Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07684


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Full Text
ANNO XXXIII R. II,
*#
Por 5 mezes adiantados 4.S000,
Por o mezes vencido 4S500.

^,


huma mu i:; de .iwmuo m. iiii.
Por .-1111111 adiiuitado 15S0O0
Porlt franco para o lubscrpti i
DIARIO

i-.-^' V
1XCAHREGADOS DA SITBSCRIPC.VO NO NORTE.
Parahibt o Sr. Joo Rodoipho Gomes; NiUl, o 6r. Joa-
' mu 1. Pereira Jnior; Aracdtv, o Sr. A. Ue Leraoi Bra^a ;
' eara. o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim .Mar
auet Rodrigues ; Piauhy, o Sr. Domingos Uerculauo A. Pebsoa
Creme: e^ara', o Sr. Justino J. Ramoa; Amazouas, o ftr. ;Jero-
i\rao da Cosa.
PARTIDA DOS C.oHHKIoS.
Olin.U : tod>
gira*.., Gpianiu
>. Am,.... Reterrus,
S. LuureafO) ".*.>-<
leir, FloreB, Villa-l.
Idilio, Ipo^u-a, Sor
.Mmciit. irM r .Natal :
(Tudu* o currtioa
Hm*. is 9 e nir>ia lior.n Jo tij.
nirahflNi : n......am Mifaa-feiraa*
Unilo. Oruar, Affinlm *> <;*r..iiftin. : im tai^a-folm
'\lli,tatareta*. Limurtro, Ur.-jn. iv--|i.-i-.i, Jh.m-
l.i. Jl.iu-VaU, Ourknrv tiu : im .|mrtj ffir.i.-
uli.'iem, llio-Kurnrwi. Ua, liirfirns, ua-Prela.
qgjnti>-feira.
parten .- 10 haraa da minhla-
AUDIENCIAS DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundis e quiniaa.
H c a -11 lerrai-feiras e aabbados.
Fizenda .- quarlas e sabhado as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-di*.
J ii/o deorpbaos : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira varado eivel segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadosao meio-dia.
l.I'll I.M l.l: mi s lio HEZ DE JANEIRO-
3 Quarto crescenle as 9 horas e 54 minutos da mandan.
10 La cheia as 6 horas e 48 minutos da manlia.
Is Quarto mingiiau.r as 2 horas e .1 minutos da manas*
25 La nova as 9 horase 6 minutos da tarde.
PREAMAR m: IIO.IE.
Segunda as" horas e>- minutos da manliaa
Primeira as M horas 1 6 minutos da larde.
DAS da semana
i- Segunda. S. Saljrn m. : Ss. Anadio, Zoili.iro e Tacsana mu.
13 Terca. S. Hilario b. : S. HernahioeJS. Btramonio nim.
14 IJuarl. S. Telix m.,- S. Mamila v.' S. Malaiiua* priTela.
15 Ouiuta. S. Amaro ab. : S. Abbaruc c .Micheas prol.
lti Seit. Ss. Berardo, Arurrio.Ullion. Pedro e Adjucto iwu.
17 Sabbado. S. Au.ao.ib. Sss. Elrusippo. Melrustppo.
II Domingo. '2. drpois de rcis. O SS. .Vune de Jesns.
ENCABAEGADOS DA SUCaCMPr.Ad NO SU
Alago. Sr. Claudino laico Das Baha, o Sr. D. Duprai .
Rio de Janeiro, o Sr. Joai Pereira Martina.
E.UPEJt.NAMBlLO.
O proprictario do DIAK'O Manoel Fieueirca de lina, na aui
.rari ... J. i. i .....I., ,... .,- Ik v
|'i' ('i i' .-' i-, i. j Iilrt"1' "i'i'n na.
rario. prata da Independencia ns. 6 e 8.
daqtielle municipio de IK*>7 a leitill, que Toi enviarlo i Ao padre Margal incumbir, setal disse, mos-
a presidencia para os convenienles eiamee. Itrar 1ue delegado Iba allinnou, oa descubri i 0.OVERNO DA PHOVINCIA.
Expedanle d ala l'i He lanelr.
Oflicio.Ao Etin. lenle general cuinmarjdan-
e daa arman, recommendando a eipedirio de suas
rdens |>ara que sejam mudados os destacamentos
(lstenles ua cidade do hio l'ormoso e da villa de
Serinliaem, cuiu os respectivos otHciaes, menos o ca-
lilao delegado Francisco Antonio de Carvalho. .
DiloAo-mesmo, Irausmitlindo por copia o avi-
-o da repailicao da guerra de -J'.i de dezembro ul-
limo, man Jando transferir o '-'. balalhaode infanta-
ria para as Alagoas, e daquella para esla proviucia
o 8. ila mema arma. '
DitoAo meimo, inteiraudu-o de haver eipcdido
-is convenientes ordens para que iiho so se passe -uia
le soccurriinenlo ao capilAr Antonio l.m/ Duarle
Nune eao alteres Leopoldo Alves Barran, mas laa-
ban se d passa^em para os sens destinos no vapor
linperatriz a esses olliciaes, ao cadele JoSo Alva-
res dos Sanios Xogueira, eao parlicular francisco.
Americo l'ertira do Lago.Eipeiliram-se as ordeus
de que se Irala.
ilj -Ao mesmo, remelteudo jolgados pelo con-
ellio supremo militar de jusliga os prncessos verbaes
Ao delegado se o allinnou incumbir prov.ir, que
Portara.-(.oncedendo-o ,u de direito .la co- rece|)eu ^ orden5i hlsl,UC ou c*la br^u_
marca >1o Bonito, bacharel Manoel Correa Lima, mmi Cd,
me/, de liCMei curo vencimenlos para tratar de A mim o que pele be declarar que urna dcs-
-ua luilr.l-'i/ran--'' a- ri. e-iria- cominniiira- la Ires pessoas l'allou l verdade. e, se for possivel
obter dissoprova, mandar proceder cuino lor de di-
reilo.
No eutauto ca.la um dos tres lie desaliado o provar
i.oes.
DitaAo agente da coanpanliia das barcas de va-
por, para mandar dar DMftgCM para a corle por con- j que nAo^ftltou a verdade.
la do govemo no vapor "Imper.ilru. ao primeir0
lenle da armada Eugenio l'edro Koclia l'illa Uar-
?3o.Inteirou-se ao commandante da eslago na-
val.
DiloAo mesmo, recommendando que maude dar
passagem DO vapor "Imperalriz, pot conla do go-
vemo nos olliciaes que em virlode de ordeus do mi-
nisterio da vuerra teiu n general commaudaole das
armas de fa/er seguir para diflereoles proviucias do
sol, e bern Mira as familias dos mesmos-olliciaes.
Communicou-se ao referido general.
DilaAo mesmo, mandando dar (rausporle para
a Babia por conla do governo no vapor "Impera-
Iri/:.", ao soldado invalido Joo Ignacio dos Saulos, ao
msico Braz Jo da Fonseca, e a mullier desle.
Parlicipou-aj an commandante das armas.
duus miuislros d aliar, um delles encarregado de
cura de almas.
Dos guarde V.Eic.Sergio leiieira de Ma-
cedo.Sr. paire Francisco Pedro da Silva, Mgario
da freguezia de Ooricur\.
documento
i* A Franca qniz as conlerencias, as quaes cebrar-
se-lo em Paria ; a Franca emitlio a respeilo do
lllm. e Eira. Sr.Passo as iimos de V. Etc. a es- i Uolgr.id urna opioiAn eonlratil .i da Inglaterra, e
lalistica das carias e inais papis entrados e sabidos' su*'enta essa npiniao ; limlmenle .i Frariga esla re-
desta administrado no mez dede/erubro prximo I IvMa a acceilar a docisa que emanar da maio-
lindo. [ ra.
Dos guarde a V Etc. Carrejo do l'ernambuco I. S1'1" l",'i Pro
da Francj e da j ve liar ioleiranunle noa napolitanos p.-ra operar i aggres-n'rs que podessem vir do oeste ou da norte
ira os ramo ludo tata he do pele agoiro. A- j e ao pnIlclp0 ,,J(|o parecj, prolllr.lbe U(D rtiu
relia-
lie porem muilo para lamentar e para correr-nos j 1 -2 de Janeiro de 1853 lllm. e Eun. Sr. Sergio ''''-i"' "Ao bes
le vergonlia, o vermos que n'mn Degucio onde um l'eixeira de .Macedo, presidente ilela provincia. lin-iia.'t'nie des
liomern deve ser necessariamcnle mentiroso, ligurem .0 ailmiiiislrador, AMO*
ESTATISTICA
Juse (iotitfs do Corrrio. uit'
nuncitrmos liada sobre a qneaUe en. i Fernando, aiislentado, di elle, pelo imperador da | Ihes que ella fornecia ao govemo persa
ilainiM a reroi.lierer a Iraoqueza desla ; Itns-ia, fez de-as repralenlacOes. O jornal iugle/I _........ .......- .,-- ------ '
sla aullarle ; alada mal, iulgamo. ler > allrjboa n corle de S. flJWaburgo, o deaejo de gi- q,ls "le auen' '"> "ar partido para ,
para aeereseenlar que a Inglaterra, ao lar o til da Europa .jeta aproveilira coufosSo e
_'entrar na conferaiicia ilplinitivainenle declarou con- ] desunir a Franca dr Inglaterra. Mas a Inglaterra
dos olticios, curtas e Otilios papis sellados, francos e de porte en- '"'aar-ae eorn a deeiaSo da meioria, aejaqnel or. e a Praaea di* e*> "> ambas as necessidades da
IttHVw < cil.irlnt H,. Hiriin iri -,l ,1,. Pxi-niunluii-n r,,, .., A.. Hsn, Ei Ph Iribunal'consliluido h a sua anloridade re- Sicilia, que llie -onsome o Ifigo, o azeile, o vinbo,
tladO. Sa'iidOSdo COI uu {[ei.il de Ptinamliuto no me/.dc de/.en- ; co|le(i(lj). Be resto, as opinies que liverarn lodo os frucios. -da, e o enxorre, ale.n disso sabe-se
OTO de I H.tji. I o lempo de se forrearen!, a aflo de lo los eonheci- que as polen ras occidenlae' manifestaran) ao con-
Palacio do governo de l'ernambuco em I i
ueiro de I8~
de ja-.
dos soldad** Antonio Jos Brauddu, Miguel da Ko-
.. u____, ...,. .i Keceb a caria datada de 1.1 do uiez passado que
Cha, Manoel luuoceucio Meude e Joao Ribeiro. da v.nc. me dirigi de.la wlla e foi publicada nalural-
Silva, perleoeeales aos corpos em guarnir lo ncsla mente por ordem sua, uo peridico dersa capital
provincia.
DitoAo mesmo, enviando para ler o convenien-
te deslino a f de ofllcio do te nenie eorouel Jos di
Silva Gnimaraes, commandante do '!. halalhao de
infantaria.
DitoAo meamo. coininunicaudo haver o Eim.
presidente do Maranhao, participado qae veio para
esta provincia o cirurgiao-mr de brigada Jos Ser-
giO'Ferreira, a necopar o lugar de delegado do cirur-
gi.Vi-mor do etereilo.
DitoAo (hele d"e polica, remetiendo os mappas
dos traballms da promoloria da comarca da Boa-
Vj.ta, dorante os mezes de maioe junlin ultimo-.
dfim do que baja de examinar se laes mappas estao
confeccionados de conformidade com os model-
los. .
DiloAo inspector da lliesouraria de fazenda, de
Mil ven lo a. i nula docomenlada da despeza feita com
oconcerlodu edilicio onde se acba aquartellada a
guarda nacional, alim de que acceite a mencionadi
cuota e mande entregar o sao saldo a repartirlo das
obra* publicas, servindo de duplcala dos documen-
tos as copias que remelle e foram liradas ua nesne
repartidlo em coiisequeucia de ordem da presiden-
cia, que loma sob sua responsabilidad* mo so o me-
lliodo ilessa despeza, mas lambem o excasso do res-
pectivo crdito.Coininunicau-se ao director das
obras publicas.
DiloAo mesiiin, declarando que o juil munici-
pal do li-iinu dr llarreiros, hachare! Joilo Francisco
da Silva Braga, participara haver entrado no da 3
do correle no exrrcicio da vara de direilo Ha co-
marca do Ki*i Pasmoso na qualidado de son segundo
substituto. Igual cnininunicar.Vi se fezao couselbei-
ra presidente da relar;Ao.
DiloAo masroo, dizeade que a vista dos parece-
res,* iuformaroes que remelle poi copias, lem resol-
viijo que o Icrieno do lorie do Mallos pedido por
ujornal do Commercion de 13 do crrenle.
Minias das expressas desa calla sdo mal cabidas
um um empregado que se dirige a primen a autor i
dade. da provincia, muilo mas quaudo nao foram
provocadas por fado algom dessa antoridade. os
ulllcios a que Vine, ac rrf'ere,enderei;ados por mim
em 2- de novembro ao juiz de paz, e ao delegado de
polica dease municipio, o que se acha a aeu rtspeito
he o si'goinle :
O vigario dessa reguezia tamben, ine he descrip-
loligurando Iristemeule nesses acoulecimenlos,per-
correudo as.ruaa, eipilhamlo doutrtaaa pefgo Esla claro que eu so allirmo ler-me Vine, sido
descriplo por esse modo.e \'inc. sabe que as pes'soas,
que assim o descieveram, por sua posic.ln merecem
le, e lallavain de aronlecimeiilos, passado* em sua
presenta. Sabe lambem, porque eu u declaro no
ollicio o delegado, e depots nos ollicios que fin da-
la .le J i diriga Vine, mesmo, do coronel Alvaro
Eruesio de Carvalho lirauja e a outros publicados
no Diario i/e f'criiambwo de li de novembro, que
eu demurei aquellas resposlas alguns das a espera
de ulteriores infurinacoes, e que so depois de expe-
didos aqaoltea meas ollicios de -1 be que chegaram
as carias de Vine, ede litros, e o ollicios da auto-
ridades dissidenles daquellas narrandu os facios por
um modo npposlo.
Se pois Vine, perlendesse de iiiim jnslci somente
lugares d'oud* o correio de l'er- RECEBF.U. HEME rn-.i.
( arla' Jornaes e Ca'tas .h*rttae< e
uamboco recebe, e para onde remelle corresponden- S titnis papei*. f/ o inais //'i/'/.
ri a 3 3 cea n 2 a
cias. S s O O e & Bj -> 8 o
5 5
Peruaiubuco . ly 99 8 376 7(i 1 09 563 1419
Maceio....... :i(i 1 1>X, -Ji *l 16 m 13 -.'18 1 72.1
Baha .'...... -' 1 1133 1 Ibi l.l-> ". 7 7ilS lli 173 919
>ergipe ....... II, 1 8 ;.ti SI ti 8 JI 35
Um de Janeiro Espirito Sauto. . JH9 >i SMx i)7 llu'7 li lili. lli.' ti 1658 XI 399 22%
1 1 ri 6 11 3 3 o K
Sania Catharina. . 1 !l :il 3 8 1 12
San Paulo...... o- 1 -.'b 1 '1 K
Minas........ 1 1 0 1 13 6 2t)
Itio Grande do Sol. \l > 56 71 I i i ti 1 2't
(joya*. ,..... *> -i 1 1 ->
Mal* iiroaso . 1 1 II
Paran'....... 1 a 10
Parahyba ...... Kl ) Jll (i.j 3.VJ 'iii 3 350 8 1379 - 3 1799
Kio Grande do iSorle :Il- Jl'4 19 275 21 1 192 164 684
Cear........ :>s i 8i;> 133 lilil 24 I >> 9 350 1 MIS
Mar n,lia........ i .i 686 78 811 'l'l :128 18 331 I 703
Piauhv....... y 1 ,VI 3 i 711 A 1 10
Para'....... jh t IJ3-J 't 711 II 1 -2.1-2 .> -T Ii7b'
Alto Amazona* . 3 1 J-2 .1 l i 9 lli
779 89 W, 61 I7:ts 1 9566 1103 75 'ilili'i 88 1405 9 10344
Paizea ?*lrang;pirps , 765 lili sai 'J 101 2 Ij
ejresto de caris, a respailo do reino das Duas Sici-
lias, visl-* coniinuus, e ludo quanlo depois aconle-
ceu te.' por lim apreseutar a sabedoria dessa pol-
tica uanliea das potencias occideniaes. A Fran-
ja < a Inglaterra sabein que lerian muilo a perder
roulinenldl,
Idas : de nm.lado a I*ranea, a Rsele ea Prussia ; do
nutro, a Inglaterra, a Aiislria, e a Turqua ; segue-
se a Sardenha. a qual, decidida ao principio a seguir
a opiui.io emilii la pela Franca, dizem que irresolu-
la, anda acida entre os dous campos, lalheo
quadro da situaran. Quanlo a diflieuldade que m-'ri "'a coiiimocao violenta na Italia
Rila entra os partido*, he atea anda a eterna ques- e bao de operar urasa iulelligencia.
l.io relativa as rtuas Bolgrad. ---------------
I -na ja mo existe, e degenerou n'alguma co- | OJirnal don Debate ti
como lolliark, da qual segundo Ba*a**eaar eacontrein alg,as parcella* a urna disUnci -le 3 "'"'nos acerca da lomada de '.lcrat t
o, kilmetros do lago \ alpoik. e a oulra. 'terad A serein exactas as noticia* que de Consl.inlino-
Suberlia, eleva-te ese engrandece sobre a propri- p|a os ebegern, pode-se boje considerar como un
"fcQL^SiiW* qa.i ll.l a- "omero a [* J0"' '^ 1" *?f do ,Ie"1 <"' a"
das nossas capilae de dislriclo. Os lo-leze* presis- 'ornada de assalto nos bus do mez de'uuxembro pelo
lem ern dizer que a Bolgrad que yii r'O exisle lie a | xercilo persa.
segainlcs ciim-
que deve abandonar a Russiapara li'iite da sua Iron- >
Ierra : os Ruta* querem pelo cnixrario conservar a
I nova Bolgrad por motivos a lusiiislralivos que de
' cerlo Me pouco valem o iiicouvenle de nweitar um
tal debate.
O perigo que aineac.i a Viiropa, seos Itussns li-
cassem em Bolgrad nova, consista era qui- os ha-
iiilaules do Bulgrad qu ndo ha sutiiciente agua no
tea lagu, o que u.lo aco'tece todo o anuo ) poderi-
am commiiuicar por nato de barcos enm o Danubio
comprorueltendo de-'C modo a livre uavegarao do rio
lude rae, \
To grandes nules pnderiam naeeet de urna qaes-
I3u lio pequen?? -N'Ao o acredilanios. e esperamos
que "
dos
.10 crrelo neral ue Pe nambuco ile Janeiro de 1857.
Foram consumidas por eslarem na administracSo, alm do lempo prescripto |pelo regulamenlo
I IB' carias selladas e298 niio selladas. Parlram em lodo mez 89 estfelas.
(I administrador, Antonia /ote Gomes do Correio.
COMMANIX) DAS ARMAS.
Ornarte! general da commando da* inaai de
Feraambaeo, na cldade do Recite, em 13 de
Janeiro de 1857.
OUDEM DO DA N. OO.
O general commanrfame das armas declara nava
e mu, a parcialid.de que qu.rom os homeiis de par- tcleaei. dagualnico a necesario ellei.o, qu" bo"
l.do, se ,iode*e encarar a sa.isue fro a sua po-.ca.,, lem Tez a .oa apresen.acao no quar.el-general, m-
e a ii.iiiha.se losse capaz de obrar inais rom a Ir.cra, do d., provincia do Maranh.lo, o Sr ciru,.....-n ,,r
Se o faci he verdadeiro, he mais um successo
impor.anle, heoulro episodio da queslilo do rlenle
que comeca.
A'primtira vala deve parecer um pooco eslra-
nho que se possa allribuir a esle fado um to gran-
de alcance, llera! nae he com elleilo a capital de
um grande imperio, he a cabera le um pequeo
principado qae n3o be mais povoado do que cerlus
departamentos da Franca, e que nina grande distan-
cia de nos separa ; situada 250 a 300 leguas a lesle
de Tehern, 150 leguas a oeste de Cabail, perdida
homeiis-de intelligeucia e de corarao, reun- i no meio dos desertos que separare. > Airgbaiiislaudd
m coiutesso e conbeceudo bem a luudo a o- persia !
lana i puLlica, serao levados, a sea pesar e a de*-1
peilo de todas as inslrueeocs a darein urna solueilo !
salisfartloria a esla quesillo deploravel.
. Eis-aqui elleclivameiile, o que se le na cocrespoo-
deneia Slefani, cum ddli de aples, de 25 de no-
vembro :
c Netle* ulli.no* das liverarn logar alguns brin-
des militares.
Chegaram ao nuuiero de dnze ou qoin/p, e tarara
encerrad is no caslello de Sau'Elmo. Parece que
um solrlai o os bavia denunciado, e esle
(calma, espirito de juslica que^dexe mostrar e.n fac- j de brigada Dr. Jos Ser"
j los e oiio so em paajawa* o ministro de Biuaj relisnlo '
| de amar tolerancia, deria ler reconhecido que eu
I nao poda obrar de oulro modo.
No men oficio ao coronel Granja Vine, denla ler
| vislo a prova de inhiba imparcialidade c desejo de
; acertar aaa leguinlee paievra*
ir O que resalla danto conlliilo desordenado dos
[irincipaes ciiladios desd villa, h- qae ella esla seu-
i do o lhea.ro ..o iion: lula do r.tiiniias e de aiubieo-
' as influencias luce-, de que inf'lizmenl lemos
tantos empina. Os bornee* favorecidos pela forlu-
O'Jourual de Coimtanlinopla publica a respeilo
do Bolgrad, os ?eguiiiles ilelalhrs cxlraliidus do uAl-
manacii de la noovelle Rajeaaa noara 18.H, pabliea-
da pelo Ixceu de Odessa :
colonial de Is.nail. dislriclo de Kagoul, pnvoarjo
blgara bem construida, superior ao rio Valpouk,
residencia da a.lmin>sl'aco, das colonias Iransda-
nubiauas, conten 8,305 babilaules dos dous sexos,
1,1.37 casas, pela maor parte construida* de canla-
, ria, duas escolas de inslruccJo publica, orna para
i homens e oulra para senlioraa, urna magnifica igrej
Jlo Marcelina da llosa, seja aforado rn.dante con- V'^TuTi '"" a"'"Uw"r aS *"", *2*d,5 "*" !
.., ., ... i lrabi-las|ila suas occopa'.oes nara irem servir de id ,
dnj6ea qae devem ser ndigidas de conformidade com inuar,,,, aos abastado, incalindo-lliea habito* mu* I
a Ijei, pondo-se e.u praeja o seu dominio til, na de avenlurejros e salteadora* du quede eidadea
qofal poder.i o suppl.canle lanear para ohler prefe- I uleis e industriosos.
reacia, ollerecendo maor preco, pois que para es-a i ''""" P">]ut<"', SSSi!,ll,u!ili " ,.,.. K, rsiesarinainculose Impelas pode ser duvido-u no
preferencia ueuhum mulo i he assiste, e o dominio meto daa allirmac.e, desenconlradas de V.nc. eseus
til lem um valor veual de que a fazenda publica'consocios e dos seus adversarios, u
ni'.1 dte ser defraudada. ^ caria de Vine, a qu: e.-lou respoudemlo lie uina
Dito-Ao meamo, eouiiniiiiicaiido, alim de qae o !""'" 1|,r.uv",',a "T**, J" ,ala. *Wlif*
, lamillas,e de ambiciosas inlliiencias loeaes, e be una
f*i;a constar ao inspector da uHaadega e aj ndmiuis-
rilem qoe llie foram dirig .las.
0 mesmo general publica para lerem a ilevida ob-
servancia, as s.iilencas deliinlivas proferidas nos ,
...iq.ie deviam conrorrer por nina benigna influencia processns verbae- instaurado, contra os reos milita-. dl*!no :
para o bem e-lar e edueaeilo das classes pobres, in- res abaiio deelaf-i.dos. \
feli/menle pralicam arlos que inaculam noesa re-
piilncao'dp puvo civilisado e oslenlain pailOW que
loi immeoialamente promovido a ciarse de sar- episcopal e um cemilerio onde repousa o general >.
vpri.nim, lo erreira, que boje de- genlo. i ln/oir. que lu ene.arregado de colouiaer m emigra-
do cir'ro?- '"e,CI" ,,e C'PrKO !' -lelegado Tamhl,m ,,, dos Iransdanohunos. lia alen, d.s.o nesU povo.i-
raf' ? uaf,crt''''' l'i,r"." "ual "" "-li LT. J ^L ? P*"""0"' acedMaw* SaoBTO*ceteae*,da*qaae* dinas sao
mea.o por aviso do ministerio do negacioa ria tentativa d- allieiaefa contra a* trepa*. \ polica I co.nmunse Ireze particulares ; o.na escola cominen-
riir.MSn mwiL'h,0 ''r,,x"" "odo \o Sr. 1-1 pretende ler descoberli urna grande cons.iiraeao :' sal, mu passeh, publico, 675 jaaiUM parl.cul.re-. l
a ^J:^^^^^^^^. Ie.........odein- ^^-...-^^ &&*
.ria oa bons sen ir, qoe preslou na qualiriade de |**n'ar (arlo, que nao exi-lem. ludas e.pn im.-as. u.o fes.auraule, (2 lujas, 2 pra-
ndo puntual excueao "-se 'lue os Pobres soldados presos foram sor- ras poblicas, 2-2.765 deMine*j>c*dram com 31 mil I
prendidos no aclo de dislribuircm o tegalntt me I loexa qualradas de terreno, perlcucenles a uiuui-'
mnrial, que nolarei, leu. um e-lx!o moderado a cjP"aade.
->a estrada de lsmail euconlra-se um .nunuinenlu '
xr n uli lexanlado por nm colono na direejao do ponto ande I
KKAhOl esleve collocata a barraca de S. M. o imperador.
ileelari dos.
Soldada da l ^"m-j^RZo da silva VW" "la-'5,ade l"" ""li,,' ,,s ",l,os ""'<' ES* s iua -uar,,a l"*te' *campal',a,i.'"ci. | < arando deierla salgado da
sentenciado no S de Toerra on.o incuso I ">-< Ja edicar.lo e fidelid.de do .lereilo, l828- '
levereiro de ""' ,oJa'' d4 ve/es I'"1 '"'casiao se lem ollerecido I
no arl. 157 do regulan
rador da mesa do consulado, que l'ieler Coruelis
Von Sahsteu, apresentara a sua caria imperial de
r iiil'rmaran no eiuprego de consol dos Paizes Bai-
xos nesla provincia. Fizeram-se asoutras cominu-
icaroes.
DituAo juiz municipal da primeira vara, remel-
teudo para lerem a convenieote directo as ordens
que pedio, alim de seren Irausporlados para as
Maguas uo vapor irlmperalriz, o seulenciado Fran-
cisco Afiouso-do llego Mello, e o preso de juslic,
Joao lerreira de Mello, e recommendando que os
por5 prae.is do corpo de polica. Fizeram-se as or-
dens de que se trata.
DitoAo presidente* da co.nmiasao de hygieae
publica, para mandar apromptar com lo la a urgen-
cia, alim da seren logo re.netlidas *o Ex.u. presi-
dente do Hio Grande do Norte, nao 10 duas ambu-
lancia- bern sortidas dos remedios proprios para o
tratamenlu de pessoas accommellidas do cholern-
morbus, mas lambem data arrullas de acido'suipbu-
rico, duas libras de salitre, duas ditas de euxulre,
una resma de papel de filtrar, e qualro dita* Je em-
briillio.
DiloAo co.nmissario vaccuador provincial, re-
commendando qae fara apromplar algumas laminas
de pus vaccinieo ejemelle-las ao juiz de direilo da
i amana do Bonito na villa de I amar-i, onde *e lem
prova de que Vmc. a quem rompelia o papel de me-
di.inr.ro e conciliador, loma|ao coi.lrano parle nella
apaaxunad-iiienie, cheia de res o limen lo e de raocor conlra um dos
lados roulendores.
Nesea mesmo ollicio ineu ao coronel Granja,Vmc.
ha de ler lido o seguate trecho que anda musir
miulia iinparcialidade.
De qualquer lado que esleja a mentira e o em-
buste, he para I a me ni r que osdictumes de honra e
da probidide tenham ponido ser de tal modo esque-
cidos, que cidadaos da ordem de lodos e-se-, veuliam
menlr a primeira aulnridade dd provincia sobre
fados occorridos com (oda a publicidade.
Nilo me oeeaperei de oulros trechos dd caria de
Vate., nein relevarci ex|iressoes della que pinlain a
exalta! au do liomein de parl.do.laes corno esla phra-
scprenderam o povo em massasii me orcuparei
da seguinle exlraordinaria e pouco respeilosa asser-
rilo de Vmc.
a Acabo de ter a prova de que V. Fac. su acre-
dita a elles, e de que era trrdadi u que o padre
Marral nqu> piiblica.ue.ile d.sse, islu he, qae V. Exr.
bavia dado iiislrucres e oieus terminantes ao de-
legado para vencer a eleirao a lodo o cusi, e que
era bomeiii de carias brancas.
Vine, allir.ua que o padre Marrel disse urna cou-
*H que \ me. anide nao acrediluu, o que agora ere
ser verdade porque acaba de ler prova diese.
He lalso que eu de-se a delegado de polica al-
gum iuslrucrao alguiua conlrana s inhibas ordens
publicadas no expediente do Diario de l'criiaiiibmo.
lie lal>o que eu desse a quem quer que fosee or-
ou carias brancas para vencer eleirao alguma por
dme mpiego de meios da autoridade uu por oulros
Bjaaaaqaer. Daqai p segoe, ou que Vmc. falla a
17(18, a pean di morle.
Kefuriuaiu a sentenca do cu
le 20 de ie
de-uerra ,. aKT'T^T? "^ **" ^^^^^^^o. res-
ganda o rea mcarso no' arl. I dos degue r ,l'o ^TZutlZT \ 7 '^ ",,""> "'"' Pe! *" *"" <",t"" Sempr *" tttdMa *"
estar provado o c.ime qoe se ll.e Imputa, o candara- "'"' l'""U' acn,"ec"e>*. ''^-e-se --ossa mages-
iiam ea earriarw por toda vida. i 'ada acular as sua luppliea* e os seus desejos.
Rio 17 de dezembro de 1856..fleta.lirilo. ; Vossa mageslade fez-lbe prestar o' juramento
f^a"">--'lraS--'y-'mr^ da Mea.- Maxare- j Co..sliluc.lo de 1848, e pretenden depois que ,. er-
: halalhao de inlantaria. cU ?,,,ul,,e"e Migrwcia immoder.idas de certo,
>oldado da ."> companhi.i. Manoel lanxmBCto I '"Iduo*, dea qaaea poda retallara dissolui.au do
Mendes, senleuciado uoconselho de guerra como estado.
i< Ncstas rircumsl incia o
vossa v minie eutn
dado alguna caso da varila.- -Communicou-se ao | verdade, ou foi mal informado, oa que fdlld a ver-
referido jaiz.
DiloAo stcrelnr.il do collegio eleitoral da villa
da Boa-N isla, aceusaudu recebida a copia aulben-
tiea da acia de eleirao da que se procedeu naquelle
collegio paia um depuladu a as-emblci geral legis-
lativa-.
Dito \ cmara municipal de Nazarelli, dizendo
licar men a lo de havereni uo da T do crlenle co-
metario o exercicio de anas funcroes os serrado-
res eleilos para servirem no qualneuiiio de 1857 a
nabo.
DiloA cmara municipal de Santo Aul.io, re-
ineli'iido o livro rias acias do conselbo rie recurso
r?
mrAMwmmmmm.
dade o padre Marral Lopes de S.queira, ou falta a
verdade o delegado de polica que lenbd podido tal
d.zer.
Como se Irald de documento que deve existir es-
criplo, eu deleriniuo nesla occaaifo ao delegado que
se elle algum leeebeu, o leve a pre-enra do juiz de
direilo -. que esle laca proceder a um exame sobre
a veracidade desse documento por meio de um la-
belliao, qie seja ilelle dado copia Vire., eme
seja o original reniellidu, marcado ou legalindo pe-
las assigualuras do juiz de direilo, do escrivao e de
\ me. ou duas nutras lesleinunlias iliin de se verificar
aqui a sua lalsidade, pois que verriarieiro'Je cerlo
niio he.
A Vine, incumbir provar que o padre Mural Lo
pes de iejueire disse o que Vine. lh- imputa.
a soM.bra do remano que obsenreceu todas as Iron-
lus :i co.isumiliar,ni do sarrilcio.
ludo esta\a acabado.
Jorge e Bosa chegaram a Helbousquel ao enoi-
lecer.
Helbousquel destinado a -er le.-tcinuuba de-e ex-
traordinario uoivado, pareca ser um logar admira-
vrlnienle escolbido para solar joven* esposos eml
incurso ne arl. I- tilulo da orlenanra de 9 de
abril de ISO'i; a perda do lempo anteriormente
servido, a seis mezes de pri,ao uo calabouco don-
de ira a esquadra do ensillo Ires da* de mauhaa
e de tarde em rada semana, la/en lo nos oulros a
limpeza do quartel, prara ou regimentu.
Confirmam a sentenra do conselbo De, guerra por
eslar provado rio- aulos que a deserrao he primeira
e simples, r quo o reo veio rerondu/.ido..mim.
Bnto.Car~allv).Simia da Silca.llraija.
Matcarciihas.
10. batalh.lo de iufantaria.
Soldado da 1 coinpaiibia.A ni ocio Jos Br.ind.io.
Soldado da a rompanhia.Miguel da Rocha, sen-
i enriado, nos icspeclivns proces-os no conselbo de
guerra como incursoa no ar!. I til. i da ordenan-
Ca de 9 de abril de ISOi perda do perd.menlo
do lempo anteriormeitjKL virio, asis mezes de I
exercilo cumprio a
/elo e coragem, porque YO***
fnageslade sempre pruleslou que se Dilo entenda por
isso abolir a caria que lio espoulaneameute oator-
gara. O exercilo julgou que
obedecer com honra.
Mas ha oilo aunos que a meio.
encia de si mesmo.
>r Considere vossa mageslade o que a Furopa le-
ve dizer de nos, que ao passo que o oulro exeraito
prisaa ne ealaboilCO dnnTde'ir a esquadra rio en- i l ?l".u.Ire* "'"V1* '"anliOa e > larde, em cada se-' oppressores de nossos irmaos, os qaaes absolul.imeii-
nana, lazendo nos oulros a limpeza do quarlel,
prara ou regiment em cada um dos proee.sos.
Lonlirmaui a sen.enea do conselbo de guerra.
Alpim.Brilo.t'arralho. Braga. Simdet Ua
Silva.Muscareitltiif.
O condemuado a carriuho perpetuo dever cum-
prir a senleura no presidio de Fernanda.
Jo*t Joaquim Codito.
EXTERIOR.
Seguudu llrma o Corriere Mercantile de Ge-
nova, os insurgentes hartan) proclamado um gover-
no provisorio, como em |H.
h.is, porem, u.ua uoticia de grande importancia,
cuja respousabidadu deixamo.ao aihj riixleh.
o gao do partido conservador; escrevem a eate
jornal de Paris. que os governos de Pars e de Lon-
dres resolvern) oceupar a Sicilia.
n A Inglaterra, diz elle, uceupara Messiua, Cala-
va, Svracusa, e jntamela com a Franca, Paler-
ino. Pizzo sei o ponto eseolhido para o destin-
harejae.
0 velbo lloorbon pode desde ja considerar a Si-
cilia cara elle perdida para sempre. n
Seja como lor, parece qae na capital das duas Si-
cilia, a tranquilliilade he apenas appareme.
le querem o que nos pretendemos, islo he, a pros-
peridad geral a das no**a* familias.
Moje que por toda a parle se levanta o grito i: '''"'^'Ida Europa, lauto pelo que respei
r*...,. .i i, i i ,'"'a a discipliua. romo um relaroa pac
ravor deale pebre poro, deveremos ao* apuntar astiur. Km un
nossas ba\onelas e as nossas espadas ao seu peilo?
Podera este estado de cuirsas durar poi limito
enipo '.'
Vossa mageslade IValiar islo seguramenie srgui-
rio a razo e a prodencJe. I al he, anda rrpeliiurs,
o deejo de todo o exercilo, que quer de loluro con
servar a sua honra e a sua cunseieucia, que lciria
eomproi.iellido se oesa mageslade persislisse em
uppor-se ao desejo de lodos, coma acabamos de ma-
nil'eslar-lbe.
Novembro de 1856.
(i exercilo. .
Le-se oo lomal d:s Debats : n
Apelar dos aconte, inania* da Sicilia, a reu.ii.'o
do couzresso coalinaa sempre a preuceupar o espi-
conliecidos e oatros lanos ve-toarioa em geral igual-
mente conhe'Mrios. Ah euconlravam-e, Iroeavara
algumas palavrat V4a, e depois eonversavam sobre o
aconlecimenli da aeinana.
conlerencias, redobraai
inleresse a a.tcnro. Cnnlinuamos pois a dar coila
dos boatos que circu im a esle respeilo, lionteii,
por expropio, eneonlramo* na correspondencia pa-
risiense de um jornal belga esclarecimpntos, que no.
parecer mas positivos do que ludo o que ale baja
se lem pn.ilicado sobre a silu.n.o
Inglaterra.
Pode e resumir do seguinle modo esla especie do inda ine-iuo qoando a actual insarreio e|a surjo-
cada, .i sevendade de que boje faz u polica e
que os espines- provocan), piornos m al. disu, ''' '"'" diplmalas gozavam de grande favor ua
novosdescoulenlaroenlos, e prepa-am futuras per- corle de Feth Ali-Srhah ; eram .icolhidos com
lurbacoes.i' ,,.. hniiiiir rtiitlarrlii w wWiliu* aaa elle eaviava nara
Depois destes prel.minares c M'i<-iung-Po corda as representar/es ami^ivaia fe.tas a Raples orR"(f "") exercilo regular ; rrcebam-se sobra
pelas potencia* occidente** < pouco caso que o re! ludo rom a mais viva -sii-iara os avallado* mi-
esperaodo
se orgaai-
ar n'nm pe de defezi respeilavel, quando pelo con-
rario eslediubeiro se srvio para enriquecer algoti-
persnnageus de urna das corles as mas corrupto*
que oo mundo exislem. Tudo pareceu correr a'
medida dos desejo da Inglaterra atai o momelo em
qoe a llussia se decidi a Iravar com denodo a la-
la que anida dora, mas do momento am que ai Iro
pas commandadas por Abbai-Mirt, e organi**da<
pelos olliciaes inglezea, foram batidas pelo mare-
chal Paskewilcb as campanbaa de 1827 e 1828.a
Inglaterra perdeu toda a aoa influencia na corte da
leheran. e desde enlao uuuca mais a poade re-
cuperar.
Ella contribuir Ulvez com os seus conselbo-
para empeuhar a Persia nest.i goerra, que Ibe eo-
lou a provincia de que Erivan he a caber;*. Me* n
qoe acalmo de arruinar o crdito di Inglaterra, he
o ler deixario opprimir a Persia aem lbe forurcer
nesla* critica* circunstancial apoio .ilg.imetlic.ir.
A Remia, pelo conlrario, que aeabava de mostrar a
sua (oreja), consideracao esta qoe mais aella ao* olaos
dos azialicos, apoderou-se de lodo o terreno per-
dido pela aua rival, e desde enlae poade consrve-
lo com anda mais seguranza, por qnanlo soube fe-
zer-se anda mais temer.
A Inglaterra, no seu iuleresse, qaizer* criar aae
rilado poderoso na Penia ; a Hostia tudo poe em
pralica. pelo contrario, anu de manler a Penda na
debilidade e na dependencia.
A Persia as suas milos he apena* um instrumen-
to de que se serve com Un* destreza como pene-
veranra para levar avanla sob um nome de eitipres-
limoa guerra qoe na Asia emprehendeu cuulra *
inlliiencia britnica ; he por isso qoe repelida* ve-
zes ella levoa o governo do Schali a lealarfa conquisl*
d* lleral, para assim abrir o uuieo eaioiuho pelo
qual ella podeamearara fronteira logleza e o In-
dotlle.
A sua poltica fui por veres (ao etnprehetidedor*
oeste ponto, que esliveram immiueotes as mus gra-
ves enmplicarofs.
Vendo-se repollada pela Persia, a Inglaterra li
lou osolbos no vsmho paiz. onde a ditferenca da-
i aras, e n odio religioso que separm os \0gh*n
sanuilasdos-persas schulas pa/eciam dever-lhe fa
Ciltar a I arelo.
Todavia o espirito tenas a cuno de*., Wehm "
estado de anrebia emejae vivara, coatreriuram ao
principios os eu-|eaforcos. Com el eilo ha misler nen
olvidar que quaurio em 18.19 ella qo.z reaponder ptr?
orna de.nonslracfio imponente impressao qae pro-
dazia enhlct na Asia o segundo oo o lerceiro sillo de
lleral emprehendido pelos porsas.nao poude por -
ileaccor.loeoraoemii Dosl Meaimil, de Jboal.
e vio-se obrigada a por uovamenle em campe a cansa
ja esquecida do velho SclialiShoudja.
A Campeaba ile lord Kedae, a drtlrairao do *
ercilo inglez comrpandado por lord F.lpbin-loii*. a
desforra lomada pelo general Pollock, depois t res-
taaracao rio emir Dosl Molumed e loaos o feto-
qaeseseguiram devea] eslar bem preaeule* e.n lo-
rias as memorias.
\ nica cousa que he misle. nao esquecer. lia
que em seguiria a todos estes successo* Inglaterra
contrado relres intimas com o erairs qoe reman
sobre o Allghauistau. em Cabuol, em Candahar, em
lleral, por meio de tratados de allianra ofleaaiva e
defensiva, que garanlem a estes principes a pus**
do* seus Icrrilorius, e que poe buje a Inglaterra na
necessidede de operar, se aaa quer perder luda a
iufluencia na Asia.e expor-se a um diserediio. qua
reagina sem duvij* *i ne interior da India.
Com elleilo, durante a ultima guerra, a curte de
Tehern, que latvez so leve iofurmares desla juir
ra pelas victorias alcaurada pelos Husso* sobre a*
exercilo* tarcos ria Asia, jolgou oa rieixoa-*e per-
suadir que o momeuto rnvonvel eia ehegado, para
de novo porem campo os seu amigos projec.as, e
rompeu com o ministro ingle* na Porsi* ; po* r-
vamenle sitio a lleral, de que, seguudo parece, boje
e asse.il.oreou.
Ora.heislojastamenle oque a Inglaterra tw
deve tolerar, em virtude dos seus compromisios, a
no ii.loic da sua propria consirierar-ao. Por .sao
qoasi no proprio momenlo em que otclegrapho no
annuuciava a tomad* de lleral, a corres|i*ndeacia
ordinaria de Bombaim nos inlormava que ama es-
luadra de guerra forte dr-qoar"ula e sele vela*.
com .i,(KNi iiiariubciros, oulros tanto soldados dn
exercilo de (erra, aeabava rie sabir do porto de
llonibaim, dirigindo-ea ao golpho Prsico.
Depois das experiencia* feitas, a Ioglalerra nao
peusa em ir retomar lleral por Ierra ; porem dlaca
por emquanto a Persia ; ella vai em primeiro lugar
como ja o hdvd feilo e.n 1818, r-tahelecer-se subs
a pequea illia de karak, situada no fundo do gol
>bo, distante urnas 12 milha rie .Mondar, parlo
principal da Persia, que lambem tenciuna uceupar
como penhor qu* w Irocara' conlra a rsliloieo da
lleral aos Allghans.
He esle o primeiro plano de rampaoba ; mas I* -
cil he de ver que, e a Persia leimar podara' lomar
propor^es consideraveis.
F.m lodo islo nada ha que comprometa a paz ge-
ral do mundo. Todava, he mister nao desconfi
car que lleral e Boucliir.os Allghans e ui persa re-
presentan) apenas nome- sombra dos quaes rias
grandes potencias conlinoam a lula em qae -lio
empeiibdda desde ha longos anuos. Pela ped
rilo de ama esquadra, pela orcuparan de om pon o
He ama cidade que lica sob o 31" grao de lat
tudp norte e 58 graos de longilade i lesle do meri-
diano de Paris, isto he, no cenlro da Asia, distando
ninas 300 leguas do mais prximo eslabelccimenlo
europea.
||e, para assim dizer, o centro de um pequeo
velle qoe lem 50l leguas de largura el.'iou -SI de
exlen-ao, e que pela lerlilidade do sea territorio e
raavidade do clima, que anda a-sim lauto uo verao
coma no invern passa os extremo; do calor e do
fro se loma assaz celebre entre as populaces ael-
vagens que o rodeiam sendo o alvo das suas fre-
quenies laaarses.
Mas como be qu i o destino de urna tal cidade,
sede de um governo qoe desde lia eem anuos tero
sido a presa de numerosas revolorS**, cou-egne a
lal poni iuleresiar a poltica europea que se pode
dizer qoe a sua tomada por urna pulencia de t3u
lada importancia como a I'n.ia. abie om novo
lian
episodio da questio do Oriente .'
F. todava he esla ama verdade, que para se cou-
vencerdella bailara' aoleiter lera hiatoria no lan-
rar nm golpe iie visla sobre o mappa. Situado 8**-
lect.vame.ite entre os desertos do Turkslan ao nor-
Peisia ao sal, c
I valle de lleral be o poni Lutado, a porta necessa-
' ra pela qual liverarn da palear todo* os eonqabta-
i dores que ateTearara a India por Ierra.
Alexiadre, o Grande, por alii;passnu,seioio-so-lbe
numero | Gengis-Khan, Taeran, Baher, e no seculo passa-
mais pr.idenle reserva, publica, no seu
de 8. um artigo, deque extraamos o seguiulesde- i do R'adir-Seluh
lalhes: "
.Como nos espemamos a it.snrreirao contra b;,e """0.,l'"='" daranlca mocidade conduc-
o governo. do re da aples na Sicilia, 'loma e*- ;,l,r Je calellos, panamito e.n seguida a fazer parle
lensilo. Pelo que los consta dos nossos correspon- de um bando de inalfeilore-, mas que era um
dr,muil..|,erl0rtiesri,,,, '""' T- ha 'le 'ulPrii"-!^""'Mllicae um grande gaerreiro, di/i re-
r muilo se ella cada vez se tornar mais lormiila- i f.rll(|0
Os iusiirgenlcs j eslao de pone di um eonsi- '
vel. Os iusurgentcs j. eslao de"po,s'e d'."u.i'."'cT.ns- '^T^*' HW" : "e "**" da ,,"-ia' e 1"eI"
derdvel d.slrirto, as armas de fugo que eslavam :'1d'e?e a',0,e,ar sera seil,lur d mundo. Era
escondidas desde Isjh, foram enlregue* ao povo. i om brbaro pata quem o mundo arabava nos li-
E4|ieiava- mo lempo Palerino esla em estado de silio. I'ma I ,im ..:,:. Percorrtra, mas anida as
insumirn i,ben|nu em Marsrla, ao grito de viva a I '""" tomo vencedor todo o espado rie leiri-
Por toda a parle se rami-
rie podi deixar de I co.1sl1lu.5Ao de 1812. Por loda'a parte se rami- i lor'0< 1"e ** ^'"file desde a fronteira da Turqua e
I ,,ca- da America rossa al alm do Indns, al Delbi.an-
tranquilidade !.,." Xnrr'uaV,',rOr,'T '' ZXS* "a1',oli,a1n" i 8 PUI do imperio dos Mogol. D.h nasc. a
reina no estado, nada b, que obste a qoe *m\E%2gZZ* 'inulard" a'He,,.^'e eX,re",a ''I""'acia que tem a cidade rie llera,
mageslade ponha em vigor a caria uulorgada e ju- | tropas suissas e napafilana* estilo em marcha con- "a rada. lal he o desejj mais ou menos occullo rie I 'ra os insurgentes mas. como una parle da for- culo para a dominaran da Asia entre o imperio an-
lorioso,,,, aclual.nei.l: que o xercilo tein a cuiaci- LriialL.-^^i2!.22^ P"r mar e a., e- : g|o.idiano e o imperiorusso-sibeiii.no. cujoa pa
iradas e a coininuniraroes na Media, .lo ililllceis, 1 ,
mesmo de verflo, e militas vezes impralicaveis n los vanrorlos estao boje eslabelecioos sobre a mar-
invrrno, urna fora regular lie muilo menos ellicaz -'' meridional do mar Caspio, de modo qae a
do que e pode suppor. 'guar.iir.-lo russa do lineo que domina a baha de
e,; '::^^v^^TzTct,!:'t r?"" ^ mtrd< Uhor' ""e s-,,e-
mais
paiz : masa pxce(aode meii duzia de; regiuicnlos 'afabargo, acbando-se al mesmo iihi leu.ias
-uissos, que conlam menos de oi.o mil humen-, as perlo do Indus qne de Moscow.
.ropas napofilna devpm ser classilicadas enlie as ., ,. ,.r,..:,____,. ,
... I -' vista di-so racilmenle se comprebende o empe-
laciencia un- "ll0 'l"e a '"-ialcrra, a' qual s resta para conqois-
p*il como a Sicilia leem de lulai : tai o resto dn Indus lerrilorial p.ira ella sem va-
1111. grande numero de diltlcnldades. leudo |r, tein de fazer re.pelar a ujependencia de lie-
nto publico, e a,nedida que ,e aproxima^ en-.es JS^jSSSRXJg*^! '"*"'*" '
provavelda aberlura d ..r-i..... -->->---------1
apenas um impeifeili conbecimeulo do pau, e una
Intendencia deteUuas*, uan estando 110 habito das la-
diga, e acm a consciein 1.1 dos seus olileJar*, liio de
neres-ai lamente lular com ilesvaulagem. conlra os
Cliuponezes da Sicilia, que eslao coslumados a nina
vida rigorosa o aveuliireira de salleadoies. e que co-
nberrm todas as defezas naturaes, e as localiJades
em que habitan).
- Ainria que urna iuurreirao seja desda hgosul-'e a |{ussj,_ Ja 5.-u 5e|,aradas .,,
focada, pode rebenlar de novo em oulro punto e <,.,,,., ,
cancar as Torras pbisicas das tropa, do rei por meio F e"''' e l,e, ABS......'Un.
de nina fa.iganle guerra rie vuernlh.ia. Ao mesmo A distancia be grande, he verdade, mas o esparo
TIpnoi'',""" W"ffM ""' """"""! l babilitario Por popularOes pouco numerosas'e
para engrandecer e desenvolve a insurreicio. \si r v
pri.oes pulilicas conlinuam,ludas as pe-saas *u*p*i- l ""Polei"'si e 'lue apenas apresenlaria a om eierct-
las de Pdler.no eslo pr.es**. h raiu-e ordene pora 1' tuvasor obslaculos naturaes, lito he, obstculos
que igiiaes medidas s-jarn postas em execuc.io em I que a orgai.isarilo militar dos nossos lempos conse-
Lalabria, e deve admiltir-se que os esbirro do re '
ral sol os seus principes Allghans, e a satisfarn
com que a tlussa vera pelo contrario esta mema
cidade passar as m.los de um goveruo como o da
Persia, sobre o qual ella exerce desri* ha Iriula an-
uos urna autoridade absoluta.
.Na Asia, as duas grandes potencias, a Inglaterra
Ierra seno pela
Paral
Belbousquet devia seu uo.ii* -ua situadlo pinte
rie urna pequea llore-la de sobreiros, lodoes e plata
nos, llore-la muilo ella, mu. vcrricj.inle ejdola.la di
loda sua belleza pela presenta de urna fonlt ciar;
11... .1. ... 1 i. que corra de um rothedo no cume ria colliua, e fa-
obe virio 1 e.t .*' ", ""'* C"I'"'C """'V' '^ '"'-" eU1 "U CUr-u "-W* > '"" '""
o.iservaiio us .1101105 de microaeopio que produz essa
residencia -obre os incide.ilesiuliiiildmenle p-quenos
por Madama I.eomk oAunei .
las Hondas em lugar dos azevii.l.os coberlo de po 1
do pinbeiros delinhaJos que coram de ordinario ai
isppifos.
Pareca que o exrcilo napolitana, anda que
fosse numeroso nao linna a conlianc.i rio re Fernn,
rio, porque o* acvnlri do governo leem sido mau-
llados para as hiena- alim de asseaurar do e-lado
ros sentimental nolilieaa e do interene que mo*-
Irain no ensillo das novas rerrulas suissas e e se de-
enfadou lauto a ama co.u suas lamentar..e- que ella
inarcou-lbe urna so.nma de qualro Irancos por met,
rnearregando-a de procur.11 urna pastora para o re-
bdiibo. II ue;oco n.io arranioU-se facilmenlc, pois
o salario nao pareceu sullicienle, mesmo em La
(.iota!.
CAPULLO xiv.
(I tioicada.
ponto de reunido i"ii cacada, e na epuca da tra-
\es-uras do notario, quando elle son.'Ule vinba a
! La (Total passar o lempo das ferias, os ecbus de Bel-
, housquel tinbam ouvido e repelido multas eaaasoa*
bacchicds de seus cumpanheiroi de cara ; porem de-
pois de seu casamento Mr. I.ecalle conveueu esse
Jorge e Roa liuham sido avisalosde que lego de-. pavillnlo de carailor e.n casa de campo. Prelendia
pui* rie sen casamento irlaan habitar Bellienaqaet.I paoar ahi a bella e Km* rietermiiiar.1.1 tomad* pelas riua laUnlia niio I decidir ddlerenlcmenle nao qiierenrio habitar essa
eiirontru.i da parla .I*IIps iieiibuiua opposir.lu. Jr- propriedade, cuja siloarao apartada da cidade te-la-
ge passivo cuino sempre recebeu esse aviso cum sua la eondeinuailo a sotiihlo. lodos os anuos ella a a
indiUerenra babiloal ; Rosa vio niso a pOMibilida- i II di.....aquel smenle para vigiar ns culheilas de vi-
sua lelicidade. Essa babilacao f.'.ra a principio um j "a >'<>*, para faxer ama idea riessas eauvemacual rie i enllinas de Proven.,. .
burguezes ociosos. Emboca baja o risco de ser ac- cobe,i, de (.ella
Casado de pararioxo. pode-se susteul
rie rie evitar por algum lempo o olbar curioso das
amigas rie sua mu. e essa espera.lea fez-lbe accolbrr
a propona rie boa vonlade.
Assim tuilii parecer ni anula essa vez eslar rie a-.-
rairdo. O semillante severo da lia Med illlimi lava
u.u pooco a niadurna Lesralle ; o ar Irisle da roe-
dessa constrangia a Mi. de \edelle : todavia elles
moatraram-sfl areno. Ilouvo um ni momenlo d
mbaraca geral : foi quando de|ioii .la ceremonia
ib-i e de a/.cilonas, e nao demorava-se ah inais rie
1 urna semana.
Bem como mnifas 1 nuil.eres incn.avel.nenio inva-
dida* pela Imoaphera acanhadadas cidade- peque-
a, madama Lescalle deleitava n campo ; poderia-
. moa dizer que dete-lava a naliirer.d. I'o'suia em La
; (aolal um jardn.i'e-- s grande, no qual minea entre-
ra, Lssr ) n.iiin tornaia-se o parque rie una duna
le g.illiub.is predilcrtas ria velli 1 ll.rre/a. e .1 cria-
inesmo 110 liuiinar ria igreja xaram o joven casal I das ah estro.li,.111 sem ceremonia ua roupa branca,
enlrar na carruagem. Ouau.lo esla parti canda- Madama Lescalle que linha a picsuiuprao de ser
/nido aos dous moros s*. silenciosos, tmidos, eslra- boa ritma de casa, pas-eiava pOUCO ; fazid siillirienle
nln.s um ao onlro, e alias unidos para sempre, a* I axereieto applieando- dillerer.tps ane.uslias riesaas almas cmplices appare-
m-lhe no semillante.
A lia Mp.1i- anceiimhindo a ana e-morilo fra lran=-
portnda qoasi 'em sentirios para a *acrist,i rlepnis
Aa- intimas pala'vras rio sarprdole ella uilo poude ver
Vide Diario n. lo.
1 -i manilla ale a noilp, p snbindo de tpii lo pan
esse fim Irinla veres por lia i espada que 5eparava
q cnrnlia do *alSn.
loiiavir. in todo- os dAmilsco* ao passpio de i a :
iasp, mo parago/ar do magnificohorlsonto do mar,.
ar que a* cida-
des pequeas apezar de sua Irauquillidade apparen-
levoe.o mui'as vezes exintaaclai mais agitadasdo
queu priipr. Paris Em part a agitar Jo Ja vida
lie qnaii sempre superficial, vai-se, vein-se, conver-
sa-se, jolga-se, enlliusiasma-se, cantara-la, e ludo
isso a mor parle das ve/e lio feilu por dilrarrao ;
ninguein fice muilo commovirio, e as acre n.lii lo-
cam uo vivo ria paixe. Em urna pruvineii a cou-
si lie iliDereiilc. ludo amplilica-se, ludo se redan
drama, ese espirilos que agilam-se uo vacuo ne-
ressilam de einorAo ; os incidente* tornam-se arun-
lecimenlos as lagarelltces toinaui proporroes hiato-
rica* ; n ullrno j.nlar Oo cura fo. pessiroo ; acaliou-
-e a ailo di esposa* C, a molher dansoa tres ve-
zc com o fillio de l. ,1 lo ei ilu pli.irm.iceulico
lem maiiguilos, quem Ih'os lieu .' I 111.1 gala branca
paria Ires galianos prelo* -. chegou am Parisiense,
que ven. fazer? ele. Cuirheei rtuas familias qoe es-
to buje qua-i nos leriin em que nos -a. repi esen-
iado* os Monlaigo. e us Capulel de Vorou* pela na
e Im n,aa de um can. E*se desgracano .111.mal com-
melleu a lotice rie rasgar um tol110bordado, e a inde-
ceneia de lomar om sal.ao por um paleo interior ; re-
ceben um tolpp de tenaz que IIip qupbrou a pema
psqnerda, e i Invada a guprr.i.. F.lla lia de dn-
rar mais do ue o cerco ,V iToia
1 a jmilas sem gelosis rjefendiam-
gue sempre vencer..
Dos doos paizes intermediario*, um, o Allgfians-
lan, he dominada pela Inglaterra, e o nutro, a Per-
sia, pela llussia.
fVo comecu desle seculo, a Inglaterra fez os maio-
res estarce*, iDm de se eslabelecer e de se forlificar
na Persia, para ahi levantar nm baluarte contra os
loria, e eshorada* as nossas persiinagens secundarias
vollemoa a Jorge e Rosa.
Qajiizo dili lio pastado* depni de sua oniao, e
elle- vivem como e fossem cslranbos um ao mitin ;
Jorge s"in ter mudado uadaem seus hbitos deeeca,
Bo-a rehrada em ua cmara, ou Isaentada 110 saino
lenln na, mdos um honlao aniel para moslrar-se oc-
eopada, que para conjurar o enfado. Lila esta mnito
triste para eufadar-se. Reunem-.-e au |anlar, mases-
te be breve e silencioso. .Nos primeiro*das Roa
tentuu alguns esforro* [.ara fazer Jorge fallar : riiri-
Duiante milita semanas o velho Simao leve de
orciipar-se com as maldita* cabras, e o te*com ten-
lo* ponlapsqae os pobre* animiei mo lenam lar-
se do sol [.or meio de corlinas brancas ; as do pavi- dad" em nao precisar inais dos cuilados de 111 liguen)
ment terreo riavam para um terrado grande sus- e urna manbaa urna molher Ha ( eresle nao livesse
tentado por pilares, pelos quaes subid algremele1 V'"lo iqiresenlar Pin IMbou-i|uo a pastura filo riese- -'"1""lt' pe'gnntas sobren lempo, sobre sua carada,
urna videita magnifica. Lsse tecle vcrmelbo,essai ad*. Esla chegava aos Ireze anuos,, chainava-se s"l,rc "s.lui!"res -"e '"t" pe'correra ; Jorge resi-ou-
eortina* brancas, e e-sa v ideira que qdoruava-lhe a Benla, e nanea, li/cra outri cnasa e.n sua vida senao I ''*" P0,H|* e lacouicameule. bna* perguntl* e es-
fachada riavam-lhe o ar riaunhu de urna pequea guardar cabras. O velho Simao lomnu-a como*!'" re*l"!s,;'s lusignihcanles, Mu rreqnaate* entre
villa Italiana. olhoa techado*. ; pescai qu enlrelem simples relajo** rie pulidez,
Dorante"muilo leu po rtelbooaqaet nao leve onlro A peqoena Benla era ao me.rno leinnn I viva p i ,"rn'l'""-se exlr-'"r'linaria- e fras na bucea de ilons
habitante senao uu, velbo pir.lineiro mui.o hbil, o simple, como suas "nra Tima Sa !lnre,a da m,,':0!l *"' '""" *'" "" "**'"'""""-
qual vendse sempre sujnlgara-se por Inri em sua snlid.i... rriada nasTmonlanhai no meio rie um reba-
!Casa. bssa conviccan imlu/i-o a applicar-se ao em- lili... Benla au coinprelienriia, n.io conhecid lila
I bellegmenlo rio jardi.n rom mais zelo do que liria amava aeno as moulanbas i cabras
1
f -.a mane ra de lomar toda* as imi-a-- rm serio e
mesmo em iragico he alias mui (avoravel a pureza
mas para euconlrar n qop rnmprari.i se rm chamar j dos coslumes p ao .icanhamenlo do- pspirilo..
Belbousqnet.
, e qup por nada
a cidade de I a
I 01- elr-gmie- i-t'i ho \inte a Irinla lemblanle*: Vnllemm
lidii liara agradar aoi amos, Gracas r,.|lborarao| singular qu- pasaava re boa xoniade eite em urna
da fnnle elle conseguir rodea, lelo o jardim de bel-, grua sobre nm leilo rie Tollia aceces
las iua- rie arvores, delicin-o- bo.que/iul.o! deslma-l ni mundo lena alraies-ado lozinln
do a teduzir os pa aro imprudente*, e no* qneail Ciotal,
de ordinario o de*e| iedado carador arma mai mal <> velho solitario de Belbouiquel p 1 pequea el-
lintas redes. O. ciulnre liados de ItelbooiqueI vagem de < rre.le viviam era harmona Irocaado so-
nao deviam temer i.d .-ou-... p.us asarvore planta- menle del pslavrai por -emana. Quando o velhi
das pe 1 velbo Mina. Ibes oDereciam abrigo tranquil *.u....., hornera muilo madrugador." |evanlava-i
loe seguro; por isso elles formavam na pnmaver.j para ir vizilar sua plantas, lienta ji linha .ahi.fi.
os mais aleares e mas agiadaxei .concerlos, e era pe-] com suas cabras, e quando vullav,m de larde relira-
.1.1 que lanas harmonas primitiva* niio liveaaem ou| vam-sp com o empenho dp fad.ga, nm para oa ca-
iro auditorio ..nao velbo Simia. m, rad riP rebola*, a on.ra para .. rrtlairo a.n- I ., ,dQnDfJfU cnm ttn, tfsuiu,^ M dta ...
aal'.r^r I 73 L" T PenrfB.n 1 4( r","":,, """"' ='""" taltw ..enhorna ApS. vil!,l',.i,.
?,r. .irotac^ ,". 1 iTE "". a"*1 i *^ *""""" l*,M l"re''e" "'"fiic'p:" P '- '" *W, -na limidP7 prevalpca, ella era a.aca-
rac. mente alwmes .abra cajo leita convertido qoeiio. dar r-nm proreilo a casa : compro,, imita- rr-m nctir i berer* .-. qual lendc i islo R"~a na*- epir,lo de .oda a moca iosenu. .-asta gotinha
<1iatamnln e. rabrw, envion-as a belboiiq,:el e cer jul5r.11 devp- .ar-lhp esa prova de rtdirrnn
mandn dizer ao ralbo Mmlo que li/esse-as prej- 1 arnmpanhando-a a e**e deserto de riell.o.iaqnrl '
rar o ma.s pnss,v*l o velho n.m e-leve por isso e I indicado o quadro di seienda parte da nosai hie-
na*.
I ..das a nuiles recollieudo-se sua cmara Boa
aecu-ava a -i mesOn de fallar a sen dever.
Anda un da perdido .' di/11 ella com sigo,
ainria um da passado sem ler seguid. os eonselhos
de luinba lia Mede ; nao dei um pane na contianra
le Jorge, elle evita-rae, e leme-me sem dnvide :
Uilve receie -er escarnecido, lalveg lenha sulTridu
rumo deadem dos oulros ernn*eav#-e instincliva-
nienle no siIpuco pata di*imulai me iiioa inlni..ri-
daria le qoe Iwn vagamente coosciencia Uue la-
iei .' llevo tentar galibar sua emitido por lodos os
meios ; a1n.111l1.11 aprovcitarei a primeira orc.1-1.1u de
1 lallai-lhe
ante de
prespnca
moca ,nsena* ra.ta -.o/inl.a ii-
m hnmem. i'.rava embararad.i er;i sua
e nlo achava mais a. pl.rase que linha
desencargo de sua ronsciencia, e vollav* para ua
cmara descontente de nao lerou.e.lo dizer nm, e
prometiendo a si mesraa ler lio rila seguinle am*
coragem que lallava-lhc sempre.
Ouinze riia pasaram como disseinos, prolongando
essa siluarao excepcional sem modihca-la. Jome nao
pareca iucommoriailo por isso \1v1a em Itelboui
pin romo vivera em La l'inede. islo lie, o meiio-
possivel em casa. Mu se passav* em seu espinl '
Rosa Miar(ava-*e*xle lilde por adevinfia-lo, e come
. a\a a allligir-sc. Pelo hu da segunda semana seu
rorarao chelo de cuidddos.de meriitaca* riokirutaa.
de previsocs f.meslas irai.-hordoo repenlirameiiK
e.n ama caria dirigida a lia.

Al.! miaa lia, dizia cila, lado aqu vai pcri
mmenle para mim : a vida que me foi iicpstia be
anida mais trille e mais sombra do qoe eu julgar. .
Segundo ludo o que ouvua dizer dille eu esporas 1
arliar no meu mando um ente frac.) doentio, de-
eunlo-u e phan.a.lico, -en- hus rmiselbos linham
me advenido de que eu aorta fa/er innlo desse qua-
si menino, ora o papel ala eiilermeira solicita, ora o
de uui.i aia allecluo-a. Rnu que tal desliuo le -e
o'inhrio r extiaoidiiiaiio \ irc. Iinln me ensillado a
procnrai netle al. eme riorura ; en e-perava touse
or lorra rie ..litado", rie paciencia. Je inriul
rucia, ile lerna ntodarie eccunaa grande luga.
-a \ 1 I 1 ale abl la.1 nllena qu- i ... ser-llic Ul ll.
preciosa, i:.di.peii-a\el. a oblar da .eu cosario al
I ,a.ni 110 timile que alie pule exp-ruiienla-la. O
rci.nbe. iiiienlv do pobre iluda ur-mr hii anima
du, ronsola.lo, alle.ro 1 lo a lie. Ctmero a riea qu*
tudo i.-ia be impossnel. < 1 qu* acontece iqni Bja
he o (j..e .1 pe.iaxamo-. \ .so na companhia di
nm ciiIp silencio n, .mpass.iei. fro .jne lome le |p:
o -riili.nenlo do na .ufprior.dadr cun'crva mao*.
ra* "T-.igem a beslis '".p conidrn-roe rooso*
ra-ilher. iiom mesmo romo nuisueru pare-* |*J|
rar-me, V em cerlo* momento m.nba pre-en.a .
T
prepralo, balnartava enlo al-uma- palafra* pan' r*ce dca^radar Ihe i t d ponto que elle evin-i

.
ILEGIVEL



V
Sr; Caslillm. He um
loternlorio persa, pelo empregodt Corra, Ingla-
terra (irou h matean ; de que mudo se responder"
.1 e-l.i demonstraran..'Thal is t,-, qneslion
Jornal do Comincirio dt Lisboa.,
DIARIO DE PERNAMBrCOQl INTA FURA lo l>E JANEIRO 1E 1857.
receben rom muitn.prnzrr
A iluqueza de Saldtnht, rerontemonle chegada de
Inglalerra, esta pretiriendo a lingo* pnrlugurza
---------------------- com o Sr. Castilho, pelo tea methodo deleiiutae
l.r-se no J'imci de S de novembro. analvsc pbmiea. Os progretsos que era pouras li-
, A noteia da chegada de lord Palmerslon propa- cues lem fallo sao verdaderamente nolavei. lie
(ou-se lao repentinamente a 7 cni Liverpool, une ua ,..!,,.._..___ i > i ,< ,
'..hilantes naos, prepararan, par., reccbe-lo. 'lev. "'" unM P^" l'rll,''",,e ,le a"e """'"<"'-
lugar una convcelo Mpeci.l do consellio inuii ci- lllhnhir victorioso.
pal com o fin de deliberar relativamente a apresen- Acaba ile ,-nnunciar o Sr. Silva l-'en.o, eon-ellier-
'ecao de una saudar.io lord Palmerslon. ro do supremo tribunal de josc,' a publicara,, da
Adoptada a tuocSo ileuins de breve discusiilo. foi ti ,,< __, .
ipreteulada o saudarao a Crd l'al.netsl.in no hotel de ~ he"a '' ri,re"" c"n,l'ar,do co ""'-
v tile, o qual re-pon.:, u piraste modo : *" do Bra-it, leis patrias, cdigos e leis criminaes
O .overno leve _t.ni Ir salislarcao por ver que do* povos anliaosse modernos.A obra lie dedica-
luraitle a ultima guerra em que desgracaidamenle da a S. SI. I. Sr. D. Pedro II, e deve cnnlar rie
nos-enipenhamot, o sen miento da ntica de nr.sa .,_ ,.
,ausa da neceasidade do. sacrificio, que eVigim",do I s"< olomf<' Sr: ''"*" le consumido loas
l>i grangeoo-ll.a no espirito da curamunidarie com- I "*''"" "* r""fec.lu ueste importante trabad,,,.
inercia! de nos* grande narfln otn logar elevado a <> j""u ftor e u?or dramtico Cesar de lar er-
as cuos.dcr.re, de in.e.esse p.ivado. Applau-1 da esta dando no U.ealro de D. Fernando un. bello
presente delicado q.te o pnei, libe.dade. par. que mai, tarde .,avia de cooperar, meuteda redado da parte li.teraria e regu^fiT
^o^!^<"V i"\ 1UC ^;"-,""if'""-'0.-..osodv,fdediri_ira nusso, loilore.
JXSSZl dM'""""esfe/ mmmos pr'" i c"" v,,ca-il0 irre,isiivei nos ,era chan,i"in h
n .,'i i. ?.i ''" i """'" par* :l ""lifia dl prens : e o jurnalismo.
i aP, Ludido, e eonm que levado ., nos seus difierenles intereses da poltica, da arirni-
El-rei felici- nislrat.au eria lilleralura,
pecie de tutiica de Ncs
,-nte pt dispii.ii;ao do overnu, coiilribuiramo-!'Ira,"a ."" msn- M-rtjr,ajoa tem sido muitu
'odas
sos.i Pomo dizer qua os meios que a marinru tier-
inte pul i dispotii-ao do govemu, coulribuiram po- ,
lerosamente para victoria. | applieudnlo. () protagonista he o infante santo, u
O. vasto, rueio.de Iratiiporle que a mariidia | desventurado Femando, que por cou-ervar il-
rsssarr ^^^z .__fc* -* <** PWi.g.. come,,.
ercilos quero Callar do. tnraaetief como dos In- p'"",a "" niarlviio as masmorras africaitaa. A
?lees porque tiesta occasio so compuzeram I *r*W cmica,I'.ilavra derei. do mestno aotur,
um eiercilo (applausus,} coro qoe os alltados, digo, |sabv, |,a poneaa semanas dos prelos do editor Crm
beni que a .t.U inilbas de suas pa'.rias ao menos ,. i .1, ,i .....
naiece.sem 0U,,I 1"e estreou coni aqoelli publicaco um
os lnglezesestavam a esla;distancia,) patecesem estar !
hus prximo, deltas du que o iniuigo que comba-
ta eni seu proprio territorio.
Nao su nos devenimos .atisfazer com tal apoio,
mas >uo obrigado a accrescentar qoe toda eneivia e
telo dogoverno da rainha teriam .ido ioelc/x-., .\
a espirito commercial da nacju nio bouvesse con-
vencido iiossos iuimigos que os neatoa recursos eres-
eiarn com a durado da lula.
i Longo de nos Daver esgolado no primeiro anno
da goerra, entilo lie que comr^avamos a desenvol-
ver Wapaa torca*. A nossa allencao dislrahia-se etn
ouiro. iuleresses, que nao os iuleresscs immediata-
menle empenhados ua coiiliii-ai._o da tuerra.
Sentimos grande wHaT*_> por ver que no co-
rdero do conflicto, o goveruo da Inglaterra, de.......
eerio cora o da I ra'nca, operon imprtanlas mudan-
'^is na conducta da guerra, que setn enfraquecerem
os belligerant.es, bumanisaram as hostilidades por
uina tendencia para minorar a pressao que a parra
"ierce iudubltavelinenle obre as transacroes com-
merciaei, Applausus prolougadus.'
Nao posso deixar de es'perar que estes melbnra-
tnentos que furam eslabelecidos fnlesd guerra pra-
tteaiios em urna durarn e rectificados por.compio-
missos rormaes.poderao ser aperleicoarloii.e que, com
o correr dos lempos, os principios que sao applicad
is hostilidades em tetra sejam respeilado. sem ex- | conleslavel.
eepofio na guerra martima, da modo que a proprie-
dade privada u.io seja mais atacada de neiihum lado.
(Appl.osos.,
' Se consullarmos os ejemplos dos '.empos passa-
dos, nao acharemos que ntnbuiua nacSo povlerusa
lenha nunca sido vencida por perdas soflndas na pro-
pnedade privada, na lula dos exercilus que decide
das couleudas das grandes naces, e seria lalvez para
desejar pa a lula fosse reseivada aos cutpos que
obram >ob a direcrao do Estado,
o Senhores, esta cidade be nulavel entre as gran-
des communidades do paiz. Vdssas Trolas sabrepu-
jam as Irolas dos antigos imperios. Nao ha mar em
que nao encentren, vossos navio, leude- leilo tam-
neo urna, cousa digna de adimraruu eque proriuz
grandes vaotageiis ; leudes por asstm dizer eslabe-
leeido um ponto sobre o Ocano. Tendes reoindo as
luargeus oppostas do Atlntico, aalaMecaado eoin-
uiunica^oes, nao enlre ditas n-fotti, mas entre dous
ramos da mesma narAo.
a S!. Buike, discutludo as operares da guerra a-
mericane, nolou que era dillicil fazer a guerra
'piando a goerra e o lempo separavam o logar em
que urna ordem era dada du ponto em que devia ser
execulada. Uu.iniu variaran) as circumstancias, se -
nitores O mesmotoceano anda ahi esta', lula cem
a. mesmas tempestades, mas o lempo,que se cntave
por mezes conla-se por das.
.< Aioda leve lugar una maior mudanra ; estas
ordeus de qoe lallava M. Ilurke, eram rdens de
iperaees militares, e sua execurao devia fazer cor-
rer o saugue de homens da mesma I .iriu I i -. Asor-
den, qoe agora lao rpidamente atravessam o oca-
no em nossos navios, sao orden- pacificas e commer-
ciaes, cuja execoc.lo be favoravel ao bem das ditas
nacoes que habttam as margens do Alia-tico. Ap-
plausos.'
tu eslava certo de que a poltica recenlemenle
aduplada ern nosas desinlelligencias com os Estados
I Didui receberia vossa approvacao. Sentamos que
por un lado deviamos sustentar a'dignidadede noi-
so paiz, e que f.zenalo ver que as cslaniiriaries de
orna guerra com um povo do tnesmo sangue qoe o
no-so nao (nos impedira de fazer o que era justo,
deviamos rejeitar todas as cousiderares mesquinhas
applausus), e nao nos prevalecer de circum-tancia*
que poderiam jo-liticar expies^es de sentimentos
hostis ; -.ibiam-is que era mais di.no ter em vista o
scutimento amigavel do povo dos Estados l'nidos, do
que circiimscr.ver-uos a' urna espbera tnais e-lreita
que pnderia joslilicar nossa irrilarao,
'- O rebultado correspondeu, eu c pen dencia de nossa conducta. E-too persuadido de que
estas facilidades de cummunicacao contribuirn!
principalmente para sustentar entre os dous povos
esta luir mua ba-eada suhic relaces autigaveis c
frequetiles e que os inleresses mutuos de commercio
cinienlarao nossa amisade a' proporcAo do desenvol-
i linelo de nossa prosperdade. Uesejo smente qoe
esta prosperdade continu e contriboa para propa-
gar a civilisacao no mundo.
[JtUtrnal des Debaf.
repositmjo dramtico em que ira dando o que por
aqu DMMuf mais attenean neste genero.
tttilra obrv que nao be de cerlo pnra licar esque-
cid tiesta brxve resenhaque est.iu fazeudo, he a
Collecrao de trados e conveni;oe< entre a coroa de
Portugal e as niai potencias, desde lW a! ao pre-
sente,pelo homo s-cretario da legacao em Madrid,
o Sr. ,loc Kerreir.i ltrges de (.a-tro.
He a primeira obra -omplela desle genero, que se
publica em Portugal. (.:.-,_, lodo, documentos
na utagra, nos linguas em que furam cunclutdus, e
acompanhadu da respectiva traduccao em por-
tuguez. '
Os primeirds dous tomos acaban de sabir ,i lume,
e o terceiro licara iinpresso por Ion, ,,.- je je_
/eiiiliru.
Tambera uestes ltimos das apparec.j _)
volunte dasKesuluces do conselho de Mado ua
secrao do conleucioso administrativo do Si J0sl.
Silvestre Kibeiro.Vclia-.e no prelo o lomo q'ui.ir,.
He um tr. balho consciencioso, cuja ulilulade he it_
OKKESI'OMiKXCIA JIM MIAKIO HE
PEHX.\_IB-i;o.
LISBOA.
' Sr. I .olalo Pires, um dos nussos mais aprimo-
radoi poetas da gerar.io nova, vai irtipriiuir no Rio
de Janeiro um volume de poesas com um prologo
doSr. \. I;. dcLaslillio.
Ua imprensa da liuiversidade de l'.oimbra acaba
desahir, em ntida edirao, aEpstola a S. 11.a
senhora Imperatriz do Brasil l>. Thereza, que o
Sr. t'.asiilho dirigi a S. SI. I. no dia '. de abril de
is i., vespera do anuiversario natalicio da tinada
nmaa do Imperador, a Sra. D. Mara II. Marta
poema advoga o nosso poeta a causa de om pobre
vellio porloguez Silva, que restdia na provincia do
Rio Grande doSul, na villa de liroguaana, cun-
detunailo por homicida, mas setn culpa moral, a I _
anuos de gales. Como ao desventurado restasse ape-
nas o. recurso do indulto imperial, subi este re-
querimeuto ao poder moderador, invocando om
perdao que a justira uao poda conceder, mas que a
clemencia do soberano u,lo reculara.
I 'i.-, o autor que anda Ihe nao cousta do perdno
do seo infeliz cliente ; he porem de crer, que a es-
tas lloras esteja re-olvido esle negocio que tao bel-
los versos inspirou ao generoso pucla.
Da Kpstula apeuas Irouxe o correio de boje
limitadissimo numero de exemplares. Posso asse-
_uriir-Uio que he das mais Botareis poesias que tem
escriplo o cantor Ida o Primavera. Vctor llaga
obteve uo mesmo instante, com sus qualru versos ao
rei Luiz Filippe, o livramculo de um condemnadu
a pena ultima. Ser o berdeiro de Cames menos
afortunado que o poeta fraucez "'
o A lei be cega e sarda ; aforlungdo o rei
g i.'ue supre, ouvimlo e vendo, u incompleto da lei!
a qoem do Estado o jus, da huni-iiidade amigo!
Dalia dizer:Perdi'.quando a lei diz: Castigo,
Prerugativa axcelss o rao atiesta um Dos ;.
i' Slas a clemencia, o moslraie nos loma mais seus.
Miugua-mc o lempo para a- Iranscripcoes. He
uatural que esla publicarlo ahi cliegue quauto
antes.
I Taima brasileiru, o Sr.|Joao Caclano dos Sau-
Its, envin unta formosa collecrao de quadroj pin- i
lados a oleo, repic-culando cada um delles una
scena de cada utu dos actos do dramaCames do
O Sr. A.J. Vale, meslre de el-rei II. Pedro V,
enm luii e acaba de publicar o seulosquejn-his-
lorico-poeticoem nilava rima.
Trata esta precioaa obinha dos aonntecimcntos
mais impoitanles occorrdos em Portugal ale ISili.
O autor, por mjlindres polticos, absleve-se de his-
toriar a poca liberal e os succasos contempo-
rneos.
O poema he em dous cantos e ollereciilo .1 elre.
lie um valioso auxiliar para o o.ludo di mociriarie,
porque o metro he dos mais ellica/.es adminculos
para a memoria.
A Revista Penin.nl ,r i> que vai do segundo an-
no ila sua piiblieacau. apresenlou un terceiro nu-
mero do novo volume as eslre-s |uielicas do Sr.
Julio de Castilho,
O joven poela, diz n'uma inlrodocr.lo, qUe se
l 110 mesmo Ijornal, o Sr. |,. |. |,eKe, versifica
igualmente em porlugoe/. e france/.. Familiar com
os poetas latinos, medita-os de preferencia. Esme-
rado na cerreccao do. desenlio, e nao menos nos
accessorios, cultivando a nativa linguagem, como
quem aprenden a preza-l.i com o mais desvelado
compeao de suas rormusuras, 01a deslere vosaps
assaudusas melodas da Allemanha, ora se vai scis-
tnar com S'iclor Hugo naspovuadas soliduesxlo seu
mundo pliantaslico. Teulando experimentar da pa-
Ihela as cores para diversos quadros, comu he natu-
ral ao artista novel, em que genero lixar elle os
ssus amores'.' .Vio se dira com seuuranra desde Jl;
mus se escola de lioso conslilue um genero a par-
le, o seu, lalvez, |ie es-e.
Es um^ noticia litleraiia mais para alvi^aras,
que a publicacao de nm livro. He um escriplor de
lti anuos apenas, mas que prometa milito.
Oue fazem alguns dos uielhores talentos porlu-
guezes, que as escabrosidades da poltica lem uestes
ltimos lempos ruubado a litleratura '.' Continoam a
cumplir o seu fado, e nao pouen -o resentem des**
deserrao os nosse-jornaes Iliterarios.
No dia !l, segundo anuiversario do obilo do vs-
coude de Almeida Carret, se represeiitaram no titea-
tro norma! duas per.is do linado poeta : Filippa de
Vilbena e a comedia o To Simplicio. A esla com-
meraoracao dramtica lionve nina certa frieza do
publico. Slotivoit lalvez a pequea coucurreucia
aquello espectculo, o coinciderem nessi imite al-
gans bailes a qoe assislio a primeira socedade de
Lisboa. Nao se falla ja no projeclado, monumento
memoria do poeta. A poltica he egoisla ; por ella
se esquece ludo o mais. Fmas eleires snpprem
urna epopea.
A 19 de dezembro leve lugar a sessao publica c
biennal da Academia Keal das Sctenciaa, a que aa-
sistram elre D. Pedro V., o Sr. U. Fernando e S.
A.o infante II. Lab. Bl-rei reinante he o protec-
tor da Academia e el-rel D. Fernando u presdanle
daquella corporacao scieutitica. A academia nesle
acto solemne mauifeslou siguaes de vida que excede-
r.un a expectativa publica. O acto principioo pelo
discurso do Sr. JoscSlaria tiraude, presideule da
primeira classe,|servindu de vire-presidente. O Sr.
Latino Coelho. ecretatio iulerino. leu em seguida
um relalorio do Ir-balbes acadeinicos.
Pa-'ou-e depois .1 leitura das oracoes eommemora-
tivas dos socios linado', leudo o primeiro lugar o
elogio fanebre do consulheiro Moasinho de Alhu-
qnerque, quein lauto deve a consolidar,, das fi-
berda'des patrias, e qoe a guerra civil, desgracada-
menle aleada em IST, eirou desla vida na ecr.10
de Torres Vedras. I oi orador o Sr. Julio SI. d'D.
Pimentel ; o discurso em vigor, nao poda ser ele-
vado i calhegona ile oraran acadmica ; era antes
una biographia bem leila e encarada luz dos ser-
vaos prestados a .ciencia pelo iluslre finado. Mas
havia uaquella pera (reclms da lana singeleza c stn-
limenlo, as ferds que as Mam dissen-es polticas
teetu aberto no paic, sao to profundas e rcenles,
que em alguns lances commoveu o auditorio. O
Irecho em que o Sr. Pimentel descreve a eulrevsla
do marcrlul Saldauha vencedor, com o nobre venci-
do agonisante, he de sr_nde ell'eilo oratorio, njo
calculado, mas Indo iiascido da siloacao e da natu-
ro/.i do assuniplo.
O elogio do visconde de \loieida UtlNll, coobe
ao Sr. Standes Leal. O itlgrato e eufraquecdo tim-
bre de voz do nusso priiiieiio poeta dramtico. Dio
permillio que se apreciassem todas as bellezas da-
quella ofacao verdadeirameiile acadmica. As gra-
ras do estv lo realcatn-se all mutuamente, a o puets
prosador elevUB-ae i aiyira do seu ohjeclo. O cao-
lor do Cames leve una digna lioineiiagein.
Porem, das.lr'es orac.es, 11 que tuais sensario cau-
sn na .!- euilili-d. foi o eloeio do cardeal Saraiva,
fre Francisco de Lu/, pelo Sr. Latino Coelho. (I
paralellu que fez do prelado patrila, do monge que
110 retiro da meditar.io se deliciava com ossonhosda
Iriuuiphu nos bracos dos setas amigos,
tou a cada um dis tres acadmicos com eipres.es
benevolentes. O Sr. I). Fernando e S. A. o infan-
te, levantada a atado, dirlgtram a palavra a varios
membioi da Academia.
Os Stf. Castilho, A. Ilenuli.no e Hahello da Sil-
va, nao se acharara prsenles a esla soleumdade lu-
terana.
Remello-lhe un. fulheto que no Bailo se dslri-
buio, onde encontrar impressos, lano o discurso de
abertura, como o relalorio dos trabalhos acadmicos.
Heservei-lli'o, porque lalvez ache conveniente dar
-elle cunheciiiieulo ans leitores do Diario.
O prograruma p ira as .Memorias, pruposlo pela
Academia na mesma eenlo publica, para o auno de
1837, he o seguinlc :
Primeira ciaste.
Em .ciencias pin sicas.
Demonstrar pila analv.e as principad varia-
Ses na qitaiilid.ide de gluten das oulras materias
azotadas,as variedades de trigo mais coramnm 110
nusso paiz, e a laflaenda desl.is varares na pai-
licai;,io.
Demonstrar chimicamenle a relarao qoe existe
entre a couiposicao e qualidade da seda e alimenta-
rau dn insecto que proriuz,
Adiar o proceiso mais simples e exacto de re-
conhecer e medir a eleclricidade do ar etn lorias e
qoae-quer enndicoe- atisusphcricas.
Facer o calado ebimieo das aguas do mar que
alimentara as no das mesmas, e o d) sal que nellas se colhe, e de-
monstrar qual teja o melhiii rgimen das mari-
nhas.
Descriprao de nm svslcma econmico de lim-
peza para a cidade de Lisboa, de modo que della se
tire lodo o partido pjssivel para a -aude publica e
para o adubo das trras.
Km silencias hislorico-iialuraes.
Mostrar qoaes sejam as vanlagens que o uosso
pai podo colher dos novos processas empregados
tiara o enxugo das Ierras iDrinage.
Km sciencias medicas,
'lermiuar em referencia a alguma Ierra de Por-
luSai e lomando por base os dados ministrados pela
respeclva eslalistica, qual seja a inlluencia dos mias-
mas putr.jns S1,bre a sattde, duraro da vida, e mor.
laudarle i povoares vUinbas aos pantanos.
Slostra. n |iie seja o cancro, descrevendo os
caracteres -MetdaesdWta prd.ucr.io patlmlogica, a
trarando ao mesh0 lempo o diagnostico diflereucial
do. tumores que co ,||e se ,,0l|em confundir.
Decidir se em Portugal existe a vaccina na-
tural '.oe,)o.icimoln,I1ra das vaccas.
Segmiln cla..f.
Em lille-atura.
Investigara origcmdaiingaa portugarai: e
indicar os processos da sua fo-macao e polimenlo
alo ao comeen do reinado do Sr. i). Slaiioel.
Ern sciencias moraes e jorisr,u,|encir.
* Oual foi a mllueneia du elei.lllo germnico i Jas dos ponle
ua iirganisarao da propriedarie em Porto-a] t
Sobre que bases deve ser organisW a insli-
tuiraodojurv para ser proficua ?
Qual seja o runriaineiito histrico e jurdico do
direilo de padroado da coros porluguera na frica e
na Asa''
Em sciencias econmicas e administrativas.
O exaroe da inlluencia que tem exercido nos
progressosilaagiioullura nacional as providencias le-
gislativas posteriores ao anuo de 1831.
B-por qnaessao as vanlagens s os ineonvenien-
les do Ilibato de rcpatlico, e quaesas condirftes e<-
seuciaes da sua existencia '.'
F^m historia e autiguidaries.
Qul fei a ndole e i-laacao do poder do rei,
nos primeiros lempos Ja monarchia porlogueza, e
quaes as vcssiludes porque pa.sou ale aus Hns dn
seculo VV '.'
PAHA O ANNO DE l:>s.
Primeira elunp
Em lilleralua. j
lina vida de l.uiz de Canuies, mais completa
e liis exacta que as al agor publicadas ; fundan-
do-seo autor, quatito for possivel, em ducutucutos
uu lestemutihus inditos.
Km historia e antiguidades.
I.ma noticia dos monumentos que anda soen-
contratn em Poilugal, anteriores ao dominio dos Ro-
manos, investigando a sua uatureza.
J'ara o auno de I8.")!>.
Em sciencias medicas.
Fazer a hiitora das Cebras graves, que ordinaria-
mente reinara en Lisboa, tendo particularmente em
vista a sua anatoma palhologiea, casos, diagnostico
diferencial, Ir llmenlo e nalursza.,
As memorias devem ser escripias em portngaez
eodo porloguezes o- seus auUres, a em lalim oo
qualqoer das linguas da Europa mais .-ramenle co-
nhecirias, sendo estrangeiros, e serla eutregaes ua
secretaria da Academia por lodo o mez de jolln do
auno em que lioaveram de ser julgadas
Por boje, basta de noticias Iliterarias. O traCegn
das ledras po lia ser maor, se a imprensa jornal.-
liea nao desviasse lanas vocates qoe se esl.lo per-
riendo.
Nerita ltimos das tem aqui chesado dous famo-
sos pianistas : o primeiro, e supponbo que em lud
o primeiro, he o celebre Osear de la Cierra, hn-
garo, que depois de ler dado varios concert, em
Madrid, vm avivar-nos as agradaveis reeordac.es
de Lislz e I halberg. Diz-se que d aqui ir* corle
do Rio de Janeiro. O segundo he SIr. Loiz Bake-
mann, lanfera afamado como pianista. Estas con-
fronlaroes 11.0 -ao ouuca de grande f Imam para
os artistas.
Era I10111 que os arli.tas viajantes tivesseni l.i en-
tre si una escila de servico e regolassem as suas
perigriiiates, para nJo se enconlrarem na mesma
cidade. Pievavelmente, se o oltimo anida alo foi ao
Brasil, he de crer que ahi v.i tambera.
Ouvimos dizer que o Sr. Mendos Leal trabalha
nesle momento em completar um drama em tinco
actos coi 1 o titulo deA pobreza envergonhada.
Parece que ne o nos>o eleganic escriplor om petisainenlo util e
unta quesiao sucia! das mai. importantes. Oas-
sumplu lieexlrabido dosP.iuvres de Pars,qoe
obteve em Franca grandes applausus. Cre-Se que o
drama de destinado para o prximo he.ciicio do
aclur Rosa.
EmS. Cirios leve logar o beneficio de Sla.|emo-
sella Parepa. que licuu cscripiurada para luda a
poca.
tem sido para nm una es-
que veslinios em 1835, e
que j 1 agora nos parece so a despiremos para vestir
a mortal-a derradehra.
Educado, como l.amarline, por urna sania e rli-
-insa na i, que poderla ler servido de modelo i 0.M11-
Iher Calholica- do padre Venlura, tam mxima,
salulare-, cases (empina tos primeiros annos, furam
ao depois una armadura impeiielravel, que nos p
u granda dia Q de novetnl.ro do crrente eiini,.
dia memuravel para a pnvoaran e seos habilanles
A's seis horas da mauhaa do da _3. largaram d>
la capilal immtaaas emnaicaroes e iscaleres, rundu-
ziudo as pessoa* mais gradas, e im rueio do preatilo
sobresahia a galeota do E>m. Sr. presidente da pro
O seminario da iiivncarao de Santo Ignacio de Indo o leilor imparcial leconhecera' o que.ha de
l.ovola ha de pro.perar e hrilhar como (odas as aniraosidade e de despeilo n'ele ran lo de eipor a
rniis.is que naaes de fifi-rnnrorreram para elle com suas devo-I Comparlilhamos a opiaiio deque o pulpito goza
la e-inolas c cora suas pias oraroes. Po dia de sua por eicellencia da liberdadc de doolrina. Ao res-
inau.urariio toda riiorese, ja visitada pelo sanio peclivo bispo baque cumpre viciar sobre essa duu- :*'"cia, o Sr. lenenle-roronel lleorique da Baurritai
prelado, turaou parte n'essa Cesta, tomse estivera Irina, porque a i-.reja tem ..Jpoder ensinanle. e o-''' Ku,'""e *" E*"?- ,Jmi1'- ** ""f" *'"
., ., _. quarlo all erara lodos chapados recebido o fcxm
priscnte, porqne o monumento be espiritual e mate- : bispos sao os genuino- depositarios e administradores presidente com maltas gvramlola. de logo, t urna
rmmenle dos liis diocesanos. j d'esse po-ler. O aannio n.io lie o discurso de com- salva de alia detona....u e mais honras a l.lu ditno
Agora a quesiau de dootrine. co que pussa responder-.e por Iribuuo, ora artigu ^IminislJidor, que se l*m lomado para com o kaaa
Os ininigos do chrisllani-nio querendn destruir a I de jornal que possa pulverisar-se como ouiro artigo
pbilosophia evanglica, eulrincheiraram-sc na pililo- mais on menos violento lie a sement lanrada ler-
sophia capciosa do paradoxo 1: da materia. Vollaire, r. e conforme a nalureza desla assim apparecera' o
que foi o Slahomet desla revoluto verlicinosa, iu- Irigo ou o joio.
veclivou a ipreja como inimiga jurada da pallasa- Slasja que se sslranhoq a allu-So a tactos, recon-
phia. e ionio o rarra-co que a bu.cava aspluxiarl a *'Jeremos e.ses mesmes faetos.
servou d, per.gos da incredulidad., qoando en.o j es.rangular. A influencia clerical, a influencia fradesc,
lempesloosa. dessa soriedade | Ella anliphonn, ei.Uo erguida, lem sido al hoje duaspbrascs bomliaslicas, repelidas ha um seculo
Paiaenses d'guo de lodos os encommios, quer as-
mo administrador, quer como bom amgo a protec-
tor da eolonisaela, a-rieoltura. indnslria, cinuner-
co e rtes, especialmente da povoai.Jo de Nos-a Se-
nhora do ()', da qual he decidido protector.
O lugar do arraial a capella de Nossa Senhora do
O', se a.-h.iva brilhanlemenle preparado, iremolavam
as kasaleuas das nariies catholicaa, sobre cubero
sao i lu-',r P*r' inaugurada capella, r no lai.o as haa-
deiras das naroes adiadas.
para esta- diadas da dor, p.ira esta a geometra humana, dz-se emfim que elle con-
ser.e de amarguras, ,oc .|, pirimi0 cerlo da rieran, a humanidade ao ..eslarionarismo,.. qn. he o
huniantdade. ha ura so balsamo salular, ha um s .rsu aa .ciencia.
aprisco, em que buscar abrigo, ha um ponto uoico lie islo urna declamaclo lodos os das r.pilido
de silvar.io, em que aportar, na tornala o seio d, pelo, Cactus: applicaria a muitus luminares da igrej.;
una mai eanabOH, em que r.pousar :-hc o da re- ma- a cada hora desmascarada, sempre pulverisada
llgilo
lina circum.tancia de nossa vida nos lorn'oti, por
voto, soldado auxiliar ,la igreja. As obrigac.es, qae
eiilaoroiitrabimos, nao as podemos desempenbar al
i ultima, nao por Calta de summa dedicado n3o
porque a perseveranja n.lo Co.se elevada at ao |iouto
de sacrificio ; mas porque a providencia decreteu,
nos seus alio, designio-, que o claustro de nm semi-
nario episcopal Cosse trocado pelo tumultuar desla
Babilonia, em que, acerca de um anuo, com una es-
posa querida e cora um lilho, anda mais querido,
aguardavamus as deter;ninaooes... de quera '
Dessa mesma Providencia...
Circumstancias inexplicaveis, uina tendencia pro-
nunciada, eesludos especiaes nos tem boje colloca-
do no lu nitlile posto de puldicisla religioso, lie pois
acata especie de presdestinarao, be ateta missao vo-
luntaria que se definir., a nossa acrao no jornalismo
Iliterario.
Aos que olham para Indos os actos humanos sob o
pri'ina do ialetesse SgoMiea a material, aos qu. do-
vidain da santulario da- abnegacCas, e da aspirarao
indeliniel, da dedicacAo acrisolada da crealura para
cura o Creador, a e.ses, esta nossa resolujao, esla
nossa leal e Cranca m,iniCetacao desaliar o riso
amerello dos espirito. Cortes : embora.
Aisim como a tantos he honroso, e louvavel o in-
teresse que lomara na iraprensa pelas ventaras da
patria, segundo as doulriuas, que propagara, ou m-
pem, seja lambem tolerado ao ultimo ubreiro dessa
mesma imprente esposar a causa de um illnstre veu-
cido. Em quanlu oulr,., dtCeitdem is Cardas doura-
ilados do da, permilta-se-iios que le-
vantemos ura brado a Cavor da garnacha de utu clero
depreciado e da grosseira mortalb. do frade corrido
desde os lempo, primitivos dn christianismo alo
pontificado de Pi l\. I,ea-se 1 historia eclesis-
tica desde os evangelistas ale Fleur;, e desde Ilen-
riun al llulbach;; e ter-se-ba reconhecido qoe a
philosojihia esleve empre abrigaria na igreja, que
ella lem sirio a Irmla gemea da theologia, e a lente
-travez da qual se observara o. arcanos da revolurao
' a revelara dos uivstetios.
W09 calamitosos lempos da invasao dos barbaros na
Europa foi a igreja foi u alera regular e secular, que
um, iniustica, parado dizer escameo indigno d, I ^^^1^"^^'^^^
gravidade de ama pessoa de sen.o. Baptista Ooncalve. Campo., o lente de rheionr* I..
O correspoDdenle querer dellender o rei da Sar- | '>ceu P-rahense, Joao Dtogo Cimiente M.lcher.
denha, alludido pelo devolado pregador ; e como I ,r<"no,or publico Dr. Domingos Antonio Havul, o
OS. parere-.S-a. ,e ,era manifestado esserei europeo tZ^2^Z*2S^M
contra os dtreitos da igreja, e nao lem ella a mo le- RM de guerra Callse, tiahriel Ferreira da Croa, e
vaulada para exterminar as ordeus religiosas .' depois da cullocarao no lagar, S. Exc. o Sr. pre>i
E nao be esle tambera o espirito que reina enlre -" .laoc>a-'1" "* ptimeiros maleriaes.
Keettou durante a ceremonia ex.rcida pelo liicn-
avel e zeloso capelln da colonia, o moito di.no re-
\ -rondo parire-ineslre Eutichio Pereira da Rocha a
sabio Fre Slanoel rio. Marlvres, lenle de piulo- ,
phia do seminario episcopal, cuja pratica reli-iosa e
patritico dtscorso se v no uumeru JHdo nColonuo e
O tenhor D. Pedra I era um princip. em.oeute- bem assim todos os mai. discur-u, mZ tiver.rn .at
meut. religioso, porem he Cora de duvida que rnui- j durante o acto : dtzer-lhe o etithusiasmo e re.peto
los actos do seu reinado resenlem-se d'ess. iodilTe- i a.u' so, quet arislucralico quer democralico.seria om nao'
Agora dual palavra. sobre doos vultos histricos,
mencionados pelo pregador, c cuja mearlo provo-
cou a susceptibiliriaile du currespoodenle.
retira anlre o temporal du estado e o espiritual da
salviram em suas escoias as leltras, as arles e as | igreja.
sciencias ; Coi ah que os Voltaires as Curam colher, | O Sr. Diogo Attlouio I eijo achamo-lo de-euli.,du
com a dillerenra, que a abelha suca una flor e pro- na historia cuino urna influencia poltica perigoMs-
riuz o niel, a arauha muido essa mesma flor e proriti'
a peconha.
O que seria hoje da humanidade, o que seria hoje
da civilisar.lo a nao ler sido a igieja
Ha tres mil anuos qoe a pbilosophia racionalista
se debate iraprolicuamcnle, n um circulo vicioso 4
s>-temas requintadosmafia renarcentur qtur jam
ceddere, cadcnti/ue.
He o qoe atinal lem resolvido a decidido esses co-
rifeos de escolas lio disparatadas. Concluem por con-
siraa e sobre m.iueira fatal a igreja. Os seus actos
uailamentares e oflieiaes encerrara o cunho da pos-
tergado dos direilos da igreja : um tobaas de lerri-
veis consequcucias foi por elre conjarado ; e n3o
acabar.
S. Exc. o Sr. Baurepaire e sos virtuosa espo-a
lionrar.im como padriuho. o baptiaroo do prianeiro
iiiuocenle nascirio na colonia ; o Esm. Sr. Dr. Mo-
raes e a Exma. I). I.ydia Jos do O'de Almeida.
lidia do proprietario, honraranr .0 baptismo do -e
guudo ; o palrinla Dr. Slaleher a Eima. D. An-
gela Caes de Souza, lidia do letieote-eoruoel Dr.
Pues, honraraiii au terceiro.
tragedia saugrenta de um cisma, ou o drama ver-
fe.sar que a duvida he o resultado de seus esforcos ;: tiginoso de urna seila monstruosa
que lem a f nao pode haver repouso possivel do es-
pirito, que sem a revelarao nao pode haver explica-
rao possivel aos arcano, ti pbilosophia humana.
O racionalismo lie ura Slalhusalem de Irea mil
anuos, he uina especie de Caglio.lro que se lera 1110S-
[rado sob riillerenres formas. Ha quasi um seculo
que sol a Corma de pbilosophia regeneradora, elle se
apresenlou na arena, mas como '.' Cercado de urna
dis-olula liceo(a Iresvairandu a rala humana, bus-
cando destruir com saturuaes escandalosas 01 alicer-
ees da igreja, como novo Ttlau, buscando escalar
a srr a poderosa e tamtudora voz de r arcebisau da a; ______ I"'5.'3 ,m "-a '"' afaM M;nbor" du ''
u, .. -"""'"-r. arcetiispoaa dislribuirao de rc.Hlros e cumprorai-sos da irmau-
e. Babia, o que sena boje a igreja brasil.ira Talvez j dade da mesma Senhora, que in.ugorou o rnesii,,.
que a Ierra em que lia Ire/.enlos e cincuenta e seis proprietario, _nomeaudo a mesa ddmiuilfrativa para
anuos se planlou o estandarte da Cruz, n-i.i Co.se 1 i!," de Hj7.
boj. maisdo queo thealro onde t^aUm.a J^WSLfflCi ll'BtftttfS.
1 Boa-Vista, da proprieri.de da colunia, para onde lo
dos pos dirigimos, a virtuosa espo-a do Exan. Sr. da
lleaurrpaire honrou sempre o proprielrio.|o Sr. c-
ptiao Jos do O' de Almeida em sua eompaohia.
Anda all teve S. Exc. que observar, e ver una
machina de Curar com rapidez e em lodos o- senti-
dos,furos os mais delicados de iu-enrao do en.euliet
ro mechanico da colonia, o sui bauer, que trabalbuu para S. Exc. ver, a Col apre-
ciada Dito so por s. Exc. como pelo digno Dr. \-
hreii, director das obras publica., qoe aceeilea a o-
Como poltico patrila, o senhor Diogo Antn-
nio Feij lera' sempre um lugar dislincto as pagi-
nas da historia ; mas na historia da. trbularoe. da
igreja os liis catholicos bao de ler u seu uome com
pesarosa recordar*!: e duviriatao reconhece-lo Uo
puro e t.lo vlrlooso, comu Ihe chama o correspon-
dente.
ui.i.lt ,,l., i,i i- ,, -------------- ----- .jo. ., ....... ,.u. nuu, uiisuaiiuo escalar
_______ mH2Z ISTjnr^J '- "U "a" ",a"'......ar "- -ue nao exista.,,
O seclo XI\ foi instituido legatario desla pbilo-
sophia infrene, mas se os seus tutores aceitaram a
heranra, na sua meuornlade, elle boje nao a quer
receber :retiega-a.
Una nova escola de plulosopbia se reergucu tri-
11111 |dia n le.repu .unido ogroeini mil n.ili.1110.o sen-
su:.lismoalijerlo e a mpie.lade revi-.llante. Sua lin.oa-
gem lie religiosa a' maiieira de Scrates, de Plalao 9
dos philosophos. os mai. eslimados da anliguidade.
compensa mundana desta missao, em que uosv.mos
empeuhar. damo-la anda por menos do preco e da
recompensa porque I.a vendeu a sua primogeni-
tor..
Perdoe-se-nos estas explieae/H, quasi pessoaes,
que jnlgamos riever mamlestar aos nossos leitores-
l.eam-uos, pois, os bem intencionados e descolpem-
nos os indulgentes.
P. M. /a/ioso de Mmeida, redactor da Remana.
11. y
O ENSENO Da PH1LOSOP1UA.
Ao Sr. bispo de S. Paulo.
No programma de noisos estudos religiosos Imita-
mos marcado o en.ino da philosopliia, e a necessida-
de das inis-es, como dous assumpros dignos de se-
ren reconsiderados e expostos uo seu legitimo ponto
de visia.
Mas naolhe baviamos reservado este lugar, porqoe
esle. dous objeclus c.irecem ser. aquelle recon.ide-
rado as suas multiplicadas osctlaroes a IrausCoriiia-
oes, estes em villa d,i tnCormares e dados eslalisti-
cus, que ti com o lempo puderiamos obter.
Mas dous srligos que acabamos de ler, e que pro-
sudamente eos impressionaram com seu apaixona-
do modo de ver e apreciar estes objeclos, nos deter-
minara a desde ja nos occuparmus|delles,seuao|para
tratar o ass.raplo na sua parle doulrinal t potica,
por assim dizer ao menos para atenuar a impressao,
que leolta podido causar a leitura das observarles
de um correspondente do ^Correio da Tarde o e a
opioiao de 141 n arligo da redaejao do Jornal da
Babia, a
Oucamos o primeiro arligo do libello do corres-
pondente :
uvido que o Seminario Episcopal possa produ-
zlr seus beneli.-ios a desejaveis resultados; sua es-
tro inspira serios recelos.
Para qoe os eslabelecimentos dessa ordem pros-
peren! e cmram he precis que afrente delles se
enlloque uina cillera capaz de dirigi-los; e por certo
qoe uao lo vulgares os dotes que devera reunir
aqoelles, que ebegarn a to elevada puiicao. Tudo o
inundo conhece o carcter toktote e emperrado do
acloal bispo de S. Paulo, que detesta lodo e qual-
qia-r progressii.conderanandoa humanidade ao esla-
cianarismo, alllige-se curo qualquer passo dado para
o ratera ; boato Josu da setenis, manda qoe a phi-
loupliia pare, e nao pro.iga em .eu lidar ufano ; e
lela e qualquer tentativa Ceita no sentido de deseo- mortal Cuudador do imperio, de (lo respeilavel ine-
brie a verdade be considera Ja por elle como um or-
uome da humanidade, um tributo de elogio e re-
conbecimenlo pe'os mnitos beneficios que dell. lem
recebido.
Bouvier be um dos representantes desta escola.est.
escola be adoptada hoje na generalidatle da ITanra e
de toda a Europa culla.e a pbilosophia adoptada por
1 etsasinlelligeucias summas.esanrriuiiada pur muitus
representantes da igreja, he a philosophia que o Sr.
bispo de S. Paulo uiaudou aduplar no eu semina-
rio. Como pois se avanca que o Ilustre prelado, oo
seu eraperramento, manda a" pliilosopliia que pare,
e nao prosiga em sen lidar ufano '.'
Com o iilu-tre dioeoa.no pensamos tambera que
he ura urgolho da razan humana pretender explt-
car-sc a mata divina :nao sera' uina revolt, con-
tra a Providencia pretender assumir os seus divinos
arcanos". O orgulbo de nossos primeiros pais con-
demnou-os, a ernpreza de Titan.e a ousadia de Pro-
meteu Corara castigadas, o orgulbu do racionalismo
esla' 1.....Irm ado na sua propria impotencia.
Depois de aver demonstrado a organisarSo do
eorrespondei e em condemnar o Sr. bispo de S.
Paulo, porque era figarial ininiigo da philosophia,
mas que manda eusiuar plnlosopliia, he de Cacti des-
culpa a exageraran do mesmo digno correspondente,
eslrauhando o sv.lema administrativo, eosvstema
director, que aioda nao se sabe qual .era', porque o
seminario esla' in.uguradu, mas liada nao reeebeu
urna tteliniltva urgauisarau.
O correspondente parece reprehender o incansa-
vel paciario por haver escollado para .oxidares da
sua igreja a don sacerdotes capuchiuhos, que oo
obstante os relevante serviros., que prestado 110 con
fe--lunario, au pilpito o na cadeira, tem sido o the-
tna de reiteradas iiixecliva; e ato de iudiguos iu-
sullos.
Oucamos o seguinl. -y
< lie o que eiisiiiar.vn'_i seohores .' (lu o im-
Tomar o. fado. .Ub.ixo d'este ponto de rada, ate i meluuTaba,.,,a.0 .e"''n',,ej"' V**
e.rrog roma otfen.a ao. bnot ...cioo.es, befo- gabuu a machina d moer catn, pUsmpfic.riari.
I
dtear a historia, que he da dumiiiiu de todas as itt-
lelligeucias e de ludas as opinies.
(i eorrespoudente conclue pela forma scguinle.
Eis-ahi como eslrear.m os dignos e sapientes
meslres do seminario episcopal. O governo que ai-
leuda para essai comas. Bem sei qae o Sr. bispo,
iuverlendo o nosso direilo publico ecclesiastico, sus-
tenta lotisviriboi, que o governo civil nada tem com
o seu seminario, que he propriedarie sua, e que foi
edificado cora o suur de seu rosto, e com as pingues
. pe. simplicidad
no seo trabadlo, qoe aperar da falla de ana inoveo
se e nineu para a lodos refrescar coto a bella limona
da ta garapa.
Fallar-lhe do aceio do estahelecimeoto apezar de
se achar aluda em obras sena tuinar-lhe o teni|H>,
basta, pois, que Ihe diga que um. mesa r.plend da
i."- agoardava, e que lodos Ded.jseulados, alegres
cumpriam com os seus deveres
O prazer de que eslava possoido o proprietario uto
era menos do dos seua hospedes, m re.peilae-3 e
entusisticas s.udes cora qoe brind.v.in S. Ese.
o Sr. de Be.urepaire e sua esposa qoe occupavaai as
esmolas que colhe.. em suas visita,. He obra de ^^K^^STJ^t, PrV" !__ f*
,.,._-ai. ___- .. ..,____. ,__ ,or'"n >5- fclcs- 'eceber do quauto eram respeila
misericordia abrir os olhos a' luz da verriarie aqual-
l.unge de insultar oehri.tiain.mo ella Ihe paga, em, 'esque permanecen! ern erro ; o governo u'eslt ca-
que
nspecrao
cuiu eerla alleclaro. Nos primeiros dias ruiriei que
,|ue era tullidez, depois accosei-me rie inaptldlo,
agora vejo que eslou diante de nina atilipalhia. Slas
entao porque casou elle eoraigo '.' Tera cedido co-
mo eu .1 auluridaiie '.' Este pensatiieiilo Caz-me es-
tremecer i a i-adeia que no. liga he odiosa a todos
dous (*h niinlia lia, e dizer que jamis se poda-
ra qtiebra-la Compreheude quauto i M'l '.' Nao me aecuse de exagerarao. Se Vine, po-
daste ver com seus proprios olbos, licana convenri.
da romo eu. Slinha querida tiaedeve haver al.u-
111a cousa a fazer, dirijo-rae i sua ternura, a sua
sabedoria, e lambem .na piedade para que vetilla
socconer-me._ Nao se poderia temar arrancar della
ama explicarn T I ma pessoa romo Vine. Ili'a i(n-
pora -, eu sosiiiha ininra lere anime ; elle faz-me o
elleilo de um rioutlu Iratiqtiilln, c as ve/.es eurara-
me tle uina ir.aneira que me laz medo.
HIO DE JAMEIRO.
Ene rrecuido-nos espealaaet e dreinleraetada-
Ito.a licuu iiiui.o tempo em sua dulorosa medito- | lares, r seu lalhe elegante. Se fosse um humero c-
elos 11 olirepentinamente dispertada pelos tortea la- mo nutro, ditse ella c.msi.o. -eria qnasi bello '
idos de aso, elude cara tJe Jorge ; cu.duu que I Era ,.,a,,(o a mura fazia essas observa.oes l'here-
clle- annuiiciavain-lhe a chegada da lia, c nlhou vi- za entruu na cunara
vmenle para c-sc lado da estrada ; a lia Sled ahi '. 1'berei
nioapparecis,mas oque ella vioallrabio-llieasl-laoefr/.M'
gullio da rallo humana, una revolta contra a Pro-
vidtneia. ,,
Naoacompaiiharenios o correspondente no esljlo
improprio de relerir-.e a um veneravel prelado, cuja
nica culpa be ser um extremo e legitimo delfensor
da. immuiiiilades da igreja e da dignidade episcopal
qoe a Providencia me conliou. Assumplos desla na-
tireza podem sempre tratar-so com a devida calma
s a couvenieute urb.tnidade, anda mesmo de igual
ti' igoal, quanlo m lis de anonymo p.ra com nm
ilut principes da igreja, e com um anciao quasi sep-
kM.inario.
O Sr. D. Antonio Joaquim de Mello, qae tem e.p-
Of u e presos pe. \ t aerado e sv rapalhia us corares
o. ludo, os seus diocesanos, fofa ura ou ouiro des-
feilado, esta multo superior a estes insultos joroalis-
ins: porque os toioltoa cospe-os o lempo ; c o Se-
n.ndrio Episcoptl be um padrao de gloria que din
o vitidouros,o que desde IT n.lo pedern fazr
cioco bispo*, era lempos prsperos, e cera valiosos
ausilits, Ce-lo o Sr. II. Antonio Joaquim de Slellu,
sen que o estado concorressse com om so grao de
ra ;le-lo valen.lo-se das esmolas voluntaria, dos
,eus liis diocesanos ;Ce-lo percorrendo estradas
inlio-p tas, vertcnd.i suores de acerbas fariigas.
leiijao. lenla, a pastura das catiras tratando a ca-
bera um grautle Ceive de beK'as eslava parada a
poned distancia da porla do j.rdhu, e ebema>a em
vio. as cabra-, qu.ies assustadas pela preseora e
pelos grilos de SVasp sallavam em lodas as direcrdes
sem allenrier-lhe A rapartgainhe depondo no
rhan o feixe de herva correa lala. ap>',s de cada
una e tondo-at alcanratlu e eonti.ln a niuilu cusi
as lez soltar para O redil, e vejo depois buscar a rol-
va ; porem os esforros que lizera para rerulhcr o ro-
bando liiihain eveedido a medida rie suas Corras, e
quaiirin ella qniz rrdlocar de novo sobre a raln-.-.i r
bouteiii. Moje de mafihlt raen amo t desenfardou
una parte.
Fu Ignorava-o.
Nao reparou lalvez que meu loto levantou-se
a, perguiiluu-lhe ella assiis vivtii.rnte, ImuiloreJo ".' toril ou a criada.
moria, que o venerando Diogo Antonio Feij fu-
ram no Brasil os representantes da pbilosophia ma.-
terialista do seculo XVIII ; que a leitura de uCoo-
tiai he perigosa, que -Ajoto fie impo, que os sa-
cerdotes sao uugiaos tic Dos ; que a escr.ivid.lti he
de direilo divino ; que os reis sao represeotanles
de Dos na Ierra, qoe finalmente su deve ter lirio
Bouvier, porque -mu philosophia he san e pura !
Bouvier qoe preg. como um euerguiiieuu lodos es-
ses revettaatet paradexot '
.. Tal foi o assompto dssenvulvirio por um barha-
diuho denome Cre Firminu ao discurso de abertu-
ra do mesmo seminario Panegirista da influen-
cia fradesea c clerical, fr. Firmino cumecou por cs-
ligroalisar o rei da Sardenba palas porfas e exfor-
i.'ik quelem einpre..i I.i para mlar essa iufluencia
He damnosa, e acabar com os mosteiros e eonfra-
rits ; e depois dele, consagrado um.lungo capitulo
de seu discurso ,1 esle assumplu, que nao puupuu
analliemas era raaldirOes, accii-nnielleu us tmu-
los e foi perturbar o silencio da murada dos morios.
Nao contente em imprecar os vivos, quebrou a lge
do sepulcro para cuspir na face dos nonio- 5 e d'en-
tre o. cadveres que levantara, da campa faz surgir
o senhor D. Pedro I e o regente Peaje para aecu-
a-lus de materialistas etc., ele.
so Tara" ara acto de misericordia chamando o pre-
lado a liaba de seus deveres, e mostrando-lh
o ensillo ecclesiastico au esta' isenlo da
do governo civil.
He para nos materia esludtda, e confrontarla a
doutrina que o curre.poudeule pe ua bocea do Sr.
bispo de S. Paulo. O goveruo de cerlo uao tomara'
o conselho que .raluilameute se Ihe da' ; mas quan-
do elle julgue ter o direilo de inspeerlo. ou qual-
quer oulra ingerencia 110 rgimen e dirtcrlo do es-
labelecimenlo, o digno bispo saliera' expor o direilo
que Ihe assiste, e que he cume.iiihn, mesmo par.
qualquer curioso do direilo cannico e do direilo
ecclesi.stico : e a justira tr,ampliara'..
Escrevcndo esle artigo, e de iicando-o ao venera-
vel prelado, a quem nos prenden, vnculos de pa-
rentesco e de respeitosa amisade, tivemos em vista
uAo s o cuinprimeiilo de um tlever, que arde mpu-
zemos, acedando a redacrao da parle litleraria e re-
ligiosa d'esta follid, como pagar om lenae tributo de
applausu e consideraron ao. valiosos ervicos do res-
peilavel apostlo, que l.-etn sido tao mal avadados e
t.o, mal conprehendidos "
Oala" que u seminario de Sanio Ignacio de Lovil-
la seja umareo de adan;, entre o clero paulisla-
no e o sea prelado ; e que este curpo respeilavel se
eonsagre .0 nico pensaineiitu de felicitar aquella
diocese, dctlaiideudo a causa coinraun da igreja.
Empregamos lorio o caidado possivel para que,
nesla pulemica, em que nos einjieuhamos, u.lo sa-
hisse urna s phrase que podesse escanrialisar a sus-
ceptilidade |.e-su.il do digno escriplor a qoem res-
pondemos, se iufelizmenle, porem, elle enchegar
em alguma de nossa. palavrai o mais leve 'espirito
de eggressao, pedimos-lhe e desculpe e perrioi,
porque a no-a iulencao, o nosso avatenu de escrever
he im lomar um vivo empenho 11.1 riisct_._o do as-
sumpto, mas respailar em lado e por lujo a pessoa
rio nosso contendor.
!'. M, /apoto de jlmtiu.
llrianor da Semana )
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBLCO.
PARA'
_i rie novemhro.
Amigo e senhor.lia muitu que Ihe nao tscrevos
o que fafo agora, nao su para saber da sna saode,
mas linda para Ihe dar a iiileres.ante indina do de-
.envolvimenlo da colonia e povoarao de Nos.. Se-
uhora do ()', que a Vmc. Jeve leressar como a
mim na qualiriarie de accionista da socedade Auxi-
liador da Agricultura t Industria daquelli colonia
e povoarao, cajo, estatutos estao revisto, e atntate,
para subir .' salieran imperial, e posso assgor.r-lhe
que se tem desenvolvido nesla um enlhu-ia-mo pela
emprez, a' visla da perseveranca e aclividade do
digno proprietario. o Sr. capillo Jos do (V de Al-
ineid., que como todos sabein, tem em lodo o lempo
merecido, quer como couiinerciaute matriculado em
grato Hato nesta (iraca, quer comu 'unecionario e-
leilo do povo, ou nome.du pelo goveruo, o crdito
publico e parlieul.r.
Pelo peridico o Colimo de .Nusxn Senhora du O',
advogado da eiupreza, lera' Ame. de cerlu couheci-
do a. dilliculdaries com que tem lutado por si so o
digno proprietario, que s> a muilo decidida cons-
tancia nasciila de uina vouiade de ferro, faria che-
gat au eslatlo de progressu em que se acha a empre-
za de Nossa Senhora do O', pelo que nao me limito-
ral senao a dar-lbe urna ilescripi;,iu rio que se paatoa
quinto eram respeil.
do., amados e queridos, de todas a. primeiras per
son.gens do Par.', all Coi S. Exc. rrrtilirar-se de
que era honrado e rodeado dos boanens de mrito,
da lealdade. |e liualmaute do Brasileiros qoe Ma-
rea a Celicidade da provincia, e do progresss do un
perio da Santa Cruz.
S. Exc. Iiveram a occasio de Caieren. saude
ao ii.ius colono, da povuar.ui rie Nos. Senhora rl
O', de receberem duas coinmissw-. un i.d.t- pe,.,
colonos, a primeira coramisso romposla das niti.
das familia., cuja presidente relator. Col a Sra. P.
.loaqom. Teixeira Lope de Salles, qoe ae apresto -
Ion per.nte a virtuosa Exma. Sr. D. i.uilliermin
de Baurepaire Hohau, e recilou Ihe depois da vaoa
pedida o voto de grali.lu enviado .pela familia da
culona. Ah meu bom migo dizer-lhe a seu-.i
t;lo qae esle acto de .raiidu cau-ou a lodo o au di
lorio, seria faze-lo ahi mesmo sentir o qoe todos
stntiram, houve de entre n... a qoem os olhos e.-
prmijara oVeiiiiineiito desle agr.deciineiilo.qoe he
raro na socedade, S. Eve. disse em resposta que -
ceilava grata esle signal de boodade da. boa ota
de familia, e qoe sempre que tivesse occasio a nao
perdera de provar as Camillas da povoacto de No,-
sa Senhora do O' que se nao osquecia dallas, aqui
beijoa Ihe as raaos a prndenle relatora da cummi.-
sSo enlregando-lhe o discurso.
Em seguidt leve lagar t segunda rnmmissao do-
jolunos que peranle o Exm. Sr. de B.orepaire Ihe
leram o discurso de auradecimenlo protnlaiido-lhe o
voto de gr.tidao. S. Exc. com e-rjerial agrado .ccei-
lou. e tuno isto se dava com admiraclnpela urden a
bem disposlo e o respeilo que bem mostr.va da e-
nergia e dom oalural que lem o Sr. Jom do O' para
eraprezas.
Depois de umita, saudes respeilosas, depois de
muila atisCafjjo, depois de moilo prazer, e final
mente depois de lodos elle, refeitos, roneluio
o almuco cora a final saode qoe fet S. Kxe. o Sr.
presdeme Holln Sua M.aettada o Imperaior
o Senhor I). Pedro II e toa imperial familia,
cujos vivas e Cogos duraran, mais de quin/e mnalo.'
eram duas huras da larde.
SS. Exas. rel1r.1r.1m.se uo msio de lodo o numen
so concurso na sua galeota, cojo, viva e appUasos
exerciam anda ja com SS. Eics. ao| meiu do rio
Era segorda de SS. Ejes, relirar.m-se moita- per
sonageiis, licandu algomas familias dislioclas que
passaram o di. na colonia.
Eo foi om do. que me retirando achei-me aeslt
capital, arrepeudido de ler viudo, .0 mesmo teiup
qoeanaiisava comiao oque vi, desejandu que lives-
?e sido eu o Sr. Jos do O* de Almeida para ler
gozado de, tantas honras e amisade. distincl-s, qae o
vi gozar, a solwe todo o merilo especial que Ihe de-
dicara Ss. txes. a quem ouvi pronunciar da qne
muilo Ihe mereca o Sr. Jos do O', p.lo sea mri-
to, prohtdade e ctividade, e que deates Brasileiru
ne que o Brasil precisa.
Emuin. jmeu amigo, basta, ponme vai sendo km..
caria e porque mesmo o n. _H'de Colono Iba infot-
mara do occorridn desse dia memoravel.
Disunnha do seu anil.o e criado obrigado.
PERHASHBUGO
Cbtaara .1 momeate em que Thereza excitada pela Eslou com violentas dure, de cabera descul-
propria reserva d ama nao devia mais por limites pe-me se reliro-rae "
sua indignac.io. lez pois urna requisitoria em regra Esla qoeixa arrai
contra a cuuducla de Jorge.
PAGINA AVULSA
_&a.__: siiiis
Fallt-se tanto em casas tle jogos Nem turi he
verdade; assim, por exeuipln, dizemque a burdo da.
barraras e canoas sort.s no caes do B mos, toda
note se joga, e fatein liarte da jogalina pe-soas de Ier-
ra... nao eremos, e tanto nao eremos qoe esl.mo.
inclinados a crer que esse jogos o.ip pa.saiu de di
brete ou cousas semelh.nle..
, Alguns amigo. eulhu.i.sl.s du Poro 'o arara
.uraniamente escantlatisadus por lernio-iios pruouu-
ciatlo contra as penas do berro de amor, e curte
das palhinlias:ora, em verdade, nao nos compre
benileran; se lizemo. aquella, reflexoes a resuello
deesa! prenda*, alias innocentes, foi por simple gra-
tn- sorrio tristemente vendo o lao cnmmoviri"
pelo pensaiuento de que potrerian: contrariar -11 c
pricbo de ir pessoalmenle escollier objeclos toa i
tle Vedelle all rom I!.uta
Ah elle aiuda esla' cora lenla
Como anda'.' lornou Ros..
Sim. senhora, meu amo que aqu n.lo abre a
bocea, honra minia, ve/es a lenla cura
versaran.
lie coas, sin.ular .' _om elleilo ha
quarl.. de hura que attie parados all. Sabes o
elles riizem ?
I'heieza eslava re-ol\ida a levar Rosa a um as-
suniplo de conversarlo assaz delirado.
Com, leria eu reparado J disse Rosa, n.lo le-
vanlo-me antes de aova horas.
sua con-i. An lie '!" e" cuidava que meu amo Diere
jtalvez rumore poden arorda-la.
quasi nm "r"
de Venelle anda sempre l.u de leve quando
que I"* ."> inanh dianle de rainha porta, disse anda
Kosa ii.-enoaiiieiite que raras vezes ooru-o. F;.la
, manilla ell
mira
a V.i.- diga nada desta cari ininha mi, c ve- monlanha re hervas que trazia lie fcilmente um
11I1.1, mioli lia, nao leaho espeunca te ole t", Iflnarlo de hora anl.-, nao pulido suslenla-la a daas
Vmc. vezes enorme mases verde cabio no elnlo antes tle
lelieaar-die a" llura ,l caber. Jorge viada nease
NO da segolBte aquelle em que e.creve esla car-1 momenlo ; testeinunlia rio embararo da rai.arigiii-
ta Ros estova a una janella de llelbou-qucl pen-.i- nh elle a|udou-a a lomar ia c.r.a, e Vullaodu
Uva
du
nao acoidon-me ; eu eslava fatigada,
n.lo I111I1 dormido h'in denoile : adormec de ma-
drugad.
Creiu que miaba ama nao lem aqui raiaa para
niuiinurou a Iacor-
que pissa vida a procurar plantas e a ler nella:.r
segundo diz. Nunca e vio milos como aquelles .
chelos de uu.a raulliilao rie idids qoe nao tem ca- ,7..'.'' "'-'""'"eu misa lin.indo u.io compre-| coellro queimou-se ; mas l'l.eieza consolou-se di-
beoa 1 em pe, e alera di.lo mu leimosa. He pre- ,,'..-. 1 teudu cora sigo que eia u arbitro da siluarau.
' '- T 1 1 1 I I I I r r 1 ^. a '** *
Ah s_0 dous selvagens joalos ; n.lo 'a
que si eiileiidam, responden Hirela em tnm des
i.nUei le : he preciso er nao sei comu ell bem o',
sabia mas tilo atrev.-se dize-lo pan enlrcler-se' ,
emeatir queda pequen que he como um doud." gL^^gj^Hf" '''-'"-'=,
Enlrelaiil
ar ti nmi.iaiil, 1 he lido por ex-
respuudeu Rusa lin.llidu
lao cedu.
regra Esla qoeixa artaucou Jome de su meditao.lo, e
elle pergunliiu com hrandura, mas cun n arde quem porlancia que o cocheiro Casi miro "eria' "podido
Ewlim nimbas deaconliancas estilo e.clarerida,! ue,l,"'l, d* um 'ho : comprar-llie, como fazia muilaa vaaas aara m a
disse ella a Simao, revolveiido ao inr.srao'lempo um i fcl" ooeiite, Rosa '.' dores tto lugar. .
:.p:;e:-x^,r;:;:2:T^satT-tf _sasr^^^ JStsr"~".....a -
r.lo crescenle, casar rom a mais ||ndt inora rio lugar salutsr. '-oenie puuco ironiia.
e trala-l isiin : E quem '.' nm nada, aa idiota Ilouve ura momenlo tle silencio, depois Jur-etrr.: "e v"8' "' nis Jorge encarando-, com de-
Mas curio que pode deslazer-s esse casamento, a 1 nou com certo embararo : conlianrii.
senhora llosa rasar com Inuiiem que nao ser ore ..." -
0-11 nt.-iilt.it ...im .un ll.dh.ii,.quet em lu'are. i fcu ,a,,l|rm irei ;, Slarselha comprar al.uns ob-' ""-*"" responden Ro*. m.is s-ri.imeule.
Jorge iiilerrogHu ainda seu. oll-os, e ntlHf,
sinceros disse I
solitarios Sim, ullirino-lhe Simio, que ludo islo lia '' J"'* ue..ue I"'"'1 para lataf aqui uraaorande ca- J"r'e "'o
ile acabar ; encirrego-me de abrir o. odios de mada-! ';i"'"' '""'' ,alv"- 4asL'"le 's m l.escalle, e hei de ir amaaliPa a La Ctolal para I Marsel,la- s'm. sosinlio .' mas..... '-"rigado.
esse lim.
Siroo cnnliiioiiu
para
a approvar silenciusameiile. I)
parece-me.....he muilo luii.e. .
l.lu......
Nao serei a-saz grande para gsiar-me .' lma-
me voss por menino ?
Rosa esleve prestes a renovar su., objerroes
Rosa t.ih.v a de decidir-se em um inslaote a com
prir sua palavra sem enlreg-lo io perigm des.
viagem ; resoHera arorii|ianlia-lii.
* (v*,ic humein inc.mprehen.ivi'l dizia til. rom




MAMO DE PERNAtiBUCO, ni iN i \ EIRA 15 DE JANEIRO DE 1857,

cejo ; l)9iu nos livre querrr.no que liquen, banidos
o berco de amaro corle das pall.ii.l.as !E como,
se no ben.-o de amor lie que perinanel eoiuolalio
peruorum 1 E as prendas queridasJo beijo d...
poinlius.do veo de amordo canlinho do suspi-
roe todas l m.i. que t.rniiiijni em um modeslo
ampl.to V Uli n ~ ii pode cusr be umcenlo de'pravas injuriosas, nao | guisse^
da parle das pes>oas que nos compreneudem, mus i Com ell'eito, era uta a voi do mea coraran
aim dos que em ludo se querem celeorisar, princi- "------
plmente quaudo se traa deberros de amor.
Consta-uos estar qn-auisad. a socitdade dos
Arilicto.
Na mi da Palm, ha aro ll.eatrinho particular,
t>il:,ni aijora que o g..slo para os dramas nao eilu'
enlre nos desenvolvido.
Prrparam-se diversas partidas eui Santo Ama-
ro de J.boaln.
O Sr. subdelegado da Boa Vista acha-se do-
ente, e no eiercieio da polica o Sr. major Antunes.
Copiamos de urna nula que nos enviaran)ip-
sis verbiso srguinle, que ral a quem toca :
itm que M para a ra da C*, ha pouco t.m-
liouve um eslupro de urna pobre menina de \2
po
anmi, pouco mais ou menos, com a circumsl.ncia es-
pecial que o aolnr da grasa j'.deicobriu um lorpa,
mtls lum amparado para declinar sobre file a res-
ponsabilid.de legal, duendo que lem dous conlos
de reis por ella glibos lriameiile assiui coino.que para
desempate da historia cunta com um sugeito que j
nlimpou a Iras, e aquelle ser' o quarto... Que tal.'
A cuum lie seria, lrala-e da honra, e cheira a de-
fuuto !!l Libera uos Domine : so a mofa lie mise-
ravel lulo havera' quem ad koc tomo disto cui.l.eci-
lli.'iil.i t ir i i^piis~ ,__...a__. ....... a ..:_.:,.. r__
vo.nrioqual en era .signante.ii. driio do suur dos llrasileirns, tratando do m- -mu reo-
do ao Eim. Caslilho, e islo em um artigo de fundo,
ou editorial 1 Contesto que dosanimei ; mas o lllro.
Sr. desembargad,ir FlrrolBo, e ouiras pessoas respei-
laveis mo riemonstrara.il que ta era a'iorle de lo-
a h inmiY.ini.-,; que nao esmorecesse, que prose-
-......-, m ,, Hicii arrinei elle
dizia-n.e que um da toda a imprensa pernambuca-
na havia applaodir o insigne melhodo Caslilho. As-
sim desamparado, em o apota das autoridades, sem
o prc.tii;ii) le algaaa Mecenas, enlregue a meas so-
lidos de iiiellioramenlos u.i instrucrao primaria, des-
presado rea d.reclnria garajL que dominada de
sceplicisinoiie.Tiseitignoaapresentar os meusoffere-
rimeiitos ao fc.m. presidenie da provincia,(segrega-
do corno um parid, eu vegelava exposto aoL sarcas-
mos doaronnairoa, incapaies de conliecerda mate-
ria, que coudemiiam sem cooliecimenlo de causa e
iai noove que me rtisse i nao punlia eu perfe.il.-
menlc o melhodo Caslilho. pms so em sino, devia
MM dous mos de reis i,lo em publico na bo-
ga?!1.1 Cmi*m '' ?* WW 'P nlen-
Felizmente no dia 8 de julho de 1855 de,crobar-
coouo arsenal da mariuha d.sta capilal, o Bxnj
S T "i'" ,;as,i,h0- e # preferir a
m.nl.a pobre l.oS,e.lagem, a' que Ihe ollerecia a pri-
moira autoridad, desla provincia, le com a sua vi-
sHa a mtQha escola, que urna fe viva se apoderase
dJJ|patt dus ineu. alumnos, que de 08 que cntAo
rain, chegaram logo a ll. Vendo entilo que der
.;.l.',i?.'iPSa.r0 "0V" '"P"""1", nao s por gr.lidau
er quem an ft'k-ionio aislo iiiniiec.- va propasar o unvn m...,.,..., ..*..-_ '.j.
nto f.c. proceder contra que,,, de dir.ito for. au *,!. KWSf&ljVf com fs.'a'm -
He chegado com o sr. J. P. Vogelev o insigne i nha querida natna amlt V,liai .i u
nislaallemauKr.dencol.uiz L.mcke/ OoaJ I,, nnl.li,.. .. }l.\ "'<'^1 Va nv."lel F*" **
------- lamna vwiii ,' i->, ,., u rii-,_Mi'
piauisla allemao Kredenco l.uiz l.pmcke." Quem li-
ver gistu pelo piano procure oavir Sr. I.emcke :
ua ejei-uc.ii), rlpstrcr.a, eo apuradugoilopela eicollia
las operas e dificultosas variar.os que dadilba, fa-
zein lembrar o admiravel Segismundo do Thalberg.
, 'iT!:1 T quama casia na de de- magisterio, o lllm. Sr. Antonio Mximo' profesor
aravacJo, jos.,brigam. embriagam-se, e anual vol- puBl.co jobilado, apo elle a escola da Sra. 1) H i-
in, pira i--ira de l'orlas, onde enterrara os ossus. ria Soulu. e ullimnmiiia mJ nrr....___.
a,n para Kara de l'orlas, onde enterrara os ossos. .
Jiamamos a alt^uco da polica da Olinda para esse j
.oul, ou para o pussoidor desse lerreno, nao con
lerilin que nelle residam mulheres lu devassiis
.......... He ee resioam muinerea lao uevassas. uno, adoptaran! o novo mellMfo por esnfculars.i
I m especl .culo dram ilico se pregara p.ira o elles tinham bstanles discpulos pelo ai tiao !..'
a ^1 no thealro de Sania Isabel. O Sr. Julio, auti- ma e outros .,**, hJ. .. J, Fl """g0,'.}sl.'J
- -.. .,-.,-.,,,- riaiiinn'l T-f; |HCJI1ia lliltij (
dia _( no thealro de Sania Isabel. O Sr. Julio, anli
go ponl.i desse th-alru, he o beneficiadu que se aco-
lite sobr- a bencliceucta publica. csde ja agoarda-
idos anciosos eise da para vermos d novo subir ao
palco perneinhucano o o Sr. Coimbra, que tantos
louros vem de ganliar as provincia* do norte on-
de Irabalhuu, e cujo nomo lie de mais couhecido en-
lre nos.
"ar "e adagio velho que o ladran do que u>e
ilis-o cuida. Certo gaiato, antieo de passar a fe-la a
rn-n iin. nutro, enviou-nos ludias una noticia,
sobre certo jovhu (eulador de cucada.-? notornas; con-
liando-nos nella, a publicamos; mas boje que int?i-
tamenle uos achamo convencidos do contrario, a-
;rL-uraiiio a esse qudam que jamis de noticias fal-
las. Ee inm;,i de que S. me. se oceupou ha incapaz
de pralicar ta< ajcfBea ; sua educado e moralida-
la nunca obrariam a taes e\cessos.
Im inspector de quarteinlo he abrigado a ve-
lar pela seguranra e inviulabilidtde da casa do eida-
ilo. O inspector da rila das cerdurai pouco Ihe
importa que baja qualquer desorden, nella.
Ave diaria soaudo
Sua porta se fechando
be a vida desse joven mimoso e delicado. O Sr. ub-
celegado, amigii como he do exacto cumpriiueulo de
everes que Ihe incumbe, por certo nao paclua que
conlinue essa roa, apezar de ter inspector, sem ser
policiada.
Al mmanhSa.
tyublUacoeZ a ^ebibo.
1 A.yVVJ?A ABERTURA DA ESCOLA DO PRO-
?KSgOR .4.M,ltf AI.VKS DA KONSECA JL-
,,?". .NA, K^SF" DA BA VISTA. .NO
cVstiuio JAISEIKO' BW "ETHODO
>enliores.No dia J prximo viudouro abril, -e
ymplelam (res anuos de existencia nesla cidade, do
nollioio Caslilliu. e jalue cunlamo seis escola-
|ior este cscellente melhodo ; permitli.senliores que
o connnemore resumidamente a historia deste'me-
lhodo em Pernambuco, alim de qne a gloria do seu
tinii resultado va' a quem perlence, e nAo a min.
fiesta Matarla figura um hotnem a quem l'eriiambu-
eo, a nao ser ingrato, deve confessar-se devedor de
grandes saerilicios. Este hornem sacriftcou pela le-
licidade denla provincia, seas hens, sua liberdade, a
propria vida : semen quatro auno* sob os ferros da
i '-rnula, emliin, lu um dos marlvrea de ISIT.
Proclamada a conslMiiirAo de ISit), deixa as mas-
riorras da Uahia, nao para vir carpir no seio da fa- ':"u Bn i
Milia os prpjuizos de que lora victima o seo patrio- '* P"sl?'idadp.
Iisino, mas para de novo levantar o invicto pendan
la libenladi proelamat aos rovos guarra, guerra
de mnrle aos '.yraunos.
Expulso eles das praias pernambucanas, osle ho-
rnera magiianimo recosa toda as oll'eilas da patria
. gradeeiua, deixa a poltica, recolhe-se ao lar do-
mestico, a com a nobre prunssAo de advogado, con!
<------------ ------- -f --.j pm tw^js au, r-cil. l unc
nadaos : creado enlre a Ultra, no ultimo quarlel d
>ua vida, anda faz limbrc de se enlreter cun ellas
Corra o anuo de Isjii, e eu me diverta no me
iln. em ensiuar, mo digo bem, em desasnar um o
plena tonli.u.r.i.
Persuadido eu de que communicandu com es-
soas scienlificas, ser-me-hia mais fcil inslrmr bem
.,i.i._ "i'.i-n cuiiviuei peas lomas
publicas ao. nhores profe.soresde iniis nomeada,
para coojollarmos sobre as vanlageus ou desvan-
laspiis do melhoilo portuguez, mas estes seuhores a'
spinelhanca dos demores da lei anliga, despresa-
ram a nova pela vellia doulriua, embora o aposto-
_ I i '""""" 7ZTTTV??" inamere. aru a nova pela vellia doulriua, embora o.aposlo-
-II. dous das um ms.ulo l.vava de seu par. o los de Jesu foram ,granle, e pobres pescadores -
u mato um molenuin i. une tiur aceasn pncnnlmn luii-iim. .......-? .. ___, cvui" pi-scauores ,
-------- -la----.-...v- i i.yi.n |ir -uillllir)
mas como |ireavam a verdtde eonvtrleram os sa
Moa e os poleutados da Ierra !
O priuieiro discpulo que m? ajudou e coinprehen-
lan o malhodo foi o Sr. Vidal, maudei-o para o
-- u i i i ...... i .it acu ('ella
>eu mato um molequiub, que por aceaso encontr
:m nina dasruafdeS. Joc', embrulhou-o era es- b
'piras i|,i,- havia comprado, e arrumou cora ludo de
um lado da cangalla. azendo carga do oulro lado u
Z^Tl .Tr,dr.aV ^T* ,mul,|U' d""ni "rle;.e "eSU1"1'' u Sr- -"u-iio .ievasio U. ?-"
ud, rotbem ma.logo que d.sperlou e Tio-se por paraPiaah>,o lerceiro o Sr. Far.as Siraoes fo"
,uB lT!r',mb"1"'*'1?' P"rSe ," ^""i d" ,U",e,ra Par' U sul- em Ja"eir Je M o Exm. preside, t
la o ladran vio-se obngado a de.lar abaixo a carga <* i>- !..->li- -......--. ..
dar liberdade ao muleque.
Consta-nos que todos o domingos parte de cer-
tas calugis de Fura de l'orlas um bando de Bornea
e mullicies perdidas, para Olinda, indo.se aboltlar
un urna pallmca que ha no areial, por Iraz do Mos-
leiro de S. liento.
Ah, dizem, que pralieam qoaula casta ha de de-
l.lvii i.. i........ ...!...____. ___ .
Alagoas instala urna escola publica por este rue-
HioJo, e com mullo feliz xito. A Bihia egue o seu
exeiiiplo e he logo seguida pela bolliuima provincia
de Sergipe em junho, abre a sua escola por este me-
lhodo, o lllm. Sr. Bernardo r'ernand.s V.anna.pro-
fessor ua freguezia do Recife ha Iti alios. Seaue-
se-lhe o lllm. .sr. Aulouio Ignacio cun la annos de
inaL.slerio, o lllm. Sr. Antonio Mximo, profesor
--------------1 i -* .iiw a i -am 'ii 'id, l. .lid -
na fioolo. e ltimamente o lllm. professor que bo-
je ven. relorgar a gre> da imiraccio progressida.
lie para nolar que nei.hum dos proessores de quem
la lo, adoplaram o novo mcll-oilo por esppculacao
CLIPS finltain njmin. jit- ,._,_ ... *
ma e outros podern bem passar sem o magi-ierio
lie necessario allendennos a' fregoezta de S. Josc
e reforrar a de Sanio Anlonio, por quanlo eu ja e-
tou velho e cansado, e eublo una nova era, urna era
brilhanle va. rasar para a inslruccao primaria .'
O melhodo Caslilho, senlmres, nao he urna rotina;
senielhanle ao vapor elle tem diversas ippl.cacas :
o sea forte h. aoalyae e a synlese de todas as dif-
ferenles maler.es de ensillo ; o bura, o inlelligenlp
professor, transforma a iiinnifpra ,. r^ em um jardn delicioso cujas llores balsmicas en-
callara us seot.dos o professor alilado ao p.sso
que ensina o conlicciineiilii dos caracteres edas pa-
l.ivras, ensilla os valores correspoudenles ua analyse
grarumalical ; qnando ensii.a a doulriua chrislaa en-
M.''i.i!0..Ualra;!'' .'"'""'I'- O"ando ensiua a
aiithuielicada-lliPliigoa apphcacao a quanlidade
continua ; com a Ihesoura e papel rooslra .palpavel-
menle o proces.o das fraccoes, proporcoea c m-di-
cao das hguras rectilneas ; eusina a civilidade pelos
uossos compendios, ihenrica e pticamente : e por
.nao poeta ., ae sej, da' em verso as regras que tem
da ser decoradas, as quaei cantndose lica.u grava-
das im memoria ale au lim da vida.
Por ventura appareceu ja alsam melhodo cojo
m ?." *l **** S" "PP'"^I emidlianlP-
inenle Bh porque o melhodo C istilho Irion.nha
.ml.'""-^" Ur"ileir'" emprel.e,.ed"re,,
os eximio professoies que me acompa.iham na es-
pinhosa t.rel.. sao homens do futuro e aoxihados
pelo bone.ner.lu presidenie da provincia, e pelas ev
eallcnbi vlrtede. do nosso lllm. director JSlJL
varemos om padrlo de gloria ao Exm. CtiliMw re-
serv,inl,K Para mim a honra de ser ne.le vas!o impV
rio o decano dos seos apostlos. E v.V,. il|5lrc s
prutessor, sed* como vos acred.lamos, aavel e am.i-
SSLTi?!^.*' me""",^"'eaues aos vossos cui-
dado e desvelos ama,-s como vossos lill.os, c",_
r.s.-os con. .labilidad* e fajan, os Irabalboa dupli-
cados na escr.pl, onica co.recca,,, poi, eaUigaitdo
inslrue e aperfe.coa sem perdimenlo de tampTa
sem ma.lvrlo ph.s.co degrdame. Desfarle acor
tS52Pn*n '-'"''era e ellicaz : os menino- e
lornarao doce. seos pas reeor.hecerao em !S um
digno director da inlaneia, os lernos coracues de
suas mi Mo Hrio ulcer.dos pelos vossos Vigores,
naquelles que Ihe sao lao rharos, e qua,..do i,i dia
les menino ligar.reiu na sociedade elle bemdi-
rao o diauo precpplor q0e os Iralou como amiga.
cmoverdadP.ro pai. A sua grattdlo vos elevar.'
padroes de gloria m,.s ^.rboa e duradouros do
que aquells que a g.atida,. ..a a adulacao da l'e-
c.a e Roma ha erigido aquelles he.oes que por seo.
fetto Brandes se tornaran, immurlaes a' mais r.mo-
1 cal xa velodode aluodao ; a Adoor & C.
.i Tardos fazenda de la. I dito dila de liob, > bar-
ric-s lerraaens; a J. Ilallidav & C.
1 farlo fazenda de algodlo; a M. J. Garoeiro.
13dito, eilciiui fazenda dcalgodao ; a Asllev
<-.
>ealXM fazendasde algodo ; aSaunders lliolhers
i\ C.
X fardse i raixas fazenda de algod.lo, i barri-
ca ferrasen, 30 ditas ciliadas, b canas* cobre.
1,87.1 birrose 165 embrolbos de ferro ; a Barros A
Csslro.
1 calva muros, i barricas cerveja, I dila espirito;
a I.O.C. Doylo.
3 barrteai cerveja, I dita e !l caixas eoarM ; a 1 on
tes & limaos.
8 calta.0 1 barrica diversas colisas; a .1, C. Neves.
2 fardas fazenda. de algodao, II dilas barbante. _
barricas cutilerja, I dila taca, I dila quicio, de
po.l., I caixa couservas, 10 dii.n uilndezas ; a E.
II. WyaU.
S> fardos e l'l caixas fazendas de llge-Ao, I!) dita
e 1V fardos ditas de dito c linho a J. Ryder >\ C.
Si caixa < 2 fardo fazeudas de algodao, (i caixas
dila de dilu e la, ,"i ditas di,la. de linho, I dila cha-
peo, deso de seda, I dila meias, I dila pertenec
par Ixpograpliia, I dita seila. camisas o meias; a
J.Kelier A; t
j.) caixa Ib fardos fazendas de algod.'.o, I dilo
miudezas, -i volumes fazeudas de la, :l caixas pi-
aniios ; a Paln Nash & C.
I caixa papel ;a J. C. Bravo \ C.
i canas e I fardo fazeudas de algodo, I eaixa
I lar linlm ilil i de la e algodao ; a A. C. de Abren.
2 barrieos frrragens ; a l'pidel Piulo c C.
:W canas e 7 f-.uilo fazeudas de algodao, 7 dilo- e
canas ditas de la, IIK) ditas ajo ; a N. O. Bieber
& C.
H caixas e 7i fardo Calenda, de algodlo ; a IIos-
trn Hooker n C.
ti cana fazeudas do linho, I fardos ditas de algo-
da, (i caixas nieia, camisas de algodlo ele ."i ditas
chapeos de aol de algod.l-i, I dita lamiieoes a J.
Crabtree A, C.
39 fardos e 2H caxss fazeudas de algodao, do li-
nho, de la e mixtas, 1 caixa miudezas, 10 ditas cha-
peos de sol : a So.ilhall Jlellor i\; C.
Amostras : diversos.
UDNSOLA0U '.I-.HAI..
Kendim.nlo do da I a 13 Jli:03:iS87ll
dem do dia 11....... 8:539|S7-2
3:.i73;i->
UIVKRSAS PROVINCIAS.
Keiidimenlo do di. I a 13 1:3(138987
dem do di* li........ IJi;3.l9
1:6289336
Irancisco de Fraila. Camboa.
II de Janeiro de JKi7.
DESPACHOS Di: KXPOKTACAO PEl.A MESA
Wl CON; II. xlii i HESIA CIDAIIP. NO DIA
1 DE JANEIRO DE 1837.
Buiios-A)ri-s Polaca jcrusamililana Julia Un,
\miiriin limaos, j barn-as assucar branco.
Mai-clha(arca francezg aSirene,' Rostrou Roo-
wcr A; Companliia, -JHO saecus assucar mascavailo.
MarselhaBarca franceza uli.dii'lr.el, N. O. Be-
ber & Co'mpanhia, lll) saceos assucar mascavado.
(.enovaPolaca sarda Mariai.. H-sto A, l.emo,
i VI saceos as'ucar branco e mascavado.
I-alrauuiliBrigue inglez Willi.m Uary, ienri-
quo Bruini A (iimpanhia, 1,-JtK s.ccos assucar
mascavad-i.
SlockolmBarca occa ..lainilieii", C. J. Aslley A,
Comp.iihia, 600 saceos assucar biaucu, 130 couros
salgados.
Liverpool-(alera iugleza aledoraa, Jame Ryder
A Coinpanhia, 700 saceos .ssucar ma-eavado.
(iibalUr Escuna oldemburgueza Pliel, N. O.
BiabarA Campanilla, 300 saceos assucar branco.
I ortuBarca portugueza Santa Cruz", Tbumaz de
Aqn.no Konseca & PHIio, 36 Clima uiel.
lorioBr.gu. porlunue. Amalia I, diverso car-
regadores, -JU> saceos assucar branco e mascava-
do, 91 ca-cos niel.
l*frBrJf '* "Cypress)), >3uud(rs Brolliers
i C, I.lt.i suecos a-sucar braucu.
RECEBEDOItlA DE RENDAS INTERNAS liB-
RAES DE PERNAMBUCO.
Piiilnrpiili. .|o ,'ia I a 13 i,- I ;'!~v,n
""....., : USB
b:G6f>->7
CONSULADO PRMVLNCIAI.--
M.n^"?*"i0 ,,..',ia ,;l..... 2&SWI043
dem dod.. I i....... 3:79S;u(i7
30.7X78710
nti* I ins, rorene!, presidente.licrnnnlo
prjreira do Carmo Jnior, vogal e secretario.
Para o Rio de Janeiro.
o veleiro patatrlio nacional Itoinlini segu
para o Rio de Janeiro com muila brevidade,
lem prompto inetade de seu carregament :
para o resto e escravos a Ir'ete, para os
quaes tem excedentes cjmmodos, trata-se
com o sen consignataric Antonio Luiz de
Ohveira Azevcdo, na da Cruz n. i.
PARA A BAHA.
O veleiro e liciu cenhecido palhabote na-
cional Dous Amigos*(pretende seguir para
a Bahia com niuita brevidade : para o resto
de seu carregamento trata-se com o seu con-
signalario Antonio l.uiz do Oliveira Azevo-
ilo, ra da Crui u. I.
Real cumpa|iliia
quelos ing'lezis a
i
* MCDItAS PRECIOSAS
r
S Adaraeo. de brillianle., |J
iliainaiiles eperolas. pul- .
\eiras. allinetes, brincos *
J e rb/Ptas,lioles e aunis J
* de diflereate. go.tos e de ?;
?, diversas pedras de valor.
X *
* Compram, vendem ou ?
Irocam rala, nuro. bri-
ti Ihaiiles.ilianianleseperu- i-
* las. o unirs qtiaesqner *'
^ joia.de valor, a dinheiro-.J,
. ou por obras.
* + ?.??.. ..>>-+*f;<
I0RE1R1 i 0D1RTL
!.M\ n nrmvFj
Roa do Cabugn' n. 7
Ke*e!>em por t-
do os vapores da Eu-
ropa as obras do luais
tiioderuo ^osto, tan-
to d<*. Vranqn ionio
--
Han m ^--*v?
OURO EI'llAI A
Adoremos completo, de
ouro. meiosdilo^, pulcei- -s-
ras. altiucles, brincos e ?
rozelas.cordes.Irance-
lins. iiiedallias,correiiles i
e enfeiles para rt'loeio, e
oiilrosmnosobjettnsde +
ouro. -?
Apparelhos completos,
de prala, para cha, ban- 5
dejas, -alva, caslicae-, ?
rollierede-(ipaedecla, >
e muito- oalro. objiclos 9
de prala.
->.<-** i ?*4-**..
de: n. 3*.
Prcei.sa-s. alugar urna negra para to-
do servif/i, pagi-sebem ; e l.mbem coui-
pra-so urna negra que saiba cozinbar, lava
e engomm.r na praga da Indcpondenria
n. 36 e 38 se dir quem comp a .
KE de pa
vapor.
I de Lisboa, as quaes se vendem por
pre^o commodo como eostuniam.
COSULTORie HDIEOPiTHlCO
No da I desle mez esp.ra-se do sul
A\ON. eommaudaule Rivell, o qual depoi da de-
mora do coslnme sesuir para S' ulhaniploii, to-
cando no porlos de San-Vicei le, I enenn, Madeira
e Lisboa:: para pamagen., ele., trala-ae com o.
agentes Adanison llo.e A Croa do Irapiche No-
vo n. fc>.
Onde se acham seinprc os mais acieditados medicamentos tanto en tinturas c
r cm glbulos, e preparados com o maior escrpulo c por proqrs bastante ominodos :
Par,
i a
liba deS. Miguel.
O muito veleiro patacbo porluguez Allre-
do, que dev cl.egar do llio de Janeiro a to-
dos os momentos, tem a tnaior parle da car-
ga prompta : para o reslo e passageiios ta-
la-se com os consignatarios T. de Aquino
Fonseca & Filho, ni ra do Vigar n. 19.
primeiro andar.
Para
a
liba eS. .>ii-
sruel.
O abaixo asignado como procurador de Manoel
_ Ilezerra du Valle, morador na villa de S. Jo.lo, pro-
. vincia d Paraliil.a, faz scipule ao respeilavel publi-
----------, .,.. .......r i.,,.,,,.,,,, iip .ni!ui,'i-!o, ronri- --"> oin.iina, lazsciPiiti! ao respeilavel nubli
iiu. a prestar nflo peqoenos servico .o seus conci- co que ninguem negocie com Mannel I .. a.
n.daos : creado enlre a. Ullra. no ultimo auarlel ra ;... ... -, ._____ V "oel I.in de Arau-
j.i sobre 3 escravos, l.ourenco de Angola, i.", aI
m ponco mais ou menos ; Kt^ muala de Iti ai.no. e
. Marimba mulal. de lli anuos, a. quaes lendo elle
... .... ...,,,.,, .,.,,. ,,,,. e, uesasnar un o- mua., oe II, anuos, a. uuaes IpiMn ,.n
!,nlaOST "*" "aT,a, de,,0S,ad0 "" """ "" *......H villa. evaqd,Im-i:dp,r. I
comarca de Pao d'All.o, donde la.nb.m desappare-
"" "'. sei-me-u.a mais lacu inslro.r bem "u Cm as eucionada escravas, suppe-se que
..s iiieus discpulos, procuiei, e ohiive a amisade de I" ul desl. provincia, c como o abaixo assin l
. meu vizmho, o nune. p.......m ,SSaz chorad, anda con, nina preclorij en, ZSSZEZ
---------------------..........Vll,.( uu iiif-iin
H.notl l.ms para llic lomar ditas escravas ; por isso
fa/ esse annunco para jue ninguem se chame a
ignoranCaassim como roga a toda, e qoalquer aulo-
r.dadee capuae de campo que a prend, a a dila.
escravas e reeoll..... a cadeia, aniiuneiande pela, o-
Ihas que sera' bem recompensado.
. felii de Araojo l.ius.
Pao d Alba, lll de janeirn de IK.-.7.
Kslava reroi.hecido.
Gtmimtif.
... CAMBIOS.
Sobre Londres, -JK \y>. Dj,r |5
P.iris, 31(1 a 3ilr. polr fr.
Lisboa, 9,"i por ;; de prcim...
Rio de Janeiro, > porU,, i. descinto.
do Bajfer
compa.i
companlna Pemambucana ao par
Uil.dadc Poblica, .^ porcenloda
- ludeiri.nsadora. "
" '------- '- i- initi, dssci .n.r.i'iii
padre M.suel du Sacraiuenln Copes (jama, entilo di-
rector do lyca desla provincia. Ello me faculloo a
. -jivcii.;i a judos us exames, que eu aproveitava ;
tu era alemdisto,seu constante oovinle todas nui-
les, com cinco do. uipus discpulo ; dous dos quae
t- prendi un a liusua lalina, tres a Trncela. Eu me
nr.poz obrigarao dessas doa. disciplina, o que la-
Kia por bem dese.npenhar ; e iieui podi. deix.r de o
ltate, para dar bom exemplo aos meus alumnos. Eu
.idestrava-os da moduque. cuudozindu-us a exames
ile materias de prinipiro e segundo grao, eram apro-
sado, plenamente, e islo no decurso de tres .unos
nos quaes foram examiiiadoie os lllins. Mindello,
l.oncalves de Mello, e oulro, dignos professores!
lauto publico como particulares ; a stmpre presidi-
do, pelo lulegerr.mu Sr. Dr. I.oureiro, lente do ouar-
io anuo.
Eu eslava purtanlu muilo a par do maufslerio que
inercia, por goslo nunca por uecessidade ; maseu
ncuulrava nao m que Talla no melhodo de dar a <
liislruo.-ao primaria : Via que muilo. joven, alias "io de Janeiro
de bu. famiUas. e que ostentaam orna edoearao AcCes do Banco, 10 a il'i de1 premio,
delicada, r.llav.m pessimameuic a lingua nacional, I compaiihia de Ueheribe S4MO0
i oi,l ih que os s. o. rr e os II ,ani
lunslanlrinente om.nidos,, de que resull.va a falta
Je cuucordancia dos.djpclivos, con. os substantivos.
Jaira deffeilo qne encoulrava uos seusesenptos, era
'.aodUlingdirem a v.ri.cau do rtigo m.scalino de-
lerminalivo, quando he prepi.tcao, e vice.veisa, e
.orne ludo, um Irsle vicio p.lrio, de conruiidirem a
'erceira pessna do plural du subjunclivo.com a mes-
na do prelprilo dclimdu do indicativo. Estes equi-
voco lio commuua em os nosso estudiosos, estariam
boje removidos pola auloridade do insigne purista
da linxua poiluaueza.se morle o i..l hnovese roo-
badu a iioh. lilleratura Que faria co, sii. sem
presliaio, riivolto ua mioha ignorancia, vivendo i-o-
ladu na mniha nnlependeuridsiiilia, nlreKue aos
meu discpulos, que com qu,|u eslivesem expur- .-..'_____, AI.FAME<
gados de-ses vicios que cal,ei ,|e enumprar-vos """'"entedo d.a I a I:
iran considerados por aquelles que os admiiavam' ul'
como meninos de mulla habilidade, sem que, como
de costunip. se Icvassem em conla os aaiareo. do
irnlessor'.' Era chegado c anuo de IXj ; por ente I
empu transmitlio-nos o Diario de J'critaiiibuco as
iriuieias noticias dos progresos que em Portugal
eslava lazeudo o melhodu Caslilho. Knlao o eximio
>r., aquella que a bem de Pernambocu sacrilicou;
Den., lil.cr.i.i ;c e vida, aquelle que como c.beca rt-
geu.e dirigi o xoverno provisorio cm Gol.DUa, a
poni de laan embarcar a general Itaao enm lodos
os us s.quazps, lin.lmeule u illu-lrc l'.lippe Mena
tallado da lonseca eslava escolhdo pela providen-
cia para fa/er en, Peiiiambuco. o que o prupriu con-
selheiro Caslilho nao pude conseguir uo Rio de Ja-
npirO.
l-oi o'lllm. Sr. |)r. Mena quem dandu-me urna
.dea vantajosa do insigne melhodo porlnguez, me
nislii.u.' e intimo a p,.| rln pnlie. '
Navios entrados no dia li.
RIO de aneir.i-.-ipi dias. br.gue brasle.ro l.e,lo.i,
arl 'eqitpa'eln^lV^rgr-irl'^o'^'- *<
rea ; lltjtc, Cuno & Companlna. Perlencea
Peruambucu.
Calhao ,le Lin.a-S7 dia, barca peruana ..Petro-
n.ll... He aH5 toneladas, capillo Angelo M, .,-
son, equipasen II, carB, guano : ao capilao.
Perlence a Calha,, de l.ima. x eill rofraear a
aajae para Haraelba.
Iquiqoi-M da., barca ngleza Coaranl.., de 333
lonela las, rapilSo Broucb, ei|uipagem |, caraa
sal.tie e mais ge.ipros ; ao cap.lao. Perlence a
Woikingloii. \ e.o refrescar e >,-gue para Liver-
pool.
Navios Kliido. no mes.no dia.
AracatxIliale brasileiro Auroran, meslro Jos
Anliinio len.aiides, carga fariuha-de Insoe mais
seeros.
BarahibaHiale brasileirn iCan'eelcio l-lor das
\irtud-is.., meslre Alexandrinu Jo-e da Cosa,
carga farniba de Iriso e mais seeros.
LiverpoolItiigue inglez .Tigre, com a uipsin.
car.a que Iruuxe. Suspaudau do lameirao.
Rio de Janeiro Brgo. brasileiro ...Mara Lnziaii,
com a neama carga que Irouxe. Suspendeu do
lameirao.
New-Orleaiu Urigue americano ..Nancvi), com a
mesma carga que Irouxe. Suspenden do lamei-
rai.
BabiaBarca sueca i.lllooiiieii. capilao Reulerkro-
n., carga parle da que Irouxe.
0 lirignc pnrtuguez Oliveira, que deve
ebegar a todos os momentos, tem a maior
parle da carga ja prompta : quem pretender
ca regar ou ir de passagem, entenda-se
com Joo lavares Cordeiro, na ra da Ma-
dre de Dos u. 36.
Para a Cotin-
g'uiba
alie esta semana o liiate .\V OLINDA,
mestre Custodio .lose Viaona, tem anda
lagar para alguma carga : a tratar com
l'asso lrmnos.
Companhia
TRANSATLNTICA DE VAPORES
SARDOS
PltECOS FINOS.
Bol ira de 13 tubos grandes. 10/00
Dita do Jt i......13S000
Dita de 36 Oeoun
Dita de 48 ) 'JJOO
Dila de 60 o 30?0OO
Tubos avulsos a 15000
I-rseos de tintura de mi,a o'".-" -"O"
Manual de medicina bomeopatbica l0 "" -'*" com o dic-
cionario dos termos de medicir*........ ,'OjOOO
Medicina do nstica do Dr. Ile"v- '....... tOfOOO
Tratamento do cholera raorb............ -VOOo
Kepertorio do Dr. Mello Me os.........' filoo'
-- Manoel de Sotrza Pereiru, propietario!
do esta be lee i ment de carros de onducfio, i
eslabelecido na ra de ,\pollo. avs todos
ossenhore* de escravos que jabalham nal
ra, em assucar, que elle paja o jornal de
19280rs. diarios, aos senho48 do* pelos:
que com elle se .luizerem e^jar, e pagara
l'Oiitiialmeulo todas as scanas aos snhn-|
res ou possoa por elles uloiisada, ajni de
una gratificae.io que drs aos escravos
bem servirem.
Oj abaixo assignados, com loja de ourives
na ra do Cabuga n. n, confronte a
damalrizcrua Nova, lazi-m publico
Iueestao recebundo continuadamente
| novas obras do miro, tanto
para senliora
meninos os procos
passam-se eontas
i/ PinniGuiz
DE
BENEFICENCIA
l'or ordem do'Sr. presidente convoca-so -
asscmblea geral dos ..enhores accioi.isUs,
para domingo, I do cor rente, as 10 hora
da iiiaubaa, no salao do II .spital Portuguez
de lieiielicencia em IVrnamhuco. Recife 1.1
|de Janeiro del8S7 o secretario,
JoJo Dominhue Kaoiu^.
mmmimm-umMmmwammm
BK AO PIBLICO.
% r>n armazem de fazendas baratas, rua do
M Collegio n.' 2,
M vende-se um rompalo sortimento de a-
Q zendas finas a grossas, por mais barato
* precos do que em ouira quabroer parte,
I tamo em poreoea como a realbo, affi.n-
B cando-se aos compradores um s pn;o
B para todos: este esfebelecimemo abrio-se
gj de combinaco com a maior parte das ea-
B sas commerciaes inglezas, franeezas, alie-
S maos e suissas, para vender fazendas mais
U em conla do que se tem vendido, a por isto
g oflerecem ello maiores vantagens do que
g oulro qualquer; o proprietario desle im-
II'portante esiabelecimento convida i lodos _
O os seus patricios, e ao publico em geral, 1
^ para_ que venliam (a bem dos seus inte- 6
B resses) comprar fazendas baratas: do ar- J
StS mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- >
U loaio Luiz dos Santos 4 Bolina.
KOB I.ArFKCrEl R.
O nico auloHfado por decisoo i/o ron?/' '""
. ilerreto imperio].
Os mdicos dos hospital-- '^comincndan o
que ""robe de Ladeteur. orno sendo o nico
as mais atorisado pelo ge--rno o pela real socieda-
pateo
Precisa-sede n-,a ma para casado lio-''00 Para homens
inein solleiro -. na lla J-1 Praia n. i9. continan! razoav
Francisco us da Fonseca declara ao j c?m ""esponsabiliiiaile; espcilicando a''u-
respeilavel pu''"co,irue dissolveu a socieda- '"dade do ouro de 14 ou 18 quilates, lieaiulo
de que tintia taberna sita na rua de Do-1 a?s,ni sujeitos os. mesmos por qualquer ilu-
mingos Pir 28. com o Sr. Francisco Jo- j V|da.seraphim & IrmSo.
s Comes 'C Oliveira. (cando livre e deso- A-om.!. .! .. ,
iterado i* todos os pagamentos a uuo a. lita I rtSe,,c* <'e pSS I |)Ofe e
olhri corrida.
redilariados hnmores; conxni aos catar
Uberp estava obligada. I olhf COlTfla rl>0-T a besiga, as contraccOcs e a fraqueza
A pessoa que annunciou qunrer com- rtmMs i dos orgos, procedida do aboso das inier-
pra um guai-da-louya em segunda mo, di-' .- -0."0 "W ,una' despachante pela !ces ou de sondas. Como anti-svphililiw
ria-sc a laja n. 10 do aterro da lsoa-Visla. i,.,1,rn^,O,1'.*,p10 ^a' tira WWJporta para jo arrobe cura em pouco tempo os"fluios re-
Perdeu-se lima puleeira de ouro sem
de de median--. Este medicamento do um
gosto agriavel o fcil a lomar em socreto.
esta cu uso na mariuha real desde mais do
60 unos ; cura radicalmente em poucotem-
po.com pouca despeza, sem mercurio, aa al.
fceces da pell, impingens, as consequeo-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes do.
partos, da dade orillea e d acrimonia he

-*
l'nr rnlr. dia.

i luiieiniiisailora. i idem". '
da eslr.ila da ferro Jo por Oinile premio
Disconlo de leltras, de K a II). w v"
Dilo iln li.incos d |u.
Ouro.Olivas liespaulmla. .
Meadas de KHOO vellia .
' a ir tij'iOo Boiras .
i 48000. |
Prata.I'alace brasileirosj
Peso culumnarins.
mexicano, .
.81
2S0VI0
I69000
IK.7OUU
9SOU0
ItoOOU
-SUDO
ICSIiO
. A.
167:4003091
I8:tmi;j-il
IWi.Wlj.ll-i
Oescarregam hoje l de antlro.
nera u\\mSerapl.iua1 leiraiturias.
iwil lm,',,!""--Craii.lao-rliverSus uenero.s.
r.aue HiRlea-Joriliia Marv^lrilho de fera.
Ilrnjue l'rasileirul.ea.._.a|J.
IMPORTACAO.
balen iDglac ..Sr.t,la,.,rvi,.da de l.iverpoul,
eonfJgaada a Jobotioa Paler c., naaireHou ,e-
lil caixas c 2S f.inlos leciduside algodlo, > dilo.
tl.lus de I.., I dilo dilu de .lllo alaodlo, '. dito, ditu
He .iljuil.i,. p 1,1, I cnixa dilu de linho. I dila dilo de
1I1I11 e alquilan, :>l barricas cerneja, .")U li.rrs
mnt&t$.
- Pela mesa do consulado psovincial se
lia de arrematar em hasta publica a porta da
mesino no da 17 do corrente, o prelo Clo-
nndo, de naco Congo, de idade W a 43 an-
nos, apprebendidopela policaco:.,o hens do
evento, por tetera decorrido 60 dias da lei e
nao ter apparecido dono como he expresso
110 irt. 4 do regulamento de 17 de junlio de
WSS ; e para que chegue a noticia manda
lazer o presento edital aos l:> de Janeiro de
\' doI't*tor, Antonio Carneiro
.Machado Utos.
tot\*tac9tb.~
......- ll.all-
. I-... cudiu- f'.'r' "'X'IS "i1'""1'0 "fllta, -' caixas cha,
vado cmn a pintura .li.sl^eru.l'licns.peln CLSm* XTS^iV'SST^
lo Sr. Anilic Alves. enm ,-ujo auxilio inslalei a mi- 111, .T '"J!"'if3 ,le lSoJ-*o i "
illa priuieira escola, a >> de ,il,ril de IS."i rom ^l'.,",..V .
irli-.a, aos quae dar liee, e,q rVl la r* T* f"^ ""'" '<'* 1"
mente. niciurna, aralojla- caixas fa.nda de alqnilao, ."ni l.arrU mauleiqa : a
>s: 1 ., .< Isaac Curio ,V II
Mlnha mnllier .cepl.ca e econmica, nao levan a :l c.ixas droq.i ,1. .Snn ,v
" fl'*' ?M eu '"'", PJ" """ar ame.,.-, fardos e 42 tafea. (Vtenda
''"",' ""c,"r,,,a' r0"'!'"";' 1" PoWea .rli.la, ao laa e 7 fardos raawdaa l.nl.o
5? '"';' as'....." "" '"" ,la '">' a algoo.; a Adamen llova 4 C. 4
-....lo,...rraes,quell,esaiuLiiisavinoco.lUn.e.s;.res. 30 eaiaaa queijo. } a l.l..(.|i
un p.iss.1 lempo tao.ul.l e pl.ilanlrpic,., o grato!dita >>- linho : a Raba Srlimr.ll
1
C.
de algodlo, >>2 d-
\2 harneas Untas :
elija.
algodao, 1 ditas
n&C.
a Manuel Joaqun. Ha-
lo mal se eiilronielleu : s in'-irii. me'form Z I caixa lencos de seda
ahsa-los, aa paredes de ninfea can e sitio caberlo. Illns e Silva.
rao. foraiu .urdas ,e, reclamo.. Para evl.r o 7 caixa lll,7.l o re ordJm
'FESHSt-Fr^-^
SJasftiftfei^^
meias de algodao
l.uiz Auluiijo
Mfftte, apP,rereu logo no dia 5, o ,ado do p0-/ 5o barr. maniei5a a Rastoi vV
lernos
HOBREIO (.ERAL.
A mala que tem de couduzir a barca na-
cional Tltereza I, con. destino a provincia
do H10 de Janeiro, feclia-sc boje l do cr-
reme, as 4 horas da tarde.
Pela delegada de polica do lertrio d,
GOlanna se faz publico que lo I preso e para
na cadeia do mosmo termo um I-reto crioulo
que diz chamar-so Luiz, com os signaos se-
guintes : idade 86annos, al tu, cor bom re-
la, corpo regular, nariz chalo, bocea "a-
ile, vista espantada, ol|ios grand s, tem duas
Oicatrizes abaixo du.joelho, e sem barba
lem leito diversas declaraioes e dado o li-
me de diversos seubo.es, mas suspcila-se
estar lugido ha mezes, e pertencer a um l'a-
zeodeiro no sertSo de Kspinharas, provincia
da Parahiba, o a Manoel Soares, morador
rio termo do Lnnoeiro. yuem se iulgar com
direitoao iiiesmo oompareca na mesma de-
legaca COtn os seus ttulos, que Ihe ser en-
tregue. Cidade de Goianna 7 to Janeiro de
inj7. o juiz municipal o delegado de po-
lica, Caetano Kstelita Cavalcanti Pessoa.
O arsenal de mariuha compra os se-
guinles ohjectos para rornecimento do a|-
rapunrado ; fallas de (landres, flmulas de
navios, ditas de escaler, papel almaco bom
dilo ordinario, penuas d'aco, merlim, cai-
vetes, lunas surtidas, vistas de osso, oleo
de linhaca, dehradicas de rabo, ditas do lo-
me, algodao em lio, lenhaiie baica, (o de
vella, tinta branca, jlia preta e taixas de
.cobre. Os prelendentcs a venda dos ditos ob-
jectos sao convidados pelo lllm. Sr. inspec-
tor a apresentarem as suas propostas em
cartas fechadas com as competentes amos-
tras, nesta secretaria, no dia'16 do andante
mez ate as U horas da inanhSa, que a com-
pra sera eOectuada Secretaria* da inspec-
efiq do arsenal do mariuha de l'eri.an.buco
8.1e Janeiro do 1857. o secretario, Ale-
xandre Rodrigues dos \nios.
CONSELUO AlOJIMslUAIlVo.
0conseibo adminisUativo tem de comprar
o seguinies ohjectos:
Para a obra do Hospital cginiental.
Tahuas de amarello de assoalbo I', ditas
de dilo de fono ;l, costados de dito de 4 no-
legadas degrossura 2..
Arsenal do guerra.
Espadas para inferiores la.
Qucmquizor vende-los, aprsente as suas
proposUisem caria fechada na solidara do
consellio, asn horas do dia 19 Uo conenle
mez.
Sala das sessoes do consolho administra-
tivo para iornecimenlo do arsenal de ruerra
12 de janciro de 1857.Rento lose Lame-

.. cheqa d* Genova o vapor sardo
COMl-CAVOlll, o qual depoi da demora docos-
mine wqoiln para Baha e Kio de Janeiro, para on-
de recebe as mala do corral, e paia Montevideo
e Bueno..Ayre, no eecnplorio d con.ul de Sar-
denha : e os pussa-.-iros e s.-u criado, pudem diri-
alr-ao a roa do Torre, n. II, eaerinlorio de l.emo.
Jiinim ,\ |,e| Kei, abeole.
Srii*>fe.
Lto.
Por intermedio do agento Vieira da Silva
sera arrematada a casa ile viveuda,jaannnn>
ciada em diversos US, do Diario, a qual tem
grandes com modos, fcila lia pouco lempo,
cuzinha lora, boa e grande estribara, silio
com rructeiras e plauaco de abaeaxis, no
lugar da Pedia Mole; e mais se vender
tambein parle do um terreno com malla, nos
Api pucos, ludo livre o desembarcado. O
leijSo lera lugar na qoarU-fein, 14 do cor-
rente, 110 escriptorio da rua da Cadeia do
Retiro 11. -2i, loja.djkll horas da manliaa.
J^eilao em limite.
O agente Vieira da Silva lar. lelio de 50
meias caixas de ligos : quinta-feira, 15 du
corrente, as II horas em ponto, na polla da
all'andega.
0 agente liorja lar lailfio em seu ar-
niazem, na rua do Collegio 11. 15, de um
grande e variado sortimento du obras de
marciiieria, bem como riqusimos guarda-
vestidos de magno, com espelho na frente
e sem elle, baiiquinlias poruteis para jogo,
mesas elsticas, solas, caiciras com bracos
e sem elles, mesas de meio de sala, carlei-
ras, obras estas chegadas ha punco de Pars
pelo ultimo navio, um ptimo sortimento
de cadenas hamburgiiezas ede outras mu-
tas obras, etc. ; objoctos de ouro e prala,
tpeles de novo goslo para sala, diversas
quinquilhaias liaucezas, candelabros e lau-
lernas de vidru, apparelhos de louqa e oe
vidro para servico do mesa, e urna influida-
de de outros mutos artigos, que lora im-
possivel mencionar, os quaes se acham ex-
poslos no referido armazem : quinta-feira,
15 do correle, as 11 Doras da manhaa.
Leilo.
0 agente Poslana lara leilo de grande
porcode obras do niaicineia novas e usa-
das, coiissiiiido em cadeiras, mesas redon-
das e dejantar, quarda-roupas, solas, mar-
quezas, consolos, camas rrancezas, eandiei-
ros para cima do mesa, urna linda cad-dri-
uha para couduzir senhoras, assim como 2
escravas com algumas habilidades, 40 sac-
cascom farinha de mandioca, 18 caixas com
vinagre Tramboeza, 157 garrafas de Inicias
de conserva, c mullos outros ubjoclos que
seria impossivel ennumera-los, eseacbam
plenles anxame dos compradores : quin-
ta-feira, 15 do crrente, as 11 horas da ma-
nhaa, em seu armazem, rua da Cadeia do
Itecife 11. 55.
A pessoa que procorou o Sr. Joo P.ap-
lisla de Campos para comprar o escravo Joa-
qun), que disse estar no seu poder, perten-
cante
e
s
esmalte, desde Beberibe al o Mangunho :
a pessoa que achot, queretido leudo cons-
cienoia entregar sera bem recompensada :
na roa do Cabuga, loja n. 11
1 Sr. Manoel Josc da Fonseca, que ha-
vera 8 anuos que l'oi para o engenbo Varfe-
jo, queira vir a esta praca a tratar d.-ne-
gocio sen com seu irmSo Francisco Jos da
Fonseca, na rua de Domingos Pires n. -2H.
PUZZOLANA PARA OBKAS D'ARTE.
Este material, que he de urna grande im-
t,!nm,n', t do.,n,l,er"' S l,ll,a corrida, cenes ou rebeldes, que vol'vcm iocessantas
laii nrm.npreS e l"!c,slcia : d cm consequeiieia do emprego da copabibe.
' an;1,,r" ?* da cubeba ou d" jetos que represeutera
\"Z. '! Ul" homeJa Me saiba o viru.scm neutralisa-lo. Oarrob. Uflec
n'nii-riur aS T .'' 'a '0' a,Sua iteur lle especialmente rocommendado con
Louiiutla para liel. a bordo do liiigue liar- '
ca Itamaraca,
Ten'do-se ausentado do poder da abai-
xo assignadi o seu escravo Antonio desde
t> de dezembro prximo passado ; consta
Ihe que se acha homiziado em urna casa nes-
ta cidade, a ttulo de ser liberto ;
tra as doencas inveteradas ou rebeldes an
mercurio eao iodorclo de potassiu.Lisboa
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de A/.eyedo, praca do I). Pe-
dro n. 8s, onde acabado chegar una gran
de porcao de garrafas grandes e pequenas
Omeiu dia da Enrona, sobre ludo, lem sj
- Os abaixo assignados, piopittanos de Rio i.rande, Francisco de Paula Couto^ L.
ambarcacOes* servico de carga e de
reCQiu uo acu sait'io o fi.(i,T^ 1 ,.
bem couhecido cscriptoi coronel W, Iteid, ,' h.,,t2Z V
loi julgado precioso elemento abundante 2lSataaELd,l
em oxido do Ierro, que entrando com a cal ,^.t P?"*8, Jol""- *".toni? dt! ArauJ- a
na proporcao de 2 para I coinpunlla lo. va- 'iel l0!"' Dw,t,B' hewciros do N. J. j. Cue-
loso cemento. "' .
J. J. de Oliveira Machado Jnior com I ~" 1^'c.ci!i,-ic J "" prelo ou preta para o
agencia commorcial entre Portugal, Acores, i !f.- 5?. -e-Casa : ."'u.?in t.,vi;r l,ara alugar di-
Brasil e frica occidental, 155 ni
Lisboa, l'ornecedoi do pu/.zolana
nhas frreas de Poitugal, reparcso dasl^.'.TT "1 P",H ^ouu"" ansa aos.pas de sr.rlim.Iltn ,, mnon -------------<--
obras publicas de Lisboa, o para dill'ereiilcs SU'S i.,.,!!BK6a maH D9Ssoas 1ue St: 'lui;e-' 'e ,n.oeBui. de c"'. com.todo
pontos de llespanha, propsse-se forneccr o re,n u-llll1Si,ri10 seu cnsino, que, se. acha com
mesmo material a quaosquer emprezas de i a aU aberta \,ar" continuar o seu trabalho,
obras publicas 011 narlicularps rln .r...... I nil. mesma casa ilu sua residencia, ua rua l)i-
d
va
por por precos razoaveis em qualquer po
uo mesmo imperio quaesquer eneouimendas
n Aeori'-i ----- ,.-.. .,,, ,,rtla .uii_.,i ui-
... Augusla! r.,ja-Seaalrer,' ,la "* "" %.i>
Dar a li proessora particular l>. Cica Fran-
irlieso da.rlsCl da Silva Coutinlio avisa aos pas de
V U'^ 1 (||;U aliiinna.- ii n.i;.> .. .____..... __
ua doce. Pern.iuibuco 18 1 mo para o uso da agricultura, navegar ao
I85t;. Manoel Custodio | manulaclura, e que para maior con* .nori
de seus numerosos trcgezes e do publici.
em geral, tem aborto cm um dos grandr-
armazns do Sr. Mesquila na rua dn Km.. .
atra do arsenal Uo niarinh. um
DEPOSITO 1E MACHINAS,
construidas no dito seu esiabelecimento.
Alli aharao os comprodores um comple'.r<
"timeutode os melhorametilos .alguns delles novos -
originaes) que a experiencia de muitosannos
tem mostrado a necessidado. Machinas dr
vapor do baixa c alia presso. lanas de lu
uotamanho, tanto batidas iwmo fundidas,
carros do moje ditos para couduzir forma-
que so Ihe l'acam semine que cada remessa
naosnja inferior a 200 inctfos cbicos de
material. .
Toda a correspondencia e propostas sobre
oassumpto devem ser-Iba dirigidas a sobre-
dita ageoca commorcial 155 rua Augusta de
Lisboa, ou a aduiinislr qo do luario de
Pernaubuco, praga da Independencia ns.
(es.
fiesco, prefere-s.: sobrado, teii'jo, quintal ide assuCar. machinas para moer mandio.-..
, murado : a tratar na rua da Cruz ti. 1 ui i- I *"elnsas Pra dito, tornos do Ierro batido pa
meiro andar.
oabiixo assiguado, proles*or publi
de latim da freguezia de S. Jos do Itecife, ,.
scientilica ao publico que esta aborta a ma-1 ,...?... obras dc rerro> I1 sera enfadonhr
tricula de sua aula, e que os trabalhos luc-
ra larinha, arados de Ierro da mais approva
blicol conslrnccio, fundo para alambiques,
.ife. i e,"yos e PorUs para fornalhas, e urna inlim
u,l-l iln, ,lnl.____ I- r______ .
j tivos comecariio no dia 3 de toverono : quem
I se quizar matricular duija-se ao largo do
I Torco, casa terrea n. .13.
Manuel Francisco Codito.
AOS APIIKCIAOMILS 1)0 BOM.
.tSa^^^ DO
-c assucar crystalisado, o de todas as turmas
conleitados, que servem para etifciles de
bolos, pSo-de-Is, etc., por seren os mais
apropriados, caixiithas ornadas proprias pa-
ra presentes na actual BSlaCflO, li .a-lumias
de todas as qualidades, e as mais linas que
tem viudo a este mercado, hcelas com bo-
linl.os coberlos com assucar, Irascos do vi-
dro de todos os lmannos, com ajnen'doas
conleiladas, cha, assucar, raanteiga i ngleza
e franceza, bolacliiithas d'ovos de muito par-
com a vista animara aos compradores.
Furlaram urna imagen de Sanl'Atirta
com palmo o meio de altura, com coroa de
piala : quem descubrir dila imagen.,- leve \
a rua dai Cinco Puntas 11. t, que sera gta-
tlOcado.
Alu;a-se
Meio
Dito
Bilb.
Meio
Dito
n.
RIO DE JiHEIRO.
11)752U0s.
1710200.1.
r.o2lO.s.
.">o2.".200.,'.
20232:OI).s. (i
Nendei'atn-sena piara da Independen-1 &
ca loja n. ">, nos bilbetes da 21- bte- ;;
ria do tlicatio dr Nicle.ol.v, as suniaili-
uciii.il goslo, para almoco, charutos suiie-i,.lc c^i... .-'
ores e muilo linos emqualidade, ludo por1 ,Li c ""!as menores, tstao a
barato proco, e outras militas coosas que < venda os "ovos hilheies. recebidos pelo va-
por sardo TORMO, da piimeita loletia
lo llieatio Ivcico : a lisia vin pelo va-
por brasileiro ate odia 18 do-crrante.
Jos Euzebio Alve da Silva,
Antonio Nune de Oliveira deca aa
tima muide casa terrea ''uti" dia -corrente deixou de ser pro-
na rua Imperial n. I6l.com r, poilasde ih, .''.- ,)',v,ct'"c,a Maria de Jess, da
lenle, cinco (jUartos, duas salas,
nha tora quintal, por I20i)o ntensaes b" u e e, banca a conteni: :ia rua' Direita 11.1 ?'*a VHella a quantta de 6123650* cmodo
T), loja.
Da-sc ls-ono por mez pulo a logue!
de um escravo para todo o servico de urna
enumerar. No mesmo deposito existe um."
pessoa iutelligente e habilitada para recebe!
todas as encoinmendas, etc., etc., que osan
nunciantes contando om a capsctdadr ii
suas ollicinas e machinismo, e pericia dr
seus olliciacs, so comprme tem a lazer exv
cutarcom a maior presteza e perleic.io, 1
oxacla conlorinidade com os modellos ou di
sennos, c iiistrucijoes que I lio forera fornc-
cidos. '
, coa- .can bastante da 'mesma 0. Viccncia, enlre- g savel a ne de,,,
ensaes gOU ao seu successor Antonio Joaquim da 9 Una a.....
.Silva Vilelia a quantia de iI-.'-k:^ como do
; halauco que aprsenla a cotila Curente fe-
casa de peqilena familia
co Ponas, sobrado da
matriz nova.
Prccisa-se do um criado : na rua do
Hospicio n. !).
Arrenda-seum sitio junto a estrada
nova dos Kemedfos, com casa de sobrado
com 3 salas, 10 qoarlos, sutilo, ele
mais de Vi) pos de coquoiros,
110 largo das Crn-
quina confronte a
com
diada nesta data por mim assignada c en-
tregue ao referido Sr. VHella, a .ueiii lam-
bem fez entregue dos papis e mais docu-
mentos pertcncentcs a heranca da referida
senliora, 11 cidade de N'azareth. Itecife 12
de Janeiro de 1IS57.
Antonio Nuiles de Oliveira.
Antonio Nunes de Oliveira faz sciente
na cidade dc Na/.aielh ao seu advogado o
Sr. Benio Francisco dc Faris lories, a
quem tinha traspassado os poderes que con-
ii*t9<9MffAt'tfm*m*om9mm*
BOTICA cimi. 110- I
EOrATHlCV I
DO .
DR. SABINO O. L. I'INIIO
Hua de Santo Amaro Mundo Novo 5
NUMERO.i. *
S \rn.lem-se niiicameiile nrsl. botica s tD.i- ajt
' .iricihi .iln. i.... 11 ,!Men|, liiiii.ei.|nll.:i-u-. pur t))>
U firoi;!). mqilo i-.'iiimu.l ...
J3 A acr.1 > ittles rneilicaiiienlos lie t.m |irnni|>-
la e ellicj, que |,-m ...rrtclilu a bour.i ti.
* preferencia em todas m parles dii imperiu,
* .111.1- l.-in sido experiineulailo*.
Ci i-, iiii.-i .i>ui*o.....ijonu
9 Cada iilro de limara -otiii
* Carleir. e ui.inha. com meiliramenlo-.
* de-ile l-> alo lOOBDUO.
* l'liesouro l.on.eo|>all..co ou v.i.li-meriiiu do
* bMMapaiha, obra e-xncijlinenle nidi-|ini-
i* savel a quem desej. ompre^ar a liuiiiisopa-
, "" ..........II7OOII
ff I r.il.-iiii-nio hoiilenpiilliicu do
- cl.i>ler.-[url)u '.....1 -(.ni
** Prup^aiidii ln.mii|...i|n, j e.n
Vv Periumbuco......' -jNSm
@ N. B.Par., i-o.il.ec.i.iouto do piilhcr. vi
>>. m-.s- que 8 llr t'irf. sinos Jnior. 1M1. be
>-* Baaisearxeira Sa bausa ceuiial lanaaaaaajMaa,
f e ueiii li... interferencia a!.-un... e.n fu., ope
"* rajos.
I


e

i
Sr.
ral
ce
n
assig
[uo l.iilcccinlo o dito caixoiro ll3o loi cncon
Irado entre os papis o .referido val, pdo
que declara o abaixo assiguado que esse val
esta pago, alim do .|tie ninguem negocie, e o
provara em juizo seformister. Recife de I
jancno de ls7. Francisco Lins Caldas.
-- o abaixo asxignado faz sciente ao res- i
peitawl cono dc commcrcio ncsla praca,!
que den sociedade em sm. taberna sita na
rua
dHoJosode Oliveira
_ I cheira, estribara para 1 cavados, 2 cacim-
bas^ grandes e I pequea, viveirps promptos
c simeiilados, bastantes arvo.edos de vanas
qualidades, assim como grande quanlidade
de coque.ros, lenas para planta.;oes de ca-
pim e para outras ; quem o pretender dm-
ja-se ao Sr. Joequim dos Res 1.ornes, nos
Coelhosn.'.1, que dir u'-preco ecortdic6es.
O abaixo assignada, tendo de seguir
.. para lora desta provincia a seus negocios
o Eocantamenio ... 10, a seu mano Jor-. deixa por seus bastantes procuradora nesta
lsale o da 1 do cor- '.cidade os Sis. Jaciiilho Jos .le iled'eiros
lento, e que todos os negocios tendentes ao Crreia a francisco das Cha
mesmoesUbeleciment se. ao com a linna de! liquidaron! seus negocios.
Manuel Josc do Oliveira &lrmDo. Recife S de dezembro de isii.-idcardo Josc Francisco
Janeiro de is:,:. Manoel Jos,- de Olivera. Joaquim Manoel c.rndni u'., ,. -^
- 0abaixo asignado Taz sciente ao res- dbr na Estrada Nova, f.oguezta dosAlo-a-
aitavel corpo de commercio a sU praca, dos, faz ver qne so esUrvcom sua liberna
aberta al 14 do coi-rente, e para oque avisa
llagas C.ilvao, para
Parahiba ao de
renos para, plantarnos : quem pretender di-i
rija-sea dita propriodade, a tratar com O l-
ente coronel llemeterio Joso Velloso da I
Silveira, ou sua senliora.
gabimtb nmmi
ilE liElfl'BA. :
Por ordem do lllm. Sr. presidenie du con-
silho Jdibeilivo. convoca-se o mesmo'
conseibo para sessoordinaria qninta-feira,
15 do coi rento, as 7 horas da noite,' ua sala '
dasssssOesdo Gabinete Itecife 14 deja-1
m9m**9999999%9im
Physiologia das
paixoes.
E-I.i iuporl.iilp |irii Mello Muraes di l'.tn de Janeiro, be... cio ,. cur,
araphia do taperia da IraaU, .. o educador da aw.
cnlade bcaailaira, co.irdeiiadi., por o memo .olm
%cha-i. .. vrnd...... na do Ouei.n.do n. 1~..
Gonsulloiio ho-
lueopKtliicojdj Dr, Hel-
io 1 oais, do Rio dc Ja-
neiro.
I'uicn dep.i.ilo em reinOnUoco. rnn .lo ......1.:;.
dn n. 27, amule e acha om aaqpiata so.lii-ulr, de
rajedicanaaaloa, lai.loelu I.nlura cmno em H.fcilaj.
lindo ca Ir iras Scditeno. I.lii.iiilio. por p'e..
muilo e.n conla. Tamlx-.u ,.bi se c.nj.ilrxr.i.....|i>
vrus ui'i-es-ar.ii- a hoaaaopalhla.
iiiih. les do visita
(iravaru-ie e im;irinicin->e rmn |>erleirao atlhate
de \.-.la, lellras de ci.mme.cii> e ladea aa aafjtdaa d.-
I arta calisrapliie., raaMroa, s...Lease q..ee-p,ei le-
I iei.l.os. Abre...-*.- lir rs,:... .iatiat. lano a lal.i,, .:..-
queden sociedad.: em sua taberna sita 1
rua da Cruz 11. V a Jos Goncalves de Aze-
vcdo, desde o din 1 do crreme, e que lodos
os negocios tendentes ao mes-no esiabeleci-
mento serSo cm a firma .le oliveira Azo-
rado. Recite 2 de aneiro de isot Manuel
Jos.- do Oliveira.
ao Sr. Luiz Jos,- Marque
acham iu> caso do cobrar os iniposios,"tamo
geral como provincial.
- Precisa,e de urna ama para tratar dr
um menino ja desmamado no paleo do
! Terreo n. 4.
neiro de 1837.0 2- secretario,
los dos Santos Pereira Jerdim.
E ce cu.no en. rele*o. or..au.en..H r,..u nbteclns deour.,
Maca-so sobre a prca .ly Porto, se-le praia. F.zeavtM rlacaa llmtoa a ..nzin.e. p.r.
jamquanliasgrandes ou.pequeas a 3, 30 bordad... de i..b>rii.ii... Aiimiii-e a recaaa da
isquese ou 60 das de .vista, e pagaveis em prala ou.>'i"H,vi",'rrtr~l'4",,.,'tl",nu<'-1*0 atoteama a
ouro: na ma do Trapiche n. 40, escriptorio ''"",'"
do Ttfomaz de Faria.
Precisase alugar nina negra para ser-
vir cm urna rasa de familia, que saja
nao beba, ainda mesmo sendo de meia ida-
> da* p,-so.i iiur o encoaaaaaaalareai q...-.a
praleader diiiJa-N a qmtajaar de.ie- bnt-re .,..
b.rro do Ree.fe, rua ilj lladra de Dea. n. .1.', pr,
malvo andar; em-,io A.,i,..,io. m livnria ejaaaaa
du paleo do Collegio 11 2 ; na. fiiieii l'...,t,, obra-
do d. .piiii. confronta a malri7 nova'

'
'
iVTOTTODfT
.


-


. Precisa-sede urna ama torra ou capti-
va para casa de pouca familia : a tratar na
ru da Senzala Nova n. 26.
- Tendo a luja de hiendas e roupas lei-
las da ra Nova n. 18, de augmentar os se'us
Ira lallios de roupas IVilas, anda mais beo
foiUa para os concurrentes seren mais liem
servidos, precisa de oDciaes de ajfaiatc c
boas coslureias.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa, assim como de um
criado nacional ou eslrangeiro : na ra No-
val n. 39, primeiro andar.
-- l'rensa-se de um caixeiro que tenlia
pralica de taberna na ra da Scuzala Vo-
lita ii. 0.
CONSULTOKIO CENTRAL 110- $
MEOPATIIICO. $
?3 Ra de Siinto Amaro (Mtiudo-No- ?<
tt vo) n. -:.:-
f^ O Dr. Sabino Olegario l.udgero l'inho, jg
de olla le toa viagem o Kio ile Janeiro, ^.
continua a dar consullas todos os dias olis, -.
das 8 hojas da manilla, as -> da larde. %*?
-" SEGURO CONTRA FOGO.
| Companhia Alliance.
Esabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
iaunders Brolhers & C 'ero a honra de in-
foiaiar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
a a quem mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para eectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tllia e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os meamos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Alupa-se a Mitiga casa de vender plvora, na
cidide de Ulinda. com born sitio, baixa para e'apim,
e b i .i casa de vivenda ao pe : quem pretender dita
casi dirija-se a roa do Vigario n. 31.
- Precisa-st de uiq bom criado e p?ga-se bem
agradando o servico e comporlamenln : a tratar no
campo du Hospicio pinto ao quarlel casa de desem-
lidijjdur Mondes da Cunha.

DIARIO DE PERNAMUICO, OLMIA ha,;, i, |,i, JANREIO DE I8.V3
na ana pura
para '.olio se
prc'qndor dirija-se
ra casa de
sei \ en in-
l'recisa-se de um
pnuca Familia, sendo
lerno da misma : quem
i na de Apollo n. 24.
- Km um ong-nho da fnjguezia de Ipo-
juea precisa-so de trm mestfo que ensine
primeiras ledras e lalim: qutm pretender,
Jirija-se a ruada Aurora n. al, que achara
com quem tratar,
Precisa-e de ama ama para casa de! curado
pouca ramilia, e que laca id lo servico a i'reeisa-se de costuroiras de obras de
tratar na ra larga do ttosanp 38, wgllI1. alale ,,ala calca e collc.ee dc^nn^^
-ug.-sen.P.^gem da MagdalenaJ^io.'uZ'" ^ d "*.*.
Jnlcs de ehegar a ponte "lanilc imvi n-w! __nB,., .
terrea com sotlo nnint.l 1, J.ks.5 i recisa-se para nina casa eslraiio ra,
;?.^^'!Vfl:.l,:.li:JIL,tal Mhw P.0'0 r,.!de u"'a que seja Del c de boa conducta
nao undo vicios, paga-se bein : a tratar no
Precisa-sede urna criada forra ou cap-,
liva, para todo o servico interno de urna
casa de pouca familia : a tratar na fabrica
ilo salan da ra Imperial.
Precisa-se alujar urna casa tenca para
pequea ramilia, com quintal C cacimba,
que si-js seu aluguel ate 12a rs em qual-
quer ra da Ircguezia de .santo Antonio :
lzeralugar annuncie para ser pro-
llilliitft
PARA 1857.
venan as bem condecidas
h
|i<.':r;ililiii.
roa muitos eonunodos para familia : os
preUndentes dinjam-se ao Trapiche Novo
II. Iri.
Seguros contra
o logo.
$&&&.$
DEMISTA FLUMEZ.
Paulo Gaigno.x, de volla de saa viagem .-;-.
:'[. Vj^iirop, esta murando Da ru Nova n. X
j> ^eira andar, onde nodelser procors- *8i
)' '"' a 1ua"r-r hora. $
- U. dcedord. Jos ^-s.infles,Cru\\ B.S-
los e Crol 6 Comes leiiham a b^.ude de nianda
p;;ar os seus dbitos aos >bai\o as>iur.,aos por se-
ren ello os donus ilos referidos debilos, o' memo>
MHtiM assicnados desejando ultimar esta CObuBC.
ua inelhor armona esperam que Ihe salisfarao su;...
cocas iudepeodenles da publicado de seus nome
e Hielos judiciaes ipiese verao na necessidade de em-
prezar na falla do referido pasamento.-Jos .Uves
da silva uimaraes, ra duCabuaa' n. I B, Fran-
cisia Jos Alves Gafanaiiw, roa do goeimado n. 38.
- Pncina-s de urna ama que cozinlie e lave com
aeiio, para urna casa de pouca familia : a tratar oa
rui da Cadei n. 51, terceiru andar.
$ PARA CONSERVACAO DOS
tf DBNTS.
*f- Vend-se pos e sua dentrilices : na ra x
,.; Novan. I, m casado deulisls francez
~;t Paulo ii i.,iiuu\.
~~ r,ec'"a-e de uini am que leulia bstanle lei-
le, anda mesmo sendo escrava : no palco dcS. Pe-
dro n. 2-2.
Uabaiio assignado, arremalanle da di\idas
activas na importancia de 13:7539180 rs. da ma-sa
fallida de Joo Clirisnslomo de lama, aviaa aos deve-
dorej da leleiida massa. que queiram realiiar ornis
breve pos^ivel oa seus debilos: uo alerro da Boa- Vis-
la, liberna de Miguel Jos Bodrigues da i os-
M1JAN1UA "(TuTlfl.
LAPITAIJ L l.-2'O.OOOESTARELECI-
DA til 183B.
Para effecltar seguros
M>bl propriedadci, m-rcadovias. mobilia
e genero* de quaii toiUs as qualidades.
Premio de .M8 ate 112 po, a,n,0 a0 anno,
agentes (.. j Astl.y ,v C. -;, ......lonni-
dadede oidem ultimamcni. recebidas,
os agente* acliam-se babjtadi* a |0lnin'-
risco contra logo, c sobre generen de e.\-
poitacao,como sejam : algoilfio, acucar
ou cotilos, depositados rm trapicheou
arma/.ens particulares, em Macei, Jar.,'
gua ou Parabiba do norte : agentes ('..
{. AstleyA C."
Precisa-se na padaria da ra dcS. Jos
de 3 Uablhadoics de masseira, e que sejam
bem desembarazados na lendedeira ; paga-
se bein.
Aeham-se a
lolhinbas, impressal nesta
das segu otes qualidades :
FOLHIXHA RELKHOSA, contendo alero
.los me/es, : bililiotlicca do christO
brnsileira, que se compoe de ota-
ees quotidianas, jnetbodo de assistir a
Lotera ca pro-
vincia.
OSr. Ihesoureiro das lotera* manda lazer
putilico, que se acham a venda na ra da Au-
rora u 26,primeiro andar, bi I heles, mcios
equaAos, da tercena parle da quinta lote-
ra do Gymuasio Pernambueano, cujas rodas
anJa.il no d.a 2* do crrante, o mesmo Sr.
tbesoareiio manda declarar ao respeitavel
publico, que existe grande quanUdade de
btlhetes, nietos equarto.s cima, a escolha
los sniores jogadore.-. Ihcsourar.a das
eriu lOdejaneiro de. is5T.jus,- jaua-
rto Alvos da laia, escrivSo das lotcrias.
SALSA PAKRILIIA
1E
uristols.
- Precisa-se de urna ama que seja de boa i ionio PSS "nilamci|te botica do Sr. An-
^ jconducta, para tratar de alguns meninos :\0 RftJ^' a" Kves, ra da Cade-a
na ra da Cadea do Medie n. vil i i"i>.
lodasaa enrermi i" "rtudes I",*"
estado de imp c/Jf <1U,; ProVe? ,le '""
oes morbidTdTfi'T^ :'S ,CL're'
lodos os casos que U? Cslo,,lil-7- cm
-pnrilicarerJbuste^^;'--;^}:::
los os casos de escrophu.,; e^eU -
is, in-
inchacao
neumticas, dorsJ^Sae'5^arSr
hydropiaia, dispepsia, aslhma
imssa < i'onlissio; cnticos, psalmos,
hymnos, oflicio de Nossa Senliora da
lle.iie,ra do frw."3"sguiido'aEdar!I &m

Precisa-se de duas amas, urna que sai- grande mrito, preco...... 320
ba coznbar e fazer o servico interno de ea- HITA DE VARIEDADES, a qual alen dos
?u'. doiiv1L>M,M,i'''Ur.ne '"" ln""i,l0: "a'i o. conten? artigos de agricultura,
i u,i uo i.iMann lo ii, O Samindn andar i .u. .
noeoesde sciencm*, arles, le dos cir-
cuios, tabella dcOirjostos,e regulamen-
fvg
Precisa-se
de um ollieial de al'aiate que tenlia al-
gama pratica de cortar, pata contia-
mestre, assim como ollicacs o coslureiras
para o mesmo ollicio : na ruada Madre
de Dos n. 56, Dri.neiio andar.
Desappareceu na da as do mez passa- i llha, erupecs cutneas, mi,rh"Vui
ao a preta Joanua, o chegando em casa no llammacao e debilidade r.os'ui' "'"'
da S do correute sahio de iiovamente no dia doste crrente mez, a qual he baisa, secca
do corpo, desdentada na frente, cor quasi
fula, tem a marca do ferro da Ierra tlella
no braco direito ; levou vestido de chita
manila ja desbotado com palmas rosas,
costuma dar o nome trocado, e inculcar-se
de Turra : quem soubcr dar noticias ou
a pegar, podera levar a se-u senhor Antonio
Brochado S. i.uimarfies, no paleo do Hospi-
tal n. 1, que ser gratificado.
m honiBn solleiro e sem lan.ilia,
com bstanle pralica do servico de campo,
e da fiador de sua conducta, se offorece
para administrar qualquer engeiiho tiesta
de seu pres-
se a ra Nova
alti se dir
quem pretende.
Fugio na madrugada do .lia la do cr-
reme o i-fcravo ciioulo, de nome Hvpolilo,
estatura pouco cima da regular, se*cco
to do alrii
Veode-nasuperior tinha da ilgodSo branca a
'le eorat, em novello, para COSlnra :^m rasa de
Soalhatl Mellor & Companlia.rua do forres n. :W.
(AL I POTASSA
Vcnde- DMleMias* n*' superior iti.ilnlade; Ciil de Lisboa
l.i mais nova que ha no Hirralo: DO! seotdC|HM-
l >a ra di Vicario n. \'.K primeirn andar, ven- (
de-.e viiuio lo Porto d auporior qaalfdado ila bem
r.iiilieciila marra liW ea. pipas, barr* e raias de
uma e tiu is dozlat tic aarrafas.
Queijos londri-
vs e presunti s
Francisco Jos Leite receben pelo ultimo
navio de Liverpool excellenles queijos Ion-
Jrinos, presuntos para fiambre, conservas,
bolachinhas e blscoitos em latas de diversos
tanianhos e qualidades, e ludo vende por I j" {T~._"Va"'
menos que em outras partes : na ra do Col- ;'' "' os 1'' P1'''.0 ommod
legio n. 12.
Vcndein-se chapeos do Clivli de to-j
das as qualidades : no esetiptorio de No-i
vaeS&C, uta do Trapiche n. 34.
cao, etc.. etc., preco. ."20
1)11 A SIMPLES, contendo alm dos me-
zes, a lei dos linulos e varias tabel-l
las de impostes geraes, provinciaesel
municipaes, prero........ 2()|
DITA DE I'OIUA,' atptal alemdosme-'
/.es tem e\plieao'ies das indulgencias el (Ja
PNcoiiimunlits, etc., prero. l(i(l
UITA DE AI.MANAK. a qual alem dos
.,,,,. ,.^i.,... i -i i .>esic estaiieieeiinento lonlimia a
me/es, contemo ilmanak civil, adtni-l,. i ,
um completo soitiinento de inoeudas e
meias moendas para engenllO, machinas!
A 160 reis o covado.
lti>cado eieere de quadrlnlios, proprie paia ca-
inisas c vellidos de pretas, veode-ra na ra do
<-re>|io, luja da esquina, que volla para a ra da Ca
dea.
eloiiios de patente
nglezesdeourb, desabnete edevidro:
vendem-sc a preco ca/.oavel, em asa di
AnpiisfoC.de rVbreu, narua da Cadea
do Kecil'e, armazcm n. ."G.
Superior cal de
Lisboa.
Vendc-se superior cal deLisliou: no
arma/.cm de Novis i C-, ra da Hadie
3 eoinmodo
13$500
quali
*a-
praj
Agencia
'un(lu;o Low-.VIooi
na da Sen/.ala-!So\a n. 1.
Neste estalielccimcnto continua
Vendc-se cl de Lisboa ulliniHinente clisada,
sini como polMH da Russia verdadeira : oa
do Corpo Santo a. 11.
Rua Nova ii. 34.
Madama llosa Hardy vende ricos enfeites
no cabera para senliora, do ultimo gosto,
por preco coininodo, e chapeos de crep en-
nistrativo, commercial, e industrial da I
provincia, poi.........5001
Todas estas blliinhas sao impressas em
hom papel e excellente t\ po, e vendem-
se em porcao ca retallm : na livraria da
praca da Independencia ns. (i e S.
haver!ltiiudos Cnl ""fes, pelo prego de 8o<>o.
Cimento branco.
Compru-se para urna encommenda
"' molequesde la IS anuos de idade:
na iua do Collegio n. 21, ptirneiio an-
dar, das I ti horas as da tarde.
Compra-sr. uma daaa de cadeiras de
palllinha, americanas, que eslejam em hom
uso, e duas banqninhas: quem as tiver e
qui/.er vender,annuncie para ser procurado.
-Compra-s uma escrava muga, parda
ou preta.com prendas, e que seja bonita;
paga-sc bem : na rua das Triucneiras junio
ao nicho, da parte do norte.
Compra-se urna morada de casa ter-
rea deporta e janella, que seja bem cons-
truida, em qualquer rua : a tratar no pateo
da Ribeira n 21.
Compram-ee apolicesda divida provin-
cial: na rua das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
de vapor e tai vas de ferro balido coadoj
de lodos os tunianhos para dito.
COLA DE SUPERIOR QUA-
LIDADE.
Vende-sa na rua da Cru* no Recite n. 57, |c,s<-'0, junto a ponte nova.
(lechugado o excedente cemento blan-
co a bem eonlieedo e experimentado,
tanto cm barricas como astillas: noar-
ma/em de taboas de pinlio de loaquim
Lopes de Almeida. na praiadeSan Ktan-
seguudo andar.
Veude-se um cavado de carro, mudo
novo e gordo : na rua do Hospicio n. 3, so-
brado.
A SkJUU v PECA.
Vende-se com um pequeo oque de ava-
ria pecas de algodSo 'listras com *7 eo-j
vados cada peca, fazt .da propria para rou-
pa de escravos, na rua do (lueimado n. II i
- Vendem-se pecas de inadapolao com
loque da averia a 2/50(1 cada peca : na loja |
de qualro portas na rua do Queimado n 10. ,on?en,"*e8or*rioresoeulosc0m armacSo
Veude-se banha derretida de superior; ?. ""'US de todas as graduacocs a 3H)00,
qualidadea 180 rs. a libra : na rua do Kan- "smuito l,ons tom arma^Oe.-. douradas a
gel n.35. t*. '?* os com al"maes prateada,
Vende-se gonima de engommar a 90 ,;' 'nos dltos comarmacao do ac a nu e
rs. a libra, sag a 320. cevada a 1U0 rs. : na I V,' """:,las!:om armacSo do tartaruga a la,
quina da rua de Heras n. 2. i unas redondas e quadradas de baleia a 500
Vende-se uma prela crioula. de bonita ^'J''" de dous vidros armaco de balis
Couipra-se um
VELAS DE CARNAUBA.
\eiulein-se velas ds carnauba pura > 19) a arro-
lla ; na rua do Queimado n. 89, loja de ferrageoi.
YENDEH-SE CAPACHOS
pingados, compridos e redondos a 700 cJOO
rs ; na rua do (jueimado toja da boa lama
u 33.
Genios e lunetas de todas
as qualidadea
Vcndeni-s
gaar-l
das inulheres, enfermidades
limosas, e era todas as alecces provemen- I al'roBa : n" 'lu"'a da rua do Hurtas n. 2.
Hia .um.miMi-.ii l| liali| lli-l' t'llg
ou em outra provincia : quem t
timo se quizer utilisar, diriju-se
n. 17, loja do Sr. Carueirc, que
Domingos Alves Matheos, saca so-1oOictalde sapateiro, cozinbeno, sabe ler e
breo Porto. escrever, e por isso be bastante ladino:
quem o pegar leve ao seu scnlior, morador
na rua das Aguas-Verdes n. 46, que sera re-
compensado.
A fabrica de velas da
rua do Hr.m, p ccisii de
es do uso immoderado do mercurio. Esta
salsa parnlha se emprega com ellicacia em
como S sonied,:os S, 8 he reconliecida
-orno a niL-lbor medicina que existe.
PBECAUCAO.
As pessoas que comprarem a salsa parri-
d deverSo lar o cuidado de observarem
que aisalsa parnlha de Bristol esta cm
Escolas
DO
BETIIIIB ISLI1I!.
Do dia 7 de Janeiro em diaule esiao alierlasas cin-
co ccolasdesUcapnal, pelo efcellenle inelliodoCas-
tlbo ; pelo qual a \ai publica se ha pronunciado
rielo vrgSo da imprensa petaimbeesoa, inererendo
parUeqUi alleajao a ecU de menina, creca na
roa do Vigario, casa do liuado Silva Compaiiliia, nao
10 porque nessa aaeoh se ensiliam tolos os primoro-
ia> liordados, e mais lavores que M possain dse jar,
OMM porque a di^na profftUora eslaudo sendo lec-
lonada na ^raininalica nacional palo ciiuiio proles-
sor o Itvm. Sr. padre meslrc \ arejao, se tornara'
mais um precioso brilliaule que ornara a coroa lute-
rana do hxm. conselhtiro Sr. Dr. Caslilho.
DePOSITO
do superior rap da fabri-
ca de Gautois & C, ('a
Babia, na rua de Apollo
n. 23
l'ominsos Alves lUlaaet, senle do deposito de
rano da fabrica de Gaoloii & Coinpanliia, la Babia,
avia aos sens Ire-ue/.es, que acaba de receber nova
parlida do mesmo rape.o qual,para que seja maisco-
iili-cido e e na.o p.-a confundir com os de outras
fabricas, de boje em diaule s se vender' embrulba-
uoem papel verde com roiulos amaiellos.
Cooipauliia vigilante.
\ le o dia IS de Janeiro prximo futuro devem os
raras de grande Umanho, com as palavras
salsa parnlha genuino de Bristol, Nova
ierk, gravadas no mesmo vidro.
Sobre a rolda daga, rala severa o nome
oe uirsiol. Uma .iireccao acompauhara cada
rdrrHI j.
CASO BE DEIIII.lllADE CmrICTERICIA
ew-York 30 demai. de isij. Uma se-
nl.oia sollna de espasmos nervoso?, experi-
mentava um continua aniquilacao de i'or-
as ao pomo .le cahir por vezes em svncooe
iinpregou multiplicados remedios se*m tirar
vantagem. eelarou-se urna ictericia com
pl l I oa var rccul.s0sja arlc
UIU Carapina jara lazei'Pagado o ineomparavel remedio da
a tratar na'mes-pa""h'd0 risto,?&Mpldoe8tabeto
caixas
ma ru;i cas n. l! G.
I)eseja-sc fallar rom o Sr. Vntonio
Ignacio Brando u negocio (|ue Ihe diz
tcspeito: na rua da Cadea do Recite
. 13.
Precisa-se
ilnea
aiugai- uma una para o
servico de uma casa de pouca lamilia :
nii rua das Tnncheiras n. Ii.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Na praca da Independencia loja n. VO,
acham-sea vendaos no\os hilhetes da lo-
tera I- pata eonstruccao de um theatto
U neo, quedevia cortei d.' 7 a'S do pre-
sente ; as listas devem aqu chegar pelo
vapor Paran", podio l ou 17 do cor-
rente : os premios serao pagos na conor-
midadedos nossos annuncos.
Precisarse de dpus amassadores, pa-
gse bem: ndruadsLarangeirasn. 2S.
l'recisa-se de uma ama para o servico
interno de urna casa de pouca familia : o
aterro da Boa-yista n. 60.
Precisa-se de urna ama para casa es-l
naeira a lalbrr na taberna do Sr. .loa
em
salsa
imeu-
reappareceu com
figura.de 22,anuos de idade, sem molestia
nem vicio do qualidade alguma, o que -e
afianca, eom todas as habilidades que urna
d! preta pode ler, como seja engommar bem,
alOUCH eill Se^Ullda mao l\ cortar e'fa/erloda a qualidade de vestidos
niiciii tivor nnnnnno i para senliora, amarrar cabellos, co'.iiibar e|
ijlll III II vci a lili IlliCie | lazer lodos os mais arranjos de una casa :
Cpmpram-se peridicos a on/e patacas' quem a pretender, dirija-se a rua do Crespo
n. 11, ou na obra de pedreiro defronte de S.,
TABACO FRANCEZ CAPORAL.
liste excellente e mullo lino fumo para
cachimbo como lambem para cigarros ven-
de-se pelo barato preco de |H00 a libra
franreza : em casa de A. Hebrard, rua do
Trapiche .Novo D. 2.
La vallo pira carro.
a 1.-600, e oulros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rua
'do Queimado n. 33.
XAR-OPE
Lompram-se sseravos que sejam sa-
dics p. fortes, proprios para arinazein de as-
suca : na rua de Apollo n. 1-1.
ett&o&
Vnde-se
n. 35,|ou
urna porc,3o de pipas e loneis
jar-1 li0r i"^> de seis mezes cornos competentes
garantas, : lambem se arreuda o Srmazem
onde se acham depositados os mesmos ob-
jeclos : a talar com Joaqun Concalves de
Albuquerquc e Silva, na rua da Cruz
primeiro aadar<
al-
ito
novos, grandes, o em ludo muilc iguaes :
quem a pretender dirija-se no l'o?o da fa-
nella casa que lica por detraz da igreja.
Vende-se nina loja de fsendas com
poneos liilnlos, sita em hoa rua e com
bastante freguezia, o motivo Ha vaoda l>"
im'.dii'i i.-iira, ^ |mi a tora da provincia:
a tratar na i-,. da Cadea do Kecil'e n.
DO
3,
&
t o ira inferido o deposito desle tarop pora a bu
uoa da Jo da Crox Santos, narua fiovS n. 53',
garrafal 51500, e meias 35000, sendo lal*o lodo
aquelle que nao for vendido neste deposito,palo
'pn'--!,- o preseule aviso.
MMI'ORTAKTE PARA 0 PIBLICO.
-- Vende-se uma bonita parelha d^ cval
los do cor alasaa, sendo os cavallos miiit
lo da energa vital loco
novo vigor.
CASO DE ISABEL DA VIS.
ls-abel Davia l'oi accommettida pelo espa-
cn de qualro anuos de ulceras eserupholosas
leudo seis chagas abortas na parle Superior
do braco direito, as quaes deiiavam grande
stipuracao e causavam quasi immobilidade
uas parles. Chegada em SantakCatbarina
e n novenibro de 1847 a doente consultou
vanos mdicos, os" quaes deram o conselho
di amputar o lirado, como o nico recurso
ae salvar a vida, l'oi eulao acnoselhado o
uso da salsa parnlha de ISiJslol a enfermar
que a pedio como suave alivio, logo ella es-
penmenlou tiio vantajoso prveiio,que con-
tinuando lempo segundo o uso do remedio
chegaramas lridas ao melbor estado de ci-
Catrisacao. o caso he referido pelos'honia-
aos prolessores Coodmann e SamuelJIlaverv.
ii.
Vendem-se caixuscom diius
ralas do vinho de Bordeaux, meias latas
e quartOS de sardinhas, queijos, barrisde
alvaiade e verde (rancez, ti ido por procos
eoinmodos: cm casa de Lasserre o Tisset
Freces,' rua do Trapiche n. 11.
Vende-se por preco cominodo um mu-
latinho com seis anuos de idade, bonito e
sem deleito ; vende-se lambem um barco de
aniarelln com o enmpelenle cortinado e no-
vo : na Ponte Yelha n. 1^
Vende-se urna lindW parelha de caval-
los muito gordos, grandes, o meslres de car-
ro e cabriolet, e mesmo para montara por
leiem muito bous andares : na Passagem,
sitio do Cajueiro. .No mesmo silio sealuga
urna ama que saiba bem cozinbar para casa
de pequea familia ; paga-se bem.
Veude-se urna casa terrea ent chaos
proprios, com 2 salas, 3 quarlos, coziuha
lora, quintal murado i a tratar na rua do
Cil.lcii ir i u. Ii.
Mais Irmaos, com loja de chapeos na rua
do Crespo, participa a rapazeada de bom! VARiNItiC V PPAItrC
gosto, que recuberam um grande soi limen- I tUnUUO JJj UilAjJLlJ
lo de chapeos de couro da Itussia de lodas ] U'n lindo e variado sortimento de model-
as cores, que se vendem pelo barato pre;o i'os P*ra varandas e gradaras de gosto mo-
de 2K0O a 'OOO. | dernissimo : na fundico da Aurora om San-
Veude-se um uuindaste. iw'i'i '> i"or t" 4m"'i i> Uuposito da niesnia na ru
i-n .,.. seus perteuces : na rua ireita n. 66.
AI.CODAO' AVAUlAllO.
31eias de (odas as
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda pie
tas e blancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/50,dU8 de laia para padres a INiOO
ditas de lio de Escocia pintadas para hornera
pelo baratissimo preco de 400 e son, dita
brancas e cruas para humein a 200, a40 e
280 i>., ditas pintadas c brancas para'meni-
nos a 240 e 300 is dita* brancas, GBMBars
meninas a to rs ditas brancas para >t-
nnoras s 24, 300 e 400 rs., diias prelas'de
IgodSo para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na tua do
Queimado, ua bem condecida loi de nuu
dezas da boa lama n. 33.
Bscovasae todas asjual.
dades
Vendem-se ricas cscovas mgle/a> para
roupa, o melbor que pode haver e de nov
ni veneno a 3s, lilas francezas muito boas
a 1?, IMM e H0OO, ditas para cbelo inglc-
zas e Irancezas a l2N e -jc, ditas para den-
les inglezas e franjezas a 400, 500 e 600 rs
ditas para unhas dita dita a ->0, 500 c I?, e
ouuasqualidadesmaisbaraia, que ludo se
vende na rua do Queimado na bem conheri-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
(artas para JQgar.
Vendem-se baralhos de carias lraiiie/a.~
muilo linas e de bom papel a 500 rs. o bara.
Ido, ditas portuguezas niiiilo finas a gga. rs.
na rua do Queimado na loja de miude/as da
boa fama n. 33.
Boneeas francezas.
Vendem-se boneeas francezas ricamente
vestidas e tic varas iqualidades a 19200,
!">600 c U, na rua do Queimado loia de iniu
dezas da boa lama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
\cndem-sc bandejas linas e de varios la
manhos peto barato preco de 1/500, ->,wo,
K*! Va rUa d miudezas da boa fama 11. 33.
Para escriptorios e -ario
rios.
Vendem-sc resmas de papel de peso dn
melhor que he possivel haver a 65, dito mi
ferior pouca cousa a 3 e 3;500, d.lo paoue
te mu.l.ssimo lino a 4--50 e _, dilolniaco
grave e marflm a 4% dito almaco moHunisM
bom a 3.-00,1 dito de cores cm qu.rTo^
resma a 700 rs., groz.s das verdadera, pe
STistS^JS^ dc S?^ pell,arato ^
de 11800, duas muito boas sem ser bico de
no.1 o '.S- rfU,Zas de ,ap,s *M*Sg
1 ES ls- d,los P'P-'os para riscar Ie-
rro, a 800 rs., canelas de oaso torneadas par,
pennas de ac a 120 rs., caivetes linissimo.,
de urna a qualro folhas a I, 2, 3, 45, c ou-
tras man cousas que se vende barato: na
tua do Queimado na bem conhecids loja de
miudezas da boa fam n. 33.
Perfumaras finsimas.
Na loja de miudezas da boa fama na ru
do Queimado n. 33 cncontra-se simprcum
rico sortimento de perfumaras de todas as
qualidades, inglezas e francezas, sendo dos
melhoies autores quo ha em taris e Lon-
dres, a saber: agua de Colonia muito boa.
sabao para barba de creme de amendoa,
* de lavande BMito superior, vinagra
banha mui-
os de muitas
ara bolso da
~ qualidade*.
opiato o melhor que ha para linipar denle-'
pos para l.mpar os denles, e oulras muit.s
COUsas que nao deixarao de paragar aos se-
nhores compradores, e que ludo se vende
por precinho muilo barato.
Vende-se slgodSo liso americano muilo ^o^nogoej bem conhecido deposito da rua'da
encorpado, com qualro palmos de largura.: Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven
.8!r" S^JP q" SCOn\fillcluuara.*'sl"n;oer muilo superior ootassa da Russia, dila do Rio
seu eslado^ na rua do crespn,^ de Janeiro e cal vir^em de Lisboa etnpedrs, ludo
T **l*lllll*l IIO I .!.*pre?_s m,uil lavoravei;; c0" os quaes ficaro
, LEQES FIRCS.
vendem-se leques muito linos tom re*
POTASSA E CAl.TIRGEI. ^TSafSW'W**
Lutos ie pe lile .
Comnanli'm de senilro coit-\ j0,lvin b,raucasc,,r de-paiba, paia ho- ir
1 mem c senliora, viadas pelo ultimo paquete "
da Europa : em casa de S. Falque, la do
Crespo n. 1.
este.
SSSF.
(Verdadeira. j
Pelo navio Bl.OOMIt chegaram
barricas tiesta acreditada larinha :
de-se nos arinazens de I asso Irmaos.
Feijao uiulatiiiho
Vende-se na roa da Cruz o. 34, feijOo molaliulio
pur prero cuininudu.
Moinhosde vento
combombas derepuxopara ro .ai hor 1. r !>,,
ia decapim : na (undirode l). W. Bowman
i',i ru.i d<> llr um n- 1,, h c I 11.
r.iioo
ven-
j os eompradoressatisfeilos.
VINHO 1)0 PORTO GENUINO.
veude-se opflmo vinho do Torio em barr* d
iquarloeoilavo, por prero ra/.oavel: na rua da Cs-
; dia do llec.e 11. 1:1, escripiorio ile Bailar veua. u
mnio lidos para p 11-
nlios
Vendem-se muito bonlos botos para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
Sbotoadura na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
Paoos.
Km casa de RabeSchmetUu 61 Companhia,
rua da Cadea 11. 37, veudein-se elegantes
pianos 00 alamado fabricante Traiimann de
boa fama n. 33.
miudezas da
, FITAS DE VELODO.
Vendem-se lilas de veludo pelas c de to
res. estrellas e largas, lis.s e abertas de mu
^'os. P'o barato preco de 160.
na loia dc miudezas ua boa fama n. 33-
^ocrfiDpg fitt^>0.
Precisase de una mullier para ser
ama, sendo o servico tratar de uma senliora
de idade, e lazer o comer para a mesilla ; a
ti atar no pateo da Santa Cruzn.M.
- Na inanhaa do da II do correte
gio um pelo crioulo de nome Jos
I------------------- .'11. vf" -- --jj .... m i.11 lili i rl I '' I J 1J (III i
uliores accionistas re.lsar uma prestara., de dez junto a rundicao de l'ra de l'ortas
poi ceulo .obre o eapilal wbKriplo : no escripiorio
da uiiip.uiliia, rda do Trapicha Novo 11. 8.
0 bacoarel A. |{. de Torres Ban-
duira, tem resolvido adiar para odia l2do
coi rente a abertura de tua aula particular
le pi eparatorios : neste sentido a\ isa a to-
do* os seus discpulos.
Hreeisa-se de urna ama de Icitc, que
o tenlia hom, e seja sadia, paga-se bem :
na rua do Apollo n. 22.
I'iecisa-so logar duas amas forras ou captivas
pan osuda familia, quecotiuliein eeu;oiuioein: d<
roa da Cadeia do Itecifo lo|a n. 50.
- Fraaceliuoj Ferreirs Crespo, pharms-
ceutico approvado pela Impeiial Faculdade
dc Medicina do Rio de Janeiro, participa aos
amigos fregue/.es dc seu tinado pai o phar-
Btaeeutico Bento Pinto Crespo, e as pessoas
que o queiram honrar com suas freguezias,
que a botica contina sobre sua adminis-
tracao. prompto a satisfazer com zello e
promptidao os miMeres de sua arte.
Advocada eccle-
s i as lica.
1 advogado Francisco Mauoel Raposo de
Almeida,com escriptorio de advocada nal
Ulto do H10 de Janeiro, encari cga-sc do lie-
;ocios forenses, e especialmente de negocios
eci lesiaslicos peante a nnucialura apstol i-
fia. Responde a consulta, de direito civil c |
cannico, epromove o espediente do breves
de secularisscao, de dispensas de imped-
menlos matrimpniaes,desauacOes ele..- as
pessoas quo do seu presumo precisaren) po-
derSo dirigir-se-lhe por escripto.
l'recisa-se de um criado para lodo o
servido de uma casa de dous mogos estran-
geiros, paga-se bem : a tratar na fabrica do
Sabao da rua Imperial.
lu-
repre-
tr a mor latid ade dos es-
eraros, cstabelccida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL2.000:000.000.
Agencia lilial em Pernambuco, rua do
Crespo n. 15,
> Muiros silo r*alisados 110 escripiorio da cora-
p-ldiia ou nesaio foro, so propostas dos propriela-
ri"idoescravos, lodos os dias olis: as participa-
roes do rdllecunenlos e is |.roposlas, rw.leni ser re-
uiellidis a compauliia lodos os dias, ate as cinco llo-
ras da larde.
As rondirftes impressas poderlo ser procuradas no'
eseripiprio da companhia.
1 ir-ise-ha coiisullassralisaoscscravossenurosda,
.'P- ra 10 horas da manhSa, 110 escriploiio da coiu-
painua.
-- Joaquini Matheos da Silva faz sciente ao
publico c com especialidad!; ao
senla terdezoitoa vinte anuos, levou calca
de brim de algodao escuro, camisa branca
engominada. c chapeo de palhinha novo com
uma ht. pela larga, tem os calcaiihares
maltratados por causa de bobas, altura regu-
lar, cosas lalhadas e pannos no rosto do am-
bos os lados ; este escravo loi cemprado a
Joaquim Jos de Saiil'Anna morador no ter-
mo do Ingazeira, por isso suppoe-se ter se-
guido esse camiulio em razfio de ter mai la
liara essss bandas, levou com sigo um relo-
gio de 01110 patente suisso com correle de
ouro, e umiar dc. brincos de Onagras e mis
podacos deTfuro velho : por isso roga-se as
autoridades de polica e ca pitaes de campo
o prendam e lewm a rua da Guia 11. 9,
scrio recompensados generosamente.
- l'recisa-se de uma ama que saiba co-i
zinhar, para urna casa de pouca familia na "n"am ,la .'la. d<: fazendas da rua do
Chapeos depalhade Italia
Basto & hemos, ua rua do Trapiche 11. 17,
tem para vender rhapeos de palha do llalla,
dobradps o sngalos, para honiem, meninos
le meninas, chegidos ltimamente de Ceno-
I va, e por 1 re eos ommodos.
Obras de luartnore.
Basto tetn para venders seguintes obras de mar-
more : estatuas, Mas, degraos, pedias qua-
dradas e oilavadas para eonsolos e mesas
de meio de saia. e tijolos marmore, tudo!
por prerjo comiiuido.
Vende-so por mdico preco umguar-
da-vestidos e um toucador com espelboe "a-
veas para di os inisteres
- Vende-seo graode armaiem alIamfegadodo a'""u|S-
go da Assemblca a. -jo (Forte da Mallas), muilo I V'nde-se a
proprio para qualquer estabeleci.nenlo, ou ir.esino | C;IIVas Ag nina di/.ia 110"arm-i/em"*i
pararecollierKcueroscoiDoesl.iservindoaclualuien- 1 ..,, ... ''' "O uma/.em
l>, por estarcollocado defroule do trapiche do al- .vstlevevC..
gurdente de Franca em
deC.
-ruil iu :
andar.
Iraur na rua do Trapiche n. 1 i, primeiro ^e rua da Cadeia, deronte da Helarao, t.iber-
na n. -H, ha dasmelhures hirhas h.iinliurauer.a-. pa-
Vendem-se pellesde catira de teda qualidade, I* vWer retalho e em porroes, e lambem se
por prero eoinmodo rua da Cruz. 11. :l, primeiro alagara.
",<,"i,.f.-v l^.A / 11 Villl'0 do Porto, superioi-chamico.
-Antonio.losede Lastro vende polvo-, Eme.i.de2du.u... barri, d..iu, ,.-
~SZ N.,1dia15du ">ez passado rugi do en
genho Velho do termo da cidado da Parahil*
0 preto escravo de nome Joaquim, com os
signaos seguintes : balso, pesclo curto,
bastante barbado, rosto redondo, phisiono-
e.oa,nfe ,"lU> l"-dodasP veril!,.,
pelo que conduz uma funda. tsic escravo
01 comprado iiP.t, c.dade, onde serv. |-
1 co de boleciro de carros, e depois da rugi-
daja loi visto aqu : roga-se portaoto a po-
icia e aos capiUes de campo, afim dc que
tciiham todoocindado na sua captura, santa.
de que o levando uesla cidade .0 Sr. m,IOr
Joaqum, Coucalves de Albuquerquc e Silva *.
Joao Baptuta do Campos, ou .Iras no referido
engenho Velho ao seu dono o Or. Antonia
arlos de Almeida e Al huquerque, ou no en
genio Bos-Visuda cidade de Mamangu.p.3
ao Dr. Francisco Antonio de Almeida e Albu-
querque, lerao prompa e generosa recoin-
pODoAla
--- Anda continua a estar fgida desde
o da 17 de fevereiro do auno passado, a es
cravs Joaquina de nacao, com os sign.es se-
: alia, seeca, ebra descarnada, per-
casa de lleur. IS 1 tin 11 cV Companhia, na
ruada Cruz u. lo, vende-secognacemcamnhaMle ll. V.
s*':'' diizia.
que
para di Os inisteres : na luii do
corpo de. aterro da Boa- n. 10.
comniercio, que desde o 1 "do concille itih I '"< v- .
ta \& ao sen ci.ixeiro 33?t | nami^'o i, ISS T?r!%
isla, loja n
FARINHA
De Trieste.
Ificlo
^ios
Itecife 12 de Janeiro
cisco pos Santos, na loja de faieoas'dVrua So VC d ""
do Cabuga n. l, a qual vai gvrar sob a firma
00 Mu Im-, rv Santos,
de 187.
jos abaixo sssignados lazcm sciente ao
pubiieo e especialmente ao corpo coiu-
merciBl, que desdo o I." do crrante mez
tem dissolvido amigavelmente a sociedade
praca do Corpo Santo n. 17.
Arrendase o sitio ao pe das reas, no
tugar de Ciquia, com casa terrea e sotao, de
pedra ecal, para nina grande familia, com
arvoredos de fructo, um viveiro c cacimba :
quem pretender, dirija-se ao eneenho s.
Paulo
As pessoas que sao devedoras na fa-
brica decharutos nu alerro da Boa-Vista n.
"'., a nao saldaron seus dbitos at o dia 20
do coi rente, Idiao o desgoslo de ver os
seus nomes por extenso nesta l'olha.
1 l'recisa-se de una ama para todo ser-
vi;o de urna casa ds duas pessoas no pateo
doParaizo 11. segundo andar.
Quem tiver urna escrava para alugar,
que saiba lazer o diario de uma casa eslran-
geira, dirija-se a rua do Vigario 11. de-
ronte do consulado geral, primeiro andar.
Karl J. Scbmellau vai a Europa.
-- Joaquim Mendes Freir participa
-abuua n. 6,suba lnna de Joaquim Martina
da Silva K Companhia, (cando
sooii
dc lodo o seu activo
C iHob
Vista, loja n
L vas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
'jes, cobordadas c com bolotas a 2f o para
ditas sem ser bordadas brancas e amare!las
para homens e senhoras a 1, IgOO e 1-50U,
ditas de lio da Escocia 1.raneas e do cores
para homens e senhoras a 300, 400, OO e
60(1, ditas brancas e de cores, de algodao,
a cargo do! proprias para montar a a 40 e J20 e oulras
Joaqun, ilarlms da s.lva a hqu.dacao; qualidades mais que se vende a na lo
to o sen Bctivo e psssiyo. Recife 12 yucimado ua bem eorJhecid. oa de m de-
de janc.ro de.18o7.Joaqun, Martuis da Izas da boa fuma n. :.:.. J C
Silvaijuitena llana de Jess Garca.
- O abaixo assignado faz scinle ao res-
peitavel publico, que nao tem lettra alguma
in-iii asignada e nem endossada, equah|uer
queappareca he falsa, visto ier andado um
individuo descoinaiido ou querendo nego-
ciar una lettra por elle aceita ou endossa- l!''s de millio.de boili tamanh
oa. Recife 13 du Janeiro de 1Sj7. qualidade e por preco] eoinmodo.
JoaoJoscdeAmaral. |>ef(, pui'O He VacCil CR-
Ao respeitavel publico. Jim
llancbegado a ruaestreita do Rosario, na raul.
taberna da Estrella 11. 10, as boas linguicas l)c,l""'tc da matriz do Poro da Panel!
caberlo, c descolierlos, pequeos e grandes, de uuro,
palenlc inulei, para hoiiiein e euhora, de unidos
nde-se em ca,a dc Saunder, Brolliei, A C. lia I melhures fabricaules de Liverpool, viudos pelo ulli-
Soutball Mellor A
praca do Corpa Sanio 11. 11, a mailn luparior e bein
conhecida farinha de frsale, da marraprimeia
qualidadech*2aiia em U do correnla pa Meen.
'l'leil., em porroes standes e peqoenas, con forme a
\ontadedo comprador.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha funciieao de ferro da I). W. Bowmann ua
rua dj Brum, passando o chafariz," coniin* ha-
ver umcompleto sortimepiods laixes de ferro fun-
dido e batido de .'! 1 8 palmos de bocea, as quaes
aeham-se a venda, por sanee commodo rom
promptidao: eino.rcam-s oucarrega-se am car-
ro serndespeza ao comprador.
Na rua do Trapiche o. I i, escripiorio de Ma-, ,lna l0(la de seda e dc um gosto muito apu-
uoel Alves Cucrra, vendeo por commodu pieco e 1 fado, che^ados pelo ultimo vapor vindo da
legoinle:operor vinho do l'oiiu em harns" do I Kuropa, muito proprios para as senhoras de
- esabioamarello fabricado! bom gosto, assim como chitas Irancezas
mu paquele Ingle un casa
Companhia. roa doTorr.i n. .'IS.
\. O. BieberA C, rua da Cm/. 11. ,
vendem :
I.Dnas da Itussia.
dem inglezas.
llr i n /.o.
Ib i ns da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos deassucar.
sao' MIJITO LINDOS.
liicos corles de vestidos de fa/enda muito
randa,onde tem um filho forro de iioineJoJu
o senhor que l'oi dessa neyra aiuda as-
iste lio mesmo l|'gar e chau.a-se Cactauu
roga-se as autoridades polici.es c esputa
du campo a apprchcnsao dadil. escrava,que
se dar u> rs. de g'alilicecao. sendo ella en
trege ao Sr. Ma"oel terrena Chaves, sen
senhor, na Boa-Vista, roa da Clona 11. M.
- .^o dia 20 do prximo passado s.
hio da casado abaixo assignado um preto
.\a rua da Mo
fronte ao Ira 1
da arnna/.em dulaiioena con-
oilavu,chapeos de fellll
no Kio de Janeiro.
Ero casa de Saunders Brothers (.., praca
che do Cimba, veiidem-sc s ic- do Corpo Santn. I 1,11a par. vender o seguiot.
superior Forro inglez.
Pile da Silera.
Alcalrao de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
muilo linas matizadas com lindas cores:
dao-se amostras narua do Queimado n. 22
1 na loja da boa t defronte da da boa lama.
PAISA Ql"EM TEM BOM COSO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa le,
ha um comp'eto sortimento de
dc lime Ignacio, por aulouoin.zia Catoh,
nacao Angola, representa U a u.nuos pon
co mais ou menos, estatura regular, saeao
do corpo, cara redonda, vive sempre um
pouco embriagado, he quebrado de amb..
as verilhas, e tem o dedo polegar do u di-
reito ou esquerdo virado para deulio, e loi
canneiro nu porlo da ru Aova, oiidc bu beu
onnheeido pelo api-llido : iecommcnda-se a
todas as pessoas por quem possa elle ser en-
contrado, o manden pegar c enlicgar na ru.
laiga do Rosario padaria > Is, junto a<>
quarlel do dcimo, onde se gralilicaia ioni
generosidsde.
Mauoel \nloino de-Jesns
No di. 23 de dezembro do anuo prxi-
mo passado, fugio um pela de nomo Ma
Iheos, idade, pouco mais ou menos, dc i'i
anuos, com os signaes seguintes 1 tem talla
Jo olho direito, naiiz chato, pouca barba,
bocea grande, deulea lunados, estatura re-
gular, cheio do corpo, e cor ful. ; sata es-
clavo be bem conhecido por ler sino escravo
groadenapo- do fallecido Jos Joaquim de Mosquita, hr
vcilem antes de nasSo Angola, o qual escravo dizt
taberda da Estrella u. 10, as boas liuguicas ueironte oa matriz do Poro da Panella, Dro-as.
do serto, uueijo de qualha, ,hio do reiito,' ""Jo-se o puro leite, Isnt cm copos ao p Alsdao liio para saccas
W.3K e ?s.t rrs>doSnorma!! ssiz& tt; c ?- t-^ n-
,STICA IlOMEOPATIlICt. ft* obras na casa da rua do Queim.do n. 37 a. p l K ,- v,
VN. 13, RUA .DO ENCANTA-2* "..dc tinha seu est.helecimento dc lera- iA"l0"" N|""'s dc Oliveira iclua-se "
, le de seda de lindas cores; aproveiiem ames 1 ue nacao Angola,
I que se .cabero, que a lesta est com nosco, I tem sido visto na cidade deOliuda

8
m
MENT N. 13.
Ofrigida
pelo noi roa
PIRES RAMOS M\M\.
X ellicacia do imdcamenloi I
lloros depende de sua boa prepa
zilu 011 dMvell. ipie se empresa n*ie mis-
ler, e l.iinhein doi eonlieeimenlos pharan-
ewiyaemiCM qnxedeva ler de.la medici-
na. Paranlo iv-1 novo f^lahelerimrnln
ten, Indo qua.iln fr naeewMrio para sen
n'o, lano em lobnlix, romo en ilnlnm
e assim lamiiem rarleiras <\e diversos laina-
i. lobos ivoukm, ele., ole.
mus rundiros pontiv.M.
liomoopa- y*
.iiarao, do 2*7
s
1 is prero
gens, mudou-se poralgum lempo para a
rus Ilireila 11, 6U, onde se aclis com indo o
sortimento de fet ragens c miudezas. prom-
pto a servir lodos os seus freguezes, lauto
para lora da provincia.
Precisa-se de um pnrtuguez quo nao
lenba mais de 20 anuos de idade, para cria-
do do um senhor de engenho porto desta
da praca como do tnatto, com precos razoa- Pr*c*: 1ueiB pretender dirija-se a rua da
veis; nutro sim aos seus devedores e cielo 1 Cedeia, casa n. 9,defronle da ordem tercei-
res, aqueilcs para virem-lhe pagar seus de- ra lle s- liancuco.
hilos, eslesa receber suas lollras e cuntas
Iu.-iiiJe estas se vencerem.
Oflerece-se om mogo para caixeiro de
loja d-; fazendas 011 arma/.em, o qual ja tem
Caixeiro pequeo. bastante pralica. e da liadnr a sua conduca:
Na taberna grande, ao lado da igreja da luem precisar annuncie.
Soled.de, aind. para caixeiro. Itravessa do Faraizo, pertencente ao Can-
rrecisa-se de nina ama para casa del dido Moreira da Costa : quem se iulgar com ;
pouca lamida : na rua do Rangel n W, es- direito a mcsoia declare dentro em Ires dias
gundo andar. 1 contados de boje.
ver em quanldade.
Doce seccx de
ma do Qucimadi, loja n. 2, vende-sc o C<; l (ie
mais bem feilo doce neceo dc c.iju' em h-
celas muilo hom enfe tadas, proprias para
prsenles.
Vendc-se nina anuala dc 28 anuos,
lava, engomm. perhitamante, cozinlis o
diario, refina assuca e faz renda: na ras
da Clona 1). 71.
- Vende-se una \ reta de 28 anuos, 10-
zinhs e lava muito bi 01 : 11a rua da Mal iz
da Boa-Visla n. 54.
Vende-se urna escrava oplima e07-
nhera e javadeira : no aterro da Boa-Vista
n. 1., primero andar.
FareJo em barrica
No nrmazem de Vicente I erreira da Costa,
rua da Madre de Dos, confronte a igreja.
LEGIVEL

da Babia.
E um completo sorlimento de fzen
para ste mercado tudo por pree.o commodo.
i/isb(i;i e pulassas
Na na 1I0 Trapiche armuzens ns. 9 c
II. vende-se superior potassada Kussia
e americana, cal virgem de Lisboa', da
mais nova que ba no mercado.
assim como chapeos do Chile muito
qoe se vendem por menos que em
pa rte.
zem que
roga -se
tinos, I sos senhores capiUes de campo ou oattai
outra quaesquer pessoas que o peguera e o levan
ja seu senhor, na rua larga do Rosario, qm-
uopr.o VI*!! i Viran j! HfT "ilua,ua,lo0ueima,lo. segundo andar, que
,.AlLiiIa.I lEiS iu a : SUIa Sciierosanicnte recompensado.
wrrn t Fugio hontemasT horas.um escravo muia-
II DlV. : 10 de nome Tbomaz, alio, reforcado de corpo, eoai
NAFUNDICAO 1)E FI'IIKO 1)0 FNCE-1 m"cas de bcxiRas, pernasproras, e nellas marcas
NHEIRO DAVID W. BOWMAN", i>A d"e cicratizes as rauellas, falla eoui muita niaDci-
HIA DO IU M.l'ASSANDO O ..HA- a*, levou vertido camisa da panDo azul groen
FAKIZ guarneeids de mrelo branco, nos umhros opu-
, i nhos, abirta na freniism forma de palii: fciejK.
lia-cmpre um sraiidr-.ii.iiiienlu ilo--cjuiiites oh 1 ...1 ,. ,. ... .
ieclo.demecliannaio.propriosparaeiiLenlios.asa- crav0 enat"ra|da larahiba^e loi escravo do S.
1 her : niuenda- meias moendas iia mais moderna i Carlos Coelho, que o houve por barSSkja de seu so-
" conslrurrio ; laixas de ferro tundido e halido.de i gro Jos Joaquim de Souza daquella cidade, loi
abae assignado r>Sr. HiUrio de
sconcellos Jnior,morador no nemhr.
jasas do Pilar dU provincia
no de l.nho do Porlo. I,!h. de mesa rUio.' c.ur- i "h": "" ndinra.eir. elr quem o pegar lev-o a ru. da Concordia a Podr,.
danaposda toda*a.qualidsdes, aloalh.do ,idami- NA MESMA FIXDICA'O Amonio Teixeira Gnimaraes, qu. 5eni geoems.-
rado rom -elle palmos de lardara a l.-MiOfi a vara, leeverulam! ndasa-ournmmend.is rom a -.upetio-; ment gratificado.
r.orles de cssa ch.ta a I-mIIO rs.. e onlras mnilas a- ridadei.ironherida erom a de\ idapri-lezaerom- 1__________________________________________
zsoda- por prero'--eonunodos Imodldadeem pre.o. J PF.RN :'l\P. DK M I- l)F K\HI\ I8S*
11 iiil;i al.teiK;ao.
^.l rua ilu Crespo, luja da equina
ra a roa d.i CadeU, veiidem-st roberlore?* dt- l.la
I^VlrV?taeS^ ede todos os ,.-,,,...... roda ^prado pelo'
S 61-, r.. rada om. cries de rasemir- de r,"r a S tSfiZSK tM^S^l e ^"'.'TT- Alhwdr. Vasco,

MDTir7

-


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