Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07678


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Full Text

ANNO XXXIII-H. l,
Por 3 mczes adiantados 4.S'000.
Por 5 mezes vencidos 4S500.
"
OllY FFJIU 7 DE JANEIRO DE I8S7.
Por mino adiantado 1f>s000.
Porto franco para o subscriptor.
BUCO
EVCAHREGADOS DA StltSCRII'CA'O NO NORTE.
Parahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomes : Naul, o Sr. Joa-
quina I. Pereiri Jnior; Aracaty, o Sr. A. de Lcmos Brasa :
Cetra, o Sr. 1. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que* Rodriguei : Viauhy. o Sr. Domingos Harculano A. Pessoa
Cearente : fara', oSr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
u>mo da Cosca. \
PARTIDA DOS COKREIOS.
Oliiuta : lorias oa riia.. ilf mc faerat rio Hi.i.
1.0., : m> MHihl exl IH -fsllraa.,
S< Abi.....Hexerrut, Bonito. Caraara, Allivha e Garaatnas : na lia-a-reira.
S. I-......;>;.. I'......I libo, Nazarea, Lia.....tro, Itrejo, !- -....-,r.., foga-
jlr, Flora] Villa-Bolli, Boa-Vi.w, Oaricary Kan : na gaartaa-retraa.
Cabo, Iporuca. Serum"....... > (n-rocinn-o. Ln.t. Ilirreiro., AlM-Prota,
ianaaii iraa e Natal: falataa-fairaa.
Tanta* ai borrajos parl.-m ai 10 hn-aa da manhia.
AITIMENCAS DOS TRIIU.NAESDA CAPITAL.
Tribunal do commercio r segundase quimas.
Relaco tercas-foiras e sabbados.
Fazenda .* quarlas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commerrio : seguirdas as 10 horas e quintas ao meio.dia.
Juizo de ornlijos: segundas e quintas as 10 horas.
'rimeita vara do eivel .' segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPHBMERIDES DO IUEZ DE .lAM.lito-
; Quarto eresccnle as 0 horas e al minutos da manbaa.
10 La cheia as 0 horas, e 4H minutos da manhiia.
18 Quarto minguanle as 2 horas e lio minutos da manha
"i La nova as ti horas e 6 minutos da tarde.
PREAMAR DI-: IIO.IE.
Segunda as 2 horas c ti minutos da tarde. _
Primeira as 2 horas e Jo minutos da nianha
das da semana.
.' Segunda. S. Simeo Kslchta : S. Thelesplioro p. ni/
6 Terca. >< Fpiphania (.Ylnnilesuco do .Senhor ) dia de res.
7 Quart. S. Luciano presb.: S. Clero diac.: S. >iceto b.
8 Quinta. S. Lnurenr,o Jusliuinno palriarraha.
9 Sext. Ss. Julio e Ba/ilira sua esposa mm.
ti> Sabbado. S. Paula pnmeiro eremita : S. Gonzalo de Amarante.
11 Domingo, l.dopois de res. S. Ilygiuo p. m.
ENCARRECADOfi DA SIILSCRIPCA NO SIL-
Alagoas.o Sr. Claudino Faleao Das : Baha, o Sr. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
EH PERNAMRICO.
O proprietario do DIARIO .Manoel Fiaueiroa de >tru, na aun
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
QOVERMO DA PROVINCIA.
CircularMinisterio dos negocios da justira. Rio
do jaueiro, 'Si de oulubro de 18jli.
Illin. e Extn. sr.Manda S. M. o. que d'ora
i m diaule uo se abonera ajados de cusi sos juizes
de direito, que so removidos a' pedido seu, mas so-
meote aos que o tnreni nos casus do decreto n. 559
| de 1.1,0X0, constante du pedido que remelle, para
a continuado das obras por adinioislraro a cargo
1 daquella repartir no crrenlo mei.Communi-
cou-se ao respectivo director.
DitoAo provedor da saude du porto, spprovan-
do a medida que Smc. propoz de seren logo trans-
portadas para o haspilul do Pina as pessoas de hor-
da dos navios, apenas senlireni os primeiros .emp-
lomas, visto que sehdo difticil diagnosticar pot clles
a lehre amarella. couvern que o doentes sejam re-
de de junhu de 1850 ; a saber : por necessi- I movidos de bordo, antes que o mal se teuba plena-
dade ou nlilidade publica, arl. 3 SS 1 9 do citado j mun|e confirmado,
ilecrelo ; 2" por mudauca de nina para outra en-
Irancia ; :i- linaliiieiila por detnisso do cargo de
chefe de policia para voltarem a' sua comarca, ou
a outra que tor designada. O que commouico a'
V. Exc. para soa inlelligencia ee\eeui;ao.
Den guarde a' V. Etc.Jos i'horaaz Nabuco de
\raujoSr. presidente da provincia de l'ernamliu-
eo. Cumpra-se. Palacio do governo de l'eruatnbu-
co 15 de dezenibro de 185o.S. de Macedu.
^
Expediente de da > da Janeiro.
-OflicioAo Kwii. teen te general coniniandaulc
das armas, rtcommendando que designe mu dos
apelilles do exerciln, devendo preferir se liouver
um que tenha conliccimento de liozua Trncela,
para no liotrpital provisorio da ilba do Pina minis-
trar aos (lenles catholicos os soccorros espiriluaes,
o aos morios os convenientes snlTragios.Coromaoi-
cou-se ao provedor da saude.
Dito'Ao imsmo, remetiendo acompanliada de
copia do aviso da repartido da guerra de 1K de de-
zembro ultimo, a relaijio a que elle se refere, da
qual consta os nomes dos ollkiaes subalternos trans-
ferido de Ons para oulros corpos, c os dos promo-
vidos por decreto de J. do uiesmo mei, que lambem
l'oraui distribuidos pelos mesmos corpos.Igual re-
mosta se fez a' thesouraria de fazendn.
DitoAo mesmo, para recoinraendar au capitao
>lanoel Claadioo de Oliveira Cruz, que solicite
qu into antes na repartidlo da guerra a sua patvnle
de reforma, atim de ser apresenlada oa Ihesouraria
de fazenda em observancia do disposto na ordem
circular do tliesouro nacional, de 7 da Janeiro do ao.
no passado.
DitoAo inspector da thesouraria de fazenda,
, remetiendo a relarjlo dos vencinieutos dos menores
da companliia da aprendizes do arsenal de marinha
relativa^ ao mez de dezembro ultimo, atim de que
mande satisfazer a respectiva importancia, sabindo
essa despeas do crdito que por ullieio de 31 do ci-
talo me/, ae mandou abrir para a conlinuacjlo dos
pagamento das que se lizeram coiu soccorro9 por
nccaaiao do cliolera-innrbus.
DitoAo mesmo, dizemlo que a quantia *it
-'0:0095, que sa mandn entregar a cmara munici-
pal desla cidade pira oceurrer a" penuria de carnes
verdes, que eiilo se senlia no respectivo mercad,
fui corno rniprestimo e nao como doacAo feila a
mesma cmara, que por is-o deve iudemnisar a Ihe-
souraria nao S" i qnanti;i acuna declarada, ma
lamfiem da ile :'.: iTS-sTii. que por ntleir >\ 20 o>
aguslo do aono prximo pasofldo se maudou pagar
au coronol Aittoniu Francisco Pereira, e declaran-
do que a* Bonita apfaseuladaa pela ootnoiisallo Ho-
rneada pela relerida cmara deviam ser tomadas
naquella thesouraria somonte para aber-se se a
soturna, que se emprestan, loi empiejada no objecto
para que a destinou o governo, pois resultariam gra-
ves abuso se, obtidoiiiii empreslimo para um lu
delerminadii, a cmara o-applicasse a uulro que ndu
erecesse do governo a mesma solicitude.
DiloAo presidente do conaeilio admiuislralivo,
recommendaiido que cum a possivel brvidade pro-
non a compra das fazenda o mais nbjeclos roeu-
ciuuados na relaco que remelle, para serem envia-
dos ao Exin. presideute do Hio Grande do Norte.
DiloAo director do arsenal de guerra, para
mandar furueoer ao subdelegado da fregur/ia de
Sanlu Antonio, doze espadas para armar os respec-
tivos inspectores de quarteirao.Cominuiiicou-te ao
chefe de policia.
DiloAo presidente da commissao de hvgine
poblica, remeltendo o ollicio em que o juiz de d-
reilu da comarca de irjnlrin- rectilica alguuserros
nal infuriiaan- i|ae miiiislrua acerca do cholera-
morbus oaquella comarca, e queja foram enviado!
a Smc.
DitoAo mesmo, approvando a racilo diaria de
640 ria, que Smc. arbilroo aos enferineiros empre-
gados no servido do hospital provisorio da illia do
Pina.Communicou-se .i Ihesouraria do fazeuda.
DitoAo mesmo. remetiendo um envoltorio con-
lendo laminas de pus vaccinieo para o serviro da-
quella reparlijao.
DitoAo inspector da thesouraria provincial, re-
r ommeiidanriu que mande entregar ao Ihesonreiro
da reparlirao das obras publicas, por meio de che-
ques de Din cotilo de lii cada um, contra a caita
lilial do llanco du ilrasil nesta provincia, a quauti a
DiloA' cmara municipal do Brejo.Tenho
prsenle osoflicios de It e 1:2 de dezembro ultimo,
em que Vmcs. solicilam ama decisao sobre as irre-
gularidades qne tul .um ter havido as elei^es de
vercadores e juizes de paz, a que ltimamente se
proceden nesse municipio.
Carecendo de provas e sutlicienlea esclarecimen-
(os os fados c raziies que Vmcs. allegam, para jus-
tilicar o seo juizo a respeitu das mesinas eleices,
nada lenho a fa/er, seno confirmar o que se acha
declarado em meu oflicio de 15 de novetnbro ulli-
mo, cojo recebimenlo \ mes. accosam.
Campre pois que essa cmara, debaixo da mais
estricta respoosabilidade, execule o arl. 103 da lei
regolamenlar de l'.i de agosto de 1846, dando posse
I aos novos eleitos para juizes de paz e vereadores.
A's cmaras nao he permillido pbr motivo algnio
i enlrar na tnoralidade da eleico, cunforme declara
lexpressamenle o aviso de 3 de fevereiro de 1848.
! A faculdade que ellas teein de representar e escla-
[ recer o goveruo sobre essa obicelo, nilo deve .nunca
embararar a pusse dos novus eleitoi. A occasio
propria para taea representarles he a que propor-
ciona o art. 100 da citada lei. islo he. logo depois
da apurarAo dus votos, qoando a cmara participa
ao ministro do imperio e ao presiJente'aJa provincia
o resultado da eleirito no seo municipio.
Devolvu nesla uccasio o livrn das acias a que
Vmcs. se referen! nossupracilados ollicios.
PurlariaExonerando, de couformidade cum a
proposla do chefe de policia, a Dionizio Rodrigues
Jacobina, do cargo de subdelegado -lo primeiru dif-
irilo da fie_u va do Alliuhu, por assim u liaver
pedido.Communicou-se ao referido chefe.
Dita.Nomeando o alferes reformado de primei-
ra linlia Joo Mouteiru de Audrade Malvinas, para
exercer iiiterinameiilc o emprrso de ajudante ila di-
recloria das obras militares.Fizeram-se as neces-
sarias rommonicaees.
DilaAo agente da compauhia das barras de va-
por, para mandar dar passagem para o Maranhao,
por cunta du gqverno, no vapur que se espera do
sul, a quatro pracas de prel perteiicenlcs au ,V ba-
lalhlo de iiifanlalria.
HiloAo meslo, mandando dar transporte para
Para o nono b.ilallio de infatuara.
Os leneiiles Manoel de Azevedo do Nasciinnlo,
para quarlel-meslre, Jos Francisco de Moraes Vas-
concelos, continuando em secretario, Joaquim Cae-
tano dos Reis.
Os alteres Julio Osar da I onseca, Francisco An-
touio de Sa Barrrle Jnior, Joao Baplisla Bispo.
Para o deritnu batalli.lu de inlantaria.
O lenente loillierme doi Santos Sazes Cadel.
conlinando em secretario.
II-allt res l.mo Aognslo de Carvalho, Joo Jaco-
me Nogueira de llaumanii, Jos Renedilu do Espiri-
to Snnto, Antonio Nogueira Pinto, Antonio .losde
Oliveira Sampaio.
para o 13' balalhan de infanlaria.
O alferes Jos Vieira ile Suza (uedes.
. Para o balalbao do deposilo.
O lenle Joo BaplilU do Reg Barros Caval-
cauli de Albuquerque, para quarlel mestre.
Para o corpo da cuarnic;o fixa dn Babia.
O lenente Caetauo Xavier de Oliveira, para quar-
lel mestre.
Para o corpo da guarnirito de Amazonas.
O lenente Jmlo Carlos de Paiva.
Os alferes Jos Francisco Kibeiro, para ajudante.
.lo..i Jo- Je Lima llalla, Joo Manuel Dias.
Para o corpo da guarnirn de (ioyaz.
O alferes Jos de Oliveira Calheiro de Albuquer-
que.
Os seii'hores ofliciaes que foram distribuidos para
corpos existentes fura da provincia, deveio eslar
promptos a seguir para os seus ilesliuos na primeira
occasio de transporte, continan lo no entretanto
addiduscoiuu se achani. ,
Jote Joaquim Coelho.
ORDEM lili DA N, 396.
Ilaveudo a presidencia por bajea nomear por por-
tara de 'i do crrenle ao senhor alferes reformado
Joo Monleiro de Andrade Malvinas para exercer
interinamente o emprego de ajudante da directora
das obrad militares desla provincia, o general com-
maudanle das armas assim o faz couslar a guaruicao
para os llns convenientes.
Joic Joauutin ( oelho.
rigos, dando a Mr. Frmuut \M volOS. lie islo i sidenle. no dia e sera dentro em pouco procla-; lender, se elevar lambem a altora da sua posico,
enorme como manilestai.'o re principios, e signili- i mado ebefe da magistratura dos F.slados-I'nidos. e adnmii-trara os negocios do paiz com firmeza e
cativo como expresso de regalas ; mas nao sutlici- He-la maueira terminou a lula que ha alguns me- independencia ente contra as adlieses que de toda a parle appa- j ze> leve a l. nio em completa agitacao. As ques- i presidente americano sao mai vastos do que um
receram em pro de Mr. Huchanan. que fot n tercei- i loes relativas i continuaro e extinrAo da escrava- ; ministro anlogo de nutro qualquer Estado livre :
ro combteme, e caudidalo nao seccionalista, mas i lura eslo re-olvidas de urna maueira opposta s he o soberano inamovivel emquanlo dura o seu
nacional. lesperancas do norte, e de grande parte do povo in- mandato, e pode ser o seu proprio ministro. F.spe-
x A sua elevado be um penbor de seiiuranra gliv. ijue svmpalhisa com a poltica e Iradicao do ramos sinceramente que elle comprehendera os ver-
para a manutenido da l.uiao Americana. Significa i norte. .Mas nao he nicamente a sorte de Kansas dadeiros inleresses do paiz que governa, e que, pelo
pazo concordia entre o norte e o tul ; liberdade aos que est decidida. A poltica estrangeira da I nio ( que respaila Inglaterra, cooperara para ni,nter os
kansas para repellir ou admitlir a escravido ; di- snilreu lambem urna influencia contraria aos votos 'sefitimenlos de estima mutua, que ha tantos annos
minuiro das tarifas coiumerciies ; liberdade a ca-, dos liomeus moderados da \merica asiim como da se lem desenvolvido de urna maneira to nolavel
as KltCjfies.das doas naces.
da un das tribus confederadas para se zovernar^ Europa.
como entender -. {Mpalariacjlo do crdito publicu ; j ., Nao se deve esquecer que Mr. Buchanam, quan-
lo era ministro d.iqnelle paiz, nuuca deu o mencr
admissao liberal dos eslrangeiros, a tolerancia reli-
giosa.
Por esles diversos ttulos saudamos, como um he-
auxilio ao regalamenlo pacifico das questes que se
suscitaran! entre a America e a Inglaterra. Jul-
l'irml dn (otnmeri-io de Lisboa.
lord Clarendon para terminar mais de urna dis-
senco promovida pelo representante americano.
ORDEM 1)0 DIA (1.397,
O general coinmandanle das atmas fas cerlo para
scieucia da guaruicao, e necessariu ell'eilo, que o
governo slu S. M. o Imperador hoove por hein, por
derroto e 10 de dezembro prximo lindo, conceder
reforma | em conformidade com a lei ao Sr. capitao
ilo J." bilalliAo de infanlaria Jos Joaquim da Silva
Cosa ; oque conslou de olticiu da presideocia de
do cor ente datado, com referencia ao aviso do
miuister o dos negocios da guerra de 32 do citado
mez de i ezembro.
O me ino general determina que teja desligado
do .- b lalho de arlilliaria a pe, ao qual se ada
addido, i senhor capitao du '.' da mesma arma, An-
loniu Ll iz hilarle Vine-.
JotS Joaquim Coelho.
a Perahiba no japor que se espera du sul, au cri-
minoso Jou Co'rea Leal Batinga e as prifmde
pret, que por parle do chefe de policia forera en-
viadas para bordo do mesmo vapor.Ictairou-se i
referido chele.
\ l'n
valor pi
Luidos,

II CASAMENTO EH PROYLmV.
\>
\
por Madama Leoxie D'AODjr.
CAPULLO vni. '
/toiiipinentti.
>o mesmo momento em qoe Mr. l.et ll deixava
i.a Ciolal para ir a La Pinede, Rosa e mili sahiam
le casa para irem missa. Era domii o, c um dos
uais bellos dias duanno de IS35, nuqua a primave-
ia foi deleitosa e lao florida. As chiiv sexcepcio-
i in- do lim do invern deram urna ve* us habitau-
- I' ile l'iuveuca. urna priinavara verdt' nle como na
i mandil, e embalsamada como em ninlra. i ,,
iinlat gn/ava d --a festa da natureza, igreja inos-
Irava com urgullio o altar da Vtrgem a pultadu de-
I aixo do* liUze e das laraugeiras, d sorte que o
I -iIuiii du incens era dominado p lo aroma das
llores.
Terminada a iniaa toda a popular i espalhou-se
pela /"n.sse, bello pi,seio a mareem mar. tiran-
de numero de mocas do m curta e d mancebos c-
tenos cora o barrete vermelho dos | scadores pa-
siiavam aos grupas de sele ou oito, ocando a ca-
da encontr aperto de nio e risadas
No meio da mull lo da povo aiu
variada, camintiavain mus respeij\
I abitantes couseraveis do lugar. 1
inenlp o baro de Croix l'*onds e -
Vrnoux eaoai doasfllhas, Mr. Riel
livj ; e
' reiro, d
: la les B(
. uaes, ei
; dia di
o Nui
oa cand
Un
receiam
EXTERIOR.
AMERICA.
sse deacreve do agniile modo o carcter e
neliciu para a America, a eleva,;o de Mr. lincha- j gOD-ae, e nao sem razo, que os esfurcos fcitos por
nan, que reuni em seu favor 17 estados e IT."> vo-
tos ; e que as provincias mais hoslis, como Mova-
'i ork u Massacbussets h ou ao seu competidor a
maioria dos voltiles das grandes cidades, islo he,
o que a l'nio cotila mais lluslrado c intelligenle
em industria, cummercio, lilleralura e sciencia.
(la amipos de Mr. Frcmont consolam-se na es-
peranza de completo Iriumpho em IstiO. Podem,
I a caso, fazer-se (aes especulacoes polticas no Novo
BfOBdOT
ti Ja se espalharam lillas cunlendo nomes dos mi-
i'ilros que sero chamados por Mr. Buchanan, pa-
ra os diversos cargos do estado. Estes bo atos sao de
tal orle prematuros, e lo pouco lrinis, que inere-
cem anda alguma rellexo.
lie inuilo de crer que Mr. liqchauan nao chame
para seu lado liomeus laes como M. Soul, ou Mr.
Brooke, deputado que foi pescado, como he eslvlo
dizer, a caima ; e lo diversas designaces s leem
por lim desconceiluar de auleinao o novo presiden-
te.
Eis-aqui os pormenores publicados pela Inde-
pendencia Belga sobre a tomada de llera!, peloi
persas :
o Os sitiados defenderam-se lenazmente com toda
a desesperai.-o do fanatismo, porque como todos sa-
nao com a iotenco de provocar urna guerra entre hem os odios de seitas entre mussalnianos se en-
os dous pai/.es, mas porque vio um meio eleiloral i volviam com a queslo poltica, e a lula havia co-
e una mn.Linea de resallado para a sua candidatura macado dentro das muralhas de lleral por nm inor-
ii Mr. James Buchanan, que boje cotila lili an-
nos. deu-se, lia algutn lempo, a' vida poltica. Fe1
o seu tvruciniu como deputado ilu congressu ein
1N31 : teve asseulo no senado por espaco de algons
annos; e exerceu o cargo de ministro de negocios
cslraiiaeiros em 1843 al 1849.
No aono de IS'i foi nomeado ministro doiEs-
tados-tiidos em Londres : e pedio, no ultimo an-
uo, a sua demisso para poder vigiar de perto quau-
li> dizia respailo sua elevarn a' presidencia. Em
lo diversas fnucees, se Ihc otrerceraiii meios de
obter grande experiencia dos negocios da sin patria
e dos pai/cs eslrangeiros.Cosa da repulaco de
poltico \consunndo ilirsl rale polilician)e
como dos seus competidores na ultima e-
leieaa p ira esle cargu.
Mr. Bucbanan acha-se eleilo de fado, presiden-
te dos I Alados-I nidos, nao lbe fallando a consa-
grai.-ao < as formulas, lal como he a reun m doa de-
legados le 3 de dezembro prximo : o sao voto, que
uip he i uvidoso, vi-to que tul manual! he impera-
C0M!1AM)0 DAS ARMAS.
Qnartel general do conansando dai ai-mae de
Pernambaco, na cidade do Reclfe, en de
Janeiro de 1807.
ii-.iil-:M DO DIA N. 395.
O general rumniamlanle das aunas da pubcida-
de para conlieeitpenlo da guarnirn e devidu elleito, i "anciar
arelar' dos sen llores olliciaes subalternos trauslc-'
rido por decreto Oe t de der.embru ultimo, que nessa
mesma data foram distribuidos pelos Corpus abaixo
declarados : o que conslou do ollicio da presidencia
de 3 do correle com referencia ao aviso do minis-
terio dos negocios da guerra de Di do citado mez de
dezembro.
Para o qaaijlo balalbao de rlilharia a pe.
Os segundos lenles Jos Antonio Ribeiro de
Frcilas, Leopoldo I redenco Duaile Nunes, Candi-
do Joaquun da Silva,
Para o prmi ir, regimeulo de cavallaria ligairh.
O alferes ri compauhia lixa de Peruainbuco Leo
pu'do Alves l> ni o.
Paro ii leerlo regiment de cavallaria ligeira.
O alferes Joa Melquades da Silva Costa.
Para o quailo regiment de cavallaria ligeira.
O altere* Joo Pereira de Araojo.
Para a conipanhia lixa de l'ernaiubucu.
O alferes do primeiru regiment Demetrio de t.us- I as sciencia ; e pe
inao Coelho.
Para o segundo batalho de infanlaria.
Os teuentes Aurelio Jonqnim Paito, continuando
em ajudante, (iuilherme lieculanode Medeiros, Pe-
dru Lino de Barros Reis, Joc Augusto Cardozo da
Cama. Vicente Pedro de Oliveira Villas Boas, Fran-
cisco Bibiano de Castro.
Os alferes Flauzioo Jos Correa, Francisco Jos
Comes.
Para o tereeiro batalho de infantera.
O alfares llennqiieCarneiro de Almeida.
Para o quarto batalho ue infantera.
ti lenle Francisco Uorges de Luna.
O alferes Joo Lilis Cavalcanle lcito*.
Para o stimo balalbao de infanlaria.
Us lenles Jos da Conhi Moreira Alvea, I.-le-
van Jos Pac1 Brrelo.
Os alferes Lourenro Jusliuiauo Jorge doucalve
e Felisberlo d.i Costa Correa.
ada. alecre, e
ni ni. alguna
ain primeira-
fa ni i lia. Mr
de Monllouis i
Ciotat, unde represenlava um lypo nico, era uina
especie de lyrannii parladur, cvnico, brutal, insulen-
le, e poderoso. Rico, bello, corajoso, alliado com a
in di......- familias do departamento, nao consenta
que iiinguem se Ihe uvantajasse. Forcoso era sup-
porta-lo assim mesmo rindo de ludo e iodo-, nao se
iiicomiiiodando por ninguem, Tomando junto das
inulheri'', gracejando com as lapariiuinhas no meio
da roa, e adornando sua conversarn com inlerjei-
ces banidas do diccionario. Apelar de Indo isso,
ou talvez um pouco por causa de ludo isso, Arlemou
passsva pur irresistvel. Fizan grandes dealraioBej
no e.trne.io de umita* familias, as quaes digeriain sua
desgraca em silencio, nina- applacadas pelo dinbeiro
do velho Richer, outras aterradas pelos duellus do
moro.
Depois de algn annos passados em Paris, sob o
pretexto de esludar direilo, Arlemou Richer voliara
para La Ciolal dallando a |is de si uns trinla mil
franco* de dividas que sem duvida tiuham ajudado
sua volta de lilho prodigo. O velho Richer paunu
aos oradores depaiio da coudiiju de que Irlernon
nu tornara a Paris. loi eatao que La Ciolal veio a
ser o theatro de sua lai;anlia-. (I velho ICchcr riu
por mullo lempo dos lornolto*, das deaavenras e dos
esiaudalos causados pelu seu herdeiro ; depois licou
inquieto, e de balde Iraluu moilas vezes de casa-lo.
Nesse estado achavam-se as colisas quandu a volta de
Rosa a cidade, veio disperlar as esperaoraado velho
Richer. V filha do notario com sua belleza, eu do-
te, e a inlliiencia du pai lornava-se urna moca hem
premiada, alem de que Arlemon tesleinunbava-lhe
entimenlos que Ihe eram muilo excepcionaes. Des-
de o primeiru dia em que elle vira Rosa sentira-sc
apaixona lo por ella. \ principio foi somenlc um
desejo de pacha -, depois ajudado pela frieza da mo-
na lornou-sa nina especie de vonlaoe lixa e obstina-
da ; o amor proprio tomn parte no negocio, e Ar-
lemou preferio emlim consentir em casar-se com
a abertura pelo congresso de 13 de feve-
s listas da eleico. lao diversas lormal-
preein-lier > aegonda as rearasconslitucio-
Irando elle no exercicio de sua. fanccOes no
nnreo prximo.
ca houve voto popular que se devesse pro-
sobre mais graves inleresses. Eram tres
dalos por onde liuba que e-culher.
, ollerecido pelo Amm-uothings, que nao
sustentar, com as armas na mo, o seu ex-
clusivismo a favor dos naturaes do paiz, e de de-
senvolver o estandarte do fanalisinobmdeia en-
sangueutada que o genio do mal desemola nas so-
ciedades, como qoe excilando-as ao assassinio, vio-
lencias e guerras civis. Possuindo laes qualidades
Mr. Fillmore, esladisla de nobres anlecedeutes, a-
penas lugroo ser acelamado por um so estadoo de
Man !and:e para i lenla victimas, que perecern! em rolla do escruti-
nio, manclij-sem com o seu sangoe lo irrisorio Iri-
iiiiipho.-
O segundo, Mr. Frmool, he celebre pelas -ua-
opiimas qualidades ; por grandes serviros prestados
reir de aveulura, pro-
seauida com indefez em.
Ijozandu das sxmpathia js republicanos, e sen-
do vehemente adversario da extenso da escravalu-
ra, promellia reformas, sem apresenlar plano de
que se podesse linear mi, nem regras econmicas,
ou um svstema de poltica externa.O egosmo na-
cinaU|iumpluria com Mr. I-illinora ; e a desu-
nan e conlendas intestinas com Mr. Frt'inoiit. o-
ze e-talos do norte, habitados por gente de imagi-
nacao fgida, asctica, puritana, de carcter inlra-
ctavel, jleleuiperainenlo lo glacial como o seu cli-
ma ; de'carcter lo aspeio como o seu solo; de
auimolpninloleraiile colima sua Biblia : de bracos
lo speros como os trabalhos dos campos,nao teme-
rn! resolutamente embreuhar-se nesla mata de pe-
, lambem passa por pessnir, no mais subido grao dex-
lilico assim do novo presidenta do-, Ltalos ,. ,.. ,, .
treza, ti llcxibilidadc de carcter, lie estadista pon-
cenergico, e de palxOes moderadas, a quem ful-
tam certos hbitos, ou deleito-, qoe abribanlam, e
mullas vezes se reuncm nos bomens de qualidades
e Inlenlos superiores. Accusam- no Je daiouviies
a enredos, e dos sabor superior menle manejar*.
'lem a este reipi ilo feicjtes .....que senullu anli-,"
go presidente, Mr. do Vau-IIiiren, que linha itran-
dissima habilidade nesla quahdado'de merilo, sendo
por isso feralmente alcuuhado o mag co pequeo
lillle malician.
ic lia lon^o lempo que Air. Bucliauau he o cori-
pheu do partido democralico. Apetar da autonda-
de que lbe da' esta situnco, he de receiar que o
arraslem liomeus astutos O da genio ardente, que
oa nMOalencie desse espirito de irritarn entre os
doos palie*.
lambem se nao deve esquecer que na confe-
rencia d'Oslende. em que as dootriuas iiileiramenle
subversivas do direito commuin das naces a defen-
dern!, foi Mr. Bicharan quem oceupou o princi-
pal lugar. A arquisii-o de Calis por lodos os meios
possiveis foi n.lopl.i l,i jiela conlerencia como a base
da verdadeira poltica exterior da America, e con-
ven, concluir por analoga que as aggresses contra
o outros estados americanos que possuem porto c
territorios, deveriam seguir esta primeira acqui-
sb.So.
" Em consequencia pois do que acaba de 1er la-
gar, nao podemos deiisr de repetir as observacoes
qae ja fizamos, quando as eleices da Pensvlvania
lizeram prever u resallado. Nao prettndemos ava-
har os horneo- pblicos da Unio. seoao pela upi-
nio qoe as suas accfies provocan] entre os seus com-
patriotas : nao nos perlence manifestar urna ale-
gra immoderada ou um senlimenlo extremo do
resultado de um conllicto poltico exterior n'uin
paiz eslranaeiro ; todava, como u hoinem de esta-
do americano, de molu proprio e conselho geral dos
S'os compatriotas, conserva vistas holis a indepen-
dencia de cerlos estados visiiilios. nao podemos dei-
xar de expedir o nosso senlimenlo quando vemos
S maioria dos seus coucidados ligar-se as suas
ideas,
Depois de ter criticado a eleico de Mr. Bucha-
nan, segondo o poulo de visla da silMCgo interior
dosEslados-I'nidns, que necessariamei.te deve guur-
se au eslabelecimenlo daeseravldla em Kansas, c a
eveenco rigorosa da l"i sobre o essravos fogilivos,
u Times continua :
licinio dos correlionarios dos persas.
" As tropas do Schah haviam pois corrido ao ata-
que com lodo o ardor da vinganca e julgavam mar-
char para a guerra santa contra aquelles que appel-
lidam de harelicos. Superiores em disciplina aos
allgbans que combaliam dentro de llera!, e dirigi-
dos por habis eugeuheiros francezes e allemaes,
os persas eslavam, ja ha lempos, similores de lodos
os accessos da praca, e a rehcllio se manifestara
entre os all'ghans.
O rei de Caboul, Dosl-Mahammcd, debalde es-
perado pelos sitiados, nao apparecia. Ja nao poda
peuetrar na prata combov algum de vveres. Foi
eolio que romecaram lodos os horrores da fome :
as epidemias que sempre acompanliam esle llagello
acaharam por dizimar a guarnico e os habitantes ;
alisal foi preciso render-sc, porque os defensores
de llera!, cuino os de Kara, ja nao erara seno um
Iroco de enfermoi consumido) pela febre e caldudo
de iiianieo.
o O carcter persa, demasiadas vezes cruel snb o
aspecto de urna polidez estudada, infelizmente man-
cbou a sua viclnria. Depois ua tomada da cida-
de o general em chefe Mahammed Vousouf-hham,
; aprisiouou o chefe dus sitiados, lis,-Klian. inan-
dou-o malar, o em seguida cortar em quatro partes
que foram supensas as portas da cida le, ao mesmo
lempo qoe urna proclamado ameacava de igual
castigo lodo o habitante que recu-asse subrarller-se
au vencedor. Depois drsla esecuco slroz, dous es-
piies, que se davam por amigos d'Esa Kans, pene-
tiarain junio dos sem dous filhos, c os astassiuaram.
Se esta familia tivetse tdmarto parte na carnificina
e fui a origem da guerra, a cxpiacio nao seria por
'sso meno- odiosa, por isso que o furor luniou o lu-
o I oremos de parte as i,tuicoe, domesticas. da justica. Verdad, he que a. malfadadas ra
is temos o direito de criticar de urna nianeiM
bao de cercar, e que dalles K torne o instrumeiilo
eu inanequiu aman ef slrawcomo dizem os
juizes de linzuagem mais severa, au Ihe viudo,
porm, a faltar a firmeza, que he urna das maiores
virtudes du estadista, sendo applicada ao cumpri-
menlo de devore*, oa a" execuco de meios qoe in-
leressam a sorte de milhoes de liomeus.
"... Mr. Buchanan ebegou ao fatligio da sua am-
bicio. Acha-sc elevarlo a' maior dignidade a que o
poda fazer subir a contianca do povo. So agora
Ihe falla honrar, com a prudencia e habilidade do '
seu governo, os poneos annos que o separara do
sepulcro ; imitando as virtudes e inudoraco de
alguna dos presidentes que o antucederam, poupan-
doa sua patria, c outros eslalo, sos uccessos de-
sastrosos que Irazcm a hiimauidade e au verdadeiru
progreiso guerras tentadas sob apSixonadas tenden-
cias.
" A despeito de corlas reeordacoes, pouco agra-
daveis, esperamos qoe elle nao veuba a ser o presi-
dente de una secen, mas lim o presidente dos F^s-
ladoi-Cnidos ; c que a Europa Ihe mereja otras-
peilos e allences que elle deseja para a sua
patria.
Diwio do Horerno de Lisboa.
r,l ainda a eleico, segundo o poni de iu
ha de exercer obre a poltica, in-
; ternacion.il. Somos o povo mais declmenle inte-
ressadonos negocio* da L'nio americana ; os cid.i-
dos dos dona paites esto em conslanle contado ;
lomos grandes inleresses com os Estado* que mais
esto expostos asgres-o americana. Temes pois
direito de fallar da quosto.
Se os acoulecimentoj de urna longa carreira
podem ser considerados como prognoslicos da con-
duta futura le un huinem de estado, podemos acre-
ditar que Air, Buchanan nao defende actualmente
urna doutriua poltica, na qual baja f, mas fez-se
o representante das ideas qae dominan actualmente
na democracia americana. O novo presidente he
antes um homem vido de popularidade e de ele-
vadas funcrOes, do que um homem resolvido a por
empratica llieoria justas. Nao foi candidato pre-
sidencia porque preteii le-e atacar a llespanha,
I mas falln em atacar a llespanha, porqne esperava
| encontrar nesla liiisuagem urna probahilidadc de
i eleico presidencia.
He pois permittido esperar que boje, que elle
ciieson ao elevado lim da sua ainbro, renunciara
as |ierigosas Iheonas que podesse professai. Segun-
do esle poni de vista Mr. liuclianan ser sera du-
vida, apezar da conferencia d'Oslende e do discur-
sos de Cincinnati, um presidente escrupuloso ob-
servador da le das naces. Pelo inleresse da Ame-
rica e do mundo iuleiro, esperamos que assim
acontecer. Cumtudo nao se deve esquecer que ha
qoem aspire a mesma elevada posico a que Mr.
Buchanan acaba de ebegar, e esses julgam tirar par-
tido de persistir nas meamos doolrinas. Mais de
um desses pretendemos est ligado
leal, e Irabalha para prolongar o espirito de irrite-
O limes aprecia da seguiste manein s nomesI cao qae dea a presideneJa to actual. Ushomens
cao de Mr. Buchanam, a dignidade de presidente I corno .lellerson. Dar! e Dmiglaiis foram os mo* ge-
I nios do presideule Pierce, c sem duvida bao de al-
Irahir o mesmo disnediluaos seos SnWeessorc*,
dos Balado* luidos.
o Se dennos crdito as informacues que nos fo-
ram Iransmiltidas pelu agente da imprensa SStOCla-
i dude Nova Vork, Mr. Hiichauaii foi nomeado pre-
0>i que he isso, Lescalle
chega-me subilamenle '
Muida rica, responden o notaiio em um tom
n rilad,, que Ihe era liahilu.it. acabo de procura-la
em casa, onde vosse devia eatar desde que lerminou-
se a missa. Volleraos por favor ; lome o meo
braco.:
K ciwno m idami Lescalle espantada nao pareca
lisposla a obedecer, elle separou-a de Arlemon as-
sas nulemciite, e metiendo o braco da lilha porliai-
xo do iea, ia relirar-se,quandu o mancebo tornando
a si da sorpreza, disse em tom de riso e de zom-
oii ia i
O' l Mr. Lescalle, fica ceg quando volta de
La Pinede".' Nao v que essas senhoras passeiavam
comiso'.'
Eu bem u via, Mr. Arlemon.
Enlo porqu motivo m'as arrebata assim .' De
milita lelicidade sua quo cu o coulemple ja com olhos
Mihmissos, accrescenlou elle voliando-se para
llosa. ,
Essa he boa. -enhur '. toruno
Esperamos que Mr. Buchanan, eollocado no mais
elevado cargo que um cidado americano pode pre-
cas orienta.;- ani conhecciii outro modo de proceder
para como vencido.n
dem, i
l.o-'se no Moniiiig Stur : .
Convidamos -eriaincnte os B0SS0S leitorcs pata
tivar i sua altenco para a actual .sitoaco poltica
das musas relacoes com o resto da Fiuropa. Seria
ocioo pretender dissimular que o aspecto dos nego-
cios se torna muito prio e ame arador, e qne, segun-
do todas as probabilidades hem depressa estaremos
envolvidos em urna nova guerra mais lerrivelc raa s
sanguinolenta do que a primeira, a menos que a
opinio publica nao iulerveuha por meio de nrn pro-
leslo solemne.
o l.luacs s3o os tactos "
Procuraremos precisa-los lo claramenle qnanlo
for possivel, e empregaremos lano inleresse e cui-
dado quanto os jornaes ministeriaes se leem combi-
nado para dissimular a verdade ao publico por ap-
parencias lisongeiras.
a O primeiro aclo que devenios mencionar, he
que a Inglaterra se enconlra n'este momento quasi
nica na Borapa. A allianca franceza, de que te-
mos sido lo altivos, nao existe seno oo noine. Por
islo nao queremos dizer que estamos em face de
um roinpinenlo diplomtico.
.. N'Jo pretendemos que as manifeslace exlerio-
res da hom aecurdo n amizade sejam apenas pelo
que respeila ao passillo. Mas diremos que, apezar
das desculpas devidas intervenco de M. de Per-
sigo?, ha entre o- dous governos nma profunda di-
vergencia de opinio em todas as iiiiesles de inte-
rs-e geral europeu. Estao em desaecordo a respei-
lo da quesIJo italiana c ese desaecordo he a causa
o governo ac- do ridiculo malogro d'cssa facciosa inlervenco na-
politana com que se Tez tanla bulla ; eslo em de-
saecordo sobre a futura constituirn que deve dar-
se nos principados (danubianos, sobre a oceupa-
r.lo d'aases principados pela Austria, e do mar Ne-
gro pela Inglaterra, sobre a interpretarlo do arliso
do tratado de Paris relativo limilnrao da fronlcira
da llessarabia, sobre o local, epoca, e elementos do
Mr. Arlemou .' Eu quizara ornete obter de meu
pai nao casar-me ; deixem-me unto d* Vmcs. pur
:11a,; vosse embanco do marido, ccomerou o ataque cum a voz
mai* forte que poude :
Explique-nos emlim, Lescalle, a causa duque} toda a vida ; nao desejo outra mu-a.
vosse acaba de fazer, diga-nos por porque rompen 'Fullees de raparigas.' e\ I,moni Mr. Lescalle,
com a nica familia, em que Rosa podia casar I todas dizem oulro lauto, quando se Ibes prope um
hem'.1 marido dillerente daquelle que ellas lem sunliado.
A bomba que enebia o milano rebeulou em uina '
phrase sob a
nlerpeliaro da molher.
llosa tein um marido, respoudeu elle com em-
phae e aleara, llosa lem um marido que val todos
os Ricbers do mundo. O conde de Vedelle pcdio-rn'a
pnra seu lilho.
O Sr. Jacques evclainou a inora levantndo-
se trmula de cinor.o.
Nao. o senhor Jorge, respondeu o notario ;
mas sso nao importa ; elte he rico, bem como o ir-
mo ; o pai da-lhe quinze mil francos le rendas.
Oue o senhor Jorae 1 o idiota '.' perguntou
madama Lescalle divid ia unir una salisacru ines-
perada e um senliuiento de inquietaro inalerua.
Idiota! nao diga tal lotice, Virginia, Jorge de
notario viva- i N edelte he nm moro mu! gentil, e braudo como um
mente : deive de escrpulo, e diga-me cum que di- ] cordeiro ; Rusa tara delle O'qoe qui/.er.
eilo quereria impedir-uie de conduzr para a casa Ouvindu pronunciar o nnniB de Jorge, Rosa licou
ia niulher e iiiinha filha, se naujulgu conveni- branca bem como o lenru que linha au pecuro, e
la ve, Virginia, qoe llevo osar de .liona autorida-
rlc ; ella nao quer a um nem a oulro ; honlem de
manlii foi ;,o cartorio rogar-me que iiiudase de
projerlos; enlo Iralava-se de Mr. Arlemon.
Se eu Uveasa ah-olotamenle de escolher, lor-
nou Rosa, preferira cazar com Mr. Arlemon.
Nao be mais lempo de vollar para elle, nii-
nha lilha : se nao me bouvesses lestemuiibado tua
repugnancia para com essa umao, eu tena relleclidu
bem ante- de empenhar-me com o conde de Vedel-
le. Sim, teria podido sacrificar muilo tua inclina-
Co ; mas como nao ten nenhuina, toca-me esco-
lher por ti. O casamento com Arlemou era vanta-
joso, nu o qnizesle. Oiltrtr.o.leoulro melbor. deve
aceeita-lo.
\h aselamoo Rosa, que neeassidade lao ui-
geule ha de ea-ar-me '
mentos ricos. Resolveu pois deixar cessar essas
(agrimusem insistir.
Saino do sabio dizendoa inulher em voz baixa :
Ella teria chorado igualmente, se a livessemiis
casado com Arlemon ; tranquillisa-a, falla-lhe, isso
le perlence.
A mi e a lilha licando so? guardaram muito lem-
po o silencio. Rosa abismada em soa dor, Madama
Lescalle meditando qua resoluro havia de lomar.
Madama Lescalle com o tino maternal nunca
adormecido nas mulheres. comprebeudia melhor do
que o marido as repugnancias da filha ; todava um
faci importante duminava ludo a seus olhos.
llosa nao podendo mais caar com Arlemon, e re-
culando a Jorue correra o risco de nao casar mais.
l-:--a -upposiro lo ollensiva para o -cu amor pro-
prio materno era mu provavel ; ella via em La
Ciotat umitas inoras bem naseidas e lindas, qu* por
lalla de maridos conveuienles amearavam licar sol-
leira : a Idea ile livr.ir Rosa de tal sorle ler-lhc-hia
leilu acceitar lodosos extremos.
r|ien d> ..
.nulo o braco a mulher, e emfim. mif|;,ma Lescalle I "U!ia enrrer o risco de vela esrapar-lhe.
e a lilha aeompaabndas pur Arlemonkiighgr, O velho Richer, como sabemos, tirara hbilmente
Em La Ciolal, bem como em IndasL ridades pe- proveilo da siloaro, e o que paasava-ae no pstelo
i umias, os menores relos lem EranoaHmporlancia ; i,lc '* 'asse no dia de que fallamos, eia una mani-
lo.lo he materia de ron,inenlario e delf 0ui-rturas fest*58o publica dos nrojectos das .loa- familias. A
idade toda oh-er\ava nosaosneraonasens; a allilade
s acroes mais insignilieantes paca o hahuanle de
l'.iris, ah sao Datadas e inlerprelacj ; e ,-ein ma_ .le madama Lose?
ueiva*. A*Bm, foi com vino espaniosa^ig a nolabi- blicaro re banhos ; ella recebia com uina dgni'da-
lidades de La Ciulal viram madama [^scalle pas- t''" ollicial a- feiictaces ainda indirectas que Ihe
niar era rompaulna de Arlemon Rirh|r_ ei'am dirig las. e son ia rmn irona protectora todas
Lina palavra a respailo de xrtemon. as vezes que enronli.ua uina das familias,cuja al-
l.r um mancebo de cinco ps e s*4 polleuadas, i 'nuca o altivo Arlemou tiuha repellido.
v goroso, moreno, barbudo e corado, dejeioies -ros- [ Kosa, invejada por to.la* as mocas, desuada a
-i irn e ao mesmo lempo resolares, delpliyjiono '
inte ve-las pasMtal agora '.'
Arleinoii mnrdeo os heicos para eonter urna tor-
rente de palavras vilenlas snggerida pela co-
lera.
Soa conducta be ioexplicaxel, senhor. disseelle
com tr.in.|uilh la te.
Naasa momento .Mr. Richer d Monlloiiis appro-
viiiioi-se do rupo, e diiigindo-se ao notario :
Mr. Le-calle, he um rmnpimenlo que vossa se-
nlioria procura no diasrguinle aquelle em qne rece-
bi lui-i sua patavra ?
lie u que Ihe appruuver, senhor, respeudeu o
notirin sauando-o profundamente.
i: retirou-e a paseo rpido levando o un sino a
muLier e a lilha.
I\
n
Autoridad.
M lama Lescalle eslava pasmada
turuou a cahir a-sentada uu sola -em puder proiiun
ciar urna palavra.
Mr. Lescalle nao admitlia o peusamenlo de urna
ohjecru a seinelhaute casamento : esperara orna
cxploso ds alegra das doa- mulhere. \ elido a li-
lha lo abatida chegoo-se a ella, e balcndodhc bran-
daineute na lace, disse-llie :
Ab Ros;-, lu que nao queras o lilho de Ri-
cher, espero que ficarsagora ufana de poderes bre-
vemente ser chamada : senhora baroneza !
Rosa ficiiu tria e immovel como urna e-fatua ; jul-
gava^se opprlmida por um pesadello horrivel. Pas-
l'ioximo eoii-ie-o que-e den- reunir. A toa poli-
''ca aaa Con-ianiinopla esln em estado de aulaga-
uismo declarado, e os doas embaixador** intrigam
sem cessar um contra o outro para ae v enceren) :
emfim e especialmente dillerein de opinio de ama
maneira tensivel. irreconciliavel na soa apreciarla
quanto ao espirito e ioiervenccs da Hastia. Otan
desaecordo n'este poni recouhe.:c-$e evidentemente
oa linsuagem do imperador Nar.olc.iu ao embaixa-
dor da Russia, e muito mais comparando-se coma
de lord Palmersloii em Manrhesler, e no bauquste
do lord-maire.
Em presenta d'e-les factos, nao teremo o di-
reito de perjzuolar quaes silo os ponto de iulelli-
gencia e bom accordo em que asnela a contiunafao
da allianca "
ir Sendo tal o estado das nossss rclacoe- com a
I ranja, quaes sao as disposires do reto da Earopa
a oossa respeito f
" Em llespanha, a influencia que temos procara-
do eslabelecer por esparo de trinla annos em favor
do governo constitucional, est despresada e aban-
donada.
o Na Italia, lemos desunido os .'ovemos pela tm-i
inslenle mana de intervenco, e os pavos pa'.at
nossas Iraicoes reiteradas.
o Na Creca, pelos nossos insulto* fanfarree,
tambera lemos modado em reseutimenlo hostil
respeito e o recouhecimento que o povo mostrara a
retpeilo da Inglaterra.
Na Turqua, lemo-nos arruinado para eslabe-
lecer e desenvolver a influtucia da Franca, qne nos
domina por luda a parte, e entusiasma a Porta
para recusar as conce--..e- que temos conseguido ein
favor dos seus subditos chrslos.
-- A Prussia. a despeilo das suas tv mpaihias pro-
testantes, e das suas allianca reaes, desligoa-se da
nos. em conseqoencia da insolencia dot nosto ho-
mens de eslado, e das grosserias da nossa imprensa.
A propria sar.tenha, diz->e, pronuncia-se con-
tra nos, nas nossas dillerencas com a Russia.
i Nao lemos de parle alguma, nem esperaora.
nem ideia deamiade, de auxilio e de svmpalnia,
excepto da parte da Aonlria, a a potencia mai des-
leal, mais lalsa, mais branda a mais ambiciosa da
l.nripa da Austria qua violou a palavra ja dada
au nosso guveino da Aostria que nanea deixou de
violar os seus rompromissos quando os -eus ulerea-
ses se arliain envolvidos '. da Austria, inimigo impla-
cavel da liberdade, o verdugo da Hungra, o carao
reiro da llalia
Noti que estas pAlavras nao sao nossas ; eslra -
liiuio Ltsd i- colomuas dos jornaes qne hoja accei
tam oin favor a ideia de urna allane* com a Aos-
tria. liamos apenas una Iraca ideia da violencia da*
tuas antigs invectivas, mas he sutlicieole parca
lielerer nm contrato escandaloso tom a -na actual
luizuagein.
a He ii'estas rircumstanciaa, unir interne com a
Aotlrla no meio da Europa, qoe ousamot apreiea-
lar-nonein taca) da Rnasia com um '.ciu iasollanlc
e provocador qoe nao pode deixar de excitar ama
nova guerra. E porqu* he esta nova gaerra !
a A proposito da iuterpretacao de uno artigo do
tratado de Paris. Esse artigo diz que a fronteira da
Bassaralna passira no sul do Bolgrad, islo he, qae >
Borrad sera coinprehcndido no territorio ruaw.
Mas rom em saber que ha doas Bolgrad, dot qoac-
um he urna pequea cidade lao iri-ignilicauU-, que a
seu nume nao -e enconlra indicado na maior parle
das carias. A inglalerra ea Austria pretenden-, que
fallan Jo do Bolgrad, nao quizeram desiguar o Itol-
giad .ru todos condecen), maso Bolgrad de que
ninguem, nem mesmo elle- saspeilavam a existencia.
o A Russia declara que se nao podia deiiar de
fallar do grande llolgrad. Nao not decidiremos cu-
tre estas doas opinies. Sao oppostas. O meio mais
simples e o mais natural em laet casos he appellar
para o congresso que redigio o artigo, a que deve
ser o melhor juiz das toas inleurocs. lia isto que
prope a Russia, e com ella, a Franca, a Pronta a
a Sardenha, em vi rinde do proprio tratado, qne diz
que em raso de desaecordo, cada dencia. anles de
recorrer ao uso da forra, dar' a partes contraan-
les o meio de prevenir esla eilremidade pela sua
mediaco.
Mai a Inglalerra recosa peremptoriamenleeile
proposla. Pretende qae a nossa interpretars he a
nica boa, e nao obslante, as preseripces forrase*
do tratado que prohibe exprassameale aos navios de
guerra a entrada no mar Negro, manda ama etqua-
dra para aquelle mar.
o Penie-te basa, > maioria dos plenipotenciarios
condemnam esle procedimenlo, e nos nao temo- da
nossa parte seno a \oslria. a qoal pela tua parle
se aprsenla para prolongar a m,i oceuparao dus
principados, que ardeutemente deseji. como se sala
annexar definitivamente ao seu imperio.
" Pedimos aos nossos leilores para reflectara em
ludo isto, para nao se deixarem guiar apenas pe-
las formulas de rhetorica. Nao de vamos de ler sem
cholera e desgoslo as uarrarues a respailo da coo-
sondou um instante o abvsmo emque ia cahir essa
brau cia lo chara desherdada de toda a alegra intima,
ou entregue aos perigosos acatos da dtsordem. E
impresso durou pouco ; a esposa prevalecen logo a
o.ai : o calculo ceg dominou a emoeao intelligenle;
Madama Lescalle lornou-se mulher do notario ;
chegou-se filha, abracoo-a, e dirigindo-lhe e-la-
palavras aireclaosan que dle allivio as grandes dores
moraes, poz-te a consola-la a' tua maneira.
Oave-me, Rosinba, disse-lhe ella ; nao cou-
vern ver as counas cora mo- olhos ; esse casamento
que le nssosla lem algumas vanlazens: entras em
orna familia nobre e bera considerada ; a cundetta
he ptima senhora, e Mr. Jacques ha muilo araa-
vel...
Ah I Mr. Jacques, exclmou Ha.
i', suas lagrimas correram em maior al.un' inri.i
Madama Lescalle ata coinpreheii.leu. e cooli
nuou
lera inultas -alisfarrjes que nao de vera ter
desprezaua. Flssc casamento ha de fezei-le a i.n
ineira railher do lugar. Ouioze mil libras de ren-
Pouco rae importa.
.Mas nao dirs sempre assim,
lleves comprehen ler, toruna
u pal,
De oulra este casamento pareca remlvidu Doe-
Oh quanto a isso, miiiha lilha, dissc Mada- pirilu de Mr. Lescalle, e a henala molher do uota-
ma Lescalle.se nao le casasses depois do que acaba rio nao rorma va fcilmente a projaclode nina resis- das! leras una cairnagem e qn.i.n crudos pode
uuiici. I lancia declarada svantadesdo marido. I las receher a lodos, mesmo ata pr.fcitu quaudu asi
Bem rimo militas mulheres Madama Lescalle era d,f ,!orr,,ir>- Se lores a Marselha, ou a lou-
, ,. mesmo lempo Iv raima e escrava em -na casa """' c""vlJda para o baile da perfeilura. |Po
que ao i Admiuislrava ilesn'iiiramenle sera iinnoil.r mai - ZTJZSttk***!"" i,C """er re'"0"" ""' 'de"^ SWWl d i- <-'" "'-i;".,-!.. Mr. Jergr de VM
-C^XUd..iw.m, Lescalle, lr.la.te 1-%* -** -"" marido a speramente ao pobre Aitemon. : "-P*'10 3squcsti.es graves,
One queren 1 di ludo i.so nao sci como. Pro- Essa mulher, que teria sustentado seis mezes de
curava um pretexto para romper com os Richer ; ti- lW",s'"os nara con^'var ou despedir urna cbzinbei-
oha ja resolvido cincuenta expediente* no cerebro f*! "a ne,f?1, in,, n**a*sidiMle de urna
ra, nao encarara sem susto a necentdade ,)e
sadn o primeiro momento d? ansio ella rompen em I voltando preasa du easlcllo quando vi a vossespas. '"'i' fl,,"Jj tralava-se da .entina da lilha.
pranlo, e laocando-sa com desespero au pesroco do [seando publicamenle rom .rtemnn, o que equva- .'"' sen'e'hanle nalore/i ar-ll-xo so podia acon-
pai disse-lhe cum voz entrecortada desolacos : I lia a cartas de cominuiiicaco. Tive um deseoiilen- r! ,1'l"n|v'"" : 'l"e aeonlecen. Rosa nao
Oh meu rharo pai, nao eonsints em'lo bor-1 lamento lo lorie que acabei logo com ludo. E-pe-'!"' ''"Oo penetrar o pon-amento di m,, e vendse
rivel caaamento! laso he impossivel I Vmc. Iiem sa-1 ra qne oa Richer oomprahenderio qae nu devem "",'"!1 "}'* lancoa-se-lhe ao peacoeo, c empregou
he que Mr. Jorge de Vedette he nm iinhccil
sera de miin, grande lieos, com tal homem '
Abor-
l.loe contar mai- Cunt O na- elelf&et.
Havia dez an- sera de miin, grande Heos, com tal homem.'.' Vmc. | Vas retirar-lhes por isso leu auxilio
equivala a urna primeira pu- ; ""* ^"c era c',*a''i, nunca vira o mandil entregar- nao quer desgraear-me. Nao sabia que isto ni" farii i rcenle os repentinamente .'
1 desesperar. adfi esl ainda determinado. Hade; Coran os tola! Anda nao coroprebendes-le'!
retirar sua promeasa porque he bom, eamamailo] Oque
toa Rotinha. Vhl meo querida pai, pelo amor de- Jacque-de \ edelle pue-se nas fileirat; idin.
Daos! responda-me, Iranquillise-me, promella-me meusvolosa Luce Rclier, e Rosa lera ora -conhado
retirar sua^palavra. Oh! Vmc. nu me diz nada '. deputado.
lis lernas sopplieas para determina-la a oppor-
linia colera Lo lorio-a e lo intempestiva, I m
nslaple ella julgou-odoudo. \ ia urna de*avenca ira-
Richer, e todas as suas "espe-
se a esse novo cateraenln,
Aehou o-arenlos eidenipeedore
ajOlivsionoroia
o isada, vulgar, e alegre. Esse Anlle,la, de aldeia
r .i ero cessar, e monlrava enlo IriutaLdous dente*
perfeilamenle alvos. Trajava com rtnlir.ia P sern
vento ; onava de diamantes na aherloj,-,., da caima
nas nao Irazia luvas.
Ma lleapanli leria sido rlah>adq entre ..- ma-
no esercitorontado ntre o> loftiet, em Paris
lineado na multidao don Udes de leIlajm- Ern a I atio ne urna phrase nenlio-n? presa pelo braco, e
------------;-----------------------------^ i .------------ i vio apparecer sobre o hombro da filha o semblante
Vida Diario o. 1. I vermelho o descontentado marido.
mnenle com a familia
raneas destruida-.
\ Icn lucia ilo notario pareria-lhe inexpliravel
inaudita, e quanto mais cuidava ni.-o lantu mal
augijienlava seu pezar e sua sorpreza.
U* La Tana ale a Kue Droile, atsim chamada por
um ..l-o nrcolhu. pois he tortuosa romo urna tua
arabf ni qual a familia morava, ninguem pronun-
cien urna palavra. Chegandu a raa Mr. Lescalle
ainda vermelho e rommnvido rollocou -? dianle do
sof, em qne as daas mulheres linham-se assenlado
.conflisas. A mi e a filha esperavam suas palavras
lie repenle madama Leeealla foi ialerrompida no I enmiicual anriedade man elle fimo alguns minnlnn
nileririosc. como quem prorurava por onde havia de
compear a conversarlo.
dama l seniie recohrou o animo i vista desse
gi a prunei-
corarJo joven,
cousa p-uro inquiranle. F>e rapaz nao le contra-
riar em uada : elle passa por muito brando e inol-
fensivo : sers em loa casa senhora absoluta.
ser esposa legitima erespeita.ia desse terrivel vence-
dnr, do qual mais de uina enlia-se ein segicdo
amaine abandonada, Rosa, a herona do dia, nao pa-
reca participar da mlialaCcjM da mi ; deixava-**
condu/ir passivamenle sem responder com a menor
palavra nrtlhana de cumprimcnlos eieesHivoa e
sinceros que Arlemon Ihe diriga.

|
1 I comei
I aja
Rl
Quanto sou desgranada!...
Mr. Le-, ille perturbado linha a lilha Dos bracos,
e em vez de respoiider-Ine sbracava-lho os cabellos.
Emfim disse-lhe :
Trauquillia-te, miiiha tilha. amo-te mnilo,
sim, quero fazer-le feliz. Nilo choren assim.
Madama Lescalle enlenieridi pelador da lilha it-
Irahio a si o marido pelo braco e disr~ll,e em \m
baixa
Too-nami io lorias preferido le-ia relitooni
Arlemon Richer '.
Ah I minha mi, disse Rosa erijuendo o rosto
bauhado de lagriman, lo pouco seria ea feliz com
Sun, como leri i ti lo nm lio deputadu te ca- ; laucando -e ai ......oca da mai disae-lhe:
-a-se com Mr. Arlemon, disse Rosa araargamenle ;
em ambos os Casos sirvo de completar um contrato!
A voz morrea-lhe em um solace ; ella oecultou a
cabera em um roxim do sola, e poz-se a chorar lorotamaolo.
Mr. I escalle nmava a lilha ; todava nao oxpen-
menlon a menor pielide i vi-.la de soa dor. Segun-
do loas ideas nenhnma molher era digna de la-di-
ma quando conlrahia urna unio qne a-wegnrava-lhe
riqueza e boa posic'.o social .- formara mea opinio
era dnvlda vendo qoa^i sempre asslgnarem o con-
trato com alegra as moras que contrahem casa-
Madama Lescalle conliuuou nes-e |nm estenden-
do-se muito sobre as ultimas consirleraii'ies, at quaes
linli.im para ella um valor, deque sempre sentira-se
privada.
Basas bellas pinturas de luxo a de rerepees dei-
- .i.tin Ro-a inditrerrute e fra. Conretitrada era ai
mesma nao quera mais responder a' mi ; -eulia-e
mu longe del 11.
Itera qne multo innocente e ignorante Kosa pos-
suia o profunda inttincle de araor. que revela-se
ra explos.lu di dor produz em um eraran oven, |M>r si mesmo as atina lemas ; como todas as moras
e.-a mura timid.i ive eloqii"iici.i energa; dea- ella livera o bello aonbo ti projeclo de um marido
rreveu com pal va- dolurosas sos desgraca irreme- i amante e amado, e i ao lenuneiava a elle tem amar
diave, sua vida entristecida, -ua moeidade socrlfi-1 so petar, V* maneiras ravalleirosas e rommunsde
cada : leveamiim um Impsjto sublime, quando I Arlemon Rirher dr>agrailavam-lbe | [orem anida
Ah! minha mi, ten'a cuidado ; he ama es-
pecie de ..-rime fr/'T qoe meu rorarao sepa disperta-
do por um senlimenlo de averso I^ue e*!6a con-
demnada a nao amar n ao a Vou ser unida n ato
enle repulsivo, vitlo que he insensivel. Serei pri-
vada ale ra especanra. Tirando solleir'i eu le-la-
hia ao menoa ronservado,
tiadama i esralle estreinereu : essas p,lr r. re-
velavam-lhe os m) -lerio; desa alma innocente, que
em comprehender o amor o tinha ja onbado. i'ma
vaga inqnielaco nl.ro os pericos do faloro alraves-
aou-lbe o espirito como um rlar.o eu pensamento
mais aa*u*lava-a a idea de vives na compatible des-
-e ente incompleto e exliavagaule que cbaraava--^
Jorge de Vedelle. lodavia nao veiu-llie ao pensa-
menlo desobedecer a' mi.
Roa eia nina desnan moran imples educadan no
respeito absoluto da vonlades palernan, qr.e im,,
creem possivel i resistencia de urna filha ao pai
Da provincia' lonsinqnat em que esta or>nir,o he
geral. Sera' um bem era' um mal ? Ha loa-
coaa qae deem ao* filhos o direito de ie> olla SSo
granden qiiestr>en qu* nlo compele a onia -mple-
narradora resolver
,C NCORRETA
MUTCSDO"


2
duda dos llibosteiro. iM-ericauee. M* mo sero
m.ia respeitaveis o mbusteiros inglezes de que os
an etirjm ''
Mi
c declara
ofies conimuus
A confederar;!
COHliESI'ONDENCIA DO DIARIO DE
1'ElxNAMlilCO.
PARS6 de dezembio de 1856.
Cl mini-ici n> lurco se compon hoje da maneira se-
,{iiiui": Ali Pacha' linha sido nomeado mioslro dos
^ue( ocios estrangelros, mas COIttO se letirou eiu con-
sequencia de'uma questao de poltica externa, ileu
naluralroeole a aun deuiisr-au (inmediata. Elheni
Paiha' fui nomeado minislro dos negocios esliangei-
ros em lugar dille ; Riz. l'acha' lie Serasquier. Ali
Pacha', Fuad Pacha', Mustapha Pacha', sao miuis-
Iro i cin pasta: un summa, o gabinete se Mi cous-
lili finio dilticullcsamenle em pie>en;a das grates
qui fles que a PorUi (em que resolver para cun as
potencias europeas.
Km Jenicale, teve lugar ama collisao entre as ha-
ter as, ras dos fortes que defendem a entrada do
mar de Azt-IT e urna canltoneira a vapor da minaba
real iugleaa. Tendo a canhoneira querido pesser o
est eilo, o commandanle do forte disparou uiu Uro
de pesa era coiisequencia da sin pr*seu;a as aguas
de Jeoicale. Como este primeiro tiro nao fosse ou-
m lo foi seguido de segundo, depois de ten'eiro, de-
pon do qual o navio inglcz ceden ao confite que !li
era feito. Os dous eomiiiandaiiles ingleze russo Iro-
carirn explica;des, em coiisequencia das quaes con-
corJaran em nlrir-se .a' apreciarlo das duas em-
bajadas em I..instan himplo. O negocio foi submel-
tid> aos representantes, da Rus-ia e da Inglaterra
nanuella cidade e regatado amigavelmente,
1IIre i Ullion, depois de mui langa residencia em
Mi nich, vollou para os seus estados. Julga-sa saber
qu i nada definitivo foi concluido no que se refere a
f.ulura successao ao Ihrono da Grecia : a' grandes po-
leucias assignalarias do Imta-lo de garantas parecem
se ci entendido neltes ltimos lempos para adiar a
sol irao desta quesillo at o ajuste dos negocios orion-
laes que bem podem occullar graves eventualidades
poiiticas. Comludu, por outro lado, o gabinele de
Sa i pelersboigo se pronunciara a este respeilo pelo
joven priucipe Vpsilanli, nico descendente de una
lar nlia celebre.cuja ascencono lempo da abdicarao
de el-rei Olhon, so fundara sobre diteiloi Iradiciu
na is perleuceutes a sua familia.
A queatlo de aples preoecupa de urna maneira
midiucre a altencao publica. Os representantes
do reino das Duas Sicilia* n.Vidcixaram Londres nem
Paris. Dizemique el-rei Fernando est animado da*
inlensOes pacifica* e do desejo de lazer coucessoes
ne formas na ju-iii..! criminal, mas estas inlencfles an-
da sendo manifestaran) por faci*, e he (filial que a
situado se possa prolongar anda por muilo lempo.
Jepois da revorac.o dos embaixadorfs inglez e
frsuce/. de aples, a residencia dos representantes
na lolilanos em Pars e Londres he un facto desusa-
do nos hbitos diplomticos, e he provavel que aca-
be ou-em concessoes serias da parle de Femando' II,
ou na inlerrupcAo deliniliva de todas as rela;oes.
rancisco Jos se acha em Venca ; a sua presen-
ca na Italia nao parece dever dar logar a uin con-
gr ssode principes: se estamos bem inlunnados, lla-
ve asmenle nma reuniao de altas persouageiis uo
ni mo de preparar a reali-acao da idcadeuina uniao
coinmercial e de alfandegas, e compre esperar que o
deieifvolvimeoto dos interesses malcriis soja un
mi o de reconciliar os Italianos com a sua situarlo
poltica.
ludo quanto se passou nesles ltimos das na Eu-
ro ia pareceu dar a entender que a questao o Orien-
te n.io eslava plenamente resolvida, c isto mais par-
ticularmente uos Italianos sempre sol) o prisma do
bello alvo da uuidade nacional.
N.io poileriamos dar urna idea mais jnsla do esla-
df dos espiritos na pennsula, do que citando o que
di: a respeilo desle negocio tao cneio d* acouteci-
rn lutos em urna historia de el-rei Fernando II, um
eiTiplor italiano M. Petrucelli.
ii Ka queslao do Oriente, diz elle, aples he
m lis do que urna etapa, he urna chave, e na ques-
t,l i occidental da reccnstrucco das nacionalidades.
iples he mais do que um coroplemonlo, he um
comeco.
x stas duas estilo pendentes, sao brilhantes. a-
guardam nma solaceo real, e n io estes paliativos di-
pl imalicos que lem era vista o equilibrio dos aover-
ii s, quebrando o equilibrio dos povos; perteuce a
I unja .1,i-l.i.
A F'rauca he o arbitro da Europa ; do lado era
que ella se rollocar, a balanca se ha de inclinar*. A
di pa qnestao pode ser decidida pela Franca unida
a Inglaterra, ou pela Franca unida a1 Kussia, mas o
ri sudado sera' o mesmo, pois que as leis da lgica
dvs povos sao invariaveis.
A allianea da Frauda antes com urna nar.lo do
que com outra pode receber a solu;3o, siroplilicur-
II e ou complicai-llie os meios. mas nao mudar-llie
0 alvo.
Ueve-sis dar a ua;3o o que perteuce a nacao. e
rccontieeer*o insfiuclo dos povos que he a palavra
di i Dos.
ir A nacionalidades devem ser reconhecidas e e-
rizjdas. A Turqua e a Austria, duas obras da di-
plomacia e da conquista,devem desappaiecer. Cous-
lantiuopla ter talvez a capital dos Ciares, ou ser
a se-ie de um imperio greao qua se acha Uto mal ac-
eiimmodado era Alhenas, mas o sulfao ja nao resi-
sidir ah, tomara a estrada da Asia, e sen' como
um deetes principes tributarios da Inclalcrra as
1 olas, um principe tributario dos Cezaies.
" A naci jualid .de sera' lalve a moeda que o C-
z ir dar' era troca da pos6* de Conslantinopla. mas
a Rassia ir i a Constaniinopla, e ah deve ir, porque
esta cidade he a capital natural desle imperio asiti-
co em toda a sua natureza interiur, e europea as
suas costuias douradas ; deva ir ah para cessur de
s .t urna ame.li a da Europa. i>
A Europa somonte se l.rlilirar par meio das
racionalidades poderosas que circularen) estccollosso
i i/en ui-o recu.r para o Oliente : pela Polouia,
|ela (lunaria, pela Bohemia, pela conlederacao dos
I ovos Alavos sobre o Danubio, pela reronslrurru
< a Allenianha e da Italia, collocaudo a Frauja nos
eus cooGns naturaes, dando o Egvpto a Inglaterra
i ni Iraca das ilhas Jomas : o mundo sera' entilo
ventada robre sua bases. A Europa enlao se
l'Odera' desarmar, pois que as suas colonias milila-
les, as suas ameia* serao os povos Slavos aiem do
' Mer e dos Carpalhos : nao e pode resulver urna
nem a outra:ou provalmeute anula,anda a revoluco
i resolver' mais depressa e com mais equidade do
ue os soberanos.
DIARIO DE PERNAMRI CO Ql IXTA FEIRA 8 DE JANEIRO Di-, js;,7
em que rrconhtcsodireito da l'russia sobreest can-
prompla a lomar parle as delibe-
> nao praticnti acto algom em virlu-
de da reeolofo ila Dicta, mas os enva.ios allemae
na Suissa cuderessaraiii reprcsenlaccs aulorida-
ile federa.tu.
As observares ebeaadas desl'arte de diversos pon-
tos do cooselho espalhou por urna circular em que
declara que 11A0 perlence autniidade federal inler-
vr nos prucessos judiciario.
O gabinete del Berlin Iratuu de medidas coerciti-
va, mis *ta eni|-ri /.a Uo encontrar urna approva-
v.oi l.1 o i>n.. Liiiit. nm eolteorao le ai ral como o re-
conhecimenlo dds dreilo da l'i ussia.
Ncsle negocio[o dircilo he contra a Suissa, mas o
facto he einseu/avor: retela confesar que desde
A maehil a imperial de descarorar irgodSo he ha-
seada ni mesmo s\.|ema que aclualmente se em-
presa nos nos.os serloes, isio he.o de finos. Estes
sao collucario. no hordo de um cnix.lo qoe serve de
deposito ao algodSo em carolo, n qual he eoodondo
para os fu'i s por meio de urna cinla de sola, guar-
necida de clcheles,que, paseando por entre o al-
godao depoiilado, tomam a quauli.lade sollicientc
para que os fusos tewjarn ronstaiiterueiile surtidos,
a lim de Hilo perder lempo, Succederia que essa
cinl. asitn auarnecida de clcheles, condoiira uuia
pon;ilo .lemi'zrada de alaoilSii, e iiilerrompeiia i
insrchii regular dus fusos. entopudo-os; masillo
acha-e prevenido por um apparelhoo regoladoi
que so deisa pasear aquella quauti.lade de algodlo,
que he conveniente aos fusos e possivel de desca-
----- *"r""" cuincssai ,|..f iicsue i rocar.
1813, ipezar dejlodos os principio, sobre a diploma- | juando nesino. por om acaso, succedeo ren-
en, lem a pretekicno de eslahelecer eleriianeiile o ladurdeivar passar alaum alaodao superlluo, este
equililmo iiosesjadu', he o laclo especial que itoini-1 vai lera urna prueira, que se acha collocada no
nou | as partes dominadas faino bem di sua parle, I funlo do caivilo do deposito, passando pelo nler-
Dll) enveiirnandii o dbale por medidas violentas e | vallo que lia dus fusos > cinta, conductora, inlerval-
aplainando estas vas de urna transadlo, por urna ; lo destinado para a sabida dus caluros. Esta pe-
grande modera;.' o reciproca. nera, um plano Inclinado, acha-se m'i continuo mo-
tn Uipenhag ie, parece que a rrise ministerial vimenlo a fin da se despojar dos caro;os e con luzr
esi conclu la: ate se pode dizer que apenas ha urna ; o alsodilo escapado ao cahilode deposito, sendo este
suspensilo d armjs e que a conlinuncao das boslilida- j ni.v.inienie levado aos foos pela mesma cinta con-
des se acha prxima, a causa primaria da irise era; dudara. A'frente dos fosos existe um app.relho,
o rbainainenlo dn M. Mallk : asegunda he a do- Ichamado para ateim di/.ercolhedor,que loma o
n-cacau, como niembro do con-elho de Estado, do I a.ao ido iinmedialainenle depois de destrocado, c
principe Cluistao, considerado pelo paitido sean- vai entrega-I i a um Bvlindrb guarnecido de e'scovas,
dinato como estrhnaeirn a naci a lercera he a quo fa-lo cahir obre urna grande facha de lona, ere
reintraracao do principe Fernando no enramando do 1 continuo moviineolo, que o leva ao seu deposito.
exereito, he esta al ver.ladeira pe ira de escndalo. \ machina imperial he sobre modo de iiumensai
A coudessa D.ulner, ruja inlluencia sobre o espiri- vanlasens aolire as acluaes, como passamos a d-
lo de el-rei he omnipotente, e que protege M. del monslrar :
Sebele, libera' oipor-se a que a parle do program-1 l'riineiramenli- a machina imperial, e esta he nina
rna de M. AndraeL qnc nao he do sen aoslo, fique das suas priaeipaei e\ccllncias,ceva se a si propria,
sem execucilo, deika recomecar a gu;rra e deslocar de snrle que com \i casaes de fusos de que ora
anda outra vez o kniniterio. I consta, necessitaria de IShomens para ceva-la, se
Alaumas corresjpondeitcas dizcm que el-rei est | ella mesma n.io lizesse esse Iraballio ; poupa pois,
na iulencilo de se Retirar para a Suissa rom a con- I ella \i horneo*, pudendo poupar lautos quaotos fo-
rera os casaes d fotn empregailos.
Em seaundo logar ella da o alaoililo descarocado
ja em estado de ser enlardado.poupando iaualinenle
oolras Id pessoas, que faziam esse Irabalhu no es-
pac.. de um da. A machina imperial de que fallamos
da descarocailo em nm da. cada (usa a mesma
quanlidadc de algodlo, que diio as actualmente em-
preaados, isto he, primeira de lila, com a dil)eren;a
de ser ja ern estado de enfardar, como tica dito, de
sorle que o tiabalho, que as outras exige i't pes-
soas, ella o fiz com um si homem ; a mu vautaaem,
pois, a*bre as al boje empreaadas, he como de I
para'Ji, visto como dispensa 13 homens para cevar
e Id para baler oal^odao, oucoino de t para lanos,
qoanlos forem os casaes de fusos empreaadas, ale
rertos limites : ira homem pode facilmenle alteti-
der at 60 casaes.
Felizmente bom xito que leve a tentativa co-
roou em parle as fadigas c Irabalhos desse seiihor
que, depois de tantas vigilias, p.lc dar aos no*os
fazandeiroo de al-odao nm meio de supprirem a falta
de bracos que ja entre nos se faz se'nlir.
Praza aos cos que o Sr. Jos da Maja nao trepi-
de um momento na carreira encelada.
Depois da experiencia, a'qual assistiramS. Exc.
o Sr. presidente, multas autoridades e grande nu-
mero de pessoas gradas, foi servido um ptimo
copo d'aana.
-*7': amanli'ia.
deesa Danner, queja poltica da Primii lem grande
inlluenria nesla rcla;ilo, que urna nota recente des-
la potencia Ib* recirdou demasiadamente os aninis
de IH'iUelKii, que volla- sotre a venda dos bens
nacionaes no II -l-teiu ao mesmo lempo que sobre a
qnestao dos direitosldo Sund. No caso em que se
desse desenvolvimenlo ao pr. jeelo de ab lica;ao do
rei, o principe Feniando que acaba de ser reinteara-
.lo no c.imrnan.lo do exereito, o succederia. Frede-
rico VII esta' doenlel; a sua enfermi 'a.le suspende
lo los os Irabalhos polticos Importante! ; os conse-
Ibos a nito tem lugar, e secundo a prescripcoes dos
mdicos, el-rei se dele abster de qualquer uceupa-
eSo.
r.ntrelanto, a l'ro*a pede a Dinama.ca que con-
voque os Estados rio Ijlolslein e do l.anemburgo, afim
de que possam dar a sua opiniito sobre a conalitoi-
(le geral. A Dicta germnica tomara' conheciineu-
lo desta opniao, e vea* entao o que se deve lxar.
Quanto aos dorados, i Prussia parece ambicionar o
protectorado que a Aosiria ambiciona ncerca dos
principados danubianos. O gabinete dinamarquez
peJe por outro lado o kpoio das potencias aasjgoata-
riisdos protocolos del Londres em 1S5i contra a
pressao amea;adora dalprussja, da inleivtncao ille-
gal da Dieta aermancalnos neaocios da Dioaraarca ;
mas o aovante IrMeci se lez |unto da Prossia da
Anslria o defensor da Dinamarra, e lites pedio que
n.to ojustassem em familia a differen;a.mas sim que
se subrnetlcssem ao arb trmenlo das grandes poten-
cias.
O gran durado de Lurjemburgo que perteuce a el-
rei dos Paizes llaixoi fai pule ao mesmo lempo da
confederar.io germnica]; ern cnnsequencia dos a-
contecimentos occorridosi desde IKW, a conslilui;ao
desle pequeo par collolado sob a alta aulorda'de
do principe Henrique, frnrito de el-rei, nao se jalea
corresponder nem as leis fundameniaes da munar-
chia de que depende, npm aos principios aerees a-
duptados pela confederado de que laz parte. Ele-
voo-se a este respeilo entre as cmaras e o principe
luaar lenle nm verdadlro cnnllicto, qoe se ler-
i! inoii pela dissolucao da cmara e promulgacao
por ordenanca real da coi ititoigae modificada, q'ue
a cmara iio quirera discolir. A nova eonitiloifio
be mais conforme ao mesmo lempo aos principios de
i' dinheiro em caixa
u crditos diversos
Cosleio do estalielerimculo
Saldo
13:03397401 amparo a Iraltmeato dos Porluguezes desvalidos, i Ora, n.io sendo Dos determinado por soa uature-
li Enlresovo-lo, nito rico, porque estas instiluiriies nao za a crear, nem a nao crear, segue-se que aerea-
enriqucela de repente, porem, tnah abastado rio ;ao lie arlo lrvre da sua vonlade, e por ronseguinle
i!7:'JN?tM">l>
8:9753210
Tola!
36:9639340
MOV I MENT DO HOSPITAL.
lem ale boje entrad no hospital :
Doeules pobres
n particulares de segunda classe
a priiueira
Dos primeiroa tahiram
t^urados
Falleceram
Existetu
Dos segundos
t^urados
Fallecern) :
Existem
Dos lerceiros :
Curados
falleceram
Kxislein
Curados
Fallecidos
Existem
lolal
'JH
i i
!l
59
l.-i
lil
7b
Jl
que era de esperar, llorescente c acreditado. Fiz
punco talvez. mas lir. quanto esi.iva ao alcance das
inhibas forras. Desde a piimeiro pensamenlo desta
fundacio ato a hora em que vos fallo, nunca perd
de vista doos pontos cardeaes ; primeiro, correspon-
der a vossa conlianra segundo, aaUefater o com-
promissgj que taiitamente Conlrahi, com odas as al-
mas pas, que ae dianaram auxiliar- me nesla em-
I j preza. ja' com sens donativos, ja rom seus serviros.
Chegou a occasia do ajuste de cuntas. Parece-me
estar quite para rom lodos,
Mais duas palavras e tri terminado E-loo con"
vencido de que alguns deleitos. que por ventura
tenham havido na mlnlia adminstracao, embora
defeilos, involonlarios afugentaraol de vos a idea de
nina reeleieao a roeu respeilo ; mas prevenido j
por um exemplo desta orde m, nao posso dexarde
recommendar-vos, que empregoeis os vossos suffi,i-
Dcos he causa ture ile lodo o creado. Negar a lieos
a liberdade na crea;3o, he cahir no Spinotismo, se-
gundo o qual Dos obra necc>sariameule, sio he.por
iicccssidide da sua naluieza ; e recouberer que Dos
nao obra fora de si por iQtaliddde, nem cOoceaTo, lie
confessar que he Urre
sencialmeule activo ; logo
dor, e porconseguinte n.lo poda deixar de crear. A
isto porem responde-se, que Dos he tssencialmenle
aclvo em si mesmo, mas nao pira de ai. Kasta-lhe
para asna nrlividade nlcriia o ronhteer-te, e ornar-
se. Nao he necessario que leja creador, porque sen-
do sullicienlc a si mesmo, nao necessila de nada fura
de si.
Segando o exposto Dos he livre em todas as suas
obras externas, porque uo he ecessitado a quere-
|as por orna necessidade absoluta, librenlo sua
tatema agoretaejie dos homeus >eusalo>, e biic-
soi do partido.
Mas qual! He muilo mais fcil, nos aparo em
quesecha olriuniviralo do /.irVni.enclicr columnas
com descomposturas dizer que o presdanle he qoem
escreve, ou mandou cscreveros no.,.,, cemmonra-
dos ; maltratar anda mais ao. antigaf ehefes da
praia, denomin.indo-os de perrinas vcenturciroi.
Mas dir-se-ha : ens he es- I espoletas ganhiinret, pe: adores em nguai lurrm,
he essciicialmenl crea-|( Quern falla em pescador em aguas torvas !, do
que contestar fados, qoe nao se podem negar.
Bastava para o triumpho das verdades, que enun-
ciamos ern nos-u comtounica lo, a simples Intu a
dos BHIajaa de fundo, e communicadoi. que diaria-
mente publicou o /.'heral l'eriianihnrmno: por el
les se convencera o publico do carcter, e do lino
publico, que tem tido o redactor em chele para r-
rear as lileiras do partido, e leva-lo ao shv.m
porem qoiz a nossa boa estrella, que o nosso com
mullicado fosse susicutado em parte por alguna de.
>
166
Total
Em ultimo recurso seria perdida essa reeleieao.
Tenlio vonlade de sobra ; nao verso fcilmente ao
prsoque urna vez toinci sobre nieus hombros, mas
a commissao, de que arabo de dar-vos cunta, cus-
'oo-mc urn esforco por demas violento, e os esfor-
63 Jos ilesrta ordem, como sabis, trazem sempre apea
1:1 de s a radica, e esta inhabilita para a conlinoacao
I do Irabalho.
3SI I
_____. Senhorcs accionista* do Real Hospital l'orluguez
Estas cifras servir-voi-bo : I. para por ellas "e Beneficencia, esla ditsolvlda a aclual admnislra-
ajui/ardes ilo lertlcos ja' prestados por este esta- Cdo. cumpre-vos eleaer a que deve substtui-la,
belecimento a' Indigencia porlugueza :-2., para de- bem como a respectiva commissao de eontas.
duzrdes dcllas a freqnencia. com que be procurado Itaal Hospital l'ortugoez de llenelicencia cm Per-
pelas elasses mais abastadas. leo maior argumento namboco em sessao de de Janeiro de I8.)7.__Jote
que posso aprescnlar-vos em favor, tanto da ulilida- de Almeiia Soares de lima Batios, provedor do
Hospital e presidente da assemblca geral.Manoel
h'erreira de Sonra llarbosa, seeretaro.
gioa em pessoa mais digna e menos pensionada, rendo Dos urna cousa n3o seja irrevogavel a sua
vonlade. Nesla sentido poder-se-ha dizer que a
mesma natureza. Mas d'aqui ma se segu que que- I trechos do communicado de una das inait iiilelli
genios caberas,dnaparlido,e no lodo pe'.o sapientis-i
mo redactor em chele nos seu> polidos ronimunira-
ommtmkS)o0.
um ^verno monaroliicd e
* a con federado cernan
s lia-e- *jlire que repou-
ca.
P&G5f4 AVLSA,
No dnmingo houve i
Sr. Albuquerque, u:na es(
la sociedade Kecreo d
numeiu de seuboras alb
REFAETISAO DA POLICA
Occurrencias do da ti de janeiin.
,1'orara presos : pelo juizo de dreilo da seaunda
vara, Francisco Antonio dos Santos e Manoel Ki-
beiro Jacnme, tem declaranlo do motivo das pri-
ses.
Pela snb lelcaacia da freaueza do Recfe, Emilia-
no Joao de Abren, por uso de armas prohibidas, o
prelo cscravo Eugenio, por fgido, os subditos da
Blgica, Augusto Vermuerem, Cbrisliano llncdre-
ckcor, a tequisieao do respectivo cnsul.
E pela subceleaacia da freguezia de Santo Anto-
nio, H'iiriqo: Das do Espirito Santo, por deso-
bediencia.
REAL HOSPITAL PORTUGUEZ
DE BENEFICENCIA
KELATOIUO
apresentado a' assembla ae'al dos snhores accionis-
tas dos Bea: Hospital Portuguezde Beneficencia em
Pernambiiro, em sessao ordinaria de i de Janeiro
de 1807, pelo seo presidcnle o Illm. Sr. Dr. .loso
de Almeid.i Soires de Lima Itaslos.
J0ttAJi -
a Capuoaa, em o sitio do
l-n :i a partida, dada pe-
Capnnga ; um grande
e reuni, reiuou nrdeiu c
houve em ludo gusto apurado. -
Dizem que nos Ahlelos trata-se e orgauisar
urna nutra sociedade, com o titulo de Itecreio dos
Allliclos.Em verdade ningnein ha que precise
mais de distracces do que os adlictos.
Cousli-uus que puf i-ora de Portal estao em
sen auge o* sanijayii* e niaracaliis. e que inda no
domingo houveiam duus cum ludas as solemnidades
do estvlo, no Pilar e na ra dos tiuararapes.
Nao uienos de tres individuos disputara a pus-
se do cargo de ir.spector de certa ra qi'.e nao cheira belecimenlo, que assim mo ordena o 5 I. do art
loin ; este jura, aquello gnla, e aquel otilro berra,
le sorle que seudo lud
de, como do crdito desla casa.
NOVO HOSPITAL.
De conformidade com o artigo I0 dos estatuios,
acha-se ja' comprado o terreno, onde lem de edili-
car-se o novo hospital, approvada a respectiva plan-
la, e podara mesmo ja' aehar-ae em conslrucrao, a '"'' "r- Antonio Viceute do Nascimenlo
Dio ser o incidente da 1er sido destinado o terreno Eeilosa.Tendo liilo com a devida attencao ns duas
contiguo ao assenlamenle da fabrica de gaz, que MrUetjae a honra de dirictr no Liberal
(em de illuminar a cidade. Abs(enho-me de emil- j p'TM\hmano de 3:1 e 24 de dezembro do anuo fio.
lir a nimba opfoUto relalivamente a innocencia ou 'lio' "*w ,lella' colll ,,e P"f v- S.'nega a liberda-
perigo de taes fabricas 1,1o prximo das popula;oes. de ue l)eo*' Prque nelle se n.lo da a esculla do bem
He questao esla, que tem de ser res.dvida por peri- ; e do m''1, 8 l'or ',so considera V. S. a liberdade um
los olliciaes, e a cuja solacio asistir' por certo toda ',nouo < er smenle da vonlade creada,
a mailureza e rellexao, que o caso exige ; mas em-; E ITetio a liberdade tal, qual V. S. a de-
quanlo essa solu;ao nao checa, nao lenho querido, r,nio CoMhlir,i' ella unicamenle na escolha do bem
nem julgo prudente dar comeco a', obra, porque e do mal ||e esta a priineira questao, sobre a qnal
pens, (aisla seja dito de passaaem que emittida el- direi fl"encamenle o que sinto.
la em favor das pretencoes da sociedade de llantina-] "" me" entender, a liberdade humana n.lo se ma-
;ao a gaz, n.lo pode de modo algara licar o hospilal nire,l unicamenle pela esculla entre o bem e o mal.
nessa localidade. Julgo, que pouco lempo lardara' ,,nr1lle. de dous interesses posso escolher um ou ou-
essa solucao, e entio segundo a sua natureza, as- lrn' enlrc oinlaresse en dever posso escolher um dos
sim cumprira' laoear mao do terreno ja' comprado, | ''"""r a, P** "Wf oe minha parte escolha de
ou escolher outro mais apropriado. coiuas indilferentes. Portanto o essencial i liber-
ADMINISIKACVO DO HOSPITAL. f' h" e'COlha da vol,laa! '. e por isso defino eu
i, a "rdade, na sua acceprao aeral, o poder de aue-
Posso all in;ar-vos, que al hoje lem esle eslabe-
que seudo ludp confusao, niuguem sabe
qual dos tres lem rallo, e no entretanto sollre o pu-
blico um formidavel cachacao : pois aluda ha quera
biigue por una facha dej inspector *.'
Pedimos ao Sr. liscial do Poro, que nos parece
moco de aclividade e hoilradez, lance as suai vislas
para a estrada do ArraiJI, que, segundo nos infor-
mara, esla' em estado te nao poder-se transitar,
principalmente da ladeirla dos Mudos ao Mouteiro.
Se S. S. scindicasse de certas esperlezas de um a-
;ougoe, que consta vender seis libras de carne por
oilo..... lana entre os mais servicos que lem pres-
tado, um, alias, bem importante.
Dizem que no beceo do Padre ha urna casa de
tabolagem ; quern nella joaa nao queremos saber :
O que sabemos he
Qae se joaa no Padre...
E quando, quanifo ^eremos exterminadas cssas
covas de Caco, esses antros infernaos, onde jogam
al, segando be voz publica, certas peraonagent en-
carregado de lazer respailar a lei '.' Confiamos de-
masiado na aclividade e zelo dos senhorcs subdele-
Senliores accioaislacda Iteal Hospilal I'ortuguez
de Beneficencia em Pernamhuco.
I-inda boje a missao de que me encarregastes, col-
locando sobre meus debis hombros o pesado encar-
ga da nielo deste estabelecimenlo, 'desde o co-
me; da sua i'undacao at boje. Antes, porem, de
decliuar de niim esle peso euoiiue, e que tao mal se
casa cosa a flaqueza de rumba- for;as, cumpre-me
dar-\os conl.. do modo como desempeuhei Lio ardua
larefa, onenlando-vos acerca dos negocios do esla-
90
i dos ettalnto:
Como quer que seja, al o presente, a Inglaterra gados, para nao perdermos a esneraaea de venn-
a)nda nao arraslou a Franca a locar fogo ao paizes i um dia exmelas essas rudas de desgracai.
italianos ; o seu alvo niuauckii o ignora, he faaer I Na Torre lia um silio, segundo nos informara,
pronuncitra separado da Siciija do reiuo.de apo- encantado : as pessoas q-ie para' all vio nao podem
i noile repousar com as traquinadas que coslumam
les,o proteger a liberdade nascnte da ilha emanci-
pada: toda agente sabe o qnc sdo os protectorados In-
glezes,..,Masvenba donde vier a ins|iira;ai>,um nm-
xnneiilo iusnrreccioual arrebenlou a SS de noxem-
bro nos arredores de Palermo ; cumpre esperar
para poder-mos julgar o respectivo carcter.
Um publicista disse que tea-boa Allemanba nao
se pareca com a m.ii de seis lelas do qoadro allego-
rico de Kubeus, fia misler pciguntar o que podem
vir a ser as casas reacs da F^urnpa ; grajea a' sua
divisan, aos seus reinos, aos seus docadus, aos seus
principados inverosiinei', como os conlos pbanlasti-
cos, a Allemanba he o mesmo lempo um verdadei-
ro' gynaceo de graa-duquezas e .de archiduqiiezas,
e ama escola primaria de priucipados ao uso de po-
vos que pratlcam a lei slica, j'rincipes e prince-
sas sao aliis de um bello sansue germnico, capa:
de romeral os velhos Ironces reaes : no dia em que
a uuidade illemaa lor conslituida pela Ilion.irclna e
pela repblica, as casos reaes do imperio cahiriaia
no racliilismo.
Enlrelaiito, as llHaneai dos principado* vao con-
tjiniaii lo, saber : os casamenlos celebres na lles-
panha entre o principe Adalberto ile Baviera i
n lilil Amelia, o casamento em llerlim do grao-
duque l re le u-o de Bade cen a princeza Luiza da
Prossia, cm Dresde o casamento do archiduque Car-
lea l.niz d'Austria com a princeza Maraarula de
Saxonia, o pruxtmn casamento do doque d'slOroao-
thin, filho de el-rei Osear I da Suecia, com nma
princeza de Nassau, do principe Frederico da Pros-
sia com a princeza Victoria de Inglaterra, do prin-
cipe Frederico de Toscana com a princeza Anna da
Saxe, e do duque Miguel da llussia com a princeza
Serilia de Bade.
Esles sele casamentas c rcalisam entre pessoas,
das qmes dez perlenrem a' dxninaslias allcrnaaij
urna a' rasa real de Inglaterra, urna a' familia im-
perial da Russia, urna a' neva faindia real daSut-
ria, orna emlim, a' um dos ramos bespanboes da ca-
sa de Bourbon. Falla-se anda no rei do Piernonle
com a princeza Mara, irmaa do imperador da Kus-
sia c viuvadn duque de Lcoclilembrrz. A viagem
da propria iniperatriz da Rusta a' Nicea lem esle
alvo poltico : o complemento de-te | rojelo tornara
difhVil a' \mlria a eODaolidacBo do sen poder na
Italia.
Emlim, onlro casamento de que aluda se (rala in-
ttrrsra a casa de llapshnnr?-, n i;ro almianle dis
fazer as almas do nutro mando, quando quercm vir
fazer alenma restitui;io ; lalvez que a polica le-
nha a cor.iuern de encara-las acumprr os seus dt-
sejos.
PROTECTORADO DF. S. M. EL-REI O Sr. D.
PEDRO V.
Como l.:i., um fado de arande importancia lan-
o para a familia porlugueza desla provincia, como
para esta eslabelecimenlo so consnmmou durante o
anuo que luje linda. S. M. el-rei o Sr. I). Pedro
V, uosso aoguslo soberano, houve por bem declarar-
se prolector do Hospital l'orluguez de Beneficencia
em l'erliam'auco, por alvara', que esta' patente da-
tado de de jiilbo do auno prximo passado. Cou-
be-me a gloria de ler sido o portador da vossa deli-
cada mensuren), e se por este lado muito tenho a li-
sonaear-me da vossa escolha e coulianca, nao tenho
menos a regosjar-me domlo summamente ben-
volo e allci.cioso. com que foiam acolhidos e com-
pridos os vossos votos. Felicilo-vos pela subida hon-
ra, com que tao bou) uiouarcba coroou os vossos es-
birros. D vossa parle cumpre qae delta cootinueis
a moslrar-vos danos, paleiileando assim i patria e
ao re. que sois dignos lilbos de urna, e subditos re-
conhecidus do antro,
SOCIEDADE AUX1L1A0OBA DO HOSPITAL.
Logo apos a conversao do Hospital Porluauez pro-
- Consta-nos que a ttulo de dvertimenlo andam vi,"rio en' ho,P,w Pe"ncnte. eaidei, auxiliado
pela zelosa e digna juma administrativa, na emi-siio
alta nono alauns larapus de auilarra e pandeiro lo-
cando ni algumas parlas de casas, que veem pouco
mais uu meuos que podem tillar, e quando us donos
por mais expelientes nao querem ahur as ponas, re-
tirarn-se de-compondo-os e aliiaudo sobre as janellas
um ehuveiro de pedras.
ETecluou-se sempre aviaaem do Camaragibeu
a Itamaraca', no domingo prximo passa.lo ; perlo
de qunenla pessoas forera gozar da ao-enidade da-
quella ilba, e saborear do foruccimenlo que liara la
levoo n Sr. Lucio.
Dizem que um decoto de presepes pretender
a r.ii;a ver cantar as pustorinbas de una lapiuha
particular, mas que o serrano liaquclias o repellira
com rigor, com o seo Cojudo de paslur-uir, por tal
foima que, lem querer,qutbruu a cabera do devolo,
e como o negocio leamioaiae em scgredo,em segredo
licou.
Varios esliangtiros, .icoslumailos com os seus
cavallos Iroteadores, entendem que as pessoas que
andam pelas ra Calcadas, lamb m devem andar
a trote, e por bjeo pouco se importara pisar esle ou
aquellc, com tanto qoe nao desinaiieliem o halanco
da cabeea, c o lite do cavallo ; aaitar-se-ha algo-
ma questao ini.-rnan.ui.il, se a polica contiver esse
qusoles ".' Quern sabe !
O Joozinbo.Indo a mili de Joaozinho dar
as boas feslas a una familia de ceremonia, tomnu o
vestido mais rico do seu guarda roupa e levou Io8o-
zinbo, comclra-le de diquela. Rodou o carro e
ao chegar ao linde urna ra que lerminava em
duas, n boleciro parou o carro para ver nual dellas
deveria seguir, el que com mais brevidad'c fosse ao
lugar da vizta. leSetiano vendo que o boleciro
vollava os cavallos para a direila, grilon qoe quer
das apolices, de que falla o S I. do artigo til dos esta-
tutos, e do inoilo prescripto pelo artigo )7.
Acham-se einittidas.
Apolices s:ll
Contando o hospital .
Aceiouislas u-2'2
Se este numero nao reprsenla ajada a totalidad*
dos Porluguezes era circumstancias de contribuir pa-
ra a sustentculo desle eslabelecimcutn, constiliie no
enlamo, ja' una cifra avullada, comparativamente
com o pouco lempo qoe a nslituicao conla de exis-
tencia. Hoja que novas influencias v3o actuar em
seu favor, e i-inda mais para o diante i medida que
por meio de urna boa adminislrarao l'ordes capillu-
do a conlianra do reslo da populado porlugueza da
provincia, he de eperar, que muilo acrese.a esse
numero, porque em leda ella Mppaabe bastante ca-
ridade, e ami r do prximo para mo se negar a am-
parar una iiis'.ilui;ao, que tanto honra os Poituaue-'
zes como individuos, como cidados e como chris-
laos.
Acha-se tambera ja' elevado ali o numero dos
bemfeilores i|a casa, de conformida Je com o arligo
2!' dos estatuto!. He mais una prora de que as ins-
tituidos desta ordem nao morrem mingua, quan-
do dirigidas com dedicacao e boa fe. Poden' lallar-
I Ibes de nma aarlc o auxilio, mas deoulra acudir'
ir pela esquerJa, ende ha>i. urna pess.m'a rea, por, logo prompto e generoso. V Providencia continu a
causa das tamas e tortuosidades, e como o boleeiro
Ihe lizesse ver que dllUcil seria por all passar il
carro, Joaozinho largoo-ae dos bracos da nai e pre-
cipilou-se de M
ficava ao carro.
rn angustiado o (i
rrni-io ans berri.-
rle
seda por urna das porlinhola",
ior;ai oavae anlriaeas, qneremoa fallai do casa-
ir.eotn da prineeza (rida filha fie el-rei i eopoldo -enhnr-.. ^u nej n pardea *
>m o -.rqniduqae i ernande, Maximilii- : onmo alrrnn-- dai rl? servan dn
prebende a fieau
redlas, que a. i
Os senhorcs.
Dr. Francisco l
Dr. fui/ Duarle
fo, irm3o do imperador ranc.sro jase.
F.m Rrntellas, a sesaSo legislativa foi aberla. El-
rei derl.iroii qne as relacoes rom ns potencias r-slran-
geiras niyica foram ataignaladn com um caraeler
mais benvolo : enlre os Irabalfos que n en covemo
deve submelter a' leaislatura se enenutra a revisti
da Irgifllaco sotire os ros, urna lei sobre o aceio dos
modelos e desenlio de fabrJeacgo, nma li Calenda
niodjfica;iies na U-ui-ir,i > aclual sobre o dreilo .le
patente, una lei ordenando a (etsao das avaliaro
consderaveis da mida .Ij eodifta penal, emflm'om
projeclo de le sbreos est.ibelecimenlos de bendi-
ce nca.
El-rei Frederico Gullherme abri em 29 de na-
vembro em pessoa as cmara-, iudicou direila e pre-
cisamente a poltica prussiana no ajuste dos nesoc os
do Oriente, exprm.iodo a con Ranea que todas as po-
tencias asijaiiiitarias do tratada ceesprirao sem ex-
cep;ao lodps os seus coinpromissos, e permaneccrgo
liis aos direil is das na;oes ; quanto ao negocio de
Neufcbalel maiiifesluu a esperanea de ama solacio
amgavel com a oendiee de que os direitos sobera-
nos da Prussia nao sejam romprometlidos, e appellou
inleramente para os seiitirneninsde patriotismo e de
delicae.i:! dos seus subililos.se as circumslancias o
obriauem a recorrer a elles; mas ludo isto be dito
com mulla placidez na forma, e nada indica que a
Paaaeia esleja prompta a sabir Jos meios diploma- ; Dr. lirandao
lieos.
indo anlarrar a ibera em nm charco qne prximo
\ mal licou para morrer, o hnled- i
ii tirar da taina, e ,,. .-r- estado ali- i
e p-perneande m enllo da pobre
estido ?;,! o;n, '
boleeiro, ,-.-.r Bear
no onlrn dia eonj : m,lot >m estado de nlo dnr vico '..... o Sr. leve a laa'enxaqoera do
coslnme por n faier o boleeiro a vonlade ao seu
Jofloiiobo.
t'.iieaou o Msiiltado da eleb-Ao para depnlado
do 1:1.* dislriclo reila nos dous coileaios que o coni-
p6e, de que se nho liaba anula noticia. No coHes-ia
da Boa-Vala, que be o primeiro do districio, e con-
ezia Je Cabroh, recebrraiu-;e
im em resultado :
Votos.
ros lirandao ',;,
Pereira ;,
lir. Manuel Hvoiao de Fiaueiredo -i|
Di. I'i.nla liaplifa u;
S i ksgondo cujllecin que se coinpo das frea'ic-zas!
ile Salgaeiro, Etu e Ouricurj, e que se rena nesla
ser a esta propicia ao menos lauto quauto al.j agora
a tem lavorecldo.
CAIXA.
/:. f,-./-/.
tero ib-hoto entrado ao cofre ,i hospital nrava-
r.Pnle
i'-; ar...: ,,,,,, ,_ ,,.. ,,,
-:\ ,..---. ,,,:;:
" Iralamanli la i i.... ..,,..... 2; ,|:,.;,,.,,
men,.liilailesdeacfionit,H acamo
las m.-us.ie.
" bemfeitores
.' mentatiilaaei remidas
>' contrato de navios
lucios c perda-
leciinenlo funecionado coran um hospital de priinei-
ra ordem, emquanto a asseio climpeza no Iralamen-
lo dos doentes. Posso avancar mesmo sera receio
de ser contestado, que a este respeilo nada tem dei-
xado a desojar, a nao ser que ac exija mais luxo e
maior pompa, o que de certo nem he proprio de um
estabelecimenlo desta ordem, nem esta' em harmo-
na com os seus recursos.
do constantemente vigiado por esla prnvedoria, a
qual no circulo das suas forjas tem procurado por
iodos os modos ao seu alcance, prevenir e remediar
as fallas inseparaveis de um instituto novu e desta
ordem, promover e ampliar as commodidades dos
doentes, de modo a que nada Ibes falte. Tem-n'u
conseguido em grande pule ; o que aiuda falta s
poden' ser levado a elidi, quando o hospital pos-
suir um edificio proprio c feito cora todas as regras
d'arle. ,
Com quanto, os recbrsos do hospital ale hoje su
teuliain perinillido o sustento de 11} doenles pobre*,
de conformidade com o arligo -J dos estatutos, inoi-
lo poucas tem sido as vezes, em que por esle moti-
vo se tenba visto esla provedoria na uecessidade de
uegar o ingressi!. a oulros doentes da mesma classe,
quando preencliido aquelle numero, donde inro,
que em circumslancias ordinarias 13 leilos bastam
s necessidades da populacao porluaueza indigente
desta provincia. Vale bem a pena trabalhir oo sen-
tido de accrescer o teudinieiito do hospital por meio
da acquisi;ao de novos accionistas,(de raudo a am-
pliar os beneficios do estabelecimentn no que falla
para cleva-lo as dimenses necessarias.
Por deliberarao da junta administrativa lomada
em sessao de -l de novembro p. p., foi esla provedo-
ria aulorisada a conlralaV com os navios porluguezes
era naveaa;ao para esle pono, o Iratamento das res-
pcclivas IripolacOes, sob as coudicOes j publicadas
no Diario de Peruamtmco, e das q'uaes leudes um
extracto sobre a mesa. Por ora apenas se acha ins-
cripto no contrato o patacho llrilhante, N.lo he
fcil demonstrar a iriori. as vantagens, que o esla-
belecimenlo pele tirar de taes contratos. S ao
lempo compele para o futuro resolver o pro-
blema.
Recoobecendo lambcm a junta administrativa a
necessidade de regular o Iratamento dos doentes par-
licalares, de modo a fazer-lhes conhecer ao certo,
ante da sua entrada no hospital, qual a sua despeza
diaria, lomando por base da sua deliberado o di-
posto nesarts.il.*, 12. e 13. dea estatuios, re-
solveu em srssio de H de abril de prximo passa-
do, que fosse alopiada a tabella j publicada no
Diario de PernambUCO, e da qual tendea tarnbem
urna copia sobre a mesa, bem como a das dsposiroes
que a acompanham. Assim pode o doenle de alite-
rado calcular qual sua despeza no hospilal,confor-
me I sua d imoro, o que em cerlos casos nao deixa
de ser muilo conveniente.
Durante a estala do I." medico na Europa, fnram
por disposi;.1o do regulamento interno confiadas as
en!.-111101,11- ao digno medico adjunto o Illm. Sr. Dr.
Augusto Caruciro Monluiro da Silva Sanios, o qual,
no cumprimenlo de seus deveres, se porlou com
/.elo e solciludc superiores a lodo o elogio, pelo que
se tornou credor do rcconbecimcnlo desta casa, o
Sr. Joao Antonio Coelbo exerceu gratuitamente por
espaco de 10 mezes o lugar de barbeiro a sanara.lor
do Hospilal. He um trrica de valor, que recom-
meiido vossa cousjder>;ao. Emquanto aos demas
testemunb.is de Ifmpalbia, com que esla inslilui;ao
lem sido Jionrada desde o sea principio, lano, por
Porluguezes, como por Brasilciros, principalmente,
devem ellel ser-vos i conhecidos pelas diversas pu-
blicares que (eem sido feilas no Ditrio de Pernam-
buco, e por is-ii nada accreseeularei a lal res-
peilo.
No que toca ao peesoal da digna pinta almiuis-
Iraliva e seas serviros durante todo o lempo desta
admnistracao, nao tenho termos com que vo-los en-
grandecer, ilo modo que elles merecem. Alem das
contrariedades inherentes 'origrm das iiislitujces
desla ord I, e as quaes foram ladea vencidas ou re-
movidas, lembrar-vos-heis anda dewe* das de an
au-ta c da terror, cm que o sopro pestilenlo de um
llagedlo horrivd, alulhava de victimas esle mesmo
recinto, onde agora nos acharaos. Se o hospital en-
lo, anda no berco, polp alravessar sem desar nma
rer ou nao querer, ou o poder que tema nossa alma
de se determinar antes por urna cousa do que por
outra, sen, que a isso seja levada por urna mecet-
sidade intrnseca, ou extrnseca.
Definida assim a liberdade, be iiiqueslionavel qoe
nao a podemos negar ao Enle Sopremo. Mas em
que cousislira a liberdade de Dos Constate em que
reir os infinitos possiveis COaUMaolCf. uua nao
O servico interno lem si- ,...-, '"' ''
repuanam com ocnhiim dos attnbulos di
que
vinos, nem
com elles lem eonnaiae necessaria, pede Dos esco-
lher os que qUiZer: e como V. S. admlle que a
VOBtade de Dos he tao soberana e independeule
lias suas operaces exteriores, que Dos nao he ne-
cessitado por si, nem por nenhum oulro principio
| a querer ou deixar de querer ; dabi mesmo eu con-
cluo a liberdade divina, conforme
punco dada, da liberdade na* su
lelinieoo, ha
ceepego aeral. l'or
coiiseguinle podemos dizer com toda a verdade que
Dos he Ucre uas suas obras exteriores ; as quaes
sao por sua natureza contingentes, porque, se o nao
fossera, nao poderamos conceber Dos sem o mundo,
como nao concebemos o mundo sem a causa que o
I l'o lll/n..
Mas dizem : a vonlade de Dos he necessaria,
porque elle n3o pode deixar de querer a ordem o
bem, e o bello. Cumpie purera aqu insistir na dis-
nele entre as ac.-oes de Oeos ad titira, e as ac;6es
tul extra. Nao ha duvida que a respeilo das pri-
mearas nao se d tienhurna liberdade em Dos, por-
que elle quer necesiariamenle a s mesmo. Oca,
Dos be a crdem, o bero, e o bello absolutos ; logo
nao pode deixar de querer a ordem, o bem e o bel-
lo absolotos.poii que estas cousas so o mesmo Deos.e
elle nao pode deixar de querer a si mesmo. lias d'en-
Irc as infinitas ordeus possiveis.os infinitos bens pos-
siveis, e os infinitos MtOa possiveis, pode Dos que-
rer um e nao outro ; e como a sna vonlade mo he
determinada por nenhuma necessidade natural, nem
extrnseca, seaue-se que he litre. Por iiso moito
bem diz S. I liorna/ que Dos nao qer necessarla-
mente ludo o que quer. O que elle qner e obra he
por sua fon lodo, a qual se rele em como a seu fim,
todas as suas obras. Mas como estas nao sao meios ne-
cessarios ao lim,que he a bondade de Dos, segoe-se
'que Dos nao as quer iiecessariamenle.pois sendo sof-
liciente a s mesmo,nao uecessila de uada fora de si.
Trulando-se pois ds questao da liberdade de Dos,im-
porta fazer a supradita desncele de actos internos e
externos; e quanto a esles indagar se lleos.delermi-
inin lo-se a pralica-los.be ou nao neressilado pela sua
divina natureza ou per Um principio exlnoho.
Porque, se Dos nao be ^ile necesitado a que-
rer, nem obrar colisas^ ai si, be mauifesla a sua
liberdade ; e sendo Dos livre cm todas as suas ope-
races exteriores, a sua liberdade he ama verdade
ontolosica. l'orquaulo, se a mitologa he a sciencia
da essencia das cousas, a liberdade ha Uo essencial
a Dos, que ii*o Ih'a podemos negar, sem qae o Ta-
camos inferior ao homem.De feito, nao se pode
conceber que o Ente necessario deixe de ler alauma
das perfeices, que se notara as crealuras. O hu-
mera he livre : e d'onde Irla a liberdade do homem
se nao de Dos '.'
Ora, se a liberdade do homem vem de Deo?, se
lie dom de Dos, a consequencia be que Dos he li-
vre ; porque nao pode liaver perfeioau n'alma hu-
mana, que se nao d infiuilamenle em Dos, pois
sua mtgess foi creada a alma do homern. Se esle
he pois inlelligenle, Dos o deve ser iofuiilamcnte.
Se o homem he livre e senhoi absoluto de seus actos,
Deus o deve ser soberana e pcrfeitissimampn'te. Se
o homem lem amor malo ao bem e ao bello, o
amor de Dos dte ser infinito.
O araumcnlo da iinpcccablidade da vontade divi-
na nada prova contra a liberdade de Dos. Porquc.se
Dos podesse peccar, eolio seria livre maneira do
hornero : ou, por ouira, a sua liberdade seria tao m.
perfeita, como a Jo homem. Mas Dos he perfetis.
simo ; logo a sua liberdade deve ser perfeitissima em
comparadlo da do hornera ; logo Dos nao he livre
para peccar, porque nao he homem. Mas deixara
de ser vre o Ente Supremo am ludo o mais qoe nao
repugnar com os sens altributos i Sendo elle de
nma iulelligaaela infinita nao se pode prop.'.r infini-
tos bens possiveis, c cscollic-los, segando os decretos
d. sua soberana voolade, sempre conformes com a
sua razio e bondade .' Ortamenle que im. I)i-
vontadede Dos he necessaria, uilv absoluta mas luj-
potheticamente ; ou, por outra, supposlo o decreto
(tere de Dos, elle quer por orna necessidade c.ondi
ciona! e subsequenfe. A se nao suppor esta neces-
sidade subsequente ao decreto livre, culao teriaroos
na vonlade ditina a mesma incouslancia ou muta-
bilidade da vonlade humana. Mas essa irrevucabi-
lidadedos decretos divinos nao se nppoe por nenhum
modo liberdade de Dos; e assim como o var.lo
constante em iuas resolubles lomadas com sabedoris
nao deixa de ser livre, assim tambera Dos nao dei-
xa de ser (sera, porque be immutavel em seos de-
cretos.
fiis aqu, senhor, ludo o qne me occorreo dzer
acerca da questao, pan a qual fui chamado, se bem
qoe oulros baja nesla provincia mais capazes. do que
eu, de trata-la melhor. Eslou que nao sera dillicl
chegarmos a um aecrdo, urna vez que V. S. relire
a expressao mal soanle e etherodoxa de qoe Dos nao
he livre ; a qoal pode dar lugar a falsas interpreta-
res, pois que nem lodos a tonterto no sentido, ero
que V. S. a tornou, reduzindo a liberdade possibi-
lidade do mal.
O qae tenho expendido sobre a liberdade de Dos
be o que a igreja ensina, nem qoero ter oulra crenra,
Dc-me ao trabalbo de responder a V. S nao obs-
tante as mnhas occupa;ies, para que o meu silencio
nao fosse interpretado como signal de desprezo i pes-
ua, qoe me desaliava para urna discnsalo ; e por-
que a questao he de nleresse para lodo o calholico.
Tambera declaro que nao pegaei na peana para lan
;ar estas linhas com a mira nos louros da victoria.
Ped a Dos que se servisse de mira como de instru-
mento, posto que indigno,para que um irman abju-
rasse e seu erro, e assim reparasse o escndalo, que
dera, laucando ao publico urna opiniao menos bem
pensada, porem nunca filha de na inten;3o. Todos
erramos, porque be fraca a nossa inlelligencia ; mas
tambera esta da nossa parte abjurarmos o erro, e
abracarrnos a verdade. No ensino da igreja esla a
verdade subre a questao propnsta.
Siga-o pois V. S., ecom a sua humiliar.io ante a
aaloridade da igreja, se tornara digno da estima de
todos os verdadeiros latholieo. Se o que tenho dito
,porem nao o'.sslisfai, uem convence, enlao perroit-
la-me que d por concluida toda a discussao, porque
em mateu'as desla ordem su me enlendo com quero
discorre com a f. V. S. diz-se calholico, e en o
creio: logo a sua retractadlo ser infallivel.
Paco-Iba tambera que se retracte da soa explica-
cao da luirlo.le. He este um myslerio tao incom-
prchen-ivel, que nao temos outra cousa mais acerta-
da a seguir, do que recebe-lo tal qual a Santa Ma-
dre Igreja o propoe a' nossa ctenea.
Sabemos por fe que Dos be hho era essencia, e
trino em pessoas, Padre, Fillio e Espirito Santo ;
que o Padre he o principiu das outras duas pessoas,
porque gd>a o filho, e nao o crea-iyemium, irjn fae-
lum, e porque do Pidre e do Filho procede o Espi-
rito Saoto-u Paire Filioque procedil; que cada urna
destas pessoas he Dos, mas todas tres nao sao tres
deoses e sim um s Dos verla Iciro ; que o Padre
por si mesmo he Dos, que pelo Padre o Filho h-
Deos, porque Ihe he cuiisuhstancial-rw/sHiWa;icici-
lem l'atri, e que por ambos o Espirito Santo he
Dos, de sorle que as pessoas, posto que dishnctas
realmente, airo a mesma substancia divina. Sabe-
mos lambetn por f que o Padre he o principio de
todos os entes, porque todos proceden) delle, e sem
confusao de substancia ; que peto Filho todas as eoo-
sas foram creadas, e que pelo Espirito Santo sao con
servada. Fiira disto,tudo o man erro. Emlim, nos-
sa alma conhece, quer.e ama : mas em nos o conhe-
cer, o querer e o timar nao s.lo a mesma essencia
d'alma, quando cm Dos o conhecimento, o querer
e o amor sao a sua mesma substancia, e n.lo modos
de ser como em nos. Pela nossa facoldade de co-
nhecer, querer e amar nao podemos pois alliugir
trindada das divinas pessoas : e Uunlquid in Deo
est Deus esl, Intelliaere, in nobis, non asi losa sobs-
lanlia inlelleclus ; sed inlelligere divinum est ipsa
subslanlia intelligenli-. Amare esl quoddam velle ;
vello Dei esl ejus esse, sical el voluntas ejus est ejus
esse. Esse igilur Dei iu volntate sua per modum
amarla ni)! esl esse accidntale, slcot in nobis, sed"
essenliale. >' He esta a donlrina du Anjo da Esco-
la, que he a mesma da iareja calholica. l'or eon-
seguinle, emquaulo em nos o couhecer, o querer, e
o amar ( que lumbem lie queier s.lo actos passa-
geiros, em Dos sao realidades sempre exislentes, e
que se nao distingucm da substancia divioa. Nao
basta dizer : o a alma humana he substancia espi-
ritual, e nella se dao o eolen tmenlo, a idea ou o
pensamento, e o amor. Ora, Dos he substancia es-
piritual : logo ha uelle entendimiento, idea, e amor :
logo Dos he trino era pessoas. a Porque, o que se
nao provou, era se pode provar he que na alma ha-
mana, o enteniimento, a idea, e o mor sejam pes-
soas, isto he, cousas subsistentes oa mesma natureza
d'alma humana, e inseparaveis da sua substancia.
Nao ha n'alma human i Irindade de pessoas : logo da
natureza d'alma humana, que he ser paramente es-
piritual, e das suas potencias, nao se pode concluir
Irindade divina. Nesla o enlendimento divino he
o Padre, o ccrfco he o l'ilho.e o amor he o Espirito
Sanio ; mas essas lies pessoas sao a mesma essencia
divina, e cada urna he perfeilamente Dos: nenhu-
ma precede a' outra ni ordem dotempo, nenhiima he
mais perfeila do que as nutras ; mas todas sao igual-
mente eternas, como perfeitamenle iguaes,
l)gne-se V. S.accetar os meus protestos de con-
sideracSo. !)e V. S. venerador e criado
los, e artigos publicados depois de 37 de deaerobro.
Nesses arligos ama s palavra se n.1o le qae daa
respilo a questao qua hoje se a .Sera' fiel orgo dos sentimenlos liheraes ou
nraieiro*. esse Liberal Pernamhncam t Litarlo
com o seut tres redactores, M homens que easse-
tituem a parte sensata de um partid.) politice *
A intriga mais vil a intriga das ozinhas, onde Ba-
gando a phnse do cerlo erudito a honra das
familias, ou dos individuos se varre como as cima.
dos foaoes, lera sido posta era ac;ai pur esse pna>-
lo de llamen- contra os homeus eminentes do part -
do praiciro, especialmente contra o Dr. Villeli.
bem condecido pela firmeza de seu carcter l a lo-
dos dizem e nao ae pejar.un de escrever no sea oe-
louriiihi qae, ouro do governo compron o marlxr
do partido.
O denle viperino dos tres redactores lem feridn
uestes (res ullimos das para mais de Irinta pessoas.
quer do partido praieiro, quer do conservador. a
linguagem dos alcoiices, tabernas e pregas puf]na-,
lem sido a arma joaada contra aqoelles a qoem con
sidera o triunvirato iniraigos oceultos oa declarados,
eja qonl for soa cor poltica. O Sr. Dr. Cotlaco
(inimigo do llerege) o Sr. Figaeiredo, e o proprieU-
rinda lypograpbia, emque se imprime o l>iario,t
alvos das descomposturas mais desabridas, dizendo -e
a tenho sempre evitado as personalidades, t a ellas
deseo, quando demasiadamente provocado.
Para ain 11 mais claro mostrarmos a que ponto
chega a mizeria fie-e (riumvirato, basta dizer que
na delliciencia de escriplores, pagara a om pobre
homem, morador na Capunga, que fot cmica uo
tbealro do Gamboa, e que vende versos, para verse
jar no Liberal, dando elles em prosa i-s motivos so-
bre que deve discorrer a pobre pola ; e por ene
meio cuchen) as columnas da soa foiha com ladai-
ubas e outras composicoes poticas, as quaes se of-
renden) por mero luxo a vinlc e a Irinta pessoas de
cada vez ; tendo algum dos compradores dos ver-
sos o prater de andar pelas lojas, boticas e esquinas.
esgaellanJo-se na explicarn das allus-ies.
Entretanto uo querem que continueinas a aflir-
mar, que tres ou qoalro pessoas, despeilados e
rolados de inveja, nao podem conslitnil om parti-
do poltico, como o praieiro, no qual se conta tan-
tas e tao altas inlelligeurias. A manifesta;ao do
Dr. Villcla, esse protesto vivo do partido praieiro,
o silencio das pessoas inlelligentes, honestas e im-
prtanles do partido, nao se animando nenham,
Jellas a defender a redan.o do Liberal Pernam-
bueano, amparando-a as ancias da morte com <*
atea, sao o testemnnho de que a firme convicio
em que nos adiamos, de que semelhauta nra.io uto
era a expressao do genuino partido rraieiro, aos le-
varan! a redigir essas linhas qae foram publicada
no Diario de 27 e :tl de dezembro, e nao porque
servi-semos de instrumento a clculos alheio*. co-
uiu se lem servido o redactor em chefe de noma do
partido praieiro para in-lrumeiito do sea ssnhado
enaraudecimenlo, o queprovanmos se houver quem
luvi le da verdade dessa proposi;ao.
Conlinoe a redaccan a desenmpor, injuria,
e calumniar, emquanto Ihe durar uas indo- o
seu instrumento oLiberal Pernainhuranu, eer
lo de que nunca pudera lervir de inslrumanlo, aa
que sao, como eu soo
Lilieral tieimiuo.
Recite "> de Janeiro de WS7.
/
/
Dr. Pedro lutrun da Malla c Albuquerque^
Reeife -2 de Janeiro de IK"7.
DUASPAIAVItAS MAIS SOBRE O LIBERAL
PERNAMBI.CANO.
(Juan lo. impeidos pelllos msis nobres senliraeulos,
redigimos as toscas linhas. que se leem no Diario de
37 do mez di ilezemliro do anno fiado, linhas que
liveram por nico fim, fazer sentir ao publico, qae
o partido praieiro iiio approvav a marcha que leva
o Liberal Pernambucano, tanto que todas as suas
capacidades se haviain separado desse triomvirato,
l:3l-?00n
1:0(103000
loticoon
JH-.IMK)
m>>,:io
ollimh, o resull
Dr. Breadlo
Dr. Uu.ite
Dr. Paula Bapl
do fui o leguiute
-n
3">
Nlo ae lando licito cleico de eleorcs nocollegio
de Oarieorj, d iaram da retar os eleitores que de-
via dar elle.
Reunidos est.s voloa con, os qae ja publicamos do
col.caiorde Taciralu' o terceiro teremos:
Depulado
Siipplc-nte
Aliini disto o hospital p --o,
Em vale- da accionistas
o mensadaides atracadas
o ineiisuliilo.ie: d todo o trimestre
(indo cm 11 "fifi
Total
:1I::UISC3I0
A I ranea, a Rassia c a Austria apoiaram em Itor- i Dr. l.uiz Daarje Pereira
necoinocon,lic.,epreli.,,i,,ares.leneaoca;,>ulli-: Tee laatar na dia i. romo haramos annnn'
ores o pedido de aerent posto, em liberdade os do-, ciado, a experfeneia publica da machina de desca-
lentos nstle negocio da Neurcli.ld ; a Inglaterra se rocar algodlo
limilon a enderessar ao eeMelho federal urna nota 1 F.is o que a re
de invencao do br. JotdaMaya-
peiln rlclla podemos colher -
2:t*9:f3(l00
'.IIJ-KK)
:ti;i!ii;:t-jin
que hoje o rediga, calcularnos que, na (orina do seu
quadra lio arriscada e melindrosa, foi tasa devirtn I JW, pois, que Dos nao h livre, prqne nao po- Inuvavel coslune, o redactor em chele inciria de
emgranue parla an-. e-fnn-is da digna jaula admi-l^e escolher enlre o heme o mal, he mostrar qne I responder seriamente > minha pobre: reflaioee, e
nii-.i tal foi :. ana Ipdic.i.-.-,,,, tanla- o< son*, p^.-. nao podo ler nma libardada defeitnata, a rao l-e mn-lraria =ranjH nn campn da- defcor.ipo.tnrar,
? qoe ihe nr.n convenhn a liberdade ftrfetta Deaslferindo bnaenwnte a lorie i t direito, indos
nao he. nem pode ser livro n maneira do homem :' quanlnisuppnzesso- |pr parle n aqneile nns'ji enm-
porqne sendo petfeitlsslmo, n.io esteajeiloe nenhii-
ma ila nossas traquezas. Fora realmente contrarii-
toiio que nm Fiile perfoilissimo, como Dos he, que
um ente forte, cono elle be, que um ente tres vezes
sanio, um enle finalmente, que lie a ordem por es-
sencia, o bem por essencia, e o bello por essencia
fosee capaz de peccar ; eatiVBBM -ujeilo as fraquezas
do hnniein, e tires, como este, urna liberdade im-
acrificici
era ISo bnm companheiro*, e boje qnasi quo lenho
andada* da lempo, em que con, elle< faneclo-
nei.
\'ou lechar esle relatnrio, mus nao qniz a Previ- i
deneia, une eu podesse faza-lo, sem ler de registrar
om lado de bastante eneae.lo para esle eslabeleci- '
ment. Fallo ,da morte do primeiro encrmeiru. I
Homem honrado c servo zeloso. cabio Falmioado de !
urna febre ptrida no exercicio de seus deveres de
Despeza.
Tem o hospital falto de despeza desde a sua fuu-
daco al hoja :
Em movis
o predio
o costeio do esiabelecimenlo
religllo e caridade. Homero obscuro, e egeitado perfeila. O ideal, pois.da liRenlade, a liberdade em
da forli.na, uinaucm fallara delle da |ui a donadlas, toda a sua perfeielu s pode exislir.e realmente exis-
inas eu que n.l) eslou habilnado a apreciar as virlu- |e em Dos. A mesma imperfeieo da liberdade do
des do individuo prlo grao de raajerarehla uu pela homem he para mim nm meio de cheger ao conhe-
1.8 i .'i i aomma dn icus thesouroa, aqui deiso dejuallca con- cimeulo da perfeiclo da liberdade divina. Parejean-
signada una linha de saudade a memoria do empre- i l0, a Imperfeiflo soppe a perfeie.io ora o homem
gado loso e dedicado, minio, no seu posto de hon-1 he imperfeilamenle livre : logo Dos e lie perfila-
ra, junto ao leito da indigencia depois de nm pe-
nodo curto, mas rico de serv:;os hiimanilarios. Del-
xou ao desamparo unillici e 7 filhoi, lodos mennres.
::7IS>S:li)
fi:"iHII--i:lll
8:975)QtO
\ menle.
lie cerlamcnte para admirar que nos lenhamos
em cunta de causas livres .eiealmenleo somos e
Nao deve Hospital de dreilo, um subsidio a este IoaKmi negar a liberdade a Dos, qUe h a csmjM
viuva a a esses orphaos ".' i de ludo o que exisle Todo o enle contingente pro-
Assim cumpri.scnhnres accionistas do Real Hospi- v., a e,siccia de urna causa Ucre ; isto he, de urna
municado ; assim acontecen ; o que pnicm nunca
esperamos foi que asta arande iiilelliaenria, essa
moral id. ule personificada si bem que em miniatu-
ra ; se cortaste loo cobardemente, nao querendo dis-
culir enm o Dr. Jernimo Vilella ile Castro lavares
a questao de principios, qoe lio lucidameuts enun-
ciara ao publico em um communicado por elle as-
signado, e publicado no Diario de :tl de dezem-
bro.
O publico se tem admirado de ver o hornero que.
arrotava lauto saber qu di/ia nao poder discolir a
questes de principios,'por ser chamado por seus a-
dverserioa para o campo dea personalidades ero qoe
he grande :, ser o primeiro qiie.etn espusla ao com-
municado do Dr. Villcla, pedate licen;a paia ven-
tilar qucsloes pes-oaes, como se aquelle Dr. o hou-
vesse desaliado para efie campo ; e deixasse fie con-
testar as verdades proferidas uaqoelle communica-
do, fiemen-1 io nlo com aigiimentus, e mais que tudo
com fados,que o Liberal l'ernambacano lem se-
guido a marcha que conven ao partido praieiro ;
Sil lo ern favor do hospital
Em movei-
predio
19:3749170
3:7181830
-..-.si i-i. til
lal Porlugnei de Beneficencia em Pernamboea, a cau,a que o poda produzir.ou mo. Pode Dos exis- : que lem coliocado e discutido as queHOes de interes-
mieslo que a mim mesmo Ue propox de fnder a | ||r sem 0 mulij0 '.' Pode. Logo Dees n|e be na- se publico no p, em que hone-tamenl deveriam
e'lahelecer nesla Ierra um a-x lo de caridade. para j ce.silado por sua natureza a crear. Mas Dos creou
( Este numero comprehenda :tl doentes fallec- j lo "r, ,1B lembcm necessiladn por soa natureza a
dos do cholera, e 13 de vomito preto. I nao crear ; porque se o fosee, uu haveria creacSo-
0 reverendo Faustino Comes de Oliveira, natural
de l'ernambuco, oppondo-se em concurso a fregue-
/ia do Apudi em 1810, foi nella emuoasado oeste
mesmo anuo : regressando depois a >na provincia
para d'alli tratar de collar-se em seu beneficio, e
conseaoiiido-o vollou pan o meio de seos fregoezes
em 1813, o ire elles permanecen alolHl", quando
ubleudo compelenvemeiite licen;a, fui visitar a om
seu irmao na Serra Crandeno f'.ri ; por all deino-
rou-se al o c.meco de Hmi. anuo em qoe tornou
para o meio de seus parochiam, que saodososa-
guardavaro com impagiencie toa viuda. Retoman-
do o exercicio de suas faneees pirochiaes eca mu
;o de 18)1 foi as-alta lo de um morillero aiaque de
pnlisia ; o qoe o levoo ao leito de toflrimtiiios, e o
refiu/.io a um completo estado de prostraeao, al qae
uu dia ."> deste correle, eutregou sua alma ao Crea-
dor.
Durante o espa;o de fi anuos, estove esse respei-
(avel sacerdote em contacto com I gera;oes; e sem-
pre oa mais completa harmona cum ellas: altan dn
disvelo de suas ubrigi;et parochiaes, nlo havendu
mdicos em sua freguszii, deu-se elle a leilora de
bous livros de medicina, e com o maior aproveita-
menlo, e desinters, applicava remedios a seas
fregoezes de maneira que as molestias endmica..
elle s corava com os mais elizes resultados, recei-
taodo. anula do leito da seus sofirimenlos ; foi as*s
eslimado e respeitado de seos p-roclnanos, sera ei-
cep;ao fie nenhum, e mesmo de oolras peaaoas que
o couheceram, e com elle liveram relacoes. Assim
se poitou, e assim viven lio respeilavel parodio.
Agora chocaremos com verdadeiras corea, e dtsa-
psixonadamenle, anda que mui incompletamente ..
procedimenlo publico e parodiial do padre que du -
rante o lempo da viasem do fallecido ao Cear, em
sua molestia, e depois de sua morte, interina o indi-
gnamente o tem -uIj-iiIih.Io.
O padre Florencio Gomes de Oliveira, nitor.1 dn
municipio de .Mossiir desta provincia, ordenando-,*
cm 1837 ou 18-18, rrgressoe ao lugar de s-u a.isci-
meulo e eocarregou-se da capellana da poqaeoa p-i-
voae.lo fie .-. NfiMstiio. Em IKI'.I fallecau o vir-
tuoso padre Verter Antonio de l'ieii.i-, vigario ute-
rino da freguezia de Campo-drandr, do moniciphi
do A---i, e nao havendn outrns clrigos vi-inluii .1. -
ta freguezia, lol dito padre Florencio nomeado in-
terinamente vigario dola, para logo forarn-se aolr-
m-ii lo, os efleilos aie pro lu/iram as doutrin.- de
su ecuivomo earaote '.
Era o i ni i o-l, runfie urna fregaezia nova, e mu.
que muito pacifica ; nella se deiroiihecmm as inri -
aas. i; manejos das peqoanas localidade*, ms o pa-
dre Florencio como que incendiandu os animo- de
seus parodanos, foi predispondo as coasas para ae
turbulencias eleiloraes cm 1810, as qoaes lomando
corpo prod ziram os escndalos qoe lestemunhaiim
os habitar es daquella freaueza. dos quaes anda
hoje se rec Ja loda provincia. Nao relerin mo a-
saixras feil a pessoas respeitaveia pelo padre I lo-
reucio, en n 13o pouco i a episodio* qae te dr r m
nessa epo na freeuo/ia do (^ampu-liraudt, n -
parece-nw ue pmv aremos exuberantemente as lur-
bulencias i -sse padre nessa poca, addicionandu a-
qui dous I eches de um utlcio, qoe dirigio-lbe rin
resposla o 'cralo seoador o Sr. O. Manai, enlau
presidente "sla provincia, em -2H de detembre de '
Isiln, r o da villa da Priuccza, hoje cidade do
A n.El HAccuso a recep;au do i Mino que, V.
S. me fin io, na data de 1.7 do crreme, eipond*
os acontec nenio occoriido* nessa freguetia, por
occasiao da "leic.lo de veresdoret da cmara mnm i-
pal a juizes paz, para o qnalriennin .!.- 1 si I IKi'i ;
lenho de r. oonder-l!.., que nao posso deixar de
cilrsnbaro u p.-ocedimnlo_ di- abandonar i ni ;
ildrda por nina aulnrida.te lestim I
inrle de outra, a que ** arhava piesi
ado, sem |un para -iniilh.inle. (anee/les, romo exi
ano de ser inlelliaenciado |ieln estro-
itico, que a cmara 1m1111c1p.fi oesJa
.o ollicio que uie diriaio na dla ite
23 do dito ii z...................... Deplora esla pie-
tidencia o e edo de inquiet;ao em que lia lempos a
esla parte, si tem achato c-te municipio, e leconbe-
ce por una isto experiencia, que alaomas utnrf-
dailes inesiiia ccclesiaslicss, bem lonae de raduzuem
os espirilos J c.inronli.i, lem em grande parle toa-
coirido parara alleraro da lian p illidade puMira, e
1 ".turbar., da orden)......................... Coluro I
por Ierra as Invaarajtaa feitas pelo padre Floreiicia.
nessa poca elle derrotado, conliecido e lediuidn
a tea ettaoc normal, isto lie, a su.) iiibili.ladc. dei-
xou o Ompo-Craude e foi rmpregai-se ua capella-
na, da enfilo nasceute p umi.ih de Caraobas. -ol
condcao de matt sen.lo eutrumeller em inliiu- pe
fincas e em quesloes deiloraes : assim se conser.oo
por ..I-un leiiipu. isto he, emquautn ns elleito- de
ua derrua duraram.es leinhianea della eslava ies-
ca ; enlrelnnlo que Campo Crtiute volva seinia-
menle ao snu anliao quelismu, seu novo parocho o circuinspedo Sr. Mauoel Bezcr-
la Cavilcaoli.
l-.ui I87 por occasiao da viaem do vigario Faat-
lino ao Cear... deixon elle ao p,tre Florencio ad-
I
p irni-lii.il. p
para ir faie
fin' 1", nm c
incompelenl
lei.l. melfi-
ment) nuil
villa joiilui
, ministrando .. freeuezia, quica por ao ler otro de-
: em fio, provar, que csses de.propos.- | nga e pafa rKomi.7.;rll,a, ,ua, deseovol..-
lentas descomposturas, com que datia- ras-
J Em 1818, enlre oalra: muilaa pneiits. deu o pa-
ser ll alafias
los, essas noj
menle 'e euche essa follia. merecem, e sempre me-1

MOTILADO

-
s



rlre Florencio a luz um libello famoso contra o Em.
&r. I). Manuel, em desforra ilo oflicio cujos trechos
cima mencionamos. Felizmente essa pega por seu
autor dedicada ao presidente da provincia," o detem-
bargador Siqueira, nao consta que fossa por elle re-
cebida com nsr.do; a em 1831 om amigo do padre
Horenco. apresentando-a ao l)r. Gonc.alvea Das,
consta quo e-tc disliuclo poela e lilterato. depon de
ler lida afumas paginas coin desdem, perguntara
ao amigo que llie aprasenlou, se aquillo com eHeito
era verso. Ora, a isso eao despreio qun n,i provin-
cia deu-se a' sua calilinaria, presume se (er-se des-
apuntado o poeta, que nflo man conspurcou os pre-
ls rom semellr.in.tei prodceles.
Em ISil, dtpois ds cheg*da do vigario Faustino,
despedio-se o padre Florencio do Apudi, no propo-
sito de ir ii .ir na cidade do Recil para oppor-sc
a cadeira de geometra do allieneu do Vital, que es-
lava vaga : daquella cidadt voltou para esta, e alli
se achava na lempo em que adoecendo o vigario
Faustino, este annulndo empeohos de alguns ami-
gos, convid<)u ao padre Florencio para ir cucarre-
gir-se da freguezia, o que elle gustoso aceitou.
Esteve, poi-, o padre Florencio residindo o reslo
doanno de 1S>1 MApadl. Em janeirode 1812,
indo capital da provincia, por alli esteve e l'oi no-
meado ollicial da secretaria da presidencia ; legres-
sou aiuda ao Apudi, dizeodo que ia fazer suas arru-
micOes para palio tornar, tea emprego ; mas sem
que ninguem o rogase-, pedio e obleve sua deiuis-
sJii, e continuo.) na administrara) da freguezia.
Em 1851, sendo membro da asamblea provincial,
apresentou um proji-clo creando urna cadeira de pri-
raeiras lettras do seso remiuiuo na villa do Apadi,
o qual depois da primeira discussao.ficuu adiado para
ser convertido em lei em 1835, o que indefectivel-
menlecuiiiprin-se. Na capital da provincia, desde a
j|i|unr ni de (al prnjecto, que se disse que era ca-
deira para ama molher protegida e commeosal |do
autor ila idea! Esa lei sendo urna necessidade pan o
Apudi, foi a ciniM congeoita das intrigas daquella
localidade, foi um verdartairo porno da discordia I A
la publicarlo alli, correspondeu a abertura da hce-
la de Pan lora. Lina porcio de luimens honestos, sa-
bendo que a protegida do padre Florencio era real-
mente a designada para preceptor* do eo femenino
do Apa li, em lii.mu de colligir documentos para
provar a presidencia da provincia, que essa mulher
por sua vida nilo poda ser eocarregada da educa-
do de innocentes meninas, para em teas tornos co-
rajes uao ionocular pelo exemplo os vicios da pre-
caplora.
Infelizmcnle oshomeus mais salientes que appa-
r"crai." azendu opposic3o 13o justa, pertenciam as
ideas liberaes; entretanto que o padre Florencio he
um botafogo do partido dominante. Fcil era de
coroprehendar que esse padre se succorreria aos seus,
para o Iriumpho de sua candidatura, que procura-
ra mesuro siinullar nao ser elle delli. prolector, e
que pessoas que oceupam as mais eminentes posices
olciaes, no monicipio e na cmara, tomariama si
a causa de seu correligionario, para leva-la aelfeita.
visto como esta qoestAn tan arredada da poltica, foi
para esse campo arremedada I! leve cometo essa
lula em oolubro de 1855. Desde eolio quasi que lo-
dos os domingos o das santos, antes de celebrar, su-
ba o padre Florencio an pulpito, a preleilo de et-
plicar o Kvangelho. e nessas occ. sies fn lirectamen-
te tratava da quesillo, o sempre lanzando o odioso
contra os adversarios da pretendente.
_Em Ifi de dezembiu, dia em que leve lugar a elei-
;ao dos membros da actual assembla provincial,
vi- lea-se vomitando injurias atrozes contra scus
freguezes, de ere lo poltico adverso ao delle, e em
geral, contra as ideas progresivas, a ponto de al-
gous eteilofM e oalras pessoas relTrareiii so da igreja
por nao poderem supportar tantos sarcasinosEe bal-
dear.
No prineiro Je Janeiro deste auno, sobiodo ao pal-
pito o padre Florencio, depois dos convicios de seu
costme, disse qoe quera fazer pazes com seus ini-
inigos ; foi metan a casade'alguns, ecliegoo algueni
a persuadir-se, que se nio eslava exmela, licaria
pelo menos minorada a intriga do vice-vigario com
ama parle de seus freguezes. Mas qual Os adver-
sarios a caudidalura da protegida, nao cederam seu
proposito, e coulinuou a intriga com manir luten-
Sidade.
0 capitao Joao Freir da Silveiu, lendo-saconfes-
sadoquinla-feira santa em ootra freguezia, quando
o padre Florencio duso sonbe, qcalilicou as-a eou-
tissao desacnlga, e em altas votes na matriz, Jau-
c,ou doeslos e improperios contra esse cidadAo, que
he um lioraem honeslo, e proprietario pacilico, que
lenj com dignidade oceupado as posicoes olllciaes do
municipio ; mas linha o grande peccado de ser ad-
versario do prnfassoralo da prelegida.
fdelfouto Alves Mia, indo cnfes-ar-se ao padre
Florencio, apenas ajuelliou-se, perguntou-lhe o boui
vigario, como e-a que ia-se elle confessar, ha vendo
ha pooco prestado sua assignatara, em um papel in-
jurioso"
Kespondeu-lhe o hnmem, qoe nilo llnha pteslado
sua assignalara coro animo de injuriar algjem ; sim
contra a emoralidade da una mulher, cojos fel' s, a-
pezar de nao ser delles teslemunlia .oecolar, eram
conslaalcs a lo >os. Appareceu um pamphletii im-
preso, em dedarac.li> de lypograpliia ; esse papel
he um peloiirinhn cm que s.'io aiputadas repulaeoes
de hoinens hoocslos e decentes fessearanzel iataHM
he filho da viperina peona de um vigario contra
freguezes seus, e nole-se que cs boa fo de alguns de seos Iregucz^s, llu lindo-os para
pre-tarein suas assignaluras nesse papel ltame, romo
de entre ellcs al^um o tem declarado por escriplo,
e por faclos ; lalvez que, nao tivesse esse padre ou-
tras vistas que as de Intrigar esses signatarios com
as vistas da malignidade dtlle; mas esles conliecen-
rio os manejos, n.io cahiram na insidia.
Havendo recra lescirio a sanha do padre Florencio
do dia 18 de maio deste anuo, sabio ao pulpito, cas-
pia as maiores injonas so< seus adversarios, provo-
coii-os, la/en lo a maior uslentajao de poder, e de-
pois dalerriveis allu-nes a esles, disse que dous eram
exeouimungados ; disse quo se a lodos nao proces-
sava, era por nao querer ; qae o< juizes eram seas!!!
Depois \miandoe para os de soa parciahda le,
apostrophou na seguinla Turma :| mais de familias,
ea vos assegaro, que mais nao haveis de chorar, por
serem vossos lilhos ra.rulados ; dou-vos disso miulia
palavra.
A invasao do cholera est i nminer te, eu eslou
munido de remedios, a lodos ebrarei, niuguem mor-
rer Vollando ta igreja a casi, couseguio um gran-
de numero de assiguatoras e seu favor, chancando e
mandjudo chamar a muitos das que nesse dia lioliam
ido a missa li como isso nao conseguira aiurve-
raudo que a lodos do cholera curara, enioguem
monera 1
1 o -......|.,...,i.i la. arllmanlws, que o llanze-ca-
'?i !"Ui'"0 *"* ro'86"*'" la barra do Jaruim em
183- Leeouile, ciew,u cr0i caija uin co;n os ue
soa rale.
No da 19 foi o padre Florencio fazer um cisamcn-
lo no sio do Sonhorum, em casa de Mauoel ornes
do Kego ; alli consta que anda com maior furor re-
peli o que disse no da antecedente.
No dia O recolhendo-sc a villa, na tarde desse
dia, vio-se sahr para as parles de Apanha-Peixe e
"ibemenlo um rma do padre Florencio, de nomc
Kayinundo.
Em a ooile do dia il leunio em sua casa um gru-
pe de homeus armados, dizendo que uaquella uoile
seus iniuiigos o iam atacar.
No dia ->i indo esses que elle dizia qne o queriam
atacar, uuvir missa, ignorando o desouuheceiido lo-
dos esses manejos perversos do padre Florecio. pelo
caminho foram passando por gruposi de genle, que
lamben, se iam encaminhando para a villa ; aquelles
all chegaram, foram informados de todas BSaaa qui-
rholadas, e que o irmflo Rajmando,, quando saino
o pedir soccorro aok amigos
DIARIO DE PERNAMIWCO, OllNTA FEIRA 8 DE JANEIRO DE 1857.
rho, nunca foi levada ao oonhecimento de aulorida-
de alguma, quer civil, que.- ecclesiaslira ; e tnl-
iii-nieiiiiiicd una s liuha foi levada ao nielo con-
su r i ii I o o.
Comparen pois os lelores. o que acabamos de di-
zer do fallecido vigario F-ii.lin.,, com o singeto e
veridieo bosi|uejo, do modo porque o lurbolculo a-
gilador padi a Florencio, se ha comportado, na ad-
minislracao ie duas lieeuczias, que por falali lade
lhe haosido conhadas ; omitlindo-se muitos faclos
desse segando lomo do vigario Gamillo, uns
porque a descencia abriga collar, e oulroa
porque de ir ais ja val este longo. Se um parodio
devo ser um pastor, que com devello apascente a
sua grei. deiviandoados assallos de vorazes lobos ;
como cnnha-la uma hjdr. emlim a urna fera.
Sabemos qoe as victimas do padre Florencio tan
rivalisado era paciencia con > sanio Job ; mas
porque as.im tem si^o. 1,3o de ser condemnadas
a um oUrim;nlo per etuo ? lie o qoe njo espera-
mos, do Eim. hispo diocesano.
<7aa amigo das virlimas.
OSH^;t?i0.
r-UACA DO BBCIFB T HE JANEIRO AS
:i HORAS DA TARDE.
Colaccs ofliciaes.
Cambio sobre Londres8 111 (O d|v.
rrederico /((>6 P. torget, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -28 a -i8 11. d. por ls.
Pars, 3S0 a "il rs. por fr.
Lisboa, 95 por % de premio.
Rio de Janeiro, por Oto de descnulo.
Accoes do Banco, 40 a 13 de premio.
i comjpanhia de Beberibe 548000.
a romp mina Pernambucana ao par.
Utilidade Publica, :iO por ceiitu da premio.
Iudemnisadora. 52 dem,
i (i da estrada de ferroO por 0|0 de premio.
Disconto de lettras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
uro.Oucas hespanholas. i>8a 288.500
Moeda de boO velhas .... IBsOOO
68t0lauovas .... ItsOOO
4001K).......9JOO0
Prata.Palaces brasileiros......28000
Peso columnanos......'28000
mexicanos...... 1881)0
AI.FANHEliA.
Rendimenlodo da I a 5 .
dem do dia 7 ..... .
::434sl27
20:909:15l
55:343*478
Oexcarregam hoje 8 de Janeiro.
Barca inglezaMedoramercadonas.
Brigoe iiiglezf-Joshua Marydem.
Barca sueca-lilooine- -fariuhi de trigo.
Hiatc braileiroNovo Olm.ta gneros do paiz.
M. 03TAC\0
Iliale uacional, .. NovoOlioda, vindo do Ass
e Oaja". proprietario Manoel Dias, mauifestuu o
seguate:
ii uieo. I- sola c 14 saceos cot 7 e meio al-
queres de gorama ; a' l.uiz Jos de Si' Araujo.
20 barris cal, *i ineos de sola ; a' ordem.
Barca nacional Mara Amelia, viuda de Aia-
caly, proprietario Antonio da Azevedo Pereira, raa-
nifestou o seguiute :
1 caixo e I pacolecom 185 pares de cal$ados, I
dito com 60 pares de sapatos de palha ; a' Marlins
& C.
48:1 meios de sola, .15 cooros salgados cora 808
libras, 63 molhos com liilli cooriuhos, 55 saceos com
170 arrobas e l libra de cera de naroauba, 5 ditos
com 4 alqueres de goiiima, I dito com tres qaarlas
de feijao, :10 libras do penn*s de era, 27 caixas cora
37 arrobas e 19 libras de velas de carnauba, i cai-
xoes com 9:10 pares de calcados ; a" I. F. P. Vianua.
2 caixas roupas de uso, 2 ditas papei ; a' Antonio
Joaqoim Seve.
76 caixas cm 1011 arrebas e 5 libras de velas de
carnauba, 1:390 meiea da sola, l:325courinlios, 900
cooros salgados com 1:296 libras, 8:t saceos com 318
arrobas e 2.1 libras de cera de carnauba; a' Camiuha
& Filhos.
ONSULAnu liERAL.
Reudimanto dn da I a 5 1:0553829
....... 1:2838816
dem do dia '
Keudimeuto
dem do di ".
.M"ERSAS PROVINCIAS.
trun l: ..',..i-
mascavado.
PorloBarca
Oliven.i, |6
KbCtvBEDOld
339|645
da la 5
71388.10
27#293
7118123
DESPACHOS HE EXPORTACAO PULA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
DEJANIIIhO DE 1857.
Breall Walta Patacho americano sFehoa, Bos-
81 Coatpaabla, 1,200 saceos assucar
porlogoeu oDoarle IV, lialtar fi
meias pipas mel.
IA Dli RENDAS INTERNAS (JE-
KAES DE PEHNAMBUCO.
Rendimanlo lio da I a 5 I:3t2j862
......
dem do da
90U.?3I2
2:243*174
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendiinento dadla I a i..... 8:7321133
dem do da 7....... 3:3i1v277
12:0738110
movtmtuv 00 porto.
para
irem soccorrer ao padre, que o qi'ieriam desfei-
tear
Anda em a imite de 28 de maio, estando grave-
mente enferma a mulher deMooel Pedro do No
gueira, mandn pur um Millo buscar ,o vigario, para
conresar a mulher, renu,1(ieu esle que nao ia, por
que Manuel Pedro e os lilhos eram se'usiniiiigos que
pimiam eslr com outros seus innnigujs em casa, para
o assaisioarem : .na madrooada seso inte f i o viga-
-o, acompaohade por qualro homen's, fazer a con-
o com o viga-
Pedro, previ-
la urna repre-
oioralidade da
m Iriumpho,na
ima casa.della
]ual, arompa-
onde as.1.1,,,
mgode, que o
rio
lissao : !
Toda a inlmisade de Manuel Pee
no, ou antes dovig*,,,., com Mano
nha de ha ver eTie e o tiihns, ssign
t"ni ir o- prriidenle, contra a n
protegido no vilano.
No dia 2 de julho fi-cajj como
villa de Apudi, a professor.V*aaaa1
foi a cmara tomar posse, depois da
nhada, dirigi se a asa do vinario
Com elle no meio dos conviva a om
inciin padre deu nesse dia.
Home urna como geral persuasao.qi eJeliTTo diega-
lo uKvm. a seosiius.poria lamb-m le- no assuas inso-
lencias, oa ao meaos moderara nel Illosao! os
que fizeram oppo-icao a prnfesmra, laosea.lo poj-
ivel conhar a adoeaeto de suas lilh: s. preme e lu-
leladosi*m a mulher.uhvencnara a aumaSra. mu
distinrta, pnrsus viriides iam
la, eom aconlicrao de aceaitaj
procinar-.em a=ua aola.
Obtida a compelenta lir.enra, f.
da I de selembro. e ja cont 22
me-se qae no auno troximo rliee
enlrelantn qn,> a aula di proresso
em 3 de julho conln qaalarxa.
Aprnximaram-se as eleifej ,\,
o vmario a desobriga, prevailac
caballar contra seus adveisari.
leuiliro, dizem que a casa lo pau
dagaerr.
a, para ensina-
s meiiin.is, i;ii
berta a aula oo
Inranas, r> presa-
rlo a quarenla ;
publica aborta
selembro, sabio
o o ensejo para
o da 7 de se-
io era um arsenal
deuerra o irniao Hayiound. o a igreja nesse
roraperam pela prudencia da opio-Wio.
lermioada a elei.>. de setembro lo'roon o na.lre
Flonocio para q,sohr,2.. e pormfSSLSX
"Va' \ Mo d" ',e '"'. i-do F ,.
codePaolaVaa c.sado vigario, para ra||ar com
ama pessoa que ah. eslava, o vlarL expeln,, T
casa con, palavras insultantes, snporljue o elle.volnu
n.. chapa contraria. ,e-se qo. R, Mto |, ,
Mnha cosime de sempre ir saber dj nada de ,Z
Kvmd. parodio.
No dia 5 como ja dmemot, (leeao o vig.rio
Faustino, e diz o padre Florencio qL a fMKj
he soa que por for,-,, I,., de l.r.-ll, %,
Ha dezenas de familias na tragona ni
padre se mo podein cmifessar, e enLrp ,Las
ha chefes da algm ,ep,u,aear, .^["e.
ben. o, soccorro, espri.uaes. Cafe v ,,
rize.no, um mal Matado resumo l,itlor'c.....r^
porque o fallecido v.tario Faustino !>me de lili
veira. de sau loza ,,-rordacao, partjhloa por mais e
40 annos a freguezia do Apudi. Nuca' deram-se
desgostos e intriga, de seus fregueses para elle e
por ,o orna a queixa, contra t,. resp.itavel paro-
concurso.
: com tal
navios entrados no dia 6.
Rio de Janeiro35 das, polaca jerusalemitaoa nGI-
.uleo II, de 116 tonelad.s, capitao G. P. Cassin-
goea, equipaeem 10, carga 82 toneladas de podra:
a Amarini lrraaos. Perlence a (enova.
BahaII da}, brigue toeoo aBllta, de .363 tone-
ladas. capitio Carlos R. Lcindherja. equipaaera
10, carga M oneladas de rea ; a ofdera. Per-
lence a Slockholm.
1''r'f-T" dfc l)u^''', s,,nc" "sklePPes Bloomen.,
de .1.1. lo..el).d.is, capito F. Reulhercione, e^ui-
pagem 12, narga 3,7.50 b.rrica. com fanchade
Moa e mais eneros ; a N. O. Bieber \ Compa-
tible. Pertenre a (lulembiirg.
liba de Fernando2 das, brigoe de guerra bra-i-
l 8 *""".. .. r>,T'u ahido no mesmo da.
IlahlaSoBBaek braMIoIra Nova Minerva.., capilao
Feliciano Cotrea Ouadro, carga azendas e mais
gneros.
Navio entrado no da 7.
Marselha45 .lias, barca ingleza (Tridente, de SB
tonelada, canitAo I. Craiff, equipagem li, em
lastro ; a Sai adn Brothers A; Compauhia. Per-
tence a Duui
mt*t$.
Pela adm nislracaoda mesa do consulado dcsla
cidade se faz publico, qoe em virtude da ordem da
ll.esourar.a .le f izeuda, em porlaria de 22 de desam-
oro ultimo se hio de arrematar em hasta publica a'
porl da mesmal raparticSa, e a urna hora da larde
oo o-ia lOdo.coilrenle, os aegoinlaa matenaes, lira-
dos do armazeiri c pode do trapiche do algodO,
sendo este o segAndo leilAo. e com om abale de um
eren no primeiiu valor dado : 12 laboas velhas de
trra por ooOO, 130 dilas de tioea lambem velhas e
mais Ib pedacos dedil., por 70.- rs., e 600 palmos
cbicos d-pedra de Fernaodd ,.i 304} r... Impar-
ando lodo -rq 048800 rs. Mesa do rnculado de
leroamhoro, ,le jan-iro de 1857.O administra-
dor, Joao.\avier|Carneiro da Cunha.
^blnrge.
CONSULADO
BUENOS AVRES EM HER-
NAMBUxX).
O abaixo astignbdo, .-onsul do Eslado de Buenos-
Ayres cesta cida-Jb a provincia, manda publicar o
enlate decreto i lei do mesmo Eslado, para co-
ahecimeiiiodos m eressados. Percarabuco 5 de Janei-
ro de IS>7.Jos loo de Amorim, cnsul.
DECRETO.
Dejmrtaonilo de guerra y marina.
Vvies, julio 30 de 1856.
Iliienos-
Considerando :
1. O'ie el ejerci
:io .! practico Ierran, es una n-1
dcstriaenva libertad ...a' garantida por el articulo
m d. la consliliir o, .j. yu llls decretoaa la
han limitado, son Memas na I -ale-: pariadieUlea al
comercio, sin que <
vicio pobliro la mi
clm de declinar la
menlo de loa pro,
sometido, ha .pie la
t di., repoda el erario ,,. al ser-
m.r feulaja :3. Que en el he-
MamMea sem-ral del conori-
lo- le la 1.- que litan
el poder ejecutivo habilitado
para revocar las de retos vigentes sobra la m.leria
deliro do los Inmli de sus facultades, y con arre-
glo a las leys :v ne es una conveniencia para
el pas, especialnie. le eo las presentes circunstan-
cias, dar al eomerri. ; a' la navegacin d largo cur-
so las mayores fra iquieas posibles, aboliendo los
gravmenes roosa que posaa sobre los buques de
ullr.un u ; M
El iiohiernu ha Bordado \ decreta :__
Arl. I. Se dccla|ra libre el ejercicio de pricti-
cos lemanes, con aregln a' lo que dispone la consti-
tucin, en Indos los
Estado ; podind
por couipanias ya p
gobierno pueda hu
ge, con la sola blifl
mencionadas tarifa
capitana del pueitnj
2. Para ser proel eo lemn se
mas coadicoaaa qun |:
con arreglo a" lo qu
decreto de 22 de en
Los ttulos de los
ministerio de marii
3. Niegan hiiqiii:
tico, vo s...( a' la el
los, qaedaudo por c
puertna, radas, cosas v nos del
ejercer dicha industria va sea
ir prcticos sueltos, sin que el
evenir en las tarifas de limana-
acioc de dar publicidad a' las
c in.iik.in Mas de oliro a la
requieren las mis- i
-er prctico de puerto. I
i se dispone en el articulo 7. del:
ira de IK2.
prcticos sern estendidos por el

estira' obligado a* lomar prae-l
rada va .' la salida de los puer- '
icsecueiiria exeulos de abonar el
medio praetteage que se les cobrada con arreglo al
decrelo de 8.1. julio de 18:10. siendo facultativo da
parle de los capitanes el lomarlo no a' su bordo.
ILEGIVEL
i. Toda vez ^ue mi nmero cualquiera de prcti-
cos aprobados .leseare consliluir-se en asociacin, lo
parlieipara' a' la capitana del puerto, comunicn-
dole los reglan eutos \ tarifas que hiihieseii acor-
dado.
5. Los prcticos lemanes quedan sujelut em cu-
aina' -> -i-i.-i. ;,' las leves /reglamentos mar-
timos del Eslado. y caso de |ur.gamieulo a' las orde-
nanzas de comrcio, particulares de marina v gene-
rales de la armada.
Art. 6. Comuniqese, publiquese, v dse al regis-
tro oficial. %
Obligado,
Bartolom Mtlre.
Articulo del decreto de 22 da enero de 1824, se-
alando las con liciones de los prcticos de purto.
S Art. 7. Pal a obtener el titulo de practico su-
pernumerario, sera' indispensable acreditar ruairo
anos de practica en el rio, y obtener 1^ aprnhacioc
de examen que se rendir.' ante el capitn del Puer-
to v dos nuticos que el (jobierno designara' p.ra el
caso, n
Lev de Admna que debe regir el ano de
1857.
DEPARTAMENTO OE HACIENDA.
El presidente de la cmara de representantes.
Bueno-Aires, octubre 31 de Is.ii.
Al poder ejecutivo del estado.
El inrascriplu licu el honor de transcribir i V.
E., los efecloi consiguientes la lev fecha de aver
accinala por las cmaras.
El senado cmara de representante* del esla-
do de Buenos- Mr,,, reunidos en asamblea general,
han sancionado con valor \ fuerza de ley lo sigui-
ente ;
CAPITULO l. -'
, He la enlraila.martima.
Art. 1. Soc libres de lodo derecho su inlroduc-
cion el oro y la piala sellada 6 en pasta, las piedras
preciosa sueltas,las imprentas \ sus uliles.las prensas
lilogralicas, los libros \ papeles impiesos, los ga-
nados para cria, las plantas de luda especie, las fru-
as frescas, lene, carbn de lena, carbn de piedra,
postes para cotral, cal > todas las producciones de
'as denlas provincias argentina*.
Arl. 2. Pagarn cinco por ciento de su valor el
oro y la plata librada u manufacturada, coin piedras
preciosas, mi el as, las lelas de seda bordadas de
oro \ piala, lo lo instrumento utensilio cou cabo
6 adorno d los mismos nilales, las maquinas para
el uso ejercicio de alguna industria, los azogues,
sal comuu, salitre, veso, piedra de conslruccioii, la-
drillo, daelas, alfajtas, palos par arboladuras, ma-
deras sin labrar v preparadas aara COOStrocelou ma-
rtima, el bronce y acero sin labrar, ruine en gal-
pagos 0 planchas, plomo en planchas o barras, hier-
ro eo barras, lingotes, plaijas flejes, hojalatas,
soldaduras do esiano, ceia sin labrar, talco, oblon,
bejuco pata sillas, el alambre para cercos, carei, al-
quitrn, brea, arados \ m.quinas para la agricultu-
ra y en general toda primara materia' para el uso de
la industria.
Arl, 3. Pagarn un ocho por cenlo la seda en
rama j para eoier y leda lela de esla materia.
Arl. Pag.ran un quince pur nonio 'hs laoas,
tegidos de lana, hilo, algodn, las pieles curtidas,
las obras de metales, excepto las de oro v plata, el
papel de todas clases, meloso el de imprnila, los
iii'lrumentus utensilios de altes, las drogas v lo-
dos los dems articulo, qUc no e'lan comprendidos
en las oirs disposiciones de esla lev.
Art. 5. Pasara un veinl por cenlo la ropa he-
els y calzado, no siendo de goma ambos articulo,
el azcar, tabaco, verba maie, cal, t,cacao, acei-
te de oliva, sal de mesa v lodo rama de comestibles
en general.
Arl. 6. Se esceptoan del articulo anterior el tri-
gu que pagara igual treinta pesos por fauaga. la ha-
rina que pagar igual suma pur quintal y el maz
veinle p_esus por fanega.
Arl. 7. Pagar un veinte \ cceo por cenlo los
caldos y bebidas espirituosas en general.
Arl. 8. El derecho de eslingage para los efectos
que no entran*! deposito ucr de un peso moneda
corriente por bullo en propurcion de su peso v ta-
mao.
Arl. '.).. |.a merma acordada los vinos, aguardi-
entes, licores, cerveza en ca-cs, v vinagre, se cal-
culara seguu el puerto de donde "tome el buque la
carga, debiendo ser ded.ez por ciento de los puer-
los situados del olro lado d la linea, del seis de los
puerto de esle lado, y de Ires de cabus adentro.
h'' .'"' ''* trnMI Pr rotura en los lquidos
erabotelados ser cu cinco por ciento qualquiea
que sea so procedencia.
CAPITULO II.
De la lid i martima.
Arl. II. Pagaran lies peso< cuairu reales por pie-
za los cueras de loro, vaca y novillo, siendo secos, v
coatre y medio pesos siendo salados. Los Ue becerro
pegaran dore reales pieza.
Arl. 12. Los cueros de nula \ bagual pagarn un
peso por pieza.
Arl. 13. I.os cueros de carnero pssarm por do-
cena tres pes.s y medio.
Arl. H. l.os cueros de nonato v las dems pieles
no espresadas en los a.liculos anteriores, las plumas
de avestruz, los hueso-, a.-las v chapas de asa'paga-
ran un cilalro por cierno de su valor en plaia.
Art. |,i. |, carne tasajo v alada en barriles pa-
gara cinco pesos por quicial.
Art. 16. i.as leeguas saladas pagarn un peso por
docena. '
Arl. 17. El ganado vacuno eu pi pagar dier.
pesos por pieza, el caballar seis pesos por pieza, el
de cerda v lanar dos peso piera.
Arl. 18. El aceite animal, el sebo v grasa derre-
tido v en rama pagarn dore reales por arroba.
Arl. 19} La cerda pagara' cuatro pesos por arro-
bo, y la lana sucia y lavada dos pesos y medio.
Arl. 20 Todo producto v arlelaeUj del eslado,
que no va expressado en los artculos anteriores, v
V en jeneral lodos los productos v producciones de
las otras provincias argentinas son "libres de derecho
a so exportacin.
Arl. 21. Son tambin libres 'de derecho el oro v
la piala sellada v en pasta.
CAPITI LO III.
De la eiilra.la terrestre.
Arl. 22. Los frutos y manufacturas de las provio
cas argentinas son libres de lodo derecho.
Art. 23. Se prohibe la iolroducon por lierre de
toda ineieadena eelraujora segeta a' derecho de
aduana.
CAPULLO IV.
Del liepu-iin y transito.
Arl. 2. La aduana admitir' a" deposito todo ar-
ticulo de comercio que se enlroduxea.
Art. 25. El deposito se liara' a' discrecin del
gobierno en almacenes del estado particulares, bajo la inmediata dependencia de la
aduana. 116 siendo r- .onsable el fisco por perdida
0 deleriniu de me 'dras en deposita particular, y
siendo en esle ca.o He menta del introductor los gas'-
los de almacenaje v esiiugaje.
Art. 26. Correspondo eu lodo cam al poder eje-
cutivo la reglamenlaoiuu del deposito ei. almace-
nes (.articulares, tanto en tierra cuino a' Ilute en el
puerto.
Art. 2". El lermina peral cual se admitirla las
mercadonas a' depsito es limitado al plazo de dos
ai.fas, Bailados desde la fecha de la entrarla del bu-
que, siendo aquelUs de despacho forzoso para con-
siiuiu o Mansito, v-ii. ido esle tiempo, podiendo sin
embargo renovar el depsito, previo examen de las
mercaderas, j page de almacnate \ tslngage de-
vengados-, 6 "
Art. 28. F;t derecho de almacenage v eslingage
sera pagado a' la salida do las mercadera del depo-
sito > se reeulara'segn las bases seguiente:
I." Los bultos de generes x iodo articulo de co-
nerefe que cu mi comprendida en las sguieotoi
pagaran por almacenage v eslingage un octavo por
ciento al me sobic so valor eo plaza.
2." Las pipas de caldos pagaran cuatro pesos
moneda corriente al mea por almacenage y ocho
pesos de Miogagepor entrada j salida.
3." La verba, azcar, harina," arroz, Ubico, caf
y dems artculos de peso pagaran por cada ocho
arrobas un p,so al mes de alinacinag- v dos pesos
de eslingage por entrada v salida, eaea'pto lo. mi
nerales |oe tolo pagaran la cua.ta parte de alma-
4.'Todo liquido embotellado pagara' porcada
doce botellas do. realc.al me, dea'maeenage v cua-
tropales de eslingage entrada y salida.
>" Uis canastos .:e late, cseos de cri-lales, bo-
coyes y barricas de rerreteri|pagarn cuatro pesos al
"sllidaalmi,ce"1,?e > 0C|,J J esbugage pur entrada
6.a las ullas de berro pagaran por docena cua-
tro reales al mes, y u, pato a' la entrada j s.
7.a U plvora pagara por quintal un peso al mes
por almacecage, v dos pesos do eslingage por eutra-
da y salida eu los depsitos espeliales.
8. El mes empezado de almacenage deber' ton.
siderarse mes rnncliiidi..
Art. Kl l-iscoes responsable da los ,lelos
depositados ,, 10s propri... almacene, .-|v0 P r.ljn
forlnilo Inrnipahle n de averio r.r.. r, i.-, ,r ,.L
innertnla -i i.* efectos erl .Us ,.,,,. '
Arl. .10. La Aduana parmiUira' el I bre transito
de las mercaderas v productos, fnl., extranjeros
como .le las provincias hermanan dla Confede-
racin Argentina, e deposito por agoa v por iiPrr:l
para cualquier pud fuera del e-lado,' quedan lu
P "Migaienie abolido el derecho de reem-
Art.ll. La Ailo.ua nermHlira' Isualmenle el
transbordo de lod, mercadera |.|,re de derechos
denlro del Ierra.....de testla dias, cantados desde
el lia re la entrada del buque introdnelor.
tj)' '''a u' "'*,',"''"''" **n<'t en Iransilo
lerrestrb debern llevar precisamenle una guia v
os aslrclorcs firmaran una letra abonada por l
duplo .le importe .ic lotdereclioa un termino orn-
dencial, 11 que sera' chae, i u en visla de la tr-
naiuia tretealada denlro de dicho plazo, v eu iu
defeclo ka har' efectivo el pago de la letra a' su ven.
.'lmenle.
La misma obligacin tendrn los eslrarlures de
mercadonas de deposito, de un punto a' otru del
eslado por agua.
CAPITULO V.
> la manera de calcular los derechos.
All. 13. Los derechos se calcularan sobre el va-
lor en plaza por m.vur de las mercadera* al tiem-
po de su despacho, cou escepcine de aquellos ar-
licalosqoepor-u nalaraieit poedan er datsjO-
cados y alorados previamente, coyas derechos se
calcularan por una tarifa .le avales, formada l.a'io
''' ....."- ase de los precios en plaza por mavor
Arl. M. I,i designacin de las mercaderas que
hayan de incluirse en la linfa da qun habla el ar-
ticulo au enor y sus avalos sern lijados cada tres

nieses por una comiroii compuesta de lea cuatro
vistas de Aduana v cinco eomerciaiiles nombrados
por el tribunal de comercio : esla tarifa sera'pre-
sentada aj la' ..probacin del poder ejeculivo.
Arl. 35. Siempre qu una manufactura se com-
pusiese de dos i mas malarias, que tengan designa-
dos por esta lev diferentes derechos, se cobrar el
que corresponda la que debe pagar niaiui de-
recho.
Ail. 36. Los vistas sern acompaados de vee-
dores para el aforle los truclos para cuusuino.
Arl. 37. Los veedures sern nombrados sol- en
com.ion por el gobierno, quedante, aulurizadu a'
determinar su iiu.ncru j duracin en el desempeo
de su cargo.
Arl. 38. I.as mercaderas que se pongan al despa-
cho sern aforadas deOoltivameole el. el da, sin ad-
milirse luego a' esle respecta reclamacin alguna por
parte de los nleresados.
I.as que resulta-em averiadas en trminos que re-
quiriesen veula en reale publ.cu para cocrer su
valor, sern despachada, sin aroro, debiendo arre-
glarse esle a la visla de la cenla de venia del re-'
matador publico, que sera' presentada denlro del
termino de treinta dias, pasado el cual el visla, de
acuerdo cod el veedor que Us inspecciono, practica-
ra su aforo romo si fueran sanas.
Arl. 39. i.,, ca ,le diferencia enlre el vista, ve-
edor e interesado sobre el aforo de alguna mercade-
ra, no iuriuida en la larfa de avalos se anspende- '
ra su despacho, hasta allanar la dificultad, v ao pu :
diendo avenir-se tendr' la aduana el derecho, x !
podr' tambin ser obligtdl a' quedarse con el efec-
to por el avalu que le quiso asignar, roas diez por '
cenlo, pjgando su tolal importe en letras de Ke-
ceplcria, con deduccin de los derechos correspon-
dientes.
Arl. 10. l.os maniliostos debern pasirsea' la coo-
laduiia el da siguiente de concluido su despacho,
lineados por el vista y veedores.
Arl. (I. Los comerciantes aceptaran letra paga-
deras por iguales parles, a' Ires \ seis meses preci- i
sos, st pasase de mil pesos el importe del derecho : I
el que no pesase de esta suma sera' satisfecho al
contado.
Arl. 12. A cingue deador de plazo cumplido se '
le admitir- a' despacho en las oficinas de aduana,
concedindosele sin embargo tres das de trmino
despus de pasado el aviso para elfecluar el pago de
los derechos que se liquiden al emitido.
Arl. 43. Se autoriza al Poder Ejecutivo para que
pueda permitir la libre introduccin de semillas des-
tinadas a' la agricultura, v asi mismo de aquellos
artculos, que, a' su juieio, considere esclusivamen-
le destinados al culto divino, v sean pedidos por cu-
rasencarreg.dos de las iglesias .. mavordomos de
cotradias : los instrumentos utensilios para las
ciencias, los muebles y herramientas de los emigra-
dos y las cosas desuadas esclusvameiite a' su teta.
blecimenlo.
Art. 11. Esta ley ser revisada cada ano.
Arl. 15. Cumuniqiicsc al Poder Ejeculivo.
Dios guarde a V. B. muchos anos.
l/ti(f .1/. lisculada.
.. Adolfo Alsina, secrel.no.
IWiembre 3 de 1856.
Cmplase : acsese recibo, comuniqese a' quie-
oes corresponda, publiquese insrtese en el Bejis-
Iru ohcial.
Obligado,
Sorberlo de \a /He'tra.
Tcndo-se de elfecluar o contrato, por
:mpo a lindar no ultimo de marco prximo,
para o l'oi iccimento dos navios de guerra,
burea de escavano, enfermara de marinha,
pracas do arsenal de luarinha, do arroz,
lrdenlo, assucar, azeite doce, bacalhao,
carne secca, eu fe, farinha de mandioca, fei-
jao, sal, loiictnlio, vinagre, azeite de carra-
pato, vela de carnauba, dilas estearinas,
carne verd.-, pSo e bolacha ; manda o COO-
seilio da administrarlo naval fazer publico
que isso tora lugar etn ,9 do crrente mez
avista do propostas em cartas fechadas en-
tregues al as 11 horas deslc da, nasquaes
se declare o menor preco do cada um dos
ditos objcclos. Sala do conselho da adiui-
DiStracSo naval cm 3 de Janeiro de 11157.
0 secretario,
Alesandro Itodrigues dos Anios.
CONSELUO ADMl.NISiKATIVO.
U conselho admioidraUvo, em cuinpri.nenlo do
arligo 22 do regularaenio de I i do dezerabro de 1852
tai publico qne f ram acceilas as prnposlas de Pedro
rertelra dos Sanios. Jola l-eniamles Parete Vuu-
nt, .loso Antonio de Araujo, Autn.iiu Kodrigues
1 loto. Rodrgaos A; H beiro, para fornecerem : o
primeir.200 meiot de sola cutida a 1,>500; o se-
gundo, arroba, de cola da Baha a 30JOOO, 8 quiu-
aes largura a 1 >, I i duna de limas chalas de f poilc-
gauasa 900 r... dilas de dilas meia caima de 8 di-
,,s "..TV '"'"" uo l'mate da 8 pollegad.s a
i>, 10 ditas de ditos de O ditas a 3.-500, I arroLa de
anime de latao lino aDOOr. a l.bra, 7 libras de
velas slean.ias a Ubi) rs.; o lorceiro 20 loi.elad.is de
carvao de pedra a 18-, o qua.lo 980Cacadas de a/.ei-
le de carrapalu, medida nova, a 15120, 17 dilas de
dito de coco a 1*750, !l(i libr-s de lio de algodao a
oWI rs., !) duz. s de pavios a I itl rs., !I7 libras do
velas de carnauba a 70 rs.. .. qun.lu 13 quinta.s de
ierro sueco em barras de a (i pollegadas de larsur a
a 185, 20 duzi.it de limas chalas de 12 pollesad; su
JtaOO, 20 dilas de ditas de 8 ditas a 2^100 rs., 20
dilas de dilas de 7 d las a 2j, 30 dilas de dilas de (i
diUs a 15800, 10 dilas de .lus meia caima de 12 di-
tas a_ OMO, 1 ditas de dilas muras chalas de ( ditas
a .flouo, 2 ditas de dilas .le 8 duas a O50OO, 6 ditas
ie .lilas muras tuea canoa de 8 dilas a "50OO. E
avisa aos supraditos vendedores que devem rerolher
os referidos objeblos ao arsenal de guerra nu dia 8
rio crrenle mez.
Saladassessi.es do conselho administrativo para
roroeeimenio do arsenal de goerra 5 de Janeiro de
18j;.Bernardo Pereira do Carmo Jonior, vugal e
secretario. b
CONSELUO AUMIMSIKAIIVO.
(> conselho administrativo tem de comprar
o seguidle, pata diversos corpos : panno
!Zt"imP? sobrecasacas e calcas, covados
.id., dito dilo para capotes, covados 6,582,
sapatos felos na provincia, pares 1,622, pao-
no.pretopara polainas, covados 398, case-
mira carmesim, covados 27o, esleirs 1,670,
uvas brancas di al., odf.o, pares 120, liollan-
JiJUelorro, covados 800, oleado para de-
brum, covados 10, grvalas de sola de lustre
l-i!, mantas de lia 123.
Provitnento de urmazens do arsenal
de guerra.
I'ennas de gamjo 800, lapis. duzias ti, li-
mas meia caima de 8 pollegadas, duzias 16,
linloes de 8 dilas, duzias 5. ditos de 6 Ji-
los, duzias 6.
Para o Rio Grande do Aorte.
Panno azul para lardas e caigas, covados
30b, brnn braneo liso para calcas, varas 610,
algodaozmho pata camisas, varas 610, caso-
mira eucarnada, covados 21, bonetes 12
grvalas de sola de Iuslie122, snalos, pa-
res 366, brnn braneo liso para lrdelas, va-
ras 305, esleirs de Angola 2H, retro/, azul
ferrete, oltavaa 306, linha para coser brim
uovellos 513, lila preta estrena de sarja, va-
ras 24t, clcheles pelos, pares 2it, panno
prcto para polainas, covados 91, botas pelas
7,098, ditas brancas 3,196, grade simples do
leo, de varoes redondos, com 10 palmse
< pollegadas porlugue/.as de largura e 9 pal-
mos de altura, dividida em duas partes
iguaes, e com os competentes quicios, le-
cliadura e ferrolho, para portSo do cemile-
rios : quem qui/.er veudc-los, apresenti; as
suas propostas em carta fechada na secreta-
ria do conselho, as 10 liaras do dia 14 do
crreme mez. ala das sessoes do conselhu
administrativo para fornecimento do arsenal
de guerra 5 de Janeiro de 1857.--liemo Jese
l-aii.enha l.lns, corenel, presdeme.-Ber-
nardo Pereira do Carmo Jnior, voiial e se-
creUrio.
Companbia avapur Hamburgo-Bra
sileira.
Espera-se de Soathampton o vapor hambnruet
11 leuloni, .1 capitao C. 1'. T. Malelun, alcudia
10 do correle e depois da demora do co'lurae se-
-uira' p.ira a liahia c II10 de Janeiio.
Oualquer inlormac'o rom M agentesN. O. Bie-
ber ,V C.,roa da Cruz n. .
ARACALY.
Na presente semana salie o lale Aurora,
por ler a carca prompta : para passageiros,
trata-se com Uartint & IrmSo, na roa da Ma-
dre de li'os n. 2.
Para o Porto sahira' era 20 do correle n bri-
itue poriui^uez sAmalia la : para o re-lo da carta e
passageiros, Irtlt-M com sen consignatario Maimel
Joaquim llamos a Slv, ra da Cadeia do Kecife
c.38.
Para,
le
Assu'ca'ernando, a escuna linda, recebe
carga nicamente para o Assu'. o passagei-
ros para uina e ouira parle, tendo os passa-
geiros de Fernando de apresenlar suas com-
petentes portaras; saliia at odia tl do
crvente : trata-se rom Eduardo I'erreira
Bailar, ou com o cotninaiidanle Catnillo Lel-
lis da Fonseca
Coiupanhia
TRANSATLNTICA DE VAPORES
SARDOS
No da lo do corren! espera-se o superior vapor
tardo iL'KIN, rindo do Rio de Janeiro, e depoit
da demora necessaria para receber as malas segu
para l.enova, com as escalas de San-Vicente, Tenc-
nll a Cadit, rerebendo passaeeiros para us ditos
porlos e para Marselba : irala-se com os asentes da
dita companhia, ra do forres n. li.
Para Londres Iictn-sc (un n;tvo da
primeira dasse para carregar paca o dito
porto a cargado hrigne inglez .Hannah
Bastee, capilao W. F. Hnt, anillado
a este porto na sua viagem de Montevideo
para Londres, eom agua al.erta; a carga
consiste de ossos, cebo em barril e pipas,
la em lardos, cotiro* verdes, salgados e
seceos, em ludo 280 tonelladas mais ou
menos: os pretendenles drijam-se etn
earta fechada, hoje X do correntc, ata'l
> horas da Lude, em casa de Sannders
Broat&C, na.praca do Corno Santo n.
II.
ctlfcft.
t9te0 g ..I:,,,. .U,
PARA O POIITO.
A barca porlu^ue^a Duarte 1 Vn, forrada e euca-
vilharta de cubre, e be... condecida pela sua excel-
lente marcha, Seguir' para a cidade do l'orlo com
brevidade, por le prnmpla a maior parte de seo car-
regamenio : qnem na matan quizer earrenrontr
de passagem. drija-se a ra da Cadeia do Kecife n.
IS, escriptorio de Rall.i t\ Ohveira.
Para i hba* labe enm brevidade o hem eontie-
Cidoe velidi hrisne portngnez Laia II ; Inm par-
le da rarfta prompta : para o resin Irala-te com os
ronslgnal.rios Krancitco Severiano lt.ii.ello t\ Kilho.
Para .-. aitia
11 veleiro e bem cocheeido palhaboie aDoat Ami-
gos., pretende seguir com malta brevidade ; tem
prompto melada de seu ctrregtmenlo : para n resto
Irata-se co.n o ten eontignalnrio Antonio l.uiz de
Oliveira Azevedo,ra d Cruz n. 1.
O Iliale 1 Capibtribe n Salle para o Aracalj na
prseme .....lana, para o resto da caiga, Irala-se na
ra do Vigario 11. .">.
CEAKA' E MAKAMIAO.
Segoe com brevidade u patacho eSantt Crasa ; re-
cebe caiga c patsaxelrot: a irattr rom Caetauo v-
riaco da C. M., na rua da Cidria do Itccife 11. 2. '
li.
(le tlj
aociro.
Leilao.
O agente Pestaa tara" leilao, por conln de quem
perlencer, de 100barra com roanteiga de varea, 20
raias rom queijos, attibo esles (eneros desembar-
cados ltimamente, as-:i. corto 211 Larris co. aran-
ques,e6berriseam peixe salgado: quinla-feira, K
do Janeiro de.1857. no armaxeon do Sr. A mies, de-
fronle da alanli na, as II horas da inanl.aa, onde
ludo se acha patente anxame dos compradores.
Lei lo s.
O agente Oliveii a fera' leilao por con-
ta e risco de qnem perlencer, de 50 pi-
pas de milito superior vinho tinto de Lis-
boa, sendo parle inteirase parte embar-
ns de quinto edcimo em pipa, quinta-
lena 8 do corrente, as 1 I horas da ma-
nhaem ponto, nourmazem doSr. Guer-
ra, no Forte do AJattos.
LEILAO.
) agente Oliveira ara" leilao, por or-
dem de \Y. E. Hunt, capitao do brigue
ingle/. HANNAH EASTEBj em presenca
do agente de Lloyds e de umempregado
da alfandegadestu cidade, e por conta e
i'iscotde ([tem perlencer, do casco, mas-
tros, vergas, eocdoalhas, coneiites, an-
coras, relames e mais apparelhos e per-
teQces do diio brigue, tal pial se ada
ancorado neste porto, onde os preteu-
dentes tudo podem examinar com ante-
cipacao, tendo d:to brigue sido legal-
mentecondemnado, em consequencia da
sua arribada com agua aberta, na sua
recente viagem de Montevideo com desli-
no a' Londres: sabbado 10 do corrente,
ao meio-dia em ponto, a' porta da asso-
ciaco commeceial.
Hv'& lt>tx$o$.
A barca nacional Thereza I, queja ten:
annuiiciado a sua viagem para o lo ile Ja-
neiio, seguir ao seu dosMno oestes oito
lias. Ollerece anda prca para alguma car-
ga, eptimas acconimadacjOes para escravos
a lete os pretendentes diriiam-se ao es-
crtptorioe BalUr Sr. Oliveira, na rua da Ca.
dita do lieci/ n. 12.
B1LHETES DA LOfERIA DO
RIO DE J4KEIR0.
AOS 20:000.s', 10:000, 1:000$ K 2:000*.
Jos Euzebio Alves la Silva continua
a vender na nac da Independencia loja
n. 53, os seus bilhetes'xda lotera 24- do
theatro de Nietlieroliv ; -tor isso qae a
extiact-ao teria lugar no Kio de Janeiro,
no dia 26, e o vapor lAlPEIUDOK sahio
no dia 25 de dezembro prximo pascado:
ha um pequeo resto de bilhetet e meio*,
e as listas estat 10 aqui ate o dia 10 do cor-
tente me/., pelo pruneiro vapor (|ue sa-
bir depois daquella data.
Aluga-se o terceiro andar da casa da
rua do-Ira piche 11. 1 l: a tratar no pr-
meiro andar da tnesma.
Sacca-se sobre a piara de Lisboa :
na rua do Trapichen. I escrip torio de
Ala noel Alves Guerra.
Precisa-sealugar tima casa nobre de
dous andares, mi tes landos, cm qualqner das principaes
ruas-desta cidade: quem a tiver queira
annunciar para c ii'ver tratar.
I inl.rliiia W'anderles Peixoto faz
sciente aos pais de suas alumnas e jo pu.
blico em geral, que abri a sua aula no
di*7 do corrente, na rua das Cruzes n.
.10, econtinua a receber meninas internas
e externas.
Desappan ceu na tarde do dia "> do
corrente. da rua do Queimado, un bur-
rocomos signaes teguintes: cor escura,
tem urna marca de feida em cima d
anca, esta' bastante gordo roga-se a
quem o achou de o leva a rua niado n. 19, r,ue sera" bem gratificado.
Quem precisar do um botnam para
qualfluer servigo liracal de portas para den-
tro, dirija-sc a rua do Fogo n. 20.
i'rer-isa-se- de um lornoiro : na rua Di-
reita n. 82.
. I'erdcu-ss o l.ilhote inteiro n. 1264 da
wrceira parte da segunda lotera rio conven-
to do Carmo, que tem de correr no .lia 10 d(,
corrente ; e avisa -se a., Sr. thesoureiro para
que 110 caso d sabir premiado nao o pague
senfo ao abaixo assignado.
JoSo de guadros Brayner.
Ailvocacia cccle-
s as tica,
i) advogado Francisco Manocl Raposo de
alnieida, com escriptorio de advocada na
edrte 1I0 Rio de Janeiro, eocarrega-se .le ne-
gocios forenses, e especialmente de negocios
('eclesisticos perante a nunciatura aposto i-
ca. Responde a consultas de dircito civil e
cannico, e promove oexpedienU de breves
de secularisacao, d-dispensas de impedi-
mentos nialrinioiiiaes, de sanaces etc.: as
pessoas que do seu prestalo precisaretn po-
dero dirigir-se-ihe por escripto.
Precisa-se de um foniuiro : na rua l)i-
reitan. -21.
-- Marcelino Jos (ioncalves da Fonlo de-
clara pelo presente, que a sociedade que
nesta praca gvrava sob a Srma de Ponte &
Irmao, acha-se extincta desdo :il de de/.em-
bro proKiino passado, liraado a seu cargo a
respectiva liquidacSo, no socio commandi-,
lario Jos Goncalves da l'onlo dcsoiurado de
lo Ja a responsabilidade. Recife 7 de Janei-
ro de 1857.
Aluga-se a loja de un sobrado no pa-
teo da .Santa Cruz: quem a pretender falle
na rtia das Cruzes, quem va i da rua do luei-
mado para S. Francisco, lado dircilo, ultimo
sobrado n. 9.
IUANDADE DE 1.0SSJ. SEMIORA
da BoM-Viftiiein.
Em virlurle dei atlinos II a I", do compromisso
que res a referida irmandade, a tctoal mesa reae-
.lora nnvida pelo presente a lodos os seus irinaos
ein acral. que eomparecam m .lomiiio II do cr-
renle pelas S horas da nianh.la. 110 eontlltoria de
sua igreja, |.ara que potatai reonidos e.n masa eral
dar ciiiii|.riiiieiilu ao dspotlo nos icfernlos arli"os.
FESTA DE MISSA SEMIORA
da Boa-Viagem,
Na na Iiuljt.i dodi.i 9 do rorrente depois de ee-
lelirada a missa, tahiri da iureja a bandeira da Se-
nliora da Boa-Viagnt, condolida por um coro de
virqent caodidameule vestidasnacompaiiliadu por
urna banda de msica marcial; nesle referido .lia a'
notle lerao comer., as novems. e no dia 18 lera' lu-
gar a resta com Te-Deum a noite, sendo o ora lur
da festa e Te-Ueiini o Hvm. padre ineslre I-'rei J..3o
d Assiimpcao Moura ; llavera' outros diverlimeutos preparados pelos mo-
radores alaste arrabalde.
I'recisa-se da um bofa corJnlieiro para ca.a e-
trangeira : pasase bem, 11. ,ua do Trapiclie n. 8.
Bsrllioloroeu Mei. subdito t iscano, retira-se
para Europa levando em sua companhia o seu cri-
ado l-elice de Pielro Antonio.
Aloaa-se um escravo tadio e forle, nroprio
para qualqner se.vico : quem precisar procure na
prar;a di Independencia n. i.
SALSA PASRIIB.4
>E
NOVA ESCOLA
DO
m HETHODO C1STILII0.
Nao sendo possiv.l dovidar mais da subli-
midade e ellieacia que sobre a anliga rolina
goza o melhodo astilho, ja pelas vanlagens
praticas. e l'acilida le com que o cimpretien
do qualquer intelligeneia por mais scanha-
da que. soja, e j pelos progressos que bilo
feto em suas aulas os dtstinctos professores
os Srs. Francisco de Freilas Gamboa, Anto-
nio Ignacio da Silva, e outros, o abaixo as-
signado, reconhecido pelas benignas attea-
Ces com que os distinctos-pais de scus a-
lumnos o tem tratado, e certa da conianca
que deposilamem sua pessoa, tem resolvido
abracar o ensino de sua aula pelo referido
melbodo-Caslilho. Sendo necessario mon-
tar a aula no sentido desse ensino, e esta-
bclcce-loem sua casa com as devidas pro-
porfOes, o abaixo assignado'declara ao pu-
blico em geral e aos pais de seus alumnos,
que tem mudado a sua residencia para a casa
da rua do Hospicio, onde outr'ora esteve a
sociedade lecrcio Militar assim romo
que tem resolvido abrir a sua aula no dia 12
do corrente mez, islo por causa de, alguns
arranjos ihdispensaveis a fazer na rasa.
Coolitfdo o abaixo assignado na benigni lade
daquellea que lhe confiam a educacao de
scus lilbos, espera que continuar!) a pres-
tar-lbe seu apoto e dedicacSo, cortos q..c ao
abaixo assignado Mea a rigorosa obrigaeflo
do s-T-lbes grato e recunhecido. Andr Al-
ves da Fonseca, prolessor particular, aulo-
nsado pelo ,-overno.
No dia :l do corrente rugi do engehlio
Jacobina urna preta cnoula.de idade pouco
mais ou menos20 annos, lo poder de seu
senhor Antonio Ferreira de Barros CampeRo,
que a linha negociado com o Sr. Flix Ca
Ulicio de llanos,que morava eutSo no Bu,
cuja cscrava foi negociada ha5 annos, du-
rante este lempo l'oi a primeira vez quesahio,
cbama-se Mana, mas lie oiiliecida por Mara
do Carino, he ile estatura regular, olhos pe-
queos e brancas, t-sta curta, Micos crocos
e 11 m tanto puxados, tem de um lado dous
ou tres denles quebrados, be esperta e muito
ladina : roga-se por tatito a tudas as autori-
dades policiaes ea quema pegar, dirigir-
se ao mesmo engenho Jacobina, que sera re-
compensado, pudendo lambem ser entregue
nos Mugados, casa do Sr. Malheus, sacrista .
da igreja de V. s. da l'az. '
- No dia -2 do corrente l'ugio um escravo
crioulo. de idade 40 anuos pouco mais ou
menos. Me padeiro, e venda pao na Capun-
ga, donoine Antonio, desdentado na frente,
naixo, e inultas marcas as costas : quem
o pegar Icve-o a padara do pateo do 'terco
- O abaixoassigna lo lembra aos pas de
seus discpulos, mito s dos que Ircquenta-
rama sua aula no anuo prximo passido,
cmodos1 que hilo de frequentar este auno,
MflV<> os repetidos aununcios que ha re-,
cebio. tiue boje 7 do .torrente reabri a sua
aula na rua V'olha n. 1.0V; outro sim, que o!
rgimen e melhodo Me e sera o mesmo an-
teriormente adoptado, visto quo s a elle se
apphca, oso por elle pode salislazer com
jumamente os desejos dos dignos pas, que
benigna e incessantetnente procuram, ja sa-
lisriizer generosamente a paga dos seus ira-
balbos.ja inculca-lo e annuucia-lo aos nao
sciente-, promeltendo-lhes por isso o abai-
xo assignado, que assidoa o ilesveladain.-ii-
le ha de esludar a escogitar tudo quanto for
provettosoaboa educacao dos seus lilliinlius,
e para a continuagSo de sua prollssao
magistral, 11I1111 de que melhoi mente posa
palciilear-lhes quinto lies he grato polos
seus honrososobsequios 7 de Janeiro de i7.
Francisco Heodato Lins.
Oestabelccimentode confeitaria n 6
da rua ue S. Francisco pertmu-ea Agostnho
Jos de Uliveira mesmo estabeleciineiilo Manool Jos Rodri-
gues Braga, outr'ora eaixeiro c irrteressad 1
nos lucros, o qual nao e,la aulorisado para
receber divida iienliu na pretrita ou pr-
senle, devendo os Srs. devedores somonte
pagar aos ab ixo assignados. Agosliulio Jos
de Oliveira r\ .;.
Roga se a todos os seahores que de-
vem a labe, na n -2,1a rua de S. Jos, Ma-
jain do se dirigir a ella par. saldar suas ri-
as, do contrario lero de passar pelo dissa-
bor de ver seus nomos por extenso nesle
Diario, caso nao o laram ato odia 15 de
Janeiro do corrento anuo.
Precs.,e u, entinltairo prelerimlo-se es-
Smo.lo'jr VH"" ''";,,"'J..... ,'""i-"u
Preea-te .! um-. am ra leifc lirre .,11 e;-
z:s,:;x:::::,:t-:.....
Aos 0:000$,
10:000.9, 4:000.?l>2:000.?.
Jos.' Em-bio AlVtl dt Sllvl lem exporto a xeoda
ni prt{. da Indepandencla 1, 33, as novo e :e-
liies Inicies ,!;,* nter,.,.a ras, ,,. f ,,,.-,,,.,
(.ule, islillas datera eheaar pela primeiro "vapor
qoe aportar aqui, proeedenle do llio de Janeiro ale
u hu do presente.
Joatiuim Francisco dos Santos, por,
ha ver outros de igual nomc, de hoje em aj-
ante assigna-se Joaquim Rodrigues da
(.osla .Sanios.
('s abaixo a.ssiguados Tazem iciente ao
publico o muito principalmente ao corno do
conmnelo, que tem eslabelecido umt so-
ci.'da le em unta padaria -ita na rua Uircita
desU cidade 11. 26, a qual Va i gyrar debaxo
da firmado Cuini.iri.es issofazem o presente annuncio' i.ocle 7
de Janeiro de 1857.Antonio .los .li silva
GuimarSes. Manocl Joaquim da Silva Figuoi-
redo.
OSr. Jos Ignacio da Silva Junioi lem
una carta viuda de Macelo, na dislilacao por
detraz de Santa Hita.
Bristols.
Vende-se nicamente na botica do Sr. An-
tonio Pedro da S. Neves, na rua da Ladea
lo Recife.
VIRTUDES DA SALSA PAHKIl.lla DE
IIKISTOL.
A salsa parrilha original e gentuna dr-
wistol passue todas as virtudes para curar
lo las as cuCennidades que provm dfi um
estado de impureza de sangue a das secrc-
| coes moi Indas do figado c estomago, cm
lodos os casos que necessitam remedios pa-
ra purificar c robustecer o systema. Em lo-
dos os casos de escrophulas." ervsipolrs, li-
nha, eruf-coes cutneas, manchas, bilis, in-
lammacSo e debilidade nis oltios, inchac-lo
das glndulas, dores lombares, air^c;cs
rheumaticas, dores nos ossus e as juntas,
h\ Iropisia, dispepsia asthma, diarrha.
tosso, resfriados, inuaaamac.Se dospulmoes,
phtisiea quando provea da obstruccao do>
broiiehios cm pessoas esrrophulosas, inltu-
cn/.i, iNigestio, ictericia, debilidad-- geral
do sysloina nervoso, febros agudas, calore,
enfermidades djs niulheres, eafermidades.
biliosas, e cm todas as afTecr;es provenien
les do uso immoderado do mercurio tota
salsa parrilha se emprega com cflicacia em
tojos ossobredi'os casos, o be recouliertda
como a inellior medicina que existe.
PRECAUCAO.
As pes-oasque compraiem a salsa parri-
lha UcverSo ler o cuidado de observarem
que a salsa pirrilha de Brislol esla em gar-
rafasde grande tamanlio, om as palavras
salsa parrilha gontiiui de Bristol, Nova
lork, gravadas no mosin 1 vidro.
Sobre a rolba da garrafa se vera o nomr.
de liristul. lima direccSo acompanhara cada
garrara.
'ASO DE DEKII.IDADE COM ICTERICIA.
New-Vork 30 de maio de I83. lima sc-
n.iora soffria de espas-nos nervosos, rxpen
montava urna continua aniquilado de for-
gas ao ponto de cahir por vezes em svncopc.
Empregou multiplicados remedios sem tirar
vantageiu. Occlarou-se urna ictericia com
um emagrecimeulo progressivo. tsgoladn-
os varios recursos da arte foi a lempo em-
pregado o incomparavel remedio di salsa
parrilha de Bri-tol p o rpido esta belecim li-
to da energa vital logo reapptreceu rom
novo vigor.
CASO DE ISABEL DA VIS.
Isabel Havts foi accommeltida pelo espa-
50 de qualro annos d<- ulceras cscrophulosas,
tendo seis cbagas abarlas 11 parte supenm
do brago dreito, as quaes deitavam grande
supuragao e causavam a quasi itnmobilid .,)..
das partes. Chegada em Santa Oafiarina
em novembro de 18t7 a Joente tonsutlou
varios me leos, os quaes deraot o consellm
de amputar o braco, com o nico recurso
de salvar a vida. Foi eut.lo aconsclfiado o
uso da salsa parnlha de I'.msIuI a enlerma
que a pedio como suave alivio, logo ella ex-
perimentou taovanlajoso proveilo, que con-
tinuando tem no seguido o uso do remedio,
Chegaram as fetidaa ao melhor es'adn ile ci-
c.trisacilo. O caso he referido pelos honra
dos professores (.oodmann e Samuel llarvev.
FESTA NA CIDADE DE N.VZABE1I1. "
Os directores da l'esla da Immaculada S-
nhora da Coiiceirjiio, que se venera na igrepi
matriz da cidade de .\azireth, parlicipam ao-
liis devotos da mesma senhora, que a sua
festividade lera lugar no dia 18 do corrente,
deixando de se eflecluar 113 da 31 do im
que hontem espirou, em cousequencia da
grande invernada e outros inconveniente
quesobrovioram ; leudo assim comeco s
novenas no dia n com lcvantamenlo da ban-
deira na madrugada deste mesmo dia. Rj-
ga-sc aos mesinos dtreclores, aos senhores
procuradores das noiles de novena, iinf.
me foram distribuidas por classes, 1 so a
cham publicadas a porlt da igreja, se dig-
nem ile prestar-so rom a sua poderosa o n
correncia para o brilhoe mlluoDcia dcsla Un
excelsa devocSo, que esperamos seja rnalisa
da com lod o esplendor e briitiaiilismn,
iguaes aos anuos transados. Ci la le de Na
zareth I. de Janeiro de I8i7.
Fugio do engento Abialla da provuii ia
da Paralnl.a um mulato de nomc Lu/., re
presenta ler 50 anuos de idade, alio e r.heio
do corpo, tem os ps eios e ebeios de reri
das, he purgador de assucar, carrero. pc-
dreiro, sapatsiro, alfaiale e ctrapina, Minio
que s cm pedrero trahalha coin pmhlLu
quem o pegar lovc-o ao dilo nngenho a eu -
tregar a seu senhor o coronel Joao dn Costa
Villar, e em l'ernambuco a Manoel Joaqui 11
Comes, na ru. da Cadeia de Santo Antonio
n. 26, que gratilicara com genarosi la le.
Arroiida-sc a malla da proprieJade
Appucos : os .rolen lentos dirijam-se a ca-
sa do thesoureiro da admiui.-irac.~ij da mes-
ma propriedade, no dia II do correle, pela-.
9 huras da uiauhaa, munidos de fiadores
idneos. Appucos 7 de Janeiro de 1857.ii
thesoureiro, Jo3o Francisco do Reg Mait.
lia um joven italiano de boa familia.
reeor.i-chegtdo, que se otforece para ItaaBM
naras linguas italiana, frauceza, aryuiueli-
ca e geomelria : a fallar com o inesaio, 11
rua do Sebo n 22, a qualquer ho a do da.
AO Pl UI.ICO.
Ka rua .Nova n. 18, loja de fazendas c rou-
pa leita Je M. A. Caj' Compauhia, ha d
encontrar o resjeuavel publico as obras
mais bem acaba las, que se podem cncun
liar neste genero, de lodas as cores e qualt-
dades; tem du aceitar menos obras da en-
cotntnenda ara ler maior porcao de dinV
renles obras ; assim como tem de augmen-
tar o proco das encoinmendadas paramis
bem servir a seus donus, e sera para lod..
um so preco, a dinbei.ro.
Anlooio Joaqoim Vidal c\ C. lazem secute a.,
publico, com especialidadt ao curpo Uo eoinmrrr....
Ia' ap|>rirneru a sua lirraa couiioercial pela de \ i-
dal & Basto, o qua lem principio desde o primeira
du trrenle, lcando a seu cargo lodas a lra,ar-
esss) da eslinc(a lrin.
Praeita tt alagar duas amas forra oo rapti
pira casada fainili, qoecptiiiliem eeuzoinmeiD: na
rui da Uadeia do Kecife Iota 11. M,
Na ru da Cruz n. :t uiata umi caria para a
SC. Antonio lialdioo de Abreu Saaret.
Scolt VVilson A; C. uiudarain o sea e>cnplvna
da rua do 1.apichu 11. -l), pan a mesma 10.1 n. i,
prime.ro andar.
&S3-&S^St
t\ uoiicv kojmeoparutel.
5 M. 13, BOA DO ENCANTA-
MENTO N. 13.
IP l>irnitia
\0k l'ELO lu Iiik
$) PIBES HUIOS JLUOK.
rsJa, A ellieacia do m-dicamenlo. Iiomeopa- >%
tilicos depende de sua boa prpaia.ao, do
0
-a----- __ ..... 1,, vii'tD. av| atu
telo ou d-svello que se empresa or.'le mis-
8
ler, e taiiiliem dos conliscime.ilos pl.arma- i
rilMiamicos que se devu ter des|a inedin- W
Q ni. Pulanlo iicte ii.ii eslal.pleci.nrnlo A
a lem ludo quai.l.i for necessario para sea
i>) os,., lano e.n ajbalas, i-iiiii em Imitara; (Jj
m a a-sim lambem crleira. de diverso lama-
^ nhos. lob..s avui-... el-., ele. 'O, preco
&) s, os atis mdicos possive-.
Precisa-se de nm menino para cuseiro
de taberna em Fura de Portas, rua do Pilar
n. 92.
Francolino Forrara Crespo, plurma-
ceuticoapprovado pela Imperial Facul-Jade
de Medicina do llio de Janeiro, participa no.
antigOS l'regue/es de seo tinado pai o phar-
maeeuco culo Pinto Crespo, c as pessoas
que o queiram honrar com suas ire^uciias,
(|U0 a botica coiiliuiia sobre sua admiins-
tra^io. prompto a satisGuw com zoilo o
promplidSo os ni-tcrc< de sua arle.
Campos<>.Limadedaraa aos develo-
re. .le sua loja ao pe do arco de Santo Auto
nio com o titulo de California, que o Sr. Jos.'
Manoel .los s.niios Viliaca ora uniram.asta
administrador dalla, a pot isso "^ im-
nao tem COUSa alguma coa suas dividas p n
lieulares ; porlanto todos os scnhorc que
esta.) a dever a dila loja pagucm nu man-
-iu pagar, do contrario serlo cliamad.., poi
e>te Diario, e depoisajuix, 11.10 devendo le
queixa porque o Sr. Vill n;a nao linha ordem
para liar.
Arados do ferro.
Na fundiro de <".. SturAC, cm San-
io Aniaio.acliain-scpara v.ndcr arados de
Ierro, de coiisti'ucv.to nmilo wpoior.
MUTOflXr



.
........ .-------------------------::-: ::: .::.:'::::. ( ,
i: uh
,-v meoi'athico. $
^ liiia de Santo Amaro (Mundo-No- '-
| voj n. (i.
jt O Ur. Sabino Olegario l.nJgero l'inho, f'j
** de valla de ,ii i i.. i,. n H>< .1. Janeiro .?
de vollii de u i viasriii o Kio di Janeiro,
r-'* continua a il ir consoltas lodo* o dia* otis,
y* di* S hojas ila manilla. a- 2 da larde. :[_'
.)i <>s pobres sio medicados cluilaiocote. -:-_
Kt o dia f, .le janeii
enhorea accionistaa re
por cenio si>hie o caala
da companbia, iaa .lu i
di ARIO DE FERNAMfii LO, ti INTA FElKA 8 DE JANEIRO DE 1081.
vigilante'.
!
O al.aiMi as-iunado, arrematante dai dm.las
activas na importancia de l!:7. :-lsn rs. da m;i~;i
prximo folln devem os ralada de JoSo Chnsnslmno de l.im i, avra aos deve-
lar urna |irr-i.ir.in de dea ,,,,p- da rele da masa, que qoeiram reajbar o mais
aobwripto : no escriplorio j brete poMive) "- iea< d-biloa: no aterra da Boa Vi<-
rapiche Novo ii. B.
a lama.
Vendem se superiores m;:ras para condu-
ESTRADA DE FERRO
do liecife San-Francisco
|(Terceira eba.nada.v,
Os directores da companhiadaeslrada deferro do
Kecife a S. Francisco, lem feilo a|ler.-eira chamada
DePOSITO
ca de Ganfois & r !a
ialtia, nal ra de Abollo
ii. 23
Dominios Alves Matheos. senle do deposito .le
rap da fabrica de l.anlois & Oiinpanliia. da Babia,
avisa aos seus Tregeles, que acaba de rrcher nova
partida do memo rape.o qoal.para que seja inais co-
nbecido e se nao poaaa cnufundir coin os de oultas
fabricas, de boje em diiule.s se vender' emhrulha-
Imli
i breve poMive) "- sen* d-hilo
i i.i i., l, labeUi de Mieuel Joad Kodriaoea da Co*. Sao do roupas :ni viagem, pelo barato preco
; la,," qud s.. '-ba rniiipl-ieiiieiii.>iile,li.bi itado a re-i de .'., i,. 7 i: 89 Cadd una, gallieteiras rom
le.ber dila* d idaa.Antonio Jos Vitl.r. j lodos a vidros necesarios a 2?, tiras car-
Precisarede una ama de hite que ej.i de boa lenas de Jacaranda
; rondada, e .pie India boni leite : na ra o Cnbug
, n. 12. luja di| onriven, te .lira' qoem precisa.
Bernardo Fernaudei Vianin abre amanela
particular leijora repentina melliodo 'jililho, no da
/ do crreme Janeiro, sendo a e-o.l
dia das 8 huras a- .1 da larde.
Luva-v- i i
nina im no
Escolas
mogno para se esere-
ver .; guardar lodos os periences, proprios
para viagem a 8, io, < 12.-cada urna, cosU-
reiras riqusimas de Jacaranda cora os re-
parliinentos torrados de seda ecom minio
goslo a ."., 6, 7 c s-, p.mes muilo linos pa-
(ra alUar,piopriosparacriancssou para suis-
sas a :i^o rs., pulceiras do melhor gosto que
se pode riiconirar a >,?, ricas cruzas de cor-
nalina, carteirinhas para lembrancas, gorras
CASfILBl.
VEAS de CARNAUBA.
Venden)- velai de carnauba pura a t;.- a arro-
Yendem-Se ricas I uvas de seda do todas as I DI i ,u;' doyneiniado n. 69, b.ja de tenageoa.
res, cobordadas e con bnloUsa2ao para nilTiCTi V Pkl Virnnvt
ditas sem ser bordadas brancas earaarellas I rUIAA ij LAL lnGEE
para Innnens e senhoras a I, 19-iOfl e 19500, Soaniigoej bemenhecido d
.litas do lio da Escocia brancas c do cores ; Cadeia do
parahoraens e senhoras a 300, 400, suocj,.
600, ditas brancas e decores, de algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e outra
cualidades mais que se vende na rna do;" preV0S muiio tavoravets, rom os q
jueimadona bem conheeida loja de minde- ;os compradores satisfniios.
zas da boa lama n. 33.
ItL.MEbio lHCOMPAK\vi;i.
eposilo da ra da
tecife, esrrjpiorio n. 12, ha para ven ,
muilo superior poiassa da Rossia, dita do Rio i
^ de .laneiro e cal rirgem de Lisboa em pedra, ludo '
l0! a presos muilo favoraveis, ro os quaes Brarao1
para liomem, as mais modernas que ge piule '
encontrar, sinctes com todas aslcllrasdo P'cias Unas e ordinarias, ricos alline-
; abeedario, sineles proprios para namorados,. .
i ricos irascos para cima de mesa eoutras1 goslo-,,u!-se p0(le encontrar e por
I muitissimas galanUrias, tudo muito Tino el S.elAu.e_*?JL"t* de afe'rada
lP da 7 de Janeiro em dianle mUo iberia*at cin-
co escolas desla capital, pelo excellenle methodoCb-
lilbo ; pelo qual a VOI publica se lia pronunciado
pelo orsAo d imprensa pernambiicana, mercrendo
particular alleiir.'in a escola de menina*, orela na
de muilo bu
Para quem esiver de luto-
Venderse na ra do Queimado, na bem ro-
nheeida leja de miudezasda boa fama n. 33,
i ordinarias, ri>
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas, ludo do
conli
radar aos se-
do em papel verde com'rotulos amarellos.
Osabaixo auicnanlos proinein ao rtspeilavel
publico, que ninsueui faca negocio de qualidade al-
suiua com os bens dettarioi pela fallecida D. Ibe-
rea Alaria de Jess Itraca, moradora que loi na vil-
la de Caroard*, aonde falleceu, licaudo a dever aos I ruil ^ 'sario, caa do linado Silva Conipanbia, nao
de -2 libras esterlinas, ou riis 175777 sobre cada ae-1 a',ai" amanados a qnanlia de I 2539610. s-1 s" llnr1"e aeMa escola se cnsinan lodos os primoro- ,
..ao na dita companbia, a qual deve ser paga al o ] mente principal, a' fura os jurse cusas que se fue- sns bordados, e mais lavnrt-s que ae ponam de dia K de Janeiro de 18", na Babia, em casa do|r,m coma qoeataoque os mesinosabaivo as-im.ados i fl""" porque,a diana profesura estando sendo lec-
Srs. S. Uavenport & C, DI corle, em casa dos eslii Pruin"ve,l<1" "nlra os lierdnms daipiella lal-I c"",,dil lu-fainmalica nacional palo eximio prnfes-
Srs. Mau Me. llreaor A:t.,e eqi Penumbuco, no', 'acida, pelo juir.o mumcip;il e orpbos da villa de j !'or. "vni- Sr- padre mealre Varejio, se lomara'
escriplorio da companhia. (I accionista que nao I Ciruaru', onde se prutedeu o inventario dos refen- '"'"., ""' Pre"'oso brilhanle que ornara a r.uroa lille-
rcalitar o pagamento dentro do lermo indicado, po- I am "* i Poi "l" os abaivo assmnados pelo presen- I rarla do Buij. cnnsclheiro Sr. Dr. Ca-lilbo.
den' perder todo direuo as aeces sobre as qnaes o I ,e_P|;ol*slam'rsol'rc '''' poder de qoem OS II-1 l'recisai-se de un bom Irabalbador df massei-
uns gustos, asse.vcrando-se a
i|iicm yier ver o neo sortimento, que sera-
pie esislc neste estabeleciincnlo, nao deixa-
ra de ter em que empregue muilisimo bem
o seu duilieiro : i,a ra do gueimado na
bem conlreeida loja de miudezas da boa la-
ma n 33.
dito pagamento nao se tiver eflecluado, / tin ludo
caso tera' do pasar juros na ra?o de 5 por cenlo ao
anuo, o de nao receber joros ou dividendo da com-
panhia, pelo lempo que derorrer entre o dia indi-
cado para u pagamento e a sua realisacio. Nenbum
auto de transferencia pode ser registrado depoi do
da 8 do trrenle, antes do pagamento da chamada.
Por ordem dus directores,
s. /'. Pereler,
Theoiireiro."
Kecife :l de dczeiubro de 1836.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companbia Alliance.
Estabelecida era Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brotbers & C., lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
o a quem mais convior que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para efl'eciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objeclos queconliverem
os mesmos edificios que! consista em mobilia ou
m fazendas de qualquer qualidade.
Nesta typographia precisa-se fallar
ao Se. liento A. K. Tupinamba', (iiieino-
iou ou teve loja no pateo do Carino.
Na roa larga do Kosario, esquina do boceo do
Paixe-Frito, no segundo andar' do sobrado n. II,
cozinba-se para fra com ludo asseio. perfeicao e
proinplidao e lambem se eugomma : ludo porpreco
mais commodo do que em oulra qualquer parle.
Aluaa-se'a toja da casa da ra da Aurora n. M:
node fi'i ollicina do fallecido marcineiro llenrique s
Jueni pretender dirija-te ao Sr. Joilo Pinto de l.emn,
uninr, no seo escriplorio, ou casa de soa morada,
na roa da Aurora.
Aluga-se a anliaa casa de vender plvora, na
cidade de (Huida, coro bom silio, baixa pa'ra eapim,
e boa casa de vivenda ao pe : qoem pretender dila
. asa dirija-se a ra do Vigario o. 31.
Precisa-s< de mu bom criado e pea-se bem
agradando o eervico e comporlamenlo : a tratar no
campo do Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
bargador Mendes da Cunlia.
too; }h:-o-:> GvC-s o::^ 2
ver como Ibc permitle a lei para scu paaameiilo, ra, da-se b
visto como nao podem os mencionados berdeiro- dis- leilo : no
por delle devidamenle, sem que tenliom priinriro ao sobrado.
pago as dividas da tallecida. E para que mnaucm
depois se chame a ignorancia se mandou publicar o
presente. Kecife 30 de de/.cmbro de 1836.
Ilodrigues 1 mu.
Precisarse de urna ama de leite, que
o lenlm bom, eaeja sadia, paga-se bem :
na ra do Apollo n. 'l-l. |
onl ordenado e pouco Irabalbo porm bem
paleo da Sania Cruz, padaria n. 55, junio
de todas as
dades.
qiiaii:
Vendem-se muito boas meias de seda pre
tas o brancas para senhoras pelo barato prc-
?" de y500,dilas de laia para padres a 19800,
ditas de lio de Escocia pintadas para honiem
i pelo baratissimo preco de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para homem a 200,240 c
A rita do sitio de A.J. de.M., na j 0 rs., ditas pintadas c bi ancas para nieni-
Passagem ta Magdalena, corre com a mi- "os a i0 e 300 rs ditas brancas, linas para
mena loteVia, que no mez de leve sir S2lM HSIk> ili,s bra,icas parase-
t ss srs: s ?"'*' *,,i- SviSU as^asss
i.u.uio, se todos os bilhrtesforemex-1qoalidades que se vehiferri barato na roa do
< o lim do andante Janeiro : J'-'eimado, na bem conliecida loja de miu-
DEMISTA FRANCEZ.
gh Paulo Gaianoox, de volla de soa viagem .'-a
f-a a Europ, esta inorando na ra Nova n. ??f
^ "' Prln,e'r,> andar, oude podeser procori- (?
^ do a qualq.ier bora.
em%
y.:

de
Companhia
navega cao a vapor
Brasileira.
bu-
PROVINCIA.
O Sr. thesooreiro das
loteras manda 'azer pu-
blico, que se acham a ven-
da, na rna da Aurer n.
26, prinieiro andar, os ii-
Ihetes, meios e quartos, d
terceira parte da segun-
da lotera do convento do
Carn), cujas roda? andain
no dia 10 de Janeiro dr
1857, e be ni assim que tena
a disposidlo do respeitavel
publico, rande quantida-
de de blhetes, ineios t
quartos cima.
The8oorariadas loteras
16 de dezeuibro de 1856.
Jos .5 anua rio \Ives t,
Maia, vscrivao das lote-!
ras.
de/as da boa lama n. 33
pon :>o:ooo res.
Vende-se urna rica toallia de labirintho
propria para baptisado na loja da boa lama
n. 83.
Vende-se urna escrava crioula, com 20
corren te a,abertura de sua aula patticula-ianrios lc idade, bonita figura, sem achaque
de preparatorios : neste sentido avisa a tor gum' iem ,|?urnflS 'labilidades; avistado
comprador tratsr-se-ba do prego : na Sole-
dade, padaria confronte a igreja.
so- Vendem-se barris cora superior carne
de vacca salgada, ebegada uliiinamente dos
Estados-Unidos ; no escriplorio de Matheos
Austm <\ Companbia, na ra do Trapiche
n. 3ti.
no estabeltomento deAgostinho Jos de
Oiivera,nloruadeS. Francisco n. (i, on-
de teve caj-torio o lalleoido tabelliao Goe-
O bcharel A. I!, de Torres Ban-
dina, lem resolvido adiar para o dia !2do
dos os seui discipuios.
Donnngos Alves Matheos,
bre o Port.
Os Srs, tenente-coroncl Manoel Antonio
dos Psssos e Silva, Dr. Manoel Joaquim de
Miranda l.obo, Joo Francisco da Lapa, Sal-
vador lleiuiquc de Albuquerquee padre For-
tunato, asignantes do Jornal do Commer-
co, queirafli mandar receber os respectivos i ""gommar bem :
exemplaros: na agencia do corrcio de Olinda,
nos das tercas e sestas-leiras de cada se-
mana.
Preci.-ja-se de o
-Vende-so urna preta de naco, com 20
22 anuos de idade, sabe cozinliar, lavare
" "ominar bem : no becco do Veras n. 20
Sal do Jssu.
Iiistruccfto.
(I abaivo auignkdo, prnessor parlicular, aulorisa-
do pela direrlona geral de inslrucclo publica, fa/
cenle ae respeitavel publico, que no da 12 do cr-
reme pretende abrir urna nova aula Je imlroerSa
primaria, o um curso uocloruo da liona franceza na
casa de -ua residencia, na ra da Cuia 11. 12 Ihi
ensinara'a ler, esrrever, anlbmclica e conlalnlida-
deale operac.ies decimaes, arammalica nacional e
analyse, duiurina ehlislaa e seas explieaeSes, nore
de geometra e gaMrapbia, historia sagrada e do bra-
sil ; c no curso de fraucez a ler, escrever, tallar e
iradunr com perfeicao essa liogoa. O mesmo con-
linua a dar. lices de todas essas materias por casas
particulares, e babiblado por algons esludose prali-
ca dealnuns cinco anuos de ensino, espera, como ale
aqm, nao desmerecer do conceilo daquellas pessoas
que, honrando-ocom sua coniianra e prolecco.'se
dignaren) procora-lo.Juao Jos todngues. '
Piecisa-se de urna ama forra o 11 cap-
tiva, que se preste a todo o servico de
urna casa de familia: na ra Nova,'casa
11. 25, segundo andar.
O abaixo assignado, por ordem da commissao per-
uianeiilo da corapinliia, no Rio de Janeiro, participa
aos senbores acciunisla desia, que no da 12 do cor-
ralo desembroem iMembla ueral os seuboies ac-
cionistas dalli, presididos pelo llltn. Sr. Dr.lAdolpho
M. V. da Costa, depoi* de lon^o dbale em que un-
nimemente manifestaran) a opioiao de qoe a compa- casa .1
libia continu, decidirn) e approvaram.
I." y lie M accionisias possoidorw das antiaas ac-
edes enlrein com SOtOOO lories porcada urna, para
pagamenlo da divida fcila |iela direcc,io do Porto.
2.'' (Jue esta entrada sera dividida em ires parles
i-iiac-, devendo as chamad parles ler lugar com inlervallo de 30 dias, sendo a
primeiru feila j, e a ultima s se for precisa.
3." As chamadas das novas acces serao fetas na
:oufonnidade do que ja foi vencido ; e o dinbeiro
iroveiiieule deslas entradas sosera' applicado com-
oni de um icrceiro vapor, e coslearnenln das prinici-
-as viaatus doi novos vapores se crescer da primeira
jperaco.
1." Ein quinto nao be possivel proceder a eleicao
las pessoas que bao . ommissao permanente aulorisada para nomear urna
essoa de sua conlianca, que em Portugal sirva de
;eii procarador, c reprsenle interinamente os inle-
esses da companhia em loda a soa plcnilude, de-
erminando-se-lhe o honorario que deve perceber.
A niesma couimifs.lo publicou o seuuinte :
\ commiiiao permaneulc, em virlude da derisao
_la assembla reunida em 12 do correle, convida
.5 senbores accionistas aaligos a l'a/ci m urna entra-
da de 10 % nu 20f por accSo alij o ifia 12 de Janeiro
prximo, para paaamenlo da divida conlrahida no
'orlo ; na roa Direila O. !ly.
I.onvidamais os senhores accionistas noves, c que
11 h/eram a primeira entrada, a realisarem a segun-
ila de 20 logar indicado, para a coupra de um terceiro vapor.
Kio de Janeiro I! de duemhrn de 1856.Assig-
nadotlr. A. M. \ iclorino di Cosa.
Assim sao convidados os senhores accioni.-las de
l'ernambuco a realisarem al !."> de Janeiro futuro
una eulrada de BO| moeda brasileira; for acrao, na
1 ua do Trapiche 11. 2(i.
leruambuco 23 de de/emiiro de Hi"il.O asente
Mauoel I). Kodrisnes.
lis dnvedoresde Jos Dias Simoes,Cruz ,\ II is-
lose Cruz e< Lomes lenham > hondada de mandar
pegfr os seus deoilos aos abaixo usrgoadof, por sc-
lem ellea os dones dos referidos debito?, os mesmos I teja de. boa conducta c
, baixo assignados desejando ullimar tala cobranra '
1 a melhor armona esperan) que Ihe salislanlo su.'is
lolas independenles da publicacao d seus nomes
! mcios judiciaes quese verlo na necessidade de em-
|ueaar na falla do referido pagamento.Jo9e Alves
la Silva Cuimaraes, ra doCabuaa' n. I B, Fran-
1 iscu Jos Alves liuimaraes, ra do Oueimad
m amassador para pa- Abordo do hiato Novo Olinda : 1 Iralar com o
uan, que tome cunta de urna lrcguezia de mesl,c c" com oscna,i2,1HtJrjs |.,0 irln,l0s
pao por tonta da casa : a tratar na travessa |. -7 Vndese urna linda mulatiuha
ua ra larga do Rosario, deposito 11. 2 A. lu*Je e 13 annos? propria
Ha ru Vellia n. si, l'azem-.-e capas, ca- "
pas ueatarias, balinas, e fara ludo com
brevedades perleico, por ter sido discpulo
do tallecido meslre Joao Paclieco, de Olinda.
.0Sr- Manoel da silva I'erreira lunha a
bondade d dirigir-se ao hotel Inglez, que
all se ada um passageiro, procedente e
Sergipe, quedeseja fallar com o mestno se-
nbor.
I'rccjsa-se alugar urna prcta que en-
gomme bejm e lave juntamente : quem tiver
e quiwr alugar dirija-se a ra da Peuhan.
, priiiieiib andar, que adiara com quem Ira-
lar, ou anjiiuncic a sua moiada.
I'ierisa-sc do una amade bolis coslu-
111 -'s, para co/.inhar a engomiiiar : no liecife,
ra do Amoriin 11. 48.
Os sis. Manoel limaos c Tbomaz Anto-
nio liaiiids I eneira lem cartas no escriplo-
rio de Maiuel Ignacio de Oliveira, na praea
do Corpofsanio 11. 1
l'recisa-sc de una ama para casa del
pequea familia, sendo para todo servico I
menos layar : quem pretender dirija-se "a'
roa da lloda n. Hi, sobrado.
ni.hh!,S al,i"X0 88'8nal0a participara ao
publico 9 principalmente ao corpo do com-
'r.t,,,,'|i: .i880l*eru" migavelmanta a
sociedadequeunham na loja uc rerragans,
sita na ioj, do Queimado n. 61, que Rvrav
ue.,a,xo da lirma (.uima.aes e! A/.cvedo li-
taiio acargo do socio Azevedo lodo o acti-
vo e passivo Hecife i. de Janeiro de 1857.
com
para mucama
coseecoznba o diario de urna casa, sem
vicos nem achaques ; na ra de Aguas-Ver-
des n. 100, priraeiro andar.
Aos que tem de pintar.
Verde Irancez a pataca a libra, al va jadea
meia pataca, arcao e oca a dous vintens a
iinra ; vende toda a porcSo que quizerem
no Ltvramento, loja n. 35.
Ra Nova n. 54.
Madama Posa Ilardy vende ricos cnleiles
ae caneca para senhora. do ultimo gosto,
por preco commodo, a chapeos .le crep eu-
reitados com llores, pelo prc^o do 8;oUO.
Fareio em liarriraA
No aimazem de VicenteFereir da Costa,
ra da Madre de Dos, confronte a igieja.
UNGENTO UOLLOWA,
corno f] |elo."S ^ao muito lidos para pu- Z^^ZlZ&^JZ*
VIMln lio poHio i,km |>((.
\ ende e ptimo v inlio dol'orlo em barris de
quarlo o oilavo, por preco ra/navel: na ruada Ca-
deia .lo Recie n. 13, escriplorio de Bailar ^ Oll-
veira.
nhoros compradores.
Veude-se
ou peiicuta-se por predios nesta cidade
ou seus suburbios, o sitio dos Coipieuos,
na piala do ttio-Doce,ao norte deOlinda,
denominadoCASA CAIADA,com boa
casa de pedia e cal, reedificada toda de
nOVO, COm duat salas, quiltro (piarlos e
coznha fra, tem mais dequatrocentos e
cincoenta pes de coqueiros velhos e gran-
de numero de novos e mais algumai Iruc-
teiras, capoeira donde se pode tirar lenha
para queimar e fazer cercados, boas bai-
las para plantar, tem pasto para susten-
tar \ ule vacias de leite lodo o nnno, lem
de lente mais de quinhentas bracas, e ',l 'ransferido o deposito destexarope para a no
de fundo eonformeasescripturas, duzen-^d^":^^^^.* %
tasbracas, passando por dentro, em qua- aquello qoe nao for vendido nesle deposito,poi
si toda a largura, um riacho que desagua I'!m o presente aviso,
em Rio Doce; tem mais aDOSSedequa-
Vcudcm-sc muito bonitos botocs para pu-
nhos pelo barato preqo a 500 c 800 rs. cada
abotoadura : na ra dogucimado na loja de
miudezas da boa fama n. 33.
VENDE-SE
Graxa de patente, prova d'agua, para
arreios decano.
Vinlio lo Rbeno de qualidades espe-
ciaosJobannisberg e Harcobrunner.
Noarmazem deC .1. AstleyiC. '
XAROPE
DO
BOSQUE
posse de q
tro bonscurraes sobre pedias e murados:
quemo pretender enlcnda-se com osen
proprietario J. J. Xasso Jnior, que tam-
bera o arrendara' por um determinado
numero de anuos com condiees favora-
veis ao arrendatario, se ja'no apparecer
comprador.
Vende-se hlalas a 2f2lll a arroba e 80 rs. a
libra, presunto a (io, figos comadre a 210. gomma
a loo rs. : na taberna da ra de llorlas n. i.
Vendem-se no caes do Ramos n. i saceaseom
milho ebegidas de Mamangaape, pelo preco maii
barato que poder ser.
\ ende-se o grande armazcm alfandegado do
largo da Assembla n. 20 Korle do Mallos, muilo
proprio para qualquer eslabelecimenln, ou mesmo
para recolher lleneros como esl.iservindo a'clualmen-
lo, por eslar collocado derronle do trapiche do al-
oilao : a Iraler na ra do l'rapiche u. 15, primeiru
andar.
Vendem-se pellesde cabra de loda qualidade,
por preco commodo ra da Cruz n. :i, priineiro
andar.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a l.sOOOo bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro, appnreeam em o seu escriptorio, na
ra do Vigario n. 51, para veras amos-
FARINHA
De Trieste.
IMPORTANTE PARA I) PUBLICO.
Pira ur.. le phlvsicaem ludososseusdilleren
eseros. querniolivada por conslipacoes, losse
islhma, plcuri/. escirros de san:ue, d'r de eos
jados epeito, palpilacao no coracio, coqueluche
bronchile, dorna garganta, e (odas asmoleslia
dosorsaos pulmonares.
ECHAHiSMO PIRA SlfiS
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, A
RA DO BRM.PASSANDO O olIA-
FARIZ.
ha sempre nm grandeson'iinenlo dossejjninles ob
jeclos de meehanismos proprios para engenhos.a sa-
ber : moendase meias moendas da mais moderna
constroccao ; (aivas de Ierro fundido e balido.de
superior qualidade e de lodosos lmannos; roda
dentadas para a-ua on auimaes, de todas as propor-
joes; crivose boceas de fornalhae resistros de bo-
eiro, agu.lhoes.bronzes.parariisos e cavilhoes.moi-
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
eevcciilami odasasen. oiniiien.l.i. con. a superio-
ndadejaconhecida ecom a dov idaptesteiaecom-
modidadeem preco.
m
$$
;'-.

dos Deriodicrw'"* ,,,0'0.T""usas Pel 'eilura
v^ta-SKS5sa:
manecido longo tem dTp0,S ,Ue ler P*'"
devi.m s tfier% SURtiSA .S
tas, que havendo deisado eSses "tL i
iec.mento, parase no SSLffiSlSfi
operacao dolorosa, foram cu,a~miT"
mente, mediante o uso deZ, "rap,eU"
medio. A.gumas das laes P^T^ZX
de seu reconhecniento, iSSStmtS
filados benebeos diente do lord corre--e-
dor.eoutro magistrados, a m de mSS.
icaticarem sua allirmativa
vi
a natureza do mal, cujo resultado ser,,
provar mcontestavelmcnte : Que ludo cua"
O ungento he ul.l.-----r-^- .....J"
not tcguiHlr* ca*oi.
-'-.'-.-:.
^.-^
-3
A ttenco!

Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidadcs da cu-
lis em geral.
EnTermidades doanus
ErupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Friciras.
Cengivasoscaldadas.
InchaiOes.
lnllaminai;aodoligado
dabexiga. -
Vende-se estT
Inllammacao da mi
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de repli
Picadura de moaqui"-
tos.
I'ulmes.
Queiraadelas.
Sarna.
^upuracoes ptrida.
"ba, em qualqoer
parte que seu.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das ertirulaces.
eias torcidas ouno-
"das as pernas.
icuue-be estn ungento noeslahi.;-.!
o geral de Londres n. 2*4 S,n*
loda a Amrica do Su I IlavLL iL ?*"
o modo de fazer uso desteCg7enio"P,'C"
&r wESaSa
Fernambuco. n" enj
, LEQDES FIJOS.
arillos.
Na loja -le l'ourgard, ra da Cadeia do
Kecife n. 15, vendemse superiores charutos
:'la Rahia, em caixas, massose a retalhu, por
baratissimo pre^o.
Vendem-se liaos de comadre a 1 iO rs. a libra-
queij.isd.Ki m,i, aovos ciiefiados no mercado a
laWU : na taberna da cua de Hurtas n. i.
---Joaqui,,, Ferreira de Aiaujo GuimarSes,
Joaquim 1 rancisco da silva Azevedo.
- OSr. Bartholomeo Mei, subdito d'Aus-
ina, ieura-se para Luiopa com scu criado.
&S>mpVi;S.
Coiupra-se urna prela crioula, que loaba b
ni la l.gura, de idade Iba 22 anuos, o que leoh> 5
bibdadei ; agradando paga-SO bem : ,,a ,ua
Cimento branco
Vende-se em casa de Saunders lirothcrs u\ l na .-;i i
praca do Corpo Santo n. 11, a nimio superior e bem Z? '.'""-'"'O, em qualidade poueodiC- %
conheeida familia de Trieste, da marcaprimeira :-'' I'1'' lo do Lisboa ao ivisso nue
qualldadichegada em 9 do crrente na escuna ''' cintra anona* le'.no i i .i
..pleiU, c, perenes srandes o pequeas, conforme a 'X ._!"aP^PaS l?400 a !lbra *clU
voiilade do comprador.
TAIXAS PARA EXGENHO.
Ha fur.dicao de ferro de D. W. BowmanD ua
ra do Bru, passando o chafarle,'1 coniini ha-
ver um completo sortimorto de taixes de ferro fun-
dido e batido de :> a 8 palmos de bocea, as quaes
cham-se a venda, por epreco commodo e com
prompiidao: embarcam-s oucarragaai-se om car-
ro semdcspeza io comprador.
Na ra do Trapiche n. oV, lia -; r"a do ueimado loja de mi
-^ uno. lo, ,.___ n i ., -. Si. boa lama n Ti "' "
... tuperioi rape l'rinceza do Brasil, ^
:.? chegadorecentemente do Rio de *;
Km casa de llenr. Ilrunn & Companhia, na
ra da Crol n. 10, vende-secognac em caixinhasde
dalia.
i&Z&ii
Na ruado Trapiche o. II, escriploriodc Ha"
noel Alves tiuerra, vende-se por commodo preco O
setuiule:superior viuho do Porto em barris do i
_ oilavo,chapeos de fellio, c sab.ioamarello fabricado
iiecbegado o evcellentecementobran- n0 1 o ja bem conbecido e experimentado,
tanto em barricas como as tinas :
ma/.eui de talioas de
Compra-se una vacca (o
Nova i
urina em boa condiciu
eque dbas.a,,te.ei,e:que,na.;verd,":.n
d,".?0,,, 'Ti "U 'eCf8' "' :i ^guiido andar,
i das 9 ale as i horas da larde.
OITerece-sc urna ama co/.inheira lem um me-,
r.'inr?'ieI0lnpr' "* ES P"a C,M ,le llnl"c,n so1- i .-i_i (-"ml,r".'s<;1u,"a "oca e um boi, ludoem bom
le.ro :iquem quizer dirija-se a ra do Livramenlo |S! **** "a'ua da Cadeia, arinaZn de
i. 2, que se dar informaees de sua conduela.
Tendo resolvidoa direccao do lia neo do Bra-
sil rea isar ale 15 de Janeiro prximo mais urna en-
trada de dez por ceulo sobre o capital, a dir.c.-.io do
Uoclo banco de l'trnambuco fazscienle aos s'eoho-
re. accionistas que naquclla dala mandar passar da
oaconta paraadocipilalda caixa a qoaouaque
Uie he respectivo. Kecife 2 de dezembro de 1856.
iii.iieria.es.
- (a.mpra-se urna casa terrea que lenlia quintal
quem Uver auounc.e por esle ..Diario... ^ '
Com |
noar-
pinho de Joaquim
Lopes de Almeida, na praiadeSan Fran-
cisco,junto a ponte nova.
Vende-se urna negra de lli annos, crioula. que
i ose, lava, rugomma e coznha o diario de nina casa:
na ra da l'raia n. 13, segando andar.
., V*ondom-e gigos de garrafas valias, em casa de
llenrv liibSOD, ra da Cadeia do Itecil'e n. 52.
Vndese a taberna sita' ua ra das Peruam-
bucanas esquina para a das C ioulas, hem surtida e
batianroarregaezadaparaa Urra: os prcicudentfs
liryam-e a ne.ma ou a pra.;a da Independencia
F.m casa de Saunders Brothers & C.,
do Corpo Sanio n. 11,ha pira von.lr ose;;uinia a
Ferro inalcz.
g antes' que acabe, pois a reines
O be pequea.
Em casa de Rabe Scliinettan A C,
ra da Cadeia n. ", vende-se:
Vidros para cspelbo.
Vi olio do Rbeno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typograpbia.
Tudo por preco commodo.
Em asa de Rabe Schmettau i\ ("..,
ra da Cadeia n. 7, vende-se:
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Iraumann de Hamburgo.
Vinbo do Po
boa lama n. 33.
lucas fitas linas e nidii
as dos melhores osfos
que se pode enconitrar
S VSJESZ1 "* ,0J" da boa '"a na na di.
$ Queimado n. 33e por precos que n ","dciLm
2 de agradar aos comnr.iHrJ -"l"..':0'?
aos compradores, norouc ro.l
mcm. se vende baralo e ha 0^0^^-
Perfumarias finsimas.
i>a loja de miudezas da boa i .
agoa de lavande muito superior, J
o'i-ma'm P,-r' drt'S de -5 "anha mu '
to fina cm ricos vasos, extracto* de Hta,
ii. 10.
do e'xtincto llauco de | __
> Ijueimado n. 33,
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Antonio da
Cunta, nesta typographia.
Jos Antonio Moreira Dias & C, la-
'.i-iu setente aos seus freguezese mais con-
lumidores de plvora, que teem um gran-
Je sortimento dasmelbores qualidades de
plvora e chumbo que tem vindo a este
nercado, e vendem ditos gneros por
nenos do que outra qualquer parte : pa-
a verein as qualidades encontrarao as
unostias emseusescriptorios, ua ra das
Larangeiras n. I i e da Hoeda n. ~>7\
nos mesmos estabelecimentos acbaro sa-
superior qualidade. a
htre relinado de
SjfOOO a arroba.
Na noite do dia 50 de dezembro l'u-
ziodoeogenbo Fragozo, termo de Olin-
la, o mulato Harcoino, de idade 22 pa-
ii ZH. anuos, alto, sece, lem o corpo
un pouco inclinado para diante, pes lar-
ios : quem o apprehender leve-o a scu
tenhor o Dr. Ilanoel Joa la Cimba, noengenbo F
iieiro
luim
ragozo, que sc-
ii generosamente recompensado.
Prcisa-> de urna ama que eoiiohe e lave com
ia : a Iralar na
O secretario da direccao
l'ernambuco,
Joo Ignacio de Medeiros He-g.
Da-se ate 800/peloil:iguetdcuS
dous andares que lenha bous commodosTno
liairro de Sanio Antonio, c fazem-se outras
vantagens a contento do locador : quem ti-
ver anuuucic.
- Aluga-sc um priineiro andar na ra
Direita, comcommodos para grande familia:
tratase na ra do Livramenlo n. 3:i.
Precisa-se de urna ama de leite que
que telilla liom leite,
que se pagar bem: na na da Cadeia do
liecilc, loja de chapeos n. 46.
Da-so MOOQfrs. a juros com bvpotbcca
em predios nesta cidade : a tratar na roa do
Uueimado n. 2M, primoiro andar.
l'recisa-sc de um caixeiro de 12a U
annos de idade, que ja teuha alguma prati-
ea do taberna, e que dii liador a sua conduc-
ta : no palco do Terco n. 32.
Instruccao pri-
maria e seeuu-
.tra-se para uma encommenda
o mo|equesde 14 a 18 annos de idade:
na rub do Collegio n. 21, ,,rilr.elo an-|porproco commodo.
dar, das 1(1 horas a s "> da tarde.
Peijao mujatiqbo
Vende-so ni roa da Cruz n. :l, fcijilo mulatinho
- Comprain.se apolices da divida provi..-<5 Ut- PrmeilO ailda T. s
ual: na ra das Mor-, 37, prmciro ,n-1$& ,,-0 Q QOOOQOO
Compra-se um ponteiro de ouro do lei,
j. ..sad, .para, menino de escola aponUr asi,a vender roWho
leltras quem tiver dinja-se a ra do Bur- ilogam.
os n. 31, padaria.
Nema da Cadeia, defranle .la ReJacao, laber-
iia dasmclliores bi-has hamburguezas pa-
c em portos, e lamben, se
i Compra-so um carro
ppqueiioquc te-
arga
ciara.
Ra do osario ii
ir. 16.
Jcronv mo Pe eii .i Villar abre o scu es-
tabelecimento de instruccao primaria e
secundaria no ilia 7 do corirnte Janeiro.
Alem da aula de primeiras Ictlras, ensi-
na-se neste estabeleciincnlo aslinguas la-
tina, francezaeingleza, geometra e mii-
SlCa a piano. Recebe alumnos intei nos,
meio-pensioqistase externos.
Lotera do Ilio (ic .Ja-
uero.
0 vapor Imperador .chegado a' este-
porto nao nos trouxe listas da lotera Vi
do tbeatro dd Santa Thureza, em virtud
deste ter sahtri
e a lot
, -------------~ ["'i'^iiv ug te-
Hia hssento para quatro pessoas, lora a bo-
lea, anda mesmo sendo voltio : quem o ti-'
ver e qutzer vender annuucie.
&ni0a.
Cal de Lisboa.
B'i* :hegi
;ra d
lavar
bella figura,
na lisura, ,
vender na UlCIOIiaO
n. 33, segundo
da no Ultimo na-
vio o inuitissimo bem acn-
i i vende-se por
prego muito barato.
AO MADAM1SMO DE ROM COSTO.
Vendem-se sedas escocezas de quadros, com qua-
ro palmos de laraura, fazendl muilo superior a
ra da Cadeia do liecife loja
Pixeda Suecia.
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Bahia.
E um completo sortimento de fazendas pq-oprio
para ste mercado : tudo por preco commodo.
Cal de Lisboa e potassas
Na ra do Trapiche armazens ns. 9 e
II, vende-se superior vjlassa da Russia
e americana, cal virginJrOe Lisboa, da
mais nova que lia no mercado
AGENCIA
Di f undico Low-Moor, ru daSenzali-Ro-
va n. 42.
Nesieastabelecimentocontini ahaver ncom-
.... pleto sortimonio da moendas eias moendas
par en^enho, machinas de vapor e taixas da
ferro balido e coado de todos os taminho
cu e rorvssv
\ ende-c polassa da Kossia c americana, clircida
ueste* dias o do superior qualidade; cal de Lisboa
da mala aova qoe lia no mercado: nos seusdeposi-
': tos ii.i ra di Apollo n. 1 A, e2lt.
>a ra do Vigario n. I!l, priineiro andar, vn"
1 de-se vinbo do Porto de superior qualidade da bem
, conheeida marca i.W cm pipas, barril ecaixas do
uma e duas duias de 2,'irrafas.
to, superior chamico. S^f' 1-m proprios para bates da
Aigodftorinho da B,hia
para saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. ieber A C,
n. i.
compradores, e que t
por prec.nho muito barato. d"
ra da Cruz
Melog-

IOS
A loja da boa
fama
Vende muo barato :
coberlos e descoberlos, peqoeoos e grandes, de miro
patente inglez, para borne?,, e senhora, de un, do, ,;,,'. ^ "I,l,aS/\.,0 Oa q,
milboroi fabricanles de Uvorpool, vir.ds pelo ,,\U- I,,,,ade f *> d,ts l'nhas de cores u'-hh,
mo paquete lagjei: em casa de Soolball Mell,.V a WM de tita lavada larga de seda a S|5
q (ta-
para
duz,:. de pentes iberios para segurar bel
lo a SKMO. grozaa de botoes de louc. pina-
dos a 240, meias brancas e cruas pira liorna
10s0'Sca",e"SOrOS P8ra ^^WSBT
s de* n Ti" Phra '?ibeir 600 P-
botocs de SSS& \ 2, rsV Clelt
encariMdos para senhora a 200 c.iXa. COru
l
l-soo o envado
de Manoel I'erreira
-Madre de Dos.
Plvora.
.....-^ -..,............."...i., cm m ume
ler sabino n25dopro\mo |>essddo
teria estarannunciada para andar
issq
aceio, para urna cata de pooea famtl
rna da Cadeii n. 51, lercciro andar.
% para co\si:i;va:\-|h,s .
;; DENTES. .:;.
; Vende-se pos e anua deotrifieM : na ra ^ .
>"va ti. l, em casado dentuli trance/. "''
,t l'aulo tiaigoooi. .' :
"\:"i.'^.;'\.:;;.'. ....... ... ... .-i .'':
........ -.-...... -.. .....':,."..--,.....,.-
l'rccisa-se de um urna que leona batUnte lei-
le, anida mesmo teudo nerava : no paleo de S. fe-
dron. 22.
Joao Keller & Comp.
participamaoniib.-fM.adcomm^irioem mioutra qual luerpess
geral, que de nojeem diantederam socie- peder umacatta, viuda no uli
dade nn mesmn casa aos Srs. Antonio'
a -iii.pot
resto d.ibilbel
esperamos pt
anda se acham a'venda um
es dessa lotera, cujas listas
I" primeira vapor que ebe-
gar proceden i<; da corte, na pia.-.i daln-
dependenci |n. 'ifl. u ahi se fara' pa;;.i-
mentodequalqnerpremio, de conformi-
dade com ns nossos annuncios.
-4" Vende-se uma ne
sabe cozinliar, comprar,
ra, tudo com perfeicao : para ve-la e tra-
tar, na la do Livramenlo
andar.
Vende se uma bonita negrinha de :>
annos de idade, muito sadia, propria para
Servir de. mucama de alguma nieuina : na
ru.i dotjucimado, lua n. 17, se aira quem
vende.
| Vende-se arinha de S. Matheos, muito
I iion, em sacras que lem um alqueire, por
Iprco commodo: na ra do Rangel u. 52.
I Vendem-se :i escravos, sendo um mo-
lei.uede idade 15 anuos, uma negra de idade
2.-i annos, outra dila de idade 30 annos : na
rufa Direila n. 3.
i Vendc-se tima taberna na ra do Fo"o
n.i20, com poucjs fundos, propria para qual-
quer principiante.
i Vende-se uma escrava de boa figura
pajrda, de ptima conducta, engommaeira,
Cdziiha e cose i na ra das Trinclieiras lun-
tojao nicho.
ALVBNARIA UROSSA.
Ven le-se lijlo de al venara grossa, a por- Na loja de poria
gao que se.a precisa, inatidandn-se botar em ha para vend i novo orlimealo
qualquer obra, ou o comprador inandMido em conta, como stj un :
buscar, eem qualquer mar pode ser con- Ctiiiailirgadocorei,ocovido
duzido : a tratar na ra .Nova n. 18, ou no I Wtlioilreilai, ocovado 100rs., 120a
sitio do Cortume, nos Afosados. Corles do vestido de chita larga IdCOOe
! Hilos de cansas de barra
\ende-S3 orna cabra bicho, parida de Peca de chillido cores
iucos dias : na ra .Nova n. is. Dilai de iita linas
II uita atten
,9o.
N,i ra do Crepo, luja da esquina, que volla pa-
ra a ra da Cadeia, vendem-se cobertores de la
hf9panlii.es, loncosde cimbraia de limas a 400, 500
e 600 rs. cada um, c.irlcs de casemira de cor a fa'
e .'irOIIO rs., ditos preta a i-.llill e 8.-O00 rs., ditos
de brim e-curo e amarello para calca a ISiiO, pan-
no de linho do Porto, loftlhai de mesa e rosto, cuar-
daiiapos de lodas as qualidades. aloalhado adamas-
cado fom selle calmos de largara a laCOO a vara
Companhia, ra do Torres n. :ts. "
N. O. Bieberdi C, ra da Gruz n. i,
vendem:
Lanas da Russia.
dem inglezas.
Brinzio.
Ri ins da Russia.
Vinhode Madeira.
Algodao para saceos de assucar. lr 'to com 10 varas a 560 r's!7 dzl
\7SXSSR^^SSSSSr -^
Ricos corles de vestidos de fa/.enda muito que Se vendem muilo ba.aTo 2 S5a
lina, toda de seda e de um gosto muito apu- mado na bem cZ.ce da lo, 2 S"""
rado, chegados pelo ultimo vapor vindo da I o. 33. neciua '"J da boa lama
Luropa, muito proprios para as senhoras del
bom gosto, assim como chitas lrancezas|* HT'd V.SC [\ f|oi i(s # emn
muito linas matizadas com lindas cores: C '*
dHo-se amostras na ra do Queimado n. 22 TOS.
na toja da boa le defronle da da boa lama.. Vendem-se resmas de panel de n..v
PARA 01 EM TEM BOM OSTO. fmi;"'0>- que be possivel Lave, a b- dinT,
->a ra do Queimado n. 22, loja da boa re. i fer'"r r10"0 cousa a 35 e 35uu dito -
ha um completo sortimento de grosdenapo- le muitissimo tino a i500 e dito iim
le de seda de lindas cores; aproveitem antes rreve K marlim a 4>, dito alma'ro muitiv.,!
queseacaliem,.quea festa est com nosco,,,)0m a ^-'>,|dilo de cores im quirto d"
assim como chapeos do Chile muito linos, resn,i"
que se vendem
parte.
por menos que em outra
FITAS DE VELDO.
Vendem-se fitas de vellido pretas e de co-
-uziasdelapi.nrt^^n.oo.
ra.,-. pr,nPr!?#P riscar b-
canelalqJ>lfso torneadas para
. corles de c.ssa ch la t-,;oii rs., e oulras muilas a- res; estrenas e largas, lisas e aberlas de mui, da''ma0.6,.8, V* ^.[s'' caniveles finissimos
a, liqona que volla ,.ara a zeodis por proeo'icommodo,. | to bons gostos, pelo barato pceo ile 160 i ,r, a q' lllro ,,,|has a, 3, 4?, e ou-
320, MO, 500 e 600 rs na roa do Queimado! rn, d"w -" 'IUe-Se VCnde l,arto I "^
roo
as de ac I
de 1*200, d
tanca 50o rs
nos a 320 r;
vros a 800 rs
pennas de a
de uma a qi
rs grozas das verdadeiras pe-
co de tanca pelo barato preco
as muito boas Wm ser bico de
Ai fUl raa /v. ,.*.,.,! .' ,"> Ju e hou rs r,,a do ueir
-'." 1 GIS l> COVadO. na loja de miudezas da boa lama n. 33.
Claudio Diibeiiv vende pclvora,
cada barril de 2."> libras.
sEM
lscado escuro de quadrinho-. proprio para ra-l
iiii-,i> e vestidos de pretas, vende-se na roa do
Crwpo, loii da esquina, qoe volla para a ra da C.i-
, deiiu
PARA ACARAR.
I Na ra Nova, loja franceza n8,confron-
te a Caml-oa do Carino,
I ~.s ven.lcm-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve tuque de molo, pe|0
j barat'iiimo preco de lo> cada um.
Relogjos de patente
Dglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco raz.oavel,em casa de
a do Qoolmsdon. 10,1 Augusto C. de Abren, narua da Cadeia
o Kecife, armazem n. ."C.
H;SI>
A VA RA:
de iazeudas muilo ,J,
ppiK
Roga-f
aos
lempregados do correio
Schlappril. eTheodoro Freiss.
buco i- de Janeiro de fS56.
Per,
pos, 11 la VOI
pendencia, lo
timos va-
pores, para Je le Joaquim Borges d Cam-
Faiinliade Tii-
i este.
! SSSF.
ae. levar
an. 'i.
(Ferdadeira.)
! Pelo navio BLOOMR rhegaram
piaeado Inde-1 tWrcas desta acreditada farinha :
.".liOO
Midipolao cnlrel'uio 39000a
Dito largo
Alsodiio ual de titira e inesclado, o covado
|i:io americano, peca
Clinlei de chita
Lengoi .le gaoc encirn idos
Chale de merino de barra franjas
Peitos de lilil.i lisos e bordado' p ira Camila
ISO
I li
2SO00
JBOOu
5500(1
GgOOO
!~"illll
fclOOO
160
IjOOO
IIII
200
OO
500
I de-se
noi arma/cus de Tasso Irmaos.
Moinbos de vento
cornbombas derepuiopara recar hortase ba
ia aecapim : na fundiraode l>. W. Bonmaa
na roa dofiromos.6,8el0,
UARHRI.ADA.
. i \ ende-se por |.reco c.mniodn, >la melhor qliali-
I dade que ha no nwcado ha nn do Vicario n. 27,
deposito de asnear.
Superior cal do
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, ra la Madre
de lieos n. 12, por pceo commodo.
Vende-se superior liuha de algodao branca*
de cores, em novello, para coslnra : em casi de
Snnihall Hellor o\ Companhia, ruado Torres n. 38.
Moendas supe-
riores.
Na fundicao de C. Starr & (.., eml
Santo Amaro, acliam-se paia vender mo-
endas de canna todas de Ierro, de um I
modelo e construccao muito superior.
YABNBAS E GRADES
Un lindo e variado sortimento de model-
los para verandas.e gradaras de goslo mo-
dernissimo : na rundicao da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da ir,esma na ra
do lirum.
Gonro de lustre marca
castelo.
^ m,ud2.^Ua,"1i,d0,-n" bem -onhecid. loi. de
miudezas d boa lama n. :I3.
-a Ins para joar.
Vendem-si hralhos de carias franceza-.
! muilo finas c de bom papel a 500 rs. I hlrl.
uguezas n'Uito finas a 32t r?.:
'mado na toja de miudezas da
I lio, ditas poi
na ra do Qu
boa fama n.
Con
Vcndem-so
ves!idas e de
i t>600 e 2-, na
! dezas da boa I
e as fianeeza.s.
onceas franeczas ricamente.
vanas /qualidades a l.-20'l,
ua do Queimado toja de Mis-
ma n. 33.
Cfqi&ogfttgtteg.
de
rugi htlritemasT horas.um escravo muti-
lo de nome Tbomaz, alio, reforjado de corpo, com
marcas de bexias, pernas groris, e celias mareas
de cicratizes nals rauellas, falla coui muita manci-
Vendcm-se" pelles de couro de lustre de ll'">'Jevou vesfit0 camisa de panno azul groco
muito superior qualidade a preco de -e R,,arnecida de ourelo branco, nos omhros e pu-
4/500: na ra do Queimido, na bem conbe- nn0s. abert na frente om forma de palito: asjav
cida loja do miudezas da boa fama n. 33. rravo he natural da l'arahiba e foi eseravo do Sr.
| Carlos Coelho, que o houvepor heranca de seu so-
grn Jos Joaquim de Souza daquella cidade, o foi
He muito barato.
.i a $500
Vende-se cal de Lisboa opimamente ehgada,
sim emo polassa da Rosia verdadeira : na
do Corpo Sanio n. 11.
Vfndcm-seduziasdcfac.se carros de ct- comprado pelo al.aixo issign.do'aoSr. HilaVio" *
f Alhandra Vasconcellos .lunior.mondor no engenh..
i bo de marlim do boa qualiiladf a 10-, ditas
ditos de cabo de bataneo muito finas
...... ..^ ....... c i.....un. iiiiniu unas a l.f. t*,. f___ m, --------o
ditas ditos cabo rolico coitavado a 3> di-, P fr*guezia do Pilar desu f.rovincia
: ziasdecolbercs de metal principe a 89 e 6 qu,'nl. **%" Pve- 8 rua da Concordia a Pedro
.ditas de metal mais ordinario a 800 e i>d><>, i ^n,"n' Teiieira Guimaries, que sen' genoro^-
M. e outras muilas cousas que se vende barato! mente gratificado.
pra5i na rua do Queimado na bem conheeida ojal
lde miudezasda boa fama n. 33. '
PERM l\P.pK M. t. DE FARIA 1H5;



\
I


Full Text
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