Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07685


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Full Text

ANNO XXXIII S. 12,
Por 5 metes adiantado 4|000.
Por 5 mese* "encidoi 4|500.
DIARIO
SEXTA FEIRA Mi l)L JAXEIRO DE .857.
i iQPin i
Por auno adiantado 15.s000.
Porte franco para o subscripto)
BUCO
ENCAIIKEUAUOS DA StIBSCRIPCA'O NO NOKTE.
Parahiba o Sr. Joo Hodolpho Gomet : Natal, o 8r. Joa-
?uim I. Pereira Jnior; Araeatv, o Sr. A. de Leraoa Braga
tan, o Sr. J. lose de Oliveira ; .Maranhoo, o Sr. Joaquim Mar-
que! Rodrigue! : Piauhy, o Sr. Domingos Herculanu A. Penoa
Cearense 'ara', oSr. Justino J. Ramoi; Amazona!, o Ir. Jero-
oymu da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
"' ir li : to>l o I lili-. Q mpu hor.i* df> IgRUtuit Goiano t* i'.i-.iini'.i : n****$mmi Milu-felni*
s. Ama, ReierrMt Munit. C*rr,Allrtn Gariahu : M t-rri-fprt.
s. LMrMfOi '*"-ii'^iho, ElatxareUh Llavoero, lir -jo. I*eaitair| Inz*-
crira. Mures, Villa-Rplla, l>ua-V,ita, Ouri'.-urv > fui: MI ii j.
Cabo. Ipojuca, Vrnili.*it'in, Kio-Furmoio. l'na^ (Urreirui, .\ni-Prclt.
P.nienivir n ala I : <]iatW-fiNf*
(Tud AUDIENCIAS DOS TRIUUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; segunda! e quintal.
Relaeo ; tercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quartai e aabbados ai 10 horas.
Juizo do commercio: segunda! as 10 horas e quintal ao meio-dia.
Juizo de orpbaoa : segundas e quinta! as 10 horas.
t'rimeira vara do civel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartaa e aabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE JANEIRO-
3 Quarto crescrnte ai 9 horas e 54 minutos da manbaa.
10 La cbeia as 6 horas c 48 minutos da iiianhia.
18 Quarto minguante as 2 horas e 30 minuto! da mauha
25 La nova ai 9 faoraie 6 minutos da tarde.
MlKAMAIl DE IIO.IE.
Segunda ai 8 horas e 30 minutos da nianha
Primeiri as 8 horas e ai minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
12 Segunda. S. Salvro m. : Ss. Anadio, Zodiaco e Taciana mu.
13 Terra. S. Hilario b. : S. lleimilloe'S. Stramonio mu.
14 Quart. S. Flix ui. ,* S. Macrina v." S- Maljquias prulela.
15 Quinta. S. Amaro ab.: S. Abbacur e Micheas pruf.
18 Seit. Ss. Berardo, Acurco.Olhon, Pedro e Adjuclo mm.
17 Sabbado. S. Aotoo.ib. Sm. Eleusippo, Meleusippo.
11 Domingo. depois da reta, O SS. Nome de Jesns.
ENCAIHTEGADOS DA SrBSUtlPTAO NO SI I
Alagoas. o Sr. Claudino Falcao Das ; Babia, u Sr. D. Duaral .
Rio de Janeiro,o Sr. Joao Pereira Martin:.
EM rERNAWlCO.
O propnetario do DIARIO Manoel r igueiroa de lana, ui tul
livraria. praca da Independencia ns. 8 e 8.
PARTE QFFiCAL
guidn, a expedirn de laes diplomas, incumbe a*.
[oridade que faz a apurarlo linal dosvotos, e perlen-
cemlola oltima lunera a' mesa eleiloral nos distric-
(osera que su ha nm collegio,segundo ella* declarado
no final do5 doarl. 1 da cilada lei, a essa mesa
QOVERNO DA PROVINCIA
Expediente de da 1.1 de lae Ira.
Ollicio-Ao Exea, bispo diucesaoo, letuiltendo Jdeve competir igoalmenle a retnessa da copia au-
por copia o aviso de 9 de dezembro ollimo, no qual ihenlica da acia aos eleitos, alim de servir-lhes dt di-
o Eira. Sr. minialro da jusliea declara haver ulici- ploma.
lado do ministerio da (anuda-a expedirJJo das cot- Esla intelligenria lie a que me parece mais con-
venientes ordena, afim de que sja posla disposi- furme ,0 espirito da lei, nao obstante a oltima par-
ti de S. Exc. Hvid, a qnautia de ll:OO0S para pa
'menlo- da cathedral de Olinda.Offlciou-se nes-
e sentido Ihesonraria de fazenda.
Dito Ao Etm. commandante das armas, inlei-
ranJo-o de liaver o Em. Sr. minislro da guerra
1 'Lira lo em aviso de -Jii de dezembro ollimo, que
expedir ordein i pagadura das tropas da corle, para
suspender do l. do corren le em diante o pagamen-
to da cju-LMiai;.!'! de I ni un rs. mensaes, que all
deiiou de seu sold o alteres do *.i. balalliao de iu-
fanlaria, Antonio do* Santos Caria. Communtcou-
'" thesouraria de (izeuda.
Dito Ao mesuro, euvi indo por copia o aviso da
repartirla da guerra de -2 de dezembro ollimo, do
1 ial consta que por decreto de 't do mesoio mez,
toi nenio* lo ao soldado do i." batalhao de infanta-
ra, Joaquim Gomes de Vasconcello*, o eriine de de-
sasean quo cominetlcu.
Uilo Ao meinio, dizendo, qoe pela leilora do
aviso da repartirlo da guerra de 30 de dezembro ul-
timo, constante da eopia que remelle, licari S. Eic.
inteiraJu de se haver expedido ordein para que o
." cadete do 1. batalhio de infantiria, Jase Mara
Bemjamim de Asii, venhi coir guia de passagi-m
para a eompaoha lita de cavallaria desta pro-
vincia.
DitoAo inesmo, recommendando a pedirlo de
ai. orden-, para que o alteres do 9. batalhio de
nifanlaria, Julio Cesar da r'onseca, pague ni rece-
bedoria de rendas, a' vista da nota qoe remella por
copla, importancia doi direitoi a emolumentos que
esta' a dever pelo aviso da repartir,, da guerra, que
Illa conceden :l mezea de lircnr.i para tratar de suj
-lude na provincia do Ceara'.lliciuu-se ueste sen-
tido a' Ihesourai ia de fazenda.
BitaA* ehefe de polica, declarando que a tha-
souraria provincial lem ordein para pagar, eitando
nos termos lesaes, as cuntas que S.8. remetteuvdi
despeza frita com o sosteulo dos preses pobres da
cadeia de Nazarelh, a cora o foruecimeolo de luzes
para o qaarlel do destacamento diqurlla cidade.
DioAo inspector da thesouraria provincial, re-
commeudaodo em vista de sua informadlo, qoe
mande entregar ao thesooreiro da adunui-lrar.lo dos
e-tibelecjiueiiliis de caridade, us 3 cont de reis por
ella pedidos para a continuarlo da obra do Hospi-
tal Podra II.Commooicou-se a' referida adminis-
trarlo.
DitoAo commandante do corpo de polica, au-
tiirisaodo-o a mandar r-nlrr o alteres daqoclle cor-
no, Antonio Muuit l'ivares, qne se acha deslacado
aa villa de Serinhiem.Coiiirnunirou-ie ao respec-
tivo delegado.
(e do -i t- do niesmo arl., que estando subordinada
a' bypothese a que este se refare, i se pode enten-
der com os dislriclos que liverem mais de mu col-
legio ; casoein que esta' claramente dposto que a
cmara nionicipal da cabera do dislriclo he que faz
a apurarlo c e\|iede os diplomas.
Mas podeudo acontecer qoe por urna interpreta-
r o coulraria a esta, nao lenliam algons collegios
eipedido diploma aos eleitos, e achando-se os ines-
mos collegios dissolvdos, rumpre qoe em laes cir-
cumstaiicias as cmaras municipaei e\peram os re-
feridos diplomas, visto que tanto ueste (aso, como
no da remeso feila pelo collegio, o qoe vtm a ser-
vir de dipluma ha orna copia aulhenlica da acia.
Sendo o livro das actas depositado na cmara mu-
nicipal, e leudo ella fe publica, ha claro, que nao s
tem o meio de tirar a copia, mas lambem qoe esta I para sua couelusao: 5", que despezas se lem feito
DitoA direcelo da aasociac.ao commercial bene-
ficentv, aecusando recebido o oflicio em que Smcs.
pedem providencias eoulri algons embarazos qoe
causan ao commercio desta cidade o andamento
moroso e irregular, que Smcs. ittr ihueni ao des-
envolvimento pouco do serviro de algumas reparli-
Jes publica, a cuja depeudencia se acha o msmo
commercio, e dizendo em resposta que coovra que
Smcs. exponham com precisan e minueiosidade os
Tactos qoe d3o causa aos referidos embaracos, apon,
tando ao roesrno lempo as medidas que julgarem
mais convenientes, certos de que acharao seropre na
presidencia o desejo de concorrer para o desenvol-
vimeuto e liberdade do commercio.
Circular as cmaras mouiripaes da provincia.
Convom que essa cmara, ooviodo o-, vigarios a
quem competir, remella a esta secretaria ate o dia
15 de fevereiro prximo, asse&uintes infort)araes:
1*, se existe nesse municipio algum cemiterio pu-
blico, e se lia nelle capella on altar decenle para os
actos religiosos: 2', qual a localidade e extenslo
desse cemiterio e a sua distancia dos povoados vi-
ziohos : 3-, em que poca toi eile fuodado e por
ordem de qnem : i", quando comecon a sua cons-
trnrrao. em que estado se acha e o que ainda falta
tem o carcter de authtoticidade que requer a lei,
coja disposicao lica desse modo satisfeita.
lie esta a decis.lo porque essa cmara ledeve di-
rigir, al que o governo imperial, a cojo coulieci-
menln vou submtlter e-te negoeio, resolva como Ihe
parecer mais acertado. '
-Il4~
OlllcioAo Etm. presidente dai Alagoas, remet-
iendo para ter o conveniente deslino a goia de soc-
ci mnenlo do capillo do S. hslalliao de infanlaria
Manoel de Campos l.eite I'enicailo, que se acha ser-
vindo naquella provincia.
DitoAo Exm. commandante superior da guar-
da nacional do municipio! do Hecife, dizendo que
pode reunir o conselho de revj-la para tornar conhe-
cimenlo das qualilicaces da coarda nacional das
freguezias da Bm-VsM e A Amaro de Jaboaiao, li-
cando corto de que o jaiz municipal da pHmeira va-
ra desta cidade, lora desigiiNdo para fazer r^efe do
referido conselho.uiliciuu-se nesle seutido ao
mencin ido jniz.
DitoAo Exm. coinmand^nle das armas, para
enviar urna certidlo dos assenlainenlos de praca do
1. cadete 1. sargento Joao Tliomaz Pascoal Hamos,
extrahida do livro mestre do in. batalhio de infan-
laria, alim de ser transmittida ao Exm. presidente
do Rio Grande do Sul.
DitoAo iuspeclor da thesouraria de fazenda, re-
commendando qne alm dr. rnx'im que por des-
pacho de boje iriaudou dar,a Quirino Juaquim Ma-
deira, como recompensa do serviro que prcslou em
Irazer oflicios do presidio de remando, pe In lo soc-
rorro, fara abonar-lbe maii o yalor d urna passa-
geiu do Kio Grande do Norte, pan esta capital na
com este objecto e quaes as que anda cunvm fazer:
i!", por onde teem ellas corrido : "', se foram au-
xiliadas com donativos e qoacs sejam : 8", final-
mente, se apezard existencia do cemiterio, couli-
nuam os enlerraroentos nai igrejas. e no caso nega-
tivo, desde quando cessaram.
Portarat'.oncedendo ao teueule do :t- balalhao
de infanlaria da guarda uacional dcsle muuicipio,
Jos Ailo deSooza Magalhes, i mezes de licen-
ja para tratar de seus lnteresse<.Coinmunicoo-"
ao respectivo commandante superior.
DitaMandando admiltir ao servir- oo exercito
como voluntarios, por lempo d '"s annos, os pai-
zanos Trujano Italiano ."- e Jos Gonralves de
Alboquerque Jun- Kizeram-sa as uecessarias
communicar*1'-
Di'--lmcedendo a demissao que pedio n padre
r-macio de Sooza Rolim, dos empregus de profesior
de l.rego e esmoller do Gyinuasio Provincial.Fi-
zeramse as uecessarias communicaces.
DitaConcedendo (10 das de licenra com venci-
menlos, ao professor da segunda eadeira de luslrnc-
r3o primaria da freguezia de Sanio Anlonio desla
cidade, Miguel Arrhanjo Mindello.Exp(diram-se
as necesarias communicarOes.
diaueiro e conciliador, tuina ao contrario 'parte oella l'm oflicio de I i do crrante, do amanuense da I
Palacio do governo de Pernambuco em I i de Ja-
neiro de 1857.
Keccbi a caria datada de t:i do mez passado que
Vine, mediricio dessa villa e foi publicada,natural-
mente por ordem sua, no peridico desla capital
a Jornal do Commercion de 13 do corrente.
Muitas das eipressoes dessa carta alo mal cabidas
em om emprecado que se dirige primeira aulori-
camara do vapor. i iladn da provincia, milito mais quando ulo furaro
DiloAo inesmo. comiiioDir-nludo, alim de que o I provocada! por laclo algum dessa autoridad'. Nos
Dito Ao presidenle da commisso de livgieue i f"C constar ao inspector da alfajidega e ao adminis- oflicios a que Vine, se rel-re.eaderera los por mitu
publica, reinelleiidii o mappa dos baplisadosque li- | Irador da mesa do consulado, que nela data poz o em 2 de novembro ao jniz de paz, e ao delegado de
Vrala lugai na freguezia do Bonito nos mezes de j campea -se na cari i patente pela] qual C. S. I\ Ka-] polica de-*e municipio, o qne se aclia a teu respeilo
jalho a setembro do auno prximo pas'ado.
DiluAo juiz municipal e delegado do termo de
Goianua, concedendo a lirenra que pedio para vir a'
esta capital.
DitoAo agente da companliia das barcal de va-
por, declarando que a passagem que se raanduu dar
ao soldado invalido Josu Ignacio doi Sanios, deve
-er para elle e -na mulher, e bem assim, com desti-
no a' corle e olo a' Balita.Commuuicoo-se a com-
mandante das armas.
DiloA' cmara municipal de Caruaru'.Kecebi
boje o oflicio datado de 3 do corrente, em que essa
cmara me cunsulla se deve dar pu-st aosjuizes de
de paz e \ creadores desse iiiunicipic, nao obstante
as irregularidades que luuverem uu processo eiei-
loral.
Deven lo essa posse ellectuar-se era 7 de Janeiro
como determina a lei, he minio para eslranhar qoe
no dia 3, tomare essa cmara a deliberarlo d>>
consultar a presidencia, cuja decisao a.iu pude po'
esse mal vo chegar ahi a lempo de >mpedir o aclo
illegal e arbirario que essa cmara pralicou, em-
liaracandr a posse dos novos eleitos : o que mo Ihe
competa fazer, anda quando os f>:(os e motivo
que allega, nao carecesseru de proras e sullinente-
esclarecimenlos, que devian ser -i bmelinlos ao co-
nbecimenlii desle governo cum a necessaria antece-
moa, fura conlirinadu no rinpi o do consol da Sue-' he o segninle :
cia b Norueca nesta provincia.Fizeramse is nutras
cnininuuica^dcs.
DiloAo asesine, rerommandanlo expedirao
de suas ordeus para que na recdbedoria de rendas
internas, sej arrecadada a vista d" nota que remel-
le por copia,a importancia dos direitos emolumen-
tos que eslo a dever, por terem sido reformados nos
seu. poslos, o lenle coronel Antonio Aoreliatio Lo-
pe t ouiinlio, e o inajor Jos Francisco dt Souza
Leo, da anliga guarda nacional desta provincia.
Expediram-se as necessarias cnmmuiiiea(;oe.
DiluAo me'ino, ?ulorisando-o em visla de soa
informacloa mandar abonar sob a responsabilidad?
da presidencia ao porteiru do arseial de marinlia Je.
ronimo Melquades Ftrreira, a contar do dia em que
fui suspensa, a gralilicarAo da 400 reii, qne perrehia
o referido porteiro era virtude de ordem da raesma
presi leticia.
DiloAo ehe'fe de polica, declarando que Irans-
miitio a thesouraria provincial para ser paga, estan-
do no< termos legaes.a cotila que S. S. remetteu da
despeza feila nos mezes de ootubru a dezembro do
auno prximo passado, com o luslenlo dos presos po-
bres da cadeia do Bonito.
DitoAo commandante da estarlo naval, recom-
mendandu a expedido de soa urdeus, para qoe o
deucia, observando-se o disposlo do aviso de 3 de icommaiidanle do brgue de guerra lollaparica re-
'evereiro de ISi'.l, que prescreve a occasi.lo opporto- ceba a seu bordo e transporte para a orle, os me-
na de representar ao poder rompr'ente sobre virios ores Jos lernandes l.imae J*se Kgidio Ferreira,
daeleieao. j com destino a companha de aprendizes mariubei-
Canjpra, neis, qoe e>a cmara, debaixo da m ais | ros. Commnnicou-se ao capillo do porto.
estricta responsabilidad?, d logo posse aos uuvos j DiloAo inspeclor da Ihesonraria provincial, pa-
eleilos na conrorraidade do arl. 103 da lei regula- i ra mandar pagar ao delegado do districlo luterano
mentar de II de agoslo de I8it. j de Maranguapc, Carlos Marlin de Almeida ou ao
Dilo A' cmara municipal de (iaranhuns.Te- ; seu procurador, a qoanlia da 9I4IX rs., em que
ubo preseule u oflicio datado de f de dezembro, em j importaran! os ohjectos fornecidoi anla de ioslruc-
que esia cmara me cunsulla se ella he competente l gao primaria de Nossa Senhora do O' do lermo de
para enviar ao depulado e sopplenle us respectivos Olinda, segundu se >f> da cunt que remelle.__Cana.
diplomas; ou se o deve fazer someiile quando apu- ; municou-se ao direclor geral de in.trcelo pu-
blica.
Dilo V cmara municipal de Caruaru, riizendu
que opporlunameole serlo apreseuladasa assembla
ra votos de dous collegios, compreliendidos no mes-
ino districlo ; ou se linalmeiilr, no easo de que eile
nao seeomponha de mais de om collegio, he da al-
iribuirlo da mesa eleilora
tari tu diplomas.
08 do arl. I da le n. KrJ de 19 de setembro de
I-V>. tratando dos dislriclos pie nao com prebndelo
mais de uin collegio, deter nina, que tanto para o
depulado, como para o susplenle, servir' de di-
ploma ama copia aulhenlica da acia, mas nlo desig-
na aautoridade que o devr rcmeller.
Como, porm, por om principio ge ramente se-
fa.er a remessa dos re- j legislativa provincial, as contis da reeeila e despeza
daquella cmara, perleiiceules ao anuo liuaiiceiru
de 18551856.
DiluA ranura municipal do Bunilo, declarando
que se deve abrir uovu livro'para as acias da quali-
licarao daquella freguezia, vislo que, segundu alr-
ma a inesma cmara, o que ale o presente lem ser-
vido arha-se lodo viciado e cura a numerarlo e no-
mes visivelmenle emendados.
V ^N
FOLHSTaOL
a a
im t;\s\HEXT.. ni fovi\<;u.
pur Mamma Leomk d'Aunei.
S CAMTI.0 XV.
s f
I ni viziiilio.
No da Segninle o Ljello e quelite sol de jonbo lan-
c.iva seus raios nn cmara de Roa, quando ella
cordn. Os pass?rii ihos canlavam purlK no pe-
iineno boqoe, o chaira da rleinalitc e do jasmim de
llcspanha embalsama va or ; era urna manilla ebria
de harmona e de parRantea. A joven esposa alo den
i enhorna alinelo a esaa te-la da uaturezeiAo rnag-
i ilicainenla ordenad, i pelo sul. I.cvaii|ou-e pres-a,
i imou um ruupio.at un os cabellos sem mesmo eon-
lrmplar-e aoespelhu. c sahio da cmara cuidando
ro que ia dizer ao marido. Keselvrra tonlar pri-
nieramenle dtssoadi -lo cum hrandura de seu projec-
*i- de viaceiti, aro iipanlia-lo. c esse meio nao pra-
dizisse effeilo, pa-' > que assosla'se-a a perspeciiva
d-arliar-se lconi elle ne inriu de una cidade gran-
de, na qual n.io.....ih'cia a ninanein. Toilavia ;ri-
lando-lhe a voz inl.Tior ; He leu dever ella deei-
dir.i-e a ouv i-la. Foi baler a porta de Jorge ; mas
vendo que ajineucrfi re(iondia disse rom sigo :
Rile uta dnrifilindo.
Dea valla a rha. para enlrar ; rnar. o (.ensarnen-
lu de ach ir-=e dianl d'e homein emqnaoto mlarn
ueilado, fe-la parar.
Den alguns pazasni nn corredor para relirar.se ;
lepnis die com -igo :
Vida Diario n. 11.
(O vicario dessa Ireguezia tambem me he descrip-
loligurando Irisiemenic eetse aeonteeioMaloi.per-
correndo as rua<,e,palliandodoiilrinasperigosasele.a
Esta claro que eu so allirmo le -me Vine, sido
de-criptii por esse modo,* Vine, sabe que as pessoas,
que assim o deseteveram, por sua pelelo merecem
l, e fallavam de acoulecimenlos, passados em sOa
preseoca. Sabe tambera, porque eu o declaro no
ollicio ao delegado, e depois nos oflicios qoe em da-
la de -J'i drici a Vine, mesmo, ao coronel Alvaro
Ernesto dt Carvalho Granja e a oulros poblicados
no Otario de novemhro, que
eu deinurei aquellas respostat alguns das a espera
de ulteriores iuformares, e queso depois de expe-
didos aquelles raeus oflicios de >> he que chegaram
as cartas de Vmc. e de uutros, e os oflicios das auto-
ridades dissidenlcs daquellas, narrando os fados por
um modo opposto.
Se pois Vmc. perlendesse de mim juslira somenle
e nlo a parcialidade que querem o Iioiihus de par-
tido, se p idesse encarar a sangue fri a sua posijao
e a mioha, safosse capaz de obrar mais cum a frieza,
calma, espirilo de juslira qoe deve mostrar era fac-
los e oao io em palavras o ministro de orna religiao
de amor a tolerancia, devia ter reconhecido que eu
n lo podia obrar de nutro modo.
No mea ulliciu ao coronel Granja Vmc. devia ler
vislo a prova de uiiiiha imparcialidade e desejo de
acertar ajaa segninle- palavras :
0 que resulta de.le conlliclo desordenado dos
principies cidadaos desea villa, he que ella est sen-
do o Ihealro de nina lula de familias de ambicio-
sas influencia, locae. de que infalizmeule lemus
lanos ejemplos. Os liomens favorecidos pela forlu-
na.que devian coucorrer por urna benigna influencia
para o bem estar educarlo das clases pobres, in-
felizmente praticam actos que maculara nossa re-
putarlo de pavo civilisado e ostentara paixes que
so servem para aiurchisar asclasses desvalidas, dis-
Iralii-lasda saas uccupares para irem servir de ja-
nisaros aos abastados, incuiindo-lhes hbitos mais
de avaulureiros e salteadores do que de cidadaos
ulei e industriosos.
Quem provocou essa siimir.m, quem eomeijoo
esses armamentos e tropelas pode ser duvidoso no
meio das aflinnare deseuconlradas de Vmc. eseus
consocios e dos seus adversarios, a
A caria de Vine, a que e-tou respondendu he ama
nova prova da existencia dessa lula desgranada de
lamilla-,e de ambiciosas influencias locae, e he ama
prova de que Vine,a quem compela o papel de me-
ap Herniadamente, escrcveudu-ine uraa lu g i tirada
cheia de ressotimtnlo e de rancor contra um dos
lados contendores.
Nes-si.unesiiw oflicio raeu ao coronel Urauja.Vuic. .
ha de ter lirio o seguinle trecho que anda musir I
minha imparcialdade.
ir De qualquer lado que esleja a meutira a o em I
busle, lie para lamentar que osdictarae da honra a [
da pruhid i le lenhain podido ser de tal raudo esqoe-
cidoi, que Cidadaos da ordem de todos e*se, veoliam
mentir a primeira nuloridade da provincia sobre
fados occorridos com toda a publicidade.
Nlo me oceuparei de oulros trechos da carta de
Vmc, nem relevarei expressoes della que pinlam a
exaltarlo lu homem de partido.laes como esta pin a-
seprenderam o povo em massasii me oceuparei
da seguinle extraordinaria e punco respeitoia asser-
rao de Vine. :
< Acabo de ler a prova de que V. Exc. so arre-
dila a alies, e de qoa, ja i:irdadc o que o padre
Marral aqu publicamente disse, isto he, qae V. Exc.
havia dado inslrucres e ordens terminal le- ao de- ,
legado para vencer a olelo a lodo o cusi, e que
era homem de carias brancas, a
Vmc. aflirma que o padre Marral disse un> cou-
sa que Vmc. eolio nlo acreditou, o qu> agora ere
ser verdade porque araba de ler prova disso.
He falso que eu dsse a delagade de polica el-
guui iustrucc.io alguma eMlrseM s minina ordens
publicadas no expediente do panTio de l'crnambuco.
lie falso que eu dsse quem quer que fosae or-
dem oo cartas brauc para vencer eleicl i alguma por
emprego de a"*** na aaloridado ou por uulros
qaaesn-.>"- Daqoi se sgue, ou que Vmc. falla a
iade, oo foi mal iuformadu, ou que falla a ver-
dade o padre Marcal Lopes de Siqueira, ou falta a
verdade o delegado de polica que tenba podido tal
dizer.
Como se traa de documento que deve existir es-
coplo, eu determino utsla ucca-ilu ao delegaduque
se elle alguui reeebeu, o leve a preseura do juiz de
direilo ; que esle faca proceder a um exame subre
a veracidade desse documento por meio de um la-
bellilo, que seja delle dado copia a Vmc, c me
seja eoriginal remellido, marcadu ou legaUsado pe-
las assignalurai du juiz de direilu, do escrvlo e de
V me. ou duas outras lesteiiiuulias lu de se verilicar
aqui a spa falsidade, puis que verdadeiru Je cerlo
nao he.
A Vmc. incumbir provar que o padre]Mercal Lo-
pes de Siqueira disse o que Vine. Ihe imputa.
Au padre*Marral incumbir, se (al disse, mos-
trar que o di legado Ihe atlirmou, ou descubri isso.
\o delegad i se o atlirniou incumbir provar, que
receheu essas ordens, inslriicres on carias bran-
cas.
A mim o que compele lie declara! que urna des-
las tres pessoas faltou a verdade, e, se for posetvel
obler disii prova, mandar proceder como for de di-
reilo.
No em mo cada um dos Ires he desaliado a provar
que jilo faltou a verdade.
lie jjoreni inulto toara lamenta para earrer-m s
a vergonha, o vermos qne n'um negocio mide um '
homemdeva ser neces-sariimente menlirnso. tigurein '
dous ministros do altar, um delles eucarrecado da
cura de almas.
Dos guarde a \ meSergio Teixeira de Ma-
eedo.sr. pa Ir Francisco Pedro da Silva, vgario
da freguezia de Ooricurv.
secretaria, Manuel Mina Hndrigues do Naicimeuto,
dando parle de doenle.
EXTERIOR.
El Ell.A DE M. JAMES BUCHANAN .V PKE-1
SIENC1A.
No mesmo dia em que as Estados-Luidos corra |
a cleic.au presidencial, i i de uovembru, aniiuncia- I
vamos, segundo om ltenlo exame da forra dos par-
tidos, que M. Buchauau seria nomeado presideule.'
I. Nossas previ-Oes eslo justificada!. O paquete
ano parti 3 do inesmo mez, nos trouxe simples- i
mente a noticia do resollado da cleirlo, e o que
parti a S, annuocia por nm mudo certo que, dos {
_".'n volos do collegio eleiloral, M. Buchanan obleve [
100. M. I remunt 123. c M. 1 illmurc M apenas.
Como previnimos M. Buchauau leve todos os vo-
tos do sul, menos o Marvland, e mais nos Eslados
livres, a Nova Jersey, a I'cusylvania, a Indiana e a
California, o qoe den eirr resultado 31 vuios acres-
ceulados aos 11^ do sul. O segundo obteve tudos
o votos dos seis Eslados da Nova Inglaterra e os
dos oulros Estados livres, entre us quaes deveraos
notar, como o indicio da upiuiao, us J I do joven
gigante do oesle, o Oliio, e os 113 do poderoso e rico
Estadu de Nova}! urk.
Para que se possa julgar por um volver d'ollios a
distriboic.au dos votos eleiluraes entra os dous can-
didatos serios. M. Buchauru e M. Frmont, aqui
expomos este quadro, do qoal omitlianus os 8 volos
du Estado de Marylaud, nico- que reealiiram em
M. Fillmure.
Vaina.
M. Kremuut.
8
I
i
33
Eslados livres.
1. Bucl
Maine )>
Nevr-llampshire 1
Varmont >i
Massachusels "
Hhode-lslaod V
Couneclicul 1>
\ova-\ork rl
Nova-Jerse^
^eiisylvania >JTJ
Oblo u
Indiana 13
Illinois '
Michigan 1'
Wisconsiu U
lona
California
1
II
li
..i 123
Estados diversos. Volos.
M Kucbanan. M 1 rciuonl.
Delauare 3 i>
Carolina do sOl S M
Carolina do norte. 10
Georgia 10
Flurida 3
Alabama 0
-Mi-sissipi i * ,,
1 iimana t.
Virginia 13 V
leiineesee la i
l.iellirk i.' ..
Missouri :i .,
\' h lili i ti
Texas i i
Emfin he meu marido, a minha mli disse-ma
que nada be iudecenle emn elle.
Vollou, abri a porta e enlrou.
A alcova esta vasi.
Oque llosa acabava de rzcr tinha-lhe cusalo
luuilo ; por isso nlo vendo a iiinguein seu primciui
moviiiienlo foi uina especie de allivio alegre. Seu se-
gundu movimenlo fui de sorpresa.
Onde osla elle'.' perguuluu a si mema.
U velho Simloentrava nesse momento trazando os
leguines do dia ; o rumor de seus pasaos chegon a
Kusa, a qual ditsa-lho pela j,mella :
Simio, uniie esla Mr. de Vedelle "
Simio saudou-a sem respunder ; pois nlo cutnpre-
heudera a interrogaclo.
Simio, gritisn ella com loda a forra de sua
impaciencia, pergunlo-lhe mide est Mr.'de Ve-
delle'
O velbo onvio, e disse :
Ah o senhor bario '.'
Sun.
Varlio s cinco horas na primeira carruagem.
Eu couduzi Inri a mala ale a estrada, onde elle es-
pern qae Casimiro paawase; disse me que a seuliu-
ra hem sabia que elle havia de partir.
Sem iluvida, sem duvida, lornou Rosa inquieta
a doscoiileiile por essa noticia ; ma;s ignora va que '
elle pretenda ir cedo.
I'ornuu a subir a sua cmara, a-spnlouse com a !
rabera ipoiada mis mo- -f-in salicr n que resolvesse.
Advertir a familia de \ e lidie eia e| >r-se Bolina- I
lina de Jorce, e Cotnprotnetter o fu uro re sua in- i
fluencia sobre elle ; .-nli-lu .-.zinln em Marselha !
p ii en i a me-
h '! a quem di-
po lia ser mui perigoso ; ii enronlr.i-1
llioi resolorau. Ma/, romo encnnlr i-I
ricir-s* '. poderla ella I8n mora e guiarse ne'j-a crande cid ide ?
Todas ta face= da iinacao apreseDlar.ini- -e ailer- '
nativamente a espirito de llosa, a sos indaeialo
foi longa. i.mtim ella ahraenu a idea de ir reunir-
se ao muido em Marselha.
Ilei de ir, disse com sigo, c s nlo conseguir
I
ILEGIVEL
acha-lo, su enllo advertirei minha familia e a
sua.
Tocn a campanilla, c disse resolutamente a The-
reza :
Da-me um vestido ; depois manda preparar
dous cavallus, que lulo de condiizir-nos at Cassis.
A velha camarista abri os ulbos com espanto.
A Cassis miiih i ama vai a Cassis V
A Cassis primeramente alim de lomar la urna
carruagem para Marselha. Val preparar-te. levu-te
comigo.
Sera avisar madama l.escalle '.'
tscreverei a minha mli ; de la parle nlu di-
gas uina palavra a esse re-pcilo ; vuu reunir-me a
meu marido.
Sen marido, niurinaruu Thereza, que bello
marido !
Ouc diz '.' pergunlon Rosa.
Nad, senhora. Val reunir-se ao seu ma-
rido.
Thereza proiiuueioo e-t* palavra cum una magni-
lica expressao dedesdem que escapuu com|ilelamen-
le a Roca.
Escola dis*e llosa de repente : ulo ouves".'
I'arecem passos de cavallo, senhora.
Com etleilo enva-se u rumor dos pasaos de um I
cavado correndo -obre os seos da eslradu. I' toco f
depoi urna mao vigorosa agilou a sitela do porllo. '
O confio de llosa palpilou com uina emerjo j
qnasi alegre, e ella disse :
Eis ahi Jarea I elle vollo, bravada -epi Den-! I
Itesceu a escada correud.i, precipiton-sa no jardn,
e aehoo-aa dianle de Arleinon llicher. Den uina ez-
clainaco de-orpr,/a, a parou eshaforida seni poder
profeur una palavra.
Arlemon pieparava saa phreaa de introdcelo ; o
espanto de Bou dava-lhe lempo do acha-l e de
coulemplar I nven espnsadeli.xiinde nm sspeelo ,n-
leiramenta novo para elle \uura vira Rosa em i a
Ciotat senlu vestida e ataviada segundo a costme
das mocas solleirase ella apparecia-lhe nhilamenle
mui difireme ; adornada rom o allrativo que o Ira-
ge caseiro accrescenla a belleza em ilor.
.
COMMAi>U0 DAS ARMAS.
Qaartel teneral 4a oajmmaado das armas da
Fernaznbaco, na cidade do Recite, em I de
Janeiro de 1857.
ORDEM 1)0 DIA R. 101.
O general commandante das armas scieulilica a
guarnirlo para que lenlia o devido etleilo ; que -i,a
Magestade o Imperador houve por bem, pur decreto
de JO de dezembro ultimo, perdoar ao suidado do
2." batalhio de infanlaria Joaquim Gomes de Vas-
concellos o crime de disereo que coinmelleu: o qoe
cmi'l ii do aviso do inmislorledos negocios da guerra
de 'ib do dilo mez abaixu transcripto, qoe por copia
foi remellido pela a presidaucia cora oflicio datado
de hontein.
AVISO.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra
em -jti de dezembro de 1856.lilil, e Exm. Sr. Sua
Magestade o Imperador, atienden lu ao brioso cora-
portamenlo do suidado do >.> batalhio de infanlaria
Joaqnun Gomes de Vascmcellos, que longe de pro-
curar evadir-se da escolta que o cunduzia preso
como desertor, quando ella foi atacada em trras do
eugenho Genipapn por mu grupo de liomens arma-
dos, qoe liraram da inesma escolla o faciuuroso Sa-
turnino Gomes da Cunta, pelo contrario se mura a
forca publica para repellir us aggressores. lioove
por bem. por decreto de JO do corrente mez, per-
doar-lhe o crime de deserrau. O que participo i V.
Exc. para sua inlelligeiiria e execur.o,e em resposta
ao seo ollicio numero 'i i de ti do ciladu mez, em
que da conla de lodo o occorrido.
Dos guarde a V. Exc Mrquez de Callea,Sr.
presidente da provincia de l'ernambuco.
Jote Joaquim Cocino.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SeSSAO ADMINISTRATIVA EM 1 3 DE JANEIRO DE
1857.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
Presentes os Srs. depilado. Hego, Baslo e l.cmos,
fallando o Sr. deputido Siqueira, e supplenle Ha-
mos e Silva.
Um requerimnlo de Joaquim l'ilippe da Cosa V.
Coiiipanhia. peiiudo o resi-tro da sociedade qne a-
junlam.Cum visla ao Sr. desembargador fiscal.
Ootro de Jlo da Cunha .Magalhles, pedindu cer-
lidln de lar rccolhido o registro de sua barca ulpo- !
jura,i) por etar iunavcgavel.Como requer.
Foram prsenles os manflas do armazem de depo-
sito de Manoel Jos da Silva Braga, e dos trapiches
Hamos, Alfaudega Velha e Barbosa.
I li
Oualio mezes devana correr antes que M. Bu-
chanan seja inaugurado e assuma as redis do go-
verno federal. Su a i he que tera lugar esta raa-
geslosa inauguracao. Pareceria, a primeira que
daqui al li elle nada tera que fazer, e podera em-
prear o seu lempo como Ihe coovier. Mas estamos
certos de que, bem que elle aiuda nlo esleja no
poder, as graves preoecupaces e cuidados du poder
ja coiueraram para elle. Nos Eslados-Luidos o
axercicio da presidencia exige urna prepararlo to
delicada quao laboriosa, lie preciso enleudcr-se
com os principie* rbefes do parlidu que decidi a
victoria ; lie preciso escolher, pata os diversos ra-
mos da administrarlo, ministros que saliifagain as
tres grandes serenes do norte, do sul e do oesle, cs-
colha mui delicada de fazer. Alguns jornae-, em
la precipitaclo e sua ignorancia, ja aponlaram no-
mes que nos pareceinimpossivcisoo absurdos. A cs-
colhados ministros ulo ser e nlo pode ser decidida
senlo depois de longa* conferencias, em um ou dous
mezes pelo menos, lie preciso esrolher miuislros
plenipotenciarios, enrarregados de negocios, cnsu-
les Cslrangeirus, recompensar por cargos locralivos
os -er' icos receulemenle prestados; distribuir, em-
lim, com todo o d-cernimento t joatioa possiveis,
equilibrando as ambiroes e a influencia dos candi-
dato-, os lugares do governo para este exercilo de
ambiciosos e esprente! de toda especie, que espera
ceda renovacao presidencial como|a volta da atoatc de
orno. Irala--e, cum effeilo, de dividir ura bellis-
simo budgel federal, qoasi de qnalroceulos inilhOcs
de francos !
Ouses as causas e quaes os elemento- diversos
que o.mcor reram para o Iriumpho da eleirlo que se
acaba de ellecluar .' Em primeiro lugar votando
como um su homem, os Estados do sul Ihe deram
ItJ volos, cifra de mui grande importa ocia, e que
basta, por si s, para revelar o papel preponderante
do sul na I.niao. Depois as linearas lerriveis, ve-
hementes de rolora que, ha seis mezes, parliram
desla secci) para o mul e oeste, e que retumba-
ran! como Irombetas, pozeram em alarma as classes
qoe pensam, as que commcrciam grosso trato ou
Tinha ainda o rouplo que vuslira para ir fallar
a Jorge, seus belloArabellos louro negligentemente
alados eahiam-lhe em Ionio do roslo formando anncis
livres e abundantes, seus bracos eslavain mis, seu
rollo desciiberlo. e um rubor prodozdo pelo emba-
razo do seu encontr com es reslabelecia-lhe o i i 1 lio natural da faces.
Arlemon achnu-a mais encantadora do que nunca,
e seu olhar exprimi seo pensamenlo lio vivamente
que madama de Vedelle recoou dous passos depois
de ler-se adiantado para elle.
lie-e jlpe-nif .seiilioia, esta vizila que venho la-
zer-lhe lio cedo, disse Artemuu ; he a vizila de um
vlzinhn.
I.m viziuho, de veras, senhor '.' balbucino
Kosa.
Um vizinho novo, senhora ; vira cac;ar nesle
lugar, e eslou alojado na casa da cuarda de meo pai
mena* de ineia lugua distantedaqui.
Que '. aquella casa lio arruinada que lica jun-
to da colima '.'
Justamente.
Mas deve aehar-se ah muilo mal. Mr. Ar-
lemuii.
todava liei de Dcar alii quaulo mais lempo
me for po-sivi I.
Eu nao saba que o senhor era lio apai>unado
pela cac,a.
Nem ni lambem, seolinra he ,ie crer que le-
utia adquirid i essa paixlo dppuis de sua retirada de
La (total.
Arlemon jolaou ler dilo grande Hueza, e pnz-se a
sorrr com um ar de inlelligenria.
Hosa comiirehendeii a inlenclo do mancebo, e li-
rn angustiada.
Mr. de \ rdeli- lambem ma mnilo caca,
di-se ella paca dar novo ramo rnnvrrsarlo.
Ah 3 proposiin de ;>ir deVedella,dls*e Arle-
mon rom rcenlo um ponro daedenhoso, raido que
tova ir :n i.i-i
Isso he impnssoel agora, senhor, elle ela au
tan.
KemeJIemns o lelor ao n. 298 du anno pro-
> lindo, em que foi impresso o arligo publica-
\iniu lindo, em que foi impresso o arligo publii
do na Prtue, que se refere o escriplor.
O semblante de Arlemou resplandeceu.
Ausente, disse elle, por nimio lempo '.'
A prudencia aconselhou a i(o-a urna mentira.
Lile anda na vi/inlian.a, responden ella, a es-
pero que ha de vollar a lempo para recebe-lo. D-
me alguma- noticias de sna familia, Mr. Arlemon,
Ouvi dizer que sua irmla tufra.ii silnra do conven-
| lo ; lerei grande prazer de lomar a ve-la.
Arlemun aceituu o terreno a que era conduzidn ;
re.puii leu dando a llosa laiga* inforinaces nlo so-
mente sobre soa irmla e Ma familia, senlo lambem
sobre loda a sociedade de La Ciotat, pela qoal allir-
m ni qoe era mu lamentada a retirada de llosa.
Couvinha tranquilli'ar priinern a madama de Ve-
delle visivelmeula inl rnidada pela sua vizila, e elle
o couseguio. Pouco a pouco e tallando pelos uniros
soube meller em suas narrarles algumas alluses i
siluacla dos rcceniCTados. e graras a esse arlilirio
alreveu-se a dizer a Kosa mullas cousas a respeilo
do marido. Allirmou-lhe que ella toruara-se o ob-
jerlo do inicie.-e de kida a cidade.
Mais terna do que vaidnsa llosa nao sentio-se nf-
feudida pela exprelo dessa svrnpalhia buseada so-
bre soa desgrana, >;u curarlo aperlado pela soli-
dlo e pelo conslrangmelo dilalou-se ao pensainen-
lo de ser lastimada s compreheiidida. Ella con-i-
derou a Mr. \rtemoi de oulra maueira, quasi como
um amigo ao meins ja era um ronlidenle, deixeu-
ii puis fallar.
Cenlinuando Arlemon collocavs em soas narra-
jos os elogio- mais nlbosiasticos de madama de Ve-
Mle. h esse pdavrniu que Ilusa leria uuvidu um
mez anles rom friera e des lem, < hogava a impres-
siona-li favorvelurnt. Essa admiracln tan viva-
mente sentida rcroieiliava-j com sigo mesnia ; o ca-
lor .te Arlemon vingava a fliaza de Jorge. Es.
ses ppnsamenin, crao mystarlo o mancebn nao poda
peneinr deram a atlilnda de iioia nina rundesren
den.,, de qne fiile pre ou ,e em abusar. Pof-se
a pintar sna dflr, ni sandade, e deixnn mesmo per
reher alguma cousa de sna esperanra ; sna- inleii
roe-, dars para qcalquei oulia pe-ioa, nao mm
comprelieiidida- pe a innocente Hna. Lila adrai-
po'suein vastos capitn, urna mullidlo de bous ci-
dadaos, cujns sentimenlos sao, antes de ludo, pa-
triticos e Ainerir.aiiof, una porclo cousideravcl da
classe agrcola faroncrt habituada, alem disto, a
volar com o partido democrtico. Eslas meaca
cansaran! um calafrio de leiror aos lio numeroso-
inleresses e lio importantes do norle e do oesle, aos
quaes a maiiulenrin da Unido e a prnsperidade du
sul assegur.ini urna inacnilica parle das riquezas do
pait, e que. no momento de votar, jalgaram ver o
espectro da auarchiaviram um golpbo prestes a
escancarir-se,- se seu volu cunlribuisse para sus-
citar um perigo. Deinai*. o amor da Uuiausenli-
meutn que entre os Americanos he cultivado desde
a infancia como urna religilo, sentiinento nobre e
nacional, e que tem muilo mais poder em lodas as
classes do que se penan na Europa,desperla-se.
ne- mesnia- crises, com mais energia, para reprl
mir as paixes tur blenla-, ligar e dominar as opi-
uies divergentes, e dizer a todos : A Uuio he o
sign.il glorioso, a garanlia mais forte, que possuis de
guverou e carcter nacional, de poder material e
moral. Iris VOS, Immensde partido, compromelte-
la, po-la em perigo'.' Seria mais que urna loucura ;
seria um crime. Oual he o dever qua lendes pe-
raute vos, dever sanio a palriolico He, primeiro
que todo honra-la, he em lodos os casos defeude-
la Enifira o partido democrtico aproveilando-
se dus recursos de sua anliga e superior organisajlo,
dcil a voz de chefes habis e consumados na taclica
eleiloral, estimoladu alera disto pelo perigo desta
aggressao do uorle, poz em accao todos os seas ins-
trumentos com urna grande habilidade. Triuin-
phnu e devia triumphar denla tez do partido qoe
sustentava M. Urmout, parlidu composlo de
elemenlos diversos, que inda na leva lempo de
se organisar e de fortilicar, mas que se lem por
si o fuloro, te nlo cabir em fallas e se souber apro-
veitar-se das da seus adversarios victoriosos.
M. Buchauau he prndenle eleilo dos Eslados-
Uoidot. Em breve tera uas mlus os poderes do
guverno federal, sera encarregado de dirigirgrave
missluos deslinos de um povo de perlo da Irinla
ruilhoes de habitantes. Nlo he ludo ler Iriumpha-
doem ura cerlo dia. Q*| lira elle de sua victoria '.'
Qoal sera sua poltica interna, e priiicipalmen'.e
sua poltica exlerna '.' Eis o que nes inleressa par-
ticularmente deste lado do Atlntico.
O norte, nlo obstaute sua rcenle opposirlo, e
aceilari de bodigrado. He a lei e u uso dos Ame-
ricanos desde que a maioria se lem pronunciados
Soineule a opniiao observar altenciosameule sua-
medidas e sua conduela. Porem nos, na Europa,
o qoe .levemos pensar delle '.'
Nao be nas declamaroes departido ounasiu-
vedivas de inimigus qua iremos buscar os elemen-
los de nossa apreciarlo. Muilo bem sabemos, se-
rondo nosso conhecimenlo dos Estados-Unidos, que
ellas quasi que nlo alo sean lueios de lctica. Es-
crevemos com urna completa independencia, siiie
mi el MaCio o que queremos primeiro qoe ludu
he ser verdadeiru- e imparcial. Noisa linguagen
sera loda respeilosa para com o i residente elrilu,
mas sem nada enfraquecer das op.nies ou verda-
des, qae cooianiosaij.fjmir eofeic^ ua lultan adnai-
nislraclu.
Nlo pedemos bem julgar qual sera a rondada de
um estadista, fenao depois du exame do seu carcter
pessoal, de soas tendencias, de sua capacidade, se-
ulo coufanue a posir.iu em que elle se acha, os in-
leresses que se traa de desenvolver ou reprimir,
os comprotuissos mais ou menos graves que pren-
dera de aulem lo sua vonlade uu sau juizo.
M. James Iludan..... que boje conla perlo de lili
anuos, vive ha muilo lempo na vida politice. E<-
Ireoo-se oo congressoem 18x1, foi enviado como mi-
nistro dos Eslados-Uuidos i Kussia em 1831, tomn
asenlo no senadu durante muilos anuos, exerceu u
cargu de minislio dos negocios cslraogeiros de 1813
a 181!), fui Humeado para a embalsada de Inglater-
ra em 1831, e demillio-se em 1833, para vir pesso-
almenlc tratar de seus inleresses na eleic.lo presi-
dencial.
No curso deslas diversas fuucces. elle deve por
lano ler adquirido grande experiencia dos negocios
dos Eslados-Uuidos e dos paizes eslraugeiros. Elle
goza da reputarlo de ser um poltico consumado
7<>.'f rale polilician e lambem de ler o carcter o
mais dcil e lleiivel. He um esladi-ta de pouca
energia, de paixes moderadas, isenlo desles defeilos
ou vicios -alientes, que mui(a> vezes se associam as
quali lides e aos tlenlos soperiores. Accusam-nu
de geslar da intriga e de ser eminente nella. A'es-
le respeilo, lem muila semelhauca com um autigo
presidente, Al. Van Burn, que erad'uma habilida-
de superior tiesta especie de mrito e que era geral-
menle designado pelo noine de pequeo mgico lil-
lle tnagician., M. Buchauau he ha muilo lempo a
principal chele do partido democrtico. Nlo obstan-
te a auloridade que Ihe d esla posirio, be para te-
mer que elle se uau deixe influenciar ou arrastrar
pelos humen- irdenles e deslros do que se hade cer-
car, e qoe ulo se torne em suas mos um iuslru-
raeutoum manequtm ,aman of tlrauo dizem os
juizes severos, c que Ihe nao falte esla tirmeza que
h: urna das mais bellas vn ludes do estadista, quando
su applica au cuiuprimeiito da dever ou de medidas
que respsilam sdrle de iinlhes de homeos.
heais, empenhado por declarardes anteriores,
lavado a presidencia pelos volos do sol. elle lera'que
ollrer us ell'eitos de suas proruesaas e a dominarlo
d'uma scelo, que sera' lauto mais ardeule em al-
canzar a victoria, em devorar de alguma serle o lem-
po, porque nao esla' segura de seu fuloro, e lera em
qualro auuos, queloroara comerarsua balalha. He
nossa opinio que sera' para esle esclarecido estadis-
ta, quem o coronel Benlon, em sua Historia do
Congreaso, chama a o lacil M. Hu baan, ama
rou-se de adiar (ao allecluoso um humen) que sup-
puulia cheio de despeilo, e leve a ingenuidade de
agradecer-lhe seos seutiinenllus. Essas maneira*
benvolas nlo podiam deixar de dar ousadia ao Don
Juan de La Ciotat; sua eloquencia aiigmeuluu -e,
quau tu elle entrevio a possibilidade de um Iriumpho
lalvcz prximo.
A svnipalbia muloa e-labelece-se promptamente
entre uin hoinein de Imita annus inuilu hbil e uraa
moca de dezeseis completamente iguoraute, sobre-
ludo quando favorecida pela atiuusphera embriaga-
dora de uin bellu da de primavera pude desenvut-
ver-se em luugas horas de sulidlo. llosa senlia-se
invadida por unta enmelo discoohecida.
No meio da conversaclo Arlemou lomuu-lhe ItnaO
com um gesto brando e Iralerual; ella nlo relirou-a.
' De que leria Kosa desconfiado ".' a ignorancia oo pe-
rigo fazia-a allronla-lo. Arlemon admirado c ma-
ravillado de om resultado lio prompln ebrgava ao
estado em que us liomens como elle nao conliecem
m lis do que a vonlade de sua paixlo do momento.
A uccasilo pareceu-lhe maravillio-a ; elle nao podia
imaginar mea mais bella : eslava ah s cun
tuda proveci ler que lular. Nosso voto rdanla
be que o novo presidente tenba a necessaria ener-
gia para resislir a' paixes oo a* medidas extremas,
para goveruar segundo os ioleresses de toda l.uiji e
do futuro, e que, para relemperar sua coralero, In-
ulta moilas vezes os olbos lisos nesta estrella nuo
brilha radiosa nos Eslados-livres do Norte do Oes-
te, e em torno da qual se leem estas sagradas pala-
vras : x Liberdade e civilisa^ao. a
Vejamos rpidamente as consequencias de saa
atalajan, e os pontos principaes que dizem respeilo a
poltica interior.
Em primeiro lagar, manuienrln da paz poltica.
seguranra da I uilo, ao menos pur qaalro auno*.
Nlo consideramos cuino serio o perigo de raptara no
caso em qua M. l'rmoul fosse eleito presidente ;
mas alarmgs mais ou menos graves existiam no* es-
piritos. Um coinero de incendio apparecera em kao-
sas e as icenlelhas da guerra civil podiam propagar-
se nos diversos Estados. Demais, o Sul lem profe-
rido ha seis mezes, lanas iinearis violentas, bem
que, pela mdr parle iuseusatas, qoe podia-se temer
que. por orgulho ou paixao, tradozisse em artos
suas loucas palavras. A I mao esla' pois por qualrn
anuos ao abrigo do pengo. He um grande resulla-
do ; mas o foturo !...
A eleieo presidencial versara sobre esle poni
importante ; exteu-io ou nlo exleuslo da eseravi-
llo nos territorios. O Iriumpho de M. Kuchin in
decide a queslio a esle respeilo. O Sol o tem o do-
ve lelo com urna victoria assignalade, e nao larda-
ra' em colher-lhe os fruclos. Assim como presen-
il ramos desde i de notubro, o kansas toruar-se-ha
em lempo opporluno om Estado da eseravos. Esta
accessio he importante; fortifica siogularmeute a
l-.>-.ir.io geocraphica do Sul deste lado, ainegara-lhe
mais dous senadores no eoogresso, e reslabelece o
equilibrio entre os Eslados. Elle- serla d'ora em
lianle dezeseis contra dezeseis, at qoe a admitan
do N'rbraska como Eslado-livre O qoe nlo duvida
nio.. porque o clima as>im o decide venha de no-
vo alterar em pouco esle equilibrio. Porm o Texas,
Estado de eseravos, he d'uma vasla eiien-lo. Mais
larde, se o dividir' em dous oo tres Estados, a a
balanra sera' de novo restabelerida. Mas. dir-te-
nos-ha, quem vos assrgura qne o kansas sera' ad-
millido com a escravidlo qoando se apre-eular p-
ranle o cougresso O Norle lera' perdido soa ener-
ga e esqaecido soa opposicao a' eacravidao Na,
ceules de Eslados modificaran) a maioria n. cmara
dos representantes, e, a i de marjo prximo, ella
eslava na mo do partido democrtico. Cumoapoio
do presidente, elle podera' fazer o qoe qulzer.
Que nlo a' tarifa, que devena ser modificada, alim
de se barraonisar mais com as doutrinas -Iree Irade
los democralas. he provavel que nlo saja alterada.
M. Buchanan, apresenlando-se como candidato a'
presidencia, deveria fazer a seu Eslado natal o da
l'ensslvaiua a promesas de advogar seos iotereiiaa
\ndiistriaes e oulros : seus amigos deveriam fazer
anlogos coiupromisso-. Todava, he imporlauteama
irio.l11i-.-.j.io pardal.
Desde I84t, o commercio lem ndo nos Litado-
1'niduseuo mondo mleiro, um d'-^cuvolviiueiro
immenso. Ue preciso que sejam salisfeilas por m-
dico prero as necessidades das massas. Se o congre-
so diminuir a tarifa para o* aradoctoa da Kiaura, a
Franca de seu lado, impoilara' maior quamidadece
pruduclus brutos, onaao alimentos de suas fabricas a
de sua industria, e lodo o mundo gaohara' cum isto.
Se a diplomacia dos miuislros respectivos clietzaswi
i formular em actos e ellrs um Ululo da honra e um beneficio para os duas
paizes.
Helalivaraenle a poltica xleroa, parlamos em
primeiro lugar desle laclo queos Estadus-I uidus.er
razio de seu inimensu commercio, tem um intere-
*e Iminenso em estar em boas relames com us paize-
eslraugeiros, especialmente com Is dala nacoes qua
receulemenle deram prosas to brllhanles e Ua de-
cisivas de sua energia e de seu poder. A futura ad-
ministrarlo eonhece esles inleresses e o mais sim-
ples bom eMlt Ihe prrscrtvera' nina poltica con-
ciliadora e prudente. Mas, dir-te-ha, esqorceis o
mauifeslo d'0*tende, a ambicio ardeule por ter Cu-
ba e os projeglos ubre a America central, e mesmo
sobre o Mxico '.' Eslas qoesles sao sem duvida de-
licadas, e o sopro das paixes pode deltas fazer sa-
bir relmpagos e raios. Durante nossa morada no-
Eslados Unidos acompanhamo-las alleneiosameotc.
Exprimiremos francamente nosso pensanienlo.
E em primeiro lugar, hoje, consideramos desti-
tuido de alcance seriu para o futuro u famoso ma-
nifest d'Ostenie, de que lano se Iralou mesmo re
cernemente, M. Buchanan u assiguou, be verdade,
purera estamos persuadidos de que mais de uraa vez
eile se deve ler arrependido de haver sido moilo f-
cil cedendo a persuacao d'oulro minislro, e de le
associado seo uome a' um manifest de lliboateiro
I m americano imparcial diz, com razan e pillores-
cuuieiile, em urna caria recente dirigida ao a l.on-
dun Times,s que nao se o deva julgar segundo este
acto injuslilicavei vou most uul estmale hem b>
Ihe standard of In- indefensibie foruiralioii wilh tbc
Osteod cunares-. Sabemes da boa fonta qoe toi
ootro ministro que lodo escreveu e ludo fez : a- ua
Iras assignaturas eraiu assianaluras de forma e de
complacencia. A Europa eonhece o seu resallado,
e que falaldade succedeu a' estas ambiciosas fan-
farronadas. Porm passeniosadianle.
Resumamo-nos e acabemos por om esboce da po
sirio.
A nica qoeslao grave, era nossa npinilo. presen-
temente e para o foluio, he a de Cuba, a mais mag-
nifica perola das Auliihas. Mui graves interesen.
polticos e comraerriaes, arraslram apaixonadameote
os Americanos a po le-m tur, abri a bocea para chamar algueru, a voz
murreu-lhe em um sum suflocado e iniutelligivcl, e
irleinou dllialuo-a anda mais a si.
Nesse inomenlo ouvirain-se passos no veslibolo.
Mr. Hichar locoo com os beirus o bellu cutio qu
curvara-se sobre o pello, deixou llosa sobre u sufa
e tomn diante della orna allilude respeiloss '..'uau
la purla abno-se Arlemun, o viclunoso, leve uui
leve eslremecimeiilo cuidando no semblante pallidu
le Jorge de Vedelle. O dia eslava a fiodar-sa, e
n ai ulo de Kosa voltava sem duvida para janlar.
Mr. llicher recobrou lodo o seu sangue fro vend
.i There/.a ; uunca o semblante da velha camarista
causara-lhe lano prazer.
diego de Capucins. senhora. disse e-la entran-
do sem ceremonia ; sua lia laz a v nrella amanilla .
ha de vir ve-la um desles das ; enrarregou-me..-
Ab Mr. Arlemou, amia esla ah '.' exclainou ella
inierrompendo-sc com slegria ; enllo jaula aqoi *'
Nlo, nao, disse Koea vivamenle.
lie imnoaaivel, munnurnu Arlemou.
Es-a recu-a servia-lhc mu- desrjava evilat a
asea
I mulher ardenlemenle oesejada, ni-se sallo fresco e I Jorge.
I rochado, asseoladerm um largo sof; va adianto de I Voomesano despedir-me da -enhora. aceres
| ;i muda e iipprimi la sem respuuder-lhe niai-, e lu- ( ceuliiu elle
tan locom essa etiiorlo nova, cuja iau-a Ulo poda I I-mao nliidei"nre-H mais, dis-e Ibeieza and
. Ouaodo ihe, a -' a c>le e-talo, ojlrandu o cea |H)rque eisalu ulna i avom qoe bada
silencio srive mais de que as palavras; Arlemon
I bem o sabia, puis calou-ao ; liceo somenle contem-
j planto llosa com ulho- ard lites, e via -uas lace- cu-
rarem debaixo ilesse olhar que ella senta, po-lo que
j li\e--e a* palpebraa bailas).
Houve um longo siten, in, durante n qual ler-se-
bia nnvido palpilarem dona rorarec tan dillerente-
j mente commovidos.
i mani be- bella assim ilr-e rmlim \rtemon
rom asi quasi Iremnla
I ii ro" tiuva ae pul do
OoTeiero-lhe minnaa boinaoageu*, -euhora, die-
se o in mi ebo a lio-a chegandu-*e a i Ha ; depois ar>
rrescenlon em voz baixa enrarando-a de urna nunei-
ra -ingnLr ; Ate am anilla.
Ito-a leve apena- a forra de -auda-lo roi,i a ca-
bera.
Ella sabio rom pa.-n Irinmphsnta, e jllon -obre
eu ravallo rom lano saib qoe herez, qoe Acare
jauto da jinella na > pou.ie deixar oe oizer
Kosa nlo responden a ler ara movimenlo rsra le- i le um bello rt
vantar-se. Rnllo elle enla;on-lbe a rinfora com! lima medileva ten di a rabera apeada em um ro
um de seus bracos roboslos, e allrabio-a a 'i de nma I nm ulo rompreheodia inai-'o q-je senta,
maneira rpida c apaixonada. Hn-a inlgou qne ia | n,ti ,nuafr-bu


MUTTU^
I


5

m ARIO Di: PERW MTtrCO Si ATA FURA IC DE JANEIRO DE 1857.
e basiantrmenie insensata e bastantemente inmoral r o negnrin de Ncntrlirtel rriiou profundamente la irritado, abura
para nao recu.ir prranleiifiiIiuiii mel maioiia dos Estado- Unidos nao 0,11er tei.ao meras | [r.*'."1"0'.""'"".' ?'!' *""-'''.".'4 I''"'- revoloeiona- M. Brehier, aoppond.
be-lo, o pr.c,o DUll magnifico. Porem a Ilespaulin I Dio por Me lado. nlO po.le Ido .......rlar qoa se ; qe.xa..d-.e do. sen* despachos ...coran, H.s v ..
era scu orgullio, jolgirii degradar-M, reuder tua re sub o ponto de viola do direilo publico da |e iiieieeniaveis.
bigodea e volita o auel em
pie o imperador, rom o eu
honra, acceilaodo esle nreca e roncedendo no exer-
cicio de sen pader e de su., iiidependenr.a iianonal,
una existencia iiidepeudenle a nina colonia que sof-
fre e jugo Ireoiendo de raiva. A lletpanl... lem per-
dido urna a urna ludas as suas lolanias. Qoe ganhoo
ella com seus Hforcoa para te-las sol neo dominio".'
Inoraras de enormes dividas. Nao .er.a can veres
melhor que ella ae inoslrasse liberal e venen me e, de
ruis [iie.se entrar para seus cofres alguns luzcnti
luilhSes de dolara.' Sabemos que ella 6 nao po.le
por si decidir, que tem amigos de grande p. so a
consultar. Porem omliin, Cuba nos parece Inavlla.
wlmeiile deeUnada a ser. cedo 011 tarde, indeptn-
dentc em parte da Uaife Arnericuna ; (ala ciam
menienl, embora lodo os obsliculus. O canle.il
da Ket/ disse coiu grande penetrara >.
Nada ha no mundo que nao lenha eo momento
decisivo ; e a melhor couducla he conhccer e apro-
veilar esle momento:
Cumpa. Entau adra-se a1 discussao o principio da
soberania nacional, da independencia dns novos, do
dircilo de iniurreictlo, 1I0 vol popular. .Vio ngui-
reinos a d.sru-sao nesie (errenu ; aein de-cunhecer a
iinporl.iucia dcstes dogmas, eremos que Bu se lhes
de\e recorrer raramente, e su nos casos de extremo
perigo e de imperiosa uecessidade. Cremus mai. e
muda mal- firmemente que le o dcvein arredar das
('. me he mu laclo perfeilameote coiihecido que
ob o regin.cn actual, o* ministro* nao sao mais .10
que secretarios que braiumlltem aoa seus subordina-
do, as ardaai do amo, as censuras dirigidas ao conde
de W alewaki reilcliam sobre o imperador, 0 que lor-
nav.i este cena mullo picante aos raro- especia-
dore-. *
..... o re.ul.ado seria I ra ^r m^^t^U^^^
mona tolerancia apprnvada e imilada pela Pm-s
A l'rii-u. d.ssemus lanihem, devero earregar i
ino m substancia,elle nao liulia MauidO no seu Iheor
gar em de poltica se nao as inslrucroes do imperador esle le-
Devemot ligar-nos a eslas qualro palavras : seria "2"2? COm ."* couequeiicias do fado, mlm ve .. coragatri de conservar o como a duissa se deve suhmciler -" ------------------
mitter vinle columnas para tratar a fundo de-la ques-
tao de Cuba ; por mai* tarde acharemos e nos apro-
veitareraos da occasiao. Por ora, diremo* que M.
Buchaoau nao ousara favorecer nem directa nem i, Ke,P".'1e"-e-n*: Nao, o rei da Pnusia nunca
| leve legitimo direilo sobre a priucipailn de Neulrha-
lel; se em I7U7 fui declarado soberano deste paiz, e
. as cnn.equencias A nova reuuiao do eongresaa
dodireilt. lie am erro licuar o direilu d
dilicado pelo laclo.
objeesue* propo*Ua. Hesdeo eiame mai* imparcial
e cuidadoso da e\pli.a,;oe< dadas, nao podemos a-
cliar a nosso pe?ar, que a polilica seguida pelo in-
vern real na promnigieja da loi cnuiiiluriHii.1 de '
da oulnhro de 1855, a rejpeiln da manarcbla dlna-
roarque/a, se put-a conciliai com a. cunvences con
'!u,,la*....." do auno de IK.-.I entre a* curtes de
Vienna e de Herlm, obrando como pltiiipoleneiario*
da conle.lerai.ao germnica, e a corle deCopeohegue.
o O gabinete dinamarquez recorda a circomsiau-
cia que a prorlamacao real le S de Janeiro de 1852
appro\ada pela ennfeder-cao aliamia, nao coulem a
Promeua lormal da couaullar sobre o teji da ron-
Utaieio ila inoiuichia, os depulado< da* diversas p .r-
le do paiz. hile passa enlret.nlo em silencio as nt-
gocia.;oe que pr.cederam Ha proclamicao, e lias
quaes a Au-lria e a Pruisia arsegurara formalmente
em nome da confederaran allennla, que o govemo
real da Uioarqarca consultara os deputados dos du-
cados sobre a couelitaltjae geral. Pian ainda em si-
lencioas d.scus.es que liveram lugar po.leriormenlc
Cf"1."-a "'J"', I* P*e igualmente fora de du-
la,
art
indirectamente nenhuma expedirn de flibusleiros.
tile sabe qoe em rarSo de certas declararoes da Ea-
eopa, ter-seha os olbos l'uos sobre elle e sobre o
Estado* Unidos c reflectir multo a esle respeilo an-
te* de lanzar eu paiz e lanrar-se a si mesmo em
eiuprezas ettrema* e desesperadas : A lew irurdx lo
Iht icitc.
O partido democrtico xai de novo inspirar, di-
rigir oo -ti-lL'iil.n as medidas do govemo federal.
Elle fez graves falta* dos auno* que se acabam de
passar. Em oulro dia.cousagrar-Ihe-heinos un ar-
tigo especial. Acbaremn* fcilmente a occasilo, por
M elle he omnipolenle. Mas he misler que elle se
'embre que um poder, qual quer que seja, nao pode
viver e tirar forra enSo de scu principio. He mis-
ter que elle |ustilique por medidas verdaderamente
prudente, e liberae* o nome que Iba tem granjeado
lano prestigio e poder. A queslao presidencial rol-
lara' dentro em qualro auno-, pacifica ou amearado-
r,i. segundo a coudocta que elle houver desenvolvi-
do. O free tpirit, a lirmeza dos principios do Nor-
te ii io varillar.i. Si a administraran cuinmelier urna
erie de faltai, e da do casli;o sera' inevitavel. Es-
te primeiro moviroento serio que este anuo fe o
Norle, reproduzir-se-ha tnUa com orna energa nna-
uiine e triumpliaole. Que sera' eoUlo do partido
democrtico, se houver prostituido seu* talentos e sua
inlloencia para servir a escravidao, em vez de servir
inleresses do povo e da liherdade*
M. liuchanau rbegou ao termo de soa ambifjSo,
Esta' Humea Jo para a mais elevada digoidade que
pode dar a conliani,'a de um povo. Nao Ihe resta se-
ii-ij honrar, pela sabedoria e habilidade de sua ad-
ministrarao, os poocos anoos que o separam do lu-
mulo ; iiniUi as virtudes e moderarlo de al^un*
dos presidentes que o precedern! ; e poupar a eu
paiz e a mitin- paizes as constquencias desastrosas
que sempre arraslram para a humanidade c para o
verdadero progresso guerras emprehendidas sob a
infioencia de paixoes, embora certas recorrtai;oes a-
margas ; queremos esperar qoe elle n3o se far pre-
sidente de urna secro, mas o presidente dos Estado*
Luido* e que volara' aos Estado* da Europa este
respeilo c esta* consideraroe* que deseja para sin
paiz.
Kmlim no meio da exaltado e do amargor da lula,
palavras grava e amoldadoras, parlirarn das doa*
-error? oppostas.do Norle em que nina frac^ao de
fau ilicoi abolicionista* fez grahde ruido ; do Sal,
em que um muilo graude numero de homens pbli-
cos tallaran) altamente de ruptura da Doiao e, com
urna criminosa leviandade, de guerra civil e de re-
voluto. Seja-nos perinillido citar a ous e ootro*
e-te admiravel Iragmento de um Estadista, de um
bot Americano, aquein nao recusaran, por que
seu nome cerca se juslameotc de respeilo e de glo-
ria.
M. NVebiter termina assim um de seus mais clo-
queles discursos :
" Em quanto subsistir a UniSo.lcmos per.inle nos,
para nos e para DOMO* lilhos, oobres. fecundas, glo-
rio-as esperanras. Nao procuro crguer o vi'o para
veralem. Permita o eco que ao menos em miuha
vida nao se crga esle veo! Permita o eco que nun-
ca se abra a minlia* vistas o que e-la' alcm (Juan-
do meus olho* se abrirem para contemplar, para ul-
tima vez, o sol nos co*. pos.a cu nao ve-lo brilliar
ancia e ma ir de seu. autores que victoria da poltica oapoleouina, mas estes ioriiae,
ur iiirt o. | se ensanam, ou antes proeuram engaar o publico,
tilo de soberana do re da Prus*,a AfUrmo-lhe qoe a Inglaterra e a Austria so ce-
a poca linda nao he conhteida, mas
soppe-ae que (era lugar no comero lo mez de ia-
neiro de IK")7.
Nao harn representante, especiaes para esta*
novas conferencias ; os embaixadoies BeraulllarfiM
em virlude de um iiireiln. ma. de una injuslica. (omarao parle
rVmUf.'ib.n,^Ud"%,l0,1IHI'-l0,'2t,',',COnri'm"-1 s"0'sos J""'" miaWatiM coo.ideram arta
rea a soberao a do re di l'russ.a, conteslam sua do- reuna,, do congreso de Paris. depois da recu"a ct-
nao podem conslil
Em 17U7, o dir
nao foi creado, mas sinciile rcconliecido e declara- deram ,obr'e"e7e pu'nti.
do pelos estados de N.ufchalel a duques d. Na- mal de que a Krara volarla com'mwSSSST,Ro.-
isue- .la ni queslao de Bolgrad e da lilla das Serpenle,.
r.tava.se de saber quem llie succederia para ^eur- ; no- ."i 'ruslos de'l'arts """^ e"' dUVida ,nda
chalel ; apresenlaram-se quieta prelendei.les, entre Assim, apezar das apiurcncias, he mu, positivo
ATS XI v "' M ," -'i' .*' C,""a? S,,S0,de "V ?U '" ov"!' f"' IS Cre nSSma",
re l.uiz \l\. Orel da I'rus-ia fa/.ia valer o. dire- laz anda as coice,s,.es
i... da can de CAaton*, rundida na da Urange de Dm movinienlo inrarreeelai"! =."*!....,,.. ~ ni
' "? ?- rK fP'es,eu,,av" f"mo hc,d,''r.? oblevi urna | eilia. nos lius do mez pausado.
v
1
c
I
mours, ultima princeza da casa
villc bavia morrido sem deixar berdeiros direcUu:'
vogado da duqueza de l.esdiguicres, que nao podia
comprehender que se pozesse em parallelo o* di-
reitos de sua cliente e os do rei da Prussia.
O amigo direilo do rei da Prussia fui eslabeleci-
do pela nica auloridade competente que, onlau ba-
via. I.uit XIV, que a liiL'lalejra u rtcouli'ceu so-
lemnemente em nm Iralaio para que concorreu a
Europa ; o rei da Prussia exerceu urna possessao
nao inlerrompida de cem auno-: esle direilo nao
pode, pois, ser negado.
Em ISOfi, rei da Prussia linha cedido o princi-
pado de Neufchalel c alsuns oulros territorios, ao
NosuloM irjgjeie* de Palia, pelo contrario, as-
veraroqueo MonUeur occulia a verdade, e que o
mnvimenlo qn Beaba da arrebolar na Sicilia be
mai. grave do que se diz, c esl lunse de ser acal-
mado.
Na meio desjes boatos rontradiclorios, o mai*
prudente be esperar que os acontecimeulos *e pro-
nuociem. Se esta nsurrciao se desenvolver, he
cerlo que oceasionara graves complicari.es.
A Franca aa Inglaterra soaguardam'um preleilo
para inlervir ; hl eulre ellas eenrnce*'secretas que
' diplomacia ainda nao pode
-. -i........n amurt nao pone aprufondar. Nano-
imperador Napoleao, que Ihe dera em broca o ele.- | lela tem con.,, el-rei de aple* urna profunda ir-
rilaran, que Rio ilis.imula, e que su espora urna or-
lorado de llanover. Em 1811, o principado rahio
na posse do rei da Pros.ia, que o baria negociado
com o marcchal llertbier. No mez de seleiubro do
mesmo anno, o rnn.rn.-n eral das potencias euro-
peas reunio-se em Vienna ; e o que acontecen en-
tao ".' O Magreara aonunciou eonfederacao suis.a
sua inteiirao de Ihe ItMgarlr melhores frouleiras,
de ajunlar tre. caiiles aos dezenove de que ella se
compunha, e de rerouherer sua ueutr.ilidade per-
petua ; o concretan nada pedia a Suissa em Iroca
deslas grandes vanlageus, nada mais que sua ad-
be*o o urna couvenrao preparada para regular, i
ululo de Innaaetao, ahumas dilliculdades canto-
naes. A Suissa adherio, eiprimindo sua uralidao,
c supplicando ao congresso que retardasse o que Ihe
prometiera : a l.uropa compriu *ua* promessas, em
primeim lucar cousignando no acto final do ron-
gresso de Vienna o quadro Uas novas Ironleira* d.i
Suissa e o faci da reuniao de tres novos canles.
salvo cala re.erva, que o deNeul'rliatel, licaria *ab-
inetii.iii i plena soberana do re da Prussia ; depois
reconhecendo a neutralidad* da Suissa pela decla-
radlo formal e autentica de -Jll de nuvemhro de
l-l "i. que-c refera ao liando geral de Vienna de
'.Idejonhode ISI.ieaolralado.de Paris do -Jll de
noven.bro de 1815.
l'i/i'iM -, piiis, que os arlos do congresso de Vi-
enna I urina m um lodo indivisivel e que nao se po-
de desprezar as nUpo.ices que eslabelecem os di-
reilosdo rei da Prus.ia para fa/er valer osque.consi-
deradusseparadanieiile, parecem mais favoraveis s
prelenrf.es da Suis.a.
Peloqoe resprila ao eslado de N'eofcbalel, o con-
gresso de Vienna loinou dnas resoluroes que expri-
mi mpilo claramente c que dominain ludo mais:
(i rei da Prussia pos-uira de novo, romo miles,
com plena soberana o principado de Neufchalel."
Asim resa o art. 33 do acto lina I dn cengreno de
\ leniin. a Q principado de Neurhalel be unido a
a Suissa e lormri um novo caulo. Tal lie o art.
73 do mesmo aclo. Sao inconciliaveis eslas duas
ri'-nltircs f^Da iicnhiim modo, pois que foram exe-
cutados sem difllcoklada durante Irinla .nios,
fjue iinporlam drpuis disto algumas disposiees se-
cundarias escripias equi e alli para mcihor deliuir
os direilos respectivas do rei da Prussia e da con-
creveremos o seguintc|trecbo para ralilicar as primei-
ra. phrases deste arliuo, e demon-trar a modo prali-
co de se poder ohler.
A guarda no domingo, eunio suppomos que
deve ser gaardado, importa nina tran-hcuraro
social.
Km vista do actual eslado da *ocieddc admi-
nistrativa ou mercantil, por as.un dizer, a queslao
tornase de mo dillicil resolocdJo, porque ella pare-
ce ir affeclar inleresses individuaes : mas creiuo* ler
podido achar meios alelares p.ra conciliar o inler
resse religioso com o inlerr-se econmico, e di.p-
meios preventivos pora obslar a que, do oso ue rt-
pouso dominicial, se nao va'cahir 00 golfao do. vi-
rios e da immoralidade.
Dcvcmo. coufeuar a reconhecer urna verdade
intuitiva, embora essa verdade choque de alguma
maneira a noisa -u-replibilidade de contempo-
rneo*.
ii^:^^tu&' *"* "'"-I .edadecaquelica,
l.aueuburgu. l'ruv,l":,ac, du "olslein e do | .sp,d0 ulll ,uluro de M|Mi ,||u,lra,. Esta, consliluires nao podiam, nos termo, des- d"le : ""* 'iait 'da deprejoizi.se de precon-
.nri'r!e?l-^%S"*bo,lidast'''au Pr meio cousli-| "il0"lu "i tem podido desarraigar. Assim
ptusa-se muilo iiitudivamente qoe
Va do domingo, e o repouso desse dia, se
narciiia, s*nao depois qua fussein cotisullados os de- OD!iervi,do1 Iraria urna immediata desmoralisa-
polados provinciaes. rao ." classe caixeiral e
Como eslas coiidices lormaes
pe -
I
vida que, segundo a *oppres-'ao admiilida pela Da
sobre os cunse l.os da Austria o da Prussia, do a
Mrconveni.ocs, ser abolidas Malo por meio cousli- i lio. que nao
luciona mas nao o podiam, segundo urna promes^i por exeiuplo, p
formal le la pela Dinamarca .,s potencias allemaa*. ronsacraca
ser in roduz.da na uova nrgaoiaM poltica da mo """a*raSa.'
aos escravus : projuizo e
^^^t^^^t^^: zze;^eimr,i'"u a,,ura d"pregress"
obro de 1K..5, segoe-*e que a queslao de saber se 4 J adiamos ; e mais proprio desses
esta le corresponde materialmente ao espirito das ,emuos cloniae. de cosime*, e de urna ndole que
decisues de dembro de 1H5I, a principalmente a l,,cs ra propria.
relal.vameiile .ubordiuada a oulrasi nao podera' ser 0Der,do """ aimaras modiri-
resolvida allirinalivamente pela Hiela. c'C"e; e eslas modificajes inauguram urna no
i. !!','. 3*?f! s dum,n'usr 1e nao forma cl' Oiehl, Com eslas felizes disposiees devemo-
. SffffSA ^ss^vat :r'r: "rguir m'"
marca declarou qoe era um arro ler disposlo distes v .'"endendo mais aos melhor.meulos moraes
dominios, sob o rgimen das amigas instiluices, do ',ue a0" nielbojameii.o ecouomicos e materi.es.
UMo devemos'nnr'r" P,rUc1oUr "" "'"o. Entre- i ^omo ousamo. dizer, a nossa suciedade ladea-
amo devenios nolar que esle gabinete i.3o destruio Irla esta' moralmeiilc cauortica .,r i i
por ,sso a base das observaees das cortes alienta, ms mai. ,lm n "I"'"" "* '" acba-
vi*lo como eslas observable, lem seus direitos sena '"' ,eu "'Saroeulo. Como no ce-
ua precedenles insliluires admiutstralivas da mo-1 r e cu'^" exislem os elementos principae*
"JaSf'! "' Proclnlfau r' rt de ja-; Ja "d* do homem. assim no comme.cio a na lavou-
SSsrtx^.snA LTir; rc,r e,en"u,os di -cie-
comprehendidas na. aitnbmroos dos re-peclivu, "U.C,a""eo10 "'-"ercial e .ss.nci.lmenle
minislerioi das diversas parte, do paiz
commerciale essencialm.nte agrcola. Cerno ao
ubre delirlos esparcidos e degradados de una DOiSo I feaeraflo soi*M, e para garantir a|independencia e
uulr'ura gloriosa : sobre Estados separados, a bracos
cem as dircordias e a guerra ;subre urna Ierra des-
pedazada por dissenses civis oo talvez banhada no
saugue de seus proprios lilhos !
' Ab anlrs meus olhos enlraqnecidos cnnlem-
plem a gloriosa bandeira da repblica, eonliecida e
honrada hoje era todos os pontos do globo, e conser-
vando soa nu'ire pn-irao, suas armas e seus Iropheos,
brilhaodo nos ares com seu esplendor primitivo, nem
nina tarja corlada ou manchada, nem urna estrella
obscurecida; leudo por divisa, nao nina miseravel
quesillo, como.Qoa valor lem'.'nem asas pala-
vras de verligem e de demencia.A liberdade pri-
meiro depois a uniao!mas sempre com viva luz ra-
diando com esplendor sobre suas doliras mageslosas,
'ae* quaes as admirara nossos olbos quando eslas do-
bra* Ibituam no Ocano e sobre a Ierra, com lodos
u* rentos e oo vasto e-paro dos cos, esle oulro sen-
limento charo a todo corarao verdadeiramcul* auie-
ricano :--.\ liberdade e a uniao, agora e sempre,
nina o inseparavel'.
J. Chanol.
Presse.)
iov.olabilidade tiesta
Julgou-se adiar n redarrao deste artigo l qoe
a recoiihece e declara > a soberana do rei da Prus-
sia, um argumento que cu-lamos mullo a com-
preheuder e sobre que mniln se lem insislido. Bate
rtico rmnrra assim : S. M. o rei da Prussia rei-
casiao favoravel para roanifesiar-se. Cr-se qo.) o
reino das Uuas Sicilia* sera dividido em dous.
A Sicilia sera' d.da a um principe da familia de
Cobura, a Napoleao tem um principe da Tamilia de
Bonap.rte.
Esle pliimo he o lilho de Moral ou talvez o pri-
meiro Napoleao i mas ai nutras potencia* da Euro-
pa dallaran realizar e esta parlilha V He esta urna
queslao bastante dillicil para re*olver-se.
A paz da Europa esla' menos segura do que nun-
ca, lia entre lodos os grandes Estados germen de
prorunda di.solur.io : todos eslao promptos pan o
combate. '
Ho interior, a grande pi eoccopacao do momento
sao as eleiroesge.aesque, segundo a consliluicSo,
devem ler lugar no anuo prximo.
lodos os partirle, que, depois de de dezembro,
se haviam au-eutado, qoercm usar do seu Jireito
para contar os seus balalluies e abalar moralmiiue o
govemo iiapoleonino. lie e.p'cislmenle nos depar-
lamentos qoe o espirito de opposirao se uiHiiifesla.
\ arios prcleilo acensados de tibieza ou de tran-
sigir com os partidos legilimista e nrleamsta fo-
ram demilli lo- ; o ministro do interior pedio aos
prerelloa, subprereilos, maires. comniissorios de
pulirla, inforniares sobre o espirito dos seu* admi-
nistrados, emlim. Indos se preparara da ui-dh >r ma-
neira possivel para a grande l.alalha eleiloral d-
iS.li.
(> Mnnilr;r araba de publicar a approvacao pelo
tribunal de conla. dos exercicios liuaiiceiros de 1S-M
mas esla approvacao foi antes arrancada du queda-
da. Parece que certas cuntas, priucipalmenle do.
ministerios da guerra e das linancas, eslavam cheias
de laes Ilegalidades que M. Ilallie,. prcsidenle do
tribunal ue cnutas, envin dous consclbciro* a MM.
vlillanl e .Migue para lhes assignar olas irregula-
ridades, e di r-lln-s que o Iribunal nao podia pas-
sar alen, antea de ler explicarles Calhegoricss.
Relera aereeilqr que estas xplicares hao sido
salistaloiias, ou anles que a voutade do imperador
se niaiiifcstou, (U que as conlas tejan) apnro-
vadas. '
O imperador da de quando em quando pequeas
licites a la mullo i sobre as maneira- e palavras que
nilo lem a reserva exigida pela sua elavada po-
81(10.
Em
ou em
lasia de
joias.
Como era natural, ellas se eslasiaram ao ver *-
vindicando, em consequeucia da ultima guerra, a ,a- .
nma das iillim as noiles que a corle pas-
n Compiegne, a imperalriz leve a phan-
expor as damas convidadas toda* It suas
'!. James I-azi, do canlao de Geucbra, deo-se ao
trabalho da responder ao artigo que o Jornal des De-
bat poblicoo em seo numero de 7 de novembrn so-
bre o negocio de Neufchalel; e como prumetlemo
fazer algumts rellexe. sobre a carta de Mr. James
l'azj, vimns cumprir a nossa promessa. Kespoude-
remos ao mesmo lempo a' alguns oulros alaquesque
de diversa* partes nos foram dirigidos.
Permita se-not, antes de entrar na discussao, la-
car urna retirvin sobre a posicao singular em que se
nos collocnu. Nao desejamos "coiislituir-nos defenso-
rc* de direilo reclamado pelo rei da Pru.sia sobre o
principado de Neulchalcl ; mas, como a queslao de-
ra lugar a ama frequeule Iroca de olas diplomti-
cas entre os gabineles da Europa, julgamos nao po-
der dispensar-nos de fazer a exposico deltas aos nos-
sos leilores. Fizemo-lo com estrela Impartialidade.
Em vez de nos fazer joslira, pretend los amigo* da
Sui.sa desualuraram nossas inten<;oes e nossa lingua-
"em e aUcaram-uo. no pon j em que para defen-
der-nos explicamos o complexo dos icios do confies-
so de Vienna, que recnnheceni a soberana do re da
Prussia. Insistrvse anda e obriga-se-nos a' lomar
abrir orna polmica de qoe quereriamos ilisler-no..
') poni de direilo que a quasUu de Neufchalel im-
plica n.lu he mais do dominio da iinprensa, pois foi
enheranomenle decidido pela*autoridades compelen-
te*, isto he, em Londres pela conferencia das miro
puteucias, em Iraucforl pela lucia germnica, llora
cm diaule he inulil toda discussao e temos lirme c<-
prraura de nao avcnta-la pela lerceira ve/.
Acabamos de recordar a deelaraglo dada em Lon-
dres a ->\ de malo de 1852, que res que os plenipo-
tenciarios das cinco potencias .neconheceran unni-
memente o- direilo* do rei da Prussia sobre o prin-
cipado de Nrnlrhaii I e o condado de ValeOgin, se-
gundo a leltra do. artigo. 23e 7li do Iral
a, oireilos que cuvxistrain d
que o artigo l'i du mesmo ai
tcrescenlaremo* que esla declararlo recebenToa mal
expresaos commeiilarirs da parle "do miuistcrin bri-
launiro na liarle da auara dos cmnniun- de 7 d*
juubo de IS."i2, e que o parecer da cominissao e-|ie-
cal adoptado pela biela germnica a (i de noveiiil.ru
ri'produzio-o desenviilviidc-o. Tambem oiperi-
menlamos certa lirpreza ao ler eslas palavrasde Al.
Faz) : (filo be preciso ler a primcira
possessao de mullas provincias e lerntorios.que ha-
viam.ido cedidas pela pazde'l'ilsill, he rcconlieci-
do e declarado.... Eis, dizein, um erro hem
pequeo qoe daalroa completamenle p principio
leste reconhecimeulo de soberania|sobre Neufcha-
lel Valengiu ; he que esle principado e este
condado nao haviam iido cedidos pela paz da Til-
sill. mas antes da goerra que se terminou por
esla paz.... Como o sentido da declaracao do ac-
lo liual rafere-se ao. territorios cedido* pela paz i
de lilsilt nao poda diztr respeilo Neufrhatel,
mas .ou,ente ao* territorios que o rei da Prussia
i rtcebera em Iroca. > Esqnece-se duas cousas;
a pi nucir be que a nomanclalora das proviuciis e
lerrilorios rettiluida* ao re da Prussia pelo arl. 1
do acto final coinprehende pioviucias que, comom
prinripndo de Neufchalel, haviam sido cedidas au
imperador Napoleao, pila convenci de 15 de feve-
reiro de 1800, e principalmente o ducado de ('.leves,
hoje couipreheudi iu entre as provincias da Piussia.
A segunda cousa que se esquece e a mais impnr-
lant* he. que cm 1806 o imperador Napoleao dera
cm Iroca ao rei, o eleitorado de llanover, que em
1815 foi restituido ao re da diaa-Brelaolia e boje
forma o reino de llanover. Alm dislo o arl. -j:|
nao faz senao enunciar um faci puhlicu e incunl.s-
lavel, e he qoe a guerra reivindicara o rei da Prus-
sia na possessao de raudos paizes, cedidos pela paz
da Tilsill. A eiiuiiriarro de.le laclo nada accres-
canla a declarafao coulida nesle artigo o nada Ihe
lira.
Persistimos em crer com lodo o mundo, qoe o di-
reilo do rei da Prussia he fundado sohe lilulus ru-
ja auloridade he incunleslavel. One coneloiremo*
daqui'.'Que he iudi.pen.-avel urna Iraniarrau en
tre esle e o fado lealisado em I84S, porque' he esle
o nico meio de prevenir a lula que parece prestes
a Iravar-se. Cremo* qnc be do iuteresse de Imlns
e especialmente da Suissa, que a disputa termine.
Porem para que ella se ultime felizmente, nao lie
suflicirnle que o govemo federal da Suissa sustente
enrgicamente seus direilos, seria anda preciso que
elle de.prezassr os maos conselhos e se moslrasse
mai* conciliador e mais justo.
A', de Sacy.
Journal de.* Debat.
Em um dos nmeros da Corrapmianct Uelqt,
li'-se o -segunde :
Pars -JO de novembro de I85U.
Na miaba ultima carta Ihe a-signalei os graves
ricas maravillas. Assim que o enlhusiasmo se
aehou um pouco arrelecido, o imperador que eslava
presente, disse : -nimbas senhoras, lambeni quero
moslrar-lhes as minbas joias. a Faz um atena, a-
bre-se nma porta, e ippareee a segunda aia, tra-
zando no* brocea n principe imperial. Seja dilo
enlre |.arenlliesisrsto he urna renovaran da blsloria
romana ; he como sabe toda a genle, a phrase allri-
huida a Cornelia, a mai dos Gracho*.
A' vista do jovan principe, as damas ili;am grilos
de admirarao ; cercam-uo, alTagamno,|algumas al
se ajoelham, e Ihe bei|am os pe* e a* mos, O jo-
ven principe recebia, sem peslanejar, lodas estas a-
doraroes. O marechal Pelssier, pela sua vez, loma
o principezinho dos bracos da aia, o eleve ao* ares,
bradaudo com urna voz de slentor viva lo principe
imperial ,
Embora a crianra houvesse passado ura pouco
grosseiramenie dos bracee d'aia para as maos rude*
do marechal, ralo fez o meuor niovimenlo, nem 1,1o
pouco deu um grilo dizem que ja comer aunun-
ciar a lleugma de seu augusto pai.
O imperadur em Cmiipiegue quiz dar oulia lie
rao a imperalriz, a proposito dt-in- immensa saias
de crinas que facm o deseipero de lodos os ma-
ridos.
O lliealro do (iviunasio represenlou lia poneos
mezes oh o litlo Toilette* tapacenses, nma
critica mni engr.rada acerca deslas saia. exceqirieal
que excedera os panciros das nos-a. avos, de que
lauto se lem zombado.
O imperador deu arden para que se representa*
esla peca no lliealro de Compiegoe. Elle proprio
applaodiocnii uVna iiilenr.lo assignalada, e todas as
senhoras que. pela mor parte, delestavam tslas mo-
das ridiculas, applaudiam com energa : n a
imperalriz nao applaudia e te na ainda menos- es-
lava irritada.
No da seguiilc-, eslavam reunidos no alao, a-
giiaruandoa chegada da imperalriz, como um suc-
cesso.
Dar-te-ha que teulia aproveitado a lirdo
nalina cal.ira da moda '.'
Abria-sea porta.e a e-tupefacro geral.a impera-
lriz apparece com una saia ninda mais niom-
Iroosa do que oiiiic.Como ve. por mais
tente que seja o impeador, he .nuda
que o capricho da moda.
O principe .Napoleao*ainda se conserva aniado
desde o naKimento do principe imperial. Vai raras
ve/e, a Saint Clou J ou as I uilenas.e nunca ptde o
sobrirho para vei.
Ha poneos dias, foi
da esiava com
com o principe urna seguranza que Ihe* ao podia
conceder as disposirOesde urna assemblea, cuja maio-
nasacompua de representantes da outra parle do
1.5-P ^"'''nele imperial, ja' o dissemos, esla' mnilo
n.l'i ,le1scul,hec a* grandes dilliculdades sub a
1.,', ; ,','910i,es 8veruo diiiain. rquez tralou
e.la complicada qaesiao. eU-d-tt, das preleucoes
da ela ao res,J0 da Dioaaaaroa. Enlret.ntonao
dividamos que a jrte de Copenhague nao posta,
mo obsl.nle eslas tm^lalm, sa.isfazer a ..laso:
var de odaaaccusacalu.d,da em 9UJ re,ari(es
com a Dieta allemaa o Eslado .onslilneionnl n.
menle eslabelecido na monarchia?
' Ogabiuoledinamarqoezji uos buron sen,
icnos esrorcos para obslar. quanto fussi pos,.el a*
inquielarues existentes. O despacho do ministro' j,
.-.ltelo ..iipel'a, a este respeilo, para a declararao'
real de dejouho do correte anno, negundo'os
termos da qual nau sera' mais prumulgada para o
futuro, sem o a--enlmenlo da assemblea dos depu-
lado* inleressados, nenhuma nova disposico, qur
Iralc d'um iuteresse particular de um Estado, qur
d um iuteresse geral da monarchia. Esle despacho
declara, qoaulo a quitlao dos domiuiot, que o go-
vemo real se prope submelter a' prxima Dieta do
reino um projeclo de lei, pedindo que para o fuluro
todas as deciies relativas aos dominios sejam dadat
pela manira ou duus lerijos de voto*.
Acaso o meio prnposlo, mesmo no caso espe-
cial em que fosse sofliciente esla garanlia, preen-
cher formalmenle a acona formal que existe a es-
le respeilo na consliluirao ceral actual '.' Duvidn-
mos e tomos levados por nossas rellexes a concluir
qoe a* ncgnciacGes com as Dieta* proviociaes dos
ducados sobre a cunsliloico geral da monarchia,
seriam ainda hoje o meio mais aegoro de eslabele-
cer esla consliluirao sobre a. bases aceitas e r*co-
ulier. las por todas as partes.
I Parecc-not que este mtio quasi qie nao pode-
ria deixar de dar-nos orna solurdo silisfactoria das
dilliculdades exislentes, visto como de urna parle o
govemo real faz conhecer suas disposires para ope-
rar certas modilicace* da consliluirao de 1855,e por
que d oulra prteos membros da opposirao na Hie-
la da monarchia deelararam aberlame'nte que se
enllocaran) com o governo sobre o terreno da pru-
claraarao real de Janeiro de 185:2, relativa ao pro-
gran ma publicado na cunslituiro geral, e que se
e.forrariam por assegurar igualmente em sua inte
gruale a jusla execuran desle prugrarama.
" Kesulla entretanto de nossas precedentes obser-
vaees qoe. no caso que a corte de Copenhague, nc
eslado anual das colisas, nao julgasse mais poder
obrar no seulido que indicou por sua propria ini-
cialiva, as corla* de Vienna e de Berln deverlo em
urssa opiuiAn, l'ornecer assemblea da conlederarao
a occasiao de manler sua posirao segondo o espirilo
da lei lederal da- prome-sas do governo dinamar-
quez.
a Anles de terminar julgamos dever observar que
a queslao da regularisaijao da Ironleira de llolslein
ainda nao esla resol vida,e que esta queslao, que to-
ca igualmente a nm direilo conslilocional, nos pa-
rece dever ser de novo suscitada pelos inleressados.
ii Dignai-vo* comnionicar e qoe precede ao rni-
nitlro do* negocios eslrangeiros da Dinamarca e pe-
dir a S. Exc. urna prompla resposla.
ii Buol. s
Journal de.< Debis.
precouceitos herdados e profet-
roliueiros.
sados.
I He pois diltlcil a re.olur.ao deste problema so-
cial, mas enl.ndemos que ludo se poda obviar, sem
qo* teja misler produzir um e.taclysma | he preciso
porem, urna aeco e urna inlloencia moral, que
auxilien evviliquem o impulso da nova Irausfor-
marao.
omnipolenle da igreja. a csses militares e milhares
de indgenas que, em quanto nao forera eirilitadeti
serao um perenno tropero a somma prn.peridade do
paiz.
A historia dn llrasil he, em grandhairaa parle,
a hi-ioria das misses ; e a historia da. -nis-cs he
l-.ii.bi'iii a historia da-ua agrirultura, da industrias
da* -ciencias e das bellas-arles.
A musan foi o vervo vivilicaole do Bratil, foi a
pedra angular sobre queta ergoeu lila nacao gigan-
te que se esterille desde o Prala al o Amazonas ; he
anida da* iiii-.oe. que Ihe bao de pro.il o* mxi-
mos elementos de sin prosperidad moral, de tai
grandeza poltica de O misiiniiario he o primeiro molor da civilisaro
oo Bratil. Trabalhador e induslriu.o elle suava com
larefa ardua da edilicaco dos templos : era o ho-
rnera que mullas veze* amaitava o cimento da* pri-
meiras moradas das aldeias : era o operario que.
com a encho e o machado conslruia as caima, para
navegar no* rio* caudaloso- : era o homem ousado
emprehendedor qoe alrave.sava erles, trepara
escarnardo* rochedos, pisava terrenos encharcados,
passava os lagos a vao e a nado, ou em toscas li-
gada. : era o homem que. nao lemia a saiha das on-
cas, nem os boles lerriveis das robras gigantes, nem
os mil perigo* da floresta, para ir arrancar millares
de alma, da* Ir-vas do paganismo! traze-la* ao gre-
clero, que se desprenda de Inda* as alfeu.oe- de la-
milla, de Imln* os lacea nefate* para ir llronl.r peri-
cos desconhecidos. idlcer pin.re- sem roi.la. rtur-
rer extenuado de fadiga, de Irm-, de calore-. dr
fome. e quantas vejes das sellas inimigas, ou eslrau-
culado pelas garras de animae* ferc zes '.'
N.lo nos embalemos com irnpralicaveis nietas .
nao distraamos com epiaMa inluudada.. o svslar*
da orgauisac,io, diricrao c acr.io das mi*snes.
As circomitancias. em que ao prsenle ellas sg
chara rerl.m.m o mu. promplo e eflicaz remedio.
Ha fora da duvtda, que par ora n ao* padre- c.
poehiul.os leem de *er entregues as aaiwtN do
lira.il.
Attiin : he preciso augmentar o uorlco de. padrrs
mi-iouaru,,, porque a vinha he exleasa. murta- a.
alma, que eulUvar, muilo* o* abe. Ibo. em qoe ra;
gar as mos, e orna vez romrcada a emniteira. I,.-
preciso ler ttmata di*po,ios o* Irabalbedoro coulia
a luvasio do* piu,M damninhos, he priciv. .,. a
colLeila na perera por rallar dos bracos.
lima casa cenlral, e*labelecida aqui oa corle ha
urna n.ce*idade indeclm.vel. He preciso depo.,
collocar casa, lill.e*. not po.,,0, ro< ,,
que e.i.s casa* lenta... ,tmptt u netn,in ptmmt
para acudirem a* mi-oe-.
Noquesobremaueira urge co.nir e aceord.r -e
* na ampia liberdade da> missoes, ua facullid que
O missiooario he, pois, o primeiro vulto pico da
historia dos primitivos trapo* do Dra.il. fclle al.i
nos apparece erapre grandio.o, sempre cercado de
sublime mageslade, nao so no ardor da misso co-
mo ua re.igu.rao do s.crilicio. Muila. veze* hor-
das e bordas de selvageus bravios, abalado* pela voz
poderosa da religlao, seguiam a essa roupeta d. es-
lamenha, e viuhaui n'um lugar asado edilicar nm
templo rodee algu.has tuscas choupanas ; e he esta
a origen) da mxima parte das povoaroe|do interior,
porem oulra* vezes era a reproenlacao de um dra-
ma de lerriveis peripecia., de que elle era o prin-
cipal prologouisla.
Um feslim de cambaes bravie* 'Iripudiava no
meio da flore.la o saulo missionario era victima
de urna f.roz gaslrouo.nia, depois de passar p.lo.
mais exqoisito* tormentos.
Com a e*tiucc.ao do* jesutas declioaram as mis-
soes no Brasil. O marquez.de Pumbal, exterminan-
do esta ordern porlenlo.a e prolicoa como ainda ua*
honv, oulra. nao curou de remediar o vacuo que
eles deixar.ra uas mi,.Oes, porque ama grande po-
IHiea *r. ora do, primeiro, ansile do j.ns.nismo,
e es ava eivado d essa c,,fli,erara plulosopLic, ue
ao depes lomou o maior InerameW, em qua.. toda
a Earopa.
Desde que lir.ra.n a inlluencia e a direccao da,
. Como ja disemos a guarda do domingo importa mi"oe <> fde, o paiz l..rnoa-*e lacionar.o na
urna regenerado moral o una reforma de hbitos r8Producsao de suas aldeias : as floresla* |lornaram
a crescer e cerraram-se cada
raio calholico, trocando tambem o selvagem ruda e deve dar-!ie "^ missionario, p, a
lemivel em convivas do banquete racial. aldeas e na aoloridade, por ateta dzar. civil
que
um i .-.invename rala
i soctaes. Entremos oa descamada apreciarlo dos
fados.
V.
- O primeiro impulso da reforma uesla ques-
lao de taulo momento ha de ser dado pela muui-
c,ri|idadc.
>> En leveria determinar o siguite .
I <>s .rab.Inworuiuariosua ,gricu|lur da
le, e ollico, ; e o tra^ de luaa mlM us(ur)ia
decomraerc.o.,c,minlerromH.,s ,0* domingos,
das sanios, mandados guardar pela i,^ d TJ
Por tanto he prohibido aos artista* le, Ki.n'
suas ollicinas ou eslabelecunenlo* induslriaes, ^
agricultores fazer Irabalhar os seus escravos ou ag-
gregados, aos negociantes ler abertos os seus esla-
belecimenlos, e laxar qualquer negocio, salvo os
armazens de comestiveis, padarias e acjoegua*, que
apenas eslarao aberlos alu as dez horas da manliaa.
r Toda* as casas de bebidas, de buhare*, e de
quaesquer outras industrias, taire as boticas, que
poderla ter urna porta aberta.
Sao exceptuadas em geral as carre.ras de servi-
ro publico ou particular por ierra ou por agua, o.
eslabelecimentot, como os do gaz. cujos trabalho
Ble ea podem iulerromper, a carga ou descarga de
navios, era caso de perigo, at conslruccdes e repara-
Se para olxtar a perigo eminente ; aa coll.eilas
urgentes da agricultura.
Para qualquer desles ull.mos casos stra' oeces-
saria una licenca eiptessa da aoloridade niuuici-
pal ; e, em caso urgaule, do p.oprto inipeclor de
quarlcirau.
Os .contraventora! pagaro a mulla de.......
e iicarao subjeito* ,is respectiva, penas.
VI.
Mas suppouhamos legislada pela muuicipalida-
i icl'giau econ-
vez.mais ; os rio* eo-
grossiram :o malo rcagio centra
Ira a civili-ar,io.
Ma. a historia dos ultimo* menla annos, confron-
tada com a historia dos primeros dou. seculo* do
Brasil, nos leva a convicio du qa6 0 fr,de pode
tuda ser o nico insimlenlo da civli.acao dos indi-
genas, e um pode.oso auxiliar da regenerado mo-
ral do puvi.i.
Com a colouisasan eslrangeira de uros, costumes
leis e religio diversissimas poderlo atorar-te mu-
las povoare* do lillo.al a u..,a tascinador. escala de
prosperidade ; roas para animar esla vasta e.ten.ao
o territorio, para .croea. aqui a alli ncleo* da
Povoaca. aro joul.r loduj mm tlem
prender todos **e, Ra. a ,ancadeira do -rj(o "
ral e po ,l,co da narao.o p,sivel uico melo
a religlao por base.
lia par, esle poni q. os e*ladi*ta. dev.riam
convergir urna sena a.lenrao. urna dedicara c-
vica e religiosa a toda pro,,. Procla,n.i.ie e m-
tent^-se os progra.omas de melhorameolos materia-
es. mas nem ofc.almeule s. mencionara oa mora-
es; e um eslado s.m religiao be um. utopia irriso-
ria, a rel.gilo s.m cnltojialambam urna ufopia ,m-
pralicavel. A propria auloridade humana nao po-
de m.nter-se tem o auxilio, sem o inlluxo da auto-
ridada da .greja. (Jauj0 0 chrsli,nJ6mo
beleceu, como observa l.acord.ire, acliou a rabera-
nta huma,.., avillada por mil anmeoe, acl.oo-a por
trra euvolla en. enmes ; levatou-a, pordicou-a .
a ungi uosag.ado recinto da suas baslicas pe,
mao de teus puntillees, o cl.risiianisrau l.abalhou
a f.vor do estado, trabalhou a Tavorda sabedoria hu-
mana cum os ultra* litos em Dos e na patria ele-
vou o I.....mu de eslado a uma altura a que nenhuma
s e na i
lhes deve ser coucedida por
di lempo.
So o governo precisa de transformar era cidadau-
os Hlhos errantes das lloreilas, permilta qa orna
sejam passados pelo crisol da igreja. e que alu se
discipline o cidadao sob o influxa da relig.a... o in-
dio nao se tubmellc nem ao arcabuz do -millar, nem
as varas do nieirinho, nem te arra.la patos sedar
cues e promestas do avenlureiro ; nicamente a
missionario be que postue o .egredo da allral.ir Mam
ndoles rebeldes e telvageni. Se a auloridade severa
do poder civil, vicr exleuiporaneam.ule iolerpor-*e
ou uuililicar a tulurid.de moral do m.s.iouar.o. de-
balda se trabalhara ua ,.cquisir;du da-e, m.lhares
de individuo*, que he da resnela obrtgarao do cr-
iado chamar ao gozo da vida so. al, como ha da
obrigaslo da igreja loma-Ios cidadao- religiosos.
Cousla-noiqua um do* mpenhos do nevo nitor
nuncio, o Sr. arcebispo de bdessa. a quem orine
cemos esle memorial, be regular a* misse* un me
Ihor sentido pussivel de conveuiencia para a prospe-
ridade moral da calecase a conveniencia civil dos
aldeameulos, que um di. terAo de ser florucentr.
povoatoes, e fuco de agricultor*, de commercio.
arles, industria a eivilisarao.
r echaremos este artigo, que ja vai longo, coma
noticia de um instituto, que, levado a realisarau,
pode ser de um inmenso alcance para a eflicaz pro.
peridade das misses.
O actual perfeilo dos missiuuario* eapachinhos
n'eata corle, o Sr. Ir. Fabiano, sacerdote de virtudes
e saber, lera concebido o projeclo de fundir no hos-
picio cenlral om cullegio para a educaran de mi,le
indios moco*, remedidla. vo|nularian>ei.le da* difle-
renles mu-oes par* serem convemenlemeute eda-
cado* e instruido., e depoia serem reenviados para
seio de suas familias, levando contigo os nabilo so
ciaes, cojos exemplus e cuja in-irucrao devem eier-
cer prolicua iuilueuci nos daslmos da civilisaro do
seu* coulerraneos.
He de lano alcance esta prolicua e imbelsima
ideia, que nao nos deteremo* em demon-trar a sua
ul.lidade e uecessidade. S no. reala fazer rolo,
pelustu iriumuho e pelo iriumpao prospero de loda*
as aedida* sainares que duwrem rspede ao de-
seuv olv iuieiiln das m.ssnes. como dous tememos de
grandeza para a religiau, da prosperidad* para a
Esladu.
r. M. Ilapoto de tlmeidt.
Hedarior da Semanm.
de e approvada pelo governo esla indicacitu de re- 'J|" doolrina n linha elevado, e he
A cri-
oinuipo-
menos i Ue
TEMOR.
KIO DE JANEIRO.
III.
Observancia do domingo, ao Sr. hispo do /lio
Grande.
A observancia do domingo he uma queslao lila-
mente social, e allittimamenle religiosa. '.Miando
o povo nao da nm publico leslemunho de icconhe-
cimenlo c veneraran ao teu Creador, qoandu urna
naci nao respeila, nem acala, nem protege ou nao
faz observar a religiao, pude lamenlar-se o eslado
des.e povo, pode mil agouiar-se do fuluro desia
uarau.
Parace-nos qoe infelizmenti sao estas as circtims-
tancias da nossa sociedade em retaran a' observan-
cia do domingo.
Os esforros de diflerenles pennas, a manifestarlo
de justos e publico- clamores nao letra achado echo,
uem despertado a alienlo da luuuicipalidade.
A imprensa que devia ser a primeara a empe-
nhar-se na realisaraa deste interesse religioso, so-
cial c econmico; ojornalismo que devia tomara
inicialiva e dar o exemplo de orna propaganda ; a
imprensa e o jornal,sino nao se leem importado
com a soluro desle problema: o escaudalu conlmua
eraras ao iudilereuli.-mu, que conslilue a feirlo e
a ndole caracterstica da actoalidade.
P. recia-nos qoe o pirnali-mo deveria ser o pri-
meiro a dar o exemplo da observancia, e da guarda
do. domingos: e eis-aqui o mudo de ver esla
queslao.
Se as lolhas, aus domingos, sao ama novar/io de
rcenle dala, he um pleonasmo mais de cuncorreu-
cia do que de uecessidade, nao vejo incunveuieule
em soppriroirem os joruses diarius a sua folha do
forma publica, como regular, econmica, moral e
pol.c.almeole .miliares de caix.ros, tollos de *nas
obrigar-oes co.nn.erci te.....treges ao verdor e a
iuexpericucia de suas idades 1
' Como arredar da embriaguez, da devassidao, do
abysmo dos vicios e dos crime, a estes militaros de
escravos, apenas conlido. e disciplinados pelo rigor
do trabalho l como !...
Pana* que a religiao taja a bussola domas
almas ; e que ella, leudan, sempre a" pntiei da'
virtud*, sociaes e domertica*.
Nao he aullicieote a medida municipal, he pre-
ciso qoe ella (enlu uma direccao ; e esla direcro e
inlluencia moral deve partir de corporai;es e in.li-
luiciies, como a nossa, que em todos os paizes, to
poderosos auxiliares ao governo, preparando, ins-
Iruiudo, e moralsando as suas medidas.
O governo nao pode explicar e moralisar o*
por i,lo que o
homem de estado e soberana humana, pelo inleres-
*e de *eus eslados, pelo intere.se da hum.oidade
pelo iuteresse de sua propria magertade o grandeza
devem empenlar-se em realrar, em promover o m-
ximo brillio, a mxima iullueueia da greja.
Entra irs, e na* nos.a. clua.s circomslancias, is
miarais cousliluem a primeira uecessidade do Baja,
e om do* primeiro* ialeretses di religiao; lano is-
tim o lem reconhecido o guverno, qoe, oo seu in-
dilTerentia*imo religin, lem esposado a causa da*
missoes e sustentado MM lal quai pessoal de misio-
narios que exitlem entre n*, qae, eln llu8S0 en.
tender, nem he liada o simulacro do que se carece
e se precita para a remi*s3u de tentar alma* pagaat.e
pera a regeneracan de tantas oulra* qoe. embora
lavadas pelo baptismu, carecem da purilicacao da
doutrina.
As orden* regulares que deviam ser o* athletas
seu* actos ; essa missao he da imprensa e da* corpo- da. missoes, tata, no mai. fondo abvsmo de dep.e-
racOes;ono,*o,nst,lulo,qne.e incumbi de pro- eiaslo, com mui precaria, esperancas de rehabili-
mover o de..uvolronlo progr.Modo, int.r,,.., t.rem-M. A sua acra uos in.ere.se, da religiao he
rehgiosos, he quem pode e deve na actualid.de, lo,, qoa.i nulla, dizem ate alguns que perniciosa o
uar-se-lhe um poderoso auxiliar. Ella d.ve imprc- I que boje parece conveniente para a reforma uu an
r lodos os matea ae scu alcance para que a. baiu- tes regeneraran do. conventos, era mandar vlr d.
PEHIAfflBnCO
sitar o imperador que, ueste '"'""B0- cunl fal < rreio da larde, e tara-
svnipUiina,qiie.,.nearavaracomdisolurJo T'" ''"" """'u .I""" '"""r. c disse jovial-i hem como o faz a Patria,nao dando loll.a na .e-
mglo-rrancezi. "J"'"?* P10 :
II Ion. desabrid,, e provocador das ralbas de Loo- I "v'!'';',/''!;''
dres quechegavaui lodas as maiih.'as con. unid unL """" ?**, ""Pi-I" com ironia ; I' "= f
'8. A. vio o principe imperial no diado bapli.-l t"e pois urna das Ires fulhas diarias que reslam,
' desse o exemplo, nem por issuo. assigmntes a aban-
m una usra
Carga de injuria-, cansara o paciencia du governo
lame/, que lOna den ordem aos jornaes ministe-1
lie* para responder... ao logo dos ingiere*.
anda ver o prncipe imperial, a- j ganda feia, pur ler fechadas as suas oflicioas au do-.
disse a llliriri aln/ ron. ro.. .,'mugo.
. .-------------------------------1i----------i-- o--i o.i ou-, a auao-
, -, do iralaoode Vlen- ^ Ui.a. .. iomalista. nao i 1* do que I iT^S^^^^^ ZZZZZr^? **
le 1815 a 1818 com envenenar o debate, e a pena amea.ava ,le Iransb.r- I ', i', ',q"" "n 'a "i"'l'";s"" \'' 85O.tW0 fr.|a
rio confere a'S,... I ...ar-se brcve.nenir cu. espada : nuvens d-u-adas de 5'- "'" Us ""0> '' fresca
.u...--,-------1___ .- Ain^i.;-.< ..i............ ... i__:......____ uala.
elecliiridade suban, ao horsoiite e presagiavam uma
lempestade violenta, quandu \l. de Pcrsignv, nosso
embaixador em I......ir., deixa repenlioarenle o
posto, e se dirige a loda a pre*a a Compegae onde
Miara o imperador, alim de conjurar o Turaran.
M. de Pers.gnv he o amigo mais litigo
Como sabe a ..Presse.' era o org.do oflicioao do
principe Napoleao que cautiva coma inlluencia des-
la folha, em certas evenlualidadm. que ella aliaba
iin-le.msaueiite.
Com ludo asscgniam que l.rrlo de dirardin a-
se io domingo obleria mais cuncurrentes.
cas de jugo, e os alcoices da proslittiir;ao ojo sur-
vam estes muros inexperieutes, e os vomiten) depois
do seu seo. de corace* imporj*, e com a* alma*
leprosas.
He misler que o caixeiro se Ihe fara desabro-
char e se Ihe avvenle o garmiu rehgioto, que seu.
pas Iba luuocularim na alma.
i lie misler qui ao ocraroie Ihe desbaste e ir-
ranque do coracao as urz.s bravias da idolatra, que
herdaram com o fanatismo, o com a grosaeiria de
barbaras crear-as.
ii Mas como '.
Tomando o nosso vencravel diocesano l inicialiva
desla salalar reforma, cercaudu-a da Inda a aolori-
dade cannica, e prestigio religiuso. e recommen-
daudu aos parochot, que se loruem .inmediatos apos-
tlos ileita jusla e taula propaganda.
Cuidandu a cmara municipal para que a sua
respectiva postura nao seja um flagrante impostura.
Prestaudo o govemo lodo o apoio moral a' eiecu-
rlo desle dever.
Coir laes providencias e cum laes auxiliares ler-
se-ha rcroaladu e curuado una das mais urgentes
reformas sucaes, reclamada pela religiao, pela mo -
ral, e pela puliliac.
Antes de concluir permilla-se-nus urna ubsem-
r.lo que fa resallai as iniquidades cum qoe abusa-
mos da guarda du dia do Seiihor, provocando assim
a sua justa culera.
I odo. os historiadores da vida de (Tirslo, lauto os
creles, como os pagan, sao conrordes tin certilicar
m,,s placou a irnlaro de seu nobre
rorao do di-
ruio publico para reeonbeeer qoe -c a Pronto quer 'ada olo tolloa ao aen carcter
fazer valer direilo sobre Neufchalel contra a cnife-i No dia seguate anda sua chegada, bouve em
ilerarao suis.a, he impossivel dcscohrir o* ten. ele- Compiegne |im conSelho de minislroi ao qual elle
mentee nos IralodM de 1815. A injuria laucada
porM. Fazv n.io nos allinge; pa-sa por rima de
nossa* caberas e vil recal.ir sobre os diplmala, ren- menl
de-intems-a I,, de Napoleao. a o nico que leu, a"co-' I \\TTu\^m\m\Wl!SX. *""*"-' ''i""11"-1116 'em podido medrar entro ns,
ragem de .h. dir, a rordad... parece que desta v j^\gMS3S .m^'^^pr W^| -PP-recer; e poda entao conv.rle,
fr., o qae vender por s."i(),(HI).
A crin linanrera e tBohetril esla quasi pasada,
, a conlianei parare querer m.nifeslar-se na bolsa
ma. islo anda nao be mu liqiulo.
Dusse orna folha o exemple ; e as oulras, em vis- malleravel mausidau de caracler, que disliiigma o
la das nclainaQes do* ollciae* de Ivpographia, e i humera-Deo-. Uma vez, poiem, possuio-se elle de
domis petsual desias emprezas leriam de ennfor- : ama santa indlgnacjra, e correu os vivaitdeiro* que
mar-se, ou eutan hitar com dilliculdades de dille-j merradejavam no templo, e profauava o di do
rente* gneros, a que por lira leriam de redei.
Por esla forma ujornalismo Iliterario, que nao
leria o seu dia de
a-si.lia as.ini mino M. Ilrcnier, nnsso embaixador
em aples, el.amado a Franca, depois do romp-
as rnlares dipiomaljras com el-re
da*
nidos em Londres ou em Francfort, entra os quaes i Fernando.
j mor parte goza no mundo de mu grande celebri- i eomalhO lao sereno, de ordinario, foi desta ve/
'"de. [muilo animado, e ktenm nonco lemnestooso
A discussao de.M. Fa*j eta' recheiada deaflir-
"!......I'iti especie: < que se convelo chamar o i
arto liual do congresso d-> \ tenna de 9 de junha de
1815 he .un aclo redigidu a correr.... Mo he sen .o
um resumo muila- ve/e- contradictoriomonumen-
to do pouco casn que a- incsroat pulenrias laziam
do principios que proclamavai...... ^'ada temos
que re.puuder a' quejando* argumeolos. nanlo a
n- -, nao ae lala du criticar os traa lo. de ls|. mas
de apKca-lo. justamente a um ra-o particular. m-
quauo .ubsisiirem, leria estes tratad n o londamrn-
le do direilo publico da Europa e devem ser rispe.- i no"!.},,, quer
i ido. pelos pnvos mm,. pelos governo.. \ Franca balxadnr.lhe
da o exempiu p a Snlasa, .....laniln-a. i.,.. f,.,., n.->i.)
-isuailiguidd.il n.-i.i a i. linu.-i. 1'nleliavai li-
ergenc.a ua interpretarlo Jos arlo- de t- rnai -.
hizeraot honlem nien.au. legundo a Gazelle de
Coioyue, de uma nova nolareliliri a quelo de
llolslein e dirigida por M. de Moni ao gabinete do
sidade, o qoe boje mo be mais do que uma exqui- '
sita ciirinsid pie.
Sera lambem uma inleressanlc inovarao funda-
ren) *s folbas diarias uma rivsla luterana,
deslribuiriam graluitameulr aos seus leilores :
qoa
e cu- cessidades da igreja calhulica no Brasil, lie incaa-
olrabalhuma.erial sena feloua* hora, de seta da leslavelmeule a organisarao o desenvolv.men.o
.xprim.ndo aola idea, parece-i.us, haver das misses; -nurqae a organisarao e o d
Europa um num.ro conveniente de religioso*
verdadeira e provada voeiclo, e experimentados
pela educarao cl.o.tr.l para a missao e para o .er-
vimdi religiao, A allenl.loria medida qoe;iomon
o guverno de prohibir o noviciado, a mi,, ser revo-
gada, por insinuara., do novo internuncio, matara
| as oideos ; e o rc.peclivo aviso do governo sera'
coondcrado lao absurdo e cruel, como a senlenra
que boje condemnasse ura Individuo a morrer l*-
lamtnle de lome e de sade.
O. sacerdote* capochnhos, no numero de cu-
coenla mais ou menos, he que lem prestado relevan-
tsimos serviro. as aflatbalo obslanle,as dillicul-
dades cora que lem lutado o sen zelo aposlolico. O
governo no seu ultimo relatorio, exprmese uos se-
guinte. termos :
A vanlagem das mi.snes poslolieis, pralicadas
por esle. vtri.es piedusos, esta cada dia mais prova-
da por fados repelidos, sendo entre oulros os se-
grales
Refere o presdeme de Pernamboeo qoe por fr.
Sebaslao de Missina, um desses religiosos, que mais
serviros lera prestado, fui aberla urna missao nu Hia
lormoso, pela qual, como por milagre conseguio elle
extirpar odios inveterados que reman ende afu-
mas pessoas daquelle lugar, a, quaes se compureram
e recobraran) as antigs relaci.es.
O presideulc de Matlo-Crusso louva e zelu cum
que Ir. Mariauno de Bsgnaia dirige um aldeameulo
de indios Kecinaos no ui-tricto de Mbnqoerque, o.
quaes -au em numera de tiOO a 7(10.
i. Iufeli/mente anda conliiioa sem solucau a pen-
dencia eulre u governo imperial e a Sania S a res-
peilo do decreto de 30 de jolho de 1811.
Se esles inissionarios, pois, forem apoiados e auxi-
liados, poderao fazci tantos serviros a religiao e ao
pa/, cuino lizeram em oulro lempo os veneraveis
Jesutas.
E sau elle, inconlesl.velmenlff o nico e eflicaz
recurso com que o estado e a igreja podem cuidar
para a calhequcs* t aldeameulo dot indgenas.
NoJornal da liahiaarabia ii ullimamenlc uma
Uma das primeirat. orna da* mais urgentes ne- opiuiao, seductora utopia, mas cuja exequiblidade
oioguem podera ilaaca ;era entregar ao clero a
Seuhor.
Oala' quiesle exemplo calasse no animo dos
Irausgreisores di guarda e da conagrarao do do-
miago,
IV
Ao Sr. arrebUpo de hdcsta.
As mi.tues do Brasil.
direcro e a pralica das missoes.'
PAGINA AYULSA
BSb, SlAiS
A igreja de Nossa Sei.hora do Kosar.o da Ira
cue/.ia de Sanio Antuu.o vai de mal a pewr, e agora
pnnr.palmen!, coi o coro p..r Ierra ; te nio bou-
ver quem a lome sobre seus auspicios, lem de lor-
i.ar-se como amigamente a Carino de (Jinda Km
parle multo lem concurrido, segando se di/, a lal u
niandade para o eslado de miserabilididc a que lem
rbegado este templo.
A. obra* da igreja do Ko.ario da ttoa-i ist., -,,o
ralermraaveis; ditem que a falla de quuta. lem ella,
lanlu se demorad.,, de sorle que os producios da-
Mena- mal lem chegado ao que nos parece para a
ar.nac.iu de au I nm. !
O Sr. Carlos llardv, por sua propr-s aisigui-
tura, iras mandou informar que o inspector que
livroo da ser roubado, bivendo gaiauhdo o -eu es-
tauelecimenlo oa ra Nova, foi o sr. \ lexaudrr do.
s.uto. Silva Cavalcanli, a qoem o Sr. Itardv lece
graudes elngius, alias btm merecidos.
Na ra das Calcadas, de nm segundo andar
eonsla-uu cahira uu quintal um menino, haveodo-o
livrado de car detpedarado esla, o quintal com
grossa cateada di lama, e ainda assim disseniu-iw
que o infeliz quebrara ama cusidla e uma per
ludo ueste nuudo tem mo mi*ler, i a lama leve
uma ulilidade alias bern apn.veilavil, a quem sabe
se nau ha para evitar laes *iui*lru* qoa alguut ,e-
iihore.risca.deiiamncarporahi assim cases lagc
de lamas 1 A ser obran, em reara.
Don genlis cav.lleiro- em uma da* nus.as t-
Iradas que vai para o A chieotearam-se bem sol-
Invelmenle por causa de ciumes !..... Motive quera
ludo presenciasse, e ale o convenio que depois hoo
ve entre elles: irocaram os pomos di discur-
dia.....
O boceo do Pein r-rilo esta' invadida, segundo
nos diztin, por um incharae de inullie.es diawluUs
e depravad,--iaias, que com o maior desres^eitu pos-
sivel allercam todas as horas com nomos obsceno*,que
ferem o* ouvidosde quem desejana que o in*|tiin
do lugar reme, ia.se laM esrandab-.
Atrave.5diki.es na ribeira de San-Josu (l cla-
mor se augmenta, o pobre se quena, e o povu cm
geral clama contra laes abusos vo\ clamauli- m
deserto!
_ Consla-uos qua am uma casa na Camboa do
Cirmu que nao nos quize.am dizer o numero, mas
que fcil sira' eeuliece-lu. ajunla-se uma sucia de
negro* capitaneado* por um til Jos, cojo apellido a
decencia pede, que calle, qoe nao de.xaro a qoal-
qurr bon do du pastar por alli alguam qae roiic-
i.am, e que mo o mimoseen) rom am cbuveiru de
pulhas e dicterios .bsceoos, e indigno* de terem on-
vidos por pestoa* capaz** que por alli morara.
Rogamos a culos pai* de ramillas que nao
dormain lauto, nao Jurmau. lano ; mm lilhos, me-
ninos, meus (enhote*, abrem a noite sua. porta-,
aliam muros, e v.iocoin aa algibeira* rerbeiada* de'
prala e ouro, meu* senhorM, pagar qoem lhes com-
pre i saade e i rerwnhi ; lonhim cuidad,, qoe es-
sa* purles tica, abertus, a* porta* que saheui tiara
os quiniats, e tamban as das salas e escadat, he pu-
ra verdade, e lao veriade que para nao ten-ni va-
lo, de dia mudaram ai caravana* para de noile : to-
do cuidado he pouco, surque he misler que la., cedo
nao principien) a dar e--es espectculo* qua te ob-
serva nu paleo do Ca ni, '. '. '
Pedimos a algonas palmillas que rundan, a
freguezia da Boa-Visla,uao se descuidera de n sen,
pre ao. Coelhos por volta da* 111 hora* da noilc, e.
al.i o que viren, lomera Bota para un reservado c. m
raunicarcm a auturidade policial.....quaula iru
fainia '. quaula deg ad-i. m qujula immorali la
de. Ca reta uular que sera' couveiiienlr que a.,
palmilla- depois que vire... e rel.rarein-se nau olhrm
para Irar,porque podem lian.foinar-se em esla
las de sal !
^ Hoiilem a uoile deu a Si. teneiile coiouel Joao
Valeuliu. Vilella, cm tua casa, na ra do Hospicio,
uma partida qua Ihe loco.., como soco do Hecrryt
familiar. /r
Coaita OM que em ce. la roa utmci esdore- .(Ur
nclla hah.lam dcpuis que aidjui. piixau. caen.,,
para as calradas e tratara de )i>gr m tre-sete, u-
pat inlu drsl'arte o transito pulan. .Na esUT ma'
essa, ha de qurra quizer pavor auda pelo hiri da
ra, cura lano que ns meus slei.ho.es cst'jera laaaaa-
do o qu.lio pelo, pa-seius, oao esta' ma', a-im
durasse sempre !
Consla-nu. que o Sr. :anta Man ohtivera n
lliealro dt Apollo para levar seu vaudevilla parto-
ril, medanle gratificarao que por cidi recia
marcaren) os tslatulns dessa suciedade.
Nos AoaagiabM I nos A .ouguiuhu. a polica; a
jogo ja fede, como dizem. utssi ra en. cerla
casa.
Chamamos a atlenrao d'J >r. liscal da Boa-X is-
la para a mercado lema (regue/u, qur dizem ra.ni-
nhar pelo me-uio Irilho du di niiciri de Saa-
Jaa.
n ctleiln, pa, eee que M. de Peisigny Iralava a i '-ndo rom a corle da Prnana. As tegomlM observa- ror,llal. u 'lu P"J' eurquece, as jardinciras des tara ,er a tua primera urgencia ; ma* nao acl.a- dat avancada* da iereja.
1,111-t, n II.ul .i', il uu. Morola a .........l.. I...4 i roes darao a rnol.....ar ......... -..:.:.-- _..... ..n.^n. -.....,.- r '
avalleirotamcole, e quando lord '."" darn a cuhcrer nona opjii,io quanto ao moda
a Mr. de Per-ignv : mas u seu gover- porque o gabinete de Vienna tncara os ponlos *s-
Riugnem he ptrmlttido rsstringi-ios on ;i*ga-o^
su minislro m
Clarendoo dixli
a conservar,, da alllaoca ; o nosso em- I'nenies.
replicara : deixa rallar Walewtki. rl!l
minha pario. reapondo-lb* pelo m, erartnr.
\las -.ollemo- ao ronsellin.
Dnrante a discamlo apaiioaada uu
i Chlio de rernnhecimenlo p;|o modo porqne fo.
Ii I nos.a IntrrrencBa his qnes,
unto p;l
nco bis qnesles ri.usiilu-
rionaes, o oraran de S. \l. o m da Dinamarca, nos
....niMro com o documento- une no fnram -onmnmrvHi. nm v
emb,,xador >aPole-0lsegundo cciffiJ qaam0 ^j^ Bolo,. en?arre,oaU da pn^a ^qn^ rt
IIO>i(i*
(*
lil.lin
sIo?.
LEGiVEL
... V

Mum
A
portas dessa rasa fo..ein fechadas rom lijollus, ou
rao, anda mire toda.y alvi.res nm q. te refe-1 >e o pessoa, do clero secuiar, nao he sullirienle I ZttJtt^ttJSt a-
wwaiM ...erario, leriam um lliealro mais nse a culotmarao, sob a poni de v.sla de deten- para tali.'azer as necestidadet do parorhiado. como | bertas.
e seus e.f.irr.na, tin lugar mais conveniente volver dirigir as mistos como o mais poderoso, o pretender, cuno exigir qn elle se reparta na. (luviinos dtott que do .- n.nlherr. rom Madr
para a raanifertaclo de seus prnsamenlo.. maie conveniente e o mais nerossario meio de oh- mio* ptrfcila, grara'c a Deo., .* as.riit.m dr nnile na pon-
De amarnemerla, que ba lempos lemos no Ira- ler este de.id.ra....... Ainda nao vimos a dimon- E onde e.se clero, educado Imlrafldo no .nsli- a' f^ I'"" r--["rrn mb, o qo*li|.m
titulo Calholico a que o Sr. arcebi.po di Babia Iracao di nma Omm que faomi sentir a convani.o- j tutu da. vtimBm onde ee .Uro, edhe.do pela ib- ] ,^|T.T'" p'"'m^rT.h"r '"*""a '" *>n,"ii
acaba de enerosasienip appro-ar e loorar. Irarn-. ci.i deri.amar pira o baaqaah ocial e pela voi I negado de ludo nscommodos da .ida onde ese! < lunlh..n di guard. nacional da Boa-.",.-


DIARIO HL PEENAMBUCO, SEXTA FEIBA 10 DE JANEIRO DE 1857.
S
ta, aclia-se pntlBtdO de uo pouco regos.jo com a ap-| pendiado a eom urna reblara de rancor, desconlian-
preseniac.ao do seu dislinclo commandaule o Sr. le-' ca e desprczo, nao snmente pelos censuras insiero?
nenie-coronel Jote Candido de Barros a frente do e cbrislf.us huido, ma alada pelos homeoa da so-
diniio corpo de que he chafe. S. S. pralicnu un ac- : ciedade, de um oslo delicado ein alleclarao, qna
lo de cavalleirismo para cora o hatalhao que lio le limitara a expiimir o senMnenlo da sociedad po-
dignamente eomman-la: parabens ao 3.' batallido; lida Qual a iar.ilo porque esa oeicdade f Irale,
que cunlinue elle a dar empre provj*, qna respeila mesmo ero seus boM .'linios atleiices, cumu enea
as leis constituidas do estado, e que ama proluuda-
meute o seu coiutnatidanle e mais .luluridades que
lhe sao superiores.
Ale manhiia.
REPARTIQAO DA POLICA.
Occurrenciaa do da 13 de Janeiro.
I or.nii preso* : pela sobJeleifacia da freguezia do
He.'ile. Francisco da> Cbagis, o uiarujo inglct llo-
berl, porbriga.
E pela subdelegada da fregueiia de 5. Jos, Sl-
verio barbosa, por insultos, c Marcelino Estevo Ca-
lado Liioa, por seoppor a prisao da u.n iudividuo.
l'oi uoicaraente preso : pelo juizo municipal da
segunda vara, / f-tin > Kodolpho Uelsada Borba,
por Dio baver curaprido o dever de fiel depositario.
*4Jublicacoe& a pebitov.
i:ma lacrima i
VffirtcUa ao lllm. Sr, Jote Javintho SUceira, e
seui /Mos por occatiuo da sensicel morte da es-
pota daguelte e iniii ie Joaquina Stlceira.
Da morle as ferreaes leis nao Mrttrrogaio;
iNas paginas l.ii aes he ludo eterno '
As lagrimas allivio dao, o fel adoculil,
'.' Jt sorveroos na taca da desgrana
Sao dis nossas pailn o passa lempo,
I iiiiiivn etlieaz da desventura....
11 praolu derramado sobre a lousa dos morios, as
lagrimas vertida* na inorada lunerea, ala sem il.j-
vida alguma a prova inaii eloquenle, que ullerecer-
lhea pode a verdadeira aiuisade '. Sun, ja nao exis-
la a Kim.1. Sra. II. Auna Joaquina da Silveira '.
Qu3o luesquioha he a nalureza '
Puo avara lie a sorle !
Moao iofeliz a humanidade '.
Sao os ditos da tardada. Mas, quera pode pers-
rrula. os iosondaveis areauot da Providencia ? A
terrivel parca sempre vem roubar a vida inais pre-
ciosa I Esquecese dos despotas,que as na;oe- oppri-
meni. e dos acelerados, que espesinhain a inuocen-
eia !... dus avaros, que seus thesoorus alTer'olham
para cevar sua tabica., olvidados de que seu irroau
gama na miseria !.... da esposa infida, que o con-
sol le atrairua. a que le^a "opprobrios do fruelo de
suas entrauhas '.... do lilho desnaturado, que faz seu
velho pai Irasar lodo o fel da amargara !
Ol que n.i i poasa existir por uiailo lempo quem
resume em >u.i alma as \ ir ludo augelicas !
Que importa, que a viuva derrame lacinias de
laugue, que entre as hrridas- maos do desespero a
altos brados chama a morle para que Iba corte a mal-
fedade existencia, ja qoe nAo pode chamar a vid?
para que alent ana bemfeilora !
One iraporla que a orphaa senlindo lodo horror
da sua pelala, trmula e nalida, derramando rios
de lacrimas pela perda desua protectora, da sua
axil, envi as azas rxas de sua pungente agoni',
ama ardente prece ao Omnipotente para de novo res-
tituir a vida aquella, que nesle mando era sen nni -
eo .ifup .ro, sua derradeira esperanza '.'
Oue importa esass lagrimas, e preces o apenas
u desafilo dos que geineui, ellas nao penetran! o
aanluario de lieos, e quaiido la ehegassem terviriam
para juslilicar o auju extermina lor '. mora sim,
nona a Exm. Sra. D. Vnua Joaquina da Silveira !...
Alma anglica, e-pura, depois de breve perigriua-
(,'ao ueste mundo, vouu a celeste maosao, auica, e
verdadeira morada dos justos....
He bem Irisle a nossa existencia, emliora o borho-
riuho do'mundo, que de continuo preteude fasri-
uar-uos, euibora agora mesmo algures se ouca o ro
do i ii I re ne do prazer, e o horaem pareja esquecnio
de si mesmo, e da morle, que talvez aiuaubaa, logo,
agora o aorpreada. ludo nos assegura que soraus fel-
aes.
Saudamos a aurora eom sorriso uo- labios, he o
sorriso da esperauea, olhaiuos para o co no zeiiilh,
como para pedir-lhe balzaos, e socorro, e quautrs
vezas blaspheinamos ao auoilecer !
Keuasce a esperanza para de aovo a perdermos.
I.ma uulra sobreven), novo desengao para a Ilu-
dida phanlasia ; clirisla'os, correi. ide a maosau dos
morios, que he a verdadeira academia do philosopho.
olhai para o cadver, que ja leve vida, comparai a
pumpa uiorl'iari com as gallas de vussos luiiiulluo-
sos pra/.erea, e veris que eisa vida que gozis he
um ourupel, nni lalso galau que ennegrece lanzado
uu brazeiro.
.Sobre a pedra da campa amnrtecem-se as violen-
cias das presuinpccs da vida, e abate-seo furor dos
vagalhes da soberba, qual coulra rocha escarpa-la
rompem-se as vagas do entumecido oeeaou '
t.hristaos, correi, ide all aprender q esperance, e que essa esperanca he Dos. Mas --1
lio a sua vontade, e ante ella curva-se a nutureca
inleira O prauto he o ooaee nico apaadlo, as li-
grimas um ver das blasphemiaa.
Siin : Ja nao vive a Exm. Sra. D. Auua Joaquina
da Silveira, eisa esliemosa esposa, idolatrada mil,
virtuosa malruiia, cannliosa prolxctora da desvalida
viuvez, da lufeliz orplisndade, que lanas ligrimas
ella euxugou com o sopru de sua caridade: foi-se
relugiar no eco, onde a virlude aclia sat promellida
hemaventuraura.
hacarnos seulldo coro cum seu digno esposo, aeu-
i liams lilliii*, sua lamilla cheia de daaolaco, e lodos
einlim que.i coulieciain, e apreciavain suasdislinclas
qualidades, e por isso com ra/.lo deplorara.i para
sempr, seo pasaineuto.
(I seu tomulo sala o curasao de todas essas pessoas
que Ihe cousagraram sempre a ir.ais acrisolada arhi-
sade, e o seu epitapliio sera inspirado pela dur mais
acerba, e escripia com sentidas lagrimas de sauda-
des oais vehementes que o pungir da morte.... A
nos, lagrimas de saudades sinceras, e a ella paz no
ceo, e as delicias do paraizo pelas penas desle
mundo.
K assini praza a Dos.
. Oae muihas preces lgubres vibrando. Osa-
res desle fnebre remanso s eleveiu ale este aaylo
eleruo, emquauto saberemos perpetuar a sua ve-
neranda memoria.
ricos currompido-, rujas leslas silo aeeeiUl ten que
ninguem se jolguc obfigado a esliina-los, como esses
convivas de muilo espirito mas de pooco valor qoe
cada um convida para sua casa sem exceder para
com ellet urna lamiliaridade de algnmas horas '.' De
que modo se pude explicar esta tonlradicAo appa-
rente .' Porque razan tanto successo e l.o pouca
eslima 1 lo pooca aUtoridade com lana iutloen-
cia '! Dev-se allribuir islo a severidade dus coslu-
m, a inllexibilidade dos juizes '.' Nio, diremos
ainda urna vez, porque o Ihealro pelo meos, quan-
do ollerec.e afumas obras de merilo Iliterario, nao
parece incorrer no mesmo desfavor ; e entretanto
que dill'erenra (nn talento igual, suppondo-se uo
autor de am drama e no de um livro qualquero
mesmo respeito pela moral e pelas conveniencias,
quanlas seducQoes externas e por assim dizer mate-
naes, nao ha cm orna repraMnlaelo dramtica, e
que nAo exislem ein nina leilura '.' Ouantos peri-
gos, que estao lora das iuleii{ea e das lijes do poe-
ta, nao ha para um mancebo, paia urna virgein, nn
facto nico de assislir i ama representarlo theatral !
. como o romanee, ai la vez quy seja casto, se con-
ciba melhor com a vil a das familias, com us pacili-
cos enlretenimeatns da nnite e as puras emoees do
lar domestico, do que *ses espectculos, onde a sala
rivalisa muitas vezes iom a cena de movimenlo e
ornato, de faces arrebicadas e de comedia munda-
na '
t.uinprc porlanlo prpeurar em oulra parle, e he
o que desejariamos tentar hoje, embora corresseuint
o risco de parecer quejos iuteressainos desapiedada-
ment* em um gepero iecundario e frivolo. Nao ha
uada frivolo em |i|lria|iura, porque ah ludo se eu-
pio como um aignal de desrkdafloj depois romo nm
castigo ; o roraaoce diverlii e nada mais otima-
vam-o lano meneaquanla mais i. veri.a, e deixou
de ser considerado um genero Iliterario no 'lia em
que piociirou siillacar os oulros gneros. Era isso
de justica : todos saben) o que a arle, o eslx lo, a lio-
gaagam, a composieao, o esludo das parles e do lo-
do se tinhain cilo neate inlerregnu, por imaginafOea
desregradas eetn obras nionstruosa, as quaes a "cri-
tica perdia seus dueilos, nao porque uada houvese,
mas porque havia demasiado.
Felio.ente u ezresso do mal Ihe trvio de reme-
dio *, veiu o momento ein que novellislas e leitores
pedirn) perdSo uns aos oulros, ero que esse bizarro
crescendo de ioveOfO**, de avenloras, de rumplira-
roes, de sorprezas, de peripecias, de terrores, parou
de repente, substituido por oulros terrores, oolrai
sorpre/as, oulros rumores. Vio-se tolla que s maior
parte dessas aterrailors realidades, espalhadas en-
tre a multidao, nata rousa nlo era senao a traduc-
(te livre dessas bellas lircOes, que se linhain admi-
rado lauto em seu jornal, c que o primeiro Pars
desla vez, em lugar de sastenlar-ae pele fdheliin,
explicava-se por elle ; o que se liaba li lo, xeio a ser
(amanariaroente larde responsavel pelo que se via, e
paguii os abrazados de recninina^ei, resenliracnloi
e desconlian^as.
O medo encarregava-sc de dar-nos urna lieao de
moral e de goslo, e essa lirilo foi roinprelif ndida -,
aletn dislo lodos estavara muilo aecapadoa pera io-
leressar-se muilo lempo pelas mesmas historias, bas-
tante recelosos de si para curamoverem-se de males
.imaginarios e procurando hroes polticos para cui-
daren) em hroes romanescos.
A reaccao comecoa, e marchava apressada em
I ra...a ; pude-se a.ievinhar que o romance ia arri-
piar carreira, lomar diiueusoes rasoaveis, pedir me-
nos a' curiosidade, mais ao boin senso, preoecupar-
se mais do estudo dos senmeiitos e dos caracteres,
da elegancia do eilylo e da forma, do que do refreia-
meulo dos episodios e do inoliui das scenas inespe-
consignado a vnna (iaudinn k\ Filhos, manifesloa o
Sfgtiinle :
7(Hl ealxaa sah'-o, I sarco caf, e o lonelailas
lastro aos consgrialarios.
UOhalll.AliO tiKKAI..<
Rendimanto da> da 1 a li 3i:i73a8i
dem do dia I!........ 'iMil'.iriisl
:'i;iii:icsj:l
i-'IVEItSAS
Kendimenlo do lia I a
dem do dil l'i. ,
PROVINCIAS.
I i .
l:tiJ8936
iljJII
l:!)72M:n
despachos m exportacao pkla mesa
IK) CNSUL* DO DESIA CIDADE NO DI A
15 DE JANEIRO DE l*Y7.
LisboaBrigoe porlogeez aLaia lia, divertat car-
regadores. N -aseos mel, 30 paneiros tapioca.
demUarea porlogaeza "S. Manoel II, Manoel
Joaquim Rain is e Silva, "> pipas mol.
PorloBarra po'iugue/a .Sania Crai, Tbomai de
Aquino Konse^a ^ l-'ilho, i cseos niel.
Buenos-Ajres Polaca jerusamililant 'Julia lia,
Amurim Irma is, :|IH1 barricas assurar hranco.
PARA A BABIA.
Oveleiroe bem cciilicinlo palhaliole na-|
cionai aDous Amigos,prelende seguir pa a i
a Baha cun mu la brevitlaile para "> regle i-j-g M
de sen carregamento Irata-secom o son con- -
sigualariu Antonio Luiz to Oliveir* Aiere- *r ii.duas PRECIOSAS
do, rna da Cruz n. 1.
leW-MMH-*
t jA
10REIR k 1R7E. :
Real
quetes
com pai i li ia
i
iiigleztH
(lo (i;i-
vapor.
No da Jl .leste mei npera-sa do sal o vapor
WON. eommadUaule Rivell. oqoal depoia da de-
mora do cotlume seguir para Sonlliamplon, to-
cando nos pollos de San-Vicente, lamrifl, Maleira
cadea, se retnonia delelo em co a quesle vi'.acs. radas, procurar em tima palaxr. ser o que uo era
U romance se lem mh|trado na historia e lem falsi- j mais, una litteralura e urna arle,
hcado para urna aeraeio inleira muitosacoutecimen-1 Mas para esse lim. devana o romance vnllar ao
los coiisumrnados que,! presentados em seu verda-| sea p01lll) ,|e partida *. lerinnos de xe-lo penar
deiro estado, leriam imprimid.) talvez nma direcrSo i oulra vez pelo gabinete de leitura, depois rcuioiilar
dillerenle nos successosj contemporneos. | alc bibliotli-ca, tornando a galibar lodo o terreno
O romance in-muou-- nos espritus, c tirando- I perdido, abandonando o que lem conquistado ? Sim
Ibes a idea do necessariu para dar-lhe o senlimento I e uo : nos grandes surcessos, em qualqner grande
rlluu, ul.-liini., a essa hrme/.a viril, que os i variarau do goslo publico, ha aempre dous partidos :
preparava para as lulas e para os sacrificios, estas as
piraees enfermas, que se dia presea em pensar,alim
de licarem iseulas da obrar ; o romance propagou-se
iias iiia--a-. e razendo Jurceder nellas a credulidad
a cren;.i, as promeisas lidelas a' esperancas im-
morlaes, lem laucado aos militares esses germens
de revolta e cubica, cuj s fructos nos encheir. de es-
panto.
Como se v, ama illiisan, que se prende lao es-
treitamente a taes realidades, deixa de ser illnsoria ;
uiua fulilidade que tam penetrado tanto nos mais
graves lulercsses da vida, deixa de ser luid. .No
se ptiie considerar com insignificante o mal que o
romance lem fetlo. neui o bem que poderia fazer,
a desgrana que lem merecido, nem os ineos que Ihe
restara para se Itvrar detle.
Aules de tratar tiestas(quesles, nao he intil tal-
vez procurar saber purque pilases o romance lem
passadb, ou para inelliorf ducr, em que circulo tem
ellelgyrado para chegar ao ponto fin que estamos.
Ha c-m anuos, qnaod coineeou o dvsenvolvimen-
to que tanto se lem exagerado depois, apenas se co-
nhecia entilo as bibliotecas eos livros. O uequeno pu-
blico, ao qual se dirigan) os aulures escullimos, taes
o do pra/.er fugitivo e do seutimenlo duradonro : o
que repousa em nada como nos arrebalanientos da
uioda e lias phaul-jsias ja ociosidade ; e o que ex-
prime ou relWte nina transformando socia*. Ora
o que liulia Irazidu essas pitases sureussivas do ro-
mance, ora, devenios coitl ssar, o progrcs>o do sen-
timento demoeralicr), o nivel abatido e dilatado da
educarlo Iliteraria, a admiealo to maior numero
ut gozos da forluua, da civiltsico e do espirilo.
Esse senliraeulo, se padesse aitetiuar-se pela rc-
flexdo ou corrigir-se pela experiencia, nao podia
en abdicar nem desapparecer, porque era a tazao
de ser e a vi-la mesmo da nussa sociedadc moderna.
Tralava-M pois de aproveilar-se dflle. tle o condu-
zir por um caminho melhor, de o salisfazer prudeu.
lemenle em as novas condires, assegurar Ihe. alitn
de que nao exigisse mais, o que se poderia chamar
o rouforlo intellectual em opposic.ao a essa con/orlo
material que se prupaga e esienne-se cada vez mais
ern todas as minuciosidades da vida externa.
Tal lem sido evidentemente o carcter letrogrado
do romance uestes ultsmos anuos, e o decahiiuculo
do rom iiice-folhelim ; em lagar de ser proveitoso
aos gabinetes de leitura, parece pelo'contrario ter
,,^ 1 s >, J ,qT-IUrtMM' B"- completado sua ruina ; ele, vegelaft tniseravelmeit-
nardin de S.inl Pterre, nao tu.ha para ler um ro- ; os hvro, u,Iej ,.ue cire,e.n a exislenci.
manee oulro tue.o sei.au compra -lo, e daln resullava delles, lem deixado de occ .par-se da liuer.tur. e
entre o usciiptor e o letlor um conhectraento mais
intimo ; aqu un trabalho mais roiiscieucioso, all
um juiganieutu mais retleclidu. Este modo de pu-
blicacilo e de leitura, o uuicoque realmente couvin
as obras do espirito, conservava o rurnauce nessas
zonas escolhidas, temperadas, aristocrticas, onde a
da critica, e he debaixo de urna forma itileirancente
dillerente, pelo preco baixo da volme, que se iaa-
nifesta hoje o nivelainenlo das fortunas c das ni'el-
ligencias, applicado ao consumo Iliterario, lelralan-
do-se sem abdicar. Ilaln essas Bibliothecas coo-
lemporaneas, Btbliuthecas ,novas, Bibltolhecas dos
litleratura cooseu e em fazer-.e mundana, ten fa- ,......,u de Ierro, que -.a qaasi luda a tivraria de
ze.-se anida banal Desde aque la poca pod a-sc 1, ,je. e trazera para o dominio das ideas, dos In ros,
em duvida Tazar algumas esp-culaQoes, que mais se da luteratura, os mesmos procesan rpidos, Tacis,
aproximavam no que s-, ie.n pas-ado en. nossos has. cummodos, econmicos, que a scienci e a indus-
Assim n quarlu vulumede f.il Hraz appareceu mui- iri, empregam no dominio ios fados He por isso,
,i.ne,T,i22S. Sn S '' '"* mTm VP'\h* Dor "" PaWWdade .cressivel e mltipla, mas
uhos, Richards.,i pobl.cava com grandes iiilervallos, 5f,n co.ifusao e sem desorden., he neate meio lan-
os iiiinierosos voluntes de sua Cari/sa ; ainda Restil
de la Rretonne, esse M
tabernas coiopui.ha e iiiprimia seus immutidus ro-
mances por meio de pr
sa poca tena invejaduj
n.r obstante sua celebn
quencias: (Ul lirtii pe
tres prtmetros. O mest
faz sentir em Clarn
chardsuii dos bordis e dai
cessus to rpidos, que nos-
. Mas esles raros exemplos,
lade, tiveram poucas conse-
deu em nao ser e*criplo de
um sti jacto ; o qoarlu volume he muilo inferior aus
tlefcitu de composieao se
larotre, qoe pur mais que o
digam, lem digressOes iltloleraveis, e que Richardson
leria certamente abreviado e reft.ndiilo, se o plano
e o lodo ta obra so tivessem apresentado desde o
principio ao seu pensamiento, hmliin nossa inania
de reaccao realiil.taeao, favorecida por alguna es-
pirtlos lanta-licoi, pode fazer eahir um romeulo
Reslifde la Brelauue desse des|irestvel ulvido, re-
servado para os maos livrus.
lis mos livros Ainda que devessemosser acen-
sados de um estranlio paradoxo, dinamos de boa von-
tade que era isso unta van'.agem da Literatura e do
romance de enlao. Sendo a contusa,, manar, o. Di- im.iieJiaiamoi.'ted
tures menos tiumerus tiucees aaais claras, o beiu
didos por graos inlerioedi
desuado a pas-ar da lilao en. mi, mas a licar
do comprador, u Metiptea nu!onainiite recoabe-
bem aprupr.adt. as uo,sas extslei.cias e aos uossos
usos, que o romance pode reassumtr seu lugar, en-
trar de novo no circulo dos lioruens honestos, seu-
satos e illustrados, donde o liaban feilo sabir sitas
loucaras.
Para isso, o que Ihe he preciso.' tlenlo '.' Cerla-
mente que siru ; mas tambem havia,a mu talento
enormeuessas obras colossaes que su lizeram pre-
cipitar sua decadencia : he preciso que au lalentu se
remull anida uulras qualida-les mais psrlicolar-
mente esliinadas pela razio, pela moral e peo bom
goslo. lim vez de tentar aqu una euumerarao
rida e didctica dalla*, procuro ver se as descubro
em algumas das obras reeeiilemciile publicadas.
He tempu que a rr.l.ca se oceupe as circunitaucias accessunas. que nao nos pertet.ee
julgar. Apresenlani-nos um livro : ler, analysar e
procurar formar >:in juizv sobie elle, eis aqu luda
a onssa larefa.
lodos os mo ou dez anuos, |.e-se ein circolaco
lilUralara "U na arte unta palavia, que serve
vuibuio, de ponto da reanilo
I,hallar Escuna oldernborgneza Plielo, N. O. |e Lisboa: para passageos. ele, trala-se
Btcber \ Campanilla, IDO saceos assucar tTaiieo.
MarselhaBarca frauceza aladafuiela, N. t). Bie-
ber c\ Conipanhia, I.OtKi saceos assucar masca-
Vadn.
liihraltarBarc sania Paulo, Manoel do Nas-
cimeulo Pereira, lilKI saceos assucar braoco e mas-
cavadu.
Stockolm Barca sueca ol'amilieiio, C. J. Aslley $
Compauhia, T ti, cnutos salgados.
Exportacao .
Rio de Janeiro, barca brasileira o i'l.ereza l>i, de
JH~ toneladas, coi.dti/ioo seguinle : Sgamelas ce-
ra amarclla, I c nxSo quiua em po, 1 dito meio ap-
p.iridho de lonija, I dito mangas de vidro a gairalas, I
l,j()7 saecas niiilio, :l() taboas amarello de assoalho,
I.I28 meios de sol-, lili voluntes pelles de cabra.
eom
+'
I
Adereena de brllhantei, 1
diamanleaa perolas.pul- a
-.or.-. allineles, brincos ?
? rnzelas, botoea e aunis
de diiien nies goatot eda '?:
diversas pedia, de valor. :
lija m tiRim
Ra do Cabula n. 7.
Receben) por to-
w.d.m.d0808apOPe8(iBlJl-
ropa as obras do mais
moderno josio, tan-
to (b' Franca como
>- Iiocain prala, ooro, bri- *
ai litantes,diamntese paro-
* las. e nutras quaeaqaer *
* oiaade valor, a diaheiro t
41 ou por obras. *
?,?> ?**?.* >*????<
?
?
t
Adere._oscorntrelo.de .
ourn. metosdilos.pulcei- *
rea, alflaele, ariaeaa a *
i o/el a s, ro. I ..es trame-
lins, uiedall.as,crtenles
e enfetles para reinal". *
oiilrusmutlosobjeclosde .
ouro.
Apparelboa rnn.plrio., ?
le prala, para cha. han- ,
le..i- salvaf, ca-lieaC', ?
roilieiesdesopaedeeli.i.
e inu.los oulro ubjerlo- ^
\i~ prala. *
. I*;*****' *..,.
agentes Adamson llouie k\ C, ra du trapiche No-
vu u. \-.
Paro i liba de S. Miguel.
O muiio veleiro patucho portuguez Alfre-
do, que deve chegar do P.io de Janeiro a lo-
dos os momentos, lem a maior pane da car-
ga prompta : para o resto e passageut^ tra-
la-sc com os consignatarios T. de Atjuitio
l'onseca & l'illio, na ra di. Vigario \t. 19,
prioisiro andar.
l'ara u IIha de S
'Sl-
Uiiel.
OJirigue Portgm Olivena,
3 caita, doce!:. dilaa rap, -J ditas velas de carean- cl"fai a loJ,,!> os ",u,"e
ha, I saccu gonma, IMi saceos, 6 meias harneas e Pf lla ca""g" Ia pronipU
O barricas'com 7,11 i arrobas e li libras de assu-
car, I multle 2 arrollas de dita retinado, 'JtKI eoeae,
39 fardos Mi baniguda.
HKCEHEDOHU DE RENDAS INTERNAS liE-
RAES DE PKRNAMBL'CO.
Itendi meiil i. do dia I a I i .
dem .lo di l........
b: 636*527
4(i"i-:itMi
6:93J893
CONSULADO PROVINCIAL.
Rauduoento do dia I a I i..... ; 10 7*7,-7ID
dem do da I"........ J:7S.'.:tilb
33:jTJ3-J6
MovUtiiitv 0> p&tto.
Navios entrados uo dia 17.
Cainaragibedas, lu.ite brasileno .oanta Loiiea,
de Jl loneladas. meslre Eslevan Rtbeiro, equipa-
gem 3, carga assucar e couro ; a Manuel Jos
Leile. Penence a Pemainhuco. Passageiros,
Albino Jus Francisco, I Montana Mara da Coti-
ceiao.
Dt commlssJoVapor de guerra brasileiro oBebe-
riin--. cimn ni i mi-, o I.' lenle Ludgero de
Salles e Oiiveira.
Navios sabidos no mesmu dia.
BahaPatacho inglez Uliams, cun a raesuia car-
ga que trouxe. Suspendeu do lameirao.
ierra NovaBrigue inglez -Mi I un capilo Ri-
chard Keariuey. ein astro.
En coiiimSs,ioBrigue. de guerra l.ra-.l-iro olla-
panca, coiiimaudaule o capilao-teneulc Beuto
Jos de Carvallio.
iiue deve
utos, tem maior
ta: quem pretendet
carregar ou ir de passsgem, entenda-te
com Joo 'lavares Cordeiru, na ra da Ma-
dre do Heos it. 36.
l'ara o Ase ale \>\ do crrente sabe o
palhabule nacional Piedades : para caiga e
passageiros Irala-so com o capito a hordo
ou na rila da Madre d'j Dos a. .
rila>*S.
LE LAO.
A. il. de Abren l'ara' leilao, por
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre^o coiiiiiiodo como eostuiuam.
CONSULTORIO HjMEOPaTHICO
DO
(tade seacham sempre os mais aciediladot medicamentos, tante cm tiulura> nana
cm glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante votnmodos
i l'.KCOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita do 24
Dita de 36
Dita de 48 n
Dita de (O a .
lobos avulsos a......
frascos de tintura du meia ouca.
Manual tle medicina homeoiathica de Ur. Jahr com o dic
cionario dos termos de medicina ....
Medicina domestica do Dr. Ilenry.....
Tralamento do cholera morbus.....
Repertorio, do Dr. Mello Moraes ....
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JiiOOii
30MM
t;ooo
-.';ooo
OaOOf
10/000
2/000
8#000
Pergunta-te ao Si
reiro lia n mandad
T^ta-ds

- Pela mesa Jo consulado pioviucial se
ha de arrematar ein hasta publica a portada
mesmo no dia 17 do corren te, o pelo Clo-
rindo, de nacao Congo, de idade40 a 45 ali-
os, apprcliuudidt) pela polica co:uo bens do
evento, por ttem decorridobdias da lei e
nao ter apparecido dorio como he expresso
no art. 4 do regulamento de 17 le junho de
1852 ; e para que chegue a noticia manda
fazer o presente cdilal aos 12 de Janeiro de
1857. O administrador, Antonio Carneiro
Machadt. Rios.
Ramos, thesou- 'oequni los de Sant'Asna, morador no tui
e do Espirito Santo, In,<>Je 'ngazeira, por isso snppOa-seter sc-
se a imagem r,ue boje existe he a mosma ,SI!0B"?I4!!,ill,hoie'n ntao4* lern>:" >
j___r j i- -. .- .paia essas llandas, levou coinst'-n um n-ln
de que fe/, dadiva .lose Caetano \ ,e.ra da gio de ouro pelele suisso cnn.'cerwi1
Sllva- ouro. um par de brincos de Blagrta, a am
--Francolino Ferreira Craspn, pharma-1 pedajos da ouro velho : roga-se as aiiiun-
Icetico apDrovado pela Imperial Faculdadc dadeg p..ltciaes e capit.les .le caupo o i.ren-
uiici-- 'lo Medicina di. i;i(.de Janeiro, participa aot dam a leero a Toa da Goia n. 8, nu< tarso
vencao do agente Oliveira d.-' um nir- ant|gos fregue/es.le seu litiado pai o pbar- recompensaJoa generosamente.
t:.'^ ", j' i macetitico liento Pinto crespo, cslabclucido' l.ui/Lucien Poulain ietira- leito tortimeuto de tazendas inglezas, as I nacdai|e de Goiaona, que a botica cut- franca
mais poiprias deste mercado: sejjunda-
fera III do trrenle, a't ID horas da ma-
nh.ia. no sen armazem, ra da Cadea
do Recife.
LEILA'O DE O' I0IJOS
Que faz n agente Pestaa por conta de
quem pertcncer, de 20 caisas com queijos
Damengos dos melhores que ha no meri
sexta letra 10 do correte, as II lior
manb&a na porta da Allandega.
nua a traballiar sol) sua dirccSo, e all as Kugiiam no dia SSde agoslu to
pessoas que o quizerem honrar com suas fre-1 passado, do engenho Quanduz, -j escra'v guezias o acharjio prompto a satisfazer com pertencetitea ao Sr. Jos Ignacio tle Mello, i
zelo e promptidao os misleres de sua arte, e nomc Antonio, representa ler Majano
,'ede-se depois de so ter rogado muilo i pooco mais ou menos, cor prea, alto, aoc'
lempo a Senhora Itoads, que tem hotel in- M do corno, peinas linas, cabeca calva', cuui
glez na rua do Trapiche, se ella quer man ">na cicatriz na testa. Roa, casada com o
if ult. P>Si" 1U!uUa iue ella deve no arma- 'l"> preto, de idade -_>1 anuos, cor Uioca es
oras di!"'" ''a rua 'lo Tri,l,iche !Vovo --. e por tora baila, grossa do corpo, beieos go,-
I este meio acabar todas as transaccoes tiene- s"s ; os quaes cscravos forain comprado-
: ii;ii I "'' "Vr !"!" 5e"'J" ** roinanti.mo;, susc.tou U.....ri.vei. grier- ; le*-id,,' de losll"'i' -'
CONSEI.IIO ADMIMSTIlAilVO.
Ocoiiseiho administra tiro tem do comprar
o seguintes objectos:
l'ara a obra do Hospital Regimental.
Tahuas de aman lio de assoalho 12, ditasi
dito de I po-
iolMiilias
PARA 1857.
^Arliam-se a venda as bem condecidas
l'olhinlias, impretsas netta typograpbia,
das legnintes qualidadei:
FOI.HIMIA RELIGIOSA, ponteado alcm
dos mezes, a bibliotheca do chrittSo
brasileiro, que se compota de ora-
cocsquotidianas, metliodo de assislir a
muta e con listan ; cnticos, psuIrnos,
livinnos, oflicio de Nossa Senhora da
Conceirane muitas outrat orarnos de
grande mrito, prero...... ~ii(i
DITA l)K VARlEDAIieS, a qualalem dos
--luprad..
gociocom o tillo armazem. em IVsqueirn ao Sr. Ignacio Camello l'essoa
Um guarda livros arrumado om una doSiqueira Cavalcanti : por isso n.gj-se a
das principaes casas de negocio tiesta praca ''^a pessoa que os pegar, ou delles der no
deseja mudar de lugar : quem precisar de,Ucia no dito engenho, ou tiesta praca no
seu prestimodirija-se em carta Fechada a pateo do Carato, taberna n I, do Sr.'joa-
esta typographia sob as inieiaes I E. 'l"m Manuel I--ircira de Sou/a, ser gene.-
Aluga-se ein separado ou junto o so- rosamente gratificado.
lirado de dous .andares e soto, entre as ras Aluga-se urna boa casa de, campo na
da Penha e Diieila n. 0, com muitos com- l'issagem da Magdalena confronte a casa do
lllm. Sr. Dr. Kouseca, piula la e Calada, e
com bastantes eoinmodos para lannlia
quem precisar aluga-la Jirij;i-se a rua do
Trapiche escriplorio n. V, de Scotl Wilson
c Compauhia.
modos : na rua do (.ucimado n. 24.
HOTEL
DE
Jaboato.
o proprietario do amigo iiovei. di: JABOA-
T\0' lem eom aquella decencia j bem co-
nliecidia do respeitavel publico, preparado
este anuo a sua can para hospedagem
I \0 FtBLItO.
B No armazem de fazendas baratas, rua do G
& Collegio n." 2,
t& vende-se um completo sortimento Ha i
o'ndas linas a rossas, por mais barato Ji
ado 5* presos do que em outra qnalquor parte, !3
da- H lamo cm porjes romo a relalho, alhan- B
nH.zes,r,,.,,:,,,i;;os.lt/a;;,i. >
nocOesde sciencias, artes, lidos dr- H.antes fesus que em honra de Sanio Amaro Pdrai0ci>- esta estalwiecimmu abno-s.
sanos M co'nbi"3<;a.i com a mu
lesapuareceu sem le smo delinida.
escola do bmo senso, como so nma
ipier- ,
Depois 1
escola
. A.
na cida-
M PROTESTO.
Ollciecido a lllm'. e E\m". Si*,
por occasio de urna renn'
de da Victoria.
liuar-le etcruainenle
Por teas nllitn vou jorar :
l'o les to IUC despreiare,
Maa eo ounca te olvidar.
Eaaajata que proliro.
lie sincera, lie verdadeira
Constante liei de eampri-la,
lo ni hora derradeira.
<> fado pode I nimio
De mena olhos le roobar;
l'ode mesmo com mil golpes,
A mialia alma acal.roi.har.
l'ode a vida mais crool
Met solTrer etemiiar :
Pode mesmo o leo amor,
Em vil odio se mudar.
Mas nao posso le esquecer
Nem deixar de le adorar...
to jurel, en soo lineen).
Al n.li.t jura, hei da guardar.
A. M. \. B.
Victoria,} de Janeiro de I8S7.
C.Tj.Zr"l .S i'"" f! "'" "0"TiJ e,|,ec"'11 q-iall-J" P"* conv.r, ao mam olli tinlmei
e f iriu-imn un), c.llie'^ona bem vi-ivel ; iitncueni ique bom s
uielbor e mais precisas: a responsalnUdade a a vi-
aiahaaea dos mos romances nao linl.am lauto peso
sobre os bous.
Essas situacoes se rnodihearam, qiiaudo cuino.- m
o reina lo do gabinete de leilura ; boove ja ut'sso
um primen. indicio de approx.macao, ti, a dier de
cinilus.io deuiocnlica entre as d.Veraaa classes de
leilores e cscriplores. O livro, no -en.io rna.s com
prado |. ir.-in luyalo, podia percorrer em pone, s
dias todos os degraos da escalla social e agradar a
un pela mesma mtt porque tte^agrartava a oulros;
e como se sabia que elle nao ficarta emeasa, e seria
apenas o bospede passaceiro ;de una notle. admit-
tiam-o cora menos escrpulo,linm-o com menos coi-
dado ; Iratavam-o como um desses companl.eiros de
llagan ou comen-aes de hospedaria, aos quaes urna
pessoa Taz bou. aaaxalha, 9cm se inquietar com seus
precedentes, porque tem a certe/a de nao os tornar
mais a ver depois desea encontr fortuito. A verda-
deira litteralura. perdeudo a raaior parle de seus
direilos sobre o autor e sobre a obra, deixava lam-
beni de os proteger ionio do publico illuslrado.
llalli resullou para os roiuaiicisUs e para us ro-
mances, tuna pstelo mixta, (duvidosa, indelinida,
que uo era lien, o daapreao, nem a eslima, nem a
reprovaetto, oem a sympalkta, ein que o excedente
e o delestavel se coulundiam em doses mais iguaes,
e o romance cm dilimtiva deseia um degroo na pol-
iii.io dos jui/es delicados dos homens l.onestos,
Menos reOeiO, desenvolvintenlo e ino.osidade na
compusiere das obras ; urna leitura menos conl i -Li-
sa o menos atienta u.i maioria do poblico, .claques
menos acolbidas e menos arnigaveis enlre o autor e
o leilor, um abalimenlo moral e luterano, onde se
encoutravam, um apus outro, os bous e os maos; on-
de o aroma e o veneuu se alenuavam diloiodo-se ;
tal foi esta aagnada i-I. .-< qac nao sent anda o
reinado da multi.Lto. u.'i i era mais dos leilores es-
colbidos.
A mullidao enlrou na lilteralura e no romance
com o follielim. No da em qna urna especulac/iu
intelligenle, mas Humoral, siisleutou o jornal pelo
annuucio e o annuncio pelo romauce : no dia em
x
irriTurnrn.
O ROMANCE EM 1855.
Os destinos do romance silo ugulares; lia 100 an-
nos.desrle Mam /.'ant,Uarianna,a .soia /leloi-
. Paulo l'irginia, nSo ha seero que tenl.a da-
do a nossa lideralora mais obras nolaveis. e ao pas-
so que o iioato Ihealro segnia e-Iradas ja trulladas uo
allectava rnaneiras revolucionarias, cuja violencia e
audacia uAn se tam mostrado justificadas por belle-
zas bastante brillianles, cada urna de ntssa geracoes
lillerariss va apparecer debaixo das formas variadas
e das iuspirares diflereiitei.certo numero de narra-
ojSoeora soaabrlai e moilcradas, -u apaixonadas c
poticas, ora cl.'ias de eloquenle- parodoxus, no ani-
madas de um sopro podereso, mas sempre dianas de
aUasxfto ciuteresse, quainlu nao fossein de sviopa-
e aeeeltaojo. Ao mesmo lempo que a iflucn-
li
ta do louiance lorna\a se talla expansiva a populai,
n termo medio du numero dos leilores aiigiueulava,
e esses ni.vos leilores. ligo sendo cpales de eleva-
rero-se ate os estados serlos, desriam a esses livros
mu lacis da coniprclieiuler-se, onde a curiosidade,
a iinagiiiRcAo o coradlo reclamavam ama parte
man .iiii|.|i. di. que SHIlcr ,, ,, ra/,i. pa |le S|
smenle : a medida que a vida publica e privada,
igualada pelo niveVimenl. ger.il, perdia essas aspe-
rezas e contrastes, que do o romance em KCO, to-
dih, se v.illavam com n^ii. salisfacAo para o dominio
da nirdilarao e do pensameiilo, e como quer que
-ocie i.ide mo.lorn.i abrissa lai-as e linlia recta, nao se achava laaisencanto ne nb..s terluesee, nessas veredas viiinbas dos abysmos
e das tempesladel, nessas phai.iasia. exlravaeaulea,
eductor... romo ama exeepclo.a Mlensivas como urna
desforra ; porque bario lioniem MMasomma de '.
Por nossa parte per2untaieiuos liumildemeole :
Que se citen le pela palana realismo .' Por ventu-
ra he o scntiinenln do verdadeira as pessoas e as
couaas. as pinturas dos caracteres e do mundo ex-
terno Sera' om odio justo e franco contra a cot-
vencao, o modo, a tensib.l.dadc facticia, o arlilicial
e o guindado Se assim he, nao podemos deixar de
o applaudir.
Por acaso sera essa arle que encara a humanida-fe
ta uatureta pelo lado mais nfimo, que procura
pintar microscpicamente ou em grande vulto as fe-
aldades mornes e phvsicas, que na elema lula entre
a alma e a materia, declaia-se pur esta, que abre as
porlas s paltes vis. MIKaaea, torpes, que as fecha
a lut du ceo, ao ar puro as brisas suaves '.' Em urna
palavra, sera' o contrario do espirilualismo, do ideal,
do indelini io 1 EnlSo Ihe declaramos una guerra
desabrida. Como se v, ja" que este swnbolo podia
olletecer eigiulicares (o diderenles, fr.i mellior aio
ioveula-lo.
Oue aronlece quasi sempre un mais intrinuado do
combale J Appareceu um terceuo ladnlo,', ilo he
urna obra que, sem partido, em sistema, sem pre-
tender resolver queslnes insoluveis.'asrada. lie acei-
lae.eaueseu caminhu, auxiliada pelas qual.dades, I
que os novadores tem admiltido em seus programmas,
mas esquecerati. de o f.izer em soa obras. Foi o que
aconteceu no Ihealro com Denti-Monde, de .pen.
certamenle meato fat;o panagyrists, nwaenja exae-
lldlo pholngraphica cheia de rasgos de espirito, ex-
plrca o succes.o ; foi o que e deu no rutuai.ee com
I olla, que nao he nem una obra prima, uem um
modelo, e oude a siluaco tirincipal ou ules nica,
se prolonga excessivamenle as ultimas parles:mas
I olla allraliee nao ha de desapparecer, gracas a um
merilo raro : a naturalidade com multo espirito. Em
Franca a rrceila be certa, e desla vez era tanto mais
inlallivel, quando .e COBiecava a temer que se ella
pardease. Com elleito, ob>erve-se que a Literatura
moderna lem dado tanto espirito a s palavra*, que
nao li i mais para as idea*. Se Mrs. Domas fillio, c
Eduardo Aboul somcnle houvessem interrompidn a
- areenai de guerra.
Espadas para inferiores iii.
Quem quizor vendo-Ios, aprsente as suas
propostas cm caria lechada na secretaria do
conseibo, as 10 boras dodialt) do crreme
mez.
"ala das sesses do consclho administra-
tivo para f'ortieciment do arsenal de guerra,
\ de Janeiro de l>J37.liento Jos Came-
uha Lins, coronel, presidente.Bernardo
Pereira do Carino Jnior, vogal e secretario.
TRIBUNAL Do COMMEKCIO.
Por esta secretaria se taz publico, que nesla dala
foi inscripto uo livio prtroeiro das matriculas, o Sr.
John Calis, na qualidade de agente de leiles desla
praca.
Secrelaria do tribunal >lo commercio de Peruam-
buco, 15 de Janeiro de IR")7.
O ollicial-maior,
Dr. Aprigio Jaatialaao da Silva Goimiaa.
C\ MNASIO.
O lllm. Sr. regedor manda declarar, que
da data de 13 do corrate cm dianle estao
aberlas as matriculas doGymuasio. Secre-
tariado Gymnasio Provincial de Pernainbuco
14 de Janeiro de l". O secru'ano,
Anlonio da Assumpco Cabial.
mpostos (jeraet, provinaaeseI mai* compleU satisfaccSo da parte de todas 'M outro qualquor; o proprietario taMtun-ai
miimcpaes. ;..c;o........ 2W|PeW0 '!" dignaren hospedar em porin.e e-.-.l-letimenio convida Mita t*
l,ITA..l)l: |,0!n"Al ara,.a!*?dM.m^rU-Ta'baxo.asignadafaz wao publico i IT f^"' e ao Pblice em gera!, ^
que no dia 26 domo/, de de/inbio des.ppa- Para T" venham (a bem dos seus inte- |
/.es tem exulicaret das indultreiir.iaa
I >_ ..atino inwnij,! M. ios ,|Uu lio u.a -jo ou me/, OB (10/. 'illlM'O lli's ipp
excommunhoet, etc., pi-eco. 100 receu-lhe urna escrava de nome Carolina,
Dll'A DE AI.MAWK, a qual alcm dos I com os signaos seguintes : altura proporcio-
mezes, contemo almanak civil, ii(lm-:lillla'rSb* do corpo^ cara larga o grande,
uistrativo; commercial, e industrial da
THEATRO
qaea Barrela, em lugar de condensar-se ein um'',"l'cr,r".', e P'ovado que no pai de l.esage Yol-
taire urna liaba clieia de espirilu be sempre preferi-
vel aos relocadus e requiules do eiljlo. seria islo
baslaote rara que se podesse applaulir seu successo
sein reseita-lo.
livro e olferecer-se ern um todo a bibliotl.eca ou ao
gabinete Iliterario, lei-se. am pequeos pedamos e
n,lo leve mais oulra fim, senlo trazer suspensa, por
mais teinpnque (base poaarvel, a cur.osilade de vinle
mil assiguai.les, nesse dia vio-se etidenteinenle que
as condieees de pnblicidade, de goslo. de suece
de influencia aram completamente destruidas ; que
ao jone rellecli lo de alguiH, a apreciaban rpida
de mullos, ia succeder o .inmenso desejo do Iodos
Protegido pala* aoligat lamillaridadoa do jornal, de
pT.vru com a polilic-i c com o aiiuuocio. o rotnait-
ee liaba Mirada por toda a parle ; penetrava no
salto, uo camarn, uo escripturio e nos casebres :
pa--;i\.i atra\e da ocieade como esses ros, que
Irausburdando aniinulam nas planicies m-mi- Je
ara cascalbo. Se. luni-mlo-se o pa'o de cada dia
de una multidao .te ialcUicenda vulgares, eulran-
do nas familias, onda inullilmeule se leria procura-
do orcullar aos olbu-, elle losse obriaade a alguna sa-
crificios de coiivti.icucia e exterioridades ; se a pu-
bliridade o forcassea supprimir ou maililiear a- un.-
serias de iniuuciosidade, as immoialiila.Ies muilo
aopareatm, alim de nao afuaentai sen ..ovo publico,
licaria em laualaneit sen-lu ti inesmo : dabaiza .tes-
tas reclilnaeOes de cosltiines, liaveriam as mesmas
tendencias, as mosu.as se-lt.cces, os ine-mos vicios
com a elegancia de manos, emu a popalaridaaa de
mais.
Ah '. na accepeilo anli^a e ollicial da eipressao,
alohavla mais livms maos ; L.ivia someute urna di- .,
minuicao universal da producen e do eooaommoIOere^eae neapannolas.
Hilera rio, um romanee volamueu e gigaalesco, der-
ramaulo-se cada manhaa em liccdes viciosas, em
Imagena fallares, en. ciiriosi.lades nocivas ; ba-lan-
le perigoso na real dad- [tara alerrar os espirilos se-
rios e previdentes ; bastante inoileusivo na supeili-
de pura que os leilores inililV,cenes ou frivolos.
CoMnuar-ie-Aa.}
rltACA DO KECIIK 13 DE IANEIHOAS
:i UOIIAS DA TARDE.
Colaces ollcities.
Cambio sobre a Irine.i:tll rs. por franco.
Cambio obre Londres-JK ||( GO d|V.
rrrderUo AoMMIard,prMidenle
/'. B'irge*. secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres. ||-Jd. por la.
Pars, 30 a :til r-. por fr.'
" Lisboa. 93 por de premio.
Kio de Janeiro, > por 0|o ileaninlv.
aeeSai do Banco, 0 a J de premio.
.r u compaubia de Belier.be 549000.
compaubia I'ernambucana .10 par.
11 Clilidade Publica, :il) purcculo da premio.
ir o Iiidemnisadora. ~y idere.
. a da e-Irada de ferro 2(1 ..n 111,,, I | reinin
lliseoBle ilc Icllras, de H a III.
Dito do bancoX a 10.
OLIMA FELUA 11 DE JA.NLIKO.
Recila concedida pelo Exrn. Sr. presidente da pro-
vincia, a favor do punto do iuesiuu ll.ealru Julio e
do actor Roteado.
Depois que a buida de musita militar do corpo de
polica tiver executadu a hrilbante ouverlura Ja
opera
A CAVALLO DE BRONZE
provmcia, por.........r.oo
Todas estas folhinhat sao impressas cm
bom papel e exceliente typo, < vendem-
se em potvao earetalbo: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
I'UZ/.OLANA PARA OBRAS DARTE.
Este material, que lie de urna grande im-
portancia nos cementos, e de um niereci-
menlo sem igual nas obras hydraulicas, est
tendo um consumo extraordinario nos ca-
nutillos de Ierro, principalmente mquedas
obras que lem de estar em mais inmediato
contacto com as aguas accidentaos ou cor-
reles.
Omeio dia da Europa, sobre ludo, tem se
tornenlo da puzzolana da Italia e dos Ac- ""-l""beseii-se
LCe;,-M,nofe,Ull1"0 arc,liP,!laS0 submeltda Couaseiro a negocio de
a escrupulosas experiencias e.n Inglaterra
no arsenal real de Woolwich em junho de
1850, pelo Sr. capitn de engenheiros lleu-
rique Scolt soh a direccao do seu chele o
bem conhecido esciiptoi coronel W, Reid,
foi julgado precioso elemento abundante
em oxido de ierro, que entrando com a cal
na proporco de -2 para I compunha um va-
lioso cemento.
J. J. de Oliveira Macnado Jnior eom
agencia commercial enlre Portugal, Acores,
Brasil e frica occidental, 155 rua Augusta,
Lisboa, l'ornecedor de puzzolana para as li-
nhas terreas de l'tulugal, reparliqao das
ultras publicas de Lisboa, e para dillerentes
pontos de llespanha, propoe-se lornecer o
inesmo material a quaesquer empresas de
obras publicas ou particulares do imperio
resses) comprar fa/endas baralas: no ar
mazem da rua do Collegio n. i, deAn
ionio I,iiiz do Santos* Bolina,
beieos grossos, espadan,!.., levando "vestido t^X^^=S^f^S-3SSttEIBaBSi
de riscado blanco com lislras roxas, o ves- HOII I VI I FC1E1 I
tido tem tima emenda imito quasi do rou- /
pinbo, da mesma raze.ida do vestido, cuja v """'" am-miado p,,r nmsiiodo coa.elA.. rral
emenda h de t"da a largura do vestido, tacrwo imperial,
panno ta Costa hranco, azule encarnado, mdicos dos hospitaes reromtncndam o
levou um taboleiro, foi comprada no enge- arrouo de Lall'ecletir, como sendo o unten
nho Caiar : a pessoa que a pegar leve-a na !_ "***! Pel governo c pela mal annietJB
cidadede olinda, na rua do' Xtnparo, que de Je medicina. Este medicamenlo de um
sera bem paga. Antonia Hara do Espirito 8osfo agradavel e lacil a tomar em secreto,
Santo. cs,a em lls" a niarinha real desde mais dr
0 abaixo assigntdo deixou de ser cal- a,l,l0S ; eura radicalmente em poueo tem-
xeiro do Sr. Manoel J. de Oliveira Draga, des- P c?'n l'oura despeza, sem mercurio, as al
de o tlia 15 de Janeiro de 1857. Miguel s'oares .CC(,es da pello, imningens, as consequen-
Moreira Araujo. Clas t'il8 rnas, ulceras c os accidentes dos
Aluga-se um terceiro andar na rua Di- PJl>*. da idade critica e da acrimonia be
reita, com siifficienles eoinmodos : trala-se reailana dos bnmoros ; cor.vcm aos catar
ua tua do l.ivrameiito n. :iS, piimeiro andar. r, bes,oa, as contraccoes e a fraque**
araoSr. Manoel do Souza aos orS;ios> procedida do abuso das inje.
cues ou de sondas. Como anti-syphililieo*
o arrobe cura em poueo lempo os'ilusos re-
seu inleresse : por
isso anntinciesua inorada ou dirija-se a esta
typographia.
Atteiity.
subir a seena pela prim-ira ve o iulere-anle dra-
ma brasileiro, em Ires ac.os e duas parles, ornado
de msica
A CIGASA BRASILEIRA-
cantos ou rebeldes, que olvem incessantas
em consequencia do emprego da copabibe,
da cubeha ou das injeccoes que rcpresenlem
O abaixo assignado avisa ao resncitavel vir"ssem neutralisa-lo. O arrobe LaITci
publico, que ninguem laca negocio com ur especialmente recoinmemlado coa-
urna leUra que existo em mo do Sr. Sobas- lra doencas inotooa ou rebeldes ..
ti3o Comes de Araujo da qtiantia de 45/000 n),,'.ri-'ui,10 e *" lodoreto de potassio.--Lisboa.
pois que esta leltra he proveniente de um
cavallo que o abaixo assignado comprou ao
dito Araujo, mas tendo o dito cavallo urna
manqueira, e dizendo en que nao me eo:i-
vinha licar com o cavallo com este defeilo,
elle me disseque caso nao ticasse bom o
tornara rteobor o eslava o negocio des lei to,
como provo com pessoas e agora de novo
aviso ao dito Araujo, que Ihe c inc-ido 30
areineuerpre:!^,/1-^-^^;1;^^--^
is solicilc e a '
viamenle amostras
por por p,e,os r'soaTeisTq'.lqu'rVoKo ilTlI?- ^l&^S ^W^"
Os (irincipaes puj.eis
Senl.oras D. I olrinda, Ji
Senliores Lima, Kozendu e Coimbra, o qual leudo
ehegado do norte, onde tantos.ipplau'os receben.
I vem ajudar os beti-l.eia li em seus Irabalbus.
Os lotervallos sern |-n emlinlo-com asiuelb'.res
peco- le inu-ica do repertorio do insigue artista o
, Sr. Pedro Nobwco Baptisla,
No lint do drama u mesuin i. lara execular eom
lodo -o>lo, e con. o panno eiguidu. aa linda arias
do 1euor e
que so Ihe lacam sempre que cada romessa
nao seja inferior a -200 metros cubieos de
material.
Toda a correspondencia e proposlas sobro
o assurupto devem ser-lbe dirigidas a sobre-
rao deteupealiadoa pela. I,lila agecia commercial 155 i Ja Augusta de
uinae Alexandrina, a o|Lltboa, OU a aduiiuislr c,Io do Diario de
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alvos de Azarado, prara do i. Po-
dro n. 88, onde acaba de chegar nina gran
de porcao de garrafas grandes e pequeas
viudas directamente de faris, de casa do dito
Boyveau-I.aecleur l^.rua i.ichelicu a Paria.
Os formularios dSo-se gratis ein casa do a
genlc Silva, na praca de 11. Pedro n. H-2.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima maos; Peruamhuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha o, Filhos; c Moreira, loja de drogas ,
Villa Nova, Joo l'oreira de Magates l.eilc ,
Rio Grande, Francisco de Paula Coutocv '..
C. STARR A COMPANUU
Moedas de 69100 velbas .
a liaitKI novas .
' ir i 501)11. .
Prala.l'alac.es brasileiro*. .
l'esos columnariis.
mexicanos. ,
Da
opera
OTi
ere
vadoi
aLFANOKOA.
H.er i !. r i, i. ;., ,|ja I a li .
Ida.n du dia 15 .
l:l;)iS.||J
it:t7j)i-j
laaSn e de chonera quo pele i l.ccl. ,,, ,,,. rapal(.s ,,e discernir e separar esse mal, que se oc-
dade loe recosa ; nana mundo una u,nn( quasi cullara, do bem que nao exista, .onseniis.em cm a-
leinpr- cual de espirito* ro canescos. qo. ,,rocarain celar ludo por imprudencia ou por fraque/a.
em suas leiluras o que a vida nao Ibes da mala. \r.'
cie-c-ole-se a islo a sezartdad* dos anuos tilijes c '""''" "c '''" l,!'''' '' w**' "''', cloquelo- que
pacilicos, a raaeeSo racabida mi sollrida por d.v.rsas''' aossa, sobre a i onseqaencias do rolhalim romn-
classes. pcla-.clas.es elevadas, a Icrinenlaclii secrtia "bre essa propogaada lliysleriosa, subterrnea,
das classes pobres, que desejai ardenlcuieute (arla-1 iuee*a*ale, que la da Uligiilacjo a'eouscieocia, ^a
rem-se. e-perai.do eoota BMlhar, de mentiras a da [onaeieneia a' vida privada, da vida privad,, a'vida
imaueos. e cima de ludo i.lo, eaja lanziudez. Casa I P"bl'*a, e que sendo ao iiie-ino lempo exrilanle ei'-alera ilIRlaiaSerapbiua(aleudas e qaeilO
mellen cb-ta de exctl.ico. I-loes, particular ta j ""flaeceder amontoara contra a aoeiedade perigo* I Barca ingleu -Medoratainas e Inoloa.
poca qoe se enlein suspendidas enlre um passado ] ""J0 "ali leniveis, qaando elle datarmava d'anle- Galera poilugueal.ralid.to -diversos geaero*
2W a 285500
. Dsono
. ItiNMHl! Dar'fim ao espectculo com a muilo jocosa co-
!)5000 I media em um acto,
"" A KAIMIA DE IVITOL
lie e-le o rspeclaculo que vai ser apresentade
: illuslrado publico desla cidade. de quem os benefi-
ciado* iiperam todo o acoliiimanto e pralec{3o.
"s Inlbetes acl.am-se a venua na rua estrella do
Rosario u. I;, legando anlar.
Principiara as lloras do cn-lunie.
2)000
I 660
Pernambuco, pra^a da Independencia ns.
fie.
Precisa-98 do ama ama forra ou captiva,
de boa conducta, saja Bel, e iiue s.iibu rozinliar, en-
gommar ecomprar na rua, para tuna casa eslan-
geiredo dna; pessoas: na rua du l.ivraiiieiitu n. i.
Os abaixo assignados fazem acionie ao
respeitavel corpo do commercio e ao publi-
co, quo tendo expirado em 19 dOjjaneiru do
auno prximo passado os > anuos da sna so-
ciedade reita em de Janeiro de 1850, e que
gvrou nesla praca son a tirina de '
curador tiesta praca, procure do abaixo as- respeitosamente annunciam .,uc no seu ex-
s.gnado, na rua da Cadea n. 59, segundo tenso ostaooleciniento em Santo Amaro, eon
andar uro escravo fgido de nome -Manoel. tunuanl a fabricar com a maior perfcicao ,
. -- iv)i/iiviii V/lll ai I1KI1WI IHJI'._
remettido pelo delegado da villa dos Hila- promplidffo, toda a qualidado de machim>-
. por um capitn de campo: asdespezas mo para o uso da agricultura, navega-ao.
manulactura, e que para maior coir nodo
de seus numerosos freguezes e do pobl co
T.1-0. ?^S'da S,lv"' Prtu8uz' rpl'-1 em geral, tem abeto cm um dos grandes
por (''tula de sen dono
J. I., ll. Buha
ra-se para Lisboa.
armazcus do Sr. Mesquita na rua do Uriiui,
Prec.sa-se alugar um pelo para an- alraz t|0 arsenal de marinlia un
dar com labeleiro de lazendas na rua ; pa-
ga- se bem : a Halar na rua das Cruzes n. DEPOSITO DE MACHINAS,
j-2, piimeiro andar, de manhaa as 5 horas, e coostruidas no dito sc'u ostabeleciosonto
de larde as 4. All acbarSo os comprodures um completo
Precisa-se de um bom rrneiro, paga- sortimento de mocadas de. caima, com lodo
se bem : na rua Imperial n. ;I7, delroiile. do. o-> inelhoramenlos .alguna delles novos "
viveiro.
DAGUERREOTYPQ
praca son a lirma de Paria ,
Lopes, boje por commum acc rdo a dissol- SySteitlH Morle-rtlliercmo
veram, hc.indo a cargo do socio Jos.- Joa-i vn.iintn ion iicn \
quim de Faria Machado a hqui.lai.Mo da ex- ATERRO l)A BOA-\ IS
fineta lirma e todo o activa e passivo da terceiro
mesm sociedade.Jos Joaqnim de Paria
alachado, Francisco Jos Lopes.
Joo Machado Soares, morador na Cruz norte-americano
de Alma. Ireguezia do foco da Pauejla, faz P'elo e variado
ver que so esleve a sua taberna aberta at
l ao ultimo tle noveinliro de Is.jii, e para o
e I que avisa o Sr. Luiz 'ose Marques eaquelles
queso acham no caso de cobrar os impos-
tos, tanto geral como provincial.
J0O:,oj.jj
i')e-turreya' hne Ib Ur andr.
Para o Rio de .Janeiro
ndar.
Nesla casa continua-se a tirar retratos
com lodu a porfeico e polo novo systema
l.xts'e semine un com-
sortimento de cuixinhas,
quadros e jotas de miro para a col I oca cita
dos retratos. Tolos os dias das 8 horas da
manhaa as 4 da larde esla a ollcina e gale-
ra a disposiciiiido puh ico.
Maria Carneiro de Souza Lcenla Vil
- Precisa-su de uui rrneiro e umamas- ,|a-secca, professora particular, achar-se-ha
sador na padaria da rua Direita n. s. no exercici.i do seu magisterio no dia 19 do
1 correle mez, na praca da Uoa-Visla, sobia-
,\ pessoa que. na Pagin' Avulsa do Da- Ido da esquina qOe volla para a rua da Con
rio ns. I do .oliente o 17 de dezembroIceicSo, econlnu'a receber meninas ||>eu.-io-
pruximo passado denuncia contra utu pro-loislas, meio pensionlas e externas |
lessor, que diz castiga seus alumnos com re-1 Na iii.uih.'ia do dia II do con ente rugi
lho de couro eru, haja de declarar o nome um pelo urioolo, de nomc lose,
, originaos' que a experiencia de muitos auno-,
tem mostrado a necessidade. Machinas .!
vapor do bai\a calla proasSo, laixas de to
dotamanho, tanto batida como tundid,.-,
carros de mSoJe ditos para conduzr frOias
de assucar, machinas para moer mandioca,
i prensas para dito, tornos de Ierro balido pa-
' ra la li tilia, arados de Ierro da mais approva-
da construcctlo, fundos para alambiqu.'s,
crivos e portas tiara fornallias, e urna infllli-
dade de obras de Ierro, jue sera eilfadonho
enumerar. .No nie-mo deposito existe nina
pessoa intelligenle e habilitada para recebei
todas as encommciidas, etc., ele que os an-
nunciantes contando om a capacidade di
suas ollicinas e machinismo,' e pericia de
seus ofliclaes, se comprme llera a lazer esc-
CUtar com a maior pres'eza 0 pcil'eic.io, e
exacta conformidade com os modellos ou dr
sen nos, e Inslruc^es que Um lorem rorne
i idos.
physiolojsria das




ILEGIVEL


.
DIARIO DE PERNAMUICO, SEXTA Ful KA 10 DE JANREIO DE 1837
\
9

124.
Precisa-se de wtaum forra ou capti-
va para casa de pouca familia : a tratar na
ra da Senzala .Nova O. -ili.
Tendo a loja de faiendas e milpas fei-
tas ila ra INova u. 1N. ilc\jiiiniciilar us seas
trabalhos 'te luupas felas\ anda niais tem
ferias paraos concurreniesycrem mais bem
servidos, precisa de offlciaV de alfaiale B
boas costurehas.
Precisa-sede uma ama para o servido
interno de uma cusa, assim como de um
criado nacional ou eslrangeiro : na ra No-
va n. 39, primeiro andar.
Precisa-se de m caiseiro que tenha
pratica de taberna na ra da Senzala Va-
ina n. 50.
CCNSLTOKIO CENTRA 1. 110- #
A MEOPATHICO.
9 Kiia de Santo Amaro (Mundo-No-
& vo) n. (i.
; O Ur. Sabino Olegario l.iidgcro l'inho,
de volla de suj viasem no Kiu de J.iihuu.
cuiiIhiu.i a dar consultas ludo- os das ulei,
$5) da 8 hojas da manhaa, da larde.
rflh Os pobre sao medicados graluilainenle.
SEGURO CONTRA FOGO.
| Companhia Alliauce.
Estabelecida cm Londres, em margo de
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a quem mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para efTectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberlos de
tlha e igual menta sobre os objectos quecontiverem
oa mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Aluga-se a anliiia casa de vender plvora, na
cidade de Ulinda. com hom sitio, baila para capin,
e boa casa de viveuda ao pe : quem pretender dita
casa dinja-se a roa do Vigario n. :il.
Precisa-se deliro bom criado e paaa-se bem
agradando o semro e comporlamento : a tratar no
campo do Hospicio junio ao quarlel cas~a do desem-
bargador Me/ule da Cunha.
| DENTISTA FLUNCEZ. |
;te l'.iulo Gaiunoax, de volta de sua \iagem fi&
2f? a turops, eI;i morando na ra Nova u. "*
uy I. primeiro andar, onde poda,ser procura- -.?
C]^ do a qualqjer hora. J
Os devedoresde Jos Das SimSes.Cruz \ Bas-
tos e Cruz fit (jomes lenham a bondade de inanda
pasar os seus debilus ao* abati isni^nados, por *t-
rein ellet o do nos dos referidos debilo?, os meamos
abaixu asignados desejando ulliniar esla cobranca
na melhor armona esperan) que Iba satisfaro su;is
coalas iD'lepeudeiiles da publicado da seus uomes
e inelos judiciae quete verao na necessidade de em-
preear na fallado referido pagamento.JosAlves
da Silva tiuimar.te, ra doCabutza1 n. I II, Fran-
cisco Jos Alves (iuimares, ra do Queimado d. :;:'.
Prcisa- de uma ama que cozinhe e lave com
iceio, para urna caa de pouca familia : a tratar na
ra da Cadeia n. 51, terceiro andar.
&&&090 v.~::-900XZ:90Q
0 PARA CONSERVACA'O DOS f::
1 ENTES.'
.*,'! vende-so pos e asua denlrilices : na ra g
X Nova u. 41, ni casa do dentista fraiictz W
"i? I' aulu liaitjnou x. .;;
ttf^ Ws?...... ...
i'rccua-se de urna ama qac lenb bastante lei-
te, anda mesmo sendo escrava : no paleo de S. Pe-
dro u. *.
Oabaivo assignado, arremalanle das dividas
activas na importancia da 13:7539180 rs. da massa
fallida de Joao Chriaoslomo de Lima, avisa aos deve-
iorea da rele ida massa, que queiram re alisar o mais
breve possivel osseus dbitos: 110 alerro da Boa-Va-
la u. 4:2, taberna de Miuuel Jos Rodrigues da Cos-
a, o qu.il seacba competentemente habilitado a re-
ceber ditas divida.Antonio Jos Villar.
Aluga-se na Passagem da Magdalena,
antes de chegar a ponte grande, uma casa
terrea com soliio, quintal e sabida pelo rio,
com mullos commodos para familia : os
pretndeme* dirijam-se ao Trapiche Novo
ll. 16.
Seguros contra
o logo.
Escolas
DO
1ETII0DI tSfILII!).
Do dia 7 de Janeiro em dianle e-lnn aberla as U
escola 4ic,ta capital, pelo excellenje inelliodoCas-
illio ; pelo qual a vo publica sa lia pronunciado
pelo ralo da implen-1 periiambucana, merereiido
uorticular alleiujSo a escola de meninas, erecia na
ra do Vigario, casa do finado Silva Companhia, nao
:-o porque nessa escola s* eusiuaiu lodos o primoro-
sos bordados, mais lavores que se possam desejar,
com" porque a digua professora estando sendo lec-
riooada na grammalica nacional palo axisDM proles-
sor o Rviu. Sr. padre meslre Varejao, se lomara'
inaium precioso brilbante que ornara a Boroa Ilite-
raria do Euu. cnnselheiro Sr. Dr. Caslilho.
0 bachaiel A. K. de Torres Ran-
detra, tem resolvido adiar para odia 12do
'oriente a abertura desua aula particular
de preparatorio* : reste sentido a\ isa a to-
rios os seti discpulos.
Precisa-se de uma ama de leite, que
o tenha bom, eseja sadia, paga-se bem :
na ra do Apollo n. 22.
Precisa-so alagar duas amas forras ou captivas
pjracasade familia, qoecoiiuliom eengoininein: ua
ra da Cadeia do Recife loja n. 50.
I r.-i ii (.- I i 111 > Ferreira Crespo, pliarma-
ceutico approvado pela Imperial Kaculdade
le Medicina do llio de Janeiro, participa aos
intigos Ireguezes "de seu linado pai o phar-
maeeutico Rento Pinto Crespo, e as pessoas
que o queiram honrar com suas freguezias,
iragao, pronipto a 3atisfa/.er com zello e
promplidao os misteres de sua arte.
Advocada eccle-
siasca,
U advogado Francisco Manoel Itaposo de
Alineida.com escriptorio de advocada na
cOrte do Rio de Janeiro, eocarrega-ae de ne-
gocios forenses, e especialmente de negocios
^eclesisticos peante a nunciatura apostli-
ca. Responde a consultas de direilo civil e
cannico, e promove o expediente de breves
ie secularisaijao, de dispensas d impedi-
mentos mal i moniaes, de sanacoes etc.: as
pessoas que do seu presumo precisaren) po-
ierSo dirigir-se-lhe por escripto.
l'recisa-se de uma ama para casa de
pouca lamilla, seudo para todo servido in-
terno da mesma : quem pretender dirija-se
a ra de Apollo n. 4.
ua
DO ROSARIO N. 38.
botica de
tttrtholomeu F. de Souza,
coirAMIA norTh.bX.
CAPITAL t l,2(),000 ESTABELECI-
DA EM i8r,i.
Para efiectuar seguros
sobre propriedades, mercailorias, mobilia
e gneros de quasi todas as qualidades.
Premio de ."iiS ate 112 por cento ao anuo,
agentes C. J. Astley & C. Em conformi-
dadede oidens ltimamente recebidas,
os agentes acbam-se habilitado* a tomar
risco contra ogo, e sol)re gneros de ex-
portacfto, como sejain : algd&o, Besucar
ou couros, depositados em trapiches ou
armazens particulares, em Macei, Jara-
gua' ou Parabiba do norte : agentes C.
r. Astley & C.
Precisa-se ua padaria da rita de S. Jos
do 3 trabaihadores de masseira, e que sejam
bem desembarazados na tendedeira ; paga-
se bem.
Um homcm solteiro e sen) lamilla,
com bastante pratica do serviqo de campo,
o da liador de sua conduela, se olTorece
para administrar qualquer engenhu ncsla
ou em outra provincia : quem de seu pres-
umo se quizar utilisar, dirija-se a ra Nova
n. 47, loja do Sr. Carncirc, que ah se dir
quem pretende.
- Precisa-se de uma ama que saiba co>
zinhar, para uma casa de pouca familia : na
praca do tiorpo Santo n. 17.
Precisa-se de uma ama para todo ser-
vico de urna casa da duas pessoas uo palea)
do Panizo n. 8, segundo andar.
Precisa-sc de uma criada torra ou Cap-
Uva), para todo o servido interno de uma
casa de pouca familia : a tratar ua fabrica
do saho da ra Imperial.
Precisa-se alugar urna casa terrea para
pequea familia, com quintal e cacimba,
que seja seu aluguel al 129 rs em qual-
quer roa da freguezia de santo Antonio :
quem quizer alugar annuncie para ser pro-
curado.
I'reeisa-se de coslureiras de obras de
alfaiale para calca e tllele, ede um apren-
diz : na ra da Cadeia do Hecifo n. 40 pri-
meiro andar.
Precisa-se para uma casa estrangeira,
de uma ama que seja fiel e do boa conducta,
nao lendo vicios, paga-se bem : a tratar no
Recife, rira do Torres n. 38, segundo andar.
Precisa-se de duas amas, uma que sai-
ba cozinhar e fazer o servido interno de ca-
sa, eoulra para Iratar de um menino: na
iu do l.ivramento n. 20, segundo andar.
Lotera da pro-
vincia
OSr. Ihesoureiro das loteras manda lazer
publico, que se achain a venda na ra da Au-
rora n. 2b, primeiro andar, bilhetes, meios
cquarlos, da terceira parle da quinta lote-
ra do Uymuaaio Pernambucano, cujas rodas
amiam no dia 24 do crreme. O mesmo Sr.
Ihesoureiro manda declarar ao respeilavel
publico, que existe granje quantidade de
bilhetes, meios e quartus cima, escolba
dos senhores jugadores. Ihesoiiraria das
loteras 10 de Janeiro de 1857.Jos Janua-
no Alves da Haia, escriviio das loteras
AOS APRI-XIADUHES 00 BOU.
O deposito da ra de S. Francisco n- 6,
acha-se prvido de um completo sortitnento
de assucar crystalisado, e de todas as turmas
conl'eitados, que terrena para enfeites de
bolos, pao-de-ls, ele., por seren os mais
apropriados, caixillbas ornadas propnas pa-
ra prsenles na actual cslaeiio, bolacliinlias
de todas as quaiidades, e as mais linas que
lem vindo a este mercado, hcelas com bo-
linlios cobertos com (issucar, irascos de vi-
dro de todos os tamaiihos, com amondoas
conleitadas, cha, assucar, mauteiga ingleza
e francesa, holachinhas d'ovosde muito par-
ticular gosto, para alino;o, charutos supe-
riores e muito linos em qualidade, ludo por
barato prego, e oulras muilas cousas que
com a vista animara aos compradores.
Kurlaraiu urna imagem de Sant'Auna
com palmo e meio de altura, com eoroa de
prala : quem descubrir a dila imagem, leve
a ra das Cinco Puntas n. 4(, que sera gra-
tificado.
Aluga-se uma grande casa terrea
na ra Imperial n. ll, com 7t portas de
trente, cinco quartosl duas salas, co/.i-
nba tora e quintal, por 12 enanca a contento: parta Direita n.
J, loja.
Da-so ItfcOOu por mez pelo aluguel
de um escravo para lodo o servico de uma
casa de pequea familia : no largo das Cin-
co Ponas, sobrado da quina confronte a
matriz nova.
Precisa-se de um Icriado : na ra do
Hospicio n. 9.
Arrenda-se um sitio junto a estrada
nova dos r.etnedios, com casa de subrado
com 3 salas, 10 quarlos, sulo, etc., com
mais de 400 ps de coqueiros, larangeiras.
sapotis e algumas oulras arvores fructferas,
com porcao de capitn de planta, terreno pa-
ra vaccas, com ti cacimbas de lijlo, um
grande viveiro de agua doce, etc. : quem o
quizer dirija-se ao alerro da Boa-Visla n. 8.
Arrenda-se um sitio! em Sanio Amaro
perlo desla praQa, com mjuilo boa casa de
yivenda, com commodo bastante para uma
familia, casa para feitur o | para pretos, co-
cheira, estribara para 4 calvallos, 2 cacim-
bas grandevo 1 pequea, yiveiros promptos
e simenlados, bstanles arvuredos de varias
qualidades, assim como glande quantidade
de coqueiros, tenas para planlai^es de ca-
pim e para oulras : quem o pretender diri-
ja-se ao Sr. Joaqun) dos l|leis Comes, nos
Coelhos n. 9, que dir o precio e condi^Oes.
Joaquim Manuel Cantoiro l.eao, mora-
dor na Estrada .Nova, freguezia dos Aloga-
dos, faz ver que s estove com sua taberna
abeila at 14 do correnle, e para o que avisa
aoSr. LuizJos Marques, e fquelles que se
acliam no caso de cobrar os|imposios, tanto
ge ral como provincial.
Precisa-se de urna ama para tratar de
um menino ja desmamado t no palco
Tetco n. 4.
JosAlves deOliveira, portuguez, re-
tira-se para o Itio Grande do buI.
- A professora particular I). ( lea Fran-
cisca da Silva Coulinhu avisa aos pas de
suas alumnas e a mais pessoas que se quizo*
rcm utilisar do seu ensillo, que se acha com
a aula sberta para continuar o sen Lrabalho,
j na mesma casa de ua residencia, na ra Di-
reita Jl- 43, segundo andar
Prosa-se alugar para urna l 'estrangeira, urna casa em Oliuda, em lugar
Fresco, prefcre-Si! suliradu, I erijo quiiilal
murado a tratar na ra da Cruz n. 7, pri-
meiro andar.
C'.
o abaixo assignado, prol'es-or publico
de laliin da freguezia de S. Jos do Recife,
scientilica ao publico que esla alteila a ma-
tricula de sua aula, e que os liabalhos lec-
tivos comecarao no dia 3 de levereiro quum I dar-
se quizer matricular dinja-se ao largo do
Terco, casa terrea n. 33.
Manoel Francisco Coulho.
Compra-se para uma encommenda
^i molequcsde IV a IS onnos de idade:
na ra do Collegio n. 21, primeilO an-
dar, ilas I 0 horas as ~> da larde.
Compra-se urna duzia de cadeirasde
palhinha, americanas, que eslejam em bom
uso, e duas bauqninhas : quem as tiver e
quizer vender, anmincie para ser procurado.
Compra-se uma escrava muga, parda
ou preta, cum premias, e que seja bonita ;
paga-se bem : na ra das Tiincbeiras junto
ao nicho, da parte do norte.
Compram-se apolicesda divida provin-
cial: na ra das Flores n. 37, primeiro an-
Doce secco de caj'.
,\a ra do Queimado, loja n. 2, vende-se o
mais bem feito doce secco de cajo' em h-
celas muito bem enlejiadas, proprias para
presentes.
(J<
Miiiio.
Na ra da Moeda armazeoidelaiioeria con-
fronte ao trapiche do Cunda, veuilem se sac-
supeiior
A 160 res o covauo
ItiscaJo froro de qoadriolii'S. prnprio para ca-
initas e vestidus de prelas, vendc-.e na ra do
Cravpo, loja da esquina, que villa para a roa da Ca
dea.
elogios de patente
JMei
as
quali;
de todas
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda *>re
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/500,dilas de laia para padres a ijsoo
ditas de lio de Escocia pintadas para homcm
nglezesdeouro, desabnete eci.-viclio:: pelo baralissimo preco de 4oo e 500, ditas
venduin-sea pi eco la/.oavel, em casa de brancas e cruas para humem a 200, 24(1 e
BILHETES DA LOTERA DO
RIO DE JiNEIRO.
Meio
Dito
liilli.
Meio
Dito
n.
Compram-se peridicos a onze patacas
a arroba : na quina da na do luirlas n. 2.
Compram-se escravos que sejam sa-
dios e folies, proprius para arma/.em de as
sucar: na ra de Apollo n. 23.
cas de niilho de bom lamsnho
qualidade e por preco coro modo.
Vende-se uma preta de 8 anuos, co-
zinha e lava multo bem : na ra da Matriz
da Boa-Vista n. 54.
- Veude-se uma escrava ptima cozi-
ulicira c. lavadeira : no alerro da Boa-Visla
n. 37, primeiro andar.
Prelo em barricas
No armazem de Vicente Ferreira da Costa,
j_ 'ua da Madre de Dos, confrontes igeja.
Veoile-sesuperior linlia de *\f,n l.i" brauca
de cores, em novello, pira costura :em casa de
X
contina a vender
1673200$.
1710200$.
3252 IDO.s.
5523200$.
20252:0(0.s.
Yenderau-sena praca da Independen-
cia loja n. 35, nos bilhetes da 21- lote-
ria do tliealro de Nicterohv, as supradi-
tas fortes e outras menores. Estilo a"
venda os novos bilhetes recebidos pelo va-
por sardo '.'ORINO, da primeara lotera
do theatro l\rico ; a lista v;m pelo va-
por brasileiro ate odia 18 do corrente.
Jos Eu/.ebio Alves da Silva.
--- Antonio Nones de Oliveira declara
que no dia 12 do corrente deisou de ser pro-
curador de I). VUsencia Hara de Jess, da
llha de Fernando, o que com outra procura-
ciio bstanle da mesma I). Vicencia, enlre-
gou ao seu successor Antonio Joaquim da
.Silva Vilella a quautia de (i'42-r(i58, como do
balando que aprsenla a conta corrente fe-
chada nesla data por mim assiguada 8 en-
tregue ao referido Sr. Vilella, a quera tam-
bera fez entregue dos papis e mais docu-
mentos pertencentes a herauca da referida
senhora, na cidade de Nazareth. Recite 12
de Janeiro de 1857.
Antonio Nanos de Oliveira..
Antonio Nunes de Oliveira faz sciente
ua cidade de Nazarelh ao seu advogado o
Sr. liento Francisco de Parias Torres, a
quem tinha Iraspassado os poderes que con-
cedeu I). Vicencia Mara de Jess, da llha de
Fernando, por procuraco bastante, que nio
continu mais com os negocios pertencen-
tes a esta senhora sob nimba respousabili-
dade. llecife 12 de Janeiro de 1837.
Antonio Nunes de Oliveira.
Arrenda-se a propriedade denomina-
da Agua-Fra, com casa de viveuda, escel-
lente baulio, baixa para capim, e pasto para
mais de 10 vaccas, algumas frncteiras c ter-
renos para planlacOes : quem pretender di-
rija se a dita propriedaile, a tratar com o l-
ente coronel llemeterio Jos Velloso da
Silvcira, ou su.t senhora.
Joaquim M artins da Silva faz sciente ao
publico e coro especialidade ao corpo de
commercio, que desde o l. do corrente mez
deu suciedade ao seu caiseiro Antonio Fran-
cisco dos Santos, na luja de fazendasda ra
do Gabnga n. 6, a qual vai gyrar sob a firma
de Marlins c\ Santos. Itecife 12 de Janeiro
de 1857.
- os abaixo assignados fazem sciente ao
publico e especialuieule ao corpo com-
mercial, que desde o 1." do correte mez
tem dissolvido amigavclmentc a sociedade
que linham na loja de fa/.eudas da ra do
abuga n. G, sob a firma de Joaquim Martina
da Silva & Companhia, licando a cargo do
socio Joaquim Martina da silva a liquidc3o
de lodo o seu activo e passivo. Itecife 12
de Janeiro de 1857.Joaquim Martina da
SilvaQuiteria Mara do Jess Garca.
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peilavel publico, que nao tem leltra alguma
era assignada e ero endussada, e qualquer
queapparega he falsa, vislo ter aojado utu
individuo descornando ou querendo nego-
ciar uma letlra por elle aceita >u endossa-
de. Itecife 13 de Janeiro de 1857.
Joao Jos de Amaral.
Antonio Nunes de Oliveira rclira-se
para fura da provincia.
Precisa-se do um portuguez que nao
tenha tnaisde 20annos de idade, para cria-
do de uro senlior de engenho perto desta
praca : quom pretender dii i]a-se a ra da
Cadeia, casa n. ), delronle da ordem tercei-
ra de S. Francisco.
{* I '"V VUI VJ^ un
tompr.iin-se escravos de ambos OS Snuihall Mellor A Copanlik.raa do Tarrea a. 38.
sesos, t|ue sirvio para servico de cam-| rij r PlIS iv.s.1
po, assim como recebem-se para vender
de commissio: na roa Direita n. ~<.
Compra-se uma preta idosa que sirva
para servicos grosseiros, mas que nSo seja
doenle : dinjam-se a distilacSo atraz de
Sania Rila.
Vende-se polassa Ja Kussia e americana, allegada
nesle* das e de superior qualidade; cal de Lisbua i do Corpo Santo u. 11.
AugiisloC.de Abren, narua da Cadei
do Recife, armazem u. 50.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de No vaes & C., ra da Madre
de Deosn. 12, por preco commodo.
13$500
Vendc-sc cal da Lisboa ltimamente cligada, ea-
ni ron, polassa da Russia verdadeira : ua piaS
Sendad.
Vendemse tres terrenos loreiros em
Santo Ainio, todos coro 700 palmos de
lenle para a estrada nova de Luiz do llego,
e coro fundos para o oeste al biO palmos,
confrontando pelo norte com o sitio do Sr.
Manoel Pereira Lemos junto do actual hos-
pital inglez, e pelo sul cum o sitio do Sr.
Joflo dos Santos Porto : quem os pretender,
dirija-se a Vrenle Alves de Souza Carvalho,
ra do 'trapichen. 44, primeiro andar.
Par ii ilude isi > lidio -a.
Na ra da Moeda, tanoeria confroute no
trapiche do t.uulia, vendem-se saccaa de fa-
rinlii de mandioca de muito boa qualidade,
por prego commodo.
Vende-se uma caleche com dous assen-
tos para quatro pessoas, em bum esladu e
uso, forrada e pintada de novo, com arreios
guarnecidos de prala, ludo pelo mdico pre-
go de 9509 rs., bem como um lindo c rico
cano coupe. com todos os pertences, novo e
do ultiniu gosto de Pars, por preco coro-
modo -. para examinar, na ra do Sol u. i, e
para tratar dos ajustes, na ra da Cruz ii. 3.
ero casa de Arooriro Irmaos.
Vendem-se 80 barris de 5. c 4." va-
sios, de azeite doce: no armazem da travs-
sa da Madre de Dos n. 15.
Batatas inglez.s e Je
Lisboa.
\endem-se no armazem da travessa da
Madre de lieos n 15,das 9 horas as 3 da tarde.
--- Na na da Cloria n. 55 e&isle uma es-
colente mulata para vemler-se, de boa con-
ducta, com 22 anuos de ida ie. sem vicios e
achaques, oque se afianca. lava e engomma
bem.
Vcnde-se uma casa mei-agua no becco
tapado da (Jambos do Carmo, quem vai do
largo do Carino a direita, primeiro becco,
casa n. 1 : a tratar na ra do l.ivramento
n. 5.
Vendem-se duas partes de sobrado de
dous andares, a melhor propriedade de Oliu-
da, no adro du Amparo, com abate da res-
pectiva avaliacao, e tamben) se aluga : a
Iratar na ra do Oueimado n. 55.
Vende-se uma arroac.no de taberna,
com boas tahuas, um caixSo para a Miesma,
e respectivo batcSo, por prego commodo:!
trata-se na ra do Boro Successo, :ro (ilin-
da, casa contigua a igreiioha, ou na ra do
Queimado n. 55.
da mais nova que ha no mercado: nos seus deposi-"!
tos ua ra d pollo n. I A, e2ll.
Na ra do Visarlo n. 19, primeiro andar, veu-
de-se vinho do Porto du superior qualidade da bem
cmihecida marca GW e uma e duis daziSS de garrafas.
Queijos londr-
<;s e presuntos
Francisco Jos Leite recebeu pelo ultimo
navio de Liverpool excellentes queijos lon-
Jrinos, presumos para hambre, conservas,
bolachinhas e bi-cuilos em latas de diversos
tamaitos e qualidades, e ludo vende poi
menos que em outras partes: na ra do Col-
legio n. 12.
Vendem-se chapeos do Cbyli de to-
das asr|ualidades : no esciiptorio de No-
vaes&C., ra do Trapiche n. ~>4.
Ra Nova ll. 54.
Madama liosa llard\ vende ricos enfeites
de cabeca para senhora. do ultimo gosto,
por prego conimudo, e chapeos de crep eu-
feitados com llores, pelo preco de 8{000.
Cimento braoco.
Hechegado o encllente cemento bran-
co ja bem conbecido e experimentado,
tanto em barricas como as tinas: no ai-'
ma/.em de taboas de pinho de Joaquim
Lopes de .Mme'ida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
VELAS DE CAKNALBA.
\endem-se velas de .arnauba pura a 129 a arro-
ba ; na ra do Queimado o. 69, loja de ferragtos.
VENDEM-SE CAPACHOS
pinados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na ra do Queimado loja da boa fama
n 33.
Oculos e lunetas de todas
as qualidades
Vendem-se superiores oculos com armago
de tartaruga de todas as graduagocs a 33000,
ditos muito bons com armaqes douradas a
19200, ditos ditos cora armages praleada,
13, dilos ditos com a miagan de ago a 800 e
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 30 rs dilas brancas, linas par
meninas a 240 rs ditas brancas para .se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., dilas pretas'de
algodflo para padres a 600 rs., e oulras mais
qualidades que se venden) barato na ra do
Queimado, na bem condecida loja de miu-
dezas da boa faina n. 33.
Escovas ie todas as quali.
dadis
Vendem-se ricas escovas ingle,a- para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
uiveiigao a 39, dilas Irancezas muito boas
a 13. 19500 e 2900U, ditas para cbelo ingle.
zasefrancezasa 18200 e,2, ditas para den-
tes inglezase franjezas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para unhas dita dita a 240, 500 o 19, e
outrasqualidades mais baratas, que tudo se
vende na ra do Queimado na bem condeci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
( artas pava jo/^ar.
Vcndem-sc baralhos de carias (ranelas
muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara
lho, dilas porluguezas muito finas a 320 rs.:
na ra do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
ttoiiecas francezas.
Vendem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias iqualidades a 1200,
19600 c 29, na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
19, lunetas com armago de tartaruga a 19,' oom a 39200,| dito de cores em quartosde
nilqi' i .. I .. ,> ...- n .. .. .. A .... 1 .4 .- .. 1__i 4- ., ro>' in 'i a Til A .i ----_____ 9__'.___i
Agencia
da fu ud i cao Low-Mootv
ra da Sen/.ala-Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver
um completo sortunento de moendas e
meias moendas para engenho, machinas
de vapor < laixas de ferro batido e coado
de todos os tamaitos para dito.
COLA DE SUPERIOR QU-
. LDADE.
\ende-se na ra da Cruz uo Itecife u. 57,
segundo andar.
A 50OU A PECA.
Vende-se com uro pequeo loque de ava-
ria pegas de algodo de listras com 47 co-
vadus cada pega, fazenda propria para rou-
pa de escravos, ua ra do Queimado n. 11.
Vendem-se pegas de madapolao cum
toque de avaria a 2/500 cada pega : na luja
de quatro portas ua ra do Queimado n 10.
Vende-se banha derretida de superior
qualidade a 480 rs. a libra : na ra do Itau-
;el n. 35.
Vende-se goman de engommar a 'JO
rs. a lil.ra, sag a 320, cevada a 100 rs. : na
quina da ra de llortas u. 2.
TARACO FRANCEZ CAPORAL.,
Este excellente e muito lino fumo para i aslimia, pleuru. escarro de sautue, dr de eos
cachimbo como tambero para charros, ven- adose peilo. palpitara no eorarau, coqueluche
de-se pelo barato prego de 2*000 a lil.ra ufo..cJ'U>. dorna aaraanla, e loda a.mol
I, ..- a. ,.,.,, -|QQ GRADES
BANDEJAS FINAS E BASA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de vanos U-
manhos pelo barato prego de 1/500, 21500,
3j00 e 49 : na ra do Queimado loja de
roiudezas da boa fama n. 33.
I^ara escriptorios e caito-
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que be possivel haver a 69. dito in-
ferior pouca cousa a 39 e 3500, dito paque-
te muitissimo fino a 49500 e es, dito almaco
greve e marfim a 49, dilo almago muitissimo
ditas redondas equadradas de baleia a 500
rs., ditas de dous vidros armagao de baleia
a 15600, e oulros oculos mais que se vendem
por prego btalo na loja da boa fama na ra
do Queimado n. 33.
XAROPE
DO
I"o transiendo o deposito desle varo pe para a bo
hca de Josc da Crui Santos, narua Nova n. 63',
xarrafas .'i,-."iiin. e meias 39000, sendo falsa todo
aquelle que nAo for vendido neste deposito, palo
que se faz o presente aviso.
IMPORTASTE PARA 0 PLBLICO.
Pira curade pbtvsicaeru lodoiosseusdilleren
lesrtros, quenootivada por conslipaees, losse
OlTerece-se um mogo para caixeiro de
loja de fazendas ou armazem, o qual ja tero
bastante pratica. e da liador a sua couducla:
quem precisar anuuncie.
Acha-se justa| a compra da taberna da
travessa do Paraizo, pertenceiite ao Sr. Can-
dido Moreira da Costa : quem se julgar com
direilo a mesma declare dentro em tres das
contados de hoje.
Saca-se sobre a praca do Porto, se-
jam quaulias grandes ou pequeas a 3, 30
ou 60 das de vista, e pagaveis em prata ou
ouro : na ra do Trapiche n. 40, escriplorio
de I boma/ de Furia.
Precisa-se alugar uma neirra para ser-
vir em urna casa de familia, que seja fiel e
no beba, anida mesmo sendo de roeia ida-
de: quem tiver dirija-se s ra do Trapiche
Precisa-se alugar uma negra para to-
do servic, paga-se bem ; e tambero com-
pra-se uma negra que saiba cozinhar, lavar
e engomniar na praga da Independencia I alvaiad
n. .Ib e 38 se dir quem cuiupia .
HOSPITAL PIHOfllB
DE
BENEFICENCIA
Bichas de Ham-
burgo
:\a ra estrella do Itosario u. 2, loja -de
bal beil u, estv cxpoalns venda esta ba
qualidade de bichas, ebegadas pelo paquete
hamburcuez.
'bol
as.
As ceblas novas, cm caixas, que chega-
ram iiltimatneule pela GratidSO, vinda de
Lisboa, vendem-se no arma/.em de Barros
Silva.
a[ralPl @ iag([L
[sendo fabo oque for vendido em outra
qualquer parte.)
liol L'Alleeteur.
Pilulas vegelaes de Brande!.
Vermfugo inglez em vidros.
I'.Imi- anti-asmatiiico.
Frascos de bocea larga rom roldas, de
I a 12 libras.
GONSILTORIO IMHEOPV g
nuco.
1)0 DR. CASAXOYA.
28ra das Cruzes2S.
41
i?
\9
[Veste consultorio lia sempre para vender og
os mais acrrdil.nlos riiediraineulos honni'o- ''"
Os abaixo assignados, com loja de ourives
na rita do Cabuga u. u, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
estilo recebeudo coulinuadamente as mais
novas obrus do miro, tanto para senhora
romo para hoiuens c meninos : os piceos I
Por ordem do Sr. presidente convoca-se a
assemblca geral dos senhores accionistas,
para domingo, 18 do corrente, as 10 horas-
da manhaa, no salao do 11 ispital Portuguez
de lteueticencia em Pernambuco. Recife 13
de Janeiro del857.O secretario,
Joao Dominbues llamos.
A pessoa que procurou o Sr. Joo l!ap-
lista de Campos para comprar o escravo Joa-
qun), que disse estar no seu poder, perlen-
ceule ao Sr. r. Antonio Carlos de Almeida
e Albuquerqne, queira por obsequio dirigir-
0 se a ra da Cruz n. 35, primeiro andar.
O abaixo assignado tendo passado ao
Sr. capilo Antonio Bernardo Quinten o un
val da quanlia de 100; rs., que se devia ven-
cer em dezembro p. p c havendoo mencio-
nado val sido pago pelo caixeiro do abaixo
assignado Joo llayinundo Teixcira, succede
que lallecemlo o dito caiseiro no loi encon-
trado entre os papis o refundo val, pelo
que declara* abanto assignado que esse val
esta pago, aiim de que ninguem negocie, o o
provara em jwzoi se for nnsler. Itecife i i de
Janeiro de 1857. Francisco Lins Caldas.
Manoel de Souza Pereira,
Vende-se urna porcSo de pipas e toneis
por praso de .-eis roe/es coro as coinpeteutes
garantas, e tambem se arrenda o armazem
onde se acham depositados os mesmos ob-
jectos : a tratar com Joaquim Congalves de
Albuquerque e Silva, na ra da Cruz n. 35,
primeiro andar.
Vende-se urna bonita parelha de cval-
los de cor aiasaa, sendo os cavallos muito
novos, grandes, e ero tudo muito iguaes :
quem a pretender dirija-se no Poco da Pa-
nolis casa que lica por detraz da igreja.
Vende-se urna loja de fazenda* com
poneos fundos, sita em boa raa e eoin
bastante freguezia, o motivo da venda he
o dono retirar-se para fra da provincia:
a tratar na ra da Cadeia do Itecife n.
34.
Yendem-sc caixas com duzas de gar-
rafas do vinho de Bordeaux, meias latas
|e quartos de sardinhas, queijos, barris de
e e verde trance/., tudo por preeos
commodos: em casa de Lasserre J T'isset
Freces, ra do l'rapichc n. II.
Vcnde-se por prego commodo um mu-
la tinho com seis anuos de idade, bonito e
sem deleito ; veude-se tambero uro bergo de
aniarello rom o competente cortinado e no-
vo : na Ponte Velos u. 14.
Veude-se uma linda parelha de caval-
los muito gordos, grandes, e mestres de car-
ro e cabriolet. e mesmo pira montara por
iRrem muito bons andares: na Passagem,
sitio do Cajueiro. .\o roesroo sitio se aluga
nina ama que saiba bero cozinhar para casa
de pequea familia ; paga-se bem.
Luva.s ie pellic .
Jouvin brancase cor de palba, paia ho-
rnero c senhora, virolas pelo ultimo* paquete
da Europa : ero casa de S. Falque, ra do
Crespo n. 4.
Chapeos depalhade Italia
Basto lem para vender chapeos de palba de Italia,
dolirados c singelos, pura hornero, meninos
e meninas, chegados ltimamente de Geno-
va, e por precos commodos.
Obras de mariuore.
| Trapicho .Novo n. 22.
Ca vallo para carro.
Vende-se uro ptimo i avallo para carro
ou cabriolet: na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 33.
a eli.es, que o pkecu convida.
Mata Iruius, com loja de chapeos na ra
do Crespo, participa a rapazeada de bom
gosto, que recebaran) um grande sorliuicu-
to de chapeos do couro da Bussia de todas I Cadeia do llecife, escriptorio n. 12, lia para ven
as cures, que se vendetn pelo barato prego der muito superior polassa da Russia, dita do Rio
19500 a 59000. I j9 ,|snero e ca| vrgem de Lisboa em pedra, tudo
I 1*1 *Pre0S muilo favoravei-, cos os quaes carao
JsTl E Jl os compradoressatisferjos.
VIMIU lili PORTO GEMINO.
Vende-se ptimo vinlio do Porto em barr d
i quarlo e oilavo, por preco raoavel: na ra da Ca-
i deia do Recife n. 13, escriplorio de Hallar \ Oli-
I veira.
Um lindo e variado sortimeuto de model-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
dernissimo : na fundico da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na ru
do Rrum.
POTASSA E CAL TIRGE1.
IVoantigoej bem conbecido deposito daruada
i m\uha de
este.
SSSF.
(Verdadeira,)
Pelo navio BLOOMR chegaram 3000
barricas desta acreditada farinha : ven-
darse uos armazens de T'asso Irmaos.
fceijo uuilatinUo
Veude-se na roa da Cruz n. 31, feijo tnulalinlio
por prego commodo.
Moinhosdo vento
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
nas ue.a(.co hico de langa pelo barato preco
de 1^200, ditas muito boas sem ser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., caetas de osso torneadas para
pennas de ago a 120 rs., caivetes finissimos
de uma a quatro folhas a 1, 2, 3, 45, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
ra do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa lama n. 33.
Perfumaras finhsiinas.
Na loja de miudezas da boa fama na ra
do Queimado n. 33 encontrase seropre um
rico sorlimento de perfumaras de todas as
qualidades. inglezas e francezas, sendo dos
melbores autores que ha em Pars e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa,
sabo para barba de creme de amendoas,
agua de lavaude muilo superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
lo fina cm ricos vasos, extractos de muis
qualidades, extractos propros para bolso da
estudanle, essencias de varias qualidades,
opiato o melhor que ha para limpar denles,
ps para limpar os denles, e outras muitas
cousas que nao deixarao de paragar aos se-
nhores compradores, e que tudo se vende
por precinho muito barato.
LEQES FINOS.
Vendem-se lequcs muito finos com rica
pinturas, espelhoe plumas a 2/, 3s500e */
na ra do Oueimado loja de miudezas da
boa fama n. 33.
FITAS DE VELDO.
vendem-sefitas de veludo pelase de co
res, eslreitas e largas, lisas eaberlaa de mui-
to bons gestos, pelo barato prego de 160,
320, -100, 500 e 600 rs., na ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33-
Sao milito lindos pura pu-
l ii Os
Vcndem-se muito bonitos botes para pu
nhos pelo barato prego a 500 c. 800 rs. cada
abotoadura : na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa (ama n 33.
Pianos,
Em casa de RabeSchiuettau c Companhia,
com bombas de repnio para regar liortat eba rua da Cadeia 37, veudem-se elegantes
>. de capim : na (andigao de I. W. Bowman i
na roa do llruin na.6,8e 10.
Vende-so o grande armaiem aliandegado do
lari;o da Assembla a. 20 (Porte do llallas), muilo
proprio para qualquer e para recolber generoscoroo eslaserviodo actualmen-
te, por estar collocado defroule do trapiche do al-
godAo: a Iratir ua ruado Trapiche u. II, primeiro
andar.
Vendem-se pellesde catira de toda qualidade,
por fiiti-o commodo ra da Crui n. 34, primeiro
audar.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a l-".s'000o bar-
ril: as pessoas i|ue pii/.erem dito
pianos do afamado fabricante Traumann de
Uamburgo.
Vcnde-se agurdente de Franca em
caixas re tuna duzia : no arma/.ein de C.
J. AstlevA',.
Ne ra da Cadeia, defronte da Relirao, laber-
nt n. 2K, ha dasmelliores bichas bamburguezas pa-
ra vender a retalho e em porres, e tambem se
slogan!.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 duna e em barris de oilavo, re-
cenlemeute ebegadopelo;brigue vTrutador; vende-
te nicamente no armazem d Barroca ,\ Caslro, na
gene- | rua o.jgia ,j0 Kacife n. 4.
tras.
Em casa de llenr. Ilrunn 6 Companhia, na
ra da Cruz n. 10, vende-secogDacemcamnhatde
mtxttoz fttf t*b
ro.apparecam em o seu escriptorio AlffOd&OlltllO (la
ruado Vifrano n. o, para ver asarnos-1 n ,
para saceos de assuca : vende-se em ca-
No dia 5 do mez passado fugio do en
genbo Velbo do termo da cidade da Parabiba,
o prcto escravo de nomc Joaquim, coro os
signaes seguiotes : baixo, pescogo curto,
bastante barbado, rosto redondo, phisiono-
roia alegre e bonita, quebrado das verilhas
pelo que conduz uma funda. Este escravo
loi comprado nesla cidade, ende servia o ol-
ficio de boleeiro de carros, e depois da rugi-
da ja loi visto aqu : roga-se portanto a po-
lica e aos capitaes de campo, alim de que
tenham todoocuulado ua sua captura, certos
de que o lavando nesta cidade ao Sr. niajor
Joaquim Congalves de Albuquerque e Silva e
Joio Baptiatl de Campos, ou alias no referido
engenho Velbo ao seu dono o Ur. Antonio
Carlos de Almeida e Albuquerque, ou no en
genho Boa-Vista da cidade de Mamanguape
ao r. Francisco Antonio de Almeida e Albu-
querque, lerao prompa e generosa recom-
pensa.
~- Ainda continua a estar fgida desde
o dia 17 de fevereiro do auno passado, a es-
crava Joaquina de nagao, com os signaes se-
guintes : alta, secca, cara descarnada, per-
itas arqueadas, poucas vezes deixa o caxim-
bo, fugio em companhia de um soldado do
dcimo batallio, de nome Manoel Joaquim
da Silva, crioulo o esta anida deseitor, fui
duzia.
FARINHA
i>e Trieste.
Kelog-ios
B'sto lem para vender as seguintes obras de mar-'
inore : estatuas, pias, degros, pedras qua-
dradas e oilavsdas para consolos e mesas
de meio de sala, u lijlos murmure, ludo
por prego commodo.
. Veude-se por mdico prego uro guar-'
da-vestidos euro loucadur coro ospelio e ga-
vida. Serapbim 6i IrmSo.
de pass
geitoia
folh

[torte e
eorridja
o Lima, despachante pela

Claudino do lteL
rrpaiTigao da polica, tira passiipurlc para
dentro e fura do imperio, e folha corrida,
[ i por commodo prego e presteza : na ra da
I Praia, primeiro andar n W.
'-' paltUCM de CAIKI.I \.\ c UYEBER, lano \{t
., em linluia-. ruino em pl.diolo, c o mais .V.'
;" em cenia powivel.
Uma balieade 12 tubos *- k-> e iii-ihhi
de 21 b lo- |_>> e iJaUOII
de :i o I.V? Ih> e 20n0ull
de IN IH-4 i.- c 25SOUII
''.} n > de un d 225 25 e :mMHm
m 5 Tobo avulsn* 5tW, 800. INum.
I oar-M .1- liatn a esevlher 2gttO0.
'- C.oiisulii- lodoa off das gratU para o po- ^r
'. brea. W
V--:- -;.:: ::*. :\ Q?>$ft$%i& aproveitar de seus servicos, eroga a todas
ii Sr. Manoel Jos da 'onseca, que ha as autoridades policiaes a appreheosSo do
captiva por niuilos anuos em Pauellas de Mi-
randa,onde tem umlilbo forro de nome Joo,
sacie 1M. O. Bieber A C, ra da t,ruzi0 ^nhor que fci desss negra anda ex-
n. V. iste no mesmo lugar e chama-se Cactano :
I roga-se as autoridades policiaes e capitaes
de campo a apprebcnsDo da dila escrava,que
se dar 5n.- rs. de gralificagao, sendo ella e.i-
I trege ao Sr. Ma'ioel Ferreira Chaves, seu
senhor, na Boa-V'sta, ra da Cloria n. 9*.
No dia 26 do mez prximo passado sa-
bio da casa do abaixo assignado um prelo
de nnme Ignacio, por anlouoinazia Catle,
nagao Angola, representa 45 a 50 anuos pou-
co mais ou menos, estatura regular, secco
do corpo, cara redonda, vive sempre um
pouco embriagado, be quebrado de ambas
as verilhas, e tem o dedu polegar do p di-
reito ou esquerdo virado para dentro, e foi
cauoeiro no porto da ra Nova, onde he bem
cmihecido pelo apellido : recommenda-se a
I todas as pessoas por quem possa elle ser en-
contrado, o mandem pegare entregar na ra
larga do Rosaiio padaria n. 1S, junto ao
quarlel do dcimo, onde se gratificara com
generosidade.
Manoel \ntouiu de'Jesus
--- No dia 25 de dezembro do anno proxi-
Europa, muito proprios para as senhoras dc|lll0 paseado, fugio um preta de uomc Ma-
bom goslo, assim como chitas francezas | theos, idade, pouco mais uu menos, de 50
muito finas matizadas com lindas cores :; allnos, com os signaes seguiotes : tem falla
tm casa de iaundeis Brothers & L., praca ; dao-se amostras narua do Queimado n. 22, Jo oul0 direilo, naiiz chalo, pouca barba,
do Corpo Santn. 11,ka para veodroseuinta a na loja da boa f delronle da da boa lama. I horca grande, dentes limados, estatura re-
Ferro inglez. PARA QI'EM TEM BOM COSTO. i guiar, cheio do corpo, e cor fula ; este es-
Pixe da Suena. Na ra do Queimado n. 22, loja du boa f,! cruvo he bem conhecido por ter sido escravo
Alcatrao de carvo, ha um comp'eto sorlimento de ^rosdenapo- do fallecido Jos Joaquim de Mesquita, be
Lonas de linho. i le de sed3 de lindas cores; aproveitem antes de nasSo Angola, o qual escravo dizeiu que
Esponjas. que se acai-ero, que a testa e=t com noscu, tem sido visto na cidade de Olinda : roga-se
Oree as assim como chai eos do Chile muilo linos, aos senhores capitaes de campo ou outras
,J,."i,. c___ que se vendem por menos que ero
Algodao lizo para saccas. n? re
Dito entrancado igual ao da Babia.
E uw completo sorlimento de
Veude-se en) casa de Siunilers Brollier.- A, C. inainelliei I
prara do Curpo Santo n. 11, a muito superior ebeiTmu paquel
I condecida farinha de Trieste, da marcaprimeira ''""""i"
; qualidadechegada em 'J du correnle na escuua
I il'eil-, cm poreesgraudes e pequeas, con lu me a
vontade do comprador.
TA1XAS PAISA ENGENHO.
Ha funrlipao da ferro de D. W. Bowmann ua
ra iio ISriim, passando o r.li ifariz," coniint ha-
vei um completo soriimertode taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 i 8 palmos de bocea, as quaes
cham-se a venda, por eprego commodo o com
promptido: embarcam-s oucarregaat-se mear-
i ro semdospeza ao comprador.
Na ra do Trapiche u. 11, escriptorio de Ma-
j noel Alves Guerra, vendee por commodo preco e
' seauiule :--uperior vinho do Porto em barris do
{ oilavo.cliapeos de l'ellro, e sabaoamarellu fabricado
uo Rio de Janeiro.
: cnbrrlos e descoberlos, peqoenos e grande, de ouru,
! palele inglez, para hornero e senhora, de um dos |
fabricantes de Liverpool, viudos pelo ulli-1
ele inglez : em casa de Soiilball Mellor &
Companhia, ra do Torres n. 38.
N". O. Bieber.V C, ra da Ciu/. n. i,
vendem:
Lonas da Russia.
Irlein inglezas.
BrinzSo.
Iti i us da ltussia.
Vinho de Madeir Algodo para saceos de assucar.
SAO* MUITO LINDOS.
Ricos corles de vestidos de fazenda muito
lina, toda de seda e de um gosto muito apu-
rado, chegados ptlo ultimo vapor vindo da
. ,.4..^, -------, proprieUrio
conlinuam razoaveis, c passam-se contas|uoesiaeieciincnlo de canos decondue-ro, veas para diversos misteres: na loja "do
com responsabilidade, especificando a qua-: establecido na ra de Apollo, avisa a todos aterro da Boa-vista n. 10.
lidade do ouru de ti ou 18 quilates, licando jossouuores de escravos que trabalharo na Vende-se a collecgao do Diario do Per-
assim sujeilos os mesmos por qualquer dn- lua' em assccsr, que ella paga o jornal del nambuco do anuo de l55 : no aterro da
15280 rs diarios, aos senhores dos nietos Boa-Vista, loja n. 10.
quciom elle se 'luizcrum cro'aiar e ncar* l i- l i
pontuaimento Jas .s wmlffi oS Seni" Uvas de variasqualidade
res ou pessoa por elles autonsada, ah-m Ue Vendem-se ricas lavas de seda de todas as para este mercado : tudo por prego commodo.
urna ^ratiiicagao que dar aos escravos que | rea, cobordadas e coro boletas a 2} o para < i .i^, i sIioh t' Dttt&tSHS
e%bShoras."noTiSo" R- ra do Trapiche a rJ. en, ,". Ve NA F11SIII.;ao"dE FERKO DO EWftfrH>?fcbe^.j^g^. ^Z^ST
ditas de lio da Escocia brancas e de cores 11 vende-se superior polassa da Russia M1E1KO DAVID W HOW MAN. fiA
parahomans e senhoras a 300, 400, 500e!,.,......;m1 r;1| ,,-m de Lisboa, da I RA UO HRLM, PASSANDO O ollA-
bein servirem. 'ditas
Prccisa-icde uma ama para casa de lio- para houiens
mam solteiro na ra d i Praia n. 29.
Francisco Josc da Konseca declara ao
respeilavel publico.que dissulveua socieda- oo.
JSSir1*! 1ECHAMSI0 Pili
no.
nutra ijuaesquer pessoas que o peguero o o leven,
a seu senhor, ua ra larga do Itosario, qui-
na da ra do Queimado, segundo andar, que
sera generosamente recompensado.
Fugio hontem as 7 horas,um escravo mula-
I lo de nome Tbomaz, alio, reforjado de corpo, com
[fil
,'""-'' "-......y-'.......'.' ", ".r" eamericana, ca Miy.cn
ditas brancas c decores, do algodao, "
.... ..... 'I mu i.' i,., > i filio Ii-i ha mal

\u assi
15 lid
Sa Ihc que se. acl
2 la (idade, a ti
po, queira vir a esta praga a tratar de ne-
gocio seu com sen irrojo Francisco Jos da
r'onscca, na ra de Domingos Pues n. 28.
9\ Tendo-se ausentado doooder da abai-1 de que liuha na taberna sita narua de Uo- proprias para montara a 240 e 320 e outras
liada o sen cscravosnloniu desde | miug^s Pires _n. 28, com oSr. Francisco Jo- qualidades mais que se vende ua ruado
Queimado na bero conhccida toja de miude-
zas da bou fama n. Xi.
Leite puro de VHcca ca-
rauna.
Uefront.: ila matriz do Pogo daPaieiia,
vende-se o puro luile, tanto em copos ao p I
das vaccas como em garrafas, e aceita-se
qualquer cticomiiienda do mesmo, por lla-
mis nova rine ha no merca
do.
de cicrati/i* as rauellas, falla coui muiui manci-
dao, levco vestirlo camisa de panno azul grojo
guarnecida de ourelo branco, nos ombros epu-
ezembro prximo passado; consta-1 se Gomes de Oliveira, .licando livre e desu-
ha homiziado oro una casa nes- neiado de todos os pagamentos a que a dita
titulo de ser liberto; e por isso waborna eslava obligada.
declara que proceden con, Lodo o riuor da | pessoa que annonciou querer com-
Ici contra quero u livor ero casa paa se | prr um guarda-louca em segunda milo, di-
rija-se a loja n. 10 do aterro da Boa-Visla.
Pardeo se lima pulceira de ouro sem
Mangiiinho :
144 ,-W 4,4.4. 4.4.(.4.4., <|4.4.l VII4.4. lOlldO i'OIl.S-
servicp de casa: quem tiver para alugar di-1 ciencia entregar sera bem recompensada:
rija-se ao alerro da Boa-Vista n. 29, loja. I na ra do Cabuga, loja u. 11.
ora 8 anuos que loi para o engenho Vare-. inesiim.Sennorinba Suteria Albuquerque. I esmalta, desde Beberibe aU' o
Precisa-se de um prelo ou preta para o a pessoa que achou, querendo
i ver em quantidade.



ILEGIVEL
Uu i t;i at!em;ao.
Na ra do Cre-po, luja da e.quuia, que volla pa-
ra a roa d.i Cadeia, vendem-se cobertores de lAa
| bespaiilnip,lencocd* rtmbraia de lilras a ,00, ."i(UI,
i e Clin r. rada nm, rrle? decasemira de c6r a ip,
aOOO rs., dlles prata a 4*500 eSjOOOr-., dlloa
d hrim cacuro e amarello para calca a 15440, pan-
J uo de lilio do Porlo, loalhai de mesa e ro-lo. ^uar-
danaposde lada asqu.ilidides, aloalhado adama*-
'cadornm sene palmos de largara a ISim a vara,
I cortes de cassa ch.la a 196*00 rs., e oulras mailas fa-
1 leuda-por preco's commodos
*
rARIZ, nhps, aberta na frente asa forma de palito: esiees-
liasemprcum:rande-oriiiiieiiiodo;>cuninies ob,rrav0 ne natural da Parabiba e loi escravo do Sr.
jacto demechauMnos propios paiaem-enhos a sa- |fc h h d
1 her : moendas e meias moendas da mais moderfa WNra is^ > i r ,, .,
eomtracfSo ; laivas de Ierro fundido e balid,de gro Jos Joaquim de Souza darjuella cidade, efoi
superior qualidade ede lodosos tamaitos; roda comprado pelo abaixo assignado ao .Sr. Hilario de
dentadas para asna 08 aiiimaes, de todas propor-1 A|bandra Vasconcellos .lunioy.morador no engenhn
roes; crivns e hoccasde fornalhae reei'rn de bo- I
eiro. a quilbo es. bron/e^, para fuso e c'villioes.mo
nhu'. de mandioca,ele.elr
roes; crivos e boceas de fornalhae reai'rn< de bo-i
. Tapua freguezia do Pilar dosis provincia
quem o pegar love-o a ra da Concordia a Pedro
Amonio Teixera Guiroares, que ser generosa-
\.\ MESMA HMHi.AO
ie exernlami odasase-ncommeiidas rom a inperio-
ridadejronliecida ecom a devdaiue-le/aecom- |
Imodidadeem preco.
-
menie gratificado.
1-F.UN :I\P. VE M. P. DE. HARA 18J7


Full Text
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