Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07696


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Full Text
VNNO XVXIII R. -2.',.
Por 3 mczes adiantados 4,S'0O0^
Por mczes vencido 4,v500.


OIMTA Fll{\ 2!l DE JAMIRO DE 18^7,
Por anuo adiantado I5f000.
Porte franco para n subscriptor.
ENCAItREUADOS DA SUBST.ItlPO.VO NO NOKTE
Pirabiba o Sr. Joao Rodolplio Gomes i Natal, o 8r. loa
quim I. Pereirt Jnior : Afacals, o Sr. A. de Lemos Braja :
Ceira, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaqun Mar-
que! Rodrigues iViauhv, o Sr. Domingos Herculeno A. Peisoa
Ceareiue i rata', oSr. Justino J. IUiw : Amazonas, o 8r. ;Jero-
nymo da Costa.
PARTIDA Dos coriieios.
niinrt : >,..l. o. .ti*. J !> mcia hora. .li> .tu.
IfCuiraisi, i;..l.....,., ,. tarabita : ii.i- .....,. | ..,.,.,. ',.,r..s.
**...... Ilierro. Ilix....., li.riurn. ti.1,,1,., ..<;.,. mina, ., i T.i-r.un
s. I... ni. -i.... i'....-,j \.i,,,. Xaisretb, i.,,...........i:i .... i'., i.......'. faga
lilla-K.lla, Ii., i.,. Omfeen Bu ..........n.-r.-i,.,.
.41.... I,...,..,. >.riiil,.-.in. l:i-rrm,. i ,.,. lUir.-ir.i, A-i'.-l',-,.'
;' ".....tv.,.a: veintu-foiru.
.i., t nirr.-i.,, p.,n.-iB l III haraa 4a manilla.
i'. II
Pie,
AUDIENCIAS DOS THIHCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio segundase quintas.
Relico : ten.as-feiras e sabbados.
Pazenda; quarlas sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio: segundas as lo horas e quintas ao mein-dia.
Juizo deorpbos : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do eivel segundas e senas ao meio-dia.
Segunda rara do civel: quarlas e s.ibbadosao meio-dia.
KPIIKMI Mos lio MI/. DE .1 \NI lisn.
1 Ouarto eresccote as !) lluras e .TI minlo*da manida.
10 l.ua cheia as fi horas r 4H fDioiltot da inanha:.
1.H Ouarto minguante as 2 horas e .10 minutos da manri.is
25 La nova as 0 llorase 6 minutos da iirdo.
l'l'.r. \M Al DI. ll'i.lE.
Secunda as B hora, e Si niatos da larde.
Prlmeira as 7 horas e 18 minutos da nianla
DAS DA SEMANA.
."la. S.Pnlicarpo : S. Thcogines in.;S.Maibildnrainha.
J; reres. S. Jo'm Chrisostonio h. il. .la igr. : s. Yniihaio.
28 (.luirla, i tillo b. ;Ss Lenides, I liviano.
-' '.imilla S. Fraocisro de Salla i' -. Papila sold.
dn Silla. Di.dirart.ii da Baslica de .. Pedro i!o. clrigos.
.11 Sab.Jr). S. Pedro Nolasco i >-. I......n.;s. licmiiiiaiin b.
I Domingo. I. e ullimo depois de Reis. S. Ignacio b. m.
EN<:ABREGADOS >A St'iisr.iupi .\o No si i fj
Alafias, o Sr. Claudino Faleio Ilias : Baha, o ., ,. ftaaaat
H,o ile Janeiro.o Sr. Joao Pereira Marn..
KM PEItWMIllOO.
O proprietariodo DIARIO Manoel Figueima
i\r.ni.i, pr.ii;.i da Independencia lis. ti f B.t
iie I aria, na lu
idl
PAGINA AVULSA
SfflEC !B1IA\3
inesmo, Jos Ravmundo Vieira e I criado. Ray- imprenta, emliord o negu o seu correspondente ;
mondo Jacinlho Sampaio, Ur. Cemiuiauo Anlooso e a prova mais evidente disso lie, que foi recusada
- Vilal de Oliveira, o capillo Joe Joaqun, da Silva | esa minlia correspondencia no proprio Observador,
(.osla, MM niullicr e2 lilhos. Anloino CarlosPerei-1 queaenipre esleve, e creto queainda eslar.i' mi-
ra de Bureos Ponce de l.eon, M.mocl Cacella. Sil-
vana, Jos d,i Rocha e Soau. Calliarma Oreline,
Josc Ferreira da Silva, Manoel Francisco (om-lves
- Certo leslameuleiro. duro cuno urna roete, ha '*c""">s; ,,r- '** CinfWaa Bandeira de Me|.
'elido cin sua tala um pequeo legado|de SOS, per-, "' Junlnre '*_ Joaqoiiii Baptisla dos Sanios,
leucenle a un. hik-o individuo, para qoem loJa- ".'?ilr"'.'-"" Martlni de han Jo,e Ferrcira, Afilo-
va a referida qoaulia lie nina lm lun., pelu sea es
tsdo de euieriiiidade-. O leslametileiro quer ser
herdeiro, e de la de sua casa, esta surriudo aos ge-
midos de sua viclnua.
Os elhiopes qoe diri^em una carroca enm la-
nuda de trigo pela ra de Saula Hila, mallralain
por. tal forma os bois que |iu\ain a dita carrora cun
lanas Lio repelidas gnilhoadas, que causa d.
I ni bando de meirnos vadlos costoinam reu-
uir-se na Iregnezia de San Jos, e o motivo desse
.iiunlaiiieiilo he o iino'-ute brinqoedo de malar o
primeiro cao que eiiconlrain, a pedradas, sb o pre-
texto de estar dvdrupliobico '. A arara nao he mi
pelo susto, que asa causar quelles a quem se ap-
prosima o pobre animal assim perseguido.
lia pela rja, cuja deuoiiiiiiarao he opposta a
velha, un menino- lAo enaracadinhos ; que alo lio
buuiliuhus: que la/.em lautas rousiuhas, que he
mesmo de pasmar laniaulia apli.lao desenvolvida em
".; iiaui- -enero Se elles se occup'assem antes en,
uielhor servir aos freuuezes...
A seduccau be. um dos inaiore crimes que se
(inde cummetler. Vquelle que busca com Talla/es
historias sedmir atuuem he Indiuuo dee^tar enlre
^ente civiliaada. tuerto admini'lrador de um eslabe-
lenmeiilo manulacliireiro i..... por inania sediuir os
operarios dos oulros, para que vo (rahalhar n seu.
eiu in.ind i-o- com crandes uanlios. >Ao v S. roe.
que assun enlloca esses Iromens em estado de lulo
m*is traballiarem, porque no seo eslaqnleciui'iilo
uao Ibes d.i Irabalho Je nos oulros nao os recebena
inais *
Na roa dos sollrimeutos, em cerla casa, di/em
se vende garapa picada desue a-seis huras da ma-
nbaa >< nove da noile. Boin uesocio De/ ris de
miltio com dous vinlens de niel, um vintem de fumo,
um punhado de cal e de/.iris em cobre da de lucro
10; e ta. Que California '.'. |
Domingo liouveram cavaltiadas na Vai/ea, e
alias liem corridas. A cuiiciirreucia anda desla vez
foi immensa. A sania paz ah reiuou.
Cetatta-aea qoe o seguiute fado deu-se no For-
te do Mallos: I ni gibante den em um barbaras uina
treineuda pedrada, de que resullou licor esle rom a
cabera esmaltada e i> cachaco aperar de roh^o co-
mo o de frade bernardo incitad ; apo/. o faci acud-
rara algnns soldados de urna guarda prxima,que de
rain vo de preso a amlius. Felzinenlc em nada
icou isso, porque o barbabas asseauruu que nada
bavia sido, in.iis do que nina mera nasuda, E que
tal o hnnqWilo ? !! !
A bomanidade e a coinpai^ao silo senlimenlo.'
_ | nio Laurino de Moura Ferrcira, Manoel tiiimes de
Abren Avallar e -l eaeravos, i menores de marinha,
J. F. I.una eJos lligiriio Vieira, I Icueute, (i al-
feres, o lente quarlel-meslrc e sua familia, i me-
nores para entregar,ao rommandante do corpo de
impariaes mariubeiros.
Alt amanUaa.
ola dcsposirao pelas relaroes do seu proprietario
coiniao. Estando porem elle ausente, e eu mu- que
farto le ver amigos conipromellidos por ineu respai-
lo, entendo que devia ceder as razes, que me lo- independencia, que DIO trepida em salvar a honra
HKPARTICAO DA POLICA
E Oecnrrenelas ilo da -Si dcjauciro.
Foram presos : pela subdelegada da Iregoezia
dn Recite. Manoel (.orra Seara, por insultos, e
(.andida Maria do Naseiroento, pur brtga.
Pela sabdelegaeii da fregoeiia de Santo Antonio,
o- pretos escravus Antonio e Maria, por desorden..
E pela subdelegaeia da freguezin de S. Jos. Hj-
mngos Antonio dos Santos, por infracrao de poslu-
ras muiiicipaes.
HOMEOPATIIIA.
.1 fe br e amar c I I o.
Esla molesiia que a seis anuos nos persegne, len-
se desenvolviilo agora com alsiima iiileiisid,ide,e sur-
raleiramenle v.ii l'azeut coiisuleravel numero de
.viriimas, priii-ipalmtDla na genle das iiuarni.es
dos naviiis v no- aatrangeiros recem-chegados.
Se ha molesiia em que a boineopalhia he inccin-
lestavelmeule -ol.renianeira enrgica e proveilosa lie
aa rerdada a febre amarelli : sua superioriilade a'
allopolbia he cousa por domis pmvada e alleslada
por urna alluviao de faclos.nclusive grande numero
daquellea em que o Iralanieiito allopalhico foi in-
leiramenle improlico, recorrendo os doentes a'
homeopalbia ja as |iorUs da morle : eiilrelanlo
a pertinacia em se tralareTn o dnenlcs |>eln svslcma
allopatluco ou medeciiia ranonal. continua e eonli-
nuara porque os habiloa invelerados lillie|,neiile
se perdera.
> quvremua d/er com islo que a bomopalhia
he infallivel : mais mo se trata de infallibilidade
irala-se somenle de saperloridsde no Onlagens ile"
um sobre uulro svslema mi melbudo rnraliv mes.
Rio que nao houve.se da pan,. da homeopaUia nina
proporcao evcessivamenle peqoeni na morlalidade.
elU deveria ser preferida pcl, sua simplicidad, e
Talla absoluta desses lonnenlos marlyriot, quaes medicina racional nao pode ser owrc.da e
rezar de em mullas oceasies se cnbecer niie'he
intil torlurar o doei.le, o habito be lal que o doe-
'e ao expirar
que os doen-
* -enli .- allo-
i bameopalMa,
liada ha que cnuveor,a.
simio de faetu alUauamos, e
he fi.-o
que se arraigara no corado do homem desde o seu ^."","?}'"" ,"""''..'"'* """* "s <-anslic ,,,
...scer. rmsenliorexisle.ioi;.... M......cojo malo? E."? Maj|a*do racionalismo.
i i.i/er he -uirar um escravo que lem a lodos o- ms
tantea do da. Desde o despoular da aurora que es-
so deshumano bale, qual malhador de trieo, esse
mu or. A ules e depois do alinoeo,- antes e depois
da sabir, antea e depois do janlar, antes e depois da
ceia, emlim antes e de|iois de dormir sorra o negro.
One senlior !!!'.! I,es maavsis sont coinme cel
nooMM.
Ilonlem fez. a sua (lassa^em do quartel do Pa-
raizu para o do Hospicio o halHWiio n. 10 de iufan-
taria. A boa disciplina, n. lie maulida pelo seu mu
digno comraandrtiite, e o eavalheiTttroo de sua olli-
cialidade daixaram ajravadoa no corarlo dos moiado-
res vizinhos sao lisa- rerordares. ^
No da >leva lagar nos Afosadas afaslivi-
dade de Nos-a Senhora U \\\t, a ajoal foi feila rom
toda a pompa, e decencia. A' lano Imuve a foi-
ganca Ja moda cavalhadas primando enlre os ri-
valleiros os Srs. Cliagas.Augustu Ficber a oalros, cu-
jos nomes ianoramoa. v* noite lime fogo de visja.
qus pu-lena ser in-lhor. Militas pessoas pasaaram
o da iiaquell i rrecoasaia, e foram esealleiilemenle
tratadas pelos dignos Afogadenaesf que.se esmerarsni
em faz.er Mbremhir a sa all ilnlnlade, .fraanaa,
e eolre as pessoai que coucorreraui a preseiieiaram
luda a feslividade se conlavam as mais quallilicadas
desla cidade. No da l houve a (asa do Sandsi-
mo Sacramento, e linda esla'ronlinnaran os hrin-
qiiedos.Jiavendo a tarde dansa de corda ; mas o I
dansadnr nao era sean um passadnr de pinsueda,
dansadur embira : A' noil liveram lugar o-|l'.ui-
daswas, cuja ramelo ncabo as .'i horas da manbAa,
avaliando-se rm mais de tres mil o numero da- pes-
o.i-, que foram assislir aosdilos fandangos. Eolre
os representantes da lal burlesca fum rao appareceu
um bbo veslidode padre, com insiinas reiuio-a
rectenlo versos sagrados, e ai remedando arlos
f.ni.bresda ig'eja : se-ido safra de quaula pancads-
r,a I lie poderam arrumar algnns dos -en- romp.urai
ha de notar que semelbaiile ligura em lal foU'anca
ha prohibida pelas posturas muitietpaM ; mus di>eoi
es euteudedore- da mil- na, que elle he o sal da
funcro. Apelar de lana reaailo de puvo rein.u
melhor ordem iloraule os dous das ; o que inuito
abona a' polica dus A fugados.
tirara so se Talla em Poro. Van ao Poco ; bri de
ir ao Poro ; nao deixo de r ao Poro. Vals aa Poro V
l-.i- o que se ouve a cade canto, e na verdade o
Pana esla da pregas: all est a msica de polica
ociudo as novenas bsvert na aule-vespera Ihea-
'ro da companbia Sania Ro-a ; na vesper* fandan-
gos, e no da grande fogo de vista frito pelo digno
artista Josu Alve- llonleiro, e lodos, una tur -ii.'l. quem mo vai ao Poro he
K*porail,i,
Vmarellailo,
bnl'orquilbado,
Ooebrado,
Estourado, .
Arrcbenlatlo,
rabocado,
K ludo que
Acaba em ado,
O vapor "Imperador", sabido desla pollo para
os do Rio de Janeiro e intermedios, coiniuz os sc-
goinlcs ntsaageiros: Krancelina da Silva Mon-
leiro s I escravo, llr. Manoel Adriano da Silva l'on-
les, Hercolaoo .nlonio Pereirs da t'.uuba e i
eseravoa, o segando lenle Anuido Jnse l'euleado
Siqueira. I.uiz. Alves Riaaud, sua senhora, Ion
Mos e I criado, o lenle Joilu liipn-li do R.po
tarros, sua senhora, I lilha meiiur c i esclavos do
PQLH3TIIE.
i m i
D BASAMENTO EH PROVINCIA-
urna parcialidade ou grupo, que me he aummaoien- i em qoe o drama e a me-liiaco I.....lam-se no rea-
la drsallecto, a inaiien.i Iranca. generosa dedica- Ipeito do pa-.,io. >a Irlanda, lie o prsenle, a
da inrquese porlmi, qii.iu lo vio a forma violento paialo, o grilo de olio, ou de amor que se exhala,
com que lu Iralido o corpo cleiloral, desde cojo I o -anaue qoe jorra, p lacrima qoe corre.
momento abandonen o Sr. Dr. ti aloso, com qocm se i Nao nos devenios teler.r as colleccSes publica lis
aehava compromettido. por alguna erudilo<| irtandeies : lltinilton Drum-
llnura e gloria eterna a e--e veterano da nosa
v..-i,i pee. KiiiiIir..,, muiiiei ina-ia, no
l'ire:. chein de reronbeciinenlo para comvosco.
lia enlre.e.las joias i,ni aunel que f-u vos
parmilln ira/.er rom Irinla diamantes engaMadoa em
prala pma. Trazei-o na man direil.....m,lembranfa
meu amor, e, se vos deslerrarem, recurdai-vns do
.Vio se uc-i
.nioiis.
I,,'.'' re,Hit o ,- u
lllonlem lomos chamados para ver i
(Uez. que suppomos ser fabrcame .le salan: dea mi.
nulos apenas depois .la nossa cheaada, passou desla
paramell.orvid.: nao aconleceu o mesmo con, ,,
Rominandaiilc de um navio porlasnex que s ,.! ,
hospedado em casa do Sr. Domingos Jse Ferr
taimarles na ra dn l.hieiiuado, a quem lomos
nado para Iralar : foi alacado cnrr,|lal violencia,
levou mais de seis horas com u>'. tremor convol-,
irovenianle d. reliemeeni.^f, ealafrios; no Din de
ir=s a. porem, lava de pe, reslando-lheapenas
umaligeiraieiericia. '
lunumrroi lera solo os Ca nina s,; ,|-e
las iaVnilesimaes, on neos rfc aranha rom., rarin-
ameiiie chama a mcdlciua racional, lem ido sufll-
nnle |par., snst.r :.r uma e/ ,,- vomilo. pre-
iis ; innamcros lem sido os caso, c:
'- ahandon.nl.i. e desengaados n|
oaihas, tem adiado sua salvarAn
mas ludo iu pooco
Podemos sllianc
con. Inda a lo, r., '.- ,,,,c,;,
'anelles duei.le.qo....., p,ri..... ,,., hmleslia lo-
mam a nome-op .lina, ran-imo lie o que deiva de ,-
capar, Ur.,ii,|..-e a 'jrai.de mloria dell.-s em pon-
eos d.a. e de mais m,, SP, PS4C |IlllPn|
napism,.s. can.lico. e asquerosas beberagen. nlo
queremos d./er rom i.o qoe Iralem-se bomeopail.i.
carnelo : cada um faca o que mrlbor enlender.
pal. e,.,. he o melnor.ay.lema ; o q,. pode aconte.
cer somenle he rrependereme no lim, mas os -
rependidos sao os que se .alvain ; lo.lavi
que ., ai lepen lmenlo sempre veui larde.
Lonsullurio bomeopslbico, ru Nova .Vi.
Dr. l.oh; Mosc'o-M.
Srs. redactores.-\inda que al cerlo poni me
eorresseo dever de analy.ar a misaiva do .eucm-
respondenle do MaT.inhao.hnjr publicada em relarao
s d.niiiislraran do Sr. Cruz Machado, todava deilr.
acorado laze-h., porque me Talla lempo, e mesmo
porque entendo, que-,, poss fazeb. com proveilo
penle a rimara dos Srs. epatados, de t.iin
nroi.trsIaTnl dire, de faz..|0, er "JJ
reclama clell. ,.|,.a. qoec leudo uella un, assenlo
e assim o enlendor ru, sua sabedoria, e para o oue
isnbo inconleslavel dreilo pelo i.- crculo da po-
vinca do XaranMo. Por aKr. lirnilo-m. a d./e,-
n.e.que enlm as ineucthte. d..seo correp..ndeule
sobr -ahe a Ce que os Srs. Drs. t.ornes .le Souza e
(l.lili.11 ..'! >J Un.,1,.1 Ji. .
o os depulados pelo circulo de qn
aiuoi
t-aln.
lie lano mais levollanle seinelhanle inevarli.lo
quando nincuem melhor, ,,ue sen corresponden e'
que he m.us me., conheci.lo, que seu. lem inleiri!
cool.eri.nenl. dsso. Para prava de lal inexaelidli.
pero-llies, que publiquen, no seuicooceiluado jornal
a mclu-a .oirespoiidonria, que nilo pouoe ser pub'i
cada no Uaraulilo, onde ,, li,. |. ,,11H S1, prc,,,.,,,,,,
a rou-as para corre,, como, .caes, laes innexacli-
Ines: rorrespondene., que nao me foi pos-ivel |,-
ler o propr.elario do Publicador que a mprimiss
e ni no Observador pelas r.i/e
escripia, i que so |.osso
aadminiiIrarjtooSr. Cruz. Machad,, para evitar com-
pnmelt memo.
que leiiln, p,
publicar, quando devar
k>r Matusu I.eonie d'Aunei.
CiPlfULO \\l.
O- Caquinos.
I liliu.iarao.
Dallando ,. m. Ros. olloo para a sua cinara,
eollocoa a hit sobre ama metinlia ionio da porto, e
abatid, pela fadiga. pelo calor, e pcl, einor.o Cine-
...., precipitadamenlea despir-se. No moienlo em
que o vestido branro desceu-lhe aos pe, cuno uma
iiiwm. ella vi., 'Jorge asaentado em um calilo da
carntra, eeonremplaadu-a com orea especie de ad-
miraRflo ingenaa.
S presa, ella.crazoo o. l,rar..s ubre o peilo des-
eobestu, eficou alanos luslaulea em pe, immovel, em
mu mudo e bello embarazo. Pareca um. tslalua do
Pudor.
fi- Ooe vossi- est aqu disse emfim, enlrelsn-
loansoroata. o r,l e al aaespadoas se n,e co-
brian de vivo rubor ; mas he mullo mao
seni trisar.gas,
Perdoe-uie, Rosa, re-p.mdeu Jorae : eo Iu
'in.l.imuilas C..0.SJS a dizer-lhe. quando t pre-c
de su, mili inlerroiiipeu-me. EnlAo vini espera-I
vir assim
ha
.Na impr.M.....da opposirlo nlo foi tambero possi-
el publira-la prqe desde primeiro, ou meado
d dezembr., do anuo passa.lo al o dia : de jauenu
em que deive,, Maranhao, nao havia liherdade de
eessivos do colleuio, sa lerrivel doenca, as Iransfor-
ni.n.urs surccssnas de sua inlelligencia, sen pezar
quando deuara u caslello natal, snas medllcoei ua
languidez, snas aspiracOes. as pbases de su amor
para con. Ilenise : ludo o qoe sentir, ludo o que
esperara, lulo o que sollren,.
Fea esa louga narrar., ingenua e nnbremenle
'"'" '''".....'"" "e urna cmisrienria w.rapaz de OC-
cull.r nada, rom a verdadeira elnquenria do corarao
que enmmove e persuade.
R.,.a l.nnquilli.avi..,,. e animava-o pela, suas ma-
nen.,- iiuvi-ocm arneueirad
lenta, enlevada e eommovida ao m
vr/,.> i.iava nelle se,,s olhoa >/,
'vam algmnas lastimas, e mil
niaoj/.iuhas le>lemiihava-ll
l'tla primen., ve
rias sen, reserva : sua almo |,, |^ ,,.,,, co(l|i
revelou.se lula. Elle dislnmbrou a Rosa queiul-a-
va conhece-lo rom as rlqaezaa interiores ae Iba
mostrou. A lem de que, para essa ronca de deze-es
annns, nascida desde lu poneos das para h mi.. ,i
<"<<:<.....He liaba un, allralivo superior que iiera
'ospellava. Pszia-lhe u.ivir a liogiiagem de sua da-
de : sua palavra natural, espontanea, simples e fi-
le so mesmo len.p,,. ,, a ,.ril,a pod.ru,,,ni. da
mondade. A despeiln de ludo, mesmo qu.iiulo con-
lava mas mais tri-tr^ decepmes. a poesia iSe -eo-
Miile anuos brilhav.i nelle de Indas as pariej Tinlia
o encanlo suprcinij que erde-se lio hn-vemeute e
que nunca he lubsliluido : a mondade ,1o corceo e
do espirito reunida a nmridade da bellez.
Pas-arani.se muilas horas dada- as mais intimas
eBasoes. Itopoisqoe Jorge fezsaa ronli-,,,,, a llosa,
e-la eonlou-llie a hlsldris de sua vida, i., vazia do-
rare aprescntadai.
Pela referida correspondencia vera' o publico, que
se a eleiro que leve luzar a de dezembro no I."
colle2io do ',." rirculo for approvada, como leve ser,
o resultado me be favoravel, pelas raides all epen-
didas. e que constan! das autenticas, que tiran, tn>
meu poder.e pelas que Inram remellidas para quem,
a vista da le, deviam ser.
lie possivel que a cmara municipal lenba dado
os diplomas a quelles senliores. Anda que assim
lenha acmilecidu, o-cu correspondente, liel n.ir.adoi
Como deve ser, nao eslava |H,r isso sulorisado a
da-los por isso coreo verdicos, que sio aqoelies se-
nliores os depulados, porque S. S. sabe, que meios
se esiav.un empregando para no, inclusive um.. via-
gom do Sr. Cruz Machado ao llapieoni -..i, o pre-
texto de assislir ao casamento do seu piedilecto can-
didalo a supplencia o Ur. lia}OSO.
Nao be o diploma quem d direito a ser depti-
lado, porem aquelle culadao, que rene mai.ir nu-
mero de volos lesHcs, c quando eslessobem aponte
de fazer pelo menos a reaimia relativa.
leudo assim reclamado o meu direito, nico lim
desla, pare aqu. SondeVmes., alenlo venerador
e rriado.
Dr. Jot Sergio h'errtira.
Recite 2S de janc.ro de 1SY7.
SR. REDACTOR DO PUBLICADOR.
A caria particular que foi inserida no seu jornal,
comoilirigidadavilla.de Ilapiruru'-merim, Iruca
de falso desde o principio ale o lim, pelo que ni;:,.,
que uma (al caria he antes aqu forjada, qoe dalli
escripia : seja ou deitede ser, o que be ve, dade. he
qoe nao estoii disposto a deirar pa-sar sem contraria.
la. mas siin quando nella se Talla ere miiii e nos
meus amigos lenle coronel Antonio Reriiardino e
Ferro.
He de nolnriedade publica, que o lente coronel
Baymando Comea de Sonta e Dr. liaioso. ied a
sua frente o delegado de polica daquell villa Ray-
mundo Jansen de Castro Lima, apoiados em H pra-
?as do "i. batalbao de inlanlaria, commaiiiladas pelo
alferes Bay,eipaliaram da casa da cmara, a nata
menos que 7.! eleilores. porque sabam que nenhuu,
quini Comes de Souz.a, e liem no segundo llr.
tsaieso.
Esles eleilnres assim reppllidos. foram reunidos a'
casa do |oiz municipal o llr. Ovidio I.ilion, e ah
por escripto proleslaram conlra semelhanle violen-
cia : aceito o protesto, leslemuiiliailo e julga.lo por
senleuca, nlliciaram ao ttvd. vinario padre Camello,
liara qoe Ibes franqoeasse a iureja, aliin1 de alli
eunirem-se, o que Ihes foi concedido, e sol, a p,e-
sideucia do iun de pa em esereicio, formara,,, um
collegio de ".> eleitores, sendo .lestes 3 de frscas-
z.ias em qoe nao baviam duplcalas ; observaram as
formalidades legses, e den essa volara., o seguale
raaltadp^Jjne le lancadr. no livro d olas, r..,re
,!irfmina a le ullima. J^s,; Sargio Ferreira, TI vn.
f*t is, Dr. F'ahio Alcxandrin) de Carvalho R-go iik,
e Joao Juliano de Moraes llego7.
Ao passo que assim se pMlieava na greja, m ra-
sa da careara o Sr. Comes de Sou/.a e (iiioso reo-
'.am \ eleilnres, dos quaes apenas ni perleoeiam
''luuezias que nao liiiham duplicis, ele.
sle duas lumias de e'cilores nsaisliram junl ,s a
''.moniatelinij-a no da '. que loi celebrada pelo
eierenao paue Ravmando : ambas ouviram a ora-
tan anloga, recitada pelo padre Camello, Com a
|ual hein se iiiri,i,u..J.iu ,, Dr. liaioso, segundo ou-
vi.lizer.
lio eiposlo a ve Y. S.. que qoalquer qoe reja o
Ido porque se en. are esle neuocio, nlo podo elle ser
favoravel ao llr. S.uia e Dr. liaioso, c u qn'ei in-
culcar o scDcurreipondcnle.
S.....mees esle......horas .,- v'otaces das fregno/ia-
o,o qoiterem, conlere ou nao a. duplcala-, em
todo o caso o resollado Jibes nao ha de .,.r agra-
davel.
Se nao po.'e aproveilar o nome.'e ao |lr. I ilro a
volac.lo de un. collegio con, 7:! eleilores. e entre el
les :i.i de fregoeaia. que nlo tem daplieata, moilo
menos pude aproveilar n,,s Srs. Sonza e liaioso mi-
lejo organitado a forca d'arnias .le i I eleilores e
enlre esses apenas lll, que uerlencem a fregoetiai
que nao tere duplcalas, e lano mais se considerar.
mos que a despeilo de tildo, o Sr. Caloso nao pude
reunir na casa da cmara eleilores, que a., menos
formassem a maioria docollcgio, que saofl-,
O laclo de s ler o Sr. Caloso 1(1 eleilores par
conhecerem das duplcalas, ao pastoqae os mus con-
trarios linhain :w eleilores, deu lugar a serem e-les
empellidos da casa da careara, e o empiezo da torca
paiacbearao resollado da evpulsio. jusiilira a re-
uiao dn eollflin ,,a inreja matriz
Restabelecidos assim os relos, nao me doo ao Ira-
hall,,, de lelul-r lulo mais, q-.e vm nessa corres-
iionil.mcia sol, a capa do anonvmo em relarao
mire, aos Srs Ferreira Coelbo e Ferro.
Naoanlrarei na questflo, sem sabir como foram
reconbecidos no colleglo da camaia os 7 eleilores da
freguezia do Cralo, quando n.1o *x!,iia all o livro
das eleires primarias, e sire no collesia da igrea
malriz. '
Nao Iralarei de oulras qucsles ch,upada para
barulhar econfondir indo : essas quetloea licain pa-
ra ser tratadas peranle a cmara dos depolades, ni-
co juiz. della- : e seja qualqaer que fono sen resul-
tado, isso he cousa com que pouco me imporla.
A questao en. relacilo a mim e aos meus amigos,
benu lermuiada no da ido crrenle, da ere que
provamos que tullamos alli a maioria do corpo clei-
loral do ,. lado, e que loda a candidalora que
nao lvesse o nosso apoio, nao poda ser beta suc.-e-
lida.
t'.nnhcco pcrfeilamenle a torca dos conipronielli-
menlos que va., pezar sobre aquellos mena amigos
lulando com as ira. do Sr. Souza e lisio*. Sinlo
qoe quzessem le-lo lomado, maiimc quando eslou
a deuar o Haranliin, e quando nao preciiava .leas
prnvas para sempre ler dlles giata recordacao.
Recebare pnis. e-ses senliores, os meus agiadeci-
uenlos lio sinceros, quaulo lorau, a sua dedicarao e
muade.
Aprovailo, senhoms redactores, o ensejo'para
agradecer ao Sr. Jna oi.n I ahricic de Moraes llego
e seas amibos eleiio, 4 do Cralo, qoe perlencein a
e a digiii.la.le do corpo eleiloriil lio viulenlamenle
aggredido em seos direilos.
Se a degradaca.i a que lemos ebegado cm mate-
rias eleiloraes. faz com que se nao d boje um justo
valor a esle procedimeuto, um da a nossa historia
aponlara' este laclo como deve ser encarado.
Receba, pois, o Sr. Fabncio, oSr. Ooeirnz e Cin-
tra e demais lenhores, os asradecimeiilos d'um co-
racao esmsgado pela generosidade de ore adversario imitadas da balada Joglo-satonia, e que enlretanlo
mun.l, Cavan llullv e ll-ir.liman. cuja perdoavel Ir,sle corara, que aqoi lirara
parcialidade eonfunjlio as pocas e meaelon as ra- F.nir.o torna
er. Acenlos de miera, on de alegra, appellns de
amor, grilos de viogjaoca, eis o que lie essencisl- ro ; a joven aalvon-e por seu loramenlo, bem o v,'
menle cellicu ou irUlldez ; a narrar.!., he animada, I o jurv. Ella deu liberdade e a vida ao seu aman-
elvagem, entrecortada pelas lagrimas, ou enigma- te, salvou seu iiomc de loda mancha. Eleve- tica e perdida no symbolismo. Pelo lim do seclo |cima saa brilhante honra e lenba lilbo brlhanles
(irecedenle, alguns incidentes da vida rustica ou | como ella
piivada .,ram as provincias occnlenraes da Ir-,
lando o aumptn de canlos elegiacos, evidenleinenle
A pona de no-as liavonelas sbrio a Ierra. >>epul
lamo-lo ao rain encobarlo ida tus e a lgubre cer-
rar .o. Perlo de ii.h ron.un,,,.-se a Inste lanlenw
Nem uma lagide sobie o seu pello. Nem nina
morlalha para envolv.-lo. Nada pesa -obrr elle; p
pnlilico, c islo quaudo os que se ii.culcavare de de-
dicados c amigos o ahaudonavam.
Son. senliores redactores, de Vmcs. ltenlo criad.i
e obrigado ./os Sergio ferreira.
Maranhao t de dezeml.ro de IH'.ii.
sv npathico, al-
nesnio lempo : as
,, nos qoaes brilha-
ando aprrto de suas
temo inicies**,
de sua vida Jorge I, z conlideii-
vi
ll"l"ll*lll"lllll.
TI10MAS MOURF. E SKI > CONTEMPO-
RNEOS.
Memnirs, Jnnrtial and Corrupokieiice n/ Thn-
mat .l/onrr. eiil'tl (,,/ /,. Ithjl.i I, merahle lord
Jvhll llus'ell. M.l>. rila. |. II.
I
DE I MA ESCOLA POI CO CONDECIDA DE
POESA IRI.ANDE/.A.
Poda irlandeses des XVIII e \|\ scalos.Seas
calreos para recnnstilairern um nacionahdsde
litlersriaiPorque a Irlanda nao lem bailadas
histrica.. Ilomiiier, o Uj. Drrnnan, Fergos-
snn,Cali,i,,,!.,.I'esin Itaron.Soggarlb Aroun.
willj Keilly.Gerald i.nllu.
A nacionalidade irlandexa, ahafada nos jorro, de
sangue derramados peto all'anne Calvinista, nao llu-
via erguido a calieca des le o mejadn do \ Vil sec-
lo, l-.nii-lanii' o desespero, as perscguici.es, a mi-
sero, o ahatimeiilo poltico na,, linham podido ven-
cer on desanimar o genio de rsca, quereappare-
ecu na aurora do nosso scalo, mal temerario, mais
heroico e mais impiudeule que oulr'ora.
0 sopro das revolnces varria o mando.
1 checas ou Scandinavos, Serbas ou reliquias das
tribus clticas prncurovam um lugar ao sol.
Fnlao os I,Itralos hongarul, bohemios e serbas
regularisavam o idioma de soas raeas por propai-ar
o seu ,i.n. Os meamos Celtas nao estavain ociosos.
O tajsa Otstan, inventado ou aperleicosdo pelo es-
piplunso Macpnerson e Iradozido coni uma pompo-
sa facilidade pelo nosso l.-lourneur, tnrnava-se um
objeclo de orgulbo para a EsCOSSia e deslumbrava a
Europa de urna lanalica admirarao.
Os Irabalbos mais meritorios da erndlco angto-
saxonia. a luz. fabulosa levada as origes brelon-
nicas c hmrjques. as singulares bv polbeses de Lego-
nider e Lebrigand, a academias poetieas nscienli-
llcas dos Canicies, forraam nesla mesma poca um
complexo de svmptoreas irrecnsaveis c simullane.s.
que revelam orna asplracgo enmmum. sem despjo
anlogo, um i, imoso ardor de vida onde reuas-
eimenlo.
Fot enlloque snac^esde raiz germnica, ad-
venidas de sen. destino, por um secrelo in-linclo,
senllram reiiascer e trasbordar -ua anliga seiva.
Ellas parerjam enlendere sem se comniunicar.
Ouando.os erudilOI speos prepara vam senhaen-
pe-\iser, Ihesouro d* calilos miligi.. e lral.no-
naes, o hispo inglez IVnv recolhia na Inglalerra
Iradicoes e legendas idenica-, Dous lio,neos de es-
pirito, R.idmer e Breilioger, arvoravam na. laidas
dos Alpes a me.nia bandeira qu.> suttentavam Wio-
land e h.pslok, l^ssillg e (ioelhe. Anlogo, rla-
res luzem de lodos os lados do borisonle germ-
nico.
No fuudo da Escotaia e perlo das 11 Ira Orcades,
vivos relmpagos eorrespondein a' estes clarOes : co.
rao estos fanars de guerra que, na idade inedia, se
onrrespnndam de montaaha em monlanba e illn-
mmavain lodo o hori-onle.
Logo Walicr Scolt,Coleridge,lortl II,ron. eslnda-
ram Schiller, trlhe, Burder e vasavam-te sobre
cs.es moldes. Esto nova expanrao de espirita ger-
mnico nao se manileatoa somenle na tirfa-Brela-
nha e ua Cerna,,ia. mas na Noruega, na Dinamar-
ca, na margem do Limmal e do velho Rheno. Em
qma pequea aldeia de Scbw/rtz-wnld, o era lle-
belcanlava, acompaiihado por ore eampocei lioberl
Baros, habitante das margeos do Aw.
Emquanlo esle desenvolv,nenio septentrional
apparecia brilhante, a Irlanda cltica, collocada lo-
ra do inovi,nenio eral. eontrlstoda de sua alllicao
luriosa de sua impotencia, tgitava-se em um isola-
menlo.e uma dor mail rrueis que Cita mesma afllic-
cao e que o jago estrangeiro. Como indas ,,s nacio-
nalidades, s,mi-vivas, mas enrgicas que a vagada
civil.acao mo havia arrel, lado para deslrui-las.
nem allingido para fecunda m, ella sollrera com
suas aspirac/.es generosas e .perdidas, miiilo mais
que core as miserias, ruja, hagas haviain sido ci-
catrisadas por slgons annos de repouso. Oh que
doloroso espectculo que be esla solidao e este
abandono da Ir anda l'ii, p..voardente, en.-, nbo-
so, sensivel, todo meridional, ve-see,cluidodacom-
monidade europea |iordous abytmos : um mar lo-
rioso semeada ilecachopos e que a colloea como i. -
ra da civil,-a^io moderna :e oulro alivsmo mais
prorundu de uma atrasada rullura iiitelle.clunl.
Entre 1790 e18Q0 a Irlanda, por es forros con-
vols:vos, tenia remontar ao nivel dos oulros pov-
e iriumphar do deslino. Poetas, historiadores, ora-
dores lomam parte nn movimenlo. I'ma e.c. la ir-
laadeuinteira, apenas conheeda da Inglalerra,
preduz obras raras e encantadoras, que n-uliun...
creio, loi Iradozi.la em francez.
Na primera rlasse .lesles tlenlo, eclpsalos, de-
vemos immear 1 boma. Ilave., advagarta. irlaudez,
Joao Banim, Samuel I eigus.,,,,. ClarenceManganr,
lole la.pies l.all.n,ai,, o Ur. Ilreiinan, Ceraldirif-
lin. Lm pequen., numero de canlos populares moti-
lados e ioconiplelns.havia.se Irsnsmilldodegeracilo
em -erarao.privada.il raima fecunda dunde nascen,
asllleraluras indepeiidenles.a Irlanda nada pos-,,,^
le semelhanle a e-ie grande Ihesoaro ale bailada-
verdadeirameale neionses, que as racas lentimi-
ras conservare reluo-ameole. Apena." a lembran-
e dealguiif liagmenlos -alliros ,.u rellicos vogava
na rhoupauas soladas c servia de cevo .ios talados
le alguns sabios. O mesmo caracler deslas reli-
quias, um puro Ivrismo, li|l,n da emo.ao presehle.ns
distingua esseiicialmenle das cetre's lenl miras
san caraclerisados plo. pi.dundo, tiznae. de-las al-
mas apaixou.id.is. (alaremos dous .lestescantos, um
calilo rusltro auonvmoe um ra,lo lamentoso que
linda repelem as aldeas d'Anliim e de C.-muaugbl.
a lomar a palavra o nobre advogado hoinein da guerra ihi esla, inmiovel romo m
roa : PermiUl a libcrdad au joven piisinnei- j pamemo as deliras de seu capole.
joven salv.,,1-o por seo loramenlo. bem o v llreves e curias foram as oracne. que pronuncia
ms. Ma* que eitaaasa ol,., e- sadsttoaram ne-i-
pollido semblante! Pensavamos nn di., de amanhea
\ penis eslavamos ere meio de nossa tai da, ei -
balas que sil.illaiii'. e os ino-qoetc- inimuo. que
i lll,,mli.un, '
Lentamente, Iti-lemeule, tlrpuzemo lo ,i,.,n,,
lento em seu tomillo. Nel,o,i a pedra indira |u.
lie um primor d'obra, n.i.i ob-lanie a -miseria da
rima e a iiirorrrrcso da linguiigem, este ranlo la-
nenloso em que o. rthinienr. uV.ol.vi.mr.se como -*f em flue elle repuu-a. Nem ure epilaplno : I II.
I'C'IQU /?'/",,.
Oiiand, en viipiva as monlanha. da Eseossia,
psrei na casa .le um rendeiro. A noile era neara e
a cliuva arluilava. bu, heii recebido, e havia ah
uma bella joven, que me pergontoa : Sois cosi-
do '.' an que resp indi negativamente.
Fit-lhe enre desde a innle, sim. desde pola noile Constiluem uma lillratura.
al .1 maoha, Enln allome dttte franetmenle. Sol, esla relacilo, a nova escola rlandeza a de
Eu viaiarei tomvoseo assim! Sun. sempre I Banim e de Fergusson, llnha lado 1 fazer. ntreos
comvosco, pois que a Irlanda be nm l.ellu |,aiz. Ir- lalenin. mu esqaecidoa que a honraran! e que mita
os chamava Onevedo o llespaiibol, achariam muilo
que redizer. o drama be cu,piel,,, o senlimenlo
delicado, a expedir,, precisa e vehemente. Ah v-
se um dos mais helios versos da poesia-ingleza :
Then, Ult a marina lieaiili/ brigbl. Iicdre him
Ihe did-iaiid.
Triomphanta belleza da -rara reminil Uovimeo-
to di vida Transporta dos dores moraes e daaanei-
ee. ardeate. !
I ma oa dua. peras .le.le genero, sem arle, n5..
landez e Eacotscz sao da mesma famili... Pois iem !
romos unios e comecarei a viver *
Hepois de almorar, bu levado .i sala em que e>la
o velho pai, que meperguatoa : lie verdade que
desposis Joamia, mlnba lilha '.' Eu vos darei qui-
nbenU. peras de prala c um pedarn de Ierra, n
Apenas elle prooniinon esias palavras, vein-me ao
espinlu a idea dr minha chara Pegg) Ruwn, e aper-
lou-m.' o coraran.
.. Ynss olerecimento, di.se-lbe, be certa-
menle encantador, mas en n.lo po.so ser vosso ^enro'
e vo-io digo porque. Sou escravo do re, eslou
empenhSdo por meo juramento. Ile-me, pois, pre-
ciso parlir boje mesmii c parlo para Edimburgo o
Oh Pegv Rawn, minha IVcgv llan po.so eu
esqnerer-le '.' Tu es miulii, sinlo leu coracao baler-
me no peilo. F!-lamos separados pelo mar que ron-
ca, e cada vez niai-le amo. Sersi seiupre tea, Pci'gv
Bavni, sejiipr.. leu !
A !rac3 ingenua e" rustica de.le poemelo recoda
o '.indelicado ealez amavei de alguma. poesas i a
escandinavas, serbas ou illvriis. No ll'illfi lle\lli.
In anula mais emn, lo ; I,a um rcenlo popular mus
vehemente ne-a remposicao palhetica o founded on
facls, como dizem o* lnglez.es. e relativa um pro-
cesso de rapto c -edurr.io, que abalo,i proluuda-
inenle a imaginacao hvbernica.
lilh/ llcHIg.
i Iva! \ in 1- ; iMiii. Wlllj Reillv, quero
teompanharvos bem Innae nos pai/.es estrange.ios .
I*ei\arei comvosco a bahilacao de meu pal. nossa
ca.a, e o. Ierra, que Ihe perlencen). ,i Escula-o
\v illy Reillv, e elle parle com a cAard fiUm4e aeti
conifo.
Ambos vlo-ae judas 11,res),,, e colliua. : alraves-
tam unios a -mide planicie solitaria. Nao procu-
rar.,, valles ol.-cur.ts e o. Im-queies que os deven,
siihrahir ., Iodos os periuo.. Mas o pa. os seaue com
lima tropa bem armada, e Willv Reillv he pn.'o-
noiro com a ehara /,//,a de -' coracao.
II em sua casa, em sua cmara, qoe se a teui
pri.ioneira equea encerrare. O pobre Raillv lie
arrastrada a pri-ao de Sligo e laiirnlo sobre o pavi-
menl,* da ni.i-inniTa. Ah esperan, que O levem a
barra do juiz. eqoesa Iheinslaareo proceiso, sn-
,,le jnir ler mullido a .-/.ini filha l-'.is ni
n iis, bi
.. o Ierra
II,rulo ,1
p, .'.
, trias,
ula. J
lu,,, -r
e ,..,- e ina ,-. con, c, ,.s de
lorr nlo coro,, o:.i .i--., Ino c
la rrael ol lio, esla d,'.r. eu
lo. Espero ser soecurrido
fe i
lia!,.lo
.1' .ni-,
i e rhara /.!/! de meii ,.,,-...,?...
O lilin. d., carcere.rn fulla ua uri-ao, e diz. : -iO'
Vai boje comp i,---
ilunl \os q.j.'r i>,..!rn>,
lemn moilo que nao
h'ira filha de rotSO
M. F
It-iiiv : Ano, Will) l;
pranle o jllu. O rico
e nunca vos poder,,- dol,oler
pa-ueis caro vosso am, r pela
eorn.'n,
Willy veslin-se da cal
l'do de verde, IJ o seu1
cea aos pe-, F.la todo ves-
bellos cabellos, esplendidos.
CAPITULO X\|| F. n.llMo.
Concloslo.
A -iluacao deespiritu de madama l.escallc duran-
te essa noile memoravel foi mu, penivel c aguada.
\penas deilara-se atormentada pela. so,. con cela-
ras, e leudo InqaietaeSea de eoriosidade ella quiz
tentar esclarecer-se. Levantoa-se, sabia jo cor.edor
evem de leve ale a porla da lilha. Cegando al.i
parece,i-lhe ouvir al-uem fallar em v.,/ baila com
Rosa : escolou ; iieiibuma palavra disllncla chegovi-
Ibe ao ouvi.lo ; mas ella rerouheceu a voz de Jorge
e nao julgon convenienle entrar. Vulloa |para o
eu leilo, onde adormeceu emlim formando moilos
projeclos contraditorios.
F^raallodia quando ella acor lo,,.
Recapiniuo rapidamciileos elementos da iRaaclo,
e rom cerla lgica decidlo que. quando menos J.irge
era lal qual lora jolgado a principio, lanlu mal im-
portante s lornava lomar-lhe Basa. Islo posto, era
preciso obrar, e era ., qoe eorrvinha sobrelnd,. ao es-
pirilo de madama l.esealle. Ella escreveo inunedia-
lmenle um lilhelq lacnico e quasi imperalin, a
ennde-sa de Vedelle, rogando-ll.eque vie-se sem de-
mora rom o mando a llelbousquel para negocio de
familia, e man ion avisar igualmente a Mr. l.escallc.
Cuardou silencio com a Ua Med-, cijo carcter
menle .i Rom que, -em dunda ainda eslava adorme-
cida, ecidio-s- a esperar que acmdasse, e rclirou-se.
No corredor ella pa-.o,, dianle d.i porta de Jnrge -
vendo-a enlraaherla impellio a brandemenle, e lau-
cn ao interior da alcova nm olhar invesligador.
Achou a cmara em mu,, ordem ptrfeita e vazia.
I-so lez.-lhe lelleclir moilo julgoa neress.-ri, ir
rolb-r novo, esrlarccimenlosjanlo d.. inlailivel The-
reza, e dirigise logo ao jardim, onde luih.i ceile-
ra de enrmitra-ta.
Ihereza renovando
dous moros depois do ,
,1a,no I.e-ralle.
Iranqiiilli-ar he lermo propili
calle ii.V desejava mais ,-, sua
nao o de urea separadlo.
Por ama ealravaganle aberrarlo de espirito rom-
mure a lodos, a.oiilece a, vezes'uue fuera de pro-
curaras compeniaeet a urea -iluarj,, ,,,,;, chega-e
a preferir os bous lado. ,|e uml ailernalivaa princi-
piu i-o-l.olor.,.
\ssim fazia madama l.ccalle.
Ao meio dia um cavalllnfao activa e robnato da-
poz a Mr. Lescalle muilo e-paulado pela meusagein
"'ull,erJ''..... doporllo de Belboilsquel. Oua-l
n narrar.,,, dos habitat dos
smenle Irauqaliseo s ma-
; pois madama l.e-
lilha oulro futuro se
Ihe cabera aos hombros, lie alio e bem feto, o mais
bello lioiueu, que .lesejar se peder, digno da filha
de Foillarl quan.lo mesmo ella fosse raiuln !
" F.is .. que ha d novo, joven, o que -ouiie
esla innle. A joven unhora prestar juramento.
Ella p de inalsf-vns ou salvar vus. A o lilha do carcereiro. .. Assim teja, responden
Iteill), e.lou prompto para o que ella quizer e Ir-
nho firme esperance de sor soconrrido pela eUara li-
lha de meu rnr.rroo. o
O juiz. loma a palavra': a joven di-sc : lem
a idade ma tonra ; dlga{ Reillv a verdade, se a s
duzioe r.pton. .. Eolio Ma appareeeo, belleza bri-
Ibanle, alravessa.nlo a sala como ama estrella.
poz-sepranle o joven que Ihe disse : .. Sed bem
'inda, delicias de nimba alma, e/tara ftlha de meu
coraeao.
. f>* senliores jurados, cvclamoii o pai. leude
piedade de mim esle miseravel veio Irazer a de.-
nonra para minha familia ; e o eontCgoio por seus
vis Iranias Se n.lo h",r salisfeito, deixarei esle paz
rirl.inla. .
A jnveu senlin que aillagrimai Ihe hanhavam os
olhos, e assim replico : .. Nao he Reillv o cul-
pado. ;. mim |ie que .e deve censurar ; Inrrri-o
segair-me e abaodoDar p paii; loi islo que eeo-
sou nosso deslino. Eo o amava loneamente. "
O nobre advogado Fov eri;ue-se, periodo barra
los juize., e assim falla : Senliores jralos, con-
sideral esle momento supremo. \ ede bem que ma-
lar um homem porque ana e he amado be nm iis.as.
-in, Poupai pas i Tila de Reillv e deixai-o a seu
pniz. i
- Senbnr uiz, elle roiibou-lhe seus aunis e
seu. dianianles, um relogjo d'onro, su.is argolas de
prala. moilos objeclo. precinso-, que me cu-lar.in
inais le qaiahenlas libras perlinas em bellos suinos
brilhanles Popparei ni vida quando rom ella lr-
ra de peider dez. mil lincas n
O" senbor uiz, en ih'm dei cm penl.or de
meo amor, e se nos deixarem elle ru dera loda as
nimbas joias. Reillv, se as tendel
.'diiford foi a prlmeira atsignalar, nenho'mpools
lie maia digno de inleresie .1.. que Gemido Criilio.
- Adquir diz elle inesmo apenas um fragmento de
lama. Eu quena a gloria ; a fehrc que ella in.rflra
riieimsva-me(is vea.. En a prosegu oflegante,
atnito. Meus lonros nao liveram lempo de crescer
e, morro... melsde d'um poeta '. >,
Cerala Griflln Falloa verdade, mas a posleridode
i-.".,, despreza estes fragmentos e eilas romas. Seu
l,isipm Iraielia e "sen romance desllamaradas
do collegio Ihe Collegian. scnldlam de verso, fe-
lizes. Elle morrea de :l annos, de tristeza e mise-
rja. Alma allivamenfa tmida que o mundo bor-
rorisava, e que se itolava em soaador.
i lenbo nm cofaca... I.)uer.eria viver e morrer
pelo homem que eslimu e amo. Mis imitar e-te-
liimien. que sempre lem palavra* doces, e que aper-
lam e mao do primeiro que cnrunlraro.Oh nlo
ntinca Nao me revelo, calo-me. Vos que me
me ainasles. almas benvolas e raras, poderieis rrer
que meu silencio fosat fiieza '.' Viis que conhece.. 0
lor dcsle curaca,, liel, porque me deixasles viver
10 Ali viver S' !
..... I hava a he.irl ; l'if live
And die for bim ho.e rrorth I knest,
Bal cnul I nol cla.p hit band and give
-M\ I,ill frtil, as lalkers do.
And Ibev dio lovel me, the him) leu.
Relieve,! me rhanged in bearl anl lone \
And lel'i me, hile it burned a Irne,
lo live alone, lo live alone
Elle llnha viodo da I,lauda a Londres procurar
forluna c fama. Nlo qurrendo ven.ler-se a um par-
t io. iiein carvar-se as tontadcs de am inestre lil-
(eierio. nu polilieo. acbon ueste frvido replro a
iiidillerenca e morle. Elle leria leilo melhor nao
drivaii.lo o lar modeslode ua tn.
i.rdliu fo cstranho temoees p diucas do lempo.
A'mor parle dos Irlainlezesseosconlempor.-iiieo. na,.
U-.cram oulra iu.pir.ic.io. Os coraees de seus com-
palnolas evulliram quando ., |h. Drennar |ihliro
'le lerrivel cauto oSera,, do Cadver Veillee do
l.iidavre, consagrado a' memoria ,l.....rendeiro
d'Aiiirin miidemnailo a' morte como conspirador
Ello ehamava-se William Orr, o partencia ii
commnnhan prc-bvleriana, O ml-re.-e profesian-
ir i./indos i. .on e-fu,i os pera salva-ln. Tros
oradas queohaviam eondemnado, reirstaiam sua
leu, a. I mi les.......Hilo ,,,. |lav, ,|.p.. ,-.,,,_
' i declaroii-.e falsa. eiccuelo loi .loas ve-
1 ; mi la. Fiialmenle r.onlnu indo i iosorrei-
'" '' '.' I''' lo venero a pi, la da ; o gove no
/ um exempl e arde n "alai f,.i expe-
dula d< ondres. Segan loo i slame inglez os ,
lo" moran, da-upliciado foram ealregnet .. seas
rfugoa ..pie ... reclamam : lal be assomplo do-
Serlo d., cadver.
OSEBO lio CADVER-'
Vel'moa! Nosso irmlo aasasainado reponsa. Ces-
en, grilos de mallieres. Ilomei,., seatiomadoi
fin. Pensai nelle. Despert o silencio e a Icm-
liraiira.
I'nrque o malram to joven '.' Soas palavra- eram
rardadeiras, seui actos eram us de um homem vei-
i-ii|..|ni : elle dizia a'sen. coiicidadaii. : oSedeiini-
Iim Por islo morreo como Salvador.
Dos de pac, Dos deamor. raspeada liiavin-
ganca, guarda-e. Faz.e dormir leu ralo Eis uma
nirao que a le astaasina Lis uma rara desgrecadl
e (|ue em sei.cenlos anuos de Mor fez toa educara
dn lagrimas >eis seculus I,aullados de lagrimas !
Sina serillos orvnlha los de singue !
Expolia atravs de anas planicies nalaei por cae
dnvoradores, a Irlanda Irisie, presa, be entrssae n
urna malilha esr.iimada. Todos os ciies Ihe arran-
ca ni pedac..s, e os devoran! !
(f narao desgracada IV trra de dorts1 O' po-
brvs graos de area quenada he capaz de cimentar
de reunir : o atlraageiro vos esmagra. Vosso>
nprloa odios, vos Malau !
Eo te chamo, Deot de bnndade, lieos de paz '
o lando nos daros a luz guando renasccra' odia,
s.il. i >u \ croo Divino !
\ demos perlo do cadver de nosso irmao ; velai
coinnosco, mas mi choris! Velaisempre... Natal
ni le be prolunda, esperemos a manilla, esperemos
o da.
Esl 'genio feroz, ,1c arcorda com u, ardor geral
de vji gane, linha por orglo uma poesia fcil, un,
ii.Miui,.. sonoro e mi lioguagem excelleale. Car-
los Woll. oulro niembro de-la pleinde irlandeza
en.eu noto fnebre consagrado a'memoria do
si, -.loi, ii Moore, general iran le/, morlo per urna
.i in rranceza pranle ., Corosue, e enterrado de
mul por -e. soldados, assemelha-sa mai
dn prnpriamenle dila
mlravel ehTeiio.
enva,-m as en
I) Cu- nacional da Irlanda.
Sahiram ambos da propriedade.
Junios '.'
lien qua nio posto dizer-lhe, seohoui : mas
he podco provavel u vista da vida q.je elle pas-
sam.
Eolio vivera mal .' perguntoo o conde.
N.lo vivera unidos, e vu dar-lhe as pro-
vas.
Comern a contar com a maior minaeioiidade <
coosas i,' ludada- por l'hjerexa. A narraca,, do. fic-
tos, a muilo evaaeada p-la velha criada, lo,......
rules ,u la mais ne.ras, passando pola Indignacio e
pela imaginac.io de madajna l.esealle. Jorge loi pic-
senla.h, rom,, um moiisln. de liypocrisia. Ella guar-
doo a deteoberla da cruz da Legilo de Honra, para
O lim de sua peroraran, reservando-sccoin rerla ar-
te para prova Com '.e grande laclo a accusar.ni de
falsidade, sobre a qual baseavam-te as culpa- do
geuro.
da iiala-
l!e u.n p. enu ,millar de ad-
o funeral de .,- ./,,/, .u00r,..
.I.i o io imam os tambores, lulo he silencio. (Va-
l i revela funeral. O cadver do soldado Iu
levado por seos nimios al as reuralhns. Tudnhi
mudo a borda do fosso a' que vai deseer o lee,..
Don, dia, irmao, diste Rosa, dirigindoe i
J. rques : apresenlo-lhe um novo <-..valli.ro da l.e-
^, i- de Honra.
A eslas palavras hoaveram exelaratroes, inlerro-
- '."- admirarCes, [.ara nanea mais se acabar.
Y. nlun lodos comprelieiileram nm pouco ningoeoj
srnlo I! ,.a poda eomprebender ludo : s oulro, reu-
b rain-se a uma evidencia, e licar.im iiuii pasmados
\i- longo erra lio repentinamente descoberlo.
Madama de Vedelle ahrarnu o lilbo, como se Deo
li, n livessa dado segan '., ve/ ; notarlo e-lre^,,, H.
mos ruinse quizesse fazer erer que presentir M
p< o.o a venia le : Jacqoei moslruu frMCamenle
al*greeadmirado, o velho rnnJe leve algamnt la-
grimas nos olhos, lembrando-se de sua injutls -ev,--
nda.le para cin esse lilho, que liavia de dar-lhe uro
da a Rloria.
A propna mi, lama l.esealle vendo a sais(aro !
Rosa, vendo lodo o seu cdilino de aecusames e de
A lamilia de Vedelle eo proprio notario ouviam topposc,oes desaba aa sopro de uma verdade r-
"""rl'r,"1 e ".....*. fuiminaii.e requi- i dio,., clamo,, para Iclir ao me,,,,, compr'hcn-
der :
concihaJor leria podido Iru-lar-lhe os projeclos. Em- ">*"' monienb, a calec ,| r.....le".ubi i diAiril
quanlo madama Lescalle espera.a somenieencotrar! menle i ladeira ass,,. in-Veme da aveoida de ol- f"""'!" "'
o espinlo Iraro e a vonlade indecisa de uma e.pecie' veira. i-onc.lusao.
de meii.nu dissera com s,-o como a lia Med Eo| Todo- enlraram no sala,,
siluria, da qual resullava que Roa era a nii,is des-
graroda de todas as mulheres. lm senlimenlo de
angastia lia-te em lados os semblantes.
So Jacqoes nao senliae ablalo por cs-,n reve-
laces; podera ser a ,-ausa da prlmeira idea des-e
'"".....i "us n,,o Irttbalhara activamente para
- -ere, ha-, ule TBSXSZSiZ \ JTJttZSr '"^ **
stsirriarr^^ .......~*
Apoiado a" janella elle deixava pois madama
tro- .calle continuar seu discurso com ardor cada
aqu. Se isso desagrada-lhe, eslou prompto pura re- | "ni" dezeseit anuos, i.,. chela desde ires mezes
Hrar-me. Assim, duranie esss horai ditos, no silencio de
- xonebe meu marido, murmnrou :-a. "ma bella noile de verlo, dianle doc.......alisado*Se
V-i, loriiuii Jorge com voz. Irflle, nao o sou, e i estrellas, e deb.ixo do elhai de Dos salisfeito fez-se
csimeui, '
V clan I
io, i
iilvez. vo.se ,,.',. me aebediano de .
asseutar-ie a,jo. joolode mhn, Rosa
'rar-lhe litenim-nle rule Cora,
nTaoBen ptudt le. D ipoia q,n \,
ido, qu.to.l* ..Per lado, eiillu ,|
orle, eo que oiAM,ai tera bem feito.
Sm resuond.., ,,,1^ |( ,M ......|ar.,e ,,,,
lorze, .. qual lomaa-lhe mos, e eonservnu-ai
tro *S snas, e fav.ieeid., pelo riiiii.erune ,,,,,! na cunara de johela
nalherliulu de aras parle de sea historia 'come-1 perturbados. V
* ; lila- v...h.
Ii'ive-me iinis-
qual ate hoje
liv'rr-ii,. 00-
, lira de minha
Icssas nobrra alma .
b da aurora branqueaia j. o horisonle,
relies tilda eoiivci-avam blandamente ., iuz.nl...
luis I.imii. para jiil-are ronden,nar o culpado. E'se
calculo era al,as mu simples ; a mai oliendida nlo
desejando desfazer casamenloqueria smenle p,o-
vat dianle do tribunal s graves culpas do marido, | eondetta,
tomar novameiil- a lilha de,prezada,e gozar com ella Como
das rendas que coulialo do casamento assegurara i lauco
a Rete. Madama l.esralle via-se no '
que aconleceu
daiitc
preguntn velbo
disse a
elle n ,., vai bem r,,.
lnUui
conde.
Porque Jorge 'nlo veni receher-nos
I lllulber .' lio,.
eulamon Jorge adevinhando ama paite da
. futuro en, verdade ii .em anl.-da u t:i
una bella carruaje,,, dando bailes, via-se qoasi ha- D.m-
oiie/.a ,...'--
I.es-
_ vez
maior, mino uma I..nenio. Achav.i lodo isso muilo
exagerado, alern deque, bem como lodosos hume,,,
lomos de temperamento sanguneo, Jacqoes era et-
lencialmenle optimista.
No meio dos periodos maii a.-u-t olores ,le mada-
ma l.esealle, elle exrlainou :
Oh eis-ahl Jur-e c Rosa
lodos os. l!,. vollaram-sa para a janella.
Ah ni.,- t v,,.. nlo -.o o- mesmoi que d'.in-
tes er.m que |0, qat mudoo-os assim
A lehndade, minha querida m.ii, rismindeu-
II,e Jorge.
Em uma manhla do mez de maio, dous anuo- de-
poisdoque trabamos de referir, Mr. .......lam
Jorge de \ ede|la eslavam asswsitadoi sol a relva,
que eslendia-se cuno atrailla com poura inclina, .,
dianle de llelbousquel.
I m helio menino de doze ou quinze inezea rolga-
n i".....n"- iorge diverlia-te em ifagar ,, ilho
relendo-lbe um dus pea na mi. VVasp, b-llo c.i. de
cu;., sallava ru, lorno ,i grupo, coso de vei ,. imo
alo dar-lhe atlenrln. A-senlada a punca distancia
em urna pulir,u,., rustica, ., Ili
ella
on l.dla, -II,o rom lata i>,
nquez.a.
um pelo nuil
l'm rai> nl.liqm, enlrou >\ careara de II
vio-n e dis. mu-tran lo-o ao mandil :
Ja he .lio : ... r.'uvilin.'s ralam-.e.
- Oue repina .' re*iHin.!ra Jorge: Home, e.i.,
mi s a eotovialpode cantar seu,
eme- ; piiluriia-|i,-. \ otu1 li li .ihikspeare, nao he verda-
de
de. iiiiutia Rosa '
r.u.iou-ll,.. lulo; sua ulancia, os liab.ilb.,. ez- Sim. dista Hoia.
Vide iari'i o. -.'u.
Eolio, tornoo Jorge altrabindo-a soto......
rj. '<.... enbi.ijfe.'ho i nella...
Jurge e
Iraraiq no
-e dianle
DeeMidamenla oloTarto^d"o"jinV'ca.I.....JSTZT,Mt^TrnT aJ^JSX ''''" *"' """"l" ''""'
bdra """,em *.....vnettmeMtorDat.cn, ro,.....gra- madama Lescalle iulauZ hSZSSm
I do coiiselliu de lamilla.
lai, Kosaera| Aateularain-se todo<
e.-,. iulimo,, ptu ,j ,,,, ^,,1, eoiiiaa-iiiis, disse ,, nol,, o ^
tria iniilher ; todava eomprehendd que he a re-( i
nosso. lilbo.. e parere-me que ellos leven, a,i.'lir .,
notta conlerencij.lNao sm c-ioio aiod-i isa v........ i
leudo enviado a. carie, encabado de vestir-.-. 00 hora. *m ""
madama l.esralle dirimo-e i,nvime,,ie ao apu-ni,. N., (o nos-.vel irl i l i, ., ,
de Rosa ; o maior tileneio reinava ,,!,. ,a i calle U """ld"'a U"-
ealmi profunda [euvolvia a cas.,, madama Lescalle -'lomo t,.-l
.ichando a porte f-rluda.Jnao qoii acordar abita- qoitto
dovela para ella.
liem que ptico valiotafaoi olhos da ,
todava a teiteuiunha imp ,llame nu pro
cojo* elementos madama l.esealle pre
pr-ciso pois razo-la fallar para opprimfr dpoi's'
Jorge ron, revelar/iei eh-eum-lanciadas,
'sdons.,,......, .Iraesiavani'comVffril. o i^|r7.prtSS....................." M" '" lr"* '""'" '*
,po,,ldM......"......""-""t" '......motoamenle, Boa lia nma gazela. inierrompe.iho-sc m.iai
laeqaejiii.licava linterna confianra. veres para linrai un ,. ., .,....... e'un,,
" "'ai1..... Lescalle vjtndo-osealnu-se immediala- recnmmend p.
, H nlrnnieu.....la le? lima cm I ::n i,,,i, e dei-
d.'poi, lo aliave-..,,, e. pirdim en- xsu cabir i giz.ela.
i eondeNl con, arenlo iu-
ILEGIVEL



MUTTO5fJ
Rosa
mis hararam
le-se ceiacaln de -eo
llouvc para lod
silencio,
.1 .rip.es 1,1, o primeiro qu
cim -ua jovialidad- h.iluiual.
II........ii, irmlo, aprsenlo-te ., non, deputa-
do do \ i, ; fi eleiti, houlein.
Al, l.n.i uolieia
rn.ao.cord salmele,
'prc/,-, acbando-
pais.
um ilutante de embarace e ,ie
serenoo-se, e disse
exeiamou Jorge abarando o
Ae. basa de le nei / / ,;,,.,. a. |,,
gailes :
.Valla snreada parisiense occapa-sc agora
com um aroiiiecmeni,. q,,,- eantou a maior sorpre-
sa. \ bella madama de Vallarme. Ilocoflheeida pe-
lo .eo inagn.hco lalento, l..o admirada em lo tos o.
nivea, pan... pura a Ra.siacomo princip. de Ibers-
mi.heil.
- \ maledcenria ttlriboe a uma paixaa labill es-
a estranha delerminaejo porrrecn. ici^lmen-
alii,lica, s" core sua glona.
Eo deveril anda rilar o romance lu.lonrode
I homar. Davies, eSoaan a> JaHgre l/0ire
Hhan Atlor, canto de amor pelo mc-iim aolor, pti
deliciosa, cuja sobria e casia lu.guageii, loca o loo-
do do eoracjlo ; mine Module, de Ctrald
liriflin, rcenlo de ternura lamentosa e rontrula.
que rernrda no rendo seuluiieinal, o primor o'olri
ao romancero heapaabol:
Rosa iie-j v con amour...
' n ,lhj GillyXani, por Fergussen. Compor-se-hia
>im excellente volumelo lodo cheio -de I ar.m.,- e
Horritos, como diz,a I boma- Moore em -aa lingua
nem um pouco eslmlada. ere -ua-oracin- araatMl
la musa de Irlanda, cojo valor nao se dsve exs'ge-
lar, mas cojas selvogoa* mel. !,.,- lem uro en, m..
lio ;.....liante. Nenhuma conhero mais loranle
!|n o SoatartK ,lrmn, de Banim. inlf f 11 irm.m
lio o velho cura, o cora deao, p>,,lector, coaipaohai-
ro de sollrimeulo, cunsolador, dolo do raslico il-
landcr. Toma este a palavra :
Sogaarlh Aroun
O'meu pobre cora! Dizem que son estrave.
vosso escravo .' lie verdade, Sogarlli Aroun .' Boi
v,.s qe me ensinaes a nao se-lo e a repellir o Saxo
nlo. Nao, nao najudarei/ oppriniir a velba Irlanda,
SoggarU' Iroini .'
0 mais pobre de .rus lilhos, o meu velho raa.
pude trabalhar para turna.la livro lico ao pe de (aa
riisolalo e liel. i Sogaartk tro** '....
Sois, meu bom cora, leal e inliepido para nos de-
fender. E mil. mesmo os mais pobre... .eiomvo.ro
itoos, nao somos vossos escravus. N. vos amamos
siii tremer quando dallis. Ouviudovos me. vos pro-
tdgeinos, o Soggarlh Aroun '....
NAo sois vos, meu velbo cora, que aa nelle
le invern, quando o nnrdasle aeoolavil lorie, vi-
uheis: bter a' porta de minlit choupsua e ajoelhar-
vosl sobro a (erra glida, ao pe de mim, pobre e
lenle, .. Soggarlh Aroun"....
Nao ostes v.... meo velho cora, que fao dia da
niinhas nopcias viesle. alegrar meo inissravel lar.
nr e cantar cnuinosco '.' nao (osles v,,s l.imbeni qoe
uo dia de bapli-roo, nos vieste alegrar e dar nome
a,i recem-nascido. dSossaarlJj Aron \__
Oual |,e puis meu amigo J Sala v,,s. Soggailb
Aro,",,. O q..c nunca me despres.u'.' O que con. o*
di,os hmidos, i,.- deu, qoanihi me devoravo a lo-
me, o peda,;,, de pao que eu Ih'o lefia dado, .. ajof
,/ irlh Irun '.
Sol vi,-, .lm, t vn- qoe i-lo lize-le- : uunra ..
i-ipiocerei. Soggarlh Arao '. Eis porque vn an...
nurque Iridio fe em Vus, porque non. a vos abatido
narei na santa causa que deleiui, n,.. .. Saffezi lh
Jron !...
' "^ 93W
'i esquenas, lorantea nrurtaoriaa, irritados prr
-I,.-les lisien,unbos da vida ntninal a li
lauda, tu Iu 1,1 a per te,-.,, na, leivellml,,, do m|.
dn. no lumollo geral das reatas banunas. \ Eam
pac utinnava oaotira de esfanoale o do aaonkaaj
Napoleio e i liicl.iierr.i loiivum otea ,, arca, Bm
Inglaterra, as antigs r""""- Hr* *r moiltm n
poder. Manler-ae-ha o edificio de IR -. -u-ienlad-
por ellas I inimpbir.'o do Mapoleo Fis aa ata
.it. ~p--, Irl-nde taltTa iqltcida.
Dans, | ergaesoo, Callanan, Cerald i.iiliu, s
-rus emulo-, cantores naeaaea da lil.in.li.. ptasH
-arain em balde os rocanas do genta irlamlez Ma
foram oavidos. Vivacidade de Iran.porle. ralo,
irai-iu.i.ro, impelo e capricho. aL'uma ctaasa 4o
ten.pera,nenio fereiuitio. uma indisciplina rncanli
dora e feroz, uma violencia Hilan!,I, esle ispinto
avenlureiri, qoe nada paite vencer, e o mais e\ p>.
silo seulimei,|o harmnico ; de (das eslas qualhla
des, a critica insiera de bom irada tona uniros l.n
los Herejas. A Irlanda calholica eslava e-migada .
esquece-la ara i iter-lhe um favor.
fallir IK00 e 1830, um liome.n de espirilo. I n,
ma/ Mu-,re. lalvcz com menos seniu que o- tonjaj
.on e otCriOln, m.,s dcil e bem dolado. Inompl.....
lo obstculo, impoz aos sales iaajaaat a admiraran
eojhntiastica deseo lalento, apodenm-.,. da moda e
lornoiie para a Inglaterra enramada, o represen
lanle e o svmbolo da Irlanda lillerana : repre-en-
lanle arlilicial. swnbulo liclic:.*, ,.,.is bnlbaale el-
10 pre-ligio. Res'ia-nos dizer que singulares mln
nac.ies publicas e que movimenlos mciae- praduri
rain esle resallado. .
II. I
NASCIMENTO E EDI'C\i \o ni. iiiomv-
MOORK.
O armaze;n do recrcador de vdIiv.Rur-oezia do
Wlll eculo.Marcha tascendenlc do bomem
de lellras.O cravo e o pian,,.\ oniversidisle
Tlmmas Moore parle para Londres.
1 bomas Moore ara lilbo de ure reeicador de vi
nbo de Diihlin e de uma espirituosa niulher, que
amava i.s lellras. o Ibealro, a sonedade e a msica
O Wlll seclo acabavs, a bur-uena lomava-se al-
livi, : Voss e lioelbe acabavam de publicar .na fa-
miliares epopeas.
I'ma sur,l.i a.pirac.i.i siiblevsva os pedos desle
lilhos de borgaezes. que cata annos ules nao le
r am pensado -enao em rosar sua oracao e em exer-
ccr picilicamenlc seu nllicio. N casa de l.oelhs.
em Fr.mcfojl, o irmio e a irmsa, qoe eram de bal-
xa nohreza, urganisivam a Mediarle de Klopslork
era dramas, que elles mesmns represenlsvain. o
pai de Rulns II, en-iii.ua de cor, en, sua choopan*'
as velhas rinres da patria. \\ aliar Seoll adules-
arate colligavae com seus amigos para apreodrr o
te, que nlo sendo mai. -ullirienle ., celebre a7li.li
o- IriomphM dos aloe., ella ceden an desep. de ol.-
lerovac.ues mais r repletas abra.;andu a carreira ),.
ti,(airo.
. .\iiirma-se mesmo, que ha de eslrear no I. de
Miembro prximo lulo,.,, no Ibealro imperial da
Saiol Pelersbureo.
Mr. de Mal irme tollieitoo iiiiinedialamrnle le
raiii-term urna mistlo aos mures das Indn-, ,
i.iue leus ".' perguntoo Jorge -munido pala a
molhej .u.i-oell., etbecti daiBTiqiiadt fin ncraiw.
oha. do lilho, o qual rave com, ure Clnaez, mi
lU-lhe nos cabellos pedaciiibos de heivas e de ha
nioat.
1'oir?, |e i-lo, alii em baixr, ,, esquerds. dM
Rosa.
Jorge lomo., o jornal. F^mqu ...lo o mando li,
R.,sa observava-lhe anritaamaole o -emblsule. Na
vi,, nelle nei,luiiiM atoarlo.
Depon de ler, Jorge licou pensativo, r etaMoi di-e
a uuillier :
v... qoeiidu Bota, coreo lieos am gola! N
qaella liotrivel noile paseada ao tetrada de lonliu,.
ni qual oceapel-me ere malar em mira com o tur,,
lo desespero, un, amor queeu caidava er minha vi-
da, nessa mesma nolla eu lalvava-so do mai. gravo
perico, e aquellas horat de angastia dovia Mor Uo
prximas aorora le nUnha ftlicidade.
-- l-.nlii. c. fe,/ respnudeu Rusa locando eam
us labios a orelba do marido.
Sou'ta.i feliz qoejaman loria ouaeaVa pedir too
io a i>e.: File dea-me um .le -eu3 ,u,ju, alele a
completamente em li.
.caando estas palavras, Jorge pegoa de lornal
iberio sobre seu- joelhos, le delb, uma luda, e lau-
rnu-a Wasp, o qual eorrcu etla, e voli..u dila
eeraodo-a na os ntevimenlos de eaberi ratddaae
...i..us.ido. do co predilecto, que i u .ente uma pe
li la de i'.t-ii '. .
!' mi .ou i'riu.i ... ral, e ouvio
- um alegre alar, lo ,-,, |ir| ,. .....,,. _.,,,,
1 ""O"...... pelas risada. .,, ,,.,. .,, .., a ,.,|.
latidos .le-i-uae. de Wtsp nleali
A velha iu rootempt. igaau lauto, ca re
na ,,',,. .uniuad... e rmlim j,.. ,., >vl riinaat
vnla :
Oh meus l,lho,i quimo. lie bella "a UU
dade !
onerida lia, responden Itlga.hliajIOsle UmuM.
respeils a froute, illureinada por nma aleara .ere-
na, quanlo he dilirioso gezai da le idade do- oa
tros
I l vi


"



alloman ruin mu \elhn, que su admitan as fabul ,s
de (icllerl e a qoem se fnro,avi a explicar o roman-
ee Werlher cerlamenle publicado. Desl'arte o lio
niem de letlrai depois de luir sida a doria e o
mmenlo do edilirio social, ia;tornar-se a..... co-
ro e poder. S*
O ualro lerrivel de Volliire erguir-selem 1760.
Ja ae nao evitan a carreira das ledras, a'.ir.va-se i
ella (precipitadamente. Co.np.ir poemas e le-loi,
toriiava-t* urna nubre empresa. Os pai. n.i.i virem
roais com mito, olhoi a litteralura us cMM, Con-
nlt.i as lembrancas do Oenebrense Mallel da Pan,
Inorado sagaz observador, e veris o que era in-
te da revoluto franceza o innumeravel exercilu de
li mitos de lellras ; como elle se recrolava, qnal
era sua fot^. e o maravilhoso progteaso de sua in-
fluencio. H'Aleml.ert, Didetot, lodos os que se lera
- -
chamado philoaophoa, eram apenas os prinieiros
" ir,bulos e os eliefes mais Iriumpbantes desle movi-
ineolo geral dos espritu-.
Tilomas Moore, no armaicm de seu pai omerca-
dor de vinho, receheu a sua influencia. Sua edu-
cando uSo foi clasica como devia se-lo ; mas poe-
'ii'a e polidj. ineoosideraila e risonba. Nascido ein
llublin -28 de mnio de 1772, sua mi, espiituosa
n iva malura, fe-lo representar desde sua laura
inf.ncia a comedia, co.nrauuicou-lhe o goslo do
mundo, levou-o anda bem joven aos sales bur-
guezes, que ella poda frequenlar, Tez admirar ral
.i ara infantil, e nao coube era si de|contente, quan-
do o vio arlequn), dansando e recitando pcranle
un auditorio de mulheres irlandezas, Irigueiras com
seos olhos azues, os pequeos versos de sua propria
' com|.osic,ao. ,
Algomas palavras italianas ensilladas por am
'inn.'f, urna lucir uoo-ta da Inicua franceza, apa-
nliada tus converaares de um emgrado'cliamado
Pelafusae.as deelinac.es e conjugarles latina-, dous
nu tres fragmentos de rair.es gregas, eis toda sua
setnela. O amor do prazer, a religiao do all'aiaV .
o goslo pelo luxo, orna viva inclinado pela liugua-
.;'-.! feminil, o dosejo de brilhar,tal era o seo
mural.Sua mai|que o adurava, eni nada u conlra-
riou. Tambera suas qualidades delicadas au se a! -
teraram.e o encanto ingenuo de sua nilureza cunset-
vuu-ie completo.
L'm da o rnercador de vinhu vendeu urna falla
que nao foi paga ; u devedor fez bauca-rola. De
teua movis posto em prac.a, veiu para o aunaren.
uto vellio cravo lodo estragado. Os dedos do ptque-
n I humaz cumecarara logo a dedilhar o teclado,
sua vuz infantil imitou e seguio as nulas que .delle
emanavam. ectdio-se sua voc.ro : seu goslo mu-
ital ioualo u fat poela. ..Madama Moore arrebata-
da com esta descoberla leva-o em triumpbo da casa
de nina visinha para a de unir, faztodo admirar o
pequeo prodigio. Dentro em pouco o joaen msi-
co aprenden as cantigas naci.uiaea e as acompaoba
como mellir pode, e as caula cum um acento de
mniDiurlo. Eniao comecava a apparecer o llagello
dos sates vulgares, o iudispensavel dos composito-
res modernos, o piano, acquisirjlo bem dispendiosa
naquella poca. Foi urna "seria qucslao. O pai
resista vigurosamenle, nao comprebendendo a ne-
cessidade de (oda esla harmona. A mSi.empenlia-
r por ella eu corac.au, sua tesolucao, sua piixao
e venceu, como sempre acontece as inulbercs. De-
pois de seis rnezes de trema economa vo-se en-
trar um piauo no domicilio do raetc.dot de
vinho.
O pequeo Moore poz-se logo a esludar a msica
curasigu e a inventar seus acompanliamenlos. En-
Irelautu a Irlanda era devorada de urna febre de
revi.Ua impoteute ; rauilos colices dedicados se
sacriQeavam. As conspir.cijes surgiam de tudas as
parles ; na esperanjj de pacificar a irrilacao datar-
se de lempos a lempos algumas salitfac/ies appareu-
le* aoi cailiolicos opprimidos.
Em 1793 permillio-se-llies a entrada de seos l-
llios no collegio, e setem membros da universidad?
de ubliu. Madama Moore apressou-se em apro-
veitat-.a desla vantagem. A' forra de privaoes e
de'indnitna econmica, poz seu fillio no eollegiu,
rujas honras universitarias nao o preoecuparam
muilo. Aprendeu um pouco de grego, a mals hat-
mouiosa das linguis conhecid.is, fez ;transpoilar o
lamuso piano para sua cmara, canlun e compez
uuanto pude, e cercou-se de amigos ; nao conqui.-
tua nem sa repau;So de um sabio precoce, mu a
de um discipulu muilu allenlu. Muilus de seus
condiscipulus lomavam parle as conspirac,vea da
epoea : lias joveus almas arda o estril ardor dr
uina revolla sem esperaoc. Moore receben suas
runlideucias, comprebendeu-as, amou-as, e as las-
......ai, nas nao as seguio. O que o honra, tic nun-
ca havc-los l.ahido ; nao se llie arrancn nem os
ruines dos conspiradores, nem seus segredos. Nao
rvnunciou a sua amizade. Mais larde, lomado ce-
lebre e luestre da moda, amigo dos minjslros, favo-
tito dos salots, nSo os^ raqneceu. nnnea os re-
negou. ,
I o em sua peqnena cqmarajda univursdade que
elle shoson a traducao do velho popla Me To-os, e
laocou o primetro germen de sua ctarta litteraria.
Ao sabir, us saloes de Dublin .culhetim-no, ja fes-
tejado, afanado, amado de Indi, a ambicio spode-
rou-se delle, M anles de soa mai. Pensaram junios
ni- grandes snecesso. do Londre*. as rumane.r.
aventuras, na vida do poeta, na do humen, da mo-
. da ; e era o que para en Cilio deeejava madama
Muure,! qoe ueste ponto diseordava do ebefe da fa-
milia, mas eslava ara perfeilo necordo com o joven
I humas. U pai, cujo. ditei'ns ea nao peaeo eon-
teslar, exetce ulguma iitiiieneia em nosso desti-
no,coucedo: de iiosaa mai. pofera, ho que de-
MARIODK PERNAMBICO QUINTA FEIRA tu m jwi.i
lil) i)hl8.')7.
bem feila, passam ilar altivo e parecia antes um Kra preciso nilo molestar
Parisiense de Pars, um Savi.nio, um corlezlo niocahimo lidenlo
de Darlo* II ilu que um contemporneo de Napu- evcrnlo liberal,
leo. Elle deveha hrilhar na poca em qoe Se- A Irlanda e raes desgi
dley arranrava um denlo em honra de sua seuliora, "
depois de convidados lodos us espectadores a i
la-lo. Al fur esle anarhronsmo elle asradava
mais. Secrtamenle revnllaiain-se lodo, morinen-
le os whigs opulentos, contra a eicessiva lITeelieflo
dos etistumes.
0 principio eslabilecido por Kiebardion, que n.lo
ha neiihum arlo na vida sem importancia, nculin-
ma ptlivra sem resultado, havia sido criielmenle
esaserado. l'er morlo dina Moliere com sua
gr*seira e accinloia bonhomia urna pulga com
malta colera-- ; ter pronunciado a palavra cami-
sa ;ler dilo : a perna .le una ahelha; nusar ad-
mittir em sua bibliullieca um Cainita nao espuma-
do, eram outros Unios crimes para as pernal
g'aves.
A cidade calvinista de Edimburgo, cojo estad,
social por essa pora foi para mis o objeclo de um
esludo especial, quaudo nos occiipainos de Jelfrev i
wliigs d'nistr
pe.,i. ,|,, ,1,-u, ,11|n
agradar nrineipalimnie ao
para o-
llrumento ile ataque e de arma de nppi;-
sirau. Moore aprnveilnu rsie enojo,
f Hollnenlo nacional rtandiv era ISo real e lao
vivo n'alle como ijcliamma de seus casqailhoi e uni-
versaes amores. Elle lornon-se o poda irlandei por
axcellencta e ganba fui a balalba.
A Irlanda esperara seu orgto poclieo nao sen
orgia ilo ame.ira e t| i-violencia, lal romo o baviam
ido u- Daviei, os Cali man e os Ferguaton, que e-
halavan .. grita'lugabre das dores amargas e o 2ri- I ,, qul. ,, re|,,,,
lo ile gu*rra dos insurgidos, mas um erho doce I
in\slerioso, um echo abafado das langas angustias
la luluosa palria, de suasaspita^Oes silensas e per-
dida*. A Escossiae a Inglaterra ja tinliam seai
poetas. A Esossia, epaiz iios aobaraDoi eudaes da
tioesia ruslica e da laiaeidade obaetvadora, era re-
ptesenlada por Walle Secoii, o espirito anglieau
escolhera Soulbj pur ivoabolo : o espirito puelico e
capricho, alacaudo as cuiivcnienrias sociaei se re"
JeOrcj o moralista Irava da espada e puni o o- obriaado ., escreve prua o conlouai ;......,li
'"""" nomodo goslo faridn e da pndet nlltajado.|de Sberidan .Nem rhjllimos, nem rimas, a de*n-
Depon_vam ., Londres fai deaRada para um duel- ehabida linsoagem dofato<.
lo por Tbomas Moore. cuja bravura niogoem con-1 Issim qne o pode, elle poe-se ao piano, cinta .
leslava a cuja irrilico et i aslreoia. Advenid, poi Morar! .. Il.ydn ; eortam-lheda vela capric ,o-., ,
amigos communs, a Hicia collocou-se entre os eom- fcil algomas eslanc.., alegres on Irisles ; be an
hlenle, ,,, reonciliado,.......imaval poela Rogar. routinol ou urna l.....ac.ra e madama Monta lem
adquirirn ne-, er.....,......, w.lo Mtoral mu raaao. Na vespera do dia em qoe sabe que v. .ei
! orna cordial ontln.fqM, amorte poude preso por cala famosa divida das Bermodas. ella cor-
'"""""' V '......,li"-"'-"-*' I"'- cader-a roao baila, danaa loda a noila, oes.....rendo suas
",,c".....I",,":- I'11'" Beiilleii.anl} keeness da r- I desgiacas e seo. perjgns -
duela e pela hueza de espirito. Conheceram-se c l One bello
inutam-se. Nada coobefo mais locaaU e mais hoo-
a llu.cam lodas a.
la que bella noile =
Esereveo de mauhla em seu jornal. Depois pule
eanlando c com as lasrimas nos olbo--, para viilar o
da lUvista de Edimburgo, que elle fundn ->), suma em lord lljiou. A Irlanda apoderoa-te de
setvia de lar e de teatro as ideas mais austeras, as I huma! Muore, e os In-s assesliram. lal lu o se-
que emanara do puritanismo e a da critica. Dublin, I gredo de sua feliz surte. Se a acllvidade daal'alma
ao contrario, era i cidade tanca, a melropole da I delicada e artista nao se huuvesse cuiiccnlrado na
tioesia insensata e do capricho deslavado. Me pre-' esphera da msica c uus sonhua puelicos, ler-se-hia
ciso cunvir (disse algures o mesmo Monte que as I sacrilicdu cumu us irm.los Slheares, lena camiiiha-
liessoas demeu pall 'sao bim ilivurlidas. Janlei du com a iiandeira verde iena podido iugerer-se nu
isa seis, u entre ellas e nenhuma houve Iquc nu mais iiitiinu trama da agitaco calhulica. Md- -eu
lusse um original, compreheiidendo o. ailvogailos
geraes, hisloriadores, ecclesiaslicos, membrus do
parlamento* oolros oflciaes. l'm delles, aniado
na cmara, homem de ajetrala aunos, saudou um
cathulicismo muderadu e seu lugeuuo liberalism"
jaiilam sem reinorsus em casa dos cheles ptoleslau-
les e auglo-sdvonius.
D'asUatle esle humem incanlador, wbig e atislo-
de seus amigos passando-llie a perua por cima da ctala aulut bcrelicu e guatdaudu as couvenieociaa,
cabera. Oulro eiclamou :
iOh eis Oamplon Vou comprar duas se-
iiu-.i" !
iK porque ?
"lis que ha algons anno<, armados de seringas,
espreilavamos, ludas as lardes, para inolha-los na
passagem os que iam em canos publicus.
Nada de luucuras | gritan Craaiptoo. lUlia
para o pausado ; que eu ca' mitu o ruluro.
aPara ser estimado em meu paiz, acrescenla
Moore. nao ha uuiro meiu que nao' .attiijnat-se ;
qnem au vive cattegado de ilividas, passa pot um
bigurrillia e sudre o desprezu geral. Todo papel
sellado vos da' consi Jerarao c amur. Ja traramo
em oulro lugar (3 esle aieealrMO movimeulo da
Irlanda e de Dublin enire 17N0 e IS20 ; muvimenlo
de urna alegra desesperada e que recorda o pobre
paesara de Slerne, que se esfurcava por sabir ris
gaiola, e balia as azas cantando. O mesmu Sternc,
oIrlandez,'aulurdeTn.-iaoShand>, nao he a ale-
gra chimenea,o inslinclo upposlo a*s formas le-
gaes, o movimenlodo coraejiu para a gravidade,
a desnrdem selvagem contrariando a regra,a re-
belliau dos sentidos, ou da phantasia insurginuo-se
contra o melhodo e o uto '.'
llem que ella houvessc feito t soccesso de Slerne
e cubera de gloria seu campalnola Shetidan, a
sociedade iugleza de Londres nao eslava eultegue a
esle atlonilo opricho da melropole iran le/.i ; co-
mo nao eslava escravisada a estrela disciplina que
o puritanismo escossez impuuha a tdimhurgo. Ceu-
Ito aclvo dos destinos brilaunicos, ella aceilava con,
duas raaos o que lhe poda agradar nu entiquece-la
augmentar sua farra, ou sen bem estar.
Este rapa/, itlaudez.que sabe jaularipor um scbel-
liug, morar ein urna agoa-farlaila, ser praieauro,
canlat com goslo c vivet sera cuidado, com so sen
vicios gtosseiru, lhe agrada a primeira vial. He
amavel, aclivu e natural.
au faz dividas, nao contralle lafos Dallos ou que
o deshunrenr. I em por primeiro cuidado pagar o
alfaile, e Irajar bem ein la/er graade mal a' suas
Guaneas. Depois nao lem piclenrai nem Irislezas ;
deludo re. O lado cmico da vida u diverle en
sua pobreza.
Cuino foi alojar-ee prudenlemeutc uo hairro de
Londres manos cuslusu, mota pot cima um bisp'
membtu de nossa enngtarao, o qual nao lem mais
fmulos lemlitou-se de suspender ua porta da esca-
da um ratla/. ein qne se le de um lado : O hispo
e-lialit;e do uulto :Obispo Bao esla'abi.
Vulta-se o catlaz cunfotme as necessidades occorten*
les. Moore inletcssa-se mais cum islu du que s>
preocupa ou enltislere com sua pobreza. Nao lem
amizade com o bispo, sauda-o de passagem e vai
direilu aus q'ie o devein servir.
Inslalla-se um piano em ssia cainaraziiiha ; Ana-
creonlrge o piano O eoaailai e sustenta m. A tarde
percone a cidade,.turna-se agradavel e ulil, con-
versa com as mulheres, cania por ellas e bebe-Ibes
o cha'. Cania : lornain a enmurar seus Iriumpho-
dc Dublin,por que he eicellenle msico. A seducrao
de sua voz completa-o pelas graas ingenuas de sua
aeaioa.
Como moslrat-se severo para oiii esle amave
rapaz qne a uinguem persegue, indulgente, benvo-
lo, d'olliar peneiranle e que possue una lau linda
'o/ de tenor Desde seu. oilo annos, elle loina-
ra-se actor, cantor e babilnara-ae ao scenario pelo
qual estteiuecia soa maj.
Pequeos lliealros de sociedade eieicrram seu la-
lento e nao ponho duvida que lhe soprasse favora-
vel o vento si se alirasse a esta carreira. Todos os
enles humanos ou anles lodosos antes, pos-ui m una
queda esseucial, como um pontu unicu |iara que
cunvereem, a semethanca de um centro os diversos
raiosde sua existencia moral. Jelliev d'Edimburgo
ra um observado! aaaljiico Bvrou um lelo anai-
Cella ptutegldo pelos Savunius, caulot e poeta m-
sico e humera de sala bem educado esem patrimo-
nio, coaclliava mais hbil compromissu. ludas as
qualidades cuulranas. Aceilava ludas as palavras
deuidem sem as cunfundit e salvava lacilmeiile
ludas as dlMOaaoeiai. Pata tealiiar esle milagte.qUe
facilidade, graja e ptincipalmeiile ligeirna u do-
tara, eram ueceasarias, c aos viole u dous anuos !
I'e iniciativa, u menos ; de juitu pessual e de
eoiiaialeoeiai o mais poeiivel, Sulidau e dehm, es-
tu, u ptolundu u sentido, sacnlicio heroico a veidade
indagada uu aos devetes cuinpndos, n:l.i enlram em
quuslau. -Moure uao se petlence ; be ludo de -en-
amigua e du niiiudu.
Elle rcsulve cum urna graca e lacilidade admira-
veis esle problema cuiuplevu la vida, e lurna-se o
poela pur exctdleucia dos iii-s,<|iie, deaeu lado,
equilibrando a moral c alibutdade pela intriga e
pelo amor du poder, cuiii[irem cum anloga felirida-
deseucoiiiproini.su publico. Tuda esla sociedade
anglu-saviiiia curna Muurc cura llores e com glona,
e llie permuto, nao conspirar, mas caiilar para seu
desgranado e querido paiz. Ligado a lurd Muir e n
losit llullaiid, islo he, aus cheles du wbiggiaaio, aus
oosmm alelas du nuivimeiilo de IOSS o a aeua mala
butirosos represeiilaules, segu sua fortuna.* Seus
protectores e prulccloras cnbieni-uo de favores e lor-
nsus, encliciu-iin de jaiilores, alrupellam-ho de enn-
viles, mas esquecem um puucu u sulidn e o lhe dilO
punlius, cumu elle-escreve a su< mai ,sem se lembra-
rem ile que lhe he preciso ler camisas, n Eolrolanto,
ella aspara que us whigs ebegarto ao podar com o
principe real a sua freule : esle sera o mmenlo do
eolbeie. No entreineutes, lien fiel au partido e
handeira ; recusa cun altivez, o Ululo de poela
lauteado ", que se lhe ollerecc iuuiIu cedu e mostna
anles que n metecesse, e ludns us seiis aiaigoa ap-
plauditam-uu. la/.e delle um hetue sublime ;
au fallaui us patudos em laes circuiuslancias he
urna qnalidade liance/a e cltica, orna virlude ir-
laude/.a e Jetara, esle atdur para caiiiinhas cum
sua cuhurle, esle espirito do -ainariiilerie ccom-
paiihia, que n,io he a nedirarao uu a amisade ; e-la
umunalurala aqucllcs mesmusque ao uto calima,
ou cujos principios.nao se adupla : esl especie de
ariulaiiienlu vuluulariu sem cunviccau. 'I'homas
.Muure, de quem seus auiigo3 jioliticos nu espera-
vam muilu, e que conveui nu sen punco goslu pelos
whigs, nao cessuu de setvt-lus e de segoi-los cega-
menle : nunca se deivuu seduzit pelos oll'etecimeu-
tus c prameasaa ,iu uuuigu.
A tecuia du l.uuruu ollicial, lurnoii anda in.i-
diaro aos wbiga o joven Muure, uu antes Tbomas o
Pequeo, Inui-Lillle cujos poemas lidoi pelas jo-
Vaiil e pelos joxens, faligadoado austero puritanis-
iiio, fa/.iam eslromlu e alo escndalo eulic M seve-
rus. Lord Moira, parlicolarmeole tocado deite he-
toisuio, oogau'ioo doscobrir algum benelieio ou al-
goma JuncrAo lucrativa, que in.leinr.is.ssc u pobie
joven. EnUo vago*, o lugar do verificador dos pre
tunado ; Waller Seoll : um observador anlinuario ;
ueude nussa v da mota lie a mai nno coinmuiiica ,. ... ., '
' -.,.. \ Col.tidge, am mvslicu ; t.uelhe, um arl sla, uu mais
a uussa ama a linpo.ao eleclnc, vida e momento. .,., ., "
i va.to sentido da palavra. I bomas Moore, he a mes-
\ iinitessao maternal daisa-so parcober em loila t ',,
5 ... ,. "ii niu-ica : ell i nasc-u cun elle : e le nao a eiet-
rirreira dus humen que sse dislinencm i'a innlli-
dao; Napoleao, Waller Sroll e pavearles liver.irn
razao de nola-lo.
O joven Montee sua m3, que erim urna s'n von-
lade, veoceram-no pois e tealisatam eu ptojecto.
A principio serviram-se deum prelctlo, o qual era
matriculare como advogado. Depois preparuu-se
o pequeo peculio necessano, e .abo Deus a' que
virtodes econmicas cuino diz Fareliere] fui niisler
recorrer. Asiim como cinco anuos antes se havia
aecuraulado pouco a pouco a somma t,eccssaria para
comprar o piano, do raesmu oivdu acabuu-se a pr
'le parte algons guineos ipara .a viau'e.m, modesta
lliesouro, devotamente rusidu^ com mu escapulario
noli forro- ua 'alca.
Depois abrasam->e, esperara, choram e o juveu
poz-se em caminho.
issim tul lio para Londres, munido cum o seu es-
capulario e com u seo Aaaereoate, u adoltsceutc
cuja liguta maligua, us cabellos frisailus, e o nariz
ao ventorecutdavam u pagem de fgaro. Nao te-
nais pela sua sorte : elle nao perecer' como (irif-
liu. lem sua estrella da anles lem Ires estrellas :
a msica, e bnm geniu e a uppurlunidade.
III.
DLBI.IN, EDIMBlilliO E LONDRES.
A jjjVHg^r.itcig, a crtica e a aicao.As iva'herH.
I.ord Muir.O principe ;de Calles.Primeitu
successo.
Apenas appateceem l.ouilres esle pequeo parsona-
cita nem so apraz com ella : hs o poni vital de seu
organismo. Miaba voracao he a msica, disse el-
le em alguma parle : he para ella que nasci. Minha
poesa nu lem nutra lunle. a E lera rallo. Al a
ullma poca da vida, o senlimenlo da meloda nao
bandunara' Thomas Mcoic.
Admiraremus esle dum parlirular em prosa corno
em seus \etus, em suas puesias elegiacas cnin em
seus epigranimas, ale em suissalvras c n'e-les enor-
mes poemas oneutaes que l'aligam o hitar e a per-
turbaos. A chave divina da meloda deve abrir lhe
lhe as portas da fama c da furluna. Pur ella se rea-
lisarao as tabullas esperaucas que sua mal conc -
bera fazendo entrar o pequenu piano no armiiCBl
daa rnercador.
_ Iv-
DA A-KIST0CHAC1A \V|||t E HE SLA ACCA'O
SOBRE SOCIEDADE'lNGLEZA.
Os Whigs de Isiki.Os BoTmodea.Viagem aos
Esladus-Lnidus e as Bermudes.A volla.
Kis o dosso joven recebidu pela sociedade hig :
ella se bava.'gropado em lotno do herdeiro da corea,
ilo ptiucipe de Galles ; singular chefe para urna op-
liosir.iu liberal, pur que au se pude imaginar ca-
rcter mais despullen, senhnr mais caprichosos, per-
onagem mais livre em seus cosame, nem mais
isenlo de loda convicrao e de lodo principio, eveep-
lu aqUette-qoe deve ler o poder,
O Anacteonle de Muure Injprinie-so eiiir,^ soh o
palrunalu que aceita a deilicatona ; Moore vai so-
geni tao irrelleclido e sem peso, cabo na bocea da uliar c canlat sub as bellas sombras de DonnilJgton-
lama. A'uinguem elle alllige e inquieta. Sua. j Park em casa de Cura Muir. V'crdada he que gasta
anrOes e elle nSo pedem a qnem quer que seja. i a casaca ; mas faz pouco de-pezis e publicara' ulna
'ls whigs da. gramles (amiliaf, e'sles liberaes arisln-j nova collecrAo de puesia. quaiulo se acabaren! <
rrulicos que dummam a situaban, que conibalem o sequinisde seu Anacreunle No entonto, ludo
poder, e que ao o Mtdaileito pnler, aprazem-se
tiu eucher de favores a juven Itlandez sem pre-
leiicoes pohlir.i- ; as uiiilbere-, que gotlam de adiar
um mcio para fa/.er bnlhar sua lacilidade de emo-
Voes, vingam-se dosemi-purilauimoda moda
que lhe he imposto ptotegende o canlot do arno-
tes. Ilabilnado pul sua mai desde a mucidade a'
vet o mundo e a livtat-se de suas iultigas, Muure
pre.cmnes mulla, em que se desvanecen, a. Mvo cominele a escapar, prisao. Se,., comp.nhelro-
las vaidadea da rnolln e do Vadina, em qaoa di- de viagemsao: lord John Kataell.a e^olplorChan-
vars.dadodM.Uoacoeaeda.taod.oeiaaaeawopa- irev.o,......,r Jaekson. Soa qaerida Res.,
ra tornar mas vivas e mais agradavil o rommetcm | li los o devem encontrar em Par
ibis ideas a da- sympalhlai.
JelTrej leve lalvez a -em razao de jalear segundo
a severidad* dos principio! monea e de chamar a
barra do Itibunal de .Minos e de Khadainanlo um a-
mavel e joven ri-onho, a qnem sempre fallaran! us
[ r iii.-i ii- elevados e Dtoa.
Mas foi para I liorna/ Moore um feliz accidente o
assalto violento de Jeflre
VI.
AS VIAGENS E A ERUDIC.\o.
i) ioniiii,-iiic.H cida dr Parit.Grande poema
MograpMat.. tolla.(h .mores dos lujos.
Se Thomas Moore quitesse ficar rm Londres ou
em Mayfield, perno que na la lhe era mais fcil. A
nciedaJe ingina, que. apprcciava seu lalenlu, seo
I .fia so'replibilidade | espirita, sua delicadeza, ruramuveu-c em a lloli-
ballieom .gradea m mu.here,. I.urd Bjro. cura | ca de su de.r.e.. O Keer< J,ffr,y. o honrado
quem lamben.i qa.z l,a,e,-se. jnlgoa-o digno de rae .Ir John Kassell, lord lliltand, lord l.ondslowo
miade. A turba das bella, da moda ptesluu-lhe sir
ma, e cujo cutac.au eta eslranbu a esl. dol.ro e sa- dc generosa e furte que ni. abandona seu .avori-
hilar amarara a esta revolla co-i.ra a injus.ira a ,. no apontava com o dedo su, victima a na,, li-
sl. spera revolocSo, a esta curajosa paciencia que | um ,,nollil WIM em e,pesioh !eu iook,
, t,,. N n "'i' i"""5 "' : ,01" de ,U" ',B',0C"a nlinen.e, enenn-
n perigoso tavur que o embalan podero perde-lo,' iroii lorJ Byron.
elle no se abandonon mala tem reserva a eaia cor-1 Desdis!",., n,i u; i ,
.,.i ^,,.,.,.1 r. i i srande poela rnmpera vm cnlameu-
renle amavel e la, I ,,ue o atrebalava duceraenle de le com a sociedad, ingle,! Ab ,lberaet e
umpra/erau-naresuedeinuinphuemtrurapho. que liberacs na lar.l.ita.n en, combinar-se, co-
tin seu duelo cum Jellrev comer o periodo v.r-mopessoa, que detestara curdialmen.c
dadeiramenle lille.ariu da sua vida. O hotel de lord Cousa. '"'-"-.
Ilulland ...taara.se u,n eeiilto n.a.s nativo que uu,.- j ((lle'da majs viv0 que ,, ,
c. eaace-saodu, wh.ga a. pod.t, ab. te.....a lodos rapaWcscommons O anglicani.ino. u lorw,,,,, 0
o. humen. poLUo que durante us segu.n.es annus \ amo tog,,, pur 01VMSas ra/ues
aat. nussa poca, neviaii. cuuqu.stat o patlido ti- j meille od.osu,, BytO que quasi completan se des-
.1 'icara desle mesmo murada e que su pensava em
Ja oa whig lhe baviam concedida pata seu pai, I alaca-lo, acaban de imaglnai um nuvo meiopira.
um pequeo logar.e a elle iiromessa. magnifica. ; cela bella obra, era escrever suas Memorias ou
sua suriu ia ser segura quaudo os lurys pur sua vez I anles ameara-lo.
expelliram us whigs do poder e ileiiaram Hoore am .Memorias! vtrdadeiras mem
sua litoacau precaria. EuMo, tea duas grandes cou- um observador e um ioimigo.por um poeta tal como
sas; casoa-se em primeitu lugar e au depurs cuncluiu | llyrun refugiado em Venen '. Sabemos que a 10-
ura ttataducu.no editor Per par. a publicado de | c.edade nlo gosta das Memorial qne aaoecnnam
della ; mulla euriosidade a tnulesla.
un -'.ns p,a Power, estas adoraveii melodiaa, | desemh
ronslilnem a parle seria deanes poblicacOe. lille
lari i.
Ilu ii lar-se-ha a irar.i apnqado de algum ii levia-
ivgalanlerit.......io o Correiode catta. Pena,
posl-bac a a Vajilla Fodge de l'Escampelle ,
genhoiei dramasinho. cuja invenctlo Iam a gta-
.;.i o o colorido da leviandadee da delicadeza. Mas
quaudo Moore qoei tu uraveou mesmo enl.neu-
tal, qne le melaphorn para subsiiiu.r as ideas,
inanias coro, facticias de ,pie-se iilumnia e brilha a
phrase !
Qoe d. naseos nMiaphyaieai sobililaidas a' \e-
dadeira represenlacao dos abjaeloa Elle nada diz
implesmente.
NaO lem a prufundeza do renlimeolo, o transpor-
te ou a rapidez la forma, (.loando boje .e rel K0
celebre Lallah Rookh, cusla--c a' coropre-
hender que Mucre lenha panado rumo rival de Bj-
ron, de Woldaworth e do Walle Scotl. lie orna
puesia Uo pooco vetdadeira, de urna elegancia tai
Irabalhado, de urna iluidez tSo poncu eoalida, de
rumpti nii.-u un p.i i, i..-
merario que lhe permillira dar ama m xa voll, pe
meado nglea e aterrar mu. ofmi*.
Era eaaca -eu matar pmer: PtoAnlv tMla
i efazer rallar de ri. i Sendo Idair embaii I i
ein Constanlinopla e < innlog -,-reiari... Byroa......
fa/ei parlaeea ama nroeiaaao do carpo dipi.m.....n
a soiri-ea urna recosa; o qne Uta a impeda reten
Canoras deeaminl.it altivameato eun am ehan.
le olelal na cabera < com um .. m uaplui i-, i
re.-endo injuriar o. diplmalas. Depua ,fr, ni,,, r
qoe nao Unha razao awtvteaaaaa rau. .,, .
baisa tai desrolpando-ir. Elle Uran p,
niuila aobtilen, para mu lori e mu preve.ta ,,.
ciiniatio, desle ai ImperUnoota e oVata Mi ua.
garridce.
Puncos .liis ooteadi poblicaeg.
publicacao a queso aoBanhem lodo
elle esrreveti a Morra
Ink malodiec loa ubi
lora unvida a seus cunse-
uas melodas da lrlaud
capital. A vuz de Jeflre
ihus segoidos.
as Metadlas de lil.ii.it respirara com u.n encanto
inlinilo. o palbelicu natural o rt eilravagaule viveza
du eipinlu irlandea ; carcter duplico e arreb.ladur,
propno do Slerne, dus aheirdao, dus Goldamitb c
cuja inapiragao, gtaca e fago, ningnem apaaaon e
ptupagoii cum mai. lalenlu que lbuinaz .Muure.
-Miss Dilke, juvo
\ ai-aa abalar seus id..|os,air.i..cac os unalos desaaa
msicas, tepellir cum o \v. seus fetiches .' Bem sabia
Byron que terror inspirara semelhanle projeclo
manifcslado pelo autor de Child-llarnld. Assiu. co-
mec.uu sua abra uu anles seu estoco, que logucome-
cuii a cansar Mnaacao.
Porm .Memorias ao menos aquellas que a
orna erodicao lo indigeata e lo mal appcada
he mu vagalbao .maules um diluvio da palhelas
lao evideniemeo eartiOciaei, que no. interrogamof
como he <|ue ns admiradores de Ciaour e das
-Halladasde llura poderem ama-la e raesmu
mpporla-la.
Becordo-mc de Ur liabilado em Londres na poca
em que foi publicado esle poema oriental em um su-
berbo vulume n-quatlo com gravoraa, quadros de
luda especie, olas hol-pre-'ed popar, prefacio, t o
(ripio aparelho da .ciencia, industria c arle. O mais
espirituosos joven, de ambos o. sexos extasiavam->e
peranla esla crearan monumental, lallava-se della
como dum primor d'obra, e esfarcei-me quanlu em
mira coube por admira-l.. Eatnnha Iragilidade dos
Juizos! A agradavel invenrau dcse romance em ver-
lo, a reliz harmona do rhvlhmo e o bulbo das pin-
turas nao illudcm mais osseiis deleitas, lodosos
cnlirus concordan, que o orientalismo do Moore be
adicta, que ioa bullanle dlfloeto carece de tarca,
que seu artificial eiplendur nao pode sustentar a
comparadlo com o myeltriom colorido de Colcrdge,
00 mesmu ruin a severa concisao'alytlea de Crabb.
1 m o assenlo nlvagem, emanado do corarao desle
pobre rnatico rende.ro, e Esrossez llurus, lem mais
valor que ludas e.l.s eilronhoj que tcinlillam da
parolas c robina, opalaa e sapbiras. So o fotoro, es-
cuimado de pailSeacha o verdadeiru ponto de vis-
ta ; admirava-se c amava-ea dburrtcimeulu das casacas dourada. c dos enfeitea e
da plvora ; o lembren.o-.i. bem diz um l,m
grapb do Alinale Wiatend ) que uesse lempo au-
dava-e>lo caljes cotlo! aos seis annus. ..
Qnem pudo buje retar s pedaataaca disserlaces
e as controversias desenvolvidas em helio eslylo na
Heloisa de Joan Jacques c e.las paginas emphalicas
que atrebalavam a, duqnezas fatigadas de seus verses
Iri I
II
posleridado digna-ae de ler, olerecem mais dilTicul-
. e bella peawa que se destinava I dados que ByroO nunca previra. Nao basta para io-
eu ineatto e que aluuie dospoaoo, foi o anjo da goar- 11 ser poeta.
dadore.lude.ua v .da. Pur ella Moore eicoil.au. | lie preciso ou ter tomad, parte Boa arand
babitoa estea telirus campestre-, estas collages cuja
solid.io lhe inipiroo as maia u.efud.osas poesas. Aq
pe della aiiuttidu do inuinta e lati de -ua gluna,
elle achava a lelicidade intima, us desvellus de u...
amor ioallotdvel e as arrebaudorai docana de um
lar duu.eslicu sem sus'peilas. Nao se pode imaginar
dudicacao mais tainiuil e mais cmplela, raaigaaejla
mais candida c ama pessua mais iiileressanle du que
mislriss Muore ; oo liavia mais resulula maia de-
licadamente viril quando a.sim u e.a mistar. Ella
rene esle carcter movol, au*actevso e'suc.al ; esla
nalureza delicada, apuradae .em. ,lujliii-ia aqucui
mislriss u seu passaro cau.ado; ; ella prcparalhe
si ni clame e sem Uislesa o i.inhu mais ll'u a o mais
pacifico asvlu ; lodus o cuidados, lodas as inquiela-
Ces da economa domestica, ella os allome sem dl-
ler palavra.
Algumas vezes Isabel a chara llessv coma a cha-
c ac-
coiilecimenlos uu cunhecei us hornea, u penetral as
almas, oque he o ...ais raro de ludus us don., i).
pola. sempre formara o ptojecto de esetever sua
vida ; nepote) de urna vule pagina?, cahe-lhcs a
penna da n, >.
<> mesmu, Moure au esrreven mais ; as Cun-
r.ises 'de Joan Jacques. ele phllosopho poila,
quasi que so coiitcn sen* primeirus anous r.j r.
meiros senlimentoa.
A / i". NMOra de Dante hf a historia enigmtica
e payehologlca de sua infamia. Oulrn taulo.se pu-
erve.n .Me.nori.s falsas ou inco...pelas ? Nao valem
a pena de serem escripias.
Ilvron liuha co.necado as suas, o cnulava acaba-
la, quando o accaso o poz em presen,. dcsl i ..i ni-
vel lliomaz Moure, que f' todo mundo agradava e
aeduzia.
Con.panhairoencanlador, sempre alegre, sempre
A' desped, desla filial erudiccan e desle falso
luvu ha uos versos de Lollsh Kookha qoadras
aupleadMar, voloptaoaidadol aanaiblidade, graca t
pnncipalmenle harmona. au au easaa qaahdn-
des que se proconm e se possain apreciar em obra
hisluricas cumu a*-Vida du eapilau Koch aymbolu
da i otar ralead irlaadeaa uu aVida de Shendau.
N3n aproliiiidaudo nada, leudo medo da opiniAu I
do mun.io, earecendo do tlenlo de aailyata e de
ob.ervadur, cerlamenle au lhe fallavam maleriaei
para esla biegraphia; elle oa recolhia cu... am cui-
dado louvavel, cum o deseju de deseinpenliar cons-
eieuciusan.ente sua larefa.
Por falla de racolhlmeMo e leverldada no pensa-
menlo, Thoniaz Moure conlenlava-se de redigir em
Bllylo muilo llorido os-io^uineutua que po^oia
'" "..... emsai ptosa, doth>radf fS'lf"
Bacho proposito de Sberidan, da clopala Iranspa-
,eiilc a p.opo.ilo do capiUo Uuck, da ..barca
os seas ai ii
u rdilor, una ca.la < Ih la
n parlirulandades maisinjui.o.asqun ilones. ..
lalivoa a sea recente n.iinor. r. a fmt\.. 11 am
.. ,bre Vci.czia.io. Nao n Marraj lea aojo carta a
toilo mundo, ...as fez-sc c\p,ii em urna uale.ii |.u-
biiea o relalo de outra sua licita a, a qilrbra
(Margaridao a goadoleira, com asaegomloa aajlaveaa
e-cripias pur bailo du rclralu pela propno aaaaha
de lur.i ll\ruu : aleiralu governadu pot tiaonjo Li i
den Byroo, em Veoeu. Todo manda esjti vea
retraa e eonhoeea a le'lra. o meamo Ihamai Moo
re fui victima desle boas c cabio no laro de -eu
amigo.
leudo Acabado soas mem i ia-, que o eram n,.i.
do qae orna nns.ilicar.lo, o M>aanlrup.i ou o l'-n i-
escreveu a sua mullicr de quem se epatara l.io vi..
Iculamenlee a quem rogara que as lea; esleoi-
tareciinenln Iranio lalvez urna serreta e.per.nr. ,le
rooniau e de olla; as .Memoria, n da conteudo
queafeiis.e, a iiilenca.. de Ilvron era i.ecesaai.a-
mcnle pacilica. Iad\-U>rnn. atgaado lid Mol
lad, havia amado apaivoua.lamente seu morilla
a Elle era Ma bello, aqu, aoS um raa de sol! I.
o lau seductor
Lady B\ron respoudeu :
Kirk b) Maltaiv. III de marro de Ift.
Becebi voaaa'earta do primeiru de ia.ie.ru, r,.
que rae ollerereia para Ic-la, a uarracio de un... pao
sao de vocta vida. .au a tatei. Cualoara a natal
cara,, ou a'circularao de um obra semelbanle, ojmI
quer que seja a poca como u.n mal a lelicid.de
fuliita d'Ada 7 Ouanlo a que me d.z respeilo.
uaolenho mollvo algn, para lemer a publindale.
Purem apc/.ar de ludo quanlo ja l ha lindo, eu
nao pude.ia dcivar dedepb.rar ataumas dea cana
qucuc.as.A Bvron. ..
. Kis aqu, a replica oboeara e v.ulenla de l,ron
' Bavenne, :de abril de kBI
" ,iecel" l,U1"'''" vns-a caria dolada de til ae mar-
ro. Minha propos.rSu ra |looros, majs ^
verso casuista nao poderla considera-l. XB,a ,, ,
de boa fe. Ea pude.ia responder-vos ; ma, he mu,.,
larde e nem vale a pena. M0a,,lo a amea, a ,,.,.
rioaadauliimaphraee. s(r.m,.,lia (llllicl| cn|pfi..
ccr-me muilo, a.uda quando eu .-----r---------
poique ame. que e.. p.uduza seu elleitu, es.are,'
undenada nu, tuca ma....... Cnpenho-vo a.,..,-
cpatesl. poca que ...dicais ; licai certa de qu.
le tudas a, cifra, a. unic. .,, ,eui i-1|IDrlaBril ,.,
as du prsenle ; d uulto modo, en tespondena cu,,.
O I bu entino ;
Ed.o che poalo aon cu loro in ctoca
I......e celta
pa cb'allro mi ouuce.
B\ru.
dedizer de Walter-Scoil e ile Cullie. Para que a'1'1"'ls" '''-''"ci.Jo sobre a plaga sera que,,
.na Muore, pe de parte seis un selo napoloe., para
fazer prsenle a seu mundo, que muitas ve/es nao I prompto para dansar e conversar, brilhante a en.
lem uu. sihelling, das operas de llossim que ella '' grfido, eoolador cheio de goslo, conviva cheiu de
quer cuuheccr ou do velhos livroade qne precisa -.luda-, saliendo mmi e di/er sua palavra, eslranbu
para sua crudicao crrenle. Mull, r rosneilovel e a' toda allecran desdenhosa, ioubava-se-l!ie 130,000
eerlamente amavel. Lord Moira e lord llollaod I franco de urna ao vez, e esta einumaloncla o foxia 1 n' neuhunk. aga,,do llardo (he Mn.re qu^
a M i.iltlula., ..que occulla seu alfange por ca-
li .riferaa flores, "das lacrimas qne rulan, eu-
lic .,.risos, e dos ..db maules que brilhaiu entre
as rosal. A obta Inslnrica reclama unta Ineahora-
vel aagacidade, arma i^uda e peneltaval que oa
homn. temem i se Tilomas Muure ponuian e-le
terrivel .tora do Saial-Simoo e de Shakapeare, (cria
elle, amigo de ludo mundo, lenta.lo tirar a atmada
bamba .'
Entre u obras de Moore a mais ciceiilrira o a
a La lieru rauglie
Estacarla amai-a, vehemente,' ep.grau.mal.,
pozh.il a luda, as raiageaa entre o^aaligoo cpo,s.'
ttibolavam-lbo profundo reapeiluj mai Cbomas Moa-
r, a quem o mundo inapirava arando medo, quasi
que nu aurcseiilava aoa sen olhus. sen. que isla
sus ilhai Betmuda; Moure, a quem fui olfere- ,"aSoas"* 1 em nada, favorita
da moda, devia contrallar r-le lenhor letrivel que
cido. aceitn u parti. Em pouco leu.|io, aborteceu-
-c das joveni lrrmudeuse,, de ler de bistre, dos
plantadores e dos escravus, das palmeiras e das ba-
naneiras, baloocaadt)-sa en. um con d'esmerada ao
aopro da brisa martima. Foi visitar os Eilado-
I. nidos, que nao o divertirn! mais ; e apressou-se
m vullar, depon de haver entregue um eucarre-
gado de negocios, a gesl.ln de sen lugar. Coi que
felicidade nluciicunlinii elle soas amaveis duquesas,
nflu perdoa nem hvortn "em aenhoraa : e nunca se
quciiava.
Oeste caaamenta que n primeira: iila parec, urna
imprudencia, dimanara... 'oda. a eonsolaefiea e lo-
das ascompensaries q..o peraiillinm a Muore sus-
tentar ata ao fin n lirili. ,:' fardo ,ta na re pnlarm
e populsridade.
\a esperaucas rom nue on andana p havia... li-
seu piano favorito, suas fuucces decantar edan- "",'ei,ll. ahem om 181-2; grande m.idinca ; o
arinu, e seu qucr.du turvellmliu': O principe de I'ri,,c,Pe d *.^lle=, cham. a regencia aprotsaiie
Calles diguuu-se locar-lhe no hombro. jjiiincos.
hoiuas c glunas, van .itur em jorros sobre esla
aradavel cabera. ...Miuba mi, escreveu elle
mislriss Muure, que licra em Oiiblin, a quem ell.
coulia depeito ou de longe suas felicidades ou r>ua,
decepees, u principe tncon-ine no hombro K-piri-
lo f.ivnlu, pas-aro llgelro, coracau lernu e encan-
tad/ir !
V.
f:RII Ml'iio ni l'HOM IS MOORE.
^9 duelos, ns amores, a nppo'ieau, a salvra.) pa-
pel brilhante. o emnta, a ealaatrophe < >
evilio.
V llraslai I dimlmrnn. uno desda enl.io adqoeria
em isolar-se de eu ve1 o amigo. o nhiga : lord
.Moira parle para a India i qnalidade do govertra-
do. geral. e ad ppddTaaer1 polo poeta. Adeoa lo-
da as aua. ambir.".", 'eaileltai de llesnanhe, qne 3
poliiiaa elevo a derriba ori-i um sopra,
l'eliz se se booveaaeoontenladjacom orna vida lim-
pies, e se reiirflndo .-, ndnr vio wcbtl, conlinuaaae a
azonarseu tlenlo "ne frilii Qne bailase jan-
tire, na cidade Qne. du rr ,e-io mimicac de q.ie
elle faz .oes dllc'a Sua estrella Clhe o a sori".la-
do que e'U encanta o ronba a perfldM di.Ira'.""-, rlioai] i I.lento, iodn'z-lo em
v.lo pnpriva Mu.p;amen|e .'- modilarjAo a de farra
de solide- e evten. do >c..ndidada o foluro. Sena
celebrtdade, ...gao iaexhoravel da aoileridaile ea- *h'" IM'ararloa nmsrr e idi val a economa
Cueza, llliha us ulbns vo sobre ludo qoaolo se pn- m.Iris,: Mpnre
bUcava em Londtea : esle oven irimphadar, can- | ^" ""'aulo a. od p-'-''- ro- ur, suaa
torde|.oemas l,ore,icos.Or,c....rt de lu.as i:..arrti,i | 7cia melodiaa 'i irlanda elava*m em lodo a
applaudido por casias duqueaa, Ma pudia earapai boceas t o joven r-rsr -c | .,. s. ., r.!R ao t^
asuictiiica. Ja o-p,...i ,s i-l ilile havam ...tlri Byroa dedicava-lh -n poena do Oraario. Vita-
do a vigorusa etlica.le lenra, Kllotr ib", anda
viajar por paicei eilraogim. Fcil lympelbia, ab- Iju,coiiecjao de uarract>ea amorosas allribuidol a
negarao dos inlercsses vutaarc, generusidade. sin- >eus snlireiiatiirats cojos he.jos o licencas nao po-
ganra, leima, [ira/.ur de pru.lu/.ir ..ma sensacao e de ^eni enrai.erer alaguam -au anjus ;perpetuo
madrigal em que o m\ slicis.no critico perde-sg e
vai ab>smar-se uu sen. du invslicis.no religioso:
lodos vos vos recurdai. diz um anjo, daquelle
onlinuacu das Memoria... .
a.^, Vluure. ,,ue a, lecebeu a 1 de deze.nl.to j,
Um, |.aguu-a pur 10 franco, e 30 ce,,.,.0,. 15ITr.
yea':", Ti.....* ** que
poqoeno boaget, a i-iwe em ca.ranho para apr-
Z'u"'MU0,,,,a''U>c'p,u' "-'"",0 """-"'
ron M. 1. Laugmann, a.lcvinhanjn sen. duv.d a
.ue.ilave.m.nrreicaudasuciedadeindeza.te.u-,
rampr,.1-.a. FU en.au qu. Muore, p,,. .
Shrn, commuu.cou mesmu .nanu.er,,,,,, a |.,d, ||,
and, preveni,.d-a de qUB ,,..' I1(.e J^
T "e "^^l. E.b. .,a se ,.....Uou ,
rada non. preocupada. Itafnha......, salao pud.r. ..,
s ubora deum ,rp ,,|lllcili ,,
las bala, perdidas.,, Ik0w perfell% ne ......
tionin lhe rorld, raoaoa
reiUraeale rntoau poeaggo no m
mona., el!. ,aarduu 5eu .,,.,. #
sanguelno. Ma era tadus es.avam lao soregad,
ej.l.,voa c.no el... Imaginuu (,ue ec JJ
oCouh.r p,,
-'..do M M
eriplo coiilinha asmis lanivea
ravaliulin. 11,.,
fa/er elleilu, tallas as qualidades feniniuas e oulras.
que peoauia Byron, desperlaram-'e nclle. Pen-on
qoe seria umjogo hbil a duplica aterrar asocie- iouos v.s vos recomis diz um anjo daquelle ana Meara foi aabrtca
dado ingleza, setvindo Moore c aua propria loria I dia um que pala imprimir no nrandu, que acaba-j te51.es. \ inuocencia a?- *"'"'
dar-lhe para tirar vantagem a liquidar a divida da- va de nasc.r, u sello delinilivo de sua creacao, o Julm Rawaall au eti-i* ,f,""" ,|ue y,u
Bermuda, estas lerrivei. memoria que seriara pn- re das cohorte anglicas cm.vncoii no bMqoetea nao a ~r|'..., f" '''"* *" *_k^*m "'
blica.la.deiioisda mo.lcdn autor ; con tiloi-lodes do Edn as puleucia celmter. Elle ia crear aleein. ir. '."'" Ulr" pa""'''' """,0 e'"'
pcfeicao delim.iva ecutata creara,, par ,, oeam|ll 1Z1E!!!......T l-"i '
- ......e'tavia exceder humens, alijos, es- ] Z "L hTnn ,ir .'"' "* """.....
ire-las e sue, O, anjos farmavam o riteuta! M, iZ^SS^JZSX......'
meio d. ompreza e da adorara., geral, tai croa,., i .,,:, de.voo-so vencer
- amolhor; o olbo.obtit.L. radilo. c a """'"".....q"e,,",'1" ^ ""'
' **"*""" rrer P""a bem iiafoima.l.c
ce Ierra. I ... raio magoaileo que parti de -
.1 suas palpebtas, fe/, vibrar lodoa os seres vivo, en.
.1 suas prfandeaaa, como o piimeiro raio de lai ipie
.. alrave-sa o espacu. a
Admira. Thoinaz Muore |ieuelrando no camarn
pela porta do MOetoirio. Ad.uirai u Ser Supremo
rciinindo O anjus para moslrar-lba de que be ca-
paz,e cre,.ndo us albo, da mulher !
ta devotas rev i|larain-e.
\i--la d L.diniiuir:.'... pe'.. .it-"o du loltre
it o legando volme do ,..,i pqbliradn par 1 '" "''Bovarana roMnbore^ ,r
Moore, sobo titulo dVlr/c.e t-.pfrtnlnt; o ro pode- ""''" '"" ni ""' '':'-.
inos.cun.c.eiiciu-aueiiie, rrc'oaa lo d'nma everida- ^h^l"'^r ii'eulal i elle
I is.,. : ,!.. 1 ..:
rundir.-": o cr,,
' orne.-adn desde
de ultrajada. au he .meul" a du.eoria. '.u o lm
-uslu que folla esla obra anliquan^s u jovenis.
cuja lingoagem poda .-r admilllda em |8n ., ai.
gnna eaaaiina Inglaaai de ordein inferior, moa hn Ha renenio "
je us parece dtela.el. Abunda Bella oj......depn- fia lo radioaa Ilu '
lavra, e a palav t aublii.hada loroa mais vivamente riioeeeia 1, m, :i,,
irrilaules mil ialenresecrelaa e lobealeo lulas, lia senle das Burmod 1
Pauta ,le kock coberlo em um veo Innsparenle : e
aucraaaaleridade da. lingoaa seplenlrionaea, a caa-
lidade, e por assiiu dizer, unidla de ludus os idioma
domados da funte leulunira, preslain a' llceuciosi-
dade .Jas deas um carcter premeditado qoe desa-
grada e irrita loberamente. au he nem o fogoso
atilot .tas hertico! da aolignidade, nem a infantil e
branda Voloptaosidade dos Vanezianoaedoa apo-
mpf 1 '.' franros
' M- "' "" enlhosiatme
i . ;" ro app.ren-
;\ r|, " "!" 1 ,:o q"" pnlve
... V. "" ''T,.-e 7 .fu
nlo n vltan. 1 |u agente
fugio, levando o valot de urna pr
Moore qoe Ii o.respnua'ul |i
dever a ele mesmo ov >rno qm elle olla 1 --1 da
ataca, a modesta somma de I...i.uii.i ,r iiirn. de "r.n-
ca. Foi em abril de 1818 que lhe lu dirigida p-ua
noticia peta Doctor Commons, especie de Iribonal,
de que .lepen Mam esle negocios.
[alo nao o inquieta muilo, cmn 1 verdadeiro poela
ltanos mudemos ; ni., mo admiro que Jeilr.v e as e como Itlandez que -eta' sempre, e em qnanlo aeua
peasoas gravea u lenham eaeandalhado, e as analhe-1 aiD' vai as mil inaravilbas ; O l'eqncuu he u noine
que lhe ilao asduque/.is, be tubtitlu e 'vrrmelhu :
latoea e camarn da aristocracia wbig abrem-se pa-
ra ellfjdansa a arrahatar, valsa anda melhor ; can-
la como .1 lorUnegra ; a. aahoraa de alia posieao
u achara dcliciusu c u traan, de rheruhim de Loaca
viagem.
Sen. duvida, ditera cita", ha em seus venas al-
ojo c eialla, nao se ente IDsciuadu, nao fete ne- guias passagen. uio pouco animadas um pooco af- '
nhoma vaidade, comer.'u o curso de sen feliz' des- deules, um poucu quelites de coloridos ; mas he um
lino, apiendeiido cedo esta equililitiu hbil, cale I ardor Uo innocente, tao delicadamenle reprimido,
mixto de reserva a abandono, este talento de nada e uiesclado de urna iugenu.ib.de lao eiicniladora !
dizer, esta abundancia u.n pouco estril de palavra I fila ao lhe de-cobiem gost's vulgares j suas grafai
sem perigo.esla delicadeza de laclo que consliluem
1. humera do mundo, sera ostentar arrogancia, ne-
nhuma altivez e a menor sombra de preteur^ao e de
ambiraj.
Lord Moira pe-se a' frente do movimeulo que
u leva ; o priDCipe de frailea segu a derrota ; a*
joven e as mulheres maduras preparara cora suas
s.lo delicadas ; e Marcial cuino libullu a diiiam
muilu mais forte) du que elle. Emlim bu un, Irl.u-
dez, um lauro que pur tal le (em e que un tem
cuii-eqiieucia.
Moore comprchemle ludo islo e o faz reverter em
seu proveilo. Em orna epoea militar, em face de
Napolen e te ISetaon, que evreulnca smgah.ridade
u^iM-.--n. a horrivvl viroleucio de Uurcio, ui-
v..inio contra as velha icu. immeaaoa voraosi in.pi-
ra menos Icdiu que as Irisles aombatiaa ditigidas .111
instancias barmoniosas .. orna leuhora de cabello.
bianco-, que deaogradn i" M. I.epelil: < Nao amo
a lUliguidade por ella, icubora ; suu um pobre \ir-
tuusu nesle genero, e a. rainaa doaraaaa me dea-
gradam, ele, ele. r Nao temo em verda.le, aniii...
de Iradutir que regeilamos em ama nula, i l.-lla
u espirilnoso zumbara, declarar a' urna mulhet ear-
regada de gordufa', rjue nao se quer della 101180 ama qu
fraccao, e que n,lu se -aberia u que Ijzet du to-
lo ."> A agradavel invenjao, digua de Sigongne I h
e do exeeraveii poelas do Eapudo sal y tico, de di-
zer a nina jo", en, em cujo-ulhos 110. miramos, que
nelbrs nos vemoi eu. miniatura, que he eonsa felii
pata a pupularau e que .-au espetaor,osoa .. eninos ?
tinlam expedientes, eolaslimam e -e cnletnecem,
elle cuneta* com um livreitn um novo Italado sobre
una biographia de Slierytaii, proeora informal itc
Indos os seo- auligos colleg. de ll.nl,.. e de lux pa-
ra oblar delle douimcnlo. ncce.sanus para esle lt-
vre cuiilinua a levar a \ida enire alegras dnmes-
ticaa e ptazerta nruodano'.
I lonco hearl of an amorout voull.
Who as caoghl in l.is grand-molher's bed ;
llulb JowoJhad nu el mch a liqaorah luulb.
As tu .sh lulie ihe.c 111 hii.leod.
I'is for vou, mj dearModam, sneh conqoesU tomakc;
vnliqoariana m vaina yon high :
Bul I awear I can'l luve for anliquily's ... k?,
prupnas mau seu cano de Iriu.npbo, uii anles seu : reprsenla iuiiucenleuienle ealre o> a>hiaa o caval- i >U'" '' '"r *
..... 'I liave seei
palaiiqui.u utieulal. Elle habita caslcllu. durante
o eslo, volla a Londres ilur.nle a nUrau. AloWCa
ejanla hoarl\le coro appelile e boa vnnl.de
com ua principes e us matque/.e..
Era elle ntau, emISOO, u.n rapaz mu higaeiro,
'inh oa cabellos ctespos, a vala alegre, a f'unle
leiro de l;auhla,aromnan!.a.lo-s nalvra de Pamv
2 Vede a Revista ruiilenipuiaiiea,ortigo so-
bre Jaflrei e atoacaiilamporaneoa, lomo \l||. pa-
gina 7.">.
d Ksludos sobre os domen- a o- eo-luines do
\1\ -ecuta, pagina I mi. i^aU
ILEGIVEL
naj ruin- all gilded nilbeare,
Briilli Ih" cia.ls- ere .lili plain lolhe age
Vnd I ne er fell a paMIOO fu venlure 111 .hete.
Belhtara'd ap inj no-e, and pas'd hv !
. If ever, hj Forlone'a indnlgenl denee,
lo Ibe sneh a licket s buuld toll,
Aaitlaenlh, Maaveaknt-wal ere suflicie.it for me
For nalh cuuld 1 do ilb ibe hole "'
\.sia< re passa um ansa inleiro antas que o iri-
bunal pronuncie a lenlenca. Elle quasi qu. aislo
nao pensa, n,,i- nao per le de vista a sociedade de
be o idolo, e de s.,i.,., amaalao, daeamanm em
caraarim vai sempre murmurando sois m.vioni
inroes. Bogor, poela e hanqueiro, corarSu deli-
cado e espirita leaaalo, Iba eiprobra sua loncora : a
Vos-a vida, lhe diz elle, he um bello poema, mas
lie muilu ma proza. a
'i looeolhe respondo por islas duaslinhaado ve-
lho l'ulzac:
Mai- \,: tr louco do qoe '.er lano trabalho em
ser pru lei'le.n
K au toma ueihom Irabalhr, para -er pru.tai.le.
Esla alma musical e lyriea, qoaorio as vaidade ilo
mundo a rmbriacatsro, habuna-.c dreme...e e dor-
n. nos dclnios e preslig.oa da meloda e da natu.-
le/a.
. O' que bello dii exclama^efle em algomi par-
le, um v. rdadeiro da de retiro ea.npeslre 1 Km meu
jardim, durante todo o dia! Qoo daagraea, ler-ido
ij, De 500 ^ 7iki franco, por falha*.
7 Ihai l.irgoi bolh bim and his oillce IKls
leu.Jo lad, Itane^al.
le modo sen ubrigad, son editar, n palrouu de .cus
udios ou desuas vinganriis, encarreuadn de dirigir a
hala poslhuma que aliraria contra o mnnita brilan-
niro. Moore'aceitan.
Loi ..ma nova looeart.
Elle leva eomeiga o. prhneiroa capilulot deslas
memorial, deaeriptSe potica da infancia du jo-
vana seiisarous do poeta; deixa a Italia onde visita-
ra a galetias, as olliemas e os sales, e vein eslabe-
leror-.supurlo de Paria, na Kolta, e.ilr. Belle-viic c
Svre,em urna encantadora situac,ao qne domina o
curso tortuoso do Sene, aslonginqaaacnllinas, Pa-
rs no linrixuile e urna des mal variadas paisagena
de-lc paiz. P.iri, ejjISn a capital dos prazeres fa-
ous e da< pequeas voaoplBeaidades de todos os da,
exerce sbrenla naCotieu l.ln bom apmpti.da a' um
lal ambienta .1111.1 irre,iclivel lari.iacao. San jauta
res um casa du BaleineL eciaa no Irma... Provencaes,
delicada partidas erfi Versailles, camarote naa Va-
riedadea. Asdoquezas no pooco lambradaaareli-
ram-se au- bastid ires enira "i cena a gastrono-
ma, gastronoma dejtaada, bem comprehendida,
digna dos tariladeiroa enhore, acampanhada de
vinhn de Sanlurnu u d-.. de ni''Mtarea lavra e diri.-i-
d,i pu'urna utqni.il 1 i.' m ......-i-, doa verdaderos
rtjr,u_ principio da arlo. ||om un elta lenha vivido Ir
prero.maia ele- :<"^^^' '>" P* ,l" Par, Moote nada labe da tranca, e
islo nada lem -I.- adniaravrl : .Igitna Irocadilhoa de
palavras um pooco n ojiar, a oa hado, ui. u ".* "I.:t< Em plan re--
lanrargo, .pora rarioia .. '..i. peqoeno poela de
j Irta" la ... lem nl'm. .i lo pn 1 a \-i ". Mma.
I r-.'.'her e para n farra du IVihl.
Elle ennlinna sao > de SI id m a oas mtara-
1 da meladi*, rauta, lora pian,, entra en. ua espi-
nlio-i caneira de .nj..v na rida.ta a tri comago
ma ennaidanvel, e L**1" *m"el l"*<""' "" M "' '"' '--'<--\'"r- .....,,,. i-., ,.a i;,, *' '"* noiio.um .pin 1, i,..., ii.it,,. ., lanradorese
o logare, publico*, hll Mo ,i- -, .-., ifriar-sw :
a Eta o primeira *a 1 Im. 1 psasamos ha
ir- metas..
Kilo nao aa all r "vnl, be n mil ......vl .ta- lio-
mena a o maia enrabian? .' marido.. Ama soa
malher o todo aacrijoria .na familia. Cheio
de carldade o meamo de piedade, ale f.votllo dos
camarina, e-lc homep. brigado com a mondo, licoq
allonilo ,-omn um i-ra-ta menina Ella conrur.l
que lhe d'ar ijirl a chara billa n.io deixa.de ler ra-
/ ., e quandu -senlo um pouco aborrecido .1.
-opa. de earaarOei e das primeirai representacOes da
Polhier, appresaa>sa em fa/er sao acto de coa-
lucra...
I ma uo.le, por extmplo, vi- em sua pequea c-
mara da Buih os rama da la e-clarererem a fronli
de sua joven molhei, adormecida ; sjoeBia-se, cho-
ra ; he locado de urna amuelo religin, roga ron.
luda soa alma : lagrimea de menina ain-
eero, que bom anjo de Slerne nao deixara' de reeo-
Iher.
Eulrelanlu sensMmigos du,Londres prrcebem qu
Moore se esqaece da s mesmo, e que Patis, o en-
cantado! Paria, lorniir-ae-ba para elle urna vir.la-
de.ra Ca|iua.
Oa aaliaa inglezeaqoe lem aeceasidada de Uoon
o chamara; maebina-ae, Irabulha-se por seulibe.-
lamenla, e lem-sa d endado, por jue bem se o fo
oheee, de nada lentar que poaaa .Hender a delica
deza du sua hunra.
Elle ...Ha pela primeira \ez a' Londres ornad.
com barbas posl.ca, dealinad.a t disfarca-lo eqm
dever.iu diverli-lo diigularmeale por que elle ni.
aerva qne NepoleSal Byroa e elle despretavam e
baiba; em Londres vi/la seu aaTeieoades asa
edilorcs, e vera e.nlim buscar a ci.ara Betaylpara e.
tabelerela em Sulperlon e publirar.uaVida di
Sberidan e seus Amnrus dos Anjo.
Nao san onrai aolida e vivificadoras. As 1,111.....
A- pessoas de ..pirilo ,lavj, ,-n,,^,,,^,,
diss.tam que os anjos de ll.omaz.Moore eram san-
jus era ferias., e que lepresenlavam suas far.-.n.
Poranias mulheres mai severas que ach am ..
cou-a adoravel.
lillas prolegeram estes galaiiies cherabins e oa en.
In iran com suas azas.
(guando osAmores dos Anjos SDOarecorara em
Loodrea, ellas ja linhvm evocado seu seio eu de-
licado poeta, eultegoe aos solos da moda, aoa bai-
oaWea duas ea iresr,.p n., insi.lern.
Novo Irii.mpbo para MoOCa, .10 q,.,i .r...;rm-
agradec.menios publico. c, aadl. bajiaaaa aal-
vado a patria, -dirac,, lhe J, om
lord Slanhupe. .1 Im-talern e.capB0 g om. ,,
/.". Palavta, que Ibe |,m, rf,,, .,,,.
inirned.,.., or lord I oee.ler. \ m.alilira,,.o .
completa u o/.,,.<.,, aca|.ado.q!,ndo Moor... qu
en amigo de.ii.lerta.-ado Mu.
rav, riiienden-s. c..m ,|U piM |,Il|jr ^ ,
ie ngrm, immmmtH e aahnaa*. la dr ..M. ,..
lamas obras, a qne Iba tai naga ,. cato.
i:.pt|lva-.e .... munda .,. .^..^ lU n,,,4
o de ad, |ur ,ljvnn, il?r,......liiimii M.....p ^
OthHMHB proa, en.....; r.n(n ,,,, F,^r ........
atado., duranluoi,,,-,.,,,,,,^,,,,,,.,.,.,^,,, ..^^ (_
gante n-uoeta, t,,, lmllm, rmn
les, auselerii... jamares, e salvado peta gp.iero.id-- i ^l """""'aondo o Irotodo QflgJBIBi r.lebr.
de de seos amigos. *" "",re ""r|" "<-"<* ""-J^rtinliit..
Vil. 1?T* """ c,"""," 'P""'l doit...,.,, ,
MEMORIAS DE I.OB BYBON. I^Priodo*olaadal. da Mewth, ,, |M1J
A falla iueviUvel.-Purque tarara sacnlicad,-- >.' ......."."......." "* """"'- Bvro. ; don... N
memorias de Byron.-A sociedade ingina ta,,..,-'/'"'','''"' "T ".......,';,,i, '.........r~aH,.
, ,. .. de purlpnccr-lbu
da por velhaca.fvuva vida social du Hoore.
I^rd BjtoT que prometiera a Moore dar-lhe suas
rnciotM--.- f ..nina de Irlanda, cor.po- ginaa brllbanlesqoe con-iimiam don relMBfi

1 III
"'"' ""'' Uno,.
Oj.Vo* a do /,.,,. v ,,............ Umm
a..... \ deradenria
Iteadesai relia o., .,, M,ir. -,,_._......
loo.-., u embriosado s, ,.,.,,.....,, ,........
cantar, homem atoavrl. ,.> ,i.,.,, ..,. ,,. .
"olligio d" qnu ex.|p
M....." di 'ia ...o .1 --; .>.. ., .,., ..
bu .,,-, ,,!.,,.,. ||, .... ,......., .,. |>r_ t(il(
1? qoo hfitlut. I'...i.uii., elle ro-,Hana aaajor.
nal com 1.....la ra. lid .: hmam 1 '. moado r i
mem ,|c urea II' lhe qoo ..... ,.,, ,.....|, ,
..-..,.. i,...-..- eqna a pnlortdada>o 1 1 -.^lrT
'}.....r"".....loro o .li.pta .....-:,a.......asaltar*
finate, rela, paln ................ ,ui^.|,. ,..
1 "-'..-. in-..- ea .1.,.[/.,... ,...|.. ,,.,,., i,
ah une o >"mo ;..-;.l,t .:,,.-rj| ,.,. i-, ..,.
espartes inte, es-anles, ata......................... .I- ,..,, ...... ,......... f .............. -'
ana mocida.eu de morad, na ...er,. ,..... ^.m< ...... ^.....< -__ .....
brilhante e puetic ......mela alaoma. pi-agen: lulo e rnrr*r ; I
mal soa,des .,11 lacil seria supprimir. ;..,.
permiasAo -ta aolur.
Anejar di-',, elle esrrevu .,<,:,*
'"" "''* apaixoo:...... i,s ,i, hi.ao.aa. 1 bm de 0*1
cae; hei.i .|.|a ,,.., .rj|,. |,.,. r
Imagtna-se esto poeto da paitfa c do ar.b He r, blica volme., alie .,.,. .,,. lera le-.., .,......, mm
priebo ; mogiua-se tard Byron Iraasformodo em a- pon viver. i-; ,u) Mdo lHjM, ,.,,., r,n t ^
brayere, em Saiol-S.n........, me-mu em cardeal de I Ita...........,,.... ,.,.,.,, ,, ,.,:,...,.....
Rete nu en, Duelos, e-dando-te a analysa aprofnn- ^ nnado de aua tripla ,1 ia. 1.....1 1 de.,. .p.,.
A poiilica api. 1 onlu-c d,-..e amavil boa
mamonapeawaae, eia muilu cavalleira pira non
ciiniptir ti lsca t de aeahorparacom Ibomaz Mocre, setnpte emban-
ca lu coiu seu negocio das Herminias e que su apres-
-uu en. deaconlar.
" niaiiu-rii tu dos deas volumr foi parsdirtaidn
regolirmente ao poeta irlqndei pur fragmentos
parados, -uccaosivamrnle conliados a mallas pesaoa
sol.meitidos a sua upiuio ec piadas dilferenl*.
BaSos,
Admirava-se iicbar-ae nellaa 13o penco cwand.ln
e meamo Uto puuca maledicencia; vi........ ,-
lord Byron pareca ejecutada cum man del.'I o fail
gada.
Lord Bussell alli.ma (a nos o cramoa U ma |.a>
lav.-a que naa memorias de lord Bvron hiri |.....
Sem duvida lord Byron illndiri-a
ubre a iialuie/.a de -eu u-iiu.
I ,1'tll r..|i, ,.,.,,,, ai, 1
pan pa-- nmi naife delirt.
1 ida e minuciosa dus elementos ,1,1 sociedad
A >.,
Elle eocerrava-ae du hura grado a noile para ela-
borar estos estancia, animadas c colorida contra oa
Saines, d 1 seu pai/.
Po*u. a nairario viva, a imagem atrevida, o
mirranima salyrico, o rhvlhmo an lacioeoe tapido:
is e-liiiici.i le II. Juan o enciii'.avam; ein breve
faligon-ae da presa. Nem observador, nem philo-
aopho, elle uao proeorava a eauaaae naa goatova de
nivesligar us efleito.
Ns posaifimoa as verdada ras nnnioriaa d.. aotm
I', .lua.r : -na mulher, seas lili..-, snaaseabu-
fca delle um lrico. Rao ha um lidien].., um..
quexa, uma falla des poderosos gavaiaai
elle aao lenha al......iio"r|cemb|ido, u... ei aa 1
ra ineisna u m-..i pluhi.ophjco ,1. ,,.. Ileiau.,
ma pelo atllciinm e paraafa, pala nai|ima
S....../"' un peqaaaaaalyninseaidaan 1-
mes e qne lalo, .muro, iba readenai m; I .
/:.,.,/..'.. --..i obras pumas .. fneri
Ipo'lotoe nao -ao 111 ns, >i,. ,. |,ei..ira.li- 'I
ille acoatomoua deale modo a aao a. ra 1
, lapetlieie 1 oetil das eoaaoa elle oaO roaJia
-.u-. i;:-ii,tu." 1 .10 pelo que rb'OI '
ras, -uas dmidas, >ati violencias, enchem esle a- imponente, ligado roaa oshoaaesocel broa
travagauto lino, u poema epiro .10 capriehe, da
iuu.;au e da irania Purera o pobre Mu .re e|ier*v*
'- famn-as memorial in prosa e o amigo de la:v
lljton estava.n a esptuila ; Byron l-las cuino me-
lurpde, re,ligio e iinha Uileril para islo, ai pa-
iiiulbeies ua moda, Meen o..-" a, ligo |uttia ne-
nhuiii cararler, nao relleneori.hum i...smenla. -.
e iulte.a pe... acci.lenl. epliemetus u uan -. nln
7 I illia de tard P '. Tomo
i,.paa
IS
1
MUTIOSDIJ


I-
IjARIO DE PERNAMBICO Ol'IMA tHU2iDE JANEllt lii i-...,
pih cmmiicrciu inlimo e real npm com as intellisen- 1 l in vrhlg violento li/ura al! u-io i' .-..iiliecida fa- | Dilo do liancoBa I P.
ciai. superiores nem com os grandes corare que se mifisridade de lord Liverpool com o re e exclama : ouro.'ices hespanholas. .
appruiini.un delle. Elle janlou coin lord l.ands-i a Vn< conhecsis, este man trino que >e agcha i **"* ijsoo unva'"
por lord llollaud ficou gravada em seu espirilo.
Eis o que Mooro sabe e tanlo Ihe basta para ser
relia.
Coa os seoliores xvliigs e as bellas damas o xiria-
rain, elle nao se pode ligar com os humen* simples
iU ule nio ou de genio, laes como l.amli, Crabbel
Wordsevorlh.a qoem poucoouve. Ao conlnrioexla-
II -" m contemplar e ouvir o mestre da dansa Jen-
kms, queda urna lie.io urna joven -r miss n : i Ma-
lainesflla, lite diz elle ensinanda-lha o minuete da
corte, 1 iro.inai que sois om avlpho ; que lis mili-
to tempo nAo vedes vosso sx Iplio masculino. Kii son
elle, vos roe reconbeceis ; xptrimenlaU um senti-
mento de pudor. Exp.imi tudo isto, e guardai-vos
sobretndo de parecer um quadrupede. E Moore
ola eslns b. lias palana- em seu jornal. Kei Ilitera-
rio de llolland-llonse > dillettanfe de lodos n
concertos da moda e de todos os bailes casia a crcr
que elle lenba podido escrever um so volante du-
t.inle o curso dula ciislencia ultramundana. Elle
cunta que urna imite, em casa de lady Darolex, oi
minio Infeiil no baile.
n Italia ^ lanada por assini alterar o meu coslume : e nimba
criada tao mal me linha auianliadn as meias que
coi ra cada unanle risco de parecer .is damas Isei-
rauo esenuez. I'ur cumulo de nimba miseria, o
duque de Sussen venilo-me por Iraz de urna colum-
na agarrou-me na mo e aliroa-me claridade di-
/endu-me :
n Estis milito nberliii, oonvem mostrar-vns n
As grandes damas que o adnravam uein sempre o
nli.eipiiarnin. Lady llolland. quein elle pergunlari
. li.ni.iJi.i.i hillah llookh, responrteu-lbe ecca-
rneut :
.1 .Nilo, c por duas razes : primeira porqoe he
oriental e depois be in-quarlo. ,
Como se v .Moore papara bem caro esla solien-
nni da moda. 'Lodosos tolos, lodos os aspiranWs
litleraiios ebegavam-se a elle, a Escrevo, dizelle,
uionles de carias. Eslas escaramuzas de correspon-
dencias prejudicam todas as miabas miioiccj de
pensamenlo e de lempo. E Moore liona razan.
lies toa vaidade eseu jorual lambem Ibe rnubavam
mullo. .Com que voluptuosidad, lecordava ellf,
lod.is as nuiles, raiciiiibaudo o sen jornal, os elogios
rebebidos, os Iriumpbos uilidos, us olbares e os sor-
risos Ilescracados os joven que se deitavam en-
Ibusiasmar pelo (alent do pona nu do msico, e
que pegavam da.pcnna par Ibe a dizer; eram re-,
gislrados no inesmu dia.
I ina Madama Atberston Ihe escreVe :
' Senlior, tculio condecido em minha vida dous
gigantea : um que linha sele pesde altara, nilo lo
vns elle apenas linha cinco e o oulro que he uir.
giganta de intelligencia, sois mis inesmii. Envio-vos
duela, crema batido, um palo ordo e pepinos.
S)iu esses i diz Moore em seu fiel jornal ) os mai* so-
Hitos tributos de aaBsiraeSn que al boje me tem va-
lido meus varaos. Oulra joven pessoa, qu lera
Iillab Kookb, dirige-lbe com subscripto um bilhe-
le de tres libras esterlinas. Elle vai lomar um ba-
nda em l'all Mal ; a dona dos banbos o rcconliere.
A familia da casa toen e cania asaras de Moore un
pi mo ello torna sen banbo. Quando sabio, he re-
celado pela inulber que lem as maos um livro
aberlo de suas poesas*
<( Pois que senlior, Ibe diz ella, soj'.i o M.
Moore qae eu admiro ha i_',ri>'i anuos'.1 guando vin-
des turnar oulro banliu"! eu vo-lo peco, a
Eis o qae Moore se da ao Irsbstha de escrever e
commenlar iu txlensti. Copia al as cartas de sim-
ples cumplimento, a de M. I.anglcs, por eicmplo,
qu- llie escreve .Sou muiio feliz de leatemunhar-
vos a alia eslnna, etc.(I duque de Davonshlre Ihe
aperlou a ni.'io cordialinenlc e s depoi- beque sau-
dou o duque do Welliniilon. Duas bellas damas,
lady Jersey e lady TankaTvilte cerc.iram Moore e
nao o deix iran luda a noite. A duqueza de Sitsev
que eia um pouco ciosa, disso aos que se achavam
ao pe de si :
o Vede como ellas o agarrara, lie smenle por
causa de Ma reputaban : porque tanlo se imporlim
c un elle como com ludo mais. .
lina scnhnra llie man la di/.cr, propasito do seu
ca-amento, que be zephyro.punido e preso; um
A mor i-ni.i Ibe cunta que seu poema de l.alt b
KooKli Ibe lora emprestado no Oliente, nao sel em
quo -cidade dteconbectda por um l'ersa \que orum-
preheiidia alia, l'al anadala o convida paradac-
sar : u Sim, vva iliz ella, eatariamaa horrivelmenie
, ma- idas.ii'l'al Iran lez Ibe |>roii6e orna subicripejhi
para nina estatua eoloasal delle uismo ; tal eapilgo
de um i-avio dinaiiiarque/ lb cscrve : Careco de
dinhalro ; sonbei que M. Thomaa Hooro me empres-
laria !IH> libras MMrlina*. Creio nos soohes e vos pe-
50 a realidad. Tin joven poeta Ihe dirige urna tra-
gedia i seu modo. Moar abiorve rom delicias to-
So r-'.g inceuso-, usesnaoe das demoiselles que lln
esrreveni: Vos, Waller Scoit c Byron, sois o
^raivli Angulemeila poesa. -
Vaidailes lAo Infantil dt qua elle mesmo ri dos
que nos rim com elle.
. i Deliiiilivamenlc nowo aniisu Moore nilu esrrevcn
memorias, ni'in raesino verduk'iro jornal. Oue de-
tieloBs leilora nos p-ideru elle offerecer As reu-
leva
Depois deste discors
di/ :
u Senhof presil'i', nio ou um mo'genio. Sin
menibrn dos coromun pila prqaena eidada de K\e,
que repreaeolo Bophylco e no noral.
l.ord Ijidardale, que quria ser angracado em
seus di-cursos, n3o o eonsegaia quisi. l'm dia Slie-
rtdan, loiltamlo na cmara admirou se do piorno
silencio que ah reinava :
1. Sei o que |he, etclainou l.acerdalc, aca"ia de
gradara :
Em cnado de Sb-ri lan deixa c.ibir muilos
pralos de mesa, que ao c;ilnr fazrm grande ha '"Iho.
0 amo vollii-s" rooso:
Quanlos praloa quebraste "|
Nem um, senhor, responde o rriailo f el i y- pm
sua jiKlificac.lo.
Imbcil, responde Sberidan e por nada fa
zeislano barolbo !
O to de Sberidan o Irivia desherdaile. Ilmbri-
nb.i eiiciir 1 o lio, qu1- o Irala com a mai.ir aspe~-
re/.a, c l!ifi_djz .
Segando a I liifl' 1 1 unT. m lereis om
scbelling do toda ininba heranca !
Meu lio, replica o sobriulm cstendeiido-lhe
milo, se lives.eis esse scbelling na algibein. far-ruc-
hieis o grande obsequio de ila-lo.
He a Fox que perlence esi'oulra pbrase excel-
lenle sobre a apparente gravldada de Iburloe :
^.io be fcil ler a prudencia de qoe lora
Thurlne da ares !
()seii xolnmi's c.inlem siscenlas paginas pelo
menos de taes lembranoaa. V-sc de que leuiperi1
era, na realidade e-te frivolo e'lcviauo espirito, e
que abundante colheita um amador de pombos po-
derla recolber em -ou jornal.
IN.
LTIMOS an.nos he TUOMAS MOORE.
Ediccao completa.Jornaespublicados pul lord JollD
Ku-sej.
Enlrelanlo os annoscorrem ; a vida passa a som-
bra se esteinle sobre a fronte do cantor dos amerar,
Acbamu-lo, 00 lim do sexto xoluiiie de seujorn-l.
com cincuenta e cien anuos, Rempre bem rcceTnoX.
troubaJiikir e poeta laureado da oppoair9.o e sera ue'
nliuma fortuna. A terna lli'*y o anima c ustenla.
seus protectores 011 ante, seus amigos, lord jnlin
Kussell, lord l.andido,\voe u tratam sempre bem :
porem a ceiva comec.i a enlraqnercr au menino aui-
mosi, do inundo elegante, que deve esle Ululo a um
BnbmlssSo absoluta, .1 utn abandono lolal. a una ab-
aegaelbdinitiva, a' nina cena dedicarlo, fa/ 111-1^-
vollus sobro si me>mo. Poblicou o /spirufisla, 10-
uiaiice philosopliico deleslnvel, a vista do qual o Sn-
tb'is iio padre Terralaon lie um primor de obra. Che-
ga o ootono.a i.i.id" t-ni que o leviandade do peraivi
Iho, a deaaipaeRo do bailes e lceme o trato pueril
1 o romances cantados ao piano nao sao mais oa ea-
tariio.
Em poltica, desligou-sn de lord John llus-cll, su
generoso e constante amigo*, cujo plano di reforma
IIip parece imprudenie e perisoso. Elle Ih'o uiz e
Kussell n corntiale blandamente. Tiioinaz Mouro nao
naneara para sei e nunca foi bouicm polilico.
Apasar deata dissdencin iord Jotui^ltussell cou-
serva por elle urna lerna amisade, uira iffalsiga mes"
celada de estima e de um pouco de delicada piedade,
Nao pensamos que seja por negligencia por esque-
eimcuto que elle deixou publicar sera inultos coro-
nenlarioa e explicac/ies os jornaes do poeta, Fol elU
-que Ihe fez esta exrollenl'? inseripc^lo : Spiral adhue
amor ; sllaso feliz a chaimn.i de benevolencia svin-
pathica que animou toda a vida de Tbouiaz MoorAs
e que o recommeoda a indnluencia do luluro.
Uradnalmanle ;-e linha obsearecido a viva intelli-
gencia, al o momento em que ama completa HDpo-
lencia acibou de sepulla-lo no-las trevas mais que
sepulcraes, que cerraran] os ltimos da de Stanle).
de Waller Scut, e de Swifl. Tilomas Moore expin'u
Nenbuin nalrimoiiin licavaajpmiliedo cantor de Ir-
landa. Oa'nlga emi^u de 'I oooios Moore nao des-
grano o couvrvo de sua ine/a, o hospede de seus do-
oiinius, h seo Companhetro de via^eni, o marido de
miss Uilke, a aquella que livera sobrttade o supri-
mo dom da hondade,
A nablcaego dos uilo volumei de jornaes Je Tilo-
mas Moore di- queja |ip......ram sois em benefl-
cio da \iuva he o cump/imenlo de nina promessa
.aprada feila por lord John Kusaell a seu amigo :
excmido locante i fralernida if intellectual qu.
os grandes eipirlloi nunca repollem e com que se
honram.
lalvez que, no m"io de eireumslanciaa ni-nos ara-
ve. e menos leraiveia, se deaejajne que o nobre t -
Ipr boovesse s'abmetlido seu iiabalbo a urna revistlu
uiais exacla.
II' pena ver a Manou l.esi-.-mt. a pariri Prevoste
hransfarmada em Man. n de Esra| -, a cantora ina
dame Peadher em madama l'n dher ; o msico Mas-
iimlno em M. Maxamine ; M. \ alubregue eui.M.
Vallabriqne e a-sim o re-lo.
l.ord John Itns.el, que eonbece todas as eelebri-
d.ides enropeaSfnilu isnora que o famoso M.deMon
trond nao se chama M. do rfngeron. Sabe que nina
fungnelle nao he um quinquel. Y. ja que apraiia
a Thomaa Moore registrar esta parodia pueril de O-
tbello-Arluquin fallando a sua vela :
" Si j'eleins ta fliuune,
J'lai 111011 briquel !
Mais esl-re que nnc feuime
f. Se valurue conune un quiuquet !
10000.
ta-se lord i.iveipool l'rata. Patacoea braaileiros.
Pesos columuari s.
mexicanos. .
iX . S i .:
Ki-ra t
In^UOU
!-l'l)(.
J-' 1X1
J-l. i.
1 s ,1
ir . 1;- ..
1 -.r<~-,\
-------.
i:t r.VJSja II
AI.FAMIEliA.
Handimentfldn ilia I a J~. .
dem do dia JS......
Detcarrtgam no/e 29 dr ,rim.ro.
larca in^ic/allindOOcervpj.i g lyrro.
Brigne llgle I! o 11 ehaca Ib .o.
Escuna iM^ic/aScauldem.
Ilarca francexAlmamercadorias,
liare.1 franrci.1 Mari.ipipas de vrnho.
Brigoe portuguetCaustanlediversos generos.
Itarca portogoezaBom Suceessoilivers .-mir-
tos .
i-ne partngaeiOliveiripipas vazias e prilras.
Ilrigue suecoAclivomercadoria-.
P.l.n-a lieapanhelaViolantepitias de vinho.
'alila bolandezaJaeohnalachas e rnoendas.
Escuna nacionallraru RSPORTACAO.
Sumaca hespanhola Violante, viuda de Barcal-
lona o Malaga, consignada a Aranaga iV lirxan, ma-
nilesi.iu o segninte :
1" pipa e ti nietas dllns vinho ; ao eapilgo.
mi Larris de o.- e H ditos de .- vinho branco ;
10 captlao.
I >. Migucd, consignado a Joaa pernandes Cordeiro,
manifestou o seguinle :
3 bairis lavas e niodezaj de porcu : a .ilanocl do
Keuo Soares.
8 cestos de coi es ; a l.ui/. Pereira liaposo.
1 calile manleiga ; a Sebastian AHouso Jos de
Olfveirn.
1 ceatinho sementes : a Francisco Manoel da Cu-
nha Medeiros.
8 lemoi de cestos e | caix.lo com flor artificial ;
ao eapito.
2 ciixote* craveiros, 1 barril roseiras, I u-aioln
patearos, S caixotes flores artiliriaea, I barris carne
le porro, 1 eapoeira galinhaa : a Joiio Mana Cor-
rjairo Lima.
I barril carne de poren ; ,1 Francisco T. ala Sil va.
I barrica l'svas ; a Jo.io Fcrreir.i Ramos.
'!}. hcelas doce ; a Hallar s\ Ulivaira,
1 caixole obras de vime ; a l.ui/ Joso da Silva
Gaimarles.
1 barrica btalas, I sacra fava*, I pacaje roup 1 ;
a l-'raiii'isco Pedro Pon eir.
1 fiscote diversos objeclos, J caceos Iremoros, ~1
rlilos lavas, barril carne ile perca, 2 ditos peixes,
I ancoris miudezas, tilti pedras ,1 moinhos : a
l.i.i i Tsvares Cordeiro,
1 racote panno de lintio ; a i>. Mario T. delili-
voir.i Costa.
1 araa fava) e cnslanhas" ; a Jo Francisco Mar-
lios Cabral.
u'i.'i ji.d^r.'.es heapanhoes ; a diversos.
1 barrica Iriso e lavas ; a Jos Cor 'eirn de Soma.
i barril miudezas de porro, II pitaces brasllei-
ros ; a Antonio Percha de Paria.
I pacole panno do Indio ; a Jos Fernn es
Haslo;.
R aurrelas miudos de porro : .. .mo Simes de
Almeida.
1 sarco favas ; a Ignacio joscCxbral.
I caiaota panno de linho c rueiis ; a.M.uio.d t;ae-
lno llorges e Silva.
1 saco f ivas ; a Antonio Jas dt Costa Cabral.
1 dito arafroa ; a II. Joaquina A11I0111.1 I larencia
le Besaone,
1 pacole panno de linho ; a II. Theo.lori Custodia
de Oliveira Lima.
1 barrica l.'t.r.o ; a Candido A. Mareira.
1 barril carne .1.- porco : a Jase t.irrcir., da Silva.
1 calzte f-iva. : a Christiano Jos Tavares.
I ] rritinlio murrellns, arado, I capurira galinliai
I caceo inilliu ; a Lime Juuiur Ox C.
I picot^ ignora-ee ; .. J. i 14o I lata doce : a Manuel 'ose de Oliven a.
h sacros lavas, 1 dilus tremoens : a Manoel de \1-
ir.eid.i Bastos,
I barril miudezas de porco ; a Franri.ru Muiiiz
de Ponte.
1 sarc.. favas ; a Antonio Muniz Machado.
I parte icnora-se ; a Joao .losii lo Monte.
I barriiinho miadezas de purco ; a Joad F. rreir.i
(jiimariea,
I eapoeira galiultas, r.iixole. e.irne do porro c
obras de lllllin; aVnlorTm .1. Silva B>j Jnior.
UUNSUI.AIKJ tiKAL.
Kenijimanto do da I a J7 Ii;i,:l,--T-s;s
dem do dia _><....... i:jti.">582
rile de boje, para n ruororso lalugai i :< de Icnt*
substilutii d i o.....o. i, o .i'. visto r >t i se lio 11 du-
rante as ferias e estendera al o lerceiro dia uin
Je fevereiro, as ,lu i l ras da t inle.
Pelo que todos os preten.lentcsa dito logarse po-
ib-i.io apresenlar desdej na secretaria desla Facul-
dade para inscreverem seo-o mes :. imo compe-
tente ; oque Ibes he perinillid i procu-
rador, se estiveroin a muisdevinte legods rleslaci-
dade, ou nSo o pod : ni exeenlar p isoalmente por
juslo iiii;*e liinento. Slo nbrfcad s, porem, a aioe-
se'itar de. unientes qu moslrem sua qualidade da
GidadAo braslero, e de que est.io na ozo iie seus
hreilos i vi* e polticos, rcrtiiUo i baplismo.follul
rrida do lugsi de seus domicilios, e diploma de
dontor'por urna das Facultades de llireilo rloimpe-
rio. ou publica I ri't.i deale, uslilicando a impossi-
bilidade da aprtsenlarilo do original, e na mesma
i poderlo entrenar quaesqner doenmenlos
qoe mi ;arem convenii ule- ou como i los de habi-
Iilaeao, en como pioxa de snrvie i- pie-rrios ao esta-
do, a humaudade, ou aseiencia, dos qnaes se Ibes
dar' recibo : Iu lo de ronformidade com os arlibas
36 e 37do decrelo n. I 187 de 28de abril de Iss'i, e
lile aegg. do de numero l.'itiH de 1\ de lexoreiro
de |S",",.
E pan que chegue .no conbecimenlo de lodos,
rnandoiio mesmo Kxnt, Sr. iilixar opresenteque sera
publicado lelas lolhas drsla cidade e da corle.e re-
petido por nilo das ; lindare o prazo,
Secretaria da Faculdade IHrelto do llecile. lg de
julho de 1X36.]
o secretario,
Dr. Joaquim AntonioCarneiro du Cnnha Miranda
C0N5EI.II0 ADMINISTRATIVO.
O cotisollio aduiinislralivo lom de comprar
o seguinle :
Para n arsenal i!e puerra.
Ferragcns (lilas de dito para moxilas pelo novo modelo
2,35*.
Uuem quizer vender aprsente as suas prn-
postas em carl.is Irliailas na secretaria do
conselho as 10 horas do di 4de fevereiro de
prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo pata fornecimenlo do arsenal de guerra
Jii de Janeiro de 1857.Antonio lonies lie il,
coronel presidente Interino.l!erniiilo Pe-|
reir do Carmo Jonior, vogal e secretario.

E'pe '
' ;. vereiro
sul e sejue para Europa no principio
vapor humburgoez lilil ln\|.\
s- '; ^i
K atar
i
qualquer nitor iiac,flo com os asentes ,\. ti. Bieber,
i\ C a US :.l C'III II. 'i.
Para a Ilia de s. Miguel, o brizne por-
tuguezOliveira, letn prompto quasi todoo
eu carrega:i enlo, o pretende sabir ueste.,
inm/e das : quetn pretender carresar ou ii
joflo
de pssi.vm, pollera enlendcr-ae C
I ava
n. 'it..
Cordeiro, na roa da Madre de Heos
i! i o A.:.}/;;i i -..Mnescala
noo Ce r
Saltir imprelerivflmenlR ale o dia t de
revereirn ljate Acnract), recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Couveia & i cito : na
rita ilo Oueitriado n. 27.
* M;int\s PRECIOSAS-

* Aderecnsde briianles,
. di :'.i me' r | srol is, pnl- r
en -. alfllieles, lirr.r,,s
* b rozelas, bolocs e ant eis
^ de dllTeri ll'es :'e.', i, .
' diversas pedias de valor. -

Cnmpram. vendem o -
\ Iroc.im prala, nnro, bri-
#} lbante0,diamantesepero- -
* las, c nutras quaeaquer ';
t joias.ie valor, a dinheirn fc
- ou por o>ras.
?.
TB.
M I, DAET
Ra do C ibnja' n. 7.
v ecebem por <-
dos os vapresela L;1-
asobras 1 a .
ifi-IIO gOStO, i-
Ni ?ie ^ramja como
i
;! nriio : ftt.\f\.

Adarecea completas daj -
ouro.meios.lii,. ;,,ii,, .
i-.-, alfizsataa, brian ;
rozetaa, eordans, triare- <
lint, medalhas ,c nrrenle
( en' He. ira r- !< lia i
outrasmaitesabjectoaata .
nnro.
tnpareltie* couiplrto..
de prsla. (..ir.i eli i
I' a- .alvos, caslleae.. i
Colhereade sepaedeetw, *
e minio- uniros nb
de prala.
-
lao.hucana.
.,i 'jj-fcfc.
Theatro
aC\
SAlil'.AIHi.il DE JANEIRO.
ti ..rtnr Sania Rosa, nao podrndo resistir .ios pedi-
dos de n mas pessoa*, para levar .1 scena seaunda
vez o especlacaloPastoril, acha-*e resolvido a
aei eder e elles, e prop^e-se a eii-.ii.:-|o mai., para
bem sslisfazero respe avel pnbliea .:e-ia coiade.
i) prograroraa sei annoncado por esta filia.
Os bilhetes de oaniaroles, platea e gallera sao polo
mesojo preco a anm.....iado, e os de varandas sao
"no reis, a toda esiao egposlos a venda naroade
Santa Isabel casa n. II. e no dia do espcrlaeoln no
escripiorio do mesmo iheaim.
O vapor ICAKASSI" aclia-se a nrga para os pnr-
los do sul al .Mareio, com escala por Tamandar e
llarra-llraiule. paria onde sahir is K hars da ma-
nhfla do I- de favereiro prximo futuro : a carga
sera recelilda at ao meio-dia :lo do eurrent, e <
expediente fechada as horas da larde de :il.
.

*.
i "a l C*.y.

Segu com brevidade o hiale F.xalaeao ;
si'i recebe passageiros: trata-se com Cela-
no Cyriaco da t'.. M., na ra da Cadea do
Kecile o. _'.
/..
racu
IOS:.Vi'.--i;o
BITERSAS PROVINCIAS.
Rendinieiilo do da I a S!. .
dem do dia is. .....
leXitl.-SIIT
.Yi'I-T.iT
7:ltl85M
Segu uestes das n pallialiotc Solnalen-
sen ; recebe carga e passageiros : Ira ta-se
com Castao Cyriaco da c. t., na ruada
Cadeia do Recie if. _'.
Cojujjm iha transatlntica
de vapores sardos.
' i

O agente l'bslana l'ara leilo d<> grande
porcSo de obras Ue marcineria novas e usa-
das, consistndolem cadeiras, mesas redon-
das, ditas elsticas para jantar, guarda-rou-
pa, solas, marquesas, cons los,camas fran-
cezas, enndeeiro para cima <*< mesa, is ca-
xas com vinagre Ironilibya, 13 ditas com li-
cor francez, e mtiil ta outros objeclus de
onroc piula, relogios deoiiro patenteing'ez,
ese acham patentes anxame dos compra-
dores : sexta-feird 30 do corren teas II horas
da manhSa, rn seu armazem na da Cadoia
do l'icee ti. .vi.
O agente Boria (ara Icilao em ^eu ar-
mazem na ruadottollegion. 15, de um mag-
nifico sortimenUiue ninas de marcineria de
todas as qualidadeti, diversos pumos, obras
deouro e i rala, remgios patente ingle/., su-
iss'i, etc., vidros fines e lou^a para servido
de mesa, candeeirosinglezes, lanternas, can-
delabros/ quinqnilharias francesas moiler-
nissimas, frascos ilAvulro de bocea larga,
urna porcao de cha kj'sson fino, caf e arroz
em sai-cas, virios hainis de ptima mantctga
ingleza e franceza.laueijos liamburguezes,
massas linas de diffefentcs qualidades, con-
servas ei'i Irascos, sardindas .le Nantes, e
outros muilos gneros que se entragaro
pelo maior preco oll'erectdo ; assitn como
tambetp alguna estraves de ambos os sexos,
mocos, com habilidades e- sem "-Has, pro-
pri-is pata lodo o servico, om ptimo cavado
de estribara de bonita ligara, com iodos os
sudares, que so achara em frente do srma-
zetti supradito, para ser examinado pelos
preltidcntes, e urna bscellenlo canoa de a-
naielli,. de carrcira, liovn, a qual su achara
i
no caes
sexto-fu
ir.anllaa
H.
do Collegiol logo
ti 10 lo oonrenie
pela manltaa i
IS 10 loras da
lltiiiiti'
Bl-lllin ex C. lai.io leilo,
lllll-!'.
e*|ileniiido ro
O edilor nllodevia permilifr que esta penuena
faeaeia faaaa aaaim impresas ; On n'nllame p.s una
feuime comine une Uningcnrtrt, H. Arnault do
insliluto, autor de Maunua a Minturne-, nao -e cha-
mava Arnand, nem M. de Harlainoille Mord*
Dollle,
O l.iliothee.irio Van I'racl nao era Vun Fradt,
nem Creseentini Crcscentne*. lie principalmenti
M. Vals bregue que solfro uestes v-ilumcs crois
I melaiiiorplniscs. lle clnima.aa de repenle M. Val-
labrar, depois de se baver chamado Vt. Voltabriqoe.
O eeiehrecnii te Vendramiui lorna-se Vandramvn.e
mBes tamaMataaa da llubl.....as Testas de l.corge 0 grande canlor alluprez > Begrez.
IV, o =alilo de mislriss Filt-Ilerberl, lloda'ul-llon- i Mas alo rerdadeirai txgalelai que nao- diminusm
se, Londres, Venea, Pars ettlre I82. e ls-,, Idde I "M ||,IS JrBM de lloare. F.lles dererem,
,, '..,.. ( ern sua ntesma dis'-u.so e sua nuenl nalnraliclail^
elle vio e de muilo pcrlo ; admillido em todas as ,, rilrl-,, .....,,,,i. r.. c ', """"><*<"<
1 om curiOKO reperlorio ue lacios e de lembraucas qur
Testas conviva necessario e adorado ; o amigo de i aera" sempre preciso consu'lar para a historia troral t
bella damas e de Seus amigos ; o intimo confidente litleraria da Inglaterra no A|\ secura.
dos homens mais arlivamente empregados na -estile i ')":,"1", ,1" proprio Thmosi Moore, nilo podemos
ni .... .. idrixardeo amar muri de o la-timar File mar-
dos negocio. ;e elle l.ouvesse sido Pepys. Dan- .,..,. ,,, rnrrM1,e .,,,* ,[ ^"J"
Sau, ranlome ou smenle e.te velho bnrenaz de ] fieoa sua slona. seu tlenlo, sua vida. O mundo que
Paria, .Inflo de l'rov, qoe precioso catalogo de tafia, u"s,a 'l"e 'cvam pagon-llie -eu legitimo salarie
e de lutos nos llantera legado. p" acollniiiMito cous.deracoo.......r... benetob neia,
,, .,., ,, i pajavras delicadas e-encanta loras, em boa fama e
Ma. ah I boma/ Moore eraava mniln o mundo e n,esm ,,, frirl11;,.......^ ,cc^m,'''^
o mundo o amava muito. O esce.sn da (ociabilida-jqa< Ihe ora lberalment oflereeida. Iiesta hamo-
de perdeu-o. lira pois necessario reelieiar sen qna-1 lacJio do poela abandonada ao manda a suas ei-
derno de circumstancias taes romo esta eecias, nasceVam dona resolurtos cariosos para o
ei.i....;.. j. ini inorosla : ama alar-a Immeasa e immorredoura e-
* 15 de Janeiro de 1833. levando-se olwe orna base Iraail: o brilbo e> om
f Hia de nev mai desagradnvel. Refugia-I ame popalar e adoradn, sem nenl.....ia proporrDo
mo-nnslodos a urna 'ala quelite para jugar o vol.iul eom o mrito das obras ; a soradavel r ftil sed'-
is : losaei eom asiovena BempeUs. Lord l andf '^"''" ""V v"1' l'K"'';l"r n'"" "'"'" '"' s",Al' "'" l""-
.-. .j. g" Iriuniphn rompraibi imi vin Inn-o sacrilino -a
dovHM c l.ord Sunle*y, apanharant o volanl no ar ',,., an, mh .p,,,,,,.,,,.- ,i,sf.lt(..|., .
DESPACHOS DE EXPORTAQAO Fr.i.A MESA
DO CONSULADO IH>IA CIDADE NO DIA
^s ni: j INEIKO l)K 1857.
Porlollaira ortu-ue/a Ihiarle l\i, Hallar i\.
Oliveira, 100 saecus assucar branco-.
PortoBarra portugurza nSaula Croz, Tliomaz de
Aqoino Fonseca Filbo,:! pipas niel, b saceos
imams.
LisboaMate piutiigue? oliival", Aniorim IrnMIo*,
loo s.iecosasauear b'ranco i ma^cavado.
Buooos-Avresllrigu- porlaeii'i u salta
lar t\- Oliveira, SO pipas agaardeute.
tiolbcniburgllrigue suero irAlplilldn, !N. O. liteber
i\ Companhia, 1,200 emires salgados.
Gibraltar Brigne inclez, uKanavala, Sannders
Brothers 6 C., T5Q soceos assucar branco e mas-
cavado. ,.
ExDortp.o.io .
Cam.1, lu-sarn- inalez ullacem, do 290 toneladas,
cnuduz o o segninte:3,700 saceos com 18,500 ar-
robas iie aatnrar mascavadov
llavie, barca franeeza Soperlin de :li". tunela-
das, eiiniu/io o seguinle:- i. ina suecos com 2,000
arrollas de asacai maseaeado.
KKC.hlllliOlilA HK KKNHAS IMI'.I'.NA.S (ib.-
:.\ KS lii-: PI'.lt.NA.MIlt't.u.
Rendimenin do dia I a 7 \~:l'M.-'.>~-2
dem dn ilia s........ :l:lHIK."i
18:1313057
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dodia I a-27..... Kl:fi77"l
dem do da 8 .' l:"iio-2ii;
71:2179967
-


fi x.ipor CONDE CAVoFR de linha de Cenova
espera-se aqni por estas .tas em viacem extraordi-
naria, com es e-r.iia- ,;e l.i-lme, MaiJcira, eeguindo
d.iqui para a Babia e Rio de Janeiro, depois da de-
mora necesaaria para reren-r as malas Oo rnneio, f
os paaaagelraa que liver ; e. na sua valia f../ as es-
ealaade'S, Vicente, Madeira, Lisboa e Genova, para
., i cajo* porlos recebe carga e passag iros : trata-se no
' eacipl.....'da roa do Torres n. l. dos agentes Le-
dos Jonior ,\ Leal leis.
Real coaiipaiihia quetcs nlez :s ;i vap
pa

-




b
./" *' -
,
bi
..
Ab'n lim deale mez esprca-se da F.oropa um des
vapores da Real t'aimpanliia, o q*il depois da de-
njora do costume seuuira tiara o sul : para |iaaaa-
geiros r|C., irata-se com os agentes Adamsnn llowle
i\ rua du I rapiche Novo o. l.
Para Lisboa pretende seguir com hre-
vidado o iniie portuguez denominado Rival,
por ler parte do seu carregamento prompto:
quem no mesmo quizer carregar poder
contratar com os consignatrios A mor m' lr-
mSo.S) rua da Oro/ n, :.
por
um
Je seda. i.....
propriai do
lili rt i
merca
Ulivfsiaa, de
de r.t/.einlas
agente
ntiio
1^. algOdi O, as mais
lo: (fuinta-feiru 29
tll.lllil.'ul, lili
do correte, a's I" Ilotas ti.-
(eu arma/em, rua di Cruz.
Trausferencia r.i leilao de queijose
lia I,!las.
Iloje20, as 11 Junas .a manliaa seta o lei-
lao le queijos annuiiniado para honiem, e
que*5o pode ter lugar por cao-a do man
lempo, e sera fcito no armazom do :sr. An-
Oea, del'toiile da alfanega.
de Lisboa, asquaes se vendem por
preqo eommodo como costiiiiiam.
Wk
CCHSLTORIO HMEOPaTHICO
-* ja>^
Onde se acham sempre os mais acti-Jilados medicamentos, lano em Untara* oto"
im glbulos, o preparados rom o maior escrpulo e por prego bastante ...nn.....Iu, .
PIIFCOS FINOS.
Botica de 1-J tubos grandes. .
Dila de -24 .
hila de :p. a .
Dita de 48 n .
Hila de 60 a .
Tubos avtilsos a.......
Frascos de tintura do nieia onr;a.
Manual de medicina homeopalhiea do Dr. Jahr eom o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica do Mr. Henry.
Tralamento do cholera mor'ous
io#0no
15-00
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2.->cOO0
30-000
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.TltfJO
Repertorio do lir. Mello Uoraes
lO-'IOi
un.pm
l'/lHIO
sUM
Alerta rapazes.
Noboteqaim da estrella, no Poqo da Pa-
nolis, ha bons petiscos e refrescos, casa pa-
ra dormida o estribara para os cavados da-
qn dles, que ah se
-- Antonio Carlos Pereira de Burgos Pon-
nospe larem.
lustre, proprios para o inferno, de ho-
ourna ."i.s'.SOll ede s.-nliora a ."i.sOOtl.
lado ini'llii.r (josto t|nc Uin viada i
la iiuri: na i ;i i d .im .i:n nio n. ."i"'
loj i da calcado. N'a moma loja acnu
riideo'-s resmas de panel de iseao a
ee d.: I.eon, nao poden.!> despedir se pes- n.,voa i
soalmenle de todos seos amigo', rz pelo KOO rs.. sendo em grande o ,.,,,,,
presente, otTerecendo osen limitado pres-'l,oni10, '' *ontade do Iregnex.
limo na capital da labia. oSo Raptt-ia Carneiro da Ctinha. asa
Manoel Joaquim Seve, cidadflo brasi- ''''''' anuos de nrsiiea dea.lvogado, anmaia
leiro, natural desta cidade, faz publico que nado pola relacSo de l'ernamiinco, sai vir
tdndo chegaiio de nutra provincia do impn- ll"''' iasntaaaa ijue presin etn direiln c- vil
rio um sen prente do mesmo nome, o qual.'' criminal, Irado alem disto exercida aivea
pretende licar aqu residindo, de hoje em st* aragos de iaaanda e da judicatura da
liante se assignar por Manuel Joaquim de "*nte csc lempo, agora antorisada pela re
Miranda Seve. -!'.ecfe->T de janerode 1857. laao da corte, Irala de negocios Janfieia
AVISO A POLICA.
Pcde-seao lllm. Sr. Dr. chele tic polica e
mais ant'iri la ] s policiaes, que nao deom
pssaporte a Jos Rodrigues de Ama,pois ha
lesconliancas que elle pretend relirar-s
para fra, setn pagar a se
o esdrajinleiacs em todos os tribaaiaes V
iuFica, thesouro nacional, seeralariaa ie
estado e mais teparticnes |inhl ana,
Incumbe-se de tirar com a maior brtx da-
lo niissiv.-l diplomas, patentes, licenras para
Wr abandonado seii estabaleciment.
Precisa-se de urna ama de boas eostu-
lores, visto casaoientos, tanto do hinpajsO de lio da Ja
itdiro, romo dequauaar oulro, rojo iaaaa-
diinetito exija Brava do inlernuneio nauata
mes. somante para traanlo orna menina de filfS0* *?, CO'.idecoraca.cs a OUtre*
dons "<'-......- > .....>-
__.rce imperial, ato s para dentro da corle,
DKar urna CSCrVva para i" P''" ^provincias do imperio.
Incumhe-se de reeeher. no thesouro, s mezas : na rua da Radeia Velha n
- I'teci-.a-se alugar urna escrava pa
servico interno de urna casa de pnuea fa-t
tnilia ta rua da Roda sobrado n. 48.
Pao
Vende-sea22 por urna pataca, o maissa-
boroso possivel na roa de Hqrtas n. 16, e
da-86 a amostra para provar.
Charu(o.i trovadores
Os melhoras que ha a de diversas ;nali-
ladea venden-.it.mi deposito da rua de
llortas u, tu.
Fl irca de ovos
Para soirese bailas: vend n-se unica-
n>e il.....i deposito da rua do I!.irlas n. 16, a
640 rs. a libra.
- bragas
Vendem-se ujueaoiente a 180 rs. a libra:
iodeposito da rua de Hurtas a. li.
TIIEATKO DESASTA ISABEL,
A directora do theatro de santa Isabel
la/ publico, queem virtndedo contrato ce-
lebrado com o artista Joao Caatano dos
Santos, que deve chegardo Rio de Janeiro no
primeira vapor, o Ihealro funecionar nos
me/es de favereiro, marco e abril, havendo
durante esse lempo vinle qna tro represen-
tac-es, sendo duas por semana, squ irlas i
sahbados, ; ara u qoe est aberla urna ti-si--
Batora em tnffo do artista jusel.ni/. de Aze-
vedo, o qual pode ser procurado no theatro,
das dez horas da mauhaa as duas da urd.
I
-.

Ha
2030 reies.
AprosiMiiei-mn no Hioniro. Roenuram-me
a enlrs'la por trar.er pnlairTiS. l'.n me lisonjeiava
ilc que na se as veris e que seriara m*iciveis como
o, | spelofei parisienses. Erare polsina* rip Pars, n
Ooii.i- particularidades ait msis nerrloaveis sr?-
eas ai sentiiiirnlo rlomesliea e de familia qoe as
tas brujanles apnareneina emHni a decadencia da
loria rlepola da etiaReraeSn do Irininplie, "
fAs abras ele.....es da tlimnas Al..ere repensario
rs pirrlas no renolaphio das liibliatecaa. Sua. |,.
graphiaa sSa insailicientes.
F.m I.ala ||akh sen anprn In raclicia,sua insplra-
r;lo nao procede imniediatarnrnte da i-niorrio, llaj,
arlifirinl qne Pope e lleulle, um sentimentalismo
llipalral eonfeiide.--e rom sua x?rihdeira naturai
, : pare... a paslerid.de as podoria dispenear. a |0M eremf, ,,,. .n, .dora silo o. ',Z, ,'.
Ihealro elle e|>arRe sabr si i abra .reia d
de pe. las, M.is eiu suas n
lle-ll'C indilTereole qoe MailemeteHa Uoore lenh.
ti Iu sarmpe e Madama Moore um novn chapeo;
que tenli.nu Mttido dons denlos aeonnda lillia e
que ana mii p.ilt.a de um pananelo. Ladx l'hnr-
laiiioiil lom n n irir aquilino e lio innilo bella. Aloe-
re deapeda so. rri.iln. Esle
pelo menos dons VohllDCS dos seK nue jn 'oriirn po-
Idieados.
O que Moore nonra etqitece, s:io as rospaslas dp- '
rtcadas, as-dllot .ando', os pedamos de mndlnhas.e
at os anata detestaveis eni4mas; eolliqc-oa todo*.
latinos,italianas,hespanlioea. Aljamas de snasnV-
dolas refcreiii-s" .i pesaras celebres. Lord Mu' r
rv.q.i.si a morro, eicl.ma
->iid.i lenho qne expr..|ir;ir-me em nioli vida, i
porque nanea se me rrrusnu nada a; l'.vne kni
gal, sabio e a poeta, nanea nuvia os qua libe l'al- \
Ivam. e enunrreu cm >ua Telhiee ; Me porfalla I
de habite, di/ Rogei Lord Rnenbnrceh. lenda
uo Itiinilo de lord Kenyon, peraouncem mnilo ava-
ra, e-le solicismo latino : aran /ann i > 'o. por i ttr \
eidasa i :
a col o defanto qne o qiiia. Eeonnmi >> rjj
tanga.
IfjCtrlii mnllier ridicula peraegne A lr. i urril, a |
pedirdlie una definirla precia. t, palavra ..--,. n
louioi Impaneatado iii reapoit le
< Seulioia, idea lio o feniiinii'. dn i I/"''. Me nma
raiillier que me .tormenta e qi.....la lem; sean
cambian).
3 Senlior I oiito. vtJi,\i. ora da rima! "J' ":
dest celebreaniur, \'.|.,tp- f areja
Seiilaira. res;--le' lote, nfin ve
nliiiin mal. s
l'itt lila .dalo na{esmaracemjmn
muit i orro.aneia. 1 ex toma pnl.vr9
i ti mai limielij cavalbfir pal
ouro r
ipn
i ti.ni.n
smarasa, <> dure mnrmnriu das melodas couerae
dn-se eom a grata Incautada e\preaa.1o, precise
lie adilleade/.a das simples oi = que n-'nmp inham e
-oiiineiiu vivaenalnral dos palavraa conslilueni
os facas encjhrm ["jeaeicos primorea de obra.
Thomai Moore nio perecen.' .todo inteiro, stia^
Inah Hallada proleeerao ma verdalleir. glmia,
lie ah que Tivera os aerenlca dr miara, os riles
de alegra, os appelloa ,;.- .,,.... oseriloa Cu viman-
.....'arar.da, si randadas pal .nn |jc-
1.......enhasda. Prosador mni-
elecanei., poeta cuja vei.
faeH e t|y. perde-se desde que-p qner elevar mi a-
paitonar, alem disto e.t i tu -: ..'. chara pas e .i
ilorra Inveterada* da Irlanda salvarA-i du esqurci-
inenln. tjoanda nina vii se lem sido sa.rd.di
rir^eno dos horneas aS4 o esquerc. i*s eiP|
ti- '-. es rumo
rfi leu i (o, siittri n -' i .' i
delirado e nuc .
I ve/es alleeta.lo nn
Varios entrados no dia s.
Ierro Novs17 dias, briitaa inale .Herald,., de
jtt toneladas, capitn Joba H. Bauden, erfin|,,i-.
4c-'''n 1-. carca ,AIU liarrieas eom bac.lliao a
Schramm Whallj i.\ C. I'ertence s Liverpool.
Seaoio ina a Italna
Bahia\- dias, paladn brasileiro Esperaneie de
103 toneladas, capililo Manoel Joa da Koha, o-
quipagem s, eirai il loneladaa de arria e amo
Intooiu l.niz de Oliveira Ar.evedo. Perlence a
Bal ia
Kavo. sal lo- no mesmo dia.
Rio de Janeiro- Patacho brasileiro ellqniliin ra-
pitao Jo-e Manoel (^.rdaco, enraa .sanear e mas
ueiiaros. t'asa.iroiros, los Antonio lid inronrl o
seus .'eraviis. \nlnnio Piulo, Antonio Fraaei'co
\ ieir. e *en^ esrrnvos, III esrravus perlenr ntes a
taOliealo Jos Altonso ; a eolrecir.
IlaliiaPatacho inglet eNoia Creino cam a mes-
ma caria qne Irouxe. Suspenden da lameiro.
Terra-NnvaRcigne laslezcltrooltinsa, r.pitan E-I |,, ,.,,
xeiel Snmmons, t:r:i l.slro.
Havre- llore, franeeza rSopechv, eapliSo Fonnean,
earaa asauear.
Rio de Janeiro e porlos intermediosVapor liraai-
leiro olmperailoru, rommsndanje n prirocira-le-
nenie lorre/o.
PlIV
lio <
Jane
seguo ncsles ili.i o patacho llen-iquc, capi-
ISo Joaquim Antonio Condal ves Santos ; re
cebe carga, passageiros e cscravos a frele :
a tratar com i'aetano Cyriaco da ('.. II., na
rua da Cadeia do lleeife n. j, ou arom o ea-
pito,
Para n Rio <\
Huilla lo i-\ i i J: > -!
'!c |n inicia i
ra (lo eolito, a (|i|al
cal li"'a 'ciiIii .
restante c issajfeiros
cvcclIonios ooiniurirliis
noel i'"t nicisi
Jaiiciro
a nova
cha.pn
sa
ir com
tarca o Recite ,
ida ecncavilha-
lem
pi'OniptO : *iai a 0
para os iiuaen lem
, t ni ta-se cono Ma-
Ha Silva Cairioo, na ina
|.i, (erceira andar ou rom
er.n. |m.i nenio lempo repelidos prls joven liiha de Joao da Suva
I l-ii. pela di. i es. irlands, pelo rrabalhadar as nior
i ii.MP\MII x r DEMMSADORA.
A i'irect;iio da eompanlvijla/ scieiltc aos
Sis. accionistas, que sendo api rnv.ni.i pola'
asscmbla geral de :.'i do corren te o divi-
dend i de 20 por rento sobre ofrapital reari-
sado, sor* salisfeilo no escripiorio. da eom-
panhia, das I" is -. horas da.lnrde. P.ncife
-J7 de Janeiro de ik.iT. Os directores da
pattrepam, companhia, Jo3n Ignacio de Modejrns tico.
no. n
adas --i i.
asso Jn-
snere feoeansoe. "" *n'en naiiihuco fRscienle aos Srs accionistas que
Phibrele Chaclef. '''' ('iit',t nraiii9\.
> V -----------
aclia-'n'. aniorisado o tliesoureiro da
I a ctl'celiiar o pa^nmenin do dividendo
ie i lo pelo ha tu o do llrasil, do si mest* -
em Odenovemhro ni tm
152,01 rs. por
la, pas -1;
cada acc.no realisail.i da- '
o nanilsio a Iu i ti i,
\ barca pono ine/a Santa Cruz saheim-
prciorivclmeiile tara i>orto no dia 1 de fe-
vereiro : anda recebe algiima carga a frete
pai i ii que trata-se c i o '-
eonsignaliiri'.s ilioma? de \quino Fonsecn
e Fiihi, n i roa .!? Vigario li. 19, piimcim
. l'ara I ishoh pretende sabir com a toa ior
hrevidade a barca porlti",ucz.a Cratid.lo
qneni na me ma quizer earrojar ou ir de
|iassaeem, l : 'rom osroi malarios Tho-
maz di Vquino Fon peaiVI to, na rua do
Viga io ll. I primoiro aildi ou com oca-
pila., na i" p '
-- Pnraol'iode laneii i whr o Irrigue na-
' cion il A ''.'. i, i lila i Mano '1 l'ereii
Sa : para m nuca i n que Ihe lal-
IVOS .1
Hall ii

. .:m \ lio KKl.lIK 2S DE JANEIRO \s
:l HORAS DA l'AKDEj
C.olaer.ps olliriaes.
nrarmasravadn bom i ion e :uj|3ti por ai-
quelie Imncb oxtincto.-lleeife M de Janeiro af^l^-, -, ~
de1857-.loito \:.....'io de Mcleiros :. i JOcl 1*3 O ili
Isecretarin "V' *-*.
irsta-.-e
ra-
IOH.I
M -.....mu
ni- g
lellrasa lo a., anuo.
v itt i /'"'iil/iriri/.presideiile.
.". Borgn, secrrlarin.
i liento e
e diz
:e" (t> r .i
A MIMOS.
Sobre Londres, ^x d. _i;o a. v.
Pars, 3W a :"il rs. poi Ir.
Lisboa, 9,i pi r di premio,
llio de Jaiici o. por Uin is deacnnla:
m ib avada Idea de su. proprta eapacidade ; he a Acrocs do Banco, 10 IS de premio.
Bies c e son. opinieea rom que concordo. easnpanhi. de lleiieribe 549000,
a-!- ---------:------i ""'"apanina l'emaml.ucaiia ao |iar.
8^ Em nossa terlinoloaia do j..gb nao adame.
termo que je.le Ir.duza. Remelleinos o leilnr ao arl.
/oer. do Oiei-*sfe ana*ait.
ola dn traductor. i
Ulilidade Pnbliea, :m p.n ceutu do premio,
a iudemiiisadora. :> dem.
n a da ealrada da ferro jn por Otn de premio
IMsconto de lellras, de x a I0.| |
pernanibucana de nave-
^i(;ao costeira a vapor.
0 conselho dedirecr3o, cm observancia
do art. 20 dos estatutos, convida ossenho-
res accionistas i...... a assemblea (.'eral na
sala da Associac.io Comiiicrcial, as 10 horas
da manhSa de )i do crranle,
U secretario
Antonio Marques de Amorim.
-De orden.do Kim Sr. baraodeO m.r.gibe.diree-
torda Faculdade Ue Dimito tlesla cidade,l^-u pnldiro
queca marcaJo a (aato de seis mees, cuutadns o
'
. iO.
o'pai,.: ;nl i <'.in,- irausferio a sabida
para o dia I do me; ainda rece-
be carga : a li uar c >m Caclan i Cyriaco da
C. M., i: i rn da Cadeia do ; icife n. -'.
l'ara Mac i salte c6m b ,- \c ,,..
'":> Cont.....i Podrosie: quein nella qfS/.ci
carregar ou li de passagem oiilenda-se c.....
o mestre na rampa da altandega, aunde se
aeh i fu ii dea da.
~,Precisa-se de marinbeiios nacionae
para a haca nacional Clemenlina : quera se
se julgar habilitado dtrija-se a bordo da
iiicmiii harca, tratar como eapito.
1857.
Ai'liani-sr a venda as bem conliecidat
toihintias,aimpressas nesta : i pogranhia,
das seeuintcs (ilia I dalles :
t'OI.UIMlA li:i.'.LIOSA, contendo alem
do< mezes, a bibliptheca do cfiristo
brasileiro, qne se compoe de ora-
eesquotidianas, inetliodo de assistir a
missa e conlino; cnticos, psalmos,
hy nanos, oflicio de Nossa Senbora da
ConceicTioe mullas outras oracocs de
grande mrito, pilleo. .'.... 520
DITA SIMPLES, ronlendo iilm dos*me-
ses, a lei los crculos e varias tabel-
las de impostes freracs, provinciacs e
j municipaes, preco........ 2*0
DITA DE POKTA,' a qual alem dos me-
zes Wm explicnccs das indulgencias i
l'M'llllItlIllllie'o'S, ol ., j||X':f.. liili
DITA !): M.M\v\K. a qn'al alem dos
mw.es, conten n ilmanak civil, admi-
nislcativo, coininciifial, e industrial d
proi i neia, por.........'.IU
Codas estas (blliinlius s3b ira prensas em
iiuin pa pe e e.velii'i!l
se em i t io c a r tal
naca da Iii! ipen \'
na
de cores prclas para jaqus de senlior i c ves-
tuarios para o baile masqu: na rua do
Queimado n. vo, cm trente d.. boceo da Con-
gregacao.
Precisa'-sa de um cajseira qua lenha
boa lettra, para ajudaute d" suarda livros :
oa roa Nova n. 38se dir quem precisa.
Precisa-se de urna preta escrava pata
fa/er O servico de urna casa de pouca fami-
lia : procure na roa do Arago casa n. 10,
para tratar do ajaste.
V
ye ck ca-
li :
e 11 po
ven i
oa livraria
ni
da
(i eS.
-se
ao Su na llosa, pretende dar no
parte daMAMA
o desejam aprecim
'i espectculo
s..!,l
VOVO'
nt (cm
Adini,
lt -i
, pie
lili
elle i
tnuili
fifis.
ser publicad i
Leu polilir'O-
Nesles seis t*<: iin d
\ ;;;:.i:n km v"o, pei-
liberal, esrriptu sol a ilireciio do Dn. e-
i'inix mo \ ilella de I nUrn lavares. Salti-
ca duas ve/.es por i 'niann, e o primeiro
numero se dlslribiih-a' Rratis. Torios
siiiiserevi'i' para
-se a Itvi.ii i.i cas-
ijn do
aquelles que qui/i re i
esse ponndien, dii ijan
sica, pateo do Collej; n n. i : a I
Sr. V. I'. Villas-Hons, Gilmra' n. i;
I" I .1 la ||p 1 | | -:!. i., i|,i ollroi.) |, ->l\
Kerife 2S de jaoercrj ll" s ".. -'). :;,-
dactoi -
-- Precisa sedo .....a ama, que sa i no-
zinba e la/er o mais 'tv! i .le pasa : nn
roa da Ce ll ; lia, r\i i ..... i:/,.. ... i .;,
o sobrada do Rr. Pe Ira fciseira.
Fugio nos dias semana pausada urna
escrava da Osla H tne Itomana, com <-
signaos sega i ntes nlla|c......t... meia fula,
eos tuina i. i v^inlet pm .,, .,,, ,|,. .
com o o vi i\ do de rhilaj nVr de rusa, c com
um panno da Costa .\/-\ o encari ado,
usado : quem a pesar levo ao pali o do P.
raijo o. 8.
Dffei PC-C um ;;!.i i ;.n r i Jo poli-
sa deJ. l'iaegerixC, rua da Cruz
Champagneae Clicquot.
Conservas inglezas etn ca\as de duzias.
Cognae franeerem caixasde 1 duzia.
I'i'lii-I'ois em caixasde 50 latas:
Vinho de BorJeatix era eiivasde I du/ia.
\;;iii de Selt/. em botijas.
Vinho.do '.licito.
('enebra de llollanda. .
Kepolho em ronse xa.
Keijfio em dila.
s ir linhas em sal.
(.Iiieijos de nata bijm;i ibi es.
I! arenques em s al.
Xo ai tnti/.i'ni if.i ina da Cruz n. II,
ve niose pm- n-c u muilo barato :
rintas linas haml iirr uvas em lulas.
Mvaiadeem [mrrisdeuin qiiinlo.
C':, ':.,. ':' ':'" '.' '' "''' v"?
:'- Dr. Pe Ixo ^nl ni nr, -;,.
: medico ola F.icnliladi i^- \] .!!-
- cia da ISnliin, leudo clic'ado a es- !."-
-. .- la cjid.idc, participa aos -ns aun- '
-. {os cao pul id na earilal, que '.".'
.-: i prompto para evereer is '.]':
liincciej re sua prolisso, e pode
ini i i i na casa de su< re- -;_';
;''i sdenri.i, a' rua Direila n. !.)!), .*.-
-;''. secundo tnd -';
.'; A pobreza tem ronsullisgrotu- -]'}
; .. lamen I <, 'las t a's '.' horas da ".';
.'. tund li.
viidas de exercieios lindos, ele, e de i -obrar
dividas dentro da corte.
Inqitire testemttnhas as causas etreis,
assegura que este aervioa sera deseiiineiiia-
do de um modo conveiiienle e Mtishctorin
is partes, tanto na corte, como lora dalla.
Bncarrega -se de canana oriaaea daade o aanj
'o eco alo e jtilcamentn poranle o jufv.
lando liait isso procuracao di pane.
Trata de apfJetlaeAes, ssrotaovfjado ata
prompto andamento.
si.aratile cm tudoa maior aclivi.l.i.li de ma
parte, zelo( probialadea praajai rasoafal,
Primoiro.,\as causasen) que Ior procu-
rado i-o seo honorario sera a atetad r| saje
liver o advogado.
Segundo.as appeluvoaes o honorario se-
ra de ico/rs., inclusive paga do advogado
o procurador alr a dacisOo de rasrtata : aeeSe
honorario n"io se incluem as dnapalm ,,ni
sello, revaliii.Qao de asilo, proparas
traeoSo iffe seiiienca. o honorario da appel
laoSo sar pago adiaBAado, a as despera
medida que se lizerem.
Teiceno. Cada inquirico de teslemutih i
na corte I"/ rs., e fra o que m eom i
oionar.
Quarto.Naa causas criases o qaw
veiicionar.
Quinto.Cos a procuraeSo sari temen,
da carta iie ordons pai.i pasaoa dasta cnrli
que satisfaga as das pan as
Sexto.Todos os mezes recebera a parte
urna nota sucinta do oslado da causa; c
quando se. pretender mudar .le procurador
basta que o co.nmunique por astipto, que
rramediaUmeatoaesubaUbeteoara a proco
racSo na pessoa designada, asnada) aa Hia c-
asclarccinclitos neccssaiios.
PoderS ser pri.cur.iilo todos os dias em su.i
morada, rua da .Viserieonlia n. H ale as >
|oras da manhaa, c das I da tardo em dtaiilc.
Das !l lloras da maoliaa al as I da UnABE
no na Dirctla n. t:., aacriptorio d advocada
do Exm. Sr. senador loao Antonio de Mi
randa.
.\. I!.O signatario do presente imprrss.
sendo filho do norte, libado ao norte por
iiasciniciUo, lamilia e inleresses, jamis so
poupara de presl.r os<:os iwesayua a lodo--
os seus compatriotas qm Uabas*, prelem
p.menles da capital .lo imperio.
AO PiIJCO.
j No armazem de fiieadne fcaratas, ru. do '
l'.olle.'io n.' 5,
jV| vende-se um eoapleio sortimerto ds fa- ?l
X zondas linas e ;rosns, por mais lealo K
. preces do que em outra qualquer [le. -
3 lamo em porcoos eMM a re'.-illio, aman- C
S eaado-sa aos minpr.id'.res um s precri i
^ paralo i.-: csi eslaliplecinianio abrir.-ss t-
s. de eornbinaco e^n ranior sana ,(? r-,- |
vj< sas coiamerciae inflar, hasaanja, alio- 5(
i maos e antaass, para rendar fa.ondas sajas J*
cinta rln que -c lem vndido, e por isto -A
% olL'recem elle SMiores vaatagnaa do que
i, oulro qualquer; o proprieii-io d"si im- I
*.
Pafta-.se k
"' -;'h;.-
j* aorlante aatahekvinseaio aewiida iodos B
'$ os.','"'i pairieios, eeo ooMiea
paaj qne venham (a Ivaj das aanj inte- ?j
f raaies) comprar fa;..... iiaai as -ir- 3
jj naxemda rn.doG o a. i, AAn B
iai' ionio (.uiz dn SaataaS Etoliaa.
:
a lat'>'a
M ROSABII
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rl
tai
k|II.
|*recisa-se de mu co7.inlieiro muito
|>om, >"!' quo se da' >:n ordena !-;: na
rua lo I po n. i~>.
.'::':: :. ..' '..'. :'-j ': .'. "
lo resDeitavek
Barthofoittei
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ca familia, e mesmo delliomem solteiro, a ... canirar, de t nu-ese ti 11.: >.. -
qual cozinha e cose, |ciando comsiso urna '
crian a de pone metes quem de
presume so quizer ulilisar din
|.'. I'cnha n. 7, pi imeiro and i se
a proto.
Pracisa-se de uin caixeiro del* a l nio, pura taberna, quqsaiba ler: na Sole-
dade ti. IU, padaria.
VenUe-se nm granlde terreno no lugar
do Luca, principio da Estrada .Nova : na rua
Nova n.
. -.-':'.:;'::':.''i
.. ... ... ...-... ..-
- ... Ir.
Ilol.
I'llldas Vi fr, .;., ; ,|,. |!, ;,,, i
^ noli!;;'. .....h ni \ .! .
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llisi ,:.- i I.i ;i ..-., i ,''
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*ara eserij'.w ios e cano.
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';- melliei que he r'1 'sivrl havrt a '". ''' i
: ouca'cnnsa "- c SsT.no, dilo paontr
';; le muitissimofinos I OOccc, ditoalBaer
' marfim a I dito alanoo VMiiUaMaB
hom r 'i.n.;, i ic ,,,.,.. m ,.,ir,,s ,i
i tsma i voo i > reas da vrd idi iras nc
is de 'o li ,-u de lanra pelo ttaral'i pn
d. i- ''"i, ditas las ''t.i aei bies) i
i > 'o i -., du/vas de lapi raoitisuiaM li
ILEGIVEL

ditos proprios rtara i iaenr li
!"!"!'* ." vrosa800"rs., caDetaadeoaso .ornead.-is par
, pelmas de ac a l-_'0 rs., can:\. les lioissimns
KstlPIl ll.l*alsfl ll,! ""' a qualro folhas al, X, tj| B ou-
\j JLfC.I rt|,l_iFal trasmaueonsaa que se venida harai o ; na
I iu* do Queimado na bem conhecida loia da
palos _iie borracha de miudezas da boa fama o. 33.
\ i'll'li',Il-Si-

MUTILADO



',
DIARIO DI. PERNAMBICO, OI'KNTA FKIKA M DK JANEIRO t)E 1837.
i
DE
Bristol's.
Precisa-sede urna ama quesaiba ,-o-1 fSa (lH
zinhar, para urna casa de pouca Familia n'
praca ilo Corpo Sanio n. 17.
XAROPE
DO
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-
tonio Pedro da S. Neves, na ra da Cadeia
do fiecife.
V1KTLDES DA SALSA l'AKRII.HA DE
BH1STOI..
A salsa parrilha original e genuina de
(iristol possue todas as virtudes para curar
todas as enfermidades que provea*de um
estado de impureza de sangue e das secre-
i;es mrbidas do ligado o estomago, e em
todos .os casos que necessitan remedios pa-
ra purilicar e robustecer o svslema. Em lo-
dos os casos de escrophulas, eryspelss, ti-
nlia, erupces cutneas, manchas, bilis, \n-
llamniacao e debilidade nns olhos, inchac;a
las glndulas, dores lomhares, sffeccoea
rbeuinaticas, dores nos ossos e as juntas,
byitropisia, dispepsia asinina, diarrlrea,
tnsse, resfriados, inllammaro dos pulmes,
phlisica quando prove da obstruecao dos
bronchios em pessoas esc rophulosas, influ-
enza, indigeslo, ictericia, debilidade geral
do svslenia nervoso, l'ebres agudas, calores,
enfermidades das mulheres, enfermidades
biliosas, e em todas as a!Tecc,es provenien-
tes do uso ioimoderado do mercurio. Esta
sais parrilha so emprega com efiieacia em
todos os sobreditos casos, e he rconbecida
como a melhor medicina que existe.
VKECAICaO.
As pessoas que compraren) a salsa parri-
lha deverSo ter o cuidado de observaren)
que a salsa parrilha de Brislol esta cin gl-
lalas de grande tamanho, com as palavras
salsa parrilha genuina de Bristol, Npva
York, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se ver o nomi
de Brislol. Urna direccao acompanhara cada
garrafa.
CASO DEJDEBII.IDADE COUriCTEKlCIA.
New-Tork 30 de maio de lf*13. Urna sc-
.ibora solYria de espasmos nervosos, experi-
menlava urna continua (aniquilarlo de loi-
cas ao poni de cahir por vezes em s\ncope.
I.mpregou multiplicados remedios em lirai
vantagein. Declarou-so urna ictericia com
um euiagrccimeulo progressvo. Esgotadot
os varios recursos da arle foi a lempa eni
pregado o ihcomparavel remeci da salsa
parrilha de bristol e. o rpido estatielecinien-
lo da energa vilal logo reappareceu com
novo vigor.
JCASO DE ISABEL DAYIe
Isabel Davis foi accommeltida |>elo espa-
do de qualro aunos de ulceras cscrupholosas,
endo seischagas aberlas na parle superior
do brago direilo, as quaes deilavam grande
upuracao e causavam a quasi mmohilidade
das partes. Chegada em Santa Catharina
em novembro de 1847 a doeute consuliou
varios mdicos, os quaes deram o conseibo
de amputar o braco, como o ubico recurso
de salvar a vida, l'oi entilo .acuosclhadoo
uso da salsa parrilha de Brislol a enfeniiai
que.a pedio como suave alivio, logo ella ex-
perimentou tiio vantajoso proveito.que con-
tinuando tempo segundo o uso do remedio,
chegararaas teridas ao melhorkeslado de ci-
'atrisacao. Ocaso he referido pelos honra-
dos professores Goodmauu e Samuey llaver.
% CAJ.NSlLTOltlU CEiYIHAL 1IU- %
t$ MEOPATIIIC. %
i' Uua de Santo Amaro (Mundu-No- $j
0 vo) n. $jf?
& O Dr. Sabino Olegario l.udgero I'iiiho, ti
:, du volta le la viacein ao Kio de Janeiio, '^t.
^ continua a dar consultas todos os dia olis, w
''i dan N hojas da manliaa, 19 2 da larde. -V;
;'., O polirees.10 medicados gratuitamente, gji
$?^@&& ^KQQX&m
SEGURO CONTRA FOGO.
Couipauliia Alliauce.
Esttbelecida cm Londres, em margo de 1-2-1.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Broiliers & C., tcm a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de rasas,
e a quera mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, colertos de
llha e igualmentt sobre os objectos que cotitiverem
'13 niesmos edificios quer consista em mobilia ou
-10 fazendas de qualquer qualidade.
Aluga-se a antiga casa de vender plvora,' na
cidade do Utinda, cun lioni sitio, I :i 1 \.1 para capini,
e boa casa de vi\eoda ao po : quem pretender dit
rasa dinja-se a ra do Vicario n. 31.
8@3
:..::-'-:--,
1 'wi-' *> xa"i
&
DENTISTA FRiSCEZ.
'.s Paulo iaimiooA, de volt de soa viagem ,
.Vf ,i Kurop, el.< murando na ra Nova n. 5j
%? l unraeiro andar, onde pode|ser procuru- u?
-'* do a qudlqjer hora.
Precisa-se de nina ama que teuha baslaule lei-
I e, anda mesmo leudo eterava : do pateo de S. l'i-
dn>B.|SS.
Escolas
i>u
JIEI11UUV lAMILH.
Do dia 7 de Janeiro em dame esiao abenas as !
escolas .K-\a capital, pelo encllenle mctliodoCas-
tillo ; pelo qual a voz publica |se ha pionuuciadu
pelo tjjt da imprensa peruambucana, merereudu
l:articularaliciit;ao a escola de meninas, araea.m
ua do Vicario, casa du liuado Silva Compaohia, n;in
o porque oessa escola se ensinato lodos os primoro-
-1 bordados, e mais lavores que se possam desejar,
ronw porque a digna professora estando sendo lec-
ciooada na grammaiica nacional palo eximio proles-
sor o Uvin. Sr. padre meslre Narejo, se lomara
mais um precioso brilbanle que ornara a coroa Ilite-
raria do Eun. ennselheiro Sr. Dr. Castilho.
.vn PAKA CONSERVACA'O DOS
;. |DTES.
Vende-sc pos e aaua dclilrilices : na ra
v..-
BOSQUE
h'oi transferido o deposito detc arope pBra,a bu
tiddeJoae da CruiSanio, na ra fttrii. -VI',
garrafas 3300, e meiasnjooo, sendo falso todo
aquello que nao for vendido nesle deposito, palo
que se Tai o prsenle aWso.
fflPOiTATE Y\M O PUBLICO.
l'sra rurade plitysica em lodososscosdifleren
esiros, quermoli\ada por eonslipacOes, losse
jsllima, plturi/. escaos de sauuue, "drde cos-
ladose peilo, palpitadlo no coraran, coqueluche
broncbile, dorna salanla, e todas asmoleslia
dosursos pulmonares.
Atteocao.
R. ('.. Yates & C, estabelecidos no Rio de
Janeiro na ra do Hospicio n. (O, vendo um
antiunciu publicado em una das folhas de
Pernambuco pelo Sr. Rartholomcu F. de
Souza, prevenindo 10 publico quo o verda-
deiro Xaropc do Bosque s elle he quein
vende, previnein ao mesmo public que o
iiosso xarope bu remettido do itio de Janeiro
pelos proprietarios cima, ao Sr. Manoel Al-
ves Guerra, c esle Sr. fez o deposito para ser
vendido na pbarmacia do Sr. Jos da Cruz
SantoSna ra Nbva n.3, nicos por nos aulo-
risados para venderem o nosso verdadeiro, e
mais prevenimos aos senhores consumidores
que ha perlo de cinco annos os rollos col-
lados as garrafas sao assignados por llenry
Prins, como procuradores dos proprietarios
cima.Ilio de Janeiro 13 de Janeiro de 1857.
p. p.I!, c. Yates &C.llenry Prins.
Rartholomeu Francisco de Souza leudo
o annuncio dos Srs. It. C. Yates A C. no Dia-
rio ii. 1', cm que diz ser gmente verdadeiro
o Xarope do Rosque que se vende nesla ci-
dade ua pbarmacia de Jos da cruz Dantos,
onde fez deppsilo o Sr, Manoel' Alves Guerra,
que recebe delles proprietarios, declara ao
publico que nSo duvida seja lalso o \aropc
do Bosque que lambem vende em sua botica,
masassovera queellelbi comprado aos mes-
raos Srs. I!. C. Yates & C, do Rio de Janeiro,
como prora o documento abaixo.
Rio de Janeiio de agosto de 1856.
O Sr. Barlholomeu Francisco de Souza
romp ou a lt. C. Yates C. .'
duzias de garn.las com Xaropc do
Bosque a jtyiiu........,216/000
0 duzias de msias garrafas com Xa-
rope do Bosque a 379000 .... lti^OOO
RlS. 378CIMI
Recebi o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Yieira de Carvalbo.~U3 de Janeiro
8 de agosto de 1856.Por II. C. Yate* &C,
Jos Paulino Baptisla.
Eslava reconhecido.
Precisa-se de olliciaes e eos!ureirs:
na ra Nova n. 60, loja de alfaiate-
Lotera do Kio
de Janeiro.
Na juaca da Ipdependt'ncin n. U),
acham-se a' venda os novo bilbetes da
lotera 1- para eonstruceo de nina pa-,
ea de mercado daquell corte, que devia
correr no dia I" do presente ; as listas
esperamos pelo vapor "San-Salvador" :
os premios SerSo pagos na niesinn loja
acuna, ele ccnl'ormidade aos nosso.s ,in-
nuncios.
I'recisa-se ile tima lavadeira para
lavar roupa de urna grande familia : na
piara da Independencia ns. (i e 8, li-
vnuia.
FE1TOR.
No engenho de Santa Rosa, freguezia da
Luz, precisa-se de um boni felor para o
campo :a tratar uO mesmo engenho.
Arienda-se o engenho Oileirao,silo na
comarca do ."auto Anio, pe tunente a Isa-
bel Mal ia de Mello, porum conla e duzen-
tos anuti-Hl.c tambem se arrendara por um
cont de ris, obrigando-se o rendeiro a al-
?uns colicortos : os prelendentes dirijam-se
ao mesmo para tratar.
Antonio Jhiical da Cosa Mliuquerque
declara que desta data em dianle assiguai-
sc-ba Antonio Domingos da Costa Albuquer-
que.Ilecife 21 de Janeiro de 1857.
' Precisa-se de um bom ainassador, pa-
ga-se bom ordenado: na ra estrella d
Rosario n. 13; aSsiin como alllga-M um
prclo que entemla de padaria.
Precisa-se de um criado forro ou cap
livo para o servico de urna pessoa, c paga-
se bem agradando: a Iralar na ra do Calin-
ga, loja de cera na quina da ra das l.aran-
geiras.
Na ra Nova, loja e fabrica de chapeos
de Cbrisliany & Jrinao, admiltem-se olli-
ciaes da mesma ollicina de chapeleiro, as-
sini como aprendizes para a mesma arte.
Precisa-se de um moco que lenha bas-
tante pratica de loja de fazondas, para urna
casa lora da provincia, e que sua conducta
seja garantida por pessoas idneas na ra
da Ciuz n. 35 primeiroandar.
Alug-se
nina grande casa na ra Imperial n. 161,
com tres portas de frente, duas grandes
salas, cinco quartOS, co/.inha lora, etc.,
por 12.S000 mensaes: a tratar na rua
Diieila ii. 45, loja.
A taberna da quina da rua dos Marty-
rioa n. 36. acha-se de novo com giande por-
oaotas afamadas Muguicas do sertSo, por
pre;o coinmodo.
cina do raleado na
na estreita do hosanojs,van*dfi,la!,0?2anost_o
. ** sign.ies: olla, desdentada na 1
antiga Qnarteis n. 14,
precisa-so de costureiras para trabalhar em
bor/eguins {do Jdebrum de obra,- ele. ; en-
sina-se aos que nao souberem sen abati-
menlu algum de seu oidenado : contrata-se
por me/, mi conforme convier as pdrles.
Uabaisoassigaado participa ao publi-
co e ao corno eotmercial, que lera justo e
lado com o Sr. Custodio Amonio Soa res
e algodao brauea t
de cures, em novello, para coalora :em ras* de
I <"iilliall Mellor oV Conipanliia.rua do 1 mies |, ;{x
cm ou-
d e com
Ningunm podera comprar a Manoel Fio-1 Yende-se um casal de escravos dei Vende-s superior linha
rentino \avierde Miranda a escrava de nomo j muito boa conducta, propnos para o serv50
nm os ssguinteslde campo na rua da Cadeia Yclha 11. 35.
frente, c.mbas-! Vendem-sc terrenos para edilic'aqo na ~ ^ende-sc por menos do que
I inles pannos no rosto, pois a dita escrava estrada do Mangoinnibo, do do Reeile, lado' ""'' l,:1.rle. ''*'* ,le carnauba e vela-
pertenee ios herdeiros de Francisco Joo do \ esquerdo, junto s casas do Sr. Manoel Pe- Pos,5flo B" da Cruz n. 34.
Pilar, e se alguem ja a eomprou, annuncie| reir Teixeira, com 250 palmes de fundo e ti>, ""
de frente os que o comprador quizer : a tra-1 j ;,* f
t'ar na rua da Cadeia do Ilecife n. 0, ou com
Jos itaptista Kibeirode Paria}, no seu sitio Vende-se col de Lisboa ltimamente
formarem sociedade em sua padaria sita
na rua larga do Rosario n. 48, gyramlo desta
data em dianle os negocios do estalieleci-
inenlo debaiso da fuma social de Monteiro
c Soares, e a caigo do aiintinciante lica o
activo e passivo de todas as transaccoes an-
teriores a esta data. Recita li de Janeiro de
1857.Bernardo de Cerqueira Castro Mon-
teiro.
Avisa-se aos devedores de iuipostos de
20porcento do consumo d'aguardente do
municipio do Jiecile, dos anuos de 18s a
185-2, e 3 poVcento dos annos de 1850 a 185.',
que as relacoes de seus debilos ja loiaui re-
mettidas para juizo, alim de contra alies se
proceder execulivaniente, e que antes de ser
requerido o pagamento judicial se ibes as-
signa o pra/.o de 30 das para pagaren! os
mencionados debilos seni dependencia de
nenhuma despeza judicial ;e os que assiui
quizerem pagar podem procurar as guias em
casa do procurador liscal, na rua Nova 11. VV
segundo andar, em lodos os das ulcis das
l horas da mauliaa as 3 da tarde.
. OFFICUES DE FUMLEIUO.
ISa loja de lumleiio da rua do caes de
Apollnos fundos da loja da rua da Cadeia
n. 64, precisa-se de olliciaes de luuileiro : a
tratar na mesma loja.
I'recisa-se de urna mulber forra ou
captiva para o servico interno de urna casa
Je pouca familia, paga-se bem : junlameu-
lec.ompra-sena mesma casa una pela que
seja moca, seni vicios nem achaques, e sai-
lia Cozuhar ; e um negro sadio o sein vicios:
no paleo doCollegio 11. 1, segundo andar.
Os senhores tenente-coronel Manoel
Amonio dos Pasaos c Silva, Dr. Manoel Joa-
quim de Miranda Lobo, Manoel l'ereira
liraiidao, Joo Francisco da Lapa, Salvador
leurique de Albuquerque e padre Fortunato
David Amador de Oliveira, assiguautes do
Jornal do Couimercio desta pioviucia, quei-
ram mandar reeeberos respectivosexeninla-
res na agencia do correio de (Jlmda, as ter-
cas e sextas-ierras de cada semana.
Precisa-se de 'urna mulber que lave
roupa com perleii;ao, para licar em um sitio
-le urna familia cslrangeira, lavar de sabo e
quando l'or preciso de varreia : paga-se bem,
1 tratar na la do Torres 11. 38, segundo
andar.
precisa-se de um preto para alugar:
queru o livor dirlja-sc ao paleo do Terjo
n. 38.
NaoHcina de calcado da
rua larga do iiosario,
antiga Quarttis n. 14,
precisa-sc de olliciaes de sapateiro que sai-
bam Uabalhar de ponto e de la i xa ; o ar.ei-
tam-se aprendizes livres e captivos ; ensi-
na-se tambem aos que ja forem olliciaes a
laxi.ji, medanle condicOes muito lavora-
veis : as pessoas que se quizerem Contratar
podem-se dirigir a referida ollicina, por si,
por seus pas ou prenles, e senhores.
n Ull'erece-se para caixeiro de Duendas,
ferragens ou miudezas, um rapaz de 14 an-
uos, natura! de urna das provincias do norte,
0 qual be inleliigenle e de urna conducta
que se aflianca : na rua Direita n. 8-2.
*, Roga-se ao Sr. Simeao Francisco Igna-
cio Machado, morador em Macei, o obse-
quio de mandar entregar ao abaixo assig-
uado as duas letlras que Ihe kentregqu para
cobrar, do que ate o presente nao deu so-
ucSo Joo da Cruz Santos.
Ainda se acham a disposicao dos com-
pradores as mais superiores loalhas de puro
Hubo que lem viudo ao mercado, assim co-
mo grvidas de seda a mil lis, ditas de
cassa a 320 : na rua'do Crespo n. 16.
Precisa-So de urna ama para cas.*, di
familia de pessoas, e nao se olha a proco ;
ua",rua Direita n. 56.
GABLETE PORTUGUEZ
DE
oudiriia-se ao Sr. r.A. V. do N. Feiloza.
- Precisa-se de um forneiro na padaria
da rua da Senzala Velha n. !8, na mesilla pa-
daria tambem se precisa de nma ama para
cozinhar
Precisa-sc do um criado para o servico
de un homom solleiro : na rua estrella do
Rosario n. 30, segundo andar, das 1 horas
da manbSa ate as -.: da larde.
Na rua Velha n. 41 fazem-se chapeos,
lauto para sen horas como para meninas,
com aeeio e prompldo, e mais barato do
que cm outii qualquer parto ; tambem se
irabalba para qualquer loja franceza.
\a rua do Queiroado, loja de miudezas
ii. ij, deseja-se fallar com o Sr, Jos Joa-
quim de Souza Pinto, que lu empregailo na
cmara municipal de Maiei.
Precisa-se de urna ama rara coziuliai
em una casa de pequea familia : a tratar
na rua da Seu/.ala Velha n, 96, padaria.
Furto.
da Estancia.
Queni
VIP 50111-
pra [jorque o ore^o
convida.
Furtaram hontem 26 de Janeiro um 're-
logio de ouro dos amigos, patente inglez,
com duas caixas de ouro descoberto, n
0:882 foi lurlado do cima de urna mesa do
sobrado de um andar da rua du Rangel, na
occasiSo da mudanza dab para a rua Direi-
ta ; ha desconliancas que lossein os mosmos
pelos que carregaram os trastes, e por isso
roga-se lodos os senhores relojoeiros ou
pessoaa queni lor oll'erecido apprehende-lo
e leva-lo a rua do Passeio Publico n. 0, ou
auuuneiar, que serfio recompensados.
O Dr. Lstcvo Cavalcanti de Albuquer-
que, formado em medicina pela faculdade
do Rio de Janeiro, pode ser procurado para
o exercicio de sua proGssSo na rua estrella
do Rosario n. tu, segundo andar, das 8 horas
e meia da inanha at as 5 da larde, e alem
deslas lloras na estrada de Joo de Ranos,
no sitio em que morou o Sr. Dr. Vicente Pe*
reir do llego.
-- Pela subdelegada de S. Jos do Recite
foi recolbido a deposito um cavallo com
cangalba, que na noile de24 do crrenle lu
encomiado na rua sein dono : a pessoa a
quem elle perlencer prncure-o na mesma
subdelegada que lbe sera entregue pelos
meios legaes. Alem deste ha mais dous cm
deposito. Recife 7 de Janeiro de 1857.
Manuel Ferrara Accioli.
Subdelegado snpplenle.
Precisa-sc de una ama que enlendade
cozinha, para nina casa de pouca familia :
na ruado Apollo n. i'j, terceiro andar.
Lotera da pro-
S? Nov;i ti. i I, em casa do dculi-id Itdiictz ^?
p Paulo (iHtgnoux. zrt;
r"\ l'iecisa-so alugal iloa.s ainaa forras ou Captivas
liara casaile familia, queco/.iiiliein eeui;ou.ioeiii: ua
uta da Cadeia do Itecde lo|a n. 50.
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lude de oidens ltimamente recebidas,
os Bgentesacliam-sc habilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros dee\-
iurtiioio, como sejarn : algodOj) assucar
ni cornos, depositados cm trapiches mi
armazens particulares, em Uacei, Jara-
gua' ou Parabiba do norte : renles C.
J. AstlevcVC.
O abaixo assignado lecciona primei-
eas lettrat, latim e france/.: na casa n.
"iS, da rua Nova.Jos Alaria Machado
de Figueircdo.
O nico preservativo contra a'caapa
que ai agora lom pparecido, tcm|a vanla-
gein de preservar di caspa, amaciar|o ea hel-
io, e tar.ibem lingir o mesmo : na^loja|n.ll
da rua de' Crespo.
PRB&ISA-SE de un Cradoeslran-
geiro ou.na.'.'ional, awim omo de nina
ama para o servico interno de^umafcasa:
na rua Nova n. 39.
A rifado isitio ia Passigem da Uagda-
lena do A. .1. de N., corre com a primeira
lotera da corte do Rio de Janeiro, no pr-
ximo fovereiro, se se extrtffalrom sullicientes
liilhetes ;na confn lima defiOlilC do thcalro
velbo,e prac,a dalndedencia loja das loteras.
i. A. Inzer doixou de|'ser caixeiro de
Augusto C. Je Abren.
PROVINCIA.
" Sr. Ihetourtiro manda fazer polilico que se aelia
a >eiuia i.e-le (SCriplorio loa ta Alimraji. st pri-
meiio andar : batholM, noioa e qoarloi da scaenda
parte da seluna lolena da mal: i/, da BoS'Yisla, co-
jas rqdaa andan no da :il do coirenle mez. O S'.
i'm Miurt'iio manda laer publico que e\i>leoi -r.in-
Irs ipiauliilades de hilhele*. meius e qnarlos cima
a e-i'oiha do comprador, bem axim manda traos-
erevar o uo.o piano abaixu deeUrah).
PLANO
18'OOOMMO
:i'(i()09O(i
3000 bilh ea a .'CUUU
-'0 por|eeniO
i Premia ie
1 Dito de
1 Kilo de
2 Ditos de 200-3
i Ditos de oor
i Ditos de 50
15 Ditos|de 208
3o Ditos d i 09
1110 Ditos de 58
-----
l-2H01Preniios
2400 Brancos.

-iOO y iheaooraria, das luttriu
V Ihesoureir.i Francisca
Api-no..Pal telo do |
Hule |ain :m fe IX..II.s.
1 '.01)3000
S:000?000
1:.'>0030O
.illl.'Jlliiii
iOOoOOO
lOoOOO
i .",009000
I .UI03000
3009000
v. 700^000
uj a ym *ii_vB>m
r.xislindo em poder dos senhores accio-
nistas e subscriptores alguus volumes de
obras bastante demorados, e causando eslas
faltas transtorno no expediente, onde deve
haver toda a rcgularidade, a direegao pede
aos mesmos senhores hajam de mandar en-
tregar o mais breve possivel os mesmos vo-
lumes. Achando-se grande numero de obras
inulilisadas, urnas por falta de folhas c es-
lampas c oulras rasgadas, pede igualmente
a direccao aos senhores accionistas e subs-
criptores, ijuo prestem loda a altenco
este particular, recorrinendando ac;s seus
portadores que no transito do gabinete para
Casa lenham lodo o cuidado rom Jis obras
que vilo buscar. Novamcnle I'a7. ver a direc-
cao, que 0 expediente do gabinete he das !>
oras da manhila as da larde, e das \ as
da noite. Secretaria do Gabinete Portugus
de Leitura 2 do Janeiro de 1X57.--Juio Jos
de Lima, ..'. secreterio.
Para mesas e
pianos.
? Oleados pintados de superior qualidade,
de lindos e variados padrees,muito proprios
para cobrir mesas, commodas e pianos, sen-
do da melhor la/onda que lem viudo ao
mercado, o por procos muito cominodos :
na antiga loja e fabrica de chapeos de Joa-
quim deOliveira Uaia, na piafada Indepen-
dencia.
I'recisa-se de um rapa/, portugus que
tenha lia H> anuos de idade, leudo praliea
de taberna, e dando fiador a sua conducta :
a tratar na rua larga do Rosario n. '.ti.
Precisa-se de um bom forneiro, que
entenda de massas : na padaria da rua do
Moiidcgo n. 95.
Avisa-so aos devedores de impostosde
decimas das tullronles fregue/.ias desta ci-
dade, e por cont do auno de lf>5."> a 1856,
que as relacoes de seus dbitos ja foram re-
manidas para juizo, alim de contra ellos se
proceder ejecutivamente; e que antes de ser
requerido o pagamento judicial, se Ibes as-
sigua o praso de :!0 das para pagaren) os
mencionados dbitos; sem dependencia de
nenhuma despe7a judicial ;e os que assim
quizerem pagar podem procurar as guias em
casa do procurador liscal na rua Novova n.
V4, segundo andar, cm lodos os das Liis,
dasde horas da mauhaa as 3 da tarde.
Sukstiluieao do
arcano a polaina
pelo barato prego-4e 5,200
por urna lata tic iO libras:
noaranazeinde j. O.Bio-
ber & C. rua da Ciuz
n. 4.
vincia.
Corre sabbado 51 do
correte.
. P. J. La^me.
Boga-8e nos Srs. donos das canoas,
que se ocenpant na COuducrSo de carvuo
de pedra para o deposito do Sr. Wilson,
por (letra/, da igreja de Santa Rita, i|iiei-
ram providenciar para que seus canoeiros
nio continuem a tundear as canoas car-
regadas tao perlo de trra, que destiuem,
com as pancadas <|iie dSo, as oliras de ca'cs
que seeslao l'a/.endo na vizinhanca do re-
ferido deposito, isto ao mesmo tempo com
damno das pioprias canoas, /pie acon-
tece, licarem das e noiles liatendo splire
pedias. '
O prejudicado.
Da-se'dinheiro a juros sobre penhores
le ouro ou prata, e cempra-se urna escrava
sendo de meia idade : no aterro da lioa-
Vist!')- 86, loja de baiheiro.
..- Na rua da Mongueira n. x precisa-se
ufe u'ni boa ama e engommadeia, o tambem
,e i,ma lavadeira,
piiysioiogia das
paixoes.
Esla iropnrianlc producto lilleraiia do Sr. l)r.
Mello Moraes do ltiu de Janeiro, liem como a coro-
jraphia do imperio do li.t-il, e o Educador da mo-
cltladc brasileira, coordenados por o mesmo aulut :
clia-se venda, n.i rua do (Jueimado n. S.
Consultorio ho-
iiieopatbico do Dr. Mel-
lo Moraes, do 'Rio de J i-
neiro.
I oieo dtposilo em l'ernaiiliuro, roa do Oucinia-
do ii. Si, aonde sb aclia ni i-omplflo sorliineiilo de
laMicainealon, lano em li luratcomo em globala,
a em eartairai de diverjo* limaulio, por precoa
mniloam conla. Tamben aiii s enconirariio os ii-
rna.noeaaaarioa a liomenpalliia.
Vende-se una porcSo de algbdSo trancado
da baha, fazenda muito encorpada, com
pequeuu deleito, sendo fa/eilda muilo re-
commendavel para roupas de escravos e
para todo servico de campo, finalmente
muito propna para loalhas de mesa e ou-
tros niuilos arranjos de casa de familia; c
quem deixara de comprar lunpo a -^JO a va-
ra, e dsfeiluoso que mal se bouhece a 200
i.--. : na rua do Crespo n. 1 \, quarta loja vol-
lando da rus das truzes.
Vendem-se chapeos dqChilK de to-
dasai qualidades : noescriritorio de No-
Vaes&G., amado Trapiche n. .".i.
Km casa de Timm Uontenei Vinassa,
praca do Corpo Santo n. l."i, ha para ven-
der um sortimento comjileto de linos em
branco, chegados ltimamente de Ham-
burgo.
DEPOSITO
de pianos fortes
Soi ti ment completo,
Em casa de Timm Uonsen A. Vinassa,
praca do Corpo Santo n.'iri.
Vende-sc cera de carnauba : na la da
Sania Cruz u. I, taberna.
Na quinada rua de Hurlas n. 1 conlj-
uua-so a vende;- figos de comadlo a 1J0 rs.,
goiiima a !)0 rs., alpista a leo, cevada a ion
rs., dita molda a -JIO, cafe moldo a MI), gom-
ma de araruta a 2U0 rs., sag' a :i-jo, man-
leiga ingle/.a a is,o, Klo, soo, !)60, franceza a
720, ella a 2, 2{r2U), 2SS0, 2-880, bolacha
inglezagrande egrossa alio, arroz a 120
loucinho de Lisboa a UM rs ,de Santos a 320,
lamilla do lr:go d 120, bolachinhas de dltie-
rentes qualidades a 360 e ion rs., vinbo de
Lisboa a so, Figueira a jbo, Porto a 6*0,
d;to engarrafado a t.-oiio, oleo do ricino a
iOO rs. meia gnala, milho a 940 a cuia,
penetras de arome para refinadores e pa-
deiros.
Vende-se banha derretida de superior
qualidade a 180 rs. a libra : na rua do Ran-
gel n.35.
\a rua Nova, loja e fabrica de chapeos
le Ubristiani : Irmao n. 44, ha para vender
superior cola de Hamburgo e Babia mais
barato que em oulra qualnuer parte.
Vende-se a taberna n. 82 da rua das
Cinco l'onlas, que l'oi do fallecido Manoel do
llego Lima, assim como lambem se vend
um mulcquc de idade II aunos, ponen mal;
uu menos : os prelendentes dirijam-se a
mesma taberna.
cbe-
gada, assim como potassa da Itiissia vcnla-
deira : na praca do Corpo Santo n. 11.
Cispcntohraiico
llechegado o evcellentecemento bran"
co ja l|jm conhecido e experimentadoi
lano em barricas como as tinas: noai-
maze l.|,... e Almeida. na praia de San fran-
cisco, j un to a ponte nova.
Feijao imilatiirho-
Eseovas de todas as quali
dad^s.
Vendem-se ricas eseovM inglezas pira
l roupa, o melhor que pode haver e de no\a
, mvenciio a 3^, dilas francezas muito boas
i i-, 19500 c 2--000, d.ta. p,rt cae|0 ingk-
zas o tranco/as a i-.ou e 2;, ditas para den-
tes inglezas e franaezas a *oo, 500 p 6 dilas para unhas d.la dita a|o, 50 e 1?, e
outrasqual'dades mais baratee, que tudo se
vende na rua do ueimado na bem coiil.ee-
di loja de nnudezas_da boa fama n 13
IECHMISMO mi i-
HO.
NAFUNDICAO DE FERRO OO ENGS-
. M1EIKO DAVID W. BOWMA.N s'\
RUA DO BRiJM.PASSANDO O HA-
FA RIZ,
'>. 0i.
hasempreamcrandeaoriiaBaMa .,
^eclosdeinefl.aD.Mno.pro,,,^ ,a ''
l*r : inoendaxe meias in|.,|.,' d, -'* ""M
\eode-senaraa da Cruz o. :li, feijao iiiulalmho I ro..truc. o ; (auas de lerr,, 1
por pre;o coinmodo.
Moinhosde vento
rom bon^bas derepuiopara regar bortiaoba
a de raaim : na lundirao de I. W. Bowman
na roa do IIrum ns.tt. 8 e lo.
Veodo-aee griod* ::.-aoiem altandejadodo
largo da Aaaemblo a. 20 (Forte do Mallos muilo
i oprio para qualquer e(abi-lerii.ienlo, oo mesmo
pararccolher lieueroscomo eilaserviodo ailualintn-
-:odao: a datar na rua do Trapiche n. t i, primeiro
mdar.
Antonio Jote de Castro vende polvo
a de superior qualidade i IjjOOOo bar-
ril: as pessoas que quizerem dito ene-
ro, appareeam em o seu escriptorio, na
ruado Vicario n. 31, para veras amos-
tras.
Em casa de llcnr. llrumi A- Companhia,na
rua da i'.tat n. II), vende-secognacein carnuda ide
FARINHA
De Trieste.
Ven-lc-se em ras de Saunders Krolliers t\ C. *
prora lo Corpo Santo n. II, a inuin
i.otu-.i.i.i farinha de Trieale, da
ao.
Ilreleroa
upenorqoa.idade de *TlZ?X*
dentadas para acua on anirnars, d- lu.iM rwM
roes; emos c boccasde Iornall,, e reotrtiJ iVT
eiro,aguillies,brouzes,paral,o, ecavill..-. -
dios de mandioca.etc.ele "^'"t>,n,m~
NA MESMA FLl.NOICAO
eeiecutaml odas asencommenda ron, a .....
ridadeJacoohecidaecomdeida,,s,,7"''''',
modidadeem prev. "unte-
PARA AS SENH0B1S DE BOW
v d GOSTO.
netas ricas propnas para aenhors 11 O i'
it. ditas dita, ^ZS^ftm
ricas Itanjaspara eoriiuadosaV, M uT'
cn.hos le retro/, de todas as cores a wb'T
ricas ca.xinhas pora guardar jo.as S ^
camisas de meia uara --------- ...... '"-
para criani;as a 30o rs.. ri.
du-
oa para as mesinas a
eos boles para roupa de CnBeas7i?oZ
zia, sapatmhos bordados nara?Z JZlZ?.
Chales
de louqu.m
a
Ctrtiaprt.
Compram-sc apoliccs da divida provin-
cial: na rua das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
Oimpram-.se escravos de'.la 35 annos:
na rua do Collegio n. 21, terceiro andar.
Coinprani-se escravos i|ue sejam sa-
dos e loiles, proprios paraarma/cm de as-
sucar :. na rua de Apollo n. -2-2.
Compra-se para urna encommenda
') molequesde lia IS annos de idade:
na rua do Collegio n. 21, princeiio an-
dar, das ID horas a's 3 da tarde.
Compra-se urna secretaria para escrip-
torio, que esteja: cm; bom estado na rua da
Cruz. n. 31. .
Compra-se
urna preta erionla, moca, bonita ligora, cora
habilidades^paga-se bem agradando : >iuem
a Lvcrequizer vender dirija-se a ruado
Sebo u. 12,
Compra-se nma escrava de meia idade
nao tendo virio nem achaques : paga-se bem
ua rua do Codorniz n. S.
i4>00 rs.
Na rua do Qurimado n. J! A, vendem-si
chales de tou(|uim pelu iliiniuulo pceo di
213000rs., grosdnaple pelo a 1/800, 3#00C
2.^'>00 e ^COO, esle uPimo lom quasi vara de
largura, fazenda o mais superior que le/n
viudo.
Sedas de
qudrosmiuduliosa ^rs.
o covadol
Mama doQueimado n. 2lj a. vendem-se
le quadros mludinhos pelo baratissi-
diio-sn as amostras
uno
sexla:
mo preeo de 1
com penhores.
Las de quadros
a 640 rs. o eovado.
Vende-sc lila e soda de qajdros : na rua do
QuoimadO n. til A d3o-se as amostras com
pcuhor.
orriirao de
quadros a 000 rs.
Vende-se na rua do Queiflmdo n. ^1 A gor-
gnro de quadros da hielas cores, d'ao-se as
amostras com penhor.
-Vende-se um guindaste poctatil di
ferro, que pega em.90 100 arrobas,
com lodos s seus pertenecs, por preeo
commoilo: na rua Direita n. lili.
Aviso aos tanoeiros.
Vendeir.-se rodas de reos de pao para
pipas,'e hacas de vinics da n.elhor quahda-
le que ha no mercado, cllegadas ultima-
menle do Porto, por menoB preco do que
em oulra qualquer parte, e vende-se a por-
Cauque 0 comprador qui/ei : na rua du Vi-
vario n. 27 deposito de assuear.
Sentad
Vende-sc a verdadeira grasa ingleza u
97,, dos rainado's rabricantes~tlay w -Mar-
tin--, em barricas de 13 duzias de potes:
em casa de James Crablrec i\ taimpanhia,
iua da Cruz 11. \.
PARA nt EM TI VER BOU COSTO.
i Vende-se um bom sitio com pertodeSOOj
palmos de frente u i^.")"0 de fundo, cheo de '
I militas fru.-li-u.,s de diversas qualidades, ; "{?'poloanodo Rooait ehmorieaBO,chege<|.
com duas grandes balsas para eapim, ierre-! '5le""'*se *"!*' qaallqadei cal d. Liaboi
no exceile.ite para planlacSu de legumese!
Ihorlalica, conimodidad'es para se lazerem 2!,
viveiros por ter camboa d'agua salgada no I "" >d r"a do v8,ri0 |,J- primeiro audar, vtn-
, fundo, casa solliivel para morada, inun-do Je_,c v,lll, do l'orl -,U ""l" "
na l'reilte e de um lado, asua de hr.b
0 GI'AltDA-LIVKOS BRaSILEIRO, OU arle
iia BBcripturacSo mercantil apropriada ao
oominercio do Brasil : vende-se na rua da
Cadeia Velha n. -2-2. Preco 8.1000.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa: no
armazem de Novaes & C.J rua da ftladi
de leos n. 12, por preeo coinmodo.
Relogias de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
veudem-sea preeorazoavel ,ciu casa de
AugustoG.de Abreu', naruada Cadeia
do lecile, a rma/.cm 11. -ili.
L E POTASSA
ni mais nova qae lia*no morcado: nos scusdepo1*!-
i >< na rtid da Apollo u. 1 A, e [26.
di
Agencia
14:4009000
I dr jauoiio de 1836.
Antonio de Oliveia.
ovrrno de I ernamliuco
de al.tfpdo.
Aeaha (le cliegar de Lisboa o almanal.
de Portugal: vende-se na liviaria ns. (i
eS da praCada Independencia, a 2.SH0
CDiilendn 720
l'.oiiloni.e.Amonio l.eile de Pinteo.
Jos Jauuaro Alves di Maia, esrrivno dM lole
ras.
"Agencia de passaportes, folhas corr-1 ''os cada um esemplai
ias, despachos de escravos, u qualquer ser- I paginas em s'".
vico (|iie perlencer ao tribunal de polica : ", l'rccisa-se de um oOicial eu de urna-
para cujo'lim proeure-se o annuuciante nalpreiuliz para loja de baiheiro: na rua da
rua',do jueimado u. 2:>, loja Jo Sr. Joaquim cadeia do Ilecife n. 10, na mesma loja se u-
Monteiroda Cruz, e na rua da Cadeia do He- lugaoi bichas a -2W rs., a vendem-se pelo
citan. 49, loja dOjSr.]Mam>el Antonio Mon- barato pici;o del.",- rs. o
teirodosJSuntos. : Ima qualidade e grandes,
iindutao liow-Moor,
rua da Sen/.ala-Nova n. i2.
Neste estahelecimeiilo continua a liave
e moeiulas e
[conbeciita rearca (iW era pipas, barra a eaiiaadc
el, etc., u(||a u ,|Uil3 juia ,t garrafas.
d alem de toda>-e-i,is bondades, quem qui-
zer mandar I i/.er na 'morada de casa com-
; moda e acetada, a lem um formadavel e
, bem fe ilo ilicerc para isso, com io palmos
i de frente e 110 di filudo, guarnecido com -2
iPOlloes um de cada lado ;e he pello da pia-
o alfaiate Lucio na ru-ij da Cadeia do | Por,s?r ,06 ir do MaugUiainruara
Recife, sobrado u. 49, precisa de bous olli-
Ciaes para calcas de casemira, e paga Is44u
por cada peca.
-- Precisa-se de um pequeo para taber-
na, para eslar na companhia de oulro, que
saina vender, ou dos ullimoTCregados : no
pateo da Santa Cruz a. 2.
\\M\m DE fOTU.VL
pelo diminuio preco de 4S00O, diulieiro s
vista : na loja de i pullas 11. 3, prximo rfu
areo de Santo Antonio.
- Vendem-se corles de 21|:2 co vados de
panno pelo lianee/, para pabl, pelodimi-,
nulo preijo de (lu), tlinhero a viata : ua I
loja de 4 portas II. 3, prximo ao ar.:o de
Santo Antonio.
Vendem-se duas */accas do leite, par-,
das de pouCO, as quaes dan 4 garrafas de le-
cenlo, de milito i", sendo do pasto : no becco das; barreiras I '* arricas de>la acreditada farinua : ven-
supenor e heni
marcaprimeira
|iilifi..diclwgada "111 !l do correnle na esruu
ii rolla, em pnrroes mndese pequea*, coniurine a
vonlaili' du compradoi.
TAIXAS PAKA ENGENHO.
Ha randipao de ferro de D. W. Bowmana na
ruadiliriuii, passando o cli.ifariz,! contina ha-
ver amcompleto sorhmepto da taixes de ferro fun-
dido e batido de :'. a 8 palmos de bocea, as qaes
acham-se a venda, por epreco conimodo a com
giromptidio: eiuliarcam-s oucarragam-sa em cai-
ro seindospew ao comprador.
iNa roa do Trapiche a. li, escriptorio de Ma-
nuel Alves i.orn a. vende-se por commodo proco *
seguale:superior viuho do l'orio em harris do
oitavo.cliapeosde feltro, esaLaoamarello fabricado
110 Kio de Janeiro.
Km casa de Saunders Brothers & (;., praja
do Corpo San ion. 11,ha par* van ierro inglez.
I'xe da Suecia.
Alcatro de carvo.
Roas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Vlgodaolizo para lacea.
Dito enllantado igual ao da Baha.
E uw completo sonimenlo da fzendas pioprio
para aste mercad-, lud por pre^o commodo.
Iliiii ilo Queitoado n. i.
Na loja de Gaspar Antonio vfera l.uima-
rSeS existe um completo sorliniento de bel-
bolinas de cor e pretas, proprias para ves-
tuarios de mascaras por piecos conimodos,
alem desta fa/enda ha nutras muilas por ba-
rato preco, assim como seja, atoalbado com
7 nalmosde largura pelo diminuto preco de
1/500 rs. a vaia.
\ endem-se tres terrenos roreiroaen
Santo Amaro, todos com 700 palmos de
lenlo liara a estrada nova de Luiz do llego,
1:0111 fondos para o oesie at l>40 palmos,
confrontando pelo norte com o sitio do sr.
Manoel Percira Lomos junto do actual hos-
pital inglez, e pelo sul, com o sitio do Sr.
loao dos Santos l'orto : quem'OS pretender,
lirija-se a Vicente Alves de Souza Calvario,
rua do Trapiche II. ii, primeiro andar.
Vende-se una porco de pipas e toneis
nor praso de ,-eis me/es com as competentes
garantas, e tambem se arrenda o arma/em
onde se acham depositados os mesmos ob-
jectos :a tratar com Joaquim (oiiQalvcs de
Vlbuquerque silva, na rua da Cruz 11. 35,
primcirn.audar.
VINIUI lio PORTO GENI IKO.
Vende-se ptimo viuho do Pon o em barris da
piano c oiiavo, por preco ra/oavel: na la da Ca-
1*1.1 da llecitc u. 13, csiriplorio de Hallar i Oh
veira.
Sfto muito lindos para pu-
llllOS.
Vendem-se muilo bonitos boloes para pu
dhos pelo barato pre<;o a 500 e 8U0 r-. cada
Ibotoadura : na ruadoQucimado na loja de
miudezas da boa lama 11. 33. t
Pianos.
Km casa de RabeSchmetlaO c Companhia,
rua da Cadeia n. 37, vcudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante 1 raumami de
Hamburgo.
Vende-se agurdente de Franca em
Caivas de urna du/.ia : no arma/.ein de C.
J. Astlev&C.
No rua >;a Cadeia, delronle da Kelacao, taber-
na 11..JS, ha i!as oielliores lm*ha* hamhur^ueas pa-
ra vender a io a!hu rm porre^, e lainueln se
IlUgain,
Vinho do Forlo, superior chamico.
Em caixas de 2 du/ias e em hairis deoila\o, re-
ceulemeiileilic^adopflojbriijue Trovador; vnde-
le iiiiicainenle unaniia/eiii ue Karroca A, Castro, ua
rua da Cadeia do Itccile 11.
A.ii?oUaU>Znil >
para taceos de assuca
sa de N. O. Bieber ^\
o. .
I|elogios
cubarlos e ilescoberlos. pequeuose grandes, de ouro,
palele umlex, para homom o seuhora, de om do*
melhures faliricanles de Liverpool, Mudos pelo ulli-
mo paquete ingles: em casa ue Suuihail Moiiur a,
Companhia. roa do loires 11. :1S.
\. O. liiebei A C, rua da Cruz 11..V,
venden):
I.Jims da Itussia.
dem inglezas.
Illill/.IO.
I!i ins Vinho de Madeir.i.
Algodo para sceos de assucar.
SAO' MUITO LINDOS.
lucos cortes de vestidos de fa/enda muito
lina, toda de seda e de um gusto muilo apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor vindo da
Europa, muito pn-prios para assenboraa de
bom gusto, assim como chitas francezas
minio lina matizadas com luidas cores :
da Uiliiii
: vende-sc em ca-
C, rua da Cruz
com agulhas so.tidas a *, "^ '
eom agulhas francezas, a 160 rs. mSSZ
linha para bordar a loo ciwr*.T m e.
de linha de ^00 jardas bom autor a fj"
las de 100 jardas
di
autor Alexandre a i'rv
mariiihos de grampas muito boas rs '
irancmhas de 18a de casacoes a m rs r
ca, caix.nhas eom ^rampas muilo Utas a i!
rs., nnad.nhas de hnhas^de pe S 1 !S
rs., bailados abertos de linho" 1
a vara, dito bordado de hndus wSS
rs a vara, trancas de seda de ESfZ L'rT
- larguras e.ouln mHkZSmSfg
ludo se vende barato
loja demiudezasda b
Meias de iod
loja de.miudezas"da*boa"r. r"a Queimd
na n. 33.
as as qualh
da des.
Vendem-sc muilo boas mei, delseda di
tas e branras para senhoras Pe,o baiatn ?
ditas de ho de lscocia pintada "nL,. M '
pelo bara.iss.mo prcc'o de loo? '5"oT
brancas e cruas par, bomcm S/m*
meninas a 2*u rs./ ul^s bSs' pa"?.P"!-
nhofas a SW, 300 e 44 rs., d.Us p^U.^
algodao para padres a 600 rs., e oulras mais
qual,da,esquese vendem ba'rato na ?ua do
Queimado na bem conhec.da loja de miu
de/as da boa lama 11. 33.
&0Cr*1><* fKti0*.
Fugio .lo engenho Horra de JHalapiro-
ma ao anianhccer do da quinta-W da
Janeiro, um mulato de non.e ZR lZ
?.&' !!?+&* rapinlm/onZ
anle grandes, principiando a barba
ttar, per
eo de
hado
UIIs
lori-
n..s nes e nariz grossos, pode ter de i.d
at anuos, foi vestido osan duas r-lcas
Camisa de n.adapolo. jaquel, e chape K
:'etH ,,la"1".....te eom um olho iL
de nina ji.mea.la : quem ,, Legar leve a .1,
ter 18, ,..) aunos ; levou. calra'de rim de
a godao escuro, eatnisa blanca enfionZd.
ehapeo.de palhinha novu com SHJ
ti larga lem os calcanha.es maltratados por
causa de bobas, altura regular, con. *>
tas talbadas o pannos no rosto de lodosos
dous lados. Calo escravo foi comprado a
Joaquim Jos de SanfAiina, morador no ter
mo de logaran-a, por isso siippoe-se 1er na.
guuio csse camiuho cm ruto de ter nii U
para essas bandas, luvou comsigo um Velo
gio ue ouro patente suisso com correle de
ouro. um par de brincos de llanta e
pedacos de ouro.veiho : roga-se as ae
daues policiaes e capitaes de campe o pre
dam e leven a rua da Cuia o. 9, que se,,
recompensados generosamente.
Fogo hontem as 7 horas.um esenvo Bla-
lo re nomc1 Tbomaz, alto, reforcado do corpo, eos
mateas de bcxigas.pernas grojas, o nellas mareaa
de|:iv:ralizcs as rauellas, falla com muia manei-
dao, levou vestido camisa de panno azul croco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros a pu-
iihos, abena na frente em forma de palito: este-
cravo henaturaldaParahbao foi estuvo do Sr
Carlos Coelho, que o honve por heranca de seu so'
gro Jos Joaquim de Souza daqudla cidade a 01
comprado pelo abaixo assignido aoSr. Hilario de
Alhandra Vasconeellos Junior.morador no engenho
lapua freguezia do Pilar den frovinei.
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Texeira Guimares, quo aera fentrosa-
mente gratificado.
I ugio do engenho Algrele, freguezia
de Agua Pela, o cscravo Izidoro, croulo de
idade det anuos, altura regular, aeccq dn
corpo porem robusto, sein bai b, cor um
ionio lula, lem um deleito no dedo indica-
dor da man direita, he rendido de urna ve-
nina, muito ladino, civlisado, alegre, toca
viola, inculea-se ue rorro, que sube Icr e que
ho carspina, procuro* nesla cidade ao Sr
ii-iunte-coroiiel Jo.lo Minio de Lemos Jnior
para o comprar, o desappareceu depois a
ter sido entregue por esle Si. aoSr. Antonio
Leile l'ereira Bastos, l'oi preso na villa do
Busque por capilfiea de campo, solfreu em
camiuho Ires grandes ferimento na eabeca.
por resistir aos mesmos rapitSes de campo,'
enodia 21 de dczcinbro de 18i> evadi- se
novamente do poder do seu senhor e coro-
nel Zeferino da Cunha Baatos, nido com os
ferimento todos abarloa : recommenda-se
aos capilas de campo ou a quem quer que
aprehender, o levem no dito engenho junto a
povoacao de Agua l'rcta, ao seu senhor, e
esta praca ao Sr. Antonio l.eite l'ereira Bas-
tos, na rua da Cadeia 11. 17 primeiro andar
quesera bem recompensado.
lugio do engento Cabeea de Negro um
eso/avo por nome Cesarlo, com os si-naes
segtiinles: representa lerde idade Vannos
poUCO mais, com os cabellos j pintando de
branco, alio, magro, bem fallante, com lal-
ta de alguna denles, levou um capote de
panno o ioi imantado em um cavallo novo de
cor rodado, lem por cusluuic quando logo
comprar alguma la/enda e miudezas e andar
maseateando, inlilulandosede forro : rajajg
se portadlo as autoridades policiaes e capi-
dao-se amostras na 1^ua do Que.uiado n. 22 I taes de campo a apprehensao, e levem ao
ua loja da boa e delronle da da boa tama. | ui0 engenho a seu >ciihor Antonio Jos. da
PARA QUE" ">M COSTO. silva, ou nesla praca 1 Corroa .\a rua d Qucimado n. Si, loja da boa f, que serao generosamente rrrnmaraiiw
ha um eomp'eto soriimenlo de grosdenapo-1 >0 ,|ja ^.x.^.r,.,,,, (lc. '1.1
os Allelos: quemo pretenderquizer ve-
lo, enlenda-ae 1 .,1:1 o proprietario Jos Sa-: um completo sortiinentcj
iSiiSEMFJlS^ hor's" e,ie1urde"!IU:,S *? Pi1ra_.enSP'U?. >n^""na6|,c de scda .ie lindas cores; aproveilen. a.iles i ,
das em dianle; ano decurso do dia no "e vapor taivas de terroIbatiUo-e coado[queseacabeni; que a f^^*5^0,^",0*^0 | *, pelas 9 horas do dia, fugio do abaixo
Recife, escriptorio dos Srs. Bastos & Le-jdc todos os tauanUos papa diti
mus, rua do Trapiche n. I"
Vendcm-se corles de calcas de panno I
preto franCCZ, Cum 1 2(3 eovado cada um,
Farinha de
esle i
SSSF.
(Verddeiva.)
Pelo navio ISLO'JMK li'eeara
1
ri-
r.iioo
11.8, olera.
de-se nos armarans de Tasso limaos. <|
Luvas de varias qualidade
ILEGIVEL


.
assim como chapeos oo Chile muilo unos, signado um eseraro de naco Angola
que se vendem por menos que cm oulra 1I11C Alllollio> (,,., ,,,.,,, do ^ bj(N()
l''- I giosso do corpo, bastante barrigudo, peina..
1 grossas, zarolto, falla bem desen.baratado.
i e c>la um lano amareUo, levou cotnasto ca
Vendem-se ricas luvas de soda de todas aa misa'e calca branca o, suja. O momo abaixo
res, cobordadas c eom balotas a 2$ o para assignado protesta contra qualquer pessoa
Jilas sem ser bordadas brancas e aiarella,!que o deliver em| seu dominio. Roga pw
sara homens e senhoras a 1^, 182O0 e. 1^-On tanto a> aiiloridadea rompeleotei com es-
ditas de lo da Escocia brancas e de cores I pecialidade >os aenhoros{capiUea iie campo,
liara hnmens e senhoras a 300, 400, 500 e0 apurcendam e levem a xupradita rua da
000, uitiis brancas e decores, de algodao, Lingoeta n. 14, a entregar ao mesmo atiaixo
proprias paia montara a 940 e 3211 e ontras | assignado, que ndemoisara o apnrelu-nsoi.-
qualidades mais que se vende na ruado Manoel K>uuolajde Meudonca Jnior. 1
ijiieimado na bem eonh-cila loja de miude-------------'-----------------------------1------------------
sas da boa fama n. W. pjbrni nctni: vi 1 db^paria is-^paj


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