Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07693


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Full Text






A!,NO XXXIII R. 20,
Por 3 1ue7.es adiantados 4000.
Por 3 mezes vencidoi 4^500.
DIARIO

SFUMK FEIIU 21 DE JOTRO DE mi,
P-n anno adiantadn l.r>000.
Porte franco para o inburiptoi
BUCO
bNCAHRIMiADOS DA SITBSCRIPCA'O NO NORTE
Pararnos o 8r. Joso Rodolpho Gome< ; Natal, o 6r. Joa
qoim I. Parata Jnior; Atacan, o St. A. de Leraoi Braga ;
Caat, o Sr. J. Joa da Olireira ; Maraoho, o Sr. Joaquim Mar-
Sues Rodrigues ; Piauhv, o 8r. Doraiogol Harculano A. Peuoa
earenic ; Cara', or. JustiooJ. Hamos ,' Amazonas, o Ir. 'Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OlinHa : tuil.* m olaa, a. n a mtto korai (< alia.
iKMarasas. Uniauae Paraaiba : n- ..-.-',ii,i........lUa-feiree.
s. Ailo, Beierroa, Basalto, Carear, \iuni, < a Garaaiaai: un lerea-reira.
S. l...nmiC I'......I'.llho, Ji.iarcU,, l.ioiu-ir.i, rojo, r-aaoaeira, faga-
ira,FIotm, Tille-Helia, Boa-Vista, Oarfear.v a Ki:aaa i|aartaa-felral.
Calrn, IpoJBu, anaUeai,RIo-FutawM*, IJaa, Marrairava, Aaiia-Prea,
finirnipnati e [fatal: Qalaiae-fairae.
(Tuiioa ai corrtioa parten i lo haraa 4a inkli.
AUDIENCIAS DOS TRIBL'NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundas e quintas.
Biaxao ; lercas-feiraa a sabbados.
Hada ; queras e sabbailos as 10 horai.
JVtp do commercio: segundasaa 10 horas e quintas ao mato-da.
Juizo deorphoi: segundas e quintas as 10 horas,
i'riroeire vara do citel I segundaa a senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quarlas e sabbadosao meio-dia.
F.PII l'.Mi i: llil.s lid MIZ DE JANEIRO.
3 Quirto crescente as 9 horas e 51 minutosda manbaa.
10 Lua cheia as 6 horas e 48 minutos da manbaa.
18 Uuarlo uiinguante as 2 horas e 30 minutos da manhaa
tt.Lua nota as 9 borne 6 minutosda tarde.
PREAMAR DE Hn.lE.
segunda as 4 horas e JOminutos da tarde.
Priraeira as i horas rp minutos da mauha
DAS da semana.
26 Stguntfa. S. Polirarpo : S. Thcogines m.;S. Maihldes rainb*.
'i" Ter{a. S. Joo Chrisostomo b- d. da igr. :. Vlaliano.
28 Quena. S. Cvrillo b. ;Ss Leooldaa, Haviano.
29 Quiis S. Francisco de Salles b. : s. Papias sold.
30 Seita. Ucdicar.o da baslica de S. Pedro dus clrigos.
31 Sab.Jej.S. Pedro N'ulasco : S. Tariu m.; s. (leuiiniaiio b.
l Domingo. 4." e ultimo depois de Rea. S. Ignacio b. m.
ENCARREGAOOS DA SL'l>M;illl'.,AO No SU
Alagoas. o 8r. Claudino Faleao Diaa ; Babia, 8r. H. Duprai
Rio de Janeiro,o Sr. Jo.io Pereira Martins.
I \l PF.HNAMIll CO.
O proprietario do DIARIO M a noel l'igueiroa ala Farsa, ae aua
livraris, prses da Independencia na. 8 e 8.
PARTE QFFIOIAL
OVEaO DA PROVINCIA.
Eipadlemio a da 21 alai lamelro.
OflicioAo Eira, presidenta) daa Alanos?, acen-
sando a recepto do uflicio, eom qoe aquella presi-
dencia euviou o mappa da forja do 8. balalhao de
'nfanlaria, que fez embarcar no vapor Paranau,
cora deslino i esta provincia, e deelarandn-lhe em
respusta, que licain dadas as precisas orden?, para
que o brigue de guerra oCapibahbe, siga para
aquella capital, conduzindo 100 pracas do "-'." bata-
'hio da mesnia aima, que vdo ser empregadas ua
guarnir,X i daqoelta provincia.
RitoAo Eim. general commandante das armas,
, recurninendando-lhe a es.pedic.lo de anas orden?, pa-
ra que embarquen! amanhaa uu brigue da guerra
Capibaribru, cora destino i provincia daa Alagoas,
100 praras do -J. batalhao de infantaria. Ofli-
ciou-ie neste sentido an corninandanle da establo
naval.
DiloAo mesmo, apreseittaudo para racrnla? do
eierclto os cinco piiaanot constantes da relajo jun-
ta, e bem assiin Jos Juaquiro da Silva, que loi
preso em Papacara por suspeilo de ser desertor.
Dito Ao mesmo, para que se sirva da remetltr
ate o ilia l.'i de fevereiro viudouro, un mappa da
forca du ejercito eiislente tiesta provincia, coro de-
sigiia(ao, nao so do total das pravas de cada corpo,
mai tambero do numero das que se acham an serv'
>;o da guariiicaoda capital, e destacadas era diversos
pontos da provincia.
DitoAo Es.m. coiiimandaiite superior dn guarda
nacional do Kecife, coinmut,icando-llie que segun-
do eonstou de parlicipato da aecrelaria de estado
dos negocios da justica, (Ira por decreta de i do
frrente, concedida, a demissao que pedio Antonio
.los de Oliveira Fragata, do lugar de majur do :i.
balalhaoda guarda nacional de-le municipio.Ignaes
eoramuuicacdes tomn fettas m K\ip. general com-
mandante das armas e tliesonraria de fatenda.
DitoAo masiiio, reeomsneudando a eipedirao de
suas urdens, para que se recollia ao 2. batalhao de
inlanlaria, a que perteuce, u cornea Jos Francisco
Antonio Pereira, que se ada servindo no .*>.> da
mesma arma da guarda nacional, sob seo comman-
do superio.
DitoAo commandanle da estarao naval, dizendo
qae sendo mais conveniente, segundo S. S. iofor-
inou, etopregar eni lugar de navio de vela, o vapor
de guerra Iteberibe, no balisamento dos por lo? de
ocala.que lem de percnrrer os vapores da compa-
nhia Pernainbueaua cumpre que S. S. nesle
aeuttdo d suas orden? ao respectivo commandanle,
logo que elle regresse de Fernando, recoinmeiulaii-
do-llie ao mesmo lempo que se entenda a respeito,
cum o inspector do arsenal de marraba.Comiuutii-
rou-se .i este.
Dito^Ao mejMaM, para informar com urgencia, se
0 brigue de guerra oCapibariben, pode levar para a
capital das Alacias parle do >. batalhao de infan-
taria, que Umii DtteAo iiie.?iuo,para nue remella a este g'iverno,
aleo da l.'i do fevereiro viiiloom unta informacAn
acerca da forra sob sen coininando, com a dpi:mi-
,-ao dos roauecRvsH navios, do ?ervico, que actual-
mente (a/.eui, c diMimiieru das pracas, qne i> gOar-
neceiu.
Dito Ao inesroo, dizendo que apeuas eslejatn
a bordo do vapor de guerra nKeberibeo, o Kvin. ge-
ueral commandante das armas e os ulllciaes, que o
acompauliain, bem como as pracas e sentenciados
militares.que v.lo para o presidio de Fernn lo, pude
S. S. fazer seguir o meuciouado vapor para o aeu
destiuo.
DitoA' llieauuraria de faienda, para mandar pa-
gar as importancias constantes das relaces juntas
das diarias abouadaa a seis recrutss viudos de Gara-
uliuiis, e dos vencimentos das pracas,que escultaratn
os dito rocrutas, devendo a importancia daquellas
er entregue a Manuel Firmino Ferreira, e a desle
ao cabo de esquadra commandanle da escolta Fran-
cisco llaplista da Silva, coufurme reqaisitou o ju iz de
direito daquella cumarca. Deu-se ciencia au refe-
rido juiz de direito.
Dito Ao mesmo, declarando em resposta ao seu
oflicio de 19 do crlenle, que nao so deve adianlar
aos olliciaes do 2.' balalbo, que vau servir as Ala-
goas, os vencimentos correspondentes ao crrenle
inez. visto que o aviso n.2H'.l do 1.' de outubro de
1853 inandou cessar uus casos de marcha e embar-
que o adiantainenlo de suidos anlori i. 9:1 de II de agoslo de Isih, com referencia ao
arl. 14 das instrueees de 10 de Janeiro de lsi3.
DitoAo coinmandanle do corpo de polica, para
que enve prosidencia ate o dia 15 de fevereiro
MiiJouro, o relalorio do etado du corpo sob seu
cnimuaiidu, quanlo s sua disciplina, economa, es-
iri|dntacao e conducta dos respectivos olliciaes,
rumpriiido que esse relalorio venlia acorapanbado,
n3o sii dos balances da receita e despeza do corpo,
mas tambero dosmappas necessarios, eompreheu-
dendo a forcea total existente e a qoe falta, para o
estadu cmplelo do mesmo corpo,com designadlo
das pracas aquarteladas neata capital, e das que se
arliam dialribuidas em destacamentos nos diversos
pontos da provincia.
DitoA' irmaudade do SaDlissiino Sacrameulo de
Pajara' de Flores, para que enve secretaria do go-
verno, com a maior brevidade, uma copia du seu
cuinpromisso appruvadu pela le provincial u. IMiO de
1 de inaiode 1855,Iguaes as irmaudades do Di-
vino Espirito SaniotoS. Irancisco desta cidade, e
d- > S. do Desterro de Pao d'Allio, exigiudo co-
pia* dos seus comproinisscs.
DitoAo Dr. chelo de polica, remettendo-lhe.
para qoe toma na consideraran que merecer, copia i SOjjOOO rs., segando os das qoe liver durado o de-
do trecho do oflicio. que em data de do eorrente i lei' e. ,e "Ao reparar immediatamente a obra
dirigi o teoente Vicente de Paula Kios de Oliveira,
commandante do destacamento de Flores.
DitoAo mesmo, para que transmuta tata a maior
brevidade possivel ludos us mappas e eselarecimen-
los, ijila ilisserem respeito eslalislica criminal re-
lativa an correnle auno, e poderem ser fornecidoe
por es-a repartli-ao.
CircularA lodos os juizes de direilo, enviando
copia da portara de 8 do correnle. pela qnal se de-
signou a ordern porque deverio us juizes munici-
paes substituir nu correnle anno us de direito das
diversas comarcas desta provincia.
DitaAo juiz de paz presidente da junla de
qnhliticacau de Afogados.Tenho prsenle o oftlcio
de 19 do correnle. em que Vine, pede seja designa-
do novo da para a iustallacao da junla de qualili-
carlo dessa fregue/.ia, visto que ella n.lo pode cf-
fectuar-se no dia 18 pelo motivo, que Vmc. allega.
I' m respusla tenho a declarar -Ine que desigoo o
dia I.-de fevereiro para I insl.llac.lo da mesma
jonta. Commuoieou-se a' cmara municipal do
Recie.
PortaraConeedcudo dous mezes de lietnce com
"Menudo, para tratar de soa saode, ao professor
publico da fregue/.ia do Pilar em Itamaraca', l'ns-
sidonio da Hucha Pereira. Fizeram-se as necessa-
rias communicacoes.
__ o-j _
OflicioAn comman lanle da estacan naval, com-
municando Ihe havtr aotorisado o inspector da the-
snuraria de fazenda a mandar pagar ao pildlo da ar-
ma la Jos tiujlherme dos Res, a gratiiicarao men-
sal de sc-000 rs. que elle venceu durante o lempo
que servio de escrivlo no palarhn Legalidad*.
E\pedio-se a ordem de que se trata.
DitoAo mesmo, declarando em addilamenle ao
oflicio de hoiiiein, e (>ara a eipediclo das roineni-
entes orden?, que a sabida dn brigue de guerra a C*
pibaribe, para as Alagoas, devera ter Ingar depois
que os olliciaes destinados para segnirera uo meimo
brigue, houverein recehido da Ihesouraria de fazeu-
da as suas guias e comedorias de embarque que Ibes
compelirem, coiiviudo que S. 8.a rerummeiideao
cnmmaiidante daqurlle brigoe, qoe pro|iorcione
familias dos inesmos olliciaes os cominodoa que fo-
rera pnssiveis.Ofticiuu-se nesle senlid.i a thesoora-
ria de fazeuda, e cummuiiicou-se ao cuminandante
das armas.
Dito Ao inspector da the>ouraria de lazenda,
para entregar ao commaudaule do vapor de guerra
ir Iteberibei) os doze coutos de ris, que, segundos o
ofi!fio de S. S." de hoiilem, tem de ser reinellidu ao
commandanle do presidio de Fernando para occorrer
ao pagamento das despezas do mesmo p>esidio.
Coramunicou-se ao commandanle do referido tin-
gue.
HitoAo memo.Nao obstante u que S. S." pon-
dera era sua inlurniac.io de 13 do correnle sol n. 30,
com a qual concorda o procuradur fiscal desa liiesou-
laria cin seu parecer exarado a margeiii do requeri-
inciilo em que o liacliarel Joaquim tion(lrea l.nni
pede que se Ihe mande abonar a (Jada de rusto que
llie competir, |ni 1er sido removido da comarca de
Flures para a Uu lionito ; tenho 'a declarar- he que
deve manilar efTecluar, sob innlia retpaasalrilidade,
o pagamento pedido.
arruinada, sera' feita por adiuinistracAn a obra que
for oecessaria, deseontaudo-se o seu costo da pres-
tarlo ou prestajias mames, e do depoito do art.
7.Coipmuuicou-se a' Ihesooraria provincial.
DiloAnjuiz municipal a de orpliaosde Ca-
ntar, ipprovando a uomea^ao que Viur. fztra de
Antonio Jos Nuiles do Valle, para ejercer proviso-
riamente n oflicio de escrivao du rr une e civel da-
quella termo, que se aehava vago pelo fallecimenlo
da Manuel Francisco da Cruz Couto, que o cierna
interinamente.
Sr. general Coelho para
Norenlia. Segundo temos ouvido dizer,
Como annunciauos era a uossa revista passa.la,: reitn interino da comarca de Santo Antao, Cirne l.i- i A reqoeritnento do Sr. Uarro. Brrelo resulveu e | de improi>erio contra ludo auantu lia de mama
rirtcoo-secm um dos das da semana a partida do; raa. O.mprtliendidor dos deveres que Ihe incumbe, se olliciasse ao Bu, presdeme da provincia, grado, e Oe mais honesto na nosaa proviucia.
ira o presidio de Fernando de elle ha cnipre sido tira juiz modelo ; a ju,lira e rec- rogaudo-lhe assenlasse no svslema do calamento da \ Dos ajute ao m. r Vilella a lite d* trae e
nos ouvido dizer, a admima- lidao sao por elle buscadas aonde qner qoe se acha, cidade qoe deve ser adoptado com os competentes prudencia pera levar anle o seu proiecio, de ano
Iracao dessa ilha lie um niyslerio profundo. Posto seja contra um amigo oo ininigo. esgnios, para se poder por em evecucao o arti-1 ralsar a imprensa. ,0|,re todo, de chamar
que actualmente as cousas andera mais regulares,, Met senlior do paleo do I erro, por quero lie, go 20 das posturas de ,in de mlliu da 1849. qoe
todava o passado he liorrvel. A presenta de S., eipilla de sua porta esse Ireguez da branca que (au- manda nivelar as ras.
Eic. lia de ser providencial aus infelices ptisiuuei-; lo incomroola os vmnhos com seus discursos bac- Resolveu-se mais que se ilUciasse a S. Eic. pe-
ros, e a soa recldSoe probidade podem acabar com chicos. I.embrese que lalvaz Ihe caa o raio em dindo as planta, de Afogados e da parte da fregue-
oa abusos que ah se praticam. Dizem que a ilha casa. zia de S. Joc, que cumprehende a ruada Praia de
be eslremainenle frtil, e fura un que seta ir Aeba-M enlre nos. viudo no nllimo vapor do Sania Rila,as quaes foram submetlidas a sua inoro
eumstancia fnsse devidainenle apreciada e explorada, nnrle, o Sr. Dr. Jos Serato Ferreira, que vem subs- varo.
No dia 22 do correnle observou-sc nesta oidade ; lilnir no lugar de delegado do eirurgiao-mr do r\- I De?pacharam-se as pelieoet de Aleiaudre Rodri-
DiloA' Ihesooraria provincial.Reenvi a Vmc.; om pheuomeno sideral pooco commura. I ma orla ercilo ao Sr. I). Pontos. Moco distinelo e de intel- gues de Almiida. Antonio Alves da Fonseca, de
os papis que me remetteucom o seu oflicio de lde| luminosa com algumas das cores do arco-iris cerca- ligenca cultivada, o Sr, Dr. Jos Sergio sempre ha I Anna Mana de S. Pedro, do Roslrrn Kooker A C-
dezeinbre ultimo, relativos ao embarque de 350 sae- | va plenamente o sol, em certa distancia. O espaco sidu as divenas commissoes em que lem estado, um berdeiros de Caelano de Carvalho Rapozo de Chris-
co, de assurar com despacho falsilicadoan coniula- i comprehendido enlre o aslro e a orla, c que pareca emprcaado recto, juliceiro e digno de considerado. I liauo Rooger, Franci-co Jos Gomes de S. Roza
do provincial, sendo donos do asacar Thomaz de ter doas brajas de largura, pooco mais ou menos, Fui bem acolhido aqoi pelos seus collegas e pelas i liachar-1 Francisco d'Assis d'Oliveira Maciel, Fraii-
estava Chelo de aBM naltidlto innumeravel de pe- pessoas de circumspecrao desla provincia. cisco Antonio Alves Mascarenhas, Hcuriqiie't.ibsou,
quenas nuveni de um cinzenlo arrouveado. A luz Na quinla-feira subi scena, em benelicio dos | Jlo Lucio Ferreira Rib-iro & Irmo, Ignez
do sol era basa e fraca, de surte que podase obser-! senhores Julio e Rozendo, o dramaA cigana hra- Guilherme Ferreira, Joo Jos de Carvalho Mo-
var o phenomeno ?eni que a jaita offresse grande sileira, rnmposicao do Sr. Dr. Jo.lo Cliinacu l.aba- i raa, de Joaquim Francisco da Paula Esleve
encomraodo. O phenomeno durou desde a manhaa ; lo. O -speclaculo corren sollrivelmenle. A excepto I Joto Soares da Fonseca Vellozo, Joaquim Pe-
le ?ei? horas da tarde, a, durante aliaat momentos|dos Srs. Coimbra, l.ima Rozendo. lodos os nwis reir Aranles, Joaquim Candido de Moraes Pas-
imprensa, e sobre todo, de
orna perfaila couciliaclo a graude, o heroica lamilla
pernambacan.i.
Asura o deseja de todo o coraran.
O Liberal (envino.
(5orrc3i?)n>encia.
Aquiuo Fonsero ,\ Filhos, e recahindo a suspeita da
falsilicar,lo ero um seu caixeiro, que logo se evadi.
Os dous parecer! que junio larabem lemetto por
copia a Vmc. Inorados pelo procurador fiscal, ser-
viiae para esclarecer a quesiao de direilo e de equi-
dade que suscita este negocio.
Cumpre que Vmc. faja nelle proceder em con-
formidade com as disposires do capitulo 1 do rego-
lainentu do consulado de 23 de dezembro de I.?",;!.
Vine, sabe da providencia que fui solicitada, e por
mim ciada para evitar prejoizos, etragos de merca-
tlorias, demuras e otirimenlo de terceiras pe^^oas,
dedeixar partir o assucar prestando a casa de Tho-
maz de Aqoino Fonseca & F'ilho llanca para entre-
gar o seu valor, se fnsse completamente decidida a
apprehensao do mesmo assucar. Esla providencia
nao se acha na ledra do regulamenlo, mas he intei-
ramenle cooforme com a do artigo 50 dalle, e por-
tauto em nada ambarara a marcha do processo ad-
ministrativo.
Este negocio deve ser tratado com todo o cuidado,
porqne nelle he preaiso combinar a equidade e jusli-
ca coui o interesse futuro da fazeuda, e nao preterir
ao mesmo lempo direilos adquiridos em virtude do
artigo 49 do regulamento.
Dito Do secretario da provincia ao inspector da
thesouraria de fazeuda, transmitlindo duas orden?,
sendo uma do thesouro nacional sb u. 5, e nulra
do ministerio da guerra de 7 du crrenle inez.
Porlaria Momeando ao lenle reformado de
primeira linha,Joaquim Jo dns Sanios Araujo.para
exercer interinamente o ernprego de ajudante da di-
rectora da colonia milila'r de Pinirnleiras, em lugar
do leante Joao Marinho Cavalcauli de Albuquer-
que, que se acha fura de seinelhaiiln exercicio.Fi-
zcram-se as communjeacoes do eslvlo,
Consolado dos Kitados-Unidos tm Pernamhuco,
23 de Janeiro de 1857.
A' sua excelleucia o Sr. presidente da provin-
cia.
O abaixu asiignado consnl do? Esladus Luidos d.
Amerira, lem a honra decumtnuiiieara S. Etc. que
chegou hontem a este porto o navio americano 'li-
mar, e o qual eahio do Rio de Janeiro carregado de
cal para Nova O leaos nos E-lado* Luidos.
0 capliao do referido navio parlicipa-nie que no
segundo ou terceiro dia depois de sua parirda du
Rio de Janeiro, descubri ora negro aCealto a burdo
e que demandara este porto, o primeiro do Brasil na
derrota que seguia, para eulrega-lo as autoridades
competentes.
Nao saliendo o aluno asignado o inelhor meio
que devia eguir, pedio ao cnmmandaiite em chafe
das forras aavae deS. M. o Imperador neata cida-
de, que rerebe?*p o mencionado negro a bordo ilo
cu navio e u CODaervaase a dispo?ico de S Exc,
O eviso circular do ministerio da juslira de 23 d j 'l"e tomara tal aclo de modo que julgar roiivcui-
onluhro do anuo pascado, era que V. S.= se funda, i ente.
3
ORIGINAL DO DIARIO OE PEWVNHBUCO-
t^laaSlll^.
25 DE JANElriO DE 185?.
nao pede referir-ae a remocGes snlertore a elle, e
nesle caso o- pagamento da "ju la .le eoeto Heve ser
regulado pela disoosices leg.ies que vigoravain an
leriormenle ao citado aviso."
O juiz de direito Ignacio Jes de .Mendnnra I ehoa
qua tez como aap|atoiiti a troca a*-i**i-'*-* *
-rea recc-efl a ajada de eueto anies da publicacito
e ececo{lo do aviso de 23 de oululiro ; e -e o aop-
plieanle se liaeaaa sdlanladocomo o outro, em pi-
dir a ajuda ile ruslo, a leria recibido, liada poil
a mesma raz.lu de igualdade, he de juslica qoe e
realise o pagamento era que-lao.
DitoAo director lo arsenal de guerra, para
mandar recbenlo agente da companhia dos paques
tes a vapor, para o que se expede a cunvenienle or-j
do a., ora c lixao pequeo cuolendu Ires raochilaa
com as competentes correas, prisoes de aula o la-I
minas, as quaes vieram do arsenal de guerra da cor-i
le para aervirem de modelo.Ofliriou-se a reapei-
to ao referido agento.
DitoA coinunssao dehvsiene publica, cominu-
mcando-lhe que atleudeinlo ao que rcpresenlou o
capellflo dn hospital do Pina, Frei David da Nattvi-
dade da Nossa Senhors, resolver que se nao exija
do mesmo capellao a imporlancia da despeza qne se
tizar com o seu sustento era quanlo estiver all era-
pregado. Cuinmunicou-se ao cnmmaudanle das
armas.
DiluAo secretario do collegio eleiloral do Re-,
C|fe, aceitando recebida a copia aulhentica da
acta da eleir.lii a que se prucedeu nesie cullegio pa-
ra um deputadu a asaembla geral pelo primeiro dil-
uirlo eleiloral desta provincia.
DitoAo provedor da saude, enviando um exem-
plar impresso do regulamento de II de dezembiu
de 1855, maudado observar nos e quarentenarios e recommendaiido que propouha as
reducroes no pessoal e despezas, bem como quaes-
quer oolras alterares oo accrescimos que forera
precisos aliin de que o mesmo regulaiueutu
possii ser conveoienteuiente executado uo liospiin|
do Pina, de accordo cora as disposires coulidas no
projeclo junio.
DitoAo commandanle superior da cnsrda na-
cional de Oliuda, recommendainlo a expediro de
suas orden? para que sejain dispensados do ser vico
da guarda nacional em quaulo esliverem emprea-
dos na consol varan da estrada do norle, os guarda-
O abaixo itiisnade prevalece-te da orcaiao para
reilelrar as. Evi. a seguranra de alta eslima e mui
distincta consideraran,
Alexandre II. Clcmenlc.
i COMMAMJO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das arniat da
Pernambnco, na cidade do Recite, em c.'l de
Janeiro de 1857.
ORHE.M Dll DIA R. il)7.
O coronel coinmaudanli' da guTnicao declara para
os lins necessarios, que o F^xin. Sr. Ilr. eonsellieira
presidente da provincia, por eu ofllciu de houlem
datado, noineou para exeicer iulerinameule o era-
prego de ajudante da directora da c donia militar
de Pimenteiras. o Sr. tenante reformado Joaquim
Jos dos Santos Ara no, era lucar do V. (. lente
tambera reformado Joao Marinho Cavalcanti de Al-
buquerque. que se acha fura de sein'lhanle exerci-
cio desde 30 d outubro do anno passado. Assigoa-
doManuel Moni/, lavares.
Conforme.Candido Leal Ferreira, ajudante de
ordena encarregado do detalhe.
RECFFE i UE JANEIRO DE 1857.
AS 6 HORAS DATARDE.
RKTROSPECTO SEMAYxL
Temos a salisfarflo de anuunriar aos nossos leilo-
rea que, segundo as commoNicares recehidas de va-
rios pontos desla provincia a das onlras do imperio,
ludo esla tranquillo.
Se por um ladu a enlrada de (res vapores em uos-
10 porlo^ dentro do periodo de uma semana, he om
signal nao equivoco e lisongeiro de progresso para
as mistas relacAet cum as nutras fracr/ies do eslado
brasilviro e com os panol estrangeims. por oulru la-
do estes Ires correios nada nos Irouierain que me-
reca ser boje reproduzidu.
I.m dus aniMOI paquetes do sul sandalia paro a-
qui a maior parte dos adores, que aun a ilirerr.lo
il.> Sr. Jn.io Caelano dos Sanios, devein dar-nos tres
meces de rcpre?enlar,ao dramtica. ( direclor da
Apolinario Romoaldo de Pinba urges, Hanoel companhia eslar.i aqu nesles tres oo qualro dia.
Lomes Pinto, Francisco de Paula Comes de asneado | noisque licava para sabir du Rio de Janeiro no da
21) do crranle em ura vapor Trance/.. Vem juula-
ejos Martins da Annunriacao, todos perleucentes
ao mino halallulo.Coinraumcou-se au direclor das
obras publicas.
DiloAo director das obras poblicas.Commu-
nico a Vmc. para seu cuiiheciinenlo e direrran, que
em vista de toa informac.lo je -Jl do correle, sol
n. 15, dada acerca do requerimento em que Joan
Hypolilo de Meira Lima se ollirece para conservar e
reelificar a eslrada da Victoria, resolv aalarisar o
inspeclor da Ihesooraria provincial a contratar
eom o supplicanla esse Irabalho, mediante as con-
tienes que por copia acompanharam a diada Infer-
marno. Convm porni observar que a derima da?
mencionadas roodires fui por mira alterada, li-
caudo concebida nos seguintes termus :
10. Toda a vez que o arrematante dallar de s,i-
tisfazer a qualqucr das condiees cima, sera' mul-
tado pelo director geral das obras publicas, sob in-
loriuar.iu do engeiiheiro. na quanlia de 59000 a
menle com u Sr. Joan Caelano a s-nhora Gabriela,
que lanas iympathias deixou enlre mu, quando ha
anuos Irabalhou uo Ihaslro de Sania Isabel. O
dou<
depois do por do sol, reinuii
qoe iuiiun luu de claridade
urna luz lao lmpida. 1 desempeoliaram seos papis tem animo, e sern o en-
cuine das atvnres, co-' Ibu-iasuio que era preciso. Fui pena que um tal dra-
mo acouleca quando o re dos asiros ostenta todo o ma fosee por tal furnia levado ao sepulcro. Os Srs.
laxo dos sena esplendores. A ignorancia superslicio- Coimbra, Lima e Ro/endo, cada vez qoe appareciam
sa deve ter tido grandes preucopajoes. em srena davam um ar de vida aos elanguecidna ac-
Os arrabaldes da cidade ainda continuara ;; mono- lores e aclri/es que achavain-se fallaudu. Ag-iiarda-
pohaar grande parte da popularan mais favorecida reinos sua repelilo.
da fortuna. Nos das santos as ras da bella capital Cada vez mais se lomara impo'lorescerlus em-
de Pernambuco ficam boje conipletainente armas ; I pregados de f.zenda. Um papel, apezar de ter dea-
mal se euconlra uma on nutra pessoa : a presente- i radio de paguc-se, quando elle? querera, he
mente esla circunstancia aluda se toma mais repa- I relido, risca-e o despacho, inuiilisa-se-o, emliintu-
ravel, purque alo rumecaudo as feslas tradiciouaes do fazeni! Boa Ierra.
sos, Jos Aulnnio Moreira Das, Manuel Antonio
leixeira, de Mauoel Alexandre Gomes Mello,
Mauoel Jos Prestlo, do hachare! Sebasliam do
Re/ro Barros Lacerda, Verialo de Frailas lavare?
e levaniou se a stssao,
Eu Manuel Ferreira Accinlv, secretario o escrevi.
/lego .llbiit/uerque, presnleiita.Barata d'Mmei-
dus arrabaldes;
Pela manhaa do dia 21 levaotoa-sa i bandeira do
Porjo da Panella, e esla cerimonia fui precedida por
uma inleresaanle partida em.easa do juiz da fesla.
F.ra uiu diverliineulo campestre, segundo as regras
dos pasaa-tempos desla nalaren : bellas damas, jar-
dim profusamente illuminado com lanternas de co-
res e globos de vidro. barrado feio com bandeiras
de navios, o agradavel aroma das llores, e a amabi-
lidade e dislincrao dos hospedeires, ludo coocorreu
para o encanto e educro da noite.
He malliar em Ierro fri.Esta' destinado
para o despejo o hecro que alravessa da ra da Coa-
cei^,lo para o do lamba', e na verdade esle novo
deposito de iimniindicias ja podera' dar ligas a' mais
immunda praia. Ah sini, as duas ras sao solita-
rias, e por isso n.lo convidara a' passeio, e sendo urna
dellas de fogo, he prudencia andar de longe.
Exisle na rilfira da Boa-Vista (lugar bem lis-
cah-a com verdoras, porque se colluca dallado enlre duas
quilan leira? : que beneficio a esse infeliz nao faria
lalleceram dorante a semana ,51) pessoas ; sendo I a auluri t.ide compelenle.fazeudo-o recolber so lios-
1-'hoinens, 12 malherea e 2U prvulo?, livres ; a3
hoinens, 1 mulher e 2 prvulos, escravos.
pilal Como he, que era um lugar, no qnal deve
liaver todo o areio, se sosenla om objeclo 13o as-
queroso e repugnante '.' sera' porque nao se enxer-
ga '.' sera' 7 rulan, senhores fi-calisanles, usem de o-
culo, sem risco de passarem por velhos.
Em vista das repetidas reclamaces dos senho-
re professores de phineiras leltras do aterro dos A-
fogados, em quererein saber qual delles he o que
casliga cora relho os seus alumnos, diremus que he
aquelle que em sua rouscieucia se julgar a tal res-
peito pereaminnso.Nao nos forcem a dizer o que
para emenda nao se faz mistar declarar.
At amaitina.
PAGINA AVULSA,
Cada dia que seesea dapelago e sahe no cahos
do passado vai chelo de folgaras imroeusos, de pra-
zeres inliudoa ; e cada dia novo que surge da abo-
bada dourada dn reo, ve euuinerarem-se uovos pas-
saterapos. Milhesde diuheiro se esgulaiu nesses di-
vertiiuenlos, a ande se estraga, arruinain-se as for-
lonas, sobreven! as iiiimir.ade, despertem-sa os xa-
Ios, apparece o tpleen, e por tira nada mais resta
desses lempo- que amargas e crueis leinr.raiira-.sc
uns couservain desses liiL'.ires gralas reminiscencias',
oulros trazeni negras recordantes.
Ao passo que por esla Corma vemosovair-seo me-
tal precioso em loucos prazeres. observamos a urphati-
dade desvalida, a pobreza olvidada e desprezada, a
viuvez reducida a ultima especie, e emlim, a cuida-
de axlincla uestes roraciies ennegrecidos petoscanti-
nuas orgia?.
A caridade, priiueiru aonlimento que pulula no
eorarao chrisl.io, no se. abriga enlre no? purque
sa ella fossa sentida nao veriamoaj lerom pelas ral-
cadas e noria? de hjrejaa a pobreza coberta de andra-
jos, ralo teriamos a rada pasan da lamentar umavir-
gem lanrada no lolacal da prostilulcflo !
ldealll aijii^ll" infeliz que menditfa o pao da
caridade. lalvci qoe em horas man felizos Irtjaase
como vos, e santosse-se a vosas mesa ; ma< hMe '.'
pede-vo? uma esinola c Ihe d-is era resposta uma
phrase dura, um golpe no coracAo desee mizaraval!
Deis eos [acnreca '. '. Palavra qu<* lauto exprime
e em que -o encarra a vi la do homem !! !
Ao pobre que se arrasia anle vastas plantas Bao
neguis o pao que vos pede, porque da vira em que
romo elle, lainhem pediris toceorro e alo acharis
qoern vo-lo dr.
As iiiigalhas da mesa da reoslo a alegra do po-
bre, diz um e-cripior, Ihe perten-em ; mas enlre
no. he o contrario, no corar.lo do rico nao se abriga
a caridade, neni o pobre leu.....i momento de lera-! cmara a Manuel Alexanire tioraes de Mello. Joa-
braura. quira Francisco de Paula Esleves t^leraenle a j''rau-
Vus que jateisem sumpluusos palacios, que rodis, cisco Antonio Alves Masearenhas reslos de cusas do
em nquissimus carro?, que daes esplendidos bailes, auno passado, cojo pagamento reqoerem agora us
quees vais o dioh-iro em loncos pas'alempoi, lem- [ referidos pelicionarios ; mas que para passar na com-
brai-vns do pobre, que, lalvez, a e-sa hura jaz i vos- plenles mandados, precisava que elles derlarassem
sa porta sera ter au menos nina ponca d'agua eom| quaiuo dassas cu-las penence ao contador du joizo,
REPARTIfJAO DA POLICA
Occurreuciaa do dia 2t de Janeiro.
Foram presos: pela suhdelegacia da fregnezia do
Recife, o prelo africano Une Manoel, pordesordem.
Pela suhdelegacia da fregnezia de Santo Antonio,
O prelo Jo.lo Francisco do R .sario, por suspeita de
ser criminoso, e o escravo Honorato, por briga.
Pela auhdelegacia da freguezia de S. Jos, a pre-
la Roa Maria dos Prazeres, por ebria.
E pelo depositario geral o escravo Joaquim, para
seguranra.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESS.XO EXTRAORDINARIA EM I i DE JANEI-
RO DE 1857.
Presidencia du Si: llego e Albiii/uerque.
Prsenles os Srs. Barros Reg, Franca, Vianiia,
Barroca, Barros Nrrelo, Kego, Mello e Barata, que
presten juramento e toinou assenlo, abriu-se a sessao
a foi lilla e apprnvada a arla da antecedente.
Foi li lo o segniule
EXPEDIENTE:
Ira oflicio do Exm. presidente da provincia, com-1
mullicando que se ochava concluido o callntenlo (
do caesdo Apollo ou roa do Beberib-.desde o arco da :
Conceirao.it-' a esquina da ra cm frente a entrada do !
arsenal de maiinba, recommendandn era vista do i
arl. !. da lei riroviocial n. 350, lomaasa a cmara a |
s-u ir.: i a conservando da obra.luleirada.e inan-
donsa iillici.ir an li?*al do Hocife para cumpri-
meulode-da nrdem deS, Ese,
Urna petirlo vio ta -la presidencia, de Vicente
Ferreira da Cosla9reqoereodii alierarao da planta *i.\
cidade na paite que prujecla urna lravc-?a no largo
omttmntca&0.
O prometlido he devido. Acabemos de tirara mas-
cara ao pseudo chefe liberal, ao iuimigo mais encar-
nizado do parllo praieiro. ao redactor desse jornal,
o mais Inferno a ludo quanlo cheira a ordem, paz,
religiao,e ale boa educaran : disparaos esaa gralha
das pennas cora que se orna, e a expnnliamos so pu-
blico, e a proviucia de Peroatnbuco, para que Ihe
imprimara o ferrete da ignominia.
Ja vimos como lora elle repellido por toda a pro-
vincia, e por todo o partido praiero: ja vimos cumo
lodos oigeiluinos chele? da praia rcpmvam na roce
a marcha Ja impreusa, que se diz liberal, e a poli-
; lica a nadir mea de velhos odios, implacaveis raneo-
\ res : ja vimos como o tal Liberal l'ernambucano
vive a vida mais depravada entre a calumnia, e a iu-
| juna, a lurpeza, e a iinmoralidade, ja vimos como se
diimenla do< Improperios, e doslos I,mead -s aos
presidentes desla proviucia desde cinco anuos a esla
paile ; devido ludo islo cerlamenle a longauimida-
de des?es mesmus presidentes, e a polil ca inaugu-
rada nesla provincia desde o Sr. Sou/a Ramos al o
Sr. Sergio, islo he, polilica demuderarao aconsellia-
da pelo goverao, c que se lornou olli:ial, depui que
o Marqoez de Paran subi ao miuislerio.
Agora he aecusado o Sr.
.Sergio, porque nao le/
depotado ao chefe da Liberal a tasa Dous nico
praieiros se ipresenlaram candidatos, e ambos foram
eleiloa ; um d-pulado, e oatro soppleate, ou meio
depilado, porque con-la ler havido concrdala
acerca dele : c?les candi lats foram os Sr-. Drs.
VUella l'avirea, Luir. Doarte : e asstm me......Sr.
Sergio foi acru?a lo de mn rvu- na rleiro do Bo-
nito : mas o Sr. Vilella lavares desatacaron o li-
beral, c desmeollo u gralha nuca. Na comarca da
Ra- Vala o* Srs. Drs, Brandan, a Luit Doarte fo-
mi Oulros II du contador, informando que deve a
que sacie a sede qne u devura '.' I'ur cerlo que nao ;
porque o eiciar do vento aaj vos traz duces palavras,
rorar de vesti los, imagen*, dnuradas qne extinguen
ern vosso eorarao a Cu. i'lntle.
Aula o lumulo ludo te abale, [de, rorrei apozos
prazeres, buscai as orgias, lancai vosso diuheiro, i
raaos ebeias, sobre o baralbo das carias, cui tai s-
menle dus diverliraeulos e esquecei u pobreza ; que,
depois, quando viera raoile estiverdes borda do
turnlo nada maispodereis fazer em vosso beneficio,
e na ootra vida so encontrareis rpenas, ollrnuenlo?
a dores, e por lira, o inferno que sob vosso pos jaz
com as voraces garras abarlas,
A virtude he a luz da razio, a fome a conselbei-
ra do crime, para que nao seja a primeira a er ol-
vidada por aquelle que (em fome e sr pretenda a
seguuda, di-lhe o indispensavel soccorro ; pre Ibe um bolo de caridade.
Sede caritiesos, porque o homem sem caridade he
como o navio sern leine, navega sem governo, e, fi-
nalmente, bate em cachdpos iioniensos que o suhtner-
gem no cahos da clertiidade.
A venda de bilbelis de loleris he hoje o maior
e melhor negocio que exisle ; ludo se deixa, lodo se
olvida para vender bilhetoS A cada ra que se va,
em rada becenque se enlre vr->e n'.ima porta, n'uina
varan la um rotulo, uma labulela bilhetes de lo-
tera. Aonde quer que se vai eneootra-M um me-
nino, um rapaz, um velhn, um prelo, emlim nm
canzinho que ullerere i venda bilhetes de lotera !! '.
A polica nao deve perdoar uma busca auas e-pe-
luncas, anude a lho familia, o prelo escravo enler-
i Corto di. .Mallo, on le lera o sopplicanle mu pre- : r':" elel,* P' g'ande maotria: c eom o desemhara-
dio, ransi.lindo a alleraca > na mudanza dessa lravs- i t" e indignaran propria de quera lera a cous-ien ia
sa.A' eomnnsaaodeeditic.irne-. aaqoill-e, o Sr. Serg o desmente aovigano duOuri-
Oulro do procurador, remetiendo os balancete' da Cllr> qoe ousou lancar-lhe em rosto uma caluinitia.
receila e de>peza municipal e do cera.terin publico. '- porque nao se apresenlaram algor oulru> an.
los mezes de outubro a dezembro ultimo.A' com- ,llu8 heles da praia como candidato?.' Eu vos digo;
n.lo toi por causa do governu, e iirm temendo os
goabirs, Ol conservadores : e de fado ueuooin li-
beral foi molestado : mas recelando a lula cum a
sucia do /.ibera! Periittinbitcano ; porque estabele-
cidaestt ntreos metiibros -aos e tolerantes, e os
intolerantes, e furiosos seclarius do redactor rei, a
perola seria so para o partido guabiru, e as cascas
da oslra para us praieiros desunidos, e para u che/r
lilieral : e em ultimo caso a derrota seria para o
p.irii.ln praiero, que he o nico que lem a perder
aeass neguciu.
Si o Sr. Dr. Lrbano tivesse viudo em lempo a
esla provincial quera Ihe lisveria disputado a eleirao
do pnineire circulo '.' Mas queiu he o chefe do /.i
beral, que requisilos lem como poltico para apre-
sentar-se candidato pelo circulo do Kecife .' Todos
se riram de sua audacia ; ludos o metieran) a ridi-
culo : lodos prognoslicaram a soa queda, a -na der-
rota, so porque lodos os humen? nolaveis, e impor-
Ibe
aiiui de que posas ser allendida, como a cmara re
lolveo, a p-lirio dcsle, requereudu lambem o paga-
menlo do que Ihe loca.Duspachsm-se neste senti-
do as petiedes.
llutru do subdelegado da fregue/.ia do Poro da Pa-
nella, remelletiilo ama relarao dos douos de mni-
bus a oulros carros de aluguel, a quera multara, co-
mo infractores de posturas.Poslo em disenssao o
Sr. Baratar exaraiuaudn a relarao, acha que o sub-
delegado poda proceder do modo prtscriplo na lei,
iii-laurau lo u processo contra os coulravenlares, e j laules da praia as Ires freguezias Ihe retiraram o
depuis remetiendo o? nemes dos que foasees jolgados sen apoto,
iiicursns as mollas, para acamara as mandar re- Si a verdadeira praia se livesse arregimenlado cora
ceher. mas que nao obstante, era de opiojlao que se anlecadeucia, e, cora a liberdade que Ihe dava u
Iraminellisse a relacao ao procorador, para proce-
der a arrecadarao das mullas, e dar parle do que
oceurresse, para se resolver couvenieitlereeute.
Outro do engeiiheiro cordeador, submellendo
ao ronheciraenln da cmara uma sucinta ex-
posirao dos negocios que correram pela repardeau
a seu cargo, dorante o qualrienio lindo.A' com-
mis-ao de edihearoes.
tlutro do vicario dos Afogados, remetiendo o
mappa dos haplisadoa que houve naquella fregue-
zia, no semestre de jiilho a dezembro do auno lindo
(i Ao arquivo.
O Sr. Reg II.nos propoi que da qunla votada
na le do nrcamenlo uiumripal para atljabras dns re-
niilerioi das freguezias de (ora da cidade.se desli-
nasse parle para o ceinilerio da parclito de S. Loo.
renco da Malla ; e a cmara resalveo qoe o mesniu
vareador se enr.irregasse de examinar o eslado da
eu miniu uistinclo ji be cabalmente condecido pe- I ram o diuheiro que oblem pela venda de nm obra, o que se fez e o que resta fazer-separa cuiaose
los Hiuadiirpa na ?rn-> kuti,,....!,............. e_ 1...-1.. 1 i...- ,t. ..... .1....... __ _______
los amadores da acea peruambucana ; n Sr. Juao
Ci.el.1n0, como sabe tola a gente, goza de urna bella
replanlo: assiin, he inuilo provavel qu, durante
o periodo da empreta, tenhamos nuiles mais agrada-
veis do que as que desfruelamns aclualmenle. Cons-
ta-nos que ja ie esl snsslando uma peca para ser
levada a acea apenas chegue o director!
O paquete sardo, qne se suppuuha Ira/er algum
actu iraporlante, quer de aplas, quer da compli-
caran enlre a Prussia e a Suissa. lu portador de da-
las anteriores ,is que nos troove o 'l'eiitonia. O Cetl,
perlencenle teglinda linha de Southainplon, e que
vinli inaognrar a carreira, raudou o dia da sabida,
e parece que s oslar aqu no lira do mee.
Os economistas, diz elle, eram os philosophos pra-
lieos das hnaiiras ; linham feilo da riqueaa do- Es-
tados tima seieucia, cojo primeiro elemenlo era azli-
herdade do commercio e das iudualrias.
Despre/adnres da religiau e .la liberdade poliliea,
a prospendade publica era aooolhoa delles o anico
alvo dos governo. .segundo esla doulrina, enrique-
cer o povo era o mesmo que morsllea-lo. F:rara os
malerialislas da philosophia.
Enlre as (heorias que professavam, anda nao ex-
periiiienladas, urnas erara verdadeiras, unirs chi-
meneas, mas todas erara novas e prestigiosas, e o
... .... 1. allraclivo da novidade e do mvsterio dava grande
.finito nisform don ronHitiHntes por A. de Lo- crdito a' seila. -."
Era o bar{a de uma scienna que depois fez pro-
greesos ineesssntoe, mas que anida nao asta con-
cluida.
0 nomo de Targol, pronunciado com venencia
pelos seus administrados, se espalb'ara em toda' a
Franca, Os philosophos redactores da F.ncvrlope-
da, cdigo iramenso e confuso da raeXo moderna,
para o qual elle havia concurrido, jiaugearain-lhe
ora m.....ni de partido.
A esrolba de Turgol era o prograninia de rima re-
volurlo na adminislrarao do reino. Saudaram-no
como os pnvos sandam aserandes e?perauras.
Depois do relralo dn ministro das financia, en-
eontra-sa o de Malesherbcs, o introductor da phi-
lusophia no conselho.
I'roeuruu promulgar era urna malaria de cmisrien-
eia nina tolerancia d- eslado, que eorrigia os rigores
la revogaci do edito de Nanles ronlia us proles-
lanles.
Os primeiros golpes desfechados na lyraniiia da
igreja exclusiva revnltaram o clero, que fez repre-
senlaroes a el-rei, a lamenlandu o lempo sm que os
homem que profeatavam outro eolio qae nao o ds
l.oiz XIV, eiam ubrigadoa a procurar a solidan dos
desertes a as Irevas da noila. x
obrigadas a respeilar ; a opinMa e n'om seculo
em qu cada cidadao pode fallar a toda a afio pe-
la voz da iinptenaa, e ella nu meio do publico dis-
persada o que eram osoradotes de Roma e de Alhe-
nas no meio do povo reunido, a
Asstm, v-seqna foi Malesherbes, um dos philo-
sophos da revoluc.au, e que acahou no palibtilo, ex-
I piando o culto de dedicarlo a humanidade queenn-
sagrava a l.uiz XVI, quera ministro* a Lamartine
livro, de um objectn qu- carregam da rasa de
seus paia uu senhoies. 0 arlisla qua recebe uma fe-
ria no 111' 1111) dia da semana, ahi vai lanesr u.....bo-
lo, engodado pelas grandessorainas dos jb^nOjOOO e
1ti:ntHNNK) ilos premios grandes, e em resollado re-
cebein nm esl bronco.
O campo doSr. Bnm Jestis da Redemprao re-
ceben anle-hoiilem era seu eio o cadver da Exina.
Sra. I). Joaquina Trrelo de Barros, esposa (lo lllm.
Sr. commeudador Benlo Jos Fernandas Barros,
inspeclor da alfandega. Virlnosa consorte a boa mal
ella era um dos arnatnentoa da aoaaa sociedade. .Vc
iramil gloria mmrndi '. A Ierra Ihe seja leve.
He rhegado a esla capital o Sr. Dr. juiz de di-
Estes insliuclos, deseiivolvhloa pelo Irabalho n'um
banco genehrez eslabeleridn em Paria, e ao qual
fra em breve asociado, au principio Ihe alero a in-
dependencia, depois a fortuna.
rasulver couveuieulemenle,
O Si. Mello reipicreu a nomearao d'uma com-
mis-lo para syudiiar do procedimento dos emprin-
gados da casa, e dar o resultado do seu Irabalho, e
depois dealtuma diicu-sloem que mais lomou parle
o Sr. Barata, nao se oppoudo a crear.lo da comuiis-
sao, mas ponderando nao ser ella de necessidade por
ser dado a cada vareador pesquizar sobre a condue-
la dos fuucciunarios da niuiitcipalidade, e propura
cmara o que julgar conveniente.
O Sr. Barroca pedio e foi approvado, o addiamen-
lo da quest.lo, fleando cada veieador inenmbido de
fazer as indagacrs necessarias e declarar cum fran-
queza o quesnuber.
trativns farcinavam oshomens de letlras. Os affagos
da mulher para com os arbilros do goslo Iliterario
preparavam-lhe o Iriuinpho.
O cullo lespeiloso que madama Nockei prefesssvs
Elle o augmenl.ua em habis especnlarOes rom a pelo tlenlo do marido era eoramnnicalive a luda a
,mur(;ie.
No ultimo numero iacatarooa uma noticia abrevia-
da acerca dela obra do autor do Jocelvu, mas os li-
miles que nos so concedidos apenas os purmilli-
ram referir os principios cardeaes de que dimana a
murarlo do dluslre escriplor.
Hoje pruaeguireraos na larefa comerada, e princi-
piarainos pelo resumo das pinturas dos vullus mais
conspicuos que representaran! um papel cumenle
ua revoluto francesa.
Era Ihese lilteraria e plulosophica. sd ae pode de-
duzir a emelh nic.i de caracleras do complexo das
Ion delicias particulares de que resultara os caracte-
res mdividoaes, a nunca da simililude de uma so ou
.linda do pequeo numero deslas leudencias.
Na bialnria dos Hirondino*, Lamartine desenlien
varios personbaos,-que enlram em a nova ulna e
que lera as mesmas tendencias.
Sob esla relarao n.lo ha novidade nos rrtralos dns
raracleres ; ma- as COCOS de que se servio ltima-
mente sao dillereutea, p em algumaa das pinluras do
novo Iraballiu hislonro acrresrenlou novoa Irans, e
prucurou apagar oulros, que lalvaz fossem inspira-
dos pelo eiilhu-i 1-111 .
Fallando de Turgol. o ministro di, finanzas do
l-rimeiro gabinete da Luiz XVI. eoncidera a soa en-
Itada no ministerio corno um affago aua ecnuomis-
taa, seila nascida palos fin do reinado de Lata
\V nos saines da ama ule do rei, a celebre Pom-
padour; das meditaces de Oocsuaj.
companhia das Indias. Bata forlona se etevava a
IIIlilla mlllo'ii-.
Os seus Iriumphos era neaociot Ihe liaviam coine-
rado mn mime no mondo mercantil, induilrial c
orna das causas que elle asolana a revolncjto, um dos I opulento, que enllo come, ava a aguar os canile e
uiaiores auccessns da Malaria moderna. o crdito da Franca.
As economas de Turgol sobre as desne/as d i>nr. 1 t- .
le iam restaurando lenlaro.nle o eq 1 u ni x i, '"i Z "" ""h,clos,:,e Importancia, es-
faimada de renome para o mando, e cora quem se
naneas, mas as murinuracoas dns corlesloi se apre-
senlavatu de dia em da mais uuanimes contra o mi-
nisterio.
Kl-rei, que n.lo sabia suppnrtar resframento al-
gura de seu povo, diz Lamartine, procurara substi-
tuir estes ministros por um homem mais agradavel
a opiuiau.
I ma correspondencia secrela qne este principe
manltuha, cuuliuua elle, sem que us ministros sou-
I bessem, com um eseriplur ftil e intrigante, o mar-
ques de Pezai, Ihe indicou o homem da opiaiSo.
lisie homem era Necker. El-rei
cavara para elle un tnai< elevado desuno do que a
considerarlo dos escriplorios.
Formosa, virluosa, lilteala, mas recordando pelo
pedantismo das formas a primeira vucara.i de pro-
fessora, a mulher de Necker linha o lom e as pre-
lenroe- de uma ambiciosa de renome.
Dolada de um eora;8o accessivel a lodos as ubras
de benelicencia, o sed cullo sincero, verdadeiro, etn-
suciedade. Julgavam-nu pelo que ella dizia.
Necker lornara-sa dasl'arto, aos olbos da opiuo,
um mvsterio de genio, de viilnde e capacidade pra-
lica, que iiinguein sondava, mas que lodos atlesla-
vam. A sua coiisideracau fazia sena em Paris.
Era 1 ipura em que orna neeessMade de prodigios
alurmenlava as iiuaginares caneadas do prsenle,
em que Mrsmer, Saint Martn, Cagliostro, exerciam
os seus prestigios, e em que certa dose de charlata-
nismo era uecesaria au proprio mrito e a virtude.
O carcter da rainha Maiia Anloinelle ja lera si- ma nos seus ltimos das, pura que se poasam na
do desrriplo por diversos autores : entretanto u re- rar as iiisulliciciicias de espirito, a mohilidade de
governo, livesse disputado a eleic.lo, he hoje evidente
que teria ganho, n,1o s nu Bomio, cuino nesla cida-
de, e em uulros circuios : mas os piaieiros, que pu-
diain aprc>entar-se, recuaram. e o lizeram untca-
menle por causa da sucia do Liberal, Vamos pruvar
essa nossa as.aerrao.
Teude-sa apre'seulado o Sr. Dr. Jeronymo Vilella
de Costra lavares como candidato a depular.lo pelo
circulo do Bonito, sem pedir para iaao licnra ao
y.nmbi da Liberal, a sucia dirigi imme li llmenle
carias a' algumas infliieiicias liberaes das qualro fre-
guezias, qne compem aquelle circulo, dizendo, qoe
o Sr. Di. Vilella eslava rompiado pelo governo,
que se havia reliradu du partida liberal, e professava
doulrinas opposlas aos dogmas da praia; que nao se
engauassem cora elle, e nein Ihe destru volos, por-
que ja ran era praiero. A labia ia pegando, e al-
guna esrrevernm para aqu nesse seulido, psdindo
nformajoes a lal respeilo.
IJueni guerreou pois a candidalura do Sr. Dr. Vi-
talla" .' Foi o y.nmbi do Liberal, foram os taes pseu-
do liberaes : oo elles, ou os guabinis, ilohe, antes
quiTi mi que vencesse um caudidalu guabini, do que
um praiero ; lal he o o lio que por despeito votara
aos verdadeiros chele? d,i praia.
Finalmente pode dizerequenumro iuimigo, que
hoje lem a velha praia, he o Zumb da Liberal :
porlanlo convem de-lruir aquelle yin7ornoo,cuja his-
loria nao lie menos inleressaute, que a da serra du
Barriga. Convem delrui-lo por honra de Pernam-
bnco, a porqoe nao llavera mais enlre a familia per-
uambucana esperanca de cnnciliarao com esse Ve-
zuvio, quevoimla calumnias, e injurias, e loda casia
vilavel ilasroosas, apparecera mais soberanamenle
uu destine de nm rei.
A rainha Mara Anloinelle lora um dos instru-
mentos involuntarios deia fatalidada.
A lodo aquelle que esluda cora imparciaidade o
reinado de Luiz X\ I, esla rainha apparece com
evidencia, com o encanto e o Infortunio do marido.
Por maiot qne eja a especie de inviolaliilida.le
com que os sopplicins desla princeza, transformada
e quaii santificada sobre o eadalalro e antes do ca-
dafalco, lenhara cercado Maria Anloinelle, he ira-
possivel rouiprehender a historia da revoluj.lo sem
piolar esla rainha. e ser verdadeiro sem ser justo.
leve bastante roragem, expiarlo e virtude supre-
Srs. redactores.Vivendo eu distante dasta ci-
dade, e recebendo uraa cariada minba presada asan,
deparei ao !-la, com calas palavras (tu nao eiirou-
trares lua rara mana '.'.'. me 11 filho qua disgusto !
oh Srs. redactores, qual n.lo seria rainha lorpre-a.
disalenloe Irisleza '.' mas continuando a ler, vi que
u ubjeclo que lano preso, viva eraras a Providen-
cia e ao hbil Dr. que com os ioatrumeulos proprioe
de sua bhlhaule proliss.lo salvoo duas victimas da
morle, visto islo nao posso deixar de render 111 teja
cumprimenlus e de ser grato a eale senhor, visto wn
a gralidao um dos mais nobrea santimeotos do cora
clu bureano ; eu nlu me possu loria, a dar destr
senlimenlo orna publica damoustrar.lo a um humera
qoe foi o inslriimenlo de que e servio a divina Pro-
videncia para aucinentar uhrnna annos de vida a
niinha querida e terna irinja, por uccasiao de sau
inao parto orneara da de locar com brevidade o seu
termo : esle homem he o 8c. Dr. Prxedes dme-
le Souza Pitonga, cuja habilidade he por todos re-
conhecida. Receba, pata, o Sr. Dr. Pilanca, alas
miuhas palavras tao simples, como sao puras tninba
inlenrOes, como um vol solemne de rainha grsli-
1.1o siocera e perpetua.
/ota Francisco Bitantourt.
Parahiha 12 de Janeiro ds 1857.
Sitterotttrrt.
DA PHILOSOPHIA DA SC1ENCIA.
Exisle orna philosophia local, uma philosophia na-
cional, 00 da-secom a philosophia o mesmo que cora
a religiao ". Universal por sua eisencia. dirigo-se
ella ao homem, ser nico, ser universal Nao per-
lence ella ao dominio da nm povo ? Perlence exclu
sivamenle ao dominio do genero homaoo 1 Eis a
primeira queatlo qoe ha a resolver, e de mais a phi-
losophia da historia, se he que ha a philosophia da
historia, pode resomir-se em ttra povo lypo, em om
povo que seja sanio o Alpha, ao menos o Omega.
dos destinos da especie humana '.' Eis a -remida
que-llo,
Esl3.sque?lfie, suscitan!-.e cm meo espirito, a tala
de uma mull i m de ?\lemas contemporneos. He
um verdadeiro farvedouro, nm tropel de enaaios que
caliem da Franca, d'Allemanha, da Polonia, da Ita-
lia, a ameacaudo a razao histrica eom uma mulli-
dlo de solores rontraditorias. Todos osles eii-am-
lendem a um su lim : o de aprc-anlar uma pbilosu-
phia da historia, e de encarna-la ua historia de um
povo.
Nada ha de novo sobre a trra. Eals nleiil:tivi
orgulhosa, esles esforros para fazer representar om
povo o papel da l'rovidcnria. pira mostrarem a um
povo i solurao doa enigmai de nn-sos destinos bem
eedoachamo-lat na Europa modirra. 0 Dantoelevr
1 esle pen-amenlo uma calhadrol patritica notvs-
lema de -ua Comedia dirima, e Petrarea o seineis
eom ralo hrilhanle estira ... flurc? de suas nobre-
raitZOHi; Machia-el Ihe dedaea a alma de um vellu-
romann. lie Bossuet que o nsugura em franca,
unde recebe a conaagrar.io de M. de Bunalil. Eis a
ua nllima formula a So ha dou- verdadeiros posos,
lona grandes representantes da especie humana >
povo jud*o para 05 das da antignidade, porque pre
para o Metalas aos homens ; a nacao france/.a para a
mundo rhrisldo, porque he a pcr.uuilicu.iii do ca-
tolicismo. 11 Condorcet vibra sua Ivra com oulro ac-
cenlo ; n.ln be tnais fraurez, he humanitario, atea
seus discpulos, os san'imoniaiios, os fornieri encarnara o progresso na pajeo (rancez.i. M. Jesn
Revnaud vai procurar o priucipiodesle desenvolv
metilo at na hierarchis dos Druidas, ijuanlo a M
Michelel, elle uos musir as massas piolatarias da
velha Franca era plena fosan : d'ora em .liante, se-
nhoras do mundo poltico e social, ellas sao dcmai.
os arbitros dos destinos da especie humana, seuda-n
desde as primeira? empees desla graude crtera.
que dala da convenci, e qoe espera o esfriameulo
daauas lavas para transforma-las em campos de ci-
vilisarao e de collurn.
A Allemauha he uma lerceira variante do mes-
mo Ihema, Ornes e Frederico da Schlegel lulam
eiilhusiaslicos para que a especie human 1 chegue a'
um Santo Imperio /imano, para qoe baja um qui-
cio germnico de om calholicsmo publico, modelo
de uma eonstituicao social. Hegel dirige-sa a Alle-
mauha protestante, e procura impor-lhe a philirai-
phta de um panlheisino calholico, no qual Den- faz
sua evului-ao 110 seero humano, chega a' aperfei-
coar-se na sabedoria de ll-eel, em quem sa acha
concntralo e absurlo o iifvimenln da humanidade
lateara.
Emlim os Srandinavos elrvaram a voz. Ilm ce-
lebre poeta, o Polaco .Mickieiz, reclama seu panel
oa roda dos desliuos, falla de soa chegada a' scena
lo mundo, da ab-orpr;3o em soa ordens do futaro
da especie huma na O Panslavistas da Bohemia e
da lllvria balero palmas a' esles accentos patrioticu?,
he um ruido de albales qne nada mais sigoiliearn.
()a Scandinavos dizem que lem por progenitores o
Assvrios ; comecam ajota pelo maia anligs monar-
chia dn mundo, e terminsram pela ultima das re-
pblicas. Sera' o destecho detioitivo do grande dre
ma de nossos deslinos.
L'ma philosophia da historia torna-se inaceitavel
debaixo de todas estas condiees, impossival aob lo-
das eslai formas.
lornar-sc-ba mais aceilavel se a circumscrevermos
noa limitlcs de ura palnolisinn muilo mais morieeto 1
se abrararaos as vistas do *>r. visconde de Meaos em
seu Irabalho a aonre as rclce da Franca cun a
bora oslensivo para com o marido,
caritativa, a sua cara aherta a ludas
Irado que Lamartine faz deste grande vulto da re-
volurlo nos parece lao perfeito, que nao pudemus
rc-i-lir a tentarlo de ropa-lo.
Esbocando sumraariamenle. diz elle, as circums-
caracler, as leviandsdes de apparencia dos eeus pri-
meiro? anuos, sera nada rouhar a piedade devida
sua memoria.
-ua opulencia lanciaa que coinluziram l.ui/. AVI a convocaru 1
Necker fui a falalidade
onde procorava a salvarai
do reinado.
Necker, coutiuua o autor, era eslrangeiru, como a
mor parte dos ministros que hlo so?cilado as gran-
des paixes e as grandes brnMnlaeOei populares em
torno dos thronos.
Era lilho de um profetsar de tirnrhra, pequea
reriublica municipal e Iliteraria, culmeu de Iraha-
Ihn e da ideas nos limites da Franca, qua a aclivida-
de induilriosa e a ndole avenlureira dos babilanles
disseminavam em Indas ai rapilaea.
O nome de J. J. Rousaeau havia illostrado fjene-
bra : aa especulares dos banqneiros enriqueriam-
na. Necker fora a Pars, como os sen cnncidadlos,
Mulher embriagadora, rainha inconsiderada, vir-
releiiridades I para dividir a sua aulundale legislativa cun a na- I "'"a lli,ll"""ca' os "01 encantos c dafailoa, as suas
opimao. 1 contemporneas, a sevendade dos seus coadunes bel- '.lo, ou para diaputa-la as bcefiea, uinguem su pude cul|'a, d"r*"i as SDi,s aTendecas e o seu rada-
achoo a perda | vlicos, as suas ligsroea cora '- philosophos, poetas, deivar de admirar da insignificancia das necessidadrs' ''''' dei,*r*m i''lra sempre esta hgura liaeira n'uin
Entretanto Malesherbes respondeu a essas mur-
muracoes, appellaodo para un poder ainda nao I para fazer fortuna,
constituido, mas aoperior a opiniao publica. 1 Possoia os instinrloa da riqe/a, s probidade, a
.. Eng.o-se, dtz, elle, um iribunal independeula economa, aaplidao para os algarismos. u dom da ft-
dt tudas as poltucias e que ludas ai potencias sao I liz eipecoltrio.
sen li- e da pequeuhez dos motivos que induziram el-rei a ^"'ha indeciso, enlre as censuras a a admirarlo dos
homens.
escriptores, economistas do lempo,
lulo de eslrangeira e ds plebes, que Ihe davam mais i esse golpe de estada contra a curda.
relevo a existencia, li/eram da sua rd; 1 um lar de I ,
opiniao. 1 ni reinado uiiaiiimeinenls acolhido pelacsperan-
... ,'. publica, nina sueira naval nas Indias e na line-
Nerker. leudo rhegado a metondade da vida a ao rica, autimunarchica, mas gloiin.a, algum conflictos
repouso, depois da riqueza adqoirida, se exercii pe- de autorldade com u- parlamentos, corpo sem raices
los conselhoi da mulher a lomar lugar entre os es- no fondo do pata, e que nunca usurpavam senao so-
criplores. j |,re a fraque/a, emlim algum embaraces de linanras
I rala va para a academia franceza de asaumpln-em que podiom ser remediado* pela urdein e ecnnnn'ua
que a polilira e a administrarlo eram assonada? .1 na- despena, que o crdito honestamente provocado
lilleralura. era suflieienla para cobrir, e que a primeira admi-
^'aluquencia pesada e emphalira affeloava a nislrarlo de Necker havia reduzdo a uro deliril in-
senaibilidade J. J. Ronsseaa sem que livee a se- j atgnieanle de algn milhosa, eis malerialmeule as
cluc';uu- I uuiras euusas que liuham laucado a el-rei e ao povo
As palavras de virlude, relieio, humanidade, phi- n'uma crisa em que o Ihrono e o povo iam inevila-
losophn, amor dn povo, felicidada publica, aanlili- velmenle perecer mi se regenerar,
cavam os seus livros pranle os Snaneeires ; os seus I Nunea s fntalidade. palavra varia de sentido de
tonhecimeolos economicoi, commerciaes e admiuis- iqut os bomeos se tervem para exprimir a forja mt-
Maria Anloinelle, sreliidiique/i d'Aostria, lilha
de Mara Thereza, deslombroo a corte 9 a Franca
a-sim que chegou da tena da palria.
linda no linha 16 annos. A sua lurmn-ura
precoce eclvpsou s de Dubarry, a valida de Luiz
XV. a Phrs nc moderna.
Mas a fermosors de Dnbarrv era urim formosura
de cortesa ; a de Maria tnloinelte ern nina lor-
n,-,-in 1 de princece.
A nalure/a dolar.i-a rom lodos us dnns que ta/em
contempla! a mulher e adorar a rainha : ura porte '
esvello, ilumnenlo da rvsne no andar e nas ma- \
neiras, uma eleaanria qua nada lirava a' mageslade, i
cabellos l-uiru? rujas lilas quenlea recordavam aa
cabelleiras ondeadas da I iciauo, fronle elevada, lz
colorida pelo fri do norle, urna graca irreilivel
dtrrsrnada como um vapor de mocidade sobie todas
as suas feic,6es, e apenas deixindo contempla-las
Iravez de uma almosphera de fogo ou de embria-
guez.
Tal era Maria Anloinelle quaadn a poltica do du-
que de Choiseut e a ambicio de Maris Thereza de
rain-na por esposa a Lu/. XVI, enl.iu deque de
Berry.
O relralo do re formava qoasi um contraste com
as qualidades da rainha.
Cora -linio, ora prncipe da sua Hade e de oulm
caracler ae houvera embriagado a vista de lmanlo-
belleza. Mas elle licou fri, dislrahidue iodifleren
te a (autos encanlos.
A nalureza appruviniava em vac o raio desla alma
sem paix.lo pira accender-lhe o amor.
Maria Anloinelle experimeulou na comtnittiva
das mulheres faslidiuas que a rerravam. commil
uva anlipalhir.i por ora lodo, perignsa por oolro, o
canrsro da juventude, o (edio da eravidade, a im-
paciencia dos prazeres, a leviandade de uma crian
ra a quem se rao-irein ese lirun 01 brinquedm.
Compaion com tristeza a frieza morosa e rteaa
gradavel do maridn coma belleza, o regosijo, a ele-
gancia ras assiduid.idesdos joveus principes r ds*
mtilherrs da ?ua orle.
LiRou-ae iairaKanlemento,-aaoa faUlrnaata, com r.
rnn.le de Arlois e rom u sen sequilo. 'Is e-loova
- -i,lc- dasts sociedade. ?uMrahidn? aos olhoi de
I.01/ XVI ou tolerados por elle r. m .palluca ni
diflsronca, (omarara sa n entreleninianlo dos cor-
lesgoa 1 os coxixos de Vtisailcs, oa rumores de
Parle.
A inoridade, a inexperiencia, a an*encia de qnal-
quer conselho se\eio. a sede das disirarrl.es prohi-
bidas a' sna geraiclua. a* SBdacejeeo on exempln. aa
romplicidades l.iceia serviro, lanraram Mara Anloinelle em irapruden
na que algumas ve/es ae a--einll-i\ m a levian-
dadaa.
Ainda nliniiain u- retrato., mas por hoje tea-
remo? asmi.
, i6dala/i-r-Ai ali7

.

- '
. .
ILEGIVEL
. ,


'

DIAR10DE PERNAMBUCO, SEGUNDA FEIRA 20 DE JANEIRO DE1857,
lurqai. sol Francisco I ; se a eonsidci arillos cu-
ino c a razao poltica das cousas ; se virmos na
irania o orsao da Providencia para a centinela do
Diundo ehristao ; se a encararme* como (al na po-
ca das Cruzadas ; se a proclamarme* como tal an-
da depoii da creacao do systema do equilibrio eu-
ropeo '.'
Com diilereiija pooco lensivel, salvo o modo de
ver c.lh.licu do joven escripia* que acabamos de
citar, encontramos o mesmo pensamento em outros
escriptores pertinentes a escolas opposlas; nosvelho
thltUf, como MU. Thiert e Mignet ; enifirn em M.
A" esla tic; de um vasto corpo social e chri-l.ro dnplire aristocracia, nma Idsa e nutra eeclesiastica
era m.sler nma alma enmmum ; ella o enconlrnn Km vez de urna igreja christaa, loriamos .ir J
no papadn.verdadeiro ponto da equilibrio da grande
repciblica ehrtltla. Tal lie a primoirn divisao Ma-
te grandioso espectculo do desenvolvimenlo da ri-
vilisatan dos Estados nascentcs. di marcha dos no-
vos, que se constiluern no ci da christandaile. Em
seu apogeo, ella abraca a \lll seculo.
A inunda poca dala de Avinhao, onde encon-
Iroa sua ruina o systema precedente, l-'ui a pa*sa-
S.m da era llieocratico-polilica da meia-idade i era
do equilibrio das potencias da Europa moderna.
. i 1----------------- ---------------- --,. .. ,,.v. ..... .1 fi.i.
fcdgard Qoiuet, que vem mullo receiilemenle qoe- i Aqel se aprosenlam todos N cculo, que decoriem
brar urna 1,1115a contra u espirito de sysleroa dos his- enlre o dcimo quarlo e o meia do dcimo selimn
toriadores racionaes de urna escola celebre para pocas de metamorphoiei soche, e polticas, que e
poda lohdvidir em tres parios. A primeira he
qaebrar nutra em favor de um espirita de svslema
menos racional, se o quizernios, porm Malla mais
exclusivamente patritico. Aos olhos desles escrip-
torej celebres, a Franca he a m.iis alta expressao, a
mais absoluta da philosnphi.i poltica dos naces er-
ropas.
He v.rdade que ella resume por si so o fundo da
historia do genero humano. Ella uao he menos a
chave de um edificio poltico e social, daquelle que
levoduus typos : a poltica de Kiclieliou e de l.uiz
XfV, modelo para tu la- as inoiiarchias do amigo
rgimen ; a poltica sabida das convulse da revo-
locS.o frauceza, cepiada em suas diversas formas e
em todos os seus tin* ptla mor parle dos citados da
Europa contempornea. Como Timos, esta uova
ioutriua, por ser meuos ambiciosa que as Iheorias
precedentes, reveste-se de core de urna realidade
iuconlestavel ; mas seinpre he preciso siher se ella
sa alto sobre os pontos essenciaf s ou se o lom que
amule he verdaderamente o orculo da predestina-
ejo de uus, da Providencia dos oulrus.
Importa em primeiro lugar considerar a razao
poltica das cousas. assim cotuo a assimila^ao do-
ta razao com a philosophia da historia. Pela ei-
pressao de ama ordem polilira de cousas pela pala-
,ra Politeia, Aristteles cumprehendia um com-
plexo de cidados e de territorio. Nao a limitava a'
esphera de ama admiuislratao e de 11ra governo. A
seus ulhos nao istia Politeia ideal ; elle abs-
trahia do sondo de Platao ; nao admiltia nem po-
ltica, uem estado social que fossem philosophicos
por essencia, que nao repousassem sobre a bise das
localidades, que nao fossein o producto das experi-
encias produzidas pela forca das cousas, adevinhadas
e percebidas no meio da fatalidade das circums-
taucias.
Elle eircuioscrevta a razo poltica nos mais ee-
treitos limites de cada familia de povns. Eis o que
foi a concessao de urna dupla poltica entre os povos
da autiguidade.
He natural que se interrogue immediatamente se
o mesmo poderla dar-s depois ao chrislianismo ;
elAriitoleles, uu acetandu-a ou mdoieaodn-a, lem
'ato coulra Platao ; ou se Platao, quer aceil.n-
do-a, quer modifcaudo-a, tem razao contra Arist-
teles ? Com etleito, estas quesles agitaram as es-
colas da idade-media e a philosophia do direito ca-
nnico, especialmente em S. Thomaz d'Aquiuo ;
reprodoziram-se uu lempo da reslaoracao as esco-
las dos horoens de estado e no lempo das guerras
religiosas, as escolas dos Iheologos da reforma e
dos Iheologos do christiunismo. Ilepois urna escola
turidica preuceupa-se dellas," a do direito das gen-
te, que data do sistema do equilibrio das poten-
cias.
. me.ma idea he sublevada sob novas formas pe-
los discpulos de l.ocke, e agila-se 110 seio do peusa-
meuto contradictorio de Voltaire e de Rousseau.
Cinliiii pur toda parte encontramos esla philosophia,
mas por toda parle em circunstancias diversas das
qoe se oirereciam a vista da autiguidade.
Com elleito, nio ha mais em parle algoma leos
local como na antiguidade ; nao ha mais dos 11a-
cioual, nao ha mais deose da patria. Jehovah nao
he mais o Dos dos Jadeus, he o Dos do genero liu-
mauo.como fui o Dos do homem na orijem das coa-
sas. Nio he mais umratum -que determina os des-
tinos de cada povo e de cada;iinpero; n.lu he mais
um(atumquereiua sobre os deuses locaes e na-
cionaes ; nao lie mais umfatumque Ibes an-
uoucia a ruina de iua auloridade, o eclipse de um
povo e de um imperio. He urna provincia que tem
os olhos libertos sobre o genero humano, cuja vista
brilba na couscieucia do homem. I ma sabedoria
divina e providencial colloca-se cima de urna sabe-
doria humana experimental; um governo da prov-
deuuciaeleva-se cima do governo deslemeos. Dos
deixa especie humana a responsahilidade de todas
,1 suas obras e a historia loruou-se o juizo delinilivo
destas inesmas obras.
I) graude defeito da mor parte das polticas mo-
dernas he restriugir demasiadamente o sentido da
Politeiade|Aristolele, he nao ter urna vista ge-
ral couiu o Slagirla. Elles nao veein na poltica as
forjas vivas de um povo e de um imperio ; limi-
tam-na a urna directau governimenlal para o
exterior, adminislraliva para o interior, um
simples deseuvolviiiiento dos negocio.- deste po-
vo e deste imperio. Mas um corpo de oacjlo vi-
ve tanto por seu pensamento como por sua conduc-
1 He urna raiao para concluir para urna pililo-
ophia nacional o apreseular a poltica nacional
como a expreisao desla philosophia independeiite-
nenle de sua pusicao geographca e das condicoes
Je |ieu estabelecimenlo histrico. He o que requer
um momeulo de aliencj...
Da-so com a philusuphia o mesmo que com as
scieucias exactas, que todas sao igualmente uiiiver-
>aes.
A philosophia rehre-se ao homem e nao ao indi-
viduo, no mais urna ftmilia de puvos que a
um numen. Ide pessoas ; as ciencias exacta, ap-
plicaiu-se coiupusitao, como a eouslituic.no du
muudo pbvsico. Entretatilo a philosophia pode
eneoutrar apddes mais ou menos pronunciadas em
ma familia de povos ; he ueste sentido circuns-
cripto e limitado que se pode tratar da philosophia
mais curta, por ser apenas o preludio .la segunda,
quese inaugura com a volla dos papas a Italia. Foi
o seculo do renascimenlo c ao mesmo lempo o /.e-
nilh da polilica do macheavelismo. Ella se acha
violentamente interrumpida e momentneamente
suspensa por urna grande reacr.lo da couscieucia
chrislAa.
Aqoi he mister distinguir fcilmente os principies
e asconsequeneas das guerras religiosas. Ha ah
como urna reminiscencia da meia-ida le ralholica e
eclaiia, que achara uro asylo no corceo e na ima-
ginado dos povos. (luaudo as forcas moraes pare-
reeem eigotar-se momentneamente no seio das eon-
vulses reliiosas da christandade, asslstiinos a' um
novo espectculo : o da chegada desla Europa
que hoja qualilicamos de Europa do amigo re-
gimen.
Esta lerceira divisao dos lempos da christandade
pira na explosao da revoluto franceza. He mi-ler
referir ao amigo regimeu a theoria como a prali-
ca do equilibrio dos poderes, svslema que nasce
na Hollanda. Adoptado por Henrique IV, prose-
guido por Kicbelieu em detrimenlo do imperio ger-
mauico, violado por l.uiz XIV, que quer fazer-se
ubsliluir a' auloridade deste imperio, reduzido
sua simples expressao pela allianca d'Anstria e da
Inglaterra, he abalado pelo nascimeulu de um novo
imperio, que entrou em cena e pela iniquidade da
divisao da Polonia, que foi a sua consequencia.
A quarla e ultima divisa.) cometa na revoluto
franceza. Tralava-se a principio .le suhmcrEir a
Europa as vaga da vasta unidade de urna democra-
ciahumanitaria,soberana e indivisivel, democra-
cia ino Macada sob o imperio de um homem de pro-
pones colossaes, coja ambc-ao era crear em torno
de si urna nova Europa, feila a sua imagtm, parti-
Ihada cutre reis guerreiru, que fossem os eeneraes
deseuexercito, ou os membros de sua familia, reis-
ajudanles do imperio de um novo Cesar, guindo
esle systema desabou sobre as ruinas da propagan-
da revolucionaria, houve orna serie de tenlaliva,
iniugorada pela Iheuria da Santa 411
anca, em que
se ilesenhava a ligura da Hossia, com a ameaca do
am novo imperio do mando. Assistmos hoje u de-
ccmposi,1o do svstema da Santa Allianja.
Em face de nos abre-se um futuro desconhecidn.
em qoe |ans percebem um ocano, outros urn
terreno inculto ; aluns espirilos interveem inaudi-
tos reflexos, segundo as allucinnces de suas opi-
nies, 00 de suas doutriuas ; outros submer:em-e
nos charcos do agotan, al .i paiinham, no rneio
do ouro e da industria. Vou tentar decifrar al
gnus dos caracleres, que me apparecem no presen-
te com o germen de um futuro possivel ; ser esta
a conclusao .leste Irahalhn.
Permilti-se-ine urna obiervacao; so me propo'
uho rocar os cimos das composicoes histricas c in-
dicar suas relaroes exactas com o que me parece po-
der-se chamar urna philosophia da historia. Deixan-
do as alturas eveutnrusas em que temos visto lautas
maos landrera seus baloes de amalo para crear ai
apotheoses das nacionalidades italiana, franceza. al-
terna e escandinava, tambem nao pretendernos pa- covia que nos devenios volver, e islo desde a nies-
laa,
ii a' rnvnll.i o coherli de ferro. Gregorio Vllha-I
va de milito penelrado esto el,idn de ennsa, p ja !
no reinado de mollea soberanos pnnlifices do. que
foi con-elliciro antes de ser elevad an pontificado.
Salvador da civilisaca.. christaa e enropea pra as
idades futuras, sua obra leve entretanto um lado
de fraro, porque devia perecer. Elle nao se conlen-
lou de libertar a i(Trja ; para impedir o restabele-
cimento de uroo velha siluacao, ousou mais. Ten-
tou desligar o- imperadores c reis, para uui-los '
Santa S, o laco feudal das igrejas particulares.
(Jniz conservar a icreja .na forte posicao feudal em
cada Estado, para allribnir-lhe a suzerania das
i^rej.s particulares, o que creava por toda parte
mu lisiado no Kslailo, deleito capital deste grande
papado da meia idade ; mas n3o devemes esquecer
a sua inlencao, porque n.lo se Iratava de urna am-
hicao vulgar, nm da ruina -y-lematica das rcale-
'i* e do imperio.
De nma parte o papado triumphou para sempre
no ponto mais importante, e libertamenlo da igreja
de nutra parte rolou esmagado sob o pesado em-
penho em que metiera os hombros, l'oi para Avi-
nli.io. por ter pretendido entrar rnrnu suzeraiio as
orejas de cada Estado, por Icr querido arvorar um
sjstema de fortalezas feudaes ecclesiasticas contra
um systema de fortalezas feudaes iinperiaes e reaes,
por ter tentado forlifcar-se, nesla emprez?. pela
assistencia das commuiids constituida em repbli-
cas, nao soberana, he verdaile, mas que por isso
nao exerciam menos as mil importantes parccllas
da soberana.
Pode-se dizer de Innocenc.n III, que foi o gran-
de moderador como o grande jurisconsulto deste
systema. Politicamente he ornaior dos papas ; mo-
r .luiente, he am do melhores. Mas para julgar
eslas robusta pocas, para appreciar os hoinens que
as verificavam, nao devemos separa-los de sua pai-
xoe. principios de mor para o systemas. Entre-
tanto, cumpre lembrarmn-nus, que esta morle era
fecunda em germens de Iransformacao ; nao era o
nada, era a priso da chry.alida.
Examinemos brevemente o que distingua a theo-
i-racia ponlilir.it da meia idade christaa, da Iheocra-
cia contempornea uasciJo do CuraD.
O capital repnusava sobre urna idenlificacao da
isreja e do Estado ; a igreja constitua o guverno do
Isln ; compuuba toda a sociedade musulmana. O
povus deixavam de ser povos, nao eram mais do
que renles. Ni Aia, em iienbuma parle se trata
.le urna origioalldade rabe, persa, luna, mongli-
ca, afglianica, indiana, ludo se couTunde a' v.iz da
meia loa; ludo lerna-se quasi uniforme do ge-
nio, de customes e de in que vivem distinela-. Aora a setencia do mondo
mahometano em Snnnilea e Chutes, afora a disper-
sao dos Chiiiea em urna inlinidade de escolas, exis-
lem rajas de illuminadns que se consumen tempo-
rariamente em governose imperios, mas tenham [us
que se tlcviim, cabem por falta de cimento social.
O papado nao he o califal assim como o imperio
de Ca'lns Magno, como dos imperadores da Ger-
mauia nao he o imperio dos Cesares da Koma c de
Byuncio.
I) priineiro nao confunde os povos, o segundo
nao os converle em subditos porque os vasssllos nao
.1o subditos, asm como nao o sao as communas ;
quauto aos senhores e os humen- alodiaes, sao che-
fes de pequeas dynastias de familia particulares.
Excepto os servos, escravos reenviados da casa para
a gleba, apenas existe um pequeo numero de sub-
ditos em cotidices que rememoran) as i.i-lituire
liscaes do imperio romano. Verdade he que aira-
vez de ludo i-toba muilas violencias e mullos ata-
ques. Para encontrar de novo o califa! e o anligo
imperio roinauo-bysaiilinn, he para o lado da Moa
ca dlt liga permilllo a Europa volver-so de novo.dnttrial .dominio, d nm imperio administrativo
para o pensamento enriado. substituido ao governo dos povo, para c.inler as va-
Qiitatqaer que fattam ai oaegraeaa qoe podassera cas do* appelilu licenciosos das paitiea cegai, ma-
prndn/ir as guerras de teligiao e as allianca reli- ravilha operada dando por f.indamMilo a moral
Ciosas, ella inlerrnmpcram primeiro a Hepois ler- privada c a moral publica um principio nlilita-
minaram oslas combinatops de urna polilica pagia, rio-
que s diriam renovadas de um velhn mundo para a. sugunda d'eilas lenlalivas foi urna ronlnuacao
sempre destruido. Esqueja-s pur um momento a c una consequencia da primira. A rcsoluca.i len-
inevlavel consequencia de ludas as guerra religio- : do em vista a pai publica, era-lhe misier a guerra
sas, o ixgalaroenlo momentneo das forcas moraes e i universal para que ella aitiugi.se seu lm ; mis a
religiosas, para considerar o cometo d'eslas lulas e nuerra universal submelleu forr-osamente os povos
achamo-nos logo em face de urna pOffM de consci- | a auloridade de um grande capitSo, que Dio poda
encia humana que se revnlla contra 1 deslealdade 1 *r seno a mais olla expressao administrativa do
rar neste plano apparenlemeiiie mais solido em que
a philosophia da historia se limita a poltica dos po-
vos e dos goveruos da Europa moderna. O que nos
impressiona na idade media, nao he o que impres.io-
na o Sr. visconde de Meaox, nao he a lula da tneia-
lua a da cre, por eminente que ah seja o seu poial
e bem que ah brilhe no primeiro grao o genio ra-
valleiresco da nobreza franceza. ludo isto he nada
em ace do papel do papado, que aspira ligar esle
leixe de povos e res eslabelecer esta Mita de rea-
leza e repblicas, constituir em urna palavra, a gran.
de repblica ehri-iaa. Censor supremo do mondo
111a poca da expulsa do? Trtaros, poca em que
a Prus-ia cometa h apparecer.
Este giand enrpos, a' que chamamos naccs,
sao u dominio da christandade. Em toda autigui-
dade vemus por toda a parte povos jux'.a-poslos,
ma emiieiihumascoinbiuaces nova de ordem mais
elevada, fruclo da msela das ratas. Os povos se
coiifundem sob o imperio romano, mas ao nivel de
um despotismo administrativo ; onde esta' o povo
romano no imperio romano '.' I'eixc de povos, a
meia idade trazia entretanto em si o 'nieto das na*
fOM do Coluro. I'ilippe, o Helio, oosou emprega-lo
politice, o Papa exercia, na ordem christaa, o ofli-1 contra o papado, mas bem qne -eja verdade que
co do censor na velha repblica rumana. Era o ar- elle tone o primeiro rei a estabelecer os fundu-
polllica.llavia ento urna recrudescencia das pailSea
da idade media.
Os reformados trazem a lemhranca mais de una
vez as seilas naicidas dos discpulos da escolsticas,
os Fraticellfyiu irmaos menores de todo geuero pa-
recen) repr..duzir-s entre as horda dos anabap-
tistas e fazcm renaecei as vcissitudes do dcimo ler-
ceiro seculo e do decimu-quarto.
Snntamde novo grande* papas sobre o throno
pontilicio ; de Paulo IV a Sixlo-Quinlo ha urna se
riedecolossos ; dirse-os-bia inspirados por urna po-
ltica renovada dos Grecorio Vil e dos Innnrencio
III.
Era o ultimo clarao de nina ehamnia que ia ex-
lingair-ae am um grande puente do sal da rellaieo.
O protestintismo foi |invadido pelo socinitnimo,
d.mirina nata da Italia e que ahi revestio-se do cos-
tme da reforma. Foi anda da Italia que um
nova philosophia sceptica e empirica propagou-se
na Franca e na Cran-Uretauha.
Por Iraz .leste desmo e d'esta philosophia susci-
liva-se a questae da ccuLirisacao da igreja entre os
protestantes romo entre es catholicos.
As alllanca polticas do decimo-sexto seculo eram
apenas fieces, as allianrs reliulosas foram illusoe..
As pequeas polencias topavam o resto sob as pri-
meira, quando surgi um novo povo na conclusa .
do primeiroaela das guerra de reliaio ; Veneza e
Genova corriam sua ultima parada sobre as mesas
do declino. Portueal surcumbia sob > llespanha
quando os Eslados-L'nidcs da II 'llanda atravessa-
ram mares de sua patria, para lantar sua embarca-
cao atravez dos estreit.rs que leparavam as parla
novamente descobertas ds tres motidis. Humen
dorenascimculo, os grandes nJ.i.l.ln- que dirigiam
seus destinos haviam tomado a aiitistuidade classica
tudo o quecuuvem a prudencia dos couselhos e a
maluridade da iulcllixencia.
Elles haviam deixadu aos Italianos o despojo das
mximas pagBu e revestido pela ultima vez esla to-
sa dos magistrados e dus patricios da foite burgoe-
zia da repblicas da meia-idade, mesclada de itra-
vida'e, de naluralidade e d beneficencia.
Itilercssados em luslenlar o dircitoi dos peque-
os em face du< grandes, fizeram lahir lodo consti-
tuido de sua pusican o direito da gentes. Este di-
reito anda se prenda por urna fibra ao direito ca-
nnico da idade media, em que o direito das gentes
be formulado por S. Thon.az de Aquino ; mas des-
pojaram-no da dominarao Iheocralica qne .1 urdem
de Santo Ignaciu de l.nola e e-forcara por reun-
citar no corarao da liga calholica. Nada mais jus.
to que o pensamento deftes Olden Btrneveldt, des-
tes Hugo Grocio qoe iosistiatn com forca para que o
pontificado enlrasse no systema nascenle do equili-
brio europea, nao nicamente como potencia itali-
ana, mas no sentido da calholicidade. Henrique IV
associou-se a esle pensamenlo por seu plano de urna
repblica chrisiaa e lava os Hollandezes em lia al-
ia estima nela ahrta*Jta de sua tabednria quanto os
linha desprezado l.uiz XIV pela pequenhez de seu
territorio.
Tor nobre que, fosse esle projecto chegava muilu
tarde para os destinos do passadoe minio cedo pa-:
r.i os destini.s do fuiuro
s>stema scieutifico proprio para a revolotAo france-
za que s poda rcalisar este poder industrial, ni-
ca forta qui seachava em estado de acalmar a de-
magogia, hincando o favo de mil na quella do
lelo.
Dahi devia resaltar a cunversao; rpida da demo-
cracia fraternal em um sy-tema de oligarcha in-
dustrial e riuanceira, sem qoe nenhum ataque se fi-
zesse a theoria da igualdade.
laei eram os grandes poderes que ameacavam in-
vadir a Europa, abrevando divers. eondicMl esob
diversas formas, qoai.do um lerceiro poder Ibes
embarguu o pan e pareceu querer encarregar-se
do destina* da nova Europa.
Esla ultima tentativa de ruptura do equilibrio ope.
rara-se especialmente em nomeda sustentarlo des-
te yslema, e com a pretencao de conserva-lo em pe
coulra a revolucao e o imperio.
Aqu he que come.;a de religioso e poltico, que reside por traz do grande
calif.it moscovita ; um mundo escandinavo lenta
consltuir-se em detriminlu da Europa germnica a
da Eumpa latina.
Elle tem cerlamenle o direito de vtver e de ar-aJL
nuar-se, mas nao elevando o chrislianismo dos Ily-
santinos. duplicado com o califal moscovita, sobre o
throno da christandade ; porque foi o chrislianismo
1,>'a.......' a Europa latina e i Europa germnica ; foi elle qoe
ooutinuou a Indicio do servilismo sob os ampelos
d'um patriarchado, q. ,,,,.. roi dado torn.se ,
alma commura duma grande repblica chritaa.
Onde et agora o futuro, senao neatl forta lalen-
li que sobreviven no Occidente a' propria 'ruina do
systema da velha rhridandade pontifical'.' nata
forta sullicientemente enrgica para anuiquillar to-
dos otiyatetnas de absorptao, qoe foram teutadus no
curso de mais de meio sculo 1
Vejamos, entretanto, se ha oulras solo'es mais
conformes ao espirito dos lempos, equaes sao as suas
vaiiaces.
A primeira de todas he o mesmo espirito do secu-
0 ; he o systema do uivelameRto humanitario, que
orri i todas ai indigencia, he a quinta essmeia do
genio revolucionario poro e sem msela.
Os corpo de natoes serian) logo disiolvidos nesla
grande crrente ; urna massa de individuo! seria de-
posta em Ierra de alluvi.to iobre suas dais margens,
K'aos de areia cimentados por seus iuteresses, e, em
falla de inlereeeee, por sua Paix6ei e seas odios.
Dahi resultara urna exceisiva mobilidade, um
vento de clubs improvisados, e as desordenadas tem-
pettades da tribuna : tal eria a mal alta expressao
da vitalidadede scmelhaute estado de cooias.
I'ma porr.io de mocidade das escola, urna porc,.1o
da classo lettrada, oolra de homens mal sucredidos
as prolisses a' que se alirassem, um puvo ocioso de
bolequim, nma parle da classe operara ileiconlente
de seus saliirus, e alguns sectarios, que se incumbi-
ran! da theoria, taes seriam os elementos deque se
comporia a nova ordem social.
Ha ahi oulra eousa, que No a apparito o'uma
manga d'airoa na ruai d'oma cidade, ou d'uina
manga d areia nos camposde cultura Deixo a res-
posta a' couscieucia dos meirno nteressado.
Foram tres cardeaes qne se propo-erain pr de.' 'alvez e encontr mais o futuro na energa d'um
ssiemadecenlralsacao, contra-prova do imperio
romano sob Diocleciano, em que elle comer, sob
Ju-tinianu em que aeaba.
A uionarchia do antiga rgimen, n,1o pareca es-
trauha i esle systema, nao havia en I,o. __ordem,__
parlindo de leaarangl possivel para a sabida da
revolucao sem semelhante. systema.
I'ma democracie absoluta forma um povo, que s
e compoede individuos, um povo em qoe a familia
se rompe pela facildade dos divorcios, em que a
auloridade paterna he eufraquecida pela le civil, em
nienlosde grande edificio poltico, ellequeria urna
moiiarchia, a' sua ellisie e n3o um corpo de nato.
Coru razao se pode dizer de l.uiz \l. que foi o
lulro as disputa inlcsliuas; um povo e povo, povo
e rei, rei e povo. Voltaire bem o comprehendeu,
elle que va justamente quando seu bom senso nao
se deixava perverler. I pl-imeiro rei de Franca, na verdadeira accepcao
Entretanto esle grande systema deveria tumbar de- 1 da palavra, milito mo homem, mas principe nanita
pois de passar o seu lempo e cabio pelos excessos de 1 sabio e patrila como nunca rata filippe, o Helio,
alguns papas que o levaran) ao extremo pelos ciu- que o valia em perfidia. Almdislo seria injusto se-
mes dos imperadores, pela raimizades dus reis ; ma parar Luiz \l de seu seculo.
nem por isso nao deixou de ser urna taboa da salva-1 germendasitlcaideconcenlracjlodos poderes pn-
Ciopara a civilisatao iuteira. bliCM e do poder doEstado acbava-se em luda parle.
flao eslilla coi pode 11.11; .1.1 na meia idade ; na.i mas n3n encoutrava solo fecundo senao na Frauta
havia lambem corpo de governo, corpo de Esiado, ; e na Graltretanba. Fernando de Angla, Henri-
iieni poderes pblicos ou polticos qui fossem scien-! que Vil. o primeiro Tndor, a. repblicas do lim
amonte seuhnies de si inesmos. Juxla poslos uns 1 do seculo decimo-quarto, de toda a durarjao do (le-
aos outros, leudo deixado de ser secularmente hostls, cimo-quinlo, os pequeos ty ramios que aqu e all
os povos persea eravam na independencia, na rique- > pullulavam as cidades da Pennsula, lodos se alira-
za, na variedade de seus costumes. Por mais rudes i a' correr na derrotas da mesma poltica. Elles
que tenham Mito sido os costumes, houve comtu lo I soqueriam satisfazer sua ainliicao, mas toruavam-
um graude deseiivulvimenlo de lorcas sociaes. As se maiiequins de urna forra InvMvel, de um lopro
instiluites mantiiibain.se por seu proprio peso os [ d Providencia, que bafeja sempre que vai a' sn-
mir-se o 'panudo e que o
mecou.
futuro aiudn nao c-
regimms alludial, feudal, comraaual, abratvam-se
sem se combiuar, combatiam-se tem se fulminar.
Era o estado da Grecia antes do reinado de Alelan- i Quaudo no systema de Gregorio Vil foi substi-
dre, o estado da Italia antes dos destinos finae da Ilui''0 oJu "'achiavelisnio. foram os das de Avinhao
repblica romana. A polilica pontifical, que era
meuos o producto de urna necessidade comiuum que
a aspirarao do peiisameuto e do corato de espirito
poderosos, em que se muvia lodo o futuro do mundo
chrisiao, loniou-se rpidamente a alma deste com-
plexo. Gregorio I. o grande, foi o primeiro a eu-
JnlZZ.r'?,'" ^ >Ce""tS "aC",, q"e P- "eVer 0i"isd" I'oI.I.ch como em um, vial. s-
o, .!,!., r "I ",a,U^e U '0e""!S "esla- b,me-1"""10 se des,acou lle *"*"" -Mura
-u .aquella famUia de povo.. Nao se fallara', he e em silencio e volveu os o
erdade. da physica de um po\
porque a scieucias
exactas sao du dominio du mundo visivel, e nao do
dominio do mundo bislorico ; mas fallar-se-ha com
razao do genio malhematico de uiu povo, ou de sua
eapacidade industrial.
Observemu-lo de mal perlo. O que he que nos
ncauta 11a poesa de um povo, na arte de um po-
vo Ue o gosto do solo, a cor local e nacional '.'
(.ariamente, existe ua pacata, existe 11'arle nma in-
dtvidualidade muilo mais pronunciada, e, pur cou-
sequencia, uuia naciunalidade muito mais enrgica
do que ua philosophia e uas scieucias exactas. Os
horneas naciouaes sentem, antes de ludo, esle per-
fume da patria que respira em tua poesa, esle ca-
rcter do genio nacional, que esta physionomia tau
delicada e do urna nalureza particular, que se tra-
hem nos momentos de sua arle. E no ei.lanlo, u
que faz apreciar a poe-ia de um povo. a arle de um
puvo. nao lie verdadeirameule o que individuli>a
esla poesia, oque iiidividualisa e-ta arle ueste po-
vo ; he alguma cousa muilo diversamente poderosa
> eucauto local e nacional ; he o elenienlo humano
que uellas e desrobre ; be o elemeulo que faz com
que os estraugeiros sympalhisem com a poesa, com
n arte deste povo ; he o elemento que da i esla poc-
i.i, aesla arle, um valor universal, afora seu valor
local e nacional.
Colloeaudo-nos ueste aspecto Jo valor universal
de urna philosophia da historia, qne u3o se deixa
absorver no valor especial da philosophia, 011 da
polilica de um puvo, vamos tentar esbucar rpida-
mente o grandes caracteres de semelhante philoso-
phia desde o iiascimcnlo do Chritliaaismo. Come-
raremos por eslabelecer as diviabei de-te arande as-
sumpto, taes como eremos percebe-las.
Deslruindn u imperio rumano, eslabelere-se nm
ovo inundo subre suas ruinas: os Germanos, de-
pois os Seandiaevos, depois os Lelhaeaios, os Fin-
os para o lado do Occi-
denle. Percebeo um uovo muudo, aiud grosseiro
e sauguinolenlo, mas que u.lo eslava nem fatiado
de coraco nem exacerbado de espirito como o ve-
Iho muudo do Orienle.c cuja bala elle reeuntBM ar-
TOIIar (i), quando a igreja desenvolveu seu vo pa-
ra o horisonte dos grandes desliuos.
Esta poltica nova nos fastos do geuero humano
que lizerain com que u papado franceze italiano es-
qaecesse, por assim dizer, o reslo do mundo. Elle
eomecon por servir a nionarchia franceza no impe-
rio e ua Italia, servidao que lite peava horrivel-
meiilc e cojos trros sacudi logo que se vio livre
quando couceiilrou lodos os seus esforcos paraicrear-
se um grande poder e nma grande polilica exclusi-
vamente italianos. At cuiao uao existir poltica
verdadeirameule italiana. O papado procurava um
coulrapeso, na Ilalia, contra o poder dos lauilen.
que o apeitava do lado de Nepotes, o .uneacava no
communa inmaua ; mas enlao nao linha em vista
o estado de poder publico e poltico. Rema havia-
se con-tiluido em quasi repblica e seus cidados
estoecavain-M por Catar crer ao Cesar germnico, ao
rei dos Komanos, que llie era vanlajosu lurnar-se
rectbeu um segundo impulso no lempo de Mcol.10 *'u cu"sul' l,or,a-macb.ido de ua communa. Esle
I, quando o muiidu Scandiuavo alvejava o hurison- a"Piravm ao governo do mundo ; preleudiarn ler
le com um novo cea de povos o que a alma do om ,iaPa e ul" '"'Pcrador em suas dua maos, um
puntillee aspirava faze-ln entrar 110 seio da calbo- nara arfmetlerlnei o mundo c-piiilual e o outro
licdade. ; para subineller-lhes o mundo temporal. Porm o
Oscisma de Pholinse a miseravel ambiao dos' mesmo Gregorio Vil quese liberta da lulella do
Gregos brilhou atravez de suas vistas ; o cime da imPeriu' bertou o papariu do jugo da communa ro-
nca lllemaa ttt a resto porque quena ter os Sean- 1 '"'"* quando conceutrou a eleicao dos soberanos
dinavns por subditos e nao por iguaes. O mesmo P"n,llCM e,n nm collegio de cardeaes ; oraem de
pontfice foi o primeiro a' diipor-ee contra os tristes !coasas tamBoMI para o moral dos homew, porm
descendenles Carlos Maguonas Gallias. Em vez ai"oa cllfia n coiitradin.es interna. Com etleito
de conceller a christandade obre o plano du arande "le W*' 1"" curvavam cabeca coroadas, eram
imperador, em vez de continuar a allianra dos po- m"'la> vezc expulsos de Koma 00 sitiados pelos ci-
vos germnicos, de livar urna sede polilica no cu. | nadaos na mesma cidade.
rarao de um imperio cujas partes livres, mas inte Kra este estao de contal que pesava a memoria
granle houvesem constituida, estes pallideaCar-1 papado de Avinhao, e cujos nspioboselle proco-
lovingianos dispalaxam a tenu do mesmo imperio. r('u fasourar em loa valla a' Italia, onde inslalloo-
linilivamenll o pastado lora da quesln na combi-
narlo dos iuteresses da Europa. Kichrlieu eM.ua-
rlno lizeram pela Franca calholica o qoe havia fei-
lu Alberoni pela llespanha. Obraran) tbeoeratica-
meule segundo os couselhos de ltuna na meia idude
maclnavclieamcnte segundo os con.cilios de Koma
em Avinhao e no lempo do Kenascimento, theocra-
lic.imeule de novo nos das das ligas de religiao :
mas compreheuderim leu lempo e obraran confor-
me elle.
A paz d" Westplialia foi o segundo aelo d'este la-
meiilavel drama dat auerrasda religiao, quando Ur-
que os hinca urna vez emancipados, uao perteucem
bao VIII foi o primeiro d'eotre o papas a reli- ",a's a' lar"ti. em qoe so o costumes podem oppor
rar-se do couselho dos neaocios europeus. O ter- I um 'l'que a ara radical da le.
cero e ultimo acto acab'U-se na Graa-Bretanha, i >e,u a 0,""'l,ulncia da adminislracao, um povo.
qae vio fiigirem os Anabaptiitas e os Puzitsuos e
exilar-se a dynaslia dos Stuarls na associaco dos
Jesutas. Foi entilo que a Europa do anligo rgimen
tomou sua posieao defeniliva e atlinjio sen apogeo
sob o reinado que leva o nome de um seculo, o de
l.uiz XIV. D'ahi licou una coroa magestosa sobre
a Irona da sociedade franceza.
Mas o que lombava as Gallias devia prosperar na
Bermaaia, sob o ascendente de novea grandes ho-
mens,-oh a auloridade dos primitivos imperadores
da casa de Saxonia e de Franconia, que lizeram
desrer u papado de seu pedestal.
se com lodo o ascendente de um poder poltico na-
cional ; aspirando toroar-se o guicio da Italia antes
do que o guicio do mundo, e tornar-tea alma desla
mullidao de Estados que se eslabelecian sem escru-
pulu< auanienlindo-se uns a'cusa de outros. Dahi
Quaeiquer que fo-sem os ataques dados pelo gran-
de rei ao systema do equilibrio, quaesquer que fus-
sem 8s ameacas lanceadas por Pedro Grande a scena
do mundo, por esta escolla de novos povos, de po-
vos que anda uao estavaru coustiluidos em corpos
de ntao como o resto das ocedades europeas, ex-
cepto a ignnminiada partidla da Polonia, o svslema
eslava em pe, exista nfe verdadeira equilibrio de
poderes. Avezar .lisio, este edificio da sobedoria
dos diplmalas, cimentado pilos Irahalhoi dos esta-
dista, desabou depois de urna vida de esfor;os d'um
seclo e meio.
A democracia publica e ocial,.ahio d'entre os des-
troto do aiitigo rgimen ; foi a sua ultima e extre-
ma consequencia, resaltado que nunca si apresen"
ton ao espirito de iienlium doscorypheos do paleada*
Os rgimen alodial, feudal e coinmunal haviam
sido syilemaliramente enterrados sob 09 fundamen-
to, das grandes inoiiarchias da Europa continental ;
um rgimen ministerial omnipotente 01 havia sup-
planlido. A aristocracia goveruameulal couslilui-
ra-seem Bllgarchia diplomtica e ministerial.
Assim so haviam dous poderes :o poder dus gover-
uaules e o dis liuaucds. I'odi a burguezia se vol-
ver pan. o lado do interasae.
S haviam subdito,' nao havia mais povos.
"v'este estado de coasas, o corpo de necjOea delta.
ra de ser a causa publica | tcspublica ),nao en mais
senao a causa privada .res prvala ; a cabera apossa-
ra-se do lugar do coracio na economa social. O
protestantismoacabava de peiecer. deixara-se en-
fraquecer nos bracee do socinianismo ; l.uibero e
Calvin., cederam o pesio a l.ocke e a seus discinu- n.__ll"~*""7 "'
.,..., K .. "'antes, mas havia uesses lempos um laco re eiosu
lot. A seu turno, 1. soeanismo envidava o resto ; 1.1. ....____ ....,'.*
, ,. .,..' de extrema forta, havia um espirito de familia iua-
laeilmaur-s. no eio do desmo, quasi re g ao que I..M.....I........ 1.1. a .
' e 4 balavel, um espirito de associai-ao omnipotente,
a naca otirigava : que era das mal commodas para ..
. couscic.icia alargada das estadistas e negociantes. I N'"i'1 ,emell,i,"le se encoi.lnrla as condices da
O desmo maliha-s. apenas na elaase nasceule dos i ,1,la aclual e""e s in"' '"""en, ; mas anda na-
borne.. de lettra, ; olleaava emli.n aperlado |'a d,sl lie PP^^vel a'urna masa de indi.idoali-
*, dades dislinctas. Lm vez da dominaeo das clases
obreiras organisadas 110 limites do possivel, lea-
mos as Iheorias do socialismo e do commuuismo
Iheorias que lem por priucipio a .lorninac.io das mas-
as, e que preteudem organisa-las para dar-lhe tra-
balbo e descausu.
ueste esladu de radicalismo, achar-se-hia a' bracos
com una incessaule auarebia.
Oramedio eslaria na altura do mal ; porem para
crer na permanencia desla forma d'um duplo radi-
calismo social e governameulal, seria preciso admil-
tir que a civili.at.io nascida do chrislianismo per-
dea loda virtude, toda energia ; seria preciso sup-
por que a religiao e a phitotopliia, que as scieucias,
que M arles, que a poesia, que toda a ordem mo-
ral e 1niellcct11.il nao ic pertencessem maii a' ii
mesma, qae nao eiistissem senao para se por ao
servico do Estado e a' sua ventada, como te vio un
imperio romano e bysautino, de Diocleciano i Jos-
tiniauo ; ora, admitlir semelbaiile inpposieao, seria
desmentir luda a civilisatao da especie humana.
I'ma lercein solut3o >e ollerece a' sea lomo, a
pode-ie applaudirde ler urna brilhante sorle ; Ira-
la-se do deseiivolvmento d'uma Europa exclusiva-
mente industrial, e aqoi se aprsentela tres Iheo-
rias :
A primeira, he a solm;. 10 liberal, a do -laisiez fai-
re, que leva direito a' omnipotencia das compa-
uhias, que crea o imperio do banco,e reinadodasas-
sociates industriaos, e que acaba pur submelter as
classe operara. ps e maos ata Jus a' mai formida-
vel de (odas a oligarehias, a do diuheiro.
A segunda, he a soluc.lo obren j, a que destru as
grandes compauhia, e Ibes subslitue a imociac.-io
obrera.
Ao pcimeiro volver d'olhos, isto parece rememo-
rar o remado das corporaeoes e das contrarias de
obreiros das cidades da Italia du dcimo quarlo se-
culo, e principalmente de Florenri, da cidade de
Londres da mesma poca, e mu mente de Uaud, 00
anda da cidades Anseticas no correr da mesma
idade, quando o patriciado que domiuava toda el-
las cidades foi por loda parte destruido, e#que a cor-
poraeoes operara- exerceram por alguin lempo, o
soberano puder.
O Iriompho desle rgimen n.lo foi do mais bri-
liberdade de COnseiencia, que be o repeil chri.iao humanitario ; he o falsoEldorado de urna lals. feli-
pila verdadeira dtsnidade e verdadeira liherdade cidade humana.
... ... He verdade, lambem nma rnnsa se aaTajaea e eahe
Nao ei.,1. r.lig.1. a par do San-Barlnotoajeo oa I no nada. Ouero der m Mala, de om ras.do mor-
d Sanla-InqniMcao ; a ha ph.lomphla a p H, | ,. do p....do da, an.aa, alori... d anligo. triu.n
Convcntao o do Directorio. Tudo islo he verdadeira, !
pho. di anligai paixe. do antigos deirjoi. Pas
sado de dore infanlis, paado de phaotiia, pajamia
de violencia, paado de rebtllie, paisado de lodos
o goslo, panado de lodo o prejeizos, lodo islo
darme o teman eterno sob a tagea do turnlo, lo-
do o passados vivem e lodos os panados eaBe mor-
os. Vivem para es qoe sibeni ver, apreciar, rom-
preheuder ; ,a.i morios pira os que qaerem e.teril
mente repeti-lo. ; vivem pira a li6es, Ao inurlu,
para os exemplo.
Nafta sraudes necetsidsdc do* espirito, vido
de le eoohicarem, e procurando dar canta do ho-
mem, nao se trata de um simples movimeulo de cu
riosidade cientfica. He alguma cousa de grande
eila sede que se apoderoa de tantas alma. Em to
dos os paizei da Eunpa, aaaj reg.fles d'Asis, fAMea.
da Polyuesia, da America, em lodos 01 piue. em
qua a icieucia europea se eslabelece a par do coas-
mas nada abtolve a iadiOerenca em materia phiio-
sophica e de religiao.
Cobrir ete nada, eti deshonra pira o coratan ha-
mano, para o espirito humillo, com o veo d'oma
philantropia, em falta mesmo d'uma Iheophlantro-
pia humanitaria ; estender assim em palavraso man.
10 do amor subre o mundo inleiro, nao da' om ig-
11 'I de vida ao uada, nao ergue o homem delta
do-honra. As palavra nao sao deveres, e a boa von-
lade nunca bastou a' nenbuma obra.
Poder-e-ha lalvez appellar para o reinado da sei-
encia e talvet e espere am maior fulnro.
lalvez que um grande Sanhedrim de lodos o sa-
bios do muudo, consiilna o governo do espirito ha-
mano.
Talvez qfte se eleve om grande problema, que o
Instituto tte FraBfl Uto pede acabar, de tropeos
U !l'Lm""""D I****" 1ae """ '"'veis I mareta do. Europeo, e de ,ua, ,r,r
do D.rector.0, o do Consolad, e do imperio. mundo phy.ico, nao mai, fichar olho, ao mea
vas, o que he a scienc.a por si s, sem o moral do I do moral, a interetsar-se pela calora buinau. le
homem. e que moral pode ella crear, senao a re- pois deportante lempo a ter ab.udouado pelo e,
productaod urna moral eliliUrta, se be m.leri.lii-i ludo das planta., dos animaei, do, nnn.r.e. no.
la. don quietismo asctico ou d'uma volupluosidade | um estado que.o se tornar, grande e henate -.n
yatiea, "e,, "i"""eis,a < ao do homem d, especia Zm^TL
-7,*Pt!r."!.SU:.a """^ """ reli^"-.a funo rainha, esper.nc.ai sobre o futuro em algo,
comer"
qui l.a
osrie revo-
a -ciencia sem luc.onarias Nio a. fondo principalmente neste r.
m^ CUm P'!* .'"' i pro- I novo de a.gum.i naixoe. religiosa. Z Lp^.V
que se obshnam em negar, no paswdo. a experiencia
scenca com a prelentao de crear ama relg.ao da .ymp.oma, religiosos que preoeeop.m cer.o
cer,^U'e".,Ua<")Se,":',,Je0r,Je,"r D,D"d0" de elieada. a da espiritos elevado,
ajaedalma domando, a sciencia sem a lgica 1 penco eram victimas da, ambire, aMl
( n II1 II nraluiii 1 1 iln j->>s_ .^.u. I_^:^_ ._;_____ .___i _.. __
com a prelentao de crear urna lgica,
bracos d'uma sciencia de Ierro, atheisla, materialis-
ta. D'.VIcmhert e os malliematiaos o elevavain a-
cima de Voltaire e de l(ouserio nome de Candor-
cet siibslitoira o de Coiutillac'no livro da vida ; a
engolada plantada pyiicliolegia foieoxertaoa no trun-
co vigoroso d'uma sciencia pbysioloaica.
Se excepluarmos a Inglaterra que sempre Irans- i K,ulira' epreieula-se a lerceira das soluces deste
foriiiou-mas que nunca de-truio nenhum de *us' ,;*,!"'", de cousas.a qual quer que o Esiado se encar-
NlO foi o resollado de una Iheoria, foi a conspi- rcsnl,"u 1uc >lachiavel poude lomar Cesar Horgia
rarao dus lempos e o abalimenlo dos horneo, p pelo i}poMi.s boinensque se entendiamno exercicio
en que
por muilo lempo se sentaran! enlao sobre o Ibro- Pu,|er, vigorosos copistas dus ultimus lempos da
no poalifie.l. Dahi resolton que o embale entre a "P0"'6" rumana edo comecoda era dos Cesares.No
igreja e o imperio tornou-se incvilavel assim como '"ci. wta pap:,> uu"liuados pelas circumslaucias
entre a igreja e as diversas realeza. italianas e que as dominaran) a' seu tumo. Jubo ||
O corpu dos hispo, como dus padres oeeopava por! "'"''"r"'"-" por um verdadeira palriulismu; ma foi
diversos titulo os primeiro, graos da blereichia IdetaWe' Por mala qoe procaraem reagr contra o
I feudal. A areja currr pe.r.au de ver-se enlacada *><1""a',e sens predecessores, este systema lhe
nenses e o Modelares e BOvui povos decenden-! n04 IhCu do feudalismo ; perico t.lj eminente para "*" v"n"s e bracos. Ha mallo tempe ponhe-en
tes de diversas mselas. Eu-aia-se um novo imperio, i Pas-alo em faca dos imperadores, como para a Bl" ,e** ue-lei"^" perigoso, ha muitu lempo lenla-
que bruta, cun mais oa menos exleasSo, lodo este i 'sr*jas partienleret em lace do, re-. Assim be que r''"se 'Ba**Pof a" peleaetai da Italia pelas ambicOai
uovo mundo. Theodorico, e Ostroahodo, enirev | merehave a enristandade a' paatot largos, para nma rivaes ,lHS ca"as de fnaV d Ueapanha, para ar-
aste imperio travs da noven das idades ; Carlu! enfeudar.!,, ,|a iyreja 110 imperio e ua rcale/.... Te-]*"'""' "*" ewaaetB urna hostilid.de
passados, a revolucao franceza sublevou a Europa
conliiicnlal at os couliiis da Scandinavia, sublevou
anda a America bespanhola e al a America por-
tugueza alaos limites das repul.licas analo-araeri-
canai.
Ella existe por loda fiarte latele,mesmo onde nao
arrebcnla em convaleces. Mas onde e-tar.i.. os li-
mites d'este dittolvenle |e quaes podem ier aa sua
consequencia.'.'
evidente
bert
em urna Mtagliac.afl do mundo social nem em u
reaue do aoverno da industria, qne tenba suas ullici-
nas naciouaes, e c.ntralise ludu em suas m.lus. Ater-
rados com a dura,;.10 da soluc.lo liberal, impressio-
uado da impossibilidade da soluc.lo commuiiisla e
socialista, os sustentadores desla lerceira Iheuria pre-
teudem remediar o mal pela parelysla completa do
Memas doier pelo myslerios da vida e do organis-
mo, sem se importar com o verbo humano, com a
intelligencia homana,o que he esta sciencia qoe
certos especuladores preteudem boje elevar sobre o
tirano do mundo '.' O quehe ella aus ps do leilodos
moribundo, o que he ella como suprema consolado-
ra as miserias do corpo, as maiore miseria!
d'alraa '.'
Esculemoi outro, sabios, e ouramos oolra doolri-
na Allrma-sa-nos que o fuiuro esla' encerrado lo-
do inteiro nos oraculus d'uma .abedoria puramente
racional, d'uma pliilosoplna reuovada ,1 Ksnl,
d'uma especularlo fundada sobra o. estados dos pen-
sad, res da escola escosseza.
Nao me deterei em aiguaiar a coutradicio inter-
na da philosophia de Kaul e a do Escossezes ; ama
qoe eslabelece os problema da razao pura, qae a
oulra abandona a' escolstica ; urna que colloca a f
n'alma e 1 tira da razao ; a oulra que a encerra na
esphera da razao, e reda o esludo d'alma a' d'uma
scieucia abstracta, que ella nos da' por experimen-
tal. O homem he considerado a' priori, carao um
er absoluto em si, e necesariamente bom, como
ludo qoanlo he absoluto, uo seutido da realidad, da
existencia.
I ratae d'um homemsem aiitecedenle histri-
cosde ueuhmna especie, d'um homem qne nao foi
um daos e um salyro ; d'um homem qoe nao he nem
pagao, nem judeu, uem mahometano, nem chrisl.io.
est'arle prelende-se esludir a alma humana, serri
se levar em coulu a cunsciencia. Como se pode fun-
dar um futuro sobre um. ignorancia 13o total da
verdadeira creatora humana .'
loda esta soluces proposla obre a quesiao do
futuro, i-i.ii. evideiilemmte no espirito do lempo,
ma lambem he evidente que e.l.lo em plena contra-
disao com o genio do homsm e a verdadeira ualo-
reza humana.
NM vivemos em urna poca de transieco em que
os caracteres lia inferiores au. espirito, am que ha
muila scienci, em que a sciencia se lem valgarisa-
do siiperlicilmeute, em que ella corre de bocea em
bocea, sem residir as iulelliaenci.s. Creamos uov.
pello, c. como ludu que crea nova pelle, creamu-la
mtis fea. Mas, se eo. apaga, he para escrever me-
Ihor. comoo disse o conde d. Maislre. Deas apa-
gan u muudo pagao das mes. d. seus juizos ; boje
apaga o seus ltimos vestiglos uas extremidades do
globo. Dos soprou sobre o povo judeu e o disper-
sou pelo mundo, mas uao o fez para reedificar a an-
liga Jerusalem. Elle bal. com o martellu us mu-
ros de Islam, cujas pancadas podemoi ouvir. Rene-
gara' elle sua obra, a civilisa,;ao rhriitaa .' Retiran-
do-se do mundo, elle laria lumbar a humauidade
mas s escupios lgubres he qoe creem em iguaes
sulucaies. O, luiilenarios tem sido constantemente
maos pruphelas ; quanto .os de hoje felizmente na
formam seila como os du passado. Se desesperam do
homem e da humauidade, h* porque desojaran a
volla d'um certo passado, e porque mo lem nem .
enragem do presente, nem a convierto do fuiuro.
Urna cousa-salla aos ulhos de todos quanto se lem
applirado ao esludo da historia, ,10 do myslerio ,d
] vid. humana ; he preciso ao homem o imperio do
dous mundos, mas como escravo de Dos, nao como
usurpador d. sua coroa. Os Assyrios, os Persa, os
Maeedonios, os Komanos tentaram apoderarse da
ierra nos lempos antigos, dissolvendo a perola ce-
leste ua tata da felicidade terrestre. Os llebreus
esperaramum Messia, que os faria senhores do genero
humano, para vngar-se do despreio dos povos e do
captiveiro de llaby lonia. Mahoniet dzia-se o Para-
cleto e pretend,, ceifar o inundo como um molhe
de Irige, dizimu sanguinolenta laucado aos pe de
Ulan. A igreja quer lambem couquistar o mando,
mas mo entendu a guerra sania 110 mesmo espirita ;
sea allange, he a missao, nao a exlcrmlnasao. O
muudo au he para ella um reino, mas urna 'escola ;
o termo da vida lie para ella a vista de Deus, n.lo a
vuluptuosdade de um paraizo sensual. O nvella-
dores procuran! seu Dos, com Condoreel, na longe-
vidade da especie humana ; va.i cavar a Ierra al a
enlranha. porque Ibes de a felicidade a Ierra s
l'ies ollerece a morle. Seu ideial h. o de urna com-
uiuuidade de luxo e de diverlimiolo ; esles ferozes
Sparlano se aprazeriam em transformar-se em sen-
suaes Epicuriitas, por uao allerar o equilibrio ne-
cessario a prolongarlo da vida humana. He-lhes
mister o niv.lamenlo da relicidade ; a fralernidade,
de que acabaara por alistar a morte, nao excedera
par. lies o nivelamenlo das intelligencia. Quanto
aos industriaes, perenrrem loda a superficie da Ierra
cum a variuha de ouro que us deve sjudar a abrir
o reino de Mammn. Desl'arte, (odus Irahalham
desde os das da antiauidade ; mas quem tem traba-
Ibado melhor '.'
En primeiro lugar, o que resultou do conquista-
dores 1 silencio. Depon, o que rcsullou dos revo-
lucionarios'.' roido. Os soladores dos povos, n.lo
mal que os assola.lores da ordem social, nuuca exer-
ceram poder sobre a cunsciencia do homem ; ou en-
durara de lagrimas o curaca,, dos povos, 011 desse-
enram o corcea dos individuos, ludo o que elles
descouheceram ah esla. Cus deslruirara imperios
e imperio e reedificaran) ; oulrus julgaratn emagar
ludo o passado do genero hurnaoo ; ilestai horroro-
sas vindmas, quizerara f.zer sabir o ajara homem,
o raHeal, a homem absoluta ; ma eale homem ani-
de se Taz esperar. Km quanto elles Irahalham, es,
que de luda parle o passado se eternia, se rehabilita.
A phlologi.i se apodera da historia .; desenvolve a
,ciencia do verbo humano, eslabelecendo, pela pri-
meira vez as verdadeiras origens, as verdadeiras fa-
milias do povos ; dssipa a sabedoria dos Condoreel,
do, Coudillac, lomo se varre o pi. A jurispruden-
cia egue o< trahalhos da phlologia ; pnusa no cen-
de lodo os calos. O ealhoheismo vive .. de.peito
de alguos do seus
amigos : vive priacipslmenle a
despeno da lurba de ieos inimiao, de|.eilo lam
bem dos que lhe voltaram ai cost. porque olo viam
nelle o pirita do seculo. Oualquer que ,eja a i..
ditferenca das masa, pelas verdades sanias, o eslhu
licismo he poderoso s porque revela a ceinpleu
impolencii de seas adversarios.
Aaridez do mondo christ-o he o appareule ..
aridez do mundo identifico qae lhe he contrario, do
mando 111 luslnal qoe o de.pre/.a, esa aridez he
real. Que ha pois mister .1 eathulicid.de para qoe
se .. erga nos espiritas, para que se torras oque nao
leri. nnnea deixado de ser, a rainhada intallisea-
cas T lle-lhe mister reconhecer seu lempo e estn-
denuas vistas 10 folaro ; he- lhe mistar aprofund.r
todas a. necessidade do mundo cientfico como do
mundo industrial. Ella nao se dirige somante a
cooscieucia do homem individual, dirige-ie i tad. ,
alma, pendra o homem em seu verbo e em sea ei-
pirito, como o penetra am sua voulade. A sociedade
he hoje leiga, porque esla einaucipada d. t.tai,
ao se traa de nenhum especi. d. tutela p,ril ,
razao homana, nao estamos mais na idade media
Porem naila sociedade leiaa ha om lua.r in.men
para a sociedade eccleiiistica. Keioe e.ta mcon
femonario, 00 dominio do lacraineiito e da peni-
leucia ; retan ervindo a Dos e sarvindo .0 homem.
tallo i sua ira ige.n. Na te trat. p,r. ello do go-
verno d. sociedade leiga uem de oa direccio so-
prem.. A Iheocracia esla boja collocada mais am
cima, porque nao lem man qua guiar a infancia do
.Tovoiuam sua adolescencia ; ella devs ser a loz ds
id.de madura ; Us das lozas, elle deva illi.r-sa
lodos 01 Irabalhos do espirita hnm.no, pondo nelle-
Heos. Sem ella, nao haveria mais que o homem a o
mundo que nao sebastarlam 11 si inesmos.
Qoanlo u chave do lyslema da catholicid.de.
quanto ao soberano pontfice, ha evidente que a
pocas d. meia idade de Avinhao. da volta da Italia.
das guerr.s de religiao, da .ecularis.cao do antiao
reatasen, deaeeataitaaBada poca, revoloch.n.ria.
que o. dus de M.uiui e seus comp.nheiro- aatte
gualraeule por Iraz de no. a nao tem m.ii peI0 nu.
dealinos do folaro. O catholicismo acha-se em f.ce
do mondo protestante qae se abate em suas eren....
qae faz tas ippcllos a orlhodoiis dos I uthero, do
Zwingle. dosCalviuo, orlho.loxia que nao quer vol-
tar ; qoe faz lambem v.101 appellos um pastado de
Anabaplistai myslic.s eapocalyplieos.a' um nacad-
le Pietisla d'alma rltailllifa ; que tamliem aaaafta
em v3o par. os proprio Socinianos. porque, como
0observou perreitainenlc M. de M.istre. aaabmeta
Iba sera' pura sempre mortal.
A' este respailo a exegese mais aatta nao podan,
f.zer so erauer de eus tmulos o lurue, do pro
testanlisrao, a despeno de sua >, ft taat lilaaii.
e de seus conhecimenlo.
O papado anda se acha em face do Islam, ,,,
se leria decomposlo ha muitaa seculo-, -. o sceptre
d'Allih lica-se as mao dos califa, rabes, se a ra-
ta brota dos Turcos, e a rc. alud, mais bruta do
Mongols au hoavesse dividido ai reliquia, desle
sceplro, inspirando s intelligencia um. ele>ilid>-
de desconheci. dos Pers.s e dos Aribes. Ella ve es-
le Islam que cometa a estar por toda parta a iner
ce da polilica europea. O papada eit.' ieo.linenta
m face do califal christao d. Motcovi., qae se es-
forta por unir areia byzautiu. a'a Igraj.i gregr
e orieulaes. Ei-lo em um. provacSo d.i mai, a|.
tas, em orna trela das mais firmes e dea mai. .ubli
rae que j. se apresentaram a acfivid.de do espirito
humano, iuipirado pela actividade do espirite di-
vino.
O qne he que fall 10 mando eelutl'.' Nao ..n. aj
loze do espirito, nao sao ..dedicasoesprivada, amn
mesmo as dedicas pablicas. Os aovarnos tocar.m
a meta da ciencia da administra.;,! a das finanr..
a indnslria ela' no zenith ds prosparidads, pruvam-
e as gTsndes coragens militare. Falta o fogo sa-
grado, o espirito publico se enfr.qoece. O c.r.cle-
re. sao pequeo e eoraplicdo., a vida he sem gran-
deza e sem dig.idade. Este qoadro he quasi com
mam a loda Europa continental, at ao. limites do
mundo scandin.vo, qua aind. nao se comprehende
nella ; al aos limite-, do mando bajee e do mnndo
americano qoe nuuca se comprehendeu. t entre-
tanto he preciso convir qae nossa .poca ha orna po-
ca da decadencia.
Ora o que Ma a nossa poca he a qoe se encon
Ira como um eterno deposita di sabedoria divina, no
seio ila igreja chrislaa. A ratholicidade he univer-
al porque h. urna, porque uao desmembra o Ma-
lo na contradicte. de orna inlinidade de seil.is. por
que tem crescido e augmentado atravez das idades.
porque nao he urna opiniao, porque he nm todo e
porque esle todo h. vivo e nao abstracto.
He por eram anata nuidade, desta um ver.a 11,11 '
que a Igreja pode lado eumprehender, pude tudo a
hratar, pode assimilar-e lodos o. eataana do eapi
ritu humano, todas a neceisidadet d. sociedade bu
mana ; loda as causas que seriam radicalmente ira
possiveti as seita religio-aa e a escola de philoM
phia. Neste sentido ella he a arande (unte, u inex-
haurivel Iheiouro do futuro. S.ibam pois bem u.
seus ministros o qoe pussaem neste Ihesouro ; que
de tarrales lamiuosis podem fazer dimanar dr-li
fonte I
Barao d'Ekslein
Jlevue < ontrmporainc.
jiitbitcttcStf a cMD.
INSTRLCI.AO PKIMAKIA EM PERNAMIU I.
Pergonta.tr ma por parte do Exm. eamea-
e-pinto de liherdade de uu, do espirita deassucia-
tao de oulros.
Em falla de povos escravos conquistados pela es-
pada, sujeilos aus tiabalhus publico, e cujo estado
tro dos puvo e os concebe, pela primeira vez, em i ",e'ro Antonio Feliciano de Ca.stilho o eaeu
vidente a necescdad. de nm termo para li- | |10llelIlS eslU(|ar subre 0, niouumelos do E
r o folaro. Elle termo nio poderla consistir da A.ria ,.
coinposto ::"""" "'eeolhea o amargo fruclo desias
Magna procura realtas-lo, e acaba por esiab-lecer- ;'" i,lu nmiystema degreadm vumIIoi composto I *" Jul,ul1
sena Italia u con-olidar-se na Allemsnha mu nnvoj08 rapas, de i.i-po e de chele- de mmleirea : lerin ',,us0';' aor "^o eram de sua invenriue qne repou-
imperin romana o imperio romeno germnico. Ba-1 sido ame lele de morte entre as carnadas |e Uii,a I*4*"1' sobre sabios clculos em que a sabedoria hu-
le imperio nao era sendo nina idea srai.de e ina-es-----------------------________________________________ mana lano iutervicra.
tosa: a d um pon,, ,|e uiiiilo entre nm 1 massa de A expressao franre/ati 11,1er leh,,i,let, que I ,"'r"'1" '"achiavelsiiio, as liga, polticas dos de.
reise de povos. etpnme nma pena atriicn-a e infamante que t ai!*tloe-|ointo e decime sexto seculos liveram entre-
""-..... '-ia ah que reniemorasse bal? T^XVTaS^ r^T^S ffi '......"iV"'"'" "i "T '"^ "' ^e'">
B om.la.la material do imperio romano, rujas pre- equivalente na nossa lingos. Tal he a razSe po>oiie 1 *a-a....." v,w"" t"as "'"' l"o.luziam um e-
teotes se haviam relug.ado em Byaancio Enlre- *"1'1'"1';""""' ** palavra, l\i-......1.,' ,,,., loiliho de forra p..|iticas, mas prnvavam a latpos-
que a aljnm l.iior 11.11 to-se eniamalira
I are por um
que elles ata piulados 10 vivo, le-
m riames um proletariado de horoens livres, he venta-
,co,,,p,ess.,o,d. lodu tliovimeiilu. Cedo ou tarde a | de, ,na, un, prolelariadu su.dado pora, gov ern ,
; forta de sua explosao corresponderia brea de I qem incombiria so a iniciativa da toda a ac.ivi^
' T ,imi".'reSr \ qU',"" ^ "'i'"""0 dUS ""* I dadC UJU5"'" da ""ie ,lU-"- SO ha um incon-
los timidus, dos seulimcnlos | egosticos, que
vio que elle corri-is,e urna poaiele espinhusa '
' K i aw oa vi.sca......' ,-ri ,,-. e uepuis n cierno (1
pesar disto, he .vidente que temo necessedada de : el circen.es, como na ultima poca d
um termo pol.l.co ; e lambem he evidente que au romana, como na primeira poca do i
o pesiemos encontrar senao na inttaniaeae enrgica mano.
1'am >*'".....le %** enlre as grandes naci-! Mas", nao ale anda eas lodo, ai corren
seus eettamm e seus habitas. A historia apoilera-se
do Irabalho da philologia e da jurisprudencia : col-
loca-se 110 corarao dos povos, installa-se no amago
do estado e toma
parece i acerca ilas vantagens e dravaiiiagpu.-
Jo eu meinodo de leilura repentina, oema
se ou lora ou me achara habilitad para me-
recer conceiloem materia de.nasia.lamonle
coma, pela pr.ra.ira vez. de so. elal..a,l por auto, idades competente., Oue
pol.t.ca. A antiguidade e ma idade de todo, o, poderci dizer a Ul respeilo. af-.-. o quedi-
is os povos, nao sao mais para nos Zem t l>.ra prov.r-sea niiuha iiit.-llige,iciat
lellras moras, roas lorDam-se, pelo contrario, pala- I MO he pieciso ; l.astaiiteineiltc he conlieci-
vras vivas. Em loda parte evocamos os morios deidasua nimia pobreza. C aqu iiicsino ella ,e
seus Inmuto, e por toda parteo morios repon-' "presenta sem atrectaca; dirci pois por li. -
dem. Nao e traa aqu de restaurar ridiculamente o mal e reverencia a Co Ilustrado varSa,
neos,1 quttn ja | vemeule ne'le esladu de cousas, em primeiro lugar, que foi, porqoe he essa urna conceprao imbcil <\e l)a minha pouquidade tettho observado
sp.nhosa A- | 55o as crise uauceiras, e depois o eterno a panera trala-se do eslabelecimentu do arande 'facto da bu qUe vc' eo^ue si,,to' 0uv'il' l*""
et crcemes. cumo na ultima poca da repblica I inanidade ; dasulidaric.....e religiosa, moral e noli um "'tll',od dc '"fSffi Pr'"""<' <-'"0-
r...,.a... r..mn r,,. ..-I....I-. .-..... j.. .,, ,:,, 7 posto pcloExni. roiiselictro Antonio le- i
nipe.,o ,o- lie da especie humana ; da estre, nul.idad. das cian0 ue Caslilho, e somonte pelo neme bMo
vistas pbilosupbicas do secub. XTOI ; da nullid.de rjoso do autor, agucou-se-me o dese.ir.de
ualidade europea. Para promover o desenvolv i T '."'"" """"**do|W*menni grande das vistas sociaes e polilica, de ver ;vi,e p ,.r,i0d.o h i Ote"Xuh'";3fculu';,rau',ll,a-"uulr"l'>i>l'"'.M'araiio,darapa/. revoluro franceza. Co '
meoto de nosso, destino, he preciso a siistentarao era re......
tanto, era impcnaivel c-taMeeet Ml<
. m.ln
r/em appareiilemenle ia.> evtravaganle.
V
-ia pa
A) 7
-il.ilida.le de lanrai mSo .1
o papado, rimo se lize-
I ra em Avinhao t de exp|ra-l.i e.n proveito de um
governo rom detrimento do nutro. F'.ia impnien-


-


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FElliA 26 DE JANEIRO |)C 1857.
tinha relaces de amisade com uma possoa
era quem reconhecia predlec<;ao pela ins-
lruccao da infancia, c que por mera dis-
traecao se dava ao empenho do ensinar pri-
meiras lett'as a algn* meninos. Por vezes
observara a elTicacia c diligencia dessi em-
preo, e acontecendo um dia entreter-
me ella com narragan do adiantamento
dos sous alumnos pelo antigo methodo,
Ihe fu ver o que senta sobre o metho-
do Castilho, sua excedencia e preferencia
a todos os methodos conhecidos. vido o
meu amigo, devorou o tratado, e sua feliz
iutelligencia comprehendendo quanlo se ga-
nhavaem adopta-lo, como fez. \ sement
nilo podia encontrar slo mais pingue e a-
propriado. Os esforcos e a vontade de ferro
doSr. Francisco de Freitas Gamboa, fundou
em Pernambuco uma escola tnodello, o nao
satisfeito ainda de ter feito este servico pu-
blico, tem promovido nesta cidade a funda-
cao de quatro escolas de meninos e uma .de
meninas, com uma escola no Rio Grande do
Norte, outra na provincia do Piauhi, e outra
cm Rio Formoso, etc. Gombateu como Her-
cules nao uma h^dr, porm muitas, e so-
monte pelos seus esforcos convenceu grande
numero de adversarios, e muilo maior de
incrdulos da verdade e utilidade do metho-
do lo que vejo neste methodo direi, que
elle he superior a quantos se tem ensaiado ;
primeiro, porque em menos de um auno
completa o ensiuo de ler, escrever e contar,
varios preliminares instructivos, e com mais
perfeicio do que pelos methodos antigos se
oblinha em quatro annos ; segundo, porque
nao faz das criangas una raga de hypocritas
como d'autes, e ainda hje se v pela anliga
roneira : os meninos nao tem occasiSo de
fingir estudar, de affectar a Llene "io a resig-
nadlo uaquelles (nos do methodo antigo) he
imposta pelo espectro do instrumento de
dor O trabalho destes he variado, alegre,
e cantado, heapropriado em tudo as condi-
ges da mfancia, accrescenUndo-lhes ainda,
alera do engodo da folgaoca, o beuelicio dos
niovimentos; terceiro, o methodo antigo nto
exercita a memoria, nio activa a indiligen-
cia, nein prepara as mangas para os estu-
dos maiores, dando-Ibes delles liges, como
no raelhodo Gastilho. Com diversos ejerci-
cios oaxertados na serie das ligues, bebem
os meninos rudimentos de muilos conheci-
mentns, que posteriormente facilitam o sa-
ludo das ciencias ; omitto as mais reflexes
quedaqui sedeiuzem, porque do que teuho
visto, e aqui expendido, cm demasa se con-
clue da preferencia, excellencia e conveni-
encia desle methodo, que deve excluir n-
teirainento o antigo. Lm quanlo ao quesinto
explicar-ine-hei. a base adoptada no meiho-
do Castilho faz-me antever SUa applicag.lo aos
estudos posteriores de grammatica, historia,
clironologia, goographa, rethorica, geome-
tra e pliilosoidna ; systema nSo somanto
para fixar iudelevelincnteos principios,como
desenvolver razo, facilitar o trabalho, e
tornar agradavel o estudo, e isto em metade
do lempo commuinente empregado, e muito
maior proveilo. As minhas observarles e
as miuliasopiniOes relativameiilt! as vanla-
gens e ilesvantagens do methodo Castidio
sao estas aqui expendidas; nao as recom-
mendo, porque estou convencido de minha
incompetencia, para devidamente tratar des
teassumpto Perdoem a liberdado que lomo.
Filippe Menna Callado da Fonseca.
Km resposla a circular que Vine, me diri-
gi a respeito do methodo Castilho, tonh
adizer, quo podeuio eu viver muito bein
sem ter o incommodo de ensioar meninos,
seadoptei este divino methodo foi pelas iu-
numeraveis vanlagens quo nelle descubr a
pro da instruegao primaria ; alias lcari no
maldito ramerro ou ira descangar minha
volitada.Bernardo Fernandes Vianna.
Permilta-me que aqu mesmo Ihe respon-
da. Km consequencia do que Vine me per-
gula acerca do methodo de Icitura repen-
tn, digo, que sendo eu prol'essor cathelia-
tico 25 annos, e contando mais 7 particular
nunca descubr um methodo Uto excel-
ente como este em que estou hoje, pois nao
ba dia em que eu no descubra cousas tao
boas, que me admirara, (cando Vmc. certo
que jamis rae apartarei de seiuelhaiite me-
thodo. Recife 16 do janeuo de 1H57.
Antonio Mximo de Barros Leite
K. B. Lslo raconhacidaa pelo Sr. tabel-
lio Almeida, o rel'erendadas pelo Sr. cnsul
de Portugal em Pernambuco, para soguirera
para Lisboa ao vapor prximo.
Francisco de Freitas Gamboa.
($pmmi>.
rllACA O llhl.ll h 21 OU JANEIRO AS
:i HORAS DA TARDE.
ColatGes ofllciaes.
Descont de leltrasa 10 ', ao anuo.
frederico /foMiliori/,presidente
/'. Bornes, secretario.
CAMBIOS.
sobre Loudret, 28 .1. mi d. y.
c Pars, :lin a 311 If. por fr.
- Lisboa, '.i.'i por J de premio.
Hio de Jaueiro, 2 por 0|o <>e descoulu.
AccOes do Banco, 10 a i.'i de premio.
ir cumpanliia de Beberibe ."ijoou.
a eoiupanliia Pernainbucaiia ao par.
i o Ulihdade l'nblic.i, 30 par canto d premio.
(. Indeimiisadora. 52 ideal.
Discuto de ieltras, de N a 10.
Jilo do banco a 10.
iiuro.Ouc,9 bespanbulai. .
Moeda de (8100 Vflbas .
' WMOO novas .
i (i OOOO. .
Frata.Pataces brasileros. .
Psol eoluinnarios. .
HKCKBEDORIA l>E RENDAS INTERNAS (E-
RAES l)E PERNAMBUCO.
Ren.limanlo do .lia I ail 13:I.V>9U06
dando da SI........ 1:1469197
14^98850.1
CONSCLAIlO PROVINCIAL.
Randimenlododia la 2:1..... 57r910|377
I1em dndia'-'i....... 1:649:969
59:560J546
PRACA DO RECIFE. 21 DE JANEIRO DE
1807, AS I HORAS DA TARDE.
Hecisla semanal.
Cambios Ai traniacejoea deque foi porta-
dor o vapor .len, tiveram por
base a os ollinios a 28; depois uecociou-
se uma lelra de oolra praca a 8
1i2a90dis.
Alj.i l.n> Balraran 340 saccas, e as vendas
reuularam de 6s8(X a 69(I0 por
arroba do e pnm^ira sorle.
Aasucar A entrada nilo foi Brande, e os
presos nao fnram animados ; por-
quanlo os compradores para a Eu-
ropa auoardam a chegada das no-
ticias de qoe deve ser portador o
vapor que se espera do fin do
mea pira se decidirem. O branco
comtudo leve alguma sabida, re-
culando o lino a JS800, lercsira
sorle bou istOO, quarta sorle de
1-5 a 18100, e smenos de 35800 a
3|BO0 por arroba ; matcavado a-
panas cousla se vender orna
partida do soperior a 35100.
Louros Continua a procura, e poucos ap-
parecem. Kizeram-se ven-las de
330 a 332 rs. por libra dos seceos
salgados.
Bacalliao-------- Tiveiiiosain earreearaenlo de2l%
barricas de San JoSo, que foi ven-
ilid.i acerca de 135000 por barrica.
O consumo foi regular e as ven-
das a relalho regularan! de llgOOO
a 165, licaudo em ser 8,000 bar-
rica..
Carne seeca- Temos hoje cm ser 17,000 arro-
bas, sendo 21,000 do Rio GraDde,
23.000 do Rio da Prata. Aquel-
la vendeu-ae de 05700 a 6s por
arroba, e esla de 35,100 i O-jOOO,
conforme a qualidade.
Farinhade triijo- O deposito monta a 8.300 barricas,
sendo 2,000 de Trieste, e a mais
americana. Relalbou-se de 27j a
285 da primeira, a de 205 a 25
da oltnna.
Descont---------- Susteutou se a 10 por cento. beir.
que nao baja falla de dinheiro, o
que be atribuido a caia filiar sus-
tentar este preco.
Freles -I Para Liverpool eecloou-se a 20
pelo atascar, e 1|2 a 9||t; neto al-
Rodilo ; para Irn,;., a 23 fr.; e
para o Can.I a 12. Pouca anima-
dlo, raesuio pde-se diier eio
spalbia.
luuaram no no-so porto tres vapores, 1 navio com
vinhos t>3 com teneros .le outras provincias.
Entraraui : 0 de eabolagam, 2 com carvao, t com
carue, 1 cun bacallio, 2 com gneros porloguezes,
2 ni lastro e I com ariiilia de trigo.
Sabiram: 3 em lastro, 2 vapores de guana, 8 de
cabotagem, 9 com asucar e iiutros geuems do pail,
e o brigae taalea Margarelle com parle do carrega-
mento de bacalbso para a Paraluba.
Ficaram no porlo 63 euibarcases, a saber : 3 a-
m-ricanas, I h-lga, 19 brasileira., I dinatnaraeeu,
i franceas, 1 hamb'.irgueza, l bespauholas, 15 ib-
glecas, 10 porlugueas e 7 suecas.
Sdotxmettto o pori.
Navios entrados no dia 21.
Baha11 dias, patacho americano (Favoritas, de
193 toneladas, capilrto C. II. Rogers, equipagein
7, carga pimenta eassucar; Saunders Brolhers
iV Companhia. Perlence a New-Yoik.
Boston38 ilias. hiale americano r.Knle llelenu. ca-
piao William Slephens, carga farinba de Irigo e
mais gneros ; a llenry Forster & Compauhia.
l'erleucs a l".\.....n !i.
Buenus-Ayres29 das, polaca liespanhola Bella
Dolores, de 210 toneladas, capilo Boavenlura
Darall,aqaipagan II. carga 110 toneladas de
rea : a ordein. 'Perlence a Barcellona.
Navios lahidoa na mesmo dia.
LisboaBriju-p.rtiigiie/. l.:,ia I|B. eapJMo Cae-
lana da Costa Martin, carga assucar e mais go-
iieros.
ValparaioBarca inglc/.a Cypreti, capillo Geor-
ge A. Provo. carca a-surar.
WMlba-a-Barca frar.cea Indaslrie", capilao C.
Pollinr. carga a..car.
StockoimBarca aeaa Familien, capno A. W.
Cederbcrg, carga assucar e couros.
PORTO.
A barca porlugue/a Duarle IV seguir para
a cidade do Porto com a maior brevidade:
tem ainda piaga para alguma carga, que re-
ceber o l'rele : o>- pretendemos dirijam-se
a ra da Cadcia do Recife n 12, eacnploro
de Dallar Oliveira.
Real companhia de pa-
quetes illglezes a vapor.
i
25-
< hEDRAS PRECIOSAS
Ateo lira dete mez espera-sa da Eoropa unidos
vapores da Real Companhia, o qual depois da dt-
mora do coslume seguir para o sul : para paasa-
geiros etc.. trala-se com o< agentes AdanMOB llonie
& C, ra do Trapiche Novo n. .12.
Para o Rio de Janeiro salir rom
muila brevidade a nova barca "Recite,
de primeira marcha, pregada eencavilha-
da de cobre, a qual teui a maior parte
de sen cacregament prompto : para o
restante e pnssajjeiros, para us piaes tem
excellentes commodos, trata-se com Ma-
noe! Francisco da Silva Carrico, na rna
do Collegio n. 15, terceiro andar ou rom
o oapitao a bordo.
Para a Bahia.
O veleiio e bem conhecido palhabole na-
cional bDoiis Amigos," segu para a Babia
com milita brevidade, tem premptos deus
tergos deseu carregamunto, para o resto
trala-se com o seu consignatario Antonio
Luiz Oliveira Azevo lo ra da Cruz n. 1.
Precisa-se de marinheiros naciouaes
para o brigue nacional LeOo : quem se julgar
babilitadodirija-se a bordo do mesmo bri-
gue.
Coiiipauliia brasileira
paquetes a vapor.
de
<> vapor IMPERADOR, commandanle o 1- le-
neute lorrezAo, spcra-M dos porlos do norte em
seguimeuto para os do sul ale o dia 27 do torrente:
os seuhores que liverem de remcller escravos e
qnaesquer volumes, s'jam de caria ou aucommeu-
das, deverao ir a agencia no dia da rhegada do Va-
por, para se encajar o que po.ler ser recehido : no
dia da sabida somente se admilte passageiros e di
nheiro a free at as horas do expediente: agencia
ua roa do Trapiche n. i, primeiro andar.
A barca portugue/a Santa Cruz sabe im-
pielerivelmente para o Porto tu dia 1 de fe-
vereiro : anda recebo alguma carga a frete
e paasageiros, para o que trala-se com os
consignatarios lliomaz de Aquino Fonseca
A. Fimo, na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar.
Para Lisboa pretende sabir com a maior
brevidade a barca porlugueza Cratid&o :
quem na mesma quizar carregar ou ir de
passagem, trate com os consignatarios Tbo-
maz de Aquino Fonseca dtFilho, na ra do
Vigario n. 19 primeiro andar, ou com o ca-
pilao na praga.
~ Para o Rio de Janeiro salid o brigue na-
cional Adilpho, capito Mauoel P.'reir de
S ; para o resto da pouca carga quo Mo fal-
la, passageiros e esclavos ai'ieto, trata-se
com Eduardo Ferr ira Rallar.
Cear e Itfara-
^eiisracp0.
mexicanos.
285 a S8S500
. I6|000
. JbfOO
. 95000
. 25000
. 25OOO
IjKBO
Reudimentodo
Idam do dia SI
ALFANDBUA.
lia I a I .
356:31 W673
IO:l8i;SS0
3744979356
Detcarregam hoje 26 de Janeiro.
Rriiue in-k/ I.ni ,i Hardingcarvdu.
Barca \ue\ff.illindoojros de lout^a.
Iln^us france Barca porlogaea Bow Snceeawlonfa, casia-
uhas, sardinhav e asuardente.
Brigue porluitueiConstantediversos ^eueros.
Patacho Hrasileirollenriquelar 111 ha de Irigo.
Brigue brasileiraAdolphofumo e sabao.
Hiate hrasilciroSohralt-nsegneros ao paiz.
Brigue .uecoAclivolanea e nattlelga.
IMPORTACAO
lliale nacional olnvencivel, viudo doAraeat},
consignado a Marlnis o; Irui.lo. luanifestou o se-
gunde :
61 saceos cera de carnauba, 7 ditos fcijao, II cou-
fos salgados, 080 meios de sola; a Aulouio da S.
Braga.
' caiioes sapalos; a R. 1*. M. C.
I i saceos cera de caruaulia, 't meios de sola ; a
Caainka v I'ilhs.
I calilo tanate*; a C. J. L. 1 mimarle-.
17 duros Hgados, I i saceos ceia de carnauba,
15 mullios esleir. : a Mauoel Barbla da Suuza.
'i saceos cera de carnauba. 607 meios de sola, 10
BmHmm ciorinhns ; a Santos ,\ Filhus.
I" saceos aoinuia, 9 ditos cera de carnauba, 11
meios sola, 38 mullios couriuhos : a ordein.
Ilriiie ingina uReroark, viudo de New Porl,
cotnicnado a Scott Willen & *'.., inanileduu o se-
uinte :
320 ton-la.lts carvao de pedra; aos mesmos.
CONSULADO CKRAL.
Rendlioonto do da 1 1 23 86:1661066
dem do da 21....... 2-j2Sa89l
88:6885960
lil VERSAS PROVINCIAS.
XONSELIKI administrativo.
XcOJiseino a.lminisirnii-ru 0111 viruide de
autorisacao do l'.xm. Sr. presidente da pro-
vincia, tem de comprar os objectos seguin-
tes :
rara a obra do lorio do Buraco.
Oleo % galf.es e 9. libras, tinta branca 30 li-
bras, zarcao 12 libras, secante 6 libras, agua-
raz 3 libras, tinta azul 9 libras, broxas ME 3,
pinceis 2, rdxo Ierra 16 libras, er 16 libras,
Hospital regimenlal.
Areia 30 canoas, lijlos de alvenaria 2 mi-
Iheiros, cal branca 12 alqueires, areia do un-
gir I canoa.
Quarlel de cavallaria.
Oleo 16 libras, tinta branca latas de 60 li-
bras 2, almagre libias, broxas grandes 2.
Fortaleza do l'.rum.
Oleo i galoes, tinta preta 8 libras, secan-
te 2 libras, ocre 16 libras, zarco 6 libras,
linla verde i libras, blusas e pinceis X, linla
azul I libra, tinta branca 8 libras.
Qu*m os.quizer verder aprsenle as suas
propostas na secretoria do conselbo as 10
oras do dia 28 do correnta mez.
Sala das sessOes do conselbo administra-
tivo para foinccimento do arsenal de guerra
21 de Janeiro de 1857.-liento Jos Lamuiha
Lins, coronel presidente.- Bernardo Pereira
do Carino Jnior, vogal e secretario.
CONSELBO ADMINISTRATIVO.
O conselbo administrativo, em cumpri-
niento de art. 22 do rcgulamento de 11 de
dezembrode 1802, faz publico quo loram
aceitas as proposlas de Jos Francisco Lavra,
Guilbenne da Silva Guiroarfies, Jo3o Baptista
Ribeiro, Siqueira tv Pereira, Josc Nogueira
de Souza, Joaqui.n Jlendes Freir, e Hodri-
gnestJi Ribeiro, para l'ornecorom :o primei-
ro, 2,292 covados de panno azul para sobre-
casacas a 2?350 rs 1,890 ditos do dito para
capoles a 13800, 28 mantas de la a 1;900 rs.;
o segundo, 366 covados de panno azul para
o Rio Grande do .Norte a 21600, 21 covados
decasemira encarnada para o mesmo a 2 rs.,
270 ditos de dita carmesim para o arsenal de
guerra a 3?000 is. ; o leiceiro 610 varas de
aigodSosinbo para o Rio Grande do Norte a
210 rs. ; o quarto, 915 varas de brini para a
mesma provincia a 305 rs., 91 ditas de pan-
no preto pura dita a U950, 398 ditas de dilo
para o arsenal degueua a 1-900; o quinto
8 livros para registros das praeas addidas as
compannias do segundo batalbao de infan-
ta! a a 30f rs. ; o sexto 7,098 botos pelos
para o Rio Grande do Norte a 225 rs., 2,196
ditos blancos a 225 rs. ; o stimo, 800 penas
du ganco para o arsenal de guerra a I91QO rs.
o canto. E avisa aos supraditos vendedores
que devora., rccolber os referidos objectos
ao arsenal de guer.a no da 28 do crreme
mez. Sala das sessoes do conselbo admi-
nistrativo para lornecimeuto do arsenal de
gueria 23 de Janeiro de 1807 Bernardo Pe-
reira do Carino, vogal e secretario.
Por esla subdelegada se faz publico
que foi aprebendido um cavallo melado, ca-
pado, o qual se aclia em deposito, para' ser
entregue a seu dono, depois de justificar o
seu direitoSubdelegada do districio de
Goianua, 16 de Janeiro de 1857.O escrivao
Manoel Marcoliuo Rodrigues da Silva.
ahilo.
O patacho Santa Cruz Iransfeno a sahida
panto aia 31 ao mez eorrentc : ainda rere-
be carga : a tratar com Caetano Cyriaco da
(.. M., na ra da Cadeia do Recife n. 2
Para o Rio de
Janeiro
segu uestes dias o patacho llenrique, capi-
tSoJoaquiui Antonio Con(;alves Santos ; re-
cebe carga, passageiros o esclavos a frete :
a tratar com Caetano Cyriaco da C. M., na
ra da Cadeia do Recife 2, ou com o ca-
pitao.
*
J Adarecoi de brilhanloi, 9
diamantes perolas, pul-
\eiras, alfinetes, brincos .?
e roalas, hotoes e anneis *
de diflertiites gustos e de $
diversas podras 1e valor. ?
?
?'
Compram, vendm ou ?
Iroeamprala, miro, hri- J
lhanles,diamanlesaparo- S
las, e nutras q'.aesijuer ?
joi.i-ile valor, a dinheiro '*
011 por obras.
? ????....,. ,., ,_??<
I0REIRA k DARTE.
LIJA 1)1 HtKITU
Ra do Cabuga' n. 7.

*
* orno e
PRATA-
?; Adereros completos de
>. ouro.meosdilos.pulcei-
flecebem por to-
Jdsos vapores da Bu-
ropa as obras rio mais
moderno -osto, tan-
to Y Franca i-ouio
-
?
ras, alliuctes, brincos e *
+ ro/.elas.cordOes, trance- *
+ lins. mclalhas,correle* *
* e enfeilcs para relosio. e
oMlro-niuilo^bjeclosde I
i- ouro. \
* Apparclhos completos, *
de prala. para cha. han- *
: dejas, salvas, easlicaes, ?
> colheresdesopaedecha, J
J. e muilos oulros objeclot ?
de prata.
? ? f. ,: $ ? ? 4, ? K
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o eomniodo como costuiuam.
COISLT0R10 IDIEOPiTHICO
DO
Unde se actiam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tintura como
em glbulos, preparados com o maior escrpulo c por pretjos bastante ommodo* -
PIIECOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita de 24 >
Dita de 36 .
Dita de 48 n .
Dita de 60......
Tubos avalaos a......
Fraseos de tintura de meia onc,a.
Manual de medicina homeoralhica de I)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do Dr. llenry. .
Tratamento do cholera morbus.....
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
SECHASISMG m? & 3
NAFINIMCAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN >,\
RL'A DOBHUM.PASSA.NO O ..HA
PARIZ,
hasempr.. .,,,,,ndrnriim|.|1todos,Cuii.:eso|.
PILO LAS 11OLLOWA Y. T,l ttVS&tS* P"""ios i'arae"""'""-* -
Cste mestimavel especilico, composlo in- ennatmecao \ ta,v!A ,ie'f7r7n iLl^'',''',1 1""
nramentede hervas nedicinaes, nSo con- ^'^'^v^ XVJ^TZ^ ,\V.
tun mercurio, nem alguma outra substancia doowda para agna en aninaei ,u. .",, .,' ,,
dolecterea. Benigno a mais tonra infancia, |^*\cr,v,bMeroraalh.rag"i
--Mvivium Id P rPfUIlM i'l1 hi
eiro,aKu.lh,',P..1,ron,es.par,......- ec", I .,e mM
nhos de mandioca.etc.i< oeaaaaa,aM.i
IO/01'o
15^000
20sO0U
25C000
:io,-ooo
irooo
230Q0
e a compleicao mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarraigar o mal
na eompleicao mais robusta ; be inteira-
mentc innocente em suas OperacOes e effei-
los ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e rrao, por mais amigas e
leazos que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
esle remedio, muitas qae ja cstavam as por- J
tas da morte, preservando em seo uso; con-i?
seguiram recobrar a saudc e forras, depois t
de haver imitado intilmente lodos os ou- '. nn canran n
tros remedios. ^ DH. SABINO O. L. PINHO ;
As]m9is allliitas nilo deven) ctitregar-sc a '.' ''' '','san lo Amaro (Maudoovo ''
desesperacSo; agam um competente ensaio NUMEROti.
dos ellica7e efleitos desU assombrosa medi- x endonm o..ica,enie msui tot.ca .., uia.s
cia, e prestes recuperarao o beneficio da T fcl""ln* ""-"rniaihomoanilhiraa. uai 1
saude. Pr^0, '""< commodos.
No se perca lempo om tomar estreme- 3? uV''m'0 '1"'e> 1"1""""111" lu Ufcpsanja
dic,para qualquer das quintes enlermida- g tSBS&T^VS^
NA MESMA PUNDICA'O
iee5ecul..mi odasasencommenda, con. a -u,. i
"f"d'>-l'""''"laecom a des,da,,,..,.,.;,.
1 modidadeem prero.
?9S>-)ejB49-90'eiajojia>iB a
lllllll/i i a _

'
BOTICA Smi HU-
EOfATlICA
IMt
Volliil
PARA 1857.
09000
10JOOO
'/00O
6/000
Acham-se a' venda as bem conliecidas.
folhinbas, impressas nesta typographia,
dasseguintesqualidadej: hsjmwa. A7WrVaf1 k
FOLH1M1A RELIGIOSA, coiitendo alem PllfJ V IllCT A
dos mezes, t bibliotheca do cliristo'
Pebres intermitientes
Febretu da especie.
Colla.
Ilemorrboidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigestoes.
InnaiiimaQcs.
IrreRu la ri da de
menslruacao.
Lombrigadetoda es-
pecie.
Mal do pedra.
Manchas na cutis.
') Sr. Ihesourciro manda fater publico que >a arha
a venda neslo escriplorio ra da Aurralo. 26 pri-
meiro andar : bilholM, maios e qna'tos da sagnnda
parle da stima lotera da matriz da Boa-Vala, co-
jas rodas auJam un da 31 do correle me/.. O Sr.
Ihesourciro manila (der publico que ev.-iem urau
des quautidades de bilbelsa, me o, e quarto- cima
a escollu do comprador, bem atsim manda traps-
crever o novo plana aballo declralo.
brasileiro. que se compoe. de ora-
oflps quotidianas, methodo de asiistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
livmnos, oflicio de Nossa Senbora da
Conceican e muitas outras oraqOes de
grande mrito, prero...... .">20
DITA SIMPLES, contndo alem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel- PIjANO
las de impostes geraes, provinciaese 3t00 bil|ieto, 59000 ~
mi.nicipaes. preco........ 240U por cerno
DI IA DI. PORTA, a qual alem dos me-;
zes tem e\plicacoes das indulgencias el
excoinmuiihes, etc., pico. KiO
DITA DE ALMANAK, a qual alem dos i
mezes, conten o almarjal civil, idmi-!
nistrativo, conimercial, e industrial da i
provincia, por.........500i
Todas estas folbinhai sao impressas em|
bom papel e excedente typo, e vendem-
se emporcBo earetalho: na livraria da
piara da Independencia ns. (i e 8.
:::-.::-::::::::;;j;5 %mw:&oxo
B O Dr. Pedro Antonio Cesar, A
^ medico -la Faculdade de Medi-
Q ciiin da lnhia, leudo chegado a es-
A l.i cidade, participa aos seus ami- A
:--> S eao publico desta capiil, que
A esta' prompto para evei-oer as
;; Innccoes de mu prolisso, e pode
-;;; ser procurado na casa de sua re-
^ sideucia, a' rua Direita n. 100,
? secundo andar.
A A pobreza tem consultas gratui-
tamente, daa 'i s's '.1 horas da
IX-0005000
3:600*000
I-i: 1003000
1 Premio de
1 Dilo de
1 Dito de
2 Ditos da 200
Ditos de 100?
*' Ditos de 50?
15 Ditos de 20*
30 Ditos de 10?
U 40 Hilos de .'.
1200 Premios.
2400 Brancas.
------ -..o ara pairiCS
onde tem sido ejpenmenlado.
Cada lubo .i\ol-o. 1-000
Cada sidro de tintura -oo,,
* dl'!ue|'-.V f ",i"l,a' rom riii^icarnento,.
desde 12- ate lOOjflUO.
Ihesooro homeopalhico ou vade-mecun.
V

la
SB 1____-----,------.^iiiii uu laue-iiienim rio
homeop^ha, ub,a esencialmente haaW-
1 jajol quem desejs emprecr a hom-'r,,
* Iralan.enlo homeopalhico do
cholera-morbus
N
Propaganda hoineopa'lhici m
I crnainboco .
I-IOOO
O0"
-s
t
*'
V
r
i
de
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias mal de .
Asima.
Clicas.
Convulscs.
eoilidade ou eUe-
nuao.
Dehilidadc ou falta de
forjas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
D01 de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Cnl Tinidades no ven-
tre.
Enfirinidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
llerysipela.
Febles bihosas.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimen-
to geral de Londres nj SU, Sliand,.. e na
luja de todos os boticarios, droguistas e ou-
jras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Ha-ana eHespanha.
\endem-se as bocetiulias a800rs. Cada ,
nma aellas conlan urna instruccSo um por-;lante Pratica de loja de fazondas, para un...
tuguez para explicar o modo de se usar des-! Mf" foia da provincia, e que sua conducta
tas pilulas. : seja garantida por pessoas idneas na rrc
O deposito geral he cm casa do Sr. soum I da ('ruz :t* nrimeiro andar.
Phannaccutico, na rua da Cruz n. 22. em Trneu <.,,m ...
. iroca-seanu preta de V anuo, sein
S .N- B-~,'ara conheciiucnlo do puldico'.vi
,'',! ?De "r.'''"'IUn"" ^u"'0'- "" *
n','1,",,U,darb0lic''"n,"|h>>'0Plhica,
Obsiruccao do ventre. S rK*" ,n,e,fcr",cia a"!"u-
Phlisica ou consump- ;af}#
Qjo pulmonar. .. waw*, mw
elenciio de oui ina. c roS- ao Sr... que procurou
huumalismo. A"'."n? r^Z""0, lo^"n' ''" Senhor V.r
Symptomas secunda- ^raua m, /, uou--
no* 'Merque, que esta em seu pode-, cono disse
rumores. 1";S!r.,r?rl,-pl"t" J" ,""pos e Mlucl
lose Barbosa Cu!ruraes, queira ter a bonda
de de no prazo de Ires das entender-se com
Joaquun Goncalves de Aibuquerque e SilTa
na rua da Cruz n. 35 primeiro andar, e avisa-
se ao mesm.i que a forja de indsMOOM ia
lie conhecido seu noma e morada. porUntc
se lindo o referido prazo nao apparecer se
recorrer a polica.
I ico doloroso.
Cceras.
Venreo mal.
--- Precisa-se de um moco que tetilla bas
IlllA r .i -i 1 ,.-i .1,, 1 ... .. .J_r._ ,
5:0005000
1 :0(Hf000
oOOaoon
1009000
4009000
".009000
;toosooo
3003000
.':?G03000
l :i0u3000
a
-'-
Pernambu
SALSV P1RKILHA
DE
liristols.
Veudc-se nicamente na botica do Sr. An-
tonio Pedro da *. Neves, na rua da Cadera
do Recife.
VIRTUDES DA SVISA IWKKII.IIA l)E
BRI.STOL.
A salsa parrilha original e germina .de
Bristol DOSSue todas as virtudes para curar
todas as enfermidades que provm de um
estado de impureza de sangue edas *ecre-
SOes mrbidas do ligado o estomago, e em
lodos os casos quo neci'ssiUm remedios pa-
vicio, por um preto da mesma idade, tor
;nando-se a differenca : na rua da Mondan
i J2, segundo andar.
>.&:*&.v.r: -t> .-> ... a^Am
cossiiTORia mmm- 9
TIIICO.
DDH. CASA.NOW.
28 rua das Cruzes "28. ;.
Hoala toiiaullorin ha sempre para vendas
os mah icredil.idos medicamento, homno- v-*
IMlh.ro, de CATELI.AN e I.VEBER. tanto 3
.....

A
'-i--
O
1

3600
Tlieaoararia das loteras l de iar.iro de IHh.
U ihesooreiro Francisco Antonio de Oliveira.
ApprovoPalacio du governo de IVrn.imbuco ,
nicle janairo de 18.*.S. de Macado. ra puilicar e robustecer o svstema. Em lo-
Contorme.Antonio Uito d- Pinho. d..s os rasos de escrophulas,' oa sipels, ti-
Jos Jano.no Alvesdj )b,, mcrivo das lote- ni., erupcOes cuUneas, manchas, bilis! in- I
,. IflammacSo edebilidade nosolbos, incbacaol
naj-""^^0 dJoene,nno Pames, comarca de das glndulas, dores lumbares, auecces
>azarotli nodia 12 do corr-nte mez, um mo-' rbeumaticas, dore nos ossos e as iunUS. I
9 leauede nomeLuiz, porem be mais conhe- hydropisia, dispepsia, asthma, diarrba!
"'-'' ?,m" U"""*' .C (,U1"'"; c'"o "s 8isi\,e8 tossc- ""aos, inOammacao dos pulmOes,
9 maiiiia. .v. seguate : cor bem preU, olhos grandes, plumea quando provm da obstruccao dos
9i^y4s58Sfi{5iga baixo o um pouco rncorpado. idade 13 an- bronchiosem pessoas escropbulosas, ii.llu-l
nos, rosl, redondo, anda nao barba, e nao onza, indigeslao, ictericia, debilidad^ geral
i tem deiitito algum physico : roga-se as au- I do systema nervoso, robres agudas, calores,
itondadepollciaese capitaesde cam|io, ou enfermidades das mulheres, eofermidade
de Portneal: vende-se na warisT" ?f"l1? P0^ que o prenda e envi ao biliosas, e em todas a sffeccOes proTomen-
8 a., ",1a rp,. V l\,-,h' ,l--sau ""'' A"!""' da MotlaSilveira Caval- les do uso immoderado do mercurio, hsla
i ila Independencia, a 2>10() canti no referido cn^eulio, ou aos Sis. i.ou-
inai (ft

em linlura., c,no em .|0i|o>% e
em cu.11 po*sivel.
I ma botica de 12 lubos <- s- lOjOOO
>' de _'. lo- 12- e !.-.,.
I,;- a.; :i; i;,. |jt, ,. oyam
" de is |s- *j c -j,-uis>
;.; de rjll .. .'^ aso i-oini
:j I olios avulso- .Vl.i, HUtt, e l.-^KIil.
! -r; I nn.-a ,1 Untara a racolhrr SMOO.
- Conanltai lodos os dias gralu para pe
Cv-"'
'-. ';..... .-...-
-.- -. -.- .V
y
Keiiriimento do dia 1 a 2:1.
dem do da 24.
..:2I0-'I.V.I
1879633
".:.">! BS1II2
DBSPaMIOs HE KXl'DItlACAO Pti.A MESV
DO CNSUL A DU DESTA CIDADE NO l)l\
2 UBMNEJKO E l07.
Glbrallsr HriUe iusjet, Ranavala, Sannderi
Brothers k\ C, 1,21111 saceos assucar branco.
Pono Barca porlagoeii Sania Crna, Tbomai
le Aquino funseca A r.lho, 17! saceos asaocar
hrauco e n.ascavado.
Exnortacao .
Lisboa, brigue portogiMi iLaia lia, de :MW tone-
lada-, condoli o Kgoiele : -- '.I barricas e 610 sac-
en com :i,lM.:l errobaa e 21 libras de as-urar, IIH
pipaa,06metal .litas e .l(,t harris niel. 10 pipas
gurdenle, 29 nceai nomina, 200 curo, sak-ados,
30 meios de sola. :iO paneiros tapioca.
Storkolm, l.arca sueca aFamifua, de :PIT ine-
tadaj, comioiio o aenainie : 3,500 necea com
1 ,j.aw arronw de assucar, ...OWI couros Misados,
Marselha, barca francea Inda-tria, de 337 lo-
"'^"<''0rto'0"iolt:--.,ooii saceos com
2i,il0 arrobas de amarar.
5d>o$ m*xHim0$.
Para a lllia i.'e S. Mi-
L'MV.I.
O brigue portugoez Oliveira, que deve
Chegar a lodos os momentos, tem a maior
paite da carga ja prompta : quem pretender
Carregar ou ir de passagem enlenda-se
com Joilo lavares Cordeiro, na rua da Ma-
dre de Dos n. 36.
Cear e .VI aran hio.
Segu no dia 23 do mez correle o pata-
cho Santa Cruz ; para o resto da carga e
passageiros, trata-se com Caetano Cvriaco
da C. II., na rua du Cadeia do Kecife ti. 2.
7-Para Lisboa pretende seguir com bre-
vidade o mam portuguez denominado Hival.
por ter parte do seu oarregamento prompto:
qem no mesmo quizer carregar podera
contratar com ou consignatrios Amorirn ir-
maos, rua da Cruz n. 3.
JLcilo.
Barroca & Castro farSo leilao, por m-
tervenrao do agente Oliveira, de grande
sortimento de fazenda inglezas as mais
proptias do mercado, e em seguida va-
rias outras avariadas, por eouta e risco
de quem nertencer: tetva-leira -27 do
conente, a's lll boras d maohaa, no
seu armazem, rna da Cadeia do Recife.
O agente Pestaa tara leilao por conta
de quem pertencer, de grande prfido de ba-
tatas cin cantas vindas de Lisboa, desembar-
cadas lia pouco : segunda (eir 2(i do concil-
le as 11 horas da mallhfla no porlo da alan-
dega.
O agente Borja fara leilao cm seu ar-
mazem na rua do Collegio n. 15. de Um ma-'-
mlico sortimento de obras de marcineria de
todas as quahdadus, diversos pianos, obras
dcouioe piala, reiogios patente inglez, su-
isso, ele, vidros linos e louca para servico
de mesa, candeeiros inglezes, lanternas, can-
delabros, quinqnilhanas francezas moder-
nissimas, Irascos de vidro de boca larira
urna porcf.o de cha tiysson lino, cale u arroz
em scese, varios barra de ptima manteiga
tugleza e rraocea, queijos liamburguezes
massas linas de dTerentes qualidades, con-
servas em frascos, sardinhas de .Nuiles e
outros muilos gneros que su entregarSo
pelo maior preco offerecido; assim como
tamben) alguns esclavos du ambos os sexos
mocos.com habilidades e sem ellas, pro-
pi ios para lodo o servir.., um ptimo cavallo
de estribara de bonita figura, com lodos os
andares, que su achara em frente do arma-
zem supradito, para sor examinado pelos
pretendentes. e una escullenle canoa de a-
marello, de carreira, nova, a qual se achara
no caes do Collegio, logo pela manhaa :
quinta-luna 2ii do crreme as 10 boras da
n-.unhaa.
O agente liorja tira' leilao, por or-
dem do lllm. Sr. |Jr. juiz municipal da
segunda vara, a requerimento de fran-
cisco Estoves I'aes Barrete, de saceos
com assucar mascavado, apprehendidos
por talsilicacSo. os quaed se acliain depo-
sitados no armazem do Sr. Antonio Al-
ves Bail,o/.a, ni rua de Vpollo n. 0:
I terra-Ieira 27 do cor rente, a's i horas da
, inanliaa, no rele-ido armazem.
VLlVMk I)E rtrofiL.
rVcabade cliefpr de Lislioa o almanakl
re'is cada um exempar, coutendo
taginas em 8*.
A taberna da quina da rua dos Marty-'
rios n. jt>. acha-se de novo com grande por-
cSo das afamadas linguicas do sertao, por
preijo cotnmodo.
Precisa-sede nma enzinheira : na rua'
das Cruzes n. 39.
Justino Antonio Pinto e Jos Luiz de i
Souza fazem sci^nte a isla praca, qnedis-l
snlveram amigaveluici le a sociodade qoe'
liiiham na loja de lou?; atraz do Curpo San-
lo n. 8, que gyrava debaixo da tirina de
720 e" leile lla i Oucimado n. 27 nesta
piara, que generosamente se recompensar,
Quem vir <;om-
pra porque o preco
convida.
Vende-se una porc3ode algodo trancado
da Babia, lazenda muito eneorpada, coi"
pequeo deleito, sendo lazenda miiit re-
commendavcl para roupas d escravos e
para todo servico de ca"po, linalmente
Pililo a Hlindacao da estiur.i lirma o Pinto a liquidacSo da extincla firma, e o so-
cio Souza descuerado deludas as transac-
cOes ale hoje. Kecife j. de Janeiro de 18.V?.
British Clerks l'rovident Association.
A special ineetiiigof lilis association will
be li.dd at Ihe British & V'oreign Librarv,
rua do Trapiche, on Tuesday evening al'
o'clock. By order. Edward Itothwell, hono-
rary secretary.
Precisa-se de um caixeiropara taberna
tros muilos arr^njos de casa de familia
o. ou-
salsa parrilha se emprega com eflicacia cm
todos os obredt:os casos, e he recoonecida
como a mellior medicina que existe.
PKBCALCAO.
As pessoas que compraiem a salsa parri-
lha devero ter o cuidado de observarem
que u salsa parrilha de Bristol esta em gar-
rafas de grande tamanbo, com as palavr
salsa parrilha geiiuina de Bristol. nova
York, gravadas no mesmo vidro.
Sol/e a rolba da garrafa envera o nome
Je Bristol. Tina direcco acompanhar cada
garrafa.
C\SO DE DBBILIDADE COMICIEHICIA.
New-Tork 30 demaio de 1843. Uma s.
tiiiora solfria de espasmos nervosos, experi-
mentava uma continua aniquila^o do lor-
ainda que nao tenha platica, e se lor dos ra cima no deposito geral da rua da Cruz'do
f.!le*!a,i0S_,:,Jt:l:mi"!,e-lte. "orl.o.melhor: no|Recite, casa n. 17, a preco de 1-200 por li-
bra, e a relalho as tojas seguintes : rua
ila Cruz do Kecife, Fortunato Cardoso de
argo da ribeira duS. Josc 11. 15.
Aviso ao aviso do Sr. Correia.
quemdeixari de comprar limpo a 220 a va-IS"* ao ponto de cabir por vezes cm svncope.
ra, e Jefeituoso que mal se condece a 20(1 il-mpregou mulliplicados'remedios sem tirar
r.: na ruado Crespo n. H, quarta loja vol- j vantageui. eclarou-se uma ictericia com
tando da rua das Cruzes. um einagreciuieulo progressivo. Esgota ios
Vende-se o bom e muito acreditado ra-1 os varios recurso da arte foi u lempo em
pe Joiio Paulo Cordeiro, da tabrica do liio de pregado o incomparavel remedio da salsa
Janeiro, rap este bem aceito pela sua com- j parrilha do Bri.-lol e o rpido eslabelecimen-
posicao e seaiellianca ao de Lisboa pelo seu |l0 da energa vital logo reappareceu com
aroma agradavel : vende-se de 23 libras pa- i "ovo vigor.
CASO DE ISABEL DA VIS.
Isabel Davis foi accommuUida pulo espa-
50 de quatro anuos de ulceras cscrupioiosas,
Se o Sr. Josc Soares Correia s contrahis-
se nesta praca dividas com quem Ihe remet-
tia decommissS 1 seus assucares, certamen-
te nSo me enllocara na penosa necessidsde
de responder O seu aviso inserto neste Dia-
rio, que s he relativo a assucar e smente
assucar; mas o Sr. Correia que nao ignora
que existe em minha niao um vale sen do
711-mo ja vencido, e ou?. eu, por mais dili-
gencias que tenha feilo para mu entender a
com n Sr. Concia ou peoa de sua amizade.1 u,,..
para evitar desgostoa, nflo me he possi- ^X '
vel encontra-Io! lle-me, portanto, rorcosol
acompanhar ao -Sr. Josc Soares Correia, 10-'
ganJo-llie a satisfacHo de dita quantia.
Joao Leite do Hugo ampaio. i
A pessii'i que por engao levou urna I
cabelleira que servio na uoile do espectacu-;
l ,i.. -.i .... ._ ._____. ____:-.. -.:_ _.....
Gouvca : rua da Cadeia do Kecife, Joao Co-
mes Leal Jnior, Jos Fortunato da "Uva
Porto, Thomaz Fernandes da Cnnha, Josc'
Pires de Barros; becco da Cacimba, Anto-
nio Ramos : rua no (Jueiniado, Manuel Joa- j
quiui Candido Teixeira ; pateo do Carmo,
Antonio Joaqnim Ferreira de Souza, Jos
Joaquim Ferreira d<; Souza ; rua larga do
Rosario, JoSo Goncalves Ferreira ; praca da
Independencia, Antonio dos Santos Fiuza ;
aterro da Boa-Vista, delronte da matriz. Josc
o preco da libra a
Vende-se uma iiegiiuha que coziulia
o diario de urna casa : a tratar na na da
Gloria 11. 86.
tundo seis cliagas aberlas na parle superior
do bra supuraeflo e causavam a quasi immobilidade
das parles. Chegada em Santa Catharina
em uovembro de 1847 a doenle cousullou
vanos mdicos, os quaes deram o conselbo
de amputar o braco, como o nico recurso
de salvar a vida. I'oi eutflo acnoselbado o
uso da salsa parrilha du Bristol a enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella ox-
perimentou taovantajoso proveito,qoo con-
tinuando lempo segundo o uso do lemedio,
chegaram as feridas o melhor estado de ci-
! c..tr:sai;ao. O caso he referido pelos lioura-
dos prol'essorcs Goodmaun u Samuey Haver.
I AO PCBUCe. i
jjf No armazem da fazendas baratas, rua do *
Jf Collegio n." 2, "j
Companhia e *eaato ciw
ira a mortaltltule dos t
eraros, eslabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAP1TL-2.000:000.000
Agencia Glial em Penutmbuco, na H
Crespo n. 13.
OVWBTna Jo raalhasuiaa e-cripluno da com
pnnliia ou incmu Tora, sub p.opostaa do= proprieti
riM dot aaeravas, tudus os rnes de fllecimciiln. j, propuMds. puUem ^rre
mellidas a coiupanl.ia tolos o. dia,, ale a, casca ka
ras .la lard.
t As coudirfies impre-saspoderan s-r procorada, w
se- ecr'P'or.o da coinpaohia.
Dar-se-ha consullas rali; m travos segurosda.
.1 para to hars na manhaa. escriplorio da jesaja
ROB I.AH-fcCTEl R.
O uiwo aalorisado por deo,r,o d; consetho rea,
decreto iaijnij|
Os mdicos dos hospila.s recommendaiii o
arrobe de Lnecteur, cono seudo o nico
aulonsado pelo governo enela real socieda
de de medicina. Este me.camei.lo do un.
goslo agradavel e fcil a t.mar em secreto,
esta em uso na marinha real desdo n.ais .1-
80 anuos ; cura radicalmenti em pouco lem-
po com pouca despeza, sem nercurio, as al
lecroes da pelle, impingens, HS consequen-
cias das sarnas, ulceras c osaccideutes do-,
parios, da idade critica e da icrimonia he-
reditaria dos hnmores; conven aos cata 1
rilo, a besiga, as contrac?oe: s a fraquez.
dos orgtos, procedida do abio das iniec
(Oes 011 de sondas. Como mi -svyhilitn-o
o arrobe cura em pouco lempo us lluio* rf-
centes ou rebeldes, que volvem incessanta
em consequencia do emprego di ropabibe.
dacubeba ou das injecc,ous que ir-presenler
o virus sem neutralisa-lo. Oarobc LanV-
leur he especialmente rccoinmendado con-
tra as doencas inveleadas ou rebeldes se
mercurio e ao iodorelo de potasio.Lisboa.
Vende-se na botica de Bale de Antonio
Feliciano a I ves de Azevedo, piaca do II. Pe-
dro n. 88, onde acaba de che?ar urna grau-
de porcao de garrafas grand vindas diectamente de Pari, le casa do dito
Boyveau-LaO'ecleur I2,rua mdielieu a Paria
Os formlanos dao-se gratis em casa do a
"_>* r .
Lotera da pro-
cite 2:. de jaueiro de 1857d 2.- secretario,
Jos dos Santos Pereira Jardn.
y jl|* PRECISA-SE de um criado estrau-
' geiro ou nacional, assim como de uma
Oabaixo assignado vendeu as seguuiles ;"nil par.i o servico interno de uma rasa:
r... .-..o V........ Til
surtes
meio numero 1517 6:000/
2J51 1:5001
2812 200/
1
1 quarto
l muio
1 dilo
I quarto
I dilo
1 meio
1 -i liarlo
1 meio
:ii)2t
25!l
2946
7*1
2572
1710
I00
100-
100
50/
50/
na rua Nova 11. 39.
VazeiLeal declaram pelo presente
aniiuiicio ao Sr. Manoel Caetano Cvria-
co, de Goiauna, que leudo remettido ao
Sr
. r.i
, mesmos
I de
par
.... ....i..., i 1 Lotera da pro
vi nria.
a de eotnbinacao com a maior parte das c*
* sas eoramorciaes inglezas, francezas, alie- B
^ mos e suissas, para vender fazendas mais 'B
3 em conta do que se tem vendido, a por isio t
ollerecem elle maiores vanlagens do que IK 1
I -^.T'ffi ',ro''rieu,rioJ des,e 7-1 Terceira p*rte da quintn
portante es la bel eci ment convida a lodos S- -'-
& os seus patricios, a ao publico em geral,
^ para que venham (a bem dos seus inte- j|
w resses) comprar fazendas baratas: no ar- |j{
p mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- $g
jat 'onio Luiz dos Sanios & Robra.
Manoel Antonio da Silva Molla compra
um eixo de fuo torio de carregar pipas
assim como ootro direito, que seja c:n se-
gunda uiao : quem tiver annuncie ou pro-
cure na rua da Gru n. Si, armazem.
Precisa-se de una ama para o servico
I interno de uma casa de .! pessoas de ami-
1 lia : na rua do Hospicio 11. 7.
Uma-senhor* viova propf>e-se a ensi-
nar gratis, negiinhas captivas a coser, cn-
1 gominar e cozinhar, dando seus senhores o
.sustento : quem quizer di rija-se a rua do
Padre Flonano, casa n. 11, que achara rom
I quem tratar.
50/ '. :~-~-....., i" Bw;"!aeu oesen- innora que andam Tora, visto nSo s* querer I .....
la os suus le- ca,ni" bar-sea referida carta; e portan- fazer a penhora em razo do mesmo senhor! ">72
da segunda to o previnimos para crue nOo pague a re-1 d'zer 'I'"-' "a tei" uma camisa cm scu|2.">!)2
tris da Boa- erida letra a outra pialqt.er pessoi. -ie nom,\. rifiO
jallos ao des- naoseii -io.IIi.. Si- M ib. Alnga-se urna casa terrea na rua da
conlo dos olio por cento da le, e cuios pre- J BOIto!M Um, ou aosanr-
vos sao os seguintes ; n .
Bilbotes S000 recebe 5 M0S Recite 23 de Janeiro de 1857,
Aluga-sc
Meios 3*000 2:500'
Quartos 1-5110 .. i.asu/
Por Salustiano de Aquino Ferreira
Jo.- Fortunato dos Santos Porto.
Vende-se urna mulata com 15 anuos de
idade, bonita figura, lava e engomma bem,
io cazinba o diario de uma casa : na rua de
I S. Francisco n. W.
do GviiiiiHsio.
Oabaixoassiffici v^h
den as se^iiiiiies sorff*:
2">.")l 1:500)em i riuartos.
I00.Sem > ditos.
100em 2 ditos
o.sbilliete inteiro.
"i'l.sl.illiule inteiro
50jj2 quartos.
"ill.s2 ditos.
50s2 meios
A"li;iui-sc ex postor
vcidu os biit fes d; >
'.: inda parte la Hejitim
-
n. 1
grandes
ILEGIVEL
'i
uma grande casa na rua Imperiu
com lies portas de frente, dual
salas, cinco quartos, cozinha lua, etc.,
por 120000 mensaes: a tratar na rna
Direita n. V, loja.

Alegra, com 3janellas e 1 porta, com com-
modos para familia: na na do Collegio
11. 9.
ATTENC \<">.
0 abaixo assignado pede encarecidamente
aos seus treguezes, que Ihe compram bilbe- lO'eril (Ja IJoa-V ISta, De
te bajam de vir pagar no prazo de 8 dias, '
na loja da Sia. Viuvajliaslos, na praca da In- 'OS OPeCOS SeS*lllllte*i :
dependencia n. 4. > il ; ..,,,..
H ii-, ,.-, lfiliiiii-s rrarantidos. (..silln.
Joaquim Josc da Silva Gaio. ., .,..
- O Sr. J.aqu.m I.oes Ferreira tem urna; ;',,0!......'s("'"-
" loiadeSiquei- Ooartos. Ix.iOO
P. J. Lavme
-
_ _,.- ,.
carta na rua do Crespo n. .,
ra f> Pereira.
."


DIARIO DE PERNAMBUCO, SEGUNDA lElliA -2C, DE JANEIRO i)F. 1857.
2 CONSULTORIO CENTRAL IIO- &
,| MEOPATHICO. :;
3 Ra de Santo Amaro (Mundo-No-
5 vo) n. (. &
a O l)r. Sabino Olegario /.iiJgtro_ l'inhn
a de volia de ua viacem io Km de Janeiro,
$5? continua a dar consultas lodo o dtM oten,
M da 8 lioias da manliSa, a "2 da l.re.
A Os pobre* sao medicados i;ra(nilameDle.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1S24.
Capital cinco roilhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lera a bonra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de osas,
a quero mais convier que eslo plenamente 111-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
i os sobre edificios de lijlo e podra, coberlos de
tlh e igualmente sobre os objoctos quecontiverem I
s mesmos edificios quer consista em mobiha ou
a lazendas de qualquer qualidade.
Aluga-se a anliga ca*a de vender plvora, na
cidade de Olmda. coiu hoiu sitio, baiia para capun,
e boa casa de vivenda ao pe : qaem pretender dita
caea dirlja-e a la do Vigario n. 31.
jar. Recife 22 de Janeiro de 1837..\nlt-
uio Pcrcira de Olivera Maia.
- l.uiz Antonio ila Cunho, morador na
ra da Cruz n. 33, declara qtip por have
outrn dti mosnio nomo, mais .DligO nesta
cidade, Je hoja em diento so assignara pin
l.uiz Antonio ila Cunta Lago.
--OSr. acadmico Leandro Francisco Bor-
ges ten caita viuda iIb Sargiue na ra do
Crespo ii. 23. aomle podera procurar.
Da-se un l:60i
seguran;, do lieasde raz : na ra deA-
poilo ii. 23 so dir quem quer Iratar.
Urna mulhcr de bons coslumes se ollc-
rece para ama de casa de homem sollciro ou
casa eslrangeira ; pode ser procurada na ra
de Santa llierezu, casa junto a taberna da
quina que val para a ra do Pocjnho.
Na ra da Mangueira n. 8 precisa-se
de unta lio ama c cogommadeira, e laiubem
de urna lavadeia,
"- 0 8r. capi'.ao Antonio Mara de Castro
| Delgado te ni una carta vinda e Macei, na
Sedas de
Antonio Marca I da Cosa Albuqucrqiie
declara que desta data em diante assignar-l
se-lia Antonio Domingos da Costa Xlluiqucr-1
que.Recife 21 de Janeiro de is.-,t.
Precisa-se de tun bom amassador, pa-
a-se boin ordenado: na ra estrella do (I Kosano n. 13; assim como aluga-se uinl ''
preto queenlenda de padaria. O ('OYitUO.
Precisa-sede un criado forro ou cap- Na ra do Uueimado n. SI a. vendem-sc
tlVO para o sen ico de una pessos, e paga- sedas de quadros miudinhos pelo baratissi-
--. .*. .-*.
1 DENTISTA NUMEZ.
<*
i'aulo Gaittnooi, de vulli de sua viagem ci
a Europa, est morando na ra Nova n. 2
41, primero andar, oude pude|ser procura- Wr
BBJ do a qualquer bora. '}';
l'recita-se de urna ama que teuba baslaute-le-
14, aiuda uiesmo teudoetetava : no paleo de S. Pe-
dro n.|22.
Escolas
do
HETHODO rASTILlill.
Do da 7 de j.nieiro em (liante eslao abertas as 6
escolas desla capital, pelo excelleute luclbodoCas-
illio ; p'-lo iu.il a voz publica se ha pronunciado
pelo ort-to da imprensa pernambticana, merecendo
particular atlencao a escola de meninas, erecta na
roa do V'sario, casa du tinado Silva Compaobia, nao
i porque uessa escola seeusinam lodos o primoro-
io buriuans. e mais lavores que se possain desejar,
eom porque a isna profeaior. estando seudo lec-
riooada na grammalica imrional palo eiimio profes-
lor o Kvm. Sr. padre meMre Varrjio, se lomara'
uais uiu precioso brilbaule que ornar a r.nroa lille-
laria do hini. cousclhciro Sr. Dr. Caslillio.
^ PARA CONSEKVAQ.VO DOS
GENTES. 9
h venile-se pos e auua dentrMices na ra ft-
lk ^ova ,m Ci""> ^ dentista trance/. J*
"S Paulo ..signos.
Piecisa- para cavado familia, quecoziulieiu eeUKOUimeiu: na
ua da Cadeia do Kecile luja n. 50.
Seguros contra
rua do Oucimado n it,
No escriptorio io agente Oliveira ex-
iste urna carta dirigida ao Sr. Francisco de
Paula Kigueira de Abreu, viuda da Europa
pelo vapor hamburguez reutonia.
Os Srs. Cypriano Lu/da Paz na ra
do Gollegio, no aturro da Moa-Vista Juan
Jos terrena da Luz, na padaria doSr. ttei-
riz, drao quem da quantias delOO/, 500/,
6009,8000,1:000e 1:200/, at mais com hy-
potlieca em casas ten ea? nesta cidade.
Agencia de passtpurte e
lo I ha corrida.
Ra da Praia n. 13 primeiro andar.
Claudino do llego Lima, despachante pela
reparlicfio da polica, tira passaporles para
dentro e tora do imperio, e folha corrida
eom presteza, e comino Jo prec.0.
o fogo.
(MHmmin e r i
CAPITAL l.O.OOO ESTAR) Cl-
UA EM 18.").
Para effeclnar seguros
sobre piopriedades, mercaclorias, niobilia
t: gneros de quasi todas as ijualidades.
Premio de .~|8 ate 11' por cent o ao anuo,
agentes C. J. Astley c\ C. Em conformi-
dadade oidens utimamente recebidas,
os agentes acbam-se habilitados a tomar
tisro contra ogo, e sobre gneros de e\-
portacto, como tejam: algodSo, assucar
OU COtiros, depositados em trapiches ou
premio, sobre sebem agradando: i tratar na ra do Cahu-
loja de cera na quina da na das I rn-
geiras
s-.\ ra Nova, toja e fabrica de chapeos
i Chrfsliany & Irtnao, admiltem-se olli-
ciaes da mestna ofliciua de cliapeleiro, as-
sini como aprendizes para a mesms art".
Perdeo-se do poder do abaixo assigna-
do urna lettra da quautia de rs. 13'J910,
aceita em 12 de Janeiro pelo Sr. Luiz Fran-
cisco Monteiro Tibiro, e endossada pelo Sr.
Victorino Jos Crrela de Sa, a qual Mea de
nenhum eit'eiio pelos mesmos senbores me
terem passado outra de igual quantia.
Manuel dos Sanios Pinto.
Aluga-se a bella casa decampo da Pas-
sagem, a primoira passando a ponte grande,
peilencente a viuva de Paulo Pereira Si-
inoes, ;.lutada de novo, com estribara para
4 ou cavallos, cocheira para -2 ou 3 carros,
casa para pelos, baixa para capim, sitio
com algum aivoredo ; a qual est poralu
gar por nao estarem as cbaves no Recife, e
terem ido para o engenlio : a tralar na ra
do Queiniado, loja n 19.
mo preco de t-~i]
com peuliores.
10 !! dJo-se
as amostras
Las de qundros
a 40 rs o covado.
Vende-se 13a e seda de quadros : na ra do
Que.imado n. ^1 v
peulior.
dao-se as amostras com
Gorgoreo de
&ompt%$.
XAOFE
1)0
BOSQUE
Foitraniferido o deposito deste arope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na ra Novan. 53
garralaa 59500, e meias itf000< sendo falso todo
aquelle que nao for vendido ueste deposito, pelo
quesefez opresenteaviso.
IMPORTARTE. PABA 0 PUBLICO.
Pira rucHtie phl\sicHcm todo>osseu5dillereu
es a* ros, quer mol i va Ja por conslipa^es. losse
aslhtna. pleuri?. escanus de saiiizue, dorde cos-
tados e peito, palpilaijciono corario, coqueluche
broDcliiie. dorna partanla, e todas as rules ti
dosorgaospulmouares.
AUeoco.

R. C. Yates *. C, estabelecldos no Ilio de
Janeiro na ra do Hospicio n. 40, vendo um
annuncio publicado em una das tullas de
Fcriiambuco pelo Sr. Bartbolomeu F. de
Souza, pievenindo ao publico que o vertla-
deiro Jarope do Bosque so elle lie quem
vende, previnem ao inesmo publico t|ue o
nos>o xarope he remettido do Kio de Janeiro
peos proprietarios cima, ao Sr. Manoel Al-
ves Guerra, e este Sr. fez o deposito para ser
vendido na pharmacia do Sr. Jos da Cruz
Sontos na ra Kova n. 53, nicos por nos aulo-
risados para vendercm o nosso verdadeiro, e
mais prevenimos aos senbores consumidores
que ha perlo de cinco annos os rtulos col-
lados as garrafas sao assignados por I ten i v
Prins, como procuradores dos proprietarios
cima.Kio de Janeiro 13 de janeiio de 1857.
p. p. It C. Vates A. C.llenry Prins.
Bai'tbolomeu Francisco de Souza lendo
o annuncio dos Srs. li. C. Vates i\ C. no Dia-
rio n. 17, em qut: diz ser somer.le verdadeiro
o Xarope do bosque que se vende nesta ci-
dade na pharmacia de Juse da Cruz Santos,
onde fez deposito o Sr Manoel Alves Guerra,
que recebe delles propietarios, declara ao
publico que nao duvidu seja lalsu o Xarope
o Bosque que tamhem vende em sua botica.
Compram-se apollces da divida provin-
cial : na ra das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
Compram-se escravos de 9 a 35 anuos:
na ra do Collegio n. 21, terceiro andar.
Compram-se escravos que sejam sa-
dios e lottes, proprios para arma/cm de as-
sucar : na ra de Ajiollo n. 33,
Compra-se para urna eneommenda
"> moleques de lia IS annos de idade:
na ra do Colle;io n. 21, primen o an-
dar, das 11 lloras a's ~> da farde.
Compra-se urna secretaria para escrip-
torio, que esteja em bom estado na ra da
Cruz n, 31.
gua ou Parahiba do norte
J. AstlevA C.
O abaixo astignado lecciona primei-
ras lettras, latim e francez: na casa u
58. da ra Nova.Jos Alaria Machado
de Figueircdo.
-- Vcndem-je terrenos para edifleacio na
estrada do Manguiuniho, do do Recite, lado
esqueido, junto as casas do Sr. .Manoel Pe-
reira ieixeira, com 250 palmos de fundo e
ite frente os que o comprador quizer : a tra-
tar na ra da Cadeia do Itecile n. 9, ou com
Josel aplista Kibeiro de Faria, no seu sitio
da Estaen.
Vende-se um bonito moleque de para
9 annos, bem robusto e sadio : no aterro da
Boa-\isla u lo, loja.
,(rS.len,itSe "lm loJa de sapatos muito
alreguezada, na ra llireita n. 50 : a tratar
na mestna loja.
Vende-se o grande methodo de rbica
por Baillot, e esludos progressivus de vio-
laoporl'.Caiulli : no aterro da Boa-Vista
lie O .
Vende-se utna prela crioula, bonita li-
gura, sea achaque e perfeita em todo o cor-
po, com 19 annos: quem pretender, dirja-
se ao cannnho novo da soledade, taberna
i liampagne,
Vende-M vinho de Champagne marca
t.rand-Mousseux, em casa de I. P. Adour V
Companhia, ra da Cruz n. 10.
!ei-lunarias tinissimas.
Na loja de Dliudezas da boa lama na ra
do Queimado n. 33 encontrase sempie um
neo sortimento de perlumarias de todasas
qualidades, inglezas e francesas, sendo dos
mclores autores que ha em Paris e Lon-
aies, a saber : agua de Colonia muito boa,
sabao para barba de creme de amendoas,
a^ua de lavaude muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabera, banha mui-
agentes C. [ mos Srs. R. C. Vates4 C, do Kio de Janeiro, l0 ,,'la em "eos vasos, extractos de muttas
como prova o documento abaixo. i qul'dades, extractos proprios para bolso da
lito do Janeiro S de agosto de 1856. estudanle, essencias de varias qualidades
Sr. l.arlholouieu Francisco de Souza [ 'I'iato o melhorque ha para limpar denles)
quadros a 900 is.
Vende-se na ra do Queimado n. 31 A gor-
guro de quadros de lindas cores, dao-se as
amostras com penhor.
Vende-se uui guindaste porttil de
ferro, que pejja em 90 a 100 arrobas,
com todos os seus pertences, por preco
commodo: na ra Dirata n. 6.
Aviso aos tanoeiros.
Vendem-se rodas de arcos de pao para
pipas, e hacas de vimes da melhor qualida-
de que ha no mercado, chegadas ltima-
mente do Porto, por menos preco do que
em outra qualquer parte, e veude-se a por-
cao que o comprador quizer : na ra do Vi-
gario n. 27 deposito de assucar.
Vendem-se duas negrinhas muito lin-
das e espertas, urna de 1" anuos o outra de 5.
2 mulatinhas de 10 atinos cada urna, muito
lindas, 3 molequinhosdeSa 9 annos, 2 ne-
gras mocas eoinalgumas habilidades e urna
dita de 30 anuos boa quitaudeira : na ra
larga do Rosario n. 22 segundo andar.
Em casa de Eduardo II. Wyalt, ra do
Trapiche novo ti. 18, ha para vender 1 pia-
no lorie e elegante.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza
N. 97, ilos afamados fabricantes Day &;
Martin em bancas do 15 duzias de potes;
em caza de James Crablree V, C- rua da da
Cruz N. 1*.
Veiiile-sc por menos do que cm ou-
trn parte, cera de carnauba e velas de com
DOSifSo : na rua da Cruz n. 34.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arma7.em.de Novae & C, rua da Mudie
de Deosn. 12, |ior preco commodo.
elogios de patente
Dglezesdeouro, desalionete edevidro:
vendem-sea precorazoavel, em casa de
AnrjustoC. de Aliren, narua da Cadeia
do lii'cile, arma/.em n ."(i.
\ t-.-l"--uperiur liaba dt algodn branca I
de coren, em novelto, para costura :em caaa de
Suilliall Mellor ,V Cuiiipanhia.ruado 'lrre> n. 38.
CAL E POTVSSA
Vende-se patatas da Kussia e americana,cbeuada
liaste dial de juperiur qualidade; cal de Lisboa
da mai> nova que lia no mercado: aos seusdeposi-
tos n.i rua da 4pollo u. 1 A, e 2B.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro audar, vtn-
le- -' vinho do Porto dt superior qualidade da bem
conhecida marca CW em pipas, barris e calla de
urna e duas duiiasda narraras.
ii mazeiis particulares, em Maceio, Jara- niasassevera que elle fui comprado aos mes-
t'ouiprou a It (.. lates c< C.
i duzias de ganlas com Xarope do
Bosque a JlaOCO........216/000
6 duzias de m-tas garrafas cotn Xa-
rope do Bosque a 379000 .... 162/000
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua do Cabuga u. II, confronte ao paleo
la matriz c rua Nova, lazem publico, que
estilo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senbora
como para humen.- e meninos : os presos
continan) razoaveis, o passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Beaodo
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida.-Serapbim & IrmSo.
O nico preservativo contra a caspa
que at agora tem apparecido, leni a vaula-
-eiu de preservar da (aspa, ainaciar o cabel-
lo, e tambem Ungir inesmo : na loja n. 1
da rua do Crespo.
Na rua do Bru u no Recite n. 22 no ter-
ceiro andar precisa-so de urna ama que sei-
ba lavar o engommar, anda mesmo que
uiioseja perfcilaminlo, preferindo-se mesmo
eserava : paga-se bem, a tratar no mesmo
andar cima.
Aluga-se una casa caiada e pintada de
novo eom excelentes commodos para fa-
milia, situada ni principio da Tone e per-
teuceale ao Sr./Vanles : a tratar na rua Ve-
Iha n. 24.
A rifa dositio na Passagem da Magda-
lena de A. J. lotera da coro do P,io do Janeiro, no pr-
ximo feverein, se se extrabireui sullicicntes
bilhetes ; na .onfeitaria defronle do llieatro
velho,o pracfdalndedencia loja das loteras.
Precisi-so de urna ama quesaiba co-
ziubar, p praga do (orpo Santo n. 17.
Heurique Gibson faz publico para
coiiheci.neito de quem interessar.que em
abril de 1155 comprou ao Sr. coronel
Henlo Jos Lamenlia |.m, easua mulla
urna poiviode bracas de trra as extre-
mas dos enreiilios Caramur e Jurissuca
com u deJuiqueira, do qual heproprie-
Urio, entre a duas linlias do Pocosecco, itu"ei
i do riacho o Catle, com a declaracfio esI>eri
,. Keis. 37;U(lo
iieceb o importe cima, do Sr. Antonio
Joaquim Vicira de Carvalho.Itio de Janeiro
de agosto de 185.--Poi li. C. Vates C.,
Jos Paulino Baptista.
Eslava recouhecido.
VO.i UCA.
Parttcipa-se aos .aaohores de enzeulio de
Ipojuca, que tem procurado receber os ex-
emplaresqueacabamdesahir do prelo, por
|.an do Sr Antonio Carlos Pereira de Bur-
Oos oncu de Leao, acerca da fatiio.j Uues-
lao de divorcia que contra elle susciloi sogro o Sr. Antonio de Siqueira Cavaleanti
do engenho Martapagipo du villa do Cabo,
que de bom grado s3o satisleitos, dignan-
do-se mandar busca-Ios, do memoravel e
luctuoso dia 29 de Janeiro em diante, no en-
genho Montevideo, na mo do lllm. Sr. com-
mondador Joaquim Francisco Paes Brrelo
Entreunto roga-se aos dios senhores que
tenliam tambem a bondade de ler os ollie-
tos espalbados por parte do Sr. Siqueira ten-
dentes ao mesmo assumpto, para que melhor
possatn ser juizes severos entre essepaie
aquelle marido. He facilimo encontrar-se
os folhctos do Sr. Siqueira em cada canto,
mxime em mfio de pessoas, que racis de
se illudir nao poderao se admirar de tantu
cynismo, e nem sabero distinguir o verda-
deiro do lalso, porque uesses nao recebera
certameute o Sr. Siqueira a sentenca de sua
propria coiidemnagao !
I'recisa-se de olliciaes e costuraras:
na rua Nova n. (JO, loja de aliaiate.
Lotera do Kio
de Janeiro.
Hemetadedoseu
valor.
A 2^500 a pe^a e 300
ris a vara.
Veude-se umaporcSo depautntihosde vara
de largura com um pequeo deleito, em
peca 31600, e vara 300 rs., chitas escuras co-
Antonio .lose de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a lfOOO o bar-
ril : as pessoas que quizerem dito Rcoe-
ro,npparceain em o sen escriptorio, na
rilado Vigario n. "!, para veras amos-
tras.
Em can de llenr. ltruiin cV Companhia na
rua da Cruz n. til, veude-srcoKiiarenicamnharde
duzia.
KARINHA
lie Trieste.
Vende-se em rasa de Saunders llrnlher- A, C. na
Otaca doCorpo Santo n. II, a multa superiur eVinn
condecida arinha de Irie-le, ila marcaprimeria
qualidade.h.iiada em !l du Brrenle im eacoai
, uPfeil, em pof(Oescriada! e pequeas, confu,,,,. .
vontade do cumpradnr.
TA1XAS PARA ENGENHO.
Ha fundifao de ferro de D. W. BowmanD na
rua doBrum, passaodo o chafarii,' eootint ha-
ver umcompleto sortimepto de taixas de ferro fun-
dido e batido de 3 8 palmos de bocea, as qutes
acaam-se a venda, por epreco commodo e com
promptido: embarcam-s oucarregasi-se em car-
ro gemdospea ao comprador.
Na rua da Trapicha o. U, escriptonode Ma-
noel Alves Gemir, vende-se por eorumodo preco e
seguinle: superior vinho do Porto em harris do
oitavo.chapeos de feltro, e ilbaoamirello fabricado
no Kio de Janeiro.
Em casa da Saunders Brothers A (j., praca
doCorpo Santn, tl.hi para andar o seguate a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatrao de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
dirija-se a Vicente Alves de Souza Carvaluo,
rua do Trapiche n. 41, primeiro andar.
Velbutina
de todas fia
cores.
>a rua do Queimado n. 19, venden.-se vel-
butinas de todas aa cores, e as melhores em
i|ualiuade que Un viudo.
&et**0 t*tk&
[*-'_ i|v'VV| lilla ,)"" 1 3, (,Hltrl3 Oilt/Ul SIS VW *
res lisos a 160 o covado, ditas de padresi T.rog,a.s-..
novos e uses a 200 rs. o covado : ua rua do I Algodo lizo para saccas.
Crespo n. 11, quarta loja quem folla da rua
dasCruzes.
Vendem-se chapeos do Clivli de to-
das as qualidades : no escriptorio de No-
vaes di C, rua do Trapiche n. 34.
O GUARDA-UVR08 BRAS1LEIRO, ou arte
da escripluracao mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na rua da
Cadeia Velba n. 22. I'reco 8/000.
da
Agencia
Dito entrancado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de fzendas proprio
para este mereedo tudo por preco commodo.
-No escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, rua da Cruz n. 1, vendem-se
vnlros de urna onca, meia e duas.
38500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chc-
gada, assim como potassa da Kussia verda-
deira : ua praca do Corpo Santo n. 11.
Cimento branco.
Hechegado o encllente cemento bran-
co ja bem conliecido e experimentado,
tanto em barricas como astillas: noar-
ma/.eni de taboas de pinlio de Joaquim
Lopes de Abneida. na praia de San Fran-
cisco, junto a pontenova.
ubras de oiarmore.
Basto & Lemos,na roa do Trapiche n. 17
tem para vender as seguintes obras de mar-
more : estatuas, pias, degros. pedias qua-
dradas e oilavadas para consolts o mesas
de mcio de sala, e lijlos maVinore, tudo
por preco com modo. '
i'ini(li<;ao Low-AO' i
rua da Sen/.ala-Nova n. 42.
Neste estabeleciuicnto continua a liaver
um completo sortiinento de moendas e
meias moendas para engenho, machinas
de vapor e tnixas de Ierro batido e coado
de todos os tamaitos para dito.
Fariilia de Tri-
este.
SSSF.
."itiOO
ven-
{Verdadeira.)
Pelo navio BLOMU cliegaram
barricas desta acreditada fai inha :
de-se nos armazens de Tasso Irmaos.
eijao iiiulatinlio-
Vende-se ua roa da Cruz o. 34, feijao molalinho
por praca commodu.
Moinhosde vento
cumhoinbas derepaiopara reear hortaeeba
& de capim : na fandiefe de 1). W. Bownian
llama do Bruin ns. fi, K e 10.
- Vetlde-seo grande armaiem allanrlesad du
Ceblas novas.
Vendem-se no arma/.em do Annes, de-
Fronte da escadinha da alfimdega.
Vendem-se duas vaccas de leite, as
quaes diio* garrafas cada urna : na travessa
do Mondego n. 8.
Chapeos de palha escures e claros de
abas largas, tanto para senbora como para
meninas, vendetn-se em casa do J. Falque,
rua do Crespo n. 4.
Rua do Queimado n. 1.
Na loja de Caspar Antonio Vieira Cuima-
rSea existe uiu completo sortimento de bel-
botinas de cor e pretas, proprias para ves-
tuarios de mascaras por piceos commodos,
aleo desta fazenda ha outras muitas por ba-
rato prego, assim como seja, atoalliado com
7 palmos de largura pelo diminuto preco de
1/500 rs. a vaia.
Vende-se urna mulata de 22 annos de
idade, bonita figura, de boa conducta, sem
vicios e achaques, o que se allianca, sabendo
lavar e engommar muito bem : na rua da
(loria n 55.
Vende-se urna negra crioula de idade
de 20 annos, engomma, cozinha o diario de
una casa e lava de varrella o sabo ; para
ver-se na rua '
se, na rua da
-- Kugio do engenho Barra de Mataniru
ao amanhecer ,1o dia quinu-teir t'
tSV n,u,i,tu,", ?"
24 a 25 anuos, foi v^ij c 'dad.-
camisa de mad?,SfSSS t"? ^
baeta branco, fo at ro? .?' 1*5? df
de urna pancLda : 1' ,""j *"C,",J"
enge..hona villa da""caSa'nS leVe'd""
compensado. que ser" re-
Na mandria do dia u j.
um preto crioulo, de nomo Jneif fu&"
ter 18 a 20 annos ; levou cZl' 1X2?*
a Igodo escuro, camisa bianri.. *<
chapeo de palhinha novo com u f,?"'"1''
ta larga, tem os calc.nh.res iiMS ^
causa de bobas, altura regular tnm"0'
anfi'araSSSSSS?
*&22*** ? razaoT ter mail;
', levou com.igo um relo
ente su sso mn. V...".'.
para essas bandas,
gio de ouro paterna SUiSSo com
ouro. um par de brincos de Marra. e
pedacosde ouro velbo rocas*?' \un
dades polica., e capitaes KoVc" otlt
dan e levem rua da Cui. o. 9, ?L* *SL
recompensados generosamente. q rj
Fngio hontem as 7 boras.um escravn m,.
anrea. de bex.gas, P,rDiS groc,s> ne||as p
de derato, n.s canell.s, Uh cou. moim ZS
dao, levou vestido mi,. d. paoao m ZL.
guarnecida de curdo branco, nos ombros !.
nhos, abena na frente ero form. de palito TI
&riMSu.nrr,,d' iirMbt e ,oi -SJEC
Carlos Coelho, que o houve por heranea de seu m
gro Jos* Joaquim d. S^^Jm
comprado pelo abeixo assign.do'.o Sr. Hitara d
Alhandr. V.sconcellos Junior.morsdor wUm
T.pu. freguezi. do Pilar de*. prov^T
quem o pegar |eve-o a roa da Concordia .Pedro
rPoPor^7o^torr;eK91"
tanto fula, tem um deVeite" & dorda arto direita, he rendido de um. Ve-
nlba, muito ladino, civilis.do, aleirrc to^.
viola, mculc-sede forro, que sabefer e oS
he carap.ua, piocurou nesta cid.de ao Sr
tenente-coronel Joao Pinto de Lemos Junfor
para o comprar, c desapnarereT. Tl
ter sido entregue 9^%S*
Le.lel.ere.ra Bastos, fo, preso n^ vi 1, Jo
Buique por cap.tfles de campo, sofTreu em
cam.nho tres grandes ferimento's be?
a do Aragao '.20, o pa^tVa'tar! R3T* ? SS S S >
a Cadeia do Recire lo,a n. 24. novamentl ,1 ^"''0 16 evadio-se
em-se tres terrenos foreiros em %fi32^Z**.do "! 'or e eoro-
Vendem-se tres terrenos lore.ros em I nel Zerenno .li.r<\.7.\ Z
Santo Amaro, todos eom 700 palmos de rerimenh.s tn.t, l'a Bastos, indo com os
frente para a estrada nova de Lui/. do Reg! SSSlto ?2 T*" re<;t""'nend.-ae
larga da AmmiM, a. 20 (Forte du M.lt.sl, mu.io e co|n |l)Ildos oes(e a(. b !rchendtr S ump mJ ** 1uer 1u
confrontando pelo norte con. o sitio do Sr!! noTOac.au di *,!1?U" jST.a
Manoel l'erei.a Lemos junto do actual nos- e.la raca .o s? *.? ? ? *eu senhor' e
pital inglez, e pelo sul eom o sitio do Sr. 0i JFru .lar \i ,lo",Le'le'ere'r. B..-
JoiO dos Santos Porto : quem os pretender, j qUB ^"^ rL,',aJ!;..!Lprm,>r "nJ.
propriu para qualquer estabeleriinenlo, no mesmo
pera rucullier aeneroscomo estaserviudu actualnien-
'.. por estarcullucadu defruute do trapiche du al-
j nil.ui: a tratsr ua rua do Trapiche u. 14, primeiro
I andar.
Na
da
10,
da
praca da Independencia n.
acliam-se a' venda os novos billiete.
lotera I para comtructjao de urna pra-
ca de mercad., daquella corte, que devia
correr no dia 17 do presente: as listas
amos pelo vapor "San-Salvador" :
os premios serao pago* na inesma loja
cima, de cont'oimidade aos nossos an-
ntincios.
I'recisa-se de urna lavadeira para
lavar roupa de urna grande familia: na
praca da Independencia ns. (i e S, li-
vraria.
Precisa-se para tima casa estrangei-
ra de pouca lamilia, de timbom co/.inlci-
ro, de urna ama secca e de nina perleita
engommadeira, paga-se bem sendo todos
peritosefiis: a tratar na rua do Torres
a. 58, segundo andar.
FBITOR.
No engenho de Santa llosa, Ireguezia da
Luz, precisa-se de um bom leilor para o
campo : a tratar nO niesn.o engenho.
Arrenda-se o engenho Oiteirao, sito na
comarca de anto Anto, pertencentea Isa-
bel .Mana de Mello, por um cont e duzen-
, tos animal, e tambem so arrendara por um
u coticgio das orphaas, sito cm a rua cont de ruis, obrigando-se o rendeiro a al-
d. Aurora precisa de nina cozinheira liber-lgUOS concertos : os pretendeutes dirjam-se
ta ou captiva, e paga-se generosamente : a ao mesmo para tratar,
tratar no mesmo collegio, com a directora, I'recisa-se alugar um primeiro ou
ou ua praca da Hoa-\ isla sobrado n 7 com n i i i "cuo ou
Ihesooreiro. Joq,,Mi. Kranci.ro u.re j^""'o andar, em Cjualquer rua do
0 abaixo assigna Jo participa aoSr. Se- ba,rr0 dc Santo tomo: n,. praca da
veriano Jos de Motira que a Ma. 11. Alina '"dependencia ns. D. (i e 8, livrari
Joaquina do liego arios, anda nao pagou i l'recisa-so de urna ama para co/.inhar
oaluguel do te cairo andar da casa n. 18 "^ rua da l.ingoeta n. ?.
dama da Sen/ala Velba, Vencido em 7 do i Precisa-so de urna ama uue saiha cozi-
S^^!,^, Srf- "<",u Sm.c- RrniM,or i i Dh" fi r"M lodo o orvi^dequma casaTn.
assim cono lenbo ido na rua do Collegio n. rua da Concordia, casa du esuuina eoTifrr.nl
21 primeiro andar, onde o senhor he caixei-! ao becco da namella qU'"a Wattnte
nta^encontLdo'T/'n""^ '''T ";1 ""i 7 li PP^^M".qei. sendo condu-
.rado. raco o presente annuncio|z.da por um preto, urna cabra bicho no lu-
gar de Santo Amaro: quem for sen dono
appareca no dito lugar, qne dando os sig-
nacs certos Ihe sera entregue: a fallar com
o inspector.
de que se fose pajja a quantia, pela qual
loi leita esta venda no prazo de dous an-
nos, (icaria ella desleita, mas (pie o refe-
rido Gibson teiia o direito de medir outras
tantas bracas cm outro lugar, (|ue bem
Uie conviene nos referidos engenhos, ou
de licarcom cinco ;nta nos pontos deter-
minados, que sao as extremas de|Jurissa-
ca com lunqueha. E como Ihe consta
que dito coronel pretende vender oenge-
iil.oJinissaca, protesta desde ja' l'a/.er ef-
lectiva esta condirao que lie expressa na
eScnptura pelos meios legaes.
I'recisa-se de dous olliciaes de cal-
i o eiro para a cidade da Babia: a tratar
ilo ajuste na rnadaCruz o. 1, escriptorio
le Antonio Luiz de Oliveira zevedo.
I'recisa-se de um bom cozinheiro
na travessa da rua Helia n. (i.
para que lique entendido, assim como de 7
de fevereiro em dianle, ser o dito aluguel
istoiin rs., por mez at a hora .la entrega da
chave, a qual he ,mc. obligado a me enlre-
ps para I impar os denles, e outras muitas
cousas que nao deixariio de paragar aos se-
nhores compradores, oque tudo se vende
por prectnlio muito barato.
Vende-se urna prcta criouU.dc bonita
Itgura, de22a 24 anuos de idade, cozinha,
engomma e lava muito bem : na rua do A-
pollo n. 1.
ap Veiule-scrap fresco do Lisboa : na pra-
ca da Independennia, loja n. 3.
Doce sec de enju'
Na rua do Queimado, loja n. 2, 'veude-se
docesecco de caj', em hcelas muito bem
enfeiladas, proprias para presente.
Na ruada Praia ti. 31 escriptorio, ha
para vender urna esclava de 25 anuos, bonita
Itgura, sabe eoiinhar e engomar.
Vende-se banha derretida de superior
quj.i..iade a 480 rs. a libra : na rua do Kan-
- t' Il> OJ.
" '>.r.ua.'Siov1"-l0ja e fabrica de chapeos
de Chr.st.an. & IrmfiS ,. u, ha para veder
superior cola de llamburgo ,. Baha mais
barato que em outra qualquer pan,.
Vende-se a fabrica de charutos o M.
teo da Sania Cruz n. 12, ja muito acredita
da e sem embaraco algum ; vende-se em ra-
zo do respectivo dono estar doente e i)ue-
rer rettrar-se para lora, e isto nestes 8 dias.
Vende-se panno verde proprio para
b.lhar : ua loja da rua do Crespo n. 3, pr-
ximo ao arco de Santo Antonio.
Vende-se damasco de seda superior de
diirerentes cores : na loja da rua do Crespo
ii. 3, prxima ao arco de Santo Antonio.
Veude-se panno superior encarnado :
na loja de 1 porlas n 3, prxima ao arco de
Sanio Antonio.
Vende-se a taberna do pateo da Sania
Cruz, que hca na quina que volta para a rua
Velba : a tratar na mesma.
Vende-se um moleque de 8 annos, bo
ma (gura : na rua estrella do Itosario, ta-
berna n. 1.
-- Vende-se a taberna n. 82 da rua das I
Cinco Puntas, quo loi do fallecido .Manoel do I
llego Lima, assini como tambeiii se vende
um molequo do idade 11 annos, pouco mais I
ou menos os pretendent, dirijam-se a
mestna taberna.
Vende-se urna eserava crioula com 20
a 22 anuos de idade, boa engommadeira,
costureira e cozinheira : lla rua do Collecio
u 19, lerct-iio andar.
Vende-se un. sitio a dinheiro, em fie-
beribe, encostado a eugetihoca do Sr. Anto-
nio de Allemo, com casa, Iructeiras, ca-
le/eiros novos, cerca nova de limao.cercado
para vaccas, no crlente, chaos proprios,
divididos com capuoras para planlacao de
rocaa com suas madeiraa quem pretender
ilinja-se ao.s Remedios, no sitio d'Aurora.
^ ende-se
no escriptorio de Antonio de Almeida ".ornes
na rua do Trapiche n. 1U segundo andar, o
seguinle, por commodos preces : enxadas du
Ierro sortijas, lio porrete, panno de linho,
toalhas de panno de linho, sebo em caixas
de arroba, ludo do I'orlo, e archotes em
caixas.
Chales
de lotiquiflii a
i4^0OO rs.
Na rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
chales de touquim pelo diminuto preco del
249000rs., grosdnaple prelo a U8U0, 2*0.10
2200 e 2-rtiOii, este ultimo tem quasi vara de ,
largara, fazenda o mais superior que lem 1
viudo.
Vende-se em Nossa Scuhora do 0', na i
Ireguezia du Ipojuca, um casa terrea com
frente de lijlo e oitoes sobre pillares, com
um grande salao e cozinha puxada fora,
dividida em duas salas e urna alcova, urna
das salas tem cxeellenie armagao propria
para taberna, e muito boa por ja estar afre-
guezada, ser edilicada no pateo da (eir e
ter tres porlas de frente : o preco he 1:000c
rs. : quem a pretender dirija-se aquelle lu-
gar a tratar com o proprietario, ou na rua da
Cadeia Velba 11. 33 loja (no Recife;.
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Dos premios da terceira parte da quinta lotera a beneficio do Gymnasio Pernainbucaiio
extrahida a de 24 Janeiro de 1857.
NS. PREMS.
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