Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07689


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Full Text






ANNO XWIII N. 10.
Por 3 mete adiantados ij'000.
Por 5 mezes vencido! 4,s500.
DIARIO DE
(HARTA FEIRA 2. DE lUEIBO DE 1857.
Por anno adiantado l&'OOO.
Porte franco para o subscriptor
RNAMBUCO
KN< .VttllcA.AUO UA M HSCHII'CA'O NO Mili I K.
Pirahiba o 8r. Jooo Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joa-
quim I. Pueira Jnior; Aracan, o St. A. de Leraoi Braga ;
Cear, o Sr. J. Jos da Ol*eir ; Maraohao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues : Pisuhy, o Sr. Domingo! Herculano A. Pessoa
Cearense ; eari', o Sr. Justino J. Ritaos; Amaionas, o Ir. Jero
jrno da Coat.
PARTIDA
l dia. a Oe
DOS. CORHKIOS.
m.-i. buraa do OlinJa : U..I..
laearaaai, GuiaBM c i>ralilba : aae uamed.........kaa-f.
i". Ario, Reierree, Ilonito. Camaru, \rriritifi e Garaaeeei : na t -rca-fer
S. Loereeco, l'a.f-il'.tll..., Naiaraali, aoairo, ilr.-j.., aeaeecira, /mra-
Hira, riom, Villa-Bella, Boa-Tilla, Oarkar; c Km: aai ajeartas-rriraa.
Cabo, l|>njuca. b<'rial,.ieai, llin-funaoso, Una, Barrairoa. Ag-aa-Prela,
riiii.-i.i- iraa r Natal <|(iiiiu.,-reiras.
"I ..!.- ". crreme partea, aa Id baraa da Biaabia.
AUDIENCIAS DOS THlItCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : legunda a quintal.
Retaceo ; lercas-feiras e aabbados.
Fazenda I qurlai e tabbadoi as 10 horai. -
Juio do commercio : segundas ai 10 horas e quintil ao meio-dia.
Juizo de orphaoa : segundee e quiotes aa 10 horai.
i'rimoiri vari do eivel legundae e aenai ao meio-dia.
Segunda Tara do cirel: quartai e labbadoiao meio da.
KPIIEMI i, mi s no HEZ UE JANEIRO'
3 Quarto creicenie ai 9 horas e 64 minutoida machia.
10 La ebeia ai 6 horaa c 48 minutos da manhaa.
>8 Quarto mioguaole aa 3 horas e 30 rainutoi da manhaa
23 La nota ai 9 beraie 6 minutos da tarde.
a ,. 'EAMAH DEIIOJE.
segunda 0 e 30 minutos da Urde.
I'nmeira 0 eM minutos da manhaa
DAS l>.\ SEMANA*
19 Segunda. S. Uanulo rei m. ; Ss. Audifax e Abbacuc irma mm.
"JOTerpa. S. Fabin p. m. : S. Sebasiiao m.; S. N'eophitd m
21 uart. S. lgnez v. m. ; S. Palrocolo m. : S. Epiphauio b.
32 Quinta. Be. Viceulediac. e Anastasio mm.
23 Seit. S. Ildefonso are: S. Emereciaea v.
24 Sabbado. Nossa Seuhora da l'az ; S. Thirooleob. m.
23 Domingo. 3.depoisda res. S.Ananias: S. Juvenlino-
/
PARTE CPPIOf AL
I MINISTERIO DA .GUERRA.
IIItii. c Kxm. Sr,Saliafazendo ao dever de re-
latar a IV, Etc. os trabatbos dos eiercicios pralicoe
di eseula de appliearao durante o lampo que o cor-
pu .n-adeinico leve na eiia dinomitiada do Sali-
tre/, cumpre-ine dizer o seguinte :
/ l'endo-se ordenado que a marcha para aquelle
logar se ellectuaise na tu.minia do dia 4 do cor-
rete mez, partirain para a fuitaleza da Praia Ver-
melha os contingentes du corpo do eiercito que
V. Eic. deteriniuou que aeompanhassera o corpo
acadmico ; era cooaequencia pormda copiosa cha-
va e em virtuJe dai ordens de V. Ele, relirou-
u contingente de eavallaria para ico respeclive
quarlel depois de ter chegado aquella fortaleza, e o
jlo 1* batalho de artilliaria a p e do 1* de infau-
' ira voltaram da ponte de Bolafogo no mesura va-
por em que tinliam ido.
Os alumnos du I- e 2'anuos da escola aquarte-
ladus na fortaleza de S. Julo, tendo-se passado na
madrogada daquelle da para a Praia Vermellia,
a ln hcaram a espera de stgunda ordem de marcha.
No dia T pde-se ella eflectoar, e reunindo-se no
campo eiterior a essa fortaleza os referidos contin-
gentes dos corpos do eiercito e todo ocorpoacad-
mico, de accordo com as disposijes do programma
que Uto a honra de dirigir a V. Eic. com o meo
efflcio de 4 do mez prximo passado, formou essa
forra una columna de marcha na ordem Mgulnte :
Urna patrulhi de eiploradores de eavallaria, urna
guarda avanzada de nula lioriiens do balalhao de
eogenlieiroi, un pilotao de sapadores do mesino
corpo munidos da couveniente ferramenla, um cor-
po de iufantaria aob o eommundo do capitn cuiu-
mandante interino do balalhUo de engenlieiros com-
posto de dos pelotoes de alumnos, doos de sol-
dados du I-balalhao de iufantaria do evercilo, e
duns do batalho de engeuheiros, nutro pelotu de
tapadores, qualro boceas de fogo aob o cominaudo
de om eapito, guarnecidas pelo contingente do I'
balalli.lo de artilliaria a p, que se compunha de
-S cadetes, um piquete do coiitiogeute do 1- regi-
ment de eavallaria ligetra, carros de iouuir,Aes e
bagagens, e urna guarda da rctagoarda dn 'JO lio-
raeus do balalhao de engenhriros, prefazeudo toda
a forra o iiuniiTo de 77 prar h, loii-laiili-s do map-
pa que incluso remello a V. Eic.
Para raaior regalandade do serviro e pralica de
in-.truecan, ordenci qae durante a marcha e lempo
de estada no Salitre o vico-director da escola exer-
eease as funccAes de ajudante-general de urna forja
considerada em campaulia, e bem ussiin que o ca-
pillo do balalhao de engenheiros, lente da e*c.|a
Dr. Jos Carlus de Carvalho, se incuinbisse das obri-
trada que condoz ao dito campo, a partir do des-
filadeiro de S. lelemente pelo valle da lagoa, bl-
furcando se essa estrada com a que parte dos desli-
ladeiroida Gavei.
A pn-irao do acampamento militarmeute conside-
rada teria de compreliender a difeza dos referidos
desliladeiros, assim como a do flanco direilo sobre a
praia da Cupacabana e alturas do l.eme, pontos que
tivos asdoutrinas de stu anuocom aquella intelli-
gencia, de Iicar.li e coulieeimenlo da materia que
coslomaempregar em lodos os trabilhosde que lie
eucarregado.
O major r. Francisco Antonio Raposo, lente do
8. auoo da escola, eucarresou-st igualmenle do,
eiercicios de hatistica, tm conformidade do program-
la que fu subinattido a considerarlo de V. Ele,
devinm ser lodos oceupados por corpos destacados, enos poneos das qoe poderam ser ipproveiladM pa-
se a forja em operares fosse suflicieole ; e onde
eiu pocas anteriores se couslroiram as baleras do
Leme, l'iajava e Bolla-Vista, de cujas forlifcajea
hoja apenas eiistera vestigios, on antes trairo,
pelo abandono total em que infelizmeute tein ca-
hido toda a defea que 13o hbilmente outr'ora foi
delineada na capital do imperio.
No dia 9 traluu-se de fazer nm reeonhecimento
lopugraphieu e militar no terreuo comprehendido
enlie o campq do I.eblun, Jardim liolanico, e a es-
Irada que se dirige para a Cavea.
Tenciouando eu que o corpo acadmico se couser-
\asse no acampamento por alguna diaseinquantu ae
Bzeatrn os eiercicios pra ticos de balstica, para os
qoaes serveria eoino linba de tiro a praia eulre a
punta da Cupacabana e os Dous IrmJos, nao foi po-
rcn pussivel etl'ecloar-ae nnu designio, porque des-
de a noile de 9 e em todos os dias soccessivos copio-
sas ebuvas turuaram todo u terreno alagado e em
al.uns lugares quasi iulrausilavel ; parecendo-me
imprudente em laescircumslancias eipor a gente ao
rigor de laomao lempo e as infallive- coosequeu-
eias contra a saude dos alumnos e dus soldados.
\ lleuden.lo eu a que, continuando os alomos da
aula provisoria de Uiatliematicas a eslarem no Sali-
tre, teriam grande alrazoera snas lijes tlieuricas,
sein maior proveito do Irabalhos praticos, que elles
uao pudiam apreciar, urdenei que uu dia l.'i regres-
aassem para a Praia Vermelht, lencionando mandar
reuni-lus no Salitre, nos diaa feriados em que toa-
se posshel enlrarem em eiercicios geraes de iufan-
taria, o que purm nao succedeu por coulinuarem
sempre mais ou menos os dias cliuvosos at a' nusa
ratirada para osla fortaleza. .
No campo du l.eblon tvio se poderia delinear e
construir qualquer obra de forldicajio passageira,
porque o dono do campo su permittio a utilidade
delle com a cndilo de ie nao deteriorar a sua pro-
priedade. leutfi pottanlo construir um rdente na
pequea parle du terreno nacional que se eslende so-
bre a lagoa, fronteiro entrada do Jardim Botnico
e leudo mandado pelos soldados do batalho de an-
senbeiros derribar a monta e espiuhal que all ha-
via, em um dos diasque m parecau poder-.r eie-
cular a obra liz marchar para esse lugar os alumnos
e soldados disponiveis.
Sob a direrc.au do lenta do anuo deala escola.
gajooi de quarlel meslre general, sendo lesigna- J "r- Jos" t;,rl", dc Carvalho, fui tricado um reden-
dos para o servico desas duas reparlices alguna jlec01" P"'1"'' flaqueanles, e estabrleeido o seu per-
ofciaea do estado inaiur e de engenheiros, praliean-1'"' r-""ueuu -e eicavajSo do fossu. Na0 ulistan-
e 'rabalharem os alninnuse prara-do batalhau ato-
lado em tama, inoslraram dedicado e Tontada na
execurju da uhfa.
O terreno ludo de Macape, eilremameule impio-
priopara lar Irabalhos, apeuas era cavado na pro-
' undidadede um palmo cubra-*e de agua, de mud"
uuinca- '' "au*Puder fcilmente continuar i excaxai.ao du
| fu...,, resulndo dissu a impussibilidade de liavtr
ierras pruprla, parao massicu ao parapeilu, banque-
ta, ele. a nao seren coadnida de lugar muilo
diitanla, occorreudomaisadinicullade de nao ha-
verem mallos prximos, onde se lizessem fa-
linas.
Reconluci porlanlo, a grande dillieuldade di le-
var a eireito aquella obra, irriscandu mesino a qoe
os alumnos adoecessem com o cicessu de traballto
sobre um terreno alagadico, e em um dia em que
nao deixuu i le nevar repetidos chuveiros. Dei, poi,
o Irabalho por concluido s :l horas da larde, fican-
do apeuas eomecado o ravestimento do pirapeilo do
salieole, e a ibertura do foiso correspondente a essa
parte.
A forja era muilo diminuta para construir a obra
no lempo e eoudijOes preseriptas nos tratados de
fiirlificajao ; e seriam necessarios muitosdiaa para
lia se concluir. Apenas se cortaramOO leiva e
se Tizerain poucas faxiuas e salchicln.es para ss revs-
lmenlos.
Em todo esse iraballu fu maito luuvatel a ba
dio dos alumno, no iutcri.-r do mesmo ed.liciu Ier- T** il"e,e,,B 1"" ",lle marain lodos os
I alomuo*.
oava-se esle em mulla horas do dia quasi inhbi-
les alumno da escola.
O balalhao de engenheiros apresenlon-sc regular-
mente fardado e equipado.
Os alumnos esmeraram-sa em ipreernur
bem eqeipadns, e disliu^uiram-se na galhardia e
b>a vuulade con. que lizrraui toda a marcha, nao
leudo neiihum >e mostrado iiicoinuiodadu
paz della.
Os cadetes do I' batalho de artilliaria a pe, mul-
los dos quaes r.onta-rae que toi essa a primrira vez
que marcharan! equipados, igualmente se disliiigui-
ram como os alumnrw.
A marcha fez-se com rcgularididc sein uenhuin
inconvenieule, e toda a forja se conduzio com boa
apparencia c disciplina.
Parlindo-se da Praia Vermellia as ti e Ir quar-
to, horas da manhaa, cheuainas ao Salitre pelas )
horas.
O resto desse dia foi preenchidu com os montee
de aqoarlelamenlo, raoclio. arrecadarao do parqua
e l.agagem, etc.
Os conliiigenles do corpos do eiercilo vollaraM
para aeus quarleis as l lluras da tarde dame mesmo
dia ; os do I' batalho de artilliaria a pe, |- ,|e
iufantaria embarcando em Botafogo no mesmo va-
por que ns hatla dc manhaa couduzido.
r.ido o curpu acadmico aqoarlelou-se no aditicio
du Salitre, puslo que cun falta de commodidades,
principalmente purque sendu a co/.iuha para o ran-
l.ivel, pela fumaja que abundantemente se espariia
pelo alojanieuto do alemana. Nao era porem pos-
sivel remediar eniao este mal, pur nao liaver fura de
edilicio uulro lugar em que se pudesse ostabelecer
a cozinha, por estar ludo o lerreuo exlerior em pos-
*e de um pruprielariu particular.
\o alvurecer do dia 8, o corpo acadmico mar-
eheaj para o cam|Hi denominado dol.eblou,cou-
duziudu leuda, do novo pa.hao para 2, i e 10 pra-
ja, e all se erigi o acampamento na- seg.iinles
euii.lije :
Sendu u campo bordado de um lado pela cosa do j l5*i "u 'Iae se mostraran! habilitados o
mar, suppuz-se que ehl haviatoos desembarcado I "'fiio pi alicante! e alguiis dns actuaes do
para operar contra a cidade, e o acampamentu se -" *<<"" da eseula.
traj.iu apoiandu u Ilaiicu esquerdu aerira a aaUlOlla ,,r- JaaCarliia da l.irvallio, sendo oliri-ad"
los montes doiremlMdot UeaM rmeose o direilo j qnliJadede aapiUede batalhio de engenheiros
Noa dias em que o lempo permittio, lizeram-se re-
eniiheciinenl.s lopograpliicos, levautaudo-e ciuoi
plantas parciaes das eslrada viziuh.u ao eililiciu do
Salitre, do campo do l.eblou e da parte da mirgem
da lagoa. Esias plantas se estilo transpoi lando para
urna geral, que opport... llmenle terei a lioura de
a presentar a V. Exc.
Alguns dias for.nn approveitados para as lirrs de
eaffriaaa, de espada e baj ouela. I izeram-se pouc .s
exereiciu de infamara : e em um nico dia em que
nos foi po"ivel. pratiearara-se tiros ao airo de arma
I. e
para o lado da Copacabana, coberla a retaguarda
pele mar, licando assiiu a trente aliada pala es-
UaSAISfrOEIPIIVI^IA.
por Madama I.eokie D'AlI^ET.
CAPITULO XVIII.
IVafu/ormofoo.
a ateitllr a.is exercicio*. como lente da escla, pres-
luu-se almdisto a dirigir lotos os que eram rela-
pescojo e ornado lano ahi como as manga de ren-
das pretas, de um barreta de Malinas com lilas rou-
xa que occullava-lhe quasi inleiramenle os cabellos
modestamente penteadi. Esse barreta revelava i.or
l si -111111 premeditara.. ; as inulheres mojas crem
' na gravidade do barrete ; este indica em casa a mu-
llier casada, as>im como a cachemira a designa fura
della. Se nao Ihe hoiixesse fallado animu Rusa ler-
se-hia envultu em nina de suas cachemiras para lo-
mar urna apparencia mais respeilavel. Tal qual es-
lava, com sua plnsiouumia grave e com o arde Iris-
' leza q.ia issoinbrava-llie a temblante ella
Teria procurado muilo lempo antes de descobrir a
verdade, e anda qucalguem Ih'a houves'e dito, nao
le-la-hia curoprehendido.
Enlrelaulo Rosa desappareceu volla da escada,el-
le ouvio o rumor da seo \ealidu de seda sobre as e
leiras do corredor, ouvio emlim abrir-sc e ferliar-se
novamenle orna porla ; vollou se para o jardim, vio
o cavallo diante da porla, e Thereza dirigindo-lhe
um orriso de despedida. A partida de jogo pare-
ca estar positivamente perdida ; foi -cu uuvida por
julga-la assnn que apena inonlou elle deo foilemen-
I lem duvida assaz resueilavel a Mr Richer r,i .s ? )*e e,.Porils au cavallo, deseeu i salope com risco
te ,audou-a com nm eml.are.-o visivel. ^e quebrar o pescojo a eucosta ingreme e pedregosa
Rosa nao deu-lh. lempo .ie ,erenar-,e, e di-se- u,'coll",a d*, "'*quel.
- o dia se.uinle Arlemun Richer licoo mu a'gr.i- "ie c".'" voz calma : Vultaudo a sua cmara Rosa seulio grande alli-
davelmeule (arpreao. qeende lliereza aanoneiou-llw >iou lllu' ,enivel. ,ei.hor, aa empenhu com rjue v'" ac*',"va de fazer nina acrilo que aati>fazia-lhe
a vulla de madama de Vedelle. Elle come, asa a lei" viudu buscar ROtieiaa minhas ; eu quit agrade- ""5lnu lempu a couscii'iiria e u urgulhu, lalvez
desanimar-,.!; nlaiaebii como vencesse tata pru-1cer-llie peatoilmenle, e dlier-lhe que elaudo \(r. |"bre ludo u urgulho ; purquaulo Artemen pareca-
deuda que atea ti dispertada eceeitava a reclusao (,,e Vedelle anda em Marselha devu abater-ine do I "" a"," desprezivel depora que seu aapirilo sahin.l..
pare fugir do per Igu lem disiu i i. formado da au- prazer de receber as visitas de vossa senhuria ale a H" roupiuhas da Ignorancia aprender ajalgar.
-eucia real de Jeraaleraia ver a joveu espusa per- i vulla. I Ora, nao ha nada 1.1o peuivel a' ualureza femenina
ra elles, dirigio-oso mesmo doutor penis I mente,
empregandu a solicitud!, muila intelligencia e cu-
uhecimenlus qui Ihe s lodos os actos de seo magisterio.
Juntos presento a V. Eie. os proprios originaes
doi relatorios que me dirigiram os referidos lentes,
peloiquis melhor se pode ajuizir dos Irabalhos de
que se enearregaram.
Durante a estada do corpo acadmico uo Salitre
adoeceram alguus alumnos, dous dos quaes grave-
mente, segoodo as informaji.es do medico, mas pre-
ferirn) aniel ser all tratados com a continuada
assisteticia deste, do que vireiu para a enfermara
da escola ou para suas casas, o que foi de bom re
-ullado, pois voltaram todos saos.
Das prajas do balalhao oeuliuma adoeceu.
Os olciaes e alumnos da eicula loruaram-se dig-
nos dc lodo o elogio por seu comportameuto no qoe
foi relativo ao aerriju, e pelo procediuieulo para
com a popularan da viziuhanra.
Ai prajas do balalhao da engenheiros em geral
nao se comportaran, mal : sendo porem nolavel que
em lie pouco lempo, nao obstante todas as caula-
las empregadas, se aoseutassera do eurpo vinle sol-
dados, dos quaes dous se appreseiilar.au: no dia se-
guiute ao em que lallaram ao quarlel, e qualro,
tendo j completado dtserjao, viaraiu remellidos
pela polica do districto de I raja'.
Sou iuformado de que nos corpos que tem estado
no Salitre geralmente succede nolavel deierjao di
mas prajas. Atlribuo esle (acto a proximidade e
facilidade da paissgem pelas monlanhas da Cavea
para o lado de Jacarepagui e Campinho, e dahi
para diverso poolos.
Sera" mesmo possivel que se de alguroa seducjSo
para com os soldados, pois he publico, que em algu-
ma Situajes agrcola da Tijuca. Engeuho Noto,
Jacarepagu, etc., se acham desertores aceitados a
Irabalhaudo por mod icos salarios.
evo accrascenlar que nao contando eu com ora
grande resultado deste primeiru ensaio de eiercicioa
pralicos da escola, em comequencia de nao se adiar
ella anda deJamen te montada, e prevalido l-
menle a vaulagem de os iniciar para que de fuloro
melhorem, occorreram.alem dilo, imitas contrarie-
dades na ra estacao du auuu em que elles se deve-
tiam pralicar c nu pequeo pessoal do balalhao de
pngenheiros, anda uo aOeito a laes Irabalhos
eo.lo nnpossivel eligir de lao pouca forra uiais do
que se fez uo curio lapso de 1 j dia desue o da mar-
cha al o em que se retirou o corpo acadmico da-
quelle lugar.
Bat circum-Uncia lie urna prova de q
formas dos regulametitos da escola st deve tatiiben
a Hender i alteraran do lempo lectivo, ulim de que
os Irabalhos pratico se possain fazer em e,tarao pro-
pria e por prazo conveuienlc.
I> logar que foi destinado para os eiercicios pra-
licoe de balstica ollerece grandes desvaolagens para
qoe elles se faram com a perfeijao neressaria ; e
nao se pedera mesmo aperfeijoar aenlo pra I callos
em um terreno proprio para a coo-lrocro de urna
boa linda de (iru.
Recuulieci igualmcule. que nao se podara tambem
pralicar obras de fortilicares nu lugar em qtie esti-
vemos aquartelados por nao liaver um terreno que
naoaeja de propriedade particular, nem nMluadea-
de se possam lirar os necessarios meios para taes
obras.
. He quanla me occorre dizer succintameule a V.
Eic. acerca do primero ensaio pralico de eiercicios
da escota, que sem duvida devem progressivamente
melhnrar, demomlrundo j o grande proreilo de um
13.. til islabelecimento.
Deoa guarde a V. Eic. Direetoria da escola de
appliearao do eiercllo na Praia Vermelha-JKde de-
zembro de 1856.Illm. e Eira. Sr. conselheiro mar-
<|uez de Caitas, ministro e secretario de estado dos
negocios da guerra.Puhjdoro da Fonieca Quln-
tanitha Jordao, brigadairo a direelor inlerino.
Rio de Janeiro.Ministerio da guerra em de Ja-
neiro de I"i7.
I S. M. o Imperador, tendo lomado na devida con-
fiderarjo quauto V. S. pe no seu ollicio o i
e 21 de nuvembro ultimo, acerca das vaulageiis e
esmo inexeqobilidade .lo sjstema seguido nos
(ames da escola de appliearao e na elassilicajao
os alumnos que completara os rsped vos cursos,
por Lera determinar que : t.", era lugar da pr0.
a oral, nica estabelecida psra os eiames, se adop-
lambema prova escripia sobre quesles formula-
as pelo jury de ame e liradas do ponto sorteado :
2>, para a resolorao dessas qucsles se conceder'
alo examinando o espajo de duas horas ; :)., quin-
o joryojulgar coureniente, seguir-se-ha orna
latova oral, discorrendo o alumno por espajo de
lempo nouca maior de um quarto de hura sobre
qoalquer das partes du leu ponto que Ihe sera' in- i
dlcada 4., a prova escripia servir' de base a
classlicajio ordioal do alumno, dspeusando-se o | Felizmente uada serio resultan desses abusos, e a l
concurso cstabelecido ; 5., licam alteradas nesta I p^dem conervava-e inalteravel. O
conformidade as dispoiiri.es dos arla. 2t, 33a96 das
instrucres approTadis pelo aviso de til da abril de
MMtItl.l. Milis DA si I:m r.li-i ai NO SCI,
Alagoai, o Sr. Claudino Falcio Diai; Baha, o Sr. D. 1^ -ra.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perein Mar mu.
EM PERNAMl'COa
0 proprietario do DIARIO Manoel Fiaueiroa da Faru. ni aue
limita, praca da Independeocia os. 6 e 8.
Segundo urna eslaliitica oflcial entraram em Bue- i a As immensas
IHJi.
Communicando a V. S isla imperial resolujao,
tenho a aecrscentar, que os eiames do correle an-
fere aollrer os abusos da aotoridade, a ofjesa mes-' maes.
do lie n ,i e ahun,1"",e 1 **> '<"" munieadoi, da idea indiciada pela imprensa de Bue-
disWi,^e7n?quVm"rr,,0acrhaTrU,eUr,eQ,al "" aS "S **" '^ '- r"""" "*
luida.
Dos guarde a V. S.Mrquez dc Caitas.Sr.
Polydoro da Fonieca Quinlaoilha Jordao.
Rio de Janeiro. Miiiislerio dos negocios da guer-
ra em :it de dezembrn de 18ji.
Illm. a Exm. Sr.Sendo o govarno imperial au-
lorisado pelu $ 9- do arl. j- da le n. 882 de 30 de
jolho do crreme anno, a mprimir a commissao en-
carregada dos Irabalhos preparatorios dai promo.
jOes, S. M. o Imperador ha por bem dar por cilinc-
la commissao de promojes, loavando os sens
raembros pela coadjuvajao que sempre preslaram ao
mesmo governo. Por esta occasiao declaro a V. Eic
que os papis em poder da dita commissao devem
passar para o archivo desla secretaria de estado, Pi-
cando a cargo do segundo official Carlos Antonio
Petra de Barros, emqoanto se nao|nrgani formidade daqoella le, a reparlijo de ajodanle
geueral ; e que os escriplurarioa da referida com-
missao passam a servir como addidos secretaria de
eitado emqoanto se Ibes nao der outro destinu.
Deosgoarde |a V. Ele.Marques ate foxias.
Sr. Fraucisco de Paula Vacunctllos.
COMHAJNDO DAS ARMAS.
Quartel (eneral do comeaando das rmaa de
Pemambnco, aa cidade de Recite, em 19 de
Janeiro de 1857.
ORDEM 1X1 DIA X 4Ui.
O general commandanle das armas, lendo de se-
guir para o presidio de Femando, a desempeuhar
all uraa commi-.v. do serviro militar, eucarrega
do commanilo da RUarnijSa durante a sua ausencia
o Sr. coronel Manoel Moniz Tarares. Acnnipanhaiu
ao mesmo cenital em dita cummis coronel llygino Jos Cnellio, eepiUea Francisco Ca-
mello Pessoa de l.accrda, Rrazilio de Amorim Re-
zerra e lenle Jos Juaquim Coellio Juoiur, bem
como o capellao da reparticSo ecclesia(ica do exr-
eilo padre l.ourenjo de Alboquerque l.ovola, e se-
guudo cirurciio Dr. Mieuel Joaqnim de Castro Mas-
carrulias, que destacara para o referido presidio no
crrente semestre.
Jos Juanuim Coelho.
-20-
ORDEM DO DIA N. 40"..
Ogeneral commandantedasarmas declara para os
luis eouvenienle<, que o Sr. lenle Inte B do Reg Barros Cavalcanli de Albuquerque apre-
sentou-sc da lieenra que frino na corle no dia 1" do
crreme mez, e nao a 2, como se observou noniap-
pa diario do segoudo balalhao dc inanlaria. Os
Srs. coinmaiidesiles de Corpus, e da fortaleza do
Brum, taiao remeller para o arsenal da marinha,
ainanhaa pelas horas da manhaa, os sentenciados
militares rujas penas devem er cuinpridas no pre-
sidio de Fernando, afira de serem man lados pa-
ra bordo dn brigue de guerra Jleherbe que os lem
de trausportar;rom os senlniciados devem embarcar
tambera as prajas qne houvoreni de destacar para
Jote Joaquim Coelhv.
~ EITEHDB.
a inineu.i acrimoniosa com qoe se discate essa aues-
Alcm disto, o que tamos mais para dizer aos le- (ao e
lores relalivameiile a Montevideo cifra-se em que
I imbwliek na acloalidade he a ordem do dia de lo- dc pretenda demorar-se alg
dos os circuios, o objeclo de todas a atteujes. Cu- |
Eis ah como se traduz a supremaca da lugla-
'"'* I ah o, aeus Iriumplios. A ua mi.Jo uo
he a de intrigar uaa corles, nem a da MOgeer ae
tacroes. Pouca ou neuhuma importauciadanioia m-
flaeucia diplomalica, oo upimlo da camarilha*
e O jornal francez a qoe respoademos diz coca
razao que nossos humen- de estado nao team seoio
urna poltica, e que e nejao o comprebende e os
O genera. Vir.soro havia chegado ao Rosario, on- I \TeTemS. S*"- l*-"*'* d' 6" ;
lirio nar lamen I- aquillo que so
fez. Cada minislro deve .untar o seo auleecsaor
nica que ha aqu, tinha-se compromellido por nm
contrato solemne a nao locar em qualquer outro
thealro !
Apenas, porem, Tamberlick deserobarcoo, cober-
lo d..s looros qae nessa corle colheu, os dileltantis
de Montevideo levantaram-se em massa para protes-
tar contra os oblacolos qae se oppunham a que fos-
se elle aqu recebido com as honras correspondentes
ao seu raro talento e mrito Irauseeudente.
Para darmos idea aos Uitorea desses protastus, so-
beja o bello artigo que sobre a qaeslao escreveu o
espirituoso e illuslrado redactor do Comercio del
'lata, e que aqu Iranscrevemos em seguida :
e Os que nao comprehendem o herosmo senao
sob as formas de Marte com a coarara no peto e a
espada na mao.jamais admillirao que'tambrm se po-
de ser hroe ua'arle, e representar como Tamber-
lick um poder qoe rivalisa em influencia sobre o es-
pirito humano como (iodofredo.Bavardo ou o Cid de
immorlal memoria.
e Tamberlick, segundo a fama, seguudo a expres-
sao de todos que o lem ouvido, a segando o serio les-
leinunho de pessuas competentes, lie um poder tal,
qae pode eiercer com a sua voz e o seo talento a
mesma mil un- i., que 0 Clar ja Russia cum a sua
voulade oinniputeute.
Se pudessemos citar os iiomes em que nos apoia-
mus para proferir astas palavras, Montevideo uao te-
mera que ellas fos,em urna exagerado do ooso es-
pirilu.
" r^So estamos, porem, aoloriaadu para tanto, e
temos counaura no mrito do artista para nao licar
por enthnsiasla.ou fanticos.
a 1 amberlick vai cantar em Montevideo, mas vai
cantar uo thealro de S. Filippe e S. Thiago.
a lie digno do sicerdole o templo que se Ihe
abre t
a Pode Montevideo privar o grande monumento
da consagrajau de Tamberlick I '
ii De cerlo que o artista nao iera' meos porque
canta em urna praca ou era urna roa publica ; po-
rem o gusto e a eivilisajilo oriental ierao mal inler
prelados se ao primeiro sacerdote nao se abre a pri-
raeiro templo. Au grande artista o grande thealro,
esla he a lei.
" Que i. emprezario Lorini ganUeou perca, nao he
queslao para mis : que a compauliia Duelos perca
ou ganhe tambem o nao lie. Oue o primeiro lenur
do mundo, eoegado a naaaaa piatas como o pessaro
arrojado pelos cimas demasiado fortes para elle, ve-
i nha ollererer-nus o seu ltanlo onde canlaram Rico
e Lulo, e lanas
inham-se dado successos graves, j
opa
Em Corrientes
por occasiao da eleij'ao de eleilores.
alauns com grilhoes, os coronis Viraioro, _,
'",'. ^"Llied"' \"re \">?irr -''- en iao mesqninhas como ess.s qne pode... rebulle'
is da violarao do tratado de Pars. Porqoe motivo que-
sobresahir a loocura das suas diatribes.
o lie evidente qoe orna najao que tem eulimeut
hsiao presos i da sua capacidade e do sen destino nao esta dupos-
iro, D. Cay- la a compromelter a na boa reputado or vaula-
nez e l.ascomo, o tenente coiouel Azula, e ...
cidadans notaveis, parte dos qoaes ficava ineomraa-
oicaTel.
Em Turuman leve logar no dia 30 de novembro
a ele.rao doa senadores, sainado eleitos D. Saloilia-
no deZaavIia e o coronel D. Marcos Paz : e sopplen-
la o Dr. D. Vicente l.opez.
No mesmo dia 30 ja noile ia aconlecendo urna
grande calastrophe naquella cidade. ava-se nm
baile no Ihealro em obsequio ao governador da pro-
vincia. Erara cerca de II horas, e no momento em
que trila pares iam cootradansar, onvio-se urna voz
que parlia do proscenio, dizendo : O thealro cabe !
tjuatrocenlas pessoas que eslavara no salao e nos
camarotes se precipitaran] em (rupel por om movi-
mento simultaneo al a porla da entrada !
A confusao foi espantosa ; porem, grajas aos es-
fnrjoa de .ligninas pessoas que conservaram sangoe-
frio, consegmo-se conle o impelo da mullid.lu sem
oulra desgraja alera de algous ferimeutos e om ou
oolro rassao nos vestidos das enhoras que fugiam.
O alvorojo na.i era de todo infundado, lina des
vigas que soslinha o ledo do proscenio quebrou-se
e o barullio ouvido pelos individuos que clavara
mais prximos prodozin o grito de alarma !
Do Paraguay nao temos por ora noticia alguma.
renamos nos conservar slgons barcas de vapor no
mar Negro T Porque rao impeliramos nos que o
embaixadur francez desse ao iuIIAo alguus couselbes
bons'.'
e I ma najao como i oossi pode abter-se de in-
trigas ||a miseraveis, e qoe pudem ser boas,
quando muilo, pan os diplmalas de terceiri orden
do continente.
a Conhecemns o espirito, o poder e as eicelleotas
qualidades da Franja ; sabemos qoe a soa infirnete
no continente be e deve ser sempre grande, a que.
como mouarcliia militar, deve ler para os sena vt-
zinhos urna importancia maior do qoe a nossa.
"O mundo be assaz grande para nos ambos, a a
dilferenja dos papis qoe nos locaram dar trazar a
eilincjao de lodo o eiotne entre no. Satba o monde
precisamente o motivo por que a Inglaterra, sondo.
mais do que nenhuma outra uajAo, universal pelo
poder qoe eierce, vi- sem desprazer a influencia le-
gitima qoe nossos alliados leem o direilo de recla-
mar, o
Journal des Debat.
Jornal do Commercio do Ro.
\ Montevideo ."> de Janeiro.
Eacreveuios ha Iree dias pelo Tocautini que daqoi: u"111 "'"""alia sorpremleule no reconhecido boro
saino na madrugada de 2 do curreute. Poucu he I "u" ** ucielaJc. A queilao hepoisalgu-
poisoque temos para eserever pelu Priitee, que ,na cuus:l inaisiue de arle : be de civilisarao que
parle noje ao ineiu da. vale ao menos para a repulaj.lo da repblica lguma
Elleclunu-se uo dia t a eleirao do alcaide ordi- ?"uia IDais 'l >1UL' quinlienlas de uu.sas quesles
nano da, eapital. Como na eleirao dc senadores, o
|IU-
gi.Terno leTe o cuidado de cor.liar aforja publica
a garanta da liberdade do vol.Ja se T que uao
poda .tenar de ser eleilo o caudidato qae a fulha
uflicial declaroe ItaTer merecido a aceilajao do pre-
sidente da repblica. U Sr. D. Andrs A. Come/
lie porlanlo u alcaide ordinario de Montevideo, e o
Sr. Dr. I). I iriniu lerreira x Artigas o defensor de
menores.
Nao esUvernoi presente no aclo ; mas segundo d-
zem jornaes ininisteriae-, que uAu polein ser aver-
bados de suspeitus, a forja pub ira leve de iutcrvr
de um modo rauitu directo para que fo-se o voto
completamente livre.
O Comercio rfel Plata, por eiemplo, dando
conla da eleirao, em sen numero de ante-houlera,
eiprimo-se nos segrales termo*:
A eleij*> nao lei de tu lo tranquilla, segundo
nos informara, e alguma increpajes justas pode-
narcos azer a eerlos encarregados da aeguranja
publica e da conirvajao da ordem, se os fados que
sa noi relataran! fossem para nos da aulbenticidade
uiquclionavel.
o Quaa divergenria de lympalhias por tal ou qual
caudidalo hoiivesse dado lugar a episodios mais ou
menos acalorados entre os ciJadaos, seria deplora-
vel ; mas que a aotoridade luja intarvindo com ma-
neiras inconvenientes nemee episodios.nau su hede-
ploravel, -en.ln proiond.nnei te censiiravel. A obri-
gajSo dos agentes da polica us aclu era que o po-
vu exerce dir.clainenta u seu sagrad, direitu de
lilicas.
Parece que esle protesto, que bem pude consids-
rar-ae o resumo de lodos o- que se fizeram a' che-
gada do Ilustre artilla, aurlio o de-eja In edeilu.
Corre agora como cerlo que Tamberlick cantara' no
lliealru de Sulis. A companhia dramtica hespa-
ihola, cedeudo aus reclamos do publico moulevidea-
no, e por ventora s inspirajes generosa, do seu
corajao ariislico, resolveu reuder o devido Iribolo
de liomenagem a' fama da rece-u-ehegada celebrida-
de.e declarou que puulia a' disposijao desla sem res-
Incjes o Ihealro sobre que linlia exclusivo direilo.
se, como crerao-, he exacta esla noticia, louvorrs
sera duvida merece a companhia pelo seu proced-
meMlo cavalheiroso e nobre.
Na correspondencia que enviamos pelo Tocanlins.
esquecemos meuciunar que entrn nete porlo o
da 1 de inauhaa a corveta brasileira Berenire, que
veio sul.siiluir na estajao do Rio da Praia a Impe-
rial Mannhriro. Anula sobre a vela salvoo ao res-
pectivo chefe ; e anle-li niteiu, depois de desemba-
razada da cruel quaieiiteua, cuinprimenluu a le.re
de que se ausentara li mais de om anno. O forte
de San Jos repuudeu a esla atteujo.
A proposito das quarenleuas a que estao de noxo
sujeilas as embarcajoes procedentei do Rio de Jauei-
io, porque se da anda ah, segundo infurmares do
Sr. cnsul oriental, um uu oulro caso de febri ama-
relia, ubservareraos que os vapore, que Irazeiu
qu -ii-lu muilu seis dias de viagera sutTrem o impedi-
mento de 2 horas, ciilretanlo qoe os uaviusde vela.
A INGLATERRA E A CIVIUSACAo-
Paris, 22 de novembro de ISJti.
O Tunes cnlrega-se a considerares magnilicas
sobre a grandezae poder da Inglaterra relativamente
a importancia do papel qae ella representa ii frente
da civilisajao universal.
Recorda a lodos que a lingua ingleza he fallada
no|e pelas duas mais poderosas najes do globo, e
que no Oriente duas Ierras parles da rara humana se
achara enllocadas sob o dominio da Craa-Bretanha.
I.earu lodos esse quadro singular dos progressos fei-
tos pela Inglaterra, e daqoetles que he chamada a
fazer. le sobre este ponto qu-, diamamos a allenjao
dos leitores.
F aremos pnrm urna oliservarAo. c vera a ser que
a, conclusoes do jornal inglez alo difliceis de com- ,
prebender; nao se moslram senao por raelade ; que-; d'licar um pouco as suas prelajes, e'permillir sa-
namos qoe .i.sem desenvolvidas o expo'las em lodo' lisfarloriamente ser vencido pela voz geral do eu,
o seu alcance. Eniao po.leriirnosauresenlar algumas collegas.
eraroes, quer por conla da Franja, quer por BOasea, lelores hla_ de elar lembrados que
groa-
esae
meare-
-------que
enlato recommendavaino tem agora ao menos sido
adoptado, sob a irresislivel influrnr ia da uecrssidade.
Londres, S de dezembro de I8j4>.
Os inleresaes geraes do mioiteno porque lia v
i mere-.e de lodo o governo manler o posto, se islo
piule ser feilo eom honra ha prevalecido soma a
poltica particular de lord Palmerston.
Os outros raembros do gabinete ao podiam ver
coro espanto qoe o palrinliuno eihoberaule e ex-
clusivo de eu chefe os impellia a perda da eouliiu-
ca publici.
Tornra-ae evtenle qu, embor.l urna mu alia
considerajao da honra nacional podeasa justificar o
iheor receulemenle adoptado, comlodo lodos os ia-
leresses mais charos do imperio eslavam em pernra,
sem pn.var qoe aclos menos vilenlos e oileu-iv, -
nao leriam sido igualmente eflicazes.
I'. 'av ia, nao somos sorprendidos que o noseo mai
a'to primeiro ministro lenha jalgado prudente mo-
e ...uu, e lamas oulras vulga.idades, que cah.raiu rilI, rt., .r' 7 "" "" -V". !" l><" .-"--------'....."" <= ->ar o-munoos qu
no esquecimenlo como as hervas que na.cem e mor- pms "os P"'8" que a I r.raja e tomos q.M.i on.coi em condomnar a Imsoagera gro.
rern n'um s dia, enlretante quelemoi So/.' que ., c" eurouc',<. mesmo as da America. 'iramenle insulluosada ismom .nimaierial. e=,
pedeeacioso un genio que lix. o seo deslino ser a '\ ^'SU"'a rou,a ',n ",und"- *'emo-iios, pata, fHo arrogante de dominio que oul.ora aioear.
una anomalia sorpremleule no reconhecido bom 'L ,. ,.,'L'1 ^f1** proctir,, o pensamenlo WJwtar-ajiai di Europa. O Ihecr de proceder qu
- ~ -i' -i...- "ii'iii' i.r -r-------"> -| "* > tv jc mini
eleijao he puramente passiva, e, quandu sabe dessa '"" WjUB 10, I j e 20 dias supporUim o de 4S I E
u que lia de mata curioso he que a qaareuleua he
fel entre as oulras erabarcajas e na distancia as
vez di duas brajas apenas I!
Ha dalas de Bueno.-A v re- de 2 do correle. Con-
iinuain all a uceupar a atlaiicao da impreusa e de
todos os circuios a qoeeiio de uaciunalisar u estado,
e os Irabalhos para a prxima presideucia.
Por couimunicajcs recebidas do ministro da
guerra, esciipias de Bragado em dala de 2i do pas-
sado, abe-se que a divi-.lo s rdeos do general
Hornos se ochava no melhor p de morali lade e dis-
ciplina.
A Ironleira do centro eslava guarnecida por 1,310
hoinens, divididos em duas forra concentradas em
dous poolos, dos quaes podeni mutuamente prote-
gerle dado o caso de invasu.
0 ministro da gaerra devia passar deolro de doos
oo Ires diasao poni denominado I inte r cinco de
.l/oio, levando em soa companhia o coronel Daz.
espheia, usorpa altriboirf.es que nao Ihe perleucem
e abusa por couseguiile da forra que a lei depusi-
lon em auas maos.
Senlunos que o dever nos lenha cullocado no
caso de fallarmos dalle modo ; porem he necessariu
que as fumas se preeiicl.ain, e que us que devem
dar o eiemplu de respeilu e de obediencia le n.io
se;.i-i. o primeiros a viola-la.
E o .Nocional, annuuciaiiilo que a commissao per-
manente das cmaras ,e reunir uo dia 3. as 2 ho-
ns, para uceupar-se de algumas violencias que se
atlriliuim a' forra publica, exercdas na eleirao do
alcaide ordinario, diz :
a Nao presenciamos o acto porqoe nao nos foi
possivel julgamos su pelos dados que leinoi, qoe
aecusam uniformemente a eleirao de falta de inde-
pendencia e de liberdade. A sessao da commissao
permanente e as explicaju"s do ministerio (ornarao
claro esle repugnante negocio.
de-le ailigu, e nao podemos acreditar qoe esteja un
camenle na Mguinle phrase : a Nae he para admirar
que os conselhos da Inglalerrasejam alleudi.los em
Cuuslan'.nopla, pois qae he ella a primeira de todas
as nacoet musulmanas .' A phrase he singular ;
como deve ser entendida '.'
Por nossi parle declaramos que nao en..hedamos
esta novo titulo que a Inglaterra se arroga, nem a
prelenrao que ella lem de marchar s Trente da civi-
lisarao europea.
Fis pnrm o artigo do Times :
Queremos ser fraleos para curo a Assemblea
naciontU e para com os povos do coutintnle. A raja mersloii, foi perfeilameola recto qnanto ao object..
."a a"0"18' isl ,ie' '"S'^tarra e os povo, que I 10B spirava, e Kiioenle injuslo ua maueira dc
della descendeiu, lie chamada a exercer urna supre-1 procurar a soa real.s.rao.
macia qoasi universal ; mas que nao deve ser la- I Ouanlo a ns tai concedido ao uosso ultimo iat
it' rsperanjaa da upposir.1o leem prentemente
receida um reez Mr. D sraeli ve adiada uideli-
uidainaiile a sua melhor pr.babilidide de cBeeloai
urna cninbinaj.'io sullicieulemenle forte para derri-
bar o goveroo ; e lord Paliner-lon. embora sen or-
golho como estadista possa ter silo om puucu coo-
li.in.ido, g.nln.i. immensemenle em forre moral eso
cunsequencia da sua conreeMo ao scoUineiitu pu-
blico, lano aqu cuino uu exterior.
Ao mesmo lempo, para fazer joslija a lord Pal-
de Vedelle ergutndo os
guiar-se, replicou Mr.
hombros.
Rosa sorrio em silencio com uniaexpress.io de pie-
dade, que teria sorprendido o velho conde, se esle
hoavesse comprehendido que diriga se a elle.
Esse assomptu de ouiversarao fui lugo abandona-
do pelo objecta mais iuleressante da eleirao, que ha-
via de ter taita na semana .ei-uinle. Ja'cques linba
mnilas probabilidades a su favur, o que lornava-u
taucode alegria pela perspectiva de vollar Paris e
de ler assento na cmara.
Ja'disseraos que a alegria eri o triumpho dejar-
ques ; seu espirito vivo e l.rilhanle,
a Vollasle emlim i Franca, meo charo Eslevan !
Eslai caria ira' achar-le a' suinbrs das bellas arvuies
de Sarcelles. onde repouzas de las tangas redigas
as delicias da vida domestica.
Pos'u, pois, comiuuar nossa correspondencia in-
terrumpida, cerlo de que uo licarei mezes inleiro.
sem receber resposla. Ah meu amigo, nao podes
imaginar que clar.lo de alegra alravcsa a eslepeu-
samenlo meu eoracje sombro e dilacerado .'
u Bu te escrevi para o Rio de Janeiro, depois pa-
ra \-iliiar.il/ii, emlim para Culi/, como linha-ine
udicado. Recebes-te lodaa essas cartas Pruvavel-
evrar em aua delermievajau beruica ale a vulla do
marido.
A boa nova dada por thereza lurnava a abrir
(ampo a tudas a, suas Nparancaa ; pur sso elle ac- '
lheu-.i com ara surriso radioso e nina nsoeda de Tinte I
francos, que lizeram lefleclir a Iris sexagenaria. Re- !
cebando o ua ptelo ella senlio certo resaorao,' des-1
cuuliou ler dado lalvez rain couelho u ama indi-
cando llie ns rizinnea cuino nina iHHiatujle ulular *
para pr de aceordo sua mnseieneia e eeui inlers-
OS iseentoa de lomar sempre as peca, de uuro de
Mr. Richer, porem vigiar
\r|.' iiuii eulro.i
como ser hurailhada pela mferioridade daquelle qu
puu.le commove-la. anda |ior um instante. Rosa
.olrera o encanta grosseiro dus helios olhos e da rao-
cidade de Arleraon durante algumas horas, e um
remorsode dignidade a impellira vivamente a con-
fundir esse Celadon que Coreara a ella lio pura a co-
rar dianle de urna de suas lembranjas.
Arlaiuun uuvia sem euiiipreheuder ; eiea lioaua-
I gem fria cal.i.idu subre a efervescencia de suas illu-
j sites deseuncertuu-o inleiramenle.
Entretanto, seuhora, balbuciou elle, minhas
i visitas. .
Nao lera cabimento, seiihor, na aoseucia de Mr.
de Vedelle.
Arlemun eslava pasmade.
Se nao me engao, seuhora, disse elle, he ama
I despedida.
Nao, lornoii Roa liraiidamenle. ha apenas de
em vigiar suas niaueias com Roen. I minha parte urna vulla a' decencia, de que minha
mi nease salao fechado para elle d.s- i inexperiencia havie-me feilo apartar.
de quiuze dias tufa a iiupressu de ulna alegiia dlli- E de que minha audacia daquelle dia a fez lera-
alente eonlida. Sua, lembraojas aluda reanima- I br-r-sc demasiedameule.
das pelo especio dos lugares, pelo aimua das (ole- Cuuliecen lu que eia pengosu, llosa reolvera-,e a
tase dos he|iotropio. llore prelnclas de Rosa, I OTltar O terreno das explicares. Kssa allus.lo a fez
disperlaram-llio a e-prrauras e peiiuitliram Ihe ; orar ; mas recobrando luda" a sua coragein e lilau-
fjrinar ns projectua m.i seductores. Rao agaiuu- : du em Mr. Ricliei seo ulhar sineern,respundeu-lhe
se purque Rosa fazendo-o esperar uu. poneo deizou- \ ossa -enhoria obiiga-n.e a dizer-lhe que com i d* dissimola-la : loinava-se
n saborear sua lelicidade e preparar a (tierna de lu- leneito sua conduela m tivuu miiilia delerimi.arau I
do u que devia ajoda-la a cunlempla-la. I deve poiscunipreheiuler que ella lie rrevugavef.
Desua parle Rusa preparara-se para receber a Mr. j icenaodo e-las palavras em (om firme Rosa fez
Hlrlier. levo extremo cuidado em regular previa I M'. Riclier urna sau.larao fita, e saino do salau.
menta o que pretenda di/.r-llie ; esrulheu seu ves-1 *" ves|bu| ,.,|,, disse ei vuz alia a camarista :
tuarb rom rellexan, e foi t.em disposta, bem rpo- ~ Thereza, Mr. Rieher pede o eu cavallo
.i..? "* *! m nm*; nm!,""1', a.'moran BW _olUr-ea. dlrlgio-se para a escada. por e. aaaeneie nao aotorlsada por elle.
de|,.i.io de um semblme eetudado an e.pelho que Arlemun fnrtose hnn.ilha.to Dcou em pe no In- -Porque nao avison-no. i.i-., elle oven
entrou emnm nn aaMn. miar da porla prnciiranu.. ama rMposla sem arha-la,
-u Irage rica e evero cimponha-sp At. :m Te ci.ntemplandn Ros, t\nt retireva-ae, ecomp.rnndo e-,-
udo de lainasrn da enr de violeta mili chegado no ,e ar <' planela oHendida com u abandono de sua
---------------------------------------------------------- primeira tnlrrvista.
vioe v.mrxo n. 1, _. ye demonio aeonselha-a 1 morroroo ene
Arlemon ciecolado e despedido licnu logo fora
de seo pensamenlo, ella volloo immediatameme
ua preoccoparao grave, a esse Jorge exlraurdinario,
m- -terie.o, impenetravel, de cuja vida devia com-
parlilhar, e qae prrmaneceri-lbe I3n eslranho. A
ra/.au de*sa grande obra de disiuiularao conlinoava
a escapar-lhe, r ella vullava sua esperance para Pa-
rs, c para Esleva.i de Alais cuino u nnloo ladu, do
qual poda cbegar-lhe a luz.
Kesulveo aguardar ciplic.iji.es antes de cemmu-
-ar a ningueui sua impurlaute deseeberla ; viva
ni una tabre de impaciencia, e leve a coragem
inleiramenle moiher.
V in.li veio ve-la. a achou-a Irai.quilla OMttafeila ;
ella fui passar um da em l.a Pi.ede, e pode coila
lilr-se diante das laraeiilajrs de Mad. de Vedelle
lebre a saode de Jorge, e dos sarcasinus disfarjadus
d|e Jarques sobre en espirita. I) rellio ronde sol
exprimi ama rousa : eu detconlenlament abso-
.. havia dcliiin-i menta, pois leu bilheta datado de Brest a'o coui
orado a Rosa desde o primeiro da ; essa jiicuiidida- I nenhuma queixa.
meiilada pelos lioraens de bem de ludas ai najes.
Cremos qu( he do deslino da nossa najao occopar
nos annaes do mondo um lugar ao qual neiihum
oulru paiz pu le aspirar.
o A historia do inundo, em resumo, nada mais
lem feilo do qoe preparar a exallar.lu do povo qoe
devera reunir ludas as uajes da Ierra em nina su
familia. A nossa lingoa ja he fallada petas duas
mais poderosas e pelas mais enrgicas sociedades do
slobo, e no hemiipherio meridional um oulro ramo
da uussa raja cresce rpidamente para as dimenses
de uraa naj.o. Ouanlo ao mundo brbaro, suecum-
be quasi (..talmente sob a nona influencia.
o As vastas regioes da Alia, habilada por duas
tarjas partes da rara humana, estao invadidas pela
energa intaligavel do povo inglez. As religies de
Mahomet e de Brahma contara seos sectarios entre os
subditos da raioha. llavera, pui, quera toaba por
exlraurdinario que os nosso conselhos produzam
elleitu em Conslaulinupla, quando se lembrar que a
Inglaterra he a primeira najao musulmana do
mundo ?
No Oriente eita a Inglaterra em commanieajao
eom o re-lo dos humen., grajas nossa energa. O
imperio chira he revolvido pelas dootriuas dos nossos
misionarios, e as oossai colonias da Australia ha
mlhares e milhares de Chius que levara a nossa lin-
sua e a nusa civilisajau ;.s niarceus de rius desco-
n heridos, e ao cura jan.le regioes fechadas sciencia.
Nossos raminhos de Ierra e nossos (elegraphus se
eslenderao denlro de pouco lempo desde o Mediter-
rneo e o ocano ao corajao da Asia.
" (' Egypto fui civilisado pela passagem dos nos-
sos crrelos. A Tuiquia da Asia e o golpho Peisico
resenlir-se-bao deuim de pouco lempo da mesma
influencia regeneradora.
a Os no,sos viajantes atravessam a frica de um a
oulro ocano, e um fuluru brilhanle sa abre para a
desvenlurada raja de Cham, grajas aos oossos esla-
I.clrcimento ua Coila Africana.
de eminentemente parMeose, na qual o son) dai pa-
lavras oeenlla o vacuo do peu,araenlo, imprcssiona
intalliTelmenle as mullierc adurmecidas pelas con-
versa jes de provincia. Cuuiludu, tiesse dia aperar
de seus nielhures chistes Jacqoes nao pode con.ervar
u lugar tavoraxcl que oceup iva ua opioUo da co-
uhada. Itu-a ooriodo-o eomparava, e pela primei-
ra vez a ci.raparajao fui em vanlagein de Jorge. O
que era esse espirita superficial que cunsislia inlei-
ramenle em certa arta de arranjar as palavras vis-
la dos peii.amontos profundo*, da eloquencia Terda-
deira, dos accentos coramovidos que euconlravara-
se a cada pagina dos manusciiplos de Jorge A' pro-
porjao que venlicava a luueroridade du maridu a
pobre mulher senlia-se an mismo lempo alegre e la-
Melada. Sua visita a l.a Pinole fazendo-a dar m-is
om passo uesse camiiiho deivou-a man perlurbida
que uonca.
He por ser realmente mal superior aos outros
Maeaus que elle deepreu-me as-ira, di,c ella com-
Stge Tollando para Beliousqnel.
Rosa passou mallos dias em ailernalivas diltaren-
les. Ora renda grajas ae co por ser a mulher de i
um liiimem de grande Intelligencia, ora I
Minlia ultima caria comu uuirava-le as iuqaie-
(ajees que nos dava a saude de iniulia ra.u, e aniioii-
ciava-le a resolujao luinada pur mea pai de residir
no Meiudia da Franja, para madama de Vedelle res-
pirar o ar tapido de que precisava.
a Lsse projeclo realisou-se. O Val Sec foi rendi-
do, e meu pal coi.prou urnas Ierras a poucas leguas
de loulo.i.
' Teulio necessdade de tazer-ta penetrar boje ata
u fuudo de minha alma ; para ser bem comprehen-
dido deia-mc vnltar um pouco a ranillas irapres-
sues passadas. lalvez mui succralameote exprimidas
nu resto de minha correspondencia.
" Deixei o Val Sec eom lagrimas de menino ; ah
linha lido bellos sunhos durante meu rcslabelecimeu-
ln da hurrivel doeuja. Ja' conlei-le como minha
m.ii ti-ouv.'-me para ahi quasi moribundo, abatido
por uraa molestia indelinivel, cui.equeneia de orna
tabre cerebral causa la por atcesaos de Irabalho. Du-
eslado conlemplalivo, cojas delicias nada poderia
pinlar-ta. Saboreava sensajes (ao novas sem ousar
communica-Us minha familia : nem a (ranquilli-
dade devola de minha mai, nem o espirita rgido de
meu pai, nem a alegra eslrepilosa de meo rm.io,
podiam iuduzir-me a ellu.ao. In-lineiivainenle sen-
il que nossos espiritas frequenlavam os antpodas, a
certa pudor da alma lornava-me silencioso. Fui nes-
sa poca que liouve em mimuma mudanja que cus-
le maito a coinprehender. Minha inlelligaucia sof-
fria urna Iransfurmajo completa ; ai facoldades,
que eu fatigara por esfurjos demasiadameole assi-
duos, ojo vollaram-me depois de miaba doenja ;
erara por assiin dizer fonlrs eiguladas, das quarsna-
da poda mais sabir ; porem ao mesmo lampo por
una admiravel cumpensajao do eco foram-me con-
cedidas tarjas desconheeidas, meu. peusameutns lo-
raarain uova direcju ; a um senliraenlo a principio
conluso, ucee leu urna voz disliucta e forte : ura da
uiuduu-se a forma de minha liuguageui : tai-me re-
velada a puesia, eu era poeta.
a Desde esse momento liquei mais ufano e mais
silencioso. Viv absorta, e occullaodo cuidadosamen-
te minha riqueza interior. Se eu tivesse fallado de
minhas esperanras teria solfi ido a censura de meu
pai. as pergnnlas de minha mai, e o escarneo de
meu iruiao. Calei-ine, concenlrei minha fon-a e li-
v-e razan, la uliima caria ni'o prova.
o Ja' esta' mui tange de miro, esse lempo de ira-
balho, de medilaj.io e de esperauja, e lamenlo-o
am.irgamenlc. Bullo era mojo e descuidoso, viva
cora os olhos filos na estrella dos poetas, a gloria, e
migo fazer do nos o objecta de escarneo do inunda,
defraodando-nos daqaillo pelo que temos garlo
tanta sangoe e dinheiro, fora um suicidio.
Nao podemos suppor por um momento que o uu
so chefe Allv, depois de ler tallo igualmenle ,e
melliaules sacrificios para alcaojar om lira ron.
inum, pudesie ler sen.mente meditado em abaudo
nar os froclos da oossa victoria collecliva.
Cremos agora, como criamos enlso, qoe o mai-
preeminente dos oossos contemporneos eetabelerea
mal ou compreheudcu mal o verdadeiro estado do
negocio, e que ai suas grosseiras impotajoe a ami
gos e iniuiigos tinliam reproduzido inimisades irrc-
consiliaveis.
Alcmdiilo, a decisAo para eslabelecer orna di
pula nova antas por um cungresao do que pelo dic
lame de potencias individaae, he oulra victoria al -
canjada em favor da civilisejo e do proeressu.
Oue mo liluae.io causar esla ultima diHereoja na
situaja.i dos partidos na prxima sessao'! Dizein
qoe o ehefe da opposijaa na cmara doi cou.iuuu-
durante a sua visita a Paris, esleva em roturaam-
car.iu pessoal com o imperador dus Fraucezes.
t.luer esle boato seja verdadeiro ou falso, minislia
nm bello fundamenta para especularao e para oh
servajao do estado dos parlidns oa aclalidede.
A Inglaterra e a Franja ...o alliadas para o glu
r.oso objeclo de preservar a paz do mundo; e a
guerra da Russia he apenas om episodio na historia
desla alliaoja.
Comtudo, he tambem nolavel ler escapado oh
servajao do leilor qoe, ao passo que o aclu re
cenes do governo de S. M. tendan, para provoca
ooras hostilidades, lodos os sermoea polilieos da op-
po-ir.o iinham a Paz i como leilo prineipal.
A ultima oceurrencia entre os grernos dos don -
paizes era punco meaos qoe ame comeada de mi
uniros.
No oulro lado do canal, os estadistas malignos
pudem rir-se do perigo passado, ao passo que lord
ranle dous me/.es minha vida e miiilia razilo Italiam 'li0 l"csenlla qoct.lo pcrlo de uiiin en-onlraria urna
estado em perigo ; mas eonserrii ama e oulra, Dos I dt'^'aja que devia anniquillar-me '.
deslinava-me o padecer! Tu me fallas-le, meo amigo ; la ami/ade, leus
Recubre a saude, grajee ao ar puro de nos-as |O0aelhoi ter-m*-hiara lalvez salvado ua lurmeula
He ara lugar primitivo eembellecido da lodos os la-
dos pelu mar.
a Peales sorrir, meu charo mariuheiro, eu nunca
tinha vil lo o mar ; sua vista causou-me orna iid-
pressao que pareca verligem. Nao cansava-toe de
vedo, a-unira-lo e nuvi-lu. Cudava juvir sabir des-
sas bellas ondas azues do Mediterrneo Intimo- su-
blimes, que eu devia traduzr. Senta a "poe.ia in-
vadir-ana o cerebro ao mesinc lempo, qua o ar im-
pregnado de perfumes penetrantes enchia-me u pei-
tu. M.de.i,i,a-me ouvir meu pai mal.lizer as po-
dras hmidas e desiguaes da praia, minha mai quri-
lar-se do vento do mar, ou Jacque dizer que elle
entadava-o. porque era sempre a mesma cousa ; es-
sas criticas atravessxain como crreme, de ar gela-
do o sopro ardeule de meo enlbunasmo, e eu lugie
de rainba familia para nao oovi-lai. lodos chama-
vam-me selvagem, e deisavam-me viver ,. minha
vonlade. Minha saude quasi complelameule reala
belecida satisfazla minha mji, alcance! della qoe
ceisassc ,uas pre-rriprue. c u-, pri cauruea hebi-
luaes, e pude eozar de plena liberdade.
o Minha pobre mai lendo estado doeotc o Ir-
qoarlos de iua vida, lem por idea lixa nao coidarem
uulr.i couii, senio na maueira, pela qoal ruinera a
dormem os entes que Ihe sao charos, ler bum ap-
pelile e somno Irinquilta, parecem-lhe ser urna da-
pnncipaescoudiresda felicidade neste mundo. Tem
sido lautas vezes privada de urna e nutra eoea, que
essa npini.iu he ile-culpavel nella.
n Eu gnziva pois de minhi liberdade, anda me
Ihur du que no Val Sec. Cerlo dc n.iu ser vigiado.
pa,ava uraa existencia isnla 'a e errante, ao rcente
lempo em harmona com ... novas necewidades de
mi..ha ualureza ; usa va dc minha joven lber lade.
senao cura eice-su, an meno. rom paulo. De n.ule o
pose com alguma seceura.
Mas. senhor, reapondoo elia com cena em-
phae, meu marido n.1o he menino. Cuido qne po-
da r a Marselha sem perrn.,i..
Ah un. he om hornero muilo hbil para
rom asidor
XIS
urq,
jarse de vedette a E-levan de xlai
i Manana 95 di jonhu de 1835.1 iia da oalureza
contemplando o hrilho das estrellas llravs di rete qui
: muvedija das ."olias Oh meu amioo : quanla lo i


.

MUTOiDOr.
re.idenria em i a Pinedo elle' foram melliorn do
e en esperava. i a Pinede lie om pequeo cstr>l-
quanla i lo iioladn a ama lesna de urna pequea cidade pil-
idnura.ao. quanla emoj:,o. qoanlas. aspiraje di.- loreica e oriejual. ma, odiosamente habitada por lu-
perladas em mim pelo e.peclacolo das reagnificen- da a esp.ee de raeica lores retirados.aos quaes reu-
immoiloa mezes em ara I ne-ie bom numero !e notarios, (unectaoaros ele.
Cuma paslorinh. 'ti algum pescador lanjar.me orr.
olhar de le>r..pfian-a. e iprear--e plsaod-l ionl'
de mim
Em lodo o caso era jrr doooo .nr.ocrnle e qoas.
feliz Agora uu um inte miseravel e lalvez rnlpadc
' Cwiinuar-se-a. i


.
DIARiO D PERNAMTii CO, CUARTA PE1RA 21 DE JANEIRO DE 1861.
Palroerstaa e teas collonas tem smente ttaegurado
i permanencia >i sua policio, Montando .1 cinta di
Curt /i.i diplomtica.
Com elft-.to, pode ser allirmado com tegoranca,
que por indis sujeilu i|ue os forte poetan) ser
A civi|isa<;Ao, anula que com pasaos lenlus. nao xras por un iiuli>iiluo, e a nou sor a prudencia
dexa de mirchur progresivamente ; ja limo dual do caxalleiru u negocio ledrrta a sanguc
suciedades de .lansa c, m gusto a laxo asiaiicu. lio-a-sc a uin crio l.ovelacm', dio lie
o da 1! .lesir mea, anoivertarlo da iotlallacSo Doma bttilistoal que leuba mui un, pouco de res.
la nova provincia, qoespanai cvnta lies aonoii do
a corlas seccoes politln, a repugnancia dalles re- existencia, passnu aqui sem a in.ns leve demonstra-
dena ao de.ejo de que a paz do mundo fo.se man- (!u de jubilo! Sera' eiaa bita de cniiriilameiilu do ha Muido, a
pello as familias da ni
que presencian]
quasi (odas as nuiles por se Smc. enramoado. secuu-
a. t.n .. ,1.1.1.. .... ___>_
lida.
Jual ser enlao a ailaa(So dos negocios no mex
de tevcre.ro vuidouro .' A dupula ratsa nao be in-
fchzmciile a nica em que us acharos .mpcnha-
dos, ou de que etiejaroos amracodoa.
Anda existo peoilenle a napolitana, e iioeaean-
do eses >\ tnplom,-- iullamroaluriot que podera divi-
dir os duuloies alh.idus na opinio quaulo a' ma-
lieira justa de tralaun-nlo.
A uossa delermliarlo em coasir a Nova Granada
pela forca .las amias ja le tonino un pretexto de
drsa 1,1, 11 l.ni.'iilo e murmuraran, para algor,s dos
libera., que smente in uuuiiue sAu sustentculos
do uovemo.
Vs prelencues da America a urna especie de Pro-
tectorado da inais corla estrada enlre o Atlntico e
o Pacifico sao por consequencia inloleraveis, e con-
tem em il os germen* de contendas Moras. E,
para coroar a obra, ja cunamos tu, una nova guer-
ra com a Asia.
Como Mais guerras 1'. mais laxas 1!Fdra%sle
o grito, em coro, da oppo-irAo declarada cm trente
do- ministros, e da lulo dedarada em toa direila.
Nesle inumeulo um dos mais elevados desejos do
povo be ser isento da laxa da renda addinoual.
Concebe-se quaolo fjra popular, as mos de ha-
bis tactivos, fazer om appello a' nac.au contra as
tendencias beliicosas do pnineiro ministro, garanti-
do por una piomessa de que se os eus designios
foreni frustrados o peso das lavas sera' diminuido !
Em tal cao, os antecedentes de alguna dos cheles
Torves cuadjuvariam este intento, pois qoe a econo-
luia he mu fuudamenlo neutral, e os estadistas que
hipcritamente fallam na a moralidade de urna
lita ha mullo meditada, se uoiriam compactamente
quando se trslassa de salvar o diuheirn.
Pode ser esla a gloria de lord l'aliiierston, mas
eerlaraenie he seu iiifortuuio que o seu comporta-
mento e a sua pulitica armem contra si as ideas filas
e os iulsresses lemporaes de urna lao grande parle
dos libera<-, o que se oppoe *s Iradirts du seu par-
tido.
Anda suppondo este ajuste totalmente fura da
quel;io, permanece crupi a dilliculdade na pesoa
de lord John Kussell. que podo esperar revlver as
sympathias geraes dus lifieraes no interior do paz,
sem ser desagradavel ai iuleresses doniiuaules no
exterior.
{Morning Chroiiicle..
ISTERIQR.
Kl DE, JANEIRO.
11 de Janeiro de 1b.">7.
Por decretos de .) do corrcnle mez :
I ci leconduzdo o bacharel Ladgero lionrulves
da Silva no lugar de juiz municipal e de uiph.ii i do
teriuu de S. Jn.l.i da barra, da provincia do Kio de
Janeiro.
Fui uoineado o capitAo reformado da I* linlia
Manuel i.iau lino de Uliveira Cruz para major do
1,,,tolmo, de uilantaiia n. .1 da guarda uacioual do
vervieo activo da provincia do Pernambucu.
Tietram merco da serventa vitalicia dos olli-
cos de
Tabel'.iao do judicial e olas, e escriviin do crime,
civel, orillaos e alsenles, capellas e residuos do
termo de Villa Bella, na provincia de l'ernambiico,
Manoel da Natc.mento Casado Luna.
Esciivo dos orpbaos do termo de Capivary, ul-
timameule creado na provincia do Kio de Janeiro,
o segundo tabelliao Jos Correia Taborda de Ho-
llines.
devida a' influeueia da admioislrarlo primitiva, qoe
e e.foicoo pela eollocaoo da capital na autiga ci-
dade de Coriliba '.'
Eis o que eu mu sei responder : dirtint ratlitani.
A .eligido prospera ao pasto que o e-pinto re-
ligioso vai despertando : exislem nesla cidade qoa-
1ro templu- edificado- ha dilatados anuos, e urna er-
mida na distancia de pouco menos de urna legoas,
cuj Comerlo esla' ero projeclo ; ja ouvi dizer, po-
li ni, que esta capelfinfia vai ser de novo edificada e
que prelende-se augmentar : para esse lira ouvi
lanibem di/er que o major K.cardo tjonraltft Cor-
deiro promover uma ubscriprito, na qual arraca-
dara a guarna de :i:JiMljs.
Estn ancorados nesle porto 20 navios de alto
bordo.
No mez pastado rendaran) a alfandega e con-
sulado 12:8171097.
O Homero de pesian fallecidas leiu crescido
neslet ltimos dios.
Aqu lermiuo dando esla por concluida.
Esquecia-me di.er-lhe que uo Itijbiri sequo
para asta corle o l)r. Manuel Francisco Correa, mo-
co de latelo nao vulgar e da una in.trucrAo solida ;
qae fliesaa pcospara viagem, sao os man desejos;
posto que nio ha que liar nos taes vapores da buha
intermediaria, para a qual. repito, o goreruo deve
olhar com a mais seria alinelo.
'.('arla particular.
.Jornal do Cummercio do Kio/.
COKBESPORDEMCTA DO DIARIO DE l'Elt-
NAMBUCO.
ALAUOAS.
.M-ieio 18 de Janeiro de 1857.
Ch irssimo seuhor.In primo loen dou-lhe os
parabens pela victoria assignalada, que alcaiicon,
alravessando inclume o leinpesluuso anuo de 18>I>,
de OXOeraoda recordado nos annacs da tenada
Sania Cruz. Vmc. que inelleii una laufa em Afi-
ca, e que identicu resulta m jamis colber, arros-
trando impvido a caudalosa crrente de males, que
ioeetsantemeDle acompanharam o sopra referido
periodo.
Ouem presenriou os lla.i'ilus e inais accessorios
scpulcraes que apparectram, em lalanuo, quem
lesleinunhnu tantas scenas de ulHic(u e Inrlura,
quem cmfim viu a humauitlade quasi naufragando
nos pareis do (umulo, admirae. parece acordar
de um sonho, vendo-se livre desse tempo tormen-
toso, e anda fazendo paite da falange dos v-
venles.
E quem mais que o Brasil pasou por lernveis
exeiriciii da il'lh ira, visil.indo depos com loda a
ininuciinidadc armamento, pames alojameutos, bo-
tica, ele.
S. M.acrilou um esplendido Imocn, qnc Ihe fui
' Sr. AImiii, digno ininmaul.inle
ollerecido pelo
do c que eslas influencias nao sao de natiiieza a' fur-1 duzidns quasi por um impulso mechanico
PARABA'.
t'jr.ina-ua', de dezembro de IK.
Na ultima caria que Ihe euviei pelo comi passa-
do, disse-lhe ludo qoe occorreu por occasiao das elei-
;ues, e qual o resultado desse piocedimentu ; vere-
mos em setenibio qoal sera' a norma de conducta
dos eleilores as proviuciaes.
Couiecei pelas eleiees, porrn ncla qualra a po-
ltica he a materia preumbular de loda a correspon-
dencia de mais alguma catbegoria.
Wao quero porin demorar-me em om ponto que
pieseutemeuie uao faz o ohjeri da ordem do da, e
|ior isso ocupa-lo-hei com oulro assumplo de aila
consdera^ao para esta piovin:ia em geral, visto co-
mo de oulra vez fui calculadamente esquivo. Agora,
sir, cessaram as razoes do mcu clenlo, e com ellas
lod.is as apprehen-rs do meu espirito; poseo por lan-
o lallar-lliesem relmco e com u maiordesemliaraeo.
Os engenhos la para cima eslao f.zendo grande
nial a si proprios com a oaiid do miro, por isso que
o atravessadores eslao comprando a herva mate em
trulo pelo eiorbilaule preco de 49500 e .") ; ja sabe
que quem lucra com etsa infloencie mal entendida
he o Iropnroque desee de Coriliba na melbor qoa-
dra da safra dos palacoes e das oucas ainarellinhas.
Oa, o numero de tropas qoe desee diaiiamenle he
hem atollado, e no entanlo a influencia he tal, que
* cungonba nao escacea, e o preco se levanla logo
en) detrimento do. fahrcadores, e snbretudn daqoel-
lesquea conipram berisliciala. aiiru d- icm-lie-li
para Buenus-Atres, onde o lacro he quasi sempre
locerlo, porqiiauto nido a arroba da cong"iihacom- i
ao porl.lo de certa casa de edueaeao,
em que alias n.lo tem entro afazer, se mi osfeulaui
o mais lequiuladu escandalu muial publica, lauto
mais quaulu pude Smc. dar pasto a esa susa paiv.io
de emliulir-se em portOet, em oulra parte, onde seja
romos vislo, e por is-o menos escandaloso : ha lan-
os porloea que dao para ras descras, para necees,
itmnturos ele. ele.
Consta-nos que o carro de um liomem ,
alias hem conhecido por sua estupidez, e Tofo orgu-
lllo, lendo lanzado um pouco de lama em urna das
no-sas ras mais immundas sobre om sugeilo ,
|ii Iransitava a pe. e este fazendo moderadamente
algumas rete v- ao baleeiro, por isso, que eslava
cubarlo de lama ale os olho<; o potentado, ligurlo.ou
paspalbao se ergin-u as ponas dus ps das almofa-
las, e com voz alroadra lirados :
DBOate c.inalha rom o chicote,F....! O boleeiro
eraueu o chicle, elatruu o pobre boinciu. qne tre-
rnendo e subraisto recebeu o casligo de sua iusoleu-
cia n
Nao se pode Mpportar o barulbo, que fazeiu
cerlos prelos em urna casa da ra Velha ; a loda a
fiera gritan), qoeslionam, dscoui|iiem-se ale. Nao
admira, pois, cm oulras casas i nao de prelos ) as
descomposturas fervem de tal maneira. qua o povo
se rene na porta para apreciar as bellas phrases.
que se enuncian), e as palavras que se dt-pei.nn por
deseuladu !
Sr. guarda da Boa Visla com sua lieenca te-
nha .i l.i o i,i ir da correr o caes do Capibaribe, por-
que dizem, que o despejo ja se faz sobre aquelle
parapeito.
Ceuta-oos qnc algom caixeiros de tabernas
dormemjuutu aos depsitos de agurdente com luz
acesa junto a si : podem dormir, mas naohajam des-
cuidus como este o do caixeiro da loja de cera do
aterro da Boa Visla, que Dos baja... porque qoem
sempre tema perder s3o os propnelanos dos sobra-
dos, debaixo dos quaes esfiio suas tabernas.
. ~ Sr. ralano,aalba Vmc. quequando he grosse-
ria inqualificavel estar se de urna varanda para oulra
letraclaiidu-se dus viziohoe, lauto mais quaulo uao
se ve a Iranca que se tem atravessado nos olbos, pa-
ra ver-se nnicaataale o argoelro nos olbos do vori-
nbo : esla nossa Ierra linda lem muilas colisas de al-
di-ia !
Consla-Dos que em cerla Iregoczia ha um es-
labeleciinenlo roonatro de garapas picadas : dizem
mais que essa casa gira c m firmas importantes : di-
zem ainda, que pos imite mais de ciucoeula uegros
fazem gaslo a este suave licur .' Para qut chamar
a alleoeao do respectivo fiscal '.'
Na Eslra la Nova, segundo dos informan), (em
mar o jalao e rectificar o sentido moral. Ellas agui-
Ihoam as almas, proditpoaM para a revoll.i contra a
regra, a o suicidio mo he minias ve/es senao nina
Imperial Marinbtlro,a e um dos mais di.uncios ol- j da< formas ilesla levolla das inlelligencias lu turada.
Iu-n.es da imada
Entre as saudes que se propuzer.ini diuanle o al-
rooco propuz-se lainliem o do boui aullo di viagem.
O Sr. chafe de esquadra Joaqun Jote Ignacio ac-
crescenluu que colmese evito dependa em gran-
de parle dus sei ticos da guarnicae, pedia que essa
foise lambem igualmente brindada. Foram enlao
i'bamailosum srjenlo de imprtaos inarinheiros.ou-
lro da fiizileirns nataes. o meslra t um marinheiro.
a quem o Sr. Joaqoim Jos Ignaein dirigi, fazen-
do ., brinde, um pequeo discur.o, o qual ellesagra-
decersm em nome de seus cantaradas.
9. M. retirtn-se as i) horas.
O o Imperial Maruiheirou parle para Lisboa, vi-
sitando depmsCdiz, (iiliraltar, loulon, Genova.a-
ples, Palermo, Argel, Madeira, l'lvinoulh. Poit-
mouth e (.heibnurt. onde entrar.i' em um dique pa-
ra limpar.
A guarnilo rieslt oosto vaso, comprehemlcuilo
os olhciae., be de 17.". pessoss, inclusive doat medi-
eos, os Srs. llrs. Kibeiro de Almeda e Moquita.
O Sr. capitao da fngala Alvim leva as inslruio&es
uecessaras para hem decinpenhar a sua commissao.
Sahiram, para este porto do da Babia, a i t o pa-
tacho ul-.speraiira, e 0 brigiic inglcz ciPhanloo."
O vapor S. Salvador devia parlir para os porlos
do noria a 25, as 10 huras da manbaa.
prutai_.ir. .' i.i .n mais solfieu da lernvcl aggres- havidooilavarios de burubas mea boi ; he bem
sao desse flagello desronliecido as plagas brasilei-
ras .' (Juem vio seu puvo dizimado, u loto, a or-
phandade e mais horrivets preral(os '.' mu, o lir s i
fui a ateos onde os flagellus oslentaram suas eao-
dinas fincas Do Prala ao Amazonas correu o s-
denlo cholera, eeifaodo humauidade, desliuindo
existencias charas, prumoveudo euiliin a ruma de
um povo, que caminhava aps o progresso. e a que
surria briza fagueira. Dos se amerciuu delle, seu
auxilio foi o Adainaslor, que esbarrou a saugoino-
leula marcha do encontr do Ganges.
itlizroente, meu charo s-ulm., ness< quadra do
Itrror, quando o qoadrodas des|>raeas alenata o lio-
in.-ui da tempera forte, quaudo ludo era amea(.i-
dor, felizmente digo, nessa poca sepulcral ohc-
roismo, a Candade, a religian liveram um tnu.npho
uliliuie. De-de o alio persouagrm collocado na cu-
pula social ao mais nfimo proletario, todo fui de-
dicarao causa humanitaria. Jlouvemn niarlyes,
que dedicandu-se au soccorro da huroaoidade sulre
dura, gustosos sacrificaran) suas existencias. Um
bom diveitimentuxinho.
Coustauos oiie ebegra
la.
urna cantora deno-
lambem ebegou um casal de ursos.
Coovern, que u Sr. inspector da Passagem aca-
be com o ajuntaineutu de pelos pelas tabernas, por
qoanto consla-nos, qoe mesmo tarde abrem alguns
caneiros as portas das tabernas pal a dar-Ibes a
beber.
Ascavalhadas de Santo Amaro de J.ibuaiao es-
liveram an-locralicamenle deseuipenhadai.
Conlinuam as pedradas por alguns telbados da
ra do Aragao, consla-no- que parlein de certu becco
que Ibelica pela retaguarda ; seuhor uspeclor, aler-
ta com esse doudo.
O vapor inglcz .rAvon, x indo dos porlos do
sul, masa a seu bordo os seguinles passageiros :
Para ella provincia.
\ cenle I-'erreira da Silva Coulo, Deodalo Cezar
de Castro Meuezes, Francisco de Paulo Das, Fran-
cisco Pohcarpo de Colmarte*, Temolbco Jo' Fer-
ies, Jos l-uiz_ de Azeyedo, Joaqoim Monleiro
ionio Bato-
Angelo Cusludio, l)r. Belainio, Dr. Vieira, um Ama-
zonas, um Nerx, e lanos nolros athlclas, que paga- Ramos, Franci-ca Balbiua da Silva, A
raro com a vida o excesso da candade, que demous-
Ir,iran a prol, o alivio de seus seniellianles.
Exlinclo o cholera, acalmados o nimos, cicatri-
zadas as frulas, anda exanges cutnpri.i ao governo
lodo invidar, alim de levar avante a reforma rege-
neradora, prumovendo os melhuramenlos moraes e
maleriaes, iniciando lei que llberlaatem u paz do
ddalo d-s Injosllcaa, dos odios e do lerrivrl espirito
de partido, emlim realisando em sua plenilude os
principios exarados nu parlo fundamental da oaflo.
Eis-aqui a missao reservada ao governo do pas,
miss.loque coinprehendida pelo clu-fe do gabinete,
vao Cordero, Augusln Cezar de Carvalho Menezes.
Ldnaid Augusto Kvder, Tbomas Comber, Calhari-
ne Palerson, Manoel Gomes de Oliveira e sua se-
nbora.
O vapor braHeim "Paran', sabido para os
porlos do noria, conduzio a seu bordo os seguales
pais.igeirns :
Dr. Loii Lupes Cttttllo Branco e sua familia, le-
nentc Manoel Joaqun) itrllo e sua familia, lenle-
cerouel Pedro Meollo, osalfere Jos Francisco Ri-
beiro, Jo3o Jos de Lima, e um cabo de eionadra,
Auna Tbereza de Jes'is, Dr. Fraucisco Aulonio \ i-
lii-irado estadista Mrquez de Paran, leve con- i'"' de Uliveira, Vrnnclteo Antonio Frrnamles
lequeiileineule a mais plena execurao.
Auxiliado da maoria sensata da DaCgo, dominado
do desojo de felicitar a patria, que" o trio naicer,
ambicioso da clona que heoapanagio los aran les
horoens, o Mrquez de Paran com a iflasiraco a
lino administrativo que o tornaram um bomem dr
poca, levou avaute a reforma,dolando o paizcnin os
melhorameulus, que nicos podem enraminha-lo ao
apogeu da pro'peridadc. Ali quau uicerlos sao os
destinos humanos !
Sim, meu charo seuhor, quando o impulso do
di.tinelo estadista guiava OOIXOl do Filado, lber-
lanlo-o do immlnenla naufragio, quando todo pre-
saciava om porvir fecundo de sublimes irradiac/ies,
quando a eoociliacjlo proclamada pelo grande ho-
mein de estado inlillrava-su em todos os membros
da nae.io brasilelra, qu a porfa reanlam-te no
prada nesla p.aca prr Gf e li.-<10U, ja v que varan- ,",1" A P"*":*0 ,"or,1.1e material, he quando
du o valor dos peso, hespaiihues, assim como podem 2W*ndo1'*" nOTbo brasileiro appareceu a m.-
ganhar quautias fabulos.s naa OtperalaoBea de-se ce- ''' 'S*'""? p"\ s"bre "f PU8al' '''-'' df>fe-
uero de cultura, podem lambem perder cousideratel-
mente, xendeudo, como lem acontecido, u merca-
dura por mellos do valor comprado. Todava esla
considerarlo nao desanima os especuladores, que es-
lao em tramosle cont,mte euro o Chile, e que lem
a mira pregada no gauho exagerado de 100 e :20o
cor cenlo !
Islo falto, ah temos nos as matas do centro con-
verlidat em moeda correle, e a alfandega desta ci-
dade com om leudimenlo bstanle avullldo.
Por fallir-lhe em alfandega, faz-se misler qoe Ihe
diga que essa reparlivau esta' regeilaado, com pre-
juizo do commercio e di inleresse publico, as cdu-
las rotas de 50S, bem como ns amarellas de OJS, e
finalmente as de 10? cor de rosa.
IX i o sei, pois, como podera' o chefe dessa reparli-
<;ao justificar lao iosolito procedimeulo; o certo ha
que para dizer-se que sao alsas, he misler conressar
que o mesmo tnesouio nacional as tem nlroduzido
ua eii cularao, porque algumas que de la lem vindu
uem por isso deixam de ser repudiadas.
Junte-se agura a ludo isso o extravio de carias no
correio, que be um dos maiores inconvenienles,
qur parla daqui, quer parta do correio da corle.
Junta -o mais a linba de paqoeles a vapor com
'requemes e demora las escalas da rompaohia do Sr.
Jus Rudrigues Ferreira, a qual consiste em doas po-
cliando crteiro golpe, e rondando a vida do em-
nenle ri lad.lo. do paliiola acrisolado, do estadista
hrasileiro, emlim do Mrquez de Paran*, lancou de
novo o paiz no Uceano proceloso das discordias,
amhieao dos bomeiis sequioeos do mundo.
O Brasil senlio sobremancira a falla do Mrquez
de Paran, mas compita proseguir ua senda ence-
lada, infelizmente nio havia mais o impeli do
nico, capaz de esbarrar ol arhiliios c desmandos.
Dispona o mez de selembro ; vai pmeeder-se as
eleires, lulos correm presurosos a depositar, fus
vol., pensando que doala vez a le teria cmplela
exeencSo. Insensatos que toinaram a uoveui por
Joo Ah meu charo, fui a reprodcelo dos mes-
mus abusos, a conl Haflo da caballa nojenia e as-
querosa, he a mema serie de meios torpes. Ijoe
importa o governo n.lo inlervir, se os homens eva-
dos de anOgos pieconceitos prrseguiram na mes-
ma marcha de alicanlinas, desnnrleando desla for-
ma o espirito intrnseco da lei '. As eleees de
novembro e dezemhru passaram-se da mesma
forma e va de tbeor : sen.lo vi ja-se o Cear, aon-
de o sanguc foi derramadn, e em oulros lugares ou-
de os sanios foram ervorados cm projerlis Feliz-
mente nppareceram muilas e honrosas excepcoes.
Dos se compadeea do paiz da Sania Cruz, 'ino-
culando em seu. filtros os principios de ordem a fra-
ramilia, tenenle Joaqun) Itiheiro Guimaraes, Balbi-
no Alves de Sonsa, Ur. Candido Jos Casado Lima,
Dr. Chj-islovfln de Barros Luna Monte Baso, Jote
de Santa Annallollaada, Manoel dos SanloaUar-
Mus Kniuaiin, Guilbrrme tillo, Exm. presulerili- do
Piaunj Angelo l'hoimiz do Ainaral e sua familia,
A mam Brralo de Albuquerque HaranhtO, Francis-
co Anlunio da Silva, Francisco de Paula.l.ius dos
GnimarMa l'cixoto.
At amanhiia.
REPAKTigAO DA POI.ICIA.
Occurrencias du da l'.l de Janeiro.
loram pies.,. : pela subdelegada da freguezia do
Kecife, Poatidonfa Jos Alves, por inl'raccilo de pos-
turas municipaes.
E tiela sub lalecneia da freguezia da Muribeca,
Cosme Jos de Meudnnca, para avtriguares em
crime de morle.
rtsiatto &t &ttnimbuto.
lres e romeras bsrc.s qu- ah andam, sabe Dos co- j ,'. zcn1l10 J",c,|"r ,eos *sf"'5os pa-
mo, com os nomas de llylrr e Calharineme, he pu
blico e notorio que a vida da tnpotafae corra immi-
nente perigo nesses velhos paquetes* e que andam
de porlo em pello calafetando os cascos para nao
cabireaa aos pediros; he publico e nulorio lambrm
que os passageiros, alui de-verem exposlus suas vi-
das, tem a bordo pe-suno Irataineuto, nao obstante
a subteneao que a pomposa finita inlermtiiaria
percebe do governo, o qual enlmenle ignora o que
so passa por taes paquetes !
Cuinpre-me comludo observar que o mez passado,
fazendo o Ihjbirr a sua viagem para essa, os passa-
geiros arrecnariim-se tanto em Canna, qoe, lem-
brados da Irisle sorte du Mensageiro, piearam um
praticu naquell* porto, eso depos disto he que se-
- j r 11 n para u Kiu!
Diga-me. pois, se Indo que
luto be uma
I
ros que me po.iem bi
ra a realisar,"ni .dos mpihoian.enlns, que o polem
levar o ponto cullimanle da grandeza e prosperi-
dade de que he digno. Ja v Vmc. que fomos fe-
lizcs, attavessandu em vida aro lempo tilo bor-
roroio.
Perdoe, meu charo seuhor, esla massada, que es-
peru desculpam, se allender que sao eslas reflexes
parlo de um eme. qne em inleresse immedia le
oesse jogo impuro, sem aspirares aos atractivos da
ambicio, e ao contrario decididamente detesta o
contarlo de nm mundo de njenlos vermes, lem por
consequencia direilo deanahsar m fados, que por
ah raminham cm VOtta escala. Basla ; e reprodu-
zo os par. lieii-,
Esla provincia coiilinoa em paz, devido par sem
duvida aos e.forros da seu dislinclo administrador.
acabo de relalr-lhe m' ,Sr; *\e A'l'uquerque. auxiliado por o dis-
,iu be uma ini-ena ; felizmcnle aiula mo pasei '" de P0,'c,a l",e'M0. Dr. Santiago.
ala dura provecta de embarcar em lies precipicios, tm1Da,l,".a "* capital, os animes vao arreferendo
lasahi attao o. pa.sage.ro, que llie podem bem m- i ?*"' ,,"'!"",i
.virrirtiiiirn.
DO SUICIDIO EM SIJAS KELA1 OES COM A Cl-
VII.ISACAO.
Segunda parte.
II
l'liiiiotogia moral do tteUiO.
Daiumoa aqu as generalidades histricas e obser-
vemos de perto, com M. de Uoismont, as pailicu-
laridades do suicidio contemporneo. Seu livro no.
tem submiiuslrar innumeraveis maleriaes, que nos
vao aju lar admlravelineule, salvo todava o direilo
de nosso juizo particular. Ser-oca-ha anda preciso
eseolbar entre lanos elementos. Iramos at ao in-
finito, se seguissemus o uossoguia itravcz de lodas as
suhdivises de sua analxse. Basle-nos assigualar os
ponlos culminantes desle graoa rabalho.
A progres.ao do iiiiridio cresce com o seculo. Eis
uma lirjJo docisiva qoe nos da a eslatstica. Hou-
verainem Franga.em I83, LHsuicidios demas|que
em IK2, JOti denias que em I8I. 26X demais que
em 1810, J7.I demais qne em 1831', 4:fl demais que
em I8;1S, 577 demais que em ItlT, 680 demais que
em 1836, 715 de inais que em 1835, de mais que em
I8:', por modo o augmento foi de crea de um ter-
co pur dez anuos. Cremos que o seguale periodo
decennal.de 1843a I8:l,apreseutara' uma progreslo
anda mais rpida, exceptuando contado o anoo d
IKXque oliereceu urna cifra inferior aos de 1818 e
de IXi'J. como se o diama que enlao se passava des-
perlasse a curiosidade e soSpendesse a vida.Se he
pelu paradmo ou das vunlades irriladas contra os
males inseperaveis da sociedade. Nao he menos do-
loroso pensar iue a' medida que se estende a ius-
Irnccao, ella parece espaldar eomsigo a idea do sui-
cidio, extremamente rara entre as populac/ies gno-
ranles.
Ten liamos coragem de ver o mal e de assigna-
la-lo.
He iiiconlestavel qoe a falsa ciencia, n.lo dirigida
e suslenlada por urna solida iustrurc.io religiosa e
moral, propaga as depravadas tentativa- da imagina-
cao, os desejos insensatos, e, com o espirito de scep-
licismo, o desgoslo da vida pralica. E onde esta' o
remedio ?
Dos nos livro que o procuremos em uma ignoran-
cia systematica !
Combatamos a falsa sciencia, sempre iuvejosa e
temida pela verdadeira sciencia que prodoz Irau-
quillidade as almas. E favorecendo com lodo o
nosso poder a iniciativa inlellortn.il du povo, nao es-
quejamos qua seria preslar-lha o mais delestavcl
servic.o, se uus uao aafbrcaatoDMM ao mesmo Itmpo
por forlilicar nelle todas as nobres cenlas e sas
cunvieces-
A inlellgenea su desseca e deprava. Fecunde-
mo-la a diiijamo-la pelos bous seulimentos. Ame-
mos o povo, e se o amamos, esclarei;amo-lo, mas se
o amamos, lambem uao o lisonjeemos. Sejaroos seus
amigus, au seus corlez.los, e nao Ihe poupemos as
verdadesse\eras.
Os centros cousideraveisein que se accumula a vi-
da humana, axercem uma granda aerpo sobre o des-
envolximcnlo do soicidio.
He em Paiit qoe se eueontra o mximum das
morles voluntarias e a inlluencia de Pars radia so-
bre os departamento, vizinhos. Oulro fado que
muito se approxima do que acabamos de enuciar,
he que a elevadlo ou diminuidlo da cifra em lodos
osdeparlameulosesla' em retacan directa com a for-
a relativa da populadlo urbana ou rural. A con
clusau que daqoi devenios inferir, ho que onde mais
adiva ha a vida, mais frequec'- he a lentaco da
morle.
As rivalidades do arnor-proprio, a concurrencia, a
exiliar :o das deas, a impaciencia da felcidade, os
ardores do detejo, lodos os attrativos da voloptoosi-
dade fcil e dodeboclie, eis o que couslilue o perigo
das grandes cdades para as imaginasoes vivas ou
para as almas tracas. Transporta! para Pars nm I se precipitaran! do alio das torres de N
cainpoutz du fundo dos Candes ou da Brelanha, e
veris te sua alma for fcil de eommover-se, qu. j
depressa e accendera' ntlle a febre dos desejos Ora
nao o esqoeeamos, em lodo desejo ha um germen de
que se
manifesla entre os inarinheiros, e a que tile chama
tbe horrors.
o O mal se declara, diz elle, geralmente na atta-
i cao d'inverno, quando, depos de urna langa c
o penivel viagem. os mariuheiros, pondo pe em
o Ierra, collocam-se sem precautelo em Ionio de ara
" focao rdante, e rommeltem, segundo o coslume,
exetssos de lodo genero. Ao ebegar bordo he
a qoe se declarara os symptomas do lerrvcl
horrors. Os que sao afleclados, san levados por
um poder irresislivel a' lancarem-se au mar,
n quer quando a verligem ns sorprende no meio de
o ieu trabalho, no cimo das mallas, quer qoandn
a sobrevin dorante o sumno, de que os d .rules dea*
-r rendo, a
Claseiliro nat caucas mixtas loocura, o delirio,
a imitaran contagiosa, a flaqueza de cararler, a exal-
l.eao, a bypoeoudria e esla especie pailirular de
melancola que lem lauto temperamento como iner-
cia moral.
Querer sustentar, como se tem leilo, qic todo o
sncidio he um acto de loucura, he ir videnlenien-
te contra o senso cominum e contra a sciencia.
Nao he menos iucoiiteslavel que he consideravel a
preprelo dos suicidios causados pela loucora. De
.'ii"> casot observados por M. de Boistnonl, elle
nulou 839 que perteiicem ri esle uuraeru. As cau-
sas da loucura sao variaveisuo infinito; .ao mono-
manas diversas, sao temores chimericos, he o me-
do da polica em consequencia de um crime real un
imaginario, s.io alfliccoes ou molestias, sJo lambem
allucinaces e terrores supersticiosos. Uma da.
formas mais extraordinarias da loucura-suicidio, he
a unitario routa-io.a. lis exeroplos que nos cila
M. de Boismoul sao verdaderamente uxtraordiua
ros. Resumamos seus Irabalhus como o have-
mos feito e como o faremos em loda esta parte destr
esludo. I ina mulher que linha a inlem.au de sui-
cidar-se, sabe que uma de suas amigas acaba de
por m a seus dias; e mata-se lugo pelo mesmo
modo. Algumas vezes e-la iullueucia se faz seulir
ao cabu de um lapsu de lempo cunsideravel. Uma
mulher, ao entrar em sua cmara, aeha u marido
coloreado : fica fura de si, e reslabeleceudo-se seu
caracler variou ; lornou-se Irisle e melanclica;
falla sempre em atorrar, mas s doze anuos depois
he que execuloil tsse projeclo, eororcando-se por
sua vez. A iulluenci.i da imtc,ao lambem se rou-
uifeila pur occasiao de alguin aeoniecimenlo extra-
ordinario oo que leve cert celebndade ; assim he
que um suicidio consuinmadu pur desxrcjdus que
o.sa Seuhora
Em parle acconlece que u suicidio nasce de uma
patata viva, irritada contra um obstculo.
Indiquei algons faclot geucralisados, segundo os
dados de M. de Boismont e que poem em relevo
certas inllueiicias, como as do sexo, da dade, do ce-
libato e da falsa inslruccao, imprudentemente der-
ramada no puvo sem 1er correctivo na educado re-
ligiosa ou moral.
Emlim, assiguale a aceito perigosa qoe excrcem
us grandes focos de populac^u, on le a vida humana
multiplicada em um eslreilu espato corre perigo de
excilai-so e inllammar-se al o excesso com grande
prejuizo da rttao e da moralidade publica. He pre-
ciso agora aagoir M. de Boismunt na aualyse minu-
ciosa das causas pailicnlares.
Nao adolarenios exactamenle a -ua divisao que
reparlio eslas causas em dous grupus, as causas
formar ; ccrlueslou de que nao me bao de rjetmen-
Ur, pois que delles he que lenho ouvido referir lo-
mea csses fados que nos cubrem de vergonha.
JouIc-3e aluda a lo los esse. inconveniente! o atra-
so da adiuinislrai.au publica e da juslic., am virlode
de tantas interinidades que ha na provincia, come-
caodo pelos presdeme, chafe de pulida, juizes de
direilo, chefes de lepailices, ele.
lonlo-se finalmente a falla de instrurcaoqne aqu
existe, i i iioip .[,,.,-,,:,. esia cidade. onde o esludo
elemenUr marcha eoia muila irregularidad!, como
acabou da provar no da 2 do correnle o collegiu
desla cirfa le. cuja, alornos mo.lraram pouro ou
uenhum adlantamenlo as materias era que foram
examinadas; deveudo se nolar que us pontos de ea-
me erarn raciluiii, e que nem por isso as retuotlas
foram salisfacloiias- i- --------
deve rucabir
uasmos. salvo um ou oulro caso, jus-
los corolarios da peleja eleiloral ; felizmenle como
o mal nao he de grande dorar-aovade in pace.
Em o da 25 de dezembro um soldado desertor
assassiuou uma mulher, appiicando-lhe oilo cerlei
ras facadas; n.lo pode resistir a lano, e l;i foi po-
voar os conlins da elernidade. Ale o prsenle lem
sido malogrados os esforeos da polica hbilmente
dinjida pelo digno delegado, o Sr. Teixeira Oli-
veira, na raptor., do monslro maldito.
Em odia I- de Janeiro enlrou em etTectivo exer-
cicioo pharol desla capital, brindando-nos com suas
irr.idiaroes. Ja era lempo. I.ouvores aos dislinc-
los presidentes, que promovern) a realisacilodes.a
obra de palpitante necessidaile para esla provincia.
Sao esla e oulras obras benficas que a provincia
recebe com gralidao ; e anda mais alo verdadeiros
mouomenlos, que allrslam os grandiosos sirvicos de
seus aulnres.
Aqu lindo, a mala vai leehar-se, e porlanlo don
un a miiiha larefa ; em oulra serei extenso. Al
breve.
Disponha do pequeo presumo do
Cosmopolita.
claro esta' que loda a culpa
sobre a directora do collegio, por i-.o
que as meninas nu podem saber aquillo que .lie- nao
he ensillado, e que entretanto entra us elementos
da e iiirac,,io de urna i.ieumi, atada mesmo de Itnra
idade. '
Dizendo-lhe isso, anda nao Ihe lenho dilo ludo,
e peza-me de o diaer, porque lalvez Ihe parec es-
trelibo que em uma cidade pupu osa como en'a nao
exista um medico; poi- crea que he uma verdade
pura o que Ihe digo ; lemol aqu um Allemu com
ai honras de discpulo de llippocrales, qoaudo nao
he mais do qoe um curise, de quero a ueessidade
faz laucar mao,
Recommeudo-llie. pois, que falla ah a algum me-
dico, e que o resolta a vir para ca, cerlo de'que nao
-e ha dearrepeudei, porqueaqai ha muila moietlia,
B os eofeimo. coslumain pagar o seiviecs do assis-
tentc cun e.panto-a geoeroiidode.
B a a val extensa de mal., a .i-sim vuu esuinir
js noticias em variedades.
\ ralla de polica entre uus be absulula, e isso
he devidu a' inlerini lade das aulmidades; feiiimeu-
te porrn a ordem he rellgiotamaola respeilada ; se
bem que se diga por bucea pequea que o juz de di-
reilo inteiiuo de.ia comarca i>quisiion ao presiden-
Hl ETIl'^Ii^ l""', POl.,eW V''" *"""" li"le- e P"".....a, bem dirigid.,
vnla de ce,Mcidad.l,,, que cuma perigo em tir.udc te ereacao. OlU I... lano lempo, lem
de orna conjnracao. tiuc tal o sonho'.' !
A santa caa da misericordia lem ti docnles, e
be regida Internamente por uma viova que rereila o
remedios e ierre i-ualmei.le de enfcrnirira. O fun-
da tur de lao cuidoso esl.dielccimenlo foi o desem-
bargador Agoaliuho ErmelioJu de Leao.quanlj aqui
esleve pubreza.
PAGINA AVULS
Qninla feira 15 do corrcnle as ,', horas da lar-
de, o Exm, Sr. presidenta acompanhadu du Sr. capi-
tn do pono, vislluu u hospital que fizera crear para
os ilaeadot da lebre amarella ua illu do Pina, c le-
ve de ver confirmadas pelos tena proprios olbos as
HCOllenlea infnrmacoes que sobre o andamento d'a-
quellc hospital Ib iiubam dado.cutra oulras pessoas
os Srs. cnsul de Franca e Inglaterra, que por veze
o linliam Vllltadu, e que lem a-sim cuino lodos os
mais cnsules ernpregado lodos os meios para
qusseus uaciomet mo deixein de ser para all en-
xiados e tratado- A orlalidade lem aido inaigni-
i e prevideu-
reservado a
O vapor inglez lion Irouxe-nos jornaes do Kio
c Babia, que alciincam, os primeiros alie os se-
gundos a 17 do frrenle.
Por decreto de !l de agosto do limo prximo
passado ro concedido ao Dr. Fredenco Aogosto
Xavier de Brito, chefe de polica de Sergipe, o lit-
lo do IklalgO cata lleno da casa imperial.
Corra que brcvemenle batera alteracSu ao pan-
snal das presidencias e chefaluras de pulcia.
Furam Horneados :
Commeiidador da ordem da Rosa, o Sr. lose Pe-
reira Viauna, de Peruambuco.
Commeiidador da de Chtalo, o Sr. Gabriel Jote
Pereira Lima, do Kio de Janeiro.
Ollicial da da Bosa, o Sr. Mauoel Alves Gomes
do Kio de Janeiro.
Cavalleiros da mesma ordem, os Srs. Hilario Ma-
rianno da Silva e Eugue Mafrs.
Cayalleiros da de Aviz, os Srs. brigadeiro JoAo
Propicio Mena Brrelo, major Jos Antonio Dias da
Silva e Capilla Antonio Jos Das Nunes.
Foi concedida merc de foro de lidalgo cavalloiro
da casa imperial ao major Jos Joaquim de Freir
e Argolo, da Babia.
No da f-J do crranle reunio-se a assernbla ge-
ral dos accin -las da coropanhia Luso-llrasileira,
para, em confurmidade dos novos eslalolus ulli-
mamenle approvadns pelo governo porluguez, ele
ger a mesa prcsdcncal qoe deve dirigir os desli-
nos da mesma.
Arharam-se prsenles 17:1 accionistas representan,
do i,08f> aeces; os quaes approvaram lodosos ac-
tos das assemhleas que se reuuiram naquella cidade
durante o atino prximo passado. assim como lodas
as deliberacoet temadas pala commissao pcimauen-
le desde o sen principio ; concluindo por um vol
unnime de agradtrimeuto i mesma commissao.
llepuis de um dbale caloroso, procedco.se, or
escrulinio secrelo, a eleic,o da mesa presidencial,
que hcou constituida desle modo :
Presiden le.
OSr. Dr. Adolpho Viclorio da Cosa Azevedo,
com 17o votos.
I* secretario.
O Sr. Bernatdo Itiheiro de Carvalho, com \-2
velos.
secrelario.
O Sr. Joo Jos dos Keis, com 111 volos.
Supplenles.
Para presdeme, u Sr Bernardo Bibeiro de Car-
va I lio.
Para 1- secretario, o S'. Jos Dionizio di Mello
e Faro.
Para-J'secretario empataran) na volaeao oa Srs.
loao Hennqne I Irich e Joaquim Jos 'rtodngues
C.uimaiaes.
A ttalo comerou -JO minutos depois do meio-dia
e inmiiiou as ,'i hora, da larde.
Por milicia de S. Paulo, com dalas de 10 do cor-
renle. couslva uo Rio. que ditersus colonos do es-
(abelecinieulo do senador Yerguero, em Campias,
se haviam inaobordioado, por uma rarlamafla m-
lundada. que linha sjirlo afiecla ao cnsul sutssoa
cuja oaedo perlencem.
Os preros dos gneros alimeiilicios conliuoavam
a subir. As abundanles chovas, dizia-se eram a cau-
sa dessa olla.
O Correio A/err-aiiiJ.referjndo-sc a /tcita Com-
mcrrial de Sainos, diz o seguale :
l.-se na /(atufo Commercial de Sontos :
Consta, por Carlas do interior da provincia,
que geraluif ult all existe grande repugnancia de
comprar os negros que os negnciatiles de escravos
continan) a iulrodu/ii das oulris provincias. O
numeio de esclavos que lugiram aos seus novo st-
nhores ja mo he pequeo, e augmentara diaiiamcn-
le, vistu que sao pela maior parle pantos e crioolos
vendidos contra sua volitada, e em grande parte
gente de ma con.licuo. lia poucos das um dltilil
sujeilos commelleu nesla cidade um roubo por ar-
rumbameiilo. a
Corre por cerlo que um rriouio loiro, chi-
mado Evaristo Jote da Grace, lilho de Aona Hara
da Cunee c,.io. moradora nesla cidade, o qual liuha-
se engajado como criado a um desses negociantes de
escravo", c acompanluira seu amo para o interior da
provincia, se aeha vendido em urna fazenda dndis-
Irietoda Par.ibxbuua, e ja foi brbaramente surra-
do pelo inivu senhnr. C.unsla-uos qu- a infeliz ma
verdadeque as ciiras lem sua eloquencia. qoao si- Pai,a" e ei" ,oda pai'ao uma semeute da morte
ni.tra he a eloquencia das que acabamos de citar.
Em menos de trinla annos, o suicidio tera dupli-
cado.
A (inip.-irr.ro das m liberes nestas lisias fnebres,
be muilu inferior a dos homens. De 4,593 soicidios,
mais especialminle esludados por M. de Boismoul,
conlam-tc 3,213 homens e somante I,.180 inulbercs,
islo he, quasi um Ierro. M. Devergie, em seu ex-
Iraclo da Eltatiitica decenhal da Morgen, de 18.0
a I8ili, admita urna proporc-ao ainde menor. Em
sua opiunio, o suicidio em Pars he qualro vezes e
meia mais frequeute cutre os individuos do sexo
mascolitio do que eulre os du sexo femniuo. Esla
orioilu he lambem de M. Lelot. Em todo o caso,
he c, n.tai,'e que a diUerenr.i be muilo grande
e duas causas principae* parece-nos explicar este fic-
to : he que as niulheres tem mais vida moral, ruis
crcnr.a religiosa, mais (error salular da muele, e ao
mesmo tempu menos desla coragem phisxca necea-
ra para vencer as ultimas revoltas da nalureza.
He fcil de explicar a raridade da morte volunta-
ra entre os meninos, poique ella ordinariamente he
elleilu de urna paixao levada a excesso e d uma de-
ciso enrgica. Todava encunirain-se alguns exem-
plos que se explicara, qossi ludos pelo desentolvi-
mento precoce de uma sensibilidad!: irrtate!. San-
io Agoslinho falla-nos, em suas ccnsse*, de uma
enanca de pelo que nao pedia ver sua mai dar o
peilua oulro, sem encoleri.ar-se por modo a tercon-
vulsoes. Suppoode esle menino com mais alguns
unos, excitado por dtaDClai prefannoias que n.io
rccahissein sobre elle, e o cirne > podera levar .o
suicidio. ISossa'civilisaeiSo rpida ronlribue podoro-
samenle para desenvolver aules da idade eslas orgu-
Ihosas e ciosas susceptibilidades. Esla teudencia para
o suicidio, enlre os meninos, augmentou sensivel-
niento nestes ltimos auuos e piiucpalmeule cm
Pars. Se inspiris a eslas crticas hbitos e deias
que lulo sao da infancia, vos os exp indes a conceber
patadas e a imaginar actos completamente despor-
porcionaes com a idade. Aqui ha.pira os pas, mate-
ria para serias rellexes.
A propor^lo dos suicidios entre es velhos be rela-
tivamente mais elevada de que enlre os adultos, se
considerarmos a disproporcau entro os nmeros dos
individuos de cada nina deslas idades. Esle arlo
revela outru, e he que se u anci.io avancando na
vida, prende-se mais a ella como tantas vezes se lem
observado, era eompensasao augmentara nesla Irisle
e fra dade, a que falla u ultimo recurso da dura
esperuiira, os aborreciinenlo!, as deceprOes, a mise-
ra. Ha, au mesmu lempo uu auciio mais razei que
nunca para amar a vida, se elle be feliz, porqoe Ihe
uao resla muilu lempo para gozar, mas tambera ha
mais razoes para deixa-la, se elle soflre, porque o
de Pars, da columna Vendme, do arco de trium-
pho da Lslrelia, tem sido randas vezes seguido de
suicidioi semelbanles. Ha um fado curioso a u.,.
lar, e be a impressAo que em algumas pessoas pro-
duzem histerias desle genero. Algumas ha que
declaram ou deixam adevinhar. por nm eslrerueci-
uento, por um olhar, que as mesillas circunstan-
cias sua vida pendera de um fio. Basta o nanita
de fallar sobre assomplos lgubres, pernote mcui-
nos que sempre sao facis de se commover, para
exercer sobre as jovens imagina^Oes uma celo con-
(agiusa. A imilacAo uo suicidio da-se em geral
com a miis extravagante tidelidade na rapradnedo
do acto. Esta (idelidode nao consiste l na escolha
dos inesmos meios, porm muilas vezes na escolha do
mesmu lugar e com a mais minuciosa representacat
da primeira scena. Sob o imperio, suicidou se nm
soldado em uma guarna, que inoitos uniros sneces-
sivamenle cscolheram para se malar. t,ueimou-se
a guaritae ludo est dito. Ao lempo do goveroa-
dor Serrurcr, edforcou-si em uma porla um inva-
lido ; no esparo de quinze dias doze invlidos en-
forcaram-se ua mesma porla ; o govemador man-
que predispoem e as cansas qoe determinara. Pa-
receu-nos que esla classificaeio multo artificial craluou-a tapare ningoom mais se enforcou
muito vaga e confosa.
Muilas deslas causas,.) como a moralidade, 'a ins-
lruccao eomprehendem-se mais naturalmente as
influencias geraes e estaran) einmellior lugar no in-
leressanle capitulo, bem que incmplelo, da Iu-
fluencia da civilisacilo sobre o suicidio, tlolras
causas como algumas das que M. de Boismont eu-
conlroo em certas eieil.ieoes climalerlcas, sao verda-
deiramenle causas que determinan) e ralo iomente
causas qoe predispOem.
Nlo insisto nesta critica de classicacSo que nos
levara moi longo, e sem. pretender propoi urna di-
tisao escouiada de dofoitoa, quero smenle propur
urna que seja perfeilamerite clara, e que se reduz a'
dislribuir as ca'us.s do suicidio em lres classes, as
cansas phtsiologicas em que represenli o
principal senao o nico papel, ascausas mistas em
que se euconlra a duplice influencia da alma e du
corpo, e as causas moraes que perlencem essen-
cialraenle as paixes.
Na primeira classe, considerarei muilo especial-
mente a bcreditaredade a a< influencias clima-
lericas.
Nada be lao Irisle cumo cil.i Irausmiseao heredi-
taria, cujus exeroplos abundara.
Treraemusao ver familias inteiras exposlas Ou
succutnbindo a esla lanlarao du suicidio.
\lu e.I.io que, inlelizineule, nao prrmillem du-
vida subre a existencia de>la lei doloroso, que nao
-o mull i li,,, a morle volunlaria, mas que asaltas
vezes reproduz o genero de morle, o lungoi inler-
vallos, ua cadeia das gerac,es.
Esla pagina era que M. de Buisinont accumula
as autoridades mais decisivas, pareceu-uos caracte-
rstica e citaiuo-la era resumo: Esquirol enumera
numerosos u\rm|,lo. de membros da mesma familia
futuro mo existe para elle. Nao be islo urna con- 1uc se 1,em suicidado ou cabido em alien.m,io. Gall
Iradiceao, sao duas faces da mesma xenlade. cenheceu urna familia, cuja av, Irma e otU se
A influencia du celibato be consideravel, e islo he | so'r acl do couceber-se. IJuando estiraos uesli cundi-
eSo, cotisideraino-nos raais livres de dispor de nos
meamos. Oieoliajente da inoUidaiia da existencia
peza muito na resolueao do soicid.-. Senlirse-ne-
cessario a alguem, he mais urna responsablidade e
muilosboinciisaldepratads nao Ihe sao iuseus-
ves. He este um dos grandes beneficios da familia ;
ella impon nos deveres e sAo oulros lanlus laces
que prenden) a vida uma alma revnlla coulra si
mesmo.
A miseria he sem duvida uma causa que predis-
pe. Entretanto ella nao interven como dreums-
laucia accessoria ou principal, se u3o no terco dos
ca.os nota los por M. de Boismont. Uos 4i9. fac-
los observados, 0117 individuos quasi uma sexta par-
te) estavam era boas condleoM de forluna 2,000
giiihavam a vida pelo Irabalho. Na lerceira calbc-
goria, muitos conservavam anda ilgum diuheiru,
mas eslavam a' burda do precipicio. Todos os ou-
lros eram mais ou menos desgracados ; desle nume-
ro, 282 parecen] haverem-se suicidado era consequen
ca de soa profunda miseria.
ITm esludo muilu curioso he o das profisses. Del-
le resulla que ha em Pars uma quaotidade consi-
deravel de artillas suicidas.
A propongo desla calhegora he de cerca da me-
lade das profisses condecidas. M. de Boismoul in-
dica muilu juiliciossmenle as causas desla btela"
meulavel : a coocenirae.lo de lodas as industrias ua
capital, o allralivo dos salarios elevados, a concur
rencil que a' cada passo produz perl irhaces no Ira-
balho, as privacOes de toda especie, a "rareslia dos
vveres, a ma' disposicAo das moradas, a faclidade
dos prazere?, enlre os quaes lera urna parle cunsi-
deravel a prostituirn e o vinho, a ignorancia ou o
desprezo dos deveres, as leiluras e os espeetaceloa
pernicosiis, o exemplo coniagioso .lo vicio, avista
continua do luxoe a ausencia ou o unfraquecimeii-
lo dos principios religiosos e moraes. Estas obser-
varas ..in muilo verdadeiras. Mas i3o llevemos es-
quecer que a classe dos artistas he sim proporclo a
mais numerosa e que a proporc.lo do. suicidius deve
ser-lhe corretpondenle.
se a lendo-se enforcido o filho. I'ilrct ralla de
uma familia composla de seis meninos, lilhos de
um bomem alrabilario e melanclico ; o mais ve-
Iho, que coolava quarenla annos, preciplou-se,
sem motivo, d'um terceiro audar ; o segundo soflre
e a i jmi ..., aos trinta e ciuco auuos ; o terceiro ali-
ra-se d'nma jan lla ensaiando voar ; o qaarlo dis-
para sobre si orna pistola ; ora dos seas primos lan-
rara-se no rio por uma causa ftil. M. Morean
cila um joven que calnra em alienarn por amor au
suicidio; seo pai e sen lio baviara-se suicidado.
L'in Irmao, que o vinbi vizilar em Clnrenlon, se
desespera pelas ideas homveis que o aloriueulaxim
e nao poda riscar da ronvicrao qne acabara por
suecumbir. Purera he dillicil encentrar om fado
qucapreseuleumacoinbiuacu mais Irisle de ci-
sus semelbanles, do que esie, referido por Caxau-
vicilh :
D...., lilho esobi inbode suicidas, casa-se com
uma lilha e sobrinba de suicidas ; enforca-sc e
a sua mulher desposa, em segundas nupcias, um
bomem cuja mai, lia e u primo co-irmAo se lia-
viam suicidado.
Em um dos curiusos quadros qne acompanham o
trabalho da Cazauvieilh, tnconlram-se exemplos
em que.da-se a tepelirAo heredilaria, nao su oa re-
producclo do aclo, como muilas vezes, depois de
mu lougos anuos de intervallo, na copia mais liel
do genero de morle.
0 n. 2 afoga-se em 1801, seu sobrinho afoga-se
em IXO ;
0 n. '." enforci-se em 1S0T. seu sobrinho enforca-
seem 1823;
O n. 2t enforca-se em 1MI7, seu lio se enforcara
em 1803,
O n. ) inlorcou-se em 1x17, sua lilha enforca-se
em 18211;
O n. 30 enforcon-se em 1817, sua rmAe em 1821.
sua axii em 1802 ;
O n. i>l enforcou-sc em 1827, seu ave em 1799,
seu nnAu e irmda teularam ambos soicidar-se.
.NAo he para crer, ao lr esla liorrivel lisia, qne
se lem um mao sonho, em que -e | um cont phan-
ii. i -------..--.....-.....,.-., ., ,rnci,auo a oo pelo novo senhor. Consta tos mi- a
cidade da cemniunicar.,.. e deaonvolvimonU da epi- I reclamo., contra e,.e caudaloso fado,
de ni; lauto o provedor da .aude, cura., o M. pro- ; 00 Sr. Dr. chote de polica, tim di s.
sideueda commiuao de hj(tiene, o o directo do libordode da en nihaV
Nao me delerei -m fados de uma importancia e- '. laslico de llollmann. em que as personagens se re-
cundana como esles:que o numero dos suicidio., presentassem por nmeros? Paren o phanlaslico
aogmtnta lodoa o anuos de Janeiro a'julho, o ate-1 da mais sumbria iataginaflo minea se apprmimar
cresce progretslvamenle de agosto a' dezembro, o i de uma seinelhente realdade. Ha no intimo desla
qoe os dous primeiros dias de cada mez oirerecem pobre miaron humana mvsleros de der que cons-
uma cifra mais elevada qoe os oulros. temara a razao.
SAo singularidades da eslatstica, d que uma psy- O clima preilispOe para o suicidio.
hospital lem
Exc. o Sr. p
do desde |."i ale
e recorreu
restituida a enologa curiosa e toblil poderia lirai algumas indo-
mbaigador ; a elle pois se deve algura diveitiineu-
to qua se olTerece.
.,J\ r',, 'UlTt ",IC T "m ,'*'"!'" I*"""". ll W riformado na po-io de lenle coronel da
olor a depos director o ine.mo de.- da nacional o S'. Pl re.....Jo- Cirnelro Monleiro.
C u.la-no. arbar te mallo mal uma tranca do
engasgo. que leve uccasi..nado pr ama mueda de
,.nro, que Ihe eram para brincar, guando chora
que nr-sse collecm a mamr paite da va lev.,a-a natnralmenle n .ucea. e>.,u..lio-a
2ESTJE22?? d"'':l"" """"-'M-r m-o -Ante- d, hoolem no .Imod. 2v om
reculo a aprovaclo e elogios de S. I Sao lodas as canse-iurnrj" do Iral eo iulernn
?."; .?r;,ffV.,d'' 3 %*"* P"l' I n*. te... ,lc cama b,.u,aa : e a",,'! Il,f,7algue n qi ,d"
.jo, occorr.do ccuinsUnca algo-1 tonda Trname a chamar a alteo*, das ..ton'
dadea nol.cloes para asa. negocio /i7o.
No da III do correle s. II. o Imperador acorupa-
iib.nlu |iclos seos semanarios c pelos seiiboies minis- |
ma que lenhi alterado o ciado daquelle bespital,
Por decreto de 12 de dezembro du auno li.ido
' Note'
r ls positivamente recommendado.
i que fez parle das corridas, se n.lo nos
encanarnos da Boa Viagem, ful aggrtdido por pala-
rns, masque derinilivamente au chegariam a na-
da de mu serio.
Ilou-me pressa em ebegar a' algn a cousa de mais
caiacleri.lico.
I m triste resultado que s deduz d,is cifras babil-
De ha muilo
que se observou que oSple.iinasce de preferen-
cia e nulre-se nos nexueiros brilaonoos. Mas islo
uAo he mais do que urna predispu.ic.ao geral, e ha
casos era que cedas iufluenrias rneleraulogicas de-
lerminain inoiles quasi immedialas.
O medo reprsenla um papel consideravel na pro-
durcAo da loucurasuicidio. M. de Boismoul nutou
sessenla e nove casos que se curaprebendem n'esla
classe. Sao desgrasados que s* julgam tiahidos, de-
nunciados, expostos as peneguiroes de seus inim-
gos. Muitos creem ser objeclo das perseguirles da
polica. Esquirol nos observa que, em nossos dias,
esla monomana da polica sobsliluioo (ei.iur du de-
monio.
Nao sAo raros os suicidios provenientes de aV.uci-
naees. Um bomem xo-se incessantemenle no meio
de urna scena de iucendiu a de carniP:iua ; oulro
imagina ser perseguido por espectros ; oulros pre-
lendein ver era (orno de si figuras amearadoras:
suicdim-se porque a cada passo se Ibes diz*injurias
ou Ibes altribuem asserces infames, que s elles oo-
vem. l'ra alluelnado mala-sa exclamando : o So
me resta pouco diuheiro; ha doui raezes vivo costa
de miaba irmAa : mas o que me determina matar-
me, he 1er nuvido dizer na raeis o que corlou o
peseoco. .
Muilas vezes, a loucura appirecesob a forra, de
delirio agudo ou de ardenle tabre a entilo enlra as
causas phisiologicas. Enlre as cansas mixtas, collo-
camos a fraqueza c exaltara., d0 carcter,porque ere-
mos lirmemoule que nio ha ah uma simples allera-
rSo dos igaos, porem ao mesmo lempo urna espe-
cie de energa moral ou de a pai tonada excitaran
sobre que triuinpharia a vuclade bem dirigida. O
ciracler depende sem duvida, em eerta medida, do
temperamento, mas lambem depende dos principios
e da Irbordade. r\3o fazemosu caracler que quera-
mos ; mas podemos molilica-lo, forlilica-lo por orna
firme applicu.ao, e sem negar a parlo de ura eetta
fatalismo phisiologico as dispoaisOes talas dos
iudivduos, nao poderiamos todava contestar as de-
cisivas inilueuria. da edueajau, da religiAo e do es-
forco voluntario sobreests naturezas fracasou des-
gratadas. Salvo casos particulares, nao deveiuos es-
quecer a responsablidade, ao menos ua origem des
le desvos moraes. Nao houve lalvez ainda senao
uma poca, na vida de cellos homens, em que elles
lenham sido verdadeiramenle responsaveis. Portm
quasi sempru houve esla poca em sua vida ese ellas
cubardcinente transigirn) com os transpurles ou
abatimentus desarrazuaveis de um caracler movel oo
inerte, deveio, ate cerlo ponto sollrer a pena desla
Iraquezi. Elles foram, em parle, os aulores de seu
propro iuforlunio e esta mesma desgrana he mais
que nina desgrana, he moilas vezes um casligo. Islo
nao diminu, a piedade que nos Inspiran), estes n-
felizes, cojo carador parece n.io ter conlrapezo, e
que nao podera supurlar o menor obstculo. Muilo
d'eulre esl.s, diz M. de lioismonl, chorara, rcm pe-
los motivos mais fole. Da antes desgrirado he
lomeado contra uiestre era unta fabrica importante:
imagina que n.io tem capaci lade para ifesempenhai
seu emprego e qne perder o lugar, nao pode su-
portar a ideia c cuforca-se. Outro pe lint i seus
dias, porque seu nome he o de om ladra* muilo co-
nhecido.
Era opposico, eoconlrain-se pessoa. que sempre
eslo em um estado de exallaeao. Esla disposirao be
inui favoraxel A loucurasuicida. Nos ii na indivi-
duos Jesla catbegoria, alguus havia que erara dcsl-
guaes em genio, desconfiados, arrebatados, turbu-
lentos, caprichosos, excesivamente suscepliv.is e
algent qoe con lodos se malquislavam.A exalla-
c,ao he frequenle entre os jovens e rfevt ser repri-
mida com o maior cuidado. Para eslas desgranadas
orgauisaoes, todo se torna um mulivo de morl.
Uma classe mui numerosa he a dos suicidios cau-
sados por melancolas sem causa apreciavel, por in-
venciveis desgoslos e por esla molestia ao racimo
lempo pbysica e moral, a qoe a idade media cha-
mava "aceda," a que os inglezes chamam Spleenn
e que ns chamaremos siinplcsrnenle desgoslo da
vida, o M. de Boismont conloo perto de Irezeulos.
Elle observa que ha uma poca na vida em que esle
desgoslo mrbido parece ligar se as modilicac-s
qae solTrc a orean.sarAo sexual. Os* jovens seulein
enlao nasceri-ra s ideias lodas novas : procurara a
solidiio, deleilaram-se cun sens proprios pensamen-
los, que so Hits representara ubjeetos iii"lancolicos.
Perseguem ura phanlasms qoe nao podem tocar.
Sua sensibilidade seabala ao excesso. As mais insig-
nificantes Contrariedades Ibes sao araves motivos da
aHicr.lo. A imaginarAo Ibes vara as terdideiris di-
menses e a verdadeira perspecliva dascousas. Nesle
sua consequencia, podem produ/ir n'alraa tato oao-
saco morboso da vida, rujo terina he o suicidio. Nao
podemos fazer mais do que indicar lo 'as esln can-
ias ; mas seu lado eemmum he ptrlencer ao me-mu
lempo ao corpo e a alma, ao corpo por certas alie-
rarots, cerlo eufraqucciineuto orsanico, a alma pila
impotencia e Iraqueza desregrada da xontade.
Colloco nis o causas moraes o as pan,.-, a. all i.
coei, o desetpero. N.di ha de ib.olulo u'esla cla--
tine.cao. Sei, por exemplo, que se poderia, sob cer-
ta" relaciies, clasiilicar a emliruuez eoiro las causa"
phvttetegteM da loucun.incida. Tambera se a
aatbriagnei he umi caota pbxiica, a bebed.ee he
uma causa mural, porque he inconlettavelmrnle uma
paixao t como as nutrs paiies pode ser combatida
e reprimida.
O naro.r. dos individuos que Itm por cusa
hebedle. he cons.denvel. Elvate quindenio, e
irnla, cerca da oilava paila da cifra geral. Era mu
tos il'ellet, .s alllicc..., |or,m us pIOmoiores d'esti
triste piixilo M- Bo.wuont uutuu esle ficto em
cento e doze casos veros.milioente Ihe leria eea-
p.do era muitos oulro. Mor parte.d'esles desgrara
los dizem que se lem entregado ao viuho, a para
diterlir-se de seus males. MatftM -e malam note
l'ezar que Ihes causa a impu.sibili lade de vencer tua
un ma.. i,,. Oulros, vendo-se deseinpregadu-, conli
uuaraenle expulses de seus lugares, cubirlns de di-
vidas impertinentes, expotti a iucettaults lojurias.
dando apanhando, punidos pelos tribuuat, horro-
risados por suas ftmilias e sem real, perdein a ca-
bera e morreo). Tambero muilas vezes a^ accoes
vergouhnsas, as paixes brolaes qut sao coni,equeu-
cii da hebedire a lerram eslas desgr,i,.,i.l- pr ,tu,
elleilos, quaudo elles rellecleiu a tingue fro, e
terror os precipita no suicidio.
0 desespero, proveniente da uiizeria inspiroo du\
zontos e oilenla a dous suicidios, cerca da decin.aN
sexti parle da cifra total. He alorla a mal.xse do- V
fictos desla ordem. Nos duzeolui e atlante e dous
esos de mizeria, acharaos cenlo e qu imita e nova
vezes circuinslauciadas particularidades que ex-
cluero toda duvida sobre us motivos; nos outrus cenlo
e trinta e tres casos, os autos lim.lam-se indicar a
mizeria por causa ; os conheci......lo do Minie de
Piedide, I carencia dos movis, a ausencia .1.
vestidos, ale do leilo, sao as oais rrefragateis pro-
vai qoe s. podera produzir. No mais forta dn te-
tme, ergue-se um humen, qoasi cumplelimente
despido, em orna caria elle allirma que combiler
palmo a' palmo, vendando ludo u qoe linha ; apena-
se ti-ai qualro paredes de soi agua fuitada. Do.
individuos, careceudo de recursos, preferiim iiii.net
* temen ot uscrever no csiabeleciruenlo Imrtatt
de caridade, on mendigar.
Outri/s moten 01 porque nao podem raait sus-
tentar tua familia. I in dut fadoa mais tocante., ha
san coulradiccAo a hitloria rt'esta pobre rauca, qae
Iva a nuile Irbalhava para sustentar ua indi, tem
for.. e quasi alienada ; eibaurem-se-lh. as fo;as
falta o trabalho, ella estende-ia sobre seu leito e sr
asphyxa. Sua murta diva direilo a' velha mi para
entrar em um eslahelecimento de caridade.
Maltes se iramolam pr uao pezar a' seas p-
renles.
Ura negociante su ir j U-.e depois do lia ver romp o
niellido a sua familia em tU.Utnj trancos.
Outrasvexeso desespero de ver o salariu baixar.
p.r eaosa de enferraidadet e os cargos augmeoi..
.em-se determina ns dsrrir;adus a' morrer. Lioi
mulher roala-se vendo-se quasi a' parir pela itila
vez. estando na miis absoinli nudez.
Porem M. de Boismont, que nos cita lodos este
fados, lem o cuidado de observ-nos que, se a desi-
gualdad, dus salarios, o descanc., a elevaca. do
preco dos productos, o pezo do mpostos, -,iu em
mmlos casos as causas da mizeria, lambem muila-
vezes a preguira, as ms paixes, a utinsidaite, a*
uer-s-i ludes de diss.pirf.es. d. diverliuienlM, de
prazere, proraoveram etla Inste siluic'.o cm qae
desespero da mizirn aggrav.i-st ainda pelu sent
ment da falta.
As perla-, os embararos do diohciro, ot denslre-
que succedeiu a' cerlas operardes curamerciaes pro-
duzem cerca da decima sexta parte d. cilra total.
As variicSes da Bolsa causararn parto de cero su.
cidios. Cm numero muilo grande de comroerciinle.
estando para quebrar, preferirn! morrer. Al divt
das, pelas difllculdadrs que susritam, pelos tar
enduraros qua creara, cansaram a murta de oiteot
e selle pessoas. Alguus uiJid,...ifn-,r o. rr.i di sce-
nas publicas qoe occasionaram numer ..,,. aiiniu-
ment, e em que haviam sido insultado- por cralo
res. Todo lie relativo ueste caso ; lado dependa da
punten ocial a do rao de ialelligenca das pessoas.
Tal humera se matara' porque deve cem mil trauco,
outro porque ja nao lem crdito para comprar um
pilo. Da-s. muit.i yeits qoe almas iracas oo ataja*
Ihosas precipilam-se na morle por evitar bumilb-
ces de nma mndanea d. cundirlo ou de fortuna.
A necessidade de pedir aos oulros. depois de haver
sido rico e poderoso, he para muilos ama causa de
morle. lina cxces.iva u-r-plibilidide pode produ
zr o mesmo resultado, como se deu com aquelle
empregado uue decsrou baver-se suicidado porque
seu chefe encontrara eutre seus papis am conheci-
raenlo do Monte de Piedade.
O debocha e a pregui ja lambem cuncorrem com
sen coiiliugeule e contingente bem elevado pira e-
ta triste nomencltor. Numerosos exemplo no-
provam a inlluencia dos habita verguiihotos. m
ignobeis desejos, as tendeneiis infames pruduzein em
giaude escalla, como um einbruteciinentu funeam.
que leva ao suicidio. Muilos libertiuos se malam
depois de urna orgia, em casas publicas.
Uma classe mais inleressaute be a das ailliroes du-
mestiras. M. de Boismont noluu tre/enlot a ses-
senla e um casos desla especie. Ha causas gravsi-
mas e causas incrivelment. falei*.
Ora sao allliccaei cansadas por ditsentmenlos, por
censuras editpustasde familia oa desesperos mun
litados pela morle de prenles e lilho. adorado* :
lepois .io rixas domesticas, i incomputibilidade da
genio, o adulterio, o abandonou a mor, da mulher
u abandono ou a morle do marido. Kepieben.,-
injuslas, correcres exetssivas, scenas de violencia
lelerratnirara muitos jovens ao loicidio.
L'.n pobre ho.nem de um caracler frac, caucado
de s.pportar o sarcasmos e perseguir,, de tua a-
tear, afoga-ae depois de Ihe haver etcriplo nma ca
la que seria sua viiigancs. tarda.
o Von fazer vossa felitidade c a de votsa lilbi ,
i.icessanlemenlc me tralaveis d. cobarde, que ata
bata coragem da matar-.e, boj. aceito o desalo ;
mas nio vos servir o aclo, qoe me sollicitav.it para
lornar-vos seuhora do estabeleeiniento deteinbara-
ear-VOt de mira. o que vo peco be qu. se rae.,
corpo for adiado, o mandis enterrar sem nrubuma
falsa deuienslriclo. o
UaM cansa Traquete de suicidio, be a lutrodocao
de eslraubos na familia, cuino a de um ,ndr.i.i,.',...
inadrasla ; algnmai he lambem a recusa dat fami-
lias que uAo quereni deixar qu un lilhos anlrem
era urna cirreira para que elles julgam ler urna .,-
carao decidida.
Tres jovens malaram-e porque seus pas Ihe- nao
pe miliiram contralir-se como mirinheiru. \ ver-
gonha causada por falls grave,como pela teduc.;.io.
pelo temor de revela-tea a pais mui honrado, uu ino'
severos, tem levado muilos jovens a se suicidaren
A m.i cuaducla do marido ou da mulher, a desordem
interna que Ihe sucede, tornara mu.las veie a xida
iii-ii|iorlavel uccasiouaiidu violeutas nplicar.ics qae
'rrnii. ir.im pelo suicidio.
Vivas contrari,lade., clores moraes da toda a es-
pecie e impus.iveis da ercm cla-ilicadss porque se-
ria preri.o enlrir era Matuitel parlicularr qoe no-
letariam ao infinito, interes-e. milenacs ollendido-,
bruscas desliluices ou perda de logar, causaran, a
morle de Irezentus e ouze individuos, a detrac,...-
e a calumnia lem uma boa pac nesla cifra. Hoi-
to-se matam por escapar a dor phiica e a mole-ti.'-
1 acara vete.
. o- iec iiiivi tr^ riiiiii"- --- itt
Irot da marinha, vicealmirante uspeclor do ar.e- 'nenie interrogadas porM. de Boismoul, he que a poderosamente. M. de lioismonl uos refere, que !,eva '""">* vtlt> a resoloci.es desesperadas. O no-
nal de m.rinha. chele de divisto eiic.irregado do inslruccao lem muila importancia nos elemento, da Jurante a expedicao do Egxplo, a elevaco da lem- I ",e de *i""1 *e aprsenla i lodoso espiraos.
a!** itraT rnmm'. d' ?f* ^m",""'1"nle d" \ 1u'"-'- peratur. d.u lugar a ura certo numero de .uicidion
esiarao natal e commaudantifi dot navios de anerra : j j --------------
nacteeaao urlos no porto do Rio, visitn, es 7 ho- I .. '*raaue. t tela ohservacAo nAo escapon M. | que a intensidad, de fro, no lempo da retirada
Us moralistas consultaran) rom um vivo aatotiii
a au.ly.c do suicidius por imor. Irerenlo- e sei
individuos,ipie piefazcm cerca da decima quinta par-
te da cifra geral, initarain-se por ela rau-a. He n-
eslado o suicidio apparect como um liherlamei.to. Ilu u"icu c,'*u "" ou<" ac,,,"">* !. atea nxts-
Nada raais con.raum do que o desgoslo da vida entre i ",eres >0Periur ,0 'lo5 homen* 134 ho..ien, r.J .na-
os artistas, quaudo perdein o couceito que Ibes Iri- !llleres As allliri.esdu amor, sera oulra drii;o.,.ao.
bulara o publico. N'esla vida de cicilacAo elle con- i aD""'lu" cl 1l"anle oo da amante, o, casamento.
Irahirain habito que Ibes sao mais necetsarios do rru"rado,| "** pararoe. forradas. .. di,-
, cussoes oo ai disputas, o ca-amenlo da pena, niu-
| das, eis os molivos mais ordinarios. Cincuenta e
qualro pessoas inorreram v.clima* du c.ume irruu.i-
Oa extremos da temperatura conlrtbuem para elle l ''ue a Propna emienda. I.in snecesso incompleto os
las da manhao. i corveta imperial Mnt-nheiro que dp Bolmi.nt. qoe esla instrurco ho moila veze be-' de Mosco-, leve o ranino eTailo sobr. um gr.nd.
dovte partir a 14 para soa tiag.m d. inslrucc-lo. bida m fonte viciada, em nma ltlerntnra rorrop- numero d. soldados
- M. paMon nvist. a gurnic.lo, e preteueioo o 1 u oo na^ puNiear.>t viol.ntrs do espirito d. parti- O Dr
i.lrich cila diversivs Celos anlogos, pro-
0 amor propro ferdo, as e-por.incas malogradas
entra os homen intentes, um senlimento de oren-
ll.o exagerado, urna sosc.ptibilidade extrema c p.r-
laucias romanescas icompanham muilis veze o -ui-
eidiiM do amor dasgraradn ou (Jan. Ao t.r lat
Moni de i'ielr. i ocr em qoe ve rmprrita
fetanunl. irritad., generosas .xallacuet frustradas, l v>Mt p,,ir,re com joro reputado muilo anote*
ot eveatsot di todt espacie e o desanimo qnt he o | Di.l d. Nap. i and, M. do T

MUTIUADCT

-.



itiARI DE PERNAMBUCO Ql ARTA FEUia i iE JANEIRO DE 1851
Instes histrica* dir-se-hta um mao romance. Tre-
memus qoando chegamos a pensar que esle roman-
ee que nos aterrara he urna historia re honlem.
O remorso, o temor ra deshonra, o merlo das per-
seguiciiei ju liria'. 81 olTenia* da Taidade, do amor
prnbrio, do nrgulhn as deccpcoes da ambicSu, o ogo,
a i'iallai; i i da naturea, o amor do ganho, a colera,
a v-ingan^a seria preciso eDamerar todo* estes senli-
ruenlo-, todas elaa dores, lodos estes movis, paia
ser completo. Porem a estatislica le tornara um
curso de psychologia, ama historia das doeoc,as rno-
raes da humanidade. E anda assim, seriamos io-
completos, tilo uuiltiplas e particulares sio a dor e a
paiiSo, tamanho he n seu imperio sobre este pobre
8 fraco corarlo liumano. Anda assim, seriamos o-
brigadas a mi a estodar quinlienlos e dezoito casos,
cerca da oitava parte do uoioero total, sobre que foi
impossivel vbter oenhum apontameoto.
Terminaremos ela evpoiicao das cau-as do suici-
dio por um quadro mu interessante que a resume
no que ella t'm de esiencial, o que M. de Boiimont
Ira; au com minio cui dada : loucura *>">- casos, em-
briaguez, -" l"" ; doeuc,as, 105; atlliciles domesticas,
3l ; afllices e contrariedades diversas, UM ; amor
306 ; pobreta miseria, 282 ; dillicoldades pecunia-
rias, lraustorno de fortuna, aulbicao 277 i descosi
tpleen, aborrecimeuto da vida, 237; carcter fraco,
exaltado, triste, hypocondriaeo, 743 ; ma conducta
121 ; pregaba, 5b' ; delirio agudo, 55; cime ;
jogoli; falla de Irahalho, 3 ; orgulho vaidale, 9B;
motivos diversos, 38; molivos desconhecidos l8.
Eis aqu como se decoiupoe os 1,595 casos obsr-
valos. Entretanto Bis devemos emprestar a estas
r.ifras, assim distribu-las, una coulianra excesiva.
A estatislica pode Iludir os olhos e pelos olhos o
nosso espirito, lia fcilmente parecem sahir os re-
sultados mues destas eolumuas de cifras cuidado-
samente ilinhadas Haveria aqu, em particular,
materia para numerosos errns de elassilicaro. Qna-
i lempre aconlere que estas causas se combinen.
entre si. O ciuiue por exemplo, combiua-se muitas
vezes com o uryulho ferido, u ambicio frustrada, a
miseria desesperada.
As doenras podem tornar intoleraveis alllices do-
mesticas que fcilmente suportaramos em ootras
circumslancias. O descosto da vida une-se niuiln
beni com o de guverno ou com a preguira. O amor
desgranado complica-se de boa vontade com um ca-
rcter Iraro oh exaltado. O corarlo humano nao
teiu e-la unidade artificial que a eslaliiliea he obri-
gada a allribuir-lhe ; he um mundo tumultuoso c
diverso, em que se preudein lorias as influencias, em
que se coufuudem ludas as paixOes. Em fado de-
estalislica moral e de physiologia das paites, o ver-
dadeiro nunca sera' senio o provavel; por niuito
lempa e talvez para sempre, a sciencia do curaraii
humano, anplicada aos iudividuos s chegara' a ve-
rosiruillianras.
Todava ha leis, ate nesle mundo confuso dos phe-
namenos morosa ; mas 1,1o elevada be a altura em
que as apanhamos e lo genrico slo que correre-
mos perigo de comui'ller os mais graves erros, se
quizeriuos tirar dellas uidiicjes precisas para os
factos parlicolares. He que o mundo moral (era por
eixo a liberdade e que a liberdade pur.luda parte,
penetra produzindo a variedade al a contradiga
so os plieuomeuos physicos he que nunca se conlra-
rli/em. porque perteucem eo mondo regular da ma-
teria e porque onde cometa a neces.i lade. eoniec.a
tambera a ordera iuvariavtl a eterna identidade, a
disciplina iiumulavel, qua lie sera duvida urna bel-
leza, em seu lugar no universo material, mas qoe
seria un principio de uuiforroidade c de unirle uo
universo movel e livre das almas.
A parte talvea mais curiosa do livro do M. bois-
monl, sao as muumeraveis citacuc- que elle apauha
nos ltimos pensamentos e nos ltimos escriptos dos
suicidas. 1. ni numero cousideravel desles iufelizrs
quer deixar, murreudo, algnin lestemonho de si
meuno. He esle um iuslincto bern tucanle desta
pobre natureza humana. Mesmo aquelles que creem
uo na.la querein sobreviver a si proprio*, ao menos
no pensamento dos ouirus.
Elles nao querem morrer complelameute, e dei-
iam ou urna carta uu notas, em que exprimem seus
peiisamenios supremos, uu elegas, em que se cho-
ra ni, oo una c-pecie de jornal Irisleiuenle aolhenli-
co, que escreveni com mao resoluta, ale o monieulo
que a' mane os velo inlorrumpoe. Ha ah excn-
tricos e curiosos apouianieutiis, preciosos para a phi-
losophla iniral, sobre as ultimas preoecupacts da
alma que spera a inorte.
Algumas vezes -a.i cilacues de versos couhecidos,
e que lem rela^au com soja triste situac.au ; um den-
les desgranados escreveu estes versos dt Ovidio :
Douec eris felix, mullos uumerabis araicus.
I impon ti fucriul nobila, sulus eris.
\ mais frequeule citarlo he a dos dos versos em-
plialicus de Vollaire :
','uaud en a luul perdu el que ou u'o plus d'espoir,
1.a vie est un opprobre ct la mor un devuir.
Uutras vezes be u pruprio suicida que falla como
neslesdeleslaveis declamatorios versos, em que se
sent vestigio dos maos melodramas :
Alers il se concha, blaspheinanl Dieu, su rnere;
Ne croyaul plus a ren, au ciel ni sur la terre ;
Son dernier cri d'adieu, d'angoisse ct de donleur
S'exlialail ou ees mots: Mallicur! Malheur! Malheur!
I'eulij mullas suspeitas que o autor desles versos
quiz faier ruido no mundo, depoisade sua niurte,
como esta triste quadra ; ignora-se sea nome e tris-
luu-se sua amhicjo po-lhuiua. Nao ha uada 13o
Irisls como ver assirp este frivolo amor-proprin so-
breviver ale a preocupaba i e a espera da murle. Se-
ria para crer qoe ueste ultimo momento, a alma nao
pode deixar da ser grave. Mallas vezes d-se iu-
teirameole o coulrario e prepara-se urna m/ie para
producir cf/'eito, como vimos fazer as scenas do
boulecard ao celebre actor.
Muitas vezes tambera digamo-lo, ha como urna
nota discreta ver como um suspiro sincero neslas poesas fnebres. Ci-
taremos algumas que he impossivel ler sem einoc.io:
l'ardonorez ma peine secrls;
IMaisir, bunlieui, j'.u loul perdu
Vous junissez, uioi je regrsll,
Vooa vivez, moi j'ai vecu.
E esl'oulra 13o simples e cheia de abatnenlo :
.lamis d'eufaiii jamis d'epoose !
Nul corur pres da men n'a battu !
Jamis une bouche jalouse
Ne m'a demand : U'ou viens-to '.'
Por uulra vez encon(rou-se una elega iuleira de
que copiamos urna estroplic :
II faul des ailes d'or pour plauer daus ce monde.
I u ne lios as dorne que l'ardeur infecunda
Que iiuus f.iit aspirer .iux phases de l'amour,
El le rameau d'espoir, que la misre elfeuille,
Vacille daus nos maius el lombe feuille u feuille
Avec lesoir de chaqu jour.
Corlo que lio ha ahi orna poesa mu brilhaole
oem inuiuova. i'odaviainleressar-nos-lieiiios, qu-in-
do oebernius que o papel que contiuha estes venus
eslava manchado de sangue.
O que mais admira a imaginadlo, he o sangue-
frio com que muitos suicidas anal; san suas ulti-
mas seusacries. Nao he enlau una obra de iinagi-
nai.-do, como oO ullimo da de um condenmado
de Vctor Hugo, oo asMemorias de um suicidio
de M. Iiiirainp ; he a imprsssio exacta, real, de
una alma que veapproximar-se a morle, que a es-
pera em um moinanlo determinado c que conserva
para se observar a si omina, toda sua presenta de
espirito. PermilU-se nos citar esle eslranho docu-
raeulo de um homuin de lellras, bem couhecido, do-
cumento lodo es. ripio na noile de sua morle e ao
pe do qual empallidecein lodos os tenores puratno-
te Iliterarios :
a luimos momentos do senlior llourg-Saiui-Edme
Eduie-Iliendoiu homein de lellras.
i A' Mouglave.
I.re, incu charo amigo, que llevis coinerar por
chamar o comiuissario de polica, para qua o fado
do suicidio traba urna origen legal, i.iu -Tit aos
Alimento o fugo. Parece-me que ha ao pe de
uno, alguma couia que vive.Se eu uao houveise
sido engaado, dssamparado, abandonado n;lo esta-
ra certaraeu'.e onde estn. Porta, s, arrastrado,
Iludid*, em urna aliccSo acerba, desde a morle de
Maria, sera consolarlo, sem asperonen, perseguido
pela uecessidadr. pela miseria, huinilhado, calum-
niado, ultrajado, so achei um roco de sabir desta
siluarAo extrema.
ir Dual Aorris.Corra o lempo depressa 9oam
duas horas, o vento sopra forte la fora. Ha no es-
paco urna terapesiade que retumba no fondo de meu
enracao.Acabo de por a chave na fechadora, pelo
lado da escada e suspend na chave, por nma linha
vermelha, urna caria para o porleiro, em qoe pre-
vino o succasso e lhe dou algumas Inslrncces, de
sort* que a primeara pessoa, que vier esla minlia.
a ver, tirara e enviara.
a Unas hura" meia.He preciso que me occo-
pe dos preparativos. No quero que me sorprenda
tempornea, encaremos agora a qiifstao aob o as-
pecto moral.
Seria orrasiao c materia para um novo esludo,
mais importante anda que o primairo e mais difli-
cil, por que seria preciso e rada InttaolS, evnar ca-
hir em declamarse*.
Apenas potemos, em algumas palavras, indicar
cuino seria possivel corabaler esla leulacao rndrui I
ca do suicidio, que cada dia faz aterradores progres,
sos. Nilo que eu creia que o mal possa ser suppri-
mido ; nao figuro esta illus.lo.
S'i que n'eslas ideas em que a ti era nalural e
robusta, almas chrislilas, almas de padres e de mon-
ges ti ll'reiam a horrivel lenlarilo e muitas vezes suc-
cumbira. Sei que em qjaant* houver homens, ha-
vera1 dores, desesperos, paixes, isto he, occasio ds
suicidio. Purera o mal nao pode ser suppriinidn,
cerlamenle pode ser minorado.
E seria esle um bellissimo re.ullado, para que an
menea se lenle o esforr;i,#para que baja cuino urna
a mandila. .Vio me era iodillereute o genero de I couspiracao de homens honrados por consolidar a
morte. Quera disparar urna pistola sobre o cora- razilo publ ca e delender os uriucipios. He quoudo
c.lo ; era um modo fcil e proraplo, raas nao poude se eufraquece oas almas a mola da vida moral, que
procurar urna pistola ; aQogar-m, era preciso sa- I se propaga a lentat-ao de morle. Os trnsfuga da
hir e sempre live horror a agua : asphyxiar-me vida nao sao, priftieiro que ludo, desertores do de-
cora o carvo. era urna agouia terrivel e lenta ; ver ''
prenderei no alto de minha bibliotheca ama corda O primeiro remedio, o mais seguro, be una con-
que la tenho ha muilo lempo ; dar-lhe-hei um n tradicejao a crem;a religiosa.Por chrislao que se ma-
eorrente que passarei em lomo do psMCOCo; sacudirei la, ha mil incrdulos.
a cade ia que estar sob ineus pos e licarei sospeuso. He rarissmo que a (enlacao do suicidio triumphe
fre. horas.O fogo esta i exlinguir-me ; es- I d;" vollas da consciencia, aterrada pelas prohibi-
lou contrariado. Ouro o ruido dos carros dos raer-
eadores quev.ui para o mercado ; n5o meservirei do
que elles levain. Vamos!
prsenles e me pertuabam Curagem !
res da igreja e pela certeza do juizo porque vai
passar.
Mas a propri.i razao leiga nada pode contra tao
grande mal Corlo que ella nao (em a inesina au-
loridadc que a igreja para fallar aos homens e fazer-
llin. Sr.Son de novo encarrega lo por S. Exc.
o Sr. conde de Liaren Ion. inini.lro dos negocios
eslrangeims de sua magoslade, de agradecer V.
S. por parle do iiovi'ino de sua mageslade a rai-
nha, o vivo e amigavel Inleresse que V. S. mais
urna vez lomou pelo< negocios do ceruileria brilan-
nico, iiiteri-s-e que S. Exc. desja qu eu lhe asse-
Kiire ser altamente apreciado pelo govaruo de sua
msfleslsde.
S. Exc. determinou-ni' lambem que applicasse
pnrrao dos fundos do cemileno, para urna medalha
ou ..uu qualquer testemunho igual, de publica
ap.rovar.io, que lhe ilevera aer ollerecido, no caso
da V. S. e decidir a aceila-lo.
Escaso arrre'cenlar que he com a maior salis-
facc;io que me vejo pela segunda vez orgao da ex-
preslo do alio apreco em que o jj iverno de sua
meeeslade lem os s"us valiosos e granulos servcos.
Heos guarde a V. S. Consulado Kriannico em
Pernamhuro aos lli de Janeiro de \K~u.__//. ^u-
gutlus Comer, cnsul.
Illm. Sr. Manoel l.uiz Vir.les, dignisiirao admi-
nistrador do cemileno rulilico.
**' '-' t *;. t 5a>
quira Kamoi e Silva,-JO) saceos assucar bramo e
mascavado, Ji couros salgado*.
Porlollarca portuguesa "S. Manoel II", Maninl
Jnaquim Kamos e >ilva, l.'i cascos mel.
PonoBarra porlugueza aS*nta Crazn, l'bomaz de
Aquinu Ponsaea & FlIllO, M'< rasen niel.
LisboaPalliabota portuguez ..Ilival, Amoiim Ir-
maos, |n harria mel.
LisboaItrigoe porlugoe/ "Laia ll>, Francisco Se-
veriano Kai ello \ Filho, Lili saceos e 8 barricas
assucar hranco e ma>cavadn.
Exportacao .
Trsate, patacho oldenihorguez ui'feilu, re .!_ lo
Heladas, condozio o seuuinlc :'2,8O sceos cun
I i."iO arrobas de assucar hrauez).
Passo deCaraarasibe,'hii*te nacionaluSanla l.un..
de 2i loneladas, coudimo o seguinte:i'2 volurnes
gneros eslraOgehTot, S barricas bolacha, i caixas
aabflo, i eoiaa ebaretos, 5 ditas coco-, !t ditas di-
tos de (landres, i ditas bolacha, n ditas fogos do
ar, I :l saceos com 14 arrobas de bolacha.
KKOKKKDOHIA tlK KENDAS INIEKNAS GE-
KAES HE PEKNAMBLXO.
Ilendimsmo do dia I a 19 9:61689-/1
dem do da M........ I72grj20|
rr Tres Itorus emeia.Acabo de prender a corda, se obedecer. Todava ella n.lo he impotente. Seja
ii As qualro horas ou as *;ua(ro e ura quarto, exe- ella infaligavel em Hilar contra as cousequencia'
ir cularei o meu plauo, se ludo correr a minha vou- j perigosas d'uma civilisa;;lo excessiva, .lesregrada,
lade. iropacienle de fclicidade. looeB de gozos e de diuhei-
u Nao|lerao a morle, pola que a procuro, pois ro. Saja infaligavel em recominendar as almas a
saquero! Porem o sollrimento prolongado me a- hygiene salutar dos senlimenlos justo, e calmos e
ir Ierra.
u Passeio ; as ideas se rae desavauccem.
So me lembro de rneut lilhos.
O fogo ennegrece,
o Que silencio me cerca.
u Qualro horas.So.un qualro horas. Haqui
a a pouco he chegado o momento do sacrificio.
. Adeos meus lilhos queridos !
ir Dos perdoar imuli.it dores.
a Adeos!.... Anda urna vez adeos, meas lilhos
ir bem amados '.
Vos oceupais os meus ltimos peusamenlos.
A vos as ultimas pulsaces de men curasao, a
Ha dse perdoar-nosesla ellefSe. Ha ueste jor-|
nal da noile d'um suicidio, una naluralidade, urna
verdade que faz tremer. Em presenta da morle to-
das estas mediocres particularidades loinam um in-
teresso iminenso. E'te logo que ennegrece, este si-
'encio qoe o cerca, esle vapor das ideias, ludo ale
este cordao verraelho em que esta suspensa a carta,
ludo faz fro alma. Ha qualro anuos, qaasi dia
por dia, que se patsava esta cena nocturna era urna
agua furlada de Pars.
M. de Boismonl servio-se hbilmente dos 1328
escriplos de suicidas que Ihes cahirara enlre as maos
para escrever um dos mais nnvos e mais inleressan-
es capiln'os de seu livro a aualyse dos ltimos
senlimentos. Elle dividi esles seutimentos era Ires
classes, aclverliiido-nos que esta i la-ilicac,io nao he
rigorosa. Na priraeira enumerou as manifeslaces
dictadas pela benevolencia e arrependimenlo, a re-
ligiao, a honra, a ternura, a amisade, o reconheci-
ineulu, s lhes dea o nome de bons senlimentos,
Na segunda classe, collorou as manifestacijes sugge-
ridas peloreeuliiuenloaviugani;a,asquaiias asexplo-
rac-.as imprecacOa contra a corle, as ileclarares
deatheismo,de materialismo,as ullimas^oncupiscencias
do deboche ; he a dos maos senlimenlos.
Emlim, ua terceira calhegoria. elle grapa at maui-
le-i.ires que nao lem ri-laclo directa com as dua
classes precedentes, ou que preiidendo-se a ella
por um lado, desligam->e por oulio, por isto elle a
chama senlimentos n>istos.
llominam os bous senlimentos. A proporcao
dos casos desta classe he de I)2t>.71 honieu, 132
mulheres. Entre estes diversui senlimentos, diz M.
de Boismonl, os mais frequeule.- sao os da sociabili-
dade e inauifeslam-se por adeuses. Elles nina lii-
erarchia em reanlo com as affecces do homein ;
dirigem-sc iieces.ivainente aos esposos, aos pas, a..-
lilhos, aus amantes, as amantes, aos amigos, aos co-
nliecidos, a lodos em geni. Stgucin-se os sentiinen-
los mnraes, o retnurco de urna Talla conimetlida. a
vergnnha de um criine, a dor de nao se ler podido
corrigir, o lenioc de deshonrar soa familia e o deseto
le puuir-se. Algumas vezes he a t una sutreptibil-
dade moral, quasi moibida, he um sentmieiilo e-
xagerado da honra,o temor da mapeila ou da calum-
nia Muitas vezes lambem he a dor da reparadlo,
mor meu le enlre at molheies que, quasi todas rogam
que se lerabreiu dellas, que as chorein. He o pezai
da dor que vai cansar sen suicidio a' seus prenles,
aseas araigos.lle tamberamuita vetes o ullimoadeos
ao seductor que as perdeu.adeus muitas vezas acom-
panhado de per.l.io.-!) per.la > manifesta-sa ale eu-
pre muitos homens para com seus oppressorcs ou sens
inimigos.
Linlim vem o< tentimentos religiosos, que muitas
vezes se suscitara com forca mormemente nas mu-
lheres sob a inspiracao da ultima hora. Algmis
reclamara as ceremonias e orai;Ocs da igreja. He urna
idea consoladora pensar que Dos, nesla hora supre-
ma, recebe om suspiro destes pobres corares des-
pedazados, urna supplica desl3s pobres almas per-
didassAh '. doixemnt a' Dos, s a' Dos, o cui-
dado de discernir, com nulo jusla e segura, a parle
do delirio e a do criine. i.o.r lemos inflexivelmen-
le'os principios, mas digamos como a inullido ae-
glomerada em Ionio de cadver daquella suicidia,di-
gamos como ella : O desgracado Ouardemo-
para a humanidade sea mais tocante direit, o direi-
lo de derramar urna lagrima sempre que apparece
um grande infortunio. O suicidio he um criine
sim, sera duvida, mas quera sabe seuao Dos,
quero sabe o ultimo segrelo desls pobre suicida '.'
Nao enternecamos os principios, eu u concedo ; po-
rem homens, nao nos eavergonlieraos de enlerne-
cer-nos.
Os mos senlimentos compreheudem Sli casos
(279 homens, 'J"> mulheres ) ; :104 escriptus conlem
quena- ou iiupreca(;0'B conlra a familia, contra a
sociedade, coulra Dos 29 cartas revelan] o alheis-
mo e odesejo de uada.
So urna d'estas lie assiguada por mulher. Em 9
escriplos, so se enconlra a expressao da libertina-
gem. Em 31 casos, a hypocrisia ou avaidade he que
dicloo ai palavras supremas.
Emlim os senlimenlos mislicos sao aquelles em
que a moralidade do ullimo pensimeulo uao he bem
asaigMlada:
Nesla cathegori.i entran) os escriptos dos alienados
os quaes, lodos alteslara a oli.r-.io das allucinases
exlravagaules, o estado mrbido a incoherencia do
pensamenlo, o que os dislinguesullicienlemente dos
suicidios coiisoinmadns no e-lado de rallo. Enlre
os suicidios raciouaes.uns preocupara se dos solfri-
meulos, temem a falla de coragem. Oulros an con-
trario moslram una fraca res.lucao. Muilos lem-
bram-se de seus foneraes e lazeni a esle respeilo
as mais precisas recommendares Ai opinioes fa-
talistas -ao muilo IVequeules.
Algn- moslram a mais completa indiflercnca pe-
la opinio publica. Oulros pelo coulrario e em mui
grande numero, deixam aedviuhar o desejo d'obler
publicidade de fa/.er fallar de si. Oulros emlim Ira-
heni. em seusulliinos sscriplos, a fulilidade dos mo-
livos que os leve ao suicidio.
Seria esta a necasMrS
saos, da aclividade rasoavel, de Iraballio regular,
dos desejos moderados. Propague e Jeteada o cul-
to da familia, que he tambera dos melliores abrigos
para a moralidade dohomem.um dos asylos mais se-
guro em que se recolhc sua dlgnidade odendida,
era qoe se consola seu amor proprio liuirull. ida, em
que soa aiubic.ia abatida repousa na pa; solida das
verdadeiras all'eii;oes. Castigue pelo ridiculo eslas or-
gulhosas indolencias que propaga pelo inundo suas
aristocrticas melancolas, desileiihaiitlo loda prolis-
slo. desprezando todos os pequeos deveres que for-
! mam o humilde lecido da vida e consagrando seu
| eterno repouso a declamaces contra os defeilos d'es-
I le mundo, de que elles nao querem faier parte. E
combata principalmente lodos esles morbosos para-
doxos que circulara nos romance- e dramas de cer-
ta escola ; mostr o que ha de vulgar e d'insena-
to nos analhemas contra esta pretendida fatalidade
que pa-.jria sobre o h un mu de corarlo esii impe-
deria de completar sua obra; fortifique nas almas a
santa coimcc/io da liberdade ; relempere esta mola
da vida, rebaixada e eufruquecida por philosophias
declamalorias;eralim esforce-se por associaa iuvenci-
velraenle a idea do criine a idea do suici lio ua cons-
ciencia da hiiiiianid.de, tao profundamente abalada
pelos tyslemas dos sopliislas rontemporaiieos.quan-
do tiii.i o he pela dor e pela palxo. os mais lerri-
veis eos corruptores lophietat.
E. CA RO.
; /tenis l'onlempiiraine. )
r-lUCA DO KECIFE -t) HE JANEIRO AS
3 HOIAS DA TAItDE.
CotatOes olllciaes.
Cambio sobre Londres-JH i. (JO d|v.
Assucar innscavado purgadua 35HX) por arroba
eom sacco.
Frederico RotiUiard,presidente
/'. Borget, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres. -J8d. til) d. v.
Paris, 3 a 341 rs. por fr.
a Lisboa, 9,"> por", de premio.
ir Kio de Janeiro, 2 por 0|Q de descoulo.
Acedes do Banco, O a 45 de premio.
o ir ir compaiihia Peraambucana ao par.
ir n L'lilidade Publica, 30 purceiitoda premio,
i ir Indemnisadora. 32 dem,
ir o da estrada de ferro 20 por l|r) ila premio
Disconto de leltras, de K a 10.
Dito do banco8 a 10.
(joro.Cocas heapaoholas. -ss a 289500
Moedaa de bsiOO velhas 16*000
lialOO novas .... ICjOOO
400.......-IjOOO
Prala.Palaces brasileiros......:0O0
Pesos columnarii-......-aOO
e mexicano....... lystiO
9:78954"
da 182 toneladas. rapilSo Francisco Iti/ech, e- O selor Sania Rs> eteolheaj sis v-itevdle por ja
quipagem 12,Carga !sO toneladas de arela ; a vi-1ter gatillo anpproTieJtodo neaaaopaUsee destas}-
uva Auionm i\- lilhos. Pertsnce a Barcelona. !dad", a ler sido o que mais agr ti u no anuo de
I. i -1 :i31 dial, brigoe porluguez Conslanie, de 1853 no ihciro de Sania l-abei.
258loneladas, eapilaO Vocoslo Carloi dos Heis, As msicas arroojsdas pelo S'. Thaedota Uaaalas,
eqopagem 19, carga a/eilp, vinho e mais gene- que mais agr laram nes.f auno, ais seme ju-la-
rns ;a Tnoiuaz de Aqumo l-ou-eca ,\ Filho. pa- mente o niesino Santa Ro-a lancou in.io dstles, poi-
-ageiro*. Jorge Pereira Feraan-les, Juan M,-.unel enlre as arias e enrosque s* han de raular vs.o-j ,
l'inheiro, .Ijau Francisco de tlero. Perlence a pecas de msica todas dilf.reiil'-
LSboo.
Rio Grande da Sal30 dia, brigue brasileiro Me- |
lampos, de 223 loneladas, capillo Jo- Mouteiro i
de Almeida, eqeipaeem 15, carga 12,5(10 arrobas
de carne secca : a \|....., | Alves Cuerra. Perlen-
ce ao porto do Kio Glande do Sol.
Rio de Janeiro e Babiai; dia. vapor iDglez Aseos
eommandaule Richard Km ti.
Marei3 das, barca ingl'ia nl'roperu. de 308
toneladas, capillo T. Iavenu>r, equlpagem 17,
Crga assucar e algnd.au ; a Johnilon Paler & C.
Veio receber ordense seguio para Liverpool. Per-
teme a Liverpool.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio da PralaPolaca jerusamelilana utiiulio II, ca-
pullo J. Pe Ir,, Ciissingeua, carga assucar.
Porlos do SolPaladn liespauhol Pie-idrulro.cnm
a mesma carga qoe liouxe. Saspeudeu do l-
meir.lo
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendirnrnto do dia 1 a 19.
dem di> Jis 2(1 .
42 3W19.VI9
..:3llo7i2
7:672j25l
No oulio inlervallo as lila* joven* dju-aiao ,
aXX;
K loco depuis lui.n as paslurat I-.u-jo urua
(> DurniDiiiivu miiiviv-rrf.
Terminara' o especlaculo com o
CORO DA DESPEDIDA.
(I aclur Salda Rosa se delibrrou a I ia-r eslediver
limenlu no Ihealro de Apnllo, por ser mai conve-
iiienle para as totead-s joven-, e por hoje se ler fs-
ciluado minio mais s ida do publico pela ponte no-
va que tica mais perlo para a passoai Santo Anlonio e Boa-Vista.
Os bilheles de camaroles, galeras e platea acharu
la desde ja a' venda na residencia do actor Santa
Para e porlos inlermediosVapor brasileiro "Pa- Rosa, ra de Santa Isabel n. 13.
ran i, enraman.lame F. F. Ilorges.
(9%
4t)*i*?0-<,(vT$.
ALFANI'EliA.
Kaudimentodn dia I a 19 .
dem do dir 20 ..... .
28i.9uiS!0l I
9:6703022
294:6643033
WublUtcM a pe'iiu.
A car(a abaixo publicada que me diiigio o Sr.
Jo-e da Maia, socio de iiidusinana urina C-ouvea
i\ C de cuja gerencia eslou encarregado, ru forra
a pedir aos seuhoies socios coinman litariu- da mes-
ma firma, que se diguem comparecer uo da sexta-
feira 23 do correule, s II horas da manilla, no es-
criptorio da companhia de seguros Utdidade Publi-
ca, para alli se celebrar tima assemblea geral, e lo-
mar se em consideracao o eonleslo de dita caria,
aliin de poder l.izer-se como a lei dapOs, o compe-
tente registro ni tribunal do cuininercio. Pernam-
buco 19 de Janeiro de 1857.Joio Jotr de Gouteia.
Illa. Sr. coronel Joao Josii de (iouvei.i.Como
V. S. trata de registrar no tribunal do coinmercio a
sociedade em coramandila ailauelecida nesla proeja,
sob a linni Gouvea A; C, em que eu sou socio de
industria e V. S. gerente re-punsavel, sem duvida
pelos estilllos da m-ima sociedade, que audain im-
presso>, lera' V. S. eertheeiment, que eu .-'. na
provincia de l'eruamhuco he que, dentro de cerlo
limites, e medanle determinadas cou-.ticoes cedi a
mencionada sociedade o privilegio exclusivo, que
pelo governo imperial rae foi beniguaineule conce-
dido, lie puis cinginilo-se a lellra dos estatutos
que V. S. pode fazer o icgislu de dita >.'cicla-l-, c
a querer como algn- dos surius lem iiiiim-ini'nle
suggendo, que o dominio da sociedade se exlenia
provincia da Parahida, ser* rtecessarlo que ru fa^a
disso primeiro urna decloracao aulheiilica. oque
uio pore duvida em lazer, purera devo notar, que
nina vez alterada a base do nosso ronlralo origiual,
\. S. e os mais socio, eonnnandilarioa nao pdenlo
levar a mal que, em coinpensacao dos mui avalla-
dos lucros que esla minha nova concessio vai Irazer
a' sociedade, eu exija que se altere lambem nus es-
tatuios o arligo que Irata da dissolui;.lo da sociedade
na cvpii n.ao do prazo do meu privilegio, subsli-
luindo-o pelo segrale : Na expirnc.au do prazo
porque esta sociedade lem de durar, n*o querendu
os socios prorogar-lhe a duragao, lodo o material
della sera' vendido em hasta publica, a quera mais
dar, e o prodoclo de dila venda dividido pelos so-
cios da maueira marcada para os dividendos an-
nuaes.
Sem me demorar a mostrar a jo-tira com que fa-
co esta reclamaran, porque o seu boa MUSO e rec-
udi Ufo bao de por forca dictar ; nao querendo
cotnludu V. S. tomar sobre si a responsabilidade
desle acto, pode convocar para esle lim urna assem-
blea geral, na certeza deque, sem a modificacaoque
cima pmponho.a machina quese acha couslruida em
Olinda s podera' ler plantada em algura lugar des
la provincia, qoe de conforinidade cora os estatu-
tos V. S. imicar ; achando-se meu lillio promplo
para ir assistir ao seu levaiitamento, assim que V.
S. o determinar.
I endo fallido cima em lucros acuitados que es-
la minha conce-s.lo lem de Irazer a' companhia, V.
S. me permiltira' que eu o demonstre, como passo
a fa*er.
Tomares para bac do meu calculo a villa de Ba-
naneiras, aonde se enfrdala auiiiialinenle para ci-
ma d 5,000 saccas de algod.lo. que lie igual a ^5.000
arrobas, o qoe da' Irahalho durante 0 anuo inteiro
as bolandeiras qae all ha. Levantando a compa-
nhia, pois, all urna das miabas machinas, he couse-
quencia infalivel, que durante seis inuzes do anuo
lera' ella algo-la i para se conservar era servido cunt-
ante, isle he, lera' 12,500 arrobas de algodilo para
descarocar.
Vamos agora ver os lucros qoe desla machina de-
vem resultar :
A machina ha i ser de 2 casaes de fosos, a qual
en me obrieo a puma villa de Un u -i -.- armada,
prompla de lud, com o numero de bms necessario
para 1 r.ili Ili.n de dia e de imite, ou se V. S. o pre-
ferir com um moinlio de vento da forca compelen-
te, com prensa para enfardar, apparelhj de haler o
algodao, ludo completo pela quantia da rs ti:0O0S.
Cada casal de fuzos apmuipla come
demautrarain as experiencias feilas em
Olinda, e que se podem repetir, se he
aprouver em 2i lloras. 2arrobas de plu-
ma, e por consegrante os 21 c-.sae-
apromptarlo 18 arrimas, pelas quaes le-
vando-se o me-mu preco queaclual-
inenle alli se paga, que he de l>00() pur
arroba, lerem n 4K7O0O por da, o que
em (i metes, oa 130 dias dar' 7:2OO;00O
Deduzido da quanlia cima a despeza
que em 1.50 das com a machina se faz,
que como mosira a nola abaivo, inoula
era............I:200>ikio
He pan aterrar ver como esles desgranados lamban)
1.1o frivolameule com a unirle. Ha casos desespe-
rados, em que a gravidade suprema das circuinstan-
cias da um iutercase serio ao suicidio. Mas que di-
zer n'eslas almas pueris que se precipilam na morle
. para se vincar das pequeas cunlrariedades da vida !
ma, seguiris ra.....as inslmcroes, Adeos, i.ude q,,, deMHd,d, j, r,rt0
e felicidad'.
o 2rj de marco de 1852, qtialru horas e meia da
mandila.
Veremos lucro liquido. .
Notada despeza diaria cora as raach'iias
A um administrador por da. .
A ilous Irabalhadores para se alter-
naren! e eslarem sempre alleuilendo a'
ranchina ..........
A ora rtpaz para cuidar dos bois. .
Sii'tento dos bois, que coran se sabe
pouco ou nada cusa naquellas peroneos,
porque elles se alimentara principal-
mente do canicu du mesmo algodSo. .
A/eile paro luz a para a machina, a
alguna peqoenoa reparos que se lenham
le reflexOes bem amargas, de farcr...........
r.OOO'MMXI
23000
Descarregam hoje 21 de anetro.
Barca iuglezaMiran 1abacalhao.
Brigue ingleSmokingidem.
Brigue inglez Margarel K'dleyuidem.
Barca porluguezaBom Succes"soceblas e batatas
Brigue portuguezComisleidem.
Brigue suecoActivomercadorias.
Patacho belgaOilinebarra com feragrm.
Brigue nacionalSagitariodiversos gneros.
IMr*ORTA5*a.O.
Patacho sueco aJolia,s viudo de Nee-Por, consig-
nado a Saundres Brothers i\- C, manifestou o se-
guinte :
1200 barras de ferro com 30 (oueladas, 202 tone-
ladas de carvao de podra ; aos meemos.
Brigue suecu lAclvO,a viudo de I i> i-rpoul. con-
signado a Saunders Brothers 4 C, mauifesluu o te-
gomte :
211 fardos e I caixas com fazrndts de algodao,
5 lardos eslopa. 5 ditos cregoellas, 3 ditos lio, 13 di-
luse lOcaixasiazendas deludi, I dita meias, 2
dilas lencos deseila, I barrica pregos, 1 dilas esta-
ndo. 7 caixas metal amarello, 9(1 .tilas folha de lian-
diss, 50 ditas queijos, 90 gigos e I cesto louca, 50
bams manleiga de vacca 50 tonelada-, carvao de
pedia |(j toneladas IS quinlaee i libras de ferro ;
aos consignatarios.
50 barra rnsnieiga de eacca; a Taaeojj Irmfioi.
10 fardos e 3 caixas fazendas de algodilo ; a Bar-
roca A; Caslro.
2 fardos fazeudasde algodao ; a 1 o-lrun Roo-
ker Si C.
3 canat e I fardo fazeudas de algodao aJ. Halli-
day & C.
3 fardos panno ; a II. Gibson.
10 fardos e 21 caixas fazendas de algodao ; a N.
O. Bieber Ov C.
1 eaixas fateodas de algodao ; a A. C. de Abren.
x fardos dil's de dito; a Fonseca Medeiros cV ''..
2 saceos com eral tullios de amostras ; a di-
versos.
Patacho belga .illrlinc. vindode Antuerpia cou-
siguado a Luiz Anlonio Siqueira, manifeata ose-
guiule :
eaixas fa/.eudasde liulio, 2 ditas punios de Iga.
ditas c 2 fardos fazen las de alaod,lo,l fardo coberlo-
res de 1,1a,2 ditos tpeles, I csixaesparlhos de linho,
5 inalhas roupa feila, 2 eaixas scllins, 29 barris pre-
gos, 9 ditos enxofre, 20 ditos chumbo de oaea, 25
eaixas .volas steoiinas, I dita carias ,1c jogar, 1 dita
papel, I jlita anides, 5 duas cofies de ferro e asses-
sorios, |7 caitas manleiga cui frascos, 11 ditas es-
pingardas de cac,a, 107 dilas vidros, 40 ditas quei-
jos, | embrullio amostras ; ao me-mo.
ti? calen vi.tro. :. ,ut Vellozo Soares.
10 eaixas verniz, 2 ditas escravas, 10 barril Unta ;
a C. J. Astley cV C.
I caito velas a Timm M. !i Vinaaaa.
27 barris lineo era laminas, 2 fardos cobertores
de la, 7 eaixas manufacturas de diversos leeidus, K i
ditascrislaes, copos, -aleiras, casliraes, baudeijas,
fraseos, moslaidniea etc ; a J. Kellcr v\ C.
2li barris pregos ; a I eulel Finio i C.
I .'.iiv i fazendas dealgoaao, 25 duas papel, l> di-
tas perlumarias, III barr* prego-, I uitu euxolre
refinado, 120 frasqueiras geuebra, I Mnbrulho lypos,
2 eaixas ponas de Paris ; a ordera.
I fardo n,.in,lindura de lila ; a Manuel Joaquiui
Ramos e Silva.
1 caixa papel ; a J. C. Aires.
2 eaixas fio de latan, 2 dilas lliesauras, 13 ditas
maruioie polillo ; a N. O. Bieber 4. C.
1 caixa ignora-se ; a Biendes a Brandis.
Brigue nacional Siigilariu.u viudo do Rio de Ja-
neiro, consignado a .Manoel Francisco Carneo, ma-
uile-iou o seguiule :
60 volurnes pipas abatidas ; ao mesmo.
2(i fardos alfaztma, I eaixas papel ; a C. A. Su-
dr da Mulla.
8 caixoes cha' ; a .1. J. Dias Feruaiides.
15 ditos mercaduras ; a A. L. da Silva Ase-
sado.
5 ditos chapos; a A. L. Pereira de Mello & Com-
panhia.
2 dilos ditos ; a Chrillisni o\ Irmi.i-.
2I saccas|cafe,129,barns toucinho, 10 dilos e 55
volurnes manleiga, 10 rolos fumo, 350Calas sab.lo,
lli barricas potassa, 9 caixoes eh'poa, 2 dilos cou-
rus, ditos alfatema, I dil i cha', 125 volurnes bar-
ricas abatidaa; a ordem.
Vapor brasileiro aParans', a precedente dos por-
tos do sul, in.ii.ne-'--o o seguinle :
I C*.le Ignora-se : a II. Cibsun.
I dilo dito{ a Delinque B. E. Prizeres.
1 dito dilo ; a Amoriui A; Irmlos.
1 dilo dilo -. a Je-e Pereira Vianna.
1 dito dito ; a Leopoldo Augusto lerreira.
I dilo dilo ; a Francisco Manoel II. da Silla.
I dilo dilo ; a Julo Francisco A. Lima.
1 dito dito : a Ignacio L. B. 'I aludu.
2 rolos furau ; Novaos & C.
1 caix.lo ignora-se ; ao E\m. presideule da pro-
vincia.
2 eaixas dito a Miguel Jos Alve-.
I caixa~o dito ; a Domingos Jos I erreira.
I dilo dito; a Antonio Pereira do. Olivcira Ka-
mos.
I caixa dito ; a Jos Joaquim B. de Caslro.
1 c.iixilo dito : a II Mana Jes Aajoe Suuza Lato.
2 caixa. dilo ; a William Paschoal,
I encapado dito ; a \ iceute Alves de Soaza Car-
valhc.
I dil-i dito ; a Jos Candido de Barros.
I caixolevesli.li' salo. ao capillo Luiz Anto-
nio Ferreira.
I caixinha livro, j rolo, fumo, I calilo meioa de
sola, I caixa com um halm roupa usida ; a or Jen..
1 cauln laa ; a A. Pies Runos.
I dito mercaduras ; a J F. de A. Lima.
I dita dilas; a F. M. II.
I caixa rap a J. J. R. Caslro.
I cala I piano e perlences; a unJem.
CONSULADO (iEHAi..
Kendinisnto de lia I a 19 57:3279195
Idem do dia 20.......11:2339781
PALTA
do' prero' torrente do assucar. algodao, e maia
gneros e proiucees nacionaes i/uc se despa-
rham na mesa do consulado de l'emamhuco'
na semana de 19 o 21 de Janeiro de 1857.
Assucar branco.......g 49500
a mascavado............ 29(K)
" refinado........ 59120
Algodao era pluma de 1." sorle a ,7910o
i n o o 2.* )) 69700
i) o ii 3." x (i>300
>' era caroco......... 1^775
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'aguardenle. caada 850
de cachaca........>" 8520
) de calina....... w()O
" dislilada a do reino. > ?801'
lienebra '.............caada 5800
s ............... botija 9240
Licor...............caada ?H0<1
...............garrafa 8210
Airo/ pilado............. arroba 39100
em casca...........alqueire 18020
A/eile de mamona ........caada 9700
CORREN) CERAL.
A pessoa (|ue langou na caixa daadminis-
traf,o do correio 3 cartas pata os Srs. Joa-
quitn Ignacio Pereira Jnior no Rio Craniic
do Norte, Dr. Domingos Antonio Alves Ri-
beiro no Aracaty e !)r. Thoniaz Anlonio de
Paula Pessoa no Sobral, sem que livesse
pago o competente porte, queira dirigir-se
mesma repartirlo para dito lim, para que
ellas possam seguir seu destino.
A direcciio da companhia de seguros
Indemnisadora, em virtude do disposto
no att. 10 dos respectivos estatutos, convida
osSra. accionista* para reunirem-se em as-
semblea gerdl no escriptorio Ja companhia,
no dia 21 do crrenle ao meio dia, para os
'ins indicados no momo ar'igo
l'teco dos camarolea da segunda ordem, opOOOr,.,
as mai. ordena passain a ter ronsi.der.idai como ga
lenas, sendo cada carl.io s 1g000 rs., e platea qus
toda he geral, lambem I ilion ra.
Principiara' as 8 horai.
M'pjgog mattv U>s
Para a Illia de S. Miguel-
O muilo veleiro patacho.portugus Allre
do, quo deve cliegar do Rio de J-netro a lo
dos os momentos, tem a maitir parte da car
ga prompla : para o resto e passageiros tra
ta-se com os consignatarios T. de Aquinn
Fonseca & Filho, na ra do Vigarto n. 19,
primeiro andar.
Para a lllii c N i-
nel.
O brigue potloguez orivena, que deve
de Janeiro de I857.-I)s directores.^o lgJchc8ar*lod o^momentoV; Tem V mlio
naci de Medeiros liego.J. J. Tasso Jnior.
Juo da Silva Regadas.
un i
II Ul
milheiro
arroba
cenlo
cenlo
Ira
Iffl
i
o n mendobiiii e de coco. .
o n de peixe.......
Aves araras ........
u papagaius........
Periquitos.............
Bolachas .............
Biscoilos.............
Cacau.............,
Cachimbos............
Caf bom.............
o era grao reslolho ....
com casca..........
o moido............
Garu secca..........,
Cera de carnauba em pao. .
0 em velas .......
Charutos bons..........
ordinarios ......
o regaba e primor .
Cocos seceos...........
Couros de boi salgados.....
i) verdes..........
i) seceos ou espixadus. .
ele unca........
" Cabra corlidus .
a u carneiro.......
Doce de calda.........
ii >i guiaba........
a seico ..........
o jalea ...........
Espauadores grandes......
pequeos.....
Kstciras de preperi.......
Eslopa nacional........
o eslraiigeira, iu.io d'obra
Fariulia de ararula.......
i) milito.......
.- mandioca......
Feijao.............
Fumo em rolo bom .....
i) ordinario........
ii era lollia Imiii......
ir o ordinario.....
o o reslolho .....
engihre...........
domina.........
Ipecacuanha .......
I.Otilia de achas graudes .
o )i pequcn.is..... ii
i) o o torus....... v
Pranchoes de amarello de 2 costados um
o i) louro......... v
Costado de amarello de 35 a -10 p. de
c. e 2 'j a 3 de 1..... <
ii de dilo usuaes....... v
I..O-I.I,linli-1 de dilu........
Soallio de dito........... -
lorio de dilo........... u
Costado de louro......... u
Cosladinho de dito........ s
Soallio de dilo........... n
1 o i .i (le dilo.............
s cedro.......... u
Toros de latajuba ...
Varas de pereira ....
.i i- aguilhadas.........>
o a qoiris.......... o
Em obras rodas de sicupira para c. par
o )) eixos o o a o n
Mel............
ntilbo.........
Pcdra de amular .
a n Filtrar .....
o I i-lillln- ...
Piassava em molbos.'. .
Ponas de boi.....,
Sahau .........
Salsa p.n i ill. i.....,
Sebu em rama.....
Sola ou vaqueta....
lapiuca..........;
Lnhas de boi...........cenlo
I52.S0
15000
liftOO0
ifcjOOO
19000
ISiO
lilOO
39500
I9OOO
19800
ijeoo
5500
103000
59500
IOsOOO
I200o
l->700
500
2-7500
29360
B330
-dio
9206
153000
;30
SliO
r-20
-200
-800
aiOO
25000
1800
,20"
I9000
l>00
i 000
27 00
Alqueire 2)500
alqueire (i(K"
. alq.
ecuto
12JO00
(i0U0
l2aUO0
IO9OOO
87OOO
21(100
39OOO
329OOO
23000
S900
113000
2 3OO0
HfcOOO
-----Pela subdelegada dos A logados foi
preso c se acha recolhido a casa de deiengo
por l'ugido, o prelo Benedicto, que diz ser
escravo de J0S0 Francisco senbor do engo-
nbo Pirangi, no Rio Formozo : quem -e jul-
gareom direiio ao tn s-no escravo campa-
rerja nesla subdelegada cotn seus lilulos
para llie ser entregue. Subdelegacia dos Alo-
gados 20 de Janeiro de 1857.Francisco Car-
neiro Jnior.
Aclia-so recolhido a casa de dclcuco
o prelo Sabino, que diz sur escravo de Se-
baslio Mauricio vVatldcrley, pur andar ru-
gido : quem se julgar eom'iliruiloao mesmo
escravo compareca nesta subdelegacia com
seus ttulos nara lhe ser cnlregue. .Subdele-
gacia dos Afogados SO de Janeiro de 1857..
Francisco Carneiro Jnior.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de com-
prar os seguinies objcclos:
Para o arsenal de guerra,
r-aimo azul para sobrecasseas, covados
3,139, dito dito para capotes, covados 6,582,
dito preto para oolainas, covados 398, eslei-
rs de carnauba 67", casemira carmesim,
covados 270, sapatos, pares 1,216, oleado
para debrom, covados 10, grvalas de sola
de lustre 122, mantas de la 2S, ponnas de
ganqo 800, li ti,- elgodSo, libras 30.
Para o Itio 1,1,111 le do Norte.
Panno azul para fardas e i-alcas, covados
iiiio, hinn hranco para calcas, varas 910, al-
goilaozuho para camisas, varas 61o, case-
mira encarnada, covados 21, grvalas de
sola de lustre 122, brnn branco lis i para lar-
das, varas SOS, esleirs do .inmola 214, pan-
no preto para polainas, covados 91, botos
pretus para fardas, calces e polainas 7,098,
ditos brauc is para caicas 2,196.'
Quem qui/xr vender dilos objectos apr-
senle as suas propostas em carta lechada,
ua secretaria do conseibo, as 10 horas do
dia 23 do correle mez.
Saa dassessOes do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guer-
ra 16 de Janeiro de 1857.Remo Jos La-
menha Los, coronel, presidente.Bernar-
do Pereira do Carino Jnior, vogal e secre-
tario.
O conselho administrativo em cumpli-
mento do a. ligo 22 do icgulamenlo de U de
ilezembro do 1852, faz publico que f01ani
accedas as uroposlas de Vicente Alves Ma-
chado e Jos Baptista Braga, para foitiecereni
--o primeiro. 12 taimas de assoafho de ama-
rello por 848000, 3 ditas de dila de forro por
15*000, 2 costados de dito de 4 polcgadas de
gossura a 17,*'; o segundo, 12 espadas pora
inferiores a 107. E avisa aos Bupradiloa ven-
dedores, quo devem recolhcr os referidos
objeclos ao arsenal de gueira no dia 2i do
corr. ule mez.Sala das sesses do conselho
administrativo para loriiecimento do arsenal
de guerra, 19 de Janeiro de 1857.Bernardo
Pereira -.'o Carino Jnior, vogal e secretario.
parte da carga ja prompta : quem pretender
carregar 011 ir de passagem enlenda-se
Com Joao Tavares Cordeiro, nu rus da Me-
dre de Dos n. 36.
Para o Assu ale 24 do concille sane S
palhabole nacional l'iedadcn para carga; 1
passageiros liala-se com o capitn a huido
ou na ruada Madre de Dos n. 2
Companhia
TRANSATLNTICA DE VAPORES
SARDOS
Por ealee da checa de iMiova o vapoi aanlo
C01IT-CA VOL K, o qual depois da demora do ro5
lume si-nuil.1' |>ara llalua r Kio de Jaoeim, para 011
de recebe a< mala< do correio, e para Mcntevid-1
e Buenoi-Ayres, no escriptorio do cou-ul de Sai
denha ; e oa paoeigeirof a eu; criados, Badea din
mi --e .1 rij.i ,1 i.,ri... 11. |, aecrMofie de Leutu-
Jnior Ov Leal Iteis, agentes.
Ceai
e
Marauh&o.
Segu no dia 25 do mez crlente o pala
cho lana Cruz ; par o reslo da carga t
passageiros, tratase com Caclano Cvriaco
da C. II., na ra da Cndeia do Recite 11. 2.
i'ara Lisboa pretende segn com bu
vidadeoni teporl .guez denominado Rival,
por ter parte do seu OerregamentO promiito
quem no mesmo quizar canegai podera
contratar com os eonsigaatrios Amonm ir
maos, ra da Cruz 11. 3.
i'
?
quintal
ilu/ia
cauada
alqueire
una
o 111
ce uto
li.
&
1
meii)
Dc.->pe 2-000
500
-,-MHjll
15500
8-000
1* .1/eiu it'Hle.Preparu a- meias, a camina e o
leurid que devem ter alabea ultimas vp-lc-.
a Miil.1 que o iiii-iiieulo cbKa. Siulo-o com nina
emucu d'alinaque 11,11) pos-o reprimir, embora mi-
ulia earagem.
ir Kono a Ucee, pelo repouiiu da alma de Maria,
por meiit fillni e porinin ; porque lia urna Vu7. 111-
ierna qua chama a ti o) senlimenloa do eneran mai?
;ro-^. os melhr)re e com elle. 1 coiiftanca ein-
peranen.
Y.m ISO dle de* pender' "... 1:2009000
Mneueni que lenha a menor aelencia de oomeroa,
e que seja versado aealaa materia*, pudera adiar 110
calculo cima a iiienir evati-iarao ; e dad i que a
companhia levante na Parahiua mu numero de
machinas eulHcienle para descansar inn.de do a|-
Anaivsrmo algane dos mt\* coriosos resulla los j godio qoe ella acloalmenle prodoz, que lie 30,000
do (raliallio de M. BolsmOSt. Rasla o que disseinoa "ai-cas ou (30,000arrobas, aindasuppoad, .oque
para apreciar o iatereate d'eale livro. I eolia o ao- 'e ",0 ^'''-l'M'erar que ella se eooaerve eataeionara,
,.,._____. ,. la riiMipanhia tirara aninialiunl daili nin rendi-
tor eoraqam de cortar um en dous capitulo! e uma ,,, de maia de 70 cont, denla. nJJolbe aendo
cenlena de paginas iuntei nai que deve ;conservar preciso empregai para uso om capilal rrunor de 61
Vinaarc
pipa
305000
I5000
'.I5OOO
7-VKJO
-5OO0
85000
5000
.55000
29500
35000
15280
I9JG00
15920
15280
26500U
I85OUO
9240
I96OO
3040
5000
5800
9200
13200
51 0
165000
65OOO
:t600
39300
.-300
IO5OOO
THEATRO
i;i ) RhmIc -liineiro
O veleiro patacho nacional tinmliui acgu
para o lliode Janeiro at o da 25 do cor
rente, s recebe c.rga at o dia 23, e escra
vos al o da 24: trala-se enm seu consig
natario Anlonio Luiz de Ulivoira Azcvtdc,
na ra da Cruz 11. I.
Para o Itio de Janeiro mi outr. qual
quer porlo do imperio, esla promplo a *e
guir viagem o brigue brasileiru Feliz Desti-
no, de boa mucha, torrado e pregi.iodcco
bre : quem nu ineamo quizer carregar ou ir
de p>ssagem, dirija-se ao escnploriu do ala
noel Gnocalves da Silva, ra da Cedis do
Recite, ou ao capil.io a bordo.
TORTO.
A barca portugue/.a Duarte IV seguia para
a cidade do Poilo com a maior brevidadi.
tem anula piarla para alguma carga, que te
cebera e Irete : os pretndeme dirijam-sc
a ra da Cadeia do Iteeife n \2, amatorio
de Hallar Oliveira.
*tiU<*.
68:560a79
l-'IVKHSAS PROVINCIAS.
Heiidiniento do dia 1 a 1 2:8069780
Idem do dii 20........ 3999172
3:4959932
DKSP.it IIOS DE F.\l"OIIIAI.A(l Pfcl.A MKSA
DO Cil.NSIHDU DESTA CIDADK Mi DIA
20 DK JANEIRO DE 1857.
Havreliana francesa nSupeibe, .1. P. Adoar t\
C. 600 aaccoa a->ucar mascavado.
(iil)rallarllarca sarda ..P.iulim, llaslu i\ l.nnus,
1,486 lceosaasnear hranco e masi avado.
Gibrallar Brigue InRlee, Ranavalaa, Sauudets
Brelhera \ (^.. OO sacros asquear branco.
MverpoolUalera inglesa eMedoraa, James Kvder
i\- C, iKl saceos assucar ma-cavado.
l-'alioiioihUngue ingle sWilliam .Marx., enri-
que I 1111111 ,', Companhia, 1,100 saceos assucar
mascavado.
CorkBarca maleza irCipress, Saunders llrolhers
ijj (].. 1,250saceos assucar mascivarto.
CanalBriane ingle/. Racen, Rotdrou Kuoker i\ C,
1.550 saceos assucar mascavado.
a laboriosos eslujo N.1" se espere que depols de
haver Iraeade em uas pl.rates principaes a hilof ia
do soicidio e de have-lo eilodado ai estatislica con-
sone,) niuitu venerador e criado/i>.if
Di- V. 3.
da l/rrrT-
t'.-i iiaml j-n 17 re jsneiro de 1851
RIO 13 Dt JANEIRO.
C ulanes u/finiaet da junta dos eorreclure-.
Cambios.Londres : 27 3i. a 28 a 90 ds.
a Paris : 38 a W ds.
Ac(0esde cosapaolilas. Banco do Brasil: 1255
premio honlem, para entregar 110 lim de junlio.
MeleesOnras palrias: 29/600 Imiileni.
Jorge lluilson, presidente,
./do Seeerftto do Stra, secretario.
I i/.eram-se boje Irausarijes avullada. em cambios
sobre Londres, oreando em mais de 70,000 E, as co-
lai.-es cima.
A> vendas de cafe forera .OOO aaecas.
Alm da coiai.ao ollicial de honlem. relativa ss
ari.ues do Banco do Brasil, houve urna venda de ac-
tes da coinpaiihi de paquetes a vapor .1 'Jl5 pre-
mio e\-.liv idcn li'.
Jornal tu Commereh do Rio..'
QUINTA FEIKA 2-2 Dt JANEiRO.
Recita concedida pelo Evm. Sr. presidente da pro-
vincia, a favor do paulo do asesino Ihealro Julio e
do aclur llo/endn.
Depois que a banda de msica militar do enrpo de
polica liver execulado a brilhanle ouverlura da
0 (MALLO E BR03&ZE
subir a scena pela primuira vet u iiilere-anle dra-
ma braaileim, em tres actos e dua.s parles, oruado
de msica
ACIGANABRASILEIRA-
0> prineipaes paawti terSo deaempeohadospelai
Ssnhoras I), lolrinda, Jesoioa e Aleundrlna, e os
Senhores Luna, Rozeinlo e Coiuibra, o qual leudo
rbecado do mirle, onde lanosapplauos recebru,
vem ajudar iis beiipliciadus em seus Iraballius.
Osiulervallossci.il) in-eiicliidosconi as inclhores
pecas de ruuiics du repertorio do insigue arlisla u
Sr. Pedro Nolaaco Baplisla.
No lim do drama o mesmo Sr. lara ctecular cuto
ludo gusto, e com o panno erguido, as lindas arias
do leuur e
Miserere
Da opera
O Tr< fvador
)T lim ao pspectaclo cuma in = lo tocn cu~
inedia eoi um acto,
k KAIMIA HE IVITOL
baha 7 DE JANEIRO.
Camei ti.
Liuidies . 28(1 .
Parla..... 315 a 350
ii .iii i.i . l,V, i 660
Lisboa >. i. ii. loo
Dobres liespanlioes 2S5800 a 291000
b da palna . .X9SOO .i 293000
Peeaa de69400 vellie lli-OOl
de i;. . 930 ii
Soberanos. . -TOO '. S-Vni
Palacnes brasileiros. , IS920 lauto
11 ---.i.li. i - , . IQU20 " 19941
Mexicanos l.-KNII li l5'.'00
lie fie o f-p'claculo que vai ser apreseniade au
illuslradu publico desla cidade, de quem os bcueli-
ciadoa esperam indo o acolhimenlo e prolecrau.
Os bilhelaa acham-ae a m-iij ua ma estrella do
Rosario n. IJ. segundo andar.
Principiara' as huras do costme
Theatro
O gente Borja fara lailio em seu ar-
niazem, ua ra do Collegio n. 15, de uta
grande e variado sm lmenlo de obras da
ua rciiier i a,como riquisiiuos guarda-vestidos
de mogiio cura e.< baoqniubaa porlaleis para jogo, mesas els-
ticas, solas, cadeiras com bracos e sem tiles.
me .-.asile meiodesala, earteiras para vuguui,
obras eslas etiegadas lia pouco de Paris pulo
ullimo navio, um oplitnosorliment de ca
deiras liamburguezas e de oulras multas
obras etc., objeclos de ouro e piala, la potr-
il e novo gosto, para sala, diversas quiuqui-
ltiarias fraticezas, candelabros e lauleruas
de vidro, aparellios de louca e de vidro para
serVico ue mesa, e uma inliuidadcde ouiiu-
mallos artigus que lora Imnwisiial mencio-
nar, os quaes se achato ex pos tus uo referido
armazem quinta feira i do correule as 11
horas da maulia. Nesle itiesuio dia ira lam-
bem a leilo urna opluua canoa de carreira
de a na i clin, com bons couunodos, a qu.il ae
acha palale ao esane dos preleudenles, un
estaleiro do Sr. i lumia/, uo oiuo da Igreja
do Pilar : beta como diversos esclavos dt.
ambos os sexos, proprio* para lodo o serv
.o, c com dlveraas habilidades.
O agente Borja, por autoiisaruo do
llltn. Sr. De. jui uiunu:t|)dl ila segunda
vara, a requerimeato deTiinciaoo tsit
ves Paos Barrete, l'uiu' leilo, de j~ aac
eos com assucar mascavado, apprelieu
didos poi iolsilicaoto, os quaes se aclium
depositados no armazn do Sr. Antouin
Alves Barbosa, na ra de Apollo n. "(l.
<|uarta-ieiia 21 do crlenle, a*s II hoial
em ponto, no referido armazn.
.Y O. Bieber C tarto Mito, por id
teivetic.5o do agente Oliveira, de grande sur
litneiilo de ferragens grossas c linas, a imu
dezas, inclusive cerca 100 quintaos de le-
ro da Suecia sonido, e pnseto de ago d>-
Milao : sexta feira 23 do correule s 10 horas
da manhSa, no seu aimazem ruada Cruz.
ni
O
I reto.
Auisterdam.
U.llico 5 s.
Brrmeu 35 a iO s.
(;.inal a ord. para o Remo Lindo 10 -.
Entre Havre e ILuuburgo 35 a id s
liuthembureo.
Ilalliliulj.i O S.
Havre O a 80 fr.
Liverpool 3o s.
Londres 10 s.
Trsate.
Jornci d itoi-atii
t oo pato.

.
MarselriaBarca france/a alndoslrieia, N. O. Bie-
ber i Companhia, 200 sacros acucar maca-
_ v;do- Navios enlrados no dia 20.
PorloBrigue portognez Amaba I.-, Manoel Joa-, Montevideo37 dias, polaca bespsoheta .Salvadora 1 plaudio.
af
LWLa
SAUBrVDO 4 l)E ja.\i:iuo.
A pe44o ile idoUi peuew, \ii ; scena o primci
ro e ulliiiii t9*p6C(elColo Imtu variado de r.iilnria-,
dr^in.iiicu c il.iii-.i-, osacotailaa por tl^at |ovens p*r-
iiiiii.'iiir.Mi.i-, entre u quaot faitm pars n mida*
inekfllts AltxaodrnaMriiard, Alexandrioa Marcis,
Mri'n il;i II )r i, M^Iiii.i e 1.**- ;> fpaii que m B*)bliorei profeiiora d.i orclie<(ra,
que *vt*' dirigittd pelo hr. I'filro li t.ii>u, tiverem
ilesempfnliad u duelo inlilulado,
TOOIE DA VLVIHIAIU.
represenlar-ae-ba n
VUIIEVILLE PWTOIIL
Em um dos Intervalloa as duas jovem Januana e
. l.i'.ii.id ,-. que dansaran nodia dezembro pro-
slmo passadu no Ihealro de Santa l-abel, danaario
o paseo a dous que u rc'peilaiel publico muilo ap-
*^D04)i5 25il)Ct3O0.
i'recisa-se de um hoiueui portugus,
dos cnegadoa uliimainenlc uo i'orin, que
saiba ler e escrever e queira servir deca
xeiro de um engcuho perlo da |nai;,i a cu
lender-se eom Anlonio l'rtelo, na roa da
Praia artna/.cui n. 3.
^ lose Maria de hlbuquerqoe Mello, pul
encontrar oulro de igual noaae, seaasigaa
r.'i de boje cui diactepor lose Mana do liego
Albuuuerque.
" '*,T*aajaBBBBBBBBBBBBBajBBjajaBBBaBl
0> abaivu aMiaodin, i-riiut ir -s tai yulos
du 3* batallio de .) Iiiliaria da guarda n.rio-
nal du Recite, t-ni Hume de ludos o mlriiorrs
du mesmo balalhi -. aaradeceai cu liun. m
lenle coruiit-l coiniuaiulaiiiL- a mais nthciar-.
qoe se dignaram assi-lir ao cutfrro de e
eompanheiro o asguatfo sarceulu Joaquun Oo-
mes de 1 iguciredo, aesian lambem aos slHciaee
inferiores do priruriru e cgundo bslalhioda
mc-ma i:oarda iiacion.i!.
Rente 18 de Janeiro ds 1836.-attieVi \a-
aer l luiuta. Tra/aiio lliipnl'tu de Minaet.
-/. b'. ilr S'inr'.intii li i >
- Mana de Uliveira, subdita poilugueza,
retira-se para a Kuropa.
FuglO DO oa 19 il" correle un pardo
de nome .Manuel, ida le 30 anuos, estatura
regular, punca barba, levotl vestido calca
e camisa branca, e chapeo brancu de bada :
roga-seeoscapil&es decampo que o pren-
dain e Icvom a ra estrella do Rosario n. 31,
que se recompensara com jlte rs.
-

ILEGIVEL
*


DIARIO DE PERNAMBUCO, ni ARIA FEIRA \ DE JANREIO DE 1857.
i$ CONSULTORIO CENTRAL 110- ;:
tt MtOPATllICO. ft
"S Ra de Santo Am^iro (Mundo-No- ?'
vo) n. 6. S
O l)r. Saii'iio Olegario Uidgero Pinho, {.
de volla ile viem o Ko de Janeiro, ',,
continua a dar consultas Indos o das uleis, '
das S hojas da manli*. ii 'i di larde. ;';
O pulir silo medicados i;ratuitaienle. ._
9
m

5& -ST* -*** *"' -
SEGURO CONTRA FUGO.
Coinpanhia Allianre.
AVISO.
O abaixo assignado, que viva fiesta iuaca
recebendo assucar do mallo, faz ocenle que
.-i'ir nuil parafOra desia provincia, e pela
presteza de sua viagem nao i"ve lempo da
dcspedir-se das pes-oas a quem tiuha Bali-
zado, no entanto pede o deseo i peni desla
falla. O mesmo abaixo assignado declara au
publico, que n-da licou deveudo a queui lie
consignan seus assucares, o liaveudo al-
gutn que-diga o contrario, publique por este
Establecida cm Londres, em marco da 1824. "ano, que iom|.lanieiile sera pago !E pa-
Capilal cinco milhoes de libras esterlinas. JJ* X> >."^n ^"^.^"^J"
* \ n mesmo abaixo assignaJo, faz elle o presente

Saunders Brothers Se C, tero a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
a quero mais convier que eslo plenamente au-
lorisados pela dita coinpanhia para eflectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e podra, coberios de
tlha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
ok mernos edificios quer consista em mobilia ou
sm (azendas de qualquer qualidade.
Aluga-e a anima casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. coro Loro sitio, baixa para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : quero pretender dita
rasa dirija-se a roa do Vinario o. 31.
Precisas de uro boro criado e paga-se bem
gradando u servico e comporlamento : a Iratar no
campo do Hojpicio'junlo ao quarlel casa do desem-
bargador tiendes da Cuulia.
| DEMIST4 FMCEZ. |
.';i Paulo liau.uox, de volla da sua viageni ::
2? a Europa, est morando Da ra Nova o. ?T
'fff 41, priroeiro andar, onde podeser proeora- ?S?
~j do a qualqjer liora. *-;-
##aMpSi?0 2?@&@&
Os devedoresde Jue Din- Snues.Cruz & Bas-
tos e Cruz O Gomes tenhan a bondade de manda i
pacar os seus denilos aos abaixo assuinados, por se-
rtni riles os douos dos referidos dbitos, os mesmos
abai\u as.ipnados desejando ultimar esta cobranza
ua melhor ;irmoiiiaeperam que Ihe salislarao loas
cuotas independenles da publicarn da seus nomes
utciiis judiciaesqnese verlo na necessidade de em-
precar na fallado referido pasamento.JosiiAlves
da Silva Guimarae*, ra duCabuza'n. I I), Fran-
cisco Jos Alves (juiuares, na do (Queimado u. 33-
5 PARA CONSERVADO DOS
DENTES.
,- Vende-se pos e .coa denlrilices: na ra
jf Nova o. 41, eru casa do dentista fraucei f1
9 Paulo GiOgiiuus. '-::-'
aj\;';:'-:;'i''v:-:'\.:'^:^*.::v''.;:^'^:;
Precisa-se de urna ama que leuh.i bastante lei-
te, anida mesmo sendo scrava : no paleo de S. Pe-
dro n. 22.
O abaijo astisnadu, arremtame das dividas
activas na importancia de I3:76301S0 r. da massa
fallida de Joilo Chrisostnmo de Lima, avisa aos deve-
dor* da relerula malta, que queirain realisar omai
breve possivel usseu* dbitos: nn aterro da Boa-Vis-
ta u. 42, taberna de Misuel Jos Kodrisnes da Cos-
ta, o qu1 se aclia cunipetenleineute lialn.it.idu a re-
cebar ditas dividas.Antonio Jos Villar.
Escolas
DO
HETiiOiW fAStILIII!.
to da T do j.meiro em diaute cslao aberlas as ti
escola- iiesU capital, pelu evcellenle inctliodoC>s-
illio ; pela qual a vo publica se lia pronunciado _^
pelo orgo da imprensa pernambucana, merecendo
particular alteni;o a escola da meninas, erecia na
ra do Vicario, casa do tinado Silva Oompanhia, nao
so porque nessa escola seensiuam toios m primoro-
sos brdalos, e mais lavores que se possam desejar.
como porque a diuua prolessora eslaudo sendo lec-
louail.i na eiaiuroalica uaiiniial palo eximio profes-
oor o llvni. Sr. padre inestre Varejio, se tornan'
mais uro precioso brillante que ornar a eoroa Ilite-
raria do Eim. cnnselheiro Sr. Dr. Castillio.
Precisa-te de urna ama de leite, que
o'tenlia bom, eseja sadia, paga-se bem :
oa ra do Apollo n. 22.
_ Precisao alusar duas amas forras oo captivas
ira casado familia, qoccoiinheni eebgonimeiii: ua
ra da Cadeia do llecife luja n. 30.
Aluga-se na Passagem da Magdalena,
antes de ebegar a ponte gratule, urna casa
terrea con solo, quintal e tbida pelo rio,
cota muilos eommodos para familia : os
ureteudentes dirijam-se ao Trapiche Novo
n. 16.
Seguros contra
o fogo.
tiOlPANHIA NOKTHERN.
CAPITAL 1,20,00 ESTABELLCI-
DA EM 18o.
Para efecluar seguros
obre propriedades, mercadorias, mobilia
e gneros de (|uasi todas as (jualidades.
Premio de i)|8 ate 112 por cento ao anuo,
igentes C. J. Astley & C. Em conlbrini-
dade de otdens ltimamente recebidas,
os agentes acham-se habilitados a tomar
risco contra fogo, e sobre gneros de e\-
portacao, como sejatn : algodo, atsucar
ou cout'os, depositados em trapiches ou
aima2ns particulares, em Macei, Jara-
gua' ou Parahiba do norte : agentes C.
J. AstlevcvC.
O abai\o assignado lecciona primei-
las lottras, latitn e francs: na casa n.
S8, da ra Nova.Jos Mara Machado
de Figueiredo.
Precisa-setle utna tnulhcr portugneza
de moia idide, pata ama de unta casa de fa-
milia, composla de 5 pessoas, dando liador
a sua conducta : nos Coelhos, ra dos Pra-
zeres n. 14.
-~ Lembra-sc aos setihores paisile fatni-
Ita e a quem mais convier, que a aula do la- ,
tim na travesa da Concordia junto ao n 5, i
no bairro de Santo Antonio, est aborta, e
que o SflU proiessor Jos Valenlim da Silva,
eootinu'a a reeeber ahi por prego cotninodo
alumnos externo-, o pensionistas dando
bom Ira lamento.
Da-so aSQfOOO a juros ra/.oaveis, com
peuhores : na ruada Hraia n. 43, segundo
andar.
Lotera da pro-
vincia.
OSr. Ihesoureiro das loterias manda lazer
publico, que so acham a venda na ra da Au-
rora n. 2b, primeiro andar, billieles, mcios
oquartos, da tereeira parte da quinta lote-
ra do Gymnasio Peraambucano, cujas rodas
andam no da 21 do corrente. O mesmo Sr.
Ihesoureiro manda declarar ao respeitavel
publico, que existe grande quauliilade de
billieles, nietos e quailns cima, a Cscollia
dos senliores jogadoro. riiesoiirana das
annuncio, o qual sera publicado mais de
una vez por este Diario!...
Jos ooares Correia.
Onieio dia da Europa, sobre tudo, lera se
fornecido da puzzolana da Italia c dos Azo-
res. A deste ultimo arctiipclago submelttda
a escrupulosas experiencias ern Inglaterra
no arsenal real de Woolwich em junho de
183U, pelo Sr. capito de engenheiios llen-
rique Scolt sob a direcQao do seu ebefe o
bem i'imiiiv.di) cscriplot coronel \V, Ileid,
l'oi julgado precioso elemento abundante
cm oxido de Ierro, que entrando com a cal
na proporgo de 2 para I cumpunlia un va-
lioso cemento.
J. J. de Uliveira Macnado Jnior com
agencia commercial entre Portugal, Acores,
Brasil e frica occidental, I0J ra Augusta,
Lisboa, fornecedor de puzzolana para as li-
anas frreas de l'oitugal, reparlico das
obras publicas de Lisboa, e para dilVerutites
pontos de llespanlia, propoe-se l'ornecer u
mesmo material a quaesquer emprezas de
obras publicas ou particulares du imperio
do Brasil, piompltlicatido-sca remetler pre-
viamente amostras a quetn as solicite c a
por por precoi razoaveis em qualquer porto
do mesmo imperio quaesquer encommcudas
que se Ihe l'agam sempte que cada remessa
nao seja inferior a 200 metros cbicos de
material.
Toda a correspondencia e propostas sobre
o assumplo devem ser-lhe dirigidas a sobre-
Jila agencia comnieicial 155 na Augusta de
Li.-bua, ou a admiuisli.ic.3o do diario de
l'ernanibuco, praca da Independencia ns.
6 e 8.
- Precisa-se de urna ama que saiba co
zinhar, para una casa de pouca familia : na
praca do Corpo Santo a. 17.
- Precisa-se de urna ama para lodo ser-
vido de urna casa de duas pessoas no paleo
do Panizo ti. 8, segundo andar.
Precisa-se de utna ama que saibajeozi-
nliar o diario de utna casa de pouca familia ;
quem pretender dirija-se a ra docollegio
n. 15, armazem.
Precisa-se de urna ama que saiba bem
engommar : quem pielendcr, dirija-se a ra
do Collegio n. 15, armazem.
Quem atinuuciou querer um cont de
res a premio, com hypulheca em um so-
brado, dnija-se a osla lypographia, que se
dir' quem da.
PergnnU-Se a quem saiba responder,
se as malas perlencenles ao engeniio Bur-
ralho podetn ser desfrutadas por urden do
administrador, consenlindo que uellas se
lacam inadeiras, ripas, carvao ele, acliando-
se aquelle engenlio e seus perteuces embar-
gados ou peuliorados, segundo se diz.
Arre.uda-se um sillo uo principio da
estrada de Joo de Barios, o qnal tein lodas
commodidaJus para rusiUuncia de urna
familia, tein eoclieira e estribara para 4 ea-
vallos, lauque para baubo ao pe de una ca-
cimba com bomba, tein excedente agua de
beber, niuitas frucleiras, ele.: quem o pre-
tender eiitenda-se na dtstiiac,o por delraz
de Sania lua.
JoliAu eped Ikin engenheiro, rclia-se
paia Inglalena.
Piectsa-se de utna ama para servico
de de utna casa de pouca familia : no aterro
da Boa-Vista n. 60.
Precisa-so de nma ama para casa de
pouca familia, quem prcleuder dirija-se a
ra Direila n. 5\
Antonio Joaquioi de Souza Hamos vai I
a Luropa.
rosten Rask da casa de Patn Nash &
Oompanhia, roga a quem tiver contra elle
conlas particulares, queira lazer favor apre-
seuta-las.
Isabel Varia de Figueiredo. professora
parlicular.teuidenovoaberlo sua aula na ra
da.Conceico da Boa-Vista n. 56, e ensina a
ler, escrever, contar, coser e bordar de seda
e de ouro, esmerndose como setnpre no
sdiantamento desuas discipulas.
Oll'erece-se urna multier branca de meia
idade e bous cosiumes, para o servido de
casa de um homem solletro ou de pouca fa-
milia, anda que seja para sitio e por todo
preco : quem precisar dirija-se a ra de A-
guas Verdes n. 49.
O abaixo assignado, profes-or publico
de latim da freguezia de S. Jos do liecife,
scienlilica ao publico que esta aberla a ma-
tricula de sua aula, e que us irabalbos lec-
tivos cometario no dia 3 de fevereiro : quem
se qutzer matricular dirija-so ao largo do
Terco, casa terrea o. 33.
Mauoel Francisco Ooelho.
A pessoa que procurou oSr. Joo Bap-
lista de Campos para comprar o escravo Joa-
qun, que dtsse estar no seu poder, perlen-
cenle aojsr. Dr. Antonio Carlos de Almeida
e Albuquerque, queira por obsequio dirigir-
se a ra da Cruz ti. 35, primeiro andar.
DAGUERREOTYPO,
Systeiua Dorte-atoericnnu
ATERRO DA ROA-VISTA .\. 4.
terceiro andar.
Nesta casa conllnu-sc a tirar retratos
com toda a perfeicao c pelo uovo syslen.a
norle-americano. Existe sempiv urn com-
pleto e variado sorliment de caixinhas,
quadros e joias de ouro para a collocac
dos retratos. Todos os ias das 8 oras da '
manliaa as 4 da tardo esla a ollictna e gale- i
na a disposico do publico.
Osabaixoassigtiados fazem sciente ao |
respeitavel corpo do couimei co e ao publi-
co, que tendo expirado cm 19 de Janeiro do !
atino prximo passado os anuos da sua so-
ciedade leita em 19 de Janeiro de 1850, e que
gyrou tiesta praca sob a lirma de Ka ra &
Lopes, boje por coiiimuiu aecurdo a dissol-
veram, licando a cargo do socio Jos Joa-
quim de 1aria Machado a liquidaco da ex-
Un;ta firma u todo o activa o p'assivo da
inesma soctedade.l'ernanibuco 15 de Ja-
neiro do 18>7.---Jos Joaquim de Faria Ma-
chado Francisco Jos Lopes.
Desappareceu no dia 16 do corrente do
largo da ribeira de S. Jos, um cavallo cas-
taiilio sem stgnal algum, com cangalha e
inquihdeiras, cauda e dinas- compridas, mal
encascado, o qual dizem Fui visto a laraeua
l'onte Vellta : quem o pegar leve na ra do
Queimado, loja doSr. Antonio Joaquim, que
se pagarj o traballio.
O administrador d coebeira da tua da
Cadeia ti. 12 avisa a lodosos freguezes que
eslo a dever em dita coebeira contas aira-
/.ulas do
A pessoa que anntuiriou querer urna
casa r-m i'linda para o banho salgado, a qual
o sen quintal d.ite para o mesmo, falle a
Joaquim Lopes de Almeida.
AI.IT.A-SE
lima gran le casa em Olinda, confronte a
guarda principal, com quintal que vai ao ba-
nho salgado : a tallar com Joaquim Lopes
de Almi'i la.
-Na Boa-Vista ra Velha n. 84 fazein-se
cajpas, capas befaras, batinas e chamarras,
ludo com pi-rfeicoe hrevidade, por ler sido
oficial do fallecido inestre Joo Pacheco, de
Olillda.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia : no pateo do Terco n. 4.
COLLEGIO DE SANTA TIIEREZA.
A abaixn assignada, professora particular
e directora do collegio de Santa Thereza,
participa us pas de suas alumnas e s pes-
soas a quem interessar, queja principiou o
exrrcicio das difiranles disciplinas do seu
collegio, e que tamben) continua a reeeber
pensionistas, meio pensionistas e externas :
na praca da Boa Vista n. 32 segundo andar.
Thereza Guilhermina de Camino.
Perderam-se no da 13 do corrente uns
oculos do armaeo de ouro em urna caixa ja
velha e rota no fundo quem a tiver adiado
e quizer entrega-la, pode-o fazer na loja do
-Sr. Figueiroa, que recebera utna gratificaban.
... Precisa-se de unta ama paia casa de
pouca familia : na ra Velha n 104.
- A rifa do sitio na Passagem da Magda-
lena de A. J. de M., corre com a primeira
lotera da corte do Rio do Janeiro, no pr-
ximo fevereiro, se se extiahirem sullicientes
bilheles ; na confettaria defronle do thcatro
velho,c praca dalndedcncia loa das loteras.
Joo Lins Ferreira llibciro, subdito
portuguez.vai aos E.-lados Unidos e deixa en-
carregado de seu negocio em primeiro lu-
gar, como socio etn seu estabelecitnenlo.seu
mano Jos Uamede Ferreira ltibeiro, em se-
gundo llcnrique Forsler tv C.
Precisa-se de urna ama pata cozinliar :
na ruadj Lingoeta n .
Os ahaxo assignados participan) ao
respeitavel corpo de commercio, que lizeram
sociedade na loja de ferragens da ra do
Queimado u. 69 A, que compraran) o Sr.
Mauoel Rodrigues da Silva, a qual do boje
em dianle ficar girando sob a lirma de
Fonseca & Vianna.Recite 31 de dezembro
de l8o'.Antonio da Fonseca e Silva.~An-
lonio Jos Barboza Vianna.
Oabaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, principalmente ao de commercio, que
vendeu sua loja de ferragens da ra do Quei-
mado n. 69, aos seus caixeiros Antonio Jos
Barboza Vianna, e Antonio da Fonseca e Sil-
va, llecife 31 de dezembro de 185C.Ma-
uoel Rodrigues da Silva.
Precisa-se de um bom amassador de
maceira, paga-sc bem na padaria da rna es-
trella do Rosario n. 13
Precisa-se de utna criada que compre
c coznihe : a tratar uo escriptorio dos m-
nibus.
Aluga-se para criado,copeiro ou pagetn
um crioulinho moco ecom umitas habili-
dades : quem pretender dirjase a ra do
Livramenlo n. 33. segundo andar.
BOTICA IIOMEOI'AITIICA.
N. 13, RA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
Dirigida
TEU) oriDft
PIRES RANOS JNIOR.
A ellicaria tlus ineilirarnentu^ liuiuen|ia-
lliicns depende de sua ba prcparar.iu, .lo
lelo ou desvala que se nriprefia Bule mis- f3
ler, e lamben) doa coniiocnnento pbarma- ,>
coil>nainicus que se lleve ler desla uiedici- W

i

i
na. Pulanlo ncsle novo estabelecimrnlo
(oin tudo qoanlo for neces-ario para seu
oso, tanto cm glbulos, conu em tinturas;
e aim lamben) c;irieira< de diversos lana-
niius, lulios avalaos, ele., etc. Os preros
sao os mai' mdicos possiveis.
15iheles de visita
Uravam-M a imprimem-se rom perfeirAo bilhtles
d* visita, Icllras rte commercio c todos os objcclos di
arle ealigraphiea, resiraa, vinlietase qn.esquer de-
anbw. Abrem-sc tirmas, lindes, tanto a talho do-
re como em relevo, ornamentos com objrrios deooro
e |irala. Fazem-ta riscos lindos e onsinacs para
bordado! de labyrlntho. Adinitte-se a recusa de
quaesquer desles objectos no caso de nao licarem a
conteni das peanaa que os encominendareni : queu.
pretender dirija-ae a qualquer desle lug-res : no
bairro do Recife. ra da Madre de lieos n. 3:.', pri-
meiro andar: em Sanio Antonio, na hvraria classio
do pateo do Coll'Rlo u. -' ; nai tinco l'uulas, sobra-
.'u da quina confronte a matriz oova.
| AO PUBLICO.
j| No armazem de fazendas baratas, ra do *
Collegio D." 2,
Pt, vende-se um completo sortimento de fa- t.
& zendas finas yrossas, por mais barato Wi
* precos do que em outra qualquer parte, *
Atlemao.
,\s pessoas que tcm procurado ohter os
exemplaresdessa monstruosa questSo de di-
vorcio entre o Sr. Burgos e o Sr. Siqueira
cm iiouie de sua fillia, senhora Jo reerido
Sr. Burgos e que se Ibes lem promet ido,
no os recebendo de 9 a 31 do correte, sao
c itiviiladas a mandar reeeber na tua do l.i-
vramento n. 8 em casa dos negociantes Co-
elho o Almeida.
AOSSENHORES DE ENGENBO DO CABO
Por circumsiancias que appareceram inde-
pendentes de nossa vnntade, nao poderam
Bearpromplososexem|ilares dos negocios
de divorcio cutre os Srs. Siqueira Cavalcanti
e Burgos, para que fossein distribuidos no
dia tj, como tinhamos annunciado. Mas,
como hoje condujo se a impressao, e foram
eucadernar-se, pedindo u- desculpa ile una
falla to involuntaria, rogamos aos reflui-
dos senhores de dignarem se mandar rece-
be-los no Cabo, que ahi infallivelmente a-
charSo em mao do ll.in. Sr. Mauoel Jos de
Sanl'Aiina Araujo, da 2! de Janeiro em di-
ante, desse dia lgubre, anniversario do
terrivel e fatal roubo que o Sr. Antonio de
Siqueira Cavalcanti, esercendo a mais igno-
bil vinganca, fez ao Sr. Antonio Carlos Pe-
rera de burgos Ponce de Leen, de sua mu-
Iher e de seus tres fil.iiiilios... logo de todos
tres ..-
Pivcisu-sc part urna casa estrangei-
ra de pouca famiu, d : um coznlieirQ
que si-ja perito em sen ollicio. urna ama
secta e tima dita de leite, paga-se bem se
agradar : na i ua to Torres n. TiS, se-
gundo indar.
Ra vov* n 54-
Madama Rosa Hardy vendo ricos cnfeitns
de cabeca para senhora, do ultima gosto por
precio couiniodi. e chapeos de cene enfeita-
' dos com llores, pelo preco de SjUOO rs.
Compram-se apolices da divida provin-
cial; na ra das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
(.otnpram-se esiravos que sejatn sa-
dios e folies, proprios para armazem de as-
sucar : ua ra de Apollo n. 22.
Cotnpia-se para lima encommenda
molquesde l a 1S anuos de idade:
na ra do Collegio n. 21, prirreiio an-
dar, das 1 (I horas a's ."> da tarde.
O CARAPUCE1RO.
(ompra-sc a collecco deste jornal : na
livrana derronte do arco de Santo Antonio
n. 9.
Compram-se esernvos de 9 a 35 anuos:
na rus do Collegio n 21, tercetro andar.
Compra-so um prelo robusto c sadio :
na ra do Amoriin n. 9 segundo andar.
rmiiimno.
Veinlem-se litas de vellido pelas e de co-
res, estrellas e largas, lisas e aberlas de mui-
to bons goslos, pelo barato preco de 160,
320, 400, 500 e 600 rs., na ra do Queimado
na loja de miude/.as da boa fama n. 33-
BANDEJAS FINAS BARA-
TAS.
Vendcm-se bandeas linas e de varios ta-
manhos pelo barato preco de 1/500, 2/500,
33500 c 4? : na ra do Queimado loja de
mludezaa da boa lama n. 33.
Cartas para jo;:;- p.
Vendem-se bsralbos de'cartas franeczas
muito linas c de bom papel a 500 rs. o bara.
Iho, ditas porluguezas mutto finas a 320 rs.:
na ra do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Bouecas francesas.
Vendem-se bonecas franeezas ricamente
vestidas e de varas iqualidades a 1?200,
1;600 e 2, na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Escovas ie todas asquali
dad*.
Vendem-se ricas escovas inginas para
roupa.o melhor que pode haver e de nova
invencSo a 38, ditas franeezas muito boas
a 15. 15500 e 2-sOOO, ditas para cbelo ingle-
zas c rancezas a 15200 e 25, ditas para den-
iiin/ic. tesinglezasefranoezas a 400, 500 c 600 is.,
Basto & Lomos, na ra do Trapiche 11.17 ditas para unhas dita dita a 240, 500 e 15, e
lem para vender as seguintes obras de mar-
moro : estatuas, pas, (legraos, pedras qua-
dradas c oilavadas para consolos e mesas
8 mmodolijolos "iarmrc' lud0 C.M|ieo8 de pal ha d Italia
Basto & Lentos, na ra do Trapiche n. 17,
tem para vender chapeos de palba de Italia,
dobrados e singelos, para homem, meninos
e meninas, chegados ltimamente de Geno-
va, e por presos eommodos.
OCI ARDA-LiVRiiS BRASILLIRO, ou arte 1
da escriplurac/to mercantil apropriada ao
commercio do Brasil : vende-se na ra da
Cadeia Velha n. 22. Preco 8/IO.
&3$500
Vendc-so cal de Lisboa ltimamente che-
gada, ssim como potassa da Russia veida-
deira : na praga do Corpo Sanio 11. II.
Vende-se por menos do que em ou-
tra parte, cera de carnauba e velas d e com
posicHo : na ra da Cruz n. 34.
Cimento brauco.
Ilechegado o excellentecementobran-
<:o ja bem conhecido e experimentados
tanto era barricas como as tinas : no ar-
mazem de taboas de pinho de Joaqun)
Lopes de Almeida. na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
obras de marinore.
-..-
i

ouirasqualidadesmaisbaratas, que ludo se
vendo na ra do Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
por preco
Supe
or cal de
Lisboa.
1
VENDEM-SE CAPACHOS
Vende-se superior cal de Lisboa : no pintados, compridos e redondos a 700 e 800
armazem de Novaes iV C, ra da Mache1 rs; na ruado Queimado loja da boa lama
de Deosn. 12, por precocommodo. I"-.3"*'
Helogios de patente jOculos e lunetas de todas
Inglezesdeouro, desabnete edevidto: as <|li:ili(ja , vendern-sea precorazoavel.em casa de
AtigustoC.de Abreu, narua da Cadeia
do Kecile, armazem n. 36.
$cnda*.
n
tanto em porcoes como a retalho, affian-
3 cando-se aos compradores um s prejo
y para todos: esta estaueleciraento abrio-se
g de combinacao com a maior parte das ca-
j* sas commorciaes inglezas, franeezas, alie-
Vende-se urna mulata moca que lava
muito bem, com bom corpo para o servico
de campo ou otttro qualquer, sem vicios nem
achaques : ua ra da Cruz do Recite 11. 31
primeiro andar.
--- Vende-se utna tieg inlta com 8 annos
de idade : na ra Nova 11. 17 primeiro andar.
Vende-se utna preta de 30 anuos para
todo o servico : na ra da Gloria 11. 53.
Vende-se 11111 piindaste porttil de
ierro, que pega em 90 a 100 arrobas,
com todos os seus pertences, por preco
commodo: na roa Direita 11. lili.
Aviso aos tanoeiros.
Vendem-se rodas de arcos de pao para
pipas, e hagas de vitnes da melhor qualida-
de que ha no mercado, cliegadas ltima-
mente do Porto, por menos prego do que
em outra qualquer parte, e vende-se a por-
QSoque o comprador quizer : ua ra du Vi-
gario n. 27 deposito de assucar.
Venie-se um guarda louQa com pouco
uso: no aterro da boa Vista n. 65 segundo
andar.
- Vendem-se 70 pipas, 6 meids ditas e 30
barris despejados aqu na ptov.ucia, na ra
da Moeda u. Vt : trala-se no mesmo arma-
zem.
Km casa de Kduardo II. Wvatt, ra do
Trapiche novo n. 18, ha para votider t pia-
no forte e elegante.
Vende-se um terreno na ra da Con-
cordia, com 34 palmos de frente, e fundo
Siilflcionte, na quina que volti para o chafa-
riz, bom para se edificar urna boa casa, e
tem a vanUgem de ter o cnafariz junto de
casa : quem pretender dirija-se a ra do
Queimado 11. 41 loja que vira para a Con-
glegagao.
Vendem-se duas negrittlias ttiuito lin-
das e espertas, utna de 10 anuos c outra de 5,
2 mulatnibas de 10 annos cada urna, muito
lindas, 3 moleijuitihos de 8 a 9 anuos, 2 ne-
gras mogas coinalgumas habilidades e urna
dita de 30 anuos boa quilanueira : na ra
larga do Rosario n -j> segundo andar.
Vendem-se chouri^as novas cm barris
de arroba : na ra do Amorim n. 36 taberna
da quina.
Ao baratero.
Vendem-se-ricas caixinhas contando the-
zonra, dedal, agulhelro, agulha de eolia
Milho.
Vendcm-se superiores oculos com armaeSo
de tai taruga de todas as graduaces a 35000,
ditos muito bons com armacoes douradas a
15200, ditos ditos cora armacees prateada
15, ditos ditos comarmacao de aro a 800 e'
15, lunetas com armarjao do tartaruga a 15,
ditas redundas e quadradas de baleia a 500
maos e suissas, para vender tazendas mais H rld01 ''espellio, proprins para meninas
. .... l'V :i tam m. 1,. .,.. ...____i. _.-. _..__.,,.!.. ..
i ----------"f r.^-..,w r.~ .----------------------
levareanno braco quando v3o para escola, a
2/500, ditas inaiores a 35 rs., carleiras com
retalos dos grandes da Kuropa, proprias
para as senhoros guardar dinbeiroa i/is.,
utas de sarja lavrada a 800 e 1-200 rs. a vara,
'lilas de veludo abe la e lisas a 160, 240,
i-O, 400 e 300 rs. a vara, caetas muito fioas
a,.Vrs' liuzia> rojetas pretas linas a 16o,
240 e 320 o par, ohreias de colla a 120 rs. a
caixa, suspensorios a 100, 160 e 240 o par
|j( em conta do que se tem vendido, e poristo
} oHerecera elle majaras vantagens do que g
M outro qualquer; o proprietario desta im- S
J* portante estabelecimenio convida todos S
^ os seus patricios, e ao publico em geral, v
S para que venham (a bem dos seus inte- jjg
W resses) comprar fazendas baratas: no ar- Jjj
j mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- >
$; ionio Luiz doi Santos & Rolia. >g.
tm^s. m louiras muttds miudezas que se deizain de
lannunciar, que vendem-se muito barato
i "a rila larga du Rosan i n 35.
e bolas.
As ceblas novas, em caixas, que chega- !
ram ltimamente pela bratidSo, viuda de;
: Lisboa, vendem-se no armazem de Barros | Silva.
AOS -ais di: FAMILIA.
Existe venda no deposito n. 6 da ra de
S. Francisco, um vanado sortimento de ca-
lungasi linos para brinquedo de enanca, por
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica th;
iiartkolomeu /<'. de Souza,
contina a vender
(sendo falso o tpte for vendido cm outra
qualquer parte.)
Rol) L'AUecteur.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez em vidros.
Klixir anti-asmathico.
Frascos de bocea larga com rollias, de
la 12 libras.
Precisa-se de 800# rs. a premio sobre
hypotheca em um silio no Remedio na es-
trada de liomgi : quem quizer fazer este ne-
gocio dirija-se ao '.iesmo sillo, a tratar com
O seu proprietario Caetano Baplista de Helio;
mesmo proprietario faz todo o negocio
V eode-sesuperior tinlia de aljoilao branca
de cores, em novellu, para coslura :im cas de
Snalliall .Mellor & Companliii.rua do forres n. 38.
C\L E POTaSSa
Vende-sepolaisada Russia e ainericaoa.clieK'da
ueste, das de superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado: nos seus deposi-
tis na ra de Apollo o. 1 A,e2B.
.Na ra do \'i.\triu n. 19, primeiro andar, ven-
de-se muho do Porto de superior qaahdade da bem
cmihecida marca GW em pipas, barris e caitas de
urna c duas dunas de garrafas.
tiemetadedoseu
XaKOPF
DO
valor.
A 2^500 a pe? e 300
rei- a var-.
\ende-se urna porQflo depannitihosde vara
de largura com um pequeo deleito, em
peca 2?5U0, e vara 300 rs., chitas escuras co-
res (ixos a 160 o Cuvado, ditas de padrOes
novos e lises a 200 rs. o eovado : na ra do
Crespo n. 14, quarta loja quem volla da ra
das Cruzes.
Vendem-se chapeos do Ch\li de to-
das asrjualidudes : no escriptorio de Nu-
vaesotC, rita do Trapiche n. 54.
Foi transferido o deposito deste larupe para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, narua Suva n. 53'
aarraras 59500, e meias 39000, sendo falso lodo
aquelle que nao for vendido ueste deposito, palo
quesefaz o presente aviso.
IMPORTASTE PARA 0 PUBLICO.
Para corade pht\sicn ero todu^Fseu*difieren
estiraos, quermolivada por conslipayes, tosse
asthuia, pleuriz. escarns de santrue, Ser de eos
ladea e pello, palpilatSono cora rao, coqueluche
bronchije, dorna aarganta, e todas asiuolestia
dosoruos pulmoi'Mres.
VARANDS e grades
Um lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras do gosto dio-
dernissimo: na fundicoda Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na ra
do Brum.
Agencia
da "iiudirao Low-.lio
i
ra Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortimento de tnoendas e
tneias inoendus para etigenlio, macliin-is .5'/",'."j*
de vapor e taivas de Ierro batido e coado
de todos os tamaitos para dito.
Vendem-se pegas de madapolao com
toque de avaria a 3/600 cada peca : na loja
de quatro portas na ra do Queimado n 10.
Vende-se banha derretida de superior
qualidade a 480 rs. a libra : na ra do Ran-
gel 11.35.
POTASSA E CAL TIR6E1.
No antigo ej bem conhecido deposito da ra da
; Cadeia do liecife, escriptorio n. 12, ha para veo
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
.. | de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
Farinha de
este.
SSSF.
Tri-
rio Alvcada Haia, escriv.io das loteras.
lotcr.as 10 de Janeiro de lS57.-Jose lanua-|;Tr^ld.?nCl^aJT*. ftO* ,i
| vit satua-las. urna ve/, que vai dar halando
i uestes oito dias, e aquellos que deixarem de
o fazer, lalve ignorem sua tonta, por isso
depois dos oito das sura publicada peio Dia-
rio una relaco de todos os devedores.para
que nao scchainem a ignorancia. Oulrosim,
o mesmo administrador esta resolvido dora
em diante a servir aos seus fregueses com o
alate de 20 por Cento no aluguel de seus
carros c eavallos, com tanto qe receba logo
.la matriz e ra Nova, fazem publico, que o dinheiro a vista. Recite lude ianeiro
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabug. n. l, confronte ao pateo
muito baiato preco ; tainbem exiatem a ven-
da latas de bolachiiihas. as mais linas que
tem vinJo do Londres, proprias para cha,
soiiec, etc.
Vende-se azeile de carrapato a 3400 rs.
a caada, ou etn barril : ua ra das Trin-
ebeiras n. -a.
Na ra do Brum no llecife n. 22, ar-
mazem de Sa Araujo, ha para vender cera de
carnauba superior em saccas, e Saccas com
gomma
yen'.'e~se um lindo molatinhode ida-
de de 5 a 6 anuos anuos ; na ra dos Guara-
rapes por cima da padaria.
BOM l'i.v.Mi.
Veude-se um bom piano horisoutal com
om o siiio.casohaja quem o queira comprar.! i!"!1" po.,uo uso.e e.m bo,F i:sUtl : '' "'"
Precisa-se d- urna ama que saiba cozi- Be,h l.u.nlo.0 l'^meiro sobrado n. 18.
nhar e fazer todo o servido de utna casa : na
ru i da Concordia, casa da esquina OOIlfronte
ao beccoda Ramella,
Arrcnda-sc o engenho Uiteiro, sito na
enmarca de *auto Autao, peitencentea Isa-
(Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMR chegaram .")00
barricas desta acreditada arinlia : ven-
de-se nos arma-zens de Tasto limaos.
fcVijao mulatinlio-
Vende-se na ra da Cruz o. 3i, feijao uiulatiuho
por prei.o coiniuodo.
Moinhosde vento
com bombas derepuiopara regar liorlai aba ; ra da C.dcia do Kecif"! V.
xa de capim : na (undiro de D. W. Bowruan
ua raa do Brum ns. 6,8 e 10.
Vende-seo grande armazem allandeysdo do
lar:;o da Assemblca o. -JO (Forte do Mallos}, muito
proprio para qualquer estabelecimento, oa mesmo
para recolher generoscoroo e.laservindo aclualmeu-
|*'JPor slarcollocado delroute do trapiche do al-
a Iratar na ra do Trapiche n. 1 i, primeiro
a precos muito favoravei-:, coa os quaes firarao
os compradores satisfeilos.
VIMIO 1)0 HOR1U IjliMI.NO.
Veade-se ptimo viuho do Porto em barris da
qu.irlo c oIhvo, por prtro razoavel: na ra da Ca-
o Kerife n. 13, escriptorio de Bailar & Oli-
vera.
Silo muito lindos pura pu-
l los
Vendem-se muito bonitos botes para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa (ama n. 33.
Pianos,
Em casa de HabeSchmettau e Coinpanhia,
ra da Cadeia u. 37, vcudem-se elegantes
piano- do afamado fabricante Traumanu de
lia ni bu i go.
Vende-se aguldente de Flanea em
ca\as de urna du/.ia : no aruia/.em de C.
J. Astley & C.
Ni ra da Cadeia, defronle da Kelarao, taber-
na u. 38, lia dasinelhiires bidias hamburguezas pa-
ra vender a rela'bo e em porches, e tambeni se
lagam.
Vinlio do Furto, superior cliamiro.
Em caiaa de duzias e em harria da oitavo, rt-
centeiuenlecliegadopelo;brigue u I rovadoru; vende-
se nicamente no armazem de Barroca \ Castro, na
AoIhokiiIio
para saceos de BttUCa
Isa de N. O. Mieber &
n.4.
(I;i Baha
: vende-se em ca-
C, ra -- Vende-se urna preta rrioul.,de bonita
hgura.de2-2 a 4 annos de idade, coztnha
engomina e lava rnuilo bem : na ra do k
pollo n. 1.
J A na do Crespo lja amarellan. 0
{(; i. de Antonio FranriMX) Pereira, $ft
clugaiam de Parii vindas ih-Io (k
ultimo vapor, as seguintes la- j
zendas:
Mimo das graras, lizenda luda de seda '.
g| propna de vestidos de tenlrara para <, bai- V
; leMompo-lo do tosi o maia niodeni.. &
^i inai. proprio par. o nosso cliaaa, a Icr) *"
S jaila civadu, dinlieiro de contado
i. Rica* salud-, de baile, de seda a oche-
ff nnra, guarnecida, de crep de aeda rom
capua.
Votaa de gase de seda, lodas bardadas
'Jj? da BMtiaa ,|a.
II S" d Rro*de'"Cle cua "" "fdeus de a
(irusdenaple da cordaozinho furla-er.
c"l ilo de quadr, n,iodo> turU^^
1>.>O0 cada eovado. "' fe
Cambraia de Oreaudv de cores malii fti
S da. a 800 rs. cada eovado. U
Z .S'u,*,uli,,i '!'/'<"* ne, e de lislraa
iiiiiidinliaa. 500 ra. o eovado. <}
@ Ricos chalrs de touqoiin da indra, borda-
r dos as qualro ponas, do melbor to.|. aoc 2
W lera viodo a este mercado, a licOno riit
Si nm. g|
Etilra meio. e liras bordad,, a mai. tioa 1?.
SposHvel para va-tido. de senhora, babados ^
bordados Indo, branroa. peras com :t e mu. >
0 vara, 2S500,3 e aOOO. "" I
ft ulraa muilae fazendas de linlio e sj> 2
X d" dao-s amostrase manJam-se levaras 9
V;; casas dos compradores. L
!.;i; Vndem-se Yes ler"-ei's forciros em
Santo Am.ro, todos eoui 700 palmo d-
riente para a estrada nova de Luiz do Reco
e com fundos para o oeste at 40 palmos'
confrontando pelo norte cor., o sitio du ir'
H.np.1 Pereira Lemos junto do ac L.I hS-
ptlal ...glez, e pelo sul com o sitio do"
Joflo dosaantoa Porto : quem os pretender
d.rij.-se a Vicente Alvesde SmaC^Z
ra do Irap.che 11. 44, primeiro andar. '
Btalas inglezs ede
Lisboa.
Vendem-se 110 armazem da travesaa da
Madre de lieos n I5,das 9 horas as 3 da tarde
\ende-se una porcSo de pipas e laami
. por praso de seis mezescom as competente;
i garantas, tambem se arrenda o armazem
onde se acham depositados os mesmos ob-
jectos : a tratar com Joaquim Concalves de
Albuquerque Silva, na ra da Cruz n 35
primeiro andar. '
Vendem-se caivtscom duziai de rl-
lalas do vinho de Bordean, meia lata,
e quarios de sardmhas, <|tieijos, barris de
alvaiade e verde rancez, tudo por pn
eommodos: em easa de Lasserre Tisiet
rieres, ra do Ira piche 11. II
VOS \M4i\TES DO BOM E BARATO.
Vendem-se ricas ch.ruteiras bordadasTe
retroz servmdo tambem de carteira a 4V di
las sem ser bordadas muito boas a ai 3/
carteinnt.as muits ricas 2/, ditas proprio
para v.agem a SMM, carleiras grande p,
dtnhe.ro a 1/500 e2, tranceln p.r.re"
Igioa pretos de retroz. 160, a.dores pan
navalhas mutto linos ||. pcdr.s inglezas de
aliar .avallias a If e 1.-500, ricasWa
pelo barato preco de 15 e Issoo. pentes cm
escov. e espelho para .oi.sas a 800 rs esto
&L!3 arl,a:!?es?'500' r,ve" **3m
pan calcas e colletes a 120 rs., casloe P,r.
bengalas a 80 rs., caixinhas para guardar
phosphoros a 160 rs escov.nhas par im-
par pentes a 240 rs., chicotes muito LX
frVr. l0 "a800:" esPras "" 5.
dnr.8 J f Sed* n",l bMS ^TT
roi fn1 cornal,n P"a saca a 300 rs., p,-
rfmi / a" Pa-" b,rba 500. 00 e 800 r*
camisas de meia muito linas a pon, rica,
abotoaduras para collele a 500e OOrs.,Ti
ralba linas para barba a ;. eatM linissi
SS.R2 r.aP -'50 e di"'8 redondas de
,r JllT* M'. e Ulri,!i n,Ul1* >*>
uuc se vendem por barato pr8,o na ruado
Oueimadona tem .mohecida loja da boa fa-
ma n. 33. '
Tara tsciipion'os e mtta
ros,
Veudem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel hSver dlo m
le muilissimo lino 4*500 e c?, dito .Imac..
-V^dita49,dit0",- mui",""D:
,",.. -^?,|dll de cores em quartosd.'
resma a ,00 rs., gro/.as das verdadera, pe-
STt^J!!de !?nc.' pel bar,l p^
I."JaLi. '"a mU,t0J ser bico dr
n^a IO0 2- dU.Z"S dB ''PS "tMin.O li-
no 320 rs., ditos proprios pira riscar li-
tros a 800 rs., canelas de osso torne.d.s Lra
S""* dc H IfO rs., caivetes linissim"
de urna, quatro rolhas a 1, 2, 3, 45, c nu-
tras maiscousas que se vende barato; na
roa do yueimado na bem condecida loja de
miudezas da boa laman. 33.
Perfumaras tiiii?siiiiH*,.
Na loja de miudezas da boa f.m na ra
do Queimado n. 33 encontra-se sempie um
rico sortimento de perfumaras de todas a>
qualidade, inglezas e franceza, sendo dos
melbores autores quo ha em Paris c Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa
sabaopara b.rba de creme de emendo.'
agua de lavande muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabera, banha mu
! lo Una em ricos vasos, eztn'clos de omitas
qualidade, eslraclo proprios para bolso da
esiud.nle, essencias de varia qualidades
i opiato o melhor que ha para lmpar dente.
| pas para lmpar os denles, e outra muila.-
; cousas que nao deixaro de pangar aos se
nhores compradores, e que ludo se vende
por precinho muilo barato.
Bleioufios
odao
andar.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a t.sOOOo bar-
ril : as peSSOaa que rilli/.erem dito (ene-! ='b"loae descoberlos, pequeos earaudes.de ouro.
' I "*JB"" | patente inslet, paia homem e seoliora, de um dos
ro, appareeam em O sen escriptorio, ua | mrlliore latineantes de Liverpool, iodos pelo ulti-
mado Vigario t). 31, para veras amos-1 *!" legles! emeasa de Soalaall .Mellor
Ip. I Compauliia, ra do forra* o. .'18.
,. \. O. HiebenV C., ra da Ci u/. u. i,
Companlna, ua
--- Vendein-se don moloques de 11 e -2-
annos, bonitasliguras no l'.ecile ra da Ca-
deia u. 5!) segundo andar, a tratar com Joa-
quim Lope Raymundn de Barros
I'LCIIINCIIV.
No deposito da ra de S. francisco it.fi.
bel Mana de Mello, por um coulo e duzeo-1 ha para vender urna poredo de gnalas va-
tos annual.e tambem se arrendar por um I zias que foram do'cerveja preta.
cont de res, obrigando-se o rendeiro a al-! VenJe-se unta rasa na povoacSo da
gnus concert : os prelendentes dirijam-se I Varzea, a qual rende UWO por anuo, e lica
ao mesmo para tratar. jannexa a casa de Joao SimOes ferreira : a
Iratar na ra eslreila do
eslo rcrchendo ronlintiadamenlc as mais
novas obras de ouro, lauto para senhora
romo para homens e meninr.s : os precos
continan) razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, lie indo
as-am sujeitos os mesmos por <|uali|ticr du-
vjda.Soraphim & Irmo.
O nico preservativo contra a caspa
que al agora tem apparecido, tem a vanta-
geui de preservar da cas|ia, aiiiaci.ir o cabel-
lo, e tambem Ungir o mesmo : na loja ti. 1
da ra do Ciespo.
PUZZOLANA l'VI'.V OBRAS D'ARTE.
Esle material, que he de urna gnnde im-
portancia nos cementos, e dn u.n merec
menlo sem igual as obras hidrulicas, esta
tendo um consumo extraordinario nos ca-
iiinhos de ferro, principalmente nsquellas
obras que lem de estar cm mai innnedialo
rentado rom as afiuas accidentaes ou cor-
ocntes
1857. Augusto Fisclier.
Quem tiver aUuma canoa aberta que
admita de 300 a 'lOO (bises du capim, que
queira DegOCia-la ou aluga-la, apparOCS na
ra das Cruzes u. 20 segundo andar, que ahi
achara com quem tratar. .Na mesma casi se
compra urna ou duas vaccas de leite que e-
jam taurinas, ou que deem leite em abuu-l
dancia.
Na ra do Brum no Kecife ti. -2-2 no ler-
ceiro andar precisa-se de urna ama que >ai-'
ha lavar e engommar, anda mesmo que
nSoseja perfeilamento, preferindo-se mesmo
esi-rava : paga-se bem, a tratar no mesmo
andar cima.
Aluga-se urna easa calada e pintada de
novo rom excellentes eommodos para fa-
milia, situada no principio da Torre e per-
tenceute ao Sr. Arantes a Iratar na rna Ve-
lha n. 24.
Precisa-sede um cozinheiro ua tra-
vessa do ra Bella n. 6.
mqoe
allaiale Lucio, na tita da Cadeia
do Recite sobrado n. -9, precisa de bous
ir.:. 1.. ii* ii.'iucii" a "isiu, u iiii.ji
ofliciaes deseuolhao, costuren-as e igual- carregameuto assime
iiiente le
um
louieiii (lina contra-mestre.
Na otaria do engenho Giqui vendem-
se lijlos de alvetiaria a 169000 o milheiro, a I
liiiheiro a vista, e da-sc rpido e promplo
como do 1 dc. feve-
. reno i ni diaiif'suppiese le Iciiha a qual-;
i quer padaria, pondo-se a lonha ua porta :
a fallar com o administrador do mcsino eu-
gen lio, ou com o seu proprietario o lene ti to-
coronel Manuel Joaquim do llego Albu-
querque.
IsuOd e 1^00
ja peca de madapnlo avariado : na rna do
Queiiuado n. '. 1
- A verdadeir grasa ingleza n. 37, do
afamades fabricantesDav & Martin, em
\o engenho de Santa liosa. Ireguezia da barricas de 15 duzas de potes: cm casa le
Lu7, precisa-se de um bum feitor para o James Crablree A Companhia, ra da Cruz
campo a tratar uo mesmo onpenho. in. '-'*
Alugam-su ditas escravas para o servico
dc quitaiideins : quem as tiver c quizer al-
lugar, dllija-se a rna da Cruz sobrado n.
2>, queacbar com quem tratar.
Aluga-se urna escrava para o servico
diario de urna osa : quem a tiver o quizer
alugar dirija-se a roa du i ruz sobrado n. :t,
que achara com quem tratar.
Na ra d'Attrora n. 58 segundo anda r
conlrala-se a venda do un) cavallo russn.
hom, novo e carnudo.
FEITOR.
Em casa de llenr. Brunn
ra. da Ctoz o. 10, vemle-secognacem caixinhasde
duii.i.
FARINHA
ie Trieste.
Vendef em casa de Saunders Brotliers t\ t. ua
prac. do Corpo S.Olo n. 11, a muilo superior ebem
conneeid. tariuha de frcale, da marcaprimeira
qualidadechalada eui 9 do correle na escuua
t'feil., em porcoes graadei e peqaeaas, coororme a
voiilade do compradoi.
IAIXAS PARA ENGENHO.
5a undicao de ferro de D. W. Bowmann oa
rus do lirum, passando o chafam,1 contina ha-
ver um completo sortimeptode taixes de ferro fun-
dido e balido de i a 8 palmos de bocc, as quaes
icham-se a venda, por epraco comniado com
promptido: embarcam-s oucarr.gaai-s. m car-
ro semdospeza ao comprador.
-\a rea do trapiche u. l, escriptorio de Ma-
uoel Alves Goerra, vende-se por commodo preco e
Mgolota : -- superior vinho do Porto em barris do
oitavo,chapeos de l'ultro, e sabaoamarellu fabricado
no Bio de Janeiro.
- F.m casa da Saunders Brothers do Corpo SautoD. II,ha para vand.rosaguim* s
Forro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalro de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para .saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha.
K ii'o completo sortimento de fazendas proprio
para asta mercado tudo por preco commodo.
Cisl ilc- Lisboa e jjotursas
Na ra do Trapiche armazen ns. 9c
II, vende-se superior potatsa da Rusta
eamericana, cal wrppinde Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
vendem :
Lanas da Russia.
dem ingle/.as.
Brin/.ao.
Ib ins da Rumia.
Vinho de Madeira.
Alftodo para sarcos de assiuar.
SAO" MLITO LINDOS.
Iticos corles dc vestidos de la/onda muito
lina, toda de sed e do um gusto mutto apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor vindo da
Europa, muito proprios para as senhora de
bom gosto, assim como chitas rancezas
muito linas matizadas com lindas cores:
dao-se amostras narua doOueiaiadn n. 2a
oa loja da boa fe delroute da da boa lama.
PAIU QUEM TIM BOM GOSTO.
Na ra do yueimado n. -!-', loja da boa le,
ha um comp'eto sortimento de grosdenapo-
le dc seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acaliem, que a fesla esta com nosco,
assiffl como chai eos do Chile muilo linos,
que se vendem por menos que em outra
lECHillSIO fkU SM
110.
naflndh;ao de ferro do enge-
nheiro david W.BOWMAN, rA
RA 1)0 BRUM,PASSANDO O U1A-
FARIZ,
ha sem pe mgraedesoriiaDenlodotsegaintes ob
)ectos deiiiecliauisiiio> |iroprios paraeiit,enlios,a sa-
ber : inoeiidaso uieias iiioeudas da mus uiodenia
couslrucc.'.o ; lailBi de ferro tundido e batido.de
(uperiorqa.lid.de >d. lodosos l.auahos; roda
dentadas para acua on animaes, de toda. a propor-
pSes; criaos e horcasde fnrnalhae reristro. de ho-
iro, aeui,.hoo,brnnTe',parafuoi ec ,vilhr>e.,moi-
nluie YA MESMA FLNDICA u
se e teco i a mi o das a encommenda com a mperto-
ridadejconhecidaecom a dt J \ e-u / too:n-
modidade em pr.co.
Anda continua a estar rugida ded"
o da 17 de fevereiro do anuo passado, a es
era va Joaquina de nacao, com os sipn.es ar"
guales : alta, secca, cara descamada, par
na arqueadas, pouc.s vezes deixa o caxun-
bo, rugi em companhia de um soldado do
dcimo batalhao, dc uome Mauoel Joaquim
daSilva.crioulooest anda desertor, foi
captiva por mullos auno em l'anella de Mi
randa.oiide tem um lilho forro de iiomeJoao.
o senhor que Ici dessa negra anda ex-
iste no mesmo lugar e chama-se ".aciano
roga-se as autoridades polici.es e capilar
de campo a apprchcnsao dadil. escrava,que
se dar 5o.- r. de gralficacio, sendo ella en-
tregue ao Sr. VI.noel Ferreira Chave, sen
si'iihiu, na Boa-Vista, ra da Gloria n. 94.
Na manha du di II do (oriente lugio
um prelo ciiuulo, de nonic Jos, reprsenla
ler 18 a JO anuo ; levou caira de brim dr
algodfio escuro, camisa tu ano engomm.da,
chapeo de palhiuba novo com una lit. pre
ta larga, tein os ealcanh.res maltratado por
causa de buba, altura regular,coiu as eos
tas lalhadas c panno uo rosto dc lodoso
dous lados. Kste escravo oi comprado a
Joaquim Jase de Sanl'Aiiu., morador no ter
ido dc Ingazeira, por isso stippoe-e ter se-
guido esse camiuho cm razao de ler mi I
para essas bandas, levou comsigo um relo
gio de ouro patente suisso com corrente de
iuro, um par de brincos de lilagra, e un
pedaeoa de outo veiho : roga-se as autori-
dades policiaes e eapitfee de campe o pren-
da m e levem a ru da Guia n. 9, que serao
recompensados generosamente.
Fugio honlem as T horas,um escravo mula-
to de notne Tbomaz, alto, reforeado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas marcas
de cieratizes Das rauellas, falla cnuj inulta maoci-
dao, levou vestido camisa de panno azul groe"
guarnecida de ourclo branco, nos cobros e pu
nhos, aberta na (rentem forma de palito: *-i- >
cravo he natural da Parahiba c foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por herarira de seu so
gro Jos Joaquim da Souza daquell. cidade,foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario da
Alhandr Vaaconcellos Junior.morador no aogemV.
T.pu freguezia do filar desla provincia
quem o pegar !eve-o a ru: da Concordia Pedro
Antonio Teixeira Guimarses qu sr go.rosc
mente gratificado
i'F.lts IVI' DE VI. 1 ln>: I \KI\ w.
.
-
-
'
'-TMV


Full Text
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