Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07675


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Full Text
.
Po' 3 mete* adianidos 4.<000.
P" <~) mczes vcncito 4$500.
t-y
?*>*'>* SVitS-.RIPCA'O i > NOKTE
'arahiba, 8r. jn Kc*olpho..Gomes; Ni I, o '- Jo,.
! P^lJSr"iU.''Cl,*'''-Sr-A- d e. Traga:
>, o.8r. Ri' T etfibratihao, o Sr. ,0,qujm jfar
,^listDTr-T^,nD0* H,reu no Pe'>
5 J- Ramo; Amtioi 0 gr. Jero-
a I
?AR7J;J,FPI0JiL
PARTIDA DOS CORREIOS.
OlimU : tildas u dia*, Sp ir-ca bor.iH Ho .I^ii.ii.I-..-IJ. GfiiRKi e I'.iuIiiIij : n.n H.-.'iimi^* MiUd-felraa*
s. Aaiav, Iknorrv*, Roaito, Carur, IfCfnlto < '.i-.niintn : im c.T<;j-rcir.
S. I.i.uilm^.i. i>....-.: % rti,,. .Vt/.irfi, Liameira, llrejo, Pettausira, {*-
a.-n, Hni,>, Vtlla-lli-IU, lt*. Ourc-urv Ktu : )%. maarUm-Uin*.
t:.ilio, l|tojurj. iiTmh.'n-m, Kio-Kurmo'>o, tn.i, Karrarofl, A)fM-HnU,
PlaeatHirittc Va tal: filiUtMWrtf.
I MU of comloi ;>*rl<.'in ai lu San* da manilla.
AUDIENCIAS DOS TMItlJXAES.U.Y CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Rolji.il) ; terras-feiras e sabbados.
Kazenda : quaitas <- sabbados as 10 horas.
Jui/u do commercio : segundas as 10 horas e q limas ao uieio-dia.
Jlii/i de orphjos : segundas e quintas as 10 horas.
1 rimeira vara do civel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio da.
EPIIK.MEIIIDES IIIUIK.Z DE JANEIRO.
n-iario rrescente as !t horas e 54 minutos da maubaa.
1(1 La cheia as Ii horas e -18 minutos da manilas.
ty (Juarto miuguante as 2 horas e .10 minutos dt m.inb i
2 La nova ai PREAMAR DE MOJE.
Primara as 10 horas c6 minutos da manhaa
inunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
DAS da semana-
29 Segunda. S. I liorna; do Cumiara are m.
.10 Terra. S. Sabino b. ni. : Ss. Veiinsliniano e Agripiniann un.
31 (Juan. S. Silvestre p. ; Ss. .Nominando, Donato e Alineriiuo.
1 i.iiiini.1. >? Cirrumcieao do Senhur ; S. Almachio.
2 Sen. S. Izidoro b. ; 9. Argeo m.: S. Martiniano ni.
3 Sabhado. S. Aprigio b. : S. Amero p. m.
4 Domingo. S. Tito b. : S. Prisco presb.
QOVEl
Expedle
\
VA PROVINBIA
4e la II da deieaabr .
OllicoAo Ex .eneule general como andante
das armas, recom /edandoa expedido di ao. or-
dena, pura que o res do >. balallnlo de infante-
ra Heuriqoe ral*,,, C.pisirano, pague recebe-
lona de renda* ifrnae, a' isia da nal que re-
melle por copia, importancia (loa direile e emolo-
menlosquc esta lever pelo aviso que I; nbein re-
melle por copia, i qual coma que >e
den di*pena do rvn;o para esludar curso da
respectiva arma i ,Cola mililar.Igu I acerca do
lando nos lermus lettaes, a conla que S. S. reioelleu
da despeza li'il.i un- meze da jolito a setembro das-
te anuo, coni sustento dos presos pobres da cadea
de Santo Anio.
DitaAo inspector do arcual de marinlia, ap-
provaodn o contrato que Siiic. celebrou con: os un-
chinistas C. Slarr ,\ C, para a factura de porles
de ferro e '2 columnas do meMiio melal ludo desti-
nado ao lazareto da llha do Pina, e declarando que
auimi- iii o inspector da tbesouraria de 'azenri.
t:\CMtltKC.\ltOS DA SI sckipt.aO no sil.
Alagoas. o Sr. Claudino Faleao Dias Baha, 0 Sr. D, Dupra
Itio de Janeiro, o !r. Jooo Pereira M,n .,M!.
EM PERXAMWL'O.
O proprictario do DIARIO Manoel Figueirw de lana ua i
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
COMMANDO DAS ARMAS. ] "le tixln; eas atoatraa de horror, cansadas pela lia- lilira, para a poliliea, no Uaraohl, c Boa tres ulti-
Qaanel taairal de comauado a .rmaa da ', laiada, ein que representou uiu importaute papel, e im.s mc/.es de sua ailmitiislraco ; da Ionizo lempo
Pernamb ac, na eldada do Beclfe, m i de
lanelrod|857.
DKDEM DO DA N. : O general, commandanle das arma*, faz darlo, pa-
ra scieneia verno de S. M. > Imperador fui >ervido por avio do
mioislrrio din negocios da suerra de tli de dezem-
mandar pasar a imporlancia dessea objecloa lono !"" Pro\'mo '"'do, passar o Sr. alteres do 1. bala-
queo* mesmos iii.-.chiiii-iH, mostrem ler salisfeilo I', de 'ra leliciano Caliopa Monleiro de
altere, do inesmoial|,o Jos Lzaro atoiflerro de
Mello e olliciou-' ,lesie s.ntido a' tlUouraria de
fazenda.
DiloAo meamJSdizeno que pela I tora do avi-
" 1ue re'oelte pofSpj,, ep-,lido pa reparlirao
da guerra em 1 d orreol.., li-aia' 4 Exc. im'e,-
rado dequoa pre^oci, sn ac|la auorlsana ,,,_
ferir am occasiao .-orluna, na forna das orden
em rigor, o requei |0 em qoe ^bo de .
dra do 9. balalba.. infanUria Tt odoslo Josu .la
S.la poda bma "jemso, allepodo molestia e
haver coacluido o ,i SBQ engmenlo.
?-~~.Ame*"" 'iivianlopor -opia o aviso da
reparlirao da gueri SlHdo correrte, do qual coos-
a l,aver-se conced A,aMa^eln a(1 ,|frrPS \ ha.
lall.ao de nifaiitaria |jca,,o Caope Monleiro da
Mello, para ot. da J.maar.na.e ile para aqoelle
balall.ao, o alteres jandtt de 0allua pmto<
i plenamenle o seu coolralo.OUcioo-ae ueste san- i:", .'S"" '; m^mt arma, edesle par aquel-
la balalhao o Sr. alteres Aletandre de llollanla
Pinto, que se aclia na provincia da Kahia, imlefe-
rindo n mi",ii.. dala o requerimeuln ero que o pri-
meiro desses olliciaes pedio dispensa do servic,n, pa-
conce- (ido ao menciona lo inspector
DitoAo inetmo, nleirando-o de haver expedido
orden a tbesouraria de f.izeuda para indemnlsar o
(nisimo da marmita da quantia de U~9!*ill em
que imp'irtaram os objeclos fornecidos ao hospital
do Pina, e idIo das despezas feitas com os reparos
da baleeira, poi laao que pertencendo ella aquelle
arsenal, deven) correr por conla do inesmo minis-
terio os roncertos de que se Ir.tla.Olliciou-se a'
Ihesouraria para fazer a indemnisay.ao.
DiloAo iiie-mii, par pcrmiltir a Eduardo Mor-
na\. se nao houver i'icouveu'eute. desembarcar pe-
lo alindaste il'aquelle arsenal nina mxcliina desli-
oaila a agricultura, a qual por seu S'aude peso nao
pode ser guindada pelos apparelhos da alfaoilega
nein dos particulares, e consentir que a referida
machina se demore all em quanto se preparain os
meios de ser ella transportada .\^s lugar do seu des-
tino:
Dito Ao mesroo, approvaodo a deliberadlo que
.. | S. me. toniou de recorrer ao deposito dos objeclos
*uem coim que fora indefe- f perlencenles as enfermaras dos cholencos, tirando
\
le
\
rido o requerimeuln
ciaes pedia dispensa
cdla mililar.Comn
avada.
DiloAo mesmo,
do ai convenientes
de soccorrimenlo ao
le Perneado, ase di)
Alagoas no vapor qui
capliao e ao soldado
dens de que se (rala.
Dilo.Ao mesmo,
(lo ministerio da guet
ae manda dar baita
infamara Domingos
lempo de servido poi
DiloAu mesmo, r
reparhcao da guerra
consta que pra se del
primen- Imita, que ti
po de -erviru, fotam j
da inespazes de conln
faz-se preciso que se
certides dos asaanlao
DiloAo inspeclor
clarando que o bachai
J'itz muoieipal do len:
ver.cu dia 11 do corre
seo earg*. e assumidu
lireilo,Igual declara
rclacao.
DitoA o memo, i
municipal dc^azerctk.
da Veiaa Pessoa, cnlrai
tercela da vara de
iarobem e common
So.
Dilo-^Ao mesmo, con
pedio para sob a respau
bat um novo crdito de
despezasjque ainda eaUe
ros prestados porvoccasl
innrbui, I yuto ja *e ach,.
Ii mmenle se abri para
DiloA, i.....,... dci
co|iias lio* parereres do
l'.i'i lio da Silva, a do pi
Ihesouraria os requerimen
iiiu da Cosa Campello e
Gaiotariii, padem por afoi
lica no fundos l.
Uaziliii Uagno da
o servi{o, para estudar na es-
Wcou-se S Ihesouraria de fa-
iranilio de haver expedi-
lt para que se passe auia
riuha que)
cadidus a
Dulr e t
Sao Manoel de Campos Lej-
spirte para a provincia das
espera do Norte, ao mesmo
mpedido.Deram-se as or-
-tn liindn por copia o avio
e 18 do correle, no qual
(oldado do 9. batalliAo de
>uz, por ter concluido o
marcado.
iHcndo por copia o avio da
S ilo correte, do qual
^t acerca das praras de
s- tilo concluido o seulem-
las em in^peceao de sau-
m a servir no exercilo,
Dm a' mesma reparlirao
,s de laes pracas.
;aesouraria de fatenda. de-
ii.iiri-lin.iii Xavier Lopes,
i Corvara' participara ln-
entrado as funecoes de
- a exercicio da vara de
o se fez ao presdeme da
Vandov de haver o juiz
'harajosc Mara Mostoso
^--ui 33 de correle, no
o daquel.i comarca.--
(Mesideiile da rea-
nlo ;- anlorisa^a.i qoe
lade da presidencia a-
1)0011 para ocenrrer a
ar, feiias com aooeor-
t epi leinia do cholera
liado ) i rdito que ul-
ulo,
ndo acompanhad" de
nado lente Antonio
irador lisral daquella
' em que Vicente Lici-
ntonio Joe da Cunta
diento o alagado de tna-
' mi'ni- que foram con-
ailva, lieraldo l'ereir i
s Cliagas na roa Im-
Idir o referido alaba-
se islo porm Ibes
dclle os que eram precisos ao hospilal do lazareto
do Pina, vilo nao cr pmsivel blelos de tuoincnlo
por mcio de compra. l'.onimunicou.se a Ihesoura-
ria de fazenda.
Dilo Aojuiz de direilo de tiaranhuns, aecu-
saodo recebido o ollicio em que S. roe. coramuiiicou
ler sido enlregue a Jola Ilapli.da Braga, procurador
do collegio do llom lionselho em Papacaca, a quan-
tia de 1:1533, que S. me. recebeu do lheourciro di
ra esludar na escola mililar da corle.
Oue o mesmo nvenlo ileferindo as su|lplicas dos
Srs. alteres do referido !. balalho da infanlaiia
Delinque Tiberio Capistrano c Jos Lazado Monlei-
ro de Mello. Irouve por liem conceder Ibis dispen-
sa do servir para esludar na >obrcilila estola u cur-
so da resperliva arma, a esle por avisd de 15, e
aquelle de ll, que conslou de ollirios da
i ia datados de 31, todo do diado me/..
Paz o general igualmente certo, que
para a provincia rlaa Alabeas a' ranir-aJ
uanhia do _'. !nialli,io all em deslacatiinU, o se-
nhor capilao .Manuel de Campos Leite Perneado.
Joti Joii'/uim Cnelhii.
presiden-
lomando por il:..... lempo a liypocrila mascara de | oceupa um assenlo oo parlamenlo, e lie cooliecidoe
moderacao, concenlrado no cazulo do seu egoismo, i estimado pelas depulaces das diversas provincias ;
se conslituio o advogado do pro e do contra, e as ve-, tem um noroe puro na soa, colbeu glorias na admi-
ras ile ambos ao mesmo lampa, esta' lea anido iiislrai;,lo de urna ootra do imperio ; Minas, onde
seos amjs, de quero aufere lucros, como a ostra ao I leve o seu berro, o que o lem elcilo seu represun-
penedo, ou antes como o carrapalu a' rez, cujo san-
gue suga, que parece aulas um accessorio delles, do
que urna enlida lano, Coyaz, que erpuea do estado de tntirasmo, e
poz na sutida do progresso, Paran', cuja crcacao
be devida em grande parle aos seus esforros no
linalmeule rapazola inconsiderado, celebre pelo lia- parlamenlo Maranli.in, que Ibe de\e o grande me-
bilo da mentira, do insulto, e da vadiaetlo, que se \ Ihoiainenlo moral e poltico de que, por suas acrla-
consliloio um lai-duij dos me-trar.. das providencias, o arto da elcicao, lia viole anuos
Nao pode, crrtaiuenle, a presidencia do Sr. Cruz farra ridicula c desprezivel, sanan vezes vilenla
Machado ser apreciada por dous candidalos desapou- I"" domis, se eanvarteaaaem um acto ucrameotal
lado, q>ie enloiidiam estar anda nos bous lempos i "I l"'40 >stem rcpresenlativo ; Maranhao, que
deposila suas dores esperanras na realisar.io desaea
culadore. por cs^a especie de piratagem. que so c- I
lava creando coulra o thesouro.
ISTEHOR.
MAKAMIA'O
''< de dezemliro de I85K.
A lorrespoiiicncia do Diario do liio de Janeiro.
Clieio de iudignarao lemos no n. de I. de dezcio-
bro do Diaria Portuguez. a que se publica ueela
cidade de Sao Luiz do Maranhao, urna infame cor-
respondencia, .que liavia sido estampada as paginas
I datada da I de oulubro, centra o honeslo adminls- '''" """" a,"S 0""" ; ilm'la",ilau "" '
, -.......i..-. Ilala, einP''" loJusInaes, qual a d oavegacao lluvial
io ta represenla-
conimissao Central de benelicencia, para ser appli- do n Diario .lo Ro de Janeiro vdeS de oovembro,
cada em bcnelicio du mencionado cidlesio.
Dilo Ao director das obras mililares, dizendo ,,
que pode S. me. propor o oflicial reformado que Me d0or e,,il lrovln='. qem sita provincia
parecer habililado para coadjuva-lo em seus traba- 'e'n ponlaueainonle levad
lh,-| ata naeloaali*,_.....*......
dos empreados do hospilal do laiarelo do Pina se- ,n,nl,lra''0 ""S a"4 provincias d,i imperio, a quero
jan aaeitiaadas pelo madico encarregado do mesmo lotl0!S T" conhecem de prlo fazcm justira pela
hospl.l e rubricadas pelo presidente da coinmissao | pureza do seus cosluutes, pela amenidade de su ira-
t^^J^'ST^^^^ir^^'; ,U; ^^ P* ..em-preencheros
do ccete e das acias falsas.
Em compensaran, porm, desses pouro. mara-
nhen-es degenerados, e de urna meia duzia de es-
IrengeJroa atrevidos, eerraptei e rorrupiores, ahi
boje segu eb*>0 "s '>o'ens mais notaveis e di lindos ilacapi-
a s. com- | tal ; a uapolaclo brasileira dalla ; lodos os eslran-
geiros honestos de dillerenles paiaaa, em que nao se
falla a llhgua porlugueza ; e linalmeule muilos por-
lagaaKH honrados que nao fazeiu sua causa roin-
mum com a de meia duzia de Iralautes, que o paiz
supporl.i coiu paciencia, e que em ootra qualqorr
parle ja teriam do ha minio sido punidos de sua
audacia pelo povo ollendnlo, ao qual nao fallan)
bros, mas ao qual lodos os horoens de ordein cons-
(anUmenle recoinmendam paz e ptudencia.
Em rompensaro, porem, ahi esta" a provincia
quasi Inda em peso para liem dizer a admiiiislra-
jao, inlelligente e delicada, da qual, no breve es-
paro de meiios de anuo, lem recebido beorticios,
Otaran no.jornalismo o lrile papel de Ihuriterarios
pnijeclos por elle lomenlados, e que ttndem a' le- i do presidente com o lito de o doiuinirem e darem as
lados malulos, c pondo-lhe freolenS rnmmeii
dador Belford, fez ah passar quaolo das.,iuu ,.-
os importadores de escravoe braD( os.que vendam banjamenlo bou ve 1 yuaes sao esees malulo 11.
a seo bei-prazer. exigiado dos coinpradoreaquanli.is; dislinclos cidadaos, que compon o corpo legi.lsii.,.
superiores aquellas, que ja linhant metlido em si, j provinrial. e que, com exeepcAo do pescador de pei-
illudintlo a boa fe do ioveruo da | rovincia, pre- | xe vivo, do irmao do especulador de colonias pitan
lexto de (andacao de colonias agrcolas, qae jamis j laslicas, e demais algum desaponlado. derara kaatea
cxisliram. o pecadores de peixes vivos, e ludaessa lealipoio administrar,io, ao os que qaalilicai-
calila de locheros do poder, e cuja voracidtide Ii- ; de malulos .' (Junes sao ees desalio, e esbania
nha de ser saturada por este cusa dos cuites do Ihe- | melos 1 (Jue augmento de despera prop.1 a pve-
souro. conlnslaram-se em verdade, desde que reco- sidencia ero seo rclalorio nao er urna exigua qoan
nlieceram que nao podiam illodir a |erspicacia da ti em benelicio da ana dos educandos, e' que em
adminislrar.10, cujo principal eoipenlio foi logo evi- j nada veio avolumar as cifras do on amaolo Nao
lar o ali. sino, que se abria < linancas da provin-; sabis que a presidencia uo leve a mnima parte no
Cla; I augmento de al^uns ordena las K-ooraes por seo-
'que se conlrislaram mesmo aquella*, qae lura t|iie i seos esforens se deve lambem que esees
ansmentos oo passassem em lio vasta escala, ron o
vanlar a ua decadente lavoura lodas estas provin-
cias unisona abeiicoam o nome do administrador
honesto, dedicado c incansavel, que nicamente
meia duzia de etjreugelrea atrevidos e de brasileiroi
se preleuda Deeconheceis acaso que nao pode i
Urque ndeerateaaan lons augmeaios-r (.loar.
.lo esses desalio J A approvecio da contrato do
carias as eloiroes de novembro.
Os vossos ainiaosde boje, graloilo- dilTamadoresdo
presdeme, Uo desprsiveicomoii., agraleram-vo, I cncanamenlo das agua do Auil, fita em conformi-
o honroso epilbelo, e o haverdes revelado os lioss dade de urna le promulgada na legislatura aaaaatfl '
.legenerados, lao indignos romo aquelles. embaldc, I con. que elle ,a lojavam no p pisado pelas plantas! Oual o artigo aoli-conliluci..nal desse control., '
dominados por urna hvdropbnbia inexplicavel, leu- do poder. O privilegio !
lam macular
luninia.
rom a peronh'.'itla baba de ca-
necessano expediente.
DiloAo presdeme da cominissaodc Inaieue pu-
blica, declarando queso devem ser recebidas e Ira-
latas no hnspiUI provisorio da Iba do Pin as pea*
soas accommettidas da lebre amarclla.Ofliciou-se
nesle senlido ao provedor da saudu.
deveres do s.;u cargo, pelo iticausavel e ardeule ze-
lo, com que promove os melhiramenlo da Ierra de
S. Luiz, pelo einpeiiho com que conseguio pregar |
um cravo na roda da desmoralisarao poliliea, em
Vapor, ea do eiicaDaineulo da aguas polavcis do
rio Aall, a abertura du canal da Lazera-lirande,
que sera' o toque mgico, que fara' sorginlas mar-
genado Mearim um thesouro de prosperidades -. a
ronslrucrao da estrada da Esliva, quernminuiiican-
do a ilha de S. I ni/, com o conliiKtulc por essa Via
terrestre, mediante urna barca de passagem no es-
trcilo do mar de Goaiiudnba, conbecidu pela deno-
minarlo de rio dos Moquilo<, toara' abundancia
aos mercados da capital, e de todos os riistriclos da
ilha ; a abertura da estrada da Barra do Corda i ci-
que ella ;\rava ha vinle anuo, ohrigaiido os part- I
dos a aceitarein o processo legal na eleirao, a bani-
rem o inveterado, immiiral e criminoso ernpreso das
facas falsas, das eleicous lidelas, do lerror, do es-
pancamenlo c du saugue ;en quem finalmente es-
.a\a reservada a sorle de ver seu nome eoxovalbado
DitoAo director geral da iostrurro publica,
dizendo licar inleirado de haverem-se habilitado pe-
ranle aquella direcloria, alim de gozarenfdas vau-
taaens da lei, o prolessor publico de inslruecau ele-
mentar de Pesqueira, Valeriano llezcrra Cavaleaali
rassu, Joanua Justina de Siqueira Varejao, e que
cooformando-se com o parecer do couselbu iliteeler
acerca do lueuciouado professor, approv a delibe-
raala em que Smc. osla de proceder as mais Oscru-
pulaaM peaqalaaa acerca do procedimealo do maamo
profesiur uo exercicio do sen masille io.
HitoAO delecado < noticia do lermo do rtecite.
leudo deferido n reqoermenln em que o profeaanr
parllealar de InelntreM primaria (.l melhodo
Caalilho, Francisco de Kr'ilao Camhoa pedo-me qoe |
pala polica se llie raeoltem 15 meninos analphabe- i A presideuc|ado Sr. Cruz Machado nao pedia del-
lo de a 8 anuos de idaile, alim ,ie que, ello de I xar de ser profundamente odiada orlos conlraban
aceordo com o unidor geral da ii.-trucro publica, '
I dade de Caxias, qae aera' a pedra angelar do edi-
ficio da proaperidede dos ubrrimos lerrilores do al-
io serian: a conlitiiiaeao da estrada de Caxias a The-
reima, do canal do Arapanahy, e oulros mclhora-
meiiios de.menor nionla.
I'assamm a responder a diverso trechos dessa tor-
pe correspondencia, que foi Iranscripla do Qrar<0
do lito, as nojeiilae paginas do Diario etlrangciro
do Maranhao.
O correspondente do Diario do fio, habituado
encarar o lorio como ana acta licita, a pilhazcm de
objeclos naufragados como urna gentileza, o passa-
mcnlo de sedula falsa cmno urna industria honesta,
com tanlo que islo desse em resultado melamorpho-
aar um colono guarda de cavallariras, grotesco em
Ogura e rude em maneiras, em negociante abastado,
que podesie por ah algeraa, improvisar algum ra-
pazola em sabio, em um l'emosthenesdassobrelojas,
em um eslropeadoi de Miloll e de Rossi, em um
Pocla, cuja Ivra descaule ns heroicos feitosdolio,
habiloado a nao encarar a luz da verdade, a nao co-
Bheeer o que he pureza de co.lumes, porque ludo
deve i esperlezas, que de ha muito deviam le rece-
bido em premio una ciunmoda habitarilo na ilha de
Fernando de Nnronha, comer o seu insultuoso paa-
qiiim, depois de um grosseiro insulto a pessoa do pre-
danta d. ..rovincia. em avane......pudenlem nte i J^l^^l T "TZ "T"* """"
que os lados narrados pelos correspondente, do Car- ''' ,0Be,",",*to ',e "' Plico,
ra/o UertantU, Otario de Hemambnco, dea logar, '"" %m* "" S sc,""ne""'i efoso' "
O privilegio que foi approvado polo
A historiada quarenlena vos a nconlrareis oas soverno imperial ? Ouerei por veolura coulaud
paginas do l-uandarte um uot> TKfiaJ evauaelhos o privilecio de ama industria nova, e consagrado a
polticos. Cilummaes um povo, que vos (olera nol!u!; 'lo Pa'*. com a prohibido de nm caero de
seu seo com resignacao evanglica, a vos, cuja pro- duslfia;-vedada pela constituico Julgais n pr
genie e lodos os socios della nao poupam meios de ?'. qoe lefide a fazer apparecer urna induslri
de viclima-lo, de avassala-lo, de n coloinsa-lo. se- c ua exstefUle no paiz, idetico ao mon'
nao de direilo, de facto, quaudo llm altribuis senti- I 0,na industria ronbecida e exislenle '.' .V
ineulos de rerolla pelo l.do de bavor eliegado o Sr. abeia fazer p^cSWa-das lbe.es cr
Erna Mechado ao porto de S. Luiz, e se apressado
etu lomar cotila das redeas da administraran, nao se
sujeilandoa esta longa quarenlena ce vinte e cinco
das, qoe havitis decretado em vcos antros, qae
julgavuis necessaria para levar a effnlo os contratos
da cropreza do tbealro e oulros, arredando da admi-
nisirara.i o legfUma presidente, que linha aporlxdo
quaudo menos esperaves, quarenlena que prelen-
dieisjuslilicar como lerror da popnlarao pela epi-
demia, lerror, que inculieis, e abra urna larga va a
especularan de lodo o genero, ja vcudeudo-se servi-
ros da prolissao medica por fabulosos presos, ja tra-
zendo em reullado lodo ese cortejo de rspecula-
i;oes sobre vendada cereaes, conslrucrao c forneci-
ineiilo de lazaretos e hospilae, ele.
\ gloria le que a admini-lrarao se colirio, c que
por um lilho degenerado dcsla Ierra brasileira, que : foi 'oulcssada memo por esses brasileiros det-ene-
odia, por attenrao a sua progouie, cujo corarao
palpita de raiva, quaudo ella nao be -uniente ulna
pieza, em que elle c seus iguacs em origem econ-
duela possam cevar os seolinienlos de odio, que o,
raan, a ludo qoauo be brasileira, e d atnbrao a
liquezas, oLtidas euibora pelos meios torpes e illi-
trancisco Antonio
perial. alim de que mande d
du eolre bs doot preleudei
nao couvler, dever-se-ha n .
1
;ido para os conve-
a\1a conselho admiiiie-
irrenle.
ci por copia o aviso
xm. Sr. ministro da
ne dos sidos do le-
a-ara, a qoanlia de
- recebeu naquella
. dislriclo militar,
H de lomar assenlo
f
gado.
DitoAo mesmo, Iransmit
meles exaines copias das acj;
irilivo, datadas de 5 e 10 do t
Di(oAo mesmo, remeller
de l(i do curreule, no qual o 1
guerra delerinjna que se deseo
nenie general Autouio Correa
-l.llit> rs., que mdevidameii
ihesouraria como inspeclor do
quando segoio para a corle, ali
na cmara dos depolados.
MiluA o mesmo, reslluindn
probatorios das despezas Teilas
liando to leueule coronel Sobas
raes, foi ral coinmissao do es
!>oiiiiia.e declarando qoe, ,,.,,
ionice que preslou a mencin
(loe S. S. mande salisazer de la,
le aquellas que estiverem era r
r>rem conlr.rias a lei e ordens em
Mo-Aochefe de pohcia. deca
i Ihesouraria provincial eei
> (lorumcnlnecom-
ni a torca que an
o Lopes (iiiima-
*,uo a comarca de
< sendo policial o
iVi forra, cumple
, despezas someu-
V'.ra a na* as que
igor.
indo que (rans-
s ser paga, ei-
|ue
numero
serem subinellidos
ohipbi mm.
por Madama Imomt d'A, .tr.
os dislrihua pelas escola publicas, fazedo-
Iruir pelos dous inelhoilo de ensiuos, para e poder
verilicar se ha vantasein no melhodo Cealillio obre
o neralmenla adptalo ; recommenibi a Vmc.
procure facilitar ae mencionado Gamboa e
de meninos que poder, alim d
a aeaa experiencia.
DiloAo presidenle da mea eleiloral doseundo
dislriclo desla cidade, acensando receida a copia
nellienlica que Smc. remellen, .las acias da eleiclo
a que se prucedeu no inesmo dislriclo par um d'e-
pniado e um supplentc a" Asseoiblca Ceral Lesda.
laliva.
Dito-A cmara mamcipal de Coianoa. acten-
do recebida as'copias das actas da eleicao de elei-
lores as freauezias daquellc niuniripio.Igual a
cmara municipal de Sanio Aniao acerca da acias
da allele de eleHarea d.iqoeila freguezi.
PortaraConredcndo ao arremalanlo do selimo
lauco da estrada da Escoda, Amaro Keriiandcs Dal-
1ro. dous mezesrie proroiiarao para a conelusao das
obras do seu contrato.Fizeram-se a necessaria
tommuuicarijes.
Dil.iCooeedendo:i(|dias de licenca com venci-
menlos, ao pralicanle da recebednra de rendas in-
lernai, llermenei'ililo Cnelbo da Silva.__Fez-se a
nerrssaria roinmuuicac^io.
Dila le agente da eoropanhia da barcas a va-
por,recouiineiidaiido que mande dar transporte para
o Rio de Janeiro, na barca que se espera do mirle,
como pasaaoeiroa de eslauo. a Pedro Velloso Rabcllo
c sua mulher.
rados, em um momelo que o ranlo ua verdade
deslumbrou-lhes a visla, e como que ro.lgido por
ella, na* paginai da lulha Portuguesa e du Progres-
en do mea de setembro, or haver, depois de viole
annos de anarchia eleiloral. etn que nailon a pro-
vincia, reslabaleeido nella o imperio da ie, o pro-
eaaai lefzal, a liberdade de vol, a seguranca Indi-
vidual uessas oulr'ora elimatericos dias de eleicdo, a
verdade da urnas, que d'anies menliam o que a
disla, pelos aniigus nlroduclorcs de moeda falsa, i ,r""Se '' a rotolBcaeSo ibes diclavara, protegidas pela
por lodos esses ladres, que chegando neale Ierra la,aJu"'-. P*l" faca de poola, e pelo baramarle ; essa
ebeacaade, eekertee de miseria e andrajos, des le I -,|l"'a qe oilusca a vistas lorvas dieses enles, que
que por meio da falstlicar.w de pesos e medida, e I quaes aves noclurnas. nao podem encarar serenas
oulra ladinesas seiiiclhanles, podem obler urna ca- | ,,"r "luil '""Po a luz do merecimeiilo essa tilo-
6a, qoe barra fura receba objeclos raerranlis, alim
'-'PULLO Vil.
Diplomacia paterna.
O semblaale dP Mr. L-acall* i..i
SS;PwrdeKa, JCST*"
em
na
MI. .
va aelisfac-
'- um ar iu-
que ficarao modiHcada suas disposicoes em favor
desse novo candidato'.
Nao estou de eoite alguma empenhado para
com elle.
Eolio posso pedir-lbe seriamcnle seus volos
para o lio de ineu lilho. as eleires futuras nao ser.i
neei-ssario pedi-lus para seo geara.
- (Joe o -enlior seu lilho coula '.'...
Arlemoo nao cuida em nada desse ganare ; mas
cbeg.iiido agora a' couc.liarfio depois de haver decla-
mado dea anuos contra o casamento, elle faro o mes-
mo para abracar urna carreira. O casamento e os
emprezos lulo de Corrigi-lo complelamenle.
De corlo elle precisa om pnuco diese.
Sem duvida, e assimsera ; elle lem lido algn
anean lempesluosos ; mas nao he grande mal ; vo-a
senhoria fez o mesmo, accruscenlou Mr. Ilicher rin-
, ucsiie a vespera elle 1 """""l
i Ihe o ros- do, e elle rr lambeio unlimo maridu.
<' solemne Isv-raT" P["a'a
-^preliniila?., "",e ^P"'
ilemoii. "'" hlbae par,
ese pedido ; (o
os de cinco
' msameillos
va seo ju-
*>ai, aiirc-
%al.i brau-
de furia-Ios ans direilos eslabelecdos as leis do
paiz, oo podem fazer urna viagem de recreio cida-
de do Porlo, eMailer alguma fabrica de papel moe-
da, se apreseulam em breve lempo de miseraveis
queeraro, em mangas de camisa e lmanos, em
lorda leplelos da empophia, transpirando coinludo
sempre a gross.ria das mancras1 devidas edacarSo
e ao nascimeiilo.
A presidencia do Sr. Croz Machado suslenlada por
lodos os Brasileiros, em cujos prilos palpita om co-
rarao verdaderamente brasileira, nao poda deixar
de ser odiada por om degenerado, qae ludo deve a
quem lodo deveu aos meio illicilos de obler fortu-
na ; por oulro, servo huinilusimo desses velhos con-
lrahandilas, e moderos esperlalhes, que em urna
ini|ireiia eslrangeira.com Ivpograpbo eslrangeirus,
e eslrangeiros assignaules, publica folbas em que
alassallia a repoiacaode Maranhenses, de Brasileiros
dislinclos, e do gbverno do seu paiz ; por oulro, que
lingindo-se arrepeudido do aangae, do incendio, ,.
Fosle pedida em casamento.
Eu ... de veras '.' E por quem t pergunlen a
mora abrindo mi.iln seus olhos azue e lmpido co-
oo o cn.
Por Arlemajii Richer de Monlloais.
Itosa receben um golpe no corarao ; pois ao nome
de Aricmou deixou calur o breca*, o ludas as flo-
res derramaram-se-lbe aos pe sem que ella o pef-
cebese.
\ me. disse que eu era anida muito mofa para
casar, nao be verdade, miaba nal '.' perguutou ella
com voz sollocada.
Foi leu pai quem respondeu.
Vmc. Talla inleiraroente serio '.' lornou ella com
aerelo cada vez mai allcrado.
O mal serio que be possivel.
- Mas, miulia mai, anda houlem Vmc. dizia-
-------- ^naaamaa u|iiiihu iliaiiuu, ------ -- .
O nolario rio-se laiialmente bem que uo-ta-se Dan- !,ne ,|ua e" "' *'""* IMUl1" *" ''ara euiJar "' r'-
J- ..11....-.^^ __ .. ^ '. -.lllll'Olo
co de allosoes ao seu passado ; o raciocinio de "Mr.
de Momlouis, nao prrmiltia-lbe niaii neuhuma ub-
servarao ; pur isso elle muslrou-sc convencido.
Mr. Ilicher despedio-se do notario, ,i porta riles
topearan um apetlo ile nrtO com a mais perleil.i cor-
11 algomas dialidade.
Apenas licou s, Mr. Letcalle
"a
*&?****"
"non na,. p." V '"'""d'.eiil. r,
lia... il r ""a luda (II., ._
""os concelemlo-"/
Bzeste-lha i
">*1l aalisfar..
'tosa anda lt,
4. ,r -. '-' J'*eii
lale paree,,, tal,,., ,,
-tir-lhe a
neu lilln-
3a lingo
"da parle
i elle.
J ; A.-
oe ella
=&iSS5f?aisfi
- V*^V *itt.^^*---l.....I
,,-,.O-arenta Z '^"TZ .
. e vossa
ntleais.
"'" pej .-Ihe urna resp,.s,a r,fr- '-He ; ,
m no,ida Bnar.BpTJ.IHbriea I,,,,',
a padi-
lar.lo.
', lepe-
n )i,i., querer,,' c,.....T""'0" "") n
/ he ,ni n.,|r,. "1r '"dama I
'ivuravil 30 vossa ....'
vuravil.
David, dio-.,
A: ah : tnr
"Cin sen pre nu, |
Kiitau comn
r.i. jagoemos ,i- r,.,
'-'-uiim d-lr.!,,; ,. *
aenhoria promcHous
vo^ aennerte ,
i\ Kondi.
sobre a ni
he cin.l
'"i......a M,.,.
la/
Mm. ,!,.. 0
a nenio
inaie,
czario de
liarlo i
mano
.....Ige, |
"'<' a -M'. de ,o F.:d. ""-'"''' --.
**** ...... I""lnie.|.|e ,Pd ";' ^r *" I"'
- Era croara, m,. ."P c"'''l'rar.
Il'l .1 | |
nl."r,aes,tvepr;;;~'';'"'.r.,,lo-;v,,t
pedaea de piio. """ "* La Pinei, uir
'r o, lame,,;;;-,;";"' for.,ev,S81
- enhor u jr '"' '" Ia nao ol
-Naofenao s" ,_'"'"\
nhoria
Vide Oiero ,.
^eia
"""" Pedido je lluJ(-
ile livar
temis,
esmo ;
ralle, o
'gue a
ios fur
amos
rossa
Cro-
que
'io-
\.'Z
ou-
i se-
din
ti-
f-
ia
. eulrou na cmara
da mulher exclamando :
Virginia, vamos casar ltoa !
Com Arlemon Kicber pcrgunlou madama
l.escalle.
Ja o sabias '.'
Vi o pai enlrar no carlorio, e einpeilei logo al-
guma causa.
Elles estao inquietos pela eleicao, precisan!
mulla ele min, e foi tsso o que apres^ou as cousas.
l)emai, farei que nagaero-me brm meusaerviros.
Elimo como '.' >-
liando smenle a liosa quarenta mil francos.
sanenlo.
Iiz-se sempte is lem se apresentad neiihum noivo em boa paeifJIa,
alem de que iiiiioem perde um bello casamento por
lima quesillo de dade. seria mu diflicil de con-
lenlar, lemon Kicber o Inoro mais helio e mais rico do lu-
gar ....
Rosa calou-se, conheeia a predilecrao da mili pelo
bello Arlemon, e vio que sua resistencia nao seria
comprebendida dejwe lado ; pareceu relleclir, e dei-
\ou a mai felicila-la loncaroenle pela sua ventura.
Fina visita veio ria falle bem alto, para que poasa ser sullocada pe-
los desoumpaisads giilos .le obscuros folicularios.
Lma vida pura, urna conduela' sempre coherente.
na sustentara dos principio, deordeni e de liberda-
de, encarnados no respailo a le e a aaturioade, que
soube sempre conciliar a Ibeoria dos direitos com a
dos devores : essas candidas vesles, com que o dii-
linclo administrador desla provincia se apresenlava
aos collegos eleiloraes de sua provincia natal, e
pelos espontneos volos della era elevado ao seo da
represeulacao nacional, e em queuau se descobrem
lpicos da saugue de rebelda, ou uoduas de impu-
reza peanle o cdigos penaes, ou peraul- o gran-
de rodko da -Moral Publica ; essa vida pura, essa
conduela, essas veste, n.io podem ser cnchovalha-
da< por lorpes e rosseras maos avezadas a fazer a
j apolheose do crime, a er:uer altares au vicio, a Ic-
cer enrr mos a fraude eleiloral, a desenliar aca-
lumnia, a cinzelar a difamado, a lorlurar a virlude
abolir co mrito nos seus postes l> pograpbicos.
O Sr. Croz Machado nao nasceu para a vida p-
as Arncux, e licar sempre solteira. Concebo leu es-
panto, nimba nlhini.a, e leuho certeza de ve-lo con-
verler-se em alegra a' puniera vizila de Arle-
mon.
Oh! meo pai, creio que nilo sera' assim, ex-
clamo, i Ii"-.i.
E dizendo eslas palavras as lagrimas que ella pro-
curava conler desde um inomrnlo inundara,n-lbe o
roslo.
(Jue di/es '.' lornou Mr. Lescaleaem lom seve-
ro, vamos rejelar o nielbor noivo do louar '.' Vejo
que sonhamus no convento com algum principe dos
ronlos de fadas, e queremos espera-lo.
llosa nao pode supportar esas irona ; ludo o que
resolver dizer perliirhim-se-lhe, e desvanereu-se-
llm no cerebro ; ella senlio.se diante da urna reso-
locjo irrevogavel e sua enrasen alo pude sollrer es-
sa proveci. ReHroa-ae do gabinete do pai. e foi
chegeda de cada vapor, ao apparcciinenlo de recia- '
mau'.es nos peridicos do Maranbao contra i
pinuem de palacio para esses Diario/.
que nao emendis os principios de eco
q"ue ledos materialmente ludas essa
nao eomprehendeis, porque nao vos :
ra comprehende-la, e-lando o vosso
lo nos calclos de lornar-vos e vossa
toe Monte-Chrislospor meio de no
enipregandn-vo tambero na arla das
fraudes eleiloraes para elavar-vos, a n.
calumnia e dos embustes para marear o
vos aflroula.
Ooaes sao ese don primos do lante
verno, que em virlude desse contralo aeofi
gnes ordenados .' (Joe diuheirn publico,
que sao desuados a lae vencimeotos M.
fainemcule !
','ue lem a prcsideocia queja directora dessa .
pauhia remunere a cosa della o prenle do'secr
lario, que toi atesta, e.n virlude dos estatus, par
o lugar de lliesoureiro E nao he bem ardao a di-
licil aceitar il encargo, quando anda giram as se-
dulas emiltidas nos bous lempos pelos viajantes da
cidade do Porto (Joe parle leve a presidencia qne
a companhia romea-e seu cerrle o proprio empre-
zario '.' A riiesma rerlamenle em ler sido eseolhidn
icos de um cidado Musir, que fazia o aa-
erilicio de eucarre^ar-e iulerinamiinte da adminis-
queiin- |r.1(..|0 di |lrvncja- y pova 0|0 e reV0|l0u ,nen.
i lis mpriideulemenle : o povo maraobeHse bem dieeo
Oue dados (eodespara asseverardes que parlem de i a chegad.i do Kxm. Sr. Cruz Maeludo.
palacio as correspondencias, qoe se publican nos di- E,n balde smpregatles lodos os recursos dictados
vorsoa jornaes do imperio, dando ooliciai do Mar- pelos instincloi ferales e revolucionarios, que for-
nho '.' .Nao sabis combinar au menos a diOereiiea : mam o caracterisdeo de vonoa Iribunoa da imprenta Ul" iobril,,, do "r- Max a, e onlros para em
dos estyloa '.' Ignreos, por ventura, os mullimodos peridica, e das reuaiOes noclurnas. concilasic.-lhe d'"i d'' cn,"panhia.
IMaeia anida com desojo proprio da um pirata .que
di combinacao com o candidato da capital appare-
cen no iiii.iineuto um i.elieil da i i'l rulos !
Ignorar por ventura (uo esa -omina he toda
' -'gloaii., i -o le, mf. : Oetando aa io-
iiiiou a eaacnblea provincial, seauode e. i,.,',uro
senlitncnlM anarclncos, recuasles miseravelinenle, e u0 iooro, alo evi-lia em cofre um saldo montan-
proeuraatea eneobrto lodo e.-es tacto.-, alim de que cm H'^iJOiisiKKirs.' Mae orre ahi iaeaaaaea a re-
avindnlada lei nao cahi.se si bre vossae criminosas; "'"o n> ^- Exc, no qual se v.-que'.oda a leanj-
za para o exercin.de Ih.7 a IK.".S fai r. ate nn
Iril.albos dea liniiiilrar!io,que peam Mlire nm pre- o lirio, o povo vos repella, poique je eris muilo
snieiile, para que nao lenha ao menos teui|)o de Ira- eonhceidot, souhesidot por demais :.a represeniaeao
lar de sua eorreapoudeneia partieelar, qoe he sacri- que em forma de protesto contra o desembarque de
S. Kv(. levaslcs ao Tvoh. recebeu apaes dezaeete
assignaliiras, entre ella da i mi m liras portogaa-
zes; eoiibeeesles qoe nao tirareis resellado de vosaos '
lirada uua'i sempre ao serviro pul.uro .' N.io he no-
torio que o actoal adininistoador da provincia, in-
eancavel e laborioso, exemina por si lodosos papis,
dicta rile mesmo aquellas quejalga de maioi impor-
Unca, e que no seu esrriptorio, qoe eali em urna
sala visla de lodos, se oceupa em receber as pes-
pessoas, que o procuran!, c nos deveres de seu car-
KO.dias iileiro'.nao reslando-lhe as veze lempo para
lomar algumas hora de descanro 1 (Juem o vio ja-
mis dictando correspondencias para (ornaes de Per-
naii.btico eda corle? Sois um miseravel calumnia-
dor.
Juaes sao esses fados, asseverados Mates corres-
pondeurias, cunlra os quacs leiiham apparectdo re-
clamaroes nos peridico da provincia, a cl.egada de
cada vapor ".' Sois um destarado menliroso '.
O que lem com o merecimeulo do individuo o ha-
ver algum seu desttfleeu em oulros lempos Ihe altri-
buido ama pera de poesa com palavras sesquipe-
daes '.'
Aeseveraej que o Sr. Croz Machado, logo sua
caberas.
O protesto que o cirargiao Prazeres apresenloo oa
cmara municipal e que leve o apoi j de um varea-
dor e dous supplcntes, foi um acto estpido, illegal,
que nao merecen! as honras de qoe alguem de bom
eiiso o lom i-e em considerarlo.
O despreso, completo despreso, toi sua merecida
sorle.
(Juaes sao esses dous mdicosmiimbros da eom-
minfla de uvqiam que deran suas demissoe por es-
sa eceaaUo '.' Dous adjunclos, superfluidades de orna
especular.io, e que neiihum direilo (iiiham pelo re-
golemenlo de iagerto-se naa que-,,.,., da commissao '.'
Nao sabis que om delles, exbaasto de recursos pe-
lus seus liebilos de vadiarao a inepcia, solirilou a
ebegeda, comcrou a ler detefeetoa. Sm, oilo dias ereee*o dess enlidade deaeonneeMe pelo regulamen-
depota que tomn coula da admiiiislratao da pruviu- lo. com o lito em urna pingue gratificado, em cujo
ca, examinando um cunlralu de coloniar.io, reru- pasamento ogoverno imperial nao contrallo '.' Por-
sou, cingindo-se as suas condiroes, presiar-se a que | (IUB na eniergaet nesle fado a causa dessas relira-
alanen, sophismando-o, enreriwe dos corres provin-' das demi-soes, sendo a que llies dai um ftil pre-
ciaes ama avnllada qoanlia de coulos de ri, e des- '"lo 1
de enlao, o seu zelo pelee dinbeiros pblicos fez com Diris, miseravel calumuiador, qnee Sr. Cruz Ala.
que elle fusse nlbado con retortas vistas pelos espe- j diado arregimenlou na as-cmhlea pr ivincial o depu-
V")I:I7I>7(KI rs .' ilude pnis descobrsles essa defin
de 10 cont E tambero qae a receila do exerci-
cio de IK.V) a ISW6 foi .le -J():titit> recursos detse eveicico moutaram ein 9tUtH$H0".
E linalmeule qoe a despeza enectuada nos Bata
meaes de exercicio impon,iva apenas, inclusive ae
aulorisadasporconta doemprestimo.em nskaantal '
ra., exslndo enlao as dillarenlca eaixas o saldo de
l?160a)M] ta? Como assererait que o Sr. Cruz
.Machado absorven os i'.i:U(eigilun r> que deixoe em
cofre o Sr. Olimpio Machado e o empreslimo da
aVn^BejWlOO "i" para colonisarao a iiavasaro llu-
vial, sem ter dolado a provincia com um of mellic-
rameolo ou dado incremenlo as obras romerad, -
por seu antecessor .'
Jaeqoet lem bello futuro, cuida na vida po- i Vossa exrellencia nao eonsullou os mdicos
este nle roe da cuidado. .Nao acontece o Consullei a muitos nos primen o lempos, a aos
losar,
.liiea ;
mamo rom o irmao. mais celebres.
Oeenhor Jorge, segundo creio.' Benlao ?
Sj ; Acouselharam-mc que deixa: o lempo obrar;
Anda he muito moro. era declarar-se impolenle : com elleito a arle he in-
lem mai de vinle auno.. Ah lornou o conde : siillicienle quando he a alma que padece. Oh!
depois de um n .ment de silencio, .levo decidir-ine quanlo he liorrivel, accrescenloo o conde com desa-
a dizer-lhe alaurna coua sobre ce infeliz rpaz, | lento, o esperlaculo dvssa decadencia de um intel-
vislo qua ein explieacoes vossa senhoria nao pedera lisencia Eu linha imaginado pan esse lilho um
comprebender tintilla reoluroes a seu repeilo.
Ea uuro-o, senhor conde.
Jorge tem qoasi dez auno meno do que n ir-
mao ; nenha mnllier deaejare sempre segundo lilho,
eo nascimeiilo tai lio desses encbeii-nns de alegra.
Sua infancia nao leve nada de nolavel ; soa saude
era delicada, seu carcter brando, por lata a mai
ralava o coro muilo mimo. Para ublrahi-lo a ea
luluro que esla' fechado sem recurso, meus projec-
lo, miabas esperancas, ludo esla' destruido 1 ico
diante dessa deceprao viva !
Para er sincero Mr. de \ e-lelle liria podido ac-
crescenlar que fazia o pobre Jorge pagar mu caro
os cui lado de que era a causa ; sua amargura con-
tra elle che.-ava em -lumas uccasi.es ale ainjuslica,
e scussenlimenlus cvprimiain-se miiilissiinas vezee
feciiar-s;" em sua cmara tan ouvir a Mr! Lscale influencia perniciosa mell-o roicllegTo milo moro" pnr pal;'vril:> 0"^* violentas, a's quaes Jorge
que grilava-lhe : I elle applcu-se bem ao eslodo e seus progresso, fu- i U",".''d resPn"dia' ,m* I0? lal*- al!lisiain-no.
; rain rpidos. | "lario ouviraocoudecom iiimt, attenrao, e es- i
der a ese panesvrico de en desuno. Ouvindo su- i nheciinciilo, teria dito eomaige : Eis um hninein fe-
bir as doas mulbe(-es que viiiliam ver madama Les-; liz '. De que provnha a alesra que brilliuva-ilie
calle,ella deixou pfecipiladaineole o sabio e laucando I semblante .'
a um canto seo etiapeo rol,.rio de flores entrn no
tario
mo
da
""(jem'liess'e-oenconlra.lo caminhand,. leaUmso- '< !"'? ,l1eman,a ,ra,ai1" "'" .we/ne bespanlioi
c-la durar nnen annos. Iluranle lodo esse lempo
as cartas de Franra lallavam-naa mellas veze de
meu lilho menor, o qual ora citado comouin alumno
distiticto ; aos dezesele anuos elle terminara seus
Ignoris por ventara qoe o Sr. Croz Machado le-
mou conla di adminislracao da provincia alffua-
roezes depois do lallecimenlo do Sr. Olimpio ata-
chado?IJueja enlao bavia ido di'lrihaida parle
desse empreslimo '.' Nao sabis por ventora qoe
ainda desse mesmo empreslimo de duzentos coni.-,
| de reis nao foram cmillidas apolir.es no valor de
"Minea o 'oi.
Entao procuremos oalra.
I-o torna-e diflicil, senhor conde.
De veras Cuide bem. Se vossa -iihur,
acbar-ma ama pessoa de mea agrado, arrresrautari.
dez mil francos para o euxoval.
O notario apoiou a cabera oas ni.io-,
Al. exclamou elle de rpenle, agora Itiu-
hru-me!
De quem '.'
De iniiiba lillia !
Eu julgava qne era destinada a um humen, de
La (.iota!.
Artemon Ilicher. lallon-se nm pouco a ceso
ri'-l'ciiu ; mas eu prefereria a honra da alliam-a da
vossa excellcncia. Infeliimenle ha urna dilliculda
de, senhor conde, anida que miaba (ilha II,
agrade.
Agrada-me muilo, ea difliculdade nao vin,
de minha parle.
lie que, lornou o ootario, hesitando eaaaa
quem faz ama cuul'usao penivel, he qee... Kusa nao
lem dol.
Smenle isso Enlo voj eenlioria .oderia
, do'.-i-la a meus ulhos sem dar-lhe um suido.
I Como '.'
le de maos s costas, respirando com alisfarao a bri-
s da manhaa, saudando ao que pasavani,*sorriodo I
ao meninos e chamando os caes, com ar de co- ,
n
'_!.liinelr do pai.
Mr. l.escalle aenlado (liante de sua
i arleira
lie bastante, liosa he ajeas formusa pare que : leudo a rabera labiada as maos eeabave de combi-
0 noivo nao olhe para o seu d.nheiro. | ,r as vanlageiis que as.egurava-lbe uma'allianra
S m. mas o bellos olhos nao leriam sub-lilui- i com a familia llidlier de Monllouis.
do os bous escu loe para com o v elbo Kicber, se nao I Meu enere (.ai, disse Itosa rom nina voz .iue
r.ira a circuinslaiici dos vulo, de que deponho. ella qoeria lomar arave c que licou trmula, minha
- ArcrescFiita qoe Arlemon esl mullo enamo- m.ii acal. de coiilar-ine.....
rado de toa tilha ; isso vete claramente.
Tanto nielbor '. E ella j o vio '.'
.\aoei; eu vtajava-e le mol parlo ; ee mo-
ro nao passa por escrupuloso, e eu n.io quera deixar
travar-se nm atemoro.
tlbraete bem ; aaora podes fallar a llosa. Crea
que ella lque roulenle '.'
Sana enlao ni ni diflicil de contentar, diste ma-
dama l.escalle, a qual falla interiormente ju-lira as
vanloeeas pliieicaa e robarte mocidads de Artemon
Idrlier.
Oh eis ahi llosa que volla da casa da ta Me-
d-, rotira-le. veo faliar-lhe ; na Ina pretenra' seria
con mu sol i lie.
Concordo, disse Lescalle taiundo.
i ni mmenlo depois Kosa entrou .a cmara da
mai. Eslava linda como una lignra de lireaze ". li-
nha chpeosle palha com una coia de lio
In- ; com "u- bracos ni- e releos u-ltnlava urna
parta.de aeia ero qoe Irazia grande quaniiilado de
flores colindas oo jardn de CaptuilU. Com seus
cabellos louros desabollados, suas lindas cures loma-
das linde nail vivas pela carreira, e esa colbeila de
llore llosa pareis a mais bella allegoria da prima-
vera qoe mu pintor pode imaginar. Ella corren a"
mai esbafornla e alecre.e disse-lhe abrarando-a :
Veja que bellas floras, mun.a mal f Despojei o
jardim de lia Merlo.
Sao magnificas, respondeu madama Lescalle
com di-lracrao ; mas nao Irala-se agora disto, K" . | sabes o que bouve 1
. O que foi, mu,;, i mai t
Fule linha tuna nica lili,a, bella e ingenua', cheia
da graca iudizivel que na-re na mora aos quinze
anuo e dcsapparece ao vinte ; linha junto de el, a
sua visla essa creatura mimosa, e sua salisfaejao pro
vinlia do peoeenaate de que ia desfazer-e della
vanlajusiinieiile'....
I.-*'- Ii oni-iii ara um noustoe ou urna excepedo'f
.M.olidaiuenle nao. Pen-ava como grandeasimo
numero de pas, ^a mor imite das|familias as li-
\h la mai l.illou-le Fd-ahi para que ser- j Ibas sao consideridaa romo embareres ; casar urna
ve er formo-a
lOnto, Mr.. Artemon '.'...
Sera' leu marido dentro de Ii os semanas.
(Joe! Ua brevemente 1 ma, ineu pai, conbe-
ro-o alienas.
Eu conlierij-o bem. e be o que importa ; vns-
srs lero bstanlo lempo para conhecereni-so depoil
rio casamenlo ; do mais ja o viste, e leves arha-lo
bello, nao he assim '.' por ora Isso he sutlioenle ; se
elle eaa comligo bu evidenlcincnte porque lu Ihe a-
gradas.
Poderia casar comigo para obedecer ao pai.
Oh uAo, lllosialia, um liomoin de totola an-
uo- n.io bg come) nina raparlea de dezeseia.
Sm !.....!die rua v>m um arenlo nuecon*
Ivs- ''"'''' "raa accusir.'.o.
Mein de .que, conliiiunii n nolario, cu n.io
querella sacrilicbr-le, a e Xrteinou nao lo-e inuru,
bello, rico e brm aparculado, -e pao livesse embiii
luda as condtrr.es que devem agradar-te, eu nao te-
ria assenlido a ee casamento ; porem ludo acba-se
nelle reunido. ; Eulau nao eelai contente '.' Nem ao
menos a3radecp-s-me, eslas de temblante assuslado
romo se nao le aoonlere-e urna felicidade inexpe-
rada.
Eloo o^preza. mu, pai, e..... na verdade
percnnlo a miiin mema e duru.o oa M elou acor-
dada..... Eu ctsar-me !.....e lao breveinenle nun-
ca linha cindaflo em tal coua.
esludos preparatorios : eu deslinava-o a escola poly-
lerbnra. c via-o preies a ehegar a ella ; a mai eee
calcnlavamos com aleara que a poca de nossa vol-
la a' tranca coincidira rom a dos exames ; astil
j llamo anlecipademenle ao seu iriumpho.
Desembarcando em llresl recebemos urna carta
qne dava-nos nina noticia lerrivel Jorge eageleJo
pelos seus elur.;os, lelos seu Irabalho-, lora atacado
de una febre cerebral, lauramo-uos ein una se--e
i\a posta, e qua.-ruta a oilo horas depois ealavamoa a
cabeceira du nosao lilho. llle nao ronhecia mais
a mii-uem, (.areciainn le.rcbeaado para recbennos
lilha aos (Ic/inlo anuo lie fazer bom negocio, casa-
la aos deteae be fezar anda nielbor. V e-la desgra- Para lu"
cadaem tasa de u-n mando be umainibirarii iniiitu !'I0J, "j
menor do que ve-la alegre ero casa ein marido !....'
Assim pelo lllflllvo que -abemos Mi. Lescalle Ii- i
nha semblante risonho quando enln.u oogebinele
du conde.
Esle reparn nitto.
Esla milito alecre boje, Mr. Letcalle, disse-lhe i
elle meendo-a assenlar-se.
Ah al,! ratpondeu u nolerio rindo com cerlu
ar de importancia, de fado elou mm roulenle, so-
nhor conde ot negocio nao vAo mal este anuo.
Oovi dizr queua clienlella lie minio exIeadL
Ella angmeilll de da em da, e lenlio eoii-li-.
luinles em lo lo o cantos do departamento,
Muito estimo, porque desejo-ltie Inda e pros
j-eridade possivel; alem de que putera'dar-ine al-
gunas inlorniario. de que lieccatllo.
l-.-t ni es auet ordens, senhor conde; de queleldente
Irala-se.' I diavel.
, seu oltimu suspiro. Ilcut medico habei rhaiiiados
para nulo delle dziam que smenlo um milagre
elva-lo.
O medico npremo que c!iama-se moeidede lez o
milagre. fornarana iecbar-se ea portea dese se-
pulcro enlre-aberto ; mas a morle i.iuo-a inr ver
escapar-lhe lao bella prez, vingoa-se cruelmente
Ftle licou... disse .Mr. Lescalle.
tUe
Vi
.Yo acaboo t ia dizer, idiota.
Fieon em nm invenrivel entorpecimenlo mo-
ral, lornoo O conde. A principio os ni" lio., eha-
maram a este oslada .una convilcscenca dilllcil;
, romo lempo nao trouxe nenhuma melhore o-1 morit
ram obrigadosa confesai queeracoosa neior. Acn-
elliar.iro-iiu para elle o campe e os exerci. ios vio-
lento : partimos para a minha proprieda le do \ ;
Sec ii-, Lorena, lavando com nascu en ente (arilur-
ilO r doenl.....m ve/ de um rapaz bello e iulclligenli>.
Ah Mr. Lescalle, be una In-le bit loria, sem m
-imple- como una desgiara ineinc-
qual etnliaraco
I'or umitas razes tornou-se ueiexsariu casa-lo,
e be para esse lm que espero de vossa teuhora um
favor.
Qual '.'
O de inriiear-me as pessoai sob'c que eu po-
llera laucar a visla.
Isso be fcil, conhero a lodos dez leguas ao
redor ; sera' preciso anenle que vo.sa excelleucia
declare-ine ua esigenetaa.
Ol.' n.io as leuho ein grande numero.
Exige nobreza !
.Nao absululauenlc : elle dar' sen nome a
innlhcr.
tiqnczu i
Fu a dispensarla ero ri:or. Ilei de asegur.,r-
Ibe quinze mil libras de leuda, e basta que a mora
Ira^'a Irinla ou quarenta mil francos, .. que ndo le
um dol...
Perdae-me, ne-ie lugai essa qaanlia paaaa por
om dote assai bello.
l-!m lim eu vera....
Quaolo a familia '!...
Honrada, a nada mais ; porem nao de marea
l" i ilha. ~* Comprebendo, coolie em mim ; minha lilha e
-- a iiiaue I minha influencia elao a i., di.p,,..r,<, Vio a,,,.
lauro me importa ; escolba ei ir quinze e re qoe por n.eos escrpulo, Roswperca lo beaaaa.
quareula : com tanto que nao seja mi llier lei, para i ment.
Fazendo que meu lilho Jacques loase eleilode-
[i.,lo ; he poivel '.'
Deci lijamente, disse com sigo Mr. Lescalle,
lodos eslao possuidos do demonio da candida-
tura.
A oleio.m ha de ser leia daqni a dous me-
zes, conlinuuii e conde : vossa senhoria lem dou-
concarreatee; eetia que nm lerceiro que aleaaaaea
bem puiado e soube*sc fallar a urna aasemhla elei-
loral, teria prohabilidada de consegnir seu Mi-
lenio '
Talvet, respondeu o nolario. Nao sei romo |.
derei servir vossa excelleucia ; purque ja hz pra-
meates, c...
N.io lenha escrpulo nisn, M. I --calle ; o lo-
luro de meu lilho lorna-e para vossa enhona um
neguciode familia.
Teta razao, senhor conde, de no qoe drr, e--
loft s soas orden. (Jue idada tem a ataanr Ja.
ques '.'
Ha de completar I,inla annos brevemeulr
laze-lochezar a cunara e-le auno, be faze-lo aanhar
dous anuos!
.nliando -ua lue-
M la. \ exainl '
,i" .....,-, ....io.,.* s... ,o. vo.,-t. cito ja lez nrnnanle i.uura t,o paiarm, a o .oro-ie
l i0 i... uelbor do que cuidar dez anuos como I Mar-olha faz agora eforco para deridi-h a licar no
De nina cous asaz delicada e que reqner se- I A vida livre, a equilacau reetabelecariim em parle
^reu"\ < turros de meu niho; o" entorpecimenlo moral sub-
I.m nolario be um legando con.'eaeor. '.lio ; elle moslroo absoluta a versan a todo o |ra-
Ass m o creio, e vou fallar-lbe c.m tranquera. balho, aniregoo-sa a urna v.la voaabnnda a qual
Tcnho dous Dlhos, como vossa senhoria sale. lem eontinna.io aqu : lornoa-se 4ileurioo' exlr-
Sim ; mas su conhero ao se.il.or jacqaes bello vagante, bravio, e Uto in lifleronle a ludo, que mi
moco a lodos OS retpeilos. ,n a.nnnea pnderam rorrinir-llie ,s
Poderia acereaeenUr, edvogado de talento; I manas. Todo eMa perdido, ten cerebro oOreo es-
elle ja fez bullante Dgnre no palacio, o o foro-ie | Irauo rreparare ; forenso he lolera-le a-im
o ri'i;a-a I
jamas, dl qui-iii trinos para casar
Vh lem m,.' ,ii le,
o valen ,. ida.
- Mili. Laase. Esa be nuil formse ; in
altiva e reqnealada, porque lem de doler
llano.,-.
Lila rccosai a
Madamtsella Du Lar, ha nobre c mura
he gibosa.
Deivemo-la,
in
be
mil
ma-
l dona hoaeeaa iroearom um aporto de mao.
M.,, disse Mr. Lescalle doeasta de urna pausa.
o senhor Jorge nao lem m i rararln .'
(Ib
nao. he ptrlr.lmenle iuollensivo j elle
podert i-a.i-ai etifa I .. n.alber : mo- de rerlo i.un
ra a m iiiiat.n.i.
Porqne e.i n., qgizera por nade en mundo
exnor minha nlhaa -er de-.'iarada.
C-a laid.a prolesljr.to de inr pateeno feelnn a
rm\r|_,.,.. i) ronde e o nutario de-r.i un junio.
I a oseada como amigoo velbaa, o eteilaran araln o
etpinlo de \ cenle, pooco habiloado a ver o .uno
"uererll VOtsa excellencia a lillia do mostr de tratar ainuav.-lmri.u a subaltern.K. Mr. da '
p..-ta '
lie de-rer muilo.
Nao vejo neis nieguen
I mirto.-.
Quem he '
sobrinha 'lo tenhec cma
annos.
Ainda I" '
delle. tratando do eeovo a eanveraacu, eesta*
i Mr. I o-r lie ao portan do castello : as ni'
Ah na lamei-ella la\ rasque trocaram foram ertaa:
-^",;a nunca rei(i..-mt, o coi
i qoarenia 4n>*^v.\\at>ao imaginaria de
^nt*'*v.\\ar.oo Imaginaria de
^^ "-va Kosa. i
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO




\i


i
DIARIO DE PERNAMB, CO SABBADO 3 DE JANEIRO DE 1857.

"0:00115000 res Nao -" P"Mlca a "?<>*> < Sr-
Crot Machado a es' r'?Peil0- 1,1B neu >m reaa.Ua-
ioi economa d'-uro' ta '"'"^ I" "e|erm'-
i ou que, vl<-'aPer"'"""'i'r "ubeir.i "O cofio das
cuja pr.>li-. l.iUe dispensa a vosa Jefeza '.' Os brasi-
leos iialuse adoptivo?, os porluguezes e 01 natu-
raes leoatros paires,quo honra lmenle commerciom
pode dcsrunhece-lo um espirito allurina.lii pela
paisas ou efassamenle ignorante de nu minitlralivai.Etaa inapeaiflo est sobre mudo ju*-
lilirada nos proprio* fiindunienlos da portara que
no Maranhao, repeliera por d.gnilade propria essa | a ,|elerminou, paro qne s-ja mi-ler reprudu-
rsndas se "-essa P"1' 'lle ",a' obras para M quaes i mixtia, que pretendis fazer de seus nnmes puros e z-los.
ara ile-l' lllt' empreslimo, que se conlrahiria, afim
,e jHA'iiiiiisar o cofre, quando elle livesse de fazer
i ij-"S que nio aquellas'.' na j lem rida tolas as des-
,i izas, -ein excepro, fel.-'s al o presente, unice-
ii ente a cusa das rendas >ia provincia, sem lo,.er
ti lo a precisan de recorrer-se a oper.ioilet de credi-
sem ni -i n -11 .i com o nodoado nome de ,i!-p.....que vos
ja muilo charo, e de mais oolro on oulro que Ihe
podiam merecidamente fazer compinhia na illia d
Keroaodo,
NSo fosles vos, que, los das immediatus a che
gsda do Sr. Cruz Machado, trancreveslet nos vos-
li s decretadas 1 Tem o Ihesouro provnola! por I sos jornte* Irechoido padre Vieira, aculando o ca-
v futura ralardado um ni pagamento- por m s dia i racter dos Maranheusea aem allenderdes a dillcrenca
pjr falta de monetaiio ? Nao lem emprestado a Ihe- das pocas, a que aquella je/uila estomagado pelas
sourana de hienda eral dezenas de cantos de reis nlTamat quo saa uniera havia -lindo cnlao, quera
>
par hilheles de alfandega ?
t.iuanlo nos melliorainenlos.nflore tem dado gran-
de impulso as obras do canal t Arapapahy Ve-
dou a administrarlo por ventura que nao sea.imll-
I tsera trabalhadores qne se tivessein apresenlsdo
pira seremuecupados nasubiasda provincia'! Oei-
>un alsum i-unir iiador de lauro de excavarlo da
sir aceita a sua propasta por falta de fundos '.' Nao
il> ah o canal da t.igem Grande, cuja concln-ln o
r gur ila um invern precoce fez com que fosse di-
ferida par dermis delta '! .Juein, se au o Sr. Cruz
Machado e-Cudou, reolveu, e rielerminou qae si
luvasse a elTeito asse grande melhoramenlo para os
districtoi agrcolas das margen* do Mearim ".' Nao
uta se ah abrindo a estrada que lem de communi-
c ir o continente com ilha O irui mandou ov-
plorar, esludou, resoheu, e ordenou que se abriste
eisa imprtanle via da cummonicacao, que lacilita-
r>' a abastecimenlu da capital e demaia dislriclos
ddilha ? Quem mandou abrir a estrada que tem de
coinmunicar os feriis territorios da Chapada e Bar-
r do Curda com a celad- de Calas, importante
emporio de lodo o enramen io do interior"! Quem
mandou construir o segundo raio da casa da currei-
c lo '.' Nao se est eonlinuando nos trabadlos da es-
trada eulre a capital da provincia do Piauhv e a ci
dade de Caxias'.' Alera desles nao lem a provincia
r icebnlo, dorante o cario periodo da administraran
d) Sr. Cruz'Machado.oulros roelhoramenlos de me-
llar monta A quem se deve principalmente a de-
cetceo deesa lei, que leve por lim levar a elleilo a
nivegarao vapor nos ros ltapucuiu', Mearim,
I'indar, Tur\ aisu', e bahia entre a capital e Atara-
tira ?
Nao fostes vos a os vossoa que Tuestes toda a guer-
ra, guerra estupida e rancorosa a ese projecto de
coja realisacao depende, como confessais na vossa
jrrespondeucia, lodo o futuro e prosperidade deela
ecadente provucia.
'izeis qne a Sr. Cruz Machado, em vez de cha-
i si os homeus illuslradns a honestos.tem os ar-
da si. Quaes san es-es. boinens illastrados e
que alludis
eila dos ooir'ora empalmadores de lo-
pblicos da provincia, qaeresamern
s urna completa estallstica criminal
Ira o bigamo o incendiario, o veneli-
iso, o introductor de papel falso, o as-
oprios os correios, o forjador de actas.
.' prulissAo.il IndrAo dos cofres pblicos,
os caracteres nehregados pelo crime que
i formar urna calea mais prrfeile, do
cute na ilha de Fernando de ISoroDha.he
ue essa classe de homeus Ilustrados e
le qae hilis ? Pois individuos, sobre cu-
adejou o corvo da prostituidlo, sobrecoja
pesa em grande parte ? responsabilidade
icarias de horror e caoibahsmo, de que
cia Toi victima em 18.19, e um oulro que loma
,iroOssao a calumnia, o despejo,o embuste,e, fi-
iniente, onlro que uzufrae o resultado da pilha-
i -em, da piratacia e do contrabando, sao os vossos
,' liomen honestos .*
Em qae lempo senlou-se na cadeira presidencial
o Maraohao cidadao de coslumes mais puros, de
looral mais rigorosa, do que o Mineiro distinclo,
que actualmente dirige os deslinos dcsla pro-
'ineiaf!
Estis olvidados de alguos dos annos pissados do
lecenaio de 1810 1850 qu nao designamos, pnr-
i|ue u.io ha no--o (im i Hender a individuos, qu*
os comprehendiam bem, vos arompanhavam em
'ossos instinclos depravados, e vos agradavam, lor-
naodo-se cmplices, senao protogouistas de vossas
-cenas de devassidao, de vns'O >}slema da corrup-1
lB0i de a*querosas fraude-, de repugnantes violeo-
i ias '! Nao vedes que a presidencia esl circumdada
tos homens mais notarais da provincia, por suas
lamillas, por suas virtudes, por suis fortunas, por
sua illu-iracao, por seos serviros prestadosao mo-
narcha e ao paiz, por seu desinteresa e pureza de
i aracler 1 Ro emergaes esses vnllos que entre vos
e erguetn brilhantes como cedros do Libano por en-
Ire a vegelatao rasleira que sois"! Os Vieiras, e.s
OoaUl, o> Tury-nsH, us Gomes de Sunza,cs l)ia>
l'ieira, os Viveiroi, os Ban.leiras Duarle, csBer-
urds, os Paulos de Miranda, os Nunes (ionr;alve<, os
. lloreiras Guerra, os Valles Carvallio, os Gayosos, os
Alcanforados, os tantos unir caracteres respeila-
weia e illostres, que lon^o seiia enumera-los, nlo
l.o franco e leal apoio a adminisrracan do Sr. Cruz
Machado Em vista desles monumentos de repu-
acao, que sao o objeclu da eslima publica, que sao
tras ou qoalro rabisradores, tres ou quatro pasqoi-
leiros, cujas almas tao raladas pela inYeja, damna-
las pelo despre*n das urnas, e em grande parle es-
tragadas pelos vicios '.' Que vale um gracioso her-
leiro das conquistas de 187, devidas a' asquerosas
fraudes, a's nimiamenles criminosas violencias '!
.'ue vale um lilho da i>r,.-titu ru frequentsdor de
wteqainse edictor responiavel de nojenlospasqun-'!
Jue vale o hornera, cuja alma nao sent remorsos
loa estragos dor vandlicos inceudios e morticinios
lesse drama de horror, em qae ligorou como um
los protagonistas '.' Que vale am rapazola lurbulcn-
o, edesasisodo, que escreve hebdomariamentc urna
pagina consagrada a' mentira '.' Que vale um joven
eufaluadu. porque gagueija algumas passageos da
revolucai. frauceza, alguos fados da ida le inedia, e
mal coropreheude a Iheoria dos clculos, leudo di-
ante de seus olbos. como um semi-eos, oni pirata,
recolbendo os despojos do naufragio, e pastando do
desaa arle vingar-s dos colonos da S. Lo.il do se-
culo de KW '! E anida nao fustes vrls que procuras-
tes prnduzr no espirito do novo presidente impres-
sas desaira lavis sobra us liomens do Maranhao,
copiando as paginas de vu jos do vosso queridu Timn, em que elles eram de-
senliados com as cores mais carregadas, e se fazia
sobresahir volubilidade e torpeza dos caracteres, a
perfidia e immoralidade dos homens, e servilismo
dos polticos, o descredilo'de vossos jornaes"! Como,
pois, queris inculpar o presidente d'aquillo de que
fostes os nicos autores, e em que elle nao leve a
mnima parle '! Crimioai-lo antes porque sen espi-
rito recusou dar crdito a lana deprava;,! >, e fez
mais Justina do que esperaveis, ou antes, frz a jus-
ticia, que nao querais que lizesse, aos vossos cora-
Quaes sao e-se prucessos, que a presidencia man-
dou que se instaurassem para vingar-se de opposi-
elonielaf di capital J
Mencinala o nome do l)r. Teiseira Mendos, ir-
mgo da tr. Furtado.Elle mesmo que vos respon-
da. E lambein ama sonhora de um oulro oidadlo.
Chamis a qaestao para um terreno odio-o, sois o
j priineiro a proferir cssas palavras, que nem mesmo
nos vossos pasqun- somanaes. quo distribus nesla
cdade, ousastes laze-lo. Alguem que vos agrade-
ce e responda.
Exhaustos de calumniar pozesles fim ao vosso
ramal, que nao lerla lulo as honras de urna res-
posta, s losse escripio para o Maranhao que vos co-
nhece, a que s.ba bem aquilatar quautosois disfar-
c id"- e ,ni l j. un emprego dus embustes e da
calumnia ;. mas escrevpsle-lo para Maquear a hua
f de om publico, que nao v conhece ; fizestes
e-i i up>-|o n.- paginas do Diario do Rio de Janeiro
de 5 de novemhro ; ah leudes a mpoela, e le-la-
heis as columnas do-jornaes daquella corte.
Courluimus enlregando-vos ao desprezo publico.
A Sota poca.;
demFrancisco, branca, nascido a i\ de julho do
correle auno.
Aos PJulia, parda, uascida ha !i mezes,
Aos 7l.oir, pardo, uaseido aos i de agosto do cr-
renle anuo.
demCela, parda, escrava, uascida a -J\'< de main
ilo correle auno.
demCind la, branca, nascida a 14 de abril do
anuo proiimo passado.
demihereza, branca, nascida a :l de oulubro do
corrente anuo.
Aos 8Jul a, parda, nascida aos 5 de julho do cor-
rente anuo.
Quando e-tes vieram por sua vez, llnepiripiri iteu. I'asaram-se milites das assim. Maui resol-
pelio-llies noticias de sen marido. I veu descubrir e-te mysienn. Levantou-se urna noi-
Niis peusavainos, re-ponlerain elles, queja es- i le, e emquanlo sua mil ilurmia, e livesse aqu.
llnepiripiri bem vio que seus iruiAos o liiiham
morlo, e coinecan to a prorura-lo, nchou que a area
linba sido ha pourn revolvida, e quereudo abrca-
lo anula urna vez, ilesrobrio o corpo.
Mas eolao apercebeu queTawhaki n3e eslava mor.
lo ; curou-u e o levou as cintas com inuito Irabalho
para o seu quarto.
Quando elle tornou um pouco a si, dis-e a soa
mulber. Quero fugo, vai procurar lenha. e quau-
IdemPelronilla, branca, MotMl aos 20 de jonlio : do vires una arvore brolai da Ierra a leu lado, Ira-
do corrente auno. < ze-m'a.n lleripiripin obedece.e vendo una grande
demIgnez. parda, nascida ha i anuos. I arvore surgir perto della, corlou-a po-la aos hom-
IdemManuel, pardo, escravo, uaseido a 1i de se-' bros e trou\e-a para casa, onde collocou-a Inleira
lembro do corrente auno. {sobre brasas. Eis aqu poique Towbaki charaou seu
demKainero, Itrauco, uaseido aos 17 de jonlio do pnmeiro filho Waliieroa mrande pedaeo de pao para
lo e o a testal. De manilla contra sen eostume, Ta-
ranga de-porlou mallo larde, e vendo o sol elevado
cima do liori-onte, soltou um grilo, procurou seus
vestido, e n.1o os ach mdo.arrancou umi cortina pa-
ra cubrir-se e fugio. Maui, que eslava a espreila,
a vio correr por entre urna mua que ella separou,
c precijilar-se as eulrauhas da Ierra, por um ca-
nutillo subterrneo ; voltou para onde eslavara seos
irmaos, conlou-llies o que linba viito.e propnz-lhes
acoinpanha-los, o que elles refuzaram. Nesse caso,
para mostrar leu poder, Maui lomou a forma de di-
venus pasarus, o que Iranquillisno seos irmaos, ealebaixo nao le W[U7,'fZ
1 ,,.. r.,r ,......I ,. a, ... .......I, ___1_ __L.___ 1 ->.. (lili
PAGINA AVULSA.
Eis-nos Irilhando o 57 sem que por ora.prle
. menos nos, lenhainos que delle nos qoeixar ; se po-
provineiauos, considerando os na amenidade de eos-! de.semo. dizer assim de todos, era o nossu mais ar-
tnmes, na moralidade privada e publica, no grio I denle desejo.
de instrueco, iguaes aos brasilciros habitantes das | j Amanbaa
outras provincias do
completa a nossa Pagina .leulsa
, om .mi! de existencia. Emballada as columnas
. 1 desle uiario, ella lem feilo o seu tirocinio, uao sem
A leviandade que allnbuis aos actos da presiden- |,aver provado de amargos fmclos, que a lem feilo
ca, e as calumnias, que inventssles para confirma- conhecer, com to pouca idaJe, que nem sempre a
la, sao dignas de vos, de vos, que parece qne o vos- I '""ucencia be a egide mais forte contra os boles
so Timn tinha dianle dos olhos, quando hbil-
mente descrevia esses quadrus perfeilos de caracte-
res, de qae a perfidia era o menos carregado dos
Iracos.
correule anuo.
Aos 1:1Joa-, branco, nascido aos 2:1 de jonlio do
auno prr simo passado.
Aos 14Olimpia, parda, nascida ha 9 metes,
demNicolao, pardo, nascido ha ti annos.
demMaiioel, branco, nas-cido a :l de agosto de
1853.
demIsaliel, branca, nascida ha -> mezes.
Aos 18Sabino, pardo, nascido ha 4 annoi
leos.
Aoa_19Ignacia, parda, forra, nascida ha :i mezes e
15 das.
Aos 21Gabriel, branco, nascido a 28 de fevereiro
do crrente anuoSantos leos,
demMaris, branca, sub conditione, nascida
do corrente.
deml.aureulino, branco, sob conditione. nascido
a 19 de noembro do corrente anno.
demJulia, branca, uascida em oulubro de lsVi.
Aos 21Possidohio, pardo, escravo, ua*cido cm
maio do corrente anno.
Aos 25M ir.-in la. crioola, escrava,
de novembro do corrente anno.
demElisa, parda, nascida a 28 de oulubro do cor
rente anno.
fogo porque este nome reeirdava-llie a uiis-ao que
linba de vingar os males que seu pai luvia soffhdo.
TOWBAKI.
Logo que convalesceu,parti com toda sua fami-
lia e relirou-se para nina alta uioolanha, onde edi-
lieou urna aWeia forlilicada ; depnis invucou os eo-
I ses seus anlejiissadoi.e pedio-lhes vinganca. Elles o
e--u(,ir.im e lanraram sobre a Ierra a aguas do CfO,
Santos [que elevando se a urna grande altura lizeram pere-
cer todos os -eres \ivu-. Este acoulecimeiitochamou-
se a de-lruir;ao'dS Malahoos,porque lodos desle no-
roe pereceram.
Uep-jis desla execorao, lawhaki e seu joven ii-
rr.ao emprehenderam vinzara morle de seu pai.mor-
a li: lo pelos l'onaliiris, raca eitraordiuaria.que vitia de-
baixo das aguas ; mas qoe vinham a noile dormir
em urna casa a borda do mar, chamada Manawa
Tae.
Os l'an iluri- linliim. dizemos'nis, morlo o pai de
Tawhaki, enllocando su esqueleto debaixo do ledo
de sua ca-a de Ierra lirme, e runservando sua mu-
nascida a Si llier na escravidao. Quando os dons irmaos che-
! garam, acbaram so mi assentada sosiuha diante da
porta, chorando e esperando seus smhores, que s
deviam checar a mute. I cai moito aterrada co t
- o dea-
O II, uli-
ispotla.
'^que
quauo
qie assim, nuba qi leridn Tae. RM
i,an i i o '. s*ij sempre Chrgou es *
d- fez a mc^,, pergur. la e obteve a *
Jcancou ,i-, 0 decin >o ero ec*sl
rocebeu mej,0 ueB1> Siu qu^jerac
bivio as <"S com |ue o salv.l. mi um
g-aude festm. mM Rop io prepav )asj, co-
par., quando Hy|ut d,,, ou sua cibe*i aaen-
nndo-a deixoa Wlir uma quanhda*** mh a
>e differentes Hroi. (, s escrarM ilaram.
ozinharam e aBerecra em cabfir i R pe le-
usuu comer ainja., -ue -veram a i viver
ios cabellos dop, ^j >_ j1-(jha: ty Re.
toa pois que .f ,uj0.
demIsabel, brauca, nascida a 2 de julho do cor- j a preseura re seus filhos, e os obrigou a fugir para
rente anno. evitar a sorte de seu pai. Explicou-lhes que seus i-
Ao todo 28. i niiiiigos Ihe tiubain conservado a vida para
; de pee. oh. nlo- spides.
A Paqina Acuita a despeilo de quants infermi-
! dade injustamente se Ihe tem queridu imputar, tem
tido vida robusta, tem tido saude perfeila. Se al-
, guns a maldizem, porque ella lem censurado os
| vicios, zurzdo os abusos, fulminado o crime, mui-
As circulares do ministerio sobre o programla, a I los a presam pelos servicoznihns que, censurando
que elle e seus delegados uas provincias leriain de | os vicios, zurziudn os abusos.fulminandu o crime ella
.ingir-se n. qoadra eleiloral, foram ollicialmente 'a Pesiado a nossa sociedade e aos eucarreg.dos
. de lu-lla manlerem a boa ordem.
publicadas; vos bem o sabis, porem improvisis j i>relncio!la serla a ,,agina ^^^ 8e quilesse
reservados, involveis o nome illuslie do presidente erar, que durante o seu viver nunca errou ; seria
do ceuselho, a quem calumoiaes, allribuindo essas misler, que nao fosse ella o producto de uma miel
calumnias ao presidente da provincia, reveslis de | ''K'1^1 nimiam.nte acaudada, e eonseganileineule
. ,' ., isemproem aeeastio proxiOM com 0 erro. Se. pois,
circumslancias, faclus coja existencia -rnenle leve c,t errou_ c0n)o ,,e dc tnt ,eU:1 err0B parllr;,m
logar nos vossus pervertidos pensamenlos, porque a enteniraenlo, e nao da vonlade de quem a ali-
iulrigf"he um dos recursos, em cujr, ellicacia depo-
silaes todas es visas esperaar;as.
Euganai-vossois rmiilo conbecidos para serdes
cridoe.
A publicacao de om ollicio do ministerio, que im-
portava um completo desmentido aos embales, com
qoe um dos vosios orgaos na imprensa pretenda e-
marauhar miia quesiao de direito muniripal, havida
entre a presidencia e um agente consular, e qoe vos
desapontiu sobre maneira, porque foi feita na gaze-
ta olicial sob o liluloUuica resposla ao Estandar-
tehe por vos censurada Deseunheceis acaso a
gravidade das conseqoencias de vossus embustes que
lendiam, por um espirito de urna opposr.ao anli-pa-
Iriolica, a rebaixar o governo do vosso proprio
paiz aos olhos do publico nacional e eslrangeiro '!
Nao justifica ella essa formula de publicarlo
que Ihe da va mais forja '! Qual a sua inconvenien-
cia'! Os governes no systema representativo nao
sao de piililiciil.nl"! Degradam-se por ventura em
dar'Lli'a aos seus actos como resposla as acrusares
da oppnsicflo, qnando enlendem conveniente fa-
ze-io"!
Tivesles a audacia de appellidar o honesto Sr.
Cruz Machado de corifeo dos bastidores"? Se escre-
vesles para o Maranhao, a ndigoac,o publica vos
lem julgado. O bomem de coslumes puros, que
lalvez em loda sua vida nao houvess; entrado em
uma caixa de lliealro, que jamis visse um camarim
de actor, he appellidado de corifu dos bastidores [
Por quem '( Por quem .' Por aquelles que com
suas familias, suas esposas e mais pareciam fazer
parle da compinhia Iheatral, nao poniendo uma noi-
le de en- i, e tralando-se familiarmente com acto-
res e adrizas'.' V. Pretendis tm balde nivela-lo a
par de vos.
A' esse acervo de palavras insollaoles que em se-
guida e le nesa correspondencia repleta de calum-
nias e embustes, a respo Fregueza de Santo Antonio do R6cife :ll de de-
zemhro de 1856. O vigario, Venancio llenriques
de liezendc.
MAPPA dunontlralivo do doentes tratados no
hospital re gimenlal de Pernambnco no anno
1856.
Hospital reginiental de
Pernambucn 1 dejaueiro
de 1857.
mais completo que vos taris corar, se a cutis de vos-
sas faces fos-e capaz disso, se a vossa alma podes-e
sentir remorsos e vexame. era esse testemanho so-
lemne, que o collegio eleiloral da capital acaba
unnime de dar, da estima e da consideraran de qoe
gosa o Exm. Sr. Cruz Machado, aquelle mesmo dis-
lincto administrador, que vos, miseraveis, tres vezes
miseraveis, com audacia prupria de vosso desfarj-
mento, dizeis que tem se tornado a fbula do povo,
desse povo, que vos repelle e despresa, que ama e
respeila o vosso calumniado, e assim Ihe o manifes-
t em todas as occasiOes que se Ihe proporcionan! de
joguele -lo jornali-m.j. de-se jornali.mu que sustenta
os seus actos, que os applaude e bem da, coro cx-
ceprao dos vossos pasquins, que a npiniao publica
esmaga com o seu desprezo ;--de frentico e venga-
tivo, quando vos tolera, descantado na pureza de
seos actos, e jamis vos negnu pur espirilo de recu-
dan que u distingue, os rtireilos que tinheis fundados
em j'.-uri oo mesmo em equidade. E qoem vos
torn-m competentes para (algarda* do lino e habi-
llaces do delegado do governo imperial f O vos-
so odio hydrophobieo, que gratuitamente Ihe vulas-
se I' Os vossos torpes inleresses individuaes oHeni-
dos Declinamos do vosso juila, ou antes enlrega-
mo-lo ao soberano desprezo, que os homens justos
Ihe vota".
Iso, a que chamis roda insignificante, queris
saber oque he? Perguutai o'ao corpo legislalivo
da provincia, que preslou franco e rordeal apoio a
administracao do Sr. Cruz Machado; persunlai-o
aos setenta e tres disididos cidadAoi representantes
de dez parochias, que ronsliluem o cullegio du di-
trito da capital, e que unaiiimes vnlaram essa feli-
cii ir.io que ahi corre impressa, esse solemne e au-
Ibeuliro leslemuiiho do alto aprero de um povo
enrudecido au restaurador da legalidade t liherdade
das urnas da provincia, esse monumento qoe o odio
que vos rala o corarao, e que he u motivo determi-
nante de vossos palavras e arlos, jamis podera des-
concavo de urna barra para a espessura das selvas, Iroir ; nerguotai-o popularao pacifica da rapi-
que fuita uos olhos de hscaes da fa-
objectos
zeuda.
Que vale o bomem sem qualidades, nnlavel pelo
odio que vola a' virlode, pelo abandono da esposa
para marchar a felitidade de outra, qoe Iludida Ihe
ha sacrificada 1
Eis os principas* quadros da TOIH importante ga-
lera poltica ; sao estes os vossos homens illostraitot
e honestos"! Sao estes aquelles que a presidencia
nao cbamou a si Pois sao este qee um poder ho-
nesto nao deve tomar por ronsellieirus. Prague-
jai-lu pur islo ".' A provincia loda applaude o ad-
ministrador por esse acto precursor de um futuro
mais feliz para ella. DlTidaMo '! Ahi nao eslao
is solemnes e brdhaales ir.aiiifeslaces do 7 de >e-
lembro, de 2 de novembro e de .1 de dezemhro ".'
Harpas da sociedade maranhense, que pultiieis rom
vosso eonlado asqueroso e impuro anda es arlos
mais respeilaveis de sua exislencta pedihea. harpas
da sociedade maranhense, fustes em (im condemua.
da-, e bauidas para sempre para a felicidad desla
Ierra, que lanas vezes prolamstes com vossas irr-
sues, que tantas vezes enlutas!* com vossos crime* e
horrorosos atlciilados.
Cuulinoando, dz o correspondenle no seu aian-
/el. que S. Exc, logo que aqu chegou, romerou a
indispor-se com o eonunercio, e tarbava os lilhos da
I rovincia de immorac* e fallos de crenra*. Ambas
as asseverures sao manifiestamente contrarias i
verdade dos hatea, Qual fui o arto do presidente
que se possa Iraduzir em Inislilidade ao cummercio
da provincia '! Ilaver permittido a exporta\o dos
.Uleros i li menucio, proiluzidos M paii, que eslava
vedada por urna resolurAo presidencial, que se en-
leuleu aconseihada por circumslaiicia- imperiosas
do momento, mas que nao tinha assenlo na leg<-
larv*'! I)iz--eull'eudeu adoptivos a portuauezes
.ippcllidaodoos de introductores de olas falsas.
Negis por venlura, que se livesse inlruduzido na
cirrularau utas falsas em iiuos anteriores, a ponto
de serein substiluidos mai- de r-itenla eonlos da9
verdadeiras nos pcopros cutres da tbesouraria de fa-
zenda '.'
lle um fado cuja existencia c-la ollicialmente eon-
', e deu lugir julgam-nlus rrimiiiae*. Ig-
tal, que cheia de jubilo comparou os das eleilorae
de 18>fi com esses cliii.atertcos das, que ja se es-
i-'ii ler.im as dobras du passado, e em que u pavor,
a violencia, a fraude irnperavam suberanos; pergun-
lai-o au 7 de selembru, au 2 de novembro. ao 3 de
dezembro, em que a liherdade do vol surgi bn-
llianle por debaixo de ama grossa carnada de an-
nos, e todos vos responderlo unsonos :Essa roda
insignificante que cerca o presidente, he a provin-
cia do Maranhao, he ludo o que ella tem de mais
nohe, de mais Ilustrado, de mais puro, he sua po-
pularao, cujoi coslumes anda nao barda conseguido
estragar um pujillo de anarrhislas, para os quaes
as preseriprOes das leis, o principio da anlorida-
le, a liherdade legal nao exislem, puis os uni-
nieula ; porque a /'agina Avutta sempre leve e le-
ra' emqnanto liver vonlade .de viver bem, anda
mesmo coro aquelles, que bem prucederem. Res-
peitainlo os nincs ; drsviaudo-se quanto Ihe tem
sido possivel, de precipilar-se nos profundospe-
rauv^-de lama era cujas bordas por mais de uma
vez lem horrori-aJa remado, mao grado os em-
purres, que para ella se Ihe lem dado com braco
forte....a Pagina Aculsa lem vivido, merc de
leo-, tranquilla em sua conscieocia. Que ella agra-
de a ludes nao be crivel, e mesmo impossivel : que
lodos a desprezem. a experieacia lem mostrado u
contrario.
Tem vivido sem calculo, sem pretenee*. sem
orgulhu, sem ambicio : sempre pobre, humilde
sempre, como um euleque apenas coilla om anuo
de existencia na obscuridade de sua humilde cma-
ra, aijinaudo-se tao smenle apparecer no publico
todas as manhaas para cumpiiinenla-lu, qual tmi-
da orpha, quaudn vai dar obom daao seu
ausleru tulur....Ueos da nossa Pagina, bem como
ao? *ens leilores, longos annos de vida !
ilesculpeui-iios as aulurida'des policiaes, se in-
sistimos era pedirmos, que o maior numero de ron-
das p ,-sivel seja empregado desde s ti da Urde al
As 5 da madrugada, para que a> familias que lica-
ram na cdade lenham alguina garanta em toas ca-
sas, ap menos emquanlo durar a influencia da fesla
pelns nussus arrobalde*. Devein crer, que omitas
familias no balero do Kecife principalmente, nao
doriuerD tranquillas, pelus diversos roubos qoe aili
se tem dadu a despeno da vigilancia da polica.
i. 'ii.la-no- ha das passados pela 2 horas da
madrugada fora uma casa atacada no becco estreno
da ,rua da Cudria, ousandn os ladides subir pela
varaudav A familia foi sorprendida por elles. quan-
do eslava ja cada um da casa em suas camas ; a
furr.a de grilos evadiram-se, sem que a guarda da
alfandega podesse have-los. Os ladres nao dor-
mem, (rucam as nuiles pelos das, a apezar da no
pouca activdade que a polica lem desenvolvido,
elles a' prelendem Iludir. Essa filial u do Uro
esta ein campo decididamente, mas sem chefe co-
nhecido, e nos como sempre a iremos de perlo per-
segumdu, judandn a polica em seu nobre cm-
penho.
Consta-nos que no rolao da Cova da Orrgn
se rennein alguos vadios com caria branca par la-
dres' a osar luda a noile com dinheiros havidos em
suas excur-es... ah se a polica os podesse empa-
par... que leiicnl' le para os qoe ficaro curo as bol-
sas empaliadas Guerra a esses salteadores, senhn-
res da polica, aliviai-nus de laes parsitas !
Pobre orphAa !l)izem-oo (mas nos nao acre-
diamos, que por Iraz da ra da l. i le-.ha om I... e
soa mollier, que lodos os das publicamente castigara
a nma meiima de seis a oto anno-.que dizem sar.sua
sohriiih.i, e que perder pela poca da epidemia
seus pai*. A continoar tan barharu Iratamentn, di-
lem-nos, que poucos mezes lera de vida a inno-
cente.
Brigaram us compadres '.Duas senhoras io-
teiras hngaram, e o resultado da briga foi descu-
brir-se um roubo myslailusamente feilo, e que pa-
reca ler sido in itlernum sepultadoque cae.ua-
da !...se huuvessem sempre desias brigas em
certos lugares... muita melgueira se descubrira !
Iii/.em que a povoarao dos .Vfugados lem es-
tado lo uteressanlenesta Itsla, que merece mudar
Ihe o nome para a povoarao dosEncanladus.
Em verdade aquella lucalidale vai muilo breve des-
hancar ludas as mai*. A sua plana localidade, a
sua gentil e encanladora matriz, us helios edificios
all plantados, entre elles primando os dos Sr. Viao-
na e Reg Albuquerquu, a proximidada da ponte,
o populoso aterro, o commercio e transito diario
para o nosso centro s freguetias du campo, Indo ja
conlnbue para o engrandeennenlo dus Afugadus.
A eslrada de ferro ira completar o que falta para
ser a primeira de no*sas freguezias de ponles fra.
O Sr. taberneiro que alia noile abre o ajeu es-
tabeleciioeulu para vender bebidas espirituosas, eor-
rija-se !
' X ollicialidade da guarda nacional e dos cor-
pos de primeira liaba da guarnirao desla cidade fo-
ram m corporarao nos dias 1 e"2 do currenlp cum-
pruneiitar au Eini. Sr. presidente da provincia, ,-
bu -Ihe us bous anuos,e oulro tanto fueran an Exm.
Sr. marechal Commandante das armas, os olliciaes,
du* curpus de primeira linha.
lionlem deixou n aquarlellaraenlo o b- ililli.lu
n. 2 de inhnlarla da guara nacional, e foi ub-ti-
luilu (>elo lerceiro da mesraa arma ambos desle mu-
nicipio. %
Consta-nos, que o nosso artista Sr. Santa llo-
sa e-la ensillando um vaudeville-pastoril no San-
ia 1-abel para dar algumas repre-enl .r-* a muilus
pednlof na Casa Baria, Nao seria mao qae o Sr. San-
la Rusa de-se o prazer a* que nao pactarn a fes-
la ile dar antes algumas rpresenlares nesla capi-
tal Parece-nos, que a commissAu direelnra do
Ihealroiparlicular do Capibaribe se prestara be-
nigna em eader-lbaa cas, vialuqueum vaudeville
pastoril nalalicu nao be senao um diama biblicu, co-
mo sao da vida dos Santos os que se reprrsentam
pelo lempa quaresmal. Quem nilu aprecia um grus-
seire presepe lia de apreciar um drama pastoril. A
orclieslrli ha de ser dirigida pelo disliuclo artista Sr.
Pedro II iplisla, e a compositjAo da msica he de Sr.
Theodorjo Oreslesja lia apreciado no Sulla Isabel!
Ho e uas Ires as li horas da tarta, lem lugar,
em Olimla, dt-frontedu Jaidim Botnico, a
Humara de doente*.
H
III
1067 1072
511 5!
Oosarcacoc.
Fallecer.nn 23 de tubrculos pulmonares, (i de va-
rilas confluentes. 5 de gastro bepalile, 3 de febre
amarella, 5 de pulmunile, 1 de pulvouita aguda, 3
de gaslru ruterile. 1 de saryngite, 1 de cerebrite, 1
de congeslo cerebral, I de gangrena dn escrutu e
1 de broncho pulmonite.
Dr. Pra.cedes Gomes de Souza Pitanga,
Io cirurgiao encarregado.
MAPPA demonslratko dos doenles tratados no
hospital reginiental de Pernamliuco no i trimes-
tre de 1856.
Hospital reginiental de
Pernambnco 1" de Janeiro
bro de 1858.
adverli-lns de mandan, quando o crepsculo
apparecesse, por esla razan a linhara chamado Tau-
tau ou Porta.
karibi perguntou a sua mai, onde poderiam oc-
cullar se, ella os obrigou de novo a fugir, roas pela
seguranra que Ihe dor am seus filhos de que sabiam
os meios de lornarem-se invisiveis, cousenlio em oc-
cnlla-lus no li litado junto dos ossos de seo pai, que
exultan-m de alegra com a esperanca da uma prom-
pla vinganc.,-1.
Depois de lerem camnhado bastante, os dous ir-
maos chegaram finalmente ao lugar, onde o co es-
lava preso a lerra_ por meio de taro. Estes lardos
erara guardados por orna da suas avs, mulher ve-
Iba ecega, chamada Makalerepn, que os tinha em
soa mao. Eslava ocrupada em preparar raizes de
taro para seu sustento, e n.lu enxergando, nao repa-
Iransformando se em purobo, vooo pelo suhtrrra- Sim, meu
neo e ahi,iulernuu-se resolutamente. As paredes
eslreitavam-se cada vez mais, o que Ihe du muilo
Irabalho para avanrar ; em lumma, chegoo em uma
ilore-ia, a va debaixo de orna arvore seu pai e sua
mai, rodeados de uma niultidao de pessoas. Empo-
leiruu-se em cima dos ramos, e rom rao bico bolou
abaixo alguns (rucio-, a que chamou a atleuc.io so-
bre elle. Aliraram-lhe pedras, porem elle soube
evila-las.
Por fin Maui lomou sua furma natural e apresen-
tnn-se diante de sens pais, qne nao o reconhecerain.
Taranga disse-lhe :
Vens do Orieule ".'
Nao.
Do uordeste '!
Nao.
Do sudeste ".'
Nao.
Do sul ?
Nao.
I.ogu foi o vento que sopr por rriim quem la
couduzio ? .
Sim, responden Maii.
Kiii.m sua mi o reconheceu e o boina nos braco-
de seo pai, que o mergulhou as aguas sagradas pa-
ra lavar todas as suas impuridades e lorna-lo pode-
roso.
Maoi voltou depois para junto de seos irmao, e
-nube da existencia de uma de suas avs, que mora-
va debaixo da Ierra. Ella linha-se lomado 13o m,
que ninguera atreven-so a levar-lhe alimento, e
eslava prxima a morrer de fome : Maui foi sem te-
mor, e por muilo lempu pensou nesla velha mulber.
que um dia perginlnu-lhe o que elle destjava :
Ilai -ino, respondeu elle, o sso maravilhoso
com o qual pode-se operar os minores encanta-
mentos.
Toma-o. disse ella, ha muilo lempo qoe esta
destinado par li.
lio Maui voltou para junio de seus irmaos.
Algom I6mpu depois, Maui acliou que anoitecia
muilo cede, e que o sul andava muilo depressa, e
disse a seus irmaos : Vamos armar uma cilada ao
sol, e quando elle estiver- em nosso poler, furcemo-
lo i ficar mais largo lempo no borisanle, para que
os humen, possam Irabalhar mais em cultivar a
Ierra.
. Mas, ubjeetnram seus rniAo*. i inguem pude
lili*
ri'.poiii
iue procuras na il, dl, yo|I
Eolio .tupa ir.,.^,,,^ ,
doovuopara a ", d,ign,d.
c..janellasd.casa-,sllIirmA|
o iram, qoueram iu.,# aUf|
He i*; porem nao pvB e#uM
de oehziam ealea sg ^
latra pelo ruido. Conh,c^
mudo, apreentoa-l feu caZ]a
al, n lempo em csa finir i "
aoa irmaa a deix, ;
ara vive-jib|o daL 4. r^,
o vf '
cu
ci
bo > ni passaro* t ,,,., ,
rou n* chegada dus eslrangeiros. Conlava as raizes "proximar-se do sol, he tao abrazador, que nos con-
em numero de dez, 1, 2, 3, 1, 5, ti. 7, 8, 9, e sumir !
Numero de dueules.

s i g
(S

*. 19
M & *- 187 10
5(i 19li
06.serco;.-o.
I .illerer un ~ de tuberculuS' pulmonares, 1 de
gaslro-inlerile, 1 de febre martilla, e 1 de vari-
las confluentes.
Dr. Pra.redcs Gomes de Souza Pilonga.
1 riruil-i.o encarregado.
MAPPA demonstratico dos doenles tratado* no
hospital reginiental de Pernambuco no mez de
dezembro de 1850.
procurun intilmente a decima, porque Tauhaki a-
cabava de carregar-lhe uma. julgnu ler contado
mal e conier,ou : 1, 2, 3. 4, 5, 6. 7, 8. A nuna li-
nba desaparecido, a Quem esta* ahi'! quem esta'
ahi a perguntou ella. Tawhaki lucou Ihe noso-
Ihos, a vista appareceu-lhe, o ella recunhecea seus
lalaranetus. Iusladode perguntas, Tawhaki con-
fessou-lbe que andava em procura de sua lilha e de
sua mulher Tanjgo, Tango, lilha do co.
a Alli esl o eaminho para acha-las, meu filho,
diise ella, mostrando Ihe os los que tinha na mao,
mas he perigeso, e na i drves afrouxar a mao ; he
moito tarde boje, espera para amauhaa. No oulro
dia. karihi qoiz subir primeiro ; mas em sua preci-
pilarao, apoderou-se de um lio qoe nao linba raizes
na Ierra ; fui levado para a exlremidade do horison-
le : uma rajada de vento o repelliu do outro lado, e
orna segunda u levou mais alto, mas emlim podeca-
hir outra vez em Ierra, huirlo Tawhaki, quo amavs
inuitu seu irmao, alerradu dos perigos qoe tinha
corrido, nao qoiz permillir-lhe qoe o seguisea, e o
reenviou a sua familia para dirig-la e lomar cui-
dado d' lia ; depois comedn sua ascensau perigosa.
Soa coragem o loslenlon al o fim uesla tentativa, e
chegou finalrnenle ao ceo.
No lim do dia a tribu intera sabio das aguas e
veiu pur milhares encher a casa para entregar-se ao
somno. Tawhaki e seo irmao sahiram entao dos
sens escondrijos,e deliberararn sobre o melhor meio
h.iiilanteiqt
i-.he dard^n r
torqaa ...
'. Heaaiiri
amando aeu
; Rapa ficsm
par fim a>-
f com elle >
,irarn-so aa-
1n-oai--ra|,
lidam.
-mimt .leuta
indicia*. K-
s Ropa enea
-)0 limpoa I.-
^nlo no pelac*
-.anladora.
.a-a acata cana
usa groan tra-
l)U-o. S'U tari-
..pus em tempu.
livro de sir Geur-
polyoe lana. Pia-
lemos i laixo dos olhos dos nost jleitore as legen-
das que' ieU sua natoreaa nos (are eram ler am
carcter* la religiao primitiva .' iroximando a da
Biblia. ermina o autor aoa >' paf narrart
que sr re' *em a' historia dos an -os habitantes da
Nova Zel lita, e conla-nos as rb fet'** < pn-
meirus he. es desle povo lio sob *bo de a* vrigem
celeste. |\ fera-aea como pelai inspiraeea inda,
do co, es ivo^ zelandetes apre leram a hiat re-
des irreski eis, construir tai que podem aa-
cegar contr 'todos o centot e uo aoal de can -
la-, uiac.i- a 'ua origem. sao se .*** do sea archi
pelago.
(Joan ,des Debites."
m v da do deus, onde !<,, \ m
hua luihaeacr.ves^!,,^
sen ardins e-iavain Wteaa ,,,
hu So poda iqais cu da, del (|
reg.- ae desla trela ; erii vou,
do,'" ificou por si mesma. n>r'
K. 'aliea. filil de Keh !>
Irucr, ; porra lendo preg-.. V
ve, es cabro em cima delle a
gue ti' io o co, e reapparece i
do laii* lo poenle.
Teri> limos aqu as citacues i
ge tir.- i respeilu da mylholog
/
Tommtr o.
f
Hospital regimental de
Pernambuco Io de Janeiro
de 1857.
Num-iu de doenles
M
t:
:iii
H8| 0
a
Nao (eoliais merlo, respondeu o joven heroe.ve-
reis como sei fazer as coosas.
t.umer.iram entilo a preparar cordas e arr.mja-l.is
em laraia. ; depois, quando lodo estiva promplo,
Maoi lomou seo osso encamado, e parliram. Viaja-
ran) muilo lempo, nrcullan lo-se de dia para nao se-
ren vistos pelo sol,que poderia aedvinbar seos desig-
nios, e chegaram liu-tlmeote na exlremidade do ho-
risunte.onde o dos apparece. Prepararam soa em-
boscada e pozeram a lacada inleiramenle na exlre-
midade do liorisunle. O sol, era na la desconfiar
chegoo e passoo pelo laro a cabera e pouco
pouco o corpo todo ; Os qualru irmaos apenaram as
cordas, e elle lieou preso. Maui arremessou-se so-
bre elle e o aspaucuu tilo ruderaenle com sua arma
encantada, que o pobre sol moderado forcoaamenle,
rolava-se por Ierra soltando orros. Maui bata sem-
pre ; em summa quando julgou a dose baslaulo for-
te, sollou seu prisioneiro, que, machorado e moido,
proseguio seu corso lentamente. Foi astim qoe Maui
alongoo os dias.
Maui leve depois disto a phaolasia de apagar o
fogo, coja guarda eslava confiada n sua bis-av Ma-
hu-ika, e eis como elle se houve. Principien nma
noile, por apagar lodos os fogos conservados precio-
samente em todas as cozinlus das aldeias; depois,
pela nianhila, ordenou aos seus escravosque llie pre-
parassem o a I moro. Adiando elles o fogo apagado,
correram intilmente a lodss as casas para proeura-
r HACA Dt RECIFE 2 1 ,, JANEIRO AS
3 HORAS DA 1 ,DE.
Cotac6e ofll !*
Assucar mascav do3*900 ale 950 rs. par jrroi.a
com sai '"
Descont de lelt as9 al I 0|0
r -ederico fi .liard,preaidel
p. I ', secretario.
de auniqnilir seus i .imigos, A nnica cuusa que. lo, enlo Taranga ordenou lhes aue fosse a ca-a de
J^____ .,____ .:_ T- ........: l______._ ... #.__ VI .1... o..____-__-__ .L .__._..
Dr. Prxedes Gomes de Souza filanga,
I cirurgiao encarregado.
ZlttttQtltV*
ex pst-
eos movis de suas acroes sao seus torpes inters- f3" do Prine,r" trabalhopublico da machiua de"des-
ses individuad, seu instinclos ferozes e revulucio- i "r0CHI" 'o.tao de invenrao .lo Sr. Jos da Maia.
bou resultados qne esse Sr. tem oblidn as ex-
nanos.
\ttr.bois au Exm. Sr. Cruz Machado, o naufra-
gio das candidatura* dos Srs. Lisboa Fabio e I ur
lado.
E a quem (tribu- o naufragio as anteriores
legislaturas"! Pois um puuillo de humen-, que ape-
nas rene date vnlos uas eleices primarias de urna
freeuezia e pooro menos na de outra em om dis-
lricio formado de ile, poda contar que vinga-.e a
canrlidalura du Sr. Lisboa '.' i un que freguezias
rontavain os sustentadores da candidatura du Dr.
Fabio no di-lrictri do Ilapucurii-inerim ? E nm ci-
rurgiao sem ntscimeritu, mi fortuna e sem presti-
gio, e um rapaz desconhecidu, que se aprsenla ao
publico escrevendu semanabnenle uma pagina con-
segrada mentira e i difarnarao, e mais um oo \
oulro individuo sem influencia
perieneins p.rlicolires faz snppor que ser bem sac-
redido nesla.
HoMen as s l|S horas da noile fundeoo no la-
meiraoo vapor mgiez, que, procedente de Salhamp-
lon era esp-rado desde 31 do passada, e que la cau-
sn recan. Em cunseqnenria da longilude em que
l'indeou. nao maiidou a mala para Ierra, por i-sn
Ulo temos u gusto de miinns-ar buje iiossns letores
cura as nniiciis de que elle deve ser portador.
Hospital de caridade 31 de dezemhro (.7
doenles.
.i/V ainanh'ia.
REPARTigAO DA POLICA
Occurrencias do dia 30 de dezembro.
Fui unidamente preso- pela subdelegacia .la
sem influencia prupria eram ele- I- oi uui.iameule preso : pela subdelegada da Ire-
menlus suflicienles para sustenlar uma candid.tura | guezia de Sanio Antonio, o pretu escravo Joao a
em um distrirlo, em qoe se apresenlara um genio | requerimenlo do respectivo senhor.
m i. Dr. Souza, que all tem nume- ; O ddesqdo do termo de (iuianoa em otlicio de 27
parecem
mesmo
termo o faoinura I elix Cabriiiln, montado a avallo
---------------- ------I i- -'.. .cu nutur li ucir-rt"" '*" .Cilio UC r, o i a i i i; eHl Olll
rosos prenles relaciruiaduscom pessoas importantes dn crrenle reTere, que nu dia anleiiur api
da* localidades ? Drseonbeeeia que ha cousas boaa I de poblieolaa povoarao de Goianninha do
em si, e qoe us nmus defensores as matan)"! Se
candidatura dn Dr. Parlado por Caxas tinha sus-
tentadores, lambein os linha e em grande nume
ro, a do seo competidor o Dr. Candido Mendes.
e armado .le um devnole a um facao, e haveudo-
se aproximado au qoartel do destacamento ahi
ra ao metmo deslacameolo, depois do que se
para
insnll
Quaes s.".o c-ses mios por demais reprov^rlos que re,'rara P'"''1 a *'" (, ''ar e sguiodo-
!.o .essa furra quo presidente empregou para dar- l>^e,""'|', '""'el commandante e soldados do dilo
rucar a candidatura du Dr. Frtado poi"Caxili ""mn|" omaffletol de osMca.Ja ealsnntri-
NM eram mesmo seu* parlidjrios os sululeiegadus """'",I r'"v*nt do criminoso Manoell.eile e de
de duas freguezias da eidade, e que a presi.leticia se' "ln e pel "rcndo ollilcial de
ab-leve de oxonerar dos earaoa, para que mo se en-
venenasse o pensimentn "! Nao delenninou ella rn.s-
mo que para a "ranla das urna* de c-da fregueza
justira inliiiiada a voz de prisao ao mencionado F-
lix Cahrjihii.li/.erain este e seus dous companheirus
que para a guarda das urna* de c.da fre -uezia '"""' *,"''" U,,,"|II,H' e travando-se una lula resul-
manler a uidem nao n prettaeae it metas paro-1 \ .. *l,lr" e0" < punhaladas o blDeinl
rhiaes forra maior que a de dez praea-'! Sus uus
que
declamadores edir.s. Traduzi as vossas aenerali-
dades calumniosas ein (acin especificados ; kpre-
senlai documcuios terdadajiae e nao hbrieadcM
nesacl mesmos antros, em que K forjaran) asados
qoe anida pooco aiit.s .a chegada dn Sr. | ,je eleires finira-, da fregqezla do llapucuru-me-
de justira e rnorrer .le um tiru o liciaori Flix Ca-
briuha.evadhido-se os mais crimiuosoi. Sobreest
a- .....-c.rii-.-iiri liciva aquello delegado procedenrlo
as cunv-uiente- pe-quuas para nos termos da le
instaurar o co pelante processo.
kadu foram ennllilas no interior e na ca-
labas
Para nue, pois, confe,
ue rlev.-i eiporgar
.!'-- enm o rriiiiinerc,i.i//.,
illrtf*"* *A(i
s li asil
p-crevem e*.*es nojentna pasquins,
iii-ull i morati.lade publica, e rlflu
i hu- trale lea,
e en ador, Carlos Ribeirn
rin. em que *
que he uin grata
de os sotores
Asuspensao e v,-.
.rais c qu .iltnhu, i causas que o \u.sudespei- Aus 5MaijDua
voadilo'i, lie u>n e|f a legitimo, s zc .
KLLAt.AO bO BAPTISADOS DESTA 1KEliLE-
1 \ DE SlVIil ANTONIO Du HECIFE DO
HEZ DE Dl-./KMHKO DE IR5G.
qu cen- Aos :lFoitunali
breuGu, naaclde no mesmo dia.
criouln, uascida ha nove me-
~v~*m
MVTHOI.OIA POLVNESIANA.
Polgnesiana Mythologia, por George Grag, an-
tigo govtrnador da Soca Zelandia.
Sir George Graj foi nomeado governador da No-
va Zelandia, em 1815, as rircuuistancias dfliceis
de uma guerra con Ira os indgenas que se liiiham
sublevado. Serviu.ln-se a principio de interpretes
para entrar em relaciies com elles as demoras indis-
pensaveis a este modo de communicarao Ihe lizeram
lomar a resolucao deesludar mesmo a liogua do
paiz. Quando apasigiinu-se a revolla, grabas a sua
aetividade, sir (jeurge Cray apruveilou-se desles es-
tudus para recolher as cunusas tradces do paiz e
asiegendas religiosas, e fe/ nm compendio muilo in-
leressante que leir.us ilebaitu dos olhos, e do qual
publicamos ,.1-un- extractos :
O finios do co e da Ierra, oo Iradiro sobre a
origem da rara humana.
A rara humana, dizem os novos zelaudezes, sai le-
ve dous axis primitivos ; dus quaes um desceudeu
do vasto co, que esta' sobre nossas caber'., e o ou-
lro sanio da Ierra que esja' debaixo de nosso ps.
Desle modo. Rang e Papa, on o ceo e a Ierra, sao
a fonte de lodosos seres organisados. A ebscurida-
de reioava enlo uos espacios, e os flhr.s creados
pelo ceo e a Ierra mo contienan, a luz. Este estado
de coosas durou nmilhares de lempo..
Finalmente, e*tcs aeres consullarain-se para sa-
ber, se contentaran) de livrar-se do jugo de Rang
e Papa, oo se os mataran). Tumalanenga, omais
soberbii dos fillios, grilou : Malemo-los ; porem
1 aue-M -liiila. pai das flure-tas e de (ido- os seus
habitautes, no foi desla opiniao : pmpoz a separa
r.i i de seu pai e sua mai, que uo uceupassem mais
o eo, e que ficassem na ierra que us alimenta.
Tudos osseus irmaus cunsenliram nislo, a etcep-
rau de THWhiri-ma-Tea, pai dos ventos e das tem-
pestades.
Entao Rango-mu-T'ane, pai das cearas, levanlou-
se e, por um caforro suprema, lenlou separar o co
da Ierra : mas nao pude conseguir. Depnis delle,
Tangsrtia, pai dus peixes e dos reptis, au fui mais
feliz ; en lim. Tsve-Mahula, pai das florestas co-
mecou a tentativa. Apoiou a cabera sobre sua mil
a Ierra, e lincnn seus ps em seu pai, o co. Quan-
do uma vuz gritou : Filho criminoso a impo pur-
que queros separar leus pais'! mas elle uao fez
caso desla advertencia, e por om ultimo aforen,
impellio a ierra para baixo e, com sen pndern.o p,
atiroii o co nos esparos superiores. Desde entao a
obscuridad conceulrou-se ; a luz appareceu, c fez
ver tudos os seres creados pelo eco e pela Ierra, que
linham v vidu as Irevas antes de sua sepiracao.
O ciume apuderou-se dc Tawhiri-ma-Tea, pai dos
venios e uas tempestades. Ahaudoiinu seu* irmaos,
que ficarsm com sua ui.ii.e subiu au co a quem so-
monte 11, u fiel. Em seo poderoso peilu creuu li-
lhos ; e envina um ao norte, oolro ao maio da, o
lerceiro ai nascenle. e o quarto ao poenle.
Deu-lh -s a mi,'n. desoprar lorlmenle sobre a
Ierra e procurar destruir ludu. Depuis creuu a*
trombas, as barracas, as nuvens, as tempestades, e
lancuu-as sobre as florestas de seu irmao, Taue-Ma-
bula, e as deslrniu em grande parte ; depois, com
seos lilho- mais pu termos, atacou seu iriiiu Tanga-
roa, pai d is aguas e do mar. Puz ludu era cunfu-ao
uesle imperiu.e os liahil.inles foglram espavorido-.
Taugorna liuha crearlo dos lilho-. Ikalere, pai
dospeives, Tule-Welu-welii, pai do reptis.
Na conlu-ao produzda pelo seo terrivel ta, lk-
tere e seu- filbos gritaram : u Fujainus para trra, a
Tule-Wehi-wehi e os seus quizeram licar no mar.
Dahi ateen graodcqueslao ; Ikalere furioso Ibes
disse :
Se (cardes u'agoa, eis aqu a vossa sorte, nao
baver bous banquetes em trra sem vos, porem se
far a 6a ama guerra encarnirada.
Os uniros respondern) :
Se figirde* para Ierra ei< aqni a vossa orle :
todos os -ores vivo-, excepto no*, achar.lo para o fu-
turo a moi le lias BgUM e serao devorarlos.
Esles discursos nao produziram nenhuin ellilo, e
a separarlo leve lugar. Houve depois grandes lulas
entre os poderosos da Ierra e os da- Igual, sempre
alurmentados peto terrivel Tawliiri-.Ma-Ta, prale-
gido pelo cea pnrcousa de sua lidelidale filial. Mui-
tas vezes ns senhoresd* aguas o venceram, o he por
e-a raza i que boje us mare- sao de tal lorie mais
extensos <'n que a Ierra fume.
Desde rasa poca, a trra licou leparada do con
porem sen amur mo cxlinguiu-se. Os -usprus da
Ierra eobem -empre para sen nobre eipoao, e sao
chama aos aevoas pelns homens. e, de noile. o eo
chora sja sepaiacin da Ierra. Suas lagrimas cabera
em seu seiu ; asi denominadas pelos humanos gol-
las >le or'allui.
Legenda de Tatchtld.
Tawhaki era lillm de llenu e de Irutniga ; li-
nha um Irmao mais inoro, chamarlo karihi [laven-
do-- eaiatto rom llnepiripiri, fui um dia a pe*,sa
rom *'mi- qu-ln eunhadraa, que i|uizeram malar,
e, jolgali lu-0 in.rto, o eiilerniram na arela, llius
delles voll-irain ni,o para casa, e quando ua irnla
perizuiiloii-llies.nndee*lava siuma.i lu,re*paiuleram:
i en cun n- oulio*
devemos fazer, diz Tawhaki, he eogaua-los e faze-
los (car aqu at altu da, porque a luz -tu sol os re-
ducir a cinzas. n Calafetaran com cuidado as por-
tas ejanellas e esperaran!, pela mantilla, um dos
maisvelhos don Ponaluris grilou : Talan Taita '
o dia ia amanheceu *? o
E ella re-puinleii-llie : r< Dermi em paz, a noile
esl escura anda, n O que era falsu, porque o dia
comrcava a despanlar. Algum lempo depuis oulro
Ihe fez a mesma pergouta, e ella re-poodeu a mes-
ma cuusa. Finalmente quandnosol elevoo-se ci-
ma dn liurisonte, latan e seos dous Albos abriram
portas o i-molla-, e o sol fazenda euprao na casa,
consnmiu lo ios os,Ponatoris. Entao Tawhaki e seu
irmao rerolher.im preciosamente os ossos de seo pai
e os queimaram com cuidado : depuis carregados
destas reliquias, parliram com sua '- ai e voltaram
para seo paiz.
O ruido das proezas de Tawhaki chegou at aoa
ou .irlo- de urna moca de rara celeste, que viva no
co.
Curiosa de cerliflcar-se por si mesma da belleza
tan gabada desle joven heme, deseen a Ierra e logo
qne o vio, amou-o. Todas as noiles vinha encoo-
Ira-lo e fugia antes ilo romper dn dia.
Finalmente leve uma lilha qoe chamou Arabnta.
Lugo dopnis do nascimentu desla menina, ella nao
leve mais animo de aeparar-se de Tawhaki, au vol
tou mais para o co e viveu com elle na Ierra.
Quando Arahula esleve em i lade de ser baplisada
sua mai quiz qoe Tawhaki a mergulhasse mesmo
na agua sagrada ; mas lomando-a, elle disse :
ti Como a pollo desla menina,deila mo geiro !
Entau, a mi furiosa Inmou sua lilha e vooo.
Tawhaki. desesperada, disse-lhe :
ir Oh volis, e nao me prives de inhiba mulher
e de inhiba lilha.
Ella deteve-se um instante e fallou-lhe astim :
Se queres ver-uos, procura o lugar du muado
onde o co esta preso a Ierra par lar.os profondis-
simamcnle enraizados ; he esse u camidho que deves
segoir para aehar-n.s a e de.appareceo.
Um mez depuis, Ti'w .aki, nao polendo viver sera
sua lilha, chamno seu irmaj Karihi, e conviduu-o
para u acoinpanhir etn sua pengosa viagem. Este
cunseniio, eamhos partirn eum dons escravut.
N'o lim de um laugo eaminho, Tawhaki p.mti e
d;.-e aos escravps :
>r Vs, qoe nao sot de rari divina,fechai os olhos
qu ni I i passarmos juuto do castello con-lruido por
Toigamenha ; porque se olbar.les, licareis murtos.u
L'm dos escravo*, curioso de ver o castello, nao
quiz obelecer a ---ti ordem, fui ein um lostatite re-
duziilo a cilizas.,
Pelo poder de sens encantamentos, lomou a forma
de rmi velho horrendo, e enlrou em uma lluresla,
onde seus cunhados eslavam oceupadus em conslroir
barcas. >-
Desde qoe'n viram, n chamaram e resol veram lo-
ma-lo para escravo. Or.lenarara-lhe qne (rooxesse
seus machados e utensilios para voltar a' casa com
elles, n que Tavhaki I-/. porm ao cabo de al-
guns passos, prelextou sua avanzada idade para li-ar
alraz.
Ficandu s voltoa sobro seos pastos, e com iga-
nlas machadadas acaboo as barcas comeijadas; de-
pois veio a aldeia, onde vio sua molher e soa ti I lia,
qoe nao o lecoubecerain.
No oolro da, sujeilou-se a fazer o papel de es-
cravo, e voltou a' floresta cum seus cunhados. que
licaram muio admirados de ver as barcas lambein a-
ea badal.
Principiaran! oulras e (ralialliaram at a noile.
Tawhaki renovnu suas quenas, e deixado anda urna
vez atraz, lerminou as segundas barcas.
No lerceiro dn. seus cunlia lo> fingirn) ir-se ein-
bork, e oceulteram-se no bosqoe.doude viram Taw-
haki, que linha lomado sua primeira forma, Iraba-
lhar com ardor.
l-.iii.io correram, aonde eslava sua irmaa, e pedi-
ram-lhe que lizesse uma exacta de marido.
i,i i in lo ella acabuu, elles recoiihcrain Tawhaki,
que justamente vollava debaixu dos traeos da velho.
I'or.nu ao seu encontr e pergiiuiarain-lhe :
Quem s lu 1 Quera s tu !
Elle nao responde.!, avancO'i para sua lilha, qne
lomuu-a com amur, em seus bracos e aperlua-a culi-
Ira u i orar o., reassumindo sua primeira forma. Soa
mulher o reconheceu e soltou grilus de alegra.
Tawhaki e-leu I ii sua tilha u'agua sagrada, e ler-
minou finalmente a r-Temonia -losen baptismu, in-
terrumpido tao de*gr.iradamente, nao deaceu mais a'
trra, onde foi adorado cuino um Deus. Os Iruves
e u- reianipagu* sao causadus, secundo a creucu dus
pnvos da Nova /.-.nu-a. pela pres-o dos ps de
Tawliiki, quaodo passeia no co.
Legenda de Maui.
Um dia. Maui persunlou a seu-, irm;1os, onde vi-
viain -eiia pas, e elles respunderain Ihe :
Nao sahemus, neir. podemos dizer-le, se e-Lio
na Ierra, em cima ou em baixo, perla ou longe.
Queres acha-los, quandu uus, leus irmaos mais ve-
lho*, nao u lemos jamis conseguido. Sabes que
nossa mi vem todas as nuiles dormir nesla casa e
qne au romper do dia desapparece.
Eis-iiqui comu o pequeo Maui foi apresentado a'
sua familia. Dansavarn todos um da em casa, quan-
do elle eulrou. A mili coolava os lillm-.
Mahu-iki aunuticiar-ihe que n fogo eslava apagado
na Ierra, e pedir-lhe ; mas lodos tiveram medo, e
s o nosso joven hroe consenliu em ir. Depois de
uma longa viagem, ebegou em casa da deosa do fo-
go, que cVeconlioceii por seo nelo, e emquanlo ao
seu pedido, arrancn uma unha das suas maos e
deu-lhe.
Maoi rle-vinu-.e um poaco do fogo, lendo esfre-
gado a unha e deixado arder, volln'u ptra onda esla-
va soa av, e pedio-lhe outra, e ella deu-lhe. Re-
novou esle manejo moilas vezes ; por fim Mahn-ika,
depois de Ihe ler dado todas as onhat de sun- maos
e de seus pes, vendo que se zombava della, etfregou
o calcanhar, e lodo foi abrasado em um instante. As
chammat ganharam os bosques, os piados e lo-
dos os arrabaldes. Maui transformou-se em aguia
e vooo tao rpido quanto foi possivel ; porem as
chammai u persegairatn e iara alcanra-lo, qoaudu
elle fez urna invocado a um de seus avt, Tawhir-
ma-tea, re das borraseis e das tempestades, que o
escotou, e leunindo lodas as suas nuvens, lancou
sobre a Ierra urna la i grande qjanlidade d'agoa,
que os loan* foram apagados e a mesma deosa quasi
efogada. Felizmente, ella leve lempo de laucar al-
gumas falseas em uma arvore chamada kai-komabo,
onde eslao guardadas, e donde se lira fogo ainda
boje.
Man tinha uma irmaa excesivamente bella, cha-
mada Ilinauri, que desposoo Irawaro. Os dons cu-
nhados fnrain um dia a pesca juntos. Irawaro apa-
nhava muilo peixe e Maui nao poda ser bem ucee-
dido nma tvez ; perdeu a paciencia e qu/ mudar
de luga, porem a mi' sorle u perseuuia em toda a
parle. Em summa, curan elles pescavam, um junto
du nutro, cunfundiram-sa os dous anzoes oo momen-
to era que om peixe caa na isca.
Queslionaram por algum tempo para saber era
qual do* duus anzet a pieza eslava drpendorada.
Maui reconheceu por fim que eslava no anzl de
Irawaru. e cuncebeu um ciume lau viulentu, que
qoiz voltar para Ierra.
No momento era qut Irawaru sabia da cauri i ,M.iui,
por seus encantos, o transformou em c*u.
Quando chegou em casa, sua irmaa pergonlou-lhe,
onde eslava seu marido ; elle respondeu que eslava
ainda na canda, e que se ella nao o achasse, nada
mais linha a fazer, tenSo gritar : Mo-i! Mo-il Mo-i!
(he desle modo que os habitantes da Nova-Zelandia
chamara os raes.
Ilinauri frz u qae seu irmao Ihe tinha dito, e lo-
go Irawaru cneguu-se a ella, e pur salios precipita-
do-, rnostrou soa alegra em a ver. A pobre da mu-
lher, desesperada da sorle de seu marido, sollou
gritos lerriveis, e em sua dor r.nreu p nm roehedo e precipiloo-se no mar, cojas ondas a
levaram longe da praia.
Maui Milln depnis para casa de seu pai, qoe Ihe
disse om dia : Meu filho, na ceremonia de leo
baptismu oinilli formulas importantes, e temo que
isso le perca.
Quem me fara' morrer perguntou iutiepi-
damenle .Maoi.
Urna de las avt, Ilioe-nnitepo, cujos ulhos
vermelhos vs muilit vezes orilhar nu honsonie i
seus denles sao duro- como vidro galvaoisad ; teu
corpo he o de um homem ; as pupilas de seus olhns
sao de jaspe, e seus cabellos asieine'.ham-se a Ion-
gas henos marinhas.
Nao teohas medo, raen pai, diz o mancebo,
nao sabis que Ta-mami-tera oulru nome do sul) he
abrasador lambem, e com tu meo me lenho appro-
ximatlo delle sem medo, e o fez cahir em um lac,o dc
lal sorte o enfraqueci pelas pancadas que Ihe dei cum
usso encanta lo, que perdeu luda a sua forca, que
abrazava o munlu, e deide entao, raminha de vagar
pelo horisonle.
Tudo no he verdade, meu charo filho, repli-
cou o pai ; porcii. i 'emus o que os deslinoa lem or-
denado, e se os hoin. us devem morrer.
Maui preparou-se para sua expedicao, e lomoo
por companheiros de viagem lodos os passarinhos de
viagem. arredore*.
Chegaram dianle da casa da temivel lleni-noi-
lepo, qoe eslava durmindu. Enlo Maui, cunleiidu
com seu poiilio.u osso encanladu, recummendou aus
seus cumpanheiros o maior silencio, e prohibio-lhes
nr para nilo acordar a deosa e poder entrar em sua
bocea antes que ella abrisse os ulhos.
ludu fui bem,dorante algum lempo, porem T'iwa-
kawaka um dos mais lindos passarinhus du bando,
poz-se a nr muilu eslrundosaiiienle, antes que o
mancebo livesse alcance lu o seu designio.
Iline-uui- lepo, acordando ubrejallada, abri seus
forinidaveis olhos, eMaui foi reduzdo a cinzas.
Tal he a ungen) da morle sobre a Ierra.
Se Maui livesse sido bem succedido, e lliue-nui-
lepo densa da morlo vencida, os homens viriam a
ser 'iimorlae*.
-Maui leve mohos ulhos, cujos descendentes vivera
ainda era Uawaiki e em Aolearoa (ilha da Nova-Ze- I
latidla.; soberbot de sua urigem,-|ue he divina, ej
que lem-o Iransmillidu sem iuierruprao ein sos fa-
milia al os nossos dias.
Deixamos Ilinauri. irmaa de Maui e mulher de '
Irawaru, llueluandu cm cima das asaas, deiioi de
laucar-- nu mar, desesperada da metaniurpbose de
-oo minio em cao. Fui agitado durante muilosi
mezes pelas ondas, e por fim lam-adu em ama praia
chamarla Wairarawa, ouile fui achada inanimada,
com o corpo coberlo de hervas marinhas, por dous r
C:\MUV
Sobre Londres, 28 28 lili1
Pars, 310 a 3 '! re. plf
a Lisboa, 95 por,\ de e
a ltio de Janeiro, aV*1'
Acortes do Banco, W a 45 I
I tr cumpanliia de U
ir companhia Peroa
< I Ulularle Publica
rt Inderniiisadora. -
c da eslrada da feri
Diseonlo de lellrai, de 8 a
Dilo do banco8 a 10.
Ouro.Onr-as hespanhola
Moedat de 1*100
tJiOO
I l-XKM).
Praia.Palacoes braaileii
Pesoa coliimnario
* mexicanos.
ALFAN
Keiidnnenlrdo dia 4 .
Descarretam he
Galera tiglezaMedora
Barca pNirluguetaDuarlr
l'ul-i-hii americanoEcho
Brigue hamburguezOllc
ltalo brasileiroDons Ai
>r 19.
io.
da descont,
emio.
be 5*9000.
cana ao pur-
purean toda pr
dem.
JO por 0|fi de premn.
10.

A.
SU a t-500
. I6W
. 169088
, : S*UO0
. a08
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15HI
r
IMPOR
Barca ingleza Jush .-'
consignada a.Soulbal)''/'
seganle : /'
57 toneladas e ln'*-y
da eslrada de ferrr
-21 caisas fa/cml dn
nhe : a J. Keller ,r|i.
1 raiza queijot i|jiii
2 fardos fazeodt pi
panilla. ,( ,|,
50 barris milite,,,
fiizeodas de lnho, bxe
oleo de linhara, .1 c- l
nho e millas.
I caixiuhi, 1 fardin
vados ; a C. J. Atllav
1 caixa sedas ; a A. i
2 dilas movis; a M
i canas chapeos de i
das da alunlan, i fard
Henry ibsoo.
400 barris polvor
valho.
I barril igairdent
4 caixaj queijot. 1 di
vas, 1 lina eme ; a
20 laixas de farra
4 cajias fazendas
da algodfio, 1 dita d
godan, 3 dilas chape
dita roupas e miode
bulina ; a II. Brai
17 fardos fazend
godao lila, i dita
Coraptnhia.
Brigue inglez n
levideo com destn
ders Bros rj C, m
86 pipa* >ebo, '
mesn Broa r\ C.
6 barricas sebo
4 pipas sebo ; .
35 fardos cabe
dilas de r-arneiro
salgados, 1231 di
& Companhia.
1 eaixinha coi
1 porcalo da o
2b" barricas p>
bello ; a uniera
Patacho ame1
pliia. consignar
lou o segainle
'lu i barriqui
nha de trigo ;
Vapor naci
do Norte, mai
1 caita joia
5 eaixas la
las de alguda
ten agen.. 1
ferro, 1 ba
&C.
2 eaixas n
Pinto & C.
8 fardos
dilas de linl
sos lecidos .
gos garrafa-
22 Tardoi
Iron Rnoki
'.1:4(493211
3 de Janeiro.
ca dorias,
'sal.
arinha de trigo,
nercarforias. "
isfumo a cbarate*.
vc.vo.
ryi vinda de Liverpool,
V< r\ C, manifest* o
ide (erre ; a companhia
dao, 1 dita dilas de li-
nt Heywooii.
dao ; a J. Rvdcr c\ i. rru-
nlns barbante, 2 raua-
ditasde algodau, 8 barris
aleudas de algodae, de li-
i 1 embrtilho eflailaa ari-
l'eni-lon.
de algodio, 7 ditas laxen
pannos, 1 barril btalas ; a
V. A. de Suuza Car-
. 1 dilo sal, I dilo presan!.*,.
a bolachinha, 3 caitas caasai-
. H Wyall.
a M. J.deOliveira.
v algodao e lia, 17 dilas ditas
la de Ua, 1 dita camisa* t\ al-
ai de feltro, buuels da pasma, I
as, I fardo cobertores da bel-
ifStC
s de algodau, 1 eaixa dila de al-
miodeas ; a James Crabtraa &
innah Easlee a viudo da Mun-
I l.undre', consignado Saan-
uifestn o segrate:
fardos a 10 tacci cabello ; a Ja-
a i-roderich Slulh & C.
Mayor.il & Pelhirk.
a, I ditu pellas de nutria, 8 ditos
I dilo e 8 surre. Ua, 861 carea
os de cavalloi ; a Maoa m. Ureznr
servs ; a Th. S. Vaod.
soa ; a Rodgers Bros r\ C
lies da lobo mannho, 31 farde* ca-
csras) Echa, viodo de Philadel-
i a Hoslron Rooker 4 C; maaifes-
ihas balachinh, 1865 barricas fari-
ins meamos.
mi o S. Salvador, u viado dos por los
ifestou o segainle :
: a II Bruno A; C.
eudas de linbo, 7 sillas e 10 fardo* dt-
'. 2 caitas mrias, 3 ditas 15 barricas
0 barrilinho- chombo, 100 peos de
ril e 1 caixa cobra ; a Patoa No-h
udezaa, 1 dila fio de carritei ; a I eilel
4



*
V
14 caixa
dita, de la
ne. 1 caix:
der & C.
11 caixi
48 dozi
31 lonr
ferro,7 c
vio de pi
macliinis
de ferro.
cVC.
.50 bai
2 cai<
larda, I
Irmao.
3 cai)
-lllllv-.
J.d<-
aOB
5 fai
tlieu*.
1 ca:
3 ditas
1 cai'
sunlu i
2 IM
nha .-i
50 1
ordem
3 ti
23 1
miudr
) 2 eaixas fazendas de algodio, 6 dras
), 122 dilas e 37 fardos dilas de diver
miudeas, 8 caitas bolachinha, 20 gi
razias ; aus consignatarios.
e52 caitas falcada de algudio a Rus-
&C.
e 2 fardos fazendas de algodio, 6 fardo
, 2 dilos cnberlores de dita, I barril car-
ftzendas de seda a algodaa ; i J. Ri
fazendas de algodau ; a Fot Brolher-.
s de pt de ferro ; a Ceo I u*oiu-.
idas \b quinlaes :1 arrobas e 19 libras da
linlaes e 1 arroba aro, 15 toneUd car-
Ira r-iieimu lo, 1 volu.ne gaietas, I caixa
iu, -i'i chapas galvanisadas. 1 acea galo*
I tala quejus, I barr! carae ; a C. Slan
is manleiga ; a Sannden Bros \ C.
H qneijus, 2 dilas halachinlia, 1 dila mus-
arril vnlio, I dilo pietonlos ; a Fante A-
is quejus, I dila bolachinha, I barril pr
do conservas, 10 "iso girrafa valia a
.nha Neves.
ris manleiga ; a k. M. Machado.
os l J/..-U la de algodau ; a Kerreira e. Ma-
fa/.en las de algodaa, I dila dra- de Im!. r
cobre em folha ; a Barraca A Catiro.
.a irun i secca. 1 vnlume salmao, 1 dilopre
l.uicinlio, | dilo carao ; Joba A. Rab-rl-.
ns drusas, 3 tilo- Untas, II dilo* oleo de ti
, a B. r*. >!- S-ui/....
IITia manieran, 5 ditos '.i.; gigus laura : a

desles a luz antes de tempu na praia du mar, e me
laucaste* na anua, cingido de asa tranca de vossos
bello*. Entilo as -*ruma* la* ondas me enrolaran),
Ei*-aqni, dizia ella, .Maui T-ka, Man-Roto, .
Maui-Pae, Maui Wahn. irmaos, Iliualam-i e lliwarenare, quea levaram para i
V. quando vio um quinto, bradou : casa, e uoserabaracando-a das algas, abrararam-na
Unen es ".' | lo bella, que a lomaran pur mulher. Prrgunla- j RenJ
Eu sou vosso lilho, responden elle, vs me ram-llie seu nome e ella quiz chamar-so Ihnngaro- I
paea. Ao cabo de muilo lempo, Ihuwareware foi :
ver um dos seus cheles e ci>ntou-lhe esta historia.
. Tinirau rato ver Ilinauri ; agradoo-* della e le-
........lar.un-in e acabaran de formar-me. O* ventos vou-a para ua ilha de Moiu Tapu.
iinpellirain-rae para praia e o* peixes prnlegerain- Duas mulheres de l'inerao, vendo cliegar esta no- :
me. Iiilinirla le de insectos depozeram seusovus so-, va esposa, ennceberam um lal cinm, que bateram ""
bre mim, e en ia ser devorado pelas aves de rapiua, I cruelmente toa risal ; mat Ilinauri retmuiiKou al- a
quando appareceu meu his-av'.. Tama-nui Wi-le- gasH sncantoa formirlaveis. que ein poucus minutos
ranal, que carresnu-in, levou-ine para sua casa, a- I rediiziram as .mas infelizes.
queicu-me e salviiu-me a vid-i. Se quizerde*. vou '
nomo.rr todos os meiiibros di minlia lamilia. Eu
Rere
DE!
\t
I.
Un'
lomo rii-u Iiil'.h- peraute
son Maoi o requ"
vu-.
nuaudo Taranga aavie e>l Sun, lu et mea lillm qu.-ri.lo, vem dormir li-
bre meu seio, e u levu.i cumtiuo.
Ilm-uri linha en seo paiz um irmao raait moco, '
qoe arlorava-a e nao poda consolarle da sua ansen
cia. lup- lo-n"U a re-..l,ro:io de.-ntlir ao ceo e sa- dl
bcr da llueca du sen tiu Rehu, o que en feita de -ua ar
qiieria irmii. Ilupa cuiner.ni .ua isean -i1 e che- I
gnu em nm paiz onde peruuniuu ao. habilantea, se o S
eo arima delles era habitado. He.ponderam-lhe | e.
.eos anoslrss ; a diversos.
irdus e 50 eaixas fazendas de algodau. I rana
in, I fardo fazeuda da liahu, I raitrnha
ras ; a A.lamtun llowie ,\ C.
:,:i.N-.ri.AliU i.KKAL.
manto do da 2..... I78?I5V
i-'IVEItaAS PROVINCIAS,
liroenlo do da 2...... M-rV-W
pachos de bxpostacao pki.a mesa
iconm1i.4do desta cidade no dia
wejakbim de 18-57.
ios-AirePatacho hramleirn srMtra Vi,, l-aae
jriu& Cumpaiihia, 150 barricas assucar hramo.
'-naUnsue porlusoez iLaia Un, X'iclaritio de
finida Rabello, 51 rascn mel.
Exoortacao .
lu, barca frauceza .lAusIralie, de 3l Innela-
''Cinduzio o segainle :3,80 taceos cara MjMS
lia* da as-urar.
-anal con mil a l'arahiba e Rin t.ri.n.le da
.-le, tingue .aclez o levanten, de :i5A tonelida*.
indr. -io o -.- -.iintc : |(iu lunelads. da latir de
.
Ao romper do dia, ella sahio de casa e dewppare-' que sim porem que en impossivel cliegar la, pur- 11
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO





DIARIO DE PERNAMBIICO, SABBADO 3 DE JANEIRO DE 1857.
RfcUfcBliUOKIA 1)5 KKND.VS INTERNAS GE-
RAES UB PERNAMBUCO.
Reodimenlo do di. 2..... 533)850'
>-.NCIH 111
CNSUL*DO
Ken.lmenlo . ,
PROVINCIAL.
1:807*523
do poti.
Naviw entrados no dia 2.
U> commissAoBigae de guerra brasileiro Opi-
baribe, eommmdanle o capiao-leuenle Herme-
neftddo Ilirbos de Alanoida.
Ilha da Assumpgio7 dias, brigus inglez Wm.
Mar), de Iti tonel.i las, opitao Wm. Reed,
equii geni 10 carga 80 toneladas de csrvSo ; ao
capitno, Per.ence a Londres.
Navb sabido no mesmn din.
Liverpool(labra ingle? Bouila, capililo 11. (i.
Sturoey, car/ assncar.
tito.
O lente c*ronel Antonio Carneiro Macliado Rios,
joi< de p do pruneiro dutriclo da fregoeiia do
Santissimt S'C|imetilo do bairro da Boa-Vista em
8e.
>ein virtude da disposic^o do art.
I 19 de agosto de islo, lem de
qualificadora no corpo da igreja
iciia pela* 9 horas da manhas do
lo auno prximo vindouro para
> menino artigo e para sua eiecu-
cia do art. i da referida le e art.
812 de 23 de agosto do correnle
ara o ni iica lo da e hora aos se-
fJihar-e a ont
malrlt dei'a regl
d|a 18 de Janeiro
o lim designado n
jilo e em obsetva
I do decreto n.
anno, e invoco
nhures oledores opplentes seguiBtes:
General Antonia Corris Seira.
Dr. Jlo Jos P "'" e Anotar.
Desembargador eronymo Marliuiano Figaeira de
Mello. i .
Bsrao de Opibribf.
Manoel Luii Vil i"-
ioAo do Rea Bl "< Falcao.
Rufin i Jo-e Con "a de Almeida.
Manoel Coelho t "ra.
Jos Vicloriuo n.e Lemos.
Jos Joaquim A''"
Amaro de Barro Correia.
Marcelino Jos -opea.
Padre Francisco1 Alves de branles.
Alejandre do Si lo Barros.
Jos de Barres t >rreia Settc.
Simplicio Jos > Mello.
Benl'> dos Santos Ramos.
Joaquim Jos Fi'reira da Peuha.
Luii de AievedJ Souta.
Viceule Antonio'.' Espirito Santo.
Jos Antonio dos Sanie* e Silva.
Joaquim Militiuc Marii.
Jos Maa Frer lismeiro.
Candido Leal Fe eir.
Pedro Jos Cardo; o.
Francisco lunatU de Alhayde.
Jos tiunralves di Silva.
Mas-iioiaiiii Fraui co Duaile.
I homar. Jos da : Iva Ousinao.
liypolilo Cassiano Vasconcelloi.
Alteres Maranhu
Joao da Silveira 1.a" es Tavora.
Dr. Ju.lo Vicente di Silva Cosa.
uppUules.
Migoel Ribtirodo [.maral.
Padre Jo> Maris dwJesus Vasconcelos.,
Francisco Sergio de Maltn.
Aleiio Soares Perei a.
Jos AHiioso dos Sai los Bastos.
Antonio Machado iereira Viaoua.
Antonio Cardlo d' Queiroi Fooseca.
Antonio Carlos de finito Borges.
JoSo Vieira de Areajo.
Fraoci Jos Tiloma i de Qmpos Qoaresraa.
Joso Ferreira da P-nha.
Francisco de Lem* Duarle.
Francisco Anlonu'Crtvairaiili Courseiro.
Antonio EduvirgeMSoares.
Jos Candido de Berros.
Juo Miguel Teisi ra Lima.
Lu/ Jos Nones JS Castro.
/.icarias des Sanl,. Barre*.
Ignacio Jos da /suiopcao.
Patricio Jos Bor|'s de Freitas. ^
Jos Civalcanii rlMlbuquerque.
Joaquim Antera''firoeiro.
J^4o de Sa Leil3 >
Jvaa Tlrugorio i', j> lotos.
Manoel KVnUigu lo Pasio.
Antonio da SjVjU, iuimaraes.
Antonio II ru ho.
Dr. Amonio Fe "iia Marlins Kilieiro.
Benlo de Barros Yolcau de Lacerda.
E para que chage a milicia de lodos maudei pas-
sar o presente que ser all va lo no lagar mais pu-
blico dssla Iregut ;.ia e publicado pela irapreina.
Dado e pa 17 de .leieiobro -le 185C. Eu Francisco de Barros
Crrela, eserivao qoe o escrevi.
intooio Carneiro Machado Uios.
I) I lim. Sr.inspector da thuooraria provincial
manda lser pah|ieo, qo- do da 3 do correnle por
diaute pagiim-se is orden idos e mais despesas pro-
viui-iae vencidaaj ate o ulumo de dezrmbio prximo
nodo. Secretara] da theiooraria provincial de Per-
namhuco 2 de ji ,, iro de 1857.O secretario,
A. F. d'Annouciac^o.
ARSBiiAL UE MARINHA,
Pela insptccAo to arsenal de marinha se faz pu-
blico, que feilos ni coiiformidade do regulamenlo
acunipaubsndo o d;creto u. 1324 de Sde fevereiro de
18o) osesamrs ne^essaiios as machina, caldeiras,
oasco, apparelho, fiaslrearao, Trame,amarrase an-
coras da barca de apor oCamartgibe, perlencendo
a C iiii|i.iiilna Vuiln|i! de Reboques, achou a com-
nisslo lodo islo ei bom eslavo, por cojo motivo loi
unnimemente de ;>arecer que poda esse navio em-
pregar-se no que s( deslina. InspeccAo do arsenal
de marinha de l'oi /,llniu,ri, em3 ejaueiro de I8.V7.
Eliorio Anluiie dos Sanios, iospeclos.
luz sft ser visivel por nm circulo de 270 e
n3e por delrnz do forte Sumter ; porin em
frenle daquelle forte to'las as aguas navega-
veis da ilha Morris de volta para o forte John-
son ficariio bem Iluminadas.
Pharol de Ponta Wad, Carolina do norte.
No dia 20 de jiinlio de 185G collocou-se
urna luz fixa no cume de um pharol de um
pao ou eslaca de paral'uso recememcnle ele-
vado ou levantado na extremidade do baixo,
projectando para leste da pona Wad na em-
boccadura do rio l'as luelnuU, Carolina do
none. A conslruccao he pintada de branco,
e lanterna de escarate, a luz esta colloca-
da 30 ps cima do nivel d'agua e deve ver-
se em una distancia de oilo idIIds em lem-
po claro.
Por ordem de S.|senhorias.
Assignado, John Washington, h\ drogra-
pho.
Kepartigao hydrographica do almirantado
Londres ldejulho de 1856.
Estes avisos airectam os mappas do almi-
rantado : Costa de' Leste da America do
norte folhas 7, n. 270, e a lisia de phares
dos Estados Unidos ns. 215 a b, e 202 a.
iraduccao.
Aviso aos navegantes.
N. 21.
OCANO ATLNTICO-FRANCA.
Pharol ponlaillac. Rio Gironde.
O governo de Franca acaba de fier pu-
blico e notificar, que no dia 10 de julhn de
1856 urna luz alternadamente encarnada e
branca (durando cada cor vinte segundos,
sem intervencHo de eclipse) foi apresentada
no cume eu tope de urna lorre de madeira
edificada no terreno elevado de Ponlaillac,
situada prxima da entrada, e no banco do
norte do Rio Gironde, na costa do oeste da
Franca.
A torre tem 104 ps de altura e a luz 177
ps cima do nivel d'agua, e deve avistar-
se a 15 milhas de distancia em lempo claro.
Est collocada na lalitude de 45 38' 10" N.,
e longiiude de Io 3" 42" oeste de Groenwich.
estando eclipsada pulo espaco de 10 sngundos r os
periodos de luz e cscuridao seguirlo em successo
regular. Ser visivel do lado do mar entre as de-
marcacoes ido SE. 1|2 S. em roda por E., para EN.
4" N-, ejgualmenie na passagem pelo canal ao
Oeste da illia llaililin de E. 1SE i\1 S. paraE.
1|4 N., e Jia de ser de cor encamada na linha do
orhedo Caickavanan, A luz es 243 pes cima
do nivel d mar na mar clieia, e em lempo cla-
ro pode ver-so na distancia de vinte euma mi-
lhas.
A luz inferior ser fixa, de apparencia natural :
e estando collocada til pes abaixo do nivel da su-
perior, ser vista como luz separada na distancia de
10 militas, e do mar entre as demarcacoas de
SE. 4' S; eN. NE. 1|2 E e nao ser visivel s
embarcares no canal ao O. da ilha Raihlin.
A torre lie circular, e lem 88 ps de altura dasu
liase bola por cima da cpula.
Urna lira encarnada ser pintada por baixo da
galera provecame.
As demarcacoes referios sao magnetiras, Varia-
co 2S- O. \
Por ordem de Ss. Ss.
John Washington, hydngrapho.
Reparlifo hydrographicu do almirantado. Loue
Ires 20 de agosto de 1856.
Este avi-o airela os seguintes mappas do almi-
rantado : Irlanda II. 3 costa do NF : L. Larne
para I.. Fojvle n. 46 ; canal da Irlanda n. 1824, e
direccao pira o NE. N, e NO. costa da Irlanda
P. 50.
TRADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
INGLATERRA, COSTv DOSL.
Boia no Molherbank.
Para a Baha
O veleiro e bem ronhecido pautbale nllons Ami-
go- pretende seguir com mulla brevidade ; lem
promplo metade de seu rarre&amenln : para o resto
tiaia-e r.un o seu cnn-tgual irm Anlonio Luiz de
Oliveira Azevcdo, ra da Cruz n. I.
PARA O RIO 1)E JANEIRO
s -gue com brevida^e o bem conherido hriauc nacio-
DlbeElvira ; j.i lem parle do rarregamento proio-
lj : para o reslo e escravos a frite, para o que lem
excelentes commodos, li.il.i--t' com o cousisnalano
.los Joaquim l'i.i- l;eriiamles, rna da'Cadeia do Re-
cife.
O hiate Capiharibe salie para o Aracaly na
presente semana, para o reslo da carga, trata-te ua
rua do Vigario n. 5,
CEARA' E MARANHO.
Segu com brevidade o patacho (Sania Crail; re-
ceba cars-a e passageiros : a iralar com Caelann Cj-
riaco da C. .M., na rua da Cadeia do Recite n. 2. "
X__-
O agente Pestaa fari leililo porconta de quein
perlencer da mel.-ide do vapor .(Mrquez d Oliuda,
muilo proprio para um bngue, ou para deposito de
carvao de pedra, com lodo e que se adiar dentro e
eaU patente paro ser examinado na praia cima da
malaria, e o leilae sera feilo na porta da Associa^lo
Coiiiinercial.sabbado 3. le Janeiro i'a 18)7 s II,ho-
ras da ni .i ii 11 a.
Anuncio.
O agente Pestaa vender', no primei-
io leilao que fizer, em seu armazem,
por conti do Sr. Lui/. Pouch, 157 garra-
tas com conservas de finetas, as quaes
forain arrematadas por leilao que tez a
L
i&tmr-*tbi
um whh!
*. m:iii.\s PRECIOSAS.
!J Adereces de brilhanlcs, *
?' diamntese parolas.pul- fj
.eiias, alfineles, brincos
Jj a rozelas. botoes e anneis .
ft de diirerenles costos e de
'?
.'
.+'
diversas pedral de valor.
Compram, vendem o
, trocam prala, ouro, bri- a
| Hianles.dianianlesepero- s
* las, e outras quaesquer ffi
| joiasde valor, a dinheiro '*
? .ou por obras.
I0SEIKA i DOiSTE.
Lfl.H HE OUllVE
Rna do Cabuga' n. 7.
ecelirn por to-
Uo8osvupore8(ia Eu-
;*>-?* -tt
s--*ir*i 9
OIRO E *R.\ I \-
I
j Adereces comitetos de *
Ji iiuru.ine osdilo-, ,u|r,.|. V
ras, alfinetes, brujos e *
rozelas,cordes,lra.-e- X
rfj);; .ss obras do
iiioiptiio yuso, tan-
to (i Frauda como
*
S lins, niedallias,correue
e enfeiles para relogio,. <*. I
i outrosmuilosobjeclosde* |
ouro.
Apparelhos completo
Rua larga
DO ROSARIO I. 3*.
botica de n^
JJarthotuneu F1. de S(MZk^
contina
vender
O canal do norte, que conduz para o Rio I naes e demarcacoes denotam a sua posi^o, e que
o?nde' J* jB "C"1"'3110 Por lres ',: fica em 30 ps na vasante, ponto mais baix as
uina na ponta de mars ordinarias da primavera, a saber:
t)ts\ut*t9&.
COlVREIO tER L.
Nao segoio no va|or nS. Salva! r nm masso de
jornaes por nao havtr declarado i1 oom nem di-
recco. r
A carta para B Tockniso ,!
declino a provincia ie Hteeio 1
destino por Dito s* *c.-.r com i,
Pela administrara. ao corre
sefai publico, qoe em uformj
787 de 15 de maio de 183\
roes leve boje lujar o proceeso
tas atrasadas pertenceniesan eie
condemnadas a consumo pelo a
ment dos correos de 21 de dme
siitiram a i dito processo os Sis.
Dnarte Rodrigues e Jos Candid
Dassa abertura resuilou arhare
carias com a qnanlia e documenti
cartas, diuheiro e documeutot ac
em livro para esse fim oesliuado,
Ihido convenienlemenlc pa ser
de dircito perlencer.
Urna carta de Anlonio Jos Rali
ii lula do Para, para Frederico da
com do.is notas de '20^. ama dita
cidade da Bahia, para Francisco
Sudrdin duaa notas ilp lii:, ni
perial para Jos Conolano de Soi
urna dita dn|padre l.uii Lopes da
para Jns Coriolano de Sousa Lin
la de Joao d'Almeida Monltiro.d
Martina de Barros com urna lellri
ana dita de Pioto ^t IrmAo, do
para Melquades Soares t-aur c<
valor de l:i-224900 reis, urna ,1
tal do Rio de Janeiro, para Anli
(aoimaraes,com om bilhele de lu
eiedade Amante da In*lrucc,ao n.
M. J. deSooia Vianna, do Rin di
noel 11unjakei de Oliveira, com
los ua imporlanria de 12:320$.
Por ultimo procedeii-sp a quei
la-, que nao eucerravam dinhsir
de que se lavroo o respectivo ten
haivu se Iranscreve.
Correio geral III de detentan i
nislrador,
A. Jos (joi
De conforraidade com
iiisterio da marinha, transm
nresidente da provincia em
5 do frrente mez, mandir"i*
do pono dar publioidade '"
dos avisos ns. 20 a 25 aunan
vegantes o estahel cimen,,,
pontos indicados no inesnV
Capitana do porto de
dedezembro de 1856. "
xaudre Ho Irigues dos Anjg
TRADData
Aviso aos navi.,,
N.20.'
Estados Unidos d"
A directora de plinroes t<
l'.b'icnii os sfgumles avisx
: )ii
aiiupanlii.1, com
o pode seguir seu
lo competente,
o desla provincia,
ade do decreto n.
pectivas in-liuc-
hertnra das e*r-
:iode I85.">a iSjti
138 r reKula-
ru de IK i, e as-
^ocian.es Manoel
le Barros.
se a.mente oilo
seguintes, cujas
invse desrripios
ando ludo reco-
nlregue a qaem
lo UoimarSes.da
alva (joimarles
e Joln Vat, da
'ai de Carvalho
i dita do P. Iin-
i Lima com 5s,
laido P. Imperial
nm 5-3, urna di-
laceio.para Joo
l valor da 11(12},
aranhao 2" va,
urna lellra do
de Joaquim de
o Jos Cotmbra
a concedida a so-
l, urna dita de
ineiro, para Ma-
conhecimeu-
s ontra6 car-
documentos,
ia copia a-
O ailnii-
rreio.
*~ mi-
^ petoExm.
io daladode
m. Sr. capitao
aduc?3o junta
ando aos na-
e pharoes nos
/iso.
ambuco em 9
cretario, Ale-
iles.
mcrica.
Estados Unidos
Pharol do Castello Pinc ,"n (.liarleston.
a 15 de maio lie 1856 beleceu-se un
pharol liso encarnado ojnu de Shute Fol-
ly. na haba de Charlestoina irolina do sul,
33 jardas ao noroeste do as e||0 Pinckney!
Omachinismo illuminadot. de urna lenti-
Iha de Fresuel da quinta na esta collocala na ponta 1 uma rrma de
madeira, piulada de ama..V em urna al-
tura de 55 pos acuna do uiv^rnedio do mar,
c deve ver-se na distancia jo milhas em
tempo claro.
Pharol do forte Sumter,;harleslon
AISdemaio de 1856 eslfaeceu-se urna
lu/ branca lixa, no cumede'ma tone de ti-
jolo, quasi dentro do angrQ j0 norte da
inurallia do exterior do forli,5urnter! na i,a.
l.i.i de Chariealon, na Caroli% 0 ,| em
urna altura de 60 pos a(im^l0 nivel medio
do mar. O oachiuismo ilbninador he de
uma lentilha de Frosnel da iint ordem. A
exclusive a de Cordouan
la Coubre, a segunda na ponta de la Kalaiso,
e a lerceira na torre de Terre Ngre.
Instrucces para navegar.Ao entrar o
Gironde pelo canal do norte, duraiila a noi-
te, deve-se trazer ou collocar a luz brahia
fixa de Terre Ngrc com a luz encarnada c
branca de Ponlaillac, e conserva-las nessa
posiQito at que a luz da pona de la Coubre
demore a i\. NE., mudar eutSo inmediata-
mente o rumo e governar, ou seguir para a
r.ordouan, at que venha a collocar as luzes
da ponta de la Falaise e Torre Ngre em urna.
EntSo governar e conservar esias luzes em
urna al que a luz de Cordouan demore-se
ao S. SO. depois do que alterar o rumo para
o SE. *.- nul.
Todos os rumos e demarcacoes s3o img-
ueticos. VariacSo 20 45 oeste.
Por ordem de Ss. senhorias.
John Washington, hydrographo.
Reparlico hydrographica do almirantado.
Londres 21 de julho de 1856.
Esta niitilkaco afTecta os scgiiintcs map-
pas do almiraniado : De Ushant para Finis-
lerre n. 64 ; de >abiesd'ulonne para Giron-
de. n. 71 ; de Gironde. paia Arcachon n. 72 ,
e a lista de phares francezes n. 160.
TRADLCCAO.
Aviso aos navegantes.
N 22.
MAR MKUITERRANE.
Pharol do Monte Navidad em Cartagena.
O governo hespanhol acaba de publicar
que no dia 15 da julho de 1856, uma luz lixa
de cor natural foi eslabelecida e collocada
no Monte Navidad na parle do oeste, na en-
trada do porto de Cartagena, na provincia de
Murcia.
Amachina Iluminadora hecatadioptrica
da 4- ordem, a luz est collocada em una al-
tura de 125 ps inglezes cima do nivel do
mar.e deve ser vista na distancia de 10 milhas
em tempocl.ro. Est collocada nalalitudede
37 35' 30" N., longitude 0 58" 37" ao oeste
deGreenwicli.
Qualquer embarcaran que queira entrar
de noile no porto de Cartagena, e que pre-
tenda fundear na parte leste prximo ao de-
posito de plvora, ou prximo ao suburbio
de Santa Lucia, deve conservar sempre o
pharol em vista, um pouco descoberto la
pona Navidad, lendo cuidado etn nHo o per-
der de vista, do mancira que passe livre do
baixo denominado-Laja,dentro da baha.
Pelo contrario, se prelener Tundear na-
quella parte da baha conhecida pelo nonio
de Espalmador (irunde, a embarcarlo deve
perder a luz de vista guardando o mais pr-
ximo possivel a pona Navidad.
Pharoi do cabo Huertas em Alicante.
Igualmente que no dia 15 de agosto de
1856, urna luz lixa de cor natural appareceri
no cabo Huertas na provincia de Alicanl-
na laludc 38o 20' 30" N., longitude de 0o
2-2' 37" ao oeste de Greenwich.
A lentilha hecatadriopirica da quarla or-
dem. A luz est c .(locada em uma altura
de 124 ps cima do nivel do mar, e deve ver-
se em tempo claro na distancia de 10 mi-
lhas.
Por ordom de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrogra-
pho.
RepartiQao hydrographica do almirantado.
Londres 25 de julho de 1856.
Estes avisos'aifeclaui as seguintes caitas
do almirantado geral do Mediterrneo n.
2518 ; Gibrallar para Alicante n. 1186 ; Ali-
cante para Pelamos n. 1187; Plano de Car-
tagena n. 1194, elisia de pharoes do Medi-
terrneo n. 5 a e 7 a 11.
TRADLCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 23.
COSTA DE OESTE DA ESCOCIA.
Pharol da baha de Port Patrele.
Os lords commissarios do almirantado
tendo ordanad.i que o pharo interior de
Port Patrick fo>se novamenle encendido.
Pelo presente se faz publico :
Que a coatar da uoile do dia 15 de outu-
bro prximo (1856> uma luz lixa de cor na-
tural sera encendida e apparecer o phaiol
interior em a baha de Port Patrick, na tnes-
ma posicoque linha anligamenta, islo he-
ua latitude de 54" 50'28" N., longitude 5^7
0" do ocsle de Greenwich approximada,
mente.
A luz sera da sexta ordem : lca collocada
em urna altura de 44 ps cima do nivel
medio domar, e sera visivel do convz de
um navio na distancia de oito milhas em
tempo claro, por um arco ou circulo de 180"
do horisonte, aberlo para o oeste, on para
leste.
A torre he de pedra, com 30 ps de altura
e pintada de branco. Est collocaJa no n-
gulo do sueste da baha, e a 130 jardas den-
tro do pharol interior na ponta do caes
Pier ou muro, que nao est lumiuado.
l"or ordem de Ss. senhorias.
John Washington, hydrographo.
liepartico hydrographica do almiranta-
do. Londres aos 9 de agosto de 1856.
Esta uollicato alecla os segu ntes map-
pas do alrnrentado: mar da Irlanda n. 1824;
costa do oeste da E>cocia follia 1 n. 1971 ;
cosa de leste da irlanda,fulha 2 u. 45; Port
Patrick n. 2026; e igualmente a lista de pha-
eos britnicos n. 216.
traduc<;ao.
Aviso aos navegantes.
N.24.
COSTA DO NORTE D\ IRLANDA.
Pharol da ilha Ralhil,
A corporacao do |iorto de Dublin fez publico o
baver-se collocado na ilha doRhaililin, Co Antr'un,
do qual se eihibirao luzes na note do primeiro do
prximo fuluro mez de novembro de 1856,edes-
sa noile em dianle sera encendido desde o por al ao
nascer do sol.
A torre do pharol est construida na ponta do
NE. da ilha Rathlin situada na lal. 55' 18, 10"
N., e longitude 6- 10, 45" O. Demarcacoes;
De Rhins para o pharol l.-las S. distancia 25
1|2 militas nuticas.
Mal para o pharol Canlira O. NO, l|i N. 13
milhas nuticas
Pharol da l'onleCorsewall NO. 3|V n. 39 mi-
lhas nuticas.
Tendo os lords commissarios doalmiraotade or- Companliia I'ernambucana, no dia 10 de
denado que se collocasse uma boia preta em fente dezeaibro de 185 aoi.hp.ta de fura (pona ou reefe)ido ., Mother-|0 n0 qu tomar conte, [*' isso
"Ique vito a leilao por conta do mesmo.
C. J. Aslley Sr Compauhia faro leilao, em pre-
senta uo lllm. Sr. cnsul da Suecia, por inlerveu-
eflo do aliente Oliveira, e conla e risco de quem per-
lencer, de 691 barras d* ferro, indas prxima-
mente de Storkholm oela barca socra t'amilienn :
egunla-feira, 5 de jaueiro, ao nieio da em poulo,
no caes da allaudesa.
rao de Pilti
Pelo presntese faz publico que os seguintes sig.
O segundo mais para O. dos seis montees
(clumps de arvores no monto Portsdo"u, em uma
[nhacom a casa do crurfiio (brsnca; na extremi-
dade de Leste do hospital Ha-lar demorando E.NE.
1|2N.
Os jar.Jns de pinho no monte Porlsdowil em uma
linha com a extremidade do Oeste do trrico An-
glesea demorando NK. 1(2 N.
A igreja mais elevada em Ryde em lnlia com a
extremidade de fora do caes ou muralha do Ryde (a
igreja he grande, a coberia ou telhado de lou?.a, e
lem uma pequea ponta on cpula na sua extremi-
dade de O.) demorando S. SO. 3|4 O.
Pona dri velho casielloNO. 4- O.
Castalio da South Sea E. 1|2N.
Assim pois o canal para o Pitiou deposl* de
carvao para navios qu8 vem do Oes'.e, lica entre a
boia preta, a boia branca do Oeste do Sturdridgee
da boia salmeada ou listada da Sand Head para o
sul Jella. :
Todas as demarcacoes sao magnticas.
Por ordein de S. S.
John Washington, hydrographo,
Repartirfo hydrographica do almirantado. Lon-
dres 22 de agosto de 1856.
Este aviso affecta os seguinles mappas do almi-
rantado : entrada de Leste para Spilhead n. 2015
Dunnose para Crslchurch. com Spilhead (and tha
needles) e as agulhas, e piloto do canal pp. 110.
O chefa da priroeira eectao do consulado
provincial, servindo de administrador, em virtude
do dsposto no art. 3 do regu'.ameoto de S de ju-
lho da 1852, faz publico que se achara deposita-
dos, no deposito geral dous escravos, Anlonio, na-
cao Cassange, idade de 35 a 40 annos, Cirmelo,
nar;ao Congo, irlade de 4ft.,45 annos, cotn uma
belida no oHio esquerdo apprchenddos pela polica
os quaes sao considerados bens de evento, por se
desconher san donos, e para qne seja cumprido o
que contera o sobredio art. manda publicar pela
mprensa, para que no prazo de 60 das comparec
quem aos ditos escravos teuha direito, lindos os
quaes se proceder a arremalacao pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamenlo.
E para que r.hegue a Delicia de lodos niandei
passar o presente edital, aos 12 de uovembro de !
1856.
Theodoro Machado Freir Pereita da Silva.
# REPARTigAO' DA VACC1NA. _
O commissario vaccinador pro- $J
^ vineiaJ, reconliecendo quc'.muitas '
|P pessoEJs deixam de comparecer a
esta rppartirao em conse<|uenea -;}-
', da loijj'itude do lup;ar, avisa ao t-.
O respeitavel publico que tem re- ^
^ solvido a vaccinar tambem nal 0
^ trras feirai de todas as semanas, :'%
@ na cafa de sua residencia, eonti- {-J
^ DUaoJoa repartieo a unecionar ;'
C''; no toreio da aUadega as quin- fM
@ tas e domingos: assim, as pessoas
tk t|ue stquizerem vaccinar as tec-
^ ras 'tjiras, podem dii(rir-se das
^g sete a^ nove horas da manliau, ao
^ i.- ailar do sobfadtTda rua Nova
^gi ctquika da do Sol n. fiO.Dr. Joao
@ Neponauceno Dias Fernandes
Pela sobdele^acia da fre%ae?& da Bua-Vitla,
fui rfi-tiltn a caa e delenrao, uin crioul de no-
me Anlonio) Ribeiro doi Sintu^, qu>* depoU de re-
cuUiido declprou er aseravo de Itirnardo Unrnellas,
morador ofiyenho Uaogvlwira. frca;aeiia de l-n.i-
ra<8ii ; qneai *e julcar com lireilo au dilo escravo
compiret;'! lin cata do ^ubdeleiado, que a^r^senUn-
tlo o Ululo pelu i|n.l mostr ler dominio no mesmu
lli- *rrn' eiilresne.
Pela liiPa do MD6llUdo provincial se faz pu-
blico, que os InuLa da* uleis paia a cobran^a,a boc-
ea do cofre, da dcima doa predios rlanos das fre-
_ 11 e /. i a -i doafa cidade r da do Afoliado', prrt*ncenle
ao primeiro -ni >it r de I8V) a 1&~>7, se iinali^am no
da 7 de Janeiro prximo vindouro, findo o qmt.
incurrem na mulla de iie-1- t ceulo lodos que de \.;-
rem de paanr sets dbitos.
Mesa do consulado provincial, :il de dezembro de
1856.
O administrador,
Anlonio Carueiio Macludo Rios.
Leiifto.
O agente l'estana i.ir leilSo, por conta de qaem
perlencer, de lOObarris cum mnnleiga de varea, 20
muj" com queijos, ambo esles uenerus lesembar-
'mlos allimameiite, tssim comu 29 barris cun aren-
que, e 6 barris cura peiie Migada : quinla-feira, S
de Janeiro de 185?. no armaiein do Sr. Aunes, .le-
iroDle ila alfande^a, as 11 luras da manhaa, onde
ludo se acha palete aoexaiua dos compradores.
:ffD;0O totPtt&*.
loililias
FABl 1857.
Acham-se a' venda as bem conheeidas
folhinhas, impiessas nesta t\ pographia,
das seguintes qualidades:
FOLHINUA RELIGIOSA;, con tendo alm
dos meses, a bibliotheca do christSo
brasileiro. que se compot de ora-
cocs quotidianas, methodo de assistir a
missa e confistSo; cnticos, psalmos,
bymnos, ollicio de N'ossa Senliora da
Conceiruoe militas outras oracSet de
grande ment, jireco......520
DITA DE VARIEDADES, a qual alm dos
metes, conte'n? artigos de agricultura,
nocSes de (ciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella S-: impostos, e regulamen-
lo de aferic&o, ele, etc preeo. ~ii)
DITA SIMPLES, ponteadoale'm dos me-
ses, a lei dos circulo* <: varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes, preeo........ 20
DITA DE PORTA,' a qual alem dos me-
ses tem esplicacoes das indulgencias e
excommunhoes, etc., preeo. 160
DITA EGCLESIASTICA (ou' de padre),
elaborada pelo Rvil. Sr. Penitenciario
da S de Olinda, secundo as regras
da igi'eja, c leis conheeidas a res-
peito, preeo..........400
Todas estas Iblliinhas sao impressas em
bom papel e excedente typo, e vendem-
se em porcao ea retalho: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
nm c ile prata, para cha, Dan- v
uia.in *rtfjaSi s!Iiva,, easticaes, i;
colheresdeopaedecha, J
e inuilos outrus ohjeclos g
.. de prata.
y ?. $ y S '? 368888 *.**
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre$o commodo como eostuniam.
C0ISLT0R10 HbHEOPATHICO
DO
- C m .^ "Os. m. .6 Onde se acham setnpre os mais acteJiteilos inedicainenlos, taniu em Unturas, como
em glbulos, e prepara Jos com o inaior escrpulo e por precos bastante commodos :
FltEgOS i'IXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita de -2* .
Dita de 36 > .
Hita de 48 >
Hita de 60 .
Tubos avulsos a......
Frascos de tintura de meia onca.
Manual de medicina homeopatbica do Or. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica do I>r. llenry. .
Trata ment do cholera morbus.....
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
10/000
15C000
0900H
259000
1109000
19000
29000
203000
11!. I "111
2>*000
6000
UM CONVITE AOS HABITANTES DU CABO.
A lodos senhores tle enspnlio fin (.abo, ero cuja >
rr'ttue/ia esl.i situado Marlapa^ipr. aoii'le inora o Sr.
commendador Antouio do Siqueira Cavalcanti, sSo
gratuitamente ollorecidos os ejemplares .le que cla-
ra, e cahalmenle Iralam de lodo quaoto hi occorrido
antes, e depois que o Sr. Siqueir.i desfechou o golpe
fatal de sua horrorosa viniMin;a. senaran.ln cun a-
Irocidaile, nao si'i a propria /it/ia de seu e\lrtinoso
marido O Sr. Anlonio Carlos Partir* de llur-..- Pon-
ce de l.emi. teula como tambem roub.iii lo desla os
Instrucco.
Oahaiin assigiiado. prnfes do pela directora geral de instruoslo publica, Tai
scieole ao respeitavel publico, que no da 12 iln 'cor-
rente pretende abrir uma nova aula Je in-lrucriio
primaria, e um curso nocturno da liimua franeza na
casa de -ua residencia, na rua da liuia n. 12 Ahi
[*b>ido lalso o (|ue for vendido
qualipier parte.)
Ro L'Allcteur.
Pituita] vgetaes de Brandsl.
VernulagQ inglezcm vidros.
Mlixir arii-asmathico.
Frascos deSocca larga rom
I a 12 libras.
em outia
v.:-
i

i
i
seu. queridos Idhinhas cu,u laclo pralicou Ira.coei- eilara' a ler, escrever, arMhmalica e contahil.da-
rametilt em sua proprm COM, depois de 5 MOMWW, ,| al operaces decimaes," R.ammalica nacional e
que sua victimas com elle, paMTOtl a lat! de .Na- ,ua|vse. doulnna cliiislAa e suas explicaCes, n..t0es
lal de UM, e qnando se preparavam para vollar a ,1, seomelriaeKensraphia. hisloria agtrada e do Bra-
10a residencia. ; sil ; e no curso d Trancei a ler, escrever, fallar e
lodos os relos estao completamente vsrilicados, i uaduiir com perfcicSo essa linsua. O mesrao con-
pela, prova, constaiiles dos autos de divorcio, sobre- > ,,,,,, a dar liCes de todas HHI materias por ca-as
udo pelas que foram /chmente lor.ieculas por par-! parl.culares, e habituado por alsun. esludos c prali-
le do Sr. Siqueira. a niao grado sen. t ca de M..an, cinc0 allu0, de ensino. espera, como al
1 edt-se pius, aosrferido. senhures.que quir.erem aqu, nao desmerecer do concrilo daqu'llas pessoas
inleira.-se de todos os promonores dessa monsiroosa oe, honrando-o com sua confianca e prolecrao, S
questao. para della lerem o mais perfrilo e pleno dignarem procora-lo.-Joao Jos Rodrigues. '
coiilii- niii'iilii, de dignatem-M mandar rfceber os'
eos exemplares do dia 15 da correle em dimite, Precisa-ie de uma ama: na roa estrella do
na villa do Cabo, etn mao do labelliilo, o lilm. Sr. I R"ario n. 17, segundo andar.
Manoel Jos de Santa Ania Araujo. Con quanlo
o triliun d da opinio publica Icnlia ja manifolido o
seu joslo joiio a repello tienes negocio ; todava I .
qucrenlii-se que os hnincns de nobres senlimenlos, i OUfflS (MI 11. i I! f (','i
e visinhos do sr. Siqoeira. apreciem esses acontec-,
metilos com islo nada mais se deseja do que assim 1"e pretenderem apparelhos de car tnadeiras, ou
iiilervind.i.se consliluam elles inesoraveisJuii'__ mappas, livros, agulha, globo, objectos que ser-
enlre ossiiibores llurgos e Siqueira, para que a vijla i v,rH,n do i""'- pil"'" o sr. Manuel Jos Vieira
Os senhores inestres de
das publicaroes de uin, e ouli
a mais severa imparcialidad*.
Ja que o Sr. Siqueira assim o quer, assim o lanha.
Le hbil iie fait pm$ le Moine '.
lado decidam-se cum vl>". queiratn dirisir-st a rua da i'raia. arMatai
o. !'', que lu-lu -h vende barato para quem quir.er.
5
O ahaivo assignado secuiido para a provincia I
das Alageas a' reunir-se n sua compauhia, que all'
se acln destacada, v-so na preabSo do p.ilenlear a I
ua acrisolada gralidiln aos eus sinceros amigos da i
comarca da Boa-Vial*, pela dedicaclu o iclu com
que o Irataram durante o lempo que all cxrrceu os
rars" de rommiiiidaiite do mes-na comatca, c d delegado dos termos deftVa-
Vlsla e Cabrobii. E assim penhoralo pelos elojios
laquelle que so diisnaram tecer-ltie. quinto ao'
servidos all prestado*, nilo l-rn mais do que azer
HOSPITAL PilRIllGIJEZ
DE
BENEFI
co^isi'LTomo Hoier\-
THIM. %
IIODR. CASANOVA. f;
28 rua das Ouzes 28. :';.
;j Hale cou-uliorio h* sempr* par vender jj.
JK os mais acreditados medicameulus liomnro- g
& palluros de CATELLAN li VEBEK. lano C2&
^ em tinturas, como em (tbalos, c o mai
em conla possiiel.
Urna botica de 12 tobos 65 88 IO5OOO
5 de 2 109 129 e l&aOOH
;Vi u de :i 13? 1K9 308000
*? de 48 IH 229 e iiOUi
s i) de 60 229 29 :10900II
Q Tubos avuhvxOd, 800, e I3OOO.
^ I onja de tintura a rscnllier 200O.
w Cnusullas lodos os da* gratis para o po-
k bre.
'^^^oosovO^ea..
ROB LAFFECTEl'R.
O nniro autoriado por decitao do co*>eiho rttil
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam <
arrobe de LalTecteur, como seodo o unn-<>
n 111.irisado pelo governo e pola real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a lomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente cm pouco lem-
po com pouca despeza, seto mercurio, as al.
feccoes da pelle, impingeos, as consequeu-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convenaos catar
i-luis, a bexiga, as conlraccoes e a fraqueza
dos orgilos, procedida do abuso das injer-
cOes ou de sondas. Como anli-sypbililico
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessaota;.
cm consequencia do emprego da copabibe,
dacubeba ou das njecedes que representem
o virus sem neutraliza- lo. O arrobe laffec-
teur be especialmente recommendado con-
tra as docncas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eaoiotlbreto de potassio.Lisboa.
--Vende-se na botica de Han al e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de II. Pe-
dro n. 8S, onde acaba de ebegar uma grao-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas di ectamenlede Caris, de casa do dito
Boy veau-l.atfecleur 12.rua hiebelieu i Paria.
Os formularios dilo-se gratis em casa do a-
genle Silva, na pratja de i. Pedro 11. 82 --
Porto, Joaquim Araujo ; Baha, Lima & Ir-
mos ; Peniambuco, Soum ; Kio de Janeiro,
Rocha 6 Kilhos; l iloreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Hgales Leile ;
Rio Grande, Francisco de Paula i.outu SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAV

Por ordein do lllm. Sr. presidente cmivora-se a I
senlir qoe foram elles ilevulus a observancia do seos isseiobia geral dos senhores acrlonisla', i ..r .-i a sea- j
deveres como etuprega.lo pablieo, e aos nobres'sen | s* ordijiaria no domingo, i de Janeiro fuluro, as 10
tmenlos, que lano os caraclerisaro. Chegando pois I ''?r,w manhaa, no (alto do lio- nii.il. lie I los-
1 niomenlo da pariida, vem l'azer sua despedida, of- P'1*', Porlugiiei de Beiiclicencia 26 de deiembro de !
ferecendo-lhes seu Jeminulo presumo em qualquer 11856.O secretario,
parle ra que a sorle o bouvrr de collocar. Recife 2 Manoel ferreira de Sonza Barbosa.
de Janeiro de 1857. Manuel de Campos l.eiteI i.r., .. a. .,, Este inestimavel especifico, compasin)
p I,. l,ra--e de um rap.ii poiluguei, com pr.i- teiramenle de herva medicinaes, nSo con
i 'ica do taberna : na rua estrena do Rosario n. 13.
Francisca de Salles Pereira, irmaa I ,
. a. r.... .li., r____i.-.. Precisa-se alugar uma preta que sirva pan
servic.0 de rus : quem tiver dirjase a E-tancia i
PILLEAS HOLLOWAV.
Paalaad*
Mario
do fallecido Claudio Pereira de Carvalho, faz scisnle
ao pnblico que, por fallecimenlu do dilo seu mano,
derlorou t>le em seu teslamenl-., que a sua escrava
Rosa, de idade de 50 annoa, crioula, s llie daria a
carta de liberdade depois que a mesma servisse por
espaco de qualro anuo, a minha sobiinha, a Sra. I).
Francisca das Chagas Itomana, o como ja leoha ser- '
vido lia um auno, e para que ningiiem a compre
ultima casa do Baplisla iunlo quasi
achara com queiu tratar.
Ptecisa-se de nina ama forra ou cap-
tiva, que se preste a todo o servico de
uma casa de familia : na rua Nova, casa
por isso he que se faz semelhante declarara". Recife) n. 2-1, sctindo andar.
1- de Janeiro de 1857. XoM & Pass0b d(l Kj0 8 jKneir0i ^
Bola-so para qualquer obra rea por pre^o prevenido por este i Diarios em 22 e 2:( do correnle
mullo commodo, e se ai obras forem longe do porto, l'ara 1"e 'i'nguem-fac.a negocio algum com os bens
conduz-se em carrocas : a Iralar no armazem de na- Jo caa' ''" 'nado Arcenio l'orlunato da Silva, que
ama para o servico interno deira do Migoel, confronte o lelluiro dos cauoeros 'ori|m parlilhados pelos seos herdeiros, vislo como
na rua Nova. esses bens acham se augeitos ao pagamento to que
. ... <"' ca'i1' ',e aawedcr aos aiinuncianle, os quaei
Francisco Alves tle Piano val ao Maranhao para haverem o seo pagamento inlenlamm a acco
Iratar de seus negocios, e durante sua ausencia dalxa de hbello contra os meamos herdeinn pelo juizo mu-
por seos procuradores os Srs. Joaquim Mandes Fre- uicipal da primeira vara, eserivao Cunlia, e oblive-
re em primeiro lugar, Joao Piolo Regs de Souza em ram a 5en favor sentenra que passou em julgado ;
tm mercurio, nem alguma outra substancia
o | delecterea. Benigno a mais lenra iiiiaucus
e a compleicSo mais delicada, heigualmsu
Precisa-se e o
de uma casa de poucos apaze*, que saiha bem cozi-
nhur : ua rua estrella do Rosario n. 17, segundo
andar.
Bernardo Fernaniies Vianna abre a soa escola
particular leilora repeulina methodo Castilho, no da
7 do correnle jaueiiut sendo a escola uina vez no
dia das 8 horas as 3 larde.
Precisa si///e i. si mullier forra ou captiva pa-
ra tolo servie/ e ome'-casa de pouca familia e sem
meniuos : qu da rua da Coo/y rola ou rua da Cadeia INova, defron-
te da rasa n. Cf.
Fugio n Sia 26 de dezembro prximo passado,
de casa do atoy xo assignado, o prelo Ignacio por an-
thonoii.i.i.i Calle, canoeiro i.ein cunhenidu no por-
to da rua Nova, anda se acha arribado : roga-se
as autoridades policiaes, capiUe*. de campo e pessoas
particulares por quem possa ser encontrado de o man -
darem pegar e entregar na padana ta rua Urga do
Rosario n. 18 ; e para inaior esclarecimenlo he ren-
dido das duas verilhas e lim um dedo do p encam-
bilado r,fa dentro: quem s entregar sera' genero-
aanaule 'aeanvapaad* por Manoel Auioiiio de
Jess. /
is>->0 ^i',. v.
Para a Baha segu etn poucos dias por
ter a maior parle da carga pronipta a ve-
leira sumaca Nova Minerva, de primeira
marcha: para o resto da carga trata-se com
seu consignatario Domingos Alves Matheos,
na rua da Apollo n. 23.
Conipa tibia
Pernariibueaita.
BJ
O ibaucv
"'fchrl
activas r.a im.
fallida d JoP/
dores da refV_"
gnadu
''lancia de
Ha
brevo po>*iA( os s
arreuiHlanle da dividas
13.7539180 r. da massa
islomo de Luna, avisa a:.s deve-
la matsa, que Qoeiram realizar ornaos
s dbitos: do alorro da B>a\*is-,
la u. 2, la,"'na de .Miguel Jo-i: Rodrigues da Co*-
ta, o qii.d y, .i'lia conip'lenleinenle hab itad* a rc-
e.ber dita,,, ivida*.Antonio Jos Vi'Jir.
l''Bp i n '''a I do correnle, as !) horas da
maiiliaa^-s.ia negra de cor fula, alia, reforcada do
corpo, > tfl nina marca prela na ina^as do rosto
abai\o do olli-' esquerdo, e a orcllia gr asa e iiiachu
cada, representa ter JS i.unos, tem maos r ps gran-
des, lem an lar amalnlado, lavan um vestido branco
ja' sujo por baixo e um de i-lula por cima, um bi-
laio e -J.ii io cm dinheiro, panno da Costa, etc., lem
m.ir.-as as costas, Iip natural de Nazarelh, e bem
conhecida na Boa-Visla: qurin a pegar leve-a a rua
Nova n. 12. que sera' generosamenle recompeniailo.
segundo, e Joao Feruandes Lopes cm lercetro.
Escolas
no
SEHOB'i Cl
apparcccu o Sr. Joaquim Arcenio Cintra da Silva
com seu annuncio publicado no Diario de 21 do
correnle em que procurou convencer de que o fado
le ser desaltendida no inventario a divida dos an-
nouciantes, be devido a omissao destes, por nao le-
rem em lempo competenle tratado de juslilca-la
para ser attendida, mas o Sr. Silva deve saber que
nao sendo compleme o meio que indica para haver-
se o pagamento de urna divida superior a'quellas
. qoe nos inventarios podem ser justilieado., e allen-
( didas, nao podem por isso os annunciaules sera Iclu-
dos de omissos, tinto mais quando ja muilo anles
Do dia 7 de Janeiro em dianle esla i abarlas as cin- tiuham elles proposto sua ar^do no juizo competen-
co escolas desla capital, pelo excellent* methodo Cas-. te, onde lodos os herdmos foram ouvidos e conven-
Iitlu ; pelo qual a voz publica se ha pronunciado i cidos por lerem si io Citados para a mencionada ac-
pelo ofgao da imprensa pernambucatia, merecendo C'Ao : assim pois a declarado do Sr. Joaquim Arce-
|.articular lleni;"io a escola de meninas, erecia na m Cintra da Silva, e a dcscripcao qoe n inventario
rua do V-gario, casa do Pinado Silva Conipaiihia, n.li.
sii porque nessa a*60l**s* eusinain loios os i>rimoro-
SOS bordado*, e mais lavorcs que se possam .l-sejar,
como porque a digna pTOfessora esiaiulo sendo lec-
eiooada na graininalica nacional palo eximio proles-
sor o Rvm. Sr. padre meslre Yarejo. se lomara'
mais mu precioso brilhanle que ornar a coro.i Ilite-
raria do Kmm. cunsclheiro Si. Dr. t^asliilio.
igreja, que | te p, 0nipto e seguro para desarraigar o mal
na compleicao mais robusta ; be inleira
mente innocente em suas operacOes eeiret
tos ; pois busca e remore as doencas da
qualquer especie e grao, por mais antigs a
tenazesque sejam.
Entre milhaies de pessoas curadas rom
este remedio, militas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso; con
seguiram recobrar a saudc e torcas, depot-
de haver tentado intilmente todos os ou
tros remedios.
As mais afllictas hilo devem entregar-se r
desesperaedo; lacam um competente ensa<>
dosellicazes efleilos desla assombrosa medi-
cina, e prestes recuperaro o benelicio da
saude.
NSo se perca tempo em tomar este reme
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des:
fez da divida dos sununcianlet, nada mais importa
do que uma eonliasao, e conseguinlemenle o reco-
iilieciinenlodn debitode que os - dores ; pele que Mido lodos os bens do ca>al abri-
ga los ao pagamento, e assim protestam desde ja os
mesinos.annunciaules comra lodo e qualquer nego-
cio que por ventura se possa fazercum os dilosbens.
Recife 30 de dezembro de I8!.
AVISO AO PUBLICO. Na rua da Praia n. fui, se dir' quem da' di-
Passel* no vapor Canmrsglbe. I nl>ro a premio com garandas ou penliores.
Domingo, 'i do correnle, pretende sahir tlesle por-
to iniprelerivelmenle para o de llamaraca o vapor
nCaniaragibe ; a sabida esla' marcada para as b' l|2 : respeitosamenle annunciam que no seu ex-
da maoht* em poni, e volts a noile : as pe>soas | tenso estabelecimenlo cm Santo Amaro, con-
que qtii/.erem se divertir nesle dia comparei;am na
rua do Trapiche n. 8, para compra dos rarloes : pas-
C. STAUR & COMPAMIIA
agen de ida e volts .V-OOO cada pessoa.
Quem precisar de om crioulinlm ile iladede
tunnam a fabricar com a maior perl'eco e
promplidao, toda a qualidade de mnchinis-
mo para o uso da agricultura, navegar ao e
manufactura, e que para maior coir nodo
I2al:lann..s para (Mgem, por ser bonita lianra.oU|deseusnum,,roso-s rrt.g|lezes e do puh,|co
-;--, ..... mesmo para recados e compras de Slgorna case a- '
Preosa-sedeiimaainadeleilequesejsilehod p,z, daudo liador, enlenda-s.-com o abaixo assigna-i Cm geral' tem abnrto em um dos grandes
larmazens do Sr. Mesquita na rua do Brutn,
alraz do arsenal dn marinha um
DEPOSITO E MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimenlo.
All acharao os comprodores um completo
soi ntenlo de moendas de cuma, com todos
conducta, e que tenha bom leile : na rua 00 Cabug
n. 12, loja do BOrtve, se dir' quem precisa.
Prec sa-se alosar um pequeo sobrado ou urna
casa terrea para pouca lamilla : a Iralar na praca
da Independencia n. i.
O alilixu assignado faz saber ao respeilavel pu-
blico, que ven.leu o seu eslabelecimeulu, silo na
roa .le Santa Toareis n. 60, s sen mano o Sr. Ven-
tura da Silva Hoavtsta, licaiidn a itfloidselo do acti-
vo a cargo do ^nnnncianle. Recife 'M de dezembro
de IS5G. luslino da Silva Boavisla.
Avsa-se a rapateada qne na povoaco de Api-
pucos llavera'no da i do Janeiro escolenle cava-
Ihad i em desalio as qoe h.iuverain na Suleilade.
do, tu rua do (lueini.idu u. I i.
Jos Rodrigues Ferreira.
liRlTlSH CLERKS PROVIDENT ASSOCIA-
TION.
I'he llalf Vearly meeling of Ibis associalion nll
lake place al the British i\ l'oreigu Librsry (be Sa-
lnda> Eveuing 3 ad Jsuoar) al Sil o'eiork p. m.
Preci-a-se de uin bom trahalhador de massei-l a r,la do ^a;'m^",
ra. da-se biin ordenado e pouco Iralialho porm bem
feilo : no paleo da Sania Croe, padaria n. .Y, junto
so sobrado.
Preci-a-se de om pillo de Carla psra uma
viagi'm ao Rio da l'rala : quem se jnlgar habilitado,
dinja-se a bordo do palarlio ni). Pedro V.
Precisa-te de ofuciaea e de coslureiras : ua loja
de alfaiala ua rua Nova n. (I).
Applications ror oow Sitare* mosto be made oplO 5103 melboramentos alguns dnlles novos e
o'clock un :l ad Jauv. originaes- que a experiencia de muilos annos
lieo. B. La l.iewe. lem mostrado a necessiilaiio. Machinas de
Tieasurer. vapor de baixa c alta presso, taixas de to-
Prrdeu-se o segundo volume de D, I rraca de to tamaito, tanto batidas como fundidas,
Castella quem o tiver adiado fara' favor mands-lo carros de mao e ditos para conduzir formas
segunda loja n. 18, que sera' de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, lomos de Ierro batido pa-
os senhores que subscreveram novas acces des-
la c.jinpaiihia e qne anda nao eulraram com a pri-
meira presbjlu de :>0 por cenlo, s,1o convidados a
salisfazer, nu esenptorio do Sr. Anlonio Mar-
ques de Aroorim, rua da Cruz n. i">. Itecile |l de
dezembro de I.SMi.Manoel Alves Goerra, secreta-
rio iulcrino.
Para Lisboa segne com brevidad* por ler parle
da ea-ga engajada, o brigue porluguez Bricos, ca-
pilAo Luciano Alves Conceicao ; pSra o reslo della e
passageiros, para o que offerece boos commodos, Ira-
la-se com os consigualarios Amorrn Irinilu-, na rua
ds Cruz ti. {I.
PARA O PORTO.
A barca norlogoeza .iDuarle IV, forrada e enca-
vilhadl de cobre, e bem conhecida pela sua excel-
Pharol do sul do rodiedo Maiden n. 1|2 O. 27 Len" "T1"' ."s"ir;'' P" '"J Porto eam
.lu__ 1 brevidade, por ler prompla a maior parle de seo car-
regamcnlo : quem na mesma quiZer carreear ou ir
de passagem. dirjase a rua da Cadeia do Recife n.
12, eicriploiio de Balli v\- Oliveira.
l'ara Lisboa -sulie com brevidsde > bem conhe-
cido s veleiro btigne portogusz .'I aia lio; lem par-
le da Cslgs iirompla : para o rosto li.ila-se com os
ranle 50 segundos, leonaignalsrlea Francisco aevetuno Rabello v\ Filho.
recompensado.
A YILLA VELA A Y1LLA
YELHA-
i janato
:deiiTe
milhas nuticas.
Como nii'iu aldicional para marcar esta posicao
aprsenla-se urna luz mais baixa, cuja lanterna es-
la collocada na basa da torre do ladi de leste.
A luz superior na linterna da torre ser revolveii-
le, dando urna luz brilhanle dn
Tendo resollido a Jircccao do Banco do Bra-
sil r '.ili-.ir al 15 de Janeiro prximo mais urna en-
trada de dez por ceulo sobre o capital, a diroecao do
exlinclo Banco de l'trnainliucii faz cenle .ios senho-
res accionista* que aaqoelll jala mandar passar da
sua conla para a do capital di caixa a quanlia que
the ie respectivo. Recife 2i de dezembro de 18t. senhores passageir
Oserrelar.ii da dircefflo do extinelo Banco de
Pernambuco,
Joao Ignacio de Moileiros llego.
Olferere-se orna ama par casa de homem sol-
leiro, que lava, engomma, compra, e cozinha : a
pessoa que de seu pre-liniosequizer ulilisar,dirija-se
ao pateo do llospilal n. 21.
Domingo, 1 de jausjro do correnle anuo, lem de
soguir para a IrotidenTe e piloresca Villa Vellta cm
llamaiacaj o magettoso vapor aGamaragibe, esse
elegante cisne dos amenos mares de Pernambuco, o
qual alm dos excelleplos commodos qne oir-rece,
sera' foruecido por un cnn-l;nle paisagerro, de uma
alntn lautissima uch.nia de vanadas e pelilosas
ignai ias, de deliciosos vinho*, e de refri^tnoiles sor-
veles, com o nico e liygienicn lim de regalar os
go que chegarem an porlo
do seu deslino, sfisorjando-ae aos mesnius senliores
os b ns servieos, promplido, acole, e raxoavel proco,
Precisa-se de uin amasaador na p l.n,.. do
Brllo. no Mouleiro: a (rular na ineams on no Re-
cite na llireila n. 89.
Preeisa-s* de tuna ama para cozinhar eengom-
raar para dua. pessoas, preferindo-se zelosa, para
casa de bsmein solleiro : ua la do Camarao da Boa
Vista, laberna u. 7.
No dia -'.I do correnle, de Casa do abaixo as-
signado, uma enanca atin.u a rua um dedal de ooro,
lendo ao redor as seguinles lellras C. H. S. K., oo
em lugar da i.lliina Ramos por exleuso, e houve
quem visse una preta apanda-lo : roga-se pulanlo
a qualquer peste* a quem for ollerenidu o mesmo de-
dal, haja de o lomar e entregar ao aiiuuurianle que
gratificare. Recife Kl ds dezembro de Ifsjfi.
MaximilUO Francisco Regueira Duarle.
Oll'erece-se urna ama coxinbeiri lem um me-
nino que compra na roa para casa de homem sol-
leiro : quem quizer dirija-se a rua do Li vi menlo
n. 2. que se dar infoimacoes de sua couducla.
ra laimha, arados de ferro da mais approva-
da construccao, fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e uma inlini-
dade de obras de ferro, que sera eufadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa intelligente e habilitada para receber
todas as eucoinmendas, ele, etc., que os an-
nuncianles conlanilo om a capacidade de
suas ollicinas e machinismo, e pericia de
seus ollict'ics, se comprme tem a fazer exe-
cularconi a inaior presteza e perfeieo, e
exacta conformidade com os modellosot Je-
senims, e iiisi.ruccoes que Iho Forem loine-
cidos.
guros contra
o fogo.
TTT^TaTsi TB Tlll
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias {mal de..
Aslhma.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade ou exte-
nuando.
Dcbilidadeou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no veutre.
F.nfermidades no ven-
tre.
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Febres intermitteutes
Febretu da especie.
Gotla.
Ilemorthoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigesles.
Indammacocs.
Irregu la ri da des da
menstruacao.
Lombrigas de toda e.-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis
Obslruccao do venlre.
Pblisica ou consump-
cao pulmonar.
llelencao de ounn.i
Rheumalismo.
Symplomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo 'mal.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimcn?
to geral de Londres r>l 2U. Strand,- c M
loja de todos os boticarios, droguistas c ou-
iras pessoas cncarregadas de sua venda era
toda a America do bul, Havana ellesphnha.
Vendem-se as bocetinhas a800rs. Cada
nma dellas conten uma instruc^o em por-
luguez para explicar o modo de se usar de-
tas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, ra
Pernambu
l.iJI.I,
Companhia de seyum ewi
ira a mortalidaile dos es-
cravos, estubtectda ao
RIO DE JANEIRO
CAPITAL-2.00.0=000.000.
Agencia (ilial cm Pernamliuco, i ua do
Crespo n. I "i.
I Os socu'os s,1o realisados no e-criptuno da rusa
| panhia ou momo fiira, sub pioposlas dos propri. I-
i rios dos escravos, lodos os dia< nleis. as |rliei| .
; cues de fallecimenlos as pifilss, podem ser rr
i metlidas a companhia todos os das, at as timo I.,
j ras da larde..
As cnndicoes imprems pdenlo ser procurada no
escriplorio da companhis.
Dar-se-ha consullas gratis aos r 19 para 10 horas da manhaa, no escriplorio da cooi-
pauliia.
Cha.
.Na praca da Independencia n. 33 ha un ilepnsilo
de cha verde, prelo e do Kio de Janeiro o melhor
que ha no mercado, o proco lio rasuavel conforme a
poic,o, o comprador nao eixarn de apreciar a boa
chaiena.
Precisa-se de urna ama secca pura cIM de la-
iiiiii i : iij rua da Praln u. i'J.
lompankia Xorthern. PI.VSoIoga (las
yHTAL, X 1,260,000Ettabeiecida I
paixoes.
_rjrlsnte produec.io l.ilerai
"latlu. l'l'cmio |8 Mello Moraes Jo Km de Jam iro, l.en
Huno.Afeles, C. J. i 8l*w 'lo IrapaH* Kraatl, e o |U
" ; cnl.ide brasileiro, CO*l donados poro
fin 1836.
i'lli'clnar
Para euectoar seguros (obre
dades, mercadorias, moliilia e <
quasi toda a qualidade.
at I|2 0(0 ao
Asiles & C
m'
TTT
T

isla jioporlsnte producto lUlataM ** Sr. Dr.
m como a eor*
lucador di ro..
por o metino autor *
cha-se vrnds m roa do Oueimado n. .'T.
-


MELHOR EXEMPLAR ENCONTR
'V




DIARIO DE PERN'AMJU'CO. SABBADO 3 DE J.WKIKO DE 1857.
o
t;
ll.j
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: *\
; *.*?,.?, ,r. ... .. -r* "''.."^. ^
<&' t "H&&; f5 O > .:-...-...-.. -. -'.< tf
DETONA PI4.10L /I
Paulo J^noax, de \olla p Hl moraD iro amlar, onde podtjier pleura- .
ialquer hora. / tift
.-- -. .. .- Tfc -S"; .-> jf. ,t> -, ---. **
:i.-v..-^^viv..--...--.^?5vy5;v-^-.i.
' Ao abaUo assignario fugiu ib&de 8 lo Mrenle
o prelo Antonio, do geniio. all<^gecco, ps apalhe-
tados, urna cicatriz *tn cima dffolhr ; a pessua que
o apprehender leve-o ao Srynajor l.uit Jos l'erei- l,
ra SimSes, oa roa do l.ivyfmonio n. -2'i, ou o mtsyf
no abano a-signado, D
sara' geuerosamenle.
Anlonio^T'ereira llanoso de Morad
& CONSULTORIO CENTRAL jV-
MEOPATIIICO. ;
Kua de Santo Amaro (Mu.do-No- Q
;.'; vo) u. (i. Q
& O l)r. Aafcino Olegario /.iJyero l'inho, tj
Ij rte volla de ma viageni an Aio de Janeiro, ..'.
W conlinaa a dar consultas tojos oa diat otis, w
f| das 8 hojas da manira. a< 2 da larde.
.i Os pobrea sao medicados gratuitamente. Jj
- Precisa-, de um ama que tartaua e lave con,, tOBfamiHV..UMMUl' JOfjSCSHJS
u roa
arelo, para uns caa iie penca familia
ra da Cadeia n. %, Ierceiro andar.
% pak/4'.onskuy.\<;ao dos ?.;.
DENTES.
Vwi'le-so pos e acia denlrilices
[V, Naja Mi em casa do dentista frenen
w 1'/'' tiaisn""". '*'
..* v -.....-.....
Compalibia vigilante.
Al o dia 13 de Janeiro prximo Coluro devem os
aenanga, que recumpev- senhores accionistas realisar una prestaran de de/,
por ceuto sobre o capilar sobscriplo : no escriplorio
da cumpanhia, ra do Trapiche Novo u. 8.
AO PIBLICO.
ESTRADA DE FERRO
do liicife San-Francisco
((Tercena chamada.)
Os directores da compaohia da estrada de Ierro do
llecife a S. I ranejaco, lein leito aJUrceira chamada
de -1 libras esterlina, oo ris 179777 sobre cada ac-
oso na dita companliia, a qual deve ser pa?a alo o
di 8 de Janeiro de 18.Y7, na Baha, em casa dos
Srs. S. Davenporl Srs. Maua Me. (iregor & ('.., e em l'ernambiico, no
escriplorio da companhia. O accionista que nao
Balitar e pagamento dentro do termo ludicado, po-
dera" perder lodo direito a.-, actes sobre as qnae* o
lito pagamento liiio se liver ellerluadn, e em lodo
caso lera' de pasar juro na razflo de S por cenlo ao
auno, e de nao reerber joros ou dividendo da com-
panbia, pelo lempo quedecorrer entre o dia indi-
cado para o pagamento e a sua rcahsacAo. N'enbum
aulo de transferencia pode ser resislrado depoi do
da 8 do crreme, antes do pagamento da chamada.
I'ui orden) dus directores,
S. P. I'trtker,
Theoureiro.
Recile :t de dezembrn de 1R3li.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Eslabelecirla ero Londres, em marco de l*-l\.
Capital cinco milhoes Je libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar os Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que esli plenamente au-
iorisados pela dita companhia para eflecluar segu-
ros sobre aditicios da lijlo e pedra, cobertos de
ii'lha e igualmente sobre os objectos que contiverem
os roesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
2 3. JANE, DESTISTE,
% continua a residir na ra Nova a. 19, prime i-
# ro andar. m
* a
Nesta typographia precisa-se fallar
ao Sr. Bento A. K. Tupinamba', (|uemo-
t ou ou teve foja no pateo do Carino.
Na ra larga do Hosario, exqnlM do boceo do
eixe-Frilo, no seguudo andar do sobrado o. ;,
'" j/inha-se para fra curo lodo asseio, perTei^ao e
proioptidao e lambem se engumma : ludo por preco
ni.ii- coiiiiiiii in do que em oujra qualquer parle.
Aliig.i-se aloja da casa da ra da Aurora n. ,'>':
onde fui ollicina do tallecido marcineiro Henrique s
quem pretender diri|a-se ao Sr. Jo3o l'inlo de l.emo,
Jnior, no seu escriplorio, ou casa de sua morada,
na i o i da Aurora.
Al*iga-se a antisa casa de vender plvora, na
eidade de Ulinda. coro boin sitio, baua para capim,
e boa casa de vivetida ao pe : quero pretender dita
can dinja-se a ra do Vigano u:il.
Precisa-se de um boni criado e peca-se bem
ai;radando o servico e comporlamento : a tratar no
campo do Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
bargador Mendes da Ciinba.
Joao KrocliadoSoarcs (iuimaiaesde-
clara que de ora em dianle se ussijjnara'
Joao Baptista Soares Guimar&et.
Companhia
de navega cao a vapor Lu-
Brasileira. .
O abaixo assigoado, por ordein da commissao per-
manente da companhia, no llio de Janeiro, participa
aos senhores accionista desla, qje no dia \> do cor-
rente dezembro em assembla serat os senhores ac-
ciooiatas dalli, presididos pelo lllin. Sr. Ur.'Adolpho
M. V. da Custa, depoi de longo dbale em que un-
nimemente manifestaran! a opiniao de que a compa-
nhia conlinue, decidirn) e approvaram.
I." Que os accionistas possuidores das antigs ac-
(Oet entrem coin :0>OiKl feries por cada una, para
pagamento da divida fcita pela dirccc;lo do l'.irtu.
2.-' (Jue esta entrada sera dividida em tres partes
iguaes, devendo as chamadas de cada urna deslis
parle ter lu- ir coin intervallo de 'M) dias, sendo a
primeiro eita j, e a ultima so se tur precisa.
3. 'As chamadas das novas acees serao feitas na
couferindade do que ja toi vencido ; e o dinhero
proveniente destas enlradnssosera' applicndo com-
pra de um ierceiro vapor, e costeamento das primei-
ras visgeus dos novus vapoTM se crescer da primeira
opera^o.
M Em quaulo nao be possivcl proceder a cleicao
das pessoas que bao de dirigir a companhia, lica* a
commissao pirmanente auturisada para nomear urna
pesco* de suu riiniiaiir.i, que em Portugal sirva de
seu procurador, e represente inletioameule os inte-
resses da companhia em luda a sua plenilude, de-
terminando-se-ihe o honorario que deve perceber.
A menina commiisAo publicou o seguiute :
A commiifAo permanente, em virtude da decisao
da assemblca reunida em IJ do cnelile, convida
os seuhores accionistas anlisua a fazei-em urna entra-
da de 10 | oo -2(13 por accao ale o di? te de Janeiro
prximo, para pagamento da divida ronlrabiJa lio
Porlo ; lia ra Direita u. 'J'J.
(. muda inais os senhores accionistas novo, c qae
|.i li/.eram a pnmcir.i entrada, a realisarem a segun-
da de -JO5UO por cada aecoale a mesma poca e no
logar indicado, para a compra (Je um Ierceiro vapor.
I'ii 1 de Janeiro 1!t de dezembrn de I83U.Assig-
uadol)r. A. M. Victorino dnosla.
Assim silo convidados os senhores accionistas de
l'eniambuco a realisarem al 13 de Janeiro futuro
una eulrada de 2o# moeda bnsileira) por accao, ua
ra do Trapiche n. -26.
l'eruambuco SI de dezembro de 1836.O agente
.Manuel t. Kodrigoes.
Os de ved ores de Jo-c Dias Sim6c,Cruz A; Bas-
tos e Cruz ct (Jomes lenham a bondade de mandar
pagar os seus dcoitos aos aballo assignados, por se-
ren elle os donos dos referidos dbitos, os mesmos
abaixo assignados desejando ultimar esta cobranza
ua inelbor armona espeiam que lite satisfazlo suas
contas independentes da publu- lean de leus lime
e melos judiciaes que se verle na necessidade de em-
preor na fallado referido pacamento.Jos Alves
daSilva Uuimarfles, ra doCabuga'11. I II, fran-
cisco Jos Alves Gaimariw, ra do Queimado n. 33.
Precisa-so fallar ao Sr. Jos Antonio da
Muilia, nesta (ypograpliia.
DAGUERREOTYPG,
/Svsteina norte-americano.
ATERRO UA HO A-VISTA N. ,
terccifO andar.
Nesta casa rontnua-se a tirar retratos com luda a
per(ei(fo e pelo novo syslema norte-americano.
Bsiele sempre un complelo e variado eorliinenla de
caitinbds, quadros e jolea de 011ro pera a collocaeflo
dus lelralos. Indos os das das 8 hora da manilla
as da larde esla' a cllicina e galera a dltponclo
do publico.
DePOSITO
(lo superior rap (Ja fabri-
ca de Gantois &(., Baha, na ra de Apollo
n. 23
llomiiigos Alves Alalhens. asente do deposito de
rap da fabrica de liantois avisa aos seus l'reguezeti, que acaba de receber nova
partida do mr-niu rape,o qnal.para que seja mais co-
nhecdo e se nao potsa confundir coin os de oulras
fabricas, de boje eiu dianleis se vender' embrulha-
do em papel verde com rtulos amarellos.
BILHETES DA LOTERA DO
RIO DE JANEIRO.
Jos Euzebio Alves da Silva tem ex-
posto a' venda, na praca da Independen-
cia loja n. Ti, os novos hillietes da lote-
ra 24" do tlieatiode Nictlierohy : as lis-
tas vem pelo vapor I.MPEItADOIt. <|ue
devera aqu cheear at3 de Janeiro de
1857, restam poucos bilhetes e meios:
a" elles antes t|tie chegue o vapor.
Anda contina a trabalhar todos os dia uleis
desla Mnuna a macliin de descaroc;ar algodao. que
se acba montada ein Ulinda.
Kua do Collegin o Sr. C.ypriano l.uiz da Pan,
aterro da lloa-Vsta o Sr. Joao da l.oz ferreira, na
padaria do Sr. Beiriz, dirao quem da quanlias de
1003, 3005 e 600f000 com hj polheca en. casas ter-
reas.
I)a-sc duheirn a juros com penhores de ouro
ou prala em pequeas e grandes quanlias : na ra
da Cruz n. 33. stguudo andar, na ua mesma 11. .'l,
loja.
I)a-se dinhero a juros em ptquenas e grandes
quanlias, lano sobre hvpulbera ou com penhores de
oo.ro ou prala : na ra da Cruz 11. 33, seguudo an-
dar.
^ Os abaixo assignados previnem ao respeilavel
publico, que ninguein faca negocio de qualidade al-
guna com os bens deixados pe* fallecida D. The-
reza Alaria de Jess Kraga, moradora que foi na vil-
la de Cenara', aonde falleceu, licando a dever aos
abaixo asignados a quanlia de 1^339610, s-
mente principal, a' fra os juros e cusas que se lize-
rem coin a quesillo que os mesmos abaixo assignados
esle pruiuovendo contra os herd'iros daqoella fal-
lecida, pelo juizu municipal e orphos da villa de
Caroaru', onde se proceden o inventario do referi-
dos beos ; poi que os abaixo assiguadospelo preseu-
le prolcstam ir sobre elle no poder de quem os li-
ver como Ihe permille a le para seu pagamento,
Vista como mo podem os mencionado herdeiros dis-
por delle devidamente, sem que leuhain primeiro
pago as dividas da fallecida. E para qoe ningueni
lepis c chame a-ignorancia se mandn publicar o
prsenle. Recite 30 de dezembro de 1830.
Kodrigues ,\ Lima.
Precisa-se Je tuna ama de leite, (pie
o tenlia hom, e seja sadia, paga-M bem :
na ra do Apollo n. 22.
Lotera do llio
de Janeiro.
Na praca da Independencia n. VO, j
acham-se a' venda os novos bilhetes da I
lotera 2- do llieatro de SantaThereza,
tjue devia correr a 2f do presente: as
listas esperamos polo vapor IA1PEBA-
UOK, se lbr transferida sua saluda para
odia 27 em diante, ('orno suppoinos; e
logo que estejamos de posse das mesmas
listas, na mesma loja cima serao pagos
os premios, de conforroidade com os nos-
sos annuncios.
Ni ra do llrum do Kecifejn. |precisa-se de
urna ama parda ou prela para fazer o servico de
portas a dentro, como seja lavar roupas de meninos,
engommar, ele, menos cozinbar que seuio precisa :
a quem convier pode (aliar 110 armazem da mesma
casa ou no Ierceiro andar, agradando a pestoa pa-
ga-se bern.
Na ra do llrum, armazem de l.uir Josde S
Araujo ha para vender ebegado ullimarneiile do
Porto, arcos de pao para pipa, barrica e vimes, que
ludo se vende em cotila para lechar coutas.
armazni de fa/.endas baratas, ra do ?^
Collegio n. 2,
I vende-se um roinpleio soriimenio de fa- ^
. zendas fin e ;rosas, por mais barato *
g presos do 'que em outra qualquer parte, *3t
lamo em porr6es coiuu a retallio, afilan- M
'3 cando-se ios compradores um s preco *
jj| para todos: este esiabelecment abfio-se ~
i* de combinar;ao com a maior parle das ca- ^
jjj sas commBrciaes ioglazas, francezas, alie '>g
jsg mas e suissas, para vender fazendas mais <
3fi em conta do que se tem vendido, e por isto |k
|| oflerecem elle maiores vantagens do que j^
M outro qulquer; o proprietario desie im- M
3 portante esiabelocimenlo convida lodos ||
S os seus patricios, e ao publico em gcral,
i para que venham (a bem dos seus inte-
j* resses) comprar fa/.endas baraias: 110 ar-
^ mazem da rna do Collegio n. 2, deAn-
; ionio Lutz dos Saniosa Rolim.
Escovas le o!;>.s .s (}u;li=-:Luvas de var.-isqu: ii'latli s
dadea
Vendem-se ricas cscovas inglezas para
roopn, o melhor ipte pode haver e de nova
itivotico 3>, ditas francezas mu lo bnasi
a 18, 18500 c -O11O, dita* para trbelo ingle-
zas e francezas a iO(ineo;> ditns para fien I
les inglezas e franaezas a 400,500 e 600 rs.,|
ditas para utilias dit^ dita a 2*0, 500 e i?, e]
oiiirssqualisjfides mais baratas, que tudose
vende na ra do Queimadona bnm conheci-
da luja d.: iniude/.as da boa fama n. 33.
I cijo uiiilaliiiho
Vende-se na roa da Cruz u. :i'i, fei|ilo mulaliuho
por preco roininudo.
Na loja da boa le
Vendem-se vela <1e carnauba pura a I.', a ano-, Lf UJffl'SE CiPACHS
Vendem-se 1 icas luvas de seda do todas as "a rua du yueunado n. 69, loja de ferragens. pnudos, comprtdos e re()ndos a 700 e M|
res, cobordadas e com bolotas a 2* o para PUTlCCi V PL\ ^IVtCVI 'rs na rua 0 Uueimado oja da boa fama
ditas sem ser bordadas brancas e atnarellas IU1AUIJ& U uAi< liltllJuJBie n 33.
para lioinens e sen horas a 1?, 19200 e 18500, i\o amigo ej bem conhecido dopo.-.iio da rua da
lilas de lio da Escocia brancas e de cores .Cadeia do l'.ecife, escriplorio n. 12, ha para ven
para humeas e senhoras a 300, 00, 500 e der lnuil0 superior polassJ da Russia> dita do Rio Vendem-ae ricas charutiras bordada e
000, ditas brancas o de cores, de (algodao de Janero g fl| y fc Lisbos ,f d rf.lroz se.viudo lambem derlcira a 4/, d,-
prupnas para mmilaria a 240 e 320 e otilr.is: j s bonlida muii<,luia < o n
,,..H,i t ,...,; .,., ,...,io n. rna ,ln PreM multo favoraveis, com os quaes hcarao!tJS se"> *er nora.i.ias niuitonoas a ai e .t,
quaidades mais que se vende na ruado 'Co_nra(lor|1,,alisr carleinni.as muila ricas 2. ditas prnpn-s
I Queimado na bem conhectda leja Ue miude-1os compradores satisfetios. |ii;ra v|)},cm a ^^ g^J^ fnJetj,
VINIK) DO POKT GE5U1N0. | dinhero a 1/500 e2, IrandiiM para relo-
AOS AliSTES 1)0 lt(H EIALUT.
zas da boa lama 11, 33.
Comprad.
vende-se muilo batato : panno lino azul
a3 o covado, diti dito prelo superior a
3;500, canlao prett. muilo lino a 960 rs., lu-
vas de seda com ricas bolotas a 19280 o par,
ditas dita bordadas a 2-, ditas dita para me-
ninas a 1$280, dilas de lio"dc Escocia para
meninos a 320 rs., ditas dito dito para li-
me m a 400 rs., meias pretas de seda para se-
r.oropr*-se urna canoa aberta, que leve 1,000 I nhora a 2-, ditas .litis de laia pata padre a
lijlo de alvenana : no paleo do Carino n. 1. | |#600, ditas ditas de algodao para senborn
i.aui|i a- papel de Diario efleclivamenle a a *"" rs- ditas brancas dilo dita a 240 e, -yn
392OO a arroba ; na rua larga do Kosaro n. 15 e 17.1 rs., ditas ditas dito para meninos a 240 rs.,
___r.nmiui_.. nonum. ...._ 1 1 chales de merino com ricas palmas borda-
paia um., encommenda 1 das a matiz a 5*500, ditos dito com lislras de
tic idade: seda a (/, ditos dito liso com ricas franjas
"i moiei|uosdc Ha IS anuos
na rna do Collegio n. 21, prin:eiio an
dar, das 1U horas as ."1 da tarde.
l.ompra-se urna nesra moca com habilidades
com lilho 011 sem elle ; na rua do Sebo 11. i:.
Compram-se peridico a 39200 a arroba : ni
lBr:o do Carne, quina da rua de Dorias n. 2.
\ciide-sc urna loja de fazendas em
boa rua, a dinhero 011 a pra/.o : a tratar
na rua da Cadcia do llccilc n. .".
Veadea-m lisos de comadre a 1 SO r. a libra,
queijo do mai novo chegados no mercado a
19800 : na taberna da rua de Hurlas n. i.
Cimento branco.
Para quem stiver Vende-so na rua do Queimado, na bem co-
tilleada luja de miuiiezs da boa lama n. 33,
voltas preas linas e ordinarias, ricos alline-
les, ricas pulceiras, e ricas rozetas, tudo do
melhor gusto que se pode encontrar e por
proco que nao dexara de agradar aos se-
nhores compradores.
Vende-sc
ou permuta-s por predios nesta eidade
ou seus suburbios, o sitio dos Coqueiros,
na piaia do Kio-Docc, ao norte de < (linda,
denominadoCASA CAIADA,com boa
casa de pedra c cal, reedificada toda de
novo, com duas salas, quatro quartos e
co/.inlia fra, tem mais dequatrocentos e
cincoenta pes de cot|ueiros vellios e gran-
de numero de novos c mais alrtumas Irtic-
Vcnde-se ptimo viulio do l'orto em iiarris de Igios. prelos de relroz a 160, aliadorrs para
quailoe oilavo, por prego razoavel: na rua da Ca- navalbas mui'.o finos t pedas inirlf/a-de
Saja do Recile a. 13, escriplorio de Hallar & Ol- aliar tiavalhas a 11 e lS>iJO,-icas lieii|rsl<
vi"' ,. pelo barato preco de 1? e 1>5(M, peales rom
*3clO milltO JindOS para OH-;e*covespelho para u^sas 00 rs.eslo-
1 jos para barba a a,- MMt, fiyilas dourailas
llliOS paracalcase colleles a 120 r?castoes para
Vendem-se nioito bonitos botos para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n. 33.
VENDE-SE
liia\a de patente, prova d'ajjua, para
arreos de carro.
Vinlio do Kliciio de quaiidades espe-
ciaosJoliannisbci rr e tlarcobrunnei
No armazem deC. J. Astley&C.
XAROPK
DO
iOSQUE
de seda a 59500, ditos dito dito com franjas .
de lila 4*500, (ditos de laa de muito bonitos te,ra*> capoeira donde se pode tirar leuda
padrfles a i?, ditos de algodn dito dito a I para qufeimar e fazer cercados, boas bai-
800 rs, ditos de tarlatana a 1-, lencos de vas pata plantar, tem pasto paia susten- W&^ 99\J llJ JP
^"f^if,'^ rn''"8 b'C0S ,de linh0 V200 til'- ""fe vaccas de leite lodo anno, tem ^C
ditos de Olla propnos para homcm s 240 rs ,, _:_!,-__, Krnrae .. ^01 tran.fertdo deposito desle jarope para a bo
cambalas Irancezas de cores muilo finas a frente mais de qiiinhcnlas brarjas, e lle, d, Jo^ da Cruf g^,oi< Mw fc -.,.
de liindo conlorme^is escripturas, dii/.cn-1 garrafal 59500, e neiaa 39000, sendo falso lod
tas bracas, passando por dentro, em (iua-iia.uelle 1ue "o for vendido ueste dcposilo.pel
si toda a largurd, um riacho que desagua h""' *
em^Doce;temmaisaposseJe,,,,a-n||ORT\^E PARA 0 P11LIC0.
tro bous curraos sobre ped as o murados :' ... ,
rara rurade phlvsica em ton onsseusdifieren
PAPA A? ^FJHSiQ lP BftTP;('"cin- Pretender entenda-se com o sen ;lesgrios, quermolitada por constipan.es, toase
l xtilltl ao oluluUIUku Uli DU 1111 proprietario J.J. Tasso Jnior, que tatm I aatiama, pleariz. escarroa dosauaiae, dt deco
bem o arrendara' por um determinado l!,S?!ll2i.pf 'P"?80 eoraeio.eoqBeJaeBe
" bronclule, dorna .-ai-anla. e lodas asmle.lia
bengalas a 80 rs., caixinhas para guardar
phosphoros a io rs escovuhas para liiu-
par pentes a 240 rs., cnicuut muit< bous
para cavalloa800 rs espor sinas de ac ,
1/, grvalas de seda muito t oaa t-vatajtaU.
dores de cornalina para casart a 300 rs., san-
eis inclezes para barba a 50, 600 ewoo a
camisas de meia muito lun" a IfM. ricas
abotoaduras para collete a .00 e b0 rs., di-
tas para palitos a 500 c 600 ra, estoios de na-
valhas finas paia barba a 2 caias linissi
mas para rape a 2r500 c A~, dr.as redondas de
tartaruga finas a 6, e oulrat multas cousa>
que se vendem por barato prco : na rua do
Uiieimado na lemeonhecida pja da boa ta-
ma 11. 33.
Ocultis
480 rs., peitos para camisas a 400 rs., ditos
de linho muilo linos a 1-280 ; alcm disto um
completo sortimento de fazendas que se
vendem por menos que em oulra fiarte: na
ruado Queimado n. 22, na hem conhecida
loja da boa le delronte da da boa lama.
GOSTO.
Vendem-se caixinhas ricamente cnfeila-
das proprias para presentes a 2>, :i: c 4, ca-
nelas ricas proprias pata senhoras a 500 rs-,
ni___1___ carteirinbas muilo lindas para senhoras a
lltchefado o escellentecementobran-,800 r>.. tesouras para costura, Gnissimas a
o ja bem conhecido e e\perimenlado,
Imito <;m barricas como as tinas: no ar-
mazem do tabeas de pinito de Joaquim
Lopes de Ahneida, na praia de San Fran-
cisco, juntp a ponte nova.
Vendeise urna nesra de 1( annos, crioula. qu*
roie, lava, ei --n.in.i(> cozinha o diario de orna casa:
na rua da l'raia n. 53, sesundo andar.
Vcnde-je urna vacca de leile, a qoal he muilo
nova, bastante mansa, .laudo tre arrala meia de
Me, pandado 15 lias, sendo lilha do pasto: as
Karreiras n. R, olara.
Vendeise nm apparelho de porcellaoa dourada
para cha e um meio dilo para janlar, ludo com pon-
en uso por (1 ler servido urna so vez : na rua do
Padre tloriaba n. 21, segundo andar.
Ve'iide-se hoje de larde e amanilla, dominen,
superior croa de vitela, nos acougues da rua da
i.adea defroule da casa da Kelaco,
do Kosaro n. 5.
Vendem-se no caes do llamos n. saccas com
milbo chetadns de Mamangnape, pelo prero u.ai
liaralo que poder ser.
Precisa-se fallar com o Sr. MisOel Cerqueira
l.una, para se Ule entregar urna caria vinda do Ido
de Janeiro : na rua do ijueimado n. 24.
Precisa se alujar am sobrado de um andar que
teoba enmmodo para grande familia, ou urna casa
terrea : a tratar em Ulinda, mosleiro de S. lenlo,
coin o lllm. Sr. Iir. ISuuo, ou na rua da Palma, so-
brado da ei>quina, com porta para o l'ocinho.
Na noite do dia 00 de de/.embro fu
giodo enjrenho Fi-agozo, termo de Olin-
da, o mulato Marcollino, de idade 2 pa-
ra -27) anuos, alto, secco, tem o corpo
um pouco inclinado para diante, pes lar-
gos : quem o apprehender leve-o a seu
senhor o Di'. .Manoel Joarpum Carneiro
da Cimba, no-engenbo Fragoso, que se-
ra generosamente recompensado.
Precisa-se de urna ama para o servico de ama
casa de pouca familia : na rua Velha n. 11.
Precsa-se de umt ama que tenha bastaule lei-
le, anda mesmo sendo escrava : no paleo de S. Pe-
dro n. 22.
Na retinaran da rua da (doria n. 11 i, precisa-
se de um Irabalhailor, assim como precisa-se alugar
um cscravo de idade para servico livre.
Vondem-sc sellins com perienccs,
patente ingle?,e da melhor qualida-
de que lem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson ilowie
"& C, rua do Trapiche n. -12.
-A loja da boa
tama
Ven< e muito barato :
Libras dellinhas n. 100 e 120 de boa qua-
lidade a 2?, ditas de I i abas do cores a IMlOo,
peeas de lita tavrada larga le seda a 28500,
duzia de pentes abarlos para segurar cabel-
lo a 21200, trozas de botos de louca piula-
dos a 240, meias brancas e cruas para homom
a KO,suspensorios para homem e menino a
40 rs., cartelras para algibeira a 600 rs., pe-
toes finos para caigas a 280 rs., grozas de
botos de madrcperola a 60o rs., braceletes
encarnados para senhora a 200, coilas com
linlias de marcar a 281' rs., pegas de bico es-
treito com 10 varas a 560 rs., duzias de te-
souras para costuras a I/, dilas maiores mui-
to boas a 1*200, e oulras muilissimas cousas
que se vendem muito barato na rua do Quei-
mado na bem conhecida loja da boa fama
n. 33.
AO PUBLICO.
\ende-se nina boa escrava crioula, lava mu bem,
cozinha igualmente, e engmala roupa de senhora :
quem pretender dirtja-ee a rua da Penha n. i), pri-
meirc audar, que achara' com quem tratar.
Vendemi-se vitellas sordas : na eneruzilhada
de llellein, na'taberna do Andi se dir'.
1#, ditas ditas para unhas a 500, 19 e 1/500,
ricas franjas para corlnadosa 4/a pega, leu-
cinhos de relroz de lodas as cores a 800 rs.,
ricas caixinhas para guardar joias a 800 r_s.,
camisas de meia para criancas a 500 rs., ri-
cos botoes para roupa de criancas a 1> a du-
zia, sapatinhos hoidados para as mesmas a
15200 e 1/500, ditos de laa mais ordinarios
a 320 e 40o rs., agulheiros com agulhas sor-
tidas a 100 e 240 rs. cartoes de colxeles
francezes 24 pares a 100 rs. carteirinbas
cora agulhas soilidas a 320 rs., caixinhas
com agulhas francezas a 160 rs., miadaai da
linha para bordar a 100 c 160 rs., carrilei-
de linha de 200 jardas bom autor a 80 rs., di-
tas de 100 jardas autor Alexandre a 40 rs.,
maciiihos de grampas muito boas a 60 rs ,
| liancinhas de lila de casacoes a 80 rs. a pe-
e na rua larga r;a, caixinhas com grampas muito boas a 160
' rs., miadinhas de linhas d peso linas a 120
rs., buhados abertos de linho a 100 e 120 rs.
a vara, dilo bordado de lindos padrocs a 200
rs. a vara, bancas de seda de todas as cores
e larguras e outras muitissimas cousa, que
ludo se vende barato, na rua do (jueimadt
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Na
dosorgjoi ptilmouarus.
A
numero de annos com COudices favora-
veis ao arrendatario, se ja nao apparecer
comprador.
'So escriplorio de bomiosos Alves Malbeos, na
rua de Apollo 11. 2:1, ha pata vender por mdico
preco 0 sei;uinle : muito superior vinho do l'orto
em hams, ricos eOleganfea pianos, panno de linho
do l'orto, bicos e rendas da Ierra, loalbas de linho
para rosto, superior cha' nacional.
Vcnde-se o grande armazem alfandegado do
largo da Assemblca n. 20 fForle do Mallos muilo
proprio para qualquer eslabelecimenlo, oa moSBIO
para recolher lioneros como e^laserviiidoactualmeu-
le, por e*lar enllocado defroule do liapiche do al-
godao': a tratar ua ruado Trapiche 11. II, primeiro
aadar.
Vendem-se pclli'sde eahra de toda qualidade,
por preco commodu rua da Cruz. ti. 31, primeiro
audar. ,
Antonio Joscde Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a ljjOOOo bar-
ril : as Des&oas iiut; (iiii/.erciii dito (rene-
ro,apparecam em o sen escnptorio, na' '.i.v.^v.'r'si.-v., ruado Vjgario n. 31, para veras amos-
tras.
PA1U EISl
e lunetas de n*das
as qualidad
Vcndem-sesuperiorcs ocultocom arma.:.
de tartaruga de lodas as gradiaccs a 35IMMI
dilas muito bons com armares dourajas a
1200, ditos ditos coin arm.foes prateada,
1-, ditos ditos comarmacodcacoa 8tMle'
1, lunetas com armacao defOrtaruga 1-,
UUas redondas e quadradas pe balda a joo
rs., ditas de dous vid ros arrSscSo de I a na
a i?600, e outros oculos maiaV]ue se vendem
por preco barato na loja da Wa fama na rua
uo Queimado n. 33. j
Vendem-se dous pianos foses de Jacaranda
construrco vertical ecom lodos o melboramenm
mais modernos, tendo vindo no ultimo aavio re

'
Hamburgo: na rua da Cad
oa 'rmazem a. 8.
NA FUND1CAO DE FRRHO 1)0 ENCE-
NIIEIKO DAVID W-BOWMAN. HA
KUA DO BRCM,PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimenlo dos segu ules ob
jectos ileuiechanisuiosproprios paraen^eiilios.asa-
. her : inocndas e meias moendas da mais moderna
LeonstraccAo ; laixas de ferro fundido e balido,do (1116 .*t'. pO(l6
superior qualidade e de lodosos tamaitos : roda dentadas para auua on aumaes, de todas as propor-1 nnl?".5?- .'5.5?. boi. fama na rua do
, tfles; crvos e huecas de forualha e icui-i ro de bo-
eiro. agiiillirs,bron/es,parafusns ecavilli6es,moi-
nhos de mandioca,etc. ele
, LEQDES ri*S.
Vendem-se leques muilo'finos com ras
pinturas, cspelho c plumas 1 -21, 3.-500 e hf ;
na rua do Oueimado loja ide miudezas da
boa lama n. 33. |
Kicas fitas final^ e moders
las dos nicilicircs gusto
t(ic:outrar
NA MESMA FUNDICA'O.
i' e \ ri-ii l.irot odas a-o nroniino n las com a superio-
rdadejaconhecida ecom a devidapreslezaeconi-
modidadeem pre^o.
FARIJVHA
loja da boa le vende-se muito barato,
tanto as pessoas da praca como aos I'te-
guezes do mato.
Vendc-e em rasa de Saunders lirolhers V.. ua
(iraca do Corpo Santo n. II, a muilo luperiov e bem
conhecida familia de Trieste, da Biarceprimeira
ii-j.~i-~ ~\ ,-. .. qoalidodielieflada em '.' do crrente na escuna
Madapolao 11. 6 a 44 a peca, ditont;e lino ,|.r,i.
t^i:t\n .1:.., ,i:,n ^ ...,. _if_- jt__!_J__: <">i".
i
A ttenco!

-, em porces grambes e pequeas, conforme a
a d;b00, dilo dilo a 3/300, algojao/.lliho liso | vontade do comprador*^
I cnco-pado de 20 jardas a 2/880 a peca, dilo i
dilo idem idem a 2?720, dito dito dem idem 1
a 2?240, algodao de listras a 100 rs. o cova-
do, Chitas linas para coherta a 00 rs., brin-
zinho de linho de rjJiadr-inhos a 200 is.,lirjin
branco trancado dito ,1 1/440 rs. a vara,
dilo pardo liso da puro linho para palitos a
610 rs., dilo de cor 'laucado dito Jilo e de
bonilos padrOes a 800 rs fil de linho liso
muilo lino a 880 rs. a vara, dilo dito borda-
do dito 1111280, cambraia lisa lina a 480 rs.,
dita dita de salpicos muito lina a 800 rs.,
dita adamascada com tuna vara de largura
para cortinados, era peca de 20 varas a "-;,
cas de fita de linho a 40 rs., grozas de bo- Wmisaadefiscado muilo bem feitas a 1^500,
cortes de cambraia muilo lina de muito boc
nilos padrocs com 7 varas a 2?, palitos ds
brim pardo de puro linho a 3920, dito-
pretos muilo bem I'eitos a 43, ganga ama-
relia francoza muilo lina a 320 rs. o covado,
corles de fusto para collcle a 6"0 rs., ditos
ditos finos a 1?, ditos de gorguro de seda a
SaSOO, assim como outras mu i tas fazendas
que se vendem por menos que. em outra
parte: na rua do Queimado n. 22, loja da
boa le, defronlc da da boa fama.
Vetuie-se um
em regula*
a rua do Brum
\ ende-se o ngcidio Sicupeminha, em Ifori-
beca, perlenoeole aos berdeiro do finado capilao
Francisco Aufainio de ba Barrlo : OS preleudentes
fallem com I!. .1. II. de Almeida.
Veuden-U gigoa de garrafas vatis)
lleurv CibaonL rua da Cadeia do Hecire 11. 52.
Vndese a taberna sila na rua das Pernam-
bucanas esquina para a das Crioula, hem surtida e
bastante afregpezada para a Ierra: Os pretendeutes
nesina ou a praca da Independencia
chro- 8
O
a no me tro
8 do
gj 11. i t, primeiro audar.
Ne rua da Cadeia, defroule da Kelacao, taber-
na n. 28, ba das mellinres bichas hamburiuezas pa-
e em porjoes, e tamben! se
ilinj ira-.e
n. lo.
Vcnde-s
libra, presunt
a KM rs. : na
ra vender
aluna 111.
I C l.t" Il.i
hlalas a 2>2t0 a arroba e 80 rs. a i
> a nlil, liaos comadre a 210. gonima
taberna da rua de Ilorlas n. i.
PROVINCIA-
^7ende-se
urna escra' a ptima co/.inheira, lava pe
teitamerjte compra e vende na rua:
quema prciender dinja-se a esta typo-
graphia ((
le se dir' quetn a vende.
TAIXAS PAISA ENT.EXHO.
fia fundico de ferro de O. W. Bowmann ua
rua daBrdm, passando o chafariz,1 coaniu ha-
ver um completo sonimertode laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por epreco commodo o com
promptido: embarcara-s oucarregaa-se am car-
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de llenr. Brunn iV Companhia. na
rua duiin.
>a ruado Trapiche u. II, escriploriode ata"
noel Alves liuerra, vende-se por commodo pre.;o e
egoiote:superior vinho do Porlo em barra do
oilavo,chapeos de fctt.o, e sabaoamarello fabricado
no llio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santo n. 11 ,ha para vender o seguale a
Ferro inglez.
Pxh da Suecia.
Alcalrao de carvao,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao I izo para saccas.
Dilo entrancado igual ao da Baha.
E um completosortimento de fzenda proprio
para este mercado tudo por pre^o commodo.
Cal de Lisboa e potassas
Na cita do Trapiche arma/.ens ns. De,.
II, vende-se superior potassa da Kussia
eamericana,,cal viigcm de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
AGENCIA
Da fundico Low-.Moor, ru daSenzala-Ro-
va n. 42.
NeMeestabelecimenlcconlinaahaver nmcom-
pleto sortimento de moendas e aaeias moendas
para 011 ,; nlio, machinas de vapor e taixas da
110 IlliillO ll;l- ferro balidoo coado de todos os tamanho para
dito.
80 Na rua do Trapiche n. ~>i, ha tt
@ superior rape l'rince/.a O cliegado recentcmenlc do ISio de ;
.; Janeiro, cm qualidade pouco di(- @i
V. ft do de Lisboa, ao passo <|ue
O custaapenas l.si a libra, a.dio gg
i.:- antes que acabe, pois a remeta* ft
O he pequea. ;-
a.> rut wWW'WW fWwajTW-ajjtkJ
Em casa de Ka lie Sclimettau iV C,
rua da Cadeia n. 37, vende-se:
Vidrospara cspcllio.
Vmlio do Klieno superior.
Conservas alimenticias
finta para typographia.
Tudo por preco commodo.
Km casa de Rabe Scbmettau <-\ C,
rua da Cadeia 11. ."57, vcnde-se :
Uneimadon. 33e por precuPque nu dcixam
de agradar aos compradoMs, porque real-
mente se vende haralo e lp muilo oude cs-
colher. .'
Pe-fumarias friissin;is.
Na loja de miudezas da -oa fama na rua
do Queimado n. 33 enconl a-se sempre um
rito sortimento de pcrlun 'ias de lodas as
quaiidades. inglezas e francezas, sendo dos
melhores autores quo ha em naris e Lon-
dres, a saher : agua de Col mia muito hoa,
sahf.o para barba de cremt^ de amcudoa,
agua de lavande muito superior, vinagra
aromtico paradores do canica, banha mui-
lo fina em ricos vasos, cxli >cU>s de minta^/
quaiidades, exlraclos proprr s para Mfpfa
f
i
quenaodeixarode feagai >
nho.es compradores, e que ludo se venda
por precurtio muito barato.
0CtffiPI ttg%Ux>.
da m;,.
-Ha d-a I do crreme de.a,wr.ceu o
nm lie lem na comarca de Pu-fAltao, o c ,^,.
nh. Joao, idade de II annos. p,.o ,; n, ^
o.n o, siRnaes seRu.nles: cor onnouc. v.,n......
ilhei panuibis. i.lia Snaeaala e
un pouco vermelha.
orno qoe obrim-
da, boebechodo, cambado, ,r l,, ,,, rtr c|.
coie sobre as cosas e nadeaas, ofMisna| de '',.
dura em urna das co, ; suppoese' qile 1
enaruho (.oneeic.1o das rieres de:a fre" ".
lem p.. e .neSos, en.So qoe Ir. ZSS, pn.
I alsoem para ser vendlo no %ife ou no" seriad
I .leanles pianos do ataiuado Fabrican- ""a a loJas as autoridades o^-ofacan
cTraumann de llamhiirw).
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 dunas e em barris de oilavo, re-
cenlemenle chegadop'j|ojbri?ue ..Irovadum; vnde-
se nicamente no armazem de liarroc. & Castro, oa
rua da Cadeia do llecife 11. i.
Alodozinho
(la Baha
para sarcos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber & C, rua da Cruz
n. i.
Vende-ie pordelraz da matriz da lloa Vista,
pa.laria da
^al de Lisboa.
(-.ua da Praia n. i9.
Lhelada
vio e 11111 itissimobeai acon-
diciona d a : vcnde-se por
preco mtiito barato.
AO MADAMISMO DE BOM COS
Vendem-se CAL E POT.VSSi
Kelogios
cnberlos e desroberlos, pequeos e grandes, de ouro,
palele inglez, |iara homem e senhora, de um dos
melliore labncaiiles de Liverpool, viridos pelo ulti-
mo paquete inslcz : emeasa de Soutball Mellor &
Companhia, rua do torre n. 3K.
\. O. Hicbercv C, rua da Ct ti/, n. I,
vendem :
Lanas da Kussia.
Idem inglesas.
Krinzao.
Ih i ns da Kussia.
Vinho de Madeira.
Alrrodao para saceos de assucar.
e e,dre,ar no mesn^enenno T^T^tZ
co lempo de um sen nelo. ou M.eire. rua da
Gala, ao capiUo Mauricio FranOrco de l.ime.
o.,lTrl'.aS.!""n,'r"0d""""e'',0,'io- re-
gular, pernas um pygi ~u ^ de ilU(J a-
rabr.ca de rape rh.,,,10, |ro d^, T^ZZ
qual escravo tr.t,,,,,,, e(u eio;Pde |jfar l'^
hem e a lodos di
que he forro a
, ^w nr iuiru pc^-o que o*-
^u,ii.;la/HGM,np'r"1 "t" "S- '
f irada casa de.01s ,u f#bric, ), Mto
generosamente eco.npendo. *
AVISO.
Ilesapparec.u rtta ; d dJreinbro do anno ...
h rada de Joao e B,rro5 n lolld, ^fc, ,,.
mil.a d aba.v.. i,i2llil(|0i w |EDlcili rinit.
la, de idade 21) i:t0 ^ mijj mf1 f
con. os signaess^i,,,,, '__ ,|,or, r,E,Ur rheui
do corpo, cara lajat-, oeitU(. pe, apapas.iado,. n.
bo srandes, ao, om pu^o cabida para a frente.
he Bita do serla e uimamenle esleve oa m.irw
da \arzcadond ,., |r. veio para esla eidade
para ser vendida *,uu vestid, urna .ai. velha em
panno da Cos, oga-sc a quem vir a manda Bo-
gar e leva-la ao nasa ab.iio assisnado no referido
silio. 0.1 no ,,ai, do Orno, sobrado n. S, n
graMaeara qual er Irabalbo.
Ha el Joaquim da Silva Kibeiro.
-hjigiono 1 2 do crreme mer, do SSBjaaJka
> rllio de-le ter ., o prelo escravo, de nomo Jao-
qu.m, com os anaes segninles : bailo, barbado.
olhos vivos, bo la phisionomia, denles hr. ,M.
bt a do. las vmlls, Ira rendo por isso urna funda. E-
SAO' Ml'ITO LINDOS. le escravo bu c nprado uo Hecire, onde servia d.
lCOS COilCS (le vestidos do fazenda multo ; f"le'.,ro de ca os. Reeomoienda-M a sua appre-
fina, toda de seda e de um gosto muito apu- -T^-E"**** l>o. crio de
.n vannr v..dr. ,i, I ?"!.'e." .."'!" >H reC0Pi"" e o levarcm ao dilo
O Cario, de
Hoa-Viela
Alhuqeer-
1
.Na rua do Viaario n. 1>l. primeiro antar. ven- do-se amostras na rua do Queimado n. 22
ama ti. 2(i, um aade sorlimeulo d I plmol de largu.a, fazenda 'muilo superior "a i de-sc vi"110 do Par,a ''* 51ll""ior qualidade da bem na loja da boa le delronte dada hoa lama,
massas linas, as-im como araruta, Sebastopol, impe- l'so"l aovado: na ruada Cadeia do llecife luja ,'""hcc"1 m:,rca (,w cm pipas, barris c ramas de PAltA QUEM TEM BOM COSTO,
ralriz, aliadas e resalas, tudo pelo prerinho de :I20 ''.' Muoi-I l'eireir de Sa, esquina que volla para a ; uma c du,ls dutias de garrafas. ^a rua do Queimado n. 22, lja da hoa f.
Madre de to
O S>. tliesoureiru dus
loteras manda fazer pu-
blico, (jue se ach un si ven-
da, na ru da Aurori n.
U6, primeiro andar, os bi-
lhetes, meios e quartos. da
terceira parte da seg-uu-
da lotera do corivento do
Carina,
no dia
1857, e
a tlis)osicao publico,grande quantida-
de de bilhetes. meios e
Josti Antonio Moreita Das A C, la-! (jila I tOS .'IClOa.
Plvora.
(25&
rs., quepechiiiiba falias doces a 2IKI e 20 rs.,
biscoutos a 200 rs. e muilo linos a 240. cs-
l.in-se acabando, do-se amoslras. Na mesma pada-
ria vende-se urna poreo de estopa de IstiUOa 1>S00
por arroba a retalho.
Vende-se urna commnda de mogno c urna se-
cretaria de amarello, para ver no largo do San Pe-
dro esquinada rua do Fugo, e para Irslaa ua la
do Oueimado ti. 2i. *
Para escriptorios e carto-
rios.
Vendem-se resmas do papel de peso do
melhor que he possivcl haver a 69, dilo in-
ferior pouca cousa a 3; o 3*500. dito nauup-1 ...,
le muilii.no lino a 49500 e s,' dito llmaco P1;""'"" s rev e nfarlim a 4, dito almaco moitissimo ralmos e > polegailas bom a 3--oo,| dilo de cores c'm quartos de carregaiiao agora para o armazern de C.
resma a 0 rs grozas das verdadeiras pe- J. Asile, & C, no Forte to Matlos : ven-
vuriz i\^^Tba\t^'zz T gi-anderi' **.....s"
lauca 5iMs., duzias de lapis muitissimoII- P01 Pre?om"'to commodo.
nos a 399 rs., ditos proprios para riscar l- -----------______
vros a 00 rs., canelas do osso lomeadas para
peonas de ac a 120 rs., caivetes linissimos
Claudio Dubeuv vende plvora, a 15$
catla barril de 2o libras.
Vendem-se
ha um completo sorlimeulo de tjrosdenapo-
lo de seda de lindas cores; aproveitem anles
que se acahcni, que a l'esla est rom nosco,
assim como chapeos do Chile muilo linos,
que se vendem
paite.
por menos que em oulra
M uita attenco
(Sa rua do Crespo, lcj da esquina, que vollri pi-
ra a rua da Cadeia, vendcin-se COberlofM de liia
li"-i'.niii".'.. |- nijn ele cambraia de Ifttrif a 400, .'no,
e 600 r. cada oin. corles de c.isemita de cor a \^,
e :>DU0U rs., dilcs prela a i>">O0 e 80000 rs.. ditos
de brim escuro e amare.lo para calca a lH(, pan-
no de 1111 lio do Purlo, loalbas de mesa e roslo. suar-
danapos de todas as quaiidades, aloalbadn adama*
cado com sette palmes de largura a IH.00 a \ara,
cortes de cassa cfi la a 19600 rs., e outras minias fa- I rcs- cstrciUs e largas, lisas e aertas de mui
zendas por prero's commodo?. | to bons gostos, peio barato pre^o e ico
...,. ; 320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
A JBW rdS O COYado. loa lojadominde/asdaboafaman. 33.
FIT1S DE VELDO.
Vendem-se litas de velado pretas c de co-
cuja8rodaKiindam,aeom,>qll.UofoI11,- a,_ :> eou.
10 (le Janeiro de U"*niaiBcousaa I rua do Oueimado na hem conhecida loja de
DeiD nSSlin (JUe teill miudezas da hoa laman. 33.
/.rio sciente aos seus freguesese mais con-
sumidores de plvora, que Iccm um gran-
de sortimento plvora e chumbo que tem vindo i este
mercado, e venden dilos gneros por
menos-do que oulra qualquer parle : pu-
ra verein as quaiidades encontrarn as
amostras emsdus escriptorios, ua rua das
Larangeiras u. I i e da Moeda n. 2:
nos mesmos estabelecimentos acharSo sa-
litre refinado de
S.sOOO a arroba.
superior qualidade, a
- Kua Nova n. is loja .lo U. A. Caj ,\ t;. con- ?'" ,'' '",''' r""'"sej"" :
tioui aefprea ler um grandesorlimealoded.,,,1 Vw>"a.decow,4ioovalo
fpitus dojalfaiale, lano superior, como mn.s infe-
rior, camisas franrezaa, brancas e dt core-, gr-
valas, colaihiios,chapeosfraaeazea, tllesde sol, da
sc.la e pnnin lio, suspensorios .le liirruclia, meias para
senhoras, lioinens, meninos, fazendat para fazer-se
,,. qualquer obra de cncoinniciula com a maior presle-
1 lieSOUTana(JaS lOtCriaS M '""" eaea>PoliOi em Obi qualquer peuoa que
vier a etla loja, tirar um laclo complelo e por p.c-
50 111,11. commodo .lo que em oulra qiilqucr parte.
TAIXAS DE FKRRO.
Na indic,,o da Aurora em Samo Amaro,
Itiscado escuro de quadrinhos, proprio para ca-
misa! e vestidos de prelas, vende-se na rua do
Crespa, loja da esquina, que volla para a roa da Ca-
l'AKA ACABAR.
i Na rua Nova, loja ranceza n. 8,confron-
te a Caml'oa do Carmo,
veailem-M chapeos de seda para senhora, .l.i ultima
moda e qualidade, com um leve toque de mofo, pelo
, i har.il ssiino prefo .le I"; cada um.
leioiios de patente
nglezcsdeouro, dcsabouete edevidio :
vemiem-sea preco ra/.oavel ,em casa de
Na lojade I porta, na rna do Oueimado n. lo.' AugUStoG. ilc Aljfcu, narua da Cadeia
|..ra vender novo sorlimeulo de lanudas mullo Kecilc, arma/.Cn 11. 56.
F'ZEM
fsEM
IAS BAUATAS
AVAt JA:
loemlas supe-
riores.
10 ^000 de
ffr: tiGeaeao.
Nao bi ai la capturado um esclavo do
sertao, qu ido a esta eidade, utisen-
1 l de outubro prximo
al pertence ao Sr. Ignacio
'.usa, morador esa Bsot-
tcia da Farahiba, de BMSJM
, de 2o annos de idade, es-
, rosto redondo, principi-
, >ista es|>antada ecom in-
ar, o que se torna isivcl
Iquandoesta .arado, tem uma marca de
cicaln/.em 11a das pernas ; loi vestido
le ceroula. o prida, camisa de algoil.10 _.
da Ierra, jar eta e chapeo de como, mis-
pcil.i-se que .s.se acdu/.ido e t-sleja ait>i- *"*
lado
toii-se
passado,
Macliadr
aliaras,
Paulo,
tatura
an '
dicios re
16 de dezeuibro de 1S><.
Jos ;lanuario Alves da
Main, tscrivao das lote-
ras.
Olla*ealreilas, o covado 100 rs., lOe
Corlee de vestido de chito larga l>li(MI c
hilos de cseas de harta
Peras de ehilaa de cores
Hilas do ditas linas
.Madapolao cnlrelino 39000 e
Dito largo
Algodao aiul de lialra e meselado, o aovado
Hilo americauo, pora
tambern no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
sempre ura grande sortimento de taixas, tanto de
i)csej,-,e fallar com o Sr. Antonio Ferrera da '^rica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
Cunlia : ua rua Direla, pa.laria n. 0. I das grandes, pequeas, razas efundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
parcos sao os mais com modos.
Precisa-se de um eozinheiro ou co/inheira,
liara rasa de liomein rallelro : ua rua do Outiiuado
n. 51.
1MI
I6U
28000
daoou
.-,-0011
63000
:tg3U0
laooo
160
.l-Mllll!
loo
J.lll
i- ,1111
too
Moinhos de vento
fom nombas .te repuio para re^arliurlase ha
a de capim: na fundirlo de t. W. Bowman
na rua do Brum ns. fi, H e 10.
MAKMEI.ADA.
\ ende-se por preco commodo, e da melhor quali-
dade que ha ao mercado : na rua do Vieario 11. 27,
deposito de nanear.
nperior eal de
Lisboa.
GiaU-. de chii.t
Lencos ti
de jaiin cncarnado-
Chalea de merino de Marra e franjas
reilos de linho lisos c liordados pera camisa
Vende-se superior cal de Lishoa : no
Iarina/.emde Novan i\ C., rua da Madie
I de Dcosn. \'l, por pceo r.'minalo.
\ ende-se superior linha de algodao branca
de eoraa, em novello, para costura : em tasa de
Soulliall .Mellor v\ Companhia, rua do Torres n. .'IX.
Ni fiindieiio de C. Slarr i\ C, em
Santo Amaro, acham-se para vender mo-1 lado <'m tl{ mi cana, contra o que sa S,
endas de canna todas de ierro, de um] protesta: 10 i-se a todas as atdor adatle,
modelo cconstrucrao muito superior, capilaes le mpo e pessoas lo povo,
tTDiwnC r roanre i"-"npp hciide-ioe-oiidi.,.-ioa>e
VAitAniljI Jj UiAIJLj senhor. no se ^.o cima mencionado, ou
llm lindo e variado sortimento de model- '' a do Crc o 11. 16, a Jo.e .W-vdo
los para varaudas e gradaras de gosto mo- de Andrade, icllicdara'a gralilicarr...
dernissiino : na fundico da Aurora em San- I cima mojiei ada.
lo Amaro, e no deposito da mesma na rua _,
do llrum. rugi ht mas. boras.um cscravo mnla-
Olirn Ip IlIKtrP lllll-i I-> [l0 de nonle Tbo z> reforcado de rorpo, coro
v Miro (le lUSire na rea Ut CaSteio, do cicralizcs na -auellas, falla cotu muila m.inn-
djo, levou vest camisa de panno 07.nl grn<;n
Vendem-se- pcllcs de couro de lustre dcgunrnerida de .Velo branco, nos omeros o m~ '
.inulto superior qualidade a proco .le ,o nhoJ flberl, |ia jenle,mrrna depil|(-,. ^^
4fo00 : na rua do.Uueimado, na bem conlie- cr3v0 he Mlurl|Jl ,>arahjba ,oiFescr,vo ^ s,
Vende-se cal de Lisboa iiltimamcnle clisada,
sim como potassa da Kussia verdadeira : na
du Corpo Sanio 11. II.
cilla loja de iniudc/.as da boa lama 11. 33.
H'tr* i n t (.arlos Cocino, qleo bouvepor he ranea de seu sa-
6 IDUltO OaraiO. iro losJoaquri de Soitza daquella eidade,efoi
Vendem-se duzias de lacas e garfos de ca- comprado pelo aaixo assignado aoSr. Hilario de
bodemarllm do boa qualidade a 10-, ditas Alhandra Vascotellos Jnior,morador no sajap
dilos de cabo de balanqo muito finas a 6#, Tapu freguezi do filar desla provincia
ditas ditos cabo ro ico e cilavado a 3,, du- ._ _~.. i_ j r / p^
ziasdecolUe.os de metal principe a toe fe 7 ?' '"V ^
dilas de mclal mais ordinario a 800 c IS400, An,0n, T*rxe,r Guimaraes, que rri Rier"-
ea.'e oulras muitas causas que se vende barato, "

praj.na rua do Queimado na bem conhecida loja i .__________
ide miudezas da boa fama n. 33. ptity: t
TVPOK M. F. DB FAKIa, I8.-*
MUTIO
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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