Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07679


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Full Text
\\\0 XWIII \. (i.
Por 5 inczes acuantalos 4}000
Por .1 mezes vencidos 4500.
SEXTA FURA DE JA.XEIRO HE mi.
Por auno adiantado 15#00()
Porte franco para o lubscriptoi
fc.tv'C.wuifc.t>ADOS DA StiBSCHII'CA'o No NORTE
Parahba o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior; Araeatv, o Sr. A. de Lemos Braga ;
Ciara, > Sr. J. Jos de Oliveira ; Mauohio, o Sr. Joaquira Mar-
2ues Rodrigues ; Piauhv, o 8r. Domingo Uerculano A. Pessoa
carente; t ara', o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jer-
nimo ia Costa.
|PAHTIDa' dos corrbios.
hura ,1o d
Olioda : imUa o di*., a* f,
Ixuaraaa, ti.....nu a Paralaba aa egnaa.
S. Aatio, ll.-/.-r-,,.. Boafto, Cariara, jUrloha a G
S. Luareuc,., ''l"-'! AJau, Maaarala, Liaioeiro, lr.-i.
i lona, t'mt-BWIa. BUa-Vj.u, Oaricarj r a* : aaa
aaa
Cabo, Ipojaca, beriabAan,, Rio-Frawav, C... Bal
Phaaueiraa N*,k,: farataa-fairaa.
Ti>d ... camina parlen lo bar., da ambla.
-f.-ir..-.
,. : na terea-fefra.
eaaita, faga-
i|aafla>-fr
o, Agaa-l'r.-ta
. AUDIENCIAS l*>S TilllilJXAESlOA CAPITAL.
Tribunal do commereio segundase quintas.
Reiac-o ; lerras-feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio : segundas as 10 horas e cuiutaj ao meio-dia.
Juizo de orphjos : segundas e quintas as 10 horas.
rimeira vara do eivel! segundas e seitas ao ineio-dia.
Segunda varado civel: quartas c sabbados ao meio-dia.
KPHKMElilDKS DO HEZ DE JANEIRO.
3 Quarlo rrescenie as !l horas e o< minutos da inanha.
10 La chcia as 6 horas c 48 minutos da manhaa.
18 Quarto minguanle as 2 horas e 3o minutos da m.inbj
23 La nova as 9 horas e 6 minutos da larde.
PREAMAR di; HOJE.
Segunda as 2 horas'e 54 minutos da tirde.
I'nmeira as 3 horas e 18 minutos da tnana
DAS da semana.
' Segunda. S. Simeio Estelita: S. Thelrsubnro p. m.
f> liria. > Kpipliama : '.Muinfeslacao do Seuhor ) dia de res.
7 Uuart. S. Luciano presb.; S. Clero diae.: S. Nicetu b.
8 (Jubila. S. I.ourenca Jostiniano patriarrdha.
O Sexl. Ss. Julin e BazHieasu* esposa nim.
10 Sabbado. S. Paula primeiro eremita ; S. oncdlo de Amarante.
11 Domingo, l.dopois de reis.S. Ilvgitio p. ni.
OOVERNODA PROVINCIA.
Expedienta di da i da Janeiro.
OO.cioAo Esm. commandanle das armas, di- clarando que autorisara
readt que pela lelura do aviso que melle por de lazeuda a mandar p
mi, que pela h-.lura do aviso que melle por de lazeuda a mandar na-ar a imuorlancia da folha H iv,.....i T V a""' ....."i-"' penouico, auoio mu lo alio. Al-;uppono qae esles Hoavessem podido Iraospor sem
a^avirr.^^
dezeubro ullinio, .cari S. Ejc. inleirado de se
ler e-pedido ordem, para que represse ao respectivo
corix o toldado do 10. batalhao de intentara Jero-
uyiu. Jos Coelho, o qual est contemplado na re-
laca que se refere o oflicio de S. Exr. de 17 de
oulibro do dilo anno.
liloAo ru.roo, Iransioiltindo para ter o con-
veoente desliuo, a relacJo das allerac,es occorrida
oomez de nnvembro ultimo com os ofliciaes e pra-
casdo balalhau de rofaularia destacadas oa pro
vinia das Alagoas.Parlicipou-se ao Eira, presi-
de le dtquella provincia.
litoAo luesnio, di I! de dedembro alliioo, segn lo consta Jo aviso
qm remelle por capia, fora reformado na forma da
le, o capilao do -J- balalhao de infantera Jo. Joa-
qiira da Silva Costa, que ae acha nesla provincia,
-.ommoncou-se a lliesooraria de fazenda.
Dilo%o mesmo, reeoramendano a expedido
* suaa ordeos, para que seja desaquarlelado o l-
fires do 3- batalhao da guarda nacional desle mu-
r.elpio Januano Couslancio Mouliiro de A mirada.
vsto qoe aeus servicua sao necesaarios na (liesuu-
uria de fateudaKizeram-se as oeeessarias coui-
nuuicares.
DitoAo iospector da Ihesoararia de fazeoda,
iutorisaado-o a ir dispeudeudo, sub a respvusabili-
expediente daquella reparlir.lu no exercicio de I8"(i
t 1857, al que cliegue a solado do aogmeuto que
S. S. pedir ao thesouro nacioual para o credilo>
que para laet despetas fora iberio pela ordem do
mesmo Iribuual de SO de juulio do anuo passado.
DitoAo mesmo, dizeudo que i vista das razes
expendidas pelo juizde ilireilo da comarca do llre-
jo no cilicio que remelle por copia, mande S. S.
pagar a quantia de 115760 rs., que segundo os do-
cumenioa que devolve, fui fornecida ao recrula Do-
niiugos Comes de Souza, apurado uaquella cu-
marca.
DiloAo cnsul da l'rossia nesla provincia, re-
metiendo copia do olliciu em que o juiz municipal
de (joianua participa o lallecirntnlo do subdito da-
quella nasao Julio Cremem, e a arrecadaco dos
beos qoe elle deitara.
'le Lao, recommendaudo qae a bem do servico pu
blico eutre iuimediatameole oo exercicio do lagar
de promotor da joslira e piocurador da coroa, obe-
e fazenda nacional, para o qual fora S. S
ler, instrun.fu
desse arsenal.
ollicio um dos apreu dei- readsres a que se procedeu ollimameole niquclle
i i inuricipio.
DiloAo iospector lo arseual do tramilla, de-; DiloA1 cmara monicipa! de l.oiauoa, dizeudo
o inspector da thesouraria que opporlonaineiile serao apresenlados assembla
zt iinrtitr 1 itiMiitiliilvii.... ii_____..." -i a >
_r----------- ,------ -------.........., ccun o urapczn u.iqueua cmara perieuceine ao an-
do mez correteIgual acerca da folha perleoeen- ; linanceiro lindo, e bem assiui o orcamenlo para
le ao mez de dezembro Ultimo. |0 de IK">7 1K5K.
DiloAo mesmo, dizendo que a Ibawararia de \ PortaraNmneando.de conformidude com a pro-
fazend;i tein ordem parji pagar ao phirmaceulico P''a do cliefe de polica, para o cargo de subdelega-
Luiz Pedro da< Neves, a i|U3nlia de l->S0S rs., im-! do dz freguezia de San-r'rei Pedro (ionr.ilves do
dos luedicamentos fornecidos no mez de Kecife, ao major l'rancisco de Miranda Leal Seve.
porlancia
dezembro ollimo, aos Africanos livres em deposito
ne mesmo arsenal.
DiloAo inspeclor da Uicsouraria pn viucial, au-
lorisanln-o a mandar indemnisar a Joaquim Gou-
calves Vieira (iuimariles, I). Ca(liarin;i dos Sanios
Nobre e Antonio Soara ra Cunlia Kubre, da quan-
tia de :I003, proveniente da trra que loi cvlraliida
de seus sitios para eperleic,o.ir-se o alurro do pri-
meiro lauco da estrada ii Pao d'Abo.
DiloAo mesmo.Em addilamenlo io meu das.
pacho de 110 de dezembro ultimo, lanzado no b-
cfusorequeriineulo emqoe o bacharel Manoel Fer-
reira da Silva, membro da adiuinis(rai.ao do patri-
monio do recnlhimeulo re Nos** Seniora da Con-
ceico em Oliuda, pede a enlrega da importancia do
henelicio da priuteira parle da primeira lotera, que
correo a favor das obras daquelle recolhiineolo,
leulm a dizer, que i visla ;das razOes apresentadas
pelo supplicante, do conceilo que me mereee e da
sulliccucia da sua nica respousabiliddde, mande
Vine, fazer elTecliva a entrega de qoe se traa, in-
depeudeule de lianra, salva a obrigacio de dar coa-
las na forma do referido despacho.
OllicioAo Enn. presidente do Hio liraude do
Norle, enviando um involucro contando laminas com
pus vaccinieo.
DitoAo Exm. commaiidanle das armas, dizeudo
que pode mandar por em liberdade, vislo que foi
julgado incapaz do servico em iiispeccao de saude, o
recruta do exercito Manoel Cardozo de Mello.
DitoAo chefe de polica, declarando que traus-
mittio llusouraria provincial para ser paga, e>tau
da nos termos legaes, a conta que S. S. remellen da
despeza feita com lornecimeuto de .'uz para o
quarlel do deslacamenlo de Iguarassu", durante os
mezes de agosto a dezembro do anuo pioximo pas-
sado. -~-
DitoAo director do arsenal de guerra, para fa-
-Coiniuuiiicou-se ao referido ebefe.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel ceneral do commando das armas de
Pernambuco, na cldade do Reclfe, em 8 de
jaaelro de 1857.
ORDEM DO DIA N. : 0 general commaudaule das armas delenniua em
virlude de ordem da presidencia coinmiinicada em
ollicio de j do andante mez, que seja dcsaquarlel-
ladoo senbor alteres do :l." batalliAode infantana da
guarda uacional do municipio do Recife, Janearlo
Couslancio Mouleiro de Andrade, por serem os seus
servicos neco--arios na thesouraria de fazeuda, se-
gundo declaron o respectivo iuspeclor em ollicio da-
lado de :i.
/ot Jimr/uim Coelh'i.
EXTERIOR. _
O Cnmlitutionncl diz o seguinfe :
" Vemos, com grande desgoslo, que a imprensa
iugleza esta' empregando contra a tranca urna
linguagem de todo o poni inslenle, reeorremlo
al a ameacas c abusos, como que para ag"ravar
os eslorvos da crise actual. Ilavemos por largo
espado, o muilo de pensado, guardado silencio so-
bre 13o inslita aggressSo. Ouizeraraos nao Ihe dar
nolicia as columuas do nono Diario, porque isso
nos era assaz penozo, e por lemermos vir a ser
cmplices do mal que dahi proviria :no falta-
ran), porem, eclins que fizessem com islo eslurgir os
ares. Se lie vardade, como sa nos t;m dito, qoe a
mi, t. i i_ ----- --------------- "'""" "o ueria, para la-
u.toao ilesemhargador Agoslinlio Ermeliudo aer promptar com a praJirel brevidade Ireslaro-
CaAn. rprmnmiimlaiiilA .> i..- a- --__i____ .. -s.. _.___j. .
- pees grande, com ui compleme* ferros, para a il-
lominaclo do presi.lio de Kernaudo.Commuuicou-
ie o respeclivo commaudaule.
DiloAo cnsul norluguez nesla provincia, di-
nomeado por decreto de da dezembro ,,. limo.- JZ^i^S^^^lX
Partlcipou-se ao con.ellieiro ^re^idente. da r._..........;.;............ ^remelle por copia, do
luid municipal de terna de Giruaru', responde ao
Partlcipou-se
lec.au.
pie-cine o iiiiui.1 ilatadj Je \ ili outubro c si: i' res de \rriida Inlaam. 1 r .
o. ,78. em ue S nvame,,, se refere ao ,c, aZSX)! ,u^Lanti'bV
de ,e nao li.vercui fe.to no, jomaos do iMpeead. | testado* naqaell, ten,,.,. "I,e'"'" W-
Ja companbia de artilices 1 rancisco Borges. os ile.
eontos determinailos no arl. I:> do regulanicnlo .
113 de 3 de Janeiro de IK2, para indemnizarn da
despeza que elle ocoasionou, quando aprendiz
menor.
Soem vez de se ler aberlo assenlameut de pra-
p* ao referido Borges, como >e fosse voluulario, s
lhe lioavessem feilo os devidaa desconlos como
aprendiz menor, a< despezas de que se Irala e que
V. S. calcula em B9I9B7 rs., estaran! I,., muitu
iiidemnisadas ; e lindo o lempo qoe devia servir
como obrigado. elle poderia coulraliir novo engaja-
meulo mediaule o premio de Ion-. ,
Ksla quaulia, porem, que deixou de rer paga, nao
pode servir de compensado por aer inferior a des-
peza MU com o referido menor-; e no podendo
recahir sobre este culpa alguuu pelas fallas que a
seo respeito se deraiu, enlende V. S., que se lhe
deve relevar o excesso entre a despeza e o premio
cima, dtelarados.
Mas convein por (Mire lado indemnisar de algu-
ma maneira o arseual, e por isso V. S. propoe que o
sospecdda Burgas i(, pussa obler a soa escusa do ser-
vico, se depais de decorrido o piazo de seis.mezes,
pelo menos, elle liouver instruido sollicieulemenle
em seu mesmo ollicio de aerralbelra am dos apren-
dized que escolher enlre os mais alianlados, licando
...,i direcloria incumbida de verificar o emprimen
to' de semelliaule condii^o.
Em resposla teulio a dizer-lhe, que approvo a
medida propeata, cuinprindo que V. S. formule so-
bre ella um contrato, em que declare licar aquella
prao* relevada dos mencionados desconlos, em eeea-
pensaro ii i ni do servico que praalou.'ajem do
P
M
ii (mmw em pu
VI\(J\.
aprichos, sem que o povo brilannico disso cure
em tranca nao acontece o mesmo.
*. Nao be laeilconceber nesle paiz. que a impren-
> de um estado amigo pussa e?quecer-se dos rs-
pelos e altencoea devldoi a um alliado, cuja leal
ilaile, coragem, e magnnima eouperaro leem ,-,do
lao exaltadas ; e que boje mesmo so responde rom
0 silencio e magnanimidade ao que podemos deno-
minar olTensas ayalematieu, e a un, repto efloreci-
do a' Tace do mundo. E para que Bul vem eon-
m linoameirte a lumo lio irosas reconlaces Para
que lhe dirigi o mesmo Sr, cnsul acerca dos be- 1fte ,e faMm compararoes ia insolentes ntreos
coslomes c insti*f;oes dos dous Esladoi J Para
t"e se ha de censurar o overno imperial, pfoeo-
rande derribar mioiatroa qaa merocem conianra V
1". o que heainla mais nolavel, a maior. parladas
azetas que manifestara easaa lendanciaa, approvam
a allianea com a granea ;danunriam publica-
mente os adversarios della ;e allinu.im qc ageo-
li'socculd.sda Russia pcrcoiien, a Franca, Inula-
(Ira, a terca parte desle lempo bastara a i dade da Dalia, tanto ou mais que os marinistas,
ito iltulp/.. nnp ainl,nri-H..a im I ,,,.,,=. r.. nn........ .__ ...
lempo a que eslava obrrg.do, e do premio quedias, JJite.V cmara municipal de Iguar.issu". accu- adoptado igaal nroceder, e ubre, como ce v, de cem dia
xonH.perceber, mas lamben, de b^albe ^.1 \?*** 'm* Z*^^*?: cocer,o com a iu.....sa ingleza. Lma gazela de om exercilo inglez, qu embarc.ss. em Londres, faz,,,,, con as.oas tentativas lo.orislas, para a.o^
> leniid, de alguna repulacao, ousou allirmar, que | para se dirigir sobre o thealro da invaao, e a meta- narem impralicavel.
: poia que o de desse lempo para se acha. em linda de balalba | O ollimo foll.elo de urna publieacao ingleza iuti-
lulada : Dohlin L'niversilv lagazioe, conlem om
ENCAABEGADOS DA Sritscilll'd:A No MI
Alagoas.o Sr. Claudino Falco Das; Bahia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Perora Marlini.
EM PEItNAMItl CO.
O proprictaro do DIARIO Manoel Figueiroa de tana oa sua
Umita, praca da Independencia Da. 6 e 8.
a quoslo de Bolgrad he mero pretexto
lira principal he coudu/ir a Krauca a um revez. | em Altock, fazendo frente aos invasores moscovita
A Krauca, diz esle peridico, subi muilo alto. Al-; suppondo qoe estes l.ouvessem podido traospr sem corioso artigo intitulado VComVa Sardenh "po^
cumbaler a Austria, a
li ineio que o escriptor inglez indica, se n3o as-
la' isenlo .le censura .lebaixo do ponto de vila mo-
ral, be pelo menos mu original e de um elleilo n-
livel. Consitte em lazer dogolpho da Spczia um
~ -- U a-.a-1a-wi.waas.aB
que lhe dau o Iralado de Pars. He esle o tlieraa
de que seservem os peridicos iuglezes.
n Nao julgamos o goveroo britanuico responsa-
vel por loes explicares em poltica ; do meino mo-
do que o do imperador nao pode ser pelo que im-
priincm em tranca os peridicos.
Ai ga/tas inglczas e rraucezas bradam que em
Franca nao ha liberdade de impresa* ; que os ari.
gos s,1o ubmellidosao exame de um censor ; e que
escripto algum se publica sem tai censura. Na* he
n' ra, presiJem aos deslios do imperio anglo-iudiaau>,
A iinprcusa eslraugeira engaa ao publico, oo a j nunca liveram serias apprehenses por esse lado,
si mesma se quer ,Iludir nesla ponto, lis periodi- I A eipedlcld no golplio prsico por caosa couside-
CO*iraneaze* nio esto ujeilos a' censura, nem I racoes mu eslranhas ao desliuo eventual de iiaial.
submellein os artigo, a qualq.ier ranecionario. 010 golpho peisico he um dos carai(io da ludia ; o
ministro do interior nao exerce mais accao nos pe- | Euplirales que all deseiboca as suas aguas, aproa!-
riodicea do que a Qsada na le ; coiisislindo em fa- ma-sa sensivelmenle, na parle superior da sua cor-
zer-lhe urna admoeslacao qu.indo oflendem os renle, is cosas da Mediterrneo ; a phrase caminho
principios lundameulaes da consliluc.ao do es-
lado.
< 0 curso dos diversos peridicos fra'ncezes na
queslaa do Oriente tein sido pcrfeilameute liare. 0
'Journal des Debis a Assemble Nalienale e o Si-
cle, apenas manirealam a sua opmiao, e ,'julgam
dos passados aconleciineiiloa, conorme o seu modo
de considerar us succe-sos. O governo imperial nem
Ihesiuspira, ueu. Ibes ceusura as palavra. .Nao he,
pois, absurdo o querer fazer, porisso.o governo res-
ponsaxel Estamos convencidos de que os govern'os
nao sao respousaveis pelo que ceusuramos na im-
prensa estr.ingeira.
.. As nossas observares lao someule se diri-
gem aos peridicos. Em iodo- os paires vivem
elle* de ai proprios. Admillimos, e respeitamos o
direito ; porm, lamenlamoa o abuso que se faz
dalle. Nao podemos, comtudo, formar idea do ver-
dadero pensamenlo dos dous governos, e da con-
dico de suas relaces, pelos alaridos que contra
elles se fazem, quando vemos que desejam cuuser-
var-se unidos, e mauterem a paz da Europa. He
lie geralmenle sabido que depois de lerem inva-
dido o kannat brbaro de Khiv?, que apenas ilisla
:HlO millias da froiiteira russd sobre o mar Caspio, as
iropas do czar foram vencidas e obrigadas a balerem porto franco aberlo a imperUeto dos productos dos
em retirada, depois de (crem perdido a melhor par- I dous mundos,;ein franqua de quaesquer direilos
le de um exercilo de 20:000 combaleutes. A siluacao geographica da Spezia prtsUr-se-'hla
Os receios de orna iuvas.1o da India pela llussia j admiravelmenle para a execolo desle vasto projec-
sAo pois urna pura illusao ou urna fantasmagora to. O golpho da Spezia. situado a exlremdade roa-
destinada a alerrar os espirito tmidos. Os polticos (is oriental dos eslados sardos, forma urna baha im-
; latelligentei que lauto na India, como em luslaler- mensa e segura, podendo abrigar todas as mariubas
do globo. O imperador Napolcao ja bavia pro-
jectado fazer ah om vaslo estabelecmelo militar
desuado a dominar todo o Mediterrneo. Rodea-
do de urna cordilhelra de nonlanhai. que o isolam
lano dos estados visinhos de Modeua e de Parma,
como do resto dos eslados sardos, o territorio da Spe-
zia poderia ser cireomdado por urna liuha de alin-
dolas que prolegeria, ou ungira proteger, os paize8
ad|acentes contra o coataglo do eommercio livre.
De fado, o publicistas qoe aconselham o esla-
impreiisa iugleza pode, iuipunemenle, dar-se a laes P"" esle lm que elles p.iiicp'almenle camiiain ;
a esperamos qoe o mundo lera cedo a prora
espirito prudente c conciliador, que os anima.
(Diario do Corenio de Lisboa.'
de
DitoAo iuspeclor do arsenal de mariiiha, dizeu-
do que pude Sinc. nomear ,uterinamente um e.-
envao e o inctre de que heeeasita a corveta ,.l'M,,
vsloqoe le,,, ella de ser pusla em estado de dispo-
nibilidade, am eamprimnta do aviso lo mloislro 11'. uceam por formar discordias entre osd'oni
da marinha delli.le dezembro ultimo. ; lados ; e linalmenle aecusao, os parlidanos da
DiloAo juiz municipal da primeira vara, re-
cummendando que mande receber do commandante
da eslaco naval, para terem o conveuieiile destino,
os presos Manoel Lola do Nascimanto r Kraiici.co
Antonio da Silva, a que se referen, as g,as que re-
melle, os quaoa regressaram do presidio de Fernn.
do, por lerem finalisado o lempo de suas seulencas.
igual acerco dos presos de ju-lica Joao Ferreira de
Mello, e do sentenciado Francisco Allons do Reeo
Mello, os quaes teem de ser euviado para a Ala-
go** na primeira opporlunidade, e olciou-se neste
sentido ao eoioraandaute da estado naval.
primeira djnasla, de enlrarem neila couspirac,o.
Deixai que a imprensa ingleza disto se convoca.
Ha um genio man que faz quanlo pode para en-
tibiar a alleicao da Franca para rom a sua alliada,
despertando ciumes ; e esle trasgo malfazejo uiu-
u'oem lia qde u3o reeouher* ser a iraprensa in-
gleza.
o A nosa imprensa das provincias diariamente
prova qo.lo profundamenlo o espirito da Franca se
acha ferido por taes bravalas, e repelidos insultos.
Ouem poden' lar, sem indignaco, a singular the-
e eslabelecida pelo uMorning Peala ha alguna das
a A alrie faz as seguinles rellexocs acerca da
expedic.i,. ingleza ao golpln, Prsico .
de ferro do valle uo Euphrales foi pronunciada ues-
Iwallimas Umps em Inglaterra, e al mesmo, o
que parecer* anda mais singular, nos Eslados-Fni- belecimenlo de um porto franco no Spezia sabem
5' I perleitamente que este tornar-se-hia immtdiala-
A esquadra de guerra da companbia, qo. vae mente um foco de contrabando, un. immenro arrua-
aprese,,lar-e em frente de Bushir,poderia ler, alem
da sua miado militar ostensiva, um deslino oceulto,
cujo segredo so ser revelado em occasiao oppor-
luua.
Jornal do Coowtcrcio de Lisboa.
Chamamos a allencAo dos nosios leitores para o
segnnle e nolavel artigo publicado pela Patrie
acerca da Aoslria e do Piemenle :
A" fastidiosa areuga de um magistrado munici-
pal que rnumera,a longaiueule peranle Henrique
IV, os direilos em virlode dos quaes urna cerla ci-
dade lhe havia aberlo as suaa portas, o rei gasco
accrescenlava em guisa de resposta ., e do direito
canon (canonice] lambem, ,. a dando da e.-poras ao
eu coriel. S. M., eulrava na >ua boa cidade. I lu-
jo "i dia, os ridadaot vankees. que lambem sao um
pouco gaaces la' a seu modo, preteudem que as ba-
las de llgodio afcaucam mais longe fazem mais es-
trados do que as Cuhorn e as Paixhaus, e merecen,
mais do que eslas o serem chamadas a ., ullima ra-
lio regoin el populorum.
He cerlo que, no sceulo em que vivemos, a arle
la guerra, a despeilo dos maravilhosos recursos e
" ";'"' """ a'....." (l """"peilicao militar lo.....gnllicoa horrores qoe n'eatei uli.,s lempos
mdia F""*' '""'' l"r,,s''' C"IW dasjdesenvolveu, ja nao he a nnica motora da grande
sigezas. a do poder de nm doto ; a guerra do rlenle bem
utz-seal me-mo qe o algarismo das Iropaa Ielarameole odemonstroo, porque sem o admiravel
do desembarque, Uxado primitivamente am lll.OOO concurso que as esquailras militares das duas gran-
homeor. ser elevado a 13.000, e que foi tratada I d potencias cWenlae. encontraran, narmarlohaa
urna esquadra mercante para o Irananerte das (ropas 1 mercanl.. para os Iraninertea de tropas, de vno-
do material e dos ab.slecimeolo.. res. de mun,es, he davidoso que o, imponente^
Como o fado ja nao eir, em .luvida. resla age. I resaludo, obtidoa na Crimea podeasem ser alcanca-
ra saber q.,i he o ,i, determinado destedesenvolv- dos lao lana piomplamaDle.
ment de torcas. A auppoaU occnpa{Bo do lleral! Iloje qn a paz, Jel.zmenle conquistada, promet-
por tropas persas cin detrimento de um pr.ncipe : le ser duradonra, gra.as a lealdade de. soberano,
zem sempre abastecido, pelo qoal lodos os producios
indoslriaes a naluraes, prohibidos, ou carregados
de direilos exlravagaules, se inlillrariam nos esta-
dos visinhos, em Parma, em Modena, na Toseana,
a alo mesiuo as provincias lombardo veoeziauas.
O esciiplor inglez confessa que a o conlrabando
i' nao he urna rousa muilo moral ; mas accresceola
11 elle com candura, muilas cousas sao relativas, a
seria um mclhoramenlo positivo transformar 01
.< ladros de estrada dos estados roma,ios, que rou-
a bam os viajantes, ora liouradus conlrabandiilas,
" defensores do free Irade e da riTlHaartO .0
A pona da oielha de Manclieslersai por baixo do
barreta do doulor de Dublin L'niversilv, o qual
acresceula Iriumphanlemenle que urna vez eslabe-
lecido esle axslema de Ires Irade e de conlrabando
civilisador, nao haveria lia,reir il'alfaudegas que
podesse resistir a invasao do territorio austro italiano
pelo producios do commereio domuudu iulciro, em-
bola a Austria Iransformasse lodos os seui soldados
em m,lisios.
Sobre este pontoparlilhamo de lodo a opiniao do
escriptor inglez. Permilla-se-uos, porem, una sim-
ples rellcxao : bem vemos a que a Austria e a In-
fluencia aualriaea poderiam perder pela crcacao de
um porto fraucu na Spezia ; cntrevemus lambem o
que a industria ingleza com i-su lucrara ; mas di-
visamos manea dislinclameule as.....uedialas vanla- publica
dir seuao na .enca, ao meuot na forma. Depois
nevo acre-c,.,,lar que|nao ha povo mais fcil de eeu-
Ihosiasmar que o ingle* cora certas palavra ruido-
sas, laes como : A houra da bandaira brilaom-
ca : a* a bravura heroica dos soldados e man
nheiros iogletes a prosperidade da Craa-Bra-
lanlia 11 a independencia dos povos a o re>-
peilo das nacionalidades, ele. ele. Asiim um
orador, mesmo mediocre, lera a certeza de provocar
os applaosos doi circumslanle, usando de laes
parata*.
Por oulro lato nao ha contradiccao positiva eo-
ire as du.,s allludes do povo de Manchesler em
presenca de lord Paluterston a de kostulh, pois que
applaudio nos dous oradores senliineulos qoe nao
se combalem.
O patriotismo e o orgulho natural de iord Pal
merstot Ibes sao lao agradaveii como a indepen-
dencia dos povos. Alem de que ha na posbao de
lord Palmerslon sto de particularser aclualiDenu>
o nico hornera posivel na Inglaterra, lodosos
homens de Estado deste paiz esiao osados uestes
ltimos lempos, e lord John Rossell, oulr'ora lu
popular, est boje complelaraeule esqoecido.
Devo aqui dizer, anda que de passagem, qoe
o ineio de que lord Palmerslon se servio para ad-
quirir a popularidade que goza boje, nao foi
oulro mait'do que seguir a onda da opioilo pu-
blica.
Em vao se lhe lanca em roslo a apparenle vera-
libilidade da sua coudocla politica.poia qoe pode res-
ponder como o poeta que o hornera absurdo be
aquelle que nao muda nunca, a
Ha verdade qae elle comecoa por ser tory, mas
onde eslao boje os tpr>s, e que figura razia o nobre
viscoude uo mundo poltico, sa se livesse conserva-
da na soa primeira posicao '
O mesmo lord Derbv, chele do partido conserva-
dor, na cmara dos loids, nao he boje mais to.-y que
Mr. D'isracli chefe do mesmo partido na cmara dea
communs. Mas esle ollimo coroecou por ser liberal
e foi igualmente por urna Iransforroacao poltica que
chegou ao campopposlo. Lord Palmerslon nao fi-
cou lorv. Ena verdade qae be melhor conservar-
se boje como esla do qoe figurar u'nm gabinete de
anlguidades, para represenlar objectoa quadesappa-
receram ha muilo lempo do globo. Ha perlo da
cincoeula aunos que lord Palmerslon participa dos
negocios da Gram Brelanha e duraole este Ump U-
ve-se operado ueste paiz mais relonnas, que nao se
teclaa elleeloado por ineio das mais sangninolanU-
revoluroei.
Ha rincenia annos para exerrer um cargo no go-
verno era uecessa, la jurar una piofisSo de fe reti-
gio*a em lodo o puni, conorme com as regras es-
trictas do anglcanisrao. Iodo o dissidenle, ronlam
e milharcs de seilas na Inglaterra, todo o diasiden-
a excluido despiedosaraenle da administra..!,.
.... .----- ----- .......... !"=" -'",,,, ros,i, na alguna da
I lo-Ao ,esmo, trans.m.tiudo para ler o conve- oa que a Franca .leve eeinpre separada da 1"|
nienle destino, o auto de vestora a que se procedeu
no senlenciado Manoel Bezerra Pedroso, que falle-
cen no presidio de Fernando.
DiloAo mesmo, para enviar com brevidade a
guia do seulenciado Manoel Ravrnundo da Silva.
DitoAo juiz municipal da aja vara, remetiendo
por copia o ollicio em que comioaudanle dopreaj-
diu de Fernando cominuoicuu a viuda dos senten-
ciados Jos Smes de Magalhaes, Bellannino Fer-
reira Luna Manoel Js Ferreira, para deporem
no sumario a que se esl procedemlo coutra Victo-
rino da Silva Leilao, indiciado no crime ile muela
falsa, e declarando que se raandou p.'ir disposicao
do |aii municipal da primeira vara os reerados se'n-
lenciados.l'ez-ae o necessario expediente.
Itrra, bosrando outras alliancas para a combaler '.'
Bale peridico lamh"n Bu* diz, que ouli'ora lodo
o governo qoe d dava a' Inglaterra, logo ba-
queava, e que po. uiulivo, el-rei l.niz Filippe
morreo no desierro.
a He assim que o (Morniag Posi onsa acensar o
seu paiz nalal de liaver espalhado a semeulo da
desordem e revolocao, com a mira de prejudicar os
inleresses britannicos.
i, O rcenle arligo do .Times,., sobre a invesli-
durada ordem da Jarreieira, em C.onslanlinopla. e
a altivez e arrogancia com que esle peridico qner
por Madama Leohie d'Ai nei .
CAPITULO l\.
luloiidade.
1.o n t i n u a s a o. *
0 aalilode La Pinedo Toi a seu t 10 teslemuiiha
Je agitacAas quatnham alniua aaa ,gia com o que
passava-se em caa do notario.
Querida Ciara, dissera o conds u mulher, leubu
de dar-lhe una boa noticia.
De veras '.' dom'a logo.
Jacques er pruvavelinenle depulado desde a
proviina eleicio.
Depulado por esle caniao '.'
S,ro.
E porque inilazre '.'
He cousa mu simples ; bei de xplicar-lhe is-
su. Oh meu Jacques que alegra/ ve-lu sabir da
sombra e tallar ao paiz! Como ser a bello na Iri-
buin .
- Veasr cuida .rnenle em Ja, mM Mnise, LJ .a'dni!
,, a ra,, i'iu ,,...,;.,.. i.-l ..__l.i___ = io a.raildlll,
Ilsquasl duas semanas, meu pai.
Al,! reparaste niss., Jorge? lornou o conde
uepoja de ler laucado a Jacques um ulhar que dista !
Nao le engaaste. \ verdade, conlinuou elle he
mu, natural que a soeieldada da. moca, agrade aoa
,1,0c,,.. e vejo cora pra/.erque na., s Uo bravio como
pareces. Lua para que foges, quando chegim-nos
algamaa viziUt'.' Todas as veze. que madaua l.es-
calle e :, hlha lem viudo aqu, (ens-le retirado ape-
na, as avistas. Eiilrclanlo Rosa he mu lormisa I
De cerlo, disse Jacques, sao os dezeseis anuos
naia bullanles que Irnl,., visto Nona nenbuina
moca leve sua idade melhor escripia era loda a soa
pessoa : gordinba, loara, delicada, he urna verda-
dera rosa de majo, que deleita e allrahe a vista no
ineio dessas BlluU de Provenca Irgueiras e ma-
dras.
Bravo, Jacques, lornou o conde rindo, enlen-
de* bem da materia ; acabas de tirar-lhe um relralo
mu mnelbanle. E lu, Jorge, como acha Rosa
1 -i. 11- .'
Jorge pareceu admirado de ser mellido na con-
versac.ao. Uro da qual senipre o deixavam.
.>ao sei, meu pai, diste elle, nunca observei
CSSl 11)01*(J .
Pois observa-a de ora em diante.
Jorge eucarooo pai com espanlo.
Sim, lornoa u conde, eu eatimaria ler la opi-
niao sobre ella.
Na* sou bom juiz, i-c o mancebo em lom de
r------------^, ,------- ---------~, HVHnP ,,, u,,.n^lc i.in
que so a lngUterra prepondere uo Oriente, viiivel- obre as margeus orieulaos do mar Caspio, adiar
alliado ila honrada cui,i|,anl, a, pode quando muilo
ser considerada eum um '.lelexlu plausivel, mal
nao poderia ser admiltida como am serio motivo pa-
ra se roiupcrem as Iwatilldade*,
Que una cidade solada no meo das sierpes da
Ada central leja occopada por persas semi-barbaro
oo por afghaui complelaminle barbaros, i-so ,,uco
importa a Europa e mu mediocremente a honrada
companbia. Acaso receia esla, no futuro anda o
mais remolo, urna invasao pelos persas, das suas pos-
sessoes aquem dos Indos".'
He evidente que nao. Ouererse-ha suppr que
que a aasignaram,' torna-s* exlremamenle curioso
iul
cia do commereio em ger.,1 e aleinesmo de um sim-
ples laclo comraercial sobre o equilibrio das polen-
cas.
Escnlhereinos para lermo de comparacao dous
povos ensenealenle dissemelhanles, posl que s
suas ironlriraa .,- loquera era muitos pontos : a
Austria e o Piemoiite.
A Austria com o seu exercilo da S,l:000 homens
em lempo de paz de 700:000 combalantes em lem-
gens que d'alll liraria o Pieinonte. Acaso a posicao
feita a Portugal pelo tratado de Melhoei, nao far
icllexiuiii.r M. Cavour e us seus collegaa '.'
dem
LONDRES
Itide nuveinbro de 1806.
Lord Parmerslon esleve na semaua p.,--,i,la em
Maneheater, onde em una numerosa assemblca pro-
os persas, alliados dos rasaos, e impellidos por estes. | velha preponderancia europea como Sanio Imne-
paraa India poderiam servir de vanguarda a om e- rio romano e imperio de Allemanba, lera direilos
xercilo russo de invas-o. Mas e fJudaTo'lo' T"V' l\TT*.m """ me"r Au 1'i.mo.t.eom o seu lim.ldo ler-
Zno2\ i ", -l'eI-P*nem por rilorio, os seus 0:000 homen, de .ropas em lempo
levarla agu.a moscovila as margen dos Indo, do seo honroso passa.......... UZZSZ
\ ^,.-, j 1. i ""n mc,nl Puue ser considerado como potencia
ce ir, r. \ Um "PUSCUlU "''" de se^un,la "rd"a- '0IS > *eria i,n-
0 n 1.mSt"! r"T "?1 a V paSS"r0' "** *>" a",e du '""" d0 -'" d '='""
u-, esVrri B e'ni' "e'ra ^ ",d" d dc"rre"' "" ll""e '>ado urna consi-
um exercilo rosso que nao enconlrass. obstculo derave. df.iyle.ra sua lemive. visinha, e islo sem
lerestanteeindagar-fe qaal pode ser a inllu.-u- "unciou um eloquentc mas apiixonado discurso,que
foi mudo applaudido. Nao obslaule, na sua bii-
Ihanle lucucao cerlas phrasM for.im ama especie
de desali felo i Russia e mesmo a Franca, porqu*
muslravam o estado de paz como suscepiivel de um
rompineulo de um momeulo a oulro. Lord Pal-
merslon, como orador e como homein.dc Estado,
obleva um Iriumpho completo.
Mas Beata mesma cidade lambem kossolh, auli-
- go dictador da Hungra, se dirigi ao mesmo au-
,,o de guerra com osea passado his.oric.ea.ua tari. cuiUeranandu violenlamen.e a polil.ca de
lord l almerstou no estraugeiro, desiguando-o co-
mo alliado da poltica oppressuja das naciuualida-
nieute olleudem os ouvidus de um alliado. Mara-
vilha o observar que a impresa auslriaca haja
algn, no camiuho seiiam precitos oilo mezes de
marcha para Vencer essa distancia, a
Suppondo al me-mo que um corpo de exercilo
moscovila assai numeroso para invadir a India e con-
quisla-la, se achasse, como por milagre reunido
,...-------se
lua distante anda 1,000 millias da ludia, em liaba
recia, distancia que para a vencer teriaca precisos
enfado ; as mocas como
respondeu o
de
disse a enndessa ; deveriamos lam,
mo. Colado, como vive ella .' S
donado aqui como um eatranhn ; r
tema de absoluta independencia, si
xa-lo entregue a si aaesme, ler
dos.
Quer que eo faca-,, deputa
c.tn.le c.un algo na seceura.
Al,', n.lo pens Bles* ; ntai oerceb que sua
saude allera-ae de novo, c nao 9 que faca, plli^
elle ai;-sla-se. quando fallolh a ssereapeilo.
D'ixe-o Iranquilh, ; Icnln, /nliem um pro-
jecto acerca delle ; ei-lo que v
conversar a ess rnapeito em nutra
Mriffiram-M para a sala de j
achavam os dous mancel, s.
Como Jorge est paludo : di.- j
voz baixa ao marido ; veja-o. |l
' Sei o que elle lem. .onhcc.o-llii o remedio.
A cunde-sa encarou o maridu Tcom espanlo;
-Chindo-., com ar (ranquilh, e -al/sfeilo niurmo-
rou :
Praza a Dos que vuasc diga a verdade !
Com eOilo, Jorge eslava mais palli.io e mal oni-
bno do qoe nunca.
O pai pelo contrario moslrava orna alegra inlei-
ramente excepcional.
Qoa he de neta* bella tontea J dja,, rn,,ile.
I areca-ma que ha muilo lempo nao a ven.n
c eo n.lo
madaiuesella l.escalle na
Ibes agrado ; alias ren* de
,1 cuidar .,., ir 'l----* 1* .-f,.Muu v.ias i leu! e
ore -n e iban" "'"" c,uma,"-"" "-'vagein, e isso en.ada-me. De
io iiu sen .vs" "'""' ascrf","uu d',l"'' < ,, a ? i">I>orta a belleza de Rosa Letealle '.'
-m u's' resll'" a ""? J,aC resuna- dsMM lllu,| enleada por esse ar de inteligencia < n-
Ireo pa, e o lilho procurava de balde descobrir-lhea
aigninescio.
A condessa de Vedlle fj/ia parlado pequeo nu-
mero de moflieres que paisaram a vida permanecen-
do ignorante do amor. I
Educada nos priucipioslde nma religiao exallada,
e alem dislo inressanlemtnle oceupada com os cui-
dados de nina saude scujpru dbil, ella paaaara a
lia, havemo
ccasiao.
lar, onde ja se
a condessa en,
vamacondeaM mu pouco perspicaz ; a perluibacao
de Jorge escapara-lhe cunplelameiile ; nunca ihe
lena viudo a idea de que era causada pelo amor.
Duraiiie o janlar illa srniia vagamente um enigma
en, lomo de si, e pretenda pedir ao marido que
II, oi ev|,licase.
Na mesma noile o conde a saliste* plenameiile ;
.leclarou-lhe seos projeclos a respeilo dos dous
huios.
Jorge, casado, Jaiques depulado, e ludo lata de
una feila, querida amiga, disse o conde terminando
suasexplicacoes; he resolver com reliedade o proble-
ma da existencia de cada um de uossos lilhos. V um
a vida brilhanle e a activa que convein aos eus la-
lenlos, ao oulro urna uniao obscura, na qual tua
inulilidade l,uu,ilha,1ra lcara dissimulada.
Madama de Vedelle OUVio o marido com profun-
da all-ni. ni. e licou maravilli.ida pela perspicacia de
suas observacoes, e pela sabedor!, de soas conclu-
soes.
Approvo seos projeclos com prazer, meu ami-
go, lhe respondeu ella ; mas pen-o que no caso de
que elles afllijaui ao pobre Jorga, embora formados
para a soa ventara, vosse au empregar -na aulori-
dade para conslrange lo.
Nao lenho us meios nem a mtenr.io de cous-
Irange-lo pociUvantente, querida filara ; minha ao-
sua fecidade.
lorga levanlou a checa, seu olhar animou-se, e
elle disse : ,
Meu pai...
Vesse iromelleu nSo inlerromper-me, lornou
IJ anda uto acabe,. Tenho pendrado, meu
Idzerinus entrar em liuha de coula as probabilidades
revolucionarias que pudein apresentar-se.
O actual governo sardo lem urna teudejicia ma-
Bifesla para a liberdade do commereio. N.io he es-
te anda o nfree trade o inglez ; mas para elle se vai
caminhando. Ora n3o couhecemos propa^and.ta
mais ardenle do que o commereio livre, o qual faz
sem o pensar, para prepara as vas pacificas a uni-
No dia aegoinle de madrugada dous pailorinhos
que lam levar qneijoa de cabra ao Beaussel encuu-
de, e o palela hngaro receben os mesmos ap-
plausos que lord Palmerslou.
Que se deve, pois, peusar dislo .'
Dever-se-ha admillir que o povo de Manches-
ler na* =aba o que quer, ou que se inove ao ca-
pricho da viracho polilica que sopra de ura para ou-
lro dia '.'
A' phmira visla parece que nao lem convie-
ees pessoaes e que se.dcixa arrastar pela impres-
>ao ,l momeulo. Sera embargo, nao he assim.
Confuida a fado carece de explicares e eu vou
dar-vo-las.
Em primero lugar direi, que a habilidade do
ofador lera grande valur em seinelhanles circums-
laucias.
Ora, Palmerslon e Kossuth sao dous graudcs se-
nios no genero da eloquencia, que le, o privilegio
de mover as maesae.. Elles sabem lazer-se applau-
ras um terror se
do->e para ser
Em quanlo aos calboliros a d.spoaicio era mai
violenta : nao tiuhaaa direilo de se fazer repre-cu-
larnopaidaineulo por qualquer da >na rrenc,
Erara veidadeiros parias. Enla sappnnlia-se qua
a represenlacao nacional seria deshonrada pelo con-
laclo c, ir, o elemento c.illmlico.
NaqoeD* poca a -esenia..... n*,..,! ,
enlre as maos da ariatoeraeta, que com a ajoda do.
seu. .,r.illeuhorrugl,. dispuoha da maior parte aa
collegics eleiloraes.
Esla mesma aristocracia, propiielana de toda a
ierra eultlvatval paatada o enoime pnviiagio d*
vender o quolidiauo ao povo inglez.
Era assim que ella o fazia pagar lao caro qoe
a baiu classa quasi o nao poda comprar.
Mas lodo estes aboso foram destruidos por uu,a
serie de reformas, das quaes lem participado urna
parle nolavel desla mesma aristocracia. Lord Pal-
merslou dolado de grande iutelligeneia comprehen-
deu perfeilamenle as uecessidades polilica da si-
laacao.
A guerra do imperio lnliajoccnpado muilo o poo
inglez para o dexar ver a posicao inferior era qua
eslava collocado, para com os seu govcroanles e^m-
parativaraenle aos direilos que o povo fraoeez linha
adquirido pela revoluto.
A Inglalerra habiluada a achar-se a' frente das
uac,essob o poulo de vista do governo coostilucio-
nal, eslava evldeulemeole n'om eslado retrograde.
Oue seria necesario .' Resi.lir a o votos das po-
pulaces, ao risco de um desmancho cheio de pan-
gos e de incertezas '.' He islo qoe homens sabio,
e mesmo previdenles nao pensarara, eqoe lord Pal-
merslon, o anlgo lorv, comprehendeu com onlros
com lord (rev, com lord John Russell ele, ele,
que era necessario mesmo prevenir o desejes do
povo.
Hceslaaiazao porque vemos lord Palmerslon
ser um dos primeiros enlre os partidarios das refor-
mas que se realisarera. Como be om homen, dolado
' .........,->.j- v.,. o,, iiciusse cucul- uo-.e para ser laslemoulia uos esloi es desa pebre
h-.ram repentinamente a Jorge junto de Carele a alma violeolada para desarmara v'uniade absoluta
n,a,s ilc las leguas de La l'iap.lp. KM^ vit ,. m. ,l..,... ., -.......*.
mais de duas leguas de La Piade. Elle vollava
lielu alalho que couduz a Toulon leudo o vestuario
en, desordem e cuberto de poeira, o semblante palu-
do cuino um es|,eclro, us olhos exlraurdinarianieiile
lecrelo apoderava-.e oella pre|aran- salislaze-los logo, cuino reder-lhes a
leslemunha dus esfurcus desaa pebre i la que eja -sa ou ouira '
la lata desarmar a ,nfi lu .. I.-..,. r I-.. asa. i. ;i.. i. ___
hu,,, o que paisa-ae em \os>e ; ana mal e seu irraao biilhaule*: pasaou con, rapidez. t)s meninos cui-
lambein adevinnaram -o.,s preoceupacoes. dar,,, que era urna VMflo, e Irocaram algumas pala-
\ me. sabe, disse Jorge balbuciando, Vine, sa- vra en, vez baixa.
be ,; i D'ze. Joao Baplisla, n.lo visle aquelle homem .'
Oue seu coracao aculheu um sonl.o impnssivol, i pemunlnu u inenur.
um amor insensalo, e sem e-peranca ; pois inadame- N.io foi humem, respondeu o maior grave-
sella de La Pinede rejeilcu a pa* de Jacques, cuja menle.
posicao esta ganha, cuja lepolarao j.i he brilhanle. | Ab julguei reconher a Mr. Jorac de I., I'i-
Mesuio indepeudcnlemen'e de sua idade nao ha na- "
---------------------- ------------,-----------------------*...*...... .... .,,,. ,,iur Ut,,, ,,.. .,,,
da que esperar, amia que ref.irmandu-se vosee dei
xasae de ser exlravasanle e indoleiile como he. A
riqueza de Jacques pareceu iusullicienle a bella De-
licie.
Siui ma> lu- mu /ada, 1; como dizcm lodos
em La Ciolat, e e>sa gente he eufeilicada ; nos sab-
bados a imile v.lo lodos reunir-se. Os /adas sao
moral, e essa devo empregar. L'm ente cuino Jurse
ueces-ila de urna direccao activa ; enlreuua a si
inasmo elle leria incapaz de guiar-se ; logo devo di-
rigi-lo.
A condessa approvou novamciilc.
Na manhaa seguinlc Jurge fui chamado ao gabi-
nete djai.
<) conde lili,,i -obre elle seu o olhar claro e Orine.
e disse-lhe em lom um penco solemne :
Meu lilho, em liuor, sua uniie eu leriamos o
direito de. nao accrescenlar explicac/ies ii manfesla-
cao da nuss., vonlade ; todava queru expor-lhe as
diversas coiisideracoes que molvaram a seu re.-peilo
urna determiua(o importante.
Qual, meu pai'.' pcrguutou Jury,: cun u seu
lom brando e indillerenle.
Resol vernos casa
mncidade na paz e no rel.ro. ti marido muilo mi is I -De vera, e com quera exclaiuou detta vez
Ido do que ella, e de Carcter Trio e aoslero n.lo Jorge rom voz Ireraula de anciedade
II.,,ha inciiir.r.llii. ,.,,. .......,....- ..--------.. > i
Nao me inlerruinpa, ou.;a-me, e responda de-
podia Inspirar-Ule euSo um., amixada trasqu....
I'oda> assai cuidcoes reunidas, a educacao, o lein-
peramenlo, a posicao, linl im-na feilo a mau casia e
a meniis inalruida de ludas as muflieres. O calmo
cumprinienli, do dever pareca- lhe ser a funrc.lo llor-
na! de loda a crea,ora ieiclligenU. Quera lie hun-
vesse dilo que sua existencia e suas ideas eram mul-
lo excepcin ic. lei-lhe-hla causado prufunda ad-
iiiiacio.
pois
a ve-pera parecan) presagiar um, re-isieucia. Essa
maneira de relleclir poda fazer recelar que fusse
de-esperada, e euiao que se faria ? Tudo pudia an-
da I all ir !
A una hora I urge appareceu no lumiar do sal.o,
no qual a familia achava-se reunida. Ilouve um
eslremecimenlo secrelo ua alma deesas tres peaaeai.
Jacques oceulloo sua impaciencii,, cooe sua in-
quiela^an, a mal sua emoc.lo.
L'm momeulo aqmiles que linham por si o dire-
i, a forja, a inteUigenei*, (o.la^ as autoridades, lo-
das as superioridades licaram emharacados e anciu-
sus dianle desse mancebo sem espirito, que de ordi-
nario linha lao pouea imporUnela na casa. Talvez
livesiem vislo o seniblanlc auguslo da joslica er-
gueudo-sc airas dessa cabec* dbil, e pedindu-llies
conta do que lam fazer !
.Meu pai, disse Jorge a Mr, de Vedelle depois
de ler-se inclinado dianle delle, eslou promplo para
- -. .-_....!. *u.^t c.iava i i,ja unna-o cuco,,ira,lo m Casar cum a mulher que Vine, escollieu-mc.
nma perlurbacao ioeiprimivel; corara, ampallide-1 lalvez seja verdade; pois donde vem elle a e<-'. & P paUvras esgotaram teaa duvida ,
a par., o pai com espanto, e emlim pareca | las horas, e currendo como perseguido pelo demo- ; Sl"nma de resolucau reunida pelo pobre moco. or.
| que depo.s de have-las prouunciado elle laucuu-se
era um sof' ao lado da mi, e cobiio o roslo coro as
mSoi.
.--,..* -i-r-*". "ww,w a nena l,e- uauus a noiie v.,0 loi
nise ; assim Voaa acha-e lo louge della quaulo he i pes-oas que lem um ar Irauquillo e bravia para oc-
l""slv': eullareiii ua malicii que he icrrivel. Ha llgoni
iteleva alianoiiar essa urande loocura, casar com que mandam chamar mdicos : mas de balde. I m
liosa, e uo um de pouco lempo vn mesmo lera p.-d-e.e de lama,he que seria preciso para fazer-lhes
eaquecido es'e souho de sua mocidade demasiad,- i sahir o demonio do corpo.
raenlesolilaria...... Esls cerlo disso, peri-unlou o roeuino come-
U conde de vedelle tena podido continuar muilo ,;audo a Ireincr, e aquelle moco he uir. dellcs '
lempo suas exhurlacoe, pois desde o momeulo em Thereza assim me al'irmou, die-rae ale nue
aun .............. .i .. a- i,....:._ V.__ ''.-i. ..._i ,uv
que decidla de sua lorie.
O proprio conde nao eslava mu Iranquillo ; ape-
zar de sua furca de resolucaolemia um pouco o que
|ue me iiopor
Eu nao le julgava Ufa iuliltereula em seme-
Ihanle malena, Jorae, ja rellecliste msso'.' Bem sel
que as prvlereucias mu vivas nao .isieuurain j leli-
cid.de domeslica. ludavia o casamento'he urna e.,u-
, ,. ,. ..--------, 1-----------:"" ......''" casaroeiiio ne ,una mu.
passar-ae. i' silencio e retire de Jorge desde fave, a nao conten ler ave,ao a pesda qoe lor-
-liCl.i l-.llt'CMiii |.| i .,,_, ,| ni,,. ,,..,......., |.-.a.. iii.u.MnuBkaaa.i.1. .. .7 J
InrlVa. /..i,,. .'..',. ..' al,_ KU u" ""' v"" e*ra> o moiiieuiu em 1 fiereza assim me aPirmou, d
moral e es a devo en, Z l l*l ''V" *" "TTS? """' "'' l,.C"4e' '"* WUm J" "",M- BWde mulla, vezes.
moral, e essa devo empregar. Lm ente cuino Jorse nma ncr urliac.lu inevuriin ve eismn .........,,. i i...... ..:.___,............,.
-..,--------------------,-------.. ,-------- .-------.. j........ 1,1, TI I,. 1,11
ler cabido em urna especio de adonuecimenlo, que
nao deixava ebegar as p.ilavras do pai ao sej ouvido
sem'o coino um rumor vo e sera significaran.
Qaando Mr. de Vedelle ealtoe-se, .Icr^- d'ir.-io-
se a paisos Unios para a porta .-ein prouiineiar urna menle o dia anda nao esla claro !
palavra.
Falle agora, Jorge, dis-e o conde cura sua voz
fra c resoluta.
Jorge paroo, pareceu procurar penivelineule reu
\olta dos dcsliiadeiros da Olllioules ; he uas
gruas que elles fazem sua maldita assemblca.
Nao passernus por l, Joao Baplisla .' jusla-
Mr. de Vedelle respirou ; senlia-se alliviado de
grande pc-o : sem lula, sem empreso de autordade
seus mais charos projeclos achavan-.e asseiurados.
Muilu bem, meu charo lilho, lespondeu alie,
Jorge faz um (igual de .isseuliii,eulu;|apuiu-seao
cutuvelo na enrteira, dianle da qual., pai eslava as- i damus-he.
sentado, ,leixii eahir a tabee*, na uiDo, e eanaerven-
se immovel, de' olhos baixos ua allilude da alin-
elo.
M conde vendo o t.io tranquillo lornoa o lio de
ideas, e explicou-lhe seu plano de casamento
Ilei de 1,llar-lhe aiuaulta.i. meu pai
Porque na., f.llas agn mesmo, meu lilho .'
Nao, amanba*, repeli Jurga.
E sahu.
Culado! diese o conde comsigo ; precisa de um
dia para preparar oque quer dizer-me ... cunee-
,,- anea incas,e espiicou-ine
Asvezeao, bvros l,h m-lhe fallado dessas pai-',om Rosa Lescalle ; bem qua convencid,
^l*^lh"ll".,ni""D,,l""*lllll",Ul,'1 ""' "uvi",e iu"''.z da co.prehe..lb!
tili \ c''"_n. ""lao suas narracues como perfeilamenle, elle nao omi lio nenhum narlienla.
idvindo o nnme de li.ni.e, Jorge coro,., e como I ,,^'T''V 'Ja P P''n'aslicns romo Doi um orriaovaco e indillerenle como o de um mani-
.e a nbaarvadjCo do p*i lhe (o*, dirigida, respondo,, ? "i Ffl'! iJZ V"" P"^r"l0Vm ""^ "" """oo-se no. labios do Jorga ; e-.iden emen e
.om voz leuta e -em levantar ,. olhos senlulo h.fla dehmra a mwmi o *, nm. .-.----------1.-.-
Vida Diario n .*.,
cousa ulil s peripecia' dtr.
i das nperas cmicas.
romancea e ao dexanlac
Comprehende-se qe s.ndhan,,, op,n,es lorna | Z^STr^S^M^\^, prn^^^ite^,^ '2*

lor nmi elle nao comprebenda.
Eat*9 eooaMeracGe* de familia n :.n tenar., po- 'quer abrir
il.do_deiarminar.nos.disseMr.de Vedelle termi- Deiw-o. Vicente responden o ceada
t's lolo, lornou Jo.lo Baplisla com ar de im-
,c porlancia ; nao he por ah o BONO caraiuho.
Jorge encontrara os dona meninos sem ve-loa. Po- cumio esperava menos de tua deferencia e ,1,, u
...,. r...--, ,--------- ,..... iniuivBimeme reu- da:,, ser seis horas da manhaa, quando chegou a respeilo para cora lodas as nossaa v......a..
- Como 7 lornou o conde. ^t^t^S^.Z.7 m.^e o conde dse- Zlo.' ^ '" "^ ''" U,D m'"U'":"i" -~
Jorzedlngio-deaSlle, poz-lha sobre o braco a jando dar-lhe ioleira liberdade de ac.., n.io fez ne-i Malama de V,.,|e||,. ,-nlio m ,,,.., u ,i ,
"'a0 Bl a.'.T"' 5?" e*.. c : i >< '-"ac,,, nem mandoo-o "procurar. Em | a EtZZ+S**. SfZEJ2?tt
sua ausencia conversaran, largameata sobre o pro- | guma dor profunda aoce.Ha del,.,,,, dessa obedien-
C.V,",'1 ,,. Tr' t J"C,lur,s ac- C" P""" : 0,8u l11" olenUdo e mu limil
caii.ua com ardor, lia pouco humilnado pela reeu- p;aqucix.r-se. Deixou Mr.
sade peone deslava aocioaamente ser depulado, com Jaequea, e chegandote a
pan, adquirir lama, e tentar dar pesares i bella des- ( Fallas seriamente, meu Ii......
,". ,"!"" '"a repugnancia a essa c
o luiuio depulado lem duvida deslumhrado pelo, I escalle ''
sonhoa de ventura, vi., de boa fe un. accitccmcnlo Jorge gnardoo o silencio.
re para Jerga era sua uniao com a ramilla do no- Se easa uuiflo desagrada-la muilo, deve. dize-
;,';,ri :',:mVe, e,elle,ll,l,,d "* laver|lo.me.iflllo; naquer......., afehemad.de Uu r-
a uior.dadi palenia empregada para ca.ar quasi | mao com detrimento da toa. Rcpende-me, Jore
Z t a ," ? "T '"'"!": ","" 'U '" ,ae<*'*- "'- P*lo le""" cessivo de leu pal que c
uiu.Jo da rr,;,, e da liberdade de espirito neceara- le* em lomar.-,, noca para inolhe,''
'!'' ^"r""!' "1" ',"B*u!"w. "" ''> Nao, minha mai, diasa emfim Jorge. F. aceres.
ra-xeouendda. A pioporcaoqoe paisavam aa ho-l lo me Iranqoilli.ai, mea lilho; tua |-tad>
, ,,. havia-me oqnletado. Eolio nSo tens aversio a i..-a
i, A,iaari* orna exprmsao usada nisoo.as pro- I escalio Frnbora a cnl.e, ponro tena podido
vocim meridtonaes ; esla palavra tero nmi ,,, rer qm hei.rn,--,. diram randa romrTem
jcacan iroposaivel de iradnzir. N".o quer d'.rer pr.,- tnjo, coftio n.o le agrdaria 1
jorf;e piiaraenie id.ola mas un, enle coja Mmplicidade Fila nao agrada-roa nem desuerada mi c* o
I permanece alem Uo icnno da lofaocil leomolla porque Vmea. aamo quarem linio val
na-se a compai.heira de lo.la a nossa vida. Iteflecle
pois, uo que vae fazer, nao obres era cirrumslanci
lao imporlaule com laa negligencia habitual. Faze.
meu amigo, por lixar loa atiendo sobre as minl a,
palavras; leus algurua colisa no coracao, prete
abalido, confia em lua mai, falla-me Iracaraenle.
Nao lenho aversio particular a essa mora, mi-
nha mili, he s.i o que pos.o dizer-lhe. Vmc*. lodos
lem a idea determinada de casar-me; se eu lhe, ie-
cusasse boje, o projecl rcappareceria no fim de al-
gum lempo a rtspeilo de outra.... Obedaro logo....
ao menos nao se me fallara mais disso.... a verda-
de, ha muilo lempo que sou alormcnlado com eua
casamcolo.... Miuba cabera e.la' laligada.... Aflir-
mo-lhe que ludo isso me he lud.uerente. Por ven-
tura ja recusei alguma cousa a meu pai?.... Ele
quer vei-rae casado, tomo a primeira luulherq.a
nie aprsenla. Oue mais querem '.'
E-Is palavras foram pronunciadas cora eslorco,
e parecan! Os cebos eulraquecido e desituacs de ura
pen;araeulo em desoidem. Madama de Vedelle eou-
lemplava o lilho com inqaielacao ; essa .ub,ni,-in
unida a ess., indillereura e a esta debilidade pima
lreciain-lhe svmplomas uovos e dolorosos.
Ella sabio do salao deixando a Jorge anda absor-
l, e foi ler con, o marido e Jacques no jardn).
Ora, minha mai, disse-lhe esle abracando-a.
ja v que as cusas vao oplimamenle. Jorge be mai
docd, e fique celia de que elle ujc esV descomente. .
Enaanas-le, meu amigo ; elle esla' mu irisle.
00 antea muilo doeule ; tua pobre cabera uo racio-
cina mait; elle allirma nbe,Ucer-iios sem petar, e
jo allilude desmeule -oa alllru.aclo. Alem ditln
na parece apaixonado por madainesella de La l'i-
ne.le ; n,i |,rounciou seu norae, era fet allus*,, a
ella ; suv Fatal ,necia domina- o mais do que nunca,
e l,,m,' um carcter son,lirio que *--u-ia-uie
ian-
l APIII 1.0 \
Coiweniiin tnto.
Muguem uu castalio s.,ul,e a que Jorga le/. .1
le esse dia.
De uotle como elle n,, app rocera ao janlar ,i re-
Iba Vicente inquieto pela -u.< ausencia lo, balar-lhe
branilamenle a porta, a nao lev resposta; balan
aul.ii, (orintenle ; o mes.n>, silencio a poda -1i% -.
fechada e solida. Elle deareo mu Iriate, e fn, di-
zer ao amo *
- O senhor o;ce esta ,. -m cmara e ,,"<,
le v, lelle retirarse: ," .........
urge illsse-lhej ~~ """l' a"*u'la se sem raz.iu, minha amiga, di-
lenapenlin- *eoMnds! Boeatado era que elle se acha o es,-
Jineulo i,un madamesella : ,,,e"'0 "'* -erH' "intarj a presenra e os cui taina
le una mulher I.uara., soa vida rnaaa animada,o
driaucarao de suaa medilacoes.
I-lie nunca p.ireceu-me lao atacado como boje.
Querida mil, lornou lacque, 'Vate, nao quer
' ver as cu-s como ellas alo. A dilficulddde.nesle
momento para ella he reugaar-s* a .dorar a loura
( Cates Lescalle, dapoia de havrr aanbade dous mete
coma morena Proaerpini da Tentaa. o,iei.,., ce
Iransicao e de hbil.,' Vio lenha cuidado, a peque-
a he for ni '-.i, e aparar de -oa Haaoeaaeia, elle nao
lardara' eaa parcaliar isa*. Assim nada aeha-^o au,
m.,o e ndn. ,< e*p^ro v.--lo mudado e alerre qoin-fc
di d-po, do ra-nmenlo
Dec- ic naca, iaeqoe I .i; t \:.nim sa 'pilando
CaatHauar
1

MUTC/aDCT
ILE6IVEL


de grande .denlo rom qnem os lorxa contavam, a
-i!,' conducta pollliea llie suscitan u dio .le sen pri-
meiro partido que rmprcgno todas as mu forras
para o atacar : l.nrd Palmerslon tinha ci tan 1 dea*
graga ou a forluna de ser um bonito hornera ecomo
tal runsegnio nioilos sueco-sos pelo galanteo. Cuer-
reou-se tambein o hornera privado e o helio vi.conde
fui ridicolarisado com o nomo, de Cupido.
liru jornal que pastava por seu orgilo leceheu o
oome de Jornal d< Cupido, O sirratrno poda em
corto modo sor apptira'vel o lor.1 Palmenta* que oc-
eullava a sua ainbiva.i ea prafaedexa dea M pen-
amentos polilicoi .oh ama apparrucia de incutis-
tancia. Osseus-dilosos mai. ordinarios eram irni-
cos, e islo dava occasiao de s lhe negar a elevado
das mus idean. Mas temo visto que nada tai capaz
de o desviar 0o caraiuho que lintia tragado, r che-
gou ao seu lint nao lobslante ai e.forgos" em contra-
rio dos seus inimigos. e mesmo dos amigos, lie ver-
dad* que para islo llie fui decenario prolongar, aler
do limites ordinarios, a f .rga rio eorpa e do espiri-
to. Lord Palmerstou tem hoja setenta e Ires annos,
o se nao he o bello liom.iu de oulro teiupo tem con-
servado intacto o vigor da sua inlelligencia. Do-
mis como ten, tido.ha cincoenta annos parle na ad-
iiiiii.irarJi dos uegocios do sen paiz tem supeiiu-
ridade sobre todos os seus concorreote* de ciinliecer
inelbor que elle* apoltica interior exterior da liran-
llrelaulia. Iloje sem ler positivamente partido pes-
so.il cuita amigos em toda a parle.
I'na acabar o retrato do primeiro ministro de In-
glaterra duei que he considerado como o orador o
ruis divertido do parlamento, e que niugUem o
icede em irona e no sen mudo de dar expliciges
que nao eiplicam uada.
Eslou louge de ser admirador absolulu do nobre
visconde ; mas compreheudo sob o ponto de vista
puramente iuglez he justoconressaf qao pissoe to-
das as qualidades indispensaveis a um primeiro mi-
nistro. Tem sido mudas ve/es altivo e disputador
qne nao se tem jamis altead abertaroeiilc a Ingla-
terra durante lempo que dirigido os negocios citerio-
res por causa d idea que .c lem propagado da sua
sutceplibilidade e seo humor bellicoso.
lalvez que eslranheis que en me oceupe Uto a-
miudaclas vezes de lord Palmerslon. mas o vosso re-
paro ceuara' sem duvida quan.lo rellelirdes que na,
circunislaiicias acluaeselle representa assaz bem a
nacaoingleza, tanto no sen presente como no seu
pausado, tanto as BOU boas como oas suss ma's
qualidades.
Se desapparecesse do poder, nao sei como pode ha'
substituido,.por que nao acredito ua volla duscon-
ervadores ao po ler, uem tao pouco na dos liberan
nuros. Sem duvida que os partidos nem sempre se
couserrarao na posicao ex.cla que hoje occoparn ;
daqui aalguosannos lerao liavida n.odilicacOes ';
terao surgido oovos homens, mis no estado actual
das comas e das pesseas, lord Palmerslon lie o ho-
rnee necesssrm e mesmo o indispensavel.
Se na clamados homens de estado de Inglaterra
ha tao pouca abttodaucia, na classe militar ha mui-
la falta.
A" eveepcao do general Willians, que se disl.n-
Juio em Kars, a ultima guerra nao prodnzio iieudu-
ma illustracao com que possa ensoberbecer-se a Cria
Oretaulia.
rambeui nao vimos surgir nenhjima gloria na-
val, antes pelo contrario os Inglezes tem visto per-
der urna das suas uotabili Udes as mai* gal.adas.
Mr Carlos Napier depois da soa proeza de San-
Jo3o d'Acre, era considerado aqui como o.n hroe .
no famoio jantar de despedida que llie dea o Ke-
form Club, i> re.poudeudo a Sir Jomes Craham.
eolao primeiro lord do almiranladu e a lod Pal-
tnerstou, niuguem se podia persuadir que o valenle
almirante parasse antes de chegar a San-Pelers-
burgo.
Mas bem depressa se vio o resultado da ldaselas
faufarruuadas.
Quando a paz foi proclamada Sir Carlos Napier
apressou-seem ir ver Cromladl, que nao tinha podi-
do ver senao moito do longe com a ajoda do ,ea o-
eulo, c leve cora o grao-duque Con!antii.o|uuia c>n-
vers.igao das mais divertidas.
Se develaos acredilar a narrado que faz o nobre
barouel, os dous almirantes neces de lir moito um do oulro por causa de tunipiintu-
ios semelliaotes a' este : Al. tarda me Uve,*,* a(a.
rado em (al poca (icaria perdido, pois nao luana
meo algum de ros resistir.
Asaim se deve cr.r o grao duque Constantino, fa|,
lando pela bocea de Sir (arlos '
Croustadl, nao lena podido resistir a um alaquc
se l.vesse sido feilo na rige,n da primeira empa-
cha. '
Se se deve acredilar Sir Carlos, Tallando pela sa
propria bocea, a .squadra iog|ei, ,erill s,,0 cu| le_
lamente derrotad, pela esquadra rnssa, se esta li-
vesse a feliz idea de a atacar.
.< Maseanaoiinha ...vi, eme.ladode elleclmr
o alaqoe dizia Napirr. u
< Mas en na tinl.a vapores a hlice exclamar* o
grao duque Couslanlino.
O resultado de ludo is.o. he que as dua, esqua-
^^.l,^,,^, e que ^
Udl hcou ma.s furmid.vel que nonca. S,r .Carlos
Napiercoulou ul.im.raen.eesl. couve.sagao ao.Seus
.lei.oresdeSoai.iwarlse.chougeii.e.squ. ap.
plaudissetn. F
Depois disto que provaui os applaosos J
O princp, Uiuill:eu fa|leceu |la unj
rm o ulerinu di raiha Vjc(|irjai c((no mo
.na.ro casamento da dnquez, de Kent com o princi-
pe Jirnerico de Leiningen. '
A corte lomara' lule nao hatera' festejos noca,
tello antes do da de .Natal.
./ Vacilo.
n !.-4,Wgg"CA DE I.IIIEIIIA.
luaaieute ratilicado pelo averno do imnrrador Na.
poleao entre a Prancae o estado de l.ibe? a publica
a stguuite nol.ca a Speila ,,'a.se pequen" esUI.. e
cimenlo n, c.s.a occden.al dAfr, ",'" To \, a-
Jio de algnu eseravos prelos. e qu, h()l Clr" "
familia das nacoes. e assi-ua m
.ftsprimeiras poteen,;d.^ropa rJ""J ''"" """
his-aqui a noticia :
m.acaT cu, ? e,arrCa"a- 'oci.dadedacolo-
nisacao, cojo lundador e presidente. Mr Pmlm
de uZ.- a'*ot"V :-Se< 1" '' esta ., vonlade
a ^Trl-a' M'' '""" N-va-inri, para
iram nns o Pr"ne,ro na,i" rom ,0""'"s
doeumm'di'o ...... -"" ^er.po, um adM :,-
da.WV,','........"'n:; '" ,,,r" fmmtouimt*
a "n^ :,::,;-11,'** **
africana a .,,!V, 'le -"l'l""- '"i barbria
tupido, ch, ,"' T?? ''' ''-
-.risione,:: ^;;V(u:;'^l^e'r^- en.u.m
Kaleaobslac......, P ''" .,.....V* *'"'".....
lodos pela or^,d,. J""'" ''""" %'"ri">"
coTono nreh ':""i '""""" """' "u ""<"''" "UM)
como U *"4l"""i"u><- '.fbri, (., a soa etpiUI,
uudacLd- l,ec,,n'ulu: <* prlnclp.1 da
"as ssrtass"~ ***d-
O aeloal presidile do e
.slailo he Mr. Joseph Joi
'ni- II cris, sumido se /, homeiii esclarecido c
de excellenle >arai l-r.
Os Eitad Pronia e a Brasil de Is'
rc|puhlica. O Iralado a q
lime da Franca nessa re
DIARIODE PERNAMBCO SEXTA FURA 9 DE JANEIRO DE 1857.
mu
Con
o i
O
ton
As
(as
En
Inglaterra, a Blgica, a
a 1851, reeoiiheci-rain a
le nos referimos inclue o
......------ .... ir.jo.
O clima da I.iberia he-basianle quenle, mas he
nal a tempetadn pelas clarea e pela brisa do mar.
9BladO a rae/: branca acliirralao com dilliculdade,
qu por venluia he um liem pira o novo csla lo.
territorio he rodado poij nimios ros, navesaveis
mludo su ale JO mi :! kliloinclros para o interior,
predilecta do pala eoeaprehendem lodas as plan-
dos Iropico. e jilom d4*o, o milho, arroz < a t,.i-
ala ; e a maior pari dos legumes da Europa tbun-
lam e forueceo preejotoalraeartoi para o abasleci-
nenlo de navios que freqoenUm aquella cosa,
.nlre os producios que podern ser explorados cun
anlauam, cotltm-ae aluolni sem- de onro que, se-
Kiindo se di, o eocnolrari) na rislajhanea.....rios, o
ssiirar. cato, v parlicularinrule o algodao qae clw-
moo a alleii(o d.,s junlas do coiuiuercio de Man-
chester e de Mulhouse.
Em quanlo o moviiiienlo arluil de exporL.cao da
l.ilioria, cuja imporlanria anual pode compoiar-s
em 900 eonlos. COIMiate especialmcnla fui a/eile de
palma, po de campeche e oulras madtiraa de lin-
Inranas : os paquete, ingleze, que de Plvmoulli e
muiiat rezes earregam oma grande qumitidiide des-
ses productos.
e certo que as relacoes commerciaes da pequea
repblica prela da l.iberia so anda iiisignilicanles.
maspnssuem admirareis elementos para pro-pera-
rem e se desenvolveram. e lalvez o poqaeao porlo
de Monrovia venha a ler no luluro um, grandi iin-
portaucia neta costa.
Mas, devemos dize-lo, nao he para admirar csla a
importancia aclual do estado de I.iberia, l.iberia he
eoroo um pharul que luda) brneOca luz por lodo o
vaslo coulinenle africano, Ierra cla-sica d.> escravi-
dao, da idolatra e da aulhropoph.gia : he como um
abruo generoso levantado nessa coila, ha lano lem-
po votada aos horrores e a- miserias da barbaria, sob
a egida poderos.! da earidade ehrMIa, em favor des-
ses infelizes desbordados da familia humana, os pre-
los, e erguido pelos proprios prelos, como um pro-
testo, mais significnlivo que o imperio deSoiilouque,
conlra o pcnsamrnlo faial da sua iiidelinida e irre-
mediavel detherdaro.
A Argelia, o Senegal, as feilorin; da Cosa, o Ca-
bo, Porlo iNatal, Uofarabiqoe, Aden e Suez sao, as-
sim o esperamos, oulros lautos pontos pelos quaes os
estados da Euiopa, ou antes a civilisacao das socie-
dades modernas vi como Crreorodaodo todo o eon-
linenle africano, preparando por esle modo una in-
vado pacifica e eiviliaadora. Liberta,a arricana, lera
urna parle reservada nana omprez>, a maiur, na or-
dem moral, que podar re.ili-iiro seculo XIX.
{Jornal do Commercio de Lisboa.
COilHESPONUENCIA DO DIARIO HE
l'EP.NAMLCO.
I'AKIS(i de dezembro de 1856,
Osjornaes hetpanhoes iiiidam chinos de revoct-
om e deslituiroe.. Os fuoccionarios pblicos se
acham quasi lodos ameacados, quer perlencam ou
nao ao partido ViealraKala. oo.ao partido Progres-
sista. fcstende-se ale aos odlctaea do exercito, esle svs-
lema de subsliluirao que supprime todas as carrei-
ras, qoebra lodas as existencias, edesmoralisa a ad-
mim-IracAo.
erdade he qne se pode dizer qae o marechal
Nartaez O seu collegas fazem o qe sempre se lem
leilo na llespaiiha, e que resliluern a seus amigos
os empregos de que a revollo os havia priva-
do, o governo resliluio ao clero hespanh.d di,
versos direilos garanlidos pela concordata de iaV),
a 4 K* r,cro'haria sido despojndo pela reroio{9o
de 1S.)4 ; mas dr-seha caso que o clero se safca
contentar com urna juila reparlicao ".' Al'-'umas pat-
soas dovidam disto, receando que os ecclesiaslicos
se nao inoslr-m demasiado exiaenles, e que por ria
das suas prelenci.es preparem grandes embaracos ao
governo de IJ. Isabel II.
INarraez pralira estotros imaginaveis para sesislir
ao partido po leroso que o quer impedir para a es
Irada de urna reaceflo sem limites, l'm decreto res-
labeleceu o de (i de jutho de 18'.:. acerca do rgi-
men da imprensa que sfe tornara um instrumento de
revolorao; um decrelr.de Id de uovemhro levanta
o estado sitio em loda a Mnjntula. Annuncia-se como
mu prxima a convocado das corles : ja'em varias
provincias se esta orcupand das candidaturas, um
decreto motivado sobre a oiganisacn definitiva do
conselho de estado ordena que a onimissilo consul-
tiva d, guerra cetaar as suas fnneres. Nada de
inodilicacao ministerial Ira movimento republica-
no em Malaga fui promplameiile reprimido.
A raiuba obteve da [ Kussni a prooietaa de au
su-lentar conlra si as ptelencoes des desceiidenlrs
de l>.-Carlos. Ollereceu|ao nisrecbal O'Uoiiiicll a
embaixada de S. Pelcrsburgo. O marechal regeilou
esta honra, dizendo que Uuerin tattir a reunan das
corles, em cojo gremio preicudia expor o seu prore-
dimenln polilico.
Bao Lisboa s elcicts nao loram, como se podia
esperar, lavorareil ao governo : a maioria foioblida
pelos canoidalos da re.enerai.ao. pora exagerar lo-
davi, a Importancia do 'oloiua capital, ver nislo o
Iriumpliu dilinilivo do |iarlido progressisla decla-
rado ; a mpiipolaridadolrio respectivo chele o Sr.
lomes de Mello, causada|).eias medidas linauceir.T
que propoz perante o seol ministerio, nao dnr.iiiiiio
oas piovinrias, e as eleicf.es do Porto, de Sanlarein
e dos oulros grandes cernios da populado, Irauquil-
lisaram completamente o governo. Os Mieueli-l-s
que ate o presente se ahsliveram de tomar parle no
olo, romperam pela pnr^eira vez a sua al.sleucao,
ti apezar da disciplina je uuiao de que elies lem
dado provas, algans dos seus candidatos nao ubli-
veram a maioria. (luanto hios cal.ralislasoiicarlistas,
0 rere foi cimpltlo, e apenas obtiveram :K) ou ido
voloi. Em -tiiiiiu,, a maioria coube ao governo. Os
ministros artuaes aduplarun. o prograrnma do gabi-
nete Saldanha com modilicaroes no cdigo fnancei-
ro e n'oulros pontos secuniiaiios. O tirando plano de
accao ha sido o mesmo, parece provavel que haveri
a uiesnia mudificacao uo gibinele, mas nunca antes
da abertura das corles.
Em franca, o imperadorle a imperalriz ao rolla-
ren de Cnpiegne lomaram ,S. Clood. A viagem de
"ontainebleau nao leve eileSlo. lem-se hilado e.L
1 aris que no caso do conde| Waleuski, ministro das
relacoes exlernas, ser sacnlitado allianra ingle/a,
M. I houvenel llie sena dad
I lio m cu el be o discpulo e u
>n.de l.huxs.
Em Londres o ,->arlameiilo
missao real a 3 de fevereiro
comeslivdis, peixe salgado e
nadas a mariuha, sul.-lilue
Salomn, que, pnssuidor de -.
dirige um eslabelecimenlo di tanoeiro n'uui.-i ruta
e-cala. Na fesla de iiislallacio dada em Cuiloliall,
o embaixador do Ilrasil lomulu a palavra ero nom
do corpo diplomtico, e lord Palmerslon ero rspusta
ao brinde feito aos minislros|da rai.ilia, disse que a
i.rau- lirelaiilia, dispondo de mu extreito e de um
esquadra magnin.-a, c podenili. em qualquer estado
de eouttl contar com a alavanoa poderosa do enlhu-
siasmo nacional, tena podido llaciimenle conlinuaf a
lula, mas vendo que ella poda obler pelas negocia-
ces cundices de pat lionrofeas, jolgou dever em-
banhar a espada, e terminis pelas palavras seguin-
tes : Hela -..|...r agora se ak condi^oes torio fiel-
mente execotadas, enUio smenle o repousoda Eu-
ropa sera' essenlado sobre batas solidas eduradou-
rao. Lord Palmerslon pronuncien igualmente dis-
cursos polticos em Maiirlie-ldr, Liverpool, ele.
Espalhou-se o l.oaloda reentrada provavel e pr-
xima de lord John P.u-scl ud gabinele com assenlo
na cmara dos l.ords : com lulo, riuem que he pou-
co provavel que o anligo miuislro coiisinla em re-
niinci.r a sua cadeira ua ca lara dos communs e as
probabilidtdei de rolla a vidl poltica e activa,
A Inglaterra rohlmua sem e a meima : a allen-
cilo publica ja lem sido muil is vezes oceupada com
o projecla audacioso que, cor ando Iriula legoas de
deserto por um anal inartim i, idiminiilria mil teguas a estrada das Indi is, rea isaria mil mi-
IhOes de economa para o co omercio do mundo, e
precipitara o renatclmeolo c vihsador dos mais bel-
los paizes Ot Asia e d'.VJrica. lia desoilo mezts
------ -----------i- ".O""""
o como soccessor : .M.
secretario de M. Drou-
foi prorogado por com-
_M. linis, mercador de
aulras conservas desti-
fomii lord Maire a M.
unmensa forlum., anda
uina commitsSo internaciona
le o problema svienlilico, ani
jtcGBet totcilada: iulgara-.
via seuuir-se immodlalaaienl
unnime de loiUs as nacoes
resolveu delinitamen-
luillando l'da asob-
Jque a ex'cui.an de-
fccuino ('onseuti|iiento
n.io aconlecrii assim :
considera, oes egostas, designios insignificante
plorados pela Intriga, lnuiri|
em Londres sobre o inUresi
embora os fundos necessaiios sejam em grande
paite subscriptos, anda nao
na ama do isihmo africano.
A Inglaterra RedtotUl pun
ncaeaosuppiimira a estrada
rauca o permillir a teeti hj
mannhas europea0. A lato h
meiro. que Of labelecimenti
meiropnle rr,. s i.^, n
que onuea i rodnito o inl
lOO, c dopoil ,...? ,1 ..|l.,
loglalerra, mu marea da
resultado o como bonellci, e
rall directa das enmmunii
mcnii- comiimadofi nos-aiipJ
Assim, compro apeuir !(.
tanao prtiieo da eommercio I
dadrt do governo. (Compre
epi'ca que esle adironlo o |
e que qnand,. a ->*-ieia ..un
da Ir., licao e os terrores da
sol.juyara dtracdoi toboranai da ulili
rcic.oi do mundo occidenlat
O paquele .Iron da liuli
Iroaie i Paris as noticias do
i.'i-!------que lenHH >> nnlave
por S. M. li Pedro II no ...
das cameras brasileirK, e ni qnal reeordoa ai nova,
i leis obre a rolo mi da iii.-trncc.1o publica-s:
l.re a creacaodo d-J um l.ioao nacional o sobre M
grande, lrab.lho.de viabilidade, laes como os ca-
minlios de Ierro detlinados a-ligar enlre si ., f
turo, a< dirim prorneiH| o Imperio : 'no nnal
fatiou da ora le elailoraljuliimo acto pollico do
marqoez de Paran., desla fci que bi Teto mal.
mporlaula da u liosa le.,lil0 .. ,,, e_
leicao e reconsliluio a indeiwndenria, e por coma
quenen a auloridade moral da rtmaia, r>linn ni n< 11... ii .i i i 1 n^ .-.a* .
harain, especialmente
evidente dos peroi
*e deu nina enlodada
ue esla nova comrno-
dn Ctba da lina Eepe-
las India- a toda] :i-
facil responder, pri
dn Cabo nonrejddlejil
Ion a militare e
do capital ,,.,e c-
ri.l.i.le coii-.. i i,| d0
lidias cenlupl r, com.,
ro.niuercio p I. em
c8e- e d s ,i. 'rf. ie.ia-
relhos de navega ;i..
lu i rutilar com o l.om
rilaoico, e rom a leal-
"perar pala hoc.1 da
ni sej. de longa diuarao
quilla! os preeoneeil -
Igooraocia, a poltica
Jiro seculo anle ai nin-
lade grral e da ressur-
i de Soolhamploq nos
"". f. i rom vivo
discuta pronunciado
encerramenio da Masa
dicional dos cnterrodore a lber.es qua|
rallou igualo ente Da co.....,s.,c,, c emigracSo a 'pie
o na generosa ammacan de istMNi conloa de res fui
rulaiia ; em que em li.u (,,li da inlroducBo no lira-
sil do Iraball.....vre como urna daa primeiras eros
Wdode. nos direraoa traalos, quer de limiles.qnar
de commercio e tic Raregacilo, curlunlos esle anuo
com o Paraguay, a confederacio argentina o o D-
ruguaj ; i. urna ptlarra em Indos ... arlos que in-
dica que o gorerno lem no mlerioi o no exterior um
pen-.imciito hrme, una ordem eslal.elecida c as
Iniotnicoei ipabalareii a queto Brasil dere a pre-
poi.ilerancia da sua ealhegorit entre ot oulros esta-
dos da America do sul.
S.hemos a p.i que O gorerno de S. M. II. Podro
H ht o modello de nina libordnde prudente e sem-
pre na pesquiza de um novo progresso. que o pro-
-'"c"........n. o prwgretto sem ahilo e sem per-
ii.rliacycs conaliluo osignal dislinclivn desle reinado
glorilo, que o lirasil he um pan virgen, admira-
vclm.,,1,. prpno para ludas as culturas em que a
benevolencia aculhl eslransein. com aeodamenlo.
n que ama a iiiniiislracilo paternal llie d Indias
facilidades desejarels, em que a mais ampia lil.erda-
deravoreeetodasNlentatiras agrcolase commer-
ciaes.
No momento em que o trabalho litro, em qae a
coloiii.aeno parerem tao proximamenle chafadas a
explorar as in.ravilho.as rique/;.s do solo l.rasileiro,
nao he indiflerente aasigualar aqu uina eouia impor-
lanle, di/er que no lugar ..onde os bracos s3o sem-
pre btanlo numerosos, os apparelhoe mecnicos sao
de orna eefividade prodigiosa para a producro:
nulo e-la o futuro.
Em todas as paragens, e sobre ludo no Brasil, se-
ja qual fur um da, n desenvolvmentn da prolnc-
c;lo inaonlacli.ra.la, seja qual for um da a soa ex-
tensa.), nunca i-.iala.a em extenso i prodcelo
agrcola, lie o solo que subministra os arles e ma-
nuracluras as machinas primarias que llie sao iii-
di.pensiveis, c i. Irabalho da Ierra reclama um nu-
mero d homens inlinimamenle cima daquelle que
exige a confecrao dos indnslriaes.
Assim, ,o a agricultura ficou um poueo atrazada
nesies oltlmoj anuos, lioje deve lomar emprestado
iproprii. industria ... meios e os processos que de-
erimnaran os seus prugressos proprios.
A hora -ui que retinar e-la grande larefa marca-
ra o destmns daa naces modernas. E que Ierra mais
recun la do qoe o grande imperio Sul-americano,
para a solucao Ueste mafnlico problema!-.' He ah
que regioes io.mensas, e cem a explorara., agrcola, he ah que o preco ele-
vado da iniod'obra e dos meios de lranipor.es,
prescrevom o emprego dos apparelbos mecnicos, e
enire tonos os motares conhecidoo, a machina a va-
por he o mais poderoso e econmico de lodos.
asrV exploraclo rural nao difiere em ponto algom
pr lea eiemplu indoslrial : se esle Tacto solTri na
maiena rertas Iraniforuiaces qu augmenta o valor
primario dos producios poslos em obra, este diri-e
as lorcas naluroes do solo, daa agua, dos estrnmes
para uioltiplicar/a semenle confiada Ierra. Am-
bas augmentara em delinilava o valor primitivo do.
matenaes emprtgados.
Asim, o raciocinio condu a admitlir qoe a ran-
lageni que haooblidu na industria, do emprego das
machinas se devem reprodqzir na agricultura, so se
levar em :onta o diseernimenlo das condices espe-
ciaos deslo genero de Irabalho.
Poi no liemlipberio americano qoe esle raciocinio
o prodnzio pela primeira ve/, foi nos estados da
i mao Americana que a npplicac.10 deste nrincipio
preilou operacOes agricolas, os seus primeiros
servaos ; he ah que desde mullo lempo os appare-
ihos mnebl nicos supprem o Irabalho dos homens e
do* anima, s para semear i colher, para exceular as
orr.garOes e lodos os Irabalhos; e o aperfe.cuarain-
lo dado pela velfit Europa a esles agentes,"obra do
^omonjo.nao pass:. realmente de um empres-
Aindt repelimos, entre os apparelhos mechanicos
que tendera a se desenvolver na .gricullura, a ma-
china a vapor se enlloca em primeiro lugar pela uui-
versalidade do seu emprego.
A machina a vapor p.ra ser empregada nesles tra-
bamos, derla ser tacilmenle Iransporlavel, o que
IDO raan o nomo de locomovivel; devia ser reduzi-
da a urna foima exlrem iraei.le simples c commoda,
lamo mais que he destinada a ser posta em movi-
mento por m ssoas pouco experimentadas, e So ruiic-
eiona por nter-rallos; la-im comiste boje geralmen-
te em uina machina a vapor de alia preeaBo, em qoe
o vapor he adrado para o ares, depois que prduzio
o .eu eUeilo sobre o pislon; compoe-se ...n.enle de
uina caldeira oe um ryiindro.
A caldeira construida segundo% sxslema lobular
das locomotlraa, lUtceplirel de prodmir una massa
considerare! do vapor com pequea quaolidade de
agua, lie de Torma cxlindrica e alongada como a de
una locomotiva, eamolada s.bie um sxstema or-
.iiiioiio de rolas, e i0,|H rte j,,;,^,,,,,, nnc
adinille um -avallo para o transportar de um a o..-
ro logar. O rvlindro a vapor he collocado horisnn-
lalmenle acuna da caldeira.
Por meio de urna aslea e de mni maniv.lla, o
pistn desle ryiindro imprime um movinienio rota-
torio a um raso horisnilal collocado alrarez da loco-
movivel. Este fuso faz mover una larga roda ou vo-
lante que ah esla l.xo. Lina correia que se enrola
em Ionio desle volante permute execular qualquer
especie de trabadlo mechanico. Assim, adaptndo-
se esta correia a' machina, que se pretende fazer
iralitlhar, se pude execular qualquer aclo que exi-e
oemprego de um mulor : laes sao as di diversos apparelhos que se ronslruem uos sladus-
l. nidos, ua Inglalerra e em Irania,
A experiencia e a priCca ja os lem consagrado, t
a respectiva vulgansacao ja vai comecando ,- a mis-
sao enviad pelo governo brasileiroa' exposido uni-
versal de Part, em virtodc dos seus exames alen-
lo, e dos seu. esludos relleclidos devera licar con-
vencida da ulilidade deslas machinas e da importan-
ca que deve ollerecer o seu uso bem entendido.
Ixenhoma objeccao seria se p..de agitar conlra a
respectiva inlroduccao euso; e em primeiro Jugar
o preco he mdico ; be pouco mais ou menos de
mil Irancoi por forra de um carallq, nao cousumein
mais de dous kilogramos e um quarlo de carvao de
pedro, islo he. menos de dez cntimos, para produ-
z.r durante oma hora loica de um cavado, e sbe-
se que a unidad dvuaiDomelrica designada sobo
uorae de cavado rapor.equivalle a de doos cavados
>ao consoineiu combiialivel e nao occasionam des-
peza senao lamo quanlo produzem um Irabalho mi-
cbanico. Assim, offerecem a vaulagem iuapnciavel
de supprir quasi sera deapeza o Irabalho do horuem
lanas vezes exposlo a se adiar iusuflicienle nos lu-
gares em que a quesiao agrcola be com ludo'a qoes-
l.i'i soberana. ^
Pernos a conviccao de Iranscrever aqui o |.ensa-
meulo inspirado as cominissdes hrasileira durante
a sua viagem em I ranea em ISti, e temos a espe-
ranza de que os operarios desta grande obra da ex-
posicaa, dessa Ierra lo virgem e tilo teconda, vo
dar esles poderosos auxiliares para o complemento
da sua larefa magnifica.
<. M,
eugciihos <
nnipit
dem que devem levar lodos qu.mlos inorain s|,
rneirno lelo, at mesmo o cao e o galo.
Se, porm, em qualquer OOlra occasiifo lolera-se o
abuso do Uo massaules e inrommodos hospedes,
quem podera' sofirer o que em rennioes daqatlle ge-
nero pralici tasa chusma dt eninos.qoe de or fina-
rlo uellas co i parece ? Basta mna mala daxia del-
les pira alropellar e incommmlar a quanloa ihl
se acham, inclusive e principad..eme os douos da
casa.
Ellrs rnrrcni o sallam ; na,, pe,lem nina quadri-
llia, lomando muias retel o ttpteti .. oulras ; ali-
eno-- a ludo quiito.veein ; mexe'.. e reinexeiiii;
rompan e quebrara ; erofim i.adi deixam quicio e
soeegado.
Seria, poli, conveniente que enlre mis se ..bser-
rasse o que em oulras parles se pralics, lora de nos-
so puz, e mesmo no Rio de Janeiro, onde alo se
rosluma pnr nos carines de convite a declaracao de
qo s<- ,-,0 letargo meninas menores de doze anuos, nem excava.oe<, com declivios inferiores a m.in aSKitSt- .........^ASVS
comparecer meninos. Eles devem brincar e di- C,"IIDUsll,''.' atravessa os ttrrenoa mais povoado, e
a. e nao era lugares que qoasi sem- cul"vados da provincia, pasa junto de lodos os cen-
| rovinria,
ISMM, /lio
prodoclos
popula.;,. c commercio do sul d. provincia, e por | tos lamben, a nao exigir ,iidemn,.ar..u alguma pelos
couatguinle, s lera' para Iran.porlar. ao menos nos | terrenos de que prensar a ria-rerre"a.
primeiros anuos, produ, tos in.ignificaiit.s, e poucos Conclnirei rom algumaa observarcs atraes- a
ou enl.no. pns.ageiros. eiceprji dos bab.lanles das localidades que deven,
I elo conlrar.o, a dlreccJJo natural cima indicada, aliavessa. nina ou oulra dai direc.oes, a opinii, p-
aqualdepoi.de alravessar o -rapan,* no logar Mira pouco se lem preocupado com issaquesta,, que
onde o aclual projeclo quer atraves-lo, segu pelos entretanto, lalvez decida por mallo lempo do s,
ir, .tlyodoan, ../awnnoana, j futuro, e rail xezes mais importancia lem para not
MeiO, l'enierama. Trapiche te pojara, lloacica,
PiniOUnha, Caite, (enipapo, Bm lardim, Anjo,
Trapiche de Strtnhtem, Machado, Petra, nido,
Perereeae, Maniataba, llhelai. Matate, Piabas,
lundia, Ingicot, Sauhe e mais eogenbo. da mar-
gein esquerda do Una, poiici ou neuhuma diflicnl-
dade aprsenla, pode ser fela sem grandes alerro.
pre apenas sao sullicientes para os convite que se Iros da populacao e cuu.mercio do sul da
como eulender. -formo/o, Harretros. e ollerece desdeja'
Antes de honlein, pelas hora da larde, vi- |,Ie pass;eiros. Alera disto, com tima rannlicarao
lain pela eslra.la do Maiiguinho Ires carros api- de menos de qualro leguas na margen, esouerda'dn
ebon ura golpe mnrlal no- ;
d toda as influtucias pol
de urna maioria mais sinre
ca governamcnlii que tiao
otigo. nariidosv, de.lorin-
'"a,, e q. (inal lirn
ramenle nacional a for-
comporiava a lula Ira-
LEGIVEL
FAGIN4AVULSA.
Ueu-se um fado bem extraordinario no Poro
da lanella, e como para refeii-lo seja-nos miilr
oescrever eertt persunagem, ao menos algoma ooma
que sem ollcuder caslid.de e pudicicia das familia,
Ihe diga re>|?ilo a ua vida publica, que n.lo o does"
te, o faramoe.
Ha om ludividun que por sen genio nalural-
menle alegre, galhofeiro. goza de cerlos privile-ios
que nao oulra qualquer pessoa : um delles he pas-
sar demeia caa a fesla, admirar, jonlr e
ceiar lauta e regala.laranile tine farg'eul, despen-
dendo apeuas suas jocosidades, caraclerisando-.e
uina vez de vell.a, e dantando o minuete rwleira
ouiias de l,oi ou caiull; marinho, c sempre de r.a'
rasila. E..e individuo acaba de por em alar-
ma, alia uuile, una casa de familia. .No dia 3 cons-
lou-nos que lora elle por volla de uina hora da not-
e baler a casa de nina f.milia honesta, cojo chele
he condecido por hornera prudente, para, qu della
sahi.se un. moco a roete com elle bater as porta.
dos vmnhos, palotcir, ele, e como aquello nao
qonetat, o nosto ton viran nao po duvida mu for-
jar uina dasjanellasda casa, qoe parecia esta, pre-
gada por clcheles nos poilaes. e entrar, lular
braco a braco cora aquelle uuc elle quena qUl. ,.
compaiilia.se, e que cortamente o eigauria se a
lamida pita correoso .o lugar d. lula, e o lirasse de
commeller lalvez um crime maior do que o au- ha-
va ja praticado Sem duvida. que lodo i-so foi por
grara, se bi-m que a (.Clima licasse qutii a morrev
de eancaco por andar di ha miiiio lempo doenle'
ped.mos.por lano,.. e..e raoCn,qe uto repito ora;
ca. por que nem lodos poderao alura-lo quan.lo for'
slacadode^e furor divertido.
il. don noilea ., lando......lad....... ,..,1,,,
' P'la au hora tnronlroo a pon, do um
'' ""'" '' ra l...... onlre-abarlo, dur-
m.iid,. .. 1.,| ..-.,. |,r,.,,Mci.i ,.u o,.rt, | ea
'l"1"1" '"" "'.....' nao hi.ir.e-cui ladrfltf em |i ,--
-a; relumenlt a Inja catara inlacla. e tonto ma..
lel.zmeuie, quanlo pnucs instantes depnla a merma
palrolha.|n...o:,1 a :, ; ,,' .;,,.,,
panara, erllando caolelrso a polica.
Na freauezn do lierife, consta-nu qoCfora
um manijo etnnncado, a ponto de te Ibo qoebrai i
ctbeca,acudir a polica, sein que prnrideociaa ;!-
gomat te dttsem ; lemos dito ja mudas vezes que
um Subdelegado nada fara' sem que eslea cercado
de neis runipri lores de sua ordens. o Sr. maior
Soro ho urna excedente aaloridade, mas vo-.e, le-
2'""1" ha c.....'dnio, minias ve/e. contrallado' por
olo ler quem o ajode om sen nobr. empenlm iato
porcm, nao quer .lzer que lodos os inspectores do
Becile sejam oniisso. no cumprimenlo do.-eu-de-
veres.
Na moma freguezla. roa. de dous indi-
viduos esniirraiin. publicamente, segundo con-
t... u feriram-tt sem qoe o inspector desse a menor
[irovidencia.
Agora que parece i.-se deienv-nlvondo ende as
air.ili.s o goslo pe.,, reunie-, e segando nos cons-
ta, tem de dar-.e parllas e soirrrt, especialmente
"'!"........ para onde eili hela a eoncorrcneii tem
solo extraordinaria, nao sera' lora de proposito dizer
dnas palavras acerca de ura mao ro.tume que ..or
occatMo dosus reaniOM ende o. c .n-iaulen.eme se
observa.
Quero fallar dn p.ocedimenlo de certa sent qae
para qualquer parte a que lejam chamados, euieo-

por
no, t.l era precipiiaiao com qne cnrriatO os caval-
los ; ludo viuha ebrio Cora dilli.uldi.de os vian-
dantes liyravain-se de ser esmagados !
OSr. Reg Alhuquerqiie deu. no dia de Res,
em sea englobo, no Peres, um hrilliante feslim. pa-
ra o qual fo.am convidadas mullas pe..oas diatinc-
las, enlre as qu.es figurara S. Exc. o Sr. conselhei
ra-ala, tomara' lodo o commercio da Calinga al-
caucara' a villa da lacada, e cora oulra ramifica-
cao de urna legoa apena, pelos terrenos planos que
se talud de Mamucaba a Tamandare lera r sua
disposic,lo e.se porto, o n.elhor de toda a provincia,
licaudo desparte habilitad., a transportar das matas
TlhH-1! se-'"Kl0 '"", 'furmam, a ca.a do Sr., i'-Ujua Prela os gneros pesados, cilio valor u3o h.
cKoenEc rndaUq0e'q....." M< "" *"'""">" e j .- pagar a de.peza de combusdvel ate^
Consta-nos qae o Sr. cirmgiao Franriseo Jos : "'C'fe' """ po',,m dn""'f despeza da descida da
da Silva pretende levar e.le auno a festividade de r,heira do I na e embarcar em Tamoudar., boje
ROMO Senhora da Sonde, no Poco, a um ponto de' para os portos do imperio, e breve para lodosos nr'
remo nao podera deixir de conceder a Tantandar,
o privilegio da exportarlo direcla.
Os argumentos que ao podem apresenlar conlra ai
ideaa que .cabo de expender sao os seguintes :
i. A exlensao a percorrer he maior.
. Seudu a liona menos cendal e raais prxima ao
mar alraressa terrenos queja' lem certas f.cilidades
para o dan.porte do ,eus productos.
Porm esses argumentos nao procedera,
alera das mais vanlagens, a direcco natural que tu
sustento, exige muilo menos despeza por brao,a cor-
rele, e como a despega especial da va ferea, no
caso de ura su Irilho, nao pode exceder a' quarla, ou
qu.indo moito a terca parle do cusi 1olal, a econo-
ma fela as obras accessorias e de Ierra, faz maii
qoe cutupensar o augmento de distancia, e quanlo a
proxunida.lt da cosa, o argumento su Valeria algu-
ma cousa se o caramho de ferro de Agua Prela rea-
leo nico que houvesse da ser executado na proviu-
ca, se oa eugeuhos que ae achara na dinecao adop-
tada nao podesa.m alcaucaras eslacOes d. estrada de
de. O prograrnma da fesla breve o daremos.
,.~ U"sl>ital de earidade, de Janeiro de 1837.
(>.) do ule-,
5.dem.
(i.dem.
7.dem.
Air amanhiia.
REPARTigAO DA POLir A,
Occurrencia. do dia 7 de Janeiro.
I'oram presos pe|a subdelegacia da freguezia de
Santo Antonio, Francisco do Espirito S.nlo e Se-
verino Carlos Mes, ambos por desordem.
E pela subdelegguezia deS. Jos., Sabino Mar-
ques de reojo, por desordem.
porque,
ANDA A ESTRADA DE FERRO D'ACLA
PRETA.
No Diario de Pernambuco de J.". de julho do an-
uo prximo passado, e, sob o Ululo hitrada de
ferro Agua Prela,- sabio a luz um communica-
do, no qual moslrei qoe a direceao geral adoptada
t.r.sses do imperio, da pruviocia e lamben, do. ac-
cionistas da companhia, ao aagtneulo dt valor que
deve dar a passagera di estrada de ferro aos enge-
nlios.e engenhocis do ceulro di freguezia da Es-
cada.
Era resumo direi:
Que a lioha adoptada pela Btoada nao poe en-
trar era sjalema algom geral de vi.s frreas para a
uossa provincia.
2. (Jue atravessando terrenos pouco povoados c
cnll.radbs, e passaudo longe de quasi lodo, os cen-
tros da populacao e commercio do sul da provincia
nao ollerece por ora productos e passageiros amia
em quantidade insignificante.
3. Qoe enconlra raudas dilliculdades, exige exca-
vacnes immensa, .alguma de cem palmos de llu-
ra onde pode.n e devem encontrar-ae laeedos de pe-
dra, cuja extraccao exigir' muilo lempo e di-
nheiro.
mica, conlraria ao preceilos da sciet cia, aos inleres-
sesdopaizeda companhia, e devia ser sobilituida
por nutra, a qual indiquii no mesmo communicado,
e.dimanairresislivelmenle da constiloirao hydrogra-
pbica e orographica da nossa provinna*
De eotao pata c as cmara mumeipaes da villa
de Sernhaem e cidade do Rio-Formoso eudereca-
ran. ao governo represeula<;oea no mesmo sentido", e
o Diario couridou por du;s rezes os caropecs da
direceao adoptada a apaubar a luva que se ibes ali-
rava : porm. uada houve capaz de faze-los desrer
a arena, o que se deve atlrbuir a consciencia da na
cauaa que elles leem de defender, e ao pouco ou ne-
nhum ralur dos argumentos que podem apre-
senlar.
Enlretanlo, romo aquestaohe de inleresse rilar
para essa provincia, cujo futuro econmico adia-se,
por algom lempo, ligado ao da esla la de ferro a'.t-
gun Prela, peco licenc.1 para renovar o raeu desalio,
publicando segunda vez o mea comroutiicado de >:.
de julho, c accrcscenlando-llie alcuns deffei.vnlri
mentos era respo.ta a objecees verhaes que se mfri3ci,o e de combu.livei
lizeram. '
F.is o commuiiirad.i de -Jj de julho :
A ESTRIADA DE PERRO D'AGUA PRETA.
Nem sempre a Imita recta he
o caminho mais curio de um
ionio n outro.
O systema de meios de communicagao, qoer e
trate de estradas, canaca ou caraiuhos de ferro, que
corresponda lia necessidades de qualquer paiz, nada
lem de arbitrario, e deve tlsiaxer lo mesmo terapn
a cerlas regras genes, a certos mnimums de pen-
dorca, despezase distancia, que o tornara consequen-
cia uecessaria das circumslancias hvdrographicas e
corographic.s do pele de que se traa.
Podem fazer-se, e tem-se feito em varios paizes-
viasdecoinmunrcacao frn deslas condiges naluroes
porcm, o resultado ha aido immedialo, o transito as
abandonou assim que foram abertal as vias natoraes,
c lien ani inulilisados us milhes gastos com estas
obras arlificia.es.
que qualquer eloiCiO de depolados e senador.--.
aira efleilo, para desenvolver os nossos recursos
uitoriec, precsame* nao de ama, porem de mudas
estradas de ferro ; ora, se como he mudo provavel
o reiidimei.tn brulo do caminho de Ierro pila direc-
eao adoptada nao der para o enrielo, nao s.i o go-
verno geral eaiprnvincia carreg.rao com a tolali-
dade da pesada garanta de 7 po- cenlo, qoe lauto
nos ha de alratar no mais melhoraminlos de qoe
precisamos, como a companhia, d.uido os 7 por ren-
to au. accionistas, lera de supprimir os dficits an-
nuaes por empreslimo, cujos juros iao tsgolau.lo-
Ihe o recurso e absorvcndo-ll.e o>capita| atao ul-
limo lerino de toda a CMprotl mal combinad, e fon-
dada sobre bases errneas, o ..fallimenlo.., e ueste
caso pergunto eu, se nao sera' qoaii impossivel fa-
zer-se ne-la provincia oulro caminho de ferro por
mais vanlajosa que possa er a empreza Sera' pea-
arte] obler inivanif uio a garanta do governo '! Cerlo
he qoe n3o !
He verdade que algumas pessoas, cujaopiniao nao
pule deixar de ter mallo peso, dizem que o governo
garando aos acciouislaa 7 por cenlo, e por iso, alen.
d*sse dinlie.ro, deve occorrer a qualquer dficit da
receita, porcm, neste caso, anda raais triste fica
nossa siloarao, poia raais pesados sao os sarrilicios, e
se ne-ia eonfoiuiidade liver o gnrerno de pagar an-
imalmente alem dos juros estipulados, mais algnmas
centenal de eonloa, que magnifico pretexto para as
folbas e deputados da opposigao fulminaren, o gabi-
nele, e accu.areui os miuislros de terem eorapro-
mellido a lorluna publica, e (airea para exigirem
decisi.es laei qiie nos fagam perder o crdito de qoe
felizmente gozamos na Europa 1
Em sutnma, seja qual Tor o pesj que cada um al-
Iribua a tilas considerages, parece-me que toda
as pessoas de boa.fconfessaruo que o negocio me-
rece ser recon.iderado ; e, pela tainha parle, afir-
mo que pode s lo sera suspender-se, sera perder-se
inda do quetsia feilo, e com vanlagtm para todos,
menos lelroi para o amur proprio de qotm indicou
a direegao que foi infelizmenle adoptada, sem In-
formugao de reparligao compleme, sem extme con-
Iraditorio, sen. nenhuma das formalidadea que cos-
tomamser empregada em negocios desli netorev,
e uestes termos appello segunda vez para a opiniao
publica e poderes do estado.
Ilenrique Augusto Milct, engenheiro civil.
Cabo :l de Janeiro de 1857.
que ae..
O ESTYI.O HE O HOMEM.
Mui ajastsd i e certo lie o dito do eloqaeule Buf-
fon Oesly-lo he o hornera inleiro ;verao-lo eom-
tantemenle realisar-se, e bem qua Ira cora a excep-
roem que entre os antigos, era lomado o eslvlo,
designando a agalha ou ponleiro, qae servia para
tragar os caracteres. Para que saibamos dos send-
mento, ideas, e educagao de um hornern, basta que
oucamos algumaa palavras por ele proferida, ou
ames que dellas nos apossemus depois de escripia.;
civel oo grosseir, nobre ou vil, bom ou perverso,
he inegavel que fcilmente se da a eouhicer e fa-
Ilmeme para a humai.idade,d'enlrt o. muilo meios
de se cuiihererem os homens dignos de altengao e
de horaenagem, ou de repol-ao e desprezo, o mais
imprtame he a palavra escripia ; no calor da pai-
xao.na ellervesceiicia de sendmentos vanados e im-
previstos pode o humen, (e mollas vezes succede
dar a seu e-pirilo ura carcter dilTareule do que na
realidade tem, e enlio os que possuem o sanlimeulo
da dignidade em grao elevado saben, descnlpar, se
nao perdoar asstrgoes ofieusivas e injuilas ; quando
porem a rellexao deve ter presidido a manifesla-
gOes dessessenlimenlos e paixes, euiao pjr ma.s
que se etforca o hornera generoso nao pode deixar
de censurar e protestar contra seu autor, que mo
i. Qae ..brigada a admitlir grandes declivio* do I 'j;10-"" "ao l'or "'" requintado espirito de m.ldade,
a por cenlo .rV u r 8" ixcia^d.-^ nle00, por llm ewtetol huloso, iulriganlo mes-
. por Lenlo lera de fazer grandes desperas de con- qnitil.o desga da condiccao eu. que deve estar lodo
rvagao e de combu.lirel.
">. Oue nao lem imporlancia polilic, ao passoque
I rom o me.mo dinheiro pode-se Itrar a eilrada de
Ora, esta provincia aprsenla urna configuragao
especial e d'onde dimana irresislivelmente o sistemo
de meios de comiuouicarao que lite ha destinado a
naloreza : compe-se ella de dous planos inclinados,
o primeiro. que sobe rpidamente do nascenle ao
poente, desde a co.li do mar al ai cabeceiras dos
rioa Capibaribc, Ipojucd e 'Ma ; o segundo, que
onindo-se ao primeiro, aube Je S. a >'., das margeus
do S. Pranrisco as fraldas u*a aerra do Araripe, on-
de divide esta provincia com a do Ceara e as aguas
da ribeira do .S". francisco com as da ribclra do J.-
guaribe.
Ileregra giral que, execoladas que sejam as vial
de communicagao ualuraes, o transito icompanha as
aguas ; por i.so, era razao da saa.onieao especial,
esse segundo plano, alias pouco povoado e cultivado
tem varias direrges para o transporte de seus pro-
dorios ; o S. Francisco, para cujas raargens he o
seu declivio natural, e de l a uavegacao do rio ou a
provincia da llahia. A' ribeira do Jaguaribe, coro
a qual confina na parle Dorle, e emlini afnosas ri-
beirasdo CapUiarlie, Ipojuca e tV/ia, ou as dos rios
alagamos.
Oaanloao primeiro plano inclinado, o qual com-
prehende ouze'das nossas Ireze comarcas, e constilue
pela soa populacao e riquezi a quasi lolalidade da
provincia, nao lem elle eecolha para o transporte
do^i seus productos, os quaes bao de procurar nrces-
sariameule os nosso portos do littoral.
Ora, do vrtice ilesse plano inclinado, e raroilicai.-
do-e ao iulinilo logo que atlinge.n regido chama-
da da malla, descera, acoinpanhaudo os nosso. rios,
al pouca distancio do mar, urna mollldlo de serras
c serrle-, geralraeiile de lormieao primitiva, (o-
teist e (iramlo, que cnnlinuos em loda a sua exlen-
s8o, acabara ao apioximarem-se di costa por oilei-
ro argilosos desliga los ou reunidos por baleutes
.St'tii.x mui baiSM e facis de se ;.Iravessarem. Baria
esla pirlicalaridade para ver-se o.ae o nosso tyriem
de vias frreas nao poda ,er seno urna estrada ge-
ral parallela ao mar, e'alravesiando as diversas ri-
beiras, na altura e.n que os serrlos que descera do
centro, ja apresenlam Mineos de conlinuidade, e
dahi ramilicacr.es que soben ptla. ribeins dos prin-
cipaea rios alo os limites do plano inclinado. E-ti
estrada geral que aravessa ns lerrenns mais cultiva-
dos da provincia, e pa.sa as immediacoes de todos
... centros pin.cipaes dt populacao e commercio
mais cedo on mais larde, uan pode deixar de ser xe-
lerroa Agua Prela, aproveilando os melhores terre-
nos, passando pela regi.lo mais rica, cultivada e po-
voada da provincia, a pooca di-taocia de lodos os
ceiros de populagao e commercio, cora pendorea c
excovagoea di.niuul.s, e a imm.u- vaniagera de re-
alisar parle de uraa estrada geralTe immenaa impor-
tancia poltica e de fazer ura. obra qoe, cora menos
cualc.o e inaiorea rend.meulos provaveis, faz parte
integrante do tystcmi na|ural dc vias frreas qae a
Dataren raarcou para esla provincia e presla-se a
lodas as ramilicagoes futuras ; sudo atu raudo pro-
vavel que as ecouomias da nova direegao sejam sul-
licientes para se execularem desde ja' as ramifica-
goes de Tamandare e da Escada.
Techo, prtenlo, a' favor da direegao qoi indico
os interseos gerae. do imperio e da provincia, e
tambera o, dos accionistas da companhia que lera
graude vaciasen, em aproveilar desde ja' o mori-
meuto commercal existente, al que chegut o hr-
polhet.co augmenlo da producto dos lugarea ermo.
e meollos do inlerior. Oala'poca, a opiniao po-
bl.ca, ju.z soberano era lodas as qoesles, adoplv es-
sas mtnhas ideas, ., grado as modilicagoei que
sugger. ua direegao geni da estrada de Ierro de Agua
Prela, diminuir dast'arle o cusiera da ompriia, aog-
uienlar-lheosreod.mentos.e minorar para a nos.a
provincia o pesado sacrificio da garanli. de juros,
que tao patriticamente aceitou.
Pirauga i de judio d, is.ili.
Ilenri; 'ugutto Mtlet,
ei i.-iro civil.
Dnas objeegoea rae foram apresentadas : a primei-
ra, (ja' prevista no communicado; he ser n.inlia di-
reegao menos central que a oulra, e, prtenlo menos
til ; a segunda ho relativa a urna.- pretendido im-
posaibilidade que hatiria era mudir-ie a direegao
adoptada, por ja' naver contrato e principio de eie-
cugao : Respouderei novaraenlc a ambas.
Quat he o lira do caminho de ferro d'^owa Prela'
he inconlestavelmenle por em communicacao com o
littoral da uossa provincia, essaa qualrocen'las les
ll i liant-l dn u tfim ...il___
homem se baixar ao papel digno s. daquelles a
quem faltan, os principio, de educagao, o couheci-
inei.to da le maii sagrada da honra e o mais no-
bre sentimento d'alma.
He infelizmente o que vemos realis.r-se com o
o autor do communicado, que sob o titulo depetis-
co presidencialvem publicado em o numero i-J'>-2
do Lilietal l'ernumbiicano, acompanhado da trans-
cripcao de ora artigo do Diario de Pernambuco.
He um communicado lodo de nolis, qoe bem qua-
dra a seu autor, que he de ola ; he un. quadro vi-
vo e variado dosseutimentos c carcter inconstantes
de seu autor ; he o espclho em qoe se acham re-
ilecbdas lodas as vi-oes a phajitasias que de conti-
nuo perseguem o espirito do! communicanfe ; he a
explosao de harpa dissonanle das torda, das liLras
de um corara a malvolo, locado por maos de ferro,
lao negras quanto o genio qoe encobre uina pele
branca : quem o l revolla-so pelos senlimenlos mes-
qiiiuhos, pelas paixes vis, que dominaran) > sua
cunfeegao ; quem o l nao pode deixar de lamentar
que os latido de um cao oso procuren, com toda
sua roaquido e tmberago offender a quem st acha
muilo elevada pan que possa ser por elles feridos.
O autor do communicado julgou-se ofindido
com o titulo de meslre em deicuraposlura; ecteu-
deu que nao era o mais proprio para o seu carcter
..rgulhoso, porque uo pensar do visconde de Cajr
para drscorapor, qualquer he medre ; manifesln-
so dt modo 1.1 qoe faz jus ao titulo de grao-mrsi'e
dos calumniadores perversos, e destt rez parece ler
rctleclido de modo a poder tomar a resolur.io que
(omou de aspirar, e obter Uo subida honra, digna
por certo, nao dt quera recebe incumbencias, mas
de quem se acha agarrado a risonha c agradare!
idea de alguma tela provincial, senao geral, com
que se lhe tenha dado moviinento lingos, t qae
de pramplo licon gravada na memoria do homem
de concepgao fcil e de iinagniaga j riva, que, no di-
zer do recorainendavel escriplor, constilue o ho-
rnera de temperamento bilioso, e qne pela mesina
facilidade de concepgao e viveza de imagmagao, le-
ve de transpor a poca de' realisagao para enllocar
ao impreasionado communicante na triste necessi-
dade de por illa esperar por lauto lempo, quanto
ja m.is de urna teta esteva agarrado.
He, pois, no carcter do grao-metre dos ealun.-
uiadores perversos que se aprsenla o communican-
te, e pareeendo au adormecer, nem se afogarcom
lano maldizer, deixa anda entrever que aspira ama
mais elevada condecoragao, embora leuda de aer re-
presentada porum papelaotncorpado preso ao pesco-
co | nesse caracler faz .lluses a pesoas qUefrequen-
lamaoSr. prtsideuteda |.rovincia.emprestando Ihes
maz'llaa e chines sn prop.ios docommoDicaole,epor
da bicia doS. Francisco que as r.rhn.M.l lhl fSS Pronuncioui que dizer a reidade, pe-
i ,u,.li io, que as caclioeira separam ra qual.ficar o conceito de algoem basta loma-lo
do mundo commercal, e foi eseolhida a ex-villa dt' P<" i'z. e enUo .sseverar que depois dos dilo--
igua Prela para urna das eslagOea, "afi.u de chamar
a popularan p.ra essas malas famosas onde I cente
de Paula por mudo lempo zorabou das forcas de
duas provincias, onde Carroo ./.tes e Pedro Ico
deram que azer ao governo ; onde exislcm as
mallas virgns'de./c/../)e, do Btpinha e da .-ierra
de S. Joho, vaslo e.pago onde se pode desenvol-
ver a cultora da canna, e a fazenda publica vender
mudas leguas de Ierras derolulas. ,se cuidar em de-
marca-las antes que se acabe a estrada.
morrn o Neves, passou o Pereira, basta dizer-se
cora prova de jiisligaqualificou o aleng: he por
islo que o communicanle julga-e com dire.to a ser
lgico e a raciocinar como homem de sua tempera,
julgands o. mais por si, dando-lhes oomes os ...ai
vrrooiilin.o.; toruou-se lira tur de argollaba, e se
qoero coiiiraunicaiite, o campo he franco e propriu
para telar seu genio, nao trepide, faga claras esas
allusOes, tenha a franqoea .le se desencapotar qoe
tniao sera forgado a respailar as repntacoea alhei.s
a Vspeilo de declarar se defunlo com clioro.
O Sr. presidente da prurincia he o alvo a que
principalmente o.communicanle dirige suas calum-
nias, coMideraiido-o como autor do artigo por elle
transcripto: faz pasmar que o espirito de interesae
levasse ao communiraiile a lancar-se na mais vi-
lenla dialribc conlra o Sr. Teixeira de Maccdo, a
poni de nao duvidar ollende-lo era sua honra,,ou-
sando dizer que os bailes dados por S. Exc. erara a
cusa do dinheiro da polica secreta, e que o impul
cilada pelo governo imperial, ptoloneada na. pro- i melada do dinheiro qae rusta i tsirada, e enjos tn-
v, ..,,., v, ,oh., poia .irn de ene randa importan-1 A"0' Kham-seeiii melhore
Para alcangarem-se esses raomenloos resaltados,
he que o governo geral e provincial resolvenm-se
a um sacrificio, que muda gente reputa cima das
uossa forras, e que nos corre a obrigocao de miuo-
rar qoanlo for possivel, escolheudo dn Ctiioa Agua
Prela, como se fez do lecife ao C'ao a direrrAo
que exiir meuos desbezas d.,.. h.% ? so por elle dado a estrada de ferio desta provincia
que exigir menos d.spezas, e depois de feda abran- cem prelerigao da di Baha, fora ilevido a 70 ou 80
ger mus prodoclos eom menor cusleio. Ora, essa di- j eonlos que della percebeu, para construir soa for-
reeeto he incooleslaveltnente a qoe eu iudiquei no
man enmmuncado ; a adoptada he raais cara, lem
mais pender, exige maior coateio, oflerece menos
produrlo, rameara seriamente o nosso futuro, con.
a nica raulagem de alravessar o centro da fregu-
rea da Escoda, a qual comprar-si-hia toda com a
cia roHiBieirl para ligar as ramjl,,:agOtn dar diter-
os ribeiras, presenil elle mmemo n.creasa polti-
co no caso de guerra martima par; couservecgo daa
tpiiiniunirjeoo. rpida, entre as dh ersas provincias
i capital do imperio.
I-i. posto, trala-se de ligar por orna estrada de
e em mtlhure sirrnmslanrias, que
a mor parlo dos de Pao iAlho, Umeetro, /,,.,.
lardim ele, e anda achnr-sn-h.lo as melhores
condigdts nossiveti, quando depois de fela estrada
pela direceao ...ie nliquei, encelaiem-se as ramili-
cagoes pelos valles do pojara e Sernhaem.
Quanloa impossibilidade da medlneaelo nos con-
corlar as riba ras dos rio. e riarho. nos lugares onde
as serras e serrotes anda silo coi.liuui.s e pcd.egosos,
he ir de eoeontro. lodos os principios da -ciencia, a
Indas ai conveniencias naluracs, he lazer oma estra-
da inleiramenle irlilicial, n.iii dispendiosa, com es-
eariCCel enorme, e na qual lie preciso admitlir
grandes pendores que multiplican, as causas de rui-
na e eligirlo ailada de.peza de tOtOuMlirel, uina
eslrada que nao acha lugar em systema algum de
via frreas para a nossa provincia, e que, no estado
aclual da re^iao que aravessa a presente, alera do
mais. o inronveuirnle de pasar por terrenos pouco
cultivados e povoados, longe de lodos os ceiros de

lana Ha arcov.ges ia.i calumniosas e' tito lorpe
que basta a sita simple enonciagao part a completa
dispensa de qualquer defeza : as que fez o communi-
canle aoSr.Maredo sAoseraduvida desl. orden., se
assim nao lra nao eslaiiamus longe de acreditar nm
bnalo que merecen as honras do dia, I,/en lo cijber
a pecha de parricida a aquelle que por eos prece-
dentes. ndole e lalre por seus inlerr.se>, Dio Ir
I-i.l.i -o em reslsa-ln. Emtim, se o estra do com-
municanle nao no conven.esse de quem elle he,
loriemos de efflimir de qoe nao era o de um Per-
uarnlmc.no ; ma. nifolninieDle o e.i vi lie o hon.-.n,
e nos conheetndo o eommoniconte |.eb> eu estile,
nos vemos na dura necessidade de confessar que he
Pernamboeaoo, masque he mu Peruainhucano de-
generado.
.1/.
prtmilua, e nao
Iraz comaigo pirda nen. demora alguma, pois nao
existe -nota Irabalho algum de exeruran alem da
villa do Cabo, o einprrileiro ainda lem tarrico por
mudos rnezes a'quem da mesma villa, e a Minbi
direcgSo, po leudo emendar-se ... oulra na altura dn
Cedro oa do /(or nao se perdera ah.olutamente
parle alguma das ja' eabogidas, pois o pequeo ser-
vigo execuladodo Cedro a' villa servira para a fu-
tura ratnificagao do Pirapama.
DA I.ONCEVIDAD!-;.
lie opiniao na silencia de Hypocntei qoe; as re-
gioes Iras, como no nurle da Europa, ollerecem re-
petidos exemplos de longexidade ; e pelo contrario
no paizes inlerlropicae. a vida qoaai sempre he
curta, (jue o termo medio entre o luso c a rudeza
aprsenla lambern grandes exemplos de longevidade,
dando bem i couliecer que a proporgao que o ho-
I mem se torna ..feliz.- arerrando-se de fausto, abre-
ra, por mu modo rpido a existencia: assim romo
aqueje que para viver se expe grandes fadgaa.
i Accresrenla-si ainda que : um Mscimeete feliz e a
lampe, a eduoacffo pMsiea e moral, e a eaueire de
ii,lineo, poderosamente na prolong.gati da
que ae busque um exercico proporcionado as forr.,
de rada um. V.ve-se assim melhor, mas nao
segu qoe por rirer-sc melhor. se vira mais. L
na.cimfulo lemporao deve influir sobre o principio
vital, porque su ao lempo assignalado pela riato.er,
he permiltida a perleigao da partes e pr.ipried.de.
do corpo humano. Consolidado o principio rit.l
logo nos primeiros lempos da iufancia, me partee
que dahi por diaolo ludo corre regultrmeute, e em
nada mais devt influir acerca d. ra.ior ou mi or
duragaodavida. Direm que Vluir n.seca exte-
nuad., e fora d. lempo, enlrelaol. VoKaire vina
mu'lu. Me que essa coberlur. oucluosa qot cobra a
pede da criauga dt lempo nao he ceusa de tinta
taha corno a melicir.a faz acreditar ; nem U pouco
eai.s uuhi, curtas e esta mel.de d. corpo ieima do
amblen, com tkmm m ^^^ fc
lempo, mereeeiu .(lenca,. .Igo.aa para urna d,
longa. ludo .alo ,ra mollo wt ^^^
lempos da infauc.a, onde a morladdade he iubmuh
mas eu cuido que pas.ada crie criat, oa quil o fe-
nero humano perde UlVfI rsa D,irle >M re_
produgao, dahi por diaot. ,udu m,rcha do ^^
modo, lauto para o que acaece, de Ump cono ota
de lempo.
Parec mesmo que a oalureta, procurando reme-
diar a falta que lioove uo oascimeolo lempoiau. da'
ao que assim reio a' luz um iua.w desenrolvitje.u.
phisico na idade adolescei.lt.
A respeito da educagao phisica e moral, oiegcrm
a tem melhor t raais svelemalica do que os sobe
ranos, e depois dell.s as prssoaa de opekac.a to-
tretanto nem una nem oalrot tio os qoe ioim vr.t.
Ser' porque o lua de que esla rodeado, utiirt-
lisa os elleilos daquella edocagao? sera'...
Quanlo porem aos dinas frim, oeste ponto .na-
tura a medicina ama obserragao pouco cunfrorUd..
Se ella live.se entrado no nosso Cariry Velho, ulo
asegurar.a qoe a Soecit.Noroega, Finlandia, Ktatte.
Dinamarca ele. sao paizes qae mais casos dc lomen
dade apresenlam. Duvido mesmo qoe casa etfebrt
aldeia Renda, n'Allemenua, ollereca um esqoairao
de reinas omais rell.o,.. nem mais luzuJo qoe o do
Lar.ry, nem mesmo que o eu obilu.rio teeba re-
gistrado tantas e lao creseida. id.des. EnlnlaablM
o Carirv om dos pontos mais qoenles do Br.-I, .
onde urna oceupagao por demais labo.iosa reda ao
seus habitantes essa cuidadosa educagao, um tos
mais importantes aoxtliares que conlriboem paca
vida longa,como propala a medicina.
Seos lacio, so iodo nenia sciincia, o scgoiitc
..abreviado., erih.logo, garantido pelas melhores n-
formagoes, qoe pude colher, testifica i
de redecid :
leos.
I Manoel Freir daa Porleiri couta I:KJ.
He vaqueiro, e ainda ra grandes fricas a'
vallo.
-i Vcloriuode Preitt. Cavtlcanti coula ItOato*
Anda a' cavado o peosa que niogoem inooU ra.-
Ihor qoe elle.
:t Jos do Reg cocta 105 annos.Vive robusU.
t Aqlonio Jos Perna-O.iebrada couta 105 auno,
Apezar dos grandes con(ra(cmpos da sua vida, itrj
robusteza e alto.
.i Francisco Pereira de Araujo coula 101 anni.
ti ionizio Diai Pereira cunta 100 annos.Re oo
dos maiores deinandislas de Campiua-tinnde.
7 Fidelix Ferreira coula 100 anuo..Vira ferxt
e sao.
8 Vicencii Mario da Couctigao eoota loo aun., .
0 Jale Gomes de Aroorim cotili y tonos.
10 Amaro da Cosa Romeo conta 9R anuos.-lem
pooco censo.
II Antonio Jos Pereira conta 97 timos.lea
ama robusteza de mogo, o fica bastante irado cuto
qoeni lhe chama girimuo, desaudanda por este mo-
tivo a mais tremenda descompostura.
I-i Francisco Uves Bezerra ,-onla 7 annos-
Vive robusto, apezar de ler cabido coa oom II-
aceta da coberla da matriz d* villa de l.a.npi, ,
l.raude, quando se tratara da soa edifieaggo.
13 Msooel do Nisrimento rive com 97 anuo-
11 Joaqoim Vives B.zerra v.ve com % anc-n. -
Antea da enfermidade que agora a sorarendeo. Ir.-
java de homem quaudo moutava a evado no qoe
era perita..
15 Joaquira Manoel do Nascimtato rire cota 9'.
anatas.
il> Jos do 1 gueiredo. viva com M ani.ee.
17 Jos Corre, vive eom 90 anuos.
18 Joio da Costa Arago. rire com 90 auno..
19 Joao do Reg, vivo com 90 aooos.
-H Rosi Maria da Conceigao, vive com 90 anuo-,.
-.1 Victoriano Comes de Moraes, vive com !in
annos.
2J Adriana Maria da Conceigao vire com '.t>
annos.He casada com Manoel Pereira Pinto dt
86 anuos de idade, o numen, mais forte o maii tn-
salo que eu eoubego.Possae Listante gado en
Santa Rosa e o ceohece lodo pela cor.
Zi Igoez Gomes de Farin rire com 90 auno-
31 Franciaco Pereira Pinlo rive roboato ettn net
a unos.
> Antonio Comes de Parias rire comi auno-.
Tem robua(eza e eeu 26 Amonio l.uz de Barroi rire eom 84 annos.
ii7 Francisco Filgueirai Caralcaali rire com Si
annus.Ue prodigo e extravagante como om topa/
de pooca idade.
Mortoi,
1 .lorio t.ong.lves uiorreu cura Vth annus, harn'
i anuos, em seu perfetto juizo
2 Maria de Mello morreu com CIO anuos om teu
perfeito joixo.
3 Maria de Jess morreu com l-JH anuos en ra-
docidade.
4 Uabriel Comes Pereira morreo eom I-JO anco.
5 Costodio de Olireira Ledo morreu com IJO
annos.
6 Simiana Pereira de Araujo morrea com
anuos.Era admiravtl liaudiira, anda mesmo
ltimos lempos di .ua vid.
7 Francisco Jos de Audrade morrea com
aunos.
8 Damiaua Lopes de Siqoeira morrea com
tunos, llenan lo grande descendencia.
9 A mariuha Pereira de Ara ojo morreu ha I aullo.
com 106 anuo,.p0 a progeuilora da familia ,-Ca-
tol no Pociuhos.Coote-se mais de .'I patoei
da aua descendencia !
10 Mauoel do Nascimento de Alenla Braga
morreu ha I amto con. 106 anuos.
ti Thereza de Oliveira Ledo morrea cora |.i
annos.
12 Raimando Freir do Oliveira morreu do rbo-
Icracom 100 aouos deixaudo CIO uelos !
Ll Rita Mana da Conceigao morreu do i bolera
eom 100 anu,..
1. Joao Piibjire de Olireira moma eom loo
annos.
13 Leaudrt Ferreira da loneeigao morreu con.
100 annus.. niJa nessi idade tra um rbido d
armas.
16 Mauoel de Figueredo morreo cora ',*f aunes.
17 Hilario da Costa Horneo morreo com % .mu,...
18 Ignacio Barbosa Brrelo morreu com !N> anuo-,.
19 Maria as. miento morreo com 9'ianoo.
SO Pedro : arinho morreo do cholera eom 90
annos.
21 Jos Pe tira de Araejn morreu Jo ,-holeia
com 87 annos.
le Farii
I-J
nm
ll.'i
Hi
aterrec com '. >.....>.
'nido de Mello morrea rom H*
It.le auno, evleiioaln de en*.....
lar .0 tccoCjl neste verio em prt-
Deitca mi ne|Us .. ,6 hi.oelo, tro
1 Amanaba Prreira de Araujo.
_'J loo I. .11
23 xrahtias
innos em Jeeei
por querer khI
juzo d'umi -i'.
cenro da afam
cima referido
2i Fedelix ,| Silva m.urea ha l. n.rzri eom ll-J
annos.Na., v i moga que por elli uaose desmaa-
ebasie de amor.
ERRATA.
.Nocuraiuuiii do a..moado .ibera! (enuiio na ti-
nha primeir. e lugar deQuando. impeidot ped...
nobres elele -seuando. impedid. pelos aacta
nobre. etc. elena l.ulia lo;,, ,., |aB,r de ,(,.,,
lados t rdodot lee aedespeilada. e raladas
linha lilins levaramKa-Ce n.*levoa. *
viver,
vida.
Quanloa iudtmuisarao dos terrenos, nao faria.quea medicina ata
Ku porem enlendn qne nada disto he exacto, e
<> arrezo,. Cenca.
ienhores redan ere >:PcrmilUm-me Vmc. qae
inda por ette vez rerorra a *u jornal para m.oi-
le.lar o iiran.lt jubilo, r exiriord.o.ria. alegn...
|Hs... .............,,le ponto he la., especulalivi como que me occsioiiou a rertnca.. de umai r
nlS Mr VP,S "' P'T*""" ""'"""' S'r- < Dai """ SerJ Pr,,Ue "ao ""> "''""'ad.- nao du- I ,,, dirigida, por meo e lie ,1 CZ ITl.
nhaem, too formato e Una, nao tem menos inlelli- j vido. .,. Fr,n;0 r',,Tl ?-
gecci, e patriotismo que osda Escada, .*. prmp-1 Bom he qoe se faga esco.ha de aumentos ...c,, e I ZgZSfS S.7 ^LZ^lZ
WWrj




DIARIO DE PEBNAMBUCO, SEXTA FEIRA 0 DE JANEIRO DE 1857.


pelo dcimo lerceiro circulo, na Comarca da Boa-
Viita, pita onde *f guio. L imu,-- tejara dados Mi
dislinclos e siiudos Boaviatanoa, que souberam re-
compensar o roerilo do (lo disllnclo propoguador
dos direiloe do povo, daqnelle msmo que asaistiodo
as sesses da cmara nos annos de 185:1 a 1856, eni
occasiao alguma deij-ou de manifestar com franque-
za'suas opioiSes, e ja maisdeiiou le defender
os importantes iuleresses da nacao, as arles, o com-
mercio, eas industrias. Sao p-jovas cabaes desta
verdad* os Irinta o ilous discursos proferidos na
cmara, por e*se eloquenle depuiado, nos quaei se
moslri a dedicacio, desinlcresse com que advogou
i causa de seos eonsliloinle. Una abnegado he
boje bem rara ueste lempo, quaildo muilas veaes >
ambiques egoislicas fm abafar os deaejos de glo-
ria, os seotiroenlos de palriolismo.
Conspicuos Boavislauos de todas as Cores|polilica,
a os envi meus parabeus pela acertada e>colha
para depnlado pelo vossu circulo ; a vo< me dirijo
como memoro da socicdade brasileira, e agradeco
de minha parle a brilliaate votarlo que eorufens-
les ao Ilustrado l'eruaiiibucano l)r. Francisco Car-
los Brandan. Km verdad, Srs. redactores, fui tal
o acolbimento que encontrou o meu amigo Bran-
dad eutre os lionra los Komi-taos de lodosos par-
tido', que eonipondo-se o circulo de Ires collegios,
lie leve u'oiu a unauimidade, que foi o de Sania
Mara da Boa-Vista e Cirolm, no uulro apenas per-
dto dous volos, e no oulro perdeu tres, sendo os
eleilore liberaos e guabirus, mas lodos com enlhu-
siasmu reelegeram o depoladu por merecimento.
Diguem-se poi<, Srs. redactores, de aceitar em
suas columnas essas mil trotadas linhas com o que
faro favor a seu eouslante leitor
Jos Brutilino da Silva.
Recife, 8 de Janeiro de 1857.
*Pitf)Ucac5r3 a pedito.
Hisconlo de lellras, de *> a 10.
Dito do bancoKa 10.
(juro.Oncas liespanholas. .
Moeda de 6*J00 vellias .
t 65OO novas .
(i i;."ni. .
Prala.I'alacOcs brasileiros. .
Pesos columnarios. .
* mexicanos. .
AllAMiKd.l.
Kcndimenlodo dia I a 7 .
Idtrn du (11, j .
88 a 285500
. I6|000
. I69OOO
. U&OO
. 5000
. 0*000
15860
55-343S478
18:7UJgli;
4:04654>;l
Descarregam hoje 9 de Janeiro.
Barca inglezaMedoraferro.
Brigue iivgltzJustina Marymercadorias.
Barca suacaBloome- -farinhi de trigo.
Brigue iimlezGlaocustucalhao.
IMiORTACAO
Palliabote nacional l'iedadeu viododo Ass, con-
signado a Barlliolumeu l.oureuc,o, manifeslou o se-
gninle :
1:074 alqueires sal, i00 mollios pallia ; a ordem.
..">-! HI'U liKHAL.
Kendimenlo do da 1 a 7 .... 2::i3986t5
dem do dia 8....... 1:405)610
Lev de Aduana que delje regir el ano de 'iirseesle la vista de li eaeola devena del re-
ijjr- matador publico, que sera' prennlada drnlro del
nFIMRTiiMITNTii iVu II vcivvn termino de Iremla das.....Ndo el cual el illa, de
lir.l.IKI A.MfciMO Ufc UAI.IL.NDA. acuerdo cod el veedor que ls iiispccciouu, DCCtica-
b.1 presdeme de la cmara de representantes. ra* su ;,r,.ro fomu fuerH,, sanas.
9:75J)2I6
UIVKItSAS PROVINCIAS.
Heudimenlo do dia la7 .
dem do dit 8........
7*15123
5
T tclJi
AOS MKI.S ASSIG1ANTB8 E AO PAIZ.
Tres anuos so passados, que dei principiu a pu-
blicado do Brado do Poco, amistando as maiores
delliculdades possiveis a condieflo humana. Teuho
soffrido es mais inauditas ingralidoes de mailos que
e deziam meus amigos aliados | lo- priucipio De-
mocralicus.
Perseguido assim pude publicar o lirado at a
.". serie ; porera augmeutando as defticuldades, nao
pude continuar a sua publicado, a falla de um pr-
lo de ferro, apenas possa comprar o que ja se arha
negociado, publicirei regularmente.
lentio ealuda'do noile e dia a postc.'.o milindrosa
em que se acha o paiz, a o vejo mergulhado no 0-
elaoo de terriveis calamidades. Porlanto, sempro et-
larei pruulo a preslar meu fraco couliugeote, ic mi-
de permillirem minlias dbil forjas.
lenhu feilo ludo mu de ver se posso continuar
ja na putdicacao da eszela ; porem vejo que so he
poisivel leudo orna lypographia sobre minha direc-
QW.
Eslava publicando na lypographia do Sr. Dr. Bar-
ros, mas nao foi posaivc.l continuar, pois todos sa-
bt'in quanlo os desmanchos do dito lenhor.
Entretanto estou Irabalhando com todo esforz
couipalivel as miolias forjas alim de em breve sabir
o Braio.
Ksloumuito animado, visto ter prometlimentos de
amigos de Goianna, e de oulros lugares : espero por
lauto decidida acquisii3o. Knlo eiptirnirei franca
livremeuie mci- pensaineutos.
Se nio eousegoir a compra do prclo, relirar-me-
hei por mrzes da imprensa, al que possa comprar.
Irci trab.lliar, meditando sempre seriamente dos
males da patria, entao quando despozer de recursos
para a compra de una lypograplpo, voltarei forte e
e enrgico a discutir os principios que desde ujiuha
infancia advogo.
N.lo me acliu cansado, uem deiio de ser republi-
cano. No obrigarui jamis os principios qoe po-
deni Irezer na Amrica a pura lbrdaJ.e ; mas para
lo nao quero a revoluto armada, admilto e abra-
co a discii--,iu franca e leal para cheganuos ao com-
plemento, ou do priucipio repoblicano, 011 do rea-
lista ; esperaudo que da discossAo tenia e reflectida
vculi.1 o triumpho de um 011 de oulro M-lema de go-
verno.
Creio uos principios da pliilosophia christaa, e co-
mo verdadeiro calholico estao elles iudeHlilicadas em
ueu coraeo ; oKs nao quero que se precipitem os
eouleciiiif utos : (ornaudo assim morusa a niarch.
ile progressu emancipador.
aiutrego minha vida de escriptor publico aprecia-
ejpi de Psmambuco, e do Brasil iuleiro.A eicep-
i;in de algum inimigo gratuito e pequeniuo, itin-
guem dir que ultrapaosei os umhraes da verdadei-
ra iudepeudeucia de um fiel advogado do povo.
Minha pobre peuua, al hoje ao cscrever o^sas li-
uhis, nao fui ucm he mercenaria do poder, ^ortao-
to, me julgo com direilo salvo de volt.ir a imprensa
quando me ochar opportuuamenle habilitado dos
uieius necessarios,
Espero nos meus amigos, que coadejuvaram ; pois
bem s.ibein que a n.1o ter ama lypographia, n.io po-
derei dar nina pulilicdi.,10 regular ao Brado : por
lauto iiellts conlio.
Nao recebi dinheiro do governo, uem de pessoa
alguma para nao escrever etuu puro : ale hoje,
ninguem me poden Linear em rosto.
Ileide fazer ludo para nao viver lias cosas dos a-
uiigoi: empeuliarei pela ultima vez todos os meas
\tor50s.
Em lodo teroceuio da publicae.10 do Brado, me
aehei com alguos amigos verdadeirn ,i didicados a
causa do progresso social.
Minha resignado a anuos, lie bem patente e
creio que nem una falta comelli que 'me possa dis-
lastrar.
Quciram, seuhore redactores, do Diario publicar
esta miuha nposirao. Espero a Iranscripcilo pelos
joruacs que me quizerem louvar.
. Recife 3 de Janeiro de 1857.Romualdo Akt* de
Olivra, redactor do Brado do Poto*
AODIA 1)0 NATA)..'
1*0 Menino Otos Jess
Eu -.ni lo o nascimeulo
Elle lie titilo de Uros vivo,
E do uuiverso prtenlo.
I ilho da Virgem Maria
Por obra do Btpirito Santo,
Esse Dos qoe lie nosso pai,
E que 110 co pode1 lano
Velle sobre a humaDidade
<.>oe sem Dos na lem valia ;
Por amor do Padre Eterno,
E da Loiiceieo de Maria.
Eu saudu o na-milenio I
Do Menino Oeot Jxus,
'.'"' p'r.a redempi;ao do muurlo
Ouiz morrer em urna croz. 1
A indi passada de dores '
lema, ao lillio coulemplav
O'eulre tormentos, o pai
beo espirito eulregiva.
Do sepulcro que o guardyu
Kasgaudo-se o denso veo, ,
Surgi ao lerceiro dia
Subindo direilo ao co. 1
A direila de Dos Padre__,
Existe com mageslade,
furinando com o Kspirilo
A Santi Vo l)o qoe he nnssn pai
^"" .'^rt'n linio DOS de\p|nii-_
E que ..rada nuirnonto "'
\ ma |p,-*-quecemo<,
liumildei peamos baja
Que pelo sen lascimeiilo,!
De nos-as conlinS culpa
Nos de arrepiMidimeiifo;'
) .P.
tu) 'i do dezombro de ls:,(i.
DESPACHOS DE EXPOUTACAO PKbA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
8 DE JANEIRO DE 1857.
FalmouthBiigue hamburcuez Olio, Henz Bruu
6( C, 1,000 saceos as-ucar uiascavado.
C malBarca inglea aEulrrprese, Sanuders Bro-
thers & Companhia, 2,W0 saceos assucar masca-
vado.
CorlkBarca injie/.i cCvpressu, Sunders Brolhers
i C.| 550 saceos assucar mascavado.
LisboaBngub porlugue/. (Laia 11, Navaes & C
.55 cascos mel.
Porto Barca porlagneu Sania Croz, Tliomaz
de Aqoino Konseca ^- Killio, 13 saceos eomma.
PortoBrigut portusuez Amalia 1, diversos car-
regadores, 131 cascosmel.
Mi*Barca porluzue/i narle IV, diversos car-
regadorts. 8y cascos mel, 167 couros salgados.
UavreBarca frauceza Sirco, Lasserre cV C,
3.000 saceos assucar mascavado.
LisboaBrigue portugoez .Laia II, Antonio Jos
de Castro, 49 cascos mel.
Brealk WalterPatacho americano Fclio, R01-
tron Rooker & Companhia, 872 saceos assucaf
mascavado.
Exportacao .
AracalyHiate nacional Capibaribe, couduzio
o seguinle:300 volumes, gneros eslrangeiros, 18
barris mel, 2 dilos assucsr, 6 caitas rape, i dilas
charutos, gneros do paiz.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PliRNAMBUCO.
Rendiinanlo do dia I a 7 2:21 nlT
dem do dia 8........ 4393021
2:673-1 ll.i
CONSULADO PROVINCIAL.
Randiinenlo do.lia I a 7..... 12 0735510
Uem do dia H.....-. 4:36y257
I6:60!);667
W&Muuto o potto.
Navios entrados no dia 8.
Assii7 das, hiate brasileiro apiadada, de 2H to-
neladas, ine-ire I .ni.iiiii Jos Alves das Neves,
ii|ui|. i..eni 10. carca sal e palhas ;a Barlholomeu
l.ooreoeo. Perlence a Ptrnambuco. P.issageiros,
Manoel Gabriel Domingues Viclor.
Parahiba3 dias, hiate brasileiro uCamesu, de 31
toneladas, meslre Bernardina Jos Bandeira. e-
quipagtm carea toros de mancue ". a Francisco
Radich. Perlence a Parahiba. Passageiro, Manoel
de Arroda de Medeiros. .
Terra Nova37 das, prime inslez Ulaarn*, de
232 toneladas, capilao James Ailken, equipagem
13, carga 2,9.50 barricas com bacnlhao ; a Seha-
ramm Whally C. Perlence a Creenock.
Liverpool26 dia.. salera inaleza uSeralina, de
239 toneladas, capilla Tliomaz Davies, eqolpagem | |M olra
16, carga falcadas e mais geoecoa ; a Johuslou P.
C. Perlence a Liverpool. a>
Riclimond37 dias, hiate americano ntieorge I nwn-
sendu, de 2ii toneladas, capilao Jame Helaey,
equipagem carga 1800 barricas com familia de
Iriso 300 com holacliiuha ; a Schramm Whal-
ly & C. Perlenca a Neiv-Vork.
Buenos Aires, octubre 31 de IS.'ili.
Al poder tjerultrn del alado.
El infrascripto lituc el honor de Iran-cribir 1 \.
E., a tus efeclos consiguientes la ley fecha de ayer
saucionada por las cmaras.
El senado y cmara de repro-enlanles. del esta-
do de Buenos-Aires, reuuidos en asamblea general,
han sancionado con valor y tuei/.a de ley lo sigui-
ente ;
CAPULLO 1.
De la entrada martima.
Arl. 1. Son libres de todo derecho su introduc-
cin el oro y la piala sellada 6 en pasta, las piedras
preciosas suelta*,las imprentas > sus tiles,las prensas
lilogrlicas, los libros y papeles impiesos, los ga-
nados para cria, las plantas de lela especie, las fru-
tas frescas, lena, carbn de lena, carbn de piedla,
postes para corral, cal y lodas las producciones de
las dems provincias argentinas.
Arl. 2. Pagarn cinco por ciento de su valor el
oro y la plata labrada manufacturada, com piedras
pieilo-a-. sin el as, las lelas de seda bordadas de
oro y plata, lodo instrumento o utensilio con cabo
o adorno de los mismos metales, las maquinas para
el uso o ejercicio de algona industria, los azogues,
sal comn, -aliire. yeso, piedra de construccin, la-
drillo, duelas, alfajias, palos para arboladuras, ma-
deras sin labrar y preparadas para conslruocion ma-
rtima, el bronce y acero sin labrar, cobre en gal-
pagos o planchas, plomo en plauchas o barras, hier-
ro en barras, lingotes, platijas llejes, hojalatas,
soldaduras de estaiio, ceta sin labrar, talco, oblon,
bejuco para sillas, el alambre para cercos, carei, al-
quitrn, brea, arados y m.quluas para la agricultu-
ra y en general toda primera materia para el u-o de
la industria.
Arl, 3. Pagaran un ocho por ciento la seda en
rama y para cozer y toda tela de esta materia.
Arl. i. Pagaran un quiuce por ciento las laii.i.
(egidos de lana, hilo, algodn, las pieles curtidaa,
las obras de metales, excepto las de oro y plata, el
papel de lodas clases, incluso el de imprenta, los
instrumentos utensilios de arle*, las drogas y to-
dos los dems artculos que no asan comprendidos
eu las otras disposiciones de esla ley.
Arl. 5. Pagaron un veinl pur cenlo la ropa he-
d y calzado, no siendo de goma ambos arliculus,
el azcar, tabaco, yerba mate, caf, l, cacao, acei-
te de oliva, sal de mesa > lodo ramo de comestibles
eu general.
Arl. 6. See^episan del articulo anterior el tri-
go que pagara igual traala pesos por lauasa. la ha-
rina que pagar igaal suma por quintal y el maz
veinte pesva por iauega.
Ail. 7. Pagar un veinte y cinco por ciento los
caldos y bebidas espirituosas en geueral.
Arl. 8. El derecho de esliugage pralos efeclos
que no entran -I deposito era de un peso moneda
corriente por bullo eu proporcin de su peso y la-
OiSiio.
Arl. 9. La merma acordada los vinos, aguardi-
entes, licores, cerveza en caco, y vinagre, se cal-
culara segn el puerto de donde' lome el buque la
carga, debieu lo ser de diez por ciento de los puer-
tos situados del otro lado de la linea, del seis de lus
puerlos de esle lado, y de Ires de cabos adentra.
Arl. 10, La merma por rotura en los lquidos
embotelados ser un cinco por cieulo qualquiea
que sea sq procedencia.
CAPITULO II.
De la salida martima.
Arl. 11, Pagarn Ires pesos cuatro reales por pie-
za los cueros de loro, vaca y novillo, siendo secos, y
coatro y medio peso siendo salados. Los de becerro
pagaran doce reales pieza.
Arl. 13. Los cueros de mua \ bagual pagaran, un
peso por bieza.
Arl. |... Los cueros de carnero pagarn) por do-
cena Ires pes.s y medio.
Arl. 14. Los cueros de uouato y las dems pieles
no espresadas en los artculos anteriores, las plumas
de avestruz, los huesos, asas y chapas de asta paga-
rn un cuatro por cielito de su valor en plata.
Art. 13. La carne tasajo y salada' eu barriles pa-
gara' cinco pesos por quiulal.
Arl. 16. Las lenguas slalas pagarn un peso por
docena. ,
Arl. 17. El ganado vacuno en pie pagara diez
pesos por pieza, el caballar seis pesos por pieza, el
de cerda; y lanar dos paso* pieza.
Arl. 18. El aceite animal, el sebo y giasa derre-
tidos y e(i rama pagaran doce reales or arroba.
Arl. 19. La cerda pagara' cuatro pesos por arro-
bo, y la lana sucia y lavada dos pesos y medio.
Art. 21) Todo producto y arlefaclu del astado,
que no va expressado en los artculos anteriores, y
y en jeueral lodos los productos y producciunes de
ara,
Arl. 39. Lo caso de diferencia entre el vista, ve-
edor interesado -obre el aforo de alguna mercade-
ra, no iucluida en la tarifa de avalos se suspende-
r' su despacho, hasta allanar la dilirullad, y no pu*
diendo avenr-se lendra' la aduana el derecho, y
podra' lambien ser obligada a' quedarse con el efec-
to por el avalu que le quiso asignar, mas diez por
cenlo, pagando su tolal impoile eu letras de Re-
ceptora, cot deduccin de los derechos correspon-
dientes.
Arl. 10. Los maniticslos debern pasarse a' la con-
tadura el da guenle de concluido su despacho,
lriuados por el visla y veedores.
Arl, II. Los comerciantes aceptaran letras paga-
deras por igualar paites, a' (res y seis meses preci-
sos, si pasase de mil pesos el importe del derecho :
el que 110 pesase de esla suma sera' satisfecho al
contado.
Art. i2. A ningn deador de plazo cumplido se
le admitir' a' despacho en las oficinas de aduana,
concedindosele sin embargo tres das de lrmiuo
despus de pasado el aviso para ellectuar el pago de
los derechos que se liquiden al entilado.
Arl. 43. Se autoriza al Poder Ejecutivo para que
pueda permitir la libro introduccin de semillas des-
tinadas a' la agricultura, } asi mismo de aquellos
articulo?, que, a' su juicio, considera esclusivameu-
te destinados al culto divino, y sean pedidos por cu-
ras encarregados de las iglesias > mayordomos de
\ssu" e Fernando, a escuna Linda, recebe I ->.- --&AiCfl-
raiga nicamente para o A*!)', c passageMa. hroRAS pn.EC
ros para urna c oiLia parle, temi os passa- I _
\
c
1
geirosde Fernando deapresontar guas com- '
ptenles portaras; sahir at odia 11 do
correte : lr.la-sc com F.duardo Ferreira
Hallar, 011 com o cutnmaudan'.e Cumulo I.el-
lis da l'unsera.
Cuiupanhii brasileiru
paquetes a vapor.
de
;iosas. *
-
;. Adereco. de brilhanles, <.
i diamntese perola, pul- *
* .cir.is. allineies, brincos *?
* a rozlas, bolftes e anneis E
^ de dffercnles costse de d
diversas pedras de valor. *
.?; *
" '*.
* Compram, vendem ou *
Irocam prala, ouro, bri- S
c Ihanles.di.imanlesepero- f
* las, e oulras quaesquer
( joias de valor, a dinheiro i
* 011 por obras. **
* *. *'< ? .? ? .?. -f jV.4>:.<
10EEIKA k DHTE.
L.I\ ttl fi'HISfc
Rua do Cabuga' n. 7.
RecelM'm por to-
dos os Vapores da Gu-
--
g OL'ROEPHATA- I
* Adereros completos de ?
* miro, mein-.lno-, pulre-
I ras, allineles, brincos a I
+ ro/ela-, rerdi.e-, Iranre- X
* lins, medalhas,correales *
I e enfeiles pirarelogio, e *
S oulrosmuitosobjecloide
oaro.
' Apparelhos completo, ?
ron IS Olil'a.i Hit litis le prata, para cha, ban- I
~ I i dejas, salvas, caslicaes, a>
IllOderiiO <).>!(;, tail- Z tolhere.desopaedecha, ?
. CT v ^ e tnuilos oolros objectos ^
> de prala.
.- *. ?. ?.****?? a,;;? *
O paquelo l.Ml'Elt.VTHI/.. rommandaiite a ca-
pilao Irnenle Santa Barbara* espera-se dos porlos
do norte em seguiinenlo para o sul, no dia 12 do
crrenle. Os senhores que liverem de remetler es-
lo (ii- Franca icomo
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o eommodo eomo eos tu man.
cofradas: los instrumentos utensilios para las cr ciencias, los muebles y herramientas de los emigra- I rti* da cheaada para se encajar o que o paquete po-
dos y las cosas destinadas esclusivatneiita
'- no_i a- ------->-----------------_--, t 1-----1 r I
su esla- : conduzir ; o da da saluda he reservado somen- !
le para o recebinieulo de pxssageiros dinheiro a ]
frele, ale as horas do cipemente, qoe se annouciara
CONSULTORIO HjMEOPATHICO
?ai* 0? &>* 2i4>3 SQCi)
blecnnenlo.
Art. i. Esta ley sera revisada cada ano.
Arl. 1 j. Comuniqese al Poder Ejecutivo.
Dios guarde a V. E. muchos anos.
Manuel M. Ltcalaia.
Adolfo Aluna, secrel.no.
Noviembre' de IS.I.
Cmplase : acsese recibo, comuniqese a' quie- e depois de IcSCaiTeijar a carga cinc trou-
?" oSr"dd' publiquese insc,lese e" el Ke'is-! ser eguira' para Baha e Rio da Janei-
Oblisado, i*o, levando daqiii sotnentc passageiios:
agentes C. J. Astley & C.
Onde se acham sempre os mais acieditados inedicamentos, lano em tintura como
uo escriptorio : agencia ma do Trapiche n. lo. em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos basUnte commodos .
Espera-te aqu ate o dia i i do cor-
rente o vapor iiifjlez, a' hlice CELT, de
"00 lonelladas, entrara' dentro do porto,
Srtif*.
Sorberlo de \a I>e*lru.
Tendo-se de cifectuar o conlralo, por!
tempo a Qndar no ultimo de marco prximo,
para o fornecimento dos navios de guerra,
barca deescavaeflo, enfermarla demarinha,
e pravas do arsenal de > .arinlia, de arroz,
agurdente, assucar, jw.oile doce, bacalhao,
carne secca, cafe, (ariona de mandioca, fei-,
j3o, sal, toucinho, vinagre, azeite do carra-'
pato, velas de carnauba, dilas estearinas,; () asente Oliveira fara' leilao, por or-
ame verde, pao e hulacha ; manda o con- f|,.. ,1", w ?_ u..i ;.- j 1 *_
seiho da admtnislracno naya'l fazer publico ?U' 'kSJJ" ^ ."' "l'.".,ta0 d hl^e
que isso lera lugar em a do correnle muz lnG*'v- nAnWAB l-Ablfc.P., c.tn presenra
avista de propostas cm cartas tediadas en- ^ agente de l.loyds e de um empreado \
treges at as II huas dcsle dia, as quaes da alfandegadetta ridade, e
LEILAO.
HUECOS FIXOS.
Botica de 12tubosgrandes. 10/000
Dita de 2* ... 155000
Dita de 36 -> ... 208000
Dita de 48 >> > .. 259000
Dita de 60 a ... 30e000
Tubos avulsos ...... 10000
Frascos de tintura de meia onga. 2S0OO
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 205000
Medicina domestica do Dr. llenry. ....... 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2*1)00
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6*000
- precisa-se de um rapaz de 12 a H an-
nos para criado : no aterro.da Boa-Vista, lo-
ja de selleiro n. 58, se dir Com quem se do-
ve tratar.
loaqoim Ferreira Coelho retira-se para
Portugal a tratar de sua saudc.
Manoel de Souza Cordeiro Simocs
Hti^eCh'e,0nle", "f-5" anos objectos. Sala do conselho da adun- ,,. ,. 1,
mstracao naval em 3 de Janeiro de 11157. Uo"- verf*> <=oi-doa_lha, correntes, an-
0 secretario, coras, velames e mais apparelhos e per-
Alexandre Rodrigues dos Anjos. tences do dito brigue, tal qual se acha
CONSEl.llo ADMIMSIUATIVO. ancorado ueste porto, onde os pteten-
11 conselho administrativo lem do comprar j_a~. ,..,1. > .'
oseguinie, para dIVersus -corpos panno ld.en,es tado Pode'" **** com ante-
azul para sobrecasacas e calcas, cova.iosl cipacao, tendo dito bngue sido legal-
mit*t%.
Acamara municipal do Recife'annun-
cia que no dia 1V do correnle proceder nos
termos do art. 115 da lei regulamentar das
s provincias argentinas son libres de derecho
a su exportacin.
Arl. ||. Son lambien libres de deiechu el oro y
la plata -ella.la v en pasta.
CAPITULO 111.
De la ntrala teneslrc.
Ail. 22. Los (rotas y manulacturas de las provin-
cias argentinas sun libres de lodo derecho.
Vil. 23, So prohibe la iinroducioii por tierra de
toda mercadera dMranjera -u .ela a' dererhu de
aduana. w^
CAPITULO IV.
Del deposito y Iransito.
Arl. 2i. I.a aduana admitir' a' deposito lodo ar-
ticulo da comercio que so enlroduzca.
eleicties no sortea ment sobre qual dos dous *rl* **' "-' lleP",',o se liara' a' discrecin del
juizesdepaz do segunilo districto da l're- 'erD0 en almacenes del eslado o eu almacenes
guezia da Boa-Vista, que tem igual votaco,
deve anteceder o outro.
E para que consle aos interessados se
maudou publicar o presente.
Paco da cmara municipal do Recife em
sessSo de 7 de Janeiro de 1857.Manoel Joa-
quim do Reg o Albuquerque, presidente.
Manoel Ferreira Accioli, secretario.
SDr iluta .i>ts.
O arsenal de marinha compra Jos sc-
guintes objectos para fornecimento do al-
moxarifado : folhas do llandres, flmulas de
navios, dilas de escaler, papel almaco bom,
dito ordinario, pennas d'aco, merlim, cai-
vetes, limas surtidas, vistas de osso, oleo
de linhaca, debradi^as de rabo, dilas de lo-
me, algodSo em lio, lenha de barca; fio de
vella, tinta branca, dila preta e taixas de
cobre. Os pretendenlesa venda dos ditos ob-
jectos sSo convidados pelo Illm. Sr. inspec-
tor a apresenlarem as suas propostas. em
cartas fechadas com as competentes amos-
iras, nesta secretaria, no dia 15 do andante
mez at as 11 horas da manha, que a com-
pra sera efl'ectuada.Secretaiia da inspec-
cao do arsenal de marinha de Pernambueo,
8 de Janeiro de 1857. O secretario, Ale-
xandre Rodrigues dos Anjos.
CONSULADO DE BUENOS AYRES EM PER-
N.VMBUoO.
O abaito assignado, .-oii-ul do Estado de Buenos-
Ayres nesla cidade e provincia, manda publicar o
seguinle decreto e lei do mesmo Estado, para eo-
uhecimeuto dos interessados. Pcroambuco 5 de Janei-
ro de 1857.Josc Juao de Aiuonm, consol.

.'
I

rilACA 1)0 Illit.llE 8 DE VNEIRO \S
3 HORAS DA TAR E.
CotatBea ndieiae .
Cutiros seceos salgados313 rs. p libra.
Descont de leltrasII ao sano.
Assucar mnscavado aineticanoa": i)80 por arroba
com sarro. %
Dilo dilo porgado3jl'*1) por arroba com sarro.
Frele para Franca2Mi-. < III puii)|0p.>r lolielada.
C'redrricu /("Mlliarfi.prcs.Uiile.
' B-irget, secrelaiio.
DECRETO.
/)(parlamento de guerra y marina.
Bucnos-Ayrcs, julio :M) ib; I8."*.
Considerando :
I. Une el ejercicio de practico lemn, es una in-
dustria cuya libertad sla' garantida por el articulo
IM de la constitucin :2. Que los decretos que la
han limitado, son ademas de legales perjudiciales al
comercio, sin que de ello reporte el erario ni el ser-
vicio poblico la menor ventaja :3. Que en el he-
cho de declinar la assamhlea general del conoci--)
miento de los provectos de la lei qoe se le hablan
sometido, ha quedado el poder ejecutivo habilitado
para revocar los decretos viaenles sobre la materia,
dentro du los limites de sus Facultades, y con arre-
glo a' las leys :y \. IJue es una conveniencia para
le pas, especialmente en las prsenles circunstan-
cias, dar al comercio y a' la navegacin de largo cur-
so las mayores franquicias posibles, aboliendo los
gravmenes fo'rzosus que pesan sobre los buques de
ultramar ;
El Gobierno lia acordado y decreta :
Arl. t. Se .declara librel ejercicio de prcti-
cos lemanes, con arreglo a' lo que dispone la coosli-
tucion, en todos los poerloa, radas, rusias v nos del
Estado; podiodossi ejercer dicha indaslria ya sea
por compaas ya por prrliriis suplios, sin que el
gobierno pueda intervenir en las tarifas d" limana-
ge, ron la sola obligacin de dar pohlindad a' las
mencionadas lahiae, ieomooleiinriolas de oOcioAla
capitana del pueiln.
1. Para ser prctico lenurii se requieren las mis-
mas condicionas que para ser prctico de puerto,
con arreglo a' lo qwe se dispone en el articulo 7. del
decirlo de 22 de enero de 821.
. U*-- Ulnloi de los prcticos sern eUendidos por el
minisleno iV marflla.
1. Ningn boque'esVU*,oblgado a' lomar prac-
tico, ya sea a' la entrada ya a' Ta"salida A"i W< puer-
tos, quedan.lo por consecuencia exehlos de abonar t*.
medio praclicage qoe ae le cobrada con aireRlol
decreto de s de julio da I830, sien lo facultativo de
partele los capitanes el lomarlo 6 no a' su bordo.
i. Toda|vei.qoe un numero coalqiiera de prcti-
cos aprobados desrare rotisliluir-sa en asociacin, lo
parlirip.ua' a' la capitana del puerto, comunicn-
dole los i enlmenlos > tarifas que hubiesen acor-
dado.
*>. Los practico* Umane* quedan sujetos em eo-
anlo a' so ejercicio a' las leves J reglamentos mari-
parllculares, bajo la inmediata depeudeucia de la
aduana, uti siendo responsable el Dsejo por perdida
deterioro de mercaderas eu depsito particular, y
sieudo en este caso de cuenta del introductor lus gas-
tos de almacenaje y eslingaje.
Arl. 2b*. Correspoude en lodo cao al poder eje-
cutivo la reglamentacin del depsilo en almace-
nes particulares, lauto eu tierra como a' file eu el
puerto.
Art, 27. El trmino por el cual ss a liuilir.it las
mercadorias a' depsito es limitado al plazo de dos
autos, contados desde la fecha de la entrada del bu-
que, siendo aq-jellaa de despacho fonoso par&coD-
sumo transito, vencido esle tiempo, podiendo sin
embargo renovar el deposito, previo examen de las
mercaderas, y page de almacenage y esliugage de-
vengados.
Ail. 28. El derecho de almacenage y esliugage
era' pagado a' la salida de las mercaderas del dep-j
silo y se regulara' segn las bases seguientes:
i." Los bultos de gneros y lodo articulo de co-
mercio que no esto comprendido en las siguieules
pagarau por almaceuage j esliugage un octavo por
ciento al mea sobre su valoren plaia.
2.s Las p'pas de caldos pagaran cuatro pesos
moneda corrieule al mes por almacenage y ocho
pesos de eslingage por entrada } salida.
8. La yerba, azcar, harina, arroz, lbaro, cal
y dems artculos de peso pagaran por cada ocho
arrobas un peso al mes de almacenage y dos pesos
de esliugage por entrada v salida, esceplo los mi-
nerales que solo pasarn a cuaita parle de alma-
cenage.
1." Todo liquido embotellado pasara' porcada
doce botellas dos reales al mes de almacenage cua-
tro reales de esliugage entrada y salida.
5." Los cana si os oe loza, cascos de cristales, bo-
coyes y barricas de ferreleria|pagarii cualru pesos'al
mes de almacenage y ocho de esliugage por entrada
y salida.
li," Las ollas de lierro pagaran por docena cua-
tro reales al mes, v um peso a' la entrada \ sa.
liria.
7." La plvora pa-oera' por quintal un peso al mes
pnr almacenage, y dos pesos de esliugage por eutra-
da y salida en los depositas espeliales.
8L El mes empozado de almacenage deber' con-
siderarse mes concluido.
Arl. 2H, El Fisco es responsable de los eferlos
depositados ii sos proprios altnaceiie> salvo en caso
fortuito, inculpable de averio producida por vicio
inherente a' los efectos en sus envases.
Arl. 30. La Adoaua prruiiltira' el l.bre Ir-msilo
de las mercaderas y producios, tanto extranjeros
como de las provincias hermana- de la Confede-
racin Argentina, eu depmilo por agua y por tierra
para cualquier puni luera del estado, quedando
por consiguiente abolido el derecho de reem-
barco.
Arl. 31. La Aduana peimillira' igualmente el
Irausboido de toda mercadera libre de derecho
denlro del termino de sesenta das, contados deide
el dia de la entrada del buque introductor.
Arl. 32. Las mercadciias despachadas en Iransito
lerestre debern llevar precisamanle una .guia, y
sus eslraclorcs lirmarau una lelra abonada por el
duplo del importe de .jsdereclios a' un termino pru-
dencial, la qoe jera' clianrelaiU eu vi-la dla lor-
naauia presentada dentro o> dicho plazo, y en -11
defecto se liara' efectivo el pago de la lelra a' su ven-
cimiento.
La misma nbligaeioo tendrn los astraetorea de
mercadera'-de daposl.i, da un pynlo >' ol del
estado por agua.
3,13i>, dito dilo para capotes, covados 6,582,
sapatos feitos na provincia, pares 1,622, pan-
no preto para pulaiuas, covados 398, case-
mira carmesim, covados 7o, esleirs 1,670,
luvas brancas de algudao, pares 120, hollau-
da de torro, covados 8U0, oleado para de-
brum, covados 10, grvalas de sola de lustre
1-2, mantas delaa 123.
Provimenlo de urniazeus do arsenal
de guerra.
Pennas de ganco 800, lapis, duzias 6, li-
mas inciacanna de 8 pullegadas, duzias 16,
litnatoes de 8 dilas, du/.ias 5, dilos de 6 di-
tos, duzias 6.
Para o Rio Grande do Norte.
Panno azul para lardas e caigas, covados
366, brim brauco liso para caigas, varas 610,
algodSozuo para camisas, varas 610, case-
mira encarnada, covados 21, bonetes 122,
grvalas du sola de luslie122, sapatos, pa-
res 366, brim hrarico liso para frdelas, va-
ras 305,_esleirs de Angola 2li, relroz azul
ferrete, litaras 366, linha para coser brim,
uovellos 513, lila preta eslreila de sarja, va-
ras -Ji. clcheles prelos, uaics 2IA, panno
preio para polainas, covados 91, bolas piolas
7,098, dilas brancas 2,196, grade simples de
ferio, de varoes redondos, com 10 palmos e
6 pollegadas portuguesas de largura e 9 pal-
mos de altura, dividida em duas parles
iguaes, e com os competentes quicios, fe-
cliadura e ferrolho, para porlao de cemite-
rios : quum quizer vende-los, apreseut as
suas proposlas 0111 caria leciada na secreta-
ria do coiisellio, as 10 horas do dia I i do
correnle mez. ala das sessiies do conselliu
administrativo para fornecimento do arsenal
de guerra 5 de Janeiro de 1857.Rento Jesc
Lamenha Litis, coronel, presidente.Ber-
nardo Pereira do Carino Jnior, vogal e se-
cretario.
mentecoiidemnado, em consequencia da
sua arribada com agua aborta, na sua
recente viagem de .Montevideo com desti-
no a'Londres : sabbado 10 do crtente,
ao meo-dia em pontos a' porta da asso-
ciarlo commercial.
>or conta e' c1onlin1"' os traba|hos de sua aula particular
ou n.o. ue Pr""eiras leltras. na rua travessa dos Ex-
poslos, casa n. 16, desdo o dia 8 do correnle,
e scientifica ao respeitavel publico, que con-
linu'a admittir alumnos exlernos e internos,
ensinando lambem msica vocal.
Hita Maria do Rosario, achando-so em
estado de grande pobreza, pede as pessoas
que s5o caritativas se dignem soccorre-la
com urna esmola, para poder comer c pagar
urna casa, pois de presente esta morando de
esmola na rua do Atnorim, na casa do Sr.
Antonio Augusto.
AVISO AO COMMERCIO.
Manoel de Souza Pereira, propietario do
fttdod 2>irt'0g.
^tpi^t'ij tst**tivtim0.
esUbelecimenlo de carrocas para conduc-
cSo, avisa aos senhores armateaarioi que
elle se acha cem o seu estabelecimento mon-i
^IiiiuiaK
PARA 1857.
Acliam-se a' venda as bem conliecida*
folhinhas, impressas nesta lypographia,
das seguintes qtialidades:
FOLHINH RELIGIOSA, conteudo alem
dos mezes, a bibliotheca do christao
brasileiro, que se compoe de ora-
cocs quotidianas, methodo de assistir a
missa e conssao ; cnticos, p*.almos,
hymitos, ofliejo de Nossa Senh01 < da
Conceirao e muilas outras 01 ao ><*- de
grande mrito, preco...... 320
DITA DE VARIEDADES, a qual aivm dos
me/.es, conten; artigos de agricultura.
Para Lisboa salle com breviilade u bem conlie-
cido e veleiro brinoe portagnat Laia II; tem par-
le da carga prompia : para o reslo Irula-se com 09
coiiMijitaliiio- Irancisco Severiano Kabello i\ Pililo.
Tara a Baha
O veleiro e bem condecido palliabote |t -u- Ami-
gos pretende seguir com muila brevidade ; lem
promplo metade de irala-se com o seu consignatario Antouio Luiz de
Oliveira Azevedo, rua d 1 Croz o. 1.
CEARA' E MAKA.MIAO.
Segu com brevidade 1 patacho Sania Crasa ; re-
cebe carga e passageiros : a iralar com Caelaoo Cy-
ri.iia da C. M., na rua da Cadeia du Recife n. 2.
de Janeiro.
A barca naciori-.l Thereza I, queja tem
anu,iiciado a sua viagem para o Rio de Ja-
neiro, seguir ao seu deslino nesles oito
dias. (Merece anda praca para alguma car-
ga, eptimas acco:nmodai*'"ies par escravos
a frele : os pretendenles dirijam-se ao es-
criptorio de Bailar & Oliveia, na rua da 6a
dcia do Recife n. 12.
\
l)eseja-s fallar cotn a lllina. Sra. D.
I.eonarda Maria de Albuquerque, viuva do
linado ntonio Jos Comes Aranjo Qqintel-
la 011 alguns deseus lierdeiros, para he ser
entregue ipa carta de fta do imperio, ro-
ga-se procure na rua da l'raia, armazem de
carne n 13.
Precisa-se de um menino brasileiro ou
portuguez para caiieiro de urna casa de ne-
gocio, bem como urna ama para o'sarvioo
interno da n-esma : na rua Nova u. 39, pri-
meiro andar.
Tomam-so saques sobre o Rio de Janei-
ro, com descont : na rua do Trapiche n 40.
-- Ignacii Cibilsvai a' Montevideo.
Pret:s;:-s do un bom
coziulieiii- e de boa con-
ducta, para ata casa es-
trangeira : i|iicin so adiar
habiltalo diri)a-s,; i rita
do Trapiche u. 8.
Seguros contra
o fogo.
i] mWRHSmi
CAPITAL 1,260,000ESTABELECl-
A EM 183.
Para eltecluar seguros
sobre propriedades, mercadorias, mobilia
e gneros de quasi todas as qualidades.
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agentes C. J. Astley & C. lim eonlbrini-
dade de 'oideiis ullimameute recebi'l.ts.
os agentes achatn-se halilitados a tomar
risco conliit logo, e sobre gneros de e\-
porlacuo, como sejam : algoddo, assucar
ou cauros, depositados em trapiebss ou
armazens particulares, em Maeei, Jara-
gua" ou Parabiba do norte : agentes G.
J. Astley &C
Lotera da pro-
vi nei *
nocoes de sclencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de imposto*, c regnlamen-
tado o preparado pari 'i*7ttlfr\Jt.Z*^^*** f^0. -l2
delle se quizerem utilisar, declarando que u 'A SsMrlaBS, contcndoulem dos tne-
os procos das conduccOes sao os mesmos que '-es, a lei dos circuios e varias tabel-
antigaineatoestavam esla.belecidos ; espera las de impostos eeraes, provinciaes <*
dos senhores arma*zeparios que llie dariio a municinaes niero ->i(l
preferencia do carreto dos* seos gneros, niTi TK'^A^ 'l *' i'
umavezqueellesealTerece a fazc-los pelo IA "L F(JKrA. a qual lem dos mc-
anligos precos. ^es tem explicac/ies das indulgencias <
CAFE" DO COMMERCIO.
Rua do Trapiche Novo u. 12.
Acha-se neste eslsbelecimento um sorti-
mento de cbarulos da Babia : trovador, mis-
sippe, yaya, varetas, amantes, regalia, S.
Flix, deputados ; tabaco francez (Caporal',
papel para cigarreles, vinho do Rordeaux,
Jilo de Chery, dito de Hadeira, dilo d.> Rein
dito champagne, .cognac venladeiro, che-
r\ cordial, absinlho, kirch, varios licores
bem afamadus, diversas conservas, bolos
franceses e chocolate ; e todos os das das
II horas da manhaa as 10 da noitc llavera
survetes.
hospital mwm
NEFCENCIA
Achando-se vago o lugar de pnmeiroenrer-
meiro, precisa-se de urna pessoa que lenba
as liabilitaces tfecessarias para esse lugar,
pagando-se mensalmenle 30/000, cama, casa
e mesa : quem pretender, dirija seu reque-
rimento aoJUm. Sr. provo.ior, na rua da
Cruz do Recife. Recife 8 de Janeiro de 1857.
JoSo Domingues Ramos.
, Secretario.
0 abaixo assignado tem autorisado ao
Sr Claudino do Uego l.ima, como procura- rheumalicas, dores nos ossos c as juntas,
plicacoes das indulgencias
excommunlies, etc., prero. I (JO
DITA DE AUIANAK, a qual aletn dos
mezes, contemo almanalv civil, admi-
nistrativo, commercial, e industrial da
provincia, por...... ", Todas estas folhinhas sao impressas ein
bom papel e cxcelfente typo, e vendem-
se em porefio earetalho: na li vi aria d*
praqa da Independencia ns. e 8.
SALSA PAKKILlIf
DE
oristoFs.
Vende-se unicamente.ua botica do Sr. An-
tonio Pedro da S. Neves, na rua da *.ad:.i
do Recife.
VIRTUDES DA SALSA PARRII.IU DE
BR1STOI..
A salsa parrilha original e genuiua >lc
Rristol possuc lodas as virtudes para curai
lodas as enfermidades que provm de um
estado de impureza de sangue e das e< ro-
coes mrbidas do ligado c estomago, e cm
lodos os casos que necessitam remedios pa-
ra purilicar e robustecer o syslema. Em to-
dos os casos de escropbula3, erysipeUs, ti-
nlia, eiMpces cutneas, manchas, bilis, in-
Uammac3o e debilidade nos olhos, i tic lio c*. >
las glndulas, dores lumbares, affecces
dor, para cobrar as suas dividas, tanlo nesta
praca como fura dola Recife 8 de Janeiro
de 1857.Rellarmino dos Santos Rolcao.
Aluga-se urna negra para o srvirjo de
casa : quem precisar dirija-se a rita do Col-
legio n. 16. lerceiro andar.
O ali nxo assignado faz sciente a todos
os senhores que llie sSo devedores, que ten-
do nesta dala vendido a sua loja sita na rua
do Crespo ti. 1, a seu mano o Sr. Jos Aze-
vedo de Andrade, he ao mesmo senlior que
devem satisfazer scus dbitos. Recife 7 de
Janeiro de 1857.Joaquim Azevedo de An-
drade. >
Marcelino Jos Concalves da Fonte de-
clara pelo presente, que a sociedade que
nesta praca gyrava sol a lirma de Fonte &
IrmSo, acha se exmela desde 31 dg dezem-
bro prximo passado, licando a seu cargo a
respectiva liquidaco, e o socio commandi-
lario Jos Goncalvesda Fonte desonerado de
toda a responsabilidade. Recife 7 de Janei-
ro de 1857.
Aluga-se a loja de um sobrado no pa-
teo da Santa Cruz quem a pretender falle
na rua das Cruzes, quem vai da rua do Quei-
mado para S. Francisco, lado direito, ultimo
sobrtdo ii. y.
IRIAilBADE DE \0SSA SEMIURA
da lio;<.-Viagem
CAMBIOS,
Sobre Umidrea, 2H a s i;i .i. pnr 1>
., P.iris, 3(0 a lili r. >r fr.
a Lisboa, 1)5 por 5 '* premirt.
ir Rio de Janeim. 2 por 0|() le descont.
Acedes do Raneo, 10 a 45 de premio.
ir rompanliia de Reberihe 54JOOO.
w i rompanliia Perbomburana ao par.
ti n Ulilidade Pablicn, 30 porcenloda pramio.
a (i lidemiiis,iil(ir.i. 52 idean.
i ta estrada de ferro 21) por 0*o d premio.
CAP ti i.il \.
De U masera de ealealar los derechos.
AjI. 33. I.os derei'lios se calrul.iran sobre el TS-
lor en plan por mayor da laa roercarienaa al tiem-
|K> de se despacho, eos etcepcioa de aquellos ar-
liofojqae por ia naluralea puedan s,r claisifl-
cadas y iloradoi previameots, ou\us derechos .e
calcularan por una larifa de avnlut. formada bajo
HiUt*o".*vJ<^ de los preeio> eu plisa por mayor.
Art. 3i. I.;i"**7*"***."-m,*i,'ii (i; tu- inerci.li'rias que
lia_\an .le ioclairsacu laVi'/.t de que habla el ar-
tcelo auterior \ sus avalos sei..'1. Jijados caiu ire
liieses por um coniicion compueala < 'u* cuatro
-falsa de'Aduiua > cinco coniereiaules nombTSuM
pj>r el tribunal de comercio : e-u tarifa sera' nrc-
Motada a' la' aprabacion 1.1 poder rjeculiyo.
Arl. 35. Siempre que unu manofaclura se rnm-
riuoaca de dos.. mas malarias, que tengan deaina-
dii. p'.r e.i.i lev diteranlea derecho, se cobrara el
la .que debe pagar maiui de-
(>')iipanii.i a vapor Hamburgo-Bra*
sileira.
Espera-se de Soutliaiiiptou o vapor luinbur^uez
a lrulunia, a Clpilau C. 1 I'. .MjIcIiiii, ale o dia
10 do crreme e depois da demora do cusluine se-
guir' para a Ualiu' e Rio de Jaueiio.
IJualquer itiloriuar.iu, coni OSageolesC. O. Bie-
bet i\ C, rua da Crol li. i.
iHACALY.
i\a prsenle semana sahe o hiato Aurora,
pbr tej* a carga prompta : para |>assageiros,
liata-se cun Martins & Irmao, na rua da .Ma-
dre de Dos n. 2.
Para o Porto subir' em 20 do correnle n bri-
p,ue i",: t-.uiif/ \i,,:, -i |a : para o reate >la earga e
paaaaejeiroa, irata-se com seu convisnalario sTsimel
Joaquim Ramos e Silva, rua da Caleta do Iterife
ti. 38.
que reue a referida irlnandaJe. a arlual mesa rege-,
dora convida pelo presente a lodos os spin innaos1
]ompatiina
TKANSATLAXTCA DE VAPORES
SARDOS
limos .le Estsdo. > raso de jaiRamisulo a" las orde- due"eorrespouda
nan/as de comercio, parlirularea de marina v cene- recliv.
ralea de Ja armad*. Art. 36. Um vala, ser..,, acompaado, do vee-
Ail. i,. Lomunirjuete, |,ublupiese, > dse al regs- dores para e> loro de los articulo* para contorno
*< : Arl. 37. I.os veedon- sern nombrados solo m I
<.Hiliado, i comisin por el cobiernn, quedando autorizado a'
Itarlolome .Mitre. determinar tu uilmero } duracin en el desempeo !
Articulo del decrel.i de 22 de enero de 1821, se- de su c.iro.
Balando las eondteionea de los prcticos de punto. Art. 38. I.a mercaderas que e pongan .,! despa- ;
Ait. ;. Para ublener el titulo de prctiesse-1 periiuineTaiio, sera' indispensable acndilar cuatro liiilir-e lueno a' e-te raspela reclamacin
anos de practica ei. el rio, obtener la aprobacin i parle de los inleresadns.
Corr: sabbado 10 do correnle, a ter-
cena parte da segunda loleriu do conven-
io de Nossa Senhora do Carino.
/'. .f. L-tijme.
Precisa-se
de um oflicial de alfuiate que tenlut al-
guma platica de cortar, para conlra-
mestr, assim comoOlliciaes e cosurciras
para oinesmo ollicio : na runda Madre
de Dos n. ."li, primeira andar.
Oabai\o assignado participa ao res-
peitavel publico e igualmente aos senho-
res pai de seus .-11111111108, que pretende
reabrir sua aula, no tereeiro andar da
casa n. 58da rita N^ va, 110 dia 12 do cor-
rente, e esta' dposto, como d'anles, a
receber alumnos internos e externos para
serem leccionados em primeiras lettras,
latim efrancez.; .idvet titulo, porem, que
s recebe os internos de menos de 12 an-
nos de dade.Jos! Maria Mucl*ado de
.Fgueiredo.
- Precisa-se de um caixeiro que lenha
nratica de Liberna ou sem ella, para nina
casa Je negocio na villa de Pi d'Alho : a
fallar na rua do Queimado ti. t*i, das 10 ho-
| ras do dia as '.; da larde.
I'erdeu-se nina carteia na nosle do da
31 de dezembro prximo passado, nodesem-
IbarquedeOlinda, conteni pouco dinheiro
: o meio biltiete da lole, ia'qu i cune uo da 10
| do correnle. cujo numero he m I o tantos, e da rua de S. Francisco perlence a AROStinho
utn piarlo n. / : quem a achar, querendo Jos de Oliveira ; Q., c nada tem com o
restituir, leve-a a rua do ijuetmado n. 2i. mesmo estabelecimento Usnoel Jos.- Kodri-
I rncisa-se de um criado para todo o gues Braga, oulr'r caixeiro e itileressad ,
servico de um i cus:, de dous mocos estran- nos lucros, o qual nao esla autorisado para
-nitros, paga-se bem : a IraUr na fabrica do1-
SabSo da rua Imperial.
h\ dropisia, dispepsia asthnia, dirrha,
toase, resfriados, iullammacao dos pulinOes,
phtisica quando provea da obstruc?ao dos
bronchios em pessoas escrophulosas, iullu-
i'n/(, iudigeslao, ictericia, debilidade geral
do syslema nervoso, febres agudas, caletres,
enrermidades das mullieres, eafermidades
biliosas, e em todas as aflecces provenien-
tes do uso iramoderado do mercurio. Esta
salsa parrilba se emprega com ellicacia cm
todos ossobredilos casos, e he reconbecida
como a mellior medicina que existe.
PKECAI'CAO.
As pessoas que comprarera a salsa parri-
lha devero ter o cuidado de observaren)
que a salsa parrilha de Bristol esla em gar-
rafas de grande tamaito, com as palavras
salsa parrilha genuiua de Bristol, Nova
York, gravadas no iiiestn i vidro.
"Sobre a rolha da garrafa se ver o uouiu
de Urislol. Dma directo acouipanhara cada
garrafa.
CASU DE UEMLIUADE COM ICTEB1CIA.
ivew-Vork 3a demaio de 18*3. Urna se-
nhora soluia de espasmos nervosos, experi
menlava urna continua aniquilado de tor-
cas ao ponto de cabir por vezes em syncopc.
Kmpregou muliiplicados remedios sem tirar
varilagein. l)eclarou-se urna ictericia com
um etnagrecimeuto progressivo. Esgotados
'os varios recursos da arle fot a lempo em-
pregado o incomparavel remedio da salsa
Em Mrlude dos artigo. I i e 1., do compromtss. ;, ue m^0 0 raujj0 0:ilabelecimon-
logo reappareceu cora
em '.'eral. que comparecam nodominuoll do'cor-
rente pelas S boras da iti-uili.la, nu consistorio de
sua igreja, para ijue possam reonidos em mesa geral
dar ciiiii|,rinieulo ao diiposto no referidos arligos.
FISTA DE >0SS SEMI01U
da Boa-Viagem.
Na madrugada do dia U do correnle depois de ce-
novo vigor.
CASO DE ISABEL D.WIS.
Isabel Uavis foi accomtnellids pelo espa-
50 de qualro anuos de ulceras escrophulosas,
leudo seis chagas abertas na parle superioi
! do braeo direilo, as quaes deilavam grande
supuracao e causavam a quasi nnmolulid dt
das parles. Chegada em .Santa Calliarnia
em nuvembro de 1817 a doeute consultou
lebrada a missa, saliira da igreja a bandeira da Se- varios mdicos, os quaes deram o coasell'o
ni,01a da Boa-Viaaonj, comluiida por utn coro de j de amputar O braco, como o nico recurso
virgeai raudidameuie vestidas, aeompanhado por I de salvar a vida, l'oi entao aconselhadoo
""*;' V'V",de'"c' ,,urc"i' "c',e 'f"'lo da a' 1 uso da salsa paiT1|ha de B.istol a enferma
M* Ma com Ve-lle,,,,, ^noite seiido ,,*,a ." r ue. a "'^l 1C-0m0 "E allVI> lo8" ella '
da fasta e Te-Den o Kvm. padre mesire Fre Jaso Peni"elou l;lu vanlajoso proveito, que con-
d'Ai umpcSo Moura ; .lem da featividade aspeadlda Imuano lempo seguido o uso do remedio,
luver.i' muros divertlmenlosi preparados pelo- iu.- chegannnas firnlas ao mellior eslado de ci-
radore deale arrabalde. I calrisaco. u caso he referido pelos honra
Bariimiineii Mei, sobdilo loaesno, retir.i-sa dos professores i.oodmann e Samuel Harvev
para Kurbpa levando em sua eompanhia o seu cii-'
a Oeslabelcdmenlode confeitariaii.fi
A quem Ib faltar i:m burro ou burra
com cangalba, que parece que conduzio as-
sucar, lera noticia delronte da casa da lle-
lacao II. 28.
Aluga-se um nioleque de tu a 12 an-
nos-para recados, ou mesmo algum mulali-
I olio forro ou captivo : na rus Bella n. i"> ,*
paga-se betn.
\,. da10 do errent. e>p-ra-se super'or yapor; ... w |!UWinan vai a Inglaterra.
ardo II lll.N, vmoodo Rio de Janeiro, e n, ".'"is _.. precisa-se de duas
da demora nece^saria para recel,er :.s malns aegoal
para lienova, coto as escalas de Saii-\'cet,te, Teo-

nfl e *.-ith\, rerehcniin pn^-aaeiro* para o^ dilus
portal? para Mar el lia : lraia-*e com os ajenies (lila cu ropa nli ;i. rua do Turres* n. I i.
P. ra o Aracaty
.iluna por -'
* 1 sabe
e las amas, urna que sai-
>a coziuhar e fazer o servico ijilerno de ca-
Io 10:000?, 4:000.^o'J:00O^.
' O subdelegado de Sanio- Antonio pee...
ao redacor da Pagina Avulsa, que lbo deca-1 J,'": BaieWe Alves da Silva lem expotto a venda
de eiiinen ,v,r 4, rend,r- ante el capian del Puer- I l.as que resullasem averiada' en trminos qe re- Amelia, por ler quasi toda a carga prompta :
lo y dos uattlieog que el (.obierno designara* p.ra el quinasen viola en remaie publico para conocer su i para o reslo da carpa trala-se na rua da Ca-
C!"0* Ivalor, serjn despacliada siu aforo, debiendo arre-Ideia do l'.ccife n *>7
re qual be a rua da. '.cllral, e o noine do
inspector da leltraM-desta rreguezia, que
com toda a lirevidede a barraca Maria hontein recotninendoii a sua attcnefio.
Lava se e enfromma-se com aceio e
promptidiio, c por preco corrimodo na rua
Volita 11. W.
ILEGIVEL
Advocada eccle-
siastiea.
O advogado Francisco Manoel llaposo de
receber divida nenhu-na preterTta ou J,re-|'Ul"e;u*->co1" aeriplorio de advocacia na
sent, devendo os Srs. devedores somonte c*'"lu do K, de Ja'"iiro> encarrega-se de ne-
pagat aos ab ix0 assignados. Agosliulio /os Boc.,os. i-"**- c especialmente de negocios
de oliveira e 1;. ecclesiaslicus peranle a nnuciilura aposto 1-
I'recisa-se de um co/.inl,eiro prelerindo-se es- Cil- Hesponde a consultas de direilo civil e
cravo : na rua .Nova n. 21, esquina di Cdinboa do 1 cannico, c promovd o expediente di: breves
tartiio, loja. Lie seculariSSCSo, d" dispensas de llipedl-
Precisase de urna anude leiin livre ou es-' menlos matriiiioniaes, do sanacoes etc.: as
ernva, qoo nio lenha Olho, gradeado paga-ae bem, pessoas que di> sen preslimo prccisarem no-
1 derao dirigirle-Ule por eaeripio.
Arrenda-SQ a malla da propriedade
Apipucos : os pretendenles dtrijam-sc a n
sa do tbesoureiro da admiuistracBs da n.es-
ma propriedaite, no da II docoricnle, pelas
9 heras da maiihaa, mullidos de liadores
idneos. Apipuco-, 7 de Janeiro de 1857.O
tliosoureiro, Joao francisco do Reg Maia.
Ha um joven italiano de boa familia,
que aportar aqu, procedente d Itio de Janeiro 'ale 1 recem-chegado, que se oll'ercce para leccio-
o fim do presente. I nar as linguas italiana, franceza, arythmeti-
Precisa-se de um torneiro na rua Di- ca e geometria : a fallar com o mesmo, na
reita n. 2. rua do Sebo a. 22, a qualquer luna do dia.
os 20:000$,
na pr-ii;. da Imleiieinleiicia \o\a m. .l. o novus e f-
l'z-s tllii-les da Jlj lulfTi:i da c*sa le coreerri) -urte, II Ibtli ddftm ehagir pelo primpiro vapur
MUTILADO





IAKIU DE PKlt.NAiuJH t.", SEXTA i l.lliA !l Di. JANEIRO DE IS7.
CONSULTOKIO CENTRAL IIO-
3 MEOPATHICO. ;;
S% Kua deSanto Ainuro (Mundo-No- ?'.
$ vo)... e. -:';:-
S& O Ur. Sabino Olegario Ludgero l'iiiho, g:
gT de volla de *ua VM&ein ao Kin 3P corilinuii a dar MMoIlM lodos os dia> otis, li
;5 das 8 hojas da BMohSa, > _' da (arrie. fc
CS, Os pobre sao medicados gratuitamente.
(|UC

.:
jeiro, pioi-edente de ,
fallar cun o mesmo se- a vPnaer n praca da Im
n. "
theatro de Niel
'.;>"!
ESTRADA DE FERRO
ilo Uedje San-Francisco
(Terceira llamada
Ot direeloresda compaoliia'daeslraria de ferro do
Hecic a S. Francisco, tem folie allerceira chamada
de 2 libras esterlinas, ou ruis 175/77 sobro cada ae-
rao na dita comp.nhia._a qual deve ser paga at o
dia 8 de Janeiro de 1H.T7, na Baha, em casa dos
Sr. S. Davenport A C, na curte, etn casa dos
Sra. Man Me. liresor & C., e em l'ernsiabiico, no
etcriplorio da companhia. O accionista que nao
realisar o pagamento dentro do termo mdicado, po-
lera' perder lodo direito as aeces sobre as qnaeso
lito pasamento nao se tiver ellecluado, em lodo
aio lera' de pagar juros na rajo de ."> por ceuto ao
anuo, e de nao receher joros ou dividendo da com-
'.-iiilna. pelo lempo qoe decorrer entre o dia indi-
nado para o pagamento e asua reali,n;,lo. Vnliuin
mili le iNii-liTFuru i'O'lc >it registrado depois do
Ha 8 do corrente, ante-do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
S. I'. I ercker,
The'oureiro.
Recife 3 de dezembro de |s"a",.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alllaneo.
Estabelecida em Londres, em marjo do l24.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brcfthcrs & C, lem a honra de in-
formar aos Srs. nogociantes, propiietarios de casas,
a a quem mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre eillficios de lijlo e pe Ira, cobertos de
llha e igualmente sobre os objuctos quo contiverem
is mesmos edificios quer consista era mobilia ou
m fszendas de qualquer qualidade.
Nesta tvpograplua precisa-te fallar
o Sr. Rento A. R. Tupinamba", quemo-
rou ou leve loja no pateo do Carino.
Na ra larga do Rosario, esquina do boceo do
Peiie-Frilo, no segundo audar do sobrado n. 9,
cozinha-se para fra coru todo asseio, perleicAo e
promptiddo e lamben se eugumma : ludo por prero
mais coraiuodo do que em outra qualquer parle.
Aluga-sealoj da casa da ra da Aurora n. -:
onde foi oflieina do fallecido marcinerfo ilenriqoe s
quem pretender dirija-seao Sr. Joio Pinto de l.emo,
Jnior, no seu escriptorio, ou casa de soa morada,
na ra da Aurora.
Aluga-se a anliga casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. coro bom sitio, baixa para capim,
e boa casa de vm-iida ao pe : qoem pretender dila
a-a dinja-se a ra do Vigario o. 31.
Precisa-sa do uro bom criado e piga-se bem
(gradando o servico e eomportamento : a tratar uo
;ampo do Hospicio junto ao quarlel casa do dc-em-
bargador Mendes da (.una.
EMISTA RAMB.
m
o
& Paulo (jaignnot, de volla de sua viagem
.i Europa, esta morando na ra Nova n.
41, primen,! andar, oude poQ>[ser procura-
0 do a qualquer hora.
\rv:%zzaiHia>akSi>ft.*fQQQf
Na ru Velh n si, rkzem-se rapas, ca-
pas beaterasL Latinas, e tai* ludo rom
brevidadee pdrfeicao, por ter sido discpulo
do fallecido mestre Joao l'acheco, de.Olinda.
O Sr. Marioerda Silva Frroira tenba a
bondade de disigir-se ao hotel inglez,
all se aclia mu passa
Sergipc, que dseja rallar cun o mesm
iihor.
Precisa-sel alugar urna preta'que en-
gomle bem e lave juntamente : quem tiver
equizer alugar dirija-so a ra da l'euhu n.
9, primeiro andar, que adiar com quem tra-
tar, ou aiiuunciu a ?ua morada.
Domingdt A Ivs Matheos, saca so-
bre o Corto.
Os Srs. tenente-coronel Haooel Antonio
dosPsssose Silva, Ur. Manuel Joaquim de
Miranda Lobo, Joo Francisco da Lapa, Sal-
vador Hcnrique de Albuquerquco padre For-
tunato, assignanlcs do Jornal do Commcr-
c.o, queiram mandar receber os respectivos
exemplares na agencia do corrcio de Olinda,
nos dias tercas esextas-leiras de cada se-
mana. 1 i
Precisa-se de um amassador para pa-
daria, que tome cunta de.una freguezia de
paoporconta da casa : a tratar na travesa
da ra larga do Rosario, deposito n. 2 A.
A rila do sitio de A.J. deM., na
Passagem da Magdalena, corre com a pri-
meira lotera, que no mez de leve iro
do presente annolorrer na cidade do Rio
de Janeiro, se todos os l.ilhetes lorem e\-
traliidos ate o (iin do anclante Janeiro ;
no estabeleciincntb de Agostinho Jos de
Oliveira.noruadas. Francisco n. (i, on-
de teveeartorio olfalleeido tabelliiio Coe-
Ibo.
O bacbarel A. R. de Torres Ban-
deira.tem resolvidovadiarparaodia 12do
corrente a alierturaldesna aula particular
depreparatQrios : neste sentido avisa a to-
dos os seu discpulos.
Escolas
METII0D9 ISflUW.
Do dia 7 de Janeiro em dianle slao abenas as cin-
co escolas desla capital, pelo excellenl* melhodoCw
lillio ; pelo qual a voz publica se ha pronuuciado
pelo orgBo da imprensa pernamliucana, mererendo
particular altenrao a escola de meninas, recia na
ra do Vigario, casa do finado Silva Companhia, nao
s porque nessa escola se eniiuam. todos os primoro-
sos bordados, e mais lavores que se possam desejar,
com porque a dicna professora eslando sendo lec-
ciooada na grammalica nacional palo eximio proles-
sor o ttvm. Sr. padre meslre Yarejao, se tornara'
mais um precioso brilhaute que ornar a coroa Ilite-
raria do Bim. cnnselheiro Sr. Dr. Castilho.
Companhia vigila ule.
Ate o dia 1. de Janeiro prximo folnro >levem os
seuhores accionistas realisar urna preslacao de dez
por ceuto sobre b capital snhscripto : un scriptoriu
da companhia, ra do Trapiche Novo u. 8.
DePSITO
do Superior ripela fabri-
ca de Gaijtoia & i ., 'a
Baha, na ra de Apollo
n. 23
l.ominuos Altes Matheos. senle do deporto de
rap da fabrica de Ganioh \- Compauhia, da Balda,
avisa inaeaa fregDeaea, que acaba da receber nova
partida do neamo rape,o qual,para que seja mais co-
nhecido c se n\o posta confundir com os Oe oulras
fabricas, de boje em doem papel verde com rollos ainarellof.
Precisa-sede nina ama de leite, pie
o tenlia bom, e seja sadia, paga-se bem :
na ra do Apollo n. 2: ,
B1LHETES DA LOBERA DO >\*i |ikn il- Em RIO DE JANEIhO. "oa lc
AOS 2(MHMi.s. 10:000, >:000$~E 2:000$.
Jos Ku/ebio \K,s da Silva continua
pendencia loja
os s-us billietes da lotera 21- do
de Nictlierohj por no que a
es-lracrao feria lugar no Rio de Janeiro,
no.li.i 26, e o vapor IMPERADOR sabio
do da25de dezembro prximo passado:
ha un pequeo resto de bilhetes e meios,
e a> listel eatarfio aqu ate o dia I (!
rente mez, pelo primeiro vapor pie sa-
bir depois daquella data.
Joaquim Francisco dos Santos, por
baveroutros de igual nonie, d<- hoje em di-
anta assigna-se Joaquim Rodrigues da
Coslla Santo*.
Os abaixo assiguad.is l'ay.em sciente ao
pul lien o milito principalmente ao corpo do
veude-se muilo barato : panno fino azul
a :i,- o covado, dito dito preto superior a
39500, canino preto muilo lino a 90 rs., lu-
as de seda com ricas bolotas a Ia280 o par,
ditas dita bordadas a 2-5, ditas dita para me-
ninas a Ia280, ditas de lio de Escocia para
meninos a 320 rs., ditas dito dito para bo-|
mem a MH) rs., ineias pretas de seda para se
nboraa2s, ditas tilas delaiapara padrea
1,'Oo. ditas ditas de algod.lo para sennora
a 4(10 rs., dita:- brancas dito dita a 240 e 320
rs., ditas ditas dito para meninos I 2*0 rs.,
lo cor- chales do merino c.vii ricas palmas borda-1
das a matiz aSaSOO, ditos dito com Ostras de
seda a V. ditos dito liso com ricas franjas
do seda a 5S500, ditos dito dito com franjas
de IaifdO, ditos de la* de muito bonitos i
padres a I, ditos de algodfio dito dito a
soo rs., ditos detarlatana a l>, lencos de
cambraia com ricos Iucjs de linlio a 1/200,'
ditos de dila proprios para bomem a 2i0 rs.,
cambraias fraocezas de cores muilo linas a
VELAS DE CARNAUBA.
Vendem-M \eia de carnauba pura a U> arro
ha ; na ra doljueimadn n. 69, loja de iriaflCDS.
Peijo inuiatinlio
Vende-M na rna da Cruz u. 11, feijio mulaiinli"
por preeo eommodo.
iVIoinhosde vento
combomba- de repulo par a retar borlase ha
ladeeapim: na fundiciode lt. W. Bowman ; Qadeia do lleele, escriplorio n. 12,
na roa do llrum ns. 6,8el0.
MAHMELADA.
\ eldele por pren roinmodo, e da mi Unir quali-
dade que lia no mercado : na rna do V gario D. -T,
deposito de aieucar.
JPol
vora.
POTASSi E GIL T1EGEL.
^oanii^oej bem cunheciilo deposiio daruada
ha para
der muilo superior potassa da Russia, dita do ..
de .laneiio e cal virgen, de Lisboa em pedia, tudo 8
apresos muito favoraveis, coai os quaes (carao
os compradoressalisfeilos.
commercio, que ten. eslabelecido urna so-; i
ciedade em uma padaria sita na na Direlta al i.*,.' pei -f p"'a ca,nlsas a *" rs-. ullos
desla cidade u. 26, a qual val gyrar debaixo'
da lirma de (iuiniares Figuciredo,
p linos a l?-2S0; alm disto um
completo sor ti ment de l'azcudas que se
ruado Queim.idn n. 22, na bem conhecida
loja da boa t delimite da da boa lama.
SYSTEMA MEDICO DE OLLOWAY.
e por
isso i,i/eiii o presente auuuncio. Kceife 7
de Janeiro d 1857.Antonio Jos da silva
Guimaraes, Manoel Joaquim da Silva Figuei-
redo.
Aolonio Joaquim Vidal i C. fazem sciente ao
publico, com especialidade ao corpo do commerriu,
|u-.appiimen> a sua lirma rmnmercial pela de Vi-
dal r" Bastos, o que tem principio desde o primeiro
do correle, licando a seu cargo todas as transac-
ces. da luneta lirma.
i Precsa-s* alugar duas amas forras ou captivas
para casa de familia, quecoziuhuin eeugounucm: na
ra da Cadeia do Kecil'c loja n. 50.
Scoll NVilson e C. modaiam o seu escriptorio
da ra do Trapiche n. ll, para a mesuia roa n. 4,
primeiro andr.
Francelino Ferreira Crespo, pbarina-
ceulico approvado pela Imperial l'aculdade
de Medicina do Itio de Janeiro, participa aos ; delctele. Benignc
anti-os Ireguczes de seu tinado pai o pbar-| e a compleic mais delicada.be
maeeiitico tiento I'i.nto Crespo, easpessoas1-
Claudio DubeuN
cada barril de 2">
FiZEii
Na loja de porla
I .S
iS IAIATAS
avakia;
,;" .........',' "*" ""t"ua Mu>- ,>- --' io|aue i ponas na ra 'do ueimado u. tu,
vt,uuxm por menos que em outra parte : na I ha paia vender novo omnenlo de fa/eudas muilo
Companhia
de naveg-ac," vapor Lu-
Biasileii .
O abaiio assiRnadi. por ordem da commis Ki (nenie da companhia, no Rio,de Janeiro, participa
dos genitores accionistas desla. que uo dia 12 do cor-
rente de/.embro em asseinblea ^eral os senhores ac-
'loimtas dalli. presidido* pelo Illm. Sr. Ur.iAdolpho
al. V. da Costa, depo de longo debate em que un-
nimemente BMDifottaraui a opinlao de que a compa-
nhia continu, decidiram e approvaram.
I." (Jue os accionislas possuidores das antipas ae-
rees enlreiii com JOjOOO fortes por cada uma, para
pagamento da divida fciia pela directo do Porto.
"2." Que esta entrada sera dividida ern ires parles
uuacs, devendo as chamadas de cada ama de-I i-
narles ler luiisr com intervallo de 30 das, tendo a
primeiro feita j, e a ultima so se for precisa.
3.a As chamadas das novas actes aerilo feilas na
conformidade do que ja foi vencido ; e o dinheiro
proveniente desbis entradas misera' applicado i com-
pra de um ierceiro vapor, o cosleameulu das priuiei-
ras viauana dos a ovo* vapores se crescer da primeira
operaco.
. Era quauto ndo he possivel proceder a eleicflo
das pessoas que bao de dirigir a companhia, lica' a
commissao permanente autorisada para uomear.uina
pessoa de sun coulianca, qu* em l'orlugal sirva de
seu procorador, c reprsenle interinamente os inte
resses da companhia em loda a sua plenilude, de-
lerminando-se-lhe o liunorario que deve perceber.
A mesina cominissAo publicou o seiioiule :
A commissao pennaneute, em mi i ule da declsao
da assemblea reunida em 13 do crreme, convida
os seuhores accionistas antigos a razereni uma entra-
da de 10 ', ou ilft por accSo al o dia l de Janeiro
prximo, para pagamento da divida contrahida no
Porto ; na roa Uireila n. li'.i.
Couvida mais os senhores accionistas noves, c que
ja li/eran a primeira entrada, a realisarem a segun-
da de gosuuo por cada aeco ale a mesma poca e no
logar indicado, para a eoipra de um Ierceiro vapor.
Itio de Janeiro 1:1 de deembro de IS5G.Assig-
nador. A. M. Victorino da Cosa.
Assim sao convidados os senhores accionlas de
1 emambuco a realisarem al 15 de Janeiro folurn
orna eulrada de do* moeda brasileira) por aceio, na
roa do trapiche n. do.
lernambuco -i:t de de/embro de 1856.O agente
Manoel II. Rodrigues.
Os devedoresde Jos l.ias Simocs.Cruz \ Bas-
luae Cruz iV Come Icnbam a bondade de mandar
pagar usseus dbitos aos abai\o assignados, por se- | \ {,, dAB-fivItA .1
rein ellei os dunoa dos referidos dbitos, os mesmos! """"j COUllTUO (llS
abaio assignados desejando ultimar esla cobrauca
na luelhor arinonia esperara que llie salisfario suus .
conlas in lepandenles e meioa judiciaet (pese yero na necessidade de em- s realisar al 15 de Janeiro prximo mais un.a en.
pre.ar na lalla do referido pagamento.Joa Alves bada de dez por ceuto sobre o capital, a direrrio do
Imaraea, ra doCabaCa' n. I B, Fran- exlincto Banco de l'miambuco hiienl ao> enho-
rca accionislas que uaqiiella dala mandar passar da
suaconla para adorapjlal da cnxa a quanlia que
llM he respectivo. Herir? i; de dezembro de 1K..I.
O secrelaiio da direcro do evlmcio Huiro de
Jos Antonio Morena Das & C, la- I'ernambuco, naneo de
ieni sciente aos seus fierjuezcse mais con- Joao Unaeio de Medeiroa llego.
suplidores de plvora, que teem um graiv
Icsortiinento das mcllio.es qualidadesde
plvora e cl.u.nbo que tem vindo :i este
mercado, e vendem ditos gneros por
menos do pie outra qualquer parte : pa-
ra verem as qualidades encontrarao as
amostras emseusescriptorios, nartia das
Larangeiras n. 11 e da Moeda n. 23 ;
nos mesmos estabelecimentos achanto sa-
litre refinado de superior qualidade, a
X.sOOO a arroba.
Na noite do dia 50 de dezembro lit-
gia doMfiigenlio Fragoso, termo de Olin-
da. o mulato Marcollino, deidadeSS pa-
ta 25 anuos, alto, secco, tem o corpo
i:m pouco inclinado pan. (liante, pes lar-
go* J quem o apprehender leve-o a seu
senhor o Dr. Manoel Joaquim Carueiro
da-Cimba, noengenho Pragozo, que se-
ra generosamcrit,; recompensado.
Precisa- de an ama que cozinhe o lave com
aceio para orna casa ,ie punca fanUil : a Iralar na
roa da Cadeia n. 51, Ierceiro andar.
OvOOOC' :;. i!;-;!:-;-;--;';-\r;-r:"ri-''';*'- I""'10 "'lu ""s l'"ou\e listas da lotera i
'liciiv.a, em virtude
deste ter saludo a 2o do prximo pastado
e a lotera cstai iiinunciada para andar
a *2'i, por sso alinda se aebam a' venda um-l
restod,) bilbctes desaa lotera, cujas listas
PROVINCIA.
O Srr. Iesoureiro das
loteras manda fazer pu-
blico., que se aeham.a veu-
la, na roa da Auror. n.
"6, primeiro jante r, os l)i-
Ihetes, meios e quartos, terceira parte da segun-
da lotera do convento do
Car.ro, cojas roda; a iidam
no dia 10 de Janeiro de
1857, e bem assim tjue tem
a disposicao do respeia vel
publico, grande quantida
de de bilhetes, meios e
quartos cima.
Tliesourariadasb terias
1(> le dezentbro de 18S6.
Jos .1 anuario Ivs d
ole-
ras.
que o queiram homar com suas Ireguezias,
que a botica contina sobre sua adminis-
tragio. promplo a satislazer com zcllo e
promptido ot misteres ile sua arte.
Aluga-sc o te ice i ro andar da casa da
ra do Trapiche n. 14: a tratar no pri-
meiro andar da mesma.
Sacca-se sobre a praca de Lisboa :
na ruado Trapichen, l'i, escriptorio de
Manoel Alves Guerra.
Precisa-Si>alugar uma casa nobre de
dous andares, ou de u.n s, con. bastan-
tes futidos, em qualquer das principaes
ras desta cidade : rp.em a tiver quera
ani.ui.ciai-paiii se ir verc tratar.
Lmbelina Wanderle) l'eixoto laz
sciente aos pai.j desuas alumnas e jo pu-
blico em geni, <|ue abri a sua aula no
da" do corrente, na ra das Cruzes ...
>!, econtpua a receber meninas internas
e externas.
Desappariceu na tarde do da ."> do
corrente. da ra do Queimado, um bur-
lo com os sgnaos seguintesi cor escura,
tem urna mana de ferida em cima da
anca, esta' b stante gordo : roga-se a
quem o achou de o levar a ra do Quei-
mado n. 1 I'recisa-se le urna ama de bous costu-
mes, para cozinbar e engommar ; no Recite,
na do Amorim ti 48.
Os Srs. Manoel IrmSo e Tliomaz Anto-
nio Ramos ferreira tem carias no escripto-
rio de Manoel Ignacio deOliveira, na praca
do Cor|io Santo n. fi.
- I'recisa-se de uma ama para casa de
pequea lamilla, sendo para todo servico,
menos lavar : quem pretender dirija-se a
ra da Roda n. sobrado.
- Os abaixo issignados participan! ao
publico c principa.mente ao corpo do com-
meicio, que dissolveram amigavclmanle a
socieiladequetinliain na loja de leriagens,
sita na ra do Queimado n. SI, que gyrava
oebaixo da firma tiuimaraes c>; Azevcdo fi-
cando a cargo do socio Azevcdo todo o acti-
vo e passiiD. Hecile t. de Janeiro de 1857
---Joaqun. Kerreia de Aiaujo (uimaraes,
Joaqun. I- lancisco da Silva Azevcdo.
ido
AO MAOAMISMO DE BO..I GOSTO.
audciu-?e sedas escoeczas dequadro, com qua-
le largara, fa^enda muito superior a
na ra da Cadeia do Hecie loja
_. 11. i Ir *
Madre de Dos.
Nc ra da Cadei
Iro palmo
IkSOO o ciivado :
du Mauoel Icrreira .le Sa, esquina que volla para a
ra vender a
i alu^ain.
relalho e em pore, e lambem se
PILULAS HOLLOWAY.
Este inesiim.ivel especifico, composto in-
teiramenle de hervas mediciuaes, nao con-
ten mercurio, peraalguma outra substancia
infancia,
.. igualmen-
te prompio o seguro para desarraigar o mal
na Compleic9o mais robusta ; he inlcira-
mente innocente en. suas opcracOes eeffei-
tos ; pois busca e rcinove as doencag iie
qualquer especie c rrao, por mais antigs c
lenazes que sejam.
Entre mlibares* de pessoas curadas com
este remedio, muilas que ja estavam as piu-
las da mu ti-,- preservando em seu uso; con-
seguiram recobrar a saude e Torcas, depois
dehaver lenta lo iuulilinenle todos os ou-
tros remedios.
Asjmais afililas tiflo devcm| entregai-se e
desesperacao ; lacam um competente ensaio v, G UItI>SIIIIO bem aCOII-
dosellicazcs elleitos desta assumbrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o benelicio da
saode.
i\3o se perca lempo em lomar este reme-
dio para quali;ucr das seguintes enl'erniida-
des:
V1NH0 l><>
\ ende-se uplimo
quarlo e oilavo, por prei;o razoavel: na ma da Ca-
deia do Kecife n. II!, escriptorio de Hallar \ l Hi-
veira.
-Sao muito lindos para po-
lillos.
Vcudem-sc muito bonitos botoes para pu-
uhos pelo barato pteco a 500 e 800 rs, cada
aboloadura: na ra do Queimado na loja de
n.iudczas da boa fama n. 33.
VEXL-SE
Grasa de patente, prova d'agua, para
aneios decarrn.
Vinbo do lUuno de qualidades espe-
culesJobannisbei g e -Marcolirunnei.
Noanmizem de C. J. Astley & C.
XAROPK
DO
BOSQUE
Ro Irausferidoodeposito deste xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santoa, na ra Nova u. .r,:t'
garrafal 59500, e metas DjOO, sendo blM lod
aquelle que uo for vendido nesle deposito,pol
queseTai o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 NBUCO.
. defronle da KelacAo, laber- Pira curade phlvsica em todo^osseusdi^e^eu
a v, i Uas'"ell,"rcs ,"l,i,s l'amburgottai pa- j 'esar.os, qucrmolivada por constipacoes, losse
aslhma.ple.iri/.escarrosdcsanue, adose peilo, palpilacilo no corarao,coqueluche
bronchile, dorna sariama, e todas asmolestia
dosorgaos pulmonares.
SECHAHSMO PAR im
em cotila, coiiiu sejam :
Chitas larcas decores, u covado ISO
Duas eslrcilas, ocovad.i lOOrs., tM t ItiU
Corles de \eslido Je chita larya IcbOO e -irOOO
Milus de cassas de baria JclMK)
l'ecas de chitas de cures "ijOOU
Ditas de Illas linas li000
Madapulo entrelio 39000a :te50
Uilo larso ijoo
Al^odAo azul de lislra e mesclado, o covado 160
lino americauo, peca ;t;l)U0
Chales de chita iOU
Lencos de ganaaencarnados 200
Chales de meriu" de barra e Iranjas J500
Cellos de buho lisos c bordados para camisa
PARA AS SENH0R1S DE BOM
GOSTO.
\cndem-se laixinbas ricamente enfeila-
ada das proprias para presentes a >:, 3e e 4#, ca-
ven "e,*s "CBS propuas paia senlioras a 5(K) rs
r,ic carleiriiihas minio lindas para senlioras a'
800 rs.. lesouraa para cusluia, linissimas a
l#, ditas diUfl para unl.as a 500, |> e 1/500
, ricas Iranjas para cortinados a 4/a peca, len-
ciiibos de rclroz de todas as coies a 800 r
| ricas Caixinbaa para guardar joias a 800 rs '
camisas de rneil para crianzas a 50o rs. r
eos botoes para roupa de cuantas a 1^ 'di
JWjWpatinbos boidados para as mesma
15^00 t 1^300, ditos de lia mais ordinaru
Cal de Lisboa.
Rna da Praia n. 19.
Lllegada no nlinio na-
Accidenlcs epilpticos
Alporcas.
A ni polas.
Arcias mal Je .
Asllim/:
Clicas.
ConvulsOes.
Debilidade, ou e\te-
nuagao. "
Debiliuadcou faltada
torcas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Oorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enlermiiiades no ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Ritas v.. i.-'s.
Ensaque ..
Ilerysipela.
rebivs biliosas.
Pebres interniUentes
Kebretu da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigcsliies.
Indamma^oes.
Irregu la ri da des- da
mensiruaQao.
Lombrigas de loda es-
pecie.
Mal do peJra.
.Manchas na cutis.
Obslrucc,5o do ventre.
I'hlisica ou cousump-
?ao pulmonar.
lieiencao de oui'ina.
Kheumatismo.
Symplomas secunda-
rios. *
. Jinoies.
I ico doloroso.
Cceras.
Venreo 'ma'
dicionad t : vende-se Jior
|>rec muito barato'.
\>ndem-se no raes do llamos n. i saccascom
milli.. cbcuadas de MamaiiL-uape, pelo prero mais
barato que noder ser.
NAFU.NDICAO DE FL'KRO 1)0 ENGE-
NHEIK DAVID W. BOWMAN. ,^A
KUAOOBRUM,PASSAM)0 O UIA-
FAKIZ,
ha lemprc um zrandesoriiaienlo dosseguintes ob
jeclos de mechanismos proprios paraeufeenhos.a sa-
ber : nincidlas r meias moeuilas da mais moderna
coustruccao ; laivas de ferro fundido e batido.de
superior quahdade e de lodosos tamantios ; roda
a
ni-
--. .,.,.,.. IUIII ni a i r
t, por estar collocadu defrnute do trapiche do al-
goaao : i Iralar na ra lo trapiche n. tt, primeiro
Vendem-se pellesde cabra de toda qoalidad
por preeo comoiodo ra da Crui n. .14, pruueii
audar.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I3$000o bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparecam em o seu escriptorio, na
na do Vigario n. 51, para veras amos-
tras.
FARINHA
NA MESMA FUNDICAO.
eexecatanllodasasauconimeDdas com a superio-
ndadejaconliecida ecom a devidapresleiaecom-
e, modidadeem prec.0.
0 f v^@-@@-^^@
A tteucao!
cisco Joso Alves Uuimares, ra do i.iueimado n. .1.1.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Antonio da
Cunlia, nesta lypograpl.ia.
Instruccao pri-
e secun--
mana
dara.
Ra do ;
10
larga
osar
ii. lft.
Jeropymo Pereira Villar abre o seues-
tabelccimenlo de instittccao primaria e
secundaria no da 7 do corrente Janeiro.
Alen da aula de priineicas letlras, ei.si-
na-se uesteestalielecinienlo aslinguas la-
tina, fraocezaelingleza,geometra e m-
sica apiano, liecebe alumnos internos,
mco-pensoiiisUis e externo*.
Lotera do Itio de Ja-
neiro.
Iirperador ifbe;:ado
? PARA CONSERVAD O OS
O DENTES." ':'.
r: Vende-se pos e asua denlrilices: na ra i '
' ov? ". !' *m c',sa do deulisla liauce/ ''
} Paulo liainou. .' '.
' ?,"-. ...-..'.: ;- .-. .-. .......: :
"....... u> -.. .,............-,,..;.-..
Preci'a-so ds nina ama que loaba bstanle lei-
le. anda mesmo tendo escrava : no ateo de S Pe-
dro ii. >>.
O abaixo wignado, arrennianle das dividas
activas na imporl. ocia ,!. 13:7539180 r. da matea
rallida de Joao ChriMMlomo de Lima, avisa aos deve-
dor da refeiiifa QM1M, qie queiram reali.ar nmais
lireve pmjvI os u.- d-bnos: nn aterro da Boa-Vis-
la n. 42, taberna de Misuel Josi; Rodrigues da C.o-
0 vapor
3 nao I
do tbentro de Sania TI
a este
0 do presente
BCa da
pelo
vapor
esperamos a
Tiirun, na
(> e al.i se
premio, de
a anuncios.
Roga-se aos empregados do corrcio
oil outra qualquer pettoa que tiver em sen
ompt$$.
Compra-s uma prela crioula, que tenha bo.
mai hSura, de idade. ICa s2 aunos, e que toalla l,a.
miidades gradando paga-se bem: na ra Nova
>cndem-se esla? pitillas no esUb.eieciinen-
to geral de Londres n." lt. aStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas enea legadas do sua venda en
to.la a America do Sul, llavana e llespanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
nma dallas conten, una mslrucc/io em por-
tuguez para explicar o modo de se usar dus-
las pillas.
O deposito ger.il beem casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. ->, em
Peroambu
Farinha de Tri-
a 320 e 400 ,s.. agulheiros rom a^ulhas lar.
lidas a iwi e 240 rs. carloes de coleles
Z "?.,"* ,iar,s.a ,0^,ca,tc,.ib,s
com agu has so.Ud.s a 320 rs., c.ixinbas
com agulhas ruetni a 160 rs., roi,ds, ^
boba para bordar a 100 c 160 rs carntei-
de linba de 200 jardas bom autor a'sO rs di
tas de 100 jardas aulor Alexsudre a 40*rs .
mac.nbos de ^rampas muito bo> a 60 is
ttaticinbas de 19a de casacoes a jo rs a pe-
ca, caixinbas com grasapu muito boas a 161
rs., miadinbas de bubas de peso linas a I4*
rs., bailados aberlos de linho a 100 e tSU r
a vara, dito bordado de lia** padr,,e.;"a .5,
rs a vara, trancas de seda de loii,s ,b Co7es
e larguras e oulras muiti*simas eousas, que
udo se vende barato, na rna do Queimade
loja demiudezasda boa fama n. 33.
_ ro .10:000 RES.
\ende-se uma rica toa 1 ha de labirintbo
propna para baptisado na loja da boa Urna
7' leqoes riMs;
Vendem-se leques muito linos con. rica
pinturas, espclno e plumas a 2/. 3>5
ooarfa3m^.03U3:n,ad0 de "&
Ricas fitas finas e muders
nasdos tneihores liuIuq
que se pode enronirar
f.nlimde.n' "a,'0ja dS ba ran' ">* do
One ma, o... 33eporprecos que n;,ode.xam
de agradar aos compradores, porque re. -
mente se vende barato e UlSSU
Perfnmarias finiysiinas.
Ma loja de miudezas da boa Tama na ra
do Queimado n. 33 encontra-se semprc um
rico sortimento de perlumarias de todasTs
Qualidades. inglezaa e francesas, nS+Z
rnclbores autores quo ha em Paris" Un-
dres, a saber : agua de Colonia muito bo.
sabao para barba de reme de .mendo.*'
gua de lavande muito superior, v"TtL
aromtico para dores de cabca, banba mu
to fina em ricos vasos, extractos de mu.l.s
25. '. ,6*' cxlrarl* Pr"P"os para bolso da
estudanle, essencias de varias qualidades
opiato o melborque ha para l.mp.r denles
Das para l.mpar os dentes, e outra mu.ta
cousas que nao deixarao de p.r.gar ,os se-
nhores compradores, e que tudo se. venda
por precmlio muito barato.
Compra-se urna lacea louriua em boa condicao
e que d ba,laule lene : quem a liver dirija-,; a
ruado torres no Kecife, ... :I8 segundo andar,
das! ate as i horas da tarde.
Compra-se urna carroca e um boi. ludoeiu bou.
estado de trabalho : ua ra da Cadeia, armazem de
iu,ilenae.
Compra-se urna casa terrea que leoba quintal
quem tiver auouucie pir este Diario.
_ Compra-se pira uma encommenda
1 inolequcsde 14 a IS anuos de idade:
naca do Collegio n. 21, p.irr.eiio au-
dar, das I 0 boras as da larde.
Com|fram-ae apoJiceg da divida provin-
cial : na rna das Flores 11. 37, primeiro an-
ti ii r.
Compra-se um ponteiro de 011ro de lei,
ja usado, para nit-nino de cscol# apoutar as
ledras : qem tiver dirija-se a ra do Bur-
gos ... 31, padaria.
6QQ
ven-
-- Compra-se um carro pequeo quo te- i buscar e
lia assentb para qualro pessoas, lora a bo-
SSSF.
( Vcrdiitleira.)
Pelo navio DLO.MK chegaram
barricas desta acreditada farinha :
de-se nos arma/ens de Tasto limaos.
Vende-se uma label-na na ra do Fogo
n. 20, con. pouens fundo-, propria para qual-
quer principiante.
Vende-se uma escrava de boa lisura,
parda de ptima oonducta. engommadeira,
coziha e cose : na ra das Trincheiras jun-
to ao nicho.
ALVRNARM UROSSA.
Vende-so lijlo de alvenaria gross, a por-
cao que si a precisa, mandaudu-se botar em
qualquer obra, 00 o comprador maii.Inido
lea, anda inesmo "sendo velho : q
ver e quizar vender anuuucie.
Ii-
SBendad.
Veude-sc urna nera de III annus, cnuula, qua
cose, lava, emjominae ciziuha o diario de urna casa-
na ra Ja ITaia 11. 13, legando andar.
Velas de carnauba
Vendem-se superiores velas de carnauba :
na ra da Cadeia do Hecile n. 57.
Comos de cabra.
.Na ra da Cadeia do Recife n. ">7, vendem-
se muilo boas pellos de cabra, por comn.odo
preeo,
Goinma de mandioca.
Vende-se superior gomm. de mandioca l-
timamente Chegada lo Aiacalv : na ra da
Cadeia do Hecile n. 57.
Vende-se uma escrava moca, de boni-
ta figura, com uma linda cria de 8 mezes, e
con. as habilidades seguintes: cose, cn-
goinma e cozmha, alian?a-se a conducta
111 qualquer Uiar
pude ser con-
ou no
duzido : .1 tratar na ra Nova 18
sitio do Cortume, nos Alogados.
Vende-se urna cabra bicho, parida de
poneos das na rna Nova 11. 18.
Vciide-se urna negra de bella figura,
sabecoznliar, comprar, lavar o vender na
ra, lude com perreicao : para ve-la e tra-
tar, na ra do l.iiramenlo n. 33, segundo
andar.
Vende-se urna bonita ngrinha de
annosde idade, muito sadia, propria para
servir de mucama de alguma meuina: na
ra do Queimado, loja n. 17, se oir quem
vende.
Vende-se farinha de s. Valheos, muito
boa, pin saceos que lem um alqueire, por
preeo eommodo: na ra do Rangel n.58.
Vendem-se :i escravos, sendo um mo-
leque de idade l5annos( uma negra de idade
2:> annos, oulra dita de idade 30 annos : na
rna Direita n. 3.
- Vende-se uma escrava crioula, com 20
annos du idade, bonita figura, sam achaque
algum, tem algamaa habilidades; avista do
comprador tratar-se-ba do preeo : na Solo-
dade, padaria confronte a igreja.
Vendem-se barris com superior carne
Vende-se em casa de Saunders Ilrolhers t\ C. na
praca do Corpo Santo n. II, a muilo superior e en.
conhecida farinha de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechegada cm 9 do corrente na escuna
i'l'feiU, cm porces2randes e pequeas, Conformo a
vonlade do comprador.
TAIXAS PAISA ENGENHQ.
Ha fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
ra ds Brum, passando o chafariz,'' contina ha-
ver um completo sortiraet'io de taixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, 1 quaes
acham-se a venda, por epreco eommodo o com
proniptido: embarcam-s oucarrogam-se ornear
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de Ilenr. JSrunn Companhia, Da
ruada Cruz u.lt), veude-se cognac em caiiiuliafde
duzia.
-- >a ruado Trapiche o. II, escphjriode Ma-
noel Alves liuerra, vende-se por cummodo preeo e
sesoinle: superior viubo do Porto em barris di!
uitavo,chapeos de feltro, e sabaoamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & ti., prara
do Corpo Sanio n. 11,hi para vondrose,;uinto a
Ferro inglez. 4
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha.
E uai completo soriimento ds fzendas proprio
para aste mercado tudo por pre-.o eommodo.
Cnl'de Lisboa e potassas
Na ra do Trapiche arma/.ens ns. 9e
II, vende-se superior potassa da Russia,
e .iinei-cana, cal virgein de Lisboa, da
mais nova que I.a no mercado
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, ru d.Senz.la-Ro-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontin.ahaver acom-
pleto sortimonto do moendas eias moendas
para enf;enho, machinas de vapor e laixas d.
ferro batido e coado de todos os taminho para
dito.
CAL E POTASSA
Nende-e polassa di Rossia c americana, cliesxla
nesle< dias e ue superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seus deposi-
to* na ma d Apollo 11. 1 A, oliB.
Na ra dn Vigario 11. 19, primeiro andar, ven- \
de-sc vinho do l'orla dt superior qualidade da bem .'
conhecida marca CW em pipas, barris e caitas de j
una c duds dallas de garrafas.
llnita attenyao.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que volla pa-
ra a ra da Cadeia, vendem-se cobertores de la
hfspanhors. lencos de cambraia de lislrasa 100, .loo,
e b'iK. r. cada um, curtes de casemira de edr a i;
e "icOIIO rs., dilos prela .49500 eM.3l.UOrs., dilus
de brim escuro e amarello para calca a lilil, pan-
', no de linho do Porto, lo.ilhas de mesa e losto. guar-
9
0 Na ra do Trapiche n. r.i, na
9 superior rape Princesa do Brasil, %
9 chegadorecentement do Ro de fi
fi Janeiro, emqualidade pouco dif-
-.i- leu- do re Lisboa, ao passo (luc $$
.- cuita apenas l.sHio a libra; a elle fi
O antes que acabe, pois a remessa j
Vj^be pequea. e"-.
^^OGO-0-000^-%-QQ
Em casa de abe Scbmettaii c\- C.,
rua'da Cadeia n. .~7,-vende-se:
Vidrospara espelbo.
Vinho do Rbenc superior.
Conservas alimenticios.
Tinta para typographia.
Tudo por preeo eommodo.
Em casa de Rabe Schmettau \
ruada Cadeia n. ."7, vende-se :
elegantes pianos do alamado fabrican-
te Iraumann de llamburgo.
Vinbo do Porto, superior chamico.
Em caixasdetiduzaseem barris dooitavo, ro- -
cernemente chegadopelojbriiue Trotadora; vende- fe
e nicamente no armazem de Barroca A Qistro, na I te
ra da Cadeia do Recife 11. i.
A loja da boa
fama
Vende muio barato :
c,
oa2^u.sr0za7de-^loe"uTm^;^.
(losa 2*0,n.e.asbrancasecru.s para honjom
a 160, suspensorios para hornera e menino a
40 rs., corteas para algibeira a 600 rs.. no-
eas de fita de l.nho a 40 rs., grozos uo bo-
Oes linos paracals.s a 280 rf.. groL de
botoes de madreperola 00 rs bracelete'
encarnados para senhora soo, canas com
inhaa de marcar a ogo rs., peC.s de bico e
ireitocom 10 v.r.s a 560 rs!7 duzi.s ell
muras para costuras a 1/, ditas ma.ores ram-
io boas a 1*200, e oulr.s muitissin.as coulis
que se vende muito barato na r.,a ,ln n *
inado na bem
11. 33.
barato na ra do Quei-
conhecida loja da boafoma
Algodftowiiho'dn Bahia ^V^^S^^L*-*-*
para saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Rieber c\ C, ra n. \.
Bleiog-ios
cnborlos e descoberlos, peqoenos e .Tandea, de 011ro,
patente inglez, para bomem e ser hora, de unidos
iiicliinre. rabriraule (le i.iverpool, vindos pelo ulti-
mu paquete mgler : em casa de Southall Melior A
Companhia, ra do torres n. :|S.
ijuem pretender annuiici para ser~rocu- ?C.*5CCa?afad** che8al? "'tunamente dos'.lanapos de todas as qualidades, atoall
I tSti.dos-Ll.ldos ; no escriptorio de Matheos [cado com selle palmos de larfiora a I36OO a vara,
rudo.
Vende-se uma cpula de tipoia com 1.,
pao etorncisdemarfim : narua doueima-l 1
don. 2*. *ende-se uma preta de nacSo, com 90
Vende-se um guindaste porttil de ter- ~~ i"""1s e i'li"U'' 8fDe cozilll,ilr. lawr e
ro que pega 90 a 100 arrobas com todos os 1 ,:"=oml"jr '"' : ,,e^ <* Veras n. 20
seus perteuces: na ra Direita ti. 66.
Vende-se um mulato de 18 a 20 annos,
e bonita Bdora para pagem, o qual alom dis-
to so aclia seguro po- um anuo : a tratar no
escriptorio dos mnibus.
Veude-se a dialiciro ou mesmo a pra-
zo, com endossaiite >s letlras, a laberna sita i
em Al'ogudus. na ra de S. Miguel n. 68, ten-1
.W......^. ,i, ,ty, i,ci;tu UIJ 'CI.IS II
Abordo do ln.de u .Novo Ollnda : a Iralar con.
me-lre 011 com oscoosii'uatarios Tatao IrniSos.
Aos que tem de pint ir.
Verde froiiceza pataca a libra, alvaiadea
da du fundos 350 a 40V00II, liiiito afr.'-"ue- l","1" '''"'''? /""'r"J e 0('a a dous vinleiis a
; vendo loda a porcSo que quizerem
zada para a Ierra : o dono deseja vende-la. c
laz todo nebocio por ter de relirar-se para no ^wanuSuto, luja n. 3.
fra da provincia : quem a pretender, diri- Rila NtlVa II
Madama llosa
ja-seam-slnn. ^
DOCE SECCO DE c.\.ir. Madama llosa Hardj vende ricos enfeiles
Ma ra da Queimado, loja n. 2, vende-se o I de caberja para senhora. do ultimo gosto,
mais bem l'cilo Unce secco de caj' cm boce- I""' prego rommudo, e chapeos de crep un-
as muito bpm eufeitadis, protrias para pre- leitados c 1111 llores, pelo pce,o da s;oDO.
sent.
Aiislm i, Companhia, na ruado Trapiche! corles de cassach.ta a l^iiiiurs., eouiraj mui.
1 zendas pur prero'scominodos.
A 160 res o covado.
Itisrado escuro de quadrinlms, proprio pala ca-
misas e vestidos de prelas, veude-se n,i ra do
Cra.no, loja da esquina, que volta para a ra da Ca-
PARA ACABAR.
Na rita Nova, loja (i-ancezan.8,confron-
te a Camboa do Carruo,
vindi-m-sechapees de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade.com um leve luqu. de molo, pelo
1' 11 >i -mu" |dci_>i ile lomeada um.
lielogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro :
veinlein-sea precora/.oa\cl. (->> casa de
AugustoC. de Abren, ama da Cadeia
do Recife,armazem n. ."G.
N. O. liiebei-iV C, roa da Cruz n. i.
vendem :
Lanas da Rusta.
dem inglesas.
Brinzo.
Ib ins da Itussia.
Vinho de Madeira.
AIjodiio para saceos deassncai.
SAO" MUITO LINDOS.
Hicos corles de vestidos de lazenda muito
lina, to.la de .seda e de um gesto muito apu-
rado, ebegados pelo ultimo vapor vindo da
Kuropa, muito proprios para assenhoras de
bom gosto, assim como chitas Irancczas
muito finas matizadas com lindas cores :
d3o-.se amostras na ra doOueimado n. 22
na loja da boa le del'ronte da da boa lama.
PAItA QUEM TEM BOM COSTO.
Na ra do Queimado n. 22, loja da boa le,
lia um completo soriimento de grosdenapo-
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acaben., que a testa est com nosco,
assim como chapeos do Chile muito linos,
que se vendem por menos que em outra
FITAS DE VELODO.
Vendem-se fitas de vel udo prelas c de co-
res, eslreitas e largas, lisas e abortas de mui
to bons gustos, pelo barato preeo do 160
320, iOO, 500 e 600 rs., na ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33.
Moendas supe-
riores.
Para escriptorios c carro
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que be possivel haver a 69. dito m-
ferior ppuca cous. a 39 e 3,500, dito paque-
bnoaooSOecc'ditoiBXo
bom a 3,200., duo-de-7or;:r en," ZS
ZMte? fr"s ^verd.de".bpe'
yros a 800 rS., eaneta de aso torneadas aV
Kn"l*V.?*1!~-. "vetes ZSCH
de uma a quatro fulhas a I, 2, 3, 4a.
ras mais cousas que se vende barato; Ds
mind^UH7d0r"a bem co"hc<=id. lo d
miudezas da boa laman. 33.
( artos para jogar.
Vcndem-se baralhos de cartas francer.s
muito finase de bom papel a 500 rs. ob"
Iho, ditas porluRuezas muilo finas a 39 r
na ra do Quemado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Bonecas francesas.
Ventlem-sc bonecas francezas ricamente
i^mi!V Var8S Naalidade* a IMM,
1 600 e 2. na ra do Queimado loja de miu-
dezas daboa lama n. 33.
__Wf fif i flwiNii
Na fundieo de C. Starr Ai C, en.
Santo Amaro, acbam-se pata vender mo-
endas d canna todas de Ierro, de um
modelo econstrnccfio muito superior.
- >o da 3 do corrente rugi do engenlio
Jacobina un.a preta crioula.de id.de pouco
mais ou menos 20 annos, do poder de ,eu
senlioiAntonio Kerre.r de Barros (....pello,
que a l.nl.a negociado com o Sr. Flix :.-
taiicio de Barros, que morava anio no Bu.-
cuja escra-a foi negociada ha 5 .unos, du-
rante este lempii foi a primeira vez quesalno,
cliama-se Mana, mas be conhecida por Hara
do Carino, he de estatura regular, olhos pe-
queos c l.rances, testa curta, beicos greas
i-' um Unto pasados, tem de um lado dous
ou tres denles quebrados, he esperta e muito
ladina : ro~n-se por tanto a tod.s as autori-
dades pol u es ea quem a pegar, dirigir-
se ao meso jgenho Jacobina, que sera re-
compen.-ad.o, podendo lambem ser culi gui-
os Albg.riis, casa do sr. Matheus, saersUa
da igreja d e l>. S. da l'az.
1?i0-.',ia 2 do torrente Tugio um escravu
cnoulo, d idade 40 annos pouco ni.i.s ou
menos, be padeiro, e venda pio na Capul.-
ga.de non. Antonio, desdentado 11. rrenie.
baixo, e m utas marcas as costas : quem
o pegar lev -o a padaria do pateo do Te-<-
n. 30.
Fugio do engenl'o Abj,
da l'..! .1I11;..1 um mi
Vende-se
SAI DO ASSlf de superior t|ualtdadc
Independencia |n. I bordo du palhabote Piedade, a tratar
dequali
Xtt*SLtSC23a^^ rind.a,ls "ltn,os va-
- rWh.-!. ,.m ama de to'qM ^ja e .,. Pr-1':"'1 H *>"V*m Borges de l.a.n-
ondneta, e que tnnha hum leilc : na ra do Cahug I l:IV0r I'1' 1,,Vi"' '' P'aca do Indc-
n. 12, luja de ourive., te dir' quem precisa. I pendencia, loja n..",.
ara pagamento de qualquer I bordo, delrbnto d trapiche do algodo, ow+J^**' "'
opnormidadeconi osnossos !" rua.daMadrede Deos 2 eoat l!*Mib-
1 nuil I.mu euro. __.-^
Vendem-se os verdadeicos charutos
varetas da fabrica do Blandi ; na ra do
Qiiciinndn n. IS, lojajde-/erraf;en).
AlODA A\AKiAI)0.
Vende-so ahoidp liso americano muito
encorpado, conj'qutio palmos de largura,
pelo prego qge se convencionar a vista do
seu estado: na ra lo Crespo n. t.
ru
(|IH'
Prelo em liarrcas
No armazem de VicantdPerreir. da Costa,'
m da MadreiieHfeos, confrontea igreja.
Vendflftitt ligo.dt cumadro a 110 rs. a libra..
-puperior cal de
Lisboa,
VAMIDAS E GRADES
Um lindo e vanado soriimento de model- tres
los para varandas e gradinas
dernjisimo :
us,di* unn novan clicua-los nu mercado
Uli r 11 : da ru,i de Hurtas u. i.
Cimento braoco.
Ilecherjado o evcellentecementobron-
co ja bem condecido o experimentado,
lano ciii barricas como as tinas: noar-
ma/cm do taboas de pinho de Joaquim
Lopes ite Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
Vende-se superior cal de Lisboa
arini/.emde Niivaes & C., ra da Madre|c'd* lojade miudezas da boa la
de Ucosn. 12, por prero eommodo.
presenu ler SO aBn^^jr*^L.?-
StSas 'fel^^aS!: as
nasjrtjiafg! "HlfTrassucar, caireiro nc-
dreiro, s.pat. ro, allaiate e c.r.pino, sendo
que so em pi lre.ro trab.lha com porekio
quem o pega leve-o ao dito engerido a en-
tregar a seu i -nhor o coronel Joao da Coila
de gosto mo- Villar, e en -.riiambuco a Manoel Joan' nm
na rondfeSo da Aurora cm San- | Comes, na re ,1a Cadei, de Santo AatorZ
n. ^6, que gi librara com eiiero.siilado
Couro de lustre marca de>*.S X^ZSLTZ^L
(asteio. marcasdebex as, pern.sgroc.s, e nellas marea.
;de c1crat17.es n s cauellas, falla con. muia manci-
Vctidcni-se" pellos de couro de lustre de du0 levou vesti<1o camisa da panno arnl erxo
muito superior qualidade a prego de l? e; guarnecida de ourelo branro, nos ombres ai.'
a do y jcimado, na bem conhc- nhos, iberia na frente.m forro, de palito: sttssi
cravo he natural da P.r.hiba e oi escravo do Sr.
to Amaro,
do llrum.
ma 11. 33.
Vende-se superior I Intl. de algodo brancas
de eoroi, em novello, para ci.tura : em rasa de
Snntliall Mellnr^ Ciimpanhii, rna dn Turres 11. 38.
3$5 Ho muito barato.
(Carlos Coelho, que o houve por beranc. de .vu so-
Vendem-se duzas de lacas .; garlos de ca- gf JS. Jo'1uim ,,e Sol,M laquelU cid.de, o'foi
ILEGIVEL
bodemarfim de boa qualidade a V-rdHM I rn",P"Jo Pel ''o ssign.do .0 Sr. Hilario da
ditos de cabo de bataneo muilo linas a M'1 Alnan,,ra "awoncello.s .TiiDor,m(irdor no ngenho
ditas ditos cabo rolico e oitvado a 3-, du- laPlu freguezia do Pilar desta provincia
7ias de colheros de metal principe a S* e c,.-: quem o pegar Ipvo-o a ra. da Conrordi. P.-dn.
ditas de metal mais ordinario a 800 e ir*400, Antonio Teixeira Guimares, que vr awM'.-nsn-
V ende-se ral d. Lishe. ultim.inenio cagada, *.- ] e oulras muilas cousas que se vende barato,' mente mficdo
sim como pota.sa d. Russia verdadeira : na praiina ruado Queimado na bem conhecida loia I
do Corpo .anto a. 11. r lde miudezas da boa faina n. 31. J




MUTTT-^
l'EH.N IVI'.DF. M. I. |(E I \KI\ 1h..


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