Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07695


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Full Text
I
ANUO WXI11 N. ii.
I
Por 3 mezcs adiantatlos 4j000.
Por 5 mezes vencido! 4/5500.
(HARTA FEIIIA 28 DE JANEUO DE 1857,
Por anuo ndianlado 15$00<).
Porte franco para o subscriptor.
ENCAIUxEGADOS DA SUItSCltlPCA'l NO KORTE.
Para tuba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes Natal, o 8r. Joa
quim I. Pereira Jnior ; Araeaty, o St. A. de Lerao. Braga :
Oart, o Sr. J. Jote da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Juj Rodrigue! Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
taren ; Cara', oSr. Justino J. Ramos; Aroa/onas. o Ir. Jtro
nymo da Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olina : t...i.. ,.. das,.. i e sieta hora. a..
Mraai....... Gnianna Parahlba : aas mwm1*
S. Aalitf.Bcxerrvs, Rmo, Caraar,.iliiafc,oi
S. I.nurnifo *-.-./ -* I Si.-. Razarela, l.i........r.
-,Flora, Villa-lIrlU, Boa-Vjila, or .,,.
isa.
Garaahan* : na ira.
Mreju, Pe.aaeira, /.,*-
E>: aa* atarte*-*.
Cato, Ipojaca, aariakiess,Itia-Parsasoo, liaa, Barrain", Ajiaa-Preu,
s>m,.T.i, irn. r N...I: falatoi*>f{raa.
(Tudus as corre,! p.r.eni ai lo hars da aisaki
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commareio : segundas* quintas.
Retacis ; lerras-feiras e sabbados.
l'aianda : quarta, e sabbados > 10 horas.
Juiro do comraercio: segundas as 10 horas a quintas ao meio-dia.
Juio de orpoi: segundas e quintal ai 10 horas.
i'rimeira rara do eivel : segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civl: quarlas a sabbados ao meio-dia.
EPUEMERIDES l>n HEZ DE JANEIRO'
3 Ouario frescenle as 9 lloras e 5* minutos da menina.
10 Lua cheia as 6 horas e 1* Ouarto ininguanle as 2 lloras e O minutos ila manila
23 Lua nova as'l horase 6 minutos da tarde.
. ., PHKAMAH DE MOJE.
segunda as 6 hora. e >' minutos da tarde.
Primeira as 6 horas e 3u minutos da manhaa
PARTE OFPICIAL
OOVERMO DA PROVINCIA.
Secretarla do governo da l'ernambuco -21 de ja-I
neiro de IhYT. Consland ao l'vm. presidente da
provincia, que varios eapiMes de navios surtos no
porto, tero eorumellido o abuso de occoltarem a ex-
istencia a lior in da doentes de tabre amarella, de
nodo que, permanecendo nos navios, alem de serem
mal tratado*, mantera o toco de i ufecijAo no porto ;
eontlando que algurn ou alrans hospttaet em Ierra
se tero prestado a recober em sea seio doenles que
deviam aer Iralados un hospital especial; constando
mais qae esla repugnancia de ir p.ira aquello hos-
pital n.lo tendo por fundamento algama allegada ma
directo daquelle hospital, c menos anda o syslema
de curar all adoptado, porqae a reipeito da boa or-
deui que all reiua sao unnimes os loovore* das
pessoas mais i espetas ei- e competentes, e qoanto ao
systema de curar, tein sido cada mu admittido a se
fazer tratar, ou fazer tratar os seus segundo o syste-
iiM pelo medico em que lenha eonliaoca. S.Exc.
o Sr. presidente da provincia manda declarar que
as pessoas que por aquello modo deixarem de cum-
prir as suasordeus dadas para livrar esla cidade dos
horrores de una nova epidemia, incorrem as pena
que o cdigo criminal no artigo 128 eslabelece con-
tra os que desobedecen, ao empreado publico em
acto de eiarcicio de suas funceiies, ou nao cumprcm
suaa urden lesaes, a quaes penas s3o de prisao por
seis das a dous metes. Josr liento daCunha h'i-
quciredo Jnior, oflicial-maior servindn de secre-
tario.
em
_ tiln, e Exm. Sr. Tenho a linura de remeller a Se Lord Palmerslou liveste sido bem succedido
V. Exc. as inclusas demonstrarles dos saldos exis- ua sua ousada empreza de fazer dos uosios negocios
lentes nas dilTerentes raixas a cargo do theioureiro eslrangeiros, seu cavallo de batalha na seguiole es-
desia tlie-uurarid no dia -2I do correle. I o ; se por ama poltica de provocarlo e arrogante
Dos guarde a V. Eir. Thesooraria provincial de isolamento elle tivesse tornado perpetuamente im-
Pernambuco 2ti de Janeiro de IK-17. Illin. e Exm. mnenle una collisao com qaalquer potencia a
Sr. eonselheiro Sergio Teixeira de Macedo.presidente i qneslao da reorganisao.w do ministerio poderia ser
di provincia.O inspector, Jos' Pedro da Sl/.ci. ] adiada, porqae o nobre viscoude ter-se-hia anda
das da semana.
6 Segunda. S. Policarpo S. Tbesgine, m. S. Mathildes ramha.
27 Terca. S. Joao Chrisoslmno I, d. da Igr. : s. Vitaliauo.
28 .luana. S. Orillo b. ,-Sj lamidas, Flaviano.
2'.l QuinlaS. Francisco de Salla b. -. Papai sold.
Mt Sexta. IImIi. ,i,. id da Hasiliea de S. Pedro du clrigo,.
:il Sal, .lej. >. Pedro >'olasco : S*. Taci" m. ; s. Iieminiano b,
1 Domingo. 4." e ultimo depois de Reis. S. Ignacio b. ni.
ENCARREGADOS DA Sllts, iiiim.a NO si i
Alagoat.o Sr. Claudino Faleo Das ; Baha, o Sr.'D. B*Mt*
"'o de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlins.
km pi:n\ \i;i i o.
O prnpriPtario j,v DIARIO Manoel Figuriroa de lana, o* ana
""ana. praca da Indcpeudeiiiia ns. 6 e 8.
Uemonslraeo do saldo existente na caixa especial
das apolices em 24 de Janeiro de t857.
Saldo em :ll de dezeuibro
P- fmdo......1:lH:.')0>t)(W
Rwrila de I a 21 do rorr. j)
----------------------i:W::>(ki-oo
Dwpew ideni......... 2:i0itoU00
Saldo.
Caisa doexarcicio de IHli a 1857.
Saldo em ti de dezembro
p. lindo......
Keceila de I a 24 docorr.
I !-; i m idem .
Saldo
17;:ib.V<,.lS
I05769-133
---------------3:6419831
.....Kf:99i32->l
Caixa de depo-los.
Saldo cni 31 de dezemliro
P- '"'do......174:49791176
Keceila de t a SI do corr. asfcJU
Despeza dem........
do
de
uegarem
a burdo, e de os inandarein tralar em Ierra, tenhn a
diur-lhe que ja o Sr. cnsul de S. M. Ilrilaniiica
me tiuha suggerido a propriedade de sanecionar
com ptuas adequadas essas fallas de obediencia 13o
perigosas a saude publica, e que em con uandei publicar o aviso aos capihles de navios, di-
rectores de hospilaes, ele. qoe Vine, vera* na pa/le
ti'h-ial do Diario de Pernambucn.
Dos guarde a VmcSergio Teixeira de Macedo.
Sr. provedor da saude do porlo,
i. Seceso. Palacio do governo de l'ernambuco
27 de Janeiro de IK}7.
. (laveodo eu determinado que na indemnisarao a
pagar por cada doenle tratado no hospital da lilla do
Pina se tomasse por base o que se paga no hospilal
l'orlnguei de Caridade, por pensar ser elle o mais
barato, cousta-me qae se arbitran a quantia de
teMJO ri. por dia, a qual anda me parece elevada,
e por isso determino que o pre;o daquella indem-
oisarao liqoe redatido a 2MJIH) rs. diarios para os
marinh'iros, e que nesle sentido sejam reformadas
qaaesquer cuntas que j lenliam sido apreseutadas, e
contra as quaes luja reclamarlo. O quecoiuinu-
nico a Vmc. para sen conhecimento.
lieos guarde a VmcSergio Teixeira de Macedo.
Si. provedor da saode do porlo. .
Igual ao presidente da commiss.lo de hvgiene pu-
blica para fazer constaran encarregadodo hospital
da ilha do Pina.
Despeza i,|,>ui
Saldo.
2:j(3U0
:l:K9.cl
Caixa especial da consIrueeAo da ponte do Radie.
Saldo em ,'il de dezembro
, P- '""do.....1:SI(D2(I
Itcrcilade I a 2f docorr. Ij'
Despeza iilem.........
Saldo.........
1
, ,, Caia especial da loteras.
Saldo em .11 de dezembro
, P- 'indo......l:l:7:llr>ii(l
Keceila do I a 2S do corr. .i2K>7JK
Detpen dem........
Saldo........
Illa.
I:xt7c020
VHJ3.HJ1)
l:il7s02U
ri:2VI-|S,S
.i:SI.I-(il2
8:4409376
e fcim, Sr. Remello a V. Exc. a es-
latisiua das carta e oulros papis sellados fraocos e
de porte, entrados e sabido, desla adininislraciio no
trimestre de outubro a dezembro do auno tinaeeiro.
Dos guarde aV Exc. Correio de Pernainhuco
31 de jaueiro de IS.,7. lllni. E>m. Sr. Oergio
leitpira de Macedo, presidente dota provincia.
(' admim.irador, .-ttn: Joii Gnmet-do Correio
KSrATIS'l'IGA dos oDicios,
cartas e .nitros papen sellados, Trancos e de porte en-
trados e saludos do correio geralde Pernambucono trimistredeou-
luhro a dezembro de 1856.
lugares d'onde
correio de Per-
uambaco recebe, e
para onde remel-
le corresponden-
cias.
Pemamhuco .
M n-i-i".....
II ilna......
Sergipe.....
Rio de Janeiro .
Espirito Santo. .
Saula Calharina.
San Paulo. .
Minas......
Kio Grande do Sul.
Gx>yaa......
Mallo iiro-.n .
Paran' ..:.-.
Parahxba.....
Hio Itrandedo Norte
Caar......
Maranlio. .
Piauhx.....
Para". ,.
Alio Amazonas .
Paisas eslrangciros
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Parliram no trimestre dotubra dezenbio 21 r.-i-.'eta-.
Adminislrariio do correio aeral de Pernambucn -.'i de Janeiro de 1857
O oflicial papelista, hmael Xmarol c,i.ii(1 da Silta.
COMMA.MX3 DAS ARMAS.
Qaartel (atteral de commindo das armas da
Permambaco, na cidade de Reelfe, em 31 da
lanelro de 1857.
< >ni>k.m DO DIA N. ios.
II Hlm. Sr. coronel commandanle da goarnirao,
manda publicar para conliecimcuto da raesma asse'-
.uiute imperiaea disposicoes :
PROVISAO.
Dom Pedro, por ararla da Dos, e unnime accla-
niarao dos povos, imperador constitucional e defensor
perpetuo do Brasil. Cafo saber aat que esta miaba
provisao virem, que leudo subido a' miiiha ansu-ta
presenea una consulta do con.ellio supremo militar,
datada de I do Brrenle mei, a auno, a que mandei
proceder sobre o requorimeuto do capiUJo de arti- i no qual o Exm.
a Antonio Maiia Kahello, pedind
I)-: :-uarde a V. Exclllm. a Exm. Sr. general
commandanle da armas. *
ne!rod7l8lYf,,er,,U "" P"na"""'-' < J--
lllm. Sr_.-Psso as maos de V. S. por copia para
ler execucao na parle que Ihe pos.a In-ar, a prvia
do con.elho supremo mililtl de 1.1 de dezembro de
I80G, acerca do descont do sold que devera' ser
reilo aos -ntciaes do exercilo qua fore
sentenciar.
Dew guarde a Y.
tirara.
(alacio do governo de l'ernambuco, em 23 da Ja-
neiro da 18.17.
S. Sr.
lllm-Sr.Remello por copia a V. S. para lera
devida execueao o aviso de 21 de oulubro ollimo,
110 qual o Exm, Sr, ministril da "unrr, da,-!-,.., K
rZ^",";"" ffl Ka"e"0' |,e,,",;" P^"".....I n"",u ''r '"' "eve sKfc Jisp .. o 1 a qu r-
domeosollo relaUvoao lempo que excedeu ao da la parle ,t0 artigo >. da lei 1, 8 de 1(1 da iullm
sentenei a que fot condeuinado ; e conformando me I do auno prximo lindo -Jeaai
iiileirameiile com o parecer do coii-elho : lle par Deua guarda a V. S.Sr. coronel commandanle
bem, por lunilla iniinedi.la e imperial re-ulueao de da Buamieao. cominaintanle
nicUM dn '.MU.! "" ,i'-'""'"' 1" os Declara-lnalmenle que nesla dala conlral.iram
o liciae, do everc lo que forem presos para sentn- novo, enga .nimios por tuais seis anuos, nos termo
ciar so aa de-era' f.zer Ibes o descont do meio sol- da recul.men.o de I i de dez.mhro je 8l" nrre
do de suas palent,,, deala a dala da nome.eAo do deudo inspaec. de saode, os ansperan-s do' nono
mCNtaTaferida -S22 = ^ nes'" ?*- | &'!** 5%** Manoe. SfBnL&S^
t
tornado 13o oeeeaaarin ao paiz, que estara em cir-
camstaiiciaa de dietar-lhe a. >aa con.lices. Es-
tando liualmeule acabado aquelle pequeo episo-
dio, e qoalquer pretexlo para a accao isolada tendo
desapparecido, os ministro, de S. M. ainda ma.
urna vez sa acham entregues aos seus proprio. re-
cursos, com a obrigaeSo de prover a urna poltica
inlerna daliuitiva. O reinado dos palzano. comecoii
1.'Ui:000>OOt) de novo, e os expedienta que at agora continham
a impaciencia do povo ja uo tem ero utili lade
nem ellicacia. D'ahi o. rumore, de mudancas mi-
111-leriaed'ahi os grandes esforijos de Lord Pal
merstoD para conciliar certas seccOes dwergenlcs do.
Iiberaes ; d'ahi a cresceule impaciencia da naci,
a medida que o periodo litado para a reabertura do
parlameo'.o approxiroa-se, por una reorganisa;n
do parlido liberal sobra bases ao menos tilo ampias
201:6469610 como as da coalisao. Todo* sentem que 001 gover-
no lorie nao se pude lirniar em ama -ece > 1,1.1 re-
dqzida d'aquelle parlido, por mais deslro que se
mostr Lord l'almeislou no manejn da casa dos
communs.
O iiicominiido de saode de Lord Grauville he
4:5019196 indicado como a rallo das mudancas 00 pessoal do
1665.170 ministerio.
(luaudo ha cinco anuos, lor 1 John Itn11 tilo
seni ceremonia expellio lord Palmerslou da ^ecre-
laria dos negocios estraugeiroi, l.onl (ranville, en-
l,io comparativamente desconhecido, fui por tira lam-
po secretario de arfado para os negocios estrangai-
ros. o verdadeiro motivo de demissiio de lord Pal-
merston foi que a bellico.a tendencia da .ua poltica
e a arrogancia irritante do scu modo de proceder
para com os Estados eslrangeiros, causava raceios
aos humen mais prudeotes do paiz, que viam em
i'iiiellianle procediniento a ruina do coininercio li-
vre e o isolamento da luglalerra doreslo do mundo.
Presentemente como n. ja mostramos, a verdadei-
ra razao, porque se deseja urna mu laura no minis-
terio, deve ser procurada no facto de termos sido
recenlemente expostos pelo mesino estadista, a un
perigo igual. Ue notarrl em uiniiia e da" lusar a
rellexao que esle mesmo lord llranville seia como
pilo da modanca propp.ta, c que lord John Kussell
sja anda mai esla vez o phantasma que perturbe
lord Palmerston do allago complaceula da o. mo-
n.'inania. O boato qae lord Carlista tem de ser
chamado de Irlanda, para se lomar o chefe da c-
mara dos lords, assemellia-se muito ao resultado
de um pequeo estimulo applicado a lord Joho
Kussell, que se correr muito a liante a estocada nes-
le prolougado duello com lord Palmer .un. pode-se
arhar da repente excluido- da areua do combate.
Lord Carlisle be ura bomem muito amavel e illas-
Irado, e sua presenea ua qualidade de chefe da c-
mara dos lords, pode ser nma garanta d que as
medidas de om carcter liberal predominaran! no
gabinete; mas elle belotalmrni.e incapaz de rivalisar
como discutidor com lord Derb) ou lord Ellen-
borooch, ou mesmo de conlrobalauear a sinislra
a misa.le do conde (,re\.
11I10 motivo alm de 111.10 estado desaud, allri-
bue-se a noticia de que o conde tiran villa est para
abandonar o sen presente logar. Diz-se que a sua
oliiuia residencia junto a corla roa, produzo-lhe
a uiesma melaniorpliosa deque foi allectado lord
John Kussel com sua visita a Vienu 1.
Emanciparlo da atmisphera da ignorancia insu-
lar, removida a influencia qrosseira do jornaes de
lord Palmerslou e posto em conlaolu pessoal com
as personagens c os.; .temas de poltica, que alo
o cbjeclos dos os alajes in-uleutes a c.i'iiinnio-
os, habilitou-se paca, ver a reverso de certas ques-
loea, e aprender algurataa das primeira. hed> da jus-
lica poltica. O conde l'.r.m ule .10 |85l"a 1852, foi
mu insirumenlii paaaivo na reacejo contra o polili-
ea pela qoalelle agora sent, com msis immediata
experiencia, orna forte repugnancia.
Compreheii.ieiiiosqui! inri humean dotado de qna-
lidades de esiadi-la, nao querendo sacrificar o 'eu
dever, como um cavalleiro e patrila, e as mais vis
exigencias de urna polilica onssda e intaresseira, ins-
tigada pela amliieao individual ou por um espritu
mrbido e monomoniacal de viuganca polilica.quei-
ra evitar de ser na caara alia, o oraio 011 o silen-
cioso proleclor dos insoltos, calumnias, e falsilca-
eoes da histot ia conletnporaiiea, que pu.leriam ser
necessarms para inflaininar os nimos da multidao,
ale leva-la a lula.
O cunde (iranville loi um dos mais proeininentc.
daquelles homens dislinclos, que 110 anuo de 18.11
no grande congresso industrial das nares, ligou a
Inglaterra c aa [agines, a um futoro modo de con-
ducta,.mais consistente do que a sui antiga poltica
eslrangeira, con seu carcter recouticeidn como o-
breiro. e promotores da tatlIliaOllB e do chrisiia-
nismo.
Seria incompstivel com a inteireza do caracler
de lord Oranville, qne elle aberla e dirertamenle
sanectonasse proeedunenlos que equvaleriam a urna
violaeao desse comprumisso. I lutrns motivo-, pois,
alem de indisposieao, influem para i|ue o nobre con-
de deseje ser aliviado das funceoes que elle alea-
gora tem tilo satisfactoriamente exerculo.
Cdm lor John llasscl e a sua fracclo de IVhig
lilo opposlas como os Pclislas e os seus alijados de
lUauehester, a urna revoitarao pratica ao aoaco s\s-
lema de cornmerciu livre a um regre-so do perigoso
sentimenlalismo do prnjeclo de poltica de CamTn",
he dillicil diz'er-secomo o partido liberal sera reor"-
uanisado de modoa dar garanlias de quena legis-
lasSo domestica se nilo repetir' na segninte sessao a
ridicula farea da anteeedeiite. Com urna elimilada
fe 110 patriotismo embora ahumas vezes engallado
de lord Paliuerslnn ; n.is lambem romerxnios a ler
a'-iima eontianca no seu bom sensa.
t>ue elle sabe'quando be batido, lie evidente pela
facilidade com que elle ha poucu operoa seu inovi-
rnento retro-rsdo 110 negocio das conferencias. Tal-
vezelle ainda leve maisadiauta asna condescenden-
cia e de lae< garantas aos seus amigos polticos que
Ibes removam todos os receles. Nenie caso algn,
dos principaes obstculos para una reuniSo seriam
destruidos, e o noble viscoude lancana lodo o nnus
sobre quelles que ainda .e moctmsem reluctantes.
t.onbecer-se-li.a, enlao. se lord John Rined he real-
mente um patriota 011 lao
aWMOd*"8'""d"-d'!.-!.l'-'-.- l'r*,*ide,lle> "'Po'nsa- 1 atro/es, logo que elle se condensassem nas rehuas 1
do-o Quer que o povo os faca voar pela ji-
nellas, com risco de lcarem pendurados. como en-
forcados, nos andaimes da alfandega.
Viioein crescimeulo as rendas da alfandega, prova
de que florasce o commercio e continaam ai obra
publicas aob a econmica e intalligente directo do
Sr. Dr. (jama e Abrau.
Compensire a concsao de agora no vapor se-
guiole.
MARANHAO'.
S. I.uiz 19 de Janeiro.
l'elo segando vapor de noverobrn, nao Ihc escrevi-
porque Urna fnriosa encliaquca me assallou, ma
por todos us vaporea de eiilao para o, nao tenlio
deixado de Ihe diligir as compelcules noticias mi-
-- .......- i-.- ......m..r aiemnatia o en raraclei u.liirir. \
uo iniere-e liarngal de cada om, principalmente cesso eleiloral, al agora urna perfaita burli.conver- aemoc.u. pare, que foi Minele dictad, para
durante o periodo sempre mais ou menos laminto, I leo-se em urna perfaita retlidade a ombra da auto- ; l"" l'"l l>re,'> a' oppsi-i{.io, que mverleud"
de urna eleic.lo. ridade de V. Exc. Estes servicos, E,m. Sr. crande. ref mk.1..sa''!ar;'!v',,C,C0,'Ce',U',',IU ST """ n
( que contra o I que sao elles as bases solidas de urna poca de rege- 1fei,os de Jo>li(.a. I.,. .lie.....Salomao na d -iri
nerae^o poltica para no,,,erec.rr as heios do Ma-1 & t^^J^^^jSSm ~
ranliao, _, por tsso os aba.xo ...signados, urg.l0s liis cao a qual L.io-Jn^i^J^ZiJ^ ZZ
da opiniao publica, que os elegeu, mo hesilam em Ira elle, era arra.lala pe,, primeira queda a rom-
dar a V. Exc. este testeftiunlio cordeal, em falta de
ootro mais eloquenle, do seu eterno reronhecimento-
Exm. Sr. T. de Macedo nao diz a opposie.lo d'ahi 1
Eli, que. nao pns,ue a chronica criminal c.i da nos-
f, onde se apoulam um por om> os ladrOes, os
assassnos, os incestuosos, os invenenadore, o. in-
cendiarios, os sedicioso, os ebrios, os iutrndoclores
de cdulas falsas, os africanistas, os bigamos e os
apstalas, etc., etc. Para, em loas palavras. dizer-
Ihe quaes sejam as conviceOes polticas, os senti-
mos nobres dos nossos opposicionj.tas, basta di-
boje
nhas, que,deixa-me dar na belisclo na modestia z*r-lhe que os maiores iomfgoa de outr'ora.
sempre Toram lotivadamrnle apoutadas, entre todos
o. Irabalhos de igual nalore/.a do seu inleres-anle
jornal pelo modo com que observo as multipliees
obrigaeei de um lidelissiino correspondente.
Agora, considere Vmc, considerem lodos os seus
velhos leitores, no pasmo, que me assallou, 11.10 ven-
do impressas as ultimas missivas, que Ihe dirig .
Nao posso, de maueira algama acreditar que
Vmc, que sempre arnlheu meo lio Insignificante
audam a par nas ras da cidade I :
A iistrella em toda eaia contradansa, seja dito em
seu louvor, (oi de todos os grupos o qoe portou-se
com sua tal ou qoal duuidade a respeito da lal fu-
s.'io : alrahio-os, sabjugoo-oa dando 110 entrelanlo
ea bem Iristc honra ao seu maior ex-adversano o
re de copas, $ depois, bem cnleudido, qoe a fa'
re.peilo recebeu as iuspiracoes do Mari
mesmo la da corle aonde se aeha com o
meller novas injustica-. Foi aaaa seoip-e a tenden-
cia do espirito ile parlido.
Ainda nao se aeha moldado a colleuio dos edil-
esperando que \ fcxc. aeolha como o vol sincero cando, menores: mas .. Sr. I'.es Hsirelo nao m
de um povo agradecido.Maranhao :l de dezembro de invidar lodos os esforc.0. para inaugralo,
de 1856. Consla-me que sua Exc. pretende iniciar n afae-
asta Peni. a. xr.._ 1. 1 .... I de mellioramcnlo do ralramenlo das rua.de- rl
.1010 I aulo de Miranda, l.utz Anlonio Vieira da I dad*.
Silva, barflo do C.oroat, Jos Antonio da Silva Gad. OSf.Paea llarrelo tem sido incam.avel
maraes, I.uiz Jos Joaquim Rodrigte Lopes, VI-
rialo llindeira Duarta, Alexandre Jos de lmeida,
l'rancisco Rax mundo Paria de Mallos, Agerfiaba
Moreira (ioerra, Joao Vilo Vieira da Silva. Filippe
Joaquim domes de Macedo. I rancisco Rayrnnado
Vuadros, .lose Vieira da Silva. Ignacio Jo-r Fer-
nii pro
mover os melhorameutos materiaes da premuna,
sera esqueceajae da inslrureao publica, do cullD. da
Justina, e de ouln-deseiivolviuiouloa desla ordeui.
O vapor i'lguaras.u'i. levoa desla vez inaittr
qaanlidade de geueros do paiz, do qae da VtafM
paaaada.
lodos o das faro melhur romeilo. a depesiln
maior couliaura no futuro da
lani. que I
todas
que eja .1
_-;.., 1 .aioi i.uuiiaiie.i n Miiuro oa oiiip utliia Peruani-
reira, Kernardino Jos Pereira de Castro. Ilenrique bacana.
de Britotiuilhou. Alexandre Jflse Rodrigues, I.uiz! companhi.i do Marauho ja vendeu
eu di^no ('.anulo ile l.einos, Antonio llarealina do rii.. i suasaccoes nesla provincia, 'lualauer a
trab.lhe, com tota e-sa bondade, que Ihe he conhe-1 ennhado o Jote do, /io,',,nao esquece de fomentar os Cosa. Thiag, JoJe Salg.ido.R.v un o T i l-'l'et.dade desla.empreza, ella 2nV. palera' re-
cula ; que deve necessanarnenle ler senlal ou qual, "> "''s partidistas, cora a esperanra de aiuda ri. Marlins Xnlnni., I, vi JI",ICar 0S """'' d.i compaulna Prinambo-
fT--.....-'r.--e.gn...n.n,a o preza ; que,! Pela lereaira vez entrar em algama li.la trplice. | Mano!; ^TZJ^Z,^T "^ "'"
e ,-ara wflrer ,..,. ir- de Oauteia, Andalo Triad
co Anloni
sendo Vmc. amigo dedicado das ideas ordeiras-pro-
gressistas, e como lal avso aos Iranias dos liberales
lano qne com os d'ahi bem se v de que modo s3o
elles tidos nas colnmnas do sen inlercs e mai. ainda, devendo Vmc, ja de ha muito conhe-
cer pela leitura dos pasquins da nossaopposicao pro-
vincial, que ella excede na liuguagcm da calumnia,
da injuria e das dialribes, aos escriptos da opperfclo
ceiro desapoiitameulo. Consta que o AoaiH res-
jiondera a proposta da fusao, o mesmo que Ricci, o
ultimo general ,U compauhia de Jess Mlif ul
suul, aul non fin.
Ja v qae homem das tabocas senatoriaes he
mesmo om jesuta : e a grasa he que os lew aaligoa
adversarios curvaram-e as suas deleriuin.iees e a-
em todas a. demais provincias : a visla de ludo isso, | -m vimos figurar o Carlos Valle ele, etc. m
l.lfi
s
21.11
3193
lili
7698
20
34
91
.18
237
2
2
35
.14 NX
1933
2288
2112
121
2280
65
digo eu, sendo o seo Diario um verdadeiro baluarte
erguido ao uorlc do imperio, a favor das insliloicOes
do paiz, e por eon-egiiinle, sempre propugnador de
toda a obediencia e respeito as auloridades consti-
tuidos nao posso, repito, acreditar qne Vuir. teulia
mudado, lia repentinamente, dessa opini.m que por
demais realeo a sua impoitaule empreza, paia aimuir
as empenbos d'algou. dos liberaes de reala liirella,
f/tudii com que o meu pobre (raballio nao encon-
tr no seu Diario aquelle agasalho que sempre leve,
cessandoVmc.de sua parto, com aquilla eanfiaaea
que sempre merec .
Em nada disso acredito, parqaa enlao a Ma fran-
queza rae leria, cora urna simples pennada, desligado
dos meus antigos c.ompromi-sos...
Acredilo .mieso de cerlo, i ootra coma nao poi-
Soaltribuir--que alalia de poblicaro d'aqueilas
cartas, foi devida a alguma mgica empalmacao de
Mr. lleve 1.1 v, quando ellas j.
las do noaao correio, e alii un
lugar do sen desuno ; ;
Mr. Iieveanv. q
...uilo-
furos abaixu do Maia.
Ja que Ihe fallei no Maraui, nermilla-inc que llre
diga, qoe o homem acaba da sollrer mais urna de-
eeptao em suas ambieoe.de representar o paiz. Ila-
veudo-se proposlo ti depulacao por um dos circuios
do tardo da Babia, e com quauln arrotasse a pro-
leceao .lo Exm. Sr. Wanderlaj, foi mamado pelo
>c Aniones da Campos.
Nao ha nada melln do que ter por anUgoniala,
en. negocios de seraelhante natureza urna cimbado
calibre do M.riani. Estnu bem convencido que el-
la be capaz de rasar sallar, ja nao digo ao aeio da
represento nacional, mas ao proprio aeio das
vens, a pesada niassa de um l'oihi-qrade ou
r/aeno, oa de um Jos Thimoteo.
V nona opposicao acaba de especular com um
dosmaiares r,mardi aar ,,e ||0ajve, imA.,Uln,>e
E-sa -lente tanca ralo de todos os raeios, al da
e aehavam nas mal-1 ProPri miseria para ergoer nina calumnia
n Exm. presidente di
Esse canard salrid
1.1
tioncalve-
ade de Azcvedo, l'rancis-
Uandcira de Mello, Itavinundo Uabrial
t'.omes de Pana Bangoitn.Uernardiiio de Castro llel-
fort, Manuel Jeronymo liuedes Alcanforado, Maree-
lino de A/evedo Perdigan, Jos Nana de Souza
Belford, Firmo Jos de .Mallos, Francisco de Atoia
Rocha, J0.10 liuilherme de Abreu, Ignacio Itraudao
Valle Porto, Joaquim Antonio l.oncalves, Raymun-
do Jos Machado.Francisco Rav mundo Seraje, Kaj-
mundo Sizisnaudo Leal, Joao francisco de Campos
l)iss\)lveu-e a msica da guarda i.aeioual da ca-
pilal. loi ala um aconlecimenlo, ana prodozo al
tuina sensaijao nos dileclantcda cidade. \ Bja>
sica eia boa, e por isso nao deixa de ser ini; oante
esle laclo, especialmente allendendo-se a qi>- eaa
orlecomera apenas .1 ensimr-M oeata provincia
Se;ue ueste vaporo lr. SebasliAs liom.alvrs da
Silva, que acaba de ser cleilo dcpul.idn pelo circo
lo da (iranja, onda me consta, qu? deiiou 1 ui iero-
so* alleicoados. Nao conllevo esse rroen, mas cirem
que elle he digno de rcprescnlar n circulo, pelo
qual loi eleilo.
Acaba de baxer una brilh.iole fesla em M ir.ia-
A concurrencia de povo foi all
nu-
/V-
M.l.eii para 11 |
ua
centra
provincia.
das miserias, como Ihe disse.
|.i tem a habihda le de por em | ,"": "'sos oppoaleienialaa, lie o dizerem, que o
scena os nossos dous camalieseleclro-polilicos, liem 'xm- preidenle mandan recrolar lodos os Ivpo-
pode eiiL'oIir, como lioscio as malos, e at o proprio -,aPl'os, 0 que prodnzio a njaTocaclo de loda a im-
correio com lodos os -cus bpedes ] i'"'i'sa '. '. '.
I une ludo issu dito, como nma especie de salala- j 0 Diario d
cao ao. meu leitores ; e .10 mesmo lempo, romo o j quasi dedica
cabeealho do pouco, que desla vez Ihe lanho a*
dizer.
Js haCOOhecida a volacao di
dirfrieto eleiloral do
01 nossos represen-
32311
(01
m presos para
commandanle da
serian : eis ah pois quaes
tantea ;
Primeirn destricto.
Depulado, comiueudador Jos Joaquim I. \ ieira
Belfarl.
Supplenle, Dr. Rav mundo Alexandre Valle de Car-
valho.
Seanndo districlo.
I'ep'itado. Exm. bario de S. liento.
Sur.plenle, llezembargador Ju.ao Patio de Miranda.
I'erceiro dislricto.
Depulado, Exm. Dr. Joo Pedro Das Vieira.
Supplenle, majar Jos Joaquim Rodrigues Lopes.
Quarlo districlo.
Depulado, Dr. Joaquim Comes de Souza.
Suppleiite, Dr. Antonia 8. de Souza tiaioeo.
Quinto ti-lriclo.
Depulado, Dr. Candido dende. de Alinrida.
Supplenle, Dr. Irederico Jos t;orreia.
Sexto dislriclo.
Depulado, Dr. Viriala llandeira Doarle.
Supplenle, Dr. Joao Mendes de Almeda.
Agora, que loda a lula eleiloral est linda, cabes-
do-noi a felicidad, de apresenlar como delegados da
"arao estes seis individuos dislinclos, quer pelos ser-
vicos prestado, ao paiz, qur pela postad que oceu-
pam oa ociedade, qar pelos talentos, illuslrac.au e
virtudes, nao podamos deixar de nos congralularmos,
rendendo os mais sinceros parabens ao Exm. Sr.
Cruz Machado, que cuino sabe, he o aosso Teixeira
de Macedo, que veio entre nos plantar a moralidade
uai Mateada! eleilorae, garantiado-nw loda a ple-
nitude da liberdada do velo.
Tolo essepassado de borriveis cabalas, das mais
revol'lantes falsidades, (odas essas violencias feilas ao
sasradu deposito da voulade popular, desappareceu
de ludo, para dar lugar ao reinado da obediencia ,1
le, e com ella, esse livre exercicio do direilo o mais
sagrado de um povo, razando surgir Iriunipbaute o
parlido constitucional, que he o uuico, para assirn
1856E eu o coronel JoiW
'lal maior serviudo de
ese
--------------rras de 22,500 bracas
Haplisia Farreara, olli- quadrad.s. y,e d..er>arem incorrerao na perda lias
escrev,e. 1 ,5Brire,arl *'. ". *2*V..... premio.'e daquella. a que liverem di
,f i, ., ?"rJ"'" ''""" l<"s''l! Barre-I ruto, aenlo lirio, CU1I, recrut.dos. descontno
to.-Barao de Surubv. | no ,empo do anaai.nxe.lo o de prVsao en, virT,h
. CIRi;i LAR. 1 e senlcnca, averbaudc-se esle descont e a npid.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da auer-
ra amff 4 oulubro de 1856.lllm. e Evm. Sr._
I odendo acontece, qu, ,,, ,nl|h(rencia contraria
ao espirito d > aajiHa parte do artiga 2. .!., I. i ...
682 de .10 da jnlh ,. cirenle anuo, ,e mande exi-
mir do serv.eo militar al-um individuo que ja' lenha
assenlado praca em qoalq.,,, c.,h. do exercilo e en-
tre para os cofres pblicos com quanlia filada lela
le : t) governo imperial q.ierendo prevenir essa oc-
urrenc.a, manda deca.af a V. Exc para seu conhe-
e,menlo, que o recrolado a qae se reeie a menri,.-
uai.'a parte do rilado artigo be aquelle e que esla' ua
aetualtdade da pretencao, m. que anda nlo aseea-
too .iraca : coiiiprebeiidendo.se ...., excepcao
aquellt que, posto nao lenha sido recrulado, preln-
datodavM eximirse do servir, aproveitando-se da
lalilude ..'esta faceldade, que a lei garante. Aa que
ia houver Mentado praca aaa he penniltulo a exi-
inico acula por naeia de substiluicao. seaundo as
ci.nd.cufs e preceilos pan e"i> lim aatalieleeidoa nas
ordena em Tigc-r. II d>fr.meuto daa prelene.... de
oximieo do servieo por melada qoaulia Bxada,com-
pete ao governo oa corlo e aos presidentes nas pro-
vincias; e logo que es,, gximieia se eHecluar os m--
tuos presidente. .. comtnoniearia a recretaria da e-
tado de neoc os .1, goerra, e far.i. tecolher aoaeu
fres gerai-s a qaantia com qne conaorreu o exim lo.
CORRESPdNDEM.IA DO lirARli DE
PER.NAMBI Cl).
PARA'.
He!em.1.1 d Janeiro de 18.17.
l'or muito lempo hesitei sem poder decidir-me :
nao abia se era raelhor nao mandar correspondencia
algama pefi) tmocrador, que sorpreudcu-iius com
a inesperada antecipaeao, ou s devia aempre man-
da-la, embora estril, leudo lodavia lano que refe-
rir-lite. Resolv, para nao perder o habito, anha-
var pressa urna correspondencia, qae he anta um
arsumento dos fados lile tintn de narrar.
lis nnmero-us amigos do Sr. Dr. Furlado mostra-
ran! bem un.me o apreciara, daudo-lhe um baile >x
plendido. A cmara municipal dirigio-lhe urna fe-
licilac.io em tesiemunho ao grande mererimenlo do
magistrado exemplar. A concurrencia para o seu em-
barque foi completa t aalhnriaaUea. Reporto- ao
Diario do Cammtrrio \ e o mesmo Diario do Grita
ra orna re..rgan.sarau do par- Para admitlio era suas columnas um letemunbo ao
liberaos e I inconlestavel merecimenlo do Sr. Dr. Parlada. Tem
_ noaaa fu- posto em mnvimeulo luda a cidade .1 ua retirada -
tura laa..la.:aoa governo. Lord Palmerston loi ac-' os amigos senlem om vacuo que costar a ,c ,r ,e'
urna aapeeieile .Helado,-. om periodo de grande pe-, gi.trado, temen, na incerl
nao 11.0 ma -
se
rinde
- ..esclito e a perda
da* vaiiiagen. nos respectivos Ulules como esta' nor
le determinado.
Candido Leal Ferreira,
.Ijad inte de ordeus cncarregado do delaibe.
ITBxtliQll!-!
I.ONDRES.-\8 de dezembro de 18-Ki.
lia anda um patafuso frouxoii no ministerio,
.sxmploinasde ilesarr'anjo e prxima inudauea sao
lano internos como citemos. Os proprios ministros
tem conocencia de queVsle presente estado anmalo
de cousas au podeconiinuar, eo publico v que he
absolutamente necessaria urna
(ido liberal, e por ventara os principio
o progresa* teem de con.si.luir a base da
-uneiile um pretencioso
egosta e o centro dos ex-minislros cuja lctica con-1 '""' ao elll' <"'* dispi.e de legilima e real in-
siste em incommodar o flanco das rorcaa liberaa, I fluencia,
passana por nma prova severa de IBS calculada neo- II
tralidade. Estando eauros estes estadistas o res-
lo dos liberaes se collocariam debaixo das banderas I 0' d0 decanlado /.< Martina, e oulros, qae
daquelles que enlao se eooalitoiriaui um miuiaterio, I ,a*s. <|ue para veri'onba eterna desla trra, ja' tive-
rorle, e o. chefes da opposic.au se veriam linalmenle ', ram assento no
excluidos da realiacao de urna coiiibinajao muito
lumen-, como o gatuno do bem condecido Zdo
premeditada.
Moniig Cltroiwle .
que se forte
ISTERIQR.
noaao pnrlameale, que nao
I leu.brem .le sabir do obscuro retiro em
achara '. 1
Que dillereuca, que abvsmo de dillereiiea nao
existe eulre os naasos actuaes depulados avullan-
do no meio delles, a primeira capacidade mathema-
lica do imperio e um dos laes /is : : !
Bailo era o vicio, era o crime, que em lugar de
(rajar a ropenla.du clcela, envolvia-se na larda de
depulado '.'... e boje, be o inereciraento, he o ta- '
lento, he a honra, he a virtude. erla*, que gota**
dessa merecida considerasao.
I Os nossos actuaes depulados honran e .in honra- ,
I dos do alio lagar a que Ibes deslinou a vunladcdo
Maranhao, que era o anligo f.'iovo,
' aos illlereiiai da praia grande, sus-
pandea a sua nublicaejio, por motivo* liuanceiro-.
qoa Ibe sabrarieram depois do fallecimenlo, en,
Portugal, do Sr. Torra, o propietario da txpogra-
phia e do jornal ; e lano is,s he exacto, que aquel-
la e-i, pJra ,er venJi.la por orden dos herdeiros,
p.oi.ivelmenle quem raelhor inleresse ollereccr.
A Conci/iorVJo, qile Biietl para um1 vida ||e aM
temar, calculada e liuiiladissim.i,-a quadra eleilo-
ral.-ja deu o sea cacho, e reliroa-se ao silencio.
< Pro/resto, esse d.i de s um solemne desmen-
tido, pois continua a publicar-.e como d'ante*.
0 totandare, arra-ta a sua me,. vida, porque
Iba hitara os cobres : nao possuc assignantes, e ja
he mono o Varella, ausente o M.irianno, c mai.
cauteloso o J. Calanliade, os nico, que alimenla-
vam us gastos daquelle jornal. O Maia arfa a reti-
rar-se, e por consegainle a Techar a bolsa, nae ja
pouco sueco deve de (er e portanlo em lal debi-
lidade se achara os nossos paia da patria, qoe oalro
remedio n.lo houve sen.lo encallar a i.ppari.ao do
jornal, que por outro lado ja (em gasto loda a me-
Irallia di. descomposlaras contra os caraelcres mais
honestos da provincia.
Esse Osajyim, pois, que assallou os orgaos da
opposicao, havendo coincidido com o ligero recra-
tlmeeto, que por urdem snperior ellerliiou a poli-
ca em principio do raez de dezembro, logo depois
das ultimas eleicoes, dea lliema a que a mama op-
posicao cora tile especulasse, procurando de.culpar
a impotencia de sua vida jurnalislica.
0 recrularaenlo. apenas comprehea entre pe.soas,
que dizera respeito .. ollicinas txpoarapheas, a dous
grande, radios, que, um delles, roao principiante
da arle, tancar* m.o da iseneta leual para melhcr
usulruir a vida escand.ilusamenle vadia, qne levava.
0 uulro, nao era mais do que um simple* distribui-
dor, que se achava na squalidade. precisas de servir
no exercilo. Arabos, portanlo, erara materia re-
crutavel : e nao seudo os nico, entes indisper.sa-
veis aos nossos Irabalhos Ix pographicos, bem se cum-
prehende, que summi) de injusdea nao contera os
laes protestos da opposicao :
He preciso ser-.e demasiadamente crdulo para
acreditar que o Exm. Sr. Cruz Machado da (ama-
ndo aprero as vozerias de meia duzia de individuos,
j para conceder-Ibes a houra de ara marlyrio Uta pom
, poso :... s. Etc. que tem a seu favor a
1 sensata da populadlo ; qae
mais se ; peridicos o defendem ;
psRSAaeaaco.
Cosa, ..ose Mara Campos, Joaqu.ra Pedro da Sil,.. "Zo^'"^?'*
Ravmundo teneira deCirvalho, I.uiz Jos da Sa",
Ovidio Concalvesdo Val, Vntonio de Almcida Pin-
to, Anlouio Lopes Aojo. Rl)monde'Jos do Santos
l.iii.naraes. Bernab, Ferreira d Oliveira, Tolcnli-
no .lause.. Pereira Lima, Ilenrique Pereira Coquci-
ro, Francisco .Manoel da Coalla, Joaquim Simpli-
ciano Nunes Lisboa, Joao Maximino Pereira da Cu-
ota, Lauro Aotonro Vieira, E^vdio Rav.11undo.le
Abran, los Diu de Oliveira Fatcle, CaeUoe Joa-
quim da Rocha, Candido Rraolio da Cosa Canaes,
Jos Pedro Hibeiro da S.lva, Antonio Ravmoede
Ferreira, Pedro Carlos Ferreira, Jnao I rancic..
Irindade.Maiuicio Gentil Ferreira, Fil.ppe Ihiago
Ferreira. .lose Leal Ferreira Jnior, Joao Martn,
de Carvalbo, Joaquim Sabino do. Rei, Paulino Pe-
dro Comes, liarlholomen Jos da Fonseca, lela
Joaquim llerford Sabino. Manoel llod. i-ue de Oli-
veira Campos, barao do Turx-asio.
den
-xc. a seauDle m-
-V" esta lelicitaeao,
posta :
A iiianile-iieao.qne nie aeaba ser leila por parta
doeollagio do primeiro dirfrieto eleiloral desla pro-
riocia.be um llMsoura precioso de mluha'vid* paUi-
.ca. he urna lecompensa de minhsa fadigas, be eraOrn
urna divida, que jaraaia podere solver.
Dignal-vos d
P^GliMa AVULSA.
A prubi.lade he a ragra, nao ..mele daar-
: es exteriores, senao lambem do. -entim. 1.1,,- in-
teriores da alma : ella he por ronsc-ainte tesepara-
vel da pureza dos coslumes. lie um modo de obra,
juslu, sincero, luo.d, allavel e civil para lud-. : e
por Illa he o patrimonio dos virtuosos. A c.vil.da-
de esconde e suporta** o amor-proprio por orna at-
iiuulaclo ardliciosa inleressola;v.a virlude abril
II* pode dc-trur lo e aiiiqoilla-lo. Obrar como .
oulros, em materia de religiao, he escurecer o pro-
prio ....tend.liento.
He .11.1.1 das mximas por m,s seguida. ; he pro
priado homem honrado nao deixar urna alronta
sem castiga, c tomar a .aiisfa.... da miuna rere
bula.
Neiihuma
pelo Sanador ; por
i.iii'lanienl .- da
maxusa, por cerl., heais ataja*.
" i|ne na, a noutrina eo -i.1.1,1,1
que ella dalrtH viziveluiei.te
moral e\a .Kelici.
>'' '"' ''' ''.......I"' liornem honrado obre as
lim, he incessarin que ele nao seja chrislao, ov qoe
enlao ,. verdadeno ciiii..,, nao ,.....a sel I. mem
honrado.
ollegio eleitora. I JSS^JS5S IVjp^TA
meu, cordue. lentbnentos. mere honrado he ...sepa,. vel ... V. rdade.-o "Lrl.
Note-so, que so faltaran, para completar o ame- i ,.., ,.
2 do, memhros dn coe2i. apenas cinco c- ai^-!L*!!*L**^*"
dad.lus, que perteucam a' oppasieio. e nue na. oi- delta as obran.... A allruula he avada ,'ei a!
rejo,
raaiona
nao menos de qualro
que, alem de ludo isso,
nina cidade'ou um paiz e.ta em
"Jo, o 'estado de silln he! (oler.id., ale mean pela.
incoes a, m ... livre. 1'assJ.adu, o perigo nao ha mai
. "' e..i 1,, i,- ,|e dictadura iriern le marcial, e o puvu
Dos guarde a \ |c- Mrquez .le C.,iias.-Sr. maslra-sa ancoso por vol.Lao svslema ord.nar'o.
Assi... a respaila de Lor
presidenta d > prov.nci..' da l'ernamliuco.
Palacio do governo de Pernambucn, em Jl de Ja-
neiro de 18.17.
lllm. e Exm. Sr.Cnnst.iniio-me de partir,paco
sla repar.ic.lo da jiisura, q.ie por decreto de ;>*dn
oarraota, houve S. M. o Imperador conceder a de-
rt.is.5o que pedio Antonio Jos de Oliveira Fragata,
do lagar de majar do terceiro balalluin de infanla-
riada guarda nacional .leste municipio,
t' 11111u111.ro a V. Exc. para seu couhecimanto.
comnaes insultos e calumnias couira o Exm. pre-
para o ma- I sidenle da provincia, f; inda i-so porque Porque
: eluda qevcomrelerenc. ". po^ic^o todVnT^Voriai^m-^ndad". TiZm' "" CU"lri, V'"^lc ''" ''itcu'9 "raa, ,io sou-
dealTu ,',' -no t.VSen. nohMir"""""' ''"""' "" '" T'0 el* --enlmentu ,al. E be S' Eu"' *"""' a*---! eopaO.* Iris-
VI ..n. 1 1 V ro1"""' 'lucm o podera ". te iudividujlid.de, que. nao e.,.l,. c,a ,,,.. ...
Em quanto urna Cld.deV um pa.z esta en, pe-; A tranquillidade publica continua inal.eraxel -ob ordem da......itas coo.a
a prudente administrarn do Exm Sr l(.,|,.,. ,,UB I llm ...,...
mesmo em Igarap-mirim soaba preu..... eonflicloa
que se receiavam em coiiseqneucia da eletclo para
camaristas. As eleic.ies paia a drputac.io se'ral lize-
ram se pacilicamenle, gracas ao lino, rom que se
houve S. K\r., asua Impireialidlde.
Foi justamente negada sanerao ;.n nrcamento da
po, nm r.e.men do, .semideadoSr.Jof.n A..sns|o.F.mnuiroc,-a..lod.rei
me p,nresn. qe respeito lera OCCerrido, l.mii.ndo-rae asor.
a dizer que i. Penna, o horaem do reverso, cnntin,.a
a enterrar o seo orc.amer.lo, e dizque 1.0 primeiro
Nao recebemos a carta, d
e em sua cousciencia, blvende oblido ura assen-
to narepresentacao nacional, pelo districlo eleiloral
doSeiro, em Minas, pode nessa [3o alia posirao,
defender, caso se torne preciso, ludo. 09 seus acto,
administrativos ; S. Exc. repilo, que drspft* de lao
ampia* recursos, precisa por ventara de fechar tt-
pograpbiasja fazer;calar a opposicaoque nao paa-
sam dedissolulas descomposlaraspara continuar
a reger;iau sabiauenlc esla provincia, com, o tem
feilo !
De cerlo que 11,10.
I'cco-lhc qoe lran,creva a se-uinte lelicilac.io ;
,,, 1ue S- E*Cs loi dirigida pelu cullegio eleiloral' da
E,,.umadaquel.asminha,ca..as.,.raviadas IbaSSaalSZ^ ""' """"' 'UfI" "* ""^
expuz em bel ejbaco a hittoria do grupinho inlilu- | J, .
lado daconciliarau,que nasceu como ura ver-: ,',,' Iv.-. e. .
ra.dapefacai,dae..frc//a ,, ,lepis da i- d. ? irb.do ^
fusilo desla com os famlicos do Prognuo. loda| O. abaUo
es&i alimaria, que, por occasiao das ultimas elejcOes '
se assanhoii como urna ver.ladeira casa de maribn-
dos, 11A0 podendo *lean$*r o Irioropha de ueuhum
dos seus candidato*, tem prorwnpldo nos mais des- .,
cuno legal, honesto e placido das eleici.e*. que ara-
b.un de ler logar.4nprecdanle* di admiobtracBo
inlrlligenle e honesta de V. Exc, quer ua provincia
del.va/, queruesla, iiupraxama coiilianr.alir.ne
e profunda de que o graudiosu pcnsainenlo da a-
lia lei d., reforma eleiloral eu. nada seri* dasmanli
euciam a opposicao, e que na qui-
zeram, cora suas presenea* realcar o acto solemne
do triu.npho do parlido constitucional.
Ii'uve-iue ,lindar de assumplo, porque, agora v
que esla ji val loriga.
Com a enlrada|do invern Icm Ippareeido alguus
casos de (ebre amarella : na geral purera (ein-,a a-
presenladn cora om caracler btnllIOO.
Falleceu honlem, ictima de um darlio 11 ura dedo
do pe, sobrevindo-lho rpidamente a graugreua, o
Dr. Joaquim Jos L.iraaigue Vianua, juiz manidpal
da priraaira vara da capital. Tem sido geralraenle
sentida essa mulle de um mancehu, rico de esperan-
ras.que.doladu de lalcnlo e illerfrairjae, sabia ser ho-
inein e juiz.
Se2ue por esle vapor o Sr. desembargador Agnsli-
nhu Moreira (iuerra, que vai lomar pos-e de seu lu-
g*r de desembargador na relacio dessa provincia,
S. S. que he dolado de grat.de talento, rene a pra-
(iea, por tanto lempo adquirida na. locobracoes da
ciencia de Taam.., a' cena iulerezaje independencia
decaracler.quebaslanlemenleo raalca.lorraaudo por
conseguinle delle um verdadeiro inagistrado, em
toda a eviene.'... da palavra.
Milito desejo, que 01 Pernambucanos apreciem,
tSo dignamente o Sr. desembargador *t,u*rra, como
'i", o apreciamos; e que deste modo o Ilustre ma-
gistrado la' encontr ai svmpithias e amisades, que
aqui lera a felicidade de adiar.
Paro aqu, rosando aleos, que esla chagua as
rolo* dos seu- democratices typograpbiM, que nao
deixanio de amargar um pouco o olliciu, na decifra-
raodeslasgaralujas, que com o augmento dos meus
jaueiros, cada vez se tornara raais ininlelligiveis.
"1 lis abano assignados, memhros do rollegio elei-
loral do circulo desla capital, ao concluirein os seos
honro-. Irabalhos, au podem deixar de vir, cum-
jeJ pnndoumdeversagradn.congratalara V. Exc. pelo
CEARA'
Fortaleza ->> de Janeiro de 1857.
i.luandn Ihe escrevi na ."primeira opporlonidade,
que se1 me otlrecia no rorrenle anuo, estou lernbra-
du que Ibe fallei nos negocios polticos de llaturi-
l. ou no diploma, que a respectiva cmara expe-
dir ao depulado eleito pelo circulo da Imperalriz.
Don* diplomas se tiubam all dado, um ao Dr.
I'eiiipr".,e o outro ao Dr Jaguaribe. I'arece-me
porein que Ihe disse, que o diploma do Dr. Pom-
peo lluvia sido expedido, nao je casa dril soiafla
da cmara, mas de nina ca-a particular. Crea
lamben que regulando ele farln, nao o dei como
averiguada. Pois bem Salba que foi justamenle
o contrario diso .. que se deo em Baturil.
Anta de ludo fuco timbre em ser liel na narra-
rao dos lacios, e por sso (proiao-me em fa/.er asa
reparo.
O Dr. Abilie, de quem Iba fallei em miah* pas-
ada missiva, seguio para Sobral, ha poueos dia*,
ali.n de proreiiir e fazer punir m autores do luc-
cessos desa-lroso* de 1 de novemi.ro. De Sobral
dirigir -se-ha ella a Santa Anea, a dall a Impera-
Inz, omVe me parece que bem piuco lera' que la-
zer, xislo como as autoridades deste ultimo logar
apressaram-st em fazer ura precaan pelos lacio*
nclle orrorridos. ,
lie verdade que o procaso, a que me retiro, loi
pelo crime de inorte. que all houve, o que alguns
ontros crimase platicaran), entre m quaes cou-
lam-se alguns de responsabilidade, enjo conheci-
mento Ihe au compete. Mas comasno meu enten-
der o principal inleresse da jusl.ra naqnella Incali-
dade era fazer recibir a inorte que nella hnuvesse,
snbre quera se dexesse allribuir em d.reitoa' so*
imputacdo. penuado-m* que pi.uco imprtanla se-
ra raissao daqoelle magistrado na referida co-
marca.
Vio sei se o Sr. Paes llarrelo mandar., lomar cu- i
. I'almei-iou, a immej.a
la necessidade de so* posiejl sieciiliar e excepcional
tendo castado n publico de-cjai naloralmenle sobsii-
Inir o eu eovemo arbitrario mi nrn re ',me dos
principio mm garanlla. de ,
Sem desejarmos que elle seja destocado, ppuamo
que Nnramaeabar de prompl icnm o lyrfem* sobre
o qoal ura ministro olen*ivan 'ente Whlg, eomerva-
Mnmolsea lela do Enverno desempenhanad CtSM poltica
toda eon-ervodora.
. N
pie quer ser, nao pa- .. de
lite.
Os da coariliaco grilam contia u bxro. poique,
nao impz ao circulo da capital o Sr. Joa* F. lis-
boa.
liem Ihe dia*e en sempre : os e|....|0s que as mos
larga*, loda essa gente homil.ie e hajalaloriantente,
lanrava 10, ps de S. Exr.,baviam de no mnilo lar-
da lran.formar-=r em insiii!n= em raiumnia i mais
do pela pralic. entre nm a re,lid.. Ir, porem.exe-
I ,. aapecloliva : lakae daquella. sccoa ridicula
sempre, e n% ve/es fuuesl.s. que rom mago*
u ilizemu, delurpavam a soberana popular aos ,-
sos e aos Iba* da eatrangeire, viram-sc. pela prime
uhecimcrilo do roubo da urna en
ria isso conveniente.
lie lempo de fater conbecer aos capongas de elei-
cio, que sei.ao pode pralic,r impune.nenie aoaatas
prolervia* Ibes uggere o l.esiuut... II* w dote
modo, qu* se podora preparar o futuro, e decidir-
se o graade pleito do povo com dignidade, que he
mistar.
S, Lvc acaba deevpedn una portara a lado*
es de paz. preideui daa jontas de qualili-
ci.a... reeomineiidaodo-lhea a fiel e ma.- restricta
observancia das leis no importante proresso das
qualilkaciiea. loi no meu entender um acto ue
delta n.is obramos.
fronla, a consrqoencia de um cria** he oul'
Nada ui.ls repugnante, nada mais rudigi.u ha do
que aquelle que recebe una atWonla ir. Illllll
repruvada le de Ihaliao, praticar ulna injuria luaal
aquella que rae he fela, para lavar, diz-se, a ajan
cna que ella deixnu.
A viuganca be urna paixao das almas baixis e vi.;
aquelle, que sao despriviveis em si lucsmoa Jo o
ma.seiisiveisa'orna ..trenla, porque cousislindu
lodo o sen inereciraento em um xAo cooceilo. ..,.,.
achara em si tana atguraa que os poM* .1,.11,11.
quaIldoe*^asi1eas vaulajosas liciin diunnud.,., **j
aniquilladas pelo despreo.
l'elo contrario 11111 bomem, rcspeitaxel por i mes-
mo, be sempre menos se.isivel a' injuslifa. qt,e Ihe
faz o bomem nao civilisado ; elle aeha er*. M pioprm
com que possa consolar-*., em descouto de*>a exle
nor honra, que se Ihe maga, e bastante forra na sua
virlode para extinguir o seu seiilinieuxo.
Diz o Salvador :
a Amai o*.vossos inimigos, lazei he... ao qua vr
al.orrecein.i.
Eis a mxima suprema que jamis deve er olvi-
dada, ella ludo resume, ludo cxliugoe.
IJoaudo urna aulondade qualioer, em vez de
deslembrar os deveres que Ihe incumbe, len.ns -m
pres presente, e us cumpre, nao podemos lu tai-no-
ao rigoroso dever de dar os devidos encomios qar
lhc perlencem. O. ^tibores subdelegados de Sal
A oloiiiu e Recife.em cujo. b.irri.s temos annuociadu
haverem casas de jogo, bao sidu lucausavei. em nar-
seauir etsrs focos de depravares. (1 bacco do Pa-
dre, essa espelunca,aonde, por lanas vezes diMcinus
baxer casas de Jerusalenoiaiui'.tu a. quaes sa loga-
va lodos os dia,, foram cercadas e preso, alguus va-
dlos e as donas das espeluocas. No da o >r.
subdelegado do Recife den ama busca na ra de
inii.i e ah. pescou rneia duiia de raloe. do ir fita
'111. \ pulira activa0 enrgica sera' sempre ani-
dada e apelada pelo* homens aaaaataa. Continen!
os (enhena subdelegados a descubrir cas bita,
que lu.,, que toiaatra*** al^unia II, a- avisaremu.
De urna caria de Car....bou exlr.himo o ae-
guinle :
1 O Sr. capil.lo Camilo, delegado do termo.
acaba de despozar una joven e candida douiella.
que so liaba de fortuna s.ia honra, suas virlude,, e
sua apurada educacao. O sr. capilo, desprezando
consorcics mais vanlajosns pelo dinbeiro alienta a
na posic.io na -oried.de pretera fazer leliz orna
virtuosa e pobre menina. Esla arlo enchei de ad-
miraeSa a lodos que cuiiheceui ate que grao de ini-
bicao tem chapada o, uoixos da idade proel.le. I.oo-
vores a e**a aeabar que, ilni*aai*aila o oor, buscn
a x.rinde a a honra."
A noticia que honlem demos .obre urna bija
da chapeos, toi-uo, commuiiicada sem dizei o lu,.ar.
mais estamos persuadidu que n.lo se eutende rom .
du Sr. Piando do Rei:o Araujo. na primada lude
pendencia.
No di] o;| j.i curenle palas 8 bous da ma-
nhaa lando o Rvaa. Sr. Vicente Fanal de Mju-
q..erque acabado da dizei **** na isrrja de >,iw
Seabera do l.ivraiuentu da villa de Pao d'Albo, *
retirando-*. para sua aaaa (o. ggredid* p*r alguua
escravos do Sr. cpilao Mauocl Ih.n.a/ de Albu -.
querque M.iraubo, -ubdelecado da mesma x lia,
qoe armado de ccete rnoilo o irtallratararn, leiul
landu xario lerimeolus e routasois; pelo que fu I
rain iraiiiediatamenle presos e beava-se iuslaurmi >
a pracaate. Em cuusequeucia daata procedimculv;
o Sr. Dr. rhete de polica pedio a demiss.10 do dito
Sr. Maranhao, que loi irame.lia la mente dada, sendo
nomeado em seu luaar o sr. Mirmel l.axalciiili de
Alhuquerque.
I) vapor rlmperadnii, viudo do Baria Irouxe
a ea bordo pan esla provincia os seininle, pa-sa
aciras D. I.nita Amelia de Alhuquerque llar.. -.
.1 trinos e :i e-ciaxo, deembar:a,loi Aguslmli Mo-
reira liaerra e 1 criado, Dr. SebaaMaa i,o,,...,lvai
la Silva, o primeirn lenle da armada Jos Ro-
drigue* de Souza. Antonio de Souza da Mlxeua.Aii
el
'.asiavel ; mas se-' lomo Cnmes de Olivan Sanio, Marti...ano da I-
va l'ereira, Francisco Alves de pinhu, Elia Mea
dance da Silva BiHacait, laa Barba** 1 irdeira
de Magalhaa. Ai.Ionio I rancisco 1 arneiro Moutei
ro l'.i .... I.u.laio l.,el. ex-cadele Bernardo da
Rocha Basto*, Porfu.o lavares da Alu.eida, Josi
Joaquim lucas Juntar, Joa* de s uzj v..-. A*
......o toguslo deSauza l.ald.-, Antonio I r.ibal.uo
' ionaa Santiago, 1 -nidal., de-ciit.. I aaeraaa a
i'i-.a. 'acuna pan a sal:II Eaail* Cartat*
..-tro llai.Jeira, I t.ll.o e I citada. Dr, Vlil.imo Jo-
e llenriquei, ua Irmla e : aamvo*, 1 iiippe .ij
Card*j Itibeiro, Jpa Pinto l.eite. liubron O*
..ellas e I criado, lente Joaquirn da Cania Lobo
d.a de aesaSo a asaamMa ha de spprovar o orca-
110",to da* mmalas com os dous tercos, 1,., de riu-
blica-lo por ani vigor sem a anrrao'da pr.-,Jcu
rrespondei.le.
'ue trata .. ......
Ol ft/.-.
urande ..Ira..re. poii segunda son infirmado, nao
ravez, verdadeiras eleirs, a que opnxo, san dis-' *?i'"*m a secretoria da goverha militas qualilica- I de Eca, lenla I.uiz Eloardo de I arvalho, alfe
linceo de core- pnlii.ca concorrU livn inerme e C'T. .'" "i?'"" "1"""'"' ao 1'* "' *< correr. | res J do* Santa, i..,,.. Ja...... ....... Carta.
pacifico.- 4 liberdada da exnre.s3o i ilercalano segam no .iuuariss,,. pan Fnderieo da Barba, alfera* Jo-, Pu R-i.eal.
pa ,c a lberd.de da e.pre.sao .to ,,.,,. que ,ea provincia, ahm de lomir ror.la de *ua enmar- re Joan Franclcn da- rhap,,
ai,- hoje nao Imlia paando de urna phanta.moc.ria f" '' Naiarelh. Magistrado probo r .niellmentc, Joaqaim de S.r.t Amia ..arda
entre nos, tornnn-r> un.a verdade coniliiucional
InnquiUidada publica, que era quasi sempre p.rlur- ,
1 bada pelos desvali* dos partidos roDleodort
dt*
xlfere^ I hr. :
marioha laloaia
I homem nimiamente delicado, e bnon, o Dr- Iler- Celar Pere- de Miranda, ha.mondo Maruo de 01.
A ca-j vc-lr.i e I criado, Pedro F.,llantero Harhos* de I 1-
- de lo- ma, 2 cadetes, g parlirularr-, 6 praca* para o rxer
nao I das as partes : ma* naiu por isso denou dr ier de-1 cito, dita* para a maiinha, t escravos a enireaar
S

MUTItSDtT





DIABIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRADE JANEIRO DE mi
\
ii vapoi imciun.il ulgiiarass, vindo da liranja| Si*. redartore* :No Liberal de 17 da Borrante
e porlos inte.medios, Uouxe sen borda para eata d,parei com uma correspull,|ell(,ia assigIiaiJa pr Jo5n
pruviocia usseguinles pa*ag*irus : Munoel Jna-, ., r .
qoira Seve, tua familia. 18 lilhns e -20 escravoi, Dr. I aes d0 cimento, a qual de cerlo devena ler o
llercilauo Antonio da Cunha Pereira e I escravoa,' "'ai* soberano dcsprezo por ver que esse pobre ho-
mein analphahlo, e Cago, inleiraiiientc as-ignu, es.
se .irauzel, porque na verdade 90 a sua crassa iguo-
rancia a lauto poderia chegar lirniaudo, ou serviu-
do de papagaio a* ligues de maledicencia, e tanaen-
le da lamina que mn calumniadur .ilion para fenr-
m*.
Eis o laclo, e admire o mundo, como diseado, e
Badal se inenle a luz da dii e a lace de uma ridade
civil,sada.
Dina o Sr. ealiimniador, que tu ceiquei o enge-
nlio Ubeqainba d* traite, a as mesmas huras varejei
sem ai formalidades da lei, lal he a sede de ani-
quilar a auloriilade pyr meio do embulle e d. rucu-
lir.
O docomenlo qua ibais se tnn.creve, he o alvo
alenle que aprsenla es meufira. porque sen autor tem ronseencia, a I dnVonenl*
Frauci*co Antonio Nepomureuo e sua senhora, l)r.
Oervazio Ciceno de A. Mello. Dr. Leocadio Cabral
Raposo da Cmara e I estrato, Francisca Mara do
Sacrameuto, -J lhu. e 1 criada, Autouio CaivaHio
de Airando, I mniuo liarlo/., Cordeiro, Je-uuio An-
louio \ launa. I liorna/ Lauden, Jos Leandro Soa-
rti, Leoucio C. Chavea, Jo- Joaqun] lloiniii-u-
t a' nuro a I escravo, Antonio Louienc.,, Jos Joa-
quim Alves da Silva, Jos Soares Macedo, Manoel
Imi Wanderley Jnior, l-'rauciscn Ferreira, Anto-
nio Joaquim Alves. Francisco Joaquim Alves, Lu/.
I r.ncisco Araojo Picada, Luciano de (las lian leira,
l.uii francisco Silva Jnior e 1 escravo, Antonio
Francisco Aveia Jnior, Jos Antonio da Silva, An-
tonio Vicente de Magalhaet lilho, Diogo Soares
da Alboqoerque, (luilherine Osto, lleurigue Oslo,
Autoniu da Costa Ribeiro, Brando Augusto. Frede-
rico Beulberininuller, Antonio Frrderico l'ols, An-
tonio Piulo Correia, Joao Victorino das Neves, Ro-
berl Carroll, Cieorge Davuiu, 1 boina/ Milhar, Ma-
uoel Firniino da Silva, Jone da Costa Vieira e K es-
cravo a entregar.
Hospital de caridadt. 35 da Janeiro.70
duenle.
26 dem.
Me amanlii'ia.
HEPARTigAO DA POLICA.
Occurrenciaa do dia -it de Janeiro.
Fot unicaueute preso : pela subdelegada da fre-
guezia do Itenfe. o loarujo trunca/. Aulfret, por
hriga.
O delegado do tenso da l'ao ,1'Alho refere ein
oflicio da -J i do crrenle, que no iiia anterior pelas
8 horas da maulla.,, sahindoda igrfja do Livramen-
to, onde acabava de celebrar mis-a o padre Vicente
I errer de Albuquerqup fui aggredido pur alguns
escravos do capitilo Manoel l'homaz do Albuquer-
que Mar.iiib.lo, resultando sabir o inesmo padre le-
vemente lerido a contundido, sen.lo que foram im-
medialameule presos o dilos escravo, contra os
quaet licava u delegado procedeudo nos termos da
le. e mais contra quem de direilo lu.
Os vapores Imperador e o Iguarats, entrados
dos porlos do none, truu\eram-nus joruaes do Para
com datas al 15, do Marauliito ate 17, do Cear ale
21, e da l'arabib.i alo -Ji do correntu
lio Para, alriii do que da o nosso correspondente, nienlo, e sen irn.ao Jos Severo do Nascimcuto, que
'"". *ti!El? ""v"30- ,e '"" peraegoldM por mi.... sabendo o
>o Alaranhao, o hxm. presidente bavia man-
clarar junto a esta, o ocenrrido entre Vmc. e Joi
Severo do iNasciinculu, acerca d'uma vitela que Ibe
comproii.eda qual fe/-me Vmc. o favor celera
melade.
Sou de Vmc. liento venerador e criado.lian-
cisco Antonio Carvalba, eapitta delegado.
Seriiibaen. >> de Janeiro de Is."i7.
Illin. Sr. Francisco Antonio l'.arvallio. l'eiibo a
salisfaeilii de responder a exigencia de V. S., ser ni-
teirameulecerlo lereu comprado uma vitela a Jos
Severo do Naocjinento por 596W, islo m o dia II
de de/.en.bro do auno lili lo, e ten lo por algORlan
rezes reclamado para receber -na imporlancia, re-
essa eonselho an directorio o dessa sooiedade, certa- t. grande lente para o bem, e binemos cerlo,
h,pule ii io lem o direilo de na* -a, ,mj. .
de inultos membroa imprtame* e awineoa do p...
lijo, faier o que bm Iba pateeer. Rnpeito e-se t""> """"colm ein todos os grandag liomen-,
conaelho, nelle leuho amisos que praxe, e se i qoe | Aehilles, ein l'.esar. em Alevaudre. be < ilgnal
lia patrilas sem inanrba ; mas Dio Ihe DOMO dar
nome Indos esses acto.
Caneluiudo, direi ao Sr. Ilr. Olinda Carapelln,
que S. S., a quem nunca ullendi, a quem coiclan-
pondeu-me que logo ira recebar 5 be o que lenbo 'emente leulio considerado, foi irrelleclido e preci-
aresponderaV.S., nada mais. Sin., que sou eom l'i,"K ,'luando "" e.n sua correspondencia,
estima e respeito, .le V. aliento, venerador e me-
nor criado Antonio Jonqoim de Mello e Silva.
1 Ib parecer. Ktspeilo e-se ;'""* """"cnlos em todos os grandea liomen, em
anaigoa que prosa, e sel qoe | Achillea, em l'.esar. em Alexandre, be o ilgnal ca-
na pa.riou se,,, mancha ; mea nao Ibe poaao dar r.,cler,st,ro de toa arandela, porque be ella que el-
essa aulortdade lau ampia, como al-uem pretende. ,..,____, -fi ne ena que n
Kteonhaea poiaoSr. Dr. Olinda Campello, que a '"'"">'''"' "'n homem : tem uto elles se-
reumaii liberal de 12 do rorrele lambem lem di- """ Rndes como col.issns de bronsooa de Ierro.
reit0.de diter o qne qoer, o que conven, ao bem do A arande/.a he ser arande com lula as enturos
parlnlo, de tratar de promove-lo. e lano lem, que | humanas hemall ,er que l.omem aem daixar d sel
oumeuuo.sr. I)r. Olioda aeu presidente, discuti, de- """"">' niaaisar de se-
cidio, e o Sr. Dr. (Iliud.i ippmvon e >ellou rom sen lorne'"'
biolvendo ludo, o que proda a brenca ; ou ludo nidada em (ar perder as molhercs sua honra E
pre.cr.ve e dirige, o que pr.Jus o rigor. Enlando Roosseau, as mulhe.essenlemum censor ,M amj
bem ron, a be.n a padre Por. que llro ftod, e Ia, n. a r,io ,,,, UMo ^ ,,,,
servir p.Ia ensinar a linnesl.d.de e a virtud ; le.ne Bossuel senlen, ana chnslo que as lastima, desde
que desle lado nao caamos u lhealt0 j que 34 ve ,,, llol,^ fc ^ ^ ^^ % ^
(ulerneciminlu, que ha a umea nmit|i .,P ,,jf
E-t.ivam rcrouherido*.
i/ue ronhrreu no mcit prctiinenlO o dedo imper-
tinente de nottot inimigot. Fu nao lite marela
esse eunreilo, teuho direilo a que me nao insulten.,
e esperava que S. S. -e nu prcslasse a ser o eebu
de naenj InilgDi pessoaes.
\flora
A hondada aliin tambem fcilmente a arande-
la. Fcilmente .' NJu lenbo raiilo. I'ara allingir
a grandeza, a bondad*'dato panar pola persereran-
'.a. Sois bom, Vieeule de Paula, porque desde vos-
sos primeira annos, antiliai aos .pobres aos en-
te eiliicarjo e as peras de Colleglo.
Ora as pecas d colleglo ten. a ineonvanlaale,
alem de seren niladonhas. de deiiar crer que nao
o sSo sen.lo poique querem ser virtuosas e. como oa
brinquedos innocentes, fa/em pensar najaVaM aerig
misttr o mal para diveitirem.
De todas estas regras que o homem se pode im-
por, qual be iwis a mus sesura, e a mell.or para a
arle.
A rogrotdc Koosseau a deslrue, a datN'laole de
est bem cerlo que ale o prsenle nunca cerquei o
ngenho l'baqu.ulia, e linda menos varejei a mais
Insignificante seaiala, ape/ar de ler para isso mo-
tivos porque sabe o meu detractor que all eiisle um
escravo pronunciado pelos feimeutos feilos em um j muilo'de pnpoto -c lem Querido 'plantar iio meio
cidadau livre, e que at denuncios hauveram d'alli' rte nos, ma que, vendo no oulro da publicada na
etisliren. doos africanos buraes; mas al he a sede ''""''' Jo Bov erno urna narraran do que se pasiou,
do meu detractor que aproveltando-se ter ,u apenas I ^CtaS.' ,'e,,:u,ende1:;ec,oa,eo t2&
cercado a fabrica do dito enseuho, luaar aborto 011- i quem rernnliece todo o direilo para d$lil-erar n'tire
de lili ir.iv, un os escravos.e empreados da moagana os "J0'i".- i" ptrliuo, apreaaa-sa em declarar, que
Agora aproveilarei a occasiilo para declararan
enhores redactare*. .No Liberal de homem .'7 | Liberal Pemambueano, que pode msollar-nie do
1 corienle yin iranacrlpla orna correspondencia modo que Ihe parecer; invente fados contra mim,
do Sr. Ilr. Iilippe Urneiro de Olinda Lampallo, a
que nao poeM deixar de dar resnoala. Alii o Sr. |lr.
oimd.i Lampallo aOlrma, que teio a' renniao libe-
ral, que leve losar em minlia casa no iba 1> do cr-
reme para o pm de harmonisr a* dissidemia*, que
e que peuhuma paridade pode ler lom eposentos, e
casas de moradas, o que esla bem cerlo dasla ver-
dad*, mais que llllm mesmo nao quiz o meu detrac-
tor esperdic.ar esta oinbaria, com a qual formou
a sua maqyina que na pode subir por falla de
gaz.
Disse mais o meu detractor, que sera' convenien-
te que eu procada de melhor modo rom hornen- ro-
nhecidos na comarca, e que a un. delles anda devo
o importe da vitella qua Ibe comprei, miseria hu-
mana !) quem acreditara' que o capitu Carvalbo de-
va aluda mesmo a aquellos de sua isuala e de me-
Ihores posif^es, quanto mais ao senhor conbecido
na comarca, e ale no llaitlv, .le.10 I1,es do NmcJ-
os seus principios san lino, e que nao aberra delles,
etc., etc.
II* bem injusto para rommigo o Sr. Dr. Olinda
Campello, quando aoppoe que eu procuro mui de
proposito plantar dissidenrfas no meio do partido li-
beral : ,' ulo o mundo sabe qoe eu lenbo procurado
fermos ; mas tornais-vos bom, o1 Santo \ cente de | llossuel a taz abdicar ; a do padre Poroa a loma iu-
Paula, por que dedicis toda vossa vida a caridade lleiivel e montona, quando be exagerada. Mao
a por que vo.su nome torna-te om tocante svmbo-
'o della.
c,iluniiiie-me quinto qoizer, cubra-mc de injurias,
e a miiilia reapoali ser.i o silencio, sera o do a a
compaivilo, ser o mais soberano de-pre/u. Minha
conduela confindir 01 meus delraclores ; anda as a medida qna se elevam e eme o auto cnenn
espero a joitica dos bomeii'
lar, nao me fallara
Sou, etc. ele.
Dr. lerouymo I Helia de Cauro tarares.
C. SI de Janeiro de I8.V7.
AO LIBERAL OEMJIMO.
A verdade deve ser dita e escripia em lodo e tem- rg" d'arte, he esta talular admiraba
ha pnis rera que Ibe seja boa enao a que Ihe he
propiia e que -e prende a' >ua propria oalurrz3,
lie a.s.m que por urna perpetua uniao que be a I lato ha, a regra de Ansloleles, que prescreve a pes-
let ,1- Dos, o grlorJa ((n,le para o bem pela gene- j quua do bello e que por isso faz adiar o bom, senao
ros.dadceo bem para o grande pela perseveranra : sempre. ao menos moitas veres, que cintilo dirig
o homem pelo 1 n, lado em ve/ de lvalo pelo
mao.
V.
Ha nina queslao sobre que qoero dizer llgnnM|
palavra antes d* acabar. RaosaMB exprobra ao
Ihealro que sendo dedicado 10 amos auxilia sinsu-
larmeule o asceudeula das mulberes na soriedade,
e Ble he esle, segundo RoanMU, um do
he .issiin qoe ecoofundem nossas qnalirlsdes huma-
nas a medida qna se elevam e que o santo encon.
;^M^a^^de'^.,,,^^:i;^simagin,i,od gr4n"e po,,a eomo
po, qualquer que seja 1. assumpto de que se trate e
o aau resultado, porque a verdade be Deot, e a di-
vindade e revela a cada momento ; sendo qoe. com
especialidade, deve n oseriptor publico ludo envidar
para della se nao aaslar, anda que por momentos,
A elevaran e arandela dos earaeteres, tal como
oeiigei arle, lem 001 vinlagem moni-; quem
piHle negi-lo 1 O que he preciso procurar na boa
lilteratora, ua que se conforma eom as verdadeiras
da a
dado, por orna portara, por em evccin.lo a ordem
imperial, que delermiuou a deporlaijao do subdito
portugoez Francisco Jos Martins.
Le-se no l'edrv II:
Genealoga por .V. I-', do .1.
a O capilao Jote Antonio Pereira, e I). Anlouia
Maiia do Gimi, casados, moradores na villa de S.
Bento do Cascavel (de onde sao naluraes) perlen-
cenie a comarca da capital, aquelle ja morrea com
7,") anuos, e esta aiuda vive e cun robustez feudo S2
annos. Julgu importante os descendentes de lo vir-
tuoso casal ; e por isso quero fazer chegar au cuuhe-
ciineoto de meus comprovincianos.
A'ive-
raui
casa- 1
dos!
nos l
""I
-- lilhos, criaram -se I i. morreramS, vivem II
an-,
nos I
e 1
ve-
rim-
l'iverao 1% nelos.criaro se 15li
'ii bisnelos estn. .,
iTi.indo--i- "
ll
III
58
IS6
.'I
Ifcl
K. B. E' para lamentar que se nao tenham eaeado
*m lempo tres l.i.neta-, que lindo a prime ira ->H an-
iioa. a segunda 29 j a terceira :lt), carece que qual-
quer destas, tend, casado com 12 ou 1.1 annos, e
t*ndo urna filha que tambem poder-se-hia ler casado
com l.loul anuos, daveriam ler boje natos c
ueste caso o que siriam estas de D. Aulonia 1 n
A. pocha, da Parabiba, referin villa de Alhandra, di/., que alli granate urna mo-
lestia com o carcter de febre omarella, que em
poucos das bavia fe1 lo bastantes vidimas.
No dia 9 do earrente ebegoa ao Minahao, proce-
dente deste porto, com ."> dial de viagem, o pallu-
hole l.'mh/ Paquete.
SommiittirftbOa
NOS MAlORtS VEXAMES UROS ACODE.
Na quarla teira 20 do cerreule oi uma senhora,
moradura no engaito Socoer,., n-ommeltida dos
iticomiuodus du cusluuie, paia dar lu/. : a enanca
apie>entou um braca, e como se conlicce.se na quin-
ta fera que era imporsivrl h iaalisa.se o parto
por *ss.i forma; mandaran) chamar uin curioso cu
entendido, qua nao lave duvida de propdr o arran-
eainento do braco con.j nico meio de nlvicflo.
meio que apezar de toda a barbaridad fui acceto
ma, bem depressa canbeeen o homem das botas ,lem"llr CH-H ,lu ""Pedor, que por persegui-los
lem sido ameacado ; de cerlo que esla miaba me-
pri-
meiro que apprcheudi o seu aaeravo por ordeno que
live pan averiguaces, e o segundo por ser a sua
escrava auconlrada em lugar suspeito, :ilem de na-
da follar o pnrlugoez, e como perlendessera que eu
por elles me sacrilicasse, deixando da fazer seguir
esses scravos para o Recife ; eis aqu o que querem
apregoar por peneguirAo, porque lamben, he balda
chamar-se perseguirao, quando nflo se Ihe aceita
impo-iru; admire mais o leilor, o segundo docu-
mento que abaixo vai traoscripto, e por elle avahe
o carcter de quem escreve em uma folha poblica,
dizendo que sou devedor de 259000, se bem qoe s-
lo nao seria preciso porque desafio aquem me apr-
senle um so precedente desla ordem, com tildo como
o calumniador assignon-se, nao obstante muila gen-
te ao saber o que assigna, e me-mo porque a pena
ar r lirada a um calumniador pelo nosso cdigo ejn
nada pode reparar o assassiuatn da honra, alem de
despezas que debalde se f?zem, por is.o que venho
ao prelo dar esla succinla, porm clra explicado :
islo, i.3o porque o Sr. Joo Pacs do N'ascimento,
abale couceito de ninguem, mas si.n por alinela
ao publico na parle em qu pertende alVertar-me
autor de desatinos e poslerga'doi das |.re.cnpres
da le.
i.luanlo ao qoe diz o meu detractor sohre os meus
actos pralicadoa na comaica de (aranliuns ja o de-
monstrei, e eslou o demonstrando rom a coafianca
do goveruo que foram assas aecusare laes, e quaes
pela forma e fabrico de que ora -e serve o Si. Joo
Paes do Nasriinenlo, para tirar tima desforra do es-
cravo que Ibe apprcheudi por ordem, alm de *cr
elle o instrumento de mais alguma viiididasinba 1,11
mesquinbe/. que ampragam os desconlenles qoando
Ihe cah* a accao da polica em casa ; pois que ale o
meu detractor enlende que me deve lomar cania*
dos detall.es do servido, por destacar dez praca. no
Pao-Branca para perseguir os crlmiooaoa, e deser-
tores que alli alem 1,1111, c como rata forra acaba de
capturar os desalteres do exordio QoIntUbno Ces,
e Jeronvmo .lose Barbosa, sendo de crer conltnuem
a apprehender mais alguns.ein cuja rede pode cahir
alsuns dos crimioo-os do ingnito Tellia, ou mesmo
ja nao podein ajonlr sequilo pora irem deslelhar
que linha sido peior a emenda que o soneto, porque
arrancado o brajo o menino deaappareeeu : mas quiz
a Providencia que abi chrgasse uma pessna que tiuha
vhio un dia anleriur o Sr. Dr. Hoscos* na povoarao
de Sanio Amaro de Jahoalao, c essa pessoa lembrou
que se Ios-e procurar ao dilo Sr. Dr. Motcozo : e ma-
ndo da pacanle pres.uroso con a a povoarao, e an*.
zar de o Sr. Dr. Moscozo} estar de Vtlgarn, todava
nao se recu-ou a ir salvar urna mai de nove lilhot,
que ficariam na orphandade, e promptamente cmre
h prestar os socorros da sua prolis-ao. M(o sei o que
mais deve admirar, se a boa vontade com que o
Sr. Dr. Moscozu voou ao lugar onde tilo preciosos
erara seos bons servidos, 00 a ligeireza com que exe-
lou t.io diilicil e arriscada operario, pois lalvez nao
dida a inulta gcnle tem incommodado-, porque ja
enlen li.ini que n Pao llranco ara o seio de Abra-
baam para gente armada, criminosos, e desertores.
Eis o fado e 110 mais ajuize o publico.Fran-
cisco Antonio Carvalbo. capillo delegado de beri-
tihaem.
Villa de Serinbacm, 2i de Janeiro ,e !Ko7.
DOCLMENTOS.
N. I.O Sr. inspector de quarteirao, o sargento
do destacamento mais prarasque me aciimpauba-
crrer a lersiversares para justificar seus actos.
Nesla slluarao deve boje achar-se o Liberal Genu
no '
asse
.Nesla situara,, deve boje acl.ar-se o Liberal Genu,. '" W "'" eonvolsSes.
1 di Diario de 2f do curente, asseverando, comoJ P"8>r* 'e', para nao abanar e
severou, que dous liberar- unicimanlese apresen-' Por grosseiras impressoes. Nlo pe
riiidadosainenle evitar uma deueecao na parlido, e aflm de se mo collorar ua dura nece.sidade di re-
que nessa arande renniao de 22 do correnle, a que
assislio o honrado Sr. Ilr, Olinda, Tazando un. dis-
curso, 110 qual disse que Indo quaiito eu havia
dito era molla rasoawl ele., eu declare, solemne-
| mente que meu liin era |ostilicar-ine, expor os em-
bararos de minha siluacao, criados por meus uinii-
Ka pe.soae., que se dilata mais liberaes do que eu.
eom mais servicos e mais capacidade, e pedir 0111
eonselho. O Sr. Dr. Olinda, que he um homem de
honra, devia ver que eu me oppuz nessa leuniao a
qu* nos consliluissemos om socladade, e se nomeas-
e logo urna nova direcrao para o parlido liberal,
c.....o se qoiz, e foi apoiadu por uma glande maioria.
Para que pois impulai-me o que nao quiz, o que n.lo
quero, para qoe atril,uir-me um peusamciito que
alo lenbo? O que eu quero be uma nova ordem de
cousas, be a reorganisac/iu do it.eu partido, que ve|o
complelamenle relalhado, he um cenlio que harmu-
nise lodos os membros desse parlido, que lenha a
forja moral capaz de conseuoir acabar nussas desa-
vanras, e unir-nos a lodos pelo pensanenlo e pela
vontade. guantas vezet quer oSr. Dr. Olinda Cam-
pello que eu repila estas ideas, que eu enuncie esse
psnsamento'.'
lem-se querido fazer de mim o instrumento do
qua
vista do grande e do bom. Alai esta' toda a questao.
A lilteratora nao lem par lim iuilriir on edificar os
espiritos ; mas smenle commove-los pala pintura
da humanidad! ; mai esta pintura deve ter em
vista o bello, para-elavir o* e.pirilos ; dive-se evi-
tar os lingimintos eis eonvolsdes. evitar em umi
corromper a alma
pedi lines ,- lillera-
laram corno cand.dalot a deputa.io geni pelos cir- (tora e ao theatro. Quindo ellas as ouerem dar es-
culos de-la provincia, os Srs. Drs. Jeronvmo Villela ,,-......__, .,
comportar a severidade itotaUi, **l p, rUi>
amor qua euconlraiii em Rou,*au. Onde qner que
Bossuel falla da mulber, falh, com un senilmente ao
mesmo lempo temo e .evero, rom esta craca m^s--
tosa que loca a'purifica os roracoe.. e n OaOMil a
aliuso que .1 molher faz do |.oder que lem .hre a
corara,, ,|0 |,omtm, he por.pie ^ indigna de qae
leudo-., Dan feilo 1.1o grande, ,nund a ,., ^
pequea, e a faea lomar tua humilliarao p,,r -cu ln-
ompho.
Ao par da affecluo.a urandade qie lem Bos-nel-
ao par do repeii apii,0nado qne lem Roos-eau U
fando das mulberes e de saa condirao na itggg
parecem frivola. e me-qninhat as reflax-nr e ..,,,
nientosdeirAlem'e_-,i. tlj a prBf>osilo rt,. m,hfrp.
dous pontos pnneipaes Tratad,, de Ri^suel e ,,,
C'.trfn di Rouiseau I o pa,,e| Ja< lnu|h*ras 1.0 mu
do, que he um dos alleit, 0 r,|MM j ,mor wl,
o Ibaalro e a cundir-,, das afi,. VajaM em
prima.... lugar o que diz d'AIber( das actr.ie-
llossuel falla della, com urna p,rial,, geuer0..
Rousseau com umadesdeuhosa inihi,.,.,,, 4'xiem
bert cabe na apologa qoe faz da. waMm en. mn
menores | pbilosoplnco pedantismo que torna ridicula. ..,a.
e Duarle Purein, e.le pelo dislridu da Boa-Vista, a
mais capacidade, e pedir 0111 aquello pelo do Bonito, para daln deduztr nao sei
que arcumenlarao em prol da administradlo do Sr.
conselbeiro Sergio, quando ha geraln.eute sabido que
a principio dlguem da liberal apresentou como can-
di.!.. 1, pelo circulo da Boa-Vista o redactor etiefi,
que foi recambiado palos Sis. Roque e Cortielio.do
Ex, e Lata de Carvalbo da lln..-\ i-la, que nao Ihe
qoeeem sua voeacao. Nao Ihet pedi senao o que
podera fa/er, hilo he. exercer uma inlluencia, e
exerce-la bem. Ora, he purgando a, panes, se-
gundo a re^ri da potica antiga, islo he, dando-
Ibes 1 bondide e a aMfcelo de qua sao eapasM, ra-
da qual em seo genero, que o Iheatro e a lillera-
lora podem ijudar 1 educarao moral dos espi-
lecm milito boa vontade'; a que, depois dessa pri-; ritos,
meira derrola, apre.culou-se de corpo dascoberto 1, n,,ar..l nnu
prndente da Liberal c c,om furor tal, que em vez 'l0- P*s Kns dc limitar-se a gmrrtl M candidatos coabirs, nos- ( ",Dn,e e,,a regra, como neomprehensivel, evitava o
so inimi:os naturaes, dirigir todas as suas hateras i mell.nr argumento com que se pode lutori.ar o
contra o Sr. Dr. Duarle Pereira, deprimolo-o de theatro peranle os moralistas. Bem ei qoe os teus
quem alus nao consta que em lempo alaum rece- adver.r ..a, n>>. 1 .. .
besse a menor anona e insinuando aos ele.tore.' H,,ver,8r.",s ""> "> oppunham, nao tallas..,,, senSo
do dislrido que ata con.eolistem que o Dr. Duarle I ?"mus do theMro, e que pretendan, ousada-
, prima.se sobre elle, porque seria uma vergonha para mente que o drama be a escola dos coslumes. Rous-
governo para acabar o Liberal ; nes.e sentido mll^XXXSStf *"***""""' ?" refu,a ^""""e *^ P'e^. ">'i. sido
lenbo sido insnllado por es,a lolba immeusas vezes, I Pelismenle as labias nao calaram 110 espirito da-
e o nome do Sr. Sergio tem sido calculadamente Ira.-1 quelles senhores, porque ao passo qoe a candidatura
-'..-".i'"!. cu."5'10'. *'"" de asslln "l'Por-se um 1 do presidente d Liberal e redoza a um coto em
C procurar-se desmoraB- | todo circulo,que consta de tres collegios com eenlo e
tantos eleilores, o seu competidor, embora os emba- i moral.
raros que Ihe uppozeram candidatos gregos e Irov-! .. .
anuos, obtivera .">2 votos, leudo apenas assistido' a Lmantigo apologista do Ihealro,Scadry, que de-
um rolleeio, o de Tacaral. A.sim, nao foram, Si.' feudendo a tragedia e a comedia, julgara defender
!.^^^Hl.,'e,"lin', ,l"u'' mas 1Va,ro. eanddalm li- sua causa, nao deixa de servir-se da regra da potica
iurouvenieutes do Ihealro. a Pensis, senhor, diz I clientes,
ella a d Alemberl, au* augineutaiuo com lauto > A castidad! das ririzes, naonatas ronvo.eo
cuidado o ascendente da. mulberes, os humen, s*- diz d'Alembert, be mais ei|m rao melhor governadot por ellas Vede as obras j "re. do mondo ; mas tamlwm a gloria do inum
de Iton-.eau, elle falla nimio mal das mulberes, de | P1'0 er inaiorque a della* : ulo he raro eunntrar
sua frivolidade, de sua vaidade, de sua fraqueza, c adrizo qu* resiatem ,,r milj| |emp<,. Mrj, ,n,
no enlauto sao at mulberes. que l'ueram o Iriura- 1 <=omum encentra -las que rei,li^m sempre, e el las
pbode.loao-Jacques Rousseau: ellas liveram razao. | ua desesperasseni de guardar a ron!,nene, pela
Nao quero dizer que como a Marimba de Moliere,
ellas goslara de ser combatidas, mas poucose.lhe
da' disto, com lauto que se as ame.
Ora, ella, comprebenderam que Rousseau as
amava e que se ceusurava amargamente as mulbe-
puuca considenrao qoe dah Ibas provem... (.uace
dam-se dislincre, t arlrizes moderada, e Mi ijaj
ou.0 preiiize-Io, a ordem do estado aaant severa era
seus rostumcs.n
nao vot admiris desle' inleresse pela artri/e.
obstculo is minbas ideas, 1 procurar-se desmorali- '
sar-me. V. S. mesniu, Si. Dr. Olinda Campillo,
nessa correspondencia, a que respondo, Iras una
entmoacio pouro generosa, qusndo fallando do Dia-
rio de Pirnambuco o chama Diario do goveruo, ale.
Nao creia, Sr. Dr. Olinda, uas impulacues que me
l.'/em. n.1,1 se deixe illu l.r pelo canlu'de alguriii,
que, jurando ha oilo anuos,indispor-me com os meus
amigos, e com o povo, a quem amo, e por quem lu-
do sacriliqoei, quando foi mUler laze-lo, o lumin.yi
do-me e perseguindo-me por luda a parle, ajaernal-
gar 110 nosso paz uma posir.lo, qoe anda Ihe nao pu-
de competir, embora deslruolo e completamente ani-
quilado o grande partido praieiro, a que s pnnri-
piou a pertencer depois da|ralamilosa poca de 1849.
Eu mi son, tem pomo ser inslruinetilo de um go-
vi-rno, a qorui me acho em opposh;ao frauca e leal;
eu nao son nein posso str io.lroUMoto de am gotrer-
110, que n.lo pansa como eu perno, e cujos acto-, em
mande parle, lem sido por mim ceasurados. O meu
carcter repelle ess. insulto ; nao preciso do gover-
uo, bao Ihe devo favores, e minha peaic)o be assas
va.itajosa, paia que ea o tema. S. Exc. o Sr. conse-
lbeiro Sergio sena incapaz di se afollar a me tallar
nesse sentido ; elle .abe perleilameiile qual be a mi-
uba poltica, qual o meu brio e dignidade, e se por-
veulura so arrojaste a ler para cumigo om proced -
ment dessa ordem, a minha respusia seria corres-
pondente ao grao de oflenta que S. Exc. me li/.ese.
seria urna digna repulsa desse insulto, que eu nao
sollro de nlngoem, por mili alio que se ache collu-
cado. I rame, pois, o Sr. Dr. Olinda Campello a
juslira, a'que Ici.ho direilo; faca mesmo ao Sr.
conselbeiro Sergio esla juslir 1, porque S. Exc. para
eomigo-, em negocios polticos, sempre se porlou
com a inaiur disenrao e dignidad*.
OSr. eonielnalroSergio be conservador; eu sou
pro-rc-sisla o Sr. conselbeiro Sergio he da escola
do Sr. Euzebio, eu son da escola do tallecido Sr.
Paula e Bonn, do Sr. Alves Bramo, do Sr. Souza
franco, do Sr. I'rbano, etc.; o Sr. conselbeiro Ser-
gio teme 110 Brasil o Ncaaso do povo, eu lemo o ei-
cesso do poder, o despotismo ministerial. Oue ana-
logia ha pois enlre as uos-as opiniies polticas, e
como posso eu pretender dar vencimeulu de causa,
dar go.tos ao goveruo '.' .
lenho relarei le ami.ide com S. Exc, mas on-
de se vio que a dive.sidade de opinies seja um mu-
ro de bronze, que se levante entre o que pensam
dillereulemenle'.' Somos porveulura alguns telva-
gens, estamos na Cifrara para deixar de compri-
menlar urbanamente a quera nos cumprimeuta tam-
bem, para deixar de nutrir relares de ami.adc com
quem sempre as livemos c quer conserva-las, pelo
s fado d* nao ser nosso correligionario '.' Oue idea
domos assim de nossa civilisarttoe progresso."de nu.-
.0 .ao m iic.i arn.cada opera.;ao. pois lalvez nao ram ate o engeuho libaqninha, em diligencia de i^SaT*0^^^iS^S^lZZ'
gastasse coco minutos em livrar do Derigo a infrl.z L........ ir.,..... ,- .. '? m.or<",ua"e I) que e dir de n.,t pelo miiiido
doenle.oque encheu a todos de admirara" E eu "P Afncano, :-Cerl,l,quam junio a esla, de- civil,.,do, quando se soober que .,5o queremos ami-
que eslava prsenle nao posso deixar de palenlear os ualxo d* juramento e verdade, quaes os aposentos, sane dos que nao pensara como nos, que os deve-
raeos senilmente pur 13o relvame servido prestado c,s" de vivenda e alnjamentos, que foram cercadoi
a uma mai de familia, e exaliar o merocimeulo do 1 e varejados por mim, e qoaulas vezes se den casos
prestante e intelligente parteiro.
I'- re o Sr. Dr. Musrozo se com isso oliendo sua
modestia, mas nao posso deixar de levar ao conbeei-
iiienlo do publico 1,1 o grande sarvico, presUdo com
ta boa vuntade.
_____ ti dos pre Sr*. redaclorei.fi Pagina Acuita publicada
ein seu Diario de -Si do crranle, se allirmou qui,
m una loj de chapeos de uma de nossas praras, se
lunlava nma aocia de vadios nos dominsos para jo-
gar dia e uoile, e que 110 dia 2"> l.io prolongado fura
o jogo, qoe as portas da loja earam abarlas ; e pou-
ro se Ihe dava 10 encariegado do eslahelecimeolo,
que elle fosse a revelia.
Sou encarrilado! da administrarlo das lojas de
chapeos i.s. 12, 14 e Ib da praca da' Independencia,
e como uma porta das mesmas- amanheeesse abena
no dia 2t> do correute ; rallo ha para suppor-se, que
.1 grave imputarlo de admtllir uma sucia de vadios sa^i. ,.5. r -mi..
a jugar, e deixar o eslabelecimenlo correr a revelia,! ""U9a- "M 'ul *
seja feita a mim, qoe sou o administrador das ditas cerco e D"r ,s,b luja
Islo posto, por amor de minha reputarlo, vcnlto
rogar a V. S., que e digne de declarar pelo seu
mesmo Diario, se a dita Impatacfe e refere a al-
-umas das mencionadas luja, de chapos ns. 12,1 e
luda praca da Independencia, bem como a mim,
que sou della administrador.
Semelhanle declararan muito abrigar ao de \ me.
venerador e criado.
Recife 27 de Janeiro de I8.",7.
Joao da Malla Hetlrap.
Senhort* rcduclorcf.l'or mais de ama vez a Pa-
qma lc/sae oulra. ollias publicas, teem denun-
ciado diversas casas de labolagem, e entre estas a qua
mais tem chamado a aliebran da polica, he uma
venda denominadaRetiro I < nao esquer.a-se do
noma) sita 110 caes do Ramos, nuil veuda forera en-
contrados diverso! jogos prohibidos, por tal iniraecao
delei.oSr. Dr. Manoel Daartede "arias, aclual sub-
delegado da freguezia de Santo Antonio, processou
* proiiiinriini ao Sr. Lnit late Marques dono
da tal taberna do Retiro : : talvz a Sr. .Mar-
ques recorra da senlenra para uma das varas de di-
reilo, e espere que os Sr-. Dn. jiii/.as de direilo 0
liilgucra ionocenle quem sabe, Sr. Marques, se os
Sis. Drs. juize de dueilo tenham ldo a Pagina
rentan e mai binas poblica*, e elles lem visto que
alai (orines mai. de um, ve/ le;m denunciad,, es-
pecialmeiile a sua ca-a, sr. Marques ; os Sr-. Drs.
juizes de direilo anda se leinhram que por causa da
maldita labolaaen. desgrarno-sa un. nnic.al quarlel-
meslre de 0111 dos corpo- de llalla ; Sr. Marques, os
-r.. Drs. jadas d* direilo lilas d ,ar ,| amet0 nila
familias que eaUo reduzida a' miseria, por causa de
jogw! Ah Sr. Marques '. Sr. Marques Vmc.
para que concurro para as deagraca deslas famili
acabe com semelbanl
ira vida, deixe-se de I
ra que nao cuntmua .omento com
agurdenle, Vmc. nao se contenta
lesta ordem 110 dito engeuho.
Delegara de (Milicia na villa d* Serinhaem 2! de
Janeiro de 1X57.
Francisco Amonio Carvalbo,
Capilao, delegado.
Certifico e juro se preciso l'or, que por uma so vez
luiaoeogenho tJbaquinhacoin as praras do corpo de
polica aqu deslacadas, em companbia do Sr. capi-
lao delegado, que chegando ao dilo euxei.ho l'ba-
quinha, liz cercar e orejar a casa de caldeiras, baga-
cciras e moagem, ondo eslavam Irabalhando alguns
escravos empregados da fabrica.
Ouauto as casas de vivenda e aposentes, nao boa-
va o mnimo cerco nem Tanjo, e era inesmo islo
era possivel, porque dezeseis praras, que romigo
marcharan), mal chegaram para se fazer o cerco da
casa do fabrico, que sendo (oda abeila, e de srande
e o numero de praras pa-
verdade aatigne esta, e ju-
larei se preciso for. .
Villa da Serinhaem 2i de Janeiro de 1857.
Alexandre Correa da Silva.
Declaro e juro se preciso for. que em consequeii-
cia ,1c met carso de inspector do quarteirao n. 15.,
acompanhei ao Sr. capillo deleitada, na diligencia
qo* le sobre o engeuho 1,'baquiuha, am busca de
Africanos livre-, isto ua noilc de 13 para l de ou-
lubro de 1856.
E, chegando ao dilo IBgeuhO, tez o mismo capi-
lao delegado cercar e varejar a fabrica do dilo en-
g*nho, aonde eslavam aluunsescravu. e mais empre-
gado no fabuco do macar, em cuja occasiao appre.
heudeu uma africana peilenceute a Jos Severo, e
depois de van jar a dita fabrica onde eslava a moa-
gem e casa de caldeira, neo retiramos deixando de
revistar as casas de viven la onde residen, familias,
assim romo lodos mais aposentos deuaram de ser
varejados ; e nein i-lu seria possivel, porque a larca.
que nos acompanhuii, mal chegou pira o cerro da
digno delle examinar tamben, o que sinilicava a
velha regra da poribearao das paixes, tal como a
suslenlam Aristteles e Cornelia, e indagar o qae
esta regra da arte cmica tem de ponforme com a
lien.es que -e apreseutaraiu prlos circuios da provin-
e-lar i|Ue -o a ireseuiaram pnu- circulus na pruviti-: \,r. .,.,i,..,=. ----------------
cta.l'odeis azora dednzirot rorollarios que quizerdes. a PurMlc'C<"> das palxoea, como do melhor ..r-
Qaanle a comordalade que trata o Sr. Liberal Ce- Smenlo em favor do Ibcatro :
niiiiio, nada allirmo, nein eoutesto. porque leudo eu
assislido a eleir.lo no colleglo da Boa-Visla ( dond*
ha ponen cheguut que di-la (itl leguas dos de Taca-
ral e Oerieury, nlo s sou a seinelbaiite respeito entre os Sr. Drs. Brandan
e tenente-eorooel Roque, um dos mai. fortes apolo-
sislas da candidalnra do Sr. Dr. Duarle, que, em
verdade, be liberal qoe gota de man) lympithas e
estima no centro da provinci. Comoquar que sejf,
sendo ambos patriotas illuslrados, qualquer dos
dous que tomar asseulo na cmara temporaria pres-
tara' relevantes servidos ao partido Luzia, mrmenle
O Sr. Dr. Duarle Pereira, que neiibum coiiipruniissn
tem cora suuiiairiiMs, bavendo obtido uo circulo a
votaran uiiicamenlede sen. correliaioiiarios.circu
lancia que seuao diz acerca do Sr. Dr. Branda,,, que
r.euuio ambas a volare, e a nica que -eiia capa/
de dar-lhe ganho de causa. 1
Keevel-me o Sr.Liberal Ccnuino eslal observai;ues
em abono da verdade. Publicndoos Sr-. redaclres
eslas liabas, muito obrigado Ibes licata' o seu cons-
tante leilor, e patricio grato,
O lloa-riftano.
.< Aristteles, diz elle, era muito sabio,muito gra-
ve, muito oceupado para oceupar-se de Iraear os
preceilos d'uma arte que serviste apena* da "estril
divertiinenlo. >, 21
Nao su Scudcry cila a regra an.lnleltca para
defender o Ihealro, masa cominenla da modo que
rompreheude bem a sua imporlancia, quer para a
arle.quer para a moral :
a O loscauot, dizScodery, ca.ligavain seus es-
cravos ao som de gaitas >., para moderar sai colero e
lazar Minenle obrar a jostica. A poesa deve fazer
; j a mesma cusa representando as paixes humanas ;
.vlTcrunrr..
mol intullar a cada momento, c considera-los como
reprobos da sociedade Maldita poltica he sem
duvida esa '. eu a nao quero, u o conde,,,no como
poltica 1,iteri,a!.
Mas quaes sao miuhas relacoes com' o Sr. con.e-
lheiro Sergio'.' Has s.lo sabida, por todos :. n.lo te-
mos intimidade. eslimamo-no reciprocamente, a
mis temos alleiran, desde a poca de eslodaules, e
todava nao nos frequentamos. S. F^xc. deu um
grande baile em palacio e convidou-me. lu a asM
baile com minha familia, e vi que a elle tambem fo-
ram os redaclres do Liberal, o presidente do eonse-
lho da Liberal, e muilos dot que boje m* acen-
san) : nao fui mais a .enhorna parlida de 8. Ele..
e as pouras vezes, que o lenho procurado, he sem-
pre para tratar de assomplos particulares, relativos
a comarca do Bouito, de cujo circulo sou o depota-
do elelto. O Sr. Sergio fez-me 1 honra de nom*ar
membrodn eonselho director da inslruccao publica 1 ,
e eu aceilei, enlen,l que o devia fazer,'porque esse por le *a excellenles, mai Curneliu ai
lugar nada lem com a politca : tambem nomeoo ao \ '"duzo e explicou por urna palavra, quando falla
honrado Sr. Dr. lvo p,ra uma eomnitelo impor- desla elevac.lo que be propria a cada qualidade ha-
o meii crlme .' para que attrihnir miuhas ideas a Prima-
lospiraca.. albeia'.' Assim como cada semblante humano, por feto
lamraosado om alarma no seio dos meus roncos ,,,,,..., ,.,.,. -. .
desafectos o Liberal Genuino, que escreve no t"! | qe ^res" 1'"'-'"'' %,sla- le,n s expre-s.lo que
rio de Pernambuco. e de proposito e me procura
dar como o aulor desse JOA'O IACOLES RO SSEAL.
.Vnn vida e tuas obras,
l\.
t Roasieaa c o Ihealro.
A caria sobre os espectculos.O Ihealro em <.e-
uebra.i queslao do theatro aules de Rousseau.
I,i-r--a enlr* Kousseau e d'Alemberl___Da
purgar das paixes no Ihealro segundo Arist-
teles, e Cornelio.Inlluencia do Ihealro sobre a
coudirao da mulberes.
' Conclu*ao'
IV.
Conidio era seu 1 une:, discurso sobre a arle
dramtica, indagando o que quer dizer Aristteles
quandn|eige que na tragedia tejam bons os coslo.net
do beroe,;cila uma passagen. da potica qoe reza a.-
sim. A poesa he urna imilarao de pessoas melbo-
re> do qoe bao sido, e essun come os pintores fazeni
uiutta- vezes lisongeiros retratos mais bellos que o
original, conservando todava a seinellianc.a attira os
poetas representando des I,rien, coleras ou bonda-
des, deven, tirar uma alia paesia deslas qualidades
de sorle qoe ollereraio un, jello molde de equidade
de dorura ou de firmeza ; e assim he que Homero
fez Aehilles bom. tv.ole-e esla.ultima phrase, con-
tinua Coruelic, para fazer ver que Humero deu aos
(rau'pvrletda colera d'Achilles esta boudade ueces-
sarta aos costuraes que au fac;o cousistir na elevado
docar.cler edeque assim falla Robortel IMLnum-
quodqoe gems per e supremos quosdam babel de-
coris gradut et absolulissimaiu recjpit forman), non
lamen degenerans a sua natura et efligie prstina.
Eslas palavra do velbo rtiiiimcntador italiano cila-
som, qoe eu nao sou o Liberal Genuino ; que nlo
concurro, nem directa, nem iiidiiedamenle para que
seu autor escreva, e que nao approvo a sua lingaa-
gem. lenho bailante coragem para escrever e as-
sgnar o meu nome ; Blo lemo compromellimenlos,
nem responsabllidadc, quando me julgo forte em
minha consciencia. e escudado na razao" c na jus-
lira : nao preciso de anoaymM para combate! meus
iminigos. \ guerra p.iis que se roe laz por esse
lado he lan injusta, e lio miseravel, como injusto c
miseraval aqoelle que m'a urde, e que m'a lem pre-
parado. V
Beprehende-me o Sr. Dr. Olinda por eu haver
publicado 110 Diar
conttitue sua belleza, quemdam detoris gradura
queso ot grande* pintora sabem descobrir esla ex-
prenioo repreeenta-la por modo a fazer un. qoadro
que ao mesmo se as.emelhe e seja bello, embora o
original seja feio, assim tambem os poclat picos
dramticos devem procurar 01 qualidade princi-
pal dos hroes que potm em tcena o que esla quali-
dade tem de grande e de elevado. Vssim he que os
coslumes terAo lomados como quer Aristteles. La-
da qualidade d'.tlma est eutre um vicio c uma vir-
tud!.
Se a inclinis para o lodo do vicio faieis do ho-
mem um demente ou um animal tirulo : se a fazci
deve tamben, modera-las pela arle, islo be, por esla
pesquiza dp ideal de cada qu.di.lade, que he o ver-
dadero principio d'arte. Scadry era ralo poeta,
mas tinlia;goto pela arles, c lio por isso que com-
preheudb, a regra da poelica antiga.
Ha tres modos de liat-.r a. paisdes. Pode-se pro-
curar destru-las, como faz Kousseau, que a- Impe-
l ctvilisarao.e que por islo quer aaaiqnltlar a ci-
vili.acao e as arles da d*HM(ao. Pmle-se procorar
re^ra-las c coule-las pela lei ehrlstaa : m ,1 que
graos infinitos na ippHeoga da lei christaa Nicola
e Bas.uet crein, que o melhor meio de conter as
paixes he fugir do mundo, e mor,nenia inlerdi/er
o theatro.
A escola do Casuistas 1
res do mondo, he porque tiuha no coradlo a ima- 'do sa prende no erro e o mesmo homem ,
gara da iiiullier mais bella, mais pora e mais grano- j tendli qoe o Ihealro r,is,e urna escola de < o-linue-
si .mi vezes do que as que va. Ella sorprendern,- devia pretender que a aclrizes podan, rumiituir M
Ihe esla imagem ideal que cada qual poude lomar I alada urna clase ratranngaaa de repreM-ntar o pu
por seu retrato. Ponce importa pois que Joao-Jac- j dor. Evcenlrico paradoxo! mas que se conforma rom
ques, era suacaria sobre os espectculos.diga i o mao espirito philosopbico do XVIII scalo, o qual
que enlre nna a mulber mais estimada he a que substilue era ludo a ordem artificial .' ordem nato
faz mait sensarao, a de quem mai.se talla, a quem ral eos iytemas humanos a' voulade divina I F.qoe
mais se v 110 mundo. As mulberes bem voem
que o mesmo homeiii. que se quena que no Ihea-
lro o sejn sempre a molher que sabe tuda, que ensi-
ua aos bomens, ., em seo romance laz de Julia a
mos ,10 bu... senso e no bem gotlo, procoremus pu
nficar o Ihealro. -em pretender fazer della nma e
rola de moral, lastimemos at aclrizes a estimen* a-
que se romluzein bem tem as querer fazer herona.
direcu slfprema deSainl-Preux, e esla incoase- ou patronal da honra feniuina.
quencia do pliilusopho Ibes agrada como orna con-
fissito de sua superloridade : nao que ellas sejam su-
periores pelo espirito e pela razao ; ao superiores
porque s.io amadas e esta soperioridade vale para
ellas todas as oulra. Ouem Ihe a concede e nior-
meule quem parece concede-la .eu mao grado, he
de sua igreja, anda quaudo tivesse cem delitos
usurpadores, do mesmo modo que quem quer que
Ih'a recuse, quaudo tenha cem boas qualidades, he
logo excummungado.
Os homeiis que as mulberes mais delcslam nao
sao os que at conibatem, ma- os que. as julgam ;
alo sao ea enao as censoram, mas anda os que as
admirara semas amar. Para ellas, a fe sem amor
he am peccado mortal. Ellas tem razao.
A melhor parle dacarta sobre os espectculos
e a mais lorie seguramente be o qoadro que faz
ilousseau to homem e da mulber do mundo, e as
relieve- que ajunla a' este quadro.
o Os dous sexos, diz elle com muila sagacidade,
e gravidade, devem unir-se .ihiim.i. ve/es e viver
ordinariamente -clarados. Ja o ,;,s os inulbcre- : agora o digo em relaOo aos l,o-
llieus... N.'.o quereudo mai lolTrer separarao por
Lilla de se poderem lomar bomens, as mulberes nos
turnara niulhcres... ClTarderoenll siilin,>-s as
ventad", do se xo que deveriamos praleget e nao
I servir, aprendemos a de.pre.s-lo ohc IccenJo-lhe.
a oimja-lo por aseaos vigilantes cuidad,,-, e cada
mulber de Parla reoue em sen serralho humen
mais mulberes do que ella, que sabem render a sua
belleza todas as especies de homenasens, excepto a
1) Alemberl nao faz unta idea mai pasta ds pa
pe que as uiiilheres devem np.esenlar no mando,
que da condic> de aclrizes. Se as mallieret oao
sao ao mesmo lempo amaveis e v.rtoosat. be porque
nao sao hvres. A escravidao das mulberes he a
causa desu.s fraquezaa a de teps rros; emaac
pai-as. pai-lbes uma educoslo mait aaSna aasao
mas,,,lina.
O snnde defeito desle seculo pliilmopliico he.
nao se lo anda bastante. Elle nao o be para coo
as molbere. ; mat quando a luz ro. mata livre em
espalbar-se, ma,- eslesxa e mai igoal. satas) senti-
remos os seu beurlicoi elleilos ; deixareroos 'te ler
as mulberes sob o jugo'e ua ignuraocta. e mulberes
deixar.io de sedu/ir. de engauar e de govrrnar seos
senhores. >
Ouil be pois esle mundo de que i.,l:., d Atemben,
em que at mulberes seduzem. en-anara aover
nam seus senhores He o mundo lal. casas a re-
nbecemos, eomo Deo. o fez. aqoelle em qne *
mulber cresce sob a proteange de sua mai, entra de-
pois na casa conjugal que enclic ruin legria, e depeit mai de lamilla, leude ,.,i0 Ha
deslio,, do de-eu marido e de seus filhos, acaba n,
das eercada do respailo do reconbeciraenlo de sa
familia ? Oa he o mundo que se faz a de.fai cada
noite no. saln, con. acaso ,),. vi.ilas, enjo lar..,
vaidade, coja necupara,. he a frivolidade. ea
be
a maledicencia, em que a stalaara. ... cuidara em
appareeer, e os bomens em conversar 8* he esse
mundo era qoe as mu Hiere, seduzem, euginaoi
^uvernam seus senhores, ennfesso que 1 io pouco me
Interes.o pelos escravo*
que ensaan., como pelo.
do coraco de que alia he disna... Em vez de ea-
libar, as mulber perilain com-esles uso-. S.lo li- senhores, qoe 3o engaados
soojeiadas sem se. amad, -ervidas sem ser honra- j Na,, sao, verda.leir.menle'lsilande. nem b.men.
das ; cercam-se d* agradaseis, msa nao tem aman-
Brete d'arte, pretende que a poesa, quando repre-
seula as pai lies, deve laze-lis raelhorcs e mais bel-
las do que sao realmente, e be assim que para nos
a arle se allia com a moral.
Donde provem estes dill'erenlcs sentimentos sobre
o modo de Iratar as paives ? ^ao nos engaemos ;
elles nao procedem smente da diversidade das
ideas ; procedem da mesma dillereosa dos dogmas
a das doutrnas religiosas. O deisla que nao er no
peccado origiual e que pretende que o homem he
naturalmente bom, o jansenista que er >o contra-
ro, que a uatureza humana be viciosa, e que o ho-
mem abandonado
varios, suas palpilares, seut transportas, tuas ar-
denle. expresiet. seu silencio mais enrgico, seot
ioexprimiveis olhares, que sua timidez torna tem-
erario! e que demou.Iran os desejos pelo temor, pa-
rece-nie que depoit de una tao |vehemente, te o
amante chega.se a dizer una vez :Eu vos amo,
a amante indignada Ibe dira :Ja rae n.lo amis
1 o nao tornarla a' ver por toda a vida.
Qae severidade contra os coslumes e os hbitos do
lempo mas sobretodo como be opposto o amor
cortezania e he isso o que euronlrava as mulberes.
Se he nesse mundo qu* d'Alemberl quer|tM'.r a rao
ll.er livre, forri he que espere, consinlo-o d* mallo
hora grado ; mas nao a transporte para antea parle,
nao a enlloque ua lamilla. Ah, quem quer qne .1
mulber teja livre, degrada e ultraja ; ah, ia-
cumbO mulber escolhcr seu senhor e bonra-1.
hourando-se a si mesma pela lideltd.de. Libertar
a mulber, he i-ola-la, be fazer della umavelha
jovensera alleicet, cu uma velha cortezas -em
honra.
O homem aio ha leu,, para viver .., e he por
porque quanlo mais aoubava Ilousseau.a cortezania, I islo que Dos deu uiAa companheira, por qt
tanto mais dav ao amor ; quaulo mai de-imia o deixa ludo ; mas a mulher que, nifo exislia
porque no numera lodo se pren-
de, e suas ideas dependen, de suas creuras.
111,"inero. aos olhos de Rousseau, he um ser' na-
turalmente bom, e que teto em si quanto be rni-ler
para ser virtuoso, sem recorrer ao dogma da re-
idolo.
Drat'arle nesla carta sobre os etp Tlicu.'usRous-
seau nao trata sement da queslao do Ihealro ; trata
demprAo uu da gra<;a divina. Donde vera, pois, que ; tambem da coudirao das mulber,.* do giAo que Ibes
o corai;ao do homem d entrada ao vicio I He q'ui I da o mundo, gris que pude agradar vaidade, mas
o hornera vive em sociedade e nao quii icar tolila- que he pequeo e frivolo, e que nao val nem o que
rtoe puro. Porque se deu e.-la volirfio no homem
Queslao que Rousseau evita suscilar-se e elucidar,
porque destruira todo seo svstema. Ratla-lhe ter
encontrado a causa do mal na sociedade. Enlao lu-
do u que se liga a sociedade, ludo quaulo he sua
cor.sequeucia ou deseuvolviraenlo, as nstituecs, a
lilleralura, a-artes, assciencias, o Ihealro, ludo he
nao, ludo prouiovc a corrupelo do homem, e cada
vezquese poder destruir uma deslas consequencias,
quer as arles, quer a lilleralura, quer p Ihealro,
ler-se-ha dado um pasto para a innocencia primiti-
va. Nesla idea, ot pequen estado, -,1o melhore
que os grandes ; a Irib he inelhur que os pequeos
estados, a familia selvagem val mais que a familia
civilisada, e o homem que n,1u reflecte val mait qoe
o bou,, tu que reflecte, o qual esln do lado da civili-
sacio. islo be, do mal.
A doulrina chri.ta er que o homem he disperto
do goveruo a historia do que
se Paveen na reuna,, liberal de 22 do correle, sen. tender para o beln, laiell do homem um hroe pu 1 a" mal Porsua 'latureza, que o peccado original vi-
que pruneiro a cnminissan se enlendesse cora o di- un anjo, Procuremos um exemplo d'esla Iranslor- l0'""' e c"' ,a,"he'" 1U u fecuro para Deose pa
SA V A1!.:" ^"'ro^h^/o^ ,,,t,',0 Pm derei,a em Vi""'e "ue"8 "'' **\? 'i."Me pude pretervar huraem dosel-
he que m'a quiz dar, asradeco-lhe cunselbo! se mals a,,""rilveis recursos da nalureza humana e que fe,,os de sua orrl":il' natural ; mas este recurso
tambem deve ser urna das ai le- da poesa. Temos 11*'" "e0* 'w* nMalloaj BMtel.
ns historia d* Franco o re mais le-,.,, a^radeto-lbe o cunselbo, se
suas palavras ss dovem lomar c ,mo mn eonselho.
Eu rae linha conipromrllido' para com o publico,
pelo Diario de de Janeiro earrente, a promover
uma renniao de liomen. importantes du partido para
fabrica, que sendo toda abarla a cutio, se pode dis-
trabir duas praras qu. cerraran, a um pequen,, rau- "": >"'-'",,m- !'r;>'vi-a es,., reun.au loi pebli-
leiuimu- porque |,a fa.a esleve aberta para receber
meus amin. ,. correligionarios: ora, estando cura
tutpeita da existencia de
cambinho, onde houve
dotu Afncan
O referido he o que realmente se pastoa, c por is-
so me liiino cesta, e juro se preciso fur.
Villa de Serinhaem de janeiro de |S.",T.
Jcio Cavalcanli de .Mello.
Declaro e |urv com verd.iJc, que indu na escolla
que foi na diligencia com o Sr. capilao delegado am
buscad* A frican,,- no engeuho baqoiliha, mise
cercuu casa de inorada de pe-soa alguma, e -,. -un
pro.iiettida a minha honra e dignidade, e leudo re-
solvido a icuni.io dn modo porque resolveu, sari
possivel em agredo? Sera inesmo digno do mim,
e dessa bullanle renniao que S guarda-e mis-
terio 1.0 que se decidi '.' Nao : eu declarei que ia
pobhia, o parecer approvado, eo Sr. Dr. Olinda
assignoa, lirraou pelo seu proprio ponbn e cer, qo,. n.lo leve um voto contra. Onde a uitiiha
de-lealdadc Peta aecusam-me de versalil, atacan)
a minha probi ladi poltica, convoco uma grande
par! do parlido, conslituo-o como um jurv. ,|>e
ce,c-se n es.abeleciuienlo onde eslava a.....age,,,, i &CSZZ TtS^SiSSi
fealdrin, nada mili vi cercr. te, M......menle enorania an lal li/o... Cumpriole.n toda as creac,,*, dramotlCOI he
Ihes li o amor, nem mnrmai.le o que Ibes di a fa-
milia. Anlaj de Rousseau, ja Bossuet havia locdo
nesla questao. Tamben, elle se linha queixado do
tom de galantera do nosso theatro e'do imperio qua
esle uso dava s mollino- no mundo, a Esta Iv-
ranuia que se expe no Ihealro, dizia Bossuat. sob as
mil bellas core, Ibongete a vaidade de um sexo, de-
grada a dignidade do oul.o eserve amboi 110 reiua-
do dos -cutido'. .1
Todas a reflexoes de Rousseau sobre a coudic.lo
das mulberes no inundo acham-se oesta phrase de
Bo.surl ; porem o Ihealro, pelas mximas amorosa,
que preconisa, faz mais do que dar mulberes 110
mundo uma idea perigesa de sen poder : ha mulbe-
res qui Ibe he aiuda mais funesto, 18o as que ap-
parecem em scena, as aclrriet qu* Bossuat la-lima *
mal diz ao me.rao lempo. As aclrizes que para Rous-
seau nao erveni senao de tesleraunhas ,1' rorruprao
que elle evprohra ao Ihealro, s.io para Bo-suel chris-
Ibas, que se perdetn e qoe perdera as oolras. An-
tes d* perder as almas das oulras, ellas lem perdido
a sua, e Bossuel em sua caridade christaa nao lites
,'vpr..bra menos a primeira falla que a "juuda.
sua colera, pirqoe Roo-seau n,lo te irritavj se Ble I gonha. Para ella, nao perlencer a ninguem, uo
porque a mulber, de eA-os que era, se deivara fazer | perlencer a todo o mundo, he um igual desmentid,.
do desliuo qne Dos Ihe mircou. A molhei ,.i
creada para perlencer a n.n seuhor que possue.
VI.
Ouiz oppr uus ao oulros os irgumenlo pro
cot.lra a Ihealro, sen. dissimular lllluha lliclliia,;..,.
para 01 arguineiilos que jusuricam o drama, -enao
lal como he, ao meuui l.l como poderia ser ; assaj
disposlo a parlilhar o seuliiiiento do padre Pone.
qu* o Nicole. *
Entretanto percebo, releudo etle mui Ionio Ira-
balho, que e.queci um argumenlo du principe d
Cunt cunlra o llrealru. Como este llglBIIBll be
u que mais rae abaluu, ., devo p-lu de i'.nl- :
., Pois bem im, di/ o principe de Cantijcon-
fesso que at heronas de Conidio sao luleir.minie
honradas.ja que as'im aprouve ao poda ; ma evm
verdade ha ajanan d'enlre ludos os que sao mais le-
losos defensores de uma tao roa causa, que quiz*-,
que .ua Bllw, ou sua mulher rSem hnrala como
Clumene, e como todas a mai. virtuosas princesa,
do theatro '.'
O principa de Culi tem razao eu amo e adn
ro Chiincne. amo e admiro Paulio*. Porque p..
na,, quereria qua ( limiene fosse nimba I1II1.1. uo
que Paulina fo-se minha mulher Porque aaMa
purque ha um ahvsmn euti* o Ihealr,, a f. n,,l,a.
parquea moral do Ihealro nada lem que leja lu-
ante simple- e -e^'ira pan M escrpulo de um pai
uo de um man I. Lis, nao o occultu, n maior ar-
Oue in.'ii, exclama Bossuel, nao digo rl.iisl.la. uuinenlo conlra o Ihealro, .momento qoe au con
mes.no lempo o mal honrado, Lote XVI ; fundo I,noJo ,le vu"v p,ra eos, be uizir dn mundo, he I mas que lenha um pouco de honra, nlo prefer.ia I clue para |.ro>crev.r e Irania, asa para na nunca
I peoelre
I milla.
de seu cara, ler be certamenle a hondada, para lal- evitar as occasias do pra/cr uu do peccado. Doo- I ver sua lillia no Inmuto ve-la no Ihealro ".' Teolto-
lar como Conidio ; vede como em face do perigo 1"* mai} arrojados ou ...ais indulgentes rrcm que a educado tao ten,ament e com lauta Breeeorae
inevitivcl e-la bondade lorn.i-.e rm admiravel bi-1 P"de ser clirstao 110 mundo, e ah plantar e res- pai a etli opprohrio '.' Teiiho-a caberlo dio e noile,
ciencia em tace do cadabilsu uma sublime dedicarao. pe'lar a lei de Ueos : cree... que as arles podem ser ; para assim dizer, ron. minha- km, com lauto cuido-
t.iue bondadeia dizerque fraqueza no re'. que chriiia.is, que o theatro pode ser rbnstao, e que nao 1 do para entrega-la ao publico ? Quem nlo v e-la
grandea no marlvr Eis como a nalureza humana i ''" incompalibilidade ibsulula enlre a moral ea co | desgranadas rhrislas, se anda o ;io em uma proli.
eiirandecidd 1 lurlilicala pete religiiofaa translurma aaodta. E-la doulrina he generosa O rardo.a, mas alo Uo contraria ans vol da seu bapl,.,.,, quem,
e se Iransliira, aiendo de sua fraqueza uma luira ",l0 'le dissolula,embora o que se pona dizer,purque digo, nao as v como escrava. expo.las, que ja per-
e de seu defeilo unid virlade. O que a nalureza ImpOe ao mundo muilas obriga(;oe- en, compensa- deram o pudor, quando nao fuste semlo pur lauto
liumaua faz na I,i-torta para honra da liuiiianidade -'"' ''a muila liberdnle. Ella nao teme nenhum des- 'dhares que allrahem e por ledos qae lanrain, ellis
pertcnce a poesa faze-lo en. suas creaces larabem '*' de-euvolvimenlos da sociabilidade humana que a quera seu sexo consagrara ., modestia cuja enfer-
atcrrnrisam Rousseau, e que Iviicolc Bossuet acou- ; midade natural requera a scuoro rcliro de uinacasa
selbain que e evito, tom elfeiln, que de freios tem bem rearada 1
ella p.r. reprimir o voo da alma humana para o' Oue admiravel eloqi>encia que caridade masmo "' como es le
para a honra e para cnsino da humanidade.
Assim pu segundo Cometi, o ponto principal
grandaza
ua ululara,, na vida privada e nafa
.V't,M;.ir.-i,Vrnrrfn,.
.'/.rile dr. Oea.-Mmidr..
Pur orrtisia o da miaisa de 17 do
correntc no Poco.
I'ragnirnlo.
a a orar I
am no* larv,
mje
-------..-.- i ,,,,,,,,, .|. .- ---* ........... v i cu, ... ...- .a 'c- i,rama ocas lie a "tande/a e ---- ........ i -----.......... ----,-------. M..^ ..... .... i.,c-i,m.------ -.-..., .i,,, .,,, .,,..- r .,
e espilunc, va' cuidar en, u- q '"''CaS "'lu "' '""slveI *' P- ',"1c" ''!?"' \^H' ,ninl,a l,""ira al1' dignainenle I elevacao-dos: caraclera-. Esta ue .erca-adejugusprohbid,,.^ ^"-^^eju.goserpreciso^^^ a 0a ,|ewi.ao ,,, ,, J^ 'J^ | corros no perigo Una regra severa minuciosa,; Kou-se., qne tetelRgenci. do WB%d.iro p.p.1 fc^.^ T^SST
rnenlo com o tea negocio de .'",.,'Y' | que fra .lomeada' por es-a impnrlante reuniao de que sao grandes puJetn ao mesmo lempo ser i.,,.., ,,"">" direcrao alenla, uma vigilanete escrupulosa, la verdadeira dignidade das mulberes '. Ooandel.....
o teu lie-ario de !
com a pe segal- 1
O rele ido he o qu* se passaa ,1c real, e por isso
rao que faz aos pobres dos vmdelhues, ara "que j'"' r'""vi UMle' C JU"'rei ,e fur l,reci">-
perseguir o aim estar das familias cora a sua libo- I V ,,ta e ^f'"113''"1 -' < Jiuciro.de 1857.-0 ca-
bo que acoiupaiihuu a escolia, Trajine da Silva
de o jo,, n
i dai ftrmilia-
ligcm
Sr. .Marques, \ me. nao sabe, que com a sua ab-
solvicao os teos eomparrjas tiran, animado, c a po-
lica *in accao : e, provavel.ne.it! tem de ao
lar o numero das oaas re labolsgem,
';ua Irao di lica. redo/idas a' in-eria '
Maldii.au do Deas caa sobre i cabera desle bo-
ineii., que faz san me,o de vida com as descaras de
militas familias
Oueiram, Srs. redala
t*u con.Unle l.-il >r
16 I" i:ie,n de ,sy
acuna. Se-
puhlicir e"la r.lia- d
Pereira.
Reliro-me era ludo aos ceriiiica
nnliaem J de Janeiro de IK57.
Selezmo Marquesda Chlga.
ii mesmo. Serinhaem i de Janeiro de lx.">T.
.lo,1o Iraiiciscn Ramos.
O inesmo. Serinhaem Si de jaueiro de 1857.
Lu/ Man,,,. Cabial.
II nie.m,, Serinhiem 1; d Janeiro de IK',7.
i llama' los ,1* lquino
itti.-i Sr. ,nlon;, loaqu.m de Mallo.
quefra Humeada por es-a importante reunan d qoe sao grandes puJetn ao mesmo lempo ser borne
''ulrZ'J^l'n i honrados, porque he aqui que cabe a profunda e
Becori i ao Diario de Pernambuco, e nao io Dia- ,, ... L>. ,, ., ,
ro dogoverno, folb. que aqu uio existo, porque ; |US' b"1u'''' Uo1,oMel ,ol"e u ,rfe,al 1 re
uma coufisso muilas vezel renovada,que digo I taonsaejni ataca a salanlerja do Ihealro, alara-a em I Vnim le 1 teso, como eo, s, is|,la
eu '.' Nesla doutriua o homem pude ir por loda par- I nome do amor ; moslra.is-mulhere quanto perdem, *"*!,','e s la malfasejas Inimteas,
isa l'olhi, he
uma empreza particular, que tem per
ju5, nmoi^u ,.ti ikuiiiiuc sowie o in*iai que re- ----------- ....... > i '-' |'<- ------- -- .......-- ..-..-.*.. ,,u.....u ,:i ir,, i
JJ -ble no fundo de cada qualidade humana e que iu- '* l,ornua a lei o segu por lo 'a parle, quaulo mai- "'i bem como en. mal, 'era ser nameradas em ve'-, Etesales (NeorosoM lii
de:l.O(Nla-sin,iiiies, a en jote fazer' bem pabica I eambe a poesa p-lo em relevo e honre-te- Re-
!.......a Ju*l'l'cao : recorr ao Hioro da Pernam- sumo mesmo o pinnmrnte de Hoburlel u'e.ir avio-
oiiro, porque, sendo eu iiiembro do narli lo liberal a
e ten.!, coino tal sentimen.o, de ni." e s'n, o!", "" 7 T' ^ ^"",e *** *"" lu lo
qae ainguem me pede seriamente eonimlar, lem ai- !'" atrmge ao grande.Sim o Chilles he
do a folha, que. ha muilos anuo., recebe a minha de-1 "'"lento, irrebitede, orgolho, cruel era sua gloria ;
leza. quandoa lenln,le r.izer, agredido pelo/.,6e- ma- ha em -ua al,,,., um fundo de geuero-idade
ZLrzzLSr.'Z'fg* ioT, i^'do ^"n 7^ -.....>< -^ *-
correnle? O publico qne respond. Hedor, Ao chilles chura e perdoa. Sim, Cesar he
Reconhece o Sr. Dr. Olinda l'.iropelln no diere- ambicioso e altivo, oersegui e vencen Pampee com
loro, lodo o direilo pan deliberar o/.rr r,. mgofiat' alegra ; mas chora -obre o cadver de Pompeo a-
,lo parlidn, en Ibe conleslo direilo li cerlo ,wnaao
j.nnlo. Tod.v o partido liberal alo he meathrn da [ ____
sociedade i iberal Pernambacao.i.
pode, mais deve.
. ^ bem da verdad, e os*., tenha bond.de d. .1^.35= ^SS,V^^^J&\\^2%$**". iWta "
mondv,
...evare. fervoro-a a loas prree.
de ser amas, ou en. ser dolos de salan em vez de i Aos pes de leu Senhor Omnipotente r
A regra ehritlai assim entendida, leu. o privilegio mate de familia. BonoeO naodefende o an:or contra (jaem le vi-se, diga, assim ate bella.
de e estendei com o curaro humane, e scgui-loem corlezauia, porque conlra o amor e a lurtezauia s,. i Anjo poro do ce.,,., lieos reglada,
todo os leo*matrimonias, por mais que caminhe a b. a dillerenra da pallio ; ma- defend a familia e ''":-' |,plf" teartoi de-la vida :
..,.., S Impo endurec I.,. ail,-u une (.,..
civilis-c.lo, levan te rumsigo a CorscM e o espirito a contir,ao ao mesino lempo lema e glande que ella I urv.uia a eervi arrepeii.do
d homem a relIglAo o seaue sempre, e o circulo d as mulberes. De ler blaspnemode o Sel Sanri me
de nos.os, deveres se aogmenla i proporrAo que se No bi.po romo no phitosopno, lia o mesmo de Nigeodo-lhe laatao eiea a extatenei
este,,,le o circulo ne nossos tenltmeiilo e de nosas \ dem ou a u.e.ina cmlea coulia a vida artificial das
idea.. mulberes no muudoL conlra os prazeres da vaidade
Esla doulrina me ,.:,.,!.,. anda uma ver, e nao substituidos aos prazejre e .levere do lar dome.lirn.
a jitlgo nem d..olla, nem nnpraticavel. lodavia rnnlra o ahalimenlo 'foshomen sjo e.ses os seu dous perigo. Ou ludo permits | ----------
seculo
2 Apnlnsia do theatro pnfacio, 1639
MUTTOSDIJ
,^^l>o1siiit, edict'io i efre i>ii;. lomo XI, pa-
|gjaaal5l.
I "el,/ e balearte, e perdoade
Se de ten. ,,-i. lautas, atedoaa
I ma suppl.ca se elevaste em seu favor.
) oumal'.
1 Bosene,Btevicla M)br o mTsiiros,
sim 7
/
f*

' "




i
1
iJlMtlOliK PERNAMBUCO, Ql ARTA FEIRA 28 D JANKIKO DE18
l'ara conhecimento do* Illms. Sr. socios do Gabl-
aete Purlin-ue/. de Leilura se faz publico os ullicios
abaixo transcriptos:
lllius. Sr*.(Juando me acliava en gozando da
eilreina veutura de eilar ao lado de minda dina es-
posa D. lberea Adcl.ii.lc, e entre us meus brat^is
reeebendo com iueiplicavel prater a< riionlns inei-
guices.de meus inulto amados ilhiuho, lu seui que
peusasse, de un mntenlo para oulro, croelmenle
privado de lo charos objeclos, que mais amo ueste
lllllll lo.
lie assiui que delles separado, vi-rae laucado u'um
horroroso abysrou de desra{as, pelos meus raoco-
rosos e malvolos sobros, que resentidos ein seus
desmesurados orgulhos, por eu Ihes baver raptado a
lilha, jol^aram eoi seus planos, 'dever fazer as pazes
/flictas, sob a premeditada intenso de pdierein
vingar-se maia larde, e ja' quando a ningneui po-
desse peisuadirrse, que lao someule delles provi-
nlia tuna lito triste e funesta separado !
Depuis que atroimenle separaraiu-nos.liieram 'ur'
gir cunta mnii, urna injuriosa aeran de divorcio;
nas acliaudo-me inteiramenle seguro ern iniuln cons-
ciencia mu tranquillo me animava ua defaza de
nieus lillias, e na de mittha honra, tilo vil e oegra-
meiile ultrajada por luunigos treinieiros, arrostaudo
sempre a' todos os perigon a que a rada passose me
antolhavatn, com as mais medoulias cures.
I> -l'.irte. grabas a ininha vetdadeira innocencia
pude triunipliar sobre os meus detractores, deslazen-
>Jo urna por una, todas essas torpisimascalumnias e
lalsidades amontoadas nese mousliuuso processn,
que contra miiu arremessaram em noiue- de miuha
iunoceole a iucxpeila mulher.
Kasa gravissima queslao, lem sido, como VV. SS.
mIi.'im, perfeilamenle discutida, como lambetn della
se tem oceupado lodos os jornae desta provincia.
l)a maneira porque se lem ella desenvolvido, lia fura
de tuda a duvida, que loda a' parte itl da sucieda-
de espera ver o seu desenlace, tanto mais quando se
(rala de um de seus irais sagrados la<;os, que injusta
e sacrilegamente procuram ile*peda.c,ar com mu c\-
uismo espariloso!
Sendo essa queslao ja' iniporlaulissiina por sua ua-
lureza, foi levada ao dominio publico, e por Imo veu-
do-nie na necessidade de dar o mais intriro o-i-la
recimeuto, ti/, imprimir urna porrao de eiemplares,
para seren distribuidos eulre oa illustres cheles de
familia, na > s para que de sua eipo>ic,ao couheram
CONSULADO USUAL.
Ken,'.inienlo do da 1 a (i
Mein do da 27.......
01:399*2-29
1:8889589
1Ub:2S7s.S|-'
UIVKH.SAS PROVINCIAS.
Rendiuieulo do dia 1 a lti. 5:8689915
dem do di> 27........ 780989a
6:6499807
DESPACHOS DB EVI>URTACAO PKI.A MESA
lili CO.NSI I.AliO UESI'A CIDAHK NO lllA
27 PKtJANElllO DE 1857.
Lisboal'alhabote porluguez uKival, diversos car-
reaa.lorcs, 200 saceos assucar brnco e maseava-
do, 158 cascos me[.
Porto Barca porlugueza "Sania Cruz, diversos
csrregadores, I pipas mel, 2:10 saceos assucar
branco e roascavado.
HavreBarca fruteen ..Superbo, N. O. Bieber &
Compauliia. 1.200 saceos asucar masravado.
ValparaizoKrigue hamborguez New Edn, N. O.
Ilieber Coinpauhia, 700 saceos assucar mas-
cavado.
PorloBarca porlugueza' uar(e IV, Bailar A.
Oliveira, ion saceos assurar branco.
Buenos-AyresBrigoe portogoes -1 .onuinc-i Hal-
lar A; Oliveira, H pipas agurdente.
tioJbemburgItriuue sueco Alpliildu, N. t). Bieber
A; Companhia, 770 saceos assucar bronco.
xDorlacao .
Porto, brigue porlugaez Amalia 1, de 3651o-
nelalas, conduzo o seguiule :*!,:*'*0 saceos e i
barricas cun 9,433 arrobas e 17 libras de asmear
brauco, e 2,525 ditu d dito moscavado, 57 pipas,
20 meias ditos c 350 barris mel, I i pipas e 9 garra-
IVies aguardme, :IU:I cruiros salgados.
liilni, brigue belga nllorlence, de 254 tonela-
das, couduzio o segu nte : parte da carga com
que enlruu.
Rio de Janeiro, patacho brasileiro llouilira, de
129 toneladas, couduzio o| seguiute : I caia fa-
elidas, 1 dila holoe-, I fardinho tapetes, t calan
espilladores. 7 > mullios iiallii de carnauba, 1,1191
saceos com li.S'il arrobas de assucar, 1,370 meios de
sola, 20 pipas espirito, 1511 calas, velas de carnauba,
a qua ponto de maldada chogam os humen, se'nilu '' lalas duce ae calda, I misil I cama de jacaran.l
como lambem delle colliera' a mocidade inexi.erien- I WKCEBKUORIA 1>E RENDAS INTERNAS liK-
! deixar arraslar pur essas .. RAES E PERNAMBUCO.
16:7819112
I-0I5986U
te, exeirplos para nunca ae oeixar arraslar p_.
loucaa paltes, que quasi sempre (razein deploraveis
r.ousequenciaa.
Entre lano como un grande numero de pessoas
deseiam ler e ajuizar de lodos esses Iristes negocios,
e nao exisfeon tantos exemplares, que possam sals-
fazer a todos, procuro merecer a benevolencia de
VV. SS., para dignarem-se receber estes cinco
templares, que aimnu me a olTerecer a muilo il-
loslre a-.-ociac.io do (iabinele Porlugue/., a cujo apre-
ciameulo me submello.
Se pois eu livet a follona de saber qua foram ac-
ceitos e levados a seu archivo, sera para miru um
djuIimi de meu graule agradecii&euto, porque desla
orle poderei routcnlar osdesejoade mullos socios de
Ido respeitavel gshinele.
Dos guarde a V V. SS. por rooitos aunos. Jleci-
fe 22 de Janeiro de 1857.Illms. Srs. directore
mais niemtiros do (iabinele Porluguez de l.eituia.
l*e V V SS. ltenlo venerador e criado..4/j'oftioJ
Carlns Pereira de Burgos 'orne de son.
lllm. Sr.A direcrao do (iabinele Porlouuez de
l.eitura me eucarrtgou da scieutificar a V S., que
hoiitem leve a salisfac.io de receber seu rcspeilosoof-
licio datado uo rae-mo dia, c acompanhaudo cinco
templaros que tralam do que lem necorrido a res-
pailo da quesillo do divorcio enlr V. S. e soa digna
consorte, pedindoque sejam levados ao archivo des-
ta gal lince.
_ A inesma direcrao acceilou com especial agrado
lao iinporlanle ollera, e congralula-se com V. S.
por Ihe dar occasiAo de augmentar seu archivo com
urna obra de -omina ulilidade.
Aproveilo a occssiau para apresenlar a Y. s. em
nonie da mesina direcrao os protestos de verdudeiri
esinna o considerarao.
eos goardea V.'s. Secretaria do (iabinele Por-
togirez de l.eitura 23 de Janeiro de 1857.Mol. Sr.
Antonio Carlos Pereira de Burgos Plice de l.eon
Joo Jote de /.hiia, segando secretario.
<$9mm*t&t>
Rendiincnio do dia I a'-(i
dem do di 27. .
I7:7li;'.t72
GONSUUA.IIO PROVINCIAL.
Heudlroeulo dndia 1 a 21;..... 66:9TJ9757
ldam do da 27....... 2:7039864
69:6779721
PAUTA
do* precns forren!* do assucar. algodo, e mai-
gneros e producres nw.ionue* utte.se detpa-
ham na mesa do consulado de Penambueo,
na semana de 20 a :!l de ianeir* de 1857.
. 13)500
...... 29900
Rio lirondo do norteLaucha brasileira (Feliz das
Ondas, de 29 toneladas, meslre Bernardo ,1o-.-
da Costa, eqaiplgera carga assucar ; a JoBo da
Cuaba MngaihAes. Perlence ao Rio (jrande. Pai-
sageiro, Marcoliuo Pereira Cshr.il de Helio.
Liverpool13 das, galiola Inill nnlo/a ajacoba,
de Lili loneltdWi capillo A. I. ltorst. eqoipagem
8, Carga carvan e mais gneros ; a S. uellor
Companhia. Passageiro, Erancois Len Arnau.l.
Aricliali das, bnuue ingle/. uVenos, de ls:l
toneladas, capjlao Philip liruciiy, MOipageni lll.
carga 2,338 barricas com b.icalban a James Cra-
blree i\- Companbia. Perlence a Jersey. Coodu
I:) naulragos da barca americana uBronsa... pro-
cedente de Bangui pata Boston. Seguio para a
Babia.
Terra Nova:I7 dia-, patacho inclez Nora Creino,
de I2S toneladas, cunti M. CaMidj, eqnipagem
9, carga 1,9119 barriras com bacalhau ; a Saundera
llrolhers cV Companhia. Pettenre a Liverpool.
lili i de S. Miguel21 das, brigue porluguez Oli-
veira, de 169 toneladas, capitn Antonio Joa-
qiiim da Silva, equipagem 25, carga lages e mais
geoeroa : a Joao lavares Cordeiro. Pcrleuce a
lllii.lv S. Xliguel. Passagiros, Jos Rebello de
Oliveira, Manuel Bolelho, Jos de Araujo. Anto-
nio Joso de Viveiros, Jo- Pereira, Jaciollio Jos
de mjm, Manoel de Oliveira, Manoel de Mallos,
Antonio Vieira, Maaoel Lata, Mana Ricarda,
Francisca Joaquina, orna (illia e um liiho, Andre
de Medeiros, Francisco Jacintho Craveiro, La\
Augusto Cesar. Agoslinho de Oliveira. Joao Eer-
reira, Joan Cordeiro, Bernardo Jos de Medeiros,
Joao do CoutoSoares, Antonio Jos Searea da Sil-
veira, Manuel lavare- Correia, Luciano Marlim
de (iouveia, Francisco Pacheco Custodio, Antonio
Martins, Manuel Correia, Francisco Ferren i. -lo.io
da Cmara, Manoel lavares Correia, Jos Fort-
nalo Oueto, Jacinlha Ermelinila, Jus de Olivei-
ra Travasao,Jos Mario de Barros, Joa Joaqoim,
Manoel Pacheco, Matlieus Pereira o sua mulher,
Francisco Augusto do Amaral, Francisco Cabral
de Vasconcellos e um lilho, Mauoel da Costa Ite-
Bo, Manoel Carreiro; Jacintho da Costa Reg,
Manoel deAlmeida Bastos, sua molher e tres
lilhos.
Terra Nova 10 dias, escuna ingleza Scnut,"de
128 tonelada*, capitau Robert Gerrel, equipagem
8, carga 2.000 barricas de bacalhao ; a Jotinslon
Paler C. Perlence a Londres.
Navios sabidos no mesmo dia.
Bueiios-AyresCalera americana Tarqun, com
a inesma carga que trouxe. Snspendeu do lamei-
rao.
Bahal.ng'e belgo Orlia*, capil.i. dankema
Michcl, carga parle da que Irouxe.
CanalKiigue iuglez William Mary, capililo W.
Reed. carga assucar.
Porlollrigje porlugor/ 'Amalia lo, capit.io Joao
Antonio da Silva Milla., carga assucar o mais
genero-. Passageira, Mara de Oliveira.
/-.
caracu.

rom atxucar masjeavado, apprehendidot
por falsiicacao, o quaes te adiara dcuo-
sitadoi ni., aruiazeiD do Sr.
Vd li.ii lio/.a, n i i na de
Segu uestes ilias i> palhabote cSobralcn-
se; recebe carga c passagiros; irata-se
comCaetaoo Cynaco da c. M, na ruada, li;1',^'.'l,'"'a-','"'"'",|llc> '
Caduia do Kecife ii. 2.
Antonio Al- t
\|iullo n. ""ill :
11 horas da
!>SM--

Companbia trausatlantica
de vapores sardus.
>; ilimias PRECIOSAS.
- i
* Alereros de brilhanles, J.
^ rjiamanles e nerolis, pol- >
na-, allinetes, brincos t
\\":
;. j
0 vapor CONDE CAV'OUK delinhade .....ova
e-pera-se aqu por estes dias em viaaein exlr.ior.li-
| naria, con as escalas de Lisboa, Madura, teguindo
daqui para a Baha e Kio de Janeiro, depoisda de-
mora neressaria para receber as malas do correio, e
os passagiros que tivr ; e na sua \olla taz ases-
calas de S. Vicente, Mairelra, Lioboa Genova, para
cujo* porlus recabe carga r |iaseagriro> : Irala-se no
esoriploiio da ra do Torres n. 14, dos agentes Le-
mos Jnior ,\ Leal Heis.
(toi.paiiiii;-
munliaa, no iclertdounnazcm.
Ilonrique Brunn vVC, arao leilo,
,por intervencao do agonlc ... esplendido ^ttiraento de faldasII SrffeVen'e.IXTd.'
de seda, Ifia, linbjo ede algodao, asmis \% diversas podras de valor, w
proprias do mercado: (juinta-feirn 2'.i ;
do coiicnU-, a's 10 horas da manluia, no I Cdmprase, ven.lem
seu armaxem, ru, da Crra*. || SSSLtKTpJS: J
4 las, e nutras quaesquer *
* joiasde valor, a dinheiro *
? mi por obras. *
gs*i.i* **i '-??.*
MOREIRA k iOARTE.
LU4 u giKivy
Ra do Cabuga' n. 7.
tejUet
I
o no i, i'u\r\. *
?>i9or 2DitetSo0.
flecetrfui por to-
* dos os vapores ta Bu-
mi t
ropa asobraH lo mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
^ A.lerecns r oin| lelos de ,
y our... mcio-dilo-. (ialcei- *
? ras. alliu.-i.--. luco- e *
. lo/etas. Cl.t'.t Ual.i A
0, lilis, me.lalli.i-.-orientes ?
e enfriles pira lel.iuin
oiilrii-iniiiiosol.jai'tosde J
-." ouro. ?
\|.i'.ireib.i. oosanteles, -
_ de prata, para cha, han- S
.leas, sal i. rali<;ar-. -
. "Ilieresde-i.|'aederb...
* e muilo antros nl.jeclo- .
.:. -le prata. '
de Lisboa, asquaes se vendein par
pre^o cammodo cmo costumam.
CONSLTORI0 HMEOPATHICO
ia,;-----------
Real
quet.es
s>
lll!
Z S ;i
vapor.
Assucar brauco.
mascavado.
" relin.iili. .
Algodao em pluma
de I.-
2.
3."
sor le
i) em carneo.........
Aguas ardeulesalcool, ou espirito
d'aguardente. ._ .
" de cachaca .......
u de calina.......
o distila.la e do reino. .
caada
CAMBIOS.
Sobie Londres, 2S.I. (Od. v.
Paria, 8M a 341 rs. por fr.
Lisboa, 95 por % de premio,
o Rio de Janeiro, 2 por 0|(> de descont.
Acoses do Banco, 10 a S.i de premio.
companhia de lleberibe .*4U00.
a n companhia l'erDambucaiia ao par.
Ulilidade Publica, .'JO porcento.U premio.
Indcni.i-ailora. 52 ideo. ,
^ u da .:-im.in ,1 fcrr Jfl or Um de prenii- (
Disconlo de Icllras, de H a lll.
Dito do bancoS a 10.
Ouro.Oneas liespanholas. 289a 28)500
Moedas de (elijo reinal .... 1fi 69*00 novas .... K'cOOO
43000....... yjouo
Prata.l'alacoes hrasileiros...... 2tKKI
Pesos columDarins. ... -JatMO
mciicaiios...... 1 gribO
Caixa Filial dt Banco do
Brasil
EM 20 DE JANEIUODE SJ7.
deuebra...........
.............
Licor ..............
Ain/ pilado...........
" em casca.........
Azeile de-mamona ......
' i. meu.lobiiii e de coco.
o a de pcixc......
Aves araras.......
" papagaio-.......
Periquitos.............
Buladlas............
Iliscoilos............
Cacau.............
Cachimbos......., .
I-al hi.lll ..........
em ti ao reslolho ,
* com casca.........
.< muido..........I
I".al lie secca..........
Cera de carnauba em y^o. .
em velas.........
Charutos bous .........
" ordinarios......
regala o primor .
Cocos secos...........
Couros de h.. salgados-.....
a vardes..........
secos ou espitados. .
n de onea ........
I i> cabra corltdoa .
' i carneiro.......
Doce de calila.........
" a guiaba........
. caada
. botija
. caada
. garrafa
. arroba
. alqoeire
. caada
un.i
um
milheiru
. arroba
59120
T-tMXI
liSiOO
200
157 VI
CH-'O
9520
3640
1600
5800
9210
JjNOO
9240
3400
19920
9700
I32S0
1,-MiO
lOsOOO
39000
I-II1HI
-HiiO
(l-IHI
59500
I9OOO
.J80
:1960o
I9500
109000
59500
Ionio;
QttUtxatotS,
Uorreio s*eral.
Relaco ilas carta seguras, viuda do
norte pulo vapor Imperador, para os senlio-
res abaixo declarados :
Andr liaslos de Oliveira.
Amorioi Innaos.
I'iaii'.iitn do AlbuquRrque Mello.
Joaquim I.111/ da Silva.
Joio Jos Ferreira do Aguiar.
Jos Calandrini da A/.evedo.
Manoel Joso de Souza.
\s malas nue tem de conduzir o vapor
[imperador para os portos ilo sal, principiam-
se a lechar hojo 38! as 2 l|S horas da tarde,
e depois dessa hora a t .as 3, recebem-se cor-
respondencias ^coin o porte duplo : os se-
guros sero le tos ate 1 hora lia larde.
COMPANHIA IMiKMMSAORA.
1
Aleo lira .lesle mez espera-se da Kuropa unidos
vapores da Real Companhia, o qual depois da de-
mura do coslume'seguira para o sol : para passa-
giros etc., trala-se rom os agentes A.lamson llowie
cV C., ra do Trapiche .Novo n. 12.
Para Lisboa pretende seguir com bre-
yidade o biate porluguez denominado Rival,
por ler parle do seu carregametlto prompto:
quem no mesmo qutzer ctrregar podera
contratar com os coosignatrios Amorim lr-
tuaos, ra d.i Cruz 11. 3.
ara 'o Rio de
.neiro
PA-RA 1857.
Vcliam-se a vonda as bem conhecidas
follunli.is, iiii|ii\ssas tiesta l\
das sc'j'iiinU'S qualiuaucs :
t'OI.IllMIA RELIGIOSA, coutendo alm
.los mtv.es, a bibliotheca do christao
brasileiro, tuie se compde de ora-
Qoes quotidianas, metbodo de assisr a 1 ^r&~s> mea i "nv ]^*kTK ""**V/ .-"sv -.
missa c conso; cnticos, psalbctos, OhAk seacham sempre os mais acreditados medicamentos, lamo cm tinlur com.
hvmiios, ..linio .1.- Nossa Senhora da em lbulos, e preparados com o maor rscmpnlo e^ por procos bastante ronunod-i-
(.'-,. 1 I lir.l.Oo r I \Uo.
.onceiruoe intuas otitras oracoes de
grande mrito", pret'O...... ~)*20
DITA SIMPLES, eontendoalcm dos me-
ses, a lei los circuios c varias tabel-
las de impostes geraes, provinciaes e
municipaes, preco.
240
DITA DE' PORTA,' a qual alem dos me-
zes tem explicaces das indulgencias e
excommunhoes, ele., pre<*o. I'i"
DITA DE ALMANAK, a qual alem dos
mezes, contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commeicial. c industrial da
provincia, por ... .....500
lo.las oslas folliiulias sao impressas em
liiitn papel e excellente typo, < \endem-
se em poreo ea i-ctalho: na livraria da
praca da Independencia ns. li e S.
O alfares Jos de Oliveira Calhelroi .le Albu-
KCOS
Itolica de 12 tubosgiiindes. .
Utla de 2* o .
Hita de 36 .
Dita de 48 .
Dita de 60 .
Tubos avulsos a......
frascos de tintura de meia onr;a.
10/000
tcooo
Jll-Oini
S5>000
3il**00O
19000
2CO0O
Manual de medicina liomeo.-athica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ....
Medicina domestica do Dr. Ilcnry.....
iralaineitlo do cholera morbos ." .-.
Repertorio do Iir. Mello Moiaes.....

-/iHH.
tum
Para mesas e
pianos.
Oleados pintados de superior qualidade,
.le lindos evariados padres.muilo proprios
- O allei e-, Jo-e .le < )li\ e ir.i La heirc.s de Albu-1,.-,._ ,.,.i.,.; _...... __i '
J ., ,, l,al" "'"'i mesas, commodas e pianos, son-
querque Bello, relnan.lo-se para a provincia da I do ja mc)or |a/e||da qe len vnJo aQ
i,o\ar, a se unir ao seu batalhau.e u.Vi po-lendo. pela, mercado, e por presos muilo comino.los :
brevidadedesua viei-*m,despedir-so de lodos aqoel-1 na amiga laja e fabrica de chapeos de os-
les que o honravain com-uas aroisades.Uies pe.le .les-1 quim do Oliveira Maia, na praca da ladepen-
segue uestes dias o patacho llenriquc, capi-cull'J e olhrorc s,'u 'limiiioto presUmoniqoelli pro- N
ISo Joaquim Antonio Goncalves Santos ; re- vlncia. Deixando o eorpo do 10.'de iofantaria Ja-'
cebe carga, passagiros e escravoa a riele : mais poderla olvidar agradecer ao seu mni iIroj
a Ira lar eoin Caetano Cyriaco da C. M, na commsndante o Itom acolhimento e conlianca, qne
ra da l'adcia do liecile n. 2, ou com 0 ca- nelle depositou durante o lempo, que sob se .-om-
inando servio. A proveibt a oecasiSe
lenlearo seu eiemo remulieciinciilo.
Quartb.as causas criases o que se ion
vencionar.
Quinto.Com a procuraco sera icmrtli
da carta de ordens para pessoa desla COft
que satisfaca as despezas.
Sexto.Todos os mezes receben i parte
nina nota succinta do estado da .ansa i
quando se pretender mudar de pronssradni
basta que o cornmuniqne poresenpto, aee
inmediatamente se subslabeleeeri proru
raco na pessoa designada, daiido-se-lbe os
esclarec melos necessaros.
Podera ser procurado lodos os das cm sua
i morada, ra da Misericordia n. s ale as I
cenlo
cenlo
A direceQo da companhia faz scieute aos
Srs. accionistas, que sendo approvad pela j noel Francisco da Silva Carneo,
asseml.la gerat|de 21 do correnle o divi-ido Collertio n. I">, terceiro anda
dendo de 30 por cenlo sobre o'capilai reali- ,..,;i," hn
sudo, sera salisfeilo no escriptorio da com-
panhia, das 10 as 3 horas da larde. Recite
27 de Janeiro de 1857. Os directores da
companhia, Joao Ignacio de Mcleirosflego.
-Joao da Silva llegadas.J .1. Tasso J-
nior.
a direceSo do extincto banco de l'er-
nainlnico fazscente aos -Srs accionistas que
acha-se autorisado o thesoureiro da caixa
filial eflectuar o pagamento do dividendo
2goou Paito pelo banco do Brasil, do semestre Qndo
l-Tooeni 3"denoveinbro ultimo, que corresponde
>la (> :!.>-: o j. rs por cada accSo realisada da-
I m
ii ni
Dirrclores da semana, os scuhurrs
Goucalves de Silva e Dr. Auguslu I- retruco de Oli-
veira.
Tasa de juros para Miras, ale (i mezes de prazo
10 por cenlo.
A.LFAJ1DBGA.
Heiidiinenlodo dia I a 96 .
Idam do dia -27 ..... .
393:3081109
JlfilKl-NII'J
tl6:30-i--978
d'uhra
Descarregant hoje 2S de /anetro.
Iln-.it nuli /llellebacalluo.
Ilarca nule/illindoogisos de louca.
liarca trncelaMariapipas de vinho.
Hriime fraucezAlmamercaduras.
Hriffue sueco \elivoman leu a e ferro.
Ilarca portoguezalloni Successodiversos see-
ros.
Tulaca hcspanhclaViolantebarris de vinho.
Ilrisue porlui 'liale americiinoKate llelleu diverso, senerus.
I'alacho brasileiro llenriquco reslo.
IM'ORTACAO.
llrigue escuna nacional Laura. vindo du Ma-
ranliao consignado a .lose llaplisti da I misera, nn-
nifestou o -caunl i- '.
1173 saceos com tUIKi arrobas c 3 libras de arroz
pilado, !I'.H) meios de sola, ji saceos leijilo, :IC pa-
ueiros tapioca, l.'i caxas cun ClO libras de cha, 1
cania usada, i frasqueras de metal principe em i
caixa, I anllele com 2bacauiarles ; a or.lem.
3 lalas cha, l embrolho com duas redes ; a Gui-
maraes < Valenlc.
I calilo Lieos de algodao c rendas a Anlouio
l.uiz Pereira de .Mello.
I sacco arroz, H voluntes objeclos uzados : ao Dr.
Jos Sergio Ferreira.
Ilvale nacional otlba'aco.. vindo de Aracalv,
consianadn a '... C. da Cosa Moreira, manifesloii o
seguinle .
lll couros salgados, 7lc> meios do sulla, 71 mo-
Ihos de couriuhos de cabra, l.*>7 saceos cera de car-
nauba ; a urdem.
WO cuuros salgados, UO meios de sola, 19 mullios
pelles de cabra ; a i'rugel o. Irnio.
lliate nacional "Sobraieuse, viudo do Acaracn,
eoiisiiiiiado a Caetano C. da Cosa Morara, main-
festou o seguinle :
1.000 meios .le sola; a Joao Juse de Carvalho
Maraes,
'Jllil ditos de dila, 2 barricas -ebo ; a Ju>e lloclri-
^ues ferreira.
2t0 meius de sola ; a Manoel ('encalves da
iilva.
199 dilos de dita ; a Fraadsco liLurcio de Souza
"eves
I aislo o\ a -, l.'l meios de sulla ; a Juaquim V'i-
eia de Marros,
7,090 meios de sola, 129 conrot*salgados, -27 ma-
nos de cinco miudos, 2 barrihnhos toucinho, 7 sac-
eos rera de rarnanba. 2:1 ditos uoiiima, :lli dilos fei-
j.iu, 71 dilos inilho,' til caixoles velas de ca.nauba,
harneas sebo, 201 arrobas e 1 garajao.- cune' e
Talo ele ; a onlcro.
Brigu brasileiro Ilom Jess, viudo do Kio
| -i ,in h- do Sal, consignado a Antonio Pedro da- .'Se-
les, man.! i".i-,c o -canille :
3.01 i arrobas de charque ; a orden).
KM ditas de sebo em rama; aoidem.
."JKi lingos seccas; oidem.
IS ..aros seceos ; a ordem.
Vapor nacional Imperador, viudo dos porlos
do norte, consignado a agencia, maiiilcsl.iu o se-
guinle :
I caiiule ienara-M ; a Scralim i'eiseira llr.lus
I caixa dito : a Jos da I., de Azesedo.
I'atacho nacional iltenriqae,* viudo da Ido de
Jaiisro, consignado a Manoel da Si|\a santos nia-
n le-el o -luiiinlc :
I eaisSo rob ; a V. J. de ISril.
too .barricas 'amiba de trigo, 2 .lilas dila de |
maiiilinra. 20 pecas cabos, 30 barris e ."ai meios i
manteiga, 37 votume
alq.
a
cunto
jalea .......
E-panadures mandes.
i. pequeos
i Esleirs .le prepri. .
.Manoel' Eslpa .....:iooal|. .
eslraiigeira, inao
tariulia de aramia........
i. iiiillin.........
luandioe.i........
Feijao...............
tumo cm lulo lio.ii .......
ordinario..........
em folba I..............
.' .' ordinario.......
' reslolho........
(jengibre.............
("omuia..............
Ipeeacuaiiha............
I.uiiha de achas grandes......
i, o pequeas.....
e .. loros.......
Pranchoes de ainarello de -2 contado
.. 1, loill'O.........
Coslailu de amarellode35a40p. de
c. o 8 Jj a 3 de I.....
m de dito usuaes.......
CosUdielM de dilo........
Sualbo ile dilu...........
Forro de dilo...........
Costado de loun..........
Cosladiuho de dilo........
Sualho de dilo...........
Forro de ditu...........
o a cedre...........
loros de lalajuha.........
Varas de pereira.........
agutinadas........
>> quiris..........
Em ulnas rodas de sicupira para c. par
.< a eivos o i. u u u
Mel...........
Millio.......
Peora de amolar .
> > DUrar .
a ii rebulos ,
Piassava em molbos.
Punas de bol ...
Sabao ...."...
Salsa parrilba ....
Sebo cm rama .
Sola ou vaqueta .
tapioca......
Cubas de h<>i ...
Vinagre ......
Mo
51210
139000
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29000
19000
nina 5200
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,. 29400
Alqueire 29300
alqueiie C.;0OO
-'-;""' quelic banco cstlrrcto. nectfe j.. ,i^- j,,.,.,,.
*;.','!'.! Uc t*>''- Joo Ignacio de Melenos Reg,
..... secretario
quintal
dosis
caada
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una
um
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12-OHO
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->300
:io--":hi
MAKAM1AO 17 DEJA.VEIKO.
Melaes e fundos pblicos.
Oneas hespauhulas............. 2',1-jllOO
> mexicanas............. 289300
Peras de 69100.............. 169000
Moedas de IjOOU............. 99300
Soberanos................. 8-hiiio
Pesos brasilcirus.............. !-:to
bespanhues............. 1.-*II20
meiicaiios.............. 19800
Apolices do banco 2:109000 H 2IO9U00
Ocscunlos na caixa lilial !l
CAMBIOS.
Londres -27 I 2 d
Lisboa JOO '
i'uhttrador MoManheiut.i
->; v.i,"-:'? v P>1 .
pilo.
Para o Kio de Jaiseiro tlie com
muita bievidade a nova barca .Recife ,
de primeira inarcha, pregada eencavilha-
dade cobre, a qual tem a maior parte
deseo car rejja ment prompto: para o
restanteepassagiros, para os (tunes lem
excellentes commodos, trata-secom Ma-
na 111a
lar 011 com
O eanilao a bordo. .
Para a Baha.
O veletro c hem conhecido palliahnle na-
cional ..Dous Amigos, segu pata a Babia
com muita brevidade, tem prctnptos deus
tercos de sen cairegametito, para o reslo
Irata-se c^nn o seu consignatario Antonio
l.uiz Oliveira Azevcdo ra da Cruz n. 1.
a barea porlugueza Santa Cruzsaherm-
prolerivelmente para o Porta no da i de l'e-
vereiro ; anda recebe algutns carga a /rete
a passagiros, paiv o que tr.ila-se com os
para Me pa-
Lotera da pro-
-- Precisa-se de um rapaz porlu-u.-z que as da ma"lir,a. *> Ja tarde em dtanle.
nha H a 16 anuos de idade, leudo pralica l,as oras da "* ;'t" *S 3 da tarde
s taberna, ciando fiador a sua conducta n,a r"a l,,r,rlla n- '* escrplorn. d advocara
vincia
Corre
corrate.
slibado o o
I*. ., Layiue.
a tratar na ra larga do Rosario n .12. ''" *-xm- Sr- senador Jjiiio Antonio de Mi-
l'recisa-se de um bom fbrneiro, que rai'(la' ,. .
enlenda do massas : na podara da ra do ,:"" s'8nwrl0 do prsenle imprcsbo
Mondego n. 05. sendo liiho do none, libado ao norte |or
- Joao Antonio de Amaral declara que "asc"1'ei11''. lamilla e inloresses, jamis se.
nada deve a esla prac,a. c nem tem liador al- l,oul)1,ra dc prestar os seus servioafl a todos
guoi, e por sso se alguem se julgar seu ere- "s. *?.*.C0.'l,,,,ar,"!" 1."."enham preten. oi-
dor queira apparecer no prazo
nara ser pago, em casa de sua
ra de S los .'1 <>0.
Joao Jacintho do Sampaio, in"o poden- _V
do ir pessoalineuie despedir-se de lodos os|p
de 3 dias l)ende,ltc3 da capital do imperio.
residenc a I |!recisa-si; ,le "' pequeo para taba
.na, para estar na companhia de oulro, au
saba vender, ou dos ltimos cliegado- no
."-.'avios enlradns no dia 27.
I'araliiba2i horas, luale lira-ileiro ..Flor do Bra-
sil, de 2M loneladas, meslre Joao Francisco Mar- ,
lins, equiparen i, carga loros de manaue : a Jus-
lii.u da Silvs Boavisla. I'erlence a l'ern*mhuco.
Passageiro, Maneol Isidro do Ksscirnnlo Araujo.
Ararat> !i .lias hialr brasileiro uExalaeS". de'
:17 toneladas, ine-lre Antonio Manuel Alfonso, j
eqaiptgem i, etrg sola e mais {teneros; a Gae-
lao Cyriaco da Costa Uoreira. Ferleoee a Per-
ii.ioil.il'->>. Passagiros, Josu Carlos de Medeiros, I
Joaquim Jo-e Pereira. Aureliano Arselino da Sil- ,
va, Alvaro Jos Teixeira, Manoel Ignacio da Sil-
va, Maiiurl Kodrigoes da Silva.
COMSELIt ADMINISTRATIVO.
0 conseibo administrativo eui virttide. de
autorsai;.io do Es ai. Sr. presidente da pro-
vincia, lem de comprar os obicctOS seguin-
les :
ara a obra do Forte do Buraco.
Oleo l galocs e 9. libras, tinta branca :t0 li-
bras, /.areno 12 libras, secante ( libras, agua-
raz 3 libras, lila azul 2 libras, broxas ME3,
pinceis 2, rxo trra iu libras, er 1( libras,
Hospital reg mental.
Areia .10 canoas, lijlos de alvenaria 2 mi-
Iheiros. cal branca 12 ulqueires, areia de un-
gir 1 canoa.
Quartel de cavallaria.
Oleo 16 libras, tinta branca latas de 60 li-
bras % almagre libras, broxas grandes 2.
Fortaleza do Brum.
Oleo i galoes. tinta preta 8 libras, secan-
te 2 libras, ocre 16 libras, zarco* 6 libras,
tinta verde libras, broxas o pinceis i. Unta
azul 1 libra, tinta brancas libras.
Quem 0a.qo.izer verdor aprsenle as suas
propostas na secreleria do conselho as 10
horas do da 28 do correnle mez.
Sala das sessoes do cons-lho administra-
tivo para lornecimento do arsenal de guerra
21 de Janeiro de 187liento Jos Lanienha
Lins, coronel presidente. Bernardo Pereira
do Carmo Junio/, vogal e secretario.
Companhia
pernambucaoa de nave-
iico costeira a vapor.
O conselho de direcgSo, em observancia
do art. 20 dos estatuios, convida os senbo-
res accionistas para a assemblea geral na :
sala da Associagao Cominercial, as 10 horas i
da iiianhua de 31 do correnle.
O secretario
Antonio Marques de Amorim.!
-De urdem do Exm. Sr. bario de Camara^ibe.direc-
torda I aruldado de Uireilo desla ciladejaen publico
que liea marcado o priuo >le seis meses, coulados do
da de hoje, para n concurso au lugar vago de lente
substituto da musma, o .pial, vislo como'se linda du-
ranle as lerias se csieii.ler-, alu o terceiro oia til
de levereiro, as duas horas da larde.
i'elo que lodos os pielcn.!enlesa>i ilo losar se pe-
derau apresenlar desdeja na secretaria desla Faenl-
da.le para ioscreverem seus nones no livro ..ni e-
tenle ; oque Ibes he penuilti.lu ta/er por proca-
radnr, se esiiverein a mais de vinle liguas deslaci-
dadu, ou n(o o poderem execular pessoalinenle por
justo inipediiueulo. Sao obligados, poreui. a apre-
senlar documentos que mostrem sua qualidade ds
eida.l.lu brasileiro, e de que estilo no oto de seus
direilos civis e polticos, cerlulao de b'aplisiiio.lolba
corrida do lagar de seus domicilios, e .liploma de
doulor por urna das l-acul lades dfi Dircto do impe-
rio, ou publica terina desla, Ju-lilican.lo a iiupussi-
bilidadu da apikscntarao do original, e na mesilla
occasiilo po.lerao entregar qusesqoer .lo.-oiiienlos
pie lul-arem convenientes ou romo titulas d>! habi-
lilaeau, o.i coojo prova de sarviei- prestados ao esta-
do, a hiimani.lade, ou a scien.a, .los quaes se Hite
dar' lecibo : ludo de c.nlorinidade com o ailibos
:il e 37do decreto n. 1387 de 28de abril de 18*
lll asegg. do de uumero 1.168 de 21 da leveiciro
du IS-"i."i. t
I" para que cliegue ao conhecimento de todos.
mande 10 mesmo Bxin, Sr. allxar op>i--pule que s;ra
publicado pelas I dlias desla ida.le e da corlee re-
pelido por oilo das a hadare o ptsxo.
Secretaria'da Faeuldade Direilu do Itecif?, a., .|
julhu de I83<9.|
(i seerelario,
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunda Muanla.
eonst
i-
&ndar.
Para Lisboa pretende sabir com a maior
brevidade a barca porlugueza Gratido :
quem na mesina quizer carregar ou ir de
passagem, trate com os consignatarios Tho-
inaz de Aquino Fonseca Ftllio, ua la do
Vigario n. l primeiro andar, ou com o ca-
pilao na piara.
-- Para o Rio de Janeiro sabe o brigue na-
cional Adolpba, capitSo Manoel Pereira de
Sa ; para o reslo Ja pouca carga que Ihe Tai-
ta, passagiros e escravos a fele, irata-se
com Eduardo Ferreira Bailar.
Qear e M ra-
il ha o.
O patacho Sania Cruz transl'erio a sabida
para o dia II do mez correnle ; ainda rece-
be carga : a tratar com Caetano Cyriaco da
C. M., na rna da Cadea do Recite n. 2
Paia Macei sabe com brevidade a bar-
cada Conceicio Petrosa : quem nella quizer
carregar ou ir de pass igem entonda-se com
o meslre na rampa i all'andcga, aunde se
acha tundeada.
Precisa-se de marinbeiros nacionaes
para a barca nacional Clemeiilina : quem se
se julgar habilitado duija-so a bordo da
inesma barca, a ta lar com o capitfio.
eo da Santa Cru/. n. 2.
seus amigos, de quem lem recebido algunsj VI l V \ V |t IIF' l'llil I I I, i\
favores, pela sua viagem rpida para a la- V,-.1,, ,'b .'l, r 1 "
[hia, Ibesofferece todo o seu prestimo ua-' ', dl,a dt.^NP1 Ltslioao almana'
jquellacidade. ^Portugal: vendu-sc n liviana ns 6
iS'OM)
M
isignalarios Ihomaz .le Aquino Fonseca i .,
'...,.., .... rua do Vi;; ni.) n. 1!l, primeiro ',;ni'
providenciar para (|
uo continenla tundearas canoas car-
regadas tfm perto de trra, quedestruem,
com ns pancada* (le dao. ns obras de ca'es
me seesto fazendo na rizinlianca do re-
dennsito, isto ao mesmo lempo ium
tai
das
Espera-se dosul e seaue para Eorop no principio
de fevereiro o vapor hamburgnei rHELTONIA :
qualquer iiiroruiae.-|o rom os agentes N. (I. Ilieber,
\ C., rua da Cruz u. 'i.
mno das propiin* raimas, que acon-
tece licarcm dias e noites liatcinJo solire
pedras.
t) prejudiuado.
panno o foi montado em um cavallo novo le
cor rodado, tem porcostume quando foge
comprar alguma fazenda e miudezas e andar
mascateando, intitulando-se de forro : to-;.i-
^T^lX^tuT^l^il Com/Huiia de s sarsrsLfi (5{rtojs2ffS S, lra a m^t^^^i que serOo gene osainente recompensados CTOIDOS, CSlltH'Iccida Hit
RIO Dfc. JANEIRO.
CPITAL-2.000000.000
Vgeneia Ijlial em Pernambuco, roa l>>
Crespo n. 15.
Avjsa-seaos devedoresde imposlosdc
decimasdas diOerentes frecoezias desta ci-
,-.i^.
O agente Pestaa tara' leiio por
conta de quem pertencer de 25 cautas cora
queijos famengos de evcellente quali-
dade, desembarcados ltimamente, e 100
eaivas de batatas portuguesuii novas ((uo ha uo mercado : quarta-teira
2S du con ente polas 11 lioras da mauhaa
na porta da allandega.
O agente Pestaa l'ar leilao de grande
poreo .le obras de marcineria novas c usa-
das, censislindo em cadairas, mesas redon-
das, ditas elsticas para janlar, gusrda-rou-
pas, solas, marque/as, consolos,cimas lian-
eczas, candeeiros para cima de mesa, 18 ca-
xas com vinagre l'romlioya, 1:1 ditas com li-
cor fraucez, e muit is outros objeclos de
e ouro e piala, relogios do ouro patente inglez,
ese acbatn patentes aocsame dos compra-
dores sesla-teira 30 do correnle s tt horas
da umuli la. em seu armazei rua da (.adeia
do Recife n. 55.
O agente Borja Tara leiio em seu ar-
mazeni na rua do Collegio u. 13, de um mag-
nifico sorlimelo de obras de marcineria de
todas as qualidades, diversos pianos, obras
No da sexta-feira 22 de Janeiro cor-; dade, e por cenlo do aun le 1855 a 1856,
rente, do hairro do llecile, rua du I.mgoeta que as rel.(;oos de seos dehilos ja foram re-
n. l, pelas a horas do .lia, lugio do abis. i uiellidas para jnizxj, alimde cotilla alies se
asignado um escravo de nacao Angola, de procedet eseculivainente; eoue antes do ser |
nome Antonio, bem pelo de cor, baixo, requerido o pagamento judicial, se Ihes
grosso do corpo, bastante barrigudo, pernas
grossas, varolho, falla bom desembaraza lo,
c esla um tanto amartillo, Icvou comsigo ca-
misa e calQa branca e suja. O mesmo abaixo
assignado protesta contra qu'alquer pessoa
que o deliver om seu dominio. Roga por
tanto as autoridades competente! o com es-
pecialidadeaos senhores capitSes de campo,
o ippreendam e levem a supradita rua da
Lingoela n. li, a entregar ao mesmo baiso
assignado, que indemulsarioapprebenaor.-
Manoel Espjnola de Meudonga Jnior.
Da-se dinheiro a juros sobre penboros
de ouro 011 prata, e compra-se urna escrava
sendo de meia idade : 110 aterre da boa-
Vista n. 8(, l'oja de barbeiro.
1. A. Tozer deisou do ser caisciro de
Augusto C. de Abren.
.Ningiipin podera comprar a Manoel Flo-
rentino Xavier de Miranda a escrava de 110:110
Silvana, 'le idade 32 anuos, com os seguinles
signaes: alia, desdentada nfrente, com bas-
tantes pannos 00 rosto, pois a dita escrava
perlence aos herdeiros de Francisco Joao do
Pilar, e se alguem j a comprou, annimcie
No dia 29 de Janeiro correnle pelas 7 cure na rua da Cru n. 31, arma
horas da notte levautar-se-ha a bandeira do I
glorioso Sanio Amaro : roga-se aos devotos O |c| | .- ^ ,. I
do milagroso Sanio tomparceam em sua ^ UDsllllllCcIO < I O
igreja a una hora para abrilhaolsr com suas |
presencas este aclo
so llies as-
menei.',ri''SV.l'|3() d'*S Pa.A'P8re,n J8 "-uros s*o r.alisadns no ccnnlorio >la c,.,
1111.1 ciona,l.is lel.ilos, sem dependencia de panhia ..u im-.-m,.. lora, sob pcopoetM dos praorMa
ntniuma despeza judicial; c os que assimIriotdoseeeraTOs, todus os da. olis, naarttopt
quizaron] pagar podeni procurar as guias em C"os de rallecimenlos ,-. as prepeeUa, padSai ser re
casa do procurador liscal na rua Npvova n. ""tt'dei a companhia USee oe 0m, li aj oaaa ha
H, seguodo andar, em todos os das uUis, w*.d,J?*-,
das dez horas da manilla as .' da tarde. Jz%!f?. "nrr-aspo.ler.i,. ser procurada, na
escripiorio .la companhia.
:."::.':.";:'-:";r'"-->-''- -'''- -"-"-'..''.:.:"..>. D'r-se-ha cousullas cralis aos escravos sesnro da.
.. ..y ..' W -- -.- -:- W < pin 10 horas ca mai.h.-a.no r-.n, i..,, d. cuinp.
+} ti t. I'odro Antonio Losar, ,';- -..i........ ......... ...4..,.,',. ... (. u .?.
t| medico pela Faeuldade de Medi- i^^ft^n'TjilMA^V
# cia da Baha,* tendo citado a es-1 ?l tOAMLfORIO IIOMIKOI'V y.
: ta cidade, participa aos seus ami- -.;:- ;' TIIU'O ''
A gol cao publieu tiesta capital, que @ q f)o |)|{. GASANOV V.
@ esta prompto para e\ei;cer as Q & 28 1 ua das Cru/.es *2S.
Precisa-se de um lorneiro na padaria
da rua da ehzala Velha n. 08, na inesma pa-
daria lambem SU precisa de una ama para
cozuihar.
Jv.
l'recisa-se de um ollicial eu de uma-
prendiz para toja de barbeiro: na rua da.
Cadeia do P.cctfe n. 10, na inesma loja se a- Ijcr
lugam bichas a 210 rs., e vendem-se pelo ,
barato preco de 15- rs. o cenlo, de muilo M 4.
''"Narnl'''. ?.PS".- 1"l'"'*lC ,UfA0 ,1'' ">* & l*Wi -lo
... Va ru" ao Qucimado, loja de miudezas Recife, sobrado n. 49, precisa de bousoUi-
11. --., deseja-se (aliar com o Sr. Jos Joa- ciaes para.Calcas de casemira, o paga I-no
qinm de Souza Pinto, que I01 cmprega.lo na por cada peca,
cmara municipal de Uaeoi. ja ,?3|)tl,ta Carneiro da Cu.
Precisa -se de urna
arcano a lOlussa
pelo barato jr. <;o ."/iOO
por una Uta de 10 libras:
Dii arCaaZtlll til' il ;> Re*. P" c"'" ,'0UC dcsri'''. s*m mercurio, as al
iiu/>.(|| ,11 i, K, o,l,. |0Cs-,-M.s da ,,L.||ei imr.ingeus, as cons"! :i.
O., rua da Clin
mu i..\FFEt.n;i o.
O nico autorisado por ieiia e consellm rral
decreto iin]ierial.
Os mdicos dos bospitaes recommciidaui o
arrobe de LalTectenr, como sendo o imito
aulorisado pelo goveino o pela real innJMli
de de medicina. Eslc mclicamculo de un
gosto agradavel c fcil a tomar em socrelo,
esla em uso ua inaiiuli.i real desde mais de
(id ai.nos ; cura radicalmente em pon. o lem-
cas das sarnas, ulceras e os acitdenles do,
partos, da ida.le .Tilica e da acrimonia ln
redilaria dos homores; convera aos ealai
rbos, a besiga, as i^mlraccOes a a Iraqu-/
dos orgaos, procedida do abuso das iiijn
qoos ou de sondas. Como anli-s\ iilnliti.i".
o arrobe cura em ponen lempo os Hit vos n
le comprar
ln nicas valias, (.00 cano, a-
bo, 10 .lilas cha', 30 rollos lomo, lio saccas e i:l l'araina >\ hora-'hiale braleiro iCamOSM, de
Karral,-es rafe ; a or.lem. ;, ,IleU|.ls
lliate americano ..hale llellen, vuulo.le Ilusin,; eqolpaaem 1
runsisuarto a lleurx 1 orsle. C, manilesluii clsc B,djeb. perience a Parablbl
Rumie : > pHr
-iO.I barrica familia de lru", :10 dila- carne, 200 |,rj|
dilas peixe, 100 barris pre^u-, -*iO dilos alratra,'
CiO ditos cal, .*>2 eaixiutia- cha*, ti canas reoslos,
6 Jilan perteuc.es para logao, I ma livros, I embro-
lho lunilla- | ..na velas, 6 bairieas graxa para cl-
>;a.lo. 120 balde-, lo lornoi .le linea, >l a.a.los. I
machina pan! corlar capim, i ilila- |iaia fa/.er galo,
12 ruda-para cano, I caifteta cun peileuces para
CONSELHO AD.MIM.SI It VIIVO.
0 conselho administrativo tem d
o seguinle :
Para n arsenal de guerra.
Kerragens de latan para cinturOes 2,3:.l,
dilas de dito para moxilas pelo novo modelo
2,354.
Quem quizer vender aprsenle as suas pro-
postas em carias lechadas ua secretaria do
conselho as 10 li
meslre lleriiarilino Jos Bandeira, prximo viodouro.
carga loros de maana ; a Frao- Sala das s.-ssoes ,1o conselho administra-
tivo para fornecimenlo do arsenal di
le
deouio e prala, relogios patele inglez, su- I o exercicio de sua profissSo na
sso, ele, vultos litios e lonca para servQO do liosari
oceastao da mu.i,)i)c,i dahi para a rua Uirei- Ijuslic.a, thesouro nacional, secretarias
la ; ha desconancas que fossem os niesmos i oslado e mais repartidles publicas,
pelos que carragaram os trastes, a por lago I lAcumbe-se de tirar com a uiainr brevida-
roga-se a todos os senhores relojoeiros ou de possivel diplomas, palenles, licencas para
pessoa a quem lor offerecido appreheude-lo casamentos, lauto do bispado do Rio de ja-
e leva-lo a rua do Passeio Publico n. 9, ou neiro, como de qualquer oulro, cujo impe-
annunciar, queserUo recomnensados. dimeulo exija breve do internuncio a
< Dr. Estevao ("avalcanti do Albuquer- ; lico, tilulos e coadecoracies e out
que, humado em me licitra pela faeuldade merca imperial, nao s para dentro da
neiro. pode ser procurado para romo para as provincias do imperio
treital lucumbc-e de receber no thesouro, di-
dro n. hS, onde acaba de ebegar nina gran
de poi\';*io de garrafas grande a pequea1-
viudas di ectamenle de Pars, de casa .lo.lili.
Boyveau-LafTecleur 12,rua on-helieu Pan-.
Os formulario-, dfio-se gratis em casado -
gente Silva, na praca de D. Pedro B. --
Porto, Joaquim Araujo ; Baha. I una ros de 1"aos Pernambuco, Soum ; Rio de Je moro.
, lincha c lilhos ; r.Moreira, loja de droga
lc' Villa Nova, JoSo Pereira Me Magatea l.iiir,
Kio i.raudo, Francisco de Paula ljulxv '.
e porlo. ,lerme,h,.s-ll ,l,as e (i horas, vapor o, a, J i, v-- P gUU,r''
Huiro Imperador*, cuminai.daiiie o. leen- "L J' "e" ?e '">"-Antonio Gomes Leal,
Josu l.o|.,.|io de Noroniia lorrea... coronel presidente interino.Bernardo Pe-
reira do (armo Jnior, vogal e secretario.
ai mesillas, aos cuiisi-jnataiius.
2 caitas sapatns ; a II. .1. Atlai|uinu.
10 dilas araxa para calcad ; a F. p. Tunni.
i'.ili.-l.ii americano,'. Favurila, .. v.n>lo oe New
VoiK, consienndo a -;aoiiilers Krolher 4 C, min-
Hll'l O ''CU Hilo '
100'aecos pime.nta ds india aos con>icnalario>:.
>iiaii|a e porlos intermedio*) 11 dias e meio, vapor
brasileiro l^uiiassii,'. co.DiiidiiJanle Anlouio
*la Silveira Mariel Jnior.
I.omii,;; ,|M.. ijr,:,,,,, |U|M Porlii,u ile 227
toneladas, capitSo James Barren, nqnipagam 10,
car^a pelreehM para a c-lr...la de fero; a Itolbu
leiloular. Perlence a Don lee.
de mesa, candeeiros ingle/es. lanternas, can-
delabros, quinquilhanas francezas moder-
nissimas,-frascos de vidro de bocea larga,
urna pon-jo de cha hyssotl lino, caf o arroz
em suecas, vanos barris de ptima manteiga
ingleza e rraneesa, queijos hainburguezes,
massas linas .le difl'eientes qualidades, con-
servas en Irascos, sardnltas de Nantes, e
irasdotdia ido fevereiro de oulros muilos gneros que se entregarao
pelo maior prego otferecido ; assim como
tamben alguna escravos de ambos os sexos,
mocos, com habilidades e sem ellas, pro-1 deposito,,
prios |iara lodo o servigo, um ptimo cavallo]
de estt ibari i >lo bonita ligui a, coih todos os I
ni. 10, segundo andar, das 8 horas I vidas de ejercicios findos, rtc, ede'cobrar 2'or'lUliarUS lilti*->illia-.
S= Ini^ardeoSo^ SIrSSitlcuXs- as cus civei, e JSJSS S "S S ."", 1= S '"
no s Ut era que moro,, o S, Dr. V.ceute ye'. assejura que u servieo sera dese^en?/.-6 %^SS&X: StSU"
reir uo neg do de um modo conveniente e satisfactorio
Pela SUbdelegacia de S. .lose do Itecifeias parles, tanto na corle, como lora della.
foi recomido a deposito um cavallo com; Bncarrega-sc de causas crimes desde o seu
cangalh.i, que na tioile de 2 do correnle Ln eomeco ale e jjlgamenlo Dorante o
rua sem dono : a pessoa a leudo para isso procuraeo da parle.
promovendo a u aromtico para dore de cabera, bnha mu
to lina em ricos vaso-, extractos o>' mmta:
Jl"'j
Parahiba2 h.iras, luale brasileiro aonceicao Flor
das Virlnde*, .le 2h tooetidaa, meslre Alosan-
racatv.
drinn da Cosa e Silva, eqn.paijem'^'car'f'a liiVs Segtl COm brevidade o luale BXaUcSO ;
de maii-.ie : i Paoln ie> Baplisia. Perierace a so recebt passagiros Irala-se com Caela-
Pernambneo. Pas>=aReiro.. o menor Joao Pereira I DO CyriaCu da C, M,. na rua da CadeiO do
de Silva, Ignacio Gome frailaba Recife n. ?.
encontrado na
quem elle pertenece procire-o na inesma traa de appella;ne:
subdelegacia que Ihe ser entregue pelos prompto andamento.
caes. Alem di-s'o ha mais dous ocn i Garante em ludo a maior actividade de sua
ftecife 27 de Janeiro le I8S7. parle, xelo, prohidade e m co rasoavel,
Manoel Ferreira Accioli. Primeiro.as causas em que lor procu-
e> Subdelegado snnplonte. radoro seu honorario sera a metade do.me
sudares, que se achara em frer.U do arma- Preeisa-sc ile urna ama que enlemla de ; ttver o advogado. '
zeni supradiio, para ser examinado pelos coznba, para urna casa de pouca ramilla: Segundo NasnppellacOcs o honorario se-
m?ri",>*c", ""'"" e5tcel,ente"o dea- na rua de Apollo n. I!', terceiro andar. ra de l0/rs., inclusivo a pagado advo"a,lo
mareilo, oc carreira, nova, a qual se achara Precisa-sede um criado para o servieo e procurador al. a den-ao de revista .,'.
uo aes do (.ollegio, logo pela mauhaa : de mu homem
qumU-feira 39 do crreme asn horas da | Rosario h. S
maullo
qualidades, inglezas e li lOCezas, seado dos
melborcs autores que ha c:n Pars cj.nu-
dres, a saber : agua de Colonia minio boa,
sabao para barba de creme de aun ii.ii'.-.
agua de lavande minio superior, rMMarra
para o servido le procurador al.- a decisao de revista ; ueste
golleiro ; na rua estrella do I honorario n3o to incluem as despezas com
i. 30, segundo andar, das 10 horas I sello, revalidac^o de sello, preparas eet-
!
O agente Borja tara'
(Irlo do lllm. Se. Dr. juiz municipal da l,aul0 P"ra senhora1-- como pai.i meninas, medida que se lizerein.
segunda vara,-t lequerimeto de Fran-l~f"o.J^mPLd.ao.' e."Pfa '
cisco -Esteva Paei Barreto, de 57 saceos
qualidades, cxlrartos prop OS para bolee da
e.-iud.ntc, essencias de varias qualidades,
opiato o tu. linir que ha para I impar d
pos-pata 11 til pal OS deuteS, c ouli.i- mulla
con si.* que nao daisaro de paragaf ;>.- m
nlioies compradores, c que ludo se-rende
por i recinho muilo barato.
Para quem t stiver ilf.io.
Vende-se na rua do Qucunadn, na bem i
da uianbaa ale as i da larde. | lraC(;ao de senicnca. p liouorai io da appel- nhecida ioia de miudezas da boa lama n. XS,
U'ilao, poror-l Ha rua Velha n 11 rszem-se Chapeos, I lacaoera pago adiantado, e as despezas a vollas preas linas e ordinarias, ricos alline-
tes, ricas pulo-iras, e ricas roda-, ludo ...
ILEGIVEL
que em outra q
trabalha para q
implidao, p mais baraU) de j Terceiro. Cada nquincao de testemunha melhor gosto que se pude encontrar e po.
qualquer parlo ; lambem se na corlo W rs.. e fora o que =e conven- pr?o que nao deisara de atredar aos se-
italquer ioa iranceza. l'-ionar nhores compradores.





DIARIO DE PKRNAMBUCO, ol AIIIA FEIRA 28 DE JANEIRO DE 1S.Y.

SALSA l'AilILHA
DE
Bristols.
Na rua da Mangucira n. K precisa-se
de urna lioa ama o engommadeira, o tambem
de una lavadeira,
Os Srs. Cypriano Loiz da Paz na rua
i du Collegio, no aterro da Boa-Vista Joao
Josc Per reir da Luz, na padaria doSr. Hei-
I riz, dirSo quem da quaotias deiiio/, 500/,
' 600, 800j, 1:0009e 1:200/. te mais coin hy-
polbca em casas terreas nesla ridade
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-j Ag? II ca e DSSa IIO!"tt'
Dio Pedro da S. Neves, na rua da Cadeia ^ '
lolli ornua.
ton
do Recire.
VIRTUDES DA SALSA PAK1UI.11A DE
BMSTOL.
A salsa parrilha original e gcnuina de
Bristol possue todas as virtudes para curar
todas as enfermidades que provm de um
estado de impureza de sangue c das .ecrc-
c,0es mrbidas do ligado c estomago, e em
todos os casos que necessitam remedios pa-
ra purilicar e robustecer o syslcma. Em lo-
dos os casos de escrophulas, erysipelis, ti-
nha, crupQes cutneas, manchas, bilis, n-
flainmarSo edebilidade nos olhos, inchacao
das glndulas, dores lombarcs, aflccccs
rbeuinaticas, dores nos ossos e as juntas,
hydropisia, dispepsia astria, diarrhea,
tosse, resfriados, inllammacSo dos pulmoes,
phtisica quando provm da obstrucQao dos
bronchios em pessoas escrophulosas, influ-
enza, iudigestao, ictericia, debilidade geral
do jateo nervoso, febres agudas, calores,
enfermidades das mulheres, enfermidades
biliosas, e em todas as afleccOes provenien-
tes do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parrilha se emprega com ellicacia em
todos ossobrednos casos, e he reconhecida
como a melhor medicina que existe.
PRECAICaO.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
lha dcverSo ter o cuidado de observarem
que a salsa parrilha de Bristol est em gar-
rafas de grande tamanbo, com as palavras
salsa parrilha gcnuina de Bristol, Nova
York, gravadas no' mesmo vidro.
Sobre a rolha da garrafa se vera o nome
de Bristol. Urna direcc3o acompanhar cada
garrafa.
CASO DE DEBILIDADE COM ICTERICIA.
New-York 30 de maio de 1843. Urna se-
nhora soffiia de espasmos nervosos, experi-
mentava uma continua aniquilado de for-
cas ao ponto de cahir por vezes em syncope.
I.mpregou multiplicados remedios sem tirar
vantagem. Declarou-se urna ictericia com
mu emagrecimeuto progressivo. Esgotaios
os varios recursos da irte fbi a temuo em
progado o incomparavel remedio da salsa
parrilha de Bri.ilol e o rpido estabelecimen-
t da energia vital logo reappareceu com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DAVIS.
JJIsabel Davis foi accommeltida pelo espa-
do de quatro anuos de ulceras cscrupholosas,
tendo seis chagas abertas na parte superior
do brayo direilo, as quaes deilavam grande
supurar.'io e causavam a quasi immobilidade
das partes. Chegada em Santa Catliarina
em novembro de 1847 a doente consultou
varios mdicos, os quaes deram o conselho
de amputar o braqo*, como o nico recurso
le salvar a vida. Foi entSo acnoselhado o
uso da salsa parrilha do Bristol enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
perimentou tiio vanlajoso proveilo.que con-
tinuando tempo segundo o uso do remedio,
chegararo as lridas ao melhor estado de ci-
eatrisaco. O caso he referido pelos huma-
dos professores Goodmaun e Samuey llaver.
f CONSULTItiU CENTRAL 110- $g
S MEOPATHICO-
$ Hua de Santo Amaro (Mundo-No- fi
$$ vo) n. 6. @
ft O lr. Sabino Olegario l.ndgero l'inho, fify
J3? de volia de ua viagein o Riu de Janeiro, 2
w couliiiua a dar consultas lodos o* da* uteis, *0?
v'J da' H hoias da mauliaa, l '2 da larde. i-jj
.:" Os pobraasilo medicados gratuitamente. ^
SEGURO CONTRA FOGO.
Companliia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em margo da 1824.
Capital cinco milhes Je libras esterlinas.
Suinilur.s Brotlmrs & C, lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
a quem mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para efTectuar segu-
ros sobre edificios do lijlo e paira, cobertos de
lelha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em faz-andas de qualquer qualidade.
Aluga-ae a auliiia casa de vender plvora, na
i'idede de Ulmda. com iiom silio, baixa par.: capnn,
e boa casa de viveuda ao pe : quem pretender dita
caa dirija--> a rua do Vicario n. 31.
m
m
fte Paulo liaisnoox, de volti de sna viagem fi
"r a Europa, esta inorando na rua Nova n. J:I
W 41, primeiro audar, oude pude|ser procura- X??
i!& do a qualqaer hora. /
&&*&# @ oBKmms
Precia-s de un ama que leiiha bastante lei-
(e, aiuda rnesmo sendo tscravi : no pateo de S. re-
dro d. 2.
Escolas
DENTISTA FKVMEZ.
i)
Uo dia 7 de Janeiro ein diaule ei-lau abertas as (
encolas desla capital, pelo encllenle inelliodo Cas*
illio ; pelo qual a voz publica se ha pronunciado
pelo orsAo da imprensa pcruambucaiia, mererendo
particular alleiieao a escola de meninas, erecta na
raa do Vicario, casa do filiado Silva Companhia, nao
so porque uessa escola se eusinam lodos o primoro-
so bordados, e mais lavores que so possam desajar,
Rua daPraia u. *3 primeiro andar.
Claudino do liego Lima, despachante pela
repartidlo da polica, lira passaporles para
denfro e fura do imperio, e folln corrida
com presteza, e rommoiio prego.
A rifado sitio na Pasnagem da Magda-
lena de A. J. de M., corre com a piinieira
lotera da corte do Rio de Janeiro, no pr-
ximo fevorero, se se extralnrem sullicientes
bilhetes ;na conleitaria defronle do thealro
velho.c praca dalndedencia loja das loterias.
- Precisa-su de urna ama quesaiba co-
zinbar, para nina casa de pouca familia : n*
praca do Corpo Santo n. 17.
XAROPE
DO
BOSQUL
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Novan. 53',
arralas .i.-ioo, e moias itjOOO, sendo falso todo
aquelle que naofor vendido neste deposito,palo
quesefaz opresenleaviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para curade phtysicaem todososseusdifleren
tesiiros, que rmotivada por conslipacoes, tosse
asthma, pleuriz. escarros de sangue, drde cos-
tados e peilo, palpitado no corarao, coqueluche
bronchile, dorna garganta, e todas asmoleslia
dosor.M> pulmonares.
Atteoce.
R. C. Yates & C, estabelecidos no llio de
Janeiro na ruado Hospicio n. (0, vendo um
annuncio publicado em urna das folhas de
Pernambuco pelo Sr. Bartholomeu F. de
Souza, prevenindo ao publico que o verda-
deiro Xarope do Bosque s<'> elle he quem
vende, previnein ao mesmo publico nosso xarope he remctlido do Rio do Janeiro j
pelos propietarios cima, ao Sr. Manoel Al-'
ves Guerra, e esteSr. fez o deposito para ser
vendido na pharinacia do Sr. Joso da Cruz
Santos na rua Nova n.3, nicos por nos aulo-
risados para vendercm o nosso verdadeiro, e
mais prevenimos aos senhores consumidores
que ha perlo de cinco annos os rtulos col-
lados as garrafas siio assignados por llenry
Prins, como procuradores dos proprietarios
cima.Rio de Janeiro 13 de Janeiro de 1857.
p. p.R C. Yates & V-llenry Prins.
Bartholomeu Francisco de Souza lendo
o uunuiii'in ilns Sis. R, C. Yates & C. no Dia-
rio ti. 17, em que. diz ser rnenle verdadeiro
o Xarope do Bosque que se vetide pesia ci-
dade na pharmacia de Josc da Cruz Santos,
onde fez deposito o Sr Manoel Alves Guerra,
que recebe delles proprietarios, declara ao
publico que n;lo duvida seja falso o Narope
do Bosijue que tambem vende em sua botica,
mas assevern que elle foi comprado aos mes-
mos Srs. R. C. Yates & C, do Rio de Janeiro,,
comoprova o documento abaixo.
Rio de Janeiro 8 de agosto de 1856.
O Sr. bartholomeu Francisco du Souza
comprou a R. C. Yates 4 duzias de garrafas com Xaropfido
Bosque a 54/000........216/000
K duzias de niias garrafas com Na-
mpe do Bosque a 27.N)0" .... t62lll>o
Ris. 378*00
Recebi o importe cima, do Sr. Amonio
Joaquim Vieira de Carvalho.Rio de Janeiro
8 de agosto de 1856.Por R. C. Yates ftC,
los Paulino Baplista.
Eslava rccontiecido
PiL'cisa-sc de ofliciaes e costureiras:
na rua Nova n. 1)0. loja de alfaiate.
Lo loria do io
de Janeiro.
N.i [iran da Independencia n. O,
achatn-se a' venda os novos billictes da
loteria l" para OOnstruccTiO de nina pra-
ca de mercado daquella curte, que devia
correr no dia 17 do presente ; as listas
esperamos pelo vapor "San-Salvador" :
os premios scrao pagos na mesma loja
cima, de conformidade aos nosso's an-
DUDcioS.
l'recisa-se de nina lavadeira para
lavar roupa de urna grande familia : na
piara da Independencia ns. I c 8, li-
vraria.
Precisa-te para uma rasa estrangei-
ra de pouca lamilin.dc timliom co/.inliei-
ro, de uma ana secca e de uma perleita
engommadeira, paga-se liem sendo lodos
peritos c liis: a tratar na rua do Torres
a. r,8, segundo andar.
FBITOBi
No engenho de Santa Rosa, l'rcguezia da
Luz, precisa-sc de um bom fcilor para o
campo : a tratar nO mesmo engenho.
Arrenda-se o engenho Oiteiro.sito na
coma ira de -auto Anlao, pertenceulea Isa-
bel Mana de Mello, porum cont e duzen-
PROVINCIA.
( Sr. thesourtiro manda fazer poltlico que p ada
a venda Deale escriptoro roa ila Aurora.n. Si pri
ineiro andar : bilhetes, meloa e qoarloa "da segunda
parle da stima lotera da matriz da Boa-Vista, ro-
jas rodas andam uo da 31 do corrate mes. O Sr.
Ihcsoureiro manda la*er publico que evislem gran-
de* quanlidades de hilLeles, meios e quarlos cima
a escolha do comprador, hem assiiu manda trans-
creve o novo plauo aballa declarado.
l'.A> 3600 billiciesa 59000 18-0009000
3:6009000
lina senhora vmva propOe-se a ensi-
nar gratis, negrinhas captivas a coser, en-
gommar erozinhar, dando satis senhores o
sustento : quem qtnzcr dirija-se a rua do
Padre Floriano, casa n. II, quo achara rom
quem tratar.
I'recisa-sc de urna ama para cas,-, de
Vende-se um nasal de escravos anda
mocaos, muil" propnos para eugenho ou
mesmo para a praca, por saber a prcta cozi-
nhar clavar de sabSo: |a tratar na rua da
Santa Cruz n. _'n.
Na quina da rua de llortas n. 1, conli-
nua-se a vender figos de comadre a 120 rs.,
familia de J pessoas, e nao so ollia a preco : gomma a 0 rs., a I pista a 100, cevada a 100
narua Direila n. 56.
20 por cento
1 Premie, de
1 Dito de
1 Dito d-
2 Uitos de 200
Ditos de 100?
t> Ditos de 50
15 Ditos de 205
30 Ditos de 10
U 40 Ditos de D
1200 Premios.
2100 Brancos.
11:1005000
6:0005000
1:5005000
5009000
1008000
1003000
3008000
3O0000
3005000
:?C05000
GABIIETE PORTGEZ
DE
Existindo em poder dos sonhores acco-
nistas c subscriptores alguns volumcs ile
obras bastante demorados, e causando estas
faltas transtorno no expediente, ondo deve
haver toda a regularidade, a direcQito pede
aos mesmos senhores hajam de mandar en-
tregar o mais breve possivel os mesmos vo-
lumes. Achando-sc grande numero de obras
inutilisadas, urnas por falta de folhas c es-
tampas e outras rasgadas, peile igualmenle
a dreccao aos senhores accionistas c subs-
criptores, que presten) toda a atlenQo a
este particular, recoirmendando aos scus
portadores que no transito do gabinete para
casa teuham lodo o cuidado com as obras
que vao buscar. Novamente faz ver a direc-
STo, que o expediente do gabinete he das 9
horas da tnanliaa as 2 da tarde, c das 4 as 9
da noile. Secretaria do Gabinete Portuguez
do Leitura 22 de Janeiro de 1857.Joao Jos
de Lima, 2. secrelerio
Vendc-sc por menos do que em ou-
tra parte, cera ile carnauba e velas de com
posiQo : na rua da Gru n. 34.
Luuro casteio.
Veudem-se" pclles de couro de lustre de
muito superior qualidade a preco de 4 e
rs., dita moida a 240, cafe moido a :i20, gom- 5" '
ma de aramia a 200 rs., sag* a 30, man-!
""""' """"'......' Cimenlobraiico
11:4005000
I de Janeiro de 1836.
Auloiiio de llliveira.
3600
Thesouraria das loterias
O thesoureiro Praocisce
ApprovuPalacio do governo de l'ernamhuco
ll> de Janeiro de 1806.S. de Macedo.
Conforme,Antomo Leile de Piuho.
Jos Jaouario Alves da Maia, escrivau da* lote-
rias.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado venden as seguintes
surtes :
mcio nnmero 1517 8:000/
quarto
meio
dito
1 quarto
1 dito
1 meio
1 quarto
1 meio
0 mesmo tem exposto a venda os'scus fc-
hzes bilhetes, meios e quarlos da segunda
parte da stima loteria da matriz da Itoa-
Vista, o.- quaes D0O estao sujeilos ao des-
cont dos oito por cento da le, e cuios pre-
2531 1 5008
2812 20#
3026 io#
253! loo;
2946 100#
741 50/
2572 50/
1710. 30/
*ompt*&.______
Compratn-se apoliccs da divida provin-
cial: na rua das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
Compram-so escravos de 9 a 35 annos:
na rui do Collegio n. 21. terceiro andar.
(.ompram-se escravos que sejam sa-
dos e fortes, proprios para armazem de as-
sucar : na rua de Apollo n. 22.
Compra-se para uma enrommenda
"> moierpii'S de |4 a 1S anuos de idade:
na rua do Collefjio n. 21. priir.cii o an-
dar, das I 0 horas as ."i da larde.
Compra-se uma secretaria para cscrip-
torio, que esleja- cm bom estado : na rua da
Cruz n. 34.
Compra-se
urna prcta crioula, moca, bonita figura, com
habilidades, paga-se bem agradando : quem
a livor cquizer vender dirija-se a ruado
Sebo n 42.
Compra-se urna escrava de meia idade
n.lo tendo vicio ticm achaques : paga-se bem
na rua do Codorniz n.5.
720. cha a 2/, 2/240, 28560, 28880, bo'.acha
ingle/agrande egresa a 140, arroz a 120,
toucinho de Lisboa a 400 rs.,de santos a 320,
farinba de t igo a 120, bolachinhas de dilfe-
rentes qualidade a 3C0 e too rs., vinbo de
Lisboa a 480, l'igueira a 5b0, Porto a 640,
dito engarrafado a 11-000. oleo de ricino a
500 rs. meia garrafa;, milho a 240 a cuia, e
penetras de aromo [para refinadores e pa-
deiros.
Vende-se um (mulatinlio de bonita li-
gura : na rua da Praia, armazem n. 18.
Vende-se cmalnegrinna que cozinha
o diario de ama cas : a tratar na rua da
(iloria n. 86.
Vende-se uma mulata com 15 annos de
idade, bonita figura,! lava c engomma bem,
e cozinba o diario d urna casa : na rua de
S.lFrancisco n. 30.
Vende-se uma pela crioula, bonita li-
gui'.i, sem achaque e perfeila em todo o cor-
po, com 19 annos: quem pretender, dirja-
se ao caminho novo fia Soledade, taberna
n. 9.
Champagne.
enta0.
como porque a dii;oa profesaora e-lamlo -emlu le-- lus annii.il, n tamliem se arrendara por um
iooada na grammalica nacional palo eximio proles-
sor o Kvm. Sr. padre mostr VareJIo, se tornara'
mal um precioso Iirilhaule que ornar.i a coroa lille-
i aria do E\m. cnnselheiro Sr. Dr. Caslilho.
^ PAKA (.ONSERVACAO DOS
liENTES. e
"i Vende-se pos e asua denlrilices : na rua e**,
;j? Nova n. II, em cas do dtutisla fraucti 2.
9 l'aulo liaiguoux. ^
I'recisa-so alocar duas amas forras ou captivas
pira casada familia, quecoinhein eensoinuiem: ua
rua da Cadeia do Recite luja n. 30.
Seguros contra
o fogo.
'".lllirAMUA Mllilll l\.
CAPITAL t I.0,000ESTAKELECI-
DA EM 1S.
Para effecluar seguros
ol.* pttrpriedades, niercadorias.iuobilia
e gneros de quasi todas as qualidade*.
Pi emio.de ~>\8 ate 112 por cento ao anuo,
agentes ('.. J. AsiUy A ('.. Em confonni-
dade de oidens. ltimamente recebidas,
OS agentes acliam-se habilitados a tomar
i iseo contra logo, e sobre gneros dee\-
portarao, como sejam : algodio, assucar
ni couros, depositados cm trapiches ou
uma/.eiisparticdlares, em Hacei, Jara-
gua' ou Piiraliibi do norte : agentes C.
J. Astlev & C.
O abaixo anignado Iccciona primei-
ras l'Htras, lalun e france/.: na ('asa u.
")8, da rua Nova..lose Mara Machado
de rigueiri.'do.
- O tnico preservativo contra a caspa
que ale agora lem apparecido, lem a vanta-
gem de preservar da caspa, aniaelar o cabel-
lo, e tambem liugir o mesmo : na loja n. I
da rua do Crespo.
Aluga-.-e uma casa eaiada ti pintada de
novo com escelleates coinmodos para fa-
milia, situada no principio da forre o per-
tenceute ao Sr. Aranles : a Ir
Iba u. 24.
Precisa-se de um bom cozinbeiro :
na travessn da rua liedla n ti.
PKKCiSA-SE de i.m criado estran-
geiro ou nacional, assim romo de urna
ama para o seineo interno de uma rasa :
na rua Nov- n. "'.).
cont de ris, obrigando-se o rendeiro a al-
guns concertos : os prelendcnles dirijam-se
ao mesmo para tratar.
Antonio Marcal da Costa Albuqucrque
declara que desla data em diaule assigaar-
se-ha Antonio Domingos da Costa Albuquer-
que.Itccife 21 de Janeiro de lt37.
Precisa-se de um bom amassador, pa-
ga-se bom ordeuado' na rua eslreila do
Itosario n 13 ; assim como aluga-se um
prelo que cntenda de padaria.
Precisa-se de um criado forro ou cap-
tivo para o servido de uma pessoa, e paga-
se bem agradando : a tratar na rua do Cabu-
ga, loja de cera ria quina da rua das Laran-
geiras.
~ .\a rua Nova, loja e fabrica de chapeos
de Chrjstiany o; Irmao, admiitem-se olli-
ciaes il#iiieMiia olliciua de chapeleiro, as-
sim como aprendizes para a mesma arte.
Precisa-sd de um ino^-o que tenlia bas-
tante pratica de loja de fazendas, para uma
Sos siio os seguintes :
uillietes ooOO recebe 3:000J
Meios 3?000 2:3009
Quarlos tS00 >, 1:250/?
Por Salustiano de Aouine Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
-- A pessoa que por engao levou uma
cabellen-a que servio na noite do espectcu-
lo de 22 ao Sr. Lopes, quera vir ou mnda-
la entregar a rua Novan. 3, do contrario
depois da publicara dcste por tres das,
publicar-sc-ha o seu nome, c desmascaran-
do-o se proceder como he de ustica, pois
ha tcstemunhas. Reeife 24 de Janeiro de
I57.
~ Precisa-sc de una ama para o servido
Interno de urna casa de. 3 pessoas de fami-
lia : na rua do Hospicio n. 7.
.\a officina de calcado da
rua estrella do K*>i<>,
mitiga Qnartei u. 14,
precisa-so de costureiras para'trabalhar em
norzeguius|ile|debrum de obra,-etc. ; cn-
sina-se aos que iijo snubercm sem Bbati-
mento algum de seu ordenado : contrata-se
por mez ou conformo convier as partes.
abaiXO assignado participa ao publi-
co e ao corpo comniercial, que lem justo e
tratado com o Sr. Custodio Antonio Soares
foruiarem sociedade em sua padaria sita
na rua larga do Itosario n. 48, gvrando desla
dala em Oanle os negocios uo estalieleci-
ineuio debatxo da Brota social de Monleiro
& Soares, e a cargo do annunciante lca o
activo e passivo de todas as transaccoes an-
teriores a esta data. Hecile 26 de Janeiro de
1837.Bernardo de Cerqueira Castro Mon-
leiro.
-- Agencia de passaporles, folhas corri-
das, despachos de escravos, u qualquer ser-
vido quo perlencer ao tribunal de policia :
para cujolim procure-se o anuunciaiiLe na
rua do UueimadO n. 25, loja do Sr. Joaquim
Monteiroda Cruz, e na rua da Cadeia du Re-
cile ii. 49, loja do Sr. Manoel Antonio Mon-
leiro dos Santos.
-- Avisa-so aos devedores de impostos de
20 por cento do consumo d'aguardente do
municipio do llecile, dos auuos de 1848 a
1852, e 3 por cento dos a.inos de 1850 a 1852,
que as relacOes de seus dbitos ja loiam re-
meltidas parajuizo, alim do eontia elles se
proceder execulivainenie, e que antes de ser
requerido o pagamento judicial se Ibes as-
sigua o prazo ue 30 di.1s para pagaren os
mencionados dbitos sem dependencia de
iieiihuma despeza judicial; e os que assim
quizerem pagar podt-m procurar as guias em
casa do procurauor fiscal, na rua Nova u. 14
segundo andar, em lodos os das uteis das
10 lloras da inantiaa as 3 da tarde.
OFFlClAKS UE l'L'.MLEIKO.
Vcndcm-scchapeos dcCbilly de to-
dasas qualidades : noescrptorio de No-
vaos & ('.., na rua do H'rapiche n. t.
Emcasa de TioamMonsen& Vinassa,
praea do Corpo Santo n. 15, lia para ven-
der um sortmiento completo de livios cm
branco, chegadot ultima mente de llam-
bui-go.
iha
el Cli
OEPOSITO
de pianos fortes*
Soi tiuicnto completo,
Em tasa de Timrn Monscn & \ inassa,
praea do Corpo Santo n. iT>.
Vende-se a veradeira grasa ingleza u.
97, dos afamados fabricantes iiay & Mar-
tin em barricas de 13 duziaside potes:
emcasa de James Crablree A Companliia,
rua da Cruz n. 42.
-- Vende-se cera decarnaulfa : na na da
Santa Cruz n. 1, taberna.
Vende-se uma eadeirinhada Babia, na
casa de sobrado n. !), rua <:iorin -. quem i
pretender comprar puje procurar na dita
tasa das 7 horas da nianlia al as 9, c das 4
da larde ale as 6.
J\a loja ca boa e
vende-se tao barato que
admira :
Ricos pannos para mesa pelo dimi-
nuto prec/j de
Fli-im branco trancado de puro li-
nho, vara
Dito pardo liso do puro linho, vara
lirim de quadrionos, de padrOes
milito bonitos, covado
Langa amarella liauceza, muito li-
na, covado
Pil de linho liso muito lino, vara
/Uo dito cota llores, dito, vara
Cambraias^rancezas de lindus pa-
drOes, covado
Cimas francezas muito linas, de pa-
droes novos, covado
Camisas de riscado mullo bem fei-
las e muito bonitj s
Palitos pelos muito bem feilos
Ullos de brim ptro d,- puro linho
Camisas .le meia muito linas
IIicos lencos de lilct com palma
bordada a matiz
itos ditos de cambraia muito fina
, com luco de linho
Luvas de seda de lindas cores, com
neas boleas, o par
Ollas de dita de lindas cores, bor-
dadas e eiifeiladas
Ditas pretas de toreal
Chales lisos de meriu, de lindas
cores
Cravatuihas de cassa, de padrees
muito boniius
Lencos brancos de cambraia
"los d.los do dila com barra decir
Vende-se vinho del Champagne marca
Crand-Mousseux, em basa de I. P. Adour &
Companhia, rna da Cruz n. 40.
Vende-se banha derretida de superior
qualidadea 480 rs. a Ijbra : na rua do ftan-
gel'n.35.
Na rua Nova, loja c fabrica de chapeos
de Chrisliani & Irmao h. 44, ha para vender
superior cola de llamburgo e Babia mais
barato qu6 em nutra qualquer parte.
Veude-sc a taberna n. 82 da rua das
Cinco Ponas, que foi ^o fallecido Manoel do
llego Lima, assim rumo tambem se vende
um moleque de idade li anuos, pouco mais
ou menos : os prelendcnles dirijam-se a
mesma taberna.
Vende-se ,
no escriptorio de Antonio de Almeida Comes
na roa do Trapiche n. 16 segundo andar, o
seguate, por commodos nrc^os : enxadas de
ferro soi tidas, lo porrelc, panno de linho,
toalhas de panno de linho, sebo em caixas
de-arroba, ludo do Porto, e ardiles cm
caixas.
Chales
de touquim a
U4000 rs.
Na rua do Queimadp n. 21 A, vendem-se
chales de louquim pelo diminulo preco de
24*000rs., grosdnaple prelo a 1^800, 2#'00
2^200 e2;ti00, este ultimo tem quasi vara'de
largura, fazeuda o mais superior que lem
viudo.
Vende-se cm Nossa Senhora do O', na
Ireguczia de Ipojuca, um casa terrea com
frente de tijolo c oitoCs sobre pillares, com
um grande salo e cozinha puxada lora,
dividida em duas salas cuma alcova, uma
das salas tem cxcellente armaQo propria
para taberna, e muito boa por ja estar afre-
guezada, ser edificada no palco da feira e
ler lies portas de frente : o prcen he 1:0009
rs. : quem a pretender dirija-se aquelle lu-
gar a tratar com o proprietario, ou na rua da
Cadeia Velha n. 33 loja (no llecile,.
Sedas de
4#500 : na rua do gueimado. na bem rnnhc-
Vetidc-se cal de Lisboa ultimameiile che- ida loja de iniudezas da bos fama n. 33.
ada, ssim como potasss da Rnssia verda-! parn .xteri iii eir : na praca do Corpo Santo n. 11. ^ eSCM|)IOI IOS e CartO-
nos.
Vendem-se resmas d. papel de peso do
melhor que he possivel haver a m, dito in-
ferior pouca cousa a 3s e 3JS0O, dito penur-
ia mailuaiBio hno a 4?50o e ^, ,i ,,m'
greve e marlim a 4f, dito almaco muitiss.mn
boma3-.,K.,|d,to de cores em ZSmZ
resma a 700 i s, grozas das mdrtnn?*
STeatk?" 1". Je !,n" Pe, b"8, Pr"
de 15200, ditas muilo boas sem ser b.co de
Ianc,a 500 rs., duzias de lapis muitissin.o Ii
nos a 320 rs., ditos proprios para risrar I-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas par*
pennas de ac a 120 rs., caivetes inis>im<-
de una a quatro lulhas i i, 2, 3 45, e ou
tras mais cousas que se vende barato: Da
ruadoQueimado na bem conhecide loja de
miudezas da boa lama n. 33.
IECHA1IS1 nu W
110
NAFUNDlfAO DE FERRO DO FMif-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN m
KUA DO BRUM.PASSAXDO O HA
FARIZ,
ni: as pessoas i|ue qui/.erem dito gene- liaseinpreomgrandeoriaieBi<.doieieiuis *h
ro.appareeam em o seu escriptorio, na
ruado Vigario 11. 51, para veras amos-
tras.
Hechegado o e\cellentecementobran
eo ja hem COnhecido e e\perimenlado>
tahto em barricas como astillas: noal~
inazem de tahoas de pinho de Joaipiim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
eijao iniilaiinlio
Vende-se na roa da l'.rui o. 31, feijilo niulatinlio
por prei;o cjmmodo.
Moinhosde vento
comhombaf derepuxopara regar liortaf t ba
xa decapim : na (undicode D. W. Bowmaa
na raa do Bram ns.6, 8e 10.
\ende-seo grande armazem allandegado do
largo da Ataembla n. 20 (Feria do Maltos muilo
proprio para qualquer ettabelerimento, ou mesmo
para recollier ijeneroscomo enlaservindo actualmen-
te, por estar rollocado defronte do trapiche do al-
godao : a tratar na rua do Trapiche 11. 14, primeiro
andar.
Antonio .fose de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I.".s00o bar
jacios <)eineclianiMiiosproprioaparaeoLenh,a a-
ber : moendasp meias moeodaa da mais moderna
constrocrao : lanas de ferro fundido e batido.de
superior qoalidade e de lodoso lmannos; roda
tro easa de licor. Brunn & Companliia. na dentadas para agua 00 ammaes. de todaa a propor-
ruada Cruz u.10, vende-secognacenicaiiinhasdi | ces; crivos e boceas de lornalhae registros le bu
dalia. !e'ro,a1ui"'Tsl,r,,""s'Par,fuM"ie''a>illHie,r...-
nniis >le mandioca,etc.etc
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em rasa de Saonders lirolhcrs o C. n
praca do Corpo Santo n. M,a muito superior ebem
conhecida larinha de Trade, da marcaprimeira
qualidadechegada em do crrenle na escuna
l'feil. em porrocs grandes e pequeas,conforme a
vonlade do comprador.
TAI XAS PAKA ENCEN'HO.
Ha fundicao de ferro de I). W. Bowmann
NA MESMA FUNDICAO.
leevcculamt odasasencoDimeuda coma saperm-
i ridadejaconhecidaecoro a de>idapresler.,eciwn-
iiiodiil.nie r 111 pro^o.
PARA AS SENHORAS DE BOI
GOSTO.
Vendem-se caisinhas ricamente enleiU-
das proprias para presentes a 29, 3 e U, ca-
I ncUs ricas proprias para senhoras a 500 rs.,
! carteirinhas muilo lindas para senhoras a
ruadoBrumVpass ndo eabafari,* iZSStakZlTSfo Sr00"- p" COS,ura- ,inissils
dido e-batido de 3 8 palmos de bocea, as qu.es! cinbos de relroz d todas as eStMa 800 r"
acnam-se avenda, por epreco commodo com ricas caixinhas para guardar ioias a 00 rs.'
promptido; embarcam-s oucarroga-sa mcarJ'carnisas de meia para chancas a 50o rs., ri-
ro semdospezt ao comprador.
Na rua do Trapiche o. 14, escriptorio de Ma-
noel Alves Goorra, jeDdo-to por commodo piejo e
seauinie : -- operior vinho do l'orlo em barra do a 320 e 40o rs., agulheiros com agulha- sor-
oitayo.chapeosdereltro.esabfloamarellorabricadoUidas a 160 6 240 rs. cartes da rllele,
no llio de Janeiro. I'ranee/es ->i iur nn "* iuimk
l- c n ,. 'rauiees j pares a 100 rs., carteirinhas
tm casada aunders Brothers cv l... praca com agulbas so.tidas a 320 rs., caixmha>
do Corpo Santn. 11 ,ha para vandor o asgaiaM 1 com agulbas francezas a 160 rs., miadasi da
eos bolees para roupa de maneas a 19 a du-
zia, sapatinbos bordados para as mesmas a
I5_oo e l#5O0, ditos de 13a mais ordinario.
39OOD
1?440
640
300
320
800
19380
t
330
t SOOO
13000
39000
1/O00
SfQOO
1?200
1*280
2/000
1-000
495O0
rs.
Q 11a d ros m i u flo los a
Ocovado.
Na rua do Queimado n. 21 A. vendem-se
sedas de quadros iniudinhos pelo baratissi-
mo prego de nono dao-so as amostras
com penhores.
Las de quadros
640 rs
i
lo
^10
2411
240
Na loja de lunilciro da rua do caes de r
Apollo nos fundos da loja da rua da Cadeia ,' .. c ll",l proprios para rape
n. 64, precisa-se de ofliciaes de luoileiro : a i ";fss"" outras minias fazendas iii
tratar na mesma loja. por menos que em qualquer o_.
l'recisa-se de urna mulher forra oaf?? rua do Queimado, nos qual 10*cantos
captiva para o servico interno de urna casa -- na loja da boa f.
de pouca familia, paga-se bem; untante-] ... Vende-se um casal de escravos de
le compra-se na mesma casa urna prela que | muito boa conducta, proprios para o servico
seja uioc,a, sem vicios ne.n achaques, e sai- de campo na rua da Cadeia Velha 11 11
ba cozmliar eUB negro sadio o sem vicios: .. Vendcm-se lerrenos para edilicaco na
no paleo do Collegio 11. 1, segundo andar. estrada do Maiiguinniho, do do llecile, lado
Os senhores lente coronel Manoel esqueido, junto as casas do Sr. Manoel l'e-
Aiuonio dos l'assos c Silva, Dr. Manoel Joa- ieira 'eixeia, com S50palmos de fundo e
quim de Miranda l.obo, Manoel l'ereira de frente os que o comprador qui^er : a tra-
BrandSo, Joo Francisco da Lapa, Salvado^ lal" "a rua da Cadeia do lier.ifo n. 9, 011 com
llenrique de Albuquerque e padre Fortunato JoS(! "aptisla Uibeiro de Karia, no seu sitio
haviii Amador de Oliveira, assignantes do da Estancia.
Jornal do Coininercio desla provincia, quei- I Vende-se um bonilo moieque de 8 para
rain mandar receber os respectivos esemnla- 9 anuos, bem robusto e sadio : 110 aterro da
Hit .rni?aP, l, r ^ '- conduela 1 rea lla igencia do correio de Oliila, as ter-' Boa-Vista 11 lo, loja.
seja garantida por pessoas idneas : na rua 1 ras 0 seslas-feiras de cada semana < --.
l.\J\S U IMhil. / roupaconiperreiC3o,pararicarcinuiiiSitio,VU^111 ,M '"""
O i-OVdl
Vende-se la e seda de quadros : na rua do
Queimado n. 21 A do-sc as amostras com
penbor.
Gorgurao de
quadros a 900 rs.
Vende-se na rua do Queimado n. 21 A gor-
guro de quadros do lindas cores, do-se as
amostras.com peurior.
Vende-se um mudaste porttil de
fierro, que pega cm 00 a 100 arrobas,
com lodos os scus pertences, por prero
commodo: na ru ircita n. lili.
Aviso aois tanoeiro^.
Vendem-se rodas de arcos de pao para
pipas, e liac^s de vimes da melhor qualida-
de que ha no mercado, chegadas ltima-
mente do Porto, por menos prego do que
em outra qualquer parte, e vende-se a pr-
elo que o comprador quizar : ua rua do Vi-
gario n. 27 deposito de assucar.
i;m casa de tduardo II. Wyatt, rua do
Trapiche novo n. 18, ha para vender I pia-
no forte e elegante.
OGUaRDA-LIVRIIS BBASILF.IRO, ou arte
, da escrpluracSo mercantil apropriada ao
400 cominercio do Brasil : vende-se na rua da
as que veiidem- i (;tlJeja Vcllia n. 22. ITcqo 8/000.
poi un nos qua em qualquer outra parte
:i n,'i .1^. /. :-..!. -
n.
Ferro inglez.
fixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Baha.
E um completo sorlmento de fazendas proprio
para asie mercado tudo por prego commodo.
No escriptorio de Antonio Loiz de Oli-
veira Azcvedo, rua da Cruz n. I, vendem-se
vi Uros de uma onca, meia c duas.
liua do Queimado n. 1.
Na loja de Gaspar Antonio Vieira Cuima-
r.'ies existe um completo sorlmento de bel-
bolmas de cor e pretas, proprias par ves-
tuarios de mascaras^ior presos commodos,
alm desta fazeuda ha nutras muilas por ba-
rato prec;o, assim como soja, atoalhailn mm
7 palmos de iargura pelo eliminlo prero de
1/00 rs. a vaia.
Vendem-se tres terrenos Toreirosem
Santo Amaro, todos com 700 palmos de
frente para a estrada nova de l.uiz do llego,
e com fundos para o oeste al 640 palmos,
confrontando pelo norte com o silio do Sr.
Manoel Pereira l.emos junto do actual hos-
pital ingle/., e pelo sul cum o sitio do Sr.
Jofio dos Santos l'orlo : quem os pretender,
dirija-se a Vicente Alves le Souza Carvalho,
rua do Trapiche n. 44, primeiro andar.
Vende-se uma porcSo de pipas e toneis
por praso de seis mezes com as competentes
garantas, 1 tambem se arreuda o armazem
onde se acham depositados os mesmos ob-
jectos ; a iralur com Joaquim Concalves de
Albuquerquee silva, na rua da Cruz n. 35,
primeiro andar.
VINHO DO POHTO GEMINO.
Vende-se ptimo vinho do Porto em liarris da
quarto e oilavo, por prero razoavel: na rua da Ca-
deia do lenle n. 1:, escriptorio de Bailar i Oli-
veira.
SLo muilo lindos para po-
lillos.
Vendem-se muito bonitos botoes para pu
nhos pelo barato prei;o a 500 e 800 rs. cada
a builladura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Panos.
Em casa de Rabe Schmettau v. Companhia,
rua da Cadeia u. 37, veudem-se elegantes
pianos do afamado fabricante Traumanu de
llain burgo.
Vende-se agurdenle de Franca em
ciiixas <|e urna du/.ia : no armazem de C.
J. Astlev A C.
Ne rua da Cadeia, defronle da Kelarao, taber-
na n. 2K, ha dasmelhores Uiehas hamliurgunas pa-
ra vender a retalio e em porr/'ies, e tambem se
alagam.
Vinho do Porto, superior chamico.
Iinha para bordar a 100 e160rs., carritei-
de Iinha de 200 jardas hora aulor a M rs., di-
tas de 100 jardas autor Alexandre a 40 rs.,
macinhos de grampas muilo boas a 60 rs ,
trancinhasde ISa de casacoes a 80 rs. a pe-
a, caixinhas com grampas muito boas a 16"
rs., nuadinhas de linhas de peso finas a I3
rs., babados abortos de linho a loo e 120 r-
a vara, dito bordado de lindos padroes a 209
rs. a vara, trancas de seda de todas as core
e larguras e oulras muitissimas coasas, que
ludo se vende barato, na rua do ijueimide
foja de mindezas da boa fama n. 33.
Alelas de tocia* as
dad
qnali
es.
tas
no
pi
\endcm-se muito boas meia.. de seda y,
' a brancas para senhoras pelo barato pre
de 2300,dilas de laja para padres 1 jsoo.
ditas de lio de F.scocia pialadas para hornero
pelo baratssimo preco de ion e swo, ditas
blancas e cruas para humein a 300, ? e
280 rs-, ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs diUs brancas, linss par
meninas a 240 rs ditas brancas para .se-
nhoras a 2*0, 300 e 400 rs., ditas pretas do
algodao para padres a 600 rs., e oulras i .ai*
qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Vende-se urna ioja de sapa tos muito
alieguezada, na rua hircita n. 5fi : a tratar
na mesma loja.
&**tH>* fttft>0
fugio do engenho Barra de Malapiru
ma ao anianhccer do dia quinla-eira 8 de
Janeiro, um mulato de nome R< mao, bem
camisa de madapolao. jaquels. e chapeo de
baela branco, loi ale com um olho mellado
de uma pancada : quem o pegar leve ao dilo
engenho na villa da Kscada que ser bem re-
compensado.
Na manhaa do da 11 do correrrte fucin
um prelo cnoulo, de nome Jos, representa
ter 18 a 20 anuos; levou caira de brTm ^
anicamenle no armazem de Manon
da Cadeia do Reeife u. 4.
Superioi1 cal dep
I |AU?odftoziiiiv du Liahia
algodao escuro, camisa blanca engommada
chapeo de palhinha novo com uma lita pre-
la larga, tem os calcauhare.s maltratados por
causa de bobas, altura regular.com as cos-
tas lalhadas e pannos no rusto de todos os
dous lados. Esle escravo foi comprado a
Joaquim Jos de Sant'Anna, morador no ter-
mo de Ingazeira, por isso snppe-se ler se
guido esse caminho em razio de ter mi la
para essas bandas, levou comsigo um relo-
gio de ouro pa lente suisso com corren te de
ouro, um par de brincos de lilagraa, a un,
pedamos de ouro veiho : roga-se as aulori-
dades polieiaesc capilcs de campe o pren-
dan! e levein rua da Guia n. 9, que aorta
recompensados generosamente.
Fugo hontein as 7 horas.iim escravo Mula-
to de nome Tbomaz, alto, reforeado de corpo, cora
biu caixas de 2 duzd e em harris da dilato, ro- marras de heToic iurnitoin... **__
ceii.en,e..leel.egadopelo|bri?ue .Trovador;; vende- | TjZUZl?. A?. "..?!??.'.1 mn**
E JiElIlifiA.
Km consequenca do nao ler havido 805-
s&o ordinaria do eonselltd deliberativo no
dia 15 por falla de maior-ia, novamente so
convoca o mesmo conseibo para a sessao do
dia 2 do correle, as 7 horas da tarde, lle-
cile 25 de Janeiro de 1857.o 2.- secretario,
Jos dos Santos Pereira Jardim
| de uma familia estrangeira, lavar de sahio e
quando fot preciso de-varrcla : pag-se bem,
a tratar na rua do Torres n. 38, segundo
andar.
- l'recisa-se de um prelo para alugar :
quem o tiver dirija-se ao paleo do Terco
n. 38.
pra porque o preco
convida.
Uma grande casa na rua Imperial n. I (iI,
com tres portas de frente, duui grandes
s; '
I .
Direita u. 15, loja.
Precisa-so de um caixeiro para taberna
anda que nao leiiha platica, e se for do
\cndc-sc uma porcfJo de algodao trancado
da Babia, l.i/.enda muilo euc,upada, com
j pequeo deleito, sendo fazenda muito re-
N... commendavel para roupas de escravos e
B Oli:'lll;i rii-i I.ro rt.i |fAOo,.n milito propria para toalhas de mesa a ou-
i un irtiga uo iX.Uferll IO, tros mullos aiianjos de casa de familia; e
anti""a fatia ruie n I 4 quem deixara de comprar limpo a 220 a vu-
UHll^a filial t.l 1S II. 1 1, ^ e defeituoso quo mal se conhece a 300
precisa-sc de ofliciaes de sapateiro que sai- rs. : na ruado Crespo n. 14, quarla loja vol-
liam irabalhai de ponto e de taixa ; e ar.ei- tamlo da rua das Crozes.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arma/.i'mde Nova-s & C, rua da Madre
de Deosn. I, por preco commodo.
^elogios de patente
ngle/.csdeouro, desabnete e de vidro:
vendcm-se a preco ra/.oavel, em casa de
AiigustoC.de Alircu, narua da Cadeia
do Kcciic, armazem n. ."C.
Vende-se superior Iinha de algodao liranea a
le i-.ii.'-.'i'iu uovello, paia COllora :em casa de
Soulliall Mellnr ^\ Cuinpanliia,rua do Torres n. 38.
CAL E rOT\SS\
Vende-se polassada Kussia e americana, cliesaila
Daateadiaaade superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado: nos seus deposi-
ta, na rua Apollo n. 1 A, e 2B.
Xa rua do Vigario n. 1, primeiro andar, ven-
de-se vinho do l'orlo de superior qualidade da bem
conhecida marca (jNV cm pipas, harris e canas de
urna e duas duiias de Carrafas.
para saceos de assucar
sa de N. O. IJieber i\
n. i.
; vemle-se cm ca-
('.., rua da Cruz
Keloffios
Aluga-se
ide casa na rua lu pe i.
portas de frente, dua: (
alas, cinco quartos, cozinha lora, etc., I,,"se Uml""m "os que ja fo.sMim ofliciaes a
mi- I ->il(H> mi.,ii. ir-.i-.i- ,>. la:k,ar' nwdianle coudiedes muilo favora-
loi _mmw mensaes. a tralai na rua is : as pessoas qua se quizerem conlratsr
j cobertos e descobertos. pequeos e sraudea, de ouro,
I palele inslez, para liouiem e seuhura, de um du-
inelhurea fabricantes de Liverpool, viodus pelo ulti-
mo paquete inctlez : em casa de Suulball Mellor A
I Companliia. roa do Torre* n. 3K.
\. I). BieberA C, rua da Cruz n. 4,
', vendem :
Lonas da Kussia.
dem ingle/.as.
Brinzo.
Id ins da'Htissia.
Vinlio de Madeira.
Algodao para saceos de assucai.
SAO' MI.ITO l.IMDOS.
a jde cieratizes as cauellas, falla com muia manci-
dao, levou vestido camisa de panno azul groen
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e p
nhos, aborta na frente em forma de palito: tesa-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o honve por beranea de son ao
gro Jos Joaquim de Souza daquella cidade, (01
| comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario da
Alhamra Vasconcellos Jnior,morador no engenrm
Tapu freguezia do Pilar dona provincia
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimaraes, qua aera giO
mente gratificado.
Fugio Jo engenho Algrete, freguezia
de Agua l'ieta, o escravo Izidoro, crioulo, de
idade du 24 annos, altura regular, seceo do
corpo porcm robusto, sem barba, cor um
tanto fula, tem um deleito no dedo indica-
dor da niao direita, he iendidn de uma ve-
djIriH, muito ladino, civilisado, alegre, toca
viola, inculca se uc forro, que salte ler e que
I he Garapia, piocurou nesla cldadc ao Sr.
lenente-coroncl Joao Pinlo de Lemos Jnior
para o comprar, e dcsappareceu dcpois ao
; ter sido entregue por osle Sr. ao Sr. Antonio
lam-se aprendizes livres e captivos ; ensi-
podem-se dirigir a referida olliciua, por
por scus pais ou prenles, e senhores.
si.
Ollercce-se para caixeiro de fazendas, |eci fe, casan. 17
Vende-se o bom e muilo acreditado ra-
p Joao l'aulo Cordeiro, da labrica do llio de
Janeiro, rape esle bem aceito pela sua com-
posicSu e semelhanca aode Lisboa pelo seu
aroma agradavel vende-se de 25 libras pa-
ra cima no deposito geral da na da Cru/. do
-.------_.._ ... ...v., v. ..v ../^ ...t-stiidi,! caixeno uc lazenuas, liecite, casa n. I 7, a pceo de InOi
ciiegadosiiiiimaineiitcdo .'orio.melhor: no ferragens ou miudezas, um rapaz de 14 an-|bra, e a retallio as ioias se-miu
largo da ribeira deS. Josc n. 15. nos, natural deuna das provincias do norte, I da Cruz do Reeife, Fortunato Ca
Justino Antonio Piulo e Josc Lu/, de
Souza (azem seienlc a esta praca, que dis-
solveram amigavelmenle a sociedade que
Ti ,'rl'l'.,Ur?ln'vr t'"1""1' "" 'Ja de luuca atril/, do Chrpo San-
aur na rua ve- l0 ,;8> (|u(. y|..iva dl.,, i|x d, linl|a de
Pinto ,\ Souza, (cando a cargo do socio
Pinto a liquidacao da exmela lirma, e o so-
cio Souza desonera.ki de unta*
19300 por Ii- i
los : ma :
rdoso de i
qual ne iniolligcntc e de urna conducta Gouva; rua da Cadeia do RecHe, JooGo-
queseafliaoca: ama Dire#B n. 8il. I mes Leal Jnior, Jos. Fortunato da Silva:
Sr.Simeao Frailesco Igna-i porto, Thoiiia/. I'eiuandes da Cimba, Jos
Pires do llanos ; becco da Cacimba, Aillo-
Agencia
da iundicclo Low-.Ho'r
rua da Sen/ala-Nova n. i.
Nesteestabelecinientocontinua a haver
um completo sort|iment de moendas i
meias moendas para engenho, machinas
de vapor e taivasde Ierro balido e coado
de todus os laniaidios para dilo.
Tri-
Ci alachado, morador em Macelo, o obse-
quio de mandar entregar ao abaixo assig-
nado as duas letlras que lhe enlregou para
cobrar, do que ateo presente nao .den so-
oOes ate hoje. Iieeife*i4 de Janeiro de 1857.
A taberna ila quina da rua dos Mariy-
rios n. :>, acba-se e novo com grande por-
q"io das afamadas linguicas do serlao, por
preco commodo.
Iransac- opilo -j oSo da Cruz Santos,
Anda se acham a disposicGo dos com-
nio llamos : i ua uo (Jiieimado, Manuel Joa-
quim Candido Texeira pateo do Carmp,
Antonio Joaquim Ferreira i.iaquiin Ferreira de Souza ; rua larga do
Kosario, Joo Uoncalves Ferreira ; praca da
pr adores as mais Superiores toalhas de puro! Independencia, Antonio dos Santos 1 ui/.a ;
linho que tem rindo ao mercado, assim co-1 aterro da Boa-Vista, defronle da matriz, Jos
mo grvalas de seda a mil icis, dilas de i liuancourl do Aiuaral ; o prei;o da libra a
cassa a :i20 na rua do Crespo u. 16. 11/2H0 rs.
Familia este.
SSSF.
(Verqadeira.)
I'elo navio BI.OOMIt cheg.irarn
harneas desta acreditada farin'.ia :
de-se nos arma/ens de Tasto Iranios. Izas da boa lama n. 3:i.
Leile l'ereira Bastos, foi preso na villa do
Ricos cortes de vestidos de fazenda muilo \ Uuiquo por capitaes decampo, solTrcu em
lina, toda de seda e de um gbsto muito apu- I caminho tres grandes ferimentos na cabrea,
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da por resistir aos mesmos capitaes de campo,
Kuropa, muilo proprios para as senhoras de e no dia 21 de dezembro de 1856 evadi-sr.
bom goslo, assim como chitas francezas,' novamente do poder do sen seiihor e coro-
muifo linas matizadas com lindas cores :! ncl Zelcrino da Cuulia Bastos, indo com os
dilo-se amostras narua do Queimado n. 22 j le iincntos bfdoa abertos : rcrommenda-s
na loja da boa f defronle da da boa fama.! aos capitSs de campo ou a quero quer que <>
PARA (Jl KM TEM BOM COSTO. aprehender, o levem no dito engenho jurtoa
Na rua do ueimado n. 22, loja da boa f, povoagao de Agua Pela, ao seu suuhor, e
ha um comp'eto sorlmento de grosdenapo- nesta prac.a ao Sr. Antonio Ijsite Pr.rcira Bas-
le de seda de lindas coi es; aproveitem antes los, na rua da Cadeia n. I* primeiro andar,
que se acahem, que a testa est com nosco, que aera bem recompensado,
assim como chapeos do Chile muilo linos, Kugio do engenho Paroes, omarca de
|ue SO vende] por menos que em nutra .\a/.arctli no dia 12 do enrrenlc mez, um m<--
pa re.
Luvas tle vaiifisqui' lidadi
Vendem-se ricas luvas de seda de todas aa
res, cobordadas e com bolotas a 2; o pars
ditas sem -er bordadas brancas e amarella
para homens e senhoras a Ifl, IfOi e 1.-5011
ditas de fio da Escocia Lrancas e de coie*5
para homens e senhoras a 300, 400, 500 e seu senhor Antonio da Molla Silveira Cava
60U, ditas branca e decores, de algodio, ri,n,j no referido en:enho, ou aos Srs. 1 011-
n pioprias paia montarla a 240 e 820 e oulras | v,'ia 4 ,eile n* rua do Oucimado n. II nesta
qualidades mais que se vende na ruado 'Iraca, que geueiusameiiie se rerompen>ai 1.
'cn"jOueiinado na bem conhecida loja de miude-
|ue de nome l.uiz, porcm he mais ronde
cido pelo uoine de l.uaru'. eom os sigilo
seguinles : cor bem prela, olhos grandcn,
liaixo e um pouco enecrpailo. nlade 1S an-
uos, rosto redondo, anda nao barba, c n.io
tem dell'eito algum pbvsiCO roga-se as au-
toridades policiaca e capitaes de r.itnpn, 011
qualquer pessoa. que prenda c envi ao
PERD TYP. UE M 1. DE. FAHIA 185:

.
MUTILADO
,

-


Full Text
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