Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07674


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Full Text
i
ANNO XXXIII I.


Por 5 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4|500.
DIARIO DE
.
SK\T\ IEIRA > DELIRO DE !8o7.
Por anuo adiantado 1 hf000.
Porte franco para o suhvcriptoi.
NAMBUCO.

CNCARREGADOS DA SUBSCRIPC.VO NO NORTE-
' Parehiba o Sr. Joao Kodolpho Gomes; NaUl, o Sr. Joa
q!m I. Pereira Jnior; Atacal;, o St. A. de Leraoa Braga ;
ar, o Sr. J. Jose de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar.
, *** Ftodriguea : Piauby, o Sr. Domingos Uerculano A- Pessoa
'/ rense : rara', o Sr. jusuo J. Ramos ; Amazonas, o Sr. Jero-
ymo da Costa.
PARTIDA DOS COKREIOS.
Olintti : CoHaa oa da, iide mcia horas rio din.
IgaanuA, .i.itm.i e Paraliiba : BM iWjWrill tutu Wga
S- AatSu, BvMrrMf Boalto, (^riiar, AJ'iiilm e '"miiu' : na torca-feira
S. Lovrekfo, l*o-4*Allio1 Na*ri*lli, Limoeiro, Hrrjo, Pcaqueira, /ti-ra-
trira, Flore*. \ ii!.i-l!"il.i. Boa-t j Cabo, IpijDca, Si,tinli1"i'tn, Itio-Formoso, Una, I!.uremia, Aga-Prcta,
PBnli_'ira* e (Natal: gint.i-firaa.
(Todos ol corraioi parln s 10 hara da aianhla.
AUDIENCIAS DOS TRIUUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundas e quintas.
Helacao ; tertas-feiras e sabbados.
Fazeoda .- quarlas e sabbados as 10 horas. -
Juizo do commereio : segundas as 10 huras e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 boras.
rimeira vira do civel segundas e sei'as ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao meio dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE JANEIRO-
t Quarto erescente as 9 horas e 54 minutos da manba.
10 La ebeia as 6 horas e 48 minutos da manbaa.
18 i.'uarto minguante as 2 boros e 30 minutos da manbaa
25 La aova as 9 horas e 6 minutos da Urde.
I'KKAMAK llE HOJE.
Primeira as 9 horas el8 minutos da manbaa
Segunda as 9 horas e 42 minutos da larde.
Sr*...
DAS DA SEMANA.
29 Segunda. S. ThomazdeCantuaria are m.
30 Terca. S. Sabino b. m. : Ss. Vennstiniano e Agripiniano mm.
31 Oiiui. S. Silvestre p. ; Ss. Nominando, Donato e Minenino.
1 Quinta. >)f Circumcisao do Senhor ; S. Almachio.
2 Seit. S. Izidoro b. ,- S. Argeo m.; S. Martiniano m.
3 Sabbado. S. Aprigio b.; S. Amero p. m.
4 Domingo. S. Tilo b. : S. Prisco presb.
ENCARREGADOS DA SLBScHipca vimi
Alagoas.o Sr. Claudino Falcao Dias : Bahu o Sr. D. Dupral .
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
KM PLRXAMBLCO
O proprietario do DIARIO Manuel Figueiro* de lana, o* sua
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
OOVERNO DA PROVINCIA.
EiaMMan da da S) de axacabro.
OllicioAo Eim. coiisellieiro presidente da rela-
';'!, dizendo ficar inleiradii de haver S. Eic. no-
neado o deserubargador Agosliulto Herraelindo de
Ito, para eiercer interinamente lugar de pro-
curador da eoroa, e fazenda uaciouil e de promo-
lor da juslira Daquelle tribunal.
DitoA o mesmo, declarando que o joiz munici-
pal do termo de Cabrob, barbarel Miguel Goncal-
ves Lima, participara haver entrado do gozo da 1-
canca que lhe fui couedida.Igual acerca rio pro-
uinior do Brejo barharel Arislidee da Rocha liaslos, e
ftzeram-se asoutras curomuolcacoe?.
DitoAo chele de polica, inleiraodo-o de qoe a
brindo os requer uien lo.-, ara que algoui ullicaesdos
diflerentes corpos da guarda nacional deesa comar-
ca, allegara e cornprovam coro iiiformacoes e altes
lados os motivos atlendiveis porque denaram da ti-
rar suas pateutes no devido lempo, e peJem per-
missao para faze-lo agora.
Em resposla tenlio a declarar, que a' visla de laes
documentos e do que V. S. pondera no citado cili-
cio, defer nesta data as peliciies dos ofliciaes men-
cionados na relacao inclusa.assignada pelo secretario
interino da provincia, devendo elles solicitar as res-
pectivas patentes dentro do prazo de 10 dias, a eou-
tar de hoje.
DitoAo commandaule du corpo de polica, di-
zendo qoe mi se deve mandar abonar vencimentos au
medico qoe actualmente esta' esercando o emprago
de cirurgiao-mor daquelle corpo, e nao ao que esta'
lora delle em cummisaau.
DitoAn joiz da orpliaos do termo do Iteciie, ac-
cusando recibido o ollicio em que Smc. pede que o
Sr. cu use I re iro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
da prnviucia.O inspector, Jos' Pedro da ilva.
Demonstrarlo du saldo existente na caixa e-pecial
das apolces em 27 de dezembro de 1856.
Saldo era 9 de Dovembro
p. lindo......138:800*000
Keceita de 1 a 27 do corr. >
----------------138:800?000
Despeza idem........ :IO0o0O0
Saldo.
138:.VK)?000
Ihesouraria provincial lem ordem para pagar, es-
tindo nos termos legaes, as cautas que 9. S. remet- menor Loiz, urphau de mal, e cujo pai se acha em
tan das deipezas Celtas com o sustento dos presos po- Mossamedts, seja admiltido na compauhia de apren-
bres da cadea do termo de Flores durante os me- dizes do arsenal de marinha, alim de receber a ins-
zes de junho agosto e de outubro e novembro des-
te anno.
DitoAo inspei'tur da Ihesouraria de lazenda, au-
torisando- n em visla de sua inlormaco a mandar
adiantar aoteneute geueral Aulunio Correa Seara,
A mezes de suido, que elle pedio para lhe serem
descontados nos termos do arl. -J& da lei de 28 de
outu-.ro de 1818.Commuuicou-se ao referido l-
enla general.
DitoAo commaqdante da eslarao naval, decla-
rando que o inspector do arsenal de marinha. par-
ticipara que ja se achara [eitus os reparos de que
necestitava o hiato de guerra Parahbano.s
DitoA* mesmo, para mandar desembarcar coro
guia, visto lerapresenlsdo iienrao legal, o recrula
de marinha Luiz Jos Goncilves da Silva.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, re-
eommendando que mande pr mais dous Africanos
livres a dispo*i$ao du medico encarregadndo hospi-
tal di [Iha do l'iu.i, alim de q je ii i baja a menor
demora no eolerrainenlo dos individuos que falle-
cerera noqnelle hospital.
DitoAo director interino das obras publicas, in-
tairando-o de haver eipedido ordem a Ihesouraria
provincial, para qne a vista do competente certifi-
cado mande pagar ao arrematante do 13' lauro da
estrada do snl a importancia da segunda prestarlo
a que tem direito.
PortaraAu agente da coropauhia das barcas ue
vapor, resommendando que mande transportar para
a corle por couta do governo no vapor que se espe-
ra do norte, ao desertor do batalho naval Claa-
dino Barbosa.Coramuoicou-se ao commandaule
da estac,ao naval.
30
OllicioAo Eim. commandante superior da guar-
da nocional do municipio du Kerife, aulnrisandu-u
m vista de sua toformacA i a mandar desligar do 1
batalho de reserva da mesraa guarda nacional, o
alteres Aleandrino Cavalcanli de Albuquerque,
passandu-ae-lhe a guia de que trata o art. l,i do de-
creto n. 1130 de Vi de marco de 1853.
DitnAo mesmo, declarando qoe por decreto de
16 deste mez, n capilSo Jaaquim Jos da Silveira
tora promovido ao posta de major ajudaule de or-
deus daquelle commando superior. -
DitoAo tenante general cornmandanle das ar-
mas, dizeudo qoe pela leilura do an- > do ministe-
rio da guerra de 15 dn crrenle, constante da copia
que remelle, licara' S. Ec. inteirado de qoe se
mandou destacar do balalhao de ensenheiros, alim
de tir para e-la provincia n reuuir-sa ao respectivo
carp, o capilo do -f balalhao de artilluria a p
Manuel Dodoro a hoaiseca.Cummauicou-se ao
inspector de Ihesouraria de faieud'.
DltuAo iuesnio,uluilsando, cid viM de sua in
lurnaeao, a expedirs convenientes ordeus para que
o cabo de esquadra do 10* balalhao de infanlaria
.lo.ii' Baptista, sendo considerado cm diliseucia siga
para a proviucia do Amazonas em corupanhia do le-
en corouel Pedro Nicolao Figuerelein.
DitoAo uispeclor da Ihesouraria de fazenda,
contedendo a Juo Leite de Azavedo, o terrenu ala-
gado a marinha, que fica uos futidos de duas casar-
de sua propriedade sitas na ra Imperial.
DitoAo mt-Hino, dizendo que pude dispeuder sob
a resuousabiliJade da presidencia, a qoanlia de rs.
18T?I80, com o preparo e andamento das causas de
interaase de fazenda publica, que subirarn au Iribu-
Csiia do exercicio de 1856 a 1857.
Saldo em de novembro
p- lindo......106:1793611
Receila de 1 a 27 do corr. 107:1705879
nal da relarao, e dizein respetto ao exercicio de
1855 a 1856.
Di oAo commaudaute da eataro naval, recom-
in-:n lando a evpedie.Vi de suas ordeus, para que o
commainl-nle dn hiale de guerra Parahibano re-
ceba a seo burdu e transporte para lioiauna no dia i
de Janeiro prximo viudouro, a turra de primeira li-
ulia fue lem de destacar para aquella comarca
con lii 'indo na volla para e-ta cidade, o deslaeamen
to que ora all existe e tem de sersobsliluido.l'ar-
licipou-se ao leoeute geueral commandaule das ar-
ma*/
DiluAo director do arseoal da guerra, para
raanpar fornecer ao subdelegado da fregoezia da Boa
Visla para o qoariel do deslacamentode primeira II-
iiIm existente na Capunga, duas camas ou barras de
:ua Ifira, mu lampean e un caslical de lalito, visto
achareru-*e arruinado* os utensilios que havia no
mesmo quartel.Commooicou-se au chefe de po-
licio.
DitoAo mesmo recommendaiirlo que mande ani
dos ferreiros daquelle artenal examinar e concertar
a chave do cofre da mesa do consulado.Commuui-
cou-se au respectivo administrador.
DitoAo deserabargador Agnstiuho Hermeliudo de
l.eiU, declarando que por decreto de 6 do corrente
fura S. 8. numeado para ex-rcer o lugar de promo-
tor da justi(;a e procurador da coroa soberana e fa-
zendla nacional ua relcelo desta provincia.Parlici-
p iu -e ao respectivo presidente e ao inspector da
thesoiiraria de fazeoda.
DitoAo commandaule superior da guarda na-
cional da comarca de Flore.Aecusando recebido u
seu ollicio ob n. 10, e dala de 16 do corrente, co-
Irucco primaria e continuar a aprender o olficio de
fuuileiro ; e declarando em resposla qoe segundo in-
forma o inspector do referido arsenal, nao pode ter
lugar essa admissao, visto qoe o menor de que se
Irata he de idade maior du qoe a exigida as ios-
Irueces qoe regem a mencionada compauhia, po-
dendo elle porm applicar-se ao servido naval na
eempanhia de aprendizes marinheiros, sendo reroel-
lido para a corte depois de alistado.
DitoAojuiz municipal da primeira vara, com-
municando haver officiado ao commandaule do pre-
sidio de Fernando, para fazer regressar a esta capi-
tal os criminosos Joaquim Doarte Convfrso, Ja-
chudo de Araojo Lima, Jos AlexaudreMurici, Jo-
s Pilar da Suva Csrdozo, Domingos Jos Pinheiro
de Menezes, Jos Vicente Ferreira e Joaqnim, pre-
to, e-'eravo de Kaymondo de tal, alim de serem en-
viados para as Alagoas, onde (eem de ser submel-
lidos a novo ulgaraento. conforme delermiuou u
Exm. Sr. minislro da juslira em aviso de 11 d cr-
renle.Fez-se o silicio de quo se trata.
DitoAu director das obras publicas, approvao-
do o procedimeuto qoe Smc. leve acerca da obra do
5" lanco da estrada do norle, na parle relativa aos
muros de encost da ponte obre o rio Mirueira, e
declarando que para cunclu concedido ao respectivo arremtame mais seis me-
zes de prorogarau, conforme Smc. iudicou.Com-
inunicou-se Ihesouraria provincial.
DitoAo regedor do Gymnusio Provincial, lnlf-i-
rando-o de haver deferido o requeriraento em que
Ignacia Francisca dos Passos pede dispensa du ex-
cesso de idade de seu llio Jos, alim de ser admil-
tido uaqoelle estabeleciineulo. ,
DitoAo inspector da thesnuraria provincial, pa-
ra tr-auiar abonar ao delegado do dislrictn Iliterario
da villa de Iguarass. a qaantia de256760 r., ini
portaucia dos objeclos constantes da rolar.n que re-
melle, e que forara requisilados para o servicn da
aula de instrnr<-ao elementar daquella villa.Coin-
muiiicou se ao director gerel da inslrucr3o publica.
DitoAo delegado de Igoaiassu', aecusando re-
bido o ufticiu em qoe Smc. c...,,uIm se rjeve permil-
lir qn o c-idaveres sejam sepollados as isrejas
daquella villa, nao obslante haver om cemilerio, e
declarando cm respusia que deve Smc. de aecurdo
com a cmara municipal e vinario respeclivo. lomar
as convenientes medidas para evitar os enlerramen-
los naaigrejas.
DitoAo superintendente da cninpanhia da es-
trada de ferro, dizendo que com a infertBICIu que
remelle por copia, du inspector do arsenal de mari-
nha*s) planta tambero aunen, responde au ollleio
em que. Smr. nede 4#>f.>riiieois r:rea das docas
projecladas naata JJ/5lo.
DitoA l.uiz l'Viiin Vieira de Mello, declaran-
do que por decreto de 15 deste mez leve Smc. a ser-
vena Mlicia do ollicio de segando labelliSo de
nulas e esenvau do civel c crim du Ierran du l.i-
mueiro. Dundo marrado o pra/.o de 3 me/es para
a apreseularao da competente carta. Coinmuui-
cou-e ao presidente da relacen.
DitoA Luiz Ferreira Bandeira de Mello, tabel-
liao e anuexos do termo de Iguarass', declarando
que segundo a communicagio da repartirlo da jus-
tica de 16 do corrente, tem Smc. de pagar anda na
recebednria do rendas internas para mesela de sua
carta, a qusinlia de 380000, seudo 37BO0O- de resto
de emolumentos, visto que pagou smente 305000
da Tita do sello pendenle.Olllciou-se ueste sentido
a Ihesouraria de fazenda.
Circular s cmaras.Convin que Vasca, em
cumpr miento do aviso du minisleriudo imperio, dn-
lado de 10 do correnle, e com a raaior brev^dade
pnssivel, remellara por duplcala a esta presidencia,
alim de serero enviadas a respectiva secretaria de
estado, copias das actas da formarlo da mesa e da
apuraran dos votos dos collegios eleitoraes desse dis-
trieto, ludo perlenceole a eleicao ltimamente feita
para depulados assembla geral lesislativa; li-
cando Vmcs. na intelligaucia deque essas dnas actas
nao dispensara a reraessa da que compete pur lei i
presideucia.
PertariaCuncedendo passagem ao alteres Vicen-
te de Moora Pessoa Cavalcanli, du batalliao n. il
de infanlaria da guarda nacional do monicipio do
Cabo, para o de u. 40" da mesraa guarda naciu-
nal.l'arlicipoue ao respeclivo commaudante so-
perior.
DihAo agente da rompanhia das barcas de va-
por, mandando dar transporte para a corte por con-
ta do goveroo, no vapor que e espera do norte, ao
primeiro sargento Clemente Francellino lavares, e
para a Babia, ao msico Braz Jos da l-'ouseca___
Parlicipou-se ao commaudante das armas.
lllm. e Exm. Sr. Tenho a honra de remeller
a V. Exc. as inclusas demonstraees dos saldos exis-
tentes lias diflerentes caixas a cargo dn thesuureiro
desla Ihesouraria, no dia 27 do crrente.
Dos guarde a V. rixe. Thesnuraria provincial de
Pernambuco 29de dezembro de 1856. -lllm. e Exm.
Despeza idem........
Saldo.......
Caixa de depsitos.
Saldo em 29 de novembro
p. lindo......211:1813626
Keceita de 1 a 27 do curr. O
213:3500.90
71:7038688
lil:6ll080l
Despeza ideiu
211:1840626
5
2ll:18io626
Saldo. .
Caia especial do calcaineolo das ras desta cidade.
Saldo em 29 de novembru
p. (indo.....
Receila de 1 a 27 do curr.
8883114
i:004o000
Despeza idem
Saldo.
4:892otli
2:5000000
2:3923114
Caixa especial da construccAu da punte do lenle.
Saldo era 29 de novembro
p. lindo.....1:9919240
Receila de 1 a 27 du curr. 2269161
Despeza idem.........
Saldo.........
Caixa especial das loteras.
Saldo em 29 de novembro
p. lido......12:5879246
Receila de 1 a 27 du curr. 1:4749998
2:217oi04
1009000
1:8179401
Despeza idem .
Saldo
14:0623244
3310804
I3:73U040
k:\sametoeh ritVTOciA-
por Madama I.luml d'Aunet.
capitulo v.
J)tnitc.
Depois de sua primeira visita madamesella de La
fine te vea mudas vezas ver a familia de Vedelle;
agradavatn-lhe as maneiras graciosas da coudessa e
ii.lu lhe deaagradava o erapeuho signincstivo dns
dous irin.io.
Denise de la l'inede era um dos tvpos de molher
eucantadores, pengosos'e raros, produzidos pela in-
fluencia combinada de estos aca-os, em que a na-
lureza e a educara cuucoriem para o mesmo lim.
Desde menina fura collocada pelo pai em om dos
melhures rollegius de) Pan-. Rica, formusa e inlelli-
i>c:ile, Denise lisungeuu lugo o amor proprio da di-
rectora. Seguida cora cuidado em -eus esludos, ella
fez no (iiu de pouco lempo a maior honra aos seus
pruttssores, e desde eolio os exames pblicos, as
distribuirues de premius, us concertos msicos dados
aus pis das alumnas lornarara-so para ella outias
tantas occasies de taineaprio,
O conde de La l'inede, nico que teria pudido op.
pur-se a es absurto pelo seu pesar, que ran percebia os perigus
dessa cmolaeao inunlaua e excessiva n"i, via des-
envulver-se em Denise u furmidavel rebenlo da vai-
dade, e n,i ouviu lo -eu.i i e'.o^ios a seu respeitu cui-
dava que ludo la ptimamente.
Todos os annus na poca das ferias Denise pas-a-
va algomas semanas em casa du pai. mas esse breve
lempu nao era sufliciente para esclarecer o con e.
Uemais Denise habituada ss maueiras facis e allec-
luoins de soas companlisiias de suas professuras,
licava coiislrangida diaute do semhlaule triste ne-
vero de Mr. de La l'inede, e mi abanduuava-se cun
elle a iietihoma expansao.
As vezes encontrando o olliar do pai tilo sobre ella
cun inefavel expresan de ternura; ven lo seus olhos
litigados pe i dor encherem-se lenlamenle de lagr-
iu i-, euiquanlo ella canlava uu ria, ella senlia alga-
ai cousa eslreuiecer-lhe mi corarlo, e lancava-se
ciminovida em seaa bracas. Eiilu elle beijava-lhe
a Ironte e os cabello, dizcn In-lhe por supremo elo-
^is. 1> semelhanle a loa miii '.
Iv-es momeiiliii de elfo-a i crain raros; a aleara
da lillia fa/ia i- ronle permanecer fro e re-iuoado.
Quandu Denise leve desesela auuns, o pal fe-la
volar para a casa ; foi um pesar para ella, porque
comprazia-se no collegio, e pelo seu Cedo la teria
Pcalo al o seu casamento com seu pruno Julio de
i -i irii..- an qual sabia que eslava destinada.
Oconde c s l.i Pineda atacado de urna aiierran
ehronira procurara des le muitu lempo assegnrar a
si rts de Denise ; sua unido com Mr. de Mallarnie
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas de
Perniraboco, na cidade do Recite, em 31 de
deiemnro de 1856.
ORUEM DO DIA N. 393.
O general, commaudante das armas, faz publico,
para us fina convenientes, que o governo de S. M
o I. houve por bem, por aviso do ministerio dos ne-
gocios da goerra de 15 do mez, que buje finalis.,
mandar desligar do balalhao de engenheiros, alim de
vir para esta provincia, reunir-ae ao 1." balalhao
de arlilharia a p u que perlence, o Sr. capitao Ma-
noel Dodoro da Fouseca : o que cooslou de ollicio
da presidencia datado de boiilem.
O mesmo geueral determina, que na mauha do
dia 2 de Janeiro prximo vindouru, se passe revista
de musir sin seus respectivos quarteis, aos corpos
do exercilo aqu cusientes, ao da guarda nacional
aqiMrielado e as campsiiliias lixxs. pela ordem se-
tuiule : As 6 huras, a cuiupanhia dn artiflec ;
.mi 11-:, ao 2," uatallidode infanlaria da suarda na-
cional : us 7, ao balalhao 10." ; as 7 i|2, ao -2." ;
e as 8, ao9.", lodos de infanlaria do exvrcilo ; as
8 l|2, a contpsuhia lixa de cavallari i ; e fioalmenie
s 9 1|4. ao 4. balalhao de artilharia a p ua cida-
de de Ultnda.
O 3." baialii.vi de infanlaria da guarda nacional
deste municipio, designadu pelo co-man taule su-
perior para substituir ao -2.a da mesma guarda no
servico da giurnicdo desta cidade, oceupara o quar-
tel de S.Francisco, logo depois que a este batalho
se liver passado revisla de raostra.
O batalho 2.-, que vai ser desaquarlelado, nao
desmenlio os seos bous precedentes, porque servio
bem e rugularmeule. Ao seu chefe, ufliciaes, e em
geral a todas as pravas, louva o commandante das
armas o comportaineoto que liveram.
Jos Joaquim Coelho.
ISTERIQH.
COKRESPO.N'DENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARA'.
17 de dezembro de 1856.
Vejo-me inlerpellsdo pelo meu collega ; e por
onde '.' Pelo ladu da honra e da probidade, para
dar forra com o meu leitemuuho a' sua narrarlo !
Se elle chamasse em seu soecorro a minha condes-
cendencia e bunhomia, bem para elle : su nao gostu
de desconleutar, e menos envergonhar o meo pr-
ximo com uro desmentido. Has, querer que falle a
honra e a probidade, he querer que eu lhe rectifique
a historieta em muilos pontos, em ontros a repilla
completamente, regeile-lhe as illacoes, e cmbala
essa decantada pureza de iolencau. Tudo isso lem
sido lio discutido em todos os tuna, que locar anda
n-ssas velhices seria elernisar qoasles em pora per-
da de noticias mais novas e interessantes.
Ootra do mea collega, e que acho muito galante
pala innocencia, he esla : eu sou esquerdo {nao sei
onde elle achoo esta cuuli.-ao fallo por paixSo, e
Car i-s i un- devo ser crido : elle confessa-se direUo,
t dpinado, e como tal, iuteresssdissimo uesse ne-
gocio... mas nao falla por paixao nem pur interesae,
e lem direito a ser arredilado Os principios lgicos
do collega sao de borracha...
A liante : essa correspondencia foi aqoi publicada
quasi textualmente, sob a assignalura do Dr. Canlao,
em um arligo de polmica com o Dr. Tilo, o deputado
geral pelo circulo da capital.
Corren plcidamente como em mar de rosas ve-
leiro baixel, a elei;au geral nu circulu da capital.
Sahio depolado geral cora 114 votos em 135 o Dr.
Tito Franco de Almeida, de quera com minia jus-
ticia disse o 'Diario da Baha qoe he um tlenlo
que se esta' formando para succeder ao Sr. Souza
Franco, e sahio supplenle com 102 votos o Sr. Dr.
P te-, larnbem esquerdo. Nao posso aqui passar era
silencio a esperleza com que o Sr. Joao Aogusto
quit decidir da eleic.au de-te circulo cornos 14 vo-
tos dos seus colleguinhas. Cuntava o grao visir de Ca-
mela qoe os eiquerdoi nao fariara selecto entre os
dous, e Ihes dariam lodosos volos igualmente, e eu-
lle viria elle desempatar com seos 14, e vingar-se
dn Dr. Tilo a quem teme e odia, l'orem... enga-
nou-se.
Na presumpc,ao de ser deputado por aqui o Dr.
Paes fez-se eleger por Camela', com exclusao do me-
dico Castro, a quem higudeou polticamente, e anda
recelando ser taboqueado, se apresentasse um sup-
plente em lodo o circulo, dividi, para reinar:
em Igarap-miriro foi seu aupplente o couego Si-
qaeira, sen prenle ; em Camela' o Dr. Salles seu
prente, em liarajd aprasenlaria o sobriuho, se
la' pudesse vencer as simparmas pelo Sr. Nabuco.
O Dr. Canlao nao mereceu nem urna supplencia ao
menos, nao obstante o malta que lem trnbalhadu e
se compromeltido por esse lado.' Mas, que valem
trabalhos nem cnmprometlimeutos, se elle nao he da
sacra familia ? Elle, e o Dr. Castro silo dous exem-
plos, que deven dcsilludir o*que ainda peosam que
cavallo he boi. E o Sr. Correa se anima anda a
mandar escrever accusarOes a familia Malclier, de
querer elevar-se.
No dia 3 cunlnuuu a assembla provincial as suas
sessues. O Sr. Peona prnpuz, e fui aceita urna re-
considerarlo da portara de adiamento. Creio, eom
n deputado Dr. Piulo, que, lendo elles mesrnos na
sd i rep-eienlaci'io alTeclado esse negocio ao governo
geral, deviam absler-se de toda e qnalquer resoluca?
respeito, antes da deci-ao do enverno: mas he pre-
ciso respeilar a iotelligeucia do Ilustrado l'enn..
Outra cousa lizeram, qne anida mais extranhei : na
sissiio de Ib a'corainisso do tribunal de ju-iira, ful-
minoa o Dr. Danim, ausente, com a suspensau.
O rancor e o odio denuucia-se claramente neste
acto : un a tal commisso, i ulga Lio superior e transceadeule em jurisprudencia
que nem a representarlo dos magistrados, nem o
que tem dito diirereotes jornaes do im.erio contra o
illegal julgaraanto da assembla, pode faze-lo duvi-
dar, ao menos, do acerlo de soa opinin : pois creio
que em dnvida, se deveria absler de tocar ni-so,
mormenle estando aOecto ao goveino. Elle lem mal-
ta conseieneia de si, sabe bem qoauto vale, para se
deixar prenler em leas de araoha.
Por esla razao de eslar aQ'ecla ao governo a qnes-
ta t do Dr. Danim, e da lhe competir decidir os cou-
lliclns de jorisdico, L. de 3 de oulubro de 1854,mau -
di u o presidente da provincia ama portara sospen-
deudo por em quanlu a discussao desse negocio. Foi
um alarma, urna gritara tal, que pareceu-rae a as-
sembla ama quitanda! E entretanto nao passavam
de tres os gritadoreso Penna, o sobriuho, e o mu-
do.' Muilos principius de extravagante jurispruden-
cia ouvimos nessa occasiao, proferidos no tomo
mais dogmtico e irrisorio, qoe se pude imaginar.
Por honra da minha ptoviocia, que os lem por
seus desatados, retiro smente o menos absurdo. O
medico Frcitinhas uiSmi u le irrecusavel, mesmu
pur ser sobrinhe ,i Uu Joao' diste, milito nngadi-
nlio o iochadinho das borlicchaso presidente lie
escravo dos dous terrr-s. g or is-o Interior a ssn--
blea, cu|as resoluces elle lie obrisado a saucclmiar,
urna vez que armadas e guarnecidas de duus tercos
de lumen-.
_0 bom do diiiit r enlendeu o sanecionar do art.
15 das reforma, como uina imposicAo forrada, aos
presidentes! Erro; pois que o art.'19 previne u ca-
so de segunda recosa de sanerjaO, maudandu que, en-
tdii .....::iip a lei o presidente da assembla. is-
posiedo que eu traduzo assira : quandu se ruraper a
lisrm ni a entre os dous poderes provnciaes, iienhuui
eavalgar do oolru, nem ainda guindado uos dous
tercos.
Essa tal qual favor coucedido a assembla provin-
cial, s que lodavia nao lhe submetle o presidente da
provincia, tero lagar somenle quando a -im.ji he
recusada por entender o presidente qoe a lei allende
os ioleressesda provincia ; dispusi;a<> que aclto ra-
soavel, porque suppnsla a boa f em uina e no outro
presumese que os depulados como llhos da provin-
cia, conhecem melhor os inleresses do que um pre-
sidsnle. muilas vezes novo nella. E anda assira os
dous teicos nao podem forcar-lhe a conseieneia.
Mas, quandu a sauccao he recusada, porque a lei
provincial se julgoe i Hender direilos de outras pro-
vincia-, oa tratados com naces eslrangeiras, ou a
constiluiran do impeli, arl. 7 da lei da interpre-
taran oniao he o negocio levado ae cuuhecimento
do zoverno e assembla geraes, para esta decidir de-
finitivamente se o projecto dev* ser oo nao sauccio-
oado. Eniao ainda menos valem os vlenles e des-
pticos dous tercos.
Applicando esta rioulrina do art. 1(i das reformas
a que-t i Danim, lev .Ja pelo presidente e pela as-
sembla ao couhecimento do governu geral, e pode-
ra' chamar destampaturu a portara da presidencia
de 16 de dezembro, etigindo a suspensao dessa dis-
cossio. uu antease devera' considera-la como um
bice a vjolacao du citado arligo 16. urna deferencia
ao goveroo, e urna defeza da consituic.'u V E com
ludo o Sr. PettM fez que a manira nau lomasse em
cun-ider ic.io a portara, e leu o parecer da eouimii-
s3o do tribunal de juslica, pronunciando o Dr. Da-
nim no arligo 129 S 2 do cdigo criminal, no crime
de prevaricara) que lem pena de mulla, qoe as as-
seroblcas provnciaes na poden, impr seguudo o ar-
go 5 da iolerprelaco Onde irao parar tiesta car-
reira de desatinos .' Sa ainda viyesse o observador
que lilil i por ruissio, por paradeiro, ainda que para
Vide Marta u. 305.
parecia-lhe offerecer todas ascondic.et da felicida-
de. Aos qninze anaos Oemse foi prornettda em ca-
si ment ao primo ; ac-itmi com prazer a pertpacl-
va de casai com esse ollicial elegante coberlo de ou-
ro, que enviava-llie tao bellos ramalheles, e etcie-
via-lhe carlinhas perfumadas chamando-a minha
linda prima. Os desposorios foram fetos debaixo dos
melliores auspicios;depois Julio de Mallarroe foi re-
unir-se a sua esquadra nos mares do Levante ale que
a linda prima tivesse dezoilo anuos para ser aua
mullier.
Fazeudo v ollar a lilha para soa cumpauliia o cnude
Honorato foi resider em casa de seo amigo Legran.,
humera muilnhonradu, casado com urna boa mullier
e pai de duas mocas, cuja intimidada devia ser pre-
ciosa a Denise a qual euconlrava nellas duas com-
panheiras de collegio. Assim o conde pode eonli-
nuar a vida -otilara que amava -em privar a filha
dos prazeres e das dislraeces de sua idade.
Mr. Leerund poisuidur de urna riquexa contide-
ravel, recebia muilas visitas; soa casa cilava-se en-
tre as mais frequentadas de Pars. Denise achuu ah
era grande escala seus Iriuraphos de amor proprio
docollegiu ; a sociedade eleganteadmirou-a,gabou-a,
ao seu admiravel laleulo jinusicn acolheu-a, e gracia
primeiro invern a rainha de lodos ella fui desde o
eslava no meio desses Iriumphus os sales. Ella
conde Honorato falleceu sem ler visto quandu u po-
bre ell'ectuar-se ocasameulo da lilha com Juliu de
Mallaimc.
Denise sentio dor sincera pela marte du pai ; esse
hornera grave e brando, coja ternura cheia de abne-
garlo prefirira a soldao ao recelo de loruar-lhe
sombra a mocidade pelo especlaculu da seus peca-
res, appareceu lhe com toda a sua hoodade aopre-
m. Cooia triste de di/.er-se, e alias frequentemen-
le verdadeira, ella chorou-o mais amalgmente de-
pois da morle do que o amara durante a vida. No
primeiro momento julguu que nao poderia jamis
consolar-se ; havia lalvez algum remorso mislorado
cora seus pelares. Cobrio-se de lulo com urna aus-
leridadeque fez lhe honra aos olhos de todos.fechou-
se em casa, nao receheu mais a niuiuem, e escre-
veua seu primo Julio,(cujas iuslaurias lendiaro a
apressar a poca de sua mujo, que eatsva resolvida
a n.i i casar antes do lirado anno de lulo, porquau-
le liis quera misturar a alegra do casamento com
u crep da morir.
O lempo modilicou noUvelmente esse humor de-
sesperado, e quandu adiamos Denise no castcllo de
1.1 l'inede em eaa da cunlessa de Vedelle, eslava
anda cnbsrla de lulo, purera mais de um raio de
alegra ja linlia-lhe alraveesada a alma.
\us de/eu i\e minos Denise pedia passar p -i ama
moca perfeila, segundo a opiniau d i sociedade ele-
gante ella reuna a um, belleza luconleslavel ama
inlelligeucia viva,maoeirsi iiolires e graciosas, e um
habito -los usos da sociedade raro ni- pessoas de sua
idada. Pareca superior ateas mollteres mais feliz-
mente doladas, gra(as a um luu ualural exquisito.
Esse di.coroimento inaravilhusodaoppnrtunida.leeni
ludas as colisas favorecia-a e talve/. anda mais do que
ledas as outras vanlaeus.
l'endo todas as qualidades que u/iin. ella s
liaba os detritos dcsculpaveii. Aruava o linllio e
phantasia : mas fugia de professat certas opinies e
certos goslns ousados que ninguem louva em orna
molher. Seu corncSo bom e leviano, qualidades que
nao se excluein, nao pareca dpver avenlurar-se uas
regies perigosas do enlhosiasmo e da paixo.
Por ama lei de lgica moral, soa iulelligencia de-
senvolva em superficie o que faltava lhe era pru-
fundidade ; assim o collegio lizera-lhe joslamente o
contrario do que o conveuto producir em Rosa.
lncessantemeute exilada pela cultura, Denise se-
raelhanle a um bello arbusto de estufa, gailava em
flores toda a sua seiva. Rosa, qual planta uascida
sombra falla de ar, de cuidados e de sol, vegeta-
ra sem deseuvolver-ie.
Tal qual era, com soa elegancia suprema, e com
todas as gracas de seu espirito.Danise devia seduzir
em graos defferentes todos os habitantes de La l'i-
nede. Madama de Vedelle gostoa de&a sociedade
alegre e vanada, qoe vinas romper tranqollidade
um pouco montona da vida de familia. O velho
conde lisougeado pelas alenme- que ella tributava-
Ihe, recebeu-a com prazer. Jacques achaodo-a en-
cantadora senlio logo o coracao commovido, e poz-ss
a galan(ea-la ao acaso segundo seo svstema. So men-
te um foi perturbado seriamente em sua paz, foi
Jorge de Vedelle.
Quandu madama de La Pineda vinha ver a cou-
dessa, Jorge acuda logo sera que ninguem o avi-
saste, e eomo advenido por uina revelacAo inyste-
riosa. Chegava cora o ar apressado de quera espe-
ra um acontecimenlo feliz ; s vezes diriga a De-
nise pilavrai embarazadas, roas de ordinario culiu-
cava-se em um canlo, donde podesse coolempla-Ia
a seu gste, e passava assim horas iateiras em urna
contemplaran muda, qual Dinise pareca nao dar
nenlium i allenran.
Bem como madama Lescalle, Dinise ouvira di-
zer muilas cousas a respeilo de Joige, que mduz-
rarn-na a ler multo recalo em suas relai;oes com
elle. Comprehendendo que havia uina chaga se-
crela e dolorosu na familia acerca desse raancebu
ella qoiz por delicadeza fingir que ignorava tudo ;
assim evlava todas as occasioes em que Jorge pu-
desse moslrar alguma cnosa da sua eofernudade
moral. Por urna especie de conveucao tacita uju
fallava-se ira sua presenta nem de Jorge nem a
Jorge. Este,sem perceber o qoe todos pensavam a
eu respeito, conlinuava a viver como daoles silen-
cioso, brando, taciturno, extravagante em cerlos
momentos, sempre bravio e oceupando ua casa
qoauto menos lugar poda.
Ouanto'a Jacques, Deoise dava-lhe nuil allenc.lo:
eslava nmilo habituada a Irequentar as suciedades
para nao comprehender o alvo de seus neiisaineiitos,
-em anima-los positivamente ella eutretinba-os ;
coilas mullieres guslam infinitamente de respirar u
incens que sahe de mu curacao joven c ardenle.
Denise achou essa reminvencle de Parts muito i-
sradavel no fondo de oiua provincia, eude espera va
mu i er de enfado.
Eulrelanlo Jacques ebegou pouco a pouco a ga-
nhar esperanzas positivas, s pr consegoiale seu es-
pritu formn projeclot serios. Denise nao era moca
que se devesse cuidar em seduzir, era bem dotada
para esposa. Em poucas setuauas Jacques sentio
isso fosse preciso enristar armas, podaramos dormir
tranquillos.
Reduzirara miseria o cofre municipal, entretan-
to, que audaram a seraear coutos de res por quan-
lu afillialo e prente pobre se apresentoa ; e qoe-
rem que n goveruo geral de urna pensao ao Araujo
de Camela, por ler suado muitas camisas oas ulti-
mas cam pan lias eleitoraes.
Oeslruiram o regiment da Sania Casa, e lorinu-
niolaram um regulamento a aeito, para ponirera,
demiltiudo empregados que nao quizeram serv los
uas eleices, e elles o disserara em pleua sessao I]
e diminuir a inlluencia do provedor.
Acabaran) com a reparticao das obras publica....
mas, como o tira era vugarem-se do aclual director
o Dr. Jos Coelho da Cama e Abreu, enntentaram-
se de exigir que o director fosse om engeuheiro mi-
litar O engeuheiro militar, que ora temos, he co-
mensal do Sr. Joao Augusto : e islo he poderosu
motivo para que as obras provnciaes se reduzam u
foriiii.-acijus, Irincheiras, balitarles, etc.
i.* li/eraui acabar cum a collectoria, pois que he o
sonlio constante do Joilo Augusto, a arrematarlo das
rendas provnciaes... tomou goslu esta patritico
Irabalho com a arrematar.ao de Camela em uulros
lempos, a cujo negocio nao sei se ja esta liquidado.
Para irera ao lim, fui uecessario qoe se atirassem
cum furor insano coutra a bem eslabelecida e sulida
reputara,) do honra tu Sr. Alcntara, cumo se ai-
gura delles podesse sopporlar a mais ligeira coinoa-
rac.io com o Sr. Alcntara. E se respingaren), apre-
seularei a biographia publica dos taes impotentes
atassalbadores da honra alheia. Nao vi essa discus-
sao euioaliva ; mas sei que oSr. Pcuna ouvio bem
boas represalias, leve asedo de sahir s.
O Sr. Joo Aooaslu Correia, o deputado geral
por Camela, obrigoa-se, ha doos aunas, por um
contrato cor o governo, a' introduce, m de 250 co-
lonos, re rehn lo anlecipadamenle para isso, 7:5009
Nao inlroduziu at hoje um s colono E para li-
vrar-se de restituir o capital e do pagamento dos
joros de 10 prcenlo, mandou apresenlar na as-
sembla ama le com 8pplicar,Ao'a este contrato que
celebrara em novembro de 1854 ,! ij reduziudo os
joros vencidos, e por vencer Que moralidade, que
patriotismo E seudo elle um doi aicos 15 mem-
brus prsenles na occasiao da votado, volou em
causa propria, contra expresa disposicao do regula-
mento da assembla. He que o Sr. Correia emen-
de, e eni-ii le muilo bem, que us uossos melhures
procuradores somos ns mesmos.
O Diario do Grao-I'ar publicou na sua llecii-
ttftiiiannl, que um mariolieiru da e-cuna franceza
Maranhao, fura muri a paulada* e pedrada*. No
dia sesuuite o Sr. Tito Frauco de Almeida, seuline-
la vigilante da verdade e da honra de sua provincia,
o desmenlio com o auto de avenguac,e< policiaes,
em que o capitao da escuna franceza .\faraiihao,
disse : he inexacto que marinlteiro de seu naci
/'"sse assassiitado, pois que nenhum falta a bordo.
(a exceptan do afogado,; e todos se acham em bom
estado. O Crao-Pard, gazela, parece ler especial
mi-,lo de desconceitoar os Paraenses.
Quaniu au raais, de administrlo, polica, ele,
varaos ptimamente.
* EGVEt
1
desapparecer gradualmente sua aversjo ao casa-
mento, e i omeroii a esbozar sonhos de ventura no
quadro estrello da vida conjanal.
Se o onde (inha couhecimento do amor qne o
filliu coocebra a Denise, mostrava nao desapprova-
le, pois elosiava frequentemetite a mnea, e nao lera-
brava a Jacques o prnjectu de viaseai a Paris, o
qual pareca inteiramente abandonado.
I.'m da em que Denise e-tivera raais seductora
do qoe nanea, era que enternecer lodos os curares
can lat I i cum admiravel expressan a divina cauVau
do Sanie, o conde vio a Jacques muilo impressio-
uado, e jolgoaque ere chesado o muuietilo de rom-
per o silencio.
O pai e o lilho ficarara sus no terrado quando
Denise lornua a entrar na carroagem com soa ama,
alim de vollar para Toulun. Jacques segua cum a
visla a uuvem de poeira levantada pelas rodas da
caleja, pela primeira vez de sua vida eslava pen-
sativo.
Em que pensar, Jacques ".' disse-lhe o pai pon-
do-lhe a asi sobre o hombro.
Nao sei, meu pai... respoude o mancebo e--
tremereudo.
Eu o sei ; queres que l'o diga '.'
Voic. o sabe ".'
Peisas na linda mora que sabio agora daqui.
He verdade, disse Jacques.
E la 1 amas ".'
Tamben) he verdade, meu pai.
Enlau, meu lilho, que pretendes la/er'.'
Pe li-la era casamento, se Vine, assim o per-
mute.
He urna moca bella e bem dolada, disse o
conde.
Quem '.' pergunlou a coudessa sobrevindo.
Deoise de La l'inede.
Sem duvida, equem he que quer casar com
ella '.'
Jacques.
D veras'.' evclamoii a coudessa.
Esla' enamuiudu delta. Voete nao t i sala vislo
isso'.' i
Como teria eu vislo '.' tuinuu a cundessa inge-
iioaaienle.
Madama de Vedelle, casada por conveniencias de
familia cura um homem Tinte e cines anuos mus
idoso do que ella, nao conhec.-ra era sua vida oulro
amor senao o de Dos.
Jacques, disse a condess?, queres cazar cora
Denise : ja refleclisle bem mssu ".'
Sim, seuhora.
Cis qoe ella lenba todas as qualidades que a-
zera uu. huinein feliz '.'
Amo-a, miiilia inai !
Kespomles-nM como um romance, meu fillio ;
nao ba-la que a ames.
M nlia in.li, ella Un iiobre conn nsf e ncssiie
quinlieilos inil francos ; eis o que nu lie ro-
mance.
Sim, mas Denise he mu bella
Actia voss-mec- que anoiva -oja demasiad i-
menle bella '.' pergunlou Jacques rindo.
1 ua mai tem razio, disse o conde, a granJe
CEARA-
Fortaleza 27 de dezembro de 1856.
Comer esla por urna noticia qoe o deve sorpre-
en ler alguma cousa; tao justo conceilo fago das su-
as ideas sobre lealdade cavalleiristno. He ella a
segrate.
A em das correspondencias desla capital, que co-
mo taes publicou o seu Diario cm dalas de 1 e 2
do crrenle, appareceu uu Diario de 3 urna caria
particular, publicada com esse carcter, na qual
ponen se f'-firca o espinto de partido, sempre f-
cil cm descubiir o 'rgueiru nos olhos dos adversa-
nos, e a nu enjergar a Irave nos proprio* ulhos.
Entre oulras cousas ha em dita carta a allegarlo de
que o lenenle-curonel Pecegueiru, de quem en for-
mo nrn jui.-n muilo lisongelro, e a qoein o Sr. Paes
Brrelo mandara para a Aracaly alim da conler as
excesssos dos partidus, que all -e tiuliain collocado
em alelude ameai;adora,cm frente e do um oulro po-
zera a .ua espada ua balanza dos inleresses dos se -
tibores Pachecos, porque recebera desles a peila de
2:0067000 rs.
Com quanlo o aulor da citada carta nao garautis-
se a veracidade de l,o grave imputado, todava a
noticin o que oo meu modo da pensar s podia fa-
zer depois da provas ioconcussas.
A reputarlo de um cidadao, qualquer que seja a
sua cimdic.iu social he cousa demasiadamente me-
lindrosa, para que se toque nella com mo desa-
brida e leviana.
Pois bem essa caria datada de 26 do mez prxi-
mo passadu lao viiivelmenle upaiiouada. a qual a-
cha-se em coutradirau cum palma a minha curres-
pondsncia da mesma data publicada nu seu Diario
de 2, foi pelo redactor do Cearense altribuida ao
secretarlo do governo, a quem elle considera autor
deslas.
Eu pradera romper o mysterio em qoe julguei
prudente envolver o meu uome muito humilde, o
descotihecido, e moslrar ao citado Dr. que elle se
acha era perfeilo engauo em seu juizn, o qual, a nao
me parecer afeudo por um clcalo poltico, poderia
ser acmmadu de temerario em falla de melhur uo-
me.
Heceio porem expor-me as iujaslicas e calumni-
as do que nada sabe respeilar, visto como at bar-
tela pur esle modo propria diguidade.
Assim laca o Dr. Pompeo as conjecluras, que
quizar sobre quem seja, oa nao o aulor destas car-
las ; pode allribui-las ao secretario do governo oo
a quem lhe parecer mais conveniente para chegar
aos seos fins, que eu continuare! a seguir a divisa
de irnparcialidade, que aceitei aa narr irao dus lac-
ios aqui occorridos tallando como teuho feilo de
ambos os partidos com igual juslira.
Basle sobre esle assumpto.
Chegsram as ultimas noticias eleitoraes.
Pelo Cralo foram eleitos ; depulados o Dr Andr
Bastos ; supplenle o Dr. Jos Vicente Duarte liron-
da-.
Por Sao Joao do Principe foi eleilo u Dr. Miguel
Fernandes Vieira.
Neste diilricto houve um incidente que devo uar-
rar aqui.
O dislriclo se compe das fregoezias de S. Joao
de Principe, Saboeiro, Asaar, Arnsiroz, o Maria
Pereira.
Desde qoe os raeislas venceram em Maria Perei-
ra, lendo us chitnausos dado a melade dos eleilores
das freguezias do Assare, Sao Joao do Principe,
lias qaaes a eleicau se fez por ama concordata en-
tre us partidos, e lendo alera dislo vencido comple-
tamente era Arueiroz, pretendern} fazer eleger pe-
lo circulo o Dr. Jos Marliniauo de Alencar, li-
lho do senador do mesmo uome.
Na ol-ii, i i da mesa do collegio eleitoral conhe-
ceram que eslavatn em minora de 2 votos, e enlao
aliin lunaram o combate. Mas anda quando ven-
cesura na cumposicau da mesa, curau os eleitores
de Maria Pereira proraeltessem espoutaneametile a
volac.io para deputado ao Dr. Fernandes Vieita,
estou que esle cavalleiru poda repular-se seguro
en) lodo u casu.
Coulo-lhe islo, porque a respeito do desenlace
dessa tleiru) appareceu ltimamente aUi-nnr rciquie-
lac i i no espirito publico, havdO at quem suppo-
esse, -enau perdida, o mcuns airi:cada a candida-
tura dn Dr. Miguel.
A wrnlia opiniao foi sempre contraria a esta hy-
pothese, como se poder ver pelas nimbas panadas
raissivas.
Pela Granja foi eleilo com 44 volos,o Dr. Sebastian
Goucalves da Silva,nataral dessa provincia ; o padre
Bevillaque, parocho de Villa Virosa obleve a sop-
pleneia coangoal uumero de volos, O Dr. Bandei-
ra apenas pode reunir em seo favor 33 ditos.
Fallaran) 10 eleitores do Ipu', circumstaneia qoe
poz logo era desespero a lodos qoaulns por essa can-
didatura invidaram os mais enorgicos esforros.
A final acabou-se a ancieda le, em qoe e-lavam to-
dos aqui a respeilo da eleic/u do Ic. Como espera-
vara os homens menos credulos.foi eleilo o Dr. Fran-
cisco de Araujo Lima coro 78 volos, sem contar a
vnlacao que leve da fregoezia de Lavras. a qual o
collegio lomon em separado por considerar viciada a
respectiva eleicao. O Dr. Rayraundo s obleve um
vol, pondo igoalmeole margera a votarlo da dita
freguezia.
Du que lhe expuz nesta, e do que lhe disse na pre-
cedente, vd-se que sao deputadus pur esta provincia
os seguinles seuliores :
Dr. Antonio Jos Machado.
Dr. Domingos Jos Nogueira Jaguaribe.
Dr. Miguel F'emandes Vieira.
Dr. Francisco Domiogoes da Silva. '
Dr. Francisco de Araujo Lima.
Dr. Sebasliao (unir ilve- da Silva.
Dr. Andr Baslus de Oliveira.
Visitador Antonio Pinto de Meudonca.
O Dr. Rayraundo Ferreira de Araujo Lima ficon
sem circulo.
E-la i liu la- as eleicSe'. Demos grai-ai a Dos,
que se acbasse na presidencia um varao de bailante
torca para conler os excessos dos partidos, os qoaes
nesta quadra terrivel de renovarlo dos poderes pela
escolha da prova raoslraram ura encarni^araenlo,
que puuco dislava das convuUOes proprias de pocas
revolucionarias.
Ambos os lados, chimangos e carangueijos.moslra-
ram-se disposlos para us excessos, e para lanzar ai-io
da violencia, onde oto podan vencer regularmente.
A prova desla asierro est na Imprralria e no dis-
Iriclo de Sobral.
Quem porem examinar Itiamaole a historia de
nos-a el ir i i, ta de conhecor que a desorden! e o
sangue apparecer.ini juslameule unde nao havia ra-
zan para suppnr-.e o sen apparecimenlu, como re-
llexiuiiam lodos ,:qni.
.Nao entro no desenvolvinciilo desas observaces,
porque ns partidas esiao alerta para alirarera-se ao
primeiro, que ousar toma-Ios culpa-Jos do mais leve
delicio.
A renda da provincia vai em nm nogmenlo consi-
deravel. Ha no exercicio, que linda no ultimo do
correnle, um saldo de perlo de 60 cautos, que paisa
para o exetcicio futuro.
O porto da capital, quasi sempre sem navios adia-
se hoje com 8. Houve em qoasi todos os dias desla
quiozena tiros no Mucunpe. Era o sigual de festa
no porto pela eulrada das embarcares, que traziam
o commereio com todos os melhorraeulos, de qoe
elle anda sempre acompanhado.
Achm-se quasi esgotadas as actes da companbia
da navegacao a vapor do Maranhao.
Desla provincia lem vindu algous pedidos dellss,
pois as que para all foram, ja se passaram. Tam-
bera lem vindo pedidos do Par.
A opiuiau de muila gente he qne esia compauhia
ha de de prosperar muilo em cunsequeucia de se
arredilar fcilmente na prusperi la le do Para, a cij-
jos portos va o tucar os seus vapores.
O Sr. Paes Brrelo lem desenvolvido oa adminis-
traran urna aclividade espantosa. Em menos de
um mez lem expedido diversos regolaraenlus para a
boa execacao de algumas leis provnciaes, que ca-
recan) desse complemento para darem bons Iruclos.
A cohraoca do imposto de meia siza dos escravos
que aqui se faz por via de arrematarlo, era um ob-
jecto de continua- qoelxas dos divessos arrematan-
tes. O Sr. Brrelo expeda para regolar a arrecada-
cao desse imposto o regulamento de 19 de novem-
bro, que prevenio ludas as hypotheses, e estrelln
muilo, ou antes fechoa todas as malhas da chicaua.
A a iminielrarau das obras publicas nao traba or-
dem, nem sysleraa ; o administrador e o engenbei-
ro viviain em ronslanles conlliclu- de juri-dirau ; a
I economa e a fiscalisarao na compra e di-irLoicao
dn- inaleriaes, apezar de lodo o zelo do administra-
dor nao coi nuil como era de desejar. O &'. Paes
| Brrelo acabou com Iota a anaicliia. que havin nes-
se ramo do servido publico, expedindo o regulamen-
to de 20 do mez citado, cojas disposieoes teem me-
recido o applaasu de todos os entendidos.
O collegio de educandos menores, cuja creacao se
deve .un l a esse incancavel administrador, acaba
de ler lambem o seu regulamento. No meu enlen-
belleza de Denise talvez nao seja ura elemento de
ventura
Ella he muilo mundana, accresceutou a cun-
dessa.
Costa dos lovores e das liomeuageus, e tem
esse djreilu, puis he eurnntadora.
Ah raeu pobre Jacques. leu espirito ja nao
se acha em estado de raciocinar curo justeza ; u me-
lhur lie deixar-le satisfazer la paixao ; leus viute e
nove anuos, casa com Mlla. de Le Piuede, se for de
leo gosto.
Obrgado, meu pai; e vossemec, raoha
mai V
Qoe farias, Jacques, se eu te aconselhasse ma-
ternal e couscienciosamenle que reuuuciasses a esse
amor '.'
Jacqoes guardn o silencio.
Casa, puis, com ella, acefescentou a coudessa
-un ii iu, e Deui le laca diloso!
Jacques abracuu a mai, cuino quando liuha oilu
anuos ; depois lancou-se ao pescoco do pai, e etnfin
enlrandu precipitadamente em casa, grilou :
Vicente, meu cavallueja I
Onde vas ? pergontou-lhe conde.
A I niil'iii. meu pai.
Que hoje mesmo '.'
Para que retardar minha felicidade '.' De mais
o dia he bem eseolliido, Denise ha Uu deixar ama-
nilla o lulo, e vera' enlao que suardei o segredu de
meu amor ale o da em que sera odeuder sua sus-
ceplibiliJade posso pedir-lhc que seja minha mo-
lher.
Pois bem, diste o conde, vai.
I ma hora depois Jaques galopava pela estrada de
Toulun.
Na manbaa segoinle vollou coberlo de poeira co-
mo um correio, e de semblante perturbado.
Que aconleceu-le, Jacques t per guato! a con-
dessa sahiudu-lhe ao enconlro.
O que nao linhamns previsto, minha mai.
Enlao o que foi, grande Deus".'
Ella rejeila-me.
He possivel '.' Itejeilar te repeliu a coudessa
com ura accenlu no qual debuchava-se a decpelo
do orgolho nialeruo.
Ella rejeita-me pnsilivameute.
E porque molivu '.'
Esla' desposada tora um primo, um barao de
Mallarnie.
hila araa-o '.'
Elle he millonario disse Jacques amarga-
mente.
Estiva desposada, c uu-lo India mcullado !...
"ra. uiinlia mai, loiiioujacqu.es recobrando o
-an.oe friu. no tllenlo:, mais a esse re-pcito ; be
orna eaiquilha Decididamenle parlirei oestes quin-
ta dias ijra Pai -.
CAPITl 1 O VI.
ti solicitudes.
i'as-aram-se mnuo dia", e n.io iraiou-.-e mais de
Denise no Cawtollo. Jacques digera mal sua des-
grara.e disfaiciva-a necupando-se cora os prepara-
tivo deeoa partida ; o conde o a cundessa, em al-
icuc.io ao pezar do filbo, cviUvara (aliar da] rica i
berdeira ; Jorge, que nao fura informado de nada,
permaneca encerrado em seu silencio habitual.
I ma manbaa, quando elle tomava a espingarda,
e ilispunha-se a ir cacar, encoulrou-se com o iudo
no vestibulu. Jacques deteve-o, reparando no seu
ar abatido e ua sua pillidez, e perguolon-lhe :
Estas dnente, Jorge '.'
Nao, responden este ; porque me fazes essa
pergonta '.'
Acho-te de mao semblante.
Estou bom, torn u Jorge.
Nao creio isso. Desde algous dias leus mu-
dado muito. He preciso ler cuidado.
Vou cacar ; isso he hora para o que teuho.
Enlao tens alguma cousa t
Jorge ia responder, pareceu hesitar, depois afas-
(ou-se murmurando como quera fallava a si
mesmo :
Ha doze dias !
Estas poucas palavras retumbaran! no coraro de
Jacques, e alai acharara um echo doloroso. I inliam
pasando duze dias depois de sua viagema Toulun .'
Jacques conlemplou o irmao que afastava-se, e seu
semblante cobrio-se de om veo de tristeza. Elle sa-
hio lambem, e licuu mais de urna bota passeaudo na
avenida ; emfim pareceu lomar ama resolucao de-
cisivamente, e vulIando para u caslello dirimoc ao
gabinete do pai. Quando elle enlrou, o cunde de
Vedelle esUva escreveudo, c pergunlou lera levanrar
us olhos :
Que queres ".'
Meu pai, pude conceder -me un mumento de
alleui;an '! Tonho de dizer-lhe eonsaS serias.
Ao torn grave eom quen filliu fallava, Mr. de
Velelle interrompuu-se. Tirou os ocolus, met-
teu-os enlre as fallas de um livro que linha aberto
junio de si, e voltando-se um pouco, disse :
Cousas serias, Jacques '.' e a que respeilo'.'
A respeilo de Jorge, meu i>ai.
Ainda Jorge murmuroo u velho com ar en-
fadado. Vejamos !
O estado de Jorge aggrava-sc, raeu pai ; de
da era dia elle torna-se mais taciturno e mais bra-
vio ; ..'--.i nuiles inleiras fura do caslello, e vagueia
pelo ram|... como uina alma penitente.
Mr. de Vedelle fez um muvimetilo que significa-
va ; Porque nao me avisaste'.'
Jacqsjoj comprrliondeu e cuuliuuou :
.Nao fatle a \ me. a esse respeito, poique re-
ceiava allligi-lo, alefli de quejulgandu que e-se es-
tado lulo tinlia causa nem remediu, acliava pru 'en- '
te nu contrariar suas manas, alias innocente-. Mas)
pesM-se nellc c;ora urna cmisa inquiriadur.i : tile
rnuda visivelniente, nao come, de silencioso e hrao-l
do tornou-se siinibrio c irrita vul ; nmilaa vezes o'
lenliu sorprendido absorlo em um me lilarau lau |
prufunla que impedao de perceber miulia presenre.'
n velho conde iBterrosnnea o litlm.
Sei que leu irman nao pss-a be n, meu aun- '
Cu, na la tem escapano aos ullms inquiela-see afllige-se par issu us que podemus
fazer ? Ja nao tentamos ludo para lira-lo de seu I
lorpor l Cirio que melhor he anda deixa-lo en-
tregue a si mesmo ; pois elle irritac quandu al-
guno uceupu-so coni -ua saudc. I
der esse he o melhor de todos quautos tem publica-
do o Sr. preiideole al hoje.
A orphaodada desvalida mereceu todos us cuida-
dos de sua Etc. t'ma boa case psra o recolbimen-
(u dos educandos, o rgimen interno e ecouomico,
as materias do ensino, os eiercicios, as qoe os mes-
mos educandos sao obrigados, em ama pulavra, a
educaran moral, e phv.ici dos mesmos forero com-
binadas de urna maueira, que multo abousm a il-
loslrarao do Sr. Paes Brrelo.
Consta-me que S. Exc. tem agora om maos o
regulamento do hospital de caridade, que elle s
esforca por moular aqui.
Dizem que os primeiroi actos importantes que
eise cavalleiru pralicara no anno prximo viudouro.
ero dedicados a essas iuslituices de caridade a
beneficencia.
Alem dessee actos, a presidencia nao se ha desem-
dado dos ontros ramos da administrarlo ; a polica,
a juslica, o callo publico, a viarto.as*rendas provn-
ciaes, a cajas arrematarles, como aqoi he praxe,
lem assistido com vautagem notoria dos cofres, a es-
tilstica, a oraanisacao da guarda nacional, as infor-
macies de toda ordem, que continuamente lhe sao
pedidas pelo goveroo geral sobre lodos os ramo- do
publico servico, ludo lhe ba merecido atteucAo.
O expediente qoe se enconlra nabjazeta official lie
a mais valcnte prova de que a Sr. Pees Barrlo lem
comprehendidn qao e administrarlo be om encargo
pesadissimo.
Quando um administrador procura por esse modo
crear e faaer prosperar as inslilaicoes, assim cont
desenvolver os gerraens de felicidade da proviueia,
que lhe foi confiada, sem duvida torna-se credor da
estims e respeilo de lodos os homeos de bem, e
que mais he, de todos os partidos.
Eis ahi porque, apezar da iotole.-ancia das idea.,,
que aqui reinara na esphera poltica, guardas os
mesmos pailidos para com o preside ule todo o res-
peilo e alientan possivel.
Sabbado (va-sos (hsalro lyrico. Me houve \ ruin a concurrencia qoe era de esperar.
O joiz de direito de Sobral, Miguel Joaquim Ai-
res do Naicimeuto, removido para osla capital, ecei-
'mi a remordo, e ja aqui se acha com toda a fami-
lia.
O Dr. Antouio Jos Machado com saa senhora se-
gu ueste vapor para a sua comarca, no Rio do Ja-
neiro. Vai eleito depatado pelo circulo da capital.
Era urna honra, qoe elle mereca pela sua honradez
muila probidade poltica, e serviros valiosas presta-
dos ao seu paitido.
Corre aqu que reapparecara o cholera-merbus
no Rio Grande do Norte.
Teremos nos de soffrer pela nosss vez? Oo aqeel-
le viajante terrivel nao transpora as frouleiras da
provincia ?
Seria bem cruel qoe depois do colera das horneas,
tvessemos de ser aroilados pela cholera do ceo.
Finio aqu.
PE
PAGINA AVULSA.
mm nDiiaLs
- Batamos baldos de noticias do dia, par quanlu
a melada de nossa popularlocidaiUaae acha tu-
ra, e para all lem Muido os acontecimaotos digno>
de serem registrados, todava iremos sempre orien-
tando os no-sos le llores com as noticias, qoe mai e>-
cassamenle vamos recebendo.
Na segunda fera as 5 horas da tarde o navio
do r. i it~s M n Una i uo mm, dai.du para islo urna
linda carreira, acuinpanhada do fogos do ar : ra
Dos lisa d sempre propicios veolos, eventaras__
lio bjo.
Felizmente j se pode passear pela roa Augusta.
uina das nussas ras mais poticas, e encarnaduras,
porqaaiilo oeolraves qoe alrapalbavam o tran-
silu foram removidos, nao sabemos para onde. O
que porem couvem be que o Sr. inspector do logar
nao coosinla us ajunlamenlus da peraltas e vatiu-
era algumas tabern.s dessa roa, os quaes redndoos
commuraente em desaveucas, e disturbios ; tembeai
he misler, que u guarda fiscal faca com que e*a
quilandeires de peixes fritos retiren) do meio da cal-
cada seus hanquiulni-, taboleiros e fogareiros.
Nao nos importaramos com cerlos desfrocles,
se elles nau fossem dadus a vista de todos, a recheia-
lus de escndalos vergoahosos, qoe quando ojio fu--
sem reprimidos pela polica, deveriam ser esligmati-
sados pelo publico, que nem sempre esta disposlu a
servir de leslemunha das loacuras de qnalqaer, e
assim pedimos ao Sr.....morador na ra da P....
que lenba mais pudor quando da porta dsvse estibe-
lecimeolu, d'unde he caixeiro,pretende ca inaudito
escndalo conquistar a quera vive tranquilla en saa
casa, e que abomina seas desacatos.
Consta-oos que na Boa-Vista oo becco do
ha om sapateiro, que mora em ama mei-agua, <
qual sem duvida alguma he a podra aa escndalo da
vizinhanr-a ; esse sogeito trabalha da porta abarla, a
i.'m immora i se tem tornado, qoe s trabalha enliado
nicamente sm nma caira diaphana presa por om
su botan, a sem mais composicdo alguma ; as-iro sa-
he e ra, e paiseis. As familias viziohas ao v-hi
retiram-se das varanda, lio decente e cornposlo
anda .' He inerivel, mas lile la esll para quem qui-
zer velo, seria bom qoe u inspector loses lambem,
para apreciar o que besem-cereraociia.
He misler que algans senhores logislas leobaoi
poucas relceles com um individuo, qoe nos consta
andar mirando, vendo o revendo, o comprando
para tomar fregaezias alcaides e mofados ; lenhaas
cuidado : lenham cuidado !... elle ha esperto como
un gamu, e gusta de mais de escorar-so juulu <
techadoras !
Os sogeilos qoe foram presos, qoerendo ib
veular mudas na casa du Sr. Helero, dizem. haver
pcrlencido a compauhia do Tiro, pelo menos aaa
d'enlre elles ja' foi preso dnas vetes, condemnado o
absolvido...
Consta-nos que foram praeai as indis idnos
Meu pai, a aggravacao do esUdo de Jorge lem
urna caosa.
E sabes qual lie '.'
Sim.
Dize logo, meu amigo, dte logo !
Jorge esl enamorado !
Enamorado eiclaiuoa o conde cora o ar da
quem nove a mais inesperada de todas as revela
res. Grande Dos Jurge enamorado! he nu-
livel !...
h1 le lem viute annos, meu pai.
Tens razan, en nao linlia cuidado uio ca-
do tao poucu no futuro desse pobre rapaz qoe n.ir
o deve ler.' Hava-me esquecido de sua idade.
Em toda a crealura, mea pe, ha um memen-
to, em qoe a nalureza disperta, seja qnal for o esta-
do da alma.
He verdade ; mas de corto fazes-lhe maita
honra bapiisanio com o uome de amor o quo elle
pode experimentar. Quem he o objecto de soas
alTeiciJes'.' Alguma vendedora de leite aa pastora do
cabras que elle leuha eaeoutrado na raonlauba '.'
Agora eomprebendo seu bumor vagabundo ; e lo,
Jacques, penetraste u' segredo, coahecee a rapa-
riga !
Nao he uina rapariga encontrada uos campo-,
meu pai.
Ser alguma mura da cidade I Eo preferira
isso. Podcriamos lalvet casa-lo, a aeiia boa ronsa.
Nao, f,u um.) moca daqui que agradoo-lbe ; foi
Mademeisella de l.a Pinede.
Dinise que historia me cuntis .'
Nao be historia ; Jorge esl enamorado della,
mil indicios tu'o provara.
huan be urna desgrara nao podemos csa-
le com essa.
Assim o creio disse Jacques lanrando ao es-
pelho om olhar subre seo bello semblante ; urna
mulher que rejeitou-me Todava, continen alie,
he preciso coidar nesse pobre Jorge.
Tomas a cousa muilo em serin, man amiga -
se leo irmao esta enamorad.) de Madeineisella De-
nise, he por ser a nica mulher que elle lem visto
lanas vetes. Ficaria enamorado de qualquer oo-
tra ras mesmas condiroes. Cmivem ptocorar-lbe
urna distraern, e entilo ve-lo-has e-qaecer-ss da
sua primeira preferencia. I ni c.uujienio seria an-
da melhor, litara tudo acabado de ama vez, alem
de que nao nos expona mais aos sa-tos de tua ni ji ;
Invenios de relleriir insso. Nau enalteces alga.oa*
moca que possa convir-lhc .'
N.io conbero a ninguem oeste lagar, disse
Jacques; mas nau e-pera Vmc. a Mr. Lescalle esta
manbaa .'
Sim, elle ha de Ira/er-me unta escriplara de
ai i ri.'J.iiiiriit i pata asaigii.ir.
Aproveile a oecasie para lomar informa. ,,e.
sobre mor, que ha para ra-r na visiuhaii, ...*
i ua i lea be boa, ninguem nata em melhi po-
sic|M do que Lescalle para dirigir luinba pea
quiza.
I m momento depois Vicente auiiuurioi, Mr. i ;-
ralle. Jacqaes leliroa-se.
I conde e o notario ficaram -"-.
(Ci)nH>iiiar-fi-/ia

e

'
'
'
MTCftDO
i



'
maitiira al-
eons*tenoS |Mireiii que
urn.
c ue i i mi .justar eootaa aoile na loja do rr. Co
l)inl)i-2 comra h sua \mil,i le ; luuvamoi .aclivi.la-
< e du Sr. inspector Turres.
lia .Inus .11,is na eslraua da C.api>i2' 3 carrol
.postaran) una carrein,, resallando della darcm
I t (erra com uin pobre prcto, que/le
i nina piVle evdar a queda "
l lo snflrera lesSo alguina.
-- Dua, pret.s quitanriera-, na ra don Marly-
lios a uoile atiasaua espD-''rni-,e, segundo n ..-
loneta, por mais da urna l,ri, '*'" que algueo te
. mimase a sepir.-lai -M10'! de candada iieixeram
" cmbale, e quand.i *"J proeuroa o laboleiro da
''enda'esiava roub llouve porem qaera-iiiriein-
ni.asse o ronbo I'.. rgonl.a I... /
O que conlas pajdltelainente
poslaa, cu <,ncinl"" ^ menia lra,rsversalmenli
irrad- u? e*PaC0 *m espaco, PVto ludo sotue
depon ou?in-se un breve Voltio, e depois...
,,..."16... ir-, ir-*o... V-se, Algumas pessoaa te terr quenado de solTrer
*es mmundos binhoa lieario. a nona de urna
casana ra rslreila do Rosario ; parece que quem
II i tau boa grata espera de proposito que pas* al-
giem para uespejar a CBldeirada ; pedimos pela ul-
l J 2? dono ou Ao"" ,llM"a CSi,i I" por bnn-
< ida d pr.iv.dcoU em sur, eiis para que haja
'ala cuidado .seo nAo fazem de proposito! quandn
qizerem abusivamente lazar o doipeio de agua.
P'Indas das janellas de sua casa. IJ *
Sea cavallo anda bem a passo I'ois oju o
e dirimente por cima das lamas quando vir alguem
^SFtS**porque pode"' Urt"i e,n di-
;. a^.'iV'8amo* a Plieiai V D0S nHa andar um
divhhioi comprando obras de ouro de ii quilates
I ira vende-la no serla pelopreco, e a'lMulo de 18 !
o ira'.anfe "l0 '"' "''"' P"ra a"mic""
SoubemosaKoraqua na missa -do fe.ta naigre-
J. na k,... imuve una lubslilaicdo inlerossanle.
As vidas, barandes, ele. foram substituido, pelos
hm acceso, cl.arulo. da rapazcada do bom lom.
.onsta-uos que o s.crislo da igreja leve de abril
imadas porte, para dar entrad, me, hor. aoles
di. i, ao hoineiD conduclor dos pombin-.o* e cana-
rios, (cuino se elle mesmo expre.,ou) e s leudo dei-
x.ido neceis as velas do allar-mr, admirado ficoo
,.. pobre sacrista,, quando vio a igreja clara de ma.s !
A principio ae> alioou o pobre sacri.Uo com a
c,KM da cubila clarirtade da igreja, ,,,,. vio aliual
que era prodozdo pelos bem accesos charutos !
n.77.7. rapa"i")a d bm lom Ion que abrio-e a
Km *. T" ,8reJa ',roJu (cu,no di"" Por
anude ludo procuroa M bom lugar cada um por
i, ;\^U|U 1,e "T cou" que moi"' ncommoda e
ii coinmoda a ma.ta ReoU As vellias I. vao pisa-
dis a, mora, |l0,m com os validos, 13o be.n eligen-
niado-, machucados; os velhus, e mesmo moco, vao
c jm M caMus magoados, e por lira alguna apeno,
de nttos, luvas rasgadas I e...
Quanto.sub.iltuicaodasvellas, br.ndes ele.
felos charulos og v.ndedore.d,.r., Ocaro d.odo
)lfmne-cavco-ecom raedo de que nao fique
a moda e o charuleiros pedindo a Dos que a mo-
la legue, e que sejam al as molieres obriga-
das a l/a/.er o charutos no queito !
yue oo baja briga entre chariileiros e vendedo-
ri'S de cera, he o que desejamos.....
A rapaieada do bom lom leve o brevet (da.
v.-oliou quanlo subsiiluicao das vellas pelos clia-
uloseasvelhas que nao quizaran, lic-r por baivn
li.eram tambera orna feliz Icmbrai.c,. As vellia<
do Dmao queriam ir a missa, a. v-s.nhas tambera
.lan, s gatiolios.caiorriohos. palinhas.qualis, cua-
nbas. que tero raed,, d'almas d'eoht, mn,l, 3
p-.deram licar sos em caaa, e nem as das vi.ii.has
q.e se va ni no mesmo aperlo. U qoe farer '.' Levar
t'ido a missa E assim livemos em urna certa igreja.
Galianos, e caiorroi
yoalis e sallinhas.
I. ate orna guariba
Das pobres velhinbas.
,,7 P.aeCe"0,.qae h' ",n Priecl rffmrj pa-
ra o leslejo u Menino Dos K
Se pasaar em le tal projeclo quem ouzara neaar
tln.^L- P,0V0' P'^^lmenle a rapaieada do
- r,n,T<\? l''"0f ""na"S- Nl"?"em "--
,irm o. lacios ranslram o contrario
Ped.mosaoSr. lisral dos Afigiloi, que faca
i.mobr un,, abobada de e.pinho, que cobre a es.r"
tSXWnem lt,do''"-por a,ii *--
Consia-no. que poriraz da ra Nova, la oar
e.sruas do Calahouco.Bom Je.as das Oiollas ele.
uau serao para liuguica '.'
.,,^r.i<,'*.2B dP,,",sa1lo-<<'Pol'de o pad-ci-
nonto de oilo mez-s. Tallecen no seu en-enho No-
rorsa o hr. coronel .M.noel Thomc de Jess, na i-
cade ayancada de oilenla anuos, lend serfido o<
lugares ma.s importantes de soa comarca,e numerosa descaadenna e bastante fortana?
~ i>odi. 29 dopassado. e depois de nm pade-
menlo de oilo mezes, fallecen no seu encenlio No-
uega o Sr. coronel Manuel Thomc de Jess, na ida-
leavanrada de 80 annos. len.io ervidii os luoares
nresa descendencia e bstanle fortuna.
Aadministracao do cerreio fez o seo oniom-
no no da.. de dezembro prximo pa-sado, e oram
consummida, pelas chararaas ::6.' car.as.encon.ran-
do-se deulro de algomas dellas setenla rail res era
conos' <,Ui'e8 S"aU enlreSues aos os legitimo.
O vapor brasileiro .rlguarassu-, viudo de Gao-
Hpollos intermedios, eonduzo os seguintes passa-
Anlunio Joaquim Seve, Manoel Theophilo .Vive.
Mtefra e 1 escravo, Dr. II. de Alencaslro Pereira
la i f 11 C!d*
O vapor a S. Salvador, virtdo do Par e norlos
iilermedios Irouxe a seu bordo os pas Para esla provincia, Antonio Curreia de Mendon-
Jili. !'0Ur,V!lUalr<. pra;" d0 "'o. N'colao
llllio e dous filhos, Domingos Vianna dos Sintei
reiCnetano de Iroiana, JoAo Emilio Valle de Car-
alho e um escravo, Jos Nicolao, Salvador Lete da
_OIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIBA 2 DE JANEIRO DE 18:,7.
\
parere i|iia nan quer herdar as ideas que tispira-
Mm MaaspreoVcesso res, eassignandoo instrumen-
to de pa, devo lar abjurado wlennemenle a iradic-
gao dos seos as*, que foi lata* anda menos
venciila polas armas das potencias oceideoues, do
que pelo espirito e tenJencias da civilisaco mo-
derna.
As estipolafea que se referem neiilralisocSo
\o Mar Kej?ro, ao projeclo de novas fronieiras en-
corn com a< repblicas do eonlinenie sul america-
no e a ds Estados-Unidos, se acham nasniellio.es
condteoes posveisdd paz, e a osle respeito lodoso
das o govenu imperial recebe os tnais vivos pro-
testos de fatinu e Bonsideraoao da paria dosgover-
nos de algura dos osudos visinhos, que aoUcitam
cultivar ralaeSes de amisa I.; com nosco.
A desihlelligeneia que o principio do auno passa-
do anda breaeiieiou entre o Brasil e o Paraguay foi
ir. .. t ------ V ""- uu """" I'iomi.cioii entre o lirasii e o l'ara-uay f
ue a Ruma e a Turqua, e a futura organisa$o resolvula diplomaiica.neule, e a 14 da iulho mihl
dos principados danubianos, lia nuiuin. ,,,, ns. ann.uL.J___........____, 7
caram-se tres deerelos, promulgando os tratados de
amisade, ommerciu e navegaco entre o Brasil e .i
Confederado Argentina, enire o Brasil e a Repbli-
ca do Paraguay, ea convencao com a Repblica do
I ara;;uay acerca da limites. Estj aelo foi .^raimen-
te applaudido, por que he considerado como um
passo seguro para o restabelecimeulo e harmona
das relacoes de amisade enire o Brasil e acuellas
repblicas.
A prudencia e babilidsie do gavarno de um la-
do, e do otro o bom senso do povo brasileiro e o
seuamor aosdons da civilisaco, lia permiui.lo que a
ordem publica nao tenba sido perturbada durante o
periodo da oilo annos, depois da assencao da poli-
uca que dirige os negocios internos do paiz. Posio
que a mora prematura do marqez do Paran fos-
se urna grande parda para a nacao, com ludo esla
poltica nao soffreu alteracao na'ssuas bases essencia-
es,nem ao menos moa roudanoa no pessoal
do gabinete de que era, presidente o' Ilustre mar-
quez.
A epidemia que desolon todo o paiz, e roubot
milbaresdo.bragos agricultura, nio interrompeu
a nossa proSporidade.
J a jiisi.ca que confessemos, como um tributo m
dos principados danubiano-, de manejra que cs-
capem para sempre a um protectorado estrangeiro,
sao oulras lautas garantas que prolegero o i rape
rio dos sultes contra qualquer aggresso futura,
forlilicarao a Turqua, e consolidarao o equilibrio
da Europa.
A admissao do imperio oiioinano no concert
europeo, a garanta collecltva das grandas poten-
cas para ludo quanto diz respeito iolegridade
do imperio, o seu concurso ecompromissos diplo-
mticos sobre todas as quesloes, que se llie referem,
sero o ponto de partida de" um novo direilo pu-
blico para a Europa e o aniquilamento formal de
qlialqucr preponderancia exclusiva, de qualquer
ambicio pessoal, de qualquer poltica que se nao
ligue completamente aos interesses da Europa e
(la livilisjr.iii.
M'umapalavra, se o tratado de 30 de marco
nlo comprebendeu as nacionalidades ouincias, nos
sus irinta e quatro arligos, se o cadver da Po-
lonia nao recobrou a vida, se a Hungra continua
a nulrir-se com as recordacoes gloriosas dos seus
oilo secutes de existencia passada, e a Italia ainda
permanece mutilada, sob o peso cruel de despo-
tismos differenles, ao menos, considerando sagra-
das as propriedades particulares para os beliige-
ranies, fundando-se natheora das sociedades civilisa-
das, deque aguerra se deve fazer de estado a estado, e
nao de individuo a individuo, riscou do cdigo das
naces o velho direilo martimo acerca do arma-
mento de corsarios, e resiituio Europa a paz
que gozara por espseo de trinta o tantos annos.
,* erdade he que foi comprada por um prego mui
elevado, poisque s s cinco potencias occidentaes
eusiou see mil milhoes de cruzados : mas he pro-
vavel que a sociedade moderna ri um novo passo
e najase uma conquista sobre o futuro.
Outro successo importante que leve lugar no
velbo continente europeu, tul a revolucao operada
na Hespanha a 14 de julho; apenas .-i guerra do
Oriente sabavia terminado, quando uma nova por.
turbacao surgi naquelle desgranado paiz, e o san-
gue corren em Madrid, Saragoca, BaTcelona e em
outros mutos bigares. Espartero que governava
a espanba desde julho de 1834, foi derribado do
poder pelo marecbai.O' Donnell.
|)ahi em vanie comecou a obra da reaccao des-
ptica, resiaurou-se a '.heoria dos espingiidiamen -
tos, rasgaram-se as Isis liberaes emanadas das cor-
les conslituinles, resiiiuiram-se os bens :i roinba
Mara Christina, quecram considerados como uma
depredacao fei la aos. cofres pblicos, e, a lina I no
p.incipiodo mezde outubro, Narran, causa prin-
cipal da revoluco de 18J4, foi honrado com a
confianca da cora, organisou um ministerio intei-
ramenie reaccionario, e procura por em pralica as
suas theorias despticas, restaurando lodos os ve-
Ibos principios das monarchias golhicas. Pobre
Hespanha oni menos de Irez mezes lem experi-
mentado trez homons prestigiosos, e parece que o
termo das suas dores ainda se ada mui longe ; os
seus solTrimentos lem uma causa profunda, qtie se
liga nalureza das couzas, s suas insliluieoes po-
lticas, e uma simples mudanca de homens nao
basta para esconjura la.
Einbora o tratado de 30 de margo nao esiipu-
lasse nada acerca da Italia, com ludo, nos proto-
colos das conferencias, os plenipotenciarios, fran-
cez, inglez e sardo, proferiram algumas palavras
sobr a aorta desse paiz. listas palavras anima-
rain o jornalismo da Franca e da Inglaterra, que
comecou a censurar e condeinnar energie miente o
rgimen interno do reino de pales e a adminis-
tragao que eslao sugeitos os estados pontificios.
Por outro lado, sabe-se que a Austria be^sesbo- ^ ,
ra da inais rica.porgo da alia Italia, que os tra- ra que tinha comegado em 1852.
lados de Vienna Ihe adjudicaran! a I.ombardia o a sao das cmaras foi mui paluda'
Venecia.^ e que ella reina -'' A" ** r>::-': -i-------
I.--.I so, potigau i, i jorualisiDo, e suj mesmas re -
in.'i-s com ogoveriio (que eslo sofUcienlemente
explicadas c conliecidatj l!io lu e uma aran le re-
serva e uiuderarl, as iscuisdes e lula, dos parli-
iio. Seu carcter noticiosa e do folha de ennon-
cius llie un,)le pjr outro lado a noc.sida le de abrir
sus* columna! a opiaiOes que maltas vexes ufa sao
ill suns, salva alfdniai reservas nslunes, a equ-da-
Ue cobeo do estde pedem que ni.so h .ja toleran-
cia, para que e*da u i, eche mu iiiio e se diri-ir
ao publ'O, quanlo sap ||. cixiveuia. Opimoes
comearas aos principios da redaccA) sv ach:,rai em
mullos ri.;i)innoic*as e cnr.vpo.fdencias que publi-
camos, e ev.di lilemente n,lo i
susleu ta-bis.
si,uai).io-sc de publicar um jornal emelhante aos
da corle.por menos um terco do i......n,-, e fazendo
Iguaes d.spezas. lira le mostrar que lie capaz d fa-
zer algom ervico a sen paiz.
I$ctte&p0i&mtia*
Sr.
no
padre Joo
ii Jornnl do
Itcsposta no <|ii diz; o
Herculano lo leTo,
Commcrcio n. 59.
(Jucrendo o Sr. padre Joilo lleri-ulann do Beao
comproineltemo. a no sen desespero como elle mesuw l-,n dito 5 de-
az^ xz as sftaT sar; r F-rs S:^sP *-*w-
ihum seuliincnlo de honra lem ocelo era seo e- n.r ., ~
K e quanlo seu li.u he Ir.balha? menos ne Q^T^^^^ "5*ri* ** .
- nii i lem
om inulto poucas hutas, espacadament* publicadas,
e e.sas mesmas lem Hda nuil poi hm mostrar o que
corre, do que suslenlar polmicas. Ulna ou oulra
propos.cao ina.i periosa ou ab.urda lera sido puf
nos reluld.la cono r.ii a singular idea de fazer nter
W a polica as operasoes das mesas eleiloraes ; a
lentoranei .chimar ao Kt.n. preside.Ue bypaerita.
ii iim i,, o r ii_...' !!- _*....
l'ece, porm, a esse padre que declare e prove a
manera pela qual teuho faite da delegara o mu
nodo de -vida, qiisiido eu nem mesm> recebo as cus-
as dos proce.sos : qne prove quaesos f.,clos que lem
deaagrMo a minha repulago e condona, qu elle
diz lastima ; que inoslre e prove osexceso, qoe eu
por venlura lenho comnieliido no eserctcio dele
---j.-viuo mimsemos, como umlributo ', De o de sobado 13 de (Wemhro sele das nos- ...i. c ...T.a 1 o. -
a verdade, que por esla occasiao o governo imperi- rlor ao ultima nnmero d, Di\t f'n. que no oct! m c o 5to^TTZ d-Jf"^ .S!? !?m-
.le os presidentes as provincias.0 deram asPpro- VJ^S^SSl P ^ Z&Z TUSSfc* fmg*
qo
'He
vas mais evidentes do seu amor e solicilude em fa-
vor das classes desvalidas da sociedade. Os co-
fres pblicos foram abertos e ptodigalisados com os
mfeluas, privados dos meios de subsistencia, e em
lodos os pontos se organisaram servigos mdicos
para os socorrer. Foi tal a dedicagao do governo
e de mutos particulares, que a este respeito nao ti-
vemos de atojar a civilisaco europea.
Durante o anno que se lindo., o Bra/.il gozou
de um credilo singular em todas as pragas da Eu-
ropa ; ao passo que lodos os fundos pblicos, bai-
laran) as boleas de Londres c de Paris, os brazi- s
leiros, depois dos inglezes, eram os que tinltam m
rr.oior crdito, e se procuravam cjm nrefe- "
renda.
Em consecuencia da stuacao pacifica e llorescente
em que se acha o paiz, o commerci de imporlagao m
augmenten com as precies de uma populaco J
crescentc; as rendas publicas duplicaram; a rque-
z.a material se desenvolveu e cresceu ; a associagao
dos cap.taes.tssa forma mais ptenle que o vapor,
creou, mulliplicou, o organisou empiezas de lodo
o genero; ea corrento da emigraco eslrangeira
comegou a dir.ir-se espontneamente para o nosso
no. Todos os das chegavam navios car
""""' ouos os das chegavam navios car- *'. bebado, reirograds.africanisla, inslrumento do
regados de colonos, ja atrabidos pelo proprio "o- in"1u ""c O inda, e de sea-primo conselhtiro En-
verno, j convidados pelas prometsaa dos particu- ""' v"."ri"- ..
lares. '
_----------------------------^_ ------.__.w >u, ii,ui paillUd. iS
lio despticamente m.ciago alguma digna da aitengao
* 1------------_^... u... ,uu 'IW|V
como el-rei de .aples nos seus Estados. Assim, mezes do cosiume apaas foram cnsagradosTa
as reformas que se exigem para ns estados do Papa gumas quesloes de interesse secundario e discus-
edeel-retde -aples, devem ser igualmente ap- sao das leis do orgamenio ede fixaco de Torcas
plcadass possesses austracas.
, ...... "u """sir icz-se, em tono o imperio, a
As violencias dos jornaes inglezes e as declama- pmneira experiencia do novo sysiema eleitoral o
goesquet.veram lugar as cmaras de Turim a 2 de dezembro elegeram-se os depulados para te-
cerca da questao itabana.excilaiam os nimos con- gislatura, que deve encelar os seus trabalhos em
contraraill echo naa mrtM uinarinnM Am nnliliiH main dn iiini, ,.- i..:. _____ r.
conlrarain echo as regioes superiores da poltica.
^ Os governos da Franca e da Inglaterra, embora
nao se importassem com a Austria, dirigiram va-
rias notas a Fernando II, aconselhando-lhe que
adoplasseuma polica mais benigna para os seus
Eslados. El-reide aples repello as ensinuages
dos gabinetes das Tuilcras e de James, protes-
ten contra a ntervcngo da Franga e da Inglaterra
no governo interno dos seus Estados, e Iratou de
r,,.,, i i '- u al,1,soor'-"C") da ,>> ..... u
iiui.ua, jse Joaquim Seve, Oerolamo Bruno, Joa- organisaros meios de defesa para se opnor a nual-
i|oun Barbosa Lina um ..,.. i~i -. V ... ,.. .____=_________ r
iioira Barbota ,ima e um escravo, Jos d. Cos. ..
iaslos, Manoel tranci.co da Co.ilia. Antonio Jos '
ie (..j-qoe.ra e um escravo, (iuilbarrae Antonio de ,
<>, tr. Iridio de G., Bernois l.avievee, duas "cuu.uma "01a. em que manileslava assuas svm-
wacas do corpo de policii, Dr. Jos Nicolao tigoei- paiiasem favor de Fernando II, allegando que
a Coila e um fill.o, Joi)0 |iail|ia e 0|n e6Prav as h, o^~ ,;., .:j.J ....._ V_
los Mam de Albaqperque Mello e um esc av
, -- t.w .>i.,,) e ti ni WH|*i
Manoel Jacques da Silva. Andre Alvim do Kegn.Dr
rrauci.cAulouio Vit.l de Olivejr. ., .enhoV, e
ara criado, S.rv.no Elivio Csrne.ro da Cuaba e .,,
3-cravo, Isaac Mande, Manoel de Araujo Alrante-
r u ,.."U PareTa da ArauJ" Vin- J<>o ''rei-
r tabello Braga. I.oureucn Muniz, Thomaz Pinlo
de Souz, Manoel Jr do Nascimenlo.Josc Jo.qu.n,
leixeira. Jos Mana. Jos Francisco, lrnc,co J.ao
4lve. rt. Airaa.i, ""-'~-u. rrnc,co joao iureanio, segundo as ullimas noticias chega-
lliosseis presos senlencia.ini, nina escolia de nua-
ro policiaes. duas prafa de polica.
Par a Babia, l.uiz Lopes Villas-Boa, duas pra-
vas do eiercilo ( sendo ura desertor i
l'ara a corle deputado llr. Antonio Jos Machado
sua senliora. uma lill.a menor e duas escraves, cap-
l'aUl" stSL? '?br,,!'Ferrri" Cruz, Euclides de
laul Barros, Pimo Ferrara de liooveia e dous es-
sravos, D. Libania Aurora de l'.arvalho Sanios. |re.
res Libralo Jos Feliciano da Silva Kellv, sua se-
ulura e, um filho meoor, cadele Ernesto Aagu.to'de
Soaza, d, Carlos AuSu.lo de Soaza, dito Sebastia,
Kaymundo Lverlon, Jos Ignacio l.uiz da Silva
dous recrulas para a marii-ha.lre, pregas do eKerc.lo
cento e quatorze escravos a entregar.
li amanha.
as duas grandes potencias occidentaes estavam em
uma flagrante conlradicgo, querendo inlervir nos
negocios internos do reino de aplesellas queti-
nham sido as mesmas queeni 1S52 se haviam op-_
posto ao czar Aicolo, sob pretexto de que nao po-'
dia ingerir-se as qucsies domesticas do imperio
oltomano.
Entretanlo, segundo as ultimas noticias chega-
amigo da neta de Henrique VIII, para junios diri
girem os deslinos do mundo.
Tondo departe a inundagao quedesolou a Fian
ca, e deixou a mais de 30,000 familias sem abr
no parlamente inglez contra as tradiegoes e Jou
inas de governo que j nao sao da nossa poca,
Recife 1 de Janeiro de 1857.
L'm anno que comega e outro que acaba sao um
assumpto fecundo, que o lempo offirece med'.a-
go geral, uma lico para o futuro das sociedades
e um molivo de novas esperancas.
Tal vez que o anno que ho'ntem se sumi no
golpho do passado nao seja mais privilegiado do
que outro qualquer n.s suas diversas variaces de
bem ou de nial, porem se delle nos queixamos com
especialidade, he porque o consideramos de mais
perto e nos successos contemporneos.
Por outro lado, sempre que comeca um anno
novo, imaginamos que ser dillerenle'do que pre-
ceden, e que melhores eondiedes futuras de felici-
dade nos indemnisarao das perdas passadas : be
um bollo molivo para progredirmos, a inspincSo
do porvir, e uma das leis supremas da historia do
genero humano.
Em geral, a Europa enrerra todo o mundo para
mis, porque a Asia.eAfrica pourooiiquasinenhun
inusresse nos inspiram. Assim, se dermos balance
aos acontec mentes mais notareis quedurante o an/i
de 1856 tiveram lugar no continente europeo,
veremos que o tratado de Pars ioi o facto cufmi
nante desta poca. Os primeires das deste ann
anda se passaram sob as palpitages de ansio e a
jonia que causa va o grande conflicto oriental
ainda os arsenaes de guerra e de marinha da Frang,.
e di Inglaterra se oceupavam com preparaivos
bellicos, e o liallico era o llieatro escolhido para
continuar-sea represenlacao do drama, cujo prolo-
go fora a lomada do coUosso inoscoviui no Mar depois de algumas salisfacSes reciprocas,
Negro; mas a 30 de margo o rongresso reunido cm
Caris proferio o aclo que deu a paz Europa, e
que pareep ler resolvido a quesio oriental, suspen-
sa ha muilos annos sobre o mundo, como uma
ameaca perpetua.
Em consequencia dcste arlo, be provarel que a
l'urquia, ao menos por algiiui lempo, nao lenha
u que temer da ambicio secular da liussia, pois
que o iraiadolovantouuina bsrraira, que n-nlui-
ma potencia poder transpr impaawnenle, assim
como a Europa n.in recetar mais nada da noliiira
tradicional do" czares.
Segundo o- protestos que fes n filho de 'vicolo,
|uer aggresso eslrangeira.
A Russia pelo orgao do principe GorlshakolT pu-
blicon, urna nota, em que inanifesiava as suas svm
ltanos, residentes as corles de Pars e de Londres,
receberam ltimamente os seus passaportes e se re-
liraram. Kis a situago actual dos nesocios na Ita-
lia, e se a Austria, que teni grande nieresse, nao
se tornar medianeira na quesio, he provavel que
estas dcsintelligencias se lornom o santo para una
conflagrago geral na peninsula ilelica, qne seno-
de estendor a todo o continente europeo.
Como dissemos no principio desle artigo, o tra-
tado de 30 do margo foi o fado mais culminante
do anno de ISoG. Todos os grandes acontec-
memos que tiveram lugar neste periodo, derivam
ou se expbcam por va desle successo. A allianga
franco-ingleza, cimentada por tanto sanguc derra-
mado na Crimea, eumdos acontecimenlos mais
singulares da primara melade deste secuto, que
------------------------ ~ -..- --------o- i.iviuui iiuiparoionar as vaniag
,o e sem pao, e as discussoes que tiveram lugar que seaguardapi deste imporianie melboramer
------------0.------ .|uu ,,. uu Mwuaiwara upuca, o_" eperagoes, e o commercio esl r
mas que anda dominam no reino unido da Gra- satisfeilo com este paiso dado na carreira do n
Brelanha. eis juvni-n i,.ic .-. .^.......... ____i armen n d...__. ^,:_ ... "
Brelanha, eis pouco mais ou menos os aconteci-
menlos que assignalaram a Europa durante o an-
no de ISMi.
Os Estados-Unidos eontinearam a sua politice
de egosmo e de contradiccOe?, seb os auspicios ,1o
se,\-qoKernemenl, envolios as dobras espessas de
grandofelicidade.
Lima pequea dilerenga suscitada enire o ,over-
Js primeires dias desle anno -le Washington eode Londres emconseiencia
,. do elisiamente promovido no territorio da nio,
pelo ancarregado de negocios da Inglaterra, durante
a guerra do Oriente, por algum lempo alleou as
relaces dos dous paisas, Ao principio a ocurren-
cia foi considerada como um roiopimenlo e um ser-
mendegraves dissen-oes entre osdous EsUdos; mas,
ibver-
prosc-
1 udo enire nos lende para urna prosperidade
invejavel. A nossa marinha de guerra, que j
coma quarenta e dous vasos, he a primeira de toda
a America do Sul, e a de cabolagein tomou inces-
antemente proporcoes grandiosas. A estalistic
dos crim.es diminuio consideravelmente. O ex-
erciio receben multas modifieacoes, c todas as re-
parncoes publicas soffreram grandes reformas no
seu pessoal e economa. Os melhoramonlos mo-
raese maleriacsque boje cinstiiuem a grande pre-
oceupaco universal do secute, tambera noficaram
esquecidos.
A seguranza da vidaeda propriedadedocidado,
o respeito as leis se rio tornando uma realidade,
graess ensfeia com que os delegados do ajowrno
imperial as provincias lem perseguido os crimino-
sos e feto sentir sua aegao jusliceira s autori-
dades, cuja connivencia e tibieza concorriam para
i impunidade
O anno que se findou vio encerrar-sa a legislatu-
A ultima ses-
^Nao appareceu
os quatro
......------ que provena ter sido mao o proce-
imenlo que pareca hoin. Aqu porm nada disto
>e da o Eim, Sr. presidente nao he censorndn
por actos posteriores ao dio 17 de unvembro.'he cm-
pre por causa das eleices.masda numerosas deeisfles
dadas por S. Ec. e aceitas pelos redactores do L/'6e-
ral amia iinliuma Ioi ceniurada. Nenlium fado
ale enlil oceulto se lu descoberto. Cida dia apna-
ecem pe i contrario novo leslemunbos de nao ler
crea0,uhr,.r".-Pr,!,,lr""'- ?." corrMP"n1d"";' *- "
cadas n f f A c,rc"lar"- ai ord "*" declarassem ser S. S
A 2 de novembro fez-se, em todo o imperio, a
maio do anno que boje comeca. Se o novo
procesa nao don lodosos resultado que se aguar-
davam, se, em tocias as parte?, a eleigo nao foi
uma completa realidade, ao menos desapparecuram
muilos abusos e escndalos, que eram t'o communs
em outros lempos. Entretente, fura conveniente
que as condlgoes de elegibilidade fossem alteradas
na eleigao primaria, de sorlc que o volante off.jre.-a
maisgaraniiasde independencia. He certo que todos
osmerabrosdiqual.|uercommunbo civil lem direilo
a concorrer para a formago do governo do paiz,
mas em quanlo lodos nao liverem consciencia deste
direilo, e o nao soubercm appreciar devidamente
a razao e jusiica aconselho que se fagam algumas
excepgoesno exercico deste direilo em bem da pro-
pria communhao civil, afim de evilar-se a anarebia
e a desordem.
Agora digamos algunas palavras cerca deste
porcaodosoloda Santa Cruz ondea providencia
permillio que nascessemos. As llorescancias do um
nsonho futuro indicara quePernambuco esl desti-
nado a uma prosperidade admiravel, e (|ue denlro
no concert das outras provincias do imp'e
no, especialmente se livor a fortuna, de eonser
var por alguna annos uma adminislracao similhan
* 1 W" -- wqm'-h, .y ^i^ ..,.1 ,.| ,
os hbitos de paz c socego que desfrucia ha mui
los annos.
as espheras ordinarias da actividade, esla pro
vincia realisou alguna melhorameaiose encolo
;randeza futura.
) Gymnazio provincial comecou a funeciona
sob os cuidados e dcsvellos de um hornera pralico ;o,"lo- 1u 'em 'servido o paiz era todo, os parli-
e dedicado que lem om seu favor a confianca una- 1lS!lTJ*Jt'M4m p?la '"" P "'"'
nime da.provmcia. Embora a epidemia nao per-
mtase que os trabalhos eomegas?em notempocon
. -- """"i 4 ........"-m""- suaiMiiios eomegassem notempocon- --.-.-.-. .
nunca pode ser realisado em lempo algum, esieve veniente, com ludo o eslabelecimento foi frenu*n- V:l|",r /'',Pa'"' foi portador de jornaes com
em vespera de d.ssolver-se, em consequencia da fal- lado por um numeio consideravel de internse ex '!l''s''":)'"Ha"^ ale a; de novembro, do l'ar al
Part .TT?10 ,!as.es,iPub'''10 ,ra,3julde T**" **1* com" outras provincias do ^ dnXteMa?dekttSSs'aW-S
Pars ; a enfentecordial* entro a Franga e a I- sul c do norte do imperio ; c ludo indica qn. >. P
glaterra soffreu um resfriainentomomentneo, mas mslituigao bo destinada a um brilhante porvir.
que a
parece que as occurrcncias que deram causa a este
accidntese arranjar-io aniigavelmente, e o sobri- operacoes que linham sido inlerrom'pidas" Dalos
ir ffterr. zOs: r "=;"i?/- ?=&:
'nhrT'Z.Z.-""J"-" ""'"="'"'. > "- "l."-|i. .minara sido interrumpidas polo si- Do Para qu0 ha de novo do a c ra do ii nho do prtsioneiro de Santa Helena conlinuar aser nistro do Marques de Oinda. lecebeu de Lon- corr"l" "dm.
lrwo /ffuoraaW, queja tem feiloduas riamni n]^i^"]^""'"'Vnle ''* lypogra-
Odondes. e espera todos os dias oulro vanor o Per. t^jrSS^J*!"!* ? ^^"^,
" r l----J- ~"' i*iv uuue >i_';ri-
redondas, e espera todos os dias oulro vapor o Per-
i- stnunga para poder cstabelecer a regujaridade das
" '"IM'!?.";',e.mC!''r ProPorcionar vantagens
lo.
i. A eompanha de vapor de reboque lamtem inau-
-!urou as suas operacaes, e o commercio esl mui
r"* un ii ii lij n pro-
gresso. O Patent-slip, esta medida de um alcance
elevado, em breve dar a somma de bens que delle
se esperam.
Com a proefamacao da paz a 30 de margo or-
anisouxe em Londres a companhia que se'encar-
regon da eoostiieeio da nossa estrada de ferro ;
passaram-se todBs as acgGos,.comegarara-se os tra-
balhos da priineira secgao, que j se acha bs-
tente adiantada> eo con bn-la ao iranzito publico al o mez de iunbo vin-
douro.
A alfandegajaiigmcniou as suas rendas n'uma
proporcao magnifica o espirito de associac^ ie-
ve grande desidrolvimento ; na espbera da segu-
ranca individual o de | roprielade nfio apparece-
ram as violaeeb, que era outras epochas eram lio
frequenies, eddpunham horritelmentecoBiraa nos-
sa civilisaco. Se o anno de 1856 nao foi com-
pletamente saltatorio para nos-, nem por isso foi
um dos mais ijifelizes que coniam us nossos an-
naes.
0 Ciarte tfel/'eTnamoueo f.,i sempre ame telln
territorio, I ^*it'*'^-'*.?"'^f'?'T"'"^ ^.'"""rcial. .\s suas leo-
or,i0,.r,ra:;,r.;e,r dV^re^:,v
*e ai-l a o seauinie Irecbo dirigido a este joroal:
Recorrendo aos insultos e aos convicios.e chaman-
. todos ns dias a queslao para o terreno das indivi-
lahdade (o Oterte he que os chama !) perlendeu-
por esl^ modo fazer calar os honrados patriotas
de desacreditar
os epitbetos de
transcripto.
Iiz o Sr. padre que eu sou ludo, e nada sou: sim,
Sr. padre, diz nma verdade, porque no concorde!
com a sua vonlade. como S. S. mesmo o confessou.
quando disse que eu llie havia neadn o estribo; e
porque nao o mtnde, Iraucliar, quando S. S. se
[ornon, nao um ministro do aliar, mas sim ura br-
baro, no raslisn da sna Anglica. DizS. S. que ea
son egoisu, mas nao prova ornen egoi-mo. Sr. pa-
dre diga-me, por caridad, onde eslao essas pobres
mulheres, que me tem pago por duas vezes direilos
de decima/
da
du
do .
quem o Diario no grande esforg
lelfzmenle ufo pole senSo alire'v
maldizeiil: e btlioto n
Ahi temos o Ubrral l'eriimnbucano declarando
ie em ludo quanlo contra seus re Jactares ou sobre
es temos escriplo, n.lo empreamos para os desa-
sdilar lunhom deeite, uenhiim termo oflensivn se
os de maldizenle e bilioso. O Liberal Per-
[lu/>niiA n..aA__ ..._
lued, nnlha 'najle 13 de dezembro. ira
xm. Sr. presidente, ao prnprietnrio do' Diario, e a
.las as pessoas que vAo ao palacio do governo 09
galota in-ullos, calumnia e injurias, porque de
ido ha na rolleccAo alhens, repnbiicanos, com-
umsias, introductores de sedales falsas, conlraban-
istas de africanos, prevaricadores expellidos de re-
larlices publicas, apostatas, ingratos, prfidos, in-
citantes e assassinos..........algn, esta-
am na forca. e oatr.os as gales se ueste imperio a
ei fus'e cumprHa
Desde 17 de novemhro, apenas se pnblicon um
inmero do Liberal em que ao Eim. presidente nao
issem laucadas as aecusaees de nsiigainario,assas-
iii'., desleal, l.ypocrila. carcter talhado para a per-
fidia, bebado, relrograds.africanisla, inslrumento do
, 11 ir, 1,1 / 11, i I ,, I ^ J^ ___*_^t________..i. as
Nenham faci ainda foi citado para explicar esta
repeuiina mudanea de linanagem 'uma folha que
ale uuvembro nao linha cessado de fallar do Exm.
sr. prndenle nos termos mais lisongeiros c linha
deseoberle oelle Lalentee, virtudes cvicas, illu-tra-
t, cararler independenle, honra e rectid.10 de sen-
im.-nlos por nincunn excedida.
Cerlamiinie nm h -., pode obrar bem ate certo
, ii a I .. : i__... .
l.ei de canc-.r em Ihe dar cavaco '.' Sr. padr, lea a
sua caria publicada no Diario de Pcrnamhwo n....
ahi achara' desenliado o sen carcter. I.emhre-se,
Sr. padre, que S. S. falla .la honra da polica da
Victoria, poique nao o proressou pelo espancamen
.hTV ''-""V' h .upeioespancamen- "3 """* ae eslranho. que foi misieromes-
lo da raiseravel Josquina. qe s. S. ac.o,,lou, man- lorjo de combinas-ao para eXr-me a iua dos, -
dando 2 escravos pega-la pelos bracos. Pode norem bililade. P me a ,oa pussl
mEZ2Zr2JSZ "rl '"rigi<> nada mai a virt-OH Sr.. I). Marte
Se'SoT urt -2S *"" l,,0mem1P",e osmalores impropeiio, por causa do casaineu.o de
TUSfSL S OH*?- d? ou,ro e ,le,,ols un" "re""- o que a poz lao de.onenteJe.aae ao sabir
cadas ainda na apparecerara revogadas, ou com-
menladas, e expli-adas por carias u orden secre-
ta. Emlim nenham facto oceulto al 17 de novem-
bro foi anda ilescoberlo. O que havia como b ,-e
le raciocinio pera julSar do Exm. Sr. presidente
al 17 de novembro he o qoe ainda boj ha.
Curapre-nos pois, para quem nao suuber oque
ral por esla eidade, explicar a .ingular marcha da-
qiiella I.Iba. L'm empregado que fira suspenso do
ui emprogo pelo Sr. presideule Jos Beato ta
l.onha e KiiiUeiredo pe.unu que o Exm. Sr.
consellieiro Sergio derla logo reintegra-lo em sen
einorego., S. E\c. porem respundea-lho que nu
velo aqu para desmanchar os actos do seu prede-
eess.ir, qne a QdSjoeio eslava all'eclo aotinvernu Im-
perial e .- este su compela decidi-lo. O Gaveras
coaGrmoa o aclo do Sr. r. Jos Benlo derait-
linjo o lal empreado. Acconlece que este he u.n
lio.nem dotado da liugaa mais viperina que se tura
condecido em Pernambuco, um desses homens cujo
maior deleite he ataisalhar a reputafja alheia. e
que nao poapa nem a honra das senliora. de sua fa-
milia, yuiz logo pobl.car diatribas e insultos con-
tra q Ex.n. Sr. presidente, mas foi repellido de lo-
das as gazetas. Alliadn poltico das pessoas que
diriaism o Liberal tomou om ellas parle nos talas
eleitoraes de seterabro e novembro. Dorante ellas
por yzes, egnnlo s diz, propoz na. reuniSes do
partido que se rompes-e com o Exm. Sr. presiden!*,
P>r v.es, tanibem. vallia a verdade levou para o
Liberal l'ernambucano, de quem se lornuu colla-
borador, arligos virulentos que foram resellados.
Perdem purera no dia t ou Id de novembro os
seu. novos correligionarios polillos a esperanza de
vencer a eleicAo, as paginas do Liberal sao fran-
queadas ao desibafo de lodas as bilis concentra-
das. Desde loga comer i o despeiladu empregado
demillido a mostrar para n que pre-da, e Un grau-
J? '!"" (ll! repisados e u ,u -i-.ili :i,.i>- insultos he
dilucil encontrar na passada historia de nosso jor-
nalismo, ojue, infelizmente, algumas vezes se dis-
tingui pelas peconalidides.
De descomposturas ao se lem alimentado as co-
lumnas do Liberal, e hoave artigo em que se calo-
tea quemis de duzeutas pessoas eraiu insulladas
entrando nesse numero pcenles r.arnaes, e por afi-
nidade, auligos amigos ebemfeilo.e. desse emprc-
aia muro nmWi "'oaue, aiiusosamigosebenireilo.es desse empre-
em pou.o podera representar um magnifico papel gado dennllilo. Emfim s maledicencia, a aira bilis,
no concert das oulra mearinaUi An ;mn. e o furor de deniurir minea vu.iimm bm >.!
------------------- '..lili II ni ii l i II I l J( .lili) illlt-,
e o furor de denigrir nunca w-lir.im formas mu
enjoelives.
O excesso do abuso parece querer trazer o sea re-
I- medio. Provoeado pela publieacaO ncsle Diario de
te a lo m,;,r^r7 ,, T V ,mm'an" m9',", l>rov'"lo P pablieacilo ncsle Diario de
<.<<'muiio actualmente dirgeos seus negocios, esemantiver ''"' e deu.b outro d Sr. Dr. Jeronvmu Vilelia de*
os hbitos de paz c socego que desfrucia ha mui- C,,'iro ''''"T- ",uil0 P'aeiro ou liberal se -agua
---O mviuoiaiUHUlUJC ctic- III --------------'.......-...a.
outros no bissexio lindo que devemaccelerar a sua ft*5*1 a '"omenrlir, oo se o que-e
grandeza futura. uivera-acceterar a sua ch,.,ma p.lr|l(1 praejr(li n-o pisi i(e m> o ma|_
---------.....-.1 ,,.ii..,> ,/iat.ig "ii i.n'-oi o_i ,j
desde hoaienj ne se ha aqu oi partida em opposicAo ao qoe averna
que lera principios politico. a sustentar, um svstema
da adminislracao afazerprevalecer,humendehanra
saber e dedca;lu a reeoinmendir, oa se o que
.......- i......-- r""i "o" ,ih7,.m ue ou. i],, r im ;i
ilizenles, invejosos, e desprezados qae nao podemte
alevar-se al a altura em que se achara os hmeos
rem-se com elfes.
Udo.
No Ama/un, reinavam as intermitanles com
carcter tao pernicioso, quealsans iulgavam ser fe-
lirA i,r, ir ,11 .. i r.-m- _. ...
.--------------..,......, ^ub ... ... 0_
dando escravos pesja-U pelos bracos. Pode porem
persuadir-se, que os seus invenios jamis poderle
manchar a qoem lem a sna consciencia sem remur-
101.
Sr. padre trata n>sse aranzel de nma sua letlra,
de cuja cotiranca encarregou-me, queren lo inculcar
a demora a omisiAo minha : permita porem que
Ihe diga que esla letlra esla insera nos autos de ac-
ert dccen1i.il, e que se en deixei de dar impulso
a eisa cobranca fui porque o padre auiz ser esper
ri7. ;Z, ,'" F ,H piure guiz ser esper- t-upa a sua pessoa, Temido era redor delle : final-
c a! Bnie J",.r, V e" Cbr,",e mn',a mr"e.''.' mei des,e mundo! ,ui '"ajo por uraa
cuna, uniente (Juan lo a qoizer, reqneira para mlinidade de ideas, mi. a ,,.,_____I~^,...,
uta.
r dconir.nhj." a YV.Vi "i"'-.....""T"" *"" i1"."!2~"" "" ""-'" qae nao rae jalgava suscep
rdesenlranhada do aulos, deixaudo alu a copia, de ter senflu em um oia de derrehminio dio .,
la Enlende 1 Qa.nte S. S. he lao Uadc .em meu spoienio.
njasto par com seus irm.los. como nao o sera para
omigo? Quando o Sr. padre no engenlm l'ira-
lama.e ainda paramentado rom as vestes saoerdetaes
rigi a soa tinada m.1i a virtuosa Sr.. D. Maria
------------- -----r.,.... Iu> |,. .,- .ni :.o .|:i.i ij(<
ins prelos. o que a puz t3o desor.eniada.qae ao ahir
dea com a lesia em uma portada, como nao os diri-
gir a outros 1
Tolvas, Sr. padre, que S. S. esteja boje pagando
esses, e oatros actos eneas repmvados pela moral pu-
blica. Muilo pode a Jusli^a Divina I.embre-se,
Sr. padre daquella argumentarlo, qoe leve entre
dous sacerdotes, sustentando S. S. que Dos era in-
justo.
.libre -s da coros lapada, quando viajava para
ns serios, recommendandn ao. seas arriairos, que
padre.
I.mhre-e do negocio do coronel Jos I.eao, em
qae S. S. atra'coando a .ua virtuosa mi,, obrigou
que e.ta tomae dlnheiros ao Sr. Antonio Jos Al-
vares para dar ao dilo coronel, e a.sim poder conti-
nuar a eslar un eusenho Pirapama : de quanlo he
capaz o Sr. padre toda a comarca de Sanio AnIAo
sabe.
Basta, senhore redactores, rogo-Ibes, que se dig-
nen! de dar puhliridadc esls liuhas de seu constau-
(e leilor.
Tiburlino Pinta de Almeida.
Victoria ( de dezembro de 1856.
Secretaria da polica de Pernambuco SI de
abril de 1856.
Illm. Sr.Temi a presidencia por portara de I!)
do corrento resulvido.sob propnsla minha, nomear a
. S. para o cargo de delegado de polfria desse ter-
mo, que tem exerrilo como supplenle, com o mais
luuvavel solo, patriotismo e philanlropia, havendo
por desondrado o Dr. Krauci.co de Souza Cirne Li-
ma ; assim o enmmuniro a V. S. para seu coDhe-
cimentoe direcelo, reraettendo-lhe incluso o titulo
de sua nomeacio. A couincta digna dos mais bem
merecidos elogias porque V. S se tem hsvido no
exercicio dn cargo qae occopa, me da direilo a es-
perar que continuara a ncrupi-lo com a mesma. d-
dicacSo e inleresse a-i .ervio. com que heroica-
menle se portea na Iinieut,v-l criie, pirque temos
passado.
Dos gaards a V. S.O chafe de polica, Luis
Carlas ie Patea Teixeira.Illm. Sr. coronel Ti-
hurtino Pinto de Almeida, delegado de polica do
termo le Santo Aotao.
E nada m.is ss ronlinh eoi dito ohlcio que eu
tab'elliao abolso assignado fiz coniar do proprio ori-
ginal, aqu me reporto, e vai em cousa que duvi-
da faca nesla citada da Victoria da comarca de Son-
to AnUo da provinci. de P-rn iniln .. aos 27 das
do mez de dezembro do ann > da uiscimento de Nos-
so Senhor Jess Cinsto de 18")6, trigsimo quinto
da independencia e do imperio. Sauscrcvi e a'ig-
nei, o lebellilo publico interino, Joo Vicente de
Brilo (.'aciio.
Recife, 11 de dezembro.
He forenso pedirlhe uma correceo ao meo arligo
que se dignou Vmc. publicar boje em seu inleressan-
le Diario.
A segunda columna, paragraphr. que comee primeiro em po-lo sobre o tapete ; enlrelanlo dost
A pe ira salta a stima linha, em lugar de reos criados graves sustentan) duas eoroas sobre as cabe-
icia-seceos, a nona, em lugar de lierrew. lea- cas da ambos : o madre o, la, hhr ir.< .-.- .i.a..
. -- ^^------.... .u, .,,, tvw,a. llo
Icia-seco, a nona, em lugar de ticerem,
setitear am.
.No paragrapho qae comeca Nao qoerendo .
(erceira India, em lugar de oulro lauto, leu-e
enlrelanlo.
Espera a ooulinuacao da sea favor.
Antonio Borges da Fonteca.
pililo, e quanlo seu liui he trahallur o menos qut
or pu-sivel A precie e a indolencia iau para os
lluros a perfeila felld ;de, dede o principe ale o
inuii|icU..,
Nao obstante os 'principias morae. qoe o impera-
dor lira do seu coracfln e ,le suas propri.s virtudes
nao obstante seu deaeju de o propagar, emiue,.-
cii da revolui;lo domina au,,s melhores InlOneBes. ti
lmur Ihe lera' fe.in vestir nm traje regalar, que dis-
iimala no eslenor lu.l as ,o,is deformuaies n,a.
ellas nao eji.iem menos, ,, deixario de existir
emqoanto a Kusia nao llrinar sea falaro sobre ou-
Ir.t cousa, que nao sej.i apparenria de (otea e de
prosperidade. Como j.,' le disie, ella me parece e-
t.ir obre nma mina do civilisico, que ha de fasar
eiplo.ao um dia. No mmenlo em qoe o exercilo
delibeiar, achara'-1(1,000,000 de barbaros, que nSu
pedem oulra coma Milla apoderar se das trras, das
quaesse consideram ja' proprielarios, pela razao de
que essas ierras lem o valor que Ibes he dado pe-
lo, camponezes, que a. cultivara, e u imposto que .e
pasa, he rm pioporcio do seu numero, o naoem re-
lacio da extensao lerrilorial. Niiiguera o persuadi-
r,',n1M de l'u,e u s"' ni,o faz parte de sua indi-
vidualidad. Eis-aqui porque neuhum delles quer
a itberda-le : nina vez livre, o campanea no pos-
sue mais nada .escravo, mo pude ser vend .o lenao
com a Ierra, que o deve nolrir...
Assisli hunlem ao enterro do metropolita, o papa
dos i,reg. Nada vi Me bello como o clero ; nAo
MI o traje he magnilieo. .na. larabem as lonea bar-
bas e os compn.10 cabellos ondulado! e cabrado so-
bre os hombros, fazein ura efleilo maravilhoso.
Horacio Vecoct.
S. Pelersborgo Udo feverero le i&43.
Acabo de chegar do baile do imperador. Tivc
cora elle um. cuiiversac.an cxlcnsissima sobre a igre-
ja de Isaac; lizas vezes de professor. Expoz-lhe
minha i.pimao sobre a homogeneidde nece-aria
ea ordem das inmposiees haveriam tanta, pinta-
ras para fazer. que a vida inleira de rfm s humem
nao seria uaicienlc, se s livesse de fazer sem um
auxiliar, ou mesmo se ashouvesse de retocar. Por-
lanlo seria preciso que um su hornero, ou um i, ge-
nio se encarregasse do esboo das composices, e
que vmte ou trinla arlislas de latente se incumbis-
sem dos contorno.. Esla trete seria f.cil, sem que
nouvessem disparates, devendo-se colluc.r os ob-
jeclos sobre laminas de cobre domadas ao fogo. Nes-
la coodicso. achando-ae o elleilo man no carcter
do que no modelo, have.ia mais certeza de harmo-
ui no aspecto.
Pela primeira vez, qu fallar em termos geraes ;
demais eu eslava dominado finalmente pela preo-
cupa,;..,, de algumas palavras, que linham escapado
sua maeestade. Muilas vezes, quando lratava-se
do lempo necessano para terminar o, roonamento,
o imperador it.zM :
Deve eslar prompto em cinco anuos ; sei rouilu-
be.n que nao ouvirei urna s6 missa nelle e he para
.?rr.'Para P'ma',le rl 1"o os predios de um till.u que trebalho; nao devo vi ver I n
aa familia nao estaran) anda a rtever. Para queme lempo.o "nl
liairla ... Ik. I..______ i, r.r.
Esta aprebe.nso de uma morte prxima, manifes-
laaa no meio d um baile e expressada de uma raa-
neira lao simples da parle de ara homem, que e-
lOVS era todo o vigor da idade e da aude, linha al-
bina cousa de lao eslranho. que foi ......er ames-
I (I, i p ri,m ni,.,,..-.,. .u__ -__V..
uli lade.
Inlelizmenle a solucilo do poblema nao foi dirfi-
I de char. Cum a. minhas ideas sobre a .itua-
ao do paiz e a recnnlaco de uma scena, que se
inlia, passado na cmara visinha a possibilidade de
im grande arnntecimento devia parecer-meSprova-
el ; mas emao,, ronheci quanla forja de espirito
convinha a um soberano para dominar a fraqaeza
biim un lude. Pensei em nos.o rei, qae a morle
a sua pessoa, feriado era redor delle ; fraal-
---- "--!., %mt o'-i,iiiuu |/vi l'lllcl
de ideas, que nSo me jolgav^ susceptivel
Horacio Veruet.
S. Peter.borgo. tevereiro de 18.1.
t .ira nao fallar do iuvrno, qae me faz arraocar
os cabellos, quero dizer-le que ha don. dias temos
uoa.mente bom lempo.
Os trenos, carruagen deliciosas, correm como
vento no mar. ,o sul faz brilhar no u fragmentos
ua gelo, que parecem p de diamaole.e as ra. es-
tao che.as de vebrUtes, qne cunduiem pedacos
enormes de gelo. Dirse hia que, .ssim comeos
-por
.TaS*1 """"' em mi"lla vida! Ainda
nlo 2 arras'a'J I"-'- l-MIhao. meus nlho.
nao lem permanecido l.xos poc agora .enao kU
ponto onde ludo he eslavel, Iodo be real, .obre a
casa da ra de S. Lzaro en. Pars, onde f.cou meu
coracav.
Acabecapode-oceapar.se do mais ; he esse sem-
pre o centro e em Ir, mezeseualornareia tomar m*" qnlou-fei.e. O conde wSSZ Idmm,
com suagravulaic; porque, dizendo-le ..neiras rador. fo ,>,.,.......---------
rara fazer-to nr, torno-mc mais serio do aue
pensas. f
Voo yeslr-ni" para ir ao baile do conde Wrou- W*f* P'ostracAn lelesean. ,"."" JS
ol. un Ir eiiriiiiltArp ,,,.!., r...u,^ ___^_:^i ,\fc i na nebrac ^l.,..,.i.. .. ->"us >o,n.
zofT. onde encoulrarei toda a familia imperial. Oh i
quando lembru-me di uoile de Jeroialem, em que
le escrevia sobre a mesa do convento, depois de
uma refeico de Baeala eo eslava magro e Migado
lllilE ... ........ nr __Jt
.------s---------- ....,,., ^-, ,,, ii i.ir ij o i ,u i id'i o --------- va. ii ni. | lu., nnilo> n ,.^ i
mas a causa era mallo difireme da que m etnpal- morlo e" ^o de/esei,. o imperador bend. ei>
lldeeeboial t a Klhu. ... ,...... 2CTZ le aconleeim.ni ^ "|.r.iuor abeoda di-
lidecehnje! Cosa e Biblia lulo quanlo vin. o
achia meu sacco como a foranga, que se provA de
,. ---------- -.......a lu.....iiobd iiuvi- ue T.------- nw,rf-K ue rm. lerer i rm*. a*.i.
alimentes para o Inturo ; ,qui he o conlrario, he wuiideoe. O, medica ZZSmVa nerdor 2 at
o vacuo que rae cerca c aue eu eurho i minha era ea aaoilion*r-m r.a. .._____:___"; ""
o vacuo que me cerca c que eu eucho i minha
cusa. Felizmente a bolsa nSo segu o mesmo mo-
v.raento, e eu v-liare, com ella mais redonda que h. niinli i- i,,,-,... Trahalho com aisidoidade e
eslou contente de minha obro ; sinlo qae n longo re
poao,a qne fui rnniemnadn, no foi lempo perdido
reparo-a cora a energa que eu tinha ha vime an-
nos e com a experiencia de uma existencia tenga e
laboriosa.......3
Horacio Veruet,
Vou contar-le os pormenores do casamento da
condessa Apnlina Wielhorski, agora Vioe.eliooH.
A ceremonia leve lugar corle pelas seto horas da
noit.
A noiva foi primeramente ler cora a imperalriz,
que custuma era igu.ie casos.ornar o toncado da noi-
va com os diamantes da coroa. Nos, lettemonha,
chegamc depois com o noivo e o reslo da familia. O
imperador, dando a mito utiente, dirigio-se efn
procis-ao a capella, unde o clero fez as ceremonias
do cosame. Depois, b cantes, as supplica, ele.
Eslendeu-se no chao um lape! cor de rosa, sobre
o qaal os es. oso devem collocar-se. Dizem qae a-
quelle que em priraeiro lugar se colloca, deve ler
a directo da casa ; pertencia a cada un, dos noivo.
ceder por poltica a priori.tade ao onlro. Siiper.ti-
ciosamenlo ambos ergaeram aomesrao lempo o pe,
e agora lalvcz dispulrm entre si, qual delles foi o
primeiro em po-lo sobre o tapete ; enlrelanlo doos
C" I,,.- na...n. ......S______.1.-.- _
&ftteartniu
Diarin do MarankO, e o nefandaria. Acli..
vam-.! ja aparado os seeaietes d.trelos : Pri-
m-iro. denotado roinmendalof Jos Joaquim Tei-
taira V. Belterl, supplenle Dr. Kaymundo Alexae-
dre \ alie de Carvelno. Serondo, depolado Exm.
hllfe de S. liento, upptente Or. Jnao Paulo de
Jliranda. rerceiro, itepulado Dr. Jojlo Pedro Das
\ieira, supplenle maior Jos Joaquim Roiriaues
.opes. Dislriclo de t;,ixias. depnlado Dr. < and.dn
Mentes do Almeida,supplfOte Di. Kreiterui, Jnsc
Correa, finarlo districlo. deputad Dr. Joaquim
liomes de Souza.
Do llio tirande do Norte o Parahiba nada ha dig-
no ,te menrfio.
I Achavam-se i carga para este porto : No Cear o
hiela A'oco Oliada ; *. no Uaraoliioo brigae e-cuna
Cracio' i.
**i>M94t-4-*
ejeneia se ajusiou diplomaiieamente, e bui
guem as boas reUtjoei de amisade. Ultima i
leve lagar a cleicao do presidente da repblica, e
depois de mimas permbar-ues na ordem publica ede
or corrido o sangue em algumas partes obtuve a
maioriadM ullragios .Mr. ISucbanan, candidato du
parliju demcrata.
Se volverraos os olbos para o nosso territorio,, ,
veremos que vamos caminhanlo a nassos lanzo I '""CM" ** p."^ '* ideas de ordem e de res-
Com o presente numero eneetn Ii .je o Diario le
Pernambueo o truenme terre.ro anno da loa exis-
leuci.i. Confl
lores, legnirO
Irilhado. O respertjyo proprielario faro quaio ..j-
liver ao .en alc-,,c para correspon er aos deslio
vi.!,s .! ,s leitores.
Posto qae a parle Gnoneaira lenha oifrdo ama
alteracao em consequencia do augdienlo de slario
pedido pelos emproaado da enmposicao, e aceito
VIAUEM DE MR. HORACIO VERNET, DO INS-
TITUTO, .V RUSSIA EM 1812 E 1813.
Fray mentn intiitat la historia don artista* cieos,
por Theophilo Stleetlre.
Summario.
Os bohemio..Os narizes.Servos e camponezes.
Servid.lo voluntaria.E.nerramenlo.A igreja de
I-'aac.O imperador prev sua morte prxima.
O sol e o gelo.Baile do conde Woronzoll Ca-
samento ili condessa Apolnea Wieiliorski, Qaem
Envernara' a casa ?Ceremonial. bronstadt.
(jolfo de Pleo Ha.Voto d um- fidalga rusa.
O droki e o cocheiro trtaro.Vaso da lo pelo im-
perador Nicolao, com e'la in-cr.pc.lo, lendo por
cima as armas do czar../ Mr. Horacio l'ernet,
em lettemanlio de estima por seu admiracel ta-
lento.) Jess Clirislo re.suscitou !Os mdicos.
V'olla para Pars.
SSo l'elersburgo, Janeiro dn 1813.
I.'ma nova distraccilo veio em.raeu soccorro ; che-
gnu uma tropa de verdadeiroa b.ihem s com o prin-
cipe Wielhorski. Nos os perseguale nos ullimus
recantos de suas moradas particulares ha na ver-
dade entre elle* cousas inciincebiveis de Iradicao
physica c moral. He o Ejypto cora o rosto de bron-
ze, com saas serpentea en. p sobre as cnodas, seus
hiysterios e sus MpersticAes. F.u son rumo nm be-
berrn que descobre uma" lasca, logo qae vejo meio
de fariar-me das reeorda;0ei de um paiz, onde o sol
n.lo he como aqoi, uma laranja euibi ulhada em pa-
pel nardo. Divirto-me com islo, e poseo lauto oais
confessa-lo, quanlo nada ha que nao seja virtaoso
em nossas IndagacOei ; faco-me philoMpho profun-
do, enrao Jocr.sse se fez meslre escola: uau tcnlio
nisio ma.s prHeo{lo do qne lle, e divlrto-me s-
menle para fazer passar o lempo, que nao pos^o em-
pregar na pintura.
Ku apalpo a' dlreila e a' esqaer.ta, introraello-aie
por toda s parle onde pwio, sera
- ,.- .... ... occapar-me de
........- raen auxilios, nem ds npiniao los outros tas irellas:
lo na benevolencia do. seus lobsrrip- : parque, qaerlda amiga, quanlo man vivo, mais con-
os eslrada que ale luje tem vencido eslou de qoe o aariz h a orgao mais impor-
tante da machina humana. Ello percebe lado.
fea n.rizalli, ambilado, oa mesmo de migallu
de pSo, mu la a expres virlo-me aqu n, Talla de cousa iiKllior, em julgar
as d.llerenles direeres. qoe lomam todos os awriso.
Em nenham paiz do mando existe uma iSo grande
pete prnprielarin cnmiudo prec. da baerij^oIe^MS^C;ae.d.%'Vm^.%,11.E!
V,1 ;;1 .:' ,:'"" "s pre,:" ''r ,Brs5" '' issdo, o. m,,.s cunos,.mMiiido.
r ',,111 hcam ...empre en.en Hinque ns ub- Ja' v, ,, e.ereHo ; agora he a povo qae praru
ni en ffS-* f*T -* ""'"""' Jn-lu= <"" "' "CrovidiO nada ha lao curios nem'.a, n-
pigarem ns n Mflgn mies, e qu su se reputara ro- .misante.
..-----------------.v.. na iniio-
cas da ambos ; o padre o. taz beber tres vezes vinho
na mesma tac,, depois dao tres vollas em roda do
pulpito aobie o qual esla colloesdo u Evangelho.
A ceremonia dura uma hora. De|iois da bencao,
reliram-se para o aposentos, e all da-se a lodos
um grandn cipo cheio de vinho de Champanha,que,
OOOaMM innlnere-, devem beber lodo. He neces-
sano que se esvasiera mais de duas garrafa, para que
o casamento seja feliz. Depois disto, o imperador
parte cora antecedencia para a habitadlo dos noivos,
levando para all as imagen., e acurapanhado do seo
cortejo, espera a porta da casa a chegada dos esposos
qae, antes de entraren), se prostrara ale o chao. O
vinho de Champauha ainda reapparece, e dislribue-
se por todos papis cheos de doces, fraclas glidas,
ele. Eis aqu a parle material da ceremonia.
Acerca da |parle mural, uma circamstancia im-
prevista veio oar-me a medida da importancia re-
ligiosa, que a noiva rtav ao jura minio solemne,que
ella ia preslcr perante Heos. Tendo-se deapreod.do
om doseos braceletes, ella o trazia na man esqaer-
da. O imperador, com uin galanteio ioleirarqinte
cavlteirnsii, atiave.mu a capella para livra-la da-
qoelle ineommodo. Esta eolregou a bracelete sm
olhar para elle nem fazer-lhe o menor .igual de agr-
decimentu. Eta falla de ccrlezia foi appreciada em
sea verdade.ro setni o por todos os asstenles, e tu
es mulo religiosa para nao comprehende-la.
Horacio l'ernet.
SanPetersbqrRO 27 de marro de 1813.
Vou aparada e corro com o imper.ior a passar
revistas, estivehios estes ullimos dias era Chronstadl.
Esla vlsgem, que dnrou duus dias, encanlou-me
Passear dez legu is pelo mar a treno he a coosa mai
original do mono. Durante os diUwentes degolos
que se tem sucedido, alguns furacAes (em sem du-
Vlda agitado o mar, que sobre pondo a carnadas de
gelo urnas sobre a. nutras,produziu radeias de colli-
nas de maltas leguas de exteosao e de fornus as mais
singulares.
Os cavallos vao a lod.i brida ; o rente no;
ai.-outa o rosto, que se cobre de guitas (eel.Has, ao
passo que o curti esla em fogu debaixo dos lane-
les e das pelles de ursos, com qae se esta coberlo.
Tuda quanlo se ve, es conslrasles e o movimenio,
faz que no lira de dez minutos ama pessoa pensa o-
nhar, e logo qae r!i fta julga ter perdido a rabeca.
Iigiira-ie homens que rnrrem em ama diligencia
cuten naos de linha. debaixo de abobadas plauadas
de ai \ ues verdes. Se eu flo tivcise*redetidu a lo-
te o mesuin passejo, acreditara ler estado looco a
guraa. horas.. O iinperedor tez manobrar ateuma
tropa do marinha. que em nada sao inferiores a's
de Ierra.
A arlilharia timo com bala, ole..... Depois
visitamos o ampilal, onde havia dous mil leitoa.
Ele edilu-io a^aba de ser construido com ludo o
liixo ite um palacio ; ah ludo he magnifico, al os
doentes, que devera ter prazer cm ijorrer rnm lan-
o ace.o : ludo ,-u lao pulido, tiln ijinpo, lao arru-
, -,-.-.-.,_. -----.p..v. a I uaQe.ia
Eu a veje nimia, vezes. ella pa..a soesH m.ravi'
llias. O que me admira he qoe toda, as laialx r-.
r, da de fartadelta, ella come a larla,' TT
que engullo Joa, nao devorava melhor. ,*. !'
'""""" "f" l capaz Oe rngolir o ce-ceo .._
seu pns.oneirn. O memo se da rom a!.. Dute
moujik. que. durame sele semana., nr.o curarai Cmi
sa que lenha vivido,nem lenha sido roiinhadi ||,"
lem per nico alimento algn, cogamelo.con-rv, i.
era agua de lal o un ,a ...,m f.zem mailoi ieiu,
por semana ; por ..la raza,, a poca da m.i .,.
lahd.no aqu he a Paichoa......^
Tudo quanlo me diiei de nosao. fiih.,, me fla lan-
o prazer I Recelo smente que. se Horacio Btlh-
car-se mudo ao trahalho. nj ,. fa,ia.. j,4,^,|,
toeislo seja agora ; mas receio qne o habito atth-
*5gy ,,uJo- "* dezarraaje o Irabalb, da
ran.IL",'""""" am cu"1,do""" particular nn.
SOSTe bSl "" '-"V'W" . rfarc.X,ca,C,'SU "* "^ ~~
Horacio I'truel.
Sao l'etesburgo 17 de abril de 1843.
Dato tratar de B grande negocio, nd h -,
meas cavallos. |i, da.|, ,,,, J^TtT
qae vende-lo, he ,eaps,je|. |,0 ,^ r /*
eu lomar este ollimo ,, ,0, ,4pe ^mm
tPemie',.qUxCOrrm C0,D0 "'"o. na. na.
lempo, e na. podem er conduzido, senu rsS!
por um lana rod macio. *,<. p0 t%
vallo. A est proposta vej. n Sr. lea nariz arrebi
ter-se, emp. I.decer, corar, .te, e toa garga.",,,
morar : Ah qo. .mbecil. n|. be de a'er ltn* .
senao loncoras ., e rail oulra crnlitez.nh J ,
gesto. Mas oque devo tmmt'tSmSS 2
partida que lomar par. ac.lm.r-le, -enao f.,,d ,
qu.dro dos goz.s. q. i-r. com m**TmSTtU
gos. Meu trtaro nao sabe um, s p.l.vr. fnoc."
eu ama palavr. du ra,, .r,eo,PejiUrS".'
nnppe. Exceploando-.e a mocidade R... rmtT
fazer-ieellu.au he dotado de uun graca JZ*.
qae te convidar. cUga-l, d. teuipo ,''
Qaanto ao drochk.. he um. peqaen, cru,,em',',
qo.lro rodas, b.ixa como um ..robrete, maTSaiu
propn. par. a digest* pela pereza de so. S
sobre '"^qa.ndohe pux.do por n, tr.t.d.roV-'
a a V qui""10 l"""* W*>'" w vea da .
Incidade desle vehicnlo, ha, de desprezar a car,
gem da eidade. *'!-
rX^va'^'. .::c- *mmSZ i* Sf
Horacio i truel.
O de abril de 1813.
Eu tinha dado ao imperador om peqoeae Kano-
eflo a cavallo. pelo qual elle me baria SSSBSSOiaCl
treno. Po. bem I no d.a de P0., ,hisa^aemr
para ver eaaaastgae do, proeeaseoeja 8. SassSBeBoa
faz naqnella epoc, o encontr, -ipsa deste rz.m
qoadro em ajo maga.fico v,. dJ ,re, pe,'aT,T
ara, forma Mediis, imitado de Serr, o na o.t,
face em um espaco ,.do.com a, arm. do S. S -
A Mr. Horacio Vernrl, em lesleraouho do sntlSfea
por -eu .dm,r.vel Ul.l. Julga doeffei.o 1=
doz.o era mim orna boroen.gem lio delic.d. t,
isongra ** desse prsenles q.e n*. Tt\W
dldo" rP""C'P" ou." ob-r.no.. Eu esta,, caf..
S2a-I ri", immediat.meote a na ca.a peslir-lbe qoo oea7ena-
lar-ihe tod. o meu reconhecimenlo. I),s.e-me
sa*U?!: ggg o"emp.l~H,"p,r:
1 or mnete, Hnl* "" "">* e "r' "a
ao que ,. M. rabava de conceder-me.
\, ,iei."'.*-,,md' "m '"" W1' nnaisaaor da
tSSa"1 "-'gv.r~,..es..-
Esla ceremonia he nma das maia csrioo. osan le
nho visto; .e||. rt eomparee. pesoT, Tortee
ama depu.acilo de lodo, o. onici.e.T.re.Te.f
entretente chega a du. oo ir, mil peZm "
taro. \ imperalriz da a mo a beir
"''!?:a-'"a de ."""lar nele ow. porem
f. "O......." '""-aginskl
Kr. "h"0"."00 ^d"J- respoedeo : Re !
nree.T '" ff d* ^ ''"-> esa-
pregado na marinha.....,
O est.belocimento dos'ex'nmin.'.'<" iJ. "j. *
corapoe-so de >', 000 .,?..T hl Pe,r^f8<'
msmm
/oramaccommetlulasd, Z*T*\Z

iriava-e de coniierer a caos desta
-------,.------"ai... <-om- r.ram a o
testen aadq!l a":m- (:,(li, ^oam.saarnl,,
ra lou-ado seu molo, e tod.. morreram. Nodi.J-
gu.nte fizer.m bello, dscoros par. orov.rem n
tender no Z T' 52 "" ,ran"'' f.zer-M'-
Ket .e om fm............V" debaan,.
ve-.e de valles A idea do venen. ; m asaMM \lr
animal. Ki. o que s*o bioi tiS ?
Horacio Vernel.
?.' CSf'P "-' "ijonhode 1813.
N,r k Pnc,t0 ler T's". P" frw. ^^
>adhoeveuo bello como f.md.a imnerial
esta.principe, e pr.nceza, bnlhwte, mocte.de
m iodo e.ten .'c... p br,lh0 d8 ,a, btlltu HIT II.
Batea encintido.como ie fosee uui corlezio c Dio.
sabe que nao he mea oslo.... cor,eMO "'
tstoa estacionado al IS de iolho Como n i.m
raXm'e.eM ""T. "' K'WS
ella ., Pe""d0 ,0,)0 >l>il, ou qu.
cerum.nl." ZT"& b0rdo da "*> I-1S
cerUment, qae o he. de encante-r, e ama VOS em'
Horacio Vernel.
; Prewe.
$msxx ItAQA DO HECIFK 31 DE DE/EllHKii \>
3H0KASDA TARDE.
i.oiar. e. oIDeiae.
Assucar mnscevado l.om-4j830 ei-WjO por arroba
Frete de .Igodao de Mcete para Liverpool-, |,.,
<> 0|0 por libra. !-
freitrico liobtliard. presidente
P. forget, eeretarin.
Sobre Londre, 98 a 2 l d. aos I-l
Parla, 310 a 311 r.. por fr7
Lisboa, 9. por ", de premio.
Kio de Janeiro, por taj di deseonlo.
Ac56ei do Banco, 10 -, lj de premio.
companhia ue Bebenbe 13000.
compaulna Perunmbucana ao par.
a Ijlilidade Publica, 30 pur cento de premio.
Iudemuisadora. b- dem.
e da (Mirada do ferro o por ilm de prem n
Diseonto de lellras. de H a 10.
Hilo do bancoH a 10.
(juro.Oncas hespanhulas. ,
Moeda de lis.OO velbas
1 1)8100 novas
r.-.li.il. .
rala.Pataces brasileiro. .
Pesos culumuarits.
u ine.icano. .
IIiNKSI
5ISHI
. asotii
. I^IWI
ALFAMIKt.A.
Kenditnenlr lo da I a :RI
Id.ra do di II .
i3:7IJb.Wl
IO:WttjiW
">l 1:61 IgBM
nctrarregam hojr > de anriro.
,|_ Briaoo haiuh irguesOliomerca-ori...
. |l.alor. inglez.,.XJedorame.cadorias.
1 atecho amenranoEchoternilla.
ENDIUEMO no me/ DE DE/EMBKo.
. 1 -------..... ... ,^ .-., tiviiiioou.1 |,i,T,ar para
o oulro mundo, seiilo quandn o tamoor livor tocado
- retirada.......
mu de assignanl. o annnneio que directamente lli
1 pertepcer, e n,io o, ,ie seU, cerrcpondenle, peren-
sue providencia di. .na. aqueja vai caii-anln injveia
as naques do velho inuu lo.
Al nosas relace externa- lano com a turopa
vistes de lo |m aquelle. qu repre.eulam ., deaoa-
valvtmenlo da Commercio, da agricultura, da indas-
A historia dos amores da II ilirms levoo-me a sa-
llar muilas nimucio.i lados acerca dos co,lames rio.
cempanoses, dos casamento., da astucia que eraine-
gam para illadir ., oppreflo. jo es|l.u ccnv,llcif)
,. ,1c que o imperador ., I, drsei. lano ruma a ln..r_
annuucn, ,, |e p..,,eom exHusi,-' dad. para o serves mas U, lo de denrav.clo
o mesmo tempo o.- .1, .or.odade. a que lem etwgedo as eoos... he M. lepoWoLO
Rend.....nln total
Kestiluteoe .
li-
le, e amigos : nulro sim, qne nina firma sncial s
goza deiie beneficio no. objeclos que dizem respeito
a sociedade, as-in, cmiu um sacie nao pode 111 indar
publica.....
mente <
ILEGIVEL
..........-.. u. agncniura. ,1 ,dos- le. \TES2Z m ^^L'dE 1 ."^JI ",n"1OMI ."' um m"<"> dv.r.o dos cn.tu-
trla, e de todo, o, melhnramento. materia' e rao- cnn',7, hr te, lo nn^liut^u!22'. ""*"', !" Mtof*to< V mpossivel poder elle en-
re que .tel.i devem vir ao paiz, ""',V 7Z X .i-.E 'V1 'r"r l"1" lnlH "ma ****** nipte.a d
ipor pre.n ni qae DW| chegar ao alcance de lodo., seos habiloi; e como consigoire- e le islo, quando

bramos qualro, eesta pequea excorsSo, e vieraos
jaolar em PeterholTalravessanda o jnlfo ,ie liulan-
dia. e, llegando a nnite era S. Pe er.bnrgo, onde
continu, meus trabalhos.
Eis aqni, chara amiga, o quo lenha par contar- |
te boje. Neste das Iratere, da questao religiosa.: Dilu d
Possoaa-M aqu cnusas (Vi s.ngu ares que madime Dllod
de l.enlis, com sua bizarra.in., po.le inventar nada
igual. F.is aqui nm exempln i.
A lia do conde Wielharki tez voln em IHI de
qae, se o fraaetze fosiem repelludn, em lodo o
relo de as vide s./ comeris sel. v.zei durante a
ImporlanTo.
Direilos ele riiii.iuini. ..."....
Ditos dr 1 pin i-onin de reex|-rl.,. .,
para os pnrlo-e-tranguiros. .
Dilo do I por rento de reexpurl,irio
paraos por lu-do imperi......*.
Hilos de balden. iu.........
Exjieitieate de i \mv ecsslo daMiztseriM
ctrangeiros navegados por cabote-
gera................
l|2 por ,-. dos geurroi do ,.ai/.
1 l|2 |m, do arnesms |,,,,^.
Annazenagi-in da. mi-n-.-idiii-ias.....
Diteda plvora.........
Prrmii, .te l| poreraMe dea sailsanVise.
Mullas calculadas nn. rieipachi.
l)ils diversas. ,.,.....
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DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FURA 2 DE JANEIRO DE 1857.
Interior.
Sello fio.............
Palenls lo* despachantes geraei.
Dita 'la especlaes.......
EmoVrnentos 35oS40
9001000
255000
22JMO0
Xa* seguinles especies.
Dinheiro .'. 22l:i7?8l2
514:61 i*ili9
Assisuados
Depsitos.
Pi balanco un ultimo de
novembro.......
Intrads uo frrenle mez
293.-0563627
19:54*8027
5:0071032
ahidos
2i:55la059
*:93053.li
Existentes...........
Xafseguinte* especie*.
8C5S67
. 19:53ol8X
19:6205755
Dinheiro.
I.elrus.
asome
le dsembro de
Contribuic.ao de caridade.
Rendimenio ueste mez.........
Alfandega de Pernamburo 31
1856.
escrivao,
Faustino Jos dos Santos.
IMPORTAQAO.
Brigue hambargaez a Oli. iodo de llambur-
go, cousignado i lleurv llruuu & C, manifeslouo
aegninte :
35 caitas fazendis de algodao, de dito e linbo,
de dito, de lila, de seda, de algodao e leda, amos-
Ir, etc. 49 'l(as raiodaias, 25 ditas qneijos, 18 di-
ta* papel. 23 dita vidroi, 1 barril carnes, 2 dil(
ceiveja, 200 gatralOes vario, 3 labias, 2 calimbas
e I embrulhoamostras ; a II. Broun.
2 caitas miadezas, 1 dita de algodao e seda ; a
i. Keller&C.
50 barns e 50 cai\as gembra, 100 caitas velas
aleariuas, dilas courus ; a F. I-', de Uliveira.
2 tmii azeada dt seda, 18 ditas dita de algo-
dao, 8 ditai dilas de liuho e algodao, 1 Tardo dita
de laa e algedau, 2 caias polimenlo!, 2 dilas mer-
cadura! de couro, 9 dita farragens, II ditas el
fardo miudezas. 2 nibrulhos e I caiiinha amos-
tras ; a Timin. M & Yiuassa.
20 mu queijo, I dita couro, de loslre : a No-
vaes & C.
3 canas miadezas, 1 dita sabao : a Feidel Fin-
io & C.
2 canas fazendas de algodao ; a SchallTioillin
& C.
4 caitas mobilia, 1 dita sabio, 20 barricas espi-
rito, 200 gsrrafdes espirito!; a Doroiugos Alves
Mallieas.
135 barras da trro, 1 embrulho calcado, 1 bar-
ril miudeas, i caia conservas, 6 ditas e 1 embro-
lho fazendas de algodao e laa e amostras, 3 caitas
couros de lustre ; a N. O. Bieber.
1 caita livros, 1 dita roopa, I dita vidrose loara ;
a J. da Cunba.
2 caitas guie, 2 dilas amostra, 1 dita chocolate,
polimeulos, 2 dita couro* ; a Manoel Joaqaim R.
e Silva.
1 barril dedaes, "caitas lima, 15 ditas espelhos,
5 ditas ardozias, ; a S. P. Johusloo.
5 caita utensilio! para chapcieiro, 6 ditas drogas,
.22 barris tintas, 10 f.rpos papel, 2 caitas pianos, 1
dita boies, e dita fazend de fellro, 1 dita dita de
seda e de algodao eaeda, 5 ditas couros, 1 dita plan-
ta, 3 ditas tintas em oleo, II ditas 14 gigos e 4 bar-
ricas comroestivei ; a ordem.
lliate nacional a Dnvidoso, u vindo do Aracaly,
conaiguado a Marlius t Irmao, mantfeslou o sc-
guinlo :
caitao com 203 pares de calcados, 98 caitas
com :i4 arroba e 8 libra de velas de carnauba, 21
saceos com 72 arrobas e 10 librea de cera de car-
nauba, 18 ditos com 13 e meio alqoeires de feijao,
9 ditos gomma, 257 couro salgados, 218 meios
sola, 38 tnolliot com 300courinho! curtido, 250 es-
leirs ; a ordem.
Hiate nacional Dous Amigos, viudo da Ba-
ha, consignado a Antonio l.uit de Oliveira A '.eva-
do, maufealou e seguinle :
i caites charutos ; a Manoel Antonio Cor-
deiro.
3 ditos dilos ; a Jos Antonio da Cnnba &
Irmao.
200 caixinhas charutos ; ao capilao.
82 saccns'caf, 2 dilos lio de algodao ; a Manoel
Joaqun) R. e Silva.
.1 volme chapeos de fellro, 198 frasqoeiras ge-
nebra. 12 cascos vazios, 5 saceos colla, 82 fardos
fumo, 5 dazia de toros de Jacaranda; |,600 quarli-
uhas, 4.181 caitinbas, 2 pacotas e 45 caito les cha-
rotos, 2 can. clia ; a ordem.
200 quarlinhas ; a JoSo da Silva Uosmao. ,
..II.NSI I,AlH) liKHAI .
Rendimanlo d.. da 1 a .30 ". 116:98:15871
Idean do dia 31....... 1:26^)63
I 1
etporlado........
Dito de 3 por cenia do algodao. .
Hilo de 5 *J de diversos gneros
Dito de 1|2 por cento do cafe. .
Capalazia de 160 rs. por sacca de
algodao .....
Ileciina urbana.......
Sello de heran Meia siza dos escravos .
Emolumentos de polica ....
Novsevelhos direitos dos empra-
gados proviuciaes ......
Imposto de 4 por cento ....
dem de 3 por cento.....
Mulla dsimpostos por.inlraecfies .
ReslituicOes e reposire de cus-
tas......". .
62:1815117
2:8305937
6:939,^807
6^608
48S&320
30:7969121
2769619
2:5699720
39600
277.JI76
599-5200
30.3000
15J592
2135320
107:2619497
Mesa do consulado provincial 31 de dezembro da
1856.-
(> 2. escriplarario,
l.uiz de Azecedo Souza.
Motimtmt $0 potio.
navios entrados no dia 31.
BuenosAyres26 dias, polaca hespanhola a'l'ho-
masn.de 202 tonelada, capitao Pedro llosa, equi-
pagem 12, caraa 2,157 quintacs hespanhoe de car-
ne secca ; I Aransga r\ I(r\,in. Pertence a Bar-
cellona. Seguio para llavana.
Sidney97 da, galera ingleza aSqoliau, de 722
toneladas, capitao John R. Bmwu, cqoipagem 26,
carga laa e mais genero; ao capitao. Veio refres-
car a legue para Londres com 25 passageiro. Per-
tence a Londres.
Aaci'o anido no mesmo dia.
Granja *porlos intermediosVapor brasileiro nigua-
rassu'D, couimandaiite Antonio da Silveira Macel
Jnior. *^
Navios entrado no dia 1.
Para'eporlos intermedios14 dias e i horas, e do
diurno porto 10 horas, vapor brasileiro S. Salva-
dor, rommaiidanle o 1.a lenle A. M. Ponles
Ribeirn.
lilla de Ascencin7 dia, barca inalezn rrEnlhu-
siasl, de 283 tonelada, capitao I. Ditchburn,
eqoipajzem 13, em lastro de pedra e aree ; a J.
Pater i5 Companhia. Pertence a Liverpool.
Vacio' sonido* no menino da.
Liverpool, por MaceiBarca ingleza Prospero,
capitao J. Taremer, carga parle da que troute e
assucar.
CadisBarca franceza Austratie, capitao Durcl,
carga assucar.
ro teiiito que iizer, em sen armazem,
por contt do Sr. Lui/. Pouch, 157 garra-
lat com conservas de fructas. as (iitacs
foram arrematadas por leilao que tez a
Companhia Pernatnbucana, no dia 10 de
dezembro de ISo, pelo mesmo lenbor,
o qual nao quiz tomar conta, por isso
noe vao a leilao por conta do mesmo.
C. J. Aslley & Co-npanhia faro leilao, em pre-
senta do Illm. Sr. cnsul da Suecin, por inlerven-
?ao do agente Oliveira. e conta e risco d quena per-
lencer, de 691 barras de ferro, vindas prciima-
menle de Slockliolin pela barca sacra "Familiena :
egonda-feira, 5 de Janeiro, ao meio da em ponto,
nocaei da alfandega.
118:252j931
1M VERSAS PltOVINClAS.
Reudtmento do da 1 a 30 8:6255984
dem do dia 31........ 1492
8:6398259
RENDHIBNFO IA MESA DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO NO ME/. DE DEZEMBRO DE
1856.
Consulado de 5 por rento. 111:9469239
Dito de 2 por ceulo. 59.339
< A.neoragcm........ 3:8798750
Ihreiio- de 15 por cento na
compra e venda das em-
barcac.o*...... m.-i.vi
Etncdeulu da capalazia. 1:045-5390
Sello Uto e proporcional. i 1:3029321
Euiolumeutps de certidoes. 193440
-111:93I578
6:3019356
* Dircrsa* prorineias.
Ultimo do algodao e outros
gneros do Rio Grande do
Norte ...'.... 3009S50
Dito dito dito dito da Para-
nina........ 1:0759039
Dito dito das Alagiias. 14I&734
Dito do assucar da dita. .6:2689619
Dito dito da provincia da
Paraliiba...... I7345
Dito dito do Kio Grande do
Norte....... 679.5972
118:2528931
CORREIO GERAL.
Relacao das cartas seguras, vindas do norte pelo
vapor oS. Salvador, para os scuhores abaito decla-
rados :
Antonio Cesar de Abreo.
Goilherme da Silva Goimar3es.
Meuron 6c Companhia.
Mauoel da Silva Sanios.
As mala que lem de condazir o vapor aS.
Salvador para os portea do sul, principiam-sc a fe-
char hoje ;2; as 3 l|2 Iteras, e depois dessa hora al
as 4 recebem-se correspondencias com o porte duplo:
os segaros serao feilos al as 2 l|2.
Pela delegacia de polica do termo e comarca
de Goianna se faz publico, que se acha em deposito
um cavalln de crcaslauha, com urna mi e cseo
branco, ainda novo e em grao, o qual se suppue ser
furtado : quem se julgar cora direilo ao mesmo, com-
parece, qde jusdlicaudo Ihe sera' entrenue.
Delegacia de polica do termo de Goianua, 23 de
dezembro de 1856.
O delegado,
Caetano Eslellita Cavalcanti Pessoa.
-r Pela subdelegada da freguezia da Bua-Visla,
foi recolhido a caa rae Antonio Ribeiro dos Sanlus, que depois de re-
colhido declarou ser escravo de Bernardo Dornellas,
morador no engenho Mangabeira, freguezia de I rass ; quem sejolgar com direifo ao dito escravo
compareca em casa do subdelegado, que aposentan-
do o titulo pelo qual mostr ler dominio no mesmo
lhe sera' enlresue. ,
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que os Innta dias uteis para a cobranza,a buc-
ea do cofre, da dcima dos predios orhanos das fre-
guezia desla cidade e da do Afugado, perteocenle
ao primeiro semestre dia 7 de Janeiro protimo vindourn, ftnu os quats
incorrem na molla de fres por cento todos que dona-
ren) de pasar eu dbitos.
Mesa do consolado provincial, 31 de dezembro de
1856.
, 0 administrador,
Antonio Carueiro Machado Rios.
O chefa da prjmeira seegao do consulado
provincial, servindo do administrador, em virtude
do disposto no art. 3 do regulamonto de 3 de ju-
Ihoda 1852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, na-
co Cassan;e, dado de 35 a 40 annos, Clorindo,
oa{o Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no olho esquerdo apprehendidos pela polica
os quaes sao considerados liens de evento, por se
deseonher seus donos, e para qne seja cumprido o
que conten o sobrediio art. manda publicar pela
imprensa, para que no prato de 00 dias compareca
quem aos dilos escravos tenha direilo. findos os
quaes se proceder a arremalaco pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamento.
E para que chegue a nolicia de todos raandei
passar o presente edita!, aos 12 de uovembro de
1856.
M9D9H
126:8929193
Depsitos sabidos
Dilos etisteules .
.2859-516
2:9719230
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de de-
zembro de 1856.Pelo e rano, Caetano Gomes de Su.
DESPaCUOS DE EXPORTACAO PJSLA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
31 DE DEZEMBRO DE 18-56.
I.i'boaUrigue portugnez ;Euricoo, Amnrim Ir-
idAo & Companhia, 150 saceos assucar branco.
LisboaBrigue porluguez aLaia lio, Francisco Se-
veriano Rabelio Filho, 25 casco mel.
Buenus-AyrePatacho brasileiro Pedro V, Isaac
Cario & Companhia, 200 sacros e 200 barricas com
Mocar branco.
Exoortacao'.
Liverpool por Macei, barca ingleza Prospero,
de til loueiadas, conduzio o aegointe : 118 barri-
cas linhua, 2,OO saceos com 12,000 arrobas de as-
Mirar, 900 ba>ricas com bacalhao, parte do earrega-
menlo com que entrn uesle porto.
Liverpool, calera msleza Bonita, de 182 tone-
lada, conduzio o seguinle : 2,000 sacca com
10,500 arrobas de assucar, 1,419 saccas com 7,260
arroba e i libras de assucar.
Porto. do uorte, vapor brasileiro Igaaras, da
510 fondadas, cundutio o seguate :148 depachos
le generuseslraugeifos, 67 dito dilos nacionaes.
KKCKBEDURIA DK RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenio do dia t a
dem do dia 31. .
30.
33:9685597
9345153
/
REND1MENTO DA REC.EBED0R1A
DAS INTERNAS GERAES DE
BUCO DO MEZ DE DE/.EMBRO
UO A SABER :
Renda dos propriu*. nacionaes. .
Foros de terrenos de marmita. .
Laudemios.........
Siza dos ben da raiz.....
Dcima addicional das corporacoes
de mao mora.....* .
Direiles noVos e vellios.....
Dito de chancellara......
Dito de patmle dos olliciacs da
guanta nacional ...
Di-ima de cliancaltaria.....
Sello lito.........
Dito proporcional......
Premio dos depsitos.....
Emolumento........
Mulla por iufraceso do regulamento.
Imposto sobre lojas, e casas de des-
conlos .........
Dito sobre ca*as de movis, roupas,
ele, fabricado* em paiz eslrau-
geiro ..........
Dito sobre barcos do interior .
lata de escravo.......
Cobrase* da divida acliva. .
Indemuiacoe....... .
3S:893jl5l
DE REN-
PERNA.U-
nOJE F1N-
993600
26(9993
7959775
6:b3955t
3:5775077
9793229
1249620
5229900
1(79987
3:456ylO0
1:1809011
79881
869320
~34
11:16396:16
3909000
153S6IH>
1:399f000
229919 i
4715736
31:89391.-,!
Hccebedoria de Pernambuco :>l de dezembro de
1856. o eacrlvao,
Manoel Antonio simpes do Amaral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenio dn dia 1 a 30 101:6179481
Hem do dia 31....... 2:64016
Kl7:26l997
RENDIMESTO DA MESA DO CONSULADO
PROVINCIAL NO ME/. DE DEZEMBRO DE
18>6.
Direitos de 3 por cenlo do assucar
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Dj3 conformidade cora as ordens do mi-
iiislerto da marittha, transmittidas peloExm.
nresidente da provincia em ofticio datado de
5 do corrente mez, marida o Illm. Sr. capitao
do porto dar publicidade a traduceo junta
dos avisos ns. 20 a 25annunciando aos na-
vegantes o estabelecimento de pharoes nos
pontos indicados no mesmo aviso.
Capitana do porto de Pernambuco cm 9
de dezembro de 1856.O secretario, Ale-
xandre Rodrigues dos Anjos.
TRADUCCAO".
Aviso aos navegantes.
N. 20.
Estados Unidos da America.
A directora de pbaroes nos Estados Unidos
publicou os segaintes avisos :
. Pharol do Castello Pinckney Cliarleston.
A 15 de.muid de 1856 eslabeleceu-se um
pharol liso encamado na ilha de Shute Fol-
ly. na haba de Cliarleston, Carolina do sul,
33 jardas ao noroeste do Castello Pinckncv.
Omachinistnoilluminador he de urna lent'i-
Iha de Fresnel da quinta ordem. A lanler-
na est collocada na pona de urna forma de
madeira, piulada de amarello, em urna al-
tura de 55 pos cima do nivel medio do mar,
e deve ver-sc na distancia de 10 milhas em
tempo claro.
Pharol do forte Sumter, Charleston.
A 15 de maio de 1856 estabeleceu-se urna
luz branca lisa, no cume de urna torro de ti-
jolo, quusi dentro do ngulo do norte da
muralha do exterior do forle umler, na ba-
ha de Charleslun, na Carolina do Sul, etn
urna altura de 60 pes cima do nivel medio
do mar. O machiuismo illuminador he de
urna entilha de F.esnel da quinta ordem. a
luz s ser ristrel por nm circulo de 270 e
no por dciraz do forte Sumter ; porm em
frente daquelle forte todas as aguas navega-
veis da ilha Mor ii de volta para o forte John-
son liearao lieni illuminadas.
Pharol de Ponta Wad, Carolina do norte.
No dia 20 de juibo de 1856 collocou-se
urna luz ixa no cume de um pharol de um
pao ou estaca de ptrafuso receniemente ele-
vado ou levantado na extremidade do baixo,
projeclando para late da pona Wad na ein-
boccadura do ro Pasqoetank, Carolina do
norte. A constiucto he pintada de branco,
e a lanterna de escarate, a luz esta colloca-
da 30 ps cima do nivel d'agua e deve ver-
se cm urna distancia de uilo milhssem lem-
po claro.
Por ordem de Ss.|senhorias.
Assignado, John Washington, hvdrogra-
pho.
Itepartico hydrographica do almirantado
Londres 15dejniho de 1856.
Estes avisos aiicclam os mappas do almi-
rantado : Costa de Leste da America do
norte tullas 7, n. 270, e a lista de pharoes
dos Estados Unidos ns 215 a b, e 202 a.
TRADCCCAO.
Aviso aus navegantes.
N. 21.
OCANO ATLNTICO-FRANCA.
Pharol pontaillac. Rio Girondc.
O governo de Franca acaba de razar pu-
blico o notificar, que no dia 10 de jullin de
1856 urna luz alternadamente encarnada e
branca durando cada cor vinte segundos,
sem intcrvenco de eclipe; (oi apresentada
no cume cu tope de urna torre de madeira
edificada no terreno elevado de Pontaillac
situada prxima da entrada, e no banco d
norte do Ido (.ronde, na costa do ocsle da
Franca.
Atorre tem 104 ps de altura e a luz 177
ps cima do nivel d'agua, & deve avistar-
se a 15 milhas de distancia em tempo claro.
Est collocada na latitude de 45 38' 10'" N
e longitude de 1 3' 42" oeste de Greenwich.
O canal do norte, que ronduzpara o Ilio
('.ronde, ja se acha nlumiado por tres luzes,
exclusive a de Cordouan : urna na ponta de
la Coubre, a segunda na ponta de la lalaise,
e a terceira na torre de Tcire N'gre.
InstrticcOes para navegar.Ao enlrar o
Gironde pelo canal do norte, durante a noi-
te, deve-se nter oucollocara luz branca
(xa de ierre Negro com a luz encarnada c
branca de i'ontaillac, e conserva-las nessa
posicao at demoro a N. NE., mudar etitao immcdiala-
tnenle o rumo e governar, ou seguir para a
Cordouan, at que venha a collocar as luzes
da pona de la Falaise e Terre N'gre em urna.
Enl3o governar e conservar esiag luzes dn
urna al que a luz de Cordouan demoro-se
ao S. SO. depois do que allerar o rumo para
o SE. ala mi.
Todos os rumos e demarcacoes sao mag-
nticos. Variacfio 20 45 oeste.
Por brdetn de Ss. senhorias.
John Washington, hyJrographo.
Reparlicao hydrographica do almirantado.
Londres 21 de jullio de 1856.
Esta nutificacSo affecta os seguintes map-
pas do ajmiranlado : Do Usliant para Fnis-
terre o. 64 ; de^ablesd'olonne para Girn*
de. n. 71 ; deironde para Arcachon 11. 72;
e a lista de pharoes francezes n. 160.
TRADLCCAO.
Aviso aos navegantes.
N 22.
MAR MEDITERRNEO.
Pharol do Monte Navidad em Cartagena.
O governo hespanhol acaba de publicar
que no dia 15 de julho de 1856, uina luz lixa
de cor natural foi eslabelecida e collocada
no Monte Navidad aparle du oeste, na en-
trada do porto de Cartagena, na provincia de
Murcia.
Amachina Iluminadora he catadioptrica
da 4 ordem, a luz esla collocada em una al-
tura de 125 ps inglezes cima do nivel do
mar.e deve ser visla na distancia de 10 militas
em tiempocUrO. Esta collocada nalalitudede
37 35' 30" N., longitude O" 58' 37" ao oeste
de Greenwich.
Qualquer embarcacHo que queira entrar
de noite no porto de Cartagena, e que pre-
tenda Tundear na parte leste prximo ao de-
posito de plvora, ou prximo ao suburbio
de Santa Lucia, deve conservar sempre o
pharol em visla, um pouco descoberto da
ponta Navidad, tendo cuidado em n3o o per-
der de vista, do mancira que passe livre do
baixo denominado-Laja,dentro da bahia.
Pelo cumian o, se pretender tundear na-
quella parle da baha conhecida pelo nomo.
de Espalmador Grande, a embarcacao deve
perder a luz de visla guardando o mais pr-
ximo possivel a ponta Navidad.
Pharol do cabo Huertas em Alicante.
Igualmente que no dia 15 de |agosto de
1856, urna luz lixa de cor nalural apparecer
no cabo Huertas na provincia de Alicante
na laliiudc 38* 20* 30" ., longitude de O"
22'37" ao oesle de Greenwich
A ientilha hecatadriopinca da quarta or-
dem. a luz esta enllocada 0:11 urna altura
de 124 ps cima do nivel do mar, e deve ver-
se em tempo claro na distancia de 10 mi-
lhas.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrogra-
plfo.
Reparlicao hydiographica do almirantado.
Londres 25 de julho de 1856.
Estes avisos affectam as seguintes cartas
do almirantado 2518 ; Gibrallar para Alicante n. 1186 ; Ali-
cante para Palamos n. 1187; Plano de Car-
tagena 11. 1194, elisia de pharoes do Medi-
terrneo ns. 5 a c 7 a.
TRADLCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 23.
COSTA DE OESTE DA ESCOCIA.
Pharol da baha de Port potrick.
Cs lords commisarios do almirantado
tendo ordanado que o pbaro interior de
Port Patrick fosse novaiuenlc encendido.
Pelo presente se faz publico :
Que a contar da uoite do dia 15 de outu-
bro prximo (1856) urna luz lixa de cor na-
tural sera encendida e apparecera o pharol
interior em a tv-tii de Pon Patrick, na mea*
ma posicao quo tinha antigatnenta, isto lle-
na lulitude de 34" 50' 28" .\'., longitude 3 7
0" do oesle de Greenwich approximada,
mente.
A luz ser da sexia ordem lica collocada
em urna allura de 44 ps cima do nivel
medio do mar, e sera visivel do con vez de
um navio na distancia do oito milhas em
tempo claro, por um arco ou circulo de 180
do horisonte, aberto para o oesle, 011 para
leste.
A torr he de pedra, com 30 ps de altura
e pintada de branco. Est collocada no n-
gulo do sueste da bahia, e a 130 jardas den-
tro do pharol interior na pona do caes
d'ier ou muro, que nao esl iilumiuado.
Por ordem de Ss. senhorias.
John Washington, hydiographo.
Reparlicao hydrographica do almiranta-
do. Londres aos 9 de agosto de 1856,
Esta noti(icac3o airela os seguintes map-
pas do alinirnntado: mar da Vianda n. 1824;
costa do oesle da Escocia folha 1 n. 1971;
costa de leste da lilanda.l'olha 2 n. 45; ion
Patrick n. 2026; e igualinenle a lista de pha-
roes britnicos n. 216,
Anuncio. Jlnstruccao.
O agente Pestaa vender", no ptiinei-
leilao que li/.er, em sen
PARA 1857.
Aeliam-se a' venda as bem conliecidas
folhinhas, impressas netta tvpograpliia,
das seguintes finalidades:
FOLHINHA RELIGIOSA, conlendo ale'm
dos mezas, a bibUotbeca do christao
brasileiro. que se compiie de ora-
cOcs quotidianas, metliodo de assistir a
missa e confissao; cnticos, psalmos,
hymnos, ollicio de Nossa Senliora da
Conceicaoe militas outras orarnos de'
grande ment, prero.
0 abaito minarlo, prafenof particular, aulorisa-
do pala directora geral de in-irm-rjn publica, faz
scieute ao respcMavcl publico, que no du 12 do cor-
rente pretende abrir um 1 nova aula Je introrilr>
primaria, c um curso nocturno da linnua franceza na
casa de aoa reiilencia, na ra da Guia n. 12 Ahi
etuloara' a ler, escraver. arylbmetica e contabilida-
de al npera(0ea decimae, erammalica nacional e
analyse, doutrina rhn-i.Vi t aun eiplica;oe, noques
de seomelriaegangraphia, hiloria sagrada e do Bra-
sil ; e no curso da francez a ler, escrever, fallar e
Iraduzir com perfeicao ataa lingua. O meimo con-
linii 1 a dar licoe d loria esa materia por caas
particulares, e habilitado por alguns esludos e prati-
ca re alsun cinco auno de enino, espera, como al
aqui, uilo desmerecer do conctilo daqnellas pesioas
que, lionrando-o com sua confanos e proleci.Ao, se
dignaran! procora-lo.J0S0 Jos Rodrigues. "
Preciaa-se de urna ama : ua ra eilreita do
Rosario o. 17, aeguodo audar.
Us se 11 hores mostrea de
obras ou nutica
i
i que pretendfrem ipparelhos da igar madeiras, ou
mappas, livros, anulha, slobo, objeclos que ser-
virim fio tinlL'0 piloto o Sr. Mario*?! .1 Viaira
Quit, queiram dirigir-se a ra ta Praia, ;inn-/o>
n. 10, que ludo 5e vende barato part quem quizer.
DCPOSITO
do superior rap da fabri-
ca de Gautois & C, fia
Bahia, na ra de Apollo
... 2*3
DaaMaSw Alvej Matheo, tenle dn d>poito .1
rap da fhi'ca ,ie Oanlois i Compaohia, 4o Baha.
avisa aos eusc,egaeief> qoe lclbj d, receDer mo>d
partida do mean,, rape.o qual,para que teja matsoav
nhecido e a nao i .,a confundir com o de ootrm
fabricas, de hoje em liante sae voodera' embrulh .-
doem papel veide corr.roiulos amarello.
ti abaiio assignado tem jolo eeootralado -
labelecerem orna sociedade Da taberna da roa An
gusta n. 1, e por issu do 1. de ianeiro m diaolo pas-
terceira parle da segn-\c^8^A1ffittZS&
da lotera do convento do Em?** u"a"t,r'' Vif""iJ-
PROVINCIA.
O >v. tiiesoureiro das
loteras manda fazer pu-
blico, que se acli :m a ven-
da, na ra da Atiron n.
166, primeiro anclar, os bi-
lhetes, meios e uuartos, da
Car/n i,
no dia
1857, e
hospital ?mmm
DE
BENEFICENCIA
Por onlcm do Illm. Sr. presidente ennvoca-se a
520 ,< ' i sao ordinaria no domingo, i d Janeiro fuluro, as 10 .
lia aje V.VUllLOAIJtS, Si (jlialalem dos;iiorasda manliSa, no salilo do Hospital. Keal Hos-
pital Portugnez de Beneliceucia 2(> de dezembro de
I85G.--0 secretario,
Manoel Ferreira de Souza Barbosa.
Precia-se de um rapas portuguez, com pro-
tica de taberna : ua ra eslreila do Kosario u. 13.
Precisa-ealugar urna prela que sirva para o
seryieo de rui : quem tiver diiija-se a E-tancia na
ultima casa do llaplisla iunto quasi a igreja, que
adiara com quem Iralar.
Precisa-se de urna ama secca para casa de fa-
milia : na ra da Prai.i n. i'.i.
Precisa-se de um cozinheirn on cozinlieira,
para casa de liomeni solteiro : na ra do Queirnado
D. 51.
Julio Gome da Silva, possuido do mai pro-
. faniu semimenlo participa a eu irmao aumente Jo-
J Bernardo Gomes da Silva, e reg a lod.ia as pesoa
que souherem onde evisle o seu dilo irmao de Iba
Iransmiltirem esla tilo trisle nova.
OfTerrce-se urna ama cozinheira vlem um me-
nino que compra na roa i para cata da hnmcm sol-
tero : quem quizer dirija-se a ra do Livramento
u. 2, que e dar informantes de sua conduela.
Para a Bahia segua era poucos dias por
lar a roaor parto da carga prompla a ve-
leira sumaca Nora Minerva, de primeira
marcha: part/o resto da carga liata-se com
Keu consignatario Domingos Alves Matheos,
na ra do Apollo n. 23.
Companhia
Periiaiubucana.
fi)i#i>8 99NBfitteKBlo
Os senliores que subscreveram novas .icries des-
la companhia e que anda nao eulraram cun a pri-
meira preslac.ao.de 31 por cenlo, -.i., convidados a
oaabior, ho cacripiorio do Sr. Anlonio Mar-
ques de Amorim, ra da Cruz n. io. Ilecife lli de
dezembro de IS."i.Manoel Alves Guerra, secreta-
rio interino.
Para Lisboa segu com brevidad por ler parte
da caiga engajada, o brigue porlueucz Euricou, ca-
pilAo-l.iieano Alves Conceicilo ; para o rolo della a
passageiro, para o que nllerece bons cominudos, Ira-
la-se com os Consiaualanos Amorim [nnlM, na ru*
da Cruz n. 3.
PARA O PORTO.
A barca porlugueza xiiarte IV, forrada e enca-
vilhada de cobre, e bem condecida pela ua excel-
leute marcha, seguir" para a cidade do Porto com
brevidade, por ter prompla a mainr parte da seu car-
regamcnlo : quem Da inesma quizer carrecar ou ir
de passagem, dirija-se a ra da C.ideia do Itecife n.
12, escriplorio de Ballai ^- Oliveira.
PARA O RIO DE JANEIRO
segu com breviJade o bem conheciJo brigue nacio-
nal Elvira ; j lem p.irie do CflrrfcjaUMnto pron-
ta : para o resio e escravos a frete, para o que lem
eicellenles commodos, Irala-e com o conMcualario
Jos Joaquim Dias l'ernandes, na da Cadeia doRe-
cife.
O lliate a Cipibaribe salla para o Aracalv na
presente semana, para o relo da carga, trala-j'e na
ra do \ igario n. 5.
. Para Lisboa urM cun brevMade o bem conbe-
cido a veleiro brigue portuguez ul.nu II; lem par-
te da carga prompla : para o reslo Irala-se com os
consignadnos Fiauc.sco Severiaiio II iln-llo ,\ Filho.
'ara a Baha
O veleiro e oem eonbceido palhabote nbooi Ami-
gos'i pretende seguir com muila brevi:lade ; tem
proinplo melado de teu carregamenlo : para o resto
trala-se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Axavodo, rua da Cruz n. 1.
SdlPtl.
li
EGIVEi


O aaente Pestaa far leilAo porconla de quem
perleneer da melade do vapor .Mrquez da Oliuda.
mullo proprio para um brigue, oo para deposito de
canao de pedra, com lo lo o que se adiar dentro e
esl palenle paia sor examinado na praia cima da
malanca, o o leilao .era fril., ni porla da Axoriario
t.ommercial.abbado 8 de Janeiro d 1857 ai 11 ho-
ras da m iiilu.i

*'- wi.a |.. i i-_ iiimiic .ii.uuii r, Ullllld |C*
lulgam nunca lar devido, nem de- : guiar, pernas um pouco arqueada, de idade 3."> an-
ille cousa alguma aos empregados da I nos. que foi ecr.vo do fallecido Compeli, que leve
bia, no enlanlo se alguns desse se- fabrica de rap e charutos no aterro do Afogado, o
mey.es, conter artigo) de agricultura,
nocOes de sdencias, artes, le dos cir-
cuios, tabella de imposlos, e regulamen-
to deafericio, etc., etc., prego. 320
DITA SIMPLES, contendo ale'm dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaese
municipaes, ruceo........ 2i0
DITA DE PORTA, a qual ale'm dos me-
zes tem expucacbes das indulgencias e
excmmuobdes, etc., preep. 160
DITA ECCLESIASTICA (ou' de padre),
elaborada pelo Kvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda,
da igreja, e leis conliecidas a res-
peito, preeo..........400
Todas estas f'olliinhas sao impressas em
bom papel e e\cellei:te typo, e vendem-
se em porcSo ea retalho: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
A VSO..
Drsapparereu no dia 31 d dezembro do anno pr-
ximo findo, pela qualro horas da tarde, do silio da
Estrada de Joo de Barros n. 3, aonde so acha a fa-
milia do abaivo aeaignado, a ecrava lgnacia, criou-
la, de riada 2!) a 30 annos pouco mais ou menos, e
com os sigues segirlnles : allura regular, elisia
do corpo, cara larga, bei;urla, p apapagaiado, o-
Ihos grandes, anda um pouco cabida para a frente,
he niha do serillo, e ltimamente esteve ua matriz
da Varzea d'onde com ontr veio para esta cidade
para ser vendida, levou veslido nina saia velha com
panno da Cosa roga-sc a quem a vir a manda pe-
gar o leva-la ao mesmo baixo assignado uo referido
sitio, ou no paleo Ho Carmo, sobrado n. 3, que se
gr.ilificai.i' qualquer liabalho.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
Os abaiio assignado, prnprielarios da tvpogra-
phia l.'iiiversal,
veiu presnteme
Diean a lypograpl
nhures so julgare.n eus credores; de qualquer quan-
lia nooem apresentar-x para serem pago.
Kecife, 31 de dezembro de 1S3G.
Ricardo de Freitas t\. C.
O. Mara Francisca d Salles Pereira, irmaa
do tallecido Claudio Prreira de Carvalho, faz scieute
ao publico que, por faliecimenlo do dilo seu mano,
derlarou aale em seu teslamenlo. que a sua escrava
Rosa, de idade de 0 annos, crioula, se Ibc daria a
caria de liberdade depois que a me*ma servisc por
eaparo de qualro annu, a minha sobriuha, a Sra. I).
Francisca da Chagas Romana, e como ja leoha ser-
vido ha um anno, e para que ningiiem a compre,
por i-,i he queso faz semelhante declaracao. Recite,
1-de Janeiro de 18.J7.
Bota-se para qualquer obra rea por prer;o
mullo commodo, e se a obras forem louge do porto,
conduz-se em carrocas : a Iralar no armazem de ma-
deira do Miguel, confronte o telliairo dos cauoeiros
na rua rxova.
Alerra-se por ments que he pooatvol, terrenos
em alagados, quer por empreitada quer por bracos :
a tratar no arnazem de madeira do Miguel, coufron-
le ao lelbeiro dos cauoeiros na rua Nova.
No dia 2!> do corrente, de e.sa do abaixa as-
signado, urna eriaoco atirnu a rua um dedal de ooro,
leudo no redor as seguinles letiras C. It. S. R., ou
em lugar da ultima Rjmos por extenso, e houve
quem visse urna prela apanha-lo : rogase porlanto
a qualquer pessoa a qaem for odereci lo o mesmo de-
dal, haja de o tomar e entregar ao annunciante qoe
gratificara. Recife :lo da dezembro de 1S56.
Maximiauo Francisco Regueira Dunrte.
Francisco Alves de Pinho vai ao Maranhao
tratar de seus negocios, e durante sua ausencia deixa
por seus procura lores os Srs. Joaquim Mandes Frei-
r em primeiro lugr, Joan Pinto Reg de Souza em
segundo, e Jogp Fernandes Lopes era tercero.
Escolas
DO
mmm mn\m.
Do dia 7 de Janeiro em dianle eslo iberias as cin-
co escolas desla capital, pelo excellenle nclliodoCas-
lilho ; pelo qual a voz publica se lia pronunciado
pelo orgAo da imprensa pcrinmliuraua. mererendo
pnrlicular atlenran a escola de meninas, erecla na
rua do Vaario, casa do linado Silva Conpaohia, nio
so porque nessa escola se ensiuam lo los o> primoro-
so bordado, e mais lavores que se possam desejar,
como porque a digna profeMora eslando sendo Icc-
ri maila na grammahea nacional palo eximio prefoa-
sor o Rvlo. Sr. padre meslre Varejao, se lornnra'
mais um precioso brillianle que ornara a coroa Ilite-
raria do Exm. conselheiro Sr. Or. Caslilho
AVISO AO PUBLICO
Passeio no vapor Camaragibe.
Domingo, 1 do corrente, pretende sabir deile por-
to imprelcrivelmeiile para o de llamarac, o vapor
irtamaragibe ; a 'aluda esla' marcada para as ti l|2
da nonhia em poni, e volta a uoile : as pe.soas
que quizerem Se divert.r nestr da coroparecarn u
rua do I ropiche n. 8, p^ra compra dos carines : pa-
sagera de ida e volta .'jlKH) cada pessoa.
y"m precisar de um crioulinho de idade de
!- I 13 auno, para pagem. por ser bonita aura, ou
mjsmopara recados e compras de alguma casa ca-
paz, daudo dador, eiileuda-se com o abano isigoa-
do, na na do O'ieimado n. II.
Jos Rodiignes Ferreira.
na rua Nova n 12 se dir' quem precisa de
um caixeiro para e*cnpla,
BRITISI1 CLERKS PROVIDEM ASSOCIA-
TIO.N.
IbeJIalfVearly meeling of Ibis associalion will
alie place al i|le British & Forcion Libran Ibe Sa-
lendav liveniig :t ad Janoarv al Su o'cl'ock p. m.
Appl.calioii for new Sliares musle be made up 10 j
o dock ou 3 al Janv.
Geo. B. Le l.ievre.
Tieasnrer.
AfkMica.;,
Koga-se ao Illm. Sr. Dr. cliete do polica dgnese
de laucar sua^ vial! bontQcM sobr um presepe que
ha na rua da Lasa Forte, na freguezia do Poco da
Panolla, pois que com fugeles que ahi e o|!ain f-
ra de horas, e com continuados loquode latioaba o
ou.ro instruirenius de sens orles se alordda, e
eommoda a Ir ,la a vizintianra. Se isso
rouuniido para os que estilo de lad
devoro sollrcr aquellesqu por grav
Cha.
Na proel da Independencia n. 33 ha um delimito
de cha verde, prelo e do Rio de Janeiro o melbor
que ha no mercado, o preco he razoavel conforme a
porcao, o comprador mo deixara de apreciar a boa
charena.
Precisa-3e de tima ama forra ou cap-
tiva, que se preste a todo o serviro de
urna casa de familia : na rua Nova, casa
n. 2.", segundo andar.
Desoja-so fallar com o Sr. Antonio Ferreira da
Cunda : na rua Direila, padaria n. 80.
Fugio um prelo de nome Antonio, allnra re>
qual escravo tralialhava em canoa de tirar rea, falla
bem e a lodos diz que he 'forro : a pessoa que o pe-
gar leve-u a rua Imperial n. 1(17, ou na mesma roa,
segunda casa depois da fabrica de sahAo, que sera'
generosamente recompensado.
Na rua da Praia n. 86, se dir' quem da' tli-
nli'irn a premio com garanlias ou penlivres.
Novaos & Passos do Rio de Janeiro, leudo
prevenido por ete o Diario em 22 e ^:t do corrente
para que ningueui faca negocio algum com os bens
------j---------------- do casal do linado Arcenio Fortnalo da Silva, que
ino, e para que .""'"em a compre, foram partilhados pelos seus hcrdeiroi, vio como
esses bans acham se sugeilos ao pagamento do que
dilo casal he devedor aos annunciantes. os quaes
para haverem o seu pagamento inlenlaram a accao
de lili,-lio contra os niesmos herdeiro pelo jaita mu-
nicipal da primeira vara, escrvao Cunba, e oblive-
ram a seu favor senlenra que passou em julgado ;
appareceu u Sr. Joaquim Arcenio Cintra da Silva
com seu annuncio publicado oo Diario de 24 do
corrente em que procuiou convenc de que o facto
de ser desalteudida no inventario divida dos an-
nunciantes, he devido a omissao deste, por nao te-
rem em tempo competente tratado de justilica-la
para ser alleudida, mas o Sr. Silva deve saber qoe
nao sendo compleme o meio que indica para haver-
se o pagamento de urna divida superior a'quellas
qo nos inventarios podtm ser juslitinada, o altfl-
didas, nao podem por isso os annunciantes seralcha-
dos de omissos. tanto mai quaudo ja niuito antes
linham elles proposlo sua accao no juizo competen-
te, onde lodo os herd'iro foram ouvidos e conven-
cidos por lerem i io citados para a mencionada ac-
cilo : asim pois:, declaracao do Sr. Joaquim Arce
ino Cintra da Silva, ea descripjao que ninventario
fez da divida dos aiinancianles, nada mais importa
do que urna- coofsiAo, e con nhecimenlododebilodequeos ^nnuncianleasao ere-
dores ; pele que estao todo os bens do casal obri-
ga lo ao pagamento, e assim protestan) desd ja os
inesmos snnunciHiiles conira lodo e qualquer nego-
cio que por'ventura se possa fazer com os ditos bens.
Recie 30 de dezembro de 183f>.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Na piara da Independencia n. H),
aeliam-se a' venda os novos billictes da
lotera 2i- do theatro de Santa There/.a,
rpie devia correr a 2ti do presente; as
listas esperamos pelo vapor IMPEKA-
DOR, se for transferida sua sabida para
odia 27 em diante, como supromos; e
logo que eslejamos de posse das mesmas
listas, na mesma loja cima serao pagos
os premios, de conformidade com os nos-
sos annuncios.
Na rua do Urum do Recife n.,22 precisa-se da
urna ama parda ou prel.i para traer o servico de
portas a dentro, como seja lavar roupas de meninos,
engommar, ele, menos cozinhar que lenjo precisa :
a quem ronvier pude fallar no armazem da memi
caa ou no lerceiro andar, agradando a pessoa pa-
ga-se hem.
Na rua do Brom, arma/.em de Luiz Jos de S
Araojo ha |tara vender chtgade ullimameule do
Porlo, arcos de pao para pipa, barrica e vimes, que
ludo e vende em coma para fechar contal,
Precia-se de urna ama de meia idade com
boa conduela e fiel, para comprar e cozinhar para
casa de homem solteiro : a fallar na Boa Vista, rua
Velha n. 1I.
Precisa-se fallar com o Sr. Miguel Cerqueira
Lima, para se Ibe entregar nnu carta vin.ia do Rio
de Janeiro : na rua do Oueimado n. 24.
Precisa se alugar nm sobrado de om andar que
tenha commodo para grande familia, ou urna caa
terrea : a iralar cm Olmda, moslciro de S. Benlo
Como Illm. Sr. Dr. Nuuo, ou na rua da Palma, so-
brado da esquina, com porla para o Pocinho.
Precisa-s de orna ama para o servico de orna
casa de pouea ramilla : na rua Velha n. tlil.
No da I!) do correle detappareetn do engo-
lillo ll-llem, na comarca de Pao-d'Alho, o crioul-
nhu JoiO, idade .le 11 anuos, pouco mais au menos
com os sign.ies seguinles: cor um pouco verinelha'
olhos papudos, Ma deseaocada e como que obri-a-
da, bochecbudo, cambado, ar Irisle. marcas de chi-
cote sobra a cosas c uadegos, um lignal de queima-
duraem uina das cxa ; loppoe-H qu estar no
engenho (.onceico das i lores desla freguezia. onde
lem pai c irm.lo, 00 enlu que fra seluzido por
alguem para ser vendido no Recife ou uo serbio
roga-se a lodas a antoridadoa que o facam prender
e entregar no mesmo engenho Bellem ao major Joao
do rsanlos Nones de Oliveira, que o herdu ha pou-
co lempo di um seu neto, on no Rerife, rua da
Cnia, ao capitao Mauricio Francisco de Lima.
Na relinacao da rua da (loria n. ll, precisa-
se de um Irabalhadnr, assim romo precisase alu-a'
um escravo de idade para servico livre.
ilont;m 30 do corrente, pelas |i| horas do di a
dcsappareceu um menino braurn. ida.le (i auno'
com calca branca ou de riscad ., pablo prelo e bonel
lambem prelo bordado com bulla, viudo este da
rua da Scnzala Velha a rua du Collegin, donde de-
Hpparoeeo : qoem der nolicia do referido menino
na lypographia do Liberal, se lirara' assAl obrigado.
Preeia-M de um ama que tenha ba-lante lei-
le, anda mesmo sendo Mcrafi: no pateo de S, Po-
dio li. 22.
li-
be la,i in-
qoanlo nao
paderiinen-
tos foram procurar alivio, reiJindo uaquelles luga
ro !
Perdeu-so o segundo vo me de I). Urraca de
Ca-lella : quem o livor acha.lo Tara' favor ruin 1 < I ,
a roa do Oueimado, segunJa loja n. 18, que sera'
recompensado.
A YILLA VEL8A- A VILLA
VELHA-
Dominen, i de jaueiro do correnle anuo, lem de
seguir para a (rndenle e piloresca Villa Velha ,em
[lamaiac; omagMlosO vapor Camaragibeo, ose
elegante cisne das amiia maro* de Peruambuco, o
qual alni dos excellenle commodos que olfererc
sera' forner-ido por nm ruiKlaule passageiro, de um'
atandantiimo ochara de vanadas e apetitosa!
iguaria, le deliciosos vinlio, e de refrigerantes or-
velts, com o nico e hygiemco lim de regalar os
mhoreo passageiro,'lago qoe ekcgareni ao porto
do seu destino, alianrandn-se aos mesiiioa senhore
os b iusservici.1, promplidao.aceio, erazoavel puco.
Precia-sa de um amassador na padaria do
Brllo, no Mouleiio : a tratar na iik- m. un no Re-
cife roa Direila n. 6n.
cujas roda; .1 ndam
10 de Janeiro de
bem ssiin que tem
a disposi^ao do respeita vel
publico,grande, ({uuntida-
Je de bilbetes, meios e
quartos cima.
Thesouraria das loteras
10 de dezembro de 1886.
Jos .ianuario vives da
Maia, efcrivao das lote-
ras.
Precisa-se de ora pequero de 12 a l annos
para caiseiro, prelere-se aoque nrto fomarnem mas-
car : no largo dos Coelhos, fabiica de telbas, de Ao-
lonio Caroelro da Cunba.
Os abaivo assianados previnem ao raspeilavel
pobtico, qne ninguem faca negocio de qualidade al-
guma com os bens deisaJos pelo fallecida D. The-
reza Mana de Jess Rraga, moradora que foi na vil-
la de Caruaru', aonde falleceu, licaudo a dever aos
abano aignados a quanlia da 1:2538610. so-
mente principal, a' fra os juros c cusas que le fize-
rem com a'questao que os mesmosabaio assignados
eslito prumoven in coulra os herdeiros daqnella fal-
lecida, pelojuito municipal o orphos da.villa de
Laruaru', onde se proceden o inventario dos referi-
dos bens ; poi que os abaiio assignados pelo presen-
te proleslam ir sobre elle no poder de quem os ti-
ver como lhe permit a le pora seu pagamento,
vi por delle devidamente, sem que tenhatn primeiro
pago as dividas da falfecida. li para que ninguem
depois se chame a ignorancia so mandno publicar o
presente. Recifa M do dezembro de 18>6.
Rodrigues & Lima.
O abaixo assignado, lendo no Liberal de
honlem, 89 do correnla, o ao rancio do intitulado
Sr. do engenho Verde Flor de Una (que tendo ci-
mente u i a pequea parte no dito engenho, se cha-
tna Sr. dola), dizendo Que ninguem compre ao abai-
M aisignade os esenvos Benedicto, Mari e Anna,
declara que lal annuncio nao deve ler effeito algum,
porque, sendo taes escravos no inventario que se pro-
ceden por faliecimenlo da primeira mulher do dilo
senhorde engenho, separados para o credores delle
e por ordem do juizo levados a praca e ahi arrema-
lados e pagos por quem o ven leu au abano assig-
nado, he claro que em quanlo o referido senbor de
engaito nao ementar a sccao de nullid.de, o qoe
nao tem feito porqae tem ccnscieucia qoe nao o
pude fazer, uao deve obstar a que o abaito a-sigua-
do disponha de taes escravos orno seu que sao, co-
mo faz prova es docnmeulos que possuc.
Jaciniho Josa Amaral Aragao.
Precisa-se de uina ama de leite, que
o tenlia bom, e seja sadia, paga-se bem :
na rua do Apollo n, 22.
BILHETES DA LOTERA DO
RIO DE JAIEIRO.
Jos Euzebio Alves da Silva tem e\-
postp a' venda, na praca da Independen-
cia loja n. 33, os novos billietes da lote-
i a 2 i- do tlieatro de Nictlierohy : as lis-
las vera pelo vapor IMPERADOR, que
devera'aqui chegar ate 3 de Janeiro de
1837, restam poucos bilher.es e meios:
a* elles antes que chegue o vapor.
Precisa-se de um bom aioleque pa-
ra tima casa es,trangeira: na rua da
Cruz, armazem n. 11.
-- Com lodo o respeita rogs-se as autoridades po-
uciae! que hajam de botar na vistas benignas para
urna novena de meninos e moleqoes, pequeos e
grandes, que lodos os dias se ajunlam no largo do
Carmo, e principalmente na taberna daqomada roa
de II orlas, sem que o dono dessa taberna os possa
pellir dalli para Tora porque e ve amea;ado de
evar algoma pedrada, eujoi radios ahi vivem insol-
lando, espancando, mallralando a qoai lodo quanlo
por ahi pa.;i. muilo principalmente a prelos e pre-
tas, isto desde que amanhece at 9 e 10 horas da
noile.I m apernado.
Ainda contina a trabalbar todos os dia uteis
desla semana a machia, do descoronar algodao. que
se acha montada em i Huida.
Rua do Cullegjo o Sr. Cvpriano Luiz da Pae,
aterro da Boa-Vala o Sr. Joo da l^iz Ferreira, na
nadara do Sr. Beiriz, dirao qoem d quanlia de
M)U9, 5009 o liOOollO com Inpolheca em casas ter-
reas.
No dia 26 do correla ,uentoti-w da casa de
seu senbor o escravo de nome Mauoel, crioolo, bai-
lo, cheio do corpo, lem ni testa Ama cicatriz de la-
ido, falla de um a dous denles na frente, he quebra-
do de ambas a verilhas. tem ofticio depadeiro ; le-
voo camisa branca e calca de casemira de cr com
oulra branca por baio, chipan do Cbil pequeo a
velho : quem o pegar leve-o a seu senbor, uo paleo
da Sania Cruz, padaria n. (i, que sera' bem recom-
pensado. ( referido e.-cravo falla alguma coasa alra-
palhado.
Ua-sedinlieiro a juros com penhores de ouro
o praia cm pequeas e grandes qnanlias : na rua
da Cruz n. 35, seguudo andar, na ua inesma n. 43.
loja.
I)a-se dinheiro a juros em pequeas e grandes
qoanlias, lano sobra bypoiheei ou com penhores de
ouro ou praia : na rua da Cruz n. 35, seguudo an-
dar.
Precisa-se alugar urna ama para cn/inhare
comprar, para casa de pouca familia, paga-so bem :
no largo da.\sembla n. 12, primeiro andar.
Aluga-e um moleque de 16 annos, de lodo o
servicrt, lano de casa como de rua, proprio para
qualquer oilicina, ou padaria ou oulru eslabeleci-
menlo por ser muilo eperto e sem vicios, aluga-se
por mez ou por auno : na rua la Praia .i. 20, se di-
r quem aluga.
O abati a!igndo, director do nicho de N. S.
da Conceico dos qualro cautos da cidade de oiimia
participa ao respeilavel publico, qoe a feslividade d
dito nicho be no dia h de jaaeiro de 18", e pode aos
devotos que alona nao doram as sua ofT-rla. quei-
ram razer o obsequio entrega la. .No sabbado uni-
r a bandeira da can da juiza as 8 horas da noile,
acompanbada por msica, e percorrer diversas rua;
no domingo de madrogada hatera' missa resada, e a
noite havera' ladaiuba cantada solemnemente com
msica, terminando o festejo com um fogo de visla
e msica mililar. (inda 28 de selembro de 18..
Joaquim Ferreira da Silva.
Companhia vigilante.
Ate o dia 15 de Janeiro proi mo foluro devem os
senhores accionistas realisar uina prestara de dez
por ceulo sobre o capital sobscriplo : no "escriplorio
da companhia, rua do Trapiche .Novo n. 8.
A pessoa que precisa alugar nm ou dona anda-
res de casa no bairrode Sanio Antonio, com vanla-
geumoaluguel.appareca na rua da Croles, quem
vai da rua do i.lueima lo para S. Francisco, ultimo
sobrado de dous andares u. 9.
Joaquim Pereira da C. l.aringeira, eslabelecido
na ru Augusta n. I, pede ao respeilavel corpo do
cominr-rcio lhe aprsenle *uas emitas afim de serem
conferidas e legalraados.
Precisa-se de 2 olliciaeade ferreiro para traba-
Inar na forj*. e I dilo malhador, paga-se bem : a Ira-
lar nos Coelho, oilicina de ferreiro de J. k. lleve.
Ha nm rapaz brasileiro com pralica de loja de
lazcnda-, com evcelleole lellra, e baslanle activo
quepreci'a arromar-se
esla Diario.
I.INIIaS l)E OMMBL'S. *
0 proprietario desla lioha faz -cenle, qo t visla
do grande abuso que lem havido, dos acohoret tisis
naulea e passageiro avolsos, em querer condazir
em cima dos mnibus em ominen 1.. de grande pea,
lem ordenad a seos boleeiros, para qoe nao roadu-
zam de cada passageiro encoromendas qoe eicedam
do8 libras, pouco mail ou menos, e para quo nao
ignorem faz o presento avio.
Jos Antonio Moreira Das V C., la-
zem sciente aos seus freguezese mais con-
sumidores de plvora, que teetn um gran-
de sortimento das melhore qualidades de
plvora e chumbo que tem vindo a este
mercado, e vendem ditos gneros por
menos do que outra qualquer parte : pa-
ra verem as qualidades encontrarao as
amostras cmseiisescriptorios, .ia rua das
F-arangeiras n. li e da Moeda n. 2.";
nos niesmos estabelecimentos acharao sa-
litre refinado de superior qualidade, a
8.V000 a arroba.
Companhia
de naveacao a vapor Lu-
Brasileira.
O abaiio a-signado, por ordem da coromisaao per-
manente da companhia, no Rio de Janeiro, participa
aos senhores accionistas desla, qne oo dio 12 do cor-
rela dezembro em assemblr.i geral os senhores ac-
ciunisla! dalli, presididos pelo Illm. Sr. Dr.lAOolpno
M. V. da Costa, depois de longo debate em qoe oaa-
nimemenle manifestaran) a opiniao de qoe a compa-
ohia continoe, decidiram e approvaram.
t.' Qne os accionistas postnidores das amiga ac-
coes eulrem com 3U0O00 fortes por cada ama, para
pavimento da divida fcila pela directo do Porlo.
2.' Qoe esta entrada lera dividida em tres parle
igoaes, devendo as chamadas do cada orna desii-
parles ler lugar com iotervallo de 30 dias, soodo a
primeiro leila ja, e a ultima s sa for precisa.
3.a As chamadas das novas ecciJe! serio ftitas na
conrormidade do qoe ja foi vencido ; o o dinheiro
proveniente desla! entradas su sera' applieedo i com-
pra de nm ierceiro vapor, cosleamenio das primei-
ra viagens dos novos vapores so crescer da primeira
operarao.
4." Em quanlo nao he possivel proceder a aleicdM
das pessoas quo bao de dirigir a companhia, Rea a
coinmissan permanente aotorisada para monear tuna
pessoa de sua conliaoca, qoa en) Portugal lirv de
seu procondor, e reprsenle interinamente os inle-
resses da companhia em toda a sua plenilode, de- .
(erinin.indo-se-lbe o honorario que deve perceber.
A mesma commii-ao publicou o segoiote :
A commiiiao permaoeult, em virlode da decs >
da asa reunida em 12 do corrente, convida
os senhores accionlas anligos a faierom orna entra-
da de 10 J oo 208 por accio at o dia 12 de lanair
proiimo, para pagamento da divida eootralnda no
Porlo ; na roa Direila o. 99.
Convida mais os senhores accionistas nevos, e qoe
ja lizeram a primeira entrada, a realisarem a segun-
da de 209OOO por cada accao ale a mesma poca e
logar indicado, para a cuu>pra de om lerceiro vapoi.
Rio de Janeiro I :t de dezembro de 18.56.Assig-
nador. A. M. Victorino da Costa.
Assim sao convidados os senhores accionistas de
Pernamboco a realisarem at 15 de Janeiro tolnm
urna eulrada de 2o| moeda brasileira) por accao, na
roa do Trapiche o. 26.
l'ruambuo 23 de dezembro de 1856.O agente
Manoel I. Rodrigues.
Precisi-se alugar om andar com eomroadns, ou
dous com os mesn.oi, no baiiro de Sanio Antonio.
faz-so vanlagem sobre o aluguel, pagaodo-se muilo
bem : quem tiver annoocic.
Ui devodoreido Jos Diai Simoei.Crux i\ Bas-
tos a Croz di Gomes teoham ahondada de mandar
pagar os seus deuilus ao baixo assignados, |f se-
rem elles os donos dos referidos debito, os inesinu-
abaito astignadss desejando ultimar esla o branca
na melhor armona esperam qoe Iba saiisl.uu so.i-
conlas indepeudentes da publica;So d seu nome
e meios judiciaes queie ver.lo na necessidade de em-
pregar na f.lu do referido pagamento.Jo..- Alves
na MI va l.uimarAe, rua do I.aboga' n. I U, Fran-
cisco Jos Alves C-nimarats, roo do (Jueimado n. :l:|.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Antonio da
Ciinlia, nesta lypographia.
DAGUERREQTYPO.
Systenia norte-americ-mo.
ATERRO DA BOA-VISTA N. 4,
terceiro andar.
Nesta casa eootiooa-se a tirar retratos coro toda a
perfeirao e pelo novo syrtama norlo-americaoo.
Exilia sempre um completo a variad sorlimeolo de
caixinhas, quidros e jolas de ooro paro a colloca. .10
dos retratos. Todos os dias das 8 hars da rnaabia
ai 4 da tarde esta' a oilicina o gatera a dposir-ao
do publico.
ROB I.AFFECTEUR.
O nico autorisado por deeisao do constitu renl
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recomincndam o
arrobe de Laflecteur, como seodo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
est em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despez, sem mercurio, as al.
lecces da pelle, impingens, as consequeo-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm.aos catar-
rhos, a besiga, as conlracces e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso dos injec-
cGes ou de sondas. Como anti-sypbililicos
o arrobe cura em pouco tempo os'flusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanu.s
em consequenci do emprego da copalnbc,
da[cubeba ou das injeccoesquercpreseniem
o virus sem neutralisa- lo. O arrobe l.atJV.
teur he especialmente recoramendado con-
tra as doeucas inveteradas ou rebeldes an
mercurio e ao ioorelo de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de l'.arral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porrSo de garrafas grandes e pequeas
viudas di aclmenle de Pars, de casa do dito
Boyveau-I.aecteur I2,rua itichelieu a Pars.
Os formularios dao-se gratis em casa do a-
genlo Silva, ua praga de I. Pedro 11. 8J.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima maos; Pernambuco, Soum ; Ilio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ,
Villa Nova, Jo3o Pereirp de llgales Le le;
Rio Grande, Francisco de Paula Couto 01 C
iliietesdc visita.
Cravam-sa e imprimem-se com periodo bilholc
de visila, letlras de eomniercio e lodosos objeclos tfa
arte caligraphici, regialrns, vinielase qawsquer de-
senbos. Abrem-se lirn.as, sineles, tanto a Ultra do-
ce como em relevo, ornamento com objeclos Oroarn
e praia. F'azem-s riscoa lindos e origina.- nato
bordados de labvrinlho. Arimitte-se a recosa .1-
quaesquer de-ies objeclos no caso de non liearem ..
conteni da pesoas que os enroinmendaiem : quem
pretender dirija-se a qualquer deeles lug'te* : M
bairro do Recife, rua da Madre de Daos n. M, pri
metro andar ; em Sanio Anlonio, ua livraria rlassn*
do paleo do ColUgio n. 2 ; na Cinco l'.oiu-, sobra -
do da quina coufranle a matriz nova.
Seguros contra
quem quizer annuncie por
Preci-a-se de um porluguez para teilor de om
engenho, do mais modernos nw'a Ierra, e que se,a /"" ,, ... ,. /, : r ..
disposto para n roesino fim : no largo da AMemblal^ O III l) (l lili IU 1 OVt tiei' II.
n. li, segundo andar.
O
fogo.
Aloga-se urna prela captiva para o smiro in-
terno do urna raa eslrangera, paga-se bem : na rua
du trapiche Novo n. 12. Na mesma caa .iluea-se
um moleque do 1g' a li annos de ida.le.
PreeiM-M al >car um andar com commodo,
no bairro de Sanio Anlonio : qoem o liver procure
no Recife, rua da Cruz n. i2, armazem, qu achara
com quem tratar.
CAPITAL, 11.2 cm 1850.
Para etlectuar teguroi sobra Btvjn i<-
mobUia e BaaMroa di-
Pri-mio ilaili-s, niercudorias
(|iiasi toda a r|ilalidadc.
at 1|2 tl|t| ao auno.
Astle) A-C.
-Ageatet, C. J
MI "^7


r
*
i

DIARIO DE l'KUNAMlil ICO, SUMA ILUSA 2 DE JANEIRO DE 1S7.
DEPOSITO DE L1VE0S E BOTICAS HOMEOPTICAS,

w i
DO
uo
O Dr.P.|A. Lobt>Jloscoso, tendo de fa;r urna viagem doisa a sua botica soba
lir'ec5odepessoaha'""lai,a ede inleira prcbidade, e un deposito na loja de livrosdo Sr.
Manoel Nogucira douza na rua do Crespo,sobrado novo do Sr. Magalhaes Bastos
PRESOS FINOS.
Boticu de 12 tub/sgrandes. 10/000
Dita de 24 ... 159000
Dita de 36 ... 205000
.Dita de 48 ... 95<*Mf
Dita ded > ... 309000
Manual de medicinsnoineopalhica do l)r. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica doDr. Henry.
Tratameiilo do cholera morbus
Kepertorio Jo Or. Mello Moraes.
JtoOOO
tOfOOO
2/000
6f000
A
>.*.*>
*-'w mu
i
<-, liKAS PRECIOSAS- g
.*' .derecoa de brilhanle, J
fg di uantes l perolas,pnl- '*.'
titiras, alfinetes, brincos ?'
3 'relas, bolese aneis !
" dt ditlereolei gostosede B
5 di rersas pedras de valor. *
(ompram, vendem on
I0REIRA k DUARTE.
UJA VI OfRIVE*
Ra do Cabuga n. 7.
Ilecebem por io-
dos os vapores da Eu-
OL'KO EPEATA-
{ iMcam prala, ouro, bri- i rrra >! fila Pa rio moo
2 lluntei.diaraanleieparo- | r*>P* da> Ol OS ^JS^^smn^ *<> *e Franca como
de Lisboa, asquaes se vendem por
pireco commodo como eostumam.
? Aderemos completos de gE
.* our, meioadilos, pulcei- ?
2 ras, alfueles, brincos e *
rzalas, cordes, trance- jjj
*. lina, medallias.correutet -
B| e enfeites para relosjo, e $
$ outrosmuitosobjecloide
i ooro.
| Apparelhos completos, 9
de prata, para cha, ban- jjj
i! dejas, salvas, caliaes, *,
a colheresde sopaedech.t, *
?K e muitos outrus objeclos
8 de prala.
@a
2 0-
'3
cossiltobio homopv
thico.
DODR. CASANOVA.
28na das Cru/.es28.
Neste consultorio lia sempre para vender
. os mais acreditados medicamento* lionum-
ao abano assignado fugio desde 8 do crreme ? palhicos de CATELLAN e GYEBEK, lano
".SI'" Aolon,' dogeolio, alio, fecco, ps apallie-. em tintura, como em toblos, e o cnais
laaos urna cicatriz ejn cima do olhc ; a pessoa que j. em eonla powivel.
" appreheudrr leve-o ao Sr. major l.oit Jos Pere- : Urna botica de 12 lobos (>S 89 e 10*000
ra S. nue, na ra do l.ivramenlo n. 24, ou o roes- $}? u >, de 2 IOS 125 e f&JOOO
ido a lauo assignade, no Caehanga, que recompen- Ta de 36 I5s i Ka e 'HiNKHI
iKenerosam.nl.. IV ^ e ISoOO
s dentista mmi
' *ul Gaigooox, de volla de soa viagera
xV. i Europa, est morando na ra Nova n.
-I? 41, pi.me.ro andar, onde pod^lser rocuri- ''.? I fe?
g r a qualqaer hora. S |A
i
$&

40S \M4iMES ilO BOX BARATO.lEscovas de todas as quali.
da Vendem-se ricas cliaruleiras bordadas e
retroz serviodo tanibem de carteira a i/, di-
las sein ser bordadas muilo boas aiie 3/,
carleirinl.as multa ricas a 2#, ditas propriaa
para viagein a 39500, carteiras grandes para
dinbeiro a lfjOO e29, Irancelii.s para relo-
gios. pretos do retro/, a 160, niadores para
uavallias multo linos a i), pedras inglezas de
aliar navalhas a 1j e 1^500, ricas bengalas '
pelo barato pretjo de la e 1*500, pentes com
escova o cspelho para >uisas a 800 rs esto-
jos para barba a 2e24500, fiyellas douradas
para calcas e colletes a 120 rs., castoes para
bengalas a 80 rs., caisinhas para guardar
phosphoros a 160 rs escovmhas para lim-
par pentes a 24) rs., chicotes muito bons
para avallo a 800 rs esporas linas de, ac ,
I/, grvalas de seda muito boas a 1?, ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs., pin-
ccis inglezes para barba a 500, 600 e 800 rs a
camisas de nieia muito linas a 1 #200, ricas
abotoaduras para collete a 500 e feOO rs., di-
tas para palitos a 500 e 600 rs., eslojos de na-
valhas linas para barba a 2>. caisas linissi-
mas para rape a 2500 e 3?, ditas redondas de
tartaruga linas a 6f, e outras muitas cousas
que se vendem por barato preco : na ra do
Uucimado na Lera conhecida loia da boa fa-
ma u. 33.
KLA NOVA N. 34.
-Madama Kosa llardy vende ricos eu.eiles de ca-
:a P"a *e"l,ora- do u"imo gosl, por preco com-
morlo, e chapeos de crep enfeilados com flores, pelo
prejo deJ8000.
AOS QLE TEM E I'INIAK.
> erde francei a pataca a libra, alvaiade a ineia
paiaca, urcao e oca a doui vinleus a libra; vende-se
lod a porcao que quierem : uo Livrameolo,
Vendem-se ricas cscovas inglezas para
roupa, o mcllior que pode baver e de nova
invenciio a 3#, dilas francezas muilo boas
a l->. 19500 c 33000, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas 19300 e 2, ditas para den-
les inglezas e franoezas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para nnlias dila dita a 240, 500 e 15, e
ouirasqualulades mais baratas, que ludo se
vende na la do Queintado na bem conheci-
da loja de miudezus da boa fama n. 33.
.' eijao mulatinho
Vende-se na roa da Cruz u. :li, feijSo mulatiuho
por prero commodo.
u. 35.
loja
generosamente.
Antonio Pereira Barroco
de Moraes.
m
^
COiNSULTORIO CENTRAL H0-
MEOPATHICO. ;;;
i Kua de Santo Amaro (Mundo-No- fi
i vo) n. 6. {?
J O I Ir. Sabino Olegario Ludgtro Pinho, &%
i le volu de ina viagem ao Rio de Janeiro, 2?
c. Iinua a dar consol las lodos os dias otis, %?
das 8 hojas da manhaa, as 2 da larde. v
i Os pobres sao medicados graloilameDle.
. de 48
W de 60 220 253 e 309000
<2 Tobos avolsos 500, 800, e laOOO.
S on^a de Untura I escolher 2-000.
m
o
Consullas lodos os dias gratis' para os po- 5
' bres.
m
Ra larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomeu F. de Souza,
contina a vender
ESTRADA DE FERRO
do Recfe San-Francisco
((Tei'ceira chamada.)
(sendo falso o que for vendido em outra
qualquer paite.)
Bob L'Affecteur.
Pilulas'vegetaes de Biandet.
Vermfugo inglez em vidros.
Klixir anti-asmatliico.
Frascos de bocea larga com rolhas, de
I a 12 libras.
Joo BrochadoSoares (iuimaiesde
asaadosjclaia ,Ue de ora em diallte se signara'
osa dos | Joo Baptisla Soares uimares.
I
(i* directores da com panliia da estrada de ferro do
llecifo a S. Francisco, tem feilo a|lerceira chamada
de 2 libras esterlinas, oo ris 173777 sobre cada ac-
311 ni dila cumpai.l.ia, a qual deve ser paga
dia 8 de Janeiro de 1857, na Bahia, em casa
Sr. SI. Davenporl A; C, na curie, em cosa
Srs. Ilaa Me. tiregor A C, e em Pernambuco, uo
escriplono da companhia. O accionista que nao
real.*, r o pagamenlo deulro do lermo indicado, po-
llera' perder lodo direilo as aerjues sobre as qnaes o
dilo pigamenlo rulo se liver ellecluado, em lodo I
caso lera' de pagar juros na ra/3o de 5 por cenlo ao f
auno, e de nAo receber joros ou dividendo da com- j
pauhij, pelo lempo que decorrer entre o dia indi-
ido >ara o pagamento a sua realisagao. Nenhum |
auto ile transferencia,pode ser registrado depois do I
da 8 Jo crreme, antes do pagamento da chamada.
l'ui urdem dos directores,
S. P. I'ereker,
Theioureiro.
Recite :t de dezembro de 1856.
SEGURO CONTRA FOGO.
CompaDhia Alliance.
Esiabslecida. cm. Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunden; Brothers & C, tem a honra de in- 0s segeos sao realisadns no escriplorio da eom-
rurmar aos Srs. negociantes, proprietanos de casas, paohia ou mesmo fra, sob proposias dos propriea-
aa qlom mais eonvier que estao plenamente u- ros dos escravos, todos os dias otis: as participa-
lorisaJos pela dila companhia para effecluar segu-: Sf,.d.e fallecimentos t as proposlas, podem ser re-
ros sobre edtfieios de tijolo e pedra, hartos de ZtoZUT*'** l0*0, di"' a, a9 cinco h-
telha 3 igualmente sobre os objectos quecontiverem As condicoes impretsaspoderSo ser procuradas no
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou : 'ripiorio da companhia.
em fatendas de qualquer qualidade. 'Q D'r"'."'" con3ullas\r"lisa<" ""vos seguros da
para 10 horas da manhaa, no escriplorio da com-

Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
cravos, esabeecida no
RIO DE JANEIRO
CAPITAL-2.000:000.000.
Agencia filial em Pernambuco, ra do
Crespo n. 13.
Q

S J. JANE, DENTISTE, S
# contina a residir na roa Nova n.19, prime i- A
ro andar. >
Nesta [typographia precisa-se fallar
ao S*. Bento A. R. Tupinamba', quemo-
rou ju teve loja no pateo do Carmo.
>a ra larga do Rosario, esquina do boceo do'
l'me I rilo, no segundo andar do sobrado n. !l,:
cozinlia-se para fra com todo assein, perfeir^ao e '
i romiiiid.ui e lanibein se engomma : ludo por prejo
mais :ommodo do que em oulra qualquer parte.
Aluga-se a loja da casa da ra da Aurora n. 5'-:''__.;.j, __*' i,
onde .'oiolticiua do fallecido marcineiro lienriqne.;annunCiada Paia do;ngo passado, e
quem pretender dlrija-se ao Sr. JoSo Pinto de l.emo,
Junirr, no seu escriplorio, ou casa desaa morada,
ua roa da Aurora.
Aluga-se a autiga casa de vender plvora, na
cidade de Olioda, com bora sitio, baua para capim,
e boa casa de viveuda ao pe : quem pretender dila
casa dirija-se a roa do Vigario n. 31.
pauliia.
m PABA CONSERVACAO DOS
DEiNTES.
Cjji Vende-se pos e agaa dentrilices: na ra
J~ Nova n. 41, em casa do deulisla fraucez -
W Paulo Galguos.. -j
Itamaraca".
No domingo i do corrente pretende
vapor nCamaragibe fazer a viagem
Precisa-se de uro bom criado e pga-se bem
agracaudo o sersico e comportamenlo : a (ratar uo
campj do Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
barg< dor Mendes da Cunha.
Novo manual
Do
Commerciante
E DO
A0V0GAD0 DO COMERCIO.
tem-se tomado as medidas possiveis para
que nao haja a mesraa decepeo ; a liora
da partida sera' as 6 e meia horas da ma-
nhaa em ponto, embarque ao Tiapiche-
Novo: os bilhetes estao a' venda ate sab-
haclo ao meio-dia: os senhores que to-
maram bilhetes para a viagem passada
e que nao loram receber seu importe,
leetn ineresso com esses mesmos bilhetes.
Preci.a-se de orna :mi de leile : na roa da
Madre de Dos n. 36, loja.
Na noite do dia 30 de dezembro fu-
rao do engenho Fragozo, termo de Olin-
da, o mulato Marcollino, de idade 22 pa-
ra 23 anuos, alto, secco, tem o corpo
um pouco inclinado para diante, pe's 1 ar-
quera o apprehender leve-o a sen
gos
senhor o Dr. Manoel Joaquim Carneiro
Aiaba de sabir i lu, j completa, esta iiileressan- \ da Cunha, no engenho Fragoso, que se-
le colleccao da legi.lacao do commercio, coi.ieudo o i ra' generosamente recompensado.
Codi.;o Commercial anuobido com as referencias dos I_____ r"
divesos arligos do mesrao cdigo e dos respectivos1
reglamelos enire si ; assim rumo com os decretos'
e avisos expedidas ale o anuo proiimo passado, es-1
plicando ou addilando alguim.s de suas disposi-i __
cues : segoido d.is regulamenlos n. 737 e n. 738 '
de 2> de novumbro de 1850 tan bem annotados, e
de i m appeodice ciiendo a integra de todas as qoii ","."":.'
IU, iecrelos e reguiamenlo. publicados aleo refer- W drrub''' ,,d rua '' do Kosa,l ,J e "
Gompw$.
Compra-sc orna canoa aberla, qae leve 1,000
Ojotos d* alvenaria : no pateo do Carmo n. 1.
Compia-se papel de Diario eflectivamenle a
lo a nio, inclusive a lei n. 7!)9 de 16 de selembro de I Compra-se para urna encommend
IS.i que reformou os Iribonac. do eommercio, com 3 moleques de 1 \ a 18 minos de idade
o respeclivo regula.nenio n. 1597 do I.- de nono de
1855. A' venda na livraria de J. Nogueira de Souza
uiitr ao arco de Santo Antonio.
na rila do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 10 horas a's 3 da tarde.
Compra-se urna nesra morja com habilidades,
com tiili.i ou sem elle ; na rua do Sebo n. 52.
AO PUBLICO.
Vende se ama boa escrava crioula, lava mui bem,
coz.nha igualmenle, e engomma roupa de senhora :
quem pretender dirija-se a rua da Penha u. 9, pri-
meire andar, que achara' com quem tratar.
a ~Z 2f**f M vilellas gordas : na encruzilhada
ae Bellem, ua taberna do Andr se dir'.
Vende-se o engenho Sicupeminha, em Muri-
r.|eca, perlencenle aos herdeiros do finado espillo
J-rancisco Antonio de Sa Brrelo : os prelendenles
f*llero com K. J. B. de Almeida.
. v'",dem-se gigos de garrafas vasias, em casa de
Henry Gibwn, rua da Cadeia do Kccire.n. 52.
Vende-se a taberna sita ua rua das Pernam-
liucanas esquina para a das Crionlas, hem surtida e
ijaslanlearregiiezada para a Ierra: os prelendenles
rJirijain-se a me Vende-se batatas a 23iO a arroba 80 rs. a
libra, presunto a friO. figos comadre a 210. gomma
a 100 rs. : na taberna da rua de Mor,.- n. i.
. ~ Vndese a dinbeiro oo mesmo a prazo com
indoranle as Ultras a laberua sita noe Afosados na
rua de S. Miguel n. (8. leudo de fundos 400 a 50UJ
muilo alreguezada para Ierra, o dono deseja venie-
la e taz todo negocio por ler de relirar-se para fora
da provincia : qncm pretender dirija-se a mesma.
Vende-se
urna escrava ptima cozinheira, lava per-
fetamente, compra e vende na rua :
quema pretender dirija-se a esta Ivpo-
graphia que se dir' quem a vende".
Vende-e por delraz da matriz da boa Vista,
padaria da lama n. 26, um grande orlimenlo de
massas linas, assim como ararula, Sebastopol, impe-
ralriz, aliadas e regabas, ludo pelo precinlio de 320
rs., quepecbinchn falias doces,a 200 e 20 rs".
biscoulos a 200 rs. e muilo finos a 240, es-
lao-sc acabando, d,1o-se amostras. Na mesma pada-
ria vende-se urna porcao de estopa de I36OO a 1>800
por arroba a retalho.
Vende-se 0111a commoda de mogno e nma se-
cretaria de araarello, para ver no largo do San Pe-
dro esquina da rua do logo, e para Ir.laa na rua
do mu-un ido n. 2.
Lavas de varias qualidade s
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
res, cobordadas e com bolotas a S| o para
ditas sem ser bordadas brancas e nmurellas
para homens e senhoras a 13, 18200 e 11*500,
ditas de fio da Escocia trancas e do cores
para homens e senhoras a 300, 400, 500 e
600, ditas brancas e decores, de lalgodao,
proprias para montara a 240 e320 e outras
qualidades mais que se vende na rna do
(jueimado na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama 11. 33.
A rados de ferro.
Na fundieo de C. Starr&G, em San-
to Amai-o,acham-se pata vender arados de
Ierro, de construcrao muito superior.
BANDEJAS FINAS BARA-
TAS.
Vcndem-se bandejas linas e de varios ta-
annos pelo barato pre?o de 1/500, 3(500,
30500 e4S: na rua do Queimado loja de
miudezss da boa lama n. 33.
Na taberna da rua Direlli n. i, confronte
ao oito do Livraraenlo, de Jcse de Mello Costa O-
liveira & C, lia os seguinles gneros superiores :
vinhos do Porto de ditlerenles qualidades de 640 at
1J600 a garrafa, dilo de Lisboa a 640 720 a gar-
rafa, dilo da Kigueira a 560 e OiO, dilo de Sle e
doEstreito a 180,560 e 640, giripiga branca a 18280,
vinho branco a que hamam Madeira a 800 rs dito
bronco a 560, cerveja prela branca, lauto em gar-
rafas comoem ineias ditas, de diversas qualidades e
autores, boa genebra hollandeza e haroburgueza em
(frascos e bolijiis,lboacbampagueemgarraf.s,meiase
gigos, boas passas e figos de comadre em caiimhas
de 3, 6, 12,16 e 24 libras, ameias, lelria, rnacar-
r3o, arroz do Maranhao, sagii,cevadinba,verdadeira
familia ou gomma de malarana, bolachinhasde soda
e ingleza, biscootinhos linos em latas, bolachinha
de ararula, loUscoin sardinhas, chocolate de /.isboa,
caf, eba hy.son de 2100a 3*200 a libra, dilo pc-
rola a i.jOOO rs. a libra, cha do Rio em latas de 1.2,
4, 8 e Ki libras, chooncas, loucinho de Lisboa, mau-
leiga ingleza a 18200, dila franreza a 720, queijos
muilo bons, charutos finos de dillerenlesqualidades,
boa agoardeole de caima de 22 graos, e.todos os mais
gneros proprios desles eslabelecimenlos por presos
commodos ; assever.imos que ser.lo bem servidas lu-
das as pesioas que se diguarem honrar-nos com sin
prolecc,o e freguezia.
Cartas para jogar.
Vcndem-se baralhos de cartas francezas
muito finase de bom papel a 500 rs. o bara-
lho, ditas portuguezas muito finas a 320 rs.:
na rua do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Bonecas francezas.
Vendem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias qualidades a 1S200,
19600 e 28, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da bou fama n. 33.
Para escriptorios e cari-
nos.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel baver a 6?, dito in-
ferior pouca cousa a 38 e 38500, dito paque-
te muilissimo lino a 4-500 e ce, dito almaro
grave e marao a 4s, dito alma'co muitissimo
bom a 38200,1 dilo de cores em quartosde
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
nas de ac bico de lanr;a pelo barato pre<;o
de 18200, ditas muito boas sem ser bico de
hinca 500 rs;, duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vrosa800rs., canelas de osso torneadas para
pennas de ac a 120 rs., caivetes finissimos
de urna a quatro tullas a 1, 2, 3, 48, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
rua do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas du boa fama n. 33.
Na loja da boa f
vende-se muito barato : panno fino azul
a 2/ o covado, dito dito preto superior a
38500, canino preto muilo lino a 960 rs., lu-
vas de seda coai ricas bolotas a 18280 o par,
ditas dila bordadas a 2>, ditas dila para me-
ninas a 1s280, ditas de fio de Escocia para
meninos a 320 rs., ditas dito dito para ho-
rnea a 400 rs., meias pretas de seda para se-
nhora a 2?, ditas dilas de laia para padre a
1^600, ditas ditas de algOdSo para senhora
a 400 rs., dilas brancas dito dila a 240 e 30
rs., ditas ditas dilo para meninos a 240 rs.,
chales de merino ci>m ricas palmas borda-
das a matiz a 5c500, ditos dito com Itstras de
seda a 4/, ditos dilo liso com ricas franjas
de seda a 5*500, ditos dito dito com franjas-
de 13a ?#500, |ditos de la de muito bonitos
padrOes a lo, ditos de algodSo dito dilo a
800 rs., ditos de tarlatana a 18, lencos de
cambraia com ricos bicos de linho a 1^200,
ditos de dita proprios para homem a 240 rs ,
eambraias francezas de cores muito finas a
480 rs pcilos par camisas a 400 rs., ditos
de linho muilo linos a 18280; alm disto um
completo sortimento de fazendas que se
vendem por menos que em outra parle: na
rua do Qui imado n. 22, na bem conhecida
loja da boa fe de fronte da da boa lama.
PARA AS SENHORAS DE BOM
GOSTO.
\endem-se caixinhas ricamente enfeila-
das proprias para presentes a 2o, 38 e 4*. ct
netas ricas proprias para senhoras a 500 rs.,
carleirinhas muilo lindas para senhoras a
?-' te>ouri,s Para costura, finissimas a
l#, ditas ditas para unhas a 500, lo e 1^500,
ricas Iranjas para cortinados a 4/a peca, len-
cinhos do retroz de todas as cores a 800 rs.,
ricas caixinhas para guardar joiasa 800 rs.,
camisas de meia para Criancaa a 500 rs., ri-
cos botes para roupa de criancasa is a du-
zia, sapatinhos bordados para as mesmas a
10200 e 1500, ditos de 13a mais ordinarios
a 320 e 400 rs., agulbeiros com agulhas sor-
ttdas a 160 e 240 rs. carloes de colxetes
rrancezes 24 pares a 100 rs., carleirinhas
com agulhas sortidas a 320 rs., caixinhas
com agulhas l'iancezas a 160 rs., miadasi da
linha para bordar a 100 e 160 rs., carritei-
de linha de 200 jardas bom autor a 80 rs., di-
tas de 100 jardas aulor Alexandre a 40 rs.,
macinhos de (rampas muito boas a 60 rs.,
trancinhas de Ua de casacoes a 80 rs. a pe-
ca, caixinhas com giampas muito boas a 160
rs., rniadinhas de linhas de peso linas a 120
rs., baados abarlos de linho a 100 e 120 rs.
a vara, dito bordado de lindos padres a 200
rs. a vara, trancas de seda de todas as cores
e larguras e ouiras muilissimas cousas que
ludo se vende barato, na rua do Queimade
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Na Joja da boa fe vende-se muito barato,
tanto as pessoas da piara como aos fie-
guezes do mato.
Madapolao n. 6 a 4o a peca, dito entre fino
a 3:600, dito dilo a 3/300, algodaozinh liso
encornado de 20 jardas a 2/880 a peca, dito
dito ideru dem a 2o720, dilo dilo idem idem
a -:2*0' "'frodao de Itstras a 160 rs. o cova-
do, chitas hnas para coberta a200rs., brin-
zinlio de linho de quadrinbos a 200 rs.,brim
branco trancado dilo a 1/440 rs. a vara,
dito pardo liso do puro linho para palitos a
6*0 rs., dilo de cor trancado dito dito e de
bonitos padroes a 800 rs., fil de linho liso
muilo fino a 880 rt. a vara, dito dito borda-
do dilo a 1/280, cambraia lisa fina a 480 rs.,
dita dita de lalpicos muito fina a 800 rs.,
dila adamascada com urna vara de largura
para cortinados, em peca de 20 varas a 78,
camisas de liscado muilo bem feitas a 1o500,
cortes de cambraia muito fina de muito hoe
nitos padres com 7 varas a 2o, palitos ds
bnm pardo de puro linho a 38200, dito-
pre'.os muilo bem Caitos a 48, ganga ama-
relia franceza muilo lina a 320 rs. o covado,
cortes de fuslo para collete a 600 rs., ditos
ditos finos a 18, ditos de gorgurao de seda a
39500, assim como outras muitas fazendas
que se vendem por menos que em outra
parte: na rua do Queimado n. 22, loja da
boa le, defronte da da boa fama.
Fende-se
5
CS no metro
um chro-
H;m regula-
a rua do Brum %
5 n. 18, primeiro andar, g
Ne rua da Cadeia, defronle da Rebelo, taber-
na n. 28, ha Cas mellinres bichas harabufguezas pa-
ra vender a rela'.lio e em (orces, e lambem se
alugaiu.
Cal de Lisboa.
Rna da Praia n. i9.
Chepa da no ultimo na-
vio e muitissituo bem acon-
dicionada : vende-se por
preco muito barato.
AO MADAMISMO DE BOM COSTO.
Vendem-se sedas escocezas de quadros, com qua-
tro palulos de largura, fazena muilo superior a
18800 o colado: na rua da Cadeia do ReciTe loja
de Manoel lerreira de Sa, esquina que volla para a
Madre de I. -.
Plvora.
O abaiio assignados, com loja de ourives na rua
do CabagS n. II, confronte ao paleo da matriz e rua
Nov, fazein publico, que eslao recebeudo eonlinua-
dam inte as mais novas obras d. ooro, lano para
senil h a como para hmeos c meninos : os precos
cont.uuam razuaveis, e passaro-se contal com res-
liuuiabilidade, especificando a qualidade do ouro de
IV ou 18 quilates, (icando assim sujeilos os mesmos I
por qualquer duvida.Serapbiin ,\ Irman.
-- Pr.cia- de una ama que co/inbe e lave com i
aceo, para una can de pouca familia : a tratar na ;
rua da Cadeia n. 51, terceiro andar.
Perdeu-se na imite do Natal, na miisa na ma-;
Iriz de Santo Amonio urna polceira de ooro : pede- I
se a quem a acl.ou a levar na rua das Trincheiras,
sobado de um andar n. :), que se Ihe d*ra' os sig- ,
nacs, e juntarneuie se recompensara'.
Compram-se peridicos a 3o20 a arroba : no
I largo do Carino, quina da rua de Moras u. 2.
-- Compram-se apoces da Idivida provincial,
na ruadas Flores n. 37 !. andar.
Compra-se urna negra moca, boa figora. que
sai.M lavar, engomma
bem : quem liver auiiuucie ou d.nja-se ao arinatro,
do agente Pestaa, rua da Cadeia n. y>, que cha-
ra' com quem tratar.
Kua Nova n. 18 loja de M. A. Caj & C. con-
tinua sempre a ler um grande sortimento de obras
feitas de alhuate, lano superior, como mais infe-
rior, camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, colaiinlios,chapeos trancezes, ditos de sol, de
seda e paiininlio,suspensorios de borracha.meias para
senhor.s, homens, meninos, Tazendas para fazer-se
qualquer obra de encoinmenda com a niaior preste-
lavar, engommar, "cosinlir e coser, paza-se za e boro desempenho, em lim qualquer pessoa que
vier a esla loja, tirara um facto completo e por pre-
co mais commodo do que em oulra qulquer parle.
TAHAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro, e
lambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, n defronte do arsenal demarinha, la
cnbas.
Claudio Uubeu\ vende plvora, a los
cada barr.l de 2" libras.
Vendem-se
ptanehoes de pinho da Sueciacom 18 at
22 palmos e polegadas de {jrossura, des-'
carreganrjo agora para o armazem de C.
J. Astley & C, no Forte do Uattos : ven-,
dem-se em lotes grandes ou pequeos e!
por preco muito commodo.
FAZEilUS BARATAS
ijEiK AVAKJA;
Na loja de 4 portas, na roa do Queimado n. 10,
lia para vendei novo snrlimenlo de tazendas muilo
em corita, como sejam :
Chitas largas decores, o covado 180
Hila, estrella-, o covado 100 rs.. 120 e 160
Curtes da vellido de chiln larga MiOOe 2?0O0
Uilos de Cseas de barra 2800o
Pecas de chilasde cores 5suO0
Hilas de dilas linas (,-iluii
MadapoUo enlreliuo 3:000 e :i?.">00
Uilo largo ',-(MK)
Algodao azul de lislra e mesclado, u covado 160
Uilo amencauo, pe;a 35OUO
Chales de chita ;no
Lencos de ganga encarnados -J00
Chalet de merino de barra e franjan icOO
l'eitn de I111S0 Oos e bordados para camisa 00
Moinhosde vento
Vende-se urna loja de fazendas em I sempre um granJesortimento de taixas, tantods combombai. de repuxopara regarhortase ba
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fund- ** i*jPl2 : na iul"l'Code 1J. W. Bowman
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; em -'r-"'", ns. 6.8 e 10.
ambos os lugares existen) guindastes para carro-
gar canoas ou tarros, livres da dsspezas. Os
percos sao os mais com modos.
boa rua, a dinbeiro pti a prazo : a tratar
na rua da Cadeia do Recifc n. 54.
Vendem-se figos de comadre a 140 rs. a libra,
queijos dos msis novos ebegados' no mercado a
18800 : ua taberna da rua de Hurlas u. 1.
CARNAUBA.
\eude-ie cera de aaroanba di boa qualidade ;
ua rua da Cadeia do Kecife, loja n. SO defronle da
rua da Madre de Dos.
Para quem estiver de luto*
Vende-se na rua do Queimado, ua bem co-
nhecida loja de miudezas da boa lama n. 33,
voltas prelas linas e ordinarias, ricos alne-
les, ricas puiceiras, o ricas rozelas, tudo do
melhor goslo que se pode encontrar e por
preco que nao deixara de agradar aos se-
nhores compradores.
Veode-se
011 permuta-s por predios nesta cidade
011 seus Suburbios, o sitio dos Coqueiros,
na praia do Rio-Doce, ao norte deOlinda,
denominadoCASA CAIAOA,com boa
casa de pedra e cal, reedificada toda de
novo, com duas salas, ijuatro citiartos e
co/.inba lora, lem mais de (juatroicntos e
cincoenta pe de coqueiros vellios e gran-
de numero de novos e mais algumas Iruo
leiras, capoeira donde se pode tirar lenha
para queimar e fazer cercados, boas bai-
\as para plantar, tem pasto para susten-
tar vinle vaccas deleite todo o atino, tem
de frente mais de quinhentas bracas, e
de fundo conforme as escripturas, dtizen-
tas bracas, passando por dentro, em qua-
Sl toda a largura, um riacho que desagua
em U10 Doce ; tem mais a posse de qua-
tro bons curraes sobre pedras e murados:
quem o pretender entenda-se com o seu
proprietario J. J. Tasso Jnior, que tam-
bem o arrendara' por um determinado
numero de anuos com condicoes favora-
veis ao arrendatario, se ja'nao apparecer
comprador.
So escriplorio de Domingos Alves Malheos, na
roa de Apollo n. 23, ba para vender por mdico
preco o seguinte : muilo superior vinho do Porto
em barris, ricos e elegantes pianos, panuo de linho
do Porto, bicos e rendas da Ierra, loalbas de linho
para rosto, soperior cha' nacional.
Vende-se o grande armazem allandegado do
largo da Assembla n. 20 Porte do Mal'.os), muilo
proprio para qualquer estabelecimento, ou mesmo
para recolber gneros como esto serviodo actualmen-
te, por estar enllocado defroule do trapiche do al-
godao : a Iralir na rua do Trapiche u. IV, primeiro
andar.
Vendem-se pellesde cabra de loda qualidade,
por preco cummodo rua da Cruz o. 34, primeiro
andar.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a l^rj(000o bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparecam em o seu escriptorio, na
rua do Vigario n. 31, para veras amos-
tras.
FARINHA
Be Trieste.
Vende-se em casa de Sunders Brothers & C. na
praca do Corpo Santo n. II, a muito superior ebem
conhecida farioha de Trieste, da marcapriroeira
qualidadech.gada em 9 do corrente na escuua
Pfeil, em porces grandes e pequeas, conforme a
vontadedo comprador.
Cemento.
Em barricas e a relalbo : no armazem de mate-
riaes da rua da Cadeia de Sanio Antonio, por preco
commodo.
MARMELAA.
Vfnde-se por preco commodo, e da melbor qUali-
daile que lia uo mercado : na rua do Vigario n. 27,
deposito de asticar.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundicau de ferro de D. W. Bowmann ua
rua di Brum, passando o chafariz," contina ha-
ver um completo sorlimerto de taixss de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaaes
acham-se a venda, por epreco commado e com
promptido: embarcam-s oucarregaa-sa smcar-
o semdospeza ao comprador.
Em casa de licor. Ilrunn Companhia, na
rua da Ctoz u. 10, vende-se cognac em caiiinhasde
duzia.
Na ruado Trapiche o. U, escriploriode Ma-
noel Alves liuerra, vende-se por commodo preco o
seguiule : -- superior vinbo do Porto em barra do
uilavo,chapeos de fellru, e saboamarellu fabricado
no Itio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & C., prac,a
do Corpo Santn. 11,ha para vender o seguale a
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho. *
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Bahia.
E um completo sortimenlo de fazendas proprio
para iste mercado*: ludo por preco commodo.
Cl de Lisboa e potassas
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
II, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
AGENCIA
Da fundijo Low-Moor, ru daSenzals-Po-
va I. 42.
Nesteestabelecimentocontini ahavar ara corc-
plelo sorlimanto da moendas a Meias moendas
par engenho, machinas de vapor e taixas da
ferro batidoe coado de lodos os tamtnho para
dito.
CAL E POTVSSV
Vende.se potassa da Russia e americana, chegada
Bastea diase de superior qualidade; eal de Lisboa
ila mais nova que ha no mercado: nos seus depsi-
tos na rua di Apollo n. 1 A, e 2lt.
Na rua do Vigario n. li), primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto de superior qualidade da bem
couhecida marca GW em pipas, barris e caisas de
urna e duas duzias de garrafas.
31 uii;i attencao-
'vi rua do Crespo, loja da esquina, que volla pa-
ra a ras) da Cadeia, vendem-se cobertores de loa
li.spaiibocs, lencos da cambraia de li.tras a 400, 500,
e 600 rs. cada um, cortes decasemira de cor a 8.
e 58000 rs., ditos preta a 48500 e 88000 rs., dilos
de brim escuro e amarello para calca a 13440, pan-
no de liuho do Porto, toninas de mesa e rosto, guar-
daiiapos de todas as qualidades, aloall.aila adamas-
cado com selle palmos de largura a 18600 a vara,
corles de cassa ch la a 18<>0U ra., e outras moilas fa-
zendas por preco's commodos.
A 160 res o covado.
Riscado escuro de qoadrinbos, proprio para ca-
misas e vestidos de prelas, vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina, que volla para a rua da Ca-
deia.
VINAGBF EM BARRIS.
Superior a marca l'KK e I alelo A; Socios, acha
se a' venda no armazem do Valenca, rua de Apol-
lo li. 13.
PARA ACABAR.
Na roa Nova, loja lranceza n. S.confron"
te a Cami-oa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ollima
moda qualidade, com um leve toque de mofo, pe0
bar.it ssiino prero de 109 cada um.
Relogios de patente
uglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugusloC.de Abren, na rua da Cadeia
do Rccife, armazem n. 36.
Superior eal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaos & C, rua da Madre
d<: lieos n. 12, por preco commodo.
Vende-se superior liaba de algodao branca *l
de cores, em nnvpllo, para costura: em casad*
Soulball Mellor \ Coiiipanbi, rua dt. Torres u*38
A3$50 Vende-se cal de Lisboa ltimamente chgada, ea-
Im como potassa da Kossia verdadeira : ua prai
do Corpo Saulo u. 11.
VELAS DE CARNAUBA.
\ endein-se velas de carnauba pura a 128 a arro-
ba ; ua rua do Queimado o. (i'J, luja de ferragtns
POTASSA E CAL TIB6EI.
No amigo ej bemeonbecido daposilo da rua da
Cadeia do itecife, escriplorio n. 12, ha para ven
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos muito favoraveis, coa os quaes ficaro
os compradores salisfeilos.
VINHO DO PORTO GEN LINO.
\ ende-se ptimo vinbo do Porto em barris da
quarlo enilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recife n. 13, escriplorio de Rallar 4 Oli-
veira.
Sao muito lindos para pu-
l los.
Vendem-se muito bonilos botoes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
VENDE-SE
Graxa de patente, prova d*agua, para
arreios de carro.
Vinho do Rlieno de qualidades espe-
ciaesJohannisberg e Marcobrunner.
No armazem de C. J. Astley & C.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste zarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53'
garrafas 58500, e meias 38000, sendo falso lod
aquelle que uao for vendido ueste deposito,ptl
quesefaz o presente aviso.;
IMPORTANTE PARA 0 PLRLICO.
Para curade plitysica em todososseusdiOeren
leigros, quermolivada por constipa^Oes, losse
asthma, pleuriz. escarros de sangue, dr de eos
adose peilo, palpilajaono corat-ao, coqueluche
bronchile, dorna garganta, e todas aamoleslia
dosorgaos pulmonares.
1EGHAIISI0 PARA SI6I
BO
NAFUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. rf
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ba sempre um grandesormenlo dosseeoinle ob
jeclos demecbanismosproprios paraeiuenbos.a sa-
ber : moendas e ineias moendas da mais moderna
conslruccSo ; taixas de ferro fundido e balido.de
superior qualidade e de lodosos lmannos; roda
dentadas para agua on animaes, de todas as propor-
coes; crivose boceas de fornalbae registros de bo-
eiro, aguilhoes.bronzes.parafsos ecavilhoes.moi-
nhos de mandioca,etc. ele
NA MESMA FLNDICA'O.
teexeculamtodasaseocommendascoma soperio-
ndadejacoohecidaecomadevidaprestezaecom-
modidadeem preco.
>&
M1Z-!

IA ttenco!
W Na rua do Trapiche n. 34, ha &
@ superior rape Princeza do Brasil, @
^ chegado recentemenle do Rio de
Janeiro, em qualidade pouco dif- |g
m tere do de Lisboa, ao pasto que
$ custa apenas 1 400 a libra ; aelle
^ antes que acabe, pois a remessa ^
Sg he pequea. ^
Em casa de Rabe Schmettau & C,
ruada Cadeia n. 57,vende-se:
Vidrospara espelho.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typographia.
Tudo por preco commodo.
Em casa de Rabe Schmettau A: C,
ua da Cadeia n. T, vende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vinho do Porto, superior chamico..
Em caixas de 2 duziai e em barril de oitavo, re-
centemenle chegadopelojbrigue Trotado; veude-
le nicamente no armazem da Barroca A Castro, na
rua da Cadeia do Recife n. 4.
Aigoda.ozii.ho da Bahia
para saceos de assucar,: vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber i C, rua da Cruz
n. 4.
Kelogios
eoberloi e descoberlos, pequeos e grandei, de ouru,
palele inglez, para homem e senhora, de um dos
melhores fabricantes de Liverpool, viodos pelo ulti-
mo paquete inglez : em casa de Soulball Mellor A
Companhia, rua do torres o. 38.
N. O. Bieber & C, rua da Ciuz n. 4,
vendem:
Lonas da Russia.
Idem inglezas.
Brinzao.
Biins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar.
SAO' MLTTO LINDOS.
Ricos corles de vestidos de fazenda muito
fina, toda de seda e de um goslo muito apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor vindo da
Europa, muito proprios para as senhoras de
bom goslo, assim como chitas francezas
muito finas matizadas com lindas cores :
dao-se amostras na rua do Queimado n. 2
na loja da boa l defronle da da boa lama.
PARA QUEM TEM BOM COSTO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa fe,
ha um completo sortimento de grosdenspo-
Ic de seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acabem, que a resta est com nosco,
assim como chapeos do Chile muilo linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
FITAS DE VELDO.
Vendem-se fitas de veludo pretns e de co-
res, estreitas e largas, lisas eabertas de mui
to bons gestos, pelo barato preco de 160
320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33.
SYSl'EHA MEDICO DE HOLLOWAY.
qual-
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de .
Aslbtna.
Clicas.
Convulsflcs.
Debilidade ou e\tc-
llllaco'l.
Debilidade ou falta de
Coreas para
quer cousa.
Uesinteria.
Dor de garganta.
-- de barriga.
-- nos rins.
Dureza no ventre.
Enlermidades no ven-
tre.
Enfermidades no liga
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebres biliosas.
lo
Febres i nterrn it lentes
Febreto da especie
Cotia.
Ileoiorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
IndigeslOes.
lii(1ammar;oes.
Irregu la ri da de> da
nieiislruacn.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cut.
obslrurcao de ventn.
Pblisica ou consump
cao pulmonar.
ReleucaodeouriDa.
Rheumalisroo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.!
Vendem-se estas ptlulas no e5l,h|eciineo-
gera de Londres i.; 2*4. .Str.nd,,. e ua
oja de todos os boticarios, droguista, non-
iras pessoas eucarregsda de su. venda em
todas America do Sul.H.v.,,, e Hespanh"
Vendem-se as boceliohas a 800 rs. Uda
nma dellas conten urna instrucr-ao em nor-
uguez para explicar o modo de se usar dea-
LdS pl i U I US.
J***"* se"'heem casa d0 Sr. Soum
Moendas supe-
riores.
Na fundicao de C. Starr i, C, ssj
Santo Amaro, acham-se para vender mo-
endas de canna todas de ferro, de um
modelo e construcrao muito superior.
YARANDAS E GRADES
m lindo e variado sortimento de raodel-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
derii.ssimo : na fundicao da Aurora ea San-
to Amaro, e no deposito da mesma na roa
uo itrnm.
Couro de lustre marca de
. cetelo.
Vendem-se pelles de couro de lustre de
SSaa? uperi0J' 1ua,.idde Preco de se
AOt .na rua do Que.m.do, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa lama u. 33.
Oculos e lunetas de icdas
is qualidades
Vendem-sesuperiores oculoscom srmacSo
de tartaruga de todas ss graduarles a 39000,
ii.on rii'.nbH 1S COm arma douraj., ,'
' rti. ?1 dll0S Com arm<.es prateada,
15, ditos ditos comsrmscao de ac a JOe
19, lunetas com armsgSo de tartarugas l;
ditasi redondas equadradas de balea ligo
TaOt'li.22f VdrOS arn,a le baleia
a 15600, e outros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rus
do Queimado n. 33.
He muito b trato.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
bo de marfim de boa qualidade a ls, ditas
ditos de cabo de balanco muito tinas a 6/
ditas ditos cabo roli^o c oitavado a 3a. du-
zias de colheres de metal principe a 3s e to-
ditas de metal mais ordinario a 800 e laMO
e outras muitas cousss que se vende barato'
na rua do Queimado na bem conhecida loia'
ae miudezas da boa fama n. 33.
VendoB-sadous pianos fortes ds Jacaranda
construccaovertcalacomtodoa o melborameiilo
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio i,
Hamburgo: na rua da Cadeia ronzara n. 8
v d LEQOES FINOS.
na rua uo Quelmao loj. *ffSSSmL
boa fama n. 33.
Ricas fitas finas e moder=
as dos melhores gustos
que se pode encontrar
nnlfmdam "o,l0ja d' tM r,ID D O
Qne.madon. 33e por precos que nSodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
co!her.SeVendebarat ha 'SSSSZ-
Perfumaras finissimas.
Na loja de miudezas da boa lama na rua
do Queimado n. 33 encontra-se sempre um
rico sortimento de perfumaras de toda, as
qualidades. inglezas e francezas, sendo dos
melhores autores quo ha em Pars e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa
sabao para barba de creme de amendoas
agua de iavande muito superior, Tinazre
aromtico para dores de cabeca, banba mui-
to lina em ricos vasos, extractos de muiUs
qualidades, extractos proprios para bolso da
ldante, essencias de varias qualidades,
opiato o melhor que ba para limp.r denles
pas para I un par os denles, e outras muita
cousas que nao deixarSo de paragar aos se-
nhores compradores, e que ludo se veude
por precinho muito barato.
&tttp$ 'gtp*.
PILLLAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composloin-
teiramcnle de liervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, nemalguma oulra substancia
delectetea. Benigno i mais tenra infancia,
e a complejo mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na eompleico mais robusta ; be Inleira*
mente innocente em suas operacoes eefiei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazesque sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja estavam as por-
tas da mortc, preservando em seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saude e forras, depois
de baver tentado intilmente todus os ou-
tros remedios.
As mais afilelas uilo devem enlregnr-se a
desesperacao; facam um competente eusaio
dosellicazes efTeiosdesla assombrosa medi-
cina, e prestes rertiperarfio o beneficio da
suude.
Nao so perra tempo cm tomar esto reme-
dio para qualquer das seguinles enfermida-
des :
v.TI y." T -d0 corri!De "-, do ea-tnho
Velho de.le lermo, o prelo e*travo, de mSZT
!, com o aignae. legontei : bailo, barbado
olhos vivos, bonita phisionomi., deol.. alvo,,,i,:
bradoda vir.ll,.,, Ireiendo por ino orna funda. E-
M esrravo foi comprado oo Kecife, onde -rrvia d.
beleeiro de carros. Heeommeud.-w a ,oa .ppr^
hensao a puhein e aoi capil,, de campo, crio dr
que lera g-neroia recompen,. e o lev.rem ao dilo
engei.lio Velho ao seu dono o Dr. Antonio Carie de
Almeida e Albuquerqoe, oo no engenta Boa-Vm,
aor. 1-raneisco Antonio de Almeida e AlbuqMr-
que. P.rahiba 12 de dezembro de 1856 """
100S000 de
gratiicaeao.
.Nao foi ainda capturado uro escravo do
serto, que vindo a esU cidade, atisen-
tou-se no dia 31 de outubro prximo
passado, o qual pertence ao Sr. Ignacio
Alachado da Costa, morador em Epi-
nharas, provincia da Parahiba, de nomc
Paulo, crioulo, de 85 annos de idade, es-
tatura regular, rosto redondo, principi-
ando a barbar, vista espantada c com in-
dicios dea trocar, o que se lorna visivel
quandoesla' parado, lem urna marca de
cicatriz em urna das peinas : foi vestido
dcccroulacomprida, camisa de algodao
da trra, jaqueta e chapeo de couro, su-
peita-se que fosxe st-duxidoe esteja acei-
tado em alguma casa, contra o que se
protesta : togssffa a todas as autoridades.
capitn de campo e pessoas do povo,
queiram apprehende-lo e conduzi-loa cu
senhor, no sertao cima mencionado, ou
a' rua do Crespo n. 16, a Jo.e Azevedo
de Andrade, que Ihe dar' a gralilicaran
cima mencionada.
Fugio boniem as 7 horas,um escravo mua-
lo de nome Tbomaz, alio, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas mareas
de cicralizes as cauellas, falla com muita maoci-
do, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos, berta na fren team forma de palito: este es-
cravo be natural da Parahiba c foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houva por heranca de seu ao-
gro Jos Jeaquim de Souza daquclla cidade, e foi
comprado pelo abaiio assignado ao Sr. Hilario da
Alhandra Vasconcellos Jnior,morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar desta provincia
quem o pegar leve-o a la da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Giiiroares, que ser gnero--
meme gratificado.
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EGIVEL

-.1
PEBN.: TYP DE U. F. DB PAR* 1856


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