Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07676


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Full Text
;
ANNO XXXIII (L :,,
\
i
\
\
r
Por 5 mezcs adantados 48^00.
Por 5 mfzes vencidos 41500.
Por 5 mezes vencidos 4500.
DIARIO DE
SFliVNDA FEIRA 8 BE JAXEIBOi^ |8S7.
*or anuo adiantado I5$000.
a*rte franco para o subscriptor.
t-M'.AI'.lst-r.ADUS DA StlHSCHirCA'O NO NORTE*
Parahiba o Sr. Joao Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joa-
qun. I. Pereira Jnior; Ar.ic.iti, o Sr. A. de Lentos Braga ;
que!, Rodrigues ; riauhy, o Sr. Domingos Herculeno A. Pessoa
.'.earaose ; 'ara',
juno da Costa
, o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Ir. Jero-
PARTIDA DOS CORRElOS.
Olillits tl.d.S o, Ji, ,, r, ,. mt|, hoM) (|o ||fc
Ti'"" ''....."".*'*'*' cM4aaMiiM.t>Jn.
S.Ai.,n,T,, IIodiIo .CarMr, Al al, a G.r.aaa.,^ : ..rCJ.f..ir.
teiMalru e Naul: ealataa-relru. **!
lidos < trrelo, pacttm a. lo .i.r.i di ninhii.
EITERIOR.
CORRESPONDENCIAS 1)0 DIARIO DE
PERNAMBUCO.
IIAMBIRUO.
i de dezembro de 1X.iti.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES I \ CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaca. '. lercas-feir.is e sabbados.
Pazenda .- quarlas c sabbados as 10 boras.
Juizo do commercio : seguudas as 10 horas e quintas as meio-dia.
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 bora>.
i'rimeira vara do civel: segundas e sex>ai ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quarus e sabbados ao meio-dia.
n ^',m.q^ l "<*"<<* mesma, si.lv i e em Pari o marques He Autonini, que all, resida
ESS&rSfSLilS*?!* I? Sblu.to ni mm1nalidide. Era porem natural que a,
n iT. u teInda... 'ao "li'r"*'ri. C'eas.era a esle resudado, ambn fosse a
mu segundo tedas M apparencias n,1o dar.. ..,.<.u... ,v........... .____-. ........ .... .., .
EPIIEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO
3 i .Marn crescentc as 9 lloras e 51 minutos da manbaa.
1U La ebeia as ti horas e iS minutos da manhaa.
1S Ouarto mioguante as 2 horas e 30 minutos di rn.mb.ia
-' La nova as 9 horas e 6 minutas da tarde.
, PREAMAR DE MOJB.
Primeira as 11 horas e 12 n,iuutos da manhaa
Segunda as 12 horas e ti minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. S. Simeao liteta : S. Thelesphoro p. m.
6 Terca. >> Kpipbania ,-Man.leslacaodo Senlior) dia de re-.
7 Ouart. S. Luciano presb.; S. Clero diac. : S. Nicelu b.
8 Ouiola. S. Lourenco Justtniano patriarcalia.
9 Seit. Ss. Julia., e Bazilica sua esposa mm.
10 Sabbado. S. Paula primeiro eremita : S. Gonzalo de Amaraule.
11 Domingo, f.dopois de reis.S. Hvgino p. m.
KXC.YRIlEGADoS DA SlBSCRIPl AO NO SU
Alagoii.o Sr. Claudioo taleao Dias ; Babia, o Sr. D. Duorst,
Hio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EMPERNAMBICO.
tg^^_.W*M0 M"' Fi*ieirna de Fana. na m
turara, praca da Independencia ns. ti e 8.
Em -. de novembro a. doa. croaras da Dieta "" ?*""t ""' P'".
Pruss.aua f.iram .bertas por el-rei. Depois de fallar !,,!.. toda a violeocia. O combate
deques.e, internas S.M. conlinuouda mau *Tm^?XnXZ?T,V\tm C"1"sU"l",P!a-
r-uinle I ,d ultiu" fallei da mudanza do mmisteriu,
o Fui dolorosament. commovido pelos acontec- l l^SS^L'SZS^X h-''l. "T00" P""
menlu que ltimamente liverar luear no meu I *" "' "LJT %q Re,ch,d Pacha se sus-
.. principado de Neofcl.alel, onde o con.lieto, exis- "" V^^jfrSSZW*' lni*-"' "a "nde
. i.,,,, -ij. iwsu__i.._____..:__:. gabinete deunilivo. Priiiieirmenle a
Vnr- r..t- KK "" n,1 "'" imciat.va o. urna ou de oulra parte; e. po
oeran-as te o.. 2 a. or'e"'a'Pa"c.e "aver "" "o. admira ia que islo boje publicado apena, como
J,Z 7 '';a0,u Anda ha pouco as qu;,si cerlo,., realis. araanhaa ou mestnu na hora
"DtKntjai entre l-ranr e Kassia de un lado, e em que ajoia escrevemos.
A logUtom e a F
menosem eserioridai...
do na sua pol tica a respeilo desU quesla.) em que
al agora tem arbalo igualmente, h.veudo tido
a Inglaterra e Austria de oatro l.do pareci.ro que-
,------ ........ **-"" w"wc v ."iriiiLi", r\i--
lente desde loto entre o meu direilo iuconteslavel
e a situaclo, de Tacto enlregou liomens liis ao po-
der de seas adversarios.
a A moderara" com qoe tratei, no interesse da
paz eral, desde rauitos annos, os uegocios do
influencia franco-russa u obrigou a tomar de novo
aAliPacha oa posieo influente de roini.tro dos
estranueiros ; un- loao a infljencia ingltza Ranliou
mais terreno, e Ali-Paclia sahio pela segunda ve
do ministerio. .Nao duroo muito t.mpo es*a in-
gas=sid = *aMsa= zsrsjrss zxz^;i
a Ami7hoje depois dos ltimos lamentaveis con- I Elnem'l',rl?. PST252Si ",- 22 esc0^l,ecid?-
. nietos, e depois de liaver s.do de novo contirmad,, XSSS^JSSlwSS "S "*"SV
. o mau direito inviolavel pela decisSo unnime da "0 '' ," l",*,*pb'J e,e Al" P <;onfed.r..1o tiermanica. o meo desejo he de rea- ?, J, 11 """? "r""S,r ""' 'T"-
- Iisar. por via de uegociaCo-s com as potencias eu-1 ^"r^ P,i,""1 *!?" -** i"*?
ropas, urna solurAo conforme i dignidad, da mi- 'Z ?\ ?"'*** "'" -''.niia: dos logto-
------, .... .... uo ,J _,. .a._.. w.u as puiruciifs eu-
ropeas, urna solur.lo conforme a dignidade da mi-
. nhrf cora.
a Mas eu nao posso, nem quero tolerar que a roi-
nlia longanimidaile sirva de arma contra o meu
u hotn direito, assim como o meu povo pode estar
i- cerlo que a apreciarlo seria e completa dos meus
" deveres, a a consideradlo das relacis dos estados
europeos, me sirviram de gaia nos meos ulteriores
' pasaos, eu tenho a lirm-i convici.-ao que, ae as cir-
" cotnstaiieias o eiigirem, o mau povo defender,
com sua energa couliecida e suallealdade, a lioora
'' da minlia cora.
Com mencionei na miuha ultima carta, a Prussia
ib havia dirigido em 30 de outuhro Uit allemaa,
'eclainaiidu a saa coopera(Ao u'essa quesl.u com a
ai.sa. ,l,i na seguinle -o*-. n>, em (i de novembro, a
llila tomou urna decisilo, declarando: l.'aaaa
.(Ilie-au a. bases do direilo da quesl.'i.i de Neufclia-
tsl, li rada- no protocolo de Londres em f de maio
te te*-2 j e 2. diriiiindo aos enviados dos membros
' a Hiela junio u Confederarlo Soissa o pedido de
poio energieamenle a reclamacao que a Prussia ia
lazar a niesmn Confederarlo, de por em liberdade os
realistas de IVeulchatel, presos em 3 de setembro. O
(rotocolo de I.on Ices, como se sabe, foi assignado
Cor todas as grandes potencias, e declara o direilb de
ei-rei da Prussia obre .Vui.-h ilel. ao mesmo lempo
qoe tambero declara que as respectivas potencias
cirn a possivel brevidade conveiicioneraro osjpassos
liplonialicos necessarios.para conseguir que a Suissa
satisfar as eslipul-rii,-, dos tratados de Vieniia a res-
pailo da posiro de Neufchalel. l)o oulro lado a Prus-
sia linlia declarado, que em tanto que se achassem
peudenles as negocia^es enlre as grandes potencias e
a Suissa,ella nao empresana medidas vilenlas.
Tendo agora adherido a Dieta Germnica s esti-
P ilaru- do protocolo de Luiidres, os direitus da co-
ra da Prussia tinhain oblido mais um apoio diplo-
ii tico, rnas do oulro laa-, .*^ na ,),,,,.,, je lrr()cir
sibreiuodo Suissa, a quat nao quiz moslrar-sc in-
timidada por palavras.
'Joan 1o, por conseqiiencia o ministro prussiauo
eiu B'rne, oSr. de Sydo, em ISde mivemhro diri-
gi a sua reclamarlo au guverno federal, de pr iin-
nediatameute em lber Jade oa piisioneiros de Neuf-
duilel, sendo nella aoergieamente apoiado pelos en-
viados da Baviera, Auslria, Bale e tiesse, j era de
prever una resposta negativa. E essa supposirao nao
1.1 falsa.
Em de novembro o presidente do con*elho fe-
d Kal, o Sr. Sl-iinpfii, p-rlierpou aos respectivos mi-
n slros, qoe a Soissa nao se acliava na posicao de sa-
I, ll/.r r l. I .. a ..II ai.i..iil ... ,. m.n n.,, .. '
ws, e de una eomplela uullidade de ministro dos
estrangeiros, de sorle que a mlluenci.i reciproca
lica mais ou menos neulralisada. Como di.semos,
as differenras entre as grandes potencias nao estao
looga de urna solucao. A Russia quer ceder os seus
direilos obre a iltia da. Serpeles e negociar a res-
peito da cessacao de Bolgrad no congresso te Paria,
que se vai abrir de novo. Debaito dessas circums-
lar,cias a Inglaterra el proinpla a eoiisenlir na
reaberlura do eungresso de Paris, a que ale agora
se havia opposto, nao s* oppondo mais a evacoarao
do mar Negro pelos seus va.o. de goerra. E a As-
Iria :' Abandonada pelo sea alliado, a Inglaterra e
isolada, ella nao lera ootro remedio do que con-
sentir em ludo.
A Franca goza de novo de um grande triomplio
diplomtico, e na qualidade de ponto geral de reu-
na.), ella he nesle momento o soberano diplomtico
da Europa.
Em III de novembro o imperador da Austria, ero
conipauliia da imperalriz, fez a sua viaaem para as
suas Ierras italianas. Picoa al o dia i era Tries-
te, a ehecoo no mesmo dia em Veneza, onde fui
receido com jubilo ollicial da. autoridades publi-
cas. De la o imperador passar para Hilan, onde
lencioua residir aluuin lempo. Espera-se tima am-
nyslia para os fugitivos auslro-ilaliano..
Mo deixa de ser de importancia polilica, obre-
lodo no actual momento, o ajuste de casamento en-
tre o archiduque Fernando Max, Iranio do impera-
dor d Austria, com a priuceza Carlota, nica lilha
de el re da Blgica. Em lodo o caso a Blgica por
meio desse casamento fortifica a sua independencia
em frente do seu visinho occidenlsl.
O negocios internos da Prussia no oflerecem
muila cousa digna de menea... As mais imporlan-
receila.
loo, .loude partir para o Rio de Janeiro no da '
do correule, por via de Lisboa. O rio Elba el.
trelaoo, e em conseqiiencia inlerrompid. a nave-
garao.
iniciativa o urna ou de oulra parle ; e, pois, uao
->-------------- ->^ ..,v,,n..ia nacuma
sobre as grandes quesloes politicas de que se tem a
alliaura occopado, excepto em algum insigniricante
pouto de fcil conciliaran.deelar.indo quanto a pro-
yectada oceupacau da Sicilia que liaba ja a Ingla-
terra bstanle eucargo com Grego< o Papistas, as
linas Jnicas, na Grecia e oro Malta, para achar
agora antagem em cuidar da Sicilia Bem se v
a Torga desla deteta I Nao nega a imputadlo de
diversida.le de vistas na queslo Napolitana! pois
que o lesleinuuho citado apeuas prova qoe esa di-
vergencia nao lem apparecido em regra geral ; nem
com as razoes allegada, para desmentir "o projeclo
do gabinete bnlanico de oceupar a Sicilia prova ca-
balmente a sua innoceucia; pois que.se so fosst por
ventara urna verdadeira rasao, qoem obriga a In-
glaterra a supporlar tal onus > Todo o mundo sa-
bepelocoulrano que um dos nores da croada
Inglaterra consiste era consolidar o sea dominio no
Mediterrneo, que Ihe conven, dominar na fotura
esperanra de ser por all anda aberta urna porta
para os mareada India He pois difucil defender
com taes razoes urna tal causa. Veremos porem ae
no fularo os Tactos vem descobrir os proiectos, que
por agora nao vingaram. lie facto a Sicilia est na
maos do seu legitimo possuidor, e a allianra oc-
cidental tem marchado pari pauu na qoesto Na-
politana, aiuda qoe Iciiham talvez existido diver-
gencias antes de serem lomadas as resolqcoes aue
apparecem. '
As correspondencias de Roma dizem que liavia
aIII enegado em principio deste man, um enviado de
el-rei de>apolasem mi.sjo eapeciel que tiulia por
tiro consoltar com o Papa sobre a poltica que S. M.
eonvioha seguir depois da retirada das legact.es de
Franca e Inglaterra. E tacando essas mesmas in-
lonnacoes parece qae sua sautidade aconselhra
no sentido deuma amnista, cuja concessao na aclua-
Mdade nao lena o inconveniente de una extorsa,
v.sio como havia sempre S. H. S. resistido a isso
quando prelenderara a Franja e a Inglaterra obr-
ga-ia ntquelle e oulros ponlos.
--ir--. ".. ,i|>Uiiaii- (.orno cun.equencia desla missao assesuram ascor-
eJi """ fa as cmaras, serao respondeneiaa alijadas, aiuda que emreferencia a no
a respailo das financaa. A. receila nao obesa mai, licia de aples, que,re^a^lTiM?o^^
-n^r1:r?e".aedus,?e,,UD,1,o ^~w -".y^?gmuz
..^'.. n*' re,la 00 que cuidar no augmento da iam ser amnitiado. H
Voeiilrelanto nao se descnlinuav., em .Vanles e
"" "" u.ir.-n no iguairoenie, naveuao tido O embaixadnr rus-.o, conde de Risselefl, foi rece-
pnmeiroo projtcto de manlarom suas esquadras pa- bido no dia 12 do correle em audiencia publica pe-
ra a baha de .aples, e depois coulentando-se em lo imperador NapoMs, a quem enlregou a creden-
retirar daquella orle aos seos ministros. A ira- cial que o acredita na qualidade de embaixador jun-
prensa inglez lera defendido o seu governo da in- le da waaua do S. M. > lmi..e,a, .,.,. r.......
crepar;ao que se llie litia de diversir da Frau; nes- Proi
taquesiao, pretendenfio ir muito adianto das vistas qu
que esla nolia e premeiitando at oceupar a Se- na
ciha ; e procurou ella arpallar em saa defeza, para liv. .o.-voe "> P'
o propria gabinele franeeique j conressou nao li- maneira porque o prui
ver entre si e ..gabinete inzlez divergencia alguma -
LONDRES.
lti de novembro de ISjti.
Esrrevoesie resumo de noticias na espeanra
u ,,., 4uc ^-. u..u e diMiH ... pos.rao .ie >a- nscrevo esie resumo de nolicias na esneanra da
tnfazer a reclamacao a eNa dirigid*, mas que esla- o remelter para P.-rnambuco por v,a de I i-bo. ou
Vti prompla para entrar em iiegociarf.ei. Pouco le.n- de chegara provavelmenle a ti do correle um" dos
p.. ante oconhecido general m.isso Jufour, o anli- ; paquetes Irausatlanl.ros da bolla de Genova o n-l
g.. mesire do imperador dos Francezes. liaba ido i recebar ahi em duvi la a mala para o Kecile
para Pars era mies*, especial, al.m de ganhar a Aqui recebemos as curias anegadas do Brasil nelo
I- -anca em la%or da hois-a. Esa mi*sao nao leve o paquete Aln, no da \> do eirreuto I,,'. ,P,'
resultado qoe sedesejava em B irne. ...sistind.i o ira- pola alguns jornaes publicaram nolic.as' do imuerT
pi rador Napolea na hl.ertarao dos pnsio.ieiros de lazando menrio do eneerrameolo da assemblra ... '
rVmlcliatel, mas ao mesmo leopo se obleve a asse- ral legislativa a do ditearan i...,.i.,i ........
noitca- em ^^^"^"^'^'^'^Z
a em Parareoto polencJa, 0CcidelllaHeSi sus
Ndufchatel, mas ao mesmo lempo se obleve a asse-
rtraeaa qoa a Franja de nenlium modo lomara par-
le no procedinieiilo violento contra a Snissa.
Anda mais favoravel he a i-irao do gabioele de
Londres para com a Conf-derarAo Suisaa, o qual nao
rerommenda a libertacao immediala dosprisioneir.^,
mis sira ama aroytislia depois de senlenja dada, e
ao resto i respeito da decis.lo da questAo principal,
islo he, da futura j>oirao-de Neofchalel, sustenta a
ui tilo do mesmo priucipado Saissa, como cautao
indepen.lei.le.
I in,lmente a po-iran da Auslria (ambem lie favo-
ravel, n3o querendo ella sen.to negociajes dipl.mia-
In.is epr.niuneiaiido-seconlra qualquer interrupr.l..
di paz eurupea. Indubilavel lie que a Prnasia lar i
qiiauto for possivel para evitar urna guerra,
Una oulra que*iao que preoecupa a Allemanlia,
In a de liolsteiu e l.aueinburso. l'oblicnani-e l-
timamente as uotaa trocadas a esse respeito anlre a
Piossiaea Austria de um lado e a Dinamarca do
oilro lado.
'Ji ultimo, documentos s.1o nma nota da Prasaia de
'J-tde outuhro e urna da Auslria de -ti de ootubro.
Anlias sao escripias no mesmo sentido, e reclamara
pr neipalmenle o leconhecimeuto dbs direilos do- di-
to- dueados, em frente da mouarchia geral da Di-
na narca.
Ato agora em Cipenhague obicnvaram a lctica
do adiar a negociaci.es, e desne mudo j se passou
mais de um mez aera que se baja hado resposla as
dit is notas. [
I rata-se de ganhar lempo, aiim ila esparar urna
poca mais favoravel, e enlretauto [se fazem lodos
o aforeos para ganhar amigos noSextarior ad-
versarios ao procedimenlu das duas g'aude polen-
ca' allemaas. As negociad-oes dn q'iesiao dos di-
reilos do Sund para isso offereeeta una boa ocea-
si.1i na. quacs a Diuamarc. se moslia muito con-
de-ceudeiite, e as quae au esla Jonge de urna
coi alafia sati-facloria. Parece que o passos dados
tu. exterior nao foram sem r<-sulta* o, porque he
pos tivo que a Rusta c a Franca iau partiepam
d ..piuMo das grandes potencial allenr'ias, e querem
que a quesiao alleinaa-dinamarque/.a seja entregue
.. diiciso da diplomacia iulernacoiiat. asseguraudo-
e ella* o papel de mediadoras. Kiti--tanto a lo-
lalirra me mostra anida mu re-. ,v. I i. mas du-
Mi.-.e que ella se pronuncie) era vor da Mle-
naidia.
I.ogu que che^ar a reposla da tinauarca, a
Prasaia a a Austria .presentar.!,, o I (ocio a Dieta
3
ORIGINAL 00 DIARIO OE PER i/.MBUCO-
4 DE .I.VNEIRO DE 18
Eos um do nmeros deste eplilmero Irabalho,
n'uma qua iraseiuelianle aero qu ni.s icliamus pre
ral legislativa e do discorso imperial, assim com
le alguna crditos amansados pelas cmaras para a
rolomsacaoeouliostambem importantes tin* Ac-
liialniente nao he raro succeder ver a impriiisa iu-
uleza occapar-seconi os negocios do Brasil; e cada
da ira islo progredindo proporrao qoess relaces
entre os dous paize. ae forera mais e mais d.aenv'ul-
vendo. einais os inleresses mglezes se achara je por
lal modo identificados com os do Brasil era niulis-
simas relaroes commerc.aes e em oulras lanas nas-
udas ,ic emprezaa enlre urnas e oulras nacionali-
dades, e sao de parle a parle as obrigaroea por tal
modo alis!eii,i,. que nao puliremos de'ixar .le allri-
buir tambera acoulianra que nacessariameule re-
sulla desse estado de cousas, u facto que aqui deixa-
mos assmialado. Assun pois tem juilas vesos os
jornaes da Inglaterra I,rodo elogios ao grao de ci-
v.l.sacao a que lem ja o Brasil .tlingido, devido nao
si. a bundade das suas lustilun-oes mas lan.bem a
boa fe em cumprir seos contratos, clianiand por es-
te modo para eu seto os espirites innova I.,ie- aue
cheios deconlianca van all depositar os eliraeStei
da rulura grandeza material daquele rico e intel-
igente povo ; e em varias occasies lem alguma fu-
ll.as d aqu condernnado altamente a pol.tiea oppres-
siva do gabinele inglez em suas relari.es palJUcai
eom o impeno sobre varia, quesloes uasci iaa do.
tralados e oulras snsciUdns pela ingerencia que era
alguns casos lem o governo da Grls-Brelanha pre-
tendido assumir, na adminislrarao do paiz le es
le resallado que vai ,. Bra.il blenlo, um Iriurapbo
da sua prospendade ; e lio hrilhante que nao deve
elle escapar a observado d'aquelles qu. reconlie-
cem a existencia dese lao importante laclo.
Hallo pouco posso accrecenlar ao qae disse ia
minlia oltimi correspondencia desle mez sobre
a potinca exterior de.I,, paiz ; |ul)o a es(e re,.tll)
e lem conservado sem nolavel mudama. Ouanto
a questao Napolitana nao existe por ra accordo
algara enlre o gal.mele deS. M. Siciliana e as po-
lenciaai ocri.leiitae. ; ames pelo contrario os jornaes
se inclinara a arredilar que foram dados os passapor-
les aos m.mslros de aples em Londres e l'aris
fcl-re Fernando se havia abstido de retirar os seus
atientes diplomalicos ne-sas corles, apezar de li ,ve-
rera o raiiiislros da Irene, e Inglaterra deix.do
aplas em -m do mez prximo panado: e esle pro-
CBdiineiilo foi explc.do pela rada de nao querer S
M. que fosse julgada pelo mundo ser a p-
eucia aggrasaora desle modo havia conservado at
neje em l.oudres o seu ministroo priu-Pe Caroi
tuas possessOes lombardove-
uesiauas.
A polmica suscitada enlre os jomaos Francezes
in.lezes quanto a execocao do tratado de pa/ pelos tal o discurso que proferir Mr. Scarlctl, novo uii-
sens respec ivos aoveriioa lem continuado : e conli- '"slro da Inglaterra na corte do Kra.il. r.r -..
' """......"" "a guerra uo i.iieuie. Utr- ""' '!" minisiro est.angeiro lie lambein acre- i.-.l.an. i. r"-
ma parte aI0 jorn,e, ^J^ afll.do junte tfura principe, qu. con, quano IMa.lo p"ra""e,dc .". "C ''
Inglaterra executar as eondices do Ira- P" c*.a,qeoto a oulro que he soberano, lodavia nao \07i. de S"
esla lorm.l.dade d.plomalical.e explica- falu? (.'mfen! '"'
n-.qu. uaoganhou durante a guerra. ero varias corles onde si. ella .... uso. de ,.,.,d '*\ SS^"'*?" llma'
peno de urna legua distante da cidada de Londres,
pelos bus de dezembro.
Ao chegar perto da cidade, ouvi o rodo de salvas
de arUllurM, lo repelidas, qua apezar de eslar na
"am ** eu qoe ellas s'Snil'"-
Perplexo, guorava o qae deveria fazer. se licar
ou voltar para traz, quando olhei e vi que por acaso
para mira se diriga 0in honrado cidado. Irajando
moga capa, c que par.cia ir passeiando por diverli-
menlo ; a sua patanga antes inculcava paz do que
guerra, a eolio julguei dever dirigir-me a elle, e in-
quirir o que s,g.....cavara aquellas salvas.
tale cortezmenle me responden, que eram para
dar aviso ao_eoo.esl.vel marechal (TtS^S
inordomo-mor, alliu de se preparar para o jai.lar
tra asstra que os olliciaes-mores do palacie rece-
r. u.im ^o-..wureiiuiiK a i-ui i)o ..y, ignamos pre- ,-......'"""> """ uc -e preparar para o jan lar
senlemente, demos aos aojaaa leilofO* lina noticia i..l-"' a's"n aue 0,i olliciaes-mores do palacir rece
..ceica das diversas solemnidades coiJ "que .m Vdrlils b'J"' no anuo de 1561 a participarlo da chegi.da d
pirles do inundo clnislAo se eosluuiajt-'iimme,,orHr 9 Nalal.
epoda da cucar.iar.lo do Divino llii emplor .., _.,.. Eraquanlo fallramos, entramos na ala do r.rin-
ueri humano. ri|'e, unde lajra ouvimos a bulla do pifan ed
ii. r i humano.
Futre as Iradicres alais ou inenrf espiritualistas tambor.
, fallamos as | 0"e sigunilicam estes toques
do
perguutei eu au
seus respectivos aovemos tem continuado ; ,. conli
uara as follias daqui a dizer que o governo Eran-
eex ion denado inlluir pela Rassta em prejuizo da
alhanca a qual deve l.uiz Napoieao o pre.ligio do seu
ii.r...io e sera cojo apoio nao leria elle jamis obtido
a gloria que parlilliuu na guerra do Oriente.: Dif-
iero pela s'"
pretende a I
p ue _... .uuu,la u(,,w5a pea tazao qe
cobicar gloria, qu. ao ganhou durante a guerra,
maa que busca ganhar uo meio das dilliculdades que
esl .uscitando. M
He sabido qoe dous sao os puntos de dovida na e-
xecu^ao do referido tratado. Preteude a Kuasia qua
a cidade de Belgrad, sebre um lago que ae averiaba
do Danubio, Ihe lque pertenec! lo, e tambera a illia
da. Serpei.tes na embocadura daqqelle mesmo rio.
Esta duvida, que a Rusia. a Fra...;a, e Prusia, tera
qu.ndo sojeitar a decisao das conferencias de Pan.
qu-ndo nuvainalite celebradas, nao lid pela Ingla-
terra, Austria, e Turqua resolvida assim.
I relendain estas potencias r.solve-la pela simples
interpretado lgica do Iralado.quer dizem ellas.que-
rendo anullam a influencia russa sobre o Danubio,
nao lona por corte em filia deixar esa puteucia em
po*sa dos importanles po.ilos em qaeslao.
lem e-l, divergenciaoceupadoseriamente a altan-
cao dos respectivos u'ovemo, mas ale agora parece
que cada ura persiste ua sua opiniio salvo o accordo
de serera immedialamenle euviados cou.inissarios,
um por cada governo. os qaaea reunindo-se era
Lonslaiitmr.pla all instruirAo queslo, cuja solu-
rao todava uao parece que sera por ellas lomadas,
lie rraco remedio ele expediente, em que pouco
conha a opimao publica.
AS esqnadraa Inglezaa continuam no Boaplioro
assim como as tropa. Aostriacas nos pnneiparjus.
O Millo acaba de declarar ao novo ministerio
presidido pelo t.r.io-VizT Reschid Pacha, que loma-
va sobre sobre si a re.pons.l.ilidade de conservar no
territorio ellomano as breas Inglesas e Austracas.
S.M. oSulta.. foi, no dia 2X do raez prximo
paseado, investido na ordem da Jarretera, que Ihe
emlerio a Kamha Victoria, pelo nRei d'Armas.. que
que de propo.ilo fi daqui mandado, com grande
comitiva, a Consbotloopla para asse lim. OSoltao
haveria recebtdo antes a rao-Cruz da legiflo d'llon-
ra, que le ollertra o imperador Kapoleao.
II imperador dos francezes regressoo com elleilo
de Compiegne a Paris no dia do corrcnle, e foi re-
sidir no palacio de S. Claod. leneionava S.M, ir
passar algum lempo a Foiilainebl.au, mas o estado
-....,. i i. -. uo luautius u lUduo iiw |ii Ultime ue
(Hite*., o hrdeiru prpsuraplivo da corud, que apenas
m__a- "". r ... V ~ .. --- >*- i -- mi, t"iiiiiidiiiii til--
le/ I j aunos de i "ade: em seguida, da priucesa Alice posto a negociar a qoeslito de direito, rejeitou a re-
que leinl.l annos ; depois, do principe Alfredo com clamaran do gabinete de Berln, que e prepara ca-
lannos de idade; da princesa Helena, oe 10 annos; ra insistir sobra ass. preteneSo.
da princeza l.uiza, que ten. ti annos ; do principe El-rei .cabo de declarar ha poucos das or oc-
\rlliur, de sei, anuos ; e linalmeole, do nrincepe caiAo de abrir o parlamento prussiaoo. qaeobrara'
Leopoldo com j annos de Hade. De todos esle. pnn-; cora .narria re I iio.ini...... a <.., ,......,..' ...i......_
deveres.
No dia lll do rorrenle leve aqui lagar a grande
festa do Lord Maire de Londres por occaiiao de
lomar elle pose desse lugar para que havia sido re-
cntenteme eleilo. Houve a coslooiada proeisaaa,
que percorreu priineiramrnte, embarcada o tamisa
desde a pona de Londre. ate a de Westminster,
onde desembarcou para cuinprimenlar na Aobadia
a alta maustratura judicial inglaza ; e depois seguo
por trra para a casa da municipalidad., onde foi
esUbelecer o Lord Maire o principio da su magis-
tratura por um modo solemne e conforme as an(7gas
I, e*....... ,..>>- a........ *.* .___.__1- '..i
-..... *-- |.,\..i,u futuro, haveudo resol-
vido S. M. em conellio, que conlinuass" adiada al
eolia a sua abertura. Explicando perfeitament,
a talvez mesmo sem o su flicieule criterio, acusa
desses repelidos adiamentoa, parece-nos Hescol.ri-
la na conveniencia que o governo ingles julga ne-
cessaria, de uao abrir as di-cu.e uo parlamento
aules de haverem ido resolvida certas questr.es in-
ternaciotiaes, agora pendentes, e sobre que uao con-
vida eu -ranle momento omadiscusso parlamentar,
que poden, muia. veze obripir o governo a en-
trn a,,. 1 ,. .11... :.. .!___. ..____A__ i,__
- -----------------.- ,. .... ,V|..cbc..(arr-
ies do City, ao gov.rno, e varios oulros persona-
geus, e achava o corpa dpiomilico exiraugei-
ro, qae luvia tambera sido convidado.
Knire os "lo .1-.. qae' foram oDerecdos a diversas
torpn .oes e individuos leve lagar o do Lord Maire
a S.Exc. o mini-lro do Brasil, que naquella occa-
Hia ira o decano do corpa diplomtico. O ministro
do Brasil, respondan a S. S. em um curto mais in-
laraasanla discurso, que merecen longos e repetidos
applausos.
A rainha Victoria acaba de passar pela dolnrosa
perda de seu irmao o principe de Leniugen. S. A.
R. falleceti em Walad Leiuingen no da I i do cor-
rente depois de urna curta enlermid.de, qoe o leven
sepultura. Esle principe era filho de >. A. R. a
doqueza de llent, do seu priraiiro casamento com o
principe de l.einingen.
A familia real de Inglaterra continua a residir no
palacio de Windsor, e ahi estarn provavelmenle
ale o fim de Janeiro prximo. A abertura do par-
lamento inglez foi novameiite adiada para o mez de
dezembro ; parece quesera anUo novameule dif-
ferida.
S.M. o rei dos Belgas abri a sessao legislativa
no dia II rio corrente. O discurso real declara que
as relaces do paiz com as oulras nacas nunca fo-
ram mais satisfactorias do que na actu'alidade.
8 de dezembro de ISli.
Pelo pacuete Tamar, .. chegadu a Southamplon
esta manhaa, recebemos noticias de Pernambuco de
90 do me; ultimo ; e logo os jornaes de Londres, da
e .In. jo da larde, poblicaram o resultado das eleicoes
niiiia""8 V ""s ,r",,a"losdo loinin-ai....- e no a- ees provincia, aiinonciando o Iriumpho qu. o'go-
vi.ii 'r'ilr'i ,l'',pa*' Afu"sjornaes Alterna ele- verno obtivera por umaigrande maior.a. Nada dTre
, e"erc"u napolitano a 11:1:0(10 mil do 1ae dierin lambein as mennas rblhaa relali-
miuiido urna nniniSA ...lira ..,.,..-..-... vamenle a. notinas -i.m...,i.c ,i u,. .. u.i.;. ___
..,,. por um mono solemne e conforme as antigs que poden, muila. veres obri'-ar o governo a en-
usanjas desla capitel. N explendidojantar, que nes- trar era delalhes prejudiciaes aseas fin. Por ou-
se marino lia olfareceu o novo Lord ao representan- tro lado se prepara o gabinete actual para iniciar
- no parlamento quesloes fin.nceiras e administrati-
vas de lo alta monta, que pode ai vezes ss*. tam-
bara devido necessidade de esluda-las, nma parle
p vamenle as noticias cliegadas .lo Kio e Bal.ia, por-
. que tendo estas paseado ante, poi ahi seria intil
ei.Um ara. .. i Potencias occideulaes, sus- aue '
facca^eVB.!V,,S8,ieVC,,r,,,e,,)"',,,eu,e",,ova "''"'" ''" """, '"mpre-ios porcro noticiar
...-..7.. ."/'"o de coisas tem lomado, puis nao c?la 1"e ilsumas folhas desla capitel dorara de va-
La,. ri.^rflIintlIllllllMl'n.!. r ni-.il,. .1 .*> II _-_
-------------------------.^.uw -*_ i ...j a.aa HU. UtBIlC
da razAo por que de longo para longe tem sido
protrahido o comeco das ses'es parlamentares.
Entre oulras medidas que serao provavelmenle
a presentadas as cmaras, apparecer a questio da
relucc.lo das tarifas das alfandegas, do que he par-
tidario lord Palmer-Ion, que anda ha pouco em
vanos discurso pronunciados em Maoehester e Li-
verpool reiterou sua adhes,1o aos principios do
commercio livre : falla-se igualmente da aposen-
taran na prxima ionio das corles da nma le rela-
tiva aos contratos fritos entra os armadores d na-
vios e os emigrante, para a Australia, atira de pro-
tener este, contra os abosas dos primeiros, como
succede, segando paraca, Irequeiilemenle.
0 principe Carini, ministro napolitano nesta cor-
te, recehea com etTeilo os seus pasiaportes desle
goveruo ; e sem demof deixou a Inglaterra cora a
ua legasao. Oulro lano succedeu ao marques An-
touini, ministro de el-rei Fernando junto do Im-
perador Napoieao. E acham-se por este modo in-
teirament. interrorapidas as relaces diplomtica
entre aquelles respectivos paizes, comquanlo ne-
nhuma sorle de hostilidades leona sido al hoja
commellida. Alguns jornaes tem fallado da media-
CSO de saa sautidade entre el-rei de aples e as
potencias occidenlaes ; e al publicaram na caria
do soberano pontifica a el-rei Fernando, pela qual
rogava a S. M. de entrar em urna poltica d. con-
cessei, que boje teriam todo o mereciinento, vito
qoe seriam ellas nicamente dictadas pelo seu alio
julgaroentu, e nao por iuserencia e.lrangcira, de
qu. unto se quenara S. M. S. Admitlida porem
que se.ia a aulbenlicida.le desse documento, de l.em
pouco pruveilo foi aquella teulaliva, porque excep-
to algoui caios do aiunxslia que tero- ltimamente
ido conced los por el rei Fernando, coutinua do
rondo a poltica do gabinete napolitano
O imperador da Austria deixoa Vienna em 17 do
mez ullimo, em viagem a' Italia, e cheeoo a Trieste
no dia -JO.
No da 2 de dezembro parlio desla cidale em di-
recejo a Veneza, on le ehegoo uo mesmo dia, publi-
cando logo urna amnysl.a em lavor de alguna refu-
giados lonibardo-vnnezianos.
Em Malaga, na ileipanlia, rcbenlou uo dia i-2 de
novembro ullimo, urna revolta ccpoblicaua, que lu
todava suflocaila.
Narvaat contiuoa no poder. O governo hespa-
nhol vai coutrahir um mprestirao de T.*> milhes d.
francos.
As ele.'res americanas asilo finalmente decididas.
B ichanan, do partido demcrata, foi eleilo presi-
dente da l'uiao Americana do Norte.
O general Almoute. enviado do Mxico, acaba de
chegar a Londres, onde vera resolver quesles pen-
dentes entre este e o seu gov.rno.
.. ; ..-------- -""". leu. i'iiilil iii. pois ai
consentir., ella que um exerrito alliado dese.nbar
catas nunca em aples aera tomar a defensiva de
J -1 > a.
Nao lie inverosmil eila explicaran quando secoro-
. 4.*i, P""l!.i,""-'"l c<"'' os interesse que tem ",- o Imperador, mas lambein fallram do cr.-di- I e a!om-,"riri"-'Y riut-.i "".'",8 Perai-ca,
a Austria a dellender naquella parta .1. l-.ninsola '" '"'I conloa de res qoa ao overno ronce- I ne me^nr, 1, ,, 'P<'u U''T *'"l,e' diss"~
Halana-.slo he-as snas possesses lombardo-ve- a o corpo legislativo para lar diversas aDUltea- S^ajaEi^I?BH".8, M!>' da rw,i-W
"!* .. *"!? "*" ot.vaVra.ot; a lailaTi^^ ^ad'' '? 'Jwalr..
Foigoalmeote publicad,, nosjoroaes daita cap- SrowSita ... ^..S"?' cum "!"
lodc,.ra raprofenr. Mr.: S&ffSS?JST.%JS3?uf Slf
quaequer conceses que p .ssam no futuro ser ou-
lorgadas, continua S. M. S. a slen|;,r um grande
apparate militer. calculando se-ll.e boj. um .xer-
eilo de Lid a IHO mil liomens.
A explosao de que eslav.m amearados osEslados-
icilianos. rebeulou finalmente ; e foi a Sicilia qoe
trmetra Hm. n a.........
has crameiiicacesrecebida. do Km pelo q.-ee e e.?- r'''''1'''' ,".""* '"P0""" e"lhalro de "J. g
Avonochegaa; Sonlhamplon em fTX *2 .^.S, r, r"" !Z3J"T~mm
...no passado. Nao so mencionaran, ella, ero ex,!,,,., ,',. Z Branda morar P,""C "' qUe '"e
a falla do llirono. com que encerrara o parlamento I \ ni, i '.!
S. M. o Imperador, mas^ambem fallram do "redi- e a! uro ,as .1- " irt rf- c-;. ...;i._. i eariM de .iples UiIjih lambemdino,
a> I"--*- .mi. ^bDiii;!!, Il" uislroda Inglaterra na corte do Brasil, por ocea.ir,
de apr.senl.r elle as suas credenciae* a S. S. M M
o Imperador e a Imperalriz do Brasil ; assim carao
a resposla que a essa allocucao se dig.iou dar S M
o Imperador. Parece, ti pri.neira viste, irregular
dizer que um ministro esl.angeiro he tambera acre-
atlljia.t ,nn.. ^'..... ;..-:__
r*ue a ele repe.lo nos refere a tisloi ., ..........os ..as t vuc a.siu.miirt.u este* loques : perguu
vigilias absolutas, frvidas tvdeli'a.il lias ricas la- | "'sino cidadao que livera a bondade d. me acom-
piot.as. usa ft.uueirase a ebriedade ..rayar. .I.,w. pai'.ar.
I i..l anea. Befariraoi o minte-pte, o
..se, o glorioso roosl Saa/da aleare
A'testa estavam presnlea todos os ministros >,_
..auaer.i Iwsajairaa, secreiarios de estado da rainha,
la-sicn e e- "'"'los membros da pruneira nokreza,
areira, e na te-las at dia de liis e cada dia Ilutas,
____, .1. .1... I i' i (ncril ii.
1 .llamo, tan.liem na arvore ca regada de velinlia
e c.outeilo,, de tractos e l.riuquedos, encerrada t
um armario falso, dos AlleuUe-, e nu elassie
nor ne tronco de pinheiro acceso nii larera, .
sopij de vinl.o qoente, tempera 'a er,, me| de ahe-
iliasle bebida en. tornodesta lo'. s\ i..l0||Ca e fali li-
ra, lora que os l'orlogoezes (eleja. a noiie de
Natal.
I i lo lo os leilorea ja conherem L.i. ou menos
circunstancia lamente, anim nio ji,,,, falliremos
nialili.este aun,plo. .ta atuajui.. ro.inia repeua-ae i
Eillrelantn. boje diremos rnenleom0 oma ,. c#p|0 na qnarU-feira, dia em que ,r.
ii-miinha oeenlar da ida de media dnnave a8 fe-tivi- man lava nao dar aluioro, mas ,i noite havia
d.l... que neala .-poca linham lagai em luclaterra bomkant-i.
.incida, -ol.r','>tfes.
c genlis-homens, em trates de criados, os quaes ian-
lavara depois.
Em cerlo dia o monleira-mor, vestido de veludo
verde, apreeenlava-se no seu carcter ollicial pranla
o principe, no inlervallo da priu.era para a eguu-
da coberla, e por essa occasiao enlrava um mouleiro
que (razia presos a um pao urna rapuza e um gato
ambos alados pelas peanas ; vinha acompanhado por
dez galgo e caes de caca ; apenas tocavam as cor-
netas de montana, largavam-se a raposa o gato e
os caes moutavam estes dous auiraaes, qu. se lauca-
va... depois ao fugo.
Estes divertimenlos assumiram depois em lempos
ludiros um carcter mais *erio.
Shaakepear allude ,a mascaras qu. houve em dia
de Res, no auno de 11.01, e as descreve como as
mais sompluusa. da sua poca.
Assim se conservaram nos reinados de Isabel e de
Jacob I porem lomando-se ul.sequenleinente o es-
pirite de puritaiii.iiio mais influente, foi gradual-
mente acabando o costme de fe-tejar por esle mo-
do o dia de Natal; as malearas saroi acabaram
de lodo, lim.lando-se a celebrarla da reala >s .am-
las que anida boje o primeiros ..obres e propheta-
nos repartem enlre a pobreza das Ierras que habi-
tara e pelos seus foreiros, caseirose ramulos menos
abastados.
Ja que fallamos uestes costumes da velha ln-la
trra, coafluiremos esla ca.lei.a referindo a manei-
ra porqia nessa tramensa cidade se passa o dia de
domingo.
Depois de seis dias consagrados ao Irabalho, o do-
minas h.am toral para mullos povos o portador das
Ireams, e dii o signal para comecar o recejo.
Nesta da as edades se ani.na.n com vida n\a e
galamente,. N *""' re" I JAffSSR ttS B cru* "os
. .. i'nii. vivos passaten.pns; he,, .lia n .,;.....itl .
No da de pratal pela in ...loa liavia na ic.., i 0 ser- 'a, a.,, (estas, dos psperl.ri.liK. '
vico divino, e depois de-le passava a o'ntee ndi, \ i. ..... ......
ces de palacio para a sala da refero, onde se" ^ni ,,;?, ll ti ,'\" '"P"",r Je'"
vi. ,, alraeco. qoe costosa de carne de urso, .nos-' o ,^,1.0 *" *"*'*' nmt'
U K*a%raaua'rrami la repelia-se todo. o dia., e- '-las'' 1wi regala,,-"" mente'^^'"^ ^ V mu"a0 *"-
.iVrir'n^r,0'''!0''!'1'^ reinara a
da, em vanas cortes onde esta da .... uso, d. modo
que salva o app.rente conlrasciiso. Era Inglaterra
por exempU. ..gue-se o uso, segundo sou informa-
do, de ao raesrao terapu que o soberano acredita n.n
seu ageute diplomtico junio de outro soberano, re
notificar ao consorte desle ( quando casado a no-
mear.ao qoe faz do seu agente para servir junto do
principe reinante. He pois assim qu. essa .preien-
tecSo ou rer jtnmeii I....MI por carta ou diploma re-
sio equivale a urna credencial, si l.em que o aria so
em sentido lato. Ueste .nodo nos foi aqui explic.da
a ..ugular noticia que h.vamos lulo de liaver Mr.
scarilett apresculadu suas credenciaes a S. S. M
M. o Imperador e a Imperalriz do Brasil. Esle oso'
lia lamben, observado e.uTMgu.oas oulras cortes da
Enrona*
Logo depois da abasada do paquete t-Avon pu-
blicou u Times um artigo sobre o estada das obras
da estrada de ferro .. I). Palm'II. ., jutitaudo o b..m
andamento doi trabalhos e a liJelidade com que vio
sendo cumpndas pelo contrataJor as clauulas do
eu coutrato. II. provavel que atase livesse muila
parle o propr.o conlralador, cojo interesse be nao
perder occasiao de formar seus crditos, quando se
julga com fu i lamenio para isso ; roas seja o que for
nunca perdemos com sabir a' luz essa ordem de no-
t.caaqo. rauilo acreditara o protjresso material, qoe
no Brasil vamos ganliando, e qoe he a conseuuencia
de nosso prozr.sso inlelleclu.il. Assim continu no
luluro o impulso que vamos leviudo por virlu.le da
or.lem, de qoe ha ja ...pilos anuos y. o Brasil,e de
qua nao p.iece arrepeuder-se,
Sua mages.ade a rainha Victoria, e sua real rami-
lla, deixaram ha dias o palacio de Windsor,indo para
os borne onde se .cha actualmente.
O principe Frederico Gailherma de Prosiia, que
ha pouco se ajuitou a casar com t princesa real da
Inglaterra, deaiou ha pouco lei.po o caslello de
xv.ndsor onde viera em visita a- familia real, e se-
gura para Paris afim d. passar all alaum lempo com
o imperador Napoieao, que para isso convidara S.
A. R.
Segundo escreveo ha dias o ...MoroiiigChroiiicle S.
M. a rainha d-via em breve dara'|luz um outro prin-
appareceu em Ca-
i, ua costa septentrio-
nal oa Sicilia, um corpo de insurgentes, qne procla-
maran! a eonitituirao d. 1HI-J, dando tambera vivas
ao principe hereditario ; e as proximidades d. Pa-
termo e Messma, houve tambera oulra insuneirao
que amearou atacar e.sas cidad.s. As tropa, "po-
rem, que foram mandadas contra os iniurgeutes re-
paiiirara o, revoltosos, que foram por este moda non-
ios em luga.
Acrvela a Ducha; la, a da marraba imperial
franceza, dragada a Marsella com uolicias de Pa-
lermo do da a, confirma a derrota dos sublevarlos I
e acresceula que a Iranqoillida le havia sido comple-
tamente restablecida. Maso governo oapoliten*
.onlmoava, nao obstante a enviar para alli reforros
de Iropas, que serao rleslinada, a iropur maior re-
pello aos amotn.adures, alim de sustenlar a ordem
sem eilu-.lo de sangue.
S.M. S. nio havia dado a esle movimeulo um
carcter de nisurre.rao, mas apenas o de nraa se-
diCJo promovida peloa poucoa que nella tomaram
paite am favor do partido eslrangeiro. E, pois. se-
gundo all.rmam aa corr.spuudeuciai de Kaptas, nao
*a isso obslarulo p.ra que leul.a lugar a ainnvs-
ua ae que ullitna.ne.ite e i.m tallado, caso nao "le-
nha isso sido antes um sonlio. Neste estado licam
as cousas nos estados de pl-rei Fernando.
O a Mon.ieor Francs poMicon era ti do cor-
rente, a noticia da prxima reuuiao das conferen-
cias de I ar.. em que TO ser discutidas as que.les
da l.ra.tes entre a Kus-.a e a Tnrnula, assi.n como a
do principado de Neulchalel. enlre conlederacao
nelvel.ca e a Prussia ; e prov.vel.neule o sera' tam-
bero a queslo Italiana.
A Inglaterra e a Auslria cederam finalmente a
rranea e a Russ.a, e la' vao dectd.r se Holgrad e a
'Iba da. Serpentea hcara' perleucendo a' lo.qu.a.ou
se continuara' as raaos da Bussia. Ha quem sus-
peite da ma fe com que vai discutir a Inglaterra e
a Au.iria as confereiieiaa. chegando al a crer-se
que a pruneira buscara' pretexto para sacudir a a|-
liam;.. franceza, que ll.e lem sido assas pesada Ve-
remos o que o futuro d.z a este re.peilo.
A quesiaode Neufcbatel entre o gabinete de Ber-
ln e a suissa, lem tomado boje um lal vallo, q.
banikanrti.
Toda :. teita era cheia de
lo e
nn.il. de Natal. Toda .i frita era cheia de Uncidas -ol.rn"Htles, dia r!
Dabais de ler viajado, di; ella, ..asparle- mais re- n.-vs qaae's ligaravam pe'.oai vestidas cor""1""'. Sr,
innl.s do mundo dp-cinherid.., pira ipre.nler o.fei- repreenlando certas persouaeens ; l.up ;am assenln j da E
lo, lirmas, chegaei ao rio lainiza, deserabarquei I. meia, eeram ei.lo servida! pelos 'llr|sss-ranrisiieric
ttffijff& -^om?;. m
uU a^'qoe' ':,aU'r;r"'.P'-' Jf. nnico ,, .,
a so nao nblaVv.. g"" praieule l"'" '"-
Os iuElezes nunca transgridem o texto de oroa lei,
a interpretara.) lie fructo prohibido i sua razao seve-
ra e lgica iinmovel ; querem ante: persistir no b-
ranlo do qae arriscarem-s. a adnplar um auphisma.
Contermam-se religiasamente com a letlra da lei,
e nao se pardein a indagar-Ib. o espirito.
O que fazera religioiamenle pelo menor ifetrelo,
com muito maior razao o deviam fater pela escripln-
ra sagrada.
V palavra de Dos devia menos do que qualquer
oulra eslar sUgeila aos arriscados commeularios da
inlellgencii ingleza.
Ora o texlo saarado conla que Dos, depois de
gastar seii dias era fazer o mundo, uo selimo desean-
rou ; mas o texto n.i > diz que elle se dicertio.
A religiao manda qee os liomens ae conformen!
com o ei.mplo do Creador : aaira, depois de leren.
trabalhado lod.i a semana, devem descampar no do-
mingo mas nunca diverlir-se.
A lei divina, dest'arta eslal.elecida, he em toda a
Inglaterra srrijpulosarneiile observada ; e deste mo-
do nada ha mais silencioso, mais triste e mais reca-
tado do que um dnmiiiEO iualez.
Londres, esla cidade lao viva. Ha tumultuosa du-
rante a semana, cabe repeul.menla a., domingo
oras calmara perteil i n'um silencio sepul-
cral. *
{odas as lujas esl.io risorosaincnle fechadas ; nada
se vende ua cidade, excepte jornaes.
A polilica he t. u.iicu SonMMDO jermillido. a ani-
da mercado, ia nao pruhibi la.
As pessoas qne de spera nao eoir.prassctn *, seus
mmiimculos, terSo de comer Tima oa tfornnS-
Cnroiiiclc. -
Otmimiepae* pocemeo velam para que baja
completo r.pouo no commircio de todos os merca-
dores, ale dos padeirn-,
II que vender um pan ser. im.neiliala.nenl,.
mllalo, en. |u mo na. sol re as penas eternas.
Assim o qUer a lei de De..-, de l.ulbero e do lord
mane, unumviralo sagrado, cujos mandameulos lo-
dor. bom ingles laz .oito por n.lo infringir.
Os rounicipaes quevela.,, ,.. esirir:,. ubservaneia
nL'VZT^TU"\" Ulm" "iml" DU'' 8 Pra
qu. r.io naja divertimaotM.
O francez. qae ,cen sceplieo, er ua. se exage-
ra quando e diz, que he prohibido a um curio," lo-
car v.oia. ao domingo; e rom ludo nada la ni,.
verdadP.ro : o viola eria condoranado.
loto o que da vis,., de rerrpar;3n mundana hp se-
ZZ cPr".h bid" M,, "i'1 e"''iwra.nt. ron-
sagrado ao Senhor, f o apaixonadode maea lem de
se contentar con a p.almodia.
todava a liberdade incleza araoldi-se de boa-
mente a estes troperos; o povo da Grao-Bretanha
est. perfeilaroenle orgai.is.ido para o desprazer, com
tanto que o desprazer seja legal e constitucional.
Londres possue imme.isa quanlidade de igreja-,
todas cora torres dillerenle. ; .. archileclura servio-
se dos roais feriis recor,os da arte e da imai nac.lo
para produ/.ir aeiuelliante variedade, cujo elleilo be
muilo pilloresco no magnifico panorama, que se
aprsenla aos olhos .lo espectador de cima do zimbo-
no deS. Paolo.
PARS
7 de dezembro d I8,"*.
Devera receber pelo "Franc-Contois do Havre as
minhas duas cartas de 21 e de 110 de naventuro, que
tarto precedido esta de poacos dia, pois que o
"rraoc-Contoisn parlio do Havre a :l deste mez.
\ proposito destes Steamers do Havre, acabaraoa
de saber oma triste noticia. L'm dos navios desta
ci.rapanliia, que fez vanas lagaa para o Brasil, o
"Lyoi.n.is. que devera ler vi-to era Pernambuco,
acaba de perecer mi'eravelmeute no mar, e h. lu-
gar para temer qu. a maior parte dos passageiros e
da equipagem teuhain parl.lhado a sorte do navio.
O ..I.yonnaiso acabava de ser collocado na linha da
America do Norte, linha r.ito cora r.-heidade a sua
pruneira vihgem a N.w-*\'aik. quando na volla.
arhando-se a cousa de 6V> leguas da cosa ameri-
cana, foi abordada nos flaneo, por um paqoete
americano o Adritico, o e depois de rivel, fora invadido pela agua, a ponto que toda a
.ente r.ii abrigada a embarrar-se iramedialameute
na chalupa. Das barca de salvarlo, ele.
Lma nica desta embarcacp, conseguio ganhar
o porte, sncas.a um navio d Breraeu qne o enenn-
Irou e recolhea. Eip.rimenlam-se as mais vivas
inquietacOes acerca dos oulros, e ludo indaz a crer
qoe o oee.no os engl.uo. O capillo, montado e.n
um frgil batel, nao qui abandonar o li.^ar do de-
sasir, e.n qnante oeu bello Sle.u.er nao houvesse
desapparecd... NAo se sabein noticias delle. He
pelo rel.it .ri do segando lenle LagaiVe, perau-
te o consol teaucez de N.w-Vork, que este nniatro
foi conbeeido. Elle commanda*. a pmbareaeao
que lo. ra.raculosanienle salva, i. agente da con-
panhia Ir,meo-Americana en. \. -v.nk envioa im-
iii.diataiente nn> Sleamer ao liiealro do naufragio,
naesperancade recolher alguns de.lroc*sdo navio,
e lalvaz slgoui dos ssarinhetros .i dos passageiros
que se refugiiramem un. grande ecaler.
lima Circumslaneia desle doloroso negocio provo-
Cou a indignara.! geral : o navio .'Adritico,,. qoe
orcasiouoa a perda do iil.yonnaia. nao se m-cupou
ura inslaule com os re.olt.dosdi ua ternvel abor-
d.gem. Sem se inquietar com os siguaes de alllic-
e!n do L.ounais... faglo Como u.n ladrio. Qual-
quer censura h. puuca para ete acto de deshoma-
ni.lade revollanle, lao raro eolre os marinl.eiros, e
que so se explica pelo fado de que o navio, o capi-
Koe aequipagen, eram Yanten.
Esla boje .l-inuiiv imenie averiguado qoe o con-
gr.sso so vai do novo reunir. Anda nao se falla na
poca da reunio, rus esla comenci .nado que
lera lugar em Pars, e que os legando) plenipoten-
ciarios funccionarao sozinl.oa. Todas as quesloes
pendentes ahi serSo decididas por urna raaioria de
votos, e entrelauto, se fecbaro os oihoi obre a oc
coparlo das proviucias danubianas pela Austria e
sobre a presenga da esquadra ingleza uo mar-Ne-
gro. Nao he inteiramente exaclo dizer-se que a
lluss.a esla decidida a ceder lodos os ponlos Ver-
dade he, qoe cons.nl. era abandonar a Turqua a
ilha das Serpentes, ma. coiiserva e defender" as
soai pretencoes sobre Bolgrad. Ja Ihe disse em que
consista a d.fliculdade : ha duas Bolgrads, as
carta, que o congresse de Pars consulta, o trata-
Sara de urna. A Inglaterra quer t|u. o Bolgrad do
ni, no qoal deve pas.r a nova (roulcira. sea a
mais distante do Dadubio : pelo contrario, a Russia
quer que seja .. mais aproximido : o congresso iul-
gar.i. '
El-rei da Prnssis quiera que o congresso cansen*
lisse I ambem emoecupar-se da que-l.lo de Neufcha-
lel, ma, a Inglaterra nio admitle que o congresso se
possa oceupar de oulr. cousa que i.a.i das questoei
que resoltara do mesmo tratado. Eis aqui n'uma
palavra, e.n que termos el-re Frederico Coilherme
(allou sobre esle negocio, uo seu discurso de aber-
tura da sessao prussiaua : depois de ler fallado noi
olliroos successos e nos direilos que os Iratados de
181.) ll.e dan sobre o priucipado de Neufchalel, o
principe acrescentou : a mod.rsrao cora que du-
rante loogOl anuos tenho Iratado d'este principado,
na interesse da paz geral, ha tido condecida e appro-
vada pelas potencias europeas. He do meu proprio
deaejo, tlepoisdos lamentaveis conflictos que acabara
de ler lugar, e mesmo depois da recente resolurao
unnime da Dila germnica, que courmou o mea
direilo inconteslavel, provocar, por via das necoc.a-
Coes com as potencias europea., urna solucao" con-
forme a dignidade da rainha coroa. M s nao posso
comenlir, nao consentir! em que a miuha longa-
uimidade se torne una arma contra o meu direito.
" Da inesma sorte que o raen povo pode ser con-
vencido de qae, se as circurastaucias o exigissera, o
meu puvo defendera com a sua energa, lidelidade
e dedicacao a honra da minh. cora.
E-ta l.ngaagem rewluia ate f.z maia do que irri-
tar a imprema ingleza, que aconaelb, ao goveroi.
suisao que sobmeii, .mm.dul.mei.te a jul-Tatnanta
'?rUr,rS i8 N7fc.....' CUJJ hbardaJa b.
reclamada por .I-re. d. Prussia, o qu.| prel,nd.
amnyslia- oa depois qu. forera cond.mn.dos
Ja Ihe fallemos succesios occorridos na Sicilia .
loi boje so..,.ule que tivemos a este resp.ilo infor-
macoas qj. tem o carcter da cerl.ia. O naasa
governo mandou public.r no Mmilm* prom'.i.ores
circum.tanciados que Ihe foram certemente traoi-
mniidoi por seus agentes em Pal.rrao Messiua
tiiaqui o q,.e ,. ptsoa a aj de nov,n,br0i um
Estes igrejas l.lo numerosas mal podera couter a
immensidade de liis, que coocorrem is rezas do do-
mingo.
A davorao na Inglaterra este maia nos uios do qde
as coiisciencas; e he por isso que os ex.rcicios re-
ligiosos, embora revestidos de simpl.cidade, so Uo
geralmente frequentados.
A continuada prat.ca d.sla devo.-do faz poucoi bi-
pocrltas poucos tartufos, mas mullos demente.
A forra de ler a Biblia e de ouvir sermoe, mul-
tes liomens de espirite mais ou menos sdo.enlregam-
se completamente a sciencia tbeologica ; apodera-se
delles o demonio da nregacao, c n.io podendo e\er-
cer o seu ralo e a sua eloquencia ua Igreja. pregan,
mesmo no meio das roas.
Eles doutores feilos .. presta argumenten] au ar
livre ; pregara sempre a favor de ama reforma de
ua iuvauco, e por isso Ibes chamara difidente'
Os di.s.denles. qualquer qoe seja o seu fanati.-
luo, nunca pregara nos dlaa de semana ; mas ai. do-
m.ngi. enconlram-se em grande numero, uns u'am
imarco, oulro. d.bauo.te alguma arvore do IIvde-
Pak, ou de Saint James; mngue.n se lembra de os
inl*rr3n)Peri "u e o* perturbar.
Se acuu'.'-'l'e PSSSSI por all algum ministro do cui-
te, para e esla, ou segu soeagodameota o seu ca-1
minlui.
Carao se na havil <. eneontrar loleraocis non.!
paiz e ..'un.a re|ig.au"i''' 'l"t o ..rerdole vive como I
os oulros cnladjlos ? em tU8 aqoelle qoe se chama
bispo ou cura, tra o frar? para casar alguma herdeira rica,-1'""1 u' .....- caval-
los a's earr.irai de Epson, ecoi,Y**s abolla so-
ciedade para os saos janlares e p>S s seus bai-
les'.'
Ohsbilanlada Londres depois deassiii aooli-
r.o divino volla para .asa, puirega-sp a' let'"la e
' roed.larrro.
O domingo he o dia destinado ,! m nVaniS9
eTuVuet01' d'a em """a vri" ',e '" '''"l-'



MUTiravT
Os polilicos que pela semana odiante nao tiveram
lempo para acabar o seo jornal, devoram enlao o
aira- .do. p,>era-se era dia.
B-be-se o dobrodech ; ahre-se a bocea a lodo
o mundo ;emnila gente aproveila a solemuidade
para lomar algum remedio.
Cada ura emprega o lempo como pode : .a me-
nina, solleiras diverlem-sea .ver quem passa cora
o nariz arrumada os vidrar-.s ; por isso ja e no-
lou que a. solle.ras tem uas segundas-feiras o nariz
levemente achatado.
A esla monotoiiia e enjoo peridico e fatal que
Udos oa doiniiigoi ae repele, be qoe-te deve allri-
buir quanlo lia de feroz e delestavcl nos osos e no
carcter inglez. O domingo he qoe foi a causa da
nypocondria, mole.lia Iriste e .norial.
O domingo be que induz e arrasla ao suicidio
lana gente, que nao leudo nesse dia ...ais que fa-
zer, se mala no domingo por n.io pode.em matar o
domingo.
O domingo be qup creoo os viajantes touriltei
e que deita fora da Inglaleira Indos esaes peregrinos
da tristeza, c que a tristeza ac -apanda por teda a
parle.
O domingo be que nrodniio a poesa contempla-
tiva e placida dos laktitct : uo domingo da qoe os
affectados baibltu*. ecrevem ; no do.niugu final-
mente de qoe a cerveja prela tei inventada.
No domingo en. Londres nao da ll.eatr... nesse
da lodos eslao techado., desde o italiano ate orlas
w.acioiiMCfax bonifrate- ; mas as tabernas eia
aberlas ; a embriaguez de o praz.r nice qoe r. dia
auto tolera, poito que a lieos nada deva ser ma-
nos agradavel do que a bebedeira de um inglez.
\s pe-.oa- a quem Ihe nao di par., beber, netn
pnriler a H'blia, pqe ,|,.erem absolutamente fd.
ser no domingo alguma cousa extraordinaria, vao
pa a. o dia ao campo.
.1- l..g|eze amara extremamente a verdura : as
rolhas das arvores, a icaria relva do- prado* l.u-
gam-noa em delicioso estasis,
inmensa chusma de ct la los d. todas ai i ladea
sesos o eondicet, fogera de Londres n0 domineo'
< se espalham pelos arrabal les lmenle para .alis-
fa/eii'in aqoella innocente paixSo.
De, le que amanhecp al a noite parlem de qoar- '
lo p.n quarto rj'hora barcos a vapor pala (reeiiwirh
Wolwich p Richemond.
JJ r.o anda robarlo .te pequeos l.ole., p.|.pIo
delirarlo pouco seguros, inlrepid .mPnle -ovprna-1
do- por mancebo
As diligencia leves a rpidas condozem ..-.r io-
0u as elradai os ramprstrp'dccrlnre, da cidade.
i-Ii 'na* 4 3aaras 'Ufaes sa acharara logo
atacados por ons sess.nt. e lano., insurgido, do.
quaes .tus vinta estavam a cavallo, e foram obrisa-
dos a rel.r.r-se era preseoca da forc.s luperiore..
0 governo siciliano, a.im qae t.v. conb.cimeot..
de-te aeoaieciinenlo, tomou medidas p.r* embar-
gar desde o comeco urna tentativa de intorreicao
que pod.a.compromelier a Iraaqu.llidade publica, e
pterm'(1mp',r a' '""s eu.re mZmmm,
p este e r b"viaran"" t-pas contra o. revaltados.
5.. .*?rcadose,n oresla, foram obrigad-.s a
Miar d pns.oneiros pod.r do. soldado?, la,
par .do. insorgidosconsegoio escap.r-,e do lado da
cephalia, no Litoral .nlr. Mesi.ua e P.lermo ni
. is anca de 10 mjlhas desla ull.ma cidade.Tmm"
lislamente se embarcaram 800 homens ., om n.-
...sorr.ir^" Ps'ra SW T u,Umn re"os
ii.sorr.icao. As tropas, depois d. ficarem tres ho-
lemTne .erVaCa dian,e da idade- ahi solearan,
sem encontrar resistencia. O mesmo despicho en-
rancia que a eslrada de Palermo a Marain. se acba
livre que o rorr.io pod. continuar o seu corso.
Ootro despacho datado de Messioa a sal de no-
vembro annunc.a que a cidade >(.- tranquilla a
reforcou os postes, mas nenhum. prisSo ha .ido lei-
,.'a- q!,e "" (',la" se "'""ram sobre .. pa-
redes oa;amitos eguintes :Viva o principe hera-
ditaria V.va a l.berdad. V. consli.uicao de
Ula ---mas a polica os fez desapparecer em que a
poputecao leataass oppor-e a i.lo Reforcos de tro-
pasa de art.lhana teram enviados de aples,
laei ao os promenores que oos cliegam a cerca
rbpra,",hUrr1e'Cv]0 qae- "ea,,d0 dse.u, livor, por
el,ete o barao Ventebegni, e que paree, boje com-
pletamente abortada. Cerl.roeule a roao S Ingle-
rtec!.. ?,'*" 8, Pi-le ne5,as ""''vas. maa o que
defend. el-re, dei aplas, sem fallar no seu ex.r-
c.lo cup. lidelidade nao parece abalad., de a divi.ao
que rema as liteira. dos parlidos hoilii .o seu po-
der, uns querendo pira a S.c.lia uro governo sepT
rad,., oulros querendo a in.nuten.-ao da onidade
rom urna eon.l.tu.Sao a a rei actual, outros recla-
mando a abd.cac.ao do rei em avor do principe he-
rT0: gU,M '-m!'m- em !>"">o numero, que-
rendo a anuexacao da Sicilia a realeza do P.e.noule
^o nieta desta co..r..io da, lingoas. se pode e,p.rar
Kl22?. perle"r*' "" Poder lesitimT Ivo U
reb.d!io, -Piolar abertaroente em f.v.r dos
1 .na noticia mui imprtenle nos chega da Aos-
arter tZSt T"'i d8 d" <-. o impe-
bo i. Z J" leva,,,on tro sobra1.
Tente .o^ "' e'n,R"",os l"'P"'tos, atunvsliou
teitea. E fT."". ''i"'3"0* !'"r Cr!me alte
o,;.,;,r?,'.. V ri,-,De..cia, mu hbil e mu
n -fe 7" V* r1"0""" "r c""'' dPor a, po-
I''I noe-lombardas a receber con. alegrii o rao-
n.-ci.nenluu imperado, que ae fez precedern
MiUo por semelbanie .eto? preceoar em
alcBa"im"l'." '" ""'"i ''"'"' 0S Va,or" '*"' "3
alca en. Paria e p... Londres : Os |. om Irn, eze"
saV%%? M 10' 7"I : cu'"uli-"<*o" 3ls-
I.LSI10A
lli de dezembro de ISot..
e,..Pr0jecl,d!,Pe'avodo empreslimo do, I.,,w>
cont, coro o Banco de Portugal, foi .final decre-
ca nos ltimos dias desle mez. ucret-
limaTe'1'T".m0 aa,or,5ado Pe' Parlamento o. ul-
lima se,s.io, lera-se demorado seis m.a. He ara-
mPdteq.t,8a COi"li"'", livess ggred..tea,
medida. Iinanr.iraa da adrainj.lr.rao trasacl. Z
SJi. ,eyVa ,r,t m P Otal"
seis rail conlos d. res elleclivo. Pelo rcomo\a!
priucpaes condit,..s daoperacao raali-da. v^To.'e
oerapresl.rao do Banco pode ser co..s.der.do como
dn ,h..S Pera.*, d8 "wrii. Porque os .cr?ptes
do Iheiouro devem ser integralmenle pagos a ti Too
tee. aadd'a-, tnlre'"l". de lodo, o, contrl-le, ti
feciuadoa pelo ac,ual miuislerio, h. .a..".,, .....
Dos dous decretos publicados pela tellia ullirtel
afim dse realisar operara de I..OO c."St
O fr,'n,.,rCar,a "e 'e' de li d '"'U -^l-SE
O legando apprava a. condicas do contrate cele-
brado coro o Banco de Por.ug.l Para negocaro
lo empresl.mo de I,3l2^00jo3o res, re orasen S."
por escr.p,.,, d ,U^a, pagavc.s a ^t^^
;';* Pr cacao, sao l.roadoa p."
anuo 3I2-3JQ) res, ao juro d- 3 por cenlo anr.*.
n ;,cpen.'fsuc,a,u na"M ,,a KS jTo*
cen^r,;,T',',,1'aC0,,lm,SSJ',de "rtopSr
la do, escriptosem onze ri,*' desoe Mfe
crmcuern ,rde.' '"" ""'" foram P'fidos a, n.-
eriproes por serem man aceis d. negociar nai m.
SbSSr^KSSsSsSS
n^lCT2 d?,bai, de di"en.es modos
oe v.r, e por d.ver.as inllaenc.as, roerecem ser cora-
., En" "^"V0,dei" '-ondres deserta % m|co_
t n "T'd n"" *"*-* ao" 7SSZ
dos, se nao o de contemplar a Yerdura d '""-'<
da, colimas e dos prados. -rvor.s,
E na verdad, t.repnwich, Wolwich e Richemond
nae oflerecem mis diverliraentoa do qne Loudres
a le. do dom.ugo he lao observada as aldea, com,.
as edades ; a nica d.tlerenra he passar o en|.'.u
sobre a relva ou a.seulado n'uma cadeira.
Nosias feslas campestres com seus brinq.iedoa e
suas rlausas nao sao conbecid.s nai visiuhanras de
Londres.
I in. familia iogl.za vai no domingo at.reenuicb
ass.uia-se obre a relva, passa o lempo a con ver '
sar.a ler ou a dormir ; a no.te volta sat.sfeila para
a cidade, e com l.nvao de repelir no domingo s.-
goinle. 6
Os daudvi v.ioa Bichemond lomara una cahtl-
leua ,. hn,pedira de .Star a;id Catler Estrella e
Jarretera que he a casa de pato mais vasta e mai-
sumptuosd das qualru parles do inundo.
Parece que a aalor do artigo a que dcvanio a
narrara., do domingo em Lon Ires nao se le.nb.a.se
do teboloso e fantstico hotel de S. Nicolao era
New-Voik, porqueeuiaolalvez nio dissesw que o
Star and l.asler he a mais vasta e somptuoia bosi*-
dana das qualro partes do mundo.
As pessoas que se contenten! rom taes passalei..-
pes sao realmente mui dignas da prolecrao do reo
mas o ceo nao o qu.z as-im, e os pasaaiua d-amio-
gue.ros de Londres s.io Itmpra perlurbado* -jela iu-
cte.nencia do lempo.
A ni i eslaclo 11.1 Inglaterra dota on/0 un/es do
anno, e entre enmenia e dous dom.r. .. baver .pe-
na- qualro ou Cinc, que se polsao. pa-.Jr I10 m,io
do "ampo.
I'a-.-.11,1 um .lia cora el-.ri na lapada de \*indsor
um embaixador da repblica d-.. Veneza. O eco este-
va cobeiio de nieo-: ,i, repente deseobre u iol,
eoembaus.lor t..a o chapeo e i. incln.. A quem
cumplimenta .' peraunlou ii.- el-rei.Saahor, be a
ii'.iinp.i palriciaqoe ni'j I .me. .. ver .le-de qur
..-I..U em Inglaterra.
O r.o que pe. .oh- o .ir .o-llrelanha he asaaa
earregado, lium.do r. triste.
Quanlo e.tr.ng'a|ro pastara longo da. ni-
iPin londrp.sem .erocr.s.aodp nma*.. vez anda,
.oaeneompalnol.,0 sol da Italia, da Tranca, dt
llespaoha, ou fo (niro qn-,|qapr ...ir
Abdaiali-fi-nrati .


paradas as analvses feii" *''a operajSB pela C-
rillMcao e Jornal di- Gommereio do 28 do pas-
tado.
Secundo n caMlo feilo ha pnucos das por un jor-
nal da Lisboa cujos arligo* sobre flamee, sao. pela
manir parir, devidns a peona habiliMina, a divida
lloluanlr, em lli.iio di? IS.YT, llavera' excedido a con-
uderxel quanlta de 4,300 cotilos llo lie, lera' so-
nido duranle um lana a mal do dobro da s.unma
serdada pelo ministerio aclnal, e a mais do triplo da
i|ue foi creaila pela regeneradla em qearanU u cin-
110 niezes de gerencia. He unido que o augmento
la divida llnduaute dera
Parece ,;ue o pronuoCIO do papa dirigir! ai vis-
Conde do Si- ua BiLldeira, exprobaildo-llie acuelle
decreto, eom o yAdamento .!. que nao poda u Sr.
O. l'edro V. acordar Mmellunle renuncia. O jornal
que denuncia o Helo, comee* a publicar ama ene
de curiosos inimoiilos,para provar a nuiieir.
pirque m mpeHiam ueste reiuoa> exh irbilanlta pre-
lencOei n\n repreienlanlea da cuna romana.
I) prnutro he a Carla que o ministro de .-slado
l). Lo* da Cunta dirigi cm Je junio. de 17110
ao omino eardaal Accldioli, ntiro.odo-o
Amo immeiialammlt
MAMO Dl^ PERNAMHICO, SEGUNDA FEIKA5D
E JANEIRO DE S..
'
i. pre.
para que
otadlo d.qorll.
margen) a vehemente ae-| Ceda, saliis-e ,.,-la corte Para lllra ba
usacuea contra o ultimo ministro da hienda. Pelo I.huuvesse de sal.ii-\,.reelideil
"?"10.'}."*.-.'"."n"e'"" l'u,,lica na ralba otll- lerna* dequalro dial
s 11 inoe, no^reciso
rial, a divida do Iheaoiiro proveniente de diversa
peraces, subia em 31 de outubro prximo lindo, a
::,t!li enntoj. Em ;tl de in.iio era eita divida de
:!,0i0 coutos.
Em cinco mezes pois. de carencia do actual mi-
1 isleo, tem ja' aubido 40J tontos a divid ll-iclo
UDle.
O Jornal do Commercio, aperar Je nao estar
habilitado cerno falla poltica, vai defendendo o so-
'ierno decididaincnle.
A arma do ridicolo he qoc ha mailo lempo se d.Io
maneja tao aliada como ora. A pessoa do minis-
er do de um ministro quandi a irania he quolidia-
la, e se ve um homem p-rseflndo pelo epigramina
lie este ponto. i extremos locam-se.
Cada vei vio tomando mais corpo o rumores de
'econslrurcao ministerial. As anlipalhias prunun-
ilam-se com mi-nos disforc. Ha das no Club Lis-
10neu.se nao havia orna onica ro quo se levanlas.e
1 favor da actual administrarlo. Fallavan) contra
nlla al os mais intimo* amigos do Sr. Julio (io-
nes.
Prognoslicam alguns a queda do ministerio, mes-
110 para ames da abertura das corles, c dizse que o
marechal Saldaaba, queja' chegou Je Inglaterra, se-
ra' chamado para compor o novo gabinete.' Ko vou
lauto adtante. mas ludo me leva a crer, que ns ac-
luae* ministros nao prometiem conservar por multo
pur
om.voz qu,i oaiila, orna goella .ue ..minchi, .,,.,
aican 1 que ronca.
u .No Poctj, Baeebo he Idolatrado eom delirio qua-
si lodos us domines : sen aliare*de Ceibal de par-
re! r a -i.iu eiiiui.l s em nimios lucres, ,,.,,s pasaos
adora lores j.i Iraiem os bracea lireitoa curvos como
arcos de hoslfc ; o sueco da uva paca elles lie n nc-
tar cirh.
.c No l'oc.., y.ouleird, Apipucos, na., exisle moa
tu cata van. e mullas eheiaa de mala. Os pataeios
das lenliorat! alo cooslantei : o nquilou he feito an
longo das rulai em mgicos obrados.
a Apipucus.Ili/eni que qu.-rem dar um baila
por despeno ao qa- deram no Uonleiro, e isto
n.lo irrcm convidados ; voltio a verdade.
Appareceu no Poce um piojelo de partida
denominadas Iaabb.liuai, porem goroo, porque
laes labbaiinaa, nao pinnriam de caguen.-
dos argumentos de unulade val um, dereua val
dez.
o No da 27, houve um bem snllrivel sarao, no
qu.l, se bem que cumparecessem 1 fS -enllocas e pou-
cos ravalleirqs. todava esteve excelleulc, porque,
como oram pitucos, melhor passaram.
Dona dijsses jarnos hoeveram no Monleiro e
no da 2S houve um oulro m, Pedra Holl, defronle
do i-ii.piiho do fallec :o Tonco, ao qual concorreram
para cima de quareola enlioras, e grande numero
de Cavailciros, Se a casa 1 ,i. eslivesse om pouco
escora de luzes naluraes, mais realcaria ; lodavia, a
do Portugal I lo/, quo muitos ollios derramaran), ai nao encohrioa
O leaundo dncuinenlo, cuja publicacilu n.lo deixa
lamben) de vir a proposito, be um 1 caria do lerendo
I). Lutz lia Confia ao tobada Teala, auditor da non-
iialura, escinda eniL> de aisi.. ,r |70. inliinan-
do-o a que 110 lermode ^ limas precisai e peremp-
loriasn sahisse de Lisboa para a mitra banda do Te-
jo, o que dentro em seis dias sahi-je deite reino.
mai que o cardetl de l'ielro nuncio apostlica em
Dina ola que dirigir ao viaconde de S.i', se i isur-
gira contra o decreto puldicaio no Diario que ac-
ceilou a renanria do hispo de Angola. Con. lo.' mu
breve e enrgico arligo que caereve a este res leilo,
com o secuinle;
o D.slas iiAo se razian), nem quando se lizossem
se loltr-vain no lempo em que Os reil do Porluaal. ..
i! IwT!?'0"'!'!' Loi da Cnnlu, marqneiJfalla de e.pen>ac*le para quem considera cerlo
do Bombal, marquez d'Agotar bilra Carvalho. olhos como a 1 "
a lafolana de 'achos d
Como coiitiuuacao dos aucomeiitoi que princi-1 Dio como orgloa viaaei
piara a publicar, transcreve o aviso que o ma-quez Nao ba mocinli.i.
d Acuiar expedio ao embaixadof porlugnez em R os dictames do ea
mu a ilude julho ue lSKi, sobre
e cupido-
por m lis dbil, que observe
Dedico, em nao u*ardo cha-
lienicuidaile do clim
re loom ,17,, r! eimurmacao de;iorie_: |,,l he a beniguidade do clima, que -o
. o al dr r.v 1 ," '"'" ar';pl","0 d t ^"afoi-le-.leslroe quaolo nervoso ha no Poco. Mon -
! ? cslarel-re. na l.rme reso.ocilo le.ro c Apipoeus, e qua.ila ponlloha defebe-*D-
rSmir. Icc'tl "* f, ,,,re"S "*"-' ",,,c P"**-' "">* ** romntica, qoe s,i alTe-
v arias iOSlruccOei que se davam ao mintaUo perlu- la a quem nao lem o que farcr.o
52S,e.J!*uVj; f ref"""'"-"'li' q- haor D-noa o nos. ooneipondenie, que os jocos
!*,,.1?. respeilo, .10 caso em que o negocio I de prendas eilo como nunca mailo em moda em
___ proce-
iimenlo Das ultimas ei-n_ -.
Por outra parle, mo falta quem allirme que a ca-
ntara ii.in runecionara' qualro dias aepois de consti-
tuida. Parece que o ministerio nao lera maioria en-
tre os depolados eleilos, mas, com mais ou menos
fundamento se assevera lamliem qoe couta fare-la
depuisde reunido o parlameolo. Emquantoaos proc-
uoslcos de ser esle Uissolvido, ningiiem acredita que
esle ministerio lenha forca para lauto, nem tao pou-
co que o chefe do Estado se res;Iva a dar seme-
/ Ihanle passo, sendo esta a ptimetra legislatura con-
vocada no seu reinado.
Entre ai mullas vendes que corren)'sobre tito in-
lefinivel situar aflirma-se que os minislros pen-
sam em propor ao re a comearlo de novos pares.
.Nao he crlvel qoe vao solicitar do soberano a alten-
cao da maioria da cmara hereditaria, porquanlo
anda esta' bm presente, que a actual etloac.10 pro-
( cedeu do coofliclu que se oreparava entre'as iluas
casas do parlamenlo. As pnncipaes medidas linan-
eeiras apresenladas pelo miniaieriu transado, ha-
vim sido votadas pela maioria da cmara dos di-
putados. Na cmara dos pares iam encontrar oppo-
sicao. l)ecidio-se enUo a roroa pela demissao de
ministerio, preferindo-a a' nomeaco de nuvos mem-
bro p,ra a cmara aristocralica.
Couceder-st-ba agora ao minislerio l.oul, o que
oi negado ao gabinete Saldanha '.'
O poder moderador, pelo marhinismo conslitucio-
ual, esla' collocadp cima dos partidos pulilicos, e
de cerlo nao ceder' a semelhantei sucgesiOes.
Diz-se qoe a sahita do S. Julio li .me-, de lodo
o modo he inevilavel, c he pc.-nel. que elleclue a
ana retirada antes do dia de Janeiro.
Eis a retafla doi deputados que bao de principiar
a fuucciooar em Janeiro [roumo, segundo parli-
cipajOes parlicntares.
O asterisco deiigna os deputados que foram rce-
leilos.
Via aoa.
Anloulo Pereira da Cunha, .loaquim Honorato
l-erreir.i, Jea de Mello (iouvoa, Placido Anlouio
da Cunha e Abreu, Antonio Pereira da Silva Bau-
za e Menezcs, Jos Teixera do Qutiroz, Rodri-
go Pilla.
lraga.
Francisco Wilario Ribeiro de Sonza Brilo, l'ran-
i'isco Jos Alvcs Vicente. Antonio Clemente de Son-
za Giao, Joaquim Antonio de Moraes Carneiro, Jos
Fortnalo Ferreira de Castro, Joaquim llernardi-
no Carduzo, Jos Joaquim da Cunha, Benlo de
Castro Abreu Manlnaaa, l.uiz Aucuslo Rebello
da Silva, Jos de Magalhflc Menezes, Abbade do
Bairro.
Porto.
Jos Jorge J.oureiro, Jo- da Silva Pao), Elias
da Cunha Pes-oa, Joaquim Uonralves Manr.ede, *
Carlos Cvrillo Machado. Jos Pinto Soaies. Jus-
tino Ferr ra Piulo Basto, Manocir.l.imouse lirounc
Jnior, Antonio JusCoellio l.nusada, llarflo do
(f**i Aiilonio de Azevedo Mello e Carvallio.
Custodio Rebello deCarvalho, Rodrigo Nogueira
Soarcs, Jos ("niedes de Carviillio c Menezes, *
l.olirenro de Souza Canral. "
Villa Real.
Antonio Pereira Girao, Aulomo Jos de Avila, *
Vicloriuo Cardo** Piulo de Barros, Maximiiiiano
Ozorin de Figueiredo, Antonio Jos de Barros e
Sa, Chrislovo Cardse Barata, Arislides Kibeiro
Ahranches. *
Aveiro.
Jos Eslovao Coelho de Magalliaes. Anlonio Luiz
de Sciiir.i. Francisco Antonio de Rezende, Jos
Luciano de Castro, Carlos Bento da Silva, Ma-
nuel Jos Alendes f.eile, Jos da Costa riouza Pin-
to Basto, Jos da Silva l'assos, Aulouio d Serpa
rimcnlel.
Coimbra.
Basilio Alberto de Souza Pinto, Francisco Jos
lluaile Nazarelh, Jos aria de Abreu, Vicen-
'.? T'"er Nello Paiva, Roque Joaquim Fernaades
I li .ni,i/, Anlanio Rodrigues Vidal. F'rancisco de
Carvalho, Jos de Moraes Finio de Almetda, *
Antonio Abilie Comes Cosa, I). Jos Maria Car-
vajal.
Vina.
Antonio Augusto Mello de Castro Abren, Ma-
la queslao pode vir a coinplirar-se
corlar a pelle.
Sobre f do 1 Preparam-se muilas feslas por aquelles conlor-
na ._ 1 .-------- ...f...,-.T,j,.,Md, ,, duueiies conior-
ilfscnr. i1 m "*UQ1, '" xe'.c'""s (l" diz o nos, e supp.-se a da S .ude ser este auno com toda
n r. i iv ';0",' fr1"""1" ,t aora n"d ""*- P"mP tw*ial. Falla se em bailes, bandeiras, ca-
p.ra de offleial sobre esle asimplo. 1 valluda, fog'os, fandango.-, e Dio abemos mais o
.,. ar,|g5 veliemenles que o nosso jornalisla Jos que.
?.JZ2. """T '" '""" "a 'na*, subrel Falla-se no Menleiro em festejar S. Concallo,
nao iiveram segotmeolo. Bom sciia na loruaawa*aanunplo I donativos se preparara de muilas lilhas, nelai. so-
esla queslao, 1
a roesma pe
noel Paes de Figueiredo e Souza, Francisco Anlonio I parios do.sul, no
Rirroso, Jo- de Mello Soarcs Vaeconcelios, Jaciti- lanle, e as pouca
RIO l>E JANEIRO.
21 da dezembrode JIH6.
Por decretos de 18 do crrenle mez foram uomc.i-
dos juizes de direilo da
Comarca daparnahvba, em Govaz, o juiz muir-
pal Virginio Hrnrique Costa.
Comarca do Cralo, noCear, o juiz municipal Mi-
noe) I Irim 1, Ba.busa 1-reir.
Foram aprasenlados na
Dignidade de arcediago da S de Olinda, o eo-
nego de prebenda intelra .loao Joe Pereira.
Ibgoidade do thesoureiro-in>r da niesma s, o o-
neso de prebenda Inleira da dita,Pedro JosdeUuet-
roze Sa.
Caleira de prebenda inleira dito, resolta da die-
nidade de arceaia^o.econego de meta prebenda Jo; o
Baplisla Pereira de .Mello.
dem idcmdilo. resulta da dtanidade de thesou-
reiro mor, o conego de meia prebenda Jo3o Baplista
Je Albuquerque.
dem dem dito, vaca pe falleriniento do padre
Francisco Aolonio Meude* tiorjlo, o conego dj
meia prebenda Joao Cl.rvsoslomo de i'aiva Jorres.
dem de meia prebi-uda dito, resulla da apreaeo-
tacao cima, o padre Joaquim Jos da Silva (Jo-
mes.
lilem dem, resulta da resulta da dicnidade de
arcediano, o padre .Manuel Thomaz de Ulivetra.
2*
lemosloihas do Rio Grande at 1-2 do mrente.
Conslava all que pelo circulo da rapual f.ua eleilo
deputado o Sr. lente geuoral reformado bario do
Porta-Alegre.
Pelo circulo de Piratiny toi eleilo deputado o Sr.
I)r. Francisco Carlos de Araojo Brusqne, e aapplen-
le o Sr, Dr. Antonio Angelo Chrisliaoj Fioravanli.
O paquete Guanaba, saludo doste porto ao da
do corrale, commuoicava .u .lia lecm .1 baria
do Rio Grande.
'Jornal do Commercio du Rio..
RECIPES DE JANEIRO DE 1857.
ASHORASATAHUU.
RETKOS'ECTO SEMANAL
Ata o presente nit..|iemos recehidonoticias positivas
acercada elen;,,......ultin,., eolleglo da provincia, em-
oraja lenhadecorrnln u n me/., depoia da poca de-lt-
nada para e>te lim. |-aia circumsiancia lem prolu-
zido certa peocupacao no espirito dos ndividoos
que iralam de oeguea* politieos. He provavel que
u,.o lenha uccorrido cousa alguina que iinnedisse a
marcha recular do piocesso ele.loral, porque enlo
J. tena viudo algum portador pedir providencias.
I or oulro lado ha dias que se esoalham boatos que
dio como ele.tos, deputado Dr. Brandan e como
supplente o Ur. Luiz Ouarle, c oolros dizem que
saino eleilo supplente o Sr. Manuel Higinode Fi-
gueiiedo. tntrelanlo na.. aGoncamea neiihuma des-
le versoes. He provavel que breve leudamos a cer-
teza das occurrenciai da eleicSo na comarca da lloa-
V isla. .
O paquete do norte lem do resultado daaele.rftes
das provincias daquelle lado do imperio, nlo fui
portador de nolicia alcuraa digna de ser reprodurada
aqu. Ouauto a salubn lado publica, a febro ama-
relia eslava hiendo .algara estrato no Para', e 00
(lio Grande do Norte lii.bam ce-s.do os casos de
cholera que haviam apparecido,
O vapor que no principio da semana chegou dos
ao Ironxe novidada
il-n na impor-
- milicias de que toi portador o
llio Aucuslo de Santa Anna eVasronrellos, Auto- entrado h^je daqoella raesmo la.l,., e que os leil
nio deliouva Ozorio, Francisco Coelho do Amoral, '
Conle de Semgdaes Fraocisco,', Jos Ferreira de
Macedo Piulo, Pedro Aucuslo Relincho, Abbado de
Penude, Jos Prefeilo Pereira Pinto.
Goarda. .
Simio Pedro de Senna Helio, Joto Rebello da
(.osla Cabral, Albino Frincisco de Ficuciredo, Ber-
nardo de Serpa Pimenle, Pedro Ballliazar de Cam-
po!, Caelauo de Seixas \asconcellos, Jos de Mlivei-
r.l Baplista.
tiastello Branco.
Augusto Xavier da Silva, Gaspar Pereira da
Suva, .loio Pinto lavares Cabral. Anlonio l'inlo de
Albuquerque, Miguel Ozono Cabral.
Lema.
Anlonio Xavier Rodr.cues Cordeiro, Faustino da
------------------------_ .,, ,, ij.i \ti 1 ii| 1. 1 1 1. 11 1 -------#----------- 1 -1
Gama, D. Antonio da Cosa do Souza de Macedo, ieiloresem oulro lugar.
res eiiconlraraoem oulro lurtar, sao dtslitoidas de
Inlereaae.
No da -2 do corrente, pela volta das oito horas e
meia da noile, fundeoo no Lameiao, o paquete de
houlhamplon. Tamhem foi pobre de noticias : ape-
nas refere de mais consideraran um pequeo inovi-
mento revolucionario na Sicilia, que loi immediala-
menle sulfocada pela torca do enverno de aple
e reslabeleceu-se a ordem publica. Osaecandoapie
otpolenciarios qoe lomarara parla naa confeiencias
do concresso ue Pars, se Nnnirao 1101 menle na-
quella mesma cidade, alim de ajnilar as qucsti.es,
que anida se ochan pendentes, depois da proclama-
cao da paz de SO de maro*. (Juanto a's outras c-
correuctas que liveram lucar ou vell.o mondo do-
ranle o me* proximameule paarade, encontrara 01
Joflo Scpulveda Teixeia, Paulo Romeiro da Fonse-
ca, Anlonio Xavier da Co-la Valga.
Lisboa.
Alberto Anlonio de Moraes Carvalhn, Anlonio
de Mello Breyner, Jos l.oureiro, Anlonio Ca-
bral de Sa' Nogoeira, Manoel Anlonio Vellez Cal-
deira, Antonio Mara de Fontes Pereira de Mel-
lo ,* Jos Eslevao Coelho de Hagalblea, Antonio
Jos Pereira Seizedello, Jos Mana do Casal Ribei-
ro, Anlonio Jos Marques Correi Caldeira,
thomaz de Carvalho, l.uniciiro Correia Manoel de
Aboitu, Francisco de Senna Fernandes, Jo. Ma-
na de I-aria Azevedo Gentil. Domneos Garcia
Peres.
Saotarem.
Manoel da Silva l'assos," liarSo de Almeirim,
Joao .Mara Alves de Sa', ll.irlhol uneu doi Marlvre-
Diaie Souza,1 Elias da Canoa Pcssoa, Manoel" da
Cunha Paredes.
Porlalecre.
Manoel Firmioo de Trindade Strdinha, Anlonio
Pequio Seixas de Andrade, Jo.lo Anaslacio Dias
Grande, Joao da Fons:'ca Coutinho
Kvora.
Antonio Jnaqoiiu l.'uarie Campos, Joaquim Fi-
lippe de Souie, Ainaral lianha, Dr. Sa'
Beja.
Joao Maria Nocoeira, Justino Mximo Bailo Mal-
tozo, Diogo Francisco Pessaoha. Mariano Joaquim
de Souza Fem, Josi. Jorge Conrei.o.
Faro.
Joaquim Pedro ndice Samora. SelissIiS los
Lneiho de Carvalho, los luaqnim de Mailo,. Jni
1 apiano Bencvi-ie, lolo de ArevFdo Francisao de
'llniei.li Coelho Bivar.
Braganca.
Jlo Pedro de Almeida Peisanhs, loo .Mana
Delorrac Collaco, Manuel Guerra Tenveiro.Juliao
de Sampaio, FrioCiKO t^anliao.
Numero dos deputados 136.
Reeleilos da legislatura passada j:l.
Votaram destes pelo prnjeclo do eniprestimn do
Sr. Foules 19.
Do* lita il i-I helos en que esta'dividido o archi-
pelago dos Acores, anda ola checaram noticias do
resultado das eleir;fies. Das provincias ullramaii-
nas, lambem ufo ha lempo de ler ebecado partici-
pa;o oenliuma.
Pela dislriclo da Madeir.i.
Sahram depolados.Jos Silvestre Ribeiro,"
A. Correia Veredia, D. Luiz da Cmara Lene, Se-
insii.io Leal.
Os eomnoaitora das lypographiaa desla cidade, a
imilacao dos operarios europeus, lizeram ama roa-
ilton no ulii.no do ilezembro, a exigiremdol don
brinhns e lias.
Sobre as neccssid.ides da freguezia do Poco,
brevemente fallaremos, assim de om presepe.da
Casa Forte, onde, ao crepitar da branca hollan-
deza :
Retumba o zabumba
Dot.uml.a calumba.
Na roa estrella do Rosario, casa n... ba, se-
gundo nos informal, dous caes de fila lerriveis,
que das o horas da madrugada em dianle, nao dei-
xam mais niucuem repnunar. Mo sabemos al
que grao deamisade lem o seuhor a laes innocen-
tes t silenciosos animalejM ; o que sabemos he, que
a msica he infernal, e iiiuguera pode lolerar lal vi-
sinhanra.
A roa de liarlas pode ser chamada em lempo
de presepes, fu tas lapnhas ; eonta-se a casa, que
nao lenha armada na sala una lapa ; ora islo, que
nao q.,tr dizer leuaoniedade e devoi-Au,vai
desmerecendo, porque os peraltas de ludo "se apro-
veiiam para nr, zumbar, ele. Eis porque va-
mos pedir a quem liver sua lapiuha na sala, lenha
cerradas as jauelias, para nao seivirem de balcoes,
onde se Ir.cum motejas e insolto.
Ht na ra do Aragao, quem se divirla a noile,
era euxolar pomhos com pedraa e pedacos de lelh .s,
quebrando estas, e incommodando o morador da ca-
sa n... cm cijo |.'lli.ul.i parece que pousam os pom-
hos : no enianlo, se o folgazao nao transferir a hora
e lugur do seu brinquedo, crea que isso ser obr-
gado pela policio, pois queja se conlieceu quem sa-
ja o encrasado.
Com licenca Sr.No berco da Campia se es-
la cunean.1,1 um mnnlnro, os materiaes d'obra sao
conduzdos por um cano deum quintal.
Ora isso nao faz mal
Sao descuidos do fiscal.
Cerlo procurador e cerlo empregado, ambos de
cena c.irporar,ao, que nlo he religiosa, deven)
saber que as partes leen) o direitu de ser bem
tratadas, e que nlo manda-ic retira-las com ampa-
ras, c nem a modo de quem manda para a Cozinba
um seu escravo.
O vapor hrasiloiro S. Salvador, sabido para
o Rio de Jineiro e porlos intermedios, cpuduzo a
seu bordo n seauinles passageiros :
Desla provincia. Francisco Luiz dcOliveira Aze-
vedo, Joao Miguel de Olive.rn Ferado, Aucuslo de
sa e Albuquerque, Jos Ribeiro de Almeida Santos,
apiiao .Manoel de Campos Leile, o soldado Joao
oni-alve-de Dveira, Joao Gomes Ferreira Velloso.
\l. Reilter, Joao Gomes Jardim, Jos Vicente Doar-
le Brandan, B iroardo Doarie Brandan, Thom Lo
pes de Sena, Bemjamin Franeklin da Rocha Vieira,
Joao Anlonio Saraira e I crialo, Diouizio Rodri-
cues Daulas, M.noel Tavures Cordeiro, Francisco
ue Almetda Coimbra, Gustavo Gabriel Coelho de
Sampaio, Hermenegildo Coelho da Silva, I sarceulo
e I de-erlor.
Vapor inglrz Avon, vindode Soulhamplon
e poilos iulermedios Irouxea seu bordo os segrales
pa-saceirus :
Para esta provincia :
Antonio da Silva Gusmao. Maximiano da Silva
Gu.-uiao, Jote Fernandes l.uiz, Joaquim Carioso
Avres, .N. do Reno Macedo, Joto Pedro Vogelev,
Julo Bnlebina Baylea, .ogo l'eoe, A. Motiseii,
Ji mes plato, l'rieanch Ludiorg Lemeke, Joao Mar-
ques Momia, Joaquim Lopes de Carvalho.
Secoiram para Babia e Rio de Janeiro. Ma-
noel Jase Fernn les Kibeiro, Bernardo Ribeiro
de Fri'rtas, Luiz Alberto,
\ apor bras.leiru Imperadoro vindo da Rio
Je Jaiinros e porlos intermeaiei trouxea sou bordo
os etunles passageiros :
Para esla provincia :
Cabillo de trgala Jos Mara Rodrigues, sua se-
nhura, I Mil...,. : escravos, capilflo tenente Flix
l.ou-tnrode Cerquei.a. Dr. Mauo-I de Barros Bai-
relo ;e I escravo, Jos Mai litis do Rio, Ernesto
Basa ano de Souza Pelxo, Manuel Barbosa Alves
Ferreira, Domingo* Joa Al vea da Silva Jnior, Jos
Joaqliim de Lima. Manoel Joaquim de Souza l.eao,
Joflo'<_onrado Eademau,sua mulher e ura 'obrinho,
Dr. (.iiiz Uarle Pereira, Pedro Jos de Carvalho,
I igiii Jos de Medeiros, 1 soldado desertor,1 1 ra-
^*a de marinha.
Sefeoem para o nono : Dr. Joflo Francisco Correa
Lesll l.uiz FraneliCd Correa Leal, Abel Francisco
Corma Leal, sua mulher, I Blhaa i escravos, Rav-
uiunido Martin* de Oliveir, Jote Hoaqum Tavai'es
Beirorl, RaymundoTeixeira B-lforl Roxo, George
PalI111, Manoel dtCerqueira Luna, Joflo Severil-
11. Ilaviia, Jos Pe qneuo,: cx-pracas do tiercilo
I lilil.IM.
llospilal de caridade 2 de Janeiro ti:t dot-
les.
tes de
cripua
uniros, Paii
llamhurgo e Lisboa. Iran- secuuoo parece, acba-se deliuiiivamcnie eonstitaido.
>a'u<*"tla""."-l -arr "''''' """''" tambera] Mas peremoa ai noticias do da de amanilla; he
caocaniL ,'nL'ii",.'''"' '"'e'"3> e portngneza, al- ( muuo poiaivel que nos tragara urna nova inudanra
\i|uesl,io'iiapj|ilana'.ei>erav,i-se que seria resol-
.o uqoellas
prximo pastado.
A qiiestuile Bolcradu e
S e eslos
Iba Jai
'1 do dezeinl.ro ; de
-.------. 3UB ""iiMc1ai pelo principe .
i..l s0 '"rd P,"Be",0"i c,i,len,,oa u,"a barfloTe-ui-mneugaacha-se a' lesl a. ,
X J!!S!' Iinalmenle tiesta vimenlo, o qual he ger.lmenle altributdu a' ralria
leunijo. persuadido de que o imperador Napoleao bnlaunica.
tara resp-itar a estricta execucao do tratado de
Paris.
Cic-se quea Bussia ceder' a ilha das Serpenles,
mas que f.ra' tuto o posslvel por conservar Bolgra-
do, aoque se epporlo a Inglaterra e a Turquia.
A Patrie, tratando da reun ao do novo congresso,
exprime-se nos regulles termos:
" Os bailes de urna prxima renoiia do concresso
lem, ha alguna das, tomado certa consistencia na focar
O iiPays publica o secuinle a esle repeito :
Aniiuncia-se qoe rebenlou om movimentore-
vnluciotiario em Cefaln', pequeo porto da Siclia,
situadu uiis 00 kilmetros distante de Pa-
lermo.
O general Zoli, governador geral e romnan-
dante das tropas na Sicilia, enviou imnie liaaeule
sobre aquello ponto as Torcas necessariai par suf-
impreiisa .'.Irabceira.
1 Ignurimos anda se sao (lindados, mas devemos
noiar que -a 1 preciamente os mesmos jornaes que
nos ltimos lempos c oppozerum aa confeiencas qu--
boje fazem echo. He verdade qoe fallan), m.s nao se
consenllram. A maior parte persiste em sustentar que
sena impoltico sobmeller asqutsir.es era leticiu a
deesa.) do coosjeato. e um driles, o (Horoag-Ad-
verliser,.. pede, aules de lioulem a lord Palmersloo,
este moviinenlo, que segundo parece teto
pouca importancia
o Cefalu' be um pequeo porlo manlmn la cos-
ta do nono, cuja popularlo sobe a urnas 9.XJ0 al-
mas. 1.
A esle respeilo l-sc o secuinle 110 ...I.nial dos
Debales :
Nao temos, a' hora era que tscrevemos noticias
directas do ranvimento que rebenlou na lcilia.
de Ifpograpbiai um augmento de salario ; depoii de
algumareflevao da paite dos propnelarios, as pro-
postas dus cali-ados foram ICeelU, c tu lo acabou-
e da melbormai.eira po.sivel p ra ambas as parles.
Se o exemplo |iccar, lalvez leuhanios de ver nutras
classesd operarios l.izeu o icuaes redara irOes.
As coiiimunicacoes chegadas do vai ios pimos da
provincia s.lo salisfaclonassoh lodos os aspectos.
lalleceramduranle a semana 38 peasoas, sendo li-
vres, II homens, i mnllieres e 20 prvulos: e escra-
vos, 2 homens e I mulher.
Aniaveis habilantes de .. Flora 011 passadores
de lesla Somos cmnvosco
Al'- amanlia.
REPARTJttJAO DA POZ.ICIA
Occiirreniias do da 31 de dezembro e do dia lo
de Janeiro.
Foram presos : pila subdelecacia da freguezia de
Santo Aulouio, Ravmundu Jos de Lima, por de-
so Jen:, e a .reta eserav Ignacia, por fucida.
Pela subdelegada da Ireguezia de Jos, Lan-
reuliuu Correia de Barros Araojo, para averigu.icoes
em crime de ferimentos.
Pela suhlelacac.a da freguezia da Roa-Vista, Fran-
ciscoMarlius de Andrade. por ebrio, Joaquim Jos
da Silva, por desorden), e Jeremas Francisco Al-
ves, por insultos.
E pela da freguezia do Pojo da Panella, o pardo
esciavoJoaquim, por fueido.
t) delegado du termo de Goiatina cm ollicia de 89
de .iezeinhro lindo, r.-fero que as 7 horas da noile
ll.odo nV. '"^ "V"1""' '"'- *"* |,",i", Snhr'' ",e fM,a BWM delecado Ira-
ludod,,. neceado, nao he esse n,ei. lando <\- inil.qrar o compleme nrnr.ssr, .0-
remos lin-1111, por tin-lin. Temos um noticiado'r I ros da parle
que he ura arcos '... que fiunra
olliinhns de lin
lica a que ahell
charr-simo-noUcador li Ora, amo, |cr iima"s I nbeeim.nto da verdad.
inissiva, que ha non diai eeme -nb o pe-n de om
monarcha de bronzo e o que dclla coln-rmos de
imporlanle daremos aoanonot laiinres rom o melhor
gollo posslvel.
) Poro he semnre o mesmo porode quan-
que houvessem li-
pai te do que resultou o mesmo cri-
rnrupetenle prorassn para eo-
ti vapor imperador foi
,____.. ," .........------1no quan-i w vapor imprraaar tm norti
la rar.da.le apparece na repblica pho.phor.ea da K,o com dalas al 25, da Babia
ti pronuncio de S. Sanlidade nesla corle, secun-
do o jornal o Porluguez* aceuson em aicos i|oe
at agora niucoem desmeollo, acaba de nomrar um
vicario apostlico para lira,-aura, impondo exromii-
nhes ao cabido, se Ihe negar obediencia Ora se o
cabido, estando vaga a s, ni* liomeott vicario ca-
pitular, es.c direito devolvu-se ao arc'ebispo de
Braga, e o acto do pronuncio he atlenlaloru.
reito cannico e as llberdades da reja I
Que fara' a UlooSr. Elias da Cuiiha P.sioa.
Anda oulro facto que nanilesla bm claramente {Mi '" janell e peJindu cainisolas
.ivprelencOei da curia:II los, o ,le Anela D. Joa- | men" 1"e "a :
quim Morena do- Reis, por motivos de molealia en- a A proposito, nunca se vio m
portador de jornaes do
al 31, e de Sergw
.0reio al 2 do corrente.
leucias, aao ea eleiu-nlos que Corra no Rio qoe se acl.a nomeado secretario illa
compoem a almosphera embriagante daquelle deli- provincia do Piauhv oSr. Luir Antonio de Caro
c,ose-aco de ierra, com cas.,-, .ilio*. Igrej, bo- U-Mno CoiTeto ereonlil: '
mena, mulheres velho, e menino., todos eheioa de Ha noticia) d- Minas e de S. Paulo que adlaal
si, alegre* econtenlee, em abandono es.ucloi de Iam quanlo aoa resoltados .leoraea T
i?L'm '1"r,'Se' U eS'e '""...... WM N" '"'r""' de ,,|nl""^vem Mina., fui eleilo
1! 1 depulado o Sr. Dr. Francisco Aivs da Silva Cara.
o Ha no oro urna ca-a em que morara Ir. e pos.irraao do Sr. Dr. M.-linho Alves da S va V ra-
qualro ramillas ; al.nmas pessoas deibn .c -lum.m pos,e lUppl.ul. o Sr. Pedro Jos Julio de Vraujo
dirigirchurasa qoem Ihe. piase pala porta, e o V.anna. A ,nuju
mesmo f-zen. quando aneonlram algara velho. lera No errlo de Mogvmirim'e Franca, em S ".nlo
respeitarem nem id.de, nem pos.cSo, e o que mais lo. aleito riepeudo o Sr. Dr. Ant mi ,1,1 cVi-, 1", '
admira he, que sej4 ,sl pr.lieado pelo...... Sanio, lo. he suppl-nle o Sr. Dr. Sauza Frer .
Cnsine .Jbellu sexo... o bello laxo que por sua nalu- Sal.iraa para esl^ porto :
cas e mimos, fesla
ipiniues com mais ou menos habilidade.e esta nao se-
ria a primeira vez.
o Seria necessario qoe liveaaem sempre mantillo a
niesma liuguagein a respeilo da *ecnpaclo. Lem-
hrarao-no! perfeitamenle que se admiiavam, ha al-
cuiis mezes, da Icnlidflo que havia da parle da Aus-
tria ero retirar as sois Iropas dos principados, e po-
deriamos mesrao citir os seus arligos era que se lan-
cavam fortes suspeilai sobre a boa voulade desla po-
tencia. Nesla poca, conheciam-se porem as pre-
tenees da Russia sobre o Bolgrad. e ilha das Ser-
pentcs ; as mfliculdades cumecaram ; imprensa
ingteza nao pode pois alegar que a stluacao uflo (osse
a inesn.a.
A poisihilidade de um conlliclo existia, e apezar
disto nni:;u. ni pensav 1 em recular as questes .us-
cnadas p-lo cabinele de S. Petershurao a respeilo da
condicflo siiie i/ua non, da evacuarlo complela do
territorio, otlomauo. Sargo tcitamente remedidas
aocongresso para resolver.
l).rsc-ha que esla nao he a opiniao do gabine-
te de Londres'.' Sabemos que ha urna dislincrn a
eslabelecer entre o governo e os jornaes iuclezes*; us
rcenles ataques da parle desla coutra a Franca nos
deixa em lodo o caso desconfiar disso ; mas estamos
aulonsados a pausar que o goveroo ingle/, parlilha-
va a opiniao da irapreusa a respeilo da iiiaxplicavel
demora di Austria, esobre necessidada de evacuar
o mais promptaiuenle poss.vel, conforme as estipa-
laces do Irolaito de Pars lodos os pouloi oceupados
durante a guerra. Elle mesmo leu o exemplo apres-
aando a retirad* dos seus soldados e das suas forcjii
ihv.'.i'-. Nesta poca nao se poda prever as neces-i-
dades que podessen) occrrer.es.se aggravassem,
exigir urna loloeju) da parle de um novo congresso.
Fo< mais larde que recA>nsideiou ; que leve a ideia de
lazer oceupar a mar Negro, porque o grosso da sua
e-quadra o havia abaudonedo, e sobsliluir tambera a
soa actao individual a decalo colledva das poten-
cias inleressadai. Qual Toi a causa de desr. nlianra
que den lugar a esla medida coersiva para com'a
Russia, lie intil indagar.
Julgamos ler deniouslrado que a oceupaeflo nao
era una sulurflo. o que ella deixava as cousas indcli-
Bidamento suspensas ludo quanlo podemos espe-
rar boje, he que o gabinete de Londres teuha cora-
prehendido a inulilidade e mesmo os perigos desla
dilacao armada e renuncie a approvacao de referir
ao nico juiz competente as acluaes* dillicol lados,
islo he, ao congresso. A Enropa nflo ve nem acei-
ta oulro meio de lermnar esla long. queslflo do
Oriente, tao eslranhamente concentrada boje no
Bolgrad e ilha das Ser peni !
Urna vez que se consiga a adhesflo do governo
mglez as novas conferencias, nao lia a receiar que o
gabinete de Vienna demore a sua. Menos de que
qualquer oulra pudenda a Austria Auple fa/er
objeeso, e nao compreheo leaos mesmo que ella se
leuha recusado al boje, t luamlu a guerra eslava
inminente, irflo fui ella, pura a preveulr, que pro-
vcala ai primeirai confeiencias ?
Depois dos resultados desla tentativa, nflo foi
anda ella quem cora o maior iuleresse procurou sus-
pender as liuslili.ladei ?
Eralim, nflo foi a Austria que propoz e fez ac-
ceilar .1 Russia os p'eiiminires da ruu a quo r
viramde bases ao tratado da Paris'.'
Neate itumenso conflieto armado, apenas se a-
presenlju para as nec.iciac.oos ; e preseiilemenle que
a paz, ssignada ha eila mezes, parece suspensa por
duas qnesles secundarias, uflo qaereria ella discu-
tir !
o Nincuera de cerlo o acredilaria porque sea
Austria persistisse em oppor-sea reuniflo do concres-
so, lornava-se enlflo manifest que a queslao do Bol-
grad e da ilha das Serpenles nao era a causa, mas
sim o prolexto, da -ua orco laro...
O Jornal do Cummercio de Lisboa publica o
seguinte:!
l'rauscrevemos da Cazctla de Trieste, o o se-
guinte texto completo da nula idntica que os emba-
xadores da Franca e Russia dirigirn a Resclud-
Pacha :
11 S. M. o imperador, meu augusto amo, hoave
po. bom ordeuar-me que pedisse a soa excedencia o
giao-visir eiplicaces caln;gorics acercados seT
guiulus pontos:
u 1. Pelo que diz rcspeiti a ruclilirarao .la fron-
tetta de Bessaralna. Acaso conseule a Porta em
que a sulncao das dillicul.lades que eiislem a esle
respeilo seja confiada as tooferenciss que devein
abrir-se em Paris, ou antes estara' ella dlsposla a
aplanar eslas difliculdades ranunci.udo ai uas pre-
lem.s sobre Bolgrad a favor da Russia, ao passo que
a Russia a Frauda Ibes ca animara a posse di uni-
tiva da ilha das Serpenles e do della do Dauubio.
o Pelo diz respeito a ocupaca? permanente dos
principados. Acaso nao ve a Poria nesla oceupaelo
uraa violadla da letra c do seulido do arligo,'II do
tratado de Paris'! Acaso nao se loma esla violceo
duplamenleevidciilc pelrcoolradicaoque eiisle en-
tre o facto da oicufacflo penuaoeule dos pnuci, a-
dos pelas forras mihlares, e entre a linguacera que
o cur.de de Bu ,1 fez ouvir 1 a- cunferenciai".'
3. Pelo que diz respailo a presenca da esqoadra
Ingleu no Bosphoic e no nar Negro."
o nlo a considera a Porta como sendo contraria
a coiiveurflo do ola 13de n.aio de IS, segundo a
qual um prazo de li mezes, a omecar do da da
lioca das ralilicar.es do Iratado de Paris fot lixado
para a evacuncao lo territi rio otiumano por lodas
as forras da luglalerra, de Frauga e da Sardenha'!
Acaro nao ve all jni ohslaculu para a evecur.i da
convenci relativa aos cslieilos que devia ser posla
em vicor a comecar do dia 28 de outnbro?
o i. Pelo que loca a Itorgaoliaca* dos principa-
dos.
" He a Poila de opiniao que os divam e.d hoco
podeiflu proiiunciar-se em plena liberdade, a favor
da uniflo lerriloriai e administrativa dos principados,
se acaso ama tai apile se conforma com os habiian-
les da Valarhia e da Moldavia'.'
1 L'm lal voto, se o concresso do Paris o lontaaM
seria comlderaflo, enconlrara dlnlruldades por
par., da Porla na sua qu.lidade de potencia solie-
ran? r
o Roga-seaS. Exc. o grflo vzir qoeira explicar-
se o mais breve pouivel, e de um modo calhecori-
co, a respeilo deslas quesli-es, des quaes, por cerlo,
nao desconheccra' a alta importancia as prsenles
circumstancias.
1 Thi>ucencl./lo?tleitifff. o
O conejo di. Vieuna Ironxe esla mauhfla car-
tai Je CauslauliDopla de 21 de nov.mhro, posterio-
res por consegrante de om dia is que se esperara
pelo paquete din Meesageriu irapeiiaei, o qual an-
da nao rhegoa.
o ifluda s nao dera soloc,3o a' divergencia com a
embalsada de Franca, .cerca das queiles dirigida!
a' Porta pelo eir.haixadi r, conrcrnenles a' occupac/iu
dos piincipadi pelai tropas auslriac.s e a preseut;.
no mar Negr* de urna esquadra inglesa. Mr.
lhouveiiel achira a re-posta da Porta concebida em
termos demasiado.vagos, e recusara aceila-la. De-
via rennir-se nm ronselho de minislros, afim de no-
vamenle se deliberar sobre o sentido e a redarrflo
da nma respn.ia definiliva que devia aec provavid-
mente tambem dirigida ao minslru .la'Hu-1.1, por
ler apresenladn nma nula denlica a'i observaros
da erabaixada do Franca.
( As inesmas correspondencia* fallara da nomea-
eflo do cx-grao vzir, Mouslapl i-l'.cha, nao como
imples ministro sem paila, mas como presidente
do ronselho de Tanzimat, < que he ura dos pn-
mi'iros poslM do imperto, o
Lis qual era. em 21 denoveml.ro, a eontpeaolo
do minisleiio lurco '
rcirflo da Palermo pule 11 i-lr.ir eslas itaquitiacOes,
e seria mu possivel que o nbrigasse a renunciar a
essa Sicilia que servio por mais do una vez de re-
fucio .os Bourbons de aples. ..
Por emquanto, accrescenla o Joirnal des Dba-
les.n nada confirma a esperanca eiprimida pelo jor-
nal inglez, e o re de aples, s-gundu parece, ani-
da nao abaudonou a Sicilia.
' F^spalhavam-se proclamaroes em aples, par-
ticularmente no etercno.
r. Espera-se lirar partido do ciume que nalural-
menle inspira aos soldados uapoliUnos a preferen-
cia e a conlianra concdala aos soldados lUMOI.a
O ojourual des Dbstso faz as secuiutes conside-
racoes sobre a imurre rao da Cefalo :
< Como todos aaliem, Cefalu'be urna cidade de
12,0110 baliiaiiies. situada a burda do mar (la' do
norte,) sobre ;. estrada de Messina a Palermo e a 60
kilmetros de distancia desla ultima cidade. A s-
1 u.r... geographicit de Cefalu', nao se pote porten-
to, considerar um ponto de mui seria resistencia por
parle da iusurreica1), nao s Ulvez porque possa ser
directamente atacada pelas forcas napolitanas expe-
didas por mar, mas pelo motivo de estar tituada
sobre una estrada accessivel a lodas a? armas, e por
onde avanc,ariara fcilmente as tropa, vionas de
Messina, l.a-e quasi tortada das operaras militares
do rei^ de aples na Sicilia. A iusurreit;o em
Cefalu's poderla ler alcuma impurlaiicia.se aca-
so servisse de pnslo avanzado aos insurgentes que se
houvessem apoderado de Palermo, o que anda nao
leve locar.
Um jornal inglez, o Standar!,o da' urna noticia
que reproducimos sob toda a reserva : annuneta que
tiirgenti se revollou. Uirgenli, Iflo couhecida por
tolos aquelles que vtsilaiam as anliguidades da Si-
cilia, dista apenas alguns kilomalros das costas do
do mar, dolado sul.
Conla uns 17,000 a 18,000 habilantes, e mais
de 100 kilmetros a separara de Palermo. He a
caliega d dislrictn de uraa das sele intendencias
que serveni de divi-r.es adniinislralivas a Sicilia. He
aqui que a insuireic,flo tarta mais securanca. Gir-
genli uao se acha, como Cefalu' e l'aleruio, 'sobie a
estrada) militar dea Napolitanos, eaa esta parte da
Sicilia nflo olivesse guarnecida com um numero suf-
licienle de tropas, os reforcis ah checariairt mais
itiflictlmcnle. lie ue esperar, comludo, que este
boato se nao coulirme, e qoe n sangue nflo corra so-
bre esle poni. De reslo, julgainus que as forcas
napolitanas actualmente na Sicilia, bem como aquel-
las que alli forera expedidas, farflo o seu dever. O
soldado suisio mostia-se sempre bravo e fiel, e o
exercilo napolitano pelo facto de animosidades Ira-
diccionacs, val anda mais na Sicilia do que em ou-
lra qualquer paile. iju.-uin ao re de aples, pa-
rece que lenciona coufiar a dtrecclo de lodasas
operaees militares ao mais perito ollicial do seu
reino, quero dizer ao ganeral Ftlancieri.o
O exercilo napolitano he presenloineule avadado
era loo rail homens, todos dizem que animados de
ura forte sentimeulo de lilelidade ao re.
Nflo obstante isso, corre o boato de qoe um solda-
do ferira o soberano, dando-lhe nma baionetada na
occasiao em que paisava revista s tropas, sendo lo-
ao prosa o mui mal.*!** ,'dos seus conipauhelros.
Entretanto que o re de Nap.des rafe assim arae-
at;ado, ja lelos eslranceiros, jii pelos seus proprius
sabdilo.., e isso eiu seu paiz natal, u imperador da
Auslria he recebiJo na Italia com extrema benevo-
lencia.
Eis o que escrevem de Turin a a Patria sobre
este amanslo
Ao passo que uma corte se va formando era
Nizza em redor da czarina, e que sera' dentro em
pouco augmentada com o cortejo de S. M. Vctor
Manoel, o qual devera'all aciiar se no da 15 de
dezembro, llavera' era Veueza oulra corle nao me-
nos brilhaule em redor do imperador e da impera-
Iriz da Austria, para cujo esplendor nada se poopa.
(Sabemos qoe o principe de Montenegro all as-
IRltira' com a princeza sua espoza, filha da m ne-
gociante de Trieste. Ira' cumprimeutar o impera-
dor e interessa-lo,se he possivel, a sua posicao.
O grao-duque de Toscaua, com seu Glho e soa
mira, a princeza Atina de Saxonia, hilo de acompa-
nhar de Vienna a \ en.va o imperador Francisco
Jos. Numerosos principes allemAes farflo parle
desla viagem. Mas de lodos estes personagens, o
mais digno de >l(cnc,ao sera' o priuipe das Cala-
brias.
Aa(leti(ao publica fila-se ueste momento sobre
elle, porque posto que o re de aples nao esleja
disposto a abdicar, lodavia ha as vezes momeulos
de desanimo era que esle meio de sahir do embara-
ce Ihe nflo repnena de todo.
Infelizmente porm, o principe das Calabrias nflo
he filho da r.inha reinante ; he o nico ftlho que
resta a Fernando do seu priroeiio casamento com
Chriilina de Sahoia.
O re leves lilhos da arebduqueza Thereza,
sua segunda mulher, 4 phncipes e 1 princeza, nesle
momento a rainha acaba di dar a luz um novo
principe.
A abdicaeflo do re a favor do herdeiro ligilimo
o principe das Calabrias, seria osignal de orna ali-
cea com o Pie motile, alliauca com o Piemonle que
ja lem aqui em Toain partidario! ; mas natural-
mente a rainha sendo auitriaca, oppe-sea uma lal
olUQlo das dilliculdades.il
Ctiegandu a \eneza, o imperador assignalou o an-
niversario da sua elevarlo ao Ihrono, em 2 de de-
zembro, par um acfo de alia clemencia.
Sel-nla coiidemti.dospolilicoi Hllanos foram am-
nyiliados, levanlando-s. lambem o sequeslro para
todos os refugiados.
L-se ua Opinione de Turin de 2S de novem-
bro :
o Recebemos do Milla, e por 0111 canal de ordina-
rio bem informado, as seguitiles noticias acerca da
amnjstia que o imperador esla' a ponto de conceder
poroccasiao da sua viacem a' Italia.
o Eslahelceer-se-lia duas catheeonas para as pes-
soas que eslAo presa, quer sejam aecusadas, quer
sejam condemnadas.
'< Dos aecu-ados, pnr-se-hao em liberdade aquel-
les, contra os quaes nao existen) provas sufficienles ;
quanlo aos oulros, pronuuciar-se-ha immediala-
mente o julgamenlo ; he provavel que se abran,le o
rigor. Onanln aos qoe eslflo condemnados, perdoar-
se-Ihes-ha o resto da pena.
o Relativamente aos emigra los polilicoi, ordenar-
se-ha o seguinle : Aquelfes enjos lien- foram se-
queslrados, e que liverem pedida o levanlamenlo de
sequeslro nos termos da ultima circular, que loda-
via permanecen sempre no secredo, seiflo reintegra-
dos na plena posse dos seus bens, salvo a approva-
eflo sem condicoes, lauli por si como pelos seus des-
ccudeiiles, da apresenlarflo de conlas e a tdininis-
Irarflo da commiis.io dos leqaeMroi,
Aquellos que depois do dia :ll de dezembro de
1856, nao liverem pedido o levanlamenlo do seques-
lro serao aulotisados a oomearcm um administrador
dos sus bens situados ne. estados de S. M. o impo-
rador da Auslua, com lauto que esse administrador
seja approv.do pelo coveruo austraco, o qual se re-
serva o dieeilo de intervir na administraran todas as
veze que julgar rniiv.nienle viciar o ampngo dos
reodimeiitos para estes emigrado.
i Todos os emigrados que nn fim do anno de lid;
nao liverem pedido ou olilidn a orar de re^re.sa-
rem livremente ao seu paiz, 011 que nao liverem
unificado os motivos da eonlinuacan da su. ausen-
cia serAn bandos pata sempre do imperio da Am-
ina.
O cavalleiro lienrique M.irlinho Cigala, coronel
de cavallaiia, ajudaiile de campo de S. .11. o rei de
1 i) impera tor o a mperatrll foram recehili.s
em Venes. plu marechal Kadlzkl, e o carde.il Va-
le Preha sabio de Bolonha para se Ibes reunir...
Olanlo a quesillo se Meul'chatel, pirece-nos dilli-
cil 11 aecordo ende as parles tuleressadas:
O rei da Prussia, apoiado pela coufederarflo cer-
n Mura, terlama o seu dircilo a' sobera.ua daquelle
canto e a Suissa oppe-s* a isso maniendo a e-la.lo
actual. _
Referindo-se ao mivimenlo 'evolucionarlo nlli
111 menle occorrilo no canU*. re en"Ua falla na
hertura da Dieta nacin* exprime-se nos leguiules
lerino. :
o Do.o.-,-1 inri. 1- re, os ltimos acoatecimenlos que se pas.a*am no
meu principad^ilo Neofchalel, onde o conlliclo
anida penden*: tle ISiS entre o meu direito iueon-
leslavel e ina lolucAu positiva levou paludarios liis
a pcaris* em armas. As potencias europeas reco-
niiecM.iui a moderaclo com qoe, desdo ha, mudos
anuos tenho tratado a questfl.. 110 iuleresse da paz
aeral. E acore em consequencia d'esles ltimos con-
ftelo", que eu lameiilu. acora que a coul-derarflo
germnica, por uma rcenle e uuauime decisao, deu '
uraa nova forca aos meos irrecusaveis direilos, o
man deaejo he ude provocar uraa solucao couforrae a
dicnidade da miiiha coioa, pondo-me de aecordo
com as potencias europeas.
ti lodavia nlo consentir!, nao posso conseulir qoe
a luitiha loncanimidade se lome uma arma cunda
os raeus propnos direilos. Ao passo qu. o meu povo
pode e>lar convencido de que eu ni* desisto do
evame dos meus devens, e da conciliacalo das mi-
nhas lelaroei com a Europa, do mesmo! modo clou
plenaineiilc convencido que se as crcumslanras o
eiieissem, o povo prool.no leslemunharia a sua li-
delidade e dedicacAo pela honra da rainha coroa,
com uma energa a luda a prova.
\ Suissa de sua paite raandou ura enviado seu a
Pars para explicar ao imperador Napoleao os fun-
damentos do direito que Ihe assile nesle negocio.
Parte da impiensa inri ./a apoia a Suissa e acon-
selha-lhc que sujeue ja a julgamenlo os individuos
cornproineltidos cuja soltura itninediala u re da
Prussia exige.
Conliuuara na imprensa ingleza osalaques contra
o governo fmocez e a esle respeilo l-se na Patrie
0 secuinle.
A peisislencia dos jornaes iuglezes em atacar a
1 r.ui ja. lem sugeerido ao nConstitutioniiel novas re-
llesoes lo moderadas ua formula como justas na es-
sencia. Faz notar que se essas violencias e biavalas
nada produziram sobre a opiniao publica em Ingla-
terra, produzero cora ludo era Franca um terrivel
elleilo. N'esle lado do estreilo. nflo temos anda com-
prehen.lilo como se pode insultar uma ua^ao adiada,
protestando que se conserva a seu respeilo as mais
benvolas disposicoes.
lemos a rraqnezi de acreditar que o melhor meio
de maoler e forlilirar a .lli.ne. dos dous povos, he
evitar cuidadosamente ludo quanlo prssa fenr as
suas ju-las susceptibilidades. A imprensa francea
nao courebe de oulra maue.ra os seus deveres para
com a Inglaterra e seu governo. Sera' isto Iraqueza
de espirito, ou embararoi poslos a sua liberdade '.'
Sobre esle ultimo pomo o Constiluliuunel," fornece
s secuinles evolicacoes, que recomiuenJamos ao
linieso e ao iMorniiia, Poseo
Os jornaes iuglezes aosiriacos dizem que os
jornaes francezes nflo gozam de iieuhuma liberdade;
que os seus arlicus eslflo sujeilos ao conveniente
exorne de uma commissAu de censura ; euilira que
u'elles se uflo publica cousa alguina sen) que essa
comraissao o .pprove. Anda nao he ludo ; a im-
preusa eslransetra engaa o publico, que se engaua
a si propria cora esle fado ; os jornaes em F'raura,
nao estilo sujeilos a censura, nao commumeam es
seos ardaos a nenlium agente da aoloridade.
" O ministro do interior nflo exerce sobre os jor-
naes pblicos outia cyAo alem d'aquella que a lei
Ihe faculta, e que consiste era -poder fazer alguna
adverlencia quando atacara alcum principio funda-
menlal da eona(ilui(la do eslado. A potencia a que
se deram os differciues jornaes francezes a respeilo
dos necorios do Oriente foi por lauto completamen-
te livre. O ojourual des Desbals, e Assemblea Na-
conale e o Le Siecle ai apreseiilaram as suas opi-
niSes particulares, e avaliiram o que se passou cada
um secundo o seu ponto de visia : o poder nflo nspi
rou nem examtnuu as suas polmicas. Nflo ser orna
inconsequcucia extravagante lomar ell'ecltvamaute
respou'aveis o governo e os partidos/
Na Belcica arada r.flo linha sido concluida adis-
cussflo da reiposla a ralla do Ihionu, a qoal tem si-
do mui animada, prinripalmenle no arligo liberdade
de rnsiiio, dando causa a isso o ler sido ltimamente
reprehendido por orden) do ministro um proressor
da oniversidade de Gand, por haver publicado um
Itvro no qual alacava os dogmas da rebgiflo cu-
llioliea.
A coinmis'flo respcrliva composta era soa mate-
ria de memhros direila, modcia.*T-, opprovou o
pro -e.lmenlo .lo p.,"iarr-, uecl.r.ndo mesmo que
lizer. r-^e nem ; os oradores da esquerda, porem,
c?nsiirjm-no, rundados na liberdade que a conslt-
toieflo oulorca e garante.
(1 .loiim.ii des Dbala* dando conla lesla dis-
cnisao, diz que a queslao lem sido levada a termos
absolutos que toriiam mui dlfficil sua sulueflo ; por-
que se de um.1 parlo he inconleslavel que o'professor
que ensina em uume do eslado, he protegido
pelo principio de liberdade consagrado pela cmi
i-l ii ... da oulra he evidente que .sa liberda-
de nflo pude ser limitada e que o eslado tem o di-
reito,mesmo a ubncac,ao de vigiar o exerccio no iu-
leresse da ordem publica e social, da moral e da
religi.lo professada pela maioria do paiz.
Das frouleiras na Romana, em 17 danovembio,
escrevem o secuinle a Independencia Ilelya :
it Os differeules rorpua de tropas austracas que
linda oecipavaiii algumas cdades aa Romana, re-
tiraran) para B0I011I1 : foram substitu.las un Rim-
111. Raveuna, lurli, Ceaena, Fauoza e Imniola pelos
suissos e pelas tropas indgenas do papa ; as oulras
tropas que orcupavam Pesaro, Fano, Sinigaclia, etc.,
rcliraram-se para Ancana. A' excepeo de um pe-
quen* jiun.ero de tropas que passar'am o P e en-
tran m naprovinci,is venesiiauas, as tropas austra-
cas de oecopacalo dos estados pontificios, concenlra-
ram-se em Bolouha a Ancona, sem contar a fortale-
za de Ferrara que a Auslria oceupa desde 1815.
As Iropas francezas do seu lado oceupam lem-
pre Roma c Civlla-Vecchia. Receheram ha pouco
nm novo commandantc em chefe, o geucial de
Govon, em suhsliintcflo do general Monlreal, o
qual pardo de Roma no dia 1.') para Franja Todo
prova que a evacuacflu total das Irop.s eslrangeiras,
que devia ler lucar no raez de outubro pissado, es-
ta' anda dilTeiicla para una poca indeterminada,
porque se torna qoasi impossivel a' corle de Roma
o formar um exercilo suflicieule para conler as po-
pu|ac,oe< descontentes e cujos votos nunca foram al-
lendidos.
o No dia 2 i calliolica da coite da Savunia, o casamenlo do giflo
duque herdeiro da Toscana com a princeza Anna de
Saxonia, assisliudo a corle, o grflo-doque reiuanle
de Toscana, o duque reinante de Saxonia Altera-
h mrg e S. A. u principe herdeiro lienrique XIV de
Reuss. A bencau nupcial fui dada pelo hispo de
Leootopolis.
A ramha de luglalerra liavia deixado o palacio de
Wiudsor e achava-se em Osbornv, onde brevemen-
te se esperava que dara a luz mais um principe ou
uma piinceza.
O principe real da-Prussia, que se arda contrata-
do para casar com a princeza real lilha da rainha
Viciara, deixara lambem o caslello de Wiudsor e
seguir para Pan onde passara' alguna dias com o
imperador Napoleao que para isso o convidan.
O parlamenlo Inglez foi novomenle adiado, sendo
la abertura lixada para o dia 3 de fevereiro prxi-
mo 11I111 o.
Diversas explicarnos dao-se a esses repelidos adia-
mcnlos. I 11- ftHegaram que sao devidos as ques-
loes pendentes ende a Inglaterra. aples e Ronda,
oulros poim d.to-lhes por causas gravesUprojeclos
liuiinceiros que o ministerio preleule sobmetter a
consideraban do parlainento e que ainda nflo eslao
concluidos.
Eulrelaulo correm boatos de que o gabinale sera
modificado.
A lle.p.nh ainda nflo acha fe soregada.
Diversos moviiiienlii. revolucionarios lem liio lu-
gar uas provincias, chocando alguns ao poni de
proclamaren! a repblica, felizmente porm lodos
lem sido supprimi io'. O governo continua n. obra
que se propoz. Ouasi toda, as med las adoptadas
pelo galiuisie transado, lera sido revogadas. Os bis-
fos que protestaran) contra a lei de desamurlisac,Ao,
lera sido reintegrado, era so, sedes e elogiados.
Em Porlucal parece que o ministerio lera' modi-
ficado. A maioria dos depala us eleilos Ihe he ad-
versa. F"alla-se em urna ilissnlucao, mas cre-se que
11 rei nflo consentir' em lal, visto ser esla a primei-
ra eleicflu que tem lugar era eu remado.
as cartas de nossos correspondentes achirlo os
leilores mais partieulaiidades sobre os fados que
den aun.- referido..
O I anco de Inglaterra havia ah.ivado o descinto
de 7 a t> l|2 por rento.
LI
Ali-Pacha. ei-grlo visir, ministro dos negocios S'rden.hni 'ncarrecado dei.tna mi-sao especial, che-
ealrangeiroa; ^Ji- Jcon a %enza, vmdo de Millo. Eis-.qui a exada
Mouslapha-Parha. oi-crAo vizir. ftiolslio sem j;*'"'1' "" '" viagera : esta' cora oulros of-
rni deven, ser o sev da moderadlo e honeslida- Do Rio, a 21. a burea sueca BUfaheU
de. Ora, digam-no-, sera um qoadrn ,|g0 de Da Babia a 2I. o briene suec ;.',,-,
ver-se. du-s u tres moemhas com as boceas escan- Checaram, procedente! d.,s,e oorto
caradas a iirein-e como tonca', porverem uma sua Ao Rio. a 22. o vapor /Wt.t e 1'>! n
comp.irheira que nlo esleja la' muitn apurada na dinamarquez Cnurrlf '
mola, uu ura aoeilo j corcovado '. Sera' mallo de- A Baha, a 2.
brigue
au di- c" usitana., ** eammbo, e que qoasi sempre se compadece de Acbam-M yf'J. ar e,
I "T.Sa*-*!7r. ? pelo, por- ; patacho Ita.ESE., 'a ,n
por-
eerla-
tacho lisperanra, a 57, vapor
"andel Leplojr.
esle porlo, na Baha o
paladn /. Ilfrara, e a sumaca lortencia.
De 5*jpe e Macei nada ha digno de meiu-flo.
ann6 alcum an-
leu.leii dever renunciar as mAos de S. M. o bis- lenor, tanta gente de mo femiulno 1.0 PocV'e ~-
3.rr.i-?r: ,-'"'JS"'"'S'." T,e lh" f"' a^c'.".eeoJo I mu onde esla'ella eslao > prazer e'a '
-**w ****-
decreto foi ja' publicado nn .-Diario do Governo.icaCa canto ha nm piano, om vfoMo,
Pelo vapor / Tamar a entrado d. Soothampton
' 'JX com escala por i.isbo,, Madeira, TenerilTe a S. Vi-
uma fla
pasta e memhro^loj.ff.TTOo if*E*-iado ;
Biza-_Pas-r: ministro da cuerra ;
\essTf-Pachi, e\-ginerl em chefe do exercilo
c"e Ivars, ccneral em cliefo da Guarda imperial ;
E Darhhor R.'schild-Parha, general em chefe do
ex.-rrilu de Ci>nslantin-,pla.
Le-ae no ilfonsYaar
o C-.nstanlinopla, 21. de novembro.
lElliein-paclii fui ni me.nlo ministro ilns negocios
eslranceiros. Ad-piclia'e Fuad pacha'foram Ho-
rneados ministros sem pasta.
A esta noticia fez o Journal desPebnt'* seguio-
lea e breves reflexes.
As noticia! que mi- cliecam de Constanlinopla -
cerea da recnnsliluic) do ministerio otlomauo sflo
cada vez mais sorprendentes. Segundo u quo ...1.1
manila.1 se lia no Mnnilenr. Aali aahira do rainis-
lerio que presidir para fazer parle do novo cabine-
le na <|ii..h.la.l' de ministro dos necocios eslrangei-
It, e leudo sabido dous dias depois, acaba de ahi
enlrar segunda vez roiini minslru s.m pasla. O an-
ligo ministro dos negocios estrang.irns, Fuad narha,
lambem he nomeado minislro ern pasla. 'Final
rrenle he Elhera-parha que se encarreca da pasla
ilta, I cenia, recebemos as carias de nossos corresponden- id js esttar.geires. O ministerio de Reschid-Padi
ftciaes que o ncompanham etican ecado de levar uraa
Condecorarlo que o nosso augusto soberano ovia ao
v ice rei do Ecvplo. De Veneza dirigir-ie-Ri a Tri-
este, onde elle .devora' embarcar para o Egyplo.
'i Temos i.lguns pormenores sobie a chegsda de
SS.ll.II a Veneza. O navio a cujo bordo ae aca'avam
os Bqgaslo. vi.jahles enrallinu na embocador: das
Untlo, e s .1 muilu rusto he que pode ier posto a
uado. N-.praca de S. Marco, havia alguns cuito-
sos. No lh..alIU ,,., fanine, aonde SS. MM. roan
a noile, so >* ....uiarrs e eslcugeirot; uolava-
se peio menos ejote a vinte e cinco camarote, va-
sios. 1.
Acerca do desen-harqu. em Veneza do imperador
eiraperair.zda Au:lrjai |cs8 ua Cazeta de Ve
neia n o seguinle :
o SS. MM. dignarbm-** descer do navio, i>-e f"
lizmeuie as con luzira >iP |,,^.|M .M, g$ en>arcrem
. bordo da gndola para e,(e |im ,.epar-,J- A Ga-
z-la Ollicial de Veneza n a> leu lado : Trieste
v rom profunda tristeza M|,. das suas muralhas os
seus queridos soberanos, ,.>rrm ella Consola-se .10
penar qu. SS. MM. 'emorarao por algum Ins-
tantes em Veneza. io* ir-,,.a. n qu.l tem a vento-
ra da contemplar o sembiaue, etc.
dras : meu lim he orgauisar-se uma .ppwtllil,
quer ao coverno geral, quer au provincial, qoe pos-
sa ser atiendida era mas rrclaiiiarOes e aspirar su-
bir ao poder, i que lem direila, pan covernar t.
r* : "' I '" p"is aceitar uma iltscusflo, que nc-
cessanainenle ha de azedar os animo*, e produzr
os eireitos, quo eu procuro cuidadosamente evilar.
A queslao que me oceup. hese o partido libe-
ral em Pernaiiibuco vai l.,m u P,\ se d.tt rul(_
tuiuar do modo porque se arha ori:aniado, e c. m a
linguagcm, que a folhi, qae se diz o *rga* do per.
Ttdu, lem aduplado, ou se cumpie irlotn.ar o que
ha, e rom o arrordu de nossos ainicos, e homens m,
parlantes do partido e>labelerer--e oulra ordem oe
cooms etc.
Se o Sr. Dr. Faflora, aquem considero, rulen.le
qne vamos mal, que cjmpre reorcanisar o partido,
chamar para seu gremio luda as inlflligcnria, in-
das a* aspir-cors, lodos os homens de pre limo, e\.
cludos apenas os ralos, e l.m.ndo a folha. orsa'o do
partido, o carcter, qoe Ihe deve ler piopiio elr
abraremo-no., e cora firme. 1 e lealdade v..p,s
Ir.ilar, com lodos os nossos rateos, de-sa tmpreza
Iflo til, se nao necessaria.
Nincuem o qoer arredar, niiiguem Ihe quer lo-
mar uro dos locares, que Ihe cali* 110 partido, aja*
se ao contrario emende, que o parlido vai muito
bem, que o Liberal l'ernambucano desenipenh. op
titnamenle o papel defulha urcao do parlido- ,
enlflo 'consiiila, que eu, e ns ineus amigos, c o-
praeiroa ou I beraes, que nao appro.am u na modo
ae pensar, datemos cora dedicarlo de promover a
reorcmisac/io do parlido, do molo, poique com
pretendemos, que elle poje ser ulil .1 provincia e
ao imperio.
Nos nao queremos lazer om. dcfl*edoou ditieflo
no parlido ; sabemos minio bem que isso .en. d.r
cando do causa aos i/untiiru's 00 canterc*dorer, cu-
jas ideas nao qacremos, e aquem estamos em ana.
sieflo ; mas lambem nao no, pode con.ir, e era ao
paiz, que a opposicflo era Peroamboco .e arhe, as-
sim como esta', tao desnaturada, lio eiifraqocida
e limitada, uceupados alcum de seus mriobros em
tratar antes de vngar offens.s proprias. do qot de
defender o parlidu. Se o que eu quero be roao, se
esloo em erro, o publico sensato e desapaisonarin
que me cundemne.
Entretanto uao posso deixar de rexpcmler a' al -
ins dos tpicos do cammonirado do Sr. Dr. Feilo-
: um delles he aquello, era qoe repava ler eu
procurado o oroj o/firitl para expender as mi-
nbas ideas, sendo qoe o Librala. 1270, de 2 do
rrenle, em um artigo de fundo, qoe he sem du-
la do proprio puuho do Sr. Dr. Fetoza, suppoo.
er mesmo. e propalla, qae esse mea proceder he
filho de pedidos do Sr. coiuetheiro Sergio, que le-
canla as nios pa'a o partidopnueiro, e pede .1
um do< piitri-.ii- .'.-i< de.** partido um auxilio o
outro he sobre documentos, qoe. diz o 8r. Dr. Fei-
loza, possuo de meu proprio punhn, qa-los du-
" linar.
Ao primeiro ponto s lenho dizer, que a insina-
.10, ou o quer que seja, que para desconceiloar-me
procura f-zer o Sr. Dr. Pilla, he lio desleal, 11.,
prfida, tao otTensiv. de roinha hoora e do meo ca-
rcter, qae .prudencia manda que lli'a ole re. 1 on-
da. O Diario de Pernainhaen raerbe ccmmuuira-
1vk e1c"rrp,P0'"l",uc'" "e tolo o mundo, uflo he
rolh de partido, c recebeu o meu commumea I...
porque a nflo ser elle quem publicaste 1 miul.as
tde... ellas ficariam sem publicaclo, viMo como..
/.itii-rat por cedo as uflo publicara.
Ouanlo aos documentos, quesera dovid. to ca -
tas adieos meus do lempo da revotarlo de 184! un
de quando eslava em Femando ou preio no Brum.
OPOCI de reaccao, e toda excepcional, mu lo diversa
da era qu h..je nos adiamos, pode o Sr. Dr. Feuo-
za apresenla-los lo los e qoam.i ve/es qui/.er, e se
Ihe faltar alcum mais pode, qoereudo, tirar por cer-
tidlo do cartono do Sr Alh.ide, onde deve p.rar o
processo de rebelliflo. qoe contra mim e meo. mi
gos e r.ompanheiros de iuforiunio rdra feilo pelo
chefe de polica daquella poca.
Ouasquer que teoham sido os nosso* erro, elle.
nflo podem ser motivos para que llenemos de coi
dar do bem do partido e conlinoemet ua mucha.
errada em qne vamos. Esse emperr nem honra a
inlelltceiicia do poltico, nem satisfaz o corarlo do
patriota. Nenlium hornera, porm.is sabio qui teja,
deixa de modar de parecer, quando razio, a pru-
dencia e as couventenciai assim o acontelham. O
parlido uAo he uma e.taina, qoe vive nnmobil, nlo
he um hornera imprudente e leimnso. que por -en
proprio goslo muitai vezes se prtcipil. e pero* : n.lo,
o partido lem sampre um fim, mas pira consegu-lo
varia as vezes no emprego dos meos.
Ao terminar esle artigo cu devo dizer, que recor-
r ao prelo para fazer expolelo conslaote do /lio-
ro de Periwmburo de .10 de dezembro, depois qae.
tendo meenl-nJidocomalcuosdoshonrado*menibr
da ,,....;nn no Liberal Pernamkucumi, .,-0 m ped
uraa reuniAocamarana para traannos desle .is-in- 1
lo, elles ni nlo deram, aisira como ola me derau
esposla alguma, raetmo passados .Igans dias, au
que eu Ins propuz, sendo que eonvocaram o si
ronselho director p.ra Ir.tar do progr.roma, f
dever. dirigir o parlido, ooraule o anno nove., sen.
ao menos me convidaren) para ea assistir e-sa reu-
niflo, e expender as minlias ideas. Por lano creio
que proced em recra e como uro perteilo cavalleiro,
lem o ao contrario sido menos bem tratado por a-
qoelles, que nirmaram esio Conselbo, pois que, n.n
Matent* ser eu o nico depolado liberal d. Pernain-
bueo, e por lano o orgauaenuinae oalar.l Jese par-
lido na cmara etc., nflofcereci a honra de ser oe-
vi 10 e eieutido pelos nobres membros deste coute-
llto.
Nao te perauada ningoein. que en tenho valas
amDiciosas, e me quero toroai o dictador do parlidu.
niio, a experiencia de meus fado., de mu.ha vid.
passada, dos servico. que bei presi.do a esse pani-
no, ue quem fui um do poucos criadores na poca
calamitosa da I8II, quandu aiuda o Sr. Dr. I eilo
za nao er. condecido na polica.moslra, qoe quando
101 misler e o partido o exigi, eu Mcriliquei lod
mitin, postcfli, que alias er. imporlanlc, meas bens,
muiha vida, a posicflo, os bens e vid. de meos p-
renles, de luda minb. familia, e recebi a honra, qa*
por cedo ninguein iavejaride ser eondemnado a
pr.sao perpetua, e degradado para Fernando Eu o
que quero, o que pretendo, o qA ambiciono he .
e-pleudor, e a gloria do partido, he so. aoiao. e ama
direceao capaz na all.r..er tons uecesid.de, dar-
he o vencimeulo que .Inieamos. Para bao pre-
lenao promover uma reuniflo de lodoa os homem
importantes do parlido, e oovir delles, ero vista do
exposlo. se o que quero deve ser abracado ua co-
drmnado.
Paro aqui. e nflo desojando enlrar em diK.ao
que irara aern duva inconveiiienle., qa* lodo,
preveem, animosidades, o azedumes, quecomor-e
vilar, prometi .oSr. Or. Fetoza nao Ihe dar nal,
resposla. deuando que a ininh. eondacl. o e. n.en
delcaldade dos que me accu.flo.
Dr Jeronyno lilella de Catiro I acare,.
rtecire .1 de Janeiro de 18."i6.
C?i)mmitnica)(J.

RUTILADO
O publico lera' sem duvida lid* expoiioflo, fran
cae leal, que fiz no Diario de Pernaml'uro 11
del! de dezembro prximo passado, acerca do'bo-
do, porque emendo, que o parlido prniein u li-
beral desta previne, deve marchar para a anisecu-
e.ao do lim nuhre, a' que se propoe. Ahinao olien-
do a nincuem, uto personaliso, e ape'a!l, repro-
vainlo a diieccto que a poiidca libere'<'> tomado,
proponhn 1 j 1 j. *e leorganise o-parlid. sobre as bazes,
ipie lembr", t ronclui duendo-- : '/aero um ae-
cordo, "jo, pero i/ue rheijuen elle, mas se
or i/wdidoem rntnAtU exptranem, nem por isso
'irri'iarei carrelra. Creio que em tuda a muiha
lajayoaifa* uset de uma linguagam convemenie, mo-
I .erada, e mamfestei o oais anlenle desejo de ir de
aecordo rom os pebrea redacture- do Liberal Per-
namiiiicaiio. entre os qnaes di-se euleuho amigos
a aflcicoa-fos.
O Sr. Dr. Antonio Vicente do Nacimenlo Feiloza
nao na compreheiilen, ou nao me quiz comprehen-
der. e aparlando-se iuleir.menle do aaaempto oue
., occupou.e que crciu deve inleressar lod** aa
U imana, que querem e desejain de eatacae o bem
o Iriiiinpho do grande e genero,,, partido praieir'o
ibera!, senlo de um ton. diclorial e atneacador
neu 1 'CK ?* 7^e,", a ""--sai. .....I. Ierren,. :
deiros dshe "'" 'l0' 'oaaa legiUraa. a verda-
modo quS',rl;du' P^movar a su. reorcan.saCao de
cus pnrl ",rne te'P""""i Por sua m.lo, por
os empregados par realuar suas
rACA LO RECIFE 3 DE JANEIRO AS
I MORAS DA TARDE.
Culacf.cs ollicia.es.
Assurar mas: avodo 25850 rs. por arreo, aaaa
sacc 1.
Descont de ellras!) 5 al 10 OpJ
rrederico Ilobtliard,presidente
/'. Borget, .ecretari. .
CA MUIOS.
Sobre Loudr'i, 28 a 28 l| d. por la.
?Pars. W a 341 rs. por fr.
'j por de premie,
aneiro, 2 por 0]o de descont.
'-o, 10 4. de premio. .
ahia de Brbeiibe o4000.
lina Peroambuc.ua ao par.
de Poblici, 30 poreenloda premio.
ni- rlnra. 52 dem,
.da de ferro -20 por 0,0 da premio.
Iras, de 8 a 10.
. 8 a 10.
1 >uro.Oncas ,iesp.nhol.i. .
Moed de lis 100 v el lias
6S00 novas
4S000. .. .
Prata.Palax es bra.ileiros. .
l'esoilcolumuari'M.
rV
l.isboa,
Ro de
Arrio do B.
a corr
11 a COic"
a ir Uiil
( o I lid
tf d. C
Disconto de
Dito do banc
r-nexcanos.
28 a 2nr.Vi
. ih.-n.in
. legos
tiotion
5*00
;50m
HondimeutoP
l.i.in do dir
ALFANDIiA.
til* 2 .
'li'-IJi
8:76:;Isbs
. l8;2l;ij2H
' Ot. rream hoje .> de aneiro.
Earca ingleza.lledoramercaduras.
Brtgue ingleT Raceridem.
Rrigae nglz Joshii. Bar*idem.
Patacho noericinoEchofarinh. de Iriso
.H.NSI'IAIMJ I.HRAI..
i.N-i,;
JWggJB
718M24
...v^lil^
Rendinantu rh da '.
Ide .
Bl ERSAS
Reudimenlu da 2.
dem do dii
PROVINCIAS.
naag
mmt
l'.2*J7
DESPACHO.' DE EXPORTACVO PELA MES\
PortoBrigue' ,.o,lucuez .Am.li, |,., Manoel tan.
quim Ram.sA,- silva, Ibtl pipa. mel.
llbt.KhElnntlA HE RENDAS IMEKN..S IIK-
RAES DE l'EHNAMIII l.O.
iiendim.nto do dia S vwa
Idem do dia I. ..''''' u T-TJu
o a .Mil -TT*
|l| 1-117
COKSULADO provincial.
Rendimenlo doda 2. imiT-vi
Idem do di. :t....." j.y-^, -: t
mat
PRACA OO RECIFE, 3 DE JANEHtO DE
"'i AS 3 HORAS DA TARDE.
.. Iteristn remanal.
cambios ..... poufo, qnB, w efeeloar.m, po-
rem eata hrme a 2Kd. por INaai,
obra londre,

i
i
>


N,

7Z~
DIARIO DE PERNAMt.
I
11
\


Al,odao_______Apenas enlraram 3 saecas, e o
j.lgooao mercado lea fruuxo, podendo-
se aptna colar da ojDO bSOO
por arroba,
i iicar <> blancos cons^rvarom o mes-
roo, presos, e moi pouco ven-
di, do* mas-avados purem re-es
mais aUuma cou,a, regulan lo,
Lisboo ile ;-9l00 h 39150 rs. por
arroba, Amrica d*2*920 a 3JOO0,
e Caaal a 2>S5U : A entrada foi
pequea m coosequsncia dos das
festivos. ,
Curos-----------Continooramjrocorados de 310 a
;)00 rs. poi/Bbra dos seceos sal-
gado*.
Bieolhao---------Tocaram no porlo Ires carrega-
mentos. que seguiram para v sul.
Em conieqoencia da chutas, que
rniilinuar.iiii a cair, o consumo foi
pequeo. Avalia-se o deposito em
7000 barricas, (endo-se relalhado
de 139 a 168000 por barrica.
Corno teces- Smenle temo em ser 10,000 ar-
robas le Buenos-Ayre, veoden-
do-se na semana a (? rs. por ir
roba.
Fi riah de trigo- Neiiocioo-se oro csrrecometito de
Philadelphia com 1865 barricas a
'208 ".,e retalhou-se de 203 a 24
rs. por barrica dos E'lados Uni-
dos, c 2u'3 rs. a de Trieste : lica-
ram em ser 12,000 barricas, sendo
1,400 da Trieste, e a mais Ame-
ricana.
Ut scoato----------Sm ollersc-ao.
Frota- -_______Sera transac(oes,poreni mais frou-
xos; colando-so do 45 a O para
o Canal, nominal.
Do dia 2 do corrente prlncipiuu a eiecncio de aug-
monln de 2 por cont de direitos, nos gneros de o
pcrtac.au.
LIVERPOOL 8 DE UEZEMBUO DE 1856.
Imporlacao.
Livrejo de direiloi para o vendedor.
..2 ,er T H!etf'1 e,r30 < neladas do lti,i.il.
Azeile doce.O prpjo le.
voud.i forrada nao alcan{av[
declina do. e hoje ama
, mais que ;' 53, porm
os possu.dore. no ger.leoiaj,,,, finllM) e J vqaao.
o. A nona colando he
adas do 252 galSes.
lidade om ser val diminu
uominal. Em ser 1,675 Ion
, i ,0de 1'a",0,'-rt;,>bido, o he muilo pro-
.Na quan.id.de acima me, &&.
lados ainda em viagem aao
veoderaiu-se em i-ilo 4(
10|0.
t i-.,,!-, a',l V ado esta mai (tonto. Os
saceos, caixas o barris
i:lina
o l|i
ne-
do regular sem elleracao
Caf.A procara lem
nos
de
e
Babia, e 50|6 pelo do 6aQ(c
Cacao.-lcm prompt* vendil a o|linM1
le .W 0, .H,j, e 4G|(>. peL, do Kio por lar, J ,(,
foi de
.""-. V ""l" ""|0 lireilo pagos.
Casiaiihai.-Neunuma i,t)lt mercado. Bm Londreo
perlem \2|0 pur barril p
Gneros.
A'.jodao por lib. de Pemambuco :
Bom. ....
Mediano .
Or.lin.irm .
Id !Di dem da Babia bom.
Mediano .
Ordinario. .
M 'in do M.iranli.ii', libra longa :
Alcntara. .
Itapicuru. .
Casias.
Id mj da machina bom ....
Mediano.
Ordinario .
Arrus, por 112 libs., Rio bom .
Pora
Attucar idem do Rio, braoco. .
I.ouro
Masca vado .
tdim de Peruarabuco tranco. .
I.yino. .
Mascavado .
Id 'mi da Baha e M ac-i braoco.
I.uuro.
Mascavado .
Balsamo decupsiba pur % claro.
Turvo. .
Borracha por t fiua.....
Mediana .
Ordinaria
Cabeca de Negro.
Seruainby .
0, Cesro, pollo......
Seruarab). .
Cacao, por 112 libras:
Para bom nenhum
Bahia, n.....
Cafe, por 112 Rio 1." sorlo .
Segunda .
Escolhido. .
Id-rn da Bahia primeira aorte.
Segunda
Escolhido. .
Caitauha por 112 do Para. .
Sapocia. .
Solio por 112% do Rio Grande:
Bom e duro .
Mediano
Escuro ....
Ce-a de carnauba, por 11 i i .
Ch fres, por 123 de vacca. .
Ordinarios. .
Clina por t decavallo. .
de vacca. .
Olire velho pur i. .
, Cu iros por ,1o Rk>,
Seco. Ja 'III a 85 %
u ds 20 a 24 .
de Toarse, 3> a 40 u
. |d(in do Rio Graude, por
Salgado, de 65 a 70 S
de 45 a 50
de vacca 40 a 48
(avallo seceus, 10 a 13
i. Bm.
dem salgados, 23 a 30
l're^oi.
8d
7 3i8d
7l!8d
7d
6 3|4 d
6 ti'J'l
8 1|4d
7 1,2 d a 7 3i4 d
7 112 rl
7 1|8d
7d
6 3|4 d
35|0 a 38|0
34|0 s 34|6
33|0 31|0
3416 u37|6
33|6 D :li|0
32(0 33|6
34(6 37(6
4|0
32|6 i) 33|6
l|
1|3
1|6
1,0 a 11
9 d u 10 d
6 d u 7 d
Id 5d
8d
2 d 6 d.
56(6 a 54|6
46|0 i> 47|0
42|0 4ii0
52|0 i) 6|0
44|0 > 45|0
4110 42|6 .
48|0 o|
.Nt'il lUILla.
5M
8|0
5.5|0
80)0
>27(0 a 32|0
8 d a 2|G
10 d l|l
10 3|lda1l d
10 d a 1|0
10 d a 1(0
9da 10 d
8 1|i d a 8 1|2 d
8 l| d o8 1|2d
8 l|4d 8 1|2d
7i6 a 10|0
8|0 lij(l
4|6 6)6
peoem Ufu pur barril p. oma recem^|le_
gada, mas como a qualidade hB in,tot ha ,0 com.
pradores a 30,0 ; da superior qualidade fcilmente
realisava 42|0.
Couros.-Continuam a sofcir n0 pre0- A, veodls
desde 8 do panado so dS ,,300 COUro seceos .l-
gadosde9.)|8 a 9 ,|8 lJ |b. de Iirer|or qu3|_
dade.
Jacaranda'.-A ullima no merca(j0 fo TC(ldida a
Ib. Ha so un 8/ loros da Balla em ser.
L3-U mercado mu fw(e com nml boa procnra
para todas as qualidade* aa de p0rlugl.
Quoijo. flamelos.Ij,,, ,rliM tem subido gra-
dualmente ale chocar ao acta,i preco de # a 35 ,
112 guilders por kilo.;rara,ma n0||inda, equiva-
tenle ao de/0|0 a ,l|Opor H2|bs. em Londras, o
este he o prego que se lem rdo par<) 0 proximo
moi de Janeiro.
Oneijos b.ndrinos.Es^0 sobr vilem boje
86|0 por 112 lili-.
Sarro de vinho.Al olllraasTendasforain .0s pre-
jo de 40|0, 42|0 e 4|0 p^, |b.
Tapioca.Empalaiia. .^^- .
BULLETIM.
LISBOA 13 DE DEZEMBRO DE 1856.
Precos torrente* do* g-nnero de importaran do
Brmil.
Algodao de Pernambuco Dito do Maranhao e Por.i. j> 120 12
Assucar de Penianiburo braim .1, 2,-:ion HgtXH)
Dito mascavado....., o l-xufi 23100
Dito da Babia b......... 2--0O ,2fl00
Dito dito mascavado. ...... a 19800 1J900
Dito do Rio de Janeiro 01. 15800
Dito do Para bruto ....... 18S00
Dito de Cabu Verde...... 2J750
Arroz da India (Goa)......
Arroz do Maranhao e P. ofd. o 43600
Dito dito melhor. ....... :-> n
Dito dito superior ...... 5S800
Alpisla............. A TOO
Caf do Uiii nrimeira sortf. ai 3-"j200
liitn dito segando dita. .... 2s700
Ditodilo (erceira dila ..... 29:100
Dito dito escollia boa. ..... 1j50
Dilo da Babia......... 257U0
4-921)0
qualidade super mres tem prompti venda para enn-
summo por have r falla.
Carao.Da Ba hia chegaram 22 saecas, de S. Tho-
m 183, a osle ai uda se nao abri prefo ; no da Ba-
ha nao lem hav ido vendas e os precos sao nomi-
aaea.
Cora.Em dez embro cheutram do Angola e de
Benguella 371 ga mella*. He procurada : tem ba-
tida vendas em gt ande escalla para reeiporlar, por
cujo motivo os prt cos estao firmes, e mesmo se sup-
pOa quo a de Ben guella ubteve pre;o mais alio que
o colado. 1
Coaros.Emnjnvembro venderam-se os lisen-
les espichados da Haba o salgados das ilhag, o fez-so
alguma coosa nos espichados,' de Angola o saleados
de Babo Verde.
ltimamente pouco se lem feito nos de Angola
espichados.
Gomma copal. Enlraram 1,608 saecas, 5 barrieas
e 187 arrobas a 1 ranel de Angola, a< quididades su-
periores obteom irompla venda, mas as ordiuarias
ao il 1 diris de 11 alisar-te.
Marfim.Che; jraai de Angola 295 ponas : 09
precos estao firm 1, em conaeqooncia das vendas que
em havido para eexpurtar.
Ourucu.Enti ,rtm 151 paneiros do Para', ainda
nos meados de no vembro houveram algnmai vendas
para reexportar, feilo. I
Salta parrilha. Os presos devera-se considerar
nominaos, em coruequencia das poucas ou oeuhumas
vendos que lem havido.
'dem dem 16 a 20 >i u
Ide n de Pernambuco, Baha, Maranhao e Para por i,
Seceos stlg., 26 a 30 i 9 3,4 d 10 d
i) espicha-loa 16 a 20 a 11 d a 1|0
Cortido 7 a 9 i il 1(2 d a l|l
Molhados salgados, 40
a 46 a. 6 3|id a71|2d
Ide n do Cear, Parahib e Maceio por %.
Secos s. k. 30 a 32 a. 9 3|4 d a 10 1)4 d
Molhados 45 a 50 a- 634da7l|2d
Cururu por libra Iwni. ...
Ordinario (invendavel;
Far nba de maud. boa por 112
.la.-, randa por tonelada, do Rio.
Bahia......
Jenelim, par quavieirao .
Piuiava. por 22401 do Par .
Babia......
Piturim, por 112 bom. .
Sais 1 parrilha por libra boa .
Inferior......
Ttp oca, por 112 t Rio superior
Ordinaria.....
I rn 11 por .il" Para bom v .
Faudot e Cambios.
Fundos ingleies.
llau oJe Inglaterra (acotes) 216 a 218
1|8
1|i
; s,i t ii
45|0 a 48|0
2i10a25IO|0
13 11
7|0 a 8|0
1|Oa l|2
6da9d
64|6 a 69|b
41|6 o 4916
6d
Con: olida Jos.
Red izidos .
Fuios de .
Belgas. .
Brasleiro1. .
1
Dinamarqnezes
Uc| anhoei.
I
Differidus
Passivos .
Holl iudezet
a
Mexicanos .
Port igueze;.
Rusios.......
B ......
Banto de Franca (acresi.
Fuattos franceses.
Metaes preci
Oiirn em barra.....P
Portuguez' em moeda.
> Brasil.....
nue/j hospauhoUs. .
amencauas.
Praia em barra ....
Palfras brasileiras .
IV' columnarios lieipau.
Carolos. ,
Ferdinand .
Dilin das repblicas
-Moe las ile "i trincos .
Cruz idos nnii......
3 0|09a94 1|8
931|2a93 3|4
, 3 1|493 7|8a94i[i
Kslranseiro.
' *1|395 a 97
. 599 a 101
... 4 1|297 a 99
. 3S3 1)2 a 841|2
321|2a43li2
3 24 a 241,2
3 6a6 1|2
21i265 a 67
496 a 98
3A-22 22118
54-
4J.
34-46
54-106 a 109
4P|296 a 98
lltK)
4I|2 9I,40
1 ('1069.40 a 69.80
i.
.onca 77|!)
11 77|7
1 11 77|7
78,6
i> 75|0
11 5|2
5|0
Dilo do Cabo Verde .
Dilo de S. T. e Priucipe.
Cacao da Bahia.....
Dilo das Colunias. .
Cominhos........
Cravo do Maranlian .
Cera amarella de AiiKola
lula dita de lleuguella .
Cuuros espichados de Ai
Chifres pequeos da Brz
Denles de marlim le. .
Ditos dito meiao.....
Ditos dito e-c: v.
I59t.3
1S850
3)800
49200
49800
.5-96IX)
69*00
750
391O0
298K)
29O0
15650
2-iSOO
4.9 lili I
4,9000
35800
49000
la.
39600
:)s8oo
I5OIX). 45201)
i) 120 180
a 295 .100
30.
175 185
M. 305000 5O5OUO
I 15300 I56OO
- I5IOO
400
Erva-doce ..........,,, 4.3000
A
;i
bar.
800
45600
45>O0
15100
100
100
105
3
>i

Q.
i-i/i
I51 KM)
45 loo
850
15800
45O0
15X00
323001)
120
140
110
Farioha de po.
Gomma copal amarella.
Dila dita vermelho. .
Dila dila ordinaria. .
Oleo de cupahiba ....
Dito de 1 i 1111,1 1.....
Ouruc.........
Pnnenta da India. .
Salsa parrilha Sanlarem
Dila dila Gurupa'. .
Dita dila Rio iSegro .
Toptoca........
Criedla do Angola. .
Ili'.a de Benguella .
Exp rtarao.
Aauardenle do 30 gr. mease, p. 3W5OOO 36O9OOO
Azeiledoce. .--------,,,. 3^ ^
Aineudoa em milo, dice.
Banh. em rama (anta) iar.
10*000 129OOO
POIW 99000
69OOH 7,9000
19W) 251)00
III.36OO 105800
10980(1 II9IOO
59H0:)
Batatas
Cera brauca em grume ,
Dila dita em vela .
Cejlas.........
Carne de vacca (ti arro! ',
B e porco. 11 > y
Clmuriros......,.
Figos do Algarve. .
Pannhl de trigo .
Mmiteign de porco (l brij
Presuntos......
Sal........... 1' '
louciulio....... 1
Vinho linio (encascado i \
Dito branco......,
Vinagre tinto encaica .0.' [
lili 1 bramo......
M
B
B
480
380
3SO
160
1 mMo,.
r2 3|l
31)8a
32
10
3|4
69:100
I56OII
500
400
400
181)
148000
185000
5-900U
800 950
99200 IO9OOO
50200
69000
moio 98OO
I oUK)
140S000144.9000
14050001*15000
pip. 569000 6O5OOO
569OOO 6O9OOO
3
J1|4
4(
40
e funis,
ito l|2
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U 3|4.
ia44l|2.
3|4 a 25 11 i.
'85 a 5109.
78 a 2429.
Lisbca. .
-T"i. ,
Rio ila Janeiro
B-hii pernamb
A
Cambios.
1 6|I0
)i 5|6
11 5|l lo 5|1 1|2
o 5|0
5|01|4
o d.5l l|l a511|2
51 l|2a51 3i1
d v. 26|0
AmtlerAam ..... sin. d. 11,17
,l,""ortf...... i 13.7 1(2
*""........ V 25.65
3 a.v. 25.20
numerarioEm 4 do con tile o banco de In-
tlal!1 ro rodnzi. o descomo so
ne1l2por cen, sem dis(n>
cono sao nao he i-nporlanle, 1
mosfar a m.rclia -esular do
por_ indicar que se v* desvane
motilo aquellas resln-re, o.
lo foi ohrigado > adopta
plir.
ES|ADO IM)^
AlgodJo.Dolraiil > p,K
pois Ca dala da 11 -.. ulma,
from.i, o o precos de todas l
um pi uco, porm esta lemn
consei|uencia das milicias fa.
China combinadas com a ba
'o lellras, de 7 para
3o de pra/.os. Esta
s he*satisfactoria por
negocios do paiz, e
mi-I 1 o causa que den
o Raneo nlliinemen-
tCADO.
iras Ires semanas de-
mercado contiouou
lesciipces baiiaram
(oruou a animar, em
aveis da India o da
i.ii nos desoonlos.
O b tal da alavaa vendido tile auno al 5 do cor-
rente ie do 2.806.110 s.ccas, Uclumdd 172,110 do
As entradas ale a mesqia dala sao de........
Londres 30 d|v. .
60 djv. .
90 did. .
Pars 100 d|d. .
Genova 3 mid. .
*mslerd. 3 mpl. .
11 111 >:> 11 r 1 3 11.1 i. .
Gibraltar 8 d|v. .
Acc/ii
lns.-ripees de 3 por ci
Cou(ions ....
Divida dcITerida .
Acooes do banco de Pn
Acres do bancu do Po
Aguias de ouro dos Esl
Pecas de 89000. .
t)iii;,n hespanholas. .
Ditas mosicanas. .
Patacas hespanholas .
Ditas mexicanas. ,
Ditas brasileiras. .
Vinle francos. .
Cinco trancos. .
ESTADO I
De 13 a II
Depdis da saluda do
eros do Brasil lem-seili So't
mu algumai vendas de
nos assucares.
Em genero, colouiaes ,m.se jl0 a|
para reosporlar con, esp 'ialidac uas c" orze,_
Id a gomma copal super '->
.JZunC'"*M0,l"T*! We-os em gara) de ce-
reaes, no principio de d ^embroas enlraOss forain
em grande escala, mas u u.namee lem atrrouxado,
era1 cousequencia da gra r,e env.neira e temporal
que lem havido impediu ,,,,,, e 5a|da dJ
vius pela li.nr., L
nao pode largar n.sle di, I su a JOofJ e mpsm|)
Uar%mCap' ^T J'""' ,V'>Ue Vr fuu-
dearem Paco oTAfeas, s aalika |f, nee sill0
acham-so varias embarc
rfl/n? 1 P.rr'n "'a 1mp0 0H lem
pedido de largar para o ,,,.; ,,
A eiporlacilo de gen
dia para dio mais limita em comequencia da es-
eaoOM de lodos u, artigoi nos4a prJOUC5ao 0 que
fez com que o governo f ,ni,s enl,, i rtp,;m.
189350 18,9150
- 85020 89040
.... 15*300 I5450
14*040 14;120
.. 970 090
... 915 955
955 965
39520 3*560
... 905 915
) MELADO.
de deznbro.
>uei> atransacjnes om ge-
(itido < consummo e mes-
pas isportaocia tem sido
nacnnaes torna-so de
bro a entrada de sal e(r,
,nitiisse em 6 de dezem-
eiro cor o d-reilo de 10
re.,, e do .zoilo com I92t 'is por 100 arralis, ap-
plicando ao milho osdisc' CMPdw ,rli J .
do carta da le ,le 3 do 10., do crtenle auno.
ne^L?? C" de lir,ll5al continuara a ser
K m i*' ,* P,eC"S "* ,een ">b^i como se
m.mii'in bstanle linnes.|i
Os fundos de 3 por eepdjoalinna
o poucas s,1o as transac
nossas eotaces nao s se
mas rom o juro de sei
bido.
mi eslaciouarioi,
se fazein, o prefo das
e cootiderar nominal,
re a correr a rece-
Brasil
2,172,992 sacias, inrluindo 112.022 ao Brasil. A
quanlidaile aproximada en er-350.IOOoercas inclu-
inio 11,900 de Pernambuco, Parahiki, Cenca' ele :
8S100 da Bahia o Macei, e KJ550 lo Maranhao!
Na mema data do anno ruistado etillia pm... n
seeuin o, a saber :de Pernambuco. Paralnh., Cea-
ra ele 22.150 sacca; da B,hi. e Macei 15,700
saecas ; e de- Marai.ha.. 16,300 saecas. O tolal do
atcods ido Brasilera er hoje he de 28,856 sacas
contra ,>4,1.>0 saceos na mesma dala di auno pas-
sido
Aosi car.Tem continuado a mohorar e os com-
prailor-s mullolii-i.i.-tos a piaarem o, nais olios
precos do mrcalo. Desdo a oossa ultim, a subida
no orondas dirr^renles qoalirtade. he de 1,(1 a ->,6
V 'i f-rtV'!"p-m- ,^0-50 sacros ^ caii,
e -0 I. nelada. de as,Kar do Brasil. ^incl,ia 70
ta.ne|-c,ei,3-0.acco, ai..oa em viagem, aos s-
goinle precos :Mascavadod. B.hio, 3iit a it.f,
e idem do Perqambuco 30|0, 3116, 31,9, 32,0 e Hft
[rapo
Algodao.As entradas
Maraiihu, IJ.i da Babia t
cas no nierca.10 sao escass
Esle genero nos lem
la venia para consumlo,
Iborad 1.
Arro*.Os sappriinent'
do oTyueii, montam a 1,5
pool, 1,975 de Coa, 2,312
nb.i.i, e 5,21)8 alqoeires ,-
das lem si lo para consu
paiz : colamos boje o c
ierra.
Ordinario, quintal. gBOO a 4J600
""n "' #800 a .59200
Superior si,m a v,Sll
Assurar.A, entradas
10.
tam-se a 71 saecas do
le Angola, as ezisten-
1 ltimamente promp.
o os precos lem me-
lgados desdo o saluda
ceas por vio de l.i ver-
Macan, 343 do .M-.ra-
:a do Para'. A ven-
e para o interior do
Jo por via de lugla-
aiatem em 12 caixas, 2
Janeiro,
da Ha-
4 bar-
As existencias em 10 ca ciavam-se
Canas, feixe,
2,298 io;,'
Os preros dos a,sucar.
veinlas leip si io onicamei
C'le.Apenas entraran
Rio d
12
cipe.
Anda
I barricas,
592.
slfto lirmet,
fiara couiummo.
saceos.
17,755
porm as
saecas e 2 barricas do
de Cabo Vrda e i., de S. Tiiom e Prin-
Ainda r.os meados de nonbro fc, a,um,c0.
sa para ree.n.rtar : pu.em de eD|ac* al?,m'r.ar.
So"d,i. 0MdU em 'WS2 do p' ,n, :
tao de compra para ree. ,, no en,re1anl()
Kmtiarcares despachadas.
Para'.Bngoo: porlugoez Tarujo III, eapilSo
F. A. do Almeiilii, carga 80 barris do vinho, 50 de
vinagre, 2 libros fe 20 barris de ozeile. 145 catiaslras
de batatas, 600 itiolhus de cebla,, 115 muios de sal,
43 caixas de cara a varios genero o mercado-
ras.
Pura'.I'alai l,o porloguez Cautela,n capitao San-
ios, carea 40 pipas, 240 barris, 42 ancurotas e 13 coi-
las de vinho, 10 meias pipas e 25 bairis vinagre, 1
btrril toucinho,j3 barris e 20 ancorelas de carne.
100 camastras da batatas, 3 voluntes e 1,000 molhos
de ceblos, 71 caitas de massas, 214 vela de ceca,
vanos gneros e raercodorias.
Maranhio.Brigoe portnuez Urbana,i> capitao
Sanios, carga 23jpipo, 24 meias e 105 barris de vi-
nho, lo pipas, ( ) meias, e II barris do vioagre, 28
barris de ozeile 19 caixas de cha', 50 canaslras de
batatas, 50baij as do larinha, 17 volom.es do cao
tanhas, 216 anco ls de azeitoua, 10 barris ele lou-
cinho. 20 do bai ha, 40 do carne ensacada, 10 volu-
nto, de passas, 00 barricas e 6 caixas de bolachas.
620 volumes de goa, 58 pc.-as de cabos do Cairo, 7
de linho, o vorio gneros o mercadura.
Parahiba.Brigue porlugoez Parahibano.n ca-
pitao 1. J. de Souza, carga 20 pipa, 110 barris e
110 ancorlos de vinho, 12 pipas do vinagre, 300
molhos de ceblos, 100 caixas de passas, varios g-
neros e mercadorias, alm da corea que Irooie do
Porlo.
. NOTICL S MARTIMAS.
Lisboa, .? de novembro a 12 de dezembro.
._ Entradas.
19 de novembro. Sarcoj porlngi.-/.a liamos-
as, Para'. Seguio para o Pono a 6 de dezeinbrtk
23.Vapor francez Cdiz, Rio de Janeiro. Se-
gura a 25 para o Havre.
26.Barca porlugue/.a Flor do Mar, Mara-
nhao.
3 de dezembro. Brigue porluguez l.uzilano,
Babia.
dem.Barca
Pernambuco.
portugueza Flor de S. Simio,
Idem.Brigue porluguez Experiencia, Pernam-
buco.
'Vapor inglez Tamar. Kio de Janeiro. Se-
gO> no mesmo dia para o norte.
5Uri6oe porloguez Delpliini, Rio de Ja-
neiro.
dem.Patacho portusuez Conliaiica, Para'.
.So Adas.
13 de aovrmbro.Barca purtuzuoza Cniprez,
Rio de Janeiro.
dem.Brigue porluguez Tarujo Illa, Para'.
14.Vapor ingle/, T\ne,o Rio de Janeiro.
16.Patacho porluguez Cautela. Para'.
Idem.Brigue porluguez Duque do Porlo, Rio
de Janeiro, com escala pelo Porto.
20.Brigue porluguez Viajante, Rio de Ja-
neiro.
. 22.Galera portugueza Vasco da Gama, Ba-
ha.
23.Brigue porluguez il.rbana, .Maranhao.
dem.Brigue sueco l.ouise, Babia.
21.E-cuna hollandeza Himic-i,' Rio tiran-
de.
, 27- Brigoe porluguez -Parahibano, Para-
hiba.
2 de dezembro. Biieue portagoei uBea l'iguei-
ren- !!..
dem.Patacho inglez Muurke, Rio Grande.
NAVIOS A' CARGA NO TEJO.
Para o Rio de Janeiro.
Barca brasileir.i Olinda.
Para Bahia.
Brigue poiluguez Tarujo II.
Dito dito Encantador.
Dito dito Hez ile Oolubro.
Patacho porluguez Destino.
Dito dilu Boa Fortuna.
Para Pernambuco.
Barca portugueza tiralidao.u
Brigue porluguez Constante.
Patacho bra,ile!ro Con-lanca.
Para o Maranhao.
Brigue porluguez Flor do Mam-
Para o Para'.
IV'lacho porluguez Ligeiro.
Para o Rio Graude do Sul.
Escuna portugueza Delia.
PROPOSTOS PARA RECEBER CARCA.
Para o Rio de Janeiro,
(alera portugueza Margarida.o
Brigue porluguez Eustaquio.
Biigue porluguez Prov leneia.
Baica americann Meaco.
Dila dita Unca oam.
Patacho porluguez Forluna d'Afnca.
Para a Bahia.
Brigue porloguez (il.07.Uann.,)
Patacho brasilero Veloz.
PROMPTOS HAR S4IUR.
Pnfa n Rio de Janeiro.
Brigue porluguez Incompativel.
Para o Maranhao.
Patacho porloguez Maria.
Barca brasileira I.uzlania.
Paral o Rio Grande do Sol.
Patacho porlugoez Cezar.
Escuna ingleza eCalheiine.
correle, com as
Banco de Lisboa no
do ainda exislindo 365.
O rendimento da alfai.
mrz.de novembro (indo, o
igual mez do auno pa*sado :.
A alfandega municipal de 1.
de novembro lindo 69:862}3'i9 rs.
igual mez do auno passa O rendimento da alfandega do Pu.
mez, foi do 172:057j>659 r,., sondo em
anno passado 126:6735294 rs.
( Etlrahido do Diario do Gove
16
EmbarracTies ntralas em 11.
Bahia em 44 das.Barca brosileira a Caledenb,
capitao B. Pires, iripolac,ao 15, a J. J. Macha'
earg. assacar, tabaco e mais gneros, mal 1,pas..
geiros 2.
Sabidas era 11.
Rio de Janeiro.Patacho porlugoez e Maria ,
capitao M. R. Al ve, tripolacao 11 ; carga vinho,
sal, cebolla : passageiro 10.
Idem.Brigoe-escuna americano Ciulhia, ca-
pitao D. Packmao, tripolacao 8. ; carga, vinho sal e
cebolla.
Bahia.Barca francoza Souvenir capitao J. B.
11,-11 ll.i.l. tripolacao 12 ; carga earvao.
Rio Grande do Sul.Patacho porloguez Ce-
zar, capitao A. J.. Caiodo, tripolacao 10 ; carga
vinho, sal a azeile : passageiro 2.
Entradas em 15.
Nao entrn navio algum do Brasil.
Sabida, em 15. '
Rio de Janeiro, as i horas da tarde.Barca por-
logoeza Incomparavel > capitao J. B. Pamplona,
tripolacao 16 ; carga vinho e sal.
Rio Grande do Sul.Brigue hollandez a Colliari-
na Elizabeih, capitao J. Noescon. tripolacao 9, car-
ga vinho t sal.
Manifest om 15.
C. m. 2)57, Baha. Barca brasileira Caledo-
nia.u de 2B4 tonelada,, capitao Bernardo Rodrgaos,
a Manoel Jos Machado, carga assacar, 333 saceos e
175 eeixas so consignatario, 10 caixa, a Manoel Jo-
s Dias Monleiro, 1 sacco a Manoel Ennes e 137 di-
tos o Bernardo Miguel de Olivnira Borge e Sobri-
nhos ; car.i 300 saecas ao con,igiialario,100 a Manr
Jos Dias Monleiro,33a Jnaquim Jos Marques G
maraes, 157 a Bernardo Miguel de Oliveira P
di Sobriohos ; couros, 871 a Manoel Jos Du'-
toiro, 118 a J. Ribeiro do Silva, 26 a M>-
nio de Seixos, 200 a Thoraaz Tediche, '
do O. B'rgos 4 Sobriuhos; cacao, 11'
mo ; moio de sola, 322 a Thoma
cas de licum em rama a Antn:
Cont.
Termos i
Para o Brasil, nenlv-
Despachos para
Rio de Janeiro
almudes do vi"
mudes de vi
Idem.
tanhas.
Hat-
r
lubi.
do vinho, .
UaraoMo.>'a
mudes de vinagre.
dem.Nu l.uzilania, .
100 barrica) de bolachas e 2i
Para.No Ligeire, n SI
des de vinho, 21) caixas velas
sebo de Hollando.
Rendiineulo da alfandega k.
dezembro 8:3675319.
O vapor frauctz Franc-Comlois,
quia para 2J8I) volames que leva para os ,.
Brasil, coucedida por 1 dias.
Proco de Lisboa em 15.
Acc.es e fundos, as meamos eotaces que em 13.
Melar os memos cambio.
Ilonlem o mercado aniinou mais, fazendo-se al-
aumas pequeas IransarrAes no, 3 por ccnlo, por-
lanlo o prejo colado sustenta. A accOes do Banco
de Portugal continuara firmes.Em melar alsum
giro humo.
Dizem de New-Vork a 22 da novembro, que o
vapor Marin, 11 enviado a procora das eraharca-
SSes do L;urinal,, no Mngalo descubrir vesti-
gio algum den infelices que a bordo dellas sa haviam
tefugiado.
( Extractos do Jornal do Commercio. )
A' ullima hora : hoje nao entrn navio nenhum
dos porto do Brasil, nem sabio nenhum com esse
destino.
A barca pnrluaueza Gralido, sabe amanhaa
para Peruaribuco, c a ealt.-a portugueza M,rgari-
da. para o Rio de Janeiro.
O Avon eutrou boje ts 3 da larde com 6 dia,
de viagem de Southamulon, o parte amanhaa as II
da m.iiih.'ia.
9 iV
i^ solvido
@ tercas le
^ nu casa di
-;].;- miando ;i
^i no tocreao
^ tas e doinin
^ que sequizi
- cas feiras,
ijgi sete a$ nove
^ 1.- andar do
^ esquina da do
i-$) Nepomncen
Pela mesa 1
blico, que os Irlo
ca do cofre, da
guezias desta el
A 1)1)11 AMENTO.
Lisboa, 11 do dezembro [domingo
Embarcarles eutradas'eni |;.
As 10 da moahlo do Havre de Grace, o vapor
Iranc-Conli.isii tem qualida te de paquete capitao
P. l-ournicr, trip.81 a II. |lubux, passsg. 26, ma-
las 2. O vapor apauhoo durante tooa a viauem do
Havre do Grace para Lisboa muitu mau lempo o ,ur-
rueu algumas avarias, quaes tem de reparar nesle
pftrlo. At boje ao meio dia nao linha participado
quaudo ahiria.
As 5 horas da tarde, o brigue porlunuez Bom
Success.., de Pernambuco, em 31 da,, capitao Ma-
noel Gomes dos Santos Senn.i, Irip. 15, A. G. M.
Calado, mala 1.
Embarrantes sahidas em 13,
A, II horas da manhaa saino um brigue america-
no para o Rio de Janeiro, que eslava ha 5 dia fon-
deado em Paco u'Arcos.
Manifest.
C. M. 25K0. Pernambuco : Brigoe norlasoei
Bom Succ^tso, de 195 leneladas, capitao M. G.
dos santos Senna ; ao mesmo capiAo ; carga a,sn-
C.ar' A* ,acc"s "ri,em do carreaador Thomaz de
Aqaido honseca cNi Killio, 195 ditas a Manoel Aulo-
nio de .-sena-, 100 ditas a Manoel di C. Guim.rf.es
l-erreira ; SU ditas, a Antonio Jos de Souza Carrei-
ro ; i.t dita-, a Len Amzalac ; 50 ditas, a Movscs
Amz.lac ; .t ditas.a Antonio T. Vianna ; II d la, a
Jo.e Juaquim Alve, Ferreira Filho ; 50 ditas, a
torotlh & Sampaio ; 75 saaesi, a Rodrigo, da Costa
Carvalhu ; 20 Hilas, a J, J Gomes ; () ditas, a viu-
va r.ru,o t I-ilhos: 100 ditas e 10 barric.a Fran
cisco Jos Teneira Bastos ; 2 barrica-, oCtriaco
oncalves; .1 barnlinlios, a Francisco Antonio da
Fonsoca.Mol, 76 casco, a ordem dos carregadores
NotaeS & Companhia ; 6 dilos a R. da Costa Car-
valho.-Couros 10. a ordem do, carn-aa'lores Tho-
maz doAqumu Funseca & Filho. Madeira, 10
prauclioesdeamirello, a Rubio A- Gomes; 2 volu-
nte* o ordem do meirao carregadur J. Leopoldo Bur-
Termos de carca.
Rio de Janeiro.Brigue dinamarquez
do 19i toneladas, capillo II. Vesde.
Rooka.
Despartios para exportaran e ree.rp,,rlano.
Rio do Janeiro.Nu Kraiic-Comloi, 2 caixotes
do vinho do Porlo, 4 de figos. 60 arrobas de ba-
dem.No Avon, 3 caixulesde vinlio do Porlo.
1!) barris de carne ensacada.
Babia.No Avon II caixas de volas de
Pernambuco Na o Gralido ,7 pipas e 15 bar-
rl com oOO almudes de vinho.
No dia 20 deve tirar mala para o Rio de Janeiro o
bnguo Prudencia, o
Do Cearense ,tem-se de-carresado miiilos ob-
jeetos o este serviro conlmu.i al aliviar o navio
pora o transportar a melhor local.
Sitrahido do Jornal lo Commercio de Lisboa.
AgaleraCampoi,ezi que si acha aclualmente
om Vigo, na sua Magem do Rio de Janeiro para o
lorio, ralln pelo lalegrapho ao lot. o. 20'. o
Iong.-.!,:! 1 com a barca porlugueza Rpida,
desle porlo para o Rio de Janeiro, com 21 dias de
viagem.
Todos a bordo i.ini de s.111 le.
( O Commercio do Porto. \
O vapor leulonia da compauliia llamburao-
Br.isileira, deve clugar a Lisboa a 29 do correule,
com deshilo aos porto, do Brasil.
O patacho Caofisnei que eslava de quarenle-
11a em Belein, taia lionlem para o quadio ao moio-
dia.
O activo e puojva do It.neo de Portngal era no
mez de novembro fiudu de 14,171:5289304 rs. __o
Banco einpie'loii sobre lellras 2.476:'"l5.V:lfi3 rs e
sobre penbores 695:I02S953 i.
A junio do crdito publico iuulilisou no dia 1 do
MONTEVIDEO 5 DE DE/.EMBKO.
Asaaeor, \ enderam-te nos pfimeirns dias do
mez 180 barricas do maseavo do Rio, a 17 l|2 rl. a
bordo : regulando o do Brasil durante o mez. de 26
a 28 112 o branco: e de 19 a 21 rls. 11 maseavo.
Cafe.6.1 ar.cas vindas de Santa Calhanna vcu-
derani-se a l.l> o quintal a bordo.
Aiiuardenli!.Regotlaraui os precos de 88 a 925 8
Lordo.
I'uinu. NBo lem entrado durante o mez; u
graoda coosommo lem feito subir o prec,ns, o o pos-
suidor pede hoje 6 1,2 a 7-5 em deposito, segou.lo
a qualidade, por lotes ao gosto do comprador. Falla
o de qualidade superior.
Farioha de trigo.As grandes enlrsdas tem feilo
boixar os presos cousideravel oente, o as eiUtencias
baje em primeras man, .ao de 5.001) barricas, es-
laudo tambera majs que suppndas .9 segunda, maos.
Uo Kova-Yora venlerm-se 950 barricas a ll-> bir-
les a bordo ; e 1,500 a 10 l|i ; tem regulado os
precos de 10 a 12 palacoes a bordo.
CambiosLondres, firme a 12 1,2. Passaram-se
Ib. 65,000.
l-'ranca. negociaram-se 350,000 frs., a
irs. 5. 35, e 100,000 a frs. 5 40.
a Rio de Janeiro, 295600 por onja.
Desconlo. Eieaajea muito o metal, e o papel
boto paga de I l| 1 3|8 0|0-
BUENOS-AYRES 3 UE DEZEMBRO.
Arroz. O do Brasil tem regulado do 25 a 265.
Assucar.Naa ha, he mono procurado. O do
Brasil regula o brauco de 60 a 705, e o maseavo de
49 a 0O5.
AgurdenteVenderam-se 220 p pas a 1900 5 50
a bordo o 74.J; nao lem havido eulradas e be pro-
curada.
Cafe.Venderam-se 150 saecas a 295--> o quintal.
O de qualidade superior sustenta os precos.
Cambios.I ondre 67 1|2 a 68 s.
Paria 86, 85 1,2, 86, 86 1,2.
Jlamburso 44 1|4 44 1,2.
Rio de Janeiro I |2 0,0 premio, e a
29,550 por 0115a.
{fecisla Commercial de Santos.)
BAHA 29 DE DEZEMBRO DE 1856.
Cambioi.
A barca |>.
I vilhada de cobn,
lente marcha, srgu
brevidade, por ler proi
rogamenlo : quem na m-
de passagem, dirija-se a ra
12, escnploiio de Baltai Uli
Para Lisboa saho com brevid
cido o veleiro brigoe porlugoez oLoia .
te da carga prompfa : para "o resto Irala-
consigul,rios Irancisco Sevenano Raballo
Para a Baha
O veleira e bem conbeci.lo palbabola nDous
goso pretende seguir com muila b.-evidade ;
promplo melado de seu carreaamenlo : pjra n rt.
Irata-se com o seu consignatario Antonio Luiz d.
Oliveira Azevcdo, ra da Cruz o. I.
PARA O KIO DE JANEIRO
segu com brevidade o bem conhecido brigoe nacio-
nal Elvira ; j tem parte do cnrregainenlo prom-
lo : para o reato e cscravns a frele, para o que lem
excellentes euinmodos, Irata-oa com u consignatario
Jos Juaquim Das Fernandas, rna da Cadeia do Re-
cite.
O Male Capibaribe sabe para o Aracalv n
presente semana, para o resto da carga, Irata-oa 110
ra do Vigario n. 5.
CEAR.V E MARANHAO.
Segu com brevidade o patacho Santa Craso ; re-
cebo carga e passageiros : a iralar com Caetano Cv-
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Recife o. 2.
Loodsasfj 60 dia, de vista
Pars.......
Ilamburgo......
I.I-IHI 1 || .
Dobres hespanhoes .
da paln.t .
Pecas de 65O vclhas. .
de 45.....
Soberanea.. .
Pataces brasileiros. .
Hespanhoes .
Mexicano .
28 d.
345 o 350 o fr.
6.50 660 m. b. 11.
98 o 100 poi ,
295000 a 29*200
29-5000 299200
lli-HXIO
ll-ODO
858OO 95OOO
19920 1596o
l58i I586O
15920 15960
h'retes.
Canal a ord. para o Reino Unido 30 s. a 35 n.
fc-nirc Havre o Hamborgo 40 s. a 45 u
Bltico.
Liverpool 30 s. assuc. notr,.
3,8 por libra alg.
Londres 30 s. noin.
Hambureo 011 Bcemen 0 s. a 45.
Trieste 15 5. 50.
Havre ou Marselha 60 nom.
[Daro da Baha.)
ftovivxntc 4? pgt
Navios enlradoo no dia 3.
Soulhampton e partos intermediasi-i dias, vapor
malez Avon, commandanle Richard Revelt.
I araliiln21 hora, Mate brasileira Cunceleao Flor
das Virtudes, de 262 tonelada., meslre Alexan-
drmo da Costa o Silva, equipagem 4, carga toro
de mangue ; a Pardo Jus Baplista. Perteuce a
lernamburo.
Rio de Janeiroe partos inlermedio,9 dias e 3 ho-
ra,, vapor brasileira alantierade, rommandanl
o I. lenle Jos Leupoldo de Nuronba Torralo.
Navios sabidos 110 mesmo dia.
BarbadeosBarca iugleza Eulliu.iasl, com a mes-
ma caraa que Irouxe. Suspendeu du lameirAo.
LondresGalera nmlrz 1 Scolia. com a mesma car-
ia que Irouxe. Suspenleo do lameirle.
Rio de Janeira o portus inlermediossabio hontem
pe ai 8 hora, as 9 da noite) vapor brasileiru S.
-salvador, commanlante o I. lenle \ M
Puntes Ribeiro.
...
lHi*i
As cartas para os 8r*. Carvalha & Rocha,
A. Etclicgaray &. Companhia.Jos Duarte Coc-
ino Jnior e Francisco Ignacio Leile deA-
raujo, com direccSo ao Rio de Janeiro, nSo
po.lem seguir no vapor inglez por no lerem
os sellos competentes.
O Sr. Jos Ignacio da Silva Jnior tem
urna caria vinda le Macei. na distilaco oor
delraz de Santa Rita.
- Tettilii-se daeltectuar o conlrato, por
lempo a Qndar 111 uliimo de marco prximo,
para o l'oineciinenlo dos navios de guerra,
barca de escavacno, enfermara de mantilla,
e toacas .lo arsenal de i-atinlia, de arroz,
agurdente, assucar, azeite doce, bacalho,
carne secca, caf, larinha de mandioca, fei-
So, sal, toucinho, vinagre, azeite de carra-
pato, velas de carnauba, ditas estearinas,
Companhia de naveg<".<;ao
AvaporHamburg-o-Bra-
sieira-.
Espera-se de Soulbamplon o vapor hamburgus
lU "P'ldu C E. T. Malchin, al o dia
o do correnje, e rtepois da demora do coitume se-
Soira para a Babia e Rio de Jaoeiio.
(Joalquer iiilormacio com os agentes N. t). Bic-
Ber i C., ra da Crur n. 4.
ARACALV.
Na presente semana sahe o hiato Aurora,
por lera carga prompta : para passageiros,
trata-so com Martin & Irrr.uo, na ra da Ma-
dre de Dos ti. 2.
u
nuncio.
O agente Pestaa vender', no primei-
10 letlao que fizer, n-m seu armazem,
por conti do Sr. Luiz. Pouch, 157 garra-
las com conservas do fructas, as quaes
foratn arrematadas por leilSo ine tez a
Companhia l'etnambucana, no dia 10 de
dezembro de 1856, pelo mesmo.senlior,
o qual nao quiz tomar conta.por isso
que vao a leilo por cont do mesmo.
C. J. A'lley & Companhia faro leiUo, em pre-
sen^a do lllni. Sr. cnsul da suecia, pnc inlerven-
cilu do agente Oliveira, e cunta e risco de iiueni per-
tencer, de ti!)I barras do re.ro. vindao prxima-
mente de StmlJiolm peta barca sueca iil-'aniiliein, :
i'gun la-feira, ."> de Janeiro, ao iteio da em nonio
00 caes da alfandega. '
Leilao.
O agente Peolana fara' leilao, por eonla de quem
perlenrer, de IDO han 1, com mantefga de vacca, 90
canas com queijus. ambo, estes Raneros desembar-
cados ullimainenle, as-ini como 2 barris com aren-
ques, e (i liarris cm peiie salgado: quiala-feira, s
de Janeiro de I8.7. no armazem do Sr. Aunes, de-
frooto do alfandeiia. a II hora, da maabto, onde
ludo io acha palale anxame do*compradores.
Leilao.
O agente Pestaa far leilao, por conta de
quem pertencer, da armac/io, miudezase di-
vidas existentes na loja de mindozas da ra
da Cadeia do Recife n. ti, ludo no vilor de
pouco mais de 3:000/ conforme o bataneo, e
sera veniidoem um 011 mais lotes a vontade
dos compradoes. O leilao lera lugar quar-
ta-feira, 7do corrente, as II botas da ma-
ullan, na referida loja, onde ludo .e acha pa-
tente ao respectivo esame.
L-iloes.
efio por con-
ta e risco de quem pertencer, d 30 pi-
pas de muito superior vinho tinto de Lis-
boa, sendo parte inteirase paite em bar-
r de quinto edcimo em pipa, quinta-
teira 8 do corrente, as 11 horas da ma-
nliaa em ponto, no armazem doSr. Guer-
ra, no Forte doHattOS.
mi,
Uanoni .
administrad!,.
niio tem cousa ai,u
tieulares ; porlai'ito l
estao a dever dita lo,
d-m pagar, do contrari .,
e>te Diario, e depoisajuizo
queixa poique o Sr. Villana u. .
para liar.
Da-se 1:000/ rs. a juros com hvpolheca
em predios tiesta cidade : a tratar na ra do
Queimado n. 28, primeira andar.
I'iecisa-se de um caisetro de 12a H
anuos de tdade, que ja tenha alguma prati-
ca de taberna, e que de liador a sua conduc-
: 110 paleo do terco n. 32,
...vcoinm
DITA DE AL
mezes, conteu
nistrativo, com
provincia, por .
Todas estas folliin.
bom papel e excellente
_ """ pni"-i e excellente
d\ 'X0 asslg",du' ven i Pernambuco um annuncio, ollercccndo Drana Ha trwi!~ a ''
. )t -yenda o engchho Sicopeminha, na fie- P da ^^pendencia
guezia da Muribeca, pelo presente annuncio ~ Precisa-se de oma ama para
previne a quem o pretender, que este entre- "e oraa c,,:1 da poneos rspaie,, qoe
de
por
previne a quem o pretender, qUi
niio esta sujeito a urna hvpolheca especial e ir : "a rua *,re" J Kosorio n.
Francisco Antonio de S Brrelo ; alm de dia d.s 8 horas as 3 do tarde,
tuno lato, ha bemfoitorias, pelas quaes esl Precisa so de urna mulher forra ou captiva
o engenho obrigado, e ludo perlenco ao .'* lo1 '5 de ama caso de ojoasta familia e
abano asstgnado, que bem esclarecer a lnlen"'-,>: quem qoiier podo procurar ao tra-
quem o pretender, protestando desde a usar! .I1" Co"c,ord- ou rua da Cadeia Nova, del
do d.reilo que a lei Ihe permita a tal respei-
Kccire 1. de Janeiro de 1S5T.
Sevciiano Pinto.
Da-se ate 800# peloaluguel de um ou
dous andares que tenha bons coinmodos, no
bairro de Santo Antonio, e ra/em-se Otilias
vantagens a contento do locador quem ii-
verann inicie.
- Aluga-se nm primeiro andar na rua 1
iretta, com commodos para grande familia:!
t,''?,-r'la d" liVra",enl0 D88-. I' --" dame MU .ber.aso.cio
I iei.i-.a-se de urna ama de leile que leo escolas desta capital, pelo escolenle melliudoC-
eja e boa Conducta e que tetilla bom leile, """> : P'o qaol a voz publica se ha pronanciado
que se pagara bem: na rua da Cadeia do "
sa 11. 11.
Escolas
,00
METhW) CASTILIIO.
Do da 7 de jiineiro em dianle sido aberUAisciu
Il l'.'llls lltl.l. .i .1 n.l~ .
P.ecife, loja de chapeos n. 46
A rifa do sitio de A.J. deM
peloorsaoda imprensa' peru,mbucana,r moreredii
particular allcncao a escolo de meninas, ereela na
Pass'igetn da Magdalena, Corre com a pri- >' burlados, e mais latera que so possam'desVja'r,
mena lotctia, (le no mez de levet -ifO !" Pf que digna profeora estando sendo lee-
..^ -, A.,Aa An u...! 'i0.0*'!? "a *ran,ma,ica nacionalI polo eiimio proles -
,------ ---*-k a r>i, ue 'iieninas, erecta na
rua do V .sano, esa do Tinado Silva Companhia, nao
so porque oessa escola se ensinam lotos us primoro
so, burilados, e mais lavores que so possam dse tur.
I
>*
co presente annocorrer na cidade do Kio ZT^^P;:'=V^T^,
16 Janeiro, se todos OS l>ilhi;tes orem ex- n'"s u,n Preciusu brilhanle que ornar a coroa litio*
traliidos ate o lim do anclante Janeiro : r,ni Io ?,.IB- cn"'elhe Dr. Csiilho.
O agente Oliveia tara"
^t> 94>* it)Det55u.
ILEGIVEL
O Sr. Barlholomeo Mei, subdito d'Aui-
tna, relira-se para Kuropa com seu cri
O abaiso assignado fas saber ao respeilavel pa-
lilico, que vendeu o seu eslabelecimeolo, sito na
rao de Santa 1 hereza n. tiO, o seu mano o Sr. Ven-
tura da Silva Uoavisla, ficaudo a liquidado do acti-
vo a cargo do anuuiiciante. Kecife 31 de dercml.ro
de 1856.Justino da Bitas Doavista.
Precisa-se de um bom Irobolhodor de mas-ei-
ra. da-se bom ordenado e pouco Irabalho porm bem
feilo : 00 paleo da Santa Cruz, padaria 11. .">.",, junto
ao sobrado.
H (OMLTORIO IIOMOPA- *
TIIICO.
DODfi. CASANOVA. r;
,-> 8rua das Cruzm8.
;ii Neste con-ultorio ha sempre paro vender ^j.
^ os mais acreditados medicamentos hoimro- W
W palhico de CATELI.AN e I.VEBEK, Ionio 9
^ em tintura, como em glubolos, o o moio SjVJ
.j em conla pu-sivel.
w Uma botica de 12 lobos a 85 e ItjOOO
S n do 2i .. lj; 125 e liaOOO
&& de 36 11 los I89 e 2OWIO0
S, de 48 18-) s e -iaimi
< de r) n 22b 25o e 3t)^-t)U0
%$ Tobos avulsos 50J, 80U. e I3OOO.
i 1 onca do Untura a escolher 23000.
'-rf Consultas lodos os dias gratis para os uo -
...' bres.
Tenlo resolvido a direrrao do Banco do Bra-
|0il realizar ale 15 do Janeiro prosimo mais orna rn-
i\raujO HOSO Da- Irada de dez por rento sobre o capital, o .moco.lo du
jesliucl'i Banco de Pirnamliocn f- -,nle aos senbo-
,4oooi passar do
na rua da Cadeia rio He- llie ''e re-pecllvo. Re'cif ibra de ^'
----------- ~.u v ,,,. v.^, UI1UI1I11C .III1.IIO ,
no estabelecimento de Agostinho Jos de
Oliveira, no rua deS. Francisco n. (i, on-
de teve cartorio o fallecido tabelliao Coe*
[lio.
Lotera do Rio de ,a-
liO: O.
O vapor 'i Imperador .1 chegado a este
porto nto nos ttou\e listas da lotera 24
do theatro de Santa Thereza, em virtude
deste ter saludo a 20 do prximo psssado
e a lotera estar annunctada pai-a andar
f ti, por isso anda se acham a' venda um
resto fiablhetes dessa lotera, cujas listas
esperamos pelo primeiro vaporqueche-
gar procedente da corte, na piara da In-
dependencia 11. 40. eahi sefar'a'paga-
mentodequalcjnerpremio, de cononni-
dade com os nossos annuncios.
'pfto Keller & Comp.
parlicipam ao publico e ao commercio em
geral, que de nojeem diaotederam socie-
tlade na mesma casa aos Srs. Antonio
Schlapprrit eTheodoro Freiss. Pernam-
buco I- de Janeiro de ISti.
JOSC ue .>. ..uj.^ kvw ,,/a- 1 nana ip un por remo fnure o
nm tem urna carta para ser entregue em iex,'"cl'' Banco de p. niami.uc
mao propria; noocnptorio ileManod Z^ZV^^*
da silva dantos, na rua da Cadeia do ReI Um he reopeeiisoj. Renf
Clfe. O secretario da ducc
O abaixo as.ienado, arrematante das divida ,'er"Hml"JC0'
activa, na importancia de 13:7538180 r. da massa
fallida de Joao CbriooelOBOO df Linio, aviea aoo deve- : Precisa-so do
dores da referida massa, que qooiram realisar ornis mar P* ,,al" P
breve pnssivel os S"u, dbitos: DO aterro da Boa Vis- ''" ^e h niein
ta 11. 12. taberna de Miguel Jo- Rodrigues da Cos- Vista, taberna
ta, o qu d se acha competentemente habilitado a re- i ." 'ia
caber ditos dividoo.Aajanio Jos Villar. -,_-,,
Precisa-,ede umaj. a de leile que sea de ho, "
conducta, e que tenha -il r l..,bi- --
11. 12. 101a le *' ^
::

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


/
.IKA5JJE JANEIRO DE 1857.
loaos
M
seus n le-
jas: no ar-
2, deAn-
MUU
caria para una
e pilcar habilitado,
Padre V.
t coslureiras: na loja
TEIR.
~/> do conselho real
al.
ecommendam o
sendo o nico
, as quali
'S.
;scovas inglezas para
.c pode haver e de nova
..as francezas muito boas
..00, ditas para cbelo ingle-
s a 18200 e 2D, ditas para den-
- e franoezas a 400, 500 e 600 rs.,
.a unhas dita dita a 240, 500 e 1S. e
dualidades mais baratas, que tudo se
.rna ra do Queimadona bem conheci-
loja de, miudezas da boa fama n. 33.
Feijo mulatinho
\ ende-se na roa da Cruz a. 34, feijao inulatinlio
por prec,o comuiodo.
\Talojadaboaf
vende-se muito barato : panno fino azul
a 3g o covado, dito dito preto superior a
3S500, cantan preto muito fino a 960 rs., lu-
vas de seda com ricas bolotas a 1280 o par,
ditas dita bordadas a 2, ditas dita para me-
ninas a I928O, ditas de fio de Escocia para
meninos a 320 rs., ditas dito dito para lio-
mem a 400 rs., meias pretas de seda para se-
nhora a 39, ditas ditas de laia para padre a
1/ii00, ditas ditas de algodao para sen hora
a 400 rs., ditas brancas dito dita a 240 e 320
rs., ditas ditas dito para meninos a 240 rs.,
cbales de merino com ricas palmas borda-
das a matiz a 5&500, ditos dito com listras de
sed a 4/, ditos dito liso com ricas franjas
a real socieda- ae seds a HBOft, ditos dito dito com franjas
nento do um de la 4f500, (ditos de 13* de muito bonitos
r em secreto, P'droes a to, ditos de algodao dilo4iloa
|800 rs., ditos de tarlatana a 19, lencos de
cambraia com ricos bicos de linho a 1/200,
ios de dita proprios para homem s 240 rs ,
"braias francezas de cores muito finas a
s., petos para camisas a 400 rs., ditos
* muito finos a 19280; alm disto um
sortimento de fazendas que se
"nenos que em outra parte: na
' 'inte da da boa fama.
ORASDEBOI

nte enfeita-
9 e 4#; ca-
' 500 rs.,
oras a
s a
. orthern.
,,000-Estabelecida
j 183G.
jMT seguro sobre proprie-
..cadoria, mobilia e gneros de
da a quahdade. Premio de 3|8
2 0[0 ao auno.Agentes, C. J.
/ & C.
Gomptrt.
,iniiiies de-
; se assignara'
niliia
/3lo a vapor Lu-
fa si le ira.
I
ir
h
~*
-


\
ado, por ordem da commisiao per-
paohia, no Hiode Janeiro, parlieipa
.ciuinslas desta, que do dia 12 do cor-
ro em assembla (eral os aenliores c-
,11, presididos pelo Illm. Sr. Dr.lAdolpho
Josta, .1epoi< de longo debate m que una-
-ie mauifeslaram a opiniao de que a compa-
. Minu, decidirn) e pprovaram;
. Qoe as accionistas possoidores das amigas ac-
utreiu cora 309000 lories por cada uina, para
nenio da dinda fela pela direecao do Porto.
Quoesta entrada sera dividida em tres partea
a, deveudo as chamadas de cada ama deslis
t ler lugar com iotervallo de 30 dias, sendo a
I eiru tula ja, e .1 ultima a ae for precisa.
. : As chamadas das novas actes sarao hilas na
nin.ormidade do que ja foi vencido ; o o Jinlieiro
priverjeii le destaa entradas i sera' applicado i com-
pro de om iereeiro vapor, e cosleameolo das primei-
r.is viastns dos oovos vapores se crescer da primeira
operar-lo.
i 1. Em qoanto nao lie possivel proceder a eleicao
das pessoas que bao de dirigir a companhia, tica a
commissao permanente autorisada para nomear urna
pessoa de sua conlianca, que em Portugal sirva de
seu procurador, e represente interinamente os ule-
reases da companhia em toda a sua plenitude, de-
tenniiiiindo-se-llie o honoraria que deve perceber.
A mesma commissao publicou o seguinte :
A commiiiao permaoeute, em virlude da decisao
da assembla reunida em 12 do correte, convida
os senhores accionistas antigos a fazerem urna entra-
da de 10 ;, 00 209 por aceto at o dia 12 de Janeiro
prximo, para pagamento da divida contrahida to
Porto ; ua roa Uireila u. 99.
Convida mais os senhores accionistas novos, e que
ja tizaram a primeira entrada, a realizaren) a segun-
da de 20)000 por cada accioalea mesma poca e no
logar iudicado, para a compra de um terceiro vapor.
Kio de Janeiro \'S de dezeinbro de 1K5C.Assig-
nadoDr. A. M. Victorino da Costa.
Assiin sao eouvidados os senhores accionistas de
Pernambuco a realisarm at l.'i de Janeiro iuturo
urna eulrada de '2of moeda brasileira) poracrao, Da
roa do Trapicho n. 26.
Fernambuco 23 de dezembro de 1856.O agente
Manoel I). Rodrigues.
Us devedoresde Jos Dias SimSes.Cru;: Bas-
tos a Croz & (jomes leoham a boudade de mandar
pagar os seus deoitos aos abaixo aasignados, por se-
ren ellos os donos dos referidos debilos, os raesmos
abano assignados desejando ultimar esta cobran;
ua melbor armona esperara que Ihe satisfanlo suas
coalas iudepeudentes da publicarlo de seus nomes
melos judiciaes quese ver&o na necessidade de em-
prear na falla do referido pagamento.Jos Atves
da Silva Guimarfles, ra doCabuga' n. IB, Fran-
cisco Jos Alves Guimariies, roa do Queimado u. JI3.
Precisa-se faljar ao Sr. Jos Antonio da
Cunha, nesta typographia.
Jos Antonio Moreira Dias iV C, la-
nera sciente aos seus freguezese mais con-
sumidores de plvora, que teem um gran-
de sortimento das melhores qualidadesde
plvora e chumbo que tem vindo a este
mercado, e vendem ditos gneros por
menos do que outra qualquer parte : pa-
ra verem as qualidades encontrarao as
amostras emseusescriptorios, na ra das
Larangeiras n. H e da Moeda n. 20 ;
nos inesraus '^elecimentos achanto sa-
Jj"-"*""rEunad ipetior qualidade, a
K.V000 a a .
de dezembro fu-
termo de Olin-
'idade 22 pa-
em o corpo
*e, pe's Jar-
seu
o
/INCIA.
O Sr. thesoureiro das
loteras manda tazer pu-
blico, que se acham a ven-
da, na ruada Aurori n.'
6, primeiro andar, os bi-
Ihetes, ineios e quartos, da
terceira parle da segun-
da lotera do convento do
Carm), cujas rodas andam
no dia 10 de Janeiro de
1857, e bem assim que tem
a disposi^o do respeita vel
publico, grande quantida-
de de bilhetes, ineios e
quartos cima.
Thesourariadas loteras
16 de dezembro de 1856.
.Jos ef anuario Alves da
Vlaia, escrvao das lote-
ras.
Compra-se orna canoa aberla, que levo 1,000
lijlos de alveoaiia : no paleo do Carino o. 1.
Compra-se papel de Diario eOeetiviimente a
392U0 a arroba; na ra larga do Rosario n. 15 e 17.
Compra-se para urna encommenda
3 molequesde 14 a 18 annos de idade :
na ra do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 10 horas a's 3 da tarde.
Compra-se efectivamente,lati broDzeecobre
velho : no deposito da fundido da Aurora, na ra
do llroin, logo na entrada n. -Js.e na mesma fundi-
rao, era Santo Amaro.
Lompra-se Urna negra mora com habilidades,
com filho ou sem elle ; ua ra do Sebo n. 12.
Compram-se peridicos a 3S200 a arroba : no
largo do Carmo, quina da ra de llortas n. 2.
Compra-se uma negra moca, boa figu-
ra, que saiba lavar, engommar, coziuhar e
coser, paga-se bem quem tiver anouncie
ou dirija-se ao armazcm do agente Pestaa,
ra da Cadeia n. 55, que achara com quem
tratar
Compram-se apolices da divida provin-
cial : na ra das Flores n. 37, primeiro an-
dar.
. rs.,
a 800 rs.,
s a 500 rs., ri-
de enancas a 1 a ados para as mesmas a
de la mais ordinarios
heiros com agulhas sor-
es. carles de colxetes
.es a 100 rs., carteirinhas
sortidas a 320 rs., caixinhas
.as francezas a 160 rs., miadasi da
ara bordar a 100 e 160 rs., carritei-
.ha de 200 jardas bora autor a 80 rs., di-
-s de 100 jardas autor Alexandre a 40 rs.,
macinhos de gfampas muito boas a 60 rs
liancinhas de ISa de casacoes a 80 rs. a pe-
ca, caixinhas com grampas muito boas a 160
rs., mtadinhas de linhas de peso linas a 120
rs., babados abertos de linho a 100 e 120 rs.
a vara, dito bordado de lindos padres a 200
rs. a vara, trancas de seda de todas as cores
e larguras e outras muitissimas cousas, que
tudo se vende barato, na ra do Queimade
loja de miudezas da boa fama n. 33:
Na loja da boa fe vende-se muito barato,
tanto aspessoas da praca como aos fre-
gueses do mato.
Madapolito n. 6 a 45 a peca, dito entre fino
a 39600, dito dito a 3/300, algodaozinho liso
encorpado de 20 jardas a 2#880 a pe$a, dito
dito idem idem a 29720, dito dito dem idem
a 29240, algodao de listras a 160 rs. o coya-
do, chitas linas para coberla a 200 rs., brin-
zinho de linho de quadrinhos a 200 rs.,brim
branco trancado dito a 1#44 rs. a vara,
dito pardo liso de puro linho para palitos a
640 rs., dito do cor trancado dito dito e de
bonitos padres a 800 rs., fil de linho liso
muito fino a 880 rs. a vara, dito dito borda-
do dito a 1/280, cambraia lisa fina a 480 rs.,
dita dita de salpicos muito fina a 800 rs.,
dita adamascada com urna vara de largura
para cortinados, em peca de 20 varas a 79,
camisas de riscado muilo bem feitas a 19500,
cortes de cambraia muito fina de muito boe
nilos padres com 7 varas a 25, palitos ds
brim pardo de puro linho a 39200, dito-
pretos muito bem feitos a 49, ganga ama-
relia franceza muilo fina a 320 rs. o covado,
corles de fustSo para collule a 600 rs., ditos
ditos finos a 1, ditos de gorgurSo de seda a
3,-500, assim como outras militas fazendas
que se vendem por menos que em outra
parte: na ra do Queimado n. 22, loja da
boa f, defronte da da boa fama.
Luvas de varias qualidade
Vendem-se ricas luvas de se.da de todas as
res, cobordadas e com bolofia 2 o para
ditas sem ser bordadas brancs e amarellas
para homens e senhoras a 1, 1200 e 19500,
ditas de fio da Escocia brancas e Je cores-
para homens e senhoras a 300, 400, 500 e
600, ditas brancas e de corear de algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e outras
qualidades mais que se vende na rna do
Uueimadona betn conhecida fpja de miude-
zas da boa fama n. 33.
Para quem estiver de luto*
Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
nhecida'loja de miudezas da b fama n. 33,
vollas pretas finas e ordinaria:, ricos alne-
les, ricas pulceiras, e ricas ro'-etas, tudo do
melbor gosto que se pode I icoutrar e por
preco que n3o deixara de a radar aos se-
nhores compradores. ^
Vender
ou permuta-se por predios; nesta cidade
ou seus suburbios, o sitio dos Coqueiros,
na praia do Kio-ocei ao noi'te d"e Olinda,
denominadoCASA CA1AD A,com boa
casa de pedia e cal, reedificada toda de
novo, com duas salas, quat1-0 quartos
cozmha ra, tem mais dequatrcentos
cincoenta pes de coqueiros vdbose gran-
de numero de novos e mais a lgumas lruc-
teiras, capoeira donde se pocle tirar lenha
para queimar e fazer eercade, boas bai-
\as para plantar, tem pasto Para susten-
tar viute vaccas de leitetodo o anno, tem
de frente mais de quinhen as bracas, e
de Tundo conforme as escrip uras, duzen-
tasbracas, passando por dei rn^emyua-
si toda a largura, um riacho que desagu"*
em Rio Doce ; tem mais a >osse de qu
tro bons curraes sobre pedr s e murados:
quem o pretender entenda se cotn o seu
proprietario J. J. Tasso Jnior, que tam-
bero o arrendara' por um determinado
numero de annos com con dictes favora-
veis ao arrendatario, se ja' nao apparecer
comprador.
Vende-se batatas a 292*0 a arrgbi 0 rs. S
libra, presunto a 640, figos < omaitre a 240, gomraa
a lOOrs. : na taberna da rfa 0e Hortas o. 4.
Vendem-seTfVcaes do Hamos n. i saccascuin
milho ebecadas de Mamanguape, pelo prero mais
barato que poder ser.
__ Vende-se o grande arrnaiem allandegado do
largo da Assembla d. 20 (Forte do Mallos), muito
proprin para qualquer eslabelecimeulo, ou mesmo
para recolher gneros como eslaservindo actoalmen-
t, por estar collocado defronte do trapiche do al-
godao : a tratsr na ruado Trapiche n. 14, primeiro
audar.
Vendem-se pellesde cabra do toda qualidade,
por prec,o commodo ra da Cruz n. 34, primeiro
audar.
Antonio Jos de Castro vende polvo-
a de superior qualidade a ISfOOOo bar-
VELAS DE CARNAUBA.
Vendem-se velas de carnauba pura 12? a arro-
ba ; na ra do Queinud n. 69, loja de ferragens.
POTASSi I CAL TIRGEI.
Noantigoej bem cotnhecido deposito daruada
Cadeia do Recife, escriphorio n. 12, ha para ven
dar muito superior polas*a da Russia, dita do Rio
YENDEM-SE CAPACHOS
piulados, compndos e redondos a 700 e 800
rs ; na ra do Queimado loja da boa fama
n 33.
AOS AMWF.S DO BOIE BARATO.
Vendem-se ricas cbaruteira* bordadas e
de Janeiro e cal virgem dlc Lisboa em podra, tudo' retroz serviodo tambem de carteira a 4/t df-
a precos muito favoraveis, coa os quaes ficarao
os compradores satisfeilos.
VTNUO 1)0 PORTO GENUINO.
Veodo-se ptimo \ mino do Porto em barris do
quarto e oitavo, por pretjo razoavel: na ra da Ca-
deia do Kecile u. 13, eselriplorio de Bailar & Ol-
veira.
.Sao muito liiidos para pu-
niros.
Vendem-se muito brpnilos botoes para pu-
nhos pelo barato precdj. a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na ruado Queimado na loja de
miudezas da boa fama m 33.
VEND1E-SE
Gra\a de patente, prova d'agua, para
rreios de carro. \
Vinho do lili.-no de qualidades espe-
ciaesJohannisberg Marcobrunner.
Noarmazem deC. J. Astley dt C.
XAROPE
DO
BOSQUE
ra
ril: as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparecam em o seu escriptorio, na
ra do Vigario n. 31, para veras amos-
tras.
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em casa de Saonders Brothers & C. Da
praca do Corpo Sanio n. 11, a muilo superior e bem
conbecida farinha de Trieste, da marcaprimeira
qoalldadechegada em 9 do correnle Da escuna
Pfeil, em porpes grandes e pequeas, conforme a
vontade do comprador,
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann na
ra do Brum, passando o chalarii,1 contina ha-
var'um completo sortimepio do laixss de ferro fun-
dido a batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por apreso commodo a com
promptido: erabarcam-s oucarrogaamrso amcar
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de llenr. Bruno & Companhia, na
ra da Cruz u. 10, vende-se cognac em caixinhatde
duzia.
Na ruado Trapiche o. 14, eacriploriode Ma-
noel Alves Guerra, vende-se por eoraraado pre^o e
seguinle : superior vinho do Porlo*m barris do
oilavo,chapeos de feltio, eaabiloamarello fabricado
no Kio de Janeiro.
Foi transferido o diposiKo desle ia ro pe para a bo
tica de Jos da Cruz Santlos, na ra Nova n. 53'
garrafas 53>500, e meia 39000, sendo falso tod
aquelle que n,io for venidido neste deposito,pal
U-oej^ar o presente aviso.
"^oTrtmirfiRA 0 PUBLICO.
Para corade phlysica jem todososseusdiaeren
tesgrios, quermotivada por constiparos, tosse
aslhma,'pleuriz. escarroei de san>iue, ddr de eos
tadosepeito, palpilarao no corarlo, coqueluche
bronchile, dorna gargarita, o todas asmoleslia
dosorgos pulmonares.
IECHAHSIO ABi SI6E
HO.
NAFUNDICAO DE fERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID ,W. BOWMAN. A
RA DO BRUM.'PIASSANDO O oHA-
FARIZ,
hasemp'eumgrandesoriimetlodoaegointes ob
joclos demechanismosproprioa para ongenhos.a sa-
ber : rooendase meias opoendas da mais moderna
conslrucco ; laixas de ferro fundido e batido.de
superior qualidade o d lodosos tamandoa ; roda
dentadas para agua oo aiiimaes, de todas as propor-
ces; crivose boceas de orualha o registros de bo-
eiro, aguilhOes,bronzes,s>'afuaos e cavilhoea.moi-
nhos de mandioca,etc.fl-
NA MESMA 'UNDICA'O.
leexecntamlodasaseut imendas com a superio-
ridadejcoDhec^idaeco a devidaprestezaeeom-
modidadeem proco.
AtteicoIt
ao passo que
) a libra ; aHrT
pois a remessa
SBendad.
Inst ruccao.
Vende-se uma linda mulatinha com
idade de 13 annos, propria para mucama,
coseocozinha o diario de uma casa, sem
vicos uero achaques ; na ra de Agnas-Ver-
des n. 100, primeiro andar.
-- Vende-se uma preta moca, a qual lava,
cozinlta e engomma, tudo com perl'eiciio;
prefere-se para fra : a tratar na ra da Praia
n. 29, segundo andar.
Aos que tem de pint r.
Verde francez a pataca a libra, alvaiade a
meia pataca, /areno e oca a dous vintens a
libra ; vende toda a porcao que quiv.ereni
no Livramento, loja n. 35.
Ra Nova n. 54.
Madama Rosa Hardy vende ricos enfeites
!ae cabeca para senhra. do ultinio gosto,
i por preco commodo, e chapeos do crep eu-
fetados com flores, pelo preco de 67000.
Fende-se ulm chro- 9
nometro benfi recula-
\ do : a ra do Brum :;
u. 18, primeiro andar, s

iom
:;;
Oabtiio assiguado, professor particular, aulorisa-
do pela directora geral de iustrucrao publica, faz
sciente ao reapeilavel poblico, que no da 12 do cor-
renle pretende abrir uma nova aula de in-lrucr.m
primaria, e um curso nocturno da linzua franceza na
casa de sua resideucia, Da ra da C-uia n. 12 Ah.
ensmara' a ler, esenver, arythmelica e contabilida-
dt al operaces decirnaet, grammalica nacional e
analyse, doutrina cliriitila e suas explicaces, noyes
de geometra e gtographia, historia sagrada e do Bra-
sil ; o no curso de francez a ler, eserever, fallar e
Iraduzir com perfeiflloessa lingua. O mesrao con-
tina a dar lires de todas estas materias por casas
particulares, e tiabilitado por alguus estudos e prali-
ca de alaons cinco anuos de ensino, espera, como al
aqu, nao desmerecer do conceito aquellas pessoas
que, honrando-o com sua conlianra o prolecrau, SO
dignarem procari-lo.Jo3o Jos Rodrigues.
Precisa-ie de uma ama : na roa eslreila do
Rosario o. 17, segundo andar.
Os senhores inestres de
obras ou nutica
qne pretenderen) apparelhos de icar madeiras, ou
mappas, livros, a.ulha, Rlobo, objeetos que ser-
vtram ao anligo piloto o Sr. Manoel Jos Vieira
Quit, queiram dirigir-se a ra da Praia, armazem
ii. 10, que ludo se vende barato para quem quizer.
-f-Precisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, que se preste a todo o servico de
uma casa de familia : na ra Nova, casa
n. 20, segundo andar.
Ni ra da Praia n. 6f, se dir' qnem da' ili-
nheiro a premio com garantas ou penhores.
OITerece-se uma ama cozinheira [lera ura me-
nino qoe compra na roa para cata de homem sol-
leiro : quera quizer dirija-se a roa do Livramento
n. 2, que se dar inibrmaces de sua couducla.
I'arelo em barricas
No armazem de Vicente Ferreira da Costa,
ra da Madre de Dos, confronte a igieja.
charutos.
Na loja de Bourgard, ra da Cadeia do
Recife n. 15, vendein se superiores charutos
da Baha, em casas, massose a retalbo, por
baralissimo preco.
Vende-se uma loja de fazendas em
boa ra, a dinheiro ou a puazo : a tratar
na ra da Cadeia do Recite n. oi.
Vendem-se figos de comadre a 110 rs. a libra,
qoeijos dos mais novos| ehegados no mercado a
19300 : oa taberna da roa de llortas o. i.
Cimeato branco.
Hechegado o evcellente cemento bran-
co ja bem conhecido e experimentado,
tanto em barricas como as tinas: no ar-
mazem de taboas de pinito de Joaquim
Lopes de Almeida, na praia de San Fran-
cisco, junto a ponte nova.
Ne ra da Cadeia, defronte da Relarao, taber-
na n. 28, ha das melhores bichas hamburguezas pa-
ra vender a relaiho e ero porches, e tambero se
tugara.
Cal de Lisboa.
Ra da Praia n. i9.
( hegada no ultimo na-
vio e inuitissimo bem acon-
dicionad* : vende-se por
preco muito barato.
AO MADAMISMO DE BOM GOSTO.
Veudem-se sedas escocezas de quadros, com qua-
Iro palmes de largura, fazenda muilo superior a
||TJ00 o covado: na ra da Cadeia do Recife loja
de Mauoel l'erreira de Sa, esquina qne volla para a
Madre de Dos.
Plvora.
daSenzala-Po-
' :. -
Cha.
Na pra<;a da Independencia n. 33 ha um deposito
de cha verde, preto e do Rio de Janeiro o melhor
que ha no mercado, o prero he razoavel conforme a
porro, o comprador nao denara de apreciar a boa
charena.
It.il i-- para qualquer obra rea por prero
multo commodo, e se as obpvts forera longe do porto,
conduz-se em currocss : a" deira do Mii'orl, Tror \jTHtiro dos mooriros
na rna N N
Vemle-se uma neora de 1(> annos, crionla. que
coie, lava, engomma e cozinha o diario de uma casa:
na roa da Praia n. 13, segundo andar.
Vende-se orna vacca d leile, a qoal he muito
nov, baslaole mansa, dando tres garrafas meia de
leile, parida de 15 das, sendo filha do paslo : as
lianeiras n. 8, otaria.
Vende-se nm apparelhode porcelana dourada
para cha e om meio dito para (salar, tudo com poo-
.co u*o p>rs ler servido orna s vez : na roa do
Padre Florianon. 21, segundo andar.
Vendemse vitellas gordas : na encruzilhada
de li'll-in. na taberna do Andr se dir'.
Vemle-se o engenho Sicupeminha,. em Miiri-
!ieca, perlencenle aos herdeiros do finado cspi.lo
ranoisco Antonio de N Brrelo: os pretendeutes
fallen com R. J. 11. de Almeida.
Venitem-se eigos de garrafas vasia, em casa de
enry (iibson, rna da Cadeia do Recife n. 52.
Vende se a taberna sita na rna das Peioam-
hucanas esqnioa para a das Crioolas, hem surtida e
Claudio ubeux vende plvora, ,i I "i.s
cada barril de 25 libras.
Vendem-se
pranehes de pinho da Suecia com 18 ate
22 palmos e 3 polegadas de grossura, des-
carregando agora para o armazem de C.
J. Astley i C, no Forte do Mattos : ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por preco muito commodo.
FAZ MAS HABATAS
pvEM AVAlilA:
>a loja de i portas, na ra do Queimado n. 10,
ha para vender novo sortimento de fazendas muito
em Conla, como sejam :
Chilas largas decores, o covado 180
Ollas estrellas, o covado 100 rs., 120 e H>0
Corles de vestido de chita larga IStiOO e -j-iiiiu
Ditos de cassas de barra 2900o
Pe^as de chitas de cores ;>-uun
Itit.is de ditas finas (isOOO
Madapolao enlrefino jSOOOo 35O0
Dito largo 49000
.'.k ido azul de listra e mesclado, o covado ItiO
Hilo americano, peja ;l-5000
Chiles de chita 100
tenros de ganaaencarnados 200
Chales de merino de barra e franjas i-: .im
l'eitos de liubo lisos e bordados para camisa 400
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santo n. 11 ,ha para vondar o seguinle a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro do carvo.
Eonas de linho.
Esponjas. ,
Drogas.
Algodao lizo para saceas.
Dito en trancado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de fazendas proprio
para ste mareado : tudo por preco commodo.
Cal de Lisboa e potassas
Na rna do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
muis nova que ha no mercado
AGENCIA
Da f undicao Low-Moor, ru
va n. 42.
Nesteestabelecimentoeoniinaahaver ncom-
pleio sortimento da moendas meias moondas
para engenho, machinas de vapor e taixas da
ferro balido e toado de todos os tamanho para
dito.
C\L E POTVSSV ,
Vende-st potassa da Russia e americana, ehegeeM
neates dias e de superior qualidade; eal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seus depsi-
tos ua ra de Apollo n. 1 A, e IB.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto dt superior qualidade da bem
conhecida marca <1W em pipas, barris e caitas de
ama e duas duzas de garrafas.
II nita attencao
Na ra do Crespo, loja da esquina, que volta pa-
ra a ra da Cadeia, vendem-se cobertores de laa
btspaohes.lencosde cambraia de listras a 100, 500,
e 600 rs. cada om, corles decnsemira de cor a 49,
e 91000 ". dilos prota a 48500 e 8JOO0 rs., ditos
de brim escuro eamarello para calta a 1(440, pan-
no de liubo do Porto, loalhas de mesa e rosto, goar-
danapos de todas as qualidades, aloalhado adamas-
cado com selle palmos de largora a 1 -tit0 a vara,
corles de cassa cb.la a 19600 rs., e outras moitas fa-
teDdas por preco'scommodos.
A160 reis o covado.
Kiscado escuro de quadrinhos, proprio para ca-
misas e vestidos de prelas, vende-se Da roa do
Crespo, loja da esquino, que volta para a ra da Ca-
deia.
PARA ACABAR.
Na ra Nova, loja francesa n. 8, confron-
te a Camhoa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senbora, da ultima
moda e qualidade, com om leve toqui de mofo, pelo
baratsimo proco de 109 da nm.
Helo ios de patente
nclezesdeoitro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugustoC. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife,armazem n. 36.
I
B Na ra do, Tra 'iche n. 54, ha
& superior rape Pr iceza do Brasil,
$ chegado recenter ente do Rio de
1$ Janeiro, em qual fade .poucodif-
i;'; fere do de Lisb'
^ custa apenas 1 Si
B antes que acabe
-;';- be pequea.
Em casa de Ra-e Schmettau & C,
ra da Cadeia n. 57(eende-fe:
Vidrospara eapdlJ*
Virho do Rheno $-iperior.
Conservas abmenh 'as-
Tinta para typogu phia.
Tudo por pr;c,o cci tmodo.
Em casa le Ril e Schmettau & C,
ra da Cadeia n. 57, fende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Trauraann o Ham ur6-
Vinho do Prto, su aerior chamico.
Em caitas de 2 ozias e e b,rri' de oi,> n~
ceulemenle cbegaopelojbri 'ue Trovador; vende-
se nicamente normazem Barroca & Castro, na
ra da Cadeia do iicife u.
A!>'od9.oinho dn Baha
para saceos dcassuca:
sa de N. O. leber i
n. *.
tas sem ser bordadas muilo boas a s e 3/,
callen un as muits rica if, dita proprias
para viagem a 91500, ca teiras grandes para
dinueiroa 1/50Asj), irancelins para relo-
gios. prelos deflRroza 160, .fiadores para
navalhas muilo finos a 1#, pedras inglezas da
aliar navalhas a 1f e 19500, ricas bengalas
pelo baralo preco de 18 e 18500, penles com
escova e espelbo para -ui-sas a 800 rs esto
jos para barita a 28 e -21500, fivellas doyradas
para calcas e colletes a ISO rs., castOe para
bengalas a 80 rs., caixinhas para guardar
phosphoros a 160 rs escuvmhas para lis-
par penles a 2*0 rs., chicotes muito bous
para cavallo a 800 rs esporas fina de ac .
i/, grvalas de seda muilo boas a 1>, ataca- -
dores de cornalina para casaca a 300 rs.. Mal-
eis ioglezes para barba a 500, 600 e 8M rs a
camisas aboloaduras para collele a 500 e 600 rs., di-
ta para palitos a 500 e 600 rs., estojo de na-
valhas 'mas para barba a 9, caixas tiniset-
mas para rap a 2500 e 39, ditas redondas de
tartaruga linas a ti.-, e outras muitas cousas
que se vendem por barato preco : na ra do
Uueimado na tem conhecida loja da boa fa-
ma n. 33.
Oculos e lunetas de lodas
as qualidades
Vendem-se superiores ocu los com anaaco
de tartaruga de todas as graduacocs a 39000,
ditos muilo bons com armacoes dourada a
Ic-'OO, ditos ditos com armacoes prateada
18, dilos ditos com armacao de ac a SOOe'
19, lunetas com armacao de larUruga a I,
ditas redondas equadradas debaleia a500
rs.,ditas de dous vidros armacao debaleia
a 19600, eoutrosoculos mais quese vendem
por preco barato na loja da boa fama na roa
do Queimado n. 33.
Vendem-sa dous pianos fortes da Jacaranda
construccao vertical ecom lodos o atemora meato
mais modernos, lendo vindo no nltino navio it
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem a. 8
, leqdes rins.
Vendem-se lequcs muito finos com ricas
pinturas, espelhoe plumas a 9/, 395O0eW:
na ra do (jueimado loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Kicas fitas finas e moders
as dos melhores gostos -'
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na roa do
One miado n. 33 e por precos que nao deixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ba muito onde as-
co Ihe r.
Perfumaras finsimas.
Na loja de miudezas da boa fama na roa
do Queimado n. 33 ercontra-se sempre um
rico sortimento de perfumariaa de todas as
qualidades, inglezas e francezas, sendo dos
melhores autores que ha em Caris e Loo-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa, A
sabao para barba de creme de ameodoas, '
agua de lavande muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banba mui-
to fina em ricos vasos, extractos de muitas
qualidades, extractos proprios para bolso da
estudante, essenciss de varias qualidades,
opiato o melhor que ba para limpar dentes,
pas para limpar os dentes, e outras muitas
cousas que nio deixarSo de paragar aos *-
nhoren compradores, e que tudo se vende
por precinbo multo barato. '
: vende-se emea-
C, ra da Cruz
Kklo gios
cubarlos e descolaos, peq ,eaoa grandes, de ouru,
palele ioglez, pf horneo senhora, de om dos
raelhore fabrcaos de Li% HUMIl viudos pelo ulti-
mo paquete Ingle em ca; Sortball Mellor &
Cmpauhiai roa i Torres 38.
N. O. Bter & C ra da Cruz n. 4,
vendem:
Lonas da Hssia.
dem inghas.
Brinzo.
Biins da Rssia.
Vinho de fttdeira.!
Algodao pra sacc fs Je assucar.
SA' MIJITt LINDOS.
Ilicos corlale vesl ds d fazenda muito
fina, toda de sda e d >"> gosto muito apu-
rado, chegado pelo Uimo vapor vindoda
Europa, muitepropri. P>' as senhoras de
bom gosto, sim cpmo chitas francezas
muito linas latizadjs com lindas cores
dao-se amostas narl' do Queimado n. 22
na loja da boif del11'* d da b 'o.
PARA .UEM TM BOM COSTO.
Na ra do Oeimad n- 22, loja da boa fe,
ba um compblo sorlinento degrosdenapo-
le de seda de indas eres; aprovettem antes
queseacabeD, que ajestai esU com nosco,
assim como dtaposi Chile muilo linos,
enos que em outra
A loja da boa
fama
Vende muito barato :
Libras de linhas n. 100 e 190 de boa qua-
lidade a 28, ditas de linhas de cores a 1*200,
pe-as de fita lavrada larga de seda a 28600,
duzia de pentes abortos para segurar cabel-
lo a 28200. grozas de botoes de louca pinta-
dos a 240, meias brancas e cruas para homem
a 160, suspensorios para homem e menino a
40 rs., carteias para algibeira a 600 rs., no-
cas de fila de linho a 40 rs., grozas da bo-
toes linos para calcas a 280 re., grozas de
botoes de madreperola a 600 ra., braceletes
encarnado para senhora a 200, caixas con
linhas de marcar a 280 rs., pecas de bico es-
treno com 10 varas a 560 rs., duzias deto-
souras para costuras a I/, ditas maiores mui-
lo boas a 1--200, e outras muitissimas cousas
que se vendem muito barato na ra do Qaei-
mado na bem conhecida loja da boa rama
u. 33.
Para escriptorios e cari-
nos.
Vendem-se resmas da papel de peso do
melbor que be possivel haver a S, dito in-
ferior pouca cousa a 3 e 39500, dito paqoe-
le mu tissimo fino a 49500 e es, dito almaco
rev e marfim a 4, dito almaco muilissimo
bom a 38200,| dito de cores om quartos de
resma a 700 rs grozas das verdadeiras no-
nas de ac bico de Janea pelo barato proco
de 1200, ditas muito boas sem ser bico d
lancaOO rs., duzias de lapis muitissi roo fi-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 ra., caetas de osso torneadas pora
peonas de ac a i-20 rs., caivetes fiaissimo
de uma a quatro Tulhas a 1, 2, 3, 4, e ou-
tras mais cousas que se vende barato ; Ba
ra do Queimado na bem con becida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Cartas para jog-ar.
ralbos de cartas franceza
om papel a 50o rs. o bara-
lezas muito Gnas a 320 rs.:
ido na loja de miudezas da
he"
Moinbosde vento
com bombas derepuiopara regarhortase ba
ta de capim : na fundipao de D. W. Bowman
na roa do Brum ns. fi, 8e 10.
MARMEI.ADA.
aLTiteafieguenda para a ierra: os pretendenlesl Vende-se por prero cminodo, e da melhor quali-
irijam-se a moma on a prar;a da lodtpeuilaUiJ dadr que lia no mercado : na ra do Vigario n. 27, si
n w- ldepcsnoo^a5,ucar
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes <*; C, rita da Madie
de eosn. 12, por preco commodo:
Vende-se superior linha de algodao branca
quese vendea por
parte.
FITAS DEVELDO.
Vendem-sefitas defino pretas e de co-
res, estrellas e largas 'sase bertas dei mu,
to bons 6estcs, pelchsrato preco de 160
320, 400, 500 e 600 rs ra do Queimado
na loja de miudezas ( fama n. 33.
Moenchs supe-
ri< 'es.
C. Starr A. C, em
-se para vender mo-
is de ferro, de um
o muito superior.
E GRADES
sortimento de model-
radarias de gosto mo-
;io da Aurora em San-
sito da mesma na ra
Vendem-sc '
muito finase d
lho, ditas portt
na roa do Queit
boa Tama n. 33.
Bouec s francezas.
Vendem-se b tecas francezas ricamente
vestidas e de iras finalidades a 18200,
1-600 e 99, na n a do Queimado loja de miu-
dezas da boa far a n. 33.
$t* t)08 fUf*0g.
de cores, era novello, para costura : un casa de
Soalhall .Mellor & Companhia, ra do Torres n. 38.
A3$500
Vende-se cal da Lisboa ltimamente chgada, aa-
sim como potassa da Hossia verdadera : ua praa
do Corpo Santo n. II.
Na fundieao
Santo Amaro, ac
ondas de' raima
modelo econstr
VARAN!
m lindo e vari
los para varandas
dernissimo i na fi
to Amaro, e no c
do Brum. .
.ouro de iftw marca de
caspio.
Vcndem-so" pells le couro de lustre de
muito superior qial lade a preco de
4#50O : na ra do Ue do, na bem
cida loja do miudea. d* ,)0' ,Mrn
Heniti o b ti ato.
Vendem-se duzia ^ facas e garfos de ca-
bo de marfim de b. "Jualidade a 10?, ditas
ditos de cabo de ajunco muito finas a 6/,
ditas ditos cabo rrftj e ottavado a 39, du-
zias de colherrs dedial principe a 3s e 6.-:
ditas de metal mai jrdinario a 800 e ls400,
e outras muitas cos Que se ve"de .H8"10'
na ra do Queima na bem conhecida loja
de miudezas da LkAom u
Fogio nodfa i de dezesnbro proiin paxade,
de casa do abaiso .Manado, o preto Ignacio par aa-
Ibonomasia Calle,.ranoeiro beca conhecido no par-
to da ra Nova, e ainila se arba arribado rega-n
as autoridades policiaes, capilaes de campa o pasteas
particulares por quem posta ser eneoulraao da e man-
darera penar e enn 'aar ta padaria de roa larga ato
Kosario o. IH ; e i a maior etclarecnienlo l rest-
i e lm um dad* do pe toctra-
]uem o enlrotar sera' ganere-
do por Mi noel A n tonto
dido das doas verilli
bilado para dentro .
samrute recompen
Jess.
Fogio no dia
manhda, nina uegra
corpo, tero nma n
abaiio do ollio esqo
cada, representa ter
des, tem andar ama!
ja' soja por bailo e
lato e 24000 ata dinl
marras as costas, li
conhecida na lloi-Y
Nova i
eonhe-
n. 33.
33.
.' do ro-rente. as 9 fesrae da
e cor f.ia, alia, retorcida ala
rea preta aa macaa da realo
do, e a orelha gruesa e machu-
s -nuo, leaa ataos o pea aval-
ado, levou ata vestido braaseo
i da chita por cima, ava ast-
ro, panno da Osla, etc., lata
natural do Naxarelb., laetn
a: quem a pegar leve- a raa
42, quasera iieuerosameete racaeapaaaadt).
Fugio hontenjas 7 horas,um escravo nie-
to de nomo Tbomaz, alio, reforcado de corpo, con
marcas de bexigas, remas grocas, e relias atareas
de cieralizes aas caoellas, falla com muita manci-
do, levon vestido camisa da panno azul groco
guarnecida da ourelo branco, nos ombros a pu-
nhos, aberu aa frenteam forma de palito: eslesa-
cra vo he nitural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coeho, que o houve por beranca de sea sa-
gro Jos J'aquin) de Souza daquella cidade, a foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario de
Albandra Vasconeellos Jnior,morador no engenho
Taaa Ireguezia do Pilar datU provincia :
quem o segar leve-o a roa da Concordia a Pedro
Antonio Toixeira Gumare, qoa aera tnateroaa-
rnenie fratificado.
I'ERN.: TYF DE al. F. DB FAKU 185
1
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADC
/
MUTILADO


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