armazensparticujlaivs, em Macei, Jara-
gua' ou PurahHia do norte : agentes C.
J. Astlev&C.1; *s-
Substituicao do
arcano pelo barago pieco de 3,200
por umaJata de 10 libra*:
uoarmaZSeiiitJe N. O.Bic-
bec & Qt na da Ciux
M H X
Prdtisa-se de uni>iavaden;* para
lavar rotipa Ac tima grande familia : na
piara da Independencia ns. (i c 8, li-
vraria.
Aluga-M a anti^a caa de vender plvora, na
cnlade de Olinda. com bom sitio, baila para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : quem pretender dita
casa dirija-se a ra do Vinario n. 31.
PE
ESTRADA DE FERRO
do tiecife San-Francisco.
0 ibaiu assianado far saber, que drpois do dia
3 de fevereiro pegara, no seu cscriptorio, ra do
Crespo n. 2A, aos tenliures accionistas, juros na ia-
lil de 7 por eMta ao nm, sobre a> arenes rc;islra-
das nos skis Domas respectivos nos luros da com-
patible da Estrada de !'' "ro ale o dia 31 de Janeiro
do correnle.
Os senhores que no (ivercm assignado o coutralo
da companhia, deverao fa'.e-lo por si ou por seos
bastantes procuradores, aules de receber os juros
devidos.
Por ordem dos directores.S. P. VEREKEH,
thesoureiro.
Recite 31 de Janeiro de 1857.
Precisa-se
de olliciaes de allaiate para obra grande,
pagando-se ~s pormeiofeitiode cada urna
pera, assim como de Costuraras para o
mesmo olilcio: na ra da Madre de Dos
n. ."6, primeiro andar.
-- Aluga-se a olaria que foi jIo linado Pe-
dro Jos, em Apipucos, a qual tem muito
bous barrenos, ele. : a tratar com i'.laudio
Llubcux.
Joscpha Hcnriqueta de Miranda Barros,
professora particular dos primeiros conhe-
cimentos, avisa ao respetavel publico, o aos
pas tlesuas alurr.nas, que scacha com a sua
aula aborta : quem de seu preslimo se qui-
zer ulilisar, dirija-se a ra da Alegra da
Boa-Vista n. 42.
Qonfcitaria.
59 A
confronte ao Rosario em Santo Antonio, re-
ceheu de Lisboa bolinhos sorlidos, ditos de
amor, s viudos a este eslabelecimento, h-
celas com frucias difteronte, e marmclada
secca a primeira vez viuda para negocio, di-
ta cm latas de diversos tamaitos e da me-
Ihor que rostuma vir, quartos de mannello
em calda e oulras inuilas fructas, gela de
martnello, c outros muitos objectos, e as
melhores pcrimarias.
' O mesmo lem exposto venda os seus fe-
lizes bilhetes da quarla parte da segunda
lotera do convento do (-"armo, os quaes d9o
estiio sujetos ao descont dos oito por cen-
to da le, e cujos preqos sflo os seguintes :
Bilhetes 69OOO receba 5:000#
Mcios 3i>000 2:500;
Quartos 19500 1:^50/
Na prar;a da Independencia. lojas n. *, 37
a 39, c na ra da Cadeia do Recife, esquina
da Madre de Dos ; tambem se aeham ven-
da bilhetes sem a garanta dos oito por cen-
to, pelos presos abaixo declarados :
Bilhetes 5>300 recebe -t:6(Nb
Meios 2>6.50 2:30.03
Quartos 13350 1:1503
Por Salustiano de Aquino Kerrcira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Por todos os paquetes sacca-se sobre a
praca do Porto qualquer quantia vista ou
a prazo: na ra do Trapicho n. 40, escrip-
torio de Thomaz de Faria.
ompx*&.
Vende-se um sitio rom casa para mo-
rar, tull dita para negocio, oulra de ran-
cho, scnzala para pretos, estribara, muitos
ps de frueteiras de todas as qualidades, tem
trra para levantar nina engenhoca, no lu-
gar de Meringaba, freguezia de Santo Anlflo:
quem pretender dirija-se a rea do Collegio
n. 13, loja.
(:!:;; pretas.
Superiores sedas pretas lavradas para ves-
tidos, grosdeuaple prel'i, setim prelT ma-
co, ludo por preco cotnmodo : vende-se
na b>|a di: i portas, na ra do Queimado
n. 10.
Vendem-se ps do larangeiras de um-
bigo, selectas, limSo doce, lima de unibigo,
jabolicaba, rructapSo de maca, sapotizeiros,
e parreiras : no principio da estrada dos
Afilelos, lado esquerdo, casa de Manoel
Marques.
Exislem na ra das Cruzes de Sanio
Antonio 11. 30, charutos muito linos de no-
vas marcas que vieran) da liahia por amos-
tras, e alli so vender por caixa e a miudo ;
tambem lem gomma de engommar muito
clara,as libras.
Oculos e lunetas de ioda
iS (nulidades.
Vendem-sesuperiores oculoscom armaijlo
de tartaruga de todas as graduacoes a 89000,1 Jf
djlos muito bous cora armages douradas I5
1>20(l, ditos ditos com armacaes praleada,''w
l, ditos ditos com armario de a^o a 8"0 e I '-j
15, lunetas com arma^o de tartaruga a 1c, I
ditas redondas equadradas de baloia a 500 .
rs.. ditas de dous vidros armacao de baleia
a 15600, c outros ocuios mais que se veiulcm
por prego barato na loja da boa fama na ra
do Queimado n. J3.
Vende-se um negro moco, sadioero-- Vendem-sc terrenos para edificarlo na
basto, servente de pedreiro, e excellenlel estrada do Manguiuniho, do do liecife, lado
trabalhador de roqa : na ra do Aragao D. 1,1 esquerdo, junto 8S casas do Sr. Manoel l'e-
primeiro andar, reir Tcixcia, com 250 palmos de fundo e
Vende-se milho mnlto novo, saccas de |de frente os que o comprador quizer : a 1ra-
uii! alqticire, e farinba do Itio l'ormoso, tu-1lar "a rua da Cadeia do Recife n. ), 011 com
^=P
do por preco couwnudo
11. 36.
na rua do Amoriui
plores de
Jos Baptista liibeiro de Faria, 110 seu sitio
da Estancia.
Na quina ua rua de Moras n. 1, conti-
nua-e a vender ligos de comadre a 120 rs.,
gomma a yo rs., alpista a 160, cavada a ion
rs., dita molda a 240, cafe moido a 320, gom-
ma de ararula a 200 rs., sag' a 320, man-
leiga ingleza a 180, Kio, soo, go, franceza a
720, cha a -ig, 2/240, 2M0, 2r880, bolacha
ingleza grande e grossa a 140, arroz a 120,
touciiiho e Lisboa a 400 rs.de Santos a 320,
Esta bolacbinba feita com o melbor aper- farnha de trigo a 120, bolacbinhas de ditlc-
fecoatnenlo do que oulra qualquer pelo Ira-1 rentes qualidades a 360 e 400 rs., vinho de
balho de seu fabrico, muito propna para
soires : voude-se na rua de llorlas no de-
posito n. 16 a 610 is. a libra, aondo se en-
comia um variado sortiiiienlo de holachi-
nlias e bolinhos, o oue ludo se vendo muito
em cunta.
.> t*^ uj*.- i? *., *" .-y.' .

... .-.
Perfumaras foissimas.
o
'S
O
m
o
Na loja de mijdezas da boa fama na rua
do Queimado n. 33 eucontra-se sempre um
rico sortimentc de perfumaras de todas as
qualidades. inglezas c francesas, sendo dos|&
melborcs autores quo ha em Pars e Lon-I yjj
dres, a saber : agua de Colonia muito boa, | :.:
sabflo para barba de cretne de amendoas, %
agua de lavatide muilo superior, vinagre
aromtico paia dores de caneca, banba mui-
to lina em ricos vasos, extractos de muilas
qualidades, extractos proprios para bolso da
estudanle, essencias de varias qualidades,
opiato o melbor que ha para limpar dentes,
ps para limpar os denles, e oulras multas
cousas que nao deixarao de paragar aos se-
nhores compradores, e que tudo se vende
por precinho muilo barato.
Luvas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas aa
res, cobordadas e com bolotas a 2{ o pars
ditas sem ser bordadas brancas e amarella,
para homens e senhoras a le, 1?200 e 1>500e
ditas de lio da Escocia brancas e de cores
para homens c senhoras a 300, 400, 500 ,
600, ditas brancas e decores, ddalgodao,
proprias para montara a 240 e 320 e oulras
qualidades mais que se vende na na do
Queimado ua bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Pianos.
Em casa de liabeSchinellau & Companhia,
na da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llambuigo.
Aigodoziiih
para saceos de assucar
sa de N. O. Bieber &
u. i.
a Baha
: vende-se em ca-
C-, rtia da Cruz
Em casa de Eduardo H. Wyatt,
rua do Trapiche Novo n. 18, ha
para vender :
1 piano forte, novo c elegante de
fabricante afamado ein Londres.
Grasa ingleza n.97, deav A
Martin.
Tinta de escrever do lubricante
Arnold.
Tintas em oleo de varias cores.
Cabos da Russia.
Crystalleria.
Agurdente de Franca embar- ~-.
ris. fg
Vinho Sclierrs dito. @
Fructas em conservas inglezas.
Papel para cartas.
Livios para copiar dito. gi
Candieiros do candelabros de ^
bronze. ;'i
Aro em barra para molas de
carro.
... ..
l'-i\os para carro. g
Chicotes para dito. S.
Relogios de ouro cobertosc des- ;;j
:':. cobertos. .''.
O
^el bul i as.
Compram-se escravos que sejam sa-
dios e fortes, proprios para armazem de as-
sucar : na rua do Apollo n. 22.
Compra-te para urna encommenda
molequesde 14 a 18 anuos de.idade:
na rua do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 10 horas a's 3 da tarde.
i 'ompra-se
tima preta crioula, moca, bonita figura, com
habilidades, paga-se bem agradando : quem
a tiver e quizer vender dirija-se a rua do
Sebo n. Vi
Compram-se escravos de 9 a 35 annos:
na rua do Collegio n. 21, terceiro andar.
Compra-se urna escrava engommadei-
ra : na distilaco por detraz da igreia de
Santa Hit.
- Compra-se tima casa terrea com bom
quintal, cercado ou mesmo cm aberlo, nos
lugares seguintes : Campo Verde, Soledade*
Caminho Novo, rua dos Pires, de 8. Concalo,
do Sebo, Jo C0IOV9I0, edillicada com a fren-
te para o nascente : a tratar na rua da Praia
de Santa Itita serrara n. 13.
08
Og
cubf rtoi e descolierto, pequeos e grandes, de ouro,
patente ingtaz, para humero e senhura, de um dos
melfaotei fabricantes mo paquete inslez : em casa ue Soulball Mellur &
Companhia, rua do Torres n. 38.
Vende-se agurdente de Franca em
ca xa 8 de nina duzia : no armazem de C.
J. Astley ft C. .
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas'ie 2 du/.Ms-e em harris deoilavo, re-
cen leir.entecliega loj.elojbrigue Trovador;vnde-
se nicamente no irmttem de Barroca V Castro, na
rua do Cadeia do !i i. n. 4.
Vendem-se batatas novas a 1>000a ar-
roba : no armazem de l.uiz Antonio Aunes
defronto da porta da alfandega.
Vende-se a taberna da rua do Vigario
n. 8, com os fundos que convier ao compra-
dor, a prazo e a dinheiro ; faz-se todo o ne-
gocio
vBilH3.
|Ao respeitavel
publico.
"'
i.':
m
BA NOVA N. 18, Q
leja de fazendas e ronpa fcila de M. A. Ca- i
^ \\ C., onde eucontrarao os bous fregue/es _'
'".-* as obros mais bem acabadas que se pndem '.,;
en contrar, de todas as cores e qu.didades.e ;
tsat de aceitar menos obras de eucomnien- ''.:'.
das, por l#r maior porjlo de diflerentes V!f
%$ obras, apsiroiot'o lem de augmentar o ^
atife preco d.s enrnru^ieniladas, e para mais _..
' beni seVir a seu aooos, sera para todos *;;
S um sprecoa dinl.-iK. -,;
- Coiitinua-sca yc-hIt queijos dos mais
repc de fila-
mm a soo bs. o covado-
Fazenda nova, chegada pelo ultimo navio
francez, tecida de laa e seda, de quadros e
listras de cores muito delicadas, pura vesti-
dos de senhoras e meninas : vende-se na
da botica.
rua do Queimado, leja n. 17 ao pe
Felludilhoe
vel-
biitin
^
*-';
Oinclhorquc nessa fazenda tem vindoa
este mercado, de cores muito lindas, para
vestidos dos mascaras : vende-se na loja n.
17 da rua do Queimado ao p da botica.
'ussulina bri-
fl
aQ-Jt \wr unta
polaca.
'/ende-se na rua de Mor tas no depositon.
16, antes de chegar ao pateo do Carino, c
latthcm lem entrada pelo porta' do palco
do Carino em frente a Santa Th -eza. Este
pa< he o melbor que he possivel M/.er-se em Champagne de Clirquot.
Vendem-se vclbutinas pretas e de cores,
por menos do que em outra qualquer parte,
para fechar cuntas : no aterro da Boa-Vista
n. 10.
.Na rua de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, vende-se una bonita escrava cabriaba,
de 17 annos, cozinha o diario, e tem princi-
dio de habilidades para casa de familia.
Vende-se pain^o muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
te da r.elaco n. 28.
l'AKA QUEM TIVER BOM COSTO.
Vende-se um bom sitio com periodo 500
palmos de frente e 1/500 de fundo, chcio do
militas frueteiras de diversas qualidades,
com duas grandes baixas para capim, terre-
no excellente para plantacao de legumese
horlalica, couimodidades para se fazerem 2
viveiros por ter camba d'agua salgada no
fundo, casa soirrivel para morada, murado
na frente e de um lado, agua de beber, etc.,
e alem de todas estas bondades, quem qui-
zer mandar fazer urna morada de casa com-
moda e aceiada, ja tem um formidavel c
bem Teilo alicerec para isso, com 10 palmos
de trente o 110 de fundo, guarnecido com 2
porles um de cada lado ;e he perto da pra-
os Alllictos: quemo pretender e quizer ve-
lo, enteilda-se com o proprietario Jos Sa-
porite, morador na casa annexa ao dito si-
tio, de manha at as a horas, e de tarde
das 5 em dianlc ; e no decurso do dia no
Recife, cscriptorio. dos Srs. Bastos o Le-
uios. la do Trapichen. 17.
la loia
das seis portas
KM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Sarja hespanhola a cinco patacas o cova-
do, com quatro palmos de largura, nobre/a
de duas larguras a tres mil rs luvas de seda
preta c de cores a rail rs. o par, lencos de
relroz pretos e de cores matizados a dez
tuslOeS, sedas pretas com flores a dous mil
rs. o covado, lencos de seda para pescoco de
senhoras a dez lusloes cada um. De ludo se
da amostra, levando penhor que equival o
que se quer ver.
VeJbutma
do cores pretas para jaqus de senhora e ves-
tuarios para o baile masqu: ua rua do
Queimado n. 40, em frente do becco da Con-
gregarlo.
Vende-se em ca-
sa deJ. Praeger AC, rua da Crtizn. 1 I :
Uta ii le.
Fazenda b>s;:ca lavrada do '[>},
largura,-hgada (telo uliMd. na. I
com psWfk'; i- desenh"* '.. uorsl-
uovos que ha no nien.uoa K5H0 cada um, pare^ "Ma^est.do, s- '
gommadeengomm 4) 90 rs. a libra v itiiy'de-se |^ ..^comuio >
comadrea 140rs. a,A.,;, sagu' r\OJf^o Queirtiulo r.. '." ,a3\d
BOSOI
Foi traasferido o deposit deste xarope para a ho
tica dejse, da Cruz Santos, na rua Nova ti. 53',
garrafas 55500, mciitlSOOo. sendo f.ilso lodo
aquello r| ne i io for vendido ncM e deposilo, pelo
iii'.pfi o presente avi.
IMPORTANTE rAI.\ 0 PIBLICO.
I'sra corada phtysicaen lodosnsseusdillcren
!. -i .o, quer motivada por consti paeoes, losse
aslboia, pleuriit. escarns de sangue, dorde cos-
lados e pe lo. palpitara o no corarflo, coi]uelurbe
bronchile, dorna samanta, e todas asmole'slia
dosoreaos pulmonares.
O Or. Estevflo Cavalcanli de Albuqucr-
que, formado-em medicina, pela faculdade
do llio de Janeiro, pode ser procurado para
b exercicio de sua profissao na rua estrella
do Rosario n. 10, segundo andar, das S horas
e mcia da uianliaa al as 5 da larde, e alem
destas horas na estrada de Jo3o de Barros,
no sitio cm que morn o Sr. Dr. Vicente Pe
reir do llego.
cevada a 80 rs., caf a tena ery
240, dito moido a 200 rs., far'uba < #ra^..-
la a 200 rs-, dita do Maianr.<~ig.$4ff
laberna da rua de Hortas t>.-.
-- a pessoa que-*iu7Ci -^ -,n vvi fa-
genho prximo a esta ('"iiiue, ?s 1
franceza, latiua o portugtiH*,\lvr!Ja-Sa" > Uo
da Cad*a de >anto Auiaiuij, seg.iud. an-
dar da easa-n. iti, para ttstar do ajUBt^.
' No dia 26 do me/, nassado, desapparc-
ceu do palacio da >oledadc, um cavlo ala-
zo, com os signacs seguintes : tamanho
de meio, ps c maos calcadas de brauco ou
duas mos e um p calcado, pois nao se esta
bem presente, frente aberta c com algumas
caspas, bebe em brauco, dinas separadas
calnndo parle de um lado e parle do oulro,
anda a passo, porm obrigado porser muito
galopador : quem o apprehender ou o tiver
em seu poder leve-o ao sitio das Rostirs,
do tencnlc-coronel Joaquim Elias de Moura,
que sera recompensado e pagas as des-
pezas.
Compram-se cft'ectivamenle na rua das
l'lorestll. 3", primeiro andar, ap ilices da di-
vida publica e da divida provincial, assim
como acc,es das diversas Cumpanhias auio-
risadas pelo governo.
Sabio a luz sabbado, 31 de Janeiro, o
peiiodicolegciierai;ao: dislribue-se gra-
tis, e contina a distribuir-se as livrarias
do pateo do Collegio, Cabuga, loja do Sr.
Villasboas, e Boa-Vista, botica do Sr. Manoel
Elias de Moura. \
Doseja-se fallar ao Sr. Matbias Pereira
da Silva, natural da liba da Madeira, a ne-
gocio de seu inleressc ; assim como roga-se
so Sr. JoSo Rodrigues Eiras, quu lendo no-
ticia do dilo senhor cima, lenha a bondade
de ir a rua do Queimado ti. 7, ou annunciar
' a sua morada.
__Quem perdeii i varas de lita lavraila e
maisiiiii uoucode lildeliulic preto, dando
os signacs cerlos se entregar, pagando o
importe do annuncio ; a procurar na loja de
miudezas da rua larga do-Kosaiio n. 35.
JP* a ve
T<
,,%>*
quilidade e tamanho ; c chamam is a atten-
i- i-i l'>- senhores compradores afini de o vi-
ren examinar.
Sedas de qua-
dios uiitidinios i l^OOO
o covado,
ta rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
chiles de luuquim a 29000, 13a de quadros
a io rs. o novado, grosdeuaple preto a
13)00, 23 e 2*200 suierior ; ilao-seas amostras.
| Gorguro de
oez,f Zc- Nado.
ros >ende-sc na rua do Queimado n. 21 A,
gd ;urao de quadros ondeados, de lindas co-
r(i setim lavrado preto a 2#00ll e 2^400 o
c do, sarja preta lisa muilo lina a 29200,
I d a la Viada a 2*600 ; dao-sc as amostras.
de
Vende-se um escravo crioulo de bonita
figura, bom canoeiro : na rua do Queimado
n.44.
Vende-so a7eitc de carrapalo a 2140o a
ranada, ou em barra na rua das Trinchci-
ras n. 29.
St \eiide-.e orna edeumba da Baliit com ta
. nras cortinas douradas, na casa de sobrado jS.
li. 0, oa ru da Clona : quem pre|enjfr s^g
-...- comprar pode procurar ua riila cas, das 7 l-
S 5 liora, da iiiaubaa as 9, e a tarde, das 1 as 6.
'''0:-OiKK':: &%&&&,,;&
vendem-su sardi.ihas emciuurtos de
mcia lata, vinho de Rordeaux t-,n ca*,
nhas de duzia, equeijosde Gruyere, ludo
modo: na rua do Trapiche n. 11.
-- Vende-se um linao moleque de 9 u.
bem robusto o
I isboa a 40, ligueira a 560, Porto a 61",
dito engarrafado a 1*000, oleo de ricino a,r
500 rs. moia garrafa, milho a 240 a cuia, c vb' !,'' usU> o saio: no aterro da b0-
peneiras de arome para relinadorcs e pa-
deiros.
-- Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDav Mar-
de 15 duzias d% potes :
Crabtree i Companhia,
lili, em barricas
cm casa de James
rua da Cruz n. 42.
0 GUAROA-UVROS BRAS1LKIRO, ou arle
da escripturafSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rua da
Cadeia Vclha n. 22. I'reco 8^000.
''a rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto desupeiior qualidade da bem
conhecida marca (iW era pipas, barrisecaitai de
urna e duas duziasdt garrafas.
da
Agencia
finidi<;ao Low-.Ho< r,
rua da Sen/.ala-.Nova n. i2.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortimento de raoendas e
meias moendas para engenlio, machinas
de vapor e taixai de ferro batido e COado
de todos os tamanhos para dito.
5600
ven-
} jUifi [fihaly de flores
i-, 'ir i..'io? da India I /
VenJen'-M li ve
de;; lints debu^ui-'. :>.! 'yuboa miu-
.0* ra ,.. .,-.
pCTo tifla, -;. -miO- W^- -Ur ,.u l
vado : na rua 'do Que.mado, loja n. 17 ao
peda botica.
Para liquidar
contas.
O donos da loja n. 17 da rua do Queima-
do eslao vendendo por menos de seu valor
certas fazemlas, como sejom cassas e cam-
braias francezas linas de cores fixas, pelo
barato prcc.0 de 400, "0 e 560 rs. a vara, as
verdadeiras chitas francezas muilo finas e
de cores lini.es, pelo preco de 260 e 280 o
covado, bareges de cores lindas com qua-
dros de seda a 500 rs. o covado, e nutras fa-
zendas que estarao a vista dos compradores,
por presos de convidar a comprar.
Vendem-se pedras de hombreiras, ver-
gas, sociras c cordao, a outias muilas: a
tratar na rua da Cadeia Velha em Santo An-
tonio u. 7.
Domingos Alves Malheos tem para ven-
der em seu cscriptorio, na iua de Apollo n.
23, por mdicos procos o seguintc :
Ricos e elegantes pianos.
Superior vinho velho do I'orto.em barris.
Superior vinho velho do l'oito.engarralado.
superior vinho velho Jeropiga liranca.
Coxins de linho para montarla.
Cobertores eneorpados de algoJo.
Superiores charutos da Babia.
Saboneles em caixinhas.
Rico e superior papel piulado o dourado | u-
ra forrar salas.
Ristras u 800 rs. o ca-
vado.
Vende-se ua rua do Queimado n." 21 A;
dio-sc as amostras com penhor.
iSrilaiitiuc de llo-
res ;i i50O rs. o ,(ivadt>.
Cbegou a rua do Queimado n. 21 A, bri-
liniine a que chamam mussulina branca de;con davel
Oires miudinhas adamascadas, fazenda esta
a mais superior que tem viudo ; do-se as
anoslias com penhor.
Albaneza I
a 1^000 covado.
Chgoti a rua do Queimado n. 21 A, alba-
i.eza preta com mais de vara de largura.
Rap.
Vende-se superior rap Paulo Cordeiro,
nuito fresco, e o tois seiiielhanle ao de
Lisboa : na praca da Independencia, u 3.
ovas lio SBRTA'O.
Chegaram a rua do oucimado n. 14 as
Mais frescas ovas do scrlao, as quaes se
'endein muilo barato.
CARNE UO SERTA'O.
Vende-se muito boa carne do scrto : ua
na do Queimado II, I .
ussuli .i branca*
Vende-se na rua do Queimado n 19, loja
de Santos Coaho, mussulina branca muilo
lina chegada I pelo ultimo vapor da Europa.
Conservas irjlezas em raixas de 2duzias.
Cognac francez <:m caivasde 1 duzia.
Pctit-Pois em caixasde 50 latas.
Vinho ae Rordeaux em caixasde I duzia.
Amia de Seltz em botijas.
Vinho do lilicno.
Genebra de Hollanda.
Ilepoliio em conserva.
Feijao em dita.
Sardinhas em sal.
Queijos de nata superiores.
Uarenquesem af.
No armazem da rua da Cruz n. 11,
vendese por preco muito barato :
I intas finas hainburguezas em latas.
Alviadc em barris de um quinto.
Bom e barato.
Vendem-se sapa tos de borracha de
lu/lrc, proprios pura o invern, de ho-
mema SsoOOe de senhora a 3.S'000, sen-
dado mellior gosto f|tic tem viudo a es-
ta praca : na rua do Livramento n. 3,
loja de calcado. Na mesma loja cima
vendem-se resmas de papel de peso a
2$800rs., sendo em grande cu pec|ueua
porcao, a vontade do reguez.
i vir com-
pra porque o preco
convida.
Vende-se urna porcao de algodo trancado
da liahia, fazenda muito encorpada, com
pc(|uciiu defeilo, sendo fazenda muito re-
para roupas de escravos e
para todo servico de campo, finalmente
muilo propna para toalhas de mesa e ou-
tros-muitos arranjos de casa de familia; e
quemdeixarl de comprar limpo a 220 ava-
ra, e defeiluoso que mal se condece a 200
rs. : na rua do Crespo n. 14, quarla loja vol-
lando da rua das Cruzes.
Vendem-se chapeos deChilIv de to-
llosas qualidades : noescriptorio de No-
vacs v C, ua rua do Trapiche n. TiV.
-.incusa de Timm .MonseinV Vinassa,
praca do Corpo Santo n. 13, lia jwira ven-
der um sortimento cmplelo de livroi em
arinlia de Tri-
este.
SSSF.
{Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMR chegaram
barricas desta acreditada familia :
de-se nos armazem de Tasso limaos.
. t\L E POTASSiV
\ ende-se polassa da Russia e americana, cliecda
nestc das ne superior qualidade; eal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seusdeposi-
los na rua de Apollo n. 1 A, e2B.
uelogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugusloC.de Abrcu, naruada Cadeia
do Kecife, arma/.em n. 3(i.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa: no
arma/.em de Novaes & C, rua da Madic
de Dos n. 12, por preco commodo.
Vende-sesuperior linda de Igodao branca
de cores, eio novello, para costura :em cas de
soalhall Hellor rj Cumpanhi,ruado Torres a. 38.
M$5 Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim romo polassa da ltussia verda-
deira -. na pra$a do Corpo Santo n. 11.
Cimento braneo
Uecbegado o encllente cernen tobran"
co ja bem conhecido e experimentado'
lano em barricas como as tinas : no ar-
mazem do taltoas de pinho de Joaquim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
Moinhosdo vento
com bombas derepusopara recar borlas eba
xa de capim : na iundic.ode D. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6. 8e 10.
Antonio Josede Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a KSfOOO o bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparecam em o seu cscriptorio, na
ruado Vigario n. 31, para veras amos-
tras.
Era casa de llenr. Itrunn & Companhia, n;i
roa ,ia i.roz n. 10, vende-secognacemeaixinhasde
PARINHA
lie Trieste.
Vende-se em rasa de Sunnders Itrothers c n
prri do Corpo S,(iito n. 11, a muito superior e bem
conhecida rartnba de Trcale, da marca-primeira
qualidadeclocada em il do crenle m escuna
.1 reil., em porces grandes e pequeas,conforme a
^onltllledn i. 11 | r ;i -1 r.
TAIXAS PARA EXGENHO.
Ra fundipao de ferro de D. W. Bowmann u
rudsBrum, passando o chafariz, contin ha-
ver umcompleto sortimeriods laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
charo-se a venda, por eprejo commodo com
promptido: embarcam-s oucarrsgaai-sa mear
ro semdospeza ao comprador.
Na. rua do Trapiche u. 14, escriplorio de Ma-
noel Alves Guerra, vende-se por commodo preco e
seaunite:superior vinho do Porto em barris do
oilavo.chapcos de rcllto.esabaoamarello fabricado
uo Ido de Janeiro
Em casa de Saunders Brothers t C., praca
do Corpo Santn. 11,ka para vandar osaj-uinta a
Ferro inglez.
I'i\ da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrarifarlo igual ao da Babia.
E umcompleto sortimento de fzendas proprio
para aste mercado ludo por preco commodo.
Vende-se urna porgSo de pipas e loneis
por praso de seis mc/.es com as competentes
garantias, tambem se arrunda o armazem
onde se acliam depositados os mesmos ob-
jectos : a tratar com Joaquim GoiiQalves de
Albuquerqun n silva, naruada Cruz n 35,
primeiro andar.
VINHO ni) PORTO GENUINO.
Vcnde-se ptimo vinho do l'orlo em barris da
quarlo e oilavo, por |>rero razonvel: na rua da Ca-
dtia do Kecile n. 13, escriptorio de Dallar -\ Oli-
vcira.
Potassa e mi
vir ge ni,
N'oantigoeja' bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecile, escriplo-
rio n. 12, baara vender muito supe-
rior polassa da Russia, dita do Ric de Ja-
neiro e cal virgem de Lisboa em pedra,
indo a preens muito avoraveis, eom os
Vende-se um grande terreno no lac
do l.uca, principio da Eslrada Aova : na rua
>"ova n. 42.
Vende-se a bem alreguezada raberua
da rua da Koda n. 18 : a tratar na mesma.
Vende-se urna taberna na cidade de
Olinda, com poucos fundos, eem bom lugar
por ser nos Quatro Canto, e muilo bem
afreguezada : quem a pretender procure no
Kecile, rua da l.ingoeta, casa n. 8.
-- \ende-se una escrava crioula, de 26
anuos de idade, que lem de ser doceira
tem todas as babilidades precisas : na ru'
Augusta, casa de sotao confronte aos Co-
Ihos.
Vende-se um mulatinlio peca, de idade
de 7 para 8 anuos, com a condicio de nao
embarcar : pata ver e ajusUr, na rua do
Kangel, taberna n. 50, esquina do becco do
Carearan.
Vende-so urna prota moca e boa fi"U
ra, cozinha, engomma e cnsaboa : ua fu,
do Collegio n. 18, segundo andar.
Attenco.
o
No deposito de pio da rua de Moras n. li.
vende-se pao o melbor possivel a 22 por pa-
taca, assim como as bem condecidas flores
de ovos para soirees a 6(0 a libra, bolachas
a mou> de Biaga a 400 rs., e muilas oulras
diversas qualidades de bolacbinhas, diver-
sas qualidades de doces para cha, charutos
de muilas qualidades, cafe com leile paia
almocos e para qoalquer hora que sequeira
tomar ; cm um salSo do mesmo esUbeleci-
oiento, podendo entrar-se tela frente que
be no numero cima indicado, ou pelo nor-
tao conrronle a igreja do Santa Tbereza.
ilhar.
Vende-se um ptimo bilbar inleiramente
novo ; no aterro da Boa-Vista n. 23, loia de
trastes. '
Vendem-se 1 cadeiras, 1 sof, | con-
solos, 1 mesa redonda, e 1 radeira de batan-
eo, ludo de amarello : na rua do Rosario da
Boa-Vista n. 13.
CEBA DE CARNAUBA.
Vende-se cera de carnauba de boa quali-
dade : na rua da Cadeia do Recife, loia
n. 30. '
-- Vende-se urna mulata moca, boa lava-
deira, e propria para qualquer servico aluda
mesmo pesado : na rua da Cruz do Recite n
31, primeiro andar.
Aos devotos doSS. Rozario de N. S.
Na rua do Queimado n. W, loja de razen-
das. vendem-se benlinhosda imagen) do NS.
Rozario, bordados a ouro lino, e de difle-
rentes gostos, pelo baralissimo Bfaca de 500
-ris cada par.
IEGH41ISI0 tm m.
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENCE-
NHEIRO DAVID W.BOVVMA.N, ,,A
RUA DO BRUM,PASSANDO O oBA-
FARIZ,
ha sempre amgraDdesoriimenlodosseBuiDles ,b
jacios demechanismosproprioparaen(,eiiho,a sa-
tur : moendase meias moendas da mais moderna
conslruccio ; taixas de ferro rundido e balido.de
superior qualidade e de lodosos, tamaitos; roda
dentadas para sua on aniones, de ludas as proixir-
ces; crivoseboccasdeforoalhaeregislrosde to-
eiro,aguilhOcs,brouies,parafu>oseea>illiO,n...i-
unos de mandioca,etc.ele
NA MESMA FUNDICAO.
seeieculaoitodasasencommcndas coi a supeno-
ri(ladejacouhecidaecomade*idapieslti*ecoru-
modidadeem pre^o.
LEOES FINOS.
Vcndem-se lequcs muito finos com ricas
pinturas, espelho e plumas a II, 3M00 e 4/ :
na rua do oueimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
&*0rst>0* fg?)0.
braneo,chegadus ltimamente re llam- ipiaes liearao os compradores satisfeitos.
N. O. Ilieliei >.\ C, rua da Cruz n.-i,
vendem:
Lonas da Russia.
dem inglezas.
liiin/ao.
Ib ins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assucar.
burgo.
DEPOSITO
de pianos lories.
Sin I i ment completo,
Em casa de Tinnn Monsen t\ Vinassa,
praca do Corpo Santo n. 15.
Fugio no dia 30 do mez de janei ro p
p. um mulato captivo de nomc Cieiuenlinu.
com os seguintes siRnaes, baiso, magio, ca-
bello carapinbo, falla de vagar, gesto hu-
milde, tem falta de alguiis denles, sabe ler
e escrever ; este escravo foi do Sr. Francisco
Antonio de Salles, morador emtioianinlia do
llio Grande do Norte, para onde se suppo
ter fgido dito mulato : quem o pegar con-
duza-o a seu senhor na rua da Cadeia do
hecife n. 40, que sera generosamente recom-
pensado.
Kugio no dia 1 do correnle um escravo
mulato de nome Benlo, com 46 a 50 annos
de idade, tem na cabeca e na barba alguns
cabellos blancos, he recreado do corpo,
olhos pequenos, quebrado das venillas, tem
um dedo das maos fino, por nelle ler Udo
um panancio, andou em oulro lempo em-
barcado, cosluina andar cum a cabrea baixa
eolhar por.baixo; levou veslido camisa de
tnadapolao, caiga de bnni braneo e chapeo
de mana preto : quem o pegar leve-o a rua
da Praia 11. 36, que sera generosamente re-
compensado.
Fugio ua madrugada do dia 12 de Ja-
neiro do correnle anno, o crioulo de nome
llypolito, estatura pouco cima da regular,
secco do corpo,cara leekinda, beicos grossos,
pouca barba, falla descansada, idade 24 ali-
os, rallo de alguns denles na frente, Menas
linas, ps grandes, ollicial de sapateiro. co-
zinheiro, sabe trnballiar em casa de calde-
ras de ongenho de assucar, sabe ler e escre-
ver, e por isso he bastante ladino, e lalvez
queira passar por forro, mudando do nome;
se bem que ha noticia de eslar elle amulado
por certa pessoa, cujo nome sera publicado,
se o dilo escravo nao for entregue ao seu se-
nhor, morador na rua das Aguas Verdes n.
50, o mais breve possivel, que todava re-
compensara a quemo apresenlar.
~ Fugio nos dias da semana passada urna
escrava da Cosa de nome Romana, ce ni o
signacs seguintes : alta e magra, meia lula,
cosiumada a vender agua ; saliio de casa
com um veslido de chila cor de rosa, c rom
um panno da Costa azul e encarnado, ja
usado : quem a pegar leve ao patee do Va-
lai/.o 11. >.
Fugio honlem as 7 boras.uri escravo ula-
to de nome Tbomaz, alto, reforerdo da corpo, eom
marcas de bexigas, perna grocas, e nellas marcas
de cicralizes as cauellas, falla coui muita manci-
do, levou veslido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo braneo, nos ombros e pu-
nbos, aberta na (renteam forma de pabl: esleef-
cravo he natural da Parahiba e fot escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o huuve cor heranca de seu so -
gro Jos Joaquim de Sour.a daquella cidade, a foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario da
Alhandra Vaaconcellos Jr,mor,morador no engenho
l'apui freguezia do Pilar deca jf-rovinria :
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Tedio
Antonio Teixeira Guimaraes, irat aera generes-
menie gratificado.
Ucsapparcccu no 1. de fevereiro, as
lloras da larde, da rua da Aurora, cm Sant
Amaro, a preta Quileria, crioula, com os
signaos seguintes : baixa e secca do corpo,
levou vestido de chita preta, panno da ('.osla
e argnlas de ouro pequeas as mrlhas:
roga-se a todas as auloiidades poliriaes e
capilSes de campo que a pcg.-ireni Icveiu-a
ao seu senhor cm Sanio Amaro, no I un da
rua da Aurora, que seriio gcucrosaineule re-
compensados.
s
l'ERM :TYP. E U. t. 1)E 1 ARIA 1tvi7
MUTCSDD"
ILEGIVEL





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