Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07699


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Full Text
y
AUNO XXX1I1 (L 26.
Por 3 mezes adiantados 4S000i
Por 5 mezes vencido! 4$500.
'
TER'A FEIRA 3 DE FEYEREIItO DE 1857.
DIARIO DE
Por anuo adianlado 15A000.
Porte franco para o subscriptor.
AMBUCO
ENCAI.I.EGADOS DA siibsciupca'o no noivte
Parataiba o 8r. Joo Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. loa
quim I. Pareira Jnior; Aracaty, o Sr. A. da Lamo Braja
Ccar, o Sr. J. Joa da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar
2un Rodrigue ; Piauhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Pessoa
carete : fara', o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Ir. ;Jero-
njmo da Coala.
OH
nrfa : mH..
Isiiaraiai, Gol
S. Aalto, Bei
S. Lnareafo i'>
PARTIDA
o. di
., 4a 9 a ai.ia hum i
... Bmco, Cariar, Mliiihi
-.1'U.i, Nuareis, L
DOS CORREIOS.
41a,
oas-f.-
(iliun,
i... Pe
Flore.', Villa-Relia, lloa-V.ta, Oil.intrj'e BaiTa
Cabo, I|.......... s.-rii'i.M-ri,. Km-Ponao-u, i'nt. Barra
Pim.-iili-.raa e Natal: qninta.-reirai.
(Todo. crrelos parleta a. 10 taaraa da anala.
na f'-rca-ffira
,..ira, ,.-
faarUa-reiraa.
i, Agaa-Prcla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- aagundasa quintal.
Relac.o; lerras-feiras e labbados.
Fazenda ; quarlas e sabbadoa es 10 horai.
Juizo do commercio : segundas aa 10 horas e quintas ao melo-dia
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 boras.
1 rimeira vara do civel i segundas e sellas ao meio-dia.
Segunda Tara do cirel: quarlas e sabbadosao meio-dia.
EPIIEMEIUDES lio HEZ DE PEVBREIRO.
I Quarto crescenle as 6 horas e 1 minutos da Urde.
II La cheia as ti horas e 33 minutos da (arde.
17 Quarto minguante a 1 minuto da manha
24 La nova as 9 horase.38 minutos da manha,
, PIlEAMAIt DE HO.Ifc.
Segunda as 10 horas e3i minutos da tarde.
Pnmeira as 11 horas e 18 minutos da manha
DAS DA SEMANA.
2 Segunda v PurilicacJo de Nossa Senhora : S. Apeniano.
3 Terca S. Braz p. ni,: s. Cclerino diac. m. ; s. Laurentino
4 (Ruarla S- Andr Corsino b c. ; s. Jos/' de Leouissa I*.
5 Quinta S. gueda v. ni. : i. Pedro Baptista.
6 Sexta As Chagas da Christo Senhor Vosso. S. Dorothea v m.
7 Sabodd S. Romualdo ab. : s. Ricardo rei.
8 Domingo da Septuagsima S. Juo da .Malta.
PARTS QFFIGIL
80VEHJJO DA PROVINCIA.
Cxpedlenie da da > de 1 .me Ir o.
Ollicio Ao commandanle da prac,a, mandando
deiaquarle lar o 2. sargento da quinln companhia do
3, batalhao de infantaria da guarda nacional desle
municipio, Elpidio de Araujo 1 erreira Jacobina.
Communic ou-se ao respectivo commandanle supe-
___rijuv. .
Dilo.',ti racimo, remetiendo para terem o con-
veniente destino, a guia de soecorrimeulo do capi-
llo Brazilio de Amorim Bezerra, e as relaroes das al-
terares occorridas no mez de dezembro ultimo, com
o lente .lo.loY.arlo> de l'aiva e o artfice de foso,
Manuel Pantaleo da Costa Mnnleiro.Participou-
se ao Exm. presidente do Para'.
DiloAo chele de polica, dizendo licar inleirado
de haver 3. S. Horneado a Joaquim Rodrigues de
Albuquerque, para uin dos logares de servente da
casa de deleurao, com o vencimento de mil res dia-
rios.Communicou-se a' Ihesouraria provincial.
DitoAomesmo, declarando que transmudo a'
Ihesouraria provincial para ser paga, estando nos
termos legaes, a conta qae S. S. remellen das des-
pazas feilas nos mezes de oovembro e dezembro do
nne passado.com o sustento dos presos pobres da
cadeia de Goianna.
DiloAo inspector da Ihesooraria de fazenda, re-
commendando, que por conta do ministerio da jos-
tica mande pagar a Jos Baptista Braga.aquanlia de
120 res, im qae segundo a conta que remelle,
imporlam 1-2 espadas compradas para satiif.izer nma
requisito do chefe de polica. Communicoo-se ao
presidente do consellio administrativo.
DiloAo mesmo, para que a' vista do prel que
devolve, mande pagar a importancia dos venciroen-
tos do corneta Manoel Bellarmino da CooceicSo, ap
quailel-meslre geral da guarda nacional de Sanio
Aniso, a que perteoce o mesmo corneta. Commu-
oicou-se ao respectivo commandanle superior.
DitoAo mesmo, Iransmitlindo para os conveni-
entes esames, copias das actas do conselho adminis-
trativo datadas de 3, I i, e 19 do corrente.
DitoAo mesmo, rceommendando a expedirn de
suas orden-., para que o inspector da alfandega con-
sinta no despacho isenln de direilos de urna caldei-
ra vinda da Europa na barca hollandeza Jacobus,
por encommenda do inspector do arsenal de mari-
nha, e para o serviro da barca deescav arao.Inlei-
rou-se no referido inspector.
DitoAo mesmo, recommendandu, que sob a res-
ponsabilidade da presidencia, mande pagar aos ne-
gociantes Henry Forster t C, a quanlia de 3000000
r>., qoe se lhe esla' a dever de urna boia que ven-
deram ao arsenal de mariuhs, para balisamenlo de
urna das barras do porto desla cidade.Inteiroo-se
ao inspector do supradito arsenal.
HitoAo mesmo, exigindfl urna relacao de lodos
os empregados daquella Ihesouraria, da mesa do con-
solado e da alfandega, com declaradlo dos empregos
e qaandu prvidos.
DiloAo lente coronel, director das obras mi-
litaras, approvando a compra que fez de 30 lalioasde
louro de as-oalho, para pr.ilcleiras de arrecadar.to dn i
9. batalhao de infantaria, podendo Smc. comprar
milis as qoe l'orcm precisas para a conclusao de se-
melliante clin.
. DitoA" presidile da commissiio de hygienc
publica.O Exm. presdeme da provincia do Rio
Grande do Norte requisitou-me mais dous mdicos,
para serem empregados no tratameulo do cholera-
morbos, viilo que o mal vai crescendo, e os faculta-
tivos que all existen) n.ln silo sufficienles.
Sirva-se Vmc. de indicar-me com a maior brevi.
dada po-sivel, doos mdicos que e-lej un disposlos i
seguir para aquella provincia na primeira opporlu-
nidade, devendo Vmc. recommendar-lhes que se
apreseotem na secretaria do goveroo, alim de so tra-
tar das condiroei com que lenliam de ser contrala-
dos a prestar os seus serviros.
DitoAo promotor publico da comarca do Pao
"Albo. Constando-me que anda continuam ah
os enterramentoi as igrejas, nao obstante as onlens
que tenho dado, para que elles lenham lugar smen-
le no cemiterio publico que se acha construido nes-
sa villa, recoromendo a Vmc. qoe proceda como for
la lei contra aquellos que Iransgredirem as ordena do
governo re.divas a esse objeclo, as quaes remello in-
clusas para seu conhecimeolo.
PortaraExonerando de conformidade com a
proposta do chefe de polica do cargo de l.eup-
plenie do delegado do Buique, ao tenenle coronel
Thomaz de Aquino Cnvalcanl de Albuquerque, e
liem asiim o subdelegado e seus suppltnies da fre-
guezia do mesmo nomo, e Horneando para os ditos
cargos aos cidadaos segaioles :
Para primeiro supplente do delegado do termo de
Bui/ae.
Coronel Leonardo Bezerra de Siqaera Caval-
canli.
Para subdelegado da fregue:ia do Buique. ,
lvo Rodrigues l.ins de Albuquerque.
Para supptentes do mesmo subdelegado.
I.Capilso Emeliano Cavalcanli de Albuquerque-
2.Jos Leoncio de Albuquerque e Mello.
8.Jos Victoriano de Carvalho Cavalcanli.
4.Joaquim de Albuquerque Pessoa Cavalcanli.
5.Manoel de Albuquerque Cavalcanli.
Communicou-sa ao cliefe de polica.
lillaMomeando na mesma conformidade, a Fran-
cisco Xavier de Araujo, para o cargo de subdelega-
do da fregoezia de Cruaugy. Inleirou-se ao chefe
de polica.
DilaAo agente da companhia das barcas de va-
por, para maodar dar transporte ate eorte, se liou-
ver lugar vago para passageiro de eslado no vapor
qoe se espera do norte, ao bacharel Manoel Mamede
da Silva Costa.
EXCARKEGADOS DA SI ItSCIIIIH A) NO MI.
Alagoas.o Sr.Claudino Falcio Das ; Baha, o Sr. D. Duorai
Bio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
EMPERNAMIIECt
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figueiroa de Paria, na su
lvraria, praca da Independencia os. 6 e8.
lllm. e Exm. Sr.Acenso a receprao do ollicio
de V. Exc. datado de 28 do rorrente, acerca do
fado qae se den, de terem sido desembarcados oa
ilha do Nogueira dous doenles de febre amarella.
Em resposta cumpre-me informar a V. Etc., que
osdoentessao entregues a um dos soldados navaes,
ao qual recommendo muito zelo e cuidado no trans-
porte e agazalho dos mesmos ; mas como a gante do
escaler a soldados sao quolidianamaote mudados,
acontece que nem sempre eapricham em enmprir
com as ordens que recebem, a lamhem nao adqui-
rem a pratica desse serviro, que como em ludo ha
lito ulil. Apenas oube desse fado, ped ao al-
danle da capilania que apresenlaase os mesmos tri-
polanles todos os dias, e indagando do patrao e do
soldado qual havia sido o motivo desse procedimeo-
to, declararaio-me que estando a marc cheia e as
ondas mui grossas, nao Ibes foi possivcl atracar ao
Pina, com receio de perdarem o escaler.
Sendo esse um dos fados que nao cabe a previsto
mais apurada, su mi compre de novo fazer as re-
commendaces necessarias, podeodo ser castigados
os cxeculores, se Jiouver proposito nesses aclos.
l)eos guarde a V. Etc. Provedoria da saude, 29
de Janeiro de 1807.lllm. e Ezm. Sr. eonselheiro
Sergio Teixeira de Macedo, presidente da provin-
cia.I)r. Joao terreira da Silva, provedor da
saude.
Palacio do governo de Peroambuco, 31 de Janeiro
de 1837.
0 presidenle da provincia, leudo em visla o que
propoz em 29 do crreme a companhia Vigilanla, re-
solve que a paga dos serviros a que esi destinada a
barca de vapor de reboque da referida companhia,
seja regulada temporariamente pela tabella annexa,
asignada pelo secretario interino da provincia.
Sergio Teixeira de Macedo.
TABELLA dos emolumentos que deve perceber a
confpanhia Vigilante pelos servlcns to
seu vapor de reboque, a qual ter vizor
por tres mezes e ser alterada uo decur-
so do primeiro auno todas as vezes que
se reennhecer essa necessidade a bem de
seus inleres'cs e do commercio.
Srviro dos rapores Irantatlanticos tundeados ne
/.'tmeirun.
Por passageiro, embarque ou desembarque
Irazeodo lina dous balius ou malas, um
sacro com rotipj e urna cai*a com chapeo.
Poi cada volntne nu. que (rouxer. .
Por-passageirn qoe viir vizlar a lerrn ou
que de Ierra lu a bordo, pudendo levar
ou Irazer um sacco com roupa ou nma
pequea mala, ida e volla......
Os passageiros menores de li anuos nada
pagam, e sendo maiores de (i e meuures
de 12.............
Por pacole ou embrulho de amostras. .
Por fardo ou caixa com fazendas de algo-
dao ou lila ale :t pos cbicos.....
Por fardo ou caixa com fa/.endas de seda
al 3 ps ctibicos.........
Excedendo mais 2"> por OajJ por cada pe.
Por caixa ou pacote de joias......
Por caixa'com qoeijos de .V) cada caita. .
Por barril cora mameiga.......
Por barrica de gneros ou molhados do la-
manbo de barrica da familia de trigo.
Por barrica de geueros oo molhados do ta-
mauho de barrica de bacalhao. .
Por barrica da tamanho, em difireme pro-
porcao.
Por barrica ou caixa com forrasen-, miu-
der.as ou cuidaras, nao excedendo a 3
pes cbicos...........
Excedendo mais 25 por 01o por cada pe.
Por pipa com vioho ou ootro qoalquer li-
quido.............
Por barr- e quartulasem prnporrao. ,
Por caixa com passas........
Por caixa com abao. ,......
Por sacca com farinlia, feijao ou oulro qoal-
quer legume, sendo al 2 ', alqueires. .
Por sacco oo fardo com alfazema, alpisla, a-
mendoas, nozes, erva-doco, cominhos ou
oulro artigo semelhanle al 3 ps cbicos.
Excedendo mais 23 por 0|q por cada p.
Por sacco com assucar de S arrobas. .
Por cooro secco ou salgado. .
Por cada arroba de algodilo. .....
Por todos os mais arligos e volumes nao es-
pecificados, pagarao em proporcao de
Ij-'iOO por Ires pea cbicos.
A entrega em Ierra sera' feila na alfandega
ou no lugar indicado pelo inspector della
no qual possa o vapor atracar.
Agoada.
Porcada 100 medidas d'agua pnslas a bordo.
Be boques.
Por rebocar qualqoer navio, qoe taoha de
entrar ou sshir do porto at 200 tonela-
das.............. 309000
dem al 300 toneladas........60^)00
dem d'ahi para cima Iiinxhi por cada 50
toneladas. i
O navio que entrar a sabir do porto no
mesmo di lera' orna reducto oo abali-
mento de 30 por 0|0-
Os presos marcados na prsenle (aballa pa-
ra o reboque, entendem-se snmente para
os navios que estiverem a vista do porlo
para enlrar, e os saludos serio levados
ate a altura em que possam fazer-se a ve-
la sam risco. Todos os serviros presta-
dos a nav'os, que estiverem em maior
distancia, serio ajustados com as parlas,
assim como qualqoer oulro serviro nao
especificado.
O navios qoe pretenderam sahir sem re-
boque, se por lhcs fallar o vento ou por
oulro cjualqucr motivo o pedirem a meio
caminho, pagarao 30 por Ojo alm do pre-
{0 ordinario.
Por cada alvarenga para carregar ou des-
carregar no lamairao : ida e volla. 259000
Secretaria do governo de Pernambuco, 31 de Ja-
neiro de 1857.
' Jos Beulo da Cunlia e Figoeiredo Jnior, ofllcial
maior serviodo de secretario.
COMMANDO DA Gl'ARMCO.
Qaartel do commandodi guarnlc^ao tu cida-
de do Recite, era Pernambuco, 31 da Janei-
ro da 1857.
ORDEM DO DA R. 110.
O lllm. Sr. coronel commandanle da guarnido
determina, que no dia primeiro de fevereiro prxi-
mo vindouro, passe a cargo do 10talalhao de infan-
taria o hospital regimental, que se acha sob a ad-
ministracno do 2. da mesma arma com precedencia
"a entrega das formalidades da lei, bem copio o de-
posito de recrulas, que lambem se acha sob a admi-
nistrarlo do refer I 2. batalhao.
O mesmo lllm. Sr. coronal determina mais, que
na mauhaa do dia 3 do futuro mez de fevereiro se
passe revista geral de mostra em seus ropedivos
quarUis, aos corpos do exercito aqui exilenles, ao
da guarda naciooal em a quartelameoto, e as com-
panhias Uvas e de arlificei; as 6,k, ao 3 batalhao da
guarda nacional aquarleladn, as 7 ao contingente do
8. balall.ao, as 7 t ao 10, e as 8, ao 9, todos de infan-
lara, as 8'.; a companhia fu de cavallana, e final-
mente as 9 \ ao 1 batalhao de arlilharia a p na ci-
dade de Olinda.
Candido Leal Ferreira, capilao ajudalile de ordens
encarregado do detalbe.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
~n-^ 2 DE FEVEREIRO DE 1857.
Breve noticia acerca da fundacao dos comentos e
igrejas respcclivts t/uc e.cislem no bispado de
Pernambuco.
Segundo a pinito de certa classo de sabios, a ar-
clteologta lem por objeclo procurar na longa experi-
encia dos puvus amigo, exemplos ou advertencias
uteis aos povoi moderuoi.
He sobre ella qoe a luVtoria Tonda as suai certezas
mais pasilivas ; a arcbeologia explca-llie os monu-
mentos dos bomens, e a hisluria nesles monumentos
tlescobre os principios c os pnvos em que lem de
fallar, a poca, o lugar e as acrocs de cada um
.Valles.
O mais obscuro mouumenlo se rrlere a um faci
da civilisarao aoliga, e philoiopha que Uabalba
para a humanidad nao tem feto ludo para reah-ar
:ira >t Ki
500
3|0fJ0
1 TlK 10
2;(KKI
*>00O
53000
3-3000
23000
O
800
6D0
3.*)00
V-OOO
210
210
tiiO
800
KM
100
150
KatWO
todas as ger.ic.ues exliuctai, e por lotlaa parte em que
se poda mainlerlar.
Pretende couslruir os seus proprios annaes e de-
monstrar que foi constantemente, ao menos pelos
esforcos e votos, fiel a si mesma e Diviudade, que
Hie dea o poder e marcoa-llie os limites.
O mundo oatr'ora hbil,.do pelas uar^Oes sepulta-
das debaixu do solo que sustenta as oac/>es vivas be o
dominio da arcbeologia.
duramos a estereapeito o pensamenlo de um con-
temporneo illuilre.
As Iradices da historia, diz elle, coniervaram a
recordarlo dos racloi do passado, c a critica arebeo-
logca hgou cada monumento a soa verdadeira uti-
gem.
Assim, o antiqusrio to n.isso lempo se empenha
na carrera com a experiencia daquelles que o pre-
cedern!.
u Deve ter em visla um objeclo duplice : adquirir
toda a sciencia daquelles que o preceueram na car-
rera, c eslender o dominio desla sciencia por seus
proprios esforrn*.
a Nesla empreza ser^imado pelo atlralivn pro-
prio a este esludo, t; peres fartos geiaes e caracterii-
licos na vida das nares antigs, que ella lhe reve-
lar.
o Sob orna nica relarao, a da arte propriamenle
tlita, lhe moslrara que cada povu adoplou, por meio
de ra/fies que ninsuem poderia tledu'ir, um estylo
a sua rcissao, em quanlo nao combina com os lem- I que lhe foi proprio, e que couservou por um respeilo
pm prsenles as noques posilivos quease ach un escul- | relleclido para com os seus vclhos costumes, assim
pidas obre os destroros dos lempos pasados. como para se perpetuar por inefo de ideas narionaei
A archeolngia lhe revela -estas norOes, e he ella e consagrada, 00 que abandonou quando, embarga-
qae fsmerilha para eile fim 00 p dos povos primili- do na sua marcha natural, por um novo domi-
\a/os, que trararam a sua propria hisluria so'jre os seus nio, foi obrigado
um
a renuuciar ao mesmo lempo
existencia social e aos seos progresos evenluaes mis
aites.
0 Egvplo he o e,xemplo da primeira nrdem de
enusa, e a Elrorla da segunda : urna conquistada
peloi Penas o pelos (iregos, fe/, respailar oa seus ha-
hltos e Irabalhou anda debaixu tlus seus olhos comu
no lempo de Seolrs a oulra, se tleixantlo arraslar
ao principio pela inllueucia da cnllonias aregas da
plvnprios monumentos
1 ry templas dos tana Ueu obrasS?uhlicas, as suas necessidadessoriaes, e os meios
que elTf*s crear.un para aatiaaaze-las ; 01 movei- e
utensis alleslam os usos a 09 goalos itnliviiliiae* sn-
btiriliiMilo so, as soas riquezas c o estado da economa publica ;
a as obras 'iirima- das anas arles, assim como a
obras pri.'iias da sua litleratura, a um
enloda e '.'a itimtiinarao. mana.
Assim, ii.ti alliaivo irrsislivcl nos arrasla a esse. a A tireria, pelo contraria
lempos ubsci.Toi para a historia, e osle altrahvo nos '
subjtiga. porojtw enroulramos a rada passo o t|ue nos
intensen no gi lO mais elvalo, o hornem.
I', esle gosla lio unlo f em seu objeclo nao he nm
egosmo v 11 Li-n, be um orgulhn louvavel da inlelli-
gaucia, que se basca a si propria vidamente era
uipoteucia do Italia, perdeu-se depnis sob os golpes da espada ro-
jiassou por totlos o
graos do aperfeiroaiuenlo das artes desde o mais
resieiro eaborja at as matt sublimes eniwac6os.
a A arcbeologia difiere essencialmenle da historia
da arle dos anligos e da erudirio. \ primeira nos
eiisina os ensaios contemporneos ou successivoi dos
povos anligos, s os seus esforrus para figurar os ob-
KEGIFE 2 DE FEVEREIRO DE 1857.
AS 6 MOKAS DA TARDE.
RFJROSI'ECrO SEHiML
I'azem boje oito tamos que a nossa popolaeJja
accordou sob a mais dolorosa impressao de lerror,
causada pelas turbas rebeldes que invadirn esla
cidade. O saogtie pernambucano correu de parle a
parle ; os fondamemoi da sociedade foram abala-
dos ; a riqueza publica e particular sollreram graves
damDos ; roas a civilisarao e o pro-;resso da provin-
cia nao ganharam nada nesse duelo fratrecida,
moilos dos que conduziram o povo ignorante ao sa-
crificio da vida, passam boje os dias no regaco da
abundancia, talvet esquecidos dos centenares de
victimas innocente inmoladas no altar da ambicio
e do egosmo 1
0 periodo dos oito anuos decorridos, depois dessa
poca memoravel, devla ser sulliciente para apagar
as animosidades e o rancor que entilo dividan, io-
joslameme a Tamilia ptrnambucana em doos cam-
pos inimigos. As grandes anlipalhias polticas, que
as ootras provincias alimentavam os partidos, se
naoesiao totalmente estllelas, searham ao menos
mais arrefetidas, grabas ascenrjo da poltica con-
ciliadora, inaugurada sob os principios Iriomphan-
les em 28 de selembro de 188. O lempo, as IrfOts
de prudencia, os dons da civilisarlo, que temos al-
canzado nestes ltimos annns, a eonviejao de qoe
um povo s be feliz quando |va em plena pas e
socego, os exemplos de prosperidde e grandeza qoe
a velha Europa e a America do norte nos dao todos
os dias, tudoislo lem feito que os partidos as on-
tras provincias modifiqoem as suas ideas, e procu-
ren) harmonisar as suas tendencias exageradas com
os designios progressislas e ao mesmo lempo reflee-
tidos do governo.
Entre mis be o conlrario. Mera as lisOes da ex-
ponencia, nem o lempo, nem 01 exemplos das na-
c/.escivilisadas, nada nos lem corrigido. As nossas
dscussOes polticas de hoje tem o mesmo carcter
que as dosannos primitivos : os mesmos doeslos, as
mesmas descomposturas, as mosmas personalidades,
o mesmo ancor de 31, de 35, de 12, ele, assigna-
lam os debales polticos da provincia de Pernambu-
co, que se ufana de ser a segunda do Brasil, que se
acha na vanguarda da eivilisasao e do progresso,
jeclosque coropem o universo material, easesqueo
cspirilo creou depois de Dos ; como de urna imila-
tao servil, se elevou aleo bello ideal, que acreseen-
ta ao universo algumas bellezas enjo tvpo completo
n.lo encerra, e, pelo soccorroda al le.una e pelos fei-
los mgicos de urna lingua de convengo, soube rea-
lisar todas as creares do genio.
A segunda se liga maii particularmente ao tex-
to dos escriplos dos anligm, interpreta-os, purifi-
ca-os das manchas que a ignorancia e o erro lhe com-
municaram ; e se he verdaderamente phosophic-i,
conclue, da coofronlacao de fados constaules e bem
observados, qual foi o eslado real do espirito e dos
cosime! dos bomens da anliguidade ; a archeologia
se limita a descrever e explicar os monumentos qoe
sao a obra das soas maos.
1 Aquelles que a confunden, com a historia da ar-
le e com a erodicao, nao sao nem arcbeologicos,
nem artistas, nem eruditos.
Assim, a arcbeologia ie propre Iracar o quadro
do eiladti social anligo por meio dos monumentos.
O homem e as suai obrai tlavem ser o verdadeiro
alvo to leu estuilo. Todos os monumenlos anda os
mais gros-eiroi. revelam alguns facloi, e o complexo
deiles fados he urna especie de eitaltslica moral das
sociedades antigs.
Considerada desla altura, a arcbeologia merece o
noma de sciencia ; a sua ulilidade se mauifesla i pri-
meira visla, e a varietlade dus meios que sao pro-
prios ao seo estudu nos eucaulam immcdialamenle.
Permitirnos viver e enlretcr-nos com todos os
grandes homens e com lodos os graudes povos dos
lempos pa-sados.
Procuramos a noisa historia n-j lelle-, e nao sabe-
mos resislir ao prazer de comparar as nossas crencas
com os seus destinos.
Cada monumento he o producto, ou d uina arle
Hinca, ou de medias ao mesmo lempo ; mas a espe-
cie e o destino de cada mouumenlo se ligam maii
particularmente a orna s, e embora nm templo le-
nlia sido erigido com ossorcorros combinados do ar-
rhileclo, de esculplor, do pintor, do gravador, o ar-
chiieelo fez mais do que os otilros, e he como obra
de architeclura, que cada monumento deve ser mais
particularmenle considerado
Monumentos religiosos, civis, militares, fnebres,
muros, casa*, lemplos, columnas, obelisco., pi-
des, Ihealros, tmulos, estatuas, bustos, resf
eulplurai pintadas, quadres obra petlra e 11
vasos pintado, mosaicos, alpbabelo., lingos
dai 00 medalhas, etc., ele constiluem o ol
arcbeologia.
masque em poltica parece nao ter dado um passo
alem das gerares passadas. Esla eoofissao be mui
dolorosa, mas a verdade he que a impira, e a ver-
dad e he inexoravel.
Faz hoja lambem um anno que nos comceavimc.
a t -torcer 10b os crueis apertos do cholera morbus.
Presentemente estamos livres deste flagello, mas em
seo logar temos o vomito prelo, que tem sido moi
fatal aos estrangeiros e s pessoai que chegam do
interior ds provincia e de oulros lugares. At o
fim da semana ja se contavam mais de setenta vic-
timas. Os trabalhadores inglezes da estrada de
ferro hilo sido moi llagellados, e em o nomero dos
morios ja se acham quasi lodos os meslres e um en-
geoheiro. Pondo de parte o carcter maligno da
febre amarella, grande numero das victimas he pro-
veniente da intemperancia dos sslrangeiros : o abu-
so das bebidas alcoolicas e da comida de Troclas,
qoe sao perniciosas aos proprios filhos do paiz, e
que aqui se|acham aclimatados, lem concorrido gran-
demenlc para augmentar o catalogo dos casos fataes.
O governo da provincia lem sido incansavel em dar
providencias para impedir a propagaeo do mal a
combale-lo no seu principal foco, que he o ancora-
dourn. Felizmente ale hoje anda nao lia accom-
medido a gente do paiz que vive em Ierra.
O Imperador entrado dos portoi do norte, deixou
todas as provincias em paz snb a relcelo poltica ;
mas Iroiue a noticia de que a febre amarella e a chu-
lerina f.iziamgraodes estragos as coslas'da provincia
do Rio Grande. Em consequencia de reclamarlo
do governo dessa provincia, o Exm. Sr. Sergio en-
viara daqui dous mdicos, porem o desenvolvimen-
lo que o mal ia lomando necenilava a presenra da
mais mdicos.
No dia 31 do pissado reonio-se a companhia Per-
nambucana em assembla geral, para nomenr o no-
vo conselho da direer,ao, que tem de funecionar no
corrente anuo, e para assislir a leilura do relalorio
dos traballios da companhia dorante o anno que se
findou. Ilouveram varias di-cussoes, alguns iocos
nao se moslraram mui satisfeilos com a marcha dos
negocios, e paira certa descoufianea acerca do futu-
ro. Una aponlam para a direc^ao, oolros para a
gerencia. Seja como for, deve-se salvar a sorle da
empreza, fazendo-se recahir a responsablidade so-
bre aquelle que a merecer, anda que se sacrifiquen)
quaesquer considerases pessoaei. A companhia
Pernambocana be talvez a mais favorecida de lodo
o imperio ; tem a magnifica aubvenc,ao de cenlo e
quarenla c tantos cotilos de ris ; de lorie que, sen-
do bem dirigida a administrada, pode dar um bello
dividendo, eindemnisar as perdas dos annos passa-
dos. A ultir.-a vagera que o Igiiarass fez do nor-
te para esie p >rlo he um documento incnnleslavel
das vantiigens que a empreza pode proporcionar, se
for convenienten nte dirigida. Irnuxe bastante carga
e nvenla e lautos passa^-r is. He verdade que. a
falla de mais vapores lem roncorrido lambem para
a siluarao arltial da companhia -ru anda nao pA-
de regularisar as suas vagens; mas esla falta lie de
fcil reparaq.lo, c ein lodo o easoba seuiprc a di-
r^ecln. n.. nnraMMia aja* v- eepiritoa eticonlraij)
debaio tas duvidas e das desconfianzas acerca do
bom kilo desla empreza lio favorecida.
No mein da aridez de divertimenlos que actual-
mente reina nesta cidade, nutrimos a lisongeira es-
peranza de vamos os cebos adormecidos do Sania
Isabel brevemente despenados pela companhia dra-
mtica dirigida pelo Sr. Jo3o Caelano, o qual vem
cheio de poesia Ilustrar a scena pernambucana. O
arlisla brasileiro he esperado com a aociedade que
inspira a sus bella repulacao, e as doces illusOes
que nutre eerca da Veneza americana n.lo serio
desmenlidas.
Alem do risonho prospecto qoe nos nBrece a pr-
xima chagada do Sr. Joao Caelano, lemos o prazer
de annouciar aos nossos leilores que breve recebe-
remos aqui o celebre pianista ilerlz, rival de Thal-
berg, que vem visitar a corlado imperio, e segundo
consta de urna caria sua, dirjgida a urna rJessos des-
la cidade, demorar-se-ba i ,|Ufafim -fe-Jar om con-
cert.
Ainda desla vez lemos a sasfarjlo de reprodozir
Maja lugar um grande rndi ment das nossas re-
pa.tic.0es ficae-, arrecadado dorante o mez pasiado :
a adandega, o consolado geral, o provincial e a rc-
eebtdoria de rendas, reolheram 730:9136131, ca-
ben*, desla somma primeira reparlicao,
508:9198003; a' segunda, 122:11503118 ; a' terceira,
77:92^220; a' qdarta 21:1223088.
As mtieias do inlerior Ja piovincia sio salisfato-
rias sobtndos os respe lo-.
NIO eilrou vapor algum do sol do imperio, e com
a chegad. do Bgsantin, r,0 dia 29 do passado, per-
leocente i' linha de Mar||,a, espalhou-se o boato
de qoe a omplicacao entre a Prossia e a Suisa ia
tomando un carcter serio, que o ultimo dos dous
paizes ja lidia mobilisado um exercilo de 400,000
homens, e qie os anatas franceses lledau e I.amo-
riciere, qoe inda nao qu eram preslar juramenlo
ao governo deLuiz apo ao, linham ollerecido as
soas espadas ilnslres em favor da Suissa.
Sao seis hora, da tarde, momento em que Iraca-
mus estas linhas e at agora nao he chegado o pa-
quete de Soulhaoplajn, que for.i annunciado para o
fim du mez passa|0,
Iloie, as 3 hora da larde, fundeou no Uta-airas
um vapor francez .0 guerra, que veio do Uaranbla
locando no porlo dcCaaxaj'.
Falleceram dorante a semana 12 ptssoas, sendo : | RELAt;.VO DOS I1APT1SADOS DESTA FRECIE-
18 homens, 8 mulheres e 12 prvulos livres; 1 ho-
mem e 1 prvulos escravos.
PAGINA AVULSA.
Sempre era lamentada a falta, entre nos, de urna
companhia de bombeiroi, para soccorrere'm, em ca-
so de incendio, os lugares incendiadoi. Apezar de
termos urna companhia de artfices, oncorporada no
arsenal de marinha, jamis foi poisivel, 00 sequiz por
em pratica esse meio tao promploeprevidenle de ala-
car dos ineeiidios.que entre nos -r tl.ui. O Sr. coronel
Antonio Manoel Albino de Carvalho, lomando con-
ta da directora desse arsenal, urna de suas priraei-
ras ideas foi o fundar esse importante ramo de
salvarlo tas vidas e objeclos das casas incendiadas.
A esforros seus, pude esse senhor formar, dos meno-
res do arsenal a de alguns artfices, urna ,-ecro de
sapadores bombeiros. Depois de preparados os apres-
tos necassiirios, lia um anno come^uu ella a fazer
experiencias em diveisos lugares desla cidade. Sab-
bado, em cuntouasao, trabalhou ella as sete horas
da manhaa em um sobrado de tres audares da ra
do yueimado. Os servidos que pode prestar urna
secro de sapadores bombeiros, nesla cidade, sao
immeosos; e ja boje podemos confiar oa noisa,
visto como o seu trabalho no alerro da Boa-Vista
em noveoibro passado, por decais a tornou digna
de confianza. Loovores, pois, tributamos a esse se-
nhor pelo seu incansavel zelo por esla provincia.
Teve lugar 110 sabbado, no Ibeatro do Apollo,
o vaudeville pasloril do Sascimento do Messias,
dirigido pelo Sr. Saota Rosa. Foi elle o que se
devta esperar : um singello passa lempo de fami-
lia, cujo mrito principal he nao deixar rabir em
esquecimenlo as nossas tradierOes palriarchaes.
'enlre as pastorinlias que lanas palmas e bravos
receberam, notamos mis doas, com tao graode na-
toralidade de accSo e tao singular propriedade de
mmica, quesera pena nao sejam aproveiladas como
alumnas da futura escola artislica, que, aos 'dizem,
vai ser fundada pelo nasas, cooservalorio dramtico,
logo que ebegue o Sr. JuIo Caelano dos Sanios.
Emendemos que o Sr. Sania Rosa as deve apresen-
lar, desde ja. ao conselho do conservatorio, e com
ellas mais alguns meninos de ambos os sexos, em
quem sedescobnr vocablo pronunciada pura o Ihea-
tro, alim de com ellos se formar o ncleo da escola,
e (erraos assim, dentro de alguns annos, artistas
nossos, que rivaliiem com nacionaes e estrangeiros,
pelo seu alent e dedicat.ao pela arle.
Todo temos a esperar dos futuros IrabaUos do
conservatorio, que he om corpo .Musir, chamado a
crear as grandes reputac/.es dramticas da nossa
bella provincia.
A scena da colheila das flores be om bello llorao
de gloria eosslrado na cor.ia de Inuros do seo autor.
OSr. Jos De Vecbi. esse oorle...... que lano no-
les admirar com suas c.mposijei mmicas e bailes,
be o aulor dessa rica scena. A msica della be
lambem urna das melhores do repertorio do nosso
patricio o .Sr. Theodoro Oresles.
Convemquea aotoridade militar superior com-
petente svndique do que ha entre a soldado Pon-
cii.no, seulo us engaamos do balallnlj de arti-
lluria e um ollicial, cujo nome igDoramos.
Couslu-nos, que fallecer um Inglez em orna
cocheira, sem que se podesie prevenir o mal que
padeca.
Mais urna vez ainda nos occopamos do jogo,
esse maldito abulre qoe arraoca as enlranhas da
nossa sociedade. Em S. Jos, em ceilo paleo em
urna casa que lem sitio, e em cojo fundo ha uro
muro a seu dono foi um padre Manoel, nao ba do-
mingo no qu.....nao rena urna sucia ds vadios a
jogarem a bola, sob o pretexto de twaarem banho,
ou aposlar carreira.
Em
braco,
rica.
(lur
alisar. He o progrssso que corre
"urio.
/IA DE SAMO AMONTO DO RECIPE DESTE
MEZ DE JANEIRO UE 1837.
No I.Joaquina, branca, nascida a 18 de jonho
do anno prximo passado.
dem.Egido, pirdo, sscravo, nascido a 2 de se-
lembro do anno prximo passado.
dem.Mariba, erioula, escrava, nascida a 5 me-
zes, Saoto>Olo.
dem.Batidlo, pardo, nascido a 10 mezes.
dem.Lauriaoo, pardo, nascido a 1 anno.
Aos 3.Marcionilla, branca, nascida em bril de
1813.
dem.Joo, pardo, nascido a 11 de fevereiro do
anno prximo passado.
Aos i.Clodoardo, pardo, nascido a 3 de selem-
bro do anno prximo passado.
dem.Pedro, branco, nas-ido a 19 do raaio do
anno prximo passado.
Aos ti.Cordolioa, branca, nascida a ti de selem-
bro do anuo prximo passado.
dem.Francisco, branco, nascido a 1l> de selem-
bro do auno prximo passado.
Aos 9.Deodalo, branco, nascido a 8 de oulobr
do anno prximo passado.
Aos lo.Mara, parda, nascida a 1( annos, Sanio
Oleo.
Aos 11.Clara, branca, nascida a 7 de agosto do
anuo prximo passado.
Aos 15.Aona, branca, nascida a 21 de abril de
1835.
dem.Manuel, branco, na.-citlo a 7 da agosto do
anno prximo passado.
Aos 18.Generosa, parda, e-crava, nascida, a 1l
de dezembro do anno prximo passado.
dem.Tiburco, pardo, escravo, nascido a 10 de
novembro do anno prximo passado.
Asa -JO.Barbara, erioula, nascida a 17 de abril
do auno prximo passado.
Aos 23.Damazio, pardo, escravo, nascido a II
de dezembro do anno prximo passado.
Aos 21.Antonio, branco, nascido a 22 de Janei-
ro do auno prximo passado.
dem.Joo, crioulo, nascido a 20 de oububro do
anuo prximo passado.
dem.Joo, branco, nascido a 11 de oolubro do
anim prximo passado.
Aos25.-a.nua, branca, nascida no primeiro de
oulubro to anno prximo passado.
Ao todo 21.
Freguezia de Santo Antonio do Recife. 31 da Ja-
neiro, de 1857.O cooego vigario, Venancio llenri-
que de lie/ende.
ce"
> nome be urna parle do
. ..ste urna bella companhia h-
idaculos por ensaio sao dados lodos os
ieia-note por di.nl... Um beneficio
as
- O
Macei e p.
Oeslvlode qnBlqf>r monumento, diz Gustavo
I lanche, he o primeio indicio da sua origem ; o
olho exercilado. Bagante regras precisas, mo con-
fundir urna figura ettisca com urna figura egvp-
cia, embora lenham rtgnns caracteres commns,
nem urna eslatua gregi com urna e embora Koma deva lod as suas producnles aos ar-
tistas da Grecia.
Acontece o mesmo, co^inoa elle com ajlais in-
suii hcatite movel ; e cont, 0 conbecimenlolrjo e-lv -
lo p.me.il.tr a cada povo\)a sntiguidadj he uns
das sacoes mais oleisiao arcl.eolo-o, podramos
acresceutar alguns preceilo' positivos e lirados dw
monumentos de cinco deste pevos, que se potleir.
coosiderar como os nicos cf.sicos para o Occiden-
te, segundo a ordem eslabele-i.' 0s no'sos es-
tudos.
asleiro Igoararassu, sabido para
ntermedios, coodazio a ieu bordo
os seguin.es passageiros : Felisbino de Carvalho
Kaposo, Antonio Borgss Leal, Joao Baptista do Re-
g, Jos onealvea Torres, Eduardo Power, Anto-
nio da Silva Braga.
Ate amanhaa.
REPABTigA DA POLICA.
Occu rendas do dia 30 de Janeiro.
Foram presos : pela subdelegada da freguezia
do Recite. Antonio Fernandas e Domingos Francis-
co Cavalcao'i, por .rdem.
Pela subdelegar fregoezia de Sanio Antonio,
o porlnguez lien v>roga Ma anha0t por ..
me de estupro e .a eomprebendida na pri-
meira parle do .i(i do cdigo penal.
E pela eubd egacia da freguezia de S. Jos,
Francisca Pastera da. Chagas, por briga, e Vicente
I-erreira de P ula, para averiguacOes em crime de
furto.
Recife,
A'u-la do que precede,
respeclivas igrejas nao p 1 ]
urna relacao arrheologica ei
cabulo ; porque nem revi-lam lx.o algum "especial
de srchileclura, nem c-siao senarios sobre aro solo
debaixo do qual esleja. sepultad, um povo auligo
que possuisse orna elvnisaejlo prtora.
. Pur este lada os conventos en |ue vamos fallar
n.lo lem um litlo re.ruiiimendav> ao sabio ou
historiador. Nao san mais to quilemploi que at-
iestan, as craneal dasgi-ratoes qo nos precedern),
a o meios de qae se icj,viram par.satislazer as suas
nece-tsidades espiritual islas.
Mas como a irclie'ilogia lambe lem por objeclo
referir a poca la fundacao dos onuinenlos reli-
giosos para augmentar o thesouro i hislonadequal
quer povo, parece que nao sera ceituula de ulili-
-tilde a noliria abreviada que vai-s dar acerca da
fundarao dos conventos exislenlesiosle bispado
O convenio com a iareja da q ehe lilular Nossa
Senhora das Neves e-I Candado ia cidade deallin-
da. A igreja foi dala em 27 tle icmlin. de I5K5 a
Fr. Belchior de Santa Cali.irina, por' llana Knsa
hiba do norle foi edificado em 1590 ; o do
em 1606 -, o de Ipojuca, em 1606 ;
O convento com igreja de que be titular S. Fran-
cisco, foi fundado r.a villa Formse de Serinhaem em
I1..J0 o conven!.- -om igreja ds qoe he titular Nossa
Senhora dos Aojo .a cidade de Pemedo, provincia
de Mace... fora edificado era r660 ; a o convenio
de Srata Mana Magdalena, na villa da Alagoa do
BmltjW **qntllt Provi"i. fo' fundado
Comentoi do Carmo.
O convenio com igreja de qoe he titular Nossa Se-
nhora do Carmo, foi fundado na cidade de Olinda a
20 de agosto de 138.S. Pedro de Mallos e outros her-
dciros doaram a Fr. Pedro Vianna a ermida de Sanio
Antonio, erigida por Clemente Val .Moreira, e os
os conventos e as, chaos alineaos ; e 00 mesmo auno esle relgio-o
er con-nlerados sob prmcipiou o convenid, que foi cabeca da vigararia da
la a extensilo do vo- ordem carmelita 110 Brasil.
O convenio com igreja de que be Ulular Nossa Se-
nhora do O existe 11U villa da Alagoa Iciicente a provincia) de Hastio. Esla igreja foi
doada pelo senado rcsjseclivo em 1720.
O convento com igiftja de que he ulular Nossa Se-
nhora de [Nazareth, $>U\ undarfo na freguezia do
Cabo de Santo Agosliaho, na comarca do Cabo a
igreja fui doada aos carmelitas em 1I87, por D. Me-
ca Kolun de Moura el|). Francisca Cavialcanli
II homem de bem, aquelle
que he geralmenle presado,
he na ,'presenra eslimado, e
na ausencia desejado. u
O Sr. Dr. Manoel Adriano da Silva Paules par-
llo de nos-a provincia par;* rocriicr n corle as or-
dens do guveruo geral, e seguir o destino, que lhe
apronjpiarcni.
Por longos annos foi nosso I10sp.de, a durante
esse lempo uenhum Parnambacano hoave Menean-
do, que erguesse a sua voz qoer publica, quer par-
liculanuenla para se queixar do Sr. r. Pontea, ou
para censurar sua conducta, sempre irrepreheu-
sivel.
tiomo delegado nesla provincia uo corpo de saude
o Sr. Dr. Ponas foi. ja nao diremos fie! cumprdor
dos seus deveres, e sim fantico pelo bom desera-
penhodas obrigacoei que lhe eram 1 olieron les, co-
mo fuuccionaiio publico daquella ordem.
As auloridades superiores milares e civis, o dir-
melo torp ttoa jk. offlefaes, sen's1th'snf colega,
a guarnirlo emfim nunca liveram occasia,0 de ani-
nbarem por um s momelo o menor reis|enlimenlo
se quer contra o Sr. Dr. Pontes.
O latido de hmi goso, laminlo por or, 0sso per-
de-se no espasso, e faz rir quando o tnisero pre-
tende trincar a la : nao se leva em coi.ta !...
Respcilado por todos que o contiena m. e apre-
ciavam suas qualidades, considerado sampre por
lodaa as provincias por onde lem residido, o Sr.
r. Poetes nunca desmenlio o concedo que sempre
mereceu, como cidadau honesto, empregado probo,
e fiel amigo. '
E se alguem ha que toque com dedo sacrilego na
reputaran do homem honrado he cornmomenle
aqoclle que v na virlude pavoroso doende.
D'enlre m numerosos e preslimosos amigos que o
Sr. Dr.JPunles extremamente reconhecido, e exces-
sivamenta sensibilisado deixou nesla cidade e pro-
vincia, prima o digno Dr. Prxedes Ptanga, de
,quem era o Sr. Dr. Pautes amigo intimo, e devo-
lado, compadre duas vezet, e nhospede de Ires
anuos.
Se familia do Sr. Dr. Prxedes Pilanga senlio
a ausiucia do honrado amigo, qt-e respondam lodos,
que presenciaran! as lagrimas que se derramaram
no momento em qoe o Sr. Dr. Pontes dizia o ultimo
adeos,a esse lar hospilaleir a essa familia res-
peilavel. Nos lambem lhe !r utavamos respeilo e
sympalhias, e em nome dos as amigos lhe envia-
mos estas loscas buhas como a prova mais brilbaole
da nossa profunda considerarlo, ,. incessanles sau-
dades. Que as receba o Sr. Ur. Ponles, e benig-
namente as recolha em seo coraran, como ainda o
valho, por caria de sesmaria em 21 de Janeiro de
1595, den a Fr. Uami.10 da Fonseca um podase de
Ierra naquella cidade, n0 qual o abbade de Olinda
mandou laudar sm 1999 o mosleiro por Fr. Anas-
lacio.
signa! mais exileme de que para mis, e para 01
seus sandosos amigos o e-parn qoe nos divide, e a
ausencia qoe uos separa nao sao saniodi-lancta
diminulissima, momenlos qoe ja esli findamlo.
I. I.
Recife, 30 de Janeiro de 1857.
viuva tle Pedro l.eillo ; e uo mera
gioio prinripou o conveutoK i|ucf.
a Ordem Serfica posiuio 1.' Ilrail.
Em I5S8, fun Ion -- na villa o
venv -ue he Ulular Sailo
uno seguinle. lie
provincia "" Isasnh
-lie bvb
1110 e-te reli-
triraeiro que
^ro^teiris benedictinos. I
0 bo-picio com igreiLi de que he Ulular Nossa Me-
nhura to Monle, he Mudado nos errabaIdes da ci-
Idade tle Olinda. A cadella foi doada por l). Antonio
1 llarreiros, hispo de todo o Brasil, ao nbhade Fr.
I Remigio, o quat lombu o nome delta em II de
selembro de 159I, e nela moraram os nrmeiroi
. monges.
O mosleiro com igrej de-qae lie Ulular S. Benlo,
un lado na cidade de Olinda. Km 27 tic tlutul.ro de
598 o abbade arima referido cumprou a Gaspar
Capuchinhos italianos.
O hospicio com igreja de Nossa Senhora da Psnba
e "!'.; ,unJ"lp n< cidade do Recife por Fr
Orillo de Man*, capuc' jane francez, uo lerreno doai
do por Belehior Alvea amello e sua mulher. em Itl
de abril de 10.*. R rando-se de ternambuco por
ordem regia os capuc ,1,0- fraoce/es, el-rei Joo
\ maDdou enlregar ie hoipi.io os capochinhoi
Hllanos, por carta |g de mam, de 1709, dirigida
ao general Sebasli.lo 1)e Castro e Caldas.
Congregada, de S. Felippe tVavy.
O convento com reja de que be Ulular Sanio
Amaro, fundado i,u |ui-ar deuoeai.ado Agua-Fria
lerreno da cidade d, oiiuda. A igreja foi.doads ao
padre Joao Duartf) ,l0 S.icram>nlo pelo reverendo
Anlonio Valho da Gama, provisor e veario cerai
desla cidade e capitana, posto pelo mesmo reveren-
dissimo cabido ,1, Babia, que era entau u ordinario
do Brasil. Em 2.5 de marro de 1002 se lancuu a pr.
metra pedra psrii rundacao desle convenio, e em s-
goslo do mesmo auo foi habitado nelus padres con-
gregados.
O convenio cnm igreja de que he titular Rosta Se-
nhora da Madre de Dos, fondado na villa do Keci-
re, por delermnar,ao do referi.lo padre Joao Duarle,
na ierra doada por Antonio Fernandas de Mallo
Nao consta i.
Diz madama de Slael, qoe se as batallias se de-sera
denoile, nao baviam hert.es.He verdade, qoe o de-e
jo de se fazer nolavel, de chamar sobre si a alica-
rio de seus visinhos, de seus concidadaos, do aton-
do emfim, leva o homem a pratiear moila acrlo de
que se abileria sera aquelle ioceutivn, e a ..rriarar
fortuna, commodos, saude, e al a vida, qae nao ar-
riscara, se n.lo se propozesse a ganhar celebriiade,
a fazer-se notavel.
Nos paires era qae o ser popular, qoe be a mea-
mo que ser nolavel enlre os seo- r unidad I.s
nao s um maio de salifazer um nobre orculbn
urna louvavel vaidade, mas lambem um meio da ga-
libar poder, honras, e at dinheiro, be claro, qoe *
desejo de se fazer notavel he dohradamcute ex-
citado.
Segundo p-rcra os gostos, s educar3o e os in-
tuidos e aplidoes, cada um prefere om oo oulro
genero de notabilidade. Ha homens notaveis pelas
suas virtudes, por seus feilos heroicos, e ale peta
modestia de seos serviros uli-, roas pouco brillian-
tes. Ha homens notaveis pela elegancia da seas
formas, de seos trajes, de soas alfaias, pela ameni-
dade de soas maneiras, pela grara de sua ronveraa-
co. Emtim,ha moitos modos de aer nolavel. A's
vezes a naloreza dola o homem de om desejo arden-
te de o ser, e lhe nao da recursos propercionadas
para o conseguir. A's vezes a educurao deslrne ca-
ses recursos osluraes. A'i vezes o thealro ero qoe
o homem se collocoo, s lhe da properc/tes para aer
nolavel no mal.
Daqai vem certas extravagavancias qoe todos oa
dias estamos vendo o de que falla a historia. Erss-
Irato, para se fazar notavel, incendio! o templo de
Diana, e um cortezlo de Pedro Grande da Retis,
derlaroo que linha lido vontade de se atir.ir coas el-
le da janella abaixo para mmortalisar sen nome.
Vamos descer a um exsrnplo bem humilde para
hogar a' applicacilo que deiamos ao pol-l.ro. pr
urna das ras da cidade marcha deseaidadamente
um moleque, desarrapado em sea trajsr, desasado
em seus modos ; todo nelle indica a falla de ideas,
a inapldao para qualquar emprego serio. I'areca
impossivel que elle se possa fazer notavel, qoe posta
obre si chamar a alientan dos paaaanles e dos pre-
sentes. Assim nao he, esse mesmo deletalo a ne-
gligente moleque, anda devora ti da ambir! de ser
nolavel, de allralnr as vulas de lodos e os applaoios
te seus companheiros na humildade da ronriir So.aa
ignorancia e na insolente grosieria. Vai par-ando ao
mesmo lempo um cida.l.lo circurosperto, cujo porte,
(rajar, maneiras e ph>-i moinia. indicara urna van-
l.josa posir.losocial, algum.i travessara do moleqna
o inroiumoda, ello Ih'e observa com dignidade. ar-
reda-o do caminho com a ma>, ou faz qaalqutr
lesses iiioiin.nl>- indi-p.nsave.s nesses caso.. O
moleque silla para o meio da roa. abre aa gostat, e
-olla entra o cidadao si/.udo urna sene de ditos 111
lurio.oi e immondos. Nao sabe donde o humana
vem, qual he seu eslado a condirio, para onda val.
) que faz. nada ; ao lolleiro lira mallos, qoe en
molestara ao casado, ao velho injurias qoe m te su-
plican, aos moros, ao magistrado injurias que s pa-
lera ferir o capitalista, nao importa a applicac.,.., o
grande caso ha gritar muito, chamar sobre ti a it-
lenrao dos passanles, e ragosijar-se coea a ids da
qae elle, moleqae immondo e desprezado, est tor-
turando nm homem respe. 1..vel. Sea primeira vic-
tima nao lhe basla, qualquer, que por ella .nj^ilia .
hteresse, levs descompoilora, J^tenfos pa-tantet
qoefa^-ai^iimsSIo-Je- feProvaSo. I recen tos pat-
saotes levam descomposturas, o vocabulario dea in-
sulto, chega a todos, e a insolencia acha a rae-ma
impunidade, oooflenda a om on a Iresentos e aea.
Qual he, porm, o papal que pode competir a esse
cidadao pacifico que se lornsu slvs de lanos in-
sultos 1
Correr com s bengala levantada alraz do moleque
por cima da pocas de lama, por enlre aa peritas do*
ravallo-, e as rodas dos carros'.' seria ridicelo e im-
prolieuo, porque nesle gener de lula o moleqae
ganbava sempre. Grlar-llie tambera a stirsr-lhe es
lermos desprezveis que cabera a tal genlc .* Seria,
alm da ridiculo, lempo perdido a falta de digoida-
de. O cidadao szudo nesle caso nao ter ostro re-
corso, passu iranquilUmenle seu caminho, e o rele-
que lira gritando: oa o segae al divisar ao loa ge
algum soldado de polica oa alguma patrulha.
Qau he, porm, o resulladu deste incidente I O
muleque fica sendo moleque, e se com o ser repelli-
do deslas scenas, adquire certa celebridade qae o
torna lamivel no quarterao, nem por isto cesta de
ser objeclo da ni lillerenra e dodeiprczods todos. O
que perde be s svmpathia qoe escila oms condn.ao
humilde e de-_rarada, quando he supporl1,a caos a
possivel dignidada a resignarlo. O qae de* perder
lie a esperara,.! de adiar que jamis tcnba a idea de
o elevar. Cada um sa conveocs ao presenciar da-
quellas scenas, que o tal moleqae t moleqae
ser. A esle, porm, lies om cerle deivioe-L -,,
e gozo, que m elle, e os que com elle se r-srecem,
i 1 lera apreciar. Ao recordar a soa rampaiil-a, ao
narra-la aos outros moleqaes, elle se er Uo p V-
de como Alexandre depois das bilalhai de G> J-v t-t
V
.'I
irlar
asan o ron-
e s leve
ido romo o
1 peiTeii'.iti.
ibera onde se acharan.
creou esla reforma vigaria indepeodeule da ol>ter-
vancia, u que f.i confirmado pelo papa Benedicto
\lll_cm 12 de Janeiro de 1725, e era JS de mi.,..
de 1711 s fez provincia formal o gersl fre Luir 1.a-
gh. em virlude do breve do papa Benedicto XIV,
de 20"de marro do mesmo anno.
Esla provincia lem no bispado de Perosnibuco
os secundes conveolos e igrejas:
O convento com igrejs de qae he Malar Santo Al-
berto, fundado ns de Goianna. Esle convculo foi
dos carmelitas observantes do Bra.il, -SSfoi doado cea
29 de Janeiro de 1080 aos reformadosVpelo geral fre
Fernando de Tarlaglia.
O convenio com igreja de qae be lilelsr Notta
Senhora do Paraizo, fundado na cidade ds l'ar ih.ni
do norte. Esle convento tambera foi dos carmelita,
observantes do Brasil, e dado em lies', aos reforma-
dos pelo vigario provincial fre Joaa Para ;
O convento com reja de que he titular Notsa Se-
nhora du Carmo fondado pelos reformados ns villa
do Becife; ^
O hospicio com igreja de Neasa Senhors ds Guiar
fondado pelos reformados na Paral.iba do norle ;
O hospicio c.im igreja tle Nossa Senhora da Gua-
dalupe, fundado pelos reformados na barra do rio
Camaragibr, na provincia de .Marera ;
11 hospicio de Nossa Senhora da Piedade, fondado
pelos reformados na fregoezia de Munbeca.
Carmelitas decalcos da re/arma de Santa Thertza
de Jrsus.
O convenio com izrej de que he Ulular Nos-j
. senhor.. do li."Ierro, fundado nos arralialdes da t*-
r .n?i a/" r-T'' '"*'Mbe-' 9e dade de Olinda. Esla igreja foi fondada por 3oJ.
sadata ra. .i n '. e,"f'r,0.r""'1"'" l'ernaodes Vie.ra. depoi.da, rclanrar.-,., de Pe.na...-
esta igreja, u, dos melhores lempl.s desla cidade, e buco, e doada em 28 de niara de
de madeira da sacn-tia s.lo feilas com ', dts.jmn
- MUTir^
-----.r.-.----------p.
I ires a .. sua mulher, s cuas, i.la.ias 6 silt'O. onde
1 1 i-i'iilem.-uie se acha este mosleiro, e ueJle lugar
rundou logo urna peqni na capeda, para mulle se mu-
an rom os seus monde. A este moeiro kierlenre
a rapeil.i tle Nossa Senhora dos Praserss, dilirsda
pelo ganeral Eraneitca Brrelo tle Meueizei, nos
Montes Gararapea la fajeguexia da Mur.eca,,e .loada
pelo me.mo general sos K do uovemliro de IC36.
II mosleiro rom igreja de Nossa Seuhora ojo Mon-
serrale, funtladn na cidade da Parahiha do nfcrte. 1)
, .W-'-" Mudada da l'ara-. governador da Parahiba Feliciano Coelho de Car-
tes.
na a ignorancia dos
^0 em e-trmado ludo qnanlo

o as obras
grande esmero. <) convenio que fui separado da
Igreja por unta ras bastante especiosa, depois de va-
nas obras mandadas fa/rr uo lempo da patritica
administrar., do Sr. barao .la Boa Visto, foi Irans-
formado o, alfandega, que lie co. .1 lerada como a
segunda d, iol0 imperio, tanto en. lamaulio rosna
em elegancia.
Cfpm$lit Correado o anno de 1677, Irei Joan da San Jos,
carmelita observante da vigararia do Brasil, dea
prira-ip:,, nj >- i 11 ;i de Goianna a lefoimados carmeli-
'1,,,';,',-4dos, a .pial r..i approvada em -,l de janeir.,
de lt-rl pelo geral frai lernando TarlaKlia. Em 16
de dez imbro de 1T21, o geral fre Gaspar Pisolanie
i
lliM pelo r. veren-
rabido de Olinda, so le vacante, a fre Mi-
ra.el de Sania laner, qu jauto della fundid ai nri-
meiras relias de taipa, e rom a cont nansa do tem-
PO f.ll. tara... os reluiosos o invento vxi-tente, qoe
era sujeilo .roviucia de l.i-boa.
Enmltrm d.. santos Lmgmm.
0 hospicio de Jarasalm rom igreja, tle qoe he li-
lular San Jo.lo Baplisla, foi fonda lo no b.nrro da
Boa Visla por Irei Joao dos Mrtires rehuios a-
rerdole da ob.ierv.iuria de San Francisco de l.iibsa,
e esinoler dos >anios Lugares em Prriiainhnco, n.<
sitio e raaa rompradas em i Ja de/embro de 17.15
por Jo.io da Ceasa Monlsiio, ayasaea dos Sanio- La-
gares.
Abdaiali-tt-hrati/.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO





DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 5 DE FEVEREIRO DE 1857.
e d'Arbellai, ou como Napoleao recebeodo Da 10a
leuda os imperadores e reis vencidos. aCobri de
baldSe e insultos, diz elle, uin liomem de osara, a
quem ledo- prestavam respeilo, insultei quem quer
que me qoiz ir .1 mao, e aqu esloo silo e talvo, nao,
n&o son lao pequcuioo c humilde, sou um moleque
de importancia.
Quanto ao hornera sizudo, a quem cu aventara
occorreu, naturalmente, releva a ua colera a vista
do objecto que a provocara, conliiiuou s.u caminho
impassivel, foi tratar de mus negocios, e meia hora
depoisja uem se lembrava que um despre.vel mole-
que Ihe dirigir insultos e eipressi.es immandai. A
insolencia do moleque nao perlurbou a pn do >eu
espirito, e ninguem que o coohecesie,- ou que o U-
vesse visto, leve a menor idea de que nelle se reu-
Diam os crimes, vicios, de Teilns e lorpeus, que ei-
primiam os insultos do moleque.
Na libeidade que aiinslituiciies deram para cada
um concorrer com seus pen sanenlo e mostrar u
capacidide, e para exprimir suis queitas eu agra-
vos, do desejo de quererem certos aspirantes pos-
(es polticas, chamar sobre si a attencAo poblica,
se da' o.niesmo abuso que da line.ua e da goela, que
Dos Ihe deu, faiia o figurado muteque. U hornera
dotado de nobre ambicio, dtsejoso de chamar .obre
si a alienlo publica, de ser grande em alguma cou-
M, de conseguir na sociedade urna pusic.lo superior,
M (em talentos e initruecao conveniente pira d'u-
f.ulir os negocios pblicos, segu .1 marcha da admi-
nistrado, aprsenla alguma idea til, Inicia projec-
tos ventajosos, procura 10a realisarao, defende os in-
leresses das diversas el.sses da populacho, sobretodo
dos menos favorecidos, a oblera'assim a populari-
dade que he um dos meios de subir ao poder e ga-
nlnr ventajosa posico na sociedade.
Aquelle, porm, que se recouhiee incapaz de com-
prehender a marcha da sociedade, de discutir as
questOes que interessam o bem-eslar da popularlo e
o jogo das 111siiiuicr.es. Etses, abusando da insigni-
ficancia de suas pessoas, da sua pesicao igual a' do
figurado moleque, que nada pode perder de digni-
dade porque Dio a tem, incommodados por verem
os oulros em posicOes a que desesperan) de chegar,
talados de inveja.humilh.dos em seo orgulho se apo-
deran! do papel e dos t> pos, abrem mercado de des-
composturas, e atiram-se a todos aquello, cuja i-
zudez, cuja elevada podlo, cojos serviros, cujas
honras, os irrilam como ao moleque figurado, irri-
tavaiu os trajes decentes e o ar de dignidad, do ho-
mem de bem eom que embirroo.
Como o moleque, nao se imporlaram da applica-
{ao qne poisam ler os epilhetos afroDtosos que em-
pregara, aecusaram como dictados pela avidez de
ganho as decises que, ao contrario, provam desinte-
resse. Como o moleque atirava ao solleiro epilhe-
tus queso convm ao casado, lambem elles aecumu-
laram accuures que se contradizem. Como o mo-
leque, elles insullaram clasies iuteiras para alira-
rem ao sea alvo. Emfim, quebrando o corpo, cor-
rendo por cima de immudicias, evitaran) a respou-
sabilidade legal como o moleque evitara a ponta
bengala.
Um depsis do oulro patearan) por es-as posteses
qoe os incommodam, os homens de mais mrito,
um depois do oulro elles os insullaram. O actual
sera' sempre apontado como o mais indigno de cen-
sura, que censura chamarlo elles sempre as suas
descomposturas asquerosas, como o moleqoe conii-
derava justa desforra a insolencia de s'ias nausea-
bundas injurias.
O resultado, porem, he o mesmo para lodos. Co-
mo o figurado moleque ficou sendo moleque, e so-
bre elle ficou firmada a npiniao de qoe .s moleque
pode ser. Esses ajenlos minejndores de calumnias
e descomposturas impressas ficam sendo sempre os
ladradores roucos, os moleqoes emfim da poltica.
Como o cida.Uo honesto que suppozemos passou e
foi tratar dos seus negocios como animo sereno, co-
mo os circunstantes lambem injuriados ficaram
tranquillos em suas casas, assim tambe m os homens
serios, os funecionari js dignos da veneradlo publica
odas honras do governo, continuam em sua mar-
cha, Iratam do desempenho de seus deveres e ca-
minham a seos destinos, sera que a menor irapres-
eao lhes fique dos ditos injuriosos dos laes ladrado-
res rou,cos, e moleques da poltica.
E a moral poblica ? Isso he ouira qnestao.
se Ihe faria urna boa recepc.no, quanto poisivcl. Pin-. cujo exterior auslero o iropressionou, Salanaz, que
lores e esculplores, tpeles e armadores, Indo se re-
quisilou para decorar urna sala ordinariamente va-
zia, oude era coslume alojarem-sc as almas recem-
\ indas, al Ibes ser designado o seu definitivo ar-
ruinamenlo. Em caso urgente, porm, de-ta sala
improvisou-se urna sala de thruno.
Minutos antes da hora desigoada para a abertura
da senAo, os coDielheiros interines, marechaes, otli-
ciaes generees, camarsias etc., lomsram cada qoal
seu assento, conforme Ih'o designava o meslre de ce-
remonias.
Fez-ie ouvir a voz do camarista inlrodoctor, e
Salanaz enlrou em profundo silencio, de Improviso
quebrado por gritos : VVi Salanai que solla-
ram inesperadameute alguns funcionarios que n3o
queriam passar por mudos.
NJo taremos aqu o relralo de Sslanaz ; limitamo-
nos a dizer que desde o dia em que cahira do alto
como urna rpida estrella, o principe do ether, que
amigamente brilhara ao lado do sol, eslava muito
modado 5 e, demais elle, julgara acertado lomar
neela solemndade a figura e traje exigidos pelas
circumitancias.
Chegado ao meio do estrado, Salanaz descobrio-se
om instante, e fez a saudacao da tarifa com remita
facilidad ; depois da qoal, sentando-se no docel, ti-
rou da ulgibeira um pipelinho, que devia ter sido
la' medido por um dos seos ministros, a, posla a
mao obre o corarlo, dispanha-ie a l-lo eorajnsa-
menle, qoaudo de sublo se onvcm gailos de fora.
Que he isto ".' gritn Sataaaz.
VI.
De como Salana: ntiopAie ler o discurso,
a Real senhordiz (remend o csmarisla-mor
a sala em que vos achais, he onde todos os das \ em
aquartelar-se as almas, conforme chegam la' de ci-
ma ; e e9la'alraz do-la porta, um comboy das do-
vas armas que parecem arreliosas. Nos vamos, se
vosapraz, pedir-Ibes qrJe nos deixem descansado, e
enchota-las.
De modo nenhumdiz Salanaz, eufiando.com
ar de uao equivoca satisfcelo, o discurso no fundo
de um bolso.De mode nenhum ; eu nada teuho a
dizer-vos que valha a pena, senao que ludo vai in-
do o melhor possivel 110 melhor dos infernos possi-
veis, o que vos sabis Ua bem como eu. Se, pois,
julgais acertado, suspenderemos a sessao, e deja-
remos entrar toda essa gente, visto que tem tanta
pressa. O primeiro passo dos habitantes da Ierra
no dosso mundo, do qoal elles fazem urna idea, ao
que parece muilo extravagante, he algumas vezes
ramio divertido ; e, seja dito entre dos, o inferno he
um lugar pouco recreativo, para que se desprezem
os passalempos ;demais, acrescentou com gravi-
dada} ha muilo lempo que nao lemos noticias da
Ierra, e apraz-nos saber o que por la' se faz.
VII.
Um comboyo de almai.
De repente entraram em Iropel, guiadas pelo es-
pirito que as acompanhava desda que sahiram da
Ierra, a ravollas como Toldas impellidas por venlo
impetuoso, almas de varias idades, sexos e posases,
e eram lautas, que seria diflicil perceber o como all
cabiara na sala, se se uao soub;sse que eram s ap-
parencias.
VIII.
Urnas enlravnm chorando, oolras rindo ; mas, na
maior parle, pareciam lao preocupadas do successo
qoe as fizera vir de um mundo pira outro, que al-
gumaonem deram fe de Salanaz.
fSatitbabt
UMA SGENA DO OUTRO MUNDO.
(Traducrao de I-. Iletzel.)
Facilis descensus Acernis.
Virg.
I'ai-se ao inferno fcilmente-
I.
Qae he o que nao cansa .'Cansado de estar pos-
to n'om ihrono de bano, com o Toreado na mao,
Salaoaz enojou-se tanto que, a todo o preco, quiz
distrahir-se.
A cousa sao he mais fcil no inferno que na Ier-
ra ; e, depois de tentar vi ios expedientes qoe mais
o enojavam, Salanaz resiguava-se a aborrtcer-se de
tudo, quando Ihe occorreu a idea da visilar todas as
partes do seu immenso imperio.
a He acertado, real senhor !disse ao ouvido de
Salanaz amdiabinho da altura de om eovado, sal-
tando-lhe s.ni-faconsobre as reaes espado.!.
o tedio nao lem pernas tamanhas como dizem, e be
possivel correr mais do que elle.
Oradiga-se de passae-emesle diabinho era as-
sim urna cousa a modo de secrelario parlicular, ou
ajudame de campo favorito de Salanaz, que, em dia
de bom humor o fizera seu attachc,dcoominan-
do-o Flammaulc. Flammanle, porque 1 Se se vai a
explicar ludo, nao se acaba nada. O que podemos
dizer, he que, animado com a approvaro de Flam-
manle, Salanaz, pouco seguro' da sua idea, acabou
por julga-la excellenle, a melhor que elle linha lido!
Porque, emfim, .disse elle) ainda quando o meu
passeio nao Tosse aprazivel, emendo que devo faze-
lo, no inleresse do meu governo. Muilo ha que meus
subditos me nao virara ; e, moslrando-rae, devo ti-
rar bom resultado.
Ainda qoe seja s para Tazer-lhe ver {diz
Flamminte) qua nao sois 13o velho, nem lao negro,
como va piulam lodos os dias.
- ? II.
Salanaz poz-se a caminho, nao como qualquer on-
tro mas com um cortejo digno da sua soberana, o
' conslava dos principes, seos filhos, a d'ama in-
'1111*tyu.nlidade de diabos, archi-diabos, semi-dia-
bos a diabos dobrados ; lodos altos dignilaiio's do
I'lerno, qoe da ordinario o acompanhavam uessa
u' -xie de correic/ies reaes.
-S^^ 'quanto a Flammanle csse aninhou-se, como
= ,wDava, as pregas do mani do seu amo, eador-
.'>*eeu, por nao ser obrigado a estar acordado.
III.
Dizer quando Salanaz se desfez do sea enojo, a em
que local dos seus estados se applaudio ou arrepen-
deu Ha sua idoa, isso he que nao ha pussivel.'porque
ninguem escreveu ainda a geographia do interno.
He cerlo, porm, que depois de ler parcorrido em
(odas as direccoes esses espacos illimilados, povoa-
ooj d'almas ov habitantes de mundos que nao conlie-
- ceroos, (odalJaeoulrosl, Salanaz virou-se para o
preslilo, como diabo ainda nao curado do seo euo-
jo, e, eom urna inlimaliva pouco lisongeira e.i para
o oosso planeta, disse Nada de fazer s melada
das cousas Vejo que em nosso passeio atravs nos-
sos astados csquecemoi esse pequeo espaco onda
moram as almas dos moradores dessa peque"na filha
^,imperceptivel do chaos chamada trra : orienlcmo-
nos, voemos de novo, e reparemos o emiuecimeolo.
Keal senhor, ( diz urna voz do cortejo as al-
, mas dos homens sao mui palreiras. Vossa mageslade
esta' farta de ouvir arengas.
Meu lilho-respondeu Salanaznao digas mal
das arengas ; o poder depende de lodo essa palavrca-
do, e he bom, anda qoe muilo cusle, dizer de vez
em quando algumas palavras aos subditos, quando
se Ihesconhece bastete discricao p, contenie-
ren) com ellas.
IV. '
Disse, e. desforindo o vo, filou o ppnto mais obs-
curo da horisonle.
O cortejo infernal, Temiendo passagem alravs da
niulhdao dos corpos celestes que enchem o infinito
de mundos, deixou aps si milhares de universos,
que so a mao de Deas compulou, c paran emfim
nessas regioes, babiladas pelo vacuo, onde os poclas
collocaram o nosso interno. ,
V.
A ante-i'amara to inferno.
Ao aber-se, nessa ragioa tenebrosa, que o alabo
em pasaaa, rtaHa haara-ia com a sua arateara, reu-
iiiram-'B as aaturidades do lasjar, e decidise que
MUTC
Que tal ?dizia urna alma impavezada com ar
zangado. He realmente muito eugracado morrer,
eulerrar-se a genle, deixar la' em cima o que se ti-
nha bom, islo he, o corpo e os appelites, para revi-
ver aqui, como te oada tiraste acontecido !
Como'.'(diz nm turco que he das houris ".'
Por Allah oode e-ln as houris .'
>fiiliumii. illuslre pacha, nenhum 1 '.disse
um diabo velho ao Turco desaponlado.
Assimreplicn o Toreopara que vim eu
morrer na Europa '.' No interno do meu paiz, as
cousas correran) de outro modo.
O pomposo -enterro '.gritava um hurgue/,
encarando com sobraneeria os rirrumslanles.
De que enterro Tallis '.'Ihe diz Flamante que
acordara entao.
De qual Tallarei senas do meu !responden
11 sombra estregando as roaos com arde importan-
ciaMissa com msica, brandoes de praia, mil cas-
liraes, a igreja forrada de crep, carruagens va-
sias, he venlade, mas lanas que era cusloso cma-
las ; os sinos lodos de porca para baixo, urna, eca
magnifica, dous ou tres discursos sobre a minha se-
pultura, os quaes brevemente ser.'io reproduzidos
nos jornaes, a emfim um lugar do cern ter io, urna
vcrdadcira casinha de campo, ornada com nma co-
lumna de matmore branco, a urna negra em cima,
com esle epylaphio : Aqui jaz om liomerh rico,
qoe podara ser viscoode que gloria 1 que Iriura-
pho que fumara que funeral
O meu drama ia ser representado dizia um.
o meu livro impresio dizia outro.
Morrer em pleno carnavalgritava urna som-
bra extravagantemente vestida.
E aquella ouira : Meus Ihtscuros, meas hens,
minhas ierras, minhas casas, meus criados, meus
ea val los, meus caes !
S urna exclamon : O' minha rdante .'
Que farao elles sem mim 1dizia om mi-
nistro.
Deiiel seis contos de ris na minha enchersa !
dizia a sombra de um mendigo.
Critsi 1dizia ama alma aconcliagando-se no
lencolgrilai Nao grilarieis tanto se la' deixas-
seis, como eu, a miseria. Em loda a minha vida
nunca Uve 13o boa farpella como no dia em que me
deram asta lencol.
O' sorte parcialmu murava um velho en
linha apenas 90 annos, e o meu visinho, que tiuha
8, ficou, e eu vim !
Todas as mulheressa'o niieis !dizia um ma-
rido velho.
Ah n3o !aizia om que chegava com a de^-
leao lado.
Os homens s3o traidores! Nos todas inurre-
mos de Irisleza...
Estas palavras, ouvidas confusamente, sahiam de
um grupo de mulheres, que fallavom ao mesmo
lempo, enlre gritos e solacos. As lagrimas, cor-
ran), como he de c"cr, aos pea de Satar.az, visto que
as mais aodazesou amuriantesdessas tormosas vic-
timas se aproximav, 1 pa'a seduzir o sen juiz, ou
move-lo a' piedade
Juslica grilavam ellaspois qae os homens
nao sao ponidos sobre a trra, puni-os, real senhor
e vingai-009.
Salanaz, indulgente com a recordara de Eva,
ordenon para conlenia-las, que as almas opprmi-
das I is-em 9eparada9 eternamente dos seus oppres-
sores. Mas rompen um tsl concert de imprecaros.,
que ninguem se entenda.
He peior a emenda que o soneto diziam
ellas.
Que diabo queris'.grilou Salanaz fora de
siponho em recato vossa virtode, nao seris enga-
adas, e nem assim vos coi enlais *
E do oulro lado :
n Ai! Ai! qaera alienta mem charol filhos!
dizia urna sombra que em \ fazja por escapu-
lr-se. -'
Qoem me dar seu doce sorriso '.'dizia ouira.
Duas alminhas gemeas, iguaes aquellas de que os
pintores copiam os traeos dos anjos, enlraram, brin-
cando; mas, apenas enlraram, voltaram-se urna pa-
ra ouira ao me.nio tem[io, e pozerara-se a chorar,
dizendo .1 Nossa mil nao veio ".'
Qucidos meninosIhe diz baixinho Flam-
manle enternecido. Nao choris, que ella vera
logo.
a Vieran) depois donzellas vestidas de branco ;
depois algumas mulheres com a coroa marital na
fronte. A morte, a cruel morle dos separou !
grilavam ellas.
Dos vos espera !dizia ,i mullidlo afilela o
espirito qne a conduziramorrer aada he, esperai.
Bellos e paludos, como duas estrella matutinas,
viuham, eslreitamenlc abracados, um mancebo e
urna gentil moca, feridos do mesmo golpe morlal
Segni-te al aqol !dizia o amoroso mancebo .-i
esposa queridaQuando la *n3i ver, \fnconlrara'
la ro3o na minha, onde ella a tinha poiW>.
E ella saliera'disse a jo\ en que euln3o teria
e-rollrl lo oulro destino.
Os de mais rogiam gritos lastimosos(a. Era too
incoherente a sua dor, que se Ihe nao alchava o
sentido.
11 Silencio ,. grilou o meslre de
.X
a O que se fu la por cima disse a oras. imhra,

al all se limitara a rasar tregeilos, couforma Ihe
iam dispertando a curio-ida le.
O que la se faz por cima '.' responden I al-
ma interrogada A mentira, a asneira, e a cupidez
dispulam-sc o mundo: os honrados nao saben) oque
bao de fazer a' sua honra : o inleresse individual ala-
co ludo ; onde a mediocridade suppre, regeita-se o
mererimenlo; e a indilerenca em poltica,islo he,*o es-
quecimento da patria, he louvado, pregado, ordena-
do, remunerado ; as palavras honra e virlude eslo
ainda em algumaa bncca9 ; mas, deixar ir iodo ag
cousas, e d'aqui 11 pouco, 9 se encontraran nos dic-
cionarios ; e, fo I a melhor cousa que l se faz he
morrer, deiejando a posleridadedias melhores.
Em verdad*, diz Salanaz, la lens razio Ami-
go, es aqui importantes novidades !
Esta sombra engana-se ; nos vivemos sob um
principe amigo da paz, diz ouira alma, em que cod-
sisle lodo o bem. Se uns o insoltam, oolros o vclo-
riam ; os artes florescem, a prosperidade augmenta,
os empregos pblicos sao dados ao mais digno, o fi-
Iho succada ao pai, o sobrinho he collocado em lu-
gar do lio, nao lia trabalhosem salario, ludo te paga,
o presente ha de prata, o luluro ser d'ooro.
Muilo bem diz Salanaz com ar risonho, se al-
guma vez quizeres um emprego no inferno, faz-m'o
laber : os lugares que perdesta la em eima, le-los-has
aqui.
E dirigindo-se a um (erceiro : n E (o que me di-
zes'.'
o Nada do que asses dous vos disseram. O que se
faz l em eima ? O que ha de fazer-se senao be-
ber, almocar, janlar, cear, fumar a dormir ,Vai-se
ao Ibealro, aos bailes, ao club, ao caT ; eempram-
see vendem-sc cavallos, joga-se, e ama-se, a he-se
amado leudo dinheiro, arruina-se emfim o corpo a
os hens, depois diz-se adeos aos credores, deixando-
se como heranca aos herdelros, se os ha, a recordado
d'oma vida tao bella e otil. !
Caspile! diz Salanaz, eis aqui um rapaz de orna
vez Como le chamas, meu amiguinho '.' E's doque,
principe, cu simplesmenle lilao d'algum burguez
panenu '. ( O diabo melle o seu Traocez nos cavucos
pnluscos. '
Monsirur diz a sombra, eu era rico, e o meo
brazao era um escudo, ( um reu : se em francez se
avaha a pilheria deste brazao.
Parece que ests affliclo diz Salanaz a ama
quarla personagem. .
He que deixei la' os meus, os meus linea, os
preciosos livros I Pelcijavam as ra. A me-
moria do passado, as lices da hisloria.e n3o tai que
Tuneslo desejo de Tazer bem, levaram-me ao meio
dos combatenles. Viva a liberdade grilei eu. Era
am crime ; prenderam-me ; enlouquec.... e eisme
aqai...
Ah sim, diz Flammanle, a liberdade 00 a
morie. Tu (Ivesle a mora ; de que le queixas?
X
o Decididamente (diz o re dos infernos desaeor-
coado ) 09 morios n3o lem graca nem espirito : ve-
nham mais alguna, e nos acharemos muilo supporla-
vel o nossoanojo. E, metiendo a m3o no bol-
so, pareca procorar o seu discurso, quando a vista
de ama sombra, qae uSo vira ainda, Ihe dea algu-
ma esperanea.
XI.
11 O' la, amigo, dase a um pequeo velbole cd-
vollo n'um catelo, e cojo olhar carioso espionava
a assembla, que vos parece islo ?
Eslou vendo ; d9se elle, e o meu desejo, vis-
to que aqui eslou, he poder ver ludo.
rr Kespoode-DOf, e veras depois. Que Tazias lu
na Ierra .'
Tinha a honra de ser professor de philoso-
phia.
O' l I lu eras philoiopho 1 I
Era..... era replicou a sombra alrapalhada.
XII
A tomhra de auN professor de philoiophia.
E vendo que Salanaz eslava disposto a deixa-lo
fallar, disse :
ir Tal qual me vedes, passei 01 meus dias e as
minhas noiles perguntando a' sciencia o que era a
vida a a morle, o que eramos antes, e o que seria-
mos depois.
cor e-ver Indiada, vestidos vermelhos, a cavallo
n'um dr.ie.iu, com a bocea cheia de deoles feilos
de proposito para espantar o universo.
u O seu secrelario deveria rhamar-se Tbchrilra-
pompla, a eu teria galgado a distancia qae nos le-
para em quatro horas equarenla mnalos.
n Veria aqui arrastar-sa urna incrivel quanlida.
da de serpenles.
rr Alguns desle senhores que enlraram, seran)
alirados aos bracos de urna mulher em chammas, e
oulros obngados a engulir chumbo cndenle; esles
seriam laucado- em foisos; cheios|de insectos devo-
radores, e aquellos leriam um venlre enorme e una
bocea pequea como o fundo de urna agulha.
Continua, diz o diabo, animando o orador, que
nunca se vira una seinrllnuic festa, eu nao desgos-
lo de saber o que se diz da mim no votso planeta.
a tirande principe, lornou a sombra com eolhu-
siasmo, enlre os Scandinavos (mai os Scandinavos
nao sbem o que dizem* o inferno dizia-se que he
um lugar completamente escoro, governado por
una deosa (llel) cujo palacio se chamaMiseria
o leilo, a dr, a mesa, a Tome.
ti A crer o que elles dizem, dous corvos sahem
geiis resultaran para a industria, e que grande revo-
luco n3o produzira' esle descobrlmenlo na ordem
econmica da sociedade !
(Uem.)
^ublicacocd a pebtta.
Eleiro dosjuizes e mais pestoai que liao
de festejar a Senhora da Piedade no
convento do Carmo do mesmo nome
em o anno de 1858.
Juiz por eleiran
O lllm. Sr. major Jos Carlos Teiielra.
Juiz por devocao.
O lllm. Sr. eapitao Jos Thomaz Pires Machado
Portella.
Jolz prolector.
O lllm. Sr. Joaquim Soares Barbosa.
Joiza por eleiciiu.
A Exma. Sra. D. Mara, esposa do lllm. Sr. Jos
IIiberio de Moraes e Silva.
Juiza por devocao.
A Exma. Sra. I). Maria Florind de Caslro Carriro.
Joiza prolectora.
A Exma. Sra. D. Maria, esposa do lllm. Sr. heral-
do Correa Lima.
Escrivaes.
loda as madrugadas do co, e veem a ooitinha con- "lm" ^r> loic lol"ta'"o Barbosa d'Amorim.
lar a Odin-o qua virara e ouviram no mando. Joao SShg* d" Cai"1eias-
o Na China, Ti-Kang, dos dos oferD09. leve i! A Exma. Sra. D. Perpetua' aspoia do lllm. Sr. Jos
UIVEItSAS PROVINCIAS.
Keudimento do dia I a dti. ,
dem do dia 31. ,......
S::lS25l!)0
.ViJatxi
suas ordeni oilo ministros a cinco juizei. Os cri-
minosos 1.1o lancadoi em ealdeirai da azeila a fer-
C.onvento da Piedade, 11 de Janeiro de 18o7.'
Fr fenlo do Monte Carmello, prior.
Kodrlguei Paz.
Juanoa Maria do Espirito Sanio,
ver corlado era da... partida, a p.d.cos, assado, 10 rilm. Sr. Jo,6 MarTciot'je'us.
e chornscados n um espeto a fugo lento. Em com- I a Manuel Joi da Cruz,
pensajao dizem qoe ha duas pooles, urna de ouro i Procurador geral.
a outra de prata que eonduzem a Telicidade. ?vm- P"dre Fr. Joiga de Sania Anna l.ocio.
ir Mahsmel s.'. me ensnou qae existe no infamo
urna arvore chamada Xaroum, cujos frucios ti ca-
beras de diabos; lambem vi no Koran a razSo por- ri
qae os gellos caotam de maohaa mesma hora lo- tAe\'? dOSjU.zes e mais pessoas me llo
do judos.... Tenho dilo de sobajo para provar-vot d<" ,elejar o Senhor Bom Jess dos Na-
que, enlre tantas bpiniei, he diOlcil escolher' 'Vi-gantes, no convento do Carmo da
uma. Piedade.emoannode 1858.
Canjado de vasculhar loda a iciencia lem ali- O lllm. Sr. Jos Esleves Vinna.
nar com uma qualquer conclusuo, uma bella ma- Joao Paes Rodrigue,
infla fuiassallado por uma idea que me pareceu ._ s, .. ., ,llil";
... A '"">' =r." D. Marianna da Conceicao Bapliila,
do lllm. Sr. Manuel Joaquim
HENIIIMEMO HA MES* DO CONSt I.aiio D|.
PEIt.NAMBl'CO NO MEZ DE JANEIRO HE
18.'".
Consulado de 7 por cenlo. tn:21fi*227
----------------117:lli5J7
Anr,iragpni._....... 2:6719500
Direilo de 5 por cenlo na
compra e venda das em
baraaajiH..... 5189800
Expediente da rapatazia. !1478.")7j
Mullas....... Hi-iKJi .
Bello fixo e proporcional. 1:2785491!
Euiiiluuieutos de eertides. H>12ii
S:4339BM
DicerMt provincial.
Dizimo do algodao e oulros
gneros do Kio Grande do
Norle....... 9739115
Dilo dilo dilo dilo da Para-
laba........ 1399991
Dito do assucar e oulros ge-
uero9 da dita..... 477j0y6
Dito dito do Kio tirande do
Norle....... 5-;l7l
Dilo dito das Alagoas. 7:0399(17
12d:ti")09llrs
8:93vo790
131:5819908
Depsitos saiiidos
Ditos expenles .
1:3-288003
2:76*9729
Mesa do con-iilado de Pcrnambuco :tl de Ja-
neiro de I8.")7.O escrivao, Jacome Gerardo Ma-
ria Lumachi de Mello.
RECEBEDOKIA DE KENDAS 1NTEBNAS GE-
KAES DE PEKNAMBLCO.
Hend manto do dia 1 a lu 20:0878951
dem do dia 31........ 1:33*9147
2114229098
RENDIMENTO DA RECEBEDOKIA DE KEN-
DAS INTERNAS CEKAES DE PERNAM-
BUCO DO MEZ DE JANEIRO DE 185
ceremu'iias.
E qoe pensas (u dsso '.' diz Salanaz.
a Palavra de honra, diz o philosopho bamhoando
a cabera, cumpre ser agora mais sincero do que
nunca : coofessarei, pois, que era confuso ludo o
que apprendi. Enlre os philosopho, a maior parle
comenta-se em definir, que lie uma cousa muito di-
versa de explicar. Nao vos tallarei de Democrito,
nem de Pxlliagora*, nem de Aristteles, nem de
Plato, segundo os quaes, os homens, depois da
morle, se eonverlem n'om alborno agudo ou chalo,
em agua ou fogo, em nonada ou entelerida, ou an-
da u'uma idea. Nem vos fallare! dos sophislas, se-
gundo os quaes nao he cerlo se a sent existe. Nem
dos que aflirmam que uus nao somos lintos nem
infinitos ; nem dos qua pretenden) que nos somos
esphercos. Fallar-vos-he dos systemas modernos.
L'm systema novo lem sempre uma vantagem sobre
um systema velho, e he qae, sem ser bom, pode
provar qae o auligo nao vale nada, esperando igaal
sorte depois. Segondo os modernos, nao lendo a
alma conbecimenlo prop-irt 'A-.e para os oo-
Iroa ; e he precito confessa. 'i a pena
descobrir o olbo interior para conclu .-cura-
mente. Segundo os panlhaiilas...
Adiante exclamoo Salaoaz.
a Segando os idealistas..... ,liilo-
sopbo.
Adiante, adiante I loruoo o
ir Segundo Kaiil..'...
Adiante, ja vos diste !
Segundo Mauperluis, redarguio o sabio ora pou-
co perturbado,] ara ser immurtal he precito ser her-
melicamenle calafetado com resina.
Muilo bem bradou Flammanle.
a Segundo swedemborg..... Mas, segundo este,
nao sei o que elle quera dizer, pollo que rae inle-
ressoa extremamente.
Por meu chides bradou Salanaz impacienle,
basta de philosopbia que isto aqui nao he escola. Os
vossos velhos e novos syslen ^liguram-se-me uma
grande impostara.
n Mas he de lodo os err' se compoe a ver-
dade, diz o p .ilosopho i obedecerei a V.
mageilade.
E alando o lio de discurso, pi gaio :
ir Seguodo os amante-, esla'-se ternaraenle sen-
tado a' margan) de uma clarcira, banhada por um
raio paludo da la, debaixo de uma arvore em que
chilra um rouxinol invisivel. perlo de um Ivmpido
regalo, onde se espera a amanle, que nunca Talla.
Segundo os melanclicos, l-sa perpetuamente
inscripces sobre os tmulos.
a Segundo os burguezes, entra-se no seio da na-
lureza. O que he o seio da nalureza '.'
" Segundo um grande num- converte-sa a gen-
te no que era aotes de ser, islo he, ama charada,
um enigma.
ir Segundo, emfim, os qua fia a' opera, o inferno
he um lugar chelo de dezr.ios, do alio dos quaes
s .bem a descera continuamente legides de demonios
e peccador.ii moilo ligeiras....
u Segundo......
Segundo j segundo I brada Salanaz desesperado.
ludo o que sabis ha da necessariamenle comear
por esla insitpportavel palavra ".' Variai a vossa for-
mula, ou calai-vos.
arega ou romana......diz o pobre sabio intimidado.
Eu eonhecta por Iradicflo Proscrpina e Piulan.....
mas, a fallar a verdade, eu uflo esperara acba-los
ca', e realmente, se os nao visse, pouca pena linha.
Dos cinco ros do inferno pagam o Slix, o Coclo, o
Adironte, o Philgetonte c o l.elhei, s lenho sau-
dades do ullimo, se he verdade qae um copo da sua
gua me desrmbarararia de tudo con) que a carre
goeri a minha memoria. Eslou contente de ver aqoi
Cache, Minos e Khadamanlo em pintura : acho-os
bou pura decoracao de paredes. Por Clolho, La-
chean e Atropo., eu nao daria om fio da roca carre-
cada de nomens desla e do par de (batearas da a-
quell'oulra. Em quanlo a Cerbero, o eflo das Ires
fauces, para acreditar que elle viveu.quera ve-lo a-
qui, ae menosempalhado.
Se?i>ndo os linio.tnico-, en deveria, antes de
vir, lomar um Trasco de amritha, ambrosia que da'
a iminorlaliilade, e cujo armazem esta' na la.
ir Poderia crer qoe ha no paraizo seiscenlos mi-
IbOes de nyniphai, ou ampsaras ma seductoras
urnas qae ai oulrn, sem esquecer.. aivoie pardeja-
la, cuja; llores espalham um perfume que se eslen-
de do zeiiilh ao nadir,
a Esperara euconirsr ara vos^a ma;elade uma
'ominosa c talvez o Tosse. Queimei lodos 09 meus
livrote papell ida, e|di-e. He espantoso que eu
nao fizesse islo lis moilo lempo, ou qoe oulros o
nao fizessem antes de mim Esta verdade qoe eo
live a honra de procurar nos meus livros, e as
profundas cavidades do men cerebro, todo o mundo
sabe, al as chancas, que ella est no fundo de 11ra
ojo, sera duvida porque os homens a langaram l.
Vamos procura-la. i> Dilo islo vesli o meu casa-
cao, e ia mergulhar no pojo do meu quintal. .
Afoguei-me achei a morle, qae he lalvez a
verdade que eu procurara.
Suspendo-me aqui, com quanlo en veja no as-
pocln pensador e tranquillo de vossa mageslade e da
illuslre assembla, que o meu discuran, bem longe de
ser massador, obteve um completo Iriompho.
XIII
ftl pesie lamba o falladordisse Salanaz ra-
dioso de alegra, quando a sombra se calln. Mas
foi forjado a ouvir uma aova sombra, que, durante
o discurso do pobre proTassor, avanjra ale aos de-
gros do Ihrono, dando, em quanlo durou o discur-
so, vivos signaes de iodisnajiu.
a Senhor (disse ella): Nao jalgueis os philoso-
pho e a philosophia pelo que disse este trapalhflo,
qoe nunca souba evidentemente o que qaeria dizer
philosophar. Se la em eima se encoolnm aioda al-
gumas almas ingenuas correado no camiahos ridos
da sciencia alraz da sabedoria, os seus nicos ouvin-
les be a multidao ; mas os verdadeiros representantes
da philosophia cumpiiram melhor a sua missao :
nlo em livros, nem em commenlarios estnpadores, e
ainda menos no Tundo dos pocos, que elles buscam a
verdade, mas sim dos confias do Mirnos, onde as
paixes populare- a haviam cruelmente exilado.
Amantes aoimosos dos governos constituidos, os par-
tidos supplanlados senliram o peso di sna colera, e
09 propriog monarchas aprendern) i sua casta qae,
se elles servan) o poder, era por amor ao poder, e
nao por uma estpida alliaaea. com aquelle que o
exerce. Os philosophs... '
Os pbilosophos !...griloa SalanazJ me Ta-
zem doer a cabeca com lanos philosophos e philo-
sophia. Se al.-.una idea ha a colhcr do qae leudes
exposto, he que 1130 he possivel virdes a um accordo.
a qua o chaos se rafugioo na cabeca humana. Ve-
jamos qual de vos responde eom .untan. .........
pcrguula ? >
Mas ainda a pergunta nflo Tora proferida, e gran-
de alvorolo se levanlou entre as almas, lendo cada
uma a prelenjao de poder responder melhor. Foi
necessario empregar a forja para reslabelecer o si-
lencio.
tirande asno soudisse Salanazem pensar
qae poderla aprender de vs alguma cousa :
Depois, dirigindo-se ao conductor da- almas!
rr O l de que parle de Ierra veio esla genle?
De Paris.
11 De Parii! e o turco lambem ?
O torco tambera. Ha de ludo am Paria !
ir Que pena qae eu nao pona l plantar o men
reino, e sobre ludo 09 meus vassalloi I Uma viagem
a Paris !
Nenja isso !interrompeu Flammanlequevii
l.i fax vossa magentad? I Nao correm la os seas
negocios t-rleilamenlt sem a sui presenja Em
parte alguma vossa mageslade he lao bem represen-
tada.
rr Fallaste bem disse
mos.
Salanaz, esregand) as
XIV.
Salanaz daeobrio-se, e disse :
Senhores diabos, eslt Techada a sessflo. -
E o discurso, reai senhor '.' brador a asr
sembla.
Meas charol amigosdUse Salanaz, agudecendo
com um gesto aos asssleatesdiscursos como o qua
eu (razia uao eiivellieee. n,10 o perdenis, e, com
vossa licenja, guardo-o para quando loriar.
Viva Salanaz! griloa a assembl. enlhutiat-
mada, como se estas palavra deixasserr era lodos os
ouvidos ions encantadores.
Depoii dislo, o cortejo deixou a sais, ai cousas no
Bremo seguiram o seu uno regalar e a iinmema
urua onde estas cousas
e p-issaram. tapou-sc.
IM.
(O Clamor Publico.)
O MOTO CONTIN.O.
Os peridicos da eapilal da Aoralazia, conlam ora
novo deseobrimento, em busca aS qual te (em can-
sado a inteligencia humana, e ie deve causar uma
completa revolujao ua sciencia. as artes. Segundo
elles, no dia 8 do correte lev. logar ante ama nu-
merosa concurrencia o primaro ensaio poblio do
Dtnano I mil,en, machina mentada por D. Viciar
Venilien que, depois de oilo anos de trabadlo!, es-
ludos, experiencia e retornas; depois de ler em-
pregado lados os seus conheJmentoi, de ler lulado
com a escacez dos meiosvj obre ludo, com a incre-
dulidade, morlal e conslaila inimiga de lodos os
descobriraeulos de iraporlnicia, consigui resolver o
ardoo problema de eombhar as forjas da ualureza
de lal modo que produzan um movimeoto coman-
le, e bstanle poderoso .ara se Iransmillir 3 orna
machina que por meio r]|e nao careja de gasto al-
gn), o mais ni-ieiidicaiie que teja.
Na machina do Sr. Vtiiliaa, que tal como se acha
boje coo-tinula, diz un peridico de Sevilln, me-
lhor que machina, he um imperteilo modelo, ha
duas cousas a considerar ; o apparelho visivel, no
qual seda a novilunio, e o que o autor reser-
va, que he o que conslilue o segredo do
autor.
Julgamos desne. io, e intil Tazer urna deta-
Ihada fescripjao do^ apparelho. Basta dizer que
o movimeiilo he poduzdo immedialamente por o
peso de certa qui ldade .re liquido conlido am di-
verso vasos de Mal, e que seudo socressivamenle
desalojado de u)t e transmitido a oolros, produz
um constante deii|uilibrio, e por consequencia uma
tendencia couslarle ao movinjento.
Para que estee produza, %, he preciso mais qae
por esle appareho em eontrtCt0 Com uns conducto-
res elctricos qu parlera da pjiha, na qual precisa-
mente consiste isegredo da 'nvenjao. No momen-
to em que se d. o contado oot oie0 ae Dns ara.
mes, o inovimein principia, e continua indefinida-
mente entanto 'ue aquelle siibsi.te. A ellicacia
desla poderoso ajenie em prodiirjflo do movimenlo
fui um phenom:io que repelida. vere, obse varam
cenlo e cincocnl pessoas pn-senles, entre as quaes
se acharan) os S-: Campelo,^ San Martin e Oria, ea>
jos conhei-imenlirphvsicos e chimicos sao notorios
e o senhor constWrancez,.qiie e ofTereccu para no-
ticiar esle tareero ao go; eruo imperial.
As applit -fie e transcendencia do Dinano I e-
nilien depef Imde dias circumstancias. A pri-
meira be a nldadel de forja ascendente que a
machina po i|eusar.e como essa forja sera' pro-
porcionad.! anlidafle do liquido q'ue se em-
presa ; e j_aTue -> r 111 ieliui a. e '
tamhein. ^
Asegunda daslilas crcumsla-'
reprodujo que 1 apparqho
aflirma o spiAiiltr uma ri.,, 1
vallo, funcciouanlo por
occasiunara' um i-to d
lempo, se iiio i un \e
V
cal
filha
Baplisla.
lii Jos Piulo.
Escrivaei.
O Rerm. Sr. Fr. Antonio das Dore* Tartaruga.
ir ir Ausustoda ImmaculaJa Conceicao.
Procuradores.
O lllm. Sr. Virginio Fidelix Remoa.
' Anaslacio Guedes.
Procararlor geral.
U lllm. Sr. (iuilhernie Muoiz de Souza.
Convenio da Piedade, 12 de Janeiro de 1857.
Fr. Benlo do Monta Carmello, prior.
1&3UtKtZZtO.
I-HACA DO RECIFE 31 DE JANEIRO AS
3 HORAS DA TARDE.
CotajSe offlciaes.
Descont de ledrasa 1H ao anuo.
Preierico /rnMiiiard.presidente.
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Landre., 28 d___(0 d. v.
a Paris, 3(0 a 311 r. por rr.
Lisboa, 95 por % de premio.
Rio de Janeim, 2 por Om da descont.
Acj6es do Banco, 40 a 45 de premio,
a a compaohia de Beberibe 549000.
companhia PernumbucaDa ao par.
a a Ulilidade Publica, 30 pur cento da premio,
a a Indemnisadora. 52 idem.
da estrada de forro 20 por Om de premio
Disconlo de ledra., de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
Ouro.Onjas hespanh'olas. M|
Moeda de 65100 velhas ....
a tiaiOO novas ....
a 45000.......
Prata.Palacoes brasileiros......
Pesos columnarios. .....
a mexicanos......,
289500
165000
I69OOO
96000
28000
25OOO
I586O
ALFANDEA.
Hendimenlodo dia 1 a 30 .
dem do dia 31......
496:I88J2U
12:7305771
508:9195005
Descarretam hoje 3 de fevereiro.
Barca francezaMariapipa- de vinho.
Brigoe porluguezConstantelaged.i.
Brisue porluguezOliveirapipes vasias e pedral
111 mu tnnaniarqoezanna rnm mii.ercauonas.
Brigue inglezPorliaIridios de Ierro.
Calila bollan ie/a Jacobus fazendas e mer-
cadorias.
Barca portuguezaBom Successodiverso gne-
ros.
RENDIMENTO DO MEZ DE JANEIRO.
Kcndiiucnto total...........508:919.-^005
Iniportaro.
Direitns de consumo..........
Ditos de 1 por cenlo de reexportarlo
para os porlos eslraugeirns. ..."..
Expedienta de 5 parenla dos genere
eslruugeiros navegados por cabola-
Rem.................
Dilo de 1(2 por r. dns gneros da paiz.
Dilo de I l|2 |Kir e. dos teeras livres.
Armazenaueiii das nieri-adorias.....
Dita da plvora.............
Premia de l|2 por cenia dns amando.
Mullas rak'iilarlas nos rlespacbns. .
Interior.
Sello fixo................
Paleiilesiliisilespaihanlesgerac. .
Feitio de liiolos dos despachaules, dos
caixeiros despachantes, etc......
Eiiioluiiieiilns de certides.......
,Vy seguales ttpttitt.
Dinheiro .... 198:3488955
Aarignadaa 31(k570g05(l
499:3225513
1875163
.O58II
1:1089574
1:1079497
1915709
1015610
6:0895596
2525202
36940
505000
45800
175760
508:9193005
Deposito*.
Em balanjo un ultimo de
dezembro .......
Saldo do exercicio da 55
56......'. .
En 11.idos no erren i.- niez
19:6205755
14:0189970
4:8249.51.-1
Sabidos
39*na33B
2175689
Exilenles...........
Arm sei/utitles especies.
2705158
38:8219519
Dinlieirn.
Letras.
38:5549391
Contributario de caridade.
Remlimenlii neste mez.........
Alfandcua de
1857.
3905319
Pernainbucii, 31 de Janeiro de
liapos, 1 .lita miadezas;
O eMrivo,
Faustino Jote dos Sanios.
IMPORTACAO.
Brisue-escuoa nacional Graeiaaa, vindo doCea-
ra e Maranbo, consignado a Antonio de Almeida
bornes, manifeslou o seguidle :
2 caitas chitas, 1 dita cheos
a l'eidel. Piulo & C.
219 saecoi feijao a Lniz Anlonio de Oliveira A-
levedo.
92 ditos carraplo; a E. Chantre.
6 ranas e .500 resmas papel, 2 pacoles fio por-
rete, 1 caixa vinho do Porto, I dita lenjos, 1 roda
da larra quebrada, 890 saceos arroz, 80 paneiros ta-
pioca, jO caixilhos de cedro ; a ordem.
55 saceos cera de carnauba Anlonio de Almei-
da domes.
1 ditos com dila de dita, 150 courinhos d. cabra;
a Antonio Alberto de Souza Anular.
1 caixa miudezas e mercadorias, 2 ditas gaitas, 2
dilat rap, 67 saceos arroz, 2 dilos cera de carnauba^
31 meios de sola ; a ordem.
Vapor nacional olgu.raisu'., tindo de Granja e
porlos intermedios, manifeslou o seguinle :
2013 meios sola ; a' Jo3o Jos de Carvalho Mo-
raes.
19 saceos cera de carnauba, 6 dilos.milho, 17 pe-
dacoide crranle, 1 tinques, 1 fogAo, 3 paaellas, 2
amburas ; a Jos Anlonio llaslo.
1 caixilo Tazendas ; a N. B.
1 cavallo, 1270 muros; a N.O. Ilirber.
2058 coaros ; a l'imm M. & Vinassa.
30 saceos milho ; ao cu ni manda rite.
I Meca cera branca ; a Lima Jnior & C.
1 dito eafo; a Luir. Antonio de Siqneira.
817 meios de sola, 2000 trrobas vilele, 28 (aboas:
a ordem.
1 caixa hiendas : a Eduardo C.
2 ditas figuras de porcellaoa ; a Siqueira A Pe-
reira.
210 couros; a Joaquim da Silva Caslro.
5 saceos cera de^arnauba, 333 coaros, 32 roolhos
courinhos ; a Jos Anlonio da Conha.
16 couros, S saceos cera de carnauba ; a Jos Joa-
quim Alves da Silva.
t sacco cobre c bronze velho ; a Luiz B. de Si-
queira.
28 saceos cera de carnauba ; a Anlonio Comes da
Cunta e Silva.
10 couros, 55 saceos cera de carnauba ; a Fran-
cisco G. Silva Sar.ii> ..
i saceos peonas de ema ; a Domingos Jos d. Cos-
1' es.
Renda dos proprn.s nacionaes. .
Foros de terrenos de inarmha. .
I.ndennos.........
Sin do bens da raiz.....
Decima addicional das corporajes
de mao mora.......
Direitos novo, e velhas de chan-
cellara .........
Dito de pateles dos olliciaes da
Suarda nacional......
Disima de chancellara .....
Malla por infracefies do reclmenlo
Sello do papel lito e proporcional .
Premio dos depsitos pblicos. .
Emolumentos........
Imposto sobre fojas, e casas de des-
conlos .........
Dilo sobre casa, de movis, roupas,
ele, rubricados em paiz eslrao-
aelro. ........
Dito sobre barcos do interior .
laxa de escravos.......
Cobranj. da divida activa. .
Iiidemoisajes........
,505800
217593
2019000
:2225H7.1
975722
7060192
I8O9OOO
1*573
195817
6:7725083
i06j53
765720
7:3719110
105000
125400
55O90O0
8489833
1385055
21:4225098
l'enqui ...............
Bolachas........".",.'."..
Biscoilo.......
Cacau..........'
Cachimbos. ... ..'",,"
CaT boro.......'.'.".".".
11 em grlo reslolao .".'.".".".
>. com casca........
rr muido........
Carne necea ....... .
Cera de carnauba em pao. ."."
, em velas........
Charutos bona........\\
" ordinarins.......
regala e primor "
Cocos seo os. .
Couros de l,j salgados".' '.".'.' '.
>erdes............
' serr, ou es'piadoa.".".".'
" Ue onja .'........
cabra corlid'ot" '. '. '. 1 ".
a carneiro. .
Doce de calda..... .....
goiaba \ ......
secco ....."......
jalea ..,"..'......
Espadadores grandes ." ". '
* pequeos. .
Esleirs de preperi.....
Estopa iiacional|. ,..."""""
estruiigeira, iu.io dbra
ramilla de ar.iruta.......[ '
milho.....'''..
_ > mandioca. ....".
Feijao............
Fumo em rolo bom ." ." .' .' .' [
> ordinario........
em fulha bom. ..." ." .' .'
" ordinario.....
retlolho.......
Gengibre...........
Gomma .....
iperacuauha .".'.'.'.".'." '
Lenha de achai grandes .".".".".'.'
a a pequeoas "
_ loros ......
Prancboes de amarello de 1-----|a|
a huiro.....
Costado de amarello de 35 a ip."d
< e 2 ', a 3 de I. .
de dito usuaes ,
Co-dadinlio de dito ..."
Soalho de dilo. ... .....
Forro de dilo ......
Costado de louro j......
Cosladinho de dito........
Soalho de dilo..........
Forro de dito..... "
a cedro ..'.',......
Tnros de (alajuba ...".'
Vara, de pereira .....*"*"
agaHbada. ". *
quiris ....""
Em obras rodas de sicupirj paa'e'.
mk:. .rr
Milho .....".***......
Pedra de amolar '.'.'.'.....
" filtrar ....*"
a rebolot '.......
I lassava em molho........
roolas de boi ......
Sabao ...... ........
Salsa parrilba .'..'........
Sebo em rama .."..'.......
Sola ou vaqueta ] ......
Tapioca .... .......
L'nlias de boi \.....
Viuagre...........
18.x. O escrivao,
Manoel Antonio Simes do Amaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlododa1a30..... 77i9669539
ldam do da 31....... 6575681
RENDIMENTO DA
PROVINCIAL NO
1857.
Direilos de 3 por cenlo do assucar
exportado........
Dito de 3 por cenlo do algodao. ."
Dilo de 5 de diversos geue/os
Dilo de \\-2 por cento do cafo. 7 .
Decima urbana.......
Seilu de herancas.....
Meia siza dos escravos.....
Duzenlos res por escravos expor-
tado ..........
Emolumentos de polica .
Novos e velhos direilos dos erapre-
gados proviociaes......
Imposto de i por cento .
dem de 3 por 'cenlo.....
15200 rs. de cada casa de vender bi-
Ihele de lolerias......
Rendiinenlo .lo- neo da evaoto
Molla dosimposlos por infraejdes .
Hesliluicr.es e reposires de cus-
77:9215220
MESA DO CONSULADO
MEZ DE JANEIRO DE
Capatazia de
algodao .
160 rs. por sacca de
i 1:8185787
7739483
6:1569193
7.5088
15:27 5531
8751 i 2
1:8165700
2:1003000
498OII
4615874
763800
35IJO
2:9195999
389800
1379038
1731493
4203160
77:924-3220
ao,6,".do consalai1o provincial, 31 de janeirn de
18.1/O escriplorario,
Joaquim de Uusmao Coelho.
Couros-----------
Chumbo -
PRACADO RECIFE, 31 DE JANEIRO DE
1857, AS 3 HORAS DA TAKDE.
Revista semanal.
Cambios---------- Esteve parado por se esperar o
vapor da Europa, sendo o ultimo
stque a 28 1|1 d.
Algodao----------Entraram 113 aeca.; e como Ihe
f..-en, favoraveis as noticia! Ira-
zidas pelo vapor de Marselha, foi
mais procurado, vendeodo-se al
7-5 por arroba de primeira sorle.
Assucar Os prejos uslenlaram-se, princi-
palrnenle para as qoalidades supe-
riores, rulando 01 oulros parausa-
dos pela falla do vapor da Euro-
pa, que o deve regularisar. A en-
trada monlou a 32,128 saceos.
Apparecerara menos compradores,
e as olleras foram mais baixaa, e
fatla-se em 310 e 315 rs. por libra
dos seceos .algadot.
Acuardeole- Venden aa de 86} a 883 por pipa.
l5ac.lli.io-----------iiveroos cinco carrosamente, do
qoaes tres segairam para os porlos
do sal, e dons foram negociados
acerca de 159500 por barrica. Re-
talhou-se de 113 a I63, e ficaram
em ser 9,000 barricas.
Carne sacca- O consumo foi pequeo, e fica-
ram por vender 50,000 arrobas. O
brigue hespauhol Pepito, vai
ahir para Havana, com a maior
parle do seu carregamenio, e maie
i,000 arrobas que est recebendo
de ..ulro. A do Rio Grande ven-
deu-se de 59500 a .59800, e de
Bueno Avres de 39400 a a50
por arroba.
Vendeu-se de 193 a 209 por quin-
tal em barra, e de 203 a 215 em
lencol. '
Caryao de pedra- dem de 123 al i-5 por tonelada.
larinbade trigo- Em consequencia de eolrarem s-
mente 600 barricas, e do embar-
que de alguma para diflerentes
porlos, e de maiores compras dot
padeiros, smenle lemos 5100 bar-
ricas, sendo 2000 de Trieste, e a
mai americana Os prejos regu-
laran) a 289 para aquella, e de 229
a 2l9 para a oolra.
JaTanleiga- Vendeu-se da 700 a750 rs. por li-
bra da inelrzt, e de 510 a 560 rs.
da (raneeza. Exislem 600 harris
da primeira, e 1309 da ingleza.
Vinhos-----------Vendeu-se um carregamenio da
(>lle 0503, oulro de Hespanha
a 2603, e de 330-3 a 3.503 por pipa
do de Lisboa.
Deiconlo----------Conlinua a 10 por cento ao anno.
Fretes Aprsenla mais firmeza;: para o
Canal toi rejeilado a 12-6e para
Tnetle eflectnou-se a 32-6.
locaram no nosso parle :i en.barcajes de baca-
Ihao, 3 vapores e I navio eom madeira.
Entraram : 2 com bacalho. 1 com carne s*cca, 8
de cabotagem, 2 com vinhos e 6 com Tazeudas e ge-
nero procedentes da Europa.
Saturara : i em lastro, 10 com assucar e mais g-
neros do paiz para porlos eslrangeiros, 3 de cabota-
gem e 2 de enerra em commisso.
Ficaram 110 porlo 68 embarcajAes, a saber : 2 a-
mericanas, 23 brasileira, 2 dinamarqaezas, i Tran-
cezas, 5 hespanhola, 1 hollaiideza, liuglezas, 9
portugaezai e 7 suecas, n,
PAUTA
dos preeos correnles do assucar, algodo, e mai-
gneros c proiucres nacionaes que se dc/ia-
cham na mesa do consulado de l'ernambuen.
na semana de 3 o 7 de ferereiro de 1857.
t30ll
i 5610
l> 89408
t 59300
milheiru J arrota latan
SfMS
l3-l
109000
11 55,'HIU
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cenlo 19700
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* 32111
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0 23-500
B 33IIOO
quintal 13280
duzia 13600
a lana
a 15*0
par 265lai
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caada 8M
alqueire I36OO
uma 3iiO
a 63I0
a 3*00
0) 3200
cenlo iyjoo
* 3120
* son
mera 33600
a 3521.1
cenlo MOU
pipa 303000
mmnmuni$ topotto.
Navio entrado no da i
l.rang.rnoulh--49 di... pa.arho mglez al)0|v >-.
I'er-
pagemS.cargalrilhosde Ierro;,
leucea leignmoolb. nra.
.Vivios sabidos no mesmo dia
Livernool-Brigue iug| Mo(hua ^
J. vv Tnroer, carga assucar e .laodao'
" MV'"*--PMba br,|eg s.'.u Cm,
c.p.iao Jos Rodrigues Freir, carga .""J.r r-fr
e raai. genero,. P.i.IMtV^ 'SS uZJLZ
Fraociica J.i.qaina, I nibo i 1 nih, 8*''
Lisboa-Hiale porlurjuez ..Kival, capitn Anlaai.
de Senrt Morei,,, c.rfi. .t.uc,r ,n, '
Macelo a pullos ,nle, mertjoi v "*-
Em co.nmi.,ao-Brigue de go.rr. bra,ilej ,
mtXSLV^ '- ""*-
hio^mnarcKio'."igaraa* ^ "* -
Navios eolrados no dia 2
Acar.ca-18 di.s, b.ale brasileiro Sobral., de 1,1
loneladas, capilo A.tonia Fernando I o, r0
eqo,paCemO carpawla mai, ge0,roff "'^
lana t.ynaco da Costa Mereira. Perlene. L i.
PfMgtroa, Uario Farlana l'ee.ae ,,?"'
Cearai dias. vapor de guerra Trancez I T-___
c 1111.1.1 udanle fj. Kr.uls. 'en"">
-Navio, saludo, no mesmo dia.
Porlo-Barca porluguez. .s,,,,, ,;M
\ me" de''e,li" '''"* "^^U TZZ.
Havre pelo Rio rande do norle tki. ___
Alma... capilao Peta, crga ammZZ5"' '"""
Bahia-.li..e br.sileir. rrDou, rn"".. cTXJo
CAnlonio de Azevedn, c. ImmmtS .
eros. P.ssageiros. J^ d sVnT^v!,,"?
Antonio Francia Moreir., BrIaIlo c.rl""^'
Sana Cesar.
capilao
asaucar
de
Tetl*taeot&.
. CONSULADO
unto do da 1 a 30 ,
o dia 31 ... ,
ERAL.
121:1668.515
1:4889573
122:650*118

'
Assucar branco.
i) mascavado."........
refinado ........
Algodilo em pluma de 1." sorle
1) o n 2.* t
u o t d 3." o
11 em caro jo.........
Aguas ardentesalrnol, ou espirito
d'aguardenle. .
1. de cachara .......
1. de caima.......
dislilada e do reino. .
('cnebra '.............
Licor ...............
Arroz pilado............
i) em casca.........
Azeile de mamona......
a 11 un-nd.il.ini e de coco.
.i de peive......
A^es ararasj.......
p.i| .i" io.........
>
caada
caada
botija
caada
garrafa
arroba
19500
2-3900 !
5-3120
7311OO
636OO
6520O
137.50
88.50
5520
3610
081.1
3800
-2O
38O
(240
39200
7 Pel*'"speco do arsnnal de marinha
se faz: publico, que foiam feilos na confor-
UZZt ,,<,reRulamento, acornpanhando o
decreto n. 1324 de 5 de dezembro de 185
os exaines necessanos as machinas, caldei-
ras, casco, apparelho, mastreacSo. veame
amarras e ancoras da barca a vapor Igaaras-
su pertencente a Companhia Pernambnca-
na de navegaco costeira, e achou a com-
missao uido islo em bom estado, por cuio
motivo foi unnimemente de parecer nuc
poda esse navio seguir para onde de pre-
sente se destina. InspecrjSo do arsenal de
""nh tePernambuco em 31 de Janeiro de
18a7.--Eliziario Antonio dos Sanios, inj-
pector.
I ARSENAL DE GUERRA. Z
e ordem do lllm. Sr. coronel director, fk
s.lo pelo prsenle convidados os Sr. con.- ga
nalarius ou commandanles da Davina, qae la- Z
nham de seguir para a provincia do Ccar, a S
cornparecerem no mesmo ar.en.l, alan de 5
se contratar a conduccao para a reTenda pr..-
m vinci., de diverso, eaiiaes com fardamenlo.
aj Arsenal de guerra 29 de Janeiro de 1857. a
m> <> escnplurario interino ancarregado do e-
9 pedienle, Anlonio Francisco da Soez* Ma- S
M) galhaee Juuiar.
a08989>19tSS89Mct9
\ direccSo do extincto banco do l'er-
nambuco faz scienle aus Srs accionistas que
acna-se autonsado o tlicsoureiro da caixa
filial a eQecluar o pagamento do dividendo
leilo pelo banco do Brasil, do semestre lindo
em SOdenovembro ultimo, que corresponde
a 69352,949. por cada achilo rcalisada da-
quelle banco extincto.- Kecire 98 de Jmll
Uel857.-Joao Ijnacio de Medeiros ROM.
secretario.
mnnttm9-9-mmmv9mKm
9 De ordem do lllm. Sr. coronel director, he fc
pelopresenle chamado a comparecer do mesmo S
9 arsenal, para objeclv de aervico, o ajudaiile 09
< do porleiru Feliciano Cvalcaali de Souza. (a)
9 que sa ach ausente sem caasa juslilicada. m>
9) Arseoal de guerra 29 de Janeiro de 1857. S
9 (I escripluraro interino e ancarregado do ei- S
9 pedienle, Anlonio Francisco de Souza Ma- S
9 galhaes Jnior.
*X*K*H*999*U99*999*
-- l'ela mesa do cunsiilado p'ovincial se
faz publico, que os 30 dias uteis para o pa-
gamento dos impstos de quatro per rento
sobro diversos cslabclecimentos de l:20>,
sobre casas que vendem bilheles de lotera
de outras provincias ; de 88MO0 sobre casas
de moda, e do 2O5OOO sobre casas de joco
de hilh.r do anno finaneciro de I85 a I7:
se principiam a contar do I.- de fcvcrciro
vindouro. Mesa do consulado provincial 30
de Janeiro de 1857. No impedimento do
administrador, llieodoro Machado Freir
Pereira da Silva.
1*9Xtm-g99-9-M9i*9>m9mumm
De ordem do lllm. r. ronuiel diieclor .e 2
V.'. 1.. ...,1.1....______ ... _____
la/, publico, que se precisa eompr.r brih,
brauen I /,. algo.lAoinlio c r.zen.la escura
B appn.priad.i para uso lo!, aprend, mrim-
9 res 110 servir das uOicmas : quem lacs n-
| 9 aos liver e quizer vender, portera Compare-
9 cer na sala da direrlona, no dia 5 de Tesen 1-
9 ro vindouro, m 11 horas do dia, muaidos .ia*
9 resprclis as amostras e pruposia, r, c4rlJ ff.
9 chada.
9 Arsenal de euerra de l'crnaml.uro 1 ,le
Janeiro de 18,7.O earriplurario i.ilertno
m enrarreaado aja .pedienle. Amonio |-rao-
9 cisco de Souza MafalhOa. Jnior.
alqueire I9O8O
canaria
una
mu
19120
1-3281
15600
II COI MI
X3IK.I


te
9
a--449t)9
Vfl>S0ft "SFiittpM.
'ara o Rio de Janeiro sahe o brir>ue na-
cional Adolpho. capitiio Ma-noel Pereira de
Sa ; para o resloda pouca carga que Ihe f.|
ta, passageira c escravos a frcl Irala-Ms
ron Edoardo Porreta Ciliar.


I
MELHOR EXEMPLAR JCO


IAR10DE PERNAMBUCO, TERCA FEIRA 3 DE FEVEREIRO DE 1857.
Aracaty.
Seeue com brcviilaiie o Uate Exalacio ;
so recebe passageiros: trata-se com Cela -
no Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia do
Recife n. 2.
^caracu.
Segu nestes dias o palhabote Sobralen-
sc ; recebe carga e pass*geiros : trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M., na ruada
Cadcia do Itecife D. 2.
Para o Uio'de Janeiro sahe no da 8 de
levereiro a jnov barca Recite, de priineira
marcha ; so recebe carga miuda e passagei-
ros, para os quaes tem espacosose aceiados
commodos : tratar com Manoel Francisco
da Silva Carrito, na ra do Collt-gio n. 15,
terceiro andar, ou a bordo com o capitao
Manoel Jos Kibeiro.
CEAR.V, MArUNIMO E PARA'.
O brigue escuna brasileiro Craciosa, capi-
tao Joilo Jos de Souza, vai seguiros por-
tos cima" referidos: para carga trata-se
com o consignatario Antonio de Almeida
(lomes, no seu escriutorio, ra do Trapidie
n. 16, segn lo andar.
Para Liiboa pretendo seguir com bre-
vidade o hiale portuguez denominado Rival(j
por ter parte do seu carregamenlo prorapto:
quem no mesmo quizer carregar podera
contratar com ostonsignatrios Amorim Ir-
mSos, rua da Cruz n. 3.
Para o Rio de
Janeiro
segu uestes dias o patacho llenrique, capi-
tao Joaquim Antonio Concalves Santos ; re-
cebe carga, passageiros e escravos a freto :
a tratar com Caetano Cyriaco da C M., na
ra da Cadeia do Recite n. 2, ou cora o ca-
pilo.
Para Lisboa pretende sahir com a maior
brevidade a barca portugueza Gratidao :
quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, trate com os consignatarios Tho-
ma ite Aquino Fonseca & t'ilho, na ra do
Vigario n. 19 primeiro andar, ou cora o ca-
pitSo na praca.
Cear e ara-
nliao.
O patacho Santa Cruz transferio a sahida
para o dia 31 do mez corrente ; ainda rece-
be carga : a tratar com Caetano Cyriaco da
C. M., na rna da Cadeia do Recite n. 2
Para a ilha de S. Miguel, o brigue por-
tuguez Oliveira, lem promplo quasi todo o
seu carrega:nento, e pretende sabir uestes
quinzo dias : quem pretender carregar ou ir
de passagem, poder eutender-se com Jo.lo
Tavares Cordeiro, na ra da Madre de Dos
n. 36.
t
vS
. ";U?( SflV'??*- .
i I-ERAS PRECIOSAS- *
i |
. Aderero, de brilhanles, ^
> diamanta) a perolas, pul- *
Sf veiras, alfineles, brincos ,sy
? e rozlas, boles e aunis ja
^ de diflereiiles gosloserie 2
; diversas pcdrai de valor. ?
HOREIRA k DDiRTE.
lja i euniga
Ra do Cabuga' n. 7.
OCHOEPBATA-
Rece be m por to-
Compram. vendem ou j OS OS VU|>OI*eS <\<% Eli-
3 SanZ:^!: I ropa as obras do oais
gusto, tan-
m
*
i Aderemos completos de J
* ourn.meiosriitos.puleei- |
J ras. allinete, brincos e 3
i' rotelai,eordr.es, trance- J
lins. medallias,cor rentes S
e enfeiles nara reloiio. e *
S. Braz na greja de
lo Terco.
i.S
quaesquer | MloderilO
las, e
* joiasde valor, a'dinheiro
M^^smmm to de Franca como
Apparelhos completos, ?
J de prata, para cha, lian- 9
?-. dejas, salvas, casticaes, *
* colhereedasopaedecb,
^ e mallos outroi objeclos *
. ile peala. ^
"*.?:? .*?..?.*??> >.*..<.?*;
de Lisboa, asquaes se vendem por
precio eommodo como eostumam.
CONSULTORIO HjMgOPATHICO
'o
nm J h ise acham semPre os mais acreditados medicamentos, tanto cin tinturas c
tm gioDuto, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante com modos :
PRECOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36 .
Dita de 48 .
Dita de 60 i) .
Tubos avulsos a .....
Frascos de tintura de meia on$a.
Manual le medicina homeopathica de I)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. Henry......'r
Tratamento do cholera morbus.....
Repertorio do Dr. Mello Ilones -
No dia 27 do corrente fugio do sitio
Chacn, no Poco da Panclla, urna cscrava
de nome Antonia, crioula, com 28 anuos de
idade, estatura regular, cheia do corpo, cor
lula, nariz afilado, com to los os dentes na
trente, levando toda a roupa cm urna Irou-
|Xaeum travesseiro ; a qual ja fot escrava
dos senhores Manoel Antonio Ribeiro, Sapu-
; riti e Antonia Mara da Conceicao : roga-se
pois as autoridades policiaes ou a qualquer
nutra pessou a appreliensao de dita cscrava,
que sendo entregue no supradito sitio, ou
na ra das Cruzes Cm Santo Antonio n. 2,
I) abaixe asiaiailo far saber, que depois do dia sera Bencrosamente recompensado o COH-
3 de fevereiro pajara, no sea escripturio, ra do ductor.
^'T-ni-A:.a':'"''h"es ac.fi0lli*"is, jaros na ra- &<&&%&&:; &-:]}{[ ^ ?:QQQ
llo.e pelas 0 horas llavera missa cantada,e
a noite ladainha, linda a qual se benzera a
garganl i, e estara o milagroso santo expos-
to no meio da greja toda a semana ; espe-
ra-s a concurrencia dos liis.
Avisa-sc ao Sr. colletor c recebedor
los impostos das aguas ardentes e mais be-
"MrVaSnttatal!! ""das espirituosas de prodnecao brasileira,
ouro. Jec,osde* que se deixou de vender ditos espiritos ,,o
iiliimo de Janeiro do anuo corrente, na ta-
berna da ra de Santa Rita, debaixo do so-
brado n. 1.
Aluga-se o segundo andar esotodo
sobrado n. :ti da ra larga do Rosario a
quem der carta de h'anga a contento pelos
alugueis ; na loja por baixo do sobrado
achara com quem tratar.
-- Quennierdeu 4 varas de lita lavraila e
mais mu pouco de Oldelinhc prelo, dando
os signaes cert'os se entregar, pagando o
importe do annuncio a procurar na loja de
miudezasda ra larga do Rosario n. 35.
O abaixo assignado declara ao respei-
lavel publico, que nao pode ter lugar no dia
2 do andante mez a testa de N. S. do Rosa-
no, creca na capclla da Casa Forte.em razflo
de n;io se ter recebido todas as cartas que se
acham distribuidas ; c porisso roga a todos
os devotos que coadjuvem com aquella es-
mola que Ihe ditar seu CoracSo, alim de po-
der lor lugar a mesma testa no dia 15 do
corrente mez, c a mesma Senhora recom-
pensar nesta e na oulra vida.
Vicente Alves do Monte.
A pessoa que quizer ensinar cm um en-
genbo prximo a esta cidade, as linguas
rranceza, latina c portuguez, dirija-so a ra
da Cadeia de Santo Antonio, segundo an-
dar da casa n. li, para tratar do ajusto.
liesappareceu no 1. de levereiro, as4
horas da tarde, da ra da Aurora, cm Santo
Amaro, a preta Quiteria, crioula, com os
signaes seguintcs : baixa e secca do corpo,
levou vestido do chita preta, panno da Costa
e argolas de ouro pequeas as O'clhas :
roga-se a todas as autoiidades policiaes e
capuaes de campo que a pegarcm levem-a
ao seu senhorem Sanio Amaro, no lim da
ra da Aurora, que sei o generosamente re-
compensados.
;i de Uoraei Sarniento
pagara' mais, teja que
I). Clemenlii
declara iiuc nao
objecto lor, que se diga t.'i sido confiado
a pessoa sua enviada, seno te Ihe apre-
sentai ordem por ella escripia e assigna-
da, ciuijue pjeqacsseobjecto (continuados
i.i, lu (pie oeqacsseObjecto :|conlinuados
abusos a obrtgam a fazer esta declaraco.
Aoslliins. ?>rs. directores
dacaixa filial do Ban-
co
Brasil.
Ails.
(lilil
tomar
('(Hilas
_-*_
tn/otio
SSBo
203000
25?000
3OJ00O
iooo
2SO0O
30|000
lOfOOO
2/1)00
61000
ESTRADA DE FERRO
do liecife San-Francisco.
Espera-e dosul e segu para Europa al o dia 11
de fevereiro pouco mais ou menos, o vapor liam-
bureuei THEUTOMA : qaalquer uifnniKir.m com
os senles N. O. Bieber i C, roa da Croz n. 4.
Fret-se para o Rio Grande do Bul,
Ruenos-Ayres on outro qualquer porto do
imperio, o bem condecido brigue Feliz Des-
tino : quem pretender dirija-se a ra da Ca-
deia do Recite, esciiptorio de Manoel Con-
quim da Silva, ou ao capitao a bordo.
Para o ro
de Janeiro.
Segu no dia 4 do corrente o patacho llen-
rique ; s recebe escravos a frele : a tratar
com Caetano Cyriaco da Costa Morcra, na
ra da Cadeia do Recite n. 2.
gritte
Lasserre Tisset-I'reres fario leilo,
por intcrvengSo do agente oliveira, de cerca
100 barra de superior manteiga tranceza,
recentemenle importada, e em continuaran
sero vendidas por conta e"risco de quera
perleucer, 300 ou mais saccas de familia de
mandioca, 100 caixas de massas, e 20 barris
de vinho do Porto : quirtafeira, 4 de feve-
reiro, as 10 huras da manliaa, no arinazcni
do Sr. Luiz Antonio Annes, defronte da por-
ta da allaudega.
O agente Borja far leilao em seu ar-
mazem, na ra do i.ollegio n. 15, de um ex-
plendiuo sorlimento de obras de ruarcine-
ria, urna grande porgSo de quinquilharias
trncelas, e de oulros muitos objeclos de
dillcrentes qualidades, os quaes s com a
visla se pode apreciar, e se acham no arma-
zem supradito : sexta-feira, 6 do corrente,
as 1 horas em ponto
Scnapheitlin & C. farao leilao, por n-
tervonrao do agente Oliveira, de grande
sortijnento de azendas de algodao, laa,
linlio e de seda as mais pioprias da es-
tacao, e recentemente importadas : quin-
ta-l'eira do corrente, a's 10 horas
da manliia, no seu armazem, ra da
Cruz.
stmo* &ivtt*o&.
l lollinlias
,, PARA 1857.
A folliinhas, irapressas nesta tvpograpliia,
das seguintcs (pialidades :
FOLHIMIA RELIGIOSA, conleiido alem
dos mezes, a bibliotheca do chrstao
brasileiro, que se compe de ora-
n'iesquotidianis, methodo de assistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
hyrnnos, ollicio de Nossa Senhora da
Conceirao e militas outras ora roes de
f grande ment, prjro......320
t DITA SIMPLES, contando alem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de nnpostos geraes, provinciacs e
munieipaes, preco........ 2*0
DITA DE PORTA,' a qual alem dos me-
zes tem explicacoes das indulgencias e
excommunlir.es, etc., pceo. 160
DITA DE AI.MANAK, a qual alem dos
raezes,_conten o almanak civil, admi-
, nistiativo.conunercinl, e industrial da
provincia, por ........ ;,()(|
Todas estas lolliinhas s."io impressas em
bom papel c encllente typo, e veodem-
se cm poirao ea retnllio: na livraria da
,-. piara da Independencia ns. c8.
>en.le-se urna caldcirinlia da ahia, na
casa le sobrado n. 9, da rna da Gloria.: S
(juem a pretender comprar pode procurar Ji" .
dila casa, das 7 horas da mandila as 8, e Vi?
! das as (. g '
Aluga-so urna casa em Apipucos, aca-
bada de novo 4 beira do rio, milito fresca e
com cora modos para grande familia ; assim
romo urna mais pequea, tendo as mesmas
vantagens q,,e a de cima : quem alguma
dellas nreUnder, d.rija-se .0 mesmo sitio
junto do Sr. major Cesario.
r.~.,??fttt um e.scrava engommadei-
Sania P.iU? ** **"* da sreJa *
tia de 7 por ccnloao anno, sobre as aeces resistra-
das nos seos nomi-s respeclivos nos liv'ros da com-
panhie da Estrada de Ferro ale o dia .11 de jjueiro
do corrente.
O senhores que nSo livercm assignado o contrato
da companhia, deveriio faze-lo por si ou por 9*us
bailantes procuradores, antes de receber os uros
devidos. '
Por ordem dos directores.S. 1>. VEREKFli
IbesoDreiro. '
Recife 31 de Janeiro de 1857.
Precisa-se
de olliciaes de allaiale para obra grande,
pagando-se 7.s por meio feitio de cada nina"
peca, assim como de costureiras para o
mesmo ofllcio: ra ra da Madre de Dos
n. 56, primeiro andar.
-- Aluga-se a olaria que foi do finado Pe-
dro Jos, em Apipucos, a qual tem muito
lions barreiros, etc. : a tratar com Claudio
Dubcux.
-- Josepha Henriqueta de Miranda Rarros.
professora particular dos primeiros conde-
cimentos, avisa ao respeitavcl publico, o aos
paisdesuasalumnas, queseaeda com asna
aula abena : quem de seu presiimo se oui-
Boa^sun'.^'"" ^ 'ia A,6gra A
AO PtBLICO.
raz-se sciente a todos os inte- ;;"
restados, que do da .") de evere- Vf
10 prximo i'ntiiro em diante, ce- f?
mecam as audiencias do juizo de **>f
paz do primeiro districto da fie- ?
gue/.ia do Santissimo Sacramen- 9
^ to do bairro de Santo Antonio do &
J& Hecife, e que ahi se dar' promp- '<
lo expediente as conciliaroes, aos '
julgamentos de pequeas deinan-
das, as questSes'de almotaceria,
as de locacOes de serviros estran- %5>
genos, a's dos termos de hem \\- 9
i ver, etc., etc., a tudo, emlim, que
V for da competencia^do referido SU
& juizo.
S As audiencias sero a's lernas e
O sextas-leiras, a's 2 horas m de,4le.juiz despstha das 6 da
:p manhaa aleas 11 Loras do dia, na
casa de sua residencia, e desta
fi ull.mu hora em (liante, em qual-
O quer parle onde IJjr encontrado.
Oescrivao morabarua de San-
!5"Z!l#_Franc'lco. obrado n. 6.
O

ugam-se duas cscravas para oservi-
CO de quitandeiras : quem as liver
n.Tque'te ^V Sa.Sbrad0 IMWMMMHMM09
Aluga-aeunia cscrava para o servicol, T ""!Jor do seK'fiJo baUttto de in-
do urna casa : quem a tiver c quizer alagar. I 1, dinja-se a ra da Cruz, sobrado n. 23, qu I"Zi, ,,c sua rppct'"a partida para Macei
adiara com quem tratar. nao leve lempo para despedir-si pessoai-
-- FuKiii no da ni do correte, do sitio f me,n,,c n3 s" de lodas as pessoaa que nesta
juntoacapea deJoiiu de liarros, um ma- c,dade o penhoraram com a sua banrosa' a-
caco: quem o pegar ser recompensado, mis:,dc.c sinuular benevolencia, como dos
icvando-o no mesmo sitio, ou na ra da Ca-'SCI,S nobres companheiros d'armas, por coja
dcia do Recite n. 37. omisso involuntaria pede-Idos desculpa e
Precisa-se de urna mulhcr para scrviro''ao mcsm lempo otTerece-lliei all e em
interno de casa de familia, que seja sadiae saika cngonimar, obrigando-se
a mesma familia : a tratar na ra Nova, casa' i Posslvcl cm lempo algtim 6lvidar-se dc-
n.L50, segundo andar. i racter tranco e hospitalero dos briosos per-
Deseja se saber a residencia da tilma naml'ucaims, desde ja Ibes assegura* que
ira D. Anua Mouleiro, edegada de Lisboa S procuri,ra sempre dar-llies nao equvocos
cm outubro ou novembni do anuo prximo teitemunhos do seu acrisolado recondeci-
passado, para Me ser entregue urna carta : mcnl>
na rna da Cadeia do Recite n. 6.
Lotera
DA.
ProviDcia.
a o
preco de
(pie
me
seus
1011-
,lc
Oabaiso assignado vendeu as se
sortes:
l meio numero 2212 : :00ll/
) dito 17n 2on,
1 dito n Ib!) 100?
2 quartos > 1C6G 100;
1 dito .1381) 50#
1 dito 29.11 i)#
1 meio * 42( of
uintcs
O mesmo lem esposlo venda os seus le-
nzes bilheles da quarta parle da segunda
lotera do convento do Carato, os quaes nao
estao sujeilosao descont dos oito por cen-
to da le, e cujos precos sao os scguintcs :
Bilbetes 6M00 recebo 3:000*
Meios 3#000 o:5oo?
Quartos 19500 a 1:250/
Na praca da Independencia. loias n. 4 37
da Madre do Dos ; tambera se adiara a ven-
da billetes ;em a garanta dos oito por cen
to, pelosjreCOS abaixo declarados :
Bilhetw 5S00 recebe 4:600'
Meios- 2-6-.O o:3u3
Quartos V15350 1 :i .-,<>-
' Por Salustiano de Aquino Kcrreira
Jos Fortuuato dos Santos Porto.
Lotera d pro-
vincia.
O Sr. tliesoureiro manda
ivvrnhiro:-.
e i.O Raneo podo
ilieiro a premio por meio de
corren I es.
Arl. 21.Compele a' directo; a de-
terminara laxa los descontos e do pre-
mio do dinheiro que reoeber a juro
Ari. 25.A Caixa publican
nos de I") em I ."> dias, o
discontosedo juro do dinheiro
ver de receber o premio.Quid .
BOUCEME FRiNCIISE.
RA DO TRAPICHE \. 2.
II vaina toutle joiir de la viande
becue et de montn.
cogue francez.
RA DO TRAPICHE N. i.
lera lodos os dias carne de boi e
carneiro.
Precisa-sede um distribuidor para
a REC.ENERACA'O : quem quizer c-lo
appareca hoje, no 8trro da Boa-Vista,
primeiro andar do-sobrado n. li.
-- Pa ra do Qucimado 11. 2!) appareccu
um preto do nome Joaquim, procurando
quem o comprasse, diz ser da Parahba, es-
cravo de Francisco Antonio de Almeida, se-
uhor do engenho Boa-Vista ; o abaixo assig-
nado o conserva em sua casa, mas declara
era lempo que nao se responsabilisa por fu-
ga ou morte, em confocmi'.lade do'que nes-
ta data avisou ao proprio Almeida.
Herir, 30 de Janeiro .le 1857.
Jos Moieira Lopes.
O abaixo assignado acha-se em ejer-
cicio de juiz do paz do primeiro districto da
freguezia de S. Frei Pedro Goncalves do Re-
cile, p da audiencia nos dias tercas e sextas
leiras de cada semana, as 4 horas da tarde,
na casa de sua residencia, na ra da Cadeia
11. ."16, primeiro andar.
Recife, 31 do Janeiro de 1837.
Jos Comes Leal.
-- Aluga-se urna casa por dous me/es,
sendo fevereiro e marco, em Apipucos : a
tratar com Antonio da Silveira Luiz, na ci-
dade de Olinda, paleo do S. Pedro, taberna
da esquina.
No dia 2; do mez passado, desapparc-
ceti do palacio da solcdadc, un cavallo ala-
zao, com os signaes seguintes : Umanbo
de meio, ps e mos calcadas de branco ou
duas maos e um p calcado, pois nao se esta
bem prsenle, hvnte a berta c com algo mas
caspas, bebe em branco, cunas separadas
canindo parte de um lado c parle do outro,
anda a passo, porm obrigado por ser muito
galopador : (|uem o apprebendcr ou o livor
em seu poder leve-o ao silio das Ros-iras,
do tenente-enronel Joaquim Elias do Moura,
que ser recompensado e pagas as des-
pezas.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
vindoi do l'orlo .te dilTfrfDlM qualirta.le de Mu li
l>(Kla garrafa, dllu .le Lisboa a l/,o e ~H\ a aar-
rara, .iuu da Fiaaciri a 3GO< i;n, dHodaStra
d.ihlreiio a 80,360e640, niripisa |,
He limito I) .ato.
Vendem-seduzas de lacas e garfos de ca-
a.ir>lreiloa1Sll..iWleliu, uitinia, |.rall,.la 1,.^,, h ,--------..------- c k.iiiu> uc u-
iaha branro a que chamara Vadtira a ROO ra ta il m!,rlim de bo'' quahdade a 10.-, ditas
branco a :.>. eervaja preta a branea, ta.....cm'sar- ,' aos "e "abo de balanco muito finas a /.
ralas runiocm meiaa .lilas, .le diversa ouilidaSai e s "i,ns raD0 rolico e oilavado a 3. du-
animes. |,a leoebra hullamlera e hamborEDtu em
rraicmc b >lljna, beaebampagneeiDgarrafi5,ineiaia
ais", boaa paaaaia lisos de comadre em raiimhai
de .1, 6, 12, 16 e 2 libras, ROieiai,' lelriii, marar-
rSo, arroz do Maranhao, saaii, ceta linlia, verdadeira
rarioliaoa gomaia de malaraua, bolarhiudas de nda
e nflela, bitcoolinhol fin... em lata, bolarhihlia
de aramia, latas com Mediabas, clmculaledc /.1-1......
calo, cha li>.,.n de 2sl00a 3200 a libra, .lili, pe-
rol! a 4J0OU rs. a libra, cha d,. Ui em lalas de 1.2,
1. Se Id libra, chourica, l.iiirinliode Lisboa, man-
leiga iDglezai lyJO, diia trauma a 720, quciio
minio bous, rliarulos finos de .iillereniesnuali.la.le,
boa agoardeala de eaana de iS araca,ajiadaa os mi
seero proprio desles eslab.leciii.enlo, por preco
comroodoi : aaatveraniorqaa lorio bem servidas In-
das as pes.oas .pie se dianarem honrar-Bol ,, a
proiecrao e freauena.
^^@ -^ ^t\St
(A lll It'.V IKIMKIIPAIIIILA.
SN 13, RA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
! w*9 Dirigida
(^ PELO DOCTOR
PIRES RAMOS JUIOR.
A ellicacia do medicamento boinnopa-
tliicos depende de sua boa preparacio, do
lelo ou desvello que se empreaa aula mis- (9
ler, e lambem dos conbecimenlo pharma- cod\namicos quesedeve Icr deslamedici- W>
na. PorUnto nejle novo eslabelerimenlo (&\
lem ludo quanln for neces'ario para seu JZ
oso, tanto em sloliulns. romo em tintura: Q2f
c assim lamliein rarleira de diversos lama- *,
libo, lobos aviilsn, etc., ele. (Is prec.n
an os mal mdicos pussivei.
-m^i
queseacliam
fazer publico,
a venda neste esciiptorio, rna
da Aurora n. 26, primeiro andar erand-
porcaode billiet r
. meios e i|iiarlosda quar-
irte da segunda lotera do ('.armo, cujas
rodas
oteria
sandam 110 dia 7 de levereiro do cr-
rente anuo o Sr. thesoureiro manda decla-
L!S scnnorc;s Jogadpres que existem nu-
meracoos sort. las : como tambera os bilhe-
Outro .ini, nao Ihe sendo l''svendidos ueste escriptorio
Pedro Antonio Cesar, atal
i
O Dr.
@ medico |>elu Faculdade de Med- S
^5 cia da Babia, tendo chegado a es- A
ta cidade, participa aos seus ami- 5
s^i goseao publico desta capital, que S
Q esta' prompto para excrcer as ?j
^ lunceoes de sua profissao, e pode S
1 ser procurado 11a casa de sua re- S
# sideneia, a' na Diieita n. 100, f
se'iindo andar.
Furto.
a pobreza tem consultasgratui- M
as 9 horas da Q
@ tamente,
;; maiil^i.i.
das (i

5
iQ
5
Nestes seis das tem de ser publicada
A REGENEKAC.A'O, peridico politico-
lilieral, escriplo sol a direcefio do Dr. Je-
ronvmo Vilela de Castro Tavares. Salii-
ra' duas vezes por semana, e o primeiro
numero se distribuir' gratis. Todos
aquellos q-ie qiiizeiem subscrever para
esse peridica, dirijam-se a* livraria das-
sica, pateo do Collegio n. 2; a' loia do
Sr. V. P. Villas-Boas, Cabuga' 7. a'
linaria universal, ra do Colegio n. SO
Recife 28 de Janeiro de 18:,7.'Os Re-
ductores.
S Ao respeitavel
publico.
18,
RA NOVA N.

3 !"'" J? faieiidi. e ronp IVil, de M. A. Ca-
as obras mais bem acabada
..-.,..a. e ronp.i i-u, de M. A. Ca- {>
nde eiiconlrarrto os bous rresuezei
l'urlaram hontem! 26 de i^neiro um re-
logio de ouro dos antigos, j, ente inglez.
com duas caisas de ouro discoberto 11
10:882 lo 1 furtado de cima de urna mesa do
sobrado de um andar da ra uo Itangel na
occasiaoda raudanca dahi para a ra Uirei-
ta ; ha desconancas que fosse/n os niesmos
pretos que carregaram os trastes, o por isso
roga-se a todos os senhores relojoefros ou
pessoa a quem for offerecide apprchende-lo
e leva-lo a ra doPasscio Publico n. !, ou
annunciar, .que serilo recompensados.
Para mesas e
pianos.
Oleados pintados de superior qualidade.
de lindos e vanados padres,muito proprios
para cobrir mesas, commodas o oanos, sen-
do da melhor fazenda que tem vindo ao
mercado, e por precos muito commodos !
na antiga loja e fabrica de chapeos de Joa-
quim de Oliveira Maia, na praca da lndepen-
Attetl a o.
A mesa regpdora da imperial capclla de N.
S. das Fronteiras aiinuiicia ao respeitavcl
publico, que nao po :e ter lugar a festi Ti da-
se da sua divina padroeira, hontem 2 de fe-
vereiro, em razao de que o Sr. Jos Marceli-
no da Costa, msico da capclla ha vinte e
tantos anuos, deelarou na larde do domingo
1. do corrente, que por Talla Je msicos
cantores nao podia funecionar. i; nao sendo
possivcla annuncian'e contratar nutra m-
sica, por se acharem todas COm -jiitros em-
penlios, Dea transferida a restividade para
domingo, 8 do corrente.O escrivSo,
Joao Silvestre francisco de Mello.
Compram-sceireclivamente na ra das
raas loteras ten sido muito afortunados,
por isso espera que alies conco'rrcrao para
quecont nuadamente nao liqucm tamaitas
porCoes de bilhclcs por vender como sem-
pre tem Bcado Thesouraria das loteras 31
sSw-,OSCJanuarioAlM5^
haaalJiw!" Um" h0",ta cscrava Parda.
e dnrir' ^ C0'" '"'.'"^ "Som.nadeira
cdoceira. na ra das Trincheiras
nicho.
junto ao
-- Vcnde-se milho millo novo, saccas de
m alqucirc, o farinha do Rio Formoso, tu-
n 36 PreC COmmo,) : "a rua O Amorim
Sedas de qua-
drs miudinjios i l HHH)
covado.
,-t,nia ""i" I10 Qu?imail 21 A, vendem-se
diales de louqu.m a 2V-001I, laa de quadros
-iun f' ,n'nva(Jo' Kr>>naple prelo a
21S-? f00 ocovad. fazenda muito
superior; dao-seas amostras.
PILLAS HOLLOWAY.
Este inestimavej especilico, composto in-
teiramente de hervs medicinaes, nao con-
tcm mercurio, ncm alguma nutra substancia
delecterea. Benigno a mais lenra infancia,
e a CompleicSo mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarrcigar o mal
na ciimpleicao mais robusta ; he inteira-
mente iniioceiile em sua operacoes eeOei-
tbs ; pois busca e remove as doencas de
jualquor especie e -rao, por mais antigs e
tenazas que sejam.
lulrc miniares do pessas curadas com
este remedio, multas que ja eslavaro as por-
tas da morte, preservando em sen uso ron-
seguiram recobrar a saude e forras, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
lros remedios.
As mais aOliclas nao devemj eniregar-se a
desesperacio; facam um competente ensaio
dos eifieazes efletos desta assomhrosa medi-
cina, e prestes recuperaro o benclicio da
s.iudc.
No se perca lempo cm tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Go
rgui"
m ci
quadros a 900 rs. () co-
vado.
Vende-sc na rua do (jueimado n 21 A
gorgurao dequadros ondeados, de lindas co-
res, .seiun lavrado preto a ftUM e 'oo o
Chal^
e
e 1 istias
-se as amoslras.
de flores
O obru m.i ^"conlri!r;in "''rresuezei _- Compram-sc eireclivamente na rua das
S mtc^.7 L^^"b!5"<" se i" F ren*7, primeiro andar, .plices dadi-
f ZTS^^J&l.**** mi** P"''" f ^Jivida provincial, assim
f das, por ,er mST^TSSSSm I ^d*"rsaaoempanhias auto-
C obra,, mim M.. o ,c, d. .Cmeur ft !' htd" E?L ^VCT",; ,
a preco U.. encoinmendadas, a par mais 2l T a luz sal,l,ado, 31 di Janeiro, o
bem servir a seus
SP um f preco a dinheiro.
mais S
lodos W
CoofeUaria.
confronte ao Rosario cm Santo Antonio, re-
oehcu do Lisboa bolinhos sortidos, ditos de
amor, s viudos a este est iliclecimenlo, h-
celas com fructas diflerentss, e mermelada
secca a priu'ieira vez viuda para negocio, di-; (,"j", P"1 venlina seja apprehcudido n
ta em lalas de diversos lmannos e da me-" dealgum ladrSo. Cidade de Olinda 1.-
Ilior quecostuma vir, quartos de mannello c ','vcreir'' de 1857.
m calda e outras muitas fructas, gelea de1 ,. .. Maoool Gomes deliacedo.
marmello, e ou'ros muitos objeclos, e as "" "";5 do correle fugio urna es-
melhorCs perfumaras. crava Prela- '"'a, alta, com urna marca pr<--
ta na face esquerda, e tem urna orelba alai-
jada, esta grvida : quem a pegar leve-a a
Saino a luz sahbado, 31 de Janeiro, i
peridicoRegeneragao: distribue-se gra-
tis, e contina a distribuir-se lias livianas
do pateo do Colle^io, Cabuga, loja do Sr
Villasboas, c Boa-Vista, botica do Sr. Manoel
Elias de|Moura.
Furtaram do abaixo assign.- lo, no dia
20 do Janeiro, pelas fi horas da tarde, pouco
mais ou menos, um cavallo eastanrj escu-
ro, um tanto magroe sellado, dinas cabi-
das, casco um pouco aparado e beom -rao
nao lem andaras, tumava pastar no lugar da Floresta d'ondc
"ladrao o levou, c esla contra-ferrado de
novo com um gaucho, por isso roga-se as
autoridades policiaes o favor annunciar
Condnua-sea vender queijos dos mais
DOVos que lia no mercado a I500 cada um,
goimna de entornillar a 90 rs. a libra, figos
comadrea liOrs. a libra, sag' a 300rs.,
cejada a 80 rs., caf da Ierra em caroco a
UO, dito moido a 2i>0 rs farinha de ara ru-
ta a 200 rs., dita do Maraoulo a too rs.; na
taberna da rua de llortas n. *.
rua do Queima.lo n. 7, loja do azendas. oue
sera recompensado.
I)eseja-se fa
O CO-
ti. 21 A
a $00 rs.
vado.
Vendc-se na rua do Qneimado
dao-sc as amo-iras cora penhor.
Brilantine de flo-
res ;i 360 rs. o covado.
Chegou a rua do Qucimado n. "I a bri-
lantine a que chamara niussulina branca de
fiores miudinbas adamascadas, fazenda esla
Alhanexa
m

i
2
Rua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Barlholomcu F. de Souza,
contina a vender
(sendo falso oque for vendido em outia
qualquer parte.)
Itol) L'Aflecteur.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Verminigo nglez em videos.
lilixir anti-asmatliico.
Frascos de bocea Urea com rol lias, de
I a 12 libias,
KOH LAFFECTEDR.
O nico auloritatlu por Ueeisao lo conselho real
decreto imperia\.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LalTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinba real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hninoros ; convm aos calar-
rhos, bexiga, as conlracqcs e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
qocs ou de sondas. Como anli-syphiliticos
o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do tfmprego da copahipe,
dacubeba ou das injcccGes que rcpresenlem
o virus sem neulralisa-lo. U arrobe liffec-
teur be especialmente recommendado con-
ira as doencas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eaoiodoreto de potassio.Lisboa.
Vendc-se na botica de Barra! e de (telonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de l. Pe-
dro n. SS, onde acaba de chegar urna gran-
de porqo de garrafas grandes c pequeas
viudas directamente de taris, de casa dodilu
itoyveaii-l alfeeleur 12,rua iuchelieu Pars.
Os formularios dao-sc gratis em casa do.a-
gente Silva, na Braca do D.Pedro ti. 83.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
cu le-
na
7-,H sdc colher<^s de metal principa ;, 3- 6:
ut d<1 r"ctal ma's ordinario a soo e I-too,
c u ras muitas tousas que se vende barato,
na rua do Qucimado na bem ron herida loia
de miud.-zasda boa fama n. 33.
MMIono POSTO liE.M IMl.
n..ri' P"> v.nbo do l'orlo ero barr, da
dia lo ni T- '"" fH"*+ n.ruad.d-
v'IrV "e ,;1' "Pt-rio da Bailar 4 Oli-
^ao muito lindos para pa-
lillos-
Vendem-se muito bonitos batoaM para pu
nhos pelo ha ralo preeo a 500 c koo rs. rada
aboloadura na rua do Qucimado na loia de
nnudezas da boa (ama n. 33.
Pianos.
Em (asa de RabcSchmeltau cv Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-sc elegante
taos do afamado fabricante Traumann de
Hainburgo.
Vende-so agurdente de Franca em
ca.xas.Ieiimaduzia: no armazem de C.
J. Astlc> 4C.
Vinho do Podo, superior chamiro.
._g"tiiaide2dat....., barri, ,, Tt_
niainenlaCeBado^i^briB., 1 ,>;ldori,: v01
e unicameiileiioarmaiemd Barroca A-( \ir
rua da (..deia do R.ctc n. t. lN L",U''
Algodaoziiilio da UhIih
para sarcos de assnca : vende-sc em ra-
sa de N. O. Bieber C, roa da Cruz
n. i.
Ifielogios
coberlo c descoberloi, peqoeooi e granda, de ouro,
palele inalei. para homem a senhora, de oca do*
inelhorej fabricante de Liverpool, vindo pelo ulti-
mo paquete inalet : em casa de Soulball Meor A
Companhia, rua do forre n. 3X.
N. O. iebei c< C, rua da Cruz. n. 4.
vendem: ,
Lonas da Russia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Ib ns da RuMa.
Vinho do Madeira.
Algodao para saceos de ansurar.
SAO' MUITO LINDOS.
Ricos cortes de vestido de fazenda muito
lina, toda de seda e de um gosto muito apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor vindo da
Europa, muito proprios para assenhoras de
bom gosto, assim como chitas tranceza
muito finas matizadas com linias cores,
dfio-se amostras na rua do Qucimado n. as
na loja da boa fe defronle da da boa fama
PARA QIKM TKM BOM COSTO.
Na rua do Qucimado n. 22, loja da boa f,
ha um completo sorlimento de grosdnnapo-
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
quesoacabem, que a testa est com nosco,
assim como chapeos do CCita muito linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
Luvas de varas qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas aa
res, cobordadas e com bolillas a 2 n par
ditas sem ser bordadas brancas e araarella,
para liomens c senhoras a ts, 1520" c HMts
ditas de fio da tscocia brancas e de coree
para homens e senhoras a 30(1, 400, 5011
600, ditas brancas e de cores, de algi.dio
proprias para monlaria a M4 a 3.H) e outias
qualidades mais que se vende na rna do
Qucimado na bem conliecida loja de rniudc
zas da boa lama n. 33.
2e 1 fumarias inirimm i.
Na loja de miudezas da boa fama va -ua
doQueiniado n. 33 enconlra-so semprc un
rico sortimanto de pnr.iiin.rias de todas a
qualidades, inglezas c francezas, sendo dos
liio de Janeiro; | melhores autores
maos; l'eniamliuco, Soum
tocha & Filhos; a Moreira loja de drogas \ dres, a saber : agua de Colonia muito I,...
Villa Nova, Joao Poreira de Magatcs Leile, abSo para barba de creme de .mcn-lo'
Rio Grande, Francisco de Paula Couto& C-1 agua de
Para escriptorios e earto
quo ha em Pari?: c l.on-
boa,
oas,
Ampolas.
Arcias mal de).
Aslluna.
Clicas.'
Conviilses.
Debiiidade ou e\tc-
nuacao.
Debiiidade ou Taita de
forras para qual-
quer cousa.
Dcsinteria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos r i ns.
Dureza no ventre.
Fnferinidadcs no ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipela.
Febres biliosas.
Pebres Intermitientes
Febrctn da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestocs.
Inflammaces.
Irregularidades da
menslruaciio.
I.ombrigasdctoda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
ObslruccSo do ventre.
Pbtisica ou consump-
Qao pulmonar.
lteteiit}2o de ounna.
Rheumatismn.
Symptoma sccunda-J
ros.
UWAJ es^
tico dolor3i&v__.
Ulceras.
Venreo mal.)
Vendem-se estas pillas no estahelecimen-
lo gcral de Londres n." 2ti. Strand. e na
l"ja de todos os boticarios, droguistas e ou-
iras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Itavana eltespanba.
Veudem-se as bocetinbas aours. Cada
nma dellas contm tuna instiucc'io em por-
tuguez para explicar o mudo de se usar dcs-
las pilulas.
0 deposito geral he cm casa do Sr. Soum
phurmaccutico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambu
I" AO PUBLICO.
do
a 1^000 o covado.
Chegou a rua do Queimadcr 11. 21 A, alba-'
II
ncm
neza preta com mais de vara' de largura
- rs. de gratiDcacao% q
p No armazem de fazeadas baratas, ma
~ Collegio n. 2,
i-i vende-se um completo sortimento da fa-
^ zendas linas a grossas, por aais barato
g preros do que em outra qualquer parte, l
B tanto cm porgoes como a relalho, aflian- ^
Q cando-se aos compradores um s preco &'
j| para todos: esie estalKileciroento abrio-se
gg de combinaran com a maior parte das ca-
gjj sas coramerciaes inglezas, francezas, alie- ^
}( mos e suissas, para vender fazendas mais Jtf
% em eonta do que se tem vendido, e por isto
"" ollorecera elle maiores vantagens do que W
ouiro qualquer; o prnprictario desta im- ^
portinte etabe!iTmento convida lodos
I'iOS.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor quo he possivel baver a 6r, dito in-
ferior poucalcousa a 35 e 39500, dilo paque-
te muitissimo lino a 1-500 e fS, dito almaro
grevee marfim a *, diloalmaco muitissimo
liom a 3-200,1 dito de cores cm quartos de
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
nas de aqo luco de lanca pelo barato preco
de laaOO, ditas muito boas sem ser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., caetas de osso torneadas para
pennas de ac a 120 rs., caivetes finissimos
de urna a quatro lolhas a t, 2, 3, 4?, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
rua dooucimado na bem conhecida loja <1-
miudezas da boa lama n. 33.
Ovvvf;':v;r;iv:;''-'^^''^-v^
I CONSULTORIO B01WEOPA-
S nuco.
^s DO 1)15. CASANOVA.
@ 28rua das Cruzes28,
fa Nesle eonaallaria ha gempra para vender l
W o Miis aeradiladoa madicamenlai liouneo- W
palluco de CATELI.AN e CVEBER, lauto $;
em lintura, romo em dolilo, e o mai> ;'-
em coma powivcl. *f
Data botica de 12 tabos i h* la-jono $L
" < de 21 .. 109 12? e IS.3OOO fjt
de 36 138 IRJ e 9090D0 l
" de is ,> 1H> j; e SfutN) *?
O
o
i
f
de til
22a 2"u # 3O-SW0
K5'Tobos avulsos .Vlil, 800, e 1-^100.
ga ""S1 ,,e i'iiiur.i .1 eaeolher 29000. jl
W Consultas lodos os dia -1 ali- para 01 po- 9
b.e^.
B&Wi
avande muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banha min-
io lina em ricos vasos, extractos de mu.U
qualidades, extractos proprios para bolso la
estudaute, essencias de varias qualidades.
opiato o melhor que ha para limpar denles
pas para limpar os denles, c outra multas
cousas que nao dcixarao de pargar aos se-
nhores compradores, o que tudo se vendo
por preciuho muito barato.
Ociilos e lunetas do todas
asf|tialidades.
Vendem-se superiores oculos com arniacJo
de tartaruga de todas as graduar-Oes a StM
dtos muilo boas com armaeOes dourada .'
1-.200 ditos ditos com armacaes pratcad,
i?, ditos ditos comarmar;o de ac a 800 s
1-, lunetas com armacSo de lartarueaa to-
ditas redondas equadradas de baleia a BM
?;*a d6 tfUS V"S.rOS "rmvao de baleia
a 15600, e oulros oculos mais que se vendem
por preQo barato na loja da boa fama na rua
do Qucimado n. 33.
Vendcm-se sellins com pertences,
patente inglez eda melhor qualida-
de que tem vindo a este mercarlo :
no armazem de Adamson Howie
4 C, rua do Trapiche n. -12.
A
der noticia de um pardo, cor retinta, de no-
mo Ver.ato. de 60 anuos de idade, bocea
pamba e sem barbas, pernas cambadas, r.i-
pellos anda pelos, sabio da cidade de Arria
depois do mciado do de/.embro do auno
prximo lindo rom lima caria do Dr. pro-
motor daquella comarca, a seu pai o capitao
l'iogo Velho Cavalcai.ti, senhor do enge-
nho aixa-Verde na comarca de Nazareth
c voltando para a mesma cidade de Ama
no dia 26 do mesmo mez de dezembro com
urna oulra carta em resposta, em que iam
eneluidos 6009000 rs. em sedlas, naojap-
pareceu mais, apenas foi vil<> na cidade
Par quena esivver de luto.
Vende-se na rua do Qneima"iKVna bem co
nbecida luja de miudezas da boa faVl* ". 33,
voltas prelas linas c ordinarias, ricos'a^V.nc-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas, ludo df>,
melhor gosto que se pode encontrar e por
preeo que nSo deixara do agradar aos se-
nhores compradores.
AVISO
aos ferreiros.
F. l'Ollill.ll,aterro da Boa-Visla 11. 55.
Tem para vender a voirtade do com-
prador
CARVAO DE PEDRA
de primeira qualidade, por precio eom-
modo.
Boa fama,
Vendem se superiores macas 1 ara condu-
cSoderoupasem viagem, pelo barato preco
de 5, 6, 7e8a cada urna, gnictriras com
Companfiia de segmro con-
tra a Moftalidadc dos es-
eraros, estubclecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL2.000000.000.
Agencia filial era Periiamlnico. rua do
Crespo n. 15.
Oi4|4u-os Jo reali-.id... no ecriplorio da tom-
rwDhiaoo^ewW fora, sob proposlai dos |iropriela-
rios dos srraVSs^ todos os diai uleis; as parliripa-
eSa* de fallecimenloi as pt9ptK3Sr-aj*Jsej 5 *t_
mellida a compaiihia lodoi os dia. ale as cinco lia-
ras da larde.
As roiidiroci impressaspoder.lo ser procurada no
eseriplorio da companhia.
Dar-se-ha concunas sralisao escravos asaanaaSai
J para 10 hora da manliaa.no escnplorio da omp.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos o redondos a TOO e 800
rs ; na rua do Queimado loja da boa fama
n. 33.
LEQES FINOS.
Vendcm-se lequcs muito linos com ricas
pinturas, e.-pellme plumas a 3.-5O0e 4/:
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
eias de todttt* as
da des.
qualis
lilttt
s de visita.
I.ravam-s e imprimem-ae rom pwiitf-
de Visita, Icllras d
ticia do dito senhor cima, tenha a bondade
I reeisa-se de nm criado : na rua do i de ir a rua do Queimado n. 7, ou annunciar
Hospicio n. '). I a Sua morada.
- Deseja-se fallar ao Sr. Hatbias Pereira ia MrV dnTarlm nn nrlnVinin a.q ._ cu" e,". A'1 .|'""oas '^ < cnrom.nendarem : ,,,.,
da Silva, natural da .r 1 II I >-^v^.de raneno, no principio da estrada praleader dirija-aa a qualquer dailaa lagires :
"ocio d seu inleresse- mi-''-*> *^-. que vai^ora Fragozo, nos lias 11 e t,;,|e bairr.......lecife, r,.., da Madra de fleos ., | -- ,
?o Sr Joao Rodriaues 1 Hri/.'ln. .?^hr.-Lu''"'V V lTI,do."?" K'aidura do ditc\ pardo. dolpaleo da oll.gio n. as. Cinco PouU.. aobi
i gosto a i, :>, 7 e k-, peiiies muito linos pa- I,,os a -'" ,; ;l"" rs., ditas brancas, linas para
raalisar,propriosparacriancasou para sais-1oeninas a 2*0 re., ditas branca- pan ae-
ue vi.ua, letlras de Com nbictos'd, I *.'J V* "'' l"ll,'c'i,i,s ,l" "lt"'ll"r OStO que ''"'ras a 2W, !..... e tOO rs.. dilas preta de
arte eall^apliiea, Ml^S^SS.' ,P< r,lc""lrar */ rie*' ""* de cor- \ Igodffo par., padres a 0 r.-.,, outras mais
sendo. Al.rc.n-c Hrn.a-, rinde*, lano a lallw do-1 '"? rarll-'lr'nlia.s pal a lenibi>ncas, gorras j qualidade que se vendem barato na rua do
ce como em relevo, ornameiiiii cen objeclos de ouro ,'ara 'l()r"cm, asmis modernas que se piule Queimado, na bem conliecida loja de lilil-
na. Fazero-ae riicoa lindo c orginaei para encontrar, sinetes com todas as lettras do I de/as da boa lama n. 33.
labyriniho. Adraiii.-a. a recusa de abcedario, sincle proprios para namorados, Kirati l\t-i< Hiuau imikI^p
para rima de mesa contras
c
bordadoi de
de Olinda, en. urna casa de plvora qmh^.\^SX^!^,
Precisa-se vjle um bom forueiro
(Miien.i 1 .ir massas
rua do .Mondego n.
D.V
e do da quina ooafrrala a mairiz nova.
na padaria do Saraiva ,"7,1?" i'3!'-"" di' rua "re"' ''<''"<
, |ao oilao do l.ivramenlo. de Jcs de Mallo Coala O-
I liveira v\ I)., lia os se;'iiinle
en|muitissimasgalantarias, indo muito fino e
de muito bons gostos, assoverando-se a
[I! '("cm vier ver 0 rico sortimento, que sem-
,ri.' pre existe ueste eslabelecimento, nao deixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
1 seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem coiibreida loja de miudezas da boa la-
gcueros

MUTCSDtJ
nardos melhores gostos
(jne se po;le eiteontraf
se vendem na loja da boa fama na rua do
Qneimadon. 33eaorpreeos que nSodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barata < ha muilo onde es-
colber.

.


DIARIO DE PEBNAHBUGO, TERCA 1EIISA S DE FEVEREIRO DE 1857.
SALSA i'AKKIIJIA
DE
liristol's.
Veiule-se nicamente na botica do Sr. An-
tonio Pedro da S. Ncves, na ra da Cadeia
do Itecife.
VIRTUDES DA SALSA PA1UUI.IW DE
BRISTOL.
A salsa parrilha original e germina de
Bristol possue todas as virtudes para curar
todas as cufermidadcs que provm de um
estado de impureza de sangue c das ecrc-
cOes mrbidas do ligado o estomago, e em
todos os casos que necessilain remedios pa-
ra purilicar c robustecer o syslcma. Em to-
dos os casos de escrophulas, ervsipel.s, li-
nha, crup'r;oes cutneas, manchas, bilis, in-
llaminacao edebilidade nos olhos, incbac.no
das glndulas, dores lumbares, allcccoes
rbeumaticas, dores nos ossos c as juntas,
hVdropisia, dispepsia aslhma, diarrhea,
tosse, resfriados, inflammacio dos pulmes,
phtisica quando provm da obstruccao dos
bronchios em pessoas escrophulosas, influ-
enza, ndigcsliio, ictericia, debilidade geral
do syslema nervoso, l'ebrcs agudas, calores,
enfermidades das mulheres, enrermidades
biliosas, e em todas as a flechos provenien-
tes do uso immode'rado do mercurio. Esta
salsa parrilha so emprega com cfficacia em
lodos os sobreditos casos, c he reconhecida
como a melhor medicina que existe.
PRECAUCaO.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
lha deverSo ter o cuidado de observaren
que a salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande lamanho, com as palavras
salsa parrilha genuina de Bristol, .Nova
York, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se, ver o nonte
de Bristol. Una iirec'cao acompanhar cada
garrafa.
CASO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York .30 de maio de 1843. Urna se-
nbora soffra de espasmos nervosos, experi-
mentava urna continua laniquilaco de for-
jas ao pouto de cahir por vezes em syncopo.
Empregou multiplicados remedios sem tirar
vantagem. Declarou-se urna ictericia com
um emagrecimeuto progressivo. Esgotados
os varios recursos da arte foi a lempo em
pregado o incomparavel remedio da salsa
parrilha de Bristol e o rpido estabelecimen-
to da energa vital logo reappareceu com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DAVIS.
Isabel avis foi accommetlida pelo espa-
to de quatro anuo- de ulceras cscrupholosas,
lendo seis chagas abertas na parte superior
do biacu direito, as quaes deilavam grande
supuracao e causavam a quasi immubilidade
das partes. Chegada em Santa Cathariua
em novembro de 1847 a doente consullou
varios mdicos, os quaes deram o conselho
de amputar o braco, wmo o uriieo recurso
de salvar a- vida. Foi entilo acnoselhado o
uso da salsa parrilha de Bristol a enfermar
que.a pedio como suave alivio, logo ella ux-
perimentou lao vanlajoso proveito.que con-
tinuando lempo segundo o us do remedio,
ehegaraiuas leridas ao melhor,estado de ci-
calnsa<;5o. ocaso he referido pelos houra-
dos professores Goodmaun e Samuey llaver.
v-'j COiNSLLTOKLO CENTHAL ll- &-
MEOPATIIICO. &
tf Kua de Santo Auiaro (Mundo-No- $j
(fe vo) n. 6.
Ofy O Dr. Sabino Olegario Ltidgcro Pinito, 'i
2l "le olia de ua viagem oo Kio de Janeiro. **;
w1 cunlinna a dar consullas lodos os da* otei, '3?
<& da* K hojas da manliaa. as 2 da tarde. j~
.;,-. Os pobretsao medicados graluiiaraeDle. g
SEGURO CONTRA FOGO.
Companliia Alliance.
Eslabelecida cm L,ondres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negocianies, proprietarios de casas,
a a quem mais convior que esli plenamente au-
lorisados pela dita rompanhia para euectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, rbenos de
t l ha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista era mobilia ou
ora fazeiidas de qualquer qualidade.
i dentista fmncez. |
.;-. Paulo Gaicnoox, de volla de saa viagem ;>,
5$? Europa, esta morando na ra Nova n. ;*
'-.>* 41, pnrocifo andar, onde pudc,ser procura- ^fi
,^J do a qual,|.ier hora. fp
Prccia-se de urna anu que tetilla bstanle lei-
e, anda mesmo endo escrava : no pateo de S. Pa-
dro D.|22.
Aluga-se a ulica casa de vender plvora, na
cidade do Olinda. com bom sitio, baixa para capim,
e boa casa de viveuda ao pe : qoem preteuder dita
casa dirija-se a ra do Vigario u. .11.
GABHETE p PORTGEZ
Exislind.o em poder dos senhores accio-
nistas e Subscriptores alguns voluntes de
obras bastante demorados, e causamlo estas
fallas Iraustorno no expediente, onde deve
haver toda a regulandade, a direcciio pede
aos mesmos senhores hajam de mandar en-
tregar o mais breve possivel os mesmos vo-
lumcs. Achando-se grande numere de obras
inutilisadas, urnas por falta dciolhase es-
tampas e outras rasgadas, pedo igualmente
a direcciio aos senhores accionistas c subs-
criptores, que "prcslem toda a attencao a
este particular, recoinmendando aos seus
portadores que no transito do gabinete para
esa tenham todo o cuidado com as obras
que vao buscar. Novamcnte faz ver a direc-
ciio, que o expediente do gabinete he das 9
horas da luauhaa as 2 da tarde, e das 4 as 9
da noite. Secretaria do Cabincle Portuguez
de Leitura 22 de Janeiro de 1837.Joao Jos
de Lima, !. secretario.
XAKOPE
DO
BOSQUE
loi transferido o deposito deste tarop para a bo
tica de Jusc da Cruz Sanios, na ra Novan. 53',
garrafal 53300, e meias 39000, sendo falso todo
aquellc que nao for vendido nesle deposito,palo
quesefaz opresenteaviso.
IMPOSTANTE PARA O PtBLICO.
Para curada phlvsicaem todo-osseusiflereu
esgros, quer motivada por conslipaces, tosse
aslhma, pleuriz. escarros de sangue, drde cos-
tados e peilo, palpitaran no corarao,coqueluche
bronchile, dorna garganta, e todas asmoleslia
dosorgospulmouares.
Attenca.
5
R. C. Y'ates & C, estabelecidos no Rio de
Janeiro na ra do Hospicio n. 40, vendo um
annuncio publicado em urna das folhas de
cernambuco pelo Sr. Barlholomeu F. de
Souza, prevenindo ao publico que o verda-
deiro Xarope do Bosque s elle he quetn
vende, previnem ao mesmo publico que o
nosso xaropc bu remettido do Rio de Janeiro
pelos proprietarios cima, ao Sr. Manocl Al-
ves Guerra, e este Sr. fez o deposito para ser
vendido na pharmacia do Sr. Jos da Cruz
Santos na ra Nova ti. 53, nicos por us auto-
risa Jos para venderem o nosso verdadeiro,e
mais prevenimos aos senhores consumidores
que ha perto de cinco annos os rtulos col-
lados as garrafas s3o assignados por Henry
Prins, como procuradores dos proprietarios
"cima.Bio de Janeiro 13 de Janeiro de 1857.
p. p.11 C. Yates & C.Henry Prins.
Bartholomeu Francisco de Souza lendo
o annuncio dos Srs. R. G. Yates V C. no Dia-
rio ti. 17, em que diz ser smenle verdadeiro
o Xaropedo Bosque que se vende nesta ci-
dade na pharmacia de Jos da Cruz Santos,
onde fez deposilo'osr, Manoel Alves (iuerra,
que recebe delles proprietarios, declara ao
publico que nfio duvida seja falso o Varope
do Bosque que tambem vende em sua botica,
mas assevera que elle foi comprado aos mes-
mos Srs. It. C. Yates A C, do Itio de Janeiro,
comoprova o documrfnlo abaixo.
Rio de Janeiro s de agosto de 1856.
0 Sr. Barlholomeu Francisco de Souza
comprou a It c. Vales c C. .
4 duzias de garrafas com Xaropc do
Bosque a 54^0(10........216/000
6 duzias de rusias garrafas com Xa-
ropc do Bosque a 27:000 I2#0()0
Ruis .... 378000
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho.Ric de Janeiro
8 de agosto de 1856.Por R. C. Yates cC,
Jos Paulino Baplista.
LsUva reconhecido.
Escolas
HETIll)-i' SILIIII.
Do dia 7 de Janeiro em diaote tstao abenas as i (>
escolas desla capital, pelo excellenle methodo Cas-
tillo ; pelo qual a voz publica tse ha pronuuciadu
pelo orgAo da imprensa pernambucana, mererendo
particular allcncjlu a escola de meninas, erecta na
ra do Vigario, casa do finado Silva Compaoliia, nao
s porque nessa escola seensinam lodos os primoro-
sos bordados, e inaislavores que se possam desejar,
com porque a digua profeatora estando sendo lec-
i-um.i in na grammalica nacional palo ciimio proles-
sor o Rvui. Sr. padre inestre Varejo, se temara*
mais um precioso brilhanlc que ornar a coroa Ilite-
raria do Bim. cnnselheiro Sr. Dr. Caslilho.
#3 PARA CONSEKVAC.VO DOS S
t MENTES.*
<& Vende-se pos e agua denlrifices : na ra
' Nova ii. i!, em casa do dentista
& Paulo i ...n:iinii\.
,.:..:\.:'.::.::,:vJ-\-;-..^.:t^-,J-,;ti,;-.i:
Precisa-an alagar doas amas forras ou captivas
pira casada familia, quecozinhem eeugomuicm: na
ra da Cadeia do Recite loja n. 50.
Seguros contra
o fogo.
fraucez 9
CMPAMIIA RIlTUlll.
CkeiLAL t;2(i DA EM 1836.
Para eecluar seguros
sobre propriedades, mercaclorias, mobilia
e gneros de quasi todas as qualidades.
Premio de r>|8 ate I|2 por cento ao anuo,
agentes C. J. Astley C. Em confbrmi-
dadede oidens ltimamente receliidas,
os agentes acham-se habilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros de e\-
portarao, como sejam : algodo, assucar
on cotiros, depositados em trapiches ou
armazens particulares, cm Macei, Jara-
gua' ou Parahiba do norte : agentes C.
J. AstleviC.
Substituieao do
arcano a pofassa
pelo barato prego ie 5,100
por una lata de i O libras:
doarraazenide Pl. O.Bie-
ber & C, ra da Ciuz
o. 4.
Precisarse
lavar ronpsi 4
piara da Independencia ns. G
vrariA.
k K\M\ \k l)E POKTliAL
Acaba de cliegar de. Lisboa <> almanak
eH da pracada Independencia, a s'n.l
res cada um exempiar, contendo 720
paginas em 8-.
^otena do Kio
de Janeiro.
Na praca da Independencia n. VO,
acham-se a' venda os novos billtetes da
lotera. 1- para eonstincrio de urna pia-
ra de mercado datiueli* corte, que devia
correr no dia 17 do presente ; as listas
esperamos pelo vapor San-Salvador..:
os premios sero pagos na inesma loja
cima, de conl'ormtdade aos nossos an-
nuncios.
Antonio Marjal da Costa Albuquerque
declara que desla data em diante assignar-
se-lia Antonio Domingos da Costa Albuquer-
que. Recite 21 de Janeiro de 185-,
Aluga-se
urna grande casa na ra Imperial n.'161,
com tres portas de frente, ditas grandes
salas, cinco quartos, cozinha fura, etc.,
por 12000 mensaes: a tratar na ra
Diretta n. 45, loja.
-- Agencia de passaportes, folhas corri-
das, despachos de esclavos, o qualquer ser-
vido que peitencer ao tribunal de policia :
para cujo lim procure-se o aiuiuncianle na
rua'.do yueiinado n. 5, loja do Sr. Joaquim
Monleiroda Cruz, e na ra da Cadeia do Re-
cite n. i9, loja do Sr. Manoel Antonio Mon-
' teiro dos Sanios.
nico preservativo contra a caspa
que ale agora tem appareciJo, iem|a vanla-
gem de preservar da caspa, amadamo cabel-
lo, e tambem lingir o mesmo : na loja a. i
da ra do Ctespo.
Precisa-so de urna ama que saiba -
ztnhar, para urna casa de pouca lamiVia : na
praca do Corpo Santo u. 17.
AVISO PARA 1 PARA".
I)eseja-se saber t.0 exisle nessa provincia
Malalda de .tai, tilha de Josepha de tal, cuja
mu loi cacada com um K. de tal Teixeira ;
ass.v como se existe Colorinuu de tal, o
itrme da mSi desla se ignora ; estas duas
meninas tem a receber em Pernambuco
una deiXa, a ijual foi deixada pelo falleci-
leneule-coronei de tnlantaiia Caetano
Ua-sc dinheiro a juros sqbrc penliures
de ouro ou prata,c compra-se urna esclava
sendo de mcia idade : no aterre da Roa-
Vista n. 86, loja de barbeiro.
Joao Baplista Caruciro da Cimba, ten-
do Ii anuos de pralica deadvogado, provisio-
nado pela relaco de Pernatnliuco, em vir-
tde dccxameiiue presin cm direito civil
e criminal, ti-ndo aletn disto exeieido diver-
sos empregosde fazenda e de judicatura du-
rante esse lempo, agora autorisadn pela re-'
laciio da corte, trata de negocios judiciaea'
e extrajudiciaes em todos os lbttoaes de
justica, tbesouro nacional, secretarias de
estado c mais repartites publicas.
Incumbe-sc de tirar rom a maior brevida-
de posstvcl diplomas, patentes, licencas para
casamentos, lauto do bispado do Rio de Ja-
neiro, como deqoslqucr outro, cujo impe-
dimento exija Breve lo internuncio apost-
lico, litlos de conderoraces c outros de
merefi imperial, nao so para dentro da corte,
como para as provincias do iiwperio.
Incumbe-se de receber no thesouro, di-
vidas de exercicios fuidos, etc, ede cobrar
dividas dentro da corte.
Inquire testemiinlias lias causas civeis, e
assegura que este servico seta desempenha-
do de um modo conveniente e satisfactorio
as partes, tanto na corte, como fra della.
Kncarrcga-se de causas crimes desde o seu
eameco ate o julgaroento perante o jury,
lendo para isso procurarlo da parte.
Trata de appellacoes, promoveiido seu
prompto andamento.
('arante em ludo a maior acti vidade de sua
parte, zelo, prohidade e preco rasoavsl,
PriOelro.Mas causas em que for procu-
radoi o seu honorario sera a metade do que
tiver o advogado.
Segundo..\'as,appella<;ocs o honorario se-
r de 160/rs., inclusive a paga do advogado
e procurador ate a decisflo de revista ; ueste
honorario nao se incluem as despezas com
sello, revalidacao de sello, preparos e ex-
traccao de senteruj. O honorario da appcl-
lagao sera pago adiantado, e as despezas
medida queso lizerem.
Terceiro.Cada inquinlo de testemunha
na corte 10/ rs., e fora o que se conveu-
conar.
Quarto.~.\as causas crimes o que se con-
vencional
Quinto.Com a procurarlo ser remulli-
da carta de ordens para pessoa desta corte
que satisfaga as despezas.
Sexto.Iodos os mezes recebera a parle
urna nota siiccinta do estado ca causa ; e
lUBtido sejiretender mudar de procurador
basta que o communique por esenpto, que
immediatanientesesubstabelecera a procu-
racSo na pessoa designada, dando-se-lhe os
esclareciineiitos necessarios.
Podera ser procurado lodos os dias em sua
morada, ra da Misericordia n. 8 al as 9
horas da manhaa, e das i da tarde em diante.
Das 9 horas da manhaa al s 3 da tarde
na ra Direita n. 15, escriptorio d'advocacta
do fcxm. Sr. senador Joao Antonio de Mi-
randa.
N- B.O signatario do presente impresso
sendo lilho do norte, ligado ao norte por
nascimento, familia e interesses, jamis se
poupara do prestar ossnus servicos a todos
os seus compatriotas que tenham pretences
pendentes da capital do imperio.
Precisa-se de urna ama peca, para casa
de pouca familia : na ra da Cade ia Velha
n. 31.
\
-- Vende-se urna cscrava criuula para |V>- i
ra da trra, ettgomma, lava a cozinha, de
bonita ligura : na ra do l.tvramenlo n. 32
Vende-se painco muito propno para
anario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
ate da liclacao n. 2H.
i\a loja das seis
portas
Em frente do Livratiiento,
Pecas de madapolao com toque de avaria
a dous mil rs., dous e qiiinhcntos, tres, tres
e quindenios e quatro mil rs., pegas de al-
Vende-se em ca-
sa dej. Praeger&C, ra da Cruzn. 11 :
Champagne de Clicquot.
Conservas inglesas em caixas de 2duzias.
Cognac trancez em cai.xas de I duzia.
Pefit-Pois (tin caixas de 50 latas.
Vinlio ilc BordcaiiN cm caixas de 1 du/.i
Agua deSeltzem botijas.
Vinliodo Kbeno.
Genebra de llollanda.
Kcpolbo em conserva.
1'eijao em dita.
Sardinhas em sal.
goiliiozinlin largo, liso e trancado por dif- QueijOS de" nata superiores.
Gotnptw.
- Compra-se |uma duzia de cadeiras de
Jacaranda, que sejao do Porto, ou mesmo
feilas no patz, e sejao usadas : na ra de
Hortas n. &2, casa terrea com a riente pin-
tada do azul e as pollada de branco ou nes-
a typographia.
Compram-se apoltces da divida provin-
cial: na ra das llores n. 37, primeiro an-
dar.
Compram-se cscravos que sejam sa-
dios e fortes, propiios paraarmazcm de as-
sucar : na ra de Apollo n. 22.
Compra-se para urna encommeiula
"> molequesde 1 i- a JS annos de idade:
na ra do Collegio n. 21, primen O an-
dar, das 1 0 horas a*s ."> da tarde.
Contpra-se urna secretaria para escrip-
torio, que esteja envbom estado : na ruada
Cruz n. M.
Compra-se
urna prcta crioula, moca, bonita figura, com
habilidades, paga-sc bem agradando : quem
a livercquizer vender dirija-se a ruado
Sebo n. i2.
-- Compra-se urna escrava de mcia idade
nao leudo vicio ncm achaques : paga-se bem
na ra do codorniz n.5.
Compram-se escravos de 9 a 35 annos:
na ra do Collegio n. 21, terectro andar.
Setifta*.
3.
as
se
na
lerenles precos, pecas de chita a quatro c
cinco mil rs., e de cubera, linas, a seis mil
rs., ludo com toque de avaria
PARA QUEM TIVER BOM 60ST0.
Vende-se um bom sitio com perto de 500
palmos do frente e 1/500 de fundo, ebeio de
multas fructeiras de diversas qualidades,
com Uuas grandes baixas para capitn, terre-
no excellenle para plantacSo de legumese
horlalica, commodidades para se fazercm S
yiveirospor ter camba d'agua salgada no
lundo, casa soffrivel para morada, murado
na fenle e de um lado, agua de beber, etc.,
e alem do todas estas bondades, quem qui-
zar mandar lazer urna morada de casa com-
moda e aceada, j lem um formidavel c
bem felo alicerec para isso, com 10 palmos
de frente e 110 de fundo, guarnecido com 2
portoes um de cada lado ; e he perlo da pra-
ca por ser logo ao sahir do Manguind para
os AUltctos: quem o pretendere quizer ve-
lo, entenda-se com o proprietario Jos Sa-
porite, morador na casa annexa ao dito i-
tio, demanda ate as a horas, e de tarde
das 5 crh diante ; e no decurso do dia no
Recite, escriptorio dos Srs. Rastos Le-
inos, ra do Trapiclic n. 17.
la loja
das seis portas
F.M FRENTE DO L1VRAMENT0.
Sarja despanbola a cinco patacas o cova-
do, com quatro palmos de largura, nobre/a
de duas larguras a tres mil rs., luvas de seda
preta e de cores a mil rs. o par, lencos de
relroz pretos e de cores matizados a dez
tustoes, sedas pretas com llores a dous mil
rs. o covado, lencos de seda para pescoco de
scnlioras a dez lusloes cada um. l)e fudo se
da amostra, levando penhor que equivaia o
que se quer ver.
No alerro da Boa-Vista n. 80, vende-se
manteiga tngleza a 50 e 600 rs., dita a 960.
latas de sardinhas de Nanles a 700 rs., e
meiasa440, marmelada a 600 rs. a libra
conservas de Lisboa a 400 rs., figos novos
** IbO.
Vende-se batatas a 1x000 a arro-
ba: no armazem de Luiz Aunes, de-
lronte da porta da alfandega.
Veibutina
de cores pretas para jaqus de senhora e ves-
tuarios para o baile masqu: na ra do
Quetmado n. 40, em frente do becco da Con-
gregado.
Vendem-sc terrenos para ediflcaclo na
estrada doManguinniho, do do Itecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. .Manoel l'e-
reira Teixeira, com 250 palmos Be fundo e
de frente os que o comprador quizi:.- : a 'ra-
lar na ra da Cadeia do ISecifo i. 9, 011 com
Jos Baplista l'.ibeiro de Karia/no seu amo
da Estancia /
..11,
Harenquesem sai.
No ai mazern da rita da Cruz
vendese por pirco muito batato :
Tintas linas hambiirguezas cm latas.
Alvaiadeem barris de um quinto. '
Bom e barato.
Vcnde.n-sc sapatos de borracha de
lustre, proprios para o invern, de ho-
metn a o.sOO e de senhora a o.s'000, sen-
da do melhor goslo que tem vindo a es-
ta praca: na ra do Liviamento n. 33,
loja de calcado. Na mesma loja cima
vendem-se resmas de papel de peso a
2$S00 rs., sendo cm grande cu pequea
porcao, a vontade do lreguez.
vir
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n.
97, dos afamados fabricantesDay & Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
cm casa de James Crablree & Companhia,
ra da Cruz n. 42.
Quem vir eom-
"pra porque o preco
convida.
Vendc-scumaporcaodealgodao trancado
da Baha, lazenda muito encorpada, com
pequeo defeito, sendo fazenda muilo re-
comniendavel para roupas de escravos e
para lodo servico de campo, finalmente
muito propria para toalhas de mesa o ou-
tros mullos arranjos de casa de familia; c
quem deixara de comprar limpo a 220 a va-
ra, e defeituoso que mal se condece a 200
rs. : na ra do Crespo n. 14, quarta loja vol-
tando da ra das Cruzes.
Vendem-se chapeos deChillv de to-
das as qualidades : no escriptorio' de No-
vaes <& (',., na rita do Trapiche n. 3i.
Lincasa de Timm Monsenix Vtnassa,
praca do Corpo Santo n. 13, ha para ven-
der um sortimento completo de livros em
branco, chegados ullimamente de Ilam-
burgo.
DEPOSITO
de pianos fortes.
Sortimento completo,
Em casa de Timm Monsen iV Vinassa,
praca do Corpo Santo n. 13.
Na quiua aa ra de Hortas n. 1, conti-
nua-se a vender figos de comadre a 120 rs.,
gomma a 90 rs., alpista a 160, cevada a 100
rs., dita moida a 240, cafe moido a 320, gom-
ma de ararula a 200 rs., sag' a 320, man-
teiga ingleza a 480, 640, 800, 960, franceza a
720. cha a 2^, 2/240, 23560, 2>880, bolaeda
ingleza grande e grossa a 140, arroz a 120.
loucinh. -I- I sboa a 400 rs ,de Santos a 320,
Bar una ,le trigo a 120, bolachindas de dille-
rentes qualidades a 360 e 400 'rs., viudo de
Lisboa 480, l'igueira a 560, Porto a 640,
dito engarrafado a 1?000. oleo de ricino a
;J-rrTieiarrr.'d,| milho a 240* cuia' e
pene
O CLARDA-I.IVROS B11ASILEIR0, ou arle
da escripluracao mercantil apropriada ao
cominercio do Brasil : vende-se na ra da
Cadeia Velha n. 22. Preco 8/000.
Na ra do Vizario 11. 19, primeiro andar, v*n-
dc- se viriho do Porto de superior qualidade da bem
ronhecida marca CW cm pipas, bartise caitas de
orna e duas duzias da garrafas.
Agencia
da fundicao Low->!owr,
ra da Sen/.ala-Nova n. 2.
Nestecstabelecimento continua a haver
um completo sortimento de moendas e
metas moendas para engenho, machinas
de vapor e takas de ferro balido e coado
de todos os tamaitos para dito. *
Faiiulia ile Tri-
este.
SSSF.
{Verdadeira.)
Pelo navio BLOO.MK ebegaram 3000
barricas desta acreditada farinha : ven-
de-se nos armazens de Tasso Irmaos.
fc'iij&o niiilatiiilio
por;r^rcr,rdUd,CrM ,-34- "**
P k "oinho"1 Tent
com bombas de rtnnion.. .______.
a de eapim : na fy'dTrjod. w
aradoBromnS.b.t?;o|e D' W. Bown...
-Antonio Jos de Ca$l\.0 vend(. ,v0.
rade superior quabdade a 13S000o har-
'" : as l>e8Soak <\ue pJWrean dito m-nc-
o:appai;<.cam em o sen wc.ipio.i'o, na
'"do Vigario n. 31,
ta
Em
para ,Ci as amr.!.-
C\L E POTASSA
Vende-se polassada Rassia e americana,etada |onas.ae
uleadiaiade superior qualidade; cal de Lisboa i ponjas.
Drogas.
^ARTOHA
e Trieste.
yende-S.*mr.s.de S.onder, B.o.he,. a B
praca do Curpo Sanio n. 11 _, .'
conhecida f.hnh. de V,"-,,' T""'"P"'""Um
qualldade-cb.|ida em 9 do VBr^ l"">""
Sf.ll." em PoroesRr.nde. eV" ;^f' "-"
vontade do comprador. W">", coDomn a
TAIXAS PARA ENGENHO.
It fundipao de ferro da D. \f, 0WB,,__ a
rusdaBrum, passando o chafarit, "iMisi
ver;umcompleto sortimeptoda uixtsda ferto fun-
dido e batido da 3 a 8 palmos de bocea, M .,,,
acaam-se a vanda, por aprsco eommedo com
promptido: embarcam-s oocarregim-s, as car-
ro semdospaza ao comprador.
M noel A vasOoerra, vende-ea por roramodo p,. ,
sesuinte:superior vioho do Porlo eao barr, a.
oit.o,chapeo. de fell.o, a.ab.amarallo f.brtcad
no Rio de Janeiro. "
- Em casa da Saunders Brotberi & C. praca
do Corpo Sanion. 11,ka para vendar o aaciniTa
Ferro inglez. ^
Pixe da uecia.
Alcalro da carvao,
Eonas de linho.
da mais oova que ha no mercado: nos seosdeposi-
tos oa ra da Apollo o. 1 A, e2B.
Keiogios de patente
nglezesdeouro, desabnete ede vidro:
vendem-seaprecorazoavel.em casa de
AugdstoC.de Ahrcu, narua da Cadeia
do Recife, arma/.em n. 30.
Superior cal de
Lisboa.
Vendc-se superior cal de Lisboa : no
armazemde Novaes & C., rua da Madre
de Deosn. 12, por preco commodo.
Vende-sesuperior linha de t\sodSo branca a
e?'n',fm novello, para costura :em cas de
Soulliall Mellor t\ Companhia.ruado Torres n. 38.
Vende-se por menas do que em ou-
tra parle, cera de carnauba e velas de com
posicao : na rua da Cruz n. 34.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como polassa da Itussia verda-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
Cimento branco
llcchegado o evcellenle cemento bran-
co ja bem conhecido e experimentado,
tanto em barricas como as tinas:
Algodolizopara saetas.
Dito en trancado igual ao da Babia.
E um complato sortimento da fazenda? pipprio
para asta mercado nido por preco commodo.
Vende-se urna porcao de pipas e toncis
por praso de seis mezes com as competentes
garantas, e tambem se arrenda o armazem
onde se achatn depositados os mesmos ob-
jectos : a tratar com Joaquim Goncalvcs de
Albuquerque Mlvs, na rua da Cruz n 35.
primeiro andar.
&$tt*t>00 fllf *|>*
no ar-
mazn! de tahoas de pinho de Joaquim
peneiras de arome p)ara rclinadores e p'a- | Lopes de Almeida, na praiadeSanF
^^s- 'cinco, imito a ponte nova.
Fugto nos das da semana passada urna
escrava da tosa de nome Romana, cum o
signaes seguintes : alta e magra, mei> rula.
costumada a vender agua ; sao de <
com um vestido de chita cor de rosa, e com
um panno da Costa azul e encarnado, ja
usado : quem a peg ar leve ao paleo do Pa-
raizo n. 8. ~ rm
Fugio hontem as 7 boras.nm escravo amia-
to de nome1 Tbomaz, alto, reforjado de corpo, roa
marcas de bexigas.pernagrocag, e relias marcas
de cieratizes as cauellas, falla com muita manci-
dao, levou vestido camisa de panno azul croco
guarnecida da ourelo branco, nos ombros a po-
nbos, abena na frente am forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e loi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houva por heranca de seu so
gro Jos Joaquim da Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario da
Alhandra Vasconcelos Junior.morador no eneenhr.
Tapua freguezia do Pilar detia frovincU
quem o pegar leve-o a ru, da ConcordU a Pedro
Antonio Teixeira Guimaraes, que ser geoarosa-
mente gratificado.
Dos premios da segunda parte.'da stima lotera a beneficio da Matriz da Boa-vista
_ ______extrahida a 31 de Janeiro de 1857.
NS. I'IIE.US.
i
de nina lavadeira para
urna fjrande familia : na
e S, !i-
do
Alberto Teixeira Cavalcantt. Kstasduas me-
ninas ou pessoa habilitada por ellas podem
dirigir-so a esta provincia : na rua do Col-
legio n. o, taberna.
Arceuda-se unidos melhres sitios, o
primeiro que entra para a entrada do Ar-
raial, oqual outr'ora perlenceu ao fallecido
Jos Aiiliinio Correta Jnior, com boa o ex-
cellenle casa, que pode accoiiimodar duas
grandes lamillas, pintada e caiada de novo,
casa para leitor e para pretos, cocheija para
carro, estribara para cavallos, e una gran-
de batxa cora capim, que podo sustentar 8
cavallos animalcenle, com muitos arvore-
dos de l'rucloja dando, e um pequeno jar-
dun que podera ser augmentado coiilormeo
goslo da ptssoa, len, boa agua de beber, e
um excellenle tanque para banho : a tratar
no escriptorio de l'aula A santos, rua do
Amonni n. 18, dus !i horas as da tarde.
O maor do segundo .batalhao de in-
lantaria Fernando Machado de Souza declara,
que ao relirar-sb desta provincia paia a das
Alagoas nada absolutamente licou a dever
a pessoa alguina, pois que setupre se estne-
rou em saldar prompU e puntualmente to-
I'recisa-se de una mulher que lave
roupacom perl'eicao, para hcar em uinstuo
de urna familia eslrangeira, lavar de sabo e
quando for preciso de varela : paga-ae bem,
a tratar na rua do iones n. 38, segundo
andar.
O Dr. listevao Cavalcanti de Albuquer-
que, Ibiiuudo em medicina pela laeuluade
uollio do Janeiro, pode ser procurado para
o exeretcio de sua pralisso na rua estrella
du liosano n. lu, segbudo indar, das 8 horas
e meta da manhaa at ns ."> da larde, e alem
deslas huras na estrada .le Jofio de liarros,
uu sitio em que morn o Sr. r. Vicente I'u-
i'jiiu do liego.
Precisa-sa de um ci\eiro que tenlia
boa lellra, para ajudaule ^ guarda livios :
n a rua.Nova 38 se dir quem precisa.
Rap.
Veude-se superior rape Paulo Cordciro ,
muito fresco, e o mais semclhanle ao de
Lisboa : na praca da Independencia, n
OVAS DO SKKIAO.
Chegaram a rua do Queimado n. H
mais frescas ovas do sertao, as quaes
vendem muito barato.
CAKNE DO SEKT.VO.
\ende-se muito boa carne do scMao -
rua do Queimado n. 14.
Vendem-se 3 caixoes envidracados,
proprios para qualquer negocio, e urna mesa
grande cum gaveta, por barato preco : na
rua da Praia n. 38.
| MusSM.iiia branca.
Vende-se na |rua do Queimado n 19, loja
de Sanios Coabo, mussulina branca muilo
lina, chegada|lpelo ultimo vapor da Eurooa
PALITOS IKANCE/.ES.
\endem-se palitos francezesde linho a 39
rs.. de alpaca a 6.*-, 7/e 83 rs,. ditos linos com
gola do seda a 12? rs., de panno& ais rs
e 203 : ua rua .Nova loja vi. .
- Vonde-a urna preta crioula de 18 an-
nos. ejumma, cose e cozinha o diario de1
urna casa : a Iralarna rua .Nova n. 4.
9 tm casa de Eduardo II. Wyatt, g~s
& rua do Trapiche Novo n. 18, lia ^J
:." para vender : S
Q 1 pianoforte, novo eelejrante de tj
j3 fabricante afamado em Londres.
Grava ingleza n.97, dcDav > @
Martin.
Tinta de escrevev do (abrieanle
Arnold.
Tintas em oleo de varias cores.
Cubos da Russia.
Crystalleria.
Agurdente de Franca embae- ^
ris-.. s
\mlio Scherrx dilo.
Fructas em conservas inglesas.
Papel para cartas.
Livios para copiar dito.
Candieiros de candelabros de
bronze.
Ac em barra pata molas de
carro.
E\08 para carro.
Chicotes para dito.
Helogios de ouro cohertose des- ;':
cobertos. S
V eibui inas.
Vendem-sc vclbutinas pelas e de cores
por menos do que em outra qualquer parte!
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para fechar cuntas : no aterro da oa-Vista1
n. 10.
-- Vende-se um cabra sapateiro : no col-
legio da Conceicao, na Cruz de Almas, sitio
da l'icdade.
.Na rua de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, vande-se uma bonita escrava cabritilla,
de 17 annos, cozinha o diario, e tem princi-
dio de habilidades para casa de familia.
Vende-se ptimo ouro cm livrode25
piles, proprio para pintores e encademado-
res, a preco commodo : na livraria da rua
da Cruz ti. .-)U, e no largo do Collegio n. 2.
Vende-se a taberna da rua Direita n.
53, propria para um principiante por ter
pouios fundos, e tambem se vende s a ar-
maeao, tirando-se os gneros o dentro.

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