Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07690


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Full Text

:
ANNO XXXIII N. n.
Por 5 mezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencido! 4 .s500.
(HUTA FEIIIA 22 DE .IWF.I0 |)E 1*57.
Por anno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
ENCAItllEUADOS DA StllJSCRIPCA'O NO NORTE
Parahibt o Sr. Joao Bodolpho Gomes : Natal, o Sr. Joa-
uim I. Pereirt Jnior; Aracaty, o St. A. de Lemoa Braga ;
cari, o Sr. J. Jote de Oliveira ; Mtranhao, o Sr. Joaquim Mar-
aud Rodrigue* fituliv, o Sr. Domiogoa Herculaoo A. Peisoa
eareaie ; 'tra', o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Ir. ; Jer-
nimo da CotU.
PARTIDA DOS COIIUEIOS.
loa!.
Olinda
I;......,.,. (i.
S. Vi.i..... i:.,,
S. I..IUI L'l*,
llore., VI
di,
. s l mrii hora* do dij.
.1111.1 Paralaba : us asmado aaiiai-feiras.
tu-, Itoitit... Caraar, Alrinlift Cavatina : na ir<;a-fiira.
i-d .iiim. DihiiU, Maaoeiro, ilri-i, Iv.iaaear a, iagt-
a-iJell., Roa-Vita, Otrirar; Bit:.....raarua-rairas.
.u'' 'rojete, SaaWUra.ltin-Forain.,,, tn., Ilarreirna, Agaa-Preu.
Pni.riir.-.raa tv.ial: aalalaa-reiraa.
(Tvdiia a tornina pal l ., a, lo har! da manhaa.
ADDIENCIA8 DOS TKlliUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio .- secundase quintas.
Relacao ; tercas-fciras e tabbados.
Fazenda .- quartas e sabbados as 10 lloras.
Juizo do coinmerrio: segundas as 10 boras e quintas ao meiu-dia.
Juizo de orpboa: seguudas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do civel .* segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do eivel: quarus e sabbados ao nieio da.
BPI1EMER1DES Do MEZ DE .1 A.VKIKO.
3 Quarto crescente as 9 boras e 54 minutos da manhaa.
10 La cheia as 6 boras e 48 minutos da luanhaa.
18 Uuarto minguante as 2 boras e 90 minutos di manhaa
W La nova as 9 horas e 6 minutos da tarde.
,?- PREAMAD DEHOalB.
segunda.! 1 hura e 18 minutos da tarde.
Primeira a 1 hora c 2 minutos da manhaa
Km consecuencia dos das feslivus lica espadado
ate o da 25 do correnle o pagamento do prsenle
qoarlel da *uuseripi;o deste Diario pelo prego de
V, depois detse da suieule si recibera' a 15500
"ouiii esla' estipulado.
PARTE OFFIOIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
>egunda seceso.Palacio du euvernu de Peruara-
naiubacu 8 de Janeiro de 1857.
O prstenle da provincia em cxecur.lu do dspus-
lono lli doarl. -211 do reglamento n. I-'o de
.11 de Janeiro de ISl, deaiguando a ordem pela
quai os juzes muuepaea deverao substituir no cr-
renle anuo o de diieito das diversas comarcas:
determina qajvil observe o seguirte:
Art. 1Comarca do Recife.
I' vara criine.
IoO juiz municipal da I" ara.
2Od vara.
:>_0 de Olinda.
1"O de Iguarassu'.
2* vara criuie.
I"O juiz municipal da 2" vara.
2"O da i" vara.
:O de Olinda.
iO de Iguarasiu'.
Comarca de Santo-Antao.
I"Ojala municipal d.i Victoria.
2Oda Escada.
Comarca do Bonito.
I O juiz municipal de Caruaro'.
2-O do Bonito.
Comarca du Bna-Visla.
I*O juiz municipal da Boa-Viste.
'2"O de Ouricury.
I"0 de Cabrubn.
Comarca do Rin-Formosu,
!O juiz municipal do llio-l urinosii.
3*O de Barreiros.
Comarca do Brejo.
I*Ojuii muuicipal do Brejo.
2'O de Cimbres.
Comarca de Flores.
I- juit municipal de Villa-Bella e lugazeira.
2"O de Tacaratu'.
Arl. 2.as demais comarcas que nao vio es-
pecificadas por eonlerem un so juiz mtiuicipal, ser
este o substituto do juiz de direilo, e assim neslas
eoir.o as nutras, sempre que ua juzes mouicipaes
esliverem impedidos subsliluirio aoi de dirsito os
eus lupplentes, segoindu-se para a preferencia das
turmas, bavendo mais de urna a ordem em que fo-
r.in collocados os juizes.
Arl. 3.Contiuuara em observancia o mais que
foi determinado na portarla de 28 de Janeiro de
1850, e que nSu se acha coutrariado pela presente
tizerain-se as uecessarias cummuoicacoet.
Palacio do goveruo de Pernarabuco, 17 de Janeiro
de 1857.
Tenho presente o odicio desta data em que Vmc.
rae cun-uli.i se fui legal a convocarlo dos eleilores
e upplenles da legislatura que acaba de lindar para
a funnai.ao da junta da quajilicaciu que deve come-
jar os sen Irabalhoi miBali, ou se se devem con-
siderar terminadas as funcres dos anligos eleilores.
Em resposta, leiibu a declarar que a convocado
deque se trata foi fela de courorinidadn com a le,
pois que a ultima elaicao aimla n.i i esta' approvuda
pelo poder coinpeteule, e ai lanccues dos MligM
eleitores s >e flevnin considerar lerminadas em :l
de uni, dia em que principia a currer a oova le-
gislatura.
lieos guarde .i Vmc. Serg'm Tcixtir. dr Slu-
cedo. Sr. juiz de paz mais vutailo da Ireguezia de
"aillo AulOlllo.
2. A cuinpauliia deutro de Ires anuos fara'
promptilirar accommoda(es apropriadas para rece-
berem pelo menos quarenta iii-nures livres de am-
bos os seosqae se dediquem a" industria srica, a
dar-Ibes imlrucr.ao pralica e traballio proporcio-
nado a' sja idade e sexo, assim como uulr ucc.lo pri-
maria ao< qae a n,1o tiverem recebido.
' 3." Os menores de que trata a clausula antece-
dente mt,|.i alimentados, vestidos e tratados uas
mole-lia- a' costa da cumpaiibia.
u O que liverein servido no eslabelecimenlo por gerente.
assim aoa agentes nos diversos porlos e escalas, a
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. banuto rei ni. ; Ss. Andiiai e Abbacuc irma mm
zOTerpa. S. Fabio p. m. ; >. SebaMo tu.: s. Neophtdm.
21 Uuart. S. Ignez v. rn. : S. Palmelo m. : s. Epiphanio b.
22 Oiiiuta. S>. Virentedinc e Ana.tacio mm.
23 Sext. & Ildefonso are.: S. trnureciana \.
24 Sabbado. A'ussa Seuliora da Paz : S. Ihimoleob. m.
2ii Domingo. 3." depoinda res. S. Ananias : S. Juvemino-
ENCARREGADOS DA
NO Sil
SCaWCReVQaW
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Babia, o Sr.lD. Dunrai
Hio de Janeiro, o Sr. Jodo Pereira alarlini.
EM PEHNAMIIICO.
O proprictario do DIARIO Manuel Figueiroa de Faria, na aue
livrana, prata da Independencia ns. 6 e 8.
rao coi.lirn.ado,, quanlo nao baja motivo par. o Doitt ,M l^i^^SJSlS^
contrario, pelo consellio Useal, sobre proposta do --' ~~aa_j.....
tres anuos vencerao urna soldada proporcional iof
servidos que prestarem, regulaudo-se por una la-
bella approvada pelo presidente da provincia, ua
qual se marcara' oaugmeuto que gradualmente de-
vam perceber.
O cusi do vestuario daqaellea que tiverem sol-
dada sera' descuuladu do que veucerem, e o rolan-
te sera' semeslralmeute recolhido a' cai\a econmi-
ca para se levantar quando se emanciparen., uu se
eslabeleram.
" 4.a A companliia fara' escrever ama memoria,
em que se ensiue, com applieacAoao paiz, as reras
que se devem seguir no planliu e cultivo da amorei-
ra, cri.-irao e Irataineiito do biclin da seda em Indas
as suas pliases, liacao dos easulos.
Esta memoria sera' impressa e remellida n lo-
dos os presidentes das provincias do imperio, a's es-
Ui;0ei publicas e as cunarai municipaes da provio-
cia du liu de Janeiro.
' (ls melhoramenlos que depois a experiencia en-
sillar, lano no sytteata de planlarao e cultivo da
a inoren.i, como na cn.ie.lo do bicbo'da seda, cruza-
mento de raras e fabrico do produelo, serao pela
S 3" Os ageules perceberao a commissao que
for designada em coulrato. ou a do nao nos porlos
em que residirem.
Arl. 11. A superior iusperrao dos actos adminis-
trativos do gerente e a de lodos os inleresses da eom-
pauliia perlenct a un consellio liscal, que sera' gra-
tuito, ou retribuido, Inennal, compuslo de Ires
membros, tres soppleutes para sopprirem a ralla,
ou impedimento dos primeirns.
Suas allribuicots serdo as seguinles :
! Tomar coutas ao gerente quando llieaprouver,
e em lodu o caso Ufa- loioara' todos os mezes sobre
balauco por elle apresenlado.
2* Kesolvero que for mellior acerca dos requeri-
meiilos, ou represenlace-, que devam dirigir-sc aoi
poderes supremos do lisiado.
3' Propr a asaembiea geral quaesquer medidas
de rclorma, ou mellior reorganisarao da companliia,
bem como sobre augmento de ion.lo-, ou sobre a
compra, venda, ou nova conslrucrau de barcos.
i- Prestar seu parecer em qoalquer uegocio sobre
que o -renle baja de pe li lo.
> Indicar ao gerente qualquer providencia a lo-
BMMM forma publicados como addilamenlo, alm de mar que possa ser de provcilo a' companhia.
litio, e E\m. Sr. Tenho a honra de remeller a ;
V. Etc. as Ineloan doinonslra0ea do* sabios exis-
lante. o i- dilli-renles ealvea a ovajo ilo thcsourero
desla llie-oui ii' i no dia 17 du rorrele.
Dos guarde a V. Etc. T'iiesnnrana provincial de
Pernambuco I!) de jaairo de 1837. lllm. e Ev.ni.
Sr. cunsellieiro SergioTeixeira dcMacedo.presideule
di provincia.O Inspector, /o.e' Pedro da S Deiuonstraco do saldo axialeole na caixa especial
das apolices em 17 de Janeiro de 1857.
Saldo em 31 de dezembro
p. lido......1:W:5UU>00
Rei-eila de I a 17 do rorr. |
------------------I.W:.500>000
Des|iczu dem......... 5
seren consignados nos relalorioi anuuaes que a di-
rerr.io da couipanhia deve apreseular ao presidente
da provincia.
" 5.-' Uo eslabelecimenlo seropedico da compa-
ubia se Tornecen graluitameule plantas de amorei-
ras s pessoas que as queiram collivar, e sement do
bicho da seda a quein as exija, tendo plaolaeao de
amoreiras.
" ti.a Quaudu os accionislasda companbia peloslu-
cros lquidos da erapreza leulidin o dividendo de 12'.
do capital elTeclivameule por elles realisado e liajam
sobraa, serao estas dMlioadaa a formar un. luodo de
reserva, deposilando-se em algum dos bancos da cor-
le, a juros composlos.
Esle fundo daver ser applicado :
l. A acuJir as necessidades urgeules do i-la-
belecimenlo na deliciencia da renda ordinaria.
n 2. A promover o de srica em oulros ponlos da provincia do Hio de Ja-
neiro, lauto por meio de premios, como por uulros
que mais couvierem, precedeudo ippna{ig do pre-
sidente da provincia, o qual lera o flireilo de e\igir
semelhanle applieafo.
ii 7.a A soiniua total da< preslares que a campa-
nilla liver rcceliido dos cofres prov'iuciaes lie extensi-
va a garantid das coodieoes i' e 2" do contracto as-
signado era 7 de marro de 1855.
K." Se coinpaiihia em qualquer lempo, em vis-
la dos lucros da einpreza, quizer realisar dividendos
superiores a 12 ;, ser-lhe-ba. prrmillido, urna vez
que resiiloa a importancia da subvengo que se be
concede ; mas nesle inesmu caso continuara a dedu-
lir-se aiiun .linele .", da renda liquida para o fun-
do de reserva deque Irata a cnndirao ti., nao pu-
dendo as quaulias al enlilo accumuMdat, ou que se
aecumulareiii. ter appbcaij^o diverja da qoe na
inesma se declara.
!l." A coinpaiihia far annualmenle na corle urna
exposii.ao dos prodiirlos da industria srica, lano
do cstalieleciiiunlo de llagualiy, como dos mais que
lanha auxiliado, promovendo a concurrencia do- de
oolrus que por ventora veuliam a ruuil.li se no im-
perio, e formolaudo mu prograinmi sojeilo >i appro-
vario da preaidencia, ni qual se delerminem pri-
inios atjoellee que attingirem o naior grao de per-
rcrao.
Palacio da presidencia da provincia aos 12 de
jan-iro de s;.i.ui: .iuio":o Maroma.
Saldo.
I3&500WM
I,ana doexercicio de 185b a 1857.
Saldo em .11 de dezembro
p. findo......I78::tb5>l!)8
lleceild de 1 a 17 docorr. hh:il5.-.'_-.i
Kesptza dem........
Saldo.......
Caita de depsitos.
Saldo cin 31 de dezembro
p. rindo......47i:i97S87
Receita de 1 a 17 do corr. 393aW
2U:I9;7>7
65:7725131
178:t>75.5!Hi
Huspcza dem
V,
i:50l3l'.l(i
llili.>")7t)
Saldo........I7i:33l3t>2ti
Cana especial do calraineulo das ras desla cidade.
Saldo tn. .11 de. dezembro
p. Findo.....2:.l925l1!
I'111 ,i ala- I a 17 do coiT. 9
------------------2:392511
Despi/.a iilem .... >
l,r- A I I I US |) V
LUSU-BUA-
liiis. or/anisar
da rom-
Saldo.
-'::|y.'-ll
I aixa especial da coiislrncrao da punte do Kecilc.
Saldo em 31 de dezembro
p. lindo.....l:Mi.-i_.,,
lii'ifilade I a 17 docorr. i
DeapeH dem.........
Sabio.........
Caixa especial das lolerias.
saldo em .11 de dezembro
1:8lli-U20
3
t:8lti5lr20
p. lillalo. .
Keceila de I a
l)e.peza dem
Saldo
17 do corr.
l:i:7a09M0
uami
l:l!l2-522
5:I)5-S(i2
9:1375660
HIO DE JANEIRO
I i de Janeiro.
//'/u.s/ri(f scrvprdicit.
Km observancia da lei provincial n. S8II do .1(1 de
si'lembro ulna Seropedtea I luinineu-e, par eapaeo de quairo
ama as, a entilar d.i I. ,|a Janeiro de 1857, lima ub-
vtncdide 30:U',i- .laauuar-, S. Ele. u Sr. presiden-
li da provincia alo Ri i du Janeiro acaba de deter-
miiidr aiivcisas e imporlanles condiroes, a que se leni
de" -ujeilar a cuuipaulua, recebeudo a subvenrao.
Ki* a portara de raaremalu :
a O prealdenle da provincia, em observanria da
lei provincial n. 8SII de :l| ,|e sMembro de 1856,
oucede Imperial Compaunii Setopediea l'lomi-
nense, par r-paro de quairo amioa, a coular du \.
de Janeiro de IK17, mu .-ubvenrao de 30:0KI5 au-
iiuaes.
Eslaquanlia aera pasa pela lliesouraria provin-
cial, na pruneira quiueua do mes de Janeiro de ca- chillas
da uta dos anuo-, moslr.iiiain-.e peta* contase ba-|didaieni
leos ler sida nppticada a alo anno anieruir
jectiw a que be desli
em dinlii'ini no loi
'". Ii'l e 80 dias
peleuleiuenle rr-pres
de queassignara' lerm
I." Os diiiliearoa
ser.io exelusivaiiiainlai
Ierras para plante
'la' eslab'leciinenl
acapllsiralo pal i i
nos livre* que I -nb
|ara,ces<0> lia III l.i-lr
li'uem precisos pan
de trm i que pascados
le dala, mi vinpreguein nelle rscravos sjri prr-
le-.iu algnm ; l.>, a' promplilia-aca de vive^roa que
i -1 rn aaiiliar aaobflituir oaclaalj i.-, aoeas-
iiu do nlahalMlmento eropedlm de llaguahy ;
..',_..' arqniii, ,0 demarbinn-, de fi.ir, const.-ucran de
elilicms em qic devain-er acaenladan, areommoda-
ii>< para npeiarios e aprendizei de Iroboi 09 sevus
t rasa de nnrm
COMPAMIIA
.Sil.EIRA.
LAPITUDO I.
ic, durarilo > liquidara
pan/iia.
Arl. I- A coiupauhia l.usd-Brasileira lein por
lim eiuprel nler a navegaran a vapor, ou pur qual-
quer oulro motor mais vnilajoso que venha a des-
cobrir-se. assim em loda a exteusao da coala do
can! ni "ule de Portugal, como entre os porlos desle
reino e os do Brasil, ou quaesquer uulros dos do-
minios porluguezes, se para isso obliver coucessao
do governo.
Arl. 2- O domicilio da coinpanliia, para lodos os
elleilos leaaes, aera em Lisboa, e arta einpreza lica-
ra em ludo sujeila nos coulralos que celebrar em
Portugal s leis e tribiiuaes desle reino.
Arl. :t- O fundo da compauliia sera' elevado a
mil e drenlos coiilns de res fortes, provenientes da
primen.i-crie de oiio mil aceites de I003 cada urna,
em dinbeiro de Portugal ; e Ha segunda serie de
quairo mil acrea da 200-5 em moeda do Brasil,
equivaleole a 100:11005 em moeda porlugueza. Es-
le fundo 110 lera' ser augmentado por deliberaran da
aisembla geral dos acciunialas, se as circumrlan-
cias da cumpanliia, ou o augmento de suas escalas o
pedirem.
Arl. i- As acraes serao nominalivaa, e trans-
missiveis por avcrbamenlo, leilo e assignado pelo
cedrilla' e cessiouario, ou por seus prncurailures,
nos livros das agencias respectivas. Serlo numera-
das e assignadas pelo cooselbo fiscal, e o seu paga-
mento ellccluado em preslaces nunca inaiores de
10 por realo cada orna, e estas pedidas por aniiiin-
cios pblicos coro iulervallo de 60 das de urna .1
oolra.
Arl. 5- As croes partilharilo com perfela iiiiial-
dade os lucros, uu prejoizos da einpreza, mas ne-
nhoma podera' ser Iransferida sem queestejam sa-
h-la-iia- as prestarnos vencidas al a poca do aver-
bainentaa.
Arl. (i- llavera' uiu luudode reserva, para o qual
separar-se-ho anuualinenle dos lacroi da einpreza,
se os houvereiu, cinco por cenlo do cusi primitiva
das emharcares da coiupanha. Esle fundo sera
ernpregado nos ttulos que a assemblea geral deter-
minar.
Arl. 7- Passado quinze annos, a contirdode-
cretode 8 de julbo de 1833, que ipprovoa a ins-
liluirdo ala eompanhil l.qso-Brasileira, podera' ser
decretada a sua liqui larA. nuando pedida por mais
de cincuenta accionistas com vol na assembla ge-
ral, e uella for vencida por dous torcos) das acres
representada', na que, para tal lim, for espreoa-
mnle convocada.
S nico. A dissolorao da companhia sera' porern
obligatoria quando, por quaesquer motivos,'o (nu-
do social vier a roiuzir-se a' melado do sen no-
minal, e nao for logo renovado por novas en-
tradas.
Arl. 8' Rsi)|venlo-se i dissoluco da compa-
nhia, a sua asaembiea geral eslahelecera' o modo
por qoe devi rr leila a liquidacao, comanlo que se
nao Olvida pelos accionulas qualqjer pule do run-
do social, sem qoe previamente liqueui deporta-
das qiiautias devidas a lerceros.
6- Urgauisar, ouvin lo o gerentes, lodos 01 regu-
lamenlos necess.irios aos diverso serviros da com-
panhia.
" Resolver as proponas que Ihe apreseular n
gerente em conformidade cun o disposlo no arl. 18
11.:).
8- Marcar os vencimeiilos e as cundiros com que
sao eatorgados, assim aos agentes conio a todos os
mais empregadoa necessarios para os diversos servi-
(,o- da companhia.
9* Examiuar o balauro animal e rclatorio do ge-
reute, que com as ohservaroes do ruesmo cousellui
liscal devera' ser prsenle asemblea geral pelo
r .ao do presidenle da mesma.
10. Facilitar em lempo pn>|uio aos accionistas,
por oilo dias, 110 e e conlas que receber do gcrenlo para comprovar o
sen balanro.
11. Aulorisnr a alien.ncao dos elleilos da compa-
nhia de menor valor la- un roalo de res, quando
isso seja nece-sario e o gerante lli'o requeira.
12. Suspender o gereule, quando uielivus ponde-
roso reclamem essa providencia, do que imme-
li.al menle dar' parle ao presidente da assembla
geral.
Arl. 15. O couselho liscal reunir-se-ha todas ni
vezes que o julgar nece'saru, ou o gerente Ih'o pe-
dir para ouvir a sua upiuiu sobre qualquer as-
sumplu.
Arl. III. Para mellior regularidade de seus tra-
balhos, ns vogaes do couselho liscal noraearao d'en-
tre ai um presidente para em aeu nume se taze-
rem as convncares, e um secretario para escrever
as actas das suas deliberaroei.
Art. 17. No impedimeulo de qunlqurr merabro
do cunselho li-cal em oecasiao de ser cunvocado, se-
ra' convidado para eoppri-lo om dos suhslilulo-.
Arl. 18. Sao aribuices do gerente :
I' Administrar os negocios, operares e rxpc len-
le da cunipaiihia. com poderes bastantes para obrar
como entender em proveilo drlla.
:'- Levar a clfeilo as deiberacoes do ronselbo
liaral,
I- Apreseular ao couselho liscal, para serem con-
lirinados, quamlai 11,1.1 baj mulivo para o contrario,
os agentes dos diversos portos e escala-, us comiuau-
dantes e eammisnirios doi \.i|iore-, e o goarda-lt-
vros da rompaiihia.
i' Escolher os empregiidna do eserinlorio. na ato
s-rviceetlcrrjt SaicrTmpiTiillla, ofifirrrvar as pri.pus-
lai que de seas siib.illeriio- Ihe Dzerein Os commau-
lanles dos vapores.
Arl. 19. o gerenie ipreseatara' todos os anuos
ale i, inez do marro, 10 consallio 1i geral da companhia fechailo 110 lim do auno ante-
rior, e um relalurio em que descnvulva o modo pelo
qual tez a gesteo dos negocios a seu cargo.
Arl. 20. Na impedimento do goreale, servir'
luleriiiaiueiile a pessoa que elle designar, oblida
previamente para este lim a approvarao do couse-
lho liscal. Se ponin o impedimento for effeito da
suspensao arl Un. 12 o conselhe podera' no-
mear quem interinamente subslilua o cereule, se
isso Ihe parecer conveneule aas inleresses da
companhia.
Art. 21. Os dinbeirns disponiveis da companhia
serao arrecaaladus em algam dus eslahelecimeutus
baucarios que o coi.selln liscal determinar, deven-
do esle furuecer us lilulos para a retirada de qual-
quer somma depositada.
Arl. 22. ludas as resuluc,es do couselho fiscal
serao tegislradas em livro proprio e pilos seus mem-
bros assignadas.
Arl. 23. 11- incmhroa do conselbo liscal, no e-
ercicu das allribuir,Oes que esles estatuios Ibes cuu-
ferem, nao cunlrahein para com terceirus obriga-
ro sua propria.
Arl. 21. gerente he respouiavel pelo abuso de
coulisura nelle depositada, negligencia uu malversa-
ran ni iiesenipenho de seus ilevere.
Arl. 25. O couselho liscal podera' exigir que o
gerenie, os sgeules u.i cumpanliia e os caiuiuaudan-
les dos vapores preslem lianra ou depoiilem u nu-
mero deaccoei que Ules lur designado. Depositan-
do-as, nao poderao dispor dellas einquauto nao li-
quidarem suas cuntas ruin a companhia.
CAPITULO IV.
Da assembtc* geral.
Arl. -Jii. A assembla geral representa plenamen-
te a campanilla, e as seai decisoes sao obrintoriaa
para lodos os acciouitlas. A reuuau lera' lugar no
Rio do Janeiro, uu oude para o toluru bouver
tnaor uumeru de accunistis represeiilandu inaior
captol.
Arl. 27. A assembla peral tera' cumposla de
todos os accionistas e seus representantes que u Tu-
ren, pur qualquer uumeru de acres competente
averbddas nos livros da companhia pelo menos Iret
mezes iotas de sua eonvocacao.
1. IH accionistas que iidu tiverem o seu domi-
ouvisse nao desanimara ; nunca
a quem se deve Indo Isla? Ao seu redactor em
diere, a titulo de procurar para si aquillo, que elle
negl a lieos, isln he, a liberdade, cousa qje nin-
guem Mis dispuluu, e de que elle goza at a l'ceuca
llias ale-i'liie.ail.a.
E o que tem elle feilo at agora, o que lem adian-
tado para o partido e para a"provincia, o que lem
elle organisaalo on creado ? Que nos respuudam os
Srs. Drs. Penlo de Brilo, e Villela lavares. Creoo
as eleiroe de (Muida foi loda beuelica, panificado-
ra, procuiando acalmar os ammus evitar lula. E
lano he islo varda.le.que lodos 01 praieiroa daqoHla
cidade e |lermo se aclaam tomado, da ronsideiarj,.
por elle. De um so. que au eja algum seu iuimi"g
pessoal, ouvira' Aioir.ii qu.ixaa de coacrio.
ise o Sr. r. Carneiro da Conha quiresaa inirnr
se ao Mrculo e fazer a eleicao soroeiite em sea inte-
resse, nao leria havido um s.i ei-iior ds Olinda que,
por qualquer molin, volatas i,0 K, competidor.
Mas elle rol 13o delicado com seus amigos de Dlind..
e lao generoms com seus conlranus. que uea aa
lar a menor interferencia na courecrao da 'liara da
eleiloret. '
eos dicuiiipanliia, mi d quaetquer on^os effeitos
demaior valor que 1:11005, segundo a avalia.au de
peritos.
11. Determinar os alivid-ndas, e indicar a poca
e o local do sen pagamento.
12. Organisar o rcgimenlo para a ordem dus saoi
trabalhos e pan o rumpriiiaenlo das attribuice,
que respecllvameala ihe cn.nagram os eslalolos. t\o
dilo regiment .e dea ignara' modo da mosliluirio
dos membros da mesa.
U. Alterar, emendaron ampliar os eslatutos da
companhn (irla. 39 e 10.
Art. 35. O presi.lenle da assembla geral repre-
55. 'ompanlna em as rclares cim o con-
seno hscal u o g.renleein Lisboa, indicando e acou-
telliaiido-lbes quaesquer medidas que iulgar conve-
eientes, H "
S l.t'.oinpele-lhe razerreaislrar em livro pro-
prio, pelo pnmeiro secrelario, a sua corresponden-
cia, dando conla a'assembla geral do dese.npenho
desla imporlaute adiihuiro.
CAPITULO V.
1 Oas IdfOes.
Arl M. A eleicao ala me-a da assembla geral
sera le:ia 1.0 me/, de tnaio ullirao de cada trieunio
arl. J, n, |.,
A eleicao do couselho liscal sera' Mta no mez de
mam, seRande de cada Ineiiuiu arl. 31, 11. 2.
Arl. 37. A eleirau do proideala di assembla
cera e dos membros do conselbo fiscal t podera'
recahir em accmuislas que pu-suam dez ou mais ac-
cue. .\ eleira. do.s secretarios .. commissOes pode-
ra recahir am accionilas qoe possoam cinco ac-
,'Oei, cun lano que as accoes daquelles us des-
tes Mojara averhadas cun a antecedencia marcada
Art. .18. Terminada a eleicao do conselbo liscal,
iminedialamenle se expedir' a parlicipacau aos Hu-
meados, que deverao conliriiiar a sua aceitaran. Se
recusarem proceder se-ha a nova eleirao, deforma
que uomcz de maio ptimeirodo trieiinio seguin-
e, possa entrar em evercicio o novo conselbo
hscal.
CAPITULO VI.
. ..,. ""'' '".'''lentes.
Arl. jo. Pan ,t eiTeciuar uualquer
Lobato ; que nesta genero de lilteralura
nil-i 1 1 1 por dillerenle prodac(Bei de mcrilo. A es-
culla dus beneficiado! jamis poderla ser mais ipro-
praila. ./ cigana trraiileira he um drama evrenla-
mente bello e nteretsaate. Me de esperar qoe o pu-
blico nao deixara' de honrar aus doui artistas cun a
sua eoiicurrencia, aliin de eomptnia-los dosesforctM
e, mas t& roram lembradoa os Srs. I'rbauo e
ina- Olinda Campello ; um demn para o mono c seo
comparsa : urna liga para ambos.
Como lem sido elle tratado ltimamente pelos
membroa mais imporlanles do partido por oc-
easiao deaus seas Me repelidas convocaroes, e reu-
nia>es'. Ouaes loram os eleilores que acudiram ao
-en cbaiiiado.queprovasdeconaiderarao, mesuiode
inaualilos que bao rafia para .1 levar a' teeni. i svmpalhias Ihe lein elles dado '' enhumV"'.c'-"ar-
O vapor ingltl As......, sabido para Siutamp- te que nada ha delibera lo o (al coi.selln, directorio
Ion e porlos inlarmeilios, r.....luno de-la provincia I apezar de se (er reunido por diversas vezes lina
os segun.les pa.sageir-s: Johti A. Ku, Will..... Kre-. familia respeilavel e iulluenle .lo Bxa. pr.ne'ira ge-
m, Kirl 1. Schinellan, Ir.uajoit Charles nuim, naodeclarou por esle Diario, em o meiado
do anno pausado, que emquai.lo o Liberal cunli-
Doperl, Luiz Laclen Paulain, Antonio Habello ale
Oliveira. David Williio BosrmiD, Eduardo deMor-
aaj I criado.
Hospital de carialade, 18 de Janeiro de 1857.
69 doenles.
1970.
2070.
Ale amttiih'ta.
REPABTICAO DA POLICA.
Occurrenciaa do dia 20 de janeiio.
Fsram presot: pela subalelegacia da rregnezia do
Recito, Jos Panlaleao da Caisla, Joao Jorge (jui-
11.aloes, Manoel Jeriiuvinu Bruno. Al.Ionio Jos dos
Santo!, Manoel Huirle, Jo.lo Maria de Souza, Ma-
uoel Joaquim Ferreira, Candido Thom de Siquei-
ra, e Francisco i, une- da-Silva, lodos por suspeilos
de serem criminosas.
Pela sublclegacia da fresuezia de Sanio Antonia,
(uilliTine Ferreira da Conceicio, e Anua Maria da
Silva, por lrica,
E pela subalelegacia da freguezia de S. Jos.
Jos Joao Francisco de Mede.ros.eo escravo Roberlu
(ambem por briga.
RECIFE, 21 de Janeiro de 1857.
En verdede o numero de pessoaa que se acham
enja.adas com o lom c aa descomposturas do Liberal
l'ernitmburano. rreare (odias os dias uas (ileirasdo
nuasse a ser redigido pelo aclua.l redactor, e ero-
qaanto se mlromelle-se elle na direccilo do partido,
ella se conservara (ora do partido, e para ella uao
Iraballiaria '
E oque prova lulo islo .' lie que o partido praiei-
ro, o verdad.iro partido,repelle lolis vir-bus a gra-
Ina, n.esmo antes de largar as peana* de pasto.
que he u Arnera/, o que significa esse papel de
embrulho, queembrulha u estomago a' quemo l'.'
Significa um pelourinho, umle lem sido acoita.10 lu-
do quanlo ha demais honesto, e mais inlell.gei.le
ha provincia, e lora delta, inclusos os mais impr-
tenles ebefes da pn>ia.
A.nda nos lembramos com indignarle da manci-
ra torpe, e immoial com que Tul tratado um|praeiro
Imponanle, m maio do iaao passado. Naaoelli
poca escreveu-nos um dos malulos mais respeita-
veis, prmeiro que muilo solreu em 188, perguiKan-
do-nus, em que (erra eslavimos, entre qoe genie, e
ale unda quena levar-nos u redactor do l.iberal.t a
sua sucia : e enneluia dizendo : por honra do partido
pia.eiro llevemosqueimar o Aliiera, a Ivpographia,
umle o imprimere, e ale os escriplores dclle.
\gora mesmo, como lem sido tratado os illostres
doaloresNelto.e \ ilella lavares, e como sera' o l)r.
I'clix Peixolo 1
E como lem vivido o Liberal !
Vida prosliluida.como a mais devasta das Messali-
nas : vida de insullos, e de improperios. Viven um
anno a' cola do Sr. Ribeiro ; viveo Irea aunos a'
cusa do Sr. Jos Beulu ; e agora esta' viveudo a'
casis doSr. Sergio
I ire.n do L'beral a parle do cisco e da la
se o Liberal au pode contestar o que acabo di
dizer, como avaurar que u Sr. l)r. Carneiro da Cu
nlid empregoa todos os meios imagiuaveiv tura
vencer? "
'Imaginario he ludo quanlo acerca lesit elei allirma o Liberal, o qual muslra-se 1,10 iguorai*
do que uccu'rea em (Unida, que ato avau.a n
seguiute, com um lom de seguridade que ad-
mira.
"O Sr. Manoel Joaquim, delegado de polica,'
tendo por pnii:ipal espoleta e (amigerado Lobo,
cunseolio e lez com qoe 1 eleirao se lizesse sem o
menor vislumbre de liberdade. >
Islo he dilo a'face da populado oleiride^licrda-
de, quem le o expediente do governo, e sabe que
havendo o Sr. I)r. Carneiro da Cuuha pedido desda
mullo a sua demisso daquelle -ario, ll.e tora ella
concedida aules da eleicao, e que, portante, qaan-
do esta teve lugar, nenhuma autoriJade elle exer-
cia! !
.Nao bouve vislumbre de liberdade para a oppo-
sirao, por cauta do Sr. Carneiro da Caoba ; e toda-
va he sabido que desde qun a opposir,4e liberal de
iguarassu perdeu .1 esperanra de dar um drpajUdo
dea,,, parcialidade, adopluu 1 candidatura da Sr.
Ur. Carneiio da Cunha, declarando qoe os volea da
que pdense dispar ser-lhe-hiam dados I
Oque he real he, que aquella candidatura ere
aceita no circulo, mesmo pela iipi.osira0 liberal, a
pelos conservadores, tneuua os de Iguarassu. onde,
eunressa o Liberal, que se deram irregularidades a
Helos que se (ornam ineriveis.
(Vea he verosmil, qoe have ido sido a oppoaira
violentada por amor do Sr. Ctrueiro da Cunlu.
ella de-mis o aceilasse, e niauileslassc-lln ludas as
demonslraroes de svmpalhias.
II, pois, imaginaria, pira nao dizer nutra cousa.
essa inlervencao do governo rm ranor daaeella
diididalura: ludo mostra que ella uo te deo.
O >r. Carne ro da Cunha lulon em sua eleirao so-
mente com soas tortas e a ba vootadede sea. ami
Sus. Se sollreu derrua, re-la-lhe a satisfcelo, e
'H liomens de bem salieran aprecia-la, de ler sido
vencido como humera generoso e cavalle.ro. que
nao soubeprosliluir e corromper.
lia occisoes em que se ganha perdendo ; e ia-
conleslavelmi-nle mailo ganhoa o Sr. Dr. Carneirn
da Conha com a sai parda ; porque, puudo.eaa Ua
circumslancias. em relevo a dignidad, e elevacan
"" 5 racler, recebeu lias in-mleslaroes mai-
decididis, quer no circulo, quer ton delle. a
victoria que maior valor valor poda ten -eu-
olhoa.
Kia vejo, puis. que por ne
repreaenla.ias na respectiva assembla 'geral
g 2. A leiorma nao pode ser posla em execnrSo
sem previa api.ruvarau do goveno do lomicilio'da
companhia.
Arl. lo. Para as eesos do n. 9 do arl. :l sera'
necessana a cu.icurienc.a de accionistas que repre-
sentem osdous tercos do rundo social.
Irligos transitorios.
1. Ilepois de appruvado* os preceden(c< eslalulos
serio os amigos accionislas desla c.iiiipanhia, que
nao leoham precnchido toda* as preslares, av.sa-
dos pelas diversas agencias dos seus domicilios para
o f.zerrm, e quando assuii n.lo laceada perder3o
arl*"** t*(l|C0,n,""'llU valor dolas, nos termos do
2. linine.lialamentea'approvaeao desles cstalu-
los pelu governo proceder-se-ha a' eleicao da mesa
da assembla geral e a' du couselho liscal. eos ac-
ciomslaseleilosexerceroas suas respeclivas lunc-
cues a(e o mez de maio di 1859..
Rio de Janeiro, I i de maio de I86.Dr. Adol-
p(io Manoel Yiclorio da Costa.Joao Jn,e dos Reja.
Joao Augusto Ferreira de Alenla.Manuel
jlonieiro da Luz.Joaqnim Jos Rodrigues Gui-
maraes.
Eles eslalolos roram approvados anauimemenle
pela assembla geral dos accionislas do Porto em
wtafede 24 de julbo de 1856.UiBoel de Clamuuse
Brown, presidenteJos Pereira da Silva Pollo e
Bernardo Jos Machado, secretarios.
Esles estatutos torao. iinaiiimemeulc approvados
pela assembla geral dos accionislas em -essao de
28 e .(0 du 1.111 ma'.
.Jti,0,de"eiro' ',0 de oulubro de 1856.Dr.
Adul|ihu Manoel Victoria da Coala, presidenie.
Jornul du Commercto do Rio.
PAGI?H AVUL3A
Cach.nga. Ua scguiiala missiva dessa localidade
exirahimos o segoinle :
Foi .la .in especial agrado, como sempre, a
Pagina que Mlav nesle homilde arrabalde.
. Nie he elle o anslocraliro Jahoaiao, nem o
siimp(uo|. Puco, nem a gentil Olinda, nem o poe-
- (ico Apipucos, nem a europea Passagem, nem aliual
cili.i 110 luga, onde M reunir a aasemblea geral po- a orgulhosa Ponle de Icha : he o l,,i de Cacha ,'
derla ser represenlados por procura.lor. ga com
2. .Vriihum prucura.lur podara' representar
mais de 10 volas, e oa que elle der serilu couladus
a sua (imite pensil, com seu rio ameno, com
a aua pobre ermidi. com suas versen deleilaveis.
u Sem u uienur vislumbre de u-tenlar.au e siiin-
cumo u lerlam aos acciouis(as que represeala, se os I (uosidade, ,a pur aqui destruclando o benfico el -
inesm,,, esi.vessem presente. mi qu, |,eos ,;HC|M111,4 a4 fJJ"\
Al. SH O accionislas Je 5 ale 10 acroei lerto lias qoe para aqui vieram residir.
Ivon. Os de II a2U,2vulus. 0. de al li 30, o He precito ver para crer : parece q
I votos. L daln por diaule seguir' a -......... -------'--"
mesilla pru-
porrao de um voto mais pur caja dezena de acedes
al completar o numero de 1(1 votos, qae nnilum
accionista podera' albapassar. qualquer que seja a
quanlidade de accoes que venha a possaa Os ac-
cionistas porm qoe tiierem menos de5 accoes pode-
rao reunirse para aulorisnr um delles a poder volar
pelo (cor da regra etlahrlecida nesse arligu.
urna familia, lal he a Iraleriiidade em que vivem.
Aqui si, ha um peiisameniu : ama familia qoer
.1 larde pastear, basta manifestar u -eu deseju para
lugu ver se rudeada da maiur parle dellas,e u pasete
ser Teilu cura as soleniuialades do eslvlo.
o Ai mucamas crozam-se com usprrsenlinhos : ,,s
banhos lomam-se en, raaniOea : os adeoze dflo-ne
""e.------Ua ejesaaguiain reffl*\do'o*a'in
juizo d> coiTa'-piindenl! a rcape'to ala lln-
goagem da, Liberal, e mo lericd > de S. E\r.
t Conlinu diz o rorrespoiideotedo Correioa
'larde) o presdanla, Sr. cou-adheiru Sergio, a ser
aggredido d'um mola, veliementissimo pelo liberal
l'ernatnbucano. O Diaria oflicial, em ertigos ate
fondo, e "Mi algalia conimunicalos, ha retolado com
sucersao as aggresses; nao ol,-lano o que, eradle-
cao daquelle peiiodiro, a' qual >e aggregou um me-
dico, ardeule i/itabiru', dehontein, continua na mes-
ma senda, a meu ver errada ; sendo que he louva-
v el a 1110 lerarao do Sr. Srgio, que poderia, com os
meios govcrnalivos de que ditpOe, por em campo
represaliat laes, que poderiam faztr entrar no silen-
cio estas aggresses !>i
A reepeito da tpotenladoril dos detembtrgadoret
e da palitiei do dia en, relacao ao partido liberal ex-
prime-ae o eercespoadenta do forrero at-r Tarde
assim :
A ordem do d,a continua a ser a apoaen(a<1oria
dos dous deaemhargadores.O redactor cheledo A<-
beral, advoeaoo, lomando a defetl dessea magislra-
ds, allinge ilous (ins visiveis : I-, nggredir Bpresi-
denle a quem inculpa injustamente du aclu ; 2-, cap-
lar a benevolencia daquelle tribunal, para o venci-
mento de sua causas, que al certa poca lodaa per-
da, at que servindo-se do seu org.lo para premio e
castigo, deseohrio a pe (rn ptiilotophal!
Observareis nos Diario* de l'ernambuca, lti-
mos, algumas declarares do Sr. Burges da Fon-eca
11 Dr. Vilella Jerouvn.o). Aquelle sustenta a tua
anterior declaradlo. Deixa o lempa, operar, manten.
espera i.r.as.
a O segundo prodiga severamente a elufatura ac-
tual liberal Proclama a necessidade urgeule da a ma. Huero dellen ter, 1,1a, u off.-i.der.
reorganisarao chatos nsumirem o eommindo, a direcela, e (mal- presidente da provincia ..aquella eleicto em fivor d
mente declara que o orgaa, deve cessar. e adoplar-ae -sr. |)r. Carn.-iro da Cunha, ace.1.,1 o slerai a ad
iiov programiiaa. ,d <. cear de ser virule.il>, de lllieitllavclo .m tormos Uto desabrido-, qoe induren
ser orgao peetoil dos intoressesdu redactor chele, de a crer ,,ue u. M redactores deven, ler prov.s ca-
amir urna pusicao digna da poca ; e diz que elle I bees que jailifiqueni 0 que avancam.
vilella lesee o. mesrnos principios liberaei de oo- j Pois bem ; pero a estes redactore. que,
r 11.'1 ; ">'us de honra, presentem soas provas, o
lelo raen lado digo : esperemos. 1 nos que desjam coinigu aos relos. Enlremos'ein urna
.. Usiraeraei toram convocados pera dendiiem I analvse miada de lodoa os actos, de todas as medi-
da -ua soile. Ignoro o qoe e patsou e o que re-ul- alas partidas da presidencia, que po-sam auiumar a
(ara. a meu ver, aventuro esla idea, que os ma- dizer-se que pelo Sr. Carneiro da Cunha envidtva
nejos clandestinos hilo de ler lugar, como sempre. ella lodos os esbirros.
Os prelenaos chetos nao han de ler lugar, cumo sem-1 Se o Aidpra. cerno ereia, mo quer calumniar se
pre. Os pretenso* chafes nao Inlu de querer largar u oque nelle se l he smiieule a expressau iiuiua e
basiao.... I-., se o largaren!, passaria a'melhore-, a '-
repil \ I idos oa las a mnia farra, la' vem u Sr.
.Sergio e as eleicbes! Ab se livessemos u peuna
de um dos iai--,s chefa-, mi, gr.,';a, e o leo chille,
d,riamos,que u Sr. Sergio deveni conlenlar ao novo
notan, niandando-o etog-r depotado peloc.rruln do
Cataca', uu ua rallaRei da Congo visto que lan-
o deseja ser eleilo : e disse
O Liberal Genuino.
O LIBERAL PERNAMAUCANO E AS ELEf-
CO'ES Da CIRCULO DE OI.IMUA.
Ja por vezes buha eu nelado no Liberal l'eruam-
bacana ama e>pecie de reprovariio a cindidalura do
Sr. llr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunha pelu
terceiro circulo ; e cun quanlo esse prncedimenlo
me paretele eetraoao sb todas as suas formas, nie
o julguei ullicieme pira airaucar-me do silencio
que sobre a* eleicei deete circulo tenho guardado.
Ne seu numero de honlem, porm, apreciando a
conduela da a lmiuisiraa;,lo com relacao at cleices
ullimas, assegura esse jornal que se dera inlervencao
da aulorialade uaquelle circulo, e atirando nomeada-
inente o Sr. Dr. Carneiro da Cunha a' discusiao, o
cultora em urna p.isic.lo desairosa, cmpretlindo-lhe
seiilinienlos que a elevar;,1o e inleirrza de teu carc-
ter repellen).
(liiinhuuhi-iro de tolos os lados que na eleicao do
circulo de Olinda tiveram lugar por parte da candi-
dtlura daquelle Dr., e alc.n disto seu amigo, crre-
me o duplo dever de exp icir osacoiilecimrmlot e
de defender esse me-mo amigo, que ora reside seis
leguas desla cidade, onde sii tarde podera' apreciar
as censuras que Ihe sao al,rgidas pelo Liberal, e del-
las jusllicar-se. lie, pois, om tributo que vendo pa-
gar a verdade t ainisade, sem o latente de mole-1.11
a pesso llgumi. Huero dellen ter, mas ua
t^tieie puimi, %ia m mnlos uuiro-
oderere umcomplelo ronlraale rom a i.....,,.,,, .".
o;'|'0-icioi.tas d circulo de Olin la. Me parece
queoat,n. eoreoel Moris. Dr. Serpa Brandao, ca-
ronel Honorio, Cbri.io I.....I. Mello o..ln......1,1
inlea de Iguarassu', Itomarec e Olinda, que rm
rnomentos de provanra tuuberam motlrar ludida
ue e dedicacao ao seu partido, au devein boje a
reputados menos liberaes du que ut redactores do
Aieroi l'ernatnbucano.
Aquellei dialinctos uppo*icinnisiaa ale boje an-
da ralo se qoeixaram dacninlucl.i do Sr. r. Carnei-
ro da Cunl.j na eleicao; tules, pelo conlrario, mas
iraran symptlluat pela sua candidatura.
Era daquelles senhores que o Aiderut devia pro-
curar inlormar-se, e uao de tonle sutpeila, se a I,
zesse licaria sthend, da opposicao qoe se fez no
collegio eleiloral a evelu-ao da nove eleilores de
Iguarassu' illegilimameule eleilo*, turiiando-x ->m
quesllu de vida ou de mort- para o Se. Silvinu :
porque sabla-se que os soppleiilea libar-es que (-
som chamado* (omariam par(e pelo Sr. Itr. (.arnei-
ro da Cunha, que assim leria indubilavelrainte g-
libo de causa.
Isso prova que de lodos o5 candi Jilos conserva-
dores pelo circulo d Olinda, era esle o qae mait al-
teiicnes mereca a praia; e assim devia ter, porqae
exercendu o Sr. Dr. Carneiro da Cinht o cargo de
delegado de polica de Oliadt por epaco de qua.i
B anuos, lendo a-sumido o seu ejercicio em urna
quadra, por assim dizer, de reaccao, em qae as apl-
omes eramaJMsttnle exageradas, aliave--.ii Ju epo
cas diversas lielmdrosaa, reliraudu-te agora a vida
pariicular; au deixa una su recurdajao que de-
ponda conlra a mausidao. tolerancia e rectido de
teu carcter.
E u prova do que, cito o mesmo Liberal, que
emq'jalidaJe de orgao e canal ala. qaeiia.de seus
amigos perseguidos, nunca leve qut registrar um
(Vi "a "' l"rse:-'"'(.'io poltica do ex-delegad,, de
in la. quando alia* era -abido que iiaqoell termo
se achavam houiisiados praieiro mailo iulluenle.
mais aptas maos ? m
Parece que espinha de garganta do redactor Re
do LiIterat l'ernambucana he boje o Liberal Ge-
nuino, porque nao se necopa de oulra cuusa seiniu
(de indagar quem esereve us nnssus arligot, quem be
esse audaz qoe Ihe tem posto a calv i mostra e
nestl sublime larda he o chele da Stasorca acuiu-
panhadn pela sua honrada sala, e pur lodus que o
icompinham na* aodieneia* e no salao de receprio
da Ivpographia do liberal.
como I o <,ue18eh"v'"moml"umellido na resolta.
mens de honra, aprsenle.,, soas prov.s, on pelo me" | adto^Vnl tZ *""' 1* rS5 '" Pr- """
1 meiio do Sr. Dr. Carneiro da Cunha, por imita-
cas suaa, que o Sr. marqoez da Paran, tita uln
atea das de aua adminislrarao amuitlioe peasat
melle qual,lica la da ,l|,po-,r.io.
Eis ahi. poi*. porqae os libertes de Olinda e
Iguarassu'J lendo de escolher entre os eoiisarvadn
re*, nao quizeram deixar de pronnnciar-se peto 8r.
Dr. Carneiro da Cunta.
Paro aqui.
., J- !' Harrelo ir Millo lleto.
Recife 211 de Janeiro de 1857.
si..era da eonsdencll de seus redactores, he,(o me
he esperar que o meu pedido sera' Msfeito. E nesle
presuposlt espero....
I m fado que alias he poslorior a eleiQ3o, jiarece
servir de poderoso intrnenlo ao Liberal ; c vem a
ter dimtalo do Sr. Dr. Uueiruz Fonsera.
Por ab, pairm, au vai elle bem. Sabem todos
que 3 demis-ao do Sr. Dr. Ouenoz foi, lim, conse-
quencil da eleirao, mas nao u re-nli.nl 1 do seu vulo.
Nunca o Sr. conselheiro presidente piocurou loriar
o Sr. Dr. Oueiroz a dar vol opposto ao que preton-
deu. Pelo contrario deixuu-lhe tala a liberdade pa-
1 isso. (1 proprio Sr. Dr. (.toeiruz, para quem alias
.^TYn.h.ni.
0 PROORESSO.
Conferencia* pregarlas em Sana Senhira i* /'ni.
Pelo R. P. Fetil.
lia um dolo, pcranlc oqaal hoje te rorvam loto-
apello, a-.siui ra'o .lisse depois BMemo de s'ua demis- ot joelhos ; La ora culto que heprincipalmeole pro-
IBA* 1J. I.. ,,.... ... ......!.. w I.'.- ...^ -___
inos-lrat'ltosej^ T^^^^ZT^ : ''^ P" >
reine.n ,,,,ueremee nao iwuveremaalia-1 om preaidenle, um 1- s-crei.iri.,, e un, 2-secreta.
veniTd'1':-'?nL'n''" "-'"" ""-" Pr"0"lor-'?- i '>" -oj" exercici.i durara' por Ir* auno* ser., aia-
^eminoir^nr^ e o *e pro. ucu, fi- (oilo. F.toger .re, snhsti.nto, que nreenrhim
iiefio, Kn",/' """>" "" '^-ameamna carpo* na fallaos, mpedin...,.., das rri-
Baad,i,^}^(iJl l, --F.acoiber o roncho liscal atMtjobslHalOS.de
Vrl 3%^^L^2Lir9mp0'^Mi ico.,formida.lecomo.l|.polono arl. II. Demillir
umaeerentonln V'^ '"T*' mtsmo Cn'Cl"0 P"r "0,a d" ** c""0. Me
aum rerenli em l.uboa, e bem I etlilutoa e|io inleresses d rompanhii.
i'liii he conliadi
Pelo que re-peda as eleiro. de --sn Cedro e Se
grac,, ., 7.o incansave. d.. "a digne p.rocho *; OaT^hTSiart'Xea'tmt, a ero- aSP*' aqU 0 "' "^"^ "" '"
piedad* dos bous \ aniitas. 1 iurr,n de Vervmftro, a Imprenta, Maehabeu, o ir-
tolas para a renhorn que e-llo pelas janell
ILEGIVEL
I vendo e ampliando e-.*es odios acerhot, esse raneo- ; lrangc-se.
js. e-la- prodigiosas
mevhiaese Ule diilicoltosos artificio* ?
N.lo rerainheeei.ios uelles ,,. queridas rrena
ra-de no'so peii'an.e'ito nra* lats* me-
dedk 1 aa i.ii.a.
dedicamni noi 30 piogre* :
lira'ir. n*o pod,a ha*lar -, nr-
- Nao ,e P,e no,,, (rausi.ar por certa, ra, i es imp^v,;^ i T^rti que o Sr. 1, ,r,;> da tu.....o,o i 'Z^'ZTuSZS.
lieencia*. ,, nosaos andoi eapirilni, a *,l
Ooiremo
lea .me:
iples ron-
explicar 1

MUTILADO





DIARIO DE PERNAMBLCO (.H I.NTA FEIRA 22 DE JANEIRO DE 1857.
le que o dirige, e Coiivcile-la em uma sabia l.eo-
ria. A philosopliia apoderuu-se della, e assim co-
mo toda as odnhajtel papulares convergalo para
o novo dolo, do mesura modo cerlos pililos,,phos a
ella referirn lodos us esbirros anleiioirs do pcn-
sameuto humano, lodas as peripecias da historia, to-
das as esperanzas do fuluro.
E (azenJo do progresso urna divin.lade fatal, a'
que ein tu lo se devii urna cega uliroistlo, grups-
ram era lorno della Indas as scienriashumilde ser-
vas,todas as vontade*,escravos prosternados.
Depois da adoraran do faci convenido em idolo,
depois da elaborarlo d'uma philosophia que o erige
cm dogma absoluto e em doulrina social, elevaram-
se votes a reclamar para elle o puro incens da
poesa.
Novas poticas convidaran) a inspiracao lyrice a'
cantar o progresso, a' tomar por objecto de seos
h\ uinos as machinas, os Irabalhos da ollicina, os pro-
ductos da industria.
Todava, a poe-ia anda nao salisez a csle reda-
mo ;e se, em compensarlo maos cscriplorc* eleva-
ran! a sua prea al o esiylo da ode para celebrar o
progresso, os verdadeiros poetas anda nlo lizeram
elbter emsu.i honra as cordas de sua lyra.
Ha algous mezee, um uulco espectculo sollicitava
entretanto estas hoinenagens dos poetas, ao mesmn
tempoque fi.rnecia a' philosophia do progiesso urna
bella occasi.lo de triumpliar, e a' uosso orgulho o
prazer de justificar seus ardentes cnlhosiasruo. As-
sisliamos eolio a' fesla mas esplendida que anda se
elebrou em liouri da industria e das arles.
ludas as nafoes reunidas tinliam vindo dispr
soas obras para formar o aliar do progresso uni-
versal.
O XIX sculo ubi estava em toda suagloria, o pro-
gresso moderno em sua mais brilhanle syulhcse.
Porra, no meiu desla completa ex|ioscao e em pre-
eu';a de 13o perfeitas maravillias, urna preoccopa-
'..iii ous alormentava, urna queslio dominava nosso
pasmo, um problema sargia em uosso espirito e di -
rigia-se como urna importuna appanelu, entre nos e
os ubjectus que caplivtvam nossa vista.
Com elTeito, lodo homein sensato, loda iotelligeu-
eia seria deveria deler-se, ao menos por um nslanr
le, peraute olas inauditas magnificencias para iu-
errogar-se ajaal era sua origem, sua significarjo,
seu lim.
A' viita desle sumptuoso festim da materia, po-
damos mis, egostas e iurtinerenles convivas, assen-
tar-uos e sabnrear-llie as delicias, sem iulerrogar-nos
l un le nos vinha este benelicio, como deviamoi usar
dille, o porque foramos levados a' este palacio
encantado e sob oslas abobadas diaphanas Poda-
nlos, esquecidos do passado e ignorantes do fuluro,
abandonar-us cegaraentea' nosso delirio, e .'. pen-
sar em satisfazer uo'so appctiles sensuaes '.' Nlo, o
hornera nao poda assim impor silencio a1 seu pensa-
meuto ; n,''i pode abaixar e mauler as aspiracoes de
aua alma ao nivel que rueda a ordeui material. Im-
periosa cm suas determina^es, sua razio o obriga
procurar urna solaran para os enigmas que o cer-
' un : impaciente em seus desejos, seu roraelo nao
'Un- que elle larde em muslrar-lhe um lim. ein es-
siguur una direcelo a' seas mais legtimos transpor-
te. Pergunlo d'onde elle vem, quer saber para que
margem deve leva-lo o poderoso sopro que o arr-
bala.
Alcm dislu. lizeram-se ouvir numerosos prophe-
las. Nem todos, he verdade, eslavam accordes. L'ns
",.i limo- indiscreto, deram brados de alarma no
meio de nosas alegras e lireram eclmar sinistras
prediesoes por cima de Osea* calieras altiva.
No momelo em que conlavamosTriumpho
ellas exclamaramDecadencia !Em face de nossa
i'iencia pozeram nossa iudigeucia moral ; em face
de noso luto rao-lrarara mistos andrajo, e como
contraste a' prosperidade de um pequeo numero,
eipozeramas chagas da miseria geral. Depois recor-
dsram-nos os terrores de hontein e inlcrrogarara-
nos pela seguranca deamauhaa. Erguerara a'nossos
ilhoi o mui real espanlalhu do espectro vermelho
e fuera ni-nos lembrar das int|iiietacoes da Europa
na poca da grande Testa de Londres de18t, quau-
do as acclaraacoes pacificas do Irabalho universal,
vieraiu mesclar-se o ame,.,;a Jures clamores e os sel-
vageus furorea dodcimobulletimrevolucionario
Em verdade, estes temores eslavam ja' longe de mi,
e estes perigos liaviam sido conjurados.
Eutretauto, os prophelas da decadencia, persittin-
do en lancar seus analheinas contra nossos trium-
pho iudustriaes, uos coudemnavain a perecer pelo
. taima ..e mmm apmeumim -..., r..ji.;. ,risle
destino destas uaijoes que nao poderam supportar o
peso de sua esmagadora prosperidade. Decaden-
cia !seulenea lugobre e desanimadera Seria mis-
ler quebrar nossas oflieinas, retrogradar, renunciar
ao progresso'! Decadencia gigantesca irona e
cruel derisao Que foi para precipilar-nos no abys-
:uo que nossos pais trabaliiaram, procuraram, in-
ventaran! e nos prepararam este espectculo d'uma
belleza iltusoria I Que he para laucar nossos lidio
usa vergoolias das geuomias ociaes, a na dore dos
situaos cataclysmas qoe ns desenvolvemos tanta
actividade, e que tantas forjas oceultas al aqui,ds-
cobcrlas a' prero de nossas vigilias, sao postas por
uos ao antee da liumanidade, diluros instrumentos
de sua perda Ah '. antes deixeraos o trahalho e eru-
zemos os bracos !Decadeucia '. seulenca de des-
espero contra a qual se elevamdeznito seculos de es-
perauces, e protesta a mais ambiciosa de suas gera-
e,6cs butnauas. e a mais enrgica em suas aspira-
res.
E, comtudo, se fosse verdade '.... Nao, ouramos
antes est'outro prophelas philosophos, que nos pre-
guen o progresso quaudo inesino o fosse. Aquelles
nos dizem que o progresso indelinilo lie a vocelo da
humauidade, que he nossa obra laboriosamente co-
nierada, e cuju lim nunca veremos.
Segundu ellcs, uos mesmos somos fruclo do pro-
greso, lei uuiversal dos seres. ei homem progredio
por si inesmu. como lodas as cuusas progridem ago-
ra pot si. Elle semprc leve em si o germen de seo
deseuvolvimenlo actual, que nao he senao um grao
de aua progressao illimitada. lalvez qua no r0se-
inojom fluido imponderavel, um germen invizivel
de que se desenvolveu pouco a' ponco, alravs do
lempo c do esparu, o organismo que contlilue buje
o animal inlelligenle, credor desla tao bella civillsa-
io que, cade vez mais se propaga no mundo.
O homem nada deve senas a' si mesmo, tu Jo pro.
vuiu delle ; foi elle que invenan al a idea de Deo.
Vor esta palavra, elle quiz a' principio ejprimir as
lorca da altaren que o espaniavam, porque Ihes
nao erara cunhe:idas ; quaulo mais elle as laalyat
e as apro(oudar, tanto mais se dissipara' a navem
primitiva de ua npersln;ao infanlil.
E dest'arte, a intelligencia do homem penclran-
lo todos os enigmas, descobrindo todos os ytenos,
recouhecera' por lim o que he verdaderamente a
uuica iutelligeuiia existente, a unir raajo viden-
te, o nico principio superior : deslx Mo a' siso
levera' apphcar a palavra divindade, se he qua es-
ta palavra vazia de seulido existir' as linguas do
fuluro. Asiim fallam os philusophos do pro.gresso,
proclamando a decadencia de Dcos e dlaudo a apn-
thuose da huinnnidade.
Sera' aos bracos desle lyatema que nos iremos al-
rar, porodio a doulrioa da decadencia? Satisfaz-
le nosso bomsnnso com esta nebulusa erigen, e com
este lim 13o vaso, que sempie recua aos nonos ollms,
falso paraizo da humanijade, a que nunca chegara'
leuhum heiiiem au se eleva alguiua voz do fuu-
do do uossas conscieucias em favor do Ser, principio
MVlalo, dislinclo das cuusas > i-iveis e loute de nos
dretfl em qoe foi pregarla a cotizada lianaia de 600 ideia, Boas paiidea em una paixa.i, sua vouiade
anaoe. se eleeano a voz d'om precador... jealuila, em urna tontada ; d'esl'arle elle se crea una phi-
para ensinar-nos a verda.leira derrota do progreiso sionoii.ia, um carcter,um poder ; poder .lo bem oo
e iulicar-niis o ramiiiho que deveinn levar para n.io ; do mal, segundo ludo eaniinha para a verdade
oa
para o erro, para a harnela ou para a desorden).
No desenvoWiraenioi o orador ielerrege aqu os syslemas as seduccr.e e
as leulaliva do suculo, e chega estas conclusOes
que se reduzem a una : e progresso he a ideia do-
minante, a paiiSo dominante, a vontade dominadle
do seculo.Ora que ha tazer peranle este Iriplo mo-
vimenlo ? Anniquillar esta ideia, extinguir esla pal-
ito, destruir Ma vonlaJe ? i Nao, mil exea, nao,
exclama o orador, nao o podemos, nao o devenios,
rehiras legitimas taperaaca Jo Mi. seclo.
lia ja' quatro anuos, que O II. V. Flix OOCOpa
com um esplendor ereseenle esla eadeira, que illus-
trar.im M. U. de KaVignan e licirtaire, dos quaes
se lem moslrailo, por una eloquencia au mesmu
lempo auilera e arrebsladora, o digno succcsor.
Durante as prrced-nles ilaeocs, esle emineule
pregador havia desenvolvido, sob o poni de vista
ehrislio, a iJasde fralernidule, caridade e ded-
carao.
Estes tres asumptos, lao fecundos cm applica-
cnus aos fsrloa contemporneos, e tratados com orna
notnvel elciarao de psnsameulo, e -urna lo-ica algu-
rras vezes incisiva, e sempre rigorosa, allrahiram a'
nave da velha baslica, um aaditorie escolhido cada
anuo mais iuteressado, maii numeroso. Por esla vez
e logo que a graude palavra de nossa poca reliiin-
hou sob as abobad as da igreja metropolitana, aug-
menlou-se anida o ardor, e nos tres ltimos domin
gos da quaresraa, s diHicultosamenle. e que o vasto
edilicio poda eooler a turba crescenle dos ouviutes I prono.' Desgraca do se
cada vez mais atteutos.
Esta inolii i.in vida, compunhase principalmen-
te da parte mais rellectija da mocidade -abia, e en-
tre ella algn espiritas notavam-su, qua em outra
poca, em outras cadiira e oulros recintos, tambem
liaviam caplivado o publico pelo encanto de sua pi-
lavra.
Quereriaroos aqu resumir estoseloqoenles discur-
sos, seui enfraquecer a poderosa e vasta argumenta-
Sao do orador sagrado, ejperigo de nina ooelyM
neceisarlameule restricta, he atormenlar mullos pon-
los secundarios, que receberam no curso da demons-
trarlo, seu desenvulviraeuto integral e sua explica-
(o ~ii Ilicin le?.
A grvida le do assumpto Din impunha o dever
deassigualar de autemao esle incertavel inconve-
niente. Acrescenlareuios, que para obvia-lo o mais
que for possivel, reproduziremo aqui em nosso re-
sumo as proprias expresses do arador. I)
I.
Em um exordio que forma um magesloso prtico
aos seis discur-os seguales, o K. P, Feliz reivendi-
cou para a eadeira cbrislda a legilimidade e oppor-
(unidade do assumplo de que empreheudia Iratar.
Perlence i predica evanglica preocupar-se com estas
palavras que, resumindo em um sceulo tendencias
profundas e aspirajiies universaes, exercem sobre a.-:
almas um imperio inconlestavel e lornam-se para a
nafoes tiguaes de esperanra oo ameacas de ruina,
eonforme solTrem a ioterprelaclo do erro ou a da
verdade e traduzem o sentido do homem ou o sen-
tido de Dos. O Progreseo he urna deslas palavra8
e o puder que ella adquiri sobre as alnH pode er
para DeM o nstramenlu das mainres sceoa on a
caosa das maiores infelicidades. Esla palavra, de
que os homens lizeram orna handeira contra o chris-
tianismo, he urna pslavra emineiitemeDte christaa
e e pregador que a pronuncia nao he seno o echo
d voz que nos braila : o Sede perfeilos como lie
perfeilo vosso ps celesle.
Depois a predica chrlsiaa sempre leve ciu villa
daascousas: averdade e a a.tualidade, o co-
nhecimenlo de que existe de (oda elernidade e a
intelligencia da hora que sea. t'undado n'eslas ra-
MMs, o orador sagrado emprehende moslrar-nus em
Jeus Carine e em sua doulriua a "divina soluto do
progresso humano.
O ohjeclo do primeiro discurso he eslohrlecer so-
bre a ualureza do homem e sobre a necessidade do
saclo, a importaucia de urna solneao para a ques-
lao do progresso.
Em primeiro lugar, o movimenlo para o progresso
be, no liomem, o qoe ha de mais legitimo e mais
B*balavel,*Ha em nos urna necesidadc innata e
invencivel de elevadlo, de expausao e a lianlanien-
los. Inieiiic'-nie elivre, creado perfectivo!, o ho-
mem seula-se, capaz de orna grandeza que nao po-
sue. Elle como que enirevio a imagem de urna per-
feicao que o allrahe iiicessanicmeule e o sollicila
sobir cada vez mais. lendo Dos locado o fundo
d'alma humana, o homem delira e procara por loda
parle esle infinito e o prosegue sempre, anda apar-
lando-se delle. Ora, esla prosecuejo de nm iuli-
nilo que sem cessar foge ao homem allrahindo-o
do reparador. (Juandn proieumnios o progres-o Ion-
ge de.leius-OinstoDos, nossa marcha nao be um
progresso, he una nova qii-.la.
III.
O ponto de partida sendo assim bateado sobre os
:'. dogma soberano da creac,ao, da queila e da re-
paraeao. Irata-se de estabelecer a segdnda liase ilou-
Irinal do progresso, considerado em teu poni de
obegada. Como a lodo progresso no lempo he ne-
cessano om comeco, assirn tambem Ihe lia preciso
um termo. Ora, que lie o termo final no supremo
resultado do progresso humano?
se delem n'islo,delem-.-e, e linila-M ao que be m.-, so. quer o queira quer nao, he por rorea das coo-, ra e " P*10M T"' eM- : sas. um grande propagador. Em nos.os das, o a- j senlido do bello, o senlido da juslica e ,1 dedicac '
Se Disto concentramos noss.is uprcmas ambiees postulo in.iir ellicaz etla no fundo da ollicina, em i liumanidade.
contar nmeros, medir a ezteasao, anatynr a ma- qoe o mostr he ao mesmo lempo o re, o padre, o Logo sejann os homens do bem e seremos aMst-
teria, decompor corpoa, inveoilar machinas, pesar | professor c o pr.gador do obreiro. llalli eaue-e I diatainenle maiores r""~l|hll. man res Slllllsi.
strellas, que importa por grande para a industria urna influencia rujo retulladn social j maiores estadista*. Faenaos
qoe (toseja, alma nao se aiisfaz, a sciencia nao
pieenche sua verdadeira misio. Ora, qoaiido a pro-
pra ciencia cahe completamente, todo cabe com el-
la, tudo desee do contemplativo ao positivo, de
iileial ao realismo, da hunrn ao proveilo, da grande-
za a fortuna, do espirito a materia. Tudo emnin
progresso moral t
o roturo nos poderla dizer. Tao poderosa no a- | [aremos por isso mesmo oprogresso intellertoal.pro-
nao o queeemos '. Se nao somo dos que sonnam no 1 iuctrlezas as hesilaces, a duvdas e as ignorancias I O segando carcter de
futuro grandezas imaginarias e felicidades impossi-
vei', nao seremos no, christaos, que nuuca empre-
henderemos cumprimir na nalore/a humana, com
suas legilimas aspiraee, as molas da forja. Qoe
ha poii fazer .' l'ma s poreni urna grande cousa :
esclarecer! dirigir, guiar mu suas legilimas derrotas
esta i leu, esla paixlo, esla vontade popuUr. Por
jue u.lu esquci.amos que se esle triplo movimenlo
he um poder soborano, lamban he um perigo so-
e he que elle nao lem,
para goveruar este movimenlo, urna doolrina pode-
rosa e ama regra infallivel.' Salvarao ao XIX se-
clo, se he que elle tem, para dirigir este deseuvol-
vimenlo, urna regra segura e urna forja cfliraz !
I'ois bem! existe a regra do progresso; o uchrislianis-
mo'ihe a doutriua, a lei, ambijao a historia do pro-
gresso he o progresso em si oiesuio.
II.
lia duas cousas fundamcnlaes sobre que deve re-
pousar necessariamenle urna verdadeira doulrina do
progresso : o principio e o fim : a origem e o des-
tino ; o poni de partida e o ponto de a ebegada. a
lodo progresso realisado no lempo lie esssocialmenle
urna marcha entre eslts doos termos. Progredir. he
pirlii de alguma parle para chegar alguma cousa.
logo luda philosophia ou loda theologia que pre-
teuder dar ao hornera ama verdadeira doutrira do
progresso, deve immedialamcnle responder estas
dtaas qucslo : D'onde vimos '.' Para onde vamos ?
Ouc he o ponto de partida, qual he o termo do pro-
gresso humano '.'
Ora, as pliilosoplias puramente humanas sao im-
poitanles para resolver eslas duas quetloes anlere-
deutes. Ellas abandonara humandade caminliar
entre dou mysterios ; o que ellas cliamam progresso
Seria fcil mostrar sobre csle segundo poolo fun- proclama o abatinente das almas e a degradacJo do
ilaraeulal, quanlo lu fcil a re.peito do primeiro as' homem.
_ondo carcter de om crescimcnlo feliz he,
das philosophia. mais orgulhosas e mais seguras de i com a elcvac.Ho, a QWiato ; he no liomem a largu-
si mesma; mas sera' melhor assignalar nesla mate- ; ra du corele, crescendo com a elevadlo d'elsM
ria em nina philosophia mulo contempornea, que
tem causado alguma sensaeao, um proces.o singular
ao mesmo lempo o mais illogico, e o mais seductor.
A e*(a queslao soberana.
elude esta' o lerino final do progresso humano, es-
ta philosophia sorr e responde.Porem eslo termo
nao existe.lie a lueoria do progresso indefinito,
ou a ausencia da deliuirao. be o carcter proario do
erro onti-chrlsUo ; porcm n qoe caraelerisa parti-
cularmente a nova doulrina do progresso em loda a
ordem de cousas, he dar o mesmo indefinito como a
palavra reveladora, como o sigual da sciencia, como
a rue-m sciencia. A suprema decepco, o grande
escndalo das inlelligencias neslc moraenlo he que
esla palavra iiidelinilo vem por-se em uome da sci-
encia, al onde o definilo he da essencia das cousas,
isto he, no Ierran do progresso humano.
O orador einc e refuta vivamenle asta meta-
phvsica do indelinito, segundo a qual eso e Ierra
nao sao raaii duas cousas porem urna so cousa ; em
que se vo approximando indefinitamente as Trou-
leras do bem e do mal : depois elle a denuncia no
111 Imiial do bom senso popular. Em primeiro lu-
gar a propria palavra progresso, que he orna mar-
cha para adame, implica a necessidade de conhe-
ccr o lim pura que secaminha : sem o conhecmen-
lo d'esle fim, como saberia a humauidade se da um
passo para dianle ou passo para Iraz Pode ella
resolv.r-sea caminh.r en trovas, a agitar-s. no dade com lodos os augmentos iromoderado
descouliecido ? Ora, o progreaso sem termo defini-
do, he a coolradicjao em si, he a aflirraa^ao o oe-
garao ; sao as palavras trocadas, as ideas burladas ;
progresso que nao avance marcha que nao se rtiri-
sempre, he, em sua e-sencia, a upirorite do pro- gresae, c qoan.lo esta aspiracan nao se perde, he o j rilJor nao po fe d'scobrir uelles nem o dogma, nem
proprio progresso que -e devia definirurna gravi- doulrina, nem a historia, nem a certeza, por loda
jar.. d.. i.om.m t..r. lUv ii., ps ,r.sari rf. i a parie a conjeclura. ^ opiniao e na opiniao a vare-
me um.i direcrao egura, porque as tendencias .de- d",e '"dclioita.
silimas., quando chegam perder-se iao Juss vezes1 christianismo edabetece aqui como ponto de
desastrosas.,. partida o dogma da crearlo, ao mesmo lempo phllo-
I ma razio mais palpitante d'esla necessidade, he sollllicn e popular: o homem creado do nada pela
qas o movimenlo para o progreso be na homani-' ***" "* le Dos e apparecendo em nm dia mar-
dadeoqaehade mais poderoso. E em primeiro [caio- em nmil forma determinada, com sua pbisio-
he o que ha no homem de mais fecondo e i nomia completa ; o homem que nao he gigante nem
humano nao be senao urna agilMlo sem ponto de Se l,,ra nenhnma pa re, temo que nao termina,
partida e sem fim {determinado, urna especie da
enigma vivo entre dous descouhecidos '. O ehrislia-
nismo, pelo contrario, conhece e esclarece os dous
extremos do progre'so humano e d'esl'arli: estabe-
lecc as duas primiiras base da verdadeira doutrna.
'oro, antes de chegar as quesles mais pratieu que
eleva o progresso, he preciso estabelecer estas duas
grandes bases dogmticas : diier qual he seu poni
Je partida, qual he seu termo.
So o ehrialianisme, por tres dogmas que mului-
meute e.;clarecem, Ilumina sollicienlemeule o pon-
fo de partida do progresso humano.
1- Pelo dogma de urna creacio fcilmente defini-
da, o christiauismo diz claramente por onde o ho-
rnera comer. Para chegsr a resolver doutrinalmen-
te a qoestao da origem, s ha dous meioi: o pan-
tesmo c a ereeeffe: Os verdadeiros panlheislas ne-
gara a crearlo ex nihilo.u a producro livredo ho-
mem pelo poder do homem. Segundo esta doulrina,
o homem bea divino; he como o quizerem chamar,
urna evolurlo, urna germinarlo, nm deseuvolvimen-
lo, urna florescencia, uma emanarlo de Dios, fruclo
lalal de um progreaso necessario: desabnchado de
uma vegelaro de Dos em uma hora looginqua,
occalla para sempre aos olhos d> sciencia. Sondando
este ryitema, nao se eneoDlra em sua origem se
nao mysterios e acaba-se po r se perder "eu nao se'
que crearlo Huida, em que a materia se evapora em
bu ocano de saz. em que o espirito desvanece no
nada da doulrina e no vacuo do pensamenln
O orador acha-se. depois cm presenra de uma pbi-
losophia seria, enjos adeptos, qoe Ble sao chrislaos
que nlo sin panlheislas, rejeitam a rrvolurlo fatal e
admillem a creajlo ; mas a nlo ser o dados mosai-
cos, subsiste sempre a qoestao inevitavel, dizer onde
o homem comer. Percorrcudo rpidamente os di-
versos syslemas sobre o homem primitivo, imagina-
dos pelo racionalismo conlemporanco que nao quer
mais creador, porqoe he o V0 do homem
deslino qoe n3o fixa. He sempre coutradirio, oes
cousas, as palavras nos altribulos de Deo oas fa-
culdadei humanas.
o chrislianismo resolve cora una situplicidade
divina estas quesles primordiaes, era que o erro
laura Dos, as cousas e a u<>s mesmos em uma im-
pa confuslo em dolorosas contradicrOes. Elle diz
0 homem creado pelo poder de Dos deve vol-
tar para Dos. Deve nao smente proiegui-lo, para
aitiiijji-lo ; Dees he seu fim como he o sea princi-
pio.
So Dos podeencher a capacdade do iufinilo.que
so elle criou no homem, L'ma vez eslabelecido es-
le dogma, iudo se esclarece, ludo tatie da coofusao
o homem nao he tu.iis obrigado a proseguir Des
indefinidamente elle o alliugue ; nao gravita mais
para um centro qoe foge, repousa no cealro que lo-
cee ; he alii que elle se delem em ama feliz ira-
possibilidade de tender para mais louge e de aspirar
alera.
Ahi, o bem e mal nao viran reunir-se em uma
uniao monstruosa e uma ideutificaro fatal. O ho-
mem tocou o termo, porem porque o quiz ; ou en
lio o liomem aparlou-se do termo, mas oda por
que o qui/. D'um lado um parasoDos eterna-
mente abracado ; d'oatro um infernoDos eter-
namente repellido.A possestao de Dcos, ei>, na
solac.lo citholicd, a coma do progresso ; eis o ter-
mo. Todo que d'elle se desvia, be um erro, tudo
que d'elle se aparta uma decadeucia.
IV.
Dados agora o ponto de partida e o lermo do pro-
gresso humano, apresenta-se naturalmente uma
(erceira queslaoComo deve ira liumanidade Je
um para oulro f Qual he a oalureza d'esta marcha
progressiva de que Dos Ihe deve a vocablo erguen-
d.i-o da qaeda ? Em outros termos, qual he o oh-
jeclo principal do progresso humano ?A gravidade
da quesllo suscilou esculos, tyilemas, opiniue., a-
travez das que surge um pensanealo e desenvolve-
se uma tendencia, cuino o peiisanieuto mais geral c
a tendencia mais uuiversal: o desenvolvimeulo ma-
terial entinado nos livrose pratieado nos realidades
da vida como o mesmo progresso. Ora, be bom in-
dagar qual he eiu si^o valor do desenvolvimento ma-
terial no progresso humano o quaes slo as conse-
queucias sociaes de sua exagerado.
O desenvolvimento material lem, uo complexo do
progresso humano, seu valor relativo, tomo a sau-
Ora, oelleilo inevilavcl de toda exagercao na vida
material, he a conlracrao e o endurecimnlodos co-
rarocs, a diraiaoiCEo do amor e o progresso do
egosmo. Tambem ha conlradicrao nos doussonho
simultaueosdo nosso lempo: o progres.o indefinido
no gozo material e o progresso indefinido uo amor
fraternal. sles doos muvimeutos deslroem-se re-
ciprocamente. Em lugar de levar ao deseuvolvi-
menlo do amor que est no fundo de nossos sonhos,
o progresso material exagerado leva ao desenvolvi-
meulo do egosmo que apparece no fundo da realida
de. Os homens possuidos por um egosmo sempre
crescenle, voltam para o solamenlo, para a absorp-
ESO, para o gozo eo sonho generoso da fralernidade
desvanecem-se as orgias da ambicio.
O lerceiro elleilo que prodoz a exagerarlo do pro-
gresso notarial e o que comprme mais a existen-
cia das sociedades, he o enfraqmcimento. Porque,
o qua constilue o verdadeiro poder do homem. nao
he a forra de seu corpo, he a forra de sua alma. Do
mesmo modo, as sociedades, o que consIJtue sea
verdadeiro poder.sua seguranra, sua couservaslo,
nao be o desenvolvimemlo da forca moral ; he a vi-
nlidade das alma, e a energa das voolade unidas
para a densa da orden., da juslira e de sociedade.
Ora, o desenvolvimento exagerado material enfra-
quecea euargia das vonladcs, que he so o que cons-
litue os poros fortes. Enfraquece a alma da socie-
i que pro-
para o I ?* son cyelope. nem menino, nem fetichista, de no individuo, elle he, em seu juslo gra'o. til e
ideal, islo be, a grande mola do poder humano. O """ eelvaejen, porem o homem, o homem comple-
ammal irracional nao vio o infinito, nao pode pro- "
gredir ; mas o homem que vio o infinito impacienta-
se com qualquer limite. Elle caminha sob a allra-
3o de Dos para creBC.6es cada vez mais esplendi-
das e, se o podemos dizer Ipara creacoes humanas
cada vez mais divinas. Eis o que torna o homem
grande em todas a cousa. O homem echa aiuda no
movimenlo do prgresso oulro srgredo de seu poder,
a energa da-esperanra. l'inalmenle quando o
homem que disse-eu-vi, poude dizereo posso
esla armado para a conquista, ergue-e e brada.
\ amos !Tal he o movimenlo do progresso consi-
derado cm seo poder ; he o veo para o ideial ; he a
energa da esperanr.; he o arraslamenlo para a con-
quista. He loda forra humana ; he lodo o movi-
menlo da vida, he a propria vida ; nao a vida esta-
cionaria, immovel, infecunda, mas a vida que ca-
minlia,eleva-se e arrebata o mundo. Ora, o gran-
des poderes lo ao mesmo lempo os grandes peri-
gos ; os desastres mais profundos nao sio senSo as
gran les forras revertidas contra seu lim. I.oao
esle poder devenios dar orna direcrao segura senao
quizermos que elle cause calamidades iguaes a si
mesmo.
Esla direcrao he lano mais r.ecessaria, que o pro-
gresn, qoe he a meior forja, e ao mesmo lempo a
maior educac.lo. Esla palavra goza, com etteilo, de
lodos o privilegios e tem todos os perigos das pa-
lavras fascinadoras : o vasio na expres,1o, o deseo-
nhecido as cousas e uma correspondencia sjmpa-
Ihica aos inslinclo generosos da Dalureza humana,
tripla razie da fascinaste que exerce obre as almas.
Esla palavra Iraz consigo a sednerao do indeter-
minado. Todos poem n'elle o que desejam e n'elle
desrohrem o que imaginara. A verdade o sauda e
o erro o proclama. O bem sabe seu nome e o mal
nao o ignora. 11c a divisa da doulrina mais rivaes
a baodeira da anMeSn mais aotagooiiias, porque,
cercado d'esle prestigio, exerce sobre lodos o mais
poderoso sobre o coradlo das mull loes, o prestigio
lo, em seu lypo acabado, e em sua belleza ideial, o
liomem ptrfeito.
Porem para esclarecer o ponto de parlda do
progresso, nao beata o dogma da creec.fto. Como he
que o homem enllocado lao em cima desceu lao
baiio? A esla palavra creajao, o chrisli.mismo ac-
crescenla oulra, a queda palavra reveladora, sem a
qual he impossivel edificar ama verdadeira doulri-
oa do progresso.
Ainda aqui o orador volla-se para a philosophia
contempornea, de que signa-la Irespro.-essos prin-
cipaes a respeito do dogma soberano da queda pri-
mitiva .- ella despreza, nega iulerpiela. Nesles di-
versos svilcmes, por toda parle se acha a obscurida-
de e cm neiibuma a loz. O chrislianismo, ao con-
trario he claro, aflirmativo, histrico.
O homem caho e cabio porque quiz. O mal en-
iioii por este modo ua nalureza humaua e cora elle
um antagonismo radical a seu proprio deslino. As
patiosa de.eticadeiadas contra seu lim conslilairam
no homem uma lorga lerrivel que o rrastavo a rui-
na. Sob o impulso desti forja retrugreda, o ho-
niem achou se amearado de uma perpelaa deca-
dencia.
alo neceisario a plenilade d;- vida social. He pois
um progresso ; mas um he o progresso na materia,
ootro he o progresso no homem.
Bem que estes dous progressos nao ejam neces-
sariamenle separados,Bao sao todava necessariamen-
unidos ; o homem poda, aperfeiroando a materia,
degradar a si mesmo e pode-se ver estes dout
phemraeiios enconlrando-se simultneamente cm
um mesmo povo em 'im mesmo ponto do lempo : o
progresso material e a decadencia humana. Impor-
ta pois estabelecer qosl he n lado do h omem verda-
duiramenlcnlc progressivo e qnal he a essencia de
um progresso verdaderamente humano.
Interrogando enlaoo proprio fundo de nossa na-
lureza e determinando a hierarchia de dossas facul-
Ja les. o orador demonstra que o progresso materi-
al na sociedade como no homem,para guardar o lu-
gar qoe Ihe desliuoa a nalureza, deve permanescr
no gra'o de progresso interior : he a lei, he a or-
dem he a harmona. O progressa material he no ho-
rnera o progresoo menos humano ; he na sociedade
o progresso menos social.
Dest'arte eslabelecido reciamente o lagar do pro-
gresso material, o orador teme que o facto contem-
porneo nao quebr a harmona e nao eleve o pro-
manas e as formas sociaes, como o penssram ep-
rilos perturbados e enferma ; existe no proprio co-
rngao do homem.
A con.1ir.ao do verdadeiro progresso para o homem
ser pois uma lula perseverante e animada contra o
antagonismo armado das paixocs qae o irrulnn
perda.
:t. A Repararle pela rr leinpr.io. lie a terceira
palavra pela qual o chrislianismo acaba de illumjnar
o ponto de partida do progresso, Pro-redir em m,
do descouliecido. Porque ho oulra sedcelo il'e.la ... ,. rorenirem nos-
i .. e.iui..,io o esta i Sll eslado aclua he subir para a altura cm ano
palavra appellar para o foluro. Elle diz semnre11. .. K tm '*
. ,- sempre | homem ful collocado no primeiro plano la creaca.s
iaa.Amanhaa a riqueza, smanha a fraler- i Qrt o
niJade, amanh.i, a felicidade. O prsenle nao sedur I ',"" '. "'* "'r- ,""'7" "" """ hume,
,c 1U/' ra um principio sobrenatural, era a vida de Dos
porcm n lolnro I ll0 |10mem.
porque veuio-lo e conhei-emo-lo :
he o mais seductor dos phanlasTnas. tlctn disto I
' o homem a sua grandeza primitiva, par> faze-lo e-
esla palavra he lao sympathica ao homem qoe beata
pronuncia-la para fazer vibrar no corarlo tojas as
(ihras generosas. I'o.le-sc dizer d'ella o" qoe dizia
tlossuel da liherda.le. esla grande seduclora das lia-
ntes.
O povo segu com lano Ihe ouja somenle o nome.
I'orem onde val o povo que segu, levado por sa-
ias almas destinadas a'rcuionlar para elle.' Sobs- uios nue r"rara os Pr'ln<,'ros a seren subjugados pela
ereveremos a' esta prolisslo de lo que redla na- "**(" ?Ceninbe para a grandeza ? Caminha
ra nos mesmos e Dos .'
I'al he a eseoiba,o30 leamos dizelo, peraute a
qual hesita boje grande numero dejavCM espirites
que nao quizeram ou nao poderam apruluuda. sulli'-
eienteinenle o lerrivel problema que iodos se impa-
cientan para resolver.
Seu orgulho revolla-se contra a posalbiliduda de
orna prxima decadencia, a mor parle preferc ador-
mecer na H de um progresismo phanlasli.o, que
el i he propriamenle unte um materialismo disfar-
rado.
Esla sitiurjo, ao mesmo lempo que requer todos
osesforQo.da philosophUespirtaalista, quaudo mes-
mo esta nao se recuiiheces,e bstanle eflicaz para
conjurar por si so lo grande perigo, impunha prin-
cipalmente ao chrislianismo um deve
i|iressou-se a' cumprir.
Durante esla ultima quaresma, a soluclo chrislaa
do progresen foi predanade do alto da raleira de
Sana c*nhora d Pars. Certaqa
geacits previoidas Bao asperanm que desta lado
rose
para a decadencia Calvez :... Porque a hemanl-
dale pode enganar-se. Assim enmo um homem
chama verdade seus erros e virlodes seus vicios, do
mesmo mo'o a sociedade inleira pode chamar pro-
greaso suas marchas retrogradas. O que Ihe he lalal,
he a aspiraeao do progresso e nao o progresso em si
mesmo. Sonha-lo, chama-lo, prosegui-lo, he sua
necessidade ; mas atfbsgMo ou nlo, he rua liber-
dade.
Assim demonstrada pela nalureza do homem
necessidade de urna dir
voca em seu corpo. Entao. qu,|u.,e 0 equili-
brio e a sociedade vaeila. Em seu perigo, ella cha-
mara debalde em seu auxilio loda as rorCas, lodo o
poder do progresso material ; fallar-IIie-bia a nica
forra capaz de dellender Indo e salvar lo Jo : a das
almas forles e das vontade poderosas. He por isto,
lalvez que lemas medo. u Que senhores,deixa-
< remos aqui exclamar o orador ; vos lendes rue-
a do : ;. E de que pois ? Nada no prsenle e no pas-
a sado vo pode parecer mais forte do que a Franca
" de lviti Eis-vos .i-i.ii duas vezes tiiumpbaules'e
duas vezes gloriosos, dos prodigios da paz e dos
milagros da guerra ; entre as conquistas f.ilas por
.< vossa espada, e as creacoes feitas por vosso genio.
.. lendo a esquerda a ruina de Sebastopol, e a direi-
ta a Exposirao universal, e tendes medo I ... He
a que haveis comprehendido que o poder material,
sem a forra moral para suslenla-lo, n.lo he senao
a a prosperidade dos eorpos saspensa sobre o vacuo
i das almas He que a necessidade de viver e o
a instincto da conservado, anda mais rorles que o
a eothusianno do progresso, vos bradam do intimo
" de eos mesmos, como do intimo das cousas, que
no dia dos supremos perigc, nada do que vos fa_
.' cia vos salvara ... d
I.ogo. sem nada repudiar de nossas ligilmas u
venenes, sem lancar o anademe ao deseuvolvimenlo
matenal, l.vremo-nos de exagera-lo, livremo-nos de
colloca-lo mal e do dar ao progresso inferior o lu-
gar d'urn progresso superior.
V
Em seo quinto discurso, o R. p. Feliz emprehen-
de indagar qual be obre o progresso material o ver-
dadeiro ponzente do chrilianiamo e que aliilude
devem tomar os christaos peruihe esle movimenlo
que arrebata o mundo moderno. PropOe-sc comba-
terum immenso e singular prejaizo, qae pardilla
com o povo o vulgo dos sabios. Diz-se : o chrislia-
nismo he a glorilicacao do espirilo e a maldirao da
materia ; he a exallsrao d'alma a a reprovaao do
corpo ; para elle a carne he o peccado, a materia o
mal e o progresso material a coiidemnajlo do gtne-
ro humano. O chrislianismo assim julgado torna-se
romo um mamcheismo doulriual e pralico. O ca-
limicieno especialmente, considerado com razio,
como a mais pura e a mais severa expreslo do chris-
lianiano, he denunciado no Iribunal do seculo como
a d....."jS* IdonUlnal e o aulagonismo pralico ao
dtseuvolvimenlo da industria e 4o progresso mate-
rial.
Entretanto o chrislianismo uao he a maldicao da
industria ; nlo laura o anadenla ao progresso ma-
terial. Mea verdade e o bam, nao pode reprovar
o qoe, sendo hura em sua nalureza e seu principio,
pode por si mesmo produzir felizesresollados. Ora,
defin a industria, nao por elleitos accideulaes ou
por excntricos abusos, mas em si mesma, e nao (ne-
gareis a descobrir uella o mal.
A industria, em sua najao mais geral e mais legi-
tima, he a victoria da intelligencia sobre a materia ;
be o hornera tomando ama posse cada vez mais real
desle imperio que o proprio Dos Ihe confiara. A
primeira pagina da Escriplura no moslra Dos in-
vesdodo o homem do direito de domiuar a natoreza
material, islo he, a industria nascendn perto do ber-
ro do homem d'uma palavra de Dos cousagrada no
eslado de innocencia como o direito de Dos no ho-
mem. a industria, depois da queda, he imposta como
ora dever: como urna lei da vida humana. Antes
da queda, a nalureza nao oppunba a liberdade do
homem senao a fatalidade de suas leis; depois da
queda a nalureza Ihe oppe o aulagonismo da suas
rev ollas.
A Ierra cobrio-se, sob a maldicao de abrolhos
e espinhos e lornou-se a larefa do humetn nlo do-
ma-la senao revolvendo-a com snas proprias tnaos.e
nao haver o pao de cada dia sem que a regasse com
seus suores. Dest'arte naneen a industria humana e
especialmeule esta industria mui despresada em nossos
dias por uma scieucia errnea, a industria nutritiva da
liumanidade. Assim o privilegio oulorgado ao homem
tornou-se a lei de sua vida, o direito i induslria lor-
uou-se para ello a obrigaro do Irabalho. Tambem
o chrislianismo impiie a lei do Irabalho e denuncia a
0ciosidade como a mil de todos os vicios, como a
degradarlo do homem e a mina das sociedades, fio
pensamenlo do chrislianismo a industria nao he o
mal que elle prohibe, he o bem que approva. I.ogo
langa esl o nianicheimo que maldiz a nalureza e
|anr;a sobre a materia aoatheinas que o chrislianis-
mo Me conhece.
Este dllimo applaude, pelo contrario, nossas in-
reoeAea e nosso Irinmpkoa, e o. abanes na epe-
ranra de que cedo ou tarde servirlo para a glorifica-
cbo de Heos e para o triumpho da verdade.
Porem dizendo-nos Avante.'. o catholieismo
nos diz Tente estando I Approiande, elle tam-
bera censura ; censura o reinado da materia sobre o
homem. Elle quer o progresso material com seo
lugar e sua Importancia bierarehlca ; nao o quer
quebrando, por -ua exageraclo, o equilibrio das cou-
sas e a harmona de todos os nossos progressos. Em
uma palavra, quer o progresso material como um
meio e nao como um lim ; quer a materia como uma
escrava e nao eomo uma sobaraua ; quer o deseo,
volviinenlo da materia Como urna eoodlelo normal
gresso. O dia em que se disseEinmauuel, Dees I do '*'" dlSBeran-lha : \ isles o progresso I E o dia e nlo como una eoadiccfo sobcraua da vida. A pos-
abrarou-sc com a humauidade, a o progresso poude j el" aut us Povoi :orreri"" a eapoaielo universal das ">ao do increado como fim ; a possessao do creado
como meio ; peranle o homem e cima delle, Dos
pondo-se eomo o lermo ; abaixo delle, a crearlo
material dada ao homem como meio de elsvar-se pa-
ra Deo, e no meio, o proprio homem levando cura
isi;u a nalureza, muda a gloritiear.au de Deo : tal he
deiro progresso. ludo povo que marcha para Je- pnisaiiienlo, uma preocuparlo, um erro universal I orJei" l,u,! *** o chrislianismo ; lal he a al-
sos-Chrislo, ira 'de progresso em progresso, lodo po- "" foi qoe esle he o noiso grande erro, no..aj'1Ude ,lar,uo"isi' c verdadeiramenle progressiva
vo que delle se ..parlar, ira' de decadencia em de- P^neipal itlnso, a exagerarlo do reiuado da ma- iqUe '"e "osurdelld ,omar e,u P'cseura da materia.
radencia. | teria, prograsso material elevado no progresso em I Vor"" M ,'ulj'llll"r,"u "'eiu "> '" >' poaeraaoa a
Esle dogma dissolve lodos os grandes problemas '<;re>so infanorao gra'o do progresso superior. O mal
qoe e ligan a doulrina do progresso. Peranle elle
desvanece-se principalmente a llieotia do progresso
fatal. Alcm disto, es. larece a queslao do mal mo-
ral e do seu papel na vida humana. O mal nao e-
nlo esl nos aperfeieuamculos da materia, as con-
quistas sobre a natoreza, na ostenlaclo de seu es-
plendidos troplisos; esla' na importancia immode-
rada e na injusta preferencia que se Ibes da'. Por
xiste somenle fura du homem, nas insliluicoes hu- lue na 'l'-u"1,1 rousa maior que eslas conquislas e
que elovava o homem a esla altura
i vida
D'ahi resulla que para fazer remontar
guir de nvo sua marcha progressiva, era necessario
que a vida de Dos vollasse para a vida do homem.
Eis porque o berro delletlileui he eslabelecido pelo
chri.l.ljs cuino o pouto de partida do verdadeiro pro
esles Iriumphos; somos no ;haum espectculo ma-
is digno de nossa contemplacao, he a das bellezas.
ds harmonas e das graudezas do homem. Os pro-
digios da materia captivam adrairacne. que nlo ob-
len mais as maravilla das almas. O verdadeiro
progresso do homem abaixoo-se aos nossos olhos al
ulo ser mais qua o progresso na mal en,..
O orador projecta aqui, sobre as conquislas do se-
clo, um olhar magnifico. .Moslrou-te Ihe este lio
que corre como um nervo|vivo d'um a oulro extre-
mo da Europa, levando o pensamenlo e a vontade
do homem como a rapidez da sensarao; este immen-
so lecido ile ferro : o carril rail unindo-se ao car-
ril por cima da (runleira couioum sigual d'alliaurg ;
o navio livre do caprichos dos venios e das vagas ;
o gaz, formando a noite, em nossas cidades, uma
corna de luz; depois o movimenlo dos negocio.: o
capilal que sobe e que desee, la/en lo oscillar aulre
a alta e a haixa a sociedado oll'eganle ; depois a fes-
las os esplendidos festine... E quando elle vio lu-
proseguir de novo nos scelos sua marcha inlerrom- >nv'nr.oes e dn aperfeiroanienlos da materia, loJos,
pida. Jess Christe restaurador, he o progresso que ,au'"so'i ignorantes, ricos ou pobres, depois de ha-
torna a comecar. ver admirado eslas uiaguilicencias, voltaram, dicen*
Elle he o seu principio e lim. tal sera pois nos i''" '' ,'""'S l,r0=rc"u :
novos seculos. a grande e iiidecliuavel lal do verda- ^" 1ue 'e f""le 'hamei ama couvicrao, um
teriorpe'.o fado da prodcelo, I industria nlo o he
menos exlonormenle pelo lado da exportara... p,_
la importancia crescenle das relsrOes maridmas, o
mar tnrnando-se oda vez mais a morada do homem
lorna-se de .lia em dia o Iheatro em que vio deci-
dir se os destinos do mundo. Os merca.lores lor~
nara-se ao longe os verdadeiros conquistadores e os
mais influentes postolos. Esle movimenlo augmen-
lar cada vez mais e produzir um resnllado im-
menso porque he um immeu.o iuslrumenlo. Produ-
zira ello os grandes Iriumpho da verdsde ou as grao'
des calastrophes sociaes ? S Dos v.- o futura e o
elle sabe onde nos levara' este movimenlo univer-
sal.
Porem ei- o fado :
Ora, parante eite laclo, ha para o~ chrislaos uma
posiclu a oceupai, um dever a cumprir. O orado,
so imagina tres posicoes dilliceis : a aggresslo, a
ab-leneao, a intervencao. Nao se deve escolher a
aggressao, porque a industria nlo he por sua nalu-
reza um mal. I ..inl.oiii nao he misler que os clnis-
llo se absleuham, porque a iuduslri... que em si
mesma he um bem, Iraz com sigo nm mal immenso.
O sopro que a penetra leva-a toda em urna direc-
cao contraria a seu verdadeiro destino. Que faz a
induslria sem o sopro ehrislio ? Physieameute, ella
exlenua a raca pela pvrpelu>dade ou prccoci.la.le
de um Irabalho que indigna a nalureza.
M 'ramenle embrutece as almas pela supresso
desliumaiia e impa da cultura moral e da cultura
religiosa. Socialrnenle, ella leva a' revollas fartaes
exliiiguindo nos corares os instinctos generosos e
suscitando em seu lugar os in.linctos egostas. Islo
nlo pode durar, nem .incenla anuos !Resta pois
o terceiro partido : a iulerv ene 11, islo he, uma ac-
C3o mais ou menos directa, relativa a siluacao qoe
Dos da'a cada um. Nao he una tentativa impos-
sivel. O mal nao esla' uo fuudo das cousas. esla' uo
triumpho do abaso. Se csle grande corpo da in-
dustria, funecioua para o mal.be que lem uma alma
nua, nndaiaata alma e dai-lhe um sopro christao,
um impulso chrisiao e veris que ludo islo pode a-
inda voltar para Dos e camiuhar sob impulso na
harmona do destino. Forcai esle poderoso instru-
mento, que ato aqu tem operado o triumpho do er-
ro e a vontade do homem, a coacorrer emlim pira o
Iriumpho da verdade, e para o cumprimentu das
vonlades divinal !
Ha preciso que a materia glorifique Dos pelo
corarao do homem ; he preciso que ludo caminhe
colliaado para o lim supremo da rre,..;,lo, para a
maior gloria de Dos.Ad majorera Del gloriara '.u
He a formula do lodos os progressos.
VI.
Porem oprogresso material, Uo grande e lo bem
ordenado quanlo o possamos snppor, nunca devera'
'er considerado como o progresso principal, como o
progresso verdadeiramenle hnmauo. Em que con-
siste pois este progresso principal e verdadeirauieu-
le humano ? I ni. se pode encerrar em orna so pa-
lavra e apcrfeieoamento de homem. He este
progresso principio de lodos os oulros progressos.
Esle assampto he rauito vasto para um s discurso ;
o orador espera poder deseuvolve-lo em oulro anno
por esla vez elle so motrara' o lado negativo am
sua applicarlo a Ires progressos mal' generosos e
mais dignos do liomem que o progresso material;: ao
progresso iulellediial, arlistico e social.
I' Sem o progresso moral, nlo ha verdadeiro pro-
gresso ua sciencia. Oprogresso inlelleclual, he a
marcha pira o verdadeiro, o progresso moral be a
marcha para o bem. Ora, para avanear milito no
verdadeiro, lio preciso av,turar muito no bem. Cm
hornera ou um povo augmentado na verdade, e de-
crescendo no bem, he om jilienomeoo qae nunca se
vio eqne ulo se pede ver. O orador demonstra
esla verdade a luz das cousas e da historia contem-
pornea. Depois suppondu que no meio da desor-
den! se leona realisado um progresso na sciencia,
elle pergunlade que serve para a hamanidade o pro
gresso da sciencia sem o amor da virtnde ? Elle pro-
diiz o que produz o saber porsonilicad. em Satanaz-
o que deve produzir o genio do mal as Irevas. A pos-
sesslo da luz, as nlaa do mal, converle-se no poder
de obscurecer a verdade. ludo entlo caminha pa-
ra a sedcelo, para a mentira, para a fascinaclo. No
.ein da agitarlo das iulell'igencias postas pela per-
versidad humana an servicio do mal, ve-se a du-
vi.la, a negirlo e o erro al.-anc.ar sobre a certeza, a
aflrmaao e a verdade victorias insolentes.
I m nU'a qae nao sabe, he apenas um raao, um
msoquesabehv um llagello para a humandade.
Qoando Dos quer castigar as oaces civilisadas, a-
baudona as inlelligencias a Ixranuia dos sabios, sem
eonscieocia. Emloapparece em seculo- qoe s inti-
tulara seculos de luz, orna triste obscuridade em
que o genio do aber, tomado malvolo, so projecta
raios Jo.ul.i--i. e miislro clarees. Entlo os reis de
pensamenlo, principes destas trevas, con.luzem o
povos que osapplaudem a borda, em precipicio on-
de se pieparain na noite das iotelligenciaa irreme-
diaveis cataetrophe.
!. Sem o progresso moral nao ha verdadeiro pro-
gresso na arle. .V arle, em sua mais alia expressao
he a mais brilhanle manifestar..o das bellezas d'al-
ma e a verdadeira belleza d'alma, he o reflejo de
Dos que he au mesmo lempo o bem ea verdade.
Eis-aqui porque razie, na decadencia do bera.qean-
do as almas lem perdido sua virdadeira belleza, o
verdadeiro progresso na arle he impossivel. O vi-
cio he esseucialmeule feio, sua faialdade communi-
ca-se a' alma qae o a braca e sub todos os ornamen-
tos de uma belleza ladicia, a feialdaded'alma rellec
le se em suas obras. O vicios que locara as alma
deixam na litteralura, ua pintura, na escultura, na
poesia, vestigios da corruprlu que eclipsara, at nas
producale, do tlenlo, o puro brilhs de soa belleza.
Mas suppouhamus, lora do progresso moral, um cer-
tu desenvolvimeulo do progresso arlistico, para que
-ev ira' elle '.'
Para corromper os coslumos, para degradar a hu-
mauidade : eorrupolo lauto mais profunda, degra-
dacao Unto neis repide, quanto mai soherauo im-
perio lem a alte sobre a alma liumsua, quanlo mais
poderosa he a sua acrlo sobre os coraees e mais ex-
tenso he o seu dominio. \ arte he uma bella e su-
blime cousa e he por islo que mais munslrooso he o
ico abuso, poique o qoe ha de peior na humauida-
de he a corrupelo do que ha de melhor.
3.- Ha um lerceiro progresso, a que nosso seculo
aspira como o do complemtnlu de todos us outros, o
progresso social.
O urador e Monde aqui por progresso social o a-
perleiroameulo das insliluicoes e das leis que lem
pur ohjeclu dirigir e guvernar o hoiueus, em quanlo
associado1
ra, sem o progresso moral, nlo po.le haver aper-
fevoameuto nas inatllnieea sociaes. Foi a aberra-
cao de muito. homens de nussu lempo fazer consistir
todo o progreaso humano no aperleiruameiile ou
mudenca radical das iusliluijues e pedir todas as re
formas, excepto a nica que piepara e produz ludas
as ostras, a retorna do homem. I.ra lomar o pi ..-
gresso as atasen ; era laucar a humauidade em um
circulo de reformas sociaes d'onde ella nlo poderla
mais sabir senlo pela pn.pria ruina da socie-
dade-
As coiistilulcors e as le- nao creara a perleicao
das almas, ho a pcrfa^lo das almas que crea as leis
e as coustiluiroes perfeitas.
Para fa/or boas leis. he preciso ler bous coslu-
mcs.
.Mas suppouhamus, no meio da currupr.io dos eos
tomes, legislares lories e Inatitnicea poderosas que
resudara'dahi O oradoi allirma que ao cabo de
tssim uma dilterenra prolunda sepan o chrislia-1"' nesmo, nlu temamos eucanr as suas roiiseqoen-!escraVil '"*"* da soberana, o chrislianismo nos i todos os aperleieoamenlos das inslituiroee sociaes.
nismo de todo racionalismo. Um er no piogresso i ci',s- c<"","""a Pu'floe nao acceda mais, oa sociedade, | dos mechanismos polticos, e ..* rodas a.liuinistr.ii-
liomaoo pela accao exclusive do homem, o oulro er A exagerarlo do dcsenuolvimeuto material nro i *0b"al"a. da "'a,e,i"> uue "a "''a no homem a vas, uma cou.a he inevilavcl uos povos curruptos : a
rtlo segua dada ao m''vi- pr0grCS' 'lo ,,ome"1 Pelaacc-lode Dos uo |,u- duz po.si mesmo tres vicios radicaes que ,e onne, a Z~T.' r """" "a ^'"^ "-1'PP'^au gradual da hhor.lade Civil c a aggrava-
-nenio do progresso v. se-lo igualmente pelas e- | '"ein- '" Ml aWstsB inlelleclual ao poder I marcha do verdadeiro progresso e fazen. pender pa- \T, \ r i"^ T" deCaf *ncla5' c-io VW*H ia esc.avi.l.iu. Porque em quanlo
cessidades du serillo. | da razio hamana, o progresso inrala energa da i ra a decadencia. lie mcu concluir .10 pensaueiilo chnsiao para a que de um lado, o povos sem virlude van por si
________ vontade humana, o progresso social a expausao da <. .. -. .. ,acrao clirulla e dizer qual deve ser vis-a-vis do mu- memos a escravidao, de OUtrn a necessidade inevi-
Da-s con un, seculo o mesmo que com um ho- ; frateroidade humana. O oulro, sera an-nqu llar a ":""e,rU ," T' T" ",iU' "' I tmn, '"^"^ ''U ,''r"*,' "'". """- '" P"-" ""a M-fci 1
mera. Elle chega concentrar suas uleas en. orna ,........................ J.* .'"., 'T'"J J : varao ; crescer, he elevar-.a, Ora. a exagerarlo deira allilude do mundo alholico. lie preri..................,.....,.............. v...... .______
! >lo deseiivolv.mciilo da materia produz, como re- j primeiro lugar recunhecer u lugar iiuraen,o
solUde geral na sociedade, o abalimenlo na, almas- der prodigioso da iuduslria moderna. O
11 homein sobe 011 desee com .eus sonhos, seas amo-
res e suas ambire. Elle faz-sea imagem do que
toca e na nedtda por que procura. Dede enl na-
da po.le arrancar ,. alma a fatalidade do abalimento
que e|le ,-----------------
'; fralernidade humana
reate, nem a vuuladd
tre piimeiro que ludo no progresso da inlolligencia I
I As Conferencias feilas nos anuos nrerrJei.ie. .
pelo II. P Flix, nl toran, publicada, r, volme" '"' ''"K"0 voll,aae "
llcc.i.lan lo-no, de que lamhem a- de II. de llaig- 1 """" P*1' ****& da groa divina, no progresso da
nan, alo levaran esta forma de pablteidado, nlo i "dedada hiiunna pela energa da caridade divina
mnila inlelli- 1 rasamos espetar que, o ejam as Conferencia ant! 1 1
vamos resumir Todava, Ionio sol, os olhni o tl- ?'"' ""** ,('pi,ra'" ra''"'al enlie ns enra-
lo quasi romplelo dealea diseorsos, le q.1,-11 deveria '"os todos o plliloaopboa
Ibn iesso a hele do Btogreon ; ella nlo sn.ne.ta- i'" q'""' ^'"","',0 "-,c, "l"'"''"; "I qal deve.ia ] uos e ""ni "; P>"'o"'ph". eapiritUaiialaa o,, mate- sol. o transporte exagerado do desenvolvimenln ma-
..^n.dnnigre.ed'.M.de.J!: ^Ztl \Z^XX^&*^~'^ISZJZ^ ZT^ ^ 1 "'""^ ^-^ SL JSSrSL"
q P inneou I fnneinente na m l,no da ropamefc e na divindade 0oso aober e do nosso- conhcimeoio-.. nossa aimn
po- L sempre crescenle.
que nos O orador c.Hiclue repelindo quen aporten;.'amen
deve principalmente prest-capar, ein presenca des- lo do homem he o verdadeiro progresso humano,
te laclo, nao he a grandeza colossal de suas pro- i Sem elle, por mais que se faca, ludo caminha p.na a
porfes mataran he sobretodo a exlenslo de sua j deradenria na s.irie.lade, ua arle, na ciencia. A
influencia moral a a medida inralculavel de sua al- virlude por ai neana nlo ansina nem it sdonria,
cada social nem a arte, nem a poltica, nem a legislaciio, nema
A indiitri-i p.oparaidea e forma anlrs roslamec adminitrarr.o
do que elabore prnd;,-los Todo craiie urlnslrin-
Hn olla desenvolve n,i hernem Inda o que prepa-
gresso arlistico e progresso social, lodos os progressos
emlim.
Eiponhamos, oo fnu desta aualvse, a alten.aliva
dolon.sa em que hoje se acha collotada ama joveu
'idtlligei.cn que pede aos nansa do seculo a solu-
cao do progresso.
Ja o mostramos repellindo com loda a energa de
suas nobres aspirardes a desauimadora doulrin.. da
decadencia fatal, depois proferimos om erro sedue-
tor a' um amargo deiespero, prestes *' baar, n BS
seio do pantheismo que prega a fatalidade do prc-
gresio.
He que, com efleito, todos os sxslemas humano,
nos entregara a' uma ou ..' oulra desla duas tatas
dades.
Poi bem persislireiuus par nao curvar nossa
razao prevenida e rsesllesa sob o ascendeole da dou
Irisa catholica, a' liear SOavosan euir, este. dous -
bvsraos ?
Porque uao sei que prejuizo an pn ule d,
eotrar ucsle velho edificio que se chama .1 igrrja, ti-
caremos fora, altravesssndo com nana incertezas e
nossas desolai.-oes os dsenos qoe un torno de O'.-
lizeram as philosophia mimigas de Deo .Nj,, ^r.
melhor saudar corajosamenle o cliiisluniMno. pois
que so elle nos arranca do penivel dilemma que ha
poucu nos oppriiuia ? Ei, com elleilo, umj solu-
clo divina, segando a qual nlo ha mais nnu deca-
dencia falal uem progresso I .tal. e que eonlu ao po-
der de nosso livre arbitrio Basan mais charos desti-
nos. A esculla nao oscila mais entre doas derroto
diflerenles que levara ao mesmo precipicio, mas cu-
tre a nlvacto a a ruina, enlre o piugn-.su seguro ou
a decadencia corla, egundu uossa vontade peader
para este ou aquelle lado.
Dest'arte restablecidos na possessao de uosea li-
berdade e de nossas esperances, mas asa libertado-
de nossos temores, encontraremos .1 euragem qua
no rouhavam os siuislros prophelas e a prudencio
que o prugresso falal iuutilis-va. Mu suecumbiee
inos a' desanimo que uada mais justifica, mas reais-
liremos a' seduccoe cojos perizos iguoravamos. li;
veres cuja importancia descoulieciamos se ao reve-
laram, au mesmo lempo que descubriremos penaos
ha pouco desapercebidus. unveucidos d'ora por di-
ante que o progresso material nao lie se nao mus
progresso secundario que u culto exagerado dt que
elle he u ohjeclo cunslituc uosso erro mais de.a-tr.,
so, indagaremos os mais poderosos meios de re.dis.ji
era nos e em torno de nos u prugresso que no he as-
sigualado como o prorautor de lodos os mais pm-
gresso.
No numero destes meios que he de uosso dever
por em accao para dirigir a sociedade pan o verda-
deiro lim do progresso, ha duus que u.io podeiiamo
por mais lempo desprezar ; um qoe loca a orden-
material e que sera' nm salutar cuutr-pezo asmas
influencias da industria ; oulro qua pode produzir
na ordem mural e social um numen, beneli-
cio.
O primeiio destes meios, cujo alcance ja comer
mos a compreheuder, lie o desenvolvimento cada
vez mai animado da industria agrcola. Porque he
ama de nossas desgraca e Ulvez'om de nossos casti-
gos que, desde o comeen do seculo a ageicnllora te-
lilla sido desprezada e oltrapassada de dia em da
pelo movimenlo ascendente da induslria mamila.
tureira. Ha entre a nalureza humana e o Irabalho
dos campos harmonas proluii.las que nao te rompe...
imprudentemente ; e podemos al avanrsr que o
Tacto anormal de sua ruptura he, em uma sociedade.
a ennsequencia e o signal do erro. Ora, entre todas.
as vantagem com qae o eco dotoa a Tranca, ha uma
que lalvez nlo lenha sido bem notada e que a logia
Ierra deve enviar-lhe : he a frcuodidade qoasi uni-
forme de seu territorio; he a distribuyo varia
da das Torcas vivas da nacao subre a superficie de
solo.
A agricultura e a industria sao eslao enlre e.~
absolatameute sep,radas nem divididas em doas n
nas disididas; ambas ach.irr.-se. au contrario, uui-
la e confai.didas, no norte como no sol. Mem..
em torno de nossos grandes centro industriaos o ai
livre dos campos circula e a salular almosphera do-
campos chega alo a portas da oflieinas. Nao temo-
que temer que duus inuudos nlsg.10i.ta,, doas civili
s xereilos nimigos, um a liga dos mauuf ilureiro- e
oulro a liga dos agricullores. argn n em preseuca
nm de oulro e seameacero com urna guerra encarui
Cada.
.Mas o que seria para n..< ama lio grande vanta-
gem na harmona das lo..;,. hierarchia rasoavel
lo Irabalho, converte-,e, pelo contrario, em um pe
rigo real sobo imperio da fune-ta supremaca ou
lorgada por toda a parle a 1 udu.tria sobre a ,ari-
eultors. Ao passo que a visinli..Bca dos campos dr-
veria ser para o obreiro das cidades orna (orne de
saude phv.ici e moral, a visiobanra das cidades lor
ua-n para o obreiro do campos ama cansa da de -
moralisscao o uma sedcelo latal. Eraquanlo qoe
o campo deveria ollerecer, lodss as Muiaoas, aos of-
liciaes das ollicina uma salolar recrea.;lo|e om refr
gerio moral, a cidade absorve inces'santeraenla ..
campo a adraba incesaiilemente para seo seio, ..
camponez que della nlo sabe mais.
He qua se empresta a cidade. dominio rsrtieio d
homem, honras e privilegios qoe ainda nlo ohleve
campo, dominio mais directo do Dos. He em un.?
palsvra, qua o progresro da induslria domina e aba
fa o progresso da agricultura em .1111 paiz qae deve
ria ser mais agrenla qae iuduslrial.
Em uma de suas coiifsreucias.dizia o Rvia. padre
Peta que julgara ler no frontispicio de nos- tem
pos da industria a inscriprao famosa que s. Paulo
descbale em um aliar aejan no meio da aaaaja \
lliena neo igmilo : Se elle b ,uve-e viajado
pela Inglalerra, o eluqueule pregador du-nos-lua
lalvez se saneen po-suido do urna feliz sorureza poi
lr no fasligio da llalsa de l.on.lre sal semen.;a hi
blica A Ierra perteuce ao senhor rom ludo o qa
conlra The IJarth Ihe Lord* and Ihe /iillnn-
llm-eof. )
Enlre este povo em que dest arte se tem perpetua
do u respeilo de Dos, a agricultura sempre loi liun
rada e sempre mereceu eaaajeai sua parle legitima
da allencao e dos esforros dos Insanas. Sem duvioa,
o inleresses proprins du pa'z, sua ce.ii-litairlo aria
tocralica e sua divieso funesta em dan zona., una
agricola, outra industrial, Torara as cansa mai- po
derosas .leste facto feliz. Enlrdanto nlo se percebe
oesle paiz neiihum indicio grave da fascinara., cre.
cenia que exercen entre nos rrliailii sob. 1'o.habi-
tantes do campos. Ale nesles ull'mns ai.....s, bem
que o interesse agricola taska sosrsse moil.. eo
mesmo lempo que nsneroen fatigas eossaren va-
cuos nos dislriclos manufaclureiro, os cainpunezcs
do meip-dia nlo callaren em emigrar para os ce-
iros iudustriaes do norte que ceracion de braf ,-
lambein, qu.111.lu 11ra fabricanle ii alez vi- sua- rl-
licuias paradas por falla de Irabalhadores, nan he
com recrulas dos paizes meridionaes que cnta. ma-
com n insulares da desgrara.la IrlanJa.
A luglaferra. cun suas duas regiue lio fanlmen
le separadas, ollereceii-no, tainhein o espectculo dt
duas influencias contrarias que aqui me-100 (atoe
lerisamos receiiloincnle, .1 pteneelto de um romance
o mais verdadeiramenle social que e poderla e-
crever ueste paiz. Vimos enia.i que amarga am-
bieoes e qoe influencia corrn.ivs Btsshn na- alma-
0 Irabalho inju-lnal quando ecespa por tan um
vasto dislriclu, que vive i.oladu Jo- c...lum api
colas e por c-lc modo nenplrlammila extrado, a*
eonseladoraa e fresca- eanBJCea da nalureza l
-un 10 das duas influencia- que tfe reciprcame!!'*
tao ueces-arias, ei.i n sonho genero... de om cora
..i" commovido com a- aorn populares.
I'uis bem so em I raiira o iiinvimento iadsslsiel
los-o sempre doimiiando e ab.orvri.ducada ve/ aavs
a vida agricola, Bo swia somenle um di-lricto par-
iicular, mas o paia inteiu. que Icaria eanseta ma
lelica inlluciicia. Se, Bate c.iitra.10, a iguc.ilion
remontar ao nr... -operior que dsva ... 'o par na
econoinia social e na hierarchia da- influencia- mu-
rae'. BOSM IndlIStris, penetrada de taJus o- la.l...
polo sopro benfico dos campo-, re. oliera' u>u ae-
ciescimo de vigor, que Ihe lallaii.. -e c..nliuua--e a
Baarpar uma aapreisatla Ulegrilna. E drst'aeie es-
lo-dous progres-o-, do-euv..|veui!o-.e rada mu em
sen lugar o em ua ardan, r....irib.iiriam a., atoaste
lempo, pela jo-I.-, par que ih. iw, pare le
a Fr inca. em perico, ao cumprimenl.. de sea >-i
ladeirn progreso do-- dilino que 1 Proiidenil
Ihe reserva.
fc

MirnUADCT
j
. >





. '
DIARIO l)K PERNAMBI CO, QUINTA FEIKA 22 DE JANEIRO DE 1837.
< i un o meio encllente Je conduzir a sociedade 10
eamiolio do verdadeiro progresso, mas cuja impor-
lancia lie menos sentida im nossa poca, porque iil-
Irapassa complelamenle l esphera malerial, he im-
primir nm movimenlo e dar una direccao a nossa
1111 .-< (nr a eofraquecida. Ha neste momento para
as leltras am vasto lusar a oceopar ; lia principal-
mente paradlas, st comprilionderera a su.i missAo
se as qrmertm ajudar, um bem iucalcnlavel a rea-
lisar.
lia puuco lempo e em consecuencia das opcrac.oes
da commissAo eocarregada de puriticar o commercio
dos livros, a Franca lorooii-seol> a relac.no litlera-
ria, semelliante a urna ariJa tolidao. He orna Ierra
iuculta que chama os colonos do pensamenlo os
consumidores da saa cultura inlclleclual. Fallamos
aqu especialmente dos campos e das ideas em qoe
(odas as semanas, os vendedores de livros espaltia-
vam orna soniiua fabulosa de mais nfimas obras iu-
cesssnles e reimpressas lia sculos. Nao ha ahi um
vacuo que seria mais que til preencher'.'
Nao leni utna brilhanle carreira a percorrar lodo
e~-e eiercito de joveos escri plores ; boje pela mor
parte desorientadla e doauimados, se Ibes quizerem
abrir as portas '.' Nao lie essa urna ocessiao precio-
sa de realisar por lim este projecto lo importante
o sempre adiado, de fundar em Franca urna lillera-
(uia verdaderamente popular'.' E que momtDto
mais oppurlunu que a volla da paz a este novo im-
pulso que vo receber os interesses materiaes'.' I'e-
pois da e\Hltai;o da loria militar, nao seria rois-
ler dar ao espirito fraiieez. sempre vido e sempre
activo, um ilimenlo -ahilar, orna ucrupar.lo que o
preseivasse dos incouveuienlas do eofado !
A impreusa he ama forra poderosa para o bem
aisim como para o mal. He por causa desla dupla
poleueia que inda hoje ella esta eutre nos em urna
barbara auarchia. Ue porque o erro tumou-a para
eu serviro e porque o mal fe/ della sua terrivtl
alliada, queella lie o objeclo de lanas prevenrOes
e supporla um castigo rigoroso. O vapor, Daicido
houlem, va em liberdade para todas as ilirerrors e
por toda parte se o deixa passar, saodaodo-o, nao
Iraz elle mercaduras e o bem-estar material ? A
impreusa, velha lllia terrivel de qualrocenlos an-
uos, aiuda esta presa uos Uros de urna severa lu-
idla, porque multas vezes leiu devastado os espiri-
tse producidos a coufusao no meio das sociedades.
I o ni em i-l i como um tuonstro m.ilelico, como h_\dra
que esla prestes a devorar ludo. Forera, perguule-
mos eos houiens de bem. a aquelles qoe se arre-
ceiain mais dia faria da impreusa, o qoe elles lem
feito para duma-la, moralisa-la, eleva-la e ditgi-la
completamente para seo lim verdadeiro '.' Ja se en-
aioo enrgicamente arranca-la das nulos do erro e
do mal Que cabera intelligente e hbil ja lenlou
organisar e dirigir esla forca em si mesma Uo geue-
rosa '.' Quem ja quii seriamenle compreheuder que
a impreusa he am benelicio de Dos e um poderoso
lustrumento de nioralisarSo e de progresso '.'
Cutrelauto, depuis da religio, nao ha forra que
piusa ser mais elUcazinente empregada para elevar
as almas cima da materia. He verdade que para
euinprir etla nobre missao que deveria ser sempre
a sua, a litleratura deve ctssar de ser por si mesma
a glorificarlo dos sentidos e urna seducido ao rebai-
laroeulu do materialismo. He preciso que o ro-
mauoe n,1o diviuise as coasas mais abjeclas e
nao procure mais na exagerado dos vicios e na ei-
travagaucie das depravarles, seas nieios de interes-
seede bom xito. He mister que a poesa renun-
cie a inalerialisar a palavra humana a forra de es-
cnlpir e ciuzeldr seus versos vasios de peusamenlos.
E se a poema quizer cantar as maravilhas |da scien-
eia e da industria, nao o faca para attriboir toda a
lioura smente au hoinem e para convidado a coirr
pr i/.er-e ciim islo. Arrebate antes em suas zas,
ale o llironn de Heos, a obra e o obreiro He por-
que ella vem do co e porque deve remontar para o
ce, que lie chamada divina : se ella se lizer exclu-
ivaiueule humanitaria e terrestre, corla as suas
azas. Hor sua propria essencia ella he generosa,
loa, si se encerra uo homem e se curvar sobre a
Ierra, lornor-se-ha egosta e desde entao uao exile
mais. O eu liumaao.loin lo por sea anico objeclo,
nao pode serse nao o suicidio da poesa.
Nao srja pois a lilteratura mais urn inslrarneulo
de decadencia, propagando o erro e depravando o
Kuilo l.onlrihiit', ao coulrario, para fazer avanzar
a sociedade para o bello a para o bem Eleve o
peusimento do homem e puiiiluue suas aspirares'.
Pesenrole, em una palavra, a bandeira do verda-
deiro progres-o e entao receher todas as aiiimaees
todo o respeilu, todos o recouliecicaentos do pu
blico.
Lis aqu pois, em duas ordens de colisas dilleren-
les, duas immeusos progresso* que ha a realisar,
ambos temiendo ao lim suspeuso indicado pela for-
mula christaa, itlo he, ao aperfeiroameulo moral do
homem, sua elevaras para Heos.
Ueste modo poderiam ser pralicamenle revolvidas
luz da alta philosophia christaa do progresso, to-
das as grandes questoes que nos interessam. Esla
doulrina divina que dissjpa musas duvias e reaui-
uia MM coragem, laiubem uos esclarece sobre nos-
is dilliculdades prsenles e dos eusina remedios pa-
la os males que nos amearam. Ao passo que ella
esleude uessa vista aleiu do huii nos reslitoe[uossas eteruas esperanzas e nos atlrahe
para o eco; fortilica nossa marcha, preserva-nos dos
abysmos e torua-se assim para uos a mais u'.il das
sciennassociaes. Em quauto que esla pliilosapliia
presumprosa deseuvolveodo permite oossa razao ee-
duzida o falso sssteiua de nm progresso iudeliuidu,
nos cunduziria falalmcule a' decadencia, u christia-
uismo, mostrando-nos o termo diviuo da aclividade
hum ina.nos assignala os mil precipicios oceultos sob
brilh mies superteos e nos leva assim ao verdadeiru
progresso.
A' nos prlem escolher um ou oulro dcsles guias;
mas nao esquejamos que se o erro lie arrojado e ar-
deute, a verdade he modesta e calina ; que aquella
toma a esla suas appareucias e sua liiigoagein.e llie
dirige audaciosamenle as u\probai;oes que elle pio-
prio merecia. Eis porque seria bom restituir a ca-
da ura eu carcter, demonstrando que os uovos
apostlos do progresso so na realidade os autores
da decadencia e qoe a antiga doulrina, aecusada de
ser retrograda, he a nica que nos pode levar adiau-
te ua derrota segura e providencial do progresso.
//. Marie-Martin,
(feette Contemporaiite.'
quitina, cordas para violas, botes. fechadoras, pe- Ilr.i.l-.lii.ln m IA l)K IIKNPA.S INTERINAS (iH-1
dras de aliar, etc., 1 fardo rap-cho*, 30 temos de I RAES DE PERNAMBUCO.
condessas e azafates ; a Antonio .Morena Vinhas. Kendimtnto do da I a 20 9:789?5i"
lili canaslras caslanlias; Albino Jutas de Souza. I dem do da I,
1 pacole massas para chapeos, 2 saceos camisolas, I
dito coturnos, I canfn arbotto, 2 viveiros ca-
narios, 1 ganda metro ; a Manocl Jos de Araujo.
2 hniiies doce : a Feliciano Correa da Silva.
tU pipas. 5 mcias c 10 barris viuho ; a David He
Ferreira Bailar. Id
7 barrilinlios pregos, 1 caita poles de louca ; a
Bailar A Oliveira.
"> caisaa arrholes, 2 fardos capachos, 1 lata rijes ;
a Domingos Rodrigues de Andiade.
26 barris vinho, :H) caixas pomada, S fardos co-
vins ; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
1 caigan cascos pira chapeos, :' latas paios ; a
Manoel Francisco Moreira M
I dito frucla secca ; a Vicente Alvcs de Souza
Carvalho.
2 caixoes louca nacional, 1011 ancoretas azeitonas,
1 fardo capachos de esparlo, 2 caixes eoxius e toa-
Ihas, I cana fechaduras, 2 ditas lio de velas, 1 dila
pedras de louza, crees, ditas de aliar, esenvas, etc.,
I dita pomada. 15 pacotes lio de porrele, ji) canas-
tras albos, 2 Larris euxadas ; a Miguel Jos Alvcs.
I cuartete prala em obra, I caixao pilulas ; a Jo-
s Vellozo Soares.
1 1 saceos tremor os ; a Joao Evangelista da Costa
q Silva.
2 caixes chapeos, I caixa laa em rama ; a Maia
iS Irmao.
3ti barrilinhos azeilunas, 2 barris azeite, 27 ditos
pregos, 7 ditos enxadas, (i caixas fechadoras, 5 di-
lai pomada, II ditas linha, 1 dila penles, t dila re-
troz, galoes c pasmo de lioho : a ordem.
: t barris sardinlias, 5 caoastras alhos ; a Joao
Pires de Almeida I..
jo barris chumbo, ti caixas IiiIms e fechaduras, 2
barris enxadas, 2 pacotes liolia baiquiuha ; a Bar-
roca (V Catiro.
t ancoretas peixe Hlgtda ', a Francisco Radies..
3 canaslras albos. :t ditas macella, louro, etc., 1
caixao chapeos ; Antonio Albino l.eile Braga.
2 caixoles bacalhao ; a l.uiz Antonio da Cunha_.
2 caixas escovas, II ditas fio de vela, ditas .">
barricas ferragens, I pacotes lio de porrete ; a l.uiz
Ferreira Pinto.
1 caixa fechaduras ; a Joaquim Mandes Freir.
12 barris peixe, I caixao allinelcs ; a Francisco
Uves de Piulio.
:)0 canecas Brandes, 8 canes azoleijos, ;!caix>s
lour.i ; a BarlIiolonico^Fraucisco de ouza.
U pipas e 238 barris vinho, 1 caixo obra de
prala, I dito rom urna cana para faqueiro ; a Jos
Antonio da Costa ,\ Irmao.
I caixao manto e nica de seda para imagem *, a
Antonio Lopes Pereira de Mello.
I caixao obra de prala ; a Moreira & Duarle.
ti pipas e Iti barris vinho ; a Bernardo Francisco
de Azevcdo.
I cunhele doce ; a Jos Joaquim Faria Machado.
I caixa livros, etc. ; a Jos AuIodo dos Santos
I.es>a.
12 barris azeite, 1 dilo vinho, 2 barricas casla-
nhas ; a Antonio Alves M. Guimaraes.
I caixa volantes, reudas da palhela, etc. ; a An-
tonio Luit de Oliveira lievedo.
1 Conliele freos de ferro, I caixa imagenseor-
naraeutos para as ditas ; a Manoel Jos Carneiro.
1 barrica enxa'ias ; a Jos M. Lopes.
2 caixas e 1 caixao relrnz, I dito pentes, I dilo e
1 caixa linha ; a Feidel Pinto A; C.
1 caixao raizts de llores ; a Jote Joaquim da Sil-
va Maia.
23 canaslras caslanhas ; a Joao Mulo Regs de
Souza.
200 ancoretas azeitonas, 7 pipas, 2" bariis e 21
caixes vinho, M barricas caslanbai. i raixas coxi
milhos, V fardos ditos, coutos e cobertores ; a Do-
mingos Alves Malheu.
8 caixas lindas, penles, loalhas, guardauapos, co-
bertores, ele. ; a Jos Anlonio Bastos.
i poltronas de castanlieiro,^ caixOrs palhocas, 1 di-
to chapeos e coloruos, 2 ditos macella, camisola!,
coturnos, chinellas, etc., ti volumes e I caixa acta-
les, etc. ; a Campos t Lima.
1 barril peixe salgado ; a l.uiz Antonio da Cu-
nta.
ti barricas enrhadas, 2 barris presos, 13 caixas fe-
chaduras, 1 eonhele, machados, trinquetes, etc. ; a
Thomaz Fernandes da Cunha.
Meia pipa vinho ; a Luiz (iomes i 1 cuuhele brides, I caixao chapeos ; a late Bap-
lista da Fonseca Juoior.
1 cunhele penles, 2 caixas chapeo ; a Burle &
Souza.
1 caixa ervas medicinaos ; a Manoel Antonio
Torres.
2 caixues brides e estribos ; a Antonio Joaquim
Vaz de Miranda.
10 ancorla- azeilunas : a Manoel Moreira C.am-
!>:r,-22'.i
10:7429776
CONSULADO PltOVINClAL.
ndimenlododia 1 a 20..... 47:C72J2.">1
do da 21....... I:92l044
,*9:49il95
tis mt ri va los s,.i ni i reenchldos rom as tnelhores obras ele., objr-clos de ouro e prala, tapetes.
peras do mo-ica do repertorio do insigue artisla o i]c n0vo gostO, para Sala, iliviisas quitiqU-
Sr..PedroNoIhco Bapiiato. Ibarias francezas, candelabros e laniernas
No ii.n do drama o mesilla m. tara execula- *
todo goslo, e coin o pi
do Tenor o
r>s o
'""' luanas francezas, ran.iclaliro.i i; latitiTiias' t m\[ *
mUoCs^nig;rqVr6^^^
fcS^il!^
^nt>i!tteno 10 jos1 to
Navio entrado no dia 21.
eVearac30 dias, Male hrasileiro Acaradla de 31
(oniladas, mestre los Francisco do Souza, equi-
pagom .j, carga sola e roorns ; a UoOliela l.eile.
Pasageirns Francisco (jomes Diniz. Pertence a
Pcriiamburo.
Navios sabidos no mesmn dia.
TneslcPalarlin.olilemeurgaea iPAeln, capilla T.
l'.ordes, rarca assocar.
Soiith.unpton c porlos inlermcdios Vapor iuglcz
lAvono, commanilante Richard Rivrll.
CamaragibeHiale brasileiro Santa Lozia, mestre
Estevao Itibeiro, carga bacalhao
Da opera
n.ir, os quacs si- achato espostos oo referido -r
: armazem ipiinta reir 23 do rorrele as 11, Aderejoidebrilhaatw, ^
i lloras da maolia. Neslo mesmo ',""
e irais gneros.
Qtl&Xtt9t&.

pos.
1 hcela doce ; a Delinques llrnardes de Oli-
veira.
2 caixas lindas. 1 dila volante, galao, renda c e-
peguilha, 2 ditas fechaduras, IMI saccas feijao, 2 cai-
xes volantes espeauilhas de palhela. 1 dito panno
de linho, loalhas, colurnos, penles, etc., "i barris
pregos, 2~> cuuhrles cebo. paroles lio de porrele,
II gigos lonja, 1,2li bisputes e bacas, 230 duzas
de pratos c ugelUs ; a Francisco Cundes de Aze-
vedo.
Kt) canaslras albos; a Manuel .luarle Rodri-
gues.
I,(KM) liaras de vi me a Custodio Jos Pe-
reira.
10 cana-ira- rolhas ; a Joaquim Vieir.i de Bar-
500 resleas ceblas, 58 canaslras, 11 conderas a-
Ihos ; a Luiz Jos de Sa' Araujo.
Brigue inslez oMargaicll Riillejo, vindu de Terra
Nova, consignado a Saunders Brothers i\ C, mani-
feslou o seguidle :
2,115 barricas hacalhan ; aos meamos.
Barca iugieza olliudoa, viuda de Liverpool, con-
signada a C. J. Astley >\ C'jinp mina, mauifestou o
seguinle :
132 barras com 28 tonelladas de ferro para a va
frrea ; a compaubia da eslrada de ferro.
Sii loiiela las de carvao de pedra. 100 barrilinhos
chumbo de niunirao, iti caixas e 57 fardos tecidos
de algodao, 3 oilos dito de liuho, I barrica pregos
de latao, 5 ditas tintas, 8 caixas folha de Flaudres ;
aos consignatarios.
:t0 caixas conservas; a N. O. Bieber i Compa-
uhia.
Itelat-o ilas eartas seguras, viudas do
sul polo vapor Paran, para os sooliorcs abai-
xo declarados:
Antonio Alves de Paiva.
Antonio Gonr.alves Ferreira.
Antonio de Sa Pereira Ilembem.
(.ttano de Castro.
Francisco Maciel da Silva.
Justina Lins Machado.
Joaquim Augu.-to de Siquetra Lima.
Joaquim da Costa Domado.
Padre Joaquim Hara Wanderle].
Joao Antonio da Piedadc.
Joseplia Joaquina de Vasconcello.s.
Jos de Araujo Bacellar Jauior.
Jos Antonio de Ftgueiredo.
Jos Cerqueira Lima.
Jos Corroa dos Santos.
Jos Manoel de Freitas Jerotnenlia
Jos de Sa Cavalcanli Lins.
Lino Jos de Castro Araujo.
l.uiz Jos de Souza.
Mara da t.onceiQio Taiga.
Marca 1 Lopes de Siqueira.
Marcelino de "sou/a Lima. 2
Manoel Jos Itibeiro Cavalcanli Lima
Manocl Jos Soares Cuimanies.
Sebastiio Anuda.
O senlior director geral da insliuci.".o
publica manda publicar para conheciment
do Indos os senhoios prolJ'ssures de nstruc
cao elementar, e superior, e directores do
estabelecimentos particulares de educa^Ae
de ume outro scxo,os rticos da leiregula-
menlar de 14 de maio de 1855 abaixo trans-
criptos^ mullo recommenda aos meamos so-
tibores, que para se poder completar, e cor-
tigir 0 q ladro das aulas particulares Majano
de comparecer ate o dia 20 do crranle ties-
ta secretaria, ou mandar urna nota assgnada
de seu punbo, declarando sua residencia,
materias que eosinam, enumero d alum-
nos.
Secretaria da directora geral da inspec-
c3o publica em 20 de Janeiro de 1857.O
secretario, Francisco Pereira Freir.
Artigos da lei citada.
Art. 80. Os professores, ou directores de
estabelecimentos particulares sao obriga-
dos :
I." A rcmetler aos respectivos delegados
relatnos trimensaes de seus trabailios. de-
clarando o numero de alumnos, a discipli-
na, e compendios adoptados, e l'a/.eudo as
observacoos, que entenderem convenientes.
2." a pa'ticipar-llies qualquor alterado,
que projectem no rgimen uos seos istabe-
lecimemos com a precisa antecedencia, e so-
licitar autnrisaijao para sso.
3." A dar-Ibes parte de qualqncr tnudanija
de residencia.
i." A Iranquear-llies as aulas, dormitorios
e mais dependencias dos estabelecimentos,
no caso de os querercm inspeccionar,
Art. 8! He vedado aos directores de es-
tabelecimentos particulares :
1. Receber em sua casa com domicilio
fixooutras pessoas, alem dos meslre, disc-
pulos, cempregados regulares dos mesuios
estabelecimentos.
2." Mudar sem previa declarac.o o iicen-
^a o carcter de seu eslabelecimeulo, quer
ampliando o programma, quer deixando de
observar e cumpnr os empeubos cootrabi-
dos com as Familias nos prospectos, e anntin-
bem a leilSo urna ptima canoa de carreira
de amaiello, com bou.'- i ninmodos, a qual se
acha patente ao exame dos pretcndenles, no
estaleiro do Sr. Thomaz, no oito da greja
do Pilar : bem como diversos escravos de
ambos ossexns, proprios para todo o sorvi-
?o, e com diversas labilidades.
N. O.Bieber .. i".. farSo leilSo, por in-
lervencSo do agente oliveira, de grande sor-
liment de ferragensgrossas e linas, o niiu-
dezas, inclusive cerca 100 quintaes de Ier-
ro da Suecia soilido, e porcSo do ac,o de
Milao : sexta l'eia 23 do crrenle as 10 horas
damanhSa, no seu armazem ra da cruz.
Lei lo
o agente Pestaa tara leilSo de grande j
quanlidaUe de obras de marcmeiria novas c;
usadas lontcndo solas, cadeiras, COOSOllos,
: mezas elsticas, ditas redondas de meto de
! sala, candieiros, laniernas, diversas obras
de nuio e piala, relogio do ouro pateo-',
le inglez ; os quaes se achun no armazem ao
exame dos compradores : sexta feira 23 do
crrante as ll horas da manhSa, em seu ar-1
! mazeti na ra da Cadeia do Recite n. 35.
O agente llorja rara leilo do deposito
silo na ra das Aguas Verdes n. \6, cousis-'
' I lindo na armagao, balance, pregos e mais
I pertences, diversos laseos de vldro de bocea :
A pedido de muitas pess, ., vai ., scena o p.imei- \ '"*' un,a Por?r,. dc ch,a Bn0J rar' "<>* !
ro e ullimo etpeetaeiilo todo variado de cantonas, exccllenle maiiteiga ingle/a e lrance/.a,quei- |
dramtico e dausas, execuladas por del jovens per- jos, lliassas de dilVereules qualidados, con-i
nanbacanas, entro as quaes fazein parle as inada-| servas etn frascos, sardinhas de Nantes, sa-"
mesellas Aleamlnua Menaril. Alexandriua Marcia, | bao, charutos linos e outros muitos artigos,
O Trovador
Por motivos nnprevisips e assaz impeiiosos os be-
neQciados se \em na dura precisan de inndareni a
comedia, levando em sulislituirdo a comedia em um
acto
O CRIADO ASTUCIOSO
(m:\s\me\to em exposkao.
He tle o [ji*cI1('mIo que vai sor apreeeHlade ao
illuslraj |u,)!ico ciadoa 'siuthisi lodo ticolliuncnio e prutecn'iu.
Os bilhel-M leham-se n \riiua na ru.i esreita do
Rosario n. 13, legoodo andar.
Principiara' ;i- hura- do coslume.
Wt|tW4 erlas, pul-
* -.ciros, allinotes, brincos .*!
?' e roalas, botoei e anneis ,
IQREIBA DARTE.
L3J& ul II; IVW
Ra do Cabula n. 7.
I OURO M'KMX-
- -..... -......- .. fj
g de dillorcnlrs ;.,,-!,is e de |
: diversas pedras de valor, i
5 Compram, vendem ou
Recehem por to-
j des os vapores da Eu-
Iroea'm prala, ouro. bri- ror)i; ;|.s obli.S (O lliais
Ihaiites.diarnantrse |.ro- I
moderno gosto, tan-
to de Franca r-oiao
las, e nutras Qjnaeeqoer *
joiasde valor, a dinheiro *
ou por obras. j
. i- e ? eV v. & ? ? -? ?.
^- Adere ... completos de
* nurn, inoio-l.li |. ii Ir,-1 -
'' ras, allioeles. t>rinro~ c *
l^ roletas,rordes. tronrc- ^
* lins. medalbas.coririiies
| e enfeiles pararelosio. c ?
S oulrosmuilosobjecloKle *
* ooro. ?
Apparclhos completo, ?
J de prala. para cha. lian- ^
deja, -.iivas, aaallcaw,
* colheresdesopaedcrh.i.
J e muilns au,rn, objectos ^
*. de prata.
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre$o commodo como eostumam.
Theatro
CONSULTORIO HbMEOPATHICO
HMMHi
ni;
APOL
SABBADO *i4 DE JANEIRO.
Mara da llora. Platina e l.eopoldiua.
P |i is que os senhores pi olcisores da orcheslra,
quesera' dirigida pelo Sr. Pedro BaplilU, tiverem
deseinpenhadn o duelo intitulado,
TOQUE D\ VIAKVItt,
represenlar-se-lia o
VlIJEVIbLE PASTORIL.
Km uro doi n terral I ofl as dna-. joven* lanoara e
Leonidia, que dantaram no da i de de/.einbro pro-1
\nno pasudo no Iheatro deSaala l-abc), dansaro i
0 passo a dous que o respeilavel pnlduo muilo ap-
plaudic.
U Sr. sania Kosa escolhea esle vauleville por ja
et manilo a a p pro va 00 do mesmo publico de*la ci-
d.ide e ler sido o que mais agradou no anuo de
185.a ni lliplro de Sania Uabel.
As musical rirrrinjii I,.* pelo Sr. Theodoro (tresles
quemis agradaran n^nsa anno1s3o as que ju*l.-
meiile o mt sino Sao la Kosl lanruu miio della-, pois
1 eulre anas e toros que as lito de cantar sao 'lo
pcri-tie msica lodas diffcrenles.
So outro inlervalio as lilas j..\.ii> dausarj a
E lo^o depois lulas as pastora* daosarfio urna
(von!'rit>iitvii ^iuuiH'.M"fc.
Terminara'o espectculo com o
CORO DA DESPEDIDA.
O ador Sania Rosa se deliberou a fazer cslediver-
liinenlo no theatro de Apollo, por ser mais conve-
niente pala as vozes il-s joven?, e por hoje se ler fa-
cilitado multo mais a ida do publico pela ponte no-
va que lira mais pecio para a* pessoas ,1o hairrn de
Sanio Antonio o Itoa-Visla.
I)s hilheles de camarotes, galera! e platea acham-
se desde ja venda na residencia do ador Sania
llosa, ra de Sania Isabel n. 13.
Prop dos camarotes da sesunda ordem, (-<0U0 rs.;
as mais ordens passam a sur consideradas romo ca-
leras, sendo cada cartao a IrMXIl) rs., e platea que
(oda he .vial, lamben] a I- i rs.
Principiara' as >> horas.
que se entregarSo pelo maior prer;o ofl'ereci-
iJo, em lotes a vontade dos compradores .
salibado ido correte as 11 horas em ponto
un relerido deposito.
vf3>0O &t>tf0;$.
DI)
sj .". ;;.-^k.. r^aiaC^/-. .
Onde se acham sempre os mais acreJitados medicamenlos, lano em tinturas touif
cni glbulos, preparados com o maior escrpulo c por precos bastante commodo :
PltgOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita do 2* ...
Dita de 3fi ...
Dita de 48 > '...
Dila de 60 ...
Tubo* avulsos a.......
Frascos de tintura de meta on<;a. .
Manual de medicina homeopallnra de Dr. Jahr com o dic
cionario dos termos de medicina........
Medicina domeslica do Dr. Ilenry.........
Tratamento do cholera morbus..........
10/000
15C00O
20J000
259000
JlljOOO
1000
291100
WvU&z
.
zitims>&.
Art. 91. as casas de educar;8o de rneni-
DasnoseadmittirSo alumnos, ncm poue-
rSo morar pessoas ilo sexo niascolino maio-
resdedez anuos, excepto o marido da di-
rectora.
A direceo da companhia de seguros
Indemnisadora--, em virtude do disposlo
no art. 40 dos respectivos estatutos, convida
OsSrs. accionista para reunirem-se em as-
semblca gral no escriplorio da companhia,
nodia 2 do corrente ao meio dia, para os
lins indicados no mesmo artigo Kecil'e 20
de Janeiro de 1857.Os directores. Joo Ig-
nacio de Medeiros Reg.J. J. Tasso Jnior.
Joo da Silva llegadas.
- Pela subdelegada dos A logados foi
Para a llha de S. Miguel.
O muilo veleiro patacho purtiigiiez Alfre-
do, que deve chegar do Rio de Janeiro a to-
dos os momentos, tcm a maior parle da car-
ga prompi.i : para o rcslo e passageiros Ira-
la-sc com os consignatarios T. de Aquino
Ponseca & i'ilho, na ra do Vigarip n. 19,
primeiro andar.
Para a llha e S. ji-
i'iitl.
O brigue portugoez Oliveira, que deve
cuchar a lodos os iiiumcnlos, lem 1 maior
parle da carga ja prompta : quem pretender
cirregar ou ir de pasaagem cnienda-se
com Joao Tavares Cordeiro, na ra da Ma-
dre de Dos 11. 36.
Para o Ass ale 24 do correte salte o
palhabole nacional Piedades : paia carga e
passageiros lrata-se 10111 o capitao a bordo
ou na ra da Madre de Dos n. 2.
Companhia
TRANSATLNTICA DE VAPOUKS
SARDOS
PARA 1857.
Aili;ini-sc a vemla as bem condecidas
[olbinbas, impretsai nesta tvpographia,
das scjjumtes qualidades:
FOI.HIMIA RELIGIOSA, contendo alem
vlos me/.es, t bibliotheca do cbrito
brasileira, (|tte se compe de ora-
n'ies ((uolidianas, nietliodo de assistir a
mista e eonlissao; cnticos, psalmos,
livintios, ollicio de Nossa Senliora da
r.ouceicao e militas outras oracoes de
grande ment, preco......320
DITA SIMPLES, contendo alem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciae e
muiiicipaes, preco........ i-0
DITA DE PORTA,* a qual aln dos me-
/.es tem explicacoCS das indulgencias e
excommunboes, etc., pre DITA DL ALMANAK, a qual alem dos
me/.es, con lem o ulmanak civil, admi-
nistrativo, commei'cial, e industria) da
provincia, por.........!>00
Todas estas l'ollunlias sao iinjiressas em
bom papel e excellente tvpo, e vendem-
se em porcao e a rctallm: na livraria da
prac.a da Independencia ns. Ge8.
Precisa-te alugar um primeiro ou
segundo andar, em quslcjUer ra do
bairro de Sanio tomo: na praca da
Independencia ns. n. 0 e S, b\rana
Itepertorio do Dr. Mello Uoraes
O senlior adniidislrador da olaiia do!
Iengnbo Giqai, ou seu proprietario, quei-,
j rain apparecerna padarla no paleo da San-!
ta Cruz n. 55, junto ao sobrado, para trata-
rem da lenha qne se precisa na mesma pa-l
daria, conforme seu anniiucio.
e
O.OOO
1I1/O00
61000
Physiologia das
paixoes.
E-la iiuport.iule prodnrc.m lilteiaria do M. r.
Mello Muraos do Itio de Janeiro, bem como a coco
graphia do imperio do Branil, e n brincador da mu
cnlade brasileira, coordenadas por o nieanio autor .
acba-se venda na roa do Qucunedo n. 27.
Precisa-se de um caixeiro para lalicr-
rigenciri de p;tss folhn corrida.
Itua da Prata n 13 primeiro andar.
I'.laudino do Itegn Lima, despachante pela
reparticSo da polica, lira passaportes para na quetenha alguma pralica : alralar n
dentro o lora do imperio, c folha corrida ra das Aguas-Verdes n. 28.
com presteza, e commo lo prego. Alugam-se duas escravas para o scrvico
Aluga-se a um homem solteiro um ex- ile quitsiideiras : quem as tiver e quuor al
cellentc quarlo ao lado das lojas do sobrado lugar, dirija-se a ra da Cruz, sobrado u.
da ra das Cruzes n. 3(1, tetn porta para o 23, que achara com quem tratar,
corredor e janclla para o quinta'. : quemo Aluga-se urna escrava para o maya
pretender dirija-se a dita loja a fallar com o diario de urna casa : quem a tiver a quizer
dono do hotequim. alugar dirija-se a ra da i.ruz sobrado n. 23,
- Precisa-se de urna ama para criar um que achara com quem tratar,
menino na ra larga do Rosario n. 35, a l'al-| Na ra d'Aurora n. 58 segundo anda i
iar na loja demiudezas. 'contrata-sea venda de um cavalln russu,
OSr. Pedro Eleulerio Barboza de Lima bom, novo e carnudo,
tem cartas viudas do Rio de Janeiro : procu- FE1TOR.
re na eslrada da Torre, sitio do Dr. Bri lo. ^'o engenho de Santa liosa, freguesa da
O commissario vacciuatlor provincial Luz, precisa-se de um bom feitor para o
continua a vaccinar aiuda as lercas-feiras campo : a tratar n mesino engenho.
do lodas as semanas, das Tas 9 horas da a iip,,...-,,,
manha, na casa de sua residencia, ra Nova mil tlH,<.vJ.
esquina da do Sol. As pessoas que lem procurado obter os
Antonio Margal da Costa Albuquerque ejemplares dessa monstruosa questo de di
declara que desta data em liante assignar- vorcio entre o Sr. Ilurgos c o Sr. Siqueit:-
se-ha Antonio Domingos da Costa Albuquer- ieni nomc de sua lilha, senhora ,1o rele ido
que.Ilecife 2t de Janeiro de li". Sr. Burgos, e que se Ibes lem promettido.
t's .Sis. Cyprtano Luiz da Paz ua ra nao os recebendo de 2'J a 31 do corrente, s.m
do Collegio, no aterro da Boa-Vista JoSo convidadas a rpandar receber ua ra do Li-
joso Ferreira da Luz, na padaria do Sr. Hei- vramento n. 8. em casa dos negociantes Lo-
riz, di rao quem da qnantias deillO/, 500/, cilio Almeida.
6 ditas dobradiras., U ancoretas e 111 barris ere-.
gos, | ailos enrreutea, ..'. chapas para fogi., 21 sac-! I'res0 e sf cba recolh.do a casa de deleiiSo
eos com lampos para as mesnias, 21W feiies de fer- P1"" lugido, Opreto Benedicto, que diz ser
ro ; a J. Illlyda\ & C
GtiMtlSttCsf.
r-RACA 1)1) RECIPE 21 E JANEIRO AS
3 HORAS DA TARDE.
i.nta';,es ofllciaes.
Cambio subre Londres28 d. O d|v.
I rel de aluodao de Macelo para Liverpoola l|2 d
5 0,0 por libra.
frtitrico /(oWlliarcl.presidenle
/'. Ilirucs, secretario.
cai\as lecido de algodao ; a Rabe A Compa-
nhia.
18 fardos tecidos da algodao, lil gigos e 2 caitas
louca ; a Pe Brolhers.
tu Miii- de ferro ; a S. P. Jobiislbon A Compa-
nina.
120 fardos e 13 caixas lecido de alzodao, 10 di-
tas linha, 15 ditas chapeos de sol de algodao, li far-
dos tecidos de alodflo e laa : a II. Cibsou.
2 caitas lio de aluodao ; a C. J. Asile).
187 barricas cervea, 0 lardo* baruanle, I can
lecido de linho.i8 dilas e III fardos dilo de algodao
a Adainsou lluwie V; C.
2 fardos tecidos de aljjodao a A. C. de A-
breu.
I cai\a dilo de dito ; a J. C. P- de Oliveira.
20 lelas alvaiade ; ignora-se a quem consig-
nada.
1 sacca amostras a diversos.
Brigue tufclez Lord Hanng, viudo de ftc-
Case.coiisignado a C. J. Asllev manireslen o seguin-
le ;
381 toneladas e 12 quintaes d carvao de pedra ;
a or lem.
Itrisuo dinamarqus nliaiini.irIinho,)i viudo de
New-Porl, eonsignada a Scoll Wiltoa iV C- nianifes-
lou o seguinle :
382 toneladas deVarvao de pedra : ao mesmo'.
Escuna sueca Alma.n viuda de Ne-Poil, con-
signada a Scoll YVil-nn c C' inanifeslou o seguinle :
221 toneladas de carvao de pedra ao mesmo.
Barra ingleza ir.Miranda.i) viuda de T#rra-Nova
consignada a J. Cablree'A; (, manifeslou o seguinle :
3200 barricas e 10 raixas bacalhao ; ana niesinos.
Bnuue ingli'/. i'lrowkin. viudo de Ierra INOVS
cousigiiadn, a Si'-hrainin ^ h,ill\ \ C"
segoinle :
2111b' barricas haralhao ; ao- mesinii-
escravo de Joao Francisco senhor do enge-
nho Pirangi, no Rio I'ormozo : quem -e jul-
garoom ireito ao mesmo escravo comp-
rela nesta subdelegada com seus tilulos
para Ihe ser entregue. Subdelegada dos Alo-
gados 20.de Janeiro de 1857.-1 raucisco Car-
neiro Jnior.
Acba-se recolhido a casa de detenco
0 prcto Sabino, que diz ser escravo de Se-
O- -Imi\h a-*1;ii^i!ns, piiiurllns -altelilns
do I' !ii1.iHi:'m do uliliisril da suarda naca*
nal do RociTe, em nniiu- de Indos os inferiores
do mesmo balatliffo. aKradeeem ee lllm. Sr.
irneiile coronel coiamandanle c mais otBciaes,
que se dlgnaram .is-i-lir ao enterro de seo
companbeiro o aegundo nraenlo Joaqoim lio-
mes de Pigiiciredo, assim lambeni au afllciaei
inferiores do primeiro e lercciro hatalliln da
mosma Kaarda nacional.
Berife 18 de Janeiro de I8jl.Andrr \a-
i-r i unnii. TroitiHA l'/tiitihiit iic Moraes.
.-#. /". ilr S'ttil .-lntt'1 firra/t.
tiOO:, 8000, 1:0003 e 1:900/, at mais com hy-
polbea em casas terreas nesla cidade.
Da-se dinheiro a juros sobra penhores
de ouro e prala. em pequeas p msiores
quanlias: na ra da Viracho ti 2'J casa terrea.
Piecisa-se de utna pessoa que se en-
carreguede algumas cobrancas nesta praca,
dando Dador : a tratar com Manoel Firmtno
Ferreira, na ra da Concordia.
ATTEfICA'O.
O abaixo assignado taz saber ao respeila-
vel publico o a quem convir, que se acha
lindo o inventario de sua tinada mal D. Lu-
zia Thereza deMiiauda, queosupplicanlehe
REMEDIO IMCOMPARAVEL
UNGENTO H0LL0WAY.
Milhares de individuos de todas a- nacA
testamenteiro e ioventanaote, onocartorlo podem teslemunhar as virtudes dcste rein'
Por cales dias chega
vapor
sardo
basliao Mauricio'Wanderli-v, por andar fu- pOSIT-CAVOUR, oqual depeiada demora do cos-
gido : quem se julgar com'direilo ao mesmo! '.u'"e s'^u,ra l'Hr" B,hl, e l<,u ,le U"f"a-' WW
escravo comprela tiesta subdelegacia cmn
seus ttulos para Ihe ser entregue, "subdele-
gacia dos Afogados 20 de Janeiro de 1857.
Francisco Carneiro Jnior.
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de com-
prar os seguimos objectos:
Para o arsenal do guerra.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 d. UO d. v.
a Pars, 310 a I i I rs. por fr.
Lisboa, ll.'i por "i de premio.
Rio de Janeiro, 2 por U|n de descoulo.
Areles do Banco, i a L'i de premio.
' ii companhia de Beheribe 549000.
i o companhia Pernambucana ao par.
i ii Dlihdade Publica, 30 porceulode premio.
ii e Indcmuisadora. 52 ideto.
,< da eslrada de ferro 20 por 0|o de premio
Discoulo de leltras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
lluro.Ouc,as hespanholaa. .
Moeda de ticiOO velhas
ii 9100 nov:is
- 19000. .
Prata.Palacoes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
v mexicanos. .
288 28*500
. Ki-rOOO
. 1>000
. 99000
. 25000
. -JjiOOO
l?8<0
de recebe as malas do crrelo, e para Montevideo
e Baeaos-AyrM, no escriplorio do cnsul de Sar-
deiiha : e os passageiros e seus criados, podem diri-
gir-se a raa do Torrea n. H, escriplorio de l.emos
Joiiiori\ Leal Reis, igenlet.
Cenia e. MaranhS.o.
Segu no dia 25 do mez corrente o pata-
cho nanla Cruz ; para o resto da carga e
Lotera da pro-
vine! .
Corte salilmdo 2i do corrente.
*. .. Lymi'.
Thomaz A. Ramos tendo de retirar-se
breve para lora do imperio, vende os bens
que possue em Medelin, na provincia de
("asidlo Branco, reino de Portugal, constan-
tes de tapadas, vinhas. olivaes e ccaras,
tendo duas ou tres casas de vivenda, um
tnoinho, lagar etc. : a informar com o Botir-
gard na ra da Cadeia do Itectfe.
^..-....it.V..-. ::r ::<:-;. -. -^.
t& O Dr. Pedro Antonio Cesar, Q
jgi medico pela Faculdade de Medi- t^
' cia da liahia, tendo chegade a es- @
dos ausentes poderSo ir tirar seus com pe-
lete* feruMMa du parlilba, vista dos quau.-,
entregar o que por legitima Ibes rouber.
Francisco de Salles Cavalcanli de Albuquer-
que.
Tirar (lentes
lio incoinparav.q, o provar etn casa non-
rio, que, polo usoquedcll.: lizcram, tem sea)
corpo e membros inteiramentt saos, dcpoi--
dc haver empregado inulilmenlc outros ta
lamentos. Cada pessoa podet-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela Miara
dos peridicos que Ih'as relatam todos ors
das ha mullos annos e a maior parte del
POl lllim PStniin he ilestril- assa t0 surPrndentes que admiramos.
etll lllim tiSiaUO lie <^" O" mdicos mais celebres. QuanUs pessoas re
ll'(i dcsioriIlOZl-Hr l plli- (!0Drara,u com este soberano remedio o use
: de seus bracos c peinas, depois de ler pe
SlllOUma illimana manecido longo lempo nos hospitaes, oud;
Jo
dor
ra
Panno azul para sobrecasseas, covailos Passageiros, traa se com Caetano Cyriaco
3,139, dilo dilo para capotes, covados ,582,!Ja ** *'> "a. rua ,la Cadeia do Recite ti. 2.
dilo preto para polainas, covados :)as, eslei- ,>ar l-isboa pretende seguir com hie-
ras de carnauba 67, casemia carmcsim, vidade o hiale porluguez denominado Rival,
covados 270, sapa tos, pares 1,346, oleado Por ler parte do seu carregamento prompto:
para debrum, covados 10, grvalas de solailuei" "o mesmo quizer caricgar podera
de lustre 122, mantas de la 28, pennasde contratar com os consignatrios Amorim Ir-
UONSULAOO i.hn.vi .
lleniliir.eiiln do da I a 20 .
dem do din Jl ,.....
ganen 800, lio de algodao, libias 30.
Para o Itio Grande do Norte.
Panno azul para lardas e calcas, covados
Joti, briol branco para calcas, varas 610, al-
godfiozinbo para camisas, varas tilo, case-
mira encarnada, covados 21, grvalas de
lauifeslnu o I sola de lustre 122, brun branco lis i para lar-
Idas, varas 305, esleirs do Angola 2H, pan-
ino preto para polainas, covados 91, botoes
I pretos para fardas, calcas e polainas 7,098.
B8:50i979 ullos branco para caicas 2,190.
:i:M.V;8l Ouem qui/er vender dilos objectos apre-
72:4069660
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendmieiito do dia _1) a 3:499(853
dem do du -'I........ XII30H
i::M68996
~' ser procurado na casa de sua re- $
j sidencia, a' rua Direita n. KIO, ?.
r ^ A pobreza tcm consullrsrjialiii- @
n lamente, das li as 9 lioras la @
.Jcg mauli.ia. :'/.
,...,,... ...-.-..-. ... >..,.,......-..,,... ^
^:.::-..::,^.-,:-.;) :,;-..;:.:\,:V,;-.,:-.y-.^
ase Anacleto da Silva, dentista e sangra- ?evlam sKuftrer ,a mputecao I bellas ha mui-
, pode ser procurado a lualquer hora na lfsv(lue havendo de.xado essesasylos de pa-
- da Camboa do armo n. 20, para san- decimento, parase nao submellerem a essa
grare tirar bem denles, chumbar dentes fu- Perfa dolorosa, foram curadascompleta-
rados, separar bem os da frente a suplicar me"te' ""etHanle o uso desse precioso re-
ventosas sarjadus pela alraocao do ar : tam- ""5al0' *lta* das lae pessoas, na efusio
bem cura as dous de denles a qualquer pes- e.fu, reconhecimento, declararaai estes rc-
soa que for em sua casa, ou lira-os bem sen- s.ultadus, beneheos diaule do lord correge-
do preciso, e nos domingos, na rua da Kpe- tanca, si lio da Floraste ao sabir para a es-1 te"lic"cm allirmaliva.
irada do Manguinho, tambem tcm elixir! 'N,n8ueu desesperara do estado dess
denlitico pteriogoidiano, especilico inlalivel saUlle t'vcsso bstanle conl.anca para en
uj[(j saiar este remedio conslanlemcole, segiun-
o que necesst
resultado sena
e ludo cura '.
sem alter-r o marmore polido, fortalece asi.
gengiv.ise as cora de um bello rosado, pra-', *lPulcas-
vine o mao progresso e dores de denles, ei 'am b>
deixa bocea urna frescura o aillo mui agr- ^ *"
Atteocrio.
maos, rua da Cruz n. 3.
Para o Bio de Janeiro
O veleiro patacho nacional PomPun segu
para o Rio de Janeiro al o dia 25 do cr-
renle, SO recebe Carga ate o dia 33, e escra-
vos al o da 21: lrata-se com seu consig-
natario Antonio Luiz de Oliveira Azevcdo,
na rua da Cruz n. I.
Paia o Rio de Janeiro ou outro qual-
quer porto do imperio, esla prometo a se-
guir viaeem o brigue brssileiro Feliz Des-
senle as suas propostas em cana lechada 'l10' du bo" marc,ia torrado e pregado de co-
bre : quem uo mesmo quizer carregar ou ir
ALFANDEtiA.
Rcudiinentodo di I a 20 .
Idorn do da 21 .....
ESPaCIIOS UL KXPOKiACAO PEI.A MESA
UO CO.\>LI.*l>0 DESTA CIDADE .NO DIA
21 DE JANEIRO DE ISJ7.
LiverpoolBarca iusleza. iJodWS A. Mar}, Ros
Irou lliinker A; I'.., 512 a.iccas com llgooao,
Lisboaliiuui'i'i'H'i-iiie/ l.-iia II, diverso car-
regadores. 20 cascos meUco, su saceos BSMCa
brmico e uia-cavadn.
Porloliruue porloaaet Amalia II, Manoel Jva-
quun Ramos e Silva, !HM) sarcos assucar liraiirn e
lilascavadn.
PorloBarca porlui;ue/a "Santa Cruz, 11>nin.i/ de
Aquino Konsera t\ l'iilio, 360tsecoaaaiacar branco.
BaenoaAyraaBriajae portogaei "Conlianra", llar-
lar i\ Oliveira, pipas cmn acoardeute.
liiliralurRarca arda iip.iuln, Rasto o. l.emos,
I ; i saceos assocar bronco.
IlavicRarca franceza Sopern, J. P. Adour A;
C. 2iki aaecoi assui-ar mascavado.
Slokoliullana sueca aElisabolhs, N. O. Rielier
& C, 10.000 ponas de boi, 35 barricas com as-
sucar branco.
Exportacao'a
Aracalv, biate nacional uDuvidnso. de J lonn-
ueladas, condu/io o seguinle:illO vulumes cenii-
Rarca portucueza > No-sa Seahora do Rom Suc- I ri>s ealranaoiroai, loo caixas charuto, 2 saceos arroz,
294:6648033
394311833
33ttOKfri38
Deicarregam hoje 21 de (tnciro.
Rarca losleuMiran 1abacalhao.
BriaJOC injlez Rrinikiui;dem.
Brizne fraiieezAlmamercaduras.
lialara porlagocsaliralidolagedo.
Rrii^ue portugoaiCiuislanleImI.h.i- e ceblas.
Ilriguc suci'iiVciivogigoado loura cqueijos.
E-cuna sueca- Vlmacarvao.
Patacho liel",a Or mebarris coin ferraaem.
I?.IPORTACVO
na secretaria do consellio, as 10 horas do
dia 2i do crtenle mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para lbriiecimento do arsenal de guer-
ra l de Janeiro de 1857.lien i o Jos La-
mculia Lins, coronel, presidente.Bernar-
do Pereira do Carmo Jnior, vogal e secre-
tario.
THEATRO
QUINTA FEIRA ii DE JANEIRO.
Renta concedida pelo Eim. Sr. preaidentada pro-
vincia, a favor do punto do mesmo theatro Julio e
do ador Rozeudo.
Depois que a banda de mutica mililar do corpo de
polica liier executado a brilhanle ouverlura da
opera
de passagem, dirija-se au escriplorio de Mn-
noel i: inr.ilve da Silva, rua da Cadeia do
Recite, ou ao capitdO a bordo.
PORTO.
A barca portuguesa Duarto {i eguira para
a cidade do Porto coin a inaioi brevidade:
tem aiuda piar;a para alguma carga, que re-
cebera e Dele : os pretendemos dirijatn-se
a rua da Cadeia do Recife n 12, escriplorio
de Dallar cv Oliveira.
Para a Babia.
o veleiro a bem conbecido palhabole na-
cional "Dous Amigos," segu para a Babia
com milita brevidade, tem premptos deus
terQ0S de sen carregamento, para o resto
lrata-se com o seu consignatario Antonio!
Luiz Oliveira Azeve lo rua da Cruz ll. t.
AVISO MARTIMO.
o palhabole nacional Piedades que segu
viagem para o Ass, precisa engajar ma-
rinheiriis uacionaes a tratar com o capilo
a buido.
Lotera de Janeiro.
Na praca da Independencia n. 10,
acham-se a' venda os noros bilhetei du
lotera 1" para COnStruccO de lima pra-
ci de mercado daquella curte, cjue devia
correr no dia 17 do prsente; as listas
esperamos pelo vapor "San-Salvadoru :
os premios serio pagos na mesma loja
acuna, de i'onlormiilailc nos nossos ;in-
nuncios.
Preasa-se le urna lavadeira para
lavar roiipa le urna pande (umilia : na
piara da Independencia ns. tj e s. li-
vraria.
Precisa-se para ama casa estrangei-
ra de poucu lamilla, de um bom co/.innei-
davel.
Cortaduras.
orcs de cabera.
das cosas.
- dos membros.
Lnl'crmidadcs da cu-
li. C. Vales mi'., estabelcciilos no Lio de lis cm geral.
Janeiro na rua do Hospicio ti. tO, vendo um Lul'ermidades do a us
annuncio publicado em una das l'oltias de Lrupcoesescorbticas
Pernambuco pulo Sr. Barlholomeu I", de fistolas no abdomen.
Souza, prevenindo ao publico que o venia- Frialdadc ou falta de
deiro Xaropc do Rosque s ello he quem; calor as oxtremi-
vende, previmni ao mesmo publico que o i dades.
nossu xarope he remellido do Rio de Janeiro l'rieiras.
pelosproprietaroscima,aoSr. Manoel Al- Cengivasescaldadas.
ves Guerra, e estoSr. fez o deposito para sei Inchac.es.
vendido na pbarmacia do Sr. Jos da Cruz lullamma(;aodoligado
Santosna rua .Novan. 53, nicos por nos aulo- da be&tga.
risa los para venderem o DOSSO verdadeiro, e | Venderse este ungento noestabeleciiiieti'
mais prevenimos aos senhores consumidores to geral de Londres n. 244, aStraud, c na
que ha perlo d- cinco anuos os rtulos col- luia de todos os boticarios, droguistas c ou-
lados as garrafas s9o assignados por Ilenry iras pessoas encarregadas ce sua venda cm
Prins, com procuradores dos proprietaros tola a America do Sul, llavaua e llespanha.
acuna Itio de Janeiro IJ de Janeiro de 1857. Vende-se a 80o rs. cada bo.-ctinha,conlnii
p.p.It C. Vales o; C.Ilenry Prins. urna iiislruccu em portuguez para explico
Conlinuam a estar a diaposic^io dos o modo de fazer usodesle uugueuto.
. compradores as mais superioiCA loalhas de O deposito geral he em casa doSr. Soiim,
' puro linho lisas e adamascadas, assim como pharniaceulico, na rua da Cruz n. 21, tm
grvalas de seda a 1/ rs. : na rua do Crespo Pernambuco.
"i-ae um escravo para fazer o ser-. g3^MKM)1-5^K)^K>^Ki:v
^ No armazem de fazendas, brais. rua do
Collegio n. 1,
u/irmrntr
no$ seguinle caiot.
Iiiilaiiiin.irlo da m.'
Iriz.
Lepra.
Males das peruas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de repti
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Quoiinadelas.
Sarna.
SupurarOes ptridas
Tinha, e:n qualquc
parle que seja.
Tremor Uc ervos.
Cceras i.a bocea.
do ligado.
das ailicular/ies.
Vetas torcidas ou Ho-
lladas uas pernas-
- All-1
ro, de urna ama secca e d i urna pereita
engommadeira, pa;;a-sc bem sendo todos! viode u,I,i' l:a;1 d,e l")UCU lamMl1 : a lr,Ur t
', i -,. I na rua da Cadeia do Recite n. 44. J
do Torres
Quem tiver altcuma canoa alicrta que
rn*tnrf>irai-ladmitta deUOOa 'i00 l'eixes de capim, que
' iqueira ncgocia-la ou aluga-Ia, appareca na
rua das Cruzcs u. 20 segundo andar, que ahi
n
peritos e liis: a trata i
a. "8. segundo andar.
Precisa-se de olficiaes c
na ina Nova n. 00, loja le alfaiate.
- D. Hara da AnnuuciacSo Ca'iielrode achara com quem tratar. Na mesma casase
SampaiO, lilha legitima do fallecido major compra urna ou duas vareas de leile que se-
g*U9$*.
resso. coiisiiiiiada a Thuiuar. de Aquino ponseca A;
Filh'is, viuda do Porlo. mauife-it,'U o segunde :
200 aneoretas ar.eilonas. ls."i ranaslraa batatas, 1
caixao vestimenta eclesistica aos coiisisuati-
rio.
2K barris pregoa, ', diloa entadas, 1 cunhito fou-
ce e macbarlos, 1 caixao retroz, 3 fardos fio de por-
rele, 10 caixas escovas, colitis, loalhas, linha bar-
2 ca'ias cun lKUcaisas de charutos.
Colmenilla, luate naeioDsl n.Novo Olinda. de 83
tonel.das, candaaio a eguinle: P.15 parTicat ruin
1,180arroba* da baealhau, 110 barricas cmn tii;d ar-
robas de farinha de trigo, C fardos alsndinzinhn. 2
cainas livroa, I cala 1 rabera, 1 berro, 2 pipasvinho,
5 barr dito, 1n barriras bnlacliinha, 2 caixar clit,
1 cabo virador.
0 YALLO DE BROXZE
scena pela prlmcira ve/, o iutareasaa
sileirn, em Ires aclos e duas parles,
A CIGSi BRASILEIRA-
Os principae paptia sorao deseuipi'iiindns pela
Senlioras I), l'olrinda, Ji'smna e Alevandrina, e os
Senhores I m .. r. e Coiasbra, o qnil leudo
chegado do mirle, onde lano!appaotos rerehtu,
vero ajudar beaeficiaduj era tem trabalhos.
0 agente llorja far Ieilo rm seu ar-
mazem, na rua do Collegio n. 13, de um
grande ej variado sorlimento de obras de
inaicineria.coinoriquissimos guarda-vestidos
de moguo com espelhona frente e sem elle,
banquiiihas porlaleis para jogo, mesas els-
ticas, solas, cadeiras rom hraijos e sem elles,
mesas de meio de sala, caiteiras para viage n,
obras oslas rhegadas ha pouco de Paris pelo
ultimo navio, um ptimo sortimenio de ca-
deiras namburguezas e de outras muitas
Faustino Carneiro de Sampaio por lallcri- jam tourinas,
ment de sua mana D. alarianna Hcrmoge- Jancia,
hes da Conceico Sampaio, muda se para o
haitro de Saino Antonio, rua Direita n i.
Alug-ase alrio lim de marco um peque-
' no sitio murado, no Por;o da Pauella com
casa fresca ecommoda para familia,a niar-
gcni do lio : na rua do Queimade n. ii, pri-
meiro andar.
-- Anula precisa-se de um bom forneiro,
e dous ama-sailoresque saihain desempenhar
o sou lugar, paga-se bom ordenado ; na rua
Imperial u. 37 em [rente do chalan/..
Avisa-se aos senhores de engenho de
i Olinda alCoiauna que precisarem de um
crioulo de idade com boa conduela e que
enteudc milito de dislilar agurdenle : quem
precisar anuuucie por este aOiario tiara ser
ou que deem leile etn abiui-
K venderse um completo sortimenio de fi- Jai
?S zendas linas s (;rossas, por niais barato 3>
M presos do que em oulra qualquer parte, "*
*| tanto cm porjjSai romo a r;talho, afrian- *',
^ c^iiilo-se sos compradores um s prer/> j,
S paralraios: este estauelcrimeiito abrio-se ^
5 de COmbiBaGJio can a maior parle das ra- jj
* sas commerciaes ingtazas, fruir jas, alio- '-g,
t mos e suissas, [ira vender f odas mais
(Consultorio ho-
.pn ithi'n (I l)r Sfpl.18 em cnn do 1"e se tem vendldo' op0''510 &
ll.eO|) HIIK.O I1J Ur. i'IJ 1 g olkreeea ellemaiores vanta.vns do que ?
Jo vlOraCS, (It) Klodt; J;!-'S ou,ro n"al,l"er; o proprieano asM im- I
procurado.
SOCIEDADE DEEMIOFRANCEZ.
U primeiro secretario faz constar aosso-
neiro.
laico deposito em Pcinaniliueo. ru; do Oucima-
do n. 27, aomle se arlia om coinpltto soilirocnln de
me licameiilos, (auto em Untura como em glbulo-,
leudo carleiras de diversos lamaiilios. pnr precua
moilo em coala, I smbcui ahi -o eucoolraro o< li-
vroa Doceasari >s a homeopatliia.
Precisa-se para urna casa estrangei-
radepouca tmilia, d; um cozioheiro
rjiic seja perito em sen ollicio,
secca e urna dita do leile,
U
u
1^
portante estalwletim*anle convida i todos %
os s.'iis patricios, e ao publico cm (wal, s
para que venham (a lwm dos m-us inle- Q
resses) comprar hzatalaj baratas: no ar- Jj
mazem da rua do Cullcgm n. i, deAn- j.
tomo Luiz do Sanios A Roliar.
Arraoda-se o engenho Qeirio, sito na
comarca de-anlo AnUo, pertenceaUa Ua-
i ama I bel alaria de Mello, por uas estilo e duzan-
i ^, los annuil.e tanibem se arrendara por um
I.. 'MI .11 i./- .--, ^-
ros, que hoje 22: as9hoiaa da manhaa, agradar: na ma do torres n.
ha iesso, na rua das Aguas-Verdes n. 64. I nudo andar.
paga-seoemse rnI,i0 ,je ri.,s Oi,rigando-se o rendeiro sal
8
se-
gnns concertos : os preleudenles Uiniatn--v
ao inestno para Iralar.
- i



^
ILEGIVEL
* .



UiAlO DE PERNAMBLC.OtlMA IhlUA 11 1)1. .IAMU.IO DI. is..
consultorio central 110- o
:':. meopathico. :;:
"v Ra de Santo Amaro (Mundo-No- .:';-
.;;;. vo) n. 6. ''.';
p O l)r. Sabino Olegario Ludgero Pinto, Bb
? de volu ile tua viagem ao Rio de Janeiro, .
y continua a dar coi.siill.is tu.l"- o* da* uleis, oeillcs.
A da* S hojas da manbi. J da larde. Q
A Os pobreisilo medicados sraluilamenle. .
^}v:t:.::.,.:..:.. .,-.- -.- -.--. -.-! ::\.
SEGURO CONTRA foco.
1. mi ,',.iiliia Alliance.
RunbaiaeMl cm Londres, ata marco de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
ormar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
i> quem mais convier que esjo plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar scgu-1
1TZZ0LANA PARA OBRAS D'AHTE. i A pessoa que annunciou querer una
Este material, que he de urna grande Im-, casa cm Olinda para o banbo salgado, n anal
porlancia nos cementos, e do um mereci-jo sen quintal deilo para o mesnio, falle a
ment sem igual as obras hydraulicas, esta i Joaquim Lopes de Almeida.
lendo um consumo extraordinario nos ca- AI.UGA-SE
minhos de Trro, principalmente naquellas I urna grande casa em Olinda, confronte a
oliras que lem de estar em man immediato I guarda principal, rom quintal quevai ao ha-
rentacto com as aguas accidentaos ou cor-1 abo salgado : a fallar rom Joaquim Lopes
Ule Almeja.
Omeio dia da Europa, sobre tudo, lem se ,\a Boa-Vista rui Velha n. si razom-se
forneeido da puzzolaoa da Italia e dos Ac- capas, capas botaras, batinas e chamarras,
res. A (leste ultimo arcliipelago suhiucllida
a escrupulosas experiencias em Inglaterra
no arsenal real de Woolwich em junho de
18jh, pelo Sr. captio de cugenheiros llen-
rii|iie Scolt sol) a direcco do sen chele o
bem connecdo cscriploi coronel W, Red,
fui julgado precioso elemento aiiuudantc
eai oxido de ferro, que entrando com a cal
na proporco de 2 para t compunlia um va-
lioso cemento.
J. J. de Olivcira Machado Jnior com
j mismos edificios quer consista om mobilia ou
em fszendas de qualquer qualidade.
Aluga-se a anlisa casa de vender plvora, na
ndade de Olinda. cora bom sitio, baua para capini,
boa casa de viveuda ao pe : quem pretender dila
i .i, dirija-se a ra do Vlglrio B. 31.
Precisa-st de um boui criado e pga-se bem
ir niandii o servico e comporlamento : a tratar no
campo do llospicio'junlo ao quarlel casa do desem-
bargador Meudes da Cunh.
Gli ules
de touquim a
Em casa de Eduardo
' Trapiche novo n. 1S,
no lorie e elegante.
Na i ua
chales de
irOOO
243000 rs.
do Queiraadn n. 31 a, vendem-se
touquim pelo diminuto preco de
grosdnapln piolo a i#st>o, asooo
II. Wyatt, ra do
ii para vender t pia-
Rna ova ii Madama liosa Hardj vende ricos enfeites
da cabeca para senbora, do ultimo gosto por
proco commodo. e chapeos de crep enfeila-
dos'com llores, pelo preco de 8/000 rs.
9
: V. .-'-.
5<
mm
;v^
DENTISTA mNCEZ.
de Milla i* sua viagem .;-.
irando na ra Nova n. Jf[
i os sobre edificios de lijlo e ped cebarlos de; agencia commercial entre Portugal, Acores,
tlha e igualmente sobre os objertos quecontiverem Brasil e frica occidental, Ij rua Augusta,
Lisboa, fornecedor de puzzolana para as li-
nhas frreas de Portugal, reparlcSo das
obras publicas de Lisboa, o para ililVeroutcs
potitos de Uuspanhd, propoe-se furnecer u
mesnio material a quaesquer empiezas de
obras publicas ou particulares do imperio
do Brasil, promplilicando-sca rcmetter pre-
viamente amostras a quem as solicite e a
por por pteos razoaveis em qualquer porto
o mesmu imperio quaesquer encommendas
que se lhe facam seinpre que cada remessa
nao seja inferior a 00 metros cbicos de
material.
Toda a correspondencia c proposlas sobre
o assumpto deveui ser-lhe dirigidas a sobre-
dita agencia commercial 155 rua Augusta de
Lisboa, ou a adminislr. cao do diario de
l'ernambuco, pra(a da Independencia ns.
6 e 8.
Precisa-so de urna ama quesaiba co-
zinhar, para urna casa de pouca familia : na
praca do Corpo Santo n. 17.
Precisa-se de urna ama para todo ser-
vico de urna casa de Unas pessoas no pateo
doParaizo n. 8, segundo andar.
- Precisa-se de urna uinaque saiba bem
ctigommar: quem pretender, duija-se a rua
do Collegio n. ti, armazem.
Pergnnla-se a quem saiba responder,
se as malas perlenceutes ao eiigeulio Bur-
ralho podem ser desfrutadas por urdem do
administrador, consenlindo que nellas se
facam tnadeiras, ripas, carvao etc., adiando-
se aquello eugouho e ssus pertences embar-
gados ou peuhorados, segundo se di/..
Koslers Nask da casa de Paln >ash &
Companhia, roga a quem tiver contra elle
contas particulares, queira fazer favor apre-
seuta-las.
Precisa-se de um cozinheiro : na tra-
vessa da rua Bella u. 6.
DAGUERREOTYPO.
(Systeina norte-americano.
ATERRO DA ROA-VISTA N. 4,
terceiro andar.
'
fX Paulo aiiinoux,
*i? a Europa, est morauuu ui iuh i.u.. .. ^.
V? 11, pnraeiro andar, oude pode;ser procure- -lb
.'i do a qualquer hora. jj
Os devedoresde Jos Das Simoes.Cruz kV Bas-
tos e Cruz & (jomes tenbam a bondade de maodar
pa^ar os seus denilos aos abaixo assicuadus, por se-
ren ellei os dimos dos referidos dbitos, os uiesmos
abai\o as^i^uados desejando ultimar esta cobraiu;:
ua inellijr armona esperan que lhe salislarao suas
coolas inilependenles da pubhca^ao de seus iiouies
e melos judiciaes quee vero na uecessidade de em-
prear na fallado referido pagamento.Josi'Alves
da Silva GuimarHe, rua" doLaboga'n. I B, Fran-
nisco Jos Alves (luimaraes, rua do Quennado n. 33.
i.3 para conservai;a'o dos
:';: DENTES.
.-'-. \ende-sepoj e agua dentrilices : na rua a
' N iva 11. II. em casa do dentista
P Paulo liaignous.
rancez
* A*
ir... -.- ,' ... .^ -iV^fi? 7.>* X- -. *-'
Precisa-se de urna moa que leoha bastante le i
', anda cnesmo ucudoeicrava : no paleo dcS. F-
n n. t!*_.
Escolas
o
l)o dia 7 de Janeiro em dianle stao abcrlas as (i
escolas .lesla capital, pelo escellenle melhodoCas-
illm ; pelo qual a voz publica se ba pronunciado
pelo orgito (1 imprcusa pernarobucaua, mcrerendo
liarlicular atlenr;lo a escola de meninas, erecla na
tua do V gario, casa do tinado Silva Compaohia, nju
SO porque oessa escola seeusiiiam lodos os primoro-
o< bordados, e mais lavores que se possam desejar,
cacan porque a digna professora estando sendo lec-
honada na grammaliea nacional palo eximio proles-
sor o Kvm. Sr. padre meslrc Varejao, se tornara'
mais um precioso brilliante que ornara a enroa lute-
rana do E-in. cnuselheiro Sr. Dr. Caslilbo.
Precisa-se de urna ama de leitc, que
o tcnlia bom, eseja sadia, paga-se bem :
na rua do Apollo n. 22.
Piecisa-so alugar duas amas forras 00 captivas
aira casa de familia, quecozinliem eengoiniiiein: ua
ua da Cadeia do Itecife luja 11. 5U.
Aluga-se na Passagcm da Magdalena,
antes de chegar u ponle grande, urna casa
le rea com sota o, quintal e sabida pelo rio,
om muilos commodos para familia : os
meteueutes dirijam-se ao Trapiche Novo
n tb\
argura, fazenda o mais superior que lem
viudo.
ATTENVA'O.
Vende-se una bonita negra moca rom um
111 Im de 12 anuos, ambos pecas : quem os
pretender dirija-se a rua dos Marlyrios n.
11, que l se dir.
Vende-se em Nossa Senbora do 0', na
freguezla de Ipojuca, um casa terrea com
frente de tijolo e oitOes sobre ptlares, com
um grande saino e cozinha puxada fura,
dividida cm duas salas e urna alcova, urna
das salas tcm escolente armadlo propria
para taberna, e muito boa por ja estar afre-
guezada, ser edilioada no pateo da fera e
ler tres portas do frente : o preco he 1:0UU;
rs. : quem a pretender dirija-se aquclle lu-
gar a tratar com o proprietario, ou na rua da
| Cadeia velha n. 33 loja (no Itecife,.
~ Vcnde-se um rico e novo piano de ar-
j, o melhor possivel; na rua da
a rua do Cano u. 38.
8edas de
Paz,
^uros
o
contra
jro.
ClirAMIA MIRTIIERK.
CAPITAL t 1,200,000ESTAHELECl-1
DA EM 18o(i.
Pura effectuar seguros
sobre propriedades, mercadorias, mobilia
gneros de quasi todas as quididades.
Premio de [8 ate 1|2 por cento ao anuo,
agentes C.J. Astley&C. Em conformi-
ilade de Oldens ltimamente recebidas,
os agentes acham-sc babilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros dee\-
portacao, como sejain : algodo, assucar
ou couros, depositados em trapiches ou
armazens particulares, em Macei, Jara-
;;ua' ou Parabiba do norte : agentes C.
.1. AstlevxVC.
O abanto assgnado lecciona piimei-
i-as lettras, latim e francez: na casa 11.
>8, da rua Nova.Jos Hara Machado
de l'igueircdo.
Precisa-sede urna mulher portugneza
de meia idade, para ama de urna casa de fa-
milia, composla de pessoas, dando (ador
a sua conduela : nos Coclhos, rua dos Pra-
zeres o. 14.
Da-si: J50jfU00 a juros ra/.oaveis, com
penbores: ns ruada Praia n. 43, segundo
.ndar.
Lotera da pro-
vincia
') Sr. Ibcsoureiro das loteras manda lazer
publico, que so acham a venda na rua da Au-
lora ii. -jn. primeiro andar, bilhetes, mcios
oquartos, da terceira parle da quinta lote-
ra do Gymnasio Pcrnainbiicano, cujas rodas
airlam DO dia 24 do correnlc. O mesmo Sr.
thesoureiro manda declarar ao respeitavel
publico, que existe grande quanlidade de
bilhetes, mciose quartos cima, a escolha
dos senbores jogadores. Thesouraria das
loteras li> de Janeiro de 1857.-Jos Janua-
rio nVlves da Maia, cscrivfio das loteras.
^csta casa conllnu-se a tirar retratos
com toda a perfeicao e pulo novo systema
iiorle-auericaoo. txisie sempre um com-
pleto c variado sorlimeulo de caixiuhas,
quadros c jotas de ouro para a colloca^ao
dos retratos. Todos os das das S horas da
maullan as 4 da larde est a ollicina e gale-
ra a disposiQodo publico.
Os abaixo assignados fazcm sciente ao
respcilavel corpo do commeicio e ao publi-
co, que lendo expirado em l'j de Janeiro do
anuo proxiuio passado os ti anuos da sua so-
cio.hule Coila em la de Janeiro de 1S50, e que
gyiou nesta prai;a sob a lirma de I .na ;
Lopes, boje por comuium aecordo a dissol-
verani. licando a car^o do socio Jos Joa-
quim de l'aria Machado a liquidacao .la ex-
lio;la firma c lodo o activa e passivo da Jos de Aleuqucr s. do Amaial.
Utosma sociedadePernambuco 15 de ja-
neiro de 1857.Jos Joaquim de Paria Ma-
chado francisco Jos Lopes.
O administrador d cocheira da rua da
Cadeia n. 12 avisa a lodos os freguezes que
eslao a dever em dila cocheira coalas atra-
cadas do auno p. p.,tenham a bondade de
vr salda-las. urna vez que vai dar balanco
nesles oito das, u aquellos que dcixarem de
o fazer, talvez igoorem sua conta. por isso
depois dos oito das sera publicada peio Dia-
rio urna relacSo de todos os devedores^para
ime nao se cliamem a ignorancia. Outro sim,
o mesmo administrador est resolvido d'ora
em diante a servir aos seus fregue/es com o
lbalo do 20 por ccnlo no nluguel do seus
carros e cavallos, com lano que receba logo
o diihcio a visla. l'.ecife l:i de Janeiro do
1857. -- Augusto Fischer.
ludo enm perfeieo e brevidade, por tersido ; 2S200 o 29COO, este ultimo lem quasi vara de
ofTicial do fallecido mestre J0S0 Pacheco, de
Olinda. I
Precisa-se de orna ama para casa de
pouca familia : no paleo do Terco u. 4.
COLbECIO RE SANTA THEREZA.
A abaixo assignada, professora particular
e directora do collegio de Santa Tbereza,
participa as pais de suas aliimnas e s pes-
soas a quem interessar, queja principiou o
exarcicio das diferentes disciplinas do sen
collegio, c que tamhem continua a recebar
pensionistas, meio pensionistas e externas '
na praca da Boa Vista n. 39 segundo andar.
Tbereza Goilhermina de Carvalbo.
Perderm-se no dia 13 do correte uns
oculos de armaeo de ouro em urna caixa ja
velha e rota no fundo : quem a tiver adiado
quizer entrega-la, pode-o fazer na loja do
Sr. Figuciroa, (luerercbcr urna gratificacSo.
- Precisa-se de nina ama para casa de
pouca familia : na rua Velha n. 104.
A rifa do sitio na Passagem da Magda-
lena do A. J. de M.. corre com a primeira
lotera da corte do Rio de Janeiro, no pr-
ximo fevereiro, se se extrahirem suflicicntes
bilhetes ; na confeitaria defronte do thcalro
volho,e praca dalndedcncia loia das loteras.
Joao Lins Ferreira Kibciro, subdito
portuguez.vai aos Kstadns Unidos e deixa en-
carragado de seu negocio em primeiro lu-
gar, como socio em seu estabclecimento.seu
mano Jos Mamede Ferreir P.ibeiro, em se-
gundo llcnrique Forster o, <
Precisa-se de um ama para cozinhar :
na rua da Ungoeta 11 V.
Os ahaixo assignados participam ao
respcilavel corpo de commercio, que li/.eram
sociedade na loja de ferragens da rua do
Queimado n, 69 A, que compraran! o Sr.
Manuel Rodrigues da Silva, a qual de boje
em dianle licar airando sob a firma de
Fonseca ViannayCRecife31 de dezembro
de 18j"i.Antonio da Fonseca e Silva.An-
tonio Jos Barbo/a Vianna.
O abaixo assgnado faz sciente ao pu-
blico, principalmente ao de commercio, que
vendeu sua loja de ferragens da rua do Quei-
mado 11. CU, aos seus caixeiros Antonio Jos
Barboza Vianna, c Antonio da Fonseca e Sil-
va. Recife 31 de dezembro de 185t>.Ma-
nocl Rodrigues da Silva.
-rf Precisa-se de um bom amassador de
maceira, paga-se bem ua padaria ila rua cs-
treita do Rosario n. 13.
Precisa-se de urna criada que compre
e cozinhe : a tratar no escriptorio dos m-
nibus.
Aluga-se para criado,copeiro ou pagem
um crioulinho moco e com muilas habili-
dades : quem pretender dirija-se a rua do
Livramento n. 33. segundo andar.
Precisa-se de 800/ rs. a premio sobre
hypotheca em um sitio no Remedio na es-
liada de Romgi : quem quizer fazer este ne-
gocio dirija-sc ao :nesmo sitio, tratar com
o seu proprielario Caelano BaplisU de Mello;
o mesnio proprietario faz todo o negocio
com o sitio,caso liaja quem o queira comprar.
Precisa-se de urna ama quesaiba cozi-
nhar e fazer todo o servico de una casa : na
rua da Concordia, casa da esquina confronte
ao boceo da Ramella.
I.uiz Lucicn Paulain, socio gerente da
casa commercial de Letellier & t;. retiran-
do-se para a Franca, deixa como procurador
o encarcelado dos negocios da mesma, a
IMMJ
O (.1 ARUA-1.1VR0S KRASILEIRO, ou arle
da escripturacSo mercantil apropriada ao
commercio do Brasil vende-s
' Cadeia Velha 11. 22. Preco 6^000.
FITAS DE VELODO.
Vendem-se lilas de vellido pretas c de co-
res, cslrciles c largas, lisas e abortas de mui-
lo bons gestos, pelo barato preco de 160,
32i>, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33-
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas linas e de varios ta- 9
Vndese urna prela cnoul-, de bonita
figura, de 22 a 21 anuos de idade, eonuha,
cngoinma e lava muito bem : na rua de A-
pollo n. 1.
eQG*ypG :.-&S@J.;j.:;
-;; A rua do Crespo loja Mnrdh a. ;..';
i. de Antonio Frailis Peicia, S
ebegaram de Pars midas pelo S
ultimo vapor, as seguintis (a- ;,/.
zondas: :i*.
Mimo ila grafas, bufada Inda .Ir ...iirf '.,
propria ilf veidm de fcnlmra para u< Imi- ^if

manhos pelo barato prero de 1/500, Sf50p, fi, fom|w.,. du tusI --nHn,.. W
30jOO e la : na rua do Queimado loja de -;'> man rioprie par
miudezas da boa lama n. 33,
na rua da
quadros miudn los a l#rs.
oeovado
Na rua do Queimado 11. 21 A. vendem-se
sedas de quadros miudnhos pelo baratssi-
nio preyo de 13000 d3o-sc as amostras
com penbores.
Lis de quadros
:i 6-10 rs o trovado.
Vende-se ISa c seda de quadros : na rua do
Queimado 11. 21 \ d3o-se as amostras com
penhor.
Gorgurao de
quadros a 900 rs.
Vende-se n
Vende-se cal de Lisboa ultiinamente che-!
gada, ssim como potassa da Russia verda-i
deira : na praca do Corpo Santo ti. II-
Vende-se por menos do quo. ein ou-1
lia parte, cera de carnauba e velas
posio.o : na rua da Cruz n. 34.
Cart?8 i>;ira jo^ar.
Vendem-se baralhos de Carlas france/as
muito linas e de bom papel a 500 rs. o har.
Iho, dilas portoguezss nimio linas a 32H rs.:
na rua do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 3).
Botiecan francesas.
Vendem-so bonecas franeczas ricamente
vestidas e de varias iqualidades a l*SO0,
d e com I,;6u0 c 2?, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Ilechegado o excedente cemento branr
Cimento branco. ts,!OV!'s "&as <1,,a,i-
Vendem-se ricas cscovas inglezas para
co |a bem conliecitlo c experimentado, I roupa, o melhor que pode haver e de nova
como astillas: no ai-i in.eI,lar9 3c- dltas francezas muilo boas
lauto em barricas
ma/.em de taboas de pinlio de Joaquina
Lopes de Mmeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
Obras de loarmor.
Buslo <> l.emos, na rua do Trapiche n. 17
a 1?. 1*500 e SaoOQ, ditas para cbelo ingle-
zas e franeczas a 1^200 e2s, ditas para den-
les inglezas e franoezas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para iinbas dila dita a 240, 500 c 15, e
ouirasqualidadcs mais baratas, que tudo se
vende na rua do Queimado na bem condeci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
lem para vender as seguintes obras de mar- C'IlfIlt'OS (!(> Paula (le Italia
moro : estatuas, pias, (legraos, pedras qua- .,
dradas e oilavadas para cunsolos e mesas "nsto c l.emos, na rua do Trapiche n. 17,
de meio de sala, e tiiolos tnariiiore, tudo lem para vender chapeos de palha de Italia,
IWI (llllia. l.-uxi ;.
dmliriru df ronuo i. *
Milu.la. Sa kaile, 4o asas 'cache
;$ mira. ;uaniccii)as de i-rcpc de sed fum ..., jjl"
;; ca iu.
\ >nUi de pa de eda, lodi anSiSn
da RMMaa >eda.
I)ila> de si'denaple com Ires urdeiin de
fe bien..
JJ Griisdenaple de curdaojuilio furia-cure,
v;J para vestido do ollnno gojlo, a ISMI" cada C
y, aovada.
j Dito de quadros miudni falla iaa. a Jj
1>>00 cd co\arto. )jp
B r>. ra.ia ruvad
58
m
K-
par
de meio de sala, e tijolos inarniore
por preco commodo.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboo : no
armazem de Novaes & C, rua da Hadie
de Deosn. 12, por preco commodo.
ielogfios de patente
i Camnala de ()reand\ de earaa malua- g:
ffl da, a SOO r*. cada covan.
f MusMilin lirauca W miudinlias. a 5110 r. o eovado. -*';
^ Kicos chales de touquim da India, borda- ^
m ** oas qualro pona,, do melhor cu-iu que F
lem Viada a este mercado, a i'..-o.n ct (
um. t
^ Eiilremeioa e lira bordadas a Bufa ima **
S* possivel para veslidoi de aeuhora, babadon w
bordados Indo branioo, peras com 3e iuei H
^3 varas a 23500, :t> e .".KKMI. -j^
jjt K oulraa minias faztiidas de linho e-
;;; da ; d.lo-se amostras t luandain-sc levar a>
V;; casas dos compradores. .',".
vendem-se tres terrenos loreiros cm
Santo Amaro, todos com 700 palmos de
fenle para a estrada nova de Lu/, do Re-'o,
_ e com fundos para o oeste at 640 palmos
lem para vender chapeos de palha de Italia, confrontando pelo norte com o sitloduS'
dobrados e singelos, para bomem, meninos Manocl l'eicna l.emos junto do actual bus-
e meninas, (llegados ullimameiite de (ieno-| pital inglez, e pelo sul cosa o sitio do .Si
va, c por procos commodos. Joflo dos Santos Porto quem os pretender
YENDEH-SE CAPACHOS -i--ij-f- -enle *lv-sde Sou"Ci"
pin|_ados, compridos redondos a 700 e 800
rs ; na rua do Queimado loja da boa lama
ii 33.
con-
u ra,

BOTICA CENTRAL B0-
MEOPATICA
a rua do Queimado n.2l A gor- nc;|C/.csdeouro, desabnete edevidro:
guian de iiuadros de lin.las cores, dao-se as i j i i
amostras com penhor. <*-"apreqo razoavel, em casa d.
Na rua das Cruzes n. 33 segundo au- AugiisloC.de Alu-eu, narua da
dar vcnde-se urna escrava crioula de 20 an-
uos,grvida de qualro mezes, que eugomuia,
cuse chao, cozinha e tem muito boa
duela, e um esclavo de nacSo, boa Ii
proprio para lodo o servico.
Vcnde-se um carueiro com andares,
proprio para um menino montar na estrada
de JoSoFernandes Vieira.sitiodoSr. Halliday.
TAHAS DE FEKRO.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
serapre um grande sortimento de taixas, lamo de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existen! guindastes para] |carre-
gar candas ou carros, livres da despezas. Os
percos sao os mais com modos.
DR.
Itu.i (i
DO 3
SABINO O. L. PINHO.
i Santo Amaro Mundo Novo 5
M MElO(i.
9 Vendem-M nicamente nesta bol ira os mais '.-}
^C acre'lilailns mixlicamenliis lioineopalhicos, por S
^ preros muilo eoiiiinodos. ;l
;5 A accio desle medicamenlos he tan promp- @
vg) la ollica/, i|uo lem merecido as honras .la ;*
:-
3 .- -.; .,- ..- a
CONSULTORIO HOMIEOPV
-:::-
O
l) DK. CASANOVA.
28rua das Cruzes2S.
Reste consultorio ha aempre para vender ..**.
os mais acreditados medicamento bolineo- ''
lieos de CATELLAM c GTBBER, lauto ^
^ em Unturas, como em glbulos, e o mais
rftx em coula poisivel.
V? Una botica de 12 lobos 6# 85 e IO9OOO
^1 de 2i i> 10? 12} e I65OOO
f > lo :tb" 155 1S-5 e 2IX-500O
g de 4K IK.1 225 e J9O011
'-13 n de (>0 22- SSV e IMINUMl
v Tubos avulsos .".0.1, 800, e 1 -......
..;. 1 onra de Untura a esculher 2^0(K).
fg Cnusultas lodos os dias gratis para os po- '5?
". ?

O
o
QXQQQOm%
preferencia eni lodaa as paitos dn imperio, ~u
ondf lem sido experimenlailn*. C
Cada lu.i. nvolao.....IjiHlO >
Cada viilro de linlura 2KXSI '
Carlcira e ciixinhas com mcdicaineutcs, ^
Indi 129 ale ilHlNlliO.
Thesouro liomeupalhico ou vadc-nieeiim do J
lioiueapaiha, obra essencialiucute iudispeu- *>^
$ uval a quera deseja emprear a hoiueupa- Tl-
* lliia a.........ll^KJO R
& Tratamcuta huincopathicu do *-l
cliolera-iiiurbus ...... IsOOO 5J
9 Propaganda hoineopaltiica era jU
a Peraambeco.......29000 *
'<' N. U.Para conitecimenlo da publico, a*- 5
Mt-M que o l)r. Vires Kamos Jnior, nao he 1
S> mais c.nxeiro da bolica central homeopalhi'a, 9
e nem lera interferencia akuma cm suas upe- .i
:\ raques. tt
alfaiate Lucio, na rua da Cadeia
do Recife sobrado n. Vi, precisa de bous
olliciacs deseoollicio, costureiras e igual-
mente de um liomem para contra-mestre.
*&omptm.
Companhia de seyuro con
ira a mortaHdade dos es-
eraros, e&tahelecida no
RSO Ot JAtiEiRO.
CAPITAL2.000=000.000.
Agencia lihal em Pcrnamliuco, rua do
Crespo n. 15.
Os sCL'u-os s.lo realisados no escriptorio da com-
pinhia ou nieslno fra, sob pioposlas dos propriela-
rii.s dos Mcravoa, tolos os dias olis, as pirlicipa-
Qes de MlecimeaUM e as prepoitM, podem ser re-
intllilas a companhia lodos os dias, ale as cinco lio-
ras da larde.
As condlfoes impremspoderla ser procuradas no
escriptorio ila companhia.
Dar-M-ba conaallaigratis aos eseravos seguros das
! para 10 horas da mauhaa.iio escriptorio ra comp.
i'recisa-sc de um homcm portugu/'
dos chegados ltimamente lio Porto, que
saiba ler e esorever e queira servir decai"
seiro de um engenho parto da praca : a en"
lendei-se com Antonio Prieto, na rua da
Praia armazem n. 3.
Compram-se apolicesda divida provin-
cial: na rua das Flores 11. 37, primeiro an-
dar.
Comprronse eseravos que sejam sa-
dios c Curies, propros para armazem de as-
sucar : na ras de Apollu n. 22.
Compra-se para urna encommenda
3 mole(|ucsde la IS anuos de idade:
na rua do Collegio n. 21, primen o an-
clar, das 1 O horas a's ~> da tarde.
Compram-se eseravos de 9 a 35 anuos:
na rua do Collegio n. 21, terceiro andar.
Compra-se um preto robusto c sadio :
na rua do Amorim n. !) segundo andar.
''araquem estiver de hilo.;
Vende-se na rua do Queimado, na bem co- i
onecida loja de miudezas da boa fama n. 33,1
voltas prclas tinas c ordinarias, ricos allinc-'
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas, ludo do ;
melhor gusto que se pode encontrar e por i
preco que nao dejxara de agradar aos se-
nhores compradores.
Arados de ferro.
Na fundico de C. StarrA C, em San-
to Amaro,acliam-se para vender arados de
ferro, de conslrucriio muito superior.
--- Vende-se una mulata moca que lava
muilo bem, com bom corpo para o servico
de campo ou outro qualquer, sem vicios nem
achaques : na rua da Cruz do Recife 11. 31
primeiro andar.
-- Vende-se una prcta de 311 anuos para
todo o servico : na iua da Gloria 11. .">.">.
Vende-se um guindaste porttil de
ferro, que pega em 00 a 100 arrobas,
com lodos os seas pertences, por preco
commodo: na rua Direita n. 66.
Aviso aos tunoeiros.
Vendem-se rodas do arcos de pao para
pipas, e liacas de vimos da melhor qualida-
de que ha no meicado, ebegadas ultima-
ciento do Porto, por menos preqo do que
em outia qualquer parte, e vende-se a por-
ciio que o comprador quizer : na rua do Vi-
gario ii. 27 deposito de assucar.
-- Vende-se um guarda louga com pouco
uso : no aterro da Boa Vista n. (ij segundo
andar.
- Vendem-se 70 pipas, 6 meias ditas e 30
Larris despejados aqui na provincia, na rua
da Moeda n. H : trata-se no mesmo arma-
zem.
Vende-se um terreno na rua da Con-
cordia, com 3* palmos de frente, e fundo
sullicicnte, na quina que volt para o chala-
ri/, bom para se edificar urna boa casa, e
lem a vantagem de ler o chafariz junto de
casa : quem pretender dirija-se a rua do
Queimado n. 41 loja que vira para aCon-
gregacao.
Vendem-se duas negrinhas muito lin-
das c espertas, urna del" anuos eoutrads o,
2molatinhasde 10 annos cada una, muilo
lindas,:) molequinhos de 8 a 9 anuos, Sue-
gras mocas comalgumas habilidades e urna
dita de 30 anuos boa quilandcira : na rua
larga do Rosario n. 22 segundo andar.
Vendem-se chnuricas novas cm barns
de arroba : na rua do Amorim n. 3 taberna
da (juina.
1 vendem-se a preqo razoavel, em casa de
Cadeia
do Recife, arma/em 11. .~C.
Millio.
.Na rua da Moeda armazem dclanocna con-
fronto ao trapiche do Cunha, veudem-sc sac-
cas de milho do bom tamaito, superior
qualidade e por preCO commodo.
Vende-se superior linha de alfjodao branca
de cores, em novello, para costuia :em cas de
.Southall Alellor o Cumpanliia.ruado Torres n. :I8.
CAL E POTASSA
\ ende-st polassada Kossia e americana, chegada
nes(c< dias e de superior qualidade; cal de Lisboa I
da mais nova que ha do mercado: nos sensdeposi-
los na rua di .pollo o. 1 A, e 2B.
>a rua do Vlgacio a. 18, primeiro andar, ven-
de-se viuho do l'orlo .1. superior qualidade da bem
c.inhecida marca <\V en> pipas, barrise cauas de
urna e duas duriasde sarrafas.
He nietadedoseu
valor.
A 2^300 a peca e 300
seis a vara.
Vende-se umaporcSodcpanninhosdc vara
do largura com um pequeo deleito, em
peca 2f00, e vara 300 rs., chitas escuras co-
res llxos a 160 o eovado, ditas de padres
novos e fixes a 200 rs. o eovado : na rua do
Crespo n. H, quarla loja quem volla da rua
Oculos e lunetas as qualidade*
Vendem-se superiores oculos com armacSo
do tartaruga de lodas as graduacoes a 39000,
dilos muilo bons com armacoes douradas a
lc200, ditos ditos com armacoes praleada,
1", dilos ditos comarmacao de ac a sOO e
rua do Irapichc n. U, primeiro andar.
Batatas insleztis ede
Lisbua.
Vcndcm-se no armazem da travessa ila
Madre de Leos o l.das I horas as 3 da tarde.
Vende-se urna Dorcfle de pipas e lonei
por praso de .eis mezes com as competentes
garantas, e lambem se arrenda o armazem
onde se acham depositados os mesinoa ol.
jeclos : a tratar com Joaquim (oncalvrs de
Albuquerquee iac3o
a IKOO, e outros oculos mais que se vendem
por prego barato na loja da boa fama na rus
do Queimado n. 33.
1 I ,...-.-. 1HUUIIUVIIIUO'
9, lunetas com armacao de tartaruga a 15,1 primeiro andar,
dilas redondas e quadradas de baleia a 500 ,11
rs., ditas de dous vidros armacSo de baleia 1^*'l<' c i 11 si le Ii;;t||',i (Je
casteio.
Vendem-se pelles de couro de lustre de
1 muito superior qualidade a prego de V-e
1 4/500 : na rua do (Jueimadn, na bem conhe-
Icida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
AOS AI4STES 1)0 MI E BARATO.
Vendem-se ricas chaiuleiras bordadas c
i retroz servindo lambem de carleira a 4/ di-
tas sem ser bordadas muito boas a 2> c 3/
carleirinnas muils ricas a/, ditas propria'
para viagem a 2S500, carteiras grandes para
dinheiroa 1/500 e 23, trancelius para relo-
XABOP
DO
SQE
Koi transferido o deposito deste xarope paraa bo
tica de Jusv da Cruz Sanios, narua Mova n. 53",
^arralas ;50O, e meias 3S000, sendo falso todo
aquelle que n.ln for vendido nesle deposito, pab
qoescfai o presente aviso.
IMPORTANTE TARA 0 PLBLICO.
I*ara curade |>hl\sici em toilo^sseusdilleren
ic'-riiu-, que rmotivaila por constipacOes, losse
aslhuia, pleuri/. esca i l;nls e pcito, palpitando00 corarlo, coqueluche
hroucliile. (Im na uaiu'anla, e todas asmolestia
dosOrgiot pulmoiiMreh.
YABANDAS GRADES
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varaudas e gradaras de gosto mo-
dernssimo : na fundcHo da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na rua
do Id um.
POTASSA CAL URGES.
INoanligoej bem r.nnhecido deposito dama da
Cadeia do llecife, escriptorio n. 12, ha para ven
der muito superior potassa da Russia, dila do Rio
de .laneiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
i precos muilo favoraveis, co os quaes 6caro
1 0S compradorasaatisfoiln.
dil (lllllll'MII 1 ll\V-rI(l. I' i VIMU DO fOKTO CEMI.N'U.
ua [UliaiyaU I.OWVUOIII',1 Veoda-ia opUroo vlaho da Porto em barril di
rua da Scn/.ala-Nova n. i2. i quarlo e oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
Nesle estabelecimento continua a haver "! do Hec,fe i;'' es"'P,or' a" & o"-
ii .vcira.
um completo soitiinciito de moendas el Oj> _.ia_, i;.,, i _.. .. ....
meias moendas para engenho, machinas Sa ml,,, ,1,lu0S Para I)U"
de vapor e taixas de Ierro batido e coado
de todos os tainanlios para dito.
Vende-se bauha derretida de superior
qualidade a 480 rs. a libra : na rua do Han
gel n. 35.
das Cruzes.
Vendem-se
chapeos do Clnli de lo-,
das asijualidades : no escriptorio de No-
vaes Y C, rua do Trapiche n. "ii.
Agencia
--iiis para relo-
gios. pretos de relroz a 160, aliadores para
navalhas multo linos a If, pedras inglezas de
aflarnavalhas a If e i;500, ricas bengalas
pelo barato prego de 13 e 1;500, peines com
escova e cspelho para ussas a 800 rs tsto
jos para barba a U e 2)500, livellas douradas
para calcas e cohetes a 120 rs., easMoa par
bengalas a 80 rs., caisinhas para guardar
phosphoios a 160 rs cscovmhas para lm-
par penles a 240 rs., chicotes muitn bons
para cavado a 800 Is esporas linas ac ,
1/, grvalas de seda muilo boas a 1-, ataca-
dores de cornalina para casaca a 30 rs., pm-
ccis inglezes para barba a 300, 600 e800rs.a
camisas de meia muilo linas a I#200, rica
abotoaduras para collete a 500e bOOrs., di-
tas para palitos a 500 e 600 rs., estojosde na-
valhas finas para buba a t* cailas linissi-
mas para rape a 2500 e 3?, ditas redondas de
tartaruga linas a 6f, e oulras muilas cousas
que se vendem por barato preco : na rua do
Uueimado na t cm conhecida loja da boa la-
ma ii. 33.
i
^arinha de
este.
SSSF.
fri
( Verdadeira.)
Pelo navio BLO'JMK cliegaram 3600
barricas desta acreditada f'arinlia : ven-
de-se nos armazens de Tsaso Irinos.
Peijao iiiulatiiiho-
Vende-se na roa da Cruz a. 34, i'eii-lu mulalinb0
por preco commodo.
Moiiinos do vento
conihombas dercpuiopara regar borlas e ba
n los.
Vcndem-sc muito bonitos botes para pu
nhos pelo barato pi eco a 500 c 800 rs, cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n. 33.
Panos.
Em casa de Ilabe Schmettau c Companhia,
rua da Cadeia ti. 3", veudem-sc elegantes
pianos do afamado lubricante Traunianu de
llamburgo.
Vende-se agurdente de Franca era
caixas de urna du/.ia : no armazem de C.
J. Astlevo.C.
Ne rua da Cadeia, defronle da HelacAo, taber-
na n. 28, ba dasmelbores bichas bamburguexas pa-
ra vender a relallio e em por;6es, e lambem se
alogain,
Vinlio do Porto, superior chamico.
Em cai\ai de 2 dalias e em barris da oilavo, re
centeiuenlecliegadopelo;briiiue Trovadori>; vnde-
se unicameiile uo armazem ile Barroca e. Castro, na
rui da Cadeia do Kccile n. I.
ara escupinos e caito
ros.
Vendem-se resmas Je papel de peso .le
ib decapim : na tundcode t. W. Bowman a i i. i |. h
narua do Brum ns. 6 8 e 10. Al; O'lcl OZIIIIIO (la ..lilla
cBtttS&S.
Ao b raleiro.
ie o> grand. armazem allandegado do : ,)an, sac'COS de asstieal : vende
mblea n. 20 (lorie do Mallos multo i' .. ... ..
qualquer eslabclecimeiilo, ou mesmo salu- "" u> I'^Utr A I-., lili
generoscomo e-i.iservin.lo aclualmen- n. 4.
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na'roa do Cabuga n. II, confronte ao paleo
da matriz c rua Nova, fazeui publico, que
estrio repeliendo coiilinuadamenle as mais
novas obras do ouro, tanto para senbora
come para homens o meninos : os precos
i oiilinui.m razoaveis, e passam-se contas
com responsabiliilade, cspccicando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates. Meando
as-im sujeitos os mesinos por qualquer du-
vida.beraphim i Irmao.
--- O nico preservativo contra a caspa
que ate agora tem ipparecido, tem a vanta-
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e lambem Ungir o mesmo : na loja u. 1
la rua do Crespo.
Na n.a do Brum no llecife n. 22 no ter-
I eiro andar piecisa-sc de urna ama que sai-
ln lavar e engommar, anda mesnio que
i oseja perfei la mente, preferindo-se mesmo i
escrava : paga-se bem, a tratar no mesmo!
andar cima.
Aluga-se urna casa catada e pintada de
novo com excedentes commodos para la-1
roilia, situada no principio da Tone, e per- .
leuceote ao Sr. Arantes : a tratar na rua Ve-1 JJftrl/iOlOlJiCi /' de Si HIZO,
' '--"'isTibcl Varia de Pigueiredo, professora \ onxw- a vender
! mrsw i SCif.\tR9PlE la) i(D(Lfli
vendido em outru
iap de Lisboa.
Vende-se rap fresco de Lisboa
(a da Indopendennia, loja n. 3.
na pra-
Jos Minia de Alhuquerque Mello, )ior
encontrar outro de igu[il nomc, se assigua-
rfl de boje cm dianle por Jos Mara do llego
Albuquerque.
alaria de OlivoinL subdita portuguesa,
retira-se para a Kuropa.
rugi no dia Ui lio co rrenlc um pardo
de nomc Manoel, idade 30 anuos, estatura
regular, pouca barbaJ levou vestido calca I
e camisa branca, e chapeo branco de baela :
roga-sc aos eapilSes do campo que o prn-
dame lcvem a rua estileila do Rosario n. 31,
que se recompensara tiom O^ rs.
Mua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
qualquer paite.)
L'Aliecteur.
da Couceicaoda Boa-Vista ii. 56, e cusma >
ler, escrever, contar, coser e bordar de seda (end0 Iso oque lo
e de ouro, esmerando-se como sempre no
sdiantamento de suas discpulos.
A pessoa que procurou oSr. Jo,"o Iiap-
Lista de Campos para comprar o escravo Joa-
quim, que disse estar no seu poder, porten-
cenleaor, l)r. mtonioCarlos de Almeida
e xlbuqucrqne, queira |ior obsequio dirigir-
se a rua da Cruz n. :i, primeiro andar.
Vende-se snbiio de superior qualidade,
fabricado no I! io de Janeiro : no escriptorio
de Antonio de Almeida Gomes, na rua do
Trapiche u. 10 segundo indar.
Champagne
de superior qualidade vende-seno escrip-
torio de Antonio de Almeida Comes, na rua
do Trapiche n. 16 segundo andar.
Vende-se
no escriptorio de Antonio de Almeida Comes
na rua do trapiche n. 16 segundo andar, o
seguinle, por commodos precos : coladas do
ferro sortijas, lio poirelc, panno de
loalhas du panno de linho, sebo em
de arroba, tudo do Porto, e ardiles em
ca xas.
VENDEM-SE
borrachas sorlnlas, ltimamente chegadas!
do Para : no escriptorio de Antonio de Al-'
incida Comes, ni rua do Trapiche n. lti se-
gundo andar.
VENDEM-SE
cobertores de slgodSoadamascados de supc-
Vende-se o gra
largo da Assem
proprio para q
para recolber generoscomn e.laservimlo aclualmeu-
I, por clar enllocado defronle do trapiche do al-
godilo : irilar na rua do Trapiche n. 11, primeiro
andar.
Antonio Jos de
Veudcm-se ricas caixinhas contend) tho-
zoura, dedal, agulheiro, agulha de enliar,' r
le^ronob^Vn^^^ Cm leu "**** "a
-Y500, ditas maiores a 3 rs., carteiras com rua do \iganon. al, para ver as amos-
retratos dos gran les da Europa, proprias i 'ras. ^
para as sonhoras guardar dinheiroa l/rs.,| Em casade denr. Broan cV Com panilla, nal
litas de sai ja laviada a 801) e 1~J00 rs. a vara, | rua da Crai n. 10, vende-se cognaeem caixinbatde j ver
ditas de veludo abe tas e lisas a 160, 240,, duzi
1-0, 400 e 301) rs. a vara, caetas muito fioas I
melhor que he possivel haver a 65 dito
enor pouca cousa a 3o e 39300, dito paque-
te muil.ss.mo lino a ?500 e dito alnaro
brm^mn'.".8, *v>',dl **** ^SK
rpm,.?4m,,dlt de COes cm qMrtoad.-
resniaa ,00 rs, grozas das verdadeiras pr-
?*:-A d'",S. 'nU,l sm ser bico dr
lanca oOOrs., duzas de lapis moitissimoli-
rS i. rS" d'tS PTOPr'< Pra riscar Ii-
vrosa 800 rs., caetas de osso lomeadas para
peonas de ac a 120 rs., caivetes linissimos
de urna a qualro lolhas a 1, 2, 3, 4?, e ou-
lras mais cousas que se vende barato- na
rua do Queimado na bem conhecida loia de
miudezas da boa fama n. 33.
Perfumaras nuhsimas.
Na loja de miudezas da boa fama na rua
do Queimado 11. 33 encontrase sempre um
rico sortimento de perfumaras de todas a>
quahdades, inglezas e francezas, sendo dos
melbores autores quo ha em Pars e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa,
sahaopara barba de creme de amendoas,
agua de lavande muilo superior, vinagra
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
to fina em ricos vasos, extractos de multas
qualidades, extractos proprios para bolso da
estudante, essencias de varias qualidade
opiato o melhor que ha para iimpar denles,
pas para Iimpar os denles, e oulras minias
cousas que nao deixarao de paragar aos e-
vende-se em ca- nhores compradores, e que ludo se vende-
ua da Cruz
Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I .s'000 o liar-
as pessoas que quizerem dito ene-
Helogios
EObtrlOI c descoberlos, pequeos e grande, di ouro-
ptenle iogle, para bomem e senbora, de un dos
melhore.i fabricantes de Liverpool, viudos pelo ulti-
mo paquele nicle?.: em casa de Soulball Mellur A
Companhia, rua do Torrea n. 38.
\. BieberA C, rua da Cm/. 11. V,
por precinho muilo barato.
&0Ct&0$5$?fri>i,.
FARINHA
a l-rs. a duzia, rozetas prclas linas a 160,1
240 a 320 o par, obrcias de colla a 120 rs. a |
caixa, suspensorios a It'O, 100 e 240 o par,!
agulhas francezas em caixinhas a 210 rs., ei
oulras muitas miudezas que se deixam de Vende-iaem eaiade Sasoden Brolberi & G. a*
annunciar, que vendem-se muito barato : praca do Corpo Sanio o. II. a muio superior e be
lia rua larga do Rosario 11 I). eonherida familia de Trieile, da marcaprimeira
,,.,..1,,., niialidadechitada em '.1 dn correnl na esculla
Lonas da Russia.
dem inglezas.
liiin/cio.
lii ins ila Rusta.
Vinho de Madeira.
Ali'odio para saceos de assucar.
SAO' MITTO LINDOS.
Micos cortes de vestidos de fa/enda m
lina, toda de seda e de um gosto muito apu
Anda continua a eslar fgida dcsd'
I o dia 17 do fevereiio do anuo passado, es'
crava Joaquina de nacao, com os sigues a*"
I guiles alta, secca, cara descarnada, per-
nos arqueadas, poucas vezes deixa o calim-
bo, fugioem companhia de um soldado do
dcimo batalhao, de nome Manoel Joaquim
da Silva, crioulo c esta anda desertor, foi
captiva por mullos anuos em l'anellas de Mi-
randa,onde tcm um lidio forro de nomc Jo.io,
o senhor que le densa negra a inda ex-
iste 110 mesmo lugai e rhama-se Cactano
roga-se as autoridades policiaes e capilaes
de campo a appiehcnsiio da diti c.-ciava.que
se dar 503rs. de gratilicaco, sendo ella en-
tregue an Sr. Manoel Eerreira Chaves, sen
\ senhor, na Boa-Vista, rua da (.loria 11. 04.
Na maiihaa do dia 11 do concille lu
nito "m l,ret" erioulo, de nome lote, representa
'ler 18 a 20 annos ; levou caira de brisa a
' udo escuro, camisa blanca engoinuiadi.
rali
Exista a venda no deposito 11. da rua de T6t umcompleto sortimerto de taixes de ferro fun-
S. Francisco, um vanado .-01 lmenlo de ca- \ dido e batido de .'! a 8 palmos de boca, as quaes
lungas Unos parabrinquedode crianza, por! cham-s a venda, por epreco commodo com
inho, iiiuito baiati preco ; tambem exislem ven- proraptido: embarcam-s oucarrigaar-s im car-
uras da latas de bolachinhas, as mais linas que 1 ro semdospeza o comprador.
tem vmdo de Londres, proprias para cha, I __ >a raa do Trapicha u. l. escriptorio de Ma-
SOiiee, etc. noel .Vives Coerra, vende-te
---Vende-so azeile de carrapato a 2400 rs.
a caada, 011 cm barril : na ru 1 das Trin-
ebeiras n. 29.
Na rua do lrum no itecife n. 22, ar-
PAItA Ql CM TCM BOM COSO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa fe,
ha um completo sortimento de grosdenapo-
Ic de seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acabem, que a festa esta com nosco,
assim como chapeos do Chile muilo linos,
ra, vendi-ie poreommado preco e uese vendem por menos que em outra
sejuinle :superior viuho do 1 'orlo em barris do | f. ,
oilavo,cliapeosde lellio,e sal, loamarello fabricado 1' ..,.- ra [
nUl!,EdmecJ;rr.under, Brothers C.prac, ECBllllSIl fkM
mazenl de Sa Araujo, ha para vender cera de do Corpo Santn. II,ha pan vndrosa|;uinu a
carnauba superior em saccas, o saccas com
rior qualidade u por commodo preco :"no|^"fvende-seum
.-... lindo molatinho de ida-
na rua do Trapiche n.l, segundo anda" escriptorio de Antonio de Almeida
Rol
Pilulas vegetaes ile Brandet.
Vennifugo inglez em vidro.
lilixir anti-asmatliico.
Frascos de bocea larga rom rolhas, de
a 12 libras.
.V) escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veua Azevedo, rua da Cruz 11. 1, vendem-se
vidros de urna onca, meia e duas.
- Vende-so doce de cajo' neceo muito
claro, doce de mangaba, abobarajala muito
superior em copos e latas, tambem prepa-
ran!-se bandejas de boliohos por muito rom-
modo preco o muilo bem arr.injadas, lam-
bem ^e la/, ramos c flores de allinim, doce
rapes por cima da padaria.
UOM IMANO.
Vende-se um bom piano horisontal com
muito pouco uso e em hoi: estado : na rua
Bella junto ao primeiro sobrado n. 18.
Vendem-se dous moloques de ii e 22
anuos, bonitas liguras : no Recife rua da Ca-
deia 11. S segundo andar, a tralar com Joa-
quim Lopes l!a\ (liudo de llarros.
- A verdadeira p,raxa ingleza 11. ^17, dos
!e ovos, pastis de pala, arroz de, leiie, jalea I afamados fabricantes Day Martin, em
substancial : na rua Direita sobrado n. 33.1 barricas de i. duzas de potes -. em casa de
Vende-se a bem afieguezada taberna 1 James Crabtree A Companhia, rua da Cruz
Ida rua da Uoda 11.18 : a traUr ua mesma. lo. 24-
Ferro inglez.
Pixe da Suer.ia.
Alealro de carvao,
lionas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodolizo para sacras.
Dito entrancado igual ao da Baha.
E ti ai completo sortimento do fazendas proprio
para ste mercado : ludo por preco commodo.
CmI de Lisboa e potassas
Na na do Trapiche armazens ns, !*c
II, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de
Joaquim Jos de Sanl'Anua, morador 110 sar-
aso de Ingazeira, por isso siippe-se ter ao.
guido esse caniiiilio em razSo de ler uifii la
para cssas bandas, levou enmsigo um rclu-
giooe ouro palele su isso com correle de
ouro, um par de brincos de lilagraa, e uns
pedacos de ouio vciho : roga-se as autoii-
ilades policiaesc capilaes de can.pe o pren-
dan! e levcm rua da Caita n. que serio
recompensados generosamente.
Fugio hontcm as 7 horas,um escravo mua-
lo de nome Tbosas, alio, reorcado de rorpo, com
marcas de bengas, pernas grocas, e nellas marcaa
^nSvm \v n\VM v\ va"lde ciera,i!esnaprauellS'''"coni mmU minc'-
MILUIDAVID \\.IJO>VMA>, i\A d |evou vesli0 rimisa do piDno alu) gTa.0
RUA 1)0 BRUM.PASSANDO O ^HA-!guarnefida de Ourclo branco, nos ombros a pu-
FARIZ, nhos, abena na freniem forma de pabl: m\ut>-
ha sempre umiirandc-m 1 ment dosse^oiutes ob cravo he natural da l'arahiba e loi escravo do Si.
jeclos ileineibaiiisino-. proprios paracn^enbos.asa- ('3r|0S Coelho, queo houve por herin^i dt seu so
ber: moendas e meias inoenda da ina-s moderna 1 ; Jos. joaquim de Souza daquella Cldade,* foi
conslruciao ; lanas de Ierro fundido e balido,de i cru 7 j c U'i
mais nova (juc lia no mercado.
Cl.lisirui I 11*1 .ii *a >., it ,< w u......... 1 "iMiiii.iir ii- J C U'l
uperior'qualiilade e de lodosos lamanbns roda comprado pelo abaixo assgnado ao Sr. Milano di
leniadas piraagna on animan, de todas a prnpor- Alhandra Vasc.incellos lunior,morador no ngeuln.
cri>oel.ocradernrnalhaere2ilrole bo-llaplia freguezia do Pilar delta provincia
quem o pegar iove-o 1 rua da Concordia a Pedro
Amonio Tatala Guimaraes qui sera aeoirr.sa-
.\A MESMA I INDICA O. menUi 6ralincado.
. |ieeveculamtodasasencommendas con' a supeno-1
1 ridadejcoohecida ccora a devidaptestezaecom-1 -
eiro. a^iiilbes,briin7e=.parafun ec ivilhe>,mni-!
nhos de mandioca,ele. ele
1 modidade em preco.
"
ILEGIVEL

.
I'EKN :T\'P. DF. M. 1 DK. I AH \ IH.1.


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