Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07698


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Full Text


ll
ASNO XXXIII R. 2:.
Por 3 inezcs adiantados 4$000
Por inezcs vencido! 4f500.
DIARIO
SAMADO .11 DE JAEH0 DE 1837.
Por auno adiantado I5J0OO.
Porte franco para o subscriptor.
- --
ENCARKEtiADOS DA SCBSCRIPCA'O NO NOHTE
Parahiha o Sr. Joo Rodolplio Gomes Natal, o Sr. Joa-
quina t. Pereira Jnior; Araealy, o Sr. A. da Lerno Braga :
Ceara, o Sr* J- Jos da Oliveira ; Marauho, o Sr. Joaquim Mar-
Juea Rodrigue ; Piauhv, o Sr. Domingos Harcnlano A. Pesaoa
carease : Para', o Sr. Justino I. Ramos I Amazonas, o ir. '.Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA
Olinda : tr>da>* os dn<
DOS GORRBIOS.
3 e mfi horn l
iK'Har^Mj. )...-mim <, Kii*bil- : n-i* -.t.--
S. Ani.i... BrirfTua, l[-.r,.t'.. O.ru.im, Allinti'
S. Loorenfo V*..-,r .Uu, .Vi/.ir.-ii,, 1.........,r
n-ir". Floren, Vilia-IMI... Doal-Vitla, Ovrirai *
CW| Ipnjnr.i. S.'iinh..f(n, Rlv-Fonu
Puieaielru ? Natal: fVialair-fofrM.
Todos oa curre.01 parirn as 10 hra
t fieai-ralraa.
GaraaauR* : m 1 nttj i-felra
. krrfo, ....,r,..,r.. /.,.-..-
f.'i'i : 'm* i|garta3-r<*irj.
Agaa-Prau,
ki ln>. Krr*ro
da manhia.
AUDIENCIAS DOS TIUHITNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio J segundas* quintas.
Retaceo : tercas-feirai e labbados.
Fazenda : quarlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commerclo: segundas ai 10 horas e quintas ao raeio-dia.
Juizo de orphios: segundas e quintas as 10 horas.
'rimeira vara do eivel i segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas a sabbados ao meio-dia.
CPIIK.IKIUIIIS DO MEZ DE .IWF.IItn.
3 Quarlo ere-reme as 9 horas e 54 minutos da manhaa.
10 La chcia as 6 horas e 48 minutos da manhaa.
18 Quarto mingeme as 2 horas e 30 minutos da manba
25 La nova as 9 horase 6 minutos da tarde.
ol_ PltKAMAIi DE IKME.
Segunda as 8 horas e 30 minutos da tarde.
I'nraeira as 8 horas enf minutos da manhaa
das da semana*
'28 Segunda.. S. Polirarpo : S. Tl.eogincs m. ;S. Mathildes rainha,
27 Ten ... S. Joan Chrisualnmo b. d. da igr. : s. Viialiaiio.
28 (.luana. S. Cvrillo b. .Si l.eoiiid.s, t'laviano.
29 Ouiuta S. Francisco de Salles b. : s. Papias sold.
tit Sella. Dcdicacao da baslica de Pedr. dos clrigos.
31 Sab. Jej. S. Pedro Nolasco : Ss. Tacto m.; s. (cniiniano b.
1 Domingo, i. e ultimo depois de Res. S. Ignacio b. ni.
ENCARREGADOS DA SI HSCItlPfAO NO Mi
AJagoas. o Sr. Claudino Faleao Das : Babia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martins.
EM PF.RWMlll CO.
O proprietariodo DIARIO Manoel Figueiro* d Faria. H .
hvraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFIGIAL
80VEHNO DA PROVINCIA.
Expediente al 27 ato Janeiro.
OnietoAo Exm. bispo diocesauo.Com o meu
nfllcio de 24 de novembro ultimo, transmita a V.
Esc. os raappas que me foram apresenlados pelo
inspector da Ihesuararia de fazenda, relativamente
ao bispado, calhedral, viganos e curatos da proviu-
eia ; e uesla occasiAo pedi a V. Exc. qoa confron-
tando os com o i el.ilono apresenlado este anuo ao
corpo legislativo pelu Exm. ministro da juslica, se
Herviste indicar-roa as inexaeldex que os refer lo-
inappas euulivessem e preeucher quilquer lacuua
que uelles encontraste.
Agora vou rogara V. Exc, que com a brevidade
qoe IIie for possivel me devolva ota referidos raappas,
alim de sftropportuiiainrute salisfeita a requisito do
Sr. ministro da Justina.
DitoAo eomruandaiile da prara. coticedendo, em
vista de sua inforraacAo, a permissAo que pe lm o l-
ente Francisco Bornes de Lima, para demvrar-se
oesta provincia ale que venlia da corte a decalo do
reqoerimentn em que esse ofticial e o lente Jos
Antonio de l.itria, pediram troca entre si dos respec-
tivos coros.
DitoAo cltefe de polica, devolveudo as contas
da despeza feila com os presos pobres da cadeia de
Nazarelh, durante os me/.e* de junlio a novembro do
auno prximo passado, afm de que ordeue ao dele-
gado daqnelle termo, que fac,a desligar a despeza
relativa ao forueclmento d'ugua das deraais compre-
lien lu,is uas referidas conlas, visto que essa despe-
za tem de ser p,>ga pe* muuicipalidade e as oulras
pala tliesmrr.il i.i provincial.
DitoAo inspeclor da Ihesouraria do arsenal de
miriiihd, dizendo licar inleirado deja cstarem feitos
os reparos da que uecessilavam o brigue de guerra
Cearenseu e o vapor Beuertur, menos o concert
to canudo do im-sino vapor por ler elle de seguir em
commissao.
DitoAo provedor da saude do p^rtu, dizcudo
que em 1'.) de dexembro ultimo, approvou a quantia
de nBOOO reis, que a eutumissao de liygienne pu-
blica propz como prero da desiufecrAo de cada ua-
vio.
OitoAo juiz de direito da prjmeira vara do cri-
me desta comarca, dizendo licar iuteirado de lia ver
Smc. designado o dia IB de fevereiro prximo viu-
douro, para abertura da primeira sesso ordinaria do
jnry desta cidade.
DitoA cmara municipal do Booito.ttecebi o
oflicin de 17 de dezembro ultimo, em que assa ca-
mera referindo-se ao meo de |l de selembro, me
eoBsulla sobre o que cumprc tazer acerca dos no-
vo- eteitos para joizts de paz e vereadores desse mu-
nicipio.
Em oftlcio de 2, (> e V de setembrn, Vmcs. me
cnmraunicaram que o juiz de paz da freguezia do
Bonito recusara cumprir a. ordem que es Ihe expedir, afim de qoe a elei;n de juizes de paz
e vereadores fosse feita pela qualiticacao do anno
anterior, valo que licara incompleto o processo da
qualiiicafao do auuo prximo lindo, por mo se liar
reunido a junta revisora, e haver o consellio inuni-
cipal de recurso, fuuccionado um dia -rnenle.
Ue laes iiiformaoip-, que eu devia considerar ver-
daderas, via-se que o juiz de paz, alem de desobe-
decer a urna orrtempusitiva dessa cmara, faaia a
chamada dos votantes por urna lusliticacao incom-
pleta.
Determine'' pulanlo em meu ollicio de 1 ti de se-
lembro que Vmcs, suspemlessem em (al caso a apu-
rajjo final, e ni i eme; l-.-em todos os papis para o
fin conveniente.
Mas receben lo posteriormente as actas dos traba-
Ibos da qualilicarito dessa lrei;ue/.ia no anno prxi-
mo lindo, rccir.llieci q feudo funecionailu a junta
revisora na conrurmidade do artigo 22 da lei regula-
inenlar de 19 do agosto de trtiti, li ando encerrada
no dia i de f**ta, sem que liuuvesse apparecule re-
rlaiiiaeifi argoroa, devia cousiderar-se concluido o
processo de qualilicarAo pura o limde prevalecer na
eteicau de aeltvmbra, de conformidade com a doulri-
oa consagrada nos avios de 12 de Janeiro e 311 de
abril de IKI9, e iiislrocres de 2S dejuuhodo ms-
elo anno, artigo 12.
Em laes circunstancias era manifest que o juiz
de paz seguir o espirito c ledra da lei, embora nAo
desse comprimeuto a urna ordem da cmara em sen-
tido contrario.
Com estes fundamentos e a vista do que u seme-
Ihante resuelto represenlou-me o juiz de paz, deci-
d em oflicio de Oda outubro a elle dirigido, que a
eleii.an de elailorrs devia ser feila pela ultima quali-
licaiilo que eslava regularmente concluida, ainda
quaudo nilo liuuvesse fuuccionado o cooaellio muui-
cipal de recui-o.
Kestava-me anda esperar que fossem salisleilas
as recommendat;ies coutidas em meu ollicio de lli de
selembro : mas em lugar de miiiistrar-iue com a na-
eessana antecedencia os docuiiieiitM eligidos, e--a
cmara deixa passar tres mezes depois da poca em
quo se realisa a apurado final, a s eiilao he que me
ofticia pediudo a solur.lo de un negocio sobre o qoal
1180 ministrou um -0 dado seguro, pois que a simples
i-eri.rri .1" njii ler lira lo completa ultima quali-
licae.iu esta' destruida pela copia aulhentica ilas ac
l'orlariaDemittiiido.de conformidad com a pro- l por conta do governo no vapor Imperador. o ofli-
posta do ebefe de polica, a Manoel Thomgz de Al- eiaes do exerciJo(mencionados na relaclo que remet-
buquerque Maranbao, do cargo de subdelegado da i ta, e bam assim a familia do alfares Joilo Baplista
freguezia de Pao d'Ailio e Horneando para o referido ', do Reg Barros Cavalcanti. I ainbem mandou-se
cargo a Mauoel Cavalcanli de Albuquerque.Com-
municou-se ao supradito ebefe.
DitaAo agente da companliia das barcas de va-
por, mandando dar passagem para a corla por conla
do governo no vapor que se espera do norte, ao aus-
pecada Manoel Jos de Meodon^a e aos menores
que para bordo do mesmo vapor forem mandados
pelo commandante da estarlo uaval.Coinmunicou-
se a este e ao commandante da prac.a.
DitaAo mesmo, maudaudo dar transporte para
dar transporte para as Alagoas ao major do secundo
If.iulU.ii de infamara com sua familia, ao alfares
Jo< Lzaro Monleiro de Mello, a duas pravas de
pret e a diversos volme", coutendo objectos perten-
centes ao mesmo hatalhao. e coinmuuicoii-se todo
ao commandante da praca.
Dita Ao mesmo, mandando que d transporte
para Macei por conta do governo no vapor Impe-
peraior a um eaixuo com a archivo de urna das com-
panlnas do segundo balalllAo de infautara e orna
a l'arahiba por coula do governo, no vapor que se ealder de rauclio. Inleirou-se ao cummatidaole
spera do ul. ao ansperada Melchiadesde Mello lie- da praja.
Dila Nomando a Jo,"io Clirisosluluo Vitaliano
Bolellio, para o lusar de guarda da alfandega.Fec-
se a necessaria coinniunicarilo.
Dita Exoneraodo, de confortnidade com a pro-
posta do chele de polica, do cimo da delegado do
le mu da > mo AutAo.au coronel Tibnrlino Piulo de
Almeida, vislo eslar eiercendo o emprego de col-
lector de rendas provinciacs, iucoinpaiivel com a-
quelle aarxto.Comrnuuicou-*e no referido chefe.
Dila Exonerando na mesilla conformidade, o
alteres Jos Joaquim t^api-drano, do cargo de sub-
delegado do primeiro dislricfo da freguezia de Naza-
relh, visto ler de seguir para as Alagoas.Inleitpu-
se ao ebefe de polica.
Dita Dcmittin lo na taesma couformidade, do
lugar de subdelegado da freuuezia de SerinhAem, ao
bacliarel Manoel Nteole Regu ra Pinto de Souza.
Commumcou-se ao cliefa da polica.
DitaNimio,nulo ao bacliarel Vicente Jausen de
Caslro a tlbuquerque, para o lugar de promotor
publico da comarca de Paje de Flores.Fizeram-
se as necessarias comiuuuicacoes.
SXTERIQR.
ommuoicou-se an commandante da prara.
38
Oflicio Ao Exm. presidente das Alagoas, aecu-
sando recebido e ollicio em que S. Exc. declara estar
promplo a prestar os seus auxilios para o balisamen-
to dm portos de Camaragibe e Porto de Pedras na-
quella proviucia, alim de pnderem ser percotridos
pelos vapores da companliia Periiambucana de nave-
gai;o cosleira, e dizendo em resposta que ja esli
pruinplasas bolas que para esse elleilo se maudaram
coustruir,e logo que o vapor "Ueberibeo regressar do
presidio de Feruaudo para onda foi em commissao,
sera empregado no servido do lialisameuto.
Dito Ao mesmo, lemelteudo o mappa da forra
do segundo balalliu de lufaularia que embarcou o
brigue de guerra Capibaribe, u com desuno aquel-
la provincia.
Dito Ao comrnandanle superior da guarda na -
cinual do municipio do Kecife, recommeudando que
d as precisas providencias, para que nao eontiuiieui
a faltar as palrulba* que se desliuam as rondas das
freguezias desla cidade.Cummuuicou-se ao ebefe
de polica.
Dito Ao Exm. couselliciro presdeme da rel-
celo, declarando que o promotor publico da comarca
de (ioiauna, bacliarel Julio Barboza de Vasconcellus,
enlrara no dia 2U do corraule no exercicio do seu
cargo.Fizeram-se as oulras eoinmuiiicaces.
Dilo Ao comrnandanle da prar,a, recoiniiieii-
daudo que man le por a di da segunda vara desta cidade, um soldado de uaval-1
laria para levar a seus destinos os ollicios a edilaes
relativos h' convocarlo do jury desla cidade.In-
teirou-ie ao referido juiz.
Dilo Ao tnasino.iiiteiranduo.de liaver concadi
do permisso ao alferes Jo-c Melquades Bezerra da
Silva Costa para demorar se nesla provincia at que
regresse da onrle o vapor Paraua, uo qual deve-
r seguir o mesmo alteros para e sea ilesliuo.
Dito Ao mesmo, enviando para ler o conveni-
ente destino a guia do desertor do segundo balalliao
de iufanlaria Manoel Joaquim de Souzu Fcrraz,
vindo do Ceara no vapor Imperador," e declarando
queexpedio ordem ao agente dacompanhia dos pa-
quetes a vapor para per a disposii;ao de S. S. o men-
cionado desertor.Ofiiciou-se nesle sentido ao refe-
rido agente.
Dilo Ao chefe de polica, inleirando-o de liaver
expedido ordena ao inspector da Ihesouraria de fa-
lcarla, para pauar, estaudo nos lerinos|legaes, o prel
que S. S. remellen dos vencimeulos abonados a :t I rior' podero impelli-la a urna poltica aulj-na-
recrulas quevieram do Icrmo de Serinbaem paia o rional a funesta para seus inleresses, e os do povo
I que governa, e as pressoes interiores que paixes ex-
traviadas poderiam exetcer na iivre marcha do seu
governo.
A /tci'tsta de Pars poblici dous documentos, cu-
ja leilura muito deve inleres -ituaijjo d'lPalia.
He urna carta dirigida pelo rei l.uiz l'ilippa. pou-
co depois da revolurao da julbo, ao actual rei de a-
ples, tres mezes antes da sua elevacao ao throtio ; e
a rc-po-U de Fernando II.
Eis a caria de l.uiz Filippe :
u A Providencia sorri ainda talvcz a familia de S.
l.uiz, e cliamou V. M. ao (bruna de aples, quan-
du se desencadea na Europa o furacao revolucioua-
rio.
ii A quebrantada saude do rei Francisco nao po-
dara resistir a todos os choques qoe se rrtizam. e de
que lieos sabe como saldremos ; porm ha lempas
que applaudo a energa e perspicacia de V. M., a
nAo duvido que alravessara' felizmente us dias bor-
rascoso, pois V. M. se acha na preciso de resistir
o mesmo lempo s perigoias insinuares do exte-
serviro da armada.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de fateoda,
remetiendo um trecho do relalorio da cominis-Ao de !
evame do arsenal de guerra, alim de que pela conia-
doriu daquella lliesouiaiia, seja dado o UlICCIMIlil
balance para determinar a parle do alcance do al-
movarife .lo ine-mn arsenal, Hernardo .luso Marlius
l'ereira, conlorine prop- a referida coinm'sao.
Dilo Ao mesmo. dizendo que a vista do relato-
rio aprasenlad pela commissao .te examu do ana
nal de gueira, do quol c.mala que ficaram lindos os
tiabaUos de que se acliava encarregada, re-olveo
considerar exmela a neiDN couiniissAo desde e da
Si do correulc.
DitoAo mesmo,rccomiiendando a expadleXe de
ordens para que em cumplimento do aviso do
taa a que a cima me releri, e que ilevu considerar
verdadeiras emquauto se nao provar o coulrariu.
l'arnbem carecem de provas os fados allegados por
Vmcs. em suas informaces de ;l e I de outubro,pa-
ra mostrar qoe nAo foram observados os preceilos
legaes na qnalilicarao do Boulo.
I enho pois de determinar a essa cmara, qoe d
posse aos novo eleilos para juizes de paz e vareado-
res na couformidade do artigo 1(1.') da citada le.
Esta minha decisAo, que deve ser execulada sem a
menor demore, nAo impedo que Vmcs. me remel-
lara quaesquer provas eonlra a liglimidadeda elei-
9,80 de que se lra(a. e me drclarem com a precisa
mdividuav'Ao os motivos de iucoinpahhilidade qneaf-
lirinam eiislir contra alguns dos funccioiiarios ulli-
luainente aleilus.
miuislerio da fazelida d- 2:1 de de/.einliro ultimo, <
segundo escriturario d'aquell.i Ihesouraria Manuel
Mamada da Silva CoMa, parla para corle mide de-
vera licar addio ao thesouro nacional, devendo S
S. mandar abonar-llie a quantia de HtljOOll de atil-
da de cusi para as despezas de sua viagem.
DitaAo iuspeclor do arsenal de maiiuba.O
c m-iil ingle/ em ollicio que dirigi ao presidente
da coiiunissAo de hvgieue publica, queixa-.e de que
lioiitem dous liumeus da IrpolacAo da galera iugleza
Sera/na, atacados de febre amarella foram, apezar
de eslar ebeia a mar, desembarcados na llha do
.Nogoeira e obrigados a andar a p e expostoa ao aol
al ao lazareto, oude clicgaram em um estado de
fraqueza extrema.
Kecummendo a Vine, que mu terminantemente
ordene ao palrao da lanclta'qoe conduz os doenlea
para o lazareto que compra fielmente uquelbe lera'
sido determinado pela provedoria do portas, a lim de
que se nAo reproduzam factos como este.__Nesle
sentido ufliciou-se a' meuciouada provedoria.
DitoAo director das obras publicas, concedendo
a aulurisac,Ao que pediu paca lavrar o lermu de re-
cabimento definitivo da obra do aterro e empedra-
^ j maulo da segunda parle do primeiro lauco da es-
s
JH VIDA M ORREIRO SLISSO-
por KsrEv.ui' Estas.
tu
Con*erradnre* e radkaes
Passaram-se cinco mezes.
loda a Soisa levanla-se contra os Jesutas. Com-
bata-se pelos jornaes al que os cnlriies tumem par-
le na lula.
Os partidos loniaram-se inaii implacaveis do que
nunca. Todo* os das dAo-se conlendas as hospe-
darlas. Agora b qoe alo uscessarios os bilheles de
conliisAo para obler trabalha em casa dos conserva-
dores, niianln aos radicaes Itaa he mais fcil ou dif-
ficil segundo o temperamento : nao cuidam em ou-
Ira consa senAo em gritar muilo as mas, frequrnlar
os boteqoius e as hospedaras, e contrahir dividas,
declamando obre a emancipscio dos pjivos' s'oiiriToV
-giireiits -lf*>U2TOI]4'bre,*. pTJidica universal,
com acompauliafliento dos gritos pouco republicanos
de : Morr un os conservadores O pobre sapaleira
be agora mais claagracado que nunca.
I'erdeu a freguezias de ambos os partidos e nao
acha mais quasi nenliom trabalbo.
Fol obrigado Irabalbar de jomad em casa de om
remendao para nao morrer de Tome.
Repugna a soa iialurc/.a recta c nobre a hvpoeri-
sia continua, acenaria para ser aeceilo pelos .lesni-
las e pelos seu aUiadea, os conservadores ; o sapa-
leiro revoltou-se contra o oflicio de espia, ao qual os ptusava a noile copiau.lo musir para Erkeiss, direc-
Jesuitas leriam dado sua prolcedo para recompensa, lor do coro da calhedral, o qual pagava-lbe esse ser-
se Pedro livesse sido capaz de arceita-lo. ( vijo por menos de seu valor. Ee trabalbo mala-
Irada do norte, passaudo ao mesmo lempa o com-
petente certificado, a lim de que o respectivo arre-
matante poeta haver da lliesooraria provincial, pa-
ra o que licam expedidas as convenientes orden, a
importancia da ultima preslaeAo rio sen contraa. '
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial,
recommendandoque faca sobr'eslar na praca da con-
servacAo parmaneule das estradas do lurte e sol, e
do lauco de estrada enlre a cidade de Goianaa e a
ponte do llujary, e remella os respectivos ornamen-
tos a' directora das obras publicas, alim n> aeren
reconsiderados.C-inimuiiicoo-se a menrioiada di-
rectora,
l'orlaria Ao ageule da rompanlna das barcas
de vapor, recommendaudo a er.pedii.-Ao de suas or-
dens, para qoe sejam transportado- 'a seus destinos
se viver ; nAo deiejava outra cousa seoAo a liberta-
cao daquelles que va padecer eomu elle, e um im-
pulso forte dado a industria teria salvado maioi nu-
mero 'dalles do que palavroes muilas vezes vaos, eeic-
pre mal cuinprebeudidos e adulterado em sua ap-
plicacAo.
I'edro .Mopbr era pois su-pei(o.
I nilia um r mi ira la, obren,, como elle, do qual
ja fallei. Claudio Bardy era o roturaste vivo do
amigo; era (urbuleiKo, orador, amador de viuho,
preguicoso, lanesva com firmeza imperlurbavel os
palavroes do vocabulario democrtica human u
phrases impassiveis; eslava sempre promplo para
riniibaler pela emaucipacAo do genero hniiiano, sem
^o menos aber o qoe significa a palavra : emancipa-
cao ; nao saudava jamis os fradei, eslava rondem-
nado pelo parlido conservador, leudo alias boa uatu-
reza ; era um dos cheles e um do* guias do pailidu
radical.
Es-e Uauudio Bardy Ufada ao pobre Pedro orna
alleicAo, que paracia verdadeira. Tentara muilas ve-
zes por mil ineios.leva-lo as reonioes bacchicas do
parlido nirereceiido Ihe regala lo ; como Claudia
llardy nAo Irabalbava, raras vezes raltava-the o di-
nbeiro. Pedro Moehr oppozera asmara .is instancias,
do enmarada urna deesas resistencias braudas e ira
balaveis das nalorezas liudas.
ClaudioJl>CTh- oefeudia mollas VHW^o pobre l'e-
dr.ijraqiin,|,iera atacado ue?sas reunioe-, ^-a*61l^|dli.
de espia dos Jesutas.
Mas isso nAo servia de grande so-cono a I'edro
Moehr, e elle via com terror ebegar o dia em que
o- dous irmAosseriam obrigados a dormir sobre pa-
Ihas, por ler-se vendido seu leilo.
Alem dalo, eomo os pobre* sao os privilegiados
do destino, o iruiAo de Pedro adeeeera havia um
' luez. c de pericia com urna das molestias de paito
Icommam em Friborgo, as qoaesa nutricAo e o vi-
I nbo generoso Tazoin parar militas vez'es ao co-
' meco.
Pedro liabalhava de dia em casa do remen-JAo, e
Sei lodas as insinuacoes c lodos os consellms se-
veros, com que se procura compromcller a- V. M.
I em urna potilica cesa : porm lambem eslou seguro
(daqoaV. M. lera'lana firmeza como disencao,
para se nAo deixar dominar.
Achamu-nos em urna epoea de transilo, em que
muito a muido convm ceder aluon-.a cousa, para
nAo deixarmos qoe nos arranquem ludo ; e compra-
'er-me-bia em extremo, que V. M. doixasse um
syslema de compressao a violencias, que lanos dias
de angustia den a sen defunlo pai, e que frequenle-
meute desterrou o lorrrio alfgre d is labios de Fer-
nando I.
Se V. M. imitar um poueo o svslema da Fran-
ca ganbar.r muito com isso, pois sacrificando urna
leve parle da autoridade, allian;ara' a paz do aeu
laiuu e a eslabilidade de sua tynaslia.
SSo lAo prouuHCiados e accumulam-se lano em
Italia os symplomas de agilajao, que he de temer
orna explosAo mais ou menos prxima, segundo a
precipitem ou retardara as medidas demasiado vio-
lenta do principa Melernicb.
V. M. sera' vencido se nao se prepara a lempo,
e a sua dvnaslia sera' ame.icada pela mrente revo-
lucionaria, ou pelos meips de repressao, que quejra
emprear e gabinete de Vienna.
i V. M. poderia salvar ludo, anlecipaudo-se vo-
lonlariamenle com prudencia aus desejos e neceisi-
dailcs de eu povo. pois se a revoluc.Au rebenU na
Italii, a Austria querera' obrar como -eubora alxo-
lula, e eu me verai obrigado a Tazar o que a tolo o
custo quizera evitar; e estou seguro de qoe sa os-
lo a luglaterra se me nao adiantasse, me nAo deixa-
ria s ; pois nem ella nem eu podemos permiltir
que a Austria aslenda mai* a soa influencia na pe-
ihii-uI.i italiana.
l)isnai-vo, meu irmAo. primo e chariasimo so-
brinho, lomar em consideravAo o desejo que lenlio a
dita de exprassar a V. M., e de acreditar na minha
experiencia.
Miz FUippe.
O rei uo aples responden. :
tusse com o lenco ; mas Pedro adevinhava-o, e tica-
va para morrer de tristeza.
Era um domingo dos primeirus dias de invern.
Essa rigorosa eslacAo fatal aot pobres, lie aununcia-
la por mu ventu fri, que ha de trazer ainanhaa a
nev. As ras de Fnburso aemprc animadas no do-
mingo, agora eslao desertas. As lamillas occullaram-
se alraz dos enormas (unios de louca, que mbsli-
ttiem na Suissa as elegantes charr mps' Iraucezas. Os
mocos eslAo na hospedara. Vs du s hospedarlas mais
Irequeiiladas de I riimigo sio a los Cupiiore na
roa de Llamona, na qual MOtMU'M os con.ervado-
res, e ua parle alia da cidade o bnlequim de \abol-
I:, onde ajuulam-se os radicaes.
Entremos na primeira deasas bospedariis polilieas,
na dos Curadores.
I ma sala adornada conforme a moda suissa de
pinturas as paredes representando cenlas, ou a
eterna epopa de tioilhermeToJI ; em tomo da sa-
la mesas roberas de garrafas ; DTj meio o tribunos
e aquellesqueos ouvem, e em vez de atmospbera
una nuvem compacta de execravel fumo suisso. Mu
se acbam todos os cheles e todos os soldados do par-
lido conservador, embregados pblicos, eaixeiros, fi-
Ihos de patricios, e poucos obreiroa ; o po\u be sem-
pre por toda a parte republicanu, porque tem espe-
ranza ; uu* jogam os toroljagmjto usados na Suis-
sa ; outros fallam d
Para imitar a Franca, se he que a Franca pode qual sem duvida morrera. I ma postura da cmara rias ficara' solada como o inventario dos nicos re-
ser um principio, lena de eugulfar-me oessa politi- I prohibe o andar uas ras e pontes da cidade a ga- \ cursos daquellas inlelligencias que tanto despreanm
ca dos jacobinos, pela qual o meu pavo fui mais de j tope '.'.} esle pobre Diario.
urna vez traidor a' causa du seus reis. Consta-nos, que em cerla ra, cojo nomc tem .. i
A libardade be fatal a familia dos Bourbuns e um T reune-sc no fuudo de um arma/.em (odas I
pela minha parle eslou resolvido a evilar a (odo o' as noi(es, desde o pu> du sol,urna sucia de vadios, a
(ranse a soie de l.uiz XVI e Carlos X. O meu po- darem grilos extraordinarios, e i dizerem os nomes
vo obedece a' larca e se liutnilha ; porm ai delle se i mais indignos da se ouvir. Por cerlo qoe o dono '
se levantar impellido por esses delirios que sAo'lAo delle, o Sr. A.... uAo sabe disso, porque sa o suu-
bellos nos ser mes dus philosophos, e impossiveis na i bera, ja de lia muilo linda po(o um fimo essa
chirio das pessoas diariamente insulta-
das, e dos epithetos para isso emprega-
tlos peloLiberal Pernamlmcano
depois da cleir.'io de setemhro.
Dia 2 de Janeiro.Foram atrozmente i'osultados
pratiea.
o Com a ajuda de Dos darei ao meu povo a pros-
peridade e recia adminiatraeSo, a que tem direito,
porm serei s e sempre.
< O meu povo nio (em preeisao de pensar em po-
liiica, eu me encarrego de velar pelo seu bem eslar
e disnidade.
O meu reinado herdou muitos rancores, niuilos
deteju insansalos, tudas as fallas e traque/.- do pas-
sado : e eu hei de restaurar, e uAo o poderei tazer
senAo imitando a Aoslria, sem me subordiiur as suas
voo ladea.
Os Buorbons sau velhos, e se qoizessem mode-
lar-se pelo padro das novas dyuaslias, seriaro ridi-
culos.
a Faremos como os llapsburgos,alraicoar-nos-
ha a forfuua, mas alo seremos no* mesmos a enlre-
gar-uos.
Comtudo, conle V. M. com as nossas mais vivas
sympalbias, e com os mais sinceros desejoj que uu-
(ro, que cousigaes dominar esse povo ingovernavel,
que cooverle a Franca em acaule da Europa.
Feruaudo. a
Hraz Tizona,
pa
i uomcadameule n- inembn do ministerio, do par(i-
Idogoabiru, o Exm. presideule da provincia, e por
- lio,, be o segundo e ultimo espectculo do' alluss Cnll,,j(las 1(; >, _
viodeville pastoril no Ibealro de Apolo, a pedidn de ri..^ f,..., ,.____ .
v y* uu, uc riosos roram perversos aventuremos, espoletas ga-
muilas pessoas, amantes da, artes, e que souberam nfMdoret| fac,1o bru(a|, ilBpio. ,(heoS, venal, la-
aprecar e,se innocente passa-.empo, que fez, pela ficante. ser,o.Euzebiano, chefe, e protec.or de afri-
PAGINA RVULSA.
12 ^Al
Commummenle se diz que a virlude he ama-
vel, e que a surte de um liomem virtuoso be ditosa.
Cr-se que elle esculheu o tnclhor parlido, admira-
se a (rauquillidade de que goza ; iuveja-se a sua
perseverancia, e iiingiiem ha, por mais pervertido
que seja, que au deseje morrer como o juslo.
A virtude he a luz da razAo, sem ella o homem,
laucado no mundo, su eucontra escabrosos (ropeco*,
parigos immeiuoi. Sem ella um passu ola pode dar
o homem Beata pelago immeuso do mundo ; a cada
lenlaiva que lizer se Ihe apre*entarAo mi Hies de
contrariedades.
A virlude {>or mais austera que parces, faz gozar
verdadeiros prazeres ; r- nao lia felicidade perfeila
nasle mundo. e nAo paca as pessoas, cujo primeiro
e nico brdalo !le a virio de.
Desde que um homem be verladeiram ente vir-
tuoso, logo se torna doce, Iral.vel. humilde, bulo,
olliriosn. e se applica detrai a obiigaces do seu
primeira vez, realcar o talento scenico, que, em al-
gumas de nussas jovens patricias, comeca a brotar.
i.reir.n. que a influenciando sa arrefecera. (anlo
mais quatito o Sr. Sania Rosa deixou de ir para e
Poco, alim de salisfazer aos repul los pedidos.
- Ilonlem pela I hora da (arde na pon(e do Re- ^.rvi|
cife, expirou.pelo arrebenlamenlu de urna aueurbis-
ma, um prelo qoe pur all Iransilava.
Hospital de caridade : Dia 29, evistiam l bio I, morrea t, exislem 66 docnles.
* Al amanlia.
KEPARTigAO DA POLICA
Occurreucias do dia 29 de Janeiro.
Foram presos : pela subdelegada da freguezia
do l;le, Cypriana Maria do Rosario, por iosul'os.
Pela sobdelegacia da fregoezia de Santa Anlouio,
o prelo eteravo .Manoel, por furfo.
E pela aubelegacia da freguezia de S. Jus, Fe-
lisberta Femaiides I'drosa, pur iusullus, o prelo
escravo Jos, pur fgido, a Jos (jomes das Neves,
pur desobediencia.
de 1S57.
Illm. Sr.Tendo o Exm. Sr. conielheiro presi-
dente da provincia resolvido pur portara de 28 do
correle exonerar a V. S. do cargo de delesado
desse termo, pur ..rem as iunecoes do mesmo cargo
incompaliveis com as do emprego de colleclur de
rendas provinciaes, que V. S. exerce nesse munici-
pio, assim Ihe o communico para seu coohecimentn
e alim de que passe o archivo da delegacia ao res-
pectivo supplenle.
Fazendo-lhe esla communicacjlo.julgo que faltaria
a um aclo de justicia se deixasse de agradecer a V.
S. es bous servicos que presin depuis que me acbo
exrrendo o cargo de chefe de polica desla pro-
vincia.
lieos goarde a V. SIllm. Sr. corouel Tiburliuo
Pinto de Almeida.O chefe de polica, Dr. Poli-
carpo Lopes de l.cA.
N. II. A senliiiella que se evadi com o preso da
cadeia da cidade de Goianaa como luuitein ifoi 'pu-
blicado la foi raptnrade.
caistas, letro corraptor, perversa, orgulhoso, espe-
culador, te-temunba falsa, atroz carrasco, oppressor
dos l'ernambueanos, vil sele liuguas, paleta impos-
tor, delapidanlc, bom galunador. lorpe corroplor,
poluto, sacrilego, prevaricador, vil carcleiro, sevo
ic,oeiro, capi-
(Ao cachorro, fero matador, cafre ganhador, lenega-
do, animal traidor, mauboso foveiro, vil, fusco, re-
fere-se a cor, gozo adulador, rerol de sapateiro,
referc-se a corpapel.de embrulho, vil provocador,
infame, espoleta, Tartufo impostor, immoral, hi-
pcrita, asno escriplor.
Dia .Focara doesladas, e annalvsadas em suas
vidas privadas qualro pessoas. designadas por seas
prnprios nomes : lanc,aram-lhes entre oulros epi-
Ihelos as deanalphabetos, ignorautes, carrascos,
etc., etc. Conlinuaram os iusultns, doestos, e im-
properios a pessoa do Exm. presidente.
Dia 7.Foi insultada por seu proprin uome urna
pessoaos epithetos mais usados furamindigno
da eslima publica, inslenle, descommedido, baixo,
comportamento igual ao de om selvagem botocudo,
estado. Nealiomi constancia ha na amisade, ne- | TI~ "i~1 -------------
nlium.i lidelidade no cummercin, neiihiima probi-I -ivtllP'S? P*f 'A?tV1fl-c- ttUfttC0*
dade ua vida civil, se n.1n he fundada na virtude. I
A pieda te Ira/. coiiisigo'tTb un raciocinio, a rectnlo.
a apnlicacao e a iuduslria.
Bem longo de lomar o homem nlr.il.ivel, nada
ha mais proprio para o civilisar do que a verdadei
ra piedade. Observai um homem dieaolaio : elle he
imporluno, incivil, precipitado, phaulaslico, vi-
lenlo, desleal e viirgalivo, de nada mais serve que
para esgolar a paciencia dos oulros. t.'ma mullirr,
nao tendu piedade, be v.ndosa, ociosa, caprichosa,
dura para cora seus domsticos r lilhos, t urna pe-
sada cruz a seu marido. Mas se esla* mesmas Tpes-
soas abracarem a piedade, lurnar-se-hao allaveis,
racionaveis, moderadas, benficas para ledos, zel i-
sas de suas ohrigacSes, ra'peilaveis em seu* es-
lados, dignas de esliroacAo e veneracao de lodo
mundo.
Lm ente sem rirtode he om baixel sem
em tempesluoso mar.
Busca ser virtuosos, [ ara que nao encontris dis-
sabores em vossa vida ; alim de que na morada
celeste goze* dos ben, eservsajos aos virluosoa.
AmanliAa ha brilba tes corridas lio ("acTia7!ia:-f-l'.e aP0Illam0* em cada urna das relares.
distinctos'cavalleiros eslSo dsposlos ;
experimenla-
rem seus briosos ginetes: o povo, felizmente, vive
tranquillo, apreciando as innocente* dislracccs da
fes!a.
Nao he de boje qoe lamentamos as correras de
eavallairos a carros n.is ra* a pontea : tambem nao
he a primeira vez que registremos on nossa 'agi-
na casos dignos de um punco de allencAo. Duas se-
manas lia apenas, que um menino fui pisado no pa-
leo do Carm.i, ja agora temos de dar conla de mais
um esluuvamenlo dos boleairos. '.i-mila-feira. noi-
le, a lauca deom carro,que precipitadamente cor-
ra pelo aterro da Boa-Visla, deu lo forle encon-
IrAo em um ca vallo, que, montado por um negro,
tambern corra em direcrAo inversa, que enlerrou-
se-lhe pelo peilo, resultando um grande mal, do
esteuder sobre a Suissa a de*ordem e a auarchia.
Vivan os Jesuilas viva o partido conservador !
E serio restabelecidos os direilos das familias
uobres, gritn um bumeinzinho, lilho de um car-
niceiro enriquecido, a que assiguava-se : o Sr. de
Ret.
K os applausus li/.eram resoar a sala olre esses
lidalgo's lilhos de obreiroa honrados, que elles re-
uegavam.
Senhorei. hradou una voz trmula
Serrelaria da polica de l'ernamboco Hi de Janeiro "traficante da repulacAo alheia, menliroso. euuucho
dos pre-nlente*. etc. etc.
Da 8.Conlinuaram os doestos a mtsma pessoa
iusullada no da antecdeme, c de euvnlla rom es-
sa pessoa, fui calumniado, e injuriado o Exm. pre-
sdeme da provincia.
Dia 12.Foram ridicularisados, e doestadoa por
seus prnprios nomes } depulados a assembla geral :
os epithetos foramleproso da deputa<;Ao per-
iiamburana, pedra de escndalo, representante das
loipezas, da corruptAo, e do crime de piralaria,
avemureiros, verdadeiras nullidades, represenlan
les da fraude, e das videncias indignas, e repug-
nantes, grasnadores, etc., ele. Conlinuaram a cho-
ver nesse dia, bem como dos anlecedenles, insultos
a pessoa do Bita, presidente da provincia.
Dia II.Prodigalisaram-sc insultos ao parlido
conservador, dzeudii-se que se c.nmpoe detralica-
dorea, venaes, aduladores, pelulantes, inlricanles,
atrevidos, reo* de polica. Conlinuaram os insultos
ao Exm. presideule da provincia.
Da 16.Foi iusullada uomradamenlc urna pes-
soa caracterisada, com os epinicios debaixo, r
vil instrumento, astoateado,etc., etc. Continuaran!,
como nos dias anlecedeulcs, os oaallaa os mais as-
querosos a |ie*sua do Exm. presidente da provincia.
Dia 17.Km um oojen'.o, e asqueroso artigo, em
que S. JC\c, o presidente da provincia, he alroz-
meiile insullado, iu diz, que o pal n n ala presiden-
cia fie aameate Irequentadn por ljdres, prevarica-
dores, e assassinos.
Dia 19.fin un versalfiala foi insullado o pre-
sideule da provincia, com os epithelus dedador de
bailes a rusia du diuheiro da nacAo, fazendo-os pe-
las despezas secretas da policafaz de parolio em
jogo, manequiui, areliquim, sceleralu, ele,
le, etc.
Dia 21.Coniinnaram os insultos os mais asque-
rosos presidencia, e ao parlido conservador, ou
goabira': os epilhelos foram quasi os mesmos do dia
antecedente.
Dia 1.Foram insultadas duas pessoas ; ama
por seu proprio mime, e outra por allusoes. T' -
bem u foram nesse dia os mambros da r
nicipal desla cidade, nuer os da trai
quer os iillimamenle eleilos ; e os a
parlido conservador : os epilbeto los
foramhomeus indignosqi*
mente cum os lugarea que e f
evlraviosde dinheiros pufi ia_
cJjadcviVvorporaAoondeha melueiras, e infamias,
perversa ereTtrjtardemarolisado, envollo na cor-
inpc.io, pervertida faccao, bolieiro, imposlor, sele
lioguaa (allusAo ma' gente, prfido, relucante na
torpeza, e irati muci :-, vis escravos, criminosos de
REC1FE, :WDE JANEIRO.
A baixo sesuea quarta relarao que publicamos dos
mullos, e descomposturas com qoe Liberal quo-
lidianamenle provoca a nausea de lodo o homem
de educacio,a cuja vista pude ebegar. A primeira
relacao comprehendia SJ pessoas iusullada-, a se-
gunda 91, e a lerceira .77. viudo a ser 230 a* pes-
soas insultadas deda II de selembro, ale 31 de
dezembro, isto lie, em 92 nmeros daquella folha.
A quarla relacAo, que-hoje publicamos, contem \i
pessoas insultadas por seus proprio* nouie*, ou pur i b'rpe
appelido*, ou alusoes condecidas, afora sempre asi
que ata comprebendrdas em corporaces. racas ou I
cores, familia*, reparticoes poblicas, ou partidos |io-
0|lilicosaqiieperlenr.am,afi.ra o Exm. presidente da
j provincia, e u imiiiiterio. Esla quarla relafla com-
governu, I'rebende 19 nmeros do Liberal, que lauto- vAo de
l'ia \.Itepeliram as mesmas injurias, a alto- e-
do dia antecedente contra praitiros. Redobraram de
forcas os doestos, e improperios cootra passoa do
Exm. presidente.
Dia 2li.Os mesmos doestos, e alltrtoea do da
antecedente. I'.equinlam progressivaraeote loa in
ullos au Exm. presidente.
Dia -27.Fui insultada por seo proprio oome orna
pessoa. e por allusoes um praieiro, aotigo chafa da
praia : os epithetos foram. homem a respeiln da
quem correm na provincia historie- curiosa-, e lo-
nebres, emprecado relachado. escandaloso, a-.-af.i-
no, vendido ao governo etc., etc., ale. i.oniin .aram
os iuiullos a' presidencia.
Dia -28.Foram lambem insultadas por ,.llus *- 9
pessoas, e urna por seo proprio nome da eovulla
com essas pessoas foi lamliem insoltado o prasideola
em linguagem purquissima : os epiihei... furam
alheoi, republicano*, cummuii.slas, inlrodoctare*
de -.dulas falsas, coulrabaodialas de Africano,
falsificadores de firmas, prevaricadores exneilidne
de reparliciies publica-, iulrigaulrs, apwtatll. as-
sassinos, bastas, bebddos. Foi lambem insoltado
um membro importante do parlido praieiro. a quem
denuminam de comprada, pubre gosoalc. ale,, etc.
C^ommuuicn)oi5.
2 a 2K de jaueiro, us quaes sommados com os 92 Hu-
meros das Ires primeira relacoes dio III, c cora-
prebindem 272 pes*oas insultadas com os epilhelo-,
usados as ribriras, mercados, cocheiras c ajougues,
KOaM trela tem sidneujoativa, porem os leitores
lem-se convenciere de que jamis se reclamou a jus-
l5a da opiniAo publica aprese!l2.ndo-lhc provas
mais persuasivas, porque ellas sAo palpavisyraceia
de verificar e impossiveis de refular.
Drsejaramos que a esla eslalislica de iiium ralida-
de, e ni ni go.i.,, a.csle documento da ruin lade da
causa, e da inaptiJao para tazer o bem, se nos op.
TIIEATRO DE APOLLO.
Moje (em lugar nesle thealro o segundo especia-
culo pastoril sob a directo do artista dramtico San-
ia Rosa. Os estorbos empreados por elle nos eo-
saios para esle segundo e-peclaculo. fazem aaporar
um brilhante desempenbo. A falla da concurrencia
esmorecer esse laborioso arliata, ao passo qoe orna
elidiente recuperara as immensas despezas fettas. O
bom desempenho do primeiro e os novot eu-ain-.
tornaran mais completo e fulgurante o presente.
Ainda urna vez pedimos a proleccAo para o nonv,
patricio, que sempre se acha promplo a miiotsear-
oos com variados espectculos, toda vez qoe o nosso
thealro se acha a' bracos com o encerrainenlo de ana'
portas.
A protectao que se da aos bous artista* ha aa> tri-
bu lu ao mrito.
" fileclanle
l.endu honlem no seu jornal om commomradu a>-
siguado pelo htpeclro de S. redro, nAo podetros
deixar de lanzar mAo da penna para dennos una
resposla em parle a esse Sr. espectro.
Amigos, como somos do Sr. Coimbra. podanwv-
Ibe asseverar, que esse senhor se acha lulriramriilr
-ati-leilo com a parla que Ihe coube na comn-ialna
aqui organisada pelo agente do Sr. JoAo 'aciago do
Sanios.
Couhecedor como ha o Sr. Coimbra.jamais -.que
reria iaualar aos artistas, viudos do Kio ; avallando
elles pelo bom mime que sempre go/.ararn no Rio e
Rabia, jamis suppor-se-hia capaz de rivalisar ,orn
elles.
Apezar de ler alguns anuos de pralica da arte dra -
malira. o Sr. Coirnhrai deeejs, tr,.balhando rom
Sr. I.o Caelam, nAos gaoliar o arrimo paca soa
ramilla corno lambcoi tomar algmuas liccies cura es-
se portento da scena.
Julgamos que sao essas as opiiiioe- do Sr. 'laiim
bra, C lano m.u- o cierno-, quanl -impie o cuh<--
ceinos despido de orgulho e filauria.
0 aini:i'< d'i mrito.
pozes-e urna eslalislica -me I liante dos argos em allos crimes, barros jangidos ao carro dos corrom-
qoe o Liberal lenha tratado em Iodo aquelle peno- pidos, piloto traficante, gente fraudulenta, navegara
do de quesloes serias, de objectos de ulilid ule pro-
vincial, ou geral, de instiluices que promovam o
bem eslar, a moralisacAo, a educacao das classes
desvalidas. Ao menos o mal leria sido compensado
com algara bem, nas eremos que esla luva que ati-
ramos nAo sera apandada. A eslalislica das inju-
Lendo honlem o seu fiiario.nrlle deparamos com
um communicailo no qual se Irala dos adore* desla
provincia. I'or cerlo que esse Sr. espectro n* e-la
a par du que lia prlo Ibeatro, senAo nao laucara
mo da peona para tratar de assumptu lie mlin-
drozo.
A raigo como somos dos ajjlores desla proviocia,
nAo podemos deixar passar sem respo>la eo com-
municado para que uAo vcnliam es-es adore a
otln i com a ni.-eipii..cao desse rommonieaatr.
Jamis os Srs. Coimbra, Rozando. Lima, Sania
lio.a. e a -ra D. Jeaoioa aspiraran! mai do qna
iiiereciain. Coohecedores do sen talento etles aspi-
ravain obler do Si. JoAo Caelano dos Sanios na lu-
gar na cuaipaohia, alim de, Irabalbaado com alia,
nAo su gao bar en, o. meios de sulnisteucia, bem lomarem Iiccs com Mo distinelo mestre.
O Sr. Jos l.uiz, enviado pelu Sr. Joan Caelano.
so Irona ordem de chamar o< adores, aqui eiislao*
les e dislriboir-lbes parles, para que. qoaodo elle
rieaae, assisdndo ao ensaio e avallando o -ueni de
cada uro, ibes marcasse ordenado-, e eserintaras-
se-os. _____
A falla de nao aabe
procipilacAo,
'o o que se tem pes-
espeilo. lu quera dccarrelou enm a sua
<> apreciador do mrrilt.
-..
\
va-u ; mas elle achava novas forcas em sua dedica-
cAo ao irmAo.
Quinto a F.lisa, seu nome era ainda a estrella do
pobre ulireiro porm sua lula afanosa de cada da
pouco lempo para a- iMdUicSeaj amo-
Elle tiuha [mis perdido lulas as pessuas quedavam-
Ihe ubras nesse parlido, e enlre ellas a familia (irau-
serl.
V Du lado dos radicaes havia ainda alsumas almas
ge.neru.a- que iiileressaram-se por elle em palrvra; deivava-lh
ma- Pedro Moehr nao eiilendiajuada da emaucipacAo rosas.
mtellevclual do- povos.lda grande lula do fuluru con- J Os pubre- njo lem lempo de amai b contempla-
Ira o pa*ado. 00 lodos es.es palavroes com que Iba cues ociosa*, n os i.ios desesperos do amu calain se,
alurdiam oa oovido*. quaodo u estomago sola cu cuto agudo na lula mi-
l'edro Moeber alo sabia gritar forlemeiile na pra- placaval para o pao quolidiaun.
5.1 publica, nem mendigar pua a mande obra das | Apezar do trabalbo sem repou/o, apezar das vigi-
regeueracoes suciaes -. nunca la ao bnlequim, Dio be- j lias prolongadas, falla va muilas vezes o pao na pa-
bia viuho ; ilav-se por feliz quandn lilil a pfin bre hahilacan do dous raos.
Nunca era visto a reanoaa em que bebia-e mu- E Adolpho eontinnava a loeair.
iscole->o o ultimo discurso do Sr. >\'cck, o mais
obsliua e mais curio de laleolo dos cunservalo-
res ; coudemi,a-se ao Sr. YVelzel, ruarle poucu de-
pois, e que era entilo o mais nolavel dos oradores de-
mcratas ; lamenta-se ao Sr. I'age, o mai- profun-
do pensador du Conselho, e homem adorado pelo
paiz inteiru. em razAu de sea>espirito, de seus conhe-
ciiueiitos e de sua benevolencia inexgotavel.
A conversaeAo cuntida alo eulAo era limites decen-
te*, aquece-se e azeda-se lego sob a iolloencia m-
gica das numerosas lihac/ies.
Kio falla-se mais, griia-se ; 11A0 se discute mai,
coii.lemiia-se a' raorte. E as injuria* dirigida aos
radicac* ausenles, as vnriferac.iies, os gritos de loda
a especie escapara de todas as boceas.
O mais turbulento da assembla he sem contra li-
c.io um mancebo de enlatara mediana, cabellos loa-
ra) 6 crespu*. reato suHrivel, mas lomado feio por
1111.a expre*s,lo de faluidade iiisupporlavcl. Chama-
se Erneslo de Slarkliu, licenciado em direito. I orna-
ra de ba Minia le o titulo de viscinide, se a lano
se alrevesse ; porem o de ja' allrahio-lfie tantas gra-
vla, que elle nao anlmoo-se a passar aleta, lilho
le um notario qu- ajuutuu .ligninas ecniuunu*. Er-
neslo de Stackliu diaaipaa-aa quasi todas percorren-
do a* universidades da Allemanha, uas quaes soa
talo, lade cresceu na razAo inversa de seos couherj-
inenlo.
quandu a
reacrjAo do enlliusiasmu Iruuxe um iiinmeiilu de si-
lencio ; seuhores, nao dissimulemus que u iiiomcnlu
he grave. Os canlnes protestantes, chegaram as ul-
timas extremidades. Seria lalvez prudente que se
lizessem algumas conces-oes...
>ada de couce*sOcs :ritaram muilos.
l'erdoem-mr, seuhores, (ornou a voz aguda,
cuten tu por conccsses...
A' ordem! nadi de ceocesses! bradaram
outra vozes.
Enlrelaulo, seuhores, replicn anda a mes-
ma voz apezar da lerrivcl ameaca que acabava de
soar-lhe aos ouvidos, pmleriainoi deixar
.ios ecclesiaslicos e aos Jesuilas...
O orador nio poude acabar. I m lumullu espan-
losocubrio-llie a voz. O 1 fislinado rouciliador ou-
vioas palavrasde es|iia dos radicaes, renegado, li-
beral, impo, r.in.iib 1, ele, etc., foreoarem uma
uu mar da rorropc;ao, bando per.erlido. Conli-
uuam os mais asquerosos insullus a pessoa do Exm.
presidente.
Da -23.Fizeram-se allusnes injuriosas a alguns
membros do parlido praieiro, que uAo eslAo cum os
redactores do Liberal Peruamburai'O.
amigos radicaes proposlas Ido ousadas, quanlo lia
viam sido cniciliaduias suas ialences uo club dos
Conservadores : mas elles cunservavam-se .ir.,ule-
lados.
A assembla radical sabio ponen depuis em humil-
lo do bolequim INabollz, e dingo-se ao bolequira
jluller. Alguus oradores que linbaiu fallado muito
parcciain ler as peruas poucu lirine*. Alim de evi-
tar as deserces voluntarias, uu involuntaria, furam
de bracos dados, e descerara a ra de Lausanne em
defensores da democracia suissa, dous lurnavam-se
nutavcis pela ou-adia de sua proposlas, pelo lu-
mullu que elles sos faziam maja do que (odos os ou-
lros reunidos, e pela sua fugusa intolerancia.
fin era um bnmcmzinhu de um metro de altu-
ra, e chamado Isaac Cendro. Era faoalico de Mr.
I'roudliou, a quera alias uAn coiuprehendia. e linha
uulra aduracaua do Slr. Capelieue. O esludo uu
ames a hitara daara duui pohlicistas reunir na
cabera da liumeinziuho uma mullidau de ideas po-
lilico-ecoiic.niru-ecciaes, que produziam is vezes I uma linda de balalha que oceupava a ra loda.
os >-tena- iu,us desordenados, e coulralos sociaes
dignos de Cvr.mo de Bergerae
'I oulro era um turbulento que ja coiibecemos,
Claudio Bardy, cullega e enmarada de i'edro
Moehr.
Esle rivalisava cem Isaac Cendro em gritos, ana-
Ihemas, phrases ^ucohereules, palavras va.i-, e
[impostas absurdasj.
Muilas vezes es duus fogosos campces linham
sido chamados a' ordem pela assembla ; e uma ul-
tima proposla de Isaac Cendro pediudo a proclama-
eqsiuo 1 rijo da repblica vcrnielha, proposla sustentada por uAo niiso pobre amigo I'edro Moehr, visto que a
Claudio tBarJv, recebera uma repiovacao una-I nica janella em que havia claridade era da casa du
.Nio ha ene- bastantemente vivas, oom palavra.
assas significativas para pintar e doterever a der e
tristeza, masoa e geial consteroacAo qoe sotTreatn
os desvenloradns e mclizcs habita mes de Maman
guape nu decurso dus mus de fevereiro, marco a
abril do auno proxiro paeudo ; aeaim como u.uilo
dillicil e quasi impussirel se toma esborar o maravi-
Ihoso quadro, assas extraordinario, alegre e milagro-
so, em que agora os Mamangoapenses detnontram
eslar ronlrirlos e humilhados, preparaudu-ee na vida
para a mora: procurando, por meio da penitencia
encher de virtudes suas almas.
Emquanlo us valerosos cairi|iees das liberdades
suissas camiiihavain assim conquista do futuro,
hopee ni.in a cada passo e cantando uma Marseil-
laise indita de seu poela laaaon, 110 lim da ra
le l.ausanue quasi dianle dabas pedaria des Ca-
ladores um mancho eslava em pe no lumiar de
uma porta rom os olfios invaiiaveliuenle lito- em
uma janella da casa que (cava en frente.
A nuleja linha thegado e envolva se Das nevoas
que Bobeta do Sarino. Nio podiam-se distinguir
feices do rapaz ; porem nAo podia ser oulro se-
mine.
I ura retirada a palavra aos dous oradores, pelo
presidente, o Sr. Cbassol. barbeiro radical.
Ouvindu-se baier tres vezes a' purla, licu lermi-
lempeslade sobre sua cabera, e julgou piudenle re- I nada a discussAo.
Ii'ar-se. \ exaltaclu de lodo estava em sen paro- Enlron um velhinho de '-abellos branco, e sem-
xisuio I m lilho de .llenador pedia m alia voz blante de morcego, o qual adiantou -e pata os mo-
o reslabelecimenlo da lortara, cojos iottrameotos eos dizendo : Saude e fralernidade '. com uma voz
cmiservaram-iieale IK, em urna torre da ra de j trmula que os notsos leilores ja eonhecein.
",',' ..... Era a mesma vi'c, cujas proposlas de couciliacAo
A lilha do carcerciro da prisao poltica nao po-1 a respeito do en-ino dos Jesuilas haviam sido lau
deodo ser ouvida dernfiuu uma mesa cubera de mal recebidas na rr.uniao da huspedaiia do faca-
garrafas vasias, e subiinlo a uma cadeira aprovclou dores.
o momento du espanlo prodaBOn pelo eslrondu da Esse velhinho que passava para o immigo, o que
mesa, e das garrafas quebrada* para gritar que con- ja (inha-lhe acontecido muilas vezes, chamava-se o
viuiair sillar oa radicaes no bolequim de Nabollz, cbauceller Barllmld. Cbamavam-no cbanceller
esuirocar a serpele en, sen nuibo. porque fura duranle um u.ez cbanceller interino en hospital. OuAo alllictus serAo
.No bolequim de .Nabollz a reuniao dus deraocra- O cl.anrcller Bar.......d era tidn por um dos homeus '
.las apretenlava um centraste i.oiavel com o quadro mais nolavei do canlAo de 1'rii.urgi
tumiilluuso que acabaines ne ver. (Is radicaes es-
lav.im assenlados, pela mor parle Irauqollns em
Sr. i.iau-erl.
O pobre sapateiro viera bascar um remedia en-
commendado na vespera na botica de Lachal.
Sea irniAu eslava cada voz peior. o pobre rapaz
apezar das reprehensdes de sua con-'iencia, a qual
aecusava-o de nAo vollar immedialaiiieulc para juu-
to do irmAo, nio po l- ra resistir .1 ilegria de cou-
(emplar um instante a janella de -na amada. Ah !
linha lAu puucas uccasies de vir a cade alta oceu-
padu como eslava em Irabalbar de da em casa do
lernonil.ic. e di noile ras copias que fazia para o
Sr. Eckeiss.
I'edro Moehr eslava mni Irisle % miseria crescia
com a doeura do irm.io, e elle roidava com terror na
necessidade prxima de enviar sen charo Adolplm
. porque era
o aulor de ura livro sobre a historia suissa. Sagaz
e experimentado o clianeellir Barilhoid saliia sem-
pre deixar um parido, quandu va que a victoria ia
paarar par- os sein adversarios ; ja linha empregado
muilas vezes es*a lctica ; mas sua idade e seu livro
la/1.1111
10 fallava-e anda mal* da liherlac.'.o da popula
(oes upprimida pulo ullrninoiilaniamo.
Nr.o comprehendia nada iIp polilica anAo a nece-
ndadedo Ir.ibalhn para Indo o linmem. e a recompen-
sa dee trabalbo por um salarlo que Ihe permillis-
Vtde Diario n. i.
Sim. senhores, mita elle com voz estridente. '
(i medico Ihe coetava raro, porque., menino nao I ranirnr. alliadne a delendrrin al 1 ultima colada
Hiava aaaiadoenle para s,r recebidn no hospital *sangoe. O eoiino doa Jeanltaa he a nlvacia da Soitv-
alomdiiloie1roi.esespe.il-, de:-a mol-*:.a sur,lae3. He somenla na auloridade que ronsiMe n alo-
conlinua, expen.nenlava tudo, e aeeiUva lodos os | ro dos povo. A Austria tusu-nlara no.. caua e a
remedios que va annnnciado. A 'olpho agradeca-; medalha da Immacnlada ConceicJo eri o premio
Ihe com um avrrteo, e para Iranquillisar o IrtalO di- i de no*a victoria ohra o espirilo* do scalo, e sobre
zia que aalava melhor. Di noile fazia por abafar a I os esforcos da algn, icoobeii obrairos qoa queram
torno de uma mesa grande 1111 uma sala que Ibes
eslava particularmente reservada,
Ahi eslava o Sr. Jacqneaaerig, igura notario,
um dos mais firme e dos mais intolligenlee suslen-
lacolds di democracia bem entendida, que lallava
bem, raaiiejava u .sarcasmocum rara deslieza, e nun-
ca deixava-se confundir : u Sr. Borne!, prfeuor
erudito : u Sr. Scioberel, obreiro de intelligancia
cultivada, do qual lorau. 11.1 lavis depois algui;s tra-
balhus sobre a economa poltica ; o Sr. I.arabessi
que laorava na conver-acau mai* palavra do que
pensameolos, einlim ontroa mai humilde, e que
nao linham oulro liluloa teiiao eu zel.i pela obra I menle.'maromaTgumafrieza
da demnerana como lae. .1= Sr. Oilel, Majenx, Ihe -en tlenlo, ma
noile quaudo elle se vir s em sua pobre habita-
rlo : Relardava quanlo poda exe momento ; mas
seria obrigado a sujeilarjSe, nAo quureudo ve-lo
iiiurrer-lbe nos bracos.
Emqainto cqoeeia-se assim da hora adianlada,
absorto em ioaa medaces deleroaia e adiando
uma cousolacA.....efavel e ioeiplieavel em ver bri-
i o ubjecio de seu amoi
radical chegara dianle da
desculpar Inda as suas mudancas de opi- : Ihar a janella em que viv
mo. Elle era sempre ouvido com respeito por |aem esperarfra, 1 cohorte
que era o nico lilho de I ril.urgn. autor .le um li- hospedara doa Cac.idore-.
O* conservadores sahiam ao me-ino lempo, pela
Choiiet.
Todos ose moco n.sroiiam stra mallo
vro impreaao. A feopeHo deaae livro o cliaucelfi .
Unitfiold livera o cuidado de ncrever, elle mesmo
algumas ci ilical iusendas uas gnzelas do lusar, e uas
quaes nAo lallavam naluralmenle os eloaios exa-
gerados.
O cbanceller llarilhold fui recebidn atlencio*a-
X&o conte*tavam-
ci.mecavam a duvnhi de ua
.



laldade polilicn
lumuilo o moco liohaT-*C levantado par., ,rem ao Lo-
a Do..b.l.dade de ma Mnrreicao contra a lyrao- teqoim Moller, ..n praca da' Arvore casa filial
ma do Jesuta edeejavaro ardeMemenle qoe che- do bolequim Nabo,!/
gassem as tropa federee que haviam de trazer ao O cbanceller Barilhoid reunio-se a elle lodo
caniao um goveruo radical, r. aire esses valeroso.: ahitara, O clumcallar piodigalisan entre aeaj.
miTiiiRj
mor parle
firnzes.
embriagados e giilandu .uinu auimaes
enlre as tropa, federan e oa cantei do sonderband.
revultddu contra a Confederado.
Chegaram combatendo sompre e cum um tumul-
to, que fez correr loda a cidade s lanellus, ale a
praca da Tilia de Moral, na qoal. on por camaoco
ou pelo terror que suceedia a embriaguez, os eoro-
baleules dos duus partidos lizeram pau-a por um
linimento.
Pedro Moehr, ordinariamente Mo tmida a He
pacifico senlira-se cheiu de uma indignacAu genero-
sa, e dpiuveiidiidr. esse momelo de paasa lentou
elevar uma vuz conciliadora.
A occasiAo nAo era favoravel ; apenas sua voz
foi reconbecida, elle vio-se atacado por ambos o
partidos que qaizera reconciliar, ou ao meti- an
placar.
Os conservadorc renegaram-no aecusendu-o do
Irabalbar j favor,doj radicaes. Esles cliamaram-nn
livp.icrla, a espia do cullegio.
O pobre Pedro tenlou juslilicar-se detaaa aecusa-
ce inesperadas : porem sua voz dbil nAo ronsa-
guio dominar o tumulto.
Elle (rabalba a favor dos radicaes gritavara
o* conservadores.
Frequenla o collegio dos Jesutas bradavaiu
os radicaes.
Serve de spia a un- e. a oulros, cre-eeofa-
vaiu algumas vozes aderadas pelo vinho.
O furor do* dous partido- vollou-se para o di>-
gracadu mancebo. Radicaes e conservadores ealu
rain sobre esse pobre homem sem defer com um
1 so infame.
l-.-tjv.nu embriagados.
Pedro atacado de lodo os lados let lou delendor
sa. Erneslo de Mackliu deu-lbe om |wnUpc, Isaa,
Cendro orna bofetada. (J pobre sapateiro lena cer
(menle lenlo ah morto, aa os toldados da guarda
principal dAu lives-em viudo pi'.r termo ao rooflido
preudendo aos mais furioso*.
Pedro Moehr e*paneado e vendo daspedacida a
nica blusa que posoia. lauco de dar e de roleta
vollou correndo para a casa e cahio d--esperado so-
bre o leito do irmAo, o qual levantoo-se to.siudc
O pobre rapaz cborou n.uitu lempo olwe ..s in.los
do irmAo, qual oppiimia-o com pcrgunla*seru
poder saber o que acullicara ao lesalurlunado
Pedro.
Meu Bem meu Dos que Iu e | ara ser la..
deagracado solui.ua ente j ......-en .desda a iu-
faneja, meu irmAo doeule, eo insutlado. ralumuia-
yoando enciintraram-se os duus parldus exalta- do |>ur lodos, e sem echar trabalbo Oue sera do
do pelo vinho e pelo discurso, os gritus de : Morra
os radicae vioram romo um trono despart n a
caa da vizinhanca.
Un- irriiiK e das injera pa'saram ualur.dmeulc
3 alacar-se.
fedro voehr -....lei.iann.in- Je.pn.-,do de -eo 0-
obo teste e delicioso achou-o een. .-'ber como lan-
zado no meio da lula horrenda que corrier;ava.
Fui om combale larrivel. precursor da lula seria i irmlos.
que havia de ler principio alrumas semaou depois i
uo* 7 Por venlura -ou culpado por as euleitdei de
poltica, e por ser repelbdo pelos ladirae a pelo
conservadores Meu Deo, meo lieti, dAo xirei
specorrer-no !
< pobre Adolpho anfloeeade 1 tc-e prorsrav
consolar o desespero do .rm.lo, mas 0.I0 cblioha sa-
mo phrae enirecorteda de oluco.
F.a noite foi mu triste na habitar,3n or don
' roati MMtT-ir-oa.'




DIAB10DE PERXAMBLC, SABBADO 51 DE JANEIRO 1> 1857.
Ha un aumi, quasi completo, que o ni* (ornvel
de urna pesie devastadora, caliiu tobre Mamanguape,
dando-Ihe o espectculo mais ciuel, lerrivel e me-
dunho. Nao hoave sitio que foste olvidado por sen
furor : a uinguem o inonslio perdoava. as mas, e
as casas e ua estradas viam-se moribundos e ca-
dveres, ouviam-se angustiosos gemidos da dor e da
alllic.au, e rogativas ao Salvador do mnudo, implo-
ern, |a
a.li-la Jo. Koque de V.isconcellos, que foi o o nico ineio de dkigir puleraic.it dc,la orde
principal factor da cruz,a qual ja achava-.e promp- porque nem lodof podiam ser juizes, ja etc.
la e com tod. a perfeicao acabada. Nos dias deie- Con.iel.e-se maior miseria, querido amigo 1 pode
nove viole e vinte e um, o povo rorava o mallos i alguem fugir mais cobardemente do campo de dala-
qie ensilara em frente do cemiterio, e que o occul- t ll.a '.' Para que... be urna pobre peswa como ns
tavam os vistas da cidade oieoivarou e queimoo-o., | tal proccd.menlo o de.xaria Completamente detliMi-
limpou o terreno e abri ama tonga estrada entre o rado ; mas para quem lie mu
raudo piedad* misericordia; jtmait se eraaiain as eiteiitao.
cerail.rio ea cidade com oilo ceios palmos de
reiier.idas tuppl.cat ao Umuipotenle, pnia que pre-
ervisie da lerrivel pesie. as igrejas faziam-se in-
oesstiites preces, duas procissoet de peuilencia a-
biram e peicorreram as roas, chamando misericordia.
Cidad.los prestantes, dotados de rorar.et piedosos, e
olida alleiruo aoi Mamangoapenses appareciam em
toda o parle, consolando un., soecorreodo a outros,
dando poislveis provideuciai, ditlriboimlo ge-
Mata pela pobreta, ollererendn mus prestimos a
odos.
Na tarde dette dia e no seguidle ,at as 7 boros
da uianli,l,i o povo cnndoziu, a distancia de meia le-
gua para o cemiterio perto de cincoeula milheiros
de (ijollai de alvenaria para a factura do reto do
muro e capella do mesmo cemiterio.
odiaviute e dous, para Mamanguape, om dia
assignalado. solemne.do julni... le gloria e Iriumplio,
dia que deve ser apoutado mu aunar, da historia
como o mais fauslo e proipero para ot Mamangoa-
penses, as dez horas da mandas, maii de qnalorzp
Em luis de abril retlrou-se o montlro, depois de mil pcsso.s, de ambos os setos, e de (odas as dades,
haver ceifado as vidas de nao meos tres mil pessoas. chelas de rtgosijo, que em seus semblantes se divi-
M.n- de oito ceulos corpos (oram sepultados em re- sava, e de entie ellas mais de oilo mil, com Ire'i-
dor das igrejas, e leudo-se Mata oceupado este lu-
gares, dcsignou-se um outro para cemilerio fura do
entro da cidade, e u oilo oa nove eeutot cadavires.
i ra este lugar, e cooIdoou a a.r umcapociral eo-
berto de mallo, que servia de pastoradoiu de gados,
Este lugar que ha vinte das passados era paslora-
doro de gados, est hoje transformado era um de-
cente cemiterio, lendo sido robados os mallos qoe
nelle eiistiam, arraucudos o> troncos e raites de ar-
voredos, e liinpo lodo o liltoral, que conlem mil du-
ztnlos e vinte e oilo palmos de circunferencia, cer-
cado e defeudido por um muro de pedra e cal, an-
da que nao acabado; ja am seu centro se ve erguida
urna grande cruz, e urna capella principiada indica
ser all o jazigo dos morios.
Eis um.veidadei.o prodigio, um phenomeoo ad-
uiiravel I ra tu humeui, um varo sublime e raro,
que a nalureza parece ter destinado para pregar a
anta moral do Evangelho em toda a superlicie da
leira, e instruir os povos uos myslerios da sania reli-
giao de Nosso Senhor Jess Christo, um digno mi-
nistro da igrrja, o sabio virtuoso missiouario fre
Serafim, e quem por suas virtudes e exl.aor.l.oari,
iutelligeucia lera a gloria, bem merecida de ser o
fundador do cemiterio de Mamanguape, foi elle que
Iraosformou um rido e escabroso deserto, no corto
(pagoda vinte das em um decente cemiterio, con-
..e guindo qoe todo o povo Mainauguapeose por si t
sera auxilio dos cofres pblicos, e quasi sem dispen-
dio edificaste esla lo importante obra, Uo necesa-
ria para soa ultima morada.
Eiplicaremos os prodigiosos ineios pelos quaes foi
rapidameule conseguida esta edificaran em que se
empregou pedra equivalente a tres mil carradas, -
lem dos outros maleriaat, como seja a cal areia e bar-
ro, Bao iucluindo anda o trabalho do aferramento e
nem Tillando em perto de cincoenla milheiros de li-
jollos de alveuaria que ettao ja no lugar competente
para olliraacan do muro e factura da capella.
No dia Si de dezembro passado, chegou a esta ci-
dade o diguo ministro de Jess Christo, missionario
fre Ser.'ilim, e foi recebido com grande acalameoto
llospedou-se em um velho sobrado, que oulr'ora ser-
vio de paro da cmara municipal, distante da igreja
matriz seis brabas, e nao quiz inelhor edilicio para
sua-ni orada.
A nolicia de sua chegada propalou-se por lodo o
municipio, e foi recebida com grande e geral applau-
so de lodos os habitantes: anda mesmo o espirito
mais incrdulo, o corceo mais obstinado e uro, nao
pode deixar de ouvi-lo com especial agrado.
No dia :i achuu-se acabada e proinpla a tapiros
(atada, feita pelo povo em frente da igrrja matriz :
a pedido do diguo missionario. Nos dous das subse-
quenles mais de oilo mil pessoas, de ambos os sesos
e de todas as dades, vem de lodos os ponto- do mu-
nicipio, e alojam-se nesta cidade. Das tres para as
qoatro horas da tarde, o povo da cidade e o de fura
corre ao paleo da igreja matriz, em numero .1 onze
a dote mil pessoas, e ahi debaixo da grande lalada,
prestado rom os joelhos em Ierra, mostra o mais
lanles baudeirinhas, em qoe se viaiu sxrabolot e
emblemas de nos.a santa religiao, ludo este povo,
dizemos, como cu, ao largo'da igreja matriz, onde
eslava promnla a cruz que tinha de ser arvorada no
ineio do cemilerio ; reunido assm o povo naquelle
lugar, devidio-se em duas columnas, seudo urna de
liomens e oulra de mulheres ; renuio-se tambem
a lrmandadc Sautissimo Sacramento, e os padres
da igreja, juuto da cruz, que tinlia de ser ennduti-
da ; all estava igualmeute presente o digno missio-
nario, e logo lodos os irnslM do San lissimo loma-
rain conla da cruz e a carregaram sobre seus hom-
bros, sendo tambem ajudados de oulras pessoas ; o
padres licaram aos lados da ernz e do diguo religio-
so missionario ; a columua de liomens seguio ad-
ame, a irmaodade com a cruz., o digno mistionario
com os padres de Mamanguape lomaram o centro e
as mulheres marcharam aps ; assm Kgaio com a
ciuz para o cemilerio, esla mullidao de pessoas
que apiohavam as ras e estradas.
O prazer e a alegra que se diiisave em cada ama
das pessoas, os fervorosos cnticos divinos entoados
por lodo o povo, o ernaido numero de garandla*
que subiam as uuvens, eram drmooslrares mais
que suflicieiitfs^do grande jubilo de que estuvam
possuidos os corajes manianguapeuies.
Com esla pompa, com esle regosijo, com este Iri-
umpbo, foi conduzida a cruz al ao cemiterio, e al-
l, depois de arvorada no competente lugar, e de
ser beuzida, o povo todo em geral, deu estrondosos
e repelidos vivas a sania religiao de Nasas Senhor
Jesus Christn e a seu digno e estimado ministro, o
missionario i;r. Seralim.
As qualro horas da tarde, o povo lornoii a renuir-
se na etpacosa talada, e largo da igreja matriz ante
o digno missionario, para coDliiinar a ouvir a santa
missao,que desde o dia tres consecutivamente come-
cava asquatro horas da larde, ou as seis, logo que o
povo deiiava o trabalho.
O digno missionario depois de haver pregado al
as sele da uoile, da ter ultimado os actos e cere
monjas do esl> lo,convidaram,ultimada a missao.de-
pois dr dadas as ultimas hendaos o povo e implora-
do ao Allissiino Senhor que derramasse sobre es
habilanles de Mamanguape seu inexgulavel cofre de
graras, para que as virtudes, que boje mostram, se
reproduzam de seculot a serulos, para bem do ge-
nero humano.
Mamanguape, i.\ de Janeiro de 1857.
". C. /.. a.
o caso he
um, nao
a trindade,
inleiramtnte diverso. II que deshonra a
pode deiiar da honrar ao nutro.
'.'ue inconsequencia I que conlradicrJo comsigo
mesmo !
He elle quem me desala para discutir pelo, jur-
MS, be elle quem recusa os Exms. arcebispo da
ll.liia e bispo rapellao-.nur, que propuz para juizes,
dizendo qoa o publico nos julgaria, e be elle mesmo
que esereve depois dizendo ter resolvido dar por
concluida a polmica, porque oeste genero de at-
limpios he pnigoto e mr.omeniente tratar urna
discussao em artigas de jornal, e nem todas podem
ser hites !'.
Nao para anda aqu a iucoutequenria| do pobre
homem. Apenas protesto nao ler mais o literal,
vislo que elle, fugindo do campo da discussao, no
qual se reconbecia traco, fora enlrincheirar-se no
do* insultos e descomposturas em que he forte, cer-
lo de que neulium hoinem honesto lo o ira atacar,
ei-lo que entra a publicar enmmunicados e carias
Irataudo desse mesmo genera de assumpto<, sobre o
qual pouco autes liana dilu que era perigoso e in-
conveniente trovar mna discussao em artigo* de
jornal!!'
Elle nao acha perigo nem inconvcnien.es em dis-
cutir a qoestao pelo jornal emqoanto peusa que uao
aceito o seu desalio ; apenas, porm, convenes-se
"do contrario, moda de opiuiAo e diz que tmenle o
livro he pruprio para sso.
Entretanto, oh miseria das miserias! logo que
protesto nao ler mais o /.ibera!, ei-lo a discutir, elle
, publicando commuuicados e cartas que cunta nao
seren anal>sadas l'ara elle Dio lia mais uisso peri-
go nem inconveniente alga. O jornal loma a ser
pruprio para ludo! (iraude cousa he ser a gunle
uno e trino'.'
Ten liceuja para dizer e fazer o qoe quer tem
snadir-me fie que sou urna triudade.'
Ainda mais:
O publico he por elle prupotto como juiz comp-
leme para julgar da questao, era quantn peusa que
nao Ii.imti.-i discussao ; mas apenas convence-se do
contrario, o publico deita de sar compslenl* para
i sso.
Protesto nao ler mais o Liberal,, e isque easa
mesmo publico que sendo por elle prnposlo como juiz
competenle, perder depois aos seus olhos essa no-
bre qualidade, loma a adquiri-la de am momento
para nutro.
O homem, persuadido de que ningtietn o contra-
riara, poe-se a escrever commmunicado? para que o
publico julguc de sua capacidade e iolellizencia !
lelligencia ou da vonlade, coovem a l)eos de lodi a cada, be a tala de um eiempla de significaliva lo. acerca de suas lices no eollagio de Franca
elernidade : mas os que evprimem ralaetM qoe re- ; iliiencia e d. mullo alcance moral, que vamos
suliam da processiio eilerior das crealuras,,.. ron- ; p,',r eslas relletes: nial, que ellas calero no
vtm a Deo> tendo temporariamente, eomo n< nomf mu publico.
desairada; Creador, etc. a 8. T, 1.1 D. 12.I n
l'i i, ,i, Y ,, i II pouco que assnlimos a um acto pnb ico no
I o.le tavi-r nili mais positivo t Pude aizvr.au ., ,.
collcgio da Immacn ada Concei
ei-
ani-
l.a-lh. os verse. ; Arnauld concodia-ll,.- ', J mi- I in.errnmp'eu "mJ'^a"^ *2 "'""' ,',d'"'
eiaa dos seus epigra.nmas ; M. de Jo.n o im'eia. n e||. DhrtL. \L* d um* ....." ""H* "
dor da critica; 'devia-ll,- mais do que am ,JZ"L \ JSSSESZJ* t? """"' f>ur ""''""'"'
mais positivo Piule dizer-se
que he eaMOClal a Heos aquillo que nao ll.e convm
senao lempurariamenle '.'
Mas ah compria aecusar o Dr. Autran ; cumpria
apreienta-lo como enunciando proposires elhcro-
doias para diminuir o peso do seu parecer, e isso
se fez, -inda que com ullansa m.mi testa da vei-
dade.
L'm illustre romano, referindo-se ao celebre sedi-
cioso OliliM, exdamou : Uuousqoe laodam, Cali.
lina, alunen- patienlia noslra '.'
Oh com quaiito maior razao no poderiam ev-
elamar os cathulicos desla cidade: At qoando,
abusaras tu da nos
t
O Ur. Autran deu razao ao ignorante, ao sophist!
ao pedante, ao charlaMo contra o verdadeiro sabio,
contra o profundo pliilo.opho, allrevendo-se a dizer
este qua eilava em erro, o qual d.via abjurar para
reparar o escndalo q,,, dura, pregando uma dou-
Irma contraria a da igreja : qne se era calholico, co-
mo airmava e elle o cria, a .ua retratarlo sena in-
falhvtl, mas que 0 cas,, de no licor sali.feito nem
convencido com o qoe Ihe dizia, enlao ll permit-
lisse dar por cmcluida toda a discussao, a porque
era materias desla ordem s se enlendia com quem
discorr. cora t : como pois poda deiiar de par-
lilhar a sorte commum '.'
l'ara o sabio onlologico ao he inlelligente, s he
honrado quem o elogia, quem se presla a responder
Amen todo qoauto diz.
Se o Ur. Aotran Ihe tivem dado raz..o, ontao se-
ria aprsenla to como o sabio do mundo, so inferiur
segundo aquclle que pde descobrir que somos urna
triudade de petsoascomo Heos ; mas como isso nao
fez, he um ornulhoro, um ignorante !
A soberba, Sr. Dr. Autran, he a primeira e a
mais fatal das culpas humanas; e quando nao he dr-
duzida das (acuidades taima, evpoe o individuo
que se deisa por ella dominar a um ridiculo estraga-
dor ele. u
Eis como o sabio onlologico se ditige ao homem,
de qoem disse que era uma das mais bellas e mai-
poderosss intelligeucias que deeoram a nos-a Kacul-
dade de Direitn.
Anda lia mais, querido amigo ; aqnelle a quem
pedio qoe Ihe descnlpasse os erros e procurasse des-
vanec-los e corrig-los, diz elle o seguinle :
rao. e dias depois vi-
sitamos a rasa da Providencia. La as TiUns da lor-
lona, aqu as lllias da desventura ; la as senhoras ;
aqu as mulheres eram igualmaute amparadas ; as
irmas da raridade repartem uma educarn chrisiaa
polda e scentinra tanto a lilha do rico como a fi-
Iba do poore : como representantes da Providencia
ellas s9o as mais de orna mesma familia.
Pelit, mil Vezes feliz o Brasil, se todos os .pm fi-
llios secreassem assm no eiereicio das >irludes e
do talento !
A medida que reunimos nossas Ideas acerca da
educar;ao, mais nos roiiveuremns da nece.sdade de
rnenle do lim, m igual-
mente dos muios de obler esse lim e realisa-lo. A
ducaroo nao esto sendo em geral o que devera ser :
e-ta triste verdade lie da maior evidencia. Reuna-
mos, pois, lodos os nonos esforros, trabalhemos pa-
ra ii futuro, pm .pie assm '.eremos uma fundada es-
peranra, de qua Beatos (Unos atrito mais felizes do
que mis.
F. M. Rapozo da Almeida.
tao as
mo Jess Christo, que veio a este mundo dar tesle-
iiiuulin da verdade e nem se pode dizer amiliado
com a assislencia do Espirito Santo.
Todos erramos, porque he fraca a nossa intelli-
gencia ; mas ha de reconliecer o Sr. Ir. Autran
que lano S. S. como e estamos debaxo da sancc.au
dessa le nniversal para os liomens, e que nem "eu
Irabalho baldado, po. nao ha mais entre nos ,enho aiilnridado pira dicidr u calhedra que o Sr.
quem nao esteja plenamente convencido de que he l)r. Autran teta em erro 3; e nem o Sr. Dr. Aotran
elle o 1 Ma I ernambocano, o Cicero lra-ileiro, a para declarar que soo eu quem esl em erro, e que
(.ARTA I.
loslrucrao, eusino o educarao.
Meu amigo.(lucris que vos diga quaes
minlias ideas acerca da educarlo'.'
Dizeis-me que carecis de reunir volus, para de-
pois organisardet um plano racional He estados e
comporlamautn para vosso lilho.a quem Unto mais.
Ceder! aos vossot [
senao para me esclarecer
novo um assumpto, que oceupou alguus minos de
minha vida, e dis'.rahindo-medos ridos e irritantes
eslmlos que oulras nl.rigac.oes me impo/.eram. A
educado Me he a instruccao, uem absnlolaroeute o
ensino. A educarlo he o pensamenlo que preside e
dirige ambas as outrai. Pude lia ver iu*lrucc.ao sem
educajao, e infelizmenle os evemplos sohram. O
ensina pode dar-seisem educaro e al sem inslrn-
rSu ; tornandu-sa alo ollicio da ignorancia ou uma
especularlo e Iraliae de barbaridade.
Alm disso a instruccao pode ser vasta, e o ensi-
llo itiilln ou mi. lis melhodos teem grande parle
uestes virios do entino, e pode igualmente mi tribuir
para estes runestos resultados o carcter dos mestres.
Y.m mestre inslruido', mas sem vocacao, sera zelo,
re.o qu. o Sr. Dr. Aulr.n na pode dizer c- | ,., vjrlode, he peio^ do que mes,re |!ori!lle
e inculto.
Ide
,ooo da ^^:::^^z^;io:"}::<2^^ jS* *ta......-ss
miuliu casa. mulliajn ,,...... _,!. ao meio .la
- Marie-JosepliChenierfeirlamou Roberlo coral peito.il ***** Com ""," for^a. a.
grande alegra, alrav.-s da qual, tomtodo, era fa- Aptnas
cil, haveodo alguma de-cnnlianra, reconhecer em-
barajo.
'Elle inesrao etereveo o seu nome no meu ra-
gialro, com ludas as leluas : t^henier. Ja' antes eu li-
que
dar vi
virarn. os eiperiadore., coinmov.a.
Pela mude.lia do poeta, e pe>a re..,.,,,"
punln as .i,.,, homenagent, romc^aian.
capare, le ensordecer um erlilliei'o rn*iu,
ah, lido esie nome no alio d, toa mala ; nom. pra- ms.nle,," "'"* -lMl^,a d 'n,*w- ^
codido T
tro a I
inesm..
segui
cump
um ab
lda.
eodoudeeer!
Emquanlo que o beaa do lim,i., .i.. _.^
Fenelon de rao,.. Graerfo! inlerrompeu um m... completo esp.isno, julg,.,......eTSetatZ Zal."
eebo de prelenruesl.lleri.rias. Al. ,e eu fs-e seu se, pesadellos em que a ver.l.d, c!' cos, meo
amigo como ,ot, ja' eu o aalraltoea em men. bra- ia da mane.ra a mais Pt.....ZZ***"!**!!!
ros. e pedir- 1,,-h.a perda de alguma falla que li- : le um murmura, ua ateida. K< L .IZce,! .^.
S?t.do,.Sie, olhos, em lugar de me : sos d. ,,,di,., pessoas ,.. ,e ZSXmTZ'mZSZ
- Eis ahi senlimenlo, nobret, mancebo, ten.i- tattalX S-5 *^VX~SZ Z'
menlo, que eu approvo vou .mmedialamenle ver laram un. com os outros em vot ZS, '
I na di.| uta com o autor de Carlos IX, de
inlelligeiicia das intelligencias, a labedoria incar-
nada!
NSo he elle tino e trino ".' Ua do mondo quem lal
se atreva a dizer de si'.' l'm homem que he uma
trindade|de pessoas nao e pode comparar com mi-
seraveis, que nao sio senao uma s peste*.
Em suat carias ao sr. consellieiro Dr. Autran,
Iralou-o mili delicadamente pensando q oe nao te-
ou que a teria favorave
NOVAS CARTAS 1)0 AMIGOVAl
AMIGOK.
I.
i.iuerido amigo.Grande he u ulerease que lens
em que tejara analvsados etses clebres arligos e
cartas ltimamente publicadas pelo homem, que
achando pouco descompor aot homem, arrojou-se a
insultar o propno Dos, prorlamaudo que nao sabe
o que qoer, que quer sem liberdade, etc., etc., etc.
Dar-se-ba caso que baja alguma doenra que ala-
cando o mural dos individuos.
impilla-os a assim
enrgicamente possivel seu acatameulo profundo, I obrar, pela mesma razao que a h.rdrophobia impl-
anle o digno missionario qoe desde o auno de lt*ii i le os caes a morder '.'
nos linlia deisado.
0 digno ministro de Jetos ('.brillo abre a sania
unisan. e o povo ouve com umita allenrao as pala -
vras evangelio. Ethorta dcilmente o povo, e o
faz recordar-se dos semen- passados, chama-lhe a al
leueJo para as cousas presentes, lembr a providen-
cia do futuro, a destreza em seguir-se o verdadeiro
i-amiiilio as occasies iinprevitl.s, a docilidade qoe
eon.iste em aproveitar-se o bont eooselhos, o einin*
de Indas as circumstancias do lempo, du lugar e das
pessoas; acautela contra os perigosa diligencia e
acl.vidade no trabalho ; moslra-se penalisado de ver
as igreja entregues aofabandono, circuladas de mal-
los, mtis que soflicienle para pasto de grande reba-
nho de gado ; iutta pelo recmenlo e limpeza deslet
lugares e do cemilerio ; convida a lodos os Maman-
gutpentes em geral, para tobre suas cabemos e hom-
bros, eunduzirein para o lugar du cemilerio a pedra
necessaria para a edilicarao do mesmo cemilerio;
peda uro comprlo Irouco de arvore, proprio para
uma graude cruz que deve tazer-se, a lim de ser ar-
vorada no meio do cemiterio, e diz que aqnelle pao
deve ter conduzidn de alguma malla por horneas un
rmenle sem oatrn auiilio.
Elle, empegando palavras c phrases proprias de
mfi .i^h' s^IinitHrwi^.f-upvfii,.! p0v0 de qua para
alcncennos perdao de ossas cu1paroV'BBW gauos e nossos erros, lorna-sc indispensavel a cou-
Irirao e a penitencia, a que quando nao lia contri-
ro a penitencia Dos purga o mundo cora severos
ras:igos.
A qualro o povo lora o terreno em redor das tro
igrejas e o li.npa, d* principio ao rorameuto e lim-
peza do lugar do cemilerio.
A cinco conliuoa esle terviro, e vao perto de no-
ve cenias pessoas a insta denomioado Pa'o d'Arco,
distante desla cidade tres leguas, e dalii he trzido,
sobre hombros de liomens am srosso madeiro com
(rinta palmos de compriinento, e he depositado em
frente da casa da residencia do digno missionario.
A seis mede-se e marca-te o liltoral do cemile-
rio, purera da-se principio a fundarn dos alicerces
do muro, capella, r da bate e pedestal da Cruz ;
u'esle mesmo dia mais de dez mil petsoa's de aml. s
os -evos de todas as idades e qualidades, sem etcep-
cao do rico proprietario do lidalgo, dignialarios, e
ravalleiros de dillerenlet ordens ; olliciaes da guar-
da nacional, desde comraandanle superior aleo at-
ieres ; hachareis formados lados os empreados p-
blicos ; todas as pessoas do corpo do com.nercio ;
juizes municipal'., delegados e subdelegados ; todas
as mulheres filhos e filhas deslas numerosas pessoas
geralmenle demonstrando prazer .alegra ruinando
fervoramente divinos cnticos, dirigem-se as pedrei-
rts, queeiistenteteiii diversos pontos distantes des-
la cidade, arrancan! e quebrara pedra bruta, era dis-
tancia de mais de meia legua, e comer.un a cundu-
zi-la tobre seus hombros e caberas,para o lugar do
tiniterio. Os carpinas e marcineiros desla cidade
currem presurosos ao lugar onde te acha deposi-
tado o madeiro, Irazido da malla Pa'o d'Arco, e
principian! o trabalho da futura Cruz, cuufurmc
o modesto, e risco tr.ic.ado pelo digno missionario.
Nos dias que decorrem de sele a qualorze da cor-
rele me/, continua a conduelo da pedra e mais ma-
terial para o cemilerio, ueste dia os semblantes de
dilTerentes pessoas viudas de lora da cidade,- c po-
bres endlcam necessidade de alimento ; mas a mili-
to digno coronel Joan Valentn] I'eitoto de Vascon-
celos, por elleilo de seu eorar.lo temo e bcmfazejo,
coutinuaudo a exercer aquelles actos de virtude qoe
costuma soccorrer algumas pessoas pobres, epara
logo a promover uma subscriprao, cujo produrt0
I-e logo no dia quinte empregado em. gneros de
1 .rimen a necessidade, e distribuidos pelas pessoas
mais uacossiiadas, desle geaeros.
Nesle da o hal.il pedreiro Sebeala liomesde Al-
Como explicar de oulra sorte que tmente de ~e-
lembro ale dezembro do auno proximaiiienle lindo
tenha elle procurado iujuriar, segundo refera o
Diario de Vernambueo, a :Kl pessoas sem contar
as classes e corporarr.es '.'
Ha lautos segredos na nalureza !
Se nos amigos lempos houve j.i um homem, que
persualido'de achar-se metamorphoseado era ju-
mento, chegou a comer capim no campo, bem pode
agora haver outruque persuadido de estar metamor-
phoseado em cao, procure morder a todos que en-
contra era camiuho.
T me dizes que, sem dar uma *<< palavra aos
seus insultos, que liz bem em nao ler, devo todava
continuar a combater seus erro, e suas hertsias, nao
por a-nordelle, mas por amor do prximo que po-
de ser desvairado; pois toa pessoa, ou aulet suas
tres pessoas nao merecem senao desprezo, mais des-
piezo, rauitii desprezo.
lens razao ; teja feilo como dizes, pasta que em
minha opiniao os loucos merecain aules a nossa
"liserarao do qoe o nosso desprezo.
"m qoe se diz uno e trino como Deot.mlo
izo perfeilo.
.erido amigo, o desenvolvimenlo que
cura tem lido entre nos uestes
estre, apresentoa-se prc-
ga sanios, a eis os pobres pre-
tot qua nelle creram cliamarern-se S^AtrlenbjyS!
Vicente, S. Manuel, S. MriaTs. Joauna, etc., etc.
I.'m pobre pardo, ja fallecido, dizia-te o lilho de
Dos e brigava com quem se atlrevia a por em du-
vida a sua qualidade divina.
l'm oulro, anda vivo, diz que o mundo el.i pa-
ra acabar-sc em fogo, e que elle he o Elias da
lliblia.
E como ludo deve ir em progresso nette seculo
de progresso-, eis que surge agora outro louco, mais
louco qoe os primeirot, a proclamar, lotis viribus,
que haem mis uma triudade de pessoas como em
Heos, com a dillerenca que as nossas sao livres, islo
he, podem querer e deiiar de querer, enlrel.into
que as de Dos querem necessariameule e tem sa-
ber o que querem !
Pobre homem,que nao v que he elle que nao sa-
be o que diz 1
A prov de sua loucura se dedal nao tmenle
dos disparates que sustenta, senao tambera da in-
consequencia sem exentte do .eu preeedlmeale.
Com elleilo, nao he fcil de eucontrar-se uma pes-
,oa........0,': *" disse bem,... urna Irindade que
se lenha mostrado mais conlradicluria comsigo mes-
ma do que a desse pobre homem, nao obstante ter-
se era eoirta e querer persuadir-nos do que be o
maior jurisconsulto, o maior poltico, o maior eco-
Maniata, o maior philosopho, o maior tbeologo e o
maior orador de quaulos ha ehouve no mundo.
Cuitado insto mesmo moslra que esto loueo.
Tendo-rae desaliado para discutir pelos jornaes a
qoestao da liberdade e da triudade divinas, publi-
cando eu o meu nome I aceitei, eomo sabes, o
seu desali, com a condici.ao de ser Indo submelli- |
do aojulgameuloe decisao des Exms. arcebispo du
llahiac bispo capelln-mor, para assm impedi-lo
de continuar a citar d, falso autores ralholicos, em-
prestando-lhes doutrinas que nunca professaram,
como ja o lia va feilo a respeilo de S. Thoaaas de
Aqilino.
Elle porm que roulava com ata chican! como
o seu ultimo recurso, rerusa a condcrao por miin
propesla i e insislindo no seu desafio, dez que o
publico nos julgaria.
Posto que eu sanbatae muito bem que em materia
ria respo.ta,
na. o doulo lente decidi s qutstao contra elle,
confirmando ludo quanlo eu liavia dilu, ei-lo qne
cometa a mal(rata-lo ,em respeilo soa idade, sem
altender mesmo a que fora, segundo creiu, teu
mestre !
Na primeira carta roga-lhe que digne-te de alten-
der as -na- razt.es com aquella benevolencia que ca-
raclerisa o doulo e o cliristo, allrihutos que di: ter
a dislincta honra de nelle reconhecer, declarando
mais que considera o seu parecer de inmensa ralia,
e accrescenlando que espera que desculpar >eus
erros e procurar descanece-lns e corrigi-los.
A quarta carta termina-a elle desle modo :
<< Oueira V. S. em soa hondada perdoar alguma
expressao, que por \ entura me escapaste, apocar de
todo o cuidado que empreguei para nao olfender
anda de leve o re.peito e considerarlo que devo a
uma das mais bellas < poderosas intelligencias, que
deeoram a Faculdade de Direilo de. I'ernambuco.
O homem reconhece no distinelo lente os altribu-
lot de doulo e de chrislao ; affirl que he elle orna
dat mais bellas e poderosas intelligencias que de-
eoram a nossa Faculdade de Direilo ; confessa. final-
mente que tem .i precita capacidade e nttruecao
para conhecer seus erros, os qoaes pede-Ihe que pro-
cure desvanecer c corrigir ; mat eomo nao se qui-
zesse prestar i dizer com elle que Dos nio he livre,
nem a considerar-te uno e trino, perdeu logo os at-
tributos de doulo a de christao, e deixou de ser essa
bella e poderosa intelligencia qne decora a Facol-
dade de Direilo da Pernambuco, a qoem o .saijo hy-
pocrilameule pedir que procurasse desvanecer a
corrigir-lhe os erros.
nueres saber como (oi (rolado o dooto e o chris-
lao ?
I. o seguinle trecho que Iba dirige o sabio era sua
caria I\ :
a O que rae parece etherodoio he a propositan
por V. S. eiuilli la de que" Dos nao he rssencial-
menle creador, nao he essencialineule activo fura
de s; vindo desta arle a ser o aUntmle de creador
nm accidente em Dos, eoatfl a doutriua da igreja,
a qiial^cfKjna que em Dos nao lia accidentes. S.
Thoaxem sua Sommt Theolugica, Qsseat. III art.
(, apretenlaudo a lliete :Ha em Den aceideutet t
resolve-a negativamente c nos segaintei termos :
.i Sendo Dos um acto puro, o proprio ser, o ser
primeiro e a causa piinieira, nao pode haver nelle
accidente algum. Asiim se Dos he creador, he
essencialmeme creador e nao accidentalmente, de
modo que a propotirao de V. S.Dos nao he essen-
cialmenle activo fora dn sihe mal soaole e ttht-
rodoxa.
Mais adianlc accrescenla elle ainda
t Espero, porm, por bem da le calholic.i que V.
S. lambem se retractara de algumas proposices me-
nos orlhodoxas que V. S. aveuturou. Entre ellas
sobresaliera duas :a primeira que a liberdade da
Deo he perfeitssima, porque Dos uflo pode peccar
:l', quando a igreja ensina e V. S. reconhece qoe
ou quem deve abjurar....
E esta Pede com humildade ao donto lente
que procure desvantcei e corrigir seos erros, a co-
mo este, pensando que uesse pedido liavi.i siucer-
dade, presta-.e a salisfate-lo, responde-lhe agora
que n,1o lera aulnrdade pira declarar que he elle
quem esla em erro !
Oh como coraprebender-se um homem desta
mas ape- qualidade !
He uma fortuna, querido tmigo, nao haver ram-
ios de-e. un inl..-iro. que negam a liberdade de Dos,
e consideram-se uno e trino, pois do contrario a Bos-
ta sociedade teria que sollrer muilu rom elles.
Permitte que d esla |nir linda, deixando a anali-
se que tanto desejas partas seguiolet, entretanto er
que sou '
leu amigofdo-coragao
Y
Janeiro -.28 de 18.'.". /
ERRATAS
do coramunirado do inserto era o Diario n.
21 de .Vi de Janeiro, acerca dos admiuistradores e
arremalac,es dos predios de Nuno Mtrit de
Sobas.
Na 10a linhaera lugar de gueslo laia-te ges-
(ao.
Na i.".1 linhaem lugar desupprima-se o ponto
final que segu a palavra avaliadores, e se -uu-iilua
por s pequeo o S grande.
Na 30o liuhae.n lugar de gueiloleia-se =es-
13o. '
Na 56* liabaem lugar de ponto e virgula ;
colloque-se ponto de admirarlo '!)
Na W linhaem lugar deouteja tpprlmid0
por ser accrescimo.
Na '.i",- linhaem lugar de al.audooarleis-ss
abandono.
Na 154* lionaem logar de l.aperseleia-se l.as-
serre.
Na 157* linliasupprima-te o sque preceda o
adverbio nao.
Na 1(7" linhaem lugar delogosleia-se
lougos.
Ha nutro, erros de iion'oncAo que nao menciono.
>". B.Pede-se a dec' rtr3o de qoe esle e o ou-
tro artigo exisaru lia ty ographia ha longo lempo,
fil de dc/.embro proxiuii passado.
%ittcmt\iva.
EDCCACAO' RELIGIOSA.
I
O primeiro, mximo empenlio das modernai so-
ciedades deve ser indubitavelmcnle a educaran na-
cional, seguudo os principios da civlisar,ao evang-
lica. Todo o edificio social, que nao repousar sobre
esta base, desruorontr-se-ha un laaojeari continua-
mente immediata rnina. Os estadistas e os publi-
cistas ja teera concorJado na necessidade de instruir
o povo : urge que se recouhect tambera a necessi-
dade de eduea-lo. Uma vez recnihecida esla ne-
cessidade, he fora de dunda qne a e locar m deve
ser religiosa, e segundo as doutrinas da igreja uni-
versal.
De ha anuos a esta parle havemot consagrado al-
guns esludot a esle assumpto da mais grave impor-
u meu amigo Clieuier.
E nos, senliorcs, acretcenlou o sn
lerario, possairemot n. nona cidad de Braisti.
um dos grandes escriploret da poca, tem Iht les-
(emunhar a us.a admirarAo Y Anda houtero, uo
Ihealro, applaudimot orna tragedia de Cheniei !.....
edidos, anda que nao fotse o0Je' GheBier nilo deve recebar urna prova da uotsa
. .\ ni patina '; Nada, nao pode ser assim II, .....-p,.
er, esludando med.lando de sarjo%u, Chenjer ;ajb, *0Z0i,Zj!!dt".
sellas apreciara os grandes poetas he necestaro
dar-lite uma serenata !
Sim, he necessario dar-lhe sana sernala !.....
Apuiado Apoiado grilava-se de lodat as partes
com enlhutiasmo. Cma sernala orna tereu.la !
Em teguida, cada um te oceupou de orean-.- t a
fesla musical, e Huberto foi a forra encorporado na
alegre ronspiraro, e encorregado' de fallar ao poeta
apresenlando-lhe ot admiradores que elle coula-
va em lirmellas.
Roberlo quiz declinar esla honra, que devia per-
lancer, dizia elle, a nm balotante do paiz ; mas nao
se fez caso dos seut escrpulos, forain-uo condu-
zindo.
Para explicar o que c araba de ler, he necessario
aecrescentar que os Belgas sao, em lodo o mondo,
ot que mais goslam, das serenatas. Os mesmot lles-
paohea fazem pouco uto d'slet concerlot nocturnos,
era compararan dos dignos llmennos Todo, para
os ltimos, he a-sumplo para orno serenata Parle
alguem V serenata Cliega algoem '.' serenata Se
se faz um casamento, se nasce um menino, se se ce-
lebra um anmversario, a sernala uao cetsa nunca
de conenrrer com o seo contrabasso, os sent tres vi-
oles ; a soa llanta, a sua clarineta, figle e um vio-
loucello. Chegam mysleriosamenle ai nove horas da
nuil,, rollocam-se em silencio debaito datjanella*
da pes-oa a qoem se quer ollerecer a fesla. L'm !
dous tres regente da pequea orcheslra ettende
o teu arco, di o tignal... uma msica Irinmphanle
relenla A mullid,... acode a esle ruido ; abrem-se
as janellas, e guarnerem-se de curiosos ; applaude-
se, levanlam-se vivas. Termina ludo, ordinariamen-
te, com uma allocuc.ao que pronuncia da jauella. o
obteqnio, apandado muilas vezes em hbitos meno-
res ; com o brrele de dormir na cabera, suslem,
com uma dat ralos seus vestidos, emqoanto que Com
a outra gesticula agradecimeutus e enxoga uma la-
grima.
hutielatiin qu, se cuida activamente da sernala
desuada a M. Chenirr, esle, depois de se descalcar
e mandar aeren ler o lume uo seu qaarlo, porque u
mes de dezembro comerava a soprar ama a,pera
brisa, detpia o seu falo de viagem para vestir nm
quente e largo casacao de riscado. Tinha ordenado
que Ihe touiettem a cea ao seu quarto. era fcil de
recoohecer, em (odos os modo, deste pequeo ho-
mem, de cincoenla anoos de idade pouco mais ou
menos, o immensn prazer de uma pessoa que escapa
a um grande perigo, ou pelo menos a um grave in-
onveuieiile. Respirava a vonlade, baloirava-se na
a cea anles re
Ja vedes por eslas doueaa palavras, que se eu en-
caraste por todas as sua. facet a questao da educa-
cao ou instiluicao da acidado, como se ciprime a
nossa antiga lingua, feria de escrever grossos volu-
ines.
Mas n verdade de que servira islo V Osmios me-
lhodos s os naos me.lie- reforraam-st e corrigem-
se pelo espirito da edueagao. Ao passo que s a edu-
caran nao f.'.r boa, nao f.r ehrstaa, o melhir mellio-
do, a melle.r in-iruceso e entino t pude produiir
os hijos fruclos.
E he por isso que eu me rlio da grande bulla que
se fez cu.u a inslruc.;,!.. do nosso seculo, julgando-
se mellior porque lia inais escolas. N'ao da dnvida
queheopliiun multiplicar is escolas, mas deque
serve islo nao se saliendo, uem te cuidando do que
nellas te deve entinar aob hojnens ? O qoe o povo ha
mistar nao he lauto dejomj, vasta instruejao como
deuina boa sducarao, | porque atioal de con (as a
inslruci^lo lia de ter semprej limitada para o gran-
dissimo nuiuero, e esta djlluLao igual de meia dozia
denoeoes elementaras iiollem evidentemente ue-
nlium dos germens que po,l|uzem os grandes seculos
eos grandes genios. Podem at dizer sera profe- n^deia de ma^e saboreaba
nr um paradoxo, que um p..\.. composto nicamen-
te de sabio,, ou lilleratos, nao poda existir, por isso
que a sociedade para existir
tenaes que os lilleratos
quereria.n ou saberiam exiercer.
ileceu a sociedade, e as
Ha por conseguiute
rlataniamo ni,su a que se
cartee de coinlirr.es mi-
sabios nunca poderiam,
He assim que Dos esta.
leisdeDeos nao soaaonesl,
mulla f,.|.idade. muito clii
da s nome de iostrneclt pibliea, chamada popular.
A palavra educaran pelo cdntrario he nina cousa po-
siliv. A educaeao deve ser popular uo sentido que
todos os individuos c.....em de educaeao ; e que a
inslruce.o desligada da ei ueac,ao pje levar fcil-
mente um povo aos abxsmqs da barbaridade ou cor-
roptito, islo he, SO regias* da Torca bruta oo da
jmmnralidade. No entanl a educarao nato prescin-
de da instruccao porque educar um povo he ins-
Irui-lo: nem se pude separar do entino, porqoe o
entino he o meio de transmistao da educaeao int-
truci;Jo. Mas nem por
por isso me.mu do que a
preferencia. A edacarao
sso, anles pelo contrario,
elucae.lo deve merecer a
lie a alma dos esludot hu-
manos, quaetquer que elles sejam, e sem embargo
dos melhodos seguidos pira a trantmittir dot que
ensinam aos qoe aprndelo. E no enlanto o que ve-
mos ac nettet uossos tem pos'.' A parte essencial da
inttituicao moral dospoiot he constantemenle sa-
crilicsda ai oulras E rjo entanlo he della que me
vou occapar.
Os objeclos de instruecbo c os melhodos a seguir
leem dado logar a um seto numero de controversia,
e de inventos. Dios m; lvre de propor-vos ne-
nhum : Se a queseo so raditisM a mis em particu-
lar, isto lie, se Q-jiizessem n discorrer anicamenle a-
cerea de um melliodo,
dese'mestre virtuoso e
cia, que nao etpeculava
ni retarla pelo de Rolliu,
I ondoso, que aroava a infan-
:om o entino, e que empre-
gou todo o teu lempo, ta >er < virtude em fazer feti-
ze, as creancat
tancia : e das Ideara, paassmoi i pratica, dirigiudo
Dos odra o dem por necessidade adsolula i tendo mo seminario epicoptl, que nos dabililou a ler um
quena, acc.es od iiilranao te da nendoma lber- voto de contulla, e a eterever algumas considera-
dade em Dees, a segunda que o altribulo de crea-
Votaia apenas por al
pontos ligados com a ed.
diodos, creio que o, no
gara i experiencia virlu
Eu goslo dos melliod
pirito dumino uo teu
as mesinas le, qoe o co
do-se lentamente pelo
Nao quero, porm, .
dom aguardando u me
ramas reformas parclats em
cacao ; mas emquanlo a me-
so! novo, adiados nao ede-
sa e esclarecida de Rollin.
s lento- e laboriosos. O es-
lesenvolviinenlo srgue quasi
pu, fortidea-se desenvolven-
xercicio e Irabalho.
optar om sitieras; aceito o
hor. Deixai camiuhar a in-
fancia lentamente, scgjndo a, Icis do desenvolvi-
mento phxtico e moral,
se improvise anles de l
perfeic.ao human,, ale;
dor nao de essencial om Dos. Detta oltima pro-
posicao sobretodo, pirece que V. S. se deve re-
tractar, n
Muito pode a ignorancia presumida, ou a .na
( :
Pobre S. la o,.. de Aquino !
E digam que da felicidade perfeila '
(.loando de que o Anjo da escola pcnsnu nnuca
que liouvette quem ao attrevetse a calumnia.lo lio
descaradamente !
Na qu.--1,i da liberdade de Deot o sabio dos sa-
inos, baldo de raines com que podesse sustentar o
adsurdo que proclamara, levou, romo tabes, a '.oa
l e siu-eiidade at ao ponto de aprsenlar corno
d.iiitriua do sanio o que elle expoe tmenle como
objeccao que depois re.-olvc.
Ei-lo agora a. fazer o mesmo relalivamonte de-
j nomiiiaeao de Crea lor que se da a Dos.
S. i humar, diz que da Musas que Dos quer ne-
cetsai miente,e que da coosas que elle nao quer ne-
cessariamriite ; mas o sabio dos sabios aedou ine-
llior ailirm.il que o santo ensina,que Dos quer tu lo
uecessariamenle !
S. I'homaz diz que os nomes Salvador, Creador,
de f o publico nao de o juiz competente, lodaxis
confiado mi hondada da causa, resolvi-mc a aceitar
discussao, cscicvendo ueste sentido uma pequea
I correspondencia que lo: estampada no Otario, na
raeida con. todos os mais pedreiros des., cidade, tu- j,,,,,, a.zia que breve.nei.le respondera a,, seu cora-
do traball.ando tem tonal, der-m principiu a fac- i mullc.ltt0t 0 nae a hala enlJo por nao ...e
lura dos alicerces, e conliuuaram nesle traballio
: ele, cuino exprimiudo a acrao de Dos que he a sua
essenria, convm eternamente ao Enle Supremo,
mas que esses mesmiK nomes como exprimiudo re-
lar.io enlre Dos e as creatnras, nao Ihe conv.;m se-
nla leiiiporariameuic. O sabio dos sabios porm
resumir a minha dea,
.ler inelhor ao vi sso v
Se queris fazur de
honra lo, e depnisj um
s>
\iir
ador da iiHtrucr,!
Ces. fructo de longes.ned.laroes e de reileradas oh- |dos es.udos e nlelhodo
serva;Oes. l.om os notaXN inaleriaes dispotlot para
executar u nosso em ">nh.., deparamos cora um tra-
balho idntico de Mr. I.aureulie.a quem de lia mui-
to veneramos pelo seu arligoCollegio-no dicciona-
rio da conversarlo.
Recoiihecidamenle daviamos ido beder as nossas
relleiOet na mesma tala de mximas evangelizas
e na de doutrinas da igreja, .porque o fundo e a
forma sao quasi semellianles. Depois de algum mt-
dilar sobre esta coincidencia, cnteudi que dev.a lo-
mar por base o primordio Irabalho de Mr. I.aureu-
tier segui-lo e applica-lu as nossas especiaes cir-
cumstancias e necessidades.
Couservarei a foi na epistolar, que era a mesma
que ea davia tambera adoptado.
A educaeao he o futuro. N.'.s nao passamos .'e
peregrino, que pareorremot esla trra de perturba-
rese paixoe's : agil.imo-nos para deter a revolurao
na sua marcha, | ara fazer (riumpdar o, nossos
lyttemas e Nperancat, e nao alleinleinos a que as
nossas ditcusses e victorias, n.lu teivem para cousa
alguma, te acaso deixamot perder as gerare, futu-
ras. A edacarao de a causa e o lim das revolures.
A educaran pode preparar um povo para a anarcliia
ou para a ordem, para rscravidao ou para a libe/da-
de. Ouem na solido se dedica a educar a mocida-
tnecdota kisto
O del un o Rubedo,
ue elle se iulilu'ava,
lamaulia voga em 1811
pois nao ereio que o homem
rapo, uem (.lo pouco qoe a
ice fazer detapparecer a Ici
niaravilhosa de pi ogresj-So das idades.
Torno pois a' e.lue.c, m. islo he, ao espirito vivid-
e etisi.io, principio fecundante
Peco-vus que me deixeit
porque me parece currtspon-
rlnoso pensamenlo.
votso lilho antes um homem
io.nem instruido, recorrei i
e pre-
educaeao, a qual jrealh ir a vos.a esperanza.
enehera' os vossoK vsto ,
I Su tana do Rio|de Janeiro.}
iDiIDi-m.
ica do secuto M III.
elelire*ph>icu treoniala co-
jnSo contou nos doos volumrs
em oilavo da, su as me moras lodas as aventuras que
Ih, aconleceram.
Por exemplo rz me les isaj numerosas teocoet! ^j"1'-
de physica divertida. |ue leve em llruiellasro.ni' Lsl*jr* ^
a comedir. (I repouso e o appetite de qae linha
Sido privado por algum incidente, renatciam emfi.n
para elle : a cousa era certa.
Voltou com ludo uma pouca da sua primeira in-
quielarao quando vio o etlal.-ijadeiro em pestoa.eora
a ioalda debaixo do hraro, preparar elle mesmo a
mesa, em lugar de deiiar esle cuidado, comu de
crol..me, a am dos criadus.
r- depois hara nos maneiras desle homem, no
seu torrlso .e iniclligencia, um nao sel que de mis-
terio prestes a Iralur-.e. Dentis a mais o eatolnj..-
deiro otars de uraa profuoda ..ilertacm repelindo
sem cestar o nome de s-u hospede. Esle uome pa-
reca ler uma acrao muito desagradavel nos ervos
do viajante.
M. Cbenicr nao quer marinada '.' M. l'.henier
nao lem mais ordens a dar'.' Comu achou M. Clie-
nier o ponido assado 1
Aqnelle que era o alvo de lanos obsequios segua
com os ollio". com inquietaran todos os movimenlos
do dono da hospedara : porque, atraz desla exage-
rac.ao de cortezia, julgava distinguir a irona. Pro-
curava o seuredo desle enigma, e como ja vos disse.
orna semelhanle busca nao ra feila sem perturba-
rlo, quando de sbito a serenata tolla ao vento,
como um iroi.io, a sua primeira e giganlesla accla-
llllr.lu :
O garfu cabio das soSos de Cheoier, e o rosloco-
bro-te da pallidez de um defuncto, principalmente
quando o ettalajadriro eiclamou t
Montieur Chenier nao etperava esla receprao,
nao he verdade ?
Como se soube a minha chegada a Broiellas'.'
Deveis esta fesla a om de rossos amigo, de Pa-
rs, qurvot descubri
Maldito assas.i o! exriamon o viajante ;dei-
xo Pars para Ihe fugir, e elle persegue-me, e elle
recorre a nm semelhanle inferno .' um cherivari !
um cherivari Que mal fiz su etle homem '.'
M,oi-ieiir Chenier nao deve enfadar-.o. diz hu-
mildemente o eslalajadeiro, que tinha seu goslo pelas
bellas tedias; em Bruxellas sabe-se dar-vos lano
apreco como era Pars. Nos nao podamos respeilar
o incognilo de un. homem como M. Chenier.
Estas palavras, louge de di.ninoirtin a colera
e os movimantos febris do hroe da festa, pareciam
ao contrario exaspera-lo mait. E entretanto a sere-
nata contiouava con. mus magnificencia qae nunca !
po OS inuticos paravam ara iumne ito.n mullidao en-
cina o ar com gritos eutre os quaes o eslraageiro dis-
tingua perfeilameiile o seu nomo '.
Chenier '. Clienier Chenier !
Depois de um lal prononciamento nao he pos-
sivel recuar, murmoron elle, he necessario resignar-
me ruin a minha sorle. '
l.evantou-se, abri a mala, e pegn eom mao (re-
mala em nm par de pisloltat, que pontn tobre .i
pedra do fogao. O ettalajadeiro que nada compre-
hendia, ou aules que nunca linda comprehendidu
cousa alguma, taino sorraleiramente do quarto, e
poz-seao largo, pasmado por ver, pela primeira vez
om homem detetperado desla forma por causa de
uma serenata !
He edegada a orcasiao. disse o joven litleralo
que liavia dado impulio s liomenag'ns prestadas ao
pola, em que Mr. Chenier va apparerer a' jauella,
fallar e agradecer-nos.
He mullo de esperar, replicn o plixsico qne se
couservava no sitio meuos illumiiiado do pateo.
i.ham..i por elle.
Bravo bravo Chenier Chenier arilou
a mullidao. Moslrem-n'u por lim Chenier Ctie-
nier !
Bravo Lina coroa He dom ollerecer-lhe
uma coroa, propoz alguem.
Os delgas lc.ni pelas coroas a mesma predilecrao
que r.-ni pelas serenatas. A propusta fui ac.ll.id.i
com alegra : correram logo a buscar ama coroa.
Ja que elle na. cede ao, uossos velos, ja qoe
ello teima em nao apparecer, de ter com o vosso a-
migo, diste o autor da proposta Iriumphal. Rogtr-
llie-deis que te ponda a' jauella, a quando o COBOS
guirdes, dea ao meu cuidado pin-lde a coioa na ra-
bera.
Rol.erslon vin-st obrigado a obedecer.
Subiram ambos ao qaarlo do poeta, e balcram '
porta de vagar. O proprio Che.iitr foi quem ie u
abri-la.
Estou ao farto do motivo que vos (raz aqu, e ro-
nheco a pesaos a quer*/-djj(ojeinelliai.lc vizila, disse
. e depvi. ha
leram de vagar. Como nao responda, iiitHlir.ni e
il- ; om delles gritn pelo buraco da fecha.lor.
Mr. Cdenier, dignai-vot abrir-nm a porta'
' Nada de resistencia NSo guarde por rnai, lempo
.um mx.lerio iuulil. l'm de vooot amiges. ajBaea-
1IV actualmente ,m Bruxellas, o celebre filisteo li.
bertlon, cuuh,rea-vo, perfeitamenle.
Ms lenlin nada coinvotco Nunca eonher.
Roberslon, nem pbjsicn algum! (.luando ha de ara
bar esla .....Idila farra T que diabo quere* de nom
(Jue abrilhante.s com a votas presen, a o
banquete qoe vos destinamos.
l'm banquete Porqoe motivo Nem v<~
me conhece.s. uem ea leudo a honra de vos talle-
cer, tenl.oret !
Como sao originaes o, grtnd's porta, obr
vou aut enmpandeirot om daquelles qae sllusooi
a porta. Nanea te vi uma teima igual Acara-
mos com isto, Nao vai por bem '.' ha de ir a forra
l ...niaraiii-me que ja fui urce-.ario fazer o tne*m
a J. J. lino-.ean, e que um tal cumporlainrulo li-
tongeou iiiliniaineule o grande homem Idev
ver !
Encoslou-se n.nlra a ombreira da aajtfj, firmn
enrgicamente os pe. eserv.o-se dos hoiubrot co-
mo dt alavanca. De rpenle, a recitadora codeo,
e a porla abrio-se com violencia.
O eocenhoso autor detta desjeoberta, altivo ,le
resultado co lindo, precipilou-se logo no qoarlo, le-
vantan rumo pode o viajante nos tiraros,, e.m-
nimo com elle a' frenle de teut amigo, qoe davam
gritos ue alegra '. Cinco minutos depois o tiran
gtiro achava-,, atseuiado no lugar de honra de mu
arande mesa. Em vio prole.ion -u., antale ; en
vao pedio que o delta sem vestir um lra|, maitde
cerne, reliveram-no a teu pezar pnstoneiru o,
guerra. Vio->e obngado a lomar n.rle n'omaet-
celleule ceia.
O areonauta Robertton, sentado an lado do dr
roe da reta, loi talvez o muco dot Convivas, ou,
nao linda grande appclil, pareca incommodaoo.
e trocara motilmente um ..mar de inlellicencia
cora os oolrot convivs, lodat a, vezes qoe Chenier
,e obtlhiava em recebar cora soi preza ai palavra.
familiares de seu rfcrinhe : eomrravam geralmeni,
a acreditar que o illustre plii.io cooneeia mnit
meno, do que di.sera o celebre pertonagem, e qoe
harta exsggerado motto a toa amiza le fraternal con
o poeta. \ exado e cdeio de confoMo como todo
mentiroso sorprendido em llagranle delicio, e que
tente fugir-lde debaixo dos pea o entrado em qoe
se davia collocado. Itohersluo teria dado com pra-
zer mil eteudos para adiar se a cem legnaa do Rro-
xellas e da sala do eslim. Mas que vio-se obri-
gado a dcar all, atado ao prlanrioho a qu, te Imh*
ligado elle mesmo, e a mostrar roste legre oo meio
do, tractos que scllria.
Finalmente chegada a sol>reme*a,um dot coovivta
levanton-se perturbado, commovidn, e rom s vor
trmula, tirn um papel do bolso, e pronuncio, at-
las palavras:
A Cheoier Ao grande poeta : Ao illnttra ae-
tor dramtico, cojo latcnio sublime adm.ra hoi
a llelgica com tamaito enlhusiasmo eomo a rVao-
5t I Conterv, elle a memoria da reeepeto hasajaov
leira que a cidade de Itruxellas Ihe taz rom alegra
c vaid.de. A Chenier Ao gr.nde poeta I
A Cliemei I >0 grande poeta
coro os conviva,.
rrpeliram em
domenagens.
mas n,i arresceula a Marra- i
"-o dispr, dai-me so o lempo p
para mudar de vesiuaiio.
cao de certa sena de ue foi, t*Bos .Veos "iieio I :N"*' ,lfi "cettar.o : tsperam-vos com 13o viva
menos a machina, par, empregar os (erraos d arle ""P'"""^'3 1"e niuguem reparara' no vos-o Iraie :
' e quando assim mo fosse, quem ousarta ce
Idealral run A tarde, quando R iberio nao reuna no pequeo
lliealrodo Parque, gra ide numero de espectadores
para os espantar com ria, e de cem milagros is eutreloninieutot, toda or-
dinario jantar a uma i at nosoadariss era voga.
Adi gotlava elle de contar aot freguezes da mesa
redonda, nt aconlecin enlo, extraordinarios da sua
vida de artista, o, per gos poraue linda r
de virtuosamenle.lt.; de corlo ma previdenle e mai, Su.ssa. onde os palian
poltico do qe quem dusca dominar por meio ih
torra ou da persua-a.t, da intriga oa da eorropeto.
per.
acdou ainda mellior allirmar que o Sanio ensina que Um opera sodre o presente que desapparece, antro
m | o I- rino Creador eiprimindo senipre un.
,,c millirem os tradalhus de que me acliaxa eocarrega
dezoilo: oo decurso deles Iret dias Iralislliaram co- do, c qile nesta uccasiao pudlicaria lamdem o ratu e-s mo srvenles dos pedreiros conduzindo agua, cal, I ome. | llie eleuiamenlt
l'ril.uto i snbr.jo luturo que ha de ser estudado. l'm ganda
oulro Iriumpba daudo mate
is o lomaram por feiticciro e .
inellerara e.n um rorro ; oque lite linda aconteci-
do no, are. quando vi ijava u um baldo ; as innu-
meravei, rorlunas qui devia a seu tlenlo ; emlim
.s grandes pertonage. s e os domen, celebres qoe se
apressavam, em Paril, a abrir-lhe os s,u, salaos, e
mesmo a couceder-lli i a mais eslreita amizade. Se-
(l: Oueria ub-la para poder melhur desco.npor-
1 me.
-J' i.ni m artigo que puphcoii com
j peito, dttse que e.a inepta e ridicula i
callos, lente Josa R.be.ro do Prado, e do hbil I nratis.
/
risco Ira.-ado pelo digno taiationatio, e de bailo da I
administrarlo de orna rommissao cnmposla dos se- !
nhoret coronel JoJIo Valenlim Peixoto de Vascon-
po'le querer o mal, porq
vonla le d, perfeitissima, e nao porque nao seja livre
como qu,r o onu/logieo.
nome sup-| 1 O que a tzrejt entina hs que Dees quer asna
Risum te- I booda.le por uma uceidade natural, mat que ha
I livremtott que obra o b.ra fora de ti.
II. em face de ama grande esperance pertooiQ-
."> Diz enlrelanlo que enunciara proposirOes mal
soanle, e etherodoxa,das quaes deve retralar-se i
(6 Felizmente tri da dous condecidos.
.
I
MUTILADO
surar o
vestuario de um viajante de rosta qualidade".'
Mas quem lie que vos participou a minha che-
gada '.' sritou elle com impaciencia. A qoem devo
eu s.naellianles perseguiroes '.'
(Jue modestia '. cliamar per-.egoir.ii, a honras
dio merecidas como estas! I'oi vosso amigo Roders-
ton que reeuudeceo a vossa Ictlra.
Robeislon, meu atinjo '.' Nunca live relocoes
com Ruderstou Nunca ouvi fallar de Robers-
lon !
Sim. eu, mnrmurnu nnrconauln que, para ta-
hir do embarace- em que eslav.i.se lanzara nos drasos
do viajante estupefacto.
Nao leuliu a huura de conhecer-vos, se-
nhor.
Perdoai-lhe nesle dia solemne at arrelias qu
Aquelleaqne.il te ilrrigiam .,ias M
levantoo-se. Todos te callaran! e ouviram coa
allencao religiosa : mm
Senltores. disse elle, ,ou rralo a vos. rHm.
sa rereprao ; mas julgu deve-la umcmenle a om
engaito, lalvez Itaja als.tm poeta reto nom, se.a
iimuU ao meu :m.i-, graras aleos! naneas co
iiden. nem a elle, nem aos aaajs vertot. Chamo-..,.
atfeOM Joao Chenier. negocianlr de vindo. em
Bordeo. \ enho de Pars pira rllerlu.r anai .la-..
mas trao-iiciif- commerciaes...
O pobre homem foi tuler.omptdo por am vi..
murmurio de deiconlenlamento.
Na verdade he de ma.s diziam lodot. A soa
teima vai produzmdo am iwssimo elleilo. i tarro
julgara elle que lem diaotede si Nao se escarne-
ce assim de pettots Itunesl... |
Depoit romei-aram a interrogar llobcr.lon.
\ amos, senhor, acabe com a birra qot leva
Mr. Cheoier. a negar a sua idenlidade. Nao era-
elle o grande poela. cuja coropanhla no. en.-l.e de
orgalho A tragedia de Carlos l\ alo loi etcri.it
pela ,ua pcU..a rigame !
Chenierhe um grande poeta, tlitinou Rehett-
ton.
Nao sois ora de seus ntimos amigos '
A amiz.de de ui*. graude homem he um beoe-
ticio dos deoses.
Mas he que au respoudeis directamente s, nt-
sas perguulas.jobservou o Hercules que havia er-
rombado a porta. -E.te lenhor he. ou nao he Oaa
nier, o porta ? Ment.les ou ...... f
il* C.l,enier- o poeta, balbucioo o phvetco.
J os bem, M. Chenier, rniiunou.. o grrneno
mlerlocutor, aniinaudo-sec.da vez mai,, declara-
vot e.n meu nome, e em nome de ...en, emeidadan-
que se coolmoais a regeitar por mais lampe <
nossas homenagent, not fareit om iutullo grav.,i
mo, de que tere.t a dar-nos eoola com as armet .t-
roa js.
I m duelo I anda oolro duelo !
., "7* nossa arqizade oa a notta viosaoca..,. K-.u
Ihei
Ja que attim o quereit, ditto elle eom rtiva cea-
corda Su um s.ande poeta. .. E.lai. satisfeiles '
ro um appUuso gerl: dirigiram-te a elle, aper-
lar.m-lhe a mao, aorararam-n'o, repreheoderam-
no blandamente pela .at obtnn.r.'io.
O orador pediu novaroente a palavra :
Agora, senliores, e a occas.au hde pedir a Mr.
Chenier, que not recite alguus versos.
Como .' Nunca os fi. nonca li am so |
Unt.uua : rugi a voz de ttenlor de illmlr,
preopinante em quanlo a indignar,, eesaaaart
de novo em ludst aquellas cara animada.|pclo vi-
Senliores, diste um viajante iuode.ttm.nle a
tentado no lugar inferior da mesa, e que linha pe-
d.do licenra de concorrer para o tu.iqu.-le, .loando
soubera, ao detcer da tea,, qae o hroe de teste era
Chenier, aenhoret, M. Cl.en.rr qoit ler a bandada
de mo.ti,,i-iiie os iliimu- verso qae rompe/ .,
quer.it, dou-me ao Irabalho; de rec.la-lo : he om
me.u de se lazrrem at pazet.
Apoiado .' apoiado !
Em quanlo que Chenier o contemplara com d-
m.rarau, o viajante levanlou-.e, e reuluu a Epsto-
la sobre a clumu.a com lana grara e coralito l.e
o re. da tesla receben p-r;.l.eu, e lelicla...... :.
pelos seus i.i-iin.. admiraveit, lucoraparavei, ver-
sos.
linalmenle as cinco horas da luanlvaa vieram
pur termo a esla fesU estrondoss. Concede.am ...
poela a libe.dade de se retirar ; mat esle. apeut
de salar moflo por .sso, nao quiz cumiado ra,nl*r-
se sem aperlar a mao u'aquelie que o occonna la
generosameulr.
Digo-vo-lo de novo, senhor : acresceuluu elle
acabar o, seut ngrailccinteulos. nao ,ou, i.in. me
,ca fu. poeta ; i,,.,, conltrc u Chenier que fa aojase.
U.ego alo a dete.-L-lo por mais de uma ra/a...
live ;t inrclicidade de me cltamar comu elle, e 4a
circumslaiicia lem-me cantad., alguus datoslo..
ritntflfKle a-lava eu em l'aris lomando cafe lian-
quillameiile -Tj-.vi um amigo nos jojeMat ah l'alar--
Royal. Esle iienun. a^n*Jataa>rAt tmrBT'
Chraier. Imntedislanisnaa iodo..., circum.t....i..
I,taram otollios em mu,, cora e.panlo lorrtvel. Nom
que (ust alguma alma de oulro tituDdo '. Emlim rm
qiianlu que para explicar esle plieoonteiio, indaga-
ra se linda alguma cousa no meu ir-trun, qoe me
lornatte ridiculo, um mancebo tahiu Irapidameale
du grupo vitniliu e leinu.in li.-ine a chavan. -"I.rel.
mesa, exrla.nuu:
Assatsuin qu, h/r-ir tu a leu irii,.,ojAi, i. .'
I.cvanto-.i.e ; piole-lu: digo que nunca tur li-
maos ; chamn-lhe caluinuiador : au.earo-o mm .,-
i correr a jusiira. Da-u.r u. bilhet, ruiii o tea n. me
1 e a indicaran da ,ua morada i.briga-me a late, o
i iiicsino, e declara que. no da tegulnle lea o cu.lt-
du de tader nolicias minha- para me d.r rabo da
pelle. Nao na-ci para toldado, j.-nhor '. E-la w
fez-me ptrt.r oilo das mais redo do que leiirion
vorilos.
Mas Rnderlo ennfe sava wm ceremonia a todos o,
principo,, a lodo, os non ,reda-, que prefer, a o-
ciedade dot artistas e los esenptores ; janlava regu-
larmente. um. vez pr r semana, coro l.rbrum. o poe-
ta do Vingador An< rieo u3o duvidava consulla-lo
que ha de teuli-lo ,it veat. Hat que motiva, to. Ir-
Temos, pois, realmente um a^astinato Jnl- ',0" "'1u oTrarttot ule wnli.ir da ral.. p..,i..'.u m
g.va ler dt l..ir com um un.ro 'individuo : mat, 1"e eslava collocado, dtclaraodr. qoe nao et. lie o
por fim de colitis, he uma pop .lac-'e. inletra qoe Poe'*
pede t minha cabala i di,sr elle com um sorriso a- | O pb*aica corno fe,z uma careta eiprtssiva e bal-
u3'?0- I hocn.u alguus vio* ^m sentido.

.



DIAMO DE PERNAMM'CO SABBADO 31 DE JANEIRO DE 1851
Sois mu individuo minio divertido, seohor,
conliuuou o estranigeiro, para que eo n.i<> deseje
Iravur retardes comvosco. Quando furdes a Pars,
ido \isilar-me. Ahi lendes o meu mime.
B enlreuiiu-lhe un rlbele. Nao sei que nome alii
eslava escripio, mas o phvslco empiillideceu. incli-
iiou-se profundamente, e no da seguale parti para
a Allemanlia.
Einquanto a Mr. Clienier, viajante c negociante
de vinhos, votlou no dia sejjninte para Poris, e tra-
tou (iigo de obler aulorisacao do eonselho de estado
para juntar um S ao ame de Chenier, e aicrescen-
Ur-lbe a denominadlo da w cidadu natal. Assig-
nen-se, pois, de enlao or diaule :
CUESNIEH DE MACN.
Henrij fcrhondl.
{Clamor Publico.)
O correspondente do Droi sin
conla-ltie a G de agosto o fado seguinte ;
I o- vinte ineniuos, que frequentavam una esco-
la n i aldea de Mifsouri, se acharam envenenados,
aasim como leu meslre. Ncnliam delles liulia roor-
rido ot ao presente, mas muilos eslavam eiu grande
perigo.
I i/.fijin--c as iudagacr-s, e se desochrio que se
ba>ia introducido veneuo n'uma Imite que furuecla
a a-iii pira a escola.
Jatnes-I!a>, ru|a reputarn eu iim, Coi peta vot
publica aiTii-ado desle criinof.
Dizia-se que elle Uvera dor motivo, querer vin-
gar-se dos pala do-Ir- pobres mininos, que n'um
processo civil liaban declak-ado que nao davain cr-
dito a nenliuma deposr,at>i que pdose fa/er este
Ha\, anda mesino que fdse sob a inviolabilidade
do jurammilo. AccreicenlJava-se que alguns das an-
tes do cnvauenaniento da,, aguas. He tinha retirado
seus Itlhos da escola, a uirelevlo servidos.
^ Ray foi preso, e 'e procedeu no campo ao seu
jljgineiilo, segundo/o cdigo, do magistrado I.yncli.
Vi eis de jtiln um mensagero a cavallo per-
corria iNpaii.1, velocidade as aldeas circumvisi-
ubas, .iiiiinnci-rtitr. que Jaines-Kay seria enlorca-
dn naquelle masmo dia, em (rente da escola.
Pela volla das 11 doras, se Cormou um ajunlamen-
tu de cein aldeos, acuinpaptiado* de seus lillius. Di-
visavam-se alrave< de uma janella da escola, dous
missiuuarios catliolicos, resaudo e cantan pauhia de um IjotDoiii alto e de farias allileticas,
eujos bracos estavain ligados : este era o accusado.
Depois da alguns minutos, a mallidao afaslou-se,
a se reuni em torno de um liomem collocado a cer-
ta altura, e que st disponlia para fallar a' assem-
blea.
Heconlieceu-se nelle um i-erlo Thomatt Greer, que
linha pregado alguinas tetes ero orna igreja de chris-
IMt.
Suppunha-ae que elle ia servir-se da influencia
que llie dava o carcter de sacerdote, de que eslava
revestido, para aplacar as paiies da mull I a u, e
evliuru- la a respeitar as leis. 0 digno homem nein
sequcr pensava nissn.
t Meus seuliores, e\clamoo elle, todos os que (cin
feridos em saas familias, pelo crime comnietlido, se-
parera-se da asseroblca, e colloquem-se junto a mim.
En raarrarei com nma crut negra os nomes dos que
nao obedecerem. Quanto aos oulros espectadores,
eu nao quero o seu concuo.
Quinte individuos alUmleram a esta nolilicac.a'o ;
eelfe conliuunu assuu :
a llomens convido-vos a dar a liberdade a este
mneravid os que loreni desle parecer, letautem a
rodo
ero ama mSo se levanlou, .
Entao, meus seuliores, os que forem de opiniao
de o eoforcar, digamsim
Sim sim sim > grilou uccessivamente cada
um destes quinte novos juites ; juizes parles ao
mesmo lempo.
Greer, annuuciou a miillidao, que se compuolia
enlao de 230 pessoas, que o condemnado seria en-
furcado dentro de urna hora.
Todo* os ollios se vollaram para o desgrarado, alim
de ver u cITeito que nelle prodotil esla sentenca de
ni. re. Mas elle alii eiperava sem duvida, porque
nao desmenta a sua' tranquillidade.
Applicoo esla bora para conversar com um mi-
nistro do Evangellio, e para se preparar pare a mir-
le, [luraule esse le'-t'" ,,a'' olhuu nai -'c loas ve-
tes para o relogio.
correclamenle, ao meuos de um modo qua satisfaga
a especlaliva do publico de-la ridade.
He o que poseo eipetidtr quanlu as vantagens e
supeiioridde desle evcellenle melbodo.
Sou ds Vine, aliento venerador obligado.
Manuel da Cosa llamos.
Em consequencia do que Vmr. me determina na
carta lapra, que e dignou rtirigir-uie em data de 1(1
do crrenle mer, leulio a diter que. eslodando e
pralicaudo o melliodo porlucuez de leitura repentina
do Evm. Sr. conselbeiro Dr. Antonio lelirianu. de
CnlIUw, no deseinpenbo de meu magisterio lenlio
minuciosamente observado, e complelamente en-
coulrailn a fanlidade de conseguir-se fomentar c fa-
vorecer desde os mais tenros anuos da puericia o fe-
cundo gosto da Miara. |[e sem davida alguma este
encllenle metbodo fundado em Bases naturaes e-
minenteroente analylico, acresaivel a lodos os en-
ci,.lmenlos, convidalivo para ludas as vonlades, in-
' sinuante para as memorias mais rebeldes, e fcil de
gravar-senas mais inconstantes. A muemonisac,ao,
porem, que nelle se enconlra.o rithmo, a msica, a
CONSULADO PROVINCIAL.
Raiidimenio doriia I a-Xi..... 75:7753611
dem do da .'til....... ;I90s95
"jii-yui
Navio* sabidos un dia 30.
Canal pela l'arabibabrigue ingles Itelleu. ea-
pilSn WltIUm llrooks, caraa bacalhao.
New-1 orkPalarbo americano i.Kavnrila", capililo
(i. II. Kogen, carea assucar.
Amu'Brigue brasileiro aLelon, capilM Joaquiai
Antonio de l'arias r Silva, em lastro.
Santos polo Assu' e Rio le JaneiroI hale brasilei-
ro tPiedades, capillo Joa'quim Jote Alveadaa
Neves, rar^a (azeoda e mais -enero
Os bilhelM de camarotes, platea e jalleria sSo polo
me*mo pre;o ja annoitciado, os de Wanda s.io
perlenccr, 3110 ou mais
mandioca, tu" caixas il
de vinho do Porto : qu
saccas de farnba de
massas, e ^0 barris
rta-leira, '. de feve-
i
retro, as 10boras da inaiilia, no armazem ,
a JK) is.,e u resio esla' xpoMo a' \enda no eaeripto- do Sr. I,ni/ Antonio Ailes, detronlo da por- *
ro do inesmo thcatro, das S boras do dia em ta da allaiide^a.
dianle.
^tiOOJ :J tit*9*.
Araeaty.
ros, Joaquim Carneiro Machada Ros, > lillios. 1
alilhada e :l escravos, Manncl Pedro de Alcnta-
ra e sua senliora.
Spriio com brevidadt! o ljate F.xalacHo ;
so recebe passageiros : trala-se com Caeta-
Pa-sagci-; no Cyriaco da C. M., na roa da t.adea do
clarea, a variedade, o ar festival, a benevolencia, \ Liverpool Barca ingleza Hedoraa, capililo F.
algodio. Sabio honleai
Senil, carca assucar
depois de (i bora
Parahih.illiale brasileiro i.Flor do Brasil", tneslre
Joo Iranciseo Marlnn, carga familia de trico c
Jo.lo Rabello d
Andrc de Medeiros, Antonio Vieira. I.uit The-
moleo, Manoel Correia, Manoel de Mallos.
o amor, ludo, ludo enneorre para gravar-se profuu-
dameole nos nimos a arte de ler e escrever. Bem I
longe de encontrar eu nelle a menor desvanlagem. '
julgando-o aules prvido de ludo quanto necessario |
seja, para iodubilavel e precisamente redutir os [
muilos anuos de inellicat e ligoroso ensino, a pou-1
eos metes de ellicacissimo, o sobre modo amoravel
ilouinuai.Mii. com iucalculavel economa de lempo
a duibciro, considero-o por uitima conviccao um
verdadeiro thesnuro para o pre nflo so nao se deje delapidar levianamente, como
exige o teloso amparo de ludas as pessoas probas e
isodas. que longe de.serem murmuradores por lia- COUPAKUIA INDBMNISADOBA.
biloevicio, sabeindarodevidoaprecoaludoquaulo A direcco da companllia faz sciente aos
""nn.TT' vr 'ne"s para a ''}>"*">< Srs. accionistas, que sendo approvado pela
eSesi,,,^^ 2 Jo crtenle o divi-
c iiiit-M esiiina, que por uralidao e sviQuathia llie i ,, i *~ u. i-
eoniagra. ,uen. inui.o .. p.....r de Vmc, amigo *f* de "" I'0'rcento sobre. >CplUI reall-
fleciuoso e criado nbrisudissimo. I *o, sera salisfeito no escnplorio ila cotn-
Antonio Iguacto da Silva. P>nhia, das 10 s 3 horas da larde. Recife
N. B. Esi.io teennbecidas pelo Sr. tabellan Al- i ~ de Janeiro de 1857. Os directores da
Recito 11. .!.
Acarac.
Segu uestes dias o pallialiotc Sobralcn-
sea ; recobo carga c passageiros : Irata-sc
1 com Caetano Cyriaco da c. M., na ra ta
Pas.ageiros, Manoel de Ohv.i.a. | Cadcja Jo Ke,.,e .,_
Uliveira, Iraneisco (.ravero,
Cumpaiihia transatlntica
I
' M:iip. \s PRECIOSAS
i I0RE1RA l OARTE. I
dk
SdSoS X)ocr0o0.
folliiiifias
PARA 1857.
Ailitim-sc i venda (s Hem conbecidat
inlnis, impressas nbsta typograpbia,
fol
das scjpiiiiies qualidad
FOLHINHARELIGlOSl
dos mezes, a biblio
brasileiro, contendo alm
Beca do ebristao
tompoi' le ora-
1>tt\*ta&c#.

meida, ereleren.ladas<)eloSr. cnsul de Porlugal,
lodos gralcnamenle, para seguirem para Lisboa uo
pronuio vapor. I-rancisco de Frailas (iamboa.
%wam f*.o.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28-|.(i(ld. v.
Pars, 310 a :1U rs. por fr.
Lisboa, 9.-, pur t, de prelmn>
Rio do Janeiro, por 0|fj de descont.
Ac;oes do Banco, 10 a de premio.
companbia de Leheribe 548000.
o companbia Peraanbucana ao par.
e ludemuisadnra. 5; dem.
a da estrada de ierro -20 por 0|0 dt premio
Diseonlo de leKras, de 8 a I0.| I
Dito do banco8 a 10.
uro.Cujas bespanholas. ,.
Moeda de 6^100 velbas .
(loo novas .
480OO. .
Prala.Palacoes brasileiros. .
Pesos columuarios. .
mciicanos. .
283 28f.V)0
. KIKKIO
companbia, Jo3o Ignacio de Medeiros Reg.
Joao da Silva Regadas.J. J. Tnsso J-
nior. <
% ARSENAL DE (ilEKRA \
SI Uc ordem do lllm. Sr. coronel director, >
& sao pelo presente cou\idados os Srs. cooiig- 3
9 ualarios ou coinmandautes de navios, que te- ,
H nlian de seguir para a provincia do Cear, a Jgi
V comparecereui lio mesmo arsenal, alim de
9 se contratar a eouducrau para a referida pro- QC
O vinna, de diversos caixSea com fardamenlo. $
9 Aratnal de guerra -J!l de Janeiro dp (S..Y7.
S' 11 escriplurario inieriuo eucarregtido do es- ;
3 pedienle, Antonio Iraneisco de Souza Ma- a
9 --'Mi.n- Jiiinnr. *
&a%9&v%i$*&-8-g)&&i$?mw9vt
A diraccffo do exlincto banco de l'er-
nambuco (.:/. scientc aos Srs accionistas que
aclta-se autonsado o tbesoureiro da caisa
de vapores sardos.
cs quotidianas, mclhodo de assistir a
iiiissii e coiilissiin ;
li\ unios, ollicio le
Concvicao e muitas
grande meu lo, prer
Milicos. ps:ilinos,
(ossa Senliora da
Mitras oraeoes de
. .' ."i
DITA SI.MI'LI-::., rontiidjo alem dos me-
zcs, a lei dos circuios c varias tabel-
las de impostes gCTejef, provineiaes e
.... 240
* Aderecns de brlllianles, 8
* diamanlesa perolas. pul- J
veiras. allineles, brincos *
* e rozlas, bolocs anoaii *
^ de differenlc gostos e de J
. diversas pedras de valor, aij
?
*- sy
J Compram, vendem ou ?
Irocain prala, Oir, bn- *
K Ihantes,diamntese pero- ?
LIJA DI 61 it!\oJ
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebetu por lo-
dosos vapores da Eu-
ropa as obras do mais
i?s*i H'i i^s-.
OUROEPRATA- J
Adarecos enmptelns de I
ouro,meiosdno-. pulcei *
ras. alfineles. bniifo- o *
roaatM,conloes.traaos-
lins, niedalbas.correules ?
e enfeiles para reoslo, e ?
ontru-miiilosobjerlosds i
ouro. .
Apparelhos rompletos, ?
de prala, para cha. ban- I
dejas, salvas, eastiraes.
municipaes, preoo.
DITA DE PORTA, aqi
? las, e oulras quae.quer | |ji0(|eri|0 (FOStO. tall- oftswtsVassjpattm, I
I jotas de valor, a dinbe.ro J "U"l IIU ^U.. l.w, Irtll ,,. ,', cl0 i
Sa^nJto de Franca como ^ES^^mmmJt
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o commodo como costumam.
C0ISLT0R10 HlIOPATBCO
/.es (em explicacea da i
excomcauuhoes, etc.,
[DITA nt \I.\IAN.\K,
me/es, conten o almaUak eivi!. admi-
nistrativo, commereiall c industrial da
al alem dos me-
indulgencas e
l'eeo. I fio
qual alem dos
O vapor CONDE CAVUOR de linha de (ienova
espera-se aqu por e>(es dias em viagem evlraordi-
narja, coiu as escalas de Lisboa, Madeira, seguindo
daqoi para a llahia c Riode Janeiro, depois da de-
mora necessaria para rereber as malas do corrcio, o
os passageinis que livor ; e na sua volla Ui as es- piaea da Inileoendencial ns 1i
calas de S. \ cenle, Madeira. Lisboa e Ceuova, para '
cujos porlos recebe cara e pas5a,geiros : (raase uo
cscriplorio da ra do Torres n. li, dos agentes Lo-
mos Jnior t\ l.eal Keis.
rovincia, por ... I......500
Todas estas folbinbas sao impressas em
in papel e exeelleule typo, e vendem-
le em poreao ea retalhoi| na livrarist da
eS.
~ Para o Rio de Janeiro sabe no dia 8 de
fevereiro a iova barca Recite, da primeira
SOCIEDADE l)EE\S\
0 primeiro secretario declaril
sesslo aa 10 Ir \,of3i ja maoha
Verdes n. di.
.-
Ki^ioililial a eirecluar o pagamento do dividendo
Jjikk) l'etto pelo banco do Brasil, do semestre lindo
att^POQU
25OOO
19860
ALFAM>BUA.
Kondimcnlodo dia I a 29 .
Idom do dia 30......
WfMKIgt&l
35:1K34|
496:18t(*Xi|
[)tsca.TTcgam hoje ;)l de Janeiro.
Ilarca francezaAlariapipas de vinho.
Escuna ingletaScoutbacalhao.
Brtgue diuamarquetAnua Alariamercadorias.
Barca porlugueaBom Sucressodiversos geue-
ros.
Barca ingle/.liindoocarvo.
'jalioia hollande/aJacobus faiendas e mer-
caduras.
Ilrigiie portogoesOlivskadiversos gneros.
Brigue inglezPorliacerveja.
Escuna nacionaldrai io-,idiversos geueros.
IM.>OlTACAO.
Escuna holandcza Jacobus, viuda de Liverpool,
consignada a Soulhall Mellors iV ('.. inaotfcstau o sc-
guinle :
1 caldcira de ferro com dns cobrrlas, 1 forma de
fogo o porlas, 101 barras de grade, 1 cbapa de me-
tal, -J ferros, il lauas de ferro fundido, 12 cvlindros
com canos e rodas, 8 ditas, i caivli-,; a S. P." Johns-
lon i ('..
I! fardos fazendas de algodo, t embrulho amos-
tras ; a Knslron Itookcr 4 C.
(ancoras de ferro, > rolos lobos de borraxa, S
fardos. 336 libras de linbo, :ll'.l libras de cadarco :
a A. Oi \V>all.
16 toneladas CSfTao de pedra : nos consignatarios
llrigue dinamarquer. Anua Mara", Mudo de liani-
burgo, consignado a C. .1. Asile)' 20 caivas vidroj ; a II. Broun v ('..
*> caisas razeoda de algodio, Sdilasdilas de
-. ..i... .i.i.._ -_ .- -
DFRANCEZ.
que hoje II I ha
1 ns ra das Aguas
Onde se acham setnpre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas i.omn
em glbulos, p preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commudo .
PRESOS Fl\OS.
Botica de 12 tubos grandes. .
hita de 2i a
bita de 36 s b .
Dita de 48 c .
tiila de 60 o .
Tubos avulsos a......
Frascos de tintura dn meia onga.
Manual de medicina hoqieopatbica do l)r. Jahr rom o dic-
cionario dos termos de medicina.......
Medicina domestica do Dr. Henry......
Trataniento do cholera morbus........
Itcpcrtorio do Hr. Mello Moraes......
10/0O0
ISMM
201000
25CO00
309000
19000
29000
!0.000
10/000
2/000
61000
-- Lontinua-se a vender queijos dos mais
,------,-----------...... meia
QatJete se llie aunuucinu que era chegado o mo- '""i ditas ditas de nieui I111I10, ."1 peroles amostras ;
a Scliaeillin ^ C.
I caila nMlkas impressas e hlographo!; a J. P.
vogelv.
3diUs(a7endasdealgo.lan, i ditas ditas de meia
ment, elle se approkimou do sen cavallo com pas-
so lirme, montou, e se dirigi escollado, pelos seus
quinze jui/.es, para o palibolo, ou antes para um
velliu carvallio, n'um ramo do qual se linda firmado
una corda. A distancia era de ce'ca de setenta me-
tros. Apeou-se do cavallo, e subi a um banco,
collocado sobre a corda fatal; depois pedio que se fio
zesse a leitura de sua roaflseSo.
(ireer aonuio ao pedido ; mas esta coussao nao
era senao uiua extensa declaraban da sua innoceu-
cia, acoinpauhada de urna especie de a
piuco.
Terminada esla leitura, elle pertruiitou quanto
lempo se Ihe dava para pronunciar um discorso.
t'iinta minlos, llie respondern).
E ma> i" i'iiiiiin-se com firmeza, e sem o mais leve so-
bresalto, ou abalo em sua vo.
Eis aqui as suas palavras :
Meus seuhores c honrados cidadaos do coudadn
de Morgau, soa chegado ao momento de narrar in-
uoceute ; mis eu morrerei com animo. Nao deira-
marei urna lagrima diautede vos. Eu e-Ion innocen-
te : Dos o sabe. Ileixo unta evcellente inulher e
qualro lilhosmenores. He preciso que eu abandone
esles desgranados e queridos meninos ; mas oflo (e-
nho vergonha de morrer. Eu espero que os meus
roncidadAos toraarao intersise peta mioba fami-
lia. 11
l'.ontinoou dosle modo algum lempo, al que Ihe
edverliram que ns tnuta miuulus liuliaiu corrido.
Elle pedio mais dez, que igualmente se)lbecoucede-
aui ; e otaproveiluu para dar lima vol(a no circulo
aperlando .1 in.lo a us, abracando nutro-, e per-
doainto a (odos. Depois (ornou a subir ao ban-
co, e jntluu elle mesmo a corda em volla do
pescoco, pedindo que se aloogasse mais a corda.
~ Eu lenho vislo desla sorle de colisas, disse elle,
e se vos me 11A0 dais mais corda, eslarei peudurado
cinco minutos antes de inorrer. *
Itespoiiderain-lbe que a corda era bastante longa.
Meu- -rubores, repeli elle -, mais alguns secuti-
dos, e mo eiislirei mais. Eu eslou innocente ; tomai
cuidado pela minba familia !.. n
Dizendo estas palavras, elle se precipitou no espa-
ro : mas ao cabo de meio minuto, conheceu-se que
a sua previso se ia verificar, e que elle soflreria
muio lempo. Levanlou-se e alongiu-se a corda.e a-
|uslou-se inelhor o iin-corridio ; depois. comod-
zeai os inglezes, se Imcoo na elemidade. Elle mor
reu no mesmo nstame.
lista scena lui horrivel. Accresceutava-se.iodavia,
que o crime de Ka\ nao admitlia duvida a uiii"Dem.
Sua coragem e seu sangue fri, eram dignos de urna
inelhor causa.
As cousas nao ficaram aqui. O grande jur\ do
condado de Alorgan vai-se reunir, e os quinze juizes
improvisados, assim como o seu presidente, serlo ci-
tados peraide elle, sob pena de morle. Com ludo,
era duvidoio, que ueslas circumi(aucias mais
sed! dn.s .lo, ,|e in^ia 13, k dilas bezerro-. li
dilas bribqueJos, 2 dila panno de linho, 2 ditas
Chales de la e luiros de meia seda, 17 dilas t-spclhni
I dilas qmnquilba.ias, W ilias vidros para vidraca,
I Jila lustre com pernees, I dita um foaao, I dla
mercearia e inslrumeiiu,, | ,|ia pellos de porco, I
dita ubjeclos de labio, 2 alia, agua de colouia, 10
dilas cartas de jogar, 10 dilas cadeiras de junco, ;l
ditas toucadores, I dita conservas, dilas puuos, I
ulobiogra- harrica cerveja, 1 cesto phologene, 110 pacnlbs 'de
I ierro, 1 caixa livros impresios e encadernados
N. O. Bieber eV C.
1 caia vidros para espetaos, 3 dilas pianos, 1
dila salame, .10 barricas cerveja ; a ordem.
6 caitas e 7 fardos fazendas de algodao e de la, 1
caisa lenrjoa, 1 fardo fazenda de la, 1 pacole amos-
tras : a T'imm Alousen i\ Vinassa.
1">l caixas velas, 200 barricas cemento, 53 barris
alcatrao,-2."> ditos peiie, 30 caivas pbosphoros,
O brigue escuna brasileiro Grcil ini-
Vi-.T,61?brouI;,mo3"corresponde.UioJoaoJosdc Souza, vai seguiros por-
8 69352,9*1. por cada accao reabsada da-, tos cima referidos: para canta trala-se
ijuelle banco exlincto.-Kecife 26 de Janeiro
de I807.-J00 Ignacio de Medeiros llego,
secretario.
8*9it&UU-&-#99ijt99ii9te
* Oe urdem do lllm. Sr. coronel director, he i
pelopreseulecbaiuaduaceinparecor uo mesmo
9 arsenal, para objeclo de servro, o ajdante &
@ do porleiro Feliciano Cavalcali de Souza,
9 que se acha ausente sem causa juslilicada. f
9 Arsenal de guerra 20 de Janeiro de 1857. {
^ O escriplurario inlerioo e encarregado do ex- 9
9 pedienle, Antonio l-raucisco de Sou/.a Ala- $
9 .'alhaes Jnior. -t
9Utt9'S999999--S9Z9i9999
Compankia
pernHtiibuc a.
marcha; s recebe carga raiuda epassagei- "'a-'**-;'v .."... ..... ..^n, ;,
ros, para os quaes tem espacosose aceiados ['' '\............* **' ".?...;.-.
commodos: a traUr com Manoel Francisco 2 c.s. ,';. *,"',"* "'*1""!" "*,'.M :-'--
da Silva Carneo, na ra do Coll.fiio n. 15. ^-- ,ol'ri"1" *H" da ..lona: ,-.
lerceiro andar, ou a
Manoel Jom- liib no.
CEARA', M\nAN!IAO E PAISA".
rila do Cnllegio n. 15, '& ,,Ueni a pretender rompr.
bordo Com O CapitaO ; > na dilacasa, las 7 horas da r
as l.
T>
arde das i
.inli.u .1 s, e
"s
Alugam-se duas escravas para o serv- j
al P 1u'JaJeiras : quera astiver c quizer novos que lia no mercado a U5l0 cada um.
aiugar, dtnja-se a ra da Cruz, sobrado gonima de engommar a 90 rs. a libra, ligos
n. 23, que adiara rom qtictn tratar. comadre a 140 rs. a libra, sag' a 100 rs.,
Aluga-se urna escrava para o servico cevada a 80 rs., cale da lena e.
de urna -
dirija
achar
ia casa : quom a tivcr e quizer alugar, 240, dito moido a 200 rs familia de ara
-sea ra da Cruz, sobrado 11. 23, que ta a 200 rs., dita dn Marauho a IM rs. :
a con, quem tratar. taberna da ra de llortan. 4.
m Caroco a
ru-
na
de
n;ive-
g-acao costeara a vapor.
O eunselho le direcrQo, em observancia
do art. 30 dos estatutos,' convida os seulio-
res accionistas para a assembla geral na
sala da Associaco Commercial, as 10 boras
da mandila de 31 do conente.
O secretario
Antonio .Marques de Amorim.
9*^Mggfsy-jaVS> ue ordem do lllm. Sr, coronel director se j
@ fai publico, que se precisa comprar biim m
ti branco bzo, algodSozJolio e fazenda escura
& appropnada para uso dos preodizes men- s
*; res uo trrica] da; oflicinas: quem laei arli- ?.
>3 gus liver c quizer ven ler, podera compare- t
jS cer na sala da directora, uu dia "> de everci- m
9 ro viuduuro, as || hraj ,|0 ^a, muuidus das ;.jj
9 respectivas amostras e proposlas em carta fe- k-
diada. S
9 Arsenal de cuerra do l'urnambucu 2",> de }
9 Janeiro de 1S7.1) escriplurario luteriuo a
O encarregado do expedieote, Antonio Kran- m
l cisco ileaouza Alagalhaes Jnior.
?<> 9 #>#
CO.NSELIIO ADMIMSTRATIVd.
O conscldo administrativo (em de comprar
o seguinte :
Para o arsenal de .guerra.
l'erragens de lato para cinlurOes 2,354
ditas de dito para mos.las pelo novo modelo
2,Jo.
Uuem quizer vender aprsente as suas pro-
postas em cartas Cachadas na secretaria do
censelbo s 10 doras do dia 4 de revereiro de
prximo vindouro.
. Sai. da8 sessOes do conseldo administra-
tivo pau fornecimenio uo arsenal de guerra
*?!!? ?Antonio Gomes Leal,
!'" VAT T ]dit"'l"eios', 6 diU.'pies' em ^roiielprerfdenlo intenno7-"iema7dVT'-
obra. 1 dilas objeclos de pao, :! dilas e i pacntes pa reir do Carmo lunior viural 0
pe, 8 rolos, 11 barri, e 17 caixas ferragOes, 2l dila, jo5o Maro 1 7,.'rrr.g feCi,Ur,',
mercearia e objeclos de metal, l dita, diales de al- seniluuwlS t <*"*'". .JOlt de paz do
godao e de seda, I dila quinq.i.lbaria, 1 dila rot- 5? ," Cl01?a '"W de S. Pr. Pe
gios, I dila guitarra.. 8 dilas fazendas de algodiui, '-Oucalves, acqa-se em exercicio no cor-
21 dilas mobil., 321 ramullas cha, 30 caitas la- rentfl o. c da audiencias nos das uleis
zendas de lil e aluortao, :I2 dilas mcias, 1 caxole en- as quarlas C sabbados de todas as semanas
ceredos, I fardo relalhosdebukikin. I caixa barban- na casa do sua residencia, na rua dn Dil
te de fazendas de meia la ; a Isaac, Curio & C.
9 volnmes e !l caixas bataneas decimaus o pezoi, 1
dda pellea em obra, 3 dilas papel, 3 dilas pianos, 2
ditas espulgarlas de caca, I dita azeuda de algodfio,
2 dilas charutos e livros, 25 ditos phosphnros, 1
dilos bezerrus enveruisados, 1 pacote carne fumada
I canote relogios He algibeira, 1 pacote amostras ; a
B. Schmmellan < C.
2 fardot e III caixas fazendas de algodo, 10 dilas
dilas de linho. 18 dilas dilas mixtas, t di(a e 1 farde
11. 85, segundo andar.
_-- Pela inspoceao da alfandega se la? pu-
blico, que uo da 3 de IVvereiro prximo
futuro sehfio de arrematar em hasta publica
a porta da mesma reparlico, depois do
meloda, 111 caixas da marca Asi com ba-
tatas, pesando liquido 104 1|2 quintaos no
valor de 39000 por quintal, total |I300
dita de la, 1 dila dila de seda, I dita piano, 900 I viudas de Lisboa no brigue portu
ditas velas, 1 volume balanca decimal,, 72 laboas, 6 '
barricas pregos de zinco, 3V caixas sapatos de borra-
cha, 3ll dilas drogas, !l dilas objeclos de barro, 30
toneladas carvao de pedra, loo barricas senebra em
.....gueis cons-
tante, e abandonadas aos direilos por Tho-
maz de Aquino Fonseca, sendo a arremata-
Co hvre de direilos ao arrematante Allan-
bolijas, i dilas e 1o;.ccosreijaoV2'c.i.asTrPa"coe ^Z* d Pe"amb,u0 3" Janeiro de 1857.
a.D.iras c. .1. AsUej v\ P j -No .""pedimento do inspector, o escrirSo
Paladn nacional Es'perancan, vindo da Babia, ^OSlino Jos dos Santos.
consitznedo a Antonio. Luiz de Oliveira Azevedo,
manifeston o segulu(e :
100 far'dos rom (8(i arrobas e 8 libras de fumo, 10
caliles com 8l,ti(K) charutos ; a ordem.
2j Tardos com (73 arrobas de fumo, 1(iraixo(es, I
pacole e 163 caixiohas com 195,050 rharulo, 31
saceos com 170 arrobas e 1(i libras de cafe ; ao con-
signatario.
CONSULADO liEKAI..
Kendimenlo do da 1 a 29 i i.Vis-V'l
dem do dia 30....... 5:2188022
I2l:l6(i;5l
IIVBN5AS PKOVINCIAs.
endinienlo do dia t a 211.
dem do dii 30. .
77B8S092
V.IKI'.IS
8.:|S25l!KI
ras, o ,,.,z l.incb seus aswssores a- Ui"v7e^'iM.T CaCS "
DSfi?.S2S l,K KXPOKTACAO Pfcl.A MESA
!, L,>M.|.ADO DESTA CIDADE NO DIA
10 DE JANEIKO DE 18.17.
Lisboalliale porlagoei ..Itival, Amorim Irmlos,
Ii.ll saceos a-sucar branco c mascavado.
lorioBarca portogoeu S. Manoel II, Manoel
Joaquim llamos e Silva.
cbassem
mente.
umjurj paraos cuiidemnar individual-
[Uem .
t$nbUc(ua0 apebibo.
ancez uAlinao, diversos canosa-
dores. .1 saceos cera ele carnauba, 600 saceos as-
sucar mascavado, 7 caixes charutos.
CanalBarca ingleza liindoo*, C. J. Asiles i\
Cninpaiiliia, SOI) MOCOS assucar mascavado.
(.analBrigue sueco Adrelt, N. O. Bieber &
Companbia, 600 saceos assucar mascavado.
Slorkolmllana sueca nEllsabeth*, N. O. Bieber
INSTL'CCAO PBIMABIA KM PEKNAMBICO. >V <;,""|iaiiliia, (120 saceos assocar branco.
Itrspondendo a honrosa circular de' Vine, d'ieii "f*,"MBarce franceza uL'niou, N. I). BitbsrA
que o Exm. Sr. cousellieiro Dr. Caslilbo tomaudu a Companbia, 7U0 sarcos assuear ma-ca\ado.
mats ampia disseminacao das boas^ideas para aiui- Bnf"ns-'4>"sPolaca hespanhola u Bella Dolores,
/ar um s\stema seu inteiramenle diverso de todos i Scbramm N\ balelx i\ Companbia, 40 pipas aguar-
dlereee del'arle vaaUgetM aquellcs que, como cu' ,l"1"-
saludan e praliram o seu melbodo de leiloia repen- Buenos-Ayresliri^iie porlogoez nConlianca.., Bal-
tina. I irme p'Ms em ininhas ideas, jamis me curta- lar i\ Oliveira, 27li barricas assucar blanco
I ela mesa do consulado provincial se
faz publico, que os 30 dias uleis para o pa-
gamento dos impostos de quatro per cenlo
sobro diversos eslabolccimentos de 1:3009
sobro casas que vendem bilhetes de lotera
de oulras provincias ; de iO-tUOO sodre casa-i
de modas, e do 2O0OOO sobre casas de jogo
de bilhsr do auno Qnanceirode 1856a 1857-
se principiara a contar do 1.- de fevereiro
vindouro. Mesa do consulado provincial 30
de Janeiro de 1357. .\'o impedimento do
administrador, lbeodoro Macbado Freir
Pereira da Silva.
para carga trala-se
com o consignatario Antonio de Almeida
Gomes, no seu escriptorio, rua doTrapicde
n. 16, segundo andar.
Para Lisboa pretende seguir com lire-
vidado o hiale porluguez denominado Rival,
por ter parte do seu carregameuto prompto:
quem no mosmo quizer carregar podera
contratar com os consignatarios Amorim ir-
maos, rua da Cruz n. 3.
Para o Rio de
Janeiro
segu nestesdi.is o pataedo Henrque, capi-
tio Joaquim Antonio Con?alves Santos ; re-<
cebe carga, passageiros e escravos a l'rele :
a Iralar com Caetano Cyriaco da C. M., na
rua da Cadeia do Recife 2, 011 com o ca-
pilao.
Para o Kio de Ja^ieu-o salir com
muita brevidade a nova barca Recife,
de primein marcha, pregadaeencavilha-
da de cobre, a qual tem a maior parte
do seu carivgamento prompto : para o
restanteepasear; iros, para 'is quaes tem
evcellentes commodos, trata-secom Ma-
noel Francisco da Silva Carrico, na rna
do Collegio n. I"), terceiro andar OU com
o capitao a bordo.
Paral.isdoa pretendesahir com a maior
bretjfdade a barca portugneza GratidaO :
qum-ea mesma quizer-carregar ou ir de
passagem, trate com os consignatarios Tdo-
inaz de Aquino Innseca & tildo, na rua do
Vigario n. i;i primeiro andar, ou com o ca-
pit3o na praca.
-- Para o Rio de Janeiro sude o drigue na-
cional Adulpbo, capito Manoel Pereira de
S ; para o resto da pouca carga que llie fal-
ta, passageiros e escravos afrete, lrta-se
com Eduardo Ferreira Hallar.
Cear e Bfara-
nhao.
o patacho Santa Cruz transferios sabida
para o dia 31 do inez correule; anula rece-
be csrga : a tratar com Caetano Cyriaco da
C. II., na rna da Cudria do Recife n. 2
Para a illia de S. Miguel, o drigue por-
tuguez Oliveira, tem prompto quasi todo o
seu carregameuto, e oretendd sahir uestes
quinze dias : quem pi atender carregar ou ir
de passagem, podera entender-se com Joo
Tavares Cordeiro, na rua da Madre de Dos
n. 30.
P*i.ra o -.carac com escala
pelo Cu .r
Saldr imprelerivelmente ate o dia t de
(fevereiro o diatc Acaracn, recebe carga e pas-
sageiros : a traiar com Couveia l.eile na
ruado Oueiinado 11. 27.
Companhia
Pernambueaua.
STRAD oe ferro
do lledfe Sun-Francisco.
11 abaive assii-nadn fas salter, q
e depois do dia
cripturio, rua do
tas, juros na ra-
j acres re^istra-
livros da com-
a I de Janeiro
eceber os juros
P. VEREkEB,
iiie se
3 de li-vereiro pagara, no seu
Crespo 11. 2A, aos seuhores acciou
sea de 7 por cenia ao anuo, sobre a!
das nos seus nomos respectivos no
paubie d.i Estrada de ferro ale
do rorrele.
Os enhiiri-s que nn liverenJ assigaado o contralo
da companhia, devero aie-n per si ou por seus
bestiales procuradores, aulas de
devidos.
Por ordem dos direclores.s.
(hesooieiro.
Recife :il de jsnelro dn |s ,7.
Precisa-se de duassen toras
que se qneiram sujeilar 1 fazer o sirvico de' criada
e costurcira, para rtcbrtimarem i airado : na rua
ar.;a dn Rosario anlipa Qoaruis n. 2i*.
Precisa-se
de olliciaesde allaiato para o|ri {'railde,
pagando-seTji por meioleitiope cada nina
|H.va, assiui como de cmlurdb'as para o
inesmoolllrio: rta rna dn Mab'e de Dos
n. .'di, primeiro andar.
AVISO
aos ferr|eiijos.
F. POIHIEtt,aterro da Boa-Vista 11. ."10.
I'ein para vender a volitad* do com-
pra dor
CRYO de pedra
de primeira qulidade, por nreco eom-
Fugioiiodia in do corrente, do slio ^-...i-T.Si.-.'s-v;; :-.
juntoacapetla dcJoao de Barros, um ma
caco: quem o pegar sera recompensado,
levando-o no mesmo sitio, ou na rua da Ca-
deia do Recile n. 37.
&>
AO PIBLICO.
Paz-te setente todos os
inte-
1$
- Deseja-so saberse acommisso da so-!-S ,c$b',aos. <|uedo da ."> de levere- w
sdade-Augustapretende formar a nova I %t l0 ptoximo inturo cm diante, ce- '%
dircccaosom preslarem primeiro suas con- jg me;am as audiencias do iuizo de 9
ias--lm socio. I^js ____ j_____: '. Si
Precisa-se de tuna mulher para servico ^
interno de casa de familia, que seja sadia e 5a
saifca engommar, obrigando-se mo-ar com
a mesma ramilla : a tratar na rua Nova, casa
n. 50, segundo andar.
Deseja-sc saber a residencia da lllma.
>ra. p. Anua Mouteiro, edegada de Lisboa
em oulubro ou uovembro do anuo prximo
passado, para Ihe ser entregue una caita :
na rua da Cadeia do Koeife n. tj.
%&&-&&mm & &@&si@
9 O Dr. IVdro Antonio Cesar, Sft
medico [lela l'aenldade de Medi- Q
ij moa da Babia, leudo chegado a es- g
i ta ciddde, iiaitieipa aos seus ami- g
i$ gos eao publico desta capital, que m
V. esta' prompto para exereer as 'j
lu-
je n.nci;es de sua pcolissao, e pode "'
S ser procurado na rasa de
pa/. do primeiro distrieto da fie- <
gtteua do Sanlissiino San amen- *
^ lo do bairro de Santo Antonio do 9
9 Recife, c que afai se dar' piomp- W
v lo expediente as coiicUiariie, ao 9
^ juramentos de peipicnas'dcman-
das, a's questes de almoUceria,
^g as de locacncs de serviros estran-
w geiros, a s dos le nios de liem
-.-
-VI-
-; ver, etc., et<-.. aludo, emlim.f|ue tp
? lor da competencia do referido
T J"l/0- '.]':
l As audieiniiis serio a's tetras
igf sextas-teiras, a's "2 horas da |j,- $j
'5 de, e o jui/. despacha das I da
$ maiiliiiii ale as I I horas do dia, na $
"'.'f (:asa de sita residencia, e desta flg
sua re- -;; tt ullima hora em diunte, em qual- g."1
n. 100, ,;>.; querjwrta onde for encontrado. ^
i;:- Vi- O escrivao mora na rua de San- t
pobreza tem consultas gialiu- ) ; li ancisco, sobrado 11. ti. -:'*
a's :-.'; RClll I AKI KCTKI K.
-.--..-...-..--.,:-".; -;;;. v,--i.--!j vi; :;:{;.; :* """" auionsada rr *ecit V,i r i ,. dWflo impcriu\.
k ~7,. ,.vS...l''S !" Pul,1"-'alli' f">S dos dospiiacs rccnnimcinlain o
. "',,l-M'.i:Al.A O, peridico pohlico- a"'"hc de Lall'eclcur, como sendo ounnu
1 sob a direcco do Dt. Je- ".'"""'""'o Pk> governo c pela real wnciasls-
a de Castro lavares. IsAi- K*5 /rl j""-',1 ,;"ncn, dc Ul"
k ,.,,.,.., ^""'oagraiiavel c lacil a lomar em secreto,
as-vezespoi semana, e o primeiro esta em uto na marinoa real desde ma., d.'
numero se distribuir
-;;; sidencia, a' na Direila
O secundo andar.
',- A pobii
tncnlc,
-', ': niiiiilii.i.
ron vmn
ra dn.
Vi
1 le
gratis. Todos B" anuos ; cura radicalmente cm potico tem
aqueiles que quizerem subscrever para T" com powsa despeza, sem mcrciirio, as ai
esse peridico, diriiam-se n' livraiia ras- ,crCr'es ,la PHc, impingens, as consequen
sita men iln fnll,.o. .. -J ,' 1 1 'c'as das sainas, ulceras c os accidentes do,
lie .pateoo Lollegioii .2, a loja do partos, da idade critica c d. acrimonia be
ido.
bin casa de Kdnardo II. H'vatt. -;';-
8, ha #
m
Theatro
DE
APOLL
HOJE, 31 DE JANEIRO.
II.TIMO ESPECTCULO.
Oacloi Sania Kosa.nao pudendo resistir aos pedi-
dos de muilas pessoas, para levar i scena s-aunda
i o espeelaeolopastoril,ch-se resslvido a
arceder a elles. e propoc-so a enseiar mais urna sce
na da escolha das flores, em. que una da
1 solo, e as nutras rospoiidmu
ts joveos
O vaporlAKAsSr arlia-se a car^a para M por-
los do sul ale Muela, com e-oala por I amandaic a
Ilarra-Crande. para onde saliia as M lloras da ma-
uli.la do 1 de fevercirr. prximo futuro: a farsa
sera reccl.nla alo ao inpin-da .10 du corrente, eo
espediente fecliadc as horas da laida de 31.
Cspera-se do sul e secue para Europa ate odia'.*
le revereiro poneo mais ou menos, o vapor liam-
liursuer 111 Kl TOMA qoalqoer ioformacao cun
os ageales >. i). Ilieher i\ c. rua da Crasa, i.
Para a Baha.
O palbabote nacional Dous Amigos sc;,'ue
!;; rua do Trapiche Novo n.
Q para vender :
:.'_- 1 piarfo forte, novo e ele
$i fabricante animado em Londres-
ite de
:>
Graxa ingle/.a n.!l~, deftav A .".
Martin.
Lo (abrilcante
O
3 Tintad
H Arnoli
>. Tintas em olen de varias cqrcs.
^5 Cabos da Hussia:
@ r.rvstalleria.
Agurdente de Franca cm Icir-
ris.
Vinho Scheriv di I o.
Finetas em conservas ngiasas.
Papel para cartas.
5

m
O
...
Sr. V. P. VillaS-lloas, Calinga' n. 7; acreditara dos bnmoi
livraiia universal, ruado Collegio n. 80. r.nos betl
Recife "28 de Janeiro de 1 857Os Re-
dactores.
31
Ao respeitavel
publico.
mua be
convm ans calar
Iga, as conlracr-es e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injer-
coes ou de sondas. Como anti-svpdililico^
o arrode cura em pouco lempo os'duxos re-
centes ou rebeldes, que volvetn incessantas
cm consequencia do empreo da copahilie,
da cubeba ou das injecQcs que rcpresenlem
o virussem neulralisa-lo. U arrobe Uffec-
teur he especialmente recommendado con-
ira as rjocncas inveteradas ou rebeldes an
. mercurio e ao odorelo de potassio.Lislioa.
-.;? Kl A NOVA N. 1S, Q \ ende-se na botica dc liarral c de Antonio
3 W f11"11' e roopa leila de .M. \. (,a- y; I' cliciano Alves dc A/.evedo, praca de I). Pe
g, ni & '., onde eocooitarsooi l.ous fregueses dro n. 88, onde acaba de chesar urna Rran-
:^e\VroTr17"T.,',''',rCi'',a-"i,,0e """"" '> 'llc l^ao de garrafas grandes e pequea*
2? ai ;" ','"'cs e ^'''"e c'. I viudas directamente dc Pars, de casa do dito
7>, tem de aceitar i......ns n iras ciicoinineii- '" ll..i-.,<..... i .ira, .. .uoul1"
S'das.por (er malo, poroso ("!"", i s S i 5 >ean-l.aliCcteur 1-,rua n.chcl.ou i l'aris.
3 obras, assiro co o lem de sogmenUr o I f?f,r!5? da-sc,gra_lis cm casa do a
^ preco d*s eiiroinnipinladas, e ptira
"il tem MTtir a seus dunus, ser para
V 'n proco a d'uJi-m,.
ji
i
mais ,sr>
Indos 's?,
Livros para copiar dito.
Candieiros de cahdelabiot
bi on/.e.
ba
em narra
*.*
mi il.

Aro
carro.
Fi\os para carro.
tt Chicles para dito.
.;;;, Relogios de ouro cobeiiose
g eoberlos.
les-
:'.:-
'9 ........."- v3
JMassuliiia branca.
Vende-se na rua do Queiinado 11 lil, loia
de Santos Cocido, mussulina branca muito
lina, chegada pelo ultimo vapor da Kuropa
PAI.II11S PHANCEZES.
Vendem-se palitos frsncezesde liulio a 3-
rs.. de alpaca a 6#, 7#e8? rs.. ditos linos com
gola de seda a 1- rs., do panno lino a lx~ rs
c 205 : na rua .Nova loja u. 4.
Vende-se urna piclacnoula de 18 an-
uos, engomnia, cose e cozinda o diario de
urna casa a tratar na rua Nova n. 4.
uvas IMS SKRTA'O.
Chegaram ti rua do gbeimado u i \ as
mais frescas ovas do sertao, as quaes se
vendem muito barato.
CAHKE UO SBRTA'O.
Vende-se muito boa carne do sertao na
rua do (Jueiinado n. li.
Vendem-se 3 caixocs envidrkcados,
propros para qualquer negocio, o uiria mesa
grande com gaveta, por barato precio : na
rua da Praia n. 38.
O abaixo assignado, lendo com iorprc-
-i'titi: mIv.i, na i't.ir.i de U.'Pedru u. 8-_". --
l'orlo, Joaquim Araujo ; Baha, Lima & Ir
, naos; Pertiambuco, Soum ; llio de Janeiro,
^~fOsOvtSfvW**N Koc.ha^ nidos; e Morcira, loja dc drogas ;
/> ar *!,la >'*Sva/ J**f I'ercira de llgales Lele,
Rio Grande, FraiCTf de Paula Couto A C
N AO PtBLICO.
o srmazem de fazendas baraus, rna do
Collegio n." 4,
vende-se um rnmpleto so,timento de fa-
zendas bnaS .^^ pir Bj|s imm
precos do qU0 em outra qu.|quer parte,
tanto em porras como s retobo, alBan-
cando-se aos compradores um s preco
paralados: esle esia5>,|wim6ntc +
Confcitaria.
39 A
*i
confronte ao Rosario om Santo Antonio, re-
cedeu dc Lisboa bolinbos sortidos, ditos de
amor, s viudos a este eslabelccuieuto, bo-
cetas com l'ructas difTerenles, e marmelada
secca a primeira vez viuda para negocio, di-
ta em latas de diversos tamanbos e da me-- -------------_
llior que cosluma vir, quartos de mai mello SE combinacao com a maiv parHas ea-
cm calda e oulras multas l'ructas, gela de M M? eommcrriaos nglezas, fi^ror.-., a||.
marmcllo, e outros muilos objeclos, e as S maos suissas, para vender taMte esjjj
melliores perfumarlas. g em cuna do que se lem vendido, epoiijjn
No dia -21 do corrente rugi do sitio ollcrecem elle maiores vantagens dn qu.
Chacn, no Poco da l'anella, urna escrava 8 oulro qualquer; o proprieiario riesia im-
da nome Antonia, crioula comi *k anuos de portante esiabelc.iinenio convida i torios
idade, BStslura regular, dicta do corpo, cor & ..,, ., ...
lula, nariz alilad... com todos os denles na U L^T*' ",'" P"bl""- "m 2*
frente, levando toda a roupa em una trou- P J1"9 venham Ia "era dos seos int^- fcf
xauim travesseiro ; a qual ja loi escrava IX ros"cs' ^oml)rilt fa/-ndas baratas: no ar- Jf,
dos seuliores Manoel Antonio Uibeiro, Sapu- j* mazem da rua do Collesio n. 2, eAn- )
ritie Antonia Hara da ConceicS : roga-se M ,omo Cuiz dos Sanios* Rnliai. ~,
pois as autoridades policiacs ou a qualquer : UM&1JS%MX2"Xl^i%K&&Wfllt'*
outra pessoa a appreliensdo de dita escrava,
que sendo entregue no supradito sitio, ou'
na rua das Cruzes em Sanio Antonio n 24,
sera generosamente recompensado o con-
ductor.
ArTHEHEN'SAO.
A pessoa ijue lor dono de um cavallo de|
sapparecido no dia 38 do corrente mes, di-j
rya-se a estrada de Joao de Barros, casa 11.
9. que dando as juslilicacdes legaes llie ser
entregue.
Rua Iarg"a
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bnrtholomeu V. de Stmsa.
innliniia a vendet
-- Quem quizer mandar ensalmar, en- M _.r
***; 3CABIOPID @([J)1K
sendo also o ao becco de Joao Francisco n 7.
ALERTA RAPAZEADA.
rfln adversario, carra nra, que sii pelo simple
larto
mas^avadu.
de rapriclio, ne|;am as aspirafoi's, ulilidaile e inlal-1 -*-*=Pallialml porlnues oltival, Domingos
Idlidade dn nsisne mrlhodo pinlosucz Ca.-lilliu. Rodsigaee de Andiade Companhia, IIK) couros
Eis em relarao n meu frarn. mas convicto pensar.! salsadns. /
>iii de Vmc sanla e criado obrizado. ivDOrlacao .
Andrc Alves da Faneca Jnior. Paraliioa, hiale brasileiro ..Plcr do Brasil, de 28
Seudo-me pedido por Vmc. o meu parecer aolire: toneladas, condoli o regalle : 17:2 votnos se-
0 nictbudo de leiliira repentina, com quanto eu le- ; oeroi PSlranj(eiros, ( sacca cal, M t-teias dn Ara-
nlia inoi pniirn lempo de magisterio, todava me|c*'J,i "'" du/ias de coros,
arlin cnnvriicido da soa eflicaiia, por quanlo leudo- Liverpool, liarca osleza oMedora, de "iPli lone-
meencarreuadu da inslrurcode qualro artista, qoe '*'** rondu/io o segointo ; -J.SIM) saceos com
del ain cuinreo as suas lic,es no dia H de Janeiro do *iUuO OITOba de assucar, 7110 arrollas de ossos,
corrente anuo, no curio espacn de seis das, cuipre- '''- "acras algodSo.
-aiiJn urna horade lempo etn'rada licAo diaria, a- Psrshlbs, brTgos uisle/. ISelle. de :llS tonela-
(ham-sc ja cmesladode poder formar os caiaderesIfj eoudutio o sejjuiule : 1,000 barricas liaca-
maius.-ulos n.iiiusculos ilo alphabalo. compondo ",a0
viicahulosdequflquer numero de s)labasque Ibesl RECEBEUOHIA llK RENDAS INTERNAS UB-
-luririilaruiPiile, leudo an mesmo' RAES HE PERNAMBUCO.
sejam dictadas
pao por mem da oeovnpamcSo, ludo quaido s Ihs Kendimenio do dia 1 a 1
hnnver dictado para r-tereverem por seu proprio pa- dem do da :10.
nho. Considero porlantn que no curio eipa;o de
dous meras oslarte aptos para ler e escrerer, tenSol
iOJli; DA ALVOBADA.
ilar-se-ha o
IDEVlLLE l'U
represenlar-se-lia
ate odia s du revereiro, tem
; lade do seu carregamcnl : para
I ta-se com o seu consignatario Antonio Luiz
rompime- 3"er urna reSpnsU cabal as suas estii pidas lo secco como com calda, queijos de ralo
o resto ira- 'nuacoeSjassisne-se, bue a laes ai ony- suisso e reino, eastanhas cozidas, cscelleu
ti despre/ii, ou le vinho engarrafado e em barril, ehampag-
lim um du
inlervslloe, a- duas |ovem
Lenoidia dansordo o passo a iloos.
No oulro inleivallo lodos
nina
i.
laiiuaria c
pesiares dansorao
litio : quem pretender di rija-s a ruada Ca-
deia do Recife, escriptorio de Manoel Cou-
quim da Silva, ou ao capilao a bordo.
0'ohruDiUtii inn/i'rrt
E logu Hepuis untan u
CORO DA DESPEDIDA,
srlat*.
dio Jos, em ApipUCOS, a q
dotis barreiros, etc.
Oobenx.
pro
suisso e remo, eastanhas cozidas, cxcellen-1 D),,r .,..,,.....,.,,, ,,...
Bllietede visita.
mi i'Mfcn >>
iUi Icllr.is il< nniiiinrii" r |mImi *# *' *
de Oliveira Azevedo. na rua da Cruz ,. "^"ZT^ "^ d ,,la'! "' Mr""*>"* = *** ZXaT.^^^ZX^^
- Fieta-se para o ItioJ Grande du Sul. ~ n,em .Plisar de ukn rapaz portt guezIquecendo a pura a bella agua rdante de eenhos. Abrem-se firmas siooioe. toilinTiolfcodo-
Buenos-Ayres on uulio qualquer porto do pa,a "-'"'"''"; campo, dirja-se a travo: M da caima, etc. oulro sim, u mesmo cima pro- c''ro,n" em r*"levo- orasmoalosco-.o orjrtetasMeejra
imperio, o bem condecido brigue Feliz Des-,,"' ,la '"1^"s"- '". qUf achara com (ucm incite dar commudo.. para cavallos '"<" a/cm-se riscos liados i oriftasaa pai
lino : quem piclendej-diina-so a rna da C.a- lr{llal- I Pr*ri .lnnmcria.lr.-n. r.....i bordados dc lal.xrinlho. Al-nm ,-se i rerusa de
I'rccisa-se de nm criado
- Aluga-se a oiaria que foi .lo liuad i Pe- I Hospicio n. .
tem rliuiol Aluga-se urna
18:7*79538
1:H0il:l
Finalisara" o espectculo .
J0:(rs739'il, nuaria e I sonidia dansaudo a
nnr i r '\ r,:^S rara0 to,8 amentos, HVSi
fnn ETE10 age ,,Ver"' 'Je cerca *u de suas al""'n, aje se .cha Com 1 si a
lOOdar.is de superior manie.ga franceza, aula "
I, cem-continuaVao ze"r utd^ ^e '.^rl^riK
" risco de quem lioa-Visla n. 42.
sero vendidas por conta e
.LEGVEL
imi'i.iuus um Mii\rimnu. \ rntit ,-* i frnii
<|n;i,vqiicr dpsle- oliji elof M -.(-o l*> n.'n lirarein -
cjtiIpiiI i r|a pMMH >|iip n- enrar iinf nil.trrin : fH**
, ikaiar /. -.. Cas:., em Apipucoa, ac- prfienrtcr dirlja-n .i autlfloer nie* tmtm '<
a tratar com .ludio ; liada dc novo, beira do no, inulto fresca c '
com com [.iodos par.* grande ramilla ; assiai
- osepda I Crique a de Miranda Barros, i como tuna mais pequea, leudo as mesmas
ofessora particular dos primeiros cenne- vantagens que a de cima: quem alguma
dellas pretender, dinja-se ao mesmo sitio
junto do Sr. major <:esario.
Compra-sc urna escrava enfrommadei-
ra na distila{3o por delraz da igreja de
Sania Hila.

bairro do Recife, rua da Madre de llro. n. :tj, pn-
meiro andar ; cm Sanio Anin io, na livrane rlai'
do^paleo du CoHofM n. j : iif s C.inro Pontea, sobra-
do da quina confrenli? a nau (/ nova.
VENDEM-SE CAPACHOS
] pintados, cmpralos redondos a 700 e800
r< : na rua do Quen indo loia da Kia fama
|n. 33.
*
ITT^
T
aur

.
'



DIARIO DE PERNAMHUCO, SABBADO 51 DE JANEIRO DE ,1S.V.
SALSA PAREMIA
DE
Bristol's.
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-
tonio Pedro da s. nieves, na rua da Cadeia
do Recife.
VIRTUDES DA SALSA I'ARRII.IIA i)E
BKISTOI..
A salsa parrilha original e gcnuina de
Bristol possue todas as virtudes para curar
todas as enfermedades que provem de um
estado de impureza de sangue e das .ecre-
c,des mrbidas do ligado c estomago, e cm
todos os casos que necessitam remedios pa-
ra purificar e robustecer o systema. Em to-
dos os casos de escrophulas, ervsipelts, li-
nba, erupces cutneas, manchas, liilis, in-
llaiiimacf.o e debilidadc nos olhos, inchagao
das glndulas, dores lombares, ail'ecces
rheuinalicas, dores nos ossos e as juntas,
tiydropisia, dispepsia, asthnia, diarrha,
tosse, resfriados, inflammaciio dos pulmes,
phtisica quando provra da obslrucgo dos
bronchios em pcssoas escrophulosas, influ-
enza, indigcsto, ictericia, debilidade geral
do systema nervoso, tabres agudas, calores,
enferraidades das tnulheres, enfermidades
biliosas, e em todas as affeccOes provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha so emprega com cflicacia em
todos os sobredi tos casos, e he reconhecida
como a melhor medicina que existe.
PRECAUCaO.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
lha deverSo ter o cuidado de observarem
que a salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande tamaito, com as palavras
salsa parrilha genuina de Bristol, Nova
York, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se vera o nomo
de Bristol. Una directo acompanhara cada
garrafa.
CASO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York 30 de maio de 1843. Urna se-
ntiora soffria de espasmos nervosos, expen-
mentava urna continua |aniquila.;ao de Cor-
gas ao pouto de cahir por vezes em syncope.
Empregou multiplicados remedios sem tirar
vantagem. Declarou-se urna ictericia com
um emagrecimeuto progressivo. Esgotados
os varios recursos da arte foi a tcmpo em
progado o incomparavel remedio da salsa
parrilha do lirislol e o rpido estabelecimen-
to da energa vital logo rcappareceu com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DA VIS.
Isabel Davis foi accommettida pelo espa-
so de quatro anuos de ulceras escrupiolosas,
tendo seis chagas aberlas na parte superior
do braco direilo, as quacs deitavam grande
supurarn e causavam a quasi immobilidade
das partes. Chegada em Santa Calharina
em novembro de 1847 a doente cousullou
varios mdicos, os quaes deram o conselho
de amputar o braco, como o nico recurso
de salvar a vida, Foi entao acnoselhado o
uso da salsa parrilha de Bristol enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ei-
peiimentou tfio vautsjoso proveito.que con-
tinuando lempo segundo o uso do remedio,
chegaraui as feridas ao melhorkeslado de ci-
catrisacao. O caso he referido pelos houra-
dos professores Goodmann e Samuey Haver.
% CONSULTORIO CEMKAL 110- #
MEOPAT1HCO. fg
-; Rua de Santo Amaro (Mundo-No- %
0 vo) n. ti. ;;-
(55J O Dr. Sabino Olegario l.nigero Pinito, i
- de vulia de sua Marinan Rio de Janeiro, SJ
conlinua a dar consultas ledos os diai otis, vi?
raluiiamente. .j
GABIIETE PORTGEZ
DE
Precisarse de urna mulher forra ou
captiva para o servico interno de urna casa
de pouca ramilia, paga-se bem ; juntamen-
te compra-se na mesma casa umi preta que
seja moca, sem vicios nem achaques, e sai-
ba cozmdar ; e um negro sadio u sem vicios:
aio pateo do Collegio n. 1, segundo andar.
Precisa-se de urna mulher que lave
roupa com pereico, para licar em um sitio
aver todaTroguTa^idade, a dreccao pedo zt U"a [miy'" estrangeira, lavar de saho e
aos mesmos sen ores najare de mandar en-' q tor preciso de varreM : paga-se bem, qualquer pan,- unde se adiar, o
..------------;.. i,r... .....;..... a do Torres n. .18, segundo nulo prestmo. Oulio situ, nao
F.xislindo em poder dos senhores accio-
nistas e subscriptores alguns volumes de
obras bastante demorados, e causando estas
faltas transtorno no expediente, onde deve
O major do segundo batalbSo de in-
fantera Fernando Machado de Souza, em
razo .ie sua repentina partida para llaceio,
nao teve lempo para despedir-s pessoal-
mente nao .'. de todas as pcssoas que nesia j mantga"inglez7]7w 7oVrs7ditaTp.,(L
eidade o penhoraram com a sua honrosa a-Matas desardinhafe de Na otes a 700 rs. c
benevolencia, como dos | meias a 440, marnela Ja a 600 rs. a libra,
-- Vende-se una sobrecasaca preta, nova,
por nao chegar o seu dono : no pateo do
Terco n. 30.
No al erro da Boa-Vista u. 80, vende-se
das 8 hojas da mauliila. f 'i'ila larde.
Os pulne iu medicados
SEGURO CONTRA F0G0.
Cooipaiiliia All.mee.
Eslabelecida cm Londres, em marco da 1 2 -4.
Capital cinco milhdes de libras esterlinas.
Saundars Brothers & C, tcm a honra ds in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem niais convier que esto plenamente au-
torisados pela dila companhia para eflectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos da
telha e igualmentsobre os objectos queconiiverem
ns mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em (azoadas de qualquer quadade.
Alagte a ,inii-,i casa de vender plvora, na
cidade do Olioda. com bom sillo, liana para capio,
e boa casa de viveuda ao pe : quero preleuder dita
casa dirija-se a roa do Vicario d. 31.
| DENTISTA FRANCEZ.
Ji Paulo (jaisnoux, de volla de sua viageni
? a Europa, esl.i morando, na rua Nova D. .
W 41, prime: 11 j audar, onde podt|ser procara- y?
^ do a qualquer hora. ;i:
Preci.a-se de urna ama que teulta batanle lei-
e. aiuda mesmo scn.l.. escrava : no rateo de S. Pa-
dre o.|22.
Escolas
DO
HETMO l'ASTILIMI.
|)o da de Janeiro em clianle salla aberlas M<(
escolas desta capilal, pelo e\celleuie ni.'U-rnu V.:,'--
illio ; pelo qoal vo/. publica VsV lia f lonunciado
pelo orjao i*.!#Njffli/sr perSambucana, merecendo
Pa^jSSSaVateDCSa a escola de meninas, erecla na
""railo Vigarla, casa do tinado Sil.1 Companhia, 11,lv
a porque oessa escola taamiun lodos os primoro-
11 bordados, e mais lavores que se possain desejar,
com) porque a digna prolessora estando seudo lec-
ciooada lia gramuialic nacional ptloeiimio proles-
or o Rvm. Sr. padre mtslre Varejao, se tornara'
mais nin precioso bruale que ornara a coroa Ilite-
raria do Exm. civisellieiro Sr. Dr. Caslilbo.
;h paisa conservacao DOS .-;;
o
DENTES.
5 Veinl-'-se pon e Kua denlriliccs : na rua
*;f Nova I, casa do deulisla fraucez ^
55 PmiiU __ l'.eoisa-o alugar duas amas forras ou captivas
p,r casa Je familia, quecotiiiliem eeugonimem: ua
r.a da Cadeia do Recite lo 11. 50.
Seguros contra
o fogo.
IIOMI'AMIIA NORTHEBN.
CAPITAL t 1,260,000ESTABELECl-
A EM 1810.
Para effecluar seguros
sobre propriedades, merendorias, moliilia
e gneros ele (|uas todas as rpialidades.
Premio de ~>|8 ate 112 por cento ao anuo,
agentes C. J. stley&C. Em conlbrmi-
dadede oidens lutimameate recebida*,*
os agentes acham-te habilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros dce\-
portarao, como sejam : algodp, assucar
ou cotilos, dejiosilattos em trapiches ou
.umazens particulares, em Marei, Jara-
;;ua" 011 Parahiba do norte : agentes ('..
J. Astlev & C.
0 abaixo assignado lecciona primi-
ras lettras, latim e francez: na casa u.
58, da rua .Nova.Jos Mara Machado
dejFigueiredo.
8cil>sliiueao do
arcano a poustu '
\r\o h., t .no pn-yo de S,HOO
por uiii IV*t* (i- 10 libras:
110armaren? lie N. i).Bio-
ber & C, rua Ja Ciuz
...4. v
"Precisarse de. urna laradeira para
lavar ronpa .je umt1 grande himilia na
praca da [udepenct cncia ns. 0 t 8, |-
vraria.
i EGIVEL
trogar o mais breve possivel os mesmos vo-
lumes. Achaiido-se grande numero de obras
intitilisadas, urnas por lalta delolhase es-
tampas e outras rasgadas, pedo igualmente
a direccSo aos senhores accionistas e subs-
criptores, que "prestem toda a atleneSo a
esle particular, recommendando aos seus
portadores que no transito do gabinete para
c sa leiiliaui todo o cuidado rom as obras
que vao buscar. Niamente la/, vera direc-
cao, que o expediente do gabinete lio das n ;
horas da inanhaa as > da tarde, e ds 4 as 0
da noitc. Secretaria do i.abinete Portuguez
da Leitura -22 de Janeiro de 1857.-Joao Jos
de lama, 2. secretario.
XAKOPE
DO
Foi transferido o deposito dtlte saropa para a ho
lica de Jos da Cruz Santos, na rua Novan. 53,
garrafas S150O, e meias 39000, sendo falso todo
aquello que nAu for Tendido nesle deposito,pelo
quesefaz oprenenleaviso.
ipOITANTl PARA 0 PUBLICO.
Pira curade phtvsira cm lodo'osseusdillcren
esgros, quennotivada por constiparoes, tosse
aslbma, pleuri?. escaos de langa*, drde cos-
tados e peilo, palpitarao no corarflo, coqueluche
broDchile, dorna gamauta, e toda asmoleslia
dosorgaospulmouares.
A tteueo.

K.C. Vates &C, estabeleci Janeiro na rua do Hospicio n. 40, vendo uro
annuncio publicado em urna das lolhas de
Hernambuco pelo Sr. Barlholomeu F. de
Souza, prevenindo ao publico que o verda-
deiro Xaropc do Bosque So elle be quem
vende, previnem ao mesmo publico que o
nosso xarope bu remettido do Rio do Janeiro
pelos proprietarios cima, aoSr. Manoel Al-
ves Guerra, c este Sr. fez o deposito para ser
vendido na pliarmacia do Sr. Jos da Cruz
Santosua rua Nova n.53, nicos por nsauto-
r isa dos para vendercm o nosso verdadeiro, e
mais prevenimos aos senhores consumidores
que ha perto de cinco anuos os rtulos coi-
lados as garrafas sao assignados por lleni y
l'rins, com.i procuradores dos proprietarios
cima.Rio de Janeiro 13 de Janeiro de 1837.
p. p.K. C. Vates & C.lleury Prins.
Barlholomeu Francisco de Souza lendo
o annuncio dos Srs. R. C. Vates A C. no Dia-
rio n. 17, em que diz ser smente verdadeiro
o Xarope do Bosque que se vende tiesta ci-
dade na pharmacia de Jos da Cruz Santos,
onde fez deposito o ir. Manoel Alves Guerra,
que recebe delles proprietarios, declara ao
publico que no duvida seja falso o Xarope
do Bosque que tambem vende em sua botica,
mas asevera que elle foi comprado aos mes-
mos Sis. I!. C. Vates A; C, do Rio de Janeiro,
comoprova o documento abaixo.
Rio de Janeiro a de agosto de 1856.
O Sr. Barlholomeu Francisco do Souza
comprou a IS Yates & C. .
4 duzas de1 gamfas com Xarope do
Bosqua a 5400(J........2IC/000
6 duzias de meias garrafas com Xa-
rope do Bosque a 379000 ....
..........I .' uva
seus nobres companheiros d armas, por cuja
omissao involuntaria pede-lhes desculpa, e
ao mesmo lomno .ilVurece-lhes all e em
seo ditni-
Ihe sendo
l.iboa a 400 rs., figos ii^yos
andi":inla ,. I possivel em lempo algiim olvida r-se ,1o ca-
Anda se acliam adlsposicSo dos com- racler franco e bospitaleiro dos briosos per-
p adores as maissupe ,ores toall.as de puro n.mbucanos, desde ja Ihes assegura me
Imho que lemvinao ao mercado, issim co- procurara sempre dar-lhes nao edivocs
mo gravatas de seda a mil res, ditas de [estemuohos do seu acrisolado
cassa a 320 : na rua do Crespo n. 16. | ment,
Precisa-se de ama ama para casi de
familia de 2 pessoas, c no se olba a pre;o .
reconhcci-
Bis .... 378S0U
lieceb o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vicira de Carvalho.Ra de Janeiro
8 de agosto de 1856.-Por II. C. Vates &C.,
Jos Paulino Baplista.
tstava rcconliocido.
Lotera do lio
de Janeiro e
Na praca da Independencia n. VO,
aehain-se a' venda os novos hilhetes da
lotera I para construccao de nina pra-
i,a de mercado datjuella curte, me devia
correr no tlia 17 do presente ; as listas
esperamos pelo vapor "San-Salvador" :
OS premios serao pagos na mesma loja
cima, de couormidade aos nossos an-
nunclos.
Antonio Margal da Costa Albuqtierque
declara que desta data em diaule assignar-
se-ba Antonio Domingos da Costa Albuquer-
que.Bccife SI de Janeiro de 1857.
na rua Direit n. 56.
Fara mesas e
pianos.
Oleados pintados de. superior qualidade,
de lindos e variados padroes,muito proprios
para cubrir mesas, commodas e pianos, sen-
do da melhor fazeuda que tetn viudo ao
mercado, e por prceos inuito commodos :
na antiga loja c fabrica de chapeos de Joa-
3uim de Oliveira Slaia, na praga da Indepcu-
encia.
Furto.
Furlaram hontem: 20 de Janeiro um re-
logio de ouro dos anligos, patente inglcz,
com duas caixas de ouro descoberto, ni
10:882 foi loriado de cima de urna mesa do
sobrado de um andar da luadollangel, na
occasioda mudanza dabi para a rua Direi-
t ; ha desconliancas que lossem os mesmos
prctos que carregaram os trastes, e por isso
rega-se a todos os senhores relojoeiros ou
pessoaaquem for oflerecido apprehende-lo
e leva-lo a rua do Tasseio Publico n. 9, ou
annunciar, que scrio recompensados.
O Dr. Fstevio Cavalcauti de Albuqucr-
olie, formado em medicina pela facoldade
do Bio dei Janeiro, pode ser procurado para
o exercioio de sua prolissao na rua estreita
do Rosario n. 10, segundo andar, das 8 horas
e meia da nianha at as 5 da tarde, c aletn
destas horas na estrada de JoSo de Barros,
no sitio em que moiou o Sr. Dr. Vicente.Pe
reir Uo riego.
das
Physiologia
paixoes.
Bita imprtenle produrrao lilleraiia do Si. I)r.
Mello .Maraes do II,-, .|e Janeiro, bem como a coro-
Conservas de
a 160.
Vende-se batatas a 1
ha : no ai nia/.em dtJ Lu/.
fronte la porta da alian
CALE IMITASSA i He mu q barato. .
\ ende-t potassada Russia e americana, chegada | \endem-se duzias d^ facas e garfos de ca-
nestoilias < de superior qualidade; eal. di Lisboa j bo de marlim de boa qualidade a 10> ditas
da mais nova que ha no mercado: no seus deposi- jjlo.s de cabo de balanco muilo finas a (,l
losnarua Apolla a. 1 A...B. ditas ditos cabo roU^!^oU.vado a 3, Jt
:< U>i"IOS (le patente |-ias de colneres de meial principe ate e6a-
flezesdeouro, desabnete elfvidro:;|,"1slrd.e.^f,1 'n.,' "i,il,,ru yeiMO,
e ouli as mullas musas que se vende barato.
a.. .... A., iin.......il,, I ...
il
Vende-se a 22 por nina pataca, o maissa-
horoso possivel : na rus de llorlas n. 16, e
da-se a amostra, para provar.
Charutos trovadores
Os melhores que ha e de diversas quali-
dades : vendeth-se no deposito da rua de
Moras n, 1t!.
Mores de ovos
-l-J*. sol.r,'escil,i,''- vendem-se unica-
grapbia do imperio do Brasil, e o Kdueador da mo- ""-nle ,10 oeposilo da rua de llortas n. 16, a
rnladc braileira, coordenado por o mesnn. autor i 6* ,b- a I "Oral
Kcha-se venda d.> roa do Oueimado|u. 27. A, lll'ao' S
Vendem-se uiiicarneiile a 580 rs. a libra
no deposito da rua do llortas n. 16.
" j i e outras multas cousas que se vendp hairain
gOOO a ario- - s uo AirgustoC.de Ahreu, aaruada Cadeia de mudexaada boa fatua ,,. 33
es> T" doRocife.armazeni n. 36.
Superior eal d<
Lisboa.
dega.
Consultorio ho-
iiiecpathicodo Dr. Mel-
lo Vioraes.do Uio de Ja-
neiro.
I nico deposito cm l'ernambuco.roa do IJueima-
do 11. S, andese acha um compl.io sortiojenlo de
medcamenos, ta,,^ em li(llura como em j.|obu|us
e em carleiras de diversos tmauhoi, por prero
mnitoem coala. Tambera alo se encontraras os l-
ros necessanos a liomeopalhia.
Companhia tra a mortalidad^ dos es-
crutas, e&tabelecitia no
RIO DE JANEIRO
CAPITAL-2.000:000.000.
Agencia filial em Pernambuco,
botera da pro-f
viucia.
Corre sabbado 51 do
corretaje.
P. .J. Layiue.
Da-se dinlieiro a juros sobre penhores
de ouro ou prala,e cuinpra-se urna escrava
sendo de meia idade : uo aterre da lloa-
Xisla n.8C, loja de barbeiro.
Precisa-se de una ama, que sa ib a eo-
zinhar, e lser o mais servico de casa : na
rua da Concordia, casa que faz esquina com
o sobrado do Sr. Pedro Teiseira.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 161
anuos pura taberna, que saiba 1er : na Sol-
dade n. 16, padaria.
Vende-se um grande terreno no lugar
do Luca, principio da Estrada Nova : na rua
Nova n. 42:
A lenta rapazes.
.No botcquim da estrella, no Poto da Pa-
nel la, ha bous petiscos e refrescos, casa pa-
I62#0II0 ra dormida e estribara para os cavallos da-
quelles, que ah se liospedarem.
Precisa-se de una ama de bons costu-
mes, suieiile para tratar de orna menina de
dons mezes : na rua da Cadeia Velha n. 35.
Precisa-so de um caixeiro que tenha
boa lettra, para ajtidanle de guarda livros :
na rua Nova n. 38 se dir quem precisa.
na Crespo n. 13.
Os cairos sSo realisados no escriptorio da com-
panhia ou mesmo fra, sob propostas dos propriela-
rios dos fsrrav.'s, lodos os da, uleis. as participa-
[ roes de fallecimentose as propostas, podeiu ser re-
metlidas a companhia lodos os da-, at as cinco ho-
ras da tarde.
As condiroes imprcssaspodera.i ser procuradas no
escriptorio da companhia.
Dar-s-ha consultas cralis aos escravos segurosdas
para 10 horas da manhna.no escriptorio da "comp.
Veikiitiiia
le coros prctas para jaqus de senhora e ves-
tuarios para o baile masqu : na rua do
yueunado n. 40, om frente do becco da Coti-
gregacao. .
Vende-se em ca-
sa deJ. Pratger&C., rua da Crttzn. 11 :
Champagnoj de Clicqnot.
Conservas iiglezas em'cabs de 2duzias.
Cognac frarJcezemiuiixas de 1 duzia.
Petit-Pois en caixasde 50 latas.
Vinlio de Bordeaus em caixasde I duzia,
Agua deSeltzcm botijas.
Viudo do Klieno.
Genebra de Hollanda.
Kepolho emj conserva.
Feijao erudita.
Sardinhas em sal.
Queijos de nata superiores.
Harenques em sal.
No anna/.em da rua da Cruz n. II,
veidese pop preeo muilo barato :
I intas linas lambureuezas em latas.
&ctnpt$$
Alug
a-se
una grande asa na rua Imperial n. 101,
com tres portas de frente, duas grandes
salas, cinco quarlos, cozinlia lora, etc.,
por I2f000 mensaes: a tratar na rua
Direita n. 15, loja.
Agencia de passaportes, fuihas corri-
das, despachos de esclavos, e qualquer ser-
vico que perlncer ao tribunal de policia :
para cujo lim procure-se o a'iuuucianle na
iua,do Uueunado n. 25, loja do Sr. Joaquim
alonleiro da Cruz, e na rua da Cadeia do lle-
cile n. 4'J, loja do Sr. Manoel Antonio Mon-
leno dos Santos.
VLMWAh DE NKTKiAL.
Acaba de chegar de Lisboa o almauak
de Portugal: vende-se na liviaria ns.
e8 da piarada Independencia, a 2/J4O0
res cada um e\emplar, contendo 720
paginas em 8*.
O nico preservativo contra a caspa
que ate agora tem apparecido, leui|a vanla-
gem de picservar da caspa, atnaciar|o cabel-
lo, e lambem Ungir o mesmo : na loja n. 1
da rua do Crespo.
Precisa-se de urna ama que saiba eo-
zinhar, pura una casa de pouca familia : ua
praca do Corpo Santo n. 17.
AVISO PAMA O PAKA".
l)escga-so saber se existe nessa provincia
Malaida de tal, lba du UiM'i'ha de tal, cuja
mal foi casada com um V. de tal Teixeira ;
assim cumo so existe Colorinda de tal, o
noiiic da mai desta se ignora ; estas duas
meninas tem a icceber em Pernambuco
una dcixa, a qual foi dcixada pelo falleci-
do Icnente-Cronel de infantaria Cuetauo
Alberto Teixeira Cavalcauti. Kslasduas me-
ninas ou pessoa habilitada por ellas podem
digir-se a esla provincia : na rua do Col-
iegio u. 5, taberna.
-- Arrenda-se unidos niclhorcs silios, o
pniDciro que entra para a estrada do Ar-
raial, o qual outr'oia peilenceu ao fallecido
Jos Antonio Corroa Jnior, com boae es-
colenle casa, que podo acconimodar duas
andes familias, pintada e calada de novo,
Paga-se bem.
Precsate de um cozinheiro muito
lioin, pelo que se da' bom ordenado: na
rua do Crespo n. 13.
Joao Baptisla Carneiro da Cunta, ten-
do 14 anuos de pratica de advocado, provisio-
casa para leitorje para prelos, cocliena para
carro,estribara para t cavallos, e una gran-
de baixa com capim, que pode sustentar 8
cavallos aiuiualn-enle, com inuilos rvore-
dos de Iruefo ia dando, e um pequeo jar-
tude deexameque presin cm direilo civil
e criminal, tendo alm disto exercido diver-
sos e.uprcgos de fazendae de judicatura du-
rante esse lempo, agora aulorisado oela re-
lacao da corte, trata de negocios judiciaes
e extrajudiciaes em todos os tribunaes de
justiga, tliespuio nacional, secretarias de
estado e mais reparliroes publicas.
Incumbe-se de tirar com a maior brevida-
de possivel diplomas, patentes, liecncas para
casamentos.anlodo bispado do Rio de la-
neiro, como de qualquer outro, cujo impe-
dimente exija Dreve do internuncio apost-
lico, ttulos de coudecoraertes e outros de
mer imperial, nao so para denjj/o da corte,
emo para as provincias do imperio.
Incumbe-se de receber no thesouro, di-
vidas de exeiciciosindos, ele, ede cobrar
dividas dentro da carie.
Inquire testemunhas as causas vivis, e
-ssegura que este servico ser dcscuipeuha-
j de um modo conveniente e satisfactorio
as partes, tanto na corte, como lora della.
I'.ncarrega-se de causas crinies desde o seu
comeco ate e julgamento perante o jury,
tendo para isso procurarlo da parte.
Trata de appellac/ies, proniovendo seu
prompo andamento.
' Garante em tudoa maior actividade de sua
parte, zelo, probidade e preco rasoavel,
Primeiro.as causas em que for procu-
rador u seu honorario ser a metade do que
tiver o advocado.
Compra-se |uma duzia de cadeiras de
Jacaranda, que sejao do Porto, ou mesmo
relias no par/., e sejSo usadas : na rua de
Hortas n. t2, casa terrea com a frento pin-
tada do azul e as portada de branco ou nes-
la typugraphia.
Compram-seapolicesda divida provin-
cial: na rua das flores n. 37, primeiro an-
dar.
Compram-se escravos que sejam sa-
dios e fortes, proprios para armazem de as-
sucar : na rua de Apollo n. 22.
_ Compra-so para nina encomineiidr.
moloques de 1 i. a IS anuos de idade:
na rua .lo Collegio n. 21, pfimeii o an-
dar, das IO horas a*s > ila tarde.
Compra-se una secrelana para escrip-
torio, que esteja cin.'bom estado : na rua da
Cruz n. 34.
Compra-se
urna preta crioula, moca, bonita (gura, com
habilidades, paga-se bem agradando : quem
a tiver equizer vender dirija-se a rua do
Sebo n. 42.
- Compra-senma escrava de meia ,dadc
nao teodo virio nem achaques : paga-se bem
na rua do Codorniz n.5.
&tn*a$.
Rap.
Vende-se superior rap Paulo Cordeiro ,
nado pea relaao"de Pera'mTuco Ism tir- ""'10 lrcsco- e ,"'- semelhaule ao de
i..h S.s... _.. c.0' L.'a V".T Lisboa: na prar,a da Independencia, n 3
Ftlbuiiii.s.
vendcm-sc velbutiuas pelas c de cores,
por menos do que em outra qualquer parto
para fechar contas : uo aterro da Boa-Vista
n. 10.
Vende-se um cabra sapateiro : no col-
legio da CooceiBo, na Cruz de Almas, sitio
da Picdade.
- Na rua de Apollo n. 1 A, primeiro an-
dar, vende-se una bonita escrava cabrinba,
de 17 anuos, eozinhao diario, e tem princi-
dlo du habilidades para casa do familia.
v H LEQES FINOS.
Vendem-se lequcs muito linos com ricas
pinluras, espelhoc plumas a 2/, 3950oe 4/
na rua do Ouefmado loja de miudezas da
boa lama o. 33.
Em casa de Tiinm Monsen i\ Vinassa,
praca do Corpo Santo n. 15.
-- Na quiua da rua de llortas n. 2, cnnli-
nua-se a vender figos de comadre a 120 rs.,
gomma a 'JO rs., alpista a 160, cevada a 100
rs., dita moida a 940, cafe moido a 320, gom-
ma de ararut* a 200 rs., sag' a 320, man-
I teiga ingleza a 480, 640, 00, 960, franceza a
. 720. cha a 2/, 2/210, 2c5S0, 2>880, botella
i>.- i ,- .ingleza grande e grossa a 140, arroz a 120.
egas ue madapoln com toque de avaria i loucinlio de Lisboa a 4U0 rs ,de Santos a 32,
> rs dous e quinhetilos, Ires, tres fl-rinha .1p trian a ton hnUhinh>. ... .tur.
Va loja das seis
portas
Ei frente do Livramento
AJvaiadeem barrisdeum quinto.
Boiii e barato.
Vende,n-se sapalos de borradla de
lustre, proprios para o invern, de li-
me m a 5.S500 !c de senhora a 5^000, sen-
dado melhor gosto que tem \ indo a es-
ta praca : na rua do Livramento n. 53,
loja de calcado. Na mesma loja cima
vendem-se resmas de papel de peto a
2>'X()0 r$., sendo em grande cu pequea
porcao, a vonlade do Ireguez.
Vendem-se duas vaccas deleite, pari-
das de pouco, as quaes dao 4 garrafas de lei-
te, sendo do pasto : no becco das larreiras
n. 8, oleria.
Vendem-sd terrenos para cdilicacao na
estrada doManguuinilio, <(o do P.ecife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vauoel l'e-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na rua da Cadeia do P.ecife n. '.), ou com
Jos aptisla Kibeiro de Paria, no seu sitio
da Estancia.
Quem vr com-
pra porque o preco
convida.
Vende-se urna porcSo de algodao trancado
da Babia, la/.enda muito e.ncorpada, com
pequeo deleito, sendo la/.enda muito re-
commendavel para roupas de escravos e
para todo servico de campo, finalmente
muito propria para toalhas de mesa e ou-
tros inultos arranjos de casa de familia; c
quemdeixar de comprar limpu a 220 a va-
ra, e dereiluoso que mal se conhece a 200
rs. : na rua do Crespo n. 14, quarta loja vol-
tando da rua das Cruzes.
Vendem-se chpeos deChilh de to-
das as qualidades : no escriptorio de No-
vaes 4 C., na rua do Trapiche n. ."i.
Kmcasa de Timn MonseiuV Vir praca do Corpo Santo n. 13, lia p-ra ven-
der um sortimento completo deivros em
branco, clterjados tillimaineni<; de Mam-
b irgo.
OEP0SIT0
de pianos fortes.
Sortimeato completo,
noel.Vives Coarra, vende-se por cummodo preco e r ST ~"--------* az>i
twnta; operiorviuho do Porto em birria do Pa rua do Queimado na loja de miudezas di
.j. I boa fama n ) *
Na labeaa da roa |)f|U M- j cor.lrr.ntt
-.loilaodo l.i>n.uieulu, <*> Jv*t dr Mttlu Cmi., i|-
l'itira A C. ha Of .ri;oi| cuero, laailllIU .
vmliosdo Porlodedillfienlsqu,|lrti,d, rtr ,41, alr
laeOUl garrafa,4ile de Lisboa a to tTjtlj -ar-
rala, dito da Kuactfi a ,'*Oe WO, diio de n"i e
doEttreita a iho.iiOe (40, giripiK> blanca a laaW
vinho branco a que (-Matara Aladeira a hUU r, .,,,..
v 1 1111 I'ianeot >IKI, rervea ttatl e branca, lauto em -ar-
Vende-se superior cal de Lisboa: nq nrategmotn asdat d,u.. de diver,, ntttuffii
mii/i-md.- Vnnin A T i'iin ra Uurlu. Mlofn, boa .enrbid hullaudea e liamburcucia ero
I rratCMC boUjat, biaclianipa"uemgarraf.,,meiaa
: piso, boas paaa e lisos de comadre em cmnha,
de .1, 6, 12, lo ai libras, amena,, lelru. macar-
I rao, arroi do Maranao, Mg, cevadinht. verdadeira
lannl.aou OMM1 de roata,.a. bolacb.i.ha, d soda
: e loglera, b.scuulinl,0, |n,., em Ula5, bolaclnnha
I de araru/a, latas com rdinlias, chocolalede /boa.
0,,ft'' ?* hrUn TuS*** '***> "br-, dilo pe-
I* ?|"2 ''1llb^, cl' 00 'o m latas de 1.2,
i, 8e Ib hbra, .lioori,,, toociuhode Lisboa, man-
totol lUSle. a I-,200 dita fr.ucexa 720. quetjo*
iinto bons, charutos hnos dr diBarenlesqQ.lidad*,.
hoa asotnlenle de ramu de 22 ijraos, lodos ,.,.
Seueru, proprios desles eslabeleciineuto por preco,
commodos ; asseveramos qoe ,e,a0 bem servidas to-
das as MaMM que se dignirem honrar-oo, roto eut
proleci;aoe freguena.
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu
?ao de roupas em viagem, pelo barato preco
de a, ti, 7 e189 cada urna, galbeteiras com
todos ( s vidros necessario a 9f. ricas car-
teiras de Jacaranda e mos^no para Mescre-
ver c guardar lodos os peicncc^Voprio*
para v.agem a 8, 10, e I Si rWrjnia, costi-
reiras nquissimas de Jacaranda com os re-
parttmentos forrados de seda e com muito
goatO a *, 5, 6, 7 e 83. penles muilo tinos pa-
ra alisar.propnos para enancas ou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor -
nalina, carteirinhas para lembrancas, gorra*
para homem, as mais modernas que se pd*
encontrar, sinetes com todas as letlras do
abeedario, sinetes proprios para uamorado,
neos Irascos para cima de mesa coutrts
muitissimas galanlarias, ludo muito fino a
de muilo bons goslos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste eslabelccimento, nao deixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n 33.
v FITAS DE YELUDO.
Vendem-se lilas de veludo prelase de co-
res, estreilas e largas, lisas e aberlas de mui-
to bons gostos, pelo barato preco de 160
320, 400, 500 e (00 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33-
BANDEJAS FINAS E BARA
v d TAS-
Vendem-se bandejas linas e de vanos l-
manlos pelo barato preco del/500, 2/500.
^"*l!n. ?/" d0 QMimado'loj. d
arnia/.cmile Novacs i\ C., rua da Mal
de Deosn. 12, por preco commodo.
Veode-scsuperioi liuha de ligedlo braiia t
de cotes, em novello, para costara :em rasa de
<"utli.ilI Mellor ev Companliia.ruado Torres 11. 38.
Vende-so por menas do que em ou-
Ira parte, cera de carnauba e velas de rom
posicao : na rua da Cruz 11. 31.
43$5 Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como polassa da llussia verda-
deira na praca do Corpo Santo ti. 11.
Cimento braneo
Hecbegado o evcellente cemento blan-
co ja bem conhecido e experimentadoi
tanto em barricas como as tinas: noai-
ma/.em de taboas de pinlio de Joaijium
Lopes de Almeida, na praia ue San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
fcVijao iinila'iiilio
Vende-sena roa da Cruz n. 34, feijao mulatinho
por pre^o commodo.
Moinhosde vento
eom bombas derepuiopara regar hortaaeba
1a decapim : na load/rao de 1). W. Bowman
na rua do Brum na. 6. 8 e 10.
Antonio Josede Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a M.sOOOo bar-
ril : as pessoa*que quizerem dito gene-
ro. apparecaiB em o seu escriptorio, na
rua do Vigrio n. 31, para veras amos-
tras.
Em ea^ade llenr. Brunn t Companhia, na
ruada Crgia.tO, vende-secognacemcalinhatde
FARINHA
He Trieste.
Vende-se em casa de Saundets Brothers \ C. u
raes do Carpo Sania n. ti. 1 muitn superior e bem
conhecida larinha de I neste, da marcaprimeita
qualidadechicada em 9 do corren!, n escuua
"1 reil-, em porrees grandes e pequanas,conforme a
vonlade do comprador.
TA1X.AS PAKA E.N'GENHO.
Ka fundifo de ferro de D. W. Bowman na
rua dj Brum, passando o chafariz, contina ht-
ver umcompleio sortimesiodt taixtsde ferro f un-
,., .r .----......'"- ....^uoiciiviiiu- *:omi e 4s na na rifi n.,^; i
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, .. quaea miudezas da bpa fama n.^ IO"
acham-se a venda, por epreco commodo a t
promptidao: embarcam-s oucarrtgaat-st tm car-
ro semdospez* ao comprador.
-- Na roa do trapiche u. ||, escriploriode Ma-
Cartiis pura jog-jtr.
m,!i^drfm"SeJbValh0s de'c"" francezaa
muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara-
mo, ditas portusuezas muito finas a 320 rs.:
Segundo.Nas,appellacGcs o honorario se- cillco mil rs., e ue coberla,
ra de ItiO/rs., inclusive a paga do advogado rs-> ludo com loque de avaria.
e procurador ale a decisKo de revista ; ueste i ~ Vende-se ptimo otfro cm livrode >5
tl< r. II .T' T I,. ItS.I ., ..ni....... .... A.M.. --------' ASM nMnB.M ......- .'. ,
e cncadeinado-
farinha de trigo a 120, bolachinlias de dife-
rentes qualidades a 3U0 e 100 rs., vinho de
Lisboa a 4S0, ligueira a 560, Porto a (tu,
e procurador
honorario nSu se inclucui as desprzas com Pacs, proprio para pintoras
lio, reyalidagao de sello, preparas eex-K88- pieco commodo : na liviana da i
da Cruz n. t, e 00 largo do Collegio n. 2.
-- vende-se urna escrava crioula para IV
e quiihentose quatro mil rs., pc,-as de al
goilaoznlio largo, liso e trancado por dif- ..
ecos, pe?as de chita a quatro e dito engarrafado a 1.0U0, oleo de ricino
de coberla, linas, a seis mil j VIO rs. meia garrafa, millio a 240 a cuia, e
penetras de arome para refinadores e pa-
deiros.
Vende-se a verdadeira
--r-- ------ i ^...r cui larris un
oitayo.cl.apeosdeleltro.eaab.ioaraarellurabricado
no Ido de Jaueirp.
Em casa de Saunders Brothers & <;,, praca
do Corpo Santn. 11,ka para vtndtr osteuintt a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha.
E um completo sortimento da fzendas proprio
para tste mercado : ludo por prec.o comrcodo.
Rua do Queimado ir. 1.
Na loja de Gaspar Antonio Veira Cuima-
res existe um compieio sor limen to de bel-
boliuas de cor e pretas, proprias para ves-
tuarios de mascaras por precos commodos,
.il.'in ilc-,i fazeuda ha outras inuilas por ba-
rato preco, assim como seja, atoalhado com
7 palmos de largura pelo diminuto preco de
1/500 rs. a val a.
Vende-se urna porcSo de pipas e.toncis
por pdsn de .seis mezes com as competentes
garantas, e tambem scarrenda o armazem
onde se acliam depositados os mesmos ob-
jectos : a tratar com Joaquim Cocslves de
AlbTiquerque e silva, na rua da Cruz n. 35,
primeiro andar
VINHO IHJ POKTO GEMINO.
Veude-se ptimo vinho do Porto em barris dt
quarlo e oilavo, por prer razoavel: na rua da Ca-
deia do Kecile n. 13, escriploriode Bailar A Oli-
veira.
-Sao muito lindos para pu-
lidos-
Vendem-se muito bonitos botoes para pu
nhos pelo barato pre<;o a 500 e 800 rs. cada
abotoadura: na rua do Queimado na toja de
miudezas da boa fama n. 33.
Pianos.
ra da trra, engomma, lava o cozinha,
(raerlo de sentcnca. O honorario da appel-
lacao sera pago a.liantado, e as ilespezas a
medida que se lizerem.
Tercetro.Cada inq.uiric8o de testemonba bonita figura : na rua do Livramento n.' j-.
na corte 10/ rs., e tora o que se conven- ~ U>ndc-se painco muito proprio para
conar. canario do imperio a 100 rs. a libra: defron-
ijuarto.--as causas crimes o que se con- il,; da ItelacSo n. 2ls.
vennonar. Vende-se a Uberna da rua Direita n.
( ttuinto.Com a procuracSo ser remetti-1a3, propria para um principiante por ter
da carta de orden para pessoa desla corle poucos fundos, c tambem se vende s a ar-
que satisface as despezas. | manilo, lirando-se os gneros de dentro.
Sexto.Todos os mezes receber a parte i
urna nota succinta do estado da causa ; e
quando se pretender mudar tic procurador
basta que oconimunique por escupi, que;
inmediatamente se subsltbelecera a pracu-
racao na pessoa designada, ilando-.ve-llio os
esclarecmenlos necessarios.
Podera ser procurado lodos os dir.s cm sua
morada, rua da Misericordia n. 8 at as !i
Horas da manhSa, e das 4 da tardo em diante.
Das 9 horas da manhaa ate as 3 da tarde
na iua Direita n. 15, escriptorio d advocada
do Exm. Sr. senador Joao Antonio de Mi-
randa.
- rasa ingleza n,
97, dos afamados fabricantesDay ^, Mar-
tin, cm barricas de 15 duzias di potes:
. em cusa de James Cralitree A Companhia,
de rua da Cruz n. 42.
Aviso aos tanoeiros.
Vendr.-sc rodas de arcos de pao para
pipas,'e liacas de, rimes da mellinr qualida-
de que lia no mercado, chegadas ultima-
mciili! (o Porto, por menos prcr;o do que
rando-se os gneros de di
Ma loja
das seis portas
Em casa de RabeSchmettau rv. Companhia.
rua da Cadeia u. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumanu de
tlamburgo.
Vende-se agurdente de Franca em
cusas de urna duzia: no armazem de C.
J. AstlevAC.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caivas de 2 duzia e em barril de oilavo,
cenle-
e
rua
Alg-od&oziuiio da Bnhia
para sacros de assuca : vende-se om ca-
sa de N. O. Biober A C, rua da Cruz
n. i.
boa fama n. 33.
AOSAMISTES 'DO BOM E BARATO.
Vendem-se ricas charuletras bordadas e
retroz servindo tambem de rartei.a a 4/".-
las sem ser bordadas muito boas a la a M
carteirinhas muiu ricas y, diUs propri.C
para viagcn. a 2c500, carlciras grandes nar
SshenrP." ''f0 2* lra,,CC,"S P"""S-
lvu'ih d felroz a 160, aliadores para
pelo barato preco de ^o,"RS
escova e cspelbo para suissas a 800 rs esto
mpZ! ^ *>*, livellas dourada.s
para caigas e colletcs a 120 rs., caste par.
bengalas a 80 rs., caixinlias para guaidar
pbosphoros a 160 rs escovinhas parajliro
par pentes a 24" rs., chicles muilo bo,ls
para cava lo a 800 ,s esporas linas de ac .
1/. gravatas de seda muito boas a 1*. aUca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs.. p.n-
cets inglczes para barba a 500, 600 e 800 rs.
camisas de meia muilo linas alftiOO. rica
abotoaduras para collete a 500 e 600 rs.. di-
las para palitos a 500 e 600 rs., estoios de na-
valhas unas paia barba a 2. caixas tin.ssi-
mas para tape a 2#5O0 e IS, diu redondas de
tartaruga linas a 6f, e outras mu.tas couas
que se vendem por barato pre^o : na ruado
ue.madona tem touhecida loja da boa fa-
ma n. 33.
Estovas do, todas as qunli.
(latUs.
Vcndein-se ..cas cscovas ingleza par.
roupa, o mcllior que pode haver e de uovt.
i",V>",,'-v.n Z*Jnas frncezas muito bo.s
a 19, 15500 e 2coou, ditas para cbelo ingle
zas e franeczas a |SN e 2a, ditas par den-
tes mglezase Tranoezas a 400, 5W> e 600 r
ditas para unhas dita dita a 240, 500 e la, -
ouirasqual.dades mais baratas, que todo,*
vende na rua do Queimado na bem contien-
da loja de miudezas da boa fama n. 33
f ECHA11S1G f Al SKI
NAFLNigAO DE FERRO DO EN NHEIRO DAVID VV. BOWMAN. rvA
RUA DO BRUM,PASSANDO O ollA-
FAKIZ,
liaSempreurn?randcsoriB,eDli,do.,eBuin(e, Mi
ta "i"" a ,,a"""'-0' Pt0P" bar moendae metas moendas da mais moderua
Z2S3S2! d!f'rr. '!" b-.id-de
cu. Ldivasue^ aunase em barril de oilavo, re- "'"" ."'.<< i-mas oe rerro ion lido e batidu de
ateiiieiitecliegadupi.|oJbrigue"Truvudur.,;vende-lS,u,)er,1or1u-l,di,,le d ludosos lammhos rod.
'aaicameuteuu armazem de Barroca A Castro, na """"s paraa^uaon animaes, de lata tiuroimr.
a da Cadeia do Kecile n. 4. !ues! "'vos e boccasdeforoellite rfaMraaile h..
t___l.-t___: i. i > i iro,aeuilli6ci..brun/fs.narr.... .. ...:n..--_
cm nutra qualqer-patte, e veuie-se a pr-l *-'
C30 que o comprador quizer : na rua do Vi- eo'"r "s.e descoberlos. pequeos e ;raode,, de ouro,
cario ii ;>7 deposito de aasnear ""' uu paleule m^lez, para liomem e senliura, de um dos
oan0 n. -. utposito oc assuca. nttlbore fabrietDlet de LWcrpaol, vmdos pelo ulti-
e ro.agu.lhdes.broiues.partruto ec..vill.6ev.n^
nhos de mandioca.ele.ele -".nm
NA MESMA FIJNDIQA'O
leexeculaint odasaseuconimeada con. a storno-
"dJ?e--n-e modidadeem preco.
Meias de todas
as
M FRENTE 00 LIVRAMENTO.
Saija hespanliola a cinco patacas o cova-
do, com quatro palmos de largura, nobre/a
de duas larguras a tres mil rs., luvasdoseda!
preta e de cores a mil rs o par, lencos de '
no/. prelos c de cores matizados a dez
B luslcs, sedas pelas com llores a dous mil
i ra sS"aU"l J" presente tmpresso rs. o covado, lencos de seda pura pescoco de 10IDa e doM du"as''
sendo lilbo do norte, ligado ao norte por senboras a dez tusies cada um. e ludo se '
nascimenio, lamilla e inleressos, jamis se d^. amostra, levando penlior que e.iuivala o
poupara de prestar ossous servigos a todos que se quer ver.
... ,,------. .os seus compatriotas que lenbam preteucoes ,. ,,, c ,,,,., ,
dim que poder ser augmentado conlorme o pendentes da capital do imperio ,. '*fcK """ l,()sr(>-
gosto .la pessoa, te, bu agua de beber, e| O abaixo assignado, tendo de retirar- '"'lc:s('1."ni l,om sitio com pcrlo de 500
un exccllenie lauque para biinlio : a Halar j se para fura da cidade a tratar de sua saude > P3"'10" "' "PlUe B *f5M de lundo, chcio de
no escriptorio de Paula & Senws, iua do dcixi: por cncat regado de seus negocios ao: "". rru(!lolras.d? diversas qualidades,
Amorim n. 18, d-s a horas as -. da larde. I Sr. Candido Cmlolohu Peres ltccile 98 .1.. ,:"m .? grandes balsas para capim, terre-
uejno-excellente para p)anUSo de legumeso
borlalira, commodidades para se fazcreni J
viveiros por ter cambiia d'agua salgada no
fundo, ca?a soll'iivel para morada, murado
O GIIARDA-LIVrOS BUASILEIRO, ou arle
da escripturacao mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rua da
(adeia Velha D. il. rreco 8/U00.
Na rua doVlgario a. 1!). primeiro andar, ven-
de-se viulio do I'orlo dasiipeiior notlidade da bem
oulieci.ia marea GW em pipa,barrecalta dt
' snala.
Agencia
mu paquete iticlez : em casa de Soutball Mellor (\
Companliia, rua do forre, a. :IH.
N. O. BieberA C, rita da Ct tiz n. i,
vendem :
Lanas da Russia.
Idrm inglesas.
Ilrinzao.
Hi i ns da Russia.
Vinho de Hadeira.
Alj;odo para saceos de assuca.
SAO' MIITO LINDOS.
' fucos cortes de vestidos de fa/enda muilo
lina, toda de seda e de um gosto muito pu- .. FWin nn ,i
i ..ido, ehegados pelo ult.mo vapor vindo da 1 escrava .la (ns^f semana ptssada urna
I Europa, muito proprios para as senboras de K 1-^SSI!.. '!?me KoB'a"" ,m "
hnm ....*i.> ,im mmn Ai... .____......! -'oaes s. guitites : alta c magra, ineia.ful.
qtiali-
(ltltS.
Vendem-se muito boas meias de sed ata
tas e brancas para senboras polo barato prc-
00 de /500,ditas de laia para radres a IsKOn
ditas de lio de Escocia pintadas pira homcm
pelo baratissimo proco de 400 e 500 diis
brancas c cruas para homcm a 200 0411
2H0 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas "lina"oaVa
meninas a 240 rs ditas brancas M
nhoras a MO, 300 c 400 rs.. ditas pretas'de
algodao para padres a 600 rs., c outras mai>
?.?. i" qUer Ve"dem bar,l d"
Queimado, na bem cot.l.cr.da loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
&**tin f*$m.
tarde.
Oesapparecen, hontem 28, da fabrica [Janeiro de 1837.
de charutos do aterro da Boa-Vistan. "7,2
bilbetes inteirosn. 3487 c 11. .usa, ura meio
liilhele n. 1758 e um quarlo U. 2.173, da se-
gunda parle da stima lotera da matriz da I
Boa-Vista, que ha de correr no Jia 31, por
isso previne-so 00 Sr. Ilicsoureiro ou ao Sr.
I'. J. I.aynic por quem so garantidos que
no paguen) qualquer premio que sala SeuSO
ao abaiAO assignado.Jos GODCalves da
Silva.
ll niaioi lo segundo balalbfio .le ni
laular.a Fcniaudo Machado de .Souza declara,
que ao retirar-se desta provincia para a das
Alagoasnada absolutamente Qcou a dever
a pessoa alr;iinia, poia que sempre se esme-
rou em saldar prompta e ponlualmente to-
Josc Joaquim do Nascimenlo
joteria da
viucia.
um completo sortimento de moendas el Na rua do Queimado n. 22, loja da boa f c"
meias moendas para enrjenlto, maeliinas ha um completo sortimento de crosdenapo-!, 4 ruS'o nontemas boras.uro escrtvo uula-
co ido ilc dc s,!da o ''r"135 c"-'s; aproveitem antes nome Tbom,z' Uo reforcado de corpo, coa.
PPO-ena.lll
le vapor faixas de Ierro hatillo e
de todos os tamaitos para dito.
COr.liE IIOJE.
O abaixo ssignado nimia tcm um resto Le
seus muito felizes bilbetes as lujas j an-
ou ociadas.
IV. Sali.stiai.il de Aqiniil- terrena
jos.' Fortnalo dos Santos Porto.
Precisa-se de orna ama peca, para rasa
de pouca familia na rua da Cadeia \ellia
n. ai.

na Imite e dt: um lado, agua dc beber, etc.,
c alrTn dc todas estas bondades, quem qui-
zer mandar fazer urna morada de casa com-
moda e acoiada, j tcm um l'oiniidavcl e
bem Icilo alicerce para isso, com 50 palmos
de frentec lili de fundo, guarnecido com 2
portoes um decada lado ;e he perto da pra-
ca por ser logo ao sabir do Manguind para
os Allliclos quem .1 pretender e quizer ve-
lo, enlenda--;. o i.i o propietario Jo- Sa-
ponte, morador na casa anneva ao ditb si- ( i II (llnll'illl '1
lio, de man-la ale as horas, e de tarde K ,' """ "'>
daa 5emdiante; e no decurso do da no' ,(l0n:ivi" Bl.lWMR chegaram .ibtKI
Recife, escriptorio do-, srs. bastos.- Le- i ""-"ricas desta acreditada farnba : ren-
mos, rua do Trapichen. 1: Ide-se nos armazem de Tasso Irmaos.
Farinha de Tri-
os te.
SS8F.
queseacabem, que a testa est com nosco mar9"s^e be-igas, pernas grocas, e neila marcas \
assim como chapeos do Chile muito linos* 1 **e c'cratizcs as rauellas, falla roto muit maoci-
que so vendem por menos que em outra 1 ^ psrte. guarnecida de ourelo l.ranco, nos onthros e pu-
Lu vas de varias qualidade nh0?' lber,a,na t!Tm!zm H-*: *
v 1 ,-",,,Vj cravo he natural da l'arahiba e loi escrtvo de S
\endeni-so ricas uvas de seda de lodas a iu. r..ik ~.. u \ .. "0 "
,, abordadas e com dollas a 2 no t-.^.^lto. ^e-. r*[ hertnc. dt a* h>
MUTIO
para lu.mcns e senhoras a 300, 400, SOS
6UI1, dilas brancas e de cores, de algodao' 1"em o peg" Ipvb-o a roa da Concordia a Pedr.
proprias paia montara a 240 e 320 e outras 1 Antonio Teixeira Guimarie>, cot ert Btnarus-
qualidades mais que se vende ua rna do mente gratificado.
(Jueimado na bem conhecida leja de nnude- __________________________
zas da boa fama n. 33. | pern :TVP. DE M. F. DB FAUA ^ "
'V

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