Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07692


This item is only available as the following downloads:


Full Text



ANNO XXXIII N. .!>.
Por 3 meza adiantedrja 4,<000.
Por 5 tnezes rencidos 4|j500.
SAIIBAD0 U DE JANEIRO DE mi.
Por auno adiantado I5J0OO.
Pon.- franco para o subscriptor.
DIARIO
EtCARIlExAUOS DA SUBSCMPCA'O NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes Natal, o Sr. Joa-
!!iim I. Pereira Jnior ; Aracatv, o Sr. A. de Lentos Braga
eari, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maraohao, o Sr. Joaqun Mar-
ques Rodrigues Piauhy, o Sr. Domingos ilerculano A. Pessoa
Rerense "ara'. oSr. Justino J. Ramos; Amaionas. o fr. ;Jero-
oymo da Costa.
PARTIDA DOS CORRK10S.
Ol.nda : toda, ii. dia*, 9 9 e neis lloras du da.
linar, Galuu ,. Paiiaika : naa amnadas.....as-iairas.
S. Aman. Reaarroa, noaito. Carur, tltieao Gamn
s. Luorrotu I--.-./'(u.o. NaMrnS, LiWMiro, llrajo,
cirl. Horca, Villa-ll.ll.i. n..a-V.ia. OufkuT' I Ex. :
Cato, Ipojaca, s.-,nli.leni, Itia-Furao.o. Ca, llarr
Plfteateinta e Nalal : .fuintaa-le.ra*.
(Tudoa aa corre. parir, a 10 har, da aianhla.
: n.i terca-relra.
i. raga-
iaa faarlaa-falrae.
ir.,.., A0-ua-Prc(a,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commcreio t segundase quintas.
Relacao : terras-fi iras e sabbados.
Fazenda ; quartas e sabbados es 10 horas.
Juizo do commarcio : segundas as 10 horas e quintas ao rooio-dia.
Juilo de orphaos: segundas e quintas as 10 horas.
i'rimera vara do civel segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do cirel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMEI.IDKS Dti MEZ DE JANEIRO-
3 Quarto crescente as 9 horas e 5 10 La cheia as 6 horas e ais minutos da manh.ia.
JJ Quarto minguante as 2 horas e 30 minutos da manbaa
2o La nova as 9 horase 6 minutos da larde.
. IIEAJUAK DE IIO.ie.
segunda as o hora e b minutos da tarde.
Primeira as 0 twni e30 minutos da manbaa
Liu consequeuria dos dias festivo lica espadado
.lc o da J"> do correle o pagameulo do presente
qaartel da tabacripeo deste Diario pelo preco de
3, e depois desse da smente se recabera' a >.V.i i
como esta' estipulado.
PAHTE OFFIC.AL
MINISTERIO DA JUSTICA.
UECRfcTO N. 18B1 DE :t UE JANEIRO
DE 1857.
-separa o termo de Sartohaem do do Rio hermoso,
na provincia de Pernnmbuco, e crea nelle o lo
jar de juiz municip-l, que accomular as fuuc-
Ces tle juiz de orph&ns,
Ilei por bem separar o termo de SerinhSem do do
Kio-Pormoso, na provin
llio de arlilhana a pe, Jos de Cerqueira Lima,
pague na reeebe'dona de rendas internas, vista da
ola janto, a importancia do sello e emolumentos,
que est a dever, pela dispensa'de serviro.que se Ibe
concedeu para ir a corle concluir o corso dos estu-
dos desua respectiva arma.Comniunicou-se i Ihe-
sourariada fazeuda.
DitoAo mesmo, transmittindo copia do aviso de
21 de dezembro ullimo, no qual o Exro. ministro da
guerra determina, que o soldado parlicular do 10.
batalhao de infamara, l'lavio Jo' dos Santos, va
fazer parte do destacamento do presidio de Fernan-
do, oude deve concluir o prazo do seu engaja-
mentu.
DitaAo mesmo, enviando-llie para ter o conve-
niente destino a guia dos soldados Joaquim Est-
is! AS DA SEMANA
19 Segunda. S. Danttto re ni. ; Si. Attdibi e Abbacucirm mm.
ZOTerpa. S. Pabias p. m. : s. Bebastiaa m.: s. Neophi.'i m.
21 (Juan. S. Igiin m. ; <. I'ai.ocolo ni. : S. Kiiphanio h.
22 Ouinta. !. Vcrinediac., e Aiiasiaefo mm.
23 Sext. S. Ildefonso an .; S. K.nerecinna V
21 Sabbado. Nossa Sc-ubira da Pan : S. Thiniolco b. m.
25 Domingo. 3." depois da res. S. Ananias S. Juvenlioo-
cla ce Pernarabuco, e crear
nelle o lugar de juiz municipal, que accumulara nilao Ferreira e Ituinlo Joaquim, que de ordcni do
as rueges de juiz de orphaos. Eirn. prcsjdel)le das Alagoas, vieran, para esla pro-
Josu Ihomaz >abuco de Arauj, do ruin conse- .. '
Iho. ministro e secrelario de eslado dos negocios da I v,I"',a nu ya',or ", alim de coiicluirein no
pi-l'r i, .ii ni n lenlia entendido e faga execular.
Palacio do Rio de Janeiro em 3 de Janeiro de
I8-Y7, trigsimo sexto da iuJependeucia e do im-
perio.
Com rubrica de sua inugestade o imperador.
lote Tlmma: Sabuco de .Irauju. Couforme.
Jusino do Naseimeulo Silva.
GOVERNO DA PROVINCIA
Eipedlenie de*la 21) de jjneiro.
Circular.Aos Eiras, presidentes das provincias
do norte.Tenbo a liunra de participar a V. Eic,
que esla provincia continua tranquilla.
Ouando ja se acliava eitincta a epidemia do cho-
lera morbus, que nllimamente grassara na comarca
de l'lores, dcseiivolieo-se eiu ruciado de desembrn
do auuo passado u febre amarella a bordo'de navios
surtos ntste porto, eaiuda hojeapparecem casos des-
la molestia.
Felizmente, porom, nao se lem ella esteodido pa-
ra a cidade, cojo eslado sanitario, ueuliuma altcra-
l^o oolavel aprsenla.
As pessoas accoinmetlidas sao cslraugeiras, e qoa-
ai lodas perteuceiites ns tripolaresdos navios, sen-
do otila, da qoe ni.ii- tem solTrido, a do brigue de
goerra Traucez Boumanuir.u
[u. eslabeleciT om hospital provisorio na ilha do
Pina, para tratainento dos doeules, e pos'o aRlrmar
a V. Etc., que as providencias dadas teeui sido
muilo bem iceitas ecoadjuvadas pelos cnsules e pe-
la corpo do commercio.
OIBcio-Ao Eim. presidente do Rio tirando do
Norte.Satisfazendo requisi^an de V. Ese., laco
seguir no vapor Paran'>., o I)r. Candido Jos Ca-
sado Lima, atim de ser commissionado nessa provin-
cta sob as con-Jioie-, com que Toram os Drs. Jos
Augusto de Soma l'ilauga e Jos Joaqoim de
Souza.
Maudei-llie pagar a passagem na forma conven-
cioiuda, e abonar pela thesnuraria da fazemla, a
qoautia de qaatrocenlos mitris, por conla dos ven-
i-.imeulos, qoe elle vai perceber ne-aa provincia.
Neita occasiao remello as duas ambulancias, que
V. Esc. requisiloo em ollicio de 10 do cor-
reute.
IhloAo me.nio. declarando-tic: em additamen- ;
toao ollicio desla data, uueas duas ambulancias nao
podem seguir no vapor Paran', aliento o quei
poiiduruO o respectivo comuisndanle, mas qoe serao '**" e*lltiileiita,campee que os rn inde a
remellidas em um barcara, com a brevidade qoe for I bcnlade.
pussivel. "i|uAo meme, recouimeiijando a expedicao
DitoAo Exm. presidente do Maranhao, coinniu- lle suas "'"'i \"** o."1-" couiinaiiddiite do
de guerra lieberibe, transpone a seu bordo
presidio de Fernando as peonas a que foram con
demnados, os qoaes se acham disposicao de S.
Exc.Comroonicou-se ao Exm. presidente das Ala-
go".
DitoAo mesmo, transmittindo a guia do alferes
do 9. batalhao de infaularia, Antonio das Santos
Caria.
Dito Ao mesmo, enviando copia do aviso da
aoerra de 3 do correte, do qoal consta que S. M.
o Imperador, deferindo a sopplica do capitn Fran-
cisco Antonio de Souza Cami*ao, houve por bem
determinar, que o lilho do sopplicante Tilo de Soo-
za Camisao, seja admillido justificar -2." ca lele,
nao obstante ndo ser seu pai proprietario, visto que
heollicial no exercito com sold solcienle para sa-
tisf ser a mesada marcada por le.
Dita Ao mesmo, remetiendo para lerern o con-
veniente desuno, as fes de olimo dos alferes JoSo
Jacome Nogueira de Baaman, Antonio Jos de Oli-
veira Ssrapaio e Jos Beuediclo do Espirito Santo,
que sendo praeaado carpe de iiuarnir,i l'ua de S.
Paulo, roram promovid.is para o 10." batalhao de io-
bataria.
DitoAo Evm. conselheirn presidente da rela-
rao, inleiraiido-u de qoe S. M. u I. houve por bem,
declarar sem eifcito, o decreto, que nomeou o juiz
de direito, Jo-e lilippede Souza Lean, para o logar
de efctfe de policia da provincia das AUgets, exone-
rando deste lugar o juiz de direilo Manoel Jos da
Silva Neiva, qoe passoa o do referido juii na co-
mirra-ilo Rio-Konnnso.Igual a lliesouraria da fa-
zeuda.
Dito Ao iuspeclor da lliesooraria da fazenda,
scienlilicaiido-odeque, segondo consta de aviso do
ministerio do imperio de _> do corrente, fura na-
qoella data prorogld*. por mais tres mezes eom
vencimentos, a licenca concedida ao secretario des-
la provincia, Honorio I'ereira de Azeredo Con-
liuho.
DitoAo commandanle da eilaelo naval, dizendo
que se S. S. entender que o marinheiros peravia-
nos Nicolao Vallerem, Josc Blanco e Nicolao Eaqola-
no, actoalinenle delitos em um dot Olvida da esta-
cn ob seu coinman m, eslo em cireamatanciaa de
serein admiilidos au serviro da armada, como oan
larios, conformerxorwzoeapitjo do pono, |'lepr.i-
mover os .leccssanu. contratos, e quando niio seja
em li-
dia ao 2. batalhao de iofantaria, os quaes devem ser | DitaAo commandanle do vapor
recolhidos ao arseual de goerra.Cuumuuicnu-soao l ra que receba a boido do mesmo
general commandanle das armas. entregar ao Exm. presidente
DitoAo iospeclor do arsenal de nrinha, envi- i Norte, as duas ambulancias que Ihe serlo remellidas
indn-lhe, para que o execule ua parte que I lie toca, por parle do presidente da commissao de hjaie-
ErVCARREGADOS DA SLUSCHII^aC \o SLl
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Diat: Baha, o Sr.'. i.,,,.,,.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira aiarlins.
EMPERNAS! IILCO.
O proprietarlo do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria.ua na
hvraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
Paran u pa-1 enm um arande gancho ao pesclo,
vapor, e mande I -'t olhado oo quebranto na m*VEZ I l'%^r&T^&^ i ^ """""" ep",,e,os fo"m ~
do Rio Grande da IS re*P*l,,v peMar aubaaaa cosa taala cruel-1 los estratos alo comproheadoam oa losaltoo, o id-
earte) de 7 ilo crrenle, determiuando que se Torne-
ra com brevidade ao commandanle Ja es(ac,,1o naval
desla provincia, um escaler de 10 a 1 remos, para
ser empregado no servico do estado maior da mes-
la eSlaato. Communicou-se ao ebefe da eslacao
naval.
DiloA' commissao de hvgienc, dizendo-llie que
Picara expedidas as orden--, para que sejam recebidas
a bordo do vapor trPmaa's as duaa ambulancias
Aedinadas a' provincia do Rio i irn le do Norte.
Fez-sc respailo o oecessario expediente.
DiloA' mesma.Na podendo segoir no vapor
iParana' as duas ambulancias para i Rio Grande
do Norte, ltenlas as ponderacoes rjue verhalnieute
me fez o respectivo commandanle, acabo do reenm-
mendar ao agente do Rio Grande do isorle nesla
proviucia Jos Joaquim de Lima, que as fapa chega r
ao seu destino com toda a brevidade possivel, eulen-
'endo-se pora isso com npharmaceutico Joaquim de
Almeida Pinto. Ees-ie a rcspeilo o coiiveuienle
expediente.
DitoAo Dr. Jos Filippc de Scoza Leo, intei-
rando-n de que S. M. o Imperador deelarra sem
eireito o derrelo que havia Bomoado Smc. para o
cargo de chee de polica das Alagoas, e recommen-
dandn-lhe que, independente da apresenlacSo do
respectivo litote, entre quanlo antes no exercicio da
vara erime da cumarca do Rio l'orinoso, lieando po-
rem obrit-ado a exhibi-lo denlro do prazo de :l me-
tes, a contar desla dala.
DitoAo juiz de direilo de Santo Antao. devol-
vendo os papis qua acompanharam o seu ollicio de
:ll de dezembro ullimo, iodo annexa a elles por co-
pia, a resposla dada pelo major JoAo do llego Bar-
ros Falcao acerca da especie deque (rala o citado
ollicio.
DitoA Christuvao dos Sanios Cavalcanli, verea-
dor mais volado da cmara municipal novameule
pida caterva de jumentos, baiaunopemr que Lncollo
corruptos ravalgadores, vil servidor, be>U maldita.
ungido, fallaz, perverso, Iraidor, l\raimo, loba aa-
gaz. cadiao e voraz.
Da -27. r\ese dia oceupon-se o Liberal com a
vida publica e particular de om ministro de eslado.
e cobno-o deh.ildoes,e in-uli.,-. deiioroinoo-0 cona-
laulemenle de baixo iuslrumtutu, esclavo, improb".
calavento, etc. ele.
Dia 29roram insultadas por allasdes ronbecHas
tinao, repulilica
nos comraunistas, introductores de sedlas falso.
Ca requerimento de Joaquh Vii'pp. da Costa fi J corr*"le s Comp.uhi., p.dindo re.isirar o seu cntralo social. 2. n,P,er:'S 'r'",'" C"",0U ""'" pcra"'e '-*>*.
Satxfacam n parecer fiscal. ?'". 1"' simal relirou-so em pal. ns ccrevemos. he nara ..... n ..nv. ..Z.'l i "~t e "Pu'li:,- ssa-sinos. Ne.se da, mais
ne publica, fieando na inlelligancia de que ja' foi
expedida a conveniente ordem a' agencia dos vapo-
res.Fez-se a ordem de'que se (rala.
dado.
Lembradus estarao o leitores dos serviros pres-
; lados pelo Rvd. Sr. Fr. Ilercolauo do CoraciO de
1 Jess Unto, religioso carmelila, ua cidade da Vic-
. loria, por necasuio de ser essa ridide atacada do cho-
lera, em coja occasiao levou para all urna imagem
;de sua padroeira ; agora, porm, que folln o ms-
alo relisioso a com*
jorimem artiuus ou commumeados assiguados por
particulares contra oulros particulares ou autorida-
des quer da cidade. quer (tes comarcas de fura, nem
as permutas in-nttautes em que lano lem abandado
o Liberal.
Sbenos mallo bon que e.ia demonstradle na-
Ibemaliea e rrefulavel de qoe o Liberal l'em sido
iluzr a imagem, foi acoiapanha- nina provocacao cusante a nacieucia do non P.r-
TRIBUNAt. DO COMMERCIO. i d''.''?r ""'" >"adades, e mais d. tres mil panon nambucano, nao obstara que ales samen ilsi d
Em oatlraclo da ana publicada u.. Diario de I f duas ta* Jb '.'os. e dall, alo esla cidade pro.ondissnuo, esenpiuIZ^ cof.e.n PUto* Coran
gumte Bru|' diioinuiiido, da modo que chemiu no da alrinar que ollea
ata do corrente a seu convento com cerca de quatro- ; mnralidade da
honlem, fallou
o segu
Oolro de Velloso & Puntes, igualmente pedindo
o registro de sen contrato social.Nao tem logar o
registro requerido, por ser o art. 17 contraro as dis-
posirnes do art. :il( do cdigo.
Oulro de Saeavem Barbosa & Companhia, pedin-
do por seos procuradores Amorim & Irinaus, regis-
trar o contrato romnvercial que Bieram eom laus-
lii.n logaba.Sali.far.in u curador fiscal.
Adia-se em perfcilo estado desande esse po-
bre humen) eoberlo de oleeras, que jazia o auno
pastado nos arcos pedid., a auloridade policial mandoo-o rerolher uo
hospital, e huie grac.s a medicina e a caridade dos
humeiis se acha liom e negociando.
O Sr. capillo Gandido Leal l'erreiri ,'icha se
everrend.. as funcroes de secrelario e ajudaiite de
Oulro de Barlholnmeii l.niirenro e JoSo"Rodrigues or,""*.,l" B""^! general.
a Cil.i. \ ___ai -i ... .. >f- l-.ll, l.iri.iln, -....I
da Silva Valle, pedinda carta de regi.lru para o
navio l'iedade.u onlr'ora ePabtek Ileury. Sella-
do o dncumenlo da vi*toria, pans-se ca'rla de re-
gislro do palhabole Pieda.le, na f.'rma da le.
Oulro de Saun.lers Binlhers A Companhia, pedo-
do registrar os ducomeulos jontua.Regislrem-se.
: nos e-crevemns, he para que o povo o jnlcue.
, Relacao das pessoas diariamente insultadas, e dos
epilhelos injuriosos pai islo empregadoa pelo
Liberal l'ernambucanu, depois da elei.ao de se-
lembro. ,
Dia II d- dezembro.l'orain insultadas :l pessoas
, pelos seus proprios nomes e urna por allusao. os
i epilhelus injuriosos mais osados foram de cobarde,
| indigno, cao liydrophobico, charlaiao miter.vel, mao
I leprosa, bano instrumenlu, vil acravo,
do que nunca, choveram os mis asquerosos lsultus
a pessoa do presidente da provincia.
Dia ,||._Nessedia fez o .oerul um resumo da
desci.mpo.turas. e nellas esreoltaa o luini.leric, o
presdeme desla provincia, os meiubru- da assero
MM geral, a familia Cavalcanli e o partido gua-
biro.
PAGN4AVULSA.
rezes lie peiur cuidado' '"' "'"-" "> panino i:on - Coasla no, (por silo) que os propr.etario, das TJ^r^ZT."?: desor"e,rus- ^"dulcios,
casas de la bol.ge m fizeran/ urna cValMo, atim de o2E2 u S e'CraV0,
que a polica fiqoe bigodead : en, orna ooile loga- J'fl,1daZ,^ sar"s,n"s ao tlm- P""
se na roa do Rosario, na outra no pateo do Ter;.,, provincia.
ia oolra na ra das Anuas Verde, ele
Da i:i.Foram insultadas por alluses conbeci-
paio infeliz u3o se agasle !
Desde 2:1 de dezembro, qoe nos consta nao
rondar a guarda nacional na freguezia de Sanio An-
I lomo, ao pasto que talo se uecessila de palrullia. ;
Vamos dir acs nussos leilores orna agradavel j ''^t'' o" a auloridade nao pule ser rcsponsavel
nollcl?. : Pdo que acontecer de mal na freguezia. Pedimos
Jl vindaa nossa provincia do insigne artista bra- {*" "' I arias, que como lem feto, mo eosse de
aileiro.o Sr. commendador Joao Caelano dos Sanios, 'c ja nao he um mero desejo, urna simples esprram-a Eoardas na
Acautele se, porem, que -"gnm I ^J!^^..^^'^ 7=: "pblil
J
mas urna reslidade inconteslavel. O vapor .lam,
que cliegou do Rio na lei.;a-feira 20 do corrate, foi
o portador desla absoluta certeza, trazendo varios
artistas, que juntos com os qoe actualmente temo
* com os que anda bao de
conaes para a fregoezia de sua jurisJic-
{3o policial.
vir, i......11 ',n a compa-
.....J" que deve ajudar nos seus trabalhus scemeos |snsato dasinnoceoteo rtislrares 1
ao ^r. Jo3o Caelano, o qual ebegara' 110 primeiro
.0 prsenle o ollicio de Tveeo.'"1, ****** ^ ,Utm' ,ial"ie,la
lie ficje noile o espectculo do Vaudeville
Pastoril, m> Apollo: cousld-iios que lem sido exeel-
celleiilea oa ensaios, c que lulo diverlimenlo se a-
cn.i preparado com muila limpeza. A ell-.qucm he
amaine das innoceoteo dislraces!
Ouasi toda sociedade do tliealritiho do Capiba-
nbe loi a Itamaraca' ; la a maior parle dos socios
meando.Ihe que leudo o desembargador Custodio
Manoel da Silva (iuimaries, removido da relara,,
destapara a desta provincia, participado que se aclia-
va prompto para entrar no exercicio do seu lugar,
nesla provincia, renunciando a lieenca, em cujo gozo
eslava, determinara qoe losse elle considerado em
exercicio desde o dia de sua participaran, indepen-
dente da apresenlacao do seu Ululo.
DitoAo Exm. presidente da Babia, accosando re-
cebido o ollicio de 15 Jo corrente, e dizendo-lhe que
deo sciencia ao coinmanddiite das armas, de haver
desembarcado uaqnella provincia por doenle oalfe
rea Francisco Jos Gomes, que vinba da corle para
aqu 110 vapor Paran'.Fez-se o expediente de
que te (rala.
DitoAo Exm. commandanle das armas, recom-
menitaodo-lhe a expedicao de suai ordens, para que
o coronel coromabdante do 2." batalhao de infaula-
ria, antes de seguir para a provincia das Alagoas,
recolh 1 ao arsenal de guerra o corrame do iinligo
modelo, que exislir em arricadacao, sien do eslado
efleclivo, alim de ser concerladu nos termos do avi- panno verde, que da corle se remellen para alli.
so da guerra de B de .oto uliimo.-Communicoo- D,lo-A cousell.o ad.i,,i,|ra(ivo para foreci-
sc ao direclor do arsenal de guerra. ; melllu rto arell ,,, ^^ I.cmmeiludl,(Jo.|1|e
D,to-Ao mesmo. nconnendondo-lho a ajpedl- que, independeulede a.inuncios, promova a Compra
cao de suas ordens. par. que o espitao do }.. bal. I de ,ivros im|)re.KUS |1;a re,is|ro
vapor
para o
pres.diode Fernando, as procos de l.a linli.i.quollie
rorem apresenladas por parle do general coinmau-
danlc das armas.Communicou-se a' este.
DitoAo director do arsenal de guerra.Toaba
presente cilicio, era qoe V. S. falla do incendio
que leve lugar aule-liunlem nesta capital em orna
casa terrea da ra Direita.
Convalido muilo aipericia e dedicarlo, com que
a companhia de artfices se porlou nessa conjonctu-
ra, Macaneada em grande parle para a prompla ex-
tiuccao do incendio, tenho muila salisfarao em re-
conhecer nesse resollado orna prora do esforco com
que aa pessoas sob coja inspeccao ella se acha" pro-
curan, mante-la nos babilos de disciplina e zelo le-
lo servico. ,A
DiloAo mesmo, iuleirando-o com a leilora do
aviso junio por copia, Ue qoe o Exm. ministro da
guerra ordenara presidencia da Bahia, para enviar
para esla provincia, alim de ser aproveilada para
fardamento dos corpos de caladores, a porc.au de
JU
I?
Al
IJiaSAMEiffOEMrssITOllA.
por Madama LcomB d'Aunet.
capullo xi\.
Jorje.
Coiiliuoacao.
Iiracas addi-
. Providencia os illiimina, e ludo pode anda rena-
: rar-se.
Asura antes de terminar esla carta permita me.
senhora, que dc-lhe um coiiselhn. cousiula em ter
om eegredo comnan eom u melhur amigo deseo
marido. Deixe Jorge ignorar sempre o extraordina-
rio e lri(e engao do pastado. Por mais unidos qoe
ponan estar seus dous corarrs, uccullecom cuidado
a seu marido, que asalte para com rile urna fra pie-
I;. !, e iiiii.i aur-.io otl'eusiva. Seiuelhautc revela-
I cao Ihe faria urna ferids qu seos mais temos cuida-
dos nao eoaseaniran lotees curar, lia cousas delica-
das a punto de nao poderam ser locadas nem mesui.i
II do corrente, em que Smc. me declara, que ha-
vendo prestado juramento na cmara municipal,
cujo qoadriennio expiroo, qualroveteadores. entran-
do ueste numero Vine, que he o primeiro volado,
acontece que, por falla de mais um nao pode a no-
va cmara funecionar.
Em taes circamslancias, nao se considerando a
cmara trasancla cun direilo de exercer feaccio al-
guma, Vmc. pede-me esclarecimenlos obre o mo-
do de dar pose ao novo vereador, que falla para
completar o numero exigido para poder haver ses-
SgOa
Em respaila, enmprc-me declarar, que lendo
Vmc. de presidir a nova cmara, e achando-se ja'
juramentado, deve deferir jurament. aos vrreado-
res qoe bastaren), para que se posta formar a mes-
illa cmara, e enlrar lo exercicio elTeeltvo de suas
allribuicOes.
Logo que ella por este nodo S' adiar constituida,
levera' eruto couvi lar aos de mais sereadorot e jui-
/.e. de paz novamonle eleitos, alim de prestaren os
rc.|)ectvns juramentos, orna vezq.ie opporlonamen-
te u nlo lizeram. como c.iiupna.
Com esla decisao se evita qualquer demora na pos-
e dus novus el.itos, a qual seria actualmente miii
prejudicial ao servir) publico, poia que, alein de
oulros incouvenieules, enbarageria o praeesso da
qualilicac.lo, Segando Vmc. pondera.
DiloA' cmara municipal de Goianua, dizendo-
Ihe qoe lica inleirado pelo ollicio de 12 do crrenle,
de hsver aquella municipalidade entrado no exerci-
cio do cargo para qoe fura ltimamente eleita.__
Igual a' cmara de Cimbres acerca do mesmo ob-
jeclo.
Dito.V cmara municipal de Olinda, approvau-
do a arremataran que lizera squolla cmara, pela
quanlia de ItiijVK) res, dos iiupostos constantes do
seu oflicio de 1 do correnle.
DitoA' mesma, communicaudo-llie, que m ta-
lisratao do que requisiloo em sen ollicio de 13 do
correnle, expedir ordem ao colledor daquella ci-
dade, para qoe eDlregue a Smcs. as chaves do edifi-
cio em qua eslava a Facoldade de Direito.Expe-
dio-se a ordem de qoe se (rala.
PortaraConcedendo (W dias de licencacom veuci-
meulos.para ira corte, ao coronel p.e.identedocon-
seibo administrativo Bento Jos Lamenha Lins.
Fizeram-se as uecessarias communica^es.
DitaAo agente da compauliia de apares, para
mandar Irausporlar para o Rio Grande do Norte,
por conla do governo, uo vapor Paran',., ao sol-
dado da companhia lixa daquella provincia I raucis-
co Antonio da Silva.
:iiy. primeira dama da eonnoonia.
selo, pois, ja nao ha llovida de que vamos ler
em o uosso thraico, por capaes) de tres mezes, ene
artitta-rei, como l3o acerladamenle Ihe chama o
r. Antonio reliciaun de Caslilho. Vai, linalnien- '""quilla ja era cliegado alli o delegado na vill
te, caher-oos a nossa vez de pdennos lainhein pa- ue Santo Antonio.
- aa aaauawa |lilt (V taxtl <><. I US
liospeila.am.se em casa do Sr. Godofredo, un le fo-
ram excelleutemente tratados : houve auna repre-
senlacSo.
GaranliuiH.Toda aquella comarca acha-se
(canoscommunisla, ii.lroduclores d sedlas fahas,
i coiilrahandistas de africanos, falsificadores de fir-
I mas, prevaricadores, apostatas, iugralos, neifilos,
1 intrigantes, assassuio, innocentes qoe se no impe-
rio se coinjinsae a lei, ons estanam na forca e ou-
lros as gales.
Continuaran) os sarcasmos a S. Exc.
Ua 13Foram insultadas duas pessoas noraea-
ament : os apuetea oram : criminoso no trafico
M ameaoot, energmeno, detractor, cao hvdropho-
t'ico, perverso, bauu e vil. menliroso, imseravel,
desleal cuino um caire, CharlaUo perverso, lilho do
espiriio das trovas. Foi mimoseado o Exm. proai-
dente da p.ovn.cia com os epilhol.is de deslavado,
lem perdido os senlmuiilos de pudor etc., ele.
Da 10.Foram nsallsdas por alluses conheci-
asa 8 pessoas e mais ama por seu proprie noine;os
gar ao genio o iributo.a que elle lem direilo,por seo
extraordinario mereciinenlo ; tributo qoe de uina
roaneira espantosa Ihe tem constantemente pago a
capital do nosso imperio, e lodas as provincas do
Brasil aonde elle se lem dirigido, e o publico Per-
uainbocauo, Ilustrado, amigo e protector das bel-
las-arles, cumo he, nao donara' cer.tnmenle de mos-
trar ao seu futuro e illiistre hospede, de um modo
elhcaz e vlavel, a sua adniiracao e o seo amor e res-
peito a' pesaos .ic um artista ia MMigne, cujo me-
rerimeuto lem .do Bnisersalmente proclamado por
uacionaes e eslrangelros, manifestando nssim |.ur
soas ohlai.ocs rs|.....ta:iea< e solcitos cuidados o seu
reconliecimenlo por lio agradasel vizita, que'au-
to mais devenios preciar, quanlo sabemos
actualmente se conjrala para qoe ella
liaaate, mas que elle a nada ol
sacrificios, afim de vir a l'i
Informam nos que fallecer 110 sen engenho
na rregoazia "la Vsrsoa, o sr. Francisco de
;s de Audrade, que ora presidente
can.cnle p
Mm
dSCJO
le se
|llo ludo
se nao rea-
11, nem mesmo a
.nulo.en : levado .lili-
l e-entar dsanle de ni
ib
provincia.
Fallecen da febre amarella um acadmico na-
.?r Boa-Vista.
O digno Dr. juiz de direilo de Santo Ant.io
relormou a pronuncia que pesava contra o padre
Joao Ilerculano do Reg, que hoja acli .-se em h-
berdade tratando de sua defeza.
Consta-nos que certo morador na roa.....
esportea continua lamente a ,o2r.., aua eomponheira
de casa, a um ponto tal, que Imnlem as 9 da noi
teeansaram desaaocego pela viziuliauoa os gritos
l<|uadavii a dita logra, que tambero h una arpia
i-ii (.ir.i (.. : ti in-pector Podru All'ouso......
nico que acudi ao apilo de um viiiuho, e que o
~ IMMle prender por nao haver nm soldado: foi
_ ----- ..... I"" "V-~ i -,..,.. II ,ut ,..-
entlelos foram os do dia 1:1, atheui republicanos
etc., etc., e'.c., e mais mentiroso, especulador, ho-
naen incapaz de corar, um escarro nao pode appa-
recer as paredes de una eosinha, la/. alliKlo a ciir
da pe-soa insultada, miseravel, espoleta tralicanle.
A esse da foram tambera Insultado! os membros das
lamillas Cavalcanli e Reg Barros. Conliunou a
ugenoo cbover insultos a pessoa do pre-ideulc da provincia.
.".i.ci'.l Ia'.' Nesse da Toi liorrvclmente injuriado e
o uesia calumniado o presidente da provincia com nnjenlo'
------ ... njenli
epilhelos. Ioram tambera iusultailas pessoas 110-
neadaneata, e por aliu-oe*conhcidas, sel : o; epi-
nicios lora coiitrabandul;., chele de aventuremos,
carcter baixo, indigno iiistrumeuto de rancorosos
ininiigos, miseravel degradado, abdicou lulo osen-
iimenio de bro, de^rtor. Prodigslnrsn-sesos
membros do partido conservador e ao corpo eleilo-
ra do Recile os eplthetos do sicarios, servil e balsa
rale, canalha aam lei nem f, conspiradjres, por-
s^uidores da lio.ira, ininiigos da viriude e prublds
de. assassinos. miseravel. I.eherres, ganhadores,
iralicantes, peralta, galonanles.
Di, |8.Nessa .11
i>mm\xnkab0.
Mt cimanli'ia.
RBi?AKT19AfJl DA POLICA
Occorrencias do dia de Janeiro.
a respeilo do que se exprime sssim o sr. J...i,. Cae- "'" alarma completo.
lao em una caria que c.crevc a um amigo oos-
,Nlo he.o iateresae quen no leva a'ana pro-
vincia, pois, como sabe, elle me nlo falla aqu ; he
o desejo de realisar os meus sonhos doorados da ha
mullos anuos ; he u pr.i/er de ver cssa Venosa da
America, essa tena Uo gabada de todos, e sobre to-
no he a gloria, a gloria que enrfie .1 meo coraco de
artista, a gloria que Inci de Uabalhar diaule de um
puhlicu tao iUostrada e apreciador como sei que be
o Pernambucaiio.i.
Nao se nos pode diriair mais li soes, e nos jamis as e.quereremus.
E.lo, pois, realisados os votos do governo da pro-
vincia, cornados os nforcae da directora do lha-
iro, e salisleitas as aspiracues dos mais inteligentes
amigos da arle.
Varzea.Nn dia o leve lugar na matriz da
varzea atesta de San-Sebasliao, cuja imagem foi
condnzida em procissJo da capclla do engeuho San- i
Joao, 110 di l!l, acoiii|iaiihada de immen.o povo.
A reslividade esleve a lodos os repeitos brilhaiile ;
paiece que as transferencias que houveram du dia
da festa, concorreram |>ara sua grandeza ; os direc-
tores da resta satislizeram ideiianienle ; e apenas de bendend,. os das de II de scleinbni at "ut '.i'..'m.
SllfU*! S" de ,rabal11"' .mui....."8" """ "",r" *<"*" i Psso,s i uso, a a, or -u o-'
c la.le alli foram Pa correncia a tan te. em que leve lagar a folganca dal^mou !l p.-suas insultadas. A terceira relSa
moda (cavalbadas, as quaes agradaran!, e uilhor q a2or- ......
em om naozeabondo arligo,
em qoe se intriga tal.....emente a radaccao deeta
O irocom consol rraneez. foi injuriada porallo-
ocs una pemoa, cora os opitlielos de ralad de ndio
e mveja contra a tociedade que o deapreaa, bydra
isa, ele, etc., ele. F'oram redicular.....loso.
eleitorea de hnda e Igoaraani, e alsuns cjudidatos
a deputacio coral. k
Da iW.Foram iasallados os prineipees membros
Foranpresos: pelaMl^i,."^,|tX^to"^'-"" *|uaes e ,le~ de
o preii. escravo Manuel, a requcriineiilo do
Reci
respectivo senhor.
Pela subdelegacia'da fregoezia de Sanio Antonio,
Uamazo de Souza Coulu de Miraiida.jmr fe.imeiilo.
lela iibdeleaacia da freguezia de S. Jos, .lose
Antonio Ceilrim. por ebrio, e a prela eserava Can-
dula, por tegida.
li pela aobdelegacia da freguezia da Boa-Viste,
1 tenas de A quino, pur desor lem.
Continuamos hojea estatura dos uso los e das
pessoas insultadas pelo Liberal Periiambucano, des-
de as atoicSea de Miembro, lle a lerceira relacao
que publicamos.
A primeira no Dmr/ode li do correnle. cmnre-
listas .1 afrie
i, etc.,
a avenida de oliveiras, ella cucontrou Tlureza, *
qual licou pasmada an aspecto de sau semblme per-
turbado. '
ora damos aprsenla .VT. e che? al o ata*"*.
senara, se os disnos cavalleiros corre.sem era exer- : de dezembro. ? '"' '"
allos, como be da regra. Re.uou a me- O numero pois da. pessoas insudadas por .eus
ei claras sobe a li.l 110
gueni pela docilidad, e franquez, que'lhe, sao i^ '-'. i'V. 'h" m co^ttwa'eanll^
nt,.m ..... domingos e dias santos, e em !) nmeros que tan-
uizem qoe la para o Chora-Menino existe '^ 1"'" publicados naquelle esiiaco de lenn.
urna labricaole da gafapas, que a faz do segiiiute osaos leitores ocveni ler sempre em vista que
modo : deila o mel na vazilha, sorra u negro : deila JIU pessoas -
ih a------------ ....." .c*.rt. .loiiiou j me- 1 .^ >.u...c.o puis oa pessoa*
mor ordem. sem que fosse preciso a presenca. da poi proprios nomes, ou por allusi
licia, pois que os habitantes da Versad se dislin- Periodo qoe vai de 11 deselem
aaua no mel, surra u negro ; meche, surra o negro ;
expoea venda, surra o ne'.ro ; mede, surra u ne-
gro ; eesse negro hoja muilo velho e atormentado
de Capueins, e laacava-M
pescoco da lia.
Bem que Mede I.escalle tivesse receliido a cha-
lieos exclamou ella, cono est miuha | mad. de Rosa, todava nf.o Ihe responder anda
calculando mol justamente, que se nao nielhura.se
a posieao da sobrinha, esta Ibe faria novas ius-
R.i'j lic.ni muilo lempo raergolliada em amargas 1 Pelas luaaM brandas e abencoa las de urna 11
rellesef, depois vendo a caria de E-.lev.to de Alais amada.
sobre seu< juelhos esleve prestes a laoca-la em urna
gaveta sera te-la. Nada poda accrescetar-se ton-
ga e lerrivel carta ,U Jorge a joven espusa assun
pausava ; todava leu :
Mr. Eslevao de Alais a madama Rosa de
Vedelle.
Sarcclles, junho de 1*15.
Nu inesinodia era que a senhora fazia-me a hon-
radeeaerever ne recebi una tonga carta de aea me-
tido, a qual dou-me presea em enviar-Uie. Esaa carta
he a mais cuncludeute de todas as explicacoes, ella
esclare ludo ; leia, o aca^e de cuulieccr essa alma
tao extraordinart mente desprezada.
Essas tristes 'onfideu-ias acabarAo de fazcr-lhe
coiuprelien ler a Jorge, e Ihe proferto que elle nun-
,1 reprrsentou o papel que eugauuu a lodos, cono
a senliora diz enn amargura pela iogeuuida.le d...
seos neseseia anuo, ti moco silencio..) c bravio de
11 I mede esialiu lealnento, e as circumstanrasex-
cepe|oaaei em que tornoa-ae sua uniaocontiibuiram
para enlreter esse erru grande, mas nao Irrepa-
ravd.
Dos fui servido de deamentil as tristes previ-
...es dos mdicos, cja sriene,, pUUCo esclarecida lo-
iiiou pur um mal irremediavel,. entorpecimenlo in-
lellcclual que aogae as grandes com.noc.... V ra-
milla de \ edelle depois de ter aceitado 'es-a senten-
'^, Mu ...libe discernir a verda lo. Conlieceudo os
pas de Jorge eomprrlipiido bem is.o.
' Lina cou-a poderla parecer extraordinaria, he
que a senhora dolada do lino exquisito das maillera
qoe eleva-seos vosea al a adevinhacju, aiJ |en|,.
alevinhado nada. De laclo, is. rae "pareca muilo
iiicoi.i|.relieiisivel, se eu ngo eonliecesse o poder das
prev"-' -- -
Accede, senhora, os votos mais'ardeulesque Ta-
co pe sua felicidade, e permuta que deponha-llic
aos ps miuha all'tctoosa homenagem.
titleco de Alais.
i V. S.Por esto mesmo crrelo escrevo a seu ma-
rido, e fallo.Ihe de negocios asss importantes. Nao
quero osurpir seus direilns dando-lhe urna noticia
que sem davida ha de enche-la de alegra. De cer-
to Jorge he poda, c um veidadeiro poeta .' niugueiu
.Invita agora dioso en Par, e ninguem'dovTdara
em La Pinedo de boje a algona dias..,'
Ro-a nao procuruu adevinbar a mvslerio desse
post scri|.lum ; sua emoriio ao ler as diias carias foi
multo grande pan deivar subsistir a enriosidade.
Acabava de apparreer a luz em sua aleselo, luz ira-
palpavel cumo a verdad,., que nao alteioava, nen
puupava nada, que de.cobria-llie quanlo era precio-
su o coracao de Jorge, e os abysmoi que della o s.
paravam. A carta (le Bstevilo abrandou impeifeila-
ineutesua dnr profunda ; ella nflu lornuo a le-la ;
essas palavraa de esperanc pareceran.-lhe Iriviaaa
aaenu-a em um canto com orna especie de colera.
P.i.sou nuiles horas em una agilarau que nenliu-
ma .esolucau veio applacar. choraiuto, tremendo,
paaseiando com vivaeidade pela cmara, |iara dei-
xar-se depois caliir abatida sobre um assento ; torna-
ama agitada conleceu-llie algo'ma desgraca .
^ao, lhereza, re.pondeu a joven espusa sem
fa'l" ;|l|Va 8 CaSa de ra"'" ''* le"ho Precir, de
- Porque nao manda buscar o cavallo de Dumin-
e excessivo, e a distancia he grande
anciosa e oppriraiua ao
^OS.i
III pessoas ii., se comprcliciidrm os que ha
in..illadosein nana pela corporarao, reparlicao pu-
blica, familia, ou partido poltico a qoe perteoca,
menos anda as grandes classilicaeoes de castas, como
muito, c lenho
uros que cre.-ciam
gos
daqui a Capueins.
Seria preciso demorar-me
pressa.
E sem dar a Thtrezs o lempo de replicar, Rosa
desappareceu alrez dos medronhei
iunlo do porian de Belbousquet.
I'bereza seguio a com a vista procurando a expli-
cado dessa partida precipitada.
Sem davida houve alguna novidade, mama-
roa ella, vislo qoe minlia ama esta (3o perturbada.
Apesto que he u maldito idiota que vulla; ella o (eme
e toge. A desgraca enlrou em nossa casa com esse
imbcil. Felizmente madama l.e-calle ja esto adver-
tida. Ate houi.-m pareca feilico, en nao po >ia en-
conlra-la s,. ; einliu pude fallar-lhe, informei-a de
ludo, e ella ha de couduzir a (ilha para a cidade o
marido a seguir se qoiser. O proprio .\lr. I.eacalle
ja conhece que esse casamento to ana luucura. Se
eu nao me tivesse raeltido uisso. teriaiu deixado a
pojte llosa do lado daquelle vil selvagera. Eis o
que acontece s mocas da no-sa Ierra que casan Con
e cias e bravios como canicas.
Depois de fazer essas profundas observa. Oes elhno-
graplncas, | bereza enlrou na borla, e poz-'se a c.olher
ervilhas com a tranquilidad de espirito que da o
cumprimenlo de um grande dever.
Olanlo a Rosa atravessou em menos de urna hora
a distancia que sc|irava-a de Capueins. Na-VoUa
, da estrada de La Ciotal fui vista por Arieinoi. Richer
que eslava entilo oceupado para consolar-K e
L.. ...' 11 e5Cul!,eldo se,,,",re M8n mais; po.ta, linda coslureira de viole annos, morena e Z
peiuve.s. lle proprie d- c-rlos pezares tornar uco- muito esquiva, com a qual elle e.ico.l "iva- e d,
racao Com.av.do do lorraenlos, fazer-lhe procurar I tres dia. por acaso nesse ponto dTe"lrduiide,.
o uee podo negoar-lh, as feridaa ; ene alineo em, banco de pedra cullocadu debaixc'de m -ru., de
sollrer he mai, violento na mocidade, quando a ma- a.noreiras forma,, om ponto de descanso mm o'agr!
la de .odas as laculda.e, lem toda a sua forca. Rom davel. Rosa diego,, diante delles \r-
o exgeriineiitnu ; j.i linha padecido ....."- ---------'*--
lancias.
Rosa encerrada com seus livros, absorta por urna
esperanza rei-nl licara muda, e seu silencio parece-
r de favoravel agouru a' boa velha.
Sua illjgo desvanereii-se a' primeira palavra de
Rosa.
Ab mirilia lia, exclaraou ella chorando, ago-
ra be que po Querida filha, res|iondeu a lia Had : nunca
e deve desesperar da bondade de Dos. Eia, Iran-
quillisa-to um pouco, ecoula-meo qoe ha ; acha-
remos lalvez meio de conjurar a desgraca de que
eslas iao commovida.
CAPITULO X\.
folla.
Como sabem ns leitores Jorse eslava em Mar-e-
Iha ; o convite de Osario de l'.ruix Ponda -ervira-lhe
de |irelextu para explicar na ausencia ; elle parti
com i licito com o joven balan, mas deixou-e des-
de o segundo da coi.liniiar sua viagem ao Dauhi-
ne e vollou Mar-clin para aguardar a caria de
seu amigo Esteva... Basa resposla l.lo desejada cli- -
goo-lhe no oa era que llosa sabia en Helboosqual
u -.1 i-ili. de sua vida. O mesmo correio (rnuxe au !
marido e a' mulhcr os bons e uteis couielbiiS de i
um amigo verdadeiru.
Eis-aqui u que Mr. do Alais escrevia a Jorge:'
bsei, meu chara amigo, da pernlsslo que rae I
ttava loa carta de Janeiro passado, a ped a' minli.i !
mal que mandase ilnpiim.r leu vulnuie de vern :
Aiglt*el Cotombis. Toulivro leve em Pars um
acolhimeuto mui lisongeiro ; Dos sabe que nao aoo
modesto a leo re*pcito ; ma, meu amigo, es.e -uc-
cesso excedeu-me lodas as es|ieranc.as. Os saldes,
usjornaes, todos falleram delle, ese contorne la
ordem espreass eu Dito le huuvesie conservado oc-
colto debaixo do pseudonvinu de James llerder o
rumor de tua fama tena "el.egade. aos ouvidos de
la familia palriarebal, e perturbado os chos de
la solidao.
1 A vog.i desalan liaongeo, os elegios de jornaes
animara, porem eis-sqoi o que he melllor : Melval,
Crt 11111 amigo velho, he umita felicidade para
j li que madamesrlla Deme nao lenha podido iitni
querido ser tua nmllier.
Coiihecu-a laleienlemente, por le-la encon-
trado en. algiius saines, lle uma dessis inolheres
hrilhanles que la/eiu mais vezes o marido marlvr
do qoe reliz, tila ama apaisonadeneaia as rea-
n...es, as qoaet ua grande belleza e seu admira-
vel lalento nusico attrahem-lhe ovaees, sem que
nunca podera paasar. Esta' habituada a viver em
nina almo.phera de louvoresede incenso.ua qual
uavaidadelem-M desenvolvido demasiadamente,
yue cas,, pode ella fazer .la admiraciode ura ho-
mem, leuda a de um povo de adoradores 1 Reina
sobre cssa plciada escolhida que domina a primeira
sociedade du mundo, ns saines de Paris '.
Meu juizo sera' severo sobre ella. Na miuha
opinian lem lodas as quididades seductoras, e falUa-
Ihe a quahdsde suprema. Em uma palavra pnde
inspirar amor, mas nao pode correspunder-lhe.
iiena-a cesar eom sea primo de Hllame;
elle nc maniibeiro, e pot coiiseguinle actia-se as
memores condi.y.os pan qoe cssa sereia, como a
Chamn, nao a aborrega brevenicnle. Casada cora
elle madamesella Denise licara' livre melade do
lempo, e he o que convcni a seus goslos. O resto
Bca por conla d- .Mr. de Mallarme.
o Provavelmenle indo i.-o nao te consolara' -. po-
rm so qozeroa reiteclir om pouco, podera' abran-
dar leus pesaics. linar essa mulher era chamar
cerlamente a desgraca sobre si ; ella leria chegado
cedo ou lard?. Ooanlo mais cedo he mellior : t-m-
se mais lempo para repara-la.
Agora, Jorae, tenho de dizer-(e couas mui
doras, une queros relirar-ic, deisar a Frenes,
lllisir tua familia, abandonar e*H pobre mocado
quera es asura o protector natural Is.o he tonai-
ra, meu amigo, e .e eu nao e-livesse chelo de in-
dulgencia para com a rehre que dio certos pesares-
dir-le-lua : Jorge.cuidaste em fazer urna accao ma'.
Nao conheces a mulher de qoem s marido
naolcnlisie ser amado della, nem no-., o Ihe zes-
le a honra ,Je obMrva-la ; ignoras se lem aluoiii va-
lor. Ella uao a-seiiielh..-se ao leu ideal,
he migada c cundeninada.
- etc., ole. Nesie
-lia ro injuriado un membro da a.sereblca geral,
oceupaodo-se a re lcese do Liberal com a sua vi la
prvala, sen naseimenlo 00 descendencia ; cubri-
ram-no de baldea, e improperios, os epilhetos ro-
ram os de creado de servir, intrigante, prevaricador,
cnnqosla lur de rapariga., africani-la, criminlo que
ueviajazer em uma pealo ele, etc., etc.
De envulld com esla pessua foi doestado o preii-
ilente da provincia.
Dia 32.-Paran insultadas nomeadaraento duas
pessoas com o epteto, de contrabandista de afri-
canos, e paseador de sdalas falsas. Cootiuuaram os
doesio a S. Exc.
Dia 83.Pai nnmeadauenlc insultada uma pes-
soa, e por alluses eapp.llidos ou atornillas conde-
cidas cinco : os opihelo. msis u truineiito de vuigani-.s balsas a torpes, infame, mal
ganna repnlaeito, tranqaibernislai, rr-u lolentos, fa-
(|iiistas. desordeiros, vis ganhadores, chefe de eonira-
baadietas, socios deafricanislas, descarado traficante,
eserava, besluulo baria, eleilores comprado-, torpes
sevandijas, venas, prevaricadores, trabidores, be-
bado. .Nesse choveram insultos e improperios a
pesoa de S. Exc. o presidente da provincia, e ao
partido conservador.
Dia 26.Foi insultada uomeadameute uma pessoa
cm u< epilhelos de pirata, cuneo esfarrapado, torpe
corruptor, reo cunfesso ao crime de pintarte, crimi-
noso d redcete de homens Itera n' cscravidao, o
maior dos atiabares, carcter baixo, vil e corrompi-
do, traficante, qoe j>or dinheiro be capaz de todas
as Infantas, Infame, sevandija, ingrato, lambe pra-
E111 uma vemlhads (oram asaltados os membros
do panid conservador, e coic elles S. Exc. o psi-
VOU ter mi!, -r com alguinas
coii-cienciosc e severo
palavraa de amigo.
" Se depoi de haver tentadoarreniar loa existen-
cia no caroteno em que se acha, reconheeern lgu-
mss Impossibilidadei; se nao poderes amar tua mu-
lher ; se, einlim, ella mesma te consagrar aversao ;
eolio vem ter eonigo, eu le estenderei fralerual-
menle os bracos, 1: levar-le-hei para lunge de Rosa,
da l-.-anra, de tuas lemhraneaa, alim de qoe proco-
res .10 exilio a cura e o repooso.
Como sabes, os nuriuhoiros sao renles ; tenho
uma ( profunda as misteriosas operncoes da Pro-
videncia ; creio que ella'collnrnn jimio ile (i o bal-
samo salolar de loas dores. Med.la bem nido, meu
rhaio Jorge, obra como horaem honrado, ese esli-
vesle smenle ceg, como suppnnho, envia-ms um
peusameiilo no meio de la felicidade.
leo amigo,
Lstevao.
No dia segninlB quelleem que n correio de Paria
troesea Provcuca as carias .|ue aiahain-sc de ler,
duas mulheres c-minhavam os oilo horas da noile
pela e-Irada de La Ciotal a Marselha.
Lina, alia e om tanto curvada, enrolla em um
desses manto, de seda prela andes ha sesteis an-
nos. eaiiiinhava j> pasto igual, bem que um tanto va-
garoso ; a nutra liliha o andar vivo eligeiro, que au-
uunciava a rauciladc, e |iarecia dominada por urna
viva agilacao.
Erara Aled Lstealle e a sobrinha.
J vai lieando larde, eaiuda nao encontramos
Dominios, dtate a velha ; quizesle ir-lhe ao cucoii-
AO PLBLICO.
Oointa-feira, M do crrante, os :. horas da tarde.
leve locar cm minha casa, aterro da Bia-Visl.i, n.
li, primeiro andar, urna reun.!,, de homens impor-
lantes e caracteres oistiuclos do partido liberal,
pettencentes quatro fregoezias desla cidade, .to-
gados, Pon,, Varzea e cidade de Oiioda. As carta.
de coov.le, que dirig, para essa reumao, erara con-
cebidas nesles (erraos :-Oiula-fera, -j-j du cor-
renle, pretendo fazer em m.ssa casa, sierro da Ba-
1 "la, n. 6, primeiro dudar, orna reumao de amiaas
e correligionarios para o fin de expr-lhcs toda a
minha conduela polilica, explicar-Ibes a sita.ao
d.icil em que me eche, e pedit-lhes o siu parecer.
Rogo i V. S., como membro do partido liberal, se
digne comparecer a essa reuniao, etc. ele. Ut cante
e dez pessoas, que foram couvidadas, uio.leiid.. eo tido
lampe para dirigir-me a lulos, alienta a urgencia
da reuniao, c uero podendo cnnviiar os meas ami-
gos e correligionarios, qoe te acham por toda *
provincia, comparecern! 83, alero de oulros que
voluntariamente me quizeram honrar com tua as-
isteucia.
A' pedida mea, cm conscqaencia do mrito, que
o dislingoe c em cnusidera.;,io i fregnesia da Var-
zea, cojos distiuclot eleilures sito lodos do partido
da praia, qoe me honro de pertencer, foi unni-
memente acclamado presidente da reuniao o sr. Dr.
Fdippo Carneare d'Oliuda Cangalla, membro pree-
minente do partido liberal. Em tegoida ped *
palavra, c em um discurso, que liz, que dorou tre
horas e IU minlos, leudo sido sempre oovido com a
maior attencSo e inleresse. e algum-, vezet acuin-
panhado de numerusos apetattea, e coropri ju.la-
menle oque linba dito em m.nli,, ..(. de convite,
protoSlaado com loda|,-a;energia, de que son eaptz.
que naoqueria uma dislate nu partido, coran ca-
lamlaouneate sspatfcevan os meus deaaateatea; quo
o contrario meo fin era uui-to pelo pentameul.. e
n-la vonude, tratando de conciliar s diss.deole..
''';r,DU.....' os de;aviiido-. crear um orgao do part
do, que discutase os negocios de sen mete-,-, -
l-iestes viten para o raes.ua partido, e nao qoe
luts pes.uaes o odiosas, con que nem a polilica.
nem a moralldade da proviaen '" tt fitrbn ; a
neetaaaata que se roargaalsetaao partido em atstem
a que sua direcr.l.. so podesse entender comigo.
nico depuladogeral, raeiubrodu partido da praiu.
quo deu e-ta provincia, poeudo uo, de aecurdn
e com reciproca coolianca Iraballiar par., oblencc
do lim justo e nobre, j qae nu, propomos.
Depois desla expsito e de uma breve ditcundo,
era que laaren parte diversos membros di.tiudo
da reuniao, toi unanimemenlo approvadu, nfe pru-
po.ld dos Srs. Drs. I.oureiro, Oliuda Campello a
linio, o seguinte parecer :
" A reumao faz juslica ao caracle e .colmenlo.
polticos do nosso amigo e correligionario o Ur. Jt-
ronyroo \ ilclla de Catiro T.vares. acredita qoe ,ua
conducta polilica nunca merecen a menor censura,
e he de parecer :
I" qoe as i toas do nosso amigo, publicada, peto
Warfo de l'eraambaco de ,11 de dezembro prximo
passado e l de Janeiro correnle, sao justamente a
ideas do partido da praia lo liberal de l'ernarobo-
co. que nao quer, nem poda querer tobir ao poder,
senao por meios uranios, legitimse honestos, per
millidos pela consliloicao e ieis do imperin.
2- qoe o partido da praia ou liberal desla provin-
cia, em conseqoencia da revoluta de ISi'.l, de >eu
desastrosos elidios, das peiseguij, que sullreraiu
grande parte de seos membros, degusto-, e circums-
tancias mui ponderosas c alleudivcis, que destoca-
ran) moilos dos seus anligos chelo', e inllueociat
uaturaes e legitimas da posieao, que Ibes he dsvl-
friala ; latees seja prudente vnllarmo .
Oh nao, minha lia, rnpondeo a jnven esposa
vivamente, continenlos; os .lias sao longos na es-
lacao actual; domis, Domingos deve estar nossa
espera debaixo das tres amoreiras. oa e-lainos per-
to dellas.
Para que Ibe disse-le que psrsase ahi em vez
de vir a Cvpucins'.'
Para nao fatigar seu cavallo. alim de chegar
mais cedo a Maiselba.
Pois hem. continuemos ; porem eslas sem cha-
;ss iulelligenci, penasdi^i^-in^6 ,e,n '*"* ">' ** liunidade da
. ------ T------ *.-..it iu ,-iii|:,i- ai-uour^m i.-,, -, uo |".,lc 3tf .ua para
tro, ilesa, obraste mal. O vento refresca, ficans res- elle semlo nm phanld-roa, e tu es uma bella resli
<> semblante da tia Mcd lomoo ama expres.ao da
desronlentamenlo.
Ijue Ihe escrevesle enlSo ".' pergontou ella.
Algumas linhas smenle paia rogar-lhe qoe
veuha quanlo antes a Belbousquet, oude lenho do
fallar-lhe de coasas graves. Parece-me que tere
mais animo fallando-lhe, a lem de que Vmc. estar..
|iresente e me ajudar.
Mo auxilio nao val nada Maaa rircumslauria.
minha lili,.1; he a li '..mente que compele ganhai
a Ifeicao de leu marido ; qualquer intervenido es -
tranha te danaiiitiraria em vez de servirte.
Sem duvida Vmc. lem lazao, e agors arrepen-
do-rae de nao ler escupi minha carta diflerente-
roente; se nao f.ir sufficieole para faze-lo ollar '.'.'....
lena eu podido crer. minha lia, accrescenlou ella
depois de longo silencio, qoe esse hornero, coja pre-
senta as.ii.|ava-me ha om mez, oceupana agora lodo
o meo pen-amenlo Ah e he mais orna desgracia I
pois elle detesla-me, como Vmc. vio na carta !
A carta nao prova isso. minha fllha ; Jorge
n.lo te conhece ; elle mesmo diz qoe nanea ulhou
para ti. lleves agora faze-lu conhecer quanlo vales;
empregar alguus esforcos para agradar-lhe, o elle
nao poder deixar de amar-te.
Vmc. qoer con-olar-ine. maso que diz parece
me impi.ssivel vea fazer uma tentativa, da qual
nao espero nada ; eslou em nm profundo desalent
Como poderla elle araar azora a mira. ISo ignoran
le, 1.10 dcauhad... tao lunge da belleza e dos talentos
de mademesella Denise '.'
Mademesella Demse nao pode ser mais par
e por isso
s O' looco impradenle ceso Sabes se esse co- I
dade ; faze que elle perceba iso, c teras grande
piubabilidade de inspirar-lhe amor.
Ah minha lia, quanlo cuido em ladee Caen
revelares inesperadas qae ptiturb-ram-me a .da
sem allerar-li-e a -upe.liric, per junio a mim mesma
se nao leria sido mais feliz amada por ora noce
doeuiio e sem espirito, do que de'presada por uin
horoein roini |. lo e iiitelliseule !
Nao blaspheme., Rosa, disse a tia Mede qua.i
levenneals. (le uo momento em que ludo pule
acevmmodar-se, em iue entreve, um le-liuo inlei-
1 .....ente diversu daquelle que julgavas miseravel un
da do leu casamento, he anas momento que deses-
perai'' Nao ofendas a Dos, minha libe, do con-
ilrarionls receahecerei ma.sem li a.ioella Rosa que
1 bem. prona a De... que Domingos cu pude tornar (orle c re.ignada an preeeott de
Peto contrario, teabo a cabeta abrazada, e o
, Inrnou Rosa cora um acento que mostrava
ia impaciencia, lie tao importanteqoa elle
d
em
ervava-n. Para que ? KHe jo eslava julgado i E |deculpem-na.
n muilna IndtenM que pndiam lornnr-e revela- ; F.mfim. lombroa-ao da lia Med, desse anjo da
Bearen mndna pura soa mneidada e | suarda de sua infanria, que ji a linda ferio resignar
lia, qnandu por misas mu diftorentM jnlgara
i-sti contra 1 acc--
irnicos ; faltoi.-lhcs o amor.
.......F^ os 1 1... 1 .,.
Pelos seus ps (mearan, as azas.
niur inurnn elle seguindo-a com a vista
Conhece aqoella mulher 1 persuntou-lhe a
C-.t evidentes
aia Inexperiencia. um
odocouspirava-^ cnnlra vos-es, meu- P abrr, | .ta desesp. ,d. .n=in^.rac^ ^^m, ^cnstoreiradaudn urna exprs. ciosa ao n.
rpo/ S^TiES STJS'SS: do^- N5- r"pondeD "no 1e 31 inl"
nha anju.lia en endoudeceria certameiito. Vos,
Iorliiicada por essa determinado Rosa tomn .
preasa nm chapeo, e lantou-sa no jardn). Uescendo
. essa tocha divina qup
melnor do que tudo po.a deslruir-lhp o erro enm-
:ni)m, e votaa permaneceram ignorantes om do nu-
tro, felizmente agora uma vontade positiva da
Vide tVioru u. S!
sua situatao do momento...
..- me esperara aqoi esta nnite.
Se a mota dissesim, Rosa n.lo ponda ouvi-ln,
, entra va nesse momento debaixo de prtico obscuro
ras incluso.
Bateo, Jorge, que dizes a respeilo '.' Ser con-
decorado aos vinto aanaa enmo Vietor llago, nao
he para tornar-se hornera sensato, ,- expellir um
pouco as idea" tristes ?
- Qoiz fallar-le primeiramente de=se grande n-
gocio agora passemn; as eoosaa intima.
I-icom muila alteoc'.o a urand carta emane
poJsSo pr
Diziamos que me cuntas a lamenla-el historia de la
madamesella de La Pinede.
' Sei_qne has de agaslar-te, meu poeta'; porem
quero dizer-te lodo o meu penaameolo.
i.io lall
' toda a
acl.e a .'urge i.nianhaa mesmo. Infelizmente ignoro
I onde esla, e Domingos perder lalve muilo lempo
lem protora-lo nessa grande cidad.
KaVtesfll.jas 1 M respeilo, minha lilha
Joige e.iai em un bolel : ora, ndu I.. m.....le ete
podes dar- ou 01I botris grandes em Mr-dlia ; Domingos pro-
conreder-lhe la proteccau, leu curara em todos.
apolo, tua presenca ; ella lem direito a isso, a hts E Vmc. epera, minha lia, que elle recebar
homem honrado. minha caria amanhaa ?
ao aeviat lar sabido desse delicioso retiro de *em davida : e confio moit era loa carta, ie
iseinon no mm pa, epanln e a alegra de ton Iriumpho ingenuamenle tea coratio.
em uma earrelra, na qaal can.mhaste e vencesle 10- i Sao tnimei-me a azer io, minha l:= 3 tora-
.inlio. \ ai applacar o cuidados de madama Rosa de branca da friera de mea marido, a triste comie-ao
o jorge, nisso esta o devur. Hada petos confidencia vindas de Paris. impediram-
ihe amor, .leves
n esquee-rnenin do passado, e lalvez al om futuro
tranquillo e radioso.
Ato aqoi teuho-le tallado corno um cunselbeiro
me a ef[os3n. Como fazer a Jorge comprel.ender-
me perigoso Mr. ,1 Alais astim o diz. e lem razo. i
uma sorle Ido realmente desgrecada
Oh! quando eatn-mo ata ...... ditler-nta dn
qoe son agora, minha lia. Batee asoaamvaa ata*
guem! Agora ame sem dovida, acen -cei.tou rila
m vos baiia, p ... ..nlo reuloplada em mim .. '..
cuidado de aoflrer.
IIoiki- um longo silenrio, daraute .. qual a. du.
111 uHiere, lii-a.am abaartes un cu p. .-..uenlui.
A tia Med..-, perdida em sua- confituras, n3.v
linha tanta esperanca como dizia. Receiava que
tos-e impossivel nascr a tileic..v entro .. don as-
posos. Tema sobretodo qae Jorte, enamorado de
um Ideal, enmn Indo os poeta, nlo podeft acho:
altractivo na natareza simple e tmida de Rosa
De sua parte eta coidova no marido com orn*
aiislnra de sasto o de temara, qae s-mente oa 4-
tuacau sxIraotdiDerle podia explicar.
Conlinuar-sc-no.
'
.
ILEGIVEL
.
.



DIARIO DE PLKNAMBLCU, SABBADO 24 DE JANEIRO DE 1857.
Ua, uao se ada convenientemente orgauisadn : pela
que eiileud* que he de maior urgencia ama reor-
ganisac,ao sobre bases seguras e solida, tratndole
principalmenle de conciliar e barmouiar lodos os
caracteres importanles do partido e com elles esla-
heleeer un centro ou directo preslieinsa ; que pa-
ra ese tim seja nomeadaama commiaao de 7 mcm-
bros, qu< entendendn-sc com o actual conselho
director da sociedide Liberal Pertiambucana Irale,
de coinmum accurdo, de empregar desde ja os meios
'ecessarios e promptos para rttlisar-se easa reor-
gaoisaco.
I inmediata mente a remilgo unanimemenla exigi,
que o Sr. Dr. Olinda Campello lizesse parle d'ewe
rom.oissao, o que elle aceitn, e por S. S., devidi-
meute auloritado pela moma reuniao. foram no-
meados membrot d'ess. commiiaoo Srs. Dr. Loa-
renco Trigo de Loureiro lenenle-coroncl Joilo
Paulo l'erreiraleneule-coronel Jos Caelano de
Medeirosnegociante Jo Vellozo Soaresbnga-
deiro Aldxo Jos de Oliveirae coronel Trajano
Cezar Burlaiuaque.Kecife de Janeiro de 1(457.
Eslava assiguado pelo presidente o Dr. Eilippe
' imeiri) de Olinda Campello ele. ele.
Dando cunta lid e eiacla de ludo quanlo se pus.
-oa n esa nuuiao, aun davida una das ruis gra-
vee e brillianles, que lem lidu lugar nesla cidade,
a diva pedir i lodos as Miembros do partido liberal
desla proviucia, qai se esqueram de inllgos reasen-
menlos e odios, e de cummura accordo se presten)
i nin liui (ao justo, como ao que se propOe a illus-
""ada reuma liberal de do crreme. As iulri-
gas, que contra miiu por ah se tem feilo, as calum-
nias cura que alguns homens exagerado pretendem
marear a minha honra e probidade politice, nao
leem lido a rorc.a de me faier perder a considera-
SSo, as sympathias e arrizarle, com que sempre fui
tratado por meus correligionarios polticos, por quem
eni nm momenlo de provanca eu ludo sacrifique!.
Nao he urna praiu-noia qai eu quero, au he a
deuecc.ao do partido qoe cu pretendo ; he ao con-
trario a u rehabilitado, o seo esplendor, a sua
gloria.
Liberar-de miulia proviucia, sude sardos voz da
intriga a desprezai as perlidas machinarles de meus
iminigos pessoaes. lite lempo de cuidarmos de nos
e dn nosso partido, lao grande, o lo generoso, que
jaa no ostracismo, lis maia de oilo annos, i que vive
proscripto como lilho ingrato e degenerado do paiz.
Hehabililemo-nos por nossas ideas acluaes, pela
moderaran de tosa lioguagem, pela juslira de no-
M caosa, oOerecendo aos nossos adversarios nao
urna polilica odiosa, reaccionaria e extermioadora,
mas a polilica do progresso calmo e reflectido,
inirriga da vinganca, eondemnadora das reaccoes,
eminentemente social e chrislaa. Conlai comigu,
eomo sempre contasles ; eu continuo a ser o vos-
so amigo e defensor, o vosso correligionario firme,
'""-i mo a lie).
Dr. Jeronymo I Helia de Castro Tavares.
Recife I de Janeiro de 1857.
x'ilrrvifitirn*
a crenc,a grega, os prl-ewiro. liomens sahirsin do sein
da Ierra, como o frumento. Em verdade a alma Dio
lem lorrja e poder tale quando osla' unida ao rorpo
que a loma perfeclivcl pelos sentidos. Sem a corpo.
sen precioso companlieiro, ella nao he maia dn nne
om sombra, o nada a' par da realnlade. Km vo
tem os morios .< voz, o porte, o coslume que haviam
sobre a Ierra : ludo he una xaa. apparcncia. A
niorlf, no sistema homrico, be apenas urna lonca
parodia da vida a como sea abalimenlo.
e parj considerar ns primeira passos da pycolo-
gia nos collocarmos sobre o terreno da moni, vere-
mos que a quistao|dos destinos dohomem am suas
relaces com Dos e eus semelhanles nem mesmo
he suscitada. Anda nao apparece a idea do mrito
e demerito com a recompensa ou casliao d'alem-lu-
mulo. Harmonisar o comprimento do dever a a fa-
licidade, ser a misso d'om.i civilisactio mais adian-
lada. l'orem emquauto ufo vier a philosophia de-
clarar que nao be nesla vida que a virtude lera sua
palma, emquauto nao abrir a lei evanglica as por-
tas do eco aos que sotlrem por amor ao dever, a bu-
rnanidade, que, durante seculos, aspira o frlicidade,
como qoer sua natoreza, contempla constanlemeiite
a imagem da felicidade, que Ihe esta sempre presen-
te, felicidade longinqua.he verdade, de que a separa
d mis abysmos, a niorle e o lempo. A felicidade
Tal he opiniao de M. Welcker (I ; e descobrio um paraizo homrico dos mais ornados.
Qoal he este paraizo perdido e reconquistado '.' O
reinlos Pheacios que Baxle engnominno o paiz
ferlil dos Gregos e > qoe de ordinario se assis'na a
lilis de Corf. A ralla de DlytKs Ilhaca, em um
navio deste povo, volla silenciosa, nocturna, rpida
como o ralo, nao pode sor, diz II. Welcker, senao
una imagen da Mvegagao das almas. l'aroiliarisado
com o genio mxlholcgico, com estas ereares vagas,
incinprehensiveis, M. Welcker ennveiiceu-se de
que nma ilha em que ludo he bello, encantador,
delicioso, em que a vida he ama serie nao inter-
rompida de dansas, de fealins, de prazeres de toda
especie, am que se vai dar sahindo dos infernos, nao
pode ser sent um Elxseu.
Original e nova esta opiniao, derla adiar contra-
dictores, a com efeito os achoo. Porm inda quan-
do ella fosse rem vezes mais arrojada, prefcri:nn-la
ao comnienlario deste honrado sabio inglez, que re-
couhece ua Una dos I'heacios a Judca e seu rei Salo-
mo em Aleinous. Demais, Humero tem stus devo-
tos que blasphemnm quando algoem se aparta da
Icllra para indagar o espirito. Partidistas da espito-
rao histrica, elles n,1o veem aqui len.lo ama pin-
tura ideialisada da vida real ; esqnecem-se que na-
quelle lempo um bom vento e alcumas remda.
A.
depois da morle cbama-se o paraizo, a felicidade levavam da Ierra dos vivos regiao dos morios. Ah !
no cornejo dos seculos chama-si a idada da ouro. I com que direilo queris roubar ao mais hah I artista
Folheai o curaro do horoem, a lhe descobrireis o j a liberdade de juntar a fantasa a inorada das al-
mas Se as cores sao terrestres e o balito material.
OS PARAMOS PROFANOS DO OCCIDENTE.
Parece-nos ser iucootroversoque par da theolo-
ia eleva-se urna nova, a sciencia scieucia das reli-
isla se fonda subre a critica, instrumento poderoso de
inalyse que estiva reservado ao espirito moderno sa-
uereropngar. Mostrar a humanidad! a procurar Dos,
indicar o oteadla sentido das fbulas religiosa, que
siauiticam alguma cous, laes sao os principaes ub-
laetos deste esludo qae abraca o co e a leira, qoe
nos ollerece urna vanligem capital, mostrar a muci-
ilade da Iii.maiiii1.ide. O moneo he positivo porque
envelheceu, mais ja foi crdulo, loaco, embriagado
da poesa e de sopersliro, amoroso da nalareza que
agora faitmos passar pelo cadinho. Para entrar com
xaiilagera uo dominio da philosophia a da historia,
lie necesariamente mister haver atravessado e das
religies.
Eulre as quesles que este estudo suscla, deve-
nios contar a da vida futura, qnestao de admiravel
profandeza. O que ha uas regioei da morte 1 Nin-
guem anda volloa a nnguem vollar para no-lo
dizer. Entretanto a crenca na mmorlalidade d'alma
dissipa as Irevas como am clarilo consolador. As rc-
'igOes a elevam um dogma, o da recompensa
le alemlamulo. Ksle dogmi pacifica os espritus
1ue o pensamenlo do nada aterra, e eleva-se sobre o
horUoule da vida como una destas cunstellaco.s
.ibeii;oadas pelos mariuheiros.
A creda qne o homem nao morre complelamenle
lata de longe. E entretanto so pouco e pouco he
que ella desembararou-se do panthesmo. O chrs-
tianlsmo, pregando o despiezo das cousas terrestres
e mostraudo o ceo como o refugio de lodas as mize-
nas, apoderoa-se do movimenlo loo lento do pensa-
uinlo auligo para a vida espiritual ; e precipitindo-
i deu-lhe novo impulso. Pela voz dos concilios, a
greja proclamou o dogma da immnrlalidade. E a
ideia da remunerado futura segando o mrito oa
demerito achoa-se n'ella representada por esta gran-
de opposicao. l'orem aules que o christianisiiio
viesse abrir as portas do eco, ja o pagauismo engen-
dran variadas imagens da vida futura. Ahi ha urna
grossa crrante de crenen, de souhos, de vhes,
desde as mais Umbrosas imagina^es, ate as mais
isonhas illosoes, correnle immausa qoe alravessoo
toda a anliguidade.
Ja dons escriplores de inerilo, Cabilla a Ozanam
qui esludaram as ideias dos auligos sobre a vida fu-
tura, loeiram nos infernus -, porem su ocasional-
mente e como commenlsdores do Daule. yuaes sao
as Tontea da ('Divina Comedia, que legendas este
.ombrio e allivo genio esmolou anliguidade grega
e latina a aos lemposde [barbaria visiuhos de seu
i.ecolo ; tal he o seu fin, a altingido elle, lado a
mais llias he iiidiflerentc. Tenamos indicar, espe-
raudu a ubra completa que a erodio phdosopliica
reclama, por algumas rpidas piginas, como a hu-
manidade cumprehendea a felicidade na mitra vida.
Quando Ilesiodu allirma que a esperanza esta no
rundo da hcela de Pandora, llesiodo ensaaa-sc,
ella esta uo fundo do earaego humano. He d'esla se-
desconlenlamenlo.
O que elle maldiz principalmente, he o presente,
que talvez amaise se couhecesse o futuro ; o qoe
lastima he o passado, que elogia a' cosa do pr-
senle.
D.i-se com as najes o ineamo que com o vulgo ;
pooco salisfeilas de sua sorle, ellas se enchem de en-
Ihuasmo por esle bom vellio lempo que se colora
por um modo lao estraoho.
Assim he, que a idada d'ouro orna o aereo de lo-
dos os povos, desde a India aleo Mxico. Todava,
ai felicidades terrestres nao podem durar eterna-
mente.
A.bumanidade desee, pois, destas alturas, porem
lenta e gradualmente, seguindo o curso dos seclos.
Sao oulros lanos degraos para o mal, e cada um
tem aro nome ; assim, pela, a idade d'ouru aaceede
a idade de prala, m idade e prala a Idade de cobre,
que soccede a de ferro ; e as qualro idades de Ile-
siodu enconlram-se lano na mylliologia do novo
mundo, como na mylhologia indiaua de Mauou.
Entre oa (regos, esla decadencia nao he todavia
completa.
Se a idade de ferro rene todos os flagellos, a fe-
licidade amda a acha no extremo da Ierra. A
idade d'ouro, sob esto ou aquelle, ahi flortscir.
Como urna aurola do mais puro brilho, ella cerca
com urna zoua de felicidade o disco terrestre.
Quando comparamos a idade.d'ouro ao El>sen, ad-
mira-nos o grande simelhauc.a deslas doas conce|i-
res, porque os poeta, gregos ou latinos, que re-
presentara os Campos Kh-eo- .i dona passos do Tr-
taro, aparlaram-se da Iradico primitiva. E dicjlo, que atravetsou lodo a anliguidade, da' por
habitaran as sombras fezes ilhas collocadas nos ex-
tremos da Ierra.
Ora, ha impossivel nao ver que a felicidade de que
gozam os manes as ilhas dos bemaveutarados,
lie a mesma que oi concedida ao homem duianle
Idade d'ouro.
Co azul, solo fecando. zepbyro beuignu, doce
realeza do velho Salomo, acham-se as dnas legen-
das. Se a felicidade dos morios nao he seno a ima-
gem da dos vivos, he que a Iheulugia paolheisla dui-
xa sempie o limite indeciso entre o eco e a trra,
cutre a vida e a morle.
a Nos quadrus do paganismo, disse Chaleaubrian i,
ludo he machina e inslrumeuto, ludo he exterior,
ludo he leilo para os ulhas ; as pinturas da religiao
ebristaa, ludo he senlimenlo e poesa, ludo he inte-
rior, ludo he creado para a alma, a
He iudubilavel, que na invenrao do maravi-
Ihosofnebre, a auliguidade procedeu no senlido
mais diamelralmenle opposto ao genio espiritualista
da idade media.
Esta, fazendo de Jerusalcm o centro geozraphico
do universo, porque era o centro religioso, submel
lia a cosmographia a' soa crema ; ao passo que a an-
liguidade.relegando seu paraizo aos suppostos confus
da Ierra, que recoava a' medida quo seos navegantes
faziam descoberta*, sobmetteu suas creucas cosmo-
graphia.
As primeiras vistas da (recia sobre a nalureza,
*,1oextremamente inexactas. Elles eemejun vero
mundo sob o prisma da magiusr,ao ; a observarlo
scientificas vem depois de Homero.que durante mil
annos reprsenla quasi por si ai o genio Iliterario e
scienlilico da Grecia, descreve a Ierra como om dis-
co ligeiramenle convexo a cercado pelo Ocano.
cima do disco terrestre eleva-se a abobada solida, a
que se prendera os astros como oatros tantos prp-
gos laminosos. Esta abobada he sustentada por urna
columna ; Alias personifica esla grande escora. Ao
longe, naa enlranhas da Ierra, eslendi-se o reino de
l'luiau, o que leva urna abertura enllocada sobre a
margem do rio Oceauo. o chaos ruinera onde acaba
o co e o infernu.
A geographia homrica esla' em rcl.n.ao com esla
cosmographia. A leste, o deserto que separa a Asia
Menor da Mesopolamia : ao >ul o valle do Nilo e a
cosa d'Africa, ale a primeira rainilicacao do Atlas;
oeste e ao norte, a Sicilia e o poni meridional
da Italia : laes He os limites do universo grego, cu-
jo centro he o mar Egeu.
He do lado da Sicilia a da Italia, que he mais es-
pessu o nevoeiro que cobre a Ierra. Ahi comer a
noile, ahi se achara recies misteriosas govemadas
somente pela phantasia dos poetas ; la' eslo Circe,
Cahpio, Scylla, I'ohphemo, os l.eslriges, islo he,
o nioiistrunn, o horrivel, as voluptuosidades quema-
taro, o delirio, o ephialta '.' La' brame o rio Oca-
no, cujas aguas para o nordeste coul'iiiiilcuic com
as vagas do Mediterrneo. Esle mar ensoberbecido
lem por margem o paiz dos Cimmeriano, apolla-
dos em urna eterna noile. Ulyataa penetra aqui no
he que Homero personifica a (recia joven, ardente,
toda occopada em latar contra as cousas. O genio
do poela paira sobre o solo florido sem pensar em
elevar-se cima dellc.
O paraizo de llesiodo he aberlo a toda esla rara
qne nasce eulre a idade de cobre e a idade de ferro
equevr seas mais nolires lilhos perecerem parante
Thebasou em frente de Troja. Estes manes glo-
riosos, diz o poela, habitara as ilhas dos bemaven-
trados, alm do ocano, e tres vezes por anno a
larra fecunda Ibes prodigalisa sena frnclos, ele. O
paraizo guerreiro o iralholl scandiuavo ja se encon-
trn. A ilha de llesiodo ha a meta retunda da
meia idade da (recia. Saturno ahi oceupa o logar
dorci Arthur. Aqui llesiodo excedeu Homero. Sua
ilha dos morios exprime urna bella idea : a recom-
pensa doa bravos no outro mundo, ou antes, para
nada dissimular, o orgulho de raca na anliguidade
feudal. Al aqui ainda nao vimos o paraizo do in-
digente, do escravo, da mulher, do menino. Para
qoe o vejamos he preciso que a Ierra sa renov.
On.la se ir refugiar a alma do sabio ? Nao o sa-
lierais verdaderamente. Os clamores da guerra, o
liviano nalureza abafam o grito de eqoidade neslas
magnificas poesas heroicas e cosmognicas, ou a
Felizes, o uuiro levava ao Trtaro. Esqoeeei por ihaiilps a estes giaantes das floristas cuja seiva he i Com Plutarco a legenda deafllltai Felizes passa por d
om momenlo estes nomis de Kqiie, Rhadamanlo e corrupta, um mal secreto os devora. Jupitir, que nma completa metamorphose. E-le grande pintor
Minos, Uo varios de sentido para mis outro moler- sonda oa corare, decide-" a puni-loa : um hor- | dos homena, como justamente se o clamou, nunca
nos e acharei neste tribunal infiexivel, rollocado a' rivcl terremoto, que abala lodo o universo, ecanca- deixa de apresenlar as lra.lif.Oes relisinsas com iiovos
entrada dos Ion- caminhos, dos quaes am leva a te- ra os al
ojsmn ilo oreano, cujas vagas vem cubrir o
licidade eterna, e oulrn a eterna dor, nina iinacem Allaolido por toda a elemidade.
severa e arnndiosa. Cre-sc ouvir aqui o estrepita I Do roytlieo Allanlido de Platao nasceu a extrava-
lonzinqon leste- rain que fusilara' no Evangelho : gante Meropide de Therupompo de Chio. Segun-
E'lesirao para o supplicio eterno eos justos para do Theopompo, um immenso cominele forma a
a vida eterna '. ; outra margem do ocano que brame entre esta
O itinerario que Platao traca as almas prende-ae a trra longiuqua e nossa ilha como um rio prodi-
suas tteerlal pbyiieai c estas de ordinario se cir- gioso.
cnmscrevcm no circulo da rnsmographia homrica, He lambem, se o quizerraos, urna nova ediclo da
Theologia, vis,1o, ideial, deotrini da immorlalidaile, jcnimograpliia homrica enriquecida d'alguus novos
Indo isto se combina e se concilla com a Itiada i a | '"nhos.
O povos qne habilam ueste novo mundo lem o
doplo da grandeza dos oulros homens e viven mais
Hiende. Ahi ha duas cidades a Piedosa e a Belli-
cos! : a primeira he|pacilica e o deose a visitara :
e como entre os II> puerborcos, morre-se docemen-
te ; a segunda he agitada pelo demonio da guerra :
ahi he mais raro o ferro que o ouro. No extremo
d'este continente abre-fe um golpho : sem volla,
he como se o chama.
Dous ros nrnam o piiz o da tristeza a o da ale-
lalvez que ellas occas-em o lu-
gar que o polvtheismo meridiooal pareca abiodo-
nar-lhes, mas encnnlraram o christiinisme irego e
romano, em sua seiva primev.. e o proaelvlisroo
dsenvolvimentos. He na v.zinhanra da Gra Bre- I desinleres-ado e inlhosiasla, ignorado da entigui-
tanha que ellecolloca as ilhas dos Morios, qne a (re-! daile.
Odyeaau Mil razes, for^a he anda repeti-lo, pres-
creviam a philosophia ser como a legenda ; demais
ella ainda romera\a. Peilaa estas reservas, ouramos
un 11 Platao :
No seio deste mar qne cobre a superficie quasi
espherica do mondo, existe urna ilha que se coinpe
d'Africa, Europa i Asia. l)as|margens al o centro
desla ilha, o solo vai gradualmente se abaixandu,
al que precisamente no meio da (erra si ab>sina
em nma iimm-usa profundidad.', imitando a forma
cnica ,voltada. No fundo do abismo reagem oa I cria. Sombreiam-no bellas arvores fructferas.
torrentes da fogo do Trtaro. No declive corlam-se
vastos ros que se vau abysmar uo gulpho. O Ache-
ronte he um dos maiores. I.anra-se em um charco
onde esiao a mor parle das almas a esperaro momen-
to em que o destino Ihes ha de prescrever ir animar
novoscorpoi.
O leitor devera ler ja reconhecido o inferno con-
cntrico imitado pelo Daule.
a Sa o homem, accrescenta I'latSo, nao fosse deti-
do por sua fraqueza, poderia, appruxiinando-sa do
Ocano, attingir os logaras elevados da Ierra, que se
lancam no azul. Entao sa abririam para tile in-
numeraveis moravinlias : um solo matizado das mais
ricas cores ; urna Ierra que eucerra o oaro, a prala eus Ihomas Muruse seus lorringtou. Soa missao
fea-
boteai os Iructos qae crescem a margem do rio da
Iriatata e luda vida levareis a chorar ; saboreai os
que pender das arvores plantadas a margem da A-
legra e se sois velhos tornis a idade madura, de-
pois a mocidade.a puberdade, a infancia, percorren-
do assim as avessai o circulo inflexivel para raorrer.
Segundo alguns eruditos que am toda a parte vera a
historia, nao he sob o Allanlido, mat sob a Meropi-
de qie se oeeulla a America.
rateas se nos-censure por no havermos desviado
um pone do nosso assnmpto ; mas como poderia-
mos sem cahir em urna grave oinissau, passar em
silencio o paraizo da philosophia '.' A Grecia leve
lodos os melaes preciosos. Entro poderia contem-
plar inoulaiihas cujos rochedos lem mais brilho que
jaspe e a esmeralda, lina raca superior habita es-
tas regies elevadas. Os males do corpo n.lu a lo-
cara, porque ella re-pira u elhcr. Por luda a parle
elevam-sa sobre este solo privilesiado florestas sa-
gradas e Templos cm que os deoses habitam real-
n este mundo fui propagar, ornar a desenvolver os
milagres da idade d'ouro e as virtudes dos Elhoi-
pes.
As conqoislas da geographia desde o inslanle em
que os Pheniciosatra\essaram as columnas d'Uer-
cules, desde esla feliz tempestada que lanrou Cehe-
us da Samoi para um ocano a os (regos ate eniao
mente. O sol e os astros ahi se inoslram quaes s.io. ', apenas conheciam por falsas narracoes, modihea-
lle para esle paraizo alpestre que vo as almas i as legendas sobre a morada das almas. O E-
castas e temperantes ; porque a Ierra lera mailos
lugares diQerenles e admiraveis ; porem as almas
purificadas pela philosophia v3o para as regies (su-
periores e ainda mais bellas, a
Ivseu foi relegado; para alem do eslreilo de Cades e
tomoo-se ahuma colisa de 1,1 o positivo, como o pa-
raso terrestre na dade-media.
Mi chegado talvez e momento em as ilhas das al-
Em outra parte, Platao deleilou-se em Ira^ar com "'" se mostraran, sobre muilos pontos du horison-
outras cores o paraizo da Grecia. Campos deliciosos,
l.mies limpidas, prados esmaltados de llores em que
fraqoeza parece am eriine. Adoradores da forra, os philosophos disserlam ao sol, feslins, dansas, cun-
do valor e da belleza, he a estas tres divindades que
Homero e llesiodo confiaram as chaves de seu pa-
raizo.
II
Com I'indan. a visao da felicidade loma novo as-
pecto. Pindaro temoRenio prophelico. A subli-
midade dos pealmoi transluz era seus versos. Alga-
rans vezes elle he obscuro como Isaas, oolras imila-
llio a vehemencia e audacia. Sempre esle calor ac-
tivo, de que he penetrada a Escrplnra, inspira sua
musa. Tambera que enorme distancia separa sua
ilha dos morios da de llesiodo Reeonheccraus que
a era moral est inaugurada, que e tribunal da jus-
lira, na oulra vida, acaba de ser eslabelecido. In-
terprele da couscienca do genero humano, Pindaro,
por nina imagem imtetea reprsenla a alma do
impo voando em torno da ierra revestida com a
saiiL-oinoleula morlalha da dor... Eslava reservado
esle grande e religioso poela mostrar Grecia en-
cantada a inalteravel felicidade que espera o homem
virtuoso logo depois da morte. De urna legenda
maisou menos desprezada, elle fez am dogma ma-
gestoso. Relede as eslruphes em que Pindaro des-
creve esla existencia encantada; o aol hrilha cm lod..
sea fulgor, em quanto a Ierra se cobre da trevas.
Seus brando* raios illuminam os prados que as rosas
colorara. Eructos d'ouro semillara alravez da folha-
gem perfumada. Enlre os qae habilam esla deli-
ciosa morada, ons divertera-se em faier correr car-
ros, oatros f.izera vibrar as cerdea da lyra : alguiu
se eulrelein era sabios jogos. A cliaimna odorirer.
dos altares derrama luz em loda esta balsmica
resio.
Eis o quadro do poela : he qnadro de um mestre.
(Hiramos o Ihcologo. Para cheaer a esta morada de
delicias he prcriso ler passado por mai de ama pro-
varao. He o termo de urna lunga peregriuagein du-
rante a qual a alma se dever ler preservado de loda
mancha. Longe, com elleilo, he esla peregrioagem,
porque abraca urna tripla existente em um e outro
mundo. O seu termo ser o porto de salvaran. Quem
irarou a derrota .' Jpiter. Oode vai ella" dar naa
ilhas dos Bemaveulurados que Saturno gorerna. Co-
mo vemos por estes rpidos testeinunhos, a vida u-
lura mo lera mais por arbitro o capricho dos poe-
tas ; ella procede de ama ideia superior. Aqui o
pensamenlo pylhagarico inspirou a lyra de Pin-
daro.
Do mesmo modo que a cor das vagas annoneia a
trra, assim a ilha pindarica dos Morios, annuncia
o paraizo de Platao. Acabamos de ver a vida fnlu-
ra adornada com as gala, da poesa ; examinemos
agora como a dascreveram os philusophoi.
Porem paremos aqui por momentos, para supprir
urna lacuna : nao podemos passar em sileucio ahu-
mas Ibas dos Morte*, verdade seja de urna orlhodo-
xa menos pura. Temos que asshoalar a ilha de
Achules on de l.cnc que a (radicte collocava
no mar Negro um o concurso dos geographos, que
ate boje au a poderam inda encontrar. Diz-se qoe
fura sea descobridor um tal I.ion^mus de Crolnne.
N'ella viveu Achules, tornado esposo de 11 pilona, no
meio de seus companheiros d'ermns oa antes de seos
amigos. He preciso crer que e-te
le. Ao menos si vulveriuos os olhos para o snl, va-
mos percebe-las sob as palmeiras do deserto. Quan-
do, sob Psainiuilique, o velho Egyoto se abre a
cerlos, nada lhe falta. Elle ebega at, por nina de-1 Grecia, esta enmmove-ae profundamente ao aspecto
am paiz totalmentedesconheeido, estes sabios ees-
tes historiadores vollam das margen-, do Nylo ad-
mirado, a ti-ni i tose seu pasmo propaga-e* fcilmen-
te em um povo espiritual e fcil de se seduzir. Nao
nos sorprendamos alem disto se, no excesso de
licada atieurao, a elevar ura tbeatro para os poetas
Como he pois que este mesmo homem qoe os expel-
lia da sua repblica, Ibes abre en Eiyseal He que
o natural sempre volla. Platao, antes de ser pbilo-
sopbo, senlio-se poeta ; he que da r ira dos arlislas
he ura dos maioris.
sen cnthusiasmo e intluenciados pelos padre do E-
Nutai que no momenlo em que Platao embelleza-1 ->Pla' Gregos se persuadirain de que esta nuva
va a vida futura com todas as perfeires de urna ci- ilem f"r DerS0 de sua religiao. D'ahi urna le-
vilis.ir.lo eleganle, a acea alheniense achava-ae Id-Iejetwla qoe iransportava os EljseUs d'Homero e de
vadida por grosseiras caricaturas da idade de ouro. Hesiodo a algaina distancia da I bebas Eg\ pciaca.
No'cvnicosquadros dos anlepassados de Rabelais, A1UI ocano era um mar de rea e a ilha; dos
as fonles limpidas do paraizo philosophico sao suhs- Beraavenlurados um verdejante oasis.
Muidas pelos rios de inolbo. A lula dos p.ies e li-
los qae dispulam a honra de ser comidos, succedem
as sabias disserlaces do prado. Aqui Platao mos-
Ira o festiin preparado por maos iuvisiveis; all o
poela cmico faz cahir do eco tojos tostado e orde-
na aos peixts postos as frigideiras que se volvrm
Porem o Eg> po couheceo o sonho da l'ulicidade
depois da vida '.' N3o moito provavelmenle. Urna
critica que nao quizer ser coniplaceule nao admt-
lira'que as aceas ruraes que vemos nos tamules
representar, como dissera Ch.impollioii : a As al-
mas semeando o gra'o Boa campos da gloria.nCham-
por si mesmus para serem melhor cozidos. Se po- Po,ll0n quena augmeutor moralmenle o puv euja
/ei mu-nos a pensar que estas inspida graras cram i ''"-"a prelendia ressuseilar.
recitadas ao p da collina que o Parlhenou coroava He o erro generoso de nm espirito ensinoante.
com sua divina archileclora, repetiremos com Mou-! *^Md,l e,n su" BrigeMB, a pretendida sabedoria re-
laigna que o homem he um ser varia.el c divino;
creta esperanja que nada pode destruir i que re- i Avern0- Ma"'lhoso poder di imagiuacao ; llome-
nasce iuceseanlemenle como as enlranhas de Prome-
Iheo e.picaradas pelo abulre, que sahiu o mundo en-
cantado a cujas porlas esla a Morte. Porque esle eco
azul, purque estas risouhas perspectivas, esle claran
repeutiao no meio de tantas realidades dolorosas ?
seria a lembranca de urna patria descouliecida '.'
O meimo austero judaismo au escapou esta lei
deuussocorarau: Dos collucou Adao e sua compa-
nheira em nm admiravel vergel corlado de rios re-
frigerantes. R quando o progresso permillio ao
'hnstianismo foudar seu poder sobre as almas, Teio
permiti- a virtude ferida uas lerriveis lula da vida,
alegras eternas sob um docel azulado.
Seguiremos este sonho dourado da felicidade desde
o instante em qai se embaloa ni infaucia da (recia,
le o da eu que se perde na aurela da nova r,
l-orein descrevendo como a visao da felicidade offre
as iullaencias dos povos e das civilisarOes, como
nasce e se propaga esta inspirac.au geral, "talvez for-
"ecaiuos materia para om capitulo sobre a historia
d alma, talvez que nos lelicitera alguns leitores por
Ihea haver indicado o cono d'este rios luminoso,
dos paraizo, cajas margen, como se podera expri-
mir o poeta, sao semeadas de admiraveis llores:
E vidi lame m forma di riviera
Fulvido di fulgore intra due rive
" "Pinte di mirabil primavera, n
I.
Meeaa atoa, sempre viva, o he ainda mais depois
la morle. Ela reflexSo de u
mas quando as vemos rcapparecer a modo de paro-
dia de Eliseu christan, cunviraos que o homem he
por loda parle o mesmo e que nunca mudoo.
111.
I.-se em Jauto Clemente de Alexandria, que la-
i roca nesle poulo a auturidtde do Prtico, qne o Eli-
seu e algumas cidades dus Arima'pides e dos ll>-
i perboreos, assignaladus pelos poelas, sao a imagem
| da cidade celeste, por que o nome de cidade o.lo se
1 podi applicar seno a urna reun,m de boinius vir-
ligiosa dos Eg>pciacos revelara aulc o inslindo do
mateiialisme. Sa assim nao fosse por que se preo-
copiriam elles Ua tornate com o cuidado de pre-
servar os corpos da dissolucao '.' Se o culto do E-
g>plo loruou-se subtil e myslico, nao opoderia ser
senao em ama enoca muilo tarda, porem o carc-
ter saliente he a adorarao da naturexa rigorosamen-
te encerrada nos limites do clima. (>Eg>plo su-
persticioso e panlbesta nos deixa bera entrever um
inferno ; e nos occulla seu paraizo.
A llespanha, quando os (regos comecaram a co-
tuosus e n;lu as impuras sentinas de qae est coherla i "hecc-la.tornou-se o paiz das almas. A llespanha
a Ierra. | possne em bello clima, a nalureza ahi be seductura
Ignora-se esla preciusa rellexao que nm dos mais I senhora, a llespanha linlia ilireilos a ser um pa-
sabios padres da igreja suggerio a Santo Agoslinho a Mtoa D'ali estes crditos e estes geographos da an-
cidade de Dos; mas ella nos revela mais de um pa-
raizo ou cidade celeste que se oceulta sob a descrip"
rao de um paiz imaginario, regies que tanto se a-
partain dos vivos como dos morios, e cojo nome he
utopia.-- l'ran-piHlai a lirr.'iu de urna felicidad!
pura, cuja foule est no respeilo da religiao, dos cos-
tumes, das leis, transportai-a da ordem sobrenatural
para a ordem philoophica e moral e (eris creado
guidade, que nao podendo decidir-se a abandooar
s pegadas de Homero, repelem |a porfia qaeo E-
lyseude Rliidamaulo e de Menelao eslava situado
na visinhaiira de Gades.
D'ahi esta tt>raologa do nome sonoro de Tartes-
ses.de que Homero, segundo elles.lizera o de Trta-
ro. Mas neslas chimeneas cunjecturas, nada he se-
rio, nada he critico, nada ha qae pussa declarar o
urna utopia, isfo he, um romance sobre o bello e so- i bom senso a a philolugia : ellas teslemanham esta
disposirao universal am escolher o poenle para a
regiao das almas.
A Iberia foi por muilo lempo o ponto mais re-
mlo da trra para o occideote. Era ahi pois que
se deviam elevar OtProp]leo da uutra vida.
No dia em qne os Gregos vogaram do Atlntico,
julgarm-se no verdadeiro das almas, Emao he que
algumas ilhas descoberlas pelos Carlhaginezes na
virtuoso que habita as extremidades do mundo, a eosta d frica loruaram-se sob nome de ilhas felizes
bre o bom applicado aos inleresses humanos.
A idade di ouro pode ser considerada como a mais
enliga das otopias. Ella nao difiere das que lhe
succederam seno porque he mais natural. A par
deslas grupam-se as utopias dos virtuosos Dlbiopes e
dos virtuosos Dyperboreos, lodas conceprea m\oi-
co-moraes bebidas na mesma fonle. Trate-fe sem-
pre neites romances primitivos de um povo feliz e
margem do Ocano, esU cierna cintura do disce ter-
restre. A nuil-a differenra he qoe se os Elbiopes af-
ilo un snl, o Dyperborlos esUo no norte, alm dus
montes de qoe se lae,! Horcas, e que elles vivera o.
bre ama Ierra aquecida durante seis mezei por ura
sol primaviru.
V doenra e a guerra, essesdous grandes flagellos,
paraizo, coia si- i
I sao descouhecidos cnlre os Ilyr.erbono. Ah su se
navegarao no Pontn-Euxino, obleve alguma celebri-
tuaeao excepcional leste indica os progresios da i
' morra ao cabo de mil annos coiisagrados a virtude e
dade. De preciso crer lambem que a Grecia era '" 'f do""a,es' Nao de-preaemea laa licee,
m espirito delicado,
resume maravilhosamenle o espi,iinaiismo moderno.
M se Jisse.se que a alma, ,emprp viv)i |le
menos depois d morte. caracleriar-se-hia com al-
guma precisa o esplritualismo anligo. O homem
desde a nrigcm das sociedades.qai/. penetrar o nnsle-
r.o do tmulo. Excitado, inspirado pelo senlimenlo
r-hgioso oa Ha pcela,qoe identilicam, elle crcou
um muud
ro fez do pequeo golfo de Bajes, perlumado e lm-
pido, o pen-lilo dos infernos.
No enlanlo se volvessemus os ollius para esla par-
le du mundo, a sombra niivpiu se enlreabriria. A
idade d'onro cum suas deliciosas sombras nos appa-
receria no seio mesmo da Italia. A criamos esta fe-
licidade universal que os puetas assigualavaui cir-
cunscripta n I, itium, sob o sceplro paternal de
.Saturno. Situada no extremo do mundo homrico,
a Hesperia pode ser lambem, por sua longilude, o
paiz da relicidade como o dos distes pruligios. Nao
o esquejamos : o rei do l.atiiim, o re da idade d'-
ouro, governa, como veremos, al sombras legeudas ;
e seguudo algumas legendas tambera personifica o
lempo. Quando a mylhologia colloca oa dominios
de Saturno ao lado em que o sol >e pe, nao faz
ama invenrao chimenea ; islo prova que ella ade-
vinbou as harmonas secralas do lempo, da morte e
da noile.
As ilhas participara do prestigio de que se cerca n
mar. A ualurefa Ibes don a greco e o myslerio, c
al/jumas vezes a sublimidade do isolamento. Dehi
esle carcter quasi divino qne Ibes eonferiram tantos
povo, dah estas rbulas que as asignalara como o
berro ou o lumulo dos deose. Sii as minas he qne
iiispirnram a (recia a idea desla ilhas, moradas das
sombra [elitea, situadas ae seio de um ocano
quasi sem limile, posto l'ronieira do chaos. \5o
seremos nos que o creamos. I m senlimaiito hu-
mano, nma chaga orcnlla, Irahir-se-hiam antes ne.
lesjmbolo que nos mo-lr i a felicidade completa da
vida lulura como um ponto perdido no esparo e vi-
ziuho du na.la.
A litada nao lem Elytea. O da thlytsra he des-
crpto em qualro versos. Aqu a imaginario crea-
dora do mea dia a cede a theologia potica do norte
uaarte de engrandecer e povoar os dominios da on-
pouco osceplivel a respoilo de lugar de seu heme :
no oulro modernos, nao queremos ver Achules
sueceder a Pars no leito de Helena. Porem nao mi
parta,o que ha de verdaderamente curioso.hc a lem-
branco como grado a este paraizo na Marselheza a-
theiiiense. na eanrlio sobre Harmodus, o assassiuo
de Pifiatrato, canr.lo que ervia de remate aos ban-
quetes polticos da cidade de Minerva :
Nao, charo llirinodius, nao,diz esta canean,
lu nao morresle ; resides na ilha dos Bemaventu'rados,
perlo de Achules de pea ligeiros. e de Diomedes, li-
lho de Tedo. i
Ao qoe parece, dala de longe por os inmigos no
inferno e us amigos no paraizo. O atleta e sublime
geuio que parece nao haver fallado lao magnfica-
mente do outro mundo senao para melhor servir
seus odios ueste; Dante Alligbieri ele dOvidava
talvez que este proceso, au mesmo lempo lao fcil
e lao amargo, remoolava aos demcratas alhenien-
se.
A ideia da felicidade alem-tumulo, felicidade, me-
recida pela virtude, nao se aprsenla alu aqui seuao
curau orna pura inluirao. um protesto da poesia
contra o nada. Eslava reservado ao genio poderoso
e inspirado de Plalie fecundar os campo, da morte
sob o auspicios da scieucia e de fazer-lhes brotar
rruclos de eterna belleza. Quando sen pensauento
se volve para a outra vida, carece talvez. para u..s.
deela envidada, dcsta tristeza inagestosa a que nos
accosliimaram u meslrcs de philosophia. Eslas ima-
gens sao esmoladas a mjlhologia, como se ella pro-
curase para sua moral o refugio do poh lio i-i ir. fn
Platao que aconselhou ao sahiu.que quandn visse a in-
juslra pesar nete mundo sobre os oulros homens,
repoenasse, como o viajante que e abriga, emqiian-
to vai a lempestaile, por Iraz dealgum pequeo mu-
ro, do turhilhes d'agua e de poeira. Neslas pal.i-
vras vemos transluzir a leinbranra da condemnarao
de Scrates, l'orem ouramos o philosopho :
Urna le dos deoses, diz elle, qoer que os lio- !
dos Fcnelons da anliguidade que ja edilicavam sen
Slente; nao os desprezemos qoe ellas provam a
sempre aprnuve ao homem pintar se em bello. Pre-
llro esla fbula dos Hyperboreos a dos Grllons.
Ksle ni) thn he o do exploradores do ouro ; elle nos
o paiz ideial.
De o commercin qae he devido a honra. A fa-
ma d'alguus eommerciantes iudica, com maia .e-
garanra que nunca, as alma que penavam da que
lado do horisnute poderam eozar a felicidade eter-
na. O jardini das Hesperides tambem achavi-se
ao oeste. Elle be para a ilhas das almas o qne o
nosso paraizo terrestre he para o paraizo celeste. Es-
tes pomos d'ouro qua divertirain a infancia da
Grecia vinjaram singularmente. Da Cyrenaique fo-
ram transportados para ;a visinliaura do monte A-
llas. O jardim das Heiperides ha nma das formas
d'esla felicidade que nos fogeaos olhos ; a esle ti-
tulo he urna velho nivlho.
Tenho muilo respeilo ao Hercules astronmico,
annnucia que as extremidades da Ierra tem oulro assumplo de lautas sabias disserlaces, mas qnando
brilho que nao o da virtude. O que d'ora por dau-j n 'eje no jardim das Hesperides, elle n3o me repre-
te allrahira as vislas para e-tes paize descoohecidos I seuta o sol por anle'o attraclivo do desenuhecido e o
sera a fama de suas riquezas. O Opbir de Salom.lo, genio aveutureiro de urna raca corajosa.
esta California da rara semtica ja so mostra a leste
e parece lugir aos qua o procurara. D'entro em
pouco urna geugraphia faulaslica assignalara' nos
mares em que desemboca o Indus ilhas cuja.areia he
de ouro e prata. I mundo ainda he jovem e en- j
Iretaotnja uo souha cornos regatos de mel e de
Icile : em -eus sonho,ve o ouro mais algens passos e
ei-lo iiiiiinercianle e industrioso.
Em origin.ilidade, em celebridade o Allanlido de
Platao excede a lodas as utopias. De lodos os ro-
mances polticos, he o mais anligo, he urna applica-
ro pliilnsophica sabia da legenda sobre a idade de
ouro. Por muilo lempo reiuuii a crenra de que a
a narraran de Platao desiguava a America ; porem
urna critica mais evera, dcmon so voltar a opiniao de Montaigne, a Nao ha grande
apparencia, .he Montaigne quem talla, qoe es-
ta ilha aja o novo mundo que acabamos de deseohrir
pur que ella locava ua llespanha, e seria incrivel
que a inundaran a aparlasse della mais de duzenlas
legoas. a
Admilliiido com um ilbi-'re viajante, M. de llniii-
boldl, que esta licrao platnica se pode ligar a urna
especie de presciencia que inostrava ao humem outra
trra habitada alem do ocano homrico, he entre
lauto bem diflicil fazer entrar este continente no
qaadro da geographia positiva. Elle Ocara' por mui-
lo lempo ainda, cuino as ilhas dos Bcinaveiitnrados,
uestes espaco infinitos cuja caita a imagnaro
traca.
Falle! da idade de ouro ; sira, Plalo pensava nel-
A poesia latina he o ultimo echo dos sonhos da
.recia, echo ebeiode encanto e de harmona. Ho-
racio da' ns ilhas I e|i/,es um lamento eloquentr:
PeUtmtU arma ,ditite.< el (navio*.
No meio desle horrores da guerra civil seu pen-
samenlu rcporla-se com felicidade a esle pequeo
canlo da idade de ouru. Jpiter, diz elle, separou-o
do resto du mundo quando comecuu a idade de co-
bre. Para Horacio a ilha doOceaoo Atlntico, Oca-
nus circumvagus, nao he propriamente fallando o
as)lo das almas. He o Ihcma de nina bella pintura
da vida primitiva. Nada lhe Talla, nem a figueira
selvagcm, nem o mel no tundo do rochedo. nem a
ligeira onda que se precipita do alio da colliua com
doce murmurio. Emuppo.irau as elegante epicurista.
Virgilio nao se servio da legenda das ilha. felizes.
Seu Elysen he subterrneo c liga-se aos infernos.
Cumludo. discpulo re-peiloso doa Gregos, Virgilio
cullocoii o Averno us lugares ja assignalados pela
Iradirao homrica. Plaiao, na l.niidn, da a mao i
Virgilio, como Virgilio, na Dicina Cometa, da a
sea a' Danle para penetrar no inferno lloreuiiuo.
Confevseino que a representaban do Ehseu virgilia-
no nada lem de extraordinario. O rnalo he o mes-
mo que o dos parazos grego. Mostrar a almas fe.
li/.esqnelulam sobre a areia, vibrara a lyra e repou-
sam junio de sua arma ou de seus carros, nao be
-rainle esforro de imaginadlo, mas o que sorpren-
de c agrada he nm Elyseu que parece animado por
um sopro mais puro, por um sopro quasi chrisiau.
ca ale entao algara adiar em lalliludes menos bo-
reaes. Entre as ilha, ha una que se chama (Ig)ga,
he assim que se chama a ilha de Calvpso. La mora
Saturno. De ordinario o dos fica preso pelo somiio,
em om perfeilo antro i iturna!u de ambrosia, e cu-
jas paredes brilhara como ooro ; numerosos genio,
as almas dos que foram seus eortezes quando elle
reinara sobre a trra, cercam Saturno e sao os in-
terpretes de siu sonhos em os quaei elle v lodo
que Jopiler medita. Purem o despertar do dos he
terrivel e issignalado por acces vilenlas e tjmmi-
cas. Quando Plutarco acre-cenia, em ootro lugar,
que as almas desles genios nao exliuguem senao
no meio das tempestades, e exhalando vapore em-
pestados, he natural que se perttunle o que foi da ri-
sonha mythologia das ilhas dos Bemaventorados.
Evocam-se as lerriveis visea da media idade, o
duendes, os phantasraas, e percebe-se ao looge o
vasto campo dos espeelros e da magia em qae ludo
se eoconlre, desde o lempesluoso sonho do bardo ale
s Mil e ama ooles.
Cma ero In.io delicada e prol'uuda admiron-ia des-
te contra- e ; percebeu nelle o trajo melanclico das
rajas do norle, e levando o raciocinio alo ao extre-
mo, julgou puder roubar a Grecia o symbulo da na-
vegarao das almas. Assim, segando M. Welcker, es-
ta dpce e consoladora legenda, das ilha Felizes, de-
veria ler nacido lob a nev. Lm sopro boreal deve-
ria t-la levado, com o cullo do Apollo h)perboreo,
aos felizes paizes do Meio-Dia.
Ser ioconlestavel esla opiniao '.' Seria verdade
que a l .recia, que em lao elevado grao possuia o es-
pirito do svmbolo e lao felizes descoberlas razia nes-
la ordem de ideas, hisse ubrigada, para representar
a figura da passagem para a outra vida, a' recorrer
aos Germanus, aos BrelOes ou aos Se) Ibis'.' Parece,
entretanto, que para urna raca de navegadores, o
nico caminho do paraizo devia ser o mar. Alm
dislo, enlre nm povo mobil, Ka prompto cm rece-
ber como em repellir fbulas, nao e pode dar qae o
raaravilhoso bouvessi variado mil vezes sem que por
isso fosse esuiola-lo ao eslrangeiro l He ura rio qoe
da longas voltas para chegar a embocadura, e recebe
loda a eipecie ile alllueiile. Notemos, alm disto,
que as rrenr.ii religioas tem sua infancia, sua na-
luralidade, sua velhice ; eis a tafia porque Os dog-
mas perecem. Pastoral com Humero, guerreiro cora
Hesiudo, magesloso cum Pindaro, ornadu e plnluso-
phieo na academia, o injtho da inorada das almas
felizes aprsenla, em Plutarco lodo os s\Diplomas da
decrepilade. Quando o phylosopho de Cherona es-
crevia estes eugeiihosos tratados em que abrara ludo
quanlo pude ioleressar ao homem, era uo meio de
uraa sociedade corrupta, cnvelhecida, surdamente
trabalhada por novas e inauditas doulrinas. Talvuz
qae elle lambem bebesse esle maravillioso lo novo
as faifas narracoes dos viajantes. Mas o que poda
ser o sonho da felicidade sob o reinado de um Domi-
na nu'.' Deiiemcs, poi, a'Grecia o mrito de uraa
hetao que tao bem se concilla cora seu geuio a sua
geographia, a cujo fuodo popular e humano foi re-
locado e colorido por seos grandes humen-.
Alguns anuos depois, (aerada sb bons imperado-
res, o universo respirava, um sophiela eugenhoso di-
vertia-se em parodiar ala ilha da felicidade, cele-
brada por Pindaro. Nao era mais a grosseira porm
innocente zumbarla do puela cmico, condemnado a
fazer rr viule rail espectadores ; era o aarcasmo ele-
ganle e voltairiano, o picaulc critico de om sceplico
qae zombaudo feria uo cornejo o polylheisiiio. Em
um cont cbocarreiru qae he recordado por Gulli-
ver uu Microraegas, Luciano e seus amigos ebegam
ilha dus Bemaveiiluradu, ilha perfumada, ilha flo-
rida, e apenas pera pe em trra, coroadospur gu-r-
das-costas to levados a' preseui;a de Rhadamaotu
que Ibes da liceuea para visitar sua ca|ntal. i.iue
maravilhosa cidade.' As casas sao de ouro e o pavi-
mento de raarlim ; lerhan na sale porlas' e o muro
que a cerca de jaspe verde, tem por losso um rio de
oleo aroinalico. A sala do banquetes he fura da
cidade cm um lugar chamado os Campos Elyscns,
prado admiravel cerrado de arvores copadas em
que as alma doe justo vestidas de leas de aranhas
tintas de purpura eiilregam-se aos prazeres da me-
sa, lloran!*' o banqncle euros de joven de amln)-
us sexus execnlam dilleroulcs pedar* sb ;, direrr.oi
de Arion, Alianeinii!-, Stesichnre, cuja lellra he de
Homero. Que Luciano se limitasse a eslas galanle-
rias, a' reprehender o esposo de Penelope que, diz
elle, lhe da para cniregar a Calipso urna carta rom
o sitete da mais fiel das mulberes, seria permittidn
admirar sua viveza c seu tlenlo ; mas quando elle
(rauspurta para a ilha lo calma dos morios, as pi-
xes e as intrigas dos vivos, quando pinta o amor
oo antes os dous amores a' reinar na praca publica,
lemos pezar .le deseohrir o eynismo sob a miscara
do moralisla. Para o autor dus Dialoyu dus murlur,
um pedasu de allorge de Diogenes exced sempre o
capole do philosopho epicurista.
A crenra das ilhas felizes, lao eslreitamente liga-
das cora o dogma religioso das penas e recompensas,
aala afeare legeud que, nos bellos das do paganis-
mo, linha por interprete a musa severa de Plalarcu,
devia, nu lempu de seu eiifraquecmenlo, ofincar-se
c perder-se. Reata periudu que remonta ao seculo de
Augusto, o I.inverso, seguudo a teliz espressaii de
M. Villemain, loi enfatuado.pela fascinaran mvlhu-
logic.i. O pobre era rico de supersticilo, 0 rico era
sceplicu, oa espirilos generosos prucuiavam a reli-
giao aiiuuociada por Scrates, os philosopho euvia-
vam os morios virtuotos |>ara a la, emlim o princi-
pe dos poelas laliuus, Cicero, collocava a grande al-
ma deScipiao o \ (ricino no meio dos paludos es-
plendores da via ladea, paraizo ruinan.., onde do-
minava a purpura coraular, porque abria-se smen-
le para os que haviam defendido, salvado, engran-
decido a patria.
I'cntou-se crer que este mesmo periodo foi les-
lemunha de ahumas tentativas para tazer reviver
a amiga Tabula das ilhas do Morios.
A poesia quasi que nao poda abandonar nina le-
genda lo rica e retocada pelos meslres.
Demais o paganismo em talas cm prega va seus l-
timos recursos para combatir a indillerenra, a in-
credulid.i le ou o desprezo.
Elle voltava, evocando ludo eo passado, seos
primeiros dolos, queimava uraa vela a cada canlu,
mostrava-si religioso.
Eu uao quera ou'ra prova aenao a .'Argonau-
tcii' allriboido por lano lempo i Orphen por sa-
bios nao suspeitos.
Esle poema retrospectivo apparece como o ultimo
sigual da vida de ama escota qae occiipou am
lugar importante na religiao ni)stica do Gragea.
Nelle se procura, sobo grande nome de Orpheu,rea-
nimar a f pagaa. Uegrjr.adameiile a arma he
muilo enterrujada ou moito inhbil a lilao que a
manija, para empecer a marcha de una nuva seit.i,
que pouco e pouco :e ligara lodo os nuhres espi-
rilos, lodos os coiaces generosos.
l aulor desconheeido desla obra, condnz seas Ar-
gonautas margem do ocano gracial ao seio do
Macrobilas uu aules a un logar du tvaeu.
O olhar claro, a foule serena, a alma c o corpo
isentos de eulermidades, joven, bello, sabio, reliz e
virtuoso, u ll)perboreo,engauo-me, quera dizer
o Maciobiladorme o somno do justo depuis de ha-
ver vivido mais de mil anuos :
Nada perturba seu fim, he a larde de um bello
dia.
Nao longe ilahi e!evam-se os montes Riphcos,
cujos altos cimos cubrein o paiz do Cimmerianos
com una somhra eCpeaia, Herniione he a capital
dente paiz, que he regado pelo Aeheronte : he sobre
a onda fra c clara desle rio que atravessa epar-
gindo ouro om lamacenlo pal, que navegara o
... .,------------,......-.-i, me crcou a arie ue ensrauuecer e povoar os dominios da on-mensuue liuuverem lev-.a,, ....... ......... -------..'.._ ....."'"--------............-------.- p-"": cania, s Hoe- .......-i..... i........^o" "" ~ *m
lo inv.sivd | imagen, d'este era qoeltr. vida. Homero conlcnta-a coro motrar-iio.. hibilen. as ilha ,^. ..2! u 3' I''1uano0 e Ne podemos bem admirar, do alto da Khadamanto e Menelao transportados para nm na z; niela felicidade .,,,,!,, p,,ril at" 0ar de co,u- Sar. elle nos mosl.a os d.-uses lai..1., iolcri* ,!e ur- 1 <1e nina, laxa dlve como nev. Hiles ja radiara com apellas entrever um El),.-u. dcscobrem-nos ag
ieohoaa maUpliiaiee, que de imagina,.ao | frtil que a chuva. a nevo, os longos invern aun- i vado- e us ii.mi,. ZT ''Ue' "" T*^ ""*' I"""1 V,l',nli,lu C,W"00 ",s ,n'10' rtc Keptaao. O esla luz cele.te com que brilharam na justo, no Eh- ><"" *** 'eis precisamente ,, qoe
r inlelleclual devera ser precito para dr- ca enlristeceni. >.lu elles morios, i.io v.vns .Nao o .-3o chamado ,. (arUn l|e P1''- amor enternece o curarn do dos neste novo remo; seu de l'en.-lon. Virgilio, ja tedete, he o Home- '. -*' '"'"" '*' "ermione'.' No paiz do Sarn
vivemos.
nossa ilead
; de vijjor i
sembara.-ar a alma da materia. lri.a-la indepen-1 sabemos, timno niereceram est
.ente, dar-lhe um lugar d'exiliu ou nina |ialria, prenles de Jpiter. Estaos" "
adiar emlim o, taternoi e |.araizos. O espectculo eslii situada
d'e.ta primeira Creacjo nos escapa, porque comple- ocano, purque he rdresc.da por e topeo.
loo-sa lenta e -unamente na noile do patudo. So- g
mate o que vimos, quando volvemo os ulhos para
Os beinreilores dos homens,o padrea caslos, os poe- morl* do pai'. para chegar ao reino dos onhu.
i'am
ora
la-
ma-
favor ." lie que sao
Ignoramu-lo. Ilude | o, una murtal e tom i pai de una rara divina esla ro de nina poca de Iransie.lo. Pagan pela .,iu,a.! las, sobre s m.ireens do rio i runieiic du anligo, o
ilunio. os vivo, julgarani-se cnlre I ra
ra crcce c se niulliplica sobre ora tole de una ve- rau, platnico pelo espirito, he ebristao pela aenei- Bltico dos muderuu.
la senteiira, u, milla sorpreu- I gelarau admiravel e cujo seiu encerra os melar- mai, i bdidade. Ei poa onde elle se senara do nolvll
L^.:ZT"ir'u,r\^ S^S?J*!^*"-Ml-* E,heh*..... '.' i ......i^Hd. e gra.a.'porque l^elpre por,,, fa,
Da la lizes, .lupiler suprimi este tribuual
Admiravel el-islicidade de puMIieismo, qiietrana-
Nilo a margem do
- e ,s, nao nu deve admirar, j I. ...ai imparcial. a que acreselo..* ire.'I T '""'"'" "^ "Ua"" "'"""'^ '^ '"" ^ "" T"'U '"' ""*" "" '"'" 'lrIam mkmm V,s,ul>- > "**
, A primeira anliguidade rege preoccu lava-se n laue Rila l, xii '^ ***** p("ll'r'>sa lirol,;clor a rt"i couslrue por- I rudeza primordial. Virgilio iuaugurou na sociedade
esta raca grega, p,erft.......U ., Ielnar (.le,....... ; ,......" ^ ,,,,e c,,,, rTembremo n s a o T n ', '"' Um 1 5* ,"l"'i0' ,e",,"0, '^''^ *" "'""" ^ ""^ I '"*"* '" *" 'M<"- "*- "- ><"' ****. fiacellus h -
nos dominios do e.p.riln, be ,e no empo de Do- | ,,, aposta qne Achil.e. 0.e a I ssse, IZ- l ene 11, Z .- "''"le '""""'''""' "-"-!" .......do. na frica e na Europa fa. | denlas. Eis cerlamenle a U.I0M Hade predil. peta I du. do alnsmo va,, cahir sobre te. bellos p.,i,c.
mar. a s.parara.i d'alma e de Corpo ,a Ma- | qnereria r em. do mai P..hrV "1,^, In'r n Tm I "'T' i "m *? "" ""C"f h""fn5 ""' ***" ''"" *#* ^ "n"- "'"' '" ""' "" "" "'' """ ""'r '"""' *" ".....' "--
hienda 1 an exi-t. por me-ma. ,,. ,1, mv, ,,. retoar anbr. Ind-, n pavo d! ., :! y- ,\ "V --"" "" *" "*M ,n'le MM^ *~+ ""ia f''" Slho. de de hornea.. | prod.gias, o: barbar. s9 .i,,,^.^
'"-a.mpp-.iivei.iroqan;-. qus- o corpo heapeoe om'raiao
"ouco a lodo, nma planta '.imana: poique ejundo i men-
poiqi-e.
lodo
meeqoiulra i.a
pereiro de o-
i Di flomiritrhen Phaaken una He fntetn a>r
':g'.H. r.hrin \Hntm. ,.Vh.iinc. le.l-.r. tomo .
i pagma 218
riquexa, nada fttta ao- filhn. de I da homeni
Replano, >..i o dia era que CAegaode a llera:--e nm nnca progtMe rttli dem llur a//-,
estenc.a ceiesle o Allantes te diixam corromper. I Vimot qae com Bocado e Ir rom Vireilioa poe-
Elle" eatSe no feslielr- da rloria e entrelanto. xme- ] tica div- pnrai-o e intpirnr- aindt. rom a (recia.
Mais um veo liiguhre esleude-se sobre o
Dabi certa peripecias maravilhosa : vencedores
que ahraram a l do vencidos ; dabi esta, lula ler-
riveis que dnraram por seculo,; dabi, einfim, cer-
as Ira macees estrauhas entre os cultos anligos e >
novo cullo.
Verdade he que mil annos depois da era chrirtaa,
a Europa ainda conlava povo, idlatra; e he a*
pelot fin do seculos dcimo e decimo-primeiro que
os Polaco e os Hatsot deixam teas anligot >ro-
blos.
I rea religin preoecuparam principalmenle a
iinagiuacOe. alm dos limites da etTilitac^o romaua
no Occideule a no Norle:o druidismo a at reli-
gioet germauica a scaudinava.
Filha da religiao germanice, a nligiao scaudina-
va rol a nica que se prolooeou atreves da meia-ida
de pordivirsit ramilicaeoes; as oulra nao larda-
ram em aonullar-te aafa a aeeja. secreta oe vitiTel do
ehrisliauisrao.
Cumiado, saa desapparijao na foi completa. A
poetice popular prolegeo suas ruina. Vimo-lat re
appireccr as bailadas, nat legenda, em certas Ira
dic^uei myleiosas qae revelara um polytheinjio
local; achamo-la tambem not romancet de reval-
laria, porque o romanea be o poema epieo da meia-
idade, a liada da nova sociedade que aa-aaca di no
vo a barbaria para chegar depois dos mai longo,
circuitos a mais alia civilisarao.
Mas o que sobreludo eouvem astigtialar, he a
crenca na felicidade lulura reapparecendo no eu-
da mylliolugia sepleulriuiial, inait viva a mais jo
ven. Enlre estes puvos de um genio grave e tilen
cioso, os domiuiot da morle achara--! singalarmen
te augmentados.
Assim, nada iguala a variedad! c riqueza doa pa
raizus scaudinavus, encerrado em um enorme re
cauto collocadu no uni do mundo, quero diter n
Asyard.
Enlre as moradat divinas corapreliendid nesle
reino das alma, o Valboll e o l,inoel jiarecern ser
o mais augustos.
No. Valboll, os alkirie, isto he as amazona-.
sciudinavas recebera as almas do hroes morlo
eumbaleudu; porque uesta regiao toda goerreiee.
o iadeTM parece ler tido creado para o covarde
O Valboll he coberto de broqoeit e fecham-nn
quiubenlas a quarenla portas defendida cada ua,
por oitoceulo guerreiro.
No centro eleva-te urna arvore inmensa enja
especa folhagem abriga a cabra lleidrun, a Amal-
Ihea dos ifiimanlsi.. De suas enlomeeid, Lias de-
corre todos ot dia, o budromal qoe iununde de ale-
gria o corceo do hroe. De um aspecto maia pa-
cifico que o Valboll, u (mili, paraizo de orna dala
mait receule, olierece um tranquillo retiro a al-
maa virtoosas.
Ahi, em urna sala dieta de luz, em presenca dr.
Dos de jeslica e da paz, ellas saboreiam a lelicida
de na eternidadi.
Ja comparamos o Valboll ao Elysr-a dTloeair.
comparemos agora o i.iiuill como paraizo de Pin-
daro.
A nalureza falla com muilo mais erouiincio a
iroaginacao pensadora du norte, do qae ao ardor tan
sual do homem do meio-dia. Cerlamenle, entran
cullo sanguinolento d'ismersul e at doret iaspiracoe,
do druidismo chiraerico, nao he fcil o perltelo !
eulrelanlo om lado os one, he a suprim idolatria
das planta, he o santimeoto profundo qoe nasce d
vida solitaria, e transforma-te em deliranla exlaae
De ao menos o que deixam entrever a, Tilhat poej
as germnicas que representara a trra e o ceu eo-
mo urna Horesla immeina. imagem aalmal d Alie
manila euvulta em en manto de ui/e e robera de
florestas.
Ainda a esla hora, o povo em diversos lzate*
nilo lem oulro nome para designar o paris scaa
o do l'radu dourado. Talvez lambem que ama Aaa
fbulas da mylhologia scaiidmava se occulla aob es-
la forma cbrisla, a que not mostra os deose reuni-
do depois da destrinrao da Ierre em um valle diri
na e adiando sob a berta esposa chapa de oaro
Platao. no lira de sua repblica, declara qua nao a
praeeeaajM a aorta riservada eos menino, na uotra vi-
da ; o mesmo lerno Virgilio relega sem picdadi e-
la- inimcenle, orahras entrada do, iiifercm. lata
nos alflige jiela memoria desles. doo< grandes rtatoeu,
Ao contrario, misericordiosa e maternal, a legen-
da allema i rene sobre bellas relves a almas dota
pequeas rrcatorat que a morte sorpreaden no erv
i '1 di aguas.
Compara! a fbula de Narciso metiroorpbiHi.idii
em dor, com esla legenda de um menino qae morra
qliando se detfolha a rosa que lhe deu am anjo.e ve-
ris te a sentibilidade e o 1-neauto qae se achara do
lado da Greda.
Longe de desappareeer, o m, Iluda eiagera ate.
almas travez dos mares reproduz-te tota urna nova
forma neste mundo teandinavo germanicu-taioiuo.
Procope ralla de urna superstir.ao popalar qoe rai-
nava sobre ai costas da Gallia enllocada em face da
Gra-Brelanhl. Multas exea no meio da nuile
om pescador ouve te bater na porta. Soa-lhe autou
vidot urna voz terna mas de em aecento irreaislive! .
ento erguea-se e corre ao mar. Espera-o na mar
gam orna barca toda aperelhada. Mea a barca mar
gulha-se... d'aqai a pouco vai torobrar. Utr-ae
hia que a sobrecarrega ama maltidaO de paaaagei-
ros. Corre ama hora a o pescador que nao rian.ui
ile remar, chega a's margen de Briltia. a dren Bre
lantia. De ordinario esla viageui leva um dia e
urna noile, mes aqui ettao de parte o ceo a o infer-
no. Dinlro em punco a barca deixa perceber seu
llancos fora d'agua e entao o Caaron gaulez. -
lidiando que esta' desembarazado de soa carga funr
bre, singra de novo para a margem natal. Dorante
esla expedirn melaoeoliea, elle nada vio, nada, ae-
nao o ceso negro, o mar marolhoso a a plaga dsrter-
li ; mas ouvio alguma cuesa : urna voz proclamou
uomes como te chamaste esle invisiveit puttageirua,
para moslra-lo ao despachante- dunanier da
morle.
laes sao as ideas que enchem a Europa no sexl>.
eculo de nossa era ; ei. porque imagem a tjaaaaa-
lirao popular se representa esla viacein da. alma,
que se taz sobre o arcoptiagu antigo,no loiuea
dos bracos das Nereidas oo sohri o lorobo do, del
phins.
De aqu que um seclo aules de Proeupio. um
poela da decadencia trausporlava o Avcrnu.hca lem
desla Briltia, que se loruuu o azilo da, alma, da
raca cellica, que Plulareu, duzeulu e ciucueula an
nos antes le Claudianu, assigualava um rantastiro
archipdago, governadu por am Saturno minan
lico.
re Iradirao que denle Homero,.e obstina em rete
gar as inareeiis do onlro mundo paia alem do ac-
cidente, nao se desmenla poi nunra ; a eomo pa
leria desmeutir-se quando rorre-ponde lio bem -
impres-oes mais intima- e mai -ecrea, de nua na
lureza '.' a Ouando odisro do sol, diz O. Muller,
cabrado para o horisoute, alienas no proje la una
Traca luz, una doce melaueholia te aposta de nu,
- so rorar.lo a o mondo da almas 'lites parece ap
- parerer na purpariua regiSa do poenle -
0 periodo cavaleiroso da media Marta coiii-r*
lambem a seu modo ne-la velba crenra. Na lge"
la de Lncelo! de l.ac, este ordena a donzell da
Escalo! que depunba sen corpo cm um afio rea.
mente esquinado, qoe depois seta' eulrrgoe ao, ca
prichot do mar. Pentou ta que ama de,cri|.rji..
excntrica uo poda ser leita seno em altroi.a,. ...
pata do mol tu, para onde os venios e as vaga. I
varan ao acaso a alma do cavalleiro.
1 ni Ilustre saina ;| ceusurou este exlravaganl..
custume scaii-iii.avo de ileiwr o, curinx sobre bal
ca. Porem porque n.i arharia lainliem I ancdol
sha ilha l'elix, como o hroe homrico Arihur nqo
cadver a faila Morgare transporta para a ilha '"
Avallon, o jardim daa Hesperides da ui-ihulugia
cellica '.' .Vio levju ja outra I.ida. a id* da- agaa-
enlre os grvaeae, -eu tilho, inorli. ou vi., para a i
li'a de l.encc'.'
Distiiigui e e qauerde-. a urigmaliJade da i.
ras, a liberdade ab-ulnla do, losliiiclus ata] ulan
-nodal a pioiii'iile/a qoe -rpara o mxlho-grcgo de
mxlho-cellico, certa-aualogias fiiudaaieulacs ajfM
pen lem ao espirito huiuauu adiar -e-hain -euipra
a de-pello la dillereu.a du, iempus e dot r.i-luioi -
Iniiienio- por exemplo a (legen-la de San lli.n
dan que se 'liria emulada a fbula da ilhas Ke-
Il7e.
Deia '.-pora em dinnto am no:', p.-ig ini-.mo
O mando v- apparecer repntin-mente relRiC
2 neaMIiattitclia GelallTte eaxa)tg.a 14"W tnroo
i. : tgine 'I.
1 i.-rimm. -. Deatacl. rn-ihol




Conliecc-se a piedo-a o djisea d'mn monge di
Hibernia t irave do occeano occidental. Agora
ulislitui a un povo altivo, sensual, engenboso, _
manle das vagate dos perigot looginquos, una ra-
aventurota lamben] .un tute do mar, das arvores,
das llrese cuja senta ccasta melancola, singular-
mente se liarnuinisa cnuj o lado pensador, myttico e
temo do chrislianisiuo : substitu- o mongo ou o
trovador pelo rtpodisla na pelo puela (m vez do
Averno, de Polyphemo, de Scylla, dos rebadhot do
sol, ele, tereis o inferno clirislilo em forma de vol-
tio, ama forja decyelope mi-asiros consuini los nao
vsis ovtlhas gordas, novella, pastaros que
eanlam as malinas na liora florida, i ilha delicila,
peralto liyperboreo, radiado a doenc.a e a (ritiera,
emfito no mais longiuqao occidente a Ierra de pro-
missao, que deve} receber os sanios oo din em que
a f liouver tnbjuga Jo o otiiverso, Ierra esclarecida
por una luz cuino o paraisu de Ptndaro e seineala
de pe Ir,i! preciosas como o de Plitao. Seriam al-
gumas lembram-as classicas importadas da Irlan-
da ?
Nao ouaamos dize lo ; pelo coulrario a critica
moderna iuclina-se ema favor de urna reaccio do
norte sobra o Mel Un. Porem o queaqoi adiamos,
he a eterna tendencia para collocar al em dos mares
os verdadeiros Ihesourc- do hoinem, o bom, o'uello,
ii ideal, o santo : tal lie a secreta influencia que faz
correr, tomando i f e a esperanza por bussula e
por piloto, em busca Jdesla felicidade ettavel, que
So te altioge ah se nao pastando pelo t-
mulo.
A queda de Roma e o triumplio do christianisnio
reuovam o muudo. A Europa romera urna nova
mocidade. Entretanto as reeomtneiidares do pan-
ttieismo grego romano -ai sempre vivas, tempre
promptas a enlreter asupersticio popular. Adovo-
ra do lempo alimeuta-se com urna mullidao de nar-
rarles em que se ada, sob a barbaria da media ida-
de, a legenda aollga. O purgatorio de San Pa-
tricio, esla viagem dos vivas ao outro mundo, pode
dever :us urlgeina' credulidade eellica ; porem por
outro lado, como se hade recasar equiparar este gul-
pho, aberlo em urna ilha, uo rano d'ura lago d'Ir-
Utida, com o autro de Tropbunia, o purgatorio da
Becia A semelhanca das prulicas devotas basta-
ra para produ/.ir a admirando ; qoando nao fus-e
senao esta profunda nstete qua, na Beocia como ta
Irlanda, se apodera por alguns anuos ou mesmo pa-
ra sempre dos que uo dominios da ootravida. He conhecirtoo mythu de
Jehau. Prtucipe e pontfice, como o papa ou o gran-
de Lama, e velho como o Ityperboreo, porque cuule
mais de qoinheiilos e sessenla anuos, o padre Jehan
mura no camtnho do paraso terrestre cujot ros ba-
nham u paiz que pur elle he governado. Ksla trra
abunda em pedra preciosa, esmeraldas, saphiras,
rulnu-, carbnculos, e o que mais he, postue a fon-
te de Jouveuee. Uanliai-vot nesla agua maravillio-
ta vos tornareis lo joven, como se vos banhaaseit
ueste rio de alegra de que falla o Riego Theopompo.
lie nos dominiut du padre Jehan que ere-ce a arvo-
re di vida, guardada da e noite por urna serpente.
Esla serpente sem duvida da familia do dragan das
llesperides, por salyras, pygmeus, centauros, gry-
phos, amazonas, ni urna patarra todo o sequilo da
mythologia se rene nos estados do padre Jehan ; ale
alii se ada o plieni.
Esta meia idade tilo grosseira e lo sobtil ao me
tno lempo, (3o sensual e lAo mvslica, comprehendeu
puisa seu rao lo, fora da orllindoxia.o paiz ideal eom
que sonhara a antigaidade. No renascimenlo o ru-
no do padre Jehan cedeo o lugar au Eldorado. llo-
ra em dianle, existir' sempre e-te mylho aiueiica-
do. I'ni immurtal sarcasmo de Voltaire alvou-o do
esqnecimenlu. Existir para sempre com u nusso
vtlho paiz de cocagae, paraizo dos inonges, com que
por lauto lempa e enlreleve a malicia gaoleza. Se
Malsanas ao trovador que runou a fbula do Court
du paradi. que elle resauacitava os quolibols de
(riles mu '.' Hem verdadeira he esta phrase do autor de
' auft. inspirada por Mepliisluphles, se a liumaui-
dade camiulia, he em espiral.
Quando passou a idade inedia e abriu-se a era
muderna, o muudo vio elevar-sc dout poderosos ge-
nios, os quaes,ambos reunein ,i seu mudo as' concep-
tes inj .ticas do passado. Sob a man do l>anle, o
circulo da vida futura toma, de repente proporres
inuneiisas e acha-se ao mesmo lempo cerrado e ter-
minado, ludo qoaolo urna poca semi-barbara
poda couhecer dos llieroit religiosos e poticos da an-
tigoidade sobre a outra vida, Allighieri o emprega,
\ a.los alicuces sobre que eleva o mais vasto monu-
mento; se o Dante personifica i mondo ideal.Colom-
bo representa u mundo real. He a expressao sebe-
rana e ultima desta uistituie.lo uidividoal, que des-
de as idiias mais remotas fazia suspeitar tm conli-
tiuente separado do notSO pela vasta exlensao dos .
mares. Masaasim como a' *oa geuerapbia fantasti- :
ca a anliguulade aenipre li.ou a'idea religiusa, un
mesmo modo sendo o primeiro a navegar nat para-
feas do Oreuoque, Columbo tulgava ler euconlradu ',
o paraisu.
"olr'nr i. no- dominios do pcnsamenlo, a poesa
era rainha, boje be a critica. Du alto de seu tribu-
nal a critica evora o passiOn c cundemua, sob os no-
mes odiosos de -up-r-lir.'io e mentira, n risoulio es-
tasis, o snnho que transporta e arrebata, em nina pa-
lavra as piedosas allacinares das geracnes desappa-
recidas, incline rao-nos peraule as deci-n da criti-
ca, porque se diz que ella se ba-eia na sciencia e na
ra/.lo ; todava be lo vasta e soberana sua jurispru-
dencia que Ihe ta| direilo a prescrevi-r a' este amor
do inaravilliusn e du desrouhecido que Dos gravou
em nossa alma enmo para forrar-no i pensar nel-
le. Au ver os infructferos esforcus de no-sos mu-
demos tlicologos quando querem crear urna religido
temperada e racional para uso du seculo e as ordem
da critica, somos leuladas a perguular-nos o que se-
ria ae a humaoidade, constantemente sabia e razoa-
vel, urna huiuauidade sem ufancia;se houvesse con-
sagrado desde os primeirus lempos ao culto da ver-
dade. Suppoude por ura momento todas as raras
que nos procedern!, inspirada pelu genio chinea ou
americano ; suppoude que esla legendas, que etles
inuumeraveii que fervilliam nos cyclos religiosos
nunca huuvessem existido ; suppoude que i snpers-
lijau popular, esla fada sem rival nao houveste lan-
zado a Iravez das idades innomeraveis encarnarle,
eredeu que a arle e poesa desceriam do ceu para or-
nar e esclarecer a Ierra '.' Dos nos hvre de .lum-
inar nossa poca, ella tem sus virtudes e sua gran-
deza. Demais, he buje ridiculo louvar o passado
para depreciar o presente ; mas se couvem (aier jos-
lica ao genero humano, porque, em sua inatonda-
de menos agitada e mais branda, se entrega todo ao
cultu do til, he para temer que este culto demasia-
damente exelu'ivu, para combaler a aridez da vellii-
ee, record as illusoes das primeiras idades. A hu-
numdadelie o hornera, e ludo ri ao menino, uada
o seduz nada o attrahe, elle briuca ate eom a
murte.
lirnesto de Vinel.
I Herue de Pan.''
DIARIO DE PERNAMBI CO SABBADO 24 DE JANEIRO DE 1857.
&wmmn
OAMUIUS.
Sobre Londres, H d. liU d. v.
Pars, 3M a 3411. por fr.
Lisboa, 5*."> por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por Oifj de descont.
Acc,Sea do Banco, 10 a .'i de premio.
i-uiup inhij de Beberibe 649000.
ir companbia Peruambucana ao par.
a ir Utilidade Publica, :I0 pur cenlo de premio.
" IndcniDisadura. 32 dem.
e da estrada de ferro JO por 0](j de premio
Diseonto de le!tras, de 8 a ID.
Dito do banco8 a 10.
(juro.Uncas hespanholas. -J8a Uuedat de balOO velhas .... 1t>3OU0
* 6SO0 novas .... IbjOOO
45000.......99000
Frata.Palacet brasileiros......;0O0
Peso coluinnarir-......25000
mexicanos...... t5ti0
HendimetiloJo da I
dem do dia.'l
AI.KANDEUA.
a i
.l:M:SHirX)8
l'.l:tidili..
:ij:.">l 5(i7:i
ii"' iirrcgam hoje '2i de Janeiro.
Btmm BedagaafCaiMUulelivertos geueros.
Barca purluiiuezalluui Suicessudem.
BriCOfl francezAlmaraercailnrias.
Barca iagteillnidooidem.
IMPOKTAUO.
Barra portuiueza i.Conslanle.i, viuda do Lisboa,
consignada .< Ihimiaz du AqUiuo Fonseca i\ Friso ;
inanileslnu o sectiiute :
l:l pipas e -_"'> Larris viudo :!() ditos jzeile, V)
barricas ligus, 12 ditos sardinhas, 8 lila- cera em
(ruine, SO eaixas ceblas 1 rajxole damasco de se-
da. I lili* obras de passamaiiaria, S't pipas vazias,
- i t varas de lagedo ; ae* consignatarios.
Jilo barra chourif as. :M'canas ceblas, ,>0 canas-
Iras btalas ; a Tassu i\ Irniau.
-1)1 caxas e ."i! MnMtru batatas, 7;, ppai vazias,
.1" garrafoes eSO barris a/.rile dure, lo jj|0, (ari|jJ
nii is, ."> eaixas naabra, -2 diias, :i fanio barril
droKas e rae ticainenlo. 8 caixot'S doces, 1 saceos di-
oheiro de ooxe e prala ; a Silverio Mauoel dos
Iteis.
."> harrs azeilc doce ; a Bcrnardiiio A. P.
''I barra sardmlias, |."i ditos azeite, JO cauaslra
tialata ; a Lu Jos da Costa Amoruu.
-'> canas batatas. SO dilas ceblas ; a Alberto So-
are da Molla.
10 barricas carv;lo animal, ./> ditas sardinhas, 20
ditas chouriras, 30 ran-tras batatas ; a Miguel Jua-
quim da Costa.
I aui-oreta vinagre ; a Nune; 4 Companbia.
I caixa brochas, 1 dita dro:;as, I barrica gesso ; I
udoda l.oin-eii; 10 Bravo.
I caixa rom urna euslodia de prala ; a Manuel
Concalves da Silva.
De ban, de sanmuns el .i alo-,
Sont toos lea meanua pncloaea
SI rtu ,-,. ; ,( r extorgeon'!
.es coovertnrea de fcacons"
El lee lato 5 aont de iarci5<'..

volumea cama de maeira, I caixa com urna re-
doma de vidro ; a Pedro oncalves Pereira.
50 caixa btalas ; a Bailar c< Oliveira.
'2 nrralo aieilonaa, t caixute casl.nliaa; a Poly-
earpo Jo Ley me.
S2 b.rrs viuho, 1 diln vinaare. I dilo azele doce,
"_ 1I1I01 rliiiunca. ; a Amnriin IrmAos.
JO barris vinho : a Josu Antonio da Conha 6
Irmao.
.') caixoles typos; Siqoeira & Pereira.
85 barris cal de pedra ; a l-'rancisco HadicK.
2 caixoles mineo-; a Jo;\o Baplista de Campo.
50 barris cal em pedra ; a Antonio Jote Teixeira
Bastos.
I barril vinho, 1 dito chonriras ; a Manuel Caval-
canti de Alboqnerque.
.5 pipas, V meias ditas e 15 harris vinho, II sac-
eos cominos ; a Mauoel Joaquim Hamos e Silva.
1 bilha azeilooas, 1 caixa castaubas; a Ker-
nandes.
I fardo peneirasde rame ; a Eduardo l-'raderico
Banks.
I lata biseoilos ; a Benlo Carduso de Azevedo.
5 caixasceraem velas; a Jos Alves da Silva
uoimaraes.
I leu sement*; a Ternande branles.
0 barris vinagre. 1 ceixo vinho, I caixa merme-
lada, 2 barris azeilouas. 2 barhlinhos massa de to-
mate, a) alguidares de barro, I casal de gneos ; a
ordem. *
1 caixa livros; a lana Francisco Semyond.
90 barris chouriras; 1 Augusto Carlos dos Res.
i ditos vinhu branco. 1 caixule bacalho, 1 dilo
marmelada, I dilo caslaoba; a Francisco Gome,
de Oliveira.
50 barris toneinho, 50 dilo chourica; a Joo da
Silva Regadas.
2 saceos Irtmocos; 1 Jou Haria Cordeiro Lima.
I ca vote um oratorio e diversas imagens, :l barra
vinho ; a l-erreira & Malheus.
1 caixa oleo de amz; a Vicente Jo-aj de Britu.
1 caixule fechaduras, fexos e pirafuzos, I rolo
ferros ; a Manoel Ignacio de Oliveira.
I caixa brochas, 1 fardo ores medidnaes, I pa-
cota peueiras de rame ; a J0A0 Summ & Com-
panbia.
I embrulbo iguora-se ; a Alenla & Fiuza.
1 dilo roupa u ti vulumes droga* plantas mediciuaes e peueiras
de rame ; a Mureira cv. I'ragozo.
2 barris vinho, I dilo vinagre, I dito ehourices,
1 ancurela a/eilnnas e nozes ; a Joao Jote de
Ainorim.
I embrulho ignora-se; a Felisberto Iguaciu de Oli-
veira.
1 dilo dito; a M. J. A.
1 dilo dito ; a Francisco Antonio da Rosa.
1 dilo dilo ; a Antouin Joaquim Panasco.
-2 dilo e I chapeleira ; a D. Emilia, auscule a Vi-
cente Alves de Souza Carvalbo.
1 caixolinbo iguora-se : a Uo 11 le Antonio Serva.
:i caixoles brochas, I dilo mercuriu, i fardos alfa-
zema, I surres comiuhos ; a Auluuiu Luiz de Oli-
veira Azevedo.
50 barris cal em pedra ; a I unseea Medeiros A
Compauhia.
50 eaixas batatas ; ao capiUo.
1 barril caslaohas, 1 ancurela izeitooaf, f caixa
livroa impressot ; a Simo Sainpaio Leite.
5 barris cera em grame ; a I eidel Piulo \ Com-
panbia.
7 eaixas cera em vela, II barris chouriras, 1 di-
lo raanleiga de porco ; a I rano-cu Severauu Ra-
bello & Flho.
5 pipas e -_'5 barris vinagre ; a Manoel A. Guerra.
200 aurrelas azeilouas, 3 caixoles massa de loma-
tes ; a Manoel Juso Faria.
I caixole com urna batanea decimal ; a Manuel
>'iinus Ja Silva.
1 barris vinho branco ; a Marcelino Goncalvea da
Fonle.
I bahu e I caixa roupa e bagagem ; a F..luanlo
II. \yyatl.
ti eaixas cera em velas ; a Barroca cv Castro.
1 sino ; a Jos Velloso Suares.
2 caixoles sapatos de Iraticiuhas a Joaquim Ro-
drigues Doarte.
500 molhos ceblas, 50 eaixas baldas, barris
sardinhas, 60 diluchuiiri;a;a Gaimaraes&Valenle.
t calile diversos ubjettos para igreja.
Iliate nadonal Acararn, viudo do Acararu, consig-
nado a Guoveia c\ Lrile, iiiaihfealuu o sr^uinle :
:l(i meios de sola ; a Manoel tiuuralves da ^ilva.
5 courus salgadus e 1,390 meios de sola ; a !'. P.
F. de Saboia.
210meios de sola ; a F. Iitiurcio de Souza atee,
15 saceos tiomnia, I barrica sebo, 271 mciot de
sola ; a Joa Rodnguea Ftrreira.
1,180 meios de sola ; a Joao Jos de Carvalbo
Yloraes.
207meioa de tola, 7 sarcos gnmma ; a Joaquim
Vieira de Barros.
Hicouros salgados, BMCCMgomma,*J barricas c H
garajaos palie ; a Ricardo Rodrigue Machada.
Brigoe francez nAlma rindo do Havre, consig-
nado a l.axerre, l'issetc l'rere VV C, mauifeatuu o
sesuinle :
210 barris e 2!1! meios dilos manleiga, 150 barri-
cas cemento, 50 eaixas queiju, 30 fardo papel ; yus
consignatarios.
75 barris e 75 meios ditos manteira ; a Isaac, Cu-
rio cv C.
30 eaixas violto, 10 ditas fazendss de alindan, 2
ditas ditas de ditu e serla, dila lilas de seda ; a
.Scliilleillin cv: C.
Jvgiaos champagne ; a Cario Vande Linden.
10 caixa espeibus, 1 dita lamparinas, 12 ditas pa-
litos de to^o, :1S utas papel. -J:t ditas mercearias, 2
dilas quinquilharias, 2dita iiislrumcntu de mu-
sir, dilas perfumaras. 1 dita burras de ferro, I
lila prensa, I ditas mercearias c chapeos de paiha, li
dilas aitoa de llor de larauja de Colunia ; a I eidel
Pinto iV <".
100 barris 'manleiga ; a V. A. de Suuza Car-
valhn.
10 eaixas fazeinlas de algod.lu, 1 dita dila da dilo
e laa, :i dilas dita de algodSo e sed. I dita diales,
etcovas e saioles bordado, 10 ditas papel, ."> dita
la, calcados, colerinho e grvalas, SO barra e 50
meios manteiga, I dito queijoa, 1 caixa roupa bran-
ca, :l ditas fazeudaa e modas, 1 dila chapeos de sol
de seda, 1 ditas quadro e msicas, ( dilas chapos
para horario ; a J. Keller kV C.
1 raixa porcelana e vestidos de seda ; a l.emos
Jnior & Leal Heie.
1 caixa allioeles, 6 dilas perfumadas ; a i. IT.
Deucker.
5 eaixas trueles, 5 ditas papel e chapen para lio
mem, I dila perfumaras, i dilas mercearias, I dita
chapeos para senhora, 1 dita modaa fl-res, : 111 -
fazeodaa, 8 dilas quiiqulhariaa, I dila lateada! de
Ifla, I dila pastis, I ilita sedas, I dila fazciid" de
linlioeali.-o.lao, I fardo eouro. I diloe I eaixa ral-
eados ; a Burle \ Souza.
1 caixa papel pintado ; a Domiof/rn AIei Ma-
llieos.
2 eaixas mercearias : a ordem.
2 eaixas chapos e bonels ; a Chrisliani Freres.
60 birria e 0 meios ditos manleiga ; a Schramro
& Companhie.
18 eaixas marroquiui, :i dilas calcados, I dita li-
las de seda, 2 ditas sedas, 150 barris e 150 meios
dilos manteiga ; a N. O. Bieber C.
1 caixa reloizios ; a P. G. Germain.
.1 eaixas sedas, I dila cuuros e objecl, I dita
merceara, I dila penles, I dila collele de algudAo,
1 dita grvalas de seda, i dilas fazeudas de seda, de
laa e de taa e seda, e mais !> eaixas com fazeudas d
alsodao, 3 barris allineies, 60 dilos e 80 meios dito
manteiga ; a II. Ilrunn ,\ C.
2 eaixas fa/endas de lila e algodao ; a Siqueia A
Pereira.
8 eaixas mercearias, t dita agua de Colonia,1 dila
culeleria ; a l.elellier cV C.
2 caixa vidros e drogas ; a Barlhulumeoj Francis-
co ue Suuza.
2 caixa calradus, I dila chapeos, 11 dita papel
e chapeos para hoiuem ; a Lecomle Fernn A. C.
SIS eaixas cognac, 25 gigus vinho ; a J. Aslhev A-
Compauhia.
Lina porteo de gesso a granel ; a J. Souiiim A
Com panilla.
2 eaixas bijouleria e papel piulado talso : a R. e
Silva.
2fardse 10 eaixas fazendas de ilaxtdao, I
dilas de seda, I dila ditas de dita e algodao, I >
dila de la, 5 dilas cidos, 111.truniento, de trro
modas, I dita colleles de vellido, .1 fardos panno
barricas ararae de lata ; a I. M. & Vinassa.
IDO barris e 100 meios ditos manleiga ; a TatM
Irmao.
:i eaixas chapeos de sol, II dilas seda, quinqui-
lharias, pannos, chapeos, caudeeirus e objeetna de
seleiro. I dita calcado, :l dilaa cooros inverni.ados
2 dita vidro., 2 ditas chapeos, 1 dila iuslrumei.lus
de msica, h dita clirvlaes, I dila perfumaria, 2
dita chicolea. 1 dila conleiloa. 1 dita fazendas de
alsodau, dilas dilas de la e seda ; a F. Sauva-e.
2 eaixas carros e rodas ; a G. A. Borgois.
2 eaixas allineles. i ditas objeclos para dlipeteiro
1 dila obras de (landres. 3ditas chapeo, I dita livros,
2 dila escovas, I dita chapeos de oleo, 2 ditas cnu-
roa, li ditas obraa de flandrea, t dita guaruiroes, 1
dita vidros. I dita quinqnilaria, I dila instrumen-
to de clninic', 1 dila velase aluiofarizes, i dila.
calcadus ; a J. 1. Aduui.
I caixa alcoul ; a Moreira & Frasozn.
i eaixas machina, 1 dila porcelana ; a M. Brrelo.
6 eaixas espelhoe, eaixas de costuras e vidros, 31
dilas sedas, vidros e chicotes, 1 dila can luciros, 1
dila papel; a Theophile Roberl.
I caixa mercearia ; a II. Dourmoul.
I caixa paniiu de lindo, 5 dilas chapeos para bo-
rneo! e senhora, I dila leda, 7 dilas camisa e con-
servas. 1 dte eaeaa, 6 dita, trastes, I dila fazendas
de algiidAne teda, I dila luvas, grvala, e pt-rleu-
cea ; a I uiz Anlunio de .vqu-iia.
I caixa odas, 5 dilas chicote-, can lieiro-, perfu-
maria, vidrus e sedas : a A. Roben.
I caixa iuslruiiienlus de msica, perfumadas, lo- '
vas, rampas e purcelanaa ; a E. de C. Medeiiot.
I caixa chapeos para homeiu ; a Mauoel Joaquim
Garnetro.
I caixa mudas, I dita ubjectut a Buevvard Mil-
loenoo.
I caixa chapeos paia humcni a Anlunio Luiz dos
Sanios cv Robim.
25 barris e .50 meius manleiga, 25 eaixas velai a
Baalus A Lemns.
5 eaixas Ira-te-; a J. Viuues.
> apoCaar lo ,.li,|,,,, viudo de Genova, eotuigna-
doa aeenm, mauifea|uo esmnle
10 quarlnla viuho a nrdem
1 cana icoora-ae a Hoaeea A Vloatae.
20 Tolurr.es dim ; a .emos jnior A Leal Per..
origne n3e,,Da| Adoipho -, vindo do Rio de ia-,
lilla
1.1
> e
,
-neiro, consignado a Ferreira & Bailar, manileslou.o
seeuinle :
3 eaixas mercadoriaa; a D. W. Boutnan.
2 dilas fazendas; a J. Keller C.
1 caixa chapeos; a t). A, Irin.lo.
3 caixes rharulos; a .1. Auglada Jnior.
1 dito chapos ; a M. F. M. M.
12 eaixas cognac, 100 -lilas massas, 2 califica sa-
patos. 3 d-loa eliapM, 20 barris vinho, 1 dilo e 173
saccas cafe, 5 caitas cha', 200 lataa bolachinhas, 2tl
fardos nozes, 37 pipas e I meias dilas razias, 'JO ro-
los e35 11 laa fumo ; a ordem.
1 caixAo chapeos ; a Novaa 2 canoas dilos ; a Jos Gonc,alves Malveira.
12 caixaa vinhu ; a Souvage (^ C.
CONSULADO GKKAL.
Rendlmento do du I a 22 76:7529089
Llera do da 23....... 9:4139077
86:1669066
IVEBSAS PROVINCIAS.
Ken'limen 10 do dia I a 22. .
dem do dil 21. ,
I.-947J524
2829835
5:2302353
OBSPaGIIUS de exportacao PKLA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
83 DE JANEIRO DE 1857.
LisboaPalhabate porluguez iRlral, Amorim Ir-
Irmaoa, 600 saceos assucar branco c ma'cavado.
LiboaBarca porlogueza Graltdio>< Manuel Joa-
quim Ramos e Silva, 16 cascos niel.
PortoBarca porlugueza aS. Mauoel II, Manoel
Joaquim Ramos e Silva, li pipa niel.
PortoBrigue porluguez Amalia I, Jos Antonio
da Caoba Irmao, 204 cooro salsadns.
lorio Barca porlugueza "Sania Cruz, lonseca
.Medeiros & Compauhia, 125 saceos e 10 lardea
assucar branco e mascavado.
Buenos-Ave,;.Brigue porluguez eCoolianr;a, Bal-
lar & Oliveira, 173 barricas assucar bronco.
CanalBrigue inglez Hacera, Roslrou Rooker & C,
i50 saccu assucar mascavadu.
SlokulmBarra sueca nElisabeth, N. O. Bieber
S G., 1,200 couros salgados.
StockolmBrigue sueco Eliae, Johiislan Paler d
Companbia, 1,680 saceos assucar mascavado.
Liverpool Galera ingleza ellermiuue", Crablree i\
Companbia, I i saccas alitodilo.
LiverpoolBarca ingleza, Jusliua &|[arvi, Ros-
lrou llooker i C, 250 saccas algodao.
Liverpool Barca ingleza Medorau, Crablree &
Compauhia, 70 saceas algodo.
LiverpuolBrigue inglez lOdeo, James Crablree
& Cumpanhia, 96 saccat algodao.
LiverpoolBriitue inglez aJeaboe ez Iferya, R05-
truu Kooker c< Companbia, 'Hl sacca;. aluodao.
HavreBarca franeeza iSoperbu, N. O. Bieber ijj
Compauhid, 1,200 saceos assucar braneo e mas-
cavado.
RECEBEOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEKNAMBCCO.
Kendimento do dia I a 22 12:1000563
dem do di* 23........ 1:55l;l3
13:6525006
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimeuto dodia 1 a 22..... 53:9229277
dem do da 23....... 3:9B8a300
1 ara a obra do Forte lio Buraco.
Oleo, galops e 8 libras, tinta branca 30 li-
bras, zarcao 12 libras, secante 6 libras, actia-
raz libras, Unta a/ul 2 libras, broxas ME 3,
ptnceis 2, rxo trra 16 libras, en: 16 libra.',
Hospital regiment!.
Areia 30 canoas, lijlos de alvenaria 2 mi-
Iheiios, cal branca 12 alqueires, areia de fin-
gir I canoa.
Quartel ile cavallaria.
Oleo 16 libras, tinta branca latas ile 60 li-
bras 2, almagre 4 libras, broxas grandes 2.
Fortaleza do llrutn.
Oleo 4 galoes, tinta preta 8 libras, secan-
te 2 libras, ocre 16 libras, zarcao 6 libras,
Unta verde i libras, broxas e pilleis 4. tinta
azul t libra, tinta brancas libras.
Quem os quizer verder aprsenle
restante e passageirot, para os quaes lem
excellentes commodos, traU-se com Ma-
I not-l Francisco la Silva Carrico, na raa
do Colk-gio n. 15, terceiro andar ou rom
o capitSo abordo.
Para a Baha.
O veleiro c bem conliecido palbabolc na-
cional nOous Amigos, segu para a Babia
enm milita brevidade, lem premptos deus
leryos de seu canegamiMilo, para o resto
Irala-se corn o seu consignatario Antonio
Luiz Oliveira Azevodo ra ca Cruz 11. 1.
-VISO MARTIMO.
O palbabolc nacional Piedades que segue
viagein para o Ass, precisa engajar iiin-
rinbeiros nacionaes : a tratar com o capiUo
i
?
; iiim\s
BeT a;
PRECIOSAS. ?
?

A-lererodi> brilbanlcs, *
diamnteseperolas,pal- J
.eirus. alunte*, brincos >
5 ro/.elas, boloet e anneis *
V -------------- -"..- c OIIIICI9 ,
J de dilli-nnles costse de I
# diversa pedra de valor. *
Compram, vendem
1 11
MOREIRA 1 DU1RTE.
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem \mr to-
dos os va por es MMos
Ol Hll
Adere
l'H \ I \.
;o. eoeapioloa de
. as suss
propostas na secreterta do consellio as 10 Ia bordo,
oras do da 28 do corrente mez. Prccisa-sc de maiinhciios nacionaes'
isoea do coaselho administra- Para ? brigue nacional l.eto : quem so julgar
habilitadodirija-se a bordo do mesmo bri-
gue.
Com pan iiia brasleira
paquetes a vapor.
r
ll,an(es,dia,anTrep.brn'- 1 TOp. HS obl'JlS (O tllaS -
los, e oulras qoaeeqoer i inodoriin ortuto ion
g joiasdevalor, adinheiro '""""4 gOSlO, l.lll-
?, ou por obras. ., 1
Franca
como
"uru.nieioa.liui-.pu!
J ras, aMaeaoa, brioeot r *
* roiotas, eooloei, trete _
- lins.medalhas.corre ir -
l e enfeites pararelom. r *
. oulromuilosobjeclotde "
' ouro. as
Apoarelboi eomplcios. ?
da prala, para cha. bao- X
deja, ajiva, sootiean, *
r-ulhereadesipaedecha. *
e inailns outro objeelos ^
le trala. *
"*???..? ?.-.
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
21 de Janeiro del857._lfenlo los Latncnlia
Lins, coronel presidente.-Heanlo Pereira
do Carmo Jnior, vogal c secretario
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumpri-
ment de art. 22 do rcgulamento de 14 de I
dezembrode 1832, faz publico que fora ni
aceitas as proposlas de Jos Ftancisco Lavra,
Cuilhcrme da Silva GuimarSes, JoSo Baplista
liibeiro, Siqueira rv I'ereira, Jos Nogueira1
de Souza, Joaquim Hiendes l-'reire, e Itodri-
guesov Ribciro, para lorncccreui :o primei-
ro, 2,292 coVados de panno azul para sobre-'
casacas a 29350 is 1,890 ditos de dito para
capotes a 13800, 28 mantas de laa a IS900 ts.;
o segundo, 366 covados de panno azul para
o lo Grande do .Norte a 25500, 21 covados
decasemira encarnada para o mesmo airs., |
270 ditos de dita carmesim para o arsenal de
guerra a 39000 rs. ; o leiceiro 610 varas de
algodaosinbo para o Rio Grande do Norte a
210 rs. ; o quarlo, 915 varas de brim para a
inesma provincia a 395 rs., i| ditas de pan-
no preto para dita a 1/950, 398 ditas de dito
para o arsenal degueira a 19950; o quinto
8 livros para registros das pracas addidas as
companbus do segundo batalhao de inlan-
latia a 35: rs ; o sexto 7,098 botes pretos
para o llio Grande do Norte a 225 rs., 2,196
ditos blancos a 225 rs. ; o stimo, 800 penas
de gant,-o para o arsenal de guerra a 18100 rs.
o cenlo. E avisa aos sitprailitos vendedores
que deverao recolher os referidos objeetos
ao arsenal de guer>a no da 28 do corrente
mez. Saladas sessoes do conselho admi-
nistrativo para fornecimento do arsenal de
gueri 23 de Janeiro de 1857 Bernardo Pe-
reira do Carino, vogal e secretario.
de
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre C0ISLT0R10 HDIBOPATIieO
nm i5hSiB-*-hain Sem.pre 0S mais acreJitaos medicamenTo"s,"iiTo turas romr
om glbulo,, e preparados com o n..ior_escrupulo^ por precos' bastante commodos
a
O vapor IMPERADOR, commandaule o 1- le-
nenie lurrezao, eapera-se dos porto do norle em
sedimento para os do sul al o dia 27 do trrenle
os senhnre que livcrem de remeller escravos e
quaesquer volumei, sejam de carga ou ncbmmeu-
das, dererlo ir a agencia no dia da cheijada do va-
por, para sciiajar oqne poder er recebido : no
da da sabida somcnle e a lri.it'.- passageiros e di-
nheiro a frele ale as liorna do expediente : esencia
nimia do trapiche n. o, primeiro andar.
ssageiro,
____________________________37:9109577
Mottimtntp $0 ptio.
>avios cutradns no dia 23.
Acaracu'17 das, luale bra.ileiro Sobralense. de
97 toneladas, mtslre Francisco Jos da Silva Ra-
li, equipagem 8, carga sota e mais seeros ; a
t.aelano Cyriacu da Coala Moreira. Passageiros,
Joao Dodalo ferreira, Antonio Caracho de Mes-
quita, Jos .loaquim Ferreira de Moracs, Fran-
cisco da Silva ruino, Joiqumi Martin* d. Silvei-
ra, Joao Antonio Cotreie, Mina do l.ivraineulo
Hervina de Albuquerque, labcl Mana da Con-
ceii;ao.
Rinde Jaueiro21 dias, patacho brasileiro i'llen-
rique, de 113 tonelada, eapilao Joequim Gen-
Caire* dos Sanios, equipagem 10, carg farinha
de Irlgo e mais genero ; a Mauoel dt silva Sea
los. Pertence ao Rio de Janeiro. I
Antonio Jos Cidade,
AracalyH das. Imite brasileiro lnveucivelu, de
37 luu.-i, 1,1.. me.tre Juaquim Jos da Silveira,
eojaipagem 5, carga eola, couros e man gneros ;
.1 M ilhi-n. A, IrmAof. Pertence a l'ernambuco.
Passageiris, Dr. Epipliauio Aslndillo v Bussont,
Ka>mundo Jacinlho deSampaio, Jos KdMiiuudu
Vieira, Manuel Egidin da Cusa, Joao Leile de
Oliveira, Joan Francisco de .Miranda.
Navios sabidos nu mesmo da.
Cabo \ erdpolaca hespanltoli orSalvadora, com a
inesma cariu que Irouxe. Suspemleu do lameiran
Parabiballn-ue inglez rrMargareth lt>lex, com
parle da Sarga que Irouxe. Suspenden do lamei-
Mu.
Ki de Janeiro poi Macelo- Brigue brasileiro uDom
xllonso, capilau l.aurianu Jacinlho ne Carvalbo,
carga carne teeea, bacalho e mais geoere. Pas-
sageiros, Jos do Ireii.s, Joao Alleotao.eaa fami-
lia, e duas escravas do capitao.
GibrnllarBarca sarda rrPaolo, eapilao Manuel fo-'
lana, carca assucar.
Lomlnslliiuue inglez Freemao, espilao John
llisnell, raiga cuuros c mais genero.
MaraeihaBarca tranceta eStaues, espino Grehan,
car; 1 assucar.
Gougoiballiate brasileiro -Novo Olinda, nic-lre
Custodio Jo- Vianna, carga bacalho, rarinha de
iriso e ma:s genero.
Liverpool pur MacetBarca Inglesa "Miranda-.
eapililo Win. Williams, carga
Tkeatro
DE
APOLLO
HOJE, SABBADO 21 DE JANEIRO.
A pedido de mullas uessoa, vai .1 seena o primei-
ro e ultimo espectculo todo variado de cantona,
dramtico e damas, excutadas por dei jovens per-
nainbucanas, entre a- quaes fa/.ein parle as mada-
mesellss Aleisndrioailenard, Alexandrloa Marcia,
Mari da Hora. Idalina e Leopoldina.
Depois que o senliures profeeeorea da areheetra,
que sera'dirigida lelo Sr. Pedro Baplista, tiverem
deseinpenhadu o duelo intitulado,
TOLE H kimUU,
represtnlar-se-ha o
VALEVILLE PASTORIL.
Em um dos Interrallos as dna jovens Jannaha o
Leouidia, que dantaraoi lio dia 2 de dezembro pr-
ximo passadu un Ihcalro de Santa Isabel, dansaro
o passo a dona tu- o respeitavei publico moilo ap-
plaudio.
0 Sr. Santa Uo- eaculheu esle vsudeville por ja
ler ganho a approvacjlo do mesmo publico dota ci-
d.ide e ter su'-, o que man agradou 110 auno de
I8>3 no (bealp d; Santa liabel.
Asmueicas arratajadapeloSr.Theodoro Orate
qne roai? agradaran] rt*o anno, sao que ju.ta-
meule bm.....eea HHteon aso dellae, pois
entre as arias o r irrw que e bao de cantar slo 25
pecas de rnnaka toda rrenle.
Re oo'ro inwrslii Uta orens daosuraoa
fl Air itt A
1 igo deno lodn ?. pas'oras daneatato mas
IV oj'tv 'ir 'i
Terminara (i do -om o
O agente Borja tara leilao do deposito
isilo na ra das Aguas Verdes n. Mi, cousis-
] lindo na armacio, balanza, pregos c mais
pertenecs, diversos 11 asco, de vldio de bocea
> ] larga, urna portjSo de cha lino, cafe, arroz
1 escellente manteiga ingleza e Iranceza.quei-
jos, massastletlill'cretiles qualidades, con-
servas em fiascos,sardinhas do Nantes, sa-
bao, charutos linos e outros muitos atligos,
que se entregarSo pelo tnaior prego oQereci-
00 on lotes a vonlade dos compradores :
sabMdo 24 do corrente as 11 horas em ponto
no referido deposito.
Leilo.
Barroca o: Castro faro leao, por in-
tervi-iirao Jo agente Oliveira, de grande
soitimento de bzendaa ingleza*. as mais
proijnas do mercado, e em seguida xa-
nas outras avariadas, por conta e risco
de quem pertencer: tetva-eira 27 do
eortetite, as 1(1 lioras d manliaa. no
seu 11 lua/.cm. ra da Cadeia do Kecile.
~ O agente Peslana tara leilao por cotila
de quem pertencer, de grande pon So de ba-
tatas cm eaixasVindas ib: Lisboa, desembar-
cadas ha pnuco : segunda reir 36 do corren*
le as 11 huras da matihaa DO porto da alfan-
dega.
'ollilialias
A, I,
PARA 1857.
latn-se a venda as lii-m conliectdas
iolliiniias, impressaj nesla tvpographia,
das seguintes qualidades:
FOI.IIIMIA RELIGIOSA, contendo alem
-los me/.es, a bibliotbeca do christao
brasileiro, que se cotnpe de ora-
eesquotidianas, meiliodo de assistir a
HitEgos FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dila de 94
Uita de 36 n
Dita de 48 1
Hita de fio >. i.
Tubos avulsos a.....
frascos de tintura de meia onca.
Manual de medicina horneo -alinea lo l)r. Jahr
cionsrio dos termos de medicina
Medicina domestica do Dt. Hcnrv. \
Tratamento do cholera morbus ."
Itei ertorio do Dr. Mello Moracs '.
10/ono
1."i-- 100
JOtOO'I
259000
303000
19600
2-moo
com o dic-
-- O Sr. Augusto Kischer, administrador
da COCbeira da ra da Cadeia n. 12, he roga
do a ir satisfazer os dous mandados
ti'iora que andam fura, visto nao s
fazera penhora etn razao do mesmo
dizer que nao tem urna camisa em
nomc.
jo-Oon
10/-ion
2/000
6roo
1 "",., a nia %ov:'- loJa fabrica de chapeos
-,tle (.hrisliauy c. Irmao, admiltem-se olli-
Jw,JL~. 0'"6* J querer sim como aprendizea para a mesma arte
1 seuhor non LAFFECTEIB
O ututo autnrisadu pr decis.lo ,i0 Mtiastte ret
decreto ini/ieriul.
tn/ Os mdicos dos hospilaes recommendam <
ic. i ar.r.ol,e d.e Laffecleur, como sendo o nico
- Os devolos do glorioso santo da roa
da Varees pariicipam aorespeilavel pubK_
qne domingo 25 do corrente, lera lagar de : autorisado polo governo c pela reaVsocied',-
BnHL'd~tad0 """"O. Je tarde, de de medicina.0 Este medicamento^ d um
cavaiiiauds. gosto agradavel c fcil tl...^____..
agradavel o fcil a tomar em secreto,
- Alugs-seuma casa terrea na ra da fla em uso na inarniha real desde mais dr
Aleona, com 3 janellase I porta, cora com- Pannos; cura radicalmente cm pouco tem
modos para lamilla: na ra do Collegio P conl l>ouca despeza, sem mercurio, as al
" 9- .fccQoes da pe le,
ATTENfiAO.
dependencia n. i. cues ou do sondas. Como anli-svpbililicos
Joaquim Josc da Silva Gaio. ,o arrobe cura em poueo lempo os"ftuxos re-
a preta de 40 anuos, sem cel,te!i ou rebeldes, que volrem incessanU-
.eslao aa lo 1(2 hora ala- mandila, na ra das .1
Verdes 11. Ci.
Fugio do engolillo Algrete, freguezia
de Agua Prala, o oscravo Izidoro, cri
ue Agua neta, o oscravo zidorn, crioulo. de a r.rn- T ue ^''^-t i
idade de.anos, altura regular, secc. ,d ', 7&2JE5& "Bd c
orpo porem robusto, sea) barba, cor um I E..",ech?mentd rans, d.-, es
lauto fula, tem um deleito 1,0 dedo indica- tSfiSSSuS^'E **** *****
------..- ,.w w-^, ,,.w,ca
or da mao direita, he rendido de utna ve-
nina, muito ladino, civilisado, alegra, toca
viola, inculca se ue forro, (jtie sabe ler e que
h teneate-coronel Joao Pinto de Lomos Jnior
para o comprar, c desappareceu depois ue
ter sido entregue pur este Sr. ao Sr. Antn 10
Leile Pereira Bastos, lo i preso na villa do
Buiqua por capitales de campo, soll'reu em
camtnho tres grandes rerimenlos na cabeca,
por resistir nos mesmos cpitfles de campo,
e no da SI do dezembro do 1856 evadio-sc
novamente do poder do seu seuhor e poro-
uel Zelerino da Cunha nanto^, mdo com os
rerimeulos todos abortos : recommeada-se
ls de i-ampo ou a quem quer que o
loilorctu de potassio.l.i>boa
Vende-sc na botica de Barral e de Anlonn.
Feliciano Alvos de Azevedo, praija du I). I'c
' n. 88, onde acaba de chegar una gran
-' pcqu.l.1., -
asa do dilo
..-.ieu a Paria.
Os lormularios dao-se gratis cm casado a
genio Silva, na prac;a de D.Pedro 11.82 -
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Luna & Ir
maos ; Pcriiambuco, Soum ; lo de Jaoeiro;
nocba&l-illios; o:Moreira, lo|a de drogas ,
villa ROTS, Joao Poreira de Magales Leitc ,
Rio Grande, Francisco de Paula CooioxV C
W .n"-A humkoi'aiiiicaT
5 N 13, RA DO ENCANTA
MENT N.
C nilVi-vlTC.
in o
CORO DA DESPEDIDA,
lora aa
Conceicaoe muitas outras oracoes de
grande ment, pceo......' 5S0
DITA SIMPLES, contondaaltn dosme-
Uai-lorSacla ltriiHfedel-Sernu a faierealediTer- 7PS n i-: j_. .....1 ., ,
I lmenlo;-, Iti entra 1 -- por ser 111,11,conve-| f"* <* c,n:u," <-' barias tabcl-
;vcn, e por neje se ter la-1 'as ;L' ',nI>0los jeraes, provineiaes e
ponte no- miinieipaes. ireeo........ 240
musa e consso; cnticos, psalinos, "Prehender, olevemno dito ciigeiiho junto a
livinnos, oiliciode Nossa Senhora da P0"?30*e Agua Preta, ao seu seuhor, c
i
II
13.
Dirtytda
l'El.tl 1)01 10R
i
PIBES HAMOS JLilOR. S
bacalho, a-sui-ar e j nienle "ira as ; nt
laairo. I'aiaageirns, Joo Aogutio ale Vaaeoncel- eilitado nuilo ra a ida dn pohiico pe
los LeiUo, Manoel .lo.in.uim .la SilV) Lelo. [ ya que fie. mais | erlo | ira ra peeeoet ,1,, barro de
'Sanio Antonio p Boa*Vf!a,
^t>ttferr.
Prejo do camarotes da semrnda ordem, 6)000 r.;
as ma:a or-lena pasain a aer conairler.nl i-
O billictesde camarote, pierias e platea aenaoa-
'e a' renrta ni ecr c-r(-> iti mesmo Ihcalro.
0 Dr. I ranciaco de Astls Miceira Mariel, jniz mo-
nicipal da escuda vara iireparador do proeeosoa
do jnrv ilo lermo desla cidade do Herir ele.
Faro .aber que pelo Dr. Hemardn Machado da
Cotia liona, juiz dedireiloda primeiri vara cri-
minal desl comarca, me (01 commimicido ler de-
signarlo o dia 16 do tevcreiro prximo vindnuro pe-
la 'i horas da manhiia, pnra abrir a pruneira rotean
Ijilir-iaria do jatrx desio 'armo, qne Irabalhar en-
das eooseeoliros, hav-ndo r-rece.iido ao aorleio do
18 jnizes ses^o. de ronlormirlar!e com oarl. 326 do resala-
mentn. I2n de 'I de Janeiro de Is'il, ,- Porairi
sorteados e detistnadot os eidedSo seqninles
Fragnezia de S Fre cdro GenrslTee.
Josr- ernurdo de Snora.
Jos Hamos da Croa.
Krederico Lope Gnimerte*.
Joflo da Losla Lima Jnior.
Joao EvangeliaU la Costa e Silva.
Ilelliu.> do Anjo teixeira.
Cosme Ju.r dos Santos Callado.
Jos Antonio Piolo Serodio.
Jos Hiheirode linio.
Joaquim Jos de S-h'Ahw.
Camillo Aosattods Silva.
Ignacio Jos Piulo.
Sanio Antonio
Joflo Car-Uno de Abreu.
Joao Cirios de Lima.
Jr. Apnriio Josituiano da silva tnimsr fcleao Cesado Lima.
Iranciscode Paula Prea Hamo- Junioi.
Anioino Joae liias daStlvaleudanlts.
1 ranciscu de Paula e ilv. Juuior.
Caetano Josc Meude.
Antonio lienlu t'rne.
Jnae Ledo de Castro.
Aguslinho Jote de Oliveira.
Jos da Pontees e Mlva.
Antonio Luciano de atoraos Mesquila Pimental.
It 111 i-r.i Cavalcanli de Albuquerque.
Juaqoim Vital Alachado.
Joaquim de Souza Miranda Cusa.
S. Jos.
Heracliu Peregrino llaciel Honteatu.
Jos Antonio Carueiro.
Aoguslu Joaquim de Carvalho.
, Boa-Visla.
Josc fcusehio Alves da Silva.
Joaquim Silveno de Souza.
.1 1- y nar- .le Oliveira.
Francisco de Amorim Lima.
Auloui. Machado Comes da Silva.
rrandso llodruin:- do Pasto.
Anlunio Cesarlo Moreira Illas.
Ir. Francisco Gomei \ellozo de Albuco-erque Lins.
Josc tiemaeio de Amorim Gaicia.
Frencellne Anxoelo de 11-dUu 1., Chacn.
Francisco Josc tioinei de Sania llosa.
Afanados.
Anlunio Laidas da Mlva.
Francolino Americo de llliuquerque Helio.
Jusc Xavier da l-'outeca Capibarlbe.
Mur heca.
Bcrnardiiio Ferreira da Cruz.
S. Looreui-o.
Franeiseo Kulino Correia de Castro.
Vanea.
I'r. Aiiloiiio Pereira Uarrozo de Morsw.
A bufos ot quars e a cada um de per -i. bem co-
mo a lodo oe inieresados em seral se
lerias, ser>do crida carias a isiiiu rs.,
luda lie seral, Israbem a Isflifl ra.
Principiara' .-< 8 horas.
como .m-
e platea que
^tl)i< iUsiti'*i&.>.
Pai
ara a Ilha de S. Miguel.
O muito vrl"iro patacho porluguez Alfre-
do, quo deve chegar do Rio de Janeiro a to-
dos ".; ni..........
ga prompta
ta-'ccom o
tem a maior parle da car-
para o reslo c passageiros ta -
consignatarios T. de Aquino
Konscoi fr i-'iiho, na rua d0 v/igario n. 19,
primero jindar.
Paran liiu de S. .>ii-
jruel.
O brigue porluguez Oliveira, que deve
chegar a todos os momentos, tem a maior
paite da carga ja prumpla : quem prelender
icarregar ou ir de passagem enlenda-se
1 com Joao lavares Cordoiro, na rua da .Ma-
dre de Dos n. 36.
(Jeur e Maranliao.
Segu 110 dia 2j do tnez corrente o pata-
cho >auta Cruz ; para o reslo da carga e
passageiros, tratase com Caetano Cyriaco
da C. II., lia rua da Cadeia do Recite li. v!.
Para Lisboa pretende seguir cotn bre-
vidade o hiato porluguez denominado Rival,
por ter parle do seu ca regameuto prompto:
quem no mesmo quizer carregar podera
contratar com os coosignatrios Amona ir-
maos, rua da Cruz u. 3.
Para o Riode Janeiro
O veleiro patacho nacional Bomlim segue
para olliode Janeiro al o dia 25 do cr-
renle, su recebe caiga ate o da 23, e escla-
vos ate o da 94 ti aia-so com seu consig-
natario Aolonio Luiz de Oliveira Azevedo,
na rua da Cruz 11. I.
Para o lo de Janeiro 011 outro qual-
quer porlo do imperto, esla prompto a se-
guir viagein o brigue brasileiro Felfa Desti-
no, de boa marcha, Turrado o pregado do co-
bie : quem no mesmo quizer carregar ou ir
'de passagein, dirija-su au eseriploriu de Ma-
noel Goncalves da Silva, rua da Cadeia do
Hocile, ou ao eapilao a bordo.
PORTO.
A barca porlugueza Ruarle h seguir para
a cidado do Porlo com a maior brevidade:
tem anida piuca para alguma ca
i cebera e (rete : os nrelendeutes
a rua da Cadeia Jo Recifc n iu
!de Italtaroi Oliveira.
ga, que re-
dirijam-se
escriplorio
Real coinpaiihia
a
comparoeerem no primeiro andar da cata que foi I JIieteS 112 if'.Z.S
cadeia em a tala da sessflo do jor), lano no leleiido I
da e liora, coma nos mais ilias sr^uiules em qiiaulo ;
durar a sess.io, sob pena da le se l.dlaiem.
Ii para que elueue a noticia de lodos man,le [il---
sar o presente ediUI, que -er.i lulo e llixado nos
luures mais pblicos, e publicado pela imprenta,
a-siiu como remeller igoaea aot tubdelegadoa do ler-;
mo, peni pablica*loa e msndsrem faier aa noiiiica- 1
ci-e necesarias aos jurados aa ealpado e as le-'
lemunhat que se acharem nos sen- dislriclos. Cida-
de du Kfcif- U de Janeiro de IrSiT. tu Manuel
Lona(Jomes de Almeida. escrivau iutenns do ju-
ra escrevi.
francisco de As-i de Oliveira Maciel. ,llura
(le pa-
va por.

m
*

DITA Di: PORTA, anual aletndosme-
zes tem e\pUcaces das indulgencias e
excommunnies, etc., pre>-o. HiO
DITA UE AI.MANVK. a qual alem dos
me/es,contemo almanak civil, admi-
nistrativo, commetdal, c industrial da
provincia, por..........-,oq
Todas estas lolhinhas sao imptessas em
Ijoui papel e excedente typo, i- vendem-
se em poi-cao earetalho: mi livraria da
prar.ii da Independencia h. li c S.
p!*^*^-l'*'ir-^^C.'! '*fca i'\'' -''-.."> ^>.a*s,,-~,
9 O Di. Pedro Antonio Cesar, J5
medico pela Faculdade de Medi-
cinada Babia, tendo ebegado a es-
ta cidade, participa aos seus ami-
gos e ao publico desta capital, que
esta' prompto para exetcei as Sgi
(uncoSes de sua prolssao, e pode tt
sei- procurado na casa di: sua re- -Re-
sidencia, a" rua Direita 11. 100, @
sejundo andar. SS
iJ A pobreza tem consultas gratni- ^
% lamente, das ii a's lioras da SJ
matili.iii. .... -.- -.- -.-----Brttr ;} >..^. ,,?.>.......-,..-,5
Vaz <\ Leal declaram pelo presente
annuncio aoSr. Manoel Caotano Cyria-
co, de Goianna, que tendo remettido ao
Sr. Matliias Jos Alves de Iraujo, <*in
carta lechada, a sua letra a' ordem dos
rresinos, de rs. ISO^OOO, vencida em 18
de marco de IS.Vi, e por elles firmada,
para este Sr. a receber, succedeu desen-
camioliar-sea referida "arta; eportan-
to o previnimos para que nao pague a re-
ferida letra a outra qualquer pessoa que
naosejaao dito Sr. Malinas, ouaosannun-
ca lites.
Kecile iT, de jaueiro de IS7.
.uunail de mm\i.
Acalia de chegar de Lisboa o almanak
de Portugal: vende-se na livraria ns. 6
e8 da placada Independencia, a 2S100
res cada um e.xemplar, contendo 720
paginas em K-.
nesla praca ao ^r. Antonio Leite Pereira Bas-
tos, na rua da Cadeia ti. 17 primeiro andar,
que sera hem recompensado.
De novo ro^a-sc ao Sr... qne pror.iirou
comprar o escravo Joaquim, do Senlior f?r.
Antonio Carlos de de Almeida Albuquer-
querque, ijue est em sen poder, romo disse
aos1 Srs. Joao Baptlsta de Campos e Higoel
Jote Barbosa r.uimariies, queira tor a honda-
do de no pra/n do tres das entender-so com
Jonipiiin Goncalves de Albuquerque c silva,
na rua da Cruz n. 35 primeiro andar, e avisa-
se ao mesmo quo n (brea de indgateos ja
ne eonliendo seu noimi e morada, portanto
Se luido o referido pr.izo uo anparecer, se
recorrer polica.
Preefsa-se de um moer. qUe tenha lias-
I
A elhcacia dot iniilicaineulo. nOOSSSJM-
Ihicos depende de soa boa prnparaeao, Jo
icio ou desvello que se empresa ne.'le mis-
ler, e lamhem dos eonheeimenlu phaim.i-
codxn.imicos <|uesedeve lar aaelamedici-
ne. I'<,rU,iio ueale uovo Claueleciinuio
I.-", tu, o qua o r,., mmummU paia ..,-u
oao, lano em ejoboies, como cm t.oi.ir,.
c aasim lambem eartairae de diversos taina'
nhns, tubos avalaos, ele., etc.
ailu os inai. mdicos pos.iveia.
i
I
1 >s angas
-S&fi>S(3*5
Jiilhetesde visita.
liravasn-ss e imprimeiu-se com perleir.10 bilbete-
ile vina, Id iras de commercio e lodosos' objeclos d.-
arle ealicraphica, resisiros, viuhclase quaesquer de
smnos, Abrern-ae lirma,, sinele, lano aUlho do
c- como em relevo, ornameiilo.com obieclotdeoor.
prala. Iam-a rieses lindos e sarininam pira
bordado! de lebyrintho. Admilte-se a recusa di
uga-se
una grande casa na rua Imperial 11. |(i|,
cun lies portas de frente, duas grandes
salas, cinco (piarlos, co/.inlia futa, etc.,
por IisOIH! mensaes : a tratar na rua
Direita n. l-">, leja.
PKECISA-SH de um criado estran-
geiro ou nacional, assiin como de nina
ama para oservirointerno de tuna casa:
na rua Nova 11. ."!!.
O Ihesoureiro da rmandade de \. S.
da SoliMl.nli! do bairro da Boa-Vista declara
w ----.,... ...,a,t, ^wnuiil SI) conii
se nesta praca dividas eom quem Ihe re
ta ale commissao seos sssucares, certar
li taberna o dando fiador a sua conducta
tratar na ron Inrtri do rtozaron, 12.
Aviso .->o aviso do Sr. Correi.
Se o Sr. Jos-'- Soarcs Correia s conlraliis-
rereet-
-------men-
m nao me conocera na penosa necessidade
de responder o seu aviso inserto neste Da-
no, que s lie relativo a assucar e somonte
assucar; mas o Sr. Correia que n.lo ignora
ue existe em uiinha mao um vale seu 'le
70-000 ja vencido, eque en, por mais dili-
gencias que tenlia luito para me entender
Ao respeiatavelg

o
publico.

eom o Sr. Correia ou pessoa de sua amizade, '.Z. "'"' i>or ,,r
para evitar desgostos, nio me lie possi-i 0Dr> aesim
vel eneonlra-lo! Ile-in^. portanto, lorcoso ?'", "*'* "
acompanliar ao Sr. Jos Sosres Correia,' 10-1 ?".??lr.f ?*! ."*?* 'ra "'"'
g.UdO-lhe a sstisrac-ao de dila quanlia. He- ^a" "- '''' -..........
file 23 de Janeiro de 1837. '- *''-J'uui :' -. \:\'$:v
m RUA NOVA N. IH.
v'i '?ia e faieuda e roupa Mta de M. \. 1.a- '";
g. jii, onde euronlraro es bont frejgSMSI as
?!' obras mais bem acabad.ia qoe se podem en- ;>
'.,; eontrar, de lodas a edree e qualidades, e '.
:i lem de acedar menos ubras de enrmeselo '.';;'
maior porrdo de diflerenle "-.-'
SOe o lem de aujinenlar 1. .-ft
ij prer.o d-s encommeinlada-, e para mais "
^T bem servir a seus dono-
lodos
-':
.j^K%% AI4HTES 1)0 BOM V MATO.
"ra.?'_ra-,_doCre8Pon< 7- lojadcSiquei- Vendem-se ricas eharuteiras bordadas e
1 relroz serviodo lambem de earteira a kf, di
tas sem ser bordadas muito boas a ->- c :tf.
ta cV Pereira.
Perdeu-se do poder do abaixo assigna-
dos Santos Pinto. pelo baralo preco de I* e I-5110, penles eos*
- Aliiga-se a bella casa de campo da Pas- I escova e espelho para sui-sas a 800 rs e-,lo
sagem, a primeira passando a ponte grande, jos para barba aiei"300, livellas dourada-
pertenoente a Viosa d. Paulo Pereira Si-' para calcas c colleles a 1 JO rs., castoe3 i.nia
inoes, piulada do novo, con. estribara para bengalas a to rs., esixinhss para guardoi
4 ou cavallos, eoel.e.ra para 3 ou :i carros, phosphoros a 160 rs escovinbas para l.m-
casa para pelos, baixa para capun, sitio par pentes ast0 rs, chicotes muit.. bou-
eom algum a-yoredo ; a qual esta por alu- para cavado a 800 is esporas linas de seo
gar por nao estarcm as chavos no Uee le, e! 1/. grvalas de seda muito boas a I ->, atara-
tercm ido para o cngenlio : a Iralar na rua dore-de 1
do QuL-imado, loja n. 1*1
"uniilina para casaos a :100 rs., fin
ceis inglezes para barba a :>oo, Oti e soo r-.a
camisas de meia muito finos a Ijaon, ricas
abotoaduras para rllele a (lile 00rs.,di
I las para palitos a 500 c 600 r.-., eslnjosde ns
1 vallias linas para barba a -, calas linissi-
raas para rapi .1 joo c :v, ditas redondas de
' taitaruga linas a #, o outra- muitss cou-a
Aten l-i
&l*ttt&CG.
a l.NSKI.IIi I A um 1 \ ISTKA11 vo.
ilconspliio administrativo em rirtda
atltorisacHO do l"?;m. 5r. presidente da y.
vinca. tem de comprar os objeetos segaii}-1ade cobre, a qual iem
tes J de sen carregamento
de
pro-
sete suas cotilas no da i do corrale,,
con-istorio da inesma irmandade, c
desse dia euidianio nao lera lugar qualquer
m de.te me/, eepera-se da Eoropa om do' rerlamato.O escrivao
''eV'Mm.,'"l'.';,,'',',''', qual ,de|""!' d" I ''cJr "gncio BapUsla.
oco-tnme Mainra ,,ar. o M| para pwa- -. Comida se a mesa regedors da itma.i-
dade du .\. S Ja Soledade il bairro da i;oa-
Vista para comparecer no consistorio da
mesma irmandade no dia -2 pela-11 horas da
(ii.inh.la, para dar posse ,1 nova mesa que
astros ele, Irala-se com o* axentei Adamiou lloie
Para
o llio de Janeiro sabe com
milita brevidade a nova barca Recife,
de primeira marcha, pregada eencavilha-
a maior parte ia m
bul
qtialidadc que lem viudo.
O coronel liento Jos l.amenba l.ins,
patlindo boje para a corle do imperio, e nao
podemlo despedir-se de seus amigos pela
lapide/, de sua viagem, pede-Ibes descolpa
por seinclliante falta, e olTeruce-lhes seus
presiinios e servicos naquelle lugar, onde
que a dita irmandade na la deve a pessoa al-1 se demorara por poueo lempa.
guiiia, e se lia quem se migue credor apre-l -- Foi apprehendida, que ia sendo condu-
10 1 /.ida pur um rielo, urna caba bicho no lu-
qoe I gar de '-auto Amaro quem foi sen dono
appaieca no dilo lugar, que dando os sig-
naes cortos lite sera entregue: a fallar rom
o inspector.
Precisa-sc de um bom auMSSador, pa-
ga-se bom ordenado: na 10.1 estreita du
Rosario u 13; assim romo aluga-se um
piolo que ciitcii.la du padaria.
Prerisa-se de um criado forro ou cap-
tivo para o servigo de urna pessoa, 1
se hem agradando : a tiatar na rua do Cabu-
Velbutina
de todas ts cores.
\a rua do yueimado n. ni, vondem-se vel-, ?0!L*1 v,;l"lom l'or baratn P,C|.0 : n" r" d"
Unas de todas as cores, e'as mellTorcs ,fm ""' "" Cm C0Bhec, ,.i;.i.i.......___..:...,.. ma II. J.a.
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
bol ra de
Uarlho/omeu /'. dt' Sonza,
continua vcmle
lalso o que foi ndid i -ni otili *
ijualquei |>ai te )
ido
i!i Brande).
teni de reger O anno de 1856 a |8S'..
Hoje e amanhSa havera carne de vitel-
muito superior, na rua da Cadeia de San- iga, loja de cera na quina da rui das Uran-
pi rnipio pa. a c to Antonio n. 10. | reirs.

- j
ILEGIVEL
.

Iloh L Alleitciu .
Piltilas vegelaes di
Vermifujjo iiii;le/ i-m ridros.
Kli: -. int -nsmatilico
Frascor dt- ;ooci i.irp-. com rpjbas, de
a \ libras
"




UlAItlo lli PERNAMBUCO, SABB.VDO 2* DE JANEIRO DE is.".
\
.:.:00..:-
.3 cOnsii.1 i)i:i) ckNTui."i-"'.
.;;;. MEOPATHICO.
Q Ra de Santo Amaro (Mundo-No- A
',' vo) n. (>. ^
A O l)r. .S'aimo Olegario l.udgero Pinito, .; ;.
,}? de volla (le tua viacem ao Km de .l.ineirn, S
W continua a dar consultas lodos os dia ateU, '."
- das K lioias da manhaa, as 2 da larde. $j
at Os pobres sao medicados i;raluilauienle. ._.v.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelocida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco railhoes de libras esterlinas.
Saunders Brotbers & C, lera a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quem mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha o igualmente sobre os objectos que contiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Aluga-se a aiitia casa de vender plvora, na
cidade de linda. com boin sitio, baia para capiui,
boa casa de vivunda ao pe : qaem pretender dita
rasa ditija-se a roa do Vigario n. 31.
__ Precisa-s de uin bom criado e paga-se bem
agradando o servico e comporlaraenlo : a tratar oo
campo do Hospicio |unloao quarlel casa do desem-
bargador Mendes da Cunlia.
XARO
DO

t BOTICA CENTRAL 110-
S MEOPATHICA
5 lio
9 DR. SAEIXO O. L. PINHO.
9
I Paolo Ii.m .iimh\, de volt! de sua viagern fifi
a Europa, esta moraudo ua ra IVova o. ^
11, primeiro indar, onde pudtiser procura- S9
do a qualqjer liora. \-
Os devedore.de Jos Das Siin6es,Lruz i\ Bas-
tos e Cm/ ox (jomes lenham a boudade de manda i
pat;ar osseus deolos aos abauo asslcnados, por se-
ren ellet os dono* dos referido dbitos, os meemos
abaino assinadoa desejando ultimar esta cobranza
oa melhor armoniaesperam qoe Ihe Mtisfaiaa suas
coalas independentes da publicarlo da seus uomes
mel<< judiciaes quese verao na necessidade de im-
precar id Taita do referido pasamento.JoscAlves
da Silva Guimar;V;s, la doObu2a'n. 1 l. l-ran-
cisco Jso Alves Guimaries, ra do Queimado n. 33.
$} PARA CONSERVACA'O lOS Q
%$ I) entes. o
egk Vende-se pos e aaa denlrilices : na roa g
* Nova n. II, m casa do dentista raucez J
t? Paulo (iaienous. '
4&&&:;;Ov;:-C --:::-:;:&
Preciia-se de urna am* que (enlia bastante lei-
te, anda mesmo sendo e-crava : no pateo de S. Pe-
dio n.|22.
Escolas
DO
IETII0IW C4SIILII0.
Do dia 7 de Janeiro em dianle eslao abenas as (i
escolas dcsla capital, pelo encllenle mclliodoCas-
ilbo ; pelo qual a van publica se lia pronunciado
pelo orcao O impreusa purnambucana, merereudo
particular atiendo a escola de meninas, erecta na
ra do Vigario, casa do finado Silva Companliia, nao
so porque nessa escola se ensillara lodos os primoro-
sos bordados, e mais tavores que se possam desejar,
como Morquti a di :im prolessor.i estando sendo lee-
uoad.i na graiiiinaiica nacional palo eximio proles-
sor o Kvni. Sr. padre mastre Varrjao, se lomara'
mais um precioso brilhanle que ornar a coroa Ilite-
raria do Eim. canselheiro Sr. Dr. Caslillio.
Precisa-se de um ama de leile, que
o leofaa bom, eseja Sadia, paga-sc bem :
llamado Apollo n. 22.
1'recisa-so alugar duas amai forras ou captivas
pira casa de familia, qnecozinliem eeugommcm: na
ra da Cadeia do itccife loja n. 50.
Seguros contra
o Og'O.
co"rm1iT"i.TilTKl.
CAPITAL i 1,260,000ESTABELECI-
DA LM 18.10.
Para effecluar seguros
sobre pr.opriedades, mercadorias, mobilia
e gneros de quasi todas as qualidades.
Premio de ."i|8 ate 1|2 por cent o ao armo,
Hjentes C. J. Astlej & C Km conformi-
dade de oidcns ultimameiite recebidas,
os agentes acliam-se hal>ilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros de e\-
portarao, como sejam : algodflo, assucar
ou couros, depositados em trapiches ou
irma/.ensparticulares, em Macei, Jara-
gua' ou Paraliiba do norte : agentes C.
J. Astlev&C.
O abaixo assignado lecciona primei-
ras lettras, latim e trance/.: na casa o.
.")8, da ra Nova.Jos aria Machado
de Figueiredo.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra o Cabuga u. II, coDlront ao pateo
la malriz e ra Nova, l'azem publico, que
';sto recebendo conlinuadamcnte as mais
novas obras de uro, lauto para senhora
romo para homens c meninos : os precos
oiiiinuam razoaveis, e passam-se comas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ooro de 14 ou 18 quilates, licaodo
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
viila.srapbim & Irmlo.
O nico preservativo contra a caspa
que ale agora tem apparecido, lein a vanta-
4iui do preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e tambera Ungir o mesmo : na loja n. 1
da ra do Crespo.
fa ra do Krum no Recite n. 2U no ter-
cciro andar precisa-se de uma ama que jai-
ba lavar e engommar, anda mesmo que
u.loseja perl'cilamente, prelerindo-se mesmo
eserava : paga-so bem, a tratar no mesmo
andar cima.
Aluga-se uma casa caiada o pintada de
novo com cxccllcoles commodos para fa-
milia, situada no principio da Tono o per-
lenceotc ao Sr. Arantes : a tralar ua ra Ve-
iha n. a*.
A pessoa que procurou oSr. Joo Bap-
ttsta de Campos para comprar o escravo Joa-
quim, que disse eslar no ou poder, perleu-
ceute ao Sr, l)r. Antonio Carlos de Almeida
e Albuqucrqne, quena por obsequio dirigir-
se a ra da Cruz D. 39, primeiro andar.
A rila do silio na l'assagem da Magda-
lena do A. J. de M., corre com a piinicua
luteria da curte do lio de Janeiro, no pr-
ximo fevereiro, se se extraliircn suflicienlea
bilheles ; na confeilaria delronle do lliealro
velho,o praga daludedencia lo^ das Kiienas.
Tirar (lentes
eso bom estado he destru-
ir deslbruiozear a phi-
siouomia hamuna.
Jos Adelo ds Silva, dentista e sangra-
dor, pode ser procurado a qualquer hora na
ruada Camboa do ''armo n. 0, para san-
grar e tirar bem denles, chumbar denles tu-
rados, separar bom os da lente e applicar
ventosas sarjadlas pela atroccDo do ar ; tam-
bero, cura as dores de denles a qualquer pes-
soa que l'or em sua casa, ou tira-os bem sen-
do preciso, e nos domingos, na ra da L.pe-
ratiQa, silio da Floresta ao sabir para a es-
trada Jo Manguind, tambero tem elixir
d>-iililico pteriogoidiano, especifico iufalivel
.nuda nao apparecido nesta cidade, e inuito!
proprio paia aplacar ou destruir as dores de
denle.-), que imtiilo a'.oniieiilain a huiiiani-
dade. lein pos denlercivo e lomeo para com
preferencia I i ai par porfeilaniente os denles
sem aller r o marmore poiido, fortalece as
gengivasn as cora de um bello rosado, pro-
vine o man progresso p dores de deules, n
dtsr.a a bocea urna frescura o alilo mui agra-
davcl.
Precisa-se de uma ama qnn saiha co-
zinhar, para urna casa de potica familia : na
praga do C.orpo Sanio n. 17.
Koi Iransferidn odeposilo deslc xarope para a bo
l ra de Jse da l.ru Sanios, na ra Novan. 53*,
garrafas 59500, I meias3p000. sendo falso lodo
aquelle que n;lo l'or vendido nesle deposito, polo
que se faz o presen le,aviso.
IMPRTAME. PARA 0 PUBLICO.
Para curade plilysicaeru todososseusdifleren
Micra*, quer mol i va da por constiparnos, tosse
aslhma, pleariz. esrarros de saimue, ilorde coa-
ladose peito, palpita$t no curar,1o, coqueluche
broncliile, dorna saruanla, e todas asmoleslia
dosorgos pulmouares.
Attencae.
R. C. Yates & C, cstabelccidos no P.io de
Janeiro na ra do Hospicio n. 40, vendo um
anuuncio publicado em uma das follias de
Pernambuco pelo Sr. Barlholomeu F. de
Sou/.a, prevenindo ao publico que o verda-
deiro Xaropc do Bosque s elle he quem
vende, previuem ao mesmo publico que o
nosso xarope bu remellido do Mo de Janeiro
pelos propietarios cima, ao Sr. Mauoel Al-
ves Guerra, e esteSr. fez o deposilo para sei
vendido na pharmacia do Sr. Jos da Cruz
Santos na ra Nova n. 53, nicos por usaulo-
risados para venderem o nosso verdadeiro, e
mais prevenimos aos senhores consumidores
que ha perto de cinco a unos os rollos col-
lados lias garrafas sao assignados por llenry
Prins, como procuradores dos proprietarios
cima.Kio de Janeiro 13 de Janeiro de 1857.
p.p.R C. Vates &C.llenry Prins.
Barlholomeu Francisco de Souza lcndo
o anniiiicio dos Srs. R. C. Yates & C. no Dia-
rio n. 17, cm que diz ser smenle verdadeiro
o Xarope do Bosque que se vende nesta ci-
dade na pharmacia de Jos da Cruz Santos,
onde fez deposito o Sr Manoel Alves Guerra,
que recebo delles proprietarios, declara ao
publico que nao duvida seja falso o Xarope
do Rosque que tamheui vende em sua botica,
masassevera que elle foi comprado aos mes-
mos Srs. I. C. Yates o C, do Kio de Janeiro,
como prova o documento abaixo.
Rio de Janeiro 8 de agosto de 1856.
O Sr. Barlholomeu Francisco de Souza
comproua R u Yates C. .
4 duzias de garrafas com Xarope do
Bosque a 54^000........210/000
6 duzias de meias garrafas com Xa-
rope do Bosque a 271000 .... 162/000
Ris .... 3783000
Receb o importe cima, do Sr. Aulouio
Joaqu)m Vieira de Carvalho.Ric de Janeiro
8 de agosto de 1856Por R. C. Yates C,
Jos Paulino Baptista.
Eslava reconhecido.
llenrique Gibson fa/. publico para
conhedmento de quem iuteressar.que em
abril de 1855 comprou ao Sr. coronel
Rento Jos Lamenba Lina, e a sua mulbei
uma poivio de bracas de trra as extre-
mas dos engenbos Calumni e Jurissaca
com o de Junqueira, do <|ual beproprie-
tario, entre as duas bubas do Poco secco,
e do riacho do Catle, com a declararlo
de <|ue se fosse paga acuantia, pela qual
foi leita esta venda no pia/.o de dous an-
nos, (icaria ella desleita, mas que o refe-
rido Gibson teria o direito de mediroutrai
tantas bracas em outro lugar, que bem
Ihe conviesse nos referidos engenbos, ou
de lian- com cinco211 ta nos pontos deter-
mmado*,que sao as extremas de Jurissa-
ca com JunqueUa. E como Ih consta
(pie dito coronel pretende tender oenge-
nho Jurissaca, protesta desde ja' l'a/.er (-
tectira esta condirao (|ne be expressa na
escriptura pelos meios legaes.
Precisa-se de dous olliciaes de cal-
deireiro para a ddade da Babia: a tratar
do ajuste na ruada Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Luizde Oliveira Azevedo.
Precisa-se de 11111 bom co/.inbeiro :
na travesa da ra Relian, (i.
O collegio das orphfias, sito em a ra
da Aurora, precisa de uma cozinheira liber-
ta ou captiva, e paga-se generosamente : a
tratar no momo collegio, com a directora,
011 na praca da Boa-Vista sobrado n. 7,com o
Ihcsoureiro, Joaquim Francisco Duarle.
0abaixo assigna.lo participa aoSr. Se-
veriano Jos de Moura que a Sra. Auna
Joaquina do liego Barros, anda nao pagou
o aluguel do te ceiro andar da casa n. 48
da ra da Senzala Velha, vencido em 7 ao
corrente.por cuja Sra. licuu Sine. por fiador ;
assim como tenho ido na ra do Collegio 11.
'ii primeiro andar, ondeo senhor he caixei-
ro para Ihe participar, mas como nao o le-
nba cnconlrado, faco o presento annuncio
para que fique entendido, assim cmodo 7
de levereiro em dianle, sera o dilo aluguel
18501)0 rs., por mez at a hora da entrega da
chave, a qual lio Smc. obrigado a me entre-
gar, lecife 22 de Janeiro de 1857.Anto-
nio Pereira de Oliveira Maia.
Luiz Amonio da Gunha, morador na
ra da Cruz 11. 32, declara que por haver
outro do mesmo nome, mais amigo nesta
cidade, do lioje em diantc se assiguara por
l.uiz Antonio da Cunha l.agc.
--OSr. acadmico Leandro Francisco Bor-
ges tem caria viuda de Sergiie ua ra do
Crespo n. 23, aoudc podera procurar.
Da-se um 1:6008 rs. a premio, sobro
seguranca de bens de raz : na ra de A-
pollo 11. 23 se dia quem uuer Halar.
Uma mulhei- de bous coslumes se oll'e-
rece para ama de casa de bumem solleiro ou
casa estrangeira : pode ser procurada na ra
de Santa lliereza, casa junto a Uberna da
quina que va I para a ra do l'oeinho.
.Na ra da Mangueira n. 8 precisa-se
de urna boa ama e engommadeira, c tambem
de uma lavadeira,
-- O Sr. capitn Antonio Alaria de Castro
Helgado tem uma carta viada de Macei, na
r;ia do Queiinado n. 11,
- So escriptorio do agente Oliveira ex-
iste urna caria dirigida ao Sr. Francisco de
laiilalMgueiradeAbrcu, viuda da Europa
pelo vapor hamliuigucz Teutonia.
. """ ,VS ?rs- cyPria"0 Uil da Paz na ra
do Gollegio, no aterro da Boa-Vista Joao
Jos Ferreira da Luz, na padaria do Sr. Bei-
nz, dirHo (luem da quantias de4004'. 500*-
0009.800J, l:000>e USOOf, ate mais com hv-'
pothccaein casas tenca: nesta cidade.
Da-se dinheiro a juros sobre pettbores
de ouro e prata, em pequeas c maiores
quantias-. na ra da Viracao 11. 2!) casa terrea.
Precisa-se do urna pessoa que se cn-
carreguede algumas cobrancas nesta praca !
dando fiador : a tratar com lanoel Firmiuo
Ferreira, na ra da Concordia.
ijgencia folha corrida.
Ra daPraian. 43 primeiro andar.
Claudino do Reg Lima, despachante pela
rcparliciio da policia, tira passaportes para
dentro o Tora do imperio, e folha corrida
com presteza, e commo Aluga-se a um homem solleiro um cx-
cellente quarlo ao lado das lojasdo sobrado
da ra das Cruzes n. 39, tem porta para o
corredor e janella para o quinta!: quemo
pretender dirija-se a dita loja a fallar com o
dono do holequim.
- Precisa-se de urna ama para criar um
menino na ra larga do Rosario 11. 35, a fal-
lar na loja de roiudezas.
D. Mara da Aiiiiuiicac"o C-ineiro de
Sampaio, lillia legitima do fallecido major
Faustino Carneiro de Sampaio por falleci-
mento de sua mana I). Marianua Hermoge-
nesda Coneeirao Sampaio, muda-sc para O
hirro de Sanio Antonio, luaUireilau 44.
Alug-ase alf o lim de marco um peque-
no sitio murado, no Poco da Panella com
casa fresca ccommoda para familia, a niar-
gem do no na ra do Queimade n. 5, pri-
meiro andar.
Anda precisa-se do um bom forneiro,
edousamassadorcsquesaibamdesempenhar
o sou lugar, paga-se bom ordenado; na ra
Imperial n. 37 em frente do chafarla.
lina de Sanio Amaro (MundoNovo]
NI MERO
.} Vemlni- $ aercdiiidM medicamentos homeopiithicos, per @
< O pregas milito commodas.
A acrAo ilesles ineilicanu-nlos Un lAo prtimp-
-
honras Ja .ja}
- Lompram-se escravos que sejam sa-
dios e fortes, proprlos para armazem de as-
sucar : na ra de Apollo n. 22.
Compra-se para urna encommenda
~> moloques de 14 a ISannos de idade:
na rila do Colle;io 11. 21, primen O an-
dar, das 10 horas a's 3 da tarde.
Boa lama.
Vendem se superiores macas .ara coiidu-
tenaas.
31 la e Bflleac, que tem merccid
rf preferencia em Unas as parles di) imperio,
1 onde lem sillo eiprrimeuladoi. (>
Cada lubo nvoln.....IjOllO ,
Cada viilro de tintura 2)000
9 Carleir< e eaisinhis com medicameiilos, 5
desde 12o ale illOSOOO.
W 't'hesouro liomeopallnco 011 vadc-mei-um do 9
homeopalha, obra essenoialincnle indhrpen- 9
i savcl a quera daMJa amprcRar a homcopa- <*
' 0a a.........ll^HIO 8
. 9 Tralamenlo liomeopallncy do 9
j 3> rliolera-morlius......1^000 -'5
I Propacanda liomeopatliica em .;
j .^3 Pernaiiibucu.......2-?SHlll 'j
J*C N. B.Para conhecimeulo do publico, hv;- $9
9 Sa-S que o l)r. Pires Bainos Jnior, nu he v
11111-r.nxciro da botica central hoi:ieopalhica, fj
9 c neni lein interferencia aUuma em suas ope* U
>x raides. ^
9V*9399Q1t-91t999&ttnz;:-
*PO.ICa.
Participa-se aos ,senhores de ongenho de
Ipojuca, que lein procurado recebar os ej-
emplares que acabam de sahir do prelo, por
parto cloSr. Antonio (.arlos Pereira de Bur-
gos Ponce de Leao, acerca da famosa ques-
illo de divorcio que contra elle suscitou seu
sogro o Sr. Antonio de Siqueira Cava'canti
do engculio Martapagipc da villa do Cabo,
que de bom grado sao salisfeitos, dignan-
do-se i))andar busca-Ios, do metnoravel e
luctuoso lia 29 de Janeiro cm dianle, no eu-
genho Montevideo, na mao do lllm. Sr. com-
mendador Joaquim Francisco Paes Brrelo.
Entretanto roga-se aos ditos senhores que
tenham tambem a bandada de ler os (brle-
los espalhados por parle do Sr. Siqueira ten-
dentes ao mesmo assumplo, para que melhor
possam ser juizes severos entre esae paie
aquelle .marido. He facilimo eucontrar-se
os folhetos do Sr. Siqueira em cada canto,
mxime em mao de pessoas, que facis de
so illudir nao poderao se admirar de tanto
cynismo, e ncm saberao distinguir o verda-
deiro do falso, porque uesses nao recebera
certamen le o Sr. Siqueira a senienca de sua
propria cuudemuacfio !
Precisa-se de olliciaes e costure'iras:
na ra Nova n. 60. loja de all'aiate.
Lotera do Hio
de Janeiro.
Na praca da Independencia n. 10,
acham-se a' venda os novos bilbete.s da
lotera I- para construccao de urna pia-
ra de mercado daquclla corle, (pie devia
correr no dia 17 do presente ; as listas
esperamos pelo vapor San-Salvador:
os premios serao pagos na inesina loja
acuna, de conlormidade aos nossos an-
nu ocios.
Precua-te de urna lavadeira para
laar roupa de urna grande familia: na
piara da Independencia ns. 0 e N, li-
vraria.
Precisa-se para urna casa estrangei-
ra de pouca lamilla, de um bom cozinbei-
ro, de urna amasecca e di urna pereita
Doce
Em casa de Eduardo II. Wyatt, ra do
Trapiche novo n. is, ha para vender 1 pia-
no lorie e elegante.
Vende-se a verdadeira graxa ingleza
N. 07, dos afamados fabricantes Da y c cHo de milpas cm viagem, pe lo barato preco
I Martin em baricas de 15 duzias de potes; I de 5,6, 7 e 89 cada uma, galheteiras rom
' em caza Cruz N. 2. j leirai de Jacaranda e mogno para se escre-
ver c guardar todos os perlonces, proprios
para viagem a 8, 10, e 12? cada uma, oostu-
! iciras riquissim.-is de Jacaranda rom os rc-
pailmenlos forrados de seda ecom muilo
gosto a i, 5, 6, 7 e 8, peines muilo linos pa-
ia alisar,piop ios para crianzas ou para suis-
O GUARDA-UVROS BKASILEIRO, ou arle SM a :1'20 rs> Poceiras do meihor gosto que
secco de caj'
>'a rua do Queimado, loja n. 2, vende-se
doce secco deoaju', cm bocetas muilo bem
enhiladas, propnas para prsenle.
.Na rua da Praia 11. ai escriptorio, ha com,"ercio do Brasil: vende-sena la da
para vender ama eserava de 25 anuos, bonita c*eia Velha n, 22. Preco siooo.
figura, sabe eozinhar e engomar.
.Na rua Nova, loja e fabrica de chapeos1
dcChrisliaiu Iranio 11. i, ha para vender ;
superior cola de llamburgo e Babia mais u ,
barato que em oulia qualuuer parle >iuue-se cal ue Lisboa ltimamente chc-
_ Vonomm, f,h.u. \ .' Ilada, assim como polassa da Itussia venia-
leo da Sarnas t T2, % SfitZgZ "l* v "f SR* C^ Snto
i-. *> ^piu pniliur-...i. -.* ,WCUIW Nenue-bc por menos do que em ou-
zaodoreSpeet,vo^donoUell'arVtdoeme e'qe- P^K'wTufd.Tru? M ""*
rer ret.rai-se para lora, e isio nestes 8 das. f
Vende-se panno verde proprio para
bilbar : ua loja da rua do Crespo n. 3, pr-
ximo ao arco do Santo Aulouio.
Vende-se damasco de seda superior de
dil.erentes cores na loja da rua do Crespo
n. 3, prxima ao arco de Sanio Antonio.
Vende-se panno superior encarnado :
na loja de f portas n 3, prxima ao arco de
Sanio Antonio.
da eacripluracSo mercantil apropriada ao
A3$5 Cimento branco.
-- Vende-se a taherua do pateo da Santa
Cruz, que Boa na quina que volia para a rua
Velha : a tratar na mesma.
-- Vende-se um moleque de 8 annos, bo
Dita figura : na rua estreita do Rosario, ta-
berna 11 1.
Vende-se a taberna n. 82 da rua das
Cinco P.mtas, que foi do fallecido Manoel do
liego Lima, assim como tambem se vende
um moleque de idade II anuos, pouco mais
ou menos: os pretendentes dirijam-se a
mesma taberna.
Vende-se uma eserava crioula com 20
a 22 anuos de idade, boa engommadeira,
costureira e cozinheira : na rua do Collegio
11. 19, terceiro andar.
Vende-se um sitio a dinheiro, em Be-
beribe, encostado a eogenhoca do Sr. Anto-
nio do Mlemiio, com casi, frucleiras, ca-
l'ezeiros novos, cerca nova de limo,cercado
para vaccas, rio crlente, chaos proprios,
divididos com capuoiras para planlacao de
rocas com suas madeiras : quem pretender
dirija-se aos Remedios, no sitio d'Aurora.
LEQUES FINOS.
Vendem-se loques muilo linos com rica
pinturas, espelhoe plumas a 2^, 35500 e M
na rua do (jueimado loja de iniudezas da
boa lama n. 33>
Vende-se
no escriptorio de Antonio de Almeida Comes
na roa do Trapiche 11. 1G segundo andar, o
seguiute, por commodos precos : enxadas de
ferro soi I idas, fio porrele, panno de linho,
toalhas do panno de liuho, sebo em caixas
de arroba, ludo do l'orlo, e archotes em
caisas.
Ilechegado o e\cellente cemento bran-
co ja bem conbecido e evperimeutado,
tanto em barricas como astinas: no ar-
mazem de tahoas de pinlio de Joaquim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
'oras de marmore.
Basto v- I.emos, na rua do Trapiche 11. 1
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhaspara Icn-brancas, gorras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetea com todas as lettras do
abeedario, sinetes proprios para namorados,
ricos Irascos para cima de mesa eoutras
muilissimasgalantarias, ludo muilo fino e
de muilo bous gostos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe nesle eslabelccimenlo, nao deixa-
ra de ler em que empregue muitissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado na
bem conhecida loja de miudozas da boa la-
ma n 33.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se litas de veludo prelas e de co-
res, estreitas c largas, lisas e aberlas de mui-
lo bons gostos, pelo barato preco de 160,
320, 400, 500 c 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezasda boa fama n. 33-
BANDEJAS FINAS E BARA-
Nendem-se bandejas finas e de varios ta-
alem desta fazenda ha outras muiUs por ba-
rato preco, assim como seja, atoalb.do com
.palmos de largura pelo diminuto preco dr
1/oO rs. a vara.
Vende-se uma mu
osio i.emos, na rua do Trapiche n. 17 mnhn. ~ii~Y~Z ------j".".".;""" lo" ""ade, bonita figura d(
tem para vender as seguales obras de mar- 0 pse,0*"r* W WOO, a#500, vicios e achaques, o qu
more: estatuas, pias.'degros, pedra. qaa- SJSSffi boa7!n. *%*m*,> io>a djavar e engotnma'r mti
dradas e o.tavadas para consolos o mesas ,, a !'0a lama n' JJ: I doria n 55.
Vcndc-se um carneiro com andarsa
proprio para um menino montar : na estrada
de Jootcrnandes Vieira.sitiodoSr. Ilalhday.
Rap de Lisboa.
Vende-se rap fresco do Lisboa : ua pra-
ca da Independennia, loja n. 3.
VEM)F.M-SE
cobertores do algndSo adamascados de supe-
rior qualidade e por commodn prero : no
escriptorio de Antonio de .\lmrida Comes
ua rua do Trapiche 11. 16, segundo andar.
> escriptorio de .nton Luiz de Oli-
veira Azevedo, rua da Cruz n. |( vendem-se
vidros de iima onca, meia c duas.
Vende-se a bem freguezn'da taberna
da rua da Boda 11. 18: a tratar na mesma.
Ceblas novas.
Vendem-se 110 armazem do Aauea, He-
fronte da escadinba da allandega.
Vendem-se duas vaccas de leite. a-
quaes u;"io i garrafas cada uma : na travessa
do Mondego n. 8.
1 hapos de palea escuros e claros dr.
abas largas, Unto para senhora como para
meninas, vendem-se em casa de J. Falque
rua do Crespo n. 4.
Rua do Queimado n. 1.
Na loja de Caspar Antonio Vieira Cuima-
raes existe um completo sortimento de bel
bolinas de cor e prelas, proprias para ves-
tuarloi de mascaras por precos commodos
Vende-so sabSo de superior qualidade,
norteado no Kio de Janeiro : no escriptorio
engommadeira, paga-*bem mb^fiJjttSj^Jg* "^ "
peritos c liis : a tratar na rua do Torres
t arts para jo^ar.
Vendem-sc baralhos de'cartas franeczas
varas (qualidades a 15200,
1.600 e 29, na rua do Queimado loja de miu-
dezasdaboa fama n. 33.
E.vct
de meio de sala, e lijlos marmore, tudo
por preco commodo.
Superior cal de
LISOOa* Bouecao francesas.
Vende-se superior cal de Lisboa : no TO838>m"? bonfte,< francezas ricamer
arma/.emde Novaos & C, rua da Madie'
de Deosn. 12, por preco commodo.
Kelogios de patente Kscovas :e todas as qual i
nglezesdeoiiro, desabnete edevidro:l (lades.
vendem-sen precoraz.oavel.em casa dej Vendem-se ricas escovas inglezas para
AugiistoC.de Abren, nar nada Cadeia roupa, o melhor que pode haver e de nova
do Recite, armaxem n. ."6. I invenco 3s, ditas francezas muito boas
__ a '5500 c 25000, ditas para cbelo ingle-
11 I 111 r\*\ i vm\d\ i faS e rr,anceza!? a 00 e 28, ditas para den-
~^IIcllllUcll>|lt- les ingle/as elranoezas a 400, 500 e 600 rs.,
* 5 'ditas para unhas dita dila a 2*0, 500e 18, e
de superior qualidade : vende-seno escrip- .ouirasqual-dades maisbaraias, que tudo se
torio de Antonio de Almeida Comes, na rua vende na rua do Quein
do Trapiche n. 16 segundo andar.
\ e.le-sesuperior liaba de ligedlo branca
de cores, em novello, para coslma :em ra> de
Niullidll Mellor & Cmnpanliia.rua do Torres n. 38.
CAL E P0T.VSS.V
^ende-sepolassada Rassia e americana,ebegada
Desledlas e 6e superior qualidade; cal de Lisboa
a iiuiis nuva que ha no mercado: nos seusdeposi-
- aajoa de polln. 1 A.e2lt.
1/500 rs. a va,.." "'" ---------------***
--- Vende-se urna mulata de 2-2 annos de
te^S fii;u,", de boa conducu. sen.
ueseaRianca, sabeudu
lo bem : na rua da
,I0"r.l6n 20 annos, engomo, rozinha diario de
a. 38, serpiiido andar.
Aluga-se um escravo para fazer o ser-
vico de uma casa de pouca familia a tratar
na rua da Cadeia do lecife n. 44.
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na que teniia elguma pratca: a tratar na
rua das Aguas-Verdes n. 28.
KhITOK.
No engenbo de Santa liosa, treguezia da
Luz, precisa-sc de um hom fcilor para o
campo : a naiai uo mesmo engenbo.
AtteiMo.
As pessoas que tem procurado obter os
exemplares dessa monstruosa questao de di-
vorcio entre ur. Burgos e u Sr. Siqueira
em nome de sua lilha, senhora do reierido
Sr. Burgos, e que se Ibes lem promettido,
nao os recebendo de ai) a 31 do correte, sao
convidadas a mandar receber na rua do Li-
vramento u.8. em casa dos negociantes Co-
elbo & Almeida.
| CONSULTORIO HOKEOPii- g
1 TIIICO. |
.-- 1)0 l)R. CASA NOVA. f
-ft Nesle consultorio lia templa pava vender 5
ff os mais acrertiliilos msdicameiilo-. Iiomn-o- f."1
W iwlliicos de CATELLAN e CVEBEK, lauto
;Ji em Untara*! como em glbulos, e o mais gu
, em eonla po Uma bolicade 12 lulios (5 S? e 109000 S
^ >i de 21 los 120 e 153000
.'i > de lili .i 159 IS5 e 205000
.':' de /|S n 18,-s 225 e 2'wOOO
* de ikj ii 22? 2-Vj e IKISKIO
S3 Tobos avulsos :>IM, SIX). e I3OIH).
_.-;, 1 011ra de linlura o rscollier 29000.
Consultas lodos os dias gralis para os po- 'i?
'i l>rcs. A
Ari cuda-se o engenbo Oilcirao, sito na
comarca de -auto Anlao, peiteneenlc a Isa-
bel .Mana de Mello, purum cont e duzen-
los aiiiui il, e lambem se arrendar por um
contode rcis, obrigando-se o rendeiro aal-
guns conceilos : os pretendentes dirijam-se
ao mesmo para tratar.
Lotera da pro-
Chales
de touquim a
243000 rs.
Na rua do Queimado n. 21 A, vendem-se
chales de touquim pelo diminuto preco de
349000 rs., grosdn
largura, fazenda o mais superior que lem L"* rua do ''apiclie n. i.

vindo.
AITENCAO.
Vende-se uma bonita negra moca com am
hlhodel2 annos, ambos pecas: quem os
pretender dirija-se a rua dos .Martvrios o.
14, que la se dir.
t'ende-se cm Nossa Senhora do O-, ua
Ircguezia Trente de lijlo e oitoes sobre pillares, com
um grande salgo e cozinha puxada fura,
dividida em duas salas e uma alcova, uma
das salas tem excellente armacHo pTOpria
para taberna, e muilo boa por ja estar afre-
guezada, ser edificada no pateo da reir o
ler tres portas de lenle : o preco he 1:0009
rs. : quem a pretender dirija-se aquelle lu-
gar a tratar com o proprielario, ou na rua da
Cadeia Velha n. 33 loja (no Recife).
Sedas de
quadrosntiudfiiliosa t$rs.
o covaHo
Na rua do Queimado n. 21 A. vendem-se
sedas de quadros miudinhos pelo baratsi-
mo preco de 1--0U0 do-so as amostras
com penhores.
LS
vinei .
Corre .-abluid') '1\ do corren te.
/*. .. Lijjme.
Precisa-te alugar um primeiro ou
segundo andar, em qualquer rua do
bairro de Sonto Atonio: na praca da
Independencia ns. n. (i e 8, livrari
Precisa-se de urna ama puro eozinhar :
na rua da Lingoeta n- \.
Precisa-se de urna ama quesaiba eozi-
nhar e fazer todo o servico de una casa : na
rua da Concordia, casa da esquina conl'ioiile
ao becco da Remella.
OSr. Pedro Eleuterio Barboza de Lima
lem cartas viudas do Rio de Janeiro : procu-
re na estrada da Tone, sitio do Dr. linio.
.. Antonio tlarcal da Costa Aibuquerque
declara que dcsta dula em dianle assignar- !
s de quadros
60 rs n covado.
Vende-se laa e seda de quadros : na rua do
Queimado n. 21 A dao-se as amostras com
peuhor.
Gorgurao de
quadros a 900 rs.
Vende-se na rua do Queimado n. 21 A gor-
gurSo de quadros de lindas cores, dao-se as
amostras com peuhor.
Na rua das Cruzes n. 33 segundo an-
dar vende-se uma eserava crioula de 20 an-
nos.grvida de qualrn mezes, que engomma,
cose chao, cozinha c tem muilo boa con-
ducta, e iim escravo de nacSo, boa ligura,
proprio para todo o servico.
Vende-se um guindaste porttil de
ierro, que pega em 00 i 10 arrollas,
com lodos os seus pertenecs, por preco
commodo: na rua Direita n. 66.
Aviso aos tanoeiros.
Ven Ion-,-se rodas do arcos ile pi para
pipas, e hacas de vimos da melhor qualida-
de que lia no mercado, ebegadas ltima-
mente do l'nilo, por menos preco do
.mado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
Chapeos (le p I ha de Italia
Basto & I.emos, na rua do Trapiche n. 17,
tem para vender chapeos de palha do Italia,
dobrados e singelos, para homem, meninos
e meninas, chegados ltimamente de Ceno-
va, e por precos commodos.
rio w,v; .n.i nin Jf,*. P*"",""n CAPACHOS
de-sc v.il,o do l'orio a. supenotoualidade da bem Pmtad0> eompridos o redondos a 700 e 800
conhecida marca cw ero pipa^ barril e ealsaa de rs \ ,na rua a Queimado loja da boa fama
nina e duas duzias dt garrafas. |" *
He iiietadedoseul0,"u,os elu^ta5delodas
as qualidades
Valor. Vendem-se superiores oculos com armacao
A^S^III ., ..o^.i ., qik |(c,larlar.uS\,|etodasasgraduacoesa;t>000,
^OUVa peCil e \l\9 jdttosmuilo bons com armagoes douradas
rei<- m van M00, ditos ditos eoni armagoes prateads,
lt'i' '* 1?, ditos ditos com armacao de ac a 800 e
vende-se umaporcao depanninhosde vara j I*, lunetas com armacao de tartaruga a 15
de largura com um pequeo deleito, em ditas redondas equadradas de baleia a 500
peca 31500, e vara 300 rs., chitas escuras co-1 rs., ditas de dous vidros armacSo de baleia
res lisos a ICO o covado, dilas de padres I a 1P600, e outros oculos mais que se vendem
novos e lixes a 200 rs. o covado : na rua doj por preco barato na loja da boa fama na rua
crespo n. 14, quarta loja quem volla da rua do Queimado n. 33.
POTASSA CAL YIRGEE.
INoanli^oeja bemconhecido deposilo daruada
Cadeia do Itecife, escriplorio n. 12, ha para ven
' der muito superior potassa da Russia, dila do Rio
i de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
i a prejos muito favoraveis, com os quaes ficarao
I os compradoressatisleitos.
VIMlo DO romo GBNUNO.
vende-se oplinio vinho do l'orlo eui liarris da
' quarlo eoilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Kccife n. 1:1, escriptorio de Hallar A Oli-
veira.
S&o muilo lindos para pu-
l hos<
Vendem-se muilo bonitos botoes para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura: na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama ti. 33.
das Cruzes.
Vendem-se chapeos do Chyli de to-
^o-
borracbas sortidas, ltimamente ch,
do Para: no escriplorio de Antonio dSA,
-- Vende-se uma preta crioula, de boniL.
ligura, de 22 a 91 annos de idade. cozm ,
pXTf.0 lava muito bom: S5S
Vendem-se tres terrenos foreiros em
Santo Amaro, todos com 700 palmo, ^
frente para a estrada nova de Luiz do*e
e com fundos para o oesle al 6*0 iSSl
conrronlanuo pelo norte com o sitio do"?'
Manoel Pereira Lemos junto do actual hos-
pital mglez, e pelo sul com o sitio do sf
loSo dos Santo. Porto quem os pretend'e.
dir.ja-se a Vicente Alves do Souza Carvalb'
rua do Trapiche n. primeiro and" '
Btalas inglezas ede
Lisboa.
si Vnd,en,"se no armm da traves d.
Madrede Dos n l.,.daS 9 horas as 3 da t^de
por
praso de seis mem'com a ^couipetent*
garantas, a tambem se arrend o arnwzen,
Sf;; 'a.mr ^posjtado. os me, o"
jecwa .a Halar com Joaquim Concalvcs dr
Aibuquerque silv,, na rua da Cruz n 35
primeiro andar. """'
Gouro de lustre marca de
casteio.
JffTZSte** "> e "ir de
me
Far
t
ros.
grevee marfim a dim.u. aH0.,.ln>co
bom a 3,200,1 dito de cores tC" mu'"""<>
r*. -,.a '.' eore* cm quarlos de
Agencia
da fund ci Low->iot>r,
rua da Senzala-Nova n. V2.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortimento de moendas e
meias moendas para engenbo, machinas
de vapor e laixas de Ierro balido e coado
de todos os lmannos para dito.
Vende-se bauha derretida de superior
qualidade a 480 rs. a libra : na rua do llan-
gel n. 35.
Farfolla de
este.
SSSF.
Iri-
(Verdadeira.)
Pelo navio BLOOUB chegaram
de '
."o o
arricas desta acreditada farinba : ven-
de-se nosarmazens de Tasto limaos.
Fcijo uiulatinlio-
Vende-se na roa da Crui a. :ii, (eijso mulaliiilio
por prero commodu.
Moinhosde vento
pianos do afamado fabricante Traumanu de
llamburgo.
Vende-se agurdente de Franca em
caixas de uma duzia : no
J. AstleydtC.
Ni rua da Cadeia, defronte da He lamo, laber-
na u. 2, ha dasinelliores bichas liamburguea. pa-
ra vender a relalho e em porcOes, e lambem se
laxim.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 duiids e em barris de oilavo,
ceulenieiilccliegadopelojbriiue Trovado
miudezasda boa fama n. 33. "j
Perfumaras hnissimas.
Na loja de miudezas da boa Tama na ro-
do Quemado ,,. 33 encentra se sempre um
neo sortimento de perfumaras de todas,"
qualidades. inglezas e francezas," ndo ot
melhores autores que ha em Kariaa Lol
i" a Mb : B de Colon", ulto boa
agua de lavande muito superior, vina -r
folina1!0 P"ra *,0'eS "*? b"h. u
to lina em neos vasos, extractos de mu.t,5
extractos proprios para bolso da
essencias de varias qualidadev
opiato o melhor que ha para limo" denles'
pas para lunpar os denles, e outras mu ate
cousas que nao deixarao d; p.rag.,'Zm
arma/.em de Chores compradores, e que tudo se "ende
por precinho muilo barato.
Pianos,
l;illii-iln <>l im ...In *UU-.:-____._ rf_ \ "
mtt*tH>9- \uiftoe
Fuglo do engenbo Barra de MaUpiru-
a ao amanhecer do dia quinla-leir a al-
ma
Janeiro, um
quinla-feira 8 de
mulato de nome Rumao, bem
ojitos
cade que sera bem re-
~- Airida continua a estar lucida desde
i o di 17 de fevereiro do auno passado. a ct
crava \,:,,, ,,.,. .)____.^- _. r Cs-
godSo : a tratar na rua do Trapiche u. l'i, primeiro
andar.
Antonio Jos de Castro vende polvo-1
iade superior qualidade al|000o bar-I
ni: as pessoas que quizerem dilo gcne-lcobriosedescoberios. pequeos a ara**, de ourv
ro.apparecam em o seu escriptorio, na i P<""" "ales, para heaMoi a acalma, de asa ds '" ^""""' l'ouc vezes deixa
ruado Vinrio n. .11 nari ,,,,< "alhore hbrieaDlea de Liverpool, viada, pelo uhi- d^i^'^.S?^-? de um s<
,,.... *' Vel a,nos | uiu paquete iiislez: em casa de Soulball Mellar & ^et-'lu" balallmo, de nome Manoel
I Companhia, roa do Torra n. 88. da Silva, crioulo e est anda des
Em casa de llenr. lirunn 6 Companhia, u '
ruada l.ruzn. lo, vende-se cognacem caiiinliatde
FARINHA
f\mm
eme.
Vendee em eas de Sannders Brolben v\ (.. na
puiM conhecida fariolu de lrie-te, da marcaprimeira
\. O. Bieberdt C, rua da Cruz n. i,
vendem:
l.snas da Russia.
dem inglezas.
Brinzo.
Ib ins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assuca
SAO* MLTTO LINDOS.
! crava Joaquina de nacSo, com os sign.es se-
gu.nles : alta, secca, caa iniiVriT.T
as arqueadas, pouc.s vezes deixa o cLxirn-
soldsdo do
I Joaquim
captiva por mullos anuos"ensFarMllMa* M-
randaonde tem umlillioforrodenomeJoo
o senhor que Ici dessa negra ainda ex-
iste no mesmo lugar e cbama-se Cadano
roga-se as autoridades policiaes e capiia,,
de campo a apprehensao da dita escrava.que
se dar 50s rs. de gratiOcactO, sendo ella en-
tregue ao Sr. Manoel Ferreira Chaves sen
senhor, na Doa-Tisla. rua da cipria n. t
Fia uianhaa do dia 11 do coricntc fu'-m
um prelo crioulo, de nome Jos, represente
5S tolieg
SSfj vend-sc um completo sortimento de fa-
3* zendas
B P'eo
B lanto
g lindas, U molequinhos de 8 a anuos, 2 nc- vei umcomploto sortimepiode taixesde ferro f
i loja da boa le defronte da da boa fama. Joaquim Jos deSanfAnn, morateaotor"
cando-i
m
1 para
* de com
M sas
S m^os
em conta do que se tem vendido, e por isio
i ollerecem elle maiores vaniagens do que
ij outro qualquer; o proprielario diste im-
prtame esubelecimenio convida iodos
os scus patricios, e ao publico cm peral,
para que vi nliain (a Lera dos Seas inle-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
g mazuui da rua do Collegio n. 2, deA.n-
;i ionio Luiz do Santos & Rolim.

i
1
levarem no braco qu.-indo vao para escola, a
| 2/500, ditas maiores8 3? rs., carteirascom
retratos dos grandes da Europa, proprias Perro ingles.
SMparaassenhoras guarda dinheiro a l/rs.,|Pixeda Snecia.
^ litas de sarja lavrada a 800 c l-00 rs. a vara, Alralrao do carvao,
& '-v'Vna Velc.Un *beUe lisas a 1(i0- -i0' I Konas de linho.
^j .t<>,40U ejOOrs. a vara, caetas muilo linas p,
t a lars. a duzia, rozetas prelas linas a 10,'
241) e 320 o par, obrejas de colla a 120 rs. a
cuixa, suspensorios a ino, 100 e 20 o |iar,
agulhas rrancezaaem eaixinhas a >%0 rs., o
outras militas miudezas que se deixam de
annunciar, que vendem-se milito barato :
na rua larga do Uosari.) n 35.
hers & (".., praca i
do Corpo Santn. 11,ka para vandsr o .^uini a1
Compram-se apolices da divida provin"
cial: na rua das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
Compram-se escravos de 9 a 35 anno<:: I Lisboa, vendem-se no armaTem de Barros**
na rua do Collegio n. 21, terceiro andar, 'eilva.
Iiebcila8
As ceblas novas, cm caixas, que chega-
ram ltimamente pqla UratidSo, vinda de
ponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito 'i trancado igual ao da Babia.
E um completo sorlimenio de fazendas proprio
para ste mercado tudo por pieco commodo.
Cal de Lisboa e potabas
Xa rua do Trapiche armazens ns. 9 o
11, vende-se superior potassa da Rusr.ia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
j| JjQ | lo de nome Tbomaz, alto, reforcado de corpo, com
VAFUNDICAO DE FERRO DO ENCE-: marcasdebesi8:,s'lier"as W5- aellas marr,.
Mil llii MVVn W IU1WMW de cicrsiizcs as cauellas, falla coui mmu manci-
, \pvl,n ,, dao, levou vcs.ido camisa de panno azul gr^
RLA 1)0 RRl iM.PASSAMIO O .HA- guarnecida de ourelo branco, nos ombros ,M
FARIZ,
lia -einpii- um grande sor. iineu lo do<.seauiules ob
jeclo "le merhaniinos pi oprio paraem.eulio>,a sa-
ber : meaadaae meias uioeudaa da mais moderna
e-mi-lrtii-._-ii. ; laixas de ferro fundido e iialido,de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; roda
pu
nbos,abarla na frentem forma depalii: siep-.
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por heranca de seu so
gro .los Joaquim de Souza daquella cidada, e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario da
dentada paraacuaon auimaes, de indas as propor- Alhaudra Vaconcellos Jnior,morador no wenho
^1'^*SJ^^^^^J^*^'^.^^''t9M ff*guezia do Hilar daa provincia
eiro, i li.lii.'n -,lir..n/e .para fi.""- ecnvillies.mol-
nhoa de mandioca,ele. tic
NA MESMA FLXD1CAO
teetecutamt oda^asencommeadas com a superio-
ridad ejconhecida ecom a devidaptelezatcom-
modidad em preco. '
. quem o pegar leve-o a ro da Concordia a Pedro
' Antonio Teixeira Guimaries, qu era generesa-
nieme gratificado.
l'EK.N :TVP. UF. M. 1. UE. t'AKIA ISi.
'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EX0546VVU_KXIFXB INGEST_TIME 2013-04-26T23:52:32Z PACKAGE AA00011611_07692
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES