Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07687


This item is only available as the following downloads:


Full Text
4NN0 XXXIII N. 14,
Por 3 mc7.es adiantados 4SO0O.
Por mezes vencidos 41,500.
DIARIO
SEI-IMIA PERA I!. DE JAXEI10 M IM7.
Por auno adiantado I5H00O.
Poitc franco para n inbtcriptoi
BUCO
*^
KNCVKUUAIMX DA SIIBSCRIPCA'O NO NORTE.
Pirehiba, o Sr. Joeo Rodolpho Gomes ; Natal, o 8r. Joa-
qun) I. Pereira Jnior ; Aricis, o Sr. A. de Leraoi Braga ;
Ceirt, o Sr. J. Jos de Oliveira Maranhao, o Sr. loaquira Mar-
auet Hodrigue ; Piaunj, o Sr. Domiagoa llerculano A. Pesioa
carete ; 'in'. oSr. Juitino J. Ramoi: Amazonas, o ir. 'Jero-
nyzno d CoeU.
PARTIDA DOS COKHEIOS.
Ortda : todas os d.as. ii9f mota born no da.
Idaarataa, GoialM e Paralaba : n.ia .eKunda* e tastai-firtl.
S. Anlao. It|,<-rr..s. llralo. Caruar, AJlint. e Car.mh.m* : na |,-rca-fe,ra.
5a laaareaco, rao-dMIho, fCatfrea, Linn-,ru, llrejo. lv eira, Flore, Villa-ltHla. ltoa-Vi,>a, Oiiricur* a Eiu : as .|uarta-fciraj..
Cabo. Ipojuca, SrrintiJein, Itio-Forraoso, Una, llarreiros, a-Prela,
P.mrnlclraa e Natal : unintaa-reiraa.
(Todos a> eenelaa parte l 10 hars da rllala.
AUDIENCIAS DOS TUIIHJNAES DA CAPITAL.
Tribuoal do commercio .- segundase quimas
Relaco ; t'rcas-friras e labbados.
Fazend. ; quarlaa e aabbados es 10 boraa.
Juizo do commercio: segundas aa 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo deorphos : aegundas e quintas aa 10 horas.
i'rimeir. vara docivel segundea e sex Segunda rara do eivel: quarlaa e eabbadotao meio-dia.
F.I'IIEtlKltlhKS DO HEZ DE JANEIRO-I
3 Quarlo crescenie as 9 horas e 5< minutosda manboa.
10 La cheia as 6 horas e 48 minutos da manha.
18 Quarlo mioguanle as 2 horas e 3(1 minutos di m.inh
25 La ora as 9 horase 6 mioulos da tarde.
i'IU'.am \l; i'i. iii'.n..
Segunda as 10 horas e 54 minutos da manha
Primeira as 11 horas e 18 minutos di tarde.
das da semana.
19 Segunda. S. Dimito re m. :Ss. Aiidifrix e Alibi, uc irme mm.
-OTerra. S. Fabi,io p. ro. S. Sehdsliao ni. ; S. Neopttilo ra.
21 (Juarl. S. Ignez r. m. : S. I'alrocolo m. ; S. Lpiphanio b.
22 Quinta. S. Virentetiiar.. e Anadiarlo mm.
23 Sen. S Ihlrfuusoarc: S. Fotereciana v.
24 Sabbado. Nossa Senhora da Paz : S. Thimoleo b. m.
11 Domingo. 3." depois da reis. S. Auanias : S. Juventiao-
EXCARREOAIXIS DA SritSCHIPi AO No MI
Alagoas.o Sr. Olaudino Falro Dias: Baha, o Sr. D. Dubs-bi
Rio de Janeiro, o Sr. Jo-io Pereira .Martina.
mi i'i:n\ \Mlil i n.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiro. de rara, ua tul
livnrii. prac di Independencia os. 8 e 8.
PARTE OPFIOiAL
OOVERNO DA PHOVINCIA
Exaudiente al alia 16 de Janeiro.
Oflicio ao Bxm. presdeme da Alagoas, iulei*
ramlu-ude haver remellidoao cominandanle das tr*
mas a relacao doaarligos de fardaroenlo pertenec.*
les ,ii pravas do oilavo balald.lo de infanlaria que se
acham despeadas nesla provincia, t bera assim au-
toristdn o director do arsenal de guerra a foroecer
ao coraraandanle do referido betalhfto os dona cal-
deiraes mencionados no pedi lu que S. Esc. envivu.
Fe-se o neressano expediente.
Dito Ao Eiro. cominanilanle das armas, dizen-
lo que pela leilura do offcio que remelle por copia
'lo Exm. presidente das Alagoas licar.i S. Etc. iulti-
rado de haver ella concedido baisa ao aoldado do
legando btlslbao de infamara, Manoel Xavier, que
alem de contar perlo de 15 annos de'servico activo,
loi juls.i'l'i, em mspecraode saude, incapaz de con-
tinuar nelle.Commuuicou-se ao referido presi-
dente.
DitoAo iospeclor da lliesuuraria de fazenda.de-
elarendo, que o director do arsenal de guerra par-
ticipou haver fallecido no grande lioipilal de carid.i-
de o africauo livre de nome Sal, que >e achava em
tralaroeulo no mesmo hospital.Fieram-se as un-
irs commonicares.
DitoAo mesmo, inteirando-o de que o joiz de
direito da comarca do Rio Formoso, hachare! Ma-
noel Jos iia Silva Neiva, enlr-ira no da ti renle M su/o de un mez de licenca que Ihe foi
concedida, pastando o ejercicio da respectiva vara
ao juiz municipal do termo de Barreiros.Tau-hem
se communicou ao conselheiro presidente da n-
laeJo.
Ditoo menino.Sob niiulia reponsabilidade
mande V. S. adiaular an lenle coronel Pedro PW-
col,ii Fergucstein, conrurnie elle pedio no requeri-
mento -obre que V. S. inforniou em 13 do trrenle,
a importancia eslabelecida para nina znvalgadura,
valo que Me assisle direitu a duas por ter sido no-
meado cuiiiiiiaml mis do cor|H> de goarnii;ilo do
Amazonia.
A ordera do lliesouroeiu que V. S. se funda de-
termina que aos ollieiaes transferidos para corpos
destacados em oulras provincias se nito abone sold
ilsuin desde o da em qae ajuslirem cuntas com a
thesouraria e se Ihes passarem guias ; ma esta or-
dem pode ser cumprida pas de pagar a cavalgddura de que ae trata, pois que o
pagamento dessa cavalgadura lauto imporla seja
realisado aqu como em oulra provincia, lenJo elle
em todo o caau de correr pelos cifres geraes. Ac-
cresce que o ollicial de que se trata, segundo me
declarou, leni de comprar o cavado no Maranhao
ou Para, em ciinsequencia de haver falla de cavados
na provincia onde vai servir.
DitoAo director geral dos indios, recommendan-
do, que contrate e manda apresentar ao drerlor das
obras publicas nesti capital 30 m no- de boa saude
e robustos, allm de serem empregadoa nac mesmas
obra, vencen,lo o salario de 800 rs. diarios:.Com-
muuicoii-se ao referido director.
DitoAo lliesoureiro dis lotera da provincia,
remllenlo competentemente npprovado o plano
dadt moderna, leve como elemeulns principaes, o
deaeobrimenlu da imprensa, a plvora e a bus-ola,
esta trindade raeio benfica e meio prejudicial so-
ciedade humana.
Podamos tambem dizer que depois do principio
desle scalo cumecou ama nova era, e que a appli-
car.io do vapor e da eleclricidade s3o os dous moto-
res prodigiosos, que a Providencia deslinna para ope-
rar outra transformado as diversas relac&es da vi-
da dos povos, e accelerar a uuida.de e harmona do
genero humano.
Diversas causas, lidias da barbaria dos lempos his-
tricos anda lulam obstinadamente contra os ele-
mentos civilisadores, qoe lendem pala a realisacilo
magnilica desle immeuso retallado ; mas, como as
leis do pronrrsso ..m falaes e divinal, temos a espe-
ranza consoladora de que esses principios timbicos,
que anda intarrompem a marcha da soeiedade, ho
de desapparecer um dia, para dar lugar a solomo
verdadeira e joala da ida humana.
Todava he iaeonlestavel que o lempo e o espado
vilo sendo todoa os dias vencidos pelo vapor e a elec-
lricidade, applicados pelo hornero, esse habitaule
phemcro na vastido do mundo, que so o peusa-
menlo pode cumprehender. Temos para n< que
este secuto mo se encerra sem que loda a navegarau
' vela seja sulialitoida pela forja patente do vapor,e
sem que a eommanicacao do peosanunto entre as di-
versas ir.ic.o--, que constilaem a humanidade se ef-
fectue em minutos, por meio da eleclricidade, esse
mysteriu ila nalureza, coja eiplicac;ao devenios ao
im mor tal Fraoklin.
O paquete de Murselha cliegado da capital doim-
O que maia rebulijo por ca tein causado, tem
sido as preparativas da stimptoosa Testa da Sia. da
Saude.
a Nem ajuiza a ostentarlo, que se prepara para
ella. O Sr. cirurgijo Silva he o juiz, e d urna
brilhante partida no dia '23 por occasiao de levantar-
se a bandeira.
l.ogo que mi seja possivel pilliar e-criplo o pro-
sramina da festa Ih'o enviare!.
o Appareceu por ca mn bumba meu lioi o
mais estopido e groseiro dot diverlimeiiloa popu-
lares : felizmente uui monje- que stava prepa-
rado para dansar no bumba foi embargado pelo
nosso litcal, que nito eslava de animo disposta para
ver lauto ridiculo pesar sobre nina populacho civili-
sada.
REPARTigAO DA POLICA.
Occurrenciaa do dia 16 de Janeiro.
Forma preso : pela subalelegaeia da fregnezia do
Recife, o porlugHez .Manuel de Santa a Silva, por
desobediencia.
E pela subdelegacia da fregus!* do Pojo da Pa-
nilla, o portuguez Izaac Alves de Oliveira, por de-
snrdem.
Sifterafora*
cr Fol no dii II, como soube. festejado em Api-!
pucos o Sr. dos Pas-os.e se bm que aleuns cavallei-1
ros ignorasssni as mais enmesinhaa regras de nina I,,"', Cl^ra 1ue Por s' ,0 'a, coir^rehender o seu in-
corrida na tal cavalhada que la Inuvc, todava | teresse. 1,'mi eslatislica iulelligenie e moderada ele-
outrns correram sal^faloriamente.
o Houve ne imite urna partida.
O tal presepe empasiiimlor da Casa lorie disse
vispora mi i sei e devido ao enjoo geral, que a
respeito delle havia, o que he cerlo he, que cahio
de calrapos, morieu de estoiro.
u Vmc. quer saber uina cousa '.' Ja ettou moneo
de ouvir fallar em babads refegos, repolego>, bi-
cns, franjas, fodios, cainisus, corpiuhos. visita-, golli-
nhas, lilas, collarinlios e o di.lio, que carresue a
tu lo qusnto iiiventam is-a.a modistas de alem-mar
Mas quero que un livro serio seja expurgado do | produzam -empre o mesmo resultado'.' Quiz-se re-
inlcresse vulgar dos lacios accessorios, que nao le- : duzir toda a que>to i una queslao de clima. Disse-
\ .un direito ,i consumarilo. i.iuero que se nao dis- su,por eieinplo.que se a Inglaterra he a Ierra classica
Iraia cada momento a ltenlo |ior narrares do suicidio, he porque o clima ah inspira singular-
puramente lomanticas, isto he, que su seivem de : mente a melancola, ao passo qae se tao raro he eu-
oi minenlos ao assumpto, e que nao levam direito Ira os povos do meio-dia,|he porque o ar que ah se
ao lim. Quera tambem que M. de lloismunt, cir- respira faz amar a vida. Maa esta explicarlo lie
camscrevendo-se ni.iis estrictamente no limite dos'. insuflicienle, e nao dara conta desses holocaustos
fulos observados, uao loase pedir alsoma cousa .i humanos de que tantas vezes hao sido thcatro as
obras de pura imaginario, que naturalmente nada margens do Gances.
DO SUICIDIO EM SUAS RELACO'ES COM A i provaro. Nao sei tambem que o suicidio esteja em voga
A lealdade completa do autor leve o cuidado de cn"e esses povos dts eitreminades geladas do polo,
indicnr as fonles a qoe fez estes emprestimo-. Mas | onde o ataja ingrato clima deveria inspirar tristeza,
leria tido mais espirito scientilico em saber abster-
se delles. >lo he aioda asta a principal etproba-
eao qoe farei a M. de Uoismont. Seu lvru be es-
rripto muto a pressa. Ella atiesta industriosa pa-
CIVII.ISACA'O.
I'rimtira part.
I
ln-f reverei, desde is primeirat linhas deste estudo,
va i mais de Irezeolos mil o ntrairo dos suicidios j ciencia e verdadeira eonsciencia na disposicHo da
pao, nos Iroaie a grata noticia deque urna com-1 para marivrin de um pobre pai de familia. Felizes
Pnha ingleza lizera urna propo-ta ao governo ge- lempos aquelle,meu charo, que a inulher com urna
ral, para eslalielecer um lio elctrico entra esta ci- barretina, r seu ve>lido de paouo e mio, com seo
dado ea do Kio de Janeiro. He muito prova\el
que a proposla seja aceita. Como quer que seja, a
reali-orio desle grande melhoramento coinmercial e
civilisador lie boje o objeclo de todas as aspirar-Oes
da (inmensa familia hrasileira, e mais cedo, ou mais
larde ha de cooverter-se n'uma realidade.
Um laclo que prova as contidrraroes geraes, qoe
ar aliamos de exprimir acerca da futura IransloriiH-
'.ao social a* quo o vapor he chamado a pralica, lie
incoutestavelmenU i uiulliplicidade de linhas de va-
pores transatlntico!, que todos os dias se vilo for-
mando na Europa, pira ligar o velho mando orien-
tal, a America do norte, e o contuenle sul ameri-
cano com a mesma Europa : nao fallando nos ou-
tros-servifos deste genero, ha boje entre o Brasil e o
continente eurupeu oilo Mudas de vapores, qae par-
lein iiieiisalmenle de varios porlos ; una da (eno-
\a, outra de Marselha, tres de Southampton, sendo
duas ingieras e oulra de llimburgo, urna de Liver-
pool e outra de Lisboa.
O paquete que ltimamente chegou da Europa,
foi o leutonian, o primeiro que inaugurou o ser-
vido de llamburgn. A noticia mais importante de
qoe foi portador, he a complicarlo entre a Prussia e
o Canillo de Neufchatel ua Suissa. Este incidente
vai lomando um carcter grave, mas parece que lu-
do se majara' amigavelmente, pois que as graudes
p temas europeas Salo actualmente as mais inter-
sala- pelo eocego geral da Europa, ao menos por
alguin lempo, para recuperaren, as grandes per.la-,
que Ihes causara a guerra du Oriente.
O mesmo paquete coiiituzio a seu bordo o
coz de coito, su.is muuguinhas de refegos eslava u
trink Iloje.o eu sei, so eusei o diuheiro que se
escoa insensivelmenteile nossas algibeiras para (aes
bogigangas anda bensa-me, queja s falla que es-
ta para chegar Din carregameuto ile ligiiriuos, lodos
vestidos de saias, e tirnes de lila, ou duraque.__
DsXM qneira afim de descangarmos de tantas frio-
leiras.
Meu charo.ainJa ha maita gente estpida ues-
te mundo, e en so queria ser como he ella, por es-
pac^ de nm minuto, para ver que consolacao se en-
eonlra era tal estado! Pois nao be Vmc. o que
umdosvossosjovensinaisdan1ys.dis.se a unja, pe-
quena, vendu-a com um bouquel n |l,. pena
minha senhora, que lio lindo ramalliele esteja uai
mSos da senhora...! < A menina, que lie ilessa' c<-
sencialmente do scula XI V.sallnu como uina piabi-
nha eomp.,raudo mal O que faz i.ena.Sr. Fulano
he ver quanto o Sr. hepedaro de asno Yroe.DO
tem deve nolar.que o jauot- d. vergnna quiz ver
se com aquella hue/.a a pequea dava-llie o bouquet,
a couaa foi essa, sahiu-lhe o anuo Missexto, ai, mea
Dos '
. Nao ha ventora
Como ser tolo,
Qae (er milo
He mal sem cura !
tJ\ '""'"" qoe r""levc "* l-rimeira missiva
o. Mda c..m sua, trombinhas- nao eei peque ; eu
1.1o disse nada que oflendesse a ninguem, es., disse
que Smc. enviou para a elrarc.ao das mesmas! cnsul de Portugal para esla provincia e o respecli- que todos di/em, e se mlu auerem'nuc '. rii. a
faoam com que me digam, purque i
eu nao hei de dizer que uta, digo, e esta'
la o que disserem !
Lm malulo havendo amarrado o seu cavad
v'uva, em a luja
lotera-.Igual reine- i se fez ao inspeclnr dn (he-
sooraria provincial.
DitoAo pies.denle do collesio eleiloral do Li-
moeiro, aecu-audo recet ida a copia authentica da
acta da eleirao a que n proceden n'aquelle dislrjcto
eleitural para um deputado e um tupplente a as-
semblua geial lesi-lali.a.
Dito Ao presidente do eoiiselho de revi-o da
guarda nacional da fregnezia do fuiqoe, dizeurlu li-
tar ioteirado de haver aquelle cousellio ruiicloido
os seus trabalMoa de revisao da qualilica;ao d.s ci-
ladaus daquella fieguezia, que esiao no cas de se-
rem alistado
vo rhanreller.
OSr. Jos llenriques Ferreira, nomeado para a-
senciar os negocios dos subditos poiloguezes nesla
ei la le. nao lie um humein ubscuru, que precise do
tttdff&sr1"|,ara adqu,rir direi- s um^^r ,ss?r
Cavalle,,,, d,.r,o. .uriscon-oltu redecid,., po- 'Z^nV^^?^^?
Mlicu honesto e -everu em suas convienes ; a sua ,os se da forma e oslo do nafaao, o <*; ? B"
.14. paterna apresen.a pilases nutav.,,, que retlec rer a toda bri la, ES* Ek3fc?lfZ
por.ogoez. bastante : Inslezes, e.apus ,. p.Um,,lai*C6 a no.! n *
i sou em estado miseravel!
para O srrviei 4a guarda naeiunal
Uitu X cmara niiinicipsl do Itotnlo.appiutai.- 'i- '"". coiifSeai.|rie por vezes, ate li'i.
do a arretnstae.lu dos diversus ramos das rendas da- ;%l1 d'Aveiro, ei.iniiii5si..,, i,, .,.,
__...J. I.C-^ssi r,l,,.l.-.......... ......_.. .^
quede municipie, no valor de l:i->~3000.
Dita A enmara municipal de lioiauia, .lizeudo
ticar cerlo de ja lerem entrado em exercicio os ci-
d-.dos altimainenle eleilos para vereadores e juizes
de paz das diir-renies dislrictos daquelle muiiicipio.
Portara Mandando nao encapar as obras do
,'>. lauro da rainilicirio da villa do Cabo, as quaes
deverao ser cuucluida- |.or adininislracilo, mas laii,-
bem multar o respectivo arremtente benlo Jos
Pires e seu liador na primeira parte du valor da ar-
rematado das mesma obras, visto que. segundo de-
clarou o director interino da rop.rlii.ao das obras pu-
blicas, nao foram ellas acabadas uu devidu lempo
p..t incuria du referido arrematante.Fizeram-se
s necessarias commnnicaroes.
Dita Conce leudo ao amanuense addido da se-
cretaria .la presileticia llraziliano Msia|liies de Cas
tro mais l das de lireuca com encmenlos para
tratar de sua saude.Commonlcoa-se a Ihesourana
provincial.
Dita Mandando admilllr ao servido do exordio
como voluntario por lempo de G anitus,o paisano An-
tonio O Mlon Carneiro de Moura.l-i/eram-e as
uccessarias cotiimuaicaie<.
tem sobre o iilusire cavallriro
lustre e credit i.
I ni dos principaes sustentarolo do poder liberal'
ilepois da restaurarao de Portusal. governo de S. I
o govrrno ci-1 rt0,
alsuns
aliada ota um espirito de prudencia a moderara...
lauto mais luovavel, quantu rara nessas pocas" de
lomudo e emllacao de ideas, que Matamata seropre
succeder ao Iriumplia das graudes reacres pol-
ticas.
Chamado tambem por vezes a tomar parte n.i re-
preseiiiaco nacional como depolado a- corles de
Lisboa al I83SL a reorsausarAo de lodos os ramos
da administrara,, publica, gra'vemente abalada por
urna revolujao sangrenta e pertinaz, deve-lhe um
ronrurso valioso e importante.
O Si. Jos llenriques Ferreira, achava-se na sua
quinta de l.uero, repoutandu um pouco de urna vi-
da de abnegarlo e sacrilicios em Mivr da sua patria,
quaudo foi encarrega.lu pelo izoveruo de S. M. F.
da direcrao do consulado de Peruambaco, onde hoje
se acha de poase.
O Sr. Malheus Luz t.oelhu de Magalhaes, chan-
ciller do consulado o lillio do distinelo orador por-
tuguez. o Sr. Jos Eslevao Coelho de Masalhcs,
lie um joven sympathico.de orna educaran lina e
desvelada, he mancebo de mullas esperar-a-,. Da-
mos os perabaut aus subditos Portuguezes 'residen-
es nesla cidade pelas duas felizes escullas, que
Dita Hemitlmd.1, de couformidade com a pro- desle dous cavadeiros fez o governo de S. M. F.
po-ta do cliefe de polica, de 3.- e 5.- supplenles dt.. Parle na semana prosima para a Ilha de lernan-
sobdelegado da freguezia de S. Frei Pedro Goncal- I do o Eim. Sr. geueral cominandaule das armas J<>-
ves do Itectfc o bachsrel Jnaquim Antonio Alves Ki- j se Joaquiin Coeloo, para cooliecer do estado daqacl-
beiro e o Dr. Joao Pedro Maduro da Fnnseca e no-11* '"a, aliin de lomar as providencial, qae coavier.
meando para -jpp'.eule- do mesmo subdelegadu au Muitu couliamos ua viagem de S. Ec. a nquelle
eidadaos seguintes: i presidio, e estamos persuadidos que ama no*a epoc
Vara SV supplenleO I." dito Saluslianu de Aquiuu | ai appaieeer naquede lugar.
Ferreira. Enlrou hoje no nosso porto procedente do Havre
Para 8." dito.O capil.lo llomingos Alves Matdeu-. Mrijue fiai.ee/. . Para .-dilo.O alfere, Manoel Joaquim heve. | pela demora em conseqoencia do grande temporal
Para j." dito.O teueule Manoel l.uiz imneaUes j U.ue houve em dezemhro no Canal : mas felizmente
Jnior.
Cominunicoa-se au referido chele.
RECIFE 17 DE JANEIRO DE 1857.
AS CHORAS DA TARDE.
RLTR0SPR1T9 SEM\ML
; e-iao desvanecidos os recelos de nao ler ido o lima
', inda desla vez reunirse ao corpae voarem au-
tos para o reino deNeptuno.
Au ferdarmus uos. Iralulho somos interrumpidos
pelos ni mnenlo- dos passeadores da festa de Ja-
boalJo, Nazarelh, etc., que deven, ler lugar ama-
I abala.
I alleceram .taranta a seman
Consta-nos que a nova illosIriMiaa calara
u...c.pal esl. dispo,,.-, porcobroa .-es de-iiH,"
e .busos quo a voz p.blica ireuia d, parte de
rlnsscuseii.|.resad,i.. A propusil,.. .\a .B
couvenienie. qoo acamara moolcipal conlralam
a achigraphopn.H .p,.,,,, **?
tSSET*l"" ,al n"""i,la ^e"' ",ui' S*
e pe lo 'raM."', """,U,S **" P-W'co a
aI....I a .,np.e..sa puderia com mai, racilida'le ceii-
idade?" M tD"Ua' io"""h* SSm
d.7aiar^e^,T,a,^/U, qe 0,?0Ve^,,,, de S- M- 'M>
de Inglaterra, por intermedia do seu ministra d.
..egneos eslrangeir.,, remet.eu ao Sr. Mai.oe lili
a,',' ii'"""?'ri"lor 'l0 eemiterio publicu un?
medalh.ofler.cid.-em lestemunha do' se vp'osTr
ne,e..,,cmad,,M C,",er0 *"* ""'- SC
O Sr. Dr. subdelegado de Santu A
ba de prunuodar odecano d, proprietario, d,^!
sus de labolagem, Laiz Jos Marques.-Deos let-
ra que esle eieraplu aproveile. q
Ceuhecemos um moco, que por defrreui-ia II
nba urna cas, de Uj^^uSJSJSrSkTZ.
ca,iao por cena auloridade envorgonl,.,,, ,..,",-
que nao su aeabou com a casa de STZS ive o
mais retirado p.s,ivel. tratando do,*" sen L'?
que sendo menos lucral,va.,lhe da,, mais num '
O Rvm. Sr. padre Manoel I linniaz. la -
poas. da capelln,, do quao balalUa ,, Sr\tuS.
lemo, feemeomoesse eorpu e.la.eice.lei, e Z\d
Sr ^JL%^^"lore.pirilu.,1, pur ,, 7TZ
Mi naquel e presidio eaB.ai SSL "a JS ,'1
dade e ze o do Sr. padre l.oyuda. a que levantar,
do estado de .ivillanieulu a une lata cl,e"rln .
espiritual uaquella i,^a,cunfVrm,0w,|,r,^d,z^>r
lizme.ileai-aduExin. lenle
la das armas he u
la
di
general cominan id.
ni pragiiutiico lisongeiro itara a in
lal.ndepende.icia dos dous poderes a,,X pre-il
- 13 pessuas, sendo : il,lu- "' c"" dalmas no exercicio de sua
!'?m"W'.. I,,u",,r's e '. Pirvolos, 11 v re- ; I ho- I su col'liece como juiz u hispo, ou seus dele','.,,"
inens, 'J mudieres e I parvulhoi escravos.
Coma-
n
"jauto a situaran interna da provincia, podemos
isseverar sem merlo de ser cooteslados, que todas as
comarcas gozam do mai- completo socego. A' ex-
epe.tn do excaso nos preros dos generes de priuiei- '
r.i uccessirlade.que lornain hoje a vida dilliril im lo-
das as parles, aarrla^es suciaes da populartlo per- i
PAGINA AVULSfl
I1:.L' HS1I.J
Poro da Papellalia sesunda missiva du nos-
ci'rres|)odenl do Pojo colhemos o sesuinle :
- O I'ojo riiutinu.i na mesma a como nunca em
u. Antuniu; ^SsS^^SSTtL
de alsuns inspeclure-. "emaselo
Foi um individuo espancado na ra da Pnl. -
. polica esta procurando a a......S* i'.?u.a
o crime.
II
mente se desenvolvido : goza-se de lado que pude
i ama paitarla em re,ta n ,, -
em d.aule. os ca.xetro-, fureir..am
e ralladores jngam a ludia.
nambucan, saobaala'ote lisongaira. [lempo alum eWrelacSoloixo^ qoeTem"'urii,a^
As noticias recebidas das diversas localidades do' ~
imperiu, durante a semana, sao salisfalonas sob to-
dos os aspectos.
A nova phase social, em qoe ahuinaiiidade entrno
no meiado do seculu XVI, e donde deriva a socie-
ollerecer um
lizmeule ato
tar-se desgoslo
seja.
psssar de Testa, nao havendo fe-
I oje, Dos louvado, que laiuen-
algum, de qualqner generu que
Hospital de caridade, Ki de jane,,,, de Im,7 _
I. 'lenles.
lenles.
IT7.
He anianAia.
ORIGINAL 00 Di ARIO OE PERNAMBUCO-
A ^^lllaai.
IS DE JAME1IIO DE 186".
lntoria dei CohHUhhUs por .1. de Camarluu.
Paira um mysleiio rpia-i impenelravel a hisln-
ria. diz Camarluie ,.., aua hisloria da llussia,-obre
o ber^o dos povoa, assi,,, cu,n pajnl umil nuvem
sobrias ua tida- de gelo.
a Por malares queapjainos esforcis e svstemas
dui sabios para remontar aa oiigens das iiaroes e
depois seu,r raca a' rara e |.as0 a passo as miara-
Ces iminensas e inexpltcavei- dos Irashordamenlos
de liomrtis, lodos exlravasados. esundo os mes-
mos saino-, da* planicie- da alta Tartavia, o espirito
se perturba a visla das r.arraroe hypothelieai dea-
se historiadores do mxsterio ; apenas percebeui-se H, antes de nos ecupar com a nova obra
l'liiers enr-onir i a origein da Kevolurau Ir.mee/,i I nossos dias na historia dos Girondinos, e na da lien
na langa oppress lo de todo o genero que a classe. louraro, diz o autor das Memoria Paelietu ele-
priMlesiada exerlcia sobre a maioria do puvo. I vo-me hoje a esses anuos tilo cheios e lia rnidos
I,,/ lllai.r. remonta-se pelo peiisamiiito ao anuo P;,r;1 na,rar > liislona da primeira ase,nblea nati,,-
ue lili, c o concilio de Coiislanta em que se laxia- "l1 ""><*. que se chaniuu por excell-ucia a /--
ra a seiilenra de marte contra Jo.to iluss, as reful- i "niUta comliluiile.
mas religiosas propastas por l.uibero e Calvino, as Esl reunan de homens deliberando ubre as
heor.as de certas pul.hci-la. do XVI ecu!o, Kabe- rui" de urna munarchia, que se enfraquecia foi o
lata, Montaigne, os polticos da liga, as coinmuiia. concilio secular da raza, o loco das ideas o echo
os estadas Seriies. H.clielieu, jansenismo, Colbert, ; pilavra. o braro da opinlao para Ji-culir e oro.
." ,'aw' X 0,la'rei encjclope- mulgar as trencas modernas -obre a soeiedade so-
dio, Huiln, J. J Rousseau, us impostus, as cur- : "re governo dos povos.
veas, as juraudis, economi-ta Qaaanay, Turgul, a 'P" de ler respira lo a pliilosoi.hia imliliea
lula entre o principio de aolondadee n.divi.lualis- do scula XVIII na livro dusseos apo-lolos a Frao"
nio, ludas as ideas, todas as doulriuas.lodus os gran C* recollieu esla pliilosuplua n'uin centro' de forra
des lemeos, que precedern) o anuo de 1789, sao | irresistivel para lodos e para si propria, e n'iniia
considerado- por Loiz Ufane, como a cansa venia- '- ploiAu successivamenle maiotlos. e terr'ivel ope-
deira da revolurao.. rou a maior IransformacSo mtedecloal, social 'e po-
liranier de Bassagnae, lomando oulra direrra0, ,. | litica. que leuda agitada u Occidente depois de I ar-
qucrei.do glorilirar a memoria de l.uiz Wl.respnn- i los Magno.
sabelisa a rlaase uiMorralica, a apresenla-a, como lendo estabelecido n objeclo ,1o seo novo Iraba-
caosa exclusiva deste grande successo dos fns do se- 'ho, Lamartine lana narrar a Hevolurao sem li-
ciil" pastada. songear-lhe as Iraqueza
realisados oa tentarlo-em Franca desle o comcro
do seculo. I zie una idea josla desla cidade de
morios, tao povoada como nina das mais florescen-
(escidadesdo mundo.
Nada ha mais simples que a qutjtJo da morle vo-
lumaria, se a considerarmos sob a relaro do dever
puro, isento de paradoio ou de paiJo. Torna-se,
porm, mais dillicil a queslAo se qoizermos sabir da
these moral, qne he fcil de fizer-se volgar ou de-
clamatoria, se qoizermos penetrar na psyehologis do-
lorosa do suicidio, perscrular as influencias geraes,
as causas particulares, as occaaides qae poderam
determinar o humein esle acto desesperado, embo-
ra suas vivas repugnancias, e Cazc-lu vencer o hor-
ror natural da morle. Nunca lemos uina su dessas
iiarracoes do suicidio que a imprensa da una pu-
blicidada tJu perigo-a, sem que nos e-forcemos por
nos representar o drama das ultimas horas e das de-
cises supremas. Procuramos recuuslrnir, cun al-
ganil lindas de banal necrologa, loda esta exis-
tencia lio 'atalmeute lermttiadi. Desejaramos pe-
netrar os sesredos desla pobre alma que se lez vic-
tima, reeonliecer uella a parte de sua liberdade cri-
minosa, ao mesmu lempo quo a das mas influencias
que ella rospirou, e, sem perdoar-lbe o que se n.1u
pode perdu, r por brandas complacencias, marcar a
lerrivel r.sp uisalnlidade que pesa sobre as alsas
ideas, sbreos perigosos paradinas e os deplorsveis
sytlemts qoe sao como as correales envenenadas da
almospliera social.
O que he mui dillicil fazer com exaclidao res-
peito dura fado solado, he possivel realisar com
,oil'-iei,ie preeisao a respeito d'umcerto numero de
fados, grupadas sezundo as leis das analusias. Aqui
a psyehulot'ia recebe pre, tosas lozes da eslatislica.
lie o que M. lrierre de lliismnnt parfeitamenle
comprelieudeu e.crevendo e-le rcenle livro do .S'ui-
cidio r zfn loitiitrn titteida, que nos proporciona
urna oecasi,1o natural e curi..s documentos para es-
te estudo. : I
Esta obra he cheia de cifi.r-, mas de cifras inlel-
ligenles, sc a-iin me posso exprimir, deslas que que-
rem dizer e que dizem al-juma cousa. M. de !> ,--
Bull, medico disuade, me Meo espiritualista, que
nada faz perder au seu mrito, estudou este trisle
problema do suicidio contemporneo eom una t-
cauto euriosi.l.ide o um galo infaiigavel, que ana va-
leritn ricos material'. I mi esclarecida magistra-
tura nao hesitan em t'ran |uc.n-llie os archivos du
parquet de Paria, i he anls i esta liberdade excep-
cioml.do que i sua proli-sio, que M. iiuismuut de-
ven lio numerosas e exactas iuformaroes, (desouro """ *J 'e'ada sympathia que inspira o aulor. II.
fnebre, masiiiestimavel para a pdilusophia que le I VIV0 e doloroso atractivo no assumpto, tanta ho-
obfa, no exame dos aulns, aa elassifleacao dos fados
particulares, na indcelo que Irausformuu os fados
em leis. Porem a execucdlo foi rpida, a precipila-
5.1o revela-.se as numerosas repetire- de ideas,
oeslas incoherencias e desigualdades de eslxlo, net-
tas distracroes que sao resultado di negligencia oo
tin pressa.
Seria loogo iaaislir sobre as minudenr.ias, mas
acnnselliarei a M. de Boismonl que di u seu verda-
deiro nome ao philosopho llos-iasqoi emsua pin-
na, edamou-seHgs'ppepag. Ll e qoe nao
allribua tragedias a M. Magnin como parece laze-lo
na seguinle pdrase:
o Entretanto de quaudo em quando seguem se
os -ymplomas desla enfermla,le : he a-sini que M.
Maguiu cilou um exemplo em sua tragedia deCal-
limaque pas. -J7.
Silo miseiias, mas que repeliudo-se mudas vezes,
irritam o leitor e roubam a autoridade a um livro.
Outro effeito da precipila^ao do Irabalbo he o ha-
bito de tomar, nao documentos e idea, mas paginas
e innmeras paginas aos autores com que M. de
Uoismont te encontr. Por s citar dous ejem-
plos he M. Saint Maro de Cirardin que paga um
pesado tributo cum sua ergenhosa analvse d'llaiu-
IdedeWerther ; he o sibio M. Flix Burquelot,
que ubmimslruu por si s loda a parle destinada
ao periodo histrico do suicidio durante a meia-ida-
de. Oepois lu no Irvta de II. de Boismonl ,,ita-
res a perder de vista, apandadas aqui e all es-
criptores brillantes e i etcriplores uscaros, que
se admirara de se encontrar neslc pleito de nemes
proprios.
Nole-se que em parle alguma ha plgalo, porque
nunca M. de Boiimonl deixa-nos ignorar a funlc de
que extracta. Mas estes multiplicados e disseme-
euire os Laponezes, por etemplo, ou entre os Si-
mo) edu--. E deniais, pelo caminho que levamos em
I ranea, l.reve roubaremos i Inglaterra esta triste
gloria de ser a Ierra privilegiada do suicidio, o en-
13o por si mesmo cahir o argumento do clima.
Nao pretendo uegar as influencias melanclicas da
nalureza, e mui hora sel era que estreila amizade
vive o homem com o solo, com o co e com o mar
de seu paiz, para nao recouhecer e uotar a parte
deslas mysteriusas alinidades du homem com o cli-
ma qoe elle habita.
Mas ha uina causa mais activa, que pendra mai-
profundamente o li.in.em, e que explica pelo modo
mais verosmil csl.it differenras : he a civilisarao.
Lnteudo por civilisarao, sem querer dar urna defi-
nisao em regra. esteambiente moralde ideas,
desejos, uecessidades e ioteiesses geraes, em qoe
nascemos, em que vivemos, esla atmosphera de
principios e erencas que nossa alma respira, e qoe
entreten) em nos, insensivelmenle renovando-a, a
vida immaterial. Nao escapamos i estas influcn
cas, mas quasi iuvisiveis, que us penetrara, rauo
grado nosso e ao mesmo tempo por lodos os lados,
pela educarao. conversar-Jo, leilura, e emlim pela
ii.evilavel participara,, de cada homem na vi 1a ge-
ral da huinaiiidade. He de iiresislivel uecessidade
que sej.imo de uosso lempo e de nn-so paiz ; lodos
nao -..tiremos no mesmo grao a aerjo das doutrinas
temantes, mas desigualmente Indos I sollremos.
Se a ntinusphera he ia c pura, respiramos a saude,
se de viciosa e mrbida, respiramos a febre, e se
lodos nao morremos e nao licamos gravemente en-
fermos, pelo menos lodos suflrernos inevilavelmen
le ; lie a lei, e nao nos devemos queixar, porqut
de esta lei ao mesmo tempo pd ,-ica e moral qoe
consagra, por assim dir.er sensivelmenle, a solida
ti la de sagrada dos homens e que ns obriga. al no
seio do isoladameiito que crea o egosmo ou o or-
gtilho, a]recouhecerem-se ,, ..",- ao menos na fra-
lernidade do suffrimenlo.
Ser-nos-hia fcil demonstrar
temporneo, dos tildo- -onl,adore de Werlhe a -le
Kee.
Nao se espere de dos um. hisloria regular a pro-
fonda. I'ndereino. apenas, not hmitet quo not Ira-
camos, esbocar aa linhas geraas d esle eslndo. Koea-
Ihenmos Ires oo quatro pontos colmioanlet da hit -
loria da humanidade, a que loaremos nossa do
inonslrar'ao ; seremos obrig.dot a de-prezar ludo t.
mais. Nem he assim mesmo orn esludo sabio qoe
lenciouamos apresentar sobre estas .-pocas por an,
escolhtdas ; ha um e-doro mural e nada mait.
O Oriente apreteuta-se-nos em primeiru lavar o
oo Oriente a India, esle berro dos povos. Hemos tto
man a infundada ebrouolugia detla tabulse antisjat-
dade, as sabias trevas que petam sobre ai oriatn,-
desla grandes philosophias religiosas, as eilrava
sanlet tnveii.a.es dessas Iheogononiat lecidas do ravs-
terios e al gigantescas heresias que separan), taalat-
seculos, esle inmenso lormigueiro humano. V.bmjs
direito ao que nos ioteressa.
O Suicidio foi ama IradirJo permanente entra *>-
sas populariles fantica-.
Nao foi das meaos moravilhadas aventura* daera
grinagem armada e cvilitadora de Alexandre ar
tundo do Oriente, o seu encontr em 1-utcila, tvm
anjea plnlosophot qoe viv.m noi ai nurgtni do
Ganges e aus quies os Gregos deram o nome de gym.
DOaopMttaa. Eslaxa a Greca face a face coro ot Bra-
dminis.Nao se pode duvidar ; pelas circumslatteiaslas
narracoes qi-c us legarara Aiiaoo. Piulare*.
Strabon, sobre esta elranha apparirAo que Un
vivamenle imprtssionara a sabia itnafnae.ao dt
Grecia, os gymnosophisl.s er.m ctrt.menie tee-
larios de Brabraa, e o primeiru manifest que da so
duulrnid deram ao rouquislador e ao eiercilo, fn
um suicidio.
Maudanis, o chele de-tos plnlosoplio-, recotarase-
guir Alexandre.
Si, Calaas ronsenlin, mas dir-se-hia qoe por uior
rer com mais i,-lenlar,io, em preseur* do eiercilo
eslrangeiro, a que deu o eslrauho espectculo da box
morle, no mtio de urna pompa magnifica iireparada
pelos cuidados do re.
Aleaodre retiren-se antes do complel.r-se cata
ceremonia cruel e mysteriusa, qoe dtvia rapctariar
eom sua alma elevada, etno devia chocar aost liabilot
poli Ki- da civilisarao greca.
Plutarco pretende que CezAr leve a seo turno, tao
g> ninosoplii-la que se queimou romu o de Alevanake
Foi por este sinislro holocaosto que a Grecia o a
.(ria se revelou a philotopbia indiana. \ i-se ajuo
este extravasante fanatismo dala de longo nos coe-
lumes da India e sabemos qoeot Brahmioei matam-
H linje com a n esma facilidtde que no lempo do
a intnsala inspiraran das me
neslas ideas ja consagradas por escriplores mais ou
| menos habis. Dahi resulta que urna parte da obra
I cartee completamente,
ni-m
fallar por n.'.s e de fazr o que eu poderia chamar a
philosophia do a-'umplo. Elles us viro dizer qu'
nio .Uso de originalidad,- qu,-,nno a civilisarao de calma, a vida iudivi lu.l li
empre se pode innovar na idea mas de per- repousada, untlorme, lenta
sonalidade no estylo. o que he grave. Para res,,-
mir lodo nosso peusim-nlo a este respailo, M. de
Boismonl deu-nas por um livro o que, em algosa
Misares, he apenas materia pira um livro futuro,
que "lie nos dera em sua sesun la cli.-.o.
lie prenso que se saiba que eslas criticas nada
e que corre paciBca-
menle na espdera de um dorisonle limitado, sen.
rotnmoroes de especie alsoma. sem grande feltcida-
de e sem cataslrophe, o homem. nascido em um tul
co. tome por limites de suas aspirares os do seu
campo.
>Judeixa que chimerices de?cj >s Ihi inva.lam
roubam ao inleresse real, lundamenlal do livro, corarao e morre no leilo de seu av. EnlJo de
oceupa do corpo como para a medicina que er
u'alma. Grar.as a estes quatro mil, quindenio" e
noventa e cinco autos, consultados com ardor, aua-
l> -arlo- em suas parles mais curiosas e que dilo lugar
a' conidia re,,.- do mais vivo inleresse, he que o .,u.
lar pude escrever os dous captulos mais considera-
veis e mais nuvos de seu livro, ura consagrado a'
eiposirao das cautas que pr'dispnem e delerminam
ao suicidio, outro a' jnalyse dos ultimo, sent -
menlos exprimiJos pelos suicidas em seus escrip-
tr.s. A leilura detles dus captulos he urna das
mais iinlradivat, e au mesmo tempo das mais se-
ductoras que se pudem ollerecer sobre a materia que
nos oceupa. Hever-se-lia pensar ao Ic-los, que
nao de isso urna pura especulaban de philusophu,
qae indaga o priori as causas provaveis ou possiveis
du saieidio,uein a lgubre phautasia d'uma imagina-
e.lo desregrada que expiara a Morgue em proveilo
d'um inleresse equivoco, mas urna dcscriprao exac-
nestidade, hora tenso e sagaeidade moral na maneira
porque M. de Boismonl tratou delle, que objeccoes
Iliterarias s.. lem, em igual materia, om vilor mui
relativo e infer.or. Elle sera sempre, para honra
de M. de Boismonl, o livro mais completo que al
aqui se tem escriplo sobre o suicidio, um livro mui
substancial, cheio de fados, expurgado de declama-
coes, em que a mais rigurosa eslatislica vem corro-
borar as consideraroes mais elevadas, e que se l
con. ardur da primeira olliina pagiua, embora as
imperfeires da conferrao.
Alera disto lemos um modo mais pessoal de loovar
esle livro, o he declarar ao co.ntear este trabadlo,
que somos tributarios M. de Buisraonl pela gran-
de parle das ideas que vamos expOr, e dos Tactoi
sobre que ellas se baseaia, Nta he entretanto urna
aualyse que aqui empreheiidemos. Coueebemos o
de rara, he que de quasi descondecida a lenta, n dn
suicidio, no seio djeslas existencias uniformemtnM
immoveis. Quando ao contrario a civilisarao he como
que excitada, ar.lente, febril, a vida de cada indi
vi.luo resente-se profundamente d'esles ardores e
deslas lebres ; a imagina;ao se escalda, o desejo se
exalta, abrem-se immensos, desconhecidos horison-
tes ; frenticas esperanzas agitam a alma d'eslas en-
louquicidat geracoes, colossaes ambir&rs ahilan,
era loda direrrao i oll'egaiile actividade ; gigantes-
ras emulares produzem ama desesperada concur-
rencia ; entilo he o lerrivel contraste de fortunas,
fabulosas, improvisadas por incriveis successos do
acaso e inauditas calastrophes, qoe tte precipitar-te
no fondo do adismo dos -otilo s insensatos. N'esle
eonllido de desejos e de iminensas deceptes, o sui-
ri lio representa o papel d'esle dos das tragedias
antigs que inlervinha no desfecdo. Nem lodos po-
den) sahir victoriosos d'esla furiosa agilarao da vida.
la, lutdeutica,escripia sobre prucessus verhaes itn-
passiveis. Ei- o que se devera' pensar ao ler eslas
pag as em qne a eslatislica eleva-se a tao atlas
roes, e talvez que ;e trema.
Nora tudu merece ser loavado na obra de M.
ituimont. Assigoalemos (raucamente o puutus subre !
assumplu | nosso modo. Mas sem os iunumeraveis Aos que se perdem, resla o recurso de morrer.
recursos que M. de Boismuul l,,u liberalrnenle |>oz j Eis o qoe dirSo os faclos-estai letlemonhas in
. uussa d.sposi.ao, ler-nos-liia tido iiupossivel le- correpliveis. Elles notdiro lambem que influencia
var est. esludo ao grao de exaclid.io e preci-ao que direda elmraediat. exercem as ideias dominantes
_ | ,e desejamos dar. I-tu pollo, damo-uos pressa em | d'um seculo ou d'um paiz sobre a tenlarJo do suici-
entrar ua qustao especial que da mallo aliando- I dio. V morle nao de smenle o elleilo qaasi inevi-
I lavel das aguaraes febris de urna soeiedade em mo-
1 vintenio : pode ser tambera cuusequencia de un,
que nos parece que deve reendir a critica. M. de
Boismonl linda a' sua disposirao materiaes d'uin
riqueza iucalculaxel. N.lo diremos qae elle ntlu
soube usar delles, mas smente que nao o fez com
bastante sobrledade. Ileu demasiado deseiivulvi-
uienlo a's miuudciicias, a' anecdot.i. Vi grandes
lindas de sua deinun-tiaeJu desapp.reccm como
subraergidas em parlicularidades d'um valor insig-
nificante uu mediocre. A narrarlo he prolixa e
mais d'uma pagina, que eu desejara ver destinada
a' discuss.lo pdilosophica. he occupa.da por episo-
dios. .Nao despre/. a relar.lo ciremstanciada ,lo
fados, muilo principalmente neslas materias de
p-\citologa mrbida em que muilas vzes se v
causas fuleis a' produzirem resudados sinislrot.
"o suicidio no pauatla. I dogma religiuso ou de um syslema pbilosophico, ou
Lm dos aspectos mais inlere-sanles e quict n mais I *"'da de lima muda potica ou loda luterana. Esta-
ultl ua queslio do suicidio, he o e-tudo de su., re- | diversas nillueiicias f.zem esseucialuienle
laroes Cun as diversa furnias da civilisa
j...._ -----------. .-fcw... ,.....,.,....,,...,, parle da
lu. Ha civilisarao, e islo lie apena oulra face da mesma
lente privilegiadas, em que a
suicidio se multiplica cum admiraveis propurroe-.
patze e seculus Iri-tein,
"a paizes e scalos, em que pelo conlraro, a norte
voluntaria lorna-Je utn critue lodo raro e qoasi
monslruuso. Porque esla diHerenr.a .' A dor est
por luda a parle ; ella nao varia com os graos de
lalilode nem com as pocas, lis quasi sempre a
mesma, varia na express.o e linelo, mas nao em
iulchsidadc e sempre torturar u cora.ao ha-
itiano.
I fa micidic rt de la h'otie-.Suieide, por A.
Briertue de Boismonl, dnulor em medicina da la-
euldade de Paris, 1856.
As paixaes, que s.io o eterno alimento do sollri-
menlo, nao varan) quasi pelo mesmo modo : he u
amor e seu delirio, o orgulho e suas falsas exalta-
coes, a calumnia e suas torturas. < orno se di pois
que idnticas causas, eternamente subsistentes, ujo
qoeslau.
He una lei que u suicidio se turna rato ou se
multiplica segundo as erencas ou a- couvicrOet de
um seculo. He una lei que elle turna exactamente
a forma, o cunho das ideias reinantes e que r/pro-
dul om admiravel lidelidade o t-tado da lima- as
pocas principaes da disturia. Poder-se-dia fazei
esla demonstraban, sesuindo a triste disloria du sui-
cidio a travez das diflerenles idades da humanidade,
desde o mystico sacrificio do Brahmine ao inlinilo
que o anasla a suas m>sterioas prnfundezas, ale a
escola Csloica, a brindo as almas romanas ele cami-
n, u para a liberdade ; desde a duulrina Druida, cn-
\ oto to o Gaulez, que alegre Ueixa a vida para um
inellior mundo, al o suicidio litterario e quasi coti-
- di
Alexandre,
doutrinas.
N.lo de por ta,]ivi,loo. como entra not, que .le-
vemos contar ot suicidios nesla mystiei trra, rae
por centenas, por militares de individuo*. Sao me-
os suicidios individua"- que lieralombot humead,
exigidas cada limo pela I,ornen la soperslirast.
|ue faz ao mesmo lempo o terror e a xoluptaosioade
lestes povos. Ha neces.idade de recordar etlai fe-
tas monstruosas em que vemos o dolo da l'jaegtma1
nasseiar srbre o corpos e-masad, de seos dorado-
res, e essas devoci.es, Irislemenle rxtravagantes, pelas
tu.'s seilas inlpiras de penitentes rondemnam a
'inrrivtis e lentos tupliciot '
que So por ama especie de alroz enralcelo, para que,.,
inventar mais dolorosos sollrimenlos. .Nao lie lu.i -
deiiar a vida ; he anda mitier immolar enusMilrosa-
meiitt o corpo, he misler sacrtfica-lo em novas lor-
iaras, e imaginario pae-se datl'irle aa tervi.,. des-
te goslo fantica da morle. Sabemot qoo n llattdal
dismo, pendrando no .lap.m. introduzlo ne-l Ierra
is me,mot co'tuine- e at mesmas eitr.ivaganeiasq.re
da lempos immoiiaes, reinara no solo sagrado da
ludia. Sabemos, pilas narraras de Charlevaii,etn
que exallardo estes de*grac;ados tedario do un. cal-
lo inexhoravel, amonloain-te em barras, sollarn-nas
ao largo e deiam-se -udincrgir etiloamlo b>mnoa.
iu en tao como elles se ileix.m enterrar vivo, aat ca-
vernas, ahenroaodoseo destino.
Como vemos, o fanalismn detenvnlve forcat sabr
u din ae- e s ama f implacavel he que pode dar
tempera a eoragens violentas e fras.
He esle, com elleilo, o segredo de lana eaergii
dispensada em sollrer e em morrer. Seta entrar na
.nalysi d.t doutrinas que eeparaut o Oriente iudia
no em dous iiinndos irreconciliaveis, o mondo atoe
segu o culto de Brihma e aquelle de que se ain.de
rou o Boaddhismo, dizemos que o que cootlilnie
igualineute o tundo deslas religioes, quo cunltin .
'.entenas dt inilhues seus sectarios, he a idea e a
.n!,ment do I uliiiilu, principio o lira.eauta e soln-
laucia.typo e receptculo universal oo antes abvtrne
msoudavel tm que vem absorvar-se loda foraia pa-
rivel, lodi a alma individual, depois dat toccesm-
as patsageus de urna laboriosa melemptvcne. lo-
to esle vastos s\temas lem de con,mura propur *t
'lumeiii, rom,, o maior objeclo do suas aspiraesse,
uina felicidade dual, perleita a que elle- rliain.itn
einai.ciparau e livramento.
llera pouco importa saber de que espedo sera esla
felicidad! ideal. Sera a reuniao liital cum a alma
-apierna, eoinu pruinellein i>s liralimiues '.' erii an
contrario romo querem os Bouddhistas, o repousu da
Nirvana, a completa apalhia. a eiisleucia dfspad'
de lodo allribule corporal e considerado como a su-
prema ftllcidade, urna ce-sarao de lodu movimenla.
uma ncs.rao de ludo modo de existir e de teolir,
um repon.u absoluto que -iiigularmeiile te asteroe-
I It.i ao somno do eterno nada .'
Ileixaremos aus indianos a discostao deslas grave*
pi "-!..-. Baste-nos saber para a malaria de qae otes
Estado oppre--or, que a i i.r le media
Ira si.
lesaas, os principes, as princezas, os proprios reii
liiidam sido os cmplices desses subterfugios do pen-
amenln parase capalhar sob todas a- formas uo
I raa procuren Dos as revelarucs da nalureza ; en mesma lempo, Irazdo lodos os elementos de
a oulra procorou a jatlic. lias iusliluiroes poli- "na ordera nava de idea e de in,liluicue-: a vou-
l'cjs. lade de pensar antes, do que de crer, u'eiemplo da
Ambas se unirain algumas vezet para alluii era revulla contra certa especie de verdades, os fados I commercio de livros.
comraum daas autoridades, a Igreja intolerante e a disloncos para contradtzer os dreilos dos principes i V igreta e o Estado espaldavain cora oraa da-
oalisara con- putsu divina du poder absoluto, os fados scienli- i m.ios os escriptos, que flngian repedir com a oulra
nem para contundir as ignorancia, Iradicionae. da i lo Ja a Franca nadava em uu. diluvio de peosa-
tlra victoriosas, ara vencidas, assigiialaram com raullidjo, a critica para suprar sobre as credulida- : menlu escupios
hb-r ladeUVdB,',,,M 'i"' "'"'" '"" *" i,V" de "*' '**'*' "' """>el'"' verdaufirus ou >"<> tsles l.vra. ,e tornavam, pelo genio, que os am-
M.el.fi. i J r nos de civilisarao, para envergonhar os povos pela raava, ou pelo piuprio escndalo, o entreteninieiilo
Marivr.sada, sodre as f,Mueiras da i,.qu.,ir.,o na composirJu da M. organtet. erv.l cu, esse. lypo.I continuo de uma naro, em que a ronversarao de a
.Vuc uelaTTr'hilemv l^LSLVTul "" l"*""'' "/al"!lu,ui 'le tT***" "" 'We-i segunda uecessidade da'.Utend. e par aS,ro dizer
i idiiq.i peta s. llarilteiemv. arrenegadas nur ll-nri- muco ou u Contrato *ocml. o risujJa mcredulidade i urna ioslilulc.lo -ucial
l*VJ!!Z^YtFxtv''?yt'?,0*'I*? "" *<<''"P' co'"" as it.sl.lu.ret, para aDlmar Eulrelen.lu-se com obra, prohibida, e tanto mais
es no lempo de Lu./. Nl\ a conscencia e a razao o -eculo a pur a mo sobre as causas veldas, a elo- procuradas, quantu eran. m. is prol ibidas iralavam
..nmo, lae. por ...a nalureza, l.iiltam sobrevivido. quenc.a para indignar o novo contra a, luperiorida- lt d-s qnestue, rel.sio .- p Ch ca poldic
Lrr.eer.in em forra -esta. p,ovav,,es ; ll.raram de,, a prop.i. jllusao e a chimara para dar-l... socaes.'asitada. pelo'escr.plor P P '
a'w a*?! i '""'. ',""'"'' "",-"" UU ""," \*^*^l9U*^***qu,BmMmnt\ lodos se inlerroaavam reciprocamente resnon-
n.... S.'mP^! US"""1 T'aT "" l',re'1" .S "b""-,",,H' e' ">"Ma de r"'1"- Pre";a e | dl.m, ealht^aamaram-te, ou se ,n gna am ne-
,1a- masmorr.,.. no e-p./ilo geral da Europa. i de joslira a que o hornera leude ine.ssa.ilemente e nduma Ixraiinia lera bstanle u.nve a n, du na
Cliegaram no scula \ \ III a uma especie de mam- que nunca alranr. ,..., ,..,,.,, ];-..., .1 ,"," ',.',"' u,l,d
ridade tlenle sol. o nome de pdilusopdia. ou de ra- I Eis a pl.ilusupliia do scalo XVIII, -=-<---------- presente em loda a parle para se
-larde-, nao se distingue mais do que cantosa ex
pliea-se ura enigma pur nutro enigma, e aquello
que he dota lo de om espirito sincero c lucid,, que
nao st satisfaz cum pal.,Mas, mas que quer eetni-
ndar a' cisiidH.ie da verdadeira lo/, snl.re un, Urre-
no solido, arada por aban tunar ter, poetas das tro-
vas, que se rd.nism eruditos. por dizer humildr-
menle a palavr., du vulco. que de lambem a pala-
vra dos pliilosopdos, ignoro.
. A,na poderamos rilar varios escriptore qu.as- I helos. He es,, .eVundu ede 2E + \ Si^tetS^JSS "^ "
signara oulras causas d.llerenles a revoluclo france- re-taurar a- verda les na, almas, elevar u pavo fe I ra, a a ii.lervenr.iu da ratar. livra
P'opriu, a iiilclligencia aos principius, e o progresso da soeiedade.
. peranea. este : Pioseguindo na estali-lici dos
e as respectiva opin.....s. ajo sunVicules para les- '
temniiliar essa divergencia histrica, lidia do ,n\s-
do (irondimt
na eren- I t.loanlo a upimao publica, oulra origem que o
i, .orina e no autor Uligna a revoluejo. c que he considerada pur
mas o, ires que licam aponlado-, eorarjo dos dome, desle serulo a e'-peranra"'e,e !'" IW.m'ind,' 'u',"."^ i S! CU'" 0"', p"l'"m "uva "' "'"'chias rno-
opimoe-, ao sullicieu.es para tes- dedo de foso ,1a Providencia, que rao Ir. ,..|\o^ocL, monarclna republicana da
incites' uaivo as i nrcasionaram a revoliteau. I.amaitine declara que a I Inglaterra, era anda invislvel, impalpavel e muda
's,in .... j j ,. l,h'losophia do scula NVI1I. ,,-eutiilo raniseleva- na Europa. .Nenhuma liiduua, excepto a cadeira
fr mr,, de n o l'""a"','1 *"* "olor.io ; do e ma.s moral, era o cdigo. re.Ms. tu anda, da I sagrada, le data a vo,. "'"
nao ser smenle uma revol,,,,......,. ,lljerile r,ll, ,,., |l|lir,,Ji)e c,%-, ^^ ^ lhe |ir(,,-|(jalu ,,,, w .^
Componha-ae ella, na toa s neraliiale confusa o sem a aoloruacao da ceniore acdeiiailica da een-
dtversa, de todo-
leo iinpeiielravel, que parece pairar sobre o berr.
dos poVOS.
Em paginas mais profundas e uns philosnpdicas,
do que as de i'.icilo, narrara I.,marltne. cmelo.
queitcia pica e Ijrica aa mesmo lempa, um dos
epi-udios mais nolaveis da historia da revnlneja,
A opiniau de l.aiiMrliiie acerca dessa especie da I "sae episodio de que o dvmno immorlal de Itu-
mytlerto que paira sobre o berco dos povos, p,',de I E-l de l.isle Mira a in-piraea,. e o eiildusiasmo, e
ter igualm-nle applieada a origem de todas at re- | Veteniaaa o verbo e a encarnar;.,.!,
volaces polilicas, e cora e.pecialidade a esse ira-1 A historia do< liirmidtnos ja Ide linda srangeado
memo drama qoe tm Franca ts> enmeara a repre- ] orna dasglnnae mais esplendidas, quereferemosan-
tenlarem lz89. e que a historia denomina rmlu- \ naos aniiEnt niodern.,;. maa o teu espirito tdumi-
p3o franceza --
O aspirilo e periurba a' visla da mollipbcidadt de
causas, que varios dittoriadores ho imignado a este
grande soccetso, que tbalou o mundo occidental, e
fez que a soeiedade desse mais om passo porm afl-
j.l o homem diz ignoro
ra, mas uma revolelo do e-pinto humano ; e sera
cmonlar-se laboriotamenle e por til,.,,;,", obscuras
a' sua origem, relerem-nus esla origen) em duas
pliraset: a Krvulurao franceza nasceo Homni-
do no mesmo da, que a imprensa.
Para Lamartine a irapien-a e a opiado publica
foram a orisem da revulof;aa.
Diz que orna machina material, a imprensa, mul-
tiplicando n alimenta da inlelligencia, mullipiirnu o
pensamento. Gallonberii foi o preemsor da rarfla
moderna.
Armado-, colinua ene. rom o ,n--t(iimenio ne-
rhanico, que uma providencia or-ulia so a appa-
rencia do acato e de urna industria acabara de
. dar-lhe, a cnsciencia e a rszao iraballiaram in-
Depon de ter desculo cuno do lempo ate os t cestantemenle para a sua duplice emancipara.)
nado, sedenlu de immonaii.l.ide, iBlpirau-lhe a
narrac .i, dos rraodes fedos d.*i astembler conslimin-
le,desse cenculo donde satram as ta-es da so-
eiedade moderna, e a derlarar.io aerada dos dreilos
do homem.
progresso- racionaes que dous
sculos de pen-ainent'j lomado mais activo e rom-
muniralivo pela desroberta da impreusa, tinhain
proporcionado a', e-p.rilo humano.
Quando era decomposla, encoulrava->e nella o
espirilo escrutador de Bacn, o espirito melhodico
de Detrarlea, o espirito di-culi lor de l.uibero, o es-
pirito evanglico de I eitelon, o espirito cc-neraM-a-
d
stira dot p.rlainenlos e da censura da pulira.
Eram estes ot Ires sellos do espirito.
\ upimao era lesalmeote eondemla ao silencio,
ou a fallar somante segundo a volitado dos poulili-
ces, ou dos res.
Mas a in\ eiicao da impreusi. que condensa em
tima pagina de papal orculta ua rojo de um meninu
battnatai pen-tmeutos paca fazer que o mundo e\-
lurinava-sc uma impressao eommnm, Irabia-aa,
concertava-se. DO lliealio, lias academias, nos -aloes,
no- jardn- pblicos, nos cafes, as-im como aconte-
cer,, em Allieuas,
ipplaii liam, uu se sablevavamjanlos, revelavarn-
sc una aos oulros pelo contacto dos seulimenlot se-
melhanlet, conlavam-ee, senliam ., propna lur,;a.
caiculavam numero, erallavum-se nnanimemenle.
(l -ni,ment ,1,, nm pensamenlo colleclivo dava ao*
darla ao pensamento iatividutl, coiilitsca aosiuo-
redores, llmidez ao governo.
A opiaiao pul,lira, dil o ..'Mor, po le-se dflinir da
maneira srsuiute : a cerlexa que rada un, te de
encontrar o seu tentinento proprio em todts; u
-eatimeiilo uiuluo
proprios, euiquaal
Primeiraraeule qui opiii'.io se lomaste paiao;
Depois que o governo olTerecesse orcasiosrs do
translorno.
A (ovenlude, a inexperiencia, a tentativa, ae
liesilarAes, as prupria virtudes de um re joven, ios
turado -ucee-, ameiiaai pur nina corle esloavada, \ ,
urna esposa adorada, mas ftil, por veldu cadatcoe,
ou por avenlureiros de ideas, na,- lardaran a faro'
uascer as .ircunslancias a as agitador.
E quaulo s paixoes, nasciam ellts mu natural
mente du anlagouismu dos inleresse a das vaidedtt.
que a -,ia.; ,,r reciproca da classea da sttcitsJstdo .
Iranceza ia collorar frente .,' Ireute na primeira rri-
se das iii-liluites.
O direito. o privilegio, a jutlifa, a iitiutlica, a
liosse, a cubica, a uecessidade de conservar, e sede
de adquirir, a inveja no povo, o oreulho na aristo-
cracia, o predominio na igreja, a ambir.io no lercri-
ro e-tado. a avidez na corle, o gemido no puvo, a
popular,dade nos triduo,.- de ludas esle interee-
em preseura. davam a pdilusophia revolocioaalia nos
excreto de paixoes sullirienle- para nivelar o velho
mundo e dar luear a unta nuva gera^.to de ideas.
Mas sobre tudas e-la- paivie intereadts. uu per
Veras, he forra dt/er para gloria da dura.nidal
u.'iia paixau sran.le e unaume prevalec, nal alma',
as-im como em todas as rondir.tcs ; era a pin.'o do
Mein publico.
O entdu-iasino d luluio -e linda apuderaJo da
rranr.t, e p,eripitavi, rom o pia/.er e com o des
Hilare.....I" un,. Miiu.tr pnldtca, no radinlio em
eMullira-'. cu, que ,a ruiistimmar-se, senerali-.mdo-
te, vtrt.ina voluntaria, caeulaudn em nada os seu-
soctilicios, ii- agilarue.,|.,- pcrigus, a- propriai sup-
l ira., rndanlo que artes per.gos, estas .giioctar
esles sarnlicius foasxesa pruvetlo-os ..o Itiumpho da
le espritus, que duvidatu de -i j ra/.o,. da jusiira e da duiiaiudade '.
eslJu isulados ,e prest.uu pela Depon de artabeleeeff es doos prinripias, a im-
Knuse.-in.
rnnligoldide dat ideas. prensa o a optaste pul.lie.-i e o e-i;,do da v-eir-dade
llexe pensamento rammiim a um vonlade Omni- franezs, qne I amaitine da como causan revol. car
potente, i.,o ha mai- que um in.li.te um signal, entra na narra-".,, dos aennltc,menlos n ar-e
. nlte das pr,:ir;pae-,i*cnras, r^ue ripreieniaram o* pr.
prn- .Mas para qae a opiaiSo, e*ls roren aMCaliva da imiro" pepah de drama, qae te u-uinln Revnlur;."'.
b -.j precaucOes do sacerdo- j pliilosopbia do seculo XVIII, e lornuSM vonlade. a franceza : a o re-umo desla parle da aa i.-va obr;
------,r-........... r ab.i.-ir o velho ennsli'eira o objeclc decotro ariige do nrttjo '.raba-
u,mn- edificio e conlru,r novoa planos, era misler oulras i lho dciidomadario
Digamos nais, os padre* js m igitr.dos, o coi- I dais condicCes ^iidoiar-.-ci-iroo-
de Monlesqoien. o espirito conjeciural dt, pise, que c.rrula como o ar, que allr.mia romo
Oniior,. o espirilo anlttapt-rMkioto e profanair.r d,s lor, que falla nr. atiendo, e qu- pnr iim direr par-
e, o etpir.lo proletario de i j i I-cipa da immorlalidade e indivi -ibilidad* do pro- \J
' prn, pensameiiln
t.Fw:nrrfl',rsU:r 1a m':' da i0!'f "'' *?' c'0' ,U ma"""ll,f' da trislocracia e do despo- I adquira a mergia necessa'ria'pa
|su,doree. pelot seus livro-do ou ido, da alma e do',:-
i coraclo dot povos, lde lindara luccessivamenle oo
L

ILEGIVEL


MARIO di. PEKNAMBI tu SEt.l Mi\ !! UE JANEIRO DE i*.
Jos tornea-*e o dogma favorito da' ena miooria
uui-scada da senado tomaooque s.uihe ao tnenc*
aee.oBmo. quo a dootrini di nmrle Blido in.livi luo, antora no grande lodo,
he n fundo de Indi Ihvogouia c moral Indo, aoje, I dtfander con honra, por illustre
ili- niargens do Ijauge., se propogo. poff cnlto |i
numerosas pof.ulaeioes laialleil. Melhor so compre-
I. mi lera. entao, como o suicidio lie o destecho Dala-
til desla lula do principia individual, illusn do ser,
ciinlru o principio universal que control ciu seu am-
pio seio lodas estas existencias dispersadas e estas al-
mas errantes.
Apanharemot o segredo le lodo estes suicidios
morles, a li .ni i -
cito desoi repoblica normanda. Nao deendlim
mai* que urna sombra, enes republicanos di ultima
hora ; nlacobnan rom gol gloria lOIU do que
mu principia abstracto ; mas lulo he alguma cousa
saber morrer por tal sorle, aindi por un,a chime-
ra ? O estoicismo romauo leve o erro de aspirar
demasiado ao grandioso e do ofierecer-se em espec-
tculo ao mundo, como sobre mu palco, leve o
ronsutnadus cora a mus cmplela calma, sub a pres-. ei ro mais :;rave aui.la de declamar. Mas be isso
s 10 Ja ciallacao interior, quaiulo suuherinos que a talle para declamar conlra elle'.' Defcndendo os
i orle au he para o ludo o que be para mil, o tor- estoicos contra excesivas iccusaret. nao pretendo,
ment do descouhecido uu a incerteza do juiz su-
1 remo. I'ara elle, candado da vida e impaciente
I :lo Oldl divino, a inurte na la mais he do que o
trato secnliciu de oa* minera e -oilredoi ,i persuna-
lidade, um desvuuecin.culu m\*tico e un V'dupluusu
irrebalamento ao seio do intitulo.
l'ranspotlemo-oo, ds itiargens do velho lulo, a
tulra exlreiuida le do mundo Mohecido dos anligos,
.os iiossos anlepassadu* liaoleiet, dicipulo* do
Druida. O carcter esseucial que irapres*iunou lo-
-)us os historiadores da aligotdade lie umi hravuia
em igual, urna calma inaudita parante o perigo, um
rsqoecimenlo completo da morle. i I elizes povus,
rvclamava l.ucauo em versas tintas rilado*, felize*
rm seos erros esse povos que habllam o Norte I O
inaiur dos terrores, o terror da morte, os na i al r-
luenta. llalli estes corac.ue, lito ousadus a correr so-
bre o lio da espada, estas almas capazos da morte,
isla idea de que so no deve poupar a vida que ha-
de voltar. A morte era apenas para elles nm ac-
< iJrnte. Compenetrados da idea da menlepsycose e
da esperauca d'uma emigracau s esplendidas re-
zioe do lirmameulo. ja' puvoadas de seus anlepas-
rados e de seas amigos, elles aliravam-si com um
turardo animoso para esta nova vida, que qua-i s
ra a continuac,,., da vida presente. I.ivremente se
'oulrahiam empreslimos, cujo piato de vencimenlo
era nu outro mundo. I) dogma druida da immorla-
lidade nao era mais como na [odia, a crenca em oin
repouzo eterno no seio clonada, mi entilo em urna
apulhuose na alma universal. Nao, era o mesroo
muirlo prolougadu, era a personalidade humaua
continuada em ligan globo celeste. Fcil he de
coinprehender que taes esperances rram a lomar a
morte como diverlimeulu. Tambera vemos apparecer
atrasos dos imperfeu. ducnmciilo*, que nos restan
da auliga civilisacao de nossos aseen lentes, a Iradi-
'..i-1, o habito da mirle voluntaria, como urna lia.li-
y.ao e um habito profundamente nacinnaps. Morria-
se por aoompanbar mu amigo que expirara em asar-
gen loogioquas. Uulras vezes, morria-se por sal-
v.i-l i il'iiru-i vnlirini Ij.ie, e esses que volunlaria-
menie i un sub'liluir algum lugar no grande exercilo
da morte, parliam stm pezar, para a patria myste-
riosa. Na (recia e em liorna, a doulrina do suici-
ilio bouve diversa erigen. Klla prnpagou-se no
mundo mili.' o aules como um eusino pbilosophico,do
que como um dogma religioso. Malla Interdi! o
suicidio pur um modo elevado. l"oi elle o primeiro
comparar o liomeiu ao toldado que deve guardar o
o de lal me livre Dos, .nsuciar-me a' suas apolo-
gas do suicidio. Esta douttiiia he aspirada pelo
urgulbo c em lodo lempo ser' verdade que a vida
que se pode tomar olil aus outros be infinitivamen-
te-up.uior a' aquella qie se procura honrar-te
por um esle il e urgulhuso laeriflela, Entretanlu
he preciso cuuvir que em Talla de urna mais nobre
doulrina, que devia ensiuar humauidade e ele-
vado coiihecimeuto da dedicoao, ha certa grandeza
e alguma (orea neslas morles voluntan.,,, que erain
Mili MD protesto to que um suicidio. Duutrina
falsa, anida una vez eu o concedo, paren taes er-
ros nao chegain a' curares vulgares nema' almas
efemiuadas.
.Vi.i foi somente o
perigo una malher de sotlrer os ultimo* ullrages
Mas onde resi le a castidad '.' h'.iIiiih i.u no corpo
Evilar-sc-ha, por um crimecerlo, alalia incerla de [ ca
outro *.'
Se a morte volaalaril lo
refugio contra o peceado,x-
stlbar aos humen* a motil no momeoli em qm
gua do baplisnio os araliasse de regenerar.
Nao sen criminosa semelbanle linguagem f
Allega-se o exemplo d'alguns santos em cerlos
casos em que a l nos eetlinei que elle* obraran
por urna permissno cvpietsa do Creador. Mas es-
ta permissao so respeita a aquelle que sabe que Ibe
he prohibida altestar contra sua proi ria vida e t
he por obedecer a quelle cujas ordena nao se po-
dem de.prez ir ; mas he preciso que baja certeza de
qoe a urdem n.lo be duvido*. tile pretendemos o
joizo das colisas ucrulta. O que dizemus, o que
allitmaiuos, o que approv.uiios por todos os mudos
be que iiiiigucm lem o direilo de malar, liem par.
evitar as miserias do lempo,, pois arrisca-,e a preri-
pilar-se as da elernidade ; nem por causa dos pec-
cados de nutren), porque, para evitar um peceado
que o no mauchava, ellrcomeija por se subrecur-
regar com um peceado que Ibe he prupriu ; nem
por seos prcidos passados, por que se piccuu tanto
Dorante toda mi poca, a doulrina calholici do hender n amor, se nao romo a uni.io elherea de duas
uicnlio reina incoiitr.lavcliiiente sobre as eODICien- alma*, alTeieoan.lo-e nina a nutra ueste inundo para
tem continuar no reo u Iimimio dat iininorlaes lei-
* n>...iK ..i ... Huras. A' primeiia esperanca fritalrada, Valeutim
edesenvcl eme. .., t T.^ **""'"* '"'"U *' *""*'"* i r"""" "" ""r a "^'.- A-a,.d di loiige.e.
e aetejave como um lempos, mas nao he como noli ora urna doulrina. he Keplieo sensual chocartriro, que zamba con eipi-
is accon- una revolla contra a lei recebida. Qlndo chegoa r" p '"" l"iur0 e lll com riUo de snas clu-
1- lo protestantismo, elle le\e rondeinnace- Mveril Ilntn* l_de .* "PSito- Valenlim >ai eeotolar-
enni ., ai.irfi. i se em Prnvn, na raa de um velho amigo de sen
..Ibero declara lormalmente pai. e ncunlra all ma joven, que Mr. d. Rianval
liie lem de anlemao designado, como pndendo vir a
ser sua roulher.
Emce de Saint Aure he admiravelmenle bella :
SJnriedabf.
o suicidio. I.iilhero
que Dos he o senhor nico, absoluto, da vida e da
morte.
Citrino Theudoro de Ue;c nio sao menos expl-
citos.
Conbece-se essa carta admiravel de Jany Grej ao
donl.u Aylmeis, escripia na vtspera di sua morte,
em a qual esta pobre raiuha dos nove dias, esta mu-
mas o que se esconde debilito desla forma esplendi-
da '? He a ingenua iuiiocencia di um coraeao que
se desconhece 1 llea fineza lyslcmatira de um hy-
poenta ? O desacert antiqusimo de um pensin-
niriol O conlentamento fcil de orna iiitelligeucia li-
mitada, volada ao positivo po pae.qaeijoaoeijoT Va-
Iber, quasi una enanca, refere que piedoto racioci- lenlim
uSo he homem de pa-sar amante seni ler re
uio oppoz as tentativas de um seu fiel servidor As-1 solvidu estas delicadas quesies. Os pais rti moca
ham, que queria puupar-lhe por meio do veneno as i Ur- e "'"'ana^de Siinl-Aara, ptnoat lio ndivida-
iguominis do ultimo supplicio, e que aexcilavaa'
morte voluntaria, propondo-lhe os exemplos an-
tlgos ;
. O antigos, disse ella, elevav.mi soa alma pela
MOlempilca de suas propria torcas, os chrislAos
lem urna lesleroenhi, e he peraole ella quedevem
rival e morrer ; os amigos queriam glorificar a na-
lurezi homana e eolluevam na priuielra classe das
teiicia
neccilade lem de viver para azer peni- j virlad.s murte.qae sul.lrahe ao poder dos oppm
las como podem ser o* lidalgoles de provinria, ail-
mitliram em sua intimidade urna niulber de vida
um pouco niysleriasa. Suzana llucbemin, no he
mais nem muca, nem bella ; he viuva de um desses
falsos artistas, junto dos quaes as almas poticas en-
conlram de ordinario lautas decepc'S, e eslngoo
sua vida as amarguras c as mortilicaces dese la-
ro desigual r o qu ella seio procurar em l'rovins,
be o r pouso.
Mil vezes mais inlelligenle que os Saiuls-Aure e
mesmu que sua fili a, Suznna Iraz um pouco de mo-
vimenlo I de vida a este lar adormec o. Tal he a
nem li.ial.nenle pelo desejo de urna melhor | sores ; oscl.ristao, prezara mais a dedicado que do. ""'.. qoando Vale.ilim chega a ProrinV Ea^
lo0ma estoico da liberdade vid, porque nao ha vida melhor para os que sao suhmelle .os decrelot da Providencia canl"1" d" helle'a d' E"m,'f' 'olvido a c.sar com
que armou o hiaco dos Koinanus contra si proprios,' culpados de sua morle.
laiubein o dogma da voluptuosidade.
A seila de Kpicuru d.iu mercadejava suas victi-
nus. Uepois de haver repelido por muilas vezes
que a morte he boa quaiidu nao ha mais alegra na
vida, ella deu um vivo exemplo em alguns deieus
mais illustres n*-irt-. He b m esperar a morle e
nao vale mais preveni-la ? De que servo deferir
a hora inevilavel, de que serve disputar alguns das | quelole. O concilio d'Arles em ',:>>, declara que a
precarios a' fortuna quando estes dias sao cantados morte Voluntaria nao pode ser enao o efleilo de um
os que sao suhmelle sos decrelot da Providencia.
Assim amara .i.i... ..... e"a (""ventura encontrar urna alma capaz de
argumentan J^XSS^SSTSS. ttZZ S JSGZttJSgSz
dade pelo qu ha de mais tocante no mundo, a gr.i- ul,",s vermelbos pelas lagrimas, nilo lem mais nada
ca no infortunio. que se preste as illosoes do romance. Todot o in-
Porem em face do catbolicsmo. que renova sua: *&^mjRttjKStfT,
teiii-nca., e no protestantismo que proclama que so que falla a Valentn, que nao v que por esla dupla
a Dos perleuce o lerrivel direilo sobre a vida, eis- ?*Mneia' sl ">*"<< rrimeiro desmentido,
aqu o renasciinenlu
porque cita senipre com a doulrinas antigs lixa
por um modo deliuitivo a idea chrislaa sobre o sui-
cidio.
O* concilios Hieran logo pan essa nova doulri-
na par a legislarlo cannica, lie preciso seguir
esla curiosa historia lias sabias pesquizas deM. Bour-
por alllices ou siilTrimenlos'.' Etnquaulo a escola
estoica dizia a'seus allivus adeples: ( Afore le
esmaga ; mas iiingucm he senliir de ti ; lens na mao
a liberdade,o a doulrina de Epiruro excitava a em-
briaguez da morle a' seus sectarios : i l'u eigolM-
le a vida ale eni seus nllimos gozos ; nada mais
teut a' esperar dtlla duque a dor, as eufermidadess
a vellnce. Lua ultima libacflo ; mas por esta vez
saiba-ie mesclar-lbe um veneno sublil. Ilebn a
furor diablico.
Os concilios de llraqoes, Auscerre, Troves das ins-
trucincs pastoraes du papa Nicolao I. recusarn eos
suici'las as suppliras da rija c a sepultura chris-
l.ls. Estas severidades passaram da lei religiosa para
as Ieis civi da idade media, qoe persegoiaiu o enme
do suicidio na honra e na fortuna das finilln e la-
ziam desle modo sobreviver o castigo ao ciiminoso.
que reivindica os altivos privi- j'""'" ?," ,arc'm"* ml"iali-las de sen amigo Ar-
io e renova a escola philosophica ; "'*-"<*"" culu 'u"s 'neerleni, resolve-.e
escrever a Edme. Oh relicidade respondeu-llie
com orna cirta 13o eloquenle, 13o apaitonada, lito
do suicidio.
O brujante renov das sciencias e das luirs, a potica corno a sua'.
adiniracao da sabia anlguidade, u estudo do direilo N.'"' "' mili' romano, a paixao firvll da imitarn, o nresti"io dus .""',ns :.'" bel' be nella a eiprcssiio visivel dos
randes lime. it. mn- m ,' dmis mais preciosos da imaginaro e do coracio :
asceiu. 1 e-* g"' "" '"iAe ,na *beleceu^i entre elles urna cor.es-
nascenl. pelo paganismo, o grande abalo das eren- pendencia, que acaba .le aullar Valen)tm. e cuja
cas, produzdo pela reforma, eis oulras lanas cau- ">v''rsimilliii..a parece illeaaadi pela ceaueira vo-
sas enrgicas que poderosamente conlribuiram para lu",'/rla d mudilicar as idea, da M.a. i i ro" 'l0 lna"hu 'lu*. absorvido em seus exlasis epi-
mod.l car as .dea. da idade media sobre a morle telares, nao se inqoiela de saber ,e converso,, de
>ao temos que proseguir este histrico em minu-1 voiuoiana. Bolle produzetn-se da todas asparles "oiva he igual is soas carias. Siubese nal-
do anta lo Tal era a ultima e a suprema sabedoria
da voluptuosidad anliga. Dsle as duas mais ce-
lebres doijlrtnas de moral pagaa levavam ao mesino
Icrmo, a morte, nico remedio de orna vida abor-
recida de si iiic-in i, ou de urna coragem exhausta
pela lula. E morria-se assim, sem esperanza e em
pezar. Seria sem duvida umi temeridade classfi-
car o suicidio de Antonio entre o suicidios epru-
rislat. E lodavia, se a caosa de sna morle foi toda
poltica, ao menos a forma foi a de nina morle epi-
curista, preparada framente rom todas as preeau-
c,es para apartar o soliriuicnlo, aceita depois com
a resisnacAo de voluptuoso fatalismo, quando che-
gou o monelo. He sabido que Antonio e Clco-
palra formaran! no Egvpta urna academia da morle
posto em que o collocara a volitade. dosdeoser. Mas, J /eJ ctuttnurantx, cujos membros se iiaviam torios
em outros lagares de seus escriptos, paree arrele- I empenhado a" rnoirer ao mesmo lempo e cuja nica
cer-se sua severidade, e no Iivro das lei, lautas rir- oceuparao era a pe-quiza dos meiot mais brandes
cumstancias alteuuantes elle adinilleque parece sus- i para acabar alegremente a vida, Clenpatra faltn ao
pender, em nome da plnlosopliij, a inler.lice.1o que trnaV-coii* fnebre e so cumpriu o seo compro-
latnjara sobre a morle voluntaria, em lime da vnn-I misso mais tarde, quandu o urgi a necessidade.
tade dos deoses. Em sua opinio, que he tambem a i Lucrecio, este verdadeiro poeta, que soube cantar
de Aristteles, h. como um grande eiilraquecinien. em versos enrgicos e iriDtM u rido dogma de
lo de dootiina, que s poda ser mu favoravel ao
dogma do suicidio. A duvida moderada das acade-
mias, u sceplicismo absoluto de l'yrrbon e de sua
>rola levavam mullo iberiamente a ni hlU'ienra em
mural, e a incerlezi da duvida futura, para deixar
de enfraqoecer u imperiu da vonlade humana e
predispor a alma, caneada de -> mesma, a' pedir re-
puuzo ao nada. Ci-se que Arresilo e Carnearle*,
no declinar de orna loriga vida, apressaram a hora da
morle, que seu mao grado lites lardava moilo. A
escuta cynica, esla brutal e groMeln progenitora do
estoicismo, formou Diogene*, este Scrates em de-
lirio, como o chimava Pililo, que lerminoii pelo
suicidio soa existencia ori;ulhosamenle excntrica
Conhecemos a historia dcste vaidoso deseendetite de
Diogencs, o cyinco Peregrino, que no secando se-
eulo da eracluisla, .obiosolemuemenle Togoeira,
im preseuea de toda Grecia reunida nos jogos nlym-
pteos, parodiando a' seo modo os marlyre chrislAos.
do coja hiimil l.nle e fe elle careca : impo Irla!
espectacoio repreaeaiae por um neacia orgulho. Os
philusopbos de Cyreue, eloquenles sectarios da ve
Epicuro, deu a' sua vida o desfecbo de nm suicidio
consummado em ulna especie de delirio amoro*o.
Pelroiic, o pintor da orgia loinin diverlio-se al
o ultimo inslanle cum o suicidio, raigaado iBeeeni-
vamente o alando vea*, como para gozar mais pi-
cilicamenle ra amarga voluptuosidade da morle. A-
raedi ta que os lempos decliuavam, os suicidios *e
mulliplicavam iinumernvelmenle. E*tranlio con-
traste, a' que no* devera' iMbiluar o lusluria de lu-
das as cmlisdce*, gastas pelos seus proprios exces-
sos No seio da voluptuosidade, nasce um gusto
extravagante, desordenad" pela morle. Corre san-
goe no termo de lorl.s as orgias. Quando se exen-
taran) lodas as *en*aces da vida, despert-*'* um
novo appetile por una sensacu suprema, a que a
termina. Teut-se observado que as almas impuras
lem mo sei que maligna alegra em suHrer, uu em
ver sollrer oue o suicidio foi o ultimo delirio do
desecha.
Os Romanos da decadencia, gastos de voloptno-
sidade, caucados de nao encontrar nunca ao catri
de seus desejos senao os mesmus prazeres ellfOl-
luptuo-i l.nle, foram os primriros a' fazer nina po- mente previstos, aliravam a' una ultima testa sua
logia ao suicidio regular e doutrinal. Tem-se con- vida fatigada de gozar e abj*niavain-*c com urna
servado alguuias passagens da apologas d'llogesias, especie de impaciencia Dille descouhecido da morte
um do* m ji- arrebatadores meslres desla escola. I que elles jtilgavam ser o nada.
dmi.te. em certos casos, a legitimidad"; TSuST^SS^T Ed"'0'' Pe, """" ""
morle ; nao he tambem felicidade o repuu'o no .eiu dei.cia*. O que queremos assignilar, sao as grandes "Pologias philosopliicis. Tliomaz .Moros, em sua m.<,,lle 1ue e,,i!s carlas^rheias de paixao e de amor
inllucncia* religiosas, philosophicas ou suciaes sobre
o suicidio. Oque queremos notar, no Baso especial
de que se Irala, lio a autoridade decisiva du chris-
tianismo ueita grandequesiau, em que a philosophia
antiga errou depluravelmenle. He pelo efleilo do
ensno ehrstau, que a idea d um crina as-ocion-sc
irresi*livelmeuie a idea da morle voluntaria e apo- "^o possa ser cun.iderido d'oulra surte__, em a 'ellil (lu
derou-se (do forlemeule da consciencia moderna. O 1uc a alureza e a exteusu de todas as leis que c,lc l"'!!t' I"*'*6 "'''febo viola anno mais cedo,
chrislianismo cltegou assim a reslabelecer o senli-
meoto da dignidade da vida as almas, em que este --. cm rrat ,,,, rea.i ,
he um enlhusi.isla apologisla da morte etloiea e ex- I ll","", l"" n-esmo apeilou, s ha um passo MHini
prime soa decidida sympalhia pela morle de Ca- .deu' "3" ?bs,anle a' rogativas c as emearas dn cu-
' quem gloflucaa cada instante, i quem "V" Lu^lbach litou um grande partido desla >i-
loacjlo, de-le ultimo despertar de urna alma que
eule-se anda joven, que nao leve nesle mundo sua
parte de felicidade e de amur, que a nconlri alguns
Bolinelo *e perder completamente.
Ensinou o I
luiuem a respeilar em si este principio
Ltopia,
do .nicidm ni... i i""7 ^"".7" "e"""''"' ictaiia. por .Suzana. que aliroii-se aona intriga, .le
uo suicidio. Outru Inglez, Juao Domie, eompoe rub que ella ola coi.iprehei.de a princ.pio toda a impru-
a duplt inspirac.lo do reuascimeulu que exalta seu 'enca com nm dezar que Ihe accarrelam as justas
espirito a da miseria que o opprime, um Itvro inlitu- cc"'"r'ls "eu irmao, o abbade Kirardo. Ah! ella
lado: ,. Suicidio, demonstrarlo desla ihest-o si .mIIIL''" lo: <,oe mPr*"ndo "/" P"""'
. ei.i,.. -. k. .-> -M'ae' "'"' osui- tdmee arrenles suspiro, e patarra, abrasarloias. re-
. cinto nao be | naloralmenta um peceado que volve as cinzas mal resfriadas de sen pr. prio cora-
u nao possa ser considerado d'oulra surte, em a ',*'!? d,t a sl mesnia que, se live*e enrontradu
parecem serriladas pur este acto, sa c.^o^^l^f^^'^^r^Sl'?
adas. Em Franca, Montaigne grola, a debaler se com agn
Helena at miil pura belleza ; .Sii;aa fuchm.in, i
islo he, o ideal Iriumpbaedo e correudo o risco de
perder-se por excessos de alleciaca.i e ollereceodo- '
no* em lugar de urna licao conclurtenle e fecunda, o (1RMIFH r i.iin i-,, .
lri.|e espertarnlo de duas chimara venci. pela | nK"'F-M LK1 DE UNCU.
A occasiio he propria pra discutir a uricen.
real idade ; Slella e l'anesia, islo he, a exerucad de
om escriplnr francetem um genero, ondes reco- o* raracleres desla lei exlr.ordinaria cuiat iddI
nhece a iiilluenca da l.lleralora ingleza e que. pr cices recentes teem aoU. ..___.- Z .._!T._
aoelrat mais .liscrclas e m.is lentas, por eres mu.
Uo,
livinisa. i Este personagem, diz-nos elle, f
verdadeiro nadella que a uatureza escolheu
para mo.trar at que ponto podem ebegar a vir-
morle mais voluntaria he a mais bella. \ ,,.i,
depende da vottli.de d'oulrem, a morle da nossa.
r> Em cousa alguma uos devemo. tanto accommo-
dar a nosso genio corno nesla. A reputarao nao
" toca orna tal etnpreza, he loucura resp'eita-la.
nnsteiiosoda existencia qoe nos foi dada como um
instrumento n.lo de volupluosi lado on de orgulho,
mas de lu nielar e de provacao. A vida liuba des-
de eniao um grande lim, o aperfeicoamenlo da alma
e a propria alma, que a corrupcio romana entrega-
ra aos delirios m.ns desenfilados do deboche, re-
adquiria aos olhos da ratlo clltittll um Braco infini-
to, resgalado cuino ella o havia sido pelos suliriiuen-
los pela mnrte a om Dos. Tal era o eusino da igre-
ja, e nao era misler menos que esla dtolrina pira
deter a lenlacao universal do suicidio de que o mun-
do pareca possuido.
Fui misler ana legislarlo rigorosa para transior-
nar violentamente sol esta relac.lo, os hbitos pa-
gaos, e nao foi urna da* meuores conquistas do dog-
m novo, ler reconduzdo a alma au respeiln da vi-
da, ler reprimido este furor do homicidio pessoal,
que nao era sendo urna tas formas du aviliamentu e
desprezo da homanidade.
F.ngaiiar-iios-hJamos lodavia. se suppo/.esemos
que eslas prese.pees severa., lerriveis da igreja has-
laram para snpprimir completamente esla enfermi- 'oica do tuicidio. Desfarle vemos multiplicr-se
dade as almas, lina enfermidade moral, como '"la poca, as morles volunlarias e quasi lodas cu-
do suicidio, pode ser combatida, reprimida, mas "hadas com a elligie antiga. M. ourquelol, cujas
nunca detappatece completamente e sempre deixa curiosas pesquizas he para sentir que abreviamos,
vestigios no mondo, porque ella nao he senao o ef- <'"' "dre oulroso sobrinho do conde de Pelerbo-
feilo extremo das paixoes e por que em quanlo hou- I ">"$>, Philip Mordauut.^oe se malou no seio da
ver pan.es, islo be, homens, havera1 violentos de- i felicidade, Kicardo Smilh, qe se suicidou depois
sesperos e coleras furiosas conlra a vid.. Gregorio de aver perdido toda sua fortuna ; Carlos llloot.t
de Tour. reere-nos com horror alguns exemplo* de | Iradoetar da vida d. Apollonio de Tltyanes, qoe a
furou com urna facca para nao soecumbir urna
o lode e lirmeza humana Saa ran.1.~Z"-~-'" I *'"\* de''<,,,<,e a 10*m, para cousegui-la, falla
a numana.... sua morle ptoeurou- poder aulidatar se Aqu urna alma, all urna forma.
me nao sei que alegra .1 alma, e tuna entorilo de e e"lr'" a""bas, um romanesco amante du ideal, qoe
prazer extraordinario de urna civil voluptuosi- '"
er te-la< encontrado reunidas
dade. .,E em nutra parte : .. O iber mori'.-r I (,ua"d" ella,1s' "'Pifan, nao sabe mais de qoe'la'd
nos liberta de t I. L\ '"""" ; l,e e,,e ura d,do oa'->A"< P"fadoxal, qoe
liberta de toda sujeicao e violencia..... A se pode discutir e conlradizer ; mas que au menos
annuncia a inlenrau louvavel de substituir no ro-
mance a inalyse alienta dos phenomenos internos
ao motim ensurdecedor dos acoulecimenlos de gran-
via a tomar sohr
de alcance.
O desenlace he Hcil de prever. Valtnlim descobre
o embuste, foge desesperado, volla depois de ler
a
Os meios cuminuns da cura laiem-aa i rusia CB,"Pr'l,""'''lo MU" glande vergonha sua. que a
vida; faz-se-nus incises e.ui.ri- i *'"?* Ml"' d' E'1e"lu l",hi' t'"1 'nior ""'a
i, tai incues, caulerisa-se-nos, n- | par, m.iot do que elle mesmo Dio letedillva. Su-
niquillam-nos os membros. tiram-nos u alimn- \ *"a axpla .na lllus.lo relrospecliva pelo muco meio
suicidio, em que ve n,1o somente a inspjraeao, po-
'cm o dedo do demonio. Basta-nos recordar o de-
sespero de Meroved, filho de Childerko, preso pelos
sol a.lo> de seu pal e que obriguu seu amigo t'.alle-
paixao criminosa; llo.venlura des Periers, o autor
do i'yntaliMi mundi que se /raspa**,,! com ei/iada em um momenlu de desespero : Jeronvmo
i.ousider.iiiJi. a felicidade como o nico lim da ac-
edo human -, elle indagava porque meios se poda
alliug-U, e chegava a' esta concluso, que desen-
volva cum rara habilidade : a felicidade lis urna
cousa imaginaria que escapa a' lo los os nosios es-
forcos ; os males excedem aos bens e eslts mesmos,
ns raros gozus que seutimos, mida lem de rel nem
de duravel, pois qu. o habito o* enloquece, e a so-
eieda le no-Ios pude roubar. Esta marina re*umia
luda sua doulrina. < A vida s parece um bein ao
itisensatu ; u sabio so lem pur ella indillerenca, e a
niurtc Ihe he igualioeute desejavel. He por esle
modo que elle percorria com um sceplicismo deso-
lador, lodos os bens da vida, ai virtudes, os senli-
uu-ulos, os gozos do coraeao como as vanlagens do
eorpo e a fortuna. Elle qoeria que o sabio se ha-
bilna.se a de*,.rezar o recoiibccimeulo e a amizade,
:> beneficencia e o amor do prximo, linalnienlc sua
liberd.idr, ludus esles bens Ilusorios, cuju guzu pre-
cario so pode fascinar espirito vulgares ou engaa-
dos. Elle linlii de Bular a existencia humana cum
loo tristes cores, que glande numero de seus Buria-
to*, pusioidos d'um iiiveucivel desgoslo pela vida,
ni ii.iram-se au acabar de ouvir e-las dramticas li-
ces ; daqui Ihe vem o nome de Pisillnmate que
aconielba a morle.) A loUoeocla desle apu*lnlu da
morle fez-sc um verdadeiru periao, e o re Ptolomeo
.llenado pelo contagio de iu palavra, maadoa fe-
char sua escola, que se lnvia luruado urna e-cola
publicado suicidio. I un duutrina mais elevada, o
esluicismo, poz a liberdade humana sol a salva-
guarda da morle. Encontraremos esla philosophia,
e ah veremos seus resultado*. !!a*te-nos aqu recor-
dar smenle, que u funda I >r de-la seila, /.^no, ja'
Pelos uliitnus lempos du pagauauisnio moribun-
do, n'esle grande declinar das rousas antigs, va-
se a vida humana prodigalis.da com una especie de
desprezu furioso.
O desprezo da vida ;eis um inguUr pbemomeno
que nos apresenlam nvariavelinenle lodos os seculos
de decadencia. Parece que a existencia nao lem
prega quando nao ha mais um nobre lim a qoe ella
possa tender.
A hunianid.de, caneada de si mesma, 'aligada
d'iuleremitiaveis vuluptuosidades, deixava correr a
no a dar-lhe urna punhalada. Citemos linda o e-1 Ctidot, malheimitico e celebre philosopho, qoe pre-
xemplo da cunde de Palladle, que despojadu de sua I diera a poca de saa morle, e que para nao rece-
provincia e auieacado cum a morle, cabio em urna I lir om desmentido da uatureza, obrigou-a a obe-
especie de delirio e duas vezes lancou-se sobre a es-1 decer-lhe morrendo de fome. Urna' morle qnasi
auliga he a de Kilippe Strezzi, este Romano perd-
do no XVI sculo. Feito prisiooeiro pelo grao-
duque Come I., seu inimigo, a arcusajo de compli-
cid.de uo atsassinaln do duque Aleandre l, pre-
f.rio malar-sea expr-se a revelar, na tortura, o
nome de seus amigos: Se nao sube viver, disse
elle, ao menos saberei morrer. o Seu testamento
e.pira a altivez repblica na e classicas reminiscen-
pada.
Sao suicidios polticos, guerreiros, leigos, se as-
sim me poso exprimir. Mas he carioso e triste ver
a morte voluntaria penetrar al o seio dos rnostei-
ro e no santuario da igreia. A mesma vida religio-
sa nao defend, de-la lenlacao certas almas inquie-
tas e infanta, O demonio da tristeza, lio \igoro-
samente combatido por S. Chr>*os!omo na alma en-
loquen.la de Slagyre, baiiava de lempos a lempos
obre pobres monges perdidos no fundo de sua celia
vida com o sangue de suas vei.s aberlas. Deixava- I e desconhecido. do munde.
se morrer por nao haver mais forca para viver. Era ', He preciso ler em Gaariaoo, em Vicente de Beau-
lempo que urna doulrina austera vie.se reler a mao vais e em Osario, a descripcao desla. lerrivel enfer-
violenl. da humauidade, rollada conlra li mesma ;
era lempo que o chrislianisino ritan esbarrar esta
indillerenca da vida, esle abandono da morle e dar
ua vida alta ligiiilicacao.aa provaro,daiulo o dever
por lim a liberdade humana, a alma, emlim, o se-
gredo perdido de seus iminurlaes desliuus.
He Santo Agostmho que primeiro formuloo
em una argumenlarao sublil e inllexivel, pur um
modo absoluto e dogmtico a reprovacao du suici-
dio. Kesiimo M principaes argumentos que o illuslre
hispo ilesenvolve em una serie do capitulo na Ci-
dade de Dos.
u Nao he sem raxlo, d.z elle, que nos livros san-
tos, nao se eucoiilr. urna t ptssagcm em que Deus
nos ordene ou permita dar-nos volunlaiiameiite a
morte, qner evitar algum mal, Iquer para adqui-
rir a vida eterna Ai c. miran.., slo nos he inler-
dilo pelo prereilo : l'u nao mataras... E*les lermus
midade que em certa, epucas, desolav os piedosos
e sabios reliios em que se abrigara a vida inlellec-
lual e moral dcsles lempos prufundameme pertur-
bados. Os escriplores ecclesiasticos derla um nurue
grego a esla mole-lia e a chamaran) aceda.
O excesso desle morboso enfado lerava direilo
ao suicidio e he com una emocao de lerror que os
piedosos chronistas nos referen algons exemplos do-
lorosos.
He uma religiosa, de dade ivancada, de virlud
exemplar, e que se sent de repente perturbada pe-
|u mal de tristeza e atormentada com o e-pnilo de
blasfemia, de duvida e incredulidade. Ella cr-se
damnada, desespera, precipita-se no Muselle 'i,
d.u,.|e a lram viva.
He um converso que se ifoga em una hora de de-
lino.
lie urna religiosa sednzida pelos magicns atli-
saua,,. utos, e ale. ,..... nada Ibes ""--"- lic.o. de un, munge e que, La de amo, nca-
. alquebr.,!., pela idad, .neiduu-se. .egando I g.".*< ZXJ2S1J. !" '^ ""^ "* -......-
a seui discpulos um nefasto exemplo. que tere nu- i ., ,, .
le a quem se ordena que nao mate. Pode-te admi-
randrz. d'alma dos
merosus imadures.
Em Itonia, nao havemos de cc-upar-nos com os
innumeraveis sucdiui que liveram sua urigem em
c.ircuinstaucias especiaes, quer a dedicacao a' patria
que se usteutuu na marte do Decio, quer a altivez
du amor conjugal qoe cum lauta torca se vio bri-
lliar ua curageui de Porcia, da mulher de Bruto,
da Arria, a mullier de l'avluz, de Paulina, a mu-
lher de Sneca, quer enilim u seutinieiilo da ca-li-
dade violada, que se desaten na heroica morle de
' uexecia. Aqu nos mo queremos oceupar senu
du suicidio philusupbicu, inspirado pur doulrinas e
poudu em relevo cerlos principios. Em Huma, coro
etleilo. o suicidio tornuii-se urna philosophia, in-
leira, urna poltica, um tyalema completo.
F"u quereria reunir em poucas plltvrai ella dun-
tuua, lalsa sem duvida, mas nao destituida de pres-
tigie, que servio da refugiu a tantas almas inca
pazes de lular com frtelo, mas inctptxtl de se sub-
metlerein.
He principalmente en. Sneca que se enrunlra
a reivindicac.io desle pretendido du licinein sobre si
mesmo. Elle te e-forra por e-labelecer que uho-
meiu pode morrer, qoando Ib nao agrada viver.
< suicidio he o aclu enrgico pelo qaal o bun.em se
pea mt, libertaste das inevllivet. lervIdON e ..flirma
solemuemeiilc sua liberli.le rm face da homanida-
de qoe arca tob o jugo bumilhaule da fortuna.
r> sabio iiiiuca po.le ser BICravt
rar a grande/., d alma dos que alenlarum sobre si
mesmus, mil cerlamenle nao se poderia louvar sua
prudencia.
E sera' n.e.-mo justo, para examinar as cousas de
m.i* perto e raoavelmente, chamar ^raudeza u'al-
iiia esla friqaexa qoe loma impotente para rappor-
lar seo propria mal on as f.ltas d'oulrem '
Nidi denuncia mais urna alma sem energa, du
que a iinpuss.bili.lade .le resignar-e a eacrtridlo
docoipoe i loucura d'upiniao.
lll m.is foica em levar urna vida miseravel de que
em deitl-ll e os duvidosos elares da npiniao, so-
bieludo da opiotlo vulgar, nao devem prevalecer
sobre as puras clarezas d.i consciencia... Cila-se C-
lao que se suicidan em I tica. Esquecc se que *eu,
proprios amigos, ItomeM lau esclarecidos lamo elle
esfurcar.im-se por dissuadi-lo de seu projeclu.o que
milito bem pruva que elles viam mili fraqueza
que forj. d'alma nesti ratolucEo, E o proprio Ca-
ldo deixou-se Irabir pelo ronselho dado a morrer a
seu tilhu molla amado. Se rom ell'eilo era vergo-
nhoso viver sob a dominadlo de Cetar, porque bo
que o paiarnutelhna au lilhu que supporlasse essa
vergonha, recumiuendando-llie que ludo esperasse
da cleinencia do vencedor Por que o m'o obrigou
a parecer com elle '.'
A verdade be que l.aiao amuu seu titilo,
qoem seu- votos e -ua v.uiiade chamaram a c
sobre
emeii-
Impedem-na, e ella precipita-se nuil, pocu e norre.
He Bii.doin, nonge .le Brunswick que.com a ca-
brea enfraquecida pelas vigilias e pelo Irab.lho. en-
forra-se na curda do sino de sru cuiiveulo. Ilerun
que de repente domiuadu pelu demonio da tristeza
seaoga.
Desparte havia um aentimento mai* r.irle que a
propria doulrina Ou cl.rislianisiuo, rnis lurte que
a fe, mais forte que a eslieran.;, da salvado, e que,
em certas hura* a**ignalava sua presenca por lerri-
veis victorias ; era una lotapportirei tristeza, um
iiicuravel cufado.
,)e balde certas almas, nbborrida da vida, procu-
ravam no fundo dos Bivio, sagrados un refugio con-
tra si uiesmas.
Nem totas acluvam Unitiva no repooto mvslico
la conleinplacao e da leppHea : multas de-fallecam
em morais tristezas ; algumas sollriam at preferir
a mnile, ra le vencida ceda bramindu a' alegra da
morte.
Ouanto era mister sollrer para que, nesla dade
la simplicidad rCi a- sn,bra aos (,|ieriiaculoa
em que reiidli o Dos vivo, o penttnenla do sui-
edio Iriuinphas.e du temer das peras eternas!
Quem nos produzira' o gemido d.slas pobres alma*
feridas di; unirle '.' Porem esles velho. muros mvsl
ro guardaran! seu segredu e be s com penivel Ira-
balhu que *c pu le -eguir pelo traen de saugue eslas
historias dolorout sepolladia m. paiindn.
etat: Ao Dos libertadur! Para nao Sen por
a muilo lempo em poder de meus iuimigos que In-
ri justa e cruelmente me prenderam, e que podem
obrigar-me, pela violencia dos lormentos i reve-
.' lar coosasprejudiciaes minhi honra, a meo.
prenles, i meus amigos ; eu, Filippa Strezzi, lo-
n mei a nica re.olur;o que me restiva, por fu-
l nesla que me paraca a alma, de por f.m a minha
i. vida por minhas proprias ruaos. Kecommendo mi-
ir nha alma soberana misericordia de Deo e Ihe
rogo humildemeulu que Ihe cunceda em Talla
d'outra graca, por ultimo .vio, a morada em que
a habilam as alm.s de Clao de Clica e dos ho-
l mens virtuosos que liouveram igual fim. .. Todo
o espritu do XVI seculo revel.i-se neslas duas ulti-
mas palavra-,
O XVII seculo he urna poca relativamente cal-
ma, em que a vida se rtgolarisa e em que se apla-
cam os febris ardur.s du seculu precdeme. As
crencas, um in-lanle abalada., ,e restabelecem as
alm.s. A philosuphia espiritualista accrescenla, as
nobres e-perancas da fe, as luminosas certezas da
razan. A* inquielaces du SVI seculo pacilicam-
se: he um sccolu orgnico cestas pocas pri-
vilegiadas da hiatoria lem um carcter de .olida
grandeza e de pal animada que mal se concilio
Cera a* eufermidades moris, cujo termo he o uiri-
din. HeiioWHI
lem
A' despeitu da acudir! e re suas deslrnic.es, a' de*
las iii3i,s i ca de t.esii, que lemelieu a Cesar a "loria da nar,__:. a .. j .-
, 1. a. a ..una na per- peitu da alluriiiacau diablica que (aulas victima*
allbcrdad.. b le empteg. lodus M ,eu, csluicos,. loar- ll,e.-Ne,sfs adversarius n.iu querem que pre- fez durante a meia-.dade, he preciso dizer Zn
per nanter sna independencia e sabe, qoando he | litamos a Clao o santo humen, sub. que an.e, quiz 01i:i,,a, sob imperiu da lei chri-.aa. -u,.lio I e
nirier, prBr.r ara abrgu em que ueiil.oma ty- sollrer em ... carpo a, ,.,, c.ue.s dore, que li- raro ees lempos em ao. acre-..-, eronllorolo,
le conserva por e*.e m- | vra.se d ella, pela morte. ,. ,.,_ MmU^ ,,;, ^ "J Pecori pedir mita, qoando......nena po- inleresse aos ,
ua murle, dio razao au amigo materialista. He
nesla simples observar^ que vamos resumir toda a
nossa critica.
Nem lau alto, nem lau baixo Ueve-se allender
sempre a este principiu, quandu se quer Irazer ao
justo e ao verdadeiro, quer a inaptracM moral da
vina, qur a das obras de imagniacao, "onde a vida
deve r eileci r-se. Assim romo na ordem philosophi-
ca ha om myslicismo, que se fuss ml dingido, po-
deria ir ler a um sensualismo refinado, tambera na
urdem das pahuas ou d..s senlimeoius. ha um pla-
tonismo de quinta essencia e levado au extremo, u
qual poderia vir a ser Ido perigoso como as mai* gros-
eiras uggesle ra materia c dos sentidus : nao he
sonante porque esta Ibeoria ttiaaoaaa seja de ua-
tureza (al que piia desviar us corares juvrm* e in-
genuos, mas anda porque ella Iraz em si, como tu-
das as doulrinas exagerada., n.lo sei que de enfra-
unecedor e dissolvenle, mortal par. as f.culdade*
varona da alma humana, a vontade, i cooscieocia,
i idea rclleclida do dever.
A forma que elle l.uiz Libad, deu aoseu roman-
ce, he quasi a de um arrazoadu ; seus .clores sao
argumentos mais anda do que personagens. Pois
bem, acontece mu las vezes que seu leilure de-
vemos pensar que nao era esla a sua hilen.;....in-
dispe-se contra os seus daos hroe, em favor do
adre llichatd, isto he, ptlas couclusoes tigorosas da
rlndoxia c.Medica, e meimo em favor de Armaud,
de Fuogiiezes, quetemoi dizer, pela inllexivel lgica
de um libertino espirituoso. E at acontece as ve-
zes que estes dous seres .aparados ror um mundo, o
libertino eu padre, parecem ligarse e fazer caosa
c. inni iim contra as cbimerasde Valenlirne de Suzana
e era segredo se diz que, se soas emprezas roma-
nescas nao fosaen jalada, por um chrisian como o
padre Itichand, o setiam por um materialista como
Armaud.
Dunde procede esta bizarra '.' De que o autor de
.Vicaria Ditcltcnii, creando para seus hroes urna i-
luacao de ama temeridade asausladora, dando-Ib, pa-
ra advogar um (aradoxo evidenle.nao leve resolocao
e proposito firme Querendo reagir contra o materia-
lismo na arle, rlrsejando elevar o romance a. regles
id.-.n's. pouco cuidaduso.cnmo receiamos.dechegaras
soluroes e conclu-es christaas, iulere>sando-se alera
distu p..r Valenlirne pui Suzana, que represenlavam
para elle as mai* nobres aspirares d'alma, Mr.
Wlbacl. nao cousenlio em Ibes fazer mal; n.lo quiz
que o desenlace lussc urna licao.
Ora, era urna licao e urna lic.lo severa, qoe eou-
vinba tirar desta imprudente tentativa, pedindo-se i
vida o que n.o *e poda encontrar nella, zombaodo
de dous jovens drstiuados a comecarem de novo um
velho soiiho e inllingindn um des'ineiilido em accao
a celebre expressao de Pascal; a em anjo nn
besla. O esplrilualismu chrisbiu, com seus decretos
e suas consolantes supremas poda s teiminar dig-
namente esle drama singular, esla parlida, onde os
dona jugadores (em o unpossivel pur parada. Taes
s.io as oliiecc.irs que submeltemu* a Mr. Wlbtcll e
que nos Impenein de neonheerr ludo quanlo ha de
inleressjiile, de original e de palhclicu em .Suzana
lirlitllin.
Nussa revista lie* sem duvida muilo incompleta ;
B o seria anda inai*. se omitisemos meucioiiar
e-las AocellOI du madama de Arbonville, de que ja
uio e principalmente na lim fallamos; esta'maravilliaa desenlmentoe poesia.que
ue au uascer de ura novo mundu, as in- i acabaiu liualmc.ile de entrar publicamente era nossa
quietaces se despertara, agitados presenliraenlos
percorrem a Europa, ea consciencia houiaua, lo-
cada de urna Indtlntvel cnleruiidade, alnrineula-
se as impaciencias e dcfallecimenlus de urna apai-
xunada esperanca. Esle mal sem nome, e que nao
I.Ucranio. De inoi boa vontade diremos da nuvel-
laa de madama de Aibouville u que um iriliru eu-
tenhato, Mr. de Felelz, dizia .los Nalchez de Mr.
de Chateaubriand : he una obra que au lem nem
deve servir de modelo. Lina pei.ua viiil, se pro-
curase suas tnspriicuts e seus a-uuiplos nesle inun-
lie lenloo despenar cuufoso do espirito moderno" i *?' ** .e,''' "'i"S i'"''" H.0 CC",q'"! "' '-""'" 0n'lc '
epiiiiu inoutriiu, i a|,a, a turra de Iriomphar das paitne. humanas,
ac.-.ba por aniquila-las, arriscara desvairar-se e Iro-
vai produzir orna escola nova de suicidio.
Comeea a idade de \v nlher.
li. Caro.
r'.i/i'i/r!iar-.*e-/i(/.
Reme Conlemporaine.
> ROMANCE EM 1855.
Conclusa.).
Achanius ua Helena, e nu mais bello roumenlo,
phrase seguinle ;
pecar, grande ii.felicidade. de que os espritus mui-
lo disliuclos devem nalur. Imenie receiar.
Para escapar deste pe.igo he mistercoudicoes par-
ticulares, una urgausae.lu de urna delicadeza incri-
y*l, urna melancola iii-linctiva oo nfleclida, urna
im.giiiaeau dolada da faculd.de bem rara de crear.
Manando, urna lo/ paluda e doce, vellando constan-
leraenle debaixo do alabasliu e eselarecendo os phe-
nomenos internos, cerno os mulle fulgores do a.tn.
de fronte argenleaes clarecera a paisagem. Limitaino-
, mo-iius pois a observar cum prazer que as bellezas
I azuidu le repeine appello para tudas as ,uas e os -ucressos deslas admiraveis nairacn -,iu um
lon.as viri*, ella seniio-se revestida de urna courai;a i brilbanle teslemiiubu em huma das doulrina*. que
..e placidez, que diva au eu pensamento teda a li- \ lemus inscripto em nussa bandeira Iliteraria : limila-
v i J''- J' U0* ccr.scenlar qu .. Resig.iaea.. e u .. Medico
.vos iieuceorn tagua ha anu e all ilanni reilot da Aldeia a rivetla lano como m primores d'obra
dasse estvlo alormeiit.dn que linha assinalado mai* exquisitos do romance Irancez, tanto lempo
ja as scenat Ja ruta la Bohemia Mr. M.nger, que como a lingua fraucera.
conseguio tambem purificar e elevar sua inpiracdo, Tambera seria preci-o para ser completo dizer urna
liinira tumben, sua linguagem, e entilo iimguem c palavra do* Simples COHtot de Mr. Paulo Ntl.elle,
lera nali que pedir-llie, senao qued logo sua | livro amaval, onde oto taita nem frescura, nem
amortecidas e mais paludas, miit fainiliandade
pormenores no quadros internes, ifislt-se anida
mai. di. pintura, a lemperi, cuja vog.i not lem hu-
millado b ronip.omeltido tanto lempo.
O contado do* romances eslrangeirvi. dos roman-
ces nglezes e americano*, propagados i acreditados
entre nos pela rribliolheca dns camin o* de ferro,
deve tr.jer nesle sentido um resultado feliz e fazer
que no. teja mais fcil esse melhoramenlo moral,
sem o qual o talento he unta ch.ga e o luccesso urna
veigonha.
Temos del.ai ni dosolho. ilgomis destai bellas his-
toria : a ll.ialh da vid, por Cli. Dickens ; __
Jane Evre de Currer Bell ; u Casameuiu de
meu av.l ; as Novella eacolhidas, de Edgar
P. > ; o Diamante de Familia de Tarkerav ;
Oppulenciae miseria. di Mis. Anna Slepbeo ; o
Acceudedor de lampec de Mst. Cuming, e
e-i i- diversas leilur. no. sugerem orna rtflexau e
una recordarlo.
Tem-se podidu veiilic.r umvai-vero batante
nolavel as influencias reciproca, di liltenluri es-
ttangeira a da ooni.
Hi trinli oo quirenla mnos, em um momenlu
de penara e de lacn., o rumanc francez recebru
do genio de Wallher Scoll esse ehoaue que imprime
as inlriligenctas de urna puca urna direccao
nova.
Em nossa Itldralura elle malina de suas cores
nao o que se amolda e le transforma, segundo as
variacesda moda, mas tambera os serios estu.los du
panado applicados lirn oo a historia. Sa e-le
campo for menos fecundo do que lindamos espera-
do, se nio der urna cifa mais rica de grandes e bel-
los romances histricos, he primeiramenle porque a
iniiacau inspira rara vezes obraa prima, e depois
porque nossa rivacidade de iuiptestoes e maneiras,
exagerando logu esse goslo de archaismu e de mra-
idade, apiesenla b necu- e gibes.onde S\ aller Scolt
tinha empregado lypos e caracteres.
Feliz* ao menos, se livessemos imitado mais lem-
po, e conservado melhor em uo*sas invences origi-
nae. ea reclida.. e elevac-o moral, esse gosto do bem e da
hnnestidade, de que o inmortal ehronista nos ludia
dado iao admiraveis exemplos! Uepois, o romance
inglez lornsndo-se por oa vez pobre e estril. foi o
nosso que. tm seu hrilhante e tumultuoso desenvol-
vimento de 1831 a dos anuos segn.les, derramou-
56 fura.agitoo vivamente as imaginncues cnulempo-
aneas, e diznn que obleve na Inglaterra a na Eu-
ropa urna populatidade mais completa aiuda, e oais
universal du que em Franca.
Iloje, os romances ealrangeiros, em conseqnenda
de nossos excessos e mfurluntus que nui acarrelaram,
vollam e ladeiam nvame) le nossa lilteralura, nao
com o brlbu incnn.paravel a invahu e do
..Ponanos da Escossia,.. mas com algomasqoalida-
des, dillerentes das nussas, e ensinoa de que faria-
mus bem em apruve.iar.
i .oca* i e*sas cnramunicai;es, que aproxiraam em
un* da. os romances como a. distancias, podemns
ler ampio conhecimenlo dessai tice... engenhosaa,
onde a moral mais severa lem raras vezes urna I.-
nha que riscar.
Lista viziiil.ai.ra nos deve ser til, n.lo porque pro-
curassemos jamis pedir aos nossos autores esse ma-
tiz um pouco dogmtico, esse ar de pregador oo pe-
dagogo, qoe volunlariemenle tomam os narradores
americano, ou ioglezes. as obra, de im.ginac.ao
preferimos o s-rmau methodisla oo puritano, que
amavamus no bellu lempo de madama Sand, o ser-
mo .tcialista ou bumantlario as inven, ues roma-
nesca.
Mas debaixo desle ponto de vista, pode-se estar
desassombrado, porque lia no espirito francez algu-
ma cousa de claro, vivo, om ppuco faceto, rebelde
sobri'i u lo as digresses e s prolixidades, qoe sa ne-
gara' sempre a inlroduzir no rumar.ee urna moral
importuna insistir muilo sobre os pontos de doulri-
na, parar no camiuho para piegar aos letlores e
eompromelter seu ucces*o com excessos do aposto-
lado e vtrtude. O que he par desejar, he que nos
so. romancistas, em lugar de formareu urna casta a
parle, serem para os homens honesto! om ohjeclo di
cuiiosdad inquieta, e verera-se constantemente for-
rados a pintar seu mundo, que nao lie nem o verda-
deiro. nem o liom, nu desfigurar a suciedade verda-
deira que descont.ecem, sej.m como na Inglaterra
e na America, os frequeutadores, os confidentes da
familia, os pintara aulorisados de costumes, de sen-
limenlus, de personagens recouhecldos, e que rivtn
niveltdos com seu publ co, seusoriginaes a seus mo-
delos. Veda o que se passa na exposcao das Bel-
las-Arles conservandu sua superioridad! incon-
leslavel, uo-,u* artistas declaram, que au esludarau
sem proven., as cousas encantadoras, que nos tem
enviado a escola inglcza. Pois bem, desejariamns
ver em nossa lilteralura om trabalho e um estudo
analogus : quereriamns ver esses loques finas e deli-
rados, esses castos quadros de costumes privado., es-
sa. placidas pinturas da vida campestre e da vida
domestica, naluralisar-se em nossos romances, es-
clarecer seus horisonlea, suavisar a sua plnsiono-
mia.
Antes de terminar, tornamos a dizer que o ro- Inglaterra liuliam
manee leve mudo lempo entre nos esse sello de in- | gadn.. p*
leriornia.le moral, de que e ispant com razao a
dignidade d.s lettra* e que na lilteralura cotou na
soeie.lade lem islo de funesto ; e vem a saber levar
..-que ..-oilc.-ni a preservar i.u mal e mesmo ag-
giava-lo. Todo rontriboe para inanler essa pre-
venjao desfavuravel, que (em passadu para nussos
coslumes e quasi para nossa lingua.
Escrever romance parece que he aceilar essa si-
tuarlo secundaria, se ndu suspeila, que nao podem
melhorar nem os applausos nem a vog. Lr ru-
mances he declarar-se incapaz de let goslo por tri-
turas mais solidas, he fazer aclo dessa fulilidade
persistente, que se desculpa a mocidade, mas que
depuis acaba por as.emelliar-se a urna fraqueza de
espitito, a ura disparate de rapagao. Komanli-
sar a vida he aarrilicar o verdadeiro ao lalso, o posi-
tivo ,.o o.Huerico, a pralica leal de seos deveres
reaes a licc.l.i .le deveres imaginarios, que aconse-
lliam o heroico e dispensara a honeslirlade.
E porque isio ? Ah he porque o romance com
'lleiiu tem sido em sus. ultimas pitases a expressao
iliteraria desse etado doentio d'alma, que faz as
sociedades frivolas e a. existencia, iuoleis, o cdigo
oo o calhecismo des.e innumeravei. sophismas.
sempre pro,..po- para prem em questao as gran-
des Iris, que nosso orgulho quereria abrugar, depois
que nossos vicios as lem infring lo. Nao ha aflec-
larao insen.ala ou ftil, alternado audacioso oo pr-
fido contra a consciencia humana,que nao lenha po-
dido adiar no romance moderno um cmplice, um
cim.elho ou um exemplo.
le entre a verdade e a mentira, entre a imaginacto
a rataa, entre a paixao e o dever. entre o sonhn e
a vida, mira o vicio e a vir lude. Indo, se tem habi-
tuado a considerar o romance, como o alliado nalu-
r-l de ludo quanlo perlurhava a ordem e a Irata-lo
como iuimigo.
Segut-se por ventura que se devia despedac.a-1,1
i-oii.lemi.a-lo a morle, impr urna abstinencia inde-
finida a essas faculda.ies do humera, que nao vivem
somente do pilo secco da vida real, que pedem um
chnenlo mais agradavel a mais delicado, mais apro-
pnado s fraquezas da nossa nalure/. '. N.lo ; dire-
mos fazer aqoi urna rlislinecao.
Extslem doa* jorlet de verdadeiro, duas especies
de real ; aquella de que ninguem pude nem deve
fugir, porque a propria lei do mundo moral, a re-
gra infallivel dus individoose dos pavos, e aquella
de que he permellido dtilrahir-.e, porque represen-
ta e-se lado trido, glacial e bailo das suciedades po-
tiliv.l e das civiluaces ettremas ; realidadeollen-
siva, verdade croel s alma, lernas e ao* espirito.
delicados. Em ootrns termos, exisle o verdadeiro
que be a greja, a ea-a, o lar, a familia, n paz, a
lei ; e ha u verdadeiru que he a roa, a oflieina, a
Bolsa, o negocio, cifra. Exislem pois por isla
mesmo duas especies de lalso, de flecdo, de chimen
a que se declara contra a boa verdade e a que .e
dislrahe da ma ; aquella que trabalha cunlra a lei
e a que faz diversan a cifra ; em ouiros termos, ha
o f.il... que he a mentira, a rel.rlli.m, a demencia, a
blaspbemia e o insollu, e ha u que he o ideal, u inG-
nito, o senlimenlo, a pue.i, o encanlo, a golta
d'agua cabida nos labios e uos coraces.
cacoes rcenles teem estado a ponto de caoutea
graves perturbaciies n'om oobl imporlanli. O boro
euso poltico dos babil.ule-, e i prudencia do pe
der execulivo soiiberam prevenir essas cal.nn
dides.
Suppouhamoi porem qoe .. governo di ( alo u.
terviess. nos negocio, poltico di California, ip-
pondo-., s medidas adoptad.* pe), eommi.sio de
*,g"",c..... qu tuceedeeii V O d..merobrimeni
da confederacao americana, oo tma goerra civil.
qu. por ventar., se houveri efpillitrio dude ...
priu. do P.cifico ato i. do AllaolKo Ntohoioa
deslas Instes tvenlualidade* na reilisoo. O podar
federal uto i,.lt,e a |,|ralfle dl Ca|lforiltJ 00,
respeita a' admi,.ir.ci,0 i,,,.,,,,,, e conmi.ri. de
vigilancia denHt..-K d sua, ,,nafic, dk..
lori.es.quindo eulen.le, q, Dero pnb|i(.0 ,
pensava.
Os ullimos luccesso. d, S. Francia serviram-
uoseorao da ficho ou est.j ^tt |, rmc,m.
no. ba.lante.ignilic.livo. par. d,Ur,B mBmm,
especul da lei qoe, .obslilaind. ^^ ,igeolWi
be .lepois.lia,, lunada como um loslromnlo ioat
e pingoso, i serve aGnal de base di accoice cuo
Ir aqoelles que Iiaviam declarado urgente
A le de Liiicl. nao pruerdeu da .tenaeiiru he
filha das necessidade. sociaes qae nnjBnj BB,.
loniai ioglens di America dt Norte, qoandu inda
tiascentes.
us eslibelecimenlo. da Nova logleterti. ,ma
como nos da Virginia a da. Carolina!, tantio-ie i
..ece..id.d d. lei de l.iuch, qam o mesmt cp^t.
mas por ciosis diiranlei. Aqui era oecenerio
para defender urdem pol.lici e reliiio.,, bateada*
n uma (heocracia desconfiada ; acola', para prale-
ger a ordem puramente soetil. q.e ,d. ,,,,,
o puio de om. aoloridade legal. No -- -, ,
o no CoooBchcol apptieava-ie esta o.lica .uioma-
tu aus (..reges, ao. qaaker. e deput, .'recobeJo-
rai dos imposto. ; oai ealooin ao sul do Pulom.c
ara ipplicida .os esenvo fogiiivos e rebeldes e .-
salteador.,, qu. .riqo.M do sol. .. deteofriado
liherd.de para ah allr.hi.ni com prefereocii %.
valaatitarr,, ond. donioa.a> io.lerid.Je do, pa-
r la nos. r
Efa n.l.t.1 que M de lana* rigorane no, -
tabelec.ineato. meridionaes. Essa. lem, incolla,
mas fecundhaima.. era.n concedida, ao, UtmWt
tugleies, qoe nao Iral.v.m da con.Ul.i,
senhono. amoridadi admiui.Ualiva ei.dKt.l
ara pvo,r, chamavam tuda a casi. d. gen!.,
em Un, .parlar donde vinham, ,u, s
seo, recorso, nem a sua moralidad,
Ora. addicionem-se a, onntn dirfWl ,,
mediav.m entre o, povoados, enlr. ltnn ^
..vado e a, cid^le,, e fcilmente se conhecir.' q
oshab,t.n.e,vi,m-Mobr,g.dM hmtM, ~
deLincb deviam dominar logo des.e fd..^
da. colunia, mendiouaes. Quando .. on
algum chine n'oroatoca, ,. (.roprioliri. nfe
. si nicamente i repooMbilidadi
illia
sastre
O romance tem eunfundidoal boje esles dous ge
ero, de falso e estas duas especies de verdadeiru ;
pretexto de defender seu campq das invases da
vida positiva, he elle que enlrou como conquidador
no dominio da vida moral; a pretexto de defender-
se conlra a m verdade, foi elle que declarou guer-
ra a boa veroade. Seja elle uolra vez s que deve
ser. represente na so. iedarle moderna, Blo o elemen-
to de desnrdem em lula com a harmona universal,
mas o senlimenlo do ideal, procurando seus recur-
so, e alimento* no meio do, fros e duros trilhu, da
ctvilisacan muderna.
Em lugar de permanecer debaixo de nomes ma
ou menos pomposo, e maneiras mai* ou menos so-
berbas, o alliado hxpocrila destarrado da materia,
que acba sempre o que detejl, na destacarlo orgo-
ll.osi da, 111150CS do mal e do bem. seja o auxiliar
qoetido I forme par assim dizer a, tropa, ligeira*
den Mph-Hnalna que s pode boje ergu.r a arle
Helena uma irmaa.... uu um marido. sen-ibidade. nem o graca ; onde respira om lineare I de aeo ahalimenlo. que lem de fazer seu papel em
se desejamus que u rumince se pronuncie pelo amor do campo, e ua uatureza, mas se *eu autor nm inundo volada a., positivo c ao til, e coja der-
uoiulgameotu e da .pplie.jia d. nOnoT,
leunn useulouu, ri.inbu,. Este iNimiM, caort
luidos em tribunal criminal pr ,ulorid,u ,,
julgavam o fictosommari.m.n... e (og ltu,m ,.
cul.r a .eoieuci.. esej.ndo rollar immedi.Unen
le para a, ., ruv,ti e r^,^ ,Ierrm|n ,
criminoso, pela prompla e expedita repre4o t cts
ligo dos que dilinquiatu. nao linham vagar para se
lojettarem is prncr,.....Betel do procesa, orJi,i
e para concederem ao reo a, garant. neeetarit a
propria* do jolgamenlo regolar.
Com tal geu.e e em (aes lempos so htrii on pro-
eco poMivel, o da le de l.ineh, ce recorri.n.
sem escrpulos.
Muilo mais tdmiri encontrar a ,. liad, la e
0,0 na, colonia, da Nova Inglaterra. Ah Ubeleca-
ra-s. logo no principio um gorerno solido ; !,
di na patria er.ra adopUda. como o cdigo nom. -
.I pelos emigrado,, o. <,*,g,apl,r,m |o
da, eo,la, do A.l.nlico para commercarem. mai.do
que para arrolearam a, Ierra, v.rge..,. Oae nec
dade harta nesle caso de recorrer a' lei di !.och '
Js peregrino, qu. colonisaram os .-lado, di or.
enlimenlos religiosos mai arrai
Uo-, .uiortdada dos anda. da igre
j. vaha mudo m.i, que aenhuma Iti posiliva ,(. ,
gl.lerra. I), resto e,la, lei, panliam orna grind.
parte da sua fon;, por cau di, dt.laoc.as. e pirt.
colarmente porque havia.n rvido de meio. de op-
onalo. A piquen, cotumuuidade poriu.ia da Nova
laglal.rragov.ruava-s.mais ,,r um .ccordo n,o
tuo do q... por alguma lei escript,, ,.. r ,,ue|
la que o, sacerdotes iodicavam como u melhor cami
nho para a .alvacao eterna. A Biblia apre-eolava
exemplo* de um mei. de represslo fcil e
prompto, o do, icoili, ; e na havia rato p.ra qu.
os seus legisladores |1.....mm lna4 ,,, d,
que Moy.es. En a lei de Un* da anlig.idad. p.-
triarchal, lendo por divi.a o dito di Salomao :
r Nao poopeis o, acoilet. ..
O costume adoptado t considerado ellicaz, foi ara-
du.lm.nl. requint.ndo no rigor, .' proponio qu. .
luslera moral .1... puriunoi m relixivi. N,'poca da
revolucao americaoa os abu.o. tinhtiu cb.gado ao
eo aog., e os acalle, focam sabtlilaidoi pelo ilca-
Iroa.-nenlu e emplomarlo.
O, primeiro, qoe eiperimeotaram le, nova, eaa-
ligot, foram eu, recebodori, di imp.islu, em Bo-
Ion, e logo depon a. oolras provincia* Mjgairara 01
mesmo. exemplos. Empregado ao principio por m..-
liros patriticos, este melliodo adqoirio grande v.-
Rl. Veioueram costme nacional, e foi limitad.,
aos casos que inleressava.n a' eommuiiilada mai* mi
menos directamente.
Anta In que, quiudo ura individuo cotnmcllu .1
guracrimede leu-in.gesl.de. on pelo .ea modo de
proceder comproraellit a pu e o bem-esl.r do po
vo. recorri.-,e 1 esse cosluine, como 1 um remeti
caseiro, ma, sem intenso de ir di encontr s le,
regulares.
Era apenas interinamente, diz om aotor na.
ricano. al que se poile.se chamar o medico urdma-
rio : e em minio, casos opirnu-se 1 cura radical eio
a inleiveucao do facultativo.
Aiin he claro, que as colunias di Nuv.i In-la
Ierra, a lei l.iuch era mais como uma garanta da
ordem publica eslabelecida. os inleree, gerae. da
coininonidade, do qoe como proteeeao a vida, e i
fazenda do, individuo.. Era m.i. um, lnfdid, df
..IvacSo publica, que de egosmo pe.sual, romo na.
Carolina e na Virginia. Por um lado, a lei di Litieh
he quasi uma motilacao poltica, pelo outro l.e ira
fado particular.
Este, dous car adere* di lei de l.uicb, encoulran-
se na h'sloria da California. A rumiiihwao de vigi-
lancia de I8.~>l. eslabelecida am S. I lamiscn, pro
punba-su direel iineule a repressau de crines par.
cul.re, ao casligo de ..lenla.los solados, e nao a'
extiucrao geral do, chine,, oo ao e.tabileciroeata
,le uma nova ordem poltica ou moral. A cotnmi,
sao de IK'iH audaciosaiuente se con.I luio em podr
poblico, e leudo em vi,la paiticularmente o intere-
se gerat do Estado, iutcnluu levar 10 cibo, e a,-un
o cotisegoio, o que os Americano, chamara con. r-
zao, a grande revoluc.lo moral de tKjti. te linar,
algum. rerulucau necesaria fui esli, m.i, do qu.
qualqucr uulra. Nos ullimo, ,ele MM liiib.m-,
coiniiietliilu l.ilK) homicidio, em S. rranriscu e u.n
seu* arrcdor.s a cidide fui sele veze. incendiada.
Procur.mo. expor origen! racional plnl,..,,-
ptuca da le de l.iuch, fazeudo ver a, rio, que
lomaram necessaria a sua appl,c.,r;ao. Ijuil he po-
rem .1 primeira prov rnatetial da evi.lenei. V.ia
le .' Qoan foram a, cireum,laneia, e qual foi a
ideal contra a inalrria, i.,lo couvcm entretanto que quizei tomar ura lugar mai* significativo, deve I rola definitiva loria par. I .ociedade activa rumo | cP"f P"r '* "" que foi 001
DIMB alein do* ju.lo- limites ; porque nossa pobre leiubr.r sede que a elegia nu be o eunlu.a chimera,' para a suciedade pensante o mais rreparavel do, i |wnlo, como o* piupuo- Amer
nalureza huuiaua be lena de modo que o velho |iru- o roinance, a detctirlo, 11 drama ; que nao se piide mali, a mais murtal das agonas. Oirerrr.a uma lado* a meras conieclura, c s
reriiio. n e.rlremat >e tveam, Ine be quasi sempre dispensar a invenco sob o ptetexln de Irruios abu- compeno e um refugio a es-as mi*ienoa, lerm- .-
ipplicavel, subreludo 1,
cooven entretanto que j quizor tomar um lugar mai* signficlivo, dlve|rola defioiliva tarta por. 1 ociedade activa C00M|P*a ptecin en que foi |i*la em vigor >e-te
iiileticanu', e-l.m.. liini
s Ira.l.j ..-
le, perig susassuuiplus, 11- sad'u miiiln della.'e linaliiieute que nu se pode" dar Itas- es,lls a*pracoes occolla, a e.ses v..u para ai- i*cr'Plores mei... e-riupulusos nirmarim noidic
agens, sem u* fazer viver, cami- | guma eotu de mais puro, mais divino, mais liv re I couaiius biogr.pl.icos de .Michaud e d., CooanooejIOi
I proprio, livroi ,, i qoutidiaua Cuulra a fon*, a peste, e imalei'"d I 'SU* CiTlTuac "^u'/'an^Uu'c.V"'"6'"''1' "''"' "'"' ?br"r'. |crla,no,.de f^11?.' >"<* C'mtos dus iiilerec*Lrre.tre, do que nossa vida miserivel \ que a lei de I.) nch fui -pplicada pela primeira re
'"., tokmteinedekoje de Mr. da Valbnen, nu Tape- bo.pede. nridoat do coraeao humano, qae ninguem i o seclo Wll por uu. certojuiz por BOOM l.ii.ch.
farecea principo que ah ludo bu sacnhca.lu aes- le lente, de Mi. I.eun l.ezlau e algn* uulros volu- pndeefoinearoo irritar iinpunemenle.e que.se Ihe
>!<, sua iiiaileravel felicidade, proraplo paia morrer I
per maule-la miada e elevando-M pe ua virlude | exemplo de Regulo. Vencido depois ,le hlver sido g
tradiccat,
ncrofl.
I.X lid.
177'i.di-
preferi- on -pus successos e comreo oe sui decadencia. I"
Elles n.lu os narram .eu n. ruin I'"' "'"", 7" """-'",'" ,'ue,';e P00' "'yar em Bl- do procurar dar au nono eslodu mai* uni.lade,
' uairan, .ei.au cum Mmas |,n|,as. O autnr escolheu forma do ruinan- entrando-, em qu.tro obras, oue resumiam
o. e amante, da cele.le palrla llenai* desl re fui re duamenl. '!.!.",;,'," UM-m""t J* .J",","?.'.?' ?l?. 't"' ''"""'-'* e"mo ""'" S n": OVi" enOBncln da romance moderna e'nlre I 'a am amigo ; e depoi. de termo, (ido a injoslic/do I Thom.z. nm antepagada HM mena, enrgica, o qaal
, pl """are- Pu, r"l.iliv menle ... oulras Bpoeat, coma om poni favnrovpl. nao a rapidez da arr.ln a variedad, os humen .1. tlenla ; Tolla, isla he, .1 exaclidj.., tentar mullan rehabilitar,-?. iiieii.ala< o romence a
la Btloieiamo, -.aula Agotli- j de repon*.. M hi.loril da *uicdo dos ""|rtanp. ao menos ao l,emolviraentn do. ra- phntographica, capando a' vulgaridad! f..r?a d "imprlr urna tarea mais dillicil e ma meritoria ,'"1"0 '"" TI"',' "" ""
l-.lla pro- nho examiui o- furar, pretexto. qul. pude alie-________________________________________rncterf; e an oslado dos enl.m.-iiiu- nntur.it e de espirito : os Bebedores d'agua, islo he. i "e rebabilit ira a i mesmo I *** eomo f"r> "* c*rl" T" nem m Br.i.crnfl, nes
pagnrj-se ,oh os aupicio:i e*t ora* canalera- I "ir em fator d> morte volnnlaria. r'mqnecorrel 9v r.n,i> r= al a......., A -> ~" I alealim de Rionval ha ora joven enlhtniaMa e o r.alismo convarlidu. conservando dt sua nrineira i ,ittrne Conlenporain'. em (rahame, nem na, hloti.-i ha.l.oU mioocim
dennrtrimOfn dP Moaaltl ramcacn n.Tn nn:rJ....,D nr* .. *;,.,* r~.~~ ...:... -^- j------._..__ ____ t ,
I da r.rolinis por vvheel.r Arrhdalt lie. nada ta-
pio prestigio : u prestido da upposieao republicana
e a celebridad dos grandes nomos que a rerebe-
ram. Bte preteedldn lrella de humera obra -i
mesmo. r.u.i n reivindico!, em Plica, Brota em
1 illpp*., "vnec.^ e Tlinire:, em Rama
migo, nem a sua palrla seu euraclu iiiveudvel: (Jue \ |.avel de Judas,
lira., pa.a o* ehri-t..,*, a.loradore. do verdadeiro De- 1 piedoto horror.
Por ventura allribuiriam sen fund.in.ntn, a esle
-- ^---------------------------------... .va........ ...... .- ...'.v, ......-^;, n...... '.. ". pl Ur-.l. ,
aromceso no ,-omprehinde. o^o qner cbrapri- forma o enliraendo do verdadeiro, e elevando-st em '










coalramos que noi aulorisasse a dar mait crdito a
es
a (rail i.-rau a que dos temos referido nao lie a nica.
Quando eilivemos em Nova-York, na poca em
qua lodos rallavam na primeira commiwao de vir
lanca eslabelecida emS.Krancisco, nioilos America-
uos dos disscrara que a lei de Lynch, assiro se cha-
mara do primeiro criminoso que fui applicada na
Nova-Inglaterra. E como he possivel que os Ameri-
canas conllevara melhor a origen) material dos seus
, :oslumes do que n cuuhecemos a dos nossos '! Se o
seu estado actual esla' mais prximo do seu berro,
do ajue eutre dos suecede, deve allender-se lamben
ao ajM dilatado territorio, i falta de homogeneidade
matara! e poltica que presidio a ohgem da sua na-
conalidade.
O que ruis importa he saber que a le da Lynch
feve a sua origam mis primeiros lempos do rgimen
cJjiihI, e que esta lerrivel lei procede da imperio-
a oecessidade de garantir ao mesroo teiupo a ordem
geral da coiumuoidade e os interes.es iodividuaes
n'uia estado social constituido de noro.
O que de certo a multa geote admirar he ver alu-
da a lei de Lynch applicada na nossa poca, qoando
lodos os estados da I'niao-Ainerieina sao governadoa
por autoridades constituidas geralmeule. E he na-
tural qua achassem nisso ama contradicho com a
theoria amittida cima. Mas alo ha ; porque os ca-
eos da appllcarjj da a lyncli law liniilam se hoja a
California, Arkania.. Wiscousin e Missouri, regifies
que oa Tardado tem um ivernn nominal, mas que
foram coil.liluida. em estados, (endo por issu a -n.i
populacho espalbada por um grande territorio, com
puncas r6l.ic.iifi com a sJe do goveruo, e obrigadas
como os primeiros colonos, a serem mailai vetes jo-
n e carrasco.
Ue su a historia da lei de Lynch. Importa m-a,
como uro principio, os trabalhadoras que rao arro-
lear al trras da America Occidental ; filuda para
aajinadrur uas paredes das a log houses (chonpanas
dos primeiros cotonea) que proleie esta lei. provi-
deacia do a telller ( colono) americano vai desappa-
recenilo i proporcao que oa deierlos ,e povoaro a a
cvImcJo prognde. A arma efleo.iva e brutal do
lioinaiu isolado que lubjuga o deserto pelo trabalho,
lei de Lyuch, some-se, cerno o deserto, coiu o
crescimeolo da sociedade, qoe iraa com sigo as (or-
inas regulares do progressn e as garautiae judiciaes;
e lie isla a sna justificado.
A lli de Lincli mi pude ler desculpa pelas circums-
lan:ia* em que se eslabeleceu. Esle despotismo jur-
dica he una anomalia.a seria um crirnese o empre-
ga.seai imperandu as leis ordinarias.
.tutes de a xprobrar aos cidadaus qaa a pralicam
compra investigar o estado do paiz e as necessldades
a que esta' augeito.
He mais urna qaeslao de poltica do que de di-
reHo.
asiin he que os Americanos empregam a lei de
Lyiuh, quando nao ensle a auloridade judicial, oo
quaido, fraca e corrompida, nao applica aos crimi-
iiosis u contiguo casljjo e repres.ao. Neats caso se
au>>u li California nesles ltimos auno*.
igaril, fcil ne de responder a aquelles que per-
gutaram so a lei de Lynch esta' em vigor na Ame-
ric.
's hnbitantes do a Self-governmeiilu goveros
piprio) iuhereules a' rara anglo-saxooi.i, bien com
qs aos Americanos repugne menos o iuveslireui-se
e caitos ca>os da auloridade judicial.
Uetn disso, o iiuinenso territorio quo occopam, os
ar=irJL= rs-ts esaasaass
pticulrmenle a qualidade de emigrados que ah
airtam da Europa, tornam necessaria na America,
ais do qua eiu uulra parte, a represno energici e
.impla dos crimes.
>uaj sao as ecepres produiidas pela lei de Lin-
n a legistagao penal ordinaria em vigor na con-
terasao americana '.' Vejamos em primeiro tonar
ni he a situado de qualquer acensado peraule os
liuuaes estabeleeidus confarme as lais couslitucio-
cs.
) direilo de seguran;* pessoal, diz kent est ga-
ttido pela disposi^es cstabeleeidas uat constitu.
ja deste pi, em harmona com carta magna e a.
oais lea fundameiitaes do parlamento iug'.ez.dis-
M'ces confirmadas e reforjadas por ordena termi-
utes e positivas. A subslaucia deas disposiroe
Ique uingnem, excepto uo caso de llagranle delic-
tou durante o servico militare navai, poa ser
lio por qualquer crime capital ou que irrogue in.
fiia, uu por qualquer delicio superior ao rom
ircadu, por lurl. uu rnubo, conforme a le coin-
um. sem que seja pronunciado por um gran le ju-
re por esle decretada a pris.io. Nhtgaean pode
lio mesmo crime, responder duas vezes peraiite os
Ibunaes.uemsw ubrigadoja depor contra si proprio.
ni ludo o processo crime, o reo tem dreito a um
ligamento breve e publico par um jury iraparaial.
un direito a ser acareado com as le.lumunlias d'
teusac^o, de clismtr lesleiunnlias oe clefeza, e de
ir um a Ivogado.l'ara prevenir os abasos e a opera.
loma procesvn. erimes.he prnhibido exigir urna fian-
a exorbitantes nem impor mullas mulo pesidaan em
MttfM desusados. Naoiao attendldos nem qualquer
II d'altainder nem qualquer lei com efTeito relrua-
livo. A consilncSo dos Estados l nidos e a de qoa-
todos os Estados da 1,'uiJo conlein em >ubstaucia
a declararlo e quasi por idnticas palavras.
0 processo da lei de Lynch nao olferece nenliu-
a destas garanta*. Os eidadao conslilni ios em
ibunal por inciativa propria, em gem, nao deler-
inam a priaao enSa doi criminosos cnlhidos em
Iqrante delicio, onajae a voz publica aecusar por
1 modo que ha a raaior presumprao da sua crmi-
ilidade, I odavia pode acontecer quealguns innocen-
I sejain presos, cousa tanto mais ficil,quaulo maior
I a laciniado coro que se dcspresain as garanta
ci-iguada* na lei constitucional. Os aecusados pela
I de l.incli tem de cerlo direito de serem acarea loa
en as tesleinonlias de accusac.ae, de thamarem tes-
Inouhas de defeza, de lerem advosado, mas estes
delos a mlior parle das vezes tata illu-orio* pela
riidezdojnlgamentoe da eiecujilo. Alem dsso
linca se admitle flauca.
Portante poncas garantas tem a vida do reo pela
I de Liuch e muito seria para desejar que a esta
rival M ranssimas vezes se reconesse. A liuch
t.v ni o Mi verdadeiramenleei'. opposigao comas
|ajdo paii, pelo menos mo a consideran! ii.iiu a.
qelle que a adoplatn. lia mais om lupplemeulo a
eiai lii, he urna epecie,de cuslume consuetudinario
ajae sem embargo da upiuiao dos jiirscunsallos
aheados ao texto da le commum, te ni produzdo
arins bous lesullados.
DroU).
.'irmil do Commercio de Lisboa .
Em teslununliode verd.de.O (abclliao pnblico.
Itiicisco Baplislade AlmsiJa.
Illms. Srt. Acenso recebido 0 ollico que Vv.
ss. se dicnarara dirigir-meem dala de 7 do correle,
remellendo-me por copia o relalorio das necessida-
ues na i orgenles daase municipio, e que foram le-
vadas ao conhec nenio de S. c. o Sr. presidente
da provincia, alm de que na parle que mi for pos-
sivel e compativel cura o lugar de depulado assem-
blea geial legiilaliva, para o qual fui eleilo por esse
circulo, eu posaa promover a satisfago dessas neces-
sidades. Em resposla lenlio a dizer a Vv. Ss. que
mono me honra a coiilianca, que deposilam em ini-
uha pesioa, e que farei quant esliver a' meu alcan-
ce para promover os justos ii.leresres de urna lao dig-
na, quanto patritica municipaiidade.
Na qualidade de merobro do conselho direclar da
inslructao publica essio e foi otianimemenle approvada a creacao de
ca.ie.rae de primeiraa letras para as povoaeots de
Orav.la San Caelauo da Ropoza, Bebedor e t.poei-
ras, e nutro bem fundadas esperanzas deque eu-
proposta ser. allendida pelo g >veno provincial, e
levada a co..sideraSao da assemblea provincial, que
M lem de reunir prximamente. N.1o leuho a honra
de ser meml.ro deisa assemblea ; mas lenho ah ann-
go. e farei quanto em mim coubar para que e,sa
creacao se realisa. H
(tuanloao mais, qoe Vv. Ss. pedem, he ludo ob-
jeclo provincial, qoe por cerlu nao p le ser tratado,
nem providenciado pelo eorpo legislativo geral, de
que tenho de fazer parle, em consequeucia do diplo-
ma que me fora conferido pelos dignos eleilores des-
sedistricto eleitoral; mas procararei enlender-me
com o film. !>r. conselheiro presidente da provincia,
alim de que, tomaudo em cousidenico todas essas
medida-, por Vv. Ss. lembradas, possa era sen rela-
lorio a assemblea provincial pedir a salisfacao dellae.
(.oiiclooagradecindo a Vv.Ss. as obsequiosas ex-
pressoes com que me Iratam, e pedindoque nao pou-
pem os meus fracos serviros em prol de um munici-
pio, a quera lano devo, e qoe mu voluntariamente
me liuun.u com os sens votos para que eu oceupe
urna cadeira no seio da representarlo nacional.
,u-_0 8usrde a Vv. S<. Recife 16 de Janeiro de
IH.x.Illm. Srs. presidentes e vereadores da cma-
ra municipal do Bonito. Dr. Jeroovmo Vilella de
Castro Tavares.
Illms. Srs.Tendo sido eleilo nepulado a' assem-
blea neral legislativa pelo districto eleiloral do Bu-
mo, que compreheiide esse municipio, onde por oc-
casio de minha eleilo reeebi provas tao signilica-
livas de alleicao. eonsideraflo e amisade.que eterna-
mente me peliorarao, a Vv. S<. me dirijo para que
se dignem communicar-me quaes sao as necesida-
des mais urgentes do mesmo municipio, alim de qut
eu posaa, deltas sabedor, promover por todos o-
meios a meu alcance e por urna legal e justa mter-
veneflo, a salisfacao dessas necessidades.
'i.'0 r"-'"1' Vv. S. Recife 16 de jaueiro de
*.Wms. r. presnlenle e vereadores da cama
r. municipal de Oaruar.tr. Jeronjrao Vilella de
Castro lavares.
Illm. Sr. Tive a honra de receber a felicita, ao
que V. S. em .eu nomo e de seus amigos do Al'ii-
nlto me dirigi em data de -27 do mez prximo paa-
ado, ror ler eu ublido o Iriumpho de minha candi-
datura a' diputado geral |.or es,e diairiclo, e agra-
decendo co.dialrnenle a bu.idade edisliucr.ao com
que V. S. me trata, posso asegurar-lhe e a seus
dignoscomparochiauos, que empregarei tidos os es-
roreos que me forero possiveis, alim de correspon-
der a couliaiica que em mira dcpositaram os dignos
eleilores do Alimhu. concorreudo em grande par-
le para a minha eleico.
A minha posicao poltica foi definida da maneira
mais clara c explcita pelos jornsr e peridicos desta
cidade. dous mezes antes de ,e proceder a eleicao
da eleilores, e anda de prximo com a franqueza e
leaMade, que lano preso, eu a expliquei em dous
communicados, que foram publicados pelojOiario de
Pcrnmnbuco de 31 de dezembro proximiTpassad e
1 de Janeiro crreme: firme porlaulo uestes princi-
pios e convircf.es. que sao no meu humilde pensar,
oa principios e as conviccOes do partido liberal de
t eriiambuco, do qual muito rae honro de ser mem-
oro e ainado Bol, parli.lo, que vive unido ao liberal
de lodo o imperio, adoptando e receben do o peusa-
Miutil.i nana .. t,__ .
DIARIO DEPERNAMBLCO SEGttDA PBIRA I9DEJAXEIB0
ni. 1857.
Freea- -t -
mo a prero ocrnlln. Q deposito
resilla |l0r H.tHHUisrricas, reta-
.. Ihando-se de i:l,ia lli.
Lame secca- Venden se a do Ro Grande a a
por arrob., a a do Rio da Prala
de ..MO a fi,. |Ciin,i0 e, ,er lli
mil arrobas da primeira e -J6,(KI0
_ da seaouda.
rannl.a de trigo-N;lo houve entrada, e a exisicnte
regula por O.OUO barricas, das
quae,2700,io de Trieste e mais
araeiicana. Venden se de 309 a
j> esta a de 26/ -JS? a onlra.
Ha offerlas paia'o Canal de iO a V2
~" e para o Mediterrneo a
. V0' e P*' "iBO'lao a 9|I6 por t;.
Descont ... Jje 9 a 11 por cenlo ao auno.
luraram durante a semana :l vapores, 2 embar-
cag.es de uacalhao e 6 que veram refrescar.
Enlraran: i em lastro, ) com carne secca, com
bacalliao. 3 de cabotaaem, .1 com carvSo, 5 com g-
neros e fazenJas da Europa, e I vapor de guerra
mglez. B
Salnram: i com carregameuto de assocar e ou-
iros ueneros para portas e>lran-eros, S de cabula-
geni, a I com parte da carga de larinha de trigo
qoe trouxe na semana antecedente.
Ficaram no porto 70 embarcacoes, a saber : > a-
mencanas, I beba. 19 brasileira., 1 dinamarqueza,
b rrancezas, I haraburoeza,|3 hespanholas, 18 iu-
glezas, 1 jerosalemiiana, 1 oldemburgueza, 9 por-
lugoezas, 1 sania e 7 suecas.
f&obimtnto $o pt-.
, -- o- rw|"i i"" vuu u pHi, a>seguro
t. que ile-enipeuliare o meu dever em ordem a
que esse grande partido, lio ju-lo. moralisado. ge-
neroso e tolrame possa conseguir o liu nobre a uoe
se propoe. *
Dom guarde a V. S. Hedi 16 de Janeiro de 187.
Illm. sr. Uioiiizio Rodrigues Jacobina, mu digno
luiz de paz man volado do primeiro di.lriclo da rre
Meta do Al.iho. Ur. Jeroovmo Vilella de Cas-
tro lavares.
Qmmtuto.
... CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 l|2 d. por la.
Pars, 3()a.lilrs. por fr."
Lisboa, 9. por de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|n de descomo.
Acedes do Banco, O a i:, de premio.
companhia de Beberibe 54)000.
a ir companhia Peroamhucana ao par.
ic Llilidadc Publica, 30 porceutoda premio.
luilemuisadora. 52 idena.
r ir da girada de ierro 20 por 0| ,le prem-o
l'iscontn de leras, deSa 10.
Oito do banco8 a 10.
(juro.Onr;8s hespanholas. .
Moedas de BMOO velha
a 6300 novas
a sOOO. .
Prata.PalacCes brasleiros. .
Pesos columuari a mesicano, .
28 a 389500
16JOO0
IoOO
. 93000
. 23KJ0
20000
13860
ALPANOEGA.
rteudiinenlodo da I a 16 .
dem do dia 17 ...
16:8623051
18:1719335
265:3333389
Detcarregatn huje 19 de Janeiro.
Galera iuglezaSerafinamercaduras.
Barca inele/.Hllinduogigos da louca.
Polaca belgaOrlinemercadura-.
Galera porlugueza(ratidaopedras.
Patacho suecoJuliacarvao.
CONSULADO liERAL.
Kendimenlo do da I a lli .
dem do .l.- 17 ..... ,
M7052V
t 009J8M
5.170I52
IVERsAS PROVINCIAS.
Heudiraeiito do dia I a 16 2:3849871
dem do da 17........ JQOoGl
25l3.2
^wblicacScS a ptmo.
\ lEUIDO DO SR. rilESOLREIRO U\ IR-
MA.NUAUE.
lindo nos verllitaoo pelo exaroe a que procede-
mus ;m presenca de itivirso reverendos sacerdotes,
|uei imagem que nos consta ler sidodoada por Jo-
seCietano Vieir. da Silva a' irmandade do Divino
t-pnio Santo, sob a invocaco de N. S.da Soleda-
de, >ra por suas I.,rmas poucu honenas, menos pro-
priap,ra receber o culto ios liis, dando ale hagar
a coi|.clurar- em i.o profano representar oulro ol.jeclo ; detenni-
uamsa vosa a atare, que man audo a iinmediala-
neaje retirar do altar em que se aeha enllocada, a
faca conduzr ao hospicio de N. S. da Penha, para
alliarqueimada pelo Rrm. prefeito, com quem.de
viva voz ja nos entendemos a respeilo.
.... "."""t" .,'"*" "">"'* P*<*" -la Sol-dade
10 d< .alambro de I85.-Joiio, bispo dioresano.-
sr. .nionio Hamos, joz da irmandade do Divino
Espillo Santo
Ex... e Rvm. Sr.-AnloiHo Ramos, juiz da irm.n-
dade do Divino Espirito sanio, |ir,rJ4il |>em
que t,r. 5.a ordenar que o Rvm. padre pro!
frilo hospicio le 1S.S. da Peni,, ou quero suas
vezes l.ter, certifique, se o iapplleaBla eomprio o
dispulonoonieoda V. Exc. Rvm.a de 10 de se"
leu.lu do auno prximo passado.
Il.-pTi'V'"'t ", V- E.V'- K,,".-S.M"" defer,-
Cono pede, Palacio da Soledade 17 de Janeiro de
Tri./.-joao. bi.po de Peinaiiiboco.
En, e Rvm. Sr.Em vista dn reqiiel-inenlo ,|
Sr. \.{. nin Ramos, juiz da irmandade do Divino
tv-pirto Sanlo,|despachado pur V.Exc. Rvni.- n da
I. ilocsrreule, cerlilico, que a pedido de V. Exc
Rvm., queimei ama imagem de N. S. da Soledade
qoe |or se Ur arriado mu profana, V. Exc. Rvm.
inlia ordenado ao dito Sr. Antonio Ramos, de inu-!
illia-a, e eu ja'a iuulilisei e queimei : em le do I
que meassiano. Hospicio de N. S. da Penha 17 de
jau.ir.de 18.7.Obsequiosissimo servo, fre Sebas- '
lito, vire prefeilo. I
E lo.na se nao continlia em ditos documentos, que Couros
l.^a.n .,,, bem a fielmeniecopiados.tus proprosI
onBi,e, que me rJr...i ap.es.nlados, para o, redu-
rlr ilSfh i nlili.iii 1__.____ fe
wT!;S05.DI5 KXPOKTALAO PULA MESA
DOLONsLUDO DESTA CIDADE NO DIA
17 DE JANEIRO E 1857.
LiverooolGalera ingleza Medorau, ijames Rxder
iV Companhia, 300 saceos assucar ma.eavado.'
Huenos-Ayres Polaca jerosamililana .Julia II
Amorun Irmaos, 150 barricas a.sucar blanco. ,50
saceos dilo.
PortoBarca porlugueza Santa Lruzn. Thoraaz de
Aquino I onseca xV Filho, i pipas inelac...
rooBngue portoguez S. Mauoel Un. Manuel
Jnaqom Ramos e Silva, H cascos niel.
Porto-Barca porlugiiMa Duarle IV, Bailar &
Oliveira, ti cascosmel.
Lisboal'alhabnle porluguez uRivaln, Amorim Ir-
ma..., 50 cascos mel.
demBriguo porluxiuez Laia II, diverso. .:ar
galores, ,2 cascos mol, .50 meios desella, 200
couros salgados.
CxDortacao .
Parabiba, hiale nacional aCaaMeea, de 28 tune-
nel.das, condozo u seguinu : 256 vuluroes -e-
ueros eslrangeiroa, 320 caixas charutos, 7 sacro,
cafe, .. ditos arroz, I machina para roassas, 2 cale-
ches, 2 laqoas de foiro, loo caixas sabao ; cener...
aacionaan.
Marselha, barca Iranceza, .-Sirene, de :tyn |ne-
ladas. conduzo o seguiute : 5,260 saceos com
2b.300 arrobas de Oaaacar uiascivado.
Aa por l'erniainlo, aummaca nacional oLudan
de 153 toneladas, c.nduzio o segrale : I barril
u!"- '?'" Iuua e vldru' l^ KKCbBbDORIA DE RENDAS IMEKNas GE-
RAES DE PKIINAMBUCO.
Rendimantododia I al 7:310*107
ldenjdod,1......... 33333
Navios entrados no dia 17.
Ierr, Nova35 das, brigue ingle/. aUargarilh Rd-
leya, oe 18 lunela.l.s, capitao James itrmvn, e-
qo.pagem 12, carga 2.115 barricas com baealhao ;
a saunders Brothers A. C. Pertenre a Liverpool.
Liverpool30 das, barca ingleza Unido.,,., de 260
toneladas, capilo W. Kelly, equipagem 15, carga
razendas ; a Asilex. Perlence a Liverpool.
ierra .-Sova2 das, barca insiera ..Miranda.,, de
31. toneladas, captao W. Williams, equipagem
Ij, carga 3,200 barricas e 10 caixas com baealhao:
ao capiiao. Perlence a Liverpool.
Liverpool(5 das, brisue suecu Activo, de 33*1
toneladas, eapiue C. J. Byarae, cquipagem 12,
carga fazendas m mais teneros ; a Saunders B
IherscxC. Perlence a Gotniburg.
Ne.,V~.?'.le"_;"i ''""' bri*M '" -l-orrl llarding..
de 2.0 loueladas, capilao Andrew Charlea, eqni-
pagem 12. c-rga carvao de pedra ; a ordem. Per-
lence a |)uu lee.
Havrel;t das, briue francez, Alma,., de 285
toneladas, capitito Pili, eqopagein |, carga fa-
zendas e mais gneros ; a Lasaerre A C Perlen-
ce ao Havre. Passagero, Madama Carie de la
Charle.
Ceara3di.se meio, vapor de guerra ingle Vi-
rago, cuuiniaiidaule Ungen I.
Navius sabidos no mesmo da.
Mar-clnaBarca peruana ,.P,lroi.illa,,, canl.io Vll-
gelo SI. Da.son. com a mesma carga que Irooxe
Su.peiidru do lameiro. "uxe.
Liverpool-Barca ingleza Caaranla, eapilSo Broude,
^.l?,me"n'' tUV M ,rou"- Suspenden do
i ci rn' i > it .
,'alrdmr|,I-,i,l'rVl0r0 "Cl"l"''. "'"-tro Ber-
d:,nca,:,rai.rendo.P"", """^ ",ea,r" ',* jldn, iparelHos do louca e dovidro pan
Depois queab.nda de musir militar dn mrpo de l SerN 'C- ''c.""'s;,< l,mi' nlinidadc il- uniros
' liver aaeeulado a brllhanle ouveilura da I mU 0S arl,80S Iue '*ra impoMivel mencio-
nar, os quaes se achato exposlos no referido
I) fiVil I (I WV MXliWIV rmazem quinta reir do correle as ll
i n ll. I. O UL lilil MI. horas da rnanliSa. Nesle mesmo dia ir tam-
MbM a srena pela pruneira vez o ,ulere..a,,le dra- bem a leu moa ptima canoa de carre la
demullca"0' "^ ''C"" d", P"'- ornado de^ma, ello, com b!os riMmodos. im ua!"
polica
opera
,.
:4ssas*i-
hEDR.VS PRECIOSAS-

A CIGAHA BRASILEIRA-
Os prinr.paesi papis serlo deaempenhadoa pelaa
senlio.as I), l-oliinda, Jesmn.i e Alexanilrina, e os
Senhores Lima, Kuzeuilo e Cuimbra, o qual tendo
chegado do norle, onde lautos applau-ns recebeu
vem ajudar os benelicia ios em seus Irabalhoa.
Os mlervallos sei.in prepiicliid.sconi a* mlliores
peras de msica do repertorio Uo insigue arlisla o
Sr. Pedro Nolaaco Baplisla.
No fnn do drama o mesmo Sr. tari evecular com
lodo aosto, e com o panno erguido, as lindas arias
do Ienor e
.era
0 Trovador
ra" lim ao espertarolo com a muito oci
a em um acto,
A RAIMIA DE IVITOL
lia opera
J AHererosdebrilhanles, S
- iliamanlese perolll,pal- J
ich;t patele ao eiame dos prclendcntes, no
estaleiro do Sr. Tbomaz, no oitSo da i^reia aiaoelea, brincos
do Pilar. 9 rozlas, botese aunis I
? de dill'erentes gosloa e de 2
v diversas pedras .le valor. V;
?
?
il?t>i*i>t* :aD,tr0i0.
He esle o eapectaculo qoe vai 5er apresenladc ao
illuslrado publico desta cidade, de quem os beuen-
ciados r>peram lodo o acolhimenlo e prolecrSo.
Os lilil,!.- acham-se a veuua ua ra esreila do
Rosario ii. 12. segundo andar. ^
Principiara' as horas do coslume.
&
H-ierly),
PARA A BAHA.
Oveleroo bem ccoheeido palhabotc na-
i- cipnai Dous Amigos pretende seguir para
a Baha com muita brevidade : para o resto
de seu carregamento trata-sccom o seu con-
signatario Amonio Luiz de Qliveira Azeve-
doi ra da Cruz n. I.
i pan Illa
drOto. 5.
lela mesa do consulado provincial se
na le arrematar em hasta publica a portada
mesmo no da 17 do corren te, o prelo t:io-
nndo, de naS3o Congo, de idade ,0 a 45 an-
uos, appreheudido pela puliciacouo bens do
evento, por terem decorndo 6d das da le e
Mo ler pp.recido dono como he expresso
no art. 4 du rcgulamenlo de 17 de iunho de
itto.; e para que phegue a noticia manda
lazer o presente edital aos 12 do Janeiro de
.E.adoni;osn,n,StraU,"'' A"l0,ll CarMro
Real
(j neles
COI
II
<'Z -S Ji
\'H|>or.
&eetests'oi
\ mala que tem de conduzr o niate
brasileiro Duvido-o. com destino ao Araca-
iv, techa-se amanbBa 20 ao meio dia.
GONSELHO AUMINISTUATIVO.
O consellio administrativo tem de com-
prar os seguales objecu:
Para o arsenal de guerra
, SVu^m ''"" sobreca"cas, covados
J.IJJ. dilo dito para cipotes, covados 6 58>
dito prelo para colainas, covados 398 estei"-
ras de carnauba 670, casemira carmesm
covados 270, sapatos, pares 1,216, oleado
para debruin, covados 10, grvalas de sola
de lu,tre 122, mantas de la. 2i, peonas de
Canco 8u, Do de algodo, libras 30.
Para o Kio Grande do .Norte
Panno azul para f.Jas e calcas, covados
366, brini brauco para Calcas, varas 610, a|-
go.laozmho para camisas, vares 61o, case-
mira encamada, covados 21, grvalas de
sola de lustre 122, bnm branca lis i para lar-
das, varas 305, esleirs do ligla 214, pan-
no preto para polainas, corado 91 botes
pretos para lardas, calcas e polainas 7,098
ditos brancas para caigas 2,196.
Quem quizer vender ditos objectos apr-
sente as suas propostas em carta lechada
na secretaria do conselho, as 10 horas do
da 23 do correle mez.
Saia das sessdes do conselho admiuislra-
ttvo para lornecimenlo do arsenal de "ucr-
ra 16 de Janeiro de 1857.Ben o Jos La-
menha Llns, coronel, presidente.Bernar-
do l'cretra do Larmo Jnior, vogal e secre-
COKSBLHO AMIMSTRAIIVO
O conselho administrativo, coi cumnri-
meiilo do art. 22 do rcgulamenlo de 14 de
dezembro de 1852, faz publico que loram
aceitas as proposlas de Francisco Jlaciel de
Nouza, Jos Francisco Lavra, Cuilhernie da
hilva tuiuiaraes, llodrigues cv Uibetro, Do-
mingos Francisco Kamalho a Jof.o CaeUno
Loelho, para l'ornecerem : o l.- 366 n
res de sapatos re tos no Aracaiy a ttfsan
para o lijo Grande do .Norle, 366 ditos feUn*
na provincia a l>800 para o arsenal de -uer-
ra, I,oOOesleirs de carnauba a 26/000 o
cento para o mesmo ; o 2 95 mantas de
lila para o arsenal de guerra a l>900- o 3
800 covados de hollauda de lorio para o
mesmo arsenal a loo rs. ; o 4.- 366 Sita vas
derelroz azul Cnele a 115 rs 513 nvelos
de linha para coser brim a 10 rs 24. varas
debtapreu de sai ja 70 rs., 244 pares de
clcheles grandes a 10 rs., ludo para o Rio
(.rande do .Norte, loduzasde limas meia
canoa de 8 pollegadas a 2^500, 5 ditas de ii
malOcs de 8 ditas a 3*"000, 6 ditas de ditos
de 6 ditas a 2-^OUO. editas de lapis Qnos a
380 para o arsenal de guerra ; o 5.- l-. bo-
_ neles para o llio Grande do .Noi le a 1 g%oo u
I 1 portaode ferro para um ceraitertu io
Ido Grande do .Noi le, por 130-000 E avisa
aossupraditos 4 primeiros vendedores oue
deverao recolher os telendos objectos ao
arsenal de gera uo da 19 do Corrale mez
e aos 2 ltimos que assira o faino |0K0 qu
No dia 21 desle mei espera-sc di. sol o vapor
A\O.N.eommandanie Kivell, u qual depui, da de-
mora do coslume seguir para Siulhamplon. I-
caudo pr|us da San Vicente, Teoeriff, Madeira
a..;..\'\ p,,ra t*M,,e?V,c' '""-" eam os
vo n. i"- 1,un """"-' c" ,oa d0 ''piche Na-
Para a lllia de S. Miguel.
0 muito veleiro patacho porluguez Alfre-
do, quo deve dragar do llio de Janeiro a lo-
dos os momentos, tem a maior parle da car-
ga prompla : para o resto e passageiros Ira-
u-se com os consignatarios r. de .quino
ronseca v Kilho, na ra '
primeiro andar.
'4IH
lilla
aue
do Vigario n. |,
>-!e S. ..
O brigue porluguez Oliveira, que deve
cnegar a lodos os momelos, leni a maior
parle da carga ja piompta : quem pretender
carregar ou ir de passagem, entenda-se
com Joao Tavares Gordeiro, na ra da .Ma-
dre de Dos n. 36.
Para o Ass ate 24 do coi rente sabe o
palhabotc nacional aPiedade : iara carga e
passageiros trata-se com o capilSo a bordo
ou na i ua da Madre de lieos n. 2.
Companhia
TRANSATLNTICA DE VAPORES
SARDOS
A Sra. t. Antonia Mara Rodrigues
tem nina carta rinda do Maianho : na
[irara da Independencia ns. < e 8, li-
vraria
lolinlias
v, PARA 1857.
Ai liam-se a venda as betn conliecidas
Ifolhinlias, mpressai nesta typograpliia,
das seguintes qualidades:
FOLHIXHA RELIGIOSA, conlendo alem
dos mezes, a bibliotbeca do cliristo
brasileiro, que se compde de ora-
cOcsquotidianas, metliodo de assistir a
inissu e conssao; cnticos, psalmos,
hvinitos, oliicio de Nossa Senliora da
C.oneeicao e militas Otilias oran es de
grande mrito, precio......' ."20
DITA SIMPLES, contendoalm dos tne-
aes, a lei dos circuios c varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes. pre.o..... ->40
DITA Di: PORTA, a ipial alem dos me-
zes tem explicaces das indulgencias .
excornmunbes, etc., preco. ICO
DUA lL ALMANAK, a .pial alem dos
mezes, contemo almanak civil, admi-
nisb-ativo, commercial, e industrial da
provincia, por.........;>(jn
I odas estas Iblliiiilias sao imptessas em
Iwtn papel e encllente ivpo, .- vendem-
se em porcSo ea retalho: na livraria da
praca da Independencia ns. i; e 8
Precisa-se de um amassador : na pa-
rlara do forte di Mallos. Paga-se bem agra-
dando.
- Precisa-sc de um lorneiroc um amas-
sador : na padaria da ra liireila n. 82.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca lamilla, que saiba cozinhar e eugom-
mar : quem pretender falle na roa da Praia
de Santa Hita, sobrado u. 25, Segundo ail lar.
i PW'Si'-se de urna ama que saiba co/i-
nhar o diario l urna casa de pouca familia :
quem pretender dirija-se a ra dol.ollegio
u 15, armazem.
Precisa-se de urna ama que saiba bem
engommar: quem pretender, dirija-se a ra
do (.ollegio n- 1."., iinazem.
--Precisa-sede urna ama que teoha bom
e bastante Icilo .- no pateo da Santa Tiiz n.
2, .sobrado de um andar, ou na ra ilo Ouei
ma Jo leja n. 41
-- Oucm anounciou querer um cont de
reas premio, com hypolbeca cm um -o-
brado. iurja-sea esta Ivpograohia, que Se
dita'quem da
Purgnnt-sc a quem saiba responder,
se as matas pertencentes ao engenho Bur-
ralho podem ser desfrutadas por ordem do
"d....."Strador, coosenlindo que nellas se
lagam itiadeiras. ripas, c.irvo .le, adiando
se aquello engenho c s'us pertences embar-
gados ou penhorados. segundo se diz.
I0REIRA k DARTE.
LIJA | IIIRITU
Ra do Cabuga' n. 7
flecebem por io-
dos os vapores da E.
ropa ns poras do mais
OLHO K PUMA
Ad*rer;o< completo da .
ouro,meiorlito,poleei.
'i", illineif'. brincos
S Compran!, venrlam ou
s Iroram prala, ouro, br-
| Ihantes.iljanianleseptro-
|Jo,asde^oV,^So! modenJo -omIo, tan-
? ou por obras. a.. 1
. rojeta.corde, tranrr-
* lio, merlalhaa.eorreuiea i
.' e enfeilrs para relotio. e W
-, oulro.irjuileobjecloade *
ooro. ?
* Apparelhoa eomplelo!, J
... de prala, para cha. ban- *
- rlejat, salvas, caaliraes,
* r-olberesclesopaedecha.
J e muilns outr.ia objerlxi. J
... de prala. t
Franca como
de Lisboa, as quaes se vendem poi
pre^o coimiiodo como costumara.
CONSULTORIOI HMlOMHiCO
DO
em X^^SlX^rS^^^^JS^^
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita de 24 a >.
Dita de 36
Dita de 48 .. a
Dita de 60
Tubos avulsos a.....\
u. .. F"scos de tintura de meia onca."
Manual de medicina borneo athica do Dr.Jahr com o'd.r
conano dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Ilenrv.
Iratamento do cholera morbus
10/000
1 -".-mhi
20j)000
JoCOOO
309000
IWHIO
2000
Repertorio do Dr. Mello Mnraes
J0?00O
to>ooo
?#000
6'000
KOI1 LAFFECTEB.
O KHfcfl avtoritado por ieeSodo .owelho real
decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaes rccotnmcti.lam o
arrobe de UBecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
dedemedicina Este medicamento de um 1 ~ i T"
gosto agradavel c fcil a tomar em secreto, ^Ommilllia (IC SVUHI'O CUII-
"a a mortalidad!, Z
Cll .. -.....- ,v. uxauc milis UC
bu anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al.
feccoesda pelle, impingeos, as consequen-
CISidas sarnas, ulceras c os accidentes dos
parto,, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores ; convem aos calaf-
rnos, a bcxtga, as contracQoes e a fraqueza
dos orgloa, procedida do aboso das njec-
COes ou de sondas. Como an-sypbiliticos
o arrobe cura e.n pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvcm incessantas
em consequenna do emprego da eopahibe,
a-
eraros, eslabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL-2.000:000.000.
Agencia filial em l'ecnambuco, i ta Crespo n. I o.
Os seuu-os ao realiaadna no esrnploro da cun
. "U.?'e"n".f<'."' sub f**** dos P'oprirte
alei. as parlicipa-
... .j- -..- ->M* ..- -^.- \a" vxr M? ^
|Ao res pe t a ve l
publico.
,.r,. M V u en,PreSO da eopahibe,'".;.,'"f'~"T"-"""" os "ei. a> p.rlicip.-
dacubeba ou das injeccoes que rcpresenlem ",-,?,' rall""^"" as prnpos.a., pode... arta
o virussom neutralsalo. o arrobe Laffec- Zl i.VJ^"sa*la ledas ei dtoa, am ,,, ,,-
Feliciano Alvos de A/.evedo, piara do I). Pe- *""''"'
dro n. 88, onde araba de chegar unta gran- 0 Pl III irn
s-"i a para to.tns
LOJII-(.A\)l R, o qual depins ,1a demora .luco,
tuina iegaira pira Ballia llio de Janeiro, para ...
de recebe as malas .lo correio, c p.ra Montevideo
e Buenos-A} res, no CKriplorio do con-ul de Sar-
denlia : e os paasaeiros fl seil cria los, i,dem diri-
1n,dr\rui"'il,""""- '*. riplorlo de l.emos
Jonior o< l.eal Iteis, agenlea.
Cear e Maranhao.
Segu no dia 25 do mez copente o pata-
cho .-santa Cruz ; para o reslo da carga e
passageiros, irata-sc com Caetano Cvtiaco
da (,. M., na ra da Cadeia do Recife ti. 2.
I'ara Lisboa pretende seguir com bre-
vidade o ni,le porluguez denominado Rival,
por ter parte do seu cairegamenlo proinpto:
quem no mesmo quizer carregar podera
contratar com os consignatiios Amorim lr-
inaos, ra da Cruz n. 3.
Para o B>o de-Janeiro
O veleiro patacho nacional BomOm segu
para o lo de Janeiro ale o dia 25 do tor-
rente, so recebe carga at o da 23, e escra-
vos at o da 24 ; trala-se com seu consig-
natario Antonio Luiz de nliveira Azcvcdo
na ra da Criizn. 1.
Para o llio de Janeiro ou outro qual-
quer porto do imperio, esta prompto ai se-
guir viagem o brigue brasileir. Feliz Desti-
no, de boa marcha, forrado e pregado de co-
bre : quem uo mesmn quizer carregar ou ir
de passagem, dirija-se ao escriptorio de Ua-
noelG .ncalve. da Silva, ra da Cadeia do
Itectle, ou ao capillo a bordo.
t.
7:6443041
CONSULADO PROVINCIAL.
Haudiinenlo dodia I a ll...... 3J-381S420
dem doJis 17....... l:OJ6e874
IK
Cambios -
Ajaaca
36:438(294
PRACA DO RECIFE, 17 DE JANEIRO DE
AS 3 MOKAS DA TARDE.
/tetista ... ., r...j|.
- Depns de se lerem feio saques a
2N Ir2 il, pur i?, retregadan para
X l|l, ao qual tomaram-sc soio-
maa iiiip. ranles.
Algodao----------Prinsipioa a semana da -jSUX) a
689UU por arroba, porra depoi
da ebegada do vapor liainliurgue*.
os (irr-ro. mellinrarnrn venden lo-
se cerra de 700 suecas do superior
a 7? I UO pur arroba. A entrada
inoiilou a HH sacras.
O. linos nao liveram alterarse,
pnrem os l.aios resunliram.sF de
baila, rehilando as vendas dn
brauco quarta sorte de 1> a IS03U
p-.r arroba, tmenos de :|-36UU a
3-.7UU ; mascavados bous de 3S03I
' 3HIUU, America de 2KO a 30,
e nada se vm.|,o do chumado Ca-
nal. Entraran. 37,1.29 sacco*.
Cunliiuam pr..rara.loi, resalndo-
se as vendas de 327 a 330 rs. por
*. P-bVie r,.rrn,;",ThV;"'p7e,U;;,er, Z% I R.c.Uno- r!....."', "T "",1"''"-
rou|-r,uec,,cHrta,.a na forma do eslxVopomlm ----------'l^r,m qua.r.. rarres.n.enlos.
cripU a ass.gna.la ne-la ridadedo Rec. e de P,7 dosquaeso p,(,ro d. 2711 lr-
aambuco ao, 17 das do m., da Janeiro rl ,1857 T ,,',"l*",-,,, P"r 16 P" R'"
-E io* mn. -^goiniea ia|o para a Baha, a os dous uni-
mos f.iraro vendidos para consu-
LEILAO.
O
e
.; U'A NOVA N. IS,
;/. laja de fazendas e ronpa leita de M. A. Ca-
|u, onde i-u.-onlrarauM bous fragoena aa
Vjr obras mais bem acabada que se poden en-
?og conlrar, ,|e todas as cures e qualidades, e
.j i'-ni de an-,iar roo..'., obras
sJy das. p,.r irr maior piu.-.io
-; obras, a.. co i o lem da aognienlar o $
-to !"< d.s encomiiifiidadas e para maiu ''"
' b-iii servir a seus dom.s, ser para Indos W
^ um i, pie a dinhelro. v"
Matriz do bairro
i)l SANIO ANTONIO.
resla do glorioso martyi- San-SebastiSo,
advogado contra a peste.
So da 20 do crrante ha vera' mista
Cantada as 9 horas do dia e ladainha
tatnbcm cuitada a notte, distiilniindo-sc
Rio Grando, Francisco dePaulaCouto &*c!
G. STAKK & COMPANHIA
respcilosamentc annunciam quo no seu ex-
cuso estabeleciinonto em Sanio Amaro, cotl-
tunuam a lubricar com a maior perteicSo e ,i
promptdSo. toda a qualidade de macli.nis- fiaSTJi 5T"
mo para o uso da agricultura, navega-oc da ""<"*"
manulactr.i, e que para maior co.p .nodo Vfplsae Aa i .,!
leseos numerosos regoetes e 4o publica ,?ICIas (Ie '"IMS 8
cm geral, tem aberto em um dos grandes
rmazens do Sr. esquita na ra do Brum,
atra do arsenal de marinlia um
DEPOSITO DE MACHINAS,
os melhoramentol LJ?*$?*" SS""' USS .p*!'a h,mem "^"
vapor de baixa c alta pressSo. taisas de to- ni or s a MOm'. m, "l^ pa" 1
iiotamanlio, tanto batidas como rundidas il-nllBn nf,!'. c *" ^-. ditas preUs dn
carros de mao.'e ditos para Mnduz r formas nu. ,da,u 'rcs a f" rs-e outMS **
de assucar, machinas para moer mandioca oe m .dn* ^ T '"""t?" bar,l D" ru du
prensas para dito, fomos de la" taUdo^- I S5!^t5S%A5^^^,* "* d """
ra larinha, arados de Ierro da mais approva-
da conslrtiCQno, undos para alambiques,
enrose portas para rornall.as, e unta inlini-
da.lede obras de ferro, que sera euladonhu
enumerar. ,No mesmo deposito existe urna
pessoa iiilellisente e habilitada para receber
bem servir a seus .tonos, e
um so proco, a dinheiro.
Precisa-se de urna ana que saiba co/i
liare lazer lodo o servico de ca,a .-, ,u
.f...:.. rud-,aJ T:1*3 eSllU1"* Manta .-
quali
dudes.
Veridem-sc muito boas mniaa. de seda ur.
tas e brancas para senhoras pelo barato M
S?tc.TWlfs d,: la,a pa,'P""^ *^'-
-----..,.. ., ulLx,, uisuiuuiirao-se pessoa inlelligeiile e hbil
" '"" da 'nesma orarnos o versos do ;lo- !loJi,s as ciicommcodas, etc., ele que os an-
lantes contando om a capacidade de
A- C. de Abren aia' leilao. por nter-
se chamem a ignorancia, faz o >. J" _?? Wmniento^ie Lazendas luglezas, as
mais porprias deste mercado : seguoda-
se chamem a ignorancia, faz ..
seibo publicar de novo o artigo do re-ula
menta aba.xo declarado, bala das sessoes
do conselho administrativo para lorneci-
inenio do arsenal de guerra 16 de Janeiro
de 1837Bernardo l'ereira do Carino, vo-
gal e secretario.
Ait. 23.--/objecto que nao conferir em
qualidade com a sua amostra sea regeila-
do, e ao vendedor que o liouver apreseuta-
do serao restituidos lodos os oulros ob.ectos
idnticos em especie e qualidade, que na
mesma occasiijo tiver vendido, embora con-
liram com a resp-cliva amostra. Sollrcra
alem disto o vendedor a multa do 50 p0,
cento sobre o valor dos gneros que nao fo-
iem sem Ihanlcs as amostras. As mesmas
penas se mporo quando os gneros nao
cotilenrememquaniilade, ou nao Ibrem
apresenlados tas pocas determinadas no
art. 23. Se o contratador fornecer algum
oojecto que nao conlira com a respectiva
amostra, ou nao tentia a medida e peso es-
tipulado.sera obrigadu a substil-lo por ou-
lro. pagando alem dissoa multa de 50 oor
cento do valor do objeclo recsalo. Euuan
do nao verifique mmediaUmenle a substi-
laicJio, ou no complete a quautidade. o
conselho rara comprar o objeclo no morca-
do por tonta do mesmo conlraUdor, que
anida ueste caso pagara a dita mulla
fiara I!) do corrale, as 10 botas da ma-
Dh9a, no seu aimazem, ra da Cadeia
do Kecile.
La l''S.
N. o. Bieber & Companhia larSo loilOu,
por inleiv.-ur.7o do agente Oliveira, Oe pot
cao de la/cu...s averiadas de dilVreules
qualidades, e defmuilas mitras em bom es-
tado, que serao vendidas para ullimuco de
contas: terca-fera, 510 do corrente, as
lloras da manliaa, no s u armazem, ra da
t.ru do llecile.
THEATRO
noso santo, (icando exposta a" veneracao
dos liis ale o dia 25. Consistorio da'ir-
mandade 17 de Janeiro de I8,"7.O es-
crvao, Tiliincio Valeriano Baptsta.
- l'recisa-se de urna ama para servico
oe 'le ama casa de pouca familia : no aterro
da Boa-Vista n. 00.
l'recisa-se de nma ama para casa de
pouca ramilia, quem pretender dirija-se a
ra Dircita n. 36.
Job mi eped Ikin engenheiro, rctira-sc
para Inglaterra.
Arre.nda-Si! um sitio no principio da
eslrada de Joo de Baos, o qnal tem todas
as commodida les para residencia de una
lamilla, lem cocheira c estribara para V ca-
vallos, lauque para bando ao pe de una ca-
cimba com bomba, tem excedente agua de
beber, nimias Iructeiras, etc. : quem o pre-
tender Piitenda-se na distilarao por detra/
de Sania Hila.
Precisa-so de urna ama para cozinhar
em casa de bomem solteiro: na ra da Praia
Um guarda-livros arruinado em urna
'as principa.-s casas de negocio nesta praca,
dsela mudar de lugar: quem precisar de
seu presti.no, drija-se em cuta fechada
caa tvpograpbia sob as iniciaes II E.
Anlo no Joaquim de Souza liarnos vai
a Lurop.i.
Kosters Nask da casa de Paln Nash &
Coninanliia, rogaaqueui lver contra elle
contas particulares, queira fazer ravor apre-
seuta-las.
., M i"iicx iio.ML^i-Ariri*^^^*
2 K. 13, RA DO ENCANTA-
OS MENT N. 13.
W Dirigida
59 PELO OOt'TOR
:ll PIRES RAMOS JIMIOR.
'&) ellir.ici.i doa iiiedic-ameiilii. Iiameopa-
^ tilicos depende deaaa boa preparacSo, do
laavello que ,e empresa nr.'te mis-
fui dis eonhacimentoa pharma-
- 'i ir-o deve ler deila mediri-
na. I'oi lauto ur-le novi. eslabelerimaiiio
; l,MI1 {' qaanlu for neeeaaaiio para sen
*; u-.i, l.inlo om ^1 .boina, ruina em tinturas;
' r a ,A nlios, lol.ua avalaos etc., etc. o, prenn
na na m.ii- modicua inH.ivei
A loja da boa
(ama
Vende minio barato :
libras de liabas n. joo e IM de boa uua
ruda a '.- .tila.. .... i;.k-. ..^___ .^__
suas ollicinas e machinismo, e pericia de
seus olhciaes, se comprme tlem a l'azcr exe-
cutarcom a maior presteza e perfeicao, e t \">Ui"
exacta conrormidade com os modellos ou de- ",,'"lc f ? dlti,s a ,'"ns de cores a tSm\
sentios, e iuslrucc.oss que Ihe lorem torne- le'''as e "la l>rada larga de seda a StOO.
cidos. : Jo/ia de peutes a herios para segurar cabcl
* .% 4' nle,as "* e cruas para humea
Z 160, suspensorios para homem e menino a
: carteiras para alffibeira a 600 rs., oe-
cas de fila de linho a 40 rs., grozas de bo
!. oes linos para calcas a -2*0 rs., grozas dr
botoes de madrepcrola a 600 rs., braceletes
encarnados para senhora a 200, caixas com
lianas de marcar a 280 rs., pecas de bico es-
trello com 10 varas a 5b0 rs., duzias de le-
souras para costuras a l#, ditas maiores mui-
K i lo boas a I-20O, c outras miiitissimas cousa-
- | que se vendem muito barato na ra do Quei
mado na bem contienda loja da boa
BOTICA CENTRAL 110-
1E0PATHICA
uo

lama
Boa fama.
Vendem se superiores macas para coti.lu
t-ooo a
AS Trataatenla liumeupatluco do
5S cliolera-.norl.ua......
t-t Propaganda liomropallura eni
X Peraamboeo.......21000 l
t > II-l'ar.i cunli.ciiiieiilo ,ln publico, axi- J
aaatcqueoDr Prea Ramoa Jonior, na., be s
W man eaiseire da botica cutral hameopiihra
B e nem lem mlcrlx-reinia alium.i em Ma. ove-
ii ratOea, Z
^se-vtiftajiSEj-afjaj
I
I IPIlVSoloffi:
I paixoes
IsS
a
: /A ler. e laiobem i
10 i 2 codyoamicea .pi
, ra
TftNSFERENCIA
DO
L, a ^, Vf '" 'i* mu- mnilieo. p.H.iveis. (&
eilaodequeijosn ^M^~sMft^'
N30 Pode le, lu.ar il........**...:...... Blllftei VSlt.
Si. Ilr.
N3o pode ler lugar o leilao annunciadol
rav.im-e e Imprimen!-se r,..n perreieae bilhile*
horas da manliia, a porta
da allan-
as 11
dega.
Leilao.
Oagente Pestaa f.ir leilao, por conta de
quem pertoncer, de 17 barricas com cevada:
lerca-feira, 20di. corrente, as ii horas da
mauliaa, na porta da alfandcKa.
- O agenteBorja araleilo cm seu m- l\TZV'Ti V>''*,"u *'',"'"w- "<'wi.
grande e variado sorlimeuto de obras del |s,i,.i u.ria ,, .! 7"
inarciiieria.comoriquissimosfuarda-ve.ti.Jos' narii^i?,-!,,. V '"'"'edo, professora
de mognocom espelbona frente a sem elle dfr a ,l- '","ll,,V1,.al,"io sua aula na ra
banqumhaa porta leis para jo- mesa-, el s- i :" Ua B.0,-V,8U -. ensina a
ticas, solas, cadenas om brac ,. cllcs i l .\\T'^''' eonUri Cscr e ,'ordiir llu
le le de ouro, esmerndose como sempre no
enlioi. Abrrin-,- BrmaVaaaUs, Unloalalho do-
ce como em relevo, oriiamenlnxr.im nl.ierl.is de ooro
c prala. Faiem-s. ,Ucm n,,,,.,, orif,inaei (
boid.nl,,, de labvrinlho. A.lm.lie-se a rerusa ,lc
quaeaqaer dnlea objerloa nu eaao de nao flearam ,
eoulenlo das pinnas que .>- encinmendarem : nuera
bin" .eri' T"J .u;;,',u" ,le"lc' ,a't**- '"
bairro do Ut-ctc. roa da Madie de lieos i, M ri.
: era Sanio Amonio. ,.....vraria clataic.
obra-
QUINTA PEtRA 22 [)F JANEIRO
: mesasde meio de sala, carteiras para viage n,
obras estas chegadas lia pouco de Pars pelo
i ul'imo navio, um ptimo sortimento de ca-
denas liamburguezas ,; de outras muitas
oDras ele, objectos de ouro e prala, tapet,
de novo gosto. par sala, diversas quisqu-
^taeonmaidap-eEsm. Sr S^Kffi SS&lJffSaVZ
--------, ------------........ow ti.ii.u
sdlantamenlo de suas discipulas.
Oirerece-se urna mulher branca de meia
Idade e bo .s eoslumes, para o servico de
casa de um Immem SOlleiro Ou de iiuura fa-
milia, ainda que seja para sitio e p..r todo
proco quem precisar dirija-se a rna de A-
ILEGIVEL
DR. SABINO O. L. PINHO.
lina de Santo Amaro (Mundo Novo]
NUMERO0. 2
Vearlera-M niiiraineme Reala botica o, mais :',
SS acreditados medirame.....sliomeopallncos, uur
!< preros moilo connnodas.
9 A acriio de-les inediramenlos b lao promp-
la e cllicaz, i|ue tem merend as botaras da
prelrencia em |,|,,s as pa.tea do imperio.
? onde tem sido euperimeota.loi.
W Cada lubo avalla,.....\s00l)
|r Lada vidro de Untura 23OIKI
.4. .U!le.'r,"* e "si com roeoiearnenloi,
W di-sile 138 ale lUO^KK).
ll.esouro lioi.icopatl.ico ou v.ide-ineruiu do rin"i,"'"',n7-
homeopaiha, obra esencialmente ndispen- P. '10."c roupas cm viagem, pelo barato piec.
savela qaera de.eja empreRar a bomepa- ao5.. e 8; enda urna, ^alheleiras com
IINW11 O todos 11. vidros necessarios a 2, ricas cal
U lenas de Jacaranda e mogno para se asara-
ver e guardar todos os pertences, propros
para viagem a 8. 10, c I3> rada nma, carta
relias riquissimas de Jacaranda com sa re
parlimentos Torrados de seda ecommuil
gosto a t, a, 6, 7 e H-; pintes milito linos pa
ra alisar.propnos para crianzas ou para sis
sas a 320 rs., pulceiras do meilior posto que
se pode encontrar a S#, ricas cruzes de coi -
nalm, rarleirmlias para lembrancas, gorras
pata homem, as mais modernas que se pode
riuoiitr.ir, siteles com lodas as Icltra d
abeedano, ainebw propros para rumorado;.,
ricos Irascos para cima de mesa c outras
muitissimasgalanlarias, ludo muid, lino e
de muito bons goslos, asseverando-sc -
quem vier ver o rico sorlimoulo, que em
pije existe neste eslabeleriment, uilo deixa
ra de ter em que emprngue nmilissimo bem
o seu dinheiro : na ra do tiucimado na
bem cotilleada loja de miude/.as da boa la
ma 11 3.1.
Aloendas supe-
riores.
Na fiindic.io de C. Starr a ... cm
Santd Amaro, acham-se para venda mo
endaslde canoa todas de ferro, de un
modelo econsli-iniv.o muito su|>erior.
Parkqueni estiverde luto.
Vcndc-sc na ra do Qneima.lo, ua iMjm 00
unecida luja de miodeas da lDa lama n, '.<'.
TOltas prctas linas c ordinarias, ricos allinc
les, mas pulceiras, e ricas rosetas, ludod
melhor gosto que se pode cncunlrar e por
preco quo nao dci.iara de agradar aos aa*
nhores compradores.
TAIXAS UE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, a
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e den-onte do arsenal demarinha, ha
sempre uro grande strtimenio de Unas, tamo da
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das grandes, pequea, raza e furnias; e em
ambos os lugares existen, guindaste para |carre
gar canoa ou carros, Ltvm da despera 0.
parcos tg os mais rom modo*
t-l.i imioirlaiite produera Iliteraria
Mello Moraea di. Hia de Janeiro, I,.-,,, c..mo a mro-
"Phia do imperio do Brasil, c o Edurador da ,,.
rnade brasilea, coordenados por o me-mo aulor
1 "coa-se a venda na roa do l,iueimado n. 27.
j Lnvas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda do todas as
res, cobordadas e com bolotas a 2; o para
lilas sem ser bordadas brancasearjiarellas
para homr-ns c senhoras a 19, l.-'oo e 13500
ditas de lio da Escocia brancas c de cores"
para homens e senhoras a 300, 00. 500 c
boo, ditas brancas c decores, de algodao.
proprias para monUria a 240 e 320 e outras
qualidades mais que se vende na ma do
Uueimadona bem conhecida loja de miude-
zas da boa lama n. 33.
Consultorio
iiieopatliicod
(i. 1
Di
Kiot
ho-
Mel-
leja-
'O ..Olc.
ueiro.
Coiea Jepoailo em Pernambaco, ru ,,, yuei|n1.
mi V,"- T "'" '""'Pt'lo sorliroini,, de
n .icamenlo,, tanto en, l.nlura como em glbulos,
leudo rarleiraa .le mver-os lmai.lio.. por Drerua
muiio e, coala. l\.mbero abl M encortatr8.M 1-
vros Deceuarioi a boaMopalbia.
Vendera-se sellinseom perteaees,
patenta ingles eda m.-lhor qualida-
de que lem xinjn a este marcado :
no armazcm de Adamson rlowie
*C, ruadoTrapirhp n. -12
I
'


DIARIO Di: PERNAMbTCO, SEGl NDA FEIKA I DI. JANREIO DE 1837.
CONSULTORIO CENTRAL 110- -;.:-
S MhOPATIIICO. :..-
:;- Ra de Santo Amaro (Mundo-No- -;';-
n voy n. (. :':-
S& O l>r. .Sabino Olegario l.u.lgero Pinho, ;[,
;?f de vulu .le .oa Vlnn o Rm de Janeiro, *,*;
f continua a dar consultas lodos os dia. uleis, tP
| da' S hojas da eaaiiliSa, m -! da larde.
> ()s pobres Jilo medicado gralOilSBieal*. X
^ Tt .. -,-.,..-.. -*.-. ......... ...
\iviJV-.-':.>.-.- '.' V--..V..-W.d;a
SEGURO CONTRA FOGO.
| Companhia Alliance.
Esbelecida cm Lomlres, ein marco de l"i-i.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tero a honra de in-|
Formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,'
a quem mais convier que esto plenamente au-.
lo.isados pela dila companhia para effectuar segu-
ro;! sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de;
tlha e igualmente sobre os objecios quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mnbilia ou i
di (alendas de qualquer qualidade.
Alus-e a antiiia casa de vend'r plvora, na
cidade de Olmil. cora honi sino, nana para capun,
uoa casa de vivenda ao p : quem pretender dita
cata dinja-se a ra do Vigario n. 31.
Precia-s do iim boin criado e paga-se bcm
agradando o .ervieo e comporlamento : a tratar no
campo do Hospiciu'iunto ao quartel casa do desem-
nargador Mendes da Cunda.
1 dentista fmncez.
;a Paulo tiaisnoot, de \olla de soa viagem ta
W a Europa, esta inorando na ra Nova n. ,.,
'$ 41, primeira andar, onde pude',ser procara- ?
:' do a quaU|.ier hora. ".:':
Os dcvedoresde Jos Dias Minies,Cruz v\ II >-
tos Croa 6i Gomes lenham a bondade de maoda
pagar os seus deoilos aos abaixo assiunados, por se-
ren elles os dimos dos referidos debilo, us mesmos
abaixo assignados dse jando ultimar esta cobranza
na inelhor armona esperam que Ihe satisfarao suas
cuntas iii'lepetidenles da publicado de seus nomes
e inelus judici.ics queie verao na necessidade de em-
piczarna rallado referidopagamento.JoaeAlva
l.i silva Cuimarae*. ra do Cabdal' n. I B, rraa-
cisco Jos Alves duimaraes, ra do Queimado n. 33,
&^&#&#&-&&s&i&#@
ge PARA CONSERVADO DOS @
-;;':- DENTES. O
Veiid<-se pos e aua dentrilices -. na ra g,
[;' Nova ii. il. ni casa do denliaU france/. *
'-y Paulo liii^nuus. **-'
,, -i, jg... .......,. .L. ... .... ... s >.
Precisa-se de uns aiu que lenlia bastante lei-
'.', .un la niesiuo sciidu nema: no paleo de S. Pe-
dro u. -22.
O abaixo aatigaado, arrematante das dividas
.icdvjs na importancia de I3:753180 r>. da inassa
taluda de Jota Chrisnsloino de Lima, avisa aos deve-
dorea da referida nm, que queirain realisar o mais
breve pos-avel usseus debiios: no Ierro da Boa-V is-
la n. -J, uberua de Migad Jo-e Rodrigue! da Cos-
a, o qual se aclia competentemente habilitado a re-
rber ditas dividas.Antonio Joaa Villar.
Escolas
imiO!) ASfllM
l*u da 7 de j.meiro em diaule eslao abertas as ti
ncola denla capital, pelo encllenla niclliodo Cas-
tillo ; pelo qual a voz pulilira se ha pronunciado
rielo orijilo da impreusa pernanibiicana. mererendo
..irln ul'i alinelo a esrola de meninas, ereela na
ra do V igariu, casa du linado Silva Companhia, nao
ao |orqiie nessa escola se vnsinam lolos us primoro-
sos borlados, e mais lavores que Bo possam desejar,
i om.i porque a diuna profesora estando sendo lec-
nouada na granuaaiiea nacional palo (nimio proles-
-or o Rvm. Sr. padre mealre Varejlo, se lomara'
mais um precioso brilliaule que ornmii a ooroa lille-
'ana do Exui. cnnsRlheiro Sr. Dr. Caslillio.
Precisarse de uinc ama de leite, que
O tetilla bom, eseja sadia, paga-se bem :
na ruado Apollo n. 22.
Piecisa- inra'casade familia, queco/iiiliem ceuaoinuiein: ua
na da Cadeia do llecife loja n. M.
Precisa-se de tima ama forra ou captiva,
le boa conducta, seja liel, e que saiba cozmliar, eu-
4'>miuar e comprar na rus, para urna C*SI eslnn-
.!.-j do duas pessoas: nu nu do l.iviamouto n. 4.
A luga-se na Passagem da Magdalena,
antes do chegar ii ponle grande, una casa
terrea com solao,'quintal e uhida pelo lio,
'Din mullos coaiuiudos para familia : os
preteuilenles dirijam-se ao Trapiche Novo
u. 16.
Seguros contra
O abaixo assipnailo, proles or publico
le latim da freguezia de S. Jos do Recire,
Iscienlifics ao publico iyc esta a berta a na
iricula le sua aula, c que os trabalhos lec-
tivns comecarSo no di* 3de fevereiro : quem
se quizar matricular dinja-se so largo do
O Sr. tbesoureiro das loteras manda lazer Terso, casa lema n 33.
publico, que se acham a venda na ra da Au- M l""'1 Franr-ispo Coclho.
Arrcnd.i-M' a propriedade denomina-
la Asua-Fria, com r-asa do viven a. excel-
Lotera da pro-]
viuda
%rWpK%&.
roa n. -J6, primeiro andar, bilhetes,
oauarto,da lerceira paite >la
oquartos, da terceir paite da quinta loic-;, "" "|"'1; """ ue vivenda, exccl-
ria d.. Cvmna-io l'eni.iinliiicaiu., eujas rodas ivult "<. "HIM para capim, e pasto naia
aiidam no da 2do crreme, o niesmo Sr. VM** Uiesoureiro manda declarar ao respcitavel re.nos ''"a Pnl" respe
publico, que existe grande quantiilade ile
liillieles, meios e qnarl.is cima, a eseolhu
dos senbou's jugadores, lliesouraria das
luleriaa 1 de Janeiro de 1857.Jos Janua-
no Aives da Maia, escrivSo das oleras
rija se a dita propriedade, a tratar com ote-
nenie-coronel llemelerio Jos Velloso da
Silveira, uu sua seubora.
Saca-sc sobre a praca do Porto, se-
jam quantias grandes uu pequeas a :i, 3
ou fcO di>s de vi'.a, e pagaveis em prala ou
ouro: na ra do irapieben. 4o,escriplorio
de Tiloma/ de l-'ai ia.
A pessoa que procurou oSr. joSo Bap-
lista de Campos para comprar o escravo Joa- .
quim, que disse estar no seu poder, penen- "
cante ao.Sr. Dr. Antonio Callos de
Comprase um sobrado de um, ou dous
andares, e lainbom urna casa terrea que es-
leja em bom uso, lias priucipacs ras do
bairro de santo Antonio quem as preten-
der ven ler, dirija-se a roa do Livramenlo no
(irimeiro andar do sobrado n. 10, que se di-
r q icm os quer comprar.
Compram-se apolicesda divida provin-
cial: na ra das rimes n, 37, primeiro an-
dar.
< ompram-sc peridicos a onze patacas
a arroba : n> quina da ra de llortas n. 2.
Compram-se escravos u_ue sejam sa-
dios e funes, proprioa para armazem de as-
sucar : na ra do Apollo u. -2-2.
Vende-se |ior menos do que cm ou-
tra parle, cera de carnauba e velas de com-
posir;ao : na 'ua da Cruz II. 14.
Cimento branco,
llechegado o excellente cemento bran-
vo ja liem conbecido e experimentado!
lano em harneas como as tina: no ar-
mazem de (almas de pinlio de Joaqun)
Lopes de Alrneida, na praiadeSan Fran-
cisco, junto a ponte nova.
< oras aslo l.emos, na ra do Trapicbe n. 17
lem para vender as scgmnles obras ile mar-
('
bolaf
s.
As ceblas novas, em caixas, (jue rbega-
ram ltimamente pela i.rati loo, vinda de
i isboa, vendem-se no arniazctn de Barros
-ilva.
Escenas t: tudas as (|uali
dalles.
Compram-se escravos de ambos os more : estatuas, pias, dfgros, podras qua-
t....., i dradas e oilavadas para consolos e mesas
sexos, que Sirvao para setvieo le eain-
. po, asstm como rrceliem-se para vender
de commissao: na ra Direitan. 3.
para nina encommend
Alrneida
iriir-
Us abaixo assignados, com loja de ounves.
na ra do Calinga n. 11, confronte au pateo A'buqiierqiie, queira por obsequio
da matriz e ra Nova, tazem publico, que se a ru/ d Cruz n. 33, primeiro anda
estiio recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senbora
como para botnens e meninos : os precos
continan! razoaveis, e passam-se contas
com responsabilidade, especilieando a qua- .
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando lsso "nuncie sua inorada ou dirija-se a esta
Aluga-se um letceiro andar ua ra l)i-
reita, com sulllcientes commodos : trata-se
na la do l.ivrainento n 33, primeiro andar.
Deseja-se fallar ao Sr. Manuel de Souza
Cousseiro a negocio de scu inleiesse
ior
asstm sujettos os mesmos por qualquer du-
vida.-ieraphim &. Irmao.
Joo .Machado Soares, morador na Cruz
de Almas, freguezia do Poco da Panella, faz
ver que so esleve a sua taberna aberla at
ao ultimo do novembro de I83G, e para o
que avisa o Sr. Luiz Jos Marques eaquelles
qucseacliam no caso de cobrar os impos-
to, tanto gcral como provincial.
Osjaliaixo assignados fazem sciente ao
respeilavel corpo do commercio e ao publi-
co, que lendo expirado em 19 de Janeiro do
atino prximo passado os l anuos da sua so-
cicdade taita em 8 de Janeiro de 1850, e que
gyrou nesla praca sou a lirma de Karia lypograpbia.
Atiei
I O abaixo assignado avisa ao respeilavel
publico, que ninguem faca negocio com
urna letlra que existe em inflo do Sr. Scbas-
tiao (iomes de Araujo da quantia de 43/000,
pois que esta letlra lie proveniente de um
cavallo que o abaixo assignado comprou ao
dito Araujo, mas leudo o dito cavallo una
manqtieira, e dizendo en que naomeeon-
vinha Mear com o cavallo com este deleito,
elle medisscque caso nao ficasse bom o
lornava receber e eslava o negocio desl'eito,
como provo com pessoas ; e agora de novo
molequesde 14 a IS anuos de idade:
na ra do Collcgio n. 21, primciio an-
dar, das I 0 horas as da larde.
O vigario Lino Martyr de S. Jos Kerrci-
ra compra urna escrava de 23 a 30 anuos de
idade, que saiba bem cozinhar, engommar
e lavar : quem a tiver pode appareccr no
convenio de S. Francisco desta cidade, para
contratar o prego.
0 CARAPUCF.IRO.
Compra-s a collect8o teste jornal : na
livrana defronte do arco de Santo Antonio
n. 2.
Cenias.
de meio do sala, e tijolos marmore, ludo
por prego conunodo.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa: no
armazem de Novar & C., ra da Madie
de Deosn. 12, por prero rommodo.
Helo^ios de patenti-
nglezesdeouro, desabnele edevidio:
vendem-sea prero razoavel ,em casa de
AugustoC. de Abrcu, nartia \a Cadeia
do Recife, arma/.em n. ")(}.
Lopes, boje por conimuin accordo a dissol- aviso aodito Araujo, que lite cuacado 30
verarn, licando a cargo do socio Jos Joa- das rara virentreg.r a dita letlra e receber
quien de Paria Machado a liquidacao da ex- o seu cavallo, l'azcudo-mo bom 40 timta firma e todo o activa o passivo da ja receben. Cidade da Victoria 15de janei-
inesma sociedade Jos Joaquitn de Paria io de 18i7.lose Fidelis Xavier de Moura.
Macbado, Francisco Jos Lopes. Juan l'eieira da Silva, porlugue/, reli-
- A professora particular I). Clea Fran- : ra-se para Lisboa,
cisca da Silva Couliubo avisa aos pas de I -" l'recisa-se alugar um prclo para an-
suas aluninas e a mais pessoas que se quize* dar com labeleiro de Calendas na ra ; pa-
ga-se bem : a Iratar na ra dasCruzes n.
2-2, primeiro andar, de manbaa as horas, e
de (arde as 4.
DAGUERREOTYPO
Systeiiia iiore-aineric ato.
ATERRO DA BOA-VISTA N. 4.
teroeiro andar.
tirar relalos
novo svslema
rem ulilisar do seu ensino, que se acha com
a aula a berta para continuar o seu Irabalho,
na mesma casa de sua residencia, na ra l)i-
|reila n. 43, segundo andar.
Ra larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
! Burtliolomeu F. de Souza,
contina a vender
: i^sendo l'also oque fot- vendido em outta
quaiquer [arte.)
Kob L'Alleteur.
Pilulas vegetaes de Btandel.
\ eiinii'ujjo ingle/, em vidros.
I'.lixir auti-asmatliico.
Fraseos de bocea larga com rollias.de
1 a 12 libras.
- Na ra do Crespo loja de % portas n.
12, vendem-se lencos do eambraia de linho
com toque de avaria a tflO e llO rs., e lin>-
pos a 240 rs ditos c nm pintas de cores e
barra, a 200 rs. c limpos 4t0 rs., madapoles
milito fino. com pouca avaria a lj'000 por
peca.
Na ra das Cruzes n. 33 segundo andar,
vende-se una escrava criouln de 20 anuos,
bonita figura, que engomma, cose-cliaa e
cozinlia clava : vende-se por estar gravidade
quatro mezes.
Milito.
Na ra da Moeda armazem detanoeria con-
fronte ao trapiche do Cunha, veudem se sac-
ras de niilbo de bom tanianlio, superior
qualidade e por prego cotiimodo.
Ksirelo em liar ricas
n'o armazem de VicenteFerreira da Cosa,
ra da Madre de Dos, confrontes igreja.
Vende-se superior ludia de algodlo branca
'le cores, em novello, para cosluia :tm casa de
SonUiall Mellar Ciunpanliia.rua d turres n. 38.
Ivui'ari yriiss-i.
Vende-se porcBo de tijolo de alvenaria
grosa de primeira qualidade, botando-se
em qualquer obra eeni (jiialquer mare, ou
o comprador mandando buscar : a tratar
na ra Nova n 18, ou na primeira olaria,
passando a ponte de Molocolomb.
- Vende-se urna casa na povoagao da
Varzea, a qual rende .N0ooo por anuo, e lica
annexa a casa de Jo3o Sin,Oes Ferreira a
tratar na ra eslreita do Rosario n 1.
Vendem-se limito bous vitellos. tanto
para comer-se como para embarcar, por es-
taremgO'dos : quem delles precisar, dui-
Lxis'e sempre um com- J-se ao Cacbanga. casa defronte da igreja.
soriimeiilo de caixinhas, ~ >de-se urna escrava de bonita figu-
ra, de 22 anuos de idade. lava bem e cozi-
nha : na ra larga do Rosario n. 36, lercei-
ro andar.
Na olaria do engenbo Giquii vendem-
se lijlos de alvenaria a 1fi-K)00 o milheiro, a
dinlieiroa vista, e da-se rpido e prompto
carreganiouto ; assimeomo do t do feve-
reiro em d:ante suppre-se de lenba a qual-
quer padaria,-pondo-se a lenba nas portas :
a fallar com o administrador do inesmo en-
genbo, ou com o seu proprietario o teiieulo
coronel Manuel Joaquim do Reg Albu-
qtierquc.
Bichas de Ham-
bnrfiTOa
Na ra estteita do Ro-ario n. 2, loja
barbeiro, tslfio expostas a venda esta boa
qualidade de bichas, ebegadas pelo paquete
hamburgoez
.Na lalierna da ra llirell n. I. ronfronla
ao mlaii ilo I,mmenlo, de J,se ile Mello tosa U-
liveira .\ r... lia os icgoiolea ^eneos suprimies :
vinlios ilo l'orlo de dill'rrenles iioalnlades Oe fiiO ale
1-rliU i a garrafa, dito de Lisboa CO e 720 a Br-
rala, oilo da Fiaaeira a 3b0e U), dito de Scle e
doK.lreilo a W). MOt 640, giripijia bran a a 15*0,
vmlio branco a que cbamam Madeira a 800 rs., dito
bianco a 300, reneja prela ( branca, lauto eru par-
rafas ronioem meias ditas, de diversas quslidades e
autores, boa senrbia liollandcza t bamburpueza em
frascos e botijas, boa cbampagiieemgarrafas, roelas e
uigos, boas passas e lieos de comadre em camuas
de 3, (i, 12, 16 e 24 libras, amenas, lelria, niacar-
rSo, arroz do Maraobao, sag,cevdinlia,verdadeira
familia ou gomma de malarana, bolachiuhas de soda
e ingleta, biscouliohoa tinos em latas, bolaclnulia
de ararula, latas com sardiolias, chocolate de /.isooa,
cafe, eba hy*on de 2i00a 3$20U a libra, dito pe-
rola a IjOOO rs. a libra, cha do Rio em latas de 1.2,
i, 8 e 16 libras, choorifas, loucinho de Lisboa, mau-
teiga iogleza a 1.-200. dila franceta a 720, queijus
multo iions, charutos linos de diUerenlesqu.ili.iailes,
boa agoardeole de raima de 22 graos, e,todos os mais
gneros pruprios desies rslabclecimeDlos por ptetos
commodos; asseveramos que senlo bem sen ida- tu-
das as pessoas que se digoarem hoorar-DO com sua
prolercau e frecueiia.
Cliapet.s de pnlha de Italia
llasln v l.emos, na rua do Trapiche n. 17,
tem para vender chapeos de palha de Italia,
dobrados c singelos, para bomem, meninos
e meninas, chegados'ltimamente de Geno-
va, e por precos commodos.
VENDEH-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na rua do Queimado loja da boa fama
ti 33.
Vendem-se i iras escovas inglezas para
roupa, o melbor que pode haver o de nova
i nivencSo a 35, ditas francezas muilo tinas
ja 1-r 19600 e -000, ditas paia cbelo ini?le-
I zase franlcezasa i?-.00e2e, ditas para nen-
ies Inglesase Cransezas a too, son a 600 rs.,
ditas para unhas dila dila a 240, 300 e l, t
' omrasqialidades mais baratas, que ludo -e
i vi-nde na rua do Oueimado na den conbiec'-
de ; da loja de miudezas da boa lama n. 33.
lo;, r.

'.'
3?
6 ':

O
ogo.
COMIWMII \0RTIIEKN.
CAPITAL c 1,260,000ESTABELKCI-
.V KM IS.
Para effectuar seguros
sobra propriedades, mercatlorias, raobilia
e gneros de nuasi todas as <|ualdades.
Premio de ri|8 at I y por cenlo ao anuo,
agentes C.J. AatJey&C. lira eonormi-
dude de oidens ltimamente tvcebidas,
os agentes acham-se habilitados a tomar
risco contra logo, e sobre gneros dee\-
portacao, como sejam : algodao, assucar
ou cout'os, Jepositados em trapiches ou
aima/.ens paiticulares, em Macei, Jara-
gua' on Parabiba do norte : agentes C.
.1 Astlev i\ C.
O abaixo assignado Iccciona pnmei-
ras l;ttras, latim e flanee/.: na casa n.
")S, da rua Nova..lose Maria Machado
de l'igueiiedo.
AVISO.
Na quarta l'eira 14 do correnle mc, por
occasiSo de irem duas canoas abertas, carre-
m.I.is du arela para o Cemilerio publico, t-
veram de alundar na segunda ponte da rua
da Aurora, junio a l'iindicao ; nina dessas
eauoaa ja appareceu no caes de Ramos, fal-
tando a nutra que be nova, pota anda lti-
mamente tora toda fabricada, bnm construi-
da, de carga de 900 a 1000 lijlos, levando
una grossa e comprida crreme; desconlia-
va-se ter ella cabido no perao que existe na
referida ponte, mas pelos exames que ja ge
proceden parece nao existir all e sun adiar-
se encalbada em algum lugar de nossas prai-
as. O proprietario da canoa gratifica genero-
samente a quem pega-laou delta dar noticia:
uu armazem de madeiras do Miguel, con-
tronlc o lelbeiro dos canociros da rua Nova,
eu no pateo do Carmo sobrado n 3.
Quem precisar alugar una csciavaja
idosa, sem vicio algum, para cozi.ibaru en-
gommar, dirija-se a rua llireila u. 72.
Precisa-so de una miilhcr porlugneza
de mei.i idade, para ama de urna casa de fa-
milia, composld de 3 pessoas, dando Mador
a sua cuud'jcla : nos Coelbos, rua dos Pra-
zeres b. 14.
O proprietario da casa mei-agua da
travessa da rua da Concordia B. 26 F, a pos-
sue livic de lodo e qualquer eiiibarayo, e
por isso habilitado para com ella fazer o
negocio ou traiisajKJu quo Ihe convier; se
porm alguem se^blgar por qualquer lrina
ou titulo que >eja com diruito a misma,
queira declara-lo p-.r este jornal no prazo
de 3 dias, a contar de buje. Itoeilc 111 de Ja-
neiro de 1837.
Lenibra-so aos scnliures pas de fami-
lia e a quem mais convier, que a aula de la-
in> na travessa da Concordia junto ao ti 5
uo bairro de Sanio Amonio, esta aberla,'e
que o seu prolessor Jos Valenlim da Silva,
eoutiuu'a u receber aln por pceo Cummodo
alumnos externo.-, e pensionistas dando
bom Ira lamento.
- IM-se 2501000 a juros ra/.oave S, com
penhores : ne rua da i raa n. 43, segundo
andar.
Toma-so a quantia de 1:0007000, dan-
do-sc alem de ouiia garanta a uy-pollieca
cm una minio boa escrava, fazendo se pa-
gamentos mensaes de 30/OuO. com tanto que
o juro Seja mdico : quem qui/er dar au-
nuneie por esie Diario,
Precisa-se lomara premio a quantia
de rs. 1 OOiKooo pelo tcoipn '. premio que e
conrencionar, e da-se por garante urna pro-
priedade ha pouro acabada edeaenibaraca-
da. nesta cidade : a quem convier dai l ste
ilinheiro, annuncie para ser procurado
j CONSULTORIO I10NIE0PA-
HICO.
1)0 DR. GASANOVA.
8rua das CruzesS.
Nesle consultorio ha sempre para vender
os mais acreditados medicamentos homieo-
palhiros de CATEIXAN e liVEBEK, lauto
.'2 em tinturas, como em j^lobolus, e o mais
a em conla possivel.
t Lina botica de 12 lulios " de 2 i IOS 12? e U-sOOo
de 36 13- 89 e 20NHKI
" de k ., ik- 2$ 239000
a >ie 6o 'i 2i 339 e 3?000 %
lobos avalaos 300, 800i e i.-uun.
I onea i| liulura a esrolher 2-tMKI. ,:.
? Consultas lodos o" dias (ralis para n po- ''
'3 !>'es. -;.;-
. ;f.ir: ;<;. '::..
Wwvv w -.s -.... ..s ... ..;*.-..^.., ...
Aluga-se urna ama para o servico or-
dinario de urna casa de pouca familia: na
rua Imperial n. 31, sobrado de um andar.
- O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel corpo de commercio nesla preqa,
que deu sociedade em sua taberna sita na
rua da Cruz. n. 34, a Jos Goncalves de Aze-
vedo desde o ti ia 1. do crrenle, e que to-
: dos os negocios tendentes ao mesmo estaba
lecimenlo serSo com a lirma de Oliveira &
Azevedo. Recife 2 de Janeiro de 1837.
Manoel Jos de Oliveira.
AVISO.
Nesta casa conllnu-se a
com toda a perfeii;ao e pelo
norte-americano
pelo e variado
quadros e joias de ouro para a collocacao
dos retratos. ToJos os uias das 8 oras da
manbaa as 4 da larde est a ollicina e gale-
na a disposicSodo ruibnco.
- i.ur/ l.ucien l'uulain telira-se para a
Franca.
- .'ede-sc depois de se ler rogado muilo
lempo a Senbora Hoads, que tem bolel in-
gle/ na rua do Trapicbe, se ella quer inun-
dar pagar a quantia quu ella deve no arma-
zem da rua Uo Trapiche .Novo n. 22, o por
este meio acabar todas as ti ansaccoes de ne-
gocio com o mo armazem.
- rraiiceliuo Fenoira Crespo, pbarina-
ceulico aporovado pela Imperial Paculdade
de Medic.na do Riode Janeiro, participa aos
anligos fregtiezesde seu linado nal o pbar-
maceulico Ueiiio Pialo crespo, eslabelecido
ua cidade do Coiauua, que a bulica Cunll-
nua a traballiar sobsua direccao, e all as
pessoas que o quizerembourarcotn suas fre-
guezias o aciiaro prompto a salislazer com
zelo e proiuplidao os unsieres de sua arle.
SYSTEMA MEU1CO DE BOLLOWAY.
CAL E P0T.VSSA
\ ende-^t polassada Russia e americana, cl.P2*
s e de superior qualidade; cal de Lisboa i i t
as qtialidades
Vendem-se superiores oculos com arniat;3o
nesles I
da mais nova que lia no mercado: nos seus deposi-
to ua rua de .pollo n. 1 A, e2B.
Na rua do Vicario u. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porlo d> superior qualidade da bem
c-uiheeida marea UW cm pipas, barris e caitas de
orna e duas duias de garrafas.
---------------------....... w. i.iuluu
de tartaruga de todas as graduarles a 33000,
ditos muilo nona com armar0cs douradas a
Queijos londri-
e presunti s.
os
r-rancisco Jos Leite receben pelo ultimo: do uei-na(lo n 33
13200, diros ditos cora armaces prateada,
13, ditos ditos comarmaco de ac a 800 e
; 3, lunetas com armacao de tartaruga a 13,
I ditas redondas equadradas de baleia a 500
rs., ditas de dous vidros armacSo de baleia
a 13600, e outros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rua
ne iiietadedoseu
valor.
A 2^500 a peca 300
vi- ,i vara.
Vende-se umaporcSodepauninliosdc vara
de largura com um pequeo deleito, em
peca 8*500, c vara 300 rs., cintas escuras co-
res lixos a |uo o cavado, ditas de padres
tiovos e lixes a 200 rs. o cavado : na rua do
i.respo n l, quarta loja quem volla da rua
das Cruzes.
t >
navio de Liverpool excedentes qiie>joa lon-;
Jrinos, presuulos para fiambre, conservas,,
boUchinbas e bi-coitos ein latas de diversos
lauanbos c qualidades, e ludo vendo poi
menos que em outras partes: na rua do Col-
legio n. 12.
Vfiideu:-se cliapeo* do Cbvli de to-i
das as qualidades: no esc. ip tono de No-|
vaes 4 C, rua do Trapiche n. 4.
\gencia I
tii fundicao Low-.VIo r,
rua da Senzala-Nova n. 2.
Neste eitabelecimentocontinua a haver
um completo tortimento de moendas e
meias moendas para engenbo, machinas
ib' vapor e tai.vas de trro balido e coa do
de lodos os tamaitos para dito.
SLAfiOPF
DO
%i}
pa
l'oi Ira ns le ido o deposito de-ti- varo pe para a bo
lica de Jos da Cruz Sanios, na rua Nova n. 33'
narrafas 5*500, e meias 33000, sendo falso lodo
aquello qoe nao for vendido nesle deposito, pelo
que seis/ o presente aviso.
BfOITANTl TARA 0 MUCO.
Para carada pblviicaeaa lodu^nsseusdirieren
esgros, querinolivaila por constipaees, losse
astlima, pleuri/. esrarios ,le sanaue, dir de eos
lados epeilo, palpitar na coracSo, coqueluche
Inundle, dorna zaruaula, e loilas asmoleslia
dosoriioi pulmonares.
VARAND1S E GRADES
L'm lindo e variado sortimento de model-
I los para varandas e gradaras de gosto no-
Vende*, na rua da Cruz no Recife ... 57,: '^"^: ''?, "SSRA Anr0M em San"
utido tnd' r Amaro, e no deposito da mesma na ru
a'.-3oo A PECA. d" hrum-
Vende-se com um pequeo loque de ava- POTl^^i F Til YlRlFH
ria pecas de algodao de l.str-s con. 47 co- \WI** **
vados cada peca, la/enda propria para rou- ^antigoeja bem conhecido depostlo da rua da
pa de escravos,'na ruadoQueimadoii.lt Cadeia do Hecife, escriplorio n. 12, ha para vea
\ciiilem-se pegas de madapolao cum dar muilo superior potassa da Russia, dila do Rio
Fia lundicaode C. Stari A C, em San-1 toque de avaria a 2/31.0 cada peca na luja de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
(ai ti. s para
Vendem-se baralbos de cartas Iranr/a-
nuito finase de bom papel a 500 rs. o Lar.
Ibo, ditas porlunuezas muilo linas a 32S' rs.:
na rua do Queimado na loja de miude/t s da
boa fama n. 33.
lionera- dancezas.
Vendem-so bonecas franeczas rican ci>
vestidas e de varias (qualidades a liBO,
t;600 e 2-3, na rua do Queimado loja de isiin
dezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BABA
TAS.
Vendem-se MaVrjaa finas e de anos ta
manhos pelo barato preco de 1/500, 2,1500.
33j00 e 45 : na rua do Queimado loi 1 S
miudezas da boa lama n. 33.
Para e.scriptorios c rarfo-
rios.
Vendem-sc resmas de papel de pes o do
melhor que be possivel haver a 6a, dito in-
ferior pouca cousa a 3a e 3e500, dito paque-
te muitissimo lino a eOO e dito al maco
gravee n.arfim a 4a, dito alma'co muiti is.mo
bom a 39900,1 dito de cores ein quartosde
resma a 700 rs., grozas das verdadeiraa pe-
nas de ac bico de lanca pelo barato preco
de 1J200, ditas muilo boas sem ser ico dr
lanca 500 rs., duziaa de lapis muttis.sm.o I.
nos a SJlBaTS., ditos propnos para risc.ir 11-
vros s 800 rs., canelas de osso lomeadas para
pennas de ac a 120 rs., caivetes finisiiimos
de urna a quatro fallas a l, i, 3, 4, e ou-
tras mais cousas que se vende barato ; m
rua do Queimado na bem con tienda loja dr
miudezas da boa fama n. 33.
Perumarias tini?simi Na loja de miudezas da boa fama oa ru
do Queimado 11. 33 enconlri-se sewpieum
rico sortimento de perfumaras de todas as
qualidades. inglezas e francezas, sendo doi
melbores autores quo ha em l'aris o Loo-
dres, a saber : agua de Colonia muilo boa,
sabao para barba de creme de amendoas,
8.ua de lavande muilo superior, vinagre
aromtico para dores de cabera, banha nui
to fina em ricos vasos, extractos de mutas
qualidades, ex I relos pruprios para bolsa da
esludante, essencias de varias qualidnJes,
1 opiato o melbor que ba para limpar ileites.
i paspara limpar os denles, e outras imitas
cousas que nao deisaro de paiagar noi se
! nhores compradores, e que ludo sr vnd
por precinho muito barato.
LEQDES F1KCS
1 Vendem-se leques muilo finos cmica
pinturas, espelboc plumas a 2#, 3.-5K).l>
I na rua do Oueimado loja de miudfizada
boa lama n. 33.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se titas de veludo pielase deu
res.eslreitas elargas, lis.seaberlasdisan-
to bons gestos, pelo barato preco olese,
320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Que iru.
na loja de miudezas da boa fama n 33.-
GOLA DE SPERIOH QUA-
LIDADE.
dos de ferro.
seti
O abaixo assignado, que vivia nesta praca
recebendo assucar do matto, faz sciente que
I se re 1 rou para tora desta provincia, e pela
I presteza de sua viagem nao leve lempo de
despedir-se das pessoas a quem tinha ami-
Zde, 110 entanto pede o desculpem desta
lalta. O inesmo abaixo assignado declara ao
pnblico, qno nada ticou devendo a quem Ihe
consignava seus assucares, o haveudo al-
gum que diga o conlrorio, publique por este
Diario, que promptamentc sera pago E pa- Accidentes epilpticos
ra que o publico nao faca mo conceito do
mesmo abaixo assignado, faz elle o presente
annuncio, o qual sera publicado mais de
urna vez por este Diario!...
Jos Soares Correia.
Precisa-se alugar um escravo para o
servico de urna casa de pouca familia, e que
i lenba algum principio de cozinlia ; paga-se
I bem : a tratar na rua do Cabug, luja de
cera do Sr. Ang lo Custodio dos Santos
O nico preservativo contra a caspa
l'II.LLAS HLLOW.W.
Este inestiinavel especilico, composto in-
leiramente de hervas medicinaes, nao con-
tm mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. benigno a mais tenra infancia,
e a compleiQao mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarraigar o mal
na compleicSo mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operacCes eelTei-
tos ; pois busca e remove a doenras de
qualquer especie e .rao, por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entro milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja estavam as por-
tas da morte, preservando cm seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saudc e torcas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
Iros remedios.
Asjmuis afilelas nilo devem| cntregar-se a
desesperacio; facam um competente ensaio
dosellicazes efleitos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o benelicio da
saudc.
.Nao se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enlcrmida-
des :
i to Amato,acham-se para vender arados de
[ferro, de construccao muito superior.
Vende-se superiores luvas de Joovin de
cores, tanto para liomcus, como senhoras,
sendo as melbores que tem viudo ao merca-
do pelo din.iuuto pre<;o de l'inii 11 |.jr. na
rua do Queimado luja ll. 41, becco da Con
grexacSo.
1 AI po reas.
Ampolas.
Areias mal de .
Aslh ma.
Clicas.
Convulsoes.
ebilidade ou exta-
nuacSo.
Debilidadeou falta de
lon;a> para qual-
quer cousa.
que al agora tem appareci lo, lem a vanta-' 'esinteria.
gem de preservar da caspa, amaciar o cabel- j "or <,e garganta.
lo, e lambem Ungir o niesmo : na loa n. 1 "" do barriga.
da rua do Crespo. ~ ",,s r|ns.
I'U/.ZOLANA PARA. OBRAS D'ARTE. fo'eza no venlre.
Este material, que he de urna grande im- Enrermidades no ven-
Febres intermitientes
lebreto da especie.
Cotia.
Ilemorrboidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigcsloes.
Iullamniai;iie.-.
Irregularidades da
menstruacao.
I.ornbi gas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n* culis.
Obslrucco Co venlre.
I'hlisica ou consutnp-
Co pulmonar.
Helen porlaucia nos cementos, e de um mcreci-i lri;. Kheuinatismo.
ment sem igual nas obras hidrulicas, est i '"Crniiiladcs no liga-.vmptomas secunda-
leudo um consumo exliaordiuarin nos ca- I... nos.
I'ebres biliosas.
mullios de ierro, principalmente niquellas|?it-8 wiereas.
obras que tem de eslar cm mais immediato *nx8<|ueca.
contado com as aguas accideulaes ou cor-1 {'cysipela.
rentes.
Omeio da da Europa, sobre ludo, lem se
fornecido da puzzolana da Italia e dos Aco-
res. A deste ultimo arctlipelago submellida
a escrupulosas experiencias cm Inglaterra
no arsenal leal de Wnolwich em junho de
1830, pelo Sr. capilfio de engenbeiros llen-
rique Scoil sol) a direcgao do seu chele o
Tumores.
I ico doloroso.
Ulceras.
venreo
IS000 e IS200
a peca de madapolSo avariadi : na rua do
Queimado n. 44.
A verdadeira graxa ingleza n. 07, dos
afamados lab cantes Da y & Martin, em
barricas de 15 duzias de poes : em casa de
James Crablree Ov Companhia, rua da Cruz
n. 42.
Vende-se urna preta crini'.a.de bonita
figura, de 22 a 24 anuos de idade, cozinha,
engomma e lava muito bem : na rua de A-
pollo D. 1.
Vendem-se tres terrenos loreirosem
Santo Amaro, lodos com 700 palmos de
frente para a estrada nova de Luiz do Reg,
e com lundos para o oeste at 640 palmos,
confrontando pelo norto com o sitio do Sr.
Manoel Percira Lemos junto do actual hos-
pital inglez, e pelo sul com o sitio do Sr.
Joo dos Santos Porto : quem os pretender,
dirija-se a Vicente Alves do Souza Carvalbo,
rua do Trapiche 11. II, primeiro andar.
Farinliade mandioca.
Na rua da Moeda, taimera confroute ao
trapiche do Cunha, vendem-se saccas de l'a-
nnba de mandioca de muilo boa qualidade,
por preco commodo.
Vende-se urna calccbe com dous asseu-
tos para quatro pessoas, em bom estado e
uso, forrada e pintada de novo, com arreios
guarnecidos de prata, tudo pelo mdico pro-
co de 9509 rs., bem como um lindo e rico
carro coupc. com todos os pertences, novo e
do ultimo gosto de Pars, por preco com-
modo : para examinar, ua rua do Sol 11. 1, c
para tratar dos ajustes, na rua da Cruz 11. .1.
em casa de \morim limaos.
Batatas
os quaes ficaro
Vende-se uplioic vinlio du l'orlo em Larris da
quarlo e oitavn, por prrro raioavel: na rua da Ca-
deia do H#-.-! 11. 13, escriplorio de Bailar &. Oli-
veira.
de quatro portas ua rua do Queimado n 10. apresos muito favoraveis, co
- Vende-se banha derretida de superior jos compradores satisfeitos.
qualidadea 80 rs. a libra : na rua du Han-1 VIMIU UO HOKIO GEMINO.
ge.l 11. 35.
Vende-se gomma de engommar a 90
rs. a !i! ra. sag a 320. cevada a 100 rs. : na
quina da rua de Dorias 11. 2.
A KI.I.ES, QUE O l'KECO CONVIDA.
Maia Irtuaos, com loja de chapeos na rua
do Crespo, participa a rapazeada de bom
gosto, que receberam um grande sortimen-
to de chapeos de couro da Kussa de ludas
as cores, que se vendem pelo barato preco
de 25500 a 33000.
S3l
o
Farinha de
este.
SSSF.
minio lindos pura |n-
II llOs
Vendem-se molla bonitos botes para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
aboloadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
( Verdadeira,)
Pelo navio IIL.MK chegaram 500|j. Astley&C.
barricas desta acreditada facililla : ven-
ue-se nos armazetis de Tasso limaos.
i/eijftu iniilaiiiilio-
Vetile-se na roa da Cruz u. 34, feijo uiolalinlio
^,,," Pianos.
Em casa de liabeSchineltau i\ Companhia,
rua da Cadeia n. 37, veudem-sc elegantes
pianos do afamado fabricante Traumann de
llamburgo.
Vende-se agurdente de Flanea ein
caixas de urna du/.ia : no ainia/.ern de C.
drVt0d jM5ji.
No da 5do mez passado fugio do 1
genhoVelho do termo da cidade da Parabil,
o prelo |escravo de nomo Joaquim, com ,
signaes seguintes : baixo, pescoc.o cur.
bastante barbado, rosto redondo, phisiot-
mia alegre e bonita, quebrado das vurilb
pelo que conduz urna funda. Ksic escra
foi comprado nesta cidade, ende servia o -
(icio de boleeiro de carros, e depois da ro-
daja foi visto aqui roga-se porlanto a 1
licia e aos capies de campo, afim fie lenham lodoocuulado na sua captura can
de que o levando nesla cidade au Sr. mal
Joaquim Goncalves de Albuquerque e Siiv.-
Joao Baptifta do Campos, ou alias uu refei
engcuho Voltio ao seu dono o tr. Antas)
Carlos de Alrneida c Al bi.queque, ou nu 1
geubu boa-Vista da cioade de Mamangua,
ao Dr. Francisco Antonio de Alrneida e Allr.
querque, lerao prompa e generosa lacea
pansa.
- Anda continua a estar fgida desi
o dia 17 de fevereiro do anno passado, a c-
crava Joaquina de nacao, com os signaes st
guinles : alia, secca, cara descamada, pi-
nas arqueadas, puucts vezes deixa o caxm
bo, fugio em companhia de um soldado d
dcimo balalhao, de nome Mauoel Joaqui
da Silva, crioulo o esta anda dcseilor, 1
captiva por muitos anuos em Pa aellas do M
rauda,01.de tem um lilbo forro de nomeJo,
o senhor que foi dessa negra ainda c
isleo mesmo lugar e cbama-se Caetanc
roga-se as autoridades policiaes e capita>
de campo a apprehcnsao da dita escrava,q;
se dar 509 rs. de gralilicacAo, sendo ella c
trege ao Sr. Manoel Ferreira Chaves, <
senhor, na Boa-Vista, roa da Gloria n. 94.
No dia 26 do mez prximo passaJo i
hio da casa do abaixo assignado um pro
ngflezas e de
na 11. 28, lia dasmelliiircs bi-dias hamliuriiufias pa-
ra vender a relallio e em porgues, e lambem se
alagan.
Vinho do Poeto, superior chamico.
Em caixas de 2 duzias e ere barris da oilavo, re-
cenleinenlecbegadopelojbricue Trovadur; vende-
eembamba. derepuxopara r.gaTh.rt...ba|^^i''-* Barroc.ACas.ro, o.
ia de capun : na lundirao de D. W. Bowman
na rqa dnBranins.6,8elO.
Na rua da Cadeia, defronle da Helarlo, laber- de nome Ignacio, por anlouomazia Cato,
nacao Angola, representa 45 a 50 anuos pa.
pur prn;o coiniiiudo.
Moinhosde vento
Lisboa.
bem conbecido escrlptoi coronel W, lleid,,l
foi julgado precioso elemento abundante
em oxido de ferro, que entrando com a cal
na |'ni 110 re Vi de 2 para I compunha um va-
lioso cemento.
J. de Olive...1 Machado Jnior ^oiu \MmMnm^BtBKWKSS^tBKWSK3/M
- m. Vendem-se no armazem da travessa m
to VoraldeS- n"1 H. sS^c"" ^ ">*" "^ X** "" V ^
loja de todos os boticarios, droguistas e o i^, '",' S0* "' ,J CS,S ,U"'a eX"
iras nesso-w nn>- >r..,.u.i.^ aJ .. 1 celleute mulata para vendci-se, de boa con-
tod. s^rtti^s,:; *?*,; zm, -t a",,os,d ,,c-sem v,cios :
Vendem-se as bocet.uhas "m rs. Calili '^^ *"* M 8"i""''a- Uw C HO-mn
ma deltas conten uma inslrucc/10 em por-
largo da AsaaenUea a. 20 Forte do Malla*),
priiprio para qualquer eslauelecimeiito, ou
para recollier Leuerosconio estaservindo actualmen- j n_ \,
Is, por e-lar col locado defronle do trapiche do al-j
godo : a tratar na rua do Trapiche 11. 1 i, primeiro
aadar.
Antonio Jos de Castro vende polvo-;
ra de superior qualidade a I5$000o bar-
ril : as pessoas i|ue
ro,apparecam em
rundo Vigario 11. -.1. para veras amos-
tras.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, na
rua da Crea 11. 10, vende-secognaremcdi*iiiliade
dalla.
FARINHA
Aiju-odaoziiilio
I para saceos de BSSUCa
inesmo sa de N. O. Iliebcr \
fia J.Iim
vende-se em ca-
co mais ou menos, estatura regular, stw
do corpo, cara redonda, vive sempre ai
pouco embriagado, be quebrado de amia
as vuiilhas, u lem o dedo polegar do pe -
reilo ou esquerdo virado para denlio, e ai
cauoeiro 110 porto da rua Nova, onde be hi

conbecido pelo apellido 1 recommenda-sia
todas as pessuas por quem possa elle ser a
(.011 lia do, o mande m pegare entregar na 1
larga do Itosario padaria 11. la, junto
C, rua da Cruz | quartel do dcimo, onde se gratificara can
I generosidade.
Manuel Antonio de-Jesns
Fugiram no dia 25 de agosto do bou
passado, do eugcubo Quatidu/, 2 escras
peitencentes anSr Joso Ignacio de .Mello i
.de nome Antonio, representa ler 35antas
klogios
; quizerem dito rene- ; cb'rtos e descoberlos, pequeos ei-raude, de 011ro, pouco mais ou menos, cor preta, a
_o seu escriplorio, ^^^ZlT^'^l^^tZX ^"^^??'8!."^"^
Vcnde-sc urna casa mei-agua no becco
iafpXlas.leX,,llCar0,l,0d0deseUSar,les- Cpado da Gamboa do Carmo, quem vai do
nitaniitiin nikaia ,, 1 t, .. largo do Carmo a direila, primeiro becco,
DharSuUcrPn d.?>?.dSr-J50am cw 1,u"11"- ";l '"'' Jo l-ivnunento
lu.di maceuiico, ua rua da Cruz n -'' cm -
Pernambu 1 1 1 t ,
Vendem-sc duas paites de sobrado d
De Trieste.
Venilo-se ein caa da Saunders llruther* k\ C. 11"
praija du Curpo > Hilo 11. 11, a muito superior e bpin
1.....Decida laiiulia de l'riesle, da marcaprimeira
qualidadechafada ein '.. do corrent. na escuna
, I'fcil, em por roes erandes e pequeas, conforme a
volitada do comprador.
TAIXAS PARA ENUE.NHO.
mu paquete laglea : em casa de Sunlhall Mellur ,\
Companhia. rua du Torras n. 38.
N. O. BieberA C, rua da Cui/. n. i-,
vendem:
Lonas da Hussia.
dem inglezas.
Briozao.
Ili ius da Hussia.
Viiiliu de Madeira.
Algodao para saceos deassiiear.
SAO' MUITO LINDOS.
urna cicatriz na testa. Itosa, casada oa o
dito prelo, de idade 24 annos, cor taiocs,es-
tatura baixa, grossa do corpo, beicos gris-
sos ; os quaes esclavos foram rump"..lo-
en. Pesqueira ao Sr. Ignaciu Camello le>soa
deSiqueira Cavalcantt : por isso rogi-se a
toda |iessoa que os pegar, ou delles de- no-
' ticia no dito engenbo, ou nesta pracy, no
pateo do Carmo, taberna n 1, do Sr. lo
i quii .Manoel Ferreira de Souza, ser gme-
, rusamente gratilicado.
Na ma ni. a a do dia 11 do crrente fugio
um pelo crioulo, de nome Jos, reprcent
Iticos cortes do vestidos de fa/enda muito ler 18 a 20 aiinus ; levou calca de brtn de
lina, toda de seda e de um gosto muito apu- algodao escuro, camisa blanca engomuada,
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da chapeo de palhinha novo com uma lita pre-
1 Europa, muito proprios para as senhoras de; la larga, tem os calcanbares maltratadla |x>i
Brasil e Afnca occidental, 153 ra Augusta^ \M llHaldO.
i Lisboa. I'ornecedor de puzzolana para as li- I M. armazem de fazendas baratas,
tilias terreas de l'oilugal, icp.ii tu; in das f .S? Collcgio n. ,
lo
f-'i
I agencia eommercial entre Portugal, Acures, j
a *
rua do s
m
ie a- M
barato M
precos do que em outra qualquer parle, ;;
lalho, affian-
m s preco
nonio atrio-se
do mesmo imperto quaesquei eneommendas|M| da combinadlo com a maior pane das ca- S
que se Ihe facam sempre que cada remessa i# sas commerciacs inglezas, francezas, alie g{
nao seja inferior a 200 metros cbicos de j^ maos e suissas, para vender fazendas mais i
material. I jg em conla do que se tem vendido, e por isto &
l.od^\cor.rc-sp"'le,Y;'a e l"'"I03lassol"t;J; ollerecera elle maiores vantagens do qua
$ outro qualquer; o proprietario deste im- |
obras publicas de Lisboa, e para dill'erenlesI vende-se um completo sorliment
pontos de Hespanba, propde-se rornecerolfl zendas linas a "rossas, por ma
niesmo material a quaesquer emprezas de i M precos do que em outra qual.....
obras publicas ou particulares du imperio ,tt ,,. ,_ .;. .__ '
do Brasil, promptificando-soa remelter pre- 3 "? F C **
viamente amostras a quem as solicite e a 9 Vn'l- ,os nipradorc^ ut
pr por ptecos razoaveis em qualquer porto M P"a todos: este estabolecunen
dous andaras, a niel uir propriedade de Oliu-
da, no adro da Amparo, com abale da res-
pectiva ivaliacao, e lambem Pe aluga : a
tratar n i rua do Oueimado n 35.
Van le-se urna armaco de tabern-i,
com boas taimas, um caixo para a mesma,
e respectivo balrflo, i or prerja commodo:
trata-se na rua do Bom Successo, ein t.lin-
da, casa couligiia a igrejinba, ou na rua do
$" I Queimado n. 55.

, bom gosto, assim como chitas francezas
fla fundieo de ferro de D. W. Bowmana ua'muito linas matizadas com lindas cores
rua Ao llri'iii, passando o ch-fanz, ccntini ha-
vet umcomplelo sortimep'.o da laixes de ferro fun-
dido e batido de :i a 8 palmos le bocea, es quaes
acham-se a venda, por apreso commodo com
prompii !.m embarcam-s ou carragaa-sa am car-
ro somdospeza ao comprador.
m. ... i ti.L. ii .-..- i .. que se acabem, que a lesta esta rom nosco,
-- fia ru.i do trapiche ti, escriplorio de .Ma-
dUo-se amostras na rua do Queimado n. 22
ua loja da boa lo defronle da da boa fama.
PAltA QUEM TEM BOM COSTO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa fe,
ha um completo sortimento de grosdenapo-
le de seda de lindas cores; aproveitcm antes
; o aaaompto devem ser-lio- dirigidas a sobre-
j dita agencia cominercal 13 rua Augusta de
* Lbboa, ou a adminislr cao do Diario de
l'einambiii-o, pi.ica t a 8.
O abaixo assignado faz scioute ao res-
peilavel corpo de commercio nesta praca,
que deu sociedade em sui taberna sita na
ma do Encantamento n. lo, a scu mano
JordSo Josc de Oliveira desde o dia i "do
1 coi rente, e que lodos ns negocios t -i.denles
' ao inesmo cslabeleciinento sera POlll S lirm.i
! de Manoel ios de Oliveira ,\ Irmao Recite
\-j dr laneirn de 1^'.'.
Manoel io de Oliveira.
.e:iiinle: .opcr.or vinho do l'orlo emlM.ns'rioQoesn vendem por menos que
oilavo.chapeos do fellio, c sab.ioainarello fabricado "*" r'c-
Ka casa de Saunders Brothers A '.., praia j ^XtUlAl lMU i hiX&
onde se acham depositados os mesmos""oh- do CorP Sanion. 11,(J para vandarose;iiinla a ;
jectos: a tratar com Joaquim Goncalves de Ferro inglez.
Albuquerque <* silva, na rua da Cruz n. 35,1 Pixeda Sueeia.
primeiro andar. Alcatrao de carvao.
Vende-se urna porcSo de pipas etoneis
por praso de seis mezes com as competentes
o armazem
garantas, n tumbem se arrenda
{$ portante cstabelecimento convida
i
todos
os sana patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seu? inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
|3i Vcnde-sc uma loja de f'azcjidas com Konas de linho.
S' poneos fundos, sita em bo;1. na e rom Esponjas.
M bastante freguezia, o motivo da venda he Drogas.
Hjo dono retirar-se para fra da provincia: Algodaolizopara saccas.
11 i.-..-..- na rua da Cadeia do Itecile n. Dito entrancado igual ao da Bahia.
C ii 'xjmmwm Vndemecaisascom .lu/.i .s d<- ira.- ^ra *btemerc,do/ '"do PorPr(, "modo,
ama que saiba co' rafa do vinho de Bordeaux, meias latas I CJ i it^ I.iSUOm J)i)lmssis
zinliar, para urna casa do ponen familia na ,, qi,ai-ios praca do Corpo Nanto n. 1.. i j '.. i i n
Precisa-se de uma ama para lodo ser ',,'i"1<-.* v.-r.l.- Ir.-m.v/.. tudopn -precos. 11. vende-sc superior potassada Russia
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- ",l'"iltal
|g tomo Luiz dot Santos
l'reciaa-se do umn
h
causa de bubas, altura iegular.com a: cos-
tas talhadas u pannos no rosto de lasas Oa
dous lados. Este escravo foi compiado a
Joaquim Jos de SanlAnna, morador n> ler
mo de Ingazeira, por isso snppoe-se tr se-
rtiulu esse c.mitiliu em razao de ler nai la
para essas bandas, levou com.-igo um ralo-
gio uo ouro patento suisso com correile de
ouro, um par de brincus de filagraa. ; mis
pedacos de ou.o vciho : roga-se as autori-
dades policiaese cjpiiaes de campe opren-
dam e levem a ru* da Guia n. 9, que wrltu
recompensados generosameiilc.
Fugio honiemas boras.um escrav mula-
to de nome TbusaSS, alto, reforrado de corio, core
i marcas de bexigas, peroas grocas, e pellas marras
| NA FUNDIR A O DE FERRO DO HM,E- de cicratizes nas rauellas, falla com muiumanci-
NHEIRO DAVID \Y. BOWMAN. ,\A ido, levou vestido camisa da panno azul groco
-lll i U>1 ll*# t,:,i i- u. II. i--v I 1 MU f) i J|V I;1 a 'I-'i *
noel Alve..erra, Vende-se por commodo praco """ COm? 'S'
... ____:___-_l. > .. iiiii' .ii \imii imii or rriMii nc nun pm iiolru
em nutra
f R11!
Ji.! Si
allA- 'guarnecida de ourelo branco, nos o robra a pu-
. nhos, aberla na frente am forma de palito: este es-
cravo he natural da l'arahiba e foi eseravodo Sr.
HL'A DO BRUM,PASSANDO O
FARIZ.
basenuire uin^raudeso uaiento dossei:uinles ob'i,
jectos de ineclu ni.n.os proprios para eni.e..lios.a >a- : Carlos Coelho, que o houve por heranca de u so
Mr: moendas e meias moeudas da mais moderna ] gro Jos Joaquim de Souza daquella cidace,a (oi
couslrucrao ; I livas de ferro fundido e halido.de |enmprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario da
superior qualidade e de lodosos lamanhn, ; roda A|h,nJrs VaiCOnCellos -luilior,morador DO aJSJBJSjhS
denladac para aeua en ainmaes, de todaspropor- _. ,.., .
vico doParaizo n, s, segundo andar
no palco
i rtinmiidns : Bin .asa >
IFreres, rua do Trapicbe n II
le Lassern* .v I iwt
e americana, cal virgem de Lisboa
mais nova que ha no mercado.
C0es;rrivnselii.rcadefornalhaerei!istn)s.iebo-;1P11 freguezia do Pilar daa provincia
eiro. acnili.p.bron7es,parafusos er.Tvilhf.e,moi- quem o pegar leve-o a rua da Concordia Pedro
nito-- de mandi< ca.ele.*!r Antonio Teixeira GuirnarAe, qua r genaro-
NA MESMA FINDICAO mente gratificado
leeveculam! odaaenrommendas cobi a superio-1________________________________________
ridadej.iconliecidaecom a devidapresleriecom-', PF.KN :TVP. DE M. f. DE. KAKIA 183.
modidadeem preco. i-------------------------------------------------------------
|_

ILEGIVEL
.

..


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EGQ2MD6X4_3IMSQG INGEST_TIME 2013-04-26T22:25:35Z PACKAGE AA00011611_07687
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES