Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07673


This item is only available as the following downloads:


Full Text
)
*

ANNO XXXII N. 507
Por 3 inezes adiantados 4#000
Por 5 mczcs vencidos $500


i
s\
lARtlFEIKi : DE DEZEMBRO DE 1856.
Por auno adiantudo 15,S'000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
K.Nt.VttKKl..'
Parabiba o
quini '. Perei
Cear.o Sr
que* Rodri,
Cea reme;
njn*.* Costa
SUBSGRIPCA'O NO NORTE.
loa o Rodolpho Gome ; Natal, o Sr. Joa
iinr ; Aracaiv, o Sr. A. de Lemos Braga ;
de Oli\eira ; Marsnbo, o Sr. Joaqun) Mar-
Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
o Sr. Justino J. Ramos: Amazonas, o (r. Jero-
PARTIDA DOS CORREIOS. I AUDIENCIAS DOS TRIIiE.VVES DA CAPITAL.
< mcia horas do lia. [Tribunal do corornercio : segundas e quintas,
liba : tricam*** e etras-feiras. IRelacae ; tercaa-feiras e sabbados.
Carura, .Mtiuko Car : na lerga-tefra. Fazenda ; quarlas e sabbadoi as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos: 'segundas e quintas as 10 horas. '
l rimeira vara do civel ; segundas e sex-ai ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadosao meio-dia.
Olimla : todas o" das,
Igaaratu*. Galaaaa a l'<
s. Aasio, Beaorroai Roe
s. Laureaevi Wo-e'Alao, Raiarefai Linoein
ira. Floras, Villa-Bella, noe-Vlaa, Oarfcarv
Cabo, luojura, Serinlir.eni. llio-Koioiu.-o, Lna
Pimrnli'iraa c Natal : ^uintaa-fcira.
'1 aalas oa correoa barloa aa lo naraa da msnhSa.
Rrejo, Reaaeeira, /aya
Bxa) oa* aoeria*feirai
arreiro, Agua-Prcla
i-".piii.\ii-;i;iki:s DO MEZ DE IM/.I MlllW).
5 Quarto crescente a 1 hora 7 minutos e 48 segundos da manhaa.
11 La cheia as S horas 44 minutos e 48 segundos da tarde.
18 Quarto minguante as 4 horas 23 minutos e 48 segundos da m.
27 La nova as 6 horas 26 minutos e 48 segundos da manliaa.
_, l'I.KWIAH III Un,II..
Primeira as S horas e 30 minutos da manhaa
Segunda as 8 horas e i minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
29 Segunda. S. Thomai de Canutara are. m.
30 Terca. S. Sabino b. m. : Ss. Vennstiniauo e Agri|iiiiiano mm.
31 (Juan. S. Silvestre p. ; Ss. Nominando. Donato e Minennio.
1 Oumla. >)> Circumcisao do Senhor : S. Almachio.
7, f"'- S' ,"a<"<> b- s- Ar8eo '" 8. Martiniano m.
i Sabbado. S. Apngio b.; S. Anlero p. m.
4 Domingo. S. Tito b. : S. Prisco presb.
Hio
ENCARKECApOS DA SiFBSCRIPCAO NO Sil..
Alagoas. o Sr. Claudino Faleio Das : Babia, o Sr. D. Duprat ;
o de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBDCO
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de bife, lia aua
livrana, praca da Independencia os. 6 e 8.
fAMTB QFFICtAL
OOVERNODA PROVINCIA.
EsaosUente da la 24 dexembro.
OftiiioAo E\m. presdeme da relajo. Tenho
pres'ule o officio datado de 22 do coirente ,em que
V. Exc me declara, que o. gravea ioeoramo lus de
saude que Icui sufrido durante todo o corren le anuo,
o obrijam a entrar ein tralamento radical e pceme
por mo dispensa da cororaissAo de que o encarregoei
de organisar uoi plano sobre a divisa judiciaria da
provincia.
Aaradeceodo a boa voulade que V. Ele. na ni le.-
la, e as ebiequiosas expres.es que em prega ero rcla-
r.i.i minha |.essoa, nao posso deixar de lastimar que
os motivos, alias ponderosos, que V. Etc. allega,
viesseiu privar o guverno imperial do auxilio valioso
que devia esperar das lotes e experiencia de lio .lis
tinelo magistrado.
26
OdeloAo inspector da lliesonraria de fazenda,
para mandar abonar ao alteres ,1 9. balalhao de in-
famara Joaqun) Cardoio .dos Santos, a qoinlla de
78-->UsO rs. importancia d'o alugoel de tres cavados
que lem de cotiduzir paro a comarca de Flores ar-
tigo* de fardameolo pura as pravas que te acham al-
l destacadas.l'arlicip ,u-so ao commandanle ,das
armas.
l)iioAo inspector da lliesouraria provincial. Re-
cebi o offlcio que Vmc. me dirigi datado de i'i do
coriaule, relativo a descoberla da taliiiicacao de um
despacho para defraudar o consuluJo provincial dos
direilosque deviam pagar-lhe 30 taceos de assucar
embarcados no brigue portuguez Relmpago, e era
resposta tenho a diter o seguinle :
Todos os paseos que Vmc. deu e providencias que
tomou foraru acertados
Para deciiir.se oassocar deve ser considerado co-
mo contrabanio, e uetsa qualidade apprehendido,he
aecessario que primeiro eu tome informacoe- mais
circomslanciadas e conaulle as autoridades compe-
tentes. Daveodo porem eonsumir- da-, e sendo conveniente u justo nao embarazar a
atilda do navio, Vmc. intimara a easacoramercial, a
que perleoce o astocar, que preste fiaue i ou deposi-
te o valor desses 3 saceos de assucar segundo o pre-
co correnta do mercado. Dada essi fianza oa feito
e.se deposito, pagos os direiles como ja creio que es-
l.io, Vmc. ofticlara' sein demora as eslaries comp-
lanles para qoe por esse motivo nao seja detido o
brigue a Relmpago.
27
UlliciuAo Ezm. eninmandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Recife,recommen1ando
a eipedico desuas ordena para que urna companlna
do balalhao da guarda nacional de S. Lourenco da
Malla,as-isla a feata de N. S. da Luz que te> lugar
oa respectiva matriz, no I. de Janeiro proiimo vm-
douro, e acompanhe a procissao da oietma senhura
qae dever sabir daquella igreja na larde do referido
di i.Commuiiicou-sa a Manoel Lucas de Araujo l'i-
nheiro.
DitoAo Eim. teoente general commandanle Has
armas, recoujmeadaudo que fa^a destacar para a
Capunga,apresenlau lo-ae ao tohdelegado respectivo,
um oftteial inferior, um rabo e nove soldados de
priroeira liona ein sabstilnlc^ das pragas do corpo
de policio que all exisleo. Coinmouicou-se ao
ebefe de polic-a.
DitoAo inspector da lliesonraria de fazenda,di-
ferido que. visto iijl haver crdito finado pa'a pa-
samento da gralilicatao arbitrada ao Dr. C.ndido
Jos Casado l.i na.que se icha encariegado de coail-
javar o prove-lor da saode do porlo as vanlas dos
uavios. Ica jtieri o'aqjiialia ihri-o"*-'-- --' m r^-
ponsabli'lade 'la p'eu lencia nut'rr^ArV.r-vAt' ',.,>,>"--
paraoccorrer a pagameati d-ssa despeza e das
mais que se fizerem com as pro i I nnat que se ha
dado por oomiilln do apparecimenlo d- fabre ama-
relia ne-la rapital.
Dilo__Ao commissarin vaccinador proviucial, re-
comraendaudo que mande enlregar algomas lami-
nas de pus vaccinieo ao c.ipila Francisco Aaiioolo
de Souza Camitilo, que segu para comarca de
lRinhuns.
DitoAo provenor da sa"1". Pr mandar apre-
sentar impreterivelme" na lliesonraria de faienda,
ios dies 1 20 r i oe c"''' *e a" '"'i,s ''~ ven-
cmeolos d<** e-opre^ados do hospital establecido na
ilha ,1* l^iiia.Commuoicuu-se ao inspector da ines-
uu lliesouraria.
DitoAo medien encarregado do hospital do Pina,
jnieiran lo-o de haver ofliciado ao impeclor do ar-
senal da marinha para maadar por ao servidod'aqoel-
le hospital mais osa africano livre.e recommendado
an presidente da commissao dehygieue publica que
d as nece.saria- providencias para seren subslitui-
do< par oulrns osenfermeiros do mesmo hospilal.que
nao qoizsrem mais servir, devendo elle execnlar
desde logo e submetler ult-i iormenle app'ovag.ao
da presidencia o alvilre que llie parecer mais razoa-
vel acerca do alimento desses empregados,que pode-
r ser regalado do modo mais conveniente, tendo-se
em vista a gratificarlo diaria que Ihes foi arbitrada.
Pez-seo necessaiii gpetrenle.
PortaraConce larido^uareula dias de licenoa ao
lenenle do lerceiro liilapiW'J de infantaria da gaarda
nacional deste municipio, Antonio Jos Silva do
Brasil.Participou-se ao respectivo commandanle
superior.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qsurtcl eeoeral alo cooamando das urinas de
Pernambaco, aa eldada do Beelfe, en 29 ato
dea ernbro-de 1856.
OKOEM DO DA N. 391.
O general commandanle das armas faz cerlo para
ciencia da zuarmcao e devido elleiti. que uesta da
' cuiirahio novo engajamenlo por mais seis annns
nos leemos do ragulamento de ti de dezembro de
IH2, prece'ten.lo inspeerao de saude o cabo de es-
| >i "Ira ila i.' 'campanilla do 2.'balalhao de infan-
taria Antonio Solero de Moraes, o qual por sobre o<
vencimeuios que por lei i lie compelirem percebera
o premio de 1009O3O rs. pagos na forma do ailigu
I do decreto n. 1401 de 10 de junho de 1851, e lin-
do o ensajaineiilo orna dala de Ierras de 22:300 bra-
ca quadra la. : desertando perder as vanlagens do
prem. e aquellas a que liver direito, e sar lido
como se fosse recrotado, descoulaudo-se no lempo
d engajamenlo o de pnsao em virlude de sen-
leuca, averhanilo-se desconlo e a perda das vanla-
gens no respectivo titulo como esta por lei determi-
nado.
O mesmo general recommeuda aos seuhores enm-
mandantes dos corpes, que quando tiverem de sub-
metler a despacho reqoerimentoi para juslificacao
de nobrefa de individuos que se acharen) as cir-
cun- Mi-ias da lei para cadetes de l.a e 2.a classe,
examinen! primeiramenle e as escriptoras de ali-
mentiis eslflo feilas de conformidade cora o que se
ada li- o-i i as iuslrucres de 2 de oulubro de
8I.>, obngan io os pretendeutes aalisfzerem as
disposi<;6es a respeilo, quando as escriptoras eiebio-
se ni achsrem rom ella armonisadas.
/ose Joaqaim Coellio.
:w
OKDEM DO IHA N. 392.
O general commandanle da. armas, querendo ob-
vi.i na ioconvenie.iles rrsultautes da falla de ulli-
riaes qoe aeliiahiienle lem o quarlo balalhao de ar-
lilluru a p, para o desempeuho do servico nos
seos ililferenles ramos, drlemina que nelie passem
servir .como aididos os seuhore* lenles Domin-
'js Ko trihues Lipes d segundo batalha, alteres
ll"Cllano (rala 1e Suuza Magalhaes do nono e
lata Garca Teixeira do denmo lodaade infanlaria.
yiise .1' niquim Caelhv.
Foi-promovido o capilao Joaqaim Jos da Silvei -
ra ao poslo de majnr ajodaule d'ordens do commao-
do superior da guarda nacional do municipio da ca-
pital de Pernambuco.
Foi reformado no mesmo posto o leuente-coro-
nel da amiga gaarda nacional da dita provincia,An-
tonio Auriliano Lopes Cooliiiho.
(Jornal do Commercio do /'o, i
PAGINA AYLSA.
.S3Sffi HE3
sSb:.....
Que nao volvam mais sobre mil os teni horrores,
as luaa horas minguadas, as lagrimas qoe nos fi/.este
derramar, o lulo que cobrio nossos corares, a dor
que dilacerou no-sos pellos, a orpliandade qoe des-
gracio lanas victimas, a miseria que humilhoo a so-
berba, ai priva(6es qae prostiluiram a virtade, o
desespero qae condemnoa tantas almas, a vergonha
qae ultrajan a innocencia, o crime que violn a le,
a cobira que depenimu a pobreza !.. Que uao vol-
vam mais e inlernem-se por essas regioes eternas do
lempo1856 !...
Fosle maldito dos huraeus, porque Dos armn com
a pesie os leus dias para seren instrumentos de sua
colera Divina.
Os homens se arrependeram, a calamidadecessou,
e tu cahirs eternamente no insondavel abysmo do
passado !
Que um dia das Inas semanas, que orna hora dos
leos das, que om quado das tuas horas, qoe um
minuto dos leus qoartos. que um seguudu dos leus
minlos, que um instante dos teus segundos, que o
mais rpido momelo leu fique em elarno esqueci-
menlo para todos, qae leslemuuharam as vingancas
tremendas do geni a lio mi na v el, queguardou othro-
no do leu imperio nefando.
Lolooso 5b !... vai te, deia-nos entregues a urna
esperanza sequera de amanhaa vermos Bascar o
leu auccessor, risouho, brilhanle, bailado sobre urna
nuvem de oiro do alio do co, como om prsenle do
Elerno para enchugar nossas lagrimas que anda
verlem, nossas chagas que anda sangram. ao pas-
eo que lo", uegro genio do lempo, le precipitaras a
mer noile de envolla com as trevas nessa lapide lu-
molar, oude jazem os que como tu' juncarara de ca-
dveres, com a peste, com a fome e com a guerra,
Posaos campos e nosaas cida les !
Rasga esse quarlo da folha, que conlm o deslino
acerbo de lanas victimas vola las anda ao leu fu-
ror ; despedaza esse cofre de mil segredos onde es-
lava elle encerrado ; acaba alinal de rasgar a pona
desse veo myalerioso que cobria o nosso futuro.... e
vai-le, que a hora do leu reinado arta' a eipirar
na peo tula montona do passar dos lempos !
Vai-le nefando ti, poucas horas teros ele imperio
lo mesmo supplicanle para loja de vender sapalos,
sem que haja armario.Mandou-se ouvir ao proca-
rador.
Oulro do engenheiro Cordeador.ioformando que se
pode construir o sumidourn no becco da bomba, pa-
ra o que requeren lirenca Joaqaim (iunc.lve- Salga-
il. uina vez que suis dimen palmos de largo sobre cinco de comprido, ou com o
dimetro de tres palmos e meiot'oucedeu-se a li-
cenca com estas comli(et.
Oulro do amanuense servindo de contador, infor-
mando nao se ler ainda pagn a Manoel Izidorn
Olioeira Lobo, as cust.s que requer, na imporlanria
de 2U2?8Ri, e que llie parecia que anles de se lli'as
mandar pagar, devia o supplicanle satisfazer a eii-
gencia coutida no parecer do advogado ezarado na
sua pelicao. Defirio-se ao pelicionario nesle sen-
tido.
Oulrn lo ni/ de paz do correle anuo do primei-
ro dialriclo da fregaezia da Varzea, dan lo a r./.io
porque diipeosra do cargo de escrivao interino da-
quelle juizo a Kom.io do Reg Barros, qae nao tinh
Ululo pasado por esta cmara, segund, a cerlidao,
que euviara ; e propondo para o meamu cargo ao cl-
dadao Jos Marcelliuo ijoncilvo- Salgueiro.Ap-
provou-se e mandou-se passar ululo.
A commissao da edificara >. dando seu parecer
acerca da pelicao de diversos proprielarios de terre-
nos nos lugares, dos Cnellios e becco das Barreiras,
propz, e foi approvado que se Uzease esleusiva aos
masmos Ingares a disposicao da postura addieioual
de 8 de ootubro ultimo, permittindo em certas loca-
lidades, a edilicacilo de predios eom 22 palmos de
frente, e com oiles singelos. Nesle senhdo se redi-
gio logo om artigo de postura para ser submellido a
approvac.jo do Ezm. presdeme da provincia.
O Sr. Franca, membro damesma commissao, de-
clarou ler examinado acerca que os agentes da com-
panha da eslrada de ferro, mandaran) principiar
na roa Imperial, e de que faz mensao o oflicio do
fiscal de S. Jos, lido na sessao de 17 do correle,
dizendo que llie allirmaram os mesmos agenles ser
aceica provisoria, para a qual iam pedir licenca
esta cmara, declarando o (im para qae era. *
Suscitan Jo se nina queslao de aliuharaenlos, rea-
livamenle a casa qoe se esl conlruindo na ra
Nova, qoe corre pelo oilo, do la.'o do mirle da cai-
xa d'agua, o Sr. Franca pedio addiameulo da qaes-
tao emqaanlo examinava a obra.
Despacham-se as pelices de Joao Jos de Curva-
|ho Moraes, Manoel Gomes Ferreira da t.onha, Ma-
noel Isidoro de Oliveira Lobo, Jo,1o Jaciutho l'av.io,
e levantou-se a s-easao.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a escrevi.
Declaro em lempo que fi tambem despachada a
peinan de Jos fiuoes de Paula.taran de Capi-
baribe, presidente.Viamia.Olieiira.Hago.
Franca.
do paraso, oude id o bello sexo lem o privilegio doi
iogrerao.
A (irmieira ordem lem apenas 10 camarotes, 5 I
de cada lado, immedialos ao proscenio. O resln do i
espaco, que della tica, he tomado por urna archiban-
cada supplemenlar, qoe pode atommodar voulade
200 pessoas. A plalta geral leu) de 800 a 000 luga-
res.
A segunda e terceira ordem lem 28 camarotes ca-
.la urna. \
ir Na lerceira ordem e-la' o camarote do presiden-
te ilo eslado. no centro, em frenle a scena.
Os corredores de todas aa ordens s.lo bastante j
largos e desafogadoa, e leem janellas que facililara a
cnimiiiiiicar.'in do ar na ealaeJUa calmosa.
a Alem disto teni o foyer oa urna grande sala de
palestra e passeio uos iulervallo*.
ii O Ihealro lie lodo perfeilamenle illumnado a
gaz. O grande luslre ile rrvslal pendente no meio
do salao, lem capacidade para -J88 luzes de gaz e de
velas.
a Todos os camarotes elao forrados de papel ver-
dv-eseuro, o,quc prejodica alguma cousa os loiletes
das senhoras u despeilo da extraordinaria quanlida-
de de luz que se derrama do luslre; mas este delei-
to, fcil de remedar, he conlralialanrado pela inli-
nidnde de adornos de euro e velludo escarale, que
li i as fachadas e divisos dos mesraos camarotes,
que sao pintados de brauco.
O plafond he um Irabalho primoroso, rico e
perfeilamenle acabado, lano quanlo he singelo e
de exquisito gost > o pa^nuo da bocea.a
Da II iln conhecia-se mais o resallado do dislricto
do Tacao que era : depulado Dr. Manoel Pinto de
Souza Damas ; suppleule Joao Gualbcrlo 'Jaulas.
Achavam-ae a' carga paraeste porlo.
No Rio, os brigues/Mirr.j e Sagitario.
Na Baha, o hiale Crrelo do Norte, a sumaca
llortencia,
Sahiram para esle porlo:
Da Rio, a 18, o lirigoe .tdolpho.
Da Baha, a 21. o patacho Ilom f\m.
Chegaram ao Kio, procedenle desle porto : a 16
o di. te l'enus ; a a 19 o hiate americaun ii.tr.
Falln.
O vapor Imperador devia partir para os portos do
norte no dia 2j as 10 horas da manhaa.
sa, pondo um termo aos doeslos, sarcasmos e inoro- i tanto enln lo que o nosso prnneiru cuidado agora lidade
parios, com que nos brindamos reciprocamente,sendo *" --;--------i:-
que ale os proprios correligionarios algomas vezessao
ao finado marque/ de Paran e ao ministro
outra. oo
viCimas da raa vontade, que Ibes lem o que esc.eve l mos. de d-pr no aliar da'patia^osa's ^^ uSSST* 'a" ^*2Z*XZtot,
na folha que, falla em nume do partido e em favor senlimenlos. esqu-cer o passa lo, eme lar os nossos sobre o minisli '"0
do partido etc. ele, ludo isto era bem enaltecido dos erros. e com o concurso de lodos promover com le-
ne reirganisar o partido, cada um de nos despir-se da jott-ca : goiou porcm o'ovo, ou or
do aaor propriu e do orgalho, qae por accaso lenha- foi e.colhido o redactor deis, folha na
fnni,-. >. __^_*_______. 1 < .
el..llores do circulo do II mi lo, porque a lodos elles aldade os nleresses da poltica liberal, a nica, que em
fallei, expliquei-mc nesle nolido, e pois, sendo eu o meu liomilde pensar pude convir ao Brasil! encra-
eleilo, a minha eleicao |pm um alcance poltico, que ; vado n'Amcrica, e no seculo XIX, srm recelo de
nao pode esrapar perspicacia dos dignos redactores! compromaltimeiito para a monarchij, uem de abalo
do Liberal, de cojo botn sen-o e patriotismo espero 1 011 desmaronamento para as nossas insliluirSes.
qae na conderiitiarao as ininhas idea*. nao temo repblica no Brasil, teruo sim o absolulis
EUBPABTir^AO DA POLICA.
sobre ease Ihrono de ossadas, as-ente sobre um lago Secretaria da polica de Pernambuco 29 de d
de lagrimal, adejado por espintos malficos, rodea-
do de sombras pavorosas!
Amanhaa, quando na mais exislirem teus vesti-
gios de desgranas, de lmenlos e de penas, ama-
nhaa, quan lo surgir do lei! do ocano o re dos as-
tros era sen carro de fugo, derramando luz e praze-
res por lodo orne... quem mais se recordara' de li .'
AmanhAa. quando um choro de anjos um annun-
Clar do ceo. que urna nova era se abre para hu-
mundade.... quando todos engolfados nos folgares
donovo anuo quem mais se lembrara' da li'.'
Agoniado 50" !... neis le apedr-jamos, e amanhaa
qoerendu Dos, contentes
seu nascente.....
la-nn* qn^
sas e niroa"4 em (Un.- u. ha de ser com muila pompa e concur-
rpfcia.
Pedimos ao Sr. l-cal da Baa-Visla, que mulle
aos proprielarioi dos sillos, que se acham colloca.los
a estrada que alravessa de Sanio Amaro para Be-
lem, que, segundo consta deixaram crescer as cercas
a punto de quasi locarein ornas as oulra', nao obs-
tante a largura da eslra la, prohibindo assim o Iran-
silo dos carros e cavalleiros, que por all Iraiisilam,
e ii.Id he s esse o grande mal que resulla, porque
no eslado em que se acha a estrada, (orna-se um
perfeilo bosque, bem proprio para agazalho de mal-
feilores.
(lolrosim. 11 1 Sr. lscal do RecifeS. S. que he
13o cuidadoso e zeloso na sua repiriica, faja com
que sejam removidas e-sas lamas da ra iravessa de
Apollo, porquanlo consta-nos, qae por all ja" pouco
transita o povo por causa dellas. Felizmente o Sr.
fiscal do Recife nao tein lio aliada a sua suaceplibi-
lidade como alguetn, que ao menor aviso nosso pas-
sa-uos (am ausencia bem entendido) solemuissimas
descomposturaspaciencia 1
Dn Joaozuilio.Nao sabe o leitor, qae lemos
nesla cidade um meoiu que he a boa chaceo a
encamada ? Chama-se Joaozinho. Esse menino he
13o excessivamenle amado pelo papaizinho qae. nao
ha vonlade.por mais evlravagaute que seja, que Ih'a
nao faca, e como algomas chegam ao dominio do
publico, dolaremos ss que ja' sabemos, e as que fo-
rera-nos contando, para que ao menos o publico nao
seja leslemunha desse bello modo de educacao. Juao
zinho'lera oilo aniios) acordoo om dia em gritos;
loda casa ja' eslava em agazalhoi Joaozinho quera
zembro de 1856.
Illra. e Exm. Sr.Levo ao conhecimenln de V.
Exc. que das diflerenles participarns hojerecebidas
nesla repartirn, consta que se deram as seguioles
oreurrencias
F'oram presos : pela snlidelegaria da freguezia do
Recife, os marojos inglezp* John Qalvaon. Eduard
Nandiz, (iilberl Smil, George Warard, Xhomaz
Wadson, James Pelerson, John Me Quire, John
iterjam, Paller Meller, e Eromund Perhan, lodos a
i,- 101.1c.io rio respeclivo cnsul.
Pela subdelegara da freguezia de S. Joso, Do-
duraremos a o sol em j ci Wdvlem, (tabalhador da estrada de ferro, a re-
qu'rimenlo d g.renle da'mesma.
Pela ubdel^yana da freg.iezia da Ba-Visla, o
valts,-,,.,. ,1 ..p*.,..,. Uilor. |.lu. u^ i.,i^.j ,.., .,_-:. iv.-------- ... ^.....t ,,,.,,
doce alenlu de infelizes. soda llel dos mortaes srip'r"Srravi5,'"0 prelo Pedro, poi *er eneontrado'fnra
nos abandona quanlo nao in-is nella pensar po-
demos.
(".on-1.1 in q' em virlude ,le muii:- prornes-
v ,,u,.,.,,..
de horas, o porluguez Jos M 1 la de Sooza, por ser
pneonlrado rom urna faca de pona, e o bolpeiro
Antonio Jos t.raveiro, por ler maltratado romo
carro que conduzia, au 111-j t Jua 1 il-i Reg Barros
Falca).
lieos guarde a V. Exc lllm. e Exm. Sr. con-
sellieiro Sergio Teixeira de Maredo. presidenle da
provincia.O chele de polica,Dr. Policarpo Lope
de Leo.
Com o prsenle nume ro termina o Diario de Per-
nambuco o trigsimo segundo auno da sua carrei-
ra. Sa a prosperidade do joruaiismo, nai sociedades
inndernas, he um dos lignaes indicativos da civili-
s-c.i-i de um paii, parece inrgavel que o Diario de
Pernambuco allesla de um modo lisongeiro a mar-
cha progressiva da sociedade brasileira. O respec-
livo proprielario uo lem poupado esforcos era sa-
crificios para melhorar as condifiei moraes e ma-
leriaes da sua empreza, e pretende nao de.cancar
n cumpimeuio desledever, afim de continuar
merecer o auxilio e -\ mp illnas dos seus subscripto-
res, aos qoaes desejamos as melhores feslas espiri
luaes e corporaes, e mui grande somma de prospe-
ridades no luur auno de 1857.
Temos a' vista jornaes do Ro com dalas ale 20,
da Baha ale 21 do crreme, Irazdos pelo vapor
porluguez D. l'edro II, que da as seguales no-
libias :
O vapor llio Segro, perlencenle a marinha pra-
guava, arrebenlou as caldeiras, e foi a pique, ucea-
beber agua ; deu-se-lh'a, mas Joaoziuho nao quera !!".0"'""'0 morl "s ou cinco praras da guar-
nos copos de casa .' mtao, em viagem pelo rio Paraguay.
Onde queros, meu filho, beber a tua agai-
n'ia '.' o llie di/.ia o sea paizinho.
Eu q-iero naqoelle copo grande de sinh An-
lonio da venda i> responda era gritos Joaozinho.
Pe-se ludo em movimento, porque Jnao/.inhu que-
ra beber 110 copo de garrafa com bocea de sitio, que
vio na laberna do vizinho.
Bale-se na porta da laberna, o horaem nao quer
abrir (emendo fossem ladrees os que baliam : disse-
ram o que queriam, o laberneiro s abre se tiver or
Depois urna naslo de 32 horas, foram linal-
menle absnlvidosno jnrv da corle, no tlia 16 do cor-
rale, Adolpho de Snuze, Oliveira Mello, Souza Ki-
heiro eGodiuho Jomor, romo reos no processo
V'illa-Nova-dii-Minlio. 0 presideule dn jurv appt-l-
lou da decisa 1 na parle relativa aoprejuizo. "
Na noite de I i para 15 do rorrele, urna lancha
que ia de Iguassii para a barra do llio. accossada
pelo lemporal, fundeou junlua ilha de Sania Roa.
Pitucos momelo, depais cabio urna descarga elecln-
dem da polica, chama-se o insperlor, vem o ins- ,ohr8u mastroda lancha.deuan loo em paxbeae;
peclor, hale a porta, o laberneiro abre, e pede-se-
llie o copo de garrafa, da' o copo de garrafa, leva-
se com agua a Joaozinho, que ein berros esperneava
na cama pelo copa do Antonio, bebe a agua, deila-
se e dorme, para 110 oulro dia desejar a rabeen de
um ma*ico, caja historia Meara' para oulra vez.
U um clamor geral contra os vendedores de
leite ; ja'passa de rouho e de escndalo, he misler
qae os Srs. liscaes uao permitan) era tal Irafi-
cancia.
Nao temos cousa algoma com ai ordens que
parlera da secretaria de polica, qoera quitar fazer
reclaniacoes a respeilo de quae-quer medidas, que
um pelo escravo, marinheiro da ama, foi fulmi-
nado pelo rain, o lalleceii nslaiilanaainente.
Foi marcada para o da 8 do proximu fuloro mez
a eleicao de um senador p-io Rio de Janeiro.
Lse no Carrera Mercantil :
A galera porlugueza .tmisadt chegou lionlem do
Porto, leudo estado entre as ilhas de Marica' e a
praia chamada de Pernambuco. Teado perdido lodo
o panno e as duas verges graules duranle um tuao
que cahio huulem as tres horas, arr.I, >u a esss lugar
ah perdeu lambem tres ancoras, e achava-se segara
na -casi.10 em que a livraram, cora urna aucora pe-
quena. Varios escaleres da marinha brzsileira, fran-
por ventura julguem desarrazoadas, c que esteiam CM'1' anlerli,na e ingleza e a barca da soccorro li-
-m ev-cuca por ordem do Sr Dr. chefe de polica. I "}""" P'l'io fj'* lugar, e ao cherar ah o
iBTaaioR,
RIO HE JANEIRO
is de drz-mbro.
I'iir decretos de 15 do correle mez foram Hornea-
dos :
Juiz de direilo da comarca de Qneixeramoliira
no Oeara, o pnz municipal e le orphaos Aulonio
Pinlo da Silva Valle.
Juiz municpal de orphSMdo teinn de Paralv,
na provincia -i Rio de .laneiro. o iiarharel Carlos
Frederico de lama a Silva.
Foi receii-tii/.id o harliaiel Candi.lo Gil Caslell-
liranco 110 losar de jui/ moniapal e de orphaos do
1erm>> d-t Pul\. na Piauh;.
Tiveram marr da nrvoolM vilalieia do ollici de
2." labollio escrivao das evecuees cvrs e cuines
do Ierro da Estrella, na provincia do Rio de Ja-
neiro, M.illn.s T.ixeira da Cimba.
2." labellia de olas e escrivao do rivel e rrime
l.i termo d l.'m leiro, em l'einamhuro, Luiz Paa-
I111.1 Vieira de Mello.
Por derrel de lli lo meaino mez foi hornead
Salvador ijnareama II .ora lo de Mello par Inipntp-
. n, ,,iel enmanandanle do balalhao de iulantaria da
-..1 .r (.1 nacional 11 municipiu de Campn-Maior, un
Pualiv.
11.10 falla papel e Una, e prelos para reclamaren)!
Somos orgia da voz publica, e uao de um ou oalro
individuo apaivoii 11 1. I'o'l-mo, quem remetleu a
alguem desle Diario urna carta anonyma, em papel
firmado comsecretaria do governuconieini iima
i'ra de papel, no qual se nos insulta ea mais alguem.
por mo se l-r suspendido a ordem de prislo conlra
os escravos na noile de Kalal, tem em reepotit -quil-
la que co-lum un is sempre a d.r a quem gios desrr.izoadamnte nos alara x~)~ sd-ncio, p ofundo
silencio, 1 iniun iis-iinn silencio ^33 deixando de
muilo boa voiilsle o direilo salvo a quem noaqai-
zer deseompor : sao goslos, e conlra goslos nao ha
i qiieslo.i.
lia om individuo que (odas as nuiles peala-
|a sombra do lampeio ronfionle a casado sorveles do
Sr. Lucio : querera' gelo ou fogo o Uemo que Ihe
pergunle.
OSr. capilla Camiiau, delegado de Garaiiliuns,
depois que chegou a esla capital lem sido summa-
raenle obsequiado por seas amigos, e visilalo par
muilas pessuas ; a' S S. foi-llieofferecido no da 29
um magnifico j.nlar pelo Sr. Dr. Sanios Siqueira,
no Caldeireiro, para o qual foram convidados glande
numero de snigus daqueHe doulor, e oulros mais se
preparan) em obsequio ao mesmo capdao delegado
Hospital de caridade, 28 de dezembro.66
doenles.
39'6 i
li amanhiia.
CMARA MUNICIPAL 1)0 RECIFE.
2 SESSAO ORDINARIA EM 9 DE DEZEH-
BRO DE 1836.
Presidenta do Sr. fiaron de Cnpibarilic.
Prsenles os Srs. Oliveira, Barata, Franca, Reg
e l.ameiro, rali,ii.,|o sem causa participada oa tnais
seuhores, abrin-se lesso a foi lida e appmvada a
arla da anlecedenle.
Rol lid o seguinle
EXPEDIENTE.
I m olhcio po hsral de san|0 Anlonio.di/en.l que
o auno pasaad, por occasiao de proceder a follarla
d, eslabelecimenloa da Iregnea, achara fechad ,,
de n. 20, que era de miade/ai, .it na roa larga -
Rosario, a que se relere
nliain partido pj
i'roteclor, vapjjr* de rehoque, qual sahira para
fura de Siula CrOz a's 10 e raeia lloras, ja' la' eala-
vam um escalar brasleiro e um francez. O ju tanle
da capitana do porlo, o palrao-mr e o consiguala-
ri da Amiade ao a bordo do Protector : a galera
enlrou as 6 horas da tarde, trazendo duzentos e lan-
os passageiros ; nao houve simslro algum a lior.lo.
Eslava no mesmo lugar urna sumaca que lambem
foi salva.
Na poca em que o barraeiio provisorio fecha
suas porlaa com a dispersao da companhia Ivrica, os
novos ieair i- de Solil e Catn em Monlvido e
Buenos-A) res comecam de iniciar urna nova era de
progressu para a arte.
o Para sua inaugorarao solemne qur a fala i la de
que preside aos destinos do Iheatro entre nos, que
concorramos deixando-no arrebatar o eximio artis-
ta que por alguns mezes lia felo as delicias de to-
dos aquelles que lem o sentimento d bello e a fa-
cnldade de serem impressionados agradavelmcnle
pelas bellezas da arle.
Embora lamentemos inlimaraenle n enneorso
falal de circumslancias que noi priva de Tainbcrliek,
favorecen-Jo ao mesmo lempo os dilellauli da re-
pblica do Pr-lal parece-iioiimperlinenlea-pulilica
rao que fazemos, lomada de urna folha onenlal. da
descripto do Ihealro de Solis, cuju plano foi oilere-
cido a ene artilla por um persouagera illusde da
Repblica Orienlal com delicada homena^ein e
raa) concurso de doles que o distinguen) de seuscoir-
mJos em arle.
n O novo Ihealro fui edificado em um terreno de
120 palmos de fenle sobre 296 de fundo.
ir O prtico para o qual se sube por urna ampia
e-cadaria de marmure, que abrange lodo o fronlis-
pieio, he sustentad por nito grossaa columnas de
ordem coryntiiia, cujas exlremidades lo adornada
por bellos arabescos.
a ('. inl-iu-.e na frente el. porlas, Ires grandes no
ceir e duas mais pequeas de cada-lado.
o Todo o pavimento do passadiro. que condaz a'
sala que precede a entra la da pnmeira ordem. lie
de ni o more, e slenla duas linhas de cnlumm.1 de
ordem drica, lambem de marmore.
A escadas interiores que a direila e a e-iqiierda
.- o lo/i-m aos corredores da primeira ordem. Ao i-
i dn,em, de marmore, bem rom lodas as nutra, i
do
- saipplicanle Jos Jacinlu i que conduzem a's ordens superiores.
I Pava: e ussiiu se cooservou ale ser agora abtlo pi-'
O Ihealro lem qoalro ordens da camaroles, alem
ILEGVEL
O jornal a poca, da Parabiba, com dala de 2i
.) crreme da o resultado da eleicao do quinto dis-
lricto daquella provincia, que he o seguinle : depn-
lado, Dr. F'lavio Clemenlino da Suva Vreir ; sup-
pleule, Dr. Jos Paulino de Figueiredu.
A provincia onzava de paz e Iranquillidade. A
seguranra individual cada vez all se lorua mais se-
gura.
AO PUBLICO.
No Lilieral Pernumbucann n. 1257, de 16 de de-
zembro nirr.nl. em um artigo da redarlo, quo
lem por epigraphO Sr. Sergio Te.veira de Ma-
'edo c apartido liberal de Pernambucoso le, era
om trecho, as segrales palavras: S. Exc. va-
se desembararad, e enia ludo^raUeava e permit-
lia,afim de que s fossem elettaos que II,o erain re-
commeuda los pnr inemhros do rniui.lerio, c por is-
los sahira cienosos que perter.rem ao partid ,
guabirii. a aicapcto noicamenla do Dr. Vila la, i/ue
v dte a lerem rheqnin larde no Bonito a recom-
mendares di, Sr Texeira de Macedo. que, aegunJo
se diz, fez para all partir o respectivo |uiz mu-
nicipal, que linha indo a esla cidado cora licenca
para tralar-se.
Iicssas HprgsaQfS, do Liberal Prrnumhueann ae
podo dediizir. i.- qoe eu fin eleito depulado por e-
leilores, qoe obedecan) cegamenle a Voulade do Sr.
conselbeiro Sergio, lano que. s- suas recominen la-
roes conlra mira livessem ehegado ao Bouilo mu.
cedo, eu na seria n eleilo ; 2.- qu! minha eleicao
na tem siguilicac,ao alguma na poltica, e nao ex-
prime por cu isequeucia urna idea cun pensara-nio.
Kepillo ambos esses juzos, bem como a insinuara,
lalvez qoe luvolualana, que uesse trecho do Liberal
se possa encoulrr a meu respeilo, e repilln em meo
propno nume e digmdade, e em nome e dgiiidade
dos tleiloie. do 10 dislricto eleitoral do Bonito, que
mu voluntariam-lc rae h mraram com sua conBan-
ta, daodo-me orna cadeira no sei da reprcsei.l-r n.
nocional. Nem os aleilores do circulo do Bonito,
perleuceiiles aos dous lados polilcos, em que a pro-
vincia se acha dividida, obedecen) cegamenle aos a*
ceos do Sr. conselbeiro Sergio, nem a minha elei-
ran lio vaiia de sentido.
Com data de 21 publicar no Diario de Pernombuco 0. 224. de lerra-
faira 23 do mesmo mez, assim como nb Liberal Per-
namliitcano oulns folhas, uina correspondencia
minha, delimodo a minha psimo poltica e expli-
cando os meus principios, que oilo sao e era nunca
foram outros se nao os da poltica liberal. Eis a
correspondencia.
Srt. redactores :Cunslando-me que se divulga
por esla cidade e pela comarca do Bouilo, onde me
apresente candidato a' deputacaa geral, que eu ras
acho lora do partido liberal, e perleuto luje ao gua-
biru, sendo candidato delle e com lal proleg do pe-
lo guverno, recorro a imprensa para declarar do
nodo mais solemne c positivo, que isso he urna ca-
Inmuia revollanle e miseravel intriga, rom que in;-"
migos gratuitos e deajffeicoados prelendem o meu
desabono, e querem diiramarme.
l'ermanero fiel e conslanle em mnlias opinies
polilicas, desejo e ambiciuno o Iriuraph dellas p-los
raerisqoeopermille e garanle a cnnsnluirao poltica
do imperio : nunca nulilei em oulras bandeiras que
nao fossem as do partido liberal, neo del urn passo,
ou praliqoei aclo algum, que polesse aulorisar al-
giimi a de boa fe considerar-me um renegado e qua-
iificar-me guabirii, partido, onde ha memhros que
considero e respailo, cora algnns dos qoaes enlreie-
nho relajes de amisade que muilo aprecio, mas cu-
jas opinies polticas nao quero e nao sigo, e tenho
com firmeza e leal lade constantemente combatido,
Meu nome, meus lacios, meos sollrimenlos, minha
conduela, minha vida toda iuleira sao um protesto
vivo conlra es-a calumnia que repillo.
.Pretendo a honra de ser eleilo depulado a assem-
blea geral legislativa pelo circulo eleiloral do Bonito,
onde lenho prenles, amigos, alreic.uadoi,e onde pre-
pondera a iipimao liberal : conlo allrpara esse lim
com o apoio sincero de homens imporlaules, que me
conhecera de parlo e f.zem-me a devida juslic.a :
mas nem me aprsenlo em oulro carcter que oo
leja o de liberal, nem eslou resolvido, para cons-
guir a eleir.io, a descer de minha digmdade, e com-
meller qualquer aclo, que me deslustre a des-
honre.
Desejo ser depulado, nao por interesse pessoal, que
nenhuin absolulaineule me pode dar a depularao,
mas para lambem lomar parte nasquesles polticas,
que se agitara e diiculera no paz, concorrer cora
minha opiniao e vol para a soluta dessas qoesles,
a ajodar lodos aquelles, qoe animados por um verda-
deiro patriotismo, Irabalharem no nobre emprnho
le prora )Vr os iulerasses commans de uossa Ierra,
a de eleva-la a aquelle grao de prospicidadc e de
ventura, de que ella he digna.
Creio, que essa minha preteoCtlo nao he exagera-
da, nem eilempurauea : nao sou um hornera novo
no paz, nem exlrauho as lutsis parlamentares ; le-
nho servir;.-*, meas precedentes ah esiao, fallara em
meu favor o desiulerciase, ni lependencia e probida-
de, com que sempre me conduzi na cmara tempora-
ria, onde ja live assenl por duas legislaturas con-
secutivas, e he com esses ttulos, he com essas Itabi-
lilares que boje me aprsenlo e vou pleitear a mi-
nha eleicao. ,>aoquero, pjis, alc.inc.i-l i por meios
torpes ; regeilo soberanamente lodos os que nao tu-
ren! legaes, lcitos e honeslos, e jamis farei o -acri-
ficto de minhas opiuiOes para obler um lugar na re-
preaenlafa nacional.
Digoem-ae, enhorca redactorea, en nhas eso seu jornal, e peo que lodos nsjurnaese pe-
riodicoj desia cidade aa conslgoem era su is p.ginas,
alim de que minha posic.l poltica fique bem dete-
nida, desuiasrarados os Intrigantes, p dartfaida com-
pletamente a vil calumnia, com que espirito! mes-
quinhoi e gnobcis procurara marcar a niiuln renn-
laejara i"
S. C. 21 de selemhro de ls">ii.
Seu Conslanle leilor.
Dr. Jerongmo I ilella Je Castro Tacares.
Ora, leudo sido feila a eleicao de pleiloresii 2 de
novembro e sido ea eleilo depulado a dezembro,
he claro que os clelores, que volaran) em mim, -.-
hiam perfeilamenle de mmliaa opiunies, e minha
eleicao exprime do modo mais posilivoo asaanlimenta
desse circulo pleiloral minha polliea eMolimenloi,
A mnderaclo, de que naturalmente son dolado e que
eulendo deve agora mais de que nanea presidir aos
artos do partid da praia oo liberal, aliin da po ler-
moa, sempre por meios legtimos e li loemos, rttasar
ao noaso fim; o desejo rdeme, que me anima, de fa-
zer vingar em minha provincia a libertada, lal qual ]
no-la conceda a Couliiuicl polica .1 imperio, fir- !
mada nos princi(,io. ,Ip orden) e tolerancia, ICO)
pie lorna-se rapos-ivel a evislencia de qualquer par
lido poltico : o peuiaineiilo de inoralisara iiupren-
Quanlo ao Exm. Sr. conselbeiro Sergio, em obse-
quio a verdades amor a juslica.devo diter, que mo
iulerveio de modo algum na eleicao do Bomlo. e he
menos exacto, que desse ou mandasse para all re-
commendaces or ou contra qualq.ier'raudidat. S.
Exc, cora quera nulro relacues dearaizade desde o
lempo de collegas n'anl'ga Academia Jurdica de
(Huida, nao obstante pensarmos em publica difieren -
lemenle esermos de credos diversos, conversou comi-
go alguraas vezes sobre a eleicao de Pernamnuco, e
tratando do Bomlo dis-e-me,que nao recommenlava
ninguem para all, que eu ou qualquer nulro candi-
dato, que para l fosse, empregasae os meios e recur-
sos, que tivesse, ceno de sua neutralidad!.*e no da
15 pela manhaa, sem que eu Ib' liouve.-e pedido,
asiim como nunca Ihe ped o menor favor acerca de
minha eleicao, porlando-me sempre sobra esle as-
sumplo com a dgiiidade que prezo, dirigio-me a se-
cumie caria :
Palacio 15 de novembro de 1856.lllm. colle-
ga, amigo e Sr. Dr. Vilella.
Repilo-lhe o que de viva voz Ihe aflirme : nao es-
Eo
.mo
ministerial.
Ilesiimiiido as miabas ideas eoncluirei dizendo,
que no meu modo de ver enteudo conveniente a re-
organisaraodo partido da pr grales bases:Que o Liberal Pernambucano ter-
lerio: a persdnalidade d Sr. minislro
da lslira veio a lerreiro, foi comparada com a do
redaclur chefe, que goza da propriedade de lodo ec-
clyps.r, e alinal decidlo o chefe, em urna serie de
lingos arligos, que a sna pessoa era melhor qoe do
Sr. ministro, e que pur conseguinle devia ser elle o
chamado para dirigir a nao do eslado!
loma coula da presidencia desia provincia o Sr
conselbeiro Sergio Teixeira de Macedo, e logo lias
buzas rompe o Liberal em elogios a sua pessoa, a
seus tlenlos e a suas virtudes cvicas; declara em
muilos e conlinoados arligos que S.li.ee. ponsue ta-
lento e iltuftranio; he naturalmente de carcter
lira cominutn ; que seja substituido por oulra' folha
ou jornal do mearan frmalo, com o litlo que pa-
recer mais conveniente, e escriplo era linguagem
nobre, relleclida e moderada, cora a qual pssamos
ganhar as simpalhias do publico c o bom conceito
e crdito dos homens seusalos do paiz : que ta-
camos opposirao ao guverno por lodos aquelles
fados que legalmenle elle possa ser censurado,
guardaudu-se todava nessa oppoiicao, que pode
ser enrgica, ai devidas conveniencias' procedendo-
se em ordem que nossas assercoes devam ser cridas,
e nao lomadas ou consideradas comofilhas do espiri-
to de partido ; que no jornal oo folha, quedeffender
crevi a pessoa nenhuma do 10." circulo eleilo, al car- e sustentar os principios da poltica liberal, nos abs-
teuli,unos o mais possivel de admillir quesloes odio-
sai e pessoaes, a anda mais de lazarinos provisjo
d'essas descomposturas a mema virulentos de censu-
rar a quem quer qae seja, porque isso longe de nos
Iraier proveito, su aervo de de-acredilar-ooi ; que se
diicolam lodas as quesloes, que interessam ao paz,
de modo coavemente e conseulaneo com a ndole do
partido liberal. Promover a inslruccao publica,lan-
o civil, como religiosa, moral -ar a provincia, pug-
nar pelas garantas conslilocionacs e o desenvolvi-
menlodo elemento democrtico, lano quanlo o per-
mute o nosso paci fundamental,proclamar o princi-
pio de ordeme o respeilo auloridade.como rundirn
indispensavel para exislencie da sociedade.discutir as
reformas, que s3o ecouselhadas pela raza e pela ex-
periencia, mas condemnando sempre os meios vi-
lenlos de realiza-las, porque os farlos provam, que
o paiz repelle eses meios, preparar o campo eleito-
ral para que pssamos ter gauho de causa, quando
fr lempo ou se algum aconlecimenlo se dar antes
d'essa cpncha fixada por lei ele. laes sao os assump-
(os, em que principalmente nos devemos occup'ar,
sem rsquecer a defeza de nossos correligionarios of-
fendidosou injustamente Decusados e os inleresies le-
gtimos e verdadeiros do todos os membros de uossa
e-mi ni uni ,. O merilo deve ser acatado onde esli-
ver, o vicio e o crime esligmalisados, seja quera for o
individoo, que oa lenha.
Silo essas as minhas iloss, e desejo ardeolemenle
realisa-las : se fdr devidaraenle cumprehendidn por
Indos os memi.ros do grande e generoso partido libe-
ral de Pernambuco, e pnr aquelles que hoja se achara
a le-la do Liberal Pernambucano, de modo que nos
pssamos a,rae ir e formar todos um corpo respela-
vel e unid, eu .lar-rae-hei por feliz e bem direi a
minha estrella, que me proporcionoii urna occaaiao
azada para promover essa reorganisacao, e prestar ao
raen paiz um servico, que repulo de" algum mrito
e de um alcance polilco extraordinario. Se porem
alguns espiritas mais furles e aaais ar.lenles.desejoios
le vui"
la nenhuma, recnmmendando canldalo nenhum.
He rlaro '.' Pode fazer o uso, que quizer desla decla-
ricao.
0 governo imperial ou proviucial nao inlervem
nesla eleicao e dixa qoe cada candidato empregue
os seus recursus e ganhe pelos seos meios.
1 ac pois boa viagem, e crea que soo com amiga
ail-icni e eslima, de V. S. collega. amigo, obrigadu
e criado, Sergio Teijeira de Macedo.
INao me c.in-iou no Bonito,e creiu qoe a ningaem,
que lioiive.se ehegado antes ou depoisde minha elei-
cao caria ou recommendacao alguma de S. Exc. em
sentido contrario a esla : os meus compel lores, ape-
zar de se proclamarem amigos do goveruo. e prote-
gidos por elle, nao as liveram, por tanto n'esse pon-
to acredito que os nohres redactores do Liberal fo-
ram illudidus.
O publico com| relien,le perfeilamenle a necessi-
la le, em que eslou de escrever estas buhas, e de
dar todas as explicarnos cima referidas, porque,
grac;as ao couceilo, lalvez imraerccido, mas sempre
vamajoso, que fazcm de mira os meus correligiona-
rios polilicos e os homens sensatos do propno lado
que ii.o he advarso, meu noiueexprimealguma cou-
sa na poltica do paiz, onde por cerlo nao hei felo
um papel ridiculo e despresivel.
E ja que peguei da penna para reslabelecer a
verda.ie dos faelos, e fazer iim renaro no artigo da
relaeco do Liberal, a' que me refiro, sem que le-
nha a mais leve mlenr,ao de oflender ao sen autor,
asaun como a nenlium dos raemhros dessa redacto,
onde sel que tenho amigos e atleicoados, permitan
publico, que eu desenvolva lodo o meu pensamenlo
a cerca do modo porque enleudo que o partido praiei-
ro deve marchar.
lia muilo lempo, que a polliea liberal em Per-
namhuc se lem desviado de sua prrleocao legitima.
As quesloes pssoaes, a mor parle das vezes, lem nc-
cupado a allenca publica, licando de parle ou de-
morada eu completamente esqu-rida a discussao dos
principios e a miagaba dessas verdades iinporlin-
is verdades importan-1 de vinganc.i -rnente, e nao de pro-re-so para o paiz,
les. cujo ccilipcimenlo ^ apreciarlo laula inleressaiAsja-aaiileiidiir e glmia para a pollina liberal, recusa-
.1 >..! de li .1 p .y,,, qu.. lem l.iladn .." mil emliara- |tg unir--; r,,u ,,,, ,,... fun, ulo ol.ala.ila
..... ,.... ..,.r,ui.'aiDa|oala l,bcr,lJo eswgar f. .r rpWar prufuiido, que hle causar urna -emi-.'li ,nlc re-
sua mural, lade e eiviliaaca a guzar dos hens, a que pulsa, nem por isso eaton resolvido a ceder-lhei o
iiidubilavelmenle lem direilo. Lua linguagem forle. campo e deixar da aproveilar a minha psira o
apoio dos meus amigos, e as ciicum.l.ncias do lea-
se na Virolenta, que exacerba ,,s nimos, e na ad-
ornista, nem corrige, a exagerarlo levada ao ullimo
ponto.em algumas occa--ies, urna d'scoiianca cons-
lanle daqoelles, que raais servicjos leem pre-lado ao
partido,que ludo sacr licarao perierSe, e de cuja leal-
dade nai. he licilo duvidar cm'bua fe, lera sido em
grande parte os meios empregados em favor dessa
poltica, que cerlamenle necessila de um aecurdo en-
tre lodos os seus memhros iulelligenles e prestigiosos
para poder realisar o fim n bre, a' que se propOe.
O antigo partido da praia nao mjrren, porque as
ideas nan morrem ; mas por forja da circumstan-
cias elle se nao acha ainda h -je nnidu, e arregimrn-
lado, como tora misler. Alguns liberal-, que ai
foram victimai da persegoicao, que a polica de 181!)
a 1852 imagiuou fazer a tojos qoanlos se chamavam
praieirn*, entendern) que sa daviao reunir e
escrever, fallar em nome do partido e em sea favor:
pralicaram um aclo digno de louvor, une nem pode
ser esquecido, nem condemnado sem iajoatica ; roas
esse acto ou essa deliberaba, que eu sou o primeiro
a elogiar, boje nao pode ser recelo la e aceita como
consiiluindo orna deliberar-jo de todo o partido on
da mor parle delle, de mudo que os que assim obra-
ran! sejao os nicos, qoe formen) o seu centro, ex-
pi i'ii.io suas ideas, e salisfacao lo las as saas ueces-
sida.les. Nao, a lano uao me posso sujeitar, c nem
se sujeilao aquelles, que por seus serviros, po.ic.ao,
e importancia no partido sempre foram "considerados
suas influencias legiliinas e naturaes. Desgostus pro-
fundos, susceptibilidades ofienlidas, quesloes trata-
las em seulido diverso daquelle, porque o partido
sempre enlandeu que se devia tratar, e oulrus moti-
vos, que cumpre calar, lem sido a causa dessa espa-
cie de a I irme: iiuenlo e lorpor, era que a prarrz lem
vivido, vend)-se retiradla algumas de suas nolabi-
lidades, qoe malla imporlaucia Iba dava e ram-
brs proeininenles, assim da praca, como "do mallo,
qoe desejari prestar servicia, "se oulra fiira a or-
dem de cousas, que se Iratas'se de eslahelecer.
Os partidos poblicos sao corpos inlcllecluaes, qae
lem necessidade de comprelieiider a poca de sua
formarse, o futuro que 01 aguarda, a reputarlo que
ua honra e a moralidade que os deslingiie. Aquelles
que ron.i.ii-r.i i o partido como obra da ordem physi-
ca ou ora mechanismo, no qual se percorre sempre
o mesmo circulo, senielliaule ao que descrevein os
planetas na sus rbita uniforme, enganam-se gros-
seiramenie. lia necessario que o verdadeiro polili-
co comprendida (odas as circumilancias da poca a
as conveniencias do partido para determinar a sua
marcha, davendo saber que os meios exlremoi e vi-
lenlos sao ns menos apios para consecu;Ao do seu
fim.Os parlidus nao devem ler nina corduclaque
torne impossivel a' um sen adversario parlilhar um
dia suas ideas o I w.ei alianca com elles : devem abrir
os bi ajse receher era seu seio lodas as inlelligencias,
todas, as aspiracOes generosas, lodos os homens de
presumo, repelbndo apenas os mnos, os traidores e
desmoralisados. Para isso, pnrm, cumpre discutir
e combater, mas nunca ollender e injuriar.
Assim, pois. o partido da prora oa liberal p lo
exislir, cheio de vida e vigor, e fazer immiuios bens
ao paiz, sem todava abracar sai ideas de exage-
radlo e de enlhusiasino, qne a experiencia dolorosa,
poique ha plisado, aconsclha que se nao ponha raais
em jogo, nem reviver animosidades e paixSes od-
enlas e nerigosas, que >,, leem servido para perpe-
tuar o nosso ostracismo, a como que inhabililar-nos
para subir ao poder : podemos fazer opposicao ao
governo geral e provincial, devemos mesmo laxe-la,
porque como partido polilico lemos principios a con-
viccaOei diversas daqaellas que uolrem os h unen- da
actnlilade, e devpinoa Irabalhar para realisar esses
piinripios, para sabir ao poder e goveruar, que "
o .lesideralur de lodo o partido polilico.
OppeaifJIo deve ser nobre e moralisada, destitu la de
lodo o principio apaixonado, fundada em factus
rcaes e verdadeiros, enrgica, mas refleclida, e nun-
ca destruidora de lodo o eleiueulo goveinalivo, e da
auloridade.
i, o o lan lo o respeilo dev idu as inteuees de lodos
aquelles. que alias nao pensaren, como eu pens, e
que lalvez emendara, que as consas, do modo porque
va, .inh.im a's mil maravilhas, eu Ibes peco li-
cenca para com franqueza declinar de sua aulo'rida-
p. para execular o mpu pens,ment. Quero um
acenrdo, deaeje, peco que chegueraos elle ; mas,
se fr iltudiilo em minhas esperanras, nem por isso
arnpiarel earreira, O publico que'me juigue.
Recle :l() de dezembro de 1850.
Dr. Jernimo I i/ella de Ca>tro Tacares.
ANDA O LIBERAL PERNAMBUCANO.
O reJactor em chefe do Liberal Pernambucano,
atacado forlemeule era seu eutrincheirameuto. fe-
nJo inortalraenie pelo nosso coramunicado de 27 do
corrente, em vez de reiponder seriamente as inler-
pellacnes que se Ihe iizeram mostrando, coa f.clos,
que com elle se acham as illuslrac,es, as iolelhgen-
cias do verdadeiro partido praieir, foge da quesio
apparece no dia 29 em um communicado, asaignadn
com o pseodouymo deLiberal qae nao trafica
prucurandu minorar o elleito, qae prodazio no ani-
mo dos praieiros seosalos onosao communicado; mas
infelizmenle usou de sua anliga e sedic;a lctica,
queja nenhum resultado Ihe da allribuio as noi-
sas rellexOes a pedido, c influencia do Exm, presi-
denle da provincia, sua espinha de Sao Braz, e jul-
audo-nos por si,nos denomioa de pr.ieiro compra-
do, ou guabir disfarcado, ile quem a diplomacia
do Sr. Sergio iancou mao, para desmoronar o par-
tid praieiro.
No auge do desespero em que le acha, vendo de-
sapparecer-lhe para sempre das raaos o baslao de
chefe do partido praieirorhjsiao que rouboa malrei-
ramenle aos chefes naluraes dessa partido, perdida
a oeeasnlo de realisar ieoi dourado e vaporosos
sonhos, laido de razfles, argumentos e faelos com
que posta rebaier as nossas veidadeiras considera-
coes sobra a sua improvisada cliefanca, uao .linha
nulro remedio, se ui > servir se de saas velha, e fer-
rugeniaa armas : alirou-se com uohas -denle- ao
prc-i lente da proviucia.que leve laala parle no dos-
so ruminunie.do, quanlo Pilaloi no Credo, encheu
Ices rolumuas e meia do seu jornal com raeia dozi'a
de frivolas, mprocedeules e coulradiclonas propo-
sicOes.
Agora pergunlo : O redactor do Liberal Pcrnam
butano provou que com elle eslao os homens iulel-
hgeolea, lllastradcs du partido praieiro !
Moslrou por ventura que a parte sensata c corda-
ta do partido praieiro o tenha acompanhado na sen-
da que lem lnlhado ?
Na, rail vezes nao. He iuleira mente impossivel
fazer essa demouslrarao, a menos que se nao queira
reduzir as illu.lracoes do amigo partido praieiro, ao
redactar, re ou chefe, a um medico, otr'ora gua-
bir, a um oulro trnsfuga do mesmo partido, a ao
.ocio de industria, e chamar partido praieiro a esses
poucos homens sem importancia.
Repilo, oa chefes naluraes do partida praieiro.que
tamo illuslraram, que lanos sacrificios Iizeram
por elle e que arnscara.n por puro cavalheirismo
suis vidas ni impru lente e impensada revoluto de
18, nao eslao, e nem nunca esliveram com os actuaos
retadores do Liberal Pernambucano Dirig-vos a
caja um delles em particular: a lodos em (eral e
oovireis que esligmalisam a marcha dessa folha, que
so ni'nula orgao do partido praieiro ; censuran) o
cues; apresenla-se o redactor chefe a pleilea-la com
o filo de empolgar para si um cadeira na represeu-
lacJJa nacional; cabalou, inlrigou os correligiona-
rios e amigos, quiz indispor e arredar da competen-
cia aos verdadeiros cheles do partido, e para isso
publicou um celebre manifest em que uflende a-
irozmenleaos.doutores Nelto, Vilella a oulros, po-
rem alinal lao mal se houve que deu com os burros
n agua, e foi em lodo o rigor do lermo laboqueado,
a poni de os eleilores da Varzea uao se lembrarem
delle, nem com um voto para supplenle ; aqu d'el-
rai, conlra o presideule jla provincia ; como se um
presidenta por todus conhecido conservador, delega-
do de um ministerio guerreado por esles, qae se di-
xiasa opposiciouistas, devesse suslenlar a candidatu-
ra do chefe da oppusisao. E o homem inlelligsnle,
lalenloio, mdependenle, a quem ninguem exceda
em honradez e probidade he coberlo de bsldoes.
b muilo lampeiro diz boje : fugimot sempre de
personalidades. \
Sera lugir das personalidades, chamarse par
corapanheiro de redaccao a ura horaem mal lizeme,
e que muilas e muilas vezes ferira em soa houra a
essa que o angaria; pr a dispositao desse homem
os prelos para, por soa conta e riico, aceitar a
honra das familias, inclusive a sua propria'.' Islo
nunca couveio a partido polilico algum : esle exces-
sos sempre ruereceram a reprovacao dos homens cor-
datos dos partidos.
Ser fugir das personalidades, sustentar uina dis-
cossao no pe em que lem sustentado o Liberal essa
discussao com o Dr. Collaco, onde se l, por desgra-
na nossa, que o logar do negro he no lopo da aseada,
ou na cozinha '.'
Sera polilico espalhar na popul leja, que existe en-
ir nosesie preconceito de cores, quando niugaem
mais que o redaclor rei couhece por experiencia,
que li preconceilo nao existe?
Tambem convira ao partido liberal ao poni, a que
se lem levado, a quesiao dos africanos, muilo embo-
ra soflra a diguidade nacional; oo antes islo servir
aos clculos de v.nganca do redactor chefe !
Sera proprio dos seolimentos de om brasileiro
procurar envenenar a quesiao enlre a redaccao do
Diario, e o cnsul francez, quando ella esla'va lao
salisfaclonaraenle terminada 7
De cerlo islo nao he Iralar seria, e profundamen-
te as quesloes de inleresse vital para o partida.
Diz mais o redaclor chefe, que nao lem sido elle
quem lera revivido odios amortecidos. E quem lem
leilo reviver es-es odios coulra portugoezes'!
Respondan os homens sensalos do partido praiei-
ro. e digan) se eslas cousai devem couliuuar como
ar*.
O redactor chefe no periodo era qoe diz, que esl
prnraploa enlregar a directo do pulido" aos que
militaran) nos bou. lempos da praia, fez-nos lembrar
um cerlo ililuo que nao se podo lomar, da-se pelo
amor de Dos,ou pr oulrafaz das tripas cora-
iId.Que remed lera elle, sena recolher-aa ao si-
lencio, quando os Vilella,, Ferias, f oulros fa||arem
a es-e partido, que ha tres anno.. anda a malroca ;
quando chamaren) a um oulro centro o partidoexlra-
raalhado.
O redadlor chefe ha muilo que conhece a sua pu-
sicAo falsa, e hoje, aguilhoado pelas nossai reflexei,
apparece fazendo urna couvocaco para deliberar
atrae marcha que deve seguir o partido no anno
de o. Porem nos Ihe bradaremoi ; islo nao vos
compele; ro nao ten les os reqoiiilus necessarios,
nao leudes poderes para lilo ; estes poderes foram
conferidos pelo partido praieiro ao seo auligo alija-
do, ao seo preillmoso chefe, o Dr. Jeronyrao Villela
de Laslro lavares, eleilo depulado pelo circulo do
Bonito.
SSo estes os senlimenlos, os desejos de lodos os
bous liberaes da provincia, e do
Liberal genuino.
NECROLOCIO.
Sa bou ver alguem que nao saiba o que he a dor
d ama mai, ao ver expirar Ihe nos bracos o filho
1"| adorava, e que Iheia preparando affecluoso uuu
velhice serena e palriarchal, passe, e nao leia estas
linhas hmidas de pranlo.
Gabriel Archanjo de Vasconcellos Bourbon, uas-
ceu em Pernambuco, aos 18 de marco de 1&J8. Seus
honrados pais, o Sr. Antonio Maria" de Vasconcellos
lliurbon e a Exm.a Sr.a D. Mara Theolonia da
t.onceiQao Mello, educaram-no no temor de Dos, e
nos mais rgidos preceiras da religiao calholica. Se-
prin-e lmenlo desses, que lomaran) parte as elei-
ces em nome do partido ; lodos dizem, qua se o
partida praieiro estivsse orgaoisado devidaraenle,
se livesse a sua (eslaalgum de leus amigos chafes,
homens de lino poltico, e concorresse a urna elei-
toral, para a qual com lana franqueza e lealdade to-
ra convidado pela cora, ceriamente alcanzara ple-
na victoria em varios circuios da provincia ; lodos
alllrmam. qu- o aclual redaclor era diere do Libe-
.Mas'nossa i lera capacidade, inlclligenea.e lino para ludo,
menos pata polliea. e menos que ludo para dirigir
um partido polilico.
E na realidade, quem se der ao Irabalho de ler
com allenrao loJos us arligos do Liberal, chamados
de fun lo e que -a > bem p locos) e comhina-los en-
tre, si, se convencer derta verdade ; veri o lino po-
lilico de seus redactores as coutradicnes constan-
tes em que elles se achara.
Entretanto -e a imnai.i de ver a arrogancia e
desplante cora que o redaclor rei diz. como no seu
de e opiniao a respeilo dasle aaaamplo, e condeni- comraumeado de 29 crl'elo que respeila a Liberal
nar loda a poltica que nao aasentir sobre as solida.: Pernambucluio, a sua redac.ao, -ahe-ie que esle
basps da juslica. moralidade e lolerancia. I nrtjao do partiaTliberal, 'E a dar-lhe : quer por
Olio aunos sao passados que oslamos lora do po ler, forfca por o fardo as cosas' do partido da provincia
sera que as nossas quenas leiilum sido allendidai. | M|e ja quer separar o partido) vai enlr
uera salisfeilas nossas necesidades, e enlrelanlo
marcha que tem levad o partido liberal tem si
, vai entrar no seu
sedo aira de exislencia. A sua historia he um
Inonpho Completo, sendo que seus advrsanos nao
se boderam manle uo terreno da discusa i, e togi-
r.ini rebardeanenle. Duraule estes cinco, anuo-, 0
Lieral lem acumpanhado a discoss
mas dos gdi.meie-, e das que-i.. -s qu
ambas
com poucas inlerrupres, sempre esla mesraa, que
nos nao agrada, e que nos na pode convir : ora de>
veremos couliuuar na inesina minia, insistir no rae--
ino propoailo, e para que, cora que ulilida le e para
qu lira'.' lu partido polilico nao deve, lien, pode
viver sem esperan,;,, e essa es.ieraora lie a'olhas
villas a de goveruar, a de realisar sua'.. nle-s ; mas que he zumbar do pabliro o l.iUrai uua-i i
he possivel ler eau esperance eam a actual orlen clalivamaale se occepa das pessoas, e (erase o des-
de coosul estreilando-se cadver mais o circulo I pa,ile da avam ,r una proposicao de-las' e-,, h ,
dos correligionarios, rriando-se lodos os das novos i entrado nella. lgnmas vezes. quan lo toreado a re-
lesafleclns, senae imraigos mesraos, monopoli-and---' pellir os i.isullus de guio as aulas menores, com regulando I ; e nao
len lo seus pas recursos para o mandaren) frequeu-
lar as disciplinas maiores, foi elle mesmo quem Ihes
manifeston o desejo que linha de preferir a todo a
vida d'agricullor, e de assenlar a sua residencia na
casa paterna, para servir d'arrimo a loda a soa fa-
milia. Resignac.30 ou chaman,enlo, foi em lodo o
caso um sanlu e piedoso proposito que o moco Ga-
briel Archanjo lomara.
Sau querido pai, ha muitos annus enfermo e de
cama, nao poda lomara si o governo de aua fazen-
da : sua virtuosa mai. modelo de exlremoi e de bran-
dara, sem energa qoe demanda a vita rural, e sem
a -ciencia dos recursos que a ecouomia pode lirar de
eslabelecimenlos de semelhanle ordem-, 13o pouco
se achava em estado de admiuislrar per si so os seus
inleresse'.
A necessidade de ler ao p de si seu lillio mais
velh), u filho lodo dedicado, o anjo que Dos Ihe
dera para ampara-la, era por lano evidente.
Assim ia elle regendo e cusleando o engenho Da-
manle em nome de .eos bous pais, e desempenhan-
do cora nolavil lalelligeoeia esla propriedade do gr-
vame de amigas dividas, cujos juros Ihe absorviara
grande parle du que ainiualiiieiilo venda, qoaodo
urna ciicuraslancie dolorosa e inesperada veio apren-
sar o lermo dos dias que Dos Ihe liavia concedido
na Ierra.
O principal ere.lor de -ua casa, o Sr. Jos Antonio
I'mlo, n3) querendo annuir as proposc,.e-|que Ihe
foram feilas, e determinaran) a forma doa futuros
pagamentos, promoveu execai.ao civil contra o casal
Bourbon, e fez com que o engenho Diamante fosie a
adjuJicado ao seu crdito. A
Desde esse momento, a saude do joven Gabriel
Archanjo foi-se deteriorando de da em dia, e a e-
inlencia mirrando->e-lhe, como a de nina plaula
que o suao ia creslaudo. Nao lardou muilo que se
he manilealasse no peilo urca acerba e grava af-
le.-c.ao ; e os ullimos 10 mezes de sua vida foram
um ni.irK ii i i,, -, mi,.. fra roagem de soa
querida e sania mai, dianle do si; era o paioel
de seis irmaosinhos seus, que ficavam no mundo sein
amparo ; era o tormento insupporlavel qua a sua
murteo rematura ia causar a seu amado pai enfer-
mo ; era a miseria dos seo, r.e se levaulava
como um spectro oepois da sua moile !
Nao poude por lano mais aquelle corceo cen
roso. Seus pas e dula a sua familia linham-.-.e Irans-
porlado para o engenho Qu linduba, nu lermo de Se-
rinhaein, depuis que a entura, ou anles a repaci-
da lo de um homem sem cui.ii.o Ihei h.via arranca-
do a elles o engenho Diamante, e ao joven Gabriel
Archanjo lodo o amor a' ida. e lodas as doiradas
Iradircies de sua jnfancia. Fui pois no eugeubo
Qoiiinduba que este lillio modelo expirou nos bracos
desfallecido e Ml ieconsolavel mai, aos :tO iioverii-
br de 1856.
Al su.is u'iim ,s p davras foram um colloquio sua-
vis-iui,, e,,', os ilnus ainurcs da Ierra : o liilio a
confortar, a mai a tremer. Dahi, dirigindo-se a
Dos, por urna illuniiuarao -ohila
ii ,4/eii Dos, diise elle, vs pernullisles i/ue u-
i Jos piogram-1 fuelle homem Pinto completaste a desgrana da >m-
se lena asilado | Ao familia I scjai-Hi a totea contaste. Mas,
por as.im dizer a influencia e u poder do partido,
-em bjus todas ia ->e possa exercer essa inlliieu-ia e
es.e poder He possivel qoe o partido subsista s
rom ol-iin- elementos, qn conla nesla cidade, mis
sera eaiar I, irramn-a 1, relacionado ruin lodas i<
comarca- da provincia, em contacto cora nossos
i one-i do malo e d cenlro, disnns
as,-,,,,,,,,, ,.. Bin ceilo qoe admira. I toe uBo possa eu tScfr, para croar r educar meus
lera regido s"inpre das personalijadei Isl he pohret irmaosinkot !.. E fui esle o seu derradeiro
alenio.
No dia seguinle. una lusa fnebre cubra as re-
liquias murta.-de 1,1 digno e nobre lilho, nos claus-
tros de Santo Anlnuin.de Serinliaem, a vista de um
modeste e triste corlejuT
.Na he possivel dpserevern eslado de perturbara
em que se arha aquella lerna mil parece-lhe que
ludo iss loi ura sonho lerrivel porque pasten que
sen lilho nao a podia ler assim dsixado no inundo
e que Dos nao Iha podia ler roubado lal lilho 36 ser.
lor. De vezemquaodo, ouve-o ella vil e fallar
K o que nos dizem .i esta ? A inarch rio liberal
lem -i I constantemente plagiar em um d'a, des-
eompor id oniro s.- davidarem, lujara vista os sn
arligos.
Quando sabio aclual ministerio, e emqoaiil
senao noinearam a lenles
para a I aruldade de Ui-
I r cerlo de reilo, elogion o Liberal o programma du ininislerio, no aposenlo prximo aoseu. e manda abrir a nnn \
oossos respailse conS.dfr..c..o .' l.re.o que to : por I e lez alguns pauegv..cos| aos atoUm, com especia-J da sal. em ^HKht.fmi^mM'ni^Vt^Sfi,
MUTTCS


-
WMIi RIMNCO OUfeT* M-ft 31 II DEZIMHRIO DE Ittl

horas c huras romo una estatua de niarmore, pli-
da, immolul. pabifiiaiU, e tnlranha-ae pela intelli-
genrta uns obscuros m)0lat0t 'la morir.
A reali l.i le he que tiahriel Atch-ojn de Vaseon-
eellos Boorhon de-ajo atecen denlre m.s, e voou
o -pin d< lieos, rom IS non e X inezes ile idade,
niiiiiij huii do Lbano, que le arroja denlre os
pas, e se engolpha no azul do spaco, un uin oca-
no de luz.
i ir.ih.iail- lie que os morios somr.s mu, que nos
HmM allliclos oo meio da lamenta com o ms-
teos da u.io ein que vogamos ; .- que oa vivos,ver-
dailnr imcule vivossao os qu p>r*rtn rapillos como
a sombra, e vio assenlar as sias.tejf.das na gloriosa
manido da lu.
Ij i u I c ti ra para sempre o noto slro aos ps do
Senhor, a rogar por seus bons pais,pjr seus churosos
irmaos, por lodos os seus amigos, e al por aquella
qoe, para suaviur a dor penetrante de toa querida
niai. aqu consagron eslaa buhas que a Hurtarte lite
dictara, como orna coroa de vilelas humildes, que
ileem lestemunho das lagrimas que lambem verle
rom ella a sna sentida amiga e prenla :
C. ti
Recite, dezembro de I8ti.
I CREDO CATII0L1C0 E O CREDO ONTOLO-
GICO COMPARADOS.
Credo ratholieo.
i reio ero Dos Padre
todo poderoso, creador do
< iv e da 1 ora
Creio eni .le.u Chrii-
to, uin so seu Ribo, nosso
Senhor, o qual foi eonre-
Credo OH'ototjio,
Creio na vonlade de
Dos a qaal he a pessoa
principal, a pessoa cen-
tral da Trindade, aquella
que exprime o ser ; creio
que Dos nao he livre, it-
lo tu, creio que elle quer
necessariarnente aquilln
que quer, assim como
creio lambem que quer
sem saber o que quer. 1
Creio na mtelligencia
de Dos, segunda pessoa
da Inndade, orna s (ilha
nido por obra do Espiri- da vonlade de Dos, pelo
,0 Santo, nasceo de Ma- qu;| foi gerada ; creio
ria Virgen, padecen sob
o poder de Poncio Pila-
to, foi crncilicado, roorto
sepultado, deseen aoi
infernos, ao lerceiro dia
resarci dos morios, sa-
bio ao roo e esla asienta-
do man direita de Dos
Padre, donde ha de vir a
llgar os vivos a os mor-
ios
'.reio no EspiritoSlu-
l".
>a Sania IgrejaCtlho.
Iica ;
Na commonicar.in dos
Sanio. ;
Na reniisssao do. pec-
mtm:
"vida eternaAmen.
Oror-co ralheliea.
Pilar de Orlis Deu,
Miserere nobii
I ili He demptor muurli,
Deus, Miserere nobis.
Spirilo .snele
Miserere nubis.
Deus,
que cumpnndo qoe essa
intelbgencia desresse ao
mondo para dirigir a von-
lade do hoineni ao bem
absoluto, lomou ella a
carnt humana sendo con-
cebida por obra da sens-
bilidade de Dos ; creio
que a inlelligencia de
lieos assim encarnada,
Pidcceu ob o poder de
oncio Plalos, foi min-
utada, mora e sepultada,
desceu aos infernos para
instruir os que l eslavam
sern ter podido ouvi-la.ao
lerceiro dia resurgi dos
morios, subi ao co ees-
ta sentada i nio direita
da vonlade de Deos,doDde
ha de vir para na existen-
cia de atem tmalo de-
terminar a eternidade do
dever para un- e a eler-
nidade da infracr.lo para
oulros. (2)
Creio na sensibilidade
de Dos, tercena pessoa
da trindade, a qual pro-
cede da vonlade e da in-
telligeneia da Dos; (3)
Na iofallibidade da on-
lologia ;
Na rnmmiin ir.icu e so-
lidariednde dos sabios on-
lologicos ;
No direito que ellas lem
de desrompor a quem
os conlradiz ; visto que,
consislindo a lbenla Ir
na capacidade de querer
o mal, de infringir a le,
moral, nao he isso ne-
nhum peccado ; (4
No triampho eterno da
doulrina ootologica,
Amen.
Orafao ontologica.
Vonlade de Dos que
es i pessoa principal, e
central da Trindade, tu
que gerasle a inlelligen-
ria de Deo, e que para
nao seres sujeita coac-
r.lo iiem a fataliriade.
queres necessariarnente e
sem saber o que queros,
Miserere nobis.
Imeliigencia de Dos
que rs gerada pela vonla-
de de Dos eque te limi-
tas a eonhecer o que essa
vonlade lem necessaria-
menle querido, sem Ibe
poderes l'ornecer nenhum
molivo, .Miserere norrrs.
Sensibilidade de Uros
que procedes da vnntade
e da iutelligencia de Dos,
tu que amas igualmente
assim o bem como o mal;
assun o justo como o im-
po, Miserere nobis. t.51
la, le que temos sido lauta- vetea victimas, meteu-
do-nos rtesle modo siaiviai dan revolures paciliras,
que incvilavriui, nir ubmciterao a forra ao direito,
a,materia intelligsmria, porque uislo he que esla
a ordem.
lie assim que se vao desenvnlvriidn as tendencias
da nona sociedade, r me parece prximo o dia da
organi.arao ile um grande partido, que se inrarrr-
gara da verdadeira inissao que as sociedades leem
enrarrega o ios que esl^iue para'governa-la.
En vejo eheiada a poca eiu que ledas oj homens
honestos, e qoe comprohendeui a comln ci',- do
progresso sem revulur Jes armadasr sem guerras ci-
vis. se vao entender para em romnium salvarrm a
patria, Beafia de fura e pleiteando a causa de des-
unranisacilo os homens exalhdrre; os que conslm- ..
en.ente pe-cam as aeuas lurvas, os que querem I das .'e madeira, riles
a conservado do tluln i/uu, ruslc o que CMlir.
A pedra-olla da monlanha seguir otea desiino,
a provorara.i fela da alto do Irooo a livre expressao
da vonlade nacional surtir ledo ou larde seu effeilo
porque ella so baslou para dilatar e esclarerrr o nona
horisonle : c semtehaiite aquellas palavras do fon-
dador do imperio acabou-ve o lempo de ensaar
os homensdescobiio ao longe essa mullidao de reos
que > pailita e intereses mesquinhos e facciosos
liverem para scqurslrar a verdade e o bem das vis-
tas inda as mais penetrante! e esclarecidas.
Em i.la .le le reflevo o augusto principe, que pre-
de ilrases de-lilaiam esta manhaa o nao obslanle
a poura queda que teuho para este corpa especial,
xi-me obrigado a fezer-lhe justica. llevo drzer
lambem que so a RaMia he rapa* da montar nina
avallara ieual. Vi milis de dez mil raval.os esla
inanli.la, eiiein un so d-ivana se passar enlre luis
por mu bello cavailo para ollirial. lie uina nova
orLMinsarao ilevida ao genio do imperador.
l'onho lim aqui a is elogiaa, porque se qoizjNM
ludoditer, ngo acabarla. Praferes qae le Talle de
mim ? Poli bem I pao as mil iiuraviihat. o lem-
po he bellissinio. Ouaudo ngo rorremot como o
o i-inpo as euvelher,a. Sao urna calamidade os
laes iiireudtos ; mas sendo loilas as rasas ron-lrui-
ao inevitaveis. Contado o
imperad, r visiiou comigo em lola admiraveis
rniistrurres de lijlo e Ierro, desuadas a famosa
manufaclura de armas, destruida ha pticos au-
no.
Nao sel que na Inclaterra mesmo baja e'tabele-
ciinento t.lo conaidertvel e so- mudo lo bello, lis
engeoheirosalo rerlamenle homens de merilo ; mas
que recorto) tamhem o imperador nao nee'ditpo-
sijao delles !
O imperador be para mim, o que lem sido sem-
pre de urna lininiaiir perfeila. t.ioe teuho luto liara
elle J Ainda nada ; Irala-me, como se me devesse
side a nossos deslios, ha dous annos iem proferido gralidSo, e do mesmo modo que o laza lodosos
phrazes dignas da alia missu de que o eucarreaou a personasen*, que o cerrain. Nao me deixo cegar :
sociedade, nao tendo em sua vida inda nova dado tu me roubeces bstanlo para saber que son jotlo.
razao para qnau nao creamos entrado verdadeira a Kepilo-(e pois o que sustento ha muilo lempo : a
lealmenle nesse caminlio, nao nos cumpre embarca- Europa lem a mais falsa idea .lo caracler de S. Al.
lo, e antes a nos ver.iadeiros revolucionarios, que Horacio Vernel.
compihendeini o fuluro, compre ajuda-lo.
A verdade he infinita, manifestada urna vez aos
horneus,sahida do scudivino leito.seus caudaes regam
ver Hender, e a Moldavia ; depoii enlrauos na Po-
ilolia. Valnetk, grgo durado de Vartiivia. Grodoeook
e \a]n'u-k. Veris na caria que o nosso pane o lu
longo, figo quiz ver Odetta, que nada lem de iole-
raatanle para um pinlor.
Eu tinlia, romo supponbn ja le havrr dito,
una cxcelleole callera, seis cavallos, t.arlos ao mi'u
lado e lia bolea mil criado que fallava o rusto.
Miuha bagagein eslava fechada a clave nascaiii-
nbas ; urna Irasipieira, que era prvida lodos li-
dias no un memo em que paravamos para jaular,
afim d- termos o qoe nausear ale a manhaa do dia
vento, doino.amo-nos as tres lindas cidades, Sjoasi seguiute. porque s nos sentramos .i mesa una vez
, porqueios incendios nao deixam que | no da. ti Imperador he uiuiln sobrio; come so-
menle sopa de couve com loucinho, carne, cara ou
pene, pepinos salgados, eso bebe agae. Eu beba
vinho ; quanlo ao mais, accoinmudava-nic mnilo
bem. iju.uiilo nos dcmori vamos, a coznha
em ca-,i
sua rasa
quo se poile
Elisabethgrnd :in de selembro de IS5.
Passo de sorpresa a sorpreza. Naverdate, em
e fecundara o uuiverso.seni que o humera se possao- rranea, nao se lem nenhuina idea da pane interna
pora seu invanavel curso. da Itussia. qoe Iravesw ayora. Dou riescoiilo ao
Ior esta razao inda cu enlendo que sera vao o es- oum, papel que. por causa da rresenca do impe-
forco dos que pretendem por cerlas ideas theoricas rador, cobra mullas miserias mas dista roto resul-
ronservar a sociedade dentro de um circulo estrello, la menos para mim i conviccaodu que todas as ins-
rremlo que conbcceram ludo, sabem ludo, viram lo- litair;oes fetas pela vonlade' do guverno, endem
do, e proveram convenientemente todas as necess- ; para o progresso.
dades do paiz;por mais que en acredite que ellessa- Pelo exercilo he que a liberdade te inlroduzio
bem ludo, c que a experiencia nao portera nunca | aqui. Tolo soldado he livre, e seus filhos recebem
modilicar suas ideas, e suas previses. Felizmente, \ urna educarlo, que os collora de direito na posrao
nao obstante nosso proposito, e nossa omnisciencia, de olliciaes inferiores. Mais de dez mil- saliem o-
a verdade nos esclarece, nos obriga a marchar : e dos os anuos das colonia militares, sem contar as
a vaidade que contesta ese movimcnto, levada aos i escolas dos cadetes, que fomecem o mesmo numero
empuxas, ve poocu a pouco esvarcerem-se suas ron- ile oliciae.
viernes inabalaveis. Estes ltimos eslahelerimeulos sao admiraveis,
lenho muilo viro prazer de me deixarvoluntaria- nao so pela torea dos estudos. mas ainda pelas corr-
menle leyar por essa inaravilhosa impnlsao, que he modidades e zelo.^Nflo hesitara um minuto un con-
o resultado do desenvolvimenlo da verdade na razao lar a educado de nonos queridos lillm- ao svslema
a: aqu em oso, se nao fosse preciso, primeiro que (u-
lodas as espeanras terrestres do homem, por
qae elle nao pode crescerua verdade sem crescer no
amor, a o amor e a verdade sao os dous elementos
da sua vida prngressivamenlc mai perfeila.
Drbaixo desle ponto de vista en apreciare! o enn-
corso que me cooliiiaarem a prestar meas amigos
de sempre, republicanos como eu, e que como eu
comprehendem, que nao temos direito de ida-
par.
N3o querendo porero ronlinuar na lula dos parti-
dos actuaes, era auxiliar a imprensa fora dos canii-
nhos em que ando, leudo nutro tanto escripto aos
meus amigos, principalmente os de Goianua em dias
de novembro para qoe a imprensa da opposic,ao
republicana livesse meios para proseguir, e licando
elle de responder-na, retiro o pedido, e liles agra-
de?o a seguranza que davam de sua ooperaco.
Se pirern nao pen-arrm como eu pens*, entilo
levaiilem essa imprensa sob oulros auspicios, porque
mui lealmenle me hei retirado para esperar.
Vcrei como se refunden! os partidos, e lomarei lu-
gar no que eu vir desejo sincero de progresso mo-
ral e material sem compromeller a paz. a liberdade,
e a ordem-e nao progresso rclleclido, qae he sophis-
ma e nesarao de progresso.que he arma tillia para
conservar para relrogailar manielaiido-e a liberdade
embarazando n livre curso da razao, e deslruindo to-
das as|insliluires garamidoras.
Em concluso declaro.que durante este auno, que
acaba.nao me compruinclli em emprrza alguma po-
lilica.f'ora a eleicJIo ; e que assim n.i.i receb para
qualquer lim de associacao ou individuo somina para
destino ai. um ; e que todas as despezas pulilicas e
nao polticas loram feitas a roinha cu*ta, nSo care-
ceudo todava eu despender com eleires cousa al-
guma.
O que tive, o que lenha adquirido durante estes
TJ anuos,a contar de IS2t, foi rousuniido.com a po-
ltica revolucionaria ludo penti menos a honra.
I-.ni compensaran, resta-me a coroa do mirlvrio.que
conservarei como frnclo de um passado glorioso, no
qual minha ronscieiiciu me nao aecusa de ter feito
mal iiilensi'iualmi nlra pessoa alguma.
Monto Bordes da foneeea.
&<>ttt$pimbcna.
Recife *l de dezembro de 1856.
AS MIMIAS DESPEDIDAS.
Ao parlir para a corle do Rio de Janeiro,mi e le-
nho a raicita lamilla.eu oigo dever aos meus amigos
algumas palavras em despedida.qoa servirao lambem
para o paiz.
Pepso ler-mebem explicado em meu manifest de
in de novembro, que os Sr. redactores do Diarlo
de Pernamburo se serviram publicar no na Hl e
qae ja se acha transcripto em oulrus jornaes do im-
perio oao repetirci o que dase ; direi algumas das
raznes que me levaram aquella lirme rcsolo<;ao.
Esludando quanlo me permutiram ininhas forras
iutellecluies por :\2 annos esta nossa suciedade.ve'n-
do a corrupran cada vez mais poderosa, o governo
ada vez mais senhor, sem que o povo lenha a m-
nima acrao nos negocios do estado, compreliendi a
final a verdade de qae sendo condirrao de perma-
nencia e rslabclidane dos governos o estado iulellec-
lual a material do povo, deveodo ser por lano elle
a expressao da vida do povo nao esta no arbitrio
dostheorisias formularen constiluices para snbmet-
lercm esse mesmo povo.
Sea legislacao nao representar fielmente as con-
dicrcs da eiislencia do povo, mantera g sociedade
mnima periui li.iriio permatienle. que ahnal Irara'
revolncofs, coma nos lem aconlecido desde IS-J-2.
A humanidado marcha ao complemento dos seus
altos destinos,o chr istia nimo penetra por toda a par-
le, a obra da repararao que Jess Chrislo eslabele-
i*u, trar a liberdade religiosa, poltica e civil ;
a inteligencia sera emancipada : a forra Lrula do
poder desapparecer.i.
Se luje a reaina > popular ronlra a forca bruta do
poder sc|nao manlesla.ainluamos isloa grara e von-
lade de Dos, que nos coi di i / por novos e desco-
nhecidos camiuhos, qae aos eslende seu omnipoten-
te braro para salvar-uos das revolurps saoguiuolen-
Sr$. re1artnre<.Tenho por mxima que aquel-
lea a quem fallecem oulros meios para prova desaa
gralidao aos favores recebidos, ao menos os mani-
leslem mesmo em sua simplicidad? por meio da im-
prenta, para que os mimes desses homens generosos
nao tiquem restrictos ao circulo do rorarao recoub
cirio tilo somenle.
l\a rmpossil.iliilaife, poN, d demonstrar o re
justo rerunliecimenlo e sincera gralidao pelo bene-
ficio que acabo de receber da bondadosa nulo do
[lim. Sr. Jos Francisco Pinto liuimai.les, que em
mim pralicnu a delicada operaran de exlrahir-me
dos lesliculos om volume de I libras de carne.ope-
racJJo que rae lirn do leilo da dor, em quejazia ha
annos; venhooteupar, Srs. redactores, um peque-
o espaco das columnas do seu Diario, alm de pu-
bliraiiienle agradecer ao referido Sr. cirurgiao Pin-
to essa cora ijratuila, que lan aecurada e perita-
mente em mim pralicou; ao mesmo passo que po-
nlioasua dispwleJM o presumo que em mira des
cobrir, ja que nenhum oulro meio lenho para com-
pensar o sea trabalho c desvellos para comigo libe-
raliados. "
Eu seria igdalraenle ingrato, senlo patenteasse
esses meas sentimenlos em relarao aos demais sc-
uhores professares, que assisliram referida opera-
cao, e que com idntica bondade me prestaram o
seos servicos, calando-lhes os nnmes.
Recebara, portanlo, os Srs. Ramos e Partilba, os
protestos de minha estima e gratidao, senielhanle-
mente lodos aquellos mus amigos que benisnamen-
le despenderam seas obsequios em qoadra lia me-
lindrosa da minha vida, Ocando todos cerlos de que
cxislirao eternamente gravados seus numes em nii-
uha alma.
("u.lorf/o Maiwel Theodoro.
San-Jose :ill de dezembro de 18"(>.
do. fazer o sacrificio da liberdade individual.
Para DOS, franceze, be a retiniao de lodas as
vonlades que decide dos acoiitecimenlos ; aqu lo
dos coucorrem para o cumprimeulo da vnntade de
um u liomam ; he impossivel que o seja de oulra
son.
A finia ainda esla' por assim dizer em um cahos
que se dilucida. Cada om dos elementos tem seu
lugar; mas a grande lei que deve regalar suas re-
laees nao existe ainda. I.ma vonlade superior
podo faier esta grande obra, o estoo persuadido de
que esla he a constante preocuparlo do imp"rador ;
ludo que vejo lodos os das, me da" esla convicio.
.Nao olislaole minha repttlacao da hornera levia-
no, lenho visto lanas cous,s, que meu olhar poucas
vezes me engaa. Dirs : he orgolho N3o im-
porta ; he a opiniaode um pintor que, como Fene-
lon e Uusiuel.nao falla a mnlliuao. Se me engao,
fi.:remos qailes para vir depoi, borrando nossos
despulios.
Fallar-ledo paiz que percorro | Desde Mosco*
ale aqui. s tenho vislo grandes planicies, curiadas
de distancia em distancia por qoebradas dos ribei-
rosou dos ros Volga, e Dniper, ele! lima mul-
l lao de inoulinhos de Ierra dizem ao viandante:
aqui se combaten. Vencedores e vencidos Oormem
juntos ; a re I va cresce ao mesmo lempo sobre o ca-
dver do trtaro, do polunez, do sueco e do cossaro.
lia um delles que me faz baler o curaca i ; lem
em cuna urna grande cruz, na qual se le :nanlo
a Pedro, sabei que elle ata sent a morle, com tan-
to que a Russia viva, assim como vossa f, vossa glo-
ria e vossa prosperidade.
l.emlo -esfas palavras.' duas crandes tombras
me apareceram : Carlos MI e Napolefio, I'ullavva
e Waterloo !
fiuerido.amigo, meu pobre coracao comprimio-se
com a lembranra qoe aproxima estes doos campos
de bafalha onde duas grandes glorias e deslizeram.
Aqui, ao menos os inimigos drmein juntos debaixo
do mesmo montculo, donde parece sahir esta voz :
llenis de nossa morle, a paz N
Alas oslo do Waterloo osla' coberln de monu-
mentos, que su attestam a derrota dos francezes e o
Irinmplio dos inimigos. Nenhum signal moslra o
lugar onde repnusain os reslos dos nossos balalbOw:
mas o universo sabe que elles rahiram com igual
valor, de nina exlremidad a oulra deste campo f-
nebre e arremetaaram-se com impelo heroico na
ni i n i" r al admirarao dos povos.
Ja estamos em um paiz, qoe aprsenla urj carc-
ter novo ; os jmleos comeram a apparecer em gran-
de numero. Com a minha Biblia na mo eu os
encontr por (oda a parle, mas vi, immnndos, do-
.enles, rlcoa humildes
.nais delirad- ; fazam-nos cumer belarda. alce.... ;
Al o prsenle su Ipin havido reunioe
do Sr. omle tenho ido tres ve/es:
he enlmenle o lugar mais singular,
adiar no mundu iuleiro. A duna da casa, ootr'ora
dansariua da eompanhia Franconi, pruna tabre a
mullniau de amigas, que se coni|nie de aclriiea, es
liireiras disliuclis e velhai ele...... gente do scula
\\ II, enriquecidas pelos boiardos, que e arruina-
ram para represenlarem de pequeos P.nhelieus ;
ludo isto iulerla a mu-a ejiroduz prosa.
Pura os homens a musa "lie inleiramenlo diversa;
ha una inisrelanea : os emhaixadores, os principes
esgrimidores meslre de dausa e de lingna francez]
ingleza ou de charabia, pintores de historia, de de-
coraejie, ele, ludo misturado com os adores, advo-
gailos, negociantes de velas, doces ; lodos sao com-
padres e enmp nil.eir.is. e senos como se rslivessem
em casa de Mr. Roizol.
Pelo menos quando urna pessaa se mrameII. com
,-. -----------1 pen-aineulo meus
da cu.fo,uS. ''.'" era ol,jecl" -- tgaram-me nos bigedes .. lagri-
franrVes ana \a,!i7': '""t '" ""'US ?* VlT "? m6 Vem "5 "ll""- "'*" ^ dor 1ue si"'". ">
ao pru|.ssqes o !. ? "' T'C "a3"' de5!e" P>'"'"Si que me hca das carinas destes me-
-ao prnussnres oa j,i o foram, de modo que nao nios.
hoove um sii que Dio me vtessa ver com urna tropa
ile rap.izes. L'ns me diziam : a Senhor, eu vo sup-
lo" m'd'miJ.o'i''1"* : grande tu sia "l',eccl<",1"Jo "a P"1"""' e P ** lell. em respes., a qae tive a non-
i u de enviar-" ": -'--------- -
Causasle-me bailante alllicrao, diztndo que Ho-
racio escreve mal :... Enlrtlaulo, se o lino be me-
. ----------------- ^j"..ta ..- i n.ui .1 ZXII cita
oraem minha ollicina, enlao lie possivel que ludo
quanlo te c.crevo, tome se ir.lelligivel para li...
Miz :< l.uiza que agradeco-llie as noticias que me
di de uo.sos queridus filhos ; ella me laz viver com
enes eu os vejo passear de braco dado, vestidos a
rana e bracando-ta como dous irmaos que sao. Nao
m os represento conversando, porque um delles aiu-
da nao falla. *
Horacio Vlrnet.
UM'iTiih.rt.
i Ha em Dos tre pesteat, assim romo ha uo
homem tres pessoas ; a vonlade, a iutelligencia e a
seusibiltdade. Qaal destas tres pessoas de Dos he
a principal, a central, aquella que exprime o ser V
Indispuiavelmenle a vonlade. Alas esa vonlade
qaer ah /eterno ; logo se mauifcsla 6 .rferno ; lo-
go se conhece ab iriern.
Dos qner ab mttrno, e i manifeslarao le saa
vainada he o bem absoluto ; a vonlade d'e Dens s
porque he vonlade a vonlaie infinita nao pode dei-
jar de qoerer. I.ogo Dos quer necessariamenle,
Meos qaer absolutamente, Dos qaer pela necessi
dade da saa natareza. A liberdade em Dos se-
na _- urna tmperfeiro, urna /raoueza, una
-onceiro repellida peU esencia divina.
B se a propria iutelligencia de Dos nao pode for-
necer motivos i vonlade de Dos, que qaer por que
'Ier, como oasaru a InttIHgencta humana pedir a
ueos os motivos de sua vonlade '.' Dr. Feilo/a. Dis-
eorso sobre o destino do homem.
i\ A consciencia divina mexislindo ab iriern
H- T0! !,."ina' """" "' a clividade ab
>nernn. aj Iutelligencia divina lie poi o verbo,
mi!iie.COm a,VUDl"de divina, e be gerada da von-
bata divina, ll, gera-ta, peque a ialelligencia
iiasco do seio da vonlade, mas nao lia cranlo, por-
que a cranlo implica successa.i e limite. "
Eis lemos cousliioida a Iriiida'de' clirisaa,' nica
eipliealiv.. da natureza divina ; sendo a \ onfade o
Sml',,' ,;,l?"!!;1,,nC" m'"' Amor, o Espirito
VoiUde lUleU'*enc"'' '"l'. Porser geradu da
VIAI.EM DE HORACIO VERNET 110 INSTI-
TUTO] A' KUSSIA 184e ISi:l.
l-ragmentos inditos da Historia dos arlistas vivo,
por Iheopliile Silvestre.
Suminarin. Moscuw.Novogorod.Fm lasca
Irigesiiim annivrr-ario da lomla de Moscou
O kremlin.Kiiur-k.Riqueza aqricoa.("o-'
loma mililar.Ilelle/a dos civatlos.As cidades
da madeira.Manufariura de armas ile Tola
Caracler do imperador. Elesabclhgrad. \ mi-
seria e o miropre.Educaran militar___A Kusia
lie um cabos que cumeea a es.:larecer--e. \ von-
lade da um so e a vonlade de todos.Horacio
\ emet, Bonoel e Fenelon.Pullavva e W-ler-
loo.A lliblia e os Jndeo.Varsovia. o /toteo
do pinlor Ingres.Sao P.lershurgo. \iu,ia Mr
lr,gri..._Solidau._j,ijr, russa.-A ceia do im-
perador. Os prisioneirus francezes.Os saines
russos.
S. Pelersburgo ti de dezembro de 1842.
inte horas de noile e qu-lro de dia pessirao, eis-
aqui, rl.,,iu amigo, a que urna pessoa estj reduzi la
aqu, i.omo se pode pintar .' como viver.' como
denar marrar de desgoslo .' Alem disto i!t araos de
rno e a esperanja de ver logo duplicar a dnse Cum-
tudo drvudizer-la que o fri he o menor dos in-
convenientes desle paiz. O uiriz he su quem soirre,
porque lin.ilmenie sent-,e calor no resto do corpu,
tanto cuidado lia em piemuur-se conlra o rigor do
invern.
O nico prazer que gozo, he do treno ; mas co-
mo nao saio de noile, meu gozo su dura o lempo
que levo era ir de ama para oulra casa. Janto qua-
si lodos os dias na cidade ; a noite passeio, e todos
os das repuo a raesrna cou-a. Isto he no rigor da
palavra, porque nao ha a menor variedade. Ouein
vio um mujo vio lodos; quem jauln ama s vez,
condece lodas as enzinhas ; quem ouvio nina con-
versacao, nao lem que esperar cousa nova no dia se-
guinte.
A mana da poltronas he excessiva em lodas as
casas. Quando una pessoa entra em ama sala, de-
ve comecar por manobrar, a lim de chegar aos do-
nos da casa, pateando por cima de (odas as pernas,
que se ctuzam em lodos os sentidos, e urna vez cer-
cado em um canto, he o diabo para sahir delle.
I oucas pessoas se conservara em pe ; nao ha chami-
ne, como enlre nos, para ponto de direcr.lo ; he um
mek-melo de costas e raras que loma impossivel
tallar a oulra pessoa senta a que esla em frente de
nos. Se he urna linda raulher, para agradar-lhe,
deve-se dizer ou ouvir dizer mal das oulras ; se he
cia, enlao o mundo inleiro nao vale nada.
Exceptuando se a familia imperial, da qual se faz
constantemente o elogio, a conversado nao ha ou-
lra cousa ieii.li om cbarao perpelao, sera cor, sem
smele, pela razao de qoe lodos os Russos lem a
mesma educarlo, levada ao mesmo grao, e porque
sua indolencia nalural nunca excede a dose indis-
pensavel. Pensa que aqui aprecia-se muilo teme-
Rante alimento.
A respcilo do que se chamagente de alta plana,
ha urna uniformidade li.i grande, que nao da ma-
teria para ohservaroes. A primeira reunila he co-
mo a ullima, sem que seja possivel ajuntar urna su
modificarao. Algumas vezes digo a mim mesmo:
" lie porque es velho, e nao lens o mesmo inleres-
se no .que se pisa ao redor de ti, como tinhas,
quando luinavasnma parle scliva as pequeas in-
trigas da sociedade : n mas lulo, vejo muilus jovens
olliciae., homens de todas as dade, diplmalas de
todas as nacoes ; ningoem tem anima;ao, todos pa-
recem oslar telados alr a barba, e creem ter costu-
mes porque nao leem menliom sentimento.-.. Oxa-
l;i se lo osse em bem da virtuile !
Horacio Vernel.
Summarin.
Carcter do rz.ir NicolaoO terror. Edocanlo
militar.lrisuririrao.--Executao.EnfaduCeoda
Itussia. O. cooirahaiidisias.Itoraeio
.....""... Mr,&.'Z!!B8%Sz%g* v"
quando estivermos as fronleras da Moldavia, eo
aneonlrarai todos os hbitos dos meas queridos
Orienlaet, que lodos os dias amo ainda mais. Quan-
lo rnaisenvelhero. mais o pass.ulo me porania, mais
o fuluro me parere breve. Preparemn-lo portanlo
o melhnr possivel. Passo excellenlemenle ; lCO
meu ofli-io de aiidorinha como ha vinle anuos ,
depon da minha partida de S. PelorsbnTKO, lenho
visto dnzenlos e oitenta e qualro esquadres.
Horacio Vernel.
Varsovia II de nultihro de IKli.
A raeepfta que lodos me lem feito aqui, me li-
songearia bastante, se nao cstivesse acosluinado a to-
la por loda a parle. Ab que orgulho Nao. nao
he ao meu merilo que atlribuo tantas honras I He
a minha boa estrella que devo a bella pasirao em
que me acho ; nao lenho ootra vanlagcm Meta le-
la seguido, em lugar de procurar govcrna-la por
meios faclirio. O pateo de Ingres aqui he ama
prova dalo. A sociedade que cedo ou tarde allen-
de ao mrito de cada um, nao tendo sido excitada
por urna palmada, deixou morrer nm snecesso ama-
dnrecido na estufa, o ar livre o matou.
Horacio Vernel.
S. Petersbnrgo l!l de outuhro de W>.
Enrnnlrei ama seila de jadees, qae e dizem des-
cendentes em Imli i recia ilos captivos de Babylonia.
Esla eila chama se Carairas. Devo eenfravar que
ella lem coslumes nteiramente particulares. Pjo-
curo adiar as relaces que elles tem com as dos ara-
bes e ja tenho remoliendo militas.
Horacio Vernel.
... l"teisliurgo > de novembro de IKi.
fcis-me iattallada em casa do maire : lenho ums
pessima eseada ; urna verdadeira qnebra rabeca, o
.. Nicolao.a-
po eao a cavailo.Treno dado a Horacio Vernel
pelo imperador da RussiaOs a.vores de una bo-
hemia e de orna nobre A feira do NatalUrna
mullier gorda viaja em treno.Quadro de ramilia.
Que invern !
Sta Petersburgo 13 de dezembro de 1SS-2.
Por mai, que digas, minha paitan pelo imperador
nao he como pensas. Paro-llie juslije, nao he om
homem ordinario ; mas minha querida amiga, elle
esla longe de ser perfeilo. Tem ludo que he preci-
so pra se fazer amar das pessoas, que iiAodepenrtpin
delle : mas por pouco que exerca sobre vos a menor
.-inloTi.la.il' he o hnmem mais duro, que jamis te
oho cn-onlrado. He verdade dizer, "qae m mate-
ria de disciplina nao se pode ser de oulra sorte. Os proscripto, pedio-lhe perdao de a ter privado de um
.- que bem longe delle,
ha alguem qae o ama lao lentamente. Quando irei
dizer-lhe isto .' Fallemos de oulra coua.
Sao dez horas, o da apparece, vou lomar a palhe-
la e soga* a cabracega com meus pinceis.. .
Horacio Vernel.
Sta l'etersbarrro l'Jde dezembro de I8i2.
Receb ama extensa caria de I.uiza.-ehara amiga;
a felicidade de receber noticias de vosss lodos, tor-
na-s para mim cada da mais preciosa ; porque lo-
dos os das sinto mais vivamente, quanlo he penivel
a urna pessoa estar longe de lodos os seos all'ectos.
I udo, ale a pintura me faz peca ha quasi dous me-
zes; vivemos aqui s apalpadellas ; o sol brilha co-
mo urna porcao de velas cercadas de papel pardo, e
o patife entretanto lem bastante calor para derreler
lodas as maniras doos pes de nev ; de modo que
estamos como as mancas, quando fazem p.... na ca-
ma debaito de urna espessa coberla, e com as cos-
tas mulla la-.
0 delicioso treno desappaieceu ; nao se faz mais,
senao navegar sobre tima especie de granito a moda
napolitana, que nao vos permute evitar o baracoa e
allos de um terreuo e.cavado por toda a parle. Te-
nho os rins qaebrados pelos saltos e sobresallos,
que dou, loilas a vezes que saio a' ra. Dizem qae
breve virao as grandes geadas; qoe o co entao tor-
nar-se-ba claro. Chegue pois esse momento
Entretanto vamos ver asfestas de Sta Nicolao, qae
s3o rabulosas em luxo e magnificencia. A missa e o
beija-mao sao de ama somploosidade que nao lem
comparacao em parte alguma. Todo he prtla, ooro.
diamantes, e o novo palacio de invern nao cede em
uada a tudo quanlo tenho podida vetv. Oonheco
todas as cortes da Europa | eerlamente esta excede
a todas no que fere os olhos.
Para a fesla do imperador, liz Dm pequeo Napo-
leao a cavailo. qae leve suecesso, como de ordina-
rio. Fu. i objeclo de orna attencta nteiramente
particular de S. M., que me colloca sempre entre o
sta esladu-maior. A familia imperial enche-me de
allecluo.as dislincroes. Fiualmente ntbj manhaa re-
ceb um admiravel cavailo trotador, preso a um bel-
lo iren rurrado de pelle de urso. como lembranra
de sao Nicolao. Tive de dar 1000 rublo de gorge'-
ta. Islo nao he nada ; mas o embaraco he saber o
que taremos desla equipagein. Emfim, ha no mon-
do coasas mais difliceis de arranjar-se, portanlo d-
virtame-not... -------'
Umai historia importanlissima acaba de ter lugar
aqu ; he simples e dramtica.
L/n jjven dalgo dos arrelores de Moicow, clia-
mado Al..., apauonou-se loacamcnle de uma laven
noiiemia, com quem quera casar, nao obstante as
represeniarues de sea pai, que achoa meios de arre-
dar seu n:in por alguns das, r qae dorante a sua
ausencia, mandn roubar a moca e a casou cora sen
cocheiro, a que deu a liberdade e dinheiro.
1 assada a noile das nupcias, ella sabio, volloo pa-
ra o campo o desappareceu para todos, excepto para
seu amante, qne litigio te-la esquecido e senlou pra-
ca nn corpo das guardas. No .spaco de ."> anuos, el-
la pcrmauereti occolla em uma cabana sem que se
soubesse qae ella era visitada todas as noites pelo
rapaz,que para melhor Iludir casou-se unas emfim
mullier legitima, atormentada da vida mvsieriosa de
seo marido, tanto fez que descobrio a intriga e foi
laucar-te aos pes do imperador para obter vingauca
do perlido.
Levaram a pobre refog.sda para o hospital e lize-
rarn desaDDarer.e i-
nao ouvio mais fallar.
das as dores e todo o genera e Irumilhacao sem se
queixar, dando o exemplo da resignarao a mais doce
ua casa, onde se achava encerrada.
Quanlo ao amante, Btoram-o parlir immediala-
menle pira o Caucasn, onde ainda est.
Em lodo o lempo, que tem decorrido depnis da
separadlo, nenhum.-t correspondencia te lem podido
esiabelecer enlre os dous amantes.
Eolrelanlo ha pnocos dias um ollirial viudo do a.
xercilo achoii meio de fallar a joven reclusa, e na
converaacta fez-lhe entender que ella era o nico
obstculo a volta-do exilado.
Desde enlao ella lomon uma resolarao : achou
meio de fugir e foi ler a casa da mullier egilima do
ando ba-lanle, porcm hora ravalleuo e sitado; as, iJONSUl
tiras hllias sao morenas, mas ardentes, promet- Kendimento d.
----------- priimrl
curto mais pag.r nm da seu tributo a sonedade, dem do dia 30
Harem ale boje, lirme no cuninho de |)eo>i, e njo !
uppotirto que uma mullier honesia poeta ler oo'ro i
- que nao seja a ImitinVi. O mais mora de lo- |
he um rapa/, alto, bello, f-Jes rosa-
dla I a -J'J
OKRAI..
I
dos os irmaos, ur um ipaz alto, bello, races rosa-I i'l VERSAS I
l.s, espirito muilo culliva4o.de uma bondade e Reiidinienlo do di tVia
*"*-------* ** Man J 11. -l.i
1*9258071
*:068|utl
IHi:!)8:l57l
dn..-iira angelieaa, eaerophnloaa e por consrgumie
couxu. He o berdeiro da lamilla, depoii que nior-
reu-lhe o irm.lo mais velho.
O resto da familia, que cmplela a mesa ao jan-
lar, compoe-se de me-ties aja. Os primeiro,
felizes por denar os livro, locan llaula e cirmela ;
ilas segundas, urna he ingleza, traz ucelas verdes e
um chapeo pardo, parece ser do lempo da Clnriua;
a outra, poluuezt, he como dizia o finado conde de
I orbm uma porcalhnna que da saspiros capazes de
pin em desordem os movis da rasa, e alem disto
nina allemta que come, mas come a fazer tremer
Se en fosse o Pequeo Pollegada licuarla a caa.
Oh Qae brejeili .' Eis-aqui um par de queitos
que se pode citar; mas lambem no dia segua-
le.....
Nao lenho mais papel; termino, pois, muilo de-
pressa esla caria, com receio de que a allemaa nao
se apodere della ...
Adeo, pois, ele.
Horacio Vernel.
dem do dii 30.
7:8!I7jI7l'
'-9>ijK|-J
San-Pelerslurgo >\ de Janeiro de 1843.
Os das Vlo-te lornandu mais ctmpridus e japosso
Irabalhar seis horas ; por isso a lela cbrese e ea
cometo a renascer. Meus memhros voltam ootra
vez a sua flexibiliilade; minhas ideas reassomem
seu voa para o eco e meus olhos nao se liiam mais
Irislemenle na Ierra, que o sol parece ter abando-
nado. Que invern! Nao sei que alguem jmai
vtate am invern cuno este em sua bella patria O
IcrreDo est todo esbroado; ningueiu pode sabir
sem correr o nsco de afogar-se ou quebrar os ossos.
Oh! Maldieta das maldicOes! Como he que vim
a cahir em uin paiz, no momento em que elle eslii
endefiuxado, ascavad, iulransitavel'.
Horacio Vernel.
Preste.)
~~ 8:li5-..ls
_30 K IJEZEMBRO E^i ^^ N0 WA
Buenos-A,,et-Patacho br.silei'ro Pedro V .
Cono cv Ceatanhi,, m Z?mm\\ "' a"C
aasaenr brS e IIlasc,Vild^0, 80 <"""" m
sboa-Bngue Po^.S,'!r *"OC,r ""vado,
gsdor.,, mlSfrZtZi "*'"" rarre-
vado. **uc" Dr"ico e masca-
PortoBarca porlugueza *.- ,-
Rodrigue. Andr.de & XT'.\>0'"'*r
vaqueta. "panilla, 100 meios de
PorloBrigue porlOguet Ami"(ra A,
regadores, i cascos mel, 10 p.pa?L. ,os "f-
Porto-Barca porlugueza eUarle iv""len,e-
nio da Cunlia, 3-J cascos niel. Joa Au,-
Porto-Barca porlagneza .rlluarte IVa, diver.
MMll'fbilbcv.
I M I.NGLE/. AMOROSO. .
Segando afflrma o Jornal de Constan/inopia oc-
correa ha pouco am faci em kamara, que lera o
que quer que sej> de dramtico.
Um inglez bello e elegante manceba, apaxonara-
se por uma genlil vivandeira picmonleza. e como
Ibe era familiar o suave idioma da Dante, era mui
assidao em f'jzer-llie a coilc. O feiliceiros olhos
da bella italiana haviam, como bem he de esperar,
posto em campo rivaet immeusos conlra o oosio a-
paixonado inglez. Depoii de repetidas scenas.nasci-
das do confilicto de Untas e tao porfiadas rivalida-
des, o inglez, cada vez mais preso nos lacos que a-
mor Ibe armara, tomn a heroica resolacao de rou-
bar a sua Helena, para a libertar das perseguiroes
dos seos rivaes.
Por falalidade, estes, prevenidos a lempo, occor-
reram a lim de prender o inglez no pruprio ins-
tante em que este punha o seu projeclo em execu-
r3o.
O roubador quiz defender sna conquiste, desem-
banhaudo corajosamente uma espada que ja fora o
terror dos Russos ; purem, depuis de uma desespera-
da resistencia, suecumbiocrivado de frulas, prefe-
rindo a morle a perda daquella que lano amor llie
inspirara.
Esla pequea tragedia prnduzio uma profunda sen-
sacao nos dous acompamentos.
Em a noite antecedente ao lamentoso aconteci-
raeolo que acabamos de narrar, noile fra e chuvosa
um i.highlanderi) que eslava de sentinella vio um
mocho pousado na ebamine de uma barraca, baler
ler eslrepitosamenle as asas, a piando urnas poucas
de vezes lgubremente.
Ha quem ouse asseverar qae a barraca de que
fallamos, era justamente aquella em que repousava
o nosso namorado, o qual, nesse momento, souha-
va que tendo arrebatado a sna bella para ionge da
cubira dos seus rivaes, viva feliz na companhia da-
quella por quem ia todo sacrificar: amigos, amblcao,
gloria e patria !..
COUSAS DESOLDADO.
I.ma correspondencia da Crimea que publica a
Presse d'Oritnl descreve o segrate engenboso meio
imaginado por om soldado sardo para encher a stra
bolsa no dia em que leve lugar a conierencia entre
os chefes do estado msior dos dous exercilos, com o
lim de regular o armisticio.
Durante a entrevista dos rhefes de eslado-maior,
foram vistos zuavos que, com a garrafa na Bata, das
margens do Tchernaia brindavam os Russos, convi-
dando-os ao mesmo lempo a virem tomar parle nos
seos brindes.
Islo pelo menos, a nao ser verdade, lem sido o as
sumplo de muilas eorrespoudeucia.
A parle de Traktir eslava reservada para a pasa-
getn dos geueraes : com o plansivel molivo de afas-
lar os cariosos que teriam aflluido para o sitio em
que a conferencia devia ler lugar. Todava grande
tusaos de lodas as classes sao de tal sorte inclina-
dos preguen qne sri o temor os pode conler.
Quando nm rosso nao Ireme be por ser o mais co-
barde de lodos os homens.
Tndo aqui esl .obre o rgimen militar derde o
cozinheiro alr o magistrado de mnior graduadlo, de
sorte que o habito de pronunciar constantemente
seutencas, sem que seja per., illido ao condemnado
deixar a p..:ir,io de apresentar as armas, lem dado
ao imperador uma rudeza, que elle nao apercebe,
masque augmente a medida qae os oulros se cos-
liirii.nii com ella, e o qae o ha de perder, no dia em
qae a Tadiga e a inercia subsliluirem o temor que
ella inspira.
Todas esta admiraveis insliluircs, deque tete
nho rallado em minhas carias, nao exislem em parte
alguma era um es:ado t.lo esplendido; dir-se-hia que
sao randadas para lelicidade de lodos !
Alas nao a educaran, que desenvolve o espirito
dessa mullidao de maneehat, uao os leva por isso
mais longe. Todos elles vieram ao mundu para
permanecer em sua ciaste, nao pndem uera elevar-
Aloscoxv IS de selembro de lsj.
tulrei ua carruagem seis horas primeiro que o
imperador, afim de poder parar em Novogorod, on-
de quena ver uma igreja pilloresra e que dala de
JUO. As ponas sao de bronze esculpido, viudas de
Coiisiaiiiiuopla. Esla anliguidade he cariosa pela
mislura du sagrado cora o profano ; mas em summa
nada lem de nolavel. As pinturas grega. que de-
coran o interior da igreja ttlta bem conservadas -
mas o que distingue o edificio, be snbreludo -eu as-
peno bizarro. Parece feito de lobos, uns oncea,
oulros cheios, sobreposlos de maneira que os vasio
csiao sobre os solidos. O imperador reu
mira uaqtiellacidade.
Paramos alera de Tola para ver manobrar qua-
lro regimenlos de cavallaria, e noile vollavamo.
para Mosco, livemos um episodio inleressanle :
um janter em um estalagem.
Corramos como o venlo; de repente o imperador
pura, entra em nma frisca c no lim de cinco minu-
tos no mandn chamar para jaular.
nnraero de oflirae^ o -..iiia.i.,- .i- jm.m .Dh
-- "=E"' iui.,aS"- israidn A i ni pi.i, ,., Quatro annos -ollreu ella to- rossus qoe vinham roucloir o armisticio.
L'm liirqueiiu teria feito forlnna nesse dia memo-
ravel ; inrelizmenle nada disso havia. Que se ha
de fazer Era a perzunia qo. coma de bocea em
hoces, sem haver uinguem que a ella r-, i,.-.,. ,a(is.
fazer.
Cada um maldizia a falalidadc que o prenda a'
praia.
fcis que inexperadamenle, um vigoroso soldado
sardo entra corajosamente na agua e ullerece, medi-
ante um sold por cabrea qlironla rcis) passar para
o lado opposlo do Tchernaia, apszar da temperatura
frigidissima, lodo aqnelle que quizesse montar-llie
nos hombros.
He bem de crer que esta proposta fosse satisfac-
toriamente acolhida, porque pelo espaco de dos ho-
ras e improvisado transporte permaneeeu n'agaa,
transportando para a margem inimiga todos os ama-
doies que se apresentavam.
Ira sold! exclamavam lodos maravilhados
pela epantosa baraleza da passagem.
L'm toldo exclamavii o curioso toariste, n.lo
serei eu qae por llo pouco deixe de embarcar sobre
os hombros do enlrepido e generoso piemontez. Ao
locara margem opposta cada um a' porfa calorosa-
mente Un- agraderia o serviro prestado, zumbando ao
memo lempo do ollirio qne o nosso homem fazia por
lao p.iui'o dinheiro.
O astuto pieraontez apenas responda com um sor-
riso malicioso, que ninguem comprehendia, masque
linha lodavia a sua igiiilicir.in, como os nossos lei
lores vao ver.
Depois de concluida a entrevista dos chtfes de es-
tart inaior dos exercilos
marido, que devia amar, pois que lia, 13o infeliz,
nao linha podido esqaece-lo, e foi precipitar-se em
urn buraco leilo no gelo em um dos canaes.
Conla-se o qae ella dise a mulher de seu amante,
e parece que estere ao mesmo lempo admiravel de
simphcdade e exaltaban.
Era Ua bella, que a occullavam, qaando algans
estrangeiros visitavam o eslabeleeimei to, onde esla-
va encerrada. Ha anda ama mullidao de circums-
taucias, que nao posso dar-le aqu eque fazem a his-
teria muilo locante.
Esla caria le ser. entregue no primeiros dias de
Janeiro ; quero qae ella te d os bous annos. Veaaet
lodos lerao pensado em mim, nao duvido.
lia :i annos qu nesla mesma poca eu eslava lon-
ge de vanes ; mas anda que no fundo da Svria, eu
linha ao menos com qoem brarar-me na missa da
meia noite.
Tai
ea
i otilarte.
B
que atiendas bem ao qne escreveres, afim de evitar
que hajam cerlos equivoros. Deves escrever leg-
vplmenle. pela minha parle por mais que o laca,
n.lo o consigo. Espero que tu observar, entre-
tanto que ueste sentido foro esfor^os e talvez pro-
gresso.
A pintura de lugres representa om papel qae
auo fazia ser escarnecido, se soubesse como as
cousa aqu se arranjam. Com quanlo nao lenha
eu parlilhado o enlhosiasmn, que esla pintura ex-
cilitui em Pars, tenho sustentado sempre o menlo
do pintor. Sua escola pode ser fatal, mas nao re-
ulla dabi, que elle nao seja o que ite, apezar das
ir.spirares que pilha enlre o anligos.
Pela primeira vez em minha vida, cern os meus
cincoenla e fres anuos, eis-me s, obrigado a uceu-
par-me de ludo : he uma educac.ln inleinmenb)
nova para mim be preciso que ella se laca, mas
sem trazer, romo receio, algumas roodilirares em
meu carador; contante que anda seja pa'ra bem.
Durante os qaslro mezes qne acabo de empregar
em caminhar 3,400 legoas, sem ter (ido por a a dizer, occasiilo de trocar nma palavra eoin um ami-
go, tive lempo de pensar profundamente sobre o
fuluro. Vou Tazer applicarao de uma nova existen-
cia, cuja gravidade nao me espanta muilo. Eslou
preparado para a solidao, em que me achei na mi-
nln ultima viagem. Inleiramenle s em minha
carruagem oo em meu quarlo, quando dcscanrava-
nios em alguma parle. Ota .chava lempo para em-
Imagina nma pequea saa'de'madeira nina m. I*"'*" um Pul"v" **>* >' janlar ; a reto do
sa, qt.a.ro cadeiras, duas la.Uerri," un, 'at, ocrT.a" 7," [""""' "" a,"VMS" "mP manobra,
don, generae, nm pWjr^"^^ 2Z2&Z?, "" ""*
da poeira e do fu-
era srguir a inspecrao das escolas
Em ludo .lo t l.a materia
vilisario leem tra/nlo
qu.m he a Verdade '! He a inle|ligencia de
lieos. Eqaem he a hrieUigenela ,1c Dos? He o
verbo, fc quem he o Verbo ; lie o Filhu. i o0
CHiiiprta que o Filho desces.e eo mundu para diri-
gir a vonlade do homem ao htm absoluto, era mis-
ler ensillar ao homem qual a vonlade de Uro-.
O deslioo da vonlade humana lie' :ou -ubm'el-
ler-se a vonlade divina. |depoaitando pella a mais
plena ennfianra, ou infringir eternamente e-sa von-
lade. F. como a vonlade humana he eterna, porque
a alma he immortal, c por antro lado, o corpo, ues-
te mundu, he murtal : segu-se que a ress.jrreira,.
lie uece-.iria para, na existencia d'al
detrrminar-se a eternidade do dever
Henil.I*.ie da infracr.lo para nutro-.
Ihidem.
I A vonlade tle Dos, a iutelligencia de Dos, e
a sensibilidade do Dos, comopestoatConsliloin
mesma substancia e o mesmo ser, etc. Ur. Feloza
Ibidam.
I A liberdade consiste na possibilidade, na ca-
pacidade da qoerta. na possibilidade da infraccSo.
ur. reitoza. Ibidcm.
'.Y Pit sensibilidade de lieos dta-te os mr.mos ca-
racteres que na Intrlligencia e na vonlade de Dos
he infinita a absoluta. NelU pois n, lia amor li
rnenle na sensibilidad, do borne... que be Imita e mente diverso
ftlauva, qu. ha a paatlbilldade ,ln atHa Dr. I.-, Ihosamenle aqu me.....
! Ion no Bteio de nmi rolonii
Lina colouia inleira de iufonfanlaria insoagio-se.
nao firiiu um 90 ollicial ; lodos foram degolados a
sangne Trio. Os su| ailos condozdos pelos oniciaes
interiores tos seus cheles, Ibes diziam : i N3o vos
queremos mal ; mas .os i...... olliciaes, deuemos
malar-vos ; acibai de fumar vosso cachimbo ; vere-
mos depois ; a e com elfrilo vollaram. Ocrstigo sem
david foi lernvel, porque ninguem o coohecia....
tls regimentos furam licenciados.
Eis-aqui, querida amiga, como ludo se arranja na
Russia :lrahlln-se sem saber-se o que se lia de co-
iher ; en\erlam-se laranjas em umjpiiheiro silves-
le, c cre*e ler inicio. ; nobreza pretere dar lu-
do qoiini > po-sue de bom cora;ao,do que irparaa Si-
beria. Cuino le hci dito ja, este paiz esta sobre uma
mina, que ha de aluler indubilavelmenle, eludo
quanlu mo Hve barba, seja' exterminado....
N,lo posio dissimular-te que o aborrccimenle co-
mer o aprilerar-se de mim ; ha filo pouca vida !
aqui, que he mister a uma pessoa gastar o resto do
seu lempo em correr mundo ; nao he este o meo
genio jueste paiz nao se eiicmitra recurso algum que
sati.faca o coiacio e o espirito.
Adeus, querida amiga, abraco a lodos dentro de
minha tima. Nta preciso dizer-le como le amo,
minha pobre velha ; leu velho, sem embargo de seu
ar de niocilade, tem o espirite de saa idade, as illa-
anea nao lem mais poder sobre elle, e antes que Pie
liillcm as f. reas p'iysicas, elle deve arraigar seu fu-
turo.
Com as* h,. -..i j- uo.maiur dos exercilos inimigos, lodos aquelles qae
os nomes ^nnn. Pui"nos pronunciar haviam alravessado o lio sobre os hombro, do solda-
^cnsZetemas^^n^,0S,'- ?"^ "'*', P" do 1oi"" P"a a margen, esqoe.da pelo
pcnsainenlo mas aqai.... nao lenho ninguem mesmo eamiuho.
HORACIO VERNET.
S. Pelersburgo ."> de dezembro de 1S-_>.
Recebte sem dovida uma caria minha, na qual
te fallava com um homem desanimado ;. "
O sol da esculpiera e o co da Ierra arsilota da
Russia nao erara o menor dos molivos de In-leza,
''-"---------- nesreraua Sobre milhares de pclirots e reclama- s..mbiius e tristes peiisaineulosl'u va o Mida
rneslque lor.m entregues ao imperador durante a I ra do S. Sa/.aie Conlesso qij a idea de '
>' *-------- ----- ------.j v." .
tngoem pode tomar parle as saudades que te-
nho de nao estar ah para gozar com toda a familia
dessa uma .i de senlimenlus reriprocos, que faz a fe-
lir.idade do presente e a seguranra do uturu. Que-
rida amiga, diz a lodos que eu'os amo com toda a
forra de minha alma, a grandes e pequeos, benai-
os ale mais nao poder, e elles le retribuirn por
mim estas caricias.
Horacio Vernel.
S. Petersburgo, H de Janeiro de 1843.
Nao ha mais nev, as ru.s sao lavadas por uma
cliuva una, que nao cessa. Sao Petersburgo nao se
prove no invern, senao por meio de carre, e no
da de Natal lodos os mercados enlao cheios de carne,
petxes e aves geladas ; estas provises se conservam
alca qnaresma. Intelizmente um deirelimenlo de
celo acaba de ler lugar de repente sobre unssas ca-
bejase au mesmo lempo sobre toJos os conmeslives,
qoe hcaram corrompidos. He uma verdadeira des-
grana.
No dia de anuo bom nada ha lo curioso como es-
ta reir ; passe nella a manlia.i inleira. Imaginj
ras lormadas de bois, carneiros, porcos amonioados
uns sobre os oulros, enleiricados como pao, o qoe t
o machado pode deslruir.
He uin espectculo dos mais bizarros, sobretodo
quando chega a noile ; lodos estes curpos sao escla-
recidos por lampers ; os mercadrajes eslta sentados
no venlre de um boi ou as costa de um porco.
Cada um vos agarra pelo veslido para vender-vos
aun mercadura: lodo gritam ao mesmo lempo ;
nesl tumulto, eslive olbando com ar inleressanle
para uma porca cercada dos hlhinhosque, como el-
la, estavam morios nc chao.
Suppozeram sem duvida que en quera comprar
esla Nioh, e immediatameute fui cerrado de uma
mullidao de companheiros de Sanio Antoutu, que
queriam fazer-me cutnprar pelo elogio qae l.i/iam de
sua belleza, como se elles fossem alguus cupidi-
nhos.
Nlo podendo explicar-me, relirei-me reistindo
valerosamenlc ate u meu treno; mas alli devia suc-
cumbir. Nao entrei so ; a desgranada porca me li-
nha seguido; puzeram-na ao raen lado, sera pedi-
rem paga por ella. Julga do meo embararo ; era
impossivel fazer-me eompretender poram soldado,
que ahi se achava ; nao livo nutro reme.lio senao
ir-me embora, levando a porca era minha compa-
nhia. Quan locheguei em casa, lodos me espera-
va", na porta.
Era o filho de Vielbortkl qoe, leodo-mi vislo no
mercado, havia riilo a om dos seu companlieiros
que me presenleassem com aquel I inleressanle ani-
mal. N3o foi mi a grara de me faierem viajar ao
lado de um grande animal, que me exceda mais
de palmo e meio, o que me custou uma nodoa as
cairas e a pelle de urso do meu treno ficar cheirao-
I.Iiamaram o aqoalico ltenle ; fizeram-lhe sig-
naes para que se aproximasse, mas tudo fui de bal-
de, limitando---; apenas a responder, sempre com o
mesmo Milito malicioso, que a agua eslava Iri, e
que receiava constipar-se.E c.mo queris v. qoe
voltemos para o acampamento'.' Ibe disse om dos
mais impacientes ; ja que uzettes amelade da tre-
te, he raitler leva-la ao cabo;
. Constelo de boro grado, responden o asalo
piemonlez ; mas, como en poderia apanhar uma
constipa cao. e quero ter os meios de me tezer um
xarope, c a minha vonlade,em vez de ura sold pa-
gareis um franco.
tiiivio-se um clamor nnivemal conlra este aug-
mento de pree ; mas o nosso homem permanecen
impassivel, mostrando a mais inabalavel resolucao
der levar a vanle a so preltnrao.
Se achae qne he demas'iado caro, dizia elle
com o mais suirateiro sornso. mellei-vos a agua, e
n um minuto aqu estaris: voa nao sois tao Inoren-
tos corno eo, e acharis a agoa de ama excellenie
temperatura.
Finalmente, n.lo hoove remedio senao pagar o
qae elle quiz.
Dalu a pouco lodos acharan) extremamente chis-
loso este gracejo, que valeu ao seo iiftenlor ama
quantia ass.s vultada.
-Meus -rubores, disse ao relirar-se, tive tanta
agua au redor do meu corpo, qoe ntlo ser mao, de-
vela coovir, que eu va'aquer-me por dentro com
tima garrafa de vinho.
Jornal do Commerrio de Lisboa.
9mmttt0.
** Compaulua, SSTJZ
xporiacao .
Lisboa, brigue portugnez ..Relmpago.., cond
o segmnle: > 159 saccu, e (i cara, com 10 )|T
robas de assucsr, 100 vaqueta,, 59 coaro, T-adoV
1 saceos gomma, l casco, rael, -> pacote, S
dem barca porlugueza ,.Ja,...|,,' de W2l:
das, conduz.o osegainte ;_4.26 saceos com "l 030
arroba, de as.ucar, 17 ditos lanioca. ,0M
Havre pelo Ala-anhaooe Para', barca fraoceza
allavraa. de 1,1 tonelada, conduzio o segomte 1
1.1011 saceostcom j.500 arrobas de a.sucar. Minee
algodao, 1,000 couros salgados verdes '
Canal, brigoe hambarguez Cite, de 23' loneta
das conduzio o segoin.e :-o,(i50 sacco, enra i" %
arrobas com assucar. ,
til.'",S' f"2 diom"'qoa ..Preciosau, de
teneladas, conduzio o seguale : 3,050 sacro,
Zru Lm arroba' e 8 lib" assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
R.d .KAJE5."E ,BKNAMBD00a
'.968SJ97
.^i C0SLADO PROVINCIAL"
Itendimentododia I a9 Htanman
i.mdodi.3o...:::; *%3g
I04:6174s
KIO 19 DE DEZEMBRO.
.. r<>tae6et da junta dos correctora.
Acc/iet. Banco do Brasil, 112 de premio a nheirn.
Fretes.-Canal, i7s. 6 d.; em direilura 15 s.
O presidente, O. Iludson.
O secrelario, Joao Seotrino da Silra.
^ Cambioi.
Londres 2S a 27 3i4.
Paris3iia3il.
Hamburgo 050 a lit.
Lisboa 96 01o.
FUETES.
Antuerpia 55 a 00 s.
taual.....57s6da(i5s
Estados-Unidos.
Norte ,
Sol. .
Hamburgo
Havre ,
Liverpool Nada leilo.
Londres dem.
Mediler. 56 a 05 .
Marselha Nominal.
(amalant. 70 a75 a,
Genova 80 uo vapor.
. 80 a 95 c.
. 100 a 100 c.
. Il'l.id...
. HO fs. e 10
[Jornal do Commercto do Rio.)
BAHA 1 DE DEZEMBRO.
Fretet.
Amslcrdam.
Ililin o 45 s.
Brrmen 35 a 40 s.
Canal a ord. para o Reino Unido 40 s.
Entre Havre e Hamburgo 35 a 40 s.
dothemburgo.
Hamborgo 40 .
Havre 00 a 80 fr.
Liverpool M) s.
Londres 40 s.
Trieste
'Jornal da Bah'tm.)
HtMkmmto o potto.
rvaotos entrados no dia 30.
Rio de Janeiro e Babia9 dias, do ullimo porlo -2.
vapor pnrtuguez D. Pedro II, cemmanrtante
lliomaz Jos de Sonza Soares de Andrea, carea
y.r^.na.rjr n ,,r 1rnmseVtii=. -Sgio para Lis-
boa erporlos iuTermedio, levando desta provincia
0 passageiro Jos,' Rodrigues de Mello.
I hiladelpbit3g dias, palacbo americano Echo,
de 19b tonelada, capitn Amata Cooklin, equi-
p,WM* C*'S* l.fi'> barricas com farlnha de fri-
go e .100 com bolachinha ; a Rostron Rooker &
i.ompanhia. Pertence a New-York.
yaci' taladas nn mesn. ,...
L.sboa-Palarho porlugaezcrllrilhahle">, .'-i.-,,, An.
lonm Braz Pereira, carga assacar e mel? p.,
_ geira, Thereza Alaria de'Jeeos.
CanalBrigue hambarguez Qto>, capilSo I. C
Schutt. carga assucar.
LisboaBarra porlugueza ajanla, capiao Joao
Joe da Rocha, carga assucar.
D.~ ,v*P?r pn'iognez .rl). Pedro He, vindo do
Rio de Janeiro e Baha, Iroute a seo bordo os se-
ginnles passageiros :
Para esla provincia, Dr. Eslevao Ctvnleaoli da
Alhuqnerque e 1 criado.
Para os porlo do norte, 8i passageiros.
mit*e%.
Pela adminislraran da mesa do consalado del-
ta cidade se tai publico, qae em virlude da ordem
da Ihesonraria de fazenda, em portara de SR deste
mer, e h.lo de arrematar em hasta publica, a' por-
ta.d n.esma repartic.lo. e a uma hura da larde do
da j de Janeiro de 1877, os segainles maleriaes li-
rados do armazom e ponte do trapiche do algodao
12 taboas de forro verhat. por 7200 rs. ; 130 ditas
e llipedacos de znco tambera velhos por 10Q|0MI
rs. f,oo palmos cbicos de pedra de Fernando, por
iilSlXIO rs., importando ludo na qaanlia de K7JJ00
res.
Mesa do cumulado de Pernambuco, ;i0 de dezem-
bro de lS.ill.
Pelo odiuiuislrad.tr, o escrivio,
.Ijcoiii Gerardo .Mirla Lomachi de Mellu-
$tdtttaoc$.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 2S a IS l| d. por l>.
Paris, 3111 a :lil rs. por Ir.
r. Lisboa, 95 por | de premio.
AccOes do Banco, '.0 a lo de premio.
- .. companhia de Beberibe 545000.
Ulilidade Publica, 30 por cento de premio,
a ltiilcmnisadora. 5 dem.
o da estrada de Ierro o por Ou de premio.
Discoulo de Ictlras, de 8 a 10.
Dilo do banco8 a 10.
yuro.(Incas hespanholas. ,
Moedas de bsot) velhas
lijiUO novjs
, Prala.Palaccs brasileos. .
Pesos cnliimnarios. .
u nicxicanos. .
Caixa i
lia I i Banco do
Brasil
EM 29 DE DEZEMBRO DE 185.
I>irert,,r,., ,|a semana os -enhorf : Manoel
Uoncalves da Silva e iota Pereira Viaiin..
Discoulo de Irllras 'tu anuo.
1 batanle para f-tl u
' v -i ordinariamente
tor-i. Ibidem
ter-me imprcssionarlo
IpIIp, porque s,| poOCO srMs-
: e-I fallero de belleza. oa-
leleilam d om mudo inleira
m que .id^la/er ruaravi-
ptli.....Idados, E-
nii sino das consas insignificante. Quanlo mais o
paii procura eivilitar-ae, maii lemolliplicam as ques
bies dulicp.s, e iii.il- a Mnela da. popolarOes -e
df-rrivolve e lemle a illinlir a lei
ras para esperar o in.ime.itu em que nos Lavemos de
beijar romo pobres, e Slnlp-rae animado :
das qne bellittimiM hades se suesedem nos en-
ra c devola. mas nem por ua conserva manos ludo
quanlo anima o coraran para amar lernamente os!
seus e (atar-te amar delle*. A Alba mai mina c-
seo lia doos auno.; he loura, muilo linda, amainen-
ALFANDEtiA.
Hendimenlodo da I a _'t. .
dem do di. 30 ......
CORREIO (ERAL.
Relacao das carias seguras, viudas do sul pelo va-
por ..Pedro 11... para osseuhores abaixo declarados:
Antonia Jos Rodrigues de Souza Jnior (4) '
Francisco Luiz Anlunesde Campos.
Marcelino de Souza Lima.
Manoel Ribeiro de Carvalho.
Tthurco Aulunes de Oliveira.
Vicente Jos de linio.
Relac.io das carias segorts existentes na adminis-
Irarao do correio desla cidade, para os senbures
aba.xo declarados :
Anlouio Alves de Paiva.
Antonio Guncalves Ferreira.
lenlo Jos lieruardes.
Caelano de Castro.
Francisco Ignaciu dos Sanios.
Justina l.ins Machado.
Juvencio Aureliano da Cunha Ce.ar.
Joaqu.m Augoslo de Siqueira Limt.
Joao Alaria Wanderlev.
Jo3o Aulonio da Pieda'de.
Josepha Joaquina da Vascnncellos.
Jos Correia dos Santas.
Jos Alanoel de Freilas Jerominlu.
Jos de Sa' Cavaleanti Lins.
Lino Josr de Castro e Araajo.
Luiz Jo de Souza .1.
Alarral Lopes de Siqaeira.
Marcelino de Souza Lima.
Alanoel Jos Ribeiro Cavalcanli Lima.
Sebasliao \rruda.
O Srs. Balthazar ^Rodrigues de Almeida e Jo-
s Antonio de'Araojo (iuimaraes qneiram compare-
cer a reparticao do correio para receberem carias
viudas do sol, pelo vapor Pedro II".
O chele da primeira -seceo do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposto no art. 3 VreguIameoio de 3 de ju-
Iho .i; lS."i-J, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, a-
po Cassan-e, dade de 35 a 40 annos, Clorindo,
naco Congo, idade de 40 a 45 annos, com uma
belida no olho esquerdn apprcheodidos pela polica
! os quaes sao considerados liens de evento, por se
desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
que conten o sol.re.lilo art. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias compareca
quem aos'ditos escravos. lenha direilo, lindos os
quaes se proceder a arrematarjao pela forma deter-
minada no arl. 4 do citado regulamento.
193:57.340521 K para que chegue a noticia de todos mandei
IO:l39a57H passar o presente edital, aos l de uovemhro do
ISSti.
J 2KS500
. IlioOOO
. 169000
. 98000
. anOO
. 2000
I58W
503:7U6.ill
Descarrrgam hoje 31 de dezembro.
iliiii
qat.1re
ILEGIVEL
ui'.i'nvii \ e ten. e a i Don-te .-, haladas provincialmnc anda temos as 1. i 2 i iMT! ." """' "'"": se" ""'"' "H" mMM<"". *> vai ao Ihea- Galera ingl.xa-A.edora-merr.dona., *
-ado Pona, Orlo",' Km r" l Lt^UTlSnmt i Ter b, mo 1 l .'l'n n,,",er"M d? 'I'"' M >ro l1" '^vendad, de princi.....s e da li.teralura m- i Brimu i.^lez-Frieman-trilho. .la Ierro. .
la ranrid, herio om can to s ab M I ,m iVnnlT mV","U"' ""' ** '' a 3'3' I ->" '" l-.''" "* erav. este h. Brigoe hamburguez-Otlo-merr .dona.
,m, para iwnaenraacon. manrel... di.., ,| caneca grande, deprimida. ,o- Patn-ho amcricano-F.cbo- larinha de uiw.
MUTiA
t
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
CO.VSELUO ADMIMSTATIN o.
Ocoosellio administrativo, em virlude de autn-
risarao do E\m. Sr. presidente da provincia, tem
deratnprat o objeotoa seguinles


r>wo tu pemabiuco quast fura 3o .i ifz ifi?o n is-m
#!
Para a eompanriia ia de caladores do liio Grande
do !\orle.
Grvalas li, mamas de laa 123.
Provimenio dos armazens do arsenal de guerra.
Pencas de ganco 800, laps dnzias 6.
OtQcinasde 1.'e 2." classe.
Colla da Baha arrobas 2.
3." classe.
Ferro sueco em barras de 4 a 6 polegadasdi'
largura quinlaes 20, carvao de pedra loMwas
2o, limas chalas de 12 poleadas duziW, di-
us ditas de 8 ditas, ditas 20; ditas dit- 4~ ditas,
dius 20, ditas ditas de 6 ditas, dita 3ft* ditas di-
Usde 4 ditas, ditas 10 ; ditas ui'a&p4aimas de 12
dius, ditas 10 j ditas ditas dovelas, ditas 20 ;
limaloes de 10 ditas, ditas l/-. ditos de 8 ditas,
ditas 10; ditos da 6 dius,afilas (i; limas mucas
chalas de 8 a 6 ditas, ijlms 6 ; ditas ditas nieia-
canna de 8 ditas, di'aj.'.
i classe.
rame de lain'liao arroba l -
5." classe.
Sola curtia meios 200,
l'arao focfieciroenlo de luzes s estaques militares da
ia, nos mezas de Janeiro, fevereiro e mar-
ino do anno indouro.
Azeite de carrapato caadas 980 fio de al-
godo libras 96, azeite de coco caadas 47 ; pa-
to duzias 9, velas de carnauba libras 194.
Quem os quizer vender aprsenle as suas pro-
postas em caria fechada, na secretaria do conselho
as 10 horas do dia 2 de Janeiro prximo vin-
douro.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra 24 de dezembro
de I85G. liento Jos l.amenha Lins, coronel
presidile. Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
vogal e secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO
O rouselho administrativo lera de contratar o for-
necimento do* gneros abaixo declarado, para o
rancho da companhia dos apreudizea menores, do-
rante os meses de Janeiro, feverairo e marro do an-
no prximo vindouro : assucar rnenos refinado,
cafe em grao, en hyason, pies de i oiijas, manleia
franeeza, arroz, bacalhao, carne Meca, dita verde,
tarinha de mandioca, feij.io prelo, toocinho de San-
loa, bolachas, aieile doce, vinagre, *lenha. Quem
quizer fazer dito foroeciajenlo aprsenle as suas pro-
K-'l.i- em caria lechada na secretaria do conselho, as
lioraa do dia 31 da dezembro correle.
Sectelaria do conselho administrativo para forne-
ciinento do arsenal de guerra 24 de dezembro de
IR."*.Beato Jos Lamenha Lina, coronel presiden-
la. Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e se-
rcetario.
_$#&&@
REPARTICAO' DA VACC1NA. $
;3 O commissario vajccinador pro- i-
($ vincial, reconhecendo que muitas g
9 pessoas deixam de comparecer a ^
-3 osti repartirao em consequencia g(
3$ da longitude do lugar, avisa ao j
3 respeitavel publico que tem re- g
tt solvido a vaccinar tambem as y?
& tercas feiras na casa de sua residencia, conti- JJ
g$ nuanioa repartirao a funecionar @
^ no torreacxla ala'ndega as quin- g$
fjgtas c domingos: assim, as pessoas $
ue sequizerem vaccinar as ter- d
M feiras, podem di.icir-se das 5
|sete as nove horas da manliaa, ao $
I.- andar do sobrado da ra Nova (fe
(esquina da do Sol n. 60. Ur. Joao
t Nepomucuno Dias Fernandes O
#&&#@# O $0@.22?SS:
De conformidade com as ordens do mi-
nisterio da marinha, transmittidas peloExm.
nresidente da provincia emolTicio datado de
5 do correnle mez, manda o lllm. Sr. capitiio
do porto dar publicidade a IraduccSo junta
dos avisos ns. 20 a 25 annuociando aos na-
vegantes o estabelecimento do pharoes nos
pontos indicados no mesmo aviso.
Capitana do porto de Pcrnambuco em 9
de dezembro de 185G. O secretario, Ale-
xaudre Rodrigues dos Arijos.
TRAUUCCAO'.
Aviso ao\uaveanlei.
N. 20. e <
i.slados Unidos da America.
A directora de phares nos Estados Unidos
publicou os seguintes avisos: ^ *
l'ilarol do Castello Pinckney, Charleston.
A 15 de maio de 1856 esiabeleceu-se um
pharol liso encarnado na iltia de Shute I'ol-
Iv. na haliia de Charleston, Carolina do su I,
33 jardas ao noroeste do Castello Pinckney.
Omachinismo Iluminador he de urna lenti-
Iha de Fresnel da quinta ordem. A lanler-
na est colloca Ja ua pona de urna forma de
madeira, pintada de amarello, em urna al-
tura de 55 pus cima do nivel medio do mar,
e deve ver-se na distancia de 10 milhas em
lempo claro.
Pharol do forte Sumter, Charleston.
A15demio de 1856 eslabeleceu-se urna
luz branca fxa, no cume de urna lo. re de ti-
jlo, quasi dentro do ngulo do norte da
murallia do exterior do forte Sumler, na ba-
ha de charleston, na Carolina do Sol, em
una altura de 60 ps cima do nivel medio
do mar.' O machinisoio illuminador he de
una lentilha de Fresnel da quinta ordem. a
luz so atr& visivel por nn circulo de 270 e
nao por delraz do forte Sumler; porcm em
frente aquella forto lo las as aguas navega-
veis da ilba Monis de volla para o forte John-
son ficaro liem illuminadas.
Pharol de Pona Wad, Carolina do norte.
No da 20 de junho de 1830 collocou-se
urna luz lita no cume de um pharol de um
pao ou estaca de parafuso rocenieuieiilc ele-
vado ou levantado na extremidade do baixo,
projeclando para leste da ponta Wad na em-
boccadura do rio Pasquevar.k, Carolina do
norte. A construccao he pinud de branco,
c a lanlerna de escarate, a luz esto oolioca-
da 30 ps cima do nivel d'agua e devu vr-
se em un distancia de oilo milhas em lem-
po elaro.
Por ordem de Ss. senhonas.
Assignado, John Washington, hydrogra-
pho.
KeparticSo hydrographica do almirantado
landres tdejulho de I86.
i.sios avisos affcclam os mappas do almi-
rantado : Costa de Leste da America do
norte folhas 7, n. 270,'c a lista de phares
dos Estados Unidos ns. 215 a b, e 202 a.
TRAOUCCAO.
Aviso aos navegantes.
N. 21.
OCANO ATLNTICO-FRANCA.
Pharol pontaillac. Rio Grondc.
O governo de Franca acaba de fazer pu-
blico e notificar, que no dia 10 de julho de
I86 un* luz alternadamente encardada e
branca 'durando cada cor vinte segundos,
sem intervengo de eclipse foi presentada
no cume e-i tope de urna torre de madeira
idilicida no'rreno elevado de Pontaillac,
situada proxin* da entrada, e no banco do
norte do Rio Ciiondc, na costa do oeste da
Franca.
I torre lem 10 ps de altura e a luz 177
pts cima do nivel 'agua, e deve avislar-
j.c a 15 milhas dedisUi.Cia em lempo claro.
Isla collocada na lalitiin. de 450 33- (ft-> ^
c longiiude de l 3' 42" oste de Groenwich!
O canal do norte, que caaduz para o Rio
'.Monde, ja se acha aliin'jadonor tres luzes
exclusive a de Cordouan : uim na ponta d
la Coubre, a segunda na ponta o |a Kalaiso
c a terceira na torre de Terre Neg.
Inslrucces para navegar.Ao >nirar o
Cironde pelo canal do norte, durante a noi-
te, deve-se irazer ou cullocar a las banca
lisa de Ierre Ngrc com a luz cncarnata c
branca de Pontaillac, e conserva-las nessa
pnsic'io ate qne a luz da pona de la Coobrt
demore a N. NE., mudar nlio immcdiata-
nicnte o rumo e governar, ou seguir para a
Corilouan, al que venha a collocar as luzes
da ponta de la Knlaise c Terre Ngre em urna
kl.nt.io .'overuar e conservar estas luzes e-n
"urna ale qitn a luz de Cordouan demuio-se
soS. O. depois do que alterar o rumo para
0 SE. 1. -Mil.
Todos os rumos e demarcaces siio ma"-
ncticos. Variai.iio 20 45 oeste.
I'oronlcm de Ss. senhorias.
John Washington, hydrographo.
Reparlicao hydrographica do almirantado.
|/jinlrcs2l de julho de 1856.
tsla n<'liIicacao allecta os seguintes map-
pas do aliiiiranlaiio : De Usluint jiara Einis-
terre n. 64 ; de sables d'olonne para Girn
dr. n. 71 ; dei.ironde para Arcachnn 11. 72;
e a lista de phares france/es n. I'1".
HADICCAO.
aos navegantes.
N 22.
HEDITERRANEO.
le i\aviclad em Cartagena.
O/governo hespauhol acaba de publicar
quejio dia 15 dcjulho de 1856, urna luz lixa
4,cor natural fui eslabelecida e collocada
no Monte Navidad aparte do oeste, na en-
trada do porto de Cartagena, na provincia de
Horda.
Amachina Iluminadora he catadioptnca
da 4" ordem, a luz esta collocada em urna al-
tura de IS5 ps inglezes cima do nivel do
mar.e deve ser visla ua distancia de 10 milhas
em lempo el -ro. Esta collocada nalatitudode
37 35' 30" N., longiiude O" 58' 37" ao oeste
deCreenwich.
Qualquer embarcagSo que queira ontrar
de noile no porto de Cartagena, e que pre-
tenda fundear na parte leste prximo ao de-
posito de plvora, ou prximo ao suburbio
de Santa Lucia, deve conservar sempre o
pharol em visla, um pouco descobertoda
Repanirai) hydrographica do almirantado. I.on-1 Kugio nm preimle noroc Antonio, altara re-
dres 22 de agosto de 1856. -ul"' pernas um poseo arqueada, de idade 35 an-
Es,o aviso affecta os SeSiles mappas do .tal- W.'^KS TuXtfiXt&l
ranlado : entrada de Leste para Spilhead n. 2015 qual eaefsvo Irabalhava em canoa .le lir:ir acea, falla
DunnoSS para Crtalchurch. com Spilhead (and Iha ,,l'iii e a lodos 1I1/. que lis forro : a pes-oa needlcs) e as aguabas, e piloto do canal pp. i 10.
gft&03
.
$.
Para a Babia segu era poucos dias por
teramaior parle da carga ^rompta a ve-
leira sumaca Nova Minerva, ue primeira
marcha: para o resto da carga trata-se com
seu consignatario Domingos Aires Matheos,
na ra do Apollo n. 23. ,
Para a Balua
segu nestes ultimo* 8di ra nacional nLivravacSo, lem prompto melaile de
seu carregamenlo, para o rf-tn Irata-se com o seu
consignatario Anlouio l.uiz de Uhveira \.. i...
ra da Cruz 11. 1.
Para o Porlo segu com a pnssivel brevidade
pona Navidad, lendo cuidado em llo O per- a barca porlugueza Saeta Crasa, quem nella qui-
nar de vista, de mancira que passo livre do 1 ter carregar ou ir de passagem, para o que lem es-
baixo denominado Laja,dentro da baha, cellaolea commodos : dinja-e aos coDfigiularios
Pelo contrario, sa pretender fundear na-
quella parte da baha conhecida pelo nome
de Espalmador Grande, a embarcado deve
perder a luz de vista guardando o mais pr-
ximo possivel a ponta Navidad.
l'haroi do cabo Huertas em Alicante.
Igualmente que no dia 19 dd agosto de
1856, urna luz iixa de cor natural apparecerj
no cabo Huertas na provincia de Alicante
na latiiude 38" 20' 30" .Y, longitude de O"
22'37''ao oeste deCreenwich.
A lentilha hecatadrioplrica da quarla or-
dem. A luz esta collocada em una altura
de 124 ps cima do nivel do mar, e deve ver-
se em lempo claro na distancia de 10 mi-
lhas.
Por ordom de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrogra-
pho.
Repartirlo hydrographica do almirantado.
Londres 25 de julho de 1856.
Estes avisos affectarn as seguintes cartas
do almirantado geral do Mediterrneo n.
2158 ; Cibrallar para Alicante n. 1186 ; Ali-
cante para Palamos n. 1187; Plano de Car-
tagena n. 1194, elisia de phares do Medi-
terrneo ns. 5 a o 7 a.
TRAOUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N.23.
COSTA l)E OESTE U.V ESCOCIA.
Pharol da baha de Port Patrick.
Os lords commissarios do almirantado
tendo ordanado que o pharo interior de
Port Patrick fosee novameule encendido.
Pelo presento se faz publico :
Que a contar da uoite do dia 15 de oulu-
bro prximo (1856) urna luz Iixa de cor na-
tural sera encendida e apparecera o pharol
interior em a beba de Port Patrick, na mes-
ma posicaoque tinha antigamenla, isto ne-
na latitude de 54 50'28" Y, longiiude 5 7
0" do oeste de Greenwich approximada,
mente.
A luz ser da sexta ordem fica collocada
em urna altura de 44 pos cima do nivel
medio do mar, e sera visivel do convz de
um navio na distancia de oito milhas em
tempo claro, por um arco ou circulo de 180-
do horisonte, aberto para o oeste, ou para
leste.
A torre he de pedia, com 30 ps de altura
e pintada do branco. Est collocada no n-
gulo do sueste da bahiu, e a 130 jardas den-
tro do pharol interior na ponta do caes
(PierJ ou muro, quenDo est iilumiuado.
Por ordem de Ss. senhorias.
John Washington, hydrographo.
Reparticao hydrographica do almiranta-
do. Londres aos 9 de agosto de 1856.
Esta nolilicacao affecta os seguintes map-
pas do almirenlado: mar da Irlanda n. 1824;
costa do oeste da Escocia folha 1 n. 1971 ;
costa de leste da Irlanda,folha 2 n. 45; i-ort
Patrick n. 2026; e igualmente a lista de pha-
res britnicos n. 216.
TRADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
N.24.
COSTA DO NOHTB D\ IRLANDA.
Vhuro, da ilha UalMl,
A corporacao do porto de Dublin fez publico o
haver-secollocado na illia doRhathlin, Co Antrim,
do qual seexhibiro luzes na noile do primeirodo
prximo futuro mez de novembro 3e lSSO'edes-
sa noile em dianlo sera encendido desde o por al ao
nasrer do sol.
A torre do pharol est construida na ponta do
NE. da ilha Ualhlin situada na lal. 55- 18, 10"
N., e longiiude 6- 10, 45" O. Oemarcaces ;
De Rhins para o pharol Islag S. dislaneia 25
!|2 milhas nuticas.
Mull para o pharol Cantire O. NO, 1|V N. 13
milhas nuticas
Pharol da PonleCorsewall NO- V u- m|-
Ihas nuticas.
Pharol do sul d" rochedo Maiden n. 1[2 O. 2~
milhas nuticas.
Como meio addir.innal para marcar esla posiro
apresonia-se urna luz mais baixa, cuja lanlerna es-
la collocada na base da torre do lado de leste.
A luz superior na lanterna da torre ser revolven-
lo, dando urna lu? brilhante durante oO segundos,
estando eclipsada pelo espacodelO segundos : os
periodos de luz e escuridao seguirao em successao
regular. Ser visivel do lado do mar entre as de-
marcaces Je SE. 1[2 S. em roda por E., para EN.
4' N-, e igualmente na passagem pelo canal ao
Oeste da ilha Raihlin de E. NE 1|2 N. para E.
1|4 N., e ha de ser de cor encaruada na ludia do
ochedo Carickavanan, A luz est 243 pes cima
do nivel do mar. na maro clieia, e em lempo cla-
ro podever-se na distanciado vinte euma mi-
lhas.
A luz inferior ser fixa, de appareacia natural :
e estando collocada 61 pes abaixo do nivel da su-
perior, ser vista como luz separada na distancia de
10 milbas, e do mar entre as demarcacoas de
SE. 4' S ; e^NE. 1|2 E enao ser visivel s
embarcacoes pq canal ao O. da ilha Rathlin.
A torre he circular, e tem 88 ps de altura da su
base bola BprTirm. da cpula.
Urna tira encarnada ser pintada por baixo da
galera projectanle. ,
As demareaccea reforidas sjo magnetiras, Varia-
cao 23- O.
Por ordem de Ss. Ss.
John Washington, hvdrographo.
Reparticao hydrographica do almirantado. Loue
dres 20 do agosto de 1856.
tsie aviso affecta os seguintes mappas do almi-
rantajo : Irlanda II. 3 costa do NF : L. Lame
para L. Foyle n. 46 : canal da Irlanda n. 1824, e
direccoparaoNE. N, e NO. cosa da Irlanda
P. 50.
tradlc(.:ao.
Aviso aos navegantes.
N. 25.
INGLATERRA, COSTA DO SUL.
lioia no Moiherbaok.
Tendo os lords commissarios doalmirantadc or-
denado que se collocasse urna boia preta em fenle
ao Spitn de tora (pona ou recife) do uMother-
ank.) para marcar o canal para o deposito de car-
ao de Pili.
Pelo presntese faz publico que os seguintes sig
naes e demareacoes denotam a sua posijo, e que
Oca em 30 ps na vasante, ponto mais baix as
mares ordinarias da primavera, a saber:
0 segundo mais para O. dos seis montiies
fclumps dearvoresno raonlo Portsdon, em urna
phacom a casa do cirtirgiao (branca; na extremi-
dade de Leste do hospital Haslar demorando E.NE
lj2 N.
Osjardinsdepinho no monte Portsdonemurna
"jnha com a extremidade do Oeste do lerraco An-
glwea demorando NE, Ii2 N.
Aigreja mais elevada em Rydeem linha coma
extremidade de fora do caos ou muralha do Ryde a
igreja he grande, a coherta ou lelhado de loan, e
lem urna ntquena ponta on copula na sua extremi-
dade de 0.) lemorando S. SO. 3|4 0.
Poma do vjho castello NO. 4- O.
Castello de Sotth Sea E. 112 N.
Assim pois ocai^l para o Piiuou deposil- de
carvao para navios que vem do Oeste, fica entre a
boia preta, ea hoia branca do Oeste do Slurdridgee
da boia salpicada ou listada de Sand Mead para o
sul .lella. '
Todas as demarcacOes sao magnticas.
Por ordem de S. S.
John Washington, hydrographo.
do Vi-
commodos
lliomar. d'.Vquino Konsec.i o PiUMM na roa
ario n. 19.
Gompanhia
Pernainbucana.
Os seohores que subscreveram novas arenes des-
la companliia e que anda au eulraram cun a pri-
meira prelarao de :t por cenlo, s3o cunvidadis a
saMsfaier, no eicriptorio do Sr. Aulunio Mar-
ques de Ainurim. ra da Cruz n. i"i. Kecile lo' de
de/emliro de I8.')6.Manuel Alvas fiaerra, secreta-
rio interino.
Para Lisboa segu com brevidade por ler parle
da carga engajada, o brigue porlu^ue/. uLuncoa, ca-
piao Luciano Alves Cunccir.lo ; para o relo del la
passa^eiros, para o que aderece boos commudos, Ira*
la-se cum os consignatarios Amorim Irniaos, na ra
da Cruz n. 3.
PARA O PORTO.
A barca portOgueza IJuarle IV. Torrada e enca-
vilbada de cobre, e bem conliecida pela ua excel-
leule marcha, MRoIra' para a cidade do Porlo com
brevidade, por ler pr.unpla a inaiur parte d* teu car-
regamenlo : quem na uicsma quizer carregar ou ir
de passagem, dirija-se a ra da Cadeia do Recile n.
12, escriplorio de Ballai ,\ Oliveira.
lieai COiiipaiillia de pa-
quetes iiigleztti i vapor.
Ale o lim desta mez esperare da Europa um dos
vapores da Real Companbia, o qual iiepois da do-
mora do coslume seguir para o sul : para pstttv-
gens, ele, trala-se com o senles Adamaos lio-
wie i\ C, roa do Trapiche-Novo n. 12.
PARA O RIO HE JANEIRO
segu enm brevidade o bem conheci.lu brisne nacio-
nal Elvira ; ja lem parle do carreaameiilo prom-
lu : para o reala e escravos a frele, para o que tem
eicellentas commodus, lrata-e com o eonsigeslsrio
Joi Joaquim Dias J'ernandes, na da Cadeia do Re-
cite.
escriv&o das lote-
jUfaia,
ras
BILHETES Di LOfEEIi DO
RO DE JANEIRO.
-ir leve-o a roa Imperial n. 167, uu na ntoina roa,
secunda casa depois di fdlirica de Mbflo, <;uc icrt1
gener INa ra da Prnia n. G, ne lira* quem da'di-
nlieirn a pranio cun g-ir.TnlJas ou penho;es. JSC L.U/.Ci)IO Alvcs da Silva tom C\-
Novaes & Pastos do Rio de Janeiro, lendo posto a' venda, na praca da Inderjendeif
prevemdo por esle lliarmn em 22 e 2-1 do crrenle utl"""-
para que ninguein Faca ngocio algiini cun es bous ~a l0Ja n- '''' os "OVOS Olllietes u;i lote-
do casal do finado Arceuio Forjlnalo da S iva, que i a 2- do tlientro de Nictlierohv : as lis-
loram prlilliailos pelos cus herdeiros, visto como I i.|S Y,.m ii(.|f,
e-ses bans acliam se augeltof So pa^iiiienlu do que
dito casal he deved r aos aiinuiiclanles, os quaes
para haverem o es psganienls iiileniar.ini a a-cao
de 111 >. -11 o contra us rhe-inos hcrdeiro pelo jnizo mu-
nicipal da primein vara, scrivo Cunta, e oblive-
rmn a seu favor sentiira i|ue passou em jalgado ;
apparcceu o Sr. Joaquun Arceuio Cintra da Silva
com seu annuncio pablleado oo Diario de 2i do
crrenle ein que procoxoa cunvencer de que o laclo
de ser deatlendida no inventario a divida dos an-
nuncianles, h1 devido a omleso lestes, por nao Ce-
real em tempo competente tratado
para ser alten lidi, mas o sr. Silva
no sendo competente u meto que indica p
se o pagamento de urna divida superior a'quelt
que nos inventarios poltm ser jusli!i:adas, e atlcu
didas, no podem por isso os annuuciarites sera (dia-
dos de umissus, (auto mais quando ja muito autos
linli un elles proposto sua acc,3o no juizo competen-
te, onHe lodos os herdriro< foram ouvidos e conven-
cidos por lerein si *o citados para a mencionada ac-
C,Ao : assim pois a declararlo do Sr. Joaquim rce-
nlo Cintra da Silva, ea dcrripcQo que iiu inventario
fe? da divida dos nnnunri inte, nada mais importa
dn que urna (oeAsiao, e conseguinlemeiile o reco-
nhecimeotodo dohiludc que os "nimuciaules sv> ere-
dores ; pele que estilo ludia o hens do casal obri-
za los ao pagamento, e assim proleslam dede ja os
mesmos annonciaiitefi contra lodo e qualquer nego-
cio que por ventura se possa lser cum os ditos hens.
Recife 30 de dezembro de ItC.
N ra do llruin ,do Recife n. 22 precisa-se d
urna ama parda ou prsl.i para fazer o servido de
portas a dentro, como seja lavar roopas de meninos,
engommar, ole, menoscozinh ir que seno precisa :
a quem convier pode fallar no arinazem da mesma
casa ou no terceiro andar, agradaado a pesioa pa-
ga-se bem.
Na ra do Rrum, armazem de l.uix Jos de Ss
Arsojs ha para vender chegsdo ullimamenle do
Porto, arcos de pu para pipa, barrica c vimes, qoe
ludo >e td.de em conla para fechar contas.
Precisa-se de uma a na de meia Idade com
boa conducta e lid, para comprar e roziuhar paro
rasa de hoinem sulleiro : a fallar na Boa Vista, ra
Vellia n. 133.
Precisa-se fallar com o Sr. Miguel Cerqueira
Lima, para se Iho entregar nina carta vinda do Rio
de Janeiro : na ra do Oueimadu n. 21.
CV VALUADAS.
Avisa-se ao nadawismo do ecife que no dia pri-
meiro de Janeiro as :| horas em poni llavera' cava-
Ihadas na Estrada Nova, espera-se que as seuhoras
bonrem-na com snaa presencas.
O abaixo assignado, pelo presente annuncio
declara, que deixa de se-' caixeiro da casa coramer-
cial dos Srs. Paln Nnsh & Compaubia do dia I.'
de Janeiro em dianle, por nao Ihe ennvir mais) e
approveila aoppurlunilade para agradecer aos mea-
mos -endure- as maneira- delicadas com qoe sempre
o tralaram durante o sspaca de seis anuos que foi
caixeiro da casa. Recife :tl de dexembro de 1836.
Jase Paulino liooohollz.
Precisa se alogar ain sobrado de ura andar qoe
lenba commodo para grande familia, ou uma casa
terrea : a tratar em Olaos, mosleiro de S. Rento.
com o lllm. Se. Dr. Nuuo, ou na ra da Palma, so-
brado da esquina, com porta para o Pocinho.
Precisa-si- de uma ama para o servio de uma
casa de pouca familia : na rus Velha n. 11)1.
No da III do crrente desappareceu do eoae-
nho Bellem, na comarca de Po-d'Alho, o criuali-
nho JoSo. idade de 11
vapor IMPERADOR. devera' aqui chegar ate 3 de Janeiro de
1857, restan, poucos bilhetes e meios:
a elles antes que chegue O vapor.
Precisa-se de ttm hom moleque pa-
ra nina casa esii-artReira: na ra da
Cruz, armazem n. II.
Com to lo o respeilo rosa-se as aaloridades po-
ido de jurlilica-la "fiaes que hajam de helar loas vistas benignas para
a. deve saber que uma novena de meninos e moleqoes, pequeos o
ndica para haver- grandes, que todos os dias se ajunlam no largo do
Carmo, e principalmente na taberna da quina da roa
de Hurtas, sem que o dono des-a taberna os possa
expedir llalli para lora porque se ve ameacado de
lvar aljama pedrada, cujos vadios nhi vivera insol-
lando, espancando. miltratando a qoail ludo qoanto
por ah pass.a, mullo principalmente a prelos e pre-
las. Isla desde que auianhece ale 9 10 horas da
noile.lim apernado.
Anda continua a Irahalhar lodos os dias uleis
desla semana a machina de .lescarocar algodao, que
se acha montada em Oliuda.
Raa do Collrsia o Sr. Cypriano l.uiz da Pasa,
aterro da Roa-Vista o Sr. JoAo da Luz Ferreira, na
padaria do Sr. Beiriz, dirao qunm da quanlias de
100?, SOOf e 6003000 com dvpolheca em casas ter-
reas.
No dia 211 do correnle aosenton-se da casa de
seu senhor o escravu de nome Mauoel, crioolo. bai-
lo, cheio do corpo, tem na testa uma cicalriz de la-
ido, falla de um a duus denles na frcnle, he quebra-,
do de ambas as vertidas, lem oflicio de padeiro ; le-
voo cannss branca e caira de casemira de cor com
oulra brauca por baixo. chapeo do Chili pequeo a
velho : quem o pegar leve-o a seu Manar, no paleo
da Sania Cruz, padaria n. (i, que sera' bem recom-
pensado. O referido escravu falla alguma causa atra-
palhado.
Da-te dinVieiro a juros rom penlior.es de ooro
oo prata em pequeas e grandes quanlias : na ra
da Cruz n. :t, segundo andar, na ua mesma n. 13,
loja.
Da-se dinheiro a juros em pequenas e grandes
quanlias, lauto sobre h\polhcca ou com pe odores de
ouro ou prala : ua ra da Cruz n. 3o, egiiudo an-
dar.
Perdeu-se na noile do Natal, ua missa na ma-
triz de Sanio Antonio orna pulceira de ooro : pede-
sea qnrm a arhou a levar na ra das Trincheiras.
sobrado (le um andar n. .(I, que se Ihe dar' us sig-
naes, e juntamente se recompensara'.
Precisa-se alugar urna ama para cu/indar e
Comprar, para casa de pouca familia, paga-se bem :
no largo da Assembla n. 18, primeiro andar.
Aluga-se nm moleque de'16 annos. de lodo o
aerviro, tanlo de casa rumo de ra, prnprio para
qualquer oHicina, uu padaria ou oulru eslabeleci-
meulo por ser muito esperto e sem vicios, aluga-se
por mez ou por auno : na ra da Praia n. 20, se di-
r1 quem algga.
O abaixo signado, director do nicho de N. S.
da ConcciCJJto dos qualro cantos da cidade de Olinda,
participa ao respeitavel publico, que a feslivioade do
dito nicho he no dia 4 de Janeiro de IS", e pede aos
devotos que amia nao deram as suas olleras, quei-
Ooni panfila
paquetes
Drasileira
a vapor.
de
'S-'t^-fV
O vapor San-Salvador, commanilanle o I l-
enle Ponles Itibeiro, esperase dos portos do norte
em seguimenlo para os do sul al o dia 30 do cor-
renle : os senhnres que liverem de remoller eicra-
vose quaecquer voluines sejam de cargo ou en:om-
mendas, devenlo ir a agencia no da da ehegada do
vapor, p-ira se engajar o que poder ser recehido :
no dia da sabida smenle se admilte passageiros e
uinneir... .. r, ti. .,...- oras itv r*prai.n|p
COMPANIIIA PERNAMBICANa".
O vapor IsuaraMiin, romraandaiiln Mariel Ju-
nior, sah para os porto*, da escala do norte as i ho-
ras da larde do dia :|| ; recelw rarga al odia :lu
meio dia. O expediente fecha-te as It Imrtn da
manira dn dia da sabida.
O Pinto n Capibaribe snhe para o Aracaly na
presente semana, para o resto da CJrga, trala-se ua
rua do \ igario n. 5.
StilM.
O agente Pestaa far luan por cunto de qjem
perlencer da melade do vapor Mrquez de Olinda,o
muito proprio para um brigue, ou para deposito de
carvao de pedra, com ludo e que se adiar denlro e
est palent.- paia ser examinado na praia cima da
malanga, e o leidlo sera leilo na porla da A-sociacio
Cominercial.sabbado ti le Janeiro 04 1857 a, II lo-
ra. da manhaa.
9tmo X)it>etSo.
O al>ai\oa8S;nado declara (pie nada
deve aos senliores artistas que hao traba-
lhado ua sua TYPUGKAPIIIA. Ignacio
Rento de Loyolla.
Recite 30 de dezembro de I Sjli.
Precia-se de um rapas porligue/, com ori-
llea de labernaiiia rua eslreila do Kotarlo n. \3
Preci-a-se alugar urna preta que sirva par
servirodcru, :qeml,verdtija-se a E-Unela na
ultima rasado Baplista iunlo quasi igrela, que
chara com'quem Iralar.
avera' missa resada, c a
noile llavera' ladainha cantada solemnemente com
msica, terminando o festejo com um logo de vista
e msica militar. Olinda 28 de selembro de 1856.
Joaquim Ferreira da Silva.
Coiopanhia vigilante.
Al 0 dia 15 de Janeiro prximo ful oro devem os
senliores accionistas realisar urna prestac.lo de dez
por cenlo sobre o aapilal sobseriplo : un escriplorio
paohla, rua ilo Trapiche .Novo n. 8.
Ua ^*srv I ex<:0II,mu,,,"'"'s. etc., pre-o.
llClt'*1*; -5aWUITA EIXLLSIASTICA (ou'de
Lina Iroux.i de roiun soja com o sesuinle : 2
leas sendo sma dmasemira, 6 csreulasde lindo
cru', camisas, sendo duas novas e qualro usadas,
2 cohetes, senda um de ras-mira e oulru de velbuli-
Dk, 1 palito, 7 pares de meias de lindo, i colarinhos
de camisa, I Unro de cara branro, | tualha cum
renda as ponas. '1 canecas de fuiha para carregar
agua, I sacca de familia, I taboleiro com 1 embru- ,
Idos de esleirs de carnauba, 1 baca de lalao, 1 ct- P'ar.;
carolas de ferro e purcelaua, uma porran de carvu.
Os objectos cima furam embarcadus no Purlo das
Canoas do Recife no dia 22 as 6 hora* e melada lar-
de, para seren entregues na Capunca, e nao appa-
recvndo mais o preU scmlo nu da seguinleas 10
huras, duendo que liaba virado a canoa nos Coelhos
onde tem a pinguella, date que nada salvara, o que
n3u parecendo possivel julga-se ser roubado pelo
mesinu canueiro.ou.por outrosque a isso o loduziram;
por isso pede-se a quem for ollerecido qualquer ob- Pe,|l0 ponte de l'choa, tornou a evadir-se du si-
jeclu dos cima mencionados a appiehciisAo dos mes-
mos, e a participar na fundirAo da rua do Brum i
2S, que sera' generosamente recompensado. itvai. i que sera generos.imeiiie recompensado
i.iniias deommbi-s. iMadaiiia liosa Hardy,
O proprietano desta linha fazsnente, queavislai aniji
do grande abuso que lem havido, dos senhnres arsig-1 Tila NOVa kT. 34 /
liantes e passageiros avulsos, em querer condazir, *^-5*?<
em cima dos mnibus encommeudas de grande peso, i Acaba de receber de Poris urfl lindo sorlimenlo de
lem ordenado a seus boleeirns. para que nSu condu-: chapeos de seda para seohoras. branco, rosa e ama-
zam de cada passageirn encommeudas qoe excedam ^a% (1ll"s V" vi1uva,;i 'indos chapeozinhos para
de 8 libras, puuco mais ou menus, e para que nao
'gnorem faz o prsenle aviso.
. I MI
- padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as reeras
da greja, c leii conhecidas a res-
peito, preco........ n,,,)
Todas estas iollunhas sr,0 imprecas em
boui Haoel e excellent typo, e vndan-
se em psir.io ea retalbo: na livraria da
da Independencia ns. (i e 8.
Escravo fgido.
No dia i do corenle desappateceo um preto criou-
lo por nume Deodalo, hldo dersertao do lugar de-
nominado Pesqueira.-oflixo, grosso do corpo. cor
li.sla.ile tais, s com un 9Kai no narji prov'enlen|e
de couce de cavallo, repreBenlando ter de idade 25
a .l()a..nos,levou vestida ca^a de brim, camisa de
algodo e chapeo de palha ordinario, ja loi pegado
,,. lio do sr. Ainorim, rosa-se potlanto a quem o pc-
n_ par ou delle liver uolicia de se dirigir a i ua d'Anol-
lo n. U que sera generosamente recomneusado.
DePOSITO
da con
cote sobre as cosas c nadegas, om signa! de queima-
dura ein nina das cxas ; suppde-se que estara no
engenho ConceigAo das Mores desla freguezia, onde
lem pai c irmAos, ou entao quo lora -e luzido por
alguem para ser vendido no Recife ou no serhio :
rogase a lodas as aaloridades que o faram prender
e entregar no mesmo engenho Bellem ao major Joao
dos Santos Nunca de Oln eir, que o berdou ha poti-
co teiiip de um seu neto, ou no Kecifc, rua da
tipia, au capitn Mauricio Francisco de l.ima.
Vi no Diario de luje :tu om annancio do Sr.
Claudio Dubeuv, proiiiin'io que algn* p is.igeirus
lo. mnibus faram dusniesmos sua mo de viagem,
e goslei srailisfimo porque laes odjeclos muito in-
cuinmodam os passageiros ilo segundo andar ; iml.i
que o Sr. Claudio ponha em execu^au tambera o seu
regulameotn a respeilo dos fumantes do primeiro an-
dar, e recoinmende aos.eus djl^eiros que n3o forne-
rara aos la.saseiro* lnfam.cnSaaosiwtaC...." fu-
* : -' -.......--------"...tlvu aso. t<*<* *or_
vem para lomar dos mnibus casa de alienados, nao
respectando mailas pessoas serias que reprovsrc seus
exces*ns.
?a refinaiui da rua da Gloria n. 115, precisa-
se de um trabalhador, a-sim romo precisa-se alugar
um escravo de idade para servico livre.
IlouDin :l() do correnle, pelas 10 lloras da dia,
desappareceu um menino branco, idade 6 annos,
com caira branca ou da riscad, palito prelo o honer
lambein prelo bordado rom i.da. vindo este da
rua da Senzala Velha a rua do Collegio, donde de-
sappareceu : qoem der nolieia do referido menino
na typographia do Liberal, se tirara' as-s ohrigado.
Scolt Wjlsun (\ Cnmpandia, rousigualarios do
brigoe inglez iil.eviiiite., declarara ,n Inda as pessoas-
que liverem conlas con) o lilo nayio, pajam de
aprcenlar nesles non- dias no csrrplorio,_rrm du
Trapiche n. 40.
Precisa-se de um pequeo de 12 a 13 annos
para caixeiro, prelere-sj aoqsc nao fumar itjm mas-
car : no larco dos Coelhos, rabrrea de tenas, de An-
louio Carnet da Cunda.
Os abaixo assittnalo>i prrviuem ao respeitavel
pdico, que ninguem lara negocio de quahdade al-
suma cun os hens deixa.ios pela fallecida D. The-
reza Matia de Jess Rraga, moradora que foi na vil-
la de Caruaru', amule allereu, fcando a dever aus
abaixua menle principal, a' tora os juros c cusas que se lize-
rein coma qu'stfio que os inennosabaixo assignados
e-tao prumoveorio conlri os berdeiros daquella fal-
lecida, pelo juizo municipal e orphios da villa de
Caruaru', onde se proceden o inventario dos referi-
dos bens; pois que os abaixo assignados pelo prsen-
le proleslam ir sobre elle* no poder de quem os li-
vor como Ihe permilte a lei para seu pagamento,
vido como nao podem os mencinnadus herdeiros dii-
pdr delle devidamenle, sem que lenhain primeiro
pago as disidas da lallecida. E para que ninguem
depois se chame a ignorancia so mandn publicar o I maiTia,.7.
prsenle. Recife 30 de dezembro de l,(i.
Rodrigues \ Lima.
O aballo asignado. Irudu no iLibSTSls de
iiiilem, 2!l do crrenle, o annuncio dn intitulada
Sr do engenlin Verde flor d' Una ajue leudo .s-
menle u pequea parle nu dilu cngsnhn, e cha-
ma Sr. delle duendo que ninguem c iinpre ao abai-
xo assiguade os escravos Benedicto, Mara e Anna,
declara que tal annuncio n;lu deve ler elleito alsum, |j"-se S rua de Santa I hereza n^ :i!| "qoeiiciiara' corn
porque, sendo taes escravos no inventario que s... pro- I quem Iralar.
inullier
A pessna que precisa alugar um nu dou* anda-
res de casa un bairro de Sanio Antonio, com vaula-
sem no aluguel, appareca na rua das Cruzes, quem
vai da rua do yueima.lu nara S. Francisco.....imu
sobradu de dous nadares n. 9.
Joaquim Pereira da C. I.arangeira, oslnbelecido
n* roa .Vosuala o. I, pele ao respeitavel corno dn
conamorelo Ihe anre.....luana* oonlaa aiim de .rem
conferidas c legalnada.
Precisa-se de 2 olllciaes de ferreiro para traba-
tnsr na forja, o I .uto mediador, paga-se bem: aira-
lar nos Loellios, sffieins da ferreiro de J. K. Ilev.
Ha um rapaz brasileiro com prslioi de loja de
tasendaa, com excedente lellra, e bastante activo
queprecisa arruniar-e ; quem quizer aiinuucie por
esle Ulano.
Precisi-se de um porluguez para feilor de um
r-neenho, dos mais modernos ue*la Ierra, e que s na
di.posto para o mesmo lim : no largo da Assembla
n. 6, segundo andar.
O* abaixo assignados lem jo-to econlralado es-
labelecerem ama sociedade na taberna .-.;, rua \n-
gnsla n. 1, e por isso du 1. de jane.ro em diaole pos-
sa ., gyrar dila cata debaixu da firma com.n.rci.l de
Cola A- Sa Recife 29 de dezembro de 1856.Joa-
quim -reir da Cosa I.arangeira, Victorino Jos
Crrela de Sa .
Precisa-se alugar uma preta para casa
Ue pnuca ramilla, com tanto que saiha cozi-
Dtiar c rnsommar bom : na rua Nova n. 71.

m
HOSPITAL PiRTlifillfZ
Por ordem
m. ,sr. presideiile convoca-se a
senliores accionistas, paia a tos-
a no domingo, { Je Janeiro r.itoro, as |()
I los.
ezemhro de
duras da manhSa, uu uISn do Hospital. It
pilal Porluguez ile llenelicencia 2(i de dez
IS.5.O secretario,
Mauoel Ferreira de Soasa Harb
- Ollerece-se um cozinheiro para qualquer na-
vio qoem desea presumo se quizer nKIIssr, dr-
oa.
ciosu)erior rap da fabri-
ca de Gautois & ,, da
Baha, na rua de Apollo
n. 23
Domingos Alves Malheos, agente dn deposito de
rap da fabrica de Gaais & Companhia, da Babia,
avisa aos seus l'rcgoezes, que acaba de receher nova
partida do mcsinu rapc.o qual,para que seja mais co-
ndecido e se nao potos confundir com os de oulras
fabricas, de hoje em dianle so se vender' embrulha-
doera papel verde com roiulos amarellus.
Jos Antonio Momia Dial & C, l'a-
/.cni scientc aos seus frttguezese mais con-
sumidores de plvora, que teem um gran-
de sortimento das raellioies (|ualidadesde
plvora e chumbo que tem viudo a este
mercado, e vendein ditos gneros por
menos do que outra qualquer parte : pa-
ra vercra as qualidades encontrarao as
amostras eruseus escriptorios, ua rua das
Larangeiras n. f i e da \loeda n. 23 ;
nos mesmos est.ihelecimentos acliaro sa-
litre refinado de superior qtialidade, a
8.S-000 a arroba.
Aeiuao.
Precisa-se de um criada, preferece-se porlognrz e
de menor idade, pata o servido de humein solteiru :
dirija-se ao pateo do Carmo u. 9, primeiro andar.
Companhia
de iiaver,io it vapor Lu-
Brasileira.
O abaixo assigoado. por ordem da rommissao per-
manente da compsnhia, no Km de Jaueiro, participa
aos senliores accionistas desla. que no da 12 du cor-
rente dezembro ein assembla geral os seuliures ac-
ciunislas dalli, presididos pelo lllm. Sr. Dr.'Adolpho
M. V. da Cosa, depois de longo dbale em que un-
nimemente manifestaran! a opiniao de que a compa-
nhia continu, deckliram e approvaram.
I." O ue os accionistas pos-uidores das antigs ac-
tes enlrcm com 309000 fortes por rada orna, para
pagamento da divida frita pela direcro do Purlo.
2.'1 (Jue esla entrada sera dividida em Ires parles
iguaes, ilevendu as chamadas de rada uma deslis
parles ler lugar rom intervallo de 30 dias, sendo a
primeiro feta ja, e a ultima s se for precisa.
3.a As chamadas das novas actes serau eilas na
confonnidade do que ja foi vencido ; e u dinheiro
proveniente deslas entradas so sera' applicadoa com-
pro de um ierceiro vapor, o cosleameolo das primei-
ras viagens dos nnvos vapores se ctescer da nriiiicira
pernio.
i. Jim quaulo lian he possivel proceder a OleioSo
das pessoas que hilo de dirigir a companhia, lica" a
commiMo prrmauente aulurisida para noniear una
liessoa de sua cuulianra, qu* em Portugal sirva de
seu procurador, e reprsenle interinamente os inle-
re-ses da rumpanhia em loda a sua pleiiitude, de-
lerininaiido-se-lhe o honorario que deve perceher.
A mesma commissilo puhlicou o seguinle :
A commii-.io permanente, em virlude da deciso
da assembla reunida em I-i do correnle, convida
os senliores accioni-las anligos a faznein urna entra-
da de lo ou -JO? por aeran ale o dia 12 de Janeiro
prximo, para pagamento da divida cunlr.hida no
I urlo ; na rua Direila n. 99.
Convida mais os senhures accionistas novos, c que
!i' "'*'" f,r'meir.i entrada, a realisarem a secun-
da de JOjOO por cada acroalea mesma poca e no
lugar indicado, para a co.. pra de um Ierceiro vapor.
Rio de Janeiro 13 de dezembro de ItSC.Assig-
naduDr. A. M. Vicloriuo da Costa. .
Assim s.lo convidados os senliores accionlas de
lemanihuoi a realisarem ot 15 de Janeiro futuro
ama euirada de 20f moeda brssileirs] por acrao, ua
rua do trapiche n. ifi. .'
Fernambuco 23 de dezembro de 18.5b.O agente
M un.el II. Rodrigues.
Precisa-se alugar nm andar com commados, ou
dous com os mesn.os, no bairro de Sanio Amonio, e
laz-se vanlagein sobre o aluguel, pagaado-se muito
bem : quem liver anuaacie.
Os llovedores de Jos Dias SimOes.Cruz Ras-
Ios e Cruz d domes lenham a boudade de manilar
pagar us seus de..ilus aos baixo assignadus por se-
ren elles os dones dos referidos dbitos, os mesmos
abaixo as.igiradus desejandu ultimar esta cobrarle,
na melliur armonio esperara que Ihe taMsfario sua
conlas ni dependentes da publicado do seus noine
e,ineiusjuiliciaesqiicsever,lniia neces.idade de em-
Preaar na Talla du referido pagamenlo.Jos Alves
da Silva Cuinarae', rua doCabuga'ii. I 11, Fran-
cisco Jos Alves Guimaraes, rua do (Jueimado u. 33.
Precisa-se Tallar ao Sr. Jos Antonio da
Cunha, nesta typographia.
meninas, de seda e de palha, chapeozinhos de bapti
sado, nenies de tartaruga modernos, capellas e mau-
las para noiva, c muilas oolras fazendas que se ven-
dein mais barato que em qualquer oolra parle.
AO PtBLIC.
$ No armazera de fazendas baratas, rua do
m Collegio n.' 2,
I vende-se um completo sortimento de fa-
zendas finas e yrossas, por mais barato M
precos do que em oulraf qualquer parte, 8k
tanto em porcoes como a retalho, affian- H
cando-se aos compradores um s prego ji-
para todos: esie eslabeleci meato abrio-so
H de combinacao com a maior parte das ca- S
^ sas commcrciaes inglezas, francezas, alie- tj
mos e suissas, para vender fazendas mais
em conta do que se tem vendido, e por isto
ollerecem elle maiores vantagens do que
outro qualquer; o proprietaro desle ta-
ponante estabelecimeiito convida todos
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inie-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolira.
padaria do
ou no tte-
8* desuna ama secra para casa de fa- *">de fH'er' ";1" l1ove r d-lar a que o abaixo .i-signa-
do disponha de laes escravos como seus que sao, co-
m"o faz prova ns documentos que po-suo.
Jscintli .l'.'.o Ainaral Arago.
Precisa-sede uma ama de leite, que
o ten ha bom, e si ja sadia, paga-se bem :
na rua ilo Apollo ti. 22.
Precisa-i
india : na rua da Prai.i n. 49.
Precisa-se de um amassador na
Hrllo. nu Munleiro: a tratar na mesma
clfe rua Diralla n. Ii9.
Precisa-se de um cozinheiro ou enzinheira
para casa de humeen solleiro : na rua do Ou.oiaiadu
u. .>!.
Jolio Gimes da Silva, poNBiduds mais pro-
rundo sentimento participa asen irmao ausente Jo-
s Gomes da Sdva, que he fallecido sen charo pai
Bernardo Gomes da Silva, e roga a todas a. pessoas
que soubernn mide existe o seu dilu irmao de iba
Iransmillireu. esta lio u .-la nova.
Oflerece-se uma ama enzinheira lem um me-
nino que compra na roa para rasa de hoiucm sol-
leiru : quem quizer dirija-se a rua do Livramenlo
n. 2, que se dar iufurinaroes de son conducta.
Cha.
..e pro-
ced-u por fallecimenio da primeira mullier do* dilu
senhor de engenho, separados par o< credores delle
e por ordem do jaizo levados a' prars e ah arrema-
tados e pagos p ir quem os venleiiao abaixo assig-
nado, he rlaro que ein quanto o referido senlinr de
engenho na entontar a acc>> de nullil.de, o que
11.1o tem felo porque lem roiuciencia que Ole o
Arrenda-se o sitio denominado da Torre, con-
h-oule u sitio do Sr. Dr. le.losa, o qual ^mille para
mais d. 12 vaccas de Me, com muilo pasto e arvo-
res de Inicio quem o pretender dirija-oe a rua do
Hospicio ii. i, que achara' com quem Iralar.
Tendo-M retirado da lirma social de Malheos
Ausiiu | Compaubia o socio Alberto lorster Da-
mou, a can continua dcbaixo da m.-ma lirma, sen-
do os.mucos responsoTeis de boje en. dianle os so-
cios existentes Joo Malheos e Nicolao liaslerv. Per-
nambuco 2S de dezembro de 1830.
para o servro in-
Na prara da Iniependenrii n. 3:1 ha um dnoslo
de cha verde, prelo e do llio de. Janeiro <> mnlhor
que ha no mercado, o proco hM rizuavel ronforme a
porrao, oeumprador n9o deiiar.i de apreciar boa
enarena.
Lotera do H
de Janeiro.
10
Aluga-se urna preta capliv
lerno de orna casa eslrangeira, paga-.o bem :"n'a'r'a
do trapiche Novo n. i>. Na mesma casa aluga-se
um moleque de 12 a II anuos de idade.
(i abaixo assignado faz ver ao respeitavel pu-
blico, que o Sr. Mauricio Alves de linio deixou de
ser seu caixeiro desde o dia 27 do correle, licaodo
nr-capando o mesmo lugar o Sr. Antonio Pereira
\ launa.L. Pugv.
-Ti i'?*?"*'..'" pessna' a 1"" oSr- M'-"el Paes
de Mello leuda comprado lazendas ou seeros, ou
qualquer objeclo. e lenba pago e deuado a guardar,
naja por obsequio avisar na rua da Cruz du Recife
n ,,. afirn de se remoller aos prenles do mcs.no,
viilu o mesmo ler fallecido nesla prara.
Perdeu-se na noile de Natal, da igreja de S.
francisco ate a prara da Independencia, urna nal-
Mira do modello legniole : es lavores sa.. com es-
ramai grande,, a chapa em cima he comparada ura
Mico, que se ahm a ven- r^^--.5Mr.,
PROVINCIA,
O Sr. tiiesoureiro
loteras manda kzer
das
pu-
da, na rua da Auror. n.
6, primeiro andar, os bi-
Ihetes, mei >s o iiuartos, da
Independencia n. i, i terceil';3 \)&.l'le SegUll-
da lotera do convento do
Carin ', cujas rpdas itndatn
no da 10 de Janeiro de,
1857, e
adispo-ica do respeitavel
publico, sjt tu qnautida-
Je de bilbetes, meios e
quartos cima.
ThesiHurariadas loteras
.1 fardos e 2 brancas, mppODdo ser de madreperula.
OU aljofares: pede-,e a quem a arhou leve a roa
xova n. ,|, que ,era bem recompensado.
Na piara da
acliam-se a' vendti os novos liillietes da
lotciiii -2\- do tlietro-de SnTnta Thereza,
que devia correr a 2(i do presente; as
listas esperamos pelo vapor IMPERA-
DOS, se for transferida sua sabida para
odia 27 em diante, como supremos; logo que estejamos de poste das mesmas1
listas, na mc.viua loja cima serBo pagos
os premios, de confbrmidade com os nos-
sos annuncios.
Precisa-se de una a
m forra ou cap-
tiva, que se preste a todo o servro de
uma casa de familia: ni rua Njtfa, casa
n. -2.")
s:';tmilo
.ni t.ir.
ileseja-se fallar rom o Sr. Antonio ferreira da
Cnnlu ua roa Hireila, padaria n. *>.
LEGIVEL
Nccessiia-e de nina ama forra ou captiva, que
ninai comprar oeozinhor, paga-.-e bem : na roi
Mangueira n. 8.
Oeotlegio dasorpnaaa, silo em ,i rua da Auru-
ra, prensa de nina m/inheira liberta m .apl.va, e
paga generosamente : a tratar uu ou,, cullugio, a
qualquer hora du da, com a directora.
.No dia 2(1 a noile perdeu <= un povoarjo do
Monleiro uma cacoleU pequea lavrada: qoem
a aelinu e quier re-iiluir, dirija-fe a mesma povos-
' cilo, a caa de Jos Kodrignei do Passo, que ,-eia' ge-
llflll SSim !J,ie tem aoroeanienlerecompensado.
A pessun que perdeu na malri de Santo An-
tonio, na noile de 2i da correnle, um allinele de
pollo, dirija-se a iua do Crespo n. 2.1, que danto os
siguaes coitos, Ihe sera' entregue.
Precisa-se alugar um andar com commodos,
no bairro de Saulo Aiiluniu : quem o liver procure
iij llecife, roa da Gru n. 2, ,irina/.cm, que arbarn
com quem iralar.
I'reci-a so de ulna ama de leite : na rua da
lude deze ubi o de 18oO.MaJ,V,er!.,,cln.3,;,'OJ"'
"* I recna-se de urna ama que lenli i bastante lei-
Jos Jaiiuarjo Alves da i & a me"no 0",ln "rr"a: "0,a|eoi"'S-',-
TvIlITTraDD"
DE
HOSPITAL PGRTUGUEZ
BENEFICENCIA
tluem livor eonlaa aetirao com o Real llospitol,
queira apreeuta-las fegalisadas ao esmuler, na rua
Oireila n. 17, al o dia :I0 do correte impreterivel-
racnle.
Secretoria do Iteal Hospital Porluguez'de llene li-
cencia ein Pernambuco 2:1 de dezembro de t3."i(i.0
secretario, .Manuel Ferreira de Souza Ilarbosa.
DAGUERREOTYPO.
Systema norte-americano,
r-MCBRO DA BOA-VISTA N. ,
w terceiro andar.
Nesla casa ronlinua-sej tirar retratos com loda a
peileirrio e pelo novo sistema norle-americaiio.
i.M-lr sempre um completo e variado sorlimenlo de
caixiuhas, quadros e joiai de ouro para a collocac^o
dos relratos. Todos o^ das das S horas da manbaa
as 4 da Urde esta' a ollicina e gaieria a diipooicao
do publico.
PARA 1857.
A.ii
cnam-se u renda as hem conhecidas
oliiinlias, itnpressas nesla typorjraphia,
das seguintes qualidades:
FOLUIMIA RELIGIOSA, coutendo alem
dos mc/.es, a bibliotheca do christo
brasileini, (tue. se compoe d ora-
cosquOtidianns, metliodo de assistir a
missa e confissSo ; cantos, psalmos,
livmnos, oflicio de Vossa Scnhora da
Conceicoe muitas outras oraees de
grande mrito, preeo...... r20
DITA DE VARIEDADES, a iiualalemdos
mezes, conttr ai'tigos de agricultura,
noeesde sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de impostos, c reculamen-
lo deafericao, ato., etc., pnj^o. 520
DITA SIMPLES, contendoalcm dos me-
zes, a le dos circuios e varias talul-
las de impostos geraes, provinciacs c
miinicipaes. ueco........ -1W
\
Companhia de seguro con-
tra a mortalidade.dos es-
cravos estabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 2,000:000.s000.
.Igenrta filial de Vernambuco n. 13 rua do Crtao
Pagar-se-ba sobre a avala{So de t:0OI mais ou menos em proporcao de oatro valor) inclu-
sive o sello da apolice ele.
Da> idadet.
I>e I Jal entrar aos 40 annos 36|I00 por auno.
As rnudirrs impressaspoderan ser procuradas no
escriplorio da companhia.
Dar-se-ha consultas gratis aos escravos seguros das
9 para 10 horas da manhaa, no escriplorio da com-
panhia.
C. STARR A- COMPANHIA<
respeitnsamente amiunciam que no su ex-
tenso estabelecimento em Santo Amaro, con-
tunuum a fabricar com a'taaior perl'eicao c
promptidao, toda a qualiilade Je machns-
mo para o uso da agricultara, navega' Jo c
manulaclura, e que para maior con? jiorlo
de seus numerosos freguezes e do public
em geral, tem aberto em um dos grandes
armazens do Sr. Mesqula ua rua do Brum,
atraz do arsenal de marinba um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no ila seu estabelecimento.
All tcharSo os comprodores um completo
sorlimenlo de moendas de carina, com todos
os inelboramentos (algnns delles novos c
origtnaes) que a experiencia de amitos anuos
lem mostrado a uecessidade. Machinas de
vapor de baixa c alta pressao. taxas de to-
do lanianlio, tanto batidas como fundidas,
carros de mao e ditos para coriduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tornos de Ierro batido pa-
ra larinha, arados de ferro da mais approva-
d.i construccao, fundos para alambiques,
crvos e portas para fbrnalhas, e uma infini-
dadede obras de ferro, que ser enfadonho
euumcrar. No mesmo deposito existe uma
pessna ntclligeute e-habilitada Vara receber
todas as encommeudas, etc., etc., que os an-
nunciantes contando om a capacdade de
suas ollicinus e machinismo, e pericia de
seus ofliciacs, se comprme ttem a fazer exc-
cularcom a maior presteza e perfeico, e
exacta conformidade cornos modellosou de-
senhos. e instrucedas que Ihe forem forne-
cidos.
KOB LAI'FECTELH.
O nico aulorisado por decisaodo conselho real
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Lafl'eclcur, como sendo o nico
autorizado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 aimos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al-
lecces ua pelle, impingens, as consequen-
ctas das sai as, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm. aoarjatar-
ibos, a bexiga, as contraeces e a fraqueza
dos ralos, procedida do abuso das injec-
Ces oti de sondas, tomo anti-syphililicos
o arrobe cura em pouco tempo os'fluxos re-
centes ou rebeldes, que volver incessanlas
era consequencia do emprego da copabibe,
da]cubeba ou das injecces que rcpresenteni
o virujsein neutralisa-lo. Oarrobc Laflec-
teur he especialmente recommendado con-
tra as docncas iuveleadas ou rebeldes ao
.mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
--Vendo-se na botica de tiarral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar una gran-
de porco de garrafas grandes c pequenas
viudas di.ectamente de l'aris, de casa do dito
Boyveau-Laecteur 12,rua ivichelieu Pars.
Os formularios dSo-SC gratis em casado a-
gente Silva, na praca de i). Pedro n. 8-.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, l.ima cv lr-
inaos ; Pcrnambuco, Soum ; liio de Janeiro,
Rocha cxKilhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa .Nova, Joao Pereira de Magales Leile ;
Rio Grande, Francisco de Paula Couto C
Bilhetes de visita.
liravara-so o imprimem-se com perfeicao bilhele-.
de visita, lellras de eommerrio e lodosos objeclos dn
arle caligrapluca, reii>lrns, vinhelase quaesquer de-
senlios. Abrem-se lirmas, -metes, lano a Ulho do-
ce como em relevo, oriiaroenlo* cora objeclos deoum
e prata. l;a/.em-so riscos lindos o oriioaes para
bordados de labvrinlbo. Admille-se a recusa de
quaesquer desles objeclo* no caso de nao licarem a
conteni das pessoas que os enrominendarein : quem
pretender dirija-se a qualquer de*les lugares : no
bairro do Kecife, rua da Madre de Dos n. d, pri-
meiro andar ; ein Sanio Anloniu, ua livraria clavdc
do paleo do Colla-io n. > ; uaMarico Poutas, sobra-
du da quina confronte a matriz bova.
Seguros contra
o logo.
Companhia Northern.
CAPITAL, 11 .lill.OOIilaliclecida
em isti.
Para ellectuar seguros sobre propre-
dades, mercadoras, mobilia e eneros dt:
quasi tpd.i a i|uali ate it t)|t) anuo.Afrentes, C. J.
Asll.'v A C.
v POR :0:000 RES.
DITA Di: PORTA,' a i,nal alem dos me- nr, C u',,a..rir? loalha ^ liWrtafto
' u te... expUcac'oc, las indulgencia R? "'"* b"p,"do M 'ja da "" fama

.


i



.
AKIO ftfc Pfti&fcKi, liAH- rk".A 31 i i>iZEM t ISi6
"DPOS1TO DE L1YR0S E PSC&S HBJBDPATlCAS*
i% wo ca ewiw ttu^ O Dr.P.|A. Lobo Moscoso, tended fazer una viagem deixa a sua botica soba
direccSo de pessoa habilitada e de inleir'Pro'>idade, e um deposito na loja de livrosdo Sr.
Manuel .Nogueira deSouza na ruado Ct>8P0.sol,rado novo do Sr. .Magalhes Bastos.
>ftt:gos FIXOS.
Botica de ly^bos grandes. KWJtiO
Dita de 2> .. 155000
Dita de 3ff 205000
Dita de < ... 255000
Dita d60 > ... 305000
Manual de mee5*"**1 homeopalhica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dr1 termos de medicina........
Medicina do*lica doDr. Ilenry.........
TratameutoVocnol,'ra morbus
Es-
i.vcovas je Bodas asquali
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver o de nova
iiivi-ui-o a 35, ditas francezas multo boas
a i?, tssoo e -'-ooo. ditas para cbelo ingle-
Kepertorip fDr- Mello Moraes.
20;000
10/000
2/000
61000
-*,
I 1
1 Vderrrn de brilliaotes. $
+ diamntese parolas,pul- gj
^ cerras, allnetes, brinco* *
* e roletas, Iinii e- e a miel. $.
i de diireniile gostosede J-
diversas pedraa de valor. i*
I0REIRA DUARTE.
MJA 01 OiRlYM
Ra do Cabuga n. 7.
* Comprara, vendem ou
^ I rocam prala, ouro, bri- *
4 Ihaiites.diamanlesepero- .?
las, e oulras quaesquer 9
$ jola de valor, a dinheiio
* ou por obras. J
lieceliem por to-
i dos os Vi pores da Eu-
ropa as obras do nias
moderno irosto, tan- 1 eelswrwsieaewedeh
C? '' = .. >fi rt !!., I.l.llll'll
mm-m m *i
I OBRO E I'R.VTA-
v; Aderemos completos de J
4* uuro.meosditos, pnlcei- *
J ras, alfinetes, brincos e *
rozelas.cordes, trance-
lina, mcdallins,correte* %
* e enfeiles para rclogio, c <*!
J oulrosmuitosobjeclosde J
?, onro.
* Apparelhos cnmplclos, **
& I.. ,.r .1. *.* .k 1, ., <*l
2 de prata, para cha, ban- ,.
^ dejas, salvas, easlicaes
2 moilos outrus objeclos *:
lo de Fraiwja como ?.^^msW
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como costuniam.
c
*
,>
?m
DENTISTA FR\MEZ.

a publico.
Lavas de variasqtVli Vendem-se ricas I uvas de s;eda de todas as
res, cnbordadas e rom bolotas a 2t o para
ditas sem ser bordadas brancas n amarellas
para bomens e senboras a 15, I52OO e 18500,
ditas de lio da Escocia' brancas e de cores
para homcus e senhoras a 3#o, 400, 500 e
600, ditas brancas e de cores* de-eigodao,
propnas paia montara a 240 e 320 e oulras
qualidades nais une se vende na rna do
gueimado na bem conbecida loja de miude-
zas da boa lama n. 33.
Pentes de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricos pentes de tartaruga a 5 e
75, ditos dito de alizar bous a 19, ditos de
dito de marra la a 1*400, ditos de dito de tra-
vesa a 45, ditos de unicorne paia alisar a
15, ditos de blalo oftiito linos a 600 e 800
rs., ditos de baleia para alisar a 300 e 400
rs., ditos abertos imitando tartaruga para
prender cabellos muito bonitos e bem traa
balitados a 15280 e 15500, ditos dcbaleiaja-
bertos a 240, 320 c 400 rs., ditos de bulal-
para piolhosa 500 rs., na rua do Queimado
na bem conhecida loja de midczas da boa \ meninos a 320 rs., ditas dito dito para bo-
lama n. 33. | ,,., a \ftQ ls,( meias pretas de seda para se
Papannam octlvoi. , ditas ditas de laia para padrea
I aiaqueiU estl\ei* de lUtO'ji/eoo. ditas dius de algodSo para senhor*
5i HCriptorio de Domingos Alves Malbeos, na
ra de Apnllu 11. J-, lia para vender por mdico
preco o tegoinla : muito superior vinlio do l'orlo
em barris, ricos e elegantes pianos, panuo de linlio
do Porto, bicos e rends da trra, lunillas de linlio
para rosto, superior cha' nacional.
Veode-se o graade
laruo da AsMmbla n. ^O
VELAS DE CAKNaLUA.
Vendem se velas ile carnauba |iur> a 12? a arro-
ba ; na ma do Queimid* B. 69, luja ag feriageai
POTASSA E CAL-TIWBB.
So amigo e i beru conbecido deposito da nuda
.irmaiem allandejado do n_, "., i. 7a\ "!
lorie do MatiM), muio hdela do l.ecife, escnptorio n. 12, lia para van
O a a y ii- m he ulil. ma particularmente
o< scijuintet cagn.
Alporcas.
t..11II l bl.is.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
;ei|to mulatinho
Vende-se na roa ila Cruz u. 34, Ceijiio mulatinlio
por preco commodo.
\alojadaboaie
vende-se muito barato : panno lino azul
a 3# o covailo, dito dito prelo superior a
3-T-500, canto preto muito lino a 960 rs., lu-
vas de seda com ricas bolotas a Ia280 o par,
ditas dita bordadas a 2>, ditas dita para me-
ninas a I528O, ditas de fio de Escocia pra
.'& Paulo (iaienoox, de volta de sna viagem
.-. a Europa, esta morando Da ra Mova n. TfT jnn fa ivirtininn na oittti
|S^i^;tr..^pod*,,pr, i;:0^&XQ&-v o^^m-0:5 t'm con lucido dentista e
Ao abaito assisnado fugio desde 8 do correle i
prelo Vnlonio, do eentio, alto, secco, ps apalhe- "g I itlOl ,
lados, urna cicalfu em orna do olhr ; a pessoa que pu,)e ser prncurarto a qoa|quer |,0
" appr.hender leve-o ao Sr. major l.o.t Jos l'ere- semal na rua & c^mh^ d Q
ra SimiKS, na rua do l.ivramento n. 2i, ou .o mes- 9angrar e hrar bfm uen|e dlum
liora nos seis diasjla
C-rinu n. 20, para
icr, vliuinbar denles turados,
aaVaamZE!2r> U Cacl,au8a' <>ue ""- parar bem os da frente, e applie. teotosa.|sarjada;
'"" ".' _. i pera atraccao do ar.
Antouio l'ereira Barroso de Moraes.
SS CONSULTORIO CENTRAL HO- #
MEOI'ATHICO. #
Rua de Santo Amaro (Mundo-No- ^
& vo) n. 6. B
J O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho, 6^
de volta de na viagem o Kio de Janeiro, [:]
conlinua a dar rojisultas lodos os das olis, W
v;J das N hojas da manila, 2 da larde. ;
Os pobres sao medicados gratuitamente. S
o^v;^:
^@@s@
I CONSILTORIO IIOMOPA- 8
THICO.
ODR. CASANOVA.
28rua das Cruzes28.
Ktsle consultorio lia
ESTRADA DE FERRO
fio Recife San-Francisco
[(Tei'Ceira rlia.naila.
o
g rvtste consultorio ha sempre para vender
^r os mais acreditados medicamento* honm-o- ^*?
t palliicos deCATELI.AN e i,M-:ni-:i(, tanto m
^ em tinturas, como em globolos, e o mais ;'%
r^ ein conta posivel. '".*,*
^ Urna botica de 12 tubos 65 89 e 105000 9
(3? l 2 d 105 125 e 169000 @
g >< de 36 155 I85 e SO9OOO --.5
xg de 48 ., 18-5 22.5 e 255000 '*'
<& >' de 60 n 225 25? e DOjOOO @
t3i Tubos avulsos 50.), 800, e 15000.
j 1 onca de tintura a escolher 25000.
^J Consullas lodos os das gratis para os po- *?j
& bres.
ua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
e Souza,
er
ao^iropg E) s@g mj[
ii- dirc-lores da con anliia da estrada de Ierro do
Iteeie a S. rraneisco, tem feilo a|leiceira chamada
de 2 libras esterlinas, oo rcisl7a7T7 sobre cada ac-I liivlhlliliikl>ll iV il
ca. a dita comp.nl.ia, a qual deve ser pa^a alo o ." "'<*"'*s *"
dia 8 de Janeiro de 1857, na Baha, em casa dos Contina u vend
Sea. S. Davenport ,', C, na corle, em casa dos
Srs. Maua Me. tiregor <\ C, e em Pfrnambuco, no
.- riptnrio da companbia. O accionisla que na
realisar o pasamento denlro do lermo iudicado, po- ...
lera' perder lodo direilo as accoes sobre as qnaes o lscndo l'>ho MlUJ lo!' vendido em Olltra
qualquer paite.)
Rob L'Affecteur.
Plalas vegetae de Brande!.
Vermfugo ingle/, em vidros.
Elixir antl-asmathico.
Fiascos de bocea larga eom rollias, de
a 12 libras.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nbecida loja de miudezas da boa lama n. 33,
voltas pretas linas e ordinarias, ricos allne-
tes, ricas puiceiras, e ricas rozelas, ludo do
melhor gqulo que se pode encontrar e por
preco quo nao deixara do agradar aos se-
nhores compradores.
S'a taberna da rua Direll n. i, contronta
ao oilo du l.i\ran.i-nio, de Jcs de Mello Cosa O-
liveira i\- C, ha os xeguiules gneros superiores :
vinhoado l'orlo .le dillerenles qualidades de 6i0 ale
I56HO a garrafa, dito de Lisboa 610 e 720 a nr-
rala, dito Ca Fiaueira a 560 e 610, dilo de Sle e
doEsIreilo a (80,560e4u, iripiaa branca* to280,
vinho branco a que chamam Madeira a 800 rs dilo
luanco a 560, cerveja prela e branca, tanto em ar-
ralas como em meias ditas, de diversas quHlioades e
auiores, boa uenebra halian.le/a e hamburgncia em
P*a*O0a e bolija-,.boachainpa!;iieemgarraf.s, meiase
lig"s, boas passas e lieos de comadre em camulia.
de .1, t>, 12,16 e 24 libras, ameixas, labia, macar-
ro, arroz duMaranhao, sag, revadinha.verdadelra
rarinlia ou nomina de malarana, bolachinhas de soda
e lagleta, biaeoolinhoa linos ero latas, bolaclnnha
de araruta, latas com sardiubaa, chocolate de /.isboa,
cale, cha hywou de 25-400 a 3JS00 a libra, dilo pe-
rola a 15IMK1 rs. a libra, cu do Rio em la.as de 1.2,
4, 8 e 1 t libra, chouni;as, loucinho de Lisboa, inan-
teiga inglesa a I52OO, dita francesa a 7:20, queijos
muito bous, charutos finos de dillerenlesqoali.lade,
boa agoardeote de caima de 22 graos,elodos os mais
eneros proprios dcstos eslabelecimenlos por piejos
cummodos : asseveramosque serAo bem servidas to-
das as pessoas que se digDarem lionrar-nus com sua
prolecijo e fregueiia.
Vende-se
ou permuta-se por predios nesta cidade
ou seus suburbios, o sitio dos Coqueiros,
na praia do Rio-Doce, ao norte deOllnda,
denominadoCASA CAIAA,com boa
casa de pedia e cal, reedificada, toda de
novo, eom duas salas, quatro 'quartos e
co/.inha lora, tem mais de quatrocentos e
cincoenta pes de coquelros velhos e gran-
de numero de novos e maisalgumas truo-
telras, capoeira donde se pode tirar lenha
para ((ueiinar e fazer cercados, boas bal-
sas para plantar, tem pasto pal a susten-
tar vinle vaccas de leiletodo o anno, lera
de lente mais de quinlientas bracas, e
de fundo conforme as escrlpturas. dti/.en-
tas bracas, passando por dentro, em qua-
si toda a largura, um riacho que desagua
em Rio Doce ; tem mais a posse de qua-
tro bonscurraes sobre jiedras e murados :
quem o pretender entenda-se com o seu
prop ietario J. J. Tasto Jnior, que tam-
bem o arrendara' por um determinado
numero di" rmnoi rnm candi!>8>uaavora-
veis ao arrendatario, se ja'nao a| parce
comprador.
Como dt; lustre rilaren e
GompT*.
dito patamento nao se liver ellecluado, e em lodo,
caso lera' de pagar juros na razo de 5 por ccnlo ao \
a o no, de nf.s receber juros ou dividendo da com-i
panhia, pelo lempo qne decorrer entre o dia indi-
cado para o pagamento e a sua realisacilo. IS'enhum
anlo de transferencia pode ser registrado depois do
.lia s do cor rente, aiiiesdo pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
*". P. I ereker,
Thetoureiro.
Kecilc -t de detembro de 1K56.
SEGURO CONTRA FOGO. *
Companbia Alliance.
Eslabelecida em Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
SauDdersBrolhersSC.tem. honra de in. -a rua do Colleg.o n_- 21, prirneno au-
omu aos Srs. negociantes, proprietrios de casas,; daI- das 1,0,as a s da ta,de-,
e, quara mais eonvier que estao plenamanie nA^ZSZfZTfZrSX SS?-*
irisados pela dila companhia para eflecluar segu- Compram-se peridicos a 38200 a arroba : no
ros obre edificios de lijlo e podra, cobertos de largo do Carrao, quina da rua de Horlas n. 24JJ
llfa e igualmente sobre os objeclos que eontiverem i Compram-se apolices da Idivida provincial,
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou na rua das Flores n. 37 !. andar,
em (azendas de qualquer qualidsde. .~ Omn-m urna negra moca, boa figura, que
' ^^ ^ _^^_ ,aaiba lavar, engummar, cosinhar e coser, pasa-se
^^H BvtVli eni : quem liver anuuocie ou dirija-se ~so armaem
I do agente I'eslana, rua da Cadeia o. 55, que .cha-
I ra' com qnem tratar.
Compra-se para lima cncommend;
moleques de 14 a 18 anuos de idade
casteo.
SSen&si$.
t J. MI DEBISTE, 9
SJ cnuliiina a residir naruaNova u. 19, primei- f .
# ro andar. m !
,
Nesta tvpographla piecisa-se fallar | N()V^ ^
10 Sr. Rento A. R. Tupinamba', que mo- : Madama Kosa Bsrdj ven'd' ricos enfeiles de ca-
rn ou teve loja no pateo do CanUO. beca para senhora. do ultimo goslo, por preco com-
Na rua larga la Kosario, esquina do boceo do modo, e chapeos de crep cufeilados com flores, pelo
rene-Frito, 110 seguudo andar do sobrado n. 9, | Pre0 di|8SOO0.
a 400 rs., ditas brancas dito dita a 240 e 320
rs., ditas ditas dito para meninos a 240 rs.,
chales de merino cura ricas palmas borda-
das a matiz a 5.-500, ditos dito com lislras de
seda a 4/, ditos dito liso com ricas frailas
de seda a 55500, ditos dito dito com franjas
de la 4f500, [ditos de la de muito bonitos
padrOes a is, ditos de algodo dito dilo a
800 rs., ditos deiarlatana a 15, lencos de
cambraia com ricos tucos de linho a 1#200,
ditos de dita proprios para homem a 240 rs ,
cambraias l'raneezas de cores muito finas a
480 rs peitos para camisAs'a 400 rs., ditos
de Itnho muito linos a 15280 ; alcm disto um
completo sortimento de fazendas que se
vendem por menos que em outra parle : na
ruado Queimado n. 22, na bem conhecida
loja da boa f defronte da da boa lama.
PARA AS SENHORS DE BOH
G0T0.
Vendem-se caisinhas ricamente enlejia-
das proprias para presentes a 25, 35 e 4^,-ca-
netas ricas propiias pata senlioras a 500 rs.,
carteirinhas muito lind-s para senhoras a
800 rs., te-ouras para costura, finissimas a
1#, ditas ditas para unhas a 500, 1> e 1/500,
ricas franjas para cortinados a 4/a peca,len-
cinhos de retroz de todas as cores a 80o rs.,
ricas caisinhas para guardar joias a 800 rs.,
camisas de meia para crianzas a 50o rs., ri-
cos boloes para roupa de crianzas a 15 a du-
zia, sspatiiihos bordados para as mesmas a
5200 e 1^500, ditos de 15a mais ordinarios
a 320 e 400 rs., agulheiros com agulhas sor-
tidas a 160 e 240 rs. car loes de colxetes
trancezes H pares a 100 rs., carteirinhas
com agulhas so.tidas a 320 rs., caisinhas
com .guillas Irancezas a 160 rs., miadasi da
litaba para bordar a 100 c160rs., carritei-
de 11 una de 200jardas bom-aulor a 80 rs., di-
tas de 100 jardas autor Alesandre a 40 rs.,
niacinhos de trampas muilo boas a 60 rs ,
liancinbas de 13a de casacoes a 80 rs. a pe-
ca, caisinhas com grampas muito boas a 160
rs., miadinhas de linhas de peso finas a 120
rs., babados abertos de linho a 100 e 120 rs.
a vara, dito bordado de lindos padrOes a 200
rs. a vara, trancas de se.la de todas as cores
e larguras e ouiras muitissinias cousas, que
ludo se vende barato, na rua do Queimade
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Na loja da boa fe vende-se mullo barato,
tanto aspessoas da praca como aos lie-
guezes do mato.
Madapolaa n. 0 a 45 a peca, dito entre fino
a 35600, dito dilo a 3f"300, algodSozinho liso
encorpad de 20 jardas a 2#880 a pr-ija, dito
dito dem dem a 2.5720, dito dito idem idem
a 25240. algodao de listras a 160 rs. o cova-
do, dulas linas para coberla a 200 rs., briu-
zinho de linho de quadrinhos a 200 rs.,bntn
raneo trancado dito a 1/440 rs. a vara,
liii pardo li.so .le puro linho para palitos a
"O rs., rj'lo de ""- --rinrmil., ir. Jii- ^J-
nonilos padroes a 800 rs., filo de linho uso-
u 0-JMio a 880 rs. a vara, dito dito borda-
do cuto a 1/280, cambraia lisa lina a 4so rs.,
dita dita de lpicos muito lina a 800 rs.,
dit.. sdamascada com tuna vara de largura
par. cortinados, em peca de 20 varas a 75,
camisas de i iscado muito bem leilas a 15500,
(jo: es de cambraia muito fina de muilo boe
nili i padrees com 7 varas a 25, palitos ds
brii-i, pardo de puro linho a 3920Q,-dito-
pielos muito bem ieitos a 45, ganga ama-
relia (ranceza muito lina a 320 rs. o covado,
cortes de fustiio para collete a 600 rs., ditos
Ditos linos a 15, ditos de gorgurao de seda a
3-jo^jsssiiii i:oiiio oulras muilas Calendas
queja" vendem por menos que. em oulra
parre: na rua do Queimado n. 22, loja da
boa l,' (efronte da da boa lama.
Veiu\e-se ora chro-s
numelro heni reula- %
do,; i a rua do Bruiu |f
quarlo e oilavo, pur preco ra/oavel: na ruada Ca-
d*ia do Kecife o. 13, escriplorio de Bailar \ Uli-
veira.
l iios*
Vendem-se muito bonitos botoes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
VENDE-SE
Graxa de patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
Vinho do Rheno de qualidades espe-
ciaesJoliannisberg e Marcobrunner.
Noarmazem deC. J. Astley&C.
XAROPE
DO
BOSQUE
I-oi irausfci ido o deposito desle xarope para a bo
lo, e da melhor quali- "Cd f lotc."J>CruI Sanios, na-t-ua Nova n. 53
rua do Viniio i! >7 -drra'a oSoOO, e meias 35000, sendo -faUo lod
'jaquelle que nao for vendido ueste depusilo,ptl
[quesel'a o prsenle aviso.;
Vende-se na rua do Sebo, jauto ao sobrado
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I3f000o bar-
ril : as pessoas que cpii/erem dito gene-
ro, apparecain em O seu aescriptorio, na
rua do Vigaro n. 31, para veras amos-
FARIMI^
De Trieste,
Vende-se em casa de Sauuders Brothers ,\ C. na
praca do Curpo Santo n. 11, a muil superior e bem
conhecida familia de Trsate, da marcaprimeira
qualidadechicada em 0 do crrente ua escuna
ifPfctla, em porcoesgrandis e pequeas, conforme a
vontade do comprador.
Cemento.
Em barricas e a retalho : no arina/.ein de male-
riaes da rua da Cadeia de Santo Antonio, por preco
commodo.
MARMEI.ADA. _
Vende-se por preco commodo,
da.le que ha no mercado : na
deposito de assucar.
CU-
ll.'
cas
fstulas Do abdomen
Krialdade ou falla de
calor as extremi-
dades, s
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
InchacOes.
Iiillaniniacao doligado
da besiga.
Inllammacao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
-Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PufmOes.
Queimadelas.
Sarna.
-upuragOes ptridas.
Tinba, em qualquer
paite que seja
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
*- das arliculacoes.
Vias toreidas ou no-
dadas as pernas.
novo, um bom cavallo : a tratar com o alteres Mo-
raes.
Vende-se a taberna da roa Direila dos Aloga-
disu. i.com poneos fundos, aluguel commodo, e
cominodos indrpelidenles para morr I unilid. e lain-
bem se vende so a irmacio : a lialar ua mesir.a.
Para ruraJt phlysica em lo.loosseusdillereu
esgros, quermolivapa por eoDstipaeMt, tosse
dslhma, pleuri/. escarros de saucue, dr de eos
ladosepeilo, palpilacao no coraco, coqueluche
bronchile, dorna gargaala, e todas aimoleslia
dosoraaos pulmouares.
TAIXAS PARA" EXGENHO.
Ra*fun rus d9 Brum, passando o chafariz.i cor lini hs-1 aliUI* I
ver'um completo sortimepic de taixes de ferro fun-
dido e balido de "> a 8 palmos de bocis, ss.quaes
>cham-se a venda, por epreco commodo com
promptido: embarcam-s oucarragaa-ss am car
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de llrnr. liruun & Companbia, na
rua da Cruz u. 10, vende-se cognac em caixinhasde
duzia.
Na ruado Trapiche a. 14, escriptoriode Ma"
noel Alves liuerra, vende-se por commodo prego e
egaiule :superior viuho do Porto em barris do
oilavo,chapeos de fellro, e sabAoamarello fabricado
no itio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & C, praca
do Curpo Sanio D. 11,ha para vender o se;uinie a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizopara saccas.
Dilo en tuneado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado ludo por preco commodo.
Cf*I de Lisboa e potassas
Na rua do Traplcbe armazcns'ns. 9e
II, vende-se superior potassa da Russla
e americana, cal virgein de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado
AGENCIA
Da f undiro Low-Moor, ru, daSenzala-Ro-
va n-. 42.
Nesteestabelecimeiitcnontina ahaver uaicom- I
rilrlo -iiirtimanin Ha n ;,. m iininlni |
NAFUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHElRODAVIj W.BOWM>N. rtA
RUA DO BRUM,PASSANDO^O oHA-
FAR1Z,
lia sempre um graudesoriimento dosseeuinles ob
joclos de mechanismos proprios paraengenhos.a sa-
ber : mociidas e meias moendas da mais moderna
construcrSo ; laixas de Ierro fundido e liatido.de
superior qualidade e de lodosos tamandoa ; roda
dentadas para asua on aiiimaes, de todas as propor-
es; crivos c boceas de f ornalha e reaislroa de bo-
eiro,aguillioes,bronzes,parafusosecavilli6ai,moi-
uhos de mandioca.etc. e.tc
NA MBSMA FUXDICA'O.
feexeculamtodasascncommeudas com a superio-
ridadejaconhecida ecom a devidaprestezaecom-
modidadeem prego.
1"*.' *,>">..'' -'tk o-t
A tteoco!
r.;-

i
S' Na rua do Trapiche n. 04, lia
@ superior rap Prince/.a do Brasil,
chegado recentemenle do Rio de
@ Janeiro, em qualidade potico dif-
iere do de Lisboa, ao passo que
custa apenas I .si 00 a libra ; a elle
antes que acabe, pois a rcmessa
ie pequea.
9
::0000-&-Z-00
Em casa de Ra
| rua da Cadeia n. o7. vende-se :
Vende-se este ungento nostabelecimeii-
to geral de Londres n. 244, btrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua iranUa em
toda a America do Sul, Havana e HespVjiba.
Vendse a 800 rs. cada bocetitiha.corM>m
urna instruccao em porluguez pa>a explicar"
o modo de laier uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum
phai maceulico, na rua da Cruz n. 22 en
Pernainbuco.
Oculo8 e lunetas de todas
asqtialidades
Vendem-sesuperiores oculoscom armacau
de tartaruga de todas as graduaces a 35000.
1"*.10 ?"S COm aruia0es douraJas
X .?', fl 'l0S Cm arma<5es prateada,
15, ditos ditos comarmaco de ac a 800e
K, lunetas com armacao de tartaruga a la.
ditas redondas aquadradas de baleia a 500
L!*flAa d,US VU!rOS arma3o de baleia
a lv60, e outros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rya
do Queimado n.Q3.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
bo de marim de boa gu.lld,de a 10 oitas
dios de cabo de balance muilo finas a 6/.
ditas ditos cabo roligo e oitavado a 3a, du-
zias de colheres de metal principe a toe to-
ditas de metal mais ordinario a 800 e 15400
e oulras multas cousas que se vende barato!
na rua do Queimado na bem conbecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Vende*-sa dous pianos fortes de Jacaranda
construccao vertical ecom todos o melboramenlo
mais modernos, tendovindo no ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia armazam o. 8
. d LEQDES FINOS.
venaem-se lequcs muito finos com ricas
pinturas, espelho e plumas a -2t, 35500 e 4/:
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
Kicas litas finas e WQfOTs
as dos melliores gustos
que se pode encontrar
so vendem ua loja da -*oa fama na rua do
Qneimadon. SSepofprecos que naodeixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se rende barato e ha muilo onde es-
colher.
Perfumaras finsimas.
Na loja de miudezas-da boa fama na rua
do Queimado D. 33 encontrase sempre um
*J rico sortimento de perfumaras de todas as
J? qualidades, inglezas e Irancezas, seudo dos
gg melhores autores quo ha em Pars e Lon-
$f dres, a saber: agua de Colonia muito boa,
g> sabao para barba de creme de amendoas,
g asna de lavande muito superior, vinagre
Jg aromtico para dores de cabera, banha mui
SSf totlna em ricos vasos, cxtaaclus de muitas
lades, extractos proprios para bolso da
iS-

'-...
ziiiha-so para fra com lodo asseio, perfeii;ao e
11 oin 1 lid.iii e lamhein se eogomma : ludo por preco
mais commodo do que em outra qualquer parle.
Alu-a--.-1 aloja da casa da rua da Aurora n. 'r:
onde foi nllicina do fallecido mareineiro llenrique s
quem pretender dirija-se ao Sr. Joiio l'inlo de l.emo,
.lunior, no seo escriplorio, ou casa desaa morada,
ua roa da Aurora.
AluKa-se a autiga casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. com bom -ilio, baila para capim,
o boa aaaa de vivenda ao pe : quem pretender dita
casa dirija-se a rna do Visarlo n. 31.
1': ti- ..... de um bom criado e pasae bem
asraoando o servioo e eomporlamenlo : a tratar no
campo do Hospicio unto ao quarlel casa do desem-
bargador Mendes da Cuuha.
Novo manual
Do
Commercionte
E DO
AOS qi;e tem ue uniah.
Verde francez a |ialaca a libra, alvaiade a meia
pataca, tarro e oca a don* tinten* a libra; tende-se
toda 11 porc.au que quierem : 110 I.ivraincolo, loja
n. 35.
AU PUBLICO.
Vende-se nina boa 'escrava crioula, lava mni bem,
1 0/111I1.1 isualuienle, e eiisoinina roopa de senhora :
quem pretender dirija-se a rua da I'euha u. 9, pri-
meiro andar, que achura' com quem tratar.
Vendem-se vilellas gordas: na encruzilhada
de Bellein, ua (aberoa do Andr se dir*.
\'ende-se o en-oiiiio Sicupeminh., em Mnri-
heca, perleucenle aos herdeiros do finado capitao
l-'rancisco Antonio de 5a Brrelo : os prelendeutes
fallem com R. J. It. de Almeida.
Vendem-se gi^os de i;arrafas vasia, em casa de
ltenrt Glbeeu, rua da Cadeia do Recite n. .">2.
Vende-ne a taberna sila na rua das Pernam-
hucanas esquiua para a das Crioulas, liem surtida e
baslante afreguezada para a trra: os prelendeutes
dirijam-se inenu ou a pra^a da Independencia
I n. 0.
Vende-se batatas a 25240 a arroba 80 rs. a
.J libra, presunto a (40, liaos comadre a 240. gonima
a 100 rs. : na labrrna da rua de Horlas n. 1.
Vende se a diuheiro oo mesmo a prazo com
indocaute as ledras a laberua sila nos Afosados na
\Flt7fir Til Tlf rlllIMrPri !"". Miguela. US, telado de fundos 400 a 500-3
UwfUllAUU llU uUHDuUUlU multo afresuezada para t.rra. o dono deseja ven*e-
. .. la e faz loilo negociu por ler de relirar-*e para-fora
Acaba de sabir a lu, ja completa, esta Inlajcessan- da provincia qnem prclen ,er ,,. a mema
le NMNM.OI lesHla^ao do commercio, cnnlendo o .
<;odi!;o Conmercial anuot.ido ctm M relerencias dos ; ^sk^*Tk^ \ f\ O f\\
diverson arliRO? do metmo codiao e dos respectivos I '\ y^ IKlC'ijfj
r#ju.am?nlos entre s ; asaim como com os decretos i
vaosexpedidas1 al o anno prximo passado, ex-. ||inu L.s,.,.a%a ptima cozinliclra, lava per-
plicaudo ou .1 .-il! u, Id alcumas de suas dwpoi-) f ^*a m 4^ '
cAw : seuui o dos rcsutaroenlos n. 737 e u. 7:18
de -J."> de novombro de 1V>0 lamben, annulados, e
de um iippendice ronlemlo a inl*>f>ra de todas as
leis decretos e reftalameaUM iiul.licados aleo rereri-
\o nnnii, inrlu-ive a le u 799 de tti da setambio de
liM 'pe teronimu o-* tribunae* do eummeicio, com
o mpeelivo r9j*larneulo n. 1VJ7 do I.- de maiode
^
ti. 1U, primero andar. $
Vendem-se pclles de couro do lustre de
muilo superior qualidade a prec/) de 45 e
4#500 : na rua do Queimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 31.
Carlas para jogar.
Vendem-se baralhos de carias francezas
muito (naso de bom papel a 500 rs. o liara
lho, dilas portuguezas muito finas a320 rs.:
na rua do Queimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Na anliza loja de miudezas, que foi do Lody e
do padre Raphael, vende-se sorlimenlo de miude-
zas e quinquillera-, assim como filas de seda fortes,
mas com vana a dez re, viulem e dou* vinlens
cada vara, per;as a dous, tres e quatro vinteni, com
oilo i il-i. varas, e deslas mesmas lera ...u liiu-i lo'.-in
bom estado ; tamhem se vende de sedas lavradas
muilo linas e ordinarias, lilas de velludo de loda.
as cores, eslcilinhas e Ursas, Iranras de la lisas e
de caracol, de lodos as cores, ddas de seda larsa* e
estrellas, de varias cores ; vendem-se igualmenle ca-
ivetes de mola grandes e ditos linos de peonas'de
1, 2, 3 e 4 lollus, muilo linos.
BonecHS irancezas.
Vendem-se bonecas Irancezas ricamente
vestidas e de varias qualidades a 15200,
15600 e 2?, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Para escriptoros e cari-
nos.
.Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel liaver a 65, dilo in-
ferior pouca cousa a 35 e 33500, dito paque-
te muilissimo lino a 45500 e fij, dito almarjo
greve c n.arfim a 45, dilo alniaco muilissimo
brjm a 3-5200,] dilo de cores em quartos de
resina a 700 rs gro/.as das verdadeiras pe-
nas de ac bien de lanca pelo barato prego
de 19300, dilas muito boas sem ser bico de
lanca 500 rs., duzias de lapis muilissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar !i-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
pennas de ai;o a 120 rs caivetes nissimos
de urna a quatro l'.ilhas a 1, 2, 3, 45, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
rua do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Rua Nova n. 18 loja de M. A. Caju'A; C. con-
linua sempre a ter um grande sortimeuto de obras
feilas de allaiale, tanto superior, romo mais iufe-
rior, camisas Trncelas, brancas e de cores, gr-
valas, col,1111.tos,chapeos francezes, ditos de sol, de
seda e pauimlio,suspensorios de bcrracha.meias para
senhoras, homens, meninos, fazendas para fazer-se
qualquer obra de encommenda com a maior preste-
za bom desempenho, em lim qua'quer pessoa que
vier a esta loja, tirar um Tacto completo e por pre-
co mais corafrnodo do qoe em outra qulquer parle.
TAIXAS DE FERRO.
Nafundic.o da Aurora em Santo Amaro, e pranohi-cs d,; plnl.o da Sue.-iarom 18 ate
Tn^r DF;'0SI a roa do Brum logo ->> parrn0se 7. polejjanas de r;rosS,u,,, des-
na entrada, a defronie do arsenal de marinha. fia, r j 1
Icarreprantlo arrota para o arma/.cn de C.
He rua da Cadeia, defronie da Kelac.lo, laber-
na 11. 2K, a das melhores bichas hamburguezas pa-
ra vender a relalho e em porgues, e lambem se
alugain.
Cal de Lisboa.
Ba da Praia n. 9.
i Iterada no ultimo na-
vio e iiiuiti-sitno bem acon-
dicionad:! : vende-se por
pr^ytt muito barato.
AO MADAMISMO DE BOM GOSTO.
Vendem-se seda* escocezas de quadros, com qua-
Iro palmos de largura, hienda muilo superior
15800 o covado : na rua da Cadeia do Ke
de Mxuoel I erreira de Sa, esquiua que vol
Madre de h....-.
para en^etiho, machinas de vapor e taixas da
ferro batido e coado de todos os lamanho para
dito.
CAL E POTVSSV
Vende-se polassa da Kussia e americana, chegsda
uestes diaa-e'rie superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seus deposi-
to* na rua de Apollo n. 1 A, e 2B.
Na rua do Vigaro 11. 19, primeiro andar, veu-
de-se v iulio do l'orio de superior qualidade da bem
conhecida marca (W em pipas, barris e calas de
urna e Jilas duzias de garrafas.
M uta attencao-
Na rua do Crespo, loja da esquiua. que volta pa-
ra a rua M GauUi. '-.4 u. -nhmrtottt de lila
hespunhOes, lencos de cambraia de listraaa 400, 500,
e 600 rs. cada um, cortes de casemira de cor a 15,
eaOOO rs., dilos prela a 49500 e 89OOO rs., ditos
de Jiriui Cf curo e ainarello para calca a Ijid. pan-
no de linho do Porto, 1 allias de mesa e rosto, goar-
danapoa de todas as qualidades, aloalhado adamas-
cado com selte (.almos de largara a I50OO a vara,
cortes de casaa cl_la a IStiOO rs., e oulras mallas la-
zendas por preQQjta eommodos.
A ifiv res o covado.
Kiscado escoro de qoadrinhos, proprio |iara ca-
1 misas e veslidus de prelas, vende-se na rua do
I Crespo, loja da esquina, que valla para a rua da Ca-
! dea.
V1XAGRK EM BAR{t Superior a marca l'KK e Kalcao & Socios, acha
. se a' venda no armazem do Valenca, rua de Apol-
ilon. 13.
Vidros para espelho.
1 mi aw^HteiiLi siiiiiI
Plvora.
PARA ACABAR.
\a rila Nova, loja Itanceza n. 8,confron-
te a Carnloa do Csrmo,
vendem-se chapeos de seda para senhoia, da ultima
moda e qualidade, com um leve loque de mofo, pelo
liar.il -mu.1 preco de IO5 cada um.
Reiomios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco raxoitvel,ein casa de
AugustoC. de Ahreu, narua da Cadeia
do Keciic,armazem n. 36.
^|Superor cal de
Conservas alimenticias.
Tinta para typorjrapliia.
Tudo por preco commodo.
Era casa de Rabe Schmettau & C,
Itia da Cadeia n. 57, vende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vinho do Porto, superior chamico.
ira salsas de 2 dunas e ero barrB de oilavo, re-
cenlemenlechegadopelojbrigue Trovador 1; vnde-
se nicamente no armaiem de Barroca A Castro, na
rua da Cadeia do Recite 11. 4.
dn Baha
i vende-se em ca-
C, rua da Cruz
)c Schmettau C, VBS&itSE*** varias" qualidades,
1 opiato o melhor que ha para limpar denles,
pas para liinpar os deutes, e oulras mulla
cousas que nao .ieixarap. Jo e-r*%mr OB aej
""'o se vende
Algodfio7.inho
para saceos de assuca
sa de N. O. Bieber A
Kelo
Claudio l)ubeu\ vende plvora,
cada barril de "> libra*.
Vendem-se
iza
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arma/.cmdc Novaes i\ C, rua da Madic
de Dcosn. 1, por preco commodo.
Vende-se superior linha de algodao'bratien
de cores, em novello, para coslora : era cas de
Snnthall Mellor c< Coinpanhi*, rua do Torres n. 38.
DEPOSITO DA FABBICA
industria Peruaiitbucana,
RUA DO CRESPO N. 0.
A fabrica de sahao e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do Brum, tem estabele-
gios
coberlos e descoberlos, peqoeDos e grandes, de ouro
patele mate/., para homem e senhora, de um dos
melhores fabricantes de Liverpool, vindoa pelo ulli-
mo paquete ingle : em casa de Soulball Mellur &
Companbia, rua do Torres 11. 3.
N. O. Bieber A C, rua da Cruz n. i,
vendem: ;
Lanas da Russia. t*"
Idem inglezas.
Brinzao.
Biins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos deatsucai.
SAO' MUITO LINDOS,
licos cortes de vestidos de fazenda muito
lina, toda de seda e de um gfsUo muilo apu-
rado, chegados pelo ultimo vwvor vindo da
Europa, muito proprios par.aagpnhuras de
bom gosto, assim conio^ltltie francezas
muito finas matizadas com lindas cores :
dao-se amostras na rua do Queimado n. 22
na loja da boa le defronie da da boa fama.
PARA QEM TEM BOM COSTO.
Na rua do Queimado 11. 22, loja da boa f,
ha um completo sortimento de grosdenapo-
le de seda de lindas cores; aproveilem antes
que se acabem, que a l'esla esla com nosco,
assim como chapeos do Chile muilo linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
eitamente, compra e vende na rua
quera a pretender dirija-se a esta typo-
graphia que se lira' quem a vende.
Vende-*c pur delri.z da malriz da lloa Vista,
padiiria da lama u. 26, um arando soiliineuto de
ma*as linas, SM1BI como araruta, Sebastopol, iinpe-
I8J0. A' venda na linaria de .1. Vosueira da Soaza I """ aliadas e resalas, ludo pelo pre.inho de 32U
rs., que pechinelia falla* doce*.a 200 e.2'i0 rs..
hi*cnulo* a 2tl0 r*. c muilo linos a 240, t-
t.)o-se acabando, d.io-se auioslras. > 1 inesina pada-
junlu ao arco do Saoto Antonio.
ti* abai\.> a*sisnados, com loja de ourive. na rua
do Cabnsa 11. II, confronte a.) paleo dit iiialnz e rua
.Nova.fazeni publico, que eslao recebendo c.mlinua-
.lamente a* mai* no\a* obra* da miro, tanto para
senhora como para homeii* e meninos : os precos
conliuiiam razoavei*. e passani-se cinta* com res-
poinaliil ule. especifieatido a qualidade do ouro de
na vende-se una porejo de estopa de I56OO a I58OO
por arroba a relalho.
Vende-*e uina comiiindd de nKHjno o "ma se-
cretaria de aniarclli), jiara ver no lars de San Pe-
dro esquina da rua do I-oso, e para Irttaa na rua,
do Oucunado 11. 2i.
A rados de ferro.
Na fundicao de C. Starr&C, emSan-
11 oo 18 quilate*, lie.indo as.m sujeiio* os mesmo* to Amaio,acliam-se para Tender arados de
por qualquer duvida.Seraphim i\ lrin.10.
Precisa-* de urna ama que cozinhc e lave com
aeeio, para urna can de punca familia : a tratar na
rua da Cadeia n. 51, Icrcciru andar.
l'reci-a-se alagar nasa co/inheira para casa de
amiba, qoe *aiha Tazer a* compras, prel"re-se es-
.rova : na rua do Crespo, loja n. 9.
AMA DE I.EITi;.
Precisa-se de urna ama ama que lenlia bom e
ahundanle leite, para acabar de. criar urna rueuiua
4-ic U-iii i ineies uo palco do Panizo 11. 28.
sempre um grande sortimento de taixas, tanto >i -r----------> -.
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi- V A,lc'-V tV: *' 'or,e (, Mattos : ven- j cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
das, grandes, pequeas, razas efundas- e a deBMe em lotes grandes ou peqm-nos e! "' nicamente dar extracto aos seus
ambos os lugares exisiem guindas.es para' carra-; I- pr^nmito commodo. KStf^tr AaTelas
manufacturadas nesta fabrica, olferecem a
cantagens seguinles: s5o feilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
| por, sao inodoras e bellas na apparencia,
I queimam com igualdcde e nao esborram, e
Na li de '. portas, na rua do Queimado n. 10,; ,,. fazcm inuriao e o mais luz e mai cia-
ba para veudei novo *oiiimenio de fazeudas muito ra j0 que as velas stearinas ou de qualquer
.-.IcomposicBo, e que se vendem no mercado.
I Fabricam-se de 6, de 7 ede 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que contera 192, 224 ou
3:0 velas cada urna pelo preco de 15/.
gar canoas ou carros, livres de dsspezas. Os
pernos sao os mais rom modos.
Moendas supe-
riores.
FAZvtlAS JAfAT.1
r-O AVAlilA.
por precinho muilo harato.
^0fZt>o$ in$9>&.
a.Ti u d novembro fuEo do eni de Malla freaueiia de Agua-frela, um mulaliuho
de uome Jos, perleucenle ao bailo assigu.do. eom
ossignaes aeguioles :-idade 10 .anuos, secco do
corpu, cara secca, ollms acaslanliados, cabello sollos,
nar meio ehalo, deutes redondos e larKOS, cor pa-
ida, pernas linas, as unhas dos p* arrancadas, de
bichos que leve era pequeo, fuma ch rulo e ca-
cti robo, leven urna Irouia, o qta nao sa sabe, levou
cale- branca, camisa da chita encamada, palii de
panno atol, chapeo da pallia novo ; snppoe-se ler
Tugido para as-partea das Lagea : ped.-.eV todas as
autoridades e capitn da campo, on a qaem o c.p-
urar, levem-o ao menclunado engeuho, qne sero
bem graliliCddos.-Aotonio Laii l'ereira de Caldas.
fjo dia1 30 de selembro fuio do eugenho Cruz
de Malla, frecaeiia de Agua-Prela, um eacravo de
nome iseraphim, perleucenle ao abalso assianadn,
com o* sifn:.,s .eguiDlea: idade 10 annos.alloi groa-
so, bem barbado, j. com varios cabellos brancos na
barba e na cablea, nariz chalo, olbos meio morios,
lem falla de um dente ua frente da parle de cuna,
bem espadando, quaudo anda he meio eatfeunda.lem
as unha dos he-ius grande* rfos pea arrancadas, fuma
cachimbo, c bebe*agaardenle que lica alegre e a fal-
la meia turbada, nao lem oflicio, mas he bom de ser-
vico de eiiida e fouce, levou orna Irona com rou-
pa ja asada, calca de alpaca prela, velha, he criou-
lo.e mallo conbecido pela freguezia da Escada por
ja ler sido escrsfs do fallecido Joilo Severo de Je-
sds: pede-se a lodns as autoridades rpita de
campo, ou a quem o capturar, levem-o ao mencio-
nado tngenbo, que serSo bem gratificados.
Amonio l.oz l'ereira de Caldas.
I"ngio no dia 9 do correle mez, do engenho
Velho dele lermo, o prelo escravo, de nome Joa-
qun), com os aignaes seguinles : bailo, barbado,
olhos vivos, bonita phisionomia, denles alvos, que-
brado das vinlhas, Iraiendn por isso urna funda, fi-
le escravo foi comprado no Kecife, onde servia de
boleeiro de carros. Recommenda-se a sua appre-
hensao a polica e aos capilaes de campo, cerlo de
que terao generosa recompeuss se o levarem ao dilo
engenho Velho ao seu dono o Dr. Antonio Carlos de
Almeida e Albuqueique, uu no engenho Bua-Viiu
ao Dr.lrar.cisco Amonio de Almeida e Albnquer-
que. l'arahiba 12 de dezembro de 1856.
Ierro, de conslrucvo muito superior.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios la-
manhos pelo barato pri:i,'0 de 1^500, 2s.">00,
I55OO e 4^ : na rua do Queimado loja de
; uiiudczas da ba lama 11. 33.
Xa fundicfio
Santo Amaro,
endas de cantil
modelo e consti
do C. Starr & (.., em
ham-se para vender mo-
todas de Ierro, de um
icco muito superior.
YABANBAS E GRADES *
Um lindo c va/iado sortimento de model-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
dernissimo : na fundicuda Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da. mesmana rus
do lirum.
FITAS DE YELDDO.
Vendem-se litas de velado pretas e de co-
res, estrellas e largas, lisas a abertas do mui
to bous gestos, pelo barato preco do 1(10
330, 400, 300 e 600 r.s., na rua do Queimado
ua loja do miudezas da boa fama 11. 33.
em coula, enriio stjam
Chitas largas de cores, o covado
I1.1..S clreii.i-, o covado lOOrs., Ijiie
Corlea le vellido de chita larga 9UOO e
hilos de cataaa de Pana
Peca* ce chiles de cores
lilla* de 1I1U* finas
.Madjpol.io culrcliiio 33000a
Dito largo
Algodao azul de liftra e un.-ciado, o covado
Dilo americano, peca
Chales de chita
Lencos de ganga encarnados
Chales de rncrioo de barra e franjas '.
l'eitos le linho lisos c bordados paia camisa
Moinhos de vento
com bombas de repuiopara regai borlase :>.
la dacapiSS : na landicnde II. \V lowiuan
na rua do Brum ns. ti, 8 e 10.
I \ll.YU IU.
\ ende se cera de earnaaba da boa qualidade ;
na rua da Cadeia do Keciie, loja n. 50 defronie da
rua d.i Madre de Heos.
, cooraram rnm este soberano remedio o uso
29OOO
**?*0'I't i **' CiBi' vuusjj). uuia iVi-10 p 1 (.,* va\- 1 tjp.
,590001 O sabo he branco, as materias primas! Ut bCU? "raros c peinas, depois de ler pr-
05IKHI de que he fabricado sao simples a inofensi- m -ec ld0'0l,g tempo nos hospitaes, onda
=1*500 vas, o cheiro que deixa na roupa he a-rada- 1 *lcN,um -,",ll'er a amputaso! Ocllas ha mui-
l5000|ol- rival isa n.in i mellnir metlerem a essa
lascompleta-
precioso re-
e a preco de ttO rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconheceri
por experiencia a veracidad.- do que se an-
nuncia.
1 OOSOOO de
gratifieaeao.
Nao bi ainda capturado um escravo do '
sertao, que vindo a estai" cidade, ausen-
tou-se no dia 51 djToutiibio prximo
passado, o qifel pertence ao Sr. Ignacio
Machado da Costa, morador em Espt (
nha ras, provincia da Paraliib, de nOmt.
Paulo, crioulp, de 2,"> annos <3e idade, es-
tatura regular, rosto redondo, principi-
ando a barbar, vista espantada e com in-
dicios dea trocar, o que se torna visivel
piando esta' parado, tem urna marca de-
cicatriz em urna das pernas; foi vestido
di: ceroula compnVa, camisa de algodao
da trra, jaquel e chapeo de couro, sus-
Milhares de individuos de todas as nacoes|Pl'',a"Sl-' que Ibsse sednzidoe esteja acui-
tado em algsima casa, contra o que se
prolesta : roga-ie a todas as autoridades,
capilaes de campo e pessoas do povo,
queirasa appreliciidc-loe conduei-lo a sen
si-nlior, no sertao cima mencionado"? ou
a' fu do Crespo n. 1 ti a Jove Azcvcdo
rJeyrindrade, que Ibe dar' a grali/icacao
as sao Uo sorprendentes que admraVos,a,ma IDei,COI,ada"
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re- ? Fugio hontem as 7 horas.um escravo mula-
" 10 de nome Tbomz, alt, reforrado de corpo, cor
i;.\<;li:nto iiollowav.
podem tesiemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavrl, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e memhros inleiramente saos, depois
de haver empregaJo intilmente outros Ira-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conren-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as featam todos os
dias ha muitos anuos ; e a maior parte del
200
i--1 ii 1
UU
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas mares
de cicrali7.es as caueilss, falla com muita manci
dao, levou vestido camisa de panno azul grojjV
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pi
nhos, aberta na frente em forma de palito : eslees j
" e natural da Parahiba e (oi escravo r1.- Sr.
A3$500
'. ei.de-se al de ti.Ima uiiimanienle .ligada,
sim cuno polassa ue llussia verdadeira : no
do Corpo Sanio u. II.
Ningaem desesperara do estado de sua I "pu" fre8uezia do 'ilr desta provincia
1 saude se livesse bstanle confianca para en- 'l"em P*6 (eve-o a rua da Concordia a Pedro
saiar este remedio constantemente, segiun- Anll,h' Te.ieira Guimaraes
M_ (do alguui tempo o tratamento que necessi- nienle gratificado.
,;,-, tasse a natureza do mal, cujo resultado seria_______________________
I provar inconteslavelmetilc: Que tudo cura !'
que sera generosa-
ILEGIVEL
MUTIL5DJ
l'EKN.: TYP I>B M, F. DB FARI4 186


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQCVV3PLO_2A580B INGEST_TIME 2013-04-26T23:37:00Z PACKAGE AA00011611_07673
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES