Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07697


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Full Text
>
'
ANNO XXXIII N. 24.
Por 3 iilv.cs adiantados 4.$000d
Por o mezes vencido -i.s.tOO.
DIARIO
SEXTA FEIRA SO DE JAXEIRO bE 18^7.
Por anno adiantado 15.S000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAHUEtiADOS DA SUBSCixIPCVO no NORTE
Parahibs o Sr. Joao Bodolpho Gomes; NiUl, o Sr. Joa
Su 1. Pereira Jnior; Araeaty, o St. A. de Unios Braga ;
ri, o Sr. J. Joar de Oliveka ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ues Rodrigue I Fiauhj, o 8r. Domingoi Herculano A. Pessoa
carese r-ara o Sr. Justino 1. Ramoa A
mu da Coila.
amazonas, o Ir. Jrro-
PARTIDA DOS COKKEIOS.
Olimla : md.s .,. Jjao. te 9 ae>. ho- >. lo
U-ii.ir.i--,, <,. i.mi i .. Paratlb. : n.i< seaaa'la
S. ABI...).ll..rri... IIoiiii... Cariar, klliahoi
S. Lsterenca l'-..-ii Vllm. Naxarelb. LiMefrs
Floro, nlh-Bclla, llus-l.,a. .n. irf
Cali. Ipojuci. Sjerlattefa, Ilin-Furnaosu, Lu. I.
Pimi-nn-ira- Ka,al : tjtuot;,,-reir..
(Todos crrelos parlen. lo hora da man.la.
.In.
seiiaj-felrat.
Gai imIh,.|. : n.i terca-r,
llri-jn. I.-* jii.-ir... /n.-a-
Km : uas \ i 'i--''
, Asu.-Prela.
AUDIENCIAS DOS TRIHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do coutmercio .- segundase quintas.
Relaeao ; tercas-feiras e sabbados.
Faienda ; quartas e sabbados es 10 non.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintil ao meio-ilia.
Juizo deorpbaos: segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do eivel segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadosao meio-dia.
EPIIEMEHIIJKS lio HEZ DE JANEIRO.
3 Quarloerescenie as 9 horas e 51 minutos da manliaa.
o n"* C'"'* *** ^oras *" m'n,,losda manha.
18 puarto minguanie as 2 horas e 3u minutos da manba
o La ora as 9 horase 6 minutos da larde.
. a -u '""U.WIAlt DE IIO.IE.
segunda as / horas e 42 minutos da tarde.
Priroeira as ti horas e 8 minutos da manhoa
das da semana.
26 Segunda. 8, Poliearpo : S. Theogines m.:8. Malhildes rainha.
27 Terra. >. Judo Chriiostoma h. d. da igr. : s. Vitiliano-
28 Ouarta. S.Cjrill b. .- S. Lenidas, FJaviano.
29 iluinla S. francisco di' Salles b. : s. Papias sold-
3(1 Sena. Dcdicec,ao da Iti.ilir.i de .. Pedro dos clrigos.
.11 Sab. Jej.S- P,'dro NotlaCO : Ss. Tacw m.; s. I.eininiano h.
1 Domingo. *. e ultimo depois de Reis. S. Ignacio b. ni.
O0VERH.0 DA PROVINCIA.
Expediente dadla 24 de lanalro.
o lucioAo K m.pre-i lente ilu Rio-Grande do Suh
remellen lo para lereru o eon ven i enle destino,as fus de
ollicio do teuenle fiabnel de Souza Huerto, e dos al-
iares Feliciano L.Miope Monteiro de Mello, Jos
Melchiades Bezerra da Silva Cosa e Joao I'ereira
de Araujo, os quaes perleucem aos corpos do e\er-
cilo exilenles oaquclla provincia.Cooiinuoicou-
ne ao commandanle da prara.
HiloAo Eim. coromaudaiile superior da guarda
nacional do mmiicipio do Recite, recommendaudo
etpedigao de suas ordens para ser dispensado du
servido da mesnia guarda nacional, emquaDlo esli-
ver eiereendo o lunar de inspector de quarteirao da
freguaiia deSau-Kre Pedro (ioncalves do Recite,
o guarda do I balalhao ae arlilliaria Miguel Jos
Rodrigues.Contmuoicou-re ao chefe de polica.
DitoAo commaudaute da guaroicAo, inleiraii-
do-o de haver concedido IH) dias de licenca, cora
venrnuen'.os, ao coronel presidente do conselho ad-
ministrativo lien,o Jos l.anienha l.ins, para ira cor-
te.riaeram-se as uiilr.t- communicaroes.
DitoAo consellieiro presidente da relaeao, com-
muuicando liaeer o juiz municipal do termo do
Bouilo, bacliarel Delphiuo Ao^ujlo Cavalcanti de
Alboqoerque participado que iendo uo dia 13 do
corrate expirado a licenra qae se ichava fruindo,
deiiou de seguir para aquelle termo atim de reas-
-uunr o ejercicio du seu cargo, por continuaren) os
seos incuminudos de saude.Etpediram-se as ou-
Iris commnnica^tes.
DitoAo chele de polica, acensando recebdo o
nfticiu que veio annexo outro, era que o delegado
aupplenU do priraeiro dstricfo desle termo pede
providencian, no sentido dse eslabelecar mu ce-
miterio publico na treguezta do Poco da l'auella,
alim de que se prohiba de urna vez a pratica noci-
va anda all se301da.de se fazerem os onlerrimen-
los as icrejas; e declarando ero resposla que nesla
dala olllcia nao so o cmara municipal desta cidade,
mas tanibem ao vigario daquella iegueza, para
que de cominiiin accordo promovam quanlo antes a
fundanao de um cemilerio publico, onde sejam fei-
(as asinlinma;oesb'izeram-se os ollicio, de que
se trata.
Dito %o inspector da thesonraria de fazenda,
autorisando-o, em vista de >u,i iutormarao, 1 raao-
uar abonar em o correnle exercicio aob a responsa-
bilidade da preaidenca.'a ^rdiiiicHe.io que venca o
pairan da laucha nlia Joaquim Jos da Silva, a coular desde o 1- de
dezenrbro do anuo prximo lindo.Communicou-se
ao inspector do mesmo argeual.
DiloAo mesmo.No expedieote do ministerio
da marinria de de dezembro ultimo, publicado
no Jornal do Commercion de 31 do mesmo mez,
l-se o extracto de nm aviso no qual ae recomraeo-
oa a esla presidencia que declare a essa lliesooraria
que deve abonar as enmedorias do corhinandante da
eslarao naval, desde que elle parti da corte para
esta provincia, na forma dos avisos de 15 e. 19 de
novembro de Ifctii, e bein awim os vencimenlos do
eacrevonte desdo que este loi proposlo parasemelhau-
le exercicio, visto quejn se chava emprecado co-
mo tal.
Alleodendn ao que sobre este ubjeclo me reprc-
euluu verlialiiieuie o n Iendo commandanle, rc-
commeodo a V. S. qae tb minh.i responsabilidade,
mande abonar as comedorias e vencimentoi deque
Irali ocirapo aviso, emlwra esla presidencia nao o
tenlia anda receido.
DitoAo cnsul dos ,K,lailos-Lnidos___Accuso re-
ceblda a cominumcarai que acaba de dingir-me o
Sr. Alexaodro II. Uernent, cnsul dos Ettados-
ljuios, acerca Je nm prelo qae o eapllH do nmo
americano u 1 imori. lando adiado nccullo a bordo
uo segundo mi lerceko da de sua viagem do Rio de
Janeiro para a Nova Odcans, veio eulrcsr as au-
londades desti provincia.
Agradeceuio suinmameiite ao Sr. cnsul a cora-
inuiiicaciloqu" se servio dirigir-me, peco-lhe que
de minlia parteBMaifasle ao referido rommandaii-
le oa meus loavores e reconhecimeulo pelo seu pro-
ceder.
Renov ao Sr. cnsul os protestos de minha esti-
ma a cuiisideraco.Remellen se topia do ollicio
do cuusul ao chafe de polica, declaraudo-se'haver
mandado por o sua dispusico o referido Mal, e
ueste sentido ollicion-se ao commaurtaule da esta-
1.1o naval.
HiloAo presi lente Jo conselho administrativo,
recomiuendaudo que nos termos do rcVulameolo de
',' ?! d"eluuro <>e 1852, promova a compra de
3f lerrageus de l.ilo para ceoloroes a de oulras
Untas do mesmo metal para mochilas, pelo novo
modelo, para (oriiecimeulo do arsenal de guerra.
rizeram-se as necesarias cominumcaces.-
DitoAo commandanle da (stirjo naval, inlei-
niido-o de haver oiliciadu as reparlieoe9 compelen-
las, alim de remelteram para bordo'do brigue de
guerra Crwreiwe coui brevidarle o que tiverem de
enviar para o presidio de Femando, e ordenado ao
direclor do arsenal de guerra que laca embarcar no
mesmo brigue IIKsaccas de lariulia, destinada para
o referido presidio. Fez-se o neressario exoe-
dieatc.
DitoAo commandanle superior da scarda na-
cional de 11 imiiIiuus, coucedendo a licencia de cin-
coeuta dias que S. S. pedio para vir a esta capital,
alim de tratar de negocio de seu inicese.
DitoAo juiz dedireito da comarca do l.nnoeiro
approvando a deliberadlo que turaou, da encarre-
gar do resistro das liypolheras naquella cidade o
segaudo 1 ilielli.Hi interino do judicial e olas, \ii-
looio Pereira da Silva Cauiiaua.
DitoAo commandanle do corpu de polieia. para
mandar aogmeular com mais seis pracas nos dias
35, -Jli a 27 do correnle, o destacamento ora exis-
DU VIDA H MIHM SUSSO-
por Kstevao' Egi:is.
1
./ familia Urmuert.
Era o meio de 11,10 sei que dia do anuo n ISili.
hora l,i jHiitir.ein Friburgo lia Suissa.
E,la pequena cidade de dez mil almas que soman-
te adquire al.-uin.i animarao de urna a duas horas da
larde, hora de dig'slo dos empregados e dos ellos
funecionarios do eslado, eslava iiitrgalhada no silen-
cio do deserto.
Nd interior das casas jaolava-se. as ras lacea-
das de pedra fcrauca, nao luna iieuhum rumur. Pa-
reca urna ci Iade nao habitada.
O nico enle humaua, Cuja respirarlo allerava o
ar puro das inoutanlias que refrescava a/i uas, era o
o sargenlu Pulionel, o qual eslava de senlinella a
porta da suarda principal 11a quina do arsenal.
O eslrangeiro que livesse Wi de longe esse sar-
geuro de eslalura alia, de caltas azjes, e de largas
dragonas veiraclhas na.i leria podido formar seinio
doas liypolhese. ou o sargento dorma, ou era urna
estutoa.
Elle dorma em pe, apoiado sobre a espada.
De repente Tez um movuneiilo, e pareceu des-
pertar.
ToJavia o mesmo silencio reiuava aiuda na ci-
dade.
Mas na qoinla da ra (rande coiiiccavam a de-
aeuliar-se sobre a cor branca das paradas dona ile-ses
lar-os chapeos prelos, debaixo dos qoaes os lesuilas
alirijam en olhar profundo.
O sargento f-z a aodar.lo militar.
tente na treguezia dos Afogados.Communicou-se commumeando haver S. Exc. o Sr. presidente da
ao chele de polica. j proviucia. aulorisado o Sr. inspector da Ihesooraria
pitoAo juiz de pal mais volado da fresoezia de ; de fazenda a mandar abonar em os devdos lempos
uoianna. Em ollicio da 18 do correnle, Vmr. me as presta roes qae pretenden) consignar de seos ol-
eousulla se deve convocar os oito cidad.los, que Ihe dos uesla provincia o cap.o Antonio Jos l.ao-
licarem immedialosem votos, alim de formaren! a ca, o lenle ajudanle Aurelio Joaquim Pinto e o
junta de qoalilca<;3e dessa parockia, vislo que Vmc. alteres Aulonia Dionizio de Suulo Goodim, lodos
considera terminadas as fouccoes dos anligos eleilo- perlenceults aoiaguDdo batallio demfanlaria.
res por ler comrcadn a nova Itgislalura.
No mesmo ollicio Vmc. pede-me que designe no-
vo dia para a nslallai;3o da referida junta, pois
qae tendo occorrido a rtim 1.1 cima declarada, nao
se pode elleclaar essa iu-lrtlj/io no dia designado
por lei.
lllm. e Exm. Sr.Informando de conlorinidade
com o despacho da V. Exc. de S do cnrreule, acerca
do couttudo na inclusa represeulaeao da cmara
municipal da cidade do Rio F'ormoso*, e iofnrmarao
Quaoto a primeira parle lenho a dizer que nao se iunlil lirir'ada pelo superintendente da estrada de
rilicando aenhuma das hypotlieses previstas no trro de Agua Preta 11 Sr. E. de Mornay, lenho a
arl. -1- do decreto n. 1KI2 de 23 de agoslo do anuo
passado, nao devem ser chamados para a Iormac.io
da junla nessa treguezia os oito cidadaos volados
para (uizes de paz de qoe traa o mesrao aviso.
Rio
dizer o seguinte
Reclamam os liabitaules do municipio do
Formoso, romo ha pnucos dias os de Serinhaem, pe-
lo orgao de seas vereadores, para que a estrada de
E como, por oulro lado, anda n.m. r-lV reeo- lf^r, d'Agaa Prela, cujos Irabalbos mais adiantados
nbecida pelo poder competente a ullima eleicSn de
eleitoresa que se procedju em novembro do anno
lindo, compre que ejam convocados para a forma-
i;Ao da junta os autigos eleilores, cujas foncres s
se devem considerar terminadas a :t de maio vin-
douro, dia em que principia a correr a nova legis-
latura.
Ouanlo a segunda parle lenho a dedarar-lhe que
designo o dia I" de marc. para a in-i.ill.ica.. da re.-
ferida junla, alim deque a convncacSo poasa ser
feila de conlormidade com o art. V da lei regola-
nienisr do l'J de agoslo de 18.6.
DvloAo presidente da junla de qnalilieaciio da
freguezia de S. Pedro Martyr de Olinda.Recebi
o ollicio dalado de liontem em qua Vmc. rae decla-
ra, que leudo substituido o juiz de par. mais votado
dessa treguezia, o qual liana convocado para for-
maco da juola qualilicadora os eleilores eleilo, em
novembro ultimo, enlra em duvida se devem conri-
uuar oa Irahalhos da mesnia jaula, cora as pessoas
qoe actualmente a compoe, ou te convm fazer
nova couvocicio, m qoe sejam contemplados
os anligus eleilores.
Nao estando ainda reconhecida palo poder compe-
lente a ultima eleicao de eleilores, a que se proce-
den em novembro, he mauifesla a illegalidaile
de sua convoca^o ; cumpriudo ueste caso chamar
p-ra a forraacau da junla os anligos eleilores, cujas
fuucc.oes s se devem considerar terminadas em 3 da
maio vindouro, qua he quaudo cometa a correr a
uova legislatura.
Considero por lano do nenhum elleto os Irabalbos
a que tem procedido a junla, e determino qae sejam
convocados os anligos eleilores pera a inslallae>> da
nova junla no dia I. de marc,o vnidooro', publican-
do-se o convenienle edilal com a antecedencia de
um mez determinada un arl. I da lei ragulamenlar
de IH de agoslo de Isli.Igual decisAo se dea ,io
presideute da junla revisora do Carato da ^c em
Olinda.
Porlaria.Demittindo, de conformidade com a
proposla do cUasuyor interino da repartilo das obras
publicas, Joao Pfancisco de Amorim 'l.ima a Ma- .
noel I.ivino de Amorim l.ima, dos lugares de dt.e- J"8**' I"1* '"" ,w dado provideucia.
nlnslas daquella reparlijao, e Horneando para os
substituir em ditos lugares a I rancellino Americo
de Albuqueiqiie Mello c Jos Joaquim de Lima J-
nior.Fi/erain-se as necessarias communicaroes.
DitaAo agenle da companhia das barcas'de va-
por, maullando dar passagem para a corle no vapor
que se espea do norte em 11 m dos lugares vagos pa-
ra passageiros de eslado a D. Deolinda Pereira da
Silva, cuuhada do capil.lo Jos Joaquim da Silva
Cosa.
anda se acham na Varna do Cabo, siga pela
dita Varzea e pelas do Afogadinho Maamagana,
Ipojuca, Sibin, Serinhaem e libelas, ale encoulrar
no engeuho Piabas a ribeira do rio de la, em cuja
margem esla' a ex-villa d'Agua-l'rela, em vez da
inlernar-se, como prelende-se. pelos terrenos 10011-
tauhososde Pavan, lilioga freguezia da Escada.
Esla direcrao ollerece as seguales vanlagens :
I." lie a indicada pela consliluico hvdrographica
e orographica dn paiz, e faz parle do svslema geral
que a iiatureza itidicou para esla provincia.
2.' Ella alravessa os terrenos mais plauos, povna-
dosecultivadosilo sul da provincia, passa ao pode
todas as villas, cidades e povoares, e por conse-
- o,ule he de mais econmica execueao, tem menos
pendores que vencer, mais fcil de conservar e of-
lerece, com menos cusleio, muilo mais frele e pas-
sageiros.
.'I.- Tem grande importancia poltica em caso de
guerra martima.
Pelo conlrario a direcrao adoptada lie antinatural,
anle-economca, alravessa a parte mais moolanho-a
do sul da proviucia. terrenos pouco povoadoj e cul-
tivados qoe nao darao nem para o cusleio da em-
preza, licuado desta arla o governo obrigado pela
lotahdade da pesada garanta de 7 por cenlo a lal-
iti por mais alguma cousa.o que sera duvida muilo
nos ha de alrazar nos mais melhoramentos de qua
precisamos, e sera- nm obstculo invencivel para
coiislituirero-sc oulras estradas de ferro tanto ou
mais uecessanas que aquellas. Rnlrelanio ainda
he lempo, a lia vanlagens para todos em adopiar-se
a moaificar.lo pedida pela cmara dn Kio Formoso.
O empreileiro ganhara' mata na execuc,ao, a compa-
nhia lera menos cusleio a msis reudimenlo, os go-
vernos geral e provincial terSo menos joros a pagar,
a por raen,,, lempo, em liira o publico lera' urna es-
trada uiuilo mais plana, que corresponder' a mui-
los mais inleresses a cujo re-ullado ha provavel que
desenvolva eulre nos o espirito da empreza para
completarme, direclaineule e por companhias na-
conaes a rede de caminhos de ferro que he indis-
pensavel ao deseuvolvimeuto rpido dos clemeulos
Nao sao necessarias para comparai-ao das duas di-
reccoas, as plantas e esclarecmenlo's de que ralla o
superintendente da estrada de ferro e exigiran, nie-
zesedaspezas paca orgaiii.arem-se; o Diario de
I emamliueo de & da julho do anno passado, a que
s referirn! os vereadores da cmara do Kio For-
moso, e lainbem o de II do correte mez, Indicara
enseuhn p..r engenho, a nova direce.io e, para pes-
soas pr.ilicas, basla um reconl.eci.nento a cavallo
paMconvencerem-jc da exaclidao do que cima ex-
a quem Dos
Ollicio-Ao coronel comm.ndanle da g,..,rniCao. gnar^ ^ K^nos" V" *'"'
dtzendo que visto 1110 se ler verilicado ser desertor T.m.!u* .- 1
de algum do. norm.s exiatoote.....,, p," inrUJo" sr SanS?fah !"u" e '?7T W"u ,''"n-
io ore c., 'f ,*"'*">.lm""'< "a Macedo, di-ni.a.mo prendan-
ocluir,il.eiro a do sul da provincia
evercilo,
norpus evistenle,
I lAqoui da Mlva, que como lal
marca de ijaranliuns, pude S. S. iiiabila-
110 numero dos recula- destinados para o
se Ihe n.ln assislir iseu-ao alguma.
DitoAo mesmo. auiorisando-o em vista de soa
ii.ronnac.ao, a mandar passar escasa ao arlilice de
logo .la coopanhia de arlilices Antonio de Barros
I.queno, arceilando o sntd,do p ,r elle ollerecido
A alomo Pereira, para concluir o lempo de servir
que anda Ihe falta.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, re-
commendaudoque tara receber naquelle arsenal o
alrirano livre de uniue Jos Anlooio, que' achau.lo-
seaoserviro do seminario episcopal nao pode cou-
linaar all em consequencia de seus sollrimeulos.
l.ommunicou-se ao Eim. bspo diocesano.
DiloAo juiz dedireito da segunda vara crime
desta esdada. I eolio prsenle o ollicio de 28 de de
zembro ullimo. em qae o general commandanle das
acmas declaiou que no quarlel do dcimo balalh.lo
de mi.mana nao ha oulra prisao, alem do cala-
booco. qae olTerera seguraba, para ser nella con-
servado o sentenciado Jos Rodrigues da Silva
Koelu, e bem assim o de 12 desle mez, emque Vmc.
infurmandn a semellianle respeilo, declara nao ser
conveu.enle Iransferi-lo no mesmo sentido para o
eslabonen daquelle quarlel, ama vez que elle pedio I s,u >'tl"<> autoridad exigir mudanra
mudanca de prisilo em rasto de seu mao eslado de
saude. fc.m vista dos rilados ullicios, ciimpre-m
dizer a \ me., qoe deveo sentenciado ser conservado
na casa de detencao. onde se achava recolhido
i.ummunicou sa ao commandanle da prara.
DitoAo administrador da mesa do 'consolado
para que. logo qa Ihe ror requisilado pelo agenle
da provincia do Kio lirande do No.le nest provin-
cia Jos Joaiuim de l.ima, cousinla Smc. no lvre
embarque de duas ambulancias e um caixole com
acido solphurico, que pelo menno agente lera do ser
enviados para aquella provincia a disposicaodo res-
peclivo presidente. Communicou-se ao reerid
ageule.
l-rpedieiitc do iecrf.larin du governo.
OllicioAo commandanle da guarliirao da praea,
nessa ra, digo, brese urna csca.la sombra e eober-
la que conduz ao collegio dos Jesuilas.
A enlrada dessa e.cada eleva-se a casa do alveilar
Bar.. 11. fcra 110 segontlo andar dessa casa que mo-
rava a familia Graesart.
Reunida em lomo de urna mesa de carvallio, que
ati hoinens nao leriam podido carregar, a familia
janlava como lo.la a cidade a essa hora. O lugar
em qoe inlrortuzmos o leitor, servia, como em tortas
as oulras haliilan.es do povo, de salla, de sala de
janlar. de alcova. a al de camarim.
A descripcao da mnbila seria mu longa. O leilor
imagnala racilraenle urna sala de cidade de provin-
cia de dez mil almas cum os arrahaldes.
O qoe dava na visla de quem enlrava nessa cma-
ra eramos mriumeravtis crucidios, as imagens da
1 inmaculada l.oncer.lo, as cruzas, leslemunhos de
conhrmarao e de pnmeira-commuohao com a assi--
. V' \r,T '"' l'xm- Sr.liirormando, como or-
nen,! y. Exc. sobre a representaran qoe .1 e-sa pre-
sidencia d.nge a cmara municipal de Serinhaem,
relativamente a direcc.m que leva a estrada da Ierro
para Agua Preta, chamando a allenrao ,|u governo
.obre u.n artiga do eugenheiro Mile'l, publicado 1,0
Diario de Pernambuco de 23 de jull.o ultimo : ca-
bo-me-dizer, que ainda mesmo quaudo a direccao
indicada pelo referido engenheira fo.se mellior. iio
esl mais uo poder do governo acceila-la.
O decreto 1031) de 7 de agoslo de 1S.V2 e o He nu-
mero 122 que estipularan! as condices da empre/a.
e approvarara a direccao da lnli.i nao reservararoao
mesmo governo a faculdade, que seria extrcmaincii-
10 prejorticial aos coiicessiouarios, de indicar urna
oulra direccao, que as conveniencias ou exames ulte-
riores moslrasseui ser prelerivel.
A concessao do privilegio para a construcnlo da
estrada de ferro de que se Ir.ta he um contrat si-
nalagmtico, que nao pode ser alterado em nenli-
ma ,le waa condiroes te nao por asseotimeulo da
ambas a, parles. Porlanlo ndo poda o governo de
seu arln rio a aiiloridada exigir mudanra ou allea-
eaU na direccao da liaba.
Poder-se-bia, porem, consultar a eompanhia a lal
respeilo, e no caso de accordo mutuo, modif.car-se a
plaa approvada pelo arligo 2. do decreto l-'l
Mas 11J0 pens que 1.-0 convcnlia nein aos inleres-
ses do governo, nem aos da companhia.
N,lo desconheeendo que a estrada na direce.io an-
provada enconlra grandes dillicul lades de execurao
acho que maiores ainda encontrara' na direce.io in-
dicada por aquelle eugenheiro ; a qual segu por
terrenos muilo ba.xos, e corla os rios quasi as suas
embocaduras, onde o voluma das aguas he muilo
manir, lano pela profundidade como pela lar-ura
dos lelos ; o que exige alerros muilo cusios.*, min-
ie' muilr. dispendiosas, e una despeza de conserva-
rao niUllO crecida.
Se a direcyao acloal exige escavar/.es costosas, lem
por oulro lado a vaulage.n de ponles menos exleusas,
natura dos reverendos padres, ele. etc., que cubr
as paredes.
Essa cmara exhalara o cheiro dos lugares fecha-
dos, o acre perfume das imagens cumo urna emnia-
cao de solanas, o ar alterado das sacrislii
Essa cmara
aido "''"''' IC"U v"m,ll'a coa, Ul" earaagar-jo co-
Seubora, balbuciou ella, allmRo-.e... _
ao minia, ja basta um peccado ; voss com-
proa o assoear era casa de Cnallamel BeiloqUes.
senhora, perdoe-me disse a criada mol
de
construidas sobre margeos mais elevadas, onde as
obras sern muilo mais segoras. Alem disso as des-
pezas de reparo e conservacln as obras de escava-
>;o sao senipre muilo dimiuatas, em relajo a das
obras de alerros, e alerros em terrenos que lacil-
meiile iicam alagados. Ah as obras podeui ler grau-
de seguranza e muilo longa durarJo. ao passo que
EXCARUECADOS DA SlllM:illP:.\0 Mi ,|
Alagoas.o Sr. Claudino Falfo Ilias ; Baha, o hr. U. Ihiprai
Kio de Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martina.
EM rERNAMIIKo.
O proprielariodo DIARIO .Manoel Fiaueiroa de lana, oa sus
linaria, prara da Independencia ns. 6 e 8.
''Josc,ii por te-la vendido.Co- cmara rio sanio
o registro da escuna
mo requer.
Oulro do ollicial-mainr da secretaria do tribunal,
peilindo atlesladu do lempo em que principiara a
servir, e se tala em exercicio.Na forma reque- das li'ierdades de que gozamos, especialmente nuan- '
rida. 1.-*.......
Outro de Jos
-.. .; .J "a." mPre.!.TSl" a ru'"as e ,lc,er""a- >no o conlralo dala de lempo anterior a aulonsara.
roes, que nao se poderao previnir.
.No qua loca aos declives, acho ainda que a direc-
rao actual he prelerivel. Suppoudo masmo que os
Irabalbos na direcrao prxima a' cosa sejam da la-
cil execuc.lo, he preciso alo perder de visla. que
chegando-ie ao vale dn Ca, e len.lo-sc de subir pe-
las suas margena, eneoatra-ei um terreno, de peu-
dor tao rpido, que, talvez uao seja possivel ir a
Agua Prela seni exceder os limite, da lucliiiacao de-
lerminados no conlralo. Quem sabe -las cchoei-
ras que exislem naquelle rio nao pode descoohecer
a verdade do que digo.
Essas quedas d'agua repetidas nao sao devidas se-
na.t a urna grande inclinaran do terreno.
upo
paterna,concedida a um dos socios, que sem ella au
podia conlialar, uecassila ser recliticad.. por csse
socio.
padre, sem que muguen, inquira o novas relac.te., ,as esphera, da vMa.sao tr.z,,l
que elles levam comsigo. e-.t,nc,a, mesmo rom n.a.or rap.daz do qor aM
lie verdade qoe em Roma elles nao lem algo mas i aunos. lornouse a,sim umi mais lal once
trela para o parlamenlo acompanhar as necrssida-
desdopaiz.e adoptar ,eus rnalos legislativo, a.
broes alteradas e a. proporroes e.pau.itas do
to .1 inslruprao e liberdadc da iinnrensa
. ...__, ..... r .......-'"" '" pruporeues e.pan.na. de
-\ niierdade de lostruecao, como a enlenirmos, j rande corpo social. Se por qualquer molivo esta
he somante importante entre um povo mixto, islo 'J"J^ 'i'.f'"daPr '"" "** na primeira *
le dillerenles ideas religiosas.
EXTERIOR.
Ha (aulas opinioes na lilteralura inglesa acerca
do mao governo a solTrimcntos dos Estados roma-
nos, qae jolgamos .lo nosso dever mostrar de quan-
do em quando fados laes, que provem a qaalquer
espirito iinparci.il que o povo daquclles Estados go-
Se deasas rasoes que sa relerein a execurao, pas- i za de "IH fB,ic'dade 18o solida quanlo qualquer
saniosas de conveniencia a inleresse. quer do go- Pov" da Europa, ou. nao hesitamos dizer, quanlo
veriio, quer da companhia, me parece ainda que a qualquer povo no inundo,
direccao aclual be prefenvel. c '
Nosaoaos producios da zona beira-mar que preci- 'ovcrno Perual do soberano pontfice,
saraos as cirrumstiiucias aclu.,es,proporcionar meios lem ,llts ,oins privilegios que um governo pod
de transporte, os quaes j exisleni ecom milito mais
haraleza.do que le-lo-ho pela estrada de Ierro, por
isso que sao leilos por agua. Nao somenle o conti-
nuado e anligo trauco das barracas, mas anda a li-
nlia de navegaran cosleira salisfazem completamente
o serviro do transporte dos prodados agrcolas da-
quella parle da provincia, por um Irele milito m-
dico, a que a estrada de Ierro jamis portera descer.
bmhora o melhor acn licionaiiienlo e a rapidez du
transporte nesta, ninguem espere qoe na coucurrea-
cia dos dous meios, seja este a preferido.
O mesmo, porem, uao acconlece na direcrao ac-
tual, que se afasia da cosa para mlernar-se por ter-
renos, em que mo ha oulros meios de Iransporle
senao por larra e em cosas de cavallo. De .orle
que Ierras muilo feriis, e que deverao ler grande
valor, quando os seus producios poderem vir com
la el 1,i,,,le ao mercado do Racife, hoje pooco valem,
porque as despezas decoiiduo.ao e os prejuizose ala-
rias qae se da na viagem, sobrecairegam por lal
modo e genero, que pouco vm a ser o seu valor li-
quido em relarao a igual quanlidada produzida em
oulros lugares, na nossa beira mai, por exemplo, on-
de alias as proprie.ladss uao adjuiririam maior valor
seosvel com a eslrada de 'eiro, vislo uue esla n.ln
Ibes Irazia a principal vaulagera que j.igozam.
Assm pos, por tortas as razoes enlendo que ha nai
conveniencia em inlcrn.ir a eslrada de Trro, a nao
dar. salvo somenle o dirailo de perturbar ludo
quanlo existe por ineiu de revolures civis e reli-
giosa s.
I"m publicista belga, .Mr. Dumnrlier, deu ao mun-
do urna obra instructiva sobre a rondi,,,lo material
dos Estados romanos, da qual evtrahimos alguna
paragra phos.
Diz M. Dumortier, que os Melgas se regosijam
com a a-i 1 forma de governo representativo, que
Ibes convera, mas que nao se pode julgar igualmen-
te adaplada a todas as oulras narocs.
I.ma assembla parlamentar que considerasse pla-
cidameule o assassipalo do primeiro rainislro no
momeulo em que entreva na sessao das cmaras (a
assassinato do cunde Rossi, em Roma dava pouca
esperance de prudencia e juslira nos seos actos.
Euisiialerii de governo nao nos llevemos regular
por opinioes llieorieas, mas pelo qae he pralicamea-
la adoptado ao carcter e cosluuies de um povo.
Os Romanos sao um povo grave, taciturno e re-
j lleclidu, urgullioso da sua historia, amante .lo seu
cousideraudo Roma como o logar escolbido
-----.-------------... ....v...... n .:udud ij*. ierro, e nao ia ,- ----------
.' 1 ./-la para as proximidades da cosa, oude os seus """'""i c prelarindo o, seus proprius usos e eos
beneficios nao seriara tao grandes, nem Uo aprecia-
dos como na direccao que se acha approvada.
Ha quanlo me cabe dizer a V. Exe. que era sua
sabedoria resolver' como entender justo.
(uD-eos ?uarde ?, V- E,c- "'f 37 de Janeiro de
I8.il.lllm. c Exm. Sr. couselheiro Dr. Sergio lei-
xeira de Maeedo.dignissimo presdeme desla proviu-
',a\791"?enl'e,rodo!'0eru'>. lenle F. Rapbael
de Mello Rege. r
COMMVMIO DA CIARMI.VO.
Qnartel do colimando da guarnlsao' na cida-
tumes aus de oulro qjualqaer povo.
Asiuds aesessidades sao panela e facilmeule sa-
liifeilas, mas sao lialntualniente indolentes a negli-
gtnle,acerca das necessidades do dia de amanlia.
Po 1\ couhece-os cabalmente e emprega todo os
meios para esliinula-los i industria svslemalica.
O comrr eino mais llore.cenle nos F^sladositonti-
licios he la e seda. is papas Pi VI, Po Vil, e
Ltto XII grandemenle auitnaram o augmento e fa-
brico da laa, dando premios a mais reliz cultura e
de do Recite, era Perr.ambnco, 39 ala Jenel-' ""' me"'or13 espcimen) d.n l.i/.and ,- mamilar a-
ro de 1857.
ORDEM DO DIA !, K11.
O lllm. Sr. coronar commaudanle da gaarnico
manda, para que teuha ndevido elTaflo, poblicar o
ollicio do Exm. Sr. Dr. consellieiro presiden le da
prov.nna, datado de 2 do me/, que rege, em segui-
da traiscrijitu.
.J'-'.'-T':1"' ~~ l'c[,",[" .'!" Bovaraio de Pernambuco
emSdejaneir.i de ls...._||i,. SrTeurtu i.,.r
porlaria de 22 do correle, c incalida OU da- de li-
cenra ruin vencimenlos ao coronel presideola do
conselho administrativo para ir .1 corte, assim o
comraunieo a \ S. para sen roiilieciuieiilo.
lieos Roerde a V. S.Sergio Teixeira de Uaeedo.
sr. coronel cammaudanie da gaarninio. xsaie-
uado,Landiil,. Leal lerreira. capil.lt' diudaule de !
ordens encarregado do dcialhe.
TRIBUNiU. DO COMMEBCIO.
Sessao admimistkativa em :i de Janeiro de
1857.
/residencia do Exm, Sr. desembargador
Soma.
I resenles os senhores depulados Reg, Uaslo I e-
mose sopplenla Ramos e Silva, na falla do Sr. Si-
Um oflicio de II do correnle, do secretario do Iri-
b nal do commercio do Maranhao, acompanhaiido
a lis a dos co.ninercianlrs matriculados all desde
agosto ate dezembro ulli.no:Archive-sa e ateuse-
se a recepcao. --uk
Lmrequerimenlodcra ia & i.uimarSes, pedia-
do registrar o contrato de ua aociedade.Con. vis-
la ao sr. desembargador liscal.
Oulro de Antonio de Paula Fernandes Eiras, pe-
mn LS ,',a r''s,,ar "" 'lil,luma de agentada
Kir?,scar,de,,Cli'--,:''mvS,aaoSr-d-'-
JOaUZ J"i"ui1m Fi,!PI"> da Cosa lV Companhia,
-Reg1sieUse "e "' "eU CU"lr"u 3ueial'
JJ"!Z de ,^cave.m l("l,1" A Companhia, por
jen proenradorea Amorim 4 Irmlos, peirt.lo re-
gistrar o conlrat de sua sociedade. Regis-
nr.i'ir? df Va"nel Jn,1uira ''"""o. m-slre e pro-
preiari,, ,ia barca nacional aClemenlioa.a ped.ndo
ca I,le registro para a mesma.-Com visla ,0 Sr
desembargador liscal.
r.h'!.,oae.l're'le^iC0,.l0|," ,;'>naraes, pe.lindo
cerl.dao de haver reeolhido ao archivo du Iribunal
radas.
Iluuve lal melliiramento proressivo, que no
principio de IrSSiS ojvalor animal das laas maiiii-
lacluradas eveedeu a les milhes de trancos.
i'esile enlao bouve ,|ni gran,I ac,e-rimo. Alem
1 -o iluuve grande manafactura de oatrai"fawBdaa
no-turadas rom l.i.i, a|godao e liubo. A callara "
niai.ufaciur.i da sola he ainda malar, e Pie IX
grandemente favorece tale ramo de eomniereio.
Conceda um pre..... a lodos os plantadores de
amoreiras, e mioistral lapprimentos dos recursos
ponlillciosn'am valo^ que nao excele ao premio.
Nao lemas uecessidade de fallar as obras d'arle
taitas uas fabricas rnniauas, de t'sculliira, en bron-
ze, mosaico, ele, que piuporeiouam emprego a ini-
lliares de operarios.
Ouaulo i aiiimai.ao das arles mecnicas, os papas
cslabeleceraui escolas respectivas. Os eslabeleci-
meotos de S. Miguel e de Termini coulem mullos
milhares de meninos de ambos os sexos, eusiuau-
do-lhes ollicius uteis, o dando-Ibes um pequeuo lu-
cro jde SOh 1(10 dollars quando entrara no mundo.
Ha mu pcqueua pobreza em Roma, e posto qae
os penhores sejam inoleis, sao necessarios vida.
Um artista comruum em urna fabrica de sedas rece-
be de O a ."ti ceulesiraes por da, oque n'um paiz
oude as provisOes ato baratas e pouco necessarias,
be nma paga melhor du que urna somma mais am-
pia em climas mais crueis.
Pi l\ lem feilo muilo para melhorar as eslra-
das. Se o povo nao tem acompauha.lo os seus vi-
siohos nos cainiubos de Ierro, possoe uos que
agora se conslruem todas as vaulagens dos melho-
ramcnlos inaismoderuos.
Os Romanos sao tao livres como oulro qualquer
povo, seguiudo as suas proprias inclinaroes, sem
temer as invesligarcs da polica.
Ouando um Roinauo se aprsenla em um lugar
uao comraum, nao acha obstculo como uas maiores
eidades, uem ageules de polieia que exijam que d
conla de si e dos seus negocios.
lenho vislu no Vaticano militas pessoas ir anle-
Eieeplo ueste caso, a liberdade de-inslraccio lie
j iiieraineiile o direilo da mili de familia procurar pa-
I ra seus lilhos nina educarao correspoodente aos
*eus senlimenlo. religiosos. Em Roma o povo he
esseneialmenle eatbolieo ; lodo aquelle que ah lem
elado ve. que a fecalholi.a se acha prorandamenle
enraizada uas massas.
ouanlo a- liberdade da imprensa, nao a tem em
grande conla, e lie claro qae para um povo sob om
governo paternal a absoluto, esla liberdade be de
menor imporlancia do que em nm eslado como o
uosso. onde os cidadaos, que consliluem o Eslado,
aprecian) lodo os adujado governo : mas em Roma
islo .... podia servir para gerar o espirito de partido,
qae azeda os seolimciilos do povo. e o conduz a in-
juslica e lalsidade.
Dms cousa? nteressam directamente o povoli-
berdade de acrao e pequeos tribuios.
Cerlamenle a liberdade de acrao ...lo he nece-sa-
ria, porqoe nao ha cidade onde se goze mais delta
do que em Roma ; e basla consallar os urrameotos
dos dilferentes minislros para ver-se quao mdicos
silo os tribuios.
Os orcamenlos de IRV>moslram-nosqae ama som-
ma total de imposlos direcloi uos Estados monta
a doas milhes dtente, e IrinU e uilo mil saiscen-
los c sesseula e seis enroas.
Ninguem ficara' sorprendido a esle respeilo, con-
siderando o moderado abalimento feilo aos grandes
dignilarios do Eslado ; tora demasiado lon?o citar
lodos, mas para dar orna idea exacta, basla observar
qoe a lisia civil do sanio padre he de seiscculas mil
coroas, e com esla somma Pi U lem que pagar os
car.leacs, nctngregaces ecclesiaslicas, e sobsiJio
para a propagarlo da t, a secretaria de citado, o
corpo diplomalico, a subsistencia da goarda ponti-
hcia, a conservarlo dos palacios pontifieios, dos ma-
seus e bibliolhecas, e os salarios dos empregados da
corle ponlilical.
.Nao sera o limite exlrcmo qoe um governo pude
allingir com 13o pequea renda e despeza, quando
a gcnle se recorda de qne o Eslado paga aunual-
uieuie urna divida de qualorze miies de coroass
alim de lirar da circulado o papel atoada que o,
revolucionarios de IHJS julgaram proprio substilair
especie'.'
ihe Tablel.
LONDRES1 re dezembro ,1c 1856,
Na sess,lo do ronsellu. privado que leve lugar na
ultima sexta-reira resolveu-sc que,, parlaiurnlo los-
se convocada para o da :l de fevereiro. lia, por-
lanlo dona mezrg de inlnrvallo antea do cerner da
c,.o|.ii,i,., legislativa. Durante este lempo moilos
irabalbos podara ser feilo e muilos preparad..,. C,n-
.....q'V"'|ue ,cj., oque he cerlo lie que o p.nz em
gem aguar la a proxira 1 ,,.-, com aociedade fura
ao rnmmiim, e com es|taraoras pouco fervorosas a-
rerca rtns acto, qne ,. ha de real ir e das refor-
ia. ,,. UM,, re NrinaoturadasaMea dalermins-
rao dos Iraiulnu- .lo parlamenlo lerao cessa'.lo.
Olanlo ao que diz respeilo a quasi lodos o- ramos
da legislacao domestica, ha com elTelle um grande
.ilian. a saldar. \ cnenle dos inleresses palrios,
que ,e acl.ava Rolada pelo sopro nevado da guerra,
ha alguus anoei a MU parle, ja ach'a-se naeobriga-
ila, e corre com lauto maior volunte quaulo roais
longa f.ira a ua iispencju.
A prsenle exigencia'he semelhanla em qualirta-
de, anda que menor em grao a aquella que incum-
ba ao campo legislalivo, e o governo do paiz por
oceasiao da grande cousliliiieao da Europa nos ulti-
mo, anuos du reinado de Jorge III. A guerra neo
le caso, diz recntenteme om critico poltico, artmj
quasi um .piarlo de secuto lodo o progresso legisla-
tivo e nao smenle, aecreaeenta elle, se liaba dei-
xado por rasar o irabalho nao reiio, por daasou ires
geraeues. ac ou.ulado sobre una, e lodo o periodo
durante o qoal nao se havia aproveitado em limpar
o terreno, r0i frtil em crear novas difliculdartes.
Por um la lo a causas de decadencia linham segui-
do 11 seu camioho ordinario, a a aaliguidade recla-
masja reparadlo. Por oolro lado o novo e prulidco
vigor do paiz Irouxe novas idea, non, relaees, no-
vas espheras da vida a' existencia, e nenbama pro-
videncia reheiosa ou moral, poltica on municipal,
social oa phisica fura levada a sea respeilo. A igre-
seganda opporluuidade.....reoeaalauaa loroar-sw-
ha enorme. Na sessao que agora se .,pp,Mma a le-
gislatura a o governo davem empre8ar lodosos -en*
eilorros e desenvolver vos.a sabedoria. -e nao qui-
zerem licar d una maueira laslimota. .1 quem dos
deveres que elles sao chamados a cumpnr/
Na ar la, ida le o augurio qae podemos dar a tos-
peilo desta obra nao he salisracloria. Pouces vetos
ou nunca urna suspensao duroo lano como asa los-
necenrto urna promessa mais definida dos proiecto e
inlenroes alimentadas, quer pelos ninislro da soa
magostado, quer por oulros parlid.es na legislatura.
.Minea booveram menos planos, nem vidas mata
nebulosas. Nos, em vao. esrorrarno-nos para a (.re
sentar um calironle esboco de alguma coosa que so
possa chamar urna .. poltica a qoe alguma aeccsio
de qualquer das cmaras, que queira denominarse
um o partido, possa soslenlar. Ha. sem dovida.
medidas especiaes. que bao da ser advogadas por
inemliros tambera especiaes. N.,s podemos licar cer-
ras que o Sr. Spoo/.er ni.islir,. ainda na abolirao da
concessao mav mull, que o Sr. Uerlelev prescrvera'
urna grande panacea do escrutinio que o Sr. Moul/
recommendara' o eslabelecimeulo da circulacao de
papel incoverlivel, porque n..s ha muilo pouco lem-
po (emos recebdo novos penhorepsr.1 asa elleto.
-Mas esles, linalmenle, sao bagatell-s. das quaes nao
he possivel que aggregarao alguma possa constituir
lano urna .< poltica i. lano como loda phalauge
dos seus cavalleiros nao podem formar om partido
Desle bando de honrados legisladores, cuja eondirao
e dimensnes o fez mais merecedor do litlo "de
" partido da paz a vocarao lem deixado de fooc-
conar porque cessou a guerra. Seus membros.alem
dislo, perderam suas caberas, em lodo o saulido,
por um cerlo lempo, pur cansa da desgrarade e for-
jada ausencia do Sr. Brighl, da Keua dos -eus Ira-
balbos pallan, ciliares.
Do grande corpo de representantes de nm e oulro
lado da cmara, qoe sao clasificados como rninista-
ndalas ou proprios opposicionislas, nao obtivo-
mos palavra alguma de iu'fonoacao a respeilo de
una poltica para a seguinle campanha. Neubum
dos chefes lem fallado ou dilo mesmo vasas00 ra
leosas Mgniicares. Isuremos livreraenle do
velho arl,uno de apandar palavras. Anda ouvimos
de 11111 lado allirmaiivas quanlo a- .. .Ilrouxar- c os
grilln.es a industria c igualar os direilos e privi-
legios polticos^ e de oolro lado vemosa leva ali-
rala urna vez mais em defeaa dos baloarles da
consliluirao. ||ej lodas estas eousas nao lera rc-
suliado pralico. Em ludo quanlo dia respeilo a ae-
lual legislarlo os programmas tanlo do governo
romo da opposiro sao perfeiUmenle hraneoi. An-
da isto nao be o peior. L'ma controversia levau-
lou-se entre os oradores e os oraos de ambos os la-
dos, que promelle mal para a tutura .ecao de cada
um. A queslo ou dbale involve os rcenles relar-
damenlos da aclividade legislativa, assim como com
o que se chima a decadente ellcencia do proprio
parlamento. Em ambos o pontos o onlruverlula-
lem concordado as materias de fado, mas dispo-
lan a respeilo de sua origrm e de sua causa.
trabas os parles, com todo mostrara urna ten-
dencia para eonciirrerem a om fim, porque o pro-
gresaona legislaran pod.-ria tw mais cnemico sea
opposiro rosee masa compacta aanlra governo.
Usa provado qoe o miui,lr- lornam-se 111*1,
: regoif os e descuidado- na razio de serem meno.
observada aa aaaa obras pala nreaaawa de mu aa-
aeroaa .1'versano que viade ladaa as suas fallas e
promplo. para em qualquer afearla, lonuirrm os
seus Ingaroa. Esta Micepeto he aliamenie
lavel no terreno pessoa I. quasi semcMiante a
nistr.icao como ao chelos ,1a apposira.
Oaanlo a' primeira, porque se Ibe lea aere a tr mi
lerircm para oolros hombros urna anate porreo de
responaamlidede daquelle resollado aouUvo. Usxaa-
leaoaolliojoada-thesalgoBaa oorse semelhauie a-
rnoccSo nun.slerial. anda quesera o gozo do lu'ar
ou palroualo rainileaial.
Em qualquer oulro erreno a eipl.eacao he iulei-
ramente inadmissivel.
A mesma idea parece involver om absurdo.
]ue ruuduz a' couclo.ao que os govemos ao nr
irei-
!', 1
por
que ruuduz a'couclu.ao qoe os governos 3o pra
camenle mais rraco. quando elles sao uamenen-
meole mais lories; e que poJem operar rom in.u.
ellieacia sobre a legislalura.lraeando urna liuha par-
ticular de polilica, quaudo o aiilagomsta que aa
oppoem a esla polilica consegoem para si ama
maior igulldade de rorr.n. M,s te auare o oni-
eo resultado a que urna adoprao da oppotir.io
nos podena levar. Nao devenios nesle cu erer.
que nenhum enverno pode ser Torle ou activo,
enao eraprehendendo medidas que invadamos es-
crpulos religiosos, os principios polileos, uo o> in-
leresses de quasi a melada do poblico. Porlanlo.
urna poderosa e muda oppnsicao nao pode ser deri-
vada de nenhuma oulra urdem. Pesaoaea incliita-
roes a parliculares estadistas sao muilo Iracas e es-
trellas ; em quanlo a couuexao da lamilla oa a lu-
ja, o eslado, as classes Ulular, propietaria, coi- i! ',"'" da 'u,''8a 'fn perdido quasi lodo o ea
marcial ou agrcola, loda sabiram da suas amigas 11 1 i\ r'" i;?rl*"mar desde a pasaaaein do
Ul das reformas. Considerados somenle como indi-
Oh :
mi linha lana prea... e demais a
Joao t.hllame! he tao longe....
chorse, en linda lana
' ,ao Challante! he lao ._
Desgranada lilha de alheo brad
^l^su^sxffsati e,q,le6ua, ficu,,i,de, "o,,vessem
nunciou urna visila.
--A indlliei corren jantlla, e grilou do seguudo
1 andar, como faz-se era Knburgo :
Ouem esla ah '
d '' edissreC't',d0 ^e'pos,', vo,loo-se para o mari-
radocIlV'En",; i di^ "*" Sapa'er "^ "" ,0,nilr
quer que ca.a sobre nos o rato do ceo R,t,re-se. Al,! di... ....,. .,:_____.- .
ralo quero ter pessoas impas eltaixo de meu lectn!
A pubre criada parecen comprehendir que sen
cr.me eratem rera.ss.lo ; pois sabio solar-ando sera
procurar razer que sua ama mudasse tao (errivel de-
eJsao.
a me -
Ouanlo 11 Orausen, levanlara-se, e fura lanrar o
assacar no romo. O menino seguio esse movimento
com olhos chelos de doloroso pesar ; devia comer o
prjne sem assucar. A inora a quem rhaniaremos
r.lisa, pareca dar pouca allenrao ao que passava-se
em lomo della ; permaneca silenciosa e bra..da,ten-
do om souho em ,eus bello, olho,. Para compre-
Os Jesuila-
passaram e desappareceram.
rUada Boa Murta, de pannos pretor, de rosarios ;
lia vi,un ale serraoes no ar. I
V familia eampouba-se do prf, agora detaerisUo
veslido de um longo palilo de cor escura da m .1
Ivpo de vellia beala de louca branca, veslido de chi-
ta, c leusjo de seda ao pe.coco eraiado sobre o pello
de um meiiinu de sel anuos que rrequentava o con- '
vento dos rrades, e de urna mora de dexoilo anuos, |
melga, loura, de olltos grandes e apaixonados. e la- I
Ihe que adevinhava-se feelk debaixit de seu vestido
de mangas largas e de crie desairoso.
_ (Juera cr'eria jamis sao dizia a mulher de ',
Crauserl, o lilho do senhnr Lacha) galaulria a pe-
quena l.uly '. Dana moca que le romanees, bom
Jess Esl rapaz he da coulraria da Boa Morle .
Esla perdido Assim o disse en a rrei Roh quando I
o vi saular a l.ulv.
Oh esse liliiu de l.achal para con. o lilho de
Branro, o qual foi a Paris, e passuo doos aunos 'em
conressar-se,' disse i.rauseri fazendu o sigual da
cruz.
Jess exclama a dona di rasa deixand
o garfo ; dous anuos suin cunfessar-se '
Sim, tomn o pai rte lamilia com ligara
rrisiao ; mas Jess puni o.
lera.
Ah di.se Grauserl alimpaodo a bocea,
ninguem sabe qaem he esse Pedro Moehr. Sen
d.'i:-,.e'obrar?"'e b'""!" de C0Ul''SSa anles de
No mesmo instante enlrava Pedro Moehr.
Elisa l.rauserl pareceu ler de procurar alguma
eousa em sua caix.....a de costara, e dirrgio-se pre-
sa para a janell.i. '
Crausert estn lera se em urna poltrona, e anre-
senlara ao joven obreiro .lniis pes enormes. O sapa-
leiro pnz-se der.icoras para lomar a medida.
Diga-me, Pedro Moehr, comerou o l.omem
con. Iigura de s.cnstao na repblica de Friburgo
nao se ra senhoria a gcnle do povo. voss be bom
talliolico, nao be verdade '.'
Depois da resposla ailirinaliva do rapaz, lirauserl
coiilinaou :
--------------- .-*< Jiav til I
rgo doas partidos estao couliiiaduiente em lu-
la : os conservadores e os radicaes
desua causa, e lambelt bC^vari^Tneo l^^^l^T^^. **l ^
ac 10 punco
orquanln na Sui-sa as pai-
nieios moderados e in-
impurldiile do |,arlido
xoe polticas nao adinillein
decisos.
Os radicaes erara uojlempudos Jesuilas os rapios,
Binaos, os homens que se queimavam e se eondeni-
Perdoe-me, seulior, balbuciou o joven obreiro
pre,eul.iido a parda da olrra que esperava, rofife-
sei-ine pela Aseen-1-
- lela Ascensao exclamuu a dona da casa li-
rai.do a loalha ; mas buje be o dia de S. Crescendo,
-I. de lunho; ha nm mez e meio que lem eslado re-
tir.'du do saulos sacramentos'
das maos du sanateiro : ou.io.ln tina .... U||((e ,|e
dos tra-
uavam : sao agora tis republicanos exaltados das re-
panucas suissas, ou demcratas quasi sempre dema-
gogos.
Ilavia em l'riburgo,
com o mesmo nomr.
m era conservador. ,,,,, a treguezia do, .lesoi- \ Z&tZA%SSf2SL
- podido desen-
volver-se, ler-se-hia lomado um homem nolavel nu
ao menos um individuo cheiode graca e dislincjao.
ludo depende do circulo em que a pl,anta-i, dn
deslino laura nosso na.ciinenlo. Tenho conhecido
pessoas da ullima classe da sociedade mais ornadas
de elegancia e dislincr;ao paluraes, do que altos per-
sonagens nasci los sobre a velludo dos saloes, e crea-
dos na eslula da opulencia e das Iradirrea da corle.
Pedro Moehr era 0111 pobre sapaleiro. Paasara a
inlancia ua (.risau da ollicina sem ar e sem alegria.
'.hiando vollava para a casa, ah achava nina ma-
drasla : quera nao leve madrasta nao sabe o que he
padecer. Depois do calor do dia Pedro linlij de
devorar lentamente lodosos ullrages de urna velha
queodiava o. e da qual todava era o nico apoo.'
Nessas horas da uoilo emque a velha dada ao vi-
rio da embriaguez, e cerla da mpuni.lade, paasava
moilas vezes das palavras aos gestos, Pedro Moehr
achava ainda laflieienle forra para .Mender o ir-
mao mais moro que elle, e sullicienle dedicaro
para receber em sua tace iodaa as bofetada destina-
das ao ente dbil, an qual consagrara a vida.
Ilavia don anuos qua liuha munido a madrasta
de Pedro Moehr. e a pobre habilarao dus dous ir-
maos liaba ao menea a Iranquillldadv a a pouca
alegria de urna alleirao rompaililhada uas lulas .la
miseria.
Pedro Moehr traballiava desde algum lempo par
soa ronta.
O coutero lora mu relia
irntaos cuin|runlia-se de lao
altitudes reciprocas, c ninguem sabia quaj longe ou
para qoe direccao ellas sao levadas
Qtadto s duas ojj Ires gerar6es dorante as quaes
a legislaran ro paralisada pelas guerras da revnlu-
cao, nos podemos agora ler dous eu tres aoaos. Com
correspondenle mitigacao nos podemos lambe.n ral-
lar do. procesaos .le decadencia e das incongruencias
sociaes que podem-e lomar apparenles desde que,
por hm, formas capazes de dirigir a nossa allenrao
aos negocios domestico. Mas, n'um sentido, o pr-
senle a passado eslado do paiz lem mais eomplela
semelhaiira. Ledamente, tea novo e fcrlil viROr
nao lem sullrido mudanca alguma, e as novas ideas,
da moral de Jess l'.hrislo. la a' cunliss.io, e nos
domingos das qunlro as seis horas assistia as conle-
reucias da ronlraria da Boa Morle, porque prereria
ias reuuiiies, que erara para elle una fonle de
inslruccao, ao lamoltO e as desorden, da hospe-
uaria.
Pedro Moehr nao amava nem odiiva os Jesuilas,
o que quena era Irabalho, um pouco para si e mu.
lo para seu rmao Adolpbo ; e quanrto para obler
es'e Irabalho na era preciso ir contra sua conscien-
cia, o sapalcro nao via oenhum mal em sajeilar-se
a algumas praticas escrupulosas do cutio jesutico
as quaes cumpria de boa t e tambarn porque erara
necessarias a' conservaran de suas freguezias.
Mas o pobre sapaleiro pareca demasiadamente
fro aos fenalicus do collegio, e era repellido pelos
radicaes, os quaes viam nelle um mercenario dos re-
verendos p adres. ^
Acabamos de ver qoe o desgraeado rapaz ouvira o
digno (iraneert censorar-lhe a Meza, e para obler o
Irabalho que era a Mperanea da semana,rtccirtio-se a
ir iiiiincdialamenle cumpnr a condira.i exigida.
Sulinidn a esrada negra u lodosa rio collegio, elle
dizia coinsigu que essa nova concessao seria sabida
de seus cantaradas, e subre ludo de Claudio Bardy,
o mais turhulmlo do sapalelros radicaos, e que alie
vera assim augiueular-se o rancur de que ja Ihe li-
nham dado prova sea colleges em calcados. O es-
pidi do pobre Pedro Intava na
vidnus, nao ha provavelmenle vinle Miembros da ra-
mura dos cr.mrauns, que qneiram oceupar-se por
um pouco, so Derby ou Palmerslon serao primeiro
mmisiro. Cada diere he julgado como o expsita
de ceda poltica, o advogado de certas medidas, i
lo' 1 n leu lado 0,1 contrariado a'essa rnnloruiidadea
menos se os Bills mioisleriaas nao desaliem a oppo-
siro, os mu,-tro, mo serio contrariados e oppos-
los com vehemencia, queremos dizer, o governo ha
de poucas vezes encontrar alguma resistencia lor-
nndavel. excepto qaando inlroduzr medida, que
provoquen! algum antagonismo religioso, poltico na
de classe.
cihir
de sa-
Dea passos aira delle, caminhava nm niancelm
pallido e pen- 1,,,,, ,,,. r.,|,f,.., haixa, mas de ulhar
trauco. Irazia o vesluano de obreiro. e um aveu-
'il .la couio.
Os dou Jesuilas eram Irei Ron, un dos mais (.,-
se"u^mp0a;ne:::,,',',,,lC,,,,:, "re'ad"r,!S da 0rde"'- e : ~ 2- P- -Pre a lodo, aqael.es que as,e-
J3 Mba" "u"'c ,,sq"tlles ,|"' aco"",a"liaDi' TSwT ,D0"U- di45e "'u,l,,r eon'Ci,riJ"
lo dttan ,r. -----------. .__, y he i,lu .'que he islo .' evclainou Grauserl
le dou. que p......m eule am he cunlie- repenlinemenle lomando Manear.iro para adorar
o'i.taneelio era om pobre spa,e,ru I "JZ^T^J^" 'Ti',"' ", *,'"'*&' "'
U J^uita, entraranem nm ras., Uuala I Battl XSSSSSlA In^t'.^'""
las e da maior parle dos habitantes de
I darte, os quaes lamentan
ailas, e naoquerem democ
j Oulro era radical, ecnnlavase ntreos 11 1 fo-I Oh" seulior d
: ,o aradores do partida que quer sempre comer o .unol canle en
progresso ante, de oslar cozid,,, e quei.n. por isso I co.itenle
ruantes dessa peqoena ci- | des do collegio. be preciso qe seja de om rev
tvase entre o, mais fo- Oh! seulior. .!,. a .. ,...,... .__
duvida ; nao sen-
tia-se cora nenhuin peccado na consciencta, e lorta-
lencidddc dos dous va para qoe ella e o rmao livessem meios de vola
.mura coosa : comer era obriizado a ir confessar culpas ima'iuarias alio,
Os dous orpl.ao, dava,,, gracas a Deo, quando po- ,1. preeucber a eoodicao pedido? "DMUdr,aS *",u
di.,msat.lazeress..leirta nalureza V,,tou irre,|t0." |;.,B .,,< parecia-lhe nma
M, essa pobre relindad. mu, relativa naodoron fraqaeza e cobarda. O pobre sapaie.ro nao ra
me lo Era I r.burgo romo em turtos os pequeo, I forte em raciocinios .....lo.opbicos. ejainais le ia no
, !e .r? |,0|"'lH "^ ",vfJa ,n""le l0S a1' I ", como lizera sen camarade Clan I lardv >Z
Iline aquelle cu).. Irabalho be abenroado. I em lugar daquelle que Ihe ex.giam. Pedro Moclr
O, oulros sapaleiros vendo que Pedro Moehr ti-1 era a reclidao em pessoa. '
SL^S ''Bari"ns' ''""< "le. calumniarara-no | Nesse momento e hesilacao abrile um,, ia-,ella
vir partidos niatam a industria e paralo
, l.eiros.
Os dous mercddoies cha
o joven obreiro com voz
poma obra, e licana mu,
nina rasa qualquei.
O man, e'.o roiitniu.iii sen caminho, passou .liaii-
leila guarr.'a nao recehea a aiidr;,o militar, e sa-
bio mu negada raa de i imautte, rtifirada obre
.un roehe.1., a pique.
Nea ru, onde um Parisiense n.io subira aeoo
agarrando-e s calcad. com as roaos, e que alias ha
a primeira rita rominerciaute em Friburgo na Suissa
Berlaaaea
Tne "" ,,rlmao"a mulher,' ae=acar de Challa-
mal lierloques de nm radical I
ilepoisvollanrto-se para a poda ella crilon
Anua Auna I
A criada acudi.
Onde comprou e-te ...ncar, Anna N.lo ha de
Joao I hllame! '
l.lo
para o meu irin.,
-i.,^^r5^;rz:::i--;r!~- *......""'"'.....
vador Judo Challamel, e o radical Challa.nel Ber-
iii','""' :"'lJ,en"m,! cu'a ''''" Cicil Je adevi-
Csses dous ariii.i/ens eram dona clubs onde fer-
menlavam as lempesladea .la guerra civil, vin rtis-
culiam-se aa resolures do conselho, preperavam-ee
as asambleas rte Posieiu. e marcavam-se con, ierro
queme -
posto.
cio,p.rgon.aram-.he ua, opinioes HuScaT"'"" i TSPJX!*!!!!!!!! '" W '"
~ K 'ru ir..... accrescenlou a digna esposa. ,|,
^aosarl. para qoe xesleo vo tao bem uos da,
de Irabalho 1 m sapaleiro Sim, depois qu..... II-
ver eoofessado voss podera' vollai.
O pobre sapaleiro lentou anda enlernerer ,,'lie-
guez qne Ihe aaeapava; porem forzoso [ai retirar se
com a pobre Anua cheia de aflliccjao
individualidades OZ* ^Tm.Zp. JgTJSS^ &? '^^ ,0m"ria' '
Qnalqoer habitante de rrihurno leria preferido
passar indo o auno sem as cousas indiapemavai que
o espec.a.ro r..rnece. a ralo compra-la? em casa do
marcador de seu partido.
Assim a pobre Anna ronbe.-era que a senlenra era
sem appellar,lo.
A familia Granel liaba apaas tornado a s da
com ,. disse-
II
Pedro Mr 1..
f edro Moehr era pobre .apai-iro
rnjoc-, brando, inoSen.i.o, lalvet um ponen f
it(.i? bom e dedica o ale o iiemismo. Orph.V, ao en-
trar na vida aprender a virlnle oblime da re.ie-
ncao na ruda esrola do Irabalho implecavel e do
isatlameolo. Se livesse nascido em urna
ilavia eiilju grande agilarao na Suissa. t lem-
peatade que aearrelou a guerra de Sonderbuhd co
reenviaineiilo dos jovens Jesutas lancava nos espi-
rilus iroves long|nquo-. Os Jasuila,"reina\am aiu-
da era Irihurgopor meiodas uiullieres, e daleriivel
prefeilura Je polica do tjoofessioaario.
Porm os radicaes aleavam occultameute o incen-
dio que bavla de devorar loda a Suissa. e de mer-
gulliar o c.nltu de I lil.urgo em ama miseria, da
qual nao so rc|.,i,olr,vr., em viuls anuos de
pan lade, se amis os tiver.
I riburgu eslava dividido em dous campos.
Pergunlaram a Pedro Moehr quaes eram
opmioe polticas.
Ah I o pobre rapa/ nafa linha opinin polilica
Era sapaleiro, sabia perlritamenie. seo offirio, 1ra-
b.nlliava rom costo a rom moile exaciiJao para lorio
aquella que davnm-lhe obras 'em reparar e cal-
w 1 om pe radical, ou um p conservador.
Cria em Dos mais do que nos Jeoilas, porem
aceilava sin iodagar-lhsSs a razan, a modilicacf.es
moca delicada e
t,
como a aurora redando
Jesuilas; mas fazia ama obra agraJavel a Deo .
pois amava.
Amava essa moca de longe, de baixo, como ama
quem ela' s,. e puro, sem esperance, e porque
amava. *^ M
Essa amor vier.-lhe assim como rosas s roseira-
como a cai.cjn aos passarinhos.
Pedro Moehr eslava 1.10 alegre qae arrependeu-c
.1 poni de chorar dos precados que nao cointnellea
Lechen o Imbele de conlissao.
O amor Ihe tirara lodas as besilacoes. e como lo-
dos os nona pensaroenlos vem do amor elle, lembra-
ra-sedo rmao.
Pedro Moehr consagrara sua vida ao rmao dou
anuos menor do que elle.
Nao linha nenliiima alleirao n.lo vira anda Eli-
sa l.rauserl sen.,,, (re vezes que hasiain sido (re,
ornares, e todava ja amavam-se. Pedro .Moehr nun-
ca Uvera mitra alleirao, nem oolra aleuna senao o
.rmao. lucra para com o irmu as allenri.es de
ium.i mai; privava-se da ludo para o irroJo, ves-
na-o coran um lilho de palricio, censura que Ihe li-
zera a mulher de l.raaserl e conlentava--, coro urna
blu'a e um rollete.
Adulpliu Moehr aprenda em casa de um cirguc-
r'o, e nao ganhava anida nada. M-s Pedro Iralta-
lliava por dous e pacata as nmlcs alegremente Ira-
hall,audn para dar ao irin ,0 querido um brrele no-
vo ou am prazer desojada. Esse rmao, a quem e>
pobre sapaleiro dedicara a vida, apreciava essa sol'1-
cilude que o rodeava, e BOgava em viva alleirao 10
dos os prazeres que viubaulhc de Pedro.
Ja dissemos que Pedro abrir desde algum lempo
seu curaca,, a oulro amor; encontrara Elisa grau-
serl na igreja, oude cmneravam todos osenleos du-
jovens roraroes de Inburgo : os ollcios dos Iradas
erara lao Magos I
A moca em um secundo de distraer.10 laucara a
vista ale o joven obreiro. e seos dous afinases enc.u,
Irando-se linham penetrado no dou coradas.
Sem ser muilo bello, Pedro Moehr linha"rosto re-
gular, euma expreslo de honda le que altrahia-lbe
involuntariamente a, svmpallnas das mulheres.
V lerrivel lalalidarte da pnbreza parilisa a auda-
bem que licasse vermell
um jarre de ganlo, que ia Unfaa man agua do que ca, da qual releva ler sempre algn..,' H
podil suppor.ar. Pedro Moelirlevanlou os olho. e subir ao aaaallo ,lK um eafedla de inulher tnl.c
vio a mora. Sea semblante lomoa nm., inefavel ex- lano o, don, moco, sen, lerem trocado orna pala
presido de alegra, e elle parecen recobrar a cora-! vra linham dilo que imavaea^a ; e Pedro imha
udou a moca, a qual n.lo era oulra sean! 1,1 dous nomo, no ,oub de -ua uoile-
e o 'la rama.
a Bfe-
0 do rmao
Elisa (irenaert.
L-i., respondea-lhe.eom am olhar longo e htrtivo,! Elle morava ni
e pore a regar anida mais vivamente a pobre I go 1 margem do
pro,-
-0,1.
planta.
Oo por eilriiu desse banho dado ao jarro ou por
negligencia involuolana oa calculada cabo, um,
llor de geranio sobre a relva que separa va Oa ladea
aberUs da escada do pequeuo jardim, soore o qual
apparerera a mora.
A jaoella rerhou-ie vivamente. I ma voz morma-
..i no inlrrior.
Pelru Moehr laorou-te sobrealioi, ievou-, aos
labio, e rorrea ao collegio do. jesuila para arru-
aote de aron mul|nl.",o de crimes imaginan,,
Os anjo cnnlemplaram sornndo ea twofiesao
mentirosa.

. r r --.. o-j ......mi. .1 .,..- irieriiirn.a,
pbara que i fizeram no rullo ca.holico e na app.icac.io 1 Pedro Mo.hr peccava lalriz no po,.|,i de vista do.
.une, quarleir'.o imiiii.iiducro que
se refugiavam.....hierres 1 tus. liabslava 00 salar
de orna casa velha a iaan.....sa jutrta ,la punte de
madeira.
Cssa caaa,prapriedadada unido- aoaaeaa maia oo-
lave,- entre o arlis; ra jasas, o rtirPdor da. mu-,
cas militare, rte rnbonrn, era cnbecida pelo noroe
de casa de l.uillerme Tell, porque unha piulada o
bre a iachaua a hialeria do libertador aaaaaa
Pedro Moehr vollou .ira ah depoi= de oble a
encomoeuda de um par de bota tarrada' para
Graoaerl.
llenemos acora ,. sapaleiro bale sola, e volte-
ti.o a ridade alia
U.C"ii.ni(ar-lc-' '



MUTTC^tT



DIARIODE PERNAMBCO, SEXTA FEIRA 50 DE JANEIRO DE18!
l'or ora a tendencia de siiccessc. desdi' muilos
annos leni sido para pacificar taes antagonismo-. Os
resultados tero em Uo memuraveis escupios, mos-
trado quao insensatas e sem fundamento tem sido
i objecr,ee excitadas e a apprehensi.es enlreiidas
a respeito de varas reformas que um tal principio
da opposir,uo lein enflaquecido. A igreja u;lo sollreu
drenla alguma coid a einanriparilii catholica.
A cmara dos lord ainda se conserva apezar do
acto da reforma. O interesses territoriaes tem ap-
proveltado mesmo moiln man do que o resto da
communhao com o rommercio livre.
Nos nao vemos talla alguma para anticipar que
alguma poltica que o goterno alta' provavelmeole
para proseguir na prxima ou futura .ao. seja
calentada para aterrar os prejuizos ou excitar a op-
I<.sn;,lo de alguma scs3o consideravel de polticos,
n ileulro ou fora do parlamento.
Alm dislo, leamos repugnancia em presumir
que algum governo deixe de obrar rom energa e
firmeza da vistas.
. De nenlmm modo podemos sollrer que a queslao
de considerar-se com ligua que se deva enllocar en-
tre o ministerio e a oppnsira,. no presente lempo.
O lim pralico da legislarlo uao eleve ser des.id co-
mo uoia sorle de lerlium r/ut ranza da urna parte e os receios da oolra, ou gin
meio entre o mnimum que o governo pretende con-
ceder e o mximum que a opposirao busca couse-
guir.
Ha aiuda oulro partido no campo q publico
que tem lainbein inleresses no jobo e urna influen-
cia a effecluar. Esta influencia dorante a prxima
sassdo hade, mis confiamos, prova milito poderosa-
mente para manter os ministros desua magestade na
.ua obra. Qualquer,' por mais que possa ser a dii-
posn.'o dos ii poucos fiis que anda se ajnntam a
roda de Disracll nos bneos da opp sico.
(Morning Chronirle.)
IITERIOR.
CEARA'.
Breves rellexoes sobre o piojecto la em-
prexa de transporte Agricultura e
Commercio Cearenses.^
I.
Uoando em 1832 o illostrar|o Junnius .Smith, na-
tural do Estado de Conuecticiit, propoz a navegacSo
do Atlntico por meio do vapor,todos mofaram de
tal proposta, e mnitos lhe disseraro, que tratasse pri-
meiro de construir um caminho de ferro para a
la.Seis annos depois estava realisado o seu pro-
jerto, e oGrande Occidente, entrando em New-
Vork, api'isuma prospera viagem, decida a queslao,
e fi?i;, cafar os incrdulos.
Comeramos estas breves refleioes pell trans-
cripto de um fado, que nos olTerecc a liisloria.das
empresas nduslriaes humanas, para responder des-
de logo ii algum incrdulo, que pona melter a bu-
lla, que duvide, que toros como urna estopea, um
parto potico, isso quo creado na nossa inlelligen-
eia, damos I luz, faiendo-o sabir pelos bicos da nos-
sa. penoa.
lima empreza d ordem da qoe trazemos ao co-
nhecimento o discussao publica ; para a qual se pe-
de provincia do Ceara', lida e liavida coino-alra-
Mda e pobre, a quaotia de quindenio* coulos de
reispara a sua realisarao, em que se prev a pos-
"ibilidade de vas frreas, com suas locomotivas a
vapor da eerlo, noa espiritos acanhados, dexe exci-
tar o riso de do e de mofa, contra o incgnito ou-
ado, que se atreve a Iraze-la arena do jorna-
lismo.
Mas enea que assim procedertm, refliclam antes
de nos julgarem, e lembrem-se qoe militas cousas
os parecer impoisvein, ou porque nossa ntell-
gencia he muito curta para se poder comprehender ,
r-o porque nflo Ibes prestamos devida atlencSo. O
que se dea com Jannius Salla, tem-sc dado com
ulros muilos, e a historia a cada pagina nos minis-
tra exemplos.
Se o roesmo se der comnosco, islo he, se encon-
trarmos incrdulos todos os nossos comprovincianos,
injuria e iuju-lica que Ibes n*. faremos. adrante v-
ra'quem nos justifique ; e quinto outros mais feri-
zes realisarem as nossa, ideas, sempre nos (cara' o '
prazer, a honra e a gloria de harermos oceupado al-
BMH horas da nosia existencia com cousa, de uti-
Ildade para nossa provincia.
Confesamos apa a nossa empreza be gigantesca,
principalmeule quando ella se propfle don, impor-
tantes ramos, utn industrial, o transporte, c oulro
administrativo, a ennfecrao eonservar.lo das eslra-
dascomprehendidas ua zon:. do privilegio, que para
ella se pede. Mas por isto mismo que ella pretende
lomar (Jo grandes proporces, he que vemos a con-
veniencia de ser adoptada e levada a effeilo.
Polo lado do Iraosnorle lodos semsiti a necessida-
de de urna empreza, qUe no. (re dos embaracs com
que latn a agricultura e o commercio da provin-
cia. I'elo que re administradores da provincia em nm de seos relat-
nos, lerahroo a idea de seren confiadas a emprezas
particulares.
Sao essas, doas necesidades palpitantes, reconhe-
ada por todos, e cujo remedio depende de mis ; de
nos que devenios tancar as vistas mais longe, e pre-
parar-uos as bencf.es das geracf.es por virern. Se
pois as sentimos, como nao nos levantamos para pro-
ve-las, e assim dotar a provincia com os meios con-
ducentes ao seu desenvolvimento e engrandeci-
nenlii ?
He cousa sabida por lodos, mas o repili-la sera'
sempre conveniente para que.cada vez se grave mais
na nossa meroorii, estej, mais presente ao nosso es-
pinto ; sem estradas, sem vas de transporte certas,
baratas e promplas, um pata agrcola e commercial
jamis pastora' prosperar, Iiofai proviaeia com es-
sas duas poderosas alavanca, de incremento, e ve-
ris bem depressa ella sabir dessa quasi inercia de
industria em que se aeha mergulhada.
Nao censuraremos a nosa assemblca provincial
pela subvengo que decretou a favor da companhia
cosleira vapor pernambucana ; nao apuraremos
13o punco nossa praca por ler ficado com arces da
empreza, semelliaute aquella da provincia .lo ftfara-
nho ; essas duas emprezas no futuro, muito pode.n
aproveilar-nos.
Mas .leudemos, que esse, espita-,, que assim sao
d.slrahidos da nossa provincia, leriam sido melhoj
empregados em urna empreza da ordem da de que
tratamos.
l>e que nos serr Miagar*. vapor, uina para
I ernambuco e nutra paran Mar.inho, se abi esta'
todo o nosso cenlro sera boas eslradas, sem vehcu-
los de lr;.nsporte para dar sabida aos seus produc-
tos !
E eomo poder.' elle produzr. ampliar a sua agri-
cultura, dar largas ao sea commercio, se lhe fallecem
M meios de Irazer aos nossos principaes mercados o
resultado de sua lavoora '.'
Aqui nao podemos deixar de applicar o dito po-
pular aprompta a cama sem ver noiva.
Cortamente, a nossa cam. *, vaporCJi qul>
pelo gosto de os termos em nossos porlns, nos fazem
prestar-Ibes capitaes reclamados pelas nema indus-
trias.
A uoiva, que 11.10 a temos, sao esses productos
agrcolas, que nos lalla.n, e qne deixam a cama sem
a preciosa joia para que a desliramos.
.V parle a idea ler partido de nos entendemos,
que en.quanlc o Ceara' nao oonlar em seu seio em-
prezas do quilate da que nos pmpoinos crear ; ao-
ciacoes agrcolas, as quaes se aproveilem lanos bra-
cna livres de que dispmnos, formando elle colonisa-
eOH de pareeha, as quaes se ulili-cm os nossos po-
bres para lorua-l,., ,en.lo ricos, ao menos iseutos das
necessldad.se f.reci.oos porque pastaa] ; companhias
ou sociedades arlisticas para a fabrica de velas, sa-
l'Jo, prapni de sola, carneiras ele. : mquanlo, di-
/emos, o Ceara' nao tiver em si taes elementos de
pmparidtde o seu descnvolvimealo sera' mulo re-
(miado.
Nao negamos, qoe nesles dez ull.mrs annos, I
despeib. das seccas e da f.bre am.rclla, que ludo
paralxsou, muilo leraos conseguido.
Al nossas rendas publicas lera aogmenlado, o que
denola precisamente o incremento das fortunas par-
ticulares.
Mas oslaramos era pe de prosperidade muito mais
bullante, se honvcseinos contado nesse periodo,
.mi eisas foi.le, de rii|ueza>, que cima enumera-
mos.
Compciielremo-nos de orna \erdde,que nao lem
sido apreciada ale boje. e queremos a prosperidade
eugiandcciinenlo de nussa protincia, be preciso
porraos as sii.s diversas localidades, urnas AtporlM
.las oulras.
He preris,) inlercsvirmns estas na sorlc daquellas.
He precis-. uni-laslo eslreiUatntl que urnas se
arhem na dependencia benvola, e nao opprpssora
Jas ontras. Sm Mo mareharemos, porque 'um povo
novo sempre earojobt, c q3o retrocede. Mas, c^mi-
nharemo-. acanliados. ranndos, '.nacido-- O que H-
z*fRioa em der mnin de asdao e coostanie traU-
1 Iho, bastara', um de secca para o destruir e anui-
| quillar.
Couvm, pnrlarito, sabirmos da inacca) em que
I nos adiamos, e senao ponno-nos na vanguarda das
oulras provincias Man irmaas, ao menos marcha-
remos a par dcllas. para allrahirmos sobre in'.s o
respeito e a consideracao a que temos direito.
IJuando todas ellas ccnlam em seu seio iiinil..s
fabricas de lodos os gneros ; associarf.es de todas
as especies ; urna extensa navegado ; canaes, com-
pauhiasde Irarisporle que Ihes lem dado fgraude
impulso, nm nem isto possuiremos'.' Desconbece-
remos assim os uossos inleressts'.' Tal nao ere-
mos ; e atlribuimos a falla dessas cousas vilaes para
DIMM prosperidade a auiencia de quem se tenha
querido pfr a sua testa para preparar los nossos vin-
douros una sorte mais feliz, do que a que temos
Ido.
Mcdilem os nossos comprovincianos nos grandes
resultados que dexe fruir a provincia cm a nossa
empreza de transporteAgricultura e Commercio
'.earenses; e ficamos, que um >i< momento nao
hesitarlo m conlribuirem para a sua realisarao.
O titulo que Iba damos, por si t, exprime esses
diasde trabalho produelixo.de fartura, de abas-
lauca, de melboramenlos maleriaes e moraes, que
entre nos te vao desenvolver. Elle expressa nma
idade de ouro, que para a tocarmos, 10 precisa-
mos dar o primeiro passo.
Lanr,i as vistas por toda provincia, e convireis
comnosco, que ella nao vive, vegeta, mas vegeta
sobre o peso do cntorprcimenlo, que acaoba suas
forjas productivas; que faz marchar como a cran-
la, que desde o berco, foi ferida por grave enfer-
midade. Esla, como aquella, precisa de muitos
cuidados, de remedios benignos, de urna alimenta-
gao gradualmente (suculenta para poder adquerir as
forras emboladas e lolhidas pelo mal, que a allige.
I.ancai as vistas sobre toda a provincia, e veris,
como vemos, que nao ha entre duas localidades mais
que um elo, que as prende enlre si ; no de mais
quasi que se acham entregues a' seus pequeos e
tristes recursos. Ou n..s vemos as cousas por um
prisma escoro, qoe nos afeia os objectos.ou em ver-
dade ellas sao laes quaes as pintamos.
E. qual he He rio, que prende os nossos povoa-
dos uns aos oulrns, dando-Ibes em um lempo dado
o mesmo pensamento, a mesfoa volitada : a oniao '.'
Olante a nos he apoltica, nicamente apo- 1
lilie.
Nesses lempos em que se desenvolvea loucura
de muilos para proveilo de poucosa mais insigni- |
licanle das nossas ableias enconlra dianle de si a
mais importante de nossas cidades com o chapeo
na nao, msurando-a, cumprimentando-a, cortc-
jiudo-a, rindo-se para ella com o sorriso da mai<
cordial amisade. I'assada a verligem, pobre aldeia.
lcas deslembrada, entras no leu nada, e assim te
conservas 11'nm periodo de quatro annos ale que vol-
lem de novo os das das illuses para seres lemhra-
da pelos grandes, teres assenlo ao sen lado, nos seus
saines dourados, e depois cahires de novo no esque-
cimento e no despreso !
Uoem estas verdades, mas ncm por isto deisam de
ser verdades. E diz-se que esta be a ordem c a
marcha natural das cousas humana Negamos: e
se o he, preciso he reforma-las.
Qual be entre mis, fora desse lacn bom quando
visa o interesse publico : mo, pesirao quando ser-
ve de fomento a preleocf.es iodebilas e exageradas,
a ainbicoes que tem por mira, nlo o bem estar, o
interesse, a felicidade dos comillenles, mas lao se-
ment a posicfio elevada do iudlvduo, que precipua
o povo na voragem das paixf.es desregrada, das in-
trigas, do odio para chegar a seusfins qoal be, per-
Biiiil.im.is. o taco qoe liga nossos povoados ans ao
culrns.
Nao o vemos; se o vemos be elle l.lo ffieo, 1,1o
tenue, lao delaado, qoe quasi c rompo, se despeda- '
Ca por soa propria fragilidade. Esse oulro laco^ie a j
penas aquelle, que nasce das relarf.es banaes dos bo-
mens, uns para com outros.Ctimprimentos ceremo-
niosos, carias de recommendarf.es, que pela raaior
parte nao nascem de urna folhade papel escripia com
tinta isltrat, lendo sobre si um reagenle qne a fai
desapparecei, e reduzir a zeroas bellas palavras nel-
las contidas.
Eis ah olame que une as nossas lo{ldado nmas
as oolras. Em vez de I lies dar vida elle as mata ; j
se de todo ellas ja nao estilo moras, he por que ha !
sobre ellas nma proxi.leuria, que Ihes supra a vida,
que devein gozar os povos novoa, que lem no mundo '
de ciimpr.r mu desuno.
A nossa empreza portm eleve mudar inleiramenle I
a sorle dos uos>o povoados; e se ella, como he de
suppor e desejar, (ver a sua testa desses bomens pa-
trilas, amigos de Irabalhar para seus semelbantes,
generosos e dedicados ate ao sacrificio pelas gerarf.es
presentes e futuras; os quaes deera alma vida a'in-
duslria dessas localidades eulflo o seu progresso ser
estupendo, e sua triste e miseranda existencia se
converlera' em das legres e felizes.
.Vio sondamos, nao fautasiaiiios. Temos medita-
do, temos pesado em nossa fraca iniclligeucia as con-
seqoencias beneliras, que ella nos deve Irazer. E
nem de outra sorle nos fura licito proceder quando
chamamos, para a nossa empreza, a altencHo de lo-
dos os nossos comprovincianos; quando Ihes pedimos
nm capital avulladopara um ruluro, que se Ihes sor-
ri com todas as saas grabas c louranias.
De fcito ; abr urna communicarAo fcil, barata e
prompta do Cralo a capital, e vj veris esse centro
qne por s si. povoado e bem Irabalhado. lem largas
para KM nm reino cheio de riqueza, pular de um lia
para oulro, elevar-se, e contribuir poderosamente
para dar brilho, realce e nomo a nossa provin-
cia.
O Cralo, sem o concurso de oulra qualquer das
nossas localidades, he bastante para nos abastecer de
ludo de qoe precisamos, e dar-nos um grande exces-
so de produclos^ara a exportarlo.
Abundante d'aguas, de nina vegetarSo laxnriosa,
dando prodigiosamente iods as plantas de nossa la- I
voura ; produzindo bem as uvas e al o trigo, se- I
gando nos Informara por nm ensaio remolo que ou- |
Ir'ora all se fez, elle so espera qne a mao do hornera
illoslrado rascue u sen precioso seio, e delle tire ouro
que o deve enriquecer, e enriquecer aquellcs que
se pTopozerem ajuda-lo.
Contando nma papalaeta lixre e tobaran, em
grande numero, w espera dispf.r da vial de Irauspor-
te certas para lhe dar impulso, arrcgimenla-la para
emprezas agrcolas das quaes deve lirar pingues pro-
vtilos.
Hodeado de moitos povoados importantes, ja desla
e ja das provincias limlrnphes, pode xir a ser o n-
terpostodo coinmerrio dessas localidades; um pon-
to de apoio do dista capital c Aracatx, um grande
deposito de mercadorias eslrangeiras para ahasleccr
as povoacf.es que o circuimlam.
Tendo em si um,. mina de earvao de pedra. elle
he o depositario desse elemento, que um dia eontri-
bura' para a realisacfio dess 1 nossa provine, clarada
nos paragraphos, primeiros e seguidles da D.ibe pri-
meira do nosso projeclo: para o eslahelecimenlo de
vias frreas com suas locomotivas a vapor.
Aspirando a c.ilhegoria de provincia, o que mais
das, menos das conseguir*', ollerecemos o quadro
do maior dos nossos consumidores luluros. llene.
cessidade, por sua ndela b.poralica, os porlos do :
Aracaly, e capital deven, vir a ser aquelles por toa-
da elle tem de dar sabida a seus producto,, e enlra- I
da as mercadorias de que precisar para o seu Irafego i
commercial.
Iloje o Crato se aeha prado por falla de urna ero 1
pre/.a da nrdeinda nona.Amanli3a.com eMa,esiende-!
II o sen vdo, e se lomara qbra o ponto mais mpor- ;
lanle da nossa provincia. E o que fazemos'.' l'or- 1
que nao aproveilamos lanos germens de riqueza de
que elle dispe .'
O mesmo que dizemus, c pensamos 1 respeito do
Crato, dizemos e pensamo- a respeilo de lialurile e
Imperalriz, essas duas preciosidades de nossa pro-'
vincia, e que so naaelsui de iDimacgo para toca-
ram ao apogeo a que Man desliuadas pela natu-
reza.
Ouasi o mesmo podemoi dizer de todas essas lo- '
caudadas comprchendidas na zona abracada pela '
nossa empreza. Ellas >.. preosam de nina' in.10 be- I
nanea que Ihes d alma, oxida: queso iulcrcsse
pela sna sorlc ; e que as faca aproveilat lautos r- :
cursos de prosperidade de que d.spf.e, e qoe >e a-
cham inleiramenle deipretados.
I'rnpnamenle fallando nossa provincia conla, ro-
mo fonle de sua riavexi, iros etpeeiei de agrieal- '
tura que mais avullam : a eriaclo do jado, a plan-
,acao uo algodao e da cas.na a aalas arre.cei.iare-
RiiM 1 collura doca.'i qne ji yai f.j.odo algum peao
na balanza de ossa ixporlae^o
/. parte o gado, que nao precisa de vehculo Je I
l-.,,,porlo par, ir ler ao mercado, mas que reclama preme. que"l.umano ecaridoso receben-, de bra- -
boas estradas para o eu trausilo ; pat(e 0 ,, I ,os ,,_ ,,, ,. f
qoe entre nos cr.a-M a le da naloreza do qual nao bascando
se trata de aperferoar a rara rruzan.to-a rom ou-
Eslamos inli.menle comicios a deapeilo desses
Eaaainfeliz, agenlee que adrede pelas bijas, pelas pontes, por al-
amparo do seu prenle, pileBteoa quan-18n* e,cr'P,<,rioi reootam horrores ,1,, Sr. Nono,
'queo publico impartfal, eaensatatnenle discerni.
(ras mais vigorosas, mais, abundanles de taita
^nl^Zl11 "''":' imr,Knt'n" {- d0 """" Piae nao. de buscar esse prenle,
cor,., dos criadores ; a parle o gado que por muilos mas proe.roa-0 porque era simple, ingenua
del esf des aunes comnie eclleci !
I'cdimos aoSr. iospaetor da ra Imperial, que
i" sea concia he puro, sua alma sincera iono'cen- I<|ue "V^nmfuaal, e aniatamenta ditcerniodo
n-i.d i.-J a *""ni,> ,Pe" 1111101,n-1 a Vfr,ia,)p deipeilofdw oaropais. dai Mhdolaeeni
. sal.ii.do da eaea de seu pai, ella poderia ler da-
rom que pntala os aloi eammercinea da xiciuna.de
que noaoeenparnoa, recoi.becerao que a mais deci-
dida boa lo'sempre presidio as transtVoeaj .losar-
los do ente aacrificadu ; porem qo se dunas visias
o dirigiasem.qoem laja obstarla que antea de lis'.3 ven-
desse lodos os seus predios'.' IJueni lhe obs-
doiai-as com a nossa empreza, e veris como ludo
muda de atperlo,
O agricultor rico estendera a sua lavoura. Con-
tando cora vehculos certos nara o transporte do seus
productos Ihes bacterio poneos carros para o> con-
dtnir ao ponto onde devem ser lomados para screm
levados ao mercado.
O lavrador pobre tambera sera' estimulado, e de
dia em dia ampliando a sua agricultura vera" uo
fuluro um honsonie rizonho, com o qual boje nao
conla.
Mas, repelimos, se ellas nao podem dispor desses
meios de Iransporle, de que Ibes serve plantar alem
do preciso para prover a exislencia ; alem do que
basta para os consumidores seus visinhos T Dahl o
acanhamento da nosso lavoura ; dahi a rurleza do
nosso commercio ; dahi a ausencia de fabrica, en-
lre as, e que nos poderiam dar muilos e ahondan-
tes producios de exporlacAo.
Sao estas verdades de primeira intuirn ; ver-
dades que todos rcconbecem, apalpara e seulem. Se
s dizemoi nao he porque estojamos couvencidos do
contrario, he sim poi que nos he necessario apre-
enlar as razoes en. que so basea o nosso projeelo.
Hoque vimos de dizer resalla infalixclmeole a
ligacio, a uniao dos hoscos povoados uns aos outros.
lloje, por exemplo, a nossa capital pouco se impor-
ta cora a Telha, Sanios Cosme, Kiaclio do Sauguc, e
oulras povoarf.es semelbantes do interior. Amanilla
rom a nossa empreza aec.nlectra o contrario.
Tesada essa e oulras localidades nm meio de fa-
er chegar a capital os seus producios agrcolas, a-
qui lerao seus correspondenles para os vender, e em |
O lempo presente lie o dos f.dgjres e diverli-
menios. Prepara-se, em Hamarac, nina grande
fesla para o dia 13 do prximo mez ; dizem-nos,
llavera oulro espeetaenla pela sociedade do Capiba-
ribe.
I ma oulra lambem .lexera ler lagar em lie-
l.eribe, com bailante pompa.
Ilontem annunciou-se a abeilura da Migoa-
lura dos bilheles para as recitas tada pelo Sr. Joao
Caelano dos Santos, para 4s 10 horas do dia. As 10
horas e .". mineles, ja' n.lo seencnnlravam mais lo-
gares para Mtignar, a n.loser de camaroles dequar-
ta ordem e cadeiras de num.-ros exlraordinariameiile
altos. O monopolio acba-se em campo; cousla-nos
que individuos ha, que lomaram i e .. camarotes ou
cadeiras. Ouein tiver dous mil reis deixa de ir ver
o Iheatro, porque os monopolistas assim o querem.
A policia deve Mar em campo ; nada perdoar, que
separeca rom monopolio ; e melhor sera' que se
nao canceda assignatura por mais de doas noites a
um mesmo preten lente, pois dcsle modo todos le-
riam sua vez.
Hospital de caiidade.Dia 2771 doenles.
Iiia k71morreo i, sabio I, exislem n',1.
At> amanli'm.
REPARTIQAO DA FOLICIA.
Occurrennas do dia -JH dejaneiro.
lo. presa : pela delegara do segundo dislricto
ileslc termo, a prela escrava Apol.naria. por fgida.'
fc pela subdelegara da fregoezia de Sanio Amo-
nio, Antonio Jos deOliveira, por infracriio de pos-
turas niunicipaes.
liarte, emque figurara nomeadamanle os Srs. I.ewii
Nallhan, de Londres, ut Srs. fallecido l.uiz Comes
I erreira e l.aperse por commi>,ao de Colesworlh.da-
quella praca. direrlos rredores : o Sr. \nlonio llo-
lelho l'.nlo de Mesquila. o Sr. Fredcrico Youle che-
fe da rasa fallida Ufane Youle iV C\ delta praca:
o Sr. cotnmeudador Manuel lonr..|ves da Silva, jo-
nbo de 1851) ; o Sr. barode Caiiiaiagihe. ,1Sj;i ;
os Srs. Antonio Jos Armando e Krancisro Comen
de Olivcira, (por intermedio de ura dos rredores) ;
e filialmente os Srs. ex-presidenle llibeiro. pelo in-
termedio do Sr. Moreira, cnsul pnrlugoez, eo Sr.
bario da lioa-Vuta.
Ese o fallido por si, e se a esposa da victima em-
lim enlabidaramessis acroinmodaces, se esforraram
por eoMegot-taa n,1o so se ve que os predios,qne a
fortuna .ulensiva he a que a isso obstaran. '! Que o
odio tal obslava '.'
E anda, dades, n.lo seria ella a solicitada .' Encontrara a
resistencia tana e frrea da parte dodcuunciaute da
fallencia '.'
Ucixaii.os ludo a penelrarao do publico imparcial,
elle fara' joatica devida.
.la vamos mu lego*. Ilavemos opportiinamente
vollar a unten,-'.
Levados pela justa indignaran, qne nos (em cau-
sado o procedimenlo da /.umbi do Liberal, que
quer a forra suslenlar-se na sua improvisada che-
ranea, temos escriplo urna serie de arligos, nos quaes
com reliz xito demonstramos, c provamos com a l-
gica de factos recentes, que todo o partido liberal
repelle eantCtl ririhw esse diminuto grupo, que
forma a camarilha do /.uinhi, que nada exprime
em politica, e que verdadeiro vivandeiro politice
; especula com ama typographia pailicolar, e vai e\-
relomo euxiar-ihes mercadorias. Dahi se eslabele- I "'me'[" "^'ricto des,ie termo, que linnlem pelas -J
e.rao essas r.larOes de i,ere,e, que he o que une. w"fl'Ztoi'^ "v" ""r" Sf***" u"-
10 ao porto da casa de Iraocisco Cosario de M
.l~L".n.-"..l!'l.'',ll,.,,.ref're "r- delegado do j plorando a credulidade do nosso bom poro para
seus ti'isparticiilne. e os de seus adeptos.
. ,. 1 'w "" .'. iu ua 1 asa
o qienga inleiramenle os homeos uns ans oulros- povoarao de Apipu
lelil na
Nessa enfadonha. e iucommodn larefa por urna
e ligados convergirac? rara .j5g *l^SZttlS*i **n. "in^uagem um pouco for-
lionlo, para o mesmo hm, 1 sua prnsperida- reatataneia, o mandara lirar da prisSo da enxovia em ; lc col>' pasillo do liomeos sem signilicarao
ao eaTwiro*Mr7r,ier,,0|V,,n "Ua.' PBneante poliUca. que quer escravisar a, ideas liberar, de
ao canereiro para ser Iratado, arnnlpreu no 1..
madroBada d'.qoa.l, dia evadio-se o dh r?,o rom ''ar"d P",wr" ; mM
de mulua, a prosperidade da provincia.
Inda mais. Oue incremento nao vira' a ler prin-
cipalmente a nossa capital l.luantas casas de com-
missf.e|dos nossos |.roduclos aercolas nella se esta-
bclecerao .' leudo urna copia mais abundante de
gneros de exporlarao, quo de casas fortes coramer-
ciaes nao vira' a contar em seo seio O seu" com-
mercio tomara proporces, em que os seus ne-
gociantes nao tem pensado.
Elle alrablra' ao nosso nico porlo franco grande
nu.nerodeenibarcacf.es eslrangeiras. E- 'assim os
libertara do jugo de l'ernarabuco, e desse novo que
lhe vera mpor a companhia de vapor do Maranhao
yoal be melhor, negociar com estas piaras, oo
com o estrangeiro, que nos da' fazeiida mais bara-
ta, e que deixam a nossa alfandega rendimentos
mais .milla i,..- do que esses provimentus da nave-
gacSo de cabolagem, por mais bonita qoe ella seja
como a que he (cita a vapor '.' A resposla nao pode
sei a favor desla, e sim daqoella.
Em quinto a capilal nao se desprender, ou nao
desprcuder o seu commercio da praca de l'ernam-
buco ; em quanlo ella 11.10 chamar a si lodo o com-
mercio da provincia, olferccendo-lhe em suas caas
de.negocio as mercadorias de que precisa ; em qoan-
to nao commerciar directamente, e em larga escala,
com o estrangeiro, nunca p.idera' progredir. An-
dar' o pao de chanca, mas o viril forte e desem-
perado nao sera' para ella.
Mas para tan conseguir he preciso animar as po-
voares do interior : he preciso ligar a sua sorle a
dellas, he pre. i.o dolar a provincia com una era-
presa da ordem da nossa, a qual lhe da.a'impulso,
desenvolvimento c eograndeeimento. O qne nao
for islohe escrever na rea.
Longe vai este artigo, pelo que pedimos deseulpa
aos nossos benignos leilores ; por islo paramos ues-
te ponto, inda que as ideas se precipitara em Inr-
bilhao iius bicos de nussa penn. Mas o qae le-
mos dito he sulliciei.lc, para demonstrar as vaula-
gensda nossa empreza. Outros o dirao melhor,ele-
varao a luz da evidencia o proveilo que della' d;ve
resollar a provincia.
Mesmo teremos mais occasiao de dar maior de-
sonvolximento a materia nos seguinles arligos, em
que nos propomos aneljaar as diversas bases do
nosso projeelo. O que fica dito sobra para largos
commentos, para desafiar o juizo dos bomens pensa-
dores, daqnelles que nao vivem aS para ai, e que,
como nos, desejara o eugrandecimento de nossa bel-
la provincia.
(1836 .
Do Coinnrrcial
ficva procedendo nos termos da le.
tarto ~* ,r.... ,..-..,.., ,, a islo nos lem Toreado o in-
iim soldado que eslava de sentinla, havendo sobre ,ul'or|avel cxnismo do Zumb, da Uberal, que lan-
ele relo o delegado feio prender ao ajudante do to ten. escandalisido o publico com os artsi.s, quer
TrXemo'co^^ quer religiosos, co.n que diariaioen.e
I massa a paciencia publica nesse uauscabundo jor-
nal, que por antithese denomioooLiberal l'er-
namhwano.
Persoadimo-iios, de que esse /.umbi ainda
Ilontem locou eui uossio porto o vapor franre/ "'"' nouvesse alienado os sentm pinos de bro,
yaiidm. da companhia de Marselha. A mala qae i e "l"e eny0'"in para fora do partido, como
Inane limitoavae a algumas carias. O vapor inglezjlera si(l' i"*1"* prestmoso cheles desse partido, por
deve aqui estar boje pelas noticias que deu fsle j ,,ses llonlcn4 n,,e ltm lin> passndo glorioso, e qua
?por. em massa p repcl|em como chefe, se recolhesse ao
--------------------------------------------------.^__________I sileucio do seu gabinete, e fosse continuar na sua
(X OlttlItltlTtCfl)'"' 1'ida de chicanista, e quando a custo se tivesse re-
habilitado na nanita pablica, lomasseentan alguma
% administradores da massa fallida do.'" '" Pf"' n" >'"">,{" to,Mo '. """''
c m, i i .""""' moa ao.m,|S nos lorluiamos aerer. que Isto se realisana,
sr. nuno Maia deSeixa$,e algumaar- Uando, depon do maniraato doir. vuelta Tarares.
PAGINA AVULSA.
No da JT, consta-nos, solfrefl o Sr. capilao
Candido Leal l-'erraira, em sua casa, om insulto
formal deum capilao refurmado,que aproveilando-se
da sua ausencia, Fora casa daquelle honrado rai-
lilar lirar urna pobre rapariga, que all eslava re-
colhida, por nao querer mais sopporlar as cevicias,
segundo he cojislanle, que conlra ella erara entre-
gadas pelo homem. que desprezou sua consorte e II-
lhei,paraviver vida depravada e de dissolurao. O es-
cndalo que esse hornera deu em casa do Sr. capilao
Candido, estando ausenje, e nao atlendendo as relle-
xes .le sua senl.ora, ro immenso ; e he esse homem
que quer merecer a conlianri do general commau-
danle das armas '.
A Iranquillidade e sncego publico, lio objectos
que devein ser iateramente reepeHadoi por tolos
aquelles que tem um pouco de raciocinio. Certos
joven*, habitan les de om logar, cujo m.me he de
urna ponte, lilhos da patria da cerveja havariense,
leem por costme, alta noite, salurem a locar sere-
natas pelas vsinhaneas do seu casal, iiicominodando-
-quelles que aspirara fruir o doce morpheo. Tro-
caloren Trlciatai sao as mell.ores msicas locadas
em um piano, do que chulas e modinhu carnadas
aosomde de.aluailo xiol.io, fura de horas. Depois
nao lamcutein, se forera ter ao palacio florentino, e
ah tosqueados pelas .orlantes (esonras da nova
A t tropos.
Em certo paleo ha um aniusue, cujo talhador
vendea carne a seo lalaute, por IS, 20e^ patacas,
quando seu dono Ih'a da a 12 e t. Que lidiaba tero
o tal meco. Isso he que he, o mais historia | ;
Saoincalculaveis os benelicius levados aos nos-
sos serlf.es. todas as xezes que um inissionaiio ra-
irmataiv.es de algum predis.
" ijaod libinon nfa tileri
non laciit, i.
ni. T
No nosso primeiro arligo lizemos urna resenha r-
pida das atrocidadespoltico judiciarias de que
fura e lie victime o Sr. Nuno Maria de Senas e ua
desolada ramilla.
No segundo, nao sf, por alio allinsimos a proseca-
Cao dellas de|.ois da inslruerao do processo-como
descrevem... o modo espantoso, qne p.eredeu a no-
meacao toa aelaaea admloistradore da massa falli-
da a nulldade insanavel o- sua uomaaca... e e.
soquenle nenie de sua BuesISo, como o obandotni.o
o despreio mais inaudilo-qoe presidio aos prelimi-
leinos no liberal estas palavras do otlicio do 7umb'
ao presidenle da improvisada sociedade, direccao.
honrada sala, an romo melhor nome em direito
baja.
i Ouando um palriarcha do anligo partido praiei-
ro ihoje o denominavendido-judas, etc., se
" ollerece para dirigir a marcha do partido liberal
" pela i ni prensa, nao sorel en que lhe crie o me-
or emharaeo : e por isso convem q'ue, quanlo
antee, me rrlire da redaer,ao do l.ibrrnl. He a
milsima ver, que islo diz, mas ,;.,., tarea; ou de
_ nutra quilquer lollia porHica. Mas a redarcn do
nares indispcnsaveis para a liquidarao da massa, e /.i''Crai nao a assuini eu de mcu simiiles arbitrio,
mxime nas avaliacf.es dos predios a "suas arremala-
'.ots.
Algans erros de caixa houveram, que a prespica-
cia dos leilores suppririam um dos quaes, he acrao
nvuora, era lugar da acc-lo rescisoria ele eet.
Oobjeclo do prsenle arlijzo sera consagrado a tor-
iiarmos lao saliente como podermo-que o lim-que
o objeclo que parece guiar o denunciante da fallen-
ca, corrios adminisiiadores, be obterem a liquida-
" e sim por um mandato solemne de que me en-
carregou o partido liberal desla provincia Neg,
a fui por seu livre arbitrio, e por urna especie de
-i usurparao para; seos lins particulares) representado
a porlinterracdio da Sociedade Liberal I'crnambu-
'i 'un 'cajos roeaibros sao poslos, ou deposlos pela
simples ventado do '/.umbi, he misler pnrlanto
rao mais fatal da massa, nao se importando comal que eu resigne1 esse mandato nas mos do par-
responsabilidade ao menos, moral, em que se eolio-
cam para com os seus consliluintas, porque todos
o procuradores, e uu directos credores e
persoadidos.-segundo s.mgesles deconselheiros, que
obre elles um da, nao posse recalar a resjionsabili-
dade, qoe, emfim, o taludoseus herdeiros e os
prejudicados, ou pelos meios iegilalivos, ou pelos ju-
dicianos, nao aimnlaro essa fallencia, e todas as
suas consequencias. ,
Oissemos que a mira, di; denunciante da fallencia
e dos administradores, p-rece, be exibirem a liqui-
darao mais fatal da mas a fallida do Si. Nuno, por
qoe se dess arle o nao I" ra, dominaudo o denunci-
ante da lalenc.a no rn.ador fiscal, c nos diversos
juizes.que se succederam, tiriam cuidado em proce-
der aos tenues reparos, que os predios ios-em necee
sitando, desde IKjl | junho | teriam cuidado nos re-
paros dos predios, que acheia de 183i damnificou :
leara cuidado, ao menos os administradores ds>sde
malo -.'I de procederem os reparos de lodos os
predios, que estamos informados, com pouco custo
se laiian,.
E des'arte estariam os xaladores. Se legalmen-
le houvessem de exercer seu ollicio, habilitados a
cinareiii. pelo estado deltas, quando se nao quizes-
sem guiar, como he de le, pelas decimas.
He publico qne o curador fiscal bemon mal, man-
ii (ido... Neslas circumslaocis, rogo a V, S. dig-
e ne-se de convodar rom toda a pi.ssivel brevidade
una reoniao solemne da Sociedade Liberal Per-
nambucaua, e de todos os liberis da provincia,
que se acharem MU occasiao nesta eidade, ele,
ele, ele. >. 1
Mas qual, meus amigos Esperamos, qae deses-
peramos por essa reama monstro ; liamos todos
os dias com avidez ij Liberal, esperando ver a nar-
rarao do resultado OBeea convocara.. ; mas nem urna
palaxrinha a -cmelbanle respeito ; apenas notava-
mos, que os doos aicos redactores desse jornal re-
dobraxam as injurias, doestos, e improprios conlra
lodos os membros do. partido eouservador, oo gua-
bni, e cora espacialidade cootra'os aoligos chetai
da praia : liamos, rcrl gratia, em'alluses, que os
llrs. Vuelta e Peixotoestavam vendidos ao gover-
no, erara uns tratantes, patifee, renegados, etc.
etc., mas nada sobre q reiullado da reuniao : entre-
tanto qae assislimoi a duas reunioes de quinze a
vinle prssoas em casa (lo recretario da improvisada
avaltaetee em IS.li, cousa incnvel ; iiioier-
viram porque eram altas ; qaando he de nolorieila-
baixo preco dos maleriaes e iao d'obra, e ent.lo as ma Pessoa "e cousiderarao politica ahi se nao
avaliaces.na obstsnle.consta-nos.foramequitativas, j enconlrava.
Essas avalUCOea em IS.li. coosa liMrreal na* .. I _____ *
Passado todo o tempe qae decorreu de 7 a I do
nada se disse a respeito
reuniao. apparece o l.i-
inle derla a..... ; ........
couselho. o Sr. r. Se-
Novas avaliaces se procedern!. Os avahado res'" ralico declaren que, tendo cumprido a suacom-
parecein que -
subscre
dos a c
^m'-.'I.L 1?a2l" i- SUn m,^, :! raia'<:om ""r Simf.es, que estava pre-
e^errim ao que se liten mclou. h. sonint lov_ ....
r.-k. primeiro, porque ao raeno, agun' dos I" >,""e '"" co"*e*a"a *" >r' "' VtW Tavares
predios i.,)', foram examinados ; segondo, porq ic se a a"ll,le"c'a *" convite do couselho ; pelo que re-
ao iuformarain dos rendimenlos; "lerceiro, porque
nao dislinguiram os de solo livre, e os de solo b.rei-
ro ; quarlo, porque emfim nn calcularan! para exi-
birem evaltacoea tagaes, quaes os reparos necesi-
tados e seu valor nos predios, que os care.essem.
N.lo lica nielo. Varios predios na Casa-'orte < rara
sitos em solo loreiro. Os directos senhorivs nao To-
ra m consultados, como he de Ici, para prcfereuiia
arremalaram-sc pescimlida essa forraalidade subs-
tancial, e o que he msis peiigrino a .Iguem que re-
clamara no aclo, a respeilo, Ibe foi. respondido que
em leiles roi.imcrciae- '------
afeen o mesmo coniecha guc roii'inuase a re-
" ddcr.Jo do Liberal Pemambufauo, como daca
e aii prxima reuinn em marro! ; da ocie-
e dade ein assemblca geral para a eloieau do novo
lonselbo, a qual reuma* lera' lugar na primeira
> domioga do mez de mairo, etc., etc. Eul.io !
he bico, ou cabeca llavera' maior cyoismo 1 He
possivel zombar-se mais da paciencia do publico '.'
lodos os anuos o imsso ./.umbi, parodiando o de
Iras provincias, que Irocam as suas tolhas com o Li-
beral porque razao os redactores do Mercantil do
Rie de Janeiro suspendern, ai sUa relac.ics com o
redactor ein rhef do Libere! quaes as respetas
que lixeram as suas circulares, dirigidas aos rlielcs
do partido praieire tur* desla provincialinalmenla
que prosperidad lem tido o partido preieire desde
que elle /.umbi >e i ol tala o chete .'
A resposla tem sido o Liberal Genuhii he um
praieiro comprado, etereve na folha do governo, ,
um bandalli..como -e podessemos escrexer presen-
temente ein outra folln que nao este Diario \ pois
nenhuma oulra folha lemos na provincia que escre-
va em nome do partido, a etcepcao do luminoso
LUeral l'ernambucaiiu. que antes por honra do par-
tido nanea tivesse lapparocido. Se o/.uinbi|aceila
nas columnas do seu jornal os nossos communicados,
la nos tera. Mas qual; elle n.Vi qoer que oulra pen-
na escreve ne-sa jeraal sa na a sua, c a do cu ami-
go, ii /. imem do boeiro na gila.
Desafiamos ainda orna vez ao /umbi, e ao seu so-
cio, para que nos desniinta, contestando a verdade
dos fados que temos narrado em nossos arligos; pa-
ra que demonstre, que esse seu jornal nao tem vivi-
do vida devassa, vida de insultos, e improperios, e
nos quaes ltimamente se tem fcito mais forte, e
proporrao que se Ibe aagmontam as aueias da mor-
te. Conleste-i.ns, ..ao se limifie a dcscotnpor-nos.
Abandone essa vida de prostituta : nao qoeira des-
honrar o partido praieiro, fallando (antas vezes em
seu nome de mistura com essas asquerosas descom-
posturas, com que diariamente provoca os briol da
provincia : dcxe a vida privada das familias, que
nada lem isso com a politica.
Os praieiros, os horaens moralisados, que tem fa-
milia, que lem vergnnh.i, honra e brie, estiumali-
sam essa poltica do U&fral l'ernambucano. pois a
cada momento Ihes piule, cjibir o raio em casa : se-
mentante poltica s pside aerador a aquelles, que se-
iio peijam de pelas lojai, esquinas e bolicas atassa-
Ibar a honra de sua propria familia.
Em geral o partido praieiro abraca o prograrama
de nossn correligionario o lr. Vitalia lavares, e ...
conselhos delse anciio respeitavel, qne em urna reu-
na., de praieiros, ha piucos dias, laslimavaque dous
bomens queiram emporcalhar o partida pretor, bli-
raudo-lhe ao rosto com a lama em que se chafar-
dam, e que nao se levaule em peso esse partido para
esraaga-lo!,
'.' Liberal Genuino.
O SU. JOAO' CASTAO DOS SANTOS E OS
ACTORES DE PEHNAMBICO.
Harta ja moilos| annos que nos era prninetlida
a vinda a esta prorincia, do ador Joao Caelano dos
Sanios, quaodo ha seismezes passados essa pmmneei
leve um lal ou qual principio de realidade.
Depois de ter estado o nosso theilru a bracos com
diversas emprezas, e de ulgamas desappareeeiem e
fitiarem-s.e desacreditadas, uina lembranca hoove de
obter-se uina companhia do Rio de Janeiro ou Ba-
bia, para que o nosso Iheatro uao continuasse a
conservar suas portas fechada..
Um enviado foi ao sol tratar de realisar essa em-
preza, e depois de um ou dous mezes de demora
all, parlicipou para aqu que lima contratado com
o Sr. Joao Caelano dos Santos vir elle, e Irazer urna
companhia de sua escolha.
Apoz essa noticia no vapor unmediato reeo-
Iheu-ie a esla provincia o enviado, sendo portador
das melliores e mais lisongeiras esperanras. Podlos
amigos da arle dramtica e apreciadores do mrito
resosijarain-se, porque iara ver ..esta provincia um
talento que de tanta lama gozava.
Mal aporten o enxiado, qoe abri em sua mao
urna assignatura para cadeiras e camaroles das di-
versas ordens, pori\ HECHAS !!!!!!
o i n; um actor de segunda ou terceira ordem, nun-
ca viudo a esla provincia, obrigasse a tomar-se bi-
lheles para todas as recitas que prctendesse dar, nos
concedemos ; porem qoe o Sr. Joao Caetano dos
Santos, esse actor sublime, esse prtenlo da arte
dramtica, tiirce aquelles que o dessiirem ver, a
lomar urna eadoira ou um enmarle por -2\ noilee,
nao concluimos enifo que, ou o Sr. Joao Caelano
dos Sanios nao lia o que se diz, ou quer entrar testa
provincia dictando as leis que bem quizer.
'lulr'ura qoando o Sr. hermano, enlito empreza-
rio do thealro de Santa Isabel, em ara dia 7 de se-
leml.ro. em que levoo a' scena um drama de su-
bido mrito.( Crbrina ou a coroa ducal de Par-
ata,expoz a' venda us bilhetes para duas recitas,
a cimmissao'directora foi a primeira que ergueu-se
contra esse alvitre, cedendo depois de maito empe-
nbo. Mas hoje, que se venden, bilhetes para 21 re-
cuas, que faz .. commis-ao '.' Cala-se e approva !
I.ni dos ltimos vapo.es que aqui chegi.n, vindo
do sol, trouxe alguns arlislas e um emissario do Sr.
Joao Caelano dos Sanios, alim de aqui contrataros
actores qoe hooveesc para com pli- iral.alliarem.
Esse eraissai lo, |>or Telicidade, isaieto a represeu-
lacao do drama.1 cigatUi /'rasi/errii,de grande
Torra. Apreciou os actores desla provincia, e disse
estar inleiramenle salisfeilocom alguus : e em de-
ruazia cora os Srs. Coimnra, Lima e Kozendo.
Ale boje esses senl.ores nao forara coulralados, e
o mais que se Ibes promelte sao lugares de terceira
e quarla elasse !.''.
O Sr. i.ijuilir... rjne (antas honras mpre colheo
enlre mis, que lao bom nome gozoo no norte de
onde veio, e que emfim foi julgado por esse emis-
sario um actor como nao cria encontrar eu. Per-
nambaco, s ser digno, hoje, de entrar como ar-
tista de segunda ou terceiraclasse '.' Creraosque nao;
a menos que se qnrira offascar e matar o genio
desse ador com o rebaixamenlo de sua elasse.
Aiuda ama vez.coulinoaremos a tratar dos oulros.
(I espectro de S. I'edro.
ro intimamente rouxeorido. to-les i- ci.ias
meas primeiros y .,,, !Ctancia do din '" a iM
minio elevadas sobre mim, em altura. qu< lalxc. h
mais me seja dado .atUagir ; |cosla-me-l.a perder
o habito oeconsiderar-vos meus meslr.-.
Entro nas func.oes. qoe q.e incumbe s dia de
boje. Sois juizes : por amor da vossa aaafcjaa, e da
scienc.a que professai-, deveis ser severamente jus-
tos, em que pese los vossoa bondadosos rorari.es ;
mas, ., voss i severidade nao he le do juiz. que e
cha rres,, a' lei, e istolranqnil|-.m. -.. ju.iir..
do ine-ire, man que a todas as josliras humana-,
ve andar ligada a meif benvola equidade. e*ioi-
dade que t\, reo|ama a poci..1o, em qoe ora inr
acho.
I nudas i||uslr .,,, da jpocii mu m ___
lalvaz ,ce.do fl9 mais, I di.*., qoe ...,nca
verdade leve, como ai toalu.cute. lanl.s raeov de ..
'"" '"""' """ qe enlretaulo nuuce a mentira
falln ISo alio....
Felizmente para mim, fe|iimeol- pari ^ ,_,,,
j mente para o pan. en. aHoi corp0, -fTnir|, ,
raeulira nao MM entrar em disputa com a verdade
PKOCKamma.
'-""'' '"" ",a" ProaaeUet, 'rwftaMo
do enroco, .,u o d kamamUtra '
'.)Bl dot dona sem mais -ir.,
assumplo he grave de mai, pw, ,,, e< ,,_,_
las que ossem as iniuhas forra,, tttam, que a
porbiiibo perearre ano .lies lugares. I ma car(a de i os a*:,li;"lore'> que deviaui previamente ser inTorina-
Papacara diz-nos, qOe urna fesla brillnnle e pompo ?"' ^VSSS^ .M2 **** W-
___,_ iH.|ia |nr dos terrenos siriclaoiente perieuceutcs aos ix,.
sa eslava all preparando para o d.a 21 do crreme, | dios, ou que se daran, declaVar como fereTro.
ollvm. missionarin capnehinho frei Caeanode .Mes- j dando-se aialiarao a esses terrenos e pondo-os em
sina, por occasiao da inaugurara., de um cruzeiro
que elle tez erguer. As gigantescas e admiraveis
obras, que es-e inraiis.nel mini-tro da religiao ha
posto em execuclo sem recursos, a nao ser sua pa_
laxra, que impera' como se elle despenderse niro i
inaas chotas, Ira/.em-llie cada dia milh.ies de hen-
eaos dos agradecidos scrlanejos. I.'ma s vez aiuda
nao'sabio elle para s miss.es, que nao erguesse
obras novas e grandiosas. I.ogo-que recchermns a
duscriprao da fesla a daremos.
\ misericordia e o perdilo sao senlimenlos que
nascem com o homem. lm pal, mais do que mu-
can, as,eis. nao derrJga.t^taV^-ta^do ^ ""T^T ^7, fc "" "nrad. ...
essa Ua fallada Sociedade Liberal creada por sua uni-1
ca vootade, que esla' candado ; que cus interesses I
particulares mui.to sollrem ; que sua preciosissima !
saode lhe n3o permitte, que mais se sacrifique pelo i
bem estar da familia per|iambucana ; finalmente,
que vai dexar de animar q Libernl femambuenno
com seu omnipotente sopro : mas no dia segainte o
nosso hroe declara, que a instancia da sua honra-
da e predilecta sala, continuara' na vida poltica de
redactor em chefe do PehiuriUo \P2r*ambuc*H0,
diso do Liberal l'erii'imbucano. E eis o no-so /um-
bi, de penna em puuho, a illudir aos meantes, a
digo
Fot-lliea ainda respondido, que os laademios se-
riara reiebidns da massa, quando he obvio que esse
onus p-rleuce ao comprador, ao arrematante E
dess'arle ouerada a massa .' !
Ainda mais. Varios predios foram comprados pe-
lo fallido em solos l..reros, e a poiteriori esses l ei-
renns I iran comprados por elle, lie obvio ou f,
leil.io.
K dahi que miscelnea nao resultara'
ro
no Iniu-
------- | ------i-.-.. "" tv a xa ni a lili III ||- .
Que perennes lomes de chicana, no fuluro, i "lc escandalosamenle, e,mais que ludo, a xomi-
nao provirlo do um lio inaudito abandonar dos mais. lar injurias a calumnias sobre todos aquelles, que
sagrado- devores conlrhido] pelos administradores; nao o adulam, e nao dizem amen i seus aeaeanu ...
dcnandi tesan ludo a rexelia '.' _.. ,,,......._.., ,,........., st.,,..,..,.
Nao linham esses adininslradoresot lllolosein sCU
poder'.1 Nao leem caixeiroeaicarregado epeci-
menle da liquida(Io .' Que cuntas lian de dar de
sua geslao'.' E. persuadem-se clles que rigoioso
iuquerito mai- larde ou cedo nto havera' lu-ar
quer dos actos do curador fiscal, como dos
saqs ? .'
Persuadimonos, que errados, faseinadamunte
marcham. As leis. a juslira um diaenuem o sa-
gueiii,devesenti-los, porque j foi lilho, e iogaem '"'* '""' bre,e' hil" de irnP"ar-
melhor que elle deve perdoar a om lilho. Aquelle 5 ,n"",,,*i monitrooM fallencia ha de nc-.es-
pa. que, calcan.o,os,,es .,le, l.r.LL 1".!"! ^^,:,:,:!.\,r.!f.?.,.:..?.?.!''.",,,MS-to ""Palios
amar aos oulro
nacs de-temperos e despro|iosilos.
Se lhe di/eini- do invll.or modo lilho daquelle, ,
a quem negas a liberdade. para que continan. .,
engaar ao pobre povo, que lauta pa.enca lem em
vos aturar : porque n.lo respondis ans que vos in- j
lerpellara sobre a vossa misteriosa vida poltica '.' '
Poique nao provais, que as inlelligcVKias do part- |
do, os hmeos moderados, e moralisados vos auxi-
liara ua marcha, que queris dar ao partido praieiro'.' !
Keponde-nos, con.o menina malcreado,ladr.io__'
- o sera a r..i- safadavendidopaUTetraidoriudaseanna__
comoasi propno, cxpellcde-iial'on''",ll"ladc casa una lilh.i. lia ama lixdr-i, cajee sdenlas Bar- ', ,ni'*,ri","rcs Por 'nd"s os prejuiu, a que der|am
ras esljo sempre aben u a Ira '- "
da semana paesada, un.
gar-
gar lado. K n um da I
I-..-- denunciante e administradores sao ni g.
enerado, V. o pon. que a|ure esse-, e oulros des-
aforos.
Anda nao podemos conseguir que o /umbi di>ses-
se de. que genle se rompoe essa sua sociedade libe- i
uomeoii e quandn onde
casa, expeln-a infeliz enlrecne assim -, a. I *"JMqsos ** lgoi: applicamo-l :emTi-|elle "9 "one ~^u,,e" "'"eB* raballio> que rela-
-amparo foi valer-se d. om ,^-r i 'D^.4r'""ada e. e"s prolarjonbia. do dra- Uri> lem cora o partido praieiro das oulras pro--in-i
de ouirn Pa. de familia, seu ma jurU.co conunemai que herno, .-.,, e4.|0. f c1 _,, 0, ^ ,nl);a pc!itlM,Pde |
ua^m ,,.Pas..,a. un. p, nao qo.rendo al.inen.ar mereianles. e qi.em sabe ,e a espada de Damoi Ps. se de. que genle se compi
orna (.11./. que j. abandonada cruelmente por ,eQ i j. h"je lhe. impende 0*o4 l'bi nonti*, olr; V '
indigno marido, vi-., a rura honeilimente cm sin :"'"'""' MM mxima aario-aj to epigraikal r"n"elh" 1aMa

MUTILADO
TKABAI.IIO LIVKEE TRABALHO ESCKAVO.
Hissertaio.
lllms. Srs. dootores.O VOMO discipalo vem boje
enllocar em aperlada contribuir., vossa benevolencia
de sabios.... Estou, porem, tranquillo, na fo .le
qoe os mestres de direito jamis esquecem. qae a
eqoidade he o guia primario da tuitiva humana ; na
fe de que os experimentados lentes, que me ouvem,
sabem quanlo o genio he raro, e qaanlo couvm
alentar o talento, por apoucado que seje, qaando
elle se aprsenla apadriuhado pelo amor ao e-ludo ;
pois, oa phrase da doulissima cadeira de Direito
K.imano desla l-'aculitade, o estudo sem o talento
pode produzr om sabio, ao passo que o talento sem
o esludo produzira', quaudo muito, um i bar talan.
0 grande Mirabeau dizia. qua a arle de crear o ge-
nio talxe/ nao fosse oulra, que a de secuudar o ta-
lento.
De que tetihoas mais libias aplidOca inlellecluaes,
dentro em pouco vos convencereis ; mas que culti-
vo com alguma lenacidadc os lixros o que certa-
meule nunca tara' de mim um sabio, e -un um cul-
tor dedicado bem solo ingrato e o que poderlo al_-
!slar aquelles d'eutre vo.,, que ha pouco dei.xaram
de ser meus professores. que sempre me l.iiraram
com beuevola dislinccao, e que anda me nao per-
derara da lembranca.
Vedes, que nao eslou aqui moldurando phrases
x an- de modestia, que quasi setupie imporlain vi-
da.le eorgulho ; |iara isto f.iltou-me sempre o gos-
io, e agora (altar me-hia de uiais o lempo. Digo-
vos o que pos-no, dign-vos o qae nao possuo : sou
levado pela franqueza de meu carcter, e a fran-
queza tem sempre cabida nos actos nobres e leaes
da vida do l.oinem. t
Se eu fosse dolado, senhore, dessa facuhlade
especial de lomar posse de um as.umplo, e desco-
brir como que por lusl.nrtn (passem-iiie a exprolo
os argumentos |icreiu[dorios, qoe o respeitam, ta-
culdade, qoe sesundo nos refere Piolaren, I lieo-
phrasto admrava em Alcibiadcs, nao eatarla eqoi
1 pedir-vos venias; de tal, purera, eslou bem longe.
A' (raque/a da iulelligencia rciinio-se ullimamcnle
a eufermidade do corpo ; todos vos sabis, uuanlo
he dilliril, se mloimpossivel, percorrer com desem-
barazo o longo estadio da scicucia do Direito : ve-
des, que a minha perturbarlo deve ser grande, e
seria incuravel, se o raen julgamento nao tivesse de
ser |.mi. i i.lo ptfr illuslrar.'.ep, sa nao fosse escusa a
mais aceilavel a cousiderarao de que no prazo de
i'i dias uve de laborar em vastos assiimptus de lodos
os ram s do direito.
Ma-, quica' sorje aqui urna pergunla, urna rasoa-
xel interpcllac |o ;Se sois (ao desalentado, porque
aspil ice., que delata a cadeira que orcupais ?
Porque 'j.ieiei-, que se vos coulira ura titulo, que
si', deve ser conferido ao tlenlo reuuido a" illu
tracao *
Oue responder ou a' semelliaute inipugnarao .'
Oie coafatee ejotlade ; em t'oca, pulcra, reclamo,
que -e rae coareeee uohre. a aepiraijlo- delatora de
miabaveoeracfto peta icieacie,da pmiunda impar-
tan, ia. que ligo a' condecorar.io sciinitilica, partida
de Ua respilaxcl congregaro de lentes. *
Nao he um cortejo de adulafle, que xos dirijo,
>rs. d nitores. \ adularao ousu aqui Compltlai
a phrase du chanceller Bacon a dul.icao ileshonra
o sabio e o ignorante, deshonra o quo a dirige, e
o que a recebe, deshonra lodo o homem. Sei per-
feilameule, que i. meu julio a vosiu respeilo nao
lem o mnimo pen para loe, e para lodo', porque ;
nao eiloo na altura de aprecar-vos : -r. tambem,
pnr obediencia a lgica que he pamivaj, qoe elle
fallera ma,s, af.anco--.o. qoe actualmeaien ..ror.-
o,
bra da
, ----------------------- l"to. que a
le mipoz-me, nao permittiria detenvn ve-|. du
mod
voss
non
A
ma
le-
l'.l
etel
Ma
lee
-...., ,.--a', un
lo a ceplar-vos a allenc.i... |h> nexo reclamo a
'a benevolencia, especialmente da cadeira d'Kco-
la Poltica, a cojos nidos sao com parlie.,|,r,|4l)e
snjeitos estes insiBnilicanles rasconhos.
questao, como se aeha pruposte no prngram
presappne o facto da escrevido. e como aajj
viaudo qualquer consideracJo philosiphica .,
.al, estabelere sobre esse laclo o problema eeun..-
mico de dulerenca do grao de prodoctividada e ba-
raleza entre o trabalho livre e o trabalho eecr.,,.
rece,que o terreno econmico dexra ser a ..roa
lusiva, em que tra.is.e as l.ul.as. qu. ,0. |e,o
s.senhores, repognoa-me, como repuuneria a lo
i vos. romo repuauaria a lodo homem da bem a
todo hornera chrisiao, a lodo homem qoe respel, e
d-gnidade humana, que preza sua propria pec-o,,.
'idade, repngnou-me, digo, dar como faci wei.L
seiq mais eiame nem analvae, um fado atleni.iono
las leis eternas da moral. rV, principio impre^ripli-
vel do Direito.
Considerando, como vou considerar, a qaeslao em
pr.meiro lugar corn retaCao aos pnoci|.io, moraes a
jur.sd.ean, eu podia da-la como prejodic.da pelo la
do econmico, pois seria legiluna a conciowo, que
ne.te intuito dedazira. de que por pr.,dUelivo a
barato, que leme sido, ,eja. oo poem ser ib,-
Iho escravo, elle nao pode ser el.ieelo de debele na
ciencia de Direito, pqe marxrvMta (,. a degre
dado da pessoa humana. Entretanto, comprire ..
meu dever ; aceitare, o tacto social, a examinando
aquesta nos termos resnelos em qae he posta,
pens que provarei. que a vanlagem econmica es-
ta do lado do trabalho livre. o que alia, na., pode
na donar de ser, pois da aberracAo da le. de Dea.
nao podem surgir resollados benfico,: o bem da
liumanidade he a lei de Dos, como o bem de socie
dade organisada he a lei social de ooforroidade rm
" lei de Dos.
Tr.larai da theona, depon descerei ao laclo, con
tarando em allimo lugar a questao econmica com
relacauao Brasil.
Por qualqoer lado qoe sa cons.dere a b.maa.d.
de, ve-se que os homens sao jgnaes. Phxsiramenle.
a .gualdad. resulta da unid.de do aaoa. bumanr .
ps)chologicame..le, da i.lentidade das d.spo..cea a
faculdade. fundamealaes ; meliphxsicamente, do
principio de que o homem he a bumen.dade, ata
he que a l.ainauidade he o ideal, que o homem Iraz
eternamente em si. 2
Os acedantes, a, des.gualdades.quer phx.icas.q.ie.
psxchologicas, que observamos no mundo, e qoe (.,.
mam por assim d.zer, a cadencia da maicha huma
miar., sao resoltados das coudires n.atehao, a
qae o hornero he sujeito, -ao eventualidades de des
envolvimeulo, e jamis im|orlaro recusa da tonal
dade humana, qoe o homem Iraz nevada em sna
persoualidado desse ideal, imagem viva da human,
dade, que cada homem representa.
He consequcncia da igualdad* do, !,-.,-. .
Igoaldade de n, M ,rH. ,. ^M|||| d_ ,f
m.nhare... a es,e |'.. cor,, urcio, fulo<1<.,
qoe Heos Ihes de., do modo que eo.eoderem ma..'
dirsclo, ama voz que nao oiTendam .. direito .goal
de seo semelliaute.
Naoescre.o l'sxcholog.a. ,m Economa Pol.l.-
ca : eis porque a liberdade, de qoe acabo de falla.
lano se assemelha a liberdade, como e define .,
celebre economista :t o lm, *- -,- t, ,
exerc,cioda,(acolda,le,.le cada a. ., mmfm
ulil para si, e para seus semelhanles
A esses. que antiga o modernameole neaar.m
negara a liberdade e igu.ldade do hon.om. qu.r.ra
poder impor-lbes, que me indiranem os eleilo. d.
I roTidencia, que vieram a e-|e mondo gozar da. Ja-
belas da liberdade, forjando algomas de eerravi-
dao...-
QW esses secuto-, qae oAo viram irradiar a luz do
chrisliartismo. aceitassem como faci |Ma a oeeesw-
rioaescrai.daod, seus se.nelha.ites eomprehen-
de-se ; mas, que modernamente, em notaos da,
a questao anda seja controversia, ajota baja *bo-
hc.onistaspraliro., qoe emendara a eseravfztao nr-
cessana para certas cultor, e climas, ., .,jn.m
amis alta questao l.umaniaria a nm calculo de
lallilode, he o que revela, senao maldade de cora-
Co, ao menos submersao completa no merca.l.to-
rao srdido, o mais beixo concedo da pe,-o, bu-
mana.
0 trabalho, a indoslria, lie lei do homem ; aaafaj
a agncullura da industria seria o un-mo qoe omiilu
o sol no qiadru dos cios. I Era, prro. |...,..vei.
que o comprimento de nina lei imposta ao hornero
por sua propria nalureza, por Dos, depende-e a
ademado contra qoe o homem tem .la mais sagrad*,
a personalidade.
la piexiii.ndo-m : passo a fazer um lgeirn b..ln-
rico sobre^ajrscr^jrteSao.^ _J_V-' _""
l'or mais alio, qoe se suba na historia, a es-raxi-
dao ah est ; he a vergocha suprema da l.umamda
de. Os polticos da seita d Ar..dteles aeeih.vam a
cscravido como uina ncces,idede da existencia ......
taziam della nina roda de sua machina de nven.o .
entretanto, a escravidao fo. causa de (o.f)s o, Irnpe-
cos, qua sodreram os povos da autigi.idade.
1 oi ella, que den aos roslumes .nligo- a etotoaoM
e crueldade, que hoje horrori.am-no, ; f..j e||4, .,,
pouco a pouco innoculou o ado a o de-prezo pelr.
commercio e agncullura, esla, tonle- perenne- toa
th-souros do bem estar e melhoram.nle geral .,
ella, que persuadi os philo.opho. auligo-, ,^-n,.,,,
Cicero, de que o trabalho era incornpalucl r,,,,, ,
deveres da cidadao. .'.
Em quanlo os gregos, e os romano-, e.,es don pa-
vo, que para o ..ceideule ,...,, por s-im dizei a hi-
tan iole.ra, u.io tiveram pejo da, ota- mee,,.,,
tora... independen!,, e fortes; mas, a eseraeidao
ininou-os e transormou-o em povos de parsita,
que Iralicavam com soa, votes oa. piara, w.(,|i
.a-. 1.
Mas felizmente, senhore*, por decreto da prav.-
dencie a violencia lem u.u curso limitad,., nada
pode sobre verdade. 7
A escraiidSo loi tomando torn.as ,,,. ,do. ad e
a servidJo era o que exislia na Euroi... aamaide oa
Ir aura, em o lim do ultimo ,e,.a|0, sC |ev ,..!., ,.
lateo regenerador, que devia boom* o miel eee*e
lodas as -1!<.-._-.
\ntes de tratar da escr.ividao moderna, devo ex
por duas coi.siderares. que ora me prcoenpam.
Como aconteceo, qor l'1-.i... aiMetotoa, t.icer,.,
e (autos espiritos illosicados, acritass-n. xcraimaj
como um faci natoral.-lleqoe a hi.man.dade po-
lea e quica esta' pasando etota seu Inhalo de m-
faoca S ; he que o geni de nm in lvido, de mil
I
\ir


Planche.
Abren-Pk09apkia -o tHrHta,
CbcvalierCwrm e Leowimia PtNUtm.
CheealierOh. eil.
Diceioaerio Palit.ro publicado pal INmaajeta
t..r Scbselcher, llktsria da E-rraxl. o.
(i l'liilarr. Vida de Perirle,- Mi-1 uilorh. oren.
Cljles de economa |.i.|:l.. ,.
7 Pa.-cal.
8 lenho le immeii-a na pcrlerlil ilidadr do lo.
meto. II verbo lez-e e-pera. qu.lr.. ,,,.1 .,, 8
ai.ela no. u<,us mil. que r.geiieracio cumertm
NiiiBuem portera' d./cr, |-..qi... phi.se U mama
a humam.lade. porque a ni.iBu.-m he d. o prerrn-
tarn= air,;,|, provileaeto. y,oi m.iq,,,
qoe. ha *MsUe anoo a erridio d. gleba era ,s-
ladn normal, e roo as dccoi.hec.das.. xapor ee elec
trieidado, que eioda hoja be aatravaa na Imiilu


DIARIO DE PET.NAMMCO SEXTA FE1P.A 30DE JANEIRO DE 1857.
individuos, nada he em comparnQSo dai tii7.es, que
os scalos amontoam em sua passagim O1 he que,
na frase do iospirado Venlura, a hamanidade, como
o individuo, roraecou no estado nativo, e roarclia
para o estado natural.
A segunda consideradlo, lenlinres, he sobre a ar-
guiuenlicao, qne improvisados interpretes- anferem
dt velho novo Testamento, em favor da escravidao.
Sinto profundamente ser obrigade a perpassar ape-
nas por sobre esta questao, como a respeito de todas
as ontras.
He verdade, que a legislacao de Moystf conlieccn
a escravidao, mas, be outra verdade, qne a escra\i-
dao dos Israelitas era liberdade, comparada com a
dos outros povos. 0 esrravo poda ser herdeiro de'
KM aenhor, que nao linba lilhos |h .](,, protesta,
que nunca recusou Justina a seus strvos e serv.is,
porqoe sempre lemeu o juizo de Ueos.Nao seria
porque a humanidade estava na iufancia, e Dos com
son povo escolhido, apenas quu retu/.ir essa iofao-
cia a sua justa medida, pois nao ha, para o Supremo
Legislador, revogar a propria lei ?
Hj.inln a Jess Chrislo, que inaior inannmis-.in
do que declarar a todos filhos do mesmo l'ai Celes-
te '.' Jess Christo nao veio fazer urna revolncto po-
ltica, declarou solemnemente, que sen reino nao era
desle mundo ; e daqui vera dizer S. Paula, que nin-
guem se atllija de ser escrvo ; (II) porque depois
do baplisruo nao lia jucleo nem geulio, senhor nem
escravo, os todas formaran um sai carpo em .lints
Christo. (12',
Que na i- ampia manomisso I 1
la em ponto adianlado da transformarlo porque
ta passaudo na Europa, a escravidao reapparece no
rigor desua primitiva brut.ilidade, e ven) invadir o
Novo Mundo, felizmente, enhores, porque seria
de meo aguuro para a nosa America/, o trau/o dos
negros nao surgi depois da descoberta do Colombo :
tuais de quarenla anuos antes, em I i i I pouco mais
ou lueuos, a verligem do ganho se havia apoderado
do navegante portuiiuf/. Antonio tioncalves, e em
Lisboa foram vendidos neg.ros, que elle aprisionara
em urna viagein .i costa d'AI'rica. Entilo ama com-
panhia foi organizada para explorarlo desle novo
ramo d'industria, e l'orlagal passou a vender ho-
mens negros Hespaulia. Assim, o trafico exislia
de muito na Europa, qaando se levanlaraui os pri-
men o e-labelecimentus as Autilhas. (13) Depois,
foi a America se povoaudo de escravos, e foi-se en-
raizando a crespa de que sem negros as regies in-
tertropicaes do Novo Mundo licariam dtspovoadas,
abandonadas, porque sai os negros escravos pode-
riam lavrar os campos.
Eis-nie cliegado queslAo econmica ; eis-me no
ponto da proposito, que estabeleci, de que a ques-
lAo poderia ser prejudicada no terreno da mural e
do direito. Que lei moral, jurdica, oo de coexis-
tencia social autorisara jamis a escravisar nossos r-
m.loa'.'Seria o direito da sorprrza pela forja ; pois
a linitti.l.i, como nao pode deixar de sc-lo, a igual-
dade* huinaua, escravisados bem podiam ser os es-
eravisadores, se se adiaulassein, bem poderlam se-lo
um da, se a escravidao n.io cstivesse a tocar o seo
termo.
lenicemos acliaqa ; vejamos se eslava a America
destinada a autorisar o regresso da marcha huma-
nitaria, il o< lempos da degeuaracao de l,recia e
Ruina-
das casias, a escravidao, e a servidJo da gleba, que
alias foi um romero de reconherimento do principio
da liberdade do (rabalho, foram bices a prodncli-
vidade deste e ao desciiv'olviinenlo da industria. So
qaando o trabalhador Mate o estimlo da concur-
rencia, e pode dispor de todo o producto de seu
trabalhn, he que pode ser levado a forneccr a maior
quaulidade imelhor qualidade alelproduclos. Esta
situarlo so pode aprescnlar-se sob o rgimen de
inleira liberdade de trabalhn e de eommercio. (17
Ue pois, a liberdade, como disse Donoycr. que he
forcosu recorrer para dar ,\o trabalho seu mximum
ile eflicacia oo de poder. Sob o rgimen das castas
o trabalhador, por falla de concurrencia, enlrega-sc
a perseguirlo e a incuria sob o da escravidAn e scr-
vid.lo, elle ni trabalha com repugnancia, porque
lile falta o estiiruln do interesie.
Esles principios hoje muito firmados da scicucia
sAo principios qne responden) as interrogarnos do
programma. A servidAo ja de certa maneira havia
Rriiiie porlusuezOlivabapipas va/i.is e pedras.
Barca l'rance/aMarapipe de vinliii.
Mate americanoHale Hallenmerradnrias.
Patache brasiieiroEsperancefomo e charutos.
Escuna hrasileiraLauragenero* do paiz.
Calila hollandezaJacobustelendas, ferro e
carvAo.
IMFORTAgAO
Brigue inglez Helio viudo de Terra Nova, a-on-
aignado a Sannders C.,\ C, manifeatoa o segunde :
IT.*> barricas baclhii; aos ennsignatarios.
Ilarca trncela Mara. vimlj dcCelle. coniig-
nada a N. O. Ilieber \ C., iiisuifesioii o seguinte :
10 caixas champagne, i!IM) pipes viulio ; a J. Kel-
ler & C.
Bienal inzlcza Scoul, vinda de Trra Nova, con-
signada a Johnslou Paler ^ <",., manifestoo o se-
guinte:
2,000 barricas bacalhao ; aos mesmos.
OONSULADU liKKAL.
Kenriimenlo do da I a 28 |l)8:85396*,fl
dem do da 99....... 7:ll,.lt?HX.|
."ino res, e todo* esl.in expcslos a venda
Santa Isabel casa n. l.'l, e no da .lo i
escriptorin do mesmo Ibealro.
soda ni rna de i massas Dnas de differontes quididades, ron-
i espectculo no |Servas cm rrascos> _.irj jn|las de pjM,le8t e
tl3:ttl-2l
MVKRSAS PROVINCIAS.
T:llJI;.V;i
7l.li.ViJS
76K^K2
protestado, que a escravidao era contra a producli-
vidade e baratez do trabalbo ; a e-.erayid.io de boje j Bendimento' do dia i JS.
he um regreiso para os tem|H>s anlcriorea a servidAo, dem do dil JH......
regresso ora embargado pelos principios da seieocia
e pela observajao dos factos.
O trabalho eleve ser livre, inleiramente livre. Se- DESPACHOS DE EXPORTACAO PIStA MESA
gando Dunoyer, a liberdade resume as condica-fies, Dt) CONSULADO DESIA C1DADR NO DIA
em que a> forjas lininanr.s se exercem mais podero- | ') OE JANEIRO DE 1S.7.
smente, oaosonas arles que se applicam as cousas *'!^?t2!!tW,* 'D""V.e' *2SSC
, regadores, j'Jtl saceos assucar branco e mascavado,
mas tamoem naquellas, que tcm |>or lim a|ierfei- 17 eascos niel.
coar, oa as faculdades intellectuaet, ou os costuraos, 1 PortoBarca norluguez Santa Cruz, diversos
ou os habito moraes dos homeiis. He iusIo, he li- carregadores, tilo sarcos e 7 rucias barricas assu-
gilimo deizar cada nm dar-se ao tr.balho, que Ihe! Mcar tranco e matcavado, 20 easeo roel.
: MarselhaBarce franceza 11L111011, N. O. Bubcr 6
convem, e que Ihe aconselham seus goalos, ioai fa-; Companhia. 2,300 neeo asnear niHiivado.
culdades e suas nerossidade ; a experiencia san- StockolmBarca sueca "Elisabetlu, N. O. Biehcr
ciuuou o theorema de que,no agregado dos homcos, V *.-, H(M) couros salgado.
c em omeslado de lozes dado, cada classe de indivi- LISff^?.l 5?"g!" "Itivil1"' Am0,im lrmiU"'
. JtKi saceos assacar l>rnco.
dos vemuilomaisclarooquehevaiilajoso aos seus, p0rtoBarca jiorlogueza ,.S. Manoel Ha, Mapoel
interesses, do que pode laze-lo nm so liomem, ou Joaqui.-:i Ramos e Silva, S cascos niel,
uina rcuiu.io de administradores. IX1 LisboaBarra porlogue/.a ('ratidio, lliomaz de
A'|oino Ptfneeca ^\ Pililo, cascos mel.
Aracaly.
/
Segu com brevidade o,ljate Exalac^lo;
s rerebe passageiroa i Irata-so com Cela-
no Cyriaco da ('.. U., oa ra da Cadea do
Recife n. 2.
.^fcaracu\
Segu tiestos das o palhaliotc Sobralcn-
so recebe carga c passageiros : trata-sc
com Caelatio Cyriaco da 1;. m na ruada
Cadeia do Kei'il'e 11. ii.
Companbia transatlntica
de vapores sardes.
j.-si;i>.i> i;iu irascos, sarll
outros iiiiiios gneros que se enlregaro
pelo inaior proco otferecido ; assim como
tambera alguns escravos de ambos os sexos,
mocos.com habilidades e sem illas, pro-
prtoa para lodo o servido, um ptimo cavado
de estribarla d-i bonita (gura, rom todos os
audares, que se achara em frente do arma-
zem supradito, para ser examinado pelos
pretundeiiies, e una expeliente canoa dee-
tnarello, de carreira, nova, a qual se achara
no caes do Collegio, logo pela manliaa :
sexta-feira 3o do crreme as tu horas da
manhSa.
I
f WMW
i m:du\s preciosas. ?
10REIRA l D1RTE.
1 wtm -** i
m
Ol lili I. PltAI A
W- >t-* ?
5 diamantes e perolas. pul- .
IcT veiras, allineles, brincos *
* b ro/.elasboles e aiincis *
J de diflerenles gostos e de ,
'-,, diversas podras de valor. *
lu nt Motim
Ra do Cabuga
n. 7
*
L'OlliinliaK
PARA 1857.

Vrlnnn-sc a' vndalas bem conhecida
ifolhinhas, impressas raesta typographia,
dat seguintes qualidaaes:
FOI IIIMIA RELIGIOSA, contndo alera
dos ine/.i's, ;: liibliotlii'ca rio clirislo
brasiieiro, (|tie so' comp'u' de ora-
rocs quotidianas, njethodo de assistir a
mssa i' eonfissao; eaiilicis, psalraos,
Compram. vendem ou
bri-
?
?i
;;
* Irneam prala, oun
aj Ihantca.diamanlesepero- $
* las, e oulras quaosquer '*'
S joiasde valor, a dinheiro S
ou por obras. *
liecehem por
dos os vapores ropa
asohras.loiuais
.......-....... :
^, Aderern completo ? ouro.meo-'liio-.pulcf 1- ?
? ras. alfioeles. bniun- c I
^ ro/ei.is, r,,M.ea. trance- .
? lins.incdalhas.c.'rreiilc -
(O- .'.. e cjifeitcsparardoi". r *
. oulrosinuiloscrijectosde
rompl'ln-. *
rala. ira rila, bal
de
dalas.
aKas, eaticacs
moderno gosto, tan- ; **
e muiU" 0 l 1 f nii|ir(n* '^
lo de Franca como;^^.......m,
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o comuiodo como coslumam.
, coisLTORio mmmnm '
li\ mnos, oOiciO ilc
C.oiieeic.'io c muitas otiti as
grande mei iio. pceeo.
Onde se acliam sempre os mais acreditados medicarncnlos, tanto em tinturas mn
A abolirilo do trauco, a futura emanripari de to. ', HavreBrisne fraacei Alma
dos os nebros sao pontos, que presumo seui queslao t panhia. 800 coaros saldados.
oracnes de
O vapor CONDE CAVUU8 de liaba de Genova j .41V'/'"*!*' '"' ""' l""C,'-, / ; ",rt
e>pera-se aqu por estes Hi's eru viaem BXlraordl-l '" 'A SIMPLES, contndo ali'in dos rac-
!l!,'a," Cm as'TU' Ie ''',"'' -^'deira.seiiindo! /.es, a lei dos .".ti tilos e varias laM-
daqui para a Baha c R100 -Janeiro, ilepois da de-' 1,. j, .
mora necessana para receb-r as malas do correio. e : l,,S dc "nl0s oa passageiroa qoetlver; e na sua volla fai as es-1 tminicipaes, preco........ 240
Cdlasdev \ cenle, Malcir. Lisboa ctlenova, paral l)UA DE PflRT V 1 .mil sUniimini
cajoc Dorios recebe carea epassaceiroe: trata-seno ru"IA- a qual alera dos me-
zes tem expucacoei das indulgencias e
Nossa Scnliota da cm glbulos, e preparados com o maior escrpulo c por preco bastante commndos .
. Irata-se 110
escriplono d ruadolorrcs 11. I, dos agentesLe-
.asserre ^ t'.om-1 mos Jnior t\ Leal Keis.
Para Lisboa pretende
A qoestao econmica do programma, coraa qoasi
todas as qoesloes de economa poltica, recebe sua
solocao da observacilo material, do eiame dos re-
sollados do facIS. Eiaminemos, pois, os resultados
da cniancipacito em alguns lugares, em que ella se
fet eecliva.
A Inglaterra, oo antes, os abolicionistas dc Ingla-
terra conheceram, e bom aviso foi esae. que pouco
produziriam os cruzeiros, e ludo o mais que se oppn-
1 iilii ao trafico, em quanlo a nac.1o iugleza nito dsse
o brilhaute eiemplo ao mondo, de libertar os escra-
vos deseas colonias : o governo afioal cedeu ao im-
pnlso enernso do povo ingler..
Haz anuos foram gastos em preparatorios da
emancipacao. A t de atajo de IS l-'owell Bu\s-
ton, conforme as vistas de sea Ilustre collega Wil-
berforc. apresentou orna proposla para a abolirn da
escravidao. Desde enlAo dcou a questao travada no
parlamento, al que em 18-tl o soverno, como pre-
ludio i emancipacao gcrali emaucipou os escravos
dos domingos da coroa ; e rinalmnte. a 1S de maio
de 1H.T! lord Stanley apresentou ao parlamento bri-
launico um bil para a aboliijo da scravatura, que
foi adoptado pela cmara doscommuns a I- de ju-
lho, pela dos lords em a noite de>*2->, e sanceiouada
pela coioa a JS de agosto, 'l
Oen-se a emancipadlo ; e a liberdade dos negros
n.io for a ruina do trabalho, nem a morle das colo-
nias, como diziara e dizem os abolicionistas prati-
ros, esses espirlos fortes, que chasquean! do sensi-
livismo I.V philantropico, e que nao cjnsideram o
avillamento em que resvalara. trazendn una queslao
de humanidade, at o nivel de urna questao de di-
nheiro. lim relatorio aprsenla lo s cmaras ingle-
zas, por ordem da rainha. em I8IK (16] demouslra,
que a evpectaliva ilos partidistas da emancipacao foi
excedida : salvo urna pequeua'perlorbacao inevita-
vel, em conseqoencia de com a liberdade recolhe-
reni -se aos lares domsticos as criaocas e as mulheres,
e de outras consaf inherentes i transiro do abv smo
entre a liberdade e a escravidao, a producto quasi
qae se nao deseqailibrou, e. o que mais he, a popn-
lacAo negra leude a au^rneiilar-se em dobradas pro-
pori-oes.
Na Jamaica, proprietarios c rendeiros foram solli-
cilos ero introducir no novo systema as mud.incas
ilgidas pela nova pnsico des Irabalhadores livres,
e a prolnecflo continuou romo al enlo.
Km Santa-Lucia a popularlo libertada provou por
sua conduela acstica da emancipac.io ; ella apre-
sentou goslo pelo trabalho, lauto mais pronunciado,
qoanlo basta all pequeuo esfurco para ler o neces-
sario.
E assim a respeito das domis colonias inglezas.
Mesmo economista', que cntendom que a emanci-
paran na Franca c na Inglaterra foi ama ma opera-
ndo econmica, confessam que os mos resultados
principio ; lgicamente fallando, a independencia
he um dirailo commnin a lodos os memhros da es-
pecie humana ; socialmeute fallando, nao he per-
niiltido alienar a liberdade de oulreui, como o nao
he alienar a sua propria ; religiosameute fallando,
a escravidao fere a frateniidade evanglica pecu-
niariamenle fallando, a escravidao cusa mais caro.
que a abollir.io ; politicarsenle fallando, se se nao
da' a liberdade, os oegros cobra-la-hAo. 19
Inglaterra, Kraaca, Suecia, Valachia, Bgyto, ilhas
dinamarquezas, em todos estes paizes esta' ganda a
nobre causa da emanciparan : a queslAo do pro-
giamuia, pois, dei\audo de serlo no campo dos prin-
cipios, Sentara? de se-lo tainbem no dos fados.
Ueixara' de ter entrada 110 mbito de ama sciencia
social, nina queslao, que porassim dier dorme sobre
maior atteutado contra a sociabilidade, contra as leis
da coexistencia do mondo, do deslino ulterior do
liomem, contra as leis ilc Dos. '*J0>
O amor do prximo, e o amor da patria, que ca-
raclejisam a lodos os que me ouvem. applaudir3o as
conrlusies, que ah doixo enunciadas, esquecendo o
desaso, com que foram formuladas, fazendo juslira
os seamentos, que as diclaram, senlimntos que
palpitam em lodosos nobres cora(es, qae aqu ts-
tao. 1 lutro-ini, permillir-inc-ho, que nAo termine,
sem que faca algumas ronsideraroes anlogas ao as-
sumplo, com relacAo ao Urasil, em orrlem a soltar
deste nobre recinto mais um brado d' nialheina 10
'rauco, em ordem a roncorrer como o meu fraco con-
liugentc para o desvauerimeiilo de preoccupetaca
eslrcilas da puucas cabecas, que entre nos n?o ap-
plaudem anida decididamente a cvlinccao do abonii-
navel tialico da exploracao do liomem pelo lioinem.
Islo alias nao sera.inais do que considerar a queslao
do programla com reJacSe a nos.
fcxpnrt.inio
^e^^-Vork. patacho americano uFandilaa, ie-Ji'1
toneladas, comtuzin o seguiute : J,:ltHl sarros com
tLOtt arrobas de assucar.
Aseo', palliabole brasiieiro ul'iedaile, de til to-
neladas, cointozo o segainte : '.' votumes la-
zeudasv iiiin r/.s c nutras mercaduras, -JX vidumes
diversos teneros.
Valpgraiio, brigue hambnrcaei aNew-Ed, de
-i" toneladas, condiizio o legniBle : 't,"O0 soceos
com i,SI arrobas e |(> libras de assucar.
RECKB8UOKIA l)K KNDAS
inaos, ra da Cruz n. :i-
Para o ilio de
Janeiro
Kcndimcnto
dem do dia -".
Anda um pedido
Ao Sr. Santa Hosa pede-se quuira, no
V..I/X lIi .!. ,1' \ I I 1,1, V- tIC,- I I -1,1,,.. 1
RAES DE PKRNAMRUCO. I cene tat^a, passagen os c esnavos a l'retc : espectculo pastoril de sabbedo, fazer el-
lo do dia 1 a js |8:l:il50.7alri1''' com Cijetano Cyriaco da C. M., na lea parte daMAMA" VOVO, que
ia -.".1........ t.Ki.-,st roa da Cadea do Kccil'e n. >, ou cometa- >. ____t 1,
________w_!pit3o. lanos iippliiusosolilexe, segu uestes dias o patacho llenrique, capi-
l.\ I BKNAS tiE-1 ? Joa1"im Antonio Goncalves Santos ; re-
e\communhoes, etfc., preeo. Ki
DITA DE AI.MANAK, a qual alera dos
rae/es, conteni aiaanak civil, admi-
nistrativo, commenial, c industrial da
provincia, por.........500
I odas estas 'olninlias sao itnpressas era
bom papel e exccUeatte lypo, e vendem-
se era porcao ea iciallm: na livraria da
praca da Independencia us. fieS.
putgos i'ixos.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 2% ... 15JO00
Dita de 36 > 'O90011
Dita de 48 ... 23c000
Dita de 60 ... 30js000
Tubos avulsos a tsooo
Frascos dc tintura de meia onca. -jsiioo
Manual de medicina homenpathica de Dr. Jahr rom o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica do Dr. Ilenry........
Iratanietito do cholera morbus..........
Repertorio do Dr. Mello Moraes.........
.ruooo
lOfftOO
j/OOo
6/000
GA8IHETE PORTUGEZ
dr
DE
hJxistindo em poder dos senhores acc
'justiqa, thesouro nacinal, secretaria
i estado e mais reparticoes publicas.
Incumbe-se dn tirar com a maior brevida-
j de possivel diplomas, patentes, I cencas para
I casamentos, tanto do bispado do Riu de Ja
; neiro, como de ijualqucr nutro, cujo imp
---------- p
18:7*78538
CONSULADO PROVINCIAL.
Keiidimenlo dodia 1 1 .'s..... 7
dem do dii -.11.......
salir com
tarca Kecife,
;:7T.-.-til
MDtmcntP
s>(5 pQtXO,
tajpdem 1 desapparecer, sao coiiseqaencia inevilave|
da Iran-ir.io 1I0 abjsmo : e por houra soa c d;\ hu-
mauidadu proclaman!, que, maiores, mais duraveis
qne fotsem os inconvenientes, o passo foi ganbo de
causa para a civilsaciio do mando.
1) que pode querer mais a economa polilica '.'
I ,-laliidecida a gualdade da prodocc3o [cate que
neg' nao se pode dizer, qne o Irabalho livre he
inoitissiino mais barato, pois se tem o ganho enorme
da ausencia do erime da escravidao '.'
Levemos a queslao mais adianle ; consideremos,
bstraecao feta de ludo mais, rlous bracos livres e
dons bracos escravos a trabalbarem. Qoaea d'elles
sero mais productivos, e consegoiutemeute menos
caros '.' A mais ampia experiencia, dii Mac Culloch,
demonslrou que o Irabalho dos homens livres lie o
mais baratu ; pois qae a apalhia, a preguica, o
dcfcoido dos escravoTr sao mais quesalVicienlcs paro
rnnlralidldiirar os precos inferiores, pelos quaes se
poderia usar de seus servicos.
MacLullorh, porem, he dos abolicionistas prati-
cos : dw. que a qnesto lorna-se incoulroversa,
quando se Irata de livres e escravos', uascidos ons e
onlms no mesmo paiz, aptos lodos pasa o trabalho ;
mas.qae permanece no p de controversia,qnanto aos
productos iulerlropiracs, especialmeuta a canna de
assucar. Para este economista a calina de assucar
he o chefe dos tralicantes negreirn<, o passaporle da
escravalora.
Para miiu he Diese iucoiicuss,i,que o trabalhn li-
vre he mais prodoclivo, que o Irabalho escravo. Islo
digoo, por considerar a quesir.0 n'um terreno pura-
mente econmico : quaesquer que fosse os resulludos,
losseo verdadeiras as previsoes dos Iralicanles, e
abolicionistas praticos, a quesillo para mim es|j sol-
vida.
O ti al allio he socio dohomem, a liberdade li o|
mais nolire predicado do hornero, o Irabalho e a li- i
berdade sao alliados .10 artice do liomem. (I rgimen
A/ric.i, quem comidi,ir as imnieuos lacenas da
ri\ilisac;lo, rteixara' poetar a nossa proposicilo.
!i Scholrliernb. nt.
10 Cm, c. |5 v. \-2.
11 I I ; tialnl. r. :t v. Ti.
|:l Sclurleher, or. nt.Herrera,
ti Schlnelier (ib. cil.
A res|ieiio do Brasil vogl lauto 011 quanlo a Ihco-
ria dc Mac Culloch, e outros abolicionistas puliros,
de que a canoa de assucar he o bil d'iinleiunidade
da escravidflo. Mas, porque o africano livre, o bra-
siieiro de cor, n brasiieiro branco, nascido ueste cli-
ma, nao servirao para a riilturf do solo desle clima '.'
tlt-os provoou ;, Afrieio de nsgroa pera rullora da
caima de assucar as Indias occidenlaes. e na Ame-
rica ".'
Agora, einquanto a cscrevaliira alii esla', cmquan*
to o trabalho agrcola se.acba como que mateado
pelo ferrete do escravo. emquanlo o seuhorio quasi
absoluto do humera icio liomem, loma em geral du-
ro e repeliente o aspecto de nossos proprietarios de
Ierras para trabalbadorcs livres, emquanlo nao aug-
menta'considtravelmente a popularan livre nacional,
ea eslrangeira por emi^racao, o trabalho do escra-
vo lalve seja mais productivo e mais barato em cer-
tas condicc,es dadas, e a emaueipcio st/ia a ruina
do thesouro publico pela indemnisarao. e da lavoura
pola 1 p'r; ur l..ir iu da transicAo. Mas, porvenlura por
que islo assim he, seSBe-ee, que assim deve ser, qae
scr sempre "' Njo, felir.meole nJo. Lm dia as
romlicees tarto oijlras ; e a emanciparlo dos ne-
gros, que de algunia sorlesera' lambem emaucipai;3o
dos homens livres do llrasil, pois abrir-lhesdia a a-
sricullura, que, ao contrario de mis, era a uduslria
mais acatada em Itoma uns lempos da escravidao, a
einaucipacilo dos escravos, digo, podera' Iraduzir-se
em faci.
l'ara islo o prirceiro passo esta' dado, a ahnlirao
do trauco. Honra e gloria ao Boato Moiurcha, de
quera parti o brado mais enrgico contra o odioso
trauco do homom.pelo homem.Iouvores eos governos
qae tem tomado seriamente a peiUi a caritiesa larela,
parabeusao geral dos hrasileiros, que de corarte re-
pellem, de Bonito lempo, o traTicodc escravos. A In
alaterra tomn um encargo sublime ; cumpriudo-o
porem, ella o nosso respeilo abn-ou de sen poder
maritimo. O brasiieiro, sem desccr de soa nobreza
e altivez, fechava os olhus aos desacatos, porque o
combale seria desigual ; esperando provar,como ali-
al provou, que a abllela do trafico entre nos era
Navios entrados no dia *JS.
Liverpool36dia*,, barra inglesa tienevieve, de
^it toneladas, capitn John Tornar, equipaaem
l, cama fazeudas e mais gneros ; a James Ki-
der o Companhia. tWU'iire a Liverpool. Pas-
naeiros, Petcr Jaylor, ijeorge Hile Teyior, Jo-
teph Jmige, Knbert Kickpalrick, sua senhnra e 1
lilho.
Marselha e porlos ifitennedios21 das, vapor Iran-
cez eBysanlina, commindanle Duchainp. seguio
para a Itahia e Kin de Janeiro.
Navios sabidos no mesmo dia.
Cal BrigoeInglez "Hacen., capitn E. I'iilrkerd,
carga assucar.
Valporaisollriinehainbnrguez elxoxv-Ed>, capitn
T. Stolzenliorgr, car^a aetoeer*
a pial Ion a maior paite
Tegamento prompto: para o
*'t*xtt!tcz.
Pata o l!io de Janeiro
muila brevidade a nova
!I?!ZfiE d"c P'imt'ia marcha, presadaeencavilha-
' dade cobre,
de seu ca
restante e passageiros, para os quaes tem
excelientes commodos, trata-seeom Ma-
noel Francisco da Silva Carneo, na rna
do Collccio n. 1">, terceiro andar oti'coin
o capitao a bordo.
Paral.isboa pretendesalcr com a inaior
brevidade a barca portuguesa Cratido :
quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, trate com os consignatarios TI10-
maz de Aquino Fonseca j Filbo, na ra do
Vigario n. 19 primeiro andar, ou com o ca-
pitSo na praca.
I'ara o Hio de Janeiro salte o brigue na-
cional Adulpbo, capitSo Manoel IVreira de
Sa ; para o resto da pouca carga que Ihe fal-
ta, passageiros e escravos a frelu, trsta-se
com Eduardo Ferreira Hallar.
COMI'AMHA INDEMNISADOBA.
A direcQao da companhia la/ scieute aos
Srs. accionistas, que sendo approvado pela
asscmbica geral .le :H do crrante o divi-
dendo de 20 por cento sobre Ofcapital reali-
sado, sera salisfelto no escriptorio da com-
panhia, das iu as II horas da Larde. Recifi
11
O patacho Santa Cruz li:r
para o dia 'II do me/ con et
be csrga : a tratar com <..,..,,
*ra~
ei ,1 sabida
; ainJi 011-
C1 naco da
'I1
remlas, ,1 executouj.O dilcctaiitc.
.'^*l.''i.'"'..-'".,.-''.-". *,ij'l" -" '-, n.iO.^r,
- -.......-.......-:....-..,:-...-.iyVjv2?5ir
AO PtBLICO. S
I 1/.-se sciento a bvlos os inte- 5?
restados, que do da r> de
[evere- ^
ires aceto- dimenlu exija r.revr; dn internuncio aposto
msUs.e subscriptores alguns volumes de; lico, ttulos de coudccoracoe,s e outros c
Obras bastante demorados, e causando estas I merce imperial, nao so para dentro da rort,
lallas transtorno no expediente, onde develcorno para as provincias do imperto.
haver toda a tegulandade. a dtreccao pede i incumbe-se de receber 110 thesouro. d-
aos mesmos senhores hajam de mandar en- Vldaij de exercicios lindos, etc. e de robrar
tregar o mais breve possivel os mesmos vo- dividas dentro da corte,
lumes. Achando-se grande numera de obras Inquira testemunhas as causas c.veis, a
intil.sadas, urnas por talla de folhas e es- sjsjsajgur, qlle este servico sera desempenlia
lampas e outras rasgadas, pede igualmente Jo de um modo conveniente c satisfactorio
a direccao aos senhores accionistas c subs- as partes, tanto na corte, como lora della.
crt plores, que prestem toda a atteocSo a
este particular, recommendaudo aos seus
portadores que no transito do gabinete para
cisa tenliam todo o cuidado rom as obras
que vio buscar. Novament faz ver a direc-
q.io, que o expediente do gabinete lie das ft
Encarrega-se de causas cuino desde n seu
romi'co ate o julgametitn peranle o juri,
tendo par3 isso procuraco da parte.
Trata de appella;ocs, pronmvendo SM
prompto andamento. .
'arante em ludo a maior actividadede sua
hoias da matihaa as da tarde, e das i as 9 < parle> zci0 probidade e JK rasoavcl.
da noite. Secretaria do t.abinele Porlnguez primeiro.-Nas causas em ui
O
to do bairro de Santo Antonio do ^ j
Recife, e que alii se dar' prom~
protnp- -;; 1 |
*^ to expediente as conciliares, aos ^s
'}' julgamentos de pequeas deman-
'/ das, a's questops de almtaceria, :
d-; Leilura 39 de Janeiro de 1897.'JoSolose
dc Lima, -2.-secretario.
t COTRAL 110- I
IEOPATHI
Dt)
\p tsdelocacoes deserviros sstran- >
geiros, a's dos tetraos de bem
vi- m
W ver,etc., etc.. a ludo, emfim,que M
%ir For da competencia do referido m
petencia do referido tjp
i?; J11/.0.
O As audiencias seriio a's tercas e
\[: sextas-leiras, a's 2 horas da tar-
*,j de, e o |iii/. despacha das 'i da
];. manli.i.i ate as I I horas do dia, na
-;,? rasa de sua residencia, < desta
i,'- ultima hora em diante, em qual-
;,r (|uer parle onde for encontrado.

::
DR. SABINO O. L PINHO.
Hita ae Santo Amaro y Mundo Noo)
i NUMERO.
sj) Vendem-e nicamente oesll botica os mais _
Q acreditados luedicaineiiloshomcopathicos, por AJ
preros iiiiii1..! commodos. Sf
{ A acc.io ilesles medicamentos beiao promp- K
la e eicaz, que tem merecido as honras da js
^ preierencia em lorias as partes dt> imperio, $C
onde lem sido cxpeiimeulados.
Cada tubo avaba......I9OOO
C.nla vtdre de Halara tOUtl
^ t^arleiras i> caixinbas cm medicamentos.
.desde l> ale Mojono.
Thesouro homeopalbieu ou
BJ
:
^Ml
ARSEiAL DUilEKUA-
27 de Janeiro de 1857. Os directores da IC. M.,_ na rna da Cadea do Recii'e 11.2.
companhia, J0S0 Ignacio de Uedeiros Reg.I Paraailha deS. Miguel, o brigue por-
Joao da Silva RgadasJ. J. Tasso Ju-!tuguezOliveira, lem prompto quasi lodo o
sen carregainento, o pretende sabir nestos
quinze dias: quem pretender carregar ou ir
do passagetn, podera enlendcr-se com Joilo
lavares Cordeiro, na ra da Madre de Dos
n. 36.
Pita o .carac com escala
peto Ce r
Sahir impretcrivclmenlc at.- o dia de
l'evereiro o hiate Acaracu, recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Gouveia A l.eite : na
ra do Oucintado n. 7.
Companhia
Pornambucana.
obra puramente BOSsa,
t brasiieiro c,m\enceu-se d>i que se o trabalho do
escravo era, como ja dissemes, mais productivo
e barato, dependia isto das eoadicSai acluaes,
que, una vp desapparecidas, abrirao esparo ao
principio eeooomieo ineenlettavel, queo irabalho
do liomem livre he mais productivo e mais barato,
que o do servo da gleba, do servo dosvitema das
castas, do escravo.
A escravidao be o escndalo da humanidade, e
Jesus Christo proferia anadenla conlra o causador
do escndalo.
Kecife l"> de dei'emhro de IS.V.
4nigin Ji.slinianoila Sitia Guimaratt.
I&vmmtwip.


rAtA lio RECIFB -ti l)B JANEIRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colacfies nlirriaes.
Auueai mascavado :ij|jn por arroba rom sacco.
rrederiio IMtlltiard.presidente.
/'. Boratt, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -JXd. (iOd. v.
Parle, 3M a lili r. por fr.
Lisboa, U.'i por de premio.
* Rio de Janeiro, '2 por fl|o de deeooDto.
Acces do Ilanco, iu a 1", de premio.
ir companhia dc lleberibe .itSOOll.
companhia Pcr-:ambucana ao par.
i ir I (ilidade Publica, MO piircenloda premio.
11 .1 lndemiiisadora. ~r2 idera.
69 De ordem do lllm. Sr. coronel director,
9 iio pelo prsenle convidados os Srs. ciiiisig-*
9 naturios jua coinmandaies de navius, que le- Zj
ti nham de secuir para a provincia do Gear, a @
tL roniparecerem no mesmo arsensl. alim de S
C- se ciuilralar a cunjiicran para a referida pro- (
M vincia, de diversos caixdes cun lardaineuto. 9
i Areenal de suerra -JS de Janeiro de IS"i7. f$
g O escripturario interino nearregado do ex- 4
ii pedienle, Antonio Francisco de Sean Ma- @
sa _. Ili.i-:- Jnior. ;j
se n y-- ^:? '*:: a-##
k dreCQSo do exlinclo banco do Per-
nainbuco la /. sciente aos Srs accionistas que
acha-se auturisado o thesoureiro da caixa
lilial elVertuar o pagamento do dividendo
leito pelo banco do Brasil, do semestre lindo
em 3<>denovemhro ultimo, que corresponde
a 69352,94rS. por cada aCQSo realisada da-
quelle banco extincto.liecife -Jti de Janeiro
de is.7.^oao Ignacio de Uedeiros liego,
secretario.
58wKa;i,'S-:-.r-@?5g:s*#9ae>
% De ordem do lllm. Sr. rorouel direcior, he 9i
jC pelopresente chamado a cninparecnr uo mesmo J
arsenal, para objecto de sersico. 9 aji.danle II vapor Iti 4 R \SS1-acha-se a rar-a nar. ns or
q VI '! aU'e vTa?"* |U5 "',v-- 5 liarra-Crande. P,ra onde salina .,,'s hora* da ma-
llesc.pluraro .uterino e amarrando doios- 9 8HIa ccMd tt lm.iordia ;, ,, r,IIU,nl,, e"0
S H\11 1 a"C'SC SM" ''"" I pedienle lechado as S horas da la.d.de"ll
,% -mim-i"* Jnior. ,->
Companhia
peniambucaiia tl.e iiave-
nacao costeira a .vapor.
f) oonselha de direccSo, cm observancia
do art. o Jos estatutos, convida us senho-
res accionistas para a assembla geral na
Sala da Associagao Coninicrcial, as 111 horas
da matihaa de 31 do correle.
O secretario
Antonio Marques de Amorim.
De iiriicm do lllm. Sr. eorouel director se 9
j5 fa publico, qoe se precisa comprar brim SJ
1(. branco lito, algodaoziHbo e fa/.end.i eici.ra f
S appropnada para uso dos epreadbwi meno- ^
res 110 servico das offleinas: quem Lies arti- J^.
$ os I i ver e quizer vender, podera compare- ^
S cer na sala da direrloria, no dia de feverei- j
SJ ro vinilouro, as 11 horas do da, munidos das ,':f
Q respectivas amostras e propostas em crta fe- $
U diada. ^
Arsenal de guerra de l'ernainl.uco 2'.\ de
I @ Janeiro de 1S",7.-I> cs,.ripiur,,n0 ...lerno jg
I 9 enearregado do espediente, Antonio Kran- s
cisco I .'!!/1 Uagalhaea Jnior. j
#>$>|llR;i-afi,r!??::tPJt
COK5EU10 ADMINISTRA OVO.
0 conselho administrativo lem de comprar
1 o seguinto :
Para o arsenal de guerra.
1 eiragens de latSo para cinturoes -2,30%,
1 ditas de dito para moxtlas pelo novo modelo
3,354.
Juem quizer vender apretante as suas pro-
postas em carias lechadas na secretaria do
-!.': Oescrivo mora na ra de San- A
.;- Kiancisco, sobrado n li. v'-
V^-i^-;"-i''-v'--;;-v'-'"- -''-.'."-.'.'-.-'..'. Propagaade homeopailuca em
......"*> | Pernambuco ...... 4
PotassH e cal 1
hoineopalba, obra i'-stncialinenle indiapen- ^
sv savel a quem deseja empregar a bomeopa- K
W IhiS a.........1ISMNI
fir I r, Liiiirn homeopallnco do K' clinlera-iuiirbus......|-imi
9
' i fii Pernambuco......< SKHi
N. B.Para conhecimenln do pnbl
sa-se que o Ur Pires Ramos Jnior, nao lie ti
cm que for procu-
rador o seu honorario ser a inclade do que
tiver o advogado.
Segundo.as appellaccs o honorario se-
ra de Iliiy ts., inclusive a paga do advogado
e procurador at a decisSo dc revista ; nesti
^ honorario n3o se inclucm as despezas com
55 sello, revalidacSo de sello, preparos e ex.-
.,- tracr;ao de senlcnga. U honorario da appel
lacao ser pago adianlado, e as despezas a
medida que se tizerem.
Terceiro.Cada inquirico de testemuiiha
na corte 10/ rs., clora o que se conven
cionar.
Quarto.Nas causas crimes o que se con-
vencionar.
Quinto.Com a procuracSn ser remi-lti
9 da carta de ordens para pessoa desta corb
fc que satisfaca as despezas.
j Sexto.Todos os mezes recebera- a part'\
@ urna nota sticcinta do estado da cansa .
vade-mecum do 'ludo se prctendor mudar de procurador
basta que o coinmunique por escripln, qejr
immediatamctilc se subslabclecera a procu
racio na pessoa desiguada, dando-se-lhe o-
esclarec metilos necessaros.
Podera ser procurado lodos OS dias cm SSM
morada, uta da Misericordia n. s ate as
.vi- 3! ,,0rasda manhaa, c das da tarde em dianic
nao be i ',as horas da manhaa ale is 3 da lard'
! estrada de ferro 20 por Qfn de premio i conselho as 10 horas do dia i de levereirode
Disconto de Icltras, dc X a 10.
Dito do bancoa 10.
Oiiro.(Incas despalilllas. .
Moedan de 6*400 vellias .
i o 69(00 novas .
.i IjlOOO. .
Prala.Palaroes brsiileiros. .
Pesos columnari'ss. .
1 prximo viudouro.
I. Sala das sesses do conselho adrninistra-
* irSooo ,ix"- p>lra for,u','iim'nl" "" arsenal .le guerra
coronel presidente interino.Bernardo Pe-
rcha do Carino Jnior, vogal e secretario.
Espera-sc dosul e secue pira Europa alo o dia ti
dc fevereim punco mais ou menos, n vapor liam-
borgoea I UEUTONIA : qualquer inlorinato com
os agentes N. O. Bieber&C, ruada Cruz n. .
Para a Baha,
O palliabole nacional bous Amigos segu
para a ahia no primeiro de feverciro, so re-
cebe algtima carga miuda : os prelendentes
entendam-se rom seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, na ra da Cru/
n. 1.
:).
vi ligera.
Noantigoeja' bem condecido deposi-
to da ra da Cudria do Reci(e, escripto-
rio ii. 12, lia para vender muito supe-
rior polassa da Itussia, dita do Rio de Ja-
neiro e cal vii/jein de Lisboa em pedia,
tndo a precos muito lavoraveis, com os
quaes-licarao os ompradores satisfeitos.
Venderse batatal a lyOOO a arro-
ba : no annazem le Luiz Anncs, de-
fronte da porta da alfendega.
0 abaixo assignado vem ante o respei-
tavel publico avisar, que ninguetn poder
comprar a Francisco Joao do Pilar, "Fran-
cisco Tbeo.loio de Maccdo. rsula das Vir-
gens Hadeira e Seeundina Francisca de la-
cedo, os escravo ceguintes: Jos Antonio,
Prisciliatio, Antonio, Silvana, Roberta, l!e-
nedicta, Mara daGot)ceico o Euzebia, cujos
bens perleucem aoc/al de que he meciro
o abaixo assignado, assim como um sitio dc
mangueiras com gasa de vivenda, urna [iraca
de salinas dous sitios do currar-s.uma canna,
um silio de coqueiros com duas casas de vi-
venda e um caixao de dita de tijolo, ludo
perlenccnlc ao mesmo casal, sendo que ain-
d* nao l'oram partilhadosos ditos bens, pro-
testando o abaixo assignado anuular loda c
cualuuer venda qu fizerem os referidos
Recite 29 de janein, de iSJT.---.Manoel Flo-
rentino de Miranda e Xlbuquerqtie.
Dcsappareceu, bontem AS, da fabrica
de charutos do aterro da Boa-Vista n. 77, -2
lullielcs inteiros n. 3487 c n. 3183, um meio
bilote n, 1758 e um quarto n. 2873, da se-
gunda parte da stima ioteri da matriz da
Boa-Vista, que ha fie correr no dia :ti, por
jsso previne-se oo 3r. Ihesoureiro ouaoSr.
I'._J. I.ayme por quem sao garantidos;, que
nao paguem qualquer premio que saia senao
ao abaiAO assignado.Jos tioncalves da
Silva.
i major lo segundo batalbSo de n-
fantaria Fernando Machado de Souza declara,
n;) ;s Baha.
ti veleiro eberc conhocido patacho nacio-
nal Esperanca pretende seguir para a Baha
at o dia s le l'evereiro, lem prompto me-
tade do sen catregamcnlo |iara o resto Ira-
ta-se com osen consignatario Antonio Luiz
de Oliveira A/.evedo, na ra da Cruz n. 1.
mais c.iixeiro da botica central honieopalliiea. Ti na lua Direila n. 15, escriptorio d'advocarie
! V e nem lem interferencia alunia em suas upe- do Kxill. Sr. senador Joao Antonio dc Mi
\ raojee. (g randa.
\3***GmmiB999-*9m999t2f%K$t N. B.-O signatario do presente impresa
*este eis das tem de ser publicada I sendo Bino do norte, ligado ao norte por
A REGENERACA'O, peridico politico-!l,ilscio.ento, familia e interesses, jamis sr
III letal, eicripto sol a direccao do Di. Je- P0UPara d prestar os seus servicos a lodos
ronymo Vilella de Castro lavares. Salii- ^.X^p^!I !Iit!i qiUe2J ****"
-, | pcuuenlo da capital do imperio.
i a litas ve/es por semana, e n nnmwml _______/
-ni.nem sr stribuira' entts! Tol^|WllB"'""*JMUBPOn>^i
aq'uelleii que quizerem subscrever paraifl \0 i'l .1.1(0.
esse peridico, dirijatn-st: a'liviatia das-i B ^ armizem de fazendas_ baraus, roa do
sica, pateo do Collegio ni. 2 ; a' loja do M Collegio n.* 2,
Sr. V. P. Villas-ltoas. Cabupa' n. 7 ; a'' S vcnd(!'iem completo sortimento de fa-
livraria universal, ruado ColWio 20. fl zend,s GrosM'. P<>r barato
liecife 28 de Janeiro de 185?^-OsHe- 1 f'T qu* em T*T^T pir,e'
dactores I porcoes nomo s relalho. amaa-
.<, -...-........................... -^-v s fando-se eos compradores nm so MBS
;^f--";''' '<.?! .:.--..-. ..V^ft? 3 para todos: este eslabelecimento ebrio-se
^ O i. Pedro Antonio Cesar, C?;s le eombinajo com a maior parto das et.
y medico pela Faculdade de Med- 0,38 M commerciaes inglezas, frenceza, alle-
v3 cia da Hahia, tendo cltc'i'ado tes- @i|Jt mos e suissas, para vender fazendas mais
^J ta cid.ide, partici pa aos seus ami- QIS em conU do ('ue ** tem ^o^o, o por isto
vi? Gos eao publico desta capital, que ^'S"erec8M olle maiores vanlagens do qae
% esta' prompto para rxercer as S^.jS oulro O funches de sua prolissao, e pode fi 3 Prlanle "elecimenlo convida i todos
-;;:- ser procurado na casa desua re- Q H "1T* **""?' \mJ?m ge^,,
@ sidencia, a' ra Direila n. 100, ^|g ^^n!n,T {\\ "" '^
S ,. ..... tn a .'t resses) comprar fazendas baratas: no ar-
f secundo andar. ^ 2 mazem da ra do Collegio n. 2, d,_An-
-.., A pobreza tem consultasgratu- m tonio Luiz dos Santos* Roliat.
S lamente, das ti as 0 Loras da \WmK*XmMmMmiiMUUUUm
C'? manh.ia.
":Q:.
AVISO P.va O PARA'.
Hescja-se saber se existe nossa provincia
Mafalda de tal, tillia de Josepha de tal, cuja
mai foi casada com um K. de tal Teixeira ;
assim como si; existe Colotinda de tal, O i
lime da niii desta se ignora ; estas duas i
lucilinas tem a receber cm Pernambuco,' j-. i-,
una deixa, a qual foi deixada pelo lallcci-. tS(WlIWlOtfWlt t 0 .>0/.~//,
continua a vender
... ... .*. ... ... .', .,-'. xtv J1. A
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
do lenunte-coroncl de iul'anlaria Caetano
Alberto Teixeira Cavalcanti. Cstasduas me-
ninas ou pessoa bablilada por ellas podem
lirigir-se a esta provincia : na ra doCol-j
que ao retirar-sc desla provincia para a das : 'e8' 5i taberna.
Magoasnada absolutamente llcou a dever "* Arrenda-se unidos melhores sitios, o
a possoa algutna, |i rouem saldar promp la e puntualmente lo- ra'''.'' (lual Oulr'ora perlenceu ao fallecido
Jos Antonio Correa Jnior, com boa e ex
das as suas cotilas.
O major do segundo batalhao de in-
lantaria Fernando Machado do Souza, em
ra/.ao desua repentina partida para Macen-,
nao leve lempo para despedr-se pessoal-
mete han >i'i de todas as pessoas ijue ncsia
cidade o penhoraram com a sua honrosa a-
mis ule, e singular benevolencia, como dos
seus nobres compaul.eiros d'annas, por cuja
clase para.o Rio| Grande do Sul, | omissaojnvolunUrJs nede-lhes desculpa, e
ao mesm qualquerjnarte onde seachar, o sen dimi-
nuto presumo, nutro sim, nao Ihe sendo
possivel cm lempo ajlgum olvidar-se do
relenlo casa, i|U0 pode acconimodar duas
grandes familias, pintada e caiada de novo,
casa para feilor e para pretOS, coihcira para
; @ ixM@iyii
(sendo falso o pie for vendido em outra
qualquer parte.)
lioli L'AllecteuT.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez em vidros.
Klixir anli-nsmalliico.
Frascos dc bocea larga rom rollias, lf
a 12 libras.
Ruciios-Ayrcs on OUtro ipialquer porto do
imperio, o bem ronhecdo brigue Feliz Des-
tino : |uem pretender dirija-se a ra da Ca-
deia do Recife, escriptorio de Manoel Con-
quim da Silva, ou ao capitao a bordo.
no escriptorio de Paula santos, ra do
Amorim n. 18, d.S '.' horas as 1 da larde.
-- Precisa-sede urna ama peca, para casa
tactor franco c his|ulalciro dos bciosos per- | de pouca familia : na ra da Cadea Velha
nambucanbs, desde ja Ibes tssegura eino I"* 31 -
ivallos, e urna gran-, i
le baixa com capim, que pode sustentar 8
cavallos annualtrenle, nuil niiiitos arxore- :,;&:.A::.;:.^ .-..- .;::.-...X.-..-J: .
dos de Inicio ja dando, e um pequeo jar- y-. "' '
i tu que podera ser augmentado conforme o .''.".
go.-to da pessoa, Ion. boa agua dc beber, e *-tf'
um escolente tanque para banho : a tratar

Ao respeitavel
publico.
%
procurara sempre dar-Ibes nao
equvocos
O abaixo assignado, leudo le retirar- s,i |,r;
testemunhus do seu acrisolado i cconheci- s,e Para '"ra ",l c"iilJ(! tratar de sua sando, .;';. centrar, Je todas as
O agente Pestaa Tara IcilSo d grande ment,
porr^So de obras de marcmeria novas e usa- i No mallo sao as galinhas accomme'ui-
-..... 'as. < onsistindo em cadeiras, mesas redon- das pelas raposas, c lia praca ef lio sondo or
26 de Janeiro dc l857.-Antomo Comes l.eal, das, ditas elsticas para janlar. guerda-rou- cortos sugeltnhos .(o charuto a hocen
ri \ xoy.v N. 1S.
;.. loja de fuenda e napa feita de N. v. I i- .-'.
J: jii, omle encontraran Ikmis fragoeiei ai '
mais bem arahaiins que ae poilrin en
'res e qoalii)a1e, e ft
ueixi: por enearregado de sous negocios ao a i<~ii -le aceitar menos ultra* de eiimmmeu-
inexicanos.
'.I-IMHI
J-Ml
2JOO0
ISKtitl
Itenttiinenlorlo
Idam do dia J!
AI.KANDECA.
.lia I a 8 .
l:fc2:5iSSi1l
-js:.">:i.l-i.o.'
I6l:06lri:|
*M
DE
im
I Sr. Candido Rodolpho Peres. Recife as de
Janeiro dc 1837.
Jos Jeronwno do .Nasciiueoto.
lias, por ler inaior pnrc.ln
obras, a das enconiiiieiiifaila>.
orno e prata, relogios deouro patciiteinglez,' cegueirajutii
m
Des. arregam ho/c :< de Janeiro.
Escuna inelexaSceaa bacallin.
Brigoe in;leil'uriiacervea.
I., Foi e maneira, pela nal pode Iraduiir,sera Barca inalezaHindooteisas, cerveja c lerr,..
liii-.n. |i"iluuueiCuuslauledicrnn gneros.
APOL-i.
SABBDO 51 DE JAAKIKO.
e se acham patentes ao exame dos compra-
dores : sexta-feira 30 do crrente s ti horas
da manhaa, em seu armazem rna da l.adeia
do liecife n. .",5.
0 agente Borja far leilo em seu ar-
ma/ein na rna do Collegio n. 15, de um mag-
nifico sortimento de obras do marcineria^de
Lotera da pro-
vincia.
ile ililTereules *\:
aumenlar o .;'j
e para mais ..^
sera liara lodos ''
prefo a dinheiro. *
Perfumaras finissimat.
"i" bem servir a seus ilonos,
IJ um
Na loja de miudezas da boa lama na ra
do Queimado n. 33 encontra-se sempre um
(.(iRIW AMANHAA. rico soilimenlo de perfumaras detodasas
n abaixo assignado anda tem um resto de' qualidades, inglezas e rrancezas, sendo dos
dheics as lujas ja au- melhores autores que ha em Paris e Lon-
dres, a sabor : agua de Colonia muito boa
iiaiio ii,,o se consent lanas patadas que 111V Por Salusliaiio de Aqiiinp Ferreira sala,;
coiiiuiodam a visinbanca, lembrando-se que'
cirriimliiqii'O, o termo sensiblera, indo hosoar ana-
loga da planta sensitiva. Pe,;o venia aos pliiluloos,
a|oe enlendem que a liflgaa portuem/a parnu em
Mnraas e Cnnilanrin. a> qu BSIUNMesn er o mxi-
mo do<> erinKM ualatr.iliar urna palavra da iingoa
francesa, fenso qne aqm se nl.i da
;1C Anli-Slavdr'- Reprter, n. do i.- de atem-
bro di 1S0.
;I7, Coquehu Dirr. a'lr. 1'nl.
18 darnierKtrmenlat W7-r. /'o/.
119; SclioelcherOb. cil.
:.f)[ Porqoe esta ia tnuito louga, reservamoi os
pormennre. ln qneshlo economice para o debate da
argai$9o
deouro e piala, relogios [latente ingle/, su-
Oaeloi sania Roa,nao podende resulir aos ped- isso, etc., vidros linos e luuca para servico
acceder a elles, e propP-.e 3 ensaia lomis para llull,4'""'--'-'as Iranco/.as modet-
tven HUabseroMapeilevel pablico desle eidadi 1 ni-simas. Irascos de vuiro dp bocea larga,
0 prosramma =ei annunciadn por esta folln. Ucna porcao de cha bysson fino, cafe e arroz
Os bilbetes de camarotes, platea e galleria o polo em saccas, varios barris de ptima manteig 1
mesmo preco ,a aooanciado. e o devanadas saolinglcza e francesa, queijos hambiirgue/es,!
x.....; meu amigo, dutro oflicio, cohiba-se,
do contrario passarepos a ser mais portu-
guezes; oceupe OS seus fmulos no servico
de fumo labaco que |he he mais airoso;
assim ionio veja que no recinto de urna cif; noticiadas.
consent lautas paUdas que it.V j Por Saluslisuo de Aqumo Ferreira sahao para barba dc crome dr amendoas,
...nra, lemhraiido-sc que Jos Fortunato dos Santos Porto asua de l.-nanh muito aunarior vina-r-
todas as quadades, diversos pianos, obras, ha autoridades te, n.os, le bem river.edesl loSo BapUsU Carneiro da Cunha, .en- JSm!p7rS^X^SSS^SX
nejo pornarie ua polica. lid., i 1 anuos de pratica de advogado, provisio- lo lina em ricos vasos, extractos de mudas
-- A 111a ito sil....ialassagr.il da Magda-V nado pela rclacao de Pernambuco, em vir- qualidadcs, exlractos proprios para bolso da
lena, ua. a. j. ,10 Nellp, nao pode verifica r-se lude de exame que presin em .Invito civil esludsnte, essencias de varias quadades.
no lempo annunciadji
bi"
10 lempo annuncladb por exist rom muitos e criminal, tendo alem disto exercido divcr- opiato o melhor que ha para limpar dentes.
iiilhetes por exirahir, So .-, extraccilo for Isos empregos de lazenda de judicatura du- p< para limpar os denlos, e oulras minias
uii,cienie correr com a pnnyi,-a da corte \rante esse lempo, agora autorisadu pola re- cousas que no deixaro de pangar aos se-
loltir, nu lunnirn ir. rtm .1-. .nn-..^ -.-A .l-r,s- I- ^...^ .__,.. i_ .- T
do Rio de Janeiro,
timo.
MUTILADO
orne? de marco pro-faco da corte, traa de negocios ldiciaes1 nhores compradores, e que'ludo sp vende
extrajudiciaes em todos os Iribunaes de; por procinho muito barato.


JM %
L



DIARIO DE PERNAMBIXO, SEXTA FEIRA 50 DE JANEIRO DE
1S.i
I
DE
Bristols.
- Precisa-se de uma ama qnesaiba co-
zinhar, para una casa de pouca familia : n
prac,a do C.orpo Santo n. 1
" j
IH)
XABOFE
Vende-se nicamente na botica do-Sr. An-
tonio Podro da S. Neves, na ra da Cadeia
do Recite.
VIRTUDES DA SALSA PAItlUUlA DE
BKISTOL.
A salsa parrilha original e gcnuina de
Bristol possue todas as virtudes para curar
todas as enfermidades que proven de un
estado de impureza de sangue c das .ecre-
<;es mrbidas do ligado e estomago, e cm
lodos os casos que necessilam remedios pa-
ra purilicar e robustecer o s\stcma. Em to-
dos os casos de escropbulas, erisipelas, U-
ntia, empeces cutneas, manchas, bilis,.in-
HammacSo e debilidade nos olhos, inchacSo
das glaudulas, dores taraban, alleccoes
neumticas, dores nos ossos e as juntas,
bydropisia, dispepsia, asinina, diarrtia,
tosse, resfriados, intlammacao dos pulmOcs,
phlisica quando provm da obslrucQao dos
bronchios em pessoas escropbulosas, inllu-
n/a, indlgcslo, ictericia, debilidade geral
do syslema nervoso, febres agudas, catares, | ,>ernaln
enfermidades das uiulhcres, enfermidades
biliosas, e em todas as aflecerjes provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha so emprega com ellicacia cm
todos os sobreditos casos, e lie reconliecida
como a melhor medicina que existe.
PRECAICaO.
As pessoas que comprarem a atea parri-
lha devetao ler o cuidado de observarem
que a salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande tamanho, com as palavras
salsa parrilha genuina de Bristol, Nova
York, gravadas no niesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se ver o nomc
de Bristol. lima directo acompanhara cada
garrafa.
CASO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York 30 de maio de 1843. lima se-
nhora soli'ria de espasmos nervosos, experi-
meotava urna continua puiiquilaco de Ibi-
cas ao ponto de cahir por vezes cm syncope.
bmpregou multiplicados remedios sem tirar
vantagem. Duclarou-se urna ictericia com
un emagrecimeulo progressivo. Esgolados
os varios recursos da arle fui a lempo em
pregado o incomparavel remedio da salsa
parrilha de bristol e o rpido cslabclecimeti-
to da energa vital logo reappareceu com
novo vigor.
ICASO DE ISABEL DA VIS.
Isabel Davis fui accommettida pelo espa-
do de quatro annos de ulceras escrup'uolosas,
leudo sois chagas aberlas na parte superior
do bracxi diieilo, as quaes deilavam grande
supuracSo e causavam a quasi immobilidade
das partes. Chegada em Sania Catharina
cm uovembro de 1847 a doenle consullou
varios mdicos, os quaes deram o couselho I
de amputar o braco, como o nico recurso
de salvar a vida, lu entao .acnoselhadoo
uso da salsa pau-ilha de Bristol a enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
perimentou taovaiitajoso proveilo.que con-
tinuando lempo segundo o uso dOTemedio,
''.icgaram as feridas ao melhor,estado de ci-
"iinsario. O caso he referido pelos honra-
dos professores Goodmann e Samuey llaver.
& CONSULTORIO CENTRAL 110- g
% MEOPATIIICO- &
g Rua de Santo Amaro (Mundo-No- $j
i$ vo) n. 6.
ta O Dr. Sabino Olegario l.udgero
^ de volla de oa viaseui ao Rio de J
5 continua a dar consultas todos cu dial olis,
$ das N hojas da mauliaa. as 2 da larde.
Os pobres sao medicados gratuitamente.
Koi transferido o deposito deste tarop para a no
lica de Josc da Crui Sanios, na rua Novan. .VI',
arrafaa 59500, e meias 3sOOO, sendo falso lodo
aquelle que nAofor vendido neste deposito,pelo
quesefa? opresenteaviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
l'tra curade phtyiici em loiliosseusditlereo
lesuros, quermnivada por conslipacoes, tosse
aslhma, plenriz.escarros dasaogne, drde cos-
tados e peito, palpila<;ao no corarlo, coqueluche
Ironchile, dorna crpanla, e (odas asmolestia
dosorgaos pulmonares.
Attencao.

R. C. Yates tv C, cstabelecidos no Kio de
Janeiro na rua do Hospicio D. 41), vendo un
annuncio publicado em una das follias de
pelo Sr. Barlholonieu F. de
Souza, prevenindo ao publico que o verda-
deiro Xarope do Bosque so elle he quem
vende, previuem ao niesmo publico que o
nosso xarope bu remettido do Rio de Janeiro
pelos proprietarios cima, ao Sr. Matiocl Al-
ves Guerra, e esleSr. fez o deposito para ser
vendido na pharmacia do Sr. Jos da Cruz
Santos na rua Nova n.53, nicos por nos aulo-
risados para venderem o nosso verdadeiro, e
mais prevenimos aos senhores consumidores
que ha perlo de cinco annos os rollos col-
lados as garrafas sao assignados por llenry
Prins, como procuradores dos proprietarios
cima.Rio de Janeiro 13 de Janeiro de 1857.
p. p.R. C. Yates & C.lleury Prins.
RarllioK>meu Francisco de Souza lendo
o annuncio dos Srs. R. C. Yates o C. no Dia-
rio n. 17, em que diz ser gmente verdadeiro
o Xarope do Bosque que se vende tiesta ci-
dade na pharmacia de Jos da Cruz Sanios,
onde fez deposito o Sr. Manuel Alves Guerra,
que recebe dellcs proprietarios, declara ao
publico que nio duvida seja falso o Xarope
do Bosque que tambem vende em sua botica,
mas assevera que elle foi comprado aos mes-
mos Srs. B. C. Yates & C, do Rio de Janeiro,
como prova o documento ahaixo.
Rio de Janeiro 8 de agosto de. 1856.
O Sr. Bartholomeu Francisco de Souza
comprou a R. C. Yates <\ C. .
4 duzias de garrafas com Xarope do
Bosque a 4#000 .....216/000
6 duzias de meias garrafas com Xa-
rope do Bosque a 273000 .... 162/000
liis .... 378C0O
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vieira de Carvalho.Ria de Janeiro
8 deagoslo de 1856.Por R. 0. Yates C,
Jos Paulino Baplista.
Eslava reconhecido.
Precisare de oiliciacs c costuraras:
na rua Nova n. (i, loja de nli'aiate.
Lotera do 11 i o
de Janeiro.
o l'inho, (l\
i Janeiro, '.'"

tete
#@
-y---
m
SEGURO CONTRA FOGO.
Compaohia Alliauce.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1S24.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tcm a honra de in-
OFFICIAES DF. FU.MLEIRO.
Na loja de runileiro da rua do caes de
Apollnos fundos da loja da rua da Cadcia
n. 64, precisa-so de officiaes de funileiro: a
tratar na mesla loja.
Precisa-sa de una niulher forra ou
captiva para o servico interno de urna casa
.ie pouca familia, paga-se bem ; jumamen-
te compra-sc na mesilla casa uma preta que
seja moca, sem vicios ncm achaques, e sai-
ha cozmhar ; e un negro sadio e sem vicios:
no paleo do Collegio n. I, segundo andar.
Precisa-se de uma mullicr que lavo
roupa com perleicflo, para ficar cm mu sitio
de urna familia estrangeira, lavar de sabao e
quando lorprectso de varrela : paga-se bem,
a tratar na rua do Torres n. 38, segundo
andar.
Anda se acham a disposicfio dos com-
pradores as mais superiores loallias de puro
linlio que lein viudo ao mercado, assim co-
mo grvalas do seda a mil reis, ditas de
cassa a 320 : na rua do Crespo n. 16.
Precisa-se de ama ama para casa de
lamilia de 2 pessoas, e nao se ollia a preco :
na.ruaDireita n. 56.
I* ara mesas e
pianos.
Oleados pintados de superior qualidade,
de lindos e variados padres.muito proprios
para cobrir mesas, cominodas e pianos, sen-
do da melhor fazenda que tem viudo ao
mercado, e por presos limito cominodos :
na antiga taja e fabrica de chapeos de Joa-
quim UeOhveira Maia, na pracada Indepen-
uencia. v
Precisa-se de um forneiro na padaria
da rua da Senzala Velha n. as, na mesma pa-
daria tambem se precisa de nma ama para
coztihar.
Precisa-se de um criado para o servico
de um hometn solleiro : na rua estreita do
Rosario n. 30, segundo andar, das 10 horas
da inaiitia at as 2 da tarde,
-- .Na rua Velha n. 4t fazem-sc chapeos,
tanto para senhoras como para meninas,
com aceio e promptidao, e mais barato de
quoeiM oulia qualquer 'parte ; tambem se
.raUaltia para qualquer loja franceza.
- Na rua do Queimado, loja de miudezas
D. 2j, deseja-sc fallar com o Sr. Josc Joa-
quim de Souza Pinto, que tai empregado na
cmara municipal de Maceta.
Precisa-su de unta ajna para cozinhar
em urna casa de pequea familia : a tratar
na rua da Senzala Veiha n, 96, padaria.
>&mpx&&.
Compram-se apohc.esda divida provin-
cial : na rua das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
Compram-se escravos de 9 a 35 annos:
na rua do Collegio n. 21, lerceiraandar.
-- Compram-se escravos que sejara sa-
dios e hules, proprios para armazcm de as-
sucar : na rua de Apollo n. 22.
Compra-sc para uma encommenda
"> molequesde lia IS minos de idade:
na rua do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 1(1 lioias a"s." da larde.
Furto.
Na [iraca da Independencia, n. 0,
acliam-se a' venda os novos billietes da
loteria I- para construceo de urna pra-
<;a de mercado daquella corte, que aevia
correr no da 17 do presente : as listas
esperamos pelo vapor "San-Salvador":
os premios serao pagos na mesma loja
acuna, de conlbrmidade aos nossos un-
nuncios.
Antonio Marcal da Costa Albuquerque
declara que desta data cm dianle assignar-
sc-ha Antonio Domingos da Costa Alhuquer-
Recite 21 de Janeiro de 1857.
lormar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas, |q"!: ,,recisil.se de ,
a quem mais convier que estao plenamente au- : tv0 para servo dc ulna ,,ussoa; c pa8a-
lonsados pela dita rompanhia para ITeMuar segu-: sc |,ein agradando : a tralar na rua do Calni-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobenos de
llha e igualmente sobre os objectos queconliverem
os mesmos edificios quer consist em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Ahiga-se a anliiia casa de vender plvora, na
r"lacle de (Huida, com liuin silio, liana para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : *qacm pretender dila
casa iiinjae a roa do Vigarid d. 31.
| DENTISTA FRAMEZ. |
;',i Paulo Cai^noux, de volla de soa viagem t
'.'; a Europa, esla inorando na rua Nova n. ?
w 41, primeirj andar, onde podt|ser procura- %
tA d a qualqaer hora. ''-
Precita-se de urna ama que leu lia bastaule.lei-
e, aiuda inosnio aendo escrava : no pateo de S. Pe-
dro u.|22.
Escolas
DO
HElii) fASTILIIII.
lio da 7 de jaueiro em dianle t-i.ui alierlas as (i
escolas desta capital, pelo eicelleol* ruelhodo Cas^
illio ; pelo qual a ves publica |se ha pronunciado
pelo orgao da impreusa pernambucaua, mererendo
particular atlen<;ao a escola de meniias, erecta na
rua do Vicario, ai porque nessa escola i* eiisinam todos o primoro-
KOi bordados, e mais lavores que se possaiu desejar,
rom porque a digna professora estando sendo lec-
riouada na grainmalica nacinual palo eximio proles-
Hor o Kvro. Sr. padre niealre Varajo, se lomara'
mais ura precioso brilhaule que ornar a coroa Ilite-
raria do Exut. conselheiro Sr. Dr. Caslilho.
#3 PARA CONSERVACA O DOS
S DENTES. :v.
_-' Veude-so pa c asaa denlrilices : na rua --
^ Novan. 41, em casa do dentista fraucez ?.
yj Paulo Gaienoux. *,.."
Ptecisa-so alugar duas amai forras ou captivas
pira casada familia, queco/tiuliem eeugoiutoein: ua
na da Cadeia do lenle loia u. ot).
Seguros contra
ga, loja de cera na quina da rua das l.aran-
geiras.
>a rua Nova, loja o fabrica de chapeos
de Cliristiauy c IrmSo, adtniltetn-se oili-
ciaes da mesma olliciua de chapeleiro, as-
sim coiiio aprendizes para a mesma arte.
Aluga-se
tuna guinde casa na rita Imperial n. 101,
com lies portas de (Vente, duas grandes
salas, cinco quartos, co/.inlia lora, etc.,
por I2.S000 metisaes : a I talar na rua
Diieita n. 45, loja.
Vendcm-se corles de calcas de panno
prclo francez, cun i 2|. covadu cada um,
peta diminuto pre;o de V^uoo, dinheiro a
vista : na luja do i portas n. 3, proxtino ao
arco do Sanio Antonia.
Vende-se a verdadeira j:raxi ingleza n.
!)",, dos afamados fabricantes--Uay c Mar-
tin, em barricas de 15 duzias de potes:
em casa de James Crablrcc k\ Companhia,
rua da Cruz n. 13.
Vendem-se cortos de 2 1|2 novados de
panno preto francez, para palito, pelo dimi-
nuto preco de GgOoo, dinheiro
loj de 4 portas n. 3, prximo
Santo Antonio.
- Compra-so uma secretaria part cscrip- -. Vendem-se duas vaccas de leite, pari-
torio, que esteja em.bom estado : na rua da i ^ils.dc pou,C0'ias.'l"^ dio 4 sarralas de I,
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa: no
arma/rinde N'ovaes & C.rua da Madre
de Deosn. 12, por preco com modo.
Vende-sesuperioi linha de algodan branca
de core*. Pin aovcllo, para costura :em casa de
visla : na sou"ia" Slellori C"inpanlii.rua do Torres n. 38.
ao arco de| Vende-se por menos do que em ou-
tra parle, cera de carnauba e velas de com
posi(8o : na rua da Cruz n. 34.
Cruz n. 34.
Comprarse
urna prcta crioula, mo?a, bonita ligura, com
habilidades, paga-se bem agradando : quem
a livor cquizer ve'ider dirija-sc a ruado
Sebn. 12.
Compra-sc una cscrava de tneia idade
nao leudo vicio ncm achaques : paga-se bem
ua rua do Codorniz n.5.
SBen&aiK
o fogo.
DA
PROVINCIA.
(> Sr. the'ourtiro manda l.t/er publico que se acha
a venda ueste escriptorin rua da Aurora*. 20 pri-
meiro andar : bilheles, rueius i: qnarlos da se^uuda
parle da stima lotera da lualru da Iloa-Visla, co-
jas rodas andaui no ilia 31 do crreme mez. Sr.
thesoureiro manda lazer publico que existem gran-
des quautidades de bilheles. nidos e quarlos cima
a escolha do comprador, bem atsiin manda Iraos-
creter o nmo plano abaixo declarado.
PLANO.
3600 bilheles a i$00O 1:0005000
20 por rento i Premie da 3:6009000
14:4009000
5:0005000
1 Dilo de I:a0l000
1 Hito de 500300U
1 Ditos de '200S 1008000
4 Ditos do 100? iOOjOOli
6 Ditos de 50 'iOOsOOO
lo Ditos do 20r 3009000
30 Ditos de 103 300CO00
1140 Ditos de 55 1200 Premios. .700-3000
11.1005000
2100 Brancos. .... ,__.
(lOfflrAMUA NORTHERN
CAPITAL t 1,260,000ESTABELECI-
DA EM 1850.
Para effecluar seguros
-obre (iiopriedades, mercadorias, mobilia
t gneros de ([uasi todas as qaabdades.
Premio de .">[8 ate 112 por cento ao anuo,
gentes C.J. Astley&C. Em conformi-
dade de ouIchs tiltimainente recebidas,
os agentes acltam-se habilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros deex-
portaco, como sejaui: algodio, assucar
ou conros, depositados cm trapiches ou
armazens particulares, em Maeei, Jara-
gua' ou Purabiba do norte : agentes C.
J. Astlev & C.
Oabaixo assignado lecciona primei-
ras lettras, lalnn e francez: na casa n.
8, da rua Nova..lose Hara Machado
de Figneiredo.
l'ut taram hontem 20 de Janeiro um 're-
logio de ouro dos anligus, paleiilo ingle/.,
com duas caixas de ouro descoberlo, n
10:882 loi lurlado de cima de uma mesa do
sobrado de um andar da rua do liangcl, na
occasifioda mudanza dalu para a rua Utrei-
ta ; ha desconan$as que losssem os mesmos
prelos que carregaratii os trastes, e por isso
loga-se a todos os seniiures relojoeiros ou
pessoaa quem Cor ollerecido apprelieude-lo
e leva-io a rua uo I asseio Publico n. 9, ou
anunciar, que serao recompensados.
O Ur. Lstevao Cavalcantt de Albuquer-
que, lortiiailo em medicina pela laculuade
uollio de Janeiro, pode ser procurado para
o cserctcio de sua prolissao na rua estreila
do Itosarto n. 10,segundo andar,das 8 botas
e meia da niaitlia al as 5 da tarde e aleni
deslas horas ua estrada de Joao de llanos
no silio em-que morou o Sr. Dr. Vicente Pe-
tena do llego.
l'ela subdelegacia de S. Josc do Kecife
foi recollndo a deposito um cavallo com
canga Jila, que na noile de 24 do crreme foi
encontrado na rua sem dono : a pessoa a
quem elle pertencer piocare-o na mesma
subdelegada que llie sea entregue palos
meios legaes. Alem deste ha mais dous em
deposito. Kecile 27 de Janeiro de 1857.
Mauoel Kerreira Accioli.
Subdelegado stipplente.
Precisa-se de urna ama que eulenda de
cozniha, para urna casa de pouca lamilia
na rua de Apollo u. lu, terceiro andar.
Lotera da pro-
vincia.
Corre sabbado 51 to
corrate.
P. J. Layme.
a-se dinheiro a juros sobre penliorcs
de ouro ou prata, e compra-se urna escrava
sendo de meia idade : no aterre da lloa-
Vista n. 8, loja de barbeiro.
Na rua da Mangueira n. s precisa-se
de urna boa ama ecngoiiiiiiadeira, c tambem
de uma lavadeira,
Precisa se de uma ama, que saiba co-
zinhar, e lazer o mais servico de casa : na
rua da Cuucordia, casa que faz esquina uom
o sobrado do Sr. Pedro Teixeira.
Precisa-se de um caixeiro de U a IB
anuos pera taberna, que saiba 1er : na Sole-
dade n. 16, padaria.
Vende-se um grande terreno no lugar
do Luca, principio da Estrada Nova : na rua
Nova n. 42:
Alerta rnpazes.
Nobotcquim da estrella, no Poco da Pa-
nella, ha bons peliscos e refrescos, casa pa-
ra dormida e estribara para os cavallo- da-
quelles, que ah se hospedarem.
Precisa-se de una ama de bons costu-
mes, smente para tratar de uma menina do
dona mezas na rua da Cadeia Velha n. 35.
IIIEAIKO HE SAMA IS&BEL,
A directora do tllealro de Santa Isabel
faz publico, que em virtude do contrato ce-
lebrado com o artista Joao Caelauo dos
Santos, que deve eliegar do liio de Janeiro no
primeiro vapor, o theatro l'unccionar nos
mezes de fevereiro, marco c abril, havendo
durante csse lempo vinle qnatro represen-
ta^Oes, sendo duas por -mana, as quartas c
salibados, para oque est aborta uma assig-
natura em miio do artista Josc I.uiz de Aze-
vedo, o qual pode ser procurado no theatro,
das dez horas da manliaa as duas da tarde.
Precisa-sa de um caixeiro que tenlia
boa letlra, para ajudante d-^ guarda livros :
na rua ivova n. :ls se dir quem precisa.
Precisa-se de uma preta escrava para
lazer o servico de una casa de pouca fami-
lia : procure na rua do Aragao casa n. .10,
l\a loja das seis
portas
Em fente do Livramento.
Pecas do madapolio com toque de avaria
a dous mil ts., dous e qiiinhciitos, tros, tres
c quiiibcnto.se quatro mil rs., pegas de al-
godaozinho largo, liso e trangado por dif-
lerenles preeos, pecas de chita a quatro e
cinco mil rs., e de coberta, linas, a seis mil
rs., ludo com toque de avaria.
Vende-se ptimo ouro em livrode25
paes, proprio para pintores e encadernado-
res.^a prego commodo : na liviana da rua
da Cruz n. 56, e no largo do Collegio n. 2.
Vende-se uma escrava crioula para lo-
ra da trra, engomina, lava e coziuha, de
bonita figura: na rua do l.ivramento n. SI,
Vende-se panu-o muito proprio para
canario do imperio a 100 rs. a libra: delron-
te da lielarao n. 28.
Yende-sc a taberna da rua DireRa n.
53, propria para um principiante por ter
poucos undos, c tambem se vende s a ar-
mario, tirando-se os gneros de dentro.
Vende-se urna sobrecasaca preta, nova,
por nao chegar o seu dono : no pateo do
Terco n. 30.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vende-se
manteiga ingleza a .",611 e 600 rs dita a 960,
latas de sardinhas de Nanls a 700 rs., e
meias a to, marmelada a 600 rs. a libra,
conservas de Lisboa a *00 rs., ligos novos
a 160.
M loja
das
seis portas
KM FRENTE DO LIVRAMEiNTO.
Sarja hespanhola i cinco patacas o cova-
do, cum quatro palmos de largura, nobreza
de duas larguras a tres mil rs luvas de seda
preta c de cores a mil rs. o par, lencos de
retroz prelos e de cores matizados a dez
tustes, sedas prelas com llores a dous mil
rs. o cavado, lencos de seda para pesclo de
senhoras a dez l.ustes cada um. De tudo se
da amostra, levando penhor quo equivala o
que se quer ver.
Oculos e lonetas le todas
as qu a I i dad es.
Vendem-se superiores oculos com armario
de tartaruga de todas as graduacocs a 38000,
ditos muito bons com armacOes douradas a
1-200, ditos ditos com armaces pratcada,,
1-, ditos ditos comarmagao de ac a 8<>0 ej i
1, lunetas com armacSo de tartaruga a 19,
r^iiiu'a'r'r e,l,"Vlradas aebalei a500 chale3do touquim pelo diminuto
rs..di is de dous vidros armaeao de balcia 24O0Ors.,
le, sendo do pasto i n berco das Barreiras
n. 8, oleria.
Vendcm-se terrenos para edilicaco na
estrada doManguinnino, lo do Becife, lado
esquerdo, junto as casas do Sr. Vanocl Pe-
reira Teixeira, com 250 palmos de fundo e
de trente os que o comprador quizer : a tra-
lar na rua da Cadeia do llecife 11. 9, ou com
Josc Baplista Kiheiro de Karia, no seu silio
da Estancia.
Quem vir com-
pra porque o preco
convida.
Vende-se urna port-ao de algodfio trancado
da Babia, l'azcnda muito encorpada, com
pequeo deleito, sendo lazunda muilo re-
commeudavcl para roupas de escravos e
para todo servico de campo, finalmente
muito propria para toalhas de mesa e ou-
Iros muitos arranjos de casa de lamilia; e
quam deixara de comprar limpo a 220 a va-
la, e defeiluoso que mal se condece a 209
rs. : na rua do Crespo n. 1*, quarta loja vol-
tando da rua das Cruzes.
Vendem-se chapeos dcf.liillv de to-
das as qualidades : noescriptorio de No-
vaes & C., na rita do Trapiche n. ."U.
Emcasa de Timm Monsent Vmassa,
prara do Gorpo Santo n. l."i, ha para ven-
der um soitimento completo de livros em
branco, chegados ltimamente de Ham-
burgo.
DEPOSITO
de pianos fortes.
Soitimento completo,
Km casa de Timm Monscn >}. Vinassa,
Iliaca doCorpo Santo n. l.
~ Na quiua da rua de Horlas n. 2, conti-
nua-se a vender figos de comadre a 120 rs.,
omina a 90 rs., alpista a 160, cevada a 100
rs
ma
te
720, cha" a 2, 2/240, 2->5S0, 2-S80, bolacha
ingleza grande egrossa alio, arroz a 120.
toucinho de Lisboa a loo rs ,de Santos a 320,
farinha de trigo a 120, bolachitdias de dilfe-
renles qualidades a 360 c toO rs.. vinho de
Lisboa a 480, Figneira a 560, Porto a 6*0,
dito engarrafado a 1SO0O, oleo do ricino a
500 rs. meia garrafa, milho a 240 a cuia, e
peneiras de arome para refinadores e pa-
deiros.
Na rua Nova, loja e fabrica de chapeos
de Cbristiani & Irmao ti. 44, ha para vender
superior cola de Hambureo e Babia mais
barato que em nutra qualquer parle.
Vende-se a taberna n. 89 da rua das
Cinco P.uitas, que foi do fallecido Manoel do
llego Lima, assim como lam um se vende
11111 moleque de idade II anuos, pouco mais
ou menos : os prelendentcs dirijam-se a
mesma taberna.
nomina a ao rs., aipisia a i6t), cevada a 100
rs., dita moida a 240, caf moido a 320, gotn-
ma de aramia 1 200 rs., sag' a 320, man-
leiga ingleza a 4S0, 40, 00, 60, franceza a
Chales
de touquim a
24000 rs.
Xa rua do Qneiiuadi! n. 21 A,
3600
Tlicsuoraria das lulerias 11 de Janeiro de 1856.
t) Ibesoureiro francisco Aulonio da Oliveira. g lraUr 0 aJ"sle-
ApprovoPalaciu d governo de 1'arn.imbueo i**
I6de jaiifiro de I.i6.S. de Macedo. ?
Confurme.Aulunio Leile de Piuho.
Jone Jauuariu Alves da Maia, e-criyao das lote-1
ras.
Agencia de passaportcs, folhas corri-
das, despachos de escravos, o qualquer ser-
vido que perlenccr ao tribunal de polica :
para cu'jo lim procure-se o aniiuncianlc na
rua'do (jueituado 11. 25, loja do Sr. Joaquim
Monteiro da Cruz, e na rua da Cadeia do Be-
cife n. 49, loja do Sr. Mauoel Antonio Mon-
teiro dos Santos.
\MI\Y\k HE PORTU-U.
Acalia de ebegar de Lisboa o almanak
de Portugil: vende-se na livraria ns. C
eS da pracada Independencia, a 2$400
reis cada um exemplar, contendo 720
paginas em S-.
^-- Precisa-se de um ollicial eu de um a-
Paga-se bem.
Precisa-sc de um cozinheird muito
liotn, peloipie se da' liotn ordenado: na
rua do Crespo n. I ~>.
Bilietesde visita-
a 19600,,Ne oulros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rua
doijueimado n. 33.
VENDEM-SE CAPACHOS
puados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na rua do Queimado loja da boa fama
n. 33.
Pao
Vende-se a 22 por uma pataca, o maissa-
boroso possivel ; na rua de Borlas 11. 16, c
da-se a amostra para provar.
Charutos trovadores
Os melhores que ha e de diversas quali-
dades : vendem-.-e 110 deposito da rua de
llortxs n, 16.
Flores de ovos
Para soircese baiits: vendem-se nica-
mente 110 deposito d rua de llortas n. 16, a
640 rs. a libra.
As bragMg
Vendem-se nicamente a 80 rs. a libra
no deposito da rua de llortas n. 16.
Veibutiia
de cores prctas para jaques de senhora e ves-
tuarios para o baile masqu: ua rua do
Uueimado 11. 40, cm frente do becco da Con-
gregasao.
Vende-se em ca-
sa deJ. Praeger&C, rua da C1uz.11. 11 :
Champagne de Clicquot.
Conservas inglezas em caixas de i duzias.
Cognac francez em caixas de I duzia.
Petit-Pois em caixas de 50 latas.
Ninlio de Bordeanx em caixas de I duzia.
Agua de Seltz em botijas.
Vinhodo Hheno.
Genebra de Hollanda.
Kepolliocm conserva.
Feijao emdita.
Sardinhas em sal.
Queijos de nata sujieriore.
Harenquesem sal.
-No armazem da rua da Cruz 11. II,
vendese por preco mttito barato :
'fintas linas haml
vendem-sc
proco de
grsdnaple preto a Usoo, ooo
2>200 o 2.-600, este ultimo tem quasi vara de
largura, fazenda o mais superior que tem
viudo.
Sedas de
qxiHtlrosmiufliilsosa t$rs.
o covado.
Na rua do Queimado n. 21 A. vendem-se
sedas de quadros miudinhos pelo baratissi-
1110 preco de ItOOO I dao-se as amostras
com petihores.
Las de quadros
a 640 rs o covado;
Vende-so laa e seda de quadros : na rua do
Queimado n. 21 A do-se as amostras com
penhor.
Gorgurao de
quadros a 900 rs.
Vende-sena rua do Queimado n. 21 A gor-
gurao de quadros do lindas cores, dao-se as
amostras com penhor.
Vcnde-se mu guindaste porttil de
Ierro, que pega em 90 a 100 arrobas,
eotn todos os seus peitences, por preeo
commodo: na rua Direita n. <>li.
Aviso aos tanoeiros.
Vendem-se rodas de arcos de pao para
pipas,'e liacas de rimes da melhor qualida-
de que ha no mercado, chegadas ultima-
metilo do Porto, por menos pre^o do que
jetti outra qualquer parte, e vende-se a por-
Vaoque o comprador quizer : ua rua do Vi-
gario o. 2} deposito de assucar.
A3S500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che-
gada, assim como polassa da Bussta verda-
deira : na prat;a do Corpo Sanio n. 11.
Cimento braneo
He r.hegado o excellentccemento blan-
co ja hem conhecido e experimentado,
tanto em barricas como astillas: noai-
ma/.em de taboas de pinbo de Joaquim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
Feijo mu latn lio
Vende-se ua rua da Cruz B. 34, feijao mulatinlio
pur j rp ." coininudo.
Moinhosde vento
com bombas derepuxopara regar horta eba
la de capim : na fandicode D. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
Vende-se o granrl* armaiem allanrlesado do
larguda Assembla o. 20 (I-orle do Mallos;, muilo
proprio para qualquer eilabelecimenlo, ou mesmo
para recollier lieueroscomu eslaserviodo actualmen-
te, por eslar collocado defronle do trapiche do al-
(odflo: a lidiar uaruado Trapiclie n. 14.-primeiro
audar.
Antonio .lose de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a l^OOOo bar-
ril : as pessor-s (|ue qui/erem dito gene-
ro, apparceam em o seu escriptorio, na
ruado Vigario n. 31, para veras amos-
iras.
En casa de Huir. Bruno i Compauliia, na
rua da Cruz n. 10, vende-secoguaceiucamnliatde
duzia.
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em casa de Sannders Brolliers & C. n
prara do C.urpo Sanio n. II, a muilo auperiorebem
condecida lariaha Jf.lriesle, da marcaprimeira
qualidadecbtuada em do correnta na escooa
.'Pfeil., em porroessrandes e pcqueoas,coDrorme a
vouUJedu comprador.
TA1XAS PARA EXGENHO.
Ka fundico de ferro da W. Bowmann na
rua d Brum, passando o chaf ariz, contina ha-
veium completo sortimeptoda taixes de ferro fun-
dido e batido de :> a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por epreco commodo com
prompiidao: embarcam-s oucarragasi-se m car-
ro semdpspeza ao comprador.
Na rua do trapiche u. H, escriptorio de Ma-
uoel Alves Coerra, venda-se por commodo pre(o e
lasuinle:superior viuho do Porto am barris do
oilavo.chapeos de lellro.esabaoamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
-- Emcasa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santn. 11, para vsndar o sai'uintt a
Ferro inglez.
Pisada Suecia.
Alcalrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dilo entrancado igual ao da Babia.
E um completo sortimeolo de fazendas proprio
para aste mercado : tudo por prec,o commodo.
lina do Queimado n. 1.
Na loja de i.aspar Antonio Vieira Guima-
ries existo um cflmplelo sortimeolo de liel-
lioluias de cor e protas, ^rorrias para ves-
tuarios do masoaras por preqos commodos,
alcm desta fazenda lia oulras muitas por ba-
rato tueco, assim cuino seja, atualhado com
7 palmos de largura pulo diminuto preco de
I/OO rs. a vaia.
Vende-se uma poroSo de pipas e toneis
por praso de seis mezes com as competentes
garantas, n tambem se arrenda o armazem
onde se acham depositados os mesmos ob-
jectos : a tralar com Joaquim Con^alves de
Alboquerque silva, na rua da Cruz n. 35,
primeiro andar.
VINHO 110 POMO GEMINO.
Vende-3% ptimo viulio do Porto em barra da
quarloe oilavo, por preco razoavel: na ruada Ca-
deia do Kecile u. 13, escriptorio de Bailar Oli-
veira.
So muilo lindos para pu-
l los.
Vendem-se muilo bonitos botoes para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Pianos,
Em casa de BabeSchmettau c Companbia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumanu de
llamburgo.
Vende-se agurdente de Franca em
caixas de uma duzia : no armazem de C.
J. Astlev M:.'
Na rua da Cadeia, detronte da Kelar.lo, taber-
na u. 28, ba dasmellnires bichas bamburguetas pa-
ra vender a relatho e *m porces, e tambem se
alngam.
Vende-se cera de carnauba : na la da
Santa Cruz u. 1, taberna.
Vendcm-se sellins com pertences,
potente inglez e da nulhor qualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson -Howie
4 C, rua do Trapiche n. 42.
Na loj a da boa f
vende-se o mais barato
pusttfvel :
Crosdcnaples preto muito bom, o
covado
Canto preto muito tino, proprio
para luto, o covado
Sarja pela hespanhola, o covado
Corguro preto muito lino com sal-
picos, proprio para colletes, o
covado
Casemira preta lina, o covado
Panno Tino azul, o covado
Lencos pelos de seda para grava-
ta, meio lenco
Meias picia< jflliiO
960
l?80tl
19000
-ooo
3/000
1/000
SaOM
500
I/9M
1/000
500
IjOOO
1/600
'OOli
I8#000
800
1-MWO
I0#ll0o
7/000
200
ambiii-riitv.as
latas.
Alvaiade em barris deum ([tiinlo.
Bom e barato.
de borracha de
invern, de lio-
Vendeai-se sapatos
lustre, proprios para o
tles,mema soOOedt senhora a 5?000, sen-
de visita, lellras de cominercio e tudas o objectos da ida uo incllior goslo que tem viudo a ta-
arle caligrapbica, recislros, viulielase quiesquer de- I (^ praca: na rua .lo Liu'ameuto n. .">,
mesma loja
papel de
Peitos muito linos para camisas
Ditos de linho muito superiores
Casemira de quadnnhos prctos
muilo lina, o covado
Cortes de colletes de lustao
Ditos de ditos de dito lino
Ditos de ditos muito superiores
Crosdcnaples de seda de lindas
cores, o covado
<:rtes de vestidos de fazenda de
seda muito linda
Setins lisos de cores, o covado
Manas prelas de filo bordadas de
seda '
Veos prelos de lile- bordados de seda
Cambraias adamascadas, proprias
para corliuados, pegas de 20 varas
Ditas para coberlas, de bonitos pa-
drees, o covado
e alcm disto lia um completo sortiineuto'de
fazendas linas e grossas. quo vendem-se por
preeos tao commodos, que iiinguem deixa-
ta de comprar; assim como chapeos do
Chille muito linos, que se vendem por me-
nos que em onua parte: na rua do Queima-
do n. 22, na bem condecida lufa da boa le.
Escovas de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
invenc.no a 3?, ditas francezas muito bas
a 15, 15500 e UOM, dilas para cbelo ingle-
zas e Traucezas a 1*300 e -29, dilas para den-
les inglezase Iranaezas a *00, 500 e 600 rs
ditas para onhas dita dita a 240, 500 e 19,'
ouirasqualtdades mais baratas, que tudo se
vende na rua do Queimado na bem contien-
da loja do miudezas da boa fama n. 33.
1ECHAIISI0 PABA 161
EHO.
NAFUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN rf*
RUA DO BRUM,PASSANDO O HA-
FARIZ,
^semprearagrandesoriimenlodoMepoioIe, ob
ZLJn,0e"da" "das da raai, moderna
conslruccao -lanas da ferro fandido e bado.d"
anpenorqaalid.de e de lodosos lamaoho, ; ,3'
deuiadas para agu on auimaes. de (oda. a. propor-
coes; erivoi e uoccasdeforoall.ae regi.lros de b-
e.ro.agu.ll.oes.bronzes.parafuiosecavilhSsn.
uhusde mandioca.etc.ele ""cs.nim
NA MESMA FUNDICA'O.
eexecnlamlodasaseuoomroenda com a sapetio-
mladjaconhecidaeeom a devid.p,S|eij;c()n,.
modtdadeem preto.
Meias de todas as quali=
dudes.
Vendem-se muito boas meias de seda ate
tas e braoras para senhoras pelo barato pre-
co de 2ia00,dttasde laia para padres a Ijsoo,
ditas de fio de Escocia pintadas para san
pelo baratiss.mn prcco dc 4oo 0 5() .
blancas e cruas para homem a "00 910 c
280 rs., ditas piuladas c brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas br.tas,P|irii"Par.
meninas a 240 rs., ditas brancas Era "'
nhoras a 240, 300 e 400 rs., d.tas preUs de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na roa do
yueimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
e**rtiw fui^oft.
~ Kugio nos dias da semana passada uma
escrava da Costa de nome Ilomana, com o
signaes segu ules : alta e magra, meia fula,
eosiumada a vender agua ; saliio de casa
com um vestido de chita cor de rosa, e com
um panno da Costa azul e encarnado, la
usado : quem a pejar leve ao paleo do Pa-
ral IOU. 8.
Fugio hontem as 7 horas.iin eseravo Bla-
lo de nome Tbomaz, alto, reforjado de eorpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e relias mareas
dejcicratizes as cauellas, falla con muita manci-
dao, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo braneo, nos ombros e pu-
nhos, abena na frante sm forma de palito: este ea-
cravo he natural da Parahiba e foi eseravo do Sr.
Carlos Coelho-, que o houve por heranca dc seu so
gro Jos* Joaquim da Souza daquella cidade, foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario da
Alhandra Vasconcelos Junior.morador no engenho
Tapua freguezia do Pilar deca provincia
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimaraes, qoa ser genam.a-
mente gratificado.
Fugio do engenho Algrete, freguezia
Vinho do Porto, superior chamico. d.c *S"" Preta; o eseravo Izidoro, iioulo.de
Em cmas dc 2 duzianeem barris de oilavo, re- ldade de 24 annos, altura regular, secco do
ceuleinenlecliegadopelogbrigue i l'rovadoru; vnde-
te uuicaiuenleuo armazem de Barroca & Caslro, ua
rua da Cadeia do Kecile n. i.
AlgodSozinho
para saceos de assucar
sa dc N. O. Bieber v\
n. \.
da Balii
: vendte cm ca
C, rua da Cruz.
sendos. Alirein--e lini.as, sinetes. lano a Idilio do-
ci- como em relevo, ornamentos cum objectos de ooro j
o prata. Fazem-se riscos lindos e uiuuiae- para '
bordado* de lab) rio tira. Admiite-se a recusa de
ipiaesquer desles objeeloi no cao de nao ficarein a
conteni das ppssoas que os encominendarein : quem
preleiirtor ilirija-e a qualquer desles lu&.res : no
bairro do ItL-cife, rua da Madre de Dos n. :V2, pri-
meiro andar: em Santo Antonio, na livraria elaasica
i do pateo do CollaglO n. 2 ; as Cinco l'outas, sobra-
i dn da quina conlmnte a matriz nova.
rande ou
(reeuez.
cima
peso" a
pequea
i prend'/ para loja de barbeiro : na rua da
*J ibIv^-I i ....^a .1^1 Cadeia do llecile n. 10, na mesma loja se a- i
^llUSlIlUICaO (10 lugam bichas a S40rs., veodem-se peloi
"-* I barato pteqo de 155 rs. o rento, de muito
nrca.no a potauu
pelo barato preco de 5,200
por ama lata de iO libras:
uo anitazem de ?i. (D.Bie-
bflr &
n. 4.
SI
N
BOTICA MOMEO PATHICA. (#,
lav
pra
boa qualidade e gratules.
O muco preservativo contra a caspa
que at agora tem appaiecido, lem|a vanta-
gem de preservar da caspa, aiiiaciarju Cabel-
lo, e tambem Ungir o inesmu : ca^loja n. 1
da rua do Crespo.
C ,\ rifa do sitio na Passagem da Magda-
., rtUl da Vi I12 lenade A. J. dc M., corre Jcom a primeira
I loteria da corte do Rio de Janeiro, no pro-1
simo fevereiro, se se extrahirem sufficientes i .
bilheles ; na cunfeilaria defronle do lhealroi(T'
velho,o praQa dalndedencia loja das loteras.
I'recisa-se de un bom (braeiro, que
entetida dc massas : na padaria da rua do

13. RUA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
Dfiaid
PBL bui ron
PIRES HAMOS JNIOR.
m
loja de calcado. Na
vendem-se tesinas de
jJSOO rs., sendo em 2
porcao, a vontade do
PABA QUEM riVEB BOM COSO.
Vende-se um bom sitio com perlo de.oo
palmos de frente e 1^300 de tundo, clieio de i
militas fruetoiras de diversas uuadail '
com
no
hor
vi
luiul
na
a alcm de todas estas bondades, quem qui-
zar mandar Ia/.er uma morada de casa i-oin-
nioda c aceiada, ja tem um formidavel e
O CIAIlDA-UVltOS CltASILEIRO, ou arle
da escripturacSa mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rua da
Cadeia Velha 11. 22. Prcco 8/0OO.
iielog-ios de patente
n;;lezesdeouro| desabnete e de vidro:
vendem-se a prcco razoavel,em casa de
A11gusloC.de Abren, amada Cadeia
do Recife, armazem r^. lj.
CAL POTVSSA
\ende-st polassa da Kussia e americana, cliesida .
uestes da- e de superior qualidade; cal de Lisboa j
da mais uova que lia no mercado: dos seusdeposi-
los ua rua di Apollo n. 1 A. e -MI.
.Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven- !
de- se vinho do Porto de superior qualidade da bem .
cnuhecida marca GW em pipas, barris e caitas de
urna e duas duzias da garrafas.
da 'und
Agencia
Low-Moor,
2.'
Neste estabeledimento continua a liavet
rao
rua da Seli/.ala-Nova n.
Beo> ios
coberlos e descoberlos, peqoeoos e sraudes, de ouro,
palale inglez, para lioineui e senhora, de um dos
melhorej fabricantes de Liverpool, viodos pelo ulti-
mo paquete inglez : em casa de Soulball .Mellor A
Companhia, rua do torre, n. '.W.
\. O. Bieber & C, rua da Cruz n. i,
vendem :
Lanas da Russia.
dem inglezas.
Brinzo.
Bi ns da Kussia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assin ai.
SAO' MI ITO LINDOS.
Piicos corles de vestidos do fazenda muito
lina, toda de seda e de um gosto muito apu-
rado, cliegados pelo ultimo vapor vindo da
Kuropa, muilo proprios para as senhoras de
bom gusto, assim como chitas francezas
muito linas matizadas com lindas cores :
dSo-se amostras na rua do Queimado n. 22
na loja da boa t defronte da da boa fama.
PARA QUEM TEM BOM COSO.
corpo porcm robusto, sem barba, cor i
tanto fula, tem um deleito no dedo indica
dorda mito direita, he rendido de uma ve-
rilha, muilo ladino, civilisado, alegre, toe
vmla, inculca-se de forro, que sabe ler e que
he carapitta, piocurou nesta cidade ao sr
tenente-coroncl Joao Pinto de Lemos Jnior
para o comprar, o desappareceu depois uo
ter sido entregue por este Si. ao Sr. Antonio
Leilel'ereira Bastos, foi preso na villa do
Buiq.ie por capules de campo, soflreu em
cammho tres grandes lerimenios na cabera,
por resistir aos mesmos capilSes de campo,
enodia 21 de dezembro de 1856 evadi- se
nova mente do poder do seu senhor e coro-
nel Zetcrino da Cunha Bastos, indo com os
lerimentos todos abertos : recommenda-sc
aos cpils de campo ou a quem quer quo o
aprehender, o levem no dito engenho junio a
povoagaode Agua Prela, ao seu senhor, e
nesta praca ao Sr. Antonio Leile Pcreira Bas-
tos, na rua da Cadeia n. 17 primeiro andar
ooe ser bem recompensado.
Fogio do engenho Catitea de .Negro um
eseravo por nome Cesario, com os signacs
seguioles: representa ter de idade Mamaos
pouco mais, com os cabellos ji pintando de
braneo, alto, magro, bem fallante, com fal-
ta de alguns denles, levou um capole de
panno c foi montado cm um cavallo novo de
; coi rodado, tem por costume quando logo
: comprar alguma fazenda c miudezas e andar
| tnascatcando, intitulndose de forro : roga-
se portanto as autoridades policiacs e capi-
j tries de campo a apprebensao, e levem ao
I dito engenho a seu senhor Antonio Jos da
Silva, ou nesta praca a Co.rea que scriio generosamente recompensados.
'
para
: na
-P.-crisa-se de urna Iav.iilcn;.
var ro.'ipa de urna rande Ininilisi
rara da Independencia ns. (i e 8, li-
vraria.
Mondego n. !'.
cod'.namicos que se deve ler testa media- .
na. Portadlo ne.tp novo eslabelecimento fift
tem todo quann, fur nece^-ario para seu .j
uo, lano em alablo), como em tinturas l
e assim lambem carteiras de diversos lana-
olio>, tubo-; avulso., ele. etc. (is projoa T^
..lo os mai-*mulliros pov-ivei-. tu
a
por ser logo ao sabir do \langiiinno para
os Afilelos- quem o pretendere quizer ve-
lo, entenda-se rom o proprielario Jo Sa-
porile, morador na casa annexa ao dito si-
tio, dc maiihiia al as a horas, e de tardo
das j em diante ; e nu decurso do dia no
Recife, escriptorio dos Srs. Baslos & Le-
mos. rua do Trapiche n. 17.
Farinha de Tri-
este.
SSSF.
(Veradeira.)
Pelo navio BL.00.Mlt
barricas desla acreditada lamilla : v
de-se nos armazens de lasso limaos.
grossas, zarollio, falla beui descmbaracAtlu,
L, i i c esla um tanto amarello, levou conisiajo i-a
II Vas de Varias qiiaVldade : misa c calca branca c suja. O incMiio/abaiM.
Vendem-se ricas luvas re seda de todas aa
res, robordadas e cr,m bolotas a 2; o pas
dilas sem ser lid dadas brancas e amarella,
para hom.riis e senhoras a 1?, Ij200 e 19500'
ditas de fio da Lscocia brancas e de core*
para horneas e senhoras a 300, 400, .r>00 e
600, ditas branca1; e decores, de alci.d.'.o
assignado protesta conira quaiquoT pessoa
que o detiver em sen dominio. /lloj:a aor
tanto as autoridades competentes e com es-
I ivialiJade ao- senliores'.capilcs de campo,
o ap, nM-nilam e levem a siiprudila rua j-
l.ingoeta n. 14, a entregar no mesmo abaixo
assignado, que ndenmisaraoapprchensor.

MUTILADO

0(llras j Manoel Espinla da Mendoaea Jnior.
qualidades mais que se vende na rna do
(jueimado na~bem conhecida loja de mitide- j ___:__________________________________________
zas da boa fama n. 33. i PEK.NpTYP. DE M. V. W tAKl.t ixj:
ebeo-aram ."llOO P,0Prs Pa,a montarla a 240 e 326 e
a Lu ini.i

. '


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