Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07688


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Full Text
%
4

anno xxxm n i:;,
Por 5 me7.es adiantado 4/5000$
Por meze ?cncidoj 4,<|500.
iiucv feira 20 b\: mi\M de mi.
Por .-linio adiantado 15fj000.
Porii- franco para o tubscriptoi
BNUAHIVBtiADOS DA SlTItSCIUl'CA'O N<* NORTE.
Parshiba o Sr. Joio Rodolplio Gomes : N". 6l Jo-
quim I. Pereira Jimior; Aracalv, o Sr. A. de Lemos mu .
ara, o Sr. J. Jos da Oliveira ; Maranhao, o s.r. Joaqu.m Mar-
ques Rodrigue : Viauliy, o 8r. Domingos llerculano A. Pessoa
Ceareose; 'ara', o Sr. Justino J. Ramo; Ama/opa, o ir. Jero
nymo da Costa.
>N
PARTIDA DOS COMICIOS.
Oiiml : todos o* das, M '< C mci* hut.it >ln dki
UnartHs, Guiaana e l*aralIW: u* xpjpiii'l**
8. Antao, rtczerma. Booito, Urar( AIIJho <:.
8. Lunrunco, I'-1"-'!'Albo. Kaiarolfa, Liaoerfl
ii-ir. Florea, Vil i-IWIU, Boa-Vial, Onrirr] a
Cutio. Ipojncaii >''i'itii.ii*m. Iiiii-l iirmo'O, Ln
PiaieatPlraa t N-).*. : juint.it.-feira't.
(lilil currlo* ,.ir:rm s 10 horas da mnhia.
itaa-foiraA
iiIiuii- : ni |.-rt;j-f--r.
Brpjo, Pe |.i- i. oga-
Bm: >ai <|u.n'i-
. i: ii re roa, AjM-Prola,
. AUDIENCIAS Dfi TUIBI XAES l>.\ CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacjo ; tercas-feiras t sabbailos.
Fazenda : .piulas e sabbados es 10 horas.
Julio do coinmercio: secundas as 11) linras e quintas ao meio-ia.
Juizo deorphos: segundas e quintas as 10 horas.
' rimeira vara do civel : segundas e seiias ao meio-dia.
Segunda vara do citel'- quarlas e sabbados ao meio dia.
EPHEUEKIDKS <> MIZ DE J.VXEIRO.
3 Quarto erescenie as '.' horas e o( minutos da manha.
10 La cheia as Ii horas fl -18 minutos da manha.
18 Quarto toinguante as 2 horas e -I" minutos da manha
25 La nova as 9 borase O minutos da tarde.
I'ltlWIAIt DE IIO.IE.
Segunda as 11 horas e minutos da manha
Primeira as 12 ho-as e 6 minutos da larde.
DAS da semana.
19 Segunda. S. Dimito rci m. ; Ss. Audfsx c Abbacuc iriDi mm.
uTere*. S. Fabiaa p. m. S. Sebastin di. : S. Keophiul tu.
21 Oiiart.S. l^nez v. ni. : S. Palmelo ni. : S. Kpiphanio b.
22 Ouinu. Ss Vicente diar. t e Anaslacio inm.
23 Seit. S. Ildefonso are.: S. Emereciaaa *
21 Sabbado. Nossa Senhora da Paz ; S. Ihiraoleob. ui.
2 Domingo. 3.'depois de res. S. Anemia* S. Juvenlino-
ENCABREGADOS DA SCBSCMPCAO No Sil
Alagos,o Sr. Claudino Falro Das: Babia, o Sr. I). Uiiprst
Rio de Janeiro,o Sr. Joo Pereira .Martin.
Eli PEilXAMIllXO.
O proprictariodo DIARIO Manoel Firueiroa de tana, na sus
vraria, praca da Independencia n,. 6 et?.
----------------------------------------------------T | mw, e de nutra*cAprindo qN aaq.ell*. do., p.-1 taremos por hoje poolo nal a respe.o de elei- oriculal pela paz, que lar*' renasc.r e ..gmeotar.'i elegante iherir. do Sato eomp.nhia dramtica I r.m ao jornali.ta pala o. candada .obro a gene-
O, seulures assiguaute, da provincia da Parahiba | rochias e proceda tao omenle novas eleirftes! roe., declarando que circula lia ilias o bualo de iiiie o desenvulvinienlo de aoH riquezas nalufaes, pelo li**panliola denominada DuclOt, que arrendou o e- ioa
au.lar ati'faier o importe de suas assig- para joisoa de par, para a quae fica marcado 0 dial Eellerai Oribe cedeu por ullimo aa mulliplicadas e>qaecimenlo ,1o passado, e pelos liabilos de venera- : dirio a empreza.
... 1 i ti Cu i.n.iri- iifn,iiii:t li,l,irit ... ..... *.. --,..._._. ___I ir___.__I _.ll.
quciram
alaras ao uovo ajenie o Si. Jo.lo Kodolplio domes,
preMOtando recibo da pagamoolo anlecedenle,
Fallava-M de um noto duello entre o inesmo
!Sr.Oalvueo Sr. Sirmienlo, redactor de oulro pe-
correliciouarioi puliti- ^.To o obediencia ao gvVOTDO da le, que silo os q'ie
l,i de fevereiro pronmu Iuturo.
(I que pela respectiva secretaria de estado se com- instancias dos seos ami,os e
muir a lllm. cmara municipal, para aeu eonhe- eos, c nao se aproveitara dos pasaportes para .. ex- podem consolidar a paz. e a prosper.dade pnbliea.
I cimento e t\ecuc,ao,l.oiz. Pedreira do Coulo Per- | ier0r que pedio ao govarno e llie fo-ain ci.ncediclos-1 a 8. E que. depola de autoruar S. E\c. o ^r-
O liberal Periiamliucaitu, ein um dus seuanume-
ro du otea prximo p-sado, leceii-me etogioi, (se-
paran lo-me do Exm. Sr. consellieiro Sergio leixei-
ra de Maeed. actual presidente desla provincia,, e
un du" li.iiitein tullan I > d.i eleirao da fiegaezia da
Varxea, iimevtra o tegainte : As roaiores inso-
lencias se hooveram praticado, se o Sr. Dr. ebefe de
polica na osleutassc urna virilidade superior a di-
plomacia do Sr. Sergio. Cuinpfo-iun repetir o que
dme em alto r lium om no larg dn Terco e eiii ca-
sa du Sr. l>r. Ser.lieo, peranle nuilas pemoas, por
occasio das eleu;es d* selembrii, e na matriz de
Sanio Antonio, pelas de novembro. que fui, solida-
rio, e son por tu las as dehherac.di lomadas por S.
Exc, sobre as que.loes qoe se suscitaran acerca das
eleiroes nos dillerenls pontos desla proviucia, por-
qae*S. Exc., fez-rre sempre o tavor .le consoltar, ou
como ctele de polica, pla pane que polica d
via ler ua ejecuto, uu cuino cidado, porque me
eonhaeia imparcial, e era a imparcialidades que S.
E\c. sempre procurava.
Quauto a< medidas tonada) acerca da elcii.'do da
V'arzea, procedea S. Ex-, orno co-luini, em Indo
os tiegocios, cuja execmiio me perlem-e, ou sobre
que emende d"\er ouvir a iniulia opinido, mandou-
me chamar, e como eu no podes-e loso comparecer
porque achava-me na matriz de Santo Antonio, on le
liuli.i sidojulgada inispensavel minlia' prraeiica,
tanto pela commiasjo liberal, como pelo presidente-
da mesa parocliial, quando clieijuei a' palacio achei
ia" todas as providencias escjiptss. mas a minha es-
pera S. Exc mistroum'-as, eu declarei-lhe. que as
iul:;i\.i oplimart, pedindo smenle urna alleraraiijde
pequea monta ni redacrao de urna dellas, no que
fui loso aalisfeito.
Iiunipre-iiie mais declarar que anda nao propuz
una f medida quenao lo'e approvadaecoui a
maior promplido. do que tenlio razan para ufa-
uar-uie.
I'eulin vivido no mais completo accordo com S.
Ev-., sua apiniOei potiticaa to s meamaa que
sempre prole-sel, s-u sy.tema de govemo tem-tne
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
/SESSAO ADMINISTRATIVA EM 1 UE JAME1RO DE
1857. i
/residencia do Exm. Sr. descmbt' /ador
Sonsa.
Presentes os aenliores depotados Ileso, ilaslo, Lo-
mos e supplente Ramos silva.
qoeira.
Um oflicio do Eim. presidente da provincia, da-
tado de 15 d correte, participando ler nomcdo ao
desembargados Antonio llaplisla tlilirana para ser-
vir interinamente de lis-al no tribunal do cominer-
clo.luleirado e que se arcuse a recepeo.
V.m requerimenlo da Jos Antonio de Azevcdo
Jnior, pedindo registrar a ulorisarao qoe I lie dora
lsuoramos o srao de cerleza que acoinpanlia seme- i l'aranhps ao Sr. ministro Lamas para laaogorar ao
leu governo da maneira mais formal e explirila que
Vem aqui a pello di/er que esleve nesla capital e
sesuio para lluenos-A>res o joven Policio lat. O
cantor menino foi entusisticamente aeolliido e xic-
loriado no llie.dro de Sola, onde duas VOIOI tez ou-
riodico. Permilla Deot ao meaos qoe o resallado
seja isital ande que acabamos de tratar.
O coronel Milre, minislro da guerra, sabio para
a campanlia no dia 17 do passulo, levaudo em sua
litante boato t o que sabemus, sim, lia que ate esta
dala aclia-se o referido general na saa quinta do
Miguelcte.
A"iira reclamaremos de prelerencia a altenc.no do l'ruguax o reconlierct a uuloridade em q-talquer
dosleitores para o aegoinle a extracto de um des- pessoa em que a deposite eotutitucionalmeote o v-
a poltica de S. M. lem por pontos cardeaes e inva- elfeito urna maravillia musical, que prumclte oc-
riivois em suas rclaQes com a llepublica Oriental I copal gloriosa e brilbantc psito no mundo arts-
tico.
vir sua voz sonora e pura como a dos anjos. lie com companliia algoul cliefcs e ofliciae- do cxercilo. O
decrelo do governo que autorisa Casa marcha decla-
ra apenas que lie pata objeclo de aorvico, e que, du-
O espirituoso redactor do Comercio del Pinta, e-
a pacho dirigido recntenteme pelo Exm. Sr. 1).
na falla do Sr. M- 11( \m|re |,amas, enviado extraordinario e ministro
lo livre dos Orientaos sem oceupar-se em Dcnhum i miltiiido a sua opiniSo sobre o oven artista, expri-
seniido de individuos, ueiii para que se i-levem,! mio-se nos sesuinles lermos :
plenipotenciario da repblica na corte do Rio de ncm para que caiam, e islo ao poni deque paral i'eccalo '. exclamara Florentino arrebalado pela
Janeiro, a S. Exc. o Sr. Dr. Itequena, ministro de I taes lilis n.'.o conhece amigos ncm inlnlgoa no Rio voz dc-l menino, como que laucando ama reprova-
relacfies exteriores, dando-lbe eoota de una con- I da Prata, assegorou que eindl no caso de alterar-se jilo ao que ludo pode, porque n.lo collocou essa gar
o ferettcia cun o Exm. Sr. Paraulios, minislro dos desgrac;idamente as relames cordiaes entre os doos
,. negocios estranueiros do imperio exmelo que I governo, ou na maior deaintolligoocia, nao reeor-
o soverno urieulal mandou publicar em todos os jor-' reria a estabelerer inlelligencias polilicas, uein a 11-
..en pai para comqierciar.Xa. forma preseripla no-i n,,es desla capital, sobre a rubricadocumentos o(- ; mentar individualidades, neni parcialidades ; nem se
arl. I n. 3 do cod. do comm. a aatorisaco deve ser |cj!ies_
por eaeriptora publica.
ganla, essa alma, essa meloda no corpa 'le un.a mu-
Iher >
-. i MaUico '. dira o libertino egosta, a quero nao
chegdiii H impresscs da arte senao atraves de um
ie liel dos lermos em qoe se'.
roram' preseiles os mappas dos Irapicbas Compa E,s il(lui a lrai,,K':
nhil e l'eloiirinlio. acba concebido es.e documento :
Foi igualmenle presente a colarn ollkial dos pre- Qoe S. Exc. o Sr. Prannos, depois de decla-
cos crreme da praje. rar ue (.nverno de S. M. bavia man testado a sna
Foram appiovados pelo tribunal os usos roinnier-' .M,B;,. ,.,,. ...a.,.nl.n^
. r ,1. -.,. poltica por aclos lo explcitos, tao inequvocos,
c.iaes desla prara .de Pern-mbdco, formulados em >'
rearas seraes, conforme o arl. 2IMI do regol iinenlo
n. 738 de 25 de nuveiiibro de ISVI.
que nao aulorisava a menor duvida sobre ella, c
bem que nao considerasse necessana explicaran al-
CORRESPONDEMCIA DO JORNAL DO
COMMERCIO.
Montevideo I de jaueiro.
I urmam as primeiras palavras desta coirespon-
dancia a saudacjhl do auno liom, que devenios aos
n .'- > leitures.
No vaslo archivo do passado jo hnje oceupa o lu~
gar que llie compele o volume que lem por lilulo
lS."i(i. Para nao avivar acerbas .dores que mal
estilo adormecidas, deixaremus tediado ese livro,
baixaria o governo de S. M. a fomentar eltmeu'os i desejo, que em pouco se paraca ao amor da arte pela
facciosos on revolucionarios ; que nossocaso se aba- orle '....
teria de todo o contado Interno, e obrara de narlo < l'urleulo, prodigio exclamaremos nos, que lia-
a natfto, segundo couvietse a soa dignidade e ao seo I vemoa applaudido rrenelicamente o canto desae
inleresse. menino, qoe nos arrancoo do mundo que conbecia-
Concluiiulo, por ultiio, romo resulla.lo da cnnle- '"os, que apauou com os innocenies e espontneos
rencia, que, dadas as relardes cordiaes, que sem du-1 movimenlos de soa voz quanto lnliamos ouvido
vida se eslreitarao enlrc os doos governos, i torca | "os dons mundos da mais bello e perleilo na ai le do
^uiiia, leve i>cr deferencia a boiidade de dar-lhe al- moral do Brasil est boje, como estar sempre, lolcaolo.
sumas explicares particulares, com as quaes e I lado do Exm. presidente da repblica, como a mais j I-ilicio Fortnalo I ali lie ama orsauisarilo e-
propox demonstrar a respeilo de general D. afcnol|P*attivanianireslaeao doioteresse que lem o impe- pecial, como do Moanrt um instrumento lanjado
Orilie. rio na inanulenrAo e cnnsolidarAo do ia^crn', da le; e vida coir. om diapaaiO completo na garganta,
e da puz. o a alma que adivinlia os alltclos que nao coirliere,
Deixando ao governo imperial a apreciaran da | nem pode couliecer anda. A Grtai, essa gloria de
cotiveiiicucia ou ioeonv eniencia de dar-H publici- | quareula anuos, esludaria no menino de i i o modo
dade a unta conferencia particular sobre negocio de de gravar no corarao do publico a ola qae o lia de
emelh tule oalureza ; e meslo sem (a/er reparo nos i (azer sallar de alegra, ou chorar de dor. O menino
lins que por ventora ie liver.ni em Vistas, procuran- i loca coi sua vo/i todas as cerdas dessa Ivra mvsk'-
1. i.'oe as ralaroes do general I). Manoel Oribe
com osageules btasilero erain de caracler pura-
mente particular e pesual, leudo por iccasi.io e por
lima proleccao individual que dillts solicilou
mesmo Sr. general, ou sua familia em poca ante-
rior.
ato boje agradado inteiramenie
\s provea de coolianea e cnusiderdiao, quer como
homem publico, quer como particular, que S. Exc
me lem dado quas diariamente, t>m eslreitado cada em rujas trezentas 6 srssenta e cinco tulla se acham
vez mais as nueras relarcs.
Pi'i aos Srs. redaclores do Diario de l'ernam-
huco o ulequio especial de, publicaren! esla decla-
rarjo. t
Dr. I'oli/cariio Lopes dr Ijeo.
MINISTERIO DO IMPERIO.
I.' Seef,a.>.Riu de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 10 de dezembro de 18>(>.
lllm. e Exm. Sr.Tendo essa provincia, em virtn-
He da le n. Bl de l'J de selembro do anno prximo
registradas a diversas e iuiporlanl*imas seenasdo
qoe foram bcalro o velbo e o novo mondo. O
O historiador imparcial, desapasionado e raimo, as
ha de opporluuamcnie descrever e coininenlar para
a posleridade.
E, pois, que o faloroso a Deospcrlcncc. na pri-
meira pagina do volume de 1857, que o>a se abri,
limitemo-uos a sravar o vol sincero e ardenlc que
no intimo d'alina fizemos pela coaervai;ao da pre-
yoe as ulteriores relarjOes pessoaes do Sr. se- l do-seo Brasil para instrumento de manejos de poltica j riosa que bjida a crealura humana encerra no pcilo ;
ueral Oribe com os agentes brasileiros n.io foram
ohjecto de coiuruunicarucs officiaes, Bem o governo
imperial lem temado conlieciineiilo dellas; qae nao
duvida qae uuiu ou unir couversarao pessoal (enlia
lido lugar sobre negocios publico, quinde o gene-
ral se apresenlou como chile de lorias que susteti-
tavara a autoridade legitima ; que nao conhece essas
conversac,es, as quaes, repele, eram particulares,
de b um ni a homem : paren que conhece bem as
iuteur.es do seu governo, as instrncrues dada* aos
seus agentes, e a lidelidadt e circuinspecrao desses
agentes.
3. Oue acerca de qjieslncs pessoaes, de ati'.i-
ciosa existencia d< augusta familia imperial, pelo
i progreaaivo engrandecimento e proaperidade da ler- i paihias ou syaepalniea d pessoas.osagente*brasilei-
passado, da dai mais un senador : ha S M. o Im-Ira da Santa. Croa, a pela felicidade eolloclivo e in-|ro*no poderlo ler dito, e sem duvida nao diaaeram,
prador por bem que V. Exc. exp>;< s necessana Idividnal dos leitorea do Jornal do Commercio. sean qoe a poNlica imperial nao olhava a indivi-
ordens, alim de que, na seiooda doininga de favo- pree11e|,jn, esU foraiula social, que --..- maio-
i (atore,>o proceda a respeciiva elel-
purameule interna, urna uuica.ubservaean faremos
tespeito deste iin|)oilaule docuinenlo ; e he que ol-
le se deve iolerir que actualmente o nome de gene-
ral Oribe produz no governo da repblica o me-uto
elleilo que causa lias crianras 0 do z"ufl ou l'a-
II io '....
Entretanto o que he cerlo lie que o son m -I nao
se moveda sua quiula do Migaelete ; e mesiiio os
mais iocredulos ja coineran a convencei-c deque
nada pretende elle liojc seno o uso e aozndos dire- aiuioucia qua ra lunge. Elle rene em sua orsaui-
tos que a lei concede a todos os eidadaoi ^0 ,,,a^ a* barmnniaa dos ecos tropicaes, todas
Alin do que lica dito, nenhuma occorrencia lem | as docoras da notU nalureza : c como representan-
aqui liavido de iiuporlaneia desde a ultima data. Mes-
mo assim re-'umircinos o que rezant os noss-is apon-
lameutos. ,
Na camaia dos deputados existia una vaga oelo
e dii-se-hia que o seu cauto be a mo do aojo, que
vem despertar n'aliua as sensares qne dormein, e
que nos entristecen!, ou no^ alesram ao mesmo tem-
po... Como he pallido o canto dos uniros ao lada do
deslc menino !
Percato,... [Hxcato.... que seja anda uina llor
em bolla condemnada a romper a alraospliera que
pode miircln-la !
.' O oven compra apenas a ua carreira, e ludo
reiro prus-nta
cJu poloseleilnre* especiaos, uoiucados un rJ "i |<
iieiro de 1831, segundo o distwstn no decreto nuiue- mii- o que consta dos aponlainoiilos que bavemos lo-
i 2U de ja-'res ""* acoalnnaram a respclar, pasearemos a resu-
ro 565 de II) de jolito de 1830 ; tirando V. Exc. na
inlelligencia de que a orssnisarao das mesa dos
collesios, a soleiiuiida religiosa, a reeebimeiilo das
lista* mais acloa da eleico, devom ler logar no
ntbredlto *i, conforme determina o arl. III da le
n IS7 de l'J de' aanste de ISili, e que a apuraran
graldosvolossea" reita netto corle, na torm- de-
terminada pelo artigo w". da referida Ieide19-de
agosto.
Dea
Perrai
em que escre-
| |-aici-' uc mu1 _i.n_'.
os go.rl a V. Etc.Loh Pedreira do Cooto aer,dio e de orden, que vil
._*. presidente da provincia do Rio de Ju- ^^ %fm ^uU ca
iii.kIo des le o ti ,i Ii. (Id me/. Bndo
Yemo* a o tima carta.
Lom o ni.ioi |it.:/.;r atiuuiicl.ii'.iof. que n Repabti-
r,i Orienl.il osl.i em \>a/. \ iiuwiii nect.i t- inea-
ohllora que, por elt<>ilu da quejido eluiloral, se le-
vaolara no horiionta poltico, tle^vanoLeu-se, ao
que parece, de lodo sraras us sc.iliiuenlos de mo- | poderiam dizer e liaviam Hilos seos senles em
' couversares pessoaes cun o general Oribe, e que
'.o lero dito a qualqner oulro eidadio, que, espe-
duo;qj- eslava bascada nicamente em princi-
pios ; que os Orienlaes tiuhaiii o ditelto soberano,
que o Brail respoilava na ina maior laititiide, de
elevar aosoxernn as possoaa que 1 lie merecessem
maior conlianr i,-em oulid yistas que a de ana I do annuiii
propries eonveuicnciai, de que alies eramjoizes.
i. Oue S. ICxr. o >r. Paraobos Ihe aflirmou
nais da ama vea qoe sendo o que drxava expolio
o pensameuto da poltica imperial, era isso quanto
lilo os eus asente
departamento do Tacoaremiid. Fui eleio para prc-
enclu'-la o Sr. Dr. julio Pereira, lilbo do presiden-
la da repblica.
O t oinmereto del l'lati do dia III diz que, segn-;
rlidedigoos," os negociantes i
l/ Secr.io.-R.o de Janeiro.MinMerio do* no- horrores das rcvolures; e, compre
socio, do imperio, d- Janeiro de 1S .7.I endose
conformado S. M. o imperador, por sua inmediata
resoluoao de do mez ullimo, com o parecer da
seccao'dos nezocios do importo do conselbo de esta-
do, exaiado em consulla de l'J do inesmo mez, so-
bre a< rresiilindades de que foram argidas algU-
0 primando no espirito
usado iU miseria c doa
dize-lo em
bonra da juslira e da verdade, grabas laiubem ao
liam-aeiiso e a prudencia do -aeneral iiilliiente e
prc-tisiosu qoe, sem declinar do uso do seus reilos de cidadfio. soube coiiler-sc e ao seo partido
na esphera da lei, desmenlindo assim os boatos cri-
cialmeule com o carcter de sustentador da auto-
ridade legitima se approximassc detles ; que ao
expresar-se em bies termos os agenles brasilciro
doviam persuadir-se de que praticavam um acto
asradavel a uiesina auloiidaile, esmeraudo-se em
derramar a convierto de qoe o Brasil, perfeila e
toda
le na arle ilas inspiraries virginaes da America do
Sul, seta um Ixpo uovo c sorprendente no velbo
inundo, qae lem Ijdo tantos re|>iesetilaoles do seu
infllo e dos si.iis pri'sresso. Seja o seu caminho n
dos passaros da primavera, entre loJis as llores, e
entre lodos os encantos da vida."
\ ciamos asora se, viajando pelas repblicas vial-
_ [ nbas, anconliamos noticia* de mal algon vulio com
./t. pie enlrelor a alienrao dos leitorea.
projecla.il e-tabeleccr breve.. uha do va- A 1"e 1;|" '** eneorporajao oo nao encorperar. i,
pores entre Marsell.a eo Rio da Piala, ser exac- ''" ^l'lu l,f aeuoa-Ayres na Confederacaa Argn-
U a najicia lerenoa poiacinco em vez"de qualro va- '""' 'le l" em su"eo,; I1""10- 10 'l'"> Barwe
pores nenaaes entre o Rio de Janeiro e Montevideo. *Ppro*ina-sa a poca da resoluto debnitiva de-e |
Venliam elle* : quanto nata mejhoi. problema, qoalqoer qoa tenln do ser. A ulgar po-
Os navios procedentes desse porto estilo oiil.a vez la iinpren.si, os nimos tem all ebegado ao ullip o
sujeilos a enfadoiibo e innl'l quarenlena ; e islo
ranle a ausencia do ministro, exercer iiiterin.min-
le as respectivas funccies o ollicial-inaior do mes-
mo ministerio.
o general Escalado, chele do exercito da Ironlei-
ra, entresou o coni.nando ao coronel I). Pedro J.
Diaz. em conscqucncia de acbar-sc gravemente en-
fermo, e depois de h-iver oblido licnra do sover-
no para recolber-se a capital alim ele tratar de soa
saude. O coronel;!). Nicols (iranada foi numeado
ebefe de eslalo-maior-geoeral em lugar do coronel
Diax.
O seneral Hornos, em dala de 11 do mez lindo,
parlecipou ao ministro da snerra que mandara
ponto denomina lo 23 de Mayo o commandatile D.
.Inan Ii. Aguilar rom o seu recimeulo, que se com-
pOe do :1JS bomens. ara por-se as ordens do cliefe
''a Ironleira do eehlro.
A Reforma Pacifica, folhaale Buenos-Avres.por
occasi&o da ebegada all de M. Clin-lie escreve a ul-
tima liora o sesoiole :
o Dix-so-noa que o Sr. ministro inglez traz mis-
sao do general Frquiza para assegurar .10 governo
que se a sua preseuca be um obstacjlo para a recous
Iruccao da tiaciunalidade, elle deltgira os poderes
no Sr. r.arril pelo lempo qoe Ihe falta ; e, no raso
contrario, propOO-W visitar Buenos-Ayres no pr-
ximo veraO. Os delalltes dessa proposta parece qae
foram ja debatidos por correspondencia enlrc ambos
os gabinetes o Sr. Carril e o Sr. Velez',sezuado in-
forma a mesma pessoa. a
Corra que o minislro franrez, M. Celebre de le
cour, chegaria lambe n brevemente a BiienosAyre*.
A v isila desles dous agentes eatraogalros, e sobretudo
do de luslaterra, qae ja all se ochava, era objecto
de discossaO ritorosa na impreusa.
A- iilliiuas dalas que lia da Cnnle leracao Argn,
lina annuiuiam que reinara a pa/ em loda as pro-
vinciaa.
o .Vocional Argentino de 11 diz que o soverno
decretou que cm ludas as provincias roufederadus
se proceda a luriii.u.ao do canto garal da pectnlar^e
em lli de marro de 1837. O inesmosjorual,tratando
de caloqsarao militar, diz que os emigrantes arma-
dos que se esperaut da Europa sao deshilados a la-
tee a conquista do Chaco, Aceres "enla qne segando
o contrato celebrad i rom o soverno, os colonos .-i -
ro collocados na proximidado de ua* rio, leudo a-
sim cuiiiiiiunicares e meios d iransporles facis
p.ira os seus productos, e leudo, al un ditso, orecor-
so da explorar! do monte e de earvla.
Ilavia comefado a publioar-se urna obra do Sr.
O coronel de engoaboiros ioo Mana Rex-, aulu
laMemoria sobre a roata da terrea publtcs, o
mellnir s\sienta de provaCM a em srai.io, Je qua
fallamos na cria .anterior, acaba de ser nomecdn
pelo general I rquixa coronel de arlilliarta ai honb-
rem dos exerciljs da t'.ouledersrai. O respectivo
decrelo relcre-se ao, iiiarenuiintos e serviros do di-
to coronel.
O chele da Confederara i -emMuvida quiz assim
dar urna prova do aprero e da rasnidmiljao que Ib*
merecen n Irabalho do coronel Revs, failo, romo ja
Jiaeemee, em virtude do convite do governo, axajaat-
' ni
na, das cl.ic.Ges qu se' proceden as dilVerel,cs ,,ueil seu lejp,iiu be faziai.i cirrolar, e de- i bsololamcnle eslranl.o, como Ihe cumpria. a
parnchias do municipio da corte para vere.idores e
luzes de paz no di i 7 de el-inbro do auno lindo :
lia por bem maular declarar nollas as que foram
fetas as paroclitas de S.mln Anlonio doi Pobres c
reS. lote Biplista da Lagoo, pelos sesuinles nioti-
Ouinto a primeira dai referida paroebias, eons- '"'"=' "
laudo das respectiva acta, sem explicado salisfac- "oje qu
monslrando pralicamente a auluridade que infun-
dadas e porvenlura injustas eran as appiebensoes e
tem -re* que elle Ibes inspirava.
a queslao de pessoas, eslava resolvido a dar (apoio
ao principio da auluridade legal.
. Oue S. Exc. o Sr. Paranlios actrcscenlou que
loria, que na orna foi encontrado maior numero de
redlas para vereadore do que para joize de paz,
o qoe o noinero das aporadas, lano para un* como
para oolros, nao coincide rom o das que se declara
lerem sido recebidas e cantadas, revela islo prete-
rirn de preceilos os mais importantes da lei, uo que
concerne ai chamada* dos volantes e ao recebiinen-
tn, contagem e apuraciio das cdulas, acciescendo as
eeOaWeS** Mtaa respectiva mesa, ja de ler admit-
lido a volar por maii de nina ve/, diversos cdados.
d haver recebida cdulas em nome de pessoas au-
sentes, e ale de individuos tallecidos, )a de nao ler
fiito a segunda c lerceira chamada* pelo rol de que
(rata a lei, acrii-are que nao foram instruidas,
oppondo se-lhe ap-nas urna imples negativa, nao
ahilante acliarem-se exaradas em um dus protes-
tos, no qoal se cncoatrain a assigmluras de dous
mero'jrosdi mesa parodiial,m urna reprcsenlarao
lirmada por modos cidado dos mais eolihecidos da
paroebia, e por Ires membrot da dita mesa.
Pelo que ra-pcila a parnebia de S. Joan Raptiila
da I.asoa, acha-e provadi que foram inlroduznlas
na urna cdulas cm numero superior o dos eids-
daos que volaram. alem de que tenas uniprio a dis-
posicao expressa da lei, que iletenuina que se tome
AinVabem! A perlurbacao da ordem publica,' ao explicar o peiisamcnlo publico da poltica imperial
mais do qae nunca, sera uina in.mensa calsmidade, os agentes brasileiros estariam bem longe de julsar
ue os variados elemculos de prosperidade e cslabelecer nenhuma relarAo poltica com as pessoas
de graodoaa qoe esle pai* encerra e comeram a ger- j que os nuviam, nem reconhecer no Sr. seneral Or-
minar ; hojeqoe a induslria, a agricultura e o I be. nem e m individuo algoul, nada que o olevasse
a elle nem a uulrns sobre o nivtl commum a todos
os cdados ou cheles dependenfes e subordinados a
aaloridade soprenm do pala', e que julsava nao ne-
poique o ^. cnsul orionlal alii hmra. uas carias de
saude a observarlo de que :io Riu de Janeiro appa-
rece anda uai oh oit/r'i caso de febre amar'lla \
N.lo qoerendo ser echo de lodo quanto se diz a
repeilo dos motivos que prodozem essa medida re-
conlieciHameiite inellicaz e vexaloria, limitar-uos-
hemos.a Irascrever aqu as palavras do Socioual do
dia 1 do passado :
"Termina boje a quarenlrna de observadlo impos-
ta ao paqoete ingle/, entrado na maullas do dia
grao de eaceodeccn.cia, e a diecusaaO amaaca pas.,r
O- orualistas porlenhos liavenJo etgotado, cm re-
ciproco ciimprimciilos, o voctbulario da iii|oria. di
caluiiihia u do mallo, comeram a l.inrar mo do
duello romo recurso para purilicd-los das nadoas de
que mutuamente se cobran, e por ventura para os-
tentar briys e seuliineulos de civilisai.ao, que alias
em seu escriplos mostram nao possuir.
Ua puncos dia leve lugar urna dessas tristes see-
nas entre os dous redactores Joo Carlos I,orne e
commercio, menos assombrados, se laiuam no ca-
minho do desenvolvimenta e do progreaao. Mas
df ixeuto considera^es vagas, e facamiis o re-uni
dos poocos fado que temos para noticiar aos lei- ; cessilar dizer que um governo como o deS. M.olm-
(ores. perador do Brasil nao manleria, nem puderia man
Como annuuiiamo ua correspondencia anterior, ler relarue nem inlelligencias seuocom o magis-
l'oi eleito senador pelo departamento da Florida o
i)r. Regunaga. e nao o Dr. Candido Joanir. cau-
diddlo primitivo do Sr. presidente da repblica.
Os que conlhiUiim a assevorar que depois do rom-
pimenlo com o general Oribe trata o governo de en-
coslar-sc ao partido conservador, allianram qoe
esla Iroca foi uina concessao fiila ao mesmo par-
tidn.
Ja he lambem ollicialmenle conhecido o resolla-
da das eleiroes nos Ires departamento* que fallavam,
Durazno, Maldunailo e Canelones. No primeiro
pronuuciou a orna o nome do Sr. Dr. t loreulino
olas dps que comparecer!!!, loando por isso inar- Castellano*, no segundo o do Sr. Bernardo P. Bor-
lo, o numero da cdulas que realmente foram "<*- M, o qo tereeiro o do Sr. Antonio .Volateo. Os
""o tiro sim, manda o iii-ims ausoslo senl.or deca-1 Srs. Ca.tellanoi e Berro, como se sabe, foram can-
rar que, nao se adiando provados vicio, substanciaos
nas eleicoes das coiras paroebias, qne comlituem a
grande aMioria do municipio, devem subsistir os vo-
tos dados por ella- para vareadores, de conlormida-
de com a douiiiua do avisa de "21 de fevereiro
de
WaS1
ilM
(raJo supremo encarresadu da representara,) e das
relarn? etleriores da repblica.
Ooe n.to seria e^raulio que era poctfl de
paix-s e de aiubires se lorceoe ese inveile>se u
sentido de lodosos aclus e Je tudas a-, palavras; e
que se ehegasse, cufuo ueste caso, a suppor que se
utlerccirt ou se dava furriamoral a alsuiua iudividoa-
ldade,' pelos ii,e>rii0j actos m que se repcllia Iodo o
CiiUrln poltico com iih)!\ idu.ili l.itli", e eut que se
ascuura\a que l"do u apoio do Brasil cstaria sempra
e iuvariavf Imeule ho lado dd autorida le^al.
a 7. Oue por iniuiereeida, doloro*a e Violecla que
e>sa ntuarau l'osse, liulia conliaur.i em que a cons-
cieur.iosa execuivu da poltica do imperio fia\ia de
chegar a itnpussibililar esid manejos do> p3rldosT
ou das aml'ires individoaes, eslabeleceudo, cima
de toda a duMda, como ja rrrque o esla' na cons-
ciencia dos homens desapaixonados, qao o goverao
deS. Mo sOdetej ver consolidada naeionalidada
BiaSAMElWftKMPROVWCIA
por Madama Leome d'Aunet.
CAPIIll.O wii.
Kulareciniento,
.lualos do ttcneral Oribe, e o Sr. Yclazco da pre-
sidente da repblica. Temos, pois, que, sem em-
bargo de lodos os embargos, veuceu o general em
dous dos cinco departamentos.
bNron, Vctor llago,Shak'peare, Jeorge S.ind. Cor- : e por assim dizer saberearseos prazeres. O cunleu-
nille, sem seeniawnto, cm ordem, e conforme o ''o da caixa de livro- alia uo meio da cmara de
! aca i ordinaria, tudas as vezes que contiena um poeta no-' V"' os volme* cm ordem com a inlenrao de esco-
I vo, elle lornava-se seu predileclo. .Nao sabia a que Iher depois cada dia entre ciles legando sua pbanla-
! adinirarilo se enlregasse. Todava Vctor lluuovi. e- sia. Appcou-se corajosamente a isso cm querer
' argaSmd, l^martinefailavam-lhe mais intimamenle !cr judada : er.iavarenla de seus livro* ; ua eram
i ao ciuarao, e ella deixava-O) com maior pezar. seus Ihesouros'.'
Ouaiiio nao deleltno-a e-sa viaaem ein torno do 11 redando uina mesa enllocada junio da bibliulhc-
iniiiilo dos espjrilos .\,lo couliecer una pera de i ca, ama pequea paUagtm, obra de Jaeqoes, rece-
! Ilwalro e ler ao inesmo lempo Ilain'el, Hu\ Blas, a beu um choques e esleve iiresles a cahir da pareile.
Cid, o Misaulluopo ler cuidado que a poesa que- llosa susienlou-a com urna.....i, e cxaniiuou eiililo
0 viudo para Ierra os passageiros que se achavam Nicols Calvo, felizmente o destecho do negocio tai
presos na illia. (nodo se coiivencero a* nossas lliealral ; mas nem por i-so se deve deixar de repro-
auloridailcs da iuellicacia de aemelbaitta* qua enle- var com todas as forras essas quicboladas criminosss,
na>, e da iuulildade de tuna medida que nao pruduz I que longe de elevar a sem autores se avilla e de-
senlio iiicoiumodos aos pi ires passageirns '.'! > grada aos olhosdo bom senso, da couscieucia e da
Como ja o dissemos em unie de nossas rorrespon- religiao.
delicias, a colbeila de irl^ que se faz este auno na
ceder a .">00 fanegas ou l.JUU alqueires.
A proposito ineiiciouaremos aqui que ha dias co-
Toi Palenlo o lugar maleado para a lula, e-
repblica be Ina. Calculan] os entendidos que ex- lielecenlo-.-o por rundicao queos adversarios col-
locar-si-biam ua distancia de qiiiuzc pas**, um
con. una pistola carregada, c oulro com oulra >a-
mesou a fuuccionar um grande moinho roov ido a sja, Mgondo a sorte deaignaase
vapor, ebra dos iuglc/.s >toore e Andersuii. O en- i Chegads ao campo, acompaiihados de seus res-
saio que leve lugar na presenta do presidente da re- |,eciivo padrinbos, collocarani-se ein fenle um
publica, dos ministros e de um numeroso cun urso, do oulro. O signal de logo conveiicoiiado eia a
corresponden perleilamenle as vistas e aos riesejos lerceir i pancada dada por un dos ditos padiiiibos.
dos autores. Segundo nos informan), u eslabeleci- |Aa*om della uuvio-se luiiibcm o de um s tiro, era
i quem a sorte entregara a pislol1'
I Martin de Mus,, intilolaita : Memoria histrica
tobr a fandoi o, deri U u :i c r tina das m/sroea
Ijetuiiea no Setoda Pona. Sea esfodoem 1836,
Anda nao po lomos ver esto Irabalho, mas o no-
me do autor o reconimen 'a.
Se a memoria nos nao be infiel, |a noliciain em
urna d is anteriores correspondencia* que se iralava
d*explorarlo dos rios s. Ju.iu c Mendoza. Eilec-
livaineule no dia 9 do passado cneelou essi explora-
rlo a bordo da laucha C-eneral ll-uavides," o intr-
pido navegante Mr. Saillard, lanranJo-se as aguas
Je um rio descouberi lo, e atraves de reuiti igno-
radas e completamente deierl ii.
.Mr. Saillard.chegado lia pouco a Mendoza de vol-
ta. aiiiiuucia que a si a expcdirrio obtivera o mais
completo Iriiiinpho.
ficoirrecoiilierido que exisle urna commuiic,ao
lluvial entre S. Juan e Mendoza, liavendo apenas a
vencer alguna pequeos incuiiveiiirntei.
1 ina caria da llajada do Pacana, de ', do mez lin-
do diz o seguate :
a Ja saliera Vote, que n.io leremos banco, pela que
os banqueirus francezes se eacoaaram a eslaielecc-
lo, ollerecendo lazc-lo para jtilho do auno prximo
o que Ibes nilo foi admillido. Ilepois de engaados
(antas vezes, elles nos pagam boje na mesma moeda.
alem de que aqui. so ere que o que os Tez desistir fo-
ra.'n os siicccssos de Santa lo, vislo que um pai/.
-em eilabelidade sezuraineu'.e no convida especu-
lares semclbanles. Por minha parle vejo que estes
homeiis nem bem para si propriu sabem procu-
rar.
o Diz-se agora que Hamo rum o bario de Ifaoii
propozeram eslabeleccr um banco, julgo purem que
nao possuiremos aqai oulro alem do lindo banco de
rea que esla ein frente ao uosso porto, a
Segundo outra caria a noticia da no realisarao do
banco pz a Urqoiza, qua se ochava em S. Jue, de
tao m.io humor, que baveiilo des^raramenle iili
litenU: he completo, e habilita os possufdores de tri- o do Sr. Calvo,
KO pata exporla-lo ja redozldo a farinha, o que dar ; sem bala.
maior valor ao genero.. Porque nao alirou, ptrgunloii elle ao sa ad-
O vapor Tocwtliit*. auui enlrado anle-beiileui as i versaiiu !
7 hori'S da larde, trooxe 8 seu bordo o grande arti*- Porque o meu objecloao vir aqui, respondeu-
la lamberlick, que era anriussmonle esperado pelos ^ Ihe o Sr. tioras, foi moslrai-llie que sei niorrer de-
d'letlaiili de Montevideo, segundo o annonciu que le(jdendo os principios que snsleiito, jiorein de ne-
dessa corte Ibes enviara ltimamente o Sr. Drini, niium modo mata-lo.
emprezario da coinpauliia Ivrica desla capital. Es- pronunciadas estas palavras, apoulon para o ar e
lau pois aguradas todas as nucas, e bem alientos to- de-lecho, a arma.
dos os olbos para apreciar o afamado tenor. Segundo dizem os jornaes, o procedimcnlo do Sr.
Infelizmente, purem, tainberlick teri de cantar I Joo Cario* Gome* lem aido mallo apreciado e ajl que enconlrasse ob-laculo alsum. Apenas amaina*-
se o vento que eolio reinara, pretenda proseguir
via.eem, e acbar-se DO dia "i no Rosario.
Sendo cerlametile de int brasilciro o eonlieeiinenln da ledis direttos ditle-
renciacs da C inelerarto. lomamos o Irabalho da
traduzi-la, e aqui a Iranscrevemos :
da presente lei, as mercadoriai proredeules de rabos
adenlro que se iulroduzam pelos partea lluvises da
i'.onle li-iara-i pisaran os respectivos direilus.de un
portac.to, na ordem seguinle :
l.s As mercadorias nao sojeitas a direilo espe-
cial pagarte o duplo do direilo ordinario.
As mercal iras siijeilas a direilo e-peeial
scrao sobrecarregadas a sua mportarilo cun M pr
cenlo ad eaXorem.
i Arl. _'.' As m >n t l'iri-i- qoe se introduzircra
directamente de rabos afora pelos |-orlos ineu.-loin-
doi i- inlinuar i i i pagar unicamen e o direilo ordi-
nario.
Arl. :t. Os producios naciouaes e raaoulactu-
radosda Repblica Oriental do I reguay, da do l'a-
ragoaj e das potsesses brasileirss situadas de cabo-
adentro, importados directamente pelos menciona-
dos partos, liram compreliendiJos na di-p-.'-n. "i du
arligo anterior.
o Art. i Os productos naluraes' e manulacla-
radas da provincia da Baeuos-Axres serao adinillt-
dos livras de direlos como producios uacion.tes.
ii \rl. .'i.' Coiiimuitique-se ao poder extcolivo
etc.
Bata lei he datada de 111 de jolln do anuo prxi-
mo lindo. A de -i do mesmo mez parem .Irclaroo
-jae eslendia-se a s de meze o prazo litado uo rt.
I" daquella relativamente ao cstsbelecimeoln de di-
reilo* dillerenciaas para as mercadorias de ultra-
mar que nilo xiesiem directamente de cabos alora.
tica portanlo entendido que os releriJos direilo *
comerarao a ser laurados do da l'.i da fevereiro lo
luro em diante.
Do l'araguav nao temos noticias posteriores sa i|"i
lizeram parte da nossa ullima correspondencia.
O Tocant'tw, que foi dempeJido hoja as.I lui-
rs da maulla., parle para o Kio drande esla noile.
N.lo temos pois lempa para mais. Antes de rnu-
cluir, porem. farenio-. menrao de una carta, pul Ii
cada nn Commaret* del Plata de hunlem, dirigida
pelo Sr. Maleo Msgarinos Cervantes a 51. Challe-
lievbaud, aulor da obra receulemcnle publicada sa
le o Brasil.
OSr. Uagarinoi lomeo para ibma de toaacaa-
sideraefies palriolicas algan* paragrai hos do h,m d
Sr. iievbajd. nos quaes exhorta aos trancezes a
jue loinem oulra direcr-io que nao a do h-lajo-
Orienlal sempre qoe li'uiain de abandonar a Irn
ca. A caria do Sr. Magannos be rondo estenio .
Han podemos lran*oro*e-la : mas aoaaosssaaaa aqu
um trecho della, que de preferencia allrahin a i
sa altenij.iu pelos l-rmos tnf*Xsao* em qae ic eclw
concebido.
* N.io lemos sequer, diz o Sr. Masar uto., um
agente no exterior que se encarregue de fazer co
nhecer a homens como Mr. RevbaodaaaM MM
diii'ida o piv'/ioii o ciscjnde de l'rmynayo me-
nos a lopographi* da repblica, us diversos gciirro-
de industria a que se presta a sua variada tempera-
tura, e as'innumeraveis vanlagens que colliciiaui o-
eapttaaa europeos se se Iransporlaswm a estas re-
gies pera explora-las.
lleve ler hoje lugar a eleir.io do alcaide ordinario
desla capital. A .Vicio/i, fulha ollieial, apresenlan-
do os numes de varios caiididslos.declaroo que o dn
Sr. II. Andrs A. iioniez lie que linhs a acailai.o
de S. Exc. o Sr. presidente da i -: publica. Paree*
por tanto que Acaro tstalielecido como reara, que
d ora em diante o presidente aprsenla -emprc ol
ticialmenle os seus candidatos, qu, Iqucr que soja a
eleiro a qoe loaba de proceder-se !...
Ii basla cor boje.
JEI'IBI.ICA DOPAbUGUAi.
lo policial e fiscal da naveus^ao do rio i a
racnax desde A>sumpr;lo ale proviucia de M.
to-tirossa do imperio do Brasil.
i >- i -,t.-11 pnliri.ii- e liscaes da navegare du
Parafmei deedo As ra de MaltO-tirosso, exigem eslabelecimenlos pbli-
cos om pontos adequados, como s.io o cerros em
frente do r.i de A sacar e o forle de Olimpo, am-
bos a ibre la do rio l'aragua1 .
Os commamlanles destes dous punios lerio a seo
chegado entao cinco desertores, ordenan elle que rargo a polica fluvial, e a neeucao das medidas
fo'sem sem demora fuzilados ; o que se fez.
Em Cordova lioha-se convocado i elei^o de de-
putados para o COOgresso lederal.
OSr. I.idiclai, explorador do rio tercero, liavia
chegado no da 2 do novembro a Fraila Muerto sem
"a velba barraca de S. l'ilippe e S. TiagO, po'tsqoe a I plaOdido em Bueuos-Avrcs. O'prnpno bello sexo
eompanliia hrica acaba de entrenar o lompluoso e I (omon grande parte nas demonalricAeaqoose ttze-
Duinin ida por nina viva anciedade, nnpellida por
un) despello lenirniuo que runierav;! a uasccr de-
baixo de suas suppusires, R"Sa qnia ler u desenga-
llo de suas conjec'.oras e Inmoo urna rcsolurAn mui
imples, a de percurrer coiisrieucio.aiin-nle a cama-
Irou-lbe a carruagom que entreva na avenida de l.a
Piuede no momenlo em que os l.esealle sahiam, e
nesaa earroagem ama bella mora vestida de lulo,
cubera roinuin cba|io de ramponeza de Provenga.
.N,io reslava mais duvida. esse retrato era de ma-
r a'oa papis Do marida pana procurar novo indi-1damesella Donise de l.a Pinede. r. Jorge amava-a,
c0. { e o amor lizera o milagro de dar-lhe laleulo .
Dirigi immedialameale soa* invesligar;oes para I Kosa etlava cada vez mai: admirada. Toraoualo-
ti ii, j carleira grande, le hada a chave, que parecen- mar as carias de Estevao de Alais, e leu-as alca al-
lite l*r om exterior myslerioso. lima liona ; depois pasma pela viita o papis em
\ fechadura nao resilio moflo lempo a forra que deaordem que a piincipi desprezara ; leu assim por
da a ciiriosidade ajtnlada de um bom cmzel. moilo lempo com avidez inaudita e em una pertnr-
Uierla a carleira Rosa abrio-lhe precpiladamen- barao que pareca augmeular iiicessaiilemente ; eui-
leasgavelas; vio-a* quas toda* cheia- de papis, fi'ii decilrado o ullimo Iraguienlo ella lomou urna
em grande deaordem, tullas -ollas de ludas as di- Ipennu oaaereveo a carta *agointo,na qoal aMoifadoo
nieu-es, ou escripias eum letlra delicada e unida ; um liarle do* tenlimanlo* que agilavam-na.
Gseaes tendentes a -e.-uranr.i das fronleiras e i ga-
randa dos iileresses da fazenda publica.
Pelo Iratado de amizade, navegarao e commercio
do Paraguay com o Brasil a navecarao entre a A--
sompriio c a provincia de Mallo-drnsso se eropre-
gar na exporlarao dos rtilferenlcs nbjerlos de com-
mercio indgenas ou eslrsngeiros de \>.iimpran ata
Albuqoerqne, marcado pelo governo imperial para
o commercio elrangeiro ; e na imporlacio de pro-
ductos brasileiros, ou estranffeiro* da provincia de
Para dislraliir-se '. n.lo pens a-sm ; minha
ama esla' boje com um ar anda mais triste que de
ordinario. Ah para-"islrahir-se eu qaizera vc-la
fazer orna coos.i bem dillerenle.
lirande lieos qoe queres que eu lai.s
I ina cousa mui lacil ; va' a ciddde visilar s'ia-
aiiiu.i- ; nem ao menos moslroii anida seus bellos
lisaulbropo ler cuidadu que a poesa que- < llosa siisieutou-a com um
I liando Su Rosa contiiiiiou a leilura de focelgu, I ria dizer \ndrieuv, Uelille, 00 I lorian, Uto he, ler I o quadio ruin mai* alteurau. Lile represeulava urna
inspeilida ao mermo tmpo pelo desjo de sublrahir-1 a lembreofa deixada pela licito mala monolona do 1 vina do castalia de Val sec, propriedade palrtmo-
seolembranca de Arlemun, e pelo atlraclivo qoe I Convento, na qoal nao pode-so mudar tuna palavra ; nial vendida pela familia de V'edelle para comprar
leosa* naeiim dese livro linham dispertado nidia. ; rerilandoa, a de repente coniprebender Child-lla- ', la i'inede.
Roma vez ,n\...n..,on o volme sen.10 de nuil., qua,, rol I. .locelvn e les Feuilles dAuloinnc No l.r llo-a lirn o peque,, quadro e cheg.mdo a mella em cer.as lollms smenle viain-.e qnalrooo cinco Madama Ro do Volelloa Mr. EslevAo de Al,., rar.n, nna. d "";*'?' ^H*
do icabou a ultima pagina. I conhecido oulro romanee senao Eli.sbellt, ou l.es conlemplou com cuno-idade o rclralu dessa liabila- Ii nbas desiguaes ; oulra, pelo contrario estavam co- I lenle de marinlia. ler em vinle auno de ininli. vida de ou r ora, nada
L'xuer.men.ou onla sensarau extraordinaria, seu Bailes en Seberie, e ler se. lranr,,o Maopral. Va- ego. da qoal Jorge tallara um dia e... sn. preseuca I bertas de ,.alavras riscada* e de Ira,,., ero.....s. a No Caslello de Sarcelles junfode Melun. | me ten, sido velado, e eo lena como todos .on.i-
esnirito nsTOCM-lhe atacaJ de verligem, a marcha lenltne, e Nutre Dame de Pars... ora para licardes- com um seul.menlo de saud.de. Ilesa r-volveu toda essa papelada ,e.u laurar-llie < Nao Ihe sou pessuaimei.le conhccida, senl.or, lu- miado I ser engaada por cate su.-ular misa.....ropo.
or,, ra .le za. deas lrou p-rlurba li essa lumbrada. Rosa atsim licou. \... u,n edificio velbo. majestoso, arruinado em a vista; vio om maco do caria.....a corJKfto palpi- Novia ei aolecipadamenle que posso cooflar em sua! Oh nSo qoiz deixar ujogoem penetrar no sancloa-
linguagem' harmuuiusa e magnilica ignorada por Sna alma experim-nlavs diante de todo, esses ge- certas parles, c erguendo altivamente sen pe ll no tou com anciedade. Oue la ella saber I benevolencia. no de seos pi
ella alo enlo enchen-a de admiraejlo; palavras | nios resplaode-centos asma einoeao seinelhanie o de | meio da folliagem sombra dos ptuheiroslarjcos que | As carias eram toda, ria mesma lellra,
mai coubeii 11- o
urna especie de maniaco taciturno, e que causas o-
iliizii.im-no a representar e'e papel, a querer en-
gaar lodi's os ollio*, ainda mes.no os de .sua mai.
Colillero que ahi ha um mvsiciio. mas por mim so
jamiseonsegulrei penetra lo. \ ossa senbora qoe
lie amigo de Jorge lara-ine ograulissimo favor de
revelar-m'o.
So* casada ha cinco semanas. Mr. ,le Ve-lrlle] veslidos.
mal lem medito algoma* palavra*. Kucuidavai Slaioao posso ir laxar varita* aassaa na Bonn
ser exlravaiMiia, mas vejo agora que sollriades-iciadeMr.de \ edelle.
den*. Esta deaeoberta deve mudar de ora em dianta Ah '. em seu lugar eu nao l.uia caso da Mr. le
minha* dl*posk;oOa e minhas re,olur,ies todava I Vedelle d.ssc lliereza cm lom leviauu.
nao quero apresiar-me, e sgo*rdarei a resposla de I Roa* sorrio lnlemenle, a di-se com aifo.
votsa seohoria. Eis-alii como lalli-ss elle^iu sua ea-a '
i Se nao lora esla ausencii de Jorge durante a Ese nao quer ii a ciladc toruou llareza
qual algumas leilura-dera.in_ine ao espirilo e,o co-' receba ao menos aqui ,eu, prenles, amibos e vi
ziubo'
ella olhou | o Smi a molher de Jorge de Vedelle, seu anlign acba-se para
Je suas iiiedilares
mim bem prnvauu. Agora elle esla
enroiilrad.is mil VOXC* ein en-
tramparles disperlavam ah ahi aeneci5ea absolola-1 la primeira ve/.
uiikliomein creado em tima atiesa que visse o sol pe-1 rodeavam-no de lo.las as parle,; seu aspecto era a principio para a assignalora ; a vio um nome des- collega, a quem vossa seohoria eacreveo dnraole {descoberlo, mas andanao adevsnbado. Ajude-me. 05 ou(ros
' dous anuos as carias allerlunsas que lenbo a visla, e l u Sabe qoe Jorge he poeta, t.ieio que be um __o." ou
>,io quero ver niiigucm anula dorante algutx
das ; leus dito qoe estou em M ir-. Ih i '.
sem duvida ; mas nem ludo o que so dis lie
arredilado. Como poderei por rxaniplo fazer a Mr.
de Arlcmon crcr eu. ,ua ausencia !
E por que Mr. Richer nao jiode erT i->o romo
mente novas para o seu corceo. Ella senlia-se tr-
mula, coinmovida, fura de i. como se livesse com-
meltido utna acoflo un. c lo lisia Individaalmenle
deleitada. Eran" embrlaeoez da alma exaltada pelo
que ha de mais poderoso sobre ella : uina poesia di-
vina rann I-, um grande amor.
lomou a ler Jacelun durante a imite na cmara
le Jorge ; nao quera mai- arromar os livros,qotria
ler, principalinnile n Lamartine. Tiunou (o las ..s
ua, obras, e sallava-ll.....coririo de algria todas as
vezes qoe esse nome radioso apparefie-Jhe sobra um
voluiu. V lellrasde ooro que o formavam brilhai
van. para ella entre lodsa as .miras no fondo da
cana.
I nobie e triste, e Jacques conseguir exprimir sua
Ein qoinzn dias a caixa de livros foi complelainen- t belleza laciliirna
lo devorada pela jov.-u espo-a. a excepego dos livros Rosa nAo comprebendeu as saudades do Jorge ven-
e-lraugeiros, os quaes ella bem quizera coiii|)rehen- do o Val Sec, e cvplicou-as como uina couseqoen-
d.r adevinliando que lambem eontinbam Iheoooro*. cia de seu humor s'elvagem e inelaocolico ; la por o
Uando acabou a ultima pag na de deiradeiro livro, quadro ein sen lugar, quando voltando-se vio um de-
lentoa relleclir, mas Dio 0 conseguio a principio. I senllO coltoeado airas do esboro de Jacques, e que
Beiniva uina porlurba*;t1a inexprimivel em sen cere- | licava assim sempre occolto'.
broasilado por una especie de maleta Blordoadoia.
Bra o eslrajneeiaenlo eonfoM de moilia ideas re-
volvida* ao mesmo lempo em sen espirito joven e
anida virgeui de lodo o Irabalho.
Duraulc un. din iuloiru senlio e-sa prclrarao qoe
s.-i'ue toda, as l'i'bres, depois a ordem restabeleceo-
ise sullicienleinenle para dar-Ib a consciencia de
Eiqtieceii" da ir a caa da i. ; e OiO rapar.....|Oanto liavi* glibo era Oo pouco lempo, leve corlo
qoe Artemon u.io velo. I ina rlmva abundante a<-{ orxullio intimo de soa eommonicaroo coma.....
soalara a Mr. Kielwr fazcnio-lli lamer a pre*cnr,a i grandes genio-, ollioo com despiezo para saa vid
de Jorge em Belliousquel. Rwa nao reparou em na- .....ida; linhs che/adn a altaras de qoe Hlulelli-
da ; toda a sua vi la pareca concentra la em soa le- rimas nao lornain mais a descer, e como toda* as
tura. Cea durante psrle da neilo ; nos dona dias alluraastbi protectora, eontemplou com desdem Ar-
leinou.eu lemor que Ihe inspirara. O amor, essa
conhecido. um nome de homem. dous anuos as cartas aiieriuoas que lenno a visia, e sane nao jorge no poeta ; ..ie,o ,,,ie ne um _,,.-nutro conliam no que digo ; mai elle n"
Balalo de Alais. cu," copleado me amina a rallar-lite como vno f.i- dos terdadeiro* poetas que rormam -se ,e.n mestres ,,,, m nj ,,,,? -, ,cn|1(, ,a- vaos**!-
I,da-essas carta* linham dala ja amiga, iienhu- zer. | e sem comelho* pela meditaran soliiaiia e pola cons-
ma liaba menos de Ires anuos. Ku. falla de cousa
melhor llosa leu algumas ; conhaceo logo que vi
Seria mui dillicil explirar-lbe, seobor, como I laole ronlemplar.lo da n.iiure/a. Aehei em seUl pa-
i pelo ar da oaea bem
que n.ii I. i ama viaja em
ua cmara. Cm dia entrando v a mesa pola,ou-
- -. i r .i__ -Ti ** i "i '.o v'rii nniix' i' en aa a*"
tehoje me., mando lem podido paar aa* ofhos de pai* fraamento* da poema, qoeipareceram admira- |M ve/ f^ua> ,10 V(,4ll|),l|.....,. ~
nli.iin de um -litigo collega de Jorge,minio mais do- lulos, aos ollios de sua lamilla, BO* meu nroprm- veis, ler-me-hei engaado Ouiz.'ra sabe-lo, por nnrtt a|l1ar fm|im ,,u ,,.,.(,,,(., cf, s0|4oi cunl'..
, rem Itlicos, qoa elle cimbree perleilamenle que be
egitiiiles ordeoou a Hiere/.', dissess* a lotos que es-
lava em Marlha rom o marido, e eerla de que a
deiiariam tranquilla anlrognu- as ana laitora
com paixr.n liona a febre de -ahur.
il viajante na deserto Dio preeipUa-ae para i oi-
l bpoaf.r dn n5i com mal ardor do que i-a ,n-
uan alma s lonle viva da intelligeaeia.
Ilepoi, de I amarline leu Andre C.bsnier, Hollare
.-nn le alma de lodseaonras primas, Iinh.i reve-
lado ao en espirito, senlln ao en corscilo. e ella Ba-
bia que o amor n.",o poda e*r nem o qne Arlemou : ginal desse relrolo '
dizia, nam o quexperimentava por elle !-> era demai* ; de ;inpcsic.oPs em ;opposcwes
A .:Uenc:,a de iorge proionaou-e ella nao ficon | Roa chegava ao ab-nrdn. om ludo sna razia zuia-
so do qoe elle, e coin alleic.'.u exprimia-se por pala-1 olbos por Um espirito incompleto e em desordem, isso envio-lhe alaons desses fragmentos ;
vras graves e lontelio* serios. Esse* rragmento* 0-1 par um ante atacado de urna especia de looeora bran-1 nhoria ujolgara'. e dir-me-ha c conten to'.ou ,Je,..,e ,,., ...
zeram Rosa saber urna cousa impelante, Jaree es-1 da. que otala ser contemplado por todos com pie-1 lalenlo qne eo nelle* vi, >ada pode dar-lhc a iJe.i, "
lia licou i.mil,, admirada. Jul- dado. Isso ha de parecer-lhe mais du que axlraor- i;.....pressgo de aorpreza e da Imme isa euiocAo que ; ~ V:' l,0"~ rcceDe ,r- "'f''rr' 'Va" '" ";
ait.'va e7Tcada,chei de urna grari'|"*arVicul,ii7es'- i sava-o idiota de nasceuca, e agora via que a enfer- diarlo ; porem deve ler a eoragem de diur-lha tu-, ilominaram-mo ao ler essas obras lio inespi i id is de ; r,'"'ho oenhoma .mira pessoa d meu >. .
lava debuchala cun mu lalenlo raro e Ingenuo. nidada desse pobre espirilo nao dalava 'l' cal una. do pai a ludo razedlo coinprchender. \lr. de \ edelle live recelo de endoodi cei i reco- i meoio.
(toe bello desenlio os-e Rom, e porqne esla I E*aa revelara explieava os livros I.......-, masla- Hoje que por urna circumslancia fortuita ras- bre a mal, o com ella a consciencia orrulia aira* deoae caslello ? um luruara-st' mui secundario para Rosa depois da I aoo-sa para mim esse veo de mentira, -inlo-me loros -iluarao. aqoi com esse malditos livros ; asnina M****a**
Fazendo cala reHexIo contempla** ainda o retro-1 deaeoberta do retrate. prurundamenle humilbala de ter-me deixado levar Nao quero, senhor, accrc-tonlar nailj esla caria desde que oceupa -e maso, o leone vontade de
Pela impaciencia d ser esclarecida ella deixou i do erro commum. .. Eo, aua mulher llovera- |a lau longa ; ella pode fazer Ib c......cebendei com isai amadama I seolle porque sivaraMIM
correspondencia de Ealevlo de M.i-, o conlinuoa de que via-o lio poucas vezes I Toda a minha des quanla impaciencia cspe...... respo,la, porem. nao I icnra.
suas pesqnizas. licou mm rummovida vendo de- culpa esta aqu, senbor, o em un,., lu-ie veidadc : podera exprim! -lliequao viv sera .. meo ic nhe- i >..o quero que da n a a minha -' w*t*
baixodo minios maros do papis escriplos oullu Jorge nao aro-me. M.u consenlimonto para ..us-.. cimento s* vosa seohoria.I. iwr-se di laucar alguma Id aovei mente. imesmaheide Wlor-is sobra
exomplar Oo retrato que lano excilava-lne a curio- I nnilo he aioda pora mim om enigma indeeifravel. I loz nas Irevas qoe me rodeam. mniUs causas daqni a alaunt da*. > "... otros
sidade. Esaa desenlio meuos terminad* que o oulro Porqoe cazn cmico ? Comprrhendeiu V. S. tul: u Accoile, xenhor, ele o | lenha* razlo.acrrostenlon ell* depos* aaan
representava a mesma mulher rom um chapeo de cousa, quando eu dhmr-lhe que elle ama oolr i Rna fecbava est* eaito, qoando l'hereza entrn. | tn de rellexao, e o- le a man...a nnunri*ra q...-
fellro preln ; e,a pbnota-ia accreseentava o allracli- .i Sim, elle ama outra; nle den-me nata, nem Ah senhora, essa papelada ha de fazer-lhe | ja' vollel, o dallara'* todo*a4rar.
vo da oricinelidado a- soa* aijes mimosas : ese i mesmo deixou-me ver oa alma.n^m on inlellitren- perder o ji- .70, di.
semblanl* parecen i Rosa admiravslnienle bello.
Nlo era mais o retrato de um caslello enligo, po-
rem o semblante graciosode una mura. Essa cabera ; livera no collegi
lo, e pareca Ihe j;i le visto esse -emblanle em ahu-
ma pule.
Repentinamente lembroo-se de urna m uvt ; Jac-
qurs dissera-lhe que nunca poder* di-riihar c.-be-
ras ; logo esse relralo nao era delle. Mas,-le quem era
eolia E porqoe eslava assim orcullo ludo isso
a. o amor la
um homem guardar com mvsierio o relrilo de urna
mulher. lorae e-lara enamorado, e amarla o ori-
Embaixo do relalo lia e ama dila n T de abril. .
T de abril ; Ne*0 mesmo lii -i ,'amilia i c-ralle
iofa
Vtdo )iorto n. ti.
inqntsla, e quasi alegrn e em "ia solida. Pc'.e- i da pla mai 'imples logiri a recondoxi* 'empre e fizern a primira visita a familia d Vedelle
na ler novsmeule e com mai' cuidado os poelac de forri.smenle a urna aotranha eonclosio iorrte e:la-1 lembrava-se bem dilSO, Atas porque fira collocada
soa predilecro. Rase pensamenlo dele.lava-a ; lo- I va enamorado 0 livros hunos acliavam-se ja ahi esa dala
davta applicada a primeira avidez, ella qai regular f muilo itraz. I Pe repente um relmpago de sna r .emoSia moi-
elli vendo Ro0 ro.ieada .le
ria, eiire:ron-ie en urna grande frieza c ha Ires -e- ; maro de papeh de iota- as grandezas e a cmara
mana- que recorren a anuencia roorn mais farora- ainda chela de livros em desordem He loncura ler
vel a soa anthlpatia rudo aso he mui triste, so- anim ,ncr-,=antemenie Por ventura minlia ama
nhnr. c '..llo-a-me na siloa"-. ettraordinfria un- i anda o.~.o -abe gastaste De que orvlo-lbe ei
..e- so-
ca de pedir a um homem eslrano informaf
bre men marido
r i.-gi-me poi, porqoe noli-o torce anecia er
nassar oiio nnoo- no eollegio
Mas Thereaa, re=pondeu Ros, alo be-rnente I Jorge
para aprender que isio he para dislrahir-mc. i
* oan le *qaora de envia-l air.anhiv pelo prime,
.9 rorren igor* rotlra-t*, prrci'u dee^lir .
.-.o^a i rononrirn eia palavras rom la] arcedo oo
aotoridade qu* Tbcreza pa mente f*r\A retlroa-se. R~ paesaa :..aa '-.
noite em dormir tornardc a ler os ininuscrip'o d*
i
MUTi5(J
.

ILEGIVEL



ni. JASEiRO ii. n...
EXPORTAtAO.
Navius que se dirige** .. \| 11,1-i,,,,.-. .
O commandant* lanera em urn livro o uomc .lu
navio, sua capacidade, numero da {tleme, e a ma-
tricula de equipagem.
Na navegado em geral devem-se icalisar Ir
'uusas ;
1." O navio, sua naeionalidadc e IripoUcto.
;-' A carga.
'). O* passageiro..
1.....iiiinaiiilaiili> deste poni fura'ancorar ludo o
uaxiu, seja paraguayo, ou brasileiro, nico- que po-
dem vagar ende a A>sumpcao e a provincia de
Mallo-ljrnsso ; e exigir' que o capitn, uu patrio
Ihe aprsenle :
I- A nalenle de navegacao, que tendo dida pelas autoridades respectivas, devera' ter o vis-
lo do agente consular brasilctro em fUsumpco.
'- O espillo, pairan, ou sobrecama, presentara
o manifest da carga que deve acompanhar lodo o
navio carregado, seja ni sua lolalidad. ou cm par-
les, paraguayo, ou brateiio, quer carregado em
V-siimpro, quer em porto eslraugeiro. Esles nia-
uilestus seru sempre visados pelo agente cousular
liia-ilciro em Assuuipcau.
3" A lisia dos passageiros firmada pelo capilo do
porto de Assumpcao.
'c Cada passageiro, qualquer que seja a sua na-
eionalidade, apreseolara' pessoalmcnte o seu passa-
porte. O paisageiro* e eslrangeiros embarcados
em Assumpcao tirarlo eus passaporles do chele de
polica, e os farAo visar pelo ageule consular brasi-
leiro. Us eslrangeiros lerao ovistodo seu res-
pectivo eousul, aleui do do agente consular brasi-
leiro.
O passageiros que veuliam do exterior com pas-
saporles de sua presideucia, anda que sejam de
transito, os Tarjo visar em A polica, pelo cnsul de sua narao, e pelo asente con-
sular brusileiro.
Ocommaudanle do Cerro Occidental pora' oseo
visto :
I* Na patente de uavcgaclo.
'2- No rol da equipagem, lista do? passageiros, e
manifest da carga.
3' Ei secada uin dos passaporles dos passa-
geiros.
Se estes documentos se arharcm conformes com o
disposto nos tres psraaraphos anleccdentes. fara
daserabarcar o pratico levado da commandaucia da
euulluencia do Apa, e pora' a bordo oulro, que se-
guir' at ao forte de Olimpo.
Se ao navio follaran os documentos especificados
" ; I- J- e ;(', ou urn delies, ou se nao eslivenn
revestidos das condic,es que nos dilos p.ragraphos
se exigein para que ejam validos, o coinmandanle
do Cerro Occidental impura' ao navio a multa de
00 pesos, nao se deixando seguir sem pagar a im-
portancia dessa molla.
Para' desembarcar os passageiros que pao estive-
rem munidos de passaporles, remellcudo-os a cusa
delle prpprios para Assumpcao a entregar ao cliefe
de plida para ulterior procedimento.
O capilao, paira* e socrecarga do navio pagarlo
uullectivaraenle ao commanlaiile uina mulla de 00
pesos por cada passageiro encontrado a seu bordo
em pass.iporle, e u.ua mulla de -ja pesos por cada
udividuo, cujo passapune nao ulenba as forma-
lidades eligidas no -i
O navio nao seguir' viagem emqaanto nao pagar
* mulla, Pagando a, seguirlo lamban os passagei-
ros da classe multada em -JO pesos.
Ao c llega rem a' guarda do Ceno Occidental, os
uavios brasiliros, ou paraguayos, carrejados no ex-
teiior, com deslino a' provincia de Matlo-lrosso, o
couiinandaule verificara' sojalguma cousa se carregot
uu desemeguu durante a vibgem, ainda que seja
insignificante ; e uo caso de noiicia allirmaliva, ou
de urna denuncia espoutanea, o coinmandanle 1. r-
raara' o competente summariu ; e resulladno prova-
do o fado, impora' ao capilo, patrio, c sobrecara:)
oolleclivaininle a perda do conlrabando, e a inulta
de -j.'JMi pesos, nao permitlindo que o navio siga
viaaem sutes de haver rmnprido esta pena.
O cnmmandaute do Cerro Occidental cobrara' pe-
lovistoda pateute de Siavegacao, matricula e
manifest, quatro pesos,"* por cada pasageiro oito
reaes : e adiando se ludo em regra.'pcrmillita' qoe
> navio siga o seu dcstino.'daudn-lhe pratico qoe o
coninia ale Olimpo. Pralicar-se-hao esle despa-
cho!, com a maior brevidade, nao demorando o navio
mais que o lempo absolutamente necessario ; e dos
recursos dispomveis do Estado sera' aaetorrjdo pelo
teujustu preco, de ludo que possa precisar por ava-
rias que sollresse.
Os navios de guerra, tanto braaileiroi como para-
guayos, enviarao ao commandaute o documento que
osaulurise a ir adiante. A ranina atiselo se guar-
dara' com o cumulan lantes das villas de Conccp-
<:ion o do Salvador, dos casos em que uecessitcm
prove-se de recursos.
O comm.iudanlc nao lem qoe ir a borda de um
navio de guerra sob pretexto algum. Hecommen-
da-se-lhe que trate os navios de euerr luasileiros
,'om (llnelo e bom procedimento : e que lites fran-
qu-ie, dos que lenha perleuceiiie ao Estado, os soc-
corns que, em casos de avaria, cheguem a neces-
sitar.
1MPOP.TAC.VO.
Aaci'o que descem de .Uallo-liror/o.
0 navios brasileos e paiaauavo que venham
da provincia de Malto-Grossu, passarao a vi-ila em
'llympoc Irarao o visto do couiinandaule da-
quelle forte. Serao obligados a rrceber praticus
successivamenle em Olympu, t'.erro Occidental, con-
Quencia i Apa e Coucencion.
O eoroiuandaute do Cerro Occidental logo que
iiaue um navio a este porto, o fara' ancorar e pai-
tan o visto, sem pedir grlilicav.ao alauma.
I". Na carta de navegacao, matricula, manifest,
e lista de passageiros, que devem traier do comman-
d.mte de Olympo.
J. No passapartes dos passageiros.
Acliando-se ludo contarme, o cummandanle Iro-
cara' o pratico por outro, qoe seguir' t bordo al
J commandancia da eoulluencia do Ap.
O navios de guerra brasileros e paraguaxos que
venham da provincia de Matlo-Grosso aaito tratados
como se dispoa no artigoEiporlarao.
Imtrucfdet para o commanante do forte
de Olimpo,'
E i p o r l a r o
ande .
em Asiimpc,ao para a sua inbida a llalto-GroMo, e : l'or decreto de 30 de dezentbro de I85(i tomn na
pa.a a entrada na repblica o olileran em Albu- ra a comarca do Itio i'oriuu'o o jui de direilo Jo-
lories do Cerro Os- I-ilippe de Sou/.a l.eao, e para o cargo de chefe de
pslieia da provincia daa Alagoaj obaebarel .Manoel
partido da liga.
qoerque. Os commandHiilc* '
ciilenI il e de Olimpo visaran gratuitamente esses
certificados.
Os navio de guerra bruileiraa a parsguaxos en-
viarao o certificado de sau le an coramandaiiles dos
dilos forte roiijiinctainent com o riocumeulo uue os
antora* a paasar por essts pontos.
ajmmncion lt> de agosiqde 1836.Cario*Antonio
l.opez, Jo-e I .tic n.
Imtrtufetpara o commandanisa polkia /lurial
<>as Tres Horra,.
Picando aberta a franca para o Brasil, pelo seu
tratado de I. de abril ultimo com o l'araguav, a na-
r'gaefo pelo-rio darte noma a su as po^eaiftea no
Alto Paraguay, as dtopoalrOei policiaes eji-leules na
commandancia da pnlicia lluvial das Tres- Itoccas pa
ra aa uulras nacionalidades se guardarlo lainhemcum
a bandoira bratileira.
As epidemias da lebre amarclla e cholera morbus,
que desde alsuiis anuos devastara o imperio do lira-
" principalmente o Kio,le Janeiro,
Jus da silva \eiva.
O paquete a vapor Tocantiiis, entudu hontem de
manhaa dos p irlos do sol, lra< dalas de Montevideo
e ile Porto Aleare al o primeiru do correle e do
Itio (irande al o dia :i
Jornal do Commereio do Itio.
UE IEK-
CORUESPO.NUENClA DO DIAItlo
NAMBUCO.
MINAS UERAES.
CoilCairJo Iti dede/embro de 1836,
Charo patricio. A ordem do dia be saber-se lo re
sollado das eleijnes, qual o depulado, por tal e lal
dislnclo, que potinca uelle venecu : assim poii para
corresponder anciedade aeral, principio a di/er-lbe
que o resultado das votarfie nos rolleaios vs dis-
, _. ----- ^r o '.....i".ii, ii- \.... ir,. ,. mi. rn -"tus Mi s ilis-
A caria do nosso correspondente de Montevideo re- tnctos de qu. lenho noticia he o auinU
lurae udo quanio ha de iutere.e relativamente i. Primeiro dislnclo, Ouro Prtlo. Itio eleilores
repoblica, do Prala. onde n,lo Un., sido al.e.ada a llepulado.-I.r. V ancisc.....oao 1W. de Va<-
orilera publica. I'ara tssa carta ehamamus a alteucao conrelio. cora (I vui0. '
dos leitores
No Rio da Prata liavia nolicias de ValparaiM at
:ltl de uovembro. .\ va terrea daqueila cidaile a
Sanliag* progredia rpidamente, e era breve sera
inaugurada a primeira seccao ale Limadle, que lein
30 millua de ealanda.
as difikoldadea vencidas eslavain os maierea obs-
cedencia
J. Os capitaes ou palres, tanto A..
de commereio como de auerra. que tenham ccrlitca-
do de auiie, o maudaino com os outro, documentos
do navio ao coinmandanle da polica lluvial para seu
ennhecimento, eso em que pioccdera' como ate
aqui para deua-los seauir viagem.
:t. Como lie notorio que lodas as costas do Urasil
esiao infectadas pela lebre amarella e cholera mor-
bu<, c endo duvidoso que baja cenado em um ou
outro lugar, se os capiltea ou palrOea dos navios nao
Siipplente l'raucisco de Paula Sanios, com 75
\olos.
O inmediato em votos para depulado be o com-
nienilalor Manuel Teixeira de .Snu/a, com : votos,
lerceiro Uiitriet*, Sabara.
Ilepnladot) conselheiro Luil Antonio Karhosa,
com 5i votos.
Sup|ilenle.o L>
franco.
He immedialo em velos ao depulado o lr
tacm Symplironiu do Abreu. com 51 votos.
Qoarto dlitrielo, llabira, 0:1 eleitores.
Depntado.Monscnhur Jos lelicissimo do Nasci-
lliellln, com iti votos.
lie innnediato em votos o llr. Icronwno Mximo
de >oaoeira t'eiiido, com ."i votos.
I>eu-se urna irregularidade na eleicao
Pamphilo Manoel de Carvalha e un criado, Marco-
lino Ouarte de Honra, Jnnquim Kodrigoea de > m*
za Jonioi. llr. Jos Peies falrlo ll'.in l.iu e sua se-
ntara, Vicente da Silva PorlelU e I cravn, llon-
calo Vieira de Mello e um escravo. Jos M lia .le
Assis, cadete Manoel l. ncahes Rodrigoea Tranca,
aleres Martiuiano l.ope- Macicl, Manoel Barbosa de
Aranjo, Dr. Pedro Antonio Cesar e sua senhora,
Aiiansln Claudio klunteiro, Dr. Jos l-'ilippe de
Snuza l.eao e um escravo. lenle foflo Antonio
Itibeiro de Frailas, francisco de l'igueiredo, major
Carlos l-'ilippe da silva Monii e Abreo, sua senhora
e um filho, |). Josepha I liei- /a Franca e um lilho,
Manoel Diedoro da Fonsera, Aleandre Ignacio da
Conceicao, Jos tion^alves Malheiro*, sua senhora e
nm filho, Kavmnndo Carf.s l.eile, Joaquim Jos
Ferreira da Costa Kcluinba, Jos Ferreira de Ol
veira Santo? e um escravo, lose Mara Baplisla Car-
neiro, Jeror.vmo de Regner. Barlindonieu Csmpa-
rioucio, Jos Pereira dos Santos, Antonio Joaquim
Mana Alleluia. Jo.io Comes Kibeiro, Manoel lava-
res Ordtlro. Antonio Jos da Silva Braga, Cuilhrr-
ine llaplista dos Santas, Araemiro Carueiro dos
Sonto*, capitn Manoel l.uriauu da Cmara Gua-
ran, sua ei-hora e nm escravo, Ricardo Jus da
Silva, laa'seubora e um lillio, Joan dos Passos
Nepomuceno, Manoel Sabino de Mello, alteres
Joaquim Jos Ramos e sua senhora, Joao Frau-
da Silva G'ilmarae,
. parece-me, que lera de se proceder a nova.
hamrM' v J } pronunciado pelo gencri.1 i Sendo a rnaioria absoluta do collegio 17 votos, v-
cisco da Silva Cilmaraes, e sua senhora, l.ui/.
Modcslinn Carlos da Rocha Castillio de Aguiar e sua senhora, Manoel da Costa
Allouso. -2 cadetes, .18 paess do oil.ivo batalhao de
Anas- atontarla, X mulhcres e lilhos das pracas de mes-
mo, 5 pracas do corpo de polica, t grumete da ar-
mada.
Seguem para o norle: Jos Manoel Braaa, Luiz
Antonio de Castro, Jos R. de Mello, Juvencio An-
tonio da Silveira, Hay mundo VoguMo Pereira, o ca-
piao Malinas Vieira de Aguiar e sua familia, Jos
pelo que Nunes Ribeiio.l.uii Aulonio da Molla e sua familia.
llr amanliaa.
liias anles oceilava o presidente Castilla a censli-
tuic.lo riecrelada em Lima pelo conaresso coiisliluin-
te e jurava-a no da 18 de oulubro. Para que se pos-
sa formar uin juizo dessa nova consliluicao, apunta-
remos aqu os seus principaes pontos:
OslensivameDle deiconhece o foro pessoal, mas
no arliao em que se e tu a reserva de que os assomptos reltaioos que, se-
gundo os cunones, s.lo materia de junsdicao eccle-
e de-
nami l'!,!^ q,"" <"""? J*"~ ,";i"l",' os 'iaslicos, seno de confo.mid.de
narai, onde se conservara,, pelo lempo de -M da.. 0 eslabelecido na. leis da igrcja.
HIT IISi.h lis mi.. .. i.l .rn. .... ..!.- .. ...A .. .__l,..^.. fc I '
se que o depulado eleito lern um de menos, ou nao
a tem, pelo que devia-se proceder a' segondo escru-
tinio, mas o colleaio decidi o contrario, isto lie, que
nao houvesse aegundo e-erulinio. ous vol, que
lallam para completar o numero, s.lo dos candidatos,
que os deram a dillerenles cidaclaos.
Ouinto dislrido, Serr, I2 eleilores
KEPAKTIQAO DA POLICA.
Occurreneias dos das I" e 18 de Janeiro.
Foram presos : pela sublcleaaria da l'regoezia do
Herir, o prelo escravo Fabilo, por fiigido.
Pela subdeleaacia da fregoezia de Santo Antonio,
os pretos escravos Jos e Amaro, este a reqnerimeu-
to do respectivo senhor,e aquelle para averiguacoes
Depulado.Antonio Candido da Croz Machado, em crirae .le furto. *
com 83 vol*. Pela subdelegacia da Ireguezia de. Jos Jos
Siipplcnte.Dr. Sim.lo da Cunha Pereira, com 71 Jaimario das Vir-en
votos
ca-
com
lie immediato em votos ao depulado o Dr. Bento
Alus liondim, com .'l!l volos : e ao supplenle u Dr.
Joaquim Ferreira Carneiro, com 19 votos.
Sevto dislrido, Diamantina.
Depulado.Pedro de Alcntara Machado.
, por desobediencia, Maria
rranrisca d .viiimnciscao e llosa Baplisla de Barros
1 eres, por desorden!, Jao Antonio do Amaral, pur
suspeilo de ser crimineso, Manoel Pereira do Nas-
ciinenlo. por naver espanrado sua propria raulher,
e Auna Mana das Virgens. pur ebria.
bdelegacia da Iregueza da Bo-\'i.|a, An-
Supplenle -Dr. Joaquim Mariano Guedes. Ionio Jas Raposo, por suspeilo de ser criminoV
lie immedialo ao depulado o Dr. Jos Aaoslinbo Benedicto Antonio dos Res, por furlo e ri',
\ leira de Mallo-. Pascado, por oesordem. [
dos Afogados
e este ao chefe do estade-maior
nal acampado em Humana'.
Nao sao excepluados deslas diiposi^oes os ra-
zo de residencia. Para tornar elUctiva esta dis[io.i-
S;lo sao tbrigados os licaes, sdb responsabilidade
que pode exicir-se-lhe
vms de guerra brasi e,rJ7o'rdeUou' i.^ton.,11 5?SSffSZXJT ^ *
era que ha de ir o encarregado de taze-la por urna
simples reuiessa deslas inslrucres que serao im-
|iressas.
7. A correspondencia c os documentos do navio
posto em qual entena leceber-se-hao cora as pre-
cauee. do cosime em taes casos, e se remllenlo
ao chefe de ealado-maior do exercito nacional para
que as ra$a seauir a seu destino.
8. Se o coinmandanle ou pairan da embarcarlo
que esliver em mantona, orcultar os casos de api
amante
He abolida a pena de morle, e nao st podem es- i dadas"as demi
P'
ilistrido, lliirbacena. E pela subdelegacia da freauezia
ueputado.Dcscmbargador Pedro de Alcntara Benedirso, escravo por fgido.
Cerque.ra Leite. o subdelegado da rreguezia da Boa-Visla, refere
i, '"slficto, Mananna. f"i ollicio desta dala, que hontem a roeia iiuileno
nepuiaao.nr. fr.iucisco de Paula da Silveira Inaar da Capungi. a pardinha Cecilia menor de I>
" .. a,,B"!. ''ha de l-aiislina de lal, sahindu da ca,i d
ii V i. ,rlcl- S. Joao d El-rei. nina vi-iuha para a sua com urna luz na mao tro-
ueputado.Dr. Jo.io das Chaca* de Andrade. prcou uo local de urna cacimba e cabio dentro, ba-
llor.,,1, i d'5 ,,"C,' lb'- vendse irnmedialaioenle prestado lodos o soccor-
liepiitado.Francisco de A.sisAUahjdc. rps nao Im possivel s.lva-la, lallecendo u.ua hora
"**M OHlnclo consta-mi- que booveram grandes depois de (irada, e declararain os facultativos nue I
desordens as flen;oes para eleilores, e qse occu- caosa de soa morle proveio da queda que den 0*1
pando o depulado eleito cargos pblicos, loram-lhe ser a dile cacimba bastante funda P
labelecer conlribui
auno
es directas por mala de (un
c Distingue os Peruanos em Peruanos por nasci-
rocnlo, e Peruanos por naluralisacao. oEsles sao os
eslrangeiros maiores de Jl anuos que, exercendo al-
auma industria, se inscrevern no registro civico.u
Declara cidadAos, islo be, aptos para cxeicerem
os direilos polticos, e para concorierem os empre-
s-ts pelo presidente da provincia, e ---------
demi., que se declaren, fiera' suj..... as ?Z> iln-WTa.^IZSFZLSSZ
qu.;,. castiga este eme em todas a nacnes cvili- por n.l.raha.c.0. He pri."?: p'rcm .cXu.n.
9. Concluido o despacho da cmharcacao para se-
guir sua viagem. lar-sc-ha cumiara entrega desta
nislrurces na matricula.
Assunpcao lo de agosto de 1856. Cario* Anto-
nio Lpez.Jus Falcoc.
{Jornal dn l'ommrrcio do Rio.
por nncimenlo para exercer os caraos de presidente
ou vice-prisidenle da rcpuhlira, senador, depulado
e inembrii das juntas de departamento.
a O congre-so, que seilcve reunir em cada auno a
-Hdejulho. compe-sc de duis cmaras, leudo a
dos senadores um numero de memhros iaual a' me-
lad* da dos representantes. Estes sao normados na
ra/ao de uro, com o seu respectivo supplenle, por
cada i.i.OOO habitante*. O pessoal de ambas as ca-
ra iras sera reuovado tudus os anuos na raz.ao de um
leri;o.
RIO DE JANEIRO Aosfnadj. alm das faculdade que ja tinham
I de Janeiro. conaressos, concederain se as seauintes : approvar
O governn imperial, aulonsado pelo artigo -J;l da uu rejeitar as proposlas apreaenladas pelo poder exc-
le de :i de dezembro de 1841, determinou que hoo- cullv" l'"a us olliciaes do exercito e da armada, des-
ve-ern no municipio da corte.Idus promotores pu- de '""J1^ raduado c capitao de corveta al general
blicn*. ; o eontra-almiranle ; eleaer para presidente ,, um
Por decretos de -J do crrenle mez | do. dous cidadaos que oliliverem inaiar numeiu de
Fui demillido o Dr. Francisco .loso Ferreira Bap- 'ullraaios. quaudu nenhum dos candidatos tenlia
lilla do cargo de promotor publico do municipio da i m'",lrla absoluta de volos ; promulgar por raeio do
corle. (|iresideiile do cougresso as leis que je decretaran
Foram Horneados: quando, passado o termo legal para a sua pnbliea-
Pnmeiro prnmntor publico do mesmo municipio, i -il0' execulivo o nao lenha leito ; declarar a pairia
o liacharel I liomaz Alves. i e"> pengo o dictar as medidas qoe, sem 'ahir da es-
Segando dito dilo, o Dr. Antonio Ferreira Vianna.' I'l"'ra enlilncional, salvem o paiz ; velar em que
lenle secretario du oorpo municipal pe manen- as !u"la departamenlae ciimpram o seu dever enr-
a da corle, o alteres Joaquim Antonio Femando. f en abnao* o resolver as daridaa c quesioes
Alferes da primeira companhia do mesmo corpo, o ''Je r'e',',',e 0cil*m.
rcenlo Jos Albino de C.rvalho. -l" supremo Iriboual dejustuja se concede, como
Dito da segunda d.l i dito, o sargenlo Pedro a" ev(,c'"|V". o direilo de proper projeclos de lei.
iriano. O* represenUntea, sao eleito*, como o presidente e
Capitn da lerceira dila dito, o capilao da leila v,**-PreilOn}, por Mllraglo directo.
Hilario Mariano da Silva. O poder execulivo" Oca aaaira orgnnlndo : um
Alferes da dila companhia, o saraenlo I irmino : P"idenle cujo periodo he de quatro anuos, e que
Jusede Sania Rila. nao pude ser reeleilo senao depois de oulros qu.iro
Capilao da sexla dita dito, o tener.te Francisco i a""us; ""' vice-presidenle, um conselho d< minis-
Bernardes Camello.
lente da dila companhia, o altere* Manoel Al-
reme,,idaS.n,es dseles de^d, dezem.ro. \^tttW >C WCtWmbUeO.
Depulado.Dr. I lancisco Alearrsda Silva Cam-I--------------------------------
pos.
.... dislrido, Minas .Novas.
Deputado.Antonio Joaquim Cczar.
He de eleices"o que *ei ale o presente ; na se-
gunde ja Ihe poderei dar o resulla lo circumslancia- I me'e Wgat em S. Paulo. Na cidadede Uotv
v'Z',"""6- ,- l''rU"S ""* CamaraJ"> Pr ques.es aS
xaminlia passada deixei de dar-lhe urna nulicia aaarraram em sua caa o escrivao de Ilaauaauece-
de gravida.ie, e lie a fuga de SU i resos da cadeia de '"ba. caslraram-o, asassiuaram-o e lancaram-o
Ouro 1 relo : cnlre esses contara-se alguna celebri- <*PM ao rio Prelo. As autoridades liiiham captu-
remos a, vista Irazidos pelo vapor I-aran, or-
naos do Rio ale 10, da Babia ale 13, de Macen, ale
l.m acto de horrivel barbaridarle leve ultima-
l
Udo*, enroo autores de muilas raerle*.
A provincia continua em Iranquilllddet e eo sem-
pre promplo para o qoe (r do seu ervico.
Adeos.-aqui acebo por nao ter mata materia, sobre
que fallo.
vare da Cunha
Alteres da dila dila, o largenta I ic lorien Auausto
da Silva.
Teuenle da primeira companhia addida ao mesmo
corpo, o alferes Franciac* Joaquim da Fonsec.
Capiiao da seaunda dila dita dilo, o leneole An-
tonio Rodrigues Alves Barauna.
Tnienle da dita companhia, u aleres Francisco
Pereira Antunes.
Alfar** da dila dila, alteres do exercito Antonio
Pedro terreira Campello.
Ouaitol-inesti e do coniiiaudo superior da guarda
nacional da capital de Sau Paulo o capilao Uomifcaus
Serlorio.
Iros, prefOlos, sub-prefeiloS e aoveruadores.
O vice-presidenle supprc o premente nos casos
em que hala impedimento ou vaga, tomando ueste
caso i poder e conservando-o ate concluir u perio-
do presidencial; mas se estiva inhabilitada para
assuimr o poder, loma-o o conselho de ministro*, o
qual deve convocar immediatameule os conselhos
eleiloraes. So de :15 anuos para cima se pude ser
presidente.
' Euire as prohibiese* folla* ao execulivo, lie
urna della. que au possa tirar o Corpus da auarda
iiacienal das suas respectiva, provincias se na para
reslabetecer a ordem perturbada na provincia li-
mitrophe, ou quaudu o exija orna guerra cslran-
aeira.
A nomeacao dos prefeilos e sub-perfeilos, cujo
Foi promovido ao posio de tenenlc-coronel com- earsu exclc"n t por dooi annus, he feita pelo exe-
mandanle do decimo-qoinlo batalhao de infonlaria !c""vo s"h P'oposl.i trplice das juntas de deparla-
>4.i i i. i Iib-i j_ >. ^ muiiln
Occidental
Estando, todo cerrente, o commandante do lorie
de Olimpo tara.' desembarcar o pratico que o navio
deve levar da coinmandancia do Cerro Occiden-
tal, e permitlira' quesea sem mua demora o seu des-
tiuo.
ihealm de S
l'cdro de Allantara
do lugar de major do primeiro batalhao de arlilliari*
da guarda nacional do Para, e o capillo Amonio
da inslrucroes do commaiidaute do Cerro Occi-
dental.
Se acaso o capilao, patrio, ou sobrecaras do na-
vio embarrar alaum profuao da repblica enlie a
ponto do Cerro Occidental e o Forte do Oh rapo, o
:omm>iulaiile deste poni u tara' desembarrar, e na
primeira eceaatto o remetiera' preso ao porto desta
inl.ide, mnliando o navio em .100 pesos, e nao o
deixan lo sahir sem salisfazer o importe desta multa.
1 II: ; t -.._-!- .
Sera' esta feila por uavio. paraguavos uu brasi-
letros da provincia de Malto-Grosso para a repbli-
ca. Os documentos que estes navios deveui lra/.er,
seria idcnllco* aquellesa que sau obrigaiius os navios
que se dirigem a' mesma provincia, e lero os se-
gumte. requisitos para serem validos :
I. As patentes de naveaacao qoe coustiluem a na-
conalidade do navio tendo o visto das autoridad**
brasileas do lugar de sua presidencia, 'sejam para-
guayos ou brasileos.
a. A matrcula e os passaporles dos passageiros Ic-
rao o vislu doempregado brasileiro reipeclivo.
.. O maniteslo lera' ovisiodo rnapector da al-
randega braMleira.
i. Os passaporles dos passageiros brasileiros, e os
de vnlta dos paraguay o-, lero ovisloda aulori-
dade competente era .Vlriuquerque
arias Salles. O poder judicial compoe-e de fuuccinnarios
Foram concedidas as dcmisses que pediram o te- cu'a nloridade he Icmporane. A naino.u ao do vo-
nenle do ejercito Jos Augusto de llesezes Praile*.'|:i,es B,, rt '"lP"'no tribunal lie feila" peln con-
aresso sob proposla do execulivo. Esle uomeia por
proposla das jimias de departamento os voaaes dos
tribuna** de departamento, e os juizes e li-caes do
tribunal e julgado
Peln qoe respeila ao exercito.o congre-so desig-
na a sua turca. Nao se reconhecem grandes mare-
:liaes ; Hatera su dous aeneraes de diablo, quatro
brigada e um contra almirante. Os enipregos
de
.----------- -----... .----------., ,....,,.,., -------......... .. '.ll|UI_IS
leve loaar anlc-houlein a inauguracau du (bealro """'ares sao empreaos pblicos e como laes snjeiloi
S. Pedro de Ah untara. He fcil de adevinhar o mesmi" ,ei'- .
de
numeroso concurso que, delerminado por urna cu-
nosidaile sxinpalhica, bata de reunir-te nes-e vasto
edificio.
He iuconleslavel que o Sr. Joao Caelano dos San-
ios he um artista feliz. Seu tlenlo Ihe lein gcan-
aeado numerosos eiilhusia.tus, ilauns dos quaes se
acliavam em posic.lo de o auxiliar elUcasmeule
as suas emprezas, e Ihe tem lasegarado a protet "
A obediencia militar liea subordinada
liluicao e as leis.
o A reforma da connilnleto ou de qualquer (lo.
seus arliaas nao pode fazer-se senao disculindo s0 e
approvaudo-se em Ires legislatoras o proiecto de re-
turma.'.
A nolirids de Porlo-Alegre alcancam, como dis-
seraos, ao I- du correle
dos poderes du estado. Com laes apoios, de'ambasas I 1* ""iM** provincial abrio-se BO dia ->\ ilu pas-
vezesqueo lliealro entregue a* ana direccao it-iu sidoisa'10' e r'"'"" leito*prndenle o Sr. I)r. Bello, e
incendiado, o distiuclo artista o tem ree'raoido mais; v"'e-pre,ideiile o Sr. Dr. Jacinlho da Mendo
bello, mal* digno da cidade do Rio de Janeiro, lla-
lli sympalhica coriosidade de qoe tallamos ; todos
queriam er ess phenix, rnais iouraa, sabida de
in.vo de suas cinzas ptlo cunslanle estoico de um
hornero.
O thealro cun elleito corresponde a' eipeclacao
de todos.
Ornado com simpUcidad* e elegancia, lodo bran-
ro rom lloies de ouro. foriadus os seus amarle*
de papel azul e bronco fabricado no pala, aprsenla
s dias depo, no dia ;n
veio enlular a a--emblea.
O depulado Fredericu Augusto de Amaral Sar-
ment Monna, ao levantarse paia responder ao Sr,
Unges Forte., que combata um projeclo por elle
presentado, cabio ferido por urna apoplexia ful-
minante.
ti Mercantil- de Porto-Alegra, dando conta des-
te acuiiiectniculii, diz :
leudo .. Sr. Buraes Fortes terminado .. seu dis-
um succes-u lamenlavel
PAGINA AVULSA.
i:.>_" HAS
Na freguezia de Sanio Antonio, urna menina
brincando com alguns palil is phosphuricos, incen-
diou as roupas c queimouse toda : consta, agora
que morrera. < Reeomniradama*/o as amas e
as mal* dos Joloiinhosa o uso de palitos de
oao para os acleutar quando esliverein aborre-
cidos.
A concurrencia para Santo Amaro de Jaboala*
o ealraordinaria : a fesla esleve brilhanle, eo bo-
|0e Me paaaram
le apenas acrornmodou
1 Oc calraeuu
yi ealraelro*, que rcpuusam nu caes da ra do
Irapche. na freguezia de S. Fre Pedro (encalve-,
eslao fazendu d quelle logar immoralissimo lina-
tro de quiuita devassidao ha por ah alm : redimas
ao digno subdelegado do Recife, hajn de ma-.dar la
' in.pednr do logar, porque pude oto ser'exacta a
noticia que a lal respeilu nos deram : ludo pu-
de ser... '
I m menino com oulro, brincando nos Cot-
illos, atirnii-o na mar, quando eslava preamar, e a
nao saber bem nadar, teria cerlamente succomlndo :
a tinganea que exerceo contra o oulro fui tancar
multo enrmvecido i roupa dentro d'aaua : Mais de
orna vez temos clamado contra as patuscadas dos
Loelhos ; emquantn, porem, niio se afogar urna
meia diizia de meninos, as providencia nao -e
dar.lo !
Ha dous di?s, nm carro viuda da Boa-Vta pa-
ra Santo Antonio de lal surte precipitado, que abal-
roou um cabriole! que ia, rrehcutaudo-lhc ahu-
mas pecas dos arrcios.
"" Cessaram felizmente os moradores da ra das
Irincheiras, que licam em reiile da ra eslreta do
lloiariu, do tancar aguas ptridas ua roa : ora.
ale que...
Oh : Sr. da padaria da roa ireila Mandai
lavar niais a miado esse barril em que bulis agua
para o rabricu do pao ; la maneira que pralicais,
vede qoe enviis diaria nenie o cholera envolvido
em vossas massas ap esto .ago dos pobres rreguez.fs
que cabem entre vossas u ibas.
Ha na freguezia de S. Jos, na proximidades
da ra Augusta, urna taberna, cujos denos pesara os
gneros qje vendem pelo svstema das boticas a
libra lera \2 oncas.
Nao sera possivel fazer desapparecer da* leja*
d um sobrado de urna rus, cujo nome he de Padre,
essa alcouce de negros caplivos que la existe ? De-
vem as lamillas que mn'am na visinlianca desse ha-
rn alncano lestemunhar o que pur lase passa
Em Olinda nos das de la, os lampeaes dail-
luminai ao apagam-ie por si mesmos. A turen du
magnetismo, imperando obre os bicos desses auti-
male/oi, taz com que a luz seestngua apoz o appi
reclnenlo da loa. t.lue de progresso vai por essa
Consta-nos, que na ra dos Acougiiinhos, em
urna meia nana onde moram una sapaleiros. um
delies constantemente insulla a lodos quinlos all
passaiii. prinripalineute as prelas quitandeiras, a
quem elle dirige mais os seos gracejos. Na mesma
casa se rene lodos os dias una sucia de individuos,
que deixando suas occopaees, so as leein. maltra-
an! a todas as pessoas qu* pur nlli Iransilam com
palavrfcs obscenas e dilo* injurioso., sem respeilo as
inplU-
rado alguns dos criminosos e tralavam de instaurar
o respectivo processo.
No Rio Grande do Sl abrio-se no dia :> do pas-
sado a 'semble* provincial ; foram eleitos, presi-
dente o pr. Bello, e vice-presidente o Dr. Jacinlho
tie Meudonca. Seis diasdepois nm socceiso lamen-
lavel veio enlula-la.
O depulado Frederico Augusto do Amaral .Sar-
ment Meira, ao levanlar-se para responder ao de-
potado Borges Fortes, expirou lolmiiiado por urna
apoplexia, no, bracos de seus inconsaveis collega
A aisemblea inlerronipeii seus trabadlos por il
das, e seus membrus tomaram lulo por s.
Fallecen na curte, nu da :, do correle, o chefe
do esquadra da armad
dos Santos Cassao
da imperial, Flix Joaquim
Foi concedida a demi do da obres, de lente substituto da Faculdade de
Medie.....la en. le.
O vapor Aln, que ltimamente aqui esleve le-
vou para o Rio I.V>,00ll de Londres e 4,000 de
Lisboa ; das quaes as priraeir foram remeltdas
pelo I nmn-banl, ao banco do Bras I.
No dia : do corente foi inaoaur.olo o lliealro de
S. Pedro ,1c Alcntara, pela segunda vez restaurado.
A esse respeilo diz o Correio Mercantil:
Platea c camarotes eslavam lateralmente ato-
pelados de espectadores.
" SS. M.M. II honraran a repiesenlaciocom suas
presentas.
a O artista Jlo Caelano receben urna solemne
otario como recompensa de seus esforcos, da eora-
gem com que se huuve as duaa cataslruphes, que
suceessiva e unptetWamente o ftriram.
a Beccbidu a sua entrada em scena com modas
palmas, fui.ao lindar o drama Alfonso /'rielo, clia-
mado a scena e coberlo de dors e de appladsos.
n .Nesta occasiao foram-lhe olterladas :
Em nome da Associaeao Nacional dos Artistas,
urna magnifica coroa de louros ;
o Pela Socicdade dos Artistas, outra cora de igual
riqueza ; *
Pela sociedade Auxiliadora das Artes Mecha-
nicas, um ramo de llores de peonas e iusectos. de
delicado trabadlo.
Pela Associaeao Nacional dos Artistas, urna roe-
dalha de ouro esmaltada, presa a urna lila de cha-
malote verde e amarello.
Por modos de seus admiradores, um allmete de
timbantes de subido valor.
De lodus esle leslemuuhos, porem, o uuiis sin-
gelo foi, ao ver de muitos, o de malar valor, por-
queeia o ingenuo oHerecimenlo da pobreza e da
orphandadeao arlula, cuja mao est sempre aberla
para proteger os necessitados.
Asurphaasalumnas dn collegio da Sociedade
Amaine da Inslrucrao vieram i scena, a urna dal-
la* leudo urna breve allocuc.io, offereceu ao Sr. Jo3o
Caelano, em nome de suas compauheiras, vario*
mimo., obras de todas ellas.
lina banda de msica de amadores, caducada
na 4'ordem, locou depuis om liymno dedicado ao
distiucto ailislt.
o Ao teiminar o espectculo foi o Sr. Jo3o Cae-
lano levado sua casa a' luz de lochas entre vi-
vas freuelicos de seus admiradores, que, ao entrar
na ra do Lavradio, qoizeram a" lona carrega-ln
nos braco..
A represenlacao de sabbado foi una solemni-
dade sem precedeute.
O Sr. Joao Caelano deve c-tar convencido que
-e Taz juslica ao seu merecimeuto e aos seus es-
torcos.
Foi festejado pelas fortalezas e vasos de auerra
surtos-no Rio. o dia do correute anuiversario do
tico, de S. Mlgestade o Sr. D. Pedro I.
Li'-se no Correio MerranlH :
o Das pessoas que figuraram no dia de Janeiro
lamiiis, que por all moram. !-:in urna uoile passa-1 <>e I*-1 a exisleiu (segundnos inlurmam bem
da elles pralicaranj os maiores escndalos, chaman-1 P"cas os Srs lonoceaeio da Rocha e Antonio de
do qoaotas prelas passavam em vozes alias, e anda i -Menezes, que aiidaram cun a renreaeolaclo popular
nao param ah os escndalos de laes pelinlras; um I Pf1** reparlices publicas ; Sr Jos Martina Ro-
drlle, segundu dizem, p.sseia depo. das il huras da cl,a> esenvau du enado da enmara : e os Srs. Jos
"'re "u .Pf|a ealsada Pedmos ao Sr. subdele- I l'"eir da Silva Manuel, Franciscu Jos Pereira das
aado d S. Jos, baja de dar providencias, caso ludo Hete* cunhado do Ledo Joao Jos de Araujo Go-
quaulo se nosdisse a ies|>eilo seja exacto. mes (boje bario de Algrele), Amonio Vieira Pe-
ixo da !l do correle lalleceo no luaar du Ar-; relra Amonio Jos de Souza e AlmeiJa, os quaes
rombadoda cidade de Olinda, ulna tapariga de li'j pertenciam ao Homero dos .",!) bomens bous ou jui-
lade. a' mira ml*a a -,hu..^nn zes de ofliciOB e NieafeVes, que n**i*JBaff*n a repre-
zeinbro, e os aegundni em h e 8 de abril do auno
prximo pastado, o que resta do improvisado chefe
,lo Liberal, da sua poltica, do seu desinteresse, e do
sen intenso patriotismo'.'
S* a todo Uto qutennos anda augmentara opi-
niao comcenciota dos Srs. Drs. Nalto, Meudes, pa-
ria, Figueiredo e oulros sobre o individuo, que se
quer manta* na falsa poiicS* de chele de um parti-
do, que o repelle, etillo Ihe litare uu uao su a ms-
cala, mas tambera o reduciremos a um completo es-
queleto.
E'se homem, s lern tido al hoja urna poltica
abastardada, enlrou uellasem convic^Oe. proprias,
sem crenras. neni fe nos principios qoe proclaman ;
c por islo nao admira que no li n de cioco anuos de
tristes lergivetsacoes, nada lenha criado, ou organi-
sado ; e ao Contrario >,', baja reila* um grande mal a
provincia, porque tem concurrido para alimentar em
permanente ellervesrenca essa depluravel lula de au-
ligos odios, e implacaveis raucores, que couvinha es-
quecer, e que o lempo, ha muito lerla extinguido.
Nao s0U eu que o digo, he o Sr. Dr. Flix l'eiiolo
de Brilo, que nao be oepeito. E se essa deplo-
ratel lula de antiaos odios, e implacaves roncores,
juniarmos as provocacies. sarcasmos, doestos, e im-
properios, com que na phrase do Sr. Dr. Villela, al
os prop ios correligionarios ahumas vezes tem sido
victimas da ma' volitado qoe Ibes lem o que escrevt
na follia, que falla do partido, e em nume du parti-
do,entao diremos francamente, que semelhante
diere pude lo de ludo quauto huuver no mundo,
menos de um partido poltico.
Era iropOMltel que essa acinto.a provoearao, diri-
gida ao nicos, e verdadeiros clirfesdo partido prai-
eiro, nao lize.se nascer nina reeccao no espirito do
partido : essa reacc.to appareceu agora, e nos faz re-
cordar, o qoe disse um desses chefes, limpiamente
ferido peln dente canino do Liberal.
Klle disse, que o novo Rosas chele daMashor-
caliuha attenlado de ser chele de um partido, por
quo (al era o sonho de todos os seus dias, e o alvo
de lodas as soas a.piraces ; qoe depois da revolu-
cao levantara o seu arraial no campo ensanguenladu
da Praia, e comee.ira por especular com o sangu, e
com os osios de todos esses mar ly es de una idea:
que rievendo respeilar essas radicoe dolorosas,
que se diz a amigo de todos os cheles morios, ou per-
perseguid s, foi o primeiro? revolver com mao sa-
crilega as iriz.as desse mesmo partido ; e qoe anda
vira' o da, conclue esse nosso correligionario, que
essas crazas Ihe caiam nos odios do noto Rosas), e o
ceeuem cumpldamente. Com elleito bem depressa
realisou-se esta profeca : o homem cegoo, e esta
dando por pao* e por pedras.
Creiu poia que hechegado oMonleCaserosdu nosso
Rosas, e que dara as geminas debaixo das bateras,
que Ihe lem assnstado os vemadeirns chefes do par-
tido praieiro. Nunca houve gralha, qoe deipisse
com mais vergonha as peuaas de pavlo. E se pu-
dessemos merecer dos Srs. Drs. Villela,, Penlo.
Netlo, Parias, l'igueiredo, Mende, Abreu e Lima e
oulros algum favor, Ihe pediramos misericordia
pata h gralha duella, que nao sabe onde me(ler-se.
Declarapo hertico em polHiea, e em reliaian, nem
ao menos Ihe fica o lecoiso de melter-se donato ero
alaum contento; porque ah mesmo o riam per-
seguir as somBras dos ?rs. Drs. Aulran, Collaco, ele.
ele. etc., a Ierra Ib* aeja leve.
Agora pediremos perdi ao Sr. Mello Reao peln
mal que iuvolunlariamenle Ihe causamos, pois por
nossa causa acaba de sollrer do Liberal um desses
insultos, lio comesinhos em suas pagiuas, cumo he
trivial entre a sucia, que o rabisca, a raiva, ou como
diz um famoso esculapio da mesma tempera, o eirtu
kidropkobico. Ja a palernidadede nossos pobres ar-
ligos passa de mais de meia duzia.e em breve chega-
ra a tuna duzia : para entao nos resolvamos decla-
rar, que o Liberal Genuino, he o me-mu.
Liberal tienuino.
X'tli runiu
a l-i annus de idade. a pura miseria e abandono
a qual, pedindo cmlissao, e indo-se chamar urn pa-
dre que extslia no logar, mo qoiz elle exercer e acto, eleve de fallecer Sfme.sa consolarlo E e:
amos cm trra de cliri-iaos '.' au. nSu" o ere
enlacio apresenlada an principe por Jos Clemen-
te, juiz de Tora e presdeme du senado da cmara, a
O vapor Solimoti da companhia do Amazonas,
|ue havia arribado a Cartula* e liuha sido Jolgndo
locumentos : ,anaril visto nos segundes | pedal, o coiislinclor do lliealro gaiihou eaparo par,
I. Na caria de navvvae,
de carga, por rujas firm 1
. Formara' e firmara' a lisia
mais don-, camarote) em cada ordem,
ee. malrirula e manifest lempo que eslahelecendo a orcheslia nu van porba'i-
I* cobrara' pesos. xo do arco dn proscenio, deu mais extemio ao esoa-
...........".""""," a usa dos passageiros. eIco destinado as cadeiras.
pora o seuMstoem cada um do* passaporles des-' lotorimiram-oof qi.c em alinelo a. leii ,1
tes que venham como taes. cobrando por cada firma Oca. '
mo leales.
I. Arhando *a doeamanlo e pampones em re-
ira, lara sabci ao capilo. patrio, sobrecaras e pas-
ageiro* nV?-n.vio, que, b nenhum pretexto dem
eiider ou il-so.i-iMicar parle algn
i pndem
da carea, por
pequea que se|a. desde o lorie de Olimpio alo \s.
lumpelo ; *M|m como nao podem nem devem rece-
tier passageiro algum, sem que e-leja munido do
pasaporte das anloridadea da repblica, debati da
o necesarias na conslruccao de um vasto
thealro que deve servir para repreciilacues drama-
era re- licas.se Hiera correr um irameoso lyn>pano que Ifou-
xe a neeanidaito da grande* excav'acoes. Pareceo-
i '< -einlilanle dn honrado deputa-Jo apresentou
logo cna. s evidentes de unn eongeallu rercliral,
Inrnan I,,-so o corpo lvido e cora o Irio da morle.
Os diverso* me,lieos que hatiam na casa, a saber-
osS,s. Borg*. Forlea Florea, L'baluba, Mndonca,
Httlaiicuurl. e Caldre Flan, Iba appliraram o. mis
rpidos e enrgico* soecorro, mas ludo i, i om to.
A sanana folla ai, braco e-querdo nlo dellou tenlo
alguns pmaos de sanano, e as a-pera- Irii-ces, ba-
lo daaeilrrmidaitea rom aaua lervemio nem rube-
a i ; o
nos todava qoeesse esfurfo nao linha *ido coreado ;i'<'r'"" I elle. O pulso eslava einclo as fci-
de siicces.o l.m feliz cuino tena sido de desojar ; os '/"""' l"niaram-e cadavricas...,, Sr. Frederico Men-
sons da orelieslra na lymphonia que nrecedeu a re- : lla "nlia deiade de existir,
prescnlarao nos p.iteceram um lano abafadua, e' i V sala des ses,-.s .... r. i a
ouanto a' recilacl. de alguna adore. ipo>.Tr. sr.ndeain.ctf '"" al,s,",ona',a ">
vezes ouvi-la.
linda* familias que abrilhaiitarain a reunio se re- i dia',
lira*** antes dessa hora, acabando lulo como co-l A' Babia, a 9 a sumaca .Vora Minen,,
meeara, cora a maior salislacao, e na roelhor or-i '"al' americano C.enrge Tamuend.
dem pns>i\el. Sahiram para este porto :
.No dia 18 do crrenle as duas hora, da larde pon-; "" Wo, a 8 o biale fttrelta da Coneeirao \ e a
co mais ou menos us sinos desta cidade locaran)a '' a liarc-' porluauez. Empresa.
rogo. O incendio niaiiife.lou-se na ra Direila era ; "a Babia, a 1:1 u paiarho americano Fazorila.
una rehilarla de as-,i, ai, mas felizmente dentro de! O tapo* inalea .non devia partir do Rio a I as
puuro lempo lulo eslava concluido, nm grande s huras da mauhaa.
damno do proprftlario. A cumpanhia de artificet, I___ ______
-- uimanihula pelo sen dia
li li-Ult-li! ,
Sr. t
os membroi presente*, foi re
capnao iiajauu Alipio de Carvalho Mendonca, fui
a primeira que se acbou mi lugar do luao, e 'lialou
iiniii diaiamenle de por em eircur.ia as orden* du
Sr- '.....nle coronel, inipeclor do ancnal de guerra.
I aml'cm se arhou nu mesmo loaar o primeiro bala-
(?omminucn)(.
Lem triste c penosa he a tarefa, de que ra ineura-
lii, de desmascarar um dos homeus que ueeultaodu
prande ambicio, protesta lod
DO SUICIDIO EM SUAS HELACO ES COM A CI-
VIUSACAO. '
.Segunda parle.
I.
Das iolluencias litlerarias e sociaes sobre o suicidio
cm nossa poca.
Expozcmos na primeira parle deste esluilo,
as loimas diversas de que se revestio o suicidio
uas principaes pocas da historia. Levamos n**aa
aualy.e ate o liraiuar do seculo dezenove. Aqui
comeca ama nova phase, urna nova escola do sui-
cidio.
A enfermidade de Wertlier, que lautas xczes se
lem chamado o mal do seculo, he una cufermidade
complexa. Ahi se encentra alauma cousa de lodos
os elementos humanos e cada faculdade da alma
concurre com seo tributo : he a imaginacao estril-
mente activa e atormentando-se no vacuo; he
vonlade com suas miserias, seus desfallecimenlos,
suas perturbarle* : be a sensibilidade a' bracos com
desejos irrealisaveis.
lie sempre una especie de melancola amorosa
de si mesma. Esla tristeza, de um genero todo par-
ticular, nasceu sem dovida do chrisliaiiismo, mas
de um chrisliatiisnio alterado por senlimenlns mo-
dernos.
No fundo do carcter Werlber e ao intiume-
raveis persouagens que elle inspirou, encontrareis a
duplice Influencia de um chimericn mvsticstno que
*e cotidenuia a' inacg.'iu c de um vaidoso sceplicsmo
que preza eurvar-se sobr si mesmo em una espe-
cie de idojatria. Se ahi lia <-outra lijan, nao nos
peza a responsahilidade, porque *o fazeraos ob-
servar.
Eo quercria deliuir com algum cuidado este novo
senlimenlo da melaticulia delirante e- apaixonada,
que gozrsua propria dr, saborea suas feridas, ama
e aliaga seu secreto soll'rtmeuto. Nao se encoiilra
nada iaual ua anliguidade, oada de anlogo na lil-
leratura do XVII seculo.
O espirito antigo liaba sua tristeza, mas era, se
podemos die-lo, uina tristeza epicurista, uascida
da sociedade e pezarusa porque o aozo, sempre re-
novado nao dttrasse ama eteruidade. Pondo de
parte alaumas uolas misteriosas escapadas a' alma
de Virgilio, os Romanos, como os Gregos, apasio-
nados pelos beus da Ierra, quasi qoe s te laslima-
vam da brevidade da vida e da rpida passagem da
pr osperidade.
Nao percamo a hora pr*s*nle ; nos ignoramos
que de pelorbacao, que de enfado no trara" a hora
prxima : gozamos : pode tir a morle que einmur-
checera' eslas coreas de flores sobre noisas caberas.
Assim cautava Auacreonte ; assim canteva llo-
rado.
Ochrislianismo ensiuoo ao mundo una melanco-
la mais digna, mais 'elevada, mais fecanda em
grandes pensamer.tos : he a que se iuspira no sent-
menta profuudu do nada da vida em face da eter-
uidade, do nada do homem em face de lieos. A
idea do iufiuilo, tima vez despertada mi alma huma-
na, nao Ihe deixara' mais repooso nem paz. lina
extranha inquietaran perseguir' o homem at em
suas alegras, e mo bastara' toda a felkidade deste
mundo para preencher a capacdade de seus daa*
jo, >e urna vez elle gozou desa sagrada embria-
guez. ||a pofa, no chrislianismo profuiidameulf
sentido, o germen de urna tristeza immortal, e toda
a litteratura, toda a philosophia christaa recebeu
ua inlluencia. Esta tristeza ja rrspira us psalmo-
dos llehreus, principalmente nu livro de Job. Ella
pe uin inexlinguivel cuuho em cada pagina dos Pa-
dres da igreja. Ella anima a lilleralura do Wll
seculo, a mais elevada eloqueneia como mais el-
vala poesa, lie ella que dictava a' Cornelia estas
eslroplies em que Polvenete, ao Iranapor a eterui-
dade, lanea o analhema do tnarlvr aos volopluosos
do mundo. Ella iospirava Pascal ao escrever esses
adrairaveisPeusainenlos que eocerram o pensa-
inetilu em urna phrase. Inspirara a' elevada pala-
vra de Ba.socl urna poesa quasi lyrica. Mas, nule-
iiiolo bem : no intimo da melancola christaa, ha
ideas religiosas, positivas e precisas, que sustentara
alma, e que a dirigem : esla melaucMia lern um
objeclo definido, limites lixos.
A alma possoida por este senlimenlo sabe a' que
apegar-se na vida ; nao se abaudoiia a' esteris
delirios ; sobroelle-a* a' praticaa regulares que sai*
ao mesmo lempo urna disciplina e nm conlorlo :
economa* o lempo de sua protelo em proveidde
sua eluni la le. Ella uao se alnstna em Dos, mes
mu na supplica ; nao se cunlm com torca : ni>
se arrisca ,,' ir por caminhos I rtuu-us e periao^os ;
e se a alma inquieta e subid de Feueluu ceda pos
! um instante ao encanto us mydicda delirio-, a vo/
da Igreja o chama luau a5 verdades simples, e a' pla-
tica. O seiitiinento reliaiuso lera poia um earaete
positivo ; regula-se sobre um dogma definido ; nao
delira*, obra.
A melancola moderna timbera tem pororgemo
senlimenlo doluruso do que haide incompleto no des-
hilo do homem ; mas emquanlu u espirito cbrisbl,
lepousa sulire esta eonsidcraeao para lancar-se da
esphera do lem i < a' da (, a iuiaamacao moderna
corroropendo, se o possu dizer, u senliineuto do infi-
nito por um sentinieiilo ,1c dntida inquieta, com-
prax-ae e iu*pendt-*e ta meditaeao desle oIotum
Contraste que existe entre os votos do homem e a
realidade, entre seus immeusos desejos c -eu dettl-
nalaoc-lieiliiueiile medido pela imperten-So de
suas taoiililaib'.. lla ahi un va, un lerrivel, um
nao =ei que de indeciso e Indeterminada qu oll-re-
re um singular e pprigoo altraPlTo \ .maaina-
cSo la perde-T *m delicia- U .f anuiqniila-
vonlade
h EGIVEL

'
un
ry
:
A existencia nao ha mais do que uin -ouho agita-
do. Sol. o imperio solTre e goza aimultaneamenle. SolTre o iraroensu
vacuo que Ihe faz encontrar na vida a sensibilida-
de, sofire essas decepcei da tntelligencia e do cosa-
ro que suuharam urna sciencia nu ora amor uu-
possivel ; solfre este iocavel tormento que era nm
produz a pensameiilu do inlimlo, .piando o nao da-
temos na forma precisa de urna crenc, de orna es-
peran,., ou de urna supptira ; mis goza an me. -
mesmo lempo seos sonbos. aiud.ique apenas bosqoe-
lado, suas lacul.la.le-. bem qu* incompletas, se*
proprin .ollrimenlo, que he um pretexto parase
eupar-sedesi econcenlrar-se em ama conlempb-
V'l0 perpetua que asseraelha-se a' um i dorac.
lla alguma duc,ura em ollrer assim ; mas uao nw
esqueeiu,.. ,),, qUe esla idulatra tiene,,, da alma
por si mesma a entraquere inseiisivelroenle; torua-a
incapaz de obrar, desarma o imperio da xootade, i
se he isfu urna disposicao romntica, declaramos r-
menos que uao lie om estado moral e sao. \ raes-
pacidade ds ubrsr produz era brey* a irapolen. is
para viver.
A alma, elernaroeule applicada a' an*lv*r-*e.
loma-se eicesivanioie Irrilsvel, impaciento dos
obstculos ; faliga-se da vid, isto he, du esforc .
deixa-se pouco e pouco posssir pela curiosidad* d*
morle. Sem a f, nu ha mais para a alma, dspoi-
da vida, do que ora imineiiso deaconhecido ; esle
tutiirii mxttsrioso solicito pen-araanlo como ara
tnJei ifrrrl euiania : ao termo destas viga. Iri'tc
zas, tem remedio porque nao lem caos, sppareee
a idea do suicidio, como o nico meio de escapar a
l'adiga de viver e de couliecer a palavra dn desa-
lio.
Tal he esle senlimenlo da melancola qoe val prn-
duzir, por lins do seculo de W'III, s escole Ilitera-
ria do suicidio. Esta escola que por mtile lempo
reinou e que .inda prolonga entre mis .ua enfrs-
quecida influencia, he em cooheeida I vVerthei.
J.copo Ortis, Manfredo, Reo, Obermania, *dol-
pho, Raphael, Ihiago, eis atriste familia deste h-
roes de que I imli-t he o ascendente. C un rauo uo
sera ella, Goethe he aquelle sobre qoem pesara' na
historia a re-pousabilidade deste Ixpo ron anesro da
Ipaixaoeda melancola. Goethe fni qoem deu *m
nome a' esta enlermi la le, lu espirito moderno.
O pin lianisn snecesso de Werlher, que foi muilo
mais qoe um succe.so lilterario. prova incontests-
veltntnle oNie Goethe exprimir nutra cau-a que nie
emoenes de phanlazia uo senlimenlo imlixidoaes.
lira una tsfttadsara dr que fallava ueste livro, a
geraea* a' que elle se diran o acolhau com enthu-
siastno, reconbecendo ahi um i parte de aos sima.
algutuas de suas paxus, da seus delirio e de sua*
Irbteaa*. Quando (Wertlier appareceu, cerca de
lezeseis anuos autes da Hevolocaa tranceza, gra--a
va por toda parte om mrbido desfallerimenlo
apaixouada speranea. Presentia-eo qoe ia mor-
'i'a al-uina c.i'i-1, que alguma cousa ia nascer; n
sspirilo e-lava ao mesmo lempo deportado e mal
lento. Eslata-se em suspensan peraote a fotaro
que se prepsrava, mas uao se nbrava, porque em *e-
uhuma parte se va um fim que devesse tender
utilmente a aeri*. E>ta (ebril indolencia eoaver-
lia-se fcilmente cm delirante-, sinhu. em chimeri-
cos amores, alimentos de una imaainaco srdenle e
ociosa. Sem om fim lixo, erara piixes ficticia **
se forjavam para emprealar ora lira a' vid*. Ma-
o sonho nao sustenta por inulto lempo a actividad* :
ella carece de. mais solidos csteios, e esta aetividade
por muitos eulrehJ* cara chimara*, abalia-se lago *
> dcixava a alma o sentimento amargo do vacaa e
do lala, (/mia da alma aailada por -unb -, nao
era um carcter desta geracao ao raetino lempo en-
thusiaslica e sceptica ineUpbvsica e sentimental, fal-
ta de vonlade, violenta de paixe, cliea de contra-
lices e caprichos, dcsdeuhamlo a ceioe pire
ceu.lo pela ociosila le que Wcilher nos representa
em tao sensivel relevo".'
Mas para que ensataremos analxsar esta sitoajan
moral Nin.-uem a descreveu raelhor que o pro-
prio Goethe, nessa pagina de s*as Memorias, cuja
uradueet* pedimos piltoresca pauoa de M. Phi-
lari'-le Charles.
Em neuhuina parle o mal da v J* foi mais delica-
damente Je'Crito. Goethe, he Werlher, rale em
seus sollrinienlos, sl na lencao do soiddio. Porem
Wertlier he mais que um homem, he urna geric.io
inlesra : No meio de esteris estado, privado
lo muvel e eteitacao, eu lexava urna vida de im-r
ca. Pareca uao haver ainda allingido ao lim de
rainha vida ; e o meo orgulho r^voltava-se contra
um destino tem relae.lu com os meus desejos, eon-
Ira ama existencia sem lira e sera honra. O an*****.
cimento intimo, o gosto pala lilleralura iugleca que
eu nunca deixara de aproluudar, aoamentavam ain
la a iutensidade de nimba- ineditaei.,--. Muita.
vezes acontece, qoe na mais reliz *tttje*jtJ imtgiu
vel, s falla de aclividade, unida a ara vivo deseio
lescco, nos precipita para a necessidade da mor-
le, uos faz desejar o nada. Pedimos entao i eiis -
tencia muilo mais do qoe ella no pode dar : a es-
tes exorbitantes impostes que robra ella fazeraos
pesar, naopodendoser duravei era sofficieule
luimciis.i avidez de nossas seu-aeic-, prucuraun*
desembaracar-nos, insensatos que omo*. |de um*
vida que nao corresponde mais I elevarais eiigeo-
cia caprichosa de nossos pensanienlo. Sei quaa-
los soltrimcutos ras custarara esla especnlare, *ei
lambem que de elorco me foram de mitler para
livrar-me le sua constante importsns^ao ; a voga
qoe bice Werlher ras veio provar qoe estss mes-
m ideas, por maa que fossem. n.lo me eran- pe-
culiares ; eu nao occultarui por tanto nem a dore
que parlilhei cora os horaens do m-u seclo, nem
eslas meditares sobre o suicidio, ineditace que.
abiorvram una grande parte de miuha moci-
dade.
Todo, eu o confesso, me pareca montono na
vida. A' bracos com o desgoslo, itisensivd ao amor,
eu ja nao nuvia esla doce voz da natureza, a qoe
um intervallos regulares, nos chaina a gozar ds
auas maravilhosas melamnrphoaes. Sao pos** com-
parar melbur esta siluacan, do que a surdez do
desgracado, cujo ouvido olleiididnndo perciba mais
nenhum som. Lesing se eocoleriiava centra a eter-
na verdura da primavera ; elle desejara que as in-
dias, em vez desta verdura sempre nova, fossem.
liara variar, Unta* de purpura, uu de atol. Co-
ndec um Ingles, que se enfnrcou para livrai-se do
enfado de se vestir tuJos os das e um honrado jar-
lineiro que reclina lo-sobre su pi, eiclimata M
.....da mais sincera desolae.lo : \ erei eu aerapre a*>
tas nuvenstnaliMlaal 1 avrar, de um exlremu a outro.
uo co '.' u
a Mudas vezes o poder desta euferra proporciona-se s qualida le e a* virtudes do que
he victima dalla. O favor ia* grande*, o capricho
las amizades e dis amurca, lo lo o accidentes dn
leatno humano, f;rem una sima irntavel e febril :.
traeos em nossos combates contra nossus vicio, fa-
liaanio-uos deila lula iuleriniuavel. (.ihimn. in-
cessanlernente nos mesmos erros, e quando mu Ha*
vezes elles e les para ossepar.r, ds mcuravel. determinamo-nos a triiimphar delies p, i
una p uuhalada.
Taej eram u pensamentos, cuja periaos* b>
Hueiiria duuiiuav.i iiiinha unablbl imagina^u. Eu
liuha meditado ha muilo lempo sobre o* meio* di-
versos de que o hoineiii .e pule servir para hvrar-
sc da cxi.tencia. SobretuJo a limite de Othon
xcilava minha ,idini,ac.v> ; vencido, mas anda e-
nborde tuna Darte do mando, elle pensa cora petar
na.vidtrfss com que breve soa ambicao juncar* o
campo da haladla ; raaaltn ** a nao commetler este
crime, a balmar a vids, a reuinicir|o impel* e
i lu do dia. rieus amiao, reunidos em urn arn-
le feslim, e-lu lenga de penetrar e>le plano de e*
imperador e sen hroe. da seaninle pela ma-
nliJa acharara no fn* no Icilo com um puuhal cla-
vado no -eio. Hellos o suicidios be talvez esle
o que mais prova torea d'alma r liberdadc de e,pi
rilo.
s Eu posstii urna bcllissima tnllecc.io dariru.
antiaa.. entre as qan-> un pun,al Je lorins ele-
'ant>. etavada em Uto ricu cal,,. cu|a puna eauj
da CIH--Iin.nia. era punco, iiislantts, dirig lo pur
nina in.lo seaura. e ,|ue !>tiak*n*ar* chema agran-
de .irr.fi romana.Por mal* de uina ve eu o pn-
lei ao nieu -co : fal'uu-m* a torca, e Mu lardci
em rccouliecei que anta sede da marta era apenas
nro ludo de una lgubre iiiac,.,l,. I'uz-nie a m
de mun me-mu, e bqtiei curado. Intrelantu anula
me aloriuenlarain a* miwiai enlimcnlo. dr enfa-
lo, que me importuna****. Era-aa* uece.-aria
urna m.ra naxtm, *. gaa> poeassa esaMgamr para
maa repon** estas tr-i. pui.mnli era ,, **)*
rae;o d dr ihe v o ? -*t ftrnr naa aanla*. aajil
mindn-!" ;,e*lt momenlo pinpacaai a* a aasnl
-.



DIARIO DE PERNMBl CO Ti i;t.. \ 20 iE JANEIRO DE 1*5"!
da nurlo do juveu Jerusalem ; o plauo de Wcrllicr
l'ui logo Ir ca do ; ,i obra, concebida de un 5 jacto,
foi escripia pelo me-m > modo, e os phaulaimas, que
acabavaru de cercar minha mociilade, luru.irain urna
rtalidade, que acabou minha cura.
Sabemos como os sufTrimenlo* do joven Werlher
apanonaram a Allcinanlia e mais tarde a tranca.
Sabemos tambem que o mesmo .Goethe, que lan-
zara ao mundo este grande gemido, espantoo-se
quando lodos echos Ih'o repelirem tilo profundo
e i.io prolongado.
Os verdaJeiros poetas sio assim os interpretes da
alma universal, cm aua a piraeas e seus lolfri-
meulos, em um momento determinado da liiitoria ;
elle s sao graudes quando traduzern a emocOe
geraes ; soOrem nconte ideas ou dob>rnlimeotos de SU poca ou do seu
piiz, e lie por que elles d iran urna .eipressao a es-
tas idasque nao podiam definir-se. a estes sent-
montos que ainda ce ignoraran), he por que elles
oubera.n fizer fallar u corado da huioauidade, que
antes delles, nao tinha patarra, nem voz, que a hu-
manidade os consagra como seus privileaiado. Po-
rem esta influencia de seu -rulo, que elle soffrem
Uo profundamente, remetem-na 10 seculo, multi-
plicada ao inlini lu.
Elles acloam, a seu torno e cora iucrivel poder,
sobre a gerac-lo queacloara sobre elles. Goethe be-
ber a impiracfto de Werlher uo profuudo sentimen -
to dos solTrimenlos de sen lempo ; elle tivura por
collaborador, n'eita unir obra, o espirito sonhador
de toda urna poca. Porem, por m vez, iuspirou
sua epoea e eile goslo pele inelaneolia, ella curio-
sidad da merte, esta soflredora suaeeplibilidade,
asta paii'o pela analyse, de que elle formara o ca-
rcter de sea hroe.
I.evou ao longe o contagio do desespero potico
e do suicidio Iliterario. Sua obra foi pois ao mesmo
lempo como quasi todas as obras Ilustres, rima cau-
sa e um effeilo.
0 romanse macera de ama dor verdadeira e de
urna emolan geral, esta dor propagon o gula ia di-
zer, o callo ; esta emoe.1 i. que fura um solTriinenlo,
constituio ama moda, e o suicidio duran! mais de
quareuta anuos, carregou o uniforme de Werlher.
Goethe tivera apenas ama tenlativa vaga de sui-
cidio, e decidira-se a fazer morrer Werlher em
.eu lugar,
Cm quarlo seculo. depois, l.liiteaubrian, poisui-
do do mesmo desgotlo da vida,levara as cousas moi-
to mais longe que Goethe ; s o acaso o salvoo.
l.iem nSo Iremia leado esla pagina das Memoria*
d'Alein-lumulo'' u o E s-nos, diz-nos elle, che-
ir gado a um iD.iraoule, em que lenho necassidade
d'aU'uriM Ion; i para contestar minha Iraqneza. O
i homein'que atienta contra seus das mostra mes-
n mos o vigor de sua alma,que ojdtsfallecimeolo da
sua natuteza.
tr hira m ni.i- vezes no de*canro. t.irresuei-a com
* Ires bailas e parti para um lugar afastado do
- Grand-Mail.
i Armei o galilho.pOz na bocea o cvtremo do cano
ti e a coronha sobre o chao ; entretanto appareceu
n um guarda e suspendeu minha evecura.
1 talbala aera o querer e sem o saber, soppuz
que nao havia chejado minha hora e diei para
bouvesse marte, tolo o que lenho sido sesepulla-
ra comigo ; uada so saberia da historia que me
leria levad a cataslrophe : eu augmejilari a
* mnltidao dos desgranado* sem neme ; eu nao nii-
r> leria feito seguir pelo traen de minhaa atnicres,
ti como um ftrido pelo traco de seu sauguc. n
Elle nao securou, como Gnelhe, mesmo escreven-
do o poema melanclico de Henalo a toda sua vida,
serondo sua enrgica eipresao. nao fji seno om
longo hocejo d'enfado. No inlimo d'esles desgosln
soberbis, que prtese deve dar a vaidade offendi-
da Que de baijezas n'esles desesperos que desaf-
an) a vida e o mondo (Jae de Kenalo< se teriam
salvo noiueando-oi luiuislros perpelaos '
O mal do -si- ilo etislia romtudo e seria laiMta
nega-lo obslinadamente. Esta vaaa inquietadlo, es-
te aborrecimenlo do inundo, este ransaco da vida
esls trauporte, muilas vezes illudido, para as cou-
sas iuvisiveis,a paixo do romanesco incapaz de sob-
metler-se aos pequenos deveres qoe snrgem lodos
os dias, todas as horas, o appetite d'alma que quer
como iliz Goethe, beber a vida na tar;a espumante
deinlioilo, s3o os caracteres do lyrismo moderno,
este lirismo nao teria tanta grandeza, nem lanln
brillan, ae nao fosse inspirado com sedimentos lin-
earos.
A* emoc,o panlheista de Werlher subsliluin urna
vaga religiosidade, lereis as Meditare, e as Ilar-
mouiasn. lie o mesmo genero de sohlime embriaga-
dor, melidioso e triste. Essencialmenle enconlrareis
sempre u gosto da raorle. Se ll.iphael nao he urna
licc/lo, se existi, soflreu tambem, como Goethe e
Chateaohrian, a teutagao do suicidio, h "Ii mur-
( ramos I dizia elle ; morramns e ahafemos este u-
" turo davidoso mi inisiro n'este ultimo suspiro,
que >o menos lera apenas em nossos labios o pu-
o roaaborda complete felicidade rMinlu alma
ir dizia no inesuto ni miento e com a mesma forra,
u o qoe sua bocea me dizia ao ouvido, o que seu
< semblante me dizia aos ulhoa.o que naluraia tolem-
. ii", rauda, fnebre no esplendor de sua hora su-
ir prerna, me dizia a lodos os sentido-. De sorte que
a .isduas vozes que eu uuvia, urna np eilerior, ou-
i< tro ni Interior, me diziam aa msalas palavras, co-
uto se ama d'esla lingaageusno fosse liad acra o
i> oa echo d'oalra.
Esqueci o universo e Ihe respond : Morra-
ir mos 1...Alirei oilo vozes em lerno do seo corpo
* e do meu, estreilaueule unidos como em urna
>r mortallia, as cerdas da rede dos pescadores que se
" acliavain as iniuhas inaos no batel. Erguir nos
ir bracos que eu cons-rvava livres, para atira-la co-
migo as vagas, e Bo momento em que o impulso
' que eu lomara a para sempre mergalhar-uos jun-
( tos, s-nli sua cabera plida rolar como algaina
>r cousa murta, sobre minhas espadoas e seu corpo
r ebaler-ae obre seosjoelhos. O eveesso das emo-
ir (Oes, a felicidade de morrer ao meamo lempo, a-
ir presaaram a m em raeus bra;os.
Uesi-amos ainda o corso do seculo e encontraremos
na delirante mocidade de muame Georg Sand, sob
a inlluencia de leiluras romnticas, a mesma fasei-
nar^u, a faacinai.-ao da morte : n Isto lomava, diz
" ella, a forma de ama ideia lixa. Era principal-
ir meula a alma que me attrahia como por encanto
r roysterioso. Eu nao passeiava mais sen.lo ;i mar-
ir gem do rio.e uo cuidando mais em procurar oa si-
' los agradavels, a segua ale que houvesse adiado
om lugar profoudu. Eniao, parada margem e
a couio eucadeada por um amante, senlia na cabera
como um alegra febril, que me dizia : CotM lie
a fcil, eu nao leria que dar sen.io mais um passo '
Ao principio esla mana leve om exceulrico en.
" gura por iiiiin mesma ; mas touiou urna iulensi-
" dade que me alerrorisou. Ja eu nao poda ar-
ii rnear-ine da margem quando conceba u projecto
k e i:oniei.a\j a dizersim ou uo '.muilas vezes
" a por muilo tempu poique me arhscaasc i ser l,m-
cada pelosim au fondo d'esla agua Iranspa-
- reulequememagoelisava. Al um dia parece
que osimfatal soou-lhe ao ouvido, a verligem da
morle.posuio-seifelli, seu coradlo palpitou, soa
vlsla perlorbou-ae e ella lasca bruscamente o en-
tallo par o lugar mais profundo do rio. S-m o pre-
ceptor Dascliaitres, ella leria morrillo.
Pareceu-uos curioso comparar oa vol? d'esles
grandes poeta, que Indos se impressionaram lao or-
temente com a imaginario mudrrna. Poasuidos il
aborrecimenlo da ida), Goethe, Chateaubriand La-
nijrlinc, ienrge e Sand, alravessaram esla Irnlarao
do suicidio. Elles no< representara, ao vivo da reali-
dade, e-lrmal do si-culo,que um d'elles lao bem
di limo di/endo que lie sem duvida urna molestia
por o malar o bom senso e, com elle, a vida.A do-
OOfa de Werlherconloo mais urna victima, t, sem
cniira lirr-|ti, ama daa mais amadas, urna das mais
dignas de se-lo.
He para admirar que da sombri imaginaban des-
le poetas sahisse urna leitura romanesca e enlbusi-
asla, inspirando ao mesmo lempo n desprezo da ac-
lividade homaua e a curiosidade rto invisivel, enfra-
qoeccndi. a volitado para o dever e s a excitando
para a poillo, divertindo-ae em volverincessanle-
mcnle a imagina;ao da fadga da vida ao dcscouhe-
cido da morte ; ubsltniudo cmlim a austera tristeza
do christianismo, que longe de excluir a acc,ao, a
multiplica pela caridade.um como melancola il-
quida que gosla de coucenlrar-se na aeilaSdu soli-
taria de seus jonho. Tal he esla lilteralora, verda-
deira lilleratara do suicidio e cuja influencia foi lao
grande obre a geraolo que imuiedialamente nos,
precedeu na vida. Esla epoea, he preci.o confesaar, i
ja esta lougede us, menos pela dialancia das auuos!
que peladillerenca dos cuslames, e, bem que anda j
se encontrem lacrvmonos descendentes de Werlher, :
forra he confesaar que seu numero realringe-se lodos
os das e que os ull.mus d'esla rafa que em breve se
vera exmela ass-eraelliara-se muilo anachronismus.!
NftO se crea por isto que o suicidio diminue enlre |
nos ; a eslatialica nos respondera qae elle se mu-
tipliea. Paren mudou de carcter; provem de novas
causas, que nada mais lem de luterano. Assigole- i
mos brevemente algumas das inlluencias sociaes que '
podem obrar direclaineDle sobre a tilMilo do sai-1
cidio conleraporaueo.
Nao quero calumniar minha poca. Cada um he |
de seu lempo e de seu paiz e ha como um patrio- ;
tiamo que consiste em nao trahir ura nem outro.'
Porem einfim, nao se me desrapnlir por dizer que i
todos oa piogressos nao nos sao dados graloilainenle,
e que no esforco das ociedade modernas para seor-
ganisarem sobre soas bases renovada, inevilavei.,
causas dcsolTrirneuto salo outras tantas occasies para
o suicidio, indo dar cada novo sollriineiilo na lenla-
C*o da morle voluntaria, as almasiem que as crean-
cas religiosas esli enfraquecadaa uu paralisada.
l-m dos caracteres mais iuconlcslaveis de nosso
lempo, he a chegada da democracia. Seria 13o pu-
eril negar as brilhaiiles conquistas do novo principio
como conlcslar os seus serios beneficios. (>uer rego-
sijeino-nos por iatoquer nao,he preciso acceitar a le
dos lempos e ter reiignacSo para ver a democracia
eslender cada ves mal sobre as inslilaiSOes e sobre
os coslumes sne imperio igualmente. He preciso
que nos habituemos as coudic;es de urna sociedade
renovada, em que so o merilo deve dislrbuir as
classes, em qae a liierarchia nao deve mais senilo a
harmona regulada dos servidos e do talento. Quera
n.1o v ao primeiro volver d'olhos qoe a forra d'esle
principio eslem aua invencvelequidadp.' Mas quem
nao Ihe sorprende tambem pongo! tnevilaveis' Que
de perturbares na vida social '. A ordem anliga pe-
reca pela iminubilidado. A ordem nova periga por
urna moblidadeexce.siva. U principio democrtico
dcslroe os troperos e appella para a aclividade in-
lelligenie dos mais dignos, e dosmelhores. Mas era a
carnada superior da sociedade que se chamava e he
a mullidao que se aprsenla. E qoe nnllidlo Que
d'ardeules vaidadea Que de presumpeosaa medio-
cridades. Qoe ambiciosas incapacidades, que nulli-
dades vidas de empregos, de honras, de funcrBrs I
E d'ahi, que de deceproes que de desesperos "e de
furiosas iraprecarf.es conlra a sociedade .' Acontece
tambem que n'estas Olena cerradas dos candidatos
a vida social, mais d um cabe no carnnho, a quem
aua iulelligencia e seu merilo p.ireciam promcller
melhor sorte. A" esles desgranados oa falln o carac-
'er ou a felicidade Alguna ha qoe suecumbem,
neste grande torvallinbo da vida, por falla.'de ener-
ga, de paciencia ou de criterio. Em uns, a forra
moral nao corresponda aos desejos, nem a Inlelll-
gencia. A VOBtade foi .les cual a lola, ahaleu-se sob
a dr ou sob o esforro. Tornaram a' desrer ai danea
inferiores de que sen tlenlo osdevia azer sabir. Oi.-
Iros nimios mal dignos .le sympathia lem em sen
favor, o merilo, o zelo, a vonlade altiva, e forle ; 'o
am OOOM Ihe MU, lo ndo sei que faz com que
de dou, jovens de igual valor, um he bem aaceedido
em qoanlo que o .miro nao o he, o qne eu chamarla
o acaso ou a sorte, se nao cresse oa Providencia. Co-
nhecemos, menos que na e o queira sappor ge-
ralraente, conhecemos lodavia d'esles inrelizes para
quem cada ambicio, embora legilima, foi a occa-
siao de mais um iufortumo, p,ra quem cad. eslorr,,
foi urna derrola e cuja existencia inteira be um abo'r-
lo. Eaiei he que se deve lasllmar, beque su deve
consular, he que se deve ;amar, se lalguma cousa
pode a alTeirao sobre estas incuraveis lij.le/as da
aclividade maliarlaria Indico .pena alguns elleitos
de principio demnrralico na sociedade moderna. Mas
basla o que levo dito para mostrar quinto estas novas
condicrr.es devem cutribair par multiplicar o sui-
cidio. O prodigioso nivelamenio deslas ardeutes ac"
lividades, que querem a' lodo Iranse co'iiquislar um
lugar ao sul, a ftbre da inblcfio uoiversal, a irapo-
poleocia condemuada a merjulhar-se em seu nada,a
iutelligencia Irahidapor urna vonlade medocre.o la-
Irnto abandonado pela furlana, eis aqu muilas cau-
sas que devem engemlrar siuistros desisperos. E nao
vemos cora elleilu todos os dias, desgranados a'vin-
garoavoe da aorte, dos homens, ou de s mesu.os, de-
serlanduda vida Mao eserevernos nos um capi-
tulo da historia contempornea 1 Quem o puderi
negar?Seria precisar levar muilo lunge o optimismo
ale a cegueira e anida alem.
O pro^resso he urna bella palavra ; e ainda mais
he urna idoa santa. Mas vejamos que iiau venha so o
progresso material, arraslrar comaigo railes terri-
veis, que elle nao podn* curar.
Fallo aqu como raoralisla profundamente allliclo
das proporrnes que lora o suicidio, e lenho direilo
i servir-rae d'uma liiiguagera severa.
Crrtaineule, he um bello tsptclaculo ver a scien-
cia e a industria cubrir o globo de obras prodigiosas,
e o homem reinar sobre a nalureza, sobre o esparo
e o lempo. Eu me associo pelo eiithusiasino este
mlraculoso muvimeulo, e naoquere ser injiislo. nem
'ngralo ; sobreludo nao quero declamar. Porem se-
ra prndenle fechar os olbos aos perigo, aos arreha-
laraenlos, que lodos os dias augmentara Esla por
acaso a rivilsarao actual em mu estado normal e
sao ? He bem duviduso observar pela admiravel
proporrao que lodo o dia vai desenvolvendn o con-
Irasle do luxo e da miseria.
E, nulemos bem, que a miseria moderna he mui-
lo maii iiyaportavel, do que o era nos lempos pau-
sados.
Ella lem con-ciencia de si mesma; envr"onha-se
de si mesma ; ainda se encrespa e irrila por esla e-
mj-iutiacfto que llucloa por luda parle na atmef-
phera, e que respiramusnossu mao grado ; finalmen.
te, elie este u ulimo lopplicio, ella panicipa mais
qoe oulr'ora, pelo proprio mofimento da vida mo-
derna, deslas exqoi.ilaj elegancias, desles invejados
esplendores, que sao a pardilla dos fclizes do s-
cula.
Ella v i'e mais peilu este luxo, a cuja visla em-
palhdecein as magias da Mi| e urna .Nuiles, h lu-
das as leiilares da imaginaran e dos sentidos, veni
alternalivamenle sollicilar este pobre homem. que
lirila de Trio e de foine, debaixo deseo Iraballiado
falo negro, u porta dos calo,o la mude,dos thea-
Iroa, dos baile.
Talvex qoe este desgracado, sai mil vicis.iiudes
da vida social, tambera leulia crido locar, por um
instanle, uesla esplendida felicidade que ura paisa
seos ilii,-.
Nao basla una lal visao, em noile de invern, para
que no dia immediato a Morgue I' receba mais
um hoapede .'
As necessidades srmpie crescentes do luvo aror-
darain em certas classes ocian, iuaaciavel e lerrivel
fume de riqueza, lie esle um dos mais Iristessjmp-
lomas da epuca.
ornen ha, e em greude numero, que sacrificara
com extraordinarios acasus, alternadas de victorias e
quejas, em perpelua oieillarjio dus cuines aos alija-
mos 7 Que amarguras ncslas loucas emular., que
movimento allribplado e furioso .' Soa existencia
nao he mais do que um jogo gigantesco.
Se ganham, duplicara, Iriplicam al illingir o ter-
mo lixado em seus soulios. Mas emquanlo que um
la chega, qoautos nao o consegueme nunca o coo-
seguirao !
Nem por islo lies jogara com menos ardor; e se
a sorle se oslina em Irahi-lus, param ale vida.
Mais um azar e morrem. He islo calumniar nossa
poca Nao heanlesa ligeira pintura de algumas
de sua paixea '.' Que revelado nos oflerece esla
morte recente do mais admiravel especulador do-
lempos modernos, Sadleir, que dexaalrazde si mais
de ciuroeiila mil viclimas, e morra arrastrando em
sua ruina paizes inleirM rsei que este especuladoi
era .le mais a mais ura falsario, e q'uc jogava com
dados falsificados.
Nao pretendo fazer delle o lypo da lagiolagem :
Ueo uus livre Mas nao era ainda um effeilo da
deseufreadas especulares, esla infame lenlarao a'
que o desgrjrado suecumbio .'Nao no esquejamos
de que he possivel galibar ueste jogo lerrivel, in-
senialu ; islo he, visvel ; mas lamhpin se pode per-
der, e he oque as mais das vezes se v, e perdei
he raorrer, quando ac lem arriscado a vida em una
parada.
Nem lodos especulara, he verdade, em nossa po-
ca, nem lodos principalmente aspirara eslas fabulo-
sa- forluuas, que sao a teutaeao e o delirio de alguns
eapirilus enterraos. Mas lodos, salvo poucaa excep-
res, dcsejiiu apaiiouadamenle o bera estar, a ri-
queza.
Onde esia.i agora esle sabios d'ouli'ora a' que a
tradicio altribue uraa vida modesta, e que, seguodo
sa diz, hziaoi consistir a riqueza na inoderarao de
seus desejos ,' Hoje, geralnienie, lem- sejo de viver. Vive-se muito e muilo depressa. A
civilisarao i.e febril e excita lebre. Esgolamos a in-
lelligeucia pur exbaeirir dola ludo u que. ella pode
prodozr. no menor esparo de lempo pusivel.
Nao Ihe damos descanso nem para preparar-se pe-
lo esludo, nem para renavar-ta pelo repuu/.o. Can-
samos a aclividade, pedimus-lhe prodigios, que nos
apressamos de Iraiisforniur em excessos. O gozo se
exagera como o ii.li.iho.
Cada um leva sua locoraoliva vapor, com loda a
forra de que ella be capaz. Nunca houve poca em
que mais >e abusasse da vida. Nunca huuve nenhu-
ma em que mais homens cabissem no meio da car-
rein, como lulminadus por um raio. Foi Goelhe que
o disie .
.. A aclividade posta em jogo sem repouzo. em
qoalquer direrrao acaba por bauca-rola. >.
Este pensanmnto poderia servir de cpigraphe oo
lempo presente. E no|ai-o bem, esle hanca-rola de
que falla Goelhe,he a da razao uu da vid, he a lou-
cura oa o suicidio.
lerrivel alternativa em que vem dar a aclividade
desordenada, cm urna sociedade que pouco pensa no
dever e em Dos.
Nosso sboso he sem duvida bem incompleto ; mas
ao menos indicamos as principaes inlluencias so-
ciaes. Contem-se os que voluntarios os levam iu-
cessanlemente a' n.orle, a ambirao espesinhada em
soa obscoridade, a ineapacidade orgulbosa, a vonla-
de fraca e desanimada pela necessidaile da lula, a
miseria perpcioamenie irritada pela proximida'dc
de um laxo prodigo,., delirio da especulado, a fe-
bril precipilacao da vida, a Inqnlebefo prop'ria da
sociedades novas, que procurara seu equilibrio -era
o haver anda enconlrado, e ler-se-ha urna idea das
diversas influencias da civilisarao moderna sobre o
suicidio.
A" esle respeilo, optron-M acerca de vinlc annoi
a esla parle, .,,,, grande mudaaca nea coslume
Werlbei, era noasos das. Irafaalha muilo para so-
nhar. Elle anda ge mata, mas sem phrasw, e por-
que perdeu na Boli*. Cmtinn.
^Ottttot % io|,
-AC DO KECIIE l!l DE JANEIBO \-s
3H0KASDA TAIthE.
C0la5f.es olllciaes.
Frota para Liverpool23 rt, a Uiu para as.ucar.
?rederico /tobUliar,presidente
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 8 l| ,J. por 1>.
Paris, 3S1I a :ll r. por fr.
Lisboa, y, por '. de premio.
ltio de Janeiro, 2 por 0|0 .Ir deseooio.
ACQOes do lianco, it) a 15 de premio.
ir companhia te ri-brnbe 543000
companhia Pernambucana ao par.
Llihdade Publica, Dporcemod. premio,
ir Indemiiisadura. 32 dem
da mirada ,i ferro jd por o10 de premio
Disconlo de lellras, de ^ a 10.
Dilo do bancoa lu.
DuroOneai heapanholai. .
Moeda de liOiiMJ velhas
(i-SUO novas
" 43000. .
Prala.l'alacocs brasileiros. .
Pesos eolumnariri, .
mexicanos, ,
lelras do Rio Grande p do Rio da l'rala a 27 :i| d.
Em Cf forara aa vendas insignificantes. Em re-
les nada consta.
Em ac;oe fizoram-M varias (ranares, a saber ;
em llancu Rural I4.8 premio a dioheiro, ex-divi-
dendo ; en: Banco do Brasil l()5 premio para o da
Ji de maio, e urna pequea po.rao a 1019600 pre-
mio a dirliciro, ev-.livi leudo.
Jornal &<> Comiiiercio do RioJ
BUEKOS-AYBES, -S! DE DEZEHBRO.
"t Al i llegadas de navios do ullramar tem sido de
Importancia n'esles d'a-,particularmente do Brasil,
rom ascucar novo e aguardonl*. Deade o principio
da semana mil a ven la o ;.sucar novo de Peraan-
buco, pin meio de amostras de carreg imeiiln rhf-
gados a Monlevideo : porem nada se lem realisado,
porque os compradora Blo lem querido dar mais
le si ria.fnrles en deposilo. Depeiada recente cho-
lada de tras carregaracntos .la- noticiai de pro-
unios sup.riiiienlos.os cnuipradores rlir..ram-se pa-
ra aguardaras enliada.de lodos os barcos espra-
los em M nlevideo e n'este porto, c abriiem enlao
prego,
A partlyacJJo de IraoiacfOei em farinhai eslran-
Zelrai rtaraia' em ejoaalo nao se conhecer a verda-
deira irnp iilancil da colheila, por oa incerla. visto
a evenlualidade de chova' eontlnuai que Irariam a
perda inxllivel de grande parle d'ella, e a grande
escasez do brarosua aclualidade.
Nao lem haviclo vendas de agurdenle do Brasil ;
padein 2,000 pesos pela que lem chr-gado.
Nao h alteracao alguma no arroz, cafe e fari-
nha de niandinca.
VAI PARASO, :tf) |)E NtIVEMBBO.
O mercado ache-e bera prvido de gneros, ain-
da que alsuns se conservara firmes loes como o a>-
,ucar, erva- male e cafe, dus quaes so ha existencias
em segunda nio.
Assucar.Nada temos que allerar ao que disse-
mos na revisto anterior. As venda foram diminu-
as c em segunda m.lo a prer firmes. Ha um lo-
le oo de Pciuainbuco eu, primeira, do >|ual nao se
lem querido deafofor o prssuidor.
CambiosLondres, 60 d. v'i (i" ||-J'pn. por pe-
Paris. lili d. v. i,7.1 f. ,,.
Esl-l.nidos ll rl. v. S ojo premio.
RIO GRANDE D 5UL.3UE JAMEIBO.
Arillo do Mediterrneo.Nao ,,os consta que te-
nha havido movimcnlo no deposilo, por ser engar-
rafado.
pilo de Portugal.Entraram 114 barril, o por ca-
DOtagera lo. Veaderam-sc as pailidaa viudas un
"Rival e Franess bllenn de Lisbo, e o da eUma
do Porlo, de oiiO a 3709. Ficam emser Wbanii,
Bacalbao. Entraram 100 eainu 00 irAmlllo, e
225 por rabota gem. Ven leram-se lili r.iixas a II-
.50 a l;l> ; 70 seguiram para Porto Alegre, e o rel-
iante hca em s->r.
Arroz.Api lias se lez venda no principio do mei
de 490 sacros 8 15>, e 130 14. Al entradas foram
de l!l saceos, e a existencia monla artMI sacces,
Assucar branro de Pernainbuco.A Irouxido do
mercado lem concurrida para a pouca aniraacao que
leni lid. ullim. ii.r-nl- esle gen>ru.
Cafe.Os supprimenloi recelados auginenlarain o
deposito, por qiiauto as vcnitas foram re'umida--
venderam- 39300 a 53600 e 83 a .> algumai parlida vieram
pur enconnueiida, e licam em ser cerca de mil sac-
eos.
Caxlca.Eatraram :I!I7 pipas, sendo lio no ..1 e-
lis Americaiioo 30 lio ..Sar.lo Antonio, 21 na
FormotaB, ;t no Encantador, 110 na Prinee-
za, 40 no olium Jeiai, dn Peruambuco. venderara-
se W, pipas de 1563 a I fio e 200 ditas a 1608.
THEATRO
i
JUMA FEIBA -li DE JANEIRO.
Recita concedida pelo Exui. Si. presidente da pro- I
Minia, a favor da ponto do mesmo Ihe.ilro Julio e
Ido aelor Kozeodo.
Depon qae a banda di msica militar dnrorpo de
I polica liver exerulado a bullanle oiiveilura da
0 C1V4LL0 DE IRONZE
sobira a -cena pela prnneita vez o lulerrssanle dra-
ma bra-ileiro, em lies aclos e duas parles, urnadu
d'T CIGAIA BRSILEIRA
O iirin-.|.....i ppela lerflo dewmpenhadoi polai
Senhoras I). Ii.lrinda, Jrsuina Alexandrina, e o
Seohorri Lima, It tiendo e Coimbra, u qoal leudo
chegada do norle, onde lanosapplau*is receheu, i
vem ajudar os beneficiados em seus Ir..hall.os.
Os lutervallos mo pieencbidoscom a melhnres '
pera de musir do repertorio do iBaigoe arlisla o
Sr. Pedro Nolasco Baplisla.
No lim do drama o inesniu >r. lara cxecular com
lodo govo, e com o panno ergaido, as lindas arias
do luor e
rente su recebe earyn ale- o dia 23, e escra-, lllm. Sr. redactor la Pagim vvisa --
vosaetj dia2*; triU-secom Ku consig- PodeQdoem prejuizo do ab.Txo BnianMoto
naUrio Antonio Luiz de uliveira Azevedo, causar alguma mpresso no rcsPeHawl pa-
na ruada Crino. 1. bino, o Tacio ha .lias narrado, e ia mesmo
Para o Rio .le Janeiro ou oulro qual- por V. S ratificado sobre lee um prof-
qoer porto do imperio, esta prompto a se- de inslruccAo prlnurii do aterro ,ls Mou-a-
guirviageni o brigue brasileiro Feliz Desti- dos, castigado um alumnn eom ralbo de ro
no, do boa marcha, forrado e pregido de co- rocru', vem de rogar-llie ina em abono da
tjic : quem no mesmo quizarcarregarou ir verdadee de sea ci-lito, se digne drelarar
ue pissagem, dirija-se ao cscriplorio .le Na- se aquella publicacjo se entende mi uo com
noeit.iiiiealves .la Silva, ra da Cadeia do 0 professo particular da insirur. le MriaH
ceno, ou ao caplto a bordo. ria pro, i-mnado pelo ^overno-->noel Feliz
PORTO. AI?ea da Cruz.
A liarra portugueza liuartn IV seguir para A directoria da .-.impanliia Pcrnanilui
a cidade do Porto com i maior brevidade: ^na do navegaclJlocoaleira a vapor, eta ofc-
lem ainda pra?a para alguma caiga, que re- S"ancia da disposic^So do ipt iO dos -.I.,
cebera e frete : os prelendeutes dirijam-se tutos convida os -.rs accionistas para a iou
a ra da Cadeia do Recife na, escnplorio nia ^* assembla geral as twraa sU ata
de Baltar <* Oliveira. nha do dia -27 dn corrate, na seta da aaao
Srfitita?.
i-iacao commercial.0 secretario, Anin.
Marques de Aiiior.ui.
Peiderani-ac no da 13 do correaste un.,
oculosde annacao de ourn cm urna caiva \
vellia e rota no tundo : quem a ivpr adiado
e qtiizer entrega-la, podo-o rasar na loja dn
ilfiiS
ere
l)a opera
O Tin vadoi
fira* lim ao e^pectcol rom a m'= lo io^o^a co-
media em un arto.
A KAIMM DE IVITOL
Me ele o eapeelacnlo que vai ser apresenla|te ao
illuslradu publico desti eiitode, de quem os h*neO-
cia.ios eiperam lodo o acolhimonto e prolecrao.
Os bilheles acham-se a veiioa na la esireila do
Rosario li. 12, Fsnndo andar.
Principiara' as horas do coslume.
I !-
Leilo's.
N. o. Bieber & Companhia faro leilso
por lotervencSo do agente Oliveira, de por-! '' Fasueiroa, que recbela una gratifirai,...
Qo de li/endas avariadas de dikTereules """ ''"'cisa-su de una ama paia caaa d.
qualidades, c de muilas onlras em bom es-' l'ouca familia : na ra Velba n 10.
tado, que serao vendidas para ulUmacgo de Quera nnnunciou lonir a premio a
contas: terca-feira, jo do rente, as 10 Qu,nt'a del:OtMfcJ rs. pelo lempo e pruno.
lloras da mandila, no seu armazem, ra .lu c'"c m; lollv,'iieionar. e dando por garante
Cru do Recite. "ma propne.lade, lia pouco acabada c des-
TRANSFERENCIA
poucoi
embarazada nasta cidade, pode procurar u
na do Rangel u. Jl que se dir quem (m
este negocio, a qualquer hora.
,A rifa do_ sitio na Passagem da Magda
pnineii..
no pro
cenle*
Ihcatro
oleras,
t;
A abano assignada, profosaora particulai
e directora dn collegio de Santa Tlierc-,
participa as pas de suas aliiinnas e as pos
O agente Pestaa lara leiliio, por conta de so,s* ti"'m interessar, que u prineipiou o
quem perlencer,de 17 barricas com cevada :! '"'T^n') ,lilsdltferentes disciplina do seo
terc.a-le.ra, 30 df> corrate, as li horas da <-0"Sl0> 0,lue tambem continua a re.
manba, na porta da alfandega. pensionistas, meio pensionistas c alnm.
0 agenteBorja lara leilao em sen ai- "a Pra'.'ii,la t,rA VlsU segundo andar
niazeni, na ra do Collegio it. 15 de um Tberexa Cuilherraisa awCarnlke.
grande o variado SOrliatento de obras de Os abaixoassignados fazeni scienlean
inaicineria,conioriquissiinosguarda-v(>siidos ^speitavel corpo do commercio e ao publi-
demognocooi espelbona frente e sem elle ''0' l,u" len,' expirado cm !'. de Janeiro do
banlunillas p"->-.-
BAIIIA
II DEJAHEIRO l>K 1857.
Cambw?.
38 d.
315 a 350 u fr.
650 a (to m. h. n.
118 a I0O pul
JH-TOtIO a H^IK)
kSSOOO i. OfjOOO
I68000
SOOO
900U
S960
13860
IS96U
19030
19810
13930
Londres a W.l diai de visla
Paris........
Ila'mhure.1........
I.isbua n .. .
Dobres bespanhoes .
u da patria.....
Pecas do 63400 vainas. .
.. de i3......
Soberanos.....
Patares brasileiros. .
Mexicanos .
Ilespanloes .
h'reld-.
Canal a rird. para o Reino Unido M t. a .1. u
fcBlre llay,re a Hambargo 10s. a j n
Bellico.
Liverpool 30 s. a-tur. nom.
-l|f-t por libra akt.
I.oiiilies :io s noin.
Ilanil.iirvo ou Bramen o i. a .">.
Trieste 15 s. 50.
Havre ou Maneiha 60 num.
[Dorio iu Duina.
J a 2S}.-)00
. ieooo
. liirajoo
. '.IJtOOU
. 3S0O0
. awoo
I58IU
Caixa Filial to Banco do
Brasil
EM19 DE JANEIRO DE 1857.
Oireclores da semana os senhores :
reir da Cunha e Josc Pereira \ ianua.
Ilescoulo de letlras 10 o anuo.
ose Pe-
aLFANUKUA.
Heudimenlodo da I a 17 .
Idam do dia 10
'):3S*S389
l:ljO0S(iii
38i:90iaX>H
Dcxcarregam hoje M de juneiro.'
tialera ingle!Ser,.linainerradonas
Brigne InglesMuaudbacalbao.
Briv-ue logle Morgart Ridleyoidam.
Barca insle/aHui.odgigoa'de lour...
Brigne suecoActivoditos dilus e queiius.
Palacl.u suecoJuliaoarviO,
Patacho belgaKrlinemerradorias.
Brigue dinamarquei Uainaikcarvau.
Barca pwlagnesa-Bom 5ncceoso-bogagem de p,is-
sageiros.
O.NSIM AI'O (JEBAll.
Kendimonto do da I a 17 Vl7l^|--i
" d d' >-\......: uSm
57:3275195
IVEBsAS PROVINCIAS.
Hendimeiito do dia I a |K '-65I-.I'
dem do di> 10........ 315^18
2:8969780
ESPaCIIOS de exportado PELA mesa
OCONSUUDO tiESI'A tilKADE No DI \
I!' UK JANEIRO UE lrt:>7.
PorlpBarra porlognen ..lluarle IV, Bailar iV
Oliveira, Li cseosme!.
PonoBarca porlogueii .Santa Crol, lbumai de
Aquino tornera k\ I'ilhu, 133 sarco, assucar mas-
cavado.
Lisboal'alnabolo portognex iHival, Amorim Ir-
ma... S2 cascos niel.
ManeihaBarca fraiieeu Indoslriel, N. O. Bie-
asaocar masca-
Barlar &
.'leiiri-
mas um raole.lia euju proprio enlinienlo n um | lodos o seus pensameiiloa o forras ,. consecoejo, uSo
ittralivo era ve/, de ser uraa dr, e era que a inoitejda forluna. mas li'uma lortuna'ranlaslica. Elle, em
avsemelha-sea am voluptuoso desvauecimeutu no nada pre/aui quaiilu.esla' a qnem de seus fabaloso
iiifinilo. Elles vivera.n, soflreram comu us hroes de desejo.
seos romances oa de seus poema-. Elles foram, elles | leiilarenios nos piular eslas vergOBbwai lebre" da
ao Werlher, sau Renato, R.phael, Thiagu. Crea- |asialagein, eslas e-perancas que tocara lo delirio
rain uraa completa trad ele de suicidio, cojo ullin.o eslea te.noies que levara ao desespero ?
e sinislro ejemplo vimos na raorle d'esle pobre t,e- | Mostraremos como estas delirante! ImogiaaeAe*,
rrd de Nerval.qoe curaraoveu lao viv.mei.le, hl om bracos com a verligem, sonbam cm milhoes f Para
icar como orna das mais do- que 1 Ouem ha ahi que ralo enhera esla moleslii
e seu effeilo o vida, rpie be es'la vida a bracoa
ber S Companhia, I.IVi Vado.
Boenos-AvresBorlognei wConlianeaa
Oliveira, -Ji pipade sgoardente.
I alinoulhBnuue ingle iiWilliain Mar
que liruuii ^ Companhia, .VK) s.rcos assucar mas-
cavado.
CorleBarca iaglasa aCipren, blinden Brolhen
i\ C, .nll -accos assucar masrava.lo.
CanalBrigne ingle ,< liaren,, Roslrou Rooker C\ C,
I..00 sarcos assucar maseavado.
StoekotmBarca aoeea Fomilian, C. J. Asile] (\
Cerniniil.ia, 960 sarcos assucar branro e nn^ca-
vado.
Exoortacao .
Boenos.Ayre pe Montevideo, polaca jerusame-
lilana njnlia II, coodutio ., rgniBle:5B0 barri-
; ea c IT.'i harriq'uinhas cem5290 arrob e ^7 librai
de as-urar branro, lotl harneas Com .!,:>:{ > arrullas
de a-surar ina-cavado, jll saceos com 350 arrobas do
dilo blanco.
ItKCEUKIiOKIA lih' KBNUAS INTERNAS GK-
RAES UE PKRNAMBUCO.
; Bendiinonlo riodia I a I*. .... 7:(iH'l
' dem do dia lu........ 1:972:886
Navios entrados no dialS.
Terr.-Novaia dia, brigne ingles Brookiog, de
167 toneladas, eapilio E. .Summons, aqoipagem
10, caria 2.196 han iras com boolhao, : .. Sella-
ramm Whallv j c. Perlenre a Plvinool.
Navio sani o no mesmo dia.
Una de lernaudo pelo Assu' Escuna brasilelra
Linda, capilao Camillo Lelis Konseca, carga ba-
ealhoo e mais gneros. Patiageiros, Antonio No-
nes Ce Oliveira, Ravmuiido Jos de Souia Lobo.
Ouirino Joaquim Ma I-ira. Jos Caelano Telseira
da !>nva. I'rancisco de Paula lerreira, Antonio
#oaeHa Silva, Manuel Tilomas dos Saulos, Maria-
no Augusto I.ooll.o.
Navios entrados no dia 19.
Nf,r1'orl7i:' ** l,ritue '"-1" ''Remsrk.., de
306 tonelada, eapjlo Jame Doean, aqoipagem
10. cargl ca van j a Sioll Wilson ,\ C. Perlence
i Jil'.in ler.
New-Porttidia, palacio sueco .Alma de l.Vi
toneladas, capiloll B. loriKen. BBoipagem 7,
cara carvao;a Sciil W.lsun C. Perlence a
l.ulea.
Porto3b dias, barca prrluuoeza >N. 5. do Bom
Sucresso... de JJl' toneladas, rapildo Manoel Jusc
de A/evedo, i-qopauem li, carua viuho raaisse-
neros ; a Thomai de Aquino I onseca & Filho.
I aisageiro, Jo,1n Oonralvas Salgado, Manoel da
Cosu Rebello Jnior, Feliciano Jus Curreii da
Silva. Francisco Rodrigues, de Sou?a, Amonio
t.omesda Silva, Joaquim dr Vzevedo, Antonio
I enulovJose da Cui.ha Brandan, Aulonio da Co-
ntal Brandan, Anin.o Jos Nones, Manoel Mar-
ques da Silva, j.i.e Manoel de Carvalbo, Jo
t.onralves de Carvalbo. Migui I iioncalves do
Pa-so. Perlence ao Porlo.
Barcelona Halaga17 dias, do ollimo porto ->l
paiachobespanhol Preaidanie, de lio tonela-
da, capito Pablo Veniura, equipagem II, carga
vinhoe mais gneros ; Amorim A Irmlo. Per-
lence a Barcelona.
Rio de [Janeiro e portoi nlermedios8 dias e 33
huas, vapor brasileiro ..Para......, eommaudaiile
I rancisco le reir Borges.
JANEIRO.
A pedido de muilas pessoas, vai a scena o primei-
ro e ullimn espcrlarulu lodo variado de cantarla,
dramtico e dansas, evcuiadas por dez jovens per-
nainb.icauas, enlre as quaea faz. m parle as mada-
mesellas Alevan.lrina Menard, Alevandriua Marcia,
Mara da llora, ldalina e Leopoldina.
Depois que o Maerea profesiore da orcheslrat
que sera'dirigida pelo sr. Pedro Baplisla, (iverem
desempenhado o duelo iulilulado,
KKUi: DA 4J.Y084DA,
representar-se-ha o
IVILLE PluieiUL
Em um do inlcrvallos as duaa joven Januana e
Leonida, que dansaram no da -1 oc de/emhro pr-
ximo pastado no UlOStro de Sania laabel, da.i-aro
o pa-.. a d.ius que o reapeilavel publico ino.lo ap-
plaud.o.
' O aelor Sania Rosa escolllOB esle viudeville por ja
ler ganbo a approviflodo mesmo publico desia ci-
dade, e ter si.Io n que mal agradou no anuo de
I8J no Ihealro de Sania Isabel.
As msicas arranja la ||0 Sr. Theodoro tire,les,
que mais Igradiram nea-e auno, sao as qae Juila-
nenie o mesmo Sania Rosa lincjou inn.i della-, poli
enlre as arias r corusque ae bao de cantal s3u2j
peras de msica todas dllT. rentes.
No unir., inlervallu ... ditas joveni dansarlo a
LuXUXaiJlB
K logo depoi. todas a-, pastera dansaro una
(v p 11 irtVJ;'. i! :> it vil; i! v t'v i i'f i
Terminan' o espectculo cmn o
CORO DA DESPEDIDA,
O ador Sania Roes se deliberou a faier esle d.ver-
Hmoulo no tbealro de Apollo, p..r ser mal conve-
niente paia as vozesd*s joven, e por hoje st ter la- i
cuitado muilo mais a Ida do publico pela ponte no.'
va que lira mais perlo para ai pessnaa do bairro de
Santo Amonio e Boa-Vista.
Os bilheles de camarotes, galera c platea acham-
se desde ja a'venda na residencia do aelor Sania
Rosa, ra de Santa Isabel ti, 13.
Preco do camarole* da segunda ordem, 11:000 rs.;
as mais ardeo passaui a ser considerada como ga-
leras, sendo c.da carlao a 1-sUOO rs., e platea que
loda he geral, lamben a l;0tlo rs.
Principiara' as X horas.
Real, cuitipaiiiiia de na
(pietes ing-Izes a vapor.
ullimo navio, um ptimo soriinii-nto do'ca-
de.ras hamburguezaa e de outras tnuitas
ooraa etc., obju-los de ouro c piala, tapetes
de novo gosto, para sala, diversas quinqui-
luanas rrancezas, candelabros c lamentas
oe vidro, aparelhos tle louca e de vidt
erVico .le mesa, e urna inlinidade d-
o para
oulros
mullos arltgos que fra impossivel mencio-
nar, os quaes se achan expostos no referido
armazem <|umta leira 2-J do correle as 11
oras da maulia. Neste mesmo dia ira lam-
oem u leil.io una ptima canoa de carreira
ue amaiello.com bous commodos, a qual se
acna patele ao exorne dos prelendentes, no
estaleiio do Sr. ilioraaz, no ojlfi da (treia
do Pilar.
agente Kobeiis fara' letlo, por-coa-
la (. risco dr quem pertencer, ta carta
do Iretamentoda bai-ca francuza INION,
a- qual so ada patente na piara do Coi>
po-Santo, onde pudeset examinada : lio-
je -20 de Janeiro, uo meio-dia em nonio.
O agente Borja, por autorinc&odo
lllm. Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vara, a requenmento de Francisco Este-
ves Paes Brrelo, fara' leilo, de ">7 sac-
eos com assucar inaseavuilo, apprelien'
didos por ialsilieacao, os quaes se acliam
depositados no armazem do Sr. Antonio
Alves Barboza, na ra de Apollo n. ."io:
(|uarta-leira 21 do corrente, a's II horas
em ponto, no referido armazem.
totlGZ&&$.
'i:',h,-'.w7
CONSULADO PROVINCIAL.
lorosas recordaroes da litleralura cunlempuranea.
Nao I..-!., a mierir. para explicar esle Irirte des-
techo d'uma KMtenei, rjue i.r... bllavam nem a
I Ji no correr deal Iralwlho, eserevemoa e .mpalliia publica, nm amltade. N'esla inlellicen- palavra a por esquerlmeulo deitamos .1^ ditci o que
| he a Morgue, \ Morgut be em Par' .. luirar de
e se en-
Rendiineulo dn .lia I 17.
Mn do lia 10 .
3li:M8a!94
"KfttalO
\i 300*v0U
da ronfua, havia sempre ,iu. i lula enlre nrn i.om
riano e urna ,n.
naern entregue laatoiaa. A
sen- todo francer., quasi voll.iriano e urna Imaoi- yT**^" ''"; ca,|',v"- dr .ronh.ridos, qne
,..- .,------ ?..-u. ;,,;.; 1 coniram odolqoeesooopossa a .o.tica. al que -o
imasioac.n acahou i venhu al^ucm reclamar.*; do T.
ILEGIVEL
RIO !l 1>I JANEIRO UE I".
Cotaeiiei u/fiaei aa una ./i- eorrtttoru.
Cambio-.Londies: Si .',|S. -J7 ;|'( a plice*.Da (i 0|0 : a lili 0(0.
faaoStcerlno da .i ir, t.,-; preiideole.
iit-i Lmi, pelo secretario,
As Iranrerrrs em cambio foram boje de impot-
lanela, e ana desoques desla prasanegocinram-se


CONSELUQ ad.mimnIiivuvo.
O tonselho administrativo lem de com-
prar o seguintes objeclos:
Para o arsenal .le guerra.
Panno azul para sobrecasseas, covados
3.1S9, dito dito para capoles, covados 6,5*a,
diio preto para colainas, covados 398, eslei-
rs de carnauba 67", casemira carinesim,
covaJos ^70, spalos, pares 1,246, oleado
para debrum, covados lo, grvalas de sola
de lustre 122, mantas de la -js, pennasde
(anco 80", lio de algodo, libras 30.
Para o Rio Grande do Norte.
Panno azul para fardas e calcas, covados
3bi, briol branco para cairas, varas Hl", a|-
godSozinho para camisas, varos 61o, case-
mira encarnada, covados 21, grvalas de
sola de lustre 12-J, brim blanco liso para far-
das, varas 305 esleirs do Aligla 214, pan-
no preto para polainas, covados ti, bolOes
pretus para fardas, calcos e polainas 7,"!)8,
ditos branc >S para caicas .iliti.
Quem quizer vendar ditos objeclos apr-
senle aa soas propostas em carta lechada,
na secretaria do conselho, as io horas do
dia 2:1 do crreme iri-z.
Saa dassessOes do conselho administra-
tivo para forneci ment do arsenal de guer-
ra 16 de Janeiro de 1837.eoto Jos 1.a-
menlia Uns, coronel, presidente.Bernar-
do Pereira do Carino Jnior, vogal e secre-
tario.
CORREIO GERAL.
RelacSo das cartas seguras, viudas do
sol pelo vapor Paran, para os senhores abai-
xo d- clarados :
Joaquim llenrique da silva.
Jos do Araujo Kaccllar Junio!.
lose Antonio do .Midradc.
Jos Cerqueira Lima
0 cousellu* administrativo em cumpli-
mento do artigo -J d.> regulamenlo de I V de
dezembro de 1852, faz publico que foiaui
acceilas as propostas-de Vicente Alves Ha-
chado e Josc Baptista Braga, para l'oi oecerem
o primeiro, l2taboas de assoalbo do ama-
rello por8*9000, ;[ ditas de dita de forro por
15/00", > costados de dito de t polegadas de
gossuraa 17/; o segundo, 12 espadas pt,ra
inferiores a 1"^. Eavisa aos supraditos ven-
dedores, que devem recolber os referidos
objeclos no ar,en.il de ru. r a no da ido
con i rite mez.- ->.i.. da ses do conselho
administrativo para fornecimento do arsenal
de guerra, 19 de Janeiro de 1857.Bernardo
Pereira do Carato lunior, vogal e secretario.
No da J| desle mez espira-sc do sul o vapor
A\ON. eommai.danle Rivelt, o qaal depois da de-
mora do coslume seguir para Sr.ulliamplon, lo-
cando no porloa de San-Vicente, Teneriff, Madeira
e Lisboa : para pasaapena, ele, Irala-so con, o>
BROBICS Adamaon Home c\ C, ra do trapiche No-
vo ii. i-J.
Para a liba de S. Miguel.
0 muito voleiro patacho porluguez Alfre-
do, que deve chegar do Rio de Janeiro a to-
dos os momentos, lem a maior parle da car-
ga prouipla : para o resln e passageros tra-
ta-sc com os consignatarios T. de Aquino:
Fonseca & Filho, na ra do Vigario n. m,
[irimeiro andar.
Para a Ilha c'e S. Mi.
fuel.
O brigue porluguez Oliveira, que deve
Chegar a todos os momelos, lem a maior
pane da carga ja protnpta : quem pretender
ca regar ou ir de passagem, cntenda-se
eom Joo 'lavares Cordetro, na ra da ala-
dre de Dos u. 36.
Para o Ass ate t do concille sabe o
palhabote nacional Piedades : > na caiga e
passageiros Uata-se com o capitao a bonlo
on na i na da Madre de Dos n. -'
Cosnpauhia
TI.V\S\TLA\TIC\ DE VAPORES
SARDO!-
OaflsBll
fl PARA 1857.
Acl.am-sc a venda as bem conliecidas
tolbmhas, impressas aesU typocraphia,
das seguiotet qualidades:
Fl.Hl.MJA RELIGIOSA, canteado alem
dos mtv.es, a bibliotlicca do christo
brasileiro. que se compi- de ota-
;oesf|iiotidianas, methodo de assilr a
rnissa e COnfisso; cnticos, psalmos,
livinnos, ofliciode Nossa Senliora da
Conceinio c muilas outras orares de
grande ment, piet*Q...... ._i20
DITA SIMPLES, contendoalem dos me-
/es, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos gentes, provioeiaese
intinicipaes, pree....... -J-.(j
DITA DE PORTA,' quaJ alem dos me-
/es tem expliraces das indslgencias e
e-tcwmmunhOes," etc., prego. KiO
DITA DE ALMANAK, a qual alem dos
mezes,contemo almanalt civil, admi-
nistrativo, commercial, e industrial da
provincia, por.........;,oo
Todas estas olbinlias sao impressas em
bom papel o exceifente typo, veodem-
scemporc9oearetallio: oa'Iivraria da
piara da Independencia os. &e8.
Preasa-se alugar um primeiro ou
secundo andar, em, qualquer rita do
bau-ro de Santo Antonio: tu prrra da
Independencia ns. (i e 8, "
inrana.
.
-
saa-aaaaarrr
U- -llano alltU.dO., ,,lH|r..5 MIUBuii
do I- l.alalhau de nilllharia da suarda n.i-i,,.
nallloKecife.emBomede iu.i,sua inreriores
no mumo balalhlo, rodieem ao nim. Sr
lenle rornuel coiniiiandaule 0 mal oSciaef!
que se dignarom nssislir ao cnlarro de eu
conipai.l.eiro ,. legando lOrgoato Joaquim Go-
mes de Figuciredo, inirn umbem om fUeiee
inlerlores do primeiro c irgundn halalhao da
moma inania nacional.
Berife IS de ianoiro de 1836.JfoYr \-
vier i lamta.Trafaito llmioUiu de Sloraa.
I r. Ir Sal' lu, llirrut.
Oabaizoassignado Xn sciente ao pu-
blico, pnncipatmenteao de commercio, que
venden sua loja de ferragons da ra do Quei-
mado II. 69, aos seus raixeiros Antonio Jos
Barboza .......a c Antonio d.i Fonseca e sil-
va. Itrciie ti de dezembro de I856.-Ma-
noel Rodrigues da Silva.
m.r^Ci,iSa"Se 1ll''l,l"bni" amassadorde
maceira, paga-se bem na padaria da rus es-
trella do Rosario n. 13
Piecsa-se de tima criada que comnre
ecozmbe : a tratar no escriotoru dn. ,'m.
mbus.
Alusa-se
veram, litando a cargo do socio. Josc Joa-
quim de Karia Machado a liquidar-Jo da cj-
tin;ta firma e lodo o activa o passivo da
mesma sociedade Peruambuco 15 de ja
neiro de 1857.Jos Joaquim de Karia >la
diado Francisco Josc Lopes.
Desappareceu no dia IB do corrente dn
largo da nbeira de S. Josc, um c iv alio cas
taulio sem sigual algum, com cau^allia r
inquirideiras, cauda e cimas compridas, mal
enriscado, o qual dizem foi visto a lar ic na
Ponte Vellia : quem c pegar leve na ra do
Queimado, loja .to Sr. Antonio Joaquim, que
se pagara o trabalho.
os devotos do glorioso Santo Amaro.
crelo na sua capella cm Santo Amarinliu,
ilerbiram ao respeitavel publico que a ban-
deita do mesmo Santo lera lugar no da -ji
rio correte mez, c sua testa se'a lela no da
8 de levereiro, igualmente deelaram os pro
lectores de S. Cngolo de Amaranto, erecto
na mesma capella, que a sua baudeira sera
arvorada nodis 9 de levereiro. e por tanto
espera m que os devotos do mesmo Sanio con
corrain com a sua esmola, alim de tornar
este acto brilhantc.
0 administrador da cocheira da ra da
Cadeia ii. 12 avisa a lodosos Iregtiozes que
eslo.a dever em dita cocheira contas atra
zadasdo atino p. p ,tennaaa a bondad* d-
vir salda-las. urna vez que vai dar bal.inro
nesles oilo dias, a aquellas que deivarem dr
o Fazer, tal vez ignoren sua conta por ism>
depois dos oilo das sera publicada peio lila
rio urna relacJJo de todos os devedores *psr.<
que nao sechamem a ignorancia. Oulro'Moi.
o mesmo administrador esta reaoMoVo d'ora
em diante a servir aos seus freguezes com o
abate de 20 por ccnlo no aluguel de seu-
canos c cavados, com tanto que receba lugo
o drnhciro a visla. Itecifc lude janeuo do
1857.
Quem liver alsuma canoa aberta que
admita de 300 A MI 'feixes de capun, qo-
queira oegocia-la ou aluga-la, apparega na
ra da Cruz n. 20 segundo andar, que ahi a
chara com quem tratar. .Na mesma casi se
compra urna ou duas vaccas de leite que se
jara tourinas, ou que deem leite cm abuu
dancia.
Aluga-se urna casa caiada c pintada de
novo com expelientes commodos paro fa
milla, situada no principio da Torre e er-
tenceule ao Sr. Arantes : a tratar ns ra fe
Iba n. 24.
Precisa-sc de- um cozinficiro na tra
vean la ra r.ella n. 6.
Na ra do Brum no Recite n. 22 no ter
ceiro andar precisa-se de urna aun que sai
lia lavar e engomrnar, ainda mosmo qun
naoseja pcrl'eitainentc, preferindo-se mesmo
eserava : paga-sc l.-em, a tratar no rnesmo
andar cima.
A pessoa que anuuiiciuu querer urna
casa em Olinda para o banlio salgado, a qual
0 sen quintal deilc para o mesmo, ralle a
Joaquim Lopes de Almeida.
AM'CA-SE
urna grande casa em Olinda, coulronlc i
guarda principal, com quintal que vai ao ba-
"Uo salgado : a fallar eom Joaquim l-ope
detmeida. H
Na Boa-Vista na Velha u. 84 lazem-se
Capas, capas betarias, batinas e cnamorras,
ludo com perfeieSo e brevidade, por ter sido
ollicialdo fallecido tnestre Joao Pacheco, de
Olinda.
Precisa-so de urna am para casa de
pouca familia no pateo do Torce n. .
,- A na doCrespo loja amarella ii. i'
v\i 4, de Antonio Francisco Pereira, .'
@ eliegaram de Paris viuda |>clo 'A
-;| ultimo vapor, as se;;uinlrs fa.
(Jj) z.endas :
^J .Mimo das gritas, laztnda luda de seda "''.
.^. prupna de vcalidiu de tenhoia para o., b.u- .':;
W lecompone do aolo .. man ruoderii e ,-
;.'; mol proprio para o no*-o clima, a liam e',-
;*i ,s- Oaola c-vado, dinheiro de cunlado. -:'
*^ llics. I.ondar de halle, de -ed e carhe
*, mira, ?uarneciila5dci...prdeedar..in seu 9
capuz.
W
escnplorio dos om-

-
-
.-
, ,'!'.c!'-'.st- ?, c *-'-" *'- """a o vapor ardo i
i.HMl-l.Wiil I., o .pial depoii da demora do coi
lume aegoira par. Baha e ltio de la.....ro, para on-
de recebe a malaidoeorrein, e para Montevideo
eBaanos-Avri', no eicripl.irin (lo rv dciiha : e o panageiroi e >m, criados, podem diri- i
gir-M a roa d i Tnrro o. 14, eierip.....o do Leoios
Jnior a Leal Ke.ii, igenles.
Cea d i- Maianlifio.
Segu uo dia 99 do rnez corrente o pata- i
I dio Minia cruz ; para o resto da carga e
I passageiros, tratase com Caelano Cvriaco
I da C. U., na ra da Cadeia do Recife 2.
Para Lisboa pretende seguir com bre-
vidade o in-ie porluguez denominado Rival,
por ler paite do seu correganenio prompto:
quem no mesmo quizer carregar poder
contratar com os ennsignatrios Amorim lr-
mos, rus .11 Cruz n. .
' tu o Ba<>de.lat.iro
0 veleiro patacho nacional Bomlim
Ipara o ltio de Janeiro.ale o dia 25 do cor-
a um homem solteiro um
relente quarto ao lado .las lojaa do sobra-
do da roa das Jruzes n. 39, lem porta para
o corredor ejanella para oquinUl : quem o
pretender din.,a-s- a dita luja a fallar com,
o UODO uo uoleqiiitn.
Ajuga-aa para rriado.copeiroou pogeml
um cnoulinlio moco ecom inuiUs habili-
dades: qnem pretender dirija-se ainado,
Ltvramento n. xi. segundo andar.
--- Joao Lint] Ferreira Ribciro, subdito
portnguez.vai aos Estados i nidos e deixa en-
carregado de seu negocio em primeiro lu-
gar, copio socio em seu estabelcciment,seu
mano Jos Manicde Ferreira Ribeiro, c'mse-'
gundo llenrique Forsler 4 t;.
Antonio Francisco deLouroiro Santos
vai a Europa.
Precisa-se de urna ama para cozinhar:
na ra da Lingoela u 4.
Os abaixo issiguados participara ao
respeitavel corpo de com mi rcio, que lizeram
sociedade na loja de ferrageas da ra do
Queiuiado n. titi a, que compraram ao Sr.
Manoel lto.lri2.ies da Silva, a qo.il de hoje
om diante (icar girando sob a lirma de
i on '. & Vianna.Recife :-.i de dezembro
.lu 1846.Antonio .i i i oncca e Silva.An-
toiiio losi i: irboza \ ianna. i
Hito de quadrus miudns
g I-VIO rada co\a ^t I iml.raia do Orifand) de Cures inalira i"-
MI da. a 800 r. cada covmi... >
Mii-uliiia lii.nira de II ir e de listia ;;
iniudinhia. a 500 r. o c.vadu. \
'.'* Kico olales de lonqoim da Inrh, hur.la- !'*.
'-. d..< n^ qualru ponla, do melh.ir cnstu que rl
leu vi.idi. i esle mercado, a l.i^NKI rada VV
v^ ii m. ;'-;.
:'5 Eulre-ineinao lira, bordad?* a ma< lina ,
;.; ponlvel para vootido de lenhoia, laabadg V;
"..; iiiiril..lu~ ii.dii, braaeoo, peracora :le mei J
fltt vorai a 25.VJO,:!; c SgOOO."
X i: Ofllrai minias raienda de linliu ere
:- da : d..i-sc am..alr.. mandam-ae levar W
-. eiaai dus c.impra.li.ies. _-';
-'''''- '"-ft"S .'?% .';.-r"-.,'*.*>.'*1|/''a'"'
... .. ... ... ,. ...^, ;J \r.". "
'

**?
J*

SJi lusi fui l 1
Companhia r/e setfmro ooa*
tra a Mortulitlade. das rs-
cracos, estaltelecida no
310 D JANEIRO.
GAPITL---2.000 000.000.
Vgencia filial em Pernambuco, roa ily
Crespo 11. I .
O -i-ii-os iao roliadoa no r-rriplono da ruin-
palinia 011 iiii'-ri.n foro, s.d. prop..-l.s do' |.ro|,rie'a
11 s dos eterat ... 1 .Jos .. .ii.it ulpis. a parlinp^.
;ne de falleciiBenle o aa pronoitoi. poolaai n rr-
luco, a- .. 1...i.ranina 1,...... ... oa-, al.- a- ciure tio-
.a .1.. I ird .
s l impn poden rpracatadi ,
..,-.. 1 ii 1 peona.
.- e-ha c.iisuilat;ratsaf.= icia". esurosda
" para 10 I...! n ,11 1nanl1aa.no escii^iluuo da roinp


IHUUt) UK i'l.li.YYMiat.u, itKci H.IUA 20 DE JA.NKKIU DE IS
S CONSULTORIO CENTRAL 110- $
MfcOPATUICO. :':-
Ra de Santo Aiparo Mundo-No- H
vo) n. 6. f&
&
ra da pro-
vincia
- O abaixo assignado, profcs-or publico
de lalim da rreguc/ia de S. Jos do Recite,
scientinca ao publico que osla i berta a ma-
tricula de sua aula, o queos trabadlos Ice-
livos comecarSo no da 3 de feverciro : i|uem
se quizer matricular dirija-se ac largo do
'

--- Compra-se hu sobrado de um, ou don- ,
andares, e tambetn urna casa terrea que es-
Icjaembom uso, as principaes ras doj
hairro ili- Santo Antonia :
Vende-so una prela criouli, de bonita ,
Iigura,de2-2a 21 annos d idade, coinli, I
lengomina e lava inuilo bom : na ra ilo A-:
FITSDEVELDO.
Vendem-selilas de vellido pict.se de
Vendem-se tres lerrenns~roreirosem
Santo Anuro, tudos cotn TOO palmos de
Ceblas.
BANDEJAS FINAS E BARA-
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelectd cm Londres, em marco de ld-24.
Capital cinco milhos de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra da in- i r|0 Alvas ja \,
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,!
a quera raais convior que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para eftecluar segu-
ros sobro edificios de lijlo e pedra, cbenos de
tlha e igualmenU) sobre os objectos quecontiverem
os roesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer quahdade.
Aluga-se a anli|a casa te Tender plvora, na
'idade de Ohnda. com bom sitio, bata para capim,
e boa casa de vivettda ao p : quero pretender dita
rau dirija-se a rba do Vigario n. 31.
Precisa-t* de um boin criado e paga-se bem
agrudaudo u servico e eomporlamento : a tratar do
campo do Hospicie-junto ao quartel casa 3o deseror
bargador Mendes da Cuuba.
| DENTISTA FiUMEZ.
ff/ Paulo liaignonx, de volla de soa viagem ;ij
2? \ Europa, est morando na ra Nova n. ...
Wy 41, primeiro andar, onde podt[scr procura- V
Vj di, a qualquer hora.
:XQO*
Os devedoresiie J- .6 Das Simes.Cruz i\ Bas-
tos e Cruz \ lime* teul.ni>. a boudade de mandar
pagar os seus dbitos aos ibaiio assianados, por se-
ren elle os donos dos relei,dos dbitos, os mesmo*
abaixo (Stigo.dot desep-inilo ultimar esla cobr.ncn
ua itielhor arinonia esperan que Ihe satislarao sitas
cotilas .udepeiidenles da publicado de seus nomes
e nieios judiciae* queso verao na neces-iidade de em-
prear na tallado referido, pagamento.i ose Al ves
da NlvaCnimaraes rua doCahoaa'... I B. fran-
cisco JdSeAlves (uitn-ires, ra do CMieiroado n. 33.
.-.- '.. -;'.:: :' :-:'::':;'::".:::'.;':?'.
........ ...V. .,- ..............................
'.: PAISA CO.NSliUVACA'O DOS %
DENTES. @
,''\ Vende-se pos e agua dentrilices : na ra g
^ Nova u. II, em casa do dentista francez
." Calilo '. .1 ;m.(l\. "..."
...........- S -. ... -.-.......
> Precisare de um aro* que lenl.a bastante lei-
te, anda mesnio aendn escravu : no paleo de S. l'~
dio n. 2:2.
O abai\o .stignado, arrematante das dividas
activas na itupoilancia de 13:7539180 r. da massa
fallida de JuaVChrituslomo de Lista, avisa aosdeve-
dorea da relercla inassa. que qneiiam realisar o Bl.il
breve pon-ivel os seus debito!: do sierro da KM-Vig-
a u. 2, liberna de Miguel Jos Rodrigues da '.us-
a, o qu I se acha compelenlemenle habilitado a re-
etbet dilas dividas.ntuuio Jos Villar.
Escolas
DO
B
la dia 7 de Janeiro em ilianlei-l.'io alierlas as (>
publico, que existo grande quantidadc le r'ja sc dlla Pfopncdade, a tratar cotn ., te
btllicles, m.-iosequarlos cima, a escolha! "e,lUo roro"cl Hrneterio Jos VcIIum. i
dos senhores jugadores. Thesouraria das s,,Te,r o sua senboTa.
loteras i de "o de 1857.Jos .lamia- saca-se sobre a praca do Porto, se-
jam quautias grandes ou pequeas a 3, 30
ou to di.is de vista, e pagaveis cm pr la ou
ouro ; ua ra do l'rapicbe u. 40, escriplorio
do Tbotna/. de Iai ia.
a pessoa que proeu'rou o Sr. Joao Bap-
lista de Campos pata comprar o esclavo Joa-
quina, que disse oslar no seu poder, penen-
cont aojSr. Dr. Antonio Carlos de Almeida
eAlbuquerque,queira por obsequio dirigir-
se a ra da Cruz u. 3.">, primeiro andar.
DAGUERREGTYPO,
*Systeuia orte-amercuno.
ATERRO DA ROA-VISTA N. \,
tdreeiro and.ir.
Resta casa conllnua-sc a tirar retratos
com toda a perfeic&o e polo novo syslema
norte-americano Kxts:e sempre un com-
pleto e variado sorlimenlo de caixinhas,
quadros e jolas Je ouro para a collocac3o
dos retratos. Todos os dias das 8 horas da
manha as da larde esta a ofcina e gale-
ra a disposico do nublico.
' 1 I t>
burgo
Na ma estrella do Rosario n
barbeiro, estn expostas a ven
qiialidado do bicbas
hamburgus
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rua oo Gabuga n. II, confronte ao palco
da matriz e ra Nova, faz coi publico, que
esliio recebondo continuadamente as mais
novas obras de miro, tanto para senltora
como para bomens e meninos : os precos
conlinuam ra/.oaveis, o passam-se contas
corn responjabilidade, especilicando a qua-
lidade do ouro do H ou 18 quilates, licando i
assim sujeitos os mesmos por qualquer du-
vida. Seraphim &. liman.
Aluga-se una ama para o servico or-
dinario de urna casa de punca familia: na
rua luipciial n. 31, sobrado do um andar.
AVISO.
posic/m : na rua da -;ruz n. :t1.
O abaixo assignado, que vivia nesta praca
recebendo assucardo mallo, faz scienteque
se retirou para (ora dosta provincia, e pola
presteza desa viagem nao leve lempo de
despedir-se das pessoas a quem tinba ami-
zade, no entanlo pode o desculpem desta
falta. Omesmo abaixo assignado ('.orlara ao
publico, qne nada Rcou devendo a quem lite
consignava seus assocares, o haveudo al-
gum que diga o contrario, publique por este
liiaiio, que promptamentc sera pago L pa-
ra que o publico nao faca m0 concoito doj
mosmo abaixo assignado, fazelre o prsenle
annuncio, o qual sera publicado mais de
una vez por este Diario!...
Joso aoares Correiu.
Precisa-se alugar um cscravo para o
servigo de urna casa de pouca familia, e que
tonba algpm principio de eozinha ; paga-se
bem: a tratar na rua do Cabug, loja de
cera do Sr. Ang lo Custodio dos Santos.
.AiiiilLA
Bristos.
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-
lonio Podro da s. Neves, na rua da Cadeia
do Recite.
MRILliliS II.V SALSA PARR1LHA DE
BRISTOL.
A salsa parrilha original e germina de
Bnstol possuo todas as virtudes para curar
todas as otifermidadcs i)uo provm de um
oslado de impureza de sangue c das lecre-
coes mrbidas do ligado o estomago, o em
lodosos casos que necessitam remedios pa-
ra purificar e robustecer o syslema. Em to-
dos os casos de escropbulas, erisipelas, ii-
nba, erupcoes cutneas, manchas, bilis, in-i
(.nnij ram-se escravos que sejam sa-
dios e foitcs, proprios para armazem de as-
sucar : na rua do Apollo ti. -11.
Compram-se escravos (i(^ ambos os
sexos, que sirvo papa servido de cam-
po, assim como r*cebem-se para vendei;
de commissfio: na rua Direitan. ">.
Compru-se para urna encommends
"i niolc(|ucs (l.c I i a IS unios de idade:
na rua ilo Collegib n. 21, primeiio an-
dar, das 10 horasa's 5da larde.
U vigario Lino Martyr do S. Jos lorrci-
ra compra urna escrava de 25a 30 anuos de
idade, que saiba bem no/.inliai, engotnmar
e lavar : quem a tiver podo apparecer no
convento de s. Francisco desta cnladc, para
contratar o preco.
O CARAPUCEIRO.
Compra-se a colleccflo deste jornal : na cisco, junto a ponte nova.
liviana dcl'roitle do arco de Santo Antonio '
n. -2.
- Compram-se escravos de !l a 35 anuos:
na rua do Collegio ll. 21, lerceiro andaiv.
--- Compra-se una estol la roxa, e que so-
ja rica, o anda nova, quem livor, e quizer
vende-la, pode dirigir-se a casa do sacrislflo
da ordein lerceira .do S. Francisco desta ci-
dade, i]ne se ajustara o prcto.
Compra-se um prclo robusto c sadio
na rua do \inorim n. y segundo andar.
Na rua do Brum no Recite n. 1 com-
pra-se urna escrava que saiba lavar, engor-
mar, e o mus sei vir;o de nma casa, paga-so
bem agradando.
Vontlom-so bandejas linas e de varios ta-
maitos pelo barato preco del/500, _> :>oo,
30300 c *3 : na rua do Queimado |oia de
iiiiudczas da boa lama n. 3;.
i0ja ,le ('artiis |)ra jOfHr
la esta boa! Vendcm-sc h.iralhos de carias franeczas
chegadas pelo paquete milito finas o de Imm papel a mo rs. o bra-
liio, ditas portuguezas minio linas a 820 rs.:
Joan d,,s Santo* Porto ; ,|,|Crn s pretendor,
dtrija-se a Vrenle Alvos do Souza Carvalbo,
ua do trapichen. i\, primeiro andar.
Fhi juhirKleir.: ndioca.
Ma rua Ja Moeda, tar.oori confiuutc ao
trapiche do Cunlia, vondetn-se Mecas do i
rinli dt mandioca de muilo boa qualdadi
por preco cooimodo.
Batata
iii^Izas e <
r
i^isb
oa.
Vende-sepor menos do que em ou- na rua do Queimado na lojade miudezas da Madredefieosa r. ,ia i r U -J\ '.
Ira parte, cera ile carnauba e velas de com : boa fama n. 33. .uauoue neos n ">,dasbonsas3da larde.
> ,, v f >ende-se urna potcao de pipas e toiin.
ISOlieCaS ItanCeZnS. Iporpras.. dqsc.s ie con. as compleme
Vendem-se bonecas francezas ricamente i garantas, e tambem se arrenda o auscan
"'restldas e e varas cualidades a U200,1 oadt3 se acham depositados os mesmos ob-
jectos : a tratar com Joaquitn Goocalvea de
Albuquerque'*->ilva, na rua da Cruz n. 35
iimento braoco.
I leche-indo o evcellentei emento lu.ii.-! '"fi0" "arrna "" Ooeimado loja de miu-
_ i i i ,i idezasdaboa fama n. 33.
co tu liem conlieculo e e\peiiiuenlado, ,r
J
tanto cm barricas-como as tinas: noar-
ni.i/em de taboas de [inlio de Joa(|ium
Lopes de Almeida. na praia de San Fran-
1'bras de mar more
Basto es l.cmos, na rua do Trapiche n. 1
Eseovas jC_todM squal. t^3SSl2aMmtBmmiim4t
daties.
Vendem-se ricas escovas
ronpa, o melltor que pode haver e de nova
iuvoncao a 3?, ditas francezas muilo boas
a 18, 19500 e 2O0O, ditas para cbelo ingle-
zase francezas a 1>nil e-2i, ditas para den-
Iraas o vinho de Iiordeau\, indas latas
ingle/as parae |"'iTos de sai dinlius, pieijos, barritske
alvaiade e verde francez, tildo por pre< os
commodos: emeasa de Lassenv A Tm i
Ficres, rua do Trapiche n. 11.
>cola desla capital, pelo evcelleute nielliode.Cs-
;i'h, qunl a vol publica, se l,a pro
O nico'preservativo contra a caspa i1]"1,1"","^" Jebihdade nos^olhos, inchacS
que at agora tem appureciJo, lom a vatila-
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel-
lo, e tambem lingir o mesmo : na loja n. i
da rua do Cicspo.
PUZZOLANA PARA OIsRAS D'ARTE.
Este material, que he do urna grande im-
portancia dos cementos, o de u.ii mereci-
o
das glndulas, dores lombarcs/ affecQoes
nicuinalicas, dores nos ossos e as juntas,
liydropisis, dispepsia, asthnia, diarrha,
tosse, resfriados, iiillatnmaoao dos pulmes,
phlisica quando provm daobslruccao dos
broncliios em pessos escrophulosas, influ-
enza, iiidjgestio, ictericia, debilidade geral
ment sera igual as obras bydraucas, est do syslema nervoso, lebres agudas, calores,
tendo um consumo extraordinario nos ca- "'ermdades das mulhores, enfennidades
milihos de ferro, principalmente mqucllasj 'llosas> e ,!,n lojas as alTec-ces pTovenien-
obrasque tem de eslar em mais immcdialo ile, 'lo uso inmoderado do mercurio, tsla
contacto com as aguas accidenlaes ou cor- salsa parrilha se emprega com ellicacia eiji
rentes,
meio da da Europa, sobre ludo, lem se
onuuead'o l',),'lu-'t'i|1 da puzzolana da Halia q dos A90-
pelo or^ilo d imprensa pernainbuciua, merecendo i res- A deste ultimo archipelago submeittda
particular alleiirao a escola de meninas, erecta na I' Crupulosas experiencias em Inglaterra
rua do \ 2,n]ii, c^sa do tinado Silva Compauhia, nao i "O arsenal real de Wnolwich em juubo de
so porque nessa escola se.ensinan lodos 01 primoro- i 1850, pelo Sr. capitn de engenlieiros llen-
Mi bardados, e mais lavores que ae possam desejar, | rique Scolt sob a direcqo do Seu choleo
cora porque a digoii profesara estando sendo te- bem conliec:do escrptot ooronel \V, Red,
coa la na ?ra,u,..aiiea ..ar.ni.al[palo nimi. proles- foi j,,,.^,, pre<030 elemento abundante
lodos os sobredi os casos, c he reconhecida
como a inolhor medicina que existe.
I'IIECAI CAO.
aos ais he familia.
F.xjstea venda nodoposilo n. 6 da rua de
s. Francisco, um vanado sortiuieOto de ca
Inngas linos para btinquedo de enanca, por
muilo ha.alo preco ; tambem existcui a ven-
da latas do bolacninlias, as mais linas que
tem viudo de Londres, proprias para cha,
so i i oo, elo.
Vende-se azeile de carrapato a 2V0 rs.
a canuda, ou oni barril : na rua das Triu-
cheiras n. 29.
Na rua do ISrum no Recile n. 2:2, ar-
mazem de Sa Araujo, lia para vender cera Jo
carnauba superior em saccas, e Saccas cotn
gotuma ,
Vende-se um lindo molatinho de ida-
de de 5 a (i anuos anuos : na rua dos Guara-
rapes por cima da padaria.
IIOM PIANU.
Vndese um bom piano horisontal com
iuito pouco uso e*em borr estado na rua
Helia junio ao primeiro sobrado n. 18.
Vendem-se dons u.oleques Je li e ii
anuos, bonitas figuras*: no Rectenla da Ca-
deia n. j!i segundo andar, a tratar com Joa-
quim Lopes Raymundo de Barros.
" PECHIMCHA.
No deposito da rua de S. Francisco n. (i,
Lisboa
Vende-se superior cal de Lisboa: no
armazem de Novaes & C, rua da Madiel
de Deosn. 12, por preco commodo.
-elo>ios fie patente
uglezesdeour, desabnete edevidro:
vendem-seapiecoiaz.oavel.eiri casa dcj
AugustoC.de Abren, na tita da Cadeia]
do Recite, armazem n- ">().
tem para vender chapeos de palia do lialiaj
doblados e singlos, para boniem, meninos
e meninas, chegados ultiinamfcnte de Ccno-
; va, c por preces commodos.
i VENDEM-SE CAPACHOS
; pintados, coinpridos redondos a 700 e 800
rs ; na rua do Qucimado loja da boa fama
, n 3::.
Ocnlos
e lunetas, de todas
as qiialidades
gios pretos de relroz a 160, aliadores para
navalhas n.utto bnos a i*, pedras inalecas de
.fiari,ava,a.s a i, e 1,500, r as bong,,.:
pelo barato preeo de 13 e 1r-500, penles com
escova e espelbo para suUsas a 800 rs c- lo
j..s para barba a e*J00, livellas douradaa
para calcas IMhhli 10rs., castor, par.
benga as a 80 rs., caixinhai pata guardar
pbospboros a IbO rs escovmhas para lias-
par penles a W rs., eWcolaa muiu. bon
para cava lo a 800 ,s esporas linas de ac ,
I/, grvalas de seda muilo boas a 1-, ataca-
oros de cornalina para casaca a 300 rs., ptn-
Na ru da Moeda armazem dotanoeria con-
fronto ao trapiche do Cu lilla, veudem se sac-
cas de milho de bom tamaito, superior Ira., ditas de dous vidros armagao.de hlela
lua.s um precioso brilliaule que amar., a noio.. lille-
i jria do Eim. c.uiscllieiro Sr. Dr. Castill.o.
Precisa-se de nina ama de leite, que
o tenlia lio.m, eseja (ada, paga-se bem :
na ruado Apollo n. 2.
Piecisa-u alu; i! doas amas forra* ou captivas
para'canda familia, qneco/.inliein ecugomincn: na
em oxido de Ierro, que entrando com a cal
na pruporcSo de -2 para i compunha um va-
lioso cemento.
. J. de Oliveira Macnado Jnior com
agencia commercial cutre Portugal, Azores,
Brasil c frica occidental, l rua Augusta,
Lisboa, fnrnccedor de puzzolana para as li-
nhas terreas de Portugal, reparlicao das
rua da Cade.a do Recle lo,, n. M -\ o||r;ls pubHcas dc 8D0 J difiranles
--- Aluga-sc na l-aSs.:go.n da Magdalena, |U de llespanba, pr.q.oe-se lornecer o
, tos,!,, oheg.ir a ponte grande urna casa mesmo malul,'al a *** emprezas de
i.-irca con. solao, quintal o saluda pelo no, Lbras pullcas ou pjrcufares do imperio
on muios commodos par. rmrlia: os do Brasil, prom ptibando-sereraeller pre-
preledenles dinjatu-so ao lna,Uche NovoLMlenie amosiraa a quem as solide e a
_ por por pieos razoaveis cm qualquer porto
Seguros contra
zias que foram de cerveja preta.
Vende-se cal de Lisboa ul'.iinaSnenle che-
gada, assim romo potassa da Hussia,' verda-
duita : ti i praca do Corpo Santp n. di.
o Ib
go.
CMnAlll \0H IEKN.
r,APir.VL x. 1,260,000 ESTABELECl-
DA. EM 18I.
Para eflecluar seguros
sobre prapriedades, mercadorias, mobilia
egeneros.de quasi todas as ciuatidades.
'i einio de o|8 ate I \i por cen o ao anuo,
ajjentesC.J. Astley&C. Em confor;m-
d.ide de oidens ltimamente receidas,
os agentes acliam-se habilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros dee\-
portaeo, como sejam : algodao, BSSUCar
ou couros, depositados cm trapiches ou
iirnazens particiilaresi em Uacei, Jara-
gua' ou Parabiba do norte : agentes (',.
J AstleveiC.
O abaixo assignado lecciona primei-
. as ledras, latim e francez: na casa n.
58, da rua Nova.Jos Mara Hachado
de figuetredo.
VVISO.
Na quarta luir 11 do corrento niez, pol-
io mesmo imperiu quaesquar enoominendas
que se Ihe farjam seinpre que cada remessa
nao soja inferior a OO metros cbicos de
material.
As pessoas quo compraren] a salsa parri- ha para vender urna porodo de garrafas va-
Iba dcverSo ter o cuidado de observarom
que a salsa parrilha de l'.ristol esta em gar-
rafas de grande lamanho, com as palavras
salsa parrilha genuina de BristOl, Nova
^il>, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolda da garrafa severa o nonio
do Isristol. Lina .lireceo ucompanhara cada
gnala.
CASO DE DEU1L1DADE C.OiriCTERIClA.
New-York 3o de majo de 1813. Urna se-
nl.ora soffria de espas mentava urna continua anquilarao de loi-
cas ao ponto de cabir por vezes em syncope.
I.mpregoit multiplicados remedios Sem litar
vantagem. beclarou-se urna ictericia com
0111 emagrecimeuto progressivo. Bsgotauos
os vanos recursos da arle foi a lempo em
pregado o incomparavel remedio da salsa
parrilha de lin-tol e o rpido eslabelecimen-
to da energa vital logo reappareeeu com
novo vigor.
CASO DE ISABEL DA VIS.
Isabel Davis foi accommellida pelo espa-
(;.. de quatro anuos e ulceras escrupbolosas,
leudo seis chagas aberlas na parle superio
I O CUARDA-LIVROS BR\SILE1R0, ou artel
Ida escnr.lurac.3o mercantil apropriada ao (li
commercio do Brasil : vende-se na rua da ',
j Cadeia Velban. :>.-2. PieeosyOO.
Nov
qualidade o por proco com modo.
Vendc-se superior linba de .Igodflo brai.ea a I
te cure', em BOtellO, para costu.a :em cas de '
Soutl.all Mellor o; Companliia.rua do lories n. 38. '
cu 1: rtussA
Veade-ie palana Ua Russia e. americana, rheg'da |
nesle* .lias a de superior .pi-.li.lade: cal .le Lisboa
d. raai. nova qoa lia no mercado: nos seusdeposi-'
lo na ru.1 .le .pollo n. 1 A, e2B.
Na rua do Vieario u. 19, primeiro anlar. ven-
de-se vitiliu do Porto d supetior qualidade da bem
cuherida marca I,W ca pipas, Larris e caitas de
urna e duas duiias de garrafas.
Queijos londri-
:,os e presuntos
francisco Joso Loie receben pelo ultimo
navio de Liverpool excedentes queijos lon-
.Linos, presuntos para fiambre, conservas,
boUchiiihas e l.i-coitns em latas de diversos
lmannos e qualidades, c ludo vende poi
menos que cm oulras paites : na rua do Col-
legio ti. \.
Vendem-se chapeos do Clivli de to-
das asqualidades : no esciptorio dc No-
vaos i\ C., fin do Trapiche n. ~'i
Agencia
rtuidicao Low- io r,
a 1C6U, e oulios oculos mais que se vendem
por prei;o barato na loja da boa fama na rua
do Qucimado n. XI.
i
I
1)0
K
jKOSQ

Loi lranlei'idi. o .Irpu-iin ile-le tarop para a do
lica de Jos da Cruz Sanios.-na rua Nnva n, 53'.
iiarrafa 59S0O, e meias :l5000, sendo falso todo
aquello que nao fot vendido ueste deposito, ptlo
quesefaz o prsenle aviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para cur.de phlysic. em lodorauensdiOem.
escros, que rmotiva.la por constipa.'des, lo nsllima. ptenriz. escarros dc sangue, .l.'.r de eos
(adose peilo, palpila^So no curacr.o, coqueluche
broncliile, dorna garganta, c lodas asmoleslia I lo lliuilissimn fino a 4^500 c
dosorgaos pulmonares.
HitLS'S?,or bH!a, p,c: n *><
Qucimado na I era conhecida loja da boa f.-
ni3 u >..
Como de lustre marca <\*>
castel,
Vendem-se' pclles de couro dc lustre de
multo superior qualidade a preco del-,
4/300: na rua do uueimado, na bem ronlto-
cida loja de miudezas da bo. lama n 33
LEQDES FINOS.
\rndem-se leques muito linos rom rica
\ pinturas, espelbo c plumas a -2/, 3-5o e 4/
na rua- do Queimado loja de miude/as d
boa tama n. 33.
ara escii|)lorios e arlo
ros.
Ve,,dem- se: resmas de papel de peso do
rnclhor qne he possivel haver a 6-7, dito in-
a 35 c 3S50O. dito paque
litoalaMeo
Toda a correspondencia e proposUs sobre ^""', stipuidcao e Causa va m a quasi iinmobilidade
das paites. Chegada em Santa Calliartna
em novenibro de 1847 a doeute cunsullou
varios mdicos, os quacs dciam o conseibo
de amptalo bi ai;o, comn o nico recurso
de salvar a vida. Foi euto acnoselbado o
uso da salsa parrilha de liiisiol a enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella es-
perinienlou tilo vaii^oso proveito.que con-
tinuando lempo segundo o uso do lemvdio,
chegaram as bridas ao melbor estado de ci-
ctrisacSo. (icaso he referido pelos houra-
dos professores Goudmaun e SamOey Haver.
REMEDIO IMCMPAKAYLL.
o a.'sumpio devem ser-lhe dirigidas a sobee-
dita agencia coinnieicial 155rua Augusta de
l.i-l..j,i, ou a adminislr r-.u do litarlo de
l'ernanibuco, prara da Itidepeudeucia ns.
G e 8.
- l'rccisa-se dc urna ama que saiba co-
zinbar, para una casa tic pouca familia : ua
prafa do Corpo Sanio n. ~.
Prccisa-se de una ama para todo ser-
vil;!) de urna casa de Unas pessoas no paleo
do Paraizo n. 8, segundo andar.
--- Precisa-se de umamassador : na pa-
daria do Lurte do Mallos, l'aga-se bem agra-
dando.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, que saiba cozinhar e engom-
mar : quem pretender falle na rua da Praia
dc Santa Rila, sobrado n. -i, segundo andar.
l'recisa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar o diario de urna casa de pouca familia ;
quem pretender dirija-so a rua do Collegio
u. 13, armazem.
Precisa-se de urna ama que saiba bem
engommar: quem pretender,diria-se a rua
do Collegio n. i;., armazem.
--- l'reeisa-se de una ama que tenha bom
c bastante lcite : no palco da sania i'rai n.
^.sl,,,^o;du.um a,,uai' ou ,la ,ua d0 ^uei-|dio incomparavel, e provar em caso necessa-
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhates de individuos de lodas as nacoes
podem testcmunliar as virtudes deste reme-
Rtin JMoVea n 54-
Madama llosa Hardy vende ricos enleitcs
do caboca pira scnhora, do ultimo gosto por
proco com modo, o chapeos de crep enfei la-
dos com flofes, pelo preco de syoOO rs.
Lo vas de varia s qua lidatle
Vendem-se ricas tovas de seda de todas as
res, robordadas e com l.ololas a 2$ o par8
ditas sem ser bordadas brancas e amarella*
para homens e senhoras a ib, ijoo e IOii,
ditas de lio da Escocia brancas e de core8
para bmnoiis c senhoras a 300, 400, 300 e
Silo, ditas brancas e decores, de algodao,
proprias paia montara a -240 e 320 e nutras |''
qualidades mais que se vende na ma do
Queimado na bem conhecida toja de miude-
zas da boa fuma n. 33.
Na rifa do Cicspo nja de porlas n.
12, vendem-se lencos de cambraia de linho
com toque de avaria a iC c 200 rs., n lim-
posa240rs., ditos com pintas decrese
barra, a 200 rs. e limpos too rs., madapoloos
muito lino.< com pouca avaria a isOQO por
peca.
Na rua das Cruzes n. 33 segundo andar,
vende-se tima escrava crioula de 20 anuos,
bonita figura, que engomtna, cos/i-cba e
cozmlia.elava : vende-se por estar gravklade
quatro mezes.
rua da Senzala-.Nova n. i2.
Ncstc estaltelecimciito continua a li
vrosasnOrs., canelas de osm torneadas Para
peonas de aCo a120 rs., caivetes hnissim,,.,
de urna aqualio lolhas al ,9 3 4; ,. ,,
LNoaniigoej bem eonbeeido deposito daraada I tras mais cous.8 quo se vend barate 1 na
Cadeia do Hecife, escriplorio n. 12, lia para ven I "ua do Queimado na bem conhecida lo|a ile
POTASSA E GAL TIRGEE.
B '.UVel der muilo superior potassa da Rus: ia, dita do Rio miudezas da boa lama n. 33.
mil 1 ompleto ..rtmente, de nioendas e i.:. ..;. ii;.k.__ '
de Janeiro e cal virgem de Lisboa cm pedra, tudo 1
a presos muito favoraveis, coja os quaes ficaro
os compradoressalisfeits.
meias nioendas para cnrjetilio, machinas
de vapore tai vas de Ierro balido (
de lodos os tumanlios para dito.
A '59500 \ PECA.
co.ulo
.I.MIt) DO PORTO GENUINO.
Vende-se oplimo vinlio do Porlo cm barris de
ra.
Vende-se com um pequeo toque de ava-;i"arioeoiia>, por preeo r.ro.tel: na ruada Ca-
ria pocas de algodao de listras com 47 co- :<,cia do Keeie n. i:l, escriptorio de Rallar A. Oli-
vados cada peca, lazcuda propria para rou-
pa de escravos, ua rua do Queimado 11. 11
Vondetn-se pecas de madapoln com
toque de avaria a 2/300 cada pega : na loja
de quatro portas na rua do Queimado n 10.
Salo muilo lindos para po-
lillos
Vendem-se muito bonitos botoes para pu
Vende-se banha derretida de superior i nhos pelo ha ralo prec,o a 500 o 800 rs. cada
a libia : na rua do lian- abotoadura : na rua do Queimado 11a loja de
,;el n. 35.
Farinha de
este.
SSSF.
Tri-
miudezas da boa lama n. 33.
lc&
SiOS,
Veri lunarias inksimas.
Na loja dc miudezas da boa fama na ma
do Queimado n. 33 enconlta-se sempre un.
rico sortimento de perfumaras dc todas as
quabdades. tnglezas e francezas, sendo dos
memores autores que ha em Pars e Lon-
dres, sabor : agua de Colonia muito boa.
sabaopaia barba de creme de amendoas,
agua do lavande muilo superior, Thaaan
aromtico para doiesdccahec, banha mui-
lo lina em ricos vasos, extractos de muila-
qualldades, extractos proprios para bolso da
esludante, essenrias dc varias qualidades
opiato o melbor que ha para limp.r denles,
paspara Imipar os denles, e oulras muila>
coosas que nao deixarao de raragar aos se-
nhoros compradores, oque ludo se vende
1 por precinho muito barato.
Em casa de Itabe Scbmeltau rua da Cadeia 11. 37, veudei.i-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Trauitann de
llamburgo.
@get>0$ )UQ.: 09
""" >o di. 3do mez passado Tugio do asf
genho \ elbo do termo da cid.de da Paialnl a
A {venara grossa.
Vendc-se pnrco
de tijolo de alvenaria I |lor ,,rero commodo.
grossa de prnnelra qualidade, botando-se
em qualquer obra eem qualquer mar,
peijo uiulatinho
Vende-S< na roa (la Cruz u. 34, feijao mulatiulio
Moinhosda vento
fiein de boleeiro de carros, edepon da lugi-
idaja lot visto aqui : roga-se portanto a po-
: neta e aos capitSes decampo, atirn de uu-
bm catvas de -2 du/us e em ba.r s de oilavo, re- ; li-nham lo.li. n,-..i,i-,.i ,.-. >J1 .....
peto^riga. ..trovado,, : vende- to^^Z^CiS!*"* ""^
alagan.
Vinlio do Porto, superior chamico.
te uiiicainenle no arina romhoinbas derepuvopara resar borlas e ha rua da C.deia ilo Kccife 11. Joaquiui i,oncalvcs de Albuquerquc e Silva e
1 -i, I -1,1 I. I .In .._______...... I- .
I). W. Kowman
Aigodftoziiiho da
va-se ter ella cabido no perao que existe na '""" adl',ru5-,riPas- aivao ele, acl.a.tdo-
, ele. ida ponte, mas polos exan.os quo ja o f a.^eUo ""f""" c ?US P"teuces embar-
.roredeu parece nao existir all c sim achar- gld2 ou PenllordOT segundo se diz.
roliraram eom este soberano remedio o uso |,8r" C0IIH'1,'--SC """ I""" embarcar, por os-
do seus bracos e peinas, d
epois -!e ter per-
laieni aordi
tiem delles precisar, uiii-
riz dobairro
C SAMO AMONIO.
Festa do glorioso, martyr San-Sebastiao,
advogado contra a pesie.
No da 20 do rocente havera' missa
cantada a's horas do dia e ladainha
tambem cantada .1 noite, distriuuindo-se
110 lim da inesraa oraees e versos doijlo-
rioso santo, licando exposta a veneraeao
dos liis ateo da 23. Consistorio da ir
mandadeIT ,le janeito de 1857.O es-' tasi; a iialure/.ado mal, cojo icsllado'sci'ta p-p fll" t llst* il\ pAii
niaiiecido longo umpo nos hospilaes, onda J*"S01? ^changa, casa defronte da igreja.
deviam suilier a ampulacao I Helias ha mui- ~. \fnde-*e Ul"11 escrav. do bonita lgu-
las, que llevando deixado esses asi los de pa-' n a""u'i,!'; "''"io-lava bera e coz'-
de. -imento, para se uo submellcem a cssa i' : ,'" rua lar;'a do RoM" :1,i. lercei-
operacao doorosa, foram curadas completa- i ro an|J.*r' ,
mente, mediante o uso desse precioso re- ^ omri" do engenho Ci.juia vendem- j ira8,
medio. Algumas das taes pessoas, na eluso S. llJ e.'1,vc'liini1 ;l 1fi"!,ou o milheiro, a
de sen reconbecimento,declararam estes re- eiro a vista' lla"se rapido e prompto
sultados benelicos dame do lord crrese-1carrc8sinc"10 assim como do l de feve-
dor, eoutros magistrados, afim de mais aCu-irc"'" em '' ''"'"suppie-'se de lenha a qual-
tenticarem sua alfirmativa. quer nadara, pondo-so a lenha as portas :
.Niiiguetii desesperara do'estado de sua Ia l*"ar com administrador do mesmo cn-
saude se tivesse bastante conianca para en-! Snho, ou com o seu proprietariu o tenante-
saiar est remedio consunlememe, segiun- coro nocl Joaquitn do Reg Albu-
lo algum lempo o trata metilo que nocess- clllL'nlllc-
Km casa de llenr. lrunn & Cotnpanliia.ua
ruada Ou/. n. 1.1, vende-se ccgn.ccm caixinlia ule
dalia,
FARSNIA
Trieste
provar inconlestavolmoiile : Que ludo cura i
" uiinif-Htv ht til, maspartciilurmeMe
nos ttguintei cato..
Inllainuiacao da ma- '
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras,
llores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Lnli.'rmidades da cu-
lis em geral.
Enfennidades do anua
da lloa-Vista u. <".
Precisa-se de nina ama para casa de
pouca familia, quem pretender dirija-se.a
rua Diroita n. 56.
Antonio Joaquim de Souza llamos vai
a l'.iiiop.i.
Foslers Nask da casa de Paln Nash o. Incita.|6 fisl -1!.>s no abdomen.
Kriabladc. ou falla de
calor as cxliotni-
dadds.
l-'ricir. -
Ccngiva? escaldadas.
in/.
Lepra.
-Males das peinas.
dos poilos.
de oilios.
valor.
A 2#$OOa |)cct e 300
Seis ;l val:.
vuitl.dedo comprador.
P
- ene.illia.ia em algum lugar de no-sas prai-
as. 0 proprietario da canoa gratiGca genero-
samente a (iuem pega-laou dalla der noticia:;
no armazem dc madeiras do Miguel, con-j
fronte o tellteiro doscanoeiros da rita Nova,
eu no pateo do Carino sobrado n 3.
Quem precisar alugtr urna escrava ja
idosa, sem vicio algum, para cozinhar e en-
gommar, dirija-se a rita Diroita n. 72.
Precisarse de urna mulber portugneza
.le incia idade, para ama de unta casa do la-
milla, COinposla de 5 pessoas, dando fiador
a sua conducta : nos Coelhos, rua dos Pra-
zereS o. 14.
--- O proprietario da casa ntei-agna da
ravjsaa Ua rua da Concordia n. 2(i I", a pos-
,uc livro de ludo e qualquer e-nlmiato, c
por isso habilitado pura com ella fuzer o
negocio ou tratisaecao que Ihe convier se
porem algueiu se jdlgar por qualo.uer forma
OU lilulo que soja com direito a mesma,
queira declara-lo por este jornal no prazo
de 3 dias, a contar de boje. Itecife 1(i deja-
neirp de 1837.
- Leuibra-sc aos senhores pais de fami-
lia ca quem mais convier, que a aula de la-
tim na travessa da Concordia junto ao u 3,
no bairrodo Sanio Antonio, est aborta, e
que o son professor los Valentrm da silva,
cooltu'a a recaber .in por prer;o comnioda
alumnos exlernoa e pensiunislas dando
bom iratamenlo.
Dd-st: iaOjOOO a juros rdzoave s, com
peuhores ua ruad, iraiaii. 13, egundu
andar.
-- Tomi-seaquantiu di i.omHion, dan-
do-se alem de oulra garanta a hypotheca
em urna multo boa esciava, fazendo se pa- i Companhia, rogaaquem tiver contra elle I luflamimaso do (igadi
_ iiiienloS mensaas doO 000, edm tanto que coutas particulares, queira fa/cr favor apre- ~ da.bexiga.
o i uro s.'ja mdico : quem quizer dar an- seula-las. VciAle-se este ungento no otahcleeimen- do polo diit.iiiutn recode I #000 o par. na | Esponjas.
iitincic por este Diario. Isabel Maria de Kiguniredo, professora I to gerttl de Londres n. 244, abtrand, e na iru* *'0 Qoeimadu loja ii.'4l, becco da Con i Drogas.
- Precisa-se tomar a premio a quanlia parlicular.tcmde novoaberto sua aula na rua loja d|o indos os boticarios, droguistas e ou- grega;5o. ; Ab'odo lizo para saccas.
de rs. ooo/ooo pelo lempo o premio quo se da Conceigao da Boa-Vista n. 56, e ensina a Iras pessoas encarregadas dcsu venda em1 (vydfJ\k ,k W^tksV DUo entrancado igual ao da Babia
convoiicionar, c da-sc por garante urna pro- ter, esorever, contar, coser e bordar de seda loda a America do Sul, llavana e llespanba. I^OHjPljfHj? i* JlOr" M\w\w K ten comoleto sorti ment ra f'r
priedade ha pouco acabada edeseiub.raca-le de ouro, esmerndose como sempre no Veade-sea 8%rs. cada bocelinba.contcm I '' '' r. ,'. .' .
la, nesta oidade : a quem convier dar este Ladiantamenlo de suas discipular. urna insii neo ... em porlugue/. para explicar a pefis do madapnISo avariadn : ua rua 'do | f n *?le
na .le capim : na lu ndiro de
na ra do Brum ns. ti, 8e 10.
Vcndp-te o graad. arninem aU.ndg.do do
largo da Assemblsa o. 20 (Korlt .lu U.llot), muilo
proprlo para qualquer eitabeteeimenlo, ou mesmo
p.r. retolher generoseomo ntnservioda .cla.lman-
lo, por etl.r col locado defronle do trapiche do .I-1
i'o.l.ui: i ttaiii na rua Jo Trapiche ti. II, primeiro
andar.
Antonio .lose de Castro vende polvo-'
ra de-superior qualidade a ljjOOo bar-
ril : as pessoas .le quizerem dito {ene- c''h"'''s.e discoberlos. pequeo, esrandes, He ouro,
1 '. .*' palenle inulez, para l.ometn e seunnra, de um dos
ro, appareeam em o sen escitptoiio, na mtlliom fabricanles de LiverpooL viodol peloalli-
ruaao Vigario n. 31, pan. ver as amos-1 P0 Pqu*ie aglaz :_em cata ue Soolball Mellor &
ao Sr. majo.
rquee Silva e
B., |, J., Ioao '-''PUsla dc Campos, ou alias no referido
.1II ll engoiiho .Volho ao seu dono o !lr. Antonio
n.gvuwvuinMw u *' cngomio .voltio ao seu dono o !)r. Anloni.
pala saceos de aSSUCa : eude-sc m ea-,' i,ll"s ,le Almeida a Alb..queiquo, ou no el.
ta de V O. Bieber & C, rm da Cruz ^|ell,|ho "-\"it da cidade de Man.angu.pe
. Di'. Iranctsco Antonio dc Almeida .; Albo
' qucrqiie, teto prompa c generosa rccoin-
W
I
ionios
Companhia, ru. do Torre* n. :|S.
\. O. Bieber & C. rua da Cm/.
n. V,
cumio, Tiburcio \ aleriano Baptista.
Anei.da-sc um silio no principio da
estrada de JoSo de Barios, o qqaI tem todas
as commodidades para residencia de urna I Alporcas.
familia, lem cocheira e estribara para % ca-
vallos, tanque para banbo ao pe de urna ca-
cimba com bomba, tem exfolente agua de
beber, muitas frucleiras, etc. : quem o pre-
tender entenda-sea distiactio por delta/,
de Sania hila.
Precisa-se de utna ama para Cozinhar
em casa de hoinem solleiro : na rua da Praia
u. I
Precisa-se de una ama para servico
Je de .ma casa de pouca familia : no alerro I Crupcoes eseot bul cas
vendem :
Lanas da Hussia.
dem inglezas.
Briu/o.
Di i ns da Russia
Vinho de Madeira
Algodao para suecos dc assuca.
SAO' SllTO LINDOS.
Ilicos co. les de vestidos dc lazcuda muilo
Vende-s.emcas.de Saondei, Biolbers i\ c. i.
ina.-a .1., Corpo S tuto ... II, .nuil superior ebetn
coolieclda (artolia del'riesle, da mareaprimeira
qualidadecl.taada em '.' do crente nd escooa lina, toda de seda c de um gusto muilo apu-
irado, chegados pilo ultimo vapor viudo da
Europa, muito proprios para assenboras de
tAlXAS PARA EXIIEXHO. bom gosto, assim romo chitas Irancc/as
a fndipao de ferro de I). W. Bowmann ua ani'> '>"* matizadas com lindas cores :
generosa recom-
pensa.
Anda continua a estar rugida desd-
o da 17 de fevereiro do auno passado, a es-
clava Joaquina de nacfio, com os signaes se-
IgUinteS: alta, secca, cara descarnada, per-
itas arqueadas, poUCaa vezes deixa o caxii.i-
i bo, lugioem companhia de um soldado do
dcimo batalbajo, de nomc Manool Ju.qutm
da Silva, ct nulo e esta anda desertor, lu
captiva por mu tos anuos em Paneltas de Mi-
ran.la,onde lem umlilho forro de nomo Joan,
o senhor que foi dessa negra anda ev-
islrjo mesmo lega, e chama-se l^etano
roga-se as autoridades policiacs c .-..piMo,
de campe a pprehenslo da dita cscr.va.quv
se dar 50a ts. do graliOcacfio, sendo ella cu
trege a o Sr, Manuel Perreira chaves, sen
senhor, ua Boa-Vista, na da Gloria n. M,
Na manhila do dia II do concille lugio
: um piolo crtoulo, de nunie Joso, tepresenlp
i ter l>sa 20 anuos ; levou calca de btiiii d.
algodao esculo, camisa blanca engoiinu.da,
chapeo do palbiiiba novo com una til ore-
la larga, tem os caleanhaies maltratado pe*
I causa do liobas, alluia regular, com as coi-
las talliadas e pannos no rosto de lodo'
Mordeduras de repljs. pe.a 2J50O, o vara" 300 rs., chitas escuras co-
i rua ds Brum, passando o chafariz/contin ha- JSo-SB amostras, ^ Joaqun. Joso de Sant Auna, morador no tor-
mo de logazeira, por isso snppoe-se ter se>
Vende-so urna poreSo de panniohos de vara I ver um completo sortimerio da taix'as de ferro fon-!Da lnja ,1a ln,a ''' delr""te de largura ..un un pequen., deleito, em dido e balido de 3 8 palmos d hnr.a <.,**. fAA QUEM 1
bocea, es quaes
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.
Saina.
SupuracOes ptridas.
linha, em qualquer
parle que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das .rticulacoes.
Veias torcidas ou lin-
dadas as peinas.
res li\o> a ItiO 0 c vado, ditas de padres
novo e lixes.. 1)0 is o c .vado i na rua do
Crespn 11, quarta loja quem volla da rua
das Cruzes.
.Na rua do (Jueimado n. 22, loja da boa fe, guidocsse oaminho cm ra/ao de ter niai l.<
v dos
ierro.
Xafundieode (' StaiT.VC, *mSan-
to .Vinar.., i. Ii.un-se para vender atados de
Ierro, de conslruerno muito superior.
- Vende-se superiores luvas do Jouvlu de
cores, lano para liom.ns, como seuliotas, AlcalrO Je cana",
.-oiidn as melhores quo lem \ nulo ao merca- Lunas dc linho.
.caam-se a venda, por epreco commodo e com ^ completo sortimenlo de grosden8p0: ma V'*'* bd7 b'^'coni^^m"^^
pro-.npt.dao. e,ubarcam-s oucarrega.-se em car- ,e de s(>d., ,it ,illdas Cles; aproveitem antes ; go ue ouro p.tene suissoZ. corro,.e de
que se acal.em, que a lesla este com nosco,' ouro, um par de brincos de lilagiaa, o ens
assim como cha. eos do Chile muito linos,: pedacos de ouio veMio : roga-aa aa auton-
que se vendem por menos que em outra dades policiacae opilaos de campe o pren-
pa rte.
, i
g&R& la,
ro sennlcspeza o comprador.
.Na ru.. do Trapiche u. li, escriptorio de Ua-
noel Alves (juerra. vende-se por commodo preco e
esuitilo : superior vinho do Porto em foairis a.,
oitavo.eli.pev de fellro, e no Rio dc Janeiro.
Km rasa de Saunders Brothers ov *.',., praca
do Corpo Santn. I I ,ba para vtud.r o segitints a
Ferro inglez.
Pisa da Sueeia.
aecHiaisi

duiheiro, anouncia para ser procurado. Offerece-se una mulher branca da mia o modo de lazer usodesle ungento.
-- Um guarda-livrs arrumado,em urna idade e bom costumes, para o wrvico del O eepositogeral beemeasa doSr. Soam,
das principaes casas de negocio,nesta praca, casa de um homem solleiro ou dc pouca fa- i pbarjnaceullco, na rua da Cruz n. 22, em
deseja mudar de lugar- quem precisar de I milia. ainda quo soja para silio n por lodo I Pernmbuco.
.-.ou prcstimo, dirija-se em carta fechada a i proco quem precisar dirija-se a ruado a- JohAn eped Ikin engonheiro, retira-
esta typographia sob as iniriaes 0. B. Iguas Verdes n. t ipara Inglatena
Quoimailo n. '.
--- a verdadeiri ;raxa inglez. u. .. j.
aiamad-s fabricantes l)ay A Martin, em
barricas de 15 duzlas de potes: cm casa do
lamo- Crabtree A Companhia, rua da Cruz
0. 2
|Ca1 de Lisboa e potassas
Na rua do Trapichi armazens ns. 9.e
11,, vende-se superior potassa da Russia
e americana*, cal virgem dc Lisboa, Ja
m li-, no. i que li no mercado.
3.
,\afim)|.;ao ni: iris no no lm.e-
NHE1RO DAVID W IHlW.MW, \.\
RUA HO HU M.PASSANDO O ollA-
FARIZ,
Iia6empre mgraodesorii-fljfnlo dobsegan4et ob
jeetos ileiiir>i-liuisiiios pro|iiios |>araeii-.enlios,a >a-
br: moendase metas nioendas ,1a tna.s moderna Jos Jo.quim de Souza danuella cidade, foi
construrcau ; laf.as de ferro lunh.lo e balido.de i i je i-i ,
tuperiorqo.lid.de a da lodoso, tama.....; ruda mprsd pelo abano assignado aoSr. Hilario d
dentadas paraaeuaon aiiimaes, de indas propor- Alhandra Yasconcellos Jnior,morador no angenh..
Tapu freguezi. do Pilar de*u provincia
quem o pegar leve-o 3 ru d. Concordi. a Pedro
Antonio Teheira Guimae', qua ser georo<-
men'e gratificado.
daiii e levciit a rua da l.uia n. 'i, que serio
rcoompetieailos generosamente.
Fugio lionlemas horas,um anua Bla-
lo do nome Tbotna/, lio, reforrado dc corpo, aasi
marcas da bexig.s, peraasgraejo, < ucllas n.arrjs
i!e ceratizaa as rauellas, falla cea tnuia n-ara i-
iliio, levou vestido raniisa da panno n\ gr<;c/.
guarnecida de ornlo braceo, nos oml.ros e pu-
nhos,abena na frenle.mfurnia dc pililo: eolees
rravo be natural da Parabiba o loi cscravo do Sr
Carlos Coelbo, que o liouve por ber.nca di -eu so
c.'.e-; crivot e l.occade fnrnallia recislrn do l.o-
eiro. ae;iiihi>.brn.i7e-.,par.r.iot ec:.villie,mni-
ahonde roa ndioca, etc. ele
NA MESMA FUND CA O
i,-1-1 wul.iin. i-il.is asencommendas ron a -upeiio-
ri.la.lej condecid a ecom a dev id api lera, com- i -
ILEGVFI
modidade em preco.

IKItN INP UK U. I llh I AKH i


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