Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07682


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Full Text
I
I




ANNO XXXIII R. .
Por 5 mezes adiantailos 4$000.
Por 3 mezes vencidos tfSOO.
TEWJA FEIRA ir DE .IWKII.0 DE 1857,
DIARIO DE
Por auno adiantado 155000.
Porte franco para o subscriptoi
BUCO
ErCARHEliADUS DA SllHSCRIPCA'O NO NORTE-
larahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomes : Natal, o 6r. Joa-
qun 1. Pereira Jnior; Aracaiv, o Sr. A. de Lentos Braga ;
Cera, o Sr. J. Joa de Oliveira ; Maraohao, o Sr. Joaquim Mar-
q jb Rodriguea : Pauhy, o Sr. Domingos Uerculano A. Peana
Cea-ense : Para", oSr. JuMinoJ. Raoioa: Amazonas, o Sr. ;Jero-
njao da Coila.
PARTIDA DOS CORHKIOS.
01 inda : tnd.s os lia*
Igaaraw, Golaaaae l'arahil
S. Anlio, Reaerrua, Boailo, C
S. Luareaco, I'.....J'AIko, R
Mitres, lilla-atolla, Ho*-\ i.la. uarte
Galio, Ipajaca, aVriahiaai, Rl t-Faraaaao.
Puaeaietrss r Natal : quintas-Ir ira*.
1 <"1.> a, corraua parirs aa lo haraa da
mcia baras : na* ..-."ina n aealakVMraa,
uari., Alriuhn a Garaahaaia : na terca-falra
tli. I.m u.-iro. ftreju, Peaojaelra, /n-'.i
Km ; a)ai
llar
..rali
Arfaa-l'roi
AUDIENCIAS DOS TRIBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio ; segundase quintas.
Relaco ; tercas-feiras e sabbados.
Fazenda I quartas e sabbados es 10 horas.
Juizo do commereio : segundases 10 horas e quintas ao meio-dia
Juizo de orpbaos: segundas e quintas as 10 horas.
i ritneira vara do eivel : segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara ajo eivel: quartas e sabbados ao meio-dia.
BPHEHERIDES lid HEZ DE JANEIRO.
3 Quarto crescenle as 9 horas e di minutos da manba.
10 Lua cheia as (> horas e 48 minutos da tnanlia.
18 Quarto minguante as 2 horas e 'Mi minutos da manbaa
28 Lua non as 9 horas e 6 minutos da urde.
REWIAR DE MIME.
Segunda as fi horas e minutos da manhaa
Primeira as 6 horas e 30 minutos da Urde.
DAS DA SEMANA.
1- Segunda. S. Stiro m. : Ss. Arcadio, Zodiaco e Tacrant nuil.
13 Terca. S. Hilario b. : S. lleimilloc'S. BUouonio inm.
II (Juart. S. Flix ui.; S. Materia* V. 1 S- Malaquias |.rni -i,.
15 Ouiuta. S. Amaro ib.: S. Abbacuc e Micbcasprof.
16 Seit. Ss. Berardo. Ariirrio.Ulhuii. Pedro c Adjuctu miu.
17 Sabbado. S. Anoab. : Sss. Eleusippo. Meleusippo.
11 Domingo, .depois de res. O SS. Ixome de Jesns.
en<:arregados da scbscripcao no sli
Alagoas.o Sr. Claudino Ka Icio Das: Babia, o Sr. D. Duprsi
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PERXAMIICCO.
O propnetariodo DIARIO Manoel Figueiroa de liria, na aut
livrana, praca da Independencia ns. 6 e 8.
MINISTERIO UA FAZENDA.
Expediente do da B de dezembro de IB."*.
A' thesouraria do Paran. Joao Mauricio Wan-
lerley, presiilenle do tribunal do Ihesouto nacional,
espondendo ao ollieio do Sr. inspector da thesotira-
'i do Paran', n. 37 de 1 do mez pastado, que a-
onipanhuu o do inspector da difunden de Parana-
me de deserto. O cnnselho supremo niililar da
juslira atsim u lenha enleudidn e expera os, despa-
chos 11 e c c ,n os. I'alacio do Kio de Janeiro, cin :!0
de dezembro de 18.V, tricsimo quarto da tiidepen-
dencia e do imperio.Com a rubrica de S. M. o
Imperador.Marque: de Caxiat.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra, era ) de dezembro de IKt.
Visto que o balalhlo de eugcnlieiros adjunto a es-
cola de h|ipli *r,\", he um corpo do quadro do exer-
ca lu em transporte correspondente* a soa patente
e palo secundo a gratificaran me 11--I de los, qoe
aia', em que consulta, se as embarcares de cabota-
a-ra que nao .prse..t.rem.minif.sto, esta sujeita. *+ H l "uesai' "^WMx Sal
a multa do arligo 8 do decreto u. III) de IG de ou-
libro de lh.'i<>, 00 se o dito decreto foi revocado nes-
t parte pelo de n. 1:185 de -'t de abril de is.'ii. art-
1); declara que bem resolveu o Sr. inspector da tlie-
araria, decidindo que no caso proposto deve appli-
ur-se a pena estaltalecida pelo artigo 8 do decreto
na 1t> de outubro de 1850; por so que o de '2I> de
Airil de 1851 uuicainente o allerou na parle em que
pprimia as cartas de guia e exliiui<;au dos des-
laclios que acompioliavain os manifeslot, e poz a
tr^ j das mesas do consulado do porto do embarque
I urgauisv,o dos manifestos.
A' de Sergipe.JoSo Mauricio Wanderley, presi-
leole do tribunal do tliesouro nacional, responden-
do ao ollieio n. 55 de 18 de outuliro ultimo, em qoe
o Sr. inspector da lliesouraria da provincia de Ser-
iipa consulta sobre o pagamento de fretes, qoe recla-
iij o coinmendador Antonio Pedroso de Albuquer-
iue. director da eompailliia de navegarjo Santa
i.'ru:, pela eunduec.a'o de dinlietros poblicos de--,i
irouueu para a da Ualiia e vice-versa, Ihe declara
que, aeliaado-se estipulado pela cndilo sella do
outralo celebrado em .10 de agosto de 185, entre o
overoo imperial e o dilo cummeiidador, que ser
rjl'iitci o transporte das malas e dos objeetosdo ser-
mi;o publico, cu|o peso Dir eaeeda a asna tonelada
un cada viagem, lie fura de duvida que tiesta isen-
;,lu >e coiupreheude o dinlieiro inuliliaado ou cr-
enle que o guveruo tetilla de fazer conduzir nos va-
lorea da referida cuiupauliia, a uual he alm disso
brigada, pela condivao stima do snbredilo contra-
to, a urganisar biennalineule ama tabella dos prero*
le aeus (retes, que devera' ser submettida a' appro-
vacao do presidente da provincia, e que servir' de
regra para a thesouraria regular o pagamento cora
laducrao de JO 0|(j do que pagarem os particulares;
doa freas a qoe o goveruo teja sujeilo pelo excesso
de pasudos objectoaque liter triusportar ; cumprln-
do, outrosira. que o Sr. inspector. s*c o mencionado
eoramendador negar-se a* condiicro gratuita a qoe
lie ubrigado, d dissu parte ao Exm. presidente da
provincia da Babia, requisilando-llie a impusirao da
inulta deque trata a cotidicao quinta dosupracilado
rontratn.
(atentar.J0J0 Mauricio \Vanderle>, presidente
do tribunal do tliesotiro nacional, declara aosseulio-
>M lospetiotes das tliesouraria* de f'zeuda, em run-
furmidade com 11 aviso da miiii-lerio da gueria de i
da uulubto ultimu, que os magistrados e idTosjodo)
que servirem de audiiores em cunsellioa de guerra,
devetn vencer a gtatilieaoao que Ibes compete desde
o dia da iiuldllsr.lo dos ine data de suas uumeaeoes.
l:l
A* alfandeg.i, declarando que o tribunal do tbe-
aouro deu provimeulo ao recuiso de Joao Jos dos
Res, retahvamenle ao pagamento da artnazeiiageiu
de urna porfo de cabos e mulla de 1 '< 0|n. Hen-
ea o recurrente sujeilo -oinente ao pagamento da ar-
raazeuagetn em dubro, vencida depois do pagamento
lo despacho, visto nao terem sido os ditos cabos le-
vados a' mesa da abertura, e ettarem por isso na
rircumslaueas dos gneros da estiva, nos termos do
arl. 15 do decreto de t de abril de 1851.
V ilie-ouran- de l'ernambueo, declarando
que bem esolveu, julgiudo improcedente a appre-
'.-n-.i'j da neis MIHll de algodao, perlencznles a Jo,lo
Sunes Pereira ; a qual ni po lia ler lugir no aclo
lo despacho e embarque do genero, nos termos do
irligo l5!l do regulametito de 30 de maiu de 1830, e
1o ariigo 5 das ns(rucce< da presidencia da pro-
duca de I' de fevereiro de I K'.i, e nunca por occa-
n.lo da iii'peccao previa do mesino genero, feila em
virtude das referidas instruc;Aer, que sii tera por lim
facilitar o Despacho.
A' mesilla, declarando qoe labora em en- mn
no modo porque esta* execuando a lei n. 77!i de ti
de setembrii de I85I, lazeudo pagar aus orplnlua rin"
cu porceulo soiiieute das quaulias exisleules em co-
fre e nao retiradas al 30 de junhu de IH55, quando
MNM quanlias devem vencer seis por ceulu at u re-
ferido dia, e 5 por cetitu do I de jullio em dianle.
bem como as que Miraren posleriorineule, cunlor-
me ja foi declarado pelas orens ns. 33 de 2 de Ja-
neiro e 5 de 8 de fevereiro de 1855 dirigidas Ihe-
eouraria de Sania Calbarhia, c circular de t J da ju-
dio do ineamo anno; e rutiscqueiiteinenlc que os
orplnloi a quera em laes cirminslaiiciaa se pagott
- 'nenio 5 por cenlo pelos diulieiros entrados nos
rofres do estado al 30 de jucho de 1855, lera direilo
a' dilTercuod entre este juro e o de seis por cenlo, a
qual lilis devera' ser paga, prece leudo requisioao
do- respeclivos juizes, a quem fe' us uecessarios
IVataMa
MIMSTEHIO DA (UEKK.V.
Arl. 6. Todos os aspirantes Icraa sempre nina
hora de manlia c oulra de larde de ensina e exer-
ahira' da verbaArsenal; e que o niajor grada- j cirio de alguna dos diversos objeclos que lira m meu-
do do eslado'maior da segunda classe Jos Maria 1 Clonados, e de uutros a que o commatidante do na-
da Costa Araujo lica exonerado da commisso para | vio julgar vantajusu appliea-los para sua maior ius-
que fora Horneado em dala de 7 de abril ultimo. | Irucgio. A occasio e distribuidlo de taes exer-
Expediram.se o. avisos de nomeecao aos referidos'ciclo, sea diariamente delalhada pelo ollicial ins- di^o com.nercial. donde se infere que os registros
lliciaes e fizeram-se as competentes paiticipaces Iructor, com approvai;ao do commandante. da sociedades s.io necessarius para os lins designadus
ro, pedindo registrar o seu contrato social.Como
requer, declarando prituciraiueule a iialuralidade dos
socios.
O tribunal resolveu se pedisse a presidencia da
provincia a nomeacao de tisral para o Iribuual.
O tribunal resolveu iRoalmeate mandar publicar
03 seguinles arligos do codito para inteiro conheci
meuto dos commerciantes.Arligos 301 e 303 du co-
pro-
e disciplinar corra segando os principios adtuilli-
dos pela legislado vigente nos corpos do mesnio
quddro, efim de que se manleuliam intactas a regu-
laridade e uniformidade de taes principios ; declaro
a V. S., de urdero de S. M. o Imperador, que ludo
que disser respeilo i adtoinistrarAo, discipliua, e
aos loriiecimeutos do mesmo balalho, considerado
meramente como corpo do quadro do exordio, deve-
ra correr por intermedio desse cominando de armas,
com a simples mediacao do director da escola de
anplir.iran, na qoalidade de cliefe superior de esta*
beleciinenlo a que o batalhao eslj adjunto : quanlo,
porm. aos negocios que versarem sobre objeclos |
puramente escolares, lano em razilu das pesseas, co- ;
mo das cousas, he o direrlor da mesma eseela o or_'
gao ollicial, legal e directo, para a secretaria da es-
tado dos negocio! da guerra, aioda quando os indi-
viduos do corpo acadmico, a quem esses negocios
se referirem, estejam, por conveniencia da inslruc-
c.io pralH'.i escolar, addidosaubalalhao de enge-
nheiros.
Dos soarde V. S.Mrquez de Ca.cas. Sr.
Judo Frederico Caldwell.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra em 29 de dezembro de 1856.
Declaro a V. S.,em reipo do mez crrenle, que Tica approvado o programma
dos exames praticos dos alumnos da escola de appli-
raca que icoiiipanliou seu citado ollieio, de-
vendo, porem, admillir-se nelle as segoiules al ere -
eoes :
Ko arl. -i inclua-se que as malerias dos eximes
praticos se comprehender3o a dassilicacao das di-
versas armas e macliitias da guerra relalivas; a no-
menclatura de suas parles, e das do equipamento e
arreios, uso e manejo das raesmas arma*, seus lu'^os
e puntaras ao alvo ; iiislruC(3o rudimental do sol-
dado : evolui-es elementares do pelulAo a pe na a
cavallo, e de peca de campanha e de bater, mano-
bras de batalhao, esquadran, regiment e balera de
eampatiha e de prara ; detalhe, economa, escrip-
luracao e disciplina interna dos Corpus ; todo em
relacio a arma a que u examinando perlencer
ajtintaiiiln-se a isso a hippialrica e a equilaeao.qi a-
ilo os alumnos liverem tido insrlrU(a;ao|leslas d)n-
(rinas.
^o arl. 3, em lugar de dez minutos deve ser
meia hora. *
tls exames praticos destej especialidades ledo lu-
gar em Mas ua anuos du curso, sendo as
distribuidas por es-es exames, conforme na
gre-sao natural no ea-ino respectivo.
Dos goorde a V. S.Mrquez de Ca-riu,. Sr.
l'ulvdoro da I'unseca Quiulamllia Jordao.
MINISTERIO DA MAIUMIA.
Expediente do da 18 de dezembro.
Ao quartel general da tuarinlia, aecusaodo a re-
cepto do ofliciu n. I,;HM de l(i crrenle, arompa-
nhado da resposla do capilao lenle Jos Segun-
dino ijoineusoro, commandante do vapor (.Amazo-
nas, aos quesilus que Iba foraiu (eilos relalivamen-
lea viuda de 7 passageirus de r, e de II escravos
a bordo do dito vapor em sua ultima viagem de
Pernambuco a este corle, com escala pela Baha ; c
declarando que cun pezar n vio o procedimenlo do
eumiiiaiidanle. recebendo no seu navio passageiros
sem ordem da auloridada superior para isso comp-
leme, esqoecendo oque a esle respeilo lem si lo lan-
as vezas recummendado, comul o exigein a discipli-
na e conveniencias do servir militar ; que soliretu-
do he digno de reparo o transporte de esciavot em
um uavio de gnerra.os quaes.embora pertencaiu ao
inesiiio comiinluanle e aos seu 1 ulliciaes, cclno a-
quellediz. ndudeixam de ser individuos eslranhis a
guamirau du navio ; e delerininandc, para q-ie se-
melhanlt factojainai.se reproiiuza son a mesiua
forma, que faca constar a todos os commaudanles e
olliciaes da atinada que he inteirameiite prohibio o
embarque de escravos nos navios de guerra, excepto
uu ca.o de perlencerem as familias dos ollicie,
quudo estas veiiliam de passagem, uu aquaesquer
uutru. passageiros, e mesmo a rjspeito desses escra-
vos devera' a autoridade superior ou cuminaudaute
evitar os abusos possiveis, nao admittiiido lleta do
uunieru que pateca rasoavel esean inconveniente pa
ra o rgimen interno do nabio; tevendo.por e.laocia-
i;lo, suscitar o 'que acerca de passageiros em geial
se acha de lia luuilo determinada aos comraatidaiiles
dos navios do estado ; bem como eslratiliir ao sobre-
dilo commaudaule o prncedim-nto de que (rata o
presente aviso.
__ao__
Ao ministerio dos negocios da fazeuda, commn-
nicaiido baverem sido, uesla dala, uoiueados o ca-
pilao de fragala llenjainim Carneiro de Campos pu-
ra coiiiniindar a fortaleza da ilha das Cobras,com 1
gidlilicario de 50> raeiisaes.dtsempenlidii Allendcndoao biioso comporlaiiiento du toldado lente o lugar de direelur do lieapilal, e o pn-
do segundo batalhao de infanlaria Joaquim (lomes j ,nero lenle reformado do etlincto corpo de arli-
de Vascuncellos, que langa de procurar evadir-se I Iharia da marinna Jus Clemente Sar(, para servir
da escolla que u condiizia preso como deserlor, quan- | debaixo das ordeus do me.uio capilao de frasala,
,|o foi essa escolla atacad em Ierras do engenbo Gi- J .endo especialmenle empreaado no cominando da
nipapoporum grupo de hmeos armados que tira- | compauhia de iuvalidos e dos deslacamentos all
'din da mesma escolla o lacnoioso Salurniuo (iome
ao quarlel general, intendencia, inspacelo do arse-
nal, econladoria da marinha.
Expediente do dia 1\ de dezembro.
Ao miuislerio dos negocios da fazeuda, commu-
uicaudo que a respeilo da duvida relativa a especie
em que devem ser calculados os suidos atrasados e a
peusao de metade do sold que a lei 11. 834 de 16 de
aguslo de 1855 manduu pagar ao marque/, do Mata-
iihao, em cou-iderae.lo aos servidos por elle presta-
Art. ". Finda a eommiaaao, o referido otlieial
dar urna circuimtanciada informaran da capacida-
de, aptid.iii, constitnicao pliysica e eouducla de ca-
da um dos aspirante- a commanilaulc do navio,
que, ajunlando-lhe as sua- ob-ervai;oea, a euviar
aoquarlelgener.il da marinhi, para esle a trans-
mitlir ao commandante da academia, afin de ludo
ser laucado no respeetivn livro-mestre da cumpanhia
e poder julgar-se das liabilitanies dos mesmos as-
dos ao imperio no posto de primeiro almirante, fo- pirantes.
rain ouvidas as sercei de guerra e marinha, e de fa-
zeuda do cuuselhu de estado ; e que S. M. o Impe-
rador, cotiiorinando-se com o parecer das referidas | Bomtempo,
secres, emillido em consulta de 1^ do correle,
lime por bem decidir, por iitiinediala resulucao lo-
mada sobre a dita consulta na data de 13 deste mez,
que o sold annual estabelecido ao mencionado inar-
quez he de I,000 pesus, moeda metallica, e a sua
peiisao metade dessa quaiilia na mesma eapecie ; e
remetiendo por copia a sobredila resulue.au, com os
documeulus olliciaes a que se refere a consulta, e
bem Mata a cunta feita na cuuladoria da marinha,
do que se deve pagar, tanto pelos sidos atrasados
al que o marquez se relirou do servido do imperio,
o que leve lugar a 10 de novembru de 1825, segun-
do con,t,i du incluso cerlilicado, exlrahfdo du livro
de soccorros da fragata l'iraiiya, como pela peosao
desde esla dala at au ultimo de noveinbro prximo
pretrito, a conla que apreseDtaram os procurado-
res do marquez nesta corle, e a informarao que so-
bre esta conla deu a menna cuuladoria em 2-2 du
crrente, aflin deque S. Exc, a vista de lodos os
referidos papis, se digne de maudar ajuslar a conla
daquelle marquez, e efiecluar u devido pagaineulu.
Secretaria de estado
em 1(i de dezembro de
dos negocios da marinha,
t H'tii. Fraiirhro Xavier \
nos dilos arligos, e cou-liluem urna uhrigacao edm-
iinim a lodu* os commercianles a vista da dispusi-
<;;lo do artio 10 numero 2 du mesmo oodigo.
Foi prsenle a culae.io ollicial dos procos crren-
les da praca, relativa a' ultima semana.
I'oram prsenles os mappas do trapiche do Cu-
aba, dos armazens de deposilu de Joo Uspti-ta Me
deiros, Manuel Anlouio Itibeiro e Manoel Ignacio
de Oliveira Cobo.
O ollicial-inaior parlicipoa por ofliciu de boje, nao
poder comparecer.
O continuo Joao domes de Mello tambetn pirli-
cipoo por ollieio de 11 nao poder comparecer por es-
lar doeule.
EXTERIOR.
Ib de dezembro.
Marinha. Aviso de 1(i de dezembro de 1856.
Manda observar as inslruceies que regulara ensi-
llo pralico que devem recebrr os destacamentos de
aspiranles a guardas-marinlias a burdo dos navios
de guerra em que embarcarem durante as ferias,
S. M. o Imperador lia por bem determinar que nu
ensillo pralico que devem receber s destacamentos
de aspiranles e uuardas-marinhas a bordo dos navios
da guerra em que embarcaren! durante as ferias, se
1 observem as inslrurc/tes que a e-le acompanbam,
I a-signadas pelo ronselheiro ufticial-mainr desla se-
cretaria de eiladu ; o que rommuniro a V. S. para
sua intelligencia e execoeao. Dos guarde a V. S.
Jos Maria da Silra ParHk/M. Sr. Joaquim
Juse Ignacio.
Instrucces a que se refere o aviso dcsia data, reun-
iendo o eiiiiio pralico que devem receber us des-
tacamentos de aspiranles a guardas-marinlias a
burdo dos uavios de guerra em que embarcaren
durante as furias.
Arl. 1." O cominaudsnle de cada navio de guer-
ra em que embarcar destacamento de aspirante. Ho-
rnear um nllicial de sua guarnirn, que 111,lis id-
neo Ihe patera, pura o lira de dirigir o eusino pra-
lico, debaixo da inspeceao do mesmo commandaiile.
O ollicial nomealo sera dispensado de ludo o outro
servir do navio,
Arl. >." Os aspiranles serao divididos era Ires
quarlos para nelles fazerem o serviro que compele
aos guardas marinha-.
Arl. 3. A inslrucrau que devem receber, c os
exercicius praticos a que tem da ser a|>plicados os
aspiranles embarcados, consistido 110 seguitile :
S l. Melbodo de fazer-se o serviro diario da
giiarni.ao. lano vela cuino fuudeado, babiluaudu-
se asevera disciplina de burdo.
S -*." Apreodrr o nomc e uso de todas as parles
du navio e de sua maslreacao, vergame, apparellio
e panno.
S 3. Adquirir qoauto caiba no possivel, o conhe-
| rimenlo da maneira de arrumar o parla, palote e
i dispensas, de collocar o armamento de man e as pa-
1 lamentas da arlilharia, e finalmente da urdeni e
melbodo com que sao dltpotto) lodos os arranjos in-
teriores to navio.
S V. Navega^ao e manobra, quault. f,ir compali-
vel com os cooheciroeiitut que ja lem adquirido na
academia ,-devendo pelo ollicial iiislruclor sei-lhes
explicado as oeeasiesoppnrluuas u molo de sus-
pender, fazer i vela, e dar fundo ; o de largar, riiar
e ferrar as velas, como se braceara as vergas, ese
orienta o panno, em relac.au direcriu e forra do
vento, ele, etc.
S Fazer exercicius de arlilharia, segundo o
I manual em uso oa armada, e entrar nos exercicios
I geraes a poslos para combate, sendo-lbes pelo olli-
cial instructor explicadu u yteme desles ullimus.
Arl. I. Todas as manobras haixas do maslru da
gala serao feilas pelos aspirantes, segundo permillir
seu numero e forra, e, adquirido o habito de se-
i gurar-ie com o balanro, dcverSo lambein risar a
gata, largar e (errar a sobregala, sempre eon bom
lempo, para prevenir qualquer desastre. Nos bri-
gues lera o que lica dilo applicaro s manobras du
maslru grande.
Alt. 5. Os aspirantes approvados no segundo an-
no, alem do que precede, lomarlo conhecimenlo dos
rumos da agulha, melliodo de deilar a barqtiinha.
QOVERNO DA PROVINCIA.
Espedanle la I11 da Janeiro.
Offleio Ao inspector da thesouraria de fazenda.
coinmunicando que o Dr. Cosme de St Pereira esla
exereendo o lugar de presidente da eumraissao de
hyuienc publica desde o l. de selembto do anuo
pateado.
DiloAo mesmo, declarando que o promotor pu-
blico da comarca de Nazarelb barharel JeronvmoSal-
gado de Castro Accioli, entrara uu dia I do crrenle,
no gozo da licenra de dous mezes que Ihe lui con-
cedida.Igual coiHHiiiiiiciclo se fez au presidente
da relarao.
DiloAo cliefe de polici?, inteirando-o de baver
Iransmitlido a thesouraria provincial para serein pa-
gas estando nos termos legaes, as conla- que S. S.
remellen das despezas Tedas com osuslenlu dos pre-
sos pobres da cedria do Cabo e da casa du Delencao
e bem assim com as dietas turnen la- para a respec-
tiva enfermara.
DiloAo director do arsenal de guerra, para
mandar rebaler os toneis e Iruas de hatera do forte
do Huraco que esliverem armados, deven.lo islo ser
feilo dentro do mesmo forte.Parllcipuu-se as com-
mandanle das armas.
M. Cubden dirigi a caria seguinle ao presidente
da cmara de commereio de Manchesler:
Ser-tne-lia permiltido chamar vosee allenr.lo
sebte urna negociarSo diplomalica que inleressa vi-
vamente no-so commereio e nossas manufacturas '.'
Devela ter notado urna declararan leita pelu Con-
gresso de Pars conlra o corso. Eta re-nluni 1 foi
depois submettida a approvaco do governii ame-
ricano, cuja resposla nao atiranto, ao que me pa-
rece, a ailenco que mereca da parle de urna so-
ciedade cominerrianle.
e En resumo M. Marex, ecrelario de estado da
I niao, diz! Se nao temos em lempo de paz, co-
mo as grandes potencias eurupeas, vastos eslabele-
cimeolos de guerra, he porque, no caso de hostili-
dades, cuidamos cun u patriotismo de nossos conri-
dadaos, e coiiveileriamos com a sanreo do governo
nossa marinha mercante em navios de guerra.
" Recusar a esla marinha improvisada o direilo de
capturar ootee mar juba mercanle, cumquanlo que
esle pjivilegio pertencesee vossas tnarinhas reaes e
imperiaes, seria anniquilar vnlunlariameute nosso
commereio. Nenliuma condicrSo determinar o gu-
verno americano a renunciar ao uso de sua mari-
nha meicaiile durante a guerra : e a faculdade que
de guerra martima, o commereio de humos porlos
para 01 navios neutros, lie, pois, muito especial-
mente de nosso ioleresse seguir, a derrola que nos
trararaiu os Americanos.
a >o posso, como inglez, deixar de senlir que a
proposirao tnlo emane de nos. O que de melhor te-
mos i fazer he areila-la immediata e cordialmente. e
(en(ar assegurar-lhe um aaseiltlmenta universal. He
mpossivel prever todas as consequencias desU revu-
lur.io n'arle da guerra. He esta, segundo pens, a
primeira vez nos animes do mundo, que os poderes
dos belligerantes serla restrictos pot urna lei escrip-
ia, no nleres-e dos particulares. 1. a-m pode dizer
em que oulra direccao seguir este precedente '.'
o A guerra (era d'ora em diaiite miles o caracler
d'uin duelo entre os governos, do que d'uma conles-
(acao entre as nae/is. Os cidadaos patliculares n.lu
serlomais re-ponsaveie nao ollrer.'o, a' menos que
participen! da Iota. >o haver mais despojo para
api 11 lar a auihu. iu as paixes do odio a da vingaura,
e leremos menos um pretexto para augmentar cus-
lantetiienle a zuerra em prup icio do augmenta do
commereio exterior para proteger nossa iiiarinha
mercante.
o Eis algdmas das evidentes consequencias desla
innovaran as tradiccoes e precede ules do ullimose-
culu. Espero que o man lo commerrial (ara ouvir
sua voz no governo e no patlaineiilo, e he ruin a
esperance de que esta cmara usara de sua influen-
cia no interesse da humaiiidade e da nvilisac.lo, que
ouse escrever-vos esla carta.
u Assignado.CorMen.n
Journal Y>- Debis.
Dilo-Ao inspeclor du arselfal de marinha, rero.n ,r '!l'''1' 2f! .dC '"lm,r'
mandando que mande recorrer de calafelo os altos i ,?!," pique a propr.cdade inim.ga.
do brigue de guerra Cearense e outro q,.alqu-r lu- i ""',. ll V,'1"".'"'"" ,*|u" ?.!**
gar onde seja" necesaario repato.-Coromunicou-se ."".cotsati,,, qner 0*0. Mas desejando auxiliar u
ao rommanildiile da eatataa naval.
DiloAo mesmo, apptovaudoo contrato queSmc.
celehruu cora Fonceca CV tlliveira, para forneciineulo
do lijlo necessariiias obtas a rarao o'atiuelle arsenal
durante o prsenle trimestre, pelo preou de -2I9OOII
reis, cada inilliriro.Imeiruu-se Ihesuuraiia de
fazeuda.
U1I0Ao director das Obras publicas, aolorisandn-
o. em visla de sua informarao a receber deliuiliva-
meiite a obra do acode rte 'irnarn, passando o eum-
. lira do cungresso, nos vos convidamos conformar-
yos com vosso principio, dando mais >tm passo.
l-entai a propriedade privada sobra o mar do direi-
lo de captura pelos e-labelecimentus do estado como
pelos cursarios, e us Eslades-I.'iiidos de butn grado
sejunlaro a vs ueste terreno.
" Ora, nao se pode realmente responder logira-
menle a esla propo*irn se nao por um iiislanlaneo
ronseulimeiilo ; e se ella n.io bouvesse sido apre-
senlada sob um falso aspecto e de um modo ligeiro
.,.-,,,.- .,........i.r IIUr ii-i 11 nal I. pl.-uli'lu u Cun- .,, r u|__. ,____._ .----------------,_---
plenle retiilicado, .Om de que o respectivo arrema- im nu^o a 1,V J"rnaes rleve.i, ler grangendo
.ante pOM. h.ver na Ihe.ouia.ia praVineial, para Hm no anT" mZXSfZ T "T"
que lican, expedidas as convenientes ordei s, a im- '""'"1 .,u r '"" Z de1cla"*1u <"""
porlanria a que lem diretln o crso feila nee E-tsdos I nido-, bavta se ligado
Dilo-Ao presidenle da commi-sln de hvalee ^ISSISS^.2*"' **Ltod" V .i,lc'1"ce '"'"
publica, remoliendo pira ler o ronveaieaU destino .. 1 Dur ""*"' P'en'pnlenctrios, os ha-
tn mappa demonslrabvo dos duentes que .mejor W^tw!^." E2T r''',riiU P""0.C010 de !'
Jos Vietra de Mello Ita.ar. sua rusta na taasM- M,v '"'"* C"U'ltt "Hd! l-r M.
AT* d""1" """ "" ""*" c""i'-! O enngress-o declaro,, ae o paeilhae cobre ,
llitc- Ao mesmo, euviando para os convenientes | "**'. ""'>" ""'"''".....' ll0 -ncr.a;queo
elleitos, os mappas do
mappas dos tiascnneiilos e bitos havclos
as fregue/.ias de S. Jus desla capital, A togados,
Rio l'urrno-o, Jtarreiros, Cabrob e Cmalo da S de
( Unida. lambem se remelleu para u mesmo lim
o ollieio que dirigi o Dr. Jos Joaquim de Moraes
Sarniento relativamente a dados eslalislieos sobro o
cholera mu lu-, que Ihe I'oram exigidas pela presi-
dencia.
DiloAo inspector au Ihesotiraria provincial, re-
coraraendando qoe man le entregar ao (hesuureiro
pagador da repartirn dasubras publicas, a quanlia
de 2:000.-s, alim de ser enviada ao lenle coronel
Jos Antonio Lupes, pata a eontitiuacao das obras
do melhurainenio da estrada ue Loa, ltenla a dilli-
culdadeque ha de se mandar all meiisalmenle e-
g'utes pagadores salisla/er as ferias dos operarios.
Commnnicoo-se ao director das obras publicas.
DiloAu commandante du corpo de pulida, de-
clarando que trausuiitliu a llieiuuraria provincial
para ser paga, asanlo nos termos legaes, a conla
que Sinc. remeKeu iln despeza feila rom u sustento
dos cinco clcelas empregadus no serviro da limpeza
e asseio do quarlel daquelle curpo.
DitoAo alferes Kawiiumlu .Nunato da Silva,
rumio tildante do dcstaramentu de (ioianninha, cun-
reileiubi a licenra .que pedio pelo leuipu que Ihe for
necesaario para tratar de sua -ande uesla capital.
l-'izeram-se as necessarias commuiiicares.
DiloA.canuta municipal do Kecile, recommen-
dando que em talada arl. 2 da le previucial n.
.I'dl. lome a seu cargo a conservaran do cah menlo
du caes de Apollo ou ra do Heberibe, desd o arco
da t'.uncncao at a e-quina da ra em frente a en-
trada do arsenal de marinha.Communicuu-se ao
director das obras publicas.
PotlariaAo agente da cumpanhia das barcas a
vapor, mandando dar Iransporl para a Paraliiba.se
houver vega para pasMgeira de esladu, uu primeiro
vapor que seguir para u norte, ao Dr. Chrisluvo de
Barros Lima Moule-llaso.
DilaConcedendo ."10 dias de licenra enm sold,
pare tratar de sua -a,.do lora de-la capital, ,.u l-
enle ajudante do corpo de pulida Manoel l'erreira
Escotar.Fizeram-se as necessariascummunicarts.
da Cunta, aulu* se unir a furc 1 publica para repel-
lir os aggressore : llei por bem perdoar-lhe o eri-
s
lMi;\S\MEMOE)IIMlOVh(;iA.
por Madama I.eonik d'Aunt.
CVPIlll.0 si.
Na especie de tormenta moral peta qual llosa seu-
tia-se arrebatada, ella vullmi-se naiuralmente pan o
p'i ,roi, donde vinha-lbe Inda a luz ; procuruu u cu- I
rarao terne e perspicaz da velha lia Med.
Ka noilc de dia em que passara-se a acea que re- I
ferunos, emquantn u pai c a mai julgavam-na reru- 1
Iluda em sua cmara, Itosi sabio pe* urna porla !
Ira/eira, eanhou unta ra peqoena que cotulu/.ia as
antigs Iritiebeirasde CaCwIat, e quando chegou ah,
leinendo ser reconhecida, cobrindo o rosto corno urna I
criminosa, e andando apraseada e *im< urna fnciliva.
idiiiuii u cainiuliu que eondozia .1 Capocin. Cliegan-1
do dianle da abobada sombra que Inrinava unta es- I
pecie de prtico a entrada do anligo convenio, abri :
o ferrolho com a mao convulsa, c alratessando rain- 1
damenle o vestbulo laneou-se en urna vasta ala in-
teriora na qual via brilhar luz, e ouvia o rumor de
um engeiihu de liar.
Jetos Vmr. a velha aerea da lia Med- vendo entrar a moca lao
prcripiladamenle.
Onde esl., minln lia '' fieraiinutn Ro-a.
.ti. ella ,. deve eilarjr nrp daqui, se itbt.i-
;ae.le caminou bem Blanqoeilt era a jumento rti-
x'ide Ditrio n.
exulenles, e na a imiuisliarao dos presos sentencia-
dos, abonando-se-lhe pelo primeiro dos ditos exer-
cicius o veiiciroenlo e vanlsgeas de ollicial embar-
earregada de puxar o carrinlio da velha l.escalle.
IJiie mulla lia sabio '.' e era carro,gen, J
Vine, puderia dizer que ella partiu para lun-
ge daqui.
(.rauda lieos parti i porque '.' exilamou
Rosa impres.lunada pot es-a utira imprevista.
.t.jiit o caso : mmha ama recobeu e-la ma-
nlia de Manusque urna caria de seu primu velho,
Vicente I.e-calle, cura de Saint lllaise. u qual acha-
va-se muito mal, e pedia-lht que fuese velo pela
ullima vez. Minba ama arrumou immediatamenle
alguma ruupa em sua mata, tiiandou preparar o car-
riubo, e pardo para Marselha a tro(e largo.
Sem avisar-nus murrouroa Rusa.
Ah au ; escreveu um bilhele a Mr. l.escal-
le ; ei-lo aqu, ella linha-me dito que o levasse ; mas
pensei que urna pequea demora nao seria prejudi-
cial, e pretenda da-lo a Casimiro, cuchen o, quando
pa-sasae ; mas ja que Vine, veio, pode lvalo.
E ella eutregou urna caria a Ilusa.
A mura lumou-a, erevolveu-a macliinalmeule nos
dedos.
Nao e alllija por essa carta, senbnra, nella
acha-se juslamente o que acabode dizer-lbe. e Vine.
j sabe ludo romo se a lvesse ldo.
(.loe desgrana diste Ro 1 fallando a si mes-
ma.
De que '.' da molestia do
ha de ler brevemente oilenla
oos et-miis !
l-'eli/ineulo disse aindi Rosa vencida pela
amatgura inlerior.
A esa exelamafaVaeilraordiuaria a crila ergueo
os idlios, #. vio a iierlnrbac.lo da moca. Viole per-
goolas arudiram-lb- lo.o .1 borra Por desgrara da
de da velha onvio-se ne.s inninenlo o ro-
Ina estrada, e elle au-
para rerei.er isrom-
TRIBUNAL SO COMMEHCIO.
Sesso administrativa em i 2 de janeikode
1857.
/'residencia do 1.1:111. Sr. desembaryadur
Souzti.
Iin ollieio do Sr. desembargador fiscal, declaran
do que nao pode continuar a ejercer aquello lugar
vislu achar-se no elleclivo exerciciu do lugar de pro-
en do* neutros, excepto o contrabando de gueita,
nao podara ser aprisionados, sendo eobeitos polo
pavillnlo inimign.
e Estas tesuluroes desiruem os juizos mais vene-
rados, de nossa nirte do almitantado, e dio pela
primeira vez tarea .le lei i principios combatidos
pela Inglaterra ale 1815. Sem me deler na neces-
sidade imperiosa que nos levou durante a ultima
guerra a abandonar nosso anligu direilo, considere-
mos a posirau modificada em que uos adiara unta
guerra manluna.
a Su|)punhainusque eslejamos em guerra coma
Iranra (e esla suppusiro mo exige grande esfurru
da imagina^ao, depuis do que ha feilo a diplomacia
durante us ltimos Ires anuos. Hecurdu-me de ler
ouvido lrao fallecido M. Samuel liarney, em pre-
senta du primeiru ministro de -na poca,' que, se-
gundu una invesligarao minuciosa, o valor da pro-
priedade ingleza que flucluava subre navios ingle-
zes era de SO a 100 milhes de libras si. i mil
milhes i 2 Mil milhes c 500 milboes de francos.
Julgandu vaiilajusameole o valor da propriedade
franceza em 20 uu ;I0 milhe- de libras esle-lmas
500 a ISO milhes de Trancos leriamos om valor
qualru vezes mais cunsideravel exposlo i captura de
nosso inimigo. Porm, seguodu a nova lei ma-
rtima, podemos bem pcrgunlar que proveilu have-
ria em coinmerc ar om navio mercante coberlo pur
nevilhlo belligeranle. Os cannnhus de ferro, que
Iransportarn os objeotoe mais pesados a unta distan-
cia de .100 militas sem que seu valor corra o menor
risco, lem virlualmciile po-tu lim aos bluqueios.
i Em caso de guerra com a franca, seriara os
porlos da Blgica, da llollanda e da Allemanha
que, pur meto do navios neutro., fariam seo com-
mereio com a Inglaterra ; poique una vez burdu
,'e um navio americano ou hollandez, a inercadotia
franceza estara im seguranra.
A mesma ub-ervarao se applica as mercadorias
ingieres, tanta as malerias brutas importadas, como
aos objeclos manufacturados exportados ; nao po-
deriamsercaplutadossenao a burda de um navio
luglez. Perguntu agura se seria possivel eos navius
rrance/.es e inglezes, enerado! de um direilo de 10
ni -II por 100 de seguranra, lular cora us neutros
que eslivessem salvos deste direilo? He preciso n.io
esquecer que nossa perd seria qualru vezes mais
censidetavel que a de nosso Intmtgo, por causa da
maior qu.mlidade de bens que exporiamos nesla lu-
la de-igual.
Suppouhamos que esiamot em guerra com os
E(ados-l nidos. Pode-se avahar que a proprieda-
de americana que lluclua subre o mar nao excede
de niela le da uussa, fazendu-se grande parle da
regarla das Estados-luidos sobre os rios e lagf
na-
-__os do
mudir da jusliya e prucuradur da coroa.luleirado j '"Icrior. A'menos que se adopte sua proposir.lo,
e que se aecusasse a reoeprao. |0 velho svalema dos cotsariut eslatia em uso" de
t'm requerimeiilu tic llarlholomeo l.ourenr;o e ambos es lados e Dos foroeceriamos doos lerdos das
Joao Rodrigues da Silva Valle, pedindo o registra
de sen navio ePiedadec.r'oi cora vlslaeoSr.de-
sembargador li-Cal.
capturas emquanlo que elles so lorueceriam um
Ierro. Porm a direilo dos neutros que lu procla-
mado no conaresso de Paris admillina lodos os pa-
Oulru de Velloso o Puntes, pedindo o registro de ""hes europus commerciar enlre a Inglaterra e
seu cnitralo social.Com visla ao Sr. desembarga- j America sem risco de seiein capturados.
Jur liscal. p e de soa graduarao, carlearan de roilhas recluir- el ?,'.',!.". .il aTZIII! "V" P ,'?*" ** '*'" ",ns,-",ci3s "" ? com pavilblo ingle/, nao ubs-
., a ". recluita- clare na caria de registro do seu naviuc I bereza', a tanteos quiidienlos ou mil navios arneticaiios une
cao de ,n,lruraentos,e raes.no poderau fazer algu. mudante da armaran que elle fez de pa.acl.u para ; cruzaran, conlra t.osso comm.mu liele^denb
mas observa;oes de allura, azimulh, c amplilule do >"Como reqoer. ,, ,,. ninsarm querena Irelar um naviu inglez.uem pa-
sul : aptendetao a gover.tar o leme, e mandarlo al- ', [V" S! *> M""I"1I,9,!"' 'eculhen.lo -
a carta de registro du seu navio u|pujuca> por lona-
vegavel.
gomas manobras e*n occasies
sempre pelo ullicial instructor.
proprias, dirigida
dar il carnuEem de Casimiro
irnu romo fazia lorian us nodes,
misases da lie Med para c\. adi
Caeimiro, tem um luga
guntou-lhe Ron mmln lia e
medo de alravessar ozinba a praia a estas ho-
ras.
lenlio sempre logar para os prenles de ma-
damesella Mede, responden o cncheiro cun ar al-
tencioso. Veuhe, senbora.
Vou subir ao lealilho cum vose, Caeimiro,
disse Ru-a sahindo ; nao quero acliar-me com pes-
soastls cidade.e logo-lhe que n.io diga que Irou-
xe-me de Capucins esla nuile.
Casimiro olhou com algn, e-pauto para essa mora
que audava assim suzinba de nuile sera o cunliec-
iiienlu dos pas, e seu cerebru posilivu foi alravessa-
do por um pi'ii-aineiilii. oo qual o lime de \rle-
iiiiui associou-sc aXOde Rosa. Todava elle n.io disse
nada, leve a disrrir.au de contar soiuenle a algn-
amigos ntimos o serviro que prestara ti lilba do
notario.
A prudencia de Rosa ncoiisclhnu-a bem. quando
ella recusan entrar na rarruagem de Casiminu ; alas
. ler-se-liia echado na cumpanhia du bario de Croix
I l'onds, o qoal dirigase juslamenle i casa de Mr.
| I.e-ealle levado por urna resolocllo grave.
,i inoliltdade de muilos passnslenladosdesde dous
i mezes, diminuir singularmente u orgutho do velho
i fidalgo ; fallavam-lhe os apoios de ludas as parles
para a realsa<;ao de seu projecto ; Mr. Cezerlo de
: i'.rnii l'ond-, comon uolario prcti-sora. corra gran-
de risco de mo ser denotado. O bario decidir -se
r< entregar ao filho ,uas proprias Ierras de (ron
I-'ondi, o que tornava Ce/ario elegivel; mis parecen
| deuionslrudo aos olhea da bario, que u apoio do no-
l lirio coiilinuava a serindispeosavel peraganhara
i favor dos oledores. Pellas e-las refleiAM peniveo
I pile deeidira-se a tomar em consideraran a propoalo
a 'hi'iii id por Mr. I o-c, i le debaixo de forma a**s
ciara de urna di.anca enlre a duas lamiliaa. Suas
ioeertercaa tinliam ^ido destanacidas peb. con-
veraacaat de dona honeslos habilanlea da r-tdade, *ent
rnmpanbfiros de jornn I... o. quaps referirsm-ilie a
r pera dar-me 7 per- cana extraordinaria, deque o pa-seio de I la
ta menle e en ten.i fura teslemmiha
gar ara elevado direilo de segronte, quando se po-
rtera ubler um navio nultu sem neiiliuui uiius. ()
elleilu real que sullreu uussu direilo marilimu as
., ------.-w ..,,. .|>. ^iiii.ju^.ii UMI.IIV IMillllllllU IldS
limrsquerimentode llaslo, viava .Souza Mmitei- conferencia de Paris, seria pois liatisferir, no caso
bom cora Mas elle
anuos, e no- nlo so-
ILEGIVEL

Astint, emquanlo Rosa entrara furtivamente em
sua cmara depuis de ler-e apoiado entrada da ci-
dade, o bario de Croix l'onds apreseulava-se ma-
gestoseroenle i porta principal da casi l.escalle.
Soa viiila a laes horas indiceve por si so nina
cousa importante ; a notario adevinhou logo o que
irazia-lhe sea velho cliente pois ouvin (o-o an-
iiunca ir lancuii a mulhrr um olhar Iriuinpliaute.
Depois de um quarto dr hora de obrases insignili-
caules, cora u auxilio das quaes us dous homen- ub-
Iservarem-ae mutuamente, u luir o, mu que (orroso
era executar-se, porque o notarlo n.io pareca litis
disposto a abreviar o camnho.
Vim em parle, di-se elle com negligencia, para
Iravar novamenle nossa ultima cuuversac,lu.
.au vejo motivo pai a i-su, senbor bario ; La
i I'iuede ja foi vendida, e...
Nao fellon-se smente de La Pineda, meo cha-
ro l.escalle.
Eolio juile-me um pouen a memoria, di-se
o notario decidido a sen un n a nlo cempreheii-
der.
Voss senhorie otlerecea-me cincuenta mil
| francos, ejolgoei entrever debaixodelles runa Inleo-
i rio deeasameoto.
Entrevio muito bem. senbnr bario.
Entao podemos agora vollar a esse p'ojcclo.
I Depois de hever reflerlido madoramente sobre elle
jesloii resolvido a aceda lo. Conversemos pois a t.
I se respeito.
Iiileli/menle ja he larde, -enbor bario, di-se o
I notario rom falsa eampnneelo.
tiMe diz '
Oue i. dipu7 de mea dinheiro e de minha
! lilha
Bollo ina.t.,me-i lia Rusa
lia de easar dentro de poneos das, com o hlbo
Ido conde de Vedelie < votae eicelleocia anda
'ignora lal cou-a.
I Altaixar-se t una lillit de notario, c sel ie(tita-
do era om golpe violento, e o harn nao recebeu-o
sem peslanejar.
Ah '. esses Xedelle tnrflo sido'os causaduret de
' minha desgrece, respoudeu elle em (um de cuns-
| Iraiigidu.
E sabio ferido no mais seBsivel de sua alma o
: or guillo.
Eu nao medilava nada nielhur do que aconle-
ceu, disse o notariu a mullier releriudo-lhe o que se
passara dous mezes antes em La Piui-de.
Andasle muito apressado com Mr. de Vedelie,
resp.....leu madama l.escalle anda impressionada
pelo desespero da lilba ; o joven Celarlo de Croix
l-'onda lie bem apessoudo, Rosa o teria aceitado com
mais gnlo do que esae toleito de Jorge de Vedelie,
ella nlo ousava dizer idiota.
Cale-te, Virginia; as cousas lic.im muito me-
jlhorestiro. Seria preciso cmpreslar cincuenta mil
francos ao barao ; o outro pelo ronlrarm (em urna
I riqueza liquida, e loma Rosa sem dol. Allirmn-te
que be um negocio magnifico, e tua lilha nos gra-
I decera quando liver abandonado as toncaras da
! moridade pelas rellev's da mullier sizode.
llosa eslava anda Id longo de deixar essas Inocu-
la- la moeldade, como o pai as chamava, que enlre-
lllha anda no luudo do corarlo a osperonra de ver
destazer-se seu casamento. Sii'a sotorida da lia Mede
poda mudar a deei-aa de Mr. l.escalle ; por is-u
, nao leve mais que um pename,ilo, o de informa,
qu nulo auies a lia do que se passava. Eacreveu-
, Ihe urna caria mal langa implorando seu apoio e sua
pre-onra para ajuda-la a -oblrahii-se i orle que ella
lemia. Envala a caria ella lirou nin- tranquilla,
e iho parecen cousi-tva pinierin- conlrarins a vori-
lado du pai.
odavia este desenvolx a ama ctividade inled-
igavei pin apre"ar a exeeur;lode seas projeetas
Dirigi a cansas coro lal proroplidlo tue orna -e-
mana depois de feila* a- convences entre a duas
lamilis- o.ura de La Cioial innuncioii lemne-
O Moinig l'ost, de sen lado, responde nos se-
grales termos a carta de M. Cobden :
Seriamos do parecer de Mr. Cobden se codese-
mos pensar que as acs-rc,des de M. Marcy dariain
seguranra a propriedade privada no mar. Em Iheo-
ra, admiltimos que nlo ha motivo para que om far-
do de algodao nao leja lio protegido em seu traje-
lo ibis Estados-Unidos a Liverpool como na Ierra
lirine. Mas na pralica a dilliculdade he insupera-
vel e nln hesitamos sustentar que em quaulo os ar-
ligos de contrabando nao forera iuviulaveis, cada po-
lencia belligeranle e martima (ara' a drItracao que
M. Marcy a Cobden quereriam iulioduzir na le da
guerra unta ledra murta. Islo he sobretudu verda-
deini qoantn a Inglaterra.
< .Nao estamos, como a franca ligados para com
as nutras naces por tratado que eslabeleram urna
lisia dos objeclos de contrabando de guerra. Ouasi
que nlo ha prodoclos, quer btulu-, quer manulac-
Inrados, qoe nao possam ser emprei;;ailos na guerra.
As pruvises importadas em nina cidada situada,
mismo sem bloqueio, slo contrabandn as-im como
os arligos du mesmo genero levados a om porlo d'es-
quiparao naval ou militar.
A madeira, o ferro, as maquinas, o linho esto
rniiipreboiiilidos na mesma eathegeria. t'iualraeute
bem que ito seja lalvez pouco lena) nlo ha razio
pira que em caso de guerra os navios inglezes nlo
teiiham o direito de aurezar os navios carregadus de
lia, por qus esta materia poda serv r co.mo meio de
exploslo,
a Oelleilodii proposirao recom,leudada por M.
M. Marex e Cunden seria dar para fazer face as
exigencias de guerra, urna eiteuslo ennliuua c sem-
pre variavel ao calhalogo dos ob|ec(os de contra-
llando. O direilo de visita sena etercido d'uin modo
irnplaravet, e o commereio mariliruo seria expo-to
a om gra e de incerteza e de oppusirlo milito mais
(alai re qu ludo quaulo aclualuieiile existe. Coin-
preheudemos as razoes que la/en com que o go-
verno americano, com sua fraca marinha, deseje
i|ii o ortos n.io -eja aludida, se a propriedade pri-
vada uo invinlavel im m ir. Se easim fosae. tas
trolas oao lor [loieriam uviinrii-n ........ .....
expostas na rusia iuimiga. Poapariam nessas bom-
bas a proprieda le particular neslas cidades de com-
mereio '.' \ ruma sera mais ron-a leravcl do que
ludo quanlo se ha vislo nu historia do inundo eivi-
lieado.
Eis a verdade ; o governo americano nao quer
renon ,, au corso e por ron-eguinle laz um ollere-
ciraeulo que tilo pode por nos ser aceilu ccjiio por
neuhuma pulencia martima. M. Cobdeu, segando o
seu eoslume, (raa esla graude Internacional, sob o
poni de vista dodinbeiio. E le alirma quecumu
nosso commereio excede o das entras nsres, sere-
mos os primeiro- a aproveitarmn-nos da proposi-
rao de M. htarev. Mas nos eanOsmos a seguranra
de tiusso commereio ao poder de nossas frotas, e por
modo neiilium almeiamos ver subsliluira de.lruiclo
das cidades a' captura da propriedade que represen-
la dinheiro e que furuece ao inimigo recursus que Ihe
permitiera prolongar a guerra t torna-la mais in-
veterada.
dem
O 'Ames- publico,, em respostaa caria deM.Cobdrn
um artigo de que extraamos as seguinles paaaagena :
Mngiitin se pode admirar de saber que M. Cob-
deu sera nenhuma reserva a proposirlo de Al. o se-
cretario Marcy, i respeilo das naro'es belligeranle*
porque be sabido que se esle gem\emun fosse nosso
ministro da guerra, ctuneraria por licenciar nosso
nxercilo, desarmar nossa marinha. demohr nossas
rorlilicares e vender aos mercaderes de ferramenlas
vellias uussas inuuircs do arsenal de Wonjwick.
Parece-nos depois de haver eiamiuado de nuvu o
assiimplo, que consenliud* em respailar a proprie-
dade prvala dos neutros a bordo do- navios du ini-
migo e a propriedade privada do inungo a bordo
dos navios muiros, concederamos quaulu podemos
conceder.
M. Cobden sustenta que semelhtme regulamenlo
dar como imiiiediato resultado seren transportadas
as mercaduras inimigas em navios neutrus, o qoe
nos rara perder. Entretanto raciocinando puj esle
mudo elle chega a suppur qus a elisia iuimiga nao
he bluqueiada e que nao lemus marinha capaz de
pruleger nussas Indas mercanles.
O desojo crea o pr,i-amento. Elle demonstra,por
exemplo, que seestivessemes em guerra coma Plan-
ea, leriamos, no mar o quadrupulo das mercaduras
que lorian us I tanco/e-, e que desl'arle eslariaraoa
lambein quatro veze expostus as prezas dos cruzei-
ros do governo. ,\ao entrn na iniasinarlu excessi-
vamente pacihos ile M. Cubden que se nossas mer-
cadura* fossem quatro vezes lio consideraveis romo
as du* Fraoceze*. -en un protegidas na mesma pru-
pon;o.
previses sobre a falaes tousequencia'qae em seu
parecer, rc-ullariam para nosso commereio da decla-
radlo do cougreasn de Paris, mas anida as que ex-
poe sobre o g orioso futuro que resulla da proposi-
rlo de M. Marcy.
Se esla propositan leu lee a diminuir os males
ila guerra, nao contribuira cerlamenle para dimi-
nuir os armamentos e supprimii|as guerras das dif-
iranles narOes. Pelo contrario, u guerra seria de-
clarada mais Ireqiienlemeule que nunca, purque se-
ria possivel laze-la com mais fdeces cundicrOes.
u|lle o lemor de ver destruir nossa propriedade que
no irapede coutiiiiiairentc de recorrer torradas
armas ese este freu de inleresse privado fusse rno-
bado, porque se n.io dariem as naroe ao seu genio
i belliroso, recorreudo a violencia po, qualquer cao-e
' e em qualqoer ocrasilo 1 s
[Um.
lia algn, lempo oceupam-se os joroaes ellemdee
de casameulus que se celebrara ou se preparan, enlra
: principes e prmee/a. perleucenles as casas sobara -
as da Europa. Ha poucocelebrava-se em Madrid
u da miau tu Amelia com o principe Adalberto de
, Havira, um poucu cepnis o grlu duqoe Krederien
de Hade despsiava em llerlim a princera Loiza de
' l'russia ; anle-bonlem o archiduque Carlps Lu /
d'Austria casava-se em Dresde cum a priuceza Mar-
| garida de Sexenio. Ha poneos das, o rei da Suacie
j Osear I coinmiinicava aos represenlanles da nardo a
I prxima ornan de duque d'UsIrognlhia com 'uina
i pnoceza de Na-sau, e aunoncia-se-nos os foloros ea-
I sanenlos do principe l'rederico da Prussia com a
: pnnceza Victoria d'luglalerra ; do principe I -'reden
, co da Tuscaita cum a priureza Auna d* Satonia e do
! grlo duque Miguel da Russia cura a prioceu Ced-
I lia de Bade ; ao lodo, nu espado de dos roetes, sele
casaraenls conlrahidos ou prestes a coulrahir-se e sjf.
; licialmeiile aniiunciadns entre pessoas que perleo-
i cem. a saber : dez a' dvmn.r*(ias allerolas ; nina a'
| casa real d'luglalerra ; una a' familia imperial da
| Ruaste ; urna a' nuva familia real de Sueca ; ama
I euifira a' um dos ramos hrspanhoes da casa de Rout
bou. lalvez que nanea se visse (So grande Home-
ro de alliaui;as coulrahirem-se em um iutervallo tio
restricto eolre as familias imperiaes.
oa>amento do principe' Adalberto de Reviera
rom a infanta Amelia d'IIespauha coocloio-ee e 2b
1 de aguslo. Esle principe he o terceiro Irmlo do rei
de Uniera Maximiliano II. O rei be casado e lem
doos lilhos ; nlo he pois provavel que o ptineii-e
Adallierlo seja utn dia chamado e' assomir a con a
de llaviera ; mas podera' dar-se que seja um dia rei
da Creca, cojo tliruno he oceupado ne-te momento
pelo re Olhun, prioctpe de llanera, mnuo mais mo-
ro do rei Maximiliano e o mais vello, dos tres roslos
deste rei. O rei Olhon da (recia, qoe conla hoje
de idade quareuta e um annos.he casado ha vinlean-
nuscom nina princeza d'Ol.ienboorg de qoe nao tem
ldo lilhos. Esle casamento foi previsto aa conven-
cao de 7 de maiu de 1832, qoe regola a auceesslo ao
throno da (jrecia ; es(a convenci, se o rei mor-
rer sem poslendade, allnbue a coroa da drecia ao
principe l.ulipold de Haviera, Irmao mais mo;o do
re Olhon e ao mesmo principe Adalberto seo prin-
cipe Luilpold chegam a' raorrer sem descendencia.
0 principe Luilpold casou-se e (em (res lilhos. Mo
he pul- a falla de posteridade desle principe qoe \<-
dena \btr os direilos evenluaes do principe Adal-
berto, porem a Creca he ama monarrhia conslitn-
cinual e a coosliluiclo quer que o soccesser do re
i libn prolesse a religilo nacional, islo lie, a religi.io
calbulica grega. Ora os ptincipes da casa de Havie-
ra purleucem a religilo catholica romana, e nao pa-
rece que o principe Luilpold eslea disposlo a ssjb-
metter-se oeste ponto, a\< prescripres da constitu
co da (recia.
O principe Adalberto, nascido em 18*. tero -J*
annos de idade. A infrala Amelia, nascida em I vi
acaba de entrar nos inte e Ires ennos. He a lilha
mais joven do Mirante t. Francisco de Peala isf
gundo irmlo do tullendo rei Lerna,ido Vil. O lillas
mais velho do infante t. Francisco de Penle Je-pa -
sou em iMii a ranilla Isabel, de quem era prime.
Por seu casamento cum a infanta Amelia, o prmci .e
Adalberto lornou-se cuuhado da rainha o de rei fie
llespanha.
loi a !) de selembro que o grao doqoa l'rederico
de Bade desposou a princeza l.uiza da Pruseia qae
lem dezsito anuos. Esla pnnceza he lilha do prin.i-
pe Colherme,principe real da Prussia, irmao do 'ei
reinante e berdeiro presutnplivo ila r.ora, porqu ; o
: narf^.'.'ffS '.'i'n";!!"''!" i lie urna crande alliai.a
para o gtao rroqae rrenerirn. uanitiataaia a a^ .}.
I Bade he anliga e nlo he desprovida de illnstrorio
1 m principe denla casa Lmz Cuilhermr, niam'nar
de Bade rniiimandnu ruin moila dislincraoos evetn-
; tos do importo no lim do socolo \ Vll.e moslrne -
idignoemulu dea geueraes franceses lormados na a
i rola de Turenne e de Conde. O grlu-doque actual
f nao he desceudenlc do mesmo ramo qoe n nierqoez
: l.uiz (iiiilherme. Seo av,Carlos Fredariro, pninc
ro grlo-duque de Bade, casou-se doas vezc-, em pri-
meiro logar cora urna lilha de um principe d'llase
e em segundo com urna datna de (laversbers.
Sendo secreto esle seguodo casamento, foi consi-
derado na Allcmaoha como orna allisuca desi-
gual.
o Esle casamento nlo he menos legitime,diz Saint
Simou. A desigualdad* da mai do-lilue o de-ieu
denle da hei .nica, mas cabe-lbe nina grande parle,
e nao sendo principe he conde.a
Carlos Frederico leve olo lilhos de seus dons ce-
sainentos a morrru em 1811, leudo pan mais de oi-
lenla anuos de dade Tal era a considerarlo em
que o liiilja loda a Europa, que chegou a' casar tren
de suas lelas con: o lei Maximiliano Jos de llavie-
ra. evii do rei actual, com o imperador da Hassia
A leva ndr o I, e com u rei da Sarcia Cu-lavo IV. Os
j til Im- o o* lelos to primeiro casamento do grla-da-
. que Carlos I rearnco lian leudo posteridade, iik-
cessao grlu-ducal foi lran*iniltida, em virlode de
um estatuto de familia, a' buba mnrg.nialiqor,
de qae entlo era chefe o principe Leopoldo Marera-
ve de llabe.
O grlo doqae I re ler uu be o segundo tillx- ^o
grlo duque Leopoldo ; sea irmlo mais velho anda
he vivo e a elle he que deveria competir a sueco 'u
du pai cuoiinum, de quem eraherdeiro presompl-vu.
Purem na morle du grl duque Leopoldo em IKV2.
os agentes da casa de Hade, de acrordo com a gt*e-
duqueza que recusara a heranra, recunbeceram le
o hIho priinogenlo era incapaz de tomar as receae
do governo du grlo ducadu e de exerce-lo a bem de
casa a do pata: desl'arle o principe Frederico foiiu-
veslido da regencia. Poocos das antes de seu cala-
mento, imito e-ululo de familia conteilo-lhe deti-
nilivameule o lilulode grlo-duque. I aliae mu-
lo bem desle principe. A maneira porque elle .kI-
mistruu os negocios do grlo-ducado durante o qua-
Irienauo que durua a regencia Ihe fez muila honra.
A' brarus cora circumslancias dilliceis e irritantes,
elle nunca se desviou da moderarlo e da prudencia.
O grlo-duque Frederico tem 110 annos.
Sua nula mais moca, a princeza Cecilia, qae
conla apenas is anuos de idade vai despojar o gi lo
duque Miguel, irmlo do imperador da Ree-sia Ala-
ran lre II, a quem pi fui remedida. O gr.io-doq ie
Miguel he o mais moco dos lilhos do imperador M-
colao e o uuico solleiro. A' semelhantja de seas r-
maus. elle casa em urna casa alloma., ; estas espseles
de allianras ja entraran) nos habites da familia iu-
perial da Russia, que ja se prende por laco. eslreit u
a casa da Prussia, a casa real de Wurtemberg, OM
anliga e illuslre, a diversos raur de Saxouie, as Ca
Hess* de Oldeinburgn, de Mecklemboorg e de Ka
sau.
He ceno que os principes e princezes que se ca-
sara na casa imperial de Russia e slo destinado- a
residir em San-Pctersburgo devem apprendr a
lingn rus*a e abracara religio calbulica grega.
I E-la coudicrlo obriga estes principe- e princezes a
; subrnellereiu-se a urna educarlo supplemenlar II*
i o que faz ne-le inoinciilu a joven princeza .,-
cilia Bade de e benque retarda casainenlo. L-
menlean igrejl o casamento do Sr. barao Jorge de
\ edclle com madamesella llosa Lesele.
O* as-i-teulcs licatam pasmados: o rompimeuto
publico dos l.escalle e dos licher. o .unrancio desse
casamento ra|ido e inesperadu eram cousa- afleas ex-;
traordinarias para oecnpareni ludas as comer-ornes j
de La Clolel dutaiile minio lempo,
Fermoa-se immedietemeule um partido lli-
cher, o qual aecusava altamente a Mr. l.escalle de
sarrilirar llosa a' sua embcala, aecrescenlande qoe a
un ca vivaineule afeiroada a Irlemon llicher ceda
a for^a casando com o lilbo imbcil de Mr. de Ve- '
dclle, ele, ele. O lliema era lecuudn.e com ellei-
lu a allilude de Rosa era a de uto curacao joven ira-1
molado a inleresses maleriacs.
O bello Arleinon, interiormente mal convencido;
da il-ida le desses boatos, acredit.iva-os quanlo po-
da ; pois elles salvavam-lhe a repularlo de hninem
irresietivel, e llliviavam a ferida lona em -en amor
proprio. Accrescia que sendo ccrl, |,ara elle a por-
la de llosa, ochava alguma coinpens,o.-ao em ve-la
unida a um hornera p.....o respeiiavcl como Jorge ;!
porquanto isso permi(lia-lhe formar para u futuro
o-[Unos de uma desforra asis bolle, v silnactto
ene irada as'im liuha um lado mu tapa/ de ajuda-lu
a cunsnlai-se.
Beses pesisamentos indoxirem-no pois a porler-se
com dignidade apparenle em voz de entregar-se a
deinoiisirariios vilenlas maisein bar monja com seu-
hbitos; a grande publicidade dada a sua derrola,lor-
naria para o foloro impussiveia quaeeqner relac/ues
cum madama Joijede \ odolle, e -i us prnjeclus lira-
riam iiupialu-avjf^^ nanlo a tamil,a Rirher que
nlo \ la no bol 'saotaal nenhoma ron*ol*rn, qneiieva-
p Moleni i e imaraamenle seo partido forUficoo
=e alada com o apoio dos i rois Fondo, o- qaeee
vinsevam oaai e*peraora* fru irada roodmnnando a
njitria poblira feila aus Richpr i!'-a circumstan-
cia lio impori.iiile diva a Ls Cioial n r-spectarolc ia
albanra do- sarcos do escudn. ,1o uu- cum na per i
minho- de nulrn*. Ese reunlln momentnea do!
dous campos luruou mu (orle a boslilldade declara-
da au uolario. Mr. l.escalle o soube, e hcou muilo
inquieto. I'11 nao -lasa de lolar ; suas dis|aisi-
roe* ao mesmo lempo ambiciosas e pacificas inda
/.iain-nu a desojar o liiumpho sem tumulto, il ru-
mor causado poi esse casamento comcrava a dar-lbe
cuidado ; elle lemia alem di-lu ver essas tempesta
des re sallo espalbareme de maneira qoe pode*-
soni cuuimover seu- clientes cloiture- Rem sabia
que a gente du campo e os pequenos borgoetes n o
in(roineltem-se de ordinario na* agitacoos das esph
ras superiores, saaeSaa rain susceplivis de abra .o
uni partido,ipiando oiua desaven, a eslrondusa ilir.t
a elle*.
Mr. l.escalle resolveu aprestar ,i ronrlu-uo do ca
-menlo. Ellectuado esle, as di-ru-es perderiam
ua forra lnrnaudo--e inuteis. C m esse pen*amen-
to lez a pressa lodos os preparativos nece--anos
apoiando-se ao. ribo- da familia de Vedelie sobre a
necessidade de dar um gvrn pela casa de seu* eleito-
res alim de designar o mudado da lilha aos seus BBjf-
(tagios. i.i i ,:, lu ludo e-leve prompto, e rnenle
enllo fui que deridio-se a escrever a ha Mede que
apreeaases -ua tulla.
Beceian lo ver a ternura da lia dar aoxilie as re-
pugnancia, de IC>sa, Mr. Lo.calle .uard.ira-se her
do declurar-lhe Inda a verdade sobre o cas intento da
lilha. I.m suas cartas desigi.ava -en luluro genrn
ehomando-oo lilbo do rumio de v'edeHo, a boa ve-
lha jolgava que lral.iva-se de Jacques. A caria af
ibcla de Rosa lua prudentemente siipprimida pe
notario, o qual -n- eil in 1 i algnroa CaanSaaSi rom i
lia Med- vigiava a lilha ruidadosamenle Ne*e i.
lenrin de li >-d -unir,I...... unda pata ronserrai e lia
viedi em -en erro Bt>IU a |nhjDBve abeerta pasa -ta
ile r,a e penaava qneoscatdedea do enaoTol toraa
. ir-lne iodo .. lemp
i udo rcv.eorreu polo para .:.,:..^:. hMTX
los do nntano ; ale uma nrrutn- recen--
aiem de *u n eaperanca-
"
MUTILADU
'




MAiiif DE MRNAMM Co ii.Rla Fi.iisa i., DE janeR ii tu.,:
pera-se que ella seja suWcientemenle instruida pin
tallar so, raeros eru sua tinges nacional e para pro-
fcssar co.iscienciosaueule a religiAo nacional. (I
grAo-duque Miguel lem viole e qualro unos.
O duque a'Oslrogolhia, iiasci.ln a I ile Janeiro
de IriJ. lie o segundo lilhudurei rci.isuto da Sue-
cia, e i ni conseguidle nelu do roi Jlo I'"'-ti r i,
m..echal do imperio francs da proinocao ele 18(11.
O duque d'OsIrugotlua vai casar-se rom ja princesa I
Sophia de Nassau, iium i.I.i a '* de jullio de 1816. lil-
la princeza lie a mais joven das imilla de Adulpho
duque reinante de N'a.saa ; porem o duque Adulpho
e a princesa Supina ii.1i> nasceram da mesilla mil,
Porem sua mal a princeu Sopilia lie descendente da
casa real de Wnrleruberg e aliada a familia imperial
da Roana. Nao he a priroeira ve/, que ajoreu dy-
aaolil do rei Bernsdulle se une a enliga eaia de Nas-
sau. O principe ('.aiUn da Suena,duque de Scania,
priineiro primognito do rei Osear, principe reai
lierdeiropresumptivo dat coreas di Suecii e da No-
ruega, deaposuo tro 1850 a princeza YVilhrlmiue d'
Drango Na?. .11, fllha do principe Frederico, lio d
uilhrrme III re remante dos P aizes llano, l'ur
CStocailioacas, a familia real da Suecia mi prende -'
casas soberanas do norte da Europa o rorlifica MU
estabeleciruento sobre o Himno da Suena.
As duas priucezas Anua e Margsriria da Saxonia.
billas do re Juan, foram promeltidas qaasi ao mes-
ion lempo : a primetra, au archiduque Fernando,
grao-duque hereditario da Toscana, e lilho do grAu
duque remante Leopoldo II ; a nutra ao archidu-
que (.arlos Luiz d'Austna, segundo Irado do Impe-
rador reinante Francisco Jos. A pnncez. Auna
tem au anuos, a princeza Margan la 18, o principe
hereditario da Toscana -'I, o archiduque Carlos
I.uiz d'Austria a3. A inala mais velha das da>i
priucezas Atina e Marganda casara se eiu primeiras
nupcias cu.n o duqoe de (ieoova, irruao do rei da
Sardenlu, de qoeio teve doui lilhus. Enviuvandu
uo mez de fevereiro de 1KV>, acaba de camr-se em
segundas nupcias com o cavalleiro Kapallo, capilAo
de in la otaria no eiercilo sardo. 1) archiduque Fer-
nando da Toscana, futuro esposo da piinceza Auna,
lie, por parta desua mli Maria-Anlouietta de Roor-
bon, nelo do fallecido Francisco I, rei das Duas
Sicilias^iobriiiho do rei reinante Fernando II de
aples e sobrinhu em Mgundu B'o da rainha Ma-
ra Amelia, ion do rei Luiz Pr ilippc. Madama
duqueza de Berrj e a rainha Mana Chrisliiia de
llespanha sao suas lias. Eslejoven principe cheguu
a l'aris nos ltimos dias do mez de outubro, viudo
de Londres. .Soubemos pelo Monittnii de :ide uu-
lubro que foi para o palacio de Compiegue, onde
chegou na lercu-feiri 28. O archiduque Carlos
Luiz d'AusIria prende-se lamben) de muilo perlo i
casa real de .\apolei ; seo pai, jo archiduque Fran-
cisco Carlos, que deveria ser; imperador d'Aus-
Iria em 1848 depois da abdicarlo de seu irmao mais
velho o imperador Fernando, se rao honvesse pre-
ferido renunciar cerda em favor de sen lidio man
velho Francisco Jos, scu pai, djzemos era lilho da
princeza Mari 'Hieren de aples, irmAa da rai-
nha Mana Amelia.
Falla-s ha mono lempo do prejecto de casamen-
to ajustado entre as familias reaes da Inglaterra e
da l'russia para amr o principe Frederico oirher-
mee princeza Victoria, princeza real de Inglaterra,
a primognita dos lilhos da rainha Victoria. Esta
princeza descendente por parte paterna da casa al-
letnaa, deSaxe-Cobourg-ttolha, fez 16 anuos a i\ de
novembro de 18j(>. O principe, para quem esta'
destinada, tem -J annos.
lia o irmio denla princeza da l'rnssia de quem
cima fallamos por eoeasiaO de seu casamenlo com
o grao-duque de Bade. O principe Frederico Gui-
Iherme he o lilho nico do principo real da l'russia
he pois chamado pela ordem de succsssAo estable-
cida na Prussia, .' ser om rtia o sucoessor mediato
oo immediato de seu lio o rei actoal Frederico Gui-
Iherme III. O principe Alberto, pai da princeza
real de Inglaterra, perlence a' essa familia de Sa-
xe-Cobourg, cujos descendentes reinam na Blgica
eem Portugal c reinar.o un da na tiran Brctanha.
A grandeza desla casa he toda rcenle e he prava-
vel que aiudu se augmente. Sua alliaaea lie ja pro-
curada pelas casas mais illuslrrs e mais poderosas.
N.1o he preciso indagar a razAo poltica de lodos
esles casamenlo que se eQectuam quasi simultnea-
mente e julganamos de boa voolsde que Me existe
.enhorna. Todos esles principes e princeza, c-
sam-sc porque se da' om concurso de cirrumslaneias
lueacoiiselbaiue avorccem esles eslabelecimento,.
Depon, que impoili a razAo polilica de om casa-
mento de principes e o que he della, quandn as cir-
eumslsncias Ihe sao contrarias J Vemo-lo pelo que
precede. O qoadro, que acabamos de tracar aos
linos leilore, de tantas unioes, de lanas alliam-as
de familia se prora que as mais das vezes ellas nao
tem influencia sobre a marcha dos governo*. Ellas
loram sempre dominadas, como deviam se-lo, pelos
oleresses dos paizes e dos povus ; nada ha pois .'
euucluir. quanlo a' polilica da Europa de lodos estes
casamenlos projectados ou recenlereeiileefiecluados.
Entretanto se os nbservarmvs de perlo, puderemos
descobrir-lhe um indicio que uAo lie destiloido de
importancia. Dlr-se-hia que as d) Hastias protes-
tantes da Allemanhi e do norle da Europa proco-
rain a occ.si.to de formar urna liga defensiva contra
prelencoes que as inquieta e amearai que as irri-
am. A Inglaterra, a l'russia, a Suecia, os Paizcs-
Kairos, que podem ser considerados como a sedo dos
cultos i el nina lo-, lo o* o-i-- i-- ....." r-
mrnie untiTos pela uniformidade dos sentiineutos
leligiosos, aperlara aindi sens la;os por onies de
lamilla que as leh religio-as consaaram. Nlo foi o
acaso que fez estas alliaucas, t poda dar-se que ellas
tenliam sido inspirada,- por svmpalhi.is profundas
que crea a commuuidadc de fe. I'en-am-u'n e di-
aem pessoas cuja opiuiao he de grande peso para
"os. Se esia ronjcclura foste fundada, sena mis-
ler ver nos numerosos casamenlos que enlre si con-
Iraheiu os principes prolestantcs c em les allianras com a familia imperial da Kussia, ura
fado grave que poderla nao ser sern iullueucia so-
bre o futuro da Europa chrislaa.
A'. Carnu*.
[Idtm.
sJ.e-se no Times :
" Nossaposicao a respeilo da Rjmii esla' muilo
acilmenle trucada. Cncluimoi com ella om ira-
lado em que, animados por um sincero desejo de
paz 8 de amisade, e cheios do MalMrM intimo de
iiosa Torca, eligimos o menos que nos era possivel
em ravor da causa porque pegramos em armas.
esdeque o tratado fui assignado que a Hussia
procurou por todos os raeios furlar-se a' satisracilo
das condices nelle estipuladas. Eipirou o termo
prazado para o cumprimenlo de suas prrmsssas e
anida a vemos dlspolar sobre pontos, cuj, sentido
he por demais claro para dar lugar a nina contesta-
do enlre as parles de boa fe. Ella pede que se
substilua a cidade de Bolgrud por urna alde.a di
mesmonome, cuja possessao Ihe permiltiria urna li-
vre entrada para o Danubio, o que o tratado de Pa-
rs linha principalmente por fim impedir. Ella con-
enle em sulimeller esla qoestao i' orna nova reu-
iiModo Congresso; mas qoer ueste rnlremenle*. re-
tiremos do mar Negro nuftas fareu navaes e que
a Austria retire dos principados suas tropa, deixan-
do anda una vez a 1'urqoia s face a face com a
potencia que lo aspira a sua destroicao.
Nada mais simples que nossa resposla a lan
proposln.es. Piaoconliamrs na Itus.ia. Seriamos de
nina pusillanimidade in.perdoavel se depositsemos
fe cega as promessas do urna potencia que. como
disc lord I'almerslon, desconheceu os direlloa
< deveres inlernacionaes, e procura agora sublra-
Inr-so as ohriaaOes soleinnemenle conlraliidas em
um congreso das polencias da Europa.
N,lo abandonaremos Turqua no momento
crinco ; nem lao pouco reliraremos um s navio di
Envino, cniquaulo for necessaria sua presenca para
deleza de una causa porque combalemos o vaneo-
moa.
< Nunca nos opporemos a qoe toda diniculdade
real, toda nmleslacAo leal c de bna fe, relativa ao
sentidoio alcance das condiroes do Iralado de l'aris
.ejasubinellido a urna neva decisAo, masnAoap-
pellaremos para neiihum Inbuiial do mundo, para
que se decida se a Russia deve no invern, quaudo
.. liallico esta fechado e a Crimea evacuada, evecu -
lar eaadifSea que ella promplamentc aceilou lia
primavera, lendo ante os olho a perspectiva de um i
longa cainpanha por Ierra e por mar.
' Se a Rosta quer observar tratado, nao se nos
falte mais desla miseravel di-puta de Bolgrad, reine
da lina das Serpenles sua pequea por, Ao de solda-
do,, e nao teniia a audacia de propor-nos que i.m .
de seus navios passe do Medileiranco para ornar
Negro. Se a dnpeilo do tratado ella quer conser-
var tua comniuniracao com o Danubio, nao he mais
de um eongreiM euiope, mas de una guerra eu-
ropea que se trata.
> maire de La Colal eutrou-lhe urna manhAa em
ca-a, e disse-lhc :
Moa charo Lescalle. nlo he quinta fcira fuluia
que ka de casar-se sua lilha .'
.Tm'"' ^"""""'"'f. T'i'i' f'ira as 1(1 horas di
Venho rogar-lne que guarde isso pzra dous
das nu ires das denois.
Tem aluum miivo .'
TOOlW um do, mais ri05 prerei(o man-
dou .,na.-me ; !, t pasr j
masvollarc salibado a noile.
Entao llevemos esperar ale segunda fcira.
Z*r" ..*'r" J^T"1"- Eiperor a,e
A duiacAo da pal, cuino o ditte com razan luid
PalmarilOD, .1. pende da Eluaia : ella pois compre
decidir. Nem ella nem seus mercenanos consenoi-
rAo desunir a Franca o a laglelerra. Asdoasna-
i.iies eslo sempre perfeilameule de iccordo, excepto
sobre um ponto de muilo pouca importancia. I'ui-
dos podemos desaliar todas as marhinai;e<.o
dem.
IXIKKESIONDENCIA DO DIARIO DE l'EK-
NAMBI CO.
PARS
(i de dezembro de I8V.
fevila dramtica.
lomos que registrar desla vez um triompho, um
dos mais bellea qoe lenhaha\idn depois do dos mes-
tres do drama moderuo, um Iriiimpho generoso e
leal, que Blo deve nada nem os raucores, nem as
redactes Iliterarias.
Como acontece quasi sempre, o poeta preceden o
autor dramtico, e he o poeta que (em feito as hon-
ras da sulemnidade, dando no (I len ao publico das
escolas, i um pu|,|co inielbgeule e joven como el-
le, a fesla dos versos bullanles, a fe.ta dos versos
queridos, a fesla das rimas novas e dos hemislichios
de nova forma : quantas palmas como es(a juven-
lude, em que ha mais de um poeta em esperanza, ac-
clamou esle novo poela !
Apparef.1 o autor dramtico, e o poela esla" nas-
cido, e nascido hontem, ja' he um meslre, e ence-
lou vicloriosamenle o palco onde os mais lirnies va-
cillam e esl'ibucham ; elle se conservou de p du-
raole cinco actos, equando o panno cabio sobre a
obra palpitante, sala enlhusiasmada pergonlou o
nome.
A parase dos anligosnasi-tur poetasera' sem-
pre verdadeira, mas seo humem nasce poela, so con
vem procurar orna cousa, licar poela.
A flespeito dessa percfelibllidade de que o homem
lie lAo ufano, a despeilo dessa educado de que as
sociedades humanas s.lo lAu orgulliosas, se pode di-
zer com loda a josliivi, que quinto mais o homem
etu' perlo du seu berjo, mais elle val, mais he re-
ccnleuienie saludo das mjus de Dos, melhor he.
Adquirir a ciencia da vida,he aprender a guardar
piedosiincme o maravilloso (hesouru da juveulude,
da jiiveiiliide que pode ser inmortal, u'uma pilavri
da juveulude do coracAo.
Deigracadameole o secredo desla icieoni he o se-
gredo do pequeo numero, e como disse cu oseaos
dias um grande poela : roV>l deicom alyuma enn
sa nos mallos da estrada, os reOanhos e a laa. e o
liomem a (rinde.
Enlre dous liomens, o melhor sera moilas vezes o
mais moco, enlre as acees de um inesmo homem,
as mellioies sAo as da juvemode, e isio he especial-
mente verdadeiro acerca dos artistas e dos poetas ;
as suas mais bellas obras sAo as da juventode.
Assim foi com grande felicidade que saudames na
sua estra nestes ltimos dias um dcssrs felizes que
a musa (em locado na fronte com a dedo, e que, cin
'oda a frescura das ideas, em luda a virgindade das
sensaciies, em lodo o calor primitivo dos sentimen-
los, fazem obras de poesia, um desle escolhidos que
e revelam s primeiras horas da mauli.'u em que se
ouve cantar a' larde Indas as frescas vozes di pri-
mavera di vida, em que so he preciso tratar o oo-
vido para notar as mais deliciosas harmonas do eco
e da ierra, u'uma patarra, um des-esi nspirados que
prodnr.em cm todo o pnmeiro ardor desse calor do
corocao, que por si s he o genio ; assim, he com
urna aiegria real que nesles lempos de vulgnridade
nialeri.ii e positiva em que vivemos, assigualamos
OB? verdadeiro poema escripia por um verdadeiro
poela em sua aurora.
Os habis bradaram contra a inevpcricncia ; pois
bem, tanto peior para os habis pois que nu inev-
perieneias de um priineiro ensaio, ao lado de ado-
raveis deaasamenlaf, ao lado de irresisliveis inge-
nnidades, que a sciencia mais consumada lera*gran-
di dilliculdade a subsliluir um da, ht bellezas que
o lempo nunca peder' juntar nada, pois que as
obras de poesii e d'arle vivem linda mais das emo-
Ces, dos senlimenlos que se nAo dio do que vivem
do saber, da habilidade que se adquirem, pois que
muilas vezes desgricadimenle ninguem se lerna ca-
paz de !i dol la,le e saber se nao lornando-se menos
accessivel aos senlimenlos e s impre'socs.
O joven poela com que nos oceupamos ainda, nao
possiie a sciencia da acejo, cerlameute ha d >.
ira-i., um oa, mas lein o ijrismo alado dos enlhu-
siasmos jovens e os accentos elegiacos das primeiras
melodas, e nunca as perder', (aeremos fallar de
Luiz Bonilhet e do seu drama intitulado : Madama
1/ori/orsi/.
M. de M n.ianv opera lealmenle a inlo de Renon-
ville, eile roiilempla o linda niulhar. arha-a minio
Bm Algrele foi eleilo depulado o Sr. Dr. Helio
com :l votos em (il eleilore., e suppleole o Sr. Dr
bella para rfoeg.r u crdito de Mad. de Mainlenou. 1'iiih.iro com i i.
e se pror i. onduxi-l. ao ledo ,1. el-rei. Em Cacan. obleve maicria para depulado o Sr.
de Moii'lau'v" n ',' '' I 'T '""B"a ^ ^ ,,arS" "'"' *"" S''Ple",e Sf ''
de Aioniauv nlo lem a tabican que u,. as Montes- Proles. .
pan.. I.uiz \l V j, nlo lem o encanto dos primeros, Em llio Pardo foi eleilo d'pulado oSr. Dr. Men-
annosqoeperlurbamororai.Aode Valhere. El re j doea, e sunplcnle n Sr. Di. B.tamourl.
(SU Inste procura dislrahir se dos seus pezares Em Porlo-Alegre triumphou como j.i dissemo,, o
com as Iravessoras de un. filhoadoiado.e de que estas travessorai se eilingoem como o mais, erotinlo .*>(! votos.
reconhece c amor que senlio cabalmente, espreili o j A assembla provincial nao .-e linha inUittdo,
movimenlo |la doqneta da Burgonha c a enlloca au i P' nao quererem comparecer s membros da mi-
pc de Mad. de Montare, como um anjo da gurda.',,nria, 'n os quaes n.lo liara casa.
A casia mollier sem Iraliir a fidelidade que deve CoBlinoava a secca em toda
mioislracao mais plicid, e menos hostil sada de que,,lo devidosao trabalho fraocez se
indi un- esemplos desde os primitivos lempos cous-
tilucionaes.
O Iriiiinpho quasi geral que liveanic, chamado,
liberaos em lodos o, circuios, porqoe apena, em um
unir, -alno mu depulado de opiuiAo coniraria, e nes-
se mesino o supplente he liberal, espliea-sc tula or-
em a mioma d-
pendencia di conslruelore,, engenheirot arll-,
inglene, como acontec com os vapore de oun,
eompanhias. lie urna Man qge honra o p.iz, dn-
do procede; l*rqoe|solider, elegn.cii, ripidet, e-
ttinilSClo compacta e pela disciplina do partido ven- ""r'nvi Perfeib" constilucm quahdades que > I
1 cednr, em lula com ouiro <|ue realmenle
i sua ama, Serv os prnjecloi do rei e vigia a honra
da Franca. Com loda a antoridade di sua virtude.
dissu.ide Mad. de lliirgonlia desle amor criminoso
qne rolou a Maulevrier. I.uiz \IV que surprendeu
Cilil prudentes idmoeUscO, a^radeceu a Mad. de
Munlsrej, e depois de urna conversa iiilnni que se
as.cmelha i um Irle a Ule criminoso, ullerece ga-
laiilcinenie o braca a bella miilher.
Mad. de Monlarej seassusla, e M. de Montare)
recebe cartas anonv a, e senle-se mordido no co-
'acaipelo demonio do einme. Entretanto el-rci
escreveu a Mad. de Montare) nina caria confiden-
cial cheia deste segredo, pretende qoe ella jure que
a provincia.
beulimos ler di aonunciar que o Sr. m-reelial ba-
rio de Cacapava, que havia partido para o 'aguaran
com o lim de seguir para o Quirala, regressuu ao
Rio Grande por nao se aclur em estado de Cunt-
noar a viagem.
Siftisir.No dia 25, as 7 horas da manhAa, o va-
por sardo Turinu, em viagem da IIalna para esle
porto, encalhou nos bailes ds S. Ihouie.
O commandante, olo podendo salar logo o navio
maudou para (erra no calores 36 passaceiro., entre
os quaes havia Mnborai e cnaucas. Parle da gente
que tripolava os escaleras recusou voltar para bordo
nunca revelari o falal e criminoso amor da duqueza "P" U falla de gente, pode o comman-
de llurgonia ; presla juramento, e no seu reconhc- "e allJar P*"e Ja ca'oa para aliviar o vapor a r
ds
A tcens se abre na tasca do Sello tOuro. Dio !1
horas. \ cslalaja leira despedu silenciosamente -
cimenlo o velho rei depe-llie sobre a niao o bejo de
om pai... Mas Mal. de Maimenon apparece no li-
miar do quarlu, i ondu/ui lo M. de Monlarcv, que
Confunde o pai cun o amante.
No i. aclu Luiz XIV responde as exigencias dos
etnhan.idores de llespanha e da Saboia com a ma-
geslade do infortunio que lamber eleclrisou loda a
nobreza Irauceza : Para oppiir pessoas ensiveis a sua
m fortuna,noma enlre oulros M.de Montare) .coro-
nel de um dos seus regiment,. Esle favor lonlhma
esle ultimo as suas suspeitas de marido : nAo par-
lira' lem ser vingado, quer que a sua vinganca suba
al o throoo, mas Msd. de Roana) n delem. di-
zeuilo-lhe que malar o rei he assassinar a Franca.
O marido sealindo sntlo que ja nao pode viver de-
cahido da sua felici tade bebe as escondidas o vene-
no que a mollier repelle, protestando una innocen-
cia que o seu juramento prohibe-lhejnslilicar.
Mad. do Mainlenou que ueste entretanto descu-
bri a verdade, corre espavorida, teslemunhando li-
lamente virlodc de Mad. de Montare) ; ja he tar-
de, o iufellc esposo expira, laucando um olhar de
amor a aquella que elle havia suspeitado.
I al he o dado do drama novo. A dintela do 0-
deon dcsenvolveu todo o seu laxo e lodo u seu es-
plendor os adores lizeram o que eslava ao seu al-
cance, e releva dizer ao terminar, o Inumplio lille-
rarioesla' cima do Iriumpho do dinheiro ; pareca
que depois das primeiras e frvidas ovaces da mo-
cidade radiaule, o publico vinha coulinuar o Irium-
pho CMim-e.i i .. puj, uelrli pareee que era preciso a
conosidade dn publico, algumas veiei inlelligenlc,
menos urna obra d'arle pura, do que orna obra de
escandalo qoe magua brutalmente algumas das suas
cangas mais vivas e mais profundas.
N'ecessila da conliiiuacao dessa litleralura que ja
conla a Dama das Camelias, D'ana de l.ys, o De-
mi-Monde, A' mulheres de Marinare, ts l'aritien-
tes, o casamento rt'lllvmpo ele. etc.
A este (iluto, os falto bna.-- hornera de Theodoro
li i tere e Capeada deviam ter um resultado consi-
deravcl, a cusa de cmico brolil.cinico e quasi ler-
rivel.
ti / andeiil'e onde se da esla nova comedia cm i
actos esla conliuiiadameiile chelo dipois de algons
dias,
Ao Uto desla, duas obras citaremos um grande
drama de nove quiltros. \ Torrr de S. Tiaqo. dado
no Cirro por llexindre Dumas pai, c Xavier de
Montepo. |lie urna brilhante evocacAa de plisado
da corle de Carlos VI, de Isabel da Bivicra e do
duque de llurgonia.
Oulro drgini 'lado no AmbigH por Aflamo llrnl e
Eogenlo us e loinna Grej, episodio da hisioria da
Inzlalerra.
No dominio musical nada temos que aonunciar
imprtame. Ilirghi llomoe Medori conlinnamnsanat
setreas na oeademiH imnerial. ipie tem urna novi-
da.le cm dous actos : A Rosa de Horenra, opera re
M. I'.illelta. I'rala-se do seoho de orna menina po-
tica e casta, que o sen anjo da guarda preserva e
abriga sob as suas candidas azas.
BsU noile A minia, a lilha de um meslre mozni-ta
he a noiva de Theobllde, seu primo, amanliAa ser
>ua mollier ; qoandose ajoelha se oratorio,nina se-
e assim consigui pr o navio a nado a' mcia hora
depois oo meio dia.
O orino perdeu lodos os ferros, e um escaler
que VOltava para bordo; lelizmeuls nao pereceu nin-
guem. Os passageires que desembarcaram e Ib" pes-
soas da guarnido licaram em Ierra.
2S
Por decreto de '.I do prsenle mez foi rcconduzido
ochas a
em eslado de desorgaoisae.loa prvalo de seus direc-
tores mais prestigiosos. Nlo foi eoipregada a lorra
armada, nem as deslitiiiees em mansa. Nos lugares
que .1 torca publica loi rmpregada pin manter a or-
dem, como em Gusratiugoel, ella conservoo se so-
braoeetras pircMididas polticas ; o lente Jos
i. leiiiin de Oliveira Bocha, qne dalli seiba de che-
gar com o sen deslscamenlo, vem munido de alies
lados lionrM.i-.iinus de chefis de ambos os partidos;
is bsvnnelas luziram lid greja.a torca esleve presen-
il' e ninguem se queiva, porqne em'vez de servira)
de instrumentos de ruacc.lo, servinm pars evilar
qualjuer evplosao que a evallacAu dos nimos pare-
ca tornar inminente ; o lente Bocha bem mere-
eiu do paiz. O mesmn em oulrus lugares ; e este
resultado he devido em grande parle a allilude do
Sr. Vasconcellos.
incluir daqui que as eleic,Oes luram cesluei, se-
rla om piridoxo, ja' o leuho dito ; mas lambrm j
deuimos entrever a nossa opiniAo, de que nem ludo
que -e pas.a dentro dos bastidores devi vir scena.
mem competente, reconhecem no i;ile de Im,
<) s.v.lemasegondo o qoal lrabalfis.be e doy
de Trembl.y em qoe o tther entra como arlaaBsl
motor. A sus eapscidide lie de 2,-jJO toneladisr a
torc de SOO csvallos. '
0 reparlmenlos inlernos sj fti(o, com m (
miro pela eommodidide e conforto dos asassas
'os. No, ,eu, loo eamarotoi, cincomli Ao da m
neira el,,.,, mconlra-si lodo quinto oml Vlawn
he pamivii .dferecer a am vi.jao.e. Slo bem *Z
dos, bem inebiliedoi e aeeisdo..
Nola-se na cimara o mais perfeilo goto. II. ,.
ta ; em seu oroe,os uoll ,,,, |ui(i _
em om niviu hi po,.|v| rM|Mr#
lltral.mento pe.^,,, do, ,,, ,,ed(|,(J(,
cornos, deve esperar d, urbin.dide o e.celleoe.
maueiras du digno cominmdante o Sr J Emere
lleporUnlo,e//l.aeifw, doi mHhe.
a Terra Nova e a Irlanda, ordenarain'me SS. ^S.
vos eommunicassem que estas promplos a entrsr em
um contrato com a dita cumpanhia telegtapbica, b-
senlo as seguinles eondic.6es :
I. O capital empregado no eslabclecimento des-
la linha sera de 350 md libra,.
o -'. O govirnode S. M. comprometle-se a dar o
auvilio que se jnlgar necesssrio para eflectuar asson-
o bacl.arel Leandro Kibeiio de Siquiira Micie n"' d." ,|"' ai"'la Knm Prcci's- ou verilicir as que
lugar de juiz municipal e de orphaos do tormo do
Rosario do Cllete, da provincia de Sergipe.
Por decretos de -3> do inesmo mez leve merca Jo-
so Nones Barbosa da serventa vitalicia dos ollicios
de labellito do publico, judicial e nulas, e tscrivte
de orphAos c da provedoria de capailas e residuos
da villa da Serra, na provincia do Espirito Santo.
Foi dispensado o capilla de primeira linha Joto
Jos de Brilo, do eiercicio de secretario du corpo
municipal permanente da corle.
Foi Horneado o rapilao da primeira linha, Jos
Mara Gavlle Pelleta, para o lo:;ar de mejor do pri-
meiro balalli.o de inlantaria da guarda naciouil ds
provincia de S. Pauto.
Majores ajudantes de ordens dn commando supe-
rior da guarda nacional dos municipios de S. Joto
do Priucipe e QaalsBramoUm, da provincia do Cia-
ra", Eufrasio Aires I eiloza e Pedro Alves Feiloza e
Valle.
Canille secretario geral do inesmo commaiidu su-
perior, Antonio Rodrigues ds Silva Souza.
CapitAo quartel-meslre dito, Jos da Silva No-
gueira.
Cepille cirorgian-m.ir, Francisco Jos de Mal-
los.
Por decretos de -27 do crrente mez foram no-
meados :
Administrado* da recebednria do municipio da
corle, n cheto de secrjp do Ihesoiiro Manoel Paulo
Vjcira Piulo, acluM administrador interino.
Priineiro oflicisl da secretaria de ntadu dos ne-
gocios da laxando, o segundo dito Augusto Frederico
Celia.
Segundos ofliciaes, os segundos escriplorarios do
thesouro, bachero] Jos Mara da Trindade e f.irlos
Augusto de Si'.
Cheto de seccao- do thesooro, o primeiro eicriptu-
rario Joao Caetano da Silva.
Primeiros escriplnrarioi, os segundo ditos. Pos<-
'lonio Mailm- de Mendom-a e Jos Joaquim dos
Beis.
Segandos escriplorarios, os lerceirus ditos, Jos
Joaquim Vieira Soulo, Antonio Luiz Fernandos di
Cunta, Jacinlhi) Vieira do Coolo Soares e Justino
de Figueiredo Novis.
Tcrceiros escrlptnrarios, os quarlos ditos, Jolu
Carlos Najlor, Jlo Nepomuceno Kiataoia, l.i lle-
...i.iv oa i-oni una. nermcnegildu Joao Alves de
Oliveira, Francisco Frederico de Mello Peinares e
Pedro Machado da Gama.
(loarlos cscripturarios, os quintos dito,.
,er feila toda a despeza com capilaes eilrangeiros, e
de spretealarem .< pessoas que salieitavam esse con-
trato todas as habililanie-, ludas as garantas deseja-
>ei<.
Uoje publicamos as bases d um ajaste ignal, feito
pilo governo ingles paran cstabelecimenlu de nina
Imlia que lein de alravessar o Atlntica e de lis.
America do Norle a' Irlanda.
\ erAu o< leilores que ss condicoes com que o go-
verno Ingles acaba de tratar nAo rae m.os farorare,
do qoe aquelles que nos ollerecem. Mas o gorerno
ingles sabe e quer. Essa linha lelegraphica esla ejes.
lada ; o governo, alem du subsidio. ni\ila-a direc-
i a mente erapreslando-lhe navios pan a collocacSodo
cabo, e no pruiiruo mez de junho eslara iberia a
cominunicacao instantnea entre a Europa e a Ame-
rica Septentrional.
E em jniiho de 1817 ainda nao (eremos lelve ps-
re amostra da lelegraphia eleclriea seuAo e.ses paos
a prumo que par ahi enfeilam a nossa capital I
Verdade lie que a lelegraphia elctrica no meio
das nossas morosidades administrativas, das consul-
tas e dos embargos, seria o maior dos epErammas.
i Thesouro, -JO de novemhru de 1356.
" leudo apreseulado aos lords commissarios do
Ihe.ouro de S. M. a foss.i carta de 1:1 do passado, di-
rgida ao conde Clarendon, solicitando, cm nuroe da
coinpanhia 'elegraphica de New-York. Terra Nova e to, o. ,u / "' sr""1" .''"'o eleiloraes. e que P"his Areaud louacbe par. sitisf,.!,
,,..__. ., .* ,0,K- "rra.vovae tongada capitonear edmgireses esem latos, o pre- us rssla emnreza
Londres cerlos privilegios, prolecclo e re.peito d. .denle procurou evita los, d.ndo i insior eipaEslo A caus.T. d.n^,, I asna ,
buha lelegraphica que se pretende estabelecer enlre P<""vel 1 liberdade de voto. r "" """"'e lo I tile de yon foi |ar-|t0
Agora reparo que e cumpnr o oflicio de narrador ; mas, se lodos os cor- um deposito de cerca de o.OUO litros m.
respondentes fazem onlro tanto, perqu nAo o farei de.app.receu por se ler volalllk.^ "P""
eu .'Aci menos o que ah lica dito nAo lem oulro lim rande nn.ni.a.a 7 .V,ol,l,l"*do e eqnth,
senilo deivar bem consignado um laclo de grande qoniidade de hquido.phenonieno Oeviqo s,
vulto, isto he, qne t presante allela ful am groado ** **"PP*** aaelat di lempereion riii_
pesso para a re-tauraco ds liberdide das urnas. P<"- 'o alguns das cm (males no roannin,
O xm. Sr. Vasconcellos lem de:lar.do qoe diri- apropri,-l .o vn.,r da T ^- P'r
ge-so A corle no prn.imo mez de Janeiro, para sin lnar.h, "l"'r agua, e leve de demoran
diuar sua senhnra, que comino a soflrer cruelmen- que ",ra I""5' emprs de l:t millie> te
te em sai saudc. O clima de S. Piulo em nada lein a"
sirio favoravel a S. Exc, qoe precisa recorrer a om
Iratametito mais rigoroso, e pretende consultar osla-
collativos da curte.
Parece que nao eslAo longe de ullimar-se is eiplo-
rares a que na serra do Ciibalo eslAo procedendo
os engenlieiros inglezei enviados peto Sr. bailo de
Mina, para 'harem om juizo sobre a poisibilidide
da estrada de ferro. Ha cerca de Ires mezes que do- I
rain essas evplnraroes, e inforinam-nos quo os Ira- lanlissimos Irabalhos em
baldos lem sidu dirigidos com tenaz perseviran^a.
iz-se qoi esses engenheiros scham saturna dillicul-
dide em dirigir pela serra um Irilho qoe permita o
t transito de csrros a vapor ; mas se tal dilliculdade
dos seus hullelins telegraphicos. Ele subsidio coli- T.J^'^SSs que "'ver grande incouveni-
......- ..i ..... .. eme em substituir, na serrs somonte, u vapor, eru-
unsrs ale que o lucro liquido da companliii seja presando i-"
iaual a um dividendo de (i por ceuto. Alcancadoes- carros, ou
Seril porem temer,n quem negKse que na presen- r,aaapr,, i.m an milhoe.
leeleicM progredimos muilo ; quem iiegss.e que o ,T "', por,' 'lo "">*'
governo einpregou quauto em si Imlia de recorsos "' uemunslri' solieitade qoe empre-s e c.,n
H fin, li
ja se le 1.1, mi toito oern cnm0 a ,,,, favorave|.
mente em consideraco qualquer pedido que se Ihe
lace de algn, rasos da armada pan auviliarem
i-iilliirarau Ju cabo.
<> 3. O governo bnlannico,desde o dia lem qne fi-
car completa a linha, e emquantn continuar a traba-
Ihar com regularidade, obriga-se a pagar a comps-
nhia 11,00(1 libras por anno, equivalente au juro de
> por cenlo do capital empregado, com remuneracAn
Uva pelo serviju qoe o governo exigir na evpidicao
Diarin ds Rihia.
te dividendo, o subsidio sera' reduzido a 10,000 li-
bras por auno, pelo periodo de-J.i anuos. Fica po-
rem entendido que se os despachos telegraphicos ex-
pedidos por ordem do go\eroo evcedeiem, em qoal-
quer anuo, os preces da larifa marrados para o pu-
blico, o governo pagara' a' coinpanhis i differenrs
que houvir.
I. O governo britnico lers' preferencia ns e\-
nadigae dos seus bullelins a toda c qualquer pessoa-
com antee etcepnlo do governo do, Esttdos Cui-
dos, no caso de enlrar esle em arianjo, com a coin-
panhia lelegraphica qoe o colloqoem em p de igual-
dale com o governo inglez, em cujo oaso os despa-
cho, lelegraphicM dos dous governos tero a prefe-
rencia na ordem em qoe chegarem as eslacOes.
.">. Qoe a tarifa dos precos sera' Asede com een-
sentimenlo do thesouro, e nAo sera' augmentada sem
esie conseiitimenlo em^uaiilu durar esse contrato.
Soo etc.
Jame tl'ilsson.
I He Janeiro de 18J7
Por decreto de 10 de dezembro prximo passado
foram -oncedidas as honras de dezembargidor ao jniz
de direila JoAo l.ios Vieira (.insanrAo de Si-
nimbo.
Por decreto de :lll do mesmn mez :
Foi removido o juiz municipal e de orphAos Vicen-
te Jnsliniano Bezerra, do leruio de Pemsigas pira o
de Mina Novas por o haver pedido.
leve merce Joaquim Msrisnno da Costa da serven-
ta vitalicia do oflicio de partidor dos juizos munici-
pal e orphos do lermo de Un, em S. Paulo.
< onucspoN,,,,*., vs |M, |A|||o
PKUXAMBf:..
PARA-
MI di dezembro de i8Vi
lermioou a a,sembles provinci.i mnm im
abalhos em IX do corrite. cose
os terminou .' .... I ,n .ielis,d dil
estova ja com a. medico so Isdu Mre Cooeg,
. csbece.ra ; e de fe.uilA, .di.nlad. er, a ZZ
que a pubre morreo de careta P,rete pa|h, ,,
alli anlm.ee na conducciu dos'mesmos '!'" ?'""' T^ '"" '" *"* "o
lrain< ; para isso nAo se enconlrain em- v ur' Ml'". qo* vo|iou-se par o tsc-i
bersces de nelnrexi grave. griplio, e pi lio-lhe palana I L,n ispeclidor res
\si ronecionando o novo eminario episcopal,qne e da simpleza do Pax-tmUt -- .-
j. eonti vinte t.M seminarislas. Lm dos ex-ordenan- I lachigraplio licenca pan fallir *
dos, nlo querendo se sojeilsr disciplini do senn- Ca para Hilar ., g,|eni, ,,,
nirio, relirou-,e no segundu ou lerceiro dia : e ap- Pdenle man lou ler um arlio do re-i
parecendo as vidrias do eslabelecirr enlo quebradas, | me"to. e em seguida levanlno e lem-se atlribuido esla desfito eo memo seminaris- ; qoe foi a ses-Ao, esda no d
Moedas de prsta falsas. O ISr. director da
casi da moeda, nos remellen honlem a ,eguin(e in-
tormacAo : a Em maio protimo passado, de ordem
superior aiinunciuu esla riparUcge que se procura-
va introduzlr na circulacAu tolsas moedas de ^.daii-
Usximieno Pecegueiro,' Oerrnaaa asendee''lJei^oT !d" """n l<"n,"> "s ,'"eio' de M touh" "
ro, Pedro Po de Aluieida Gralha, Luiz Bern.rd.no ; ,,,l"r,ca^" l,u'e' "" vi"udB da "en>i ordem, ..-
freguezes communs ; chegam hospedes mjsleriosos; i noatl M l" ",,vir debaivu da janella aberla, Canea
primeiramenle Daubign, o irmla de Mad. de Main- i om ">*l|"'!e, parlador da um bilhele ; Atilinta se
teen, devassn evaico ; um bilhele in lica-lhe urna Ilevanln' '.nlhi da janella, e avista o duque de Pl-
antrevMe, e elle jnlgs ver apparceer alguma seibo- I ma' cornl'ara-o por um instinto com o primo, e a-
ra embocada em um maulo, e Ihe estendendo ama i pc":ls escala mu' se li"'v'< os pes della, pondo-
candida Me, pois que, embora ja' liresse cincoenla : "le I)an,li,l a<> pel. e"a lirada : Delem-lc, eu le
annos de idade, Danbign, he de una faluidade in- !a,no : duque trsusportado vulta como tiuha viu-
Weravel. da, e o sea pasma ata lem limites; Oh : nuite, diz
A purta se abre, em ved de urna niulher embace. elle' nn'te divina, receio que ludo isto seja um so-
da, he Moelsvrier sen amigo. O joven dalgo vem "'">, nAo oosn crer na realidade de tamaita for-
cunfiar-lhe qne ama com um amor insensato, tora tart*-
dos limites do neesivei, que lis tentad,, debalde ar- i A 'uenina adormece com coracAo pertorludo, e
ranear do coracAo, ma, que resiste a' vonlade, i ra- *",M : V1"'lim ,e,la C1"n que o duqoe de Palma
zAo, ausencia, e que Ira} de urna missu diploma-! "ede ao jobo por T-ibaldo se mata, mas a cla-
Biltancourt Freir, Guilherme de Souza Beis Car-
valbo e Jus Maria de Billaucourl e Silva.
Amanuense da altandega da llallis, pels demissao
concedida e Joaquim Aureliano Freir de Ctrvalho,
Jos Amancio do Onleiru.
Segundo escriplurario da recebedofia ds me,ma
provincia, o amanuense Jos Antonio Machado.
dea na llespanha, mais amiente, mais vivaz e mais
obstinado do que nnnea, Lia a duqueza de Boor-
eonha, a estrella mais hrjlbanle da corle de I.uiz
XIV, a qoe sera' um dia rainha.
D'Aubigne rio-e da piixjin melanclica do amigo,
promcitondo-llio aprceniiiLlo e' sna irmia, cuja
casa vei maRas rezas a duqueza : de repeine se ou-
vem dar tres pancada, .' porta. Miulevrier foge pe-
la janella : he o caniinho ila jnvenlude O do amor
ida
fnrlivo. Daubign se esco
cstalajadeiru abre enlram
em um anuario, o
comu conspiradores al-
gons Hdeigos da corle do guinde re, eonversein so-
bre Verssilles, sobre o inielteo que ahi reina, sobre
o eredlte de Mad. de Main ennn, que parece decli-
nar : disserei, que todos e.tis duques lem algara
velleidides dse eonslitair m cabala para derrua-
le e ao primeiro ministro, L ncolhem muiio mal o
mnriicnen ; Daubign sabe d<
se irritar contra os conspirad
sentando a sua parle, Irata
melhor maneira que pode,
com a marqueza, s* tres
armario, mas longe de
I res, el-lo que repre-
to proteger a iimAa da
de. I Alada se eeeaperiem
nov is p
Irassem na sala da lasca : um
guardes, e nina niulher inuit Om dns conspiradores, M.
nhecia
per-onageu, nao en-
telan, um capitn das
mora.
de Benonville, queco-
o velho noma a seus amigos M. de Bourrav,
M. de Monlarex, seu
vio
meninos, M.
qoi rpresento peln sna rez
genro e Mad. de M.iKarey sda lilha,Yodos ti
a \ersa.lles, o velho psre ice apeoher
de Montare
ridade do dia veio dissipsr esle man sonho, e a bella
noiva que perdeu toda a lembranci. he coud-jzida
ao aliar pelo pai para casar-se com o primo.
A partitura he a primeira ohra em Franra de um
compositor italiano do maior mrito, encerra belle-
za, notareis/pie hilo sido vivamente sppleadldol. lie
dignamente Interpretado por Roger, llouuhe e Mi-
dernuiselle Moreau, Sainl, que obtiveram o mais
completo, o mais legitimo Iriumpho.
Emlitn, o Sdate, urna opera cmica em dous ac-
tos de M. Clapisson, sobre um Hbrclto fantstico es-
creveu nina musir espiritualista, lev i.na, eleganle,
cheia de frescos rr.olivos, de idea meldicas, que
Carolina Dupr cania de urna maneira deliciosa.
i:. M.
milicia quu tambeui se procura iiitroduzir Meas mo-
edas de 18.
u E ru, por ter urna cur azulada que I disliuguia bem da
mueda verdadeira : segundo porque lem o pete de
3 oilava' e -J graos, quaudu u peso da verdadeira he
3 uilavas e 4o grAos lerceiro porque sendo fundida
Vroanueiise, o pralicaiitoMinoel Ezsqoiel de Mel- *eU dii"ne,,u l,e u,n P"UC meuur d" au "">'
lo e Almeida Galeo. i di, e os relevos silo defeitonsos, com especialidsde
.guudoescriptunrioda slfandega ^^^JT^^^^^^....."""
O amanuense Anlouiu Paulino Delphim I lem i
quei.
^Amanuense, Trajino Jos Rodrigues Chaves J-
nior.
Porleiro da thesourarii rio Rio Grinde du Sal,
pela aposenladoria concedida i Antonio Jos Lisboa,
Francisco Jos da Silva.
Foi aposentado o primeiro escriplurario do the-
souro Luiz Caetano da Silva, a sea pedido, e demit-
lidu u lerceiro dilu Bernardo Gumeiisuro Fer-
reira.
ha
para seguir a sua fortuna na corle.
M. e Mad. de Montare) ijo casados
lempo, adoram-se. tora inelh
sua ternura brigada no velhl
ainda nAo liuhan sacodidn a
BU) DE JANEIRO.
27 de dezembro de 1836.
<< paquetes eSardean e tinanabora, entrados do
sal, liouveram-nos folhas e cartas de Montevideo
al Is, do Rio Gran le al I, de Porto Alegre al 17
e de Sania C.ilbariiu al 83 do corrate.
As repblicas do Prala licav.un em paz. As noti-
cias, lauto do Eslado Orirulal cuino de Buenos Aj.
res e da Confedcracao. vem Uo minuciosamente re
rendas na no-sa correspondencia de Montevideo,qne
nada letnos a accrescenlar.
A imprensa de Montevideo occupou-. te rom a polmica harida enlre o Sr. D. \ odres La-
pooco | mas e o Jornal do Commercio acerca dn eslado de
or que giiardasscm a I cousas na Repblica Oriental. Essa im
cabello de Rouvrav um
prensa, com
e\i epcao, i da folha ministerial, declaren
mena da viagem, e ja que bem liubamos apreciado a si.uacAo. Na carta do
alia t 1 d.n. "mMS qUe 5! "" C0""" ' ".....' ,P,aer"n; J", lancam-nos sem pie- Do Rio Grande raeebemes resullado d
dade em miser.ve,, ,., ,, corle e ao ,d con|lecla<.
31
Foram annnlladu as eleires municipaes das fre-
guezias de Santo Antonio e da Legos, e deve pro-
ceder-se em ambas a eleicAo de jatos de paz so-
mente.
A eliijao de cmara municipal n?o sollre alle-
rarAo.
e (j,G->z5, o
da moeda sendo de 0.916 ti 0 de prala, 0,H:| :|| cobre.
i Aqu esla falsificarlo ale pode correr.pois baste
eslar advertido o publico para a conliecer : nAu po-
demos porem ter a mesma segnrenes quaudo lau-
eiiiio- as vistas para o interior das pruviocias, e cum
especialidade o das do norle. Seria pois para desrjar
que os jomaes das mesmas provincias lizessem co-
nliecer tal lalsilicaeAo. n
Por decreln de 18 do corrale foi removido o juiz
municipal ede orphAus do termo de Marianas, em
Minas Geraes, pars o da I'arahiha do Sul, no i'.iu de
Janeiro.
Telegraphia elctrica.
Os leitores eslerlo lembrados qoe ullimamente Ibes
apresenlamos algumas ubservaccs sobre as vantagens
da Ihetograpbia elctrica, e especialmente sobra o
grande desenvolrimenlo da industria e da riqueza
que resultara para o Brasil do eslabelecimento de
urna linha siihmarinha enlre o Rio de laneiro e Per-
nambuco.
S. PALLO.
S. Paulo 27 de dezembro de 1856.
Acabada aeteicAu, acabuu-se a mar das noticias,
e comeca a lornar-se estril o mi-ao do rhroni-i i.
poda accrescenlar muilo delalhe novo acercada elei-
cAo de cada um dos circuios, porque o tempu vai des-
cortinando a razAu de mulles fados ; mas laes mi-
nucias, que deleilam. ou consol,mi, ou desesperan)
aos candidato, vencedores uu vencidns, seriam pir-
feilamenle fastidios!, ou impertinentes para s maiu-
ria dos saos leilores. Se eu escrevesse alguma pu-
blicado A pedido, poda descrever mulla cousa
qne miliaria uu eveederia ao que lem dito nu seu
jornal u Dr. Barbosa, obre as coosas da Parahibuua,
porque emfm estou persuadido, parodiando o poeta,
que elciro puro e fiel... nao lia, nem nanea hoove.
Mis enilim, o que o publico quer he a apreeiacao
dos griudes resullados, e nlo as minucias e chicam, ;
isso se passa por Ir- dos bastidores, nAo precisa vir
a serna.
Ora, apreciandoa eleii.Ao em seasresullsdos, esob
um punto de \ i-la mais alia, cunvem qne o cbreaisls
rtgistn- que ella toi feila com a maior calma e liber-
dade qoe era compalivel com os no-sos hbitos e nos-
sas liadires. Erige a verdade imprriosameoleque
n Sr. Vasconcellos, Como presidente da provincia,
ta. Lm peridico desla capital, hostil io Sr. bispo,
deu vulto a esle facto, e encareceu a soa grividide;
mas realmente o seminario vil iodo o seu caminho,
a despeio da repugnancia queiqui ha contri o ultra-
montaismo que se altribue aus capochinhos qoe o
dirigem, os seminaristas se mostraos submusos ao
seu regimem aoslero.
Tratando deste assumplo eonvem agora consignar
um firto qoe tenho omitlido ms anteriores carias S.
Exc. Rvm. qoe se linha retirado da sua Se, e qoe
alli demora de comparecer desde o seu mullirlo com
o cabido, enlendeu oltimameote que esle eslado nlo
pudia coulinuar. Temi o cabiJo aceitado o convite
de S. Exc. para assistir a iuauguracAo do seminario,
folguu S. Exc, opporlunu o tea comparec memo na
S. Assim, no da _' de dezembro, innirersariu deS.
M. o Imparador, o nosso diocesano reippareceu ua
sui S, depois de Ires anuo, de ausencia. Estes toc-
tos deixam enlrever a esperanca de nina recunclia-
cao. mais oo menos ssli-facloria e completa enlre S.
Exc. Rvmi e o cabido. Entretanto S. Exe. olo veio
pontificar na imite de Natal.
Conlinoim as aguas ; as culheitas de mantimenlos
acham-se muitn prejudicarias pela coulinuacao da,
chuvas, e escchenles ameacam oulrus iirejuizos.
>
i.iuns ii al,i leuho a accreseenlar aoqoe Ihe eserevi
antes de humem -17, e que divo ter sesuido pela mi-
li do Catharinensc.
Cunfirmi-ie que S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vnole dirige-se para u Riu de Janeiro, o lenctona
parlir brevemente. Nos ultimo, dias o ciado de
sua -iili i,i se lem agravado de um modo asimila-
dor. Parece que durante sua ausencia pasiari a ad-
mini.iraeao ao vice-presideule Dr. Antonio Roberto
de Almeida?
Permita que me faja orgAo das reclamic,es geraes
de ludo o publico desta capital contra a reparlicao
do eorreio, protestando contra um iiitilelado pro-
gresan, que aquella rep-ir!ii;Ao quiz iniciar.
Em virtude desos novas previdencias, adoptadas
pelo director geral, succede qne a chegada de qual-
quer vapor em Santos, sube imiiiedialamenle um es-
ta fel com mal de cartas e ollicias ; masnsjnr-
uaes liram em Sanies a espera du cumio ordinario,
qoe he de Ires em lies dias. Desta maneira ehecem
usjuruaesi S. Paulo com demura insior do quean-
les de tal progresso e separado de malas ; li-
camus n'um verdadeiru luimeulo sabendo que che-
guu enrreiu, que ha noticias da curte, e que us nos-
sus jornaes... chegai-uos bao dentro de Ires dias !
Iluulem chegun a mala du Piralininga, e, comu
semj re succede, divulgua-se logo por toda a cidade
a chegada dn eorreio. Qual o desaponlamento de
todos us seus a,signaules qoando, mandando repar-
tirao, liverain o desengao de qoe sn bavlsm che-
gado cartas, e que es jornaes sai no dia seguale .' O
eorreio chegoa honlem ao meio dia, eu Hit escrevo
hojeas 10 hora, da manhaa, e nada de jornal '. !
A nossa frica comprehensAo aioda alliugio qoal
be n h tu da nura reforma. Anteriormente as malas
de jornaes e cartas, nmullaoeameiile, eram remel-
(ida, logo depois da chegadl de qualquer vapor ;su-
b,un a serra em rarijueiros e e-tav un em S. Pinto
no dia immedialo ao da chegada do vapor. Que taz
o eorreio '.' Quiz ler i gloria de us dar a mala com
10 horas de inlervallu depois da chegada-do vapor :
pois venhaiii as malas im 10 horas ; mu fiquem us
jornies en Santos por Ires diis Convem lem-
brir que S. Paulo n.lo he urna grande prar;a rom-
merci.il, onde os negociaules tenham essi soflregui-
dau pela sua currespondencia, cuja demora pode eiu-
sar grandes transturnns e perda, : nAo ; maior he a
solfreguidao pelas noticias da corte. Jo que pelas car-
tas dus correspondentes ; toda a cidade quer os seus
jornaes, e s um oulro, accidentalmente, espen ir-
denlemrnte cirli, de emprnho.
Cum enea -e o Sr. director geni que aqoi ningoem
Ihe agndeee o tal seu progres varAo que pooco adunia a mala de carias a' rusta
de om atrazo inloleravrl dos jornaes. Nonce hoove
innov.icAo que fosse recibida pelo publico com mais
reproraeAo e mao humor.
Desculparme-ha o Sr. director : rendo humena-
gem su seo mrito, lien certo de suas boas inteiiQoes
uesls reforma ; nao tenho menor razAo para que-
rer molesti-ln ; oas u seo progressn nAu pode
sobsislir.
.f'orfri/iorficiilar.,
Jornal du Coinmerno do tlio.''
Na mesma occusi.to demos noticia deuma [""omprebeiideu e desempeniuu pe fritamente i po-
prn|iosla que penda da acceitacAo do governo li,ica 'lo ?nve"; imperial em relerenna a liberdade
do voto. S. Exc. presidio urna eleie.lo em nossa
provincia, que tuiha a repularAo de |muco govema-
Essa proposta, que exige apenas nina garanta de
cinco por cenlo de juru, garanta que mesmo dado o
caso, impossivel de prever, de inda insolutamente
vel ; a eleicAu esta concluida, e S. Exc. anda nAo
lem contra si nina opoostcgi qualquer O orgao
das eleices
ntreteme boa vell
rio -iili, inli
lao tarde.
k>. a. ,.Z wTJSiTS i ""'"i "l"'!'"!"........ ""'""
iviseai
cheuar.
convalesceiid
render essa linha, nunca poderia exceder a duzen- I a"Jla.'! d" "*! dl,limP,e"si,i.he Me governista ;
los .ouo. de reis, ollcrecia en governo : primeiro, a
Irsnsmissio graloila .le todas as uas urden, e ins-
trucees para todo o litoral al Pernembnro : segon-
do, um qninhilu nos lucrus, logo que esles excedes-
sem a certo juro do capital empregado.
i propeste oflfereeis, sloni disse, a vealegem de
le que chega afelicidade; Jome pallido. arare e de Jorge pareceu ainda mais sombro a vista da tona
sem lien iiiiii m.i.i A.....,...... r.i.-.i ^..^ _.___ ... .. ... ... i "
o orgn dus conservadora) eoolieen em espeelalira
e nao se pude qualilicar de opposicionista. Ninguem
negeia, pois, a S. Exc. grande lino na administra-
eAoe minio nolivel segecidade peliliee. Nasrisp-
res da eleicAo secundaria, banuueleadn e Victoriano
pelos dieres de ambos os parliens, S. Exc. cotila ja
inuilos mezes de presidencia em urna poca volcni-
ca e de crise, e pode-se allirmar que lem lido iri-
sen! nenlium reste da agitacAo febril, que pareca
domiua-lo desde mujlo lempo ; por urna submissAu
sem reserva ou una delerminacAo sensato, tile \es-
lira-se com simplieidade e decencia. Causen ariuii-
agandl feira era rxpor a lia Mod a ver ,'-i,,-,, it., !'"'" *' '""" 'lue icabl ,,c
.a .lm ,,,:.. ,.,.i,.v j... _.. i ..... t* Ur WXV- |.-1\',, ilii mit.ii in nu,, asen
M duraule qual,,, ,H,, tendo elle lid,, lauto e,'n|,. T ""' V
para que a veltto Me chegnsse ente........a da eeii! """'" e"""-'1"- v
'''".'.....o ensemenln, i-to he. qnsndo todo se h '
-e muilo edienlede pera poder impedir n,. ..i.,.
na... Da repinte Mr. I escalle leve urna idea.
OiMiiilnprelci.de ir pon,....... e||,. g, mi|t
(aarll lena de noile.
Se adianla-semos a ceremonia em vez de ada-
la, isso o mu!,..lana *'
De neiihum mudo.
Pedera fazer o cisamenlo qaetls feira de ma
ante
I'erleilameule.
Enllo ficemos justos para qnart feira. Aniel
quero assim ; ron ja avisar a Mr. de Vedelle.
nica |
le de-se grande icio chama
mais do que nina form.ilid
flectisseni ss ruide
dessa pilivri dila lao I
desse mue escripia nu livro
im liado- ou demssisdomenli
e.es eurprendidos ou toreado-,
le nir diaiili deteei arlos"<
|des!... laimpreheuilem lod
le p.He lorner-se hornvel a
de escripia nesas le, em cuj
gavelmente don. destines
noivos nao pensent nimo.
tod.is as c Misas o
ler algumas librases cm A caria
sremooli nln causa ne- Hnlies. Ei-la:
re valiosi aos olhns da i
lidade do irmAo ; Roza nao foi a ullinii em peree-
her isso, e vendo esse contraste entre us duus irmAu,
um pensamentu de iuveja c de pesar alnvessuu-lhe
i. alma.
O senhnr he muilo alegre '. disse ella ao eu-
nliadi, i-un um acceulo que alrahia nina aecusaco.
lenhn ra/An de eslar coulenle no dia em que
baha.
K de Janeiro.
O vapor /.i l Ule de l.ijon.Esle paquete, per-
lencente a linha Iran.allauliii de Marseillc, he um
dus mais bem conslriiidos, qoe lem passado u Allin-
lico, assim como he um dos que ollerecem ao via-
jante lorias as commoriidades, que a burdo he possi-
vel exigir. O s>n maqumismo aprsenla notiveis
melnoramenlo- no svstema, segundo o qual func-
ciona, e linio que mereceu a mais seria sllencjlo e
e'iu lo le mullos iiiechanicns iuglezes.
O tille de l.yon he iuduiilavelmeiile urna das
pruvas as mais cmplelas dns progresase que ha feito
a industrie francezs na |cuii.troi(,,1o naval. Assim
comu nos demiis navius a vapor da inlaligavel e
honrada coinpanhia. Aruaud-Touaclie, n'esle o
cosco, as maquinas, o svstema, os irnujus interiores
gio-si rpidamente para os dos mocos, e pergun-
tuo-lhes em voz alia.
Que dizein vuss., meus hlhos *
i voz ria nuil reeorduo a Rosa as realidades que : menlo, ; a desunc pode ser 'urevenit
ella eslava presles a esquecer. '"-
Senhura, disse Jaeqees,
ler entrado um pouco ua sua fa...
Mu pouco, respondes Mina
o mimbro, a, ,.;
bilisstma maioria do primeiro poder debberiBle *
provincil, /ranea e lealmenle es toi escerr.f.ad.
vispors Aeefcea comu deris : tal vid is
morle. '
Conlar os Irabalhos immorlars do nico poder ,e
penord, provinci. he impossivel, ain.l, qe aj
se .mPenh.,e a divina Caliope. I rac(o ,
le. A assembla, a pedido do Peeaa, coaiiaerea i
represenlacAo dus M s S. M.. e perfllho.-,'. En
porlanlo poltico, senlo om dever eiperi, d^n.
do eaonircha ; mas os Pernios nao imporlerira-*
com isso, e.briram nova dsco.sAo sobre e qaeixi
do Pnnci. O prndente d prorinri., manto. ,
pender semelhante diseusslo mpolilics. Qoe be
ralbo, qoe gritara lizeram n Penna e os medito.
Csnllo e natos!, O Peona chamoodesfaman/..
r.o, e isto, correndo e circolando o recinto di is
sembles o CanlAo scnlrloa |i0, c |-reltti qu,
ato enl.lo era muda estalaa. atroounns enm o, sen,
dtspolicos dous ierro.
0 orc,ament,i provincial nAo lem nome. aae o
exprima. Ah se veem urna, de-pezas ceas verba i
nutra, sem ells I as primeira, j, excede- d mu,
recula provincial, e pira as segonlis, nem ,(,
ram crdito, nem n concedern! o governo.
O orcamenlo municipal superaban.!, de" medida-
de economa e polica, sem proaaete da cama.. '
A M de torca he, ale... de oulr, belleza,,.,
ex or,A : ,BIIWalll ,bsr com ^ J ^
paliei.l. vender MaMaMMi qoe foram cnmf,
'tos easle do, ofliciaes e reeolher o ,.r.riurto ....
cofres.
A reforma ,1......corara provincial he ami mi
eravel parlilh, Aug,ef,ram de^roporc.oo.l-
menle eeordeaedi, ii.gument.ndo qu. n iosper.o.
iev-, teMK^miisqae n contadur, por JTir,
Pector^bem; m 0iciill ,, t,m
ordenado que aos cheles de axnnto, ,.vel p,\..
rem ofliciaes- mures
Felizmeole. porem, mda disso toi sanecionijo
Corre que o Jefe Aoguslo esto' sofirendo do r0
relo : que si muilas decepn.es que 'em Md., en
seu, calculo, polil.cns, i,j permillen. qae elle ,.
alegre, como e-perava com a diputarlo geral.
O projeclo de colunisacAo qu- 0 lasgajai, .
gar com cacos os fcajaaa. que ,, M fmmt
vinel, para introdozr colonos, ** m ttM
O projecl,, de edifieocao evaporou-*;. \ asaaBarJe
di reperlitao de obns publicas toi eVlnt\t; e '
isso elle so vender.' i sao cal e os seo, i,|0, ,
livcr bous e por preeo razoavet. A eeleMaaal de,-
toz-lhe os -oul.. anligos e de tong, dili. E por tu,
o privilegio de fazer Ojotos, Ihe fui com lu, ,,,
a negsdo. Me h, ,, pUn0 Ag Sr Jjio ^
que nAo l.nh. lim de recheir-Ih, .laiberrfc'
entreunto, elle e os Maja.. ,gar.m .m .,
tedia qne pedio o Sr. Jos do O' pin ... *.,.
O Sr. Jos dn O povoou um logar qae mail. coo-
eorren pira o aforioosesraenlo de,i, eipilil I lem
torn.do productivo o.erren ,o. ere coasider.dn
geralmeote ucspiz Je dir md. ; le., did. empn-
go mallos braco, ocioso, ; creno u.pi eseol. p.r,
iMlracras do, colonos o dus o.lro. mor.dore. d,
Iba dn, One.,, aadl merecen de g,.(a deSr. JoAo
Augusto Elle c ai elle deve ler o, dinl,r pu-
blico, s liloln de cnnlrito, qe Hl, e.raprei de
puis torj.r toi, qoe o lll l,. da.cawdice, ne.
meas.. Nem so menos salv.m .., apparenci...
O Sr. Dr Fr.nci.co Jos F.rl.toto. nomesto
luiz de direito da capital do Mirinlils.
\ ilegrii que temos por ve lo resti'loido. r.mo
Unto desej.v., .' so. tomili. e s sa. Ierra ; o pra
zer qoe senlimo, com a fel.cid.de dos Maranhen-
ses, nao podem vencer a dor que -Mimo. con. a
na ma. OaMajsJo iantaleaias partm '
Sui illustrsC5n e profondiriide ..., miterie. de
sui prol'.ssao, he p,w Indos reconh-cida. iid. ,
desalleclos ; arcciidAo de------J-----II |||_. ,
di, porem respetad, pelo, que li.cr.m com ., p.,-
vancienes : i variedide .le sus instroccao, imem-
dadede Irelo, nobreza desentimenio,. he.pricii.l,
pelos numeroso, imigus que o freqoei tam.
lie om. perd para ju.lic, par. mua.le. e
pen is pessois que aqoi desejim laabaal Sa. a re
lirada do Sr. Dr. Frsuc.sco Jo,e Furlido.
CEA IIA .
Fortaleza 7 de Janeiro.
Pensei qoe eslives.e.n esgola.la. as BsjaMas po-
ltica.. Pois enginei-me.
.leso,! eiclsmoo s cunde......
-- NAo se asenle ; Bada he gr.re anide ora
rehlenle miiiha lilha ale comp.ebinde aaaa a*t
-- Como '
d-se Jaeqees, en i'elicilavi-me de; Isaseade deadejanjearesi asad
pouco na sua famili. Porque meiu 1
den Jacques.
liosa laiicou um olhar para o lado de.lorge, o qual
ia dienla delles cun a mAi.
Esse olhar quer dizer, coiilinuno Jacqoes, qne
meu irmln devia estar aindamis alegre do que en.
Rosa suspirn.
Enginei-me N.lo se elDiji por isso eas dif-
nco, de mad, na e duas pallrones de. ferencas de humor p.urem rio. nossos caracteres
c proceden a ceremonia rtocluandn-lhe em tur- j tur je be mu puocn brariu ; mas estou enro de qu
uhresahiiidu-lbe '----- '- '-----" '-
- .,.u. ,.vii. u, ir.pu..nuu .(i.n. i.isedllo Com in- lellllO II, lllonlanh ...... j j i
ad,,,r. o d.n.tn .le chams-la minas irmAa, reepaa- | lencao, e au teni muit.s occasicoe. de percebe-lo, i da tJEZL" *g!^^W**^*mm-
. \'"i!.l,'l,!?;'1'1''"' <> maire entrn ecollocou-.eatrazd, mesa rober-
a liaMede cnallah. ...meato alguma. I. da panno verde, que formara a mobilia da sai
,, rom alguns I
Mauosque, dominan.
loee... quan.o, cora- ..,., velb,.......i de,',-, m ffESL ; le le S'','"'"C r""' .....*. "'" ^l"W"*-
parar.am eJielosde ne sem ir ss-i-li. a li.a feii,;i.la,to e ,cc-^
ipereniemenie (Ao sim- seu, iodo irdenles as beuclos du ce
\SSSXJR "'"'' "le C'"" ,UdH ^""I''" m""a' ,-* Atorm.n.,d:,e
. m.rne nnem-se irrev,,- ,;,.,,,.,-,,,. ""';' "'"""^- Nao terminen a phrase ; seu pensamente tora 1,10
monda l":.' Parle rtU' "* """"" ^"'pe ,lHdu 'PS "e Rosa : e t^tVS^SIS^m^^SSXl "."'" '"""i ""' -"S"."'!" "fif 'd' '" ""'" ''ar ,,,i- bellu i "" *"> "" 1 -o antro.
A moridade em prega em esse Carla lie serena e lia decisiva (ir iva lio. .1 "'aiei comrcuu a pesar ,ubre essas duas xar Jarque. arieru.l.ir alguma cuu-a.
cado q le luuiella urna das fr- cu Minio uo.. Ih. .I iwf"! !. .'1 I""'"' ',,.?", ,; "'".^ earaada a vonlade, elhries.
pequea: lamillas sen.iase com urna paito dVre^- de
passir ni d... im soleen- : de neme acto, e expermenlivi cerla inanslii
oc,cenar ge e Rom eram provevelmenle au meimo lempo us dade de Ros. vio nelle unir cu'us'a".
ohed.enc'ia5 !."'"" ," [VBST" ,,"cdecli"n' "ssa ~ Se P1" aim. <""" ella un. Unto cummovi-
T||i (JHi J*edlenca alonnenlaiido-lhes o coracAo alliviara- da. porqoe enUo...:'
Medr ixteaile.i
senhnr I .. qu.... vista que he desuado a viver e...
Piri, .. Rosa, acrrescenlou ella, mudando de toril,
eis alli leu BMrido que le procora.
E lomando o braco da lilha condiiiio-a para Jorge.
Ora, conversem om pouco, disse Mina. I.es-
calle a, s anivos, collocai.do-os um ao lado rio olru
como ilous meninos de collegio em passein.
Bmqoonte os doai nioees Irocavim algumas pa-
. las ras embarcelas a molher do uulario chamoii a
rnnnra ha de domeslics-to, quem un, e abra..-1 parle Mina, de Vedelle. e di-se-lhe I
'li sim a iiiiir.iiil,!-, l\ I
>.'i.e laremus iminhll desse juren casal '.'
inan.'^.'r.."'/" '."" fM*D'PromP ocasteito, meas lana, ae'aaem iaeea.aa
|uest esnvesst un lugar de icidiranen. La l'iuede ; au cuncordou-se aleja .' K lem ,,,> ... i.. .
irge, nada me cu.lar.a pare ograd.r-lhe. --la. er. m.nh. apiailo a principie ; acor.
Era um cumpriineulo trivial ; porem a nse.ioi- mudei. "
m | lada. Minha opi.ulo he ilHtaolar U n,o. lilho. a-
liianliAa.
NAo opponho-me, hora que perigo rom noe
a seiilinra sonha pare^.-me...
-- NAo soiihu, preveju lenho .di., rvado sodlci-
enlemente. Nao runve.n accrescenlir su pesar que
Hosaseaia daanajaras. marido, pir. ,, ,|...t ab
tem inclinarn, a dor de amar a nutro
-- Pirece me, disse eoadaeae, qui o dever e a
religiAo basta... para garantir .ua lillu ile 1.1o Bjeaa
iruosas ideas; ladete com,, ,,, pio,.sia ata Km s
ente, accedo-,
les p.ssar o nu.t.do
em Hell,nii.,|,ii i, e i,,., dolime ees volnr aqu. e
I
E porque '
Muer que diga-lbca verdade '
Sem duvida.
-- Pois bem, seu lilhn Jacques he demasiadamenlc
Em que sentido diz a -euliora i.
nAo drpuis da pulida rio Sr. J.r.|ue-
Rosa responda de urna inaneira Ido tanguito a .
pouc.s palsvra. de Jorge, qae elle nAu po-ide deis.r
de perceber seu ahalimento.
-- Es li triste, senbi.ra, peig.n.Uu Ihe elle.
tom efleitn. respnndpi. Rosa, -uno madn s
ausencia de mitili, ti. Mede. I ti
ILEGIVEL
.

MUTIDDIT
..


DIARIO DE PERNAMBLCO, I LDi^.V i El\ 13 DE JANEIRO DE 18.1
A elen;a > ti > dialrict de baturil acaba da acre-
centar una Tace nova, c Inda cheia de interesse.
A cmara daquella villa lie a que devia espedir
o diploms ao depulndo do dislriclo : tomo porem,
sexuado Vmc. e>li>' informado, lunive urna dupl-
cala no colleRio da Imperaba, inquielava-se o ei-
pirito pulillco para saber a quem devia ser couce-
dido o diploma.
Pois saiba que a cmara araba de dar dou< diplo-
ma*, uin ao lii. Pompeo, e oulro ao Ur. Jaguaribe.
O do primeiro foi concedido pelos vereadorea mal
otados, mas ili/.em que uilu eslavan. elle i muidos
na casa de soa* testos! ; o do 2. fol dado por uin
vertador nalo, e por varios sopplenles, que eslavnm
ronslitoidos e'm tessao na casa da cmara.
Muguen) sabe anida ao cerlo qual dessas duas ver-
Mies lie a que lem o apoio da verdade, nem eu que-
ro an menos insinuar a iniulia opiniao, pois os par-
ras estavain ermas, e to ermas. que utimos ao No dia .10 do pa-stdo Ice locar, no
louge o rp-c,rimar de urna p.itrullia.que a somno sol- cola niililar, a culi aran do cro de
lo dorma no A i porta de un sobrado. .Nao ciencias physicat e malkematiCK, ao< aegnialaa
gslamot disso. Ilepois de nina bora pouen mai-
on menos de pssseio, recriamos .!;nm encontr
desastrado, e demos de volla ns ralcanhares a pro-
curar o repooso ; mas ei que lo entramaos em
urna raque pelo progreso da iuduslria hu......i
IChi-M Imje sobre uro nptigo pantano, ritos des-
commuiHcs nos feiram u ou;as. Taramos. Ao
principio esses critos, que fa/.iam un horrivel con-
traste com o silencio lumular da noite nos intimi-
daram, e preparamo-noi para correr ; um pouco
de rellevao nos deleve ; s gritos nao pareciam par-
tidos de humanas cuelas. K que animara poderiam
a tes dei horas herrar assim aue estado de in-
decisa, entre o medo e a curiosidade, veneeu esla
sem grande esforro ; eucaminhamo-nos para o lado
lidos em que se cbam divididos os homens desla donde parta o.-, gritara infernal, era de u
provmria, parecera que ludo qnerem por em do-
vida, lanas sSo ai suas livperboles e etageracoes.
Como sabe, na elsicAu da Impiratriz presidida, e
feita pela gente do Ur. Pompeo houvc urna historia
de duplicata multo curius, emuid iiumoral. Pois
he justamente essa historia, da qual podia muilo
bem presciulir u l)r. Pompeo, a que lite esta' atra-
brado que nos lieava a direita. llovimos entao
perfeilamcnle urna VOS qta dilia :maldita gente,
que por ruis de oina \tr. lem-me despertado o
MOMO! Tomamos tanta coragem, que u'um mo-
mento nos defenderamos denodadamente de um
bando de candidatos enforqoilliados ; ja nao se tra-
tava de animaes e nem de almas do ootro mundo ;
palliando o capitulo, e Ibe desmorona lodos os ral- a Tcz 00 gente viva, que perde u somno no
culos. Kslou que esse cavalleiro 11,10 lia de eslar
multo contente que os seus amigos liiessem figurar
na >ua eleicalo 12 votos, que hoje Ihe pesam como a
mao de um finado.
A nao ser este incidente, contando-se que a lr-
goe/.ia de Santa Cruz t poderla dar doze votos, vi-
na o Dr. Pompeo a ler em sen favor a maioria de
uid vol em lodo o diilriclo. Ne-te caso, como elle
araba de obler da cmara um diploma, com o qual
naturalmente ha de ir cmara dos depotados, era
lor dos gestos.
I.onlinnamos nos approiimar da casa, e an che-
garmos ao meio da ra o aritos se lizeram mais
sensiveis ; quicemos oltar ,para desperlarmos a
palmilla, mis adiamos ser crueldaile, descansava
do Irabalbo.... liaha razie : befarme ao lugar ; es
gritos soavain pela retaguarda da casa ; e como la
cliec/ar .' Nada mais fcil ; deparamos com nm
meio bem singular de la irmo ; ligurava-te nos
aloniiios que completaran! ns -ele anuos np e-ludos;
da mesma esrola liento Joso Kih'-iro rsobragj .
Kio i.r ni 1,. do Sul ; liarlos rrederico de Luna, ideni;
Antonio Aosuslo Monleiro de Barros, Maranhan ; I
Domingos Jos Kodrigiics, dem; rWvmundo lu-
guslo de l'.arvalho Filgneirat, idem ; Manoel Igna- ;
ci iicio. t>ara' ; Conrado Jacob de Niemctor.
Itiode Janeiro ; Francisco Carlos l.assance e Cu-;
nba, idem.
Le-se no Vorrtio Mtrrantil :
n Ahre-se boje o llisalro de S. Pedro, pela se-
cunda vez restaurado pelo Sr. Jo;to C1et.n1 > dos
Santos.
.1 As obras comcrarain a I i de marre do auno
panada e terminalam hmiteui.
salAo da es-i llisconto de lettras, de s a 10.
baeharal em I 1)il0 do banco8 a 10.
Duro.Duras bespanliolas. .
Moeda de li.UMI velbas
n 6SO0 iiiiv91
1 tjlHIO. .
Prala.l'atares brasileiros. .
Pesos columnarias. .
mejicanos. .
283 a 2ft}.i(HI
. II^IHHI
icliaudo ai quanlidadea idioariat ditlicil venda. 1
\s-upar h 1 pouco no mercado, ultimas vendas 3,RO0
a 1,200.O earresamenloi de al do l'Aurav c do
-Espera-se aqu ate
Destino Helia ambos do Mediterrneo venderam-se a ,
9&000 ; 800 rs. por alqueire.
290(10
20O0
IjrlfiO
Al.FAMlbtiA.
Keiidimentoiln dia I a lil .
Idem do di. i-2......
/.. 1 ta 1 iiiihi 1' 1 ti.
fcotfimen r -e poeto.
Naviu entrados no dia 11.
o da 1 i do cor-
rente o vapor in;;li/ ;T hlice CELT, dr
(10 tonellndas, entrara' dentro do porto,
e depon de dcacaiTcgar a carpa que tron-
\'i seguir' para Ikiliia e Kio da Janei-
ro, levando daqut somentc pas$ag'_'iro8:
agentes C. J. Asile) s\ C.
Para
Lotera do Kio
de Janeiro.
Na praca da Independencia loj.t u. 10,
acliam-sea venda ns novus billietes da lo-
1 teria para conttruccio de um tbeatrri
Ivik'o, que devia correr de 7a 8 do im-
Desrarrrgam hofr II de Janeiro.
lalera inglazaSerapbioamaieadorfa.
Itar-a ngleaMedoramoeodea e taiva
Itrigoe iuglezJoalma Mar\niercadonas.
Ilrigue i ir.1 le/lila unsbaca I han.
Ilrisue inglezMfiniaidem.
,. Concorreram para a re.ons.mreao 20 .ccion- I ?^"f nJfc.fl^l'ia!, *J&t ,
' iialera poriiigue/aiiralidaoceblas, sardinlia-. e
las que preli/erain a aomma de 8U:0tKI?. As des-
!).. j-, ,| ,, ;,. tena 1- para conttrucco do um thratrtt
'wioli^ Navio, .airado, oo dia II. '"', l>,,> ,!'' '' *''',( '' (' rico, quedevia correr de 7a 8 do pn-
lt ,i,ll"i,~-l1,li,i' i' '"'' poriBnaaia (iratidan, da veleiro palarhc nacional Boinlim segue nenie as listas devem aqui cbefpu pefci
fMQiaKi ':'' loneUda*- e,P",n *" P"' l!"'-',< Pra o Rio de Janeiro com muila brevidade, .,..,..'1.......'. ,, ,, u .. it",!,, ,01
IWOlttM Pc-lana equipage.nl.;. carga vinhoem.is gene- ,em prompln nuMiilo I, SCu C 1 TO.-anir,,!,. ''I'" '""''." M 10 OU H dOCOI-
ir -. a'Js:;,,.',,;:;^:::;,^::;!:^..'^;:'.:.!;:^: <.> -' ",.,,.IlimoJ.s. ira.,,,, m-daded n.,Ss0s anuhd.
gea,
(aapc12
lias
com n sen consignatario Antonio Lu/, do
brigii ingle/ i... 1. Suiton, de | Olivcira Azr-vi-uo, na da Cruz n. I.
pe/.as pori'in iiioiilarain a CH1:000>. apezar da seve-
ra liscalsacJo enm qoe foram feilas sol a dreceflo
inlelligenle do Si. brigadeiro Miguel de Fras,
que a isso se prustou gratuita e generosamente.
" O (healro nesta segunda rrconstruccAo me-
Ihorou quanto a' aeuslica e quaulo a" elegancia.
" t.jiislroio-se um Iviiipano que abrange (oda
a sala, tiran lo-se nesse Irabalbo -j.IKKI carroras de
Ierra.
o A errhe-tr 1 licoil localisada debaiio do arco
da bocea, lilisaudo-e oque se perda do paleo. |
O leclq loi prolongado ein toda a Ma circuin-
fereneia, linando a qoarta ordein desalTrnnlada das
roliiinnatas c provimidade do iiicsino laclo.
i Um magniheo lustre com :l(K) bicos de gaz,
mandado vir de Londres, illumiua o vasli: salo.
pipas va-las.
Ilrigue lirasileiro Alloiisobarricas vallas.
Patacho hra-ilen UUNSULAU (.KHAL.
Kendtmautn do da 1 a 10 l872J8.'i
dem do dia 12....... i:3'J."i;!'7 1
I9:208j8bx
KIVBHSAS PROVINCIAS.
Kendimeulo do dia I a lo .
Idem do di> 12. ,
l:2i;il;."i".:l
.IS;2II
I::i5t707
227 lonelailas, capitn I ilippe de l;a\, equipageni
11, orea 2,741 barricaa com baealhao; aSehram
Wlialelj cV Coiopaabia. Pertence a Jersey.
Ra de Janeiro2.*> das, barr, Irauee/a nCvIopeo,
de 219 toneladas, capilflo Perpignane, equipagein
1(1, carga 271 toneladas de pedra ; a O. Itic-
ber ^ Coinpanhia. Perlence ao llsvre.
Ua eoniniiss.ioHi.iie de guerra brasileiro "Paralii-] do, rita da Cruz 11. I.
baila, eommaodante o primeiro tcueute Manoel
Antonio .le Ulivaira Vital.
Navios saurios no meamodia.
(]olinguibaLsruua sueca Apulonia. canilao \.
Larsoii, ein lastro.
Para por FalmoulliIlrigue hamburgiiez aOlloa,
PARA A BAHA.
Oveleiroo lieni cenhecido palhabote na-
cional Doui 4migos> [pretend seguir para
a r..lina com minia brevidade para resta
de seu carregamento Irala-sacom o seu enn-
siKiatariuAnlooio Luiz du Olivcira A/uve-
I*aia a liba lie S. Mi-
miel.
O liriu'uo portugoez Oliveira, i;uo deve
I ebegar a lodos os momentos, tenia maior
PreciSa-sr de dous amassadoi es. |i -
go-sebem: im ra da* tarangara* n -s
No dia I "> do crreme, pelas hui-
da Lude, na rasa do* evpottOS, l.n-'-li
pagamento as respectivas amas, tanti
internas como externas: avisa-ae, >o" tan
lo, aoS IIIti-I estados que 1 illlipaii 1 all mi
lugar e hora aflivada, levando i'ui sua
companbiai os respectivos evpostot Ca-
sa dos c\pontos l de Janeiro de 1851
0regente, GeraldoCorrea Lima.
Francisco los dos Santos recorre esta
folha para agradecer ao Sr. Antonio Manes
que pediam soecorro, e 1> nos ochamos ; eram iiiui-
bem provivel que podesse ler tsente entra os bu- Ilo" 1">e dispnlavam, ou antes em urna familia, que
gustos e diguissimos. Mas como a> cousas correrm i ul" segundo andar das anellas diriga insul-
por diverso modo, a a elen.au da freguezia da I di- ,,0$ aos se"s inquilinos, moradores do andar-terreo,
peralriz esleja civada de urna iinmoralidade esesu- ;lue mansamente reclamavaro. Mead por se verem e abriram-se duas passagens pelos ccnlrn
dalosa, qoeru ver primein, para crer que o Ur. atrozmente insultados, como despejados aquellas1 A dei-nracao da sala he simples, mas de
Pompeo sentou-se lio parlamenlo. lloras, seas abrigo algain que procuraren!. Debal-!'M"n 8*tf e etleilo.
A. Caolelln, carga assurar.
------------------I Navios entrados no dia 12.
DESPACHOS DE KXPOKTACAO PBI.A MESA Para e porlos intermediosII das e Choras, va-
"OCO.VSI Hllll UESIA CII'AIIF; NO DI v,: por brasileiro Imperalrin., rninmnndanle oca-
...* "KJANEIR UE 1857. pitAo-lenenle Aolonlo Joaqun] de Santa Bar-
t.ibraltarItarca sania iPaulon, Baslo i\; Lemos. i bara.
22.000 nnhas de boi, 3,000 ponas de dito. 101 Rio de Janeiro e Balda0 dita,
quinlaes detalajulia. non, cnmmaiidaiile Luiz llodero.
.. A tribuna imperial, d.minuindo um pouco em benova-Polaca sarda aHaria, Basto ,\ Lemos, Rio (.rande .lo Snl-20dias, Mala poMugoez
capitn {',. Hollxen, carga assticar e parle da que _
,,,;,. 11 parle da carga ja prompu : qaem pretender.
Phiadeipbia-Pai.icho americano Echo, capilao oirrapmr ou ir de passagem, entenda-ae TOliveira os serviena feen dese.npenl.alo-
com Joo lavares t'.otdeiro,
dre de lieos n. 36.
Re
jai
cumimnlii;)
"Iquetes inglezes a
vapor sardo >Tori-
de j);i-
vapor.
Illlllli'
A festa corren aqui mais prasenteira do que nesses! de alegavam estes, que ala la 11.11 tiuliam cas, que
ltimos iniii... os donas-ein por caridade ale nutro dia, ele. A n O Sr. Paes Brrelo paasefl a festa na cidade ; s" allendia esse buido de aradores, homens e aieni-
depois dasla foi descansar om pouco dos trabaldos nos- 18 a um I-ropo bradavamfura tora Ja e
da adininislruro. I ja 'Prevcndo o resultado nos retiramos, sem ser-
O j -i no talar e lodo o scenario he obra dos >,--.
Lopes Cabral e Joan Caelaoo Rbeiro.
a <> drama i'Aflbnso Prieto. 011 IIei e Ailor," que
se representa esla noite, lie roniposicno do Sr. F.
.M. Kaposo de Almeida, e pasease no lampo de
O chefe de polica chegou do Cralo. Anda nada nidl vistos, porque longo cslavamos. porem n3o tan- 1 Jo, '' ',0 msrqooz de Porabal.
largura para licar em harmona rom os camarotes, 25,000 nnhas de boi.
uaila perdeu em commodo e riquiza. MarselhaBarca frauceza aSirenea, diversos car-
Inulilisarainse as entradas Uleraes da plalca.' .,r!s *l"re" '""""s a*"r maacaeado.
,-MarselliaBarra frauceza nIndustrias, N. O. Bie-
der t\ Compaiihia, l.tOO saceos acucar masca-
vado.
CorkBarca inglesa C>prcas, Saandcrs rolhers.
A *.., son sarcos aasocar braneo.
SlockolmBrigue eoeco n| anuden", C. J., 1,130
saceos a-sucar braneo e mareavado.
LisboaBiigue portuguez .l.aia IIi, diversos car-
regadores, i(l saceos as-ucar mascavado.
Porto Brigue porlugnea Amalia I, diversos car-,
regadores, 2.) ca-cos mil.
sci do resultado dos processos, que foi instaurar,
apezar das diligencias que tendo empreado para
isso. Como porem ereio muilo nos senlituenlus de
'ust'oi desse magistrado, supponho que elle desem-
penbaria perfeila a sua cominiss'o.
Cliegoo o vapor, e com elle o Dr. Adilio, que veio
substituir aquella magistrado no espinhoso cargo,
que wcupava aqui. O Dr. Altillo he all bastante
condecido. Segundu sou informado desempendou
alie perleitameule o lugar de promotor publico desss
capital.
No cargo de un de orpli,lus,qiielambem ah exer-
ceu eseu coiiiporlamenlo esteva superior a todo o elo-
gio. Pois bem Veremos, se na tempestade era que
vai esta pruvincis, sera o seu coinporlaraenlo devi-
dameule apreciado.
>'.io ha mais nada a rontar-lhe.
Saude etc.
RIO t.HANDE DO NORTE.
N'alal 10 de Janeiro.
I ni 1 riagem que lie ao serlo desla provincia a
negocio de meu particular interesse, e em que gaslei
dous mezes e meio, me privou dorante esse lempo,
de Ihe dar noticias desla santa lerriulia, que, princi-
palmente em poltica, vai a mil maravilhas!
Agora, porem, que eslou em casa, contiiiuarei a
e-cicver Ide, no Basa de haver materia que vida a
pena, e que permutara os meas aftzeres.
In primo foco coinmunico a Vmc. que a epidemia
do cholera-niorbus. que tantos estragos causou na
Rocca da Malla e ailjacenles em abril e maio do au-
no passado, reerudesceo all co:n lodos os seus hor-
rores no principio de novemuro ; e esle estado
aterrador durou alo 22 de dezembro, quando prin-
cipiou-se a sentir que a Mao Divina, satisleila de
castigar rigorosamente os erros e desvos daquelles
110:301 uiiseravels liinaus peCCBlloreS, su-peiidla a es-
pada inetoravel de sua jusli;a, e apenas dava golpes
menos leldaes e profundos. Embora aos olhos le
Vmc. e de lodos pare.;a eu superslicio-o e ignoran-
te, direi que so a um castigo 1I0 coo altribuo esla
rejppjrioao lo rpida, 111 irlilea e duradoura. A
mo ser esle o motivo, sera' c be o qoe goralmeiile
B diz o ler-se enterrado cuui pnuca cautela os ca- !
daveres das vicuas* da epideura passsda, cujas ex- !
hslacAea, 1 eiiiiui l---e aqui e all, lem femada fo-
cos de miasmas pe-lileneiaes. Se assim de, deve o
governo dar alguinisprovidencias, para que a n s-
-.1 vi la iiJuse lome mais piecaria de que de, e lia-
ra nos reanimar au tradaldo, entilan lo com mais al-
guno lempo de gozo.
O E\m. Sr. Passos, logo qoe leve participadlo of-
licial de que naqnelle ponto reiuava o cholera, man.
dou em falla de tacullalives um curioso, eucarrega-
do do tralameiito dos pobres ; 110 entretanto pedio
ao presi lente dessa provincia 110 engajasse, e Ide
remenease mdicos. 11 curioso siiccuinliio ; mtsjs
l esta' uiu medico dos que daili vieraiu.
Pelo me.ni 1 lempo appareceu tambera a epidemia
na villa de Papare, a o presidale den ai providen-
cias qoe pode para o mal nao lomar i ncreiuenlo. O
vigario daquella Iregoezia, ao appareciraiiiilo do
cholera, montn em seu bucephalo, e a todo galope
corren pira esta ciJade, onde ahila esta' deisauto
em completa orphandadc os seus frageles em nina
Clise, em que mais preeisavam dos soecurros espiri-
luses, os qaaes na i su neste caso levara a saude pa-
ra a alma, cumo por um mystico eil-ilu das A .-
vras consolailoras da religio christa, reaimnam
umitas vezes os moribundos, e Ihe resillo fin a
saude.
Meo amigo, sei que Vmc. he somenle muilo
.luante dos boos, eurto dos mans eccles;aticos ; mas
-enipre llu peco a necessaru venia para di/.er-lhe
qne os solajuas ca' de iniulia Ierra, salvas as pouijuis-
simas c donrosas ev^epeoes, lescouhecein ou que-
rem desconhecer a sublime e theologal virtude da
caridade '. '.
Se nao fora eu me haver rompromellido com
% me. para communicar-llie as occiirrencas mai.
lo. que nao observassemos ludo. Tullamos somno I ,'"^,, **' racoaalroll o primeiro
enlao, e viemos para nos-a casa benzendo-nos de rt'1 "I"1'1 "* setualldade 11.10 poupou o Sr. Jlo
'aula immoralidade Em BMSo regresso ja muilas (:jeli,llu SsCofeas e sacrificios ds lodo o genero, li-
fair.ili.is que oioravam Beata rua eslavam desperla- cai"'0 '*""" "Ao l,c(luella somma. apezar, como
Porto Barca porlugue/a Sania Cruzo, T'homaz
Ibralro de Aquino Fonseca ,\ ITII10. |7(I saecos assurar
das, e as vai andas ouviam nojenta discoaaio des-
sa familia com 01 seus moradores. A palrulha po-
rem dorma alnds.
ja dissemns, de severa economa. Nao de possivel
fazer mais com menos recursos.
a 0 favor do pudlico.qne nonca falln ao artista,
nao Ide faltara' agora, que pela segn i* ve/, resurge
de urna calaslropde com que 11,10 devia contar,
o Entre os mimos que lera de sei ollerecidos esla
A feslvidadede N. S. da Cmiceica dos (.0-
queiros foi feila no domingo tm sua rapella na
Boa-Vista, com a devida soleunidade e aceio, devi-1
do todo a piedade dos devotos e ao incausavel zelo ^ n",le Hfi Sr. Joo Caatana da uin brilhante dr aubi-.
do Sr. Men.Inora, procura lor da mencionada capel- ^ Pre!i"' dadiva de algumas passaas distinelas tiesta
la; n io podemos aqui deitar ce dirigirmos algum
Inuvor ao Sr. capilgo Candido Leal Ferreira, nm
dos mais comanles concorrenles dessa festividade;
a sua esmolla anona consiste na banda mililar, qoe
loca desde a vespera ale noite do da.
A ribeira deS. Jos esla como nunca, em um
cidade.i
Na Babia nada lia de novo depois da passagem do
vapor "Imperador."
Ilaviam chegado procedentes desle porto :
Ao Ilion' 2M, a barca nlirmeza, e o dale ame-
ricano oSamoelo ambos com 9 dias de viagem ; a'
completo deleito e abandono da parle dos que de-' a barca americana obmblem, rom 10 dias, ea
ven) le-la debaisu de soas vistas, e entregue a
uin ensarne de especuladores e atrsvessadores dr
peise a farinha, oceasionamlo desla arle a careslia
desses alimentos, da maneira que lodos observara-
Sa nos atrevemos a chamar em qualquer parle a
atlenc.io dos sendores liscaes... bocca.que lal diasen-
le ? No enlretanto, o povo est sendo diariamente
opprimido por esse bando di atravesadores, a...
qoe au deisam ningaem comprar mais era emita.
qoer seja o paisa, quer a farinha, ele. Invocamos
agora a piotcccao do digno Sr. Ur. chele de
policia, para que providencie de maneira a exlei-
minar de urna vez e-sa praga de alravessadores e
darca Baraiva.Beom 12 dial ; a 2 do corrente o pa-
lacdo americano "Commerce com 10 dias, e a po-
laca despatillla fl-ola com 12.
Saln .un para este porto :'
lio Rio, a' 25, n brigoe SasMariaa a I do
corrente o patacho "llciirique.
Acham-se a' carga para esle pono :
No Rio, i barca sueca ajano.
Na I. ilna u patacho "Esperanca a a garupeira
"l.ivracao. 1
**** &+***~-
Pelo vapor lmpcralriz, procedente do5 porlos do
oorle liveiiins jornars Jo Xma/niias l 20, do Para
raascavsdo.
fcjroorlacao .
Pdiadelpliia, nrigue ainericino lEebos, de 52i
tonelada*, condoziou seguule : ,872 saceos com
II.3IU arrobis <|e assucar.
Faluinnlli pelo Para, bogue liamburgiiez orOllon,
de 201 toneladas, roudu/io o aegoinle :2 caitas
raareaderias, I,:I00 saceos com t,"itKi arrobas de as-
sucar.
Canal lalmoulli brigoe iuglez Balarpf, de
;lil tonelada-, comluzioo seguinle : 1,800 saceos
com 24,000 arrobas de assucar.
KF.CEBKIIOKIA UE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBL'CO.
Rendimanto do dia I a 10 5:;io58.iO
Idem do da 12........ 559323:1
Ri-
val, de 137 toneladas, capilSo Antonio deSooza
Moreira, equipageni ti, carga Sil loneladas ile |ie-
dra ; a \1110r1111 Irinaos. Perlence a Via.....1 de
M .
Rio de Janeiro21 nas, barra sueca nEtizahelli .
de 288 loneladas, capitn I. II. Iluul!, equpageni
li. cai-i lio loneladas de pedra ; a K. O. Ilic-
ber i\ Coropandia. Perlence. a Slorkholm.
Rio iiiainle doSulgs ios, palaclio brasileiro a Re-
gala, de 173 lcela las, capilao Manoel Joaqun
'I is Heis, eqaipagera t'>. carga s.lhin arrobas de
carne ; a Vrenle Alte- de Sou/a t.arvalllu. Per-
lence -An Ro Grande do Sul.
Navios lahidos 110 incsino dia.
HabaIlrigue ingles C. I Sullona, cora a mesma
cara que tionve. Sosp^ndeii do lamento.
Canal litigue ingle/. Ealerpriieo, rapilAo W. (,.
Ilroad, carga assui ar.
spra-se
n vapn
N" da 21 desle 1
WON.eommandanle Kivell, oqoal depois da de-
mora dn cosliime seguir para S'iitdamplon, lo-
cando nos porlos de Saii-Virenle, Ifinrill, Mideia
e Lisboa: para pstaseos, etc., Irala-ae core os
agentes AdSmsoa Home i\ (... roa Jo Trapiche No-
vo n. 12.
aMt*.
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudiinento dndia I a In..... 20:37(i;K'.)
Hem dndit 12....... 11:173:880
23:550T70
Pelamesa do consulado provincial se
ha de arrematar em hasta publica a portada
inesmo no da 17 do crrante, o prelo ("lo-
rindo, de nacfto Congo, dn idade 10 a (5 an-
uos, apprchcndido pela policia como bens do
evento, por terem decorrido 6d dias da lei e
nao ler apparecido dono como he oxpresso
no art. 4 do regulamento de 17 de juntan de
1852 ; e para qtii chage a noticia manda
---------------- fazer o presente edita I aos 12 de Janeiro de
5:8699083 '857. O administrador, Antonio Carneiro
Maehado Pitos.
ladr.'.es. qoe oulra cusa 1..10 sio os que especulan, aI : ,, paa,a,lo do Maranll<, .(jy, ,:c.,ra. ,|4
coir. o suor do povo.
Consta-no-, que na rua do paleo do terco da
om valado, cano ou levada, que elidiendo com as
chavas, doje esla cansando aos habtenles damii,,
consideravel, nao sd pelo ftido lioinvel, que ev.iia
(i e da I' n ilnli i al In.
T'inlia-se concluido a eleicao do collegio da capi-
tal do Amacenas, queden em resoltado : Dr. Fran-
cisco de Serra Carueiro, :l(l votos: Dr. Antonio Jo-
Moreira, 19 ; llr. Theuloro Antonio de Oliveira,
aquelle elemento |a em putr.fac.1o, como porque (II. I allava a apuraco dos antros colleglos, que
dentro desse valado consta ja ler cabido um prelo, ; com este, formara a primeiro districln eleitoral.
licando alias bem maltratado. Pedimos a nova il-
lusl 1 i-sima que eslre a soa adminislracao, dando I
animo aos senbores li.caes, r algana sobre lodos, pa-
qiiecumpram cora os seus deveres.
Consta-no-, que mu deliciosos leem eslado os
gstalasesn diversas parlas, tilo deliciosos, que
nos Cnelhos, ia ao araanlieeer do domingo, baveudo
queiinac.lo de catetes '. Os res ,,io blo faslejado)
pelos rapaces, quanto.. lavscalo pelas senboras 111a-
Irimouiaulas.
t'.on-ta-nos, que brillianle lestividade se prepa-
ra domingo ein Santo Amaro de JaboafSo.
Conliol a casa da rua das I rinclieiras em
frente a estrella do Rosario, a laucar aguas ptridas
na rua, reduziudo cm un lago o lugar do transito !
He demais I He domis !
No vapor dra-ileiro olmperalriz, procedente
dosjHirlos do norte, vero de pasvagea o e\iii,nio ai-
lisla fraucez Mr. H.\eau\. que lanos applausus en-
tre mis mereces, durante o lempo que urabalhoa na
Campanilla Itoberl. Lm dn. melliores prestidigita-
dores que enlreiiusluiiiappiirecido.be por certo
Mr. Ilu-veauv. Depeb de colder irameiisos louros
no MaranbSo, elle vai i Franca obler alguns ac-
ces-orios que Ihe sao neeessarios ao Irabalbo da coin-
panhia,e em breve aqui estar de volla para a ir bus-
car ao Maraiiho, afim de novo aqu traballiar.
O vapor srilo "Torillo," viudo do Rio de Ja-
neiro e Babia, Iroaie a seu borlo os segundes pas -
sageiros :
Para esla provincia, Domingos de Si Pereira J-
nior, Helorme Entile.
O vapor lmpcralriz,!. viudo do Para e porlos
intermedios, trouxe a seu bordo os segninles pas-
sageiros :
l'ara esla provincia, |)r. Jos Sergio Teiieira, e
sua senhora, 2 lilhos e ti escravos, lenente-curouel
Josu da Silva Guiiiuia's e ana senliort, I ciiado e
2 escravos, Antonio Jo-c Duarle Coirabrs, -ua se-
uliura e i lilho-. Can lido Gomes do Rogo, Vnloala
Francisco Ribeire Padilha, Manuel Luiz da Silta. e
nolaveis qaa par aqni se lossem dando, calarla oraa I sea lUlto, Antonio aliaoel de Aiaujo Lima, el
PALTA
do. tirafas crrenles ,1 wswir. alfodaa, e mai*
teneros e ptoiueres nacinnars que tt de.'/m-
rhatti na mesn dn eoiuulado dr Ptrnambuco.
na semann de 12 o 17 de ane.irn dr Ih:,7.
. a 13500
sor te
Leiio tlf queijos.
O agente Pestaa faz leitflo porconta de
quem perlencer, de lo caisas com nueijos
Itamengos muilo novos, desembarcados nlti-
mamente : ter^a-foira, 13 do crrante, as 10
horas da manna, na porta da allandpg.i.
Oageiiie Pestaa vender no ledo de
quinta-feira, 15 do crrante, em seu rma-
seos, una excel lento canoa de ama re tu para
carregai captm, e pega cm 360 feixes : os
prctendentes poJom examina-la na camooa
por delraz da cadeia, onde si icha ; e no dia
do toilBo oslar patento na rampa do caes
da nl i;k!i-_- 1.
Tvmat.
Leilo.
Assucar braneo, .
i> mascavado.
rclinado .
Algodflo em pluma de 1."
>i o o 2.a
>i o 0 n 3.'
11 ">m carneo.........
Aguas rlenle-alcool, ou espirito
laguardente. .
do ca daca.......
de catino.......
.1 destilada e do reino. .
Gcnedra.............
Licor......... .
No Para fa/.ia-se sentir a febre amarella, quer
em Ierra, q icr nos navios surtos no porto.
Foram aleles depuladoj : pelo uisiricto da CSpi-
lal o Dr. Tib franco de Almeida, e sen suppleule o
Dr. P*s; pelo dislricto de Camela' o negociante
Jo3o Augu-lo Corro, -upplo.nl' Di. Marcos
Pereira da Salles; pelo d-lricta dd Saularem, di-
zia-se, ter sido eleilu o llr. Kanato. !
Nj Maraiih.'M alguns casos de febre amarella li-
nliam apparecido ; na--, lelizmeniv, >ein carcter
iieuliuiii epidmico. 11 Evm. presi lente davia dada
as oecessrias providencias.
Do Ceara'e Ra Grande do Norte, remellemos os
Iilores as cartasdoa nos-os corre-poudenles em ou-
lra parle exaradas.
Ha Paradilia nada ba digno de menean.
Saino no dia 27 do passado para r-te porto, ao do
Marauhao, o brigue escuna uCraciosa."
itotte&ponbentia.
Su. redvlorrt.Deaejando fatal bem cnlieti-
das 110 1 ai/, as marinos impelaos le de.carnear
algodpo, >le lunilla iiivencao, louoTlies que me fa-
eam D obsequio de publicar ein .eu conceiloado
jornal a s.;gninle carta do. Srs. C. Slarr A; cuja
loplsiflo em materias de>ta ordein dava inconlesl-
I ve luiente ser pata o publico, cuino Vinca. u,lo des-
eonheeerfla de grande peso, as.un como he para
mim de nano aatiafaclo.
II Viaes. ltenlo venerador e cri,doJosu da
Maia.
Retire 12 de Janeiro de 1857.
Sis. C. Slarr ir. CF'izeram-tne Vmc. a honra
de ir A I'linda ver traballiar peanle un grande
numero de neaaoas respeHavris a primeira machina
de dssaroejar algodlo, por iiiiiu invanlada, c como '
sei gago compelciiles Vints. ala para f.i/.eieiii um i
jaizo evada dalla, Idus roso encareeidamcnle ojae
se digiiini, fazer.do iuleira alistraccio da nossa an-
a nula que lodos Ibes rece- 'jengidre.
(omina .
Arroz pilado...........
cm casca.........
A/elte de mamona ......
mendobira e de cuco.
de peise......
Aves oraras ......
>< papagaios.......
Periquitos. .
Ilolai In.........V.'.'.'.
Discnilos......
Cacan .........
Cachimbos........
Caf bora.......
em grao resioldo .
.. 0111 casca.........
niobio...........
Garu secca ..........
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Chfalos bous......
ordinarios......
regada e primor .
Cocos seceos..........
Couros de boi salgados .".'.
" verdes..........
seceos oa espiados. .
" de oura ........
" cubra corlidos .
" c, rneiio.......
Doce de calda....... .
1 o goiaba.......
a secco ........ ,
. i"!'........'.. '
Cspaiiadorcs grandes.....
paqueaos.....
Esleirs de preprn.......
Estopa nacional........
> eslraiigeira, mao d'obra
Farinha de araruli.......
" B inillm.......
o mandioca......
reijao..........
fumo em rolo boal .
o ordinario ....
ein folha I1111. .
ordiuariu .
resloldn .
II 20900
II 58120
II l-tino
n (2lHI
."i-SIHI
11 I-Lili
caada 1850
o 'i20
-r. in
8800
ranada ;2()
dolja 98O0
caada .2in
garrafa SIKI
arroba 3otO
alqncirc 1!l2
>7tl(l
Ia280
19600
ln-KX)
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I -T M HI
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5500
14600
i-JHOU
39000
tooo
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59300
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1-5700
9800
2500
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21M.
159000
S l'i'l
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25000
INKXI
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19000
i')!lll
.'|IHI
Alqueire 2;Mi(l
caada
nina
um
milbeiro
' arroba
cenlo
ccnlo
. *
I in
una
IS
CORREIO GERAL.
As malas que lem de c mduzr o vapor Im-
perador para os porlos do sal, princpiain-se
a fechar hoje 13 as 2 l|2 hora, e depois
dessa ale :t horas da, tarde recebem-se cor-
respondencias com o porte duplo : os gesn-
ros sarao I'tos ale i hora.
CORREIO GERAL.
Relnco das carias seguras, viuda., do noria pelo
vapor Imperalris, para us senhore abaivu decla-
rados :
Luiz Pedro Ferreira.
D.Theodora Joaquina da Silva Rrnga.
Thomaz Aoionio liamos Peroia.
Francisco Jos de Paula
Dr. Jos Antonio de Figueiredo.
JuliusHloweny na casa de V o. Riclioi .
Jos Antonio Pereira.
Jos Antonio Bastos.
Bernardo Duarle Rrand.10.
Relacflo das carias seguras, viudas do
sul pelo vapor Tormo, para os senhores abat-
i declarados :
Alexandre Bernardino dos Rcise Silva.
Garoliuo Francisco il- Lima Sanio..
Dinamerico Augusto Reg Raogel.
Francisco Maciel da Silva.
Henrique do Souza Lima.
Jos Beato da Cunta Figueiredo.
Joseph Calvim Melh-rright.
Jos Cnrqueira Lima.
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
Oconselho administrativo lem de comprar
o seguintes objeclos 1
Para a obra do Hospital Regimenlal.
Tahuas de amarelio de assoalho 12, ditas
de dito de forro 3, costados de dito de t po-
legadas degrossura 2.
Arsenal de tierra.
Espadas para inferiores 12.
Quem qui/.cr vende-los, aprsente as suas
propostas em carta lechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do da in do correle
m"z.
Sala dassessOes do conselho administra-
tivo para Forneciment do arsenal de guerra.
12 de Janeiro de 1857.lien.o Jos Lame-
una Litis, corenel, presidente.Bernardo
2uo Pereira do Carmo Jnior, vogal e secretario.
simi O arsenal de marinha compra os se-
guintes objeclos para forneci metilo do al-
inoxarifado : follias de llandrcs, flmulas do
navios, ditas de escalar, papel almaco bom,
dito ordinario, pennas d'arjo, merlim, cai-
vetes, limas surtidas, vistas de osso, oleo
de liuhaca, debradicas de rabo, ditas de le-
me, algodfJo em lio, leuda de barca, fio de
vella, tinta branca, dila preta o taixas de
. alqueire ';7jHMl cubre. Os prelendentes a venda dos ditos ob-
.'.'.' T, ,-000 J''ct()S -Si>o convidados pelo [Um. Sr. inspec-
Tiinm, Momscn Vinnassa Jjsro lei-
Io, poi iiitcrviieao do agente Oliveira.
do mais lindo sor tmenlo de lii/.emlasyio-
dernas de algodao, linho, l5n e de sena,
chegadus proximaTmente pelo vapor e
ltimos navios: terca-teira 1.1 do cor-
rente, as I (l horas da manhaa, no sen ar-
mazetn, largo do Corpo-ijaiito.
Leilio.
Por intermedio do agente Vieira da Silva
sera arrematada a rasa de vneiida.j.iumun-
ciada em diversos ns. do Diario, a qual lem
grandes commodos, feita ha pouco lempo,
C'i/iiih.'i lm a, boa e grande estribara, sitio
C 1111 tiucleiras e plaillacSo de abacasis, no
lugar da Pedra .Mole ; e mais se vender
taiubem parle de um terreno rom malla, no
Apipucos, tudo livre e desembaracado. o
letlao lera lugar ua quarla-fuira, 1* do cor-
rente, no escriptorio da rua da Cadeia do
Recife n. 2t, loja, as 11 horas da niauli.ia.
jLeiioisS.
Itoslron Itooker & Coinpanhia laifi. hi-
lan, por intervencao do agente Oliveira, e
con la e risco de quem perlencer, de cerca
too barricas de farinha de trigo, e de lil bar-
! itiiiiiiihas de bolacliinbas, avariadas a burdo
do patacho americano Celio, na sua rcenle
viagem procedente de l'hiladelphia para esle
porto : quarla-fuira, Udo cnrenle, as 10
horas da mauli.'i.i, no sen arma/eni, bocea
do Concalves, in> Recife
o agente Borja (ara I i!5o em seu ar-
mazem, na rua do Collegio n. 15, de um
grande e variado sor lmenlo de obras de
inarrinena, betn como riqusimos guarda-
vestidos de mogno, com espelho na fenle
e sem elle, banquiihas porlateis parajogo,
mesas elstica, solas, cadeiras cun bracos
e sem ellos, mesas de meio de sala, cartei-
ras, obras estas chegadas ha pouco de Pars
pelo Ultimo navio, um ptimo soi tmenlo
de cadeiras hamburguesas e de outras mul-
las obras, etc. ; objeclos de ouro e piala,
tapetes de novo gusto para sala, diversas
quinqulliai ias lance/as, candelabros e Im-
tenlas de vidro, apparelho de huir e de
vidro para servico de mesa, e urna infinida-
de de outros muitos artigos, que lora im-
possivcl mencionar, us quaes se acbam bx-
postos no referido armazem : quinta-feira,
1 do correnle, as 11 hora da manhaa.
Leilao.
lor a
lisa ailada e com
nliecein, di'.er-me ao pede-la, que nuiceito Vine.
latein de dita marbiiia e da soa nlildsda para o {Peeacuaillw........
pail : permilliido-ine que de loa raspala eu laca '-cnlia de adas grandes .
pequeua* .
O agente Pestaa lara leilo de grande
por^Ho de obras de inaicineri.i novas e usa-
das, consistndo em cadeiras, mesas radon-
ala.,
cenlo
monstruosidade poltica, que appareceu, e da qual.
aten da Rrande verguid, Icnbo nojo de fallar ;
mas como mo nos estamos oihando, sempre Ihe
onlarri.
criado. Vicente (iurgel do \maial, lleruardo Oui-
gel do \inaral, c I criado, Amaro Brrelo le liba-
pierque Marauhao. Sabino Vnlouio da Silva C 111-
linho, Manoel des Sanios Marlins Hamos, vigaria
l'rancliOf s de amarelio de 2 costados um
lomo .
O Jos \avier foi aprsenla lo para depilado e- Gregorio teneira Listla, Isuez l'oliciana, Antonio
ral pelo circulo do ceutro, e o Luiz francisco veio
so'nente do Kio de Janeiro para se apresenlar pelo
mesmo circulo ; procederam-se os eleicocs, e ob-
leve o Jos Xavier sobre o Loiz Francisco grande
maioria de votos. Sabe o que fez a cmara iiiuiii-
eipai do \.su', que fii a destinada para nvpedir o
diploma .' Envioii-u ao Luiz Francisco, sol pretexto
da nuil 1.la l" de eleicoeade certas paro. Illas da Maio-
rtdade.
Ja devesaber que aqu rhestou, ha pouco, urna
tynograpbia da luulalerra para o partido solista, b
que dizeni.esla soffrivelmeule monlada; ja dalla sa-
bio um peridico com o pomposo titulo de /.ber-
'/uJf, cujas sellas nervadas Isas atoa al aqu lao
tmente Slifadas contra o presidenle eol)r. Amaro,
este pnt ter saludo depulauo, e aquella por ler, diz
a Uberdade, protegido a sna candidalura. Nao
eslou bem ao fado desle negocio : mas o que pos-
so atlirniir a Vine, he qoe presidente nao empre-
^ou na eleirilo a torca publica, e nem mesmo me
consta que aistaacasse al^nem. lie pura lamentar
que a l.-berdadr, que alias be rediid.i por urna h-
bil pruna, nao se lenba al aqal eceupade em sus-
leiilm principios consliliicioiuese de ordem, ao
eanlrario va deacendo a cousaa-fnlei*. r)e rirao
por .em davida a desacreditar no ,eu tirocinio um
jornal. qua -' di/. orsSn de um partido.
0 presidente 11 den necucao a le provincial, que
mandou asstnanlar o numero dos oftlciaes .1. corpo
de policia e, secundo a iiiiuba opini.to, reralilrarn I
,1? nome.icoes em pessots lidedignas.
A safra dos estocara nao lem sido l.to pequea,
como ae esperava eu me dare ao Irabulbo de exa-
minar Indo sobre e-te rama de commercio, para
Ihecommonicar na prinieira occasiao. Idaos.
Kibellode Oliveira, Manoel da Silva Sou/.a.llomin-
o o... que me c.uivier ; obtequlo e-le qu-> mullo
Ibes agradecer o de Vanea minio venerador e
cria la ibriiiadoJos da Mala.
Itecile Itldejaiirirode IS.77.
Sr. Jos da Mala.Ke-piiioleoilo a soa caita aci- Ctil.|i, de iin.aiello de:)."a iOp. de
ma. divenio-, qoe rom elfeilo I i vemos o pra/er de ir '. e 2 '. a :l de I.....
ver Ira.ialtiar a machina de que \ me. trata, e nao I ,lc 'll1" USuaes.......
temo, .1 niiniina diflicul la Je cm atseaorar que ella i l^stadinbo dedil..........
Soalbo de tlil.............
Forro de dito.......
Costado de
l2~nu "" a "prasentarem as suas proposlas em
i-'iiii carias fechadas com as compatentes amos-
Ssoot) 'ras, nesta secretaria, no dia IS do and mo ,
amo moz al as II horas da .n.nhai-, que a com- das e dejantar, quarda-voupas, solas, mar-
33000 pa sera effecluada Secrelaiia da ii.spee- 11uelti,s ">olos, canias l.aucezasJMandiei-
*30IJ0 cao do arsenal de marinha de l'eii.an.buco, '"
-\l''\ 8 de Janeiro de 1857. O .secretario, Ale-
ii-ineij Ml,llr Rodrigues dos Anjos
Ji-111 T~ ''"'c Oolegacia de policia do termo d
ih-n.iu loianna se faz publico que fol preso e para
, na cadeia do niesino termo um prelo crioulo
utna linda cadeiri-
nlia para coiidu/ir sciilnir.i. assim cuino 2
escravas com algumas habilidades, 10 sac-
cas i'uiii farinha de mandioca, 18 caixas <-om
vinagre framboeza, 157 garrafas de fructas
de conserva, e muitos outros objeclos que
na rua da Ma- "' qnalidade de meu prncuradnr nesta cada
: de, rom quem sempre nutri lineara e verda
deira amisade, atiento ao sen louvavcl genu.
e modesto lucro em eus necocio lie digo
de simpathias.
I'reeisa-sc de tima ama para oaoTOica
interno de una e.isa de poura familia : no
aterro da lina-Vista o. 60.
Precisa-se do utna ama para casa e}s
trangeira : a fallar na laherna do Sr. Joan,
junto a fiindicao de Fura de l'ortas.
Precisa-se de tima uitilher pai.1 sei
ama, sendo o servico tratar do tima seohora
de idade, c fazer o comer pai v a awsjM
tratar no pateo da Sania Cruz n ts.
Na manhaa do dia ll do corrala lu
pi um pelo crioulo de nomo Jo-', repie
senla ter dfzoito a vinte anuos, levou calca
de hrim de algodao escuro, camisa brauc
engommada, e chapeo de palninha nove ia)
utna lil' prela larga, teui os calcanhdie-.
maltratados por causa de bobas, altura regu
lar, costas talliad.is e pannos no rosto de am
bos os lados; esteescravo foi cempradu ..
Joaquim Jos de Sanl'Anna m irador 110 ter
no do Ingazeira, por isso suppoo-se ter se
guido esso caminlio em razflo de ler mii la
para essas bandas, levou com sigo um relo-
gio de ouro patente suisso com corrente de
curo, e um par de brincos de liuagrSa c uns
pedacosde ouro velho : por lase inga as a
aatoridades de policia e capitSes de campu
o prendam e leveas a rua da Cuia n 9, ajaje
serSo rccoiu pensados gneros sotante.
Ignacio Cibils vai a Slofllevido.
Antonio Francisco do l.oureiro Santos
segu paia Europa,
--- Precisarse da urna ama quesaiba na*
zinhar, para nina rasa de punca familia : na
praca do Corno Santo n. 17.
Arrenda-sc o sitio ao pe das rea, asi
iugar deGiquia, com casa terrea e soto. de
podra ocal, para ama giande familia, tun
arvoredos de fractO, um vivoiro e carimba
quem pretender, dirtja-sc ao engenho S
Paulo.
As pessoas que s.lo devedorss na fa
hrica de charutos no aterro da Boa Vista n
77, a nao sallarem eus dbitos ate odia SO
do correnle, leao o desgo-to de ver <-s
seus nomos por extenso nesta folha.
Preeisa-sc de urna ama pat a todo an
vir;o de tima casa dn duas pessoas no pate
do Paraizo n. 8, segundo andar.
Quem liver nina escrava para aliig.n .
que sai ha l'ajer o diario de una casi esVr.iu
geira, dirija-se rua do Vuario 11.1 de
Fronte do eoasulado geral, praaaiva andni
Karl J Sclimeltaru vai a Enroaa.
Gura lionieop itliica.
Lm niolequc de idade de 1.'. anuos f'ii ala
cadodo totano, a Donto de li -ar Uta intte\i
val, que poder-se-hia pegar Ihe na > boca 1
nos pes, sem que o corpa desse nata d.- 1,
parecendo um corpo inteirico, eaMai -
conservou Lidias! Porem granas ao inlali
gavelzellodo si Dr. Moacoso, que tnnrs
desamparou, pelo contrario, ante trabalha
va com mais dedicac9o, ate que o buz fta
do perigo, c boje se aCDI re-l.i:ielecido \ in
lie com o fim de elogiar d Sr. iir. ntaseosu,
que se publica esle, mas sim para 1 M a hu
uianidade approveile, recurren.lo os qoi
nao forem pirrnicos a tima uiedi-iiia qoe
sem niarlyrisar tambem cura.
Joaquim Mondes Frene participa > 1
respeilavel publico, que por e!r se Ia7.1ul"
obras na casa da rua do Queiniaijo 11. .17 v.
onde tiulia sen esl.bolocimcnln I- lat
gens, mu tou-se por algum temp para .
rua Direita n Gli, onde se acha com lodo
sor lmenlo de ferragense miusJezas, prom
pto a servir lodos os seus Legue/es, tonta
da pr 1 w como do mallo, com presjosiMoa
veis ; outro sim aos seus llovedores e credo
ros, aquellos para vitom-liio pagar MU to-
ditos, estes 11 reccher suas Ictlra e 1011I.1
quando estas se vencerem.
Em um eiig.'nho da frcgao/.ia de Ipu
juca precisa-se de um mostr ojje. oomm
iiruneiras lettras o lalim : quem irotondi't.
dirija-se a ruada Aurora n. 2, qjc achara
com quem tratar.
Precisa-ae de urna anja para casa d
pouca familia, o que lai;a tolo servico: .1
tratar na rua larga do Rosario n. :w, segn
do andar.
Precisa-se de um bom lornoiro, paga
se bem : ua rua Imperial t. :I7, dcfrnnle do
viveiro.
Caiieiro pequeo.
.Na taberna grande, au lado ta lama di
Solodade, anda se precisa do um meaHo
para caixeiio.
lloinuil Marques Ferreira acha
com una porcio de pos dec iqueiros 1 ven
Ja por to 10 esto anuo o por mu lo menos '
quosecostuma vender em oulra qualquei
parte no paleo da Ribeira. aria; /em de 1.,
rinda n. 1.
lesenqeuha de um modo sali-fai-luno o lira a que
he destinada. .Vlgons defeilos nolamos no macni-
nismo, como ja Iba litamos ver : mas Mu elles mol
aos Soriano de Araajo, Bernardino Jos de S raza, : destolpaveis em mu prnneno ensato, e de iialureza
Irancisco Antonio Kodriaues da fonseca. Manuel I lal que em nada alleraui 11 mereolmenlo da -ua in-
Marques Carancho, Jola Pinta Rodrutues de l'aiva e vencao. pois que na fgoinla maelrina que \'inr. li-
sua senhora, a 2 criada., I raneiseu Antonio Fernn- il" "' PjJa aeilmenle remediar, faiabem nos
, ,. ,. .. 1 parece 1, (que dandoe ais linos maior numero de
dse sua ulna e 2.....ose I criad,., \ulonio Irn-l re%u|ui.e, por Illn,u|. paStlim elle, dar v.so a
cisco-Huval, (arlo. Alexandre Dexardi, 2 escravot muilo maior quanlidade de abudao ; ma- isto s.lo
ouro .
Costadiubo de dito
Soalbo ilc dito .
Forro de dilo .
> cedro .
1 Turo de tal.ijiiba .
pereira .
aguilhada;
Varas de
quintal
ilii/.ia
5dOOO|u"",b diversos senhores, mas suspeha-se
ajou I otar fgido ha mezes, e perlencer a um ta-
:toon 1 zeuiloiio no serto do Kspintiaras, provincia
i-jMi da Parahiba, ou a Manoel Sos/es, moradoi
iii'"i; no termo do Liii.ociro. Quem sejulgar cun
3'-; diroitoao mesmo coinpareca na mesma le-
m&oz &l>tt&0*.
-----O ibaixo asiignado previne au Sr.
Salvador dos Santos Siqueira Monten u Ca-
viilcami, que a ctica da quanlia do 1:0009,
aceita por dilo sendor, r garantida pelo Sr
AO PIBUW.
q No armazein de lazendas baratas, rua do |
n Collegio n. 2,
V vende-se um cmplelo soriimentii de fa-
33 rendas finas a jrossas, por mais barato M
|S precos do que em outra qualquer parle, .;
** tanto em porcoes como a -etalho. alian- i\
9 camlo-se aos compradores um t prec P
jji para todos: este eslabaleeimento ajarlo au Q
3 de conibinaco com a niaioi partelas r-.- ;
sas commcrciaes oglezas, fraaestsa, alie- -
*| mus e suissas, para vender fazenda^ aai
im, 711 pcravos n entregar.
imaiih'ta.
REPARTigAO DA POLICA.
Occurronciai do* din 1 Inraui pretMM : >e\n sabd^teicacli d^ rresurxiti
>iinio Anitiiu, Jirdeliiia M&diIm Perelrn, y
iveriuuaraei em crtme t rermenlo*
E pe U s'ilt l'li'.icia dn dcnt'/M de b. Jiwr
prel fsird\n l.ui/. pm desoriJeiro.
otario ot Vcxmmbuco.
que em toda a Tapiuta .
parte a- artes mechanica. pieslain a agricultura, Lnlnis de bu
soinoi de parecer que esta sua ii.veiirau vai moi-1 Vinagre
(.1 r.mcorrer para o aosmenlo da pn..lii"ce.'io do al-
coila.i uti ltra.il, vislo u iinuieru re braca- que dis-
pensa, c .. falta lao urai.de que ilelle. ha. Cambios.I. uidies.
Fatartnosamearos tolos para que \ un. colha os Paris.
nem marecidat frnclos .la .,,.. a,., inii.i te, c somos Mauburro
com particular estima de.N me. nmieos, veneradora I i,ha
e criadasI Slar ,v, 1..
".' "" I BETES.
/O*. tt Canalanlinopla .
Eslado I i.id '-, .Noil
lid 1 Uh JANEIRO.
. 27 :!|i a tlOdia..
Nominal.
Idem.
Iilem.
de J
uieii'o.
A barca
* Mlll-'lpU.
PAGINA AVULSA
Temosa isla jornaea, Irasidoa pe vapor sardo
loriiio. cujas dalas si o : du Kio :l. c da llabia H
de corrente.
Foi exonerado do lusar de direelnr da> rendas do
UlBBoaro nacional o Sr. ci.iiselbeiro I rancisco de
"alie.. Torres lliuii'iii.
HACA Dt) RECIFE 12 DE JANEIRO As
I IJOIIAS UA l'AHDE.
CotafCei olliciaes.
iJes'oiilu de lettras tic I ll.e -10 a un.
Pilo tille* de b inezet11 a auno.
rrederico ttottUard.pttiienlt
,". Borat, -errclari.
Genova
llallibul-''.
] Havre .
1 Liierpuul.
Londres. ,
Marsellia
ul
geociashavidas enlre e.ie senhor e aclaal mini--
Irn da fatenda, sobre materia*! .lo Ihesooro.
Por deerelo .!< 21. ib. pastado fu promovido n rn-
tali. nUJkl j rnnel ciriirBi.io-.i-...r do exercit e chefe do re-pec-
- .'. 1 patrio.precisavnm.^ de .-epirar am livo corpo de aode o r Manoal Feliciano Pereira
o.-.tro ar. que ni o de ama casa nawr.ilmenle ca- de Carvail.o. lenta de chimira na Faenidade de
lorcwa. ralcamo-oo *sah.mo Era ooile, e a Med!c!na x c -re.
CAMBIOS.
Coriia que por desmlelli- Sobre Londres, 28 l|2 d. por I.
" l'.ris. :llll a lil r.. por fr.
a Lisboa, \Y\ pur de preiiiut.
" Itio de Janeiro, 2 por 0|n .le de-ciuil...
Achiles d Hauen, iu a i.'i .le premio.
i a companhia de li^heribe i'.-Uon.
-1 n cnmpanbia Parnnmbocam 10 nar.
! 1 Ulidade Publico, 30 por cenlo do pramio.
< IndemnHadora S8 dem.
da estrada do ferro a) por OR)de premio.
.11 a 33 -. iioiii
13 a ."SI .-. iioiii.
Tu s. iioiii.
NO a 7.*i cent. nuil!.
. ~j a Wl cents. 11.....
70 Irs. e It'Om
*0 s. iium.
15 s. a lu .
Nada fetu.
Idem.
Numiiial.
Correio Wer<-aril.
narional Thercza 1, que ia lem
aniiunciado a sua viagem para o llio do Ju-
an
111:0, seguir ao seu destino uestes uo quem o pegar leve ao sen senhor, nmrador
das. Oirerccc anda praca para ai"umi car- ua rua das Aguas-Verde. 11 i
ga, o ptimas acconimodactk's pira escravos compensado.
a frele o* pretendemos dirijam-se aoes-
ciiptortodo Hallar \ Oliveira, na rua da < a-
doia do lloiiio n. 12.
Jl U.Hil.l
corpo, cara redonda, idade que representa rnninmi/o'/i J >.,..,,.,. ......
24 anuos, rallo de alguns denle, na frcnle, ^'^n}Kn,llt S!'f/Hl'0 (ll-
lm a mortalitlade des rs
eraros, eslabclccida mi
RO 0 JAHEiRO.
CAPITAL2.000:000.000.
oflicialde sapaloiio, cozinheiro, sahe .-i
escr ver, e i"ii isso de liaslantc ladmu .
que sera re
." las da
aneior.
S1MOS.
2. de deumbre de 1836.
i) procos do prmeipaes gneros de evporla,.,
cii-ervain-e inalleraveis ; divido itlo as Blllradas
vaaaroaat que lem havido e coolinnam, na w por
111 M dos sbiindanies el ova-, toma ptla carc-.lja ^o
im:lhoTieaf-enlao,trore,ro=di-.e.tr.1da..-Caf^1r.Ce; trla-s na n
I perore pagaran).* ho; t\3 ^ correin ;.-nno. | n. 12, escriptorio d? Italtar A Oliveira.
A fabrica d
riid do Briiai, jinds,! <|(>
um curapina para f'izer
ca Xas: a tratar ni mes-
ma rilii c:is 11. 1 C
ir rom o Sr. \iiI"iiki
I)eseja-c tal!
Ignacio lli'.iiiil.i.i
Xodia U do correnle seguir impreleri- respeito: nu rua
n. 15.
Precis 1-11 ilusa
velmenle para o Rio de Janeiro a linca na-
cional Miercza l so recebe escravos a frote,
para o que tem excellente*
iii',;i.rui i|nc
1 ( ideia tln
excellente* .ccommoda- i
ma da Cadeia do Recife ,enri
..li ama
o de
rua da
um 1 asi li
1 rim lie 1 11
pouc
i
li-
lil' lil/.
Herid'
para o
mili


ILEGVEL
\;i*imi;i iili.il ein Peni a mi mico, rita
Crespo n. I".
'"Illl-n. Ooi'il'>,ll"-l i T1|'("r patilua du n.r-iim fr, -el piepoilt* 4m pcoprieU
TI. ,|.i. t-.f(iVl'-. 11 i'"- o .ll I* u't I* rl- i
'.'- Ir ,i!l?nmfiili> t* ."- 1 ii.) i-f i*. )'li ii ri
lielinio .1 rompanhu !< iu* o* 'u-, ilc n c......b
ia- .i 1 lai ; .
'. .n.|h_<'!'- iiM['ii--t fin.lera >ff pro utrtila* do
eicriptorio 1 ar-40-lia eootulla^sralisam ;- i ivo f-':ro-- ' para lo hora [Mtiliia.
i'fec.-;:-^*" o. urna nmi pira casa d
pouca lamilia n;< roa lio Rangd i W, ea
i; un Jo n J <
B-
'
'




vt^^i,**^*^c**.**..**.:''._: ."'.:'*.;'.:''. ****'* .*'*
CONSULTORIO CENTRAL i6- A
Q MEOPATIIICO. $
-;]; Ra de Santo Amaro (Mu mi. .-No- gj
;] voj n. 0. gg
fj,y O Dr. Sabino Olegario Ludgero /'.;./.., ,'.
DIARIO DE PEHNAMMCO, TERCA KEIRA I5DE JANREIO DE I .sv
Coiupatiliiji vigilante. IIITEI [14 liRlIA
Al odia 15 de Janeiro provino folurodcvemosi I lili lili 1'LLl.ji

IM-
o
H.
, do volla de sua \ lascm ao H.o .1 Janeiro, ,.
9 mu 11 mi.-i a dar consultas lodos os diai ole-, '-.."
das S hojas da mauliaa, f J .la larde. '-
O. pobressao medicados gratoilaroente. en
vv..-.-..-...-...-...-...- -.;.--,,j-.;v.-.",;-;.-.-:.;-
seguro contra fogo.
Companhia Allunce.
F..a la lenla cm Londres, em marc.o de 1824.
Capial cinco milhus Jo libras esterlinas.
Saunders Brolhers & C, ton a honra da n- i ra da Cadaia do Kecitej luja n, .".O.
formar aos Srs. negociantes, proprieiarios de casas, Francelino Peireira Crespo,
enhore. accionistas rclisar una pre-iar.l.. ,lr de I
par rento mine o capital tobscriplo : no esrriplonol
da coinpai.li.a, rua .lo llrapleha Novo n. S.
bacharel A It. de T.invs Ban- sucessor que ro do hotel de Santo
. .;.. i... l,..i f r ioj *uiaro de Jaboalao lem a salisfaco de fazer
caira, tem resolvido adiar para o da l2do sciei..... ..< -,,,..,. .
, "i"ceme aos seus amigos e freguezes, e ao
correntc a aliei tura desua aula particular mais publico, que sempre lite honraram a
de preparatorios : reste sentido avisa a to- suacass; de hospedara, que .Ib da 15 do
dos os teus discpulos. correnle em diantc dar principio a dar
Precisa-sede una ama de leite, que ed I!' ''^'^Ll'T^'1^'''" ,lc C0ll,id,s
, i i .' i c un nudas,e cummodossu bcientcs para ani-
o tenba bom, esejd, sad.a, pagare bem : | niaes. a canos para IransporU de Suer
pessoa, cuja rasa lio sita em torras do en-
gento Ycllio, no pe da Barren-a, aonde se
paga o tributo das passsgons. A hospedara
sempre jse conservara munida de todos os
na rua do Apollo ni >>.
I'iecisa-so alagar duas mu. forras oa captivas
! i ara casade familia, <|oacuiuheiii eeimomimu: ua
pharina-
*\ quem mais convicr que esto plenamente au- I ceutico upprovado pila Imperial Faculdade
inrisados pela dita conipanhia para effeduar segu- t^'' ma do lito de Ja
i os sobre edtlicios de fijlo e pedra, cobertos de
tiha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
o mesmos editicios quer consista em mobilia nu
era far.endas de qualipier qualidade.
Aloga-ia a anliga casa de vender plvora, na
"i lade do Oliuila. com l.om sitio, l.aixa para capim,
e "i,, easa de vivenda ao pe : quem pretender dita
asa dinja-se a rua do \ i:;aro u. .11.
Precisa-se de um l.um criado e pga-se bem
acradando n servico e comporiaiiiento : a tralar no
campo do Hospicio jenlo ao quartel casa do desem-
hergador Mendes da Luulia.
DENTISTA FRAKCEZ.
vi
o
Paulo Gaignoes, de volla de saa viagem gs,
4 .. i -n i n. eti morando na roa Nota n. 2J
'r 11, primeiro andar, uude podeser procura- \r
^J-dora qualqaer hora. (&
Companhia
de iiavc;^i<;ao[u|va|ior Ln-
Br?silcira.
11 aballo assiguado, por ordein da commissao per-
maueiile .la corupiulna, no Hio de Janeiro, participa
aoa senhores accionistas desla. que no da \'J do cor-
rela dr/.iul.ro em assembla eral os senhores ac-
el mista dalli. presididos pelo Illui. Sr. llr.lAdolpho
M. V. da Costa, depois de longo debate em que un-
nimemente m.iiiilt-laram a opisito de que a compa-
nia conliuue, decidiram e approvaram.
I." IJae os accionislas pnssuidores das antigs ac-
DDaa eulreiu cun :10?00U fortes por cada uiua, para
pagamento da divida l.-ua pela direccAo do l'orlo.
-'.' Uae cota entrada sera dividida em tres liarles
Igoaea, deveudo as chamadas de cada orna destis
p< rtes ler lugar com iutervallo de :10 das, sendo a
l'iiiiiein. eila ja, e a ultima >" se fur precisa.
i.' As chamadas das notas acc,es scrao feilas na
coufonnidade do que ja foi teucido ; e o dinheiro
piuveuiente destaseuliadasMisera' applicado com-
pra de um ierceiro vapor, e cosleMiicuto das primei-
ras viauns dos notos vapores se crescer da primeira
nperaco.
i.- Em quanlo nao he possivel proceder a eleico
das pessoas que lia., do dirigir a companhia, lica' a
i'oinmisslo p^rinaiienle autonsada para noinear urna
paam de mm conflaica, qua em Portugal sicta de
MO procurador, e repiesenle iutcriiiainenle os inle-
resses da companhia em toda a sua plenilude, de-
Icrminandu-se-lhe o honorario que lleve peiceher.
A nieMiia cominisso publicou u seguinte :
V cummisido peruiaiieutc. em virtude da decisao
da assembla reunida em 12 do correnle, convida
..; seiiiioresacrienislas -llliBos a fa/.crem ama aira-
da de II) 5 ou JO- por acc,3o ale o dia 1-J de Janeiro
prximo, para pagamento .la divida conlrahida no
I' .rio ; na rua Uireita n. 99.
(.ouvida mais os sonhoros accionistas noves, c que
11 h/.aram a primeira entrada, a reali da de -iUJOOO por cada arcan ale a mesma poca e no
logar ludiendo, para a co.. pra de um Ierceiro vapor.
Ko de Janeiro 1.1 de deiemhrn ilo 1836.Assig-
nadoDr. A. II. Victorino da Cosa.
in sao convidados os lenlioroa accionislaa de
l'ernambuco a realisarein ale 15 dr Janeiro luluro
U'ua culrad.. le 2US moed.-i brasileil.r por acia.., na
rua do trapiche n. -"(i.
I eri.aiiil.uio. x\ de deiembro .le 1856.O agente
Mauoel ll. Kudrigoes.
Ui devedoresde Jote llias SimOet.Oax ,\ I! --
los a Cro iV (iomes leuham a honda.Ir de manda
pagar os KOI dbitos ain aliaivo assignados, por se-
riui ellei os donos dos referidos dbitos, os ine-n.o.
aiiaivo asaignados deawjando ullimai esta eoarincii
ni iiielhor armona esperam que Ihe salislarao f u.i-
c.outas liiJepeu.lenlesila piihlicacSo da seus minie-
e meios judiciaes quese vcrio na necessidade de em-
pregar na lapa do releri.lo pasamento.Josr Altea
I i Silva (juimar.ies, rua doCilniia'n. I B, Fran-
cisco Jos Alves liiiunaraes, rua do (.lueima.lo u. 33.
Jos Antonio Momia Das V C, k-
/. o setenio aos seus fregueses e mais con-
sumidores de plvora, ipie leom um gran-
de sortimento das melhores qualidadesde
plvora e elnunlio que lem vindo a este
mercado, e vendem ditos gneros por
menos do que outra qualquer parte : pa-
r veiem as qualidades eocontrarSo as
a.tioslias emsetisesciiptorios, .larua das
Laraugeiras n. I e da Uoeda n. -2".
nos meamos estabelecimentos acbarao sa-
litre relinado de
X.SOO a anolia.
l'racisa-s d.; una ama que cor.inlic e lave com
a:eio, para orna rasa de pouca familia : a Iralar na
na da Cadeia n. 51, terceiro anJar.
(A l'AltA CONSERVA^A'O DOS -\-
:;:- DENTES. fjj
.;, Vende-se pos e auoa dcnlrilices : na rua S
.;. .Nova n. il. em casa do dentista frailee/. W
. I'aulo daignom. $$
............. .>-.;-;.?Ov0-vy^';v;^v
PARA 1857.
Ai-liaiii-se a venda as bem condecidas
lollunias, impi-essas nesto tvpograpliia,
das seguintes qualidades:
FLHIMIA RELIGIOSA, contendo ale.rj
dos nn/.i's, i liibliolheia do cluisl.io
brasileiro, que se compile de ora-
efles quotidianas, methodo de assistir a
missa i; consso; cnticos, psalmos,
hymnos, oflicio de Nossa Senhora da
Conceirao e muitas outras orar/es de
endem-se chapinos do Clnli de to-
as as(|iial vaesoG., rua do Trapiche n. .Vi.
TABACO FRANCEZ CAPORAL.
Este excedente o nimio lino fumo
limbo como tambem para n
AGENCIA
DafundijaoLow-Moor,ru daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteesiabelecimentoconlininahai'er am com-
pleto soriimanto da moendas Bleias moendas
(Iar;,IPar en/;enho, machinas de vapor e taixas da
pceo- ds7i'ri'ok,ii4,,,Hdo de,dos s ,aintnh p
A. Ilchrard, rua do<
cu. f: potssa
teiidc, palana da Rsala e americana, ehegada
uestes iliase da superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: 1101 scu-deposi-
011 c. Iinolft na la do Quetmado, loja de los na rua da apolla n. 1 \,e 'K
nuudezasin 33. .Na ru rto Vlgwi0 ,,,_ pniD,,M ,B .
A I-.l.l.ts, gtb () l'HLi.u CONVIDA. da-aevlntio do Perla da auperior qualidade d bem
.Mina irinaos, com loja de chapeos na rua eonheeida marca GW en pipas, barra ecalta* da
rranceza : om casa de
trapiche .Novo 11. >>.
Cavallu pai carro.
Vende-se um ptimo cavado para carro!
Superior qualidade, a
aneiro, participa aos
amigos (reguezes dei sen liiurdo pai o phar-
maeeutico tiento Piolo Crespo, e as pessoas
que o quciiam honrar com suas froguezias,
que a botica continua sobre sua adminis-
Irago, promplo a latislazer com zello e
proniplidao os miatetes de sua arte.
I'rccisa-se de uan rapaz de 1-Ja 11 an-
uos para criado : no aterro da Boa-Vista, lo-
ja de sellciro n. 58, se dir com quem se de-
ve tratar.
Advocada eecle-
siastica,
U ddvogado Francisco ;Manoel liaposo de
Altneida.coni esenptoro de advocada na
corte do Uto de Janeiro, encarrega-se de no- j
gocios forenses, e especialmente de negocios
ecclesiaslicos perante u nunciatura apostoli-
<:a. liespotide a consultas de dtreito civil c
cannico, e promove o expediente de breves,
do secularisacao, de dispensas de impedi-
'iienlos tiialrimoiuaes, de sauar;oes etc.: as
pessoas que do seu preslimo precisaren! po-
derSo dirigir-sc-llie por escripto.
Oaoaixo assijjnddo participa aoies-
peitavei publico e igualmente aos Senbo-
ies pais de seus alumnos, que pretende
reabrir sua aula, nolterceiro andar da
casa n. 58 da rua Ni vil, no dia 12 do cor-
rete, c esta' disposto, como d'antes. a
receber alumnos internos e e\ternoi pata
sereno leccionados em primeiras lettras,
lalim eitancez ; advertindo, porem, que
so recebe os internos do menos de \- au-
nos de idade.Jote Hara Machado de
Figueiredo.
I'rccisa-se de um criado para todo o
servido de tuna cas.i de dous mocos estran-
zeiros, paga-se bem : a tratar na fabrica de
Sabao da rua Imperial.
AVISO AO CqiUIBRClO.
Manoel de.Souza Mcreira, propietario do
esUbelecinenlo de carrosas para conduc-
cao, avisa aos senhores arniazcnaiios i|ue|
ele se acha com o seu estabelecimenlo mon-1
lado e preparado para servir a todos que!
delle sequizerem ulilisar, declarando que
os procos das condueces sao os tnesuios que
anligamentfl estavam eslatbeleoidos ,- espera
dossenbocjM armazenarios que lhe daro al
preferencia no canelo dos seis geueroa,
utna vez que elle se olVercce a laze-os pelos
uiligos procos.
CAFr? I.11 COHMEKGIO.
Ilua do Trapiche Novo 11. \l.
Acba-se ueste eslsbclecimento um sorti-
rnenio de charutos da baha : trovador, mis-
S'PPe,# yaya, vrelas, amantes, regala, S.
Ieii\, deptilados tabaco francez Caporal,
papel para ciganeles, vinlio de Bordeaux,
lilo de Cbei y, dito de Madena, dito d.. Kem
dito champagne, cognac verdadeiro, che-
cordial, absintlu.. kircli, varios licores
XAROPE
DO
BOSQUE
Pal transferido o deposito deste lampe para a bo
Oca de J.ise da Crhi Sanios, na rua l\ova 11 S3*
-arraras jSOO, e meias 3)000, sendo l..l-n tod
< que nao for vendido note deposito, pal
.|u.-.!,, o prsenle aviso.
hberdadede estar a seu gosto, da maneira
que convicr, por nao liaver familia encosta-
da a casa, latnbem o proprietario deste es-
labclecinienlo piomelte dar as passagens li-
vres do porlao a todos aquclles que se qui-
/-crem aholetar|ein sua casa por negocio,
durante o lempo que do inestno lor arreuia-
tanle: le o misino espera em sena amigos
e a toda a bella rapa/.eada as sitas concur-
rencias, que serflo lodns 11111 i bem servido
Antonio Flix l'creira.
1)11 A DE PORTA,'
ESTRADA DE FERRO
do Recife San-Francisco,
LIMITADO.
Se algum arcioinsla deseja mandar sua5 aecea
para Inglaterr. he neceaiirlo primeiramenle dar
noticia ;iiir escripl 1 dessa sua iutencao a Ihesou-
reiro em Periiamb jco, o qual cominum. ara ao e-
crelario da companhia em Londres, a informa. ,10
ollicial; ii.lo sendo positel, na falta desla, registrar
as accoe, receber |uros ou pagar preilacOes em In-
glaterra.
II escriptorio da companhia, na rua do Cre-po,
esta aberlo lodos os das uleis, das lll horas da
manilas as ; da tarde, para o cvpeJieule.
Por orden dos directora,
S. P. VEREhER, Ihesourciro.
Loleria
f
DA
a qnal alem dos me
zesteni e\|ilicaces das indulgencias c
excommunh'tes, etc., prero. 160
DITA llr; W.MANAK. a qual alem dos
mezes, contemo almanak civil, admi-
. uistrativo, commercial, e industrial da
provincia, por.........:,im)
Todas estas folbinhas sao impressas em
liom papel e evceUente typo, vendem-
se emporrSo uaretnlho: na livraria da
piara da Independencia ns. li cS.
t se milito boas pellos de cabra, por comiuoilo do Recile, arma/.em
prer;o, < i? i
frv. i i- trelo
(jroimiia de mandioca.
Vende-se superior gomma de mandioca tai-
ta 56.
mu harricas
No arinazem de Vicente Pe reir da Costa,
^o^iptm.
andar,
I.ompra-se nina vacca loarins em boa con.licio
e que d.- naiunla leile : quem a liver dirija- '
ruado I orre-..... Recile, n, 38 segando
da !i al as 1 horas da larde.
Compr-se orna carroca e um bol, luiloem bom
eslaoo de trahalho : na rua da Cadeia, arma/em de
mt teriaca.
Gompra-se para urna cucommenda
molequesde I a 18 anuos de idade:
na rua do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 111 horas as ."> daiajde.
Comprani-se plices da divida provin-
cial : na rua das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
Compra-s um g-uar-
dalotiQti em se^uudti mo :
quem (ver aun ocie.
I. au,m-ll""i"ueilU! chegada do Aiacaly : na rua Ja.
Cadeia do Recite ti. 57.
Vende-se um guindaste porttil de fer-
ro que pega 90 a 100 arrobas com todos os i
seus perteuces : na rua Dtreila II. 6H.
Vende-se
SAL DO ASSU' de superior qualidade a
bordo do palbabote Piedadc, a tratar a
bordo, defronle do trapiche do algodao, ou
na rua da Madre de Dos n. ->, com llartlio-
loineti I.ourcnco.
ALGODAO' AVARIADO.
Vende-se algodSu liso americano multo
encoipado, com quatio palmos de largura,
pelo preco i|ue se convencional a visla do
u estado : na rua do Crespo n. 19.
Farinha de
este.
SSSF.
Tri-
( Verdadeira.)
Pelo navio BLOOMK chepa rain .".(iO(l|
| barricas desta acreditada farinda : ven-
romprani-se peridicos a onze patacas] de-sc nos armazens de Tasto limaos.
11 ,LIT da 'Ua d "rUs vnn b"ris com superior carne
dioleos m rn""?" q"e SUi'A? Si" v,c<-'a salgada, chegada ltimamente dos
uios e loi tes, i-roprius para arma/em de as- Estados-Unidos; no esc
sui':it' ii-.i un itit i i,!) .. i
ronuea.
na rua de Apollo u. 22.
O abaixo aikignado vendea a* seguintes sarita
I quarto ii. 976:0009
8003
4005
2009
Iiiii-
1003
ion-
1003
.VI-
I'reci.a--e de una ama noe loaba bastante lei-
le, anida me-nin sendo esetava : no palco deS. P-
d o u. i>.
(1 abaivo assignado, arrematante daa dividas
activas na importancia de I3'.753SIK0 re. da ma*sa
fallida de joto Chrtsottomo de Lima, avi-a aos deve-
lore da leleiida ina.sa. .pie qbelram realisar o niai.
h eve possivel os sen. debilos: no aterro da Boa-Vis-
l.i n. 13, taberna de Uianel Jos Rodrigan da Co.
la, o qual se acha compelenlenieiile hablitadu a re-
ceber ditas dividas.Anlonio Jos Villar.
leudo resoltado a direcco do Raneo do l!ra-
-il realisar ate 15 de Janeiro prximo mais ama en-
liada de det por cetito obre o capital, a dnccr.lo do
: Inicio Banco de l'i riiamboco fa/.scienle aos senho-
rei aceionblaa que naquella dala mandar pata da
Mironla para a do capital da caita a quanlia que
O.e he respetivo. Recile I de ilecembro de lfs:.li.
-'OaeereUrioda dlreeelo do etiiucto Raneo de
I eriidmlmco,
Jo.io Ignacio de Aledciros llego.
Domingos Alves Matheos, saca so-
bre o Porto.
^ A rifa dositio de A..I. dk, na
Passagem da Magdalena, coire com a pri-
meira lotera, .pie no me/, di; levet iro
do presente annocorrer na cidade do Rio
de Janeiro, se todos osbilhetesforemex-
trabidos at o lim do andante Janeiro;
no estabelecimento de Agostinlto Jos de
Oiiveira.no rua deS. francisco n. 6, on-
de levecartorio o fallecido tabellio Coe-
II,.,
Escolas
1)0
DI IMILIIII.
Do da i do Janeiro em dianle na i al.erlosasciu- !
1 "^.....,Hl,-u tapial, pe,, eicollenle methodoCas-!
lilbo ; pelo qual a voz pablica se ha pronunciado
i el., orgao da imprenn pernmbocana, mererendo
I anicular allencao incala de meninas, erecta na
roa do \ arta, cna do tinado Silva Companhia, nu
-.. porque neasi escola se entinan! todoi primoro-
un bordados, a roaii lavorn qoe te ponam dewiar
. mi., porque a digna profe-ora e.lan.l,. wndo lec-
lonada na gr iromaliea nac..nal palo esimio profn-
i.i .. Kvm. Sr. padra mnlre Varejo, se lomara'
i..ai- om preciuto hrillianle que ornara a ...roa ljue_
i. na d.. Cviii. conselhciro 5r. Dr. Ca-lilbe.
bem Bfamados, diversas conservas, bolos
iraucezes e chocolate ; e lodos os das das
It lloras da manhSa as to da noito hatera
sorvetes.
hospital \>wmmi
BENEFICENCIA
Acbando-se vago o lugar, de primeiro enter-
inciro, precisa-se de ama pessoa as babilitacoes necessarias para esse lugar,
pagando-sc mcnsalineiite WUOO, cama, casa
mesa quem pretender, diri|a scu reque-
nmcnlo ao lllm. Sr. provcJor, na rua da
Cruz do Itccile. Recile 8 de Janeiro de 1857.
JoaO lioiiiingues llamos.
Secretario.
- Itccoininciida-SR a quem por acuso
achou urna lettra da quanlia de I toa, ven-
cida no da 28 do prximo passado, sacada
por llernardino de Sena Ponlual, e aceita
por Mauoel Thome de Jess, de a lavar a rua
daSenzala Nova D. 38. que se.a recompen-
sado. '
Procisa-se de una ama para casa de
pouca familia : a fallar em Sanio Amaro
com o Sr. coronel l.amenha.
No dia 9 do crranle n-.ez". perdeu-se
um embrulho de papel, conlcnde duas pro-
curacoes, urna leltra de l).200s
I nielo n. :t-l-
I quartos n. :178
I di lo i. 3337
I biMiele o. .':
I nielo ii. I72t
I dilo ii. 2233-
I dito i. 23:.i
I bilhie n. 808
< mnmu lenj etiosioa- vendaos seus lelire- bi-
hcles, nielo-o qoailin da lerreir.i parle da qainta
loleria do lij-milaain Pernambucano, peloa preso j
aiiiinri.iilo-, ... qU i.< ao csl .jciios ao dcconlo
dos mo p0r r(|n ua |ej
Por Salisliano de Aquino l-'erreTra.
Jusc Forlonalo dos Santos Porto.
Aluga-sd tuna grande casa terrea
na rua Impcifa n. 161, com ~> portas de
trente, cinco (piarlos, duas salas, co/.-
nha tpra e quintal, porl2Ol) mensacs
e fiaoca a conteni: :ia rila Direita n.
*". loja.
- Precisa-sC de tima ama para casa de
pouca familia, suido para lodo servico in-
terno da mesma ; qucni pretender dirija-se
a rua de Apollo n. 2.I
l'recisa-se de dous contos de ris a
juros, ilandtt-sp por hypoleca predios livres
e desembaracados nesla pratja : a tralar na
na do Quciniailo n. 28, terceiro andar.
- Precisa-se ie tuna criada forra ou cap-
tiva paia lodo o servico interno de una
casa de poica familia : a tratar na fabrica
do salino da rua Imperial.
Precisa-se nlugar urna casa terrea para
pequea familia] com quintal e cacimba,
que s"ja seu aluiguel ale 129 rs,
quer rua da freguezia do Santo
l'iem quizer alujar annuncic pira ser pro
curado v v
n 12,
l'ra 1 t-
em qual-
Antouio :
Precisa-se de costureiras de obras de
al'Hiale para calen ecollele. edc. um apren-
diz : na rua da Cadeia do Hedi n, Ui pri-
meiro andar.
--- liesapparcreii o cscravo Matheus d(.
nacao Angola, rn.(ia idade, pequea estatua ;
, e lie docnle de Ir.Hade, be um tanto tnou-
do para se .azor um embar^i- o t SIS Sft*^^ ?-S*?i
vei adiado e quizer restituir, dirija-so a
com^rheiraSI,-:8'<1UeS,;;;ralICi',1
-- Aluga-sc na Passagem da Magdalena,
antesdechegara ponte grande, orna casa
terrea com solo, quintal e sabida plo rio.
com nimios commodos para familia : os
prelendeiites dinjam-so ao Trapiche Novo
Seguros contra
0110 na rua dos Piras, junio a
caixadagua sera recompensado.
Precisa-se de urna ama para casa de
mos : aquem eorfvier, dirij.-se l, ?ua Z P^ "s mais com modos.
rtim n. 22, lerrei.ro andar. Paga-SO bu,.
Vende-so gomma de etigommar a 91)
rs. a libra, sagii a 320, covada a 1110 rs. na
quina da rua de Moras II. 2.
Vende-se nina prela Crioula, de bonita
ligara, do 22 anuos de idade, sen tnolcslia
ncm vicio do qualidade alguina, o que se
alianca.com todas as habilidades que una
preta pode le, como sej i engommar bem.
corlar ela/er toda a qualidade de vestidos
para senhora, amarrar cabellos, cozinhar o
razer lodos os mais arranjos de urna easa :
quem a pretender, dirija-se a rua do Crespo
ou na obra de pedreiro defronto de S.
seo.
Pianos,
Em casa delta be Schmettauo; Companhia,
rua da Cadeia .1. 37, veudem-so elegantes
pianoido afamado fabricante Traiimann de
llaniburgo.
COLA DE SPER10H QU1-
LDADE.
Vonde-so na rua da Cruz no liedle n. 57.
segundo andar. '
Vende-se um cavallb de carro, muito
novo e gordo : na rua do Hospicio 11. :i, so-
brado. '
Vende-se.agurdente de Franca em
cai\as de tuna duzia: no armazt>m de C
J- AstleyoiC.
A 59300 A PECA.
Vende-se om umfequeno toque de ava-
lla pecas de algodao de listras com 47 co-
vados cada pe;a, fazenda propria para rou-
pa deescravos, na rua doQueimado 11. 11.
Vendem-se pecas de madapolao com
toque de avana a 2,^00 cada pe?a : na loja
'le qustro portas na*ua do Qucimado n. 10.
Vende-se banba derretida de superior
qualidade a iSO rs. a libra : na rua do Ran-
gel n.35.
TAIXAS DE FERRO.
Nafundicao da Aurora em Sanio Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronto*d arsenal de marinha. fia
sempre um grande sortimento de taixas, lamo da
fabrica nacional como es'.rangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas efundas; e em
ambos os lugares exislem guindasies para |carre-
Os
escriptorio de Matheos
Austm rv Companhia, na rua do Trapiche
n. 3ti.
Feijo iiuilatinlio-
Vende-se na roa da Croa o. :ii, fci|ilo inulalinho
por pre.;o commodo.
Moinhos de vento
combombas derepuiopara regai borlas eba
ecapim: na lundicode I). W. Bowinan
na roa do Brnm us. 6, he lo.
FAZ ELIJAS HABATAS
&EM AVaKIA:
Na loja de i portas, na rua do (Jueiinado 11.10,
ha para vender novo orliiuenlo de fazenda limito
em conla, como njam :
Chitas largas decores, o covade
Unas estultas, ocovado lUUra.. l2Ue
Corles de vestido de clnl.i larga labOU e
Ditos de cassas de barra
Pec,as de i-hila-,le cores
Uitas de ditaa liuas
Madapolao oiitreliuo 39000 e
Oilo largo
Algodao ajul de lislra e meaelado, o eovad.
ilo americano, peca
Chales de chii.-i
Lencos de ganga encarnados
Chale, de merino de barra e franjas
Pellos de Imho lisos e bordados para camiaa
AO MADAM1SM0 Di: BOM GOSTO.
rua da Madie de Dos, confronte a igreja.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arma/.emde Novaes i\ C, rua da Madie
I de Dcosn. 12, por preco commodo.
13$500
Vende-se cal da Lisboa ltimamente chgada, ea-
suu como |.otassa da hussia verdadeira : na praj
do Corpo Sanio 11. II.
Rua Sora II. 54.
Uaama llosa Mardy vende ricos cnfciles
ue cabeca para senhora, do ultimo gosto,
por preco commodo, e chapeos de crep mi-
reliados com Dores, pelo preco de foo.
Sl do ssu'.
Abordo do flale v Novo Olinda : a iralar com o
meslre ou com oscousigaalarioa Tasao^imaos.
Cimento bra neo.
Hechegado o e\cellente cemento blan-
co ja liem contiecido e experimentado,
tanto em barricas como as tinas: no ar-
ma/.em de tuboas de pinho de Joat|iiim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
VELAS DE Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pnra a 125 a arro-
ba ; na roa do Qneimado n. 69, leja de ferraeeni.
HAR ACABAR.
Na rua Nova, loja francesa n. 8,confron-
te a Caml.ou do Carmo,
vcudem-se chapeos de seda para senb ira, da ul lima
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, comprulo, e redondos a 700 e gim
rs.^1 rua do yuemdo loja da Ik,. f.m
Oculos e lunetas de lodns
as qualidades
i dn^nr?,e""SCTV0reS Culos com rmscao
de tartaruga de todas as graduales a ntOtl
Jilo bons com armsc6es dourada a
s fraleada.
moda e qualidade.com uri leve loqoa de mofo, p,|0
baratunmo prt{ode 10cada om.
\ ende-s superior linlia de al.odao branca*
de cores, m uovello, para costura : em cas. Je
>o,illiall Mellor & Companhia, rua dt. Torre n. 3
VARANDAS E GRADES
Um lindo e variado sortimento de modal-
\n,\ 1* P-"r' varan'ls gradaras Ce goslo mo-
inoidenussimo: na lundicsloda Aurora emSan-
"-(Hhi a i,maro uo deposito da mesma na 1 ua
-; doKrurn.
i?(KI0
ilaoo
I3H00
mu
:t-ooo
(no
200
P0T1SSA E CAL TIRGEB.
"oaniigoejabemconhecido deposito daruada
Cadeia do Recife, escrip'orio n. 12, ha para ven
dar muilo superior polassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem d- Lisboa em pedra, tudo
itcm l Precos muito favoravei-:, cosa os quaes ficaro
ino os compradores satisfeilos.
af^'25 d'l0S Cm armae> r
la, duos ditos comarmacao deacoa,i'Ue
K, lunetas com annaco do tarUruuaa s
ditas redondas equadradas deb.lea t*.
a^00?e^rocuS^^;^
Vendam-se dous pianos fortes A jaearsnda
eonstrucce verilale com todos o n.elhor,roeDl.
mais modernos, lendo vindo no ultimo navio 4.
Hamburgo: na rua d. Cadeia armazem o. 8
Luvas de variasqiihlidadi;
Vendem-se ricas luvas de seda de todas a*
res, cobordadas e com bolotas a 2t o MI
ditas sen ser bordadas brancas e amarillas
para homens e senhoras a le. I9200 e IMf*.
ditas de Do da Escocia brancas e da core
para homens e senhoras a 300, itiu, 500 e
600, di las brancas e decores, delagodio,
P opnas para montaria a 240 e 320 e outras
qualidades mais que se vende ,,. rn. dn
Uneimadona bem eonheeida loja de miude-
zas da boa lama n. 33.
Para quem estiver de luto-
Vende-se na rua do Queimado, na bem ro
nhec.da loja de m.udczas da boa lama n. 33,
te rira^nnl,' rdini,ri-s. *2
melhnr J.J "?" reMta' ludo J"
me. .? -',Uf-8e pode encoatrar e por
preco que nao deinri de agradar aos se-
nhores compradores. Ja SS>
Meias de todas as
da des.
tJVem"Se mUt0 bMS mp'" de seda re
?o'de 'i5o8d.l,a,afl5e1"horas M barit0 P*"
eoM 2/o00,dilas de laia para padres a t0
Bli' l,ssimo Prc dc *0 e 500, ditas
oS ?-frUaS l'a,a nmem 200, 2*0 e
280 rs., ditas pintadas c brancas para menl!
nos 240 e 30 l rs., ditas brancas, li."par,
meninas a 240 rs ditas brancas par se!
nhoras a 240, 300 e 400 rs.. ditas &
algodflo para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem b.'r.Io na ruado
Queimado, na bem eonheeida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Escovas ue todas as quali-
datles
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
".V'"S :Ji[**,.*" muilo boa
a I?. IfAOO e SSO00, ditas para cbelo ingle-
,r,inrr,,CeZara 1?-00e'-, ditas para den-
les ingle/ase Iranoeaa a 400, 500 t. mu Ia
ditas i...rn un.... .1:... j.;.- !... ... "'
qnali-
VINHO DO HI1KK1 GEMINO.
> endem-se sedas escocetas de quH.lro. com qua- ^ende- tro palmos de largare, aienda muilo superior a i I""'? c "vo. por preco razoavel: na rua da Ca-
l"Silll eovadu : na na da Cadeia do Recife loia Kcr,(e ,:l' escriptorio de Hallar A Oli-
do Mauoel I- erreira de Sa. es,,,a que volla para a j ?,"
.adrede lieos. Su. mu lo I .!. ..........
Ns
na
ra vender
alegam.
- .Ne rua da Cadeia, aefronle da Itelaclo, laber-
11. M, ha das melhores bichas hamburgue/as pa-
lea'im e em porenes, e
aue/as pa-
' atiiln 111 se
Cal de Lisboa.
Rua da Praia n. 9.
l (legada no ultimo ua-
ltissiuobeniMei
didonada
Sao muito luidos para pu-
l los
Vendem-se muito bonitos botoes para pu
nhos pelo barato preco a 500 e 80O rs. cada
abotoadura: na rua do Queimado na loja dc
mtudezas da boa lama n. 33.
VENDE-SE
Graxa de patente, prova d'agua, para
ai icios de carro.
Vinho do Bbeno de aualidad
VIO e IllUItlSSIUlO l)e:U H(U)ll-Ul:,esJolian"'sbeifje Marcobrunner.
No a
e car to-
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que be possivel haver a b?, dito
Aluga-se o sobrado de dous andares
li, *\ I ...-.'.. rni ... 'I'......... '
o fogo.
silo no liecire, rua do Torres n. 10, porten-
'cenle ao patrimonio da veneravel ordem ter-
ceira de 8. Francisco : os pretendentes diri-
Ijam-se ao rm&o ministro o Sr. Flix Fian-'
cisco de Souza Magalbaos, no pateo do Car-
! mu.
l'recisa-se alugar um rozinheiro. for- l<;ndas
Moendas supe-
\;i
ores.
fundiciio de
nio de C. Siarr ,\ <;., Cin
Santo Amaro, acham-se para vender mo-
co nua todas de Ierro, de um
roouescravo, para urna casa estrangeira, modelo eCOnStruci.-fio muito superior
ii n 1 1 v aa paga-se bem : a tratar na rua Nova ti >-. i "
liOlPANUIA NORTHERN. esiu"'-'cnibotdocarmo.ioja. Ap (lOS (le forr.
CAPITAL t 1,-200,000ESTMIEI.IXI- ~ prec'- Pr >"na casa estrangeira,1 ^*
DA EM lSr.O.
Para eectuar seguros
e propriedades, mercadorias, mobili;
eneros dc ,,asi lodas as uualidades. .., inlerno .
um menino: na1 dou$
veilde-se "u,"'",ilM d , ,,Uese l)0' -'-' casa de Rabe Sclimettau C,
presju multo barato. da Cadeia n. 37,vende-se:
\ endem-se no enes do llamos a. sacras rum Vidrospara cspellio.
nara:,r!ueaSser!mUM-U,,,>ei Pe" ,,re' "'*"' V',|,od Superior.
Vende-seo grande armaiem allande^ado do I Conservas alimenticias.
torgo da Assembla a. 20 (Forla do Mallos muito I Tinta patii tVDOSranhifl
proprio par., qualquer eslabclecimento, ou mMmo Tud- ,. _, .IJP1"-1-
pararecolhergeaereacoaioeslaserviadoaelB^man- 5 |0 P'^raminotlo.
l'.pore.larcollocado defronte do trapiche do al-I b,n Je Ralle Sclimettau Ai C.
udar *"" "a r"i"'0 lr,l"cl,e '*. Primeiro I rua da Cadeia n. 37, vende-ie :
Vendem-se pcllesde cabra de toda qualidade i alegantes pianos do alaniado ralnican-
'naT'0 c""""u''" rua ,la <:"" :,i. primeiro teTraumann de Hamburgo.
__'vninnlr. ln,,l.. (..... 1 1 x ,n,, ^o Porto, superioi t hainico.
uo Jos. de Castro vende polvo- Em |.ide 2dasia. e.n, ba.ns i.oit.vo.
a I ..SIMIO O liar- lilemente.heUadopclo:briaue ,. trovador., vende- i ,lp
Barroca cy Castro, na ?i,mS?!?J? S ** h
... ," Jtscyus*,s que se vende barato
iO da
Cartas para joiir.
\cndcin-se bsralboa do'carias fevawsn
muito finas e de bom papel a oo rs. o bar
ino, .utas portuguezas muilo linas s 320 rs
na rua do Queimado na loja de miude/es da
boa Tama n. 33.
Bouecas franeezas.
Vendem-se bouecas francezas ricamente
^nn o de VariI,s in^l'dades a IISM,
1 60n e 2>, na rua rio Queimado Iota de mi.i-
dezas da boa lama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
m..\e|?dem'?e,,,and'"ii's """s e de varios l-
manlos pelo barato preco de 1/500, 2*500,
nu a ?a rua do "eimado loja .le
"'ludezas da boa lama n. 33.
Para escri ptortos
ra dt
nos. ., dito. pro^JSSt
! Ir.a 8", rs- cane.as'de osso toZSSmZ
esuperior qualidade a ISfOOO Iis>IMasssaisll^^ linissimo,
ni: as pe0S que quizcem dito (pme-j^Xt-.d.Kk7.TuM?' ""
lo.apparecam cm o seu escriptorio, ua AltvawlAa l.-L I l> I
Iruado Vimrie n. 31, pan, ver as AlffodftoMliltiJ da Buhlfl
tras.
Em casade llenr. Ilrunn 6 Companhia, na
duia "' ve"dc-!,ecoSna"":a'*'"l'i'>d-e
para saceos de assuca vende-se em ca-
sa de N. O. Hieber & (',., rua da Cruz.
11. '1.
solill
qualidades.
Premio de 3|8 at 112 por cenio ao ai
.1110,
agentes (.. J. Astley & C. Em couformi-
dadede oidens uftimatoente recebidas,
os agentes acbanuse habilitados a tomar
cisco contra fogo, c sobre gneros de e\-
portacQjComosejam al^odo, assucar
OU cotilos, depositados cm trapiches ou
armazens particulares, cm Hacei, ara-
;;ua ou Paraliiba do norte: agentes C
r- Asiles .\ C.
Precisa-se na padarla da rua de s. Jos
do 3 Iraballiadores de inabeira. e quesejam
i'cm desembaracados na tendedeira pasa-
se be III.
Precisa-se de urna ama que seis de boa
conducta, para tratar de alguns menino :
na rua da Cadeia do liedle n. 45
de urna ama que seja fiel c de boa'conducta! I Na fundillo dc C. StarrA C. em San-
nao leudo vicos, paga-se 1,,-m : a tralar no i to Amaro.a.'ham-se para vender arados de
Recite, rua do I urres 11. 3S, seeundo aiulai I......., ,1 V*-' '"',(los "
' BU"uo maa-1 trro, de construcco muito superior.
-- l'recisa-se de duas amas, tima nue sai-1 v.,.. t i- .
ha cozinbar ef.zer o servir. intcn.o dc ca-' 1 "~l?nde^ "m candieirode latocom
sa, cotilla pan; tratar do mu menino: mi !, .s '' os <'"!"|"',,""ll,s vidros, cm
FARINHA
n
e Trieste.
^elogios
' cnhtrlos c descobeilos, neuueuus e "randa. ,U
rua do Queimado na bem eonheeida loja de
nuudezas da boa fama n. 33.
Perl lunarias tui-siinas.
Na loja de miudezas da boa lama na rua
do Queimado n. 33 enconlra-se sempre um
rico sortimento de perfumaras de todas.
qualidades. inglezas e francezas, sendo do
Preci
tua dol.ivniniulo 11.'JO, segundo andar.
Avisa-se ao lllm. Sr. tbesoureiro das
loteras que nao pague mu .piarlo do hilbe- ,,a rua ''"'cita 11. i>.>
le n. !i7 que saino 1 sorie grande, senao ao
proprio annunciante abaixo assignado, que
este be o prop-io que perdeu a carleira avi-
sada no da : e lu do correnle, que para isso
etaja preven.do.Jos Antonio Leite.
I bom esl.nl.1. propriop.ira (jualquer csta-
1 bclecun uto,
Vende-*, em rasa dc Saunders llrolhe
prara do Carpo Santo n. II, a muil..
eobarto. e de.fnb.rlos. peq.eaos STS.de., de ouru, naX l.TS J,- "
patente inslez. para borne, e senhora, de asa des I5L.v l,T,0dJ muil
melliure. labricanle* de Liverpool, vii.dos pelo nlli-1 a"rni,l,co 1'".ra (lo,cs de r
".- A C. na
uperor e bem I nn. paipiPle Ingles : em casa de Soulball Mellor ,\
la marca|>rimciia Companhia. rua de Torras 11. 38.
V 0. IcIjci v\ C, rua da Ciu/. 11. 1,
qualidadech.sa.la em !l do crrenle ua esco.
1 leil., em porcossgrandes e pequeas, couforme a
vonladedo comprador.
poi-iiR-ludedo seu valor
1,: I
I Yclbutina. I
isa-sc
pie tenba al-
paca colilla-
DCPOSITO
de um olli.ial de alfaiate
(juma pratica de cortar
meslre, assim como ofliriaes e costureiras
para omesmo ollicui : nja mida Madre
de Dos n. ."(i, primeiro andar.
No dia para 5 do curente rugi do
nngenho MtiiKequinlia o crioula Innocen-
co, o qual lem os ignacs seguintes : altura
regular, b ni arelo, lemosollioa 1..11 pouco
brancos, levou camisa de algodSo trancado,
calca blanca, lera |s a 10 anuos de idade '
r.iga-su as aitloiidades puliciae c aos capi-
laes de campo o f.icin prender e condlizain
an Baesmo engeilho, 011 a casa do capiao
Jlanoel EleuUno do llego Barros, que serio
recompensados
O sbaisu sssignad avisa aos seus Ire-
guezes que o Sr. Jardelno l'ereira nao be
mais caiseirn da sua casa de alfaiate, desde
o .lia 31 oe dezembro do anno prximo
sado. Recife 10 de Janeiro de 1857.
Decker.
lil
res, e a
y% Na rua do Queimado u.
G5 vende--" velbulina de (oda. as .
..,* melhor qualidade que lem vindo.
Liiiz Jusc do Sa araujo, rua do Orum
II. '-, lem para vender superior cera de car-
nauba cm saces, e gomma, ludo chegado
iltiinainenle do Ceara.
Qtieijos londri-
os
vendem :
Lanas da Hussia.
dem ingle/.as.
Itrin/ao.
' Ih ins da Hussia.
Vinho de Madcira.
Al;odao para sanos de assucar.
SAO' MI.ITO I.INUUS.
lucos corles de vestidos de fa/enda muito
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ka fundico de ferro de I). W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o cliafarii.i contina ha-
ver um completo sortimerio de taixes de ferro fuo-
.f dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
-:..- acham-se a venda, por epreco commodo a com
.- proioplido: embarcam-soucarregass-se amcar
'J ro semdospea ao comprador.
O ~~ "Na ro", do Irapiche u. I|, escriptorio de Ala- lina. to.ia de seda e de um gusto muito apu-
-..-... " ''ullc^TIV i"? ,," "'*. do I Europa, muilo proprios para a senhoras de
XC^V,Z '9^'*mnM'r'.....ctoP0 S,0> assi"' 'omo chita, francezas
l'm na do dyU U...I. multo linas matizadas com lindas cores:
jrM .. l B he"*' C-P"- uao-se amostras na rua do Queimado 11.22
dotorpo Santn, ti,ha para vendar r sagnints na loja da boa le defronle dada boa lama,
l-eiro ingl.:z. pA|u g| l;M T.M fm (.QSi0
Na rua do Queimado n. -i, loja da boa le,
, ha um cnmp'elo sortimento de grosdenapo-
Ic de seda de lindas core; aproveilem antes
que se acabem, que a lesta esl com nosco,
melhores autores quo lia em rara, e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa,
sabao para barba de creme de amendoas,
uperior, vinagre
-beca, banha mui-
to lina em ricos vasos, extractos de muila
qualidades, extractos proprios para bolso da
escudante, essencias de varias qualidade
opiato o melhor que ha para limpar denle*,
paspara lunpar os denles, c outras tea
cousu que nao deixariio de paiagar aos se-
nhores compradores, e que ludo se vende
por precinho muito barato.
Suecia.
Alcalrjo de carvao.
Lonas de linlio.
pas-
que se vendem
parte.
por menos que em oulra
da
do superior im g da labri
vn de Gautois &<'.,
Baha, na rua de Apollo
11. 23
Dominga Alves U.lhaoa, cenle dn depo*ilo d.
rap da fabrica lelianl .. ( imnanhia, da llahia,
a-a aoswu. rregoeae., qae araba de receber nava
p-'li.la do metalo rap.a qaal.pnrs que arja man co-
nlieeidoe ie i.... pona coiifond 1 ci......1 dc onlrai
rabricas, de boje un diinle n -. vender' enibinlha-
poem papel verde om rollos amarellm.
liesapparcccu nj dia JS do me/, passa- JT ^ o
do a pela Joanna. o chegan lo em casa no /vOtOi !& (I.'l 111*0-
.11a 5 do correnle sabio de novamenle no da V*^ "*" ,,t, |fl "
viuda.
r.ira n. jh, primeira andar, bi,,
011 cquartos, di terc.-ira parte da
(i deste correnle mez, a qual he baixa, secca
do corpo, desdentada na freulf-, cor quasi
rula lem a marca do forro da tena dalla
amarela' UdlijLL *0" "''"1" ''C f"1* I Sr- nesoorelro das loteras manda lazer
SZSjt SS^a 'e mculcr-^ H*V aclsam ,.......I. m, S T
de 1.11ra : quem sotiber dar noticias
apegar, podera levara seu senber Antonio
l.rocbado S. liuimaraes, n.> paleo do Hosdi-
tal n. 1, que sera sraliVicado \T'"" '"""a '*'!" Vur,rPnI - osrq,A,oni,";;:;,,,........, tsssr&i#&r-aaa .w^
pouco da cidade da Parahih. queira appa- bilhetes, ririos e qnarUs aclSSTSSolta n
ce n, travesss da rua las Cruzes .. lll. a dos senhores ogadores. Thesm.raria das
^s*Ai?sates*........''Irriveid
e presuntos
___ ... Esponjas.
Francisco Josu Leite recebeu pelo ultimo Droas.
u'inns ;,!;!,'.'! i"0' exeB'l.,',lU1's 'lUiJ* Ion- i AlgodSo liso para sacras,
.limo, prestimos para hambre, conservas I n- 1 ......
bol.cbinbas e bicSitos em latas doXenmo ?uo 8nlr"s.a, A> ^'- XVPV
lamanlns e qualidades, e lti.lt, vendo por E Ua' comPle,, sorlimenio de fJZen,lns pr0pr,o .^LLiAfISfiO FABA lfl
menos que em outras pai les : na rua do Col- Para *sle mercado : ludo por preco commodo.
leS'on l: Ci i ;lt L'S
Vende-se um pardo de idade lannos, .- n.
>a rua do Irapiche arm,./.ens ns, 0
11, \ ende-se superior
LEQES FINOS.
Vendem-se leques muilo linos rom rica
: pinturas, espclhu e plumas a -.'/, .1-500 e if
na rua do ueiniado loja de miudezas da
boa lama n. 3:1.
l'ugio do engeabo \hialta da proviBcia
da l'aialuba um mulato de noroe Lu/, re-
presenta ter 5" anuos de idade, alto e cheio
do corpo, tein os pea feios o cheio de feri -
das, he purgador dc assucar, carreiro, pe-
dreno, sapateiro, alfaiate e carapina, sendo
que so em pedreiro trabalha com perleicio
quem o pegar leve-o ao dito engeilho a en-
assim como chapeos do (.hile muilo linos, I tregar a seu senhor o coronel Joiio da Cos,,
bou e potassas
i na do (ymnasi
I andnra no dia 9
de bou.la ligura, ollicial do sapateiro, pro
pi 10 para pagem, e o motivo da venda se di-
a ao comprador; na rua Direita n. 117, so-
brado de i.m andar.
Vende-se umjogo dc breviarios, no-
Au-jvos, por preco commodo : na Boa-Vista,
leles, moios I neceo do Veras n. 16.
quinta lote-1 -Vende-so urna escrava de36annos,
e
potassa da Hussia
virgem de Lisboa, da
no mercado.
ii Pernambucano, cujas rodas 1 he quilandelra e de boa conduela .. maisVc
24do crrante. Omesmo Sr. dir : na rua "
I no Alves da lisia, escrivSo das lotera.
avsdeira 110 aterro da Boa-Vista
'iT, primeiro andar.
- Vende-se urna porcSo de sebo embe-
e americana. ca 1
mais nova que Ija
Muita attenc3.o>
Na rua do Crespo, loja da aaqoiua, que volla pa-
ra a rua d.i Cadeia, vendem-se coberl.ires de Irla
......inlin>e,lecosd* eambraia de hura--a 100, OO,
e tm rs. rada um, crie de rasemira de c.r a i;,
I ,-iilni r... dito- prela a irVMi 8-OOnr-., .Ino.
de hriineciirneamarelln para calca i Ijiin, pan-
no de llnho dn Porlo, loalha. de mesa e roalo. cuar-
danapodelodasasqnalidade<, aloalhado .damas-
cado com selle palmos- de largara a I96OO a vara,
corles de ca**a rh.ta a 1V.WI rs'.. e ouirai muilss la-
zenda-por preco's commodos
Villar, e em l'eriiamhuco a Manoel Joaquim
(.ornes, na rua da Cadeia do Santo Antonio
n. -26, que gratificar com g1" 11 nilasto.
Fugio honlem as 7 bora?,um escravo mua-
lo de nome Tbomaz, alio, reforcado de corpo, com
NAFL'NDK.'AO DE FIHHO 1)0 EXGE- marcas de bexigas, pernasprncas, e nellas marcas
N IIKI RO DAVID W. BOWMAN, iA de cicr8,izes nas "ueas, falla cow muita maoci-
HL'A DO BRUM,PASSANDO O HA-.dio'levou wtiio camki de panno azul gro
I" \ It 1Z guarnecida de ourelo braceo, nos salsas e pu-
, nhos, aberu na (rentesm forma de palito: ettee-
r.inienl.i dos--"-*"' -fc '
i ha sempre um eran de sor timen l. do>.se7uiulc ni, -
jacto, di mecha oamos proprio. paraei,,enhosa.- '5,' ,> I'arahtba e lo. escravo do Sr.
Iier : moendas < meias moendas da n.ais iiiod'erua 8r'os ^* ('ue0 ''Olive por heranja de seu so-
. con-lru. cao ; taivas de ferro fuu.lulo e balido,de I i"> Jos Joaquin de Souza daquella cidade, a loi
!-upenor qualidade e de lodos os lmanlo..; roda comprado pelo abaixo .iirnado ao Sr. Hilario da
tK&tttisz isiti'reAih3ndra V3sfonceii5 ''-'"-"
ern ae;uilhae>,bronze,parafaM er ivilhOea
nhn.
,min-
.ir mandioca.etc. ele
NA MESMA FUNDIQAO
e eiecnlaml odasaaenrommeadaa con. a saperia-
ridadejaronherida erom a de\ id apre-ler ncom-
mndidadeem proco.
lor no eneenh.i
Tapo Irecneia do Filar desta provincia
quero o pegar leve-o a rua di. Concordia a Pedro
Anlonio Teixeira Guimarae-. que ser genar-..-
mente gralificado.
I-KKN rVP DE M I DE FARM IV..


> I
ILEGIVEL
1



*'" -.


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