Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07670


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Full Text
ANNO XXXII N. 501
\
SAMADO 27 DE DEZEXRRO DE 1856.
Por 3 inczes adiantados 4!000,
Por 3 mezes vencidos 4^500.
DIARIO
Por auno adiantado I5|000.
Porte franco para o subscriptor.
MBUCO
tNC.\BRl<;ADOS DA
Para tuba, o Sr. Gerverio V. da
jueinr ; Araci
qaim
1. Percir
si!bscripi:a'o no norte-I
Nulividade ; Natal, o Sr. Joa'f oh
ealy, o Sr. A. de Leraos braga | tg*
PARTIDA UOS OORREIOS.
I dias,
irl
Si
ral ,M
Ceart o Sr. J- Jote de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar- S.Alio,BiMru,llolio,CarM
que* Rodrigue : Piauhy. o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa/ .,lSTt'!.*r."!f.???
.-
\
I
Ciaren* #r*\ o Sr. Juslinuno J. Ramos; Amazonas* o
roo)B* da CosU.
/"il"/"'f',i Flor*. ViIN-lt.-l
r- Je_l Cafe '
IPinenielraa a Natal : falaU.t-/ai-a**i
I I i..t... o currt>in partirm a* 10 '
horai ,1o 4i
W'imV. P '.iriinltiiit:
j*ir**('i, l.inioiro. Ilri-j, I
liua-t j u. Oarlcarj a Kti : n*
Ho-r.,rmo>u. UN!. It.rrrr
-f.-ir.is.
n : n. iarca-ffn.
"e^ucir-i, /:..
?. .|ti*rijH-f.ira-.
i liaran da .-.
AUDIENCIAS DOS TRIRUN'AES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segundase quintas.
Relata ; tcrcas-feiras e sabbados.
Farenda ; quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommereio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dii.
Juizo de orplios : segundas e quintas as 10 horas.
i'rimeira vara do civel segundas e senas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
I.I'III \l l.l: I lil.s lii, MEZ DE Ill/LMIUO.
i Qciarlo ercscenie a 1 hora 7 minutse 48 segundos da manhaa.
11 La ebria as 5 horas 44 minutos e 48 segundos da tarde.
19 cjuarto minguante as 4 horas 25 minutos e 48 segundos di m.
27 .La nova as 6 horas 26 minutos e 48 segundos da manhaa.
_, 'REAMAR DE IIOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da manhaa
Segunda as 3 boros e 42 minutos da tarde.
DAS da semana.
22 Segunda. S. Honorato m.. S. Floro m..S. Flaviano.
23 Terca. S. Servulo advogado contra o parnlysia., .>. Midonio ra.
24 Quart. Vigilia, Jejum.. S. Delphino b., S. Farvila m.
25 Uuinta. > Nasc.de N. Senhor Jess Christo., S. Eugenia m.
26 Seit. 11 oit. ("este dia santo foi supprimido.) S. Estevio.
27 Sabb. a oit. (este dia santo loi supprimido). S. Joo apostlo.
28 Dom. ,vSs. Innocgoa)enles mm., S.Castor e Cerisao un.
ENCARRECADOS DA SLBSCRIPCAO NO SOL-
Alagoas.o Sr. Claudino FaleSo Dias: Baha, o Sr. D. Duprat;
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin;.
EM PERNAMBl'CO
O proprietaco do DIARIO Manuel Figueiro de Firia. na sua
livraria, praca da Independencia t.s. 6 e 8.
PAITI 0FPIQI4L
BOVERNO DA PROVINCIA.
Eaei.te d la 91a diumbro.
OlricioAo Exm. presidente do Kiu tratele do
Norte, remetiendo a cerlidao de ubilo do baeharel
Antonia Teixeira de Borba, que se achava nomeado
jeiz mnuicip,il e da orphos dos termos da eidadt do
A-mi' aaoexo*.
DitoAo Exra. marecli.il eorarnandanle das ar-
mas, declarando, qua por aviso do ministerio da
(aerra de 1 i de outabro ultimo, se maodoo prestar
ao brigadeiro eonimandaiite saperior da goarda na-
cional deata municipio, um ollicial interior qoe al-
ia ritcar mappas, e que segunda o disposlu no cha lo
arito, o ollicial inferior lia perder' os veocimcnlos
que !em no exereito, mas fara' ah o servico cotnpa-
tivel cum o desempenho do (rahalho para que he in-
dicado.
DitoAo mesmo, remetiendo, acompanha'la de
copn do aviso da repartido da Querr de 4- do cor-
renta, a relelo dos ofliciaes das diflerenles armas
promovidos a transferidos de uns para oulros corpos
do exereito por deerelo de '2 deste me/.
DitoAo mesmo, inteiramlo-o de haver em visl.i
desaa informaban, approvadu a tabella qoe remelle
por copia, cara-anisada pela Ihesouraria de fazenda,
para regular o abono de etape a' tropa de primeira
linha uo semestre de janer ajunlio do anuo proxi-
bm vtodoaro, e o f.irnecimento de pAo ans doenles
do hospital.Igual copia enviou-se a' referida the-
Mm,
DitoAo Exm. eonselheiro presidente da relajo,
declarando qoe o jeiz municipal primeira vara
dada capital, baeharel Silvino Civalcanti de Alliu-
^aanjaai reeasaraira no dia -20 do corrate o exer-
cieee da sea cargo.Tambem se comi u meo u llie-
anria de faianda.
DitoAo mesmo, communic.indo, que p.ir decre-
tos de 27 de novemliro allimn, f^i-se merc aM noel Joiqaim Baplta, Kellarmino dos Sanlo< H)l-
ea, Antonio l.udsero da Silva Cosa e Joao Gomes
da Silra, ao primeiro da ervenli.i ritalicia do olli
ei de escrivAo do civel desla eidade, ao segando da
de labelliio de notas e escrivlo Oo crime e civel do
termo de Santo AnMn, ao lerceiro da de labelliau de
as eaerivo de orphaos, eapellas e auseul s do
mesmo termo, e ao qoarto Tioalmi-iite, da de d. la-
belliao de nota e e do Bonito.Kiieram se as outras communieaedes.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fatenda, pa-
re mandar pagar os vencimenlns que se estiver a de-
ver a gearm^o do hule de guerra u Parahibano,
rato perlencer tila a' esla^Ao naval desla piovincia.
Cammenicou-sa ao cominaodante da referida es-
lacie.
DiloAo presidente dn conselho adminiltralivo,
racommen lando qne promova a compra dos objecto*
nteaeioaados na relac.ln qoe remelle, os quae* sao
ecejssaras ao arsenal de guerra.--Kiieram ta ai ne
raarias commonicac^es.
DitoAo director do arsenal de guerra.Tenlio
prcete e efllelo de 20 do crrante sob n. i02 em
tu V. S. lomando em eonslderaro o estado geeeros de primeira necessidade no mercado, pro-
pie qee do I de Janeiro prximo futuro em dianle,
j redolida a 100 rs., a diiria dos aprendizes me-
"ces desse arsenal que liavia sido elevada por meu
anleecMora 500 rs em vi-la dai raides qoe V. S.
he expetjdtra.
Per identidad de circomslancias V. S. propde
tambem que a diaria d 280 rs. estahelecida p^ira os
africanos livres cj sleule- nese arsenal seja reducida
a Aun.
Aened>etasvreilJ^cesjiouj.il/i-iar ne-"i
lid a Ihcsearan.i Ve tenada, i-uinprtn*4j^e'|io;
Hiele luvar o telo com que V. S. procura salis-
faaer M n-eesdides da rep-rlifan a seu car^o, ao
asse que manifesla o lojvavel empenho de ecuno-
lisar o dioheiros publico-.Fe-se o officio de que
te mu.
Dito eo capilao do porlu.--Accus recebido o ofli-
ce de 20 do correnle em que Vmc. me participa que
a noile de 19 ouvindo-se alsuos Uros tura do porlo,
qoe poceram esla eidade em sobre-salto, mandara
immedulareente embareaees para occorrer a qual-
qet sinistro qne podes-e ler havido e s depois dislo
ese a saber qne osses tiros foraru dados pelo vapor
11- Pedro V,n como em signal de soa chegada.
Per esta eeeasiao nao devo deiiar de louvar a pe-
ricia e actividad qoe remam na reparlic.Vi a seo
cargo, e que Imam observadas segondo ja me infor-
me* e chele de polica, na occasiSo dn singular e
mailo represeesirel proceder do commaodanle do
per perloguez D. Pedro V.
DiloAo commandanla do presidio de Femando,
remitiendo a retablo dos gneros e mais objeclos que
foram embarcado* no briune de guerr nCeareu-e,
cea deslen aqaelle presidio.-Igual copia remelteu-
se a thesoeraria de facenita. .
Dito--Ao protdor da sao le, approvando a cra-
lificac;.ia de IO900O diario* qne Smc. propni para o
Dr. Candido Jos Catado Lima, em qoanlo estiver
ajedando as visitas a bordo dos navios ancorad >s
o perto desla eidade.C-unmonieoo-se a lliesua-
rari de faxenda.
DiloA cmara municipal do Kecife.ioleiramlo-o
a da haver appcovado a postura que remellen a mes-
eta cmara, raleado ostensiva aos lunares do* Coe-
Iho* e becco das Bavreira*. a dnposicln da postura
ad iicional de S de uuliili'o uldmo, enviando copia
la referida postura para ler a devida eiecurao.
23
OflkieAo Eim. presidente das Alagoas, dizendo
me, eem as goias qe remmelle dos olliciaes do 2."
avatalkao deiafantaria, qee ie acham servindo uesla
secretaria, satialai a requisirAn de S.Eic. conUda em
Mi do I. do crreme.
DitoAo Eim. commanlanle da* armas, inleiran-
do- de haver aolorisadu o inspector da Ihesooraria
d r.nen la mu lar pagar ao eapilo .Manuel da
'oeha Wanderley l.ins, a importancia das rel.irnes
de forragem para ema besla de bagagein eorrespon-
deal e a 6. dias.
DitoA mesmo, duendo dtje pela leilura do avi-
* da repartan da guerra de 10 do correle, cons-
tante da capia qoe remelle, licar S. Ee. inleirado
do destino qee leve o soldado do 10." balalliao de in-
lantaria Leu Thomaz Navarro de Campos.
D-leAo me-ino. enviaiiHo por copia o aviso da
repartirlo da guerra de 10 do correte, do qual
cotwu que por deerelos de 2 deste mei passou a ef-
fcliv i aa corpo do estado m.iior de 2.^ clasae o ma-
jr aggregade do mesmo eorp Sebailio Antonio do
Keg Barre* e foi Iransferido para o 2. batalhflo de
ariillima a pe, o majar do I. da mesma arma
Aataeio Elias Prxedes.Coinmanicoo-se a thesoo-
raria de faienda.
Dte Ao mesma, remtteiido, acompanliado de
caoaa de aviso da repartirn da. guerra de 11 do cor-
rele, o -erioo do otiilo'm* approvadu por oulro
avise de 28de oulubro de IH-i, para a banda de mu
sara do 10.- baUlliaode infaiitaria.
D"loAo mesmo. declarando que. segondo coni-
too do aviso qn, remelle por copia, espedido pela
repartirlo da geerra em 10 do correnle, foi indel-
rido requerimtnto em que o I." sargento do 2 ba-
lalhao de infamara Carlos de Soulo liondim, pedio
o abono da graliticac.ao de 10^000 rs. mensa*s, pelo j < Seiihores.Acabamos de prestar um juramento
servijo que est prestando como amauueute do hos- | qae ja era em par|B 0 evangelho de nossa vida pas-
pilal regimenUl. U j ___. -.-j t .
Dilo-Ao inspector da Ihesoorari. de farenda. r^ | *Ai 1ue vai ,er *~" -* ,u,ur3; a
metiendo por copia o aviso da reparlicao da guerra A palavra grave do Sr. director da faeoldade
de II do corrente, no qual se manda pagar ao coro- deu-nos o ultimo conselho do meslre ao discpulo e
net Alaxandre Manoel Albino de Carvalho, emquan- apijn,oll.nos com a pericia da experiencia as lulas
lo estiver empregado na commissilo de t senal de guerra, a gratificaran eilraordinaria de 408
rs. mensaes, reeommendanilo a e venienles orden*, para qoe seja arrecad*dana rece-
btdnria de reodas a impnrtanria dos emolumentos,
qoe segundo a ola que tambem remelle por copia,
esli o mesmo cornnel a dever aquella reparlicao.
Comnunicon-se ao referido coronel.
DiloAo mesmo, communicando qoe por decreto
de 10 do corrente, fora nomeado o juiz dedireilo
llerriii rio Antonio Vereira daCunli.i. para a comar-
ca de Na.ireili uesta provincia.Fueram-se as ca-
iras communicaces.
DiloAo mesmo, declarando qoe por decreto de
6 deste mei, fora dispensado o desemharSiador Jero-
nymo Marliniano Figueira de Mello, do cargo de
promotor da juslira e procurador da coroa .soberana
e fazenda nacional da relseao desla pruviucia Com-
mnnicoo-se ao respectivo presideule.
t DiloAo mesmo, recommendando a elpedirao
de auas oMeus, para que na re<-ebedoria ile.rendas
internas, aeja irrecadada a imporlaucia dos direitus,
sello e emolomonto* que esto a dever Manoel Joa-
quim Baptista e Francisco Brtnguer de Souza Ran-
gel. constantes das nulas que remelle por copia.
Ofliciou-s neste seulido aos dous individuos de que
se trata.
filoAo director do arsenal degoerra, para man-
dar apreseular a inu-ici de menores daqurlle arse-
nal, na igreja do l'arahizn, amanhaa as ."> horas da
tarde, afira de assislir a benc.Ao das images da mes-
ma igreja.
DiloAo mesmo, declarando que convem m que
seja restabelecida uaquelle arsenal a tabella que
se refere o arl. 10 das insirureoes de 11 de Janeiro
de 1812, ficando sem effeilo a que se appruvuu por
despacho de 8 de junhode 1848.
DiloAo presidente da juuta administrativa do
hospital porlugoei.Couvindo empregar lodos os
meiosde impedir tiesta cidada o desenvolvimenlo da
febre amarella que se tem maniresiado a bordo de
alguns navios surtos nesle porlo, e conlindo-me qu
os rapilaes dos referidos navio* negam a tinta de
Saode terem doenles a bordo com o intuito de os re-
movern! para o* hospilaes iugle e porlugnez, re-
commenlo a V. S. \;> ln.-lo de suas orOens para
qoe no hospital porluguez nao e receliam doenles
ladee de bordo sem qoe apre*en(cm urna guia da
provodoria da saude dn porto.Ofllnou-se ueste
sentido ao consol de S. M. II. ceica do hospital in-
gle/, e cominunicoo se a mencionada provedoria.
DileAo iuspeclor dn arsenal de marinha, remet-
iendo por copia o aviso de l,j do c irrente, no qual o
Exm. Sr. ministro da marinha, determina que se
pa*se mostra d armamenlo em guerra na corveta
liniao, pune logo em estado ,le disponilnli-
dade, e declara ao mesmo lempo qu n'aquella dala
se nomeou o capitao de fragata Pedro Ignacio Mo-
roni para commandara referida corveta.Commo-
oienu-se lliesunraria de fazenda.
DitoAo presidente da commissAo ds Insinu
publica, inleiranrto-o de haver recommendado'ao t-
ente general enmmandante das armas, qoe designe
um facultativo do esereito pira se encarrecar do ser-
vico medico d hospital do Pim. veiieendo a gralifi-
eetjN de 109 rs. alem do seo nido, e declarando que
annue ao pedido dos enfermeiros para que os teas
veneimenlos s-jam pagos de dez em ilez das.Fcz-
se n ollicio de qoe se trata.
-Ao joi io-M-i:i
l CASAMENTO EH PR9YIM1.
por Madama I.eokie d'Ai'ket.
CAPITULO III.
ConlinnacAo.i
M idarnoisell i Deniae de La l'enede eilava ana,
de lulo pelo en I llonoraln, sen pal ; seo vellido
le viagem qne as*emelhava-se a um Irage de Amazona; orna
gula de cambraia lisa rndeava-lhe o pescoc.0 alvo e
delicado ; ella pozora sobre o cabellos um chapeo
prelo semelhanie ao das campoueas de Provenra e
mullo mais piopriu para (araali-la dos raios perli 101
d-i s,d Je marco do qac seu capolmlio de eda prole.
que nos esperam e os escullios ondo talvez encontra-
remos iuevilavel oauiragio.
ii 0 seu discurso poderia reiumir-se assm :Co-
nheceis o alphabeto da sciencia ; ide agora ler e es-
tadal no -r.iii Je livro da nalureza : como meslre
cumprimos o nusso dever, cunipri agora o vosso co-
mo mdicos.
n A ultima de-la- palavras resooa no corarlo de
lodoi os candidatos de hoje.como um clio solemoe
sublime, por que lodos uos avallarnos pelo justo a
larefa do homem que preside ao nascimeuto de on-
Iro homem, e qui vela tambero a eabeceira de seu
leito na hora da agona -. daquelle qoe pede ao ca-
dver os segredos da vida, e que collocado no mun-
do inlellecrsal na mais alia eininaiicia a que pode
attiugir o enten lmenlo humano e ao mesmo lempo
o guia, 'o conselheiro, e militas vezes o arbitro e o
joiz das lociedados e dos legisladores que a diri-
gen".
e O medico i que pese aos adversarios de urna
verdade recootr :ida, overee no muudo social o mais
vasto e o mais coivtijlijxo dos sacerdocios.
o O verdadeiro medico lie o typo mais perfeil" do
verdadeiro sabio :o alto de seus e-ludos he conhe-
cer o homem e a natareza inleira.
i Idealista, reformador leoaz e corajoso, varao pa-
cieole e resignado como um apostlo da lei cbrisla,
ymbolisa a mais bella persomficac,ao de conseiencia
humana.
n Alexandre de Macedonia aceitando das maos de
Filippe a laca que a calumnia envenenara, renda
ha dous mil anous ju-iiri ao carcter e a couscieucia
do medico. O Aleiaudre moderno, aquelle qoe na
bella phrase do poeta nacional.
o No mappa da* uace* Iraeava as raas.
gravou com'iua mAo de gigante, no tesmamento qoe
ligou a posleridade, que o homem mais virtoosoque
conhecera fora illuslre I.arrey, o genio da hurna-
nidade, como llie ehamou junto a seu Inmolo um e-
loquenle orador.
o lere de om sem numero de drama*, cujas pe-
ripecias mais de orna vei se lerminam uo meio das
lagrimas jubilosas de urna familia inleira, irn ha pa-
ra o medico nem repouso nem (riumphos : o dever
o unpelle como o alijo da falalidade, e mais de urna
vez alravessa o espado que media enlre dua victo-
rias, ao som dos gritos da ingralidAo on por enlre o
silencio da indifierenc.a.
Os homeos deslembram commumenle as dalas
felizes para st preocuparen! com as que rcordAo um
acoulecimeolo sinislro ou fatal.
n Os que acre lil.uii qoe a missAo dn medico ron-
eonsisle uniramenle na obtervaeilo das molestias e
applicaco dos rejoedios, erram ou caliininiam.
I do -erino i|a^iiiiinl~d*rf' i Neala luir solerpae a verdade h nm dever,a
e o* mapimg ex'iuidos yit1- Bees ministro da >aisa meaeslla, uua afitaalsi u*-ni. t_>, iA,. i i. v v
ju I que ludo se transforma a viva loz da civilisacao e da
razAo, ja nao he necessario o azorrague do poeta sa-
buco ou do romancista mordaz para corrigir erros
proprios de pocas em qoe liada liavia orgnllin em
ser iguorante, e era dislinclivo de uobreza nAo saber
que acompanliaram o ollicio da presidencia de 7 de
aaosto ollimo, e do* quaes se Ihe remelle nutra col-
leccAo completa.
CircularAos cnsules.NAo ennvindo que re*
nliam para Ierra os doenles de febre amarella que
esliyerema bordo dos navios surtos nesle perto, rogo
Sr-.......consol de. que ee sirva de
expedir nesle sentido os convenanles avisos aos
commandaotes do* navios de sua uago, recoinmrn-
dando-lhes ao meenio lempo que de sua parle auxi-
liem o governn cavni os meios de que poileeem dis-
por alim de livraetm o porto de qualquer fuco de
infecQ.lo.
Ilavendo na ilha do Pina nm hospital ronvenien-
lemenle monlado.para elle podem ser com facilidad
Iransporladas as pesna* de bordo accommelldasdo
mal. alien de receberem o tratamenlo necessario.
Ilenovo ao Sr. consol os proleslos de miiilia esli-
ma e considericAo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel (enera! de commeado de arma
Pernambnco, na eidade do Recite, em de
deiembro de 1856.
ORDEM 1)0 DIA N. 300.
O general, eommandante da* arma*, f! cerlo. pa-
ra ciencia da guarnicAo e fin* conveniente*, que o
governo de S. M. o Imperador Imuve por bem por
decreto de 2 do andante mez, passar a elleelivo no
corpo do estado maior de segunda classe, o Sr. ma-
JOT aggregado ao mesmo corpo S-lm-liao Antonio do
riego Barros, e transferir para o 2. balalhao de arti-
llara pe, o Sr. roajor do i. da mesma arma. An-
tonio Elias Prxedes ; o que consloo de ollicio da
presidencia dalado de hontem, com referencia ao
H da secretaria de estado dos negocios da guerra
de 10 do corrente.
O mesmo general determina, que os Srs. eapitaes
ltimamente promovidos para corpus nao existentes
nesla provineia, fiquem servindo como addidas no*
em que se chara presentemente, al qne se propor-
cione transporte para os seus destinos.
Determina oulrosim. que o Sr. '2. cirurglilo Iferes
do corpo de saude, Dr. Francisco'Mendes de Aroo-
nm, qoe ora erve de as firuigiAo-mor do exerclo sej considerado total da
junta de saude, e dispensado do servici do hospital
re--imrni.il. r
Jos Joaquim Coellio.
IITBRIOR.
RIO DE JANEIRO.
10 de dezembro.
leve logar hontem no novo edificio da escala de
medicina a ceremonia do douloramenlo dos vnle e
nove alumnos da faeoldade de medicina da corle
que concluirn) este anno seus laboriosos arfado.
Asiislram SS. MM. II.
O Sr. Dr. lleorque Ceztr Muzzio, que Tura esco-
Ihido pelos seus collegas dooloraudos para respon-
der a allocucAo do Sr. dirertor da faeoldade, desem-
penhou nimio diguamenle a larefa de que fura in-
cumbido, proferiudo o seguinle discurso :
Denie licando em pe olhava em Inrno d si com
prufunda enmrjo. I'ornava achar-se depois de
riezeseis annos da ausenca nesse salAo, em que na
infancia brincara sobre os joelhos da mai ; o sof
em que madama de I.i Piaede assentava-se, es
lava anda no canto da chamin dianle da poltrona
em que o pai descanjava qoandn vollava da caca.
Nada fura modado nesse salAo ; todos os movis aclia-
vam-se em t>n lugar ; o relogio de Bulle m-rrava
anda as horas, os jarros estavam chein* de llores fres-
cas : apparentameute nada fora mudado; roa* seis
annos passados, sua mai mora, sen pai tainliem La
Pinede vendida, ella mesma que vinha coinoestranlia
a essa casa em que nascra, e que ronservava as pa-
ral lembrancas de soa infancia, que mudanzas De-
niae laura va em Ionio de si um olhar melanclico e
alenlo, recea de cada nbjecto esses clarOes que
alravesso-nosa memoria dianle dos primeiros loga-
re* que se apresenlaram nossa vista.
Suas lembrancas s ilnam de ama em nma da* ne-
voas do esqueclmenlo, e delilavam em sua presenta
como paludo e brando* phautamas ; eise salAo fal-
assiguar seu i.ome.
O medico de hoja he a intelligencia qne se ocen-
p incessantemente de lodas as altas quesles sociaes
e phlosopliicas ; que esluda profundamente o ho-
mem pliyiieo e o homem moral, a sua ciencia faz
conhecer asregra que devem dirigir a vida, a influ-
encia do* diversos climas sobre o homem e sobre
as iiisliluicoes socits, a de rgimen sobre a* faeol-
dade* inlelleeluaes e as paixdcs a das duendas sobro
is funcrOes do entendimenlo : he elle quem lira e
prev as conequencias do que produzem no organis-
mo as diflerenles causas que acluAo conliuoadamen-
le sobre a sociedade ; he elle quem aconselha os en-
earregados da eJncaedn e quem conlribue para a boa
direcro da infancia e da mocidade ; qoem ajla o
legislador na confeccAo das leis, qoem esclarece o
magistrado na soa applioir i, que vela primeiro
que lodos pela saude publica ; he emlim a sciencia
do medico qoe foroeceu e fornece os legisladores,
meslres moralistas, todos esses preciosos dado* so-
bre os quaes se baseao as reformas e aperfeieoamen-
(oi que em toda a parte unnimemente se reclama-
ran! e se reclamam.
ii S os mdicos, dizia o Sr. Villemain qua mo
miuislro da iu*lruc;Ao publica, s os medico* solici-
tau tres saucces antes de exercerem a sua arte, a
ledras, a das sciencias e a da faculdade peranle a
qual acabarAo seus eslodos ; os ontros estados soci-
aes coulenlam-s com moito menos. Nao era um
medico, senhor, o que Batial se expressava ; era urna
alia capacidade, qoe cedendo ao imperin da verdade
a proclamava em occasiAo lAo solemne como a de
hoje.
o .\e-ia falange de moros que actualmente se a-
tira dos bancos gloriosos desla escola a vida, a lula,
ao progresso, se podem ver pralicimente demons-
tradas as varias tarefas qoe imliquei como exclusiva*
do midico : uns se dedicam ao exercicio puro e sim-
ples da arle, oulros enlregam-se ao ensino com ver-
dadeiro brilho e inconteslada superioridade ; oulroi
comagram a vida as experiencias e aos traballios ci-
entfico*, alguns emfim occopam-se da lopograpliia,
da eslatislica, da hygiene, di phisiologia, das scien-
cias naluraes, da salubridade publica, da lilteratnre
medica e das epidemias lo los se dedicam a sociedade
e ao Brasil.
Fallei da* epidemias. Sao ellas as paginas ne-
gra*, mas gloriosas da medicioa em lodoi o* pii-
zes,
Mohosas, porque noi dias de angustia e devasta-
dlo, qoando um flagello ceifa vida sobre vid i r
da moca, e depois de algumas palavras *ynipalhii:as
de parle a parle, madamoisella de La Pinede expli-
cou o fim de sua vizita.
Era para retirar do castalio segando um desojo ex-
primido pelo conde Honorato no -en (eslamenito os
movis que linham servido mais especialmente a ma-
dama de La Pinede, e alguns retratos de familia que
se aebavain as diversas cmaras do ca*lello.
Deiiise tiuha um orgo excellenle, e fallava de urna
maneira Uo correcta que era impo**ivel uAo deixar-
se sedozir por essa voz lito harmoniosa. O proprio
conde de Vedelle poslo que ja despido de sensibili-
dade deixou-se galibar pelo encanto.
Senhora, disse elle a Denise, minbe escriptura
de venda nAo eslipola e*ss reservas ; porein muilo
eslimo ler occasiAo de servi-la.
Deoise agradeceu ao conde com effosAo, passaJo
esse primeiro momelo de tiuo;Ao toruou-se inulher
elegante.
NAo pretende ir Pars no invern futuro, se-
nhora '.' ptrgonlou ella a rondessa.
Oh ja renunciei a Paria, e fui bem forrada i
lava Ihe todo o que ella perder, e pareca Ihe que isso ; seu clima me he prohibido.
nma voz mvsleriosa rhamava-a pela primeira vez :
OrphAa Seu corar;Ao apertou-se coro pungente
l' rollo regalar de Denise. aeaa ollios grandes e ne- amargura, e lagrimas silenciosas, qoe ella nao senlia
pee, *oa tez de alvura elladae, aa caballo- ne- r""fr, cahiramlhe braudamente pelas face*.
.-..'s qoe raaaveai Ihe as laces oin poueo BMeilcn- i AbaatU pela *ua emocao, Dem-e uAo vio a Jorge
ti*, i iriiMvain mm sea pliy'.imioinia Inste e seu ves-1 Vedelle, o qual immnvel dianle ila porta do talaO
leario vero uin lodo hannoiiioso e enterneeedor.
Lila rfspreaa'nfava eaaiea as grandes e formosas beioi-
n.is de Walter-Scoll que lulo o homem de vinle an-
ona *V- passar ein eus onlms.
Mr. I.egiani era insignificante romo um assimia-
larr.eni .-> de panaporle.
-lana*- particnlare :
Traria ocolos de oorn, e pareria mai atisfeilo de
.i mennn. Esperando por madama de Vedelle elle
i.-enlira- w em ama poltrona, e lia ama Renta.
Vi le Diario n. .
ciinteroplava-a Cae admirado prnfuuda e ingenua.
O conde e a condessa rhegando arrancarain Jorge
ao seu exla-e, Denise, sna medilarAo. e Mr. I.e-
grand *ua RlzeU.
A moca eiirling.,,, n||l0, ,., prc.-ipilarAo nem
affecl.icao, e viudo ai. encentro de madama"de Ve-
delle di Sem duvida a senhora comprehernlc a emocao
de um pobre nrphAa qne loma a ver a casa em que
nasceu, e participa della rom a bondad que lodos
Ihe couherem, nao he verdade?
Madama de Vedilla portea (ernamenle as mAo*
Veuderoos o Val Sec, disse o conde, porque a
saude da senhora rcrlamava o ar do meio da.
Mas he um pouco severo o campo perpetua-
mente ; nAo ira pelo menos a Manolita '.'
Nao, Mr. de Vedelle, e eo rclira-mo-tioi p>r
uina vez.
I al vez a senhora lenha razan de preterir La Pi-
nede a Marselha, so esla as*emelha<*e a Ionio i.
Cr que Tontn eja verdaderamente urna ei-
dade.'
t'nrqiie uto ?
Oh la nAo ha ninguem para ver e ; em casa
de inmha lia, onde moro, nAo teni>o visto nutra; pe>-
soas aoaSo algiini marinheiro* no meio de viuva* no-
bres, e qoe viuva '.'de ante* da Revoluto 1
Ma* parece-me que sAo as verilade'iras, disse a
condessa sorrindo.
Sem duvida, e a enliora poderia aerrescentar
marca cada minuto que passa um cadver, o medico
allioge as proporcaSes do heme e vai calmo com a
consolarn uos labios reanimar os fracos e curar os
enfermos.
Negras purqoe nAo lia ningotm qae'.folgue no
meio da morle e das lagrimas, nem os ouvidos hu-
manos podem jamis habituar-so aos sarridos da ago-
na. A dor he compauneir da vida, mas he urna
companheira que o homem combale sempre iusline-
U vanea le.
A vida do medico ha nma vida de fadiga*. de
perigoi, de sacrificio*, de abnegado e do continua
ledi icAo a sciencia e a bumanidade.
Muilas vezes nem o somuo Ihe faga as palpe-
brea, no entanlo que pe ares moraes que s elle ex-
perimenta Ihe agilam a conseiencia e o animo
quando nAo vem a voz intima da razAo brandir-llie
erraste e na insomnia nAo v fugir-lhe pai Ion-
ge a reputarlo, obra de longos annos de ineessantc
labor, o seu futuro, garanlia do pao talvez de seus
lilbos!
i Sao golas de agua, diz um i Ilustra 1o medico
francez, qoe cahindo ineessantes uo mesmo poni
atravessam o coracAo do medico, como o rochedo
por onde depois se escoam.
ii Mas reconbece e agndece a sociedade lanos sa-
crificios '.' Ama, eslima, venera ella esses homens
que aisim a servem, a inslroera, a prolegem e escla-
recen! '.'
i Senhor. A V. M. Imperial deve lo lo n class
medica brasileira. Esla faeoldade he urna crearn do
reinado de V.M.Acousidera;Aodequegozam os m-
dicos, os mellioramentos do ensino, a orgauiiarIo e
reformas des-e mesmo ensino he ludo obra de V.
M., nenlium da nos o esqueceo ou o esquecer ja-
mis.
< Ainda ha pouco o* mdicos foram os vossos glo-
riosos companlieirus n'um aclo de corajosa alineea-
ro com qoe V. M. deu om helio exemplu a lodo o
paiz.
o Nioguem deixara de lambrar-se que quando o
cholera-morbos assolou esta capital, o imperador
do Brasil deseen do tlirnno, e como o mais humilde
dos cidadAos entruu nos templos da caridade, nive-
joo-se com os mdicos, e a mo imperial coneliegou
as roupas.do misero escravo que firitava de fri con-
frangidn peloi soffrimeiitiu da molestia !
o Sabis, meus senhore* de muilo* priocipts c.i-
pazes de semelhante exmplo na hora em que o ter-
ror pnico se apossa dos mais valorosos '.'
n Peco venia o V. M. para agradecer em nome
de rneus companheiros fl honra de sua augusta pre-
senta nesle recinto e neste dia. He como urna voz
enrgica e amiga qoe nos dizIvaute !Estamos a-
coslumados a ouvir partir do llirono e--a senlia de
progresso t palriolis.no, alo nos admira portatilo,
mas hoje mais do qoe nunca nos sua ella au.-usla
e fraterna.
o Seremos dignos da inissao que nos hunraroo* de
ler merecido e da* illuslrcs e augustas leilemonhas
do BaaM solemne juramento.
i O aajo M. Jle-~- i..nbJ. vleua;, Jj| ,i, ,c.
enca. He mais nm favor de qoe nos tornaremos
dignos, acnmpanhando a S. M. a Imperalriz na n-
cessanle trela de sua nobre vida soccorrendo os po-
bres e amparando os desvalidos.
Senhores lentes, o voto de raldao qu? vos Irans-
millo em nome de meo* collega he cordial e sin-
cero.
o Pas de noisa intcllisenciai, mestres bondoso,
e pacientes durante longos annos, emancipais-nos a-
gura dando-nos asoprema investidura da sciencia.
o Nao olvidaremos nunca o nome daqoelles cuja
sciencia, cojos precelos. cujos exemnlosnoi fizeram
o que hoje somos. .'
ii A graliilu he om senlmenlo intimo,que qoan-
do verdadeiro nao se ninifesla por palavras. Se
por ventura me expres*ei com clareza e precis.lo di-
zendo-vos o romo nos lodos encaramos o sacerdocio
da medicina, veris qoe nem olvidaremos o qoe nos
nsinstes, nem ovillaremos a sciencia do sabio de
C*, querecusava os prsenles de Arlaxerxes para
conservar pura a sua conseiencia.
o Meus collegas. A hora qae se esca na ampu-
Ihela marca um dos momentos mais solemnes de
nossa vida.
o l'assou a quadra das iiiuscs e da miragem
da poesa, somos chamados a vida activa. De boje
avante pesa sobre nossas couscieoci.is e sobre nossos
espiritos urna grave responsabildade.
n Nao varillemos na nossa crenja no fuluro, h
elle nosso se dando a mAo aos que nos precederam e
nperlando a dos que vierein aps de nos nAo sacrili
carmos ao eguismo oa iuteiesies desla (erra onde vi-
mos a luz, onde fji o ooiso bergo, onde dormem ou
dormiram os ossos de uosso pas.
o Nem lodos nos DOS consagraremos especialmenle
as iciencias medicas ; pertence ao grupu de hoje o
'scriplor que dotou ha pooco a lilleralura patria
com um romance de drama original e bellitsimo es-
tylo- O brlhanle e dstinclo chrnnisla medico do
acadmica he um de nossos companheiros; e em bre-
ve oulro ira illuslrar de novo n'uma expedido lon-
ginqua e gloriosa o nome do maor naturalista que
lem (ido a nossa patria. Callo oulros lAo dignos e il-
Inslradoscomo os que mencionei. Em qoalqoer car-
reira porem era qoe dos lancero as contingencias da
vida seremos sempre fiis a divisa da mocidade.
Crenea e progresso.
ii Ainda algomas p.ilavras e lerei cooclaido.
Olhaudn para as nossas lileiras, um senlimento
de tristeza vos deve anillar "como a mim : Ires vo-
zes nao respoiideraiii a chamada de hoje, Jos Can-
dido de Almeida, Luz Marques PerdigAo Malheirn,
Iota Eulychio de Frailea Gouvea. Erara lre irraloa
de lula que desapparureram antes da hora, ou anles
que adormecern) nosulco como e lavrador causado*
a Ierra levantada os cobrie, e lalvez o sopro do oi-
quecimento ja Ihes lenlia mvellado a sepultura.
que nAo o as mulheres mais agradaveis. Smenle
ouvi-las (ico de euxaquequa qoasi lodas as noiteS.
Provavelmeule nao espera sollrer por muilo
(empu lal sociedade .' pergunlou o conde.
Ah enhor conde, leudo de passar ainda mail
de cinco mezes em l'oolou !
Qoem a obriga a isso i
M mili lia, que he minha madrinlia, c (rala-rae
com muilo amor, deaeja couservar-meijuulo de si
al o invern...
E como somos herdeira da lia, accreicenlnu
Mr. I.cgrand com finura, nAo convem deseos-
la-la. B
Denise de La Pinede fez um geslo de supremo
desdem pela observadlo do lulor, e conlinuou :
Tenho duas limas agradaveis no dia : sao as de
meu passeio no mar, e ainda assim pnmeiros plano
sao muilissimas veze- corrompidos pela vista do hor-
rivel vesloario dos rrarinheiros.
Vou moslrar-llie o lado bim de ioulon, disse
a condessa.
He que a senhora reside na vizinlianca, lornon
Denise.
NAo.
EnlAo nao vejo...
Meque sua blanda Innpera lia de raellioiar-
Ihe essa bella voz ; augmciilar-lhe o lalenlu n.lo he
main possivel.
A conversac.io conlinoun neste lom dcamabilida-
de reciproca ; fall.ui de ludo com a vanedade e
a frivntidade graciusi. que so as mulberes educadas
em Pari* possaem.
Durante essa rnnversae.lo, lorgfi uAo disse nina pa-
lavra. Apoiado ao encost da poltrona da mil. elle
Consagremos naste momenlo suoremo um vol a
sua memoria. >
Eis os nnmes dos novos mdicos :
Adolpho Bezerra de Menezes, Ceara.
Josu Torrea de Albuquerque, dilo.
Jeronymo Baptisla Pereira, Rio de Janeiro.
Manoel Maria Marques de Freitas, dilo.
Antonio llaplisla Villeh (iiiapiassu', dilo.
Mannel Jos de Castro Caldas, dilo.
Jos Custodio Nunes, dito.
Joaquim ChrislovAn dos Santo*, dilo.
Jos Maria do Mallos Guavba, Rio Grande do Sul.
Antonio d'Alba Correa de Carvalho, Rio de Janeiro.
Luir. Jos Pereira da Silva Manoel, dilo.
Manoel F'reire Allemao, dilo.
JoAo Fortnalo Saldanha da Gama, dilo.
Joao Antonio Gudoy Bolelbo. dilo.
EslevAoCavalcanti de Albuquerque, Pernambuco.
I.ui/ Jo* Dantas, Ro de Janeiro.
Alexandre Jos Soeiro de Faria, Rio Grande du Sul.
Henrique de Hollanda Cavalcatili de Albuquerque,
Rio de Janeiro
Henrique Rodrigues de Alvareng, dilo.
Henrique Cezar Muzzio, dilo.
Nicanor Gunr,alves da Silva, Rio Grande do Sul.
Joaquim Coelho Gomes, Rio de Jaoeiro.
Loiz Alvaro de Cailro, dito.
Jos Coslodio Muniz Brrelo, dito.
Podro Lab V'ieira, dilo.
Francisco Pmheiro GuimarAe, dito.
Laurindo Jo* da Silva Rabello. dilo.
Lucas da Silva Lisboa, Bahia.
Jornal do Commercio do to.)
ril&AKlKC.
PAGINA AVULSA
O melbor da festa he esperar por ella, di-
rn, os nossos maiores, e achamos-lhes razio : j
hoje vai perdendo-se o gosto da festa : npassou o
Natol, ludo vai a terminaro dizem as senhoritas
apaixonadas dos hanhos do Poco.
Ora ja nao tem mais graca diz lambem a
que aprecia os passeios pela manhaa nos Apipu-
cos.
Daqui a dous dias vai meu pai para o Reci-
fe!.. Oueixa-se a que em titulo de ares passa a fes-
ta em Olinda.
i Se sei nao vinha. Tambem maldiz-sc a que
treme no fri Beberibe %j ,
E assim be ; com pouco entra ludo em movi-
menio na praja ; os bellos lugarejos ficam dsenos,
e os pobres mocas cantando lo alegres que viemos,
e to tristes que tornemos voliam para seus lares,
instes e saudosas pelas casas du Poco, pelos matos
du Montlo, pelo Rio do Cachng, pelos oiteiros
le Beberibe, pelas campias de Apipucos, pelus
bosques da Capunga, pelas praias dos Remedios,
Boa-Viagem, pajiasjadeiras de lhida, emlim sau-
aosas pelo sol que as .'luminou, palas estrellas que
bnlharam, pelo asiro da saudade, palos tercos que
resaram, pelas promessas que fizeram, e pelas mis-
sasque ouviram ; saudosas das aves quegorgeiaram
das cantigas que ouviram, das pecas que tocaram,
e das que tambem pregaram ; saudosas das pedri-
nbas, das relvinhas, das llorinhas, das chuvinhas ;
emfim de ludo irarao amargas saudades, menos!...
dos genlis mancebos com quem valsaram, quadri-
Iharam, passearam, janlaram, conversaram, escau-
dalisaram, -gargalharam -se enfadaram, se briga-
ram.sejuraram, se roubaram, se infamaram, se
maiaram, e desfrularam I... dessesnao, que ellas
nao se lembraro, nem um instantesinho ....
Como quer que sejavida nova.e nova vida. Me-
ninos para a escola, pretos para o ganhe, rapazes
jara o esludo, mocas para a costura nova
vida e vida nova, que para o anno tem mais, se
Dos quizar, e vivos formos.
Nao nem um instante nos calamos !...
como he que se castiga tao alrosmente a um meni-
no liberto ? Oh senhores da polica do Recife,
ide la por junto ao observatorio, e vede, que se-
gundo nos disseram, all he surrado barbaramenle
um misero caboclitiho, que nao pagou as favas,
que o domo comeu : ha misier, que nao se va in-
iroduzindo esse goslo dos amaveis Russosentre nos ?
Enioseccou ou noem menos de urna hora
a ra Bella, que pareca o eslreilo de Suez 1 Os
senhores guardas abriram um reg, o reg deu pas-
sagem a represa, a represa puxou as agaas, as a-
guas se encaminharain ao cano o cano, despejou,
a ra seccou :
Dinguitin dinguilim
Cado a agua ?
Dinguilim dinguilim
O reg seccou I
He para aberem, que quando deitavamos os bo-
fesencanem as aguas dessa ranao era por
Ibes querer mal, porque pelo contrario temos nos-
sas sympaihas pelo homemzinln vermelho.por ver-
mos como he agoniadozinho com os pretos ben-
za-te Dos !
Quando dizamos, que alguem percorria a
noileas ras Nova, e do aterro experimentando as
ponas, houvequem dissesse, que sombavamos;
agora peguntamos : seria realidade, ou roubo o
roubo na loja do Sr. Colombriz : Nao teremos
companhia do liro mas baladros, que vem ser
urna e a mesma cousa. Nos no Ihes daremos
quartcl.
Houve quem visse um vulto atravessar a na-
do de Santo Amaro ao areial do Brum, e depois
tirar de um pacole, que trazia amarrado a cabega
seu uniforme c encaminhar-se para Fora de
Portas, e ah entrar em urna bodega, cuja porta.
duzia em um mancebo timido a qoem a admirncao
tornara mudo.
O conde de Vedelle reparou na pertorbarAo do fi-
Iho, e querendo pur-lhe termo disse-lhe :
Jorge, vi ao carlorio buscar-me os papis re-
lativos sacquisicies feilas por Mr.de La Pinede des-
de IHOi. Ilei da precisar rtelles brevemente para
concluir minhas conlas cora Mr. Legrand.
Em soa vida Jorse nonca resistir a orna ordem do
pai ; arrancoii-se pola de sua cnntemplacAo e sabio.
chegando ao segando andar elle parecen ter-se es-
querido da cnmmisso de qoe fura encarregado. pois
pasmo dianle da porta do carlorio, e enlrou em sua
cmara. Passeiou ahi lentamente durante alguns
minutos ; depois apniou-se .i janella pereorrendo
com um olhar vago magnifica pnisagera qoe eilen-
dia-se diente de seus olhos, e ahi ficou profuoda-
menle absorto.
Algom lempo depois chegno Jacques, o qual au-
sentara-se depois da visita de I.e-ralle. () conde de
Vedelle epreteoloo-o com empenho a madamesella
de La Pinede.
Mas aquelle moco qae vi aqui ha pouco lam-
bem nao he lilho de vossa excellencia '.' pergnntuu
ella.
Sim, reapondeu o conde, he meu lilho segundo,
um rapaz acaudado que uAo val a pena de ser-lhe
apreseulado... A proposilo.aecresccntoa elle dirigin-
a um toque simblico abrio-sa com muito cuidado !
muilo cuidado, que estao descoberios.
A proposito : pedimos ao Sr. eommandante
do corpo decavallaria, que S. S. aclivo ezeloso
como he na sua repartido, d as ordens mais res-
nelas possives ao Sr. ollicial que estiverjde estado,
para que nao se descuide um pice dos amiguinhos ;
nao he por nada : us so dizemos por ora islo ad
cautelan).
Uzem qne os lugares onde desembarcan!
contrabandos durante a noile. sao os scguinles :
Aira/, da Cadeia Velha.
Junio a Ponte-Nova.
Caes do Bamos.
Praia da Ribeira do Peixe.
Becco do Noronha.
Junio do Trapiche, Manoel Ignacio:
Praia do Pilar.
As rondas nocturnas devem trazer muito em
memorio estes pomos, para nao os perder de vista
Consta-nos que na estrada da Capunga fora
assaltado um indiviluo por dous emboscados, que
nao o olTenderam por Ihes ter entregado a cartaira.
a qual, dizem nao continha seno bilheiinhos a
margos. e anneis de cabellos ; desla vez foram os
ladres bigodeados I
Dizem, que a Illma. cmara dera providen-
cias em ordem a que a nova ra dos Pires fosse a-
bertt sem ficar o edificio da caixa d'agua fra do
alinhamento, segundo ja ponderamos.
Consia-nos haver hoje espectculo no lliea-
irinho da ra do Capibaribe.
Provenimos ao Sr. Dr. subdelegado de Santo
Antonio, que para a ra de prepara-se um
basca para dia de Reis, isto he, presepe de figu-
ras, com maracais. bumbas-meu-boi, reis as
portas com detrimento do socego publico, emlim
cousas dos neceados, que acabam sempre cm bor-
doadas,
Tem havido ha duas noiles suas carreiras la
pela estrada de Olinda ; gracas, gracas de quem faz
llii todava urna palrulha de cavallaria faria
com es-ses engrasados obrinquedinho dojocrojii
e talvez, que nelle se Olhasse algum melro, que
quer passar a fest a cusa dos outros.
Na noite do Natal esleve postado na pona
do Carmo ao entrar das familias, um individuo que
foi presenciado praticar actos irregulares, e .
(miseria!) nao ser repellido por essas loureiras
deslavadas, que riem-se e gostam de um b...
homens, e mulheres desse jaez, que nem por decen-
cia respeitam a casa de Dos, acabam sem duvida
alguns daquelles as cadeias, e estas as nbeiras !
Consta-nos que o coro da igreja do Rosario
de Santo Antonio com o peso das pasiorinhas,
que.aqui para mis, nao pesam pouco.se arruinara,
pelo que na occasio da missa do Natal Mitin urna
trave.ficando urna-raulher bstanle maltratada, pelo
que, poucas horas depois suecumbio. Eis
o resultado da indolencia de urna irmandade de-
leixada.qua mais trata do seus inleresses do ue dos
"da sua igreja.
A casa sobre cujas paredes ?in;ell*.;, se le-
vantou o grandesotao de arapucas, hesita na ra
das Cinco Ponas, adianle do becco do Maris-
co.
Estando a tnargem do rio no porlo Jacobina da
Capunga urna senlinella do destacamento de polica
para nao consentir pessoa|alguma banhar-se nua,
chegam tres individuos dos quaes um era tido e ha-
vido como comprador de disturbios, e querendo
.eipir-se, o soldado oppoz-se, fazendo-lhe ver.que
s podan, banhar-se composlos ; no quizeram
aitende-lo.'ecnto foi-llies intimada ordem de pri
sao, a qual nao quizeram atlender, partindo. sobre
o soldado para desarma-lo e offende-lo ; o desta-
camento, segundo consta acudi ao lugar do conflic-
lo, e alguns desordeiros tomaram nelle parle a favor
dos tres que queriam banhar-se : a lula] foi rendi-
da, resultando sahir urna praga do a>siacaraenlo
feridaem urna orelha, um dos principis do baru-
Iho mono pela senlinella, c dous mais f ridos gra-
vemente ; consla-nos que lodo destacan enio se a -
cha recolhido a prisio.
Os amigos da bella c montanhosi Olinda n-
caram logrados no da de Natal com as vuagens dos
mnibus, porquanto alluindo muila gente para
embarcar para os outros lugares, o dircior deste
estabelecimenlo mudou-os ficando os qut contavam
com essa vehculo de conducao a ver urar tes-
lemunhas.alguns dos quaes ja linham comprado seu
hilhetinho a mil reis, (o dobro do preg annun-
ciado) emarcharam a p'. Ser esle procedi-
mento regular Cremos que nao, c que a polica
deve dar algumas providencias para que caira falta
se nao de.
A illurainaso de Olinda vai a I I mara-
villas; na madrugada de honlem apenas mea du-
zia de lampees xi-iiriam acesos isio.'as tres horas;
o azeile dos oulros foi bebido pelas corujas b-
pedos.
Informam-nos que a cmara municipal dg
Olinda pozera em adminislracao algumas de suas
rendas, e o mais he que ha quem diga qu lem islo
por fim nao lerem os credores della onde ifazer pe-
nhora para cobrarem suas dividas I Se assim he,
abencoada ella hoje, que descobrio nm meio novo
de fazer banca-rota.
O bairro de San Jos est presenciando
todos os dias, scenas as mais indignas de um
po,vo civilizado, como se ser o dcsta eidade.
Immensos focos de jogos. de garapas pica-
das, de batuquea e sambas existem nessa
freguezia que nem se quer uma vez no si
do vizitados ou reprimidos! Quinta e
sexta-l"eirafoi o tltcKtro da oborrarheira,eni
urna ra cujo nome he de um arbusto odo-
rfero. Mal o re dos astros tinh.i-se oculta-
dojio seio do mar, que esses meliantes*,
encetaram urna orgia como as celebres ba-
lornou logo a descer. llera romo o irado elle fra
mpressionado pelas gracas da bella visitadora. Elle
foi Uo sollieilo em testemiiuhar sua admirarao quan-
to Jorse Iota diicrelo. Denise pareceu goslar mais
dessa forma de homenagem, e emquanto o conde, a
condessa, e Mr. Legrand Iratsvam da r......ce.Jo do
arreiidamenlo das Ierras de La Pinede, ella applica-
va deleitosamente o oovido conventaedo jovial do
mancebo. Jacques ignorando o comeeo melanclico
da visita esforeou-se por fazer sorrir a bella Denise,
e assim o eou*e Iho. Jacques sabia que a jovialidade be excellenle
con lucior para muiio< balines de experiencia que
vain do mancebo i rapariga.
A jovialidade com soa replanlo de er sem cone-
qucuria,presta aos Humorados servicns incalcolaveis;
por isso aqoelles que silo habis em|iregam-na sem-
pre no comeen. Como indignar-sc daqaill que faz
As mulheres habis servem-se lambem da jo-
vialidade conlra as angressies, e com igual successo ;
porem as mulheres nao sao habis senao qoando -3o
experimentadas, e adqnirem a experiencia pasasn
do pelos perigns da jovialidade. I.rt, com > diria
um .1.nitor, ellas sao ainda uma provu da eflicacia
desse meio.
Todava ha linuieiis que ecHiMoaoi cora gravidado.
Cl0 melbodn requer aja valor real ; a hahilid.ide
-Z-2
chanaes de outrlora, e ainda hontem as *
horas da tarde se entretinham neste inno-
cente folgar com o encommodo de todos os
minti*! Alerta I Quem deve fazer respei-
tar as leis dormir' nesse bairro?! Que
miseria, no centro de uma cidada civilisada
taes orgias !!! AUendite et videte !!!
Sabbado leve lugar na im*eja do Paraizo um
acto por demais solemne e edificante. As quatro
emeia da tarde, reunido grande numero de con-
vidados, e os irmos da irmandade do Sr. Bom Je-
ss das Chagas, eneelou o Rvm. Sr. monsenhor
Muniz Tavares a solemnidade da benejao das ima-
gens de Sania Ignez, N. S. do Paraizo eS, Joo
de Dos. A igreja achava-se decentemente deco-
rada ; a presenta di officialidade dos balalhes 2.
de infantaria de guardas nacionaes, e do 1. dein-
fantaria de linda deu ainda mais realce a esse aclo.
Quasi lodos as igrejas lizeram echoar seus bronzes
ecn signal de regosijo. Tres bandas de msica de
diversos corpos da guarniejao tocaram riquissmos
pedacos durante o aclo. O Sr. GeralJoCorreia Lima
he por cerlo digno de encomios por quanto foi a
sua cusa que se fez esle acto.
Hospital de caridade 23 pa dezembro.66
doenles.
/li amanhaa.
carlorio
os oche.
Jorge nao eln no carlorio, meo pai, e-l> a ja-
nella de sua enmara inimovel como uma estatua '
hamei-n qnandn enlrei. e em ver de repender-me
pareca uuvir rom iltenvln o que dizia-s, e con- e"e relirou-se.
templava a Denise cem um ar ao roe*mo lempo de*- .iaeque*. di*se a condessa em voz baixa. vai a-, i-
luiulira lo e espantad que leria embarazado a qoal- ar leu irmln de que madamesella de La Pinede e
quer nutra mo^a que nilo madamniella de La Pine- i seu lutor digiiam-sc do ficar para jantar com noc o,
de ; mas ella eslava moito habituada a cr admira- je recommenda-Ihe qoe seja exacto,
da para dar raostra de ptreeJMf a impres*3o qoe pro-1 Jacques execiilou promplamente a rommiisito, e
do-te a Jacques, vai ver qua esla elle lazendo no "ao J". pj" fj""'" 'r.mmpbar ; he mitlor uma
mamlei-o buscar olgaa papis, Inlve/ n.ii
superioridade nolavel. Vr.ein-se l-*mbein loucos
a loptarem a aeriedade doade o comee i ; mas de or-
dinario o que ellwroaaegaem he ser repellidos.
Aeerescenlamos, mas soineule para memoria, a t-
ta^ ealhesoria* de amante'- aquelles que tero de expri-
mir uma paixo verdadeira. tses podem obrar co-
mo qmrr-rem, on escejam alegre, oo tristes ; lernot
ou apaixonado,discretos ou onado aflo sempre bem
ucceilidoa, salvo qoando encontram ama das daas
coasas qu (ornam a mulher invencivel : oolra pai
xao ou o me I i do interno.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA EM 10 DE DE-
ZEMBRO DE186.
Presidencia do Sr. barao de Capibartbe.
Prsenles os Srs. Viaona, Reg, Oliveira, Fran-
ca e (, ameiro. rallando com causa participada o Sr.
Reg e Albuquerque. e sem ella os mais seohorea,
abno-se a sessao e foi lida e approvada a acia da an-
tecedente.
Foi lido o seguidle
EXPEDIENTE:
ia ollicio do Exm. presidente da provineia, de
28 de novembro ultimo, mandando preparaste a c-
mara as igrejas matrize- desta freguezia do Sinlo
AOtonle e da Boa-Vista, para a celebrac,o, oo dia
3 do r urente, da missa votiva do Espirito Santo por
orcai3o da eleir in de depalidos a assembla gera I
legislativa.Inleirada, por ja e ter assim feilo.
Oolro do coronel Beulo Jos Lamenha Lina, pre-
sidente da cnmmisso de exame do arsenal de guer-
ra, pedindo Ihe declarasse a cmara, at indemnisou
e a quem, a importancia dt 4 espadas de pon di-
reila e t cenlurea de cavallaria, qae por aotori-
sacilo do governo da provincia, de de novembro
de 1851, forneccu o arsenal a mesma cmara era 13
de dezembro do dilo auno.Que o procarador in-
formaste.
Oulro do advogado, respondendo consolta qoe a
cmara Ihe fez, qoe nSo lendo a mesma cmara ti-
tulo algum de dominio ou posse de terreno, qae re-
queren por Moranient i ao goveruo da provincia Jo-
- M -.rceimi da Rosa, no largo do Forte do Mallos,
nao podia afora-lo, e logo que delle nao fazia uso,
devia o'lcireno reverter para os proprios nacin.es,
oo ante-, ser considerado devoluto, viilo que como
laes so|cou*iderados os de que nao ha titulo ou con-
cessao feta as cmaras municipaes, e dtixam de
perlencer-lhes desde que delles n?o fazem mais uso,
corno foi declarado pr-r nviso de i de setembro de
LST>:| quanto ans terrenos de marinha, e e depre-
liende do art.:)" da lei de IR de setembro de 1850.
copia e com o que deram em separado, os verea-
dores membroi da rommissiio de edi 'caces, para
deci ir como bem entender.
Oolro do fiscal do Recife. informando qoe a casa
em qoe pretende Jo Rodrigues Sordo eslabelecer
retinara de assucar na roa do Brum, lica entre a
i.iu.iiciio%de Bonman e fabrica de velas e sabo ;
e que ile sua coi:.,cacao ahi julgava nao provir in-
coiiimodo a vizinhanca).Concedeaie licenci.
Oulro do fiscal de Sanio Amonio, informando to-
bre o qoe requeren Joao Jos de Carvalho Moraes,
n respailo da obra que esla fazendo, na sua casa, no
largo da matrizHesolveo-se que o peticionario u3o
podia continuar com a obra sem cumprir as pe-tu-
ra*, e o qae, de conformidade com ellas, Ihe pres-
crevea o mesmo Bacal, e islo se declarou por despa-
cho na pelico.
Oolro do mesmo, communicando qne as escoras
do sobrado, em parle .demolido, da esquina da ra
do l.ivramenlo, leom ido liradas, exittindo apenas
uma.Mandou se esponder que repozesse-as ooi
seus lugares, para prevenir algom detabameolo.
Outro do administrad ir do cemilerio, pedindo o
acabameuto da e.irada nova que couduz aqaelle es-
tabelecimenlo, alim de que cessera os inconvenien-
tes e incommodos que aprsenla o caminho enligo,
ainda mesmo as mares pequeas.Que te ofliciasse
de novo ao advocado, pira se prestar caucao e le-
vanlar-se embargo feilo em dila obra.
Sendo lida uma pelillo viada da presidencia para
a cmara niforinar, do pintor ornameulisla Eduardo
Claudino Correia Cabral, propondo-sea fazer a pin-
tura das vidraeas golhieof da capella do cemilerio
publico desla eidade, pela quanlia ce I:riij resolveo-se se respondesse a S. Exc. qoe a cmara
julgava de necasidade a pintura, mas qne Ihe pare-
ca conveniente que o peticionario se dirigisse a
mesma cmara, com as condic,des do contrato que
pretenda ellecloar, para no caso de serem aceitas, te
resolver sobren mais q je for necessario.
.Man lnu-.o remeller a commissilo de edificaees
as pelices viudas da presidencia, de Joao Rodrigues
da Silva Valle e Jacinlho Elesbo, de Paolina Cae-
tana Soare* Carueiro e Maria Felicia da Silva San-
ios, aquelles pediodo titulo de aforamenlo de (er-
renos de marinha, junio a fortaleza dai Cioco-Pon-
las, para ahi eslabelecerem seus tslaleiroa, e clas
requerendo permissao para Iransferirem ao coronel
Manoel Antonio dos Passos e Silva, o dominio u ti I
los terrenos de marinha os. 32 e 32 A, titos nos
fondos do seu sobrado, no aterro da Boa-Vista.
A cmara encarregoo aos Srs. vereadores Gostavo
e Ilameirn, de mandar vir de fra a imagem e aliar
para a capella do cemilerio, sendo aquella de car-
valho e esle da mesma madeira oade murmure, co-
mo fosse melhor.
Despacharam-se as ptice-- de Antonio Jos da
Ro'a, Antonio Francisco Cadaval, Clorindo Ferrei-
ra Calilo, Francisco Gomes da Silva Saraiva, baeha-
rel Francisco de Assis Oliveira Maclel, D. Fran-
cisca Candida da Silva Oliveira, Francisco Joaquim
de Lima, Franri-eo Xavier Pereira de Oliveira.
baeharel Francisco Lilis Caldas, Francisco Joto
Martina Peona Jnior, Jos Joaqoim Bolelho, Jos
.1 .cintlio Pavao. Joc Joaqaim doKego Barros, JoJo
Jos de Carvalho Moraes, JoSo Cavalcanli de xlbu-
querque Wanderley, Dr. Joaqaim de Aquino Fon-
sc, Jos Ignacio tsoares de Macedo, Joaqaim Jo-
s Pessoa, Joaquim A nimios da Silva, Dr. Jos Joa-
quim de Moraes Sarment, Dr. Joo Mepomuceno
Das Fernn.Ie> Jnior. Francisco de Paola Esleves
Clemenl, Maanel de Almeida Lima, Manoel Fran-
cisco Ferreira >, Manoel Jos Chalat, Manoel
Jacques perleucia ii primeira calhegoria, a doi ho-
mem habis ; tinha por principio quando uma mu-
lher agradava -Ihe lenlar sempre rindo. Dizia que
iiinguem pode ganhar na loleria sem gaitar, e que
para ler probabilnlade de bom successo he preciso
comprar inuiloshilliele*. Elle obrava como dizia, e
allirmava que nao liaba qaeixa de seu mttbodo.
No momento em que tentava p.'.r em pralica seos
priucipios para cora Denise, Jacques era ajadado
por grandes vanlagens natoraes : nao tinha aioda
ti ni annus, e-tava em lodo o desenvolvimenlo de
sua for..a e de soa belleza. Alio, lonro, robaslo, de
cabellos e denles magnifico elle linha os tignaes
dislinclivos de sua raja ( os Vedelle eram origina-
rios da Normandia ) elle li rilara a phvsionomia do
pai, assim como Jorge herdra o Ijrpo hespanhol
da m3i, crioula de Cuba. As daas rajas unindo-ie
pelo ca-amenlo.em vez de confondirem-se nos filhoa,
haviam-se reproduzido couservando seas carecieres
particulares.
Absolutamente fallando Jacqilc era maii bello do
que Jorge, e como elle Dio desprezava a arle de pr
e;n evidencia ludas as suas vanlagens, arle que Jor-
ge pareca ignorar eompleiiimenle, d'ahi resollava
um contraste completo enlr os dous irmos,no qual
Jacques linha loda a vaulagcm.
Qoando lodo* reuniram-se na sala de janlar, eise
contraste appareceo com um redobrameulo de trium-
phn para Jacques. Jorge eslava de casaca.de collete
branen. calcado de bolas, porem graras a ei'a? eo
Inario desu-arln, elle eslava do figura 'mudad',, e in-
felizmenle muiln menos bello que danle*. fina casa-
ca du anno precedente atleslava que elle linha cres-
cido, eo cabellos frisados por Vicente nSo estavam
de harmona com sea semblante : elle tinha sim
ora physionomia extravagante e quaii vincola, que
sallou logo aos olhos de madamesella do La Pinede,
e qae a faz vellar para Jacques loda a sua alten-
cao.
i t'onlinuar'Se-h'.i
MUTILADtT


Joaqun .le Mllveira, Manuel i,;,l. ,-. Itodrigne*
Franca, Rosal sesOo.
En Manuel Ferreira Arrioli,secretario a escrevi
Barao de Capiharibe, prcsiileiile.--AiraM de Al-
meida. tameiro. Franca. Oliveira.
REPARTigAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambnaft 26 dede-
zenibio de 1856.
lllm. e Eim.Sr.Levo aii conhejeiraenlo de V.
Etc., que das difireme! participar.,** recebidas
nesla reparlic,o deuda 21 do roneiite al hnje
consta que se deram seguidle- uccurrencias :
Fnraro presos : pela subdelegan., da freauezia do
Recife, o preln eseravo Malaqoa*, por futido.
I*ela sulrdelegacia da Iresueria de Sanio Antonio,
JoAo Baptisla da Hosa, Pedro da Costa Monleiro,
AiiIodio Jos, e o prelo eseravo facariat, todos para
senguacoes em crinte de Turto, t o prelo esclavo
Silvestre, por uso de armas ,iefe/.a!.
Pela |sobdelegacia da freguezia de S. Jos, o
marujo inglez Thon.az Baes, por ebrio, Domingos
Antonio oos S.nlo*, por briga.
l'ela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
Epiphaniode tal, por haver espanctdo a uin menor,
e a prela Maria do Carino, por desordeira.
O lobtelraado da freguezia da Boa-Vista, parli-
ripoa-me que hoatem a urna e meia hora ila tarde
arh*ndo-*e de senlinella no porto denominadodo
Jacobinano lugar da Capunga, o soldado do corpu
de polica Francisco Jos-i do Na.eimenlo, aliin M
obstar que pessoas do poyo all se ihaiihassem des-
pirlas.v.slo haverem familias naqnellas visinhanca.,
alguna individuos prelenderam lavar-se n.i i obstan-
te as objeceoes postas pelo dito soldado, e Iravando-
se por isso um coulliclo resullou deslc matar o mes-
mo soldado cotn urna bevonelada o pardo Joao Cli-
maco da Croz, e lerir gravemente a Manoel Lopes
i .oimarae* e a Antonio Maumo Simoe*. Foi lo.
pelo subdelegado preso o sold-do e lendo procedido
*o respectivo corpu de delicio esla Iralaudu de ins-
taurar o suromario.
Refere o subdelegado da freguezia de S. Jos un
ollicio desla data, que honlem pelas 9 lloras da noile
no lugar do aterro dos Afosados, o guarda nacional
aquarlelado Jos Silvestre Bezerra, le i o e espancno
a Maria Francisca da Annuuciaclo, conseguindo
evadir-se deputs de commeller o crime.
Igualmente refere que no becco do Lobato fui
honlem as 10 e meia horas da noile frula grave-
mente cero nma ponhalada abaixo do peilo esquerdo
a parda Antonia Maria da Conceicau, menor de 12
annos, pelo soldado de polica Juan Altes Barbo>a,
com qucm viva illieilamenle, o qual foi logo preso,
sendo que por estes fados procedeu o dito subde-
legado ao rompetcule corpu de delicio e vai ini-
laarar contra os delinquentes us respectos pro-
ressos.
Dos guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teiteira de Macedo, presidente da
provincia.Uchefe depalicia, Dr. PoWcarpo Lopes
e /.ro.
(StommutticJi)-:-.
O LIBERAL PERNAMBUCANO.
O Liberal I'ernambucano sera o orgSo do auligo
partido praieiro'.' De feudo e sllenla esse peridico
as verdadeiras doutriuas desse partido .'
Taes pergunlas faro a mim mesmv, todas as vezes
que leio o Liberal. E por mais raciocinios i(u em-
preuue, por maiores coiribinaeoes que faja, lid i pos-
so acreditar que seja orgia desse partido um jornal,
que constantemente emporcalha >uas columnas com
Mjenlo, ardeos defamalorios, libellos Unios.s con-
ra a honra dot boinens mais minenles da provin-
cia, e que maiores serviros llie bao prestado ; sem
que systemalicameDto dt.envolva as ideas, os prin-
cipios, as doulnoas do partido, que diz representar
pela imprenst.
Na verdade, nao he posrivtl admillir-.e como or-
gao do auligo parlido praieiro, desse partido que de-
ve rehabihtar-se uohre e generoso, o Liberal l'er-
nambucano, a coja lata se nao v nenhuma de soas
antigs intelligencias.
I'ensar o contrario be laucar urna injoria alroz so-
bre o auligo parlido praieiro. OISbtrat l'ernam-
bucaiw nao pode ser o orgao do jiarlidu praieiro.
(I qoe devemos entender por orgao de um parli-
do ? Enlendo que sao as suas intelligencias: sos
homens mais intelligeules de um parlido, sao que o
podem represanlar, discutir e publicar suas ideas,
eu* principios, sustentar suas doutrinas, e llie im-
primir os seus pensameulos.
O anligo partido praieiro linha altas inlelligen-
eias, algaroas dai quaes anda exi.tem na provin-
cia, cerno o Dr. Alendes, geoeral Abren e Lima, lr.
Lopes Nata*, Dr. Jeronyoio Vilella, Dr. padre Fa-
rias e outros. Agora, porgunlo en, esta algum de'ses
homn. notavais, com esses que hoje redigem o Li-
beral Pernambacaiio '.' Quaes sao essas inlelligeu-
cas ? Onde estilo, coinu se chama m ?
As intelligencias do parlido praieiro nao eram s
como taes condecidas em Pernamboco, mas em to-
do o Brasil, como homens uolaveis pela sua erudi-
c|o ; e muilu mais na provincia pelus servidos pres-
adusao parlido na im|ireusa, ou na tribuna: pois
bem, dig.m-nos, qual dessas intelligencias esta'com
os redactores do Liberal 1 Qual deltas lem ao menos
approvadu a marcha que leva essa folba, que se in-
culca o urgi do seu parlido l Pelo contrario : ue-
nhum dos illuslrados membros desse parlido lem ap-
provado a direcca.i que os ardaos improvisados che.
fes Ihe tem dado. Appcllamos para elles. Onde est.lu
o ltalos desees usurpadures, quera os encarregou
dtssa alta missAo -! Sera' por ventura orgSo de um
parlido um liumem qoe, no lempo em que a lula es-
lava Iravada, mas pendia para o que se suppunha
vencedor, e que depuis, aproveilando-se da perse-
goicSo que soffriam os chefes naluraes desse parlido,
os ialrigou, e Ibes quer usurpar o baslAo de chefe,
em que para isso posia allegar serviros, allegar Ira-
diroes ? Sera' orgAo de om parlido urna rolha, qoe
somente advoga os inlere.ses de um de seos rededo-
res, aerviudo-lhe de vehculo de injurias contra seos
desafieicoidni, calumuiando-os lorpemeote ; enlre-
lanto, qoe osinleressesdo parlido, as quesloes de
utilidade publica s.lo esquecidas, ou mesquiuhamen-
le tratadas ? Sera' orgAo do parlido praieiro essa fo-
Iha, esse Liberal, onde constantemente lem sido vi-
lipendiados, desacatados, injoriados. c.lomnia.los es-
ses aullaos chefes do parlido, como o Dr. Lopes Mel-
lo, general Abren e Lima, o meirao Dr. Vilella.
emflr, todos os homens eminentes, porque fazem
sombra ao sen principal reriaclor '.'
Nao, nao pode ser orgaode um partido liberal, uro
horaem que lem insultado a Indo o mundo, sem cri-
terio, tem prudencia, enlrelanlo que slenla ardeute
'elo pela sua honra.
Nao podeter orglo de um parlido, um-homem,
qne qoer por forca passar por urna das primeiras in-
lelhgenciaa da provincia ( raaV retro, tatanaz, J e
que diariamenle enrlie as rolumnat do Liberal de
insulto* e improperios contre > honra de quasi lodo
o Peroamboco ein peso ; brinda com sua lingua vi-
per.na ale ot membros de sua propria familia. Cer-
Umeult um membro lao corrupto nao eonvem a par-
tido jKililico alguui.
Desgiacado seria o partido poltico que MPitSM
pesar na b.l.uca pohlica do i.uperiu, leudo por sus-
tentculo um orgAo lal romo o Liberal l'cr.mmb,,-
i-ano.
Descauceu. estas velhas gralhas. que ovlenle.
Ilustrado partido praieiro ,lAa pa,le Irr por oraSo
urna sucia de.conl.eci.la no mesmo parlido.
I.m parlido, que soffreu os revezes da lula de 4!>,
eqoe por isso par.ceu lancado fora da poltica acli-
va, poda vir a lomar nella o lugar que Ihe compele
sendo dirigido, nao por chefes improvisados, e n-,n
por energumenos.mas pelas suas velbas e ro.ilierid.s
nlell.gencias, roja penna. e cuja palavra lenham o
prestigio de seus anler.urcs servicos. So poderao
reorganisar o pailido praieiro os Vilellas, os Neltos,
s I arias. Abreu e Lima e outros. mas nunca eses
b>curos trnsfugas, ,,,le lano bradam cm seu li-
me, a qo.m elle nada .leve, que so Iralam de des-
arredilar os benemerilo. do pa.lid,,, com insinuarOes
laet como ai que se luem no Liberal o. 1211 de' 'I
de oulubro. no maufesio ast,g,Mdo pelo |)r. Fe.lo-
za-n. I atilde l da rorrenle_ar|.gu v.riedade-
rarlas de Matheus da Traquilanda quntelo )., e
cm oulros nmeros, dos quaes presealemenle n'os
nao rerordamos.
Comprehendcram acaso os redactores do Liberal a
missAo do partido praieiro '.'
.Nao, porque se nunra cuinprehenderama sua vida
poltica, o orno podaran comprehender a sua ressor-
reirAo ?
Aa partido praieiro nao convem reviver odios ja'
amnrlendos, suscitar vinganras, arpearar n ceo e a
Ierra. A pralica do Liberal he urna ptica estpi-
da, a repellida pela parle sensata d.. parlido.
ft partido praHiro deve lomar na polilica do pala
a posijao que Ihe com|iele em razio do numero dos
que proressam seas princi|iios ; mas nao pode ser o
prograinma de partido uenhum guerra de morle
aos que nao seguem tata ideas,--romo a que fax a
ib'ral Prrnnminrani.
OMHI U PIMIICQ SBA'O 91 H nftlMlMO DE ItH
virus pelos sm\J merecimtniol opootirSa dot
partid,, tala' na disrorduncia dos meios inelhoirs pa-
ra ohlrr o hoiu governo, a tiem publico : em lodos
H parlidaa ha homens probos, illailradoi e |ialrio-
tas : eles devem scr'araladus por lodos os partidos ;
cada om deve tratar de os chamar a si pela
ronvirrfio da huudade de sua rausa, e lodos devem
enjuar os sectarios do propn.i partido por uina cons-
lanle injujlira, apela infamia das calumnias e inju-
rias, com que o Liberal l'ernamburaiia enche as
suas paginas, sem orcupar-se de mais cousa alauma.
Quem obra attim, be cliefo, he director de am
grande parlido,oa he um simples energmeno, des-
penado, furioso J Decidam os verdadeiros chefes do
parlido praieiro, decidan os que Liberal genuino.
O iiiKiraimula do Sr. Ineharel Jprigio jHStinla-
ii" da Siln GtUmarittt.
Lu acto mudo solemne acaba .le ler lugar em
Man l.cul.lade.le Direilo ; foi o doulura.nenlo do
ST. bacharel Aprigio, que, allegado do reuni da
cmara onde repretenlea haorato papel, leve a fe-
liz idea de empregar aua incansavel aclivi.lade no
esludo das varias quesloes que se afeiten no vasto
quadro da scieucia do direilo, para recefcer o gra
de Dr. pela aotta Facaldade.
O Sr. Dr. Aprigio, liiho praalinoao da anllaa aca-
demia de Olinda, he um dos bellos i denlos em flor,
qne a patria ja ten aproveitado, he um dos brllhan-
les astros que povoam a aotu almospiiera inlellec-
tual, um espirito superior que anda se est a edu-
car c que desde ja promet* virosos frurlus, pro-
durliva rulins de que ha .le decorrer suavissimo
mel. Dolado de vigoroso (alalo, de urna imagina-
rio rica de vida e de Me vulgar cloquencia que
semprr. Ihe em|>resla ao pen.amento formas agra-
daven e seductoras. O Sr. Dr. Aprigio he urna des-
sas bellts indiligencias que mspiram natural svm-
palhia e que sempre inlarattam, anda quando as
vemos peilda a arcar snb u pen da esinasadVira
insIrucrAu e de inllesivel lgica, eiva.lat de alguma
cousa que nAo li demasiada benevolencia.Os cu-
ra.;iies bem formados sempre svinpalhisam com
a inlelligenria que se dbale entre'* mos de pe-
sada erudirAo.
Enlrelanlo he-nos delato locar ntssa alguma par-
le sombra do quadro, que se serve para Caler real-
rar as miras.Era preciso que o homem o'Arc.ile,
qne a agoiade Ajarcio etpirasse s mAoi de lludson
Lowe, porque se Ihe admiraste a aoblimidade do
geuiv.Era preciso que se Ihe pozesse peso as azas,
porque se Ihe admirasse a forja.
Com effeito, he preciso convir na dolorosa ou gra-
ta verdana que o Sr. Dr. Aprigio. he anles .1 u espi
rilo dedicado ao rolen, do campo das scieucias phi-
losophicas e moraes que rom lano proveilo lia ex-
plorado, do que ao estado rido e laborio-o das ma-
terias positivas do direilo. Parece-nos qoe o Sr. Dr.
Aprimo presa antea acumpauhar a marcha da buma-
nidade no dominio das ideas e apanhar a scieneia
coni umolhars\nlbelico, do que aprufundar com
paciente esbirro qualquer dus seus ramos, que ex-
gelo irabalho calmo, Maquila! laboriosas, esludo
aturado, seria medilari... Parece-nos qoe o Sr.
t>r. Aprigio deia-se anlesseduzir pelas cores cam-
bame* e pelo bnlbaulismo .las ciencia* pbiluso-
plucas, do que pelas espessas Irevas que enrulirem
cerlos ramos dos conhecimeiilus bullanos, cuja res-
peilavel gravidade cunto que lolhe .1 vo do genio e
O concedeiu seus Ibesouros a' laboriosa paciencia.
As mais das vezes a genio vola guerra ao positivo :
Schiller, respirando essa almospiiera d'.AIlema-
nha que lano se dislmgu- pelo peso da rudirao,
furlava na escola de Carlos as horas que podia, 'au-
esluilos a que a queriam abrigar j.ara ler urna jc/eii-
esa de pao ; em sen amir pela poesa e em aeu
odio ao positivo, 3 pobre Schiller fingia-se .lenle pa
ra ir para a enfermara onde Ihe datan luz al a"
meia noile, afim de escrever os seus Brigands.
Enlrelanlo nao se pense que, por isso, he menos
nmpallura e inspira menos iuleressa a vocarAo
ririilihca do Sr. Dr. Aprigio.
Basta om rpido volver rt'nlbns sobre as suas tlie-
es de direilo aalaral, direilo publico, direilo cons-
lilucional, direilo ioleraaciooal e direilo ecclesias-
lico, para que ,e nos.a penetrar no fundo de sua 111
lelligenria e se observe quanlo vai ella roteada,
que ile Troclos promellem as llores, que de llores
promelle a arvnre, que ctiva prnmelle o campo.
As duas nllim.i. ihescs de direilo nalural, que li-
remus ocrasin de ver desvolvidas pelo Sr. Dr.
Aprigio, fazein-lhe honra, e anda mais a suslenia-
cao qoe devera ser brilhaele, a avaiiar pelo lia
pouco que llie foi pennillido dizer.
as scguinles materias que enumeramos, o Sr. Dr.
Aprigio reveloii-se-nosunanle das liberdadrs po-
liliras, apixlulodo progrosso, rejpeilador da aolori-
dade da igreja, homem do rculupara dizer lu.lo
em urna palavra. Sentimos deveras que muilas
dessas bellas Iheses licassem intactas e que lAo cs-
casso fosst o lempo. Senlimus qye o homem que
ja merecen a conhanra do povo, uo podesse elevar
aua vuz para dtrcn.ier o dogma da soberana na-
cional, se anda lie penuiludo escrever esse pleo-
nasmo. Senlimos que o Sr. Dr. Aprigio lila podes-
se rallar por horas para) e^pilr essa luminosa llieoria
que se conten em suas Ires thesos de direilo inte. -
nacional e que silo um reliz Densamente do con-
grego de Pars. Sentimos por fin que dcasse no
olvido o direilo ecelealtaliee e se na agilataana no
seio da Farul lade as quesloes que boje agilam o
mundo.
Enlrelanlo be preciso confesar que o Sr. Dr.
Aprigio cabio por veie* na conlecrA.i de suas iheses.
Por s citar um exemplo, he com pezar que vi-
mos elevar-se lAo progresista iiiteligencia, para
suslenlar a pena de morleesse nnachronismn vivo
do secnlo, snslenladn apenas como urna triste recor-
daro, om liigulne legado das gera<;es passadas.
Tambem, com |icsar o dizenius, achamus na ds-
terlaco do Sr. Dr. Aprigio a par de muitas llores,
de muil* bellezas e elevarAo de pensamenlo e grara
e a ni mar, 10 no eslvlo. um serio vacuo. A parte eco-
nmica da quesillo da escravidAo, foi apenas desla-
rada pelo Sr. Dr. Aprigio. Enlrelanlo caber-lhe-
ha pi r a honra de h .ver elevado 110 seio da Fa-
culdade a sun voz para analhem.lisar em uome da
Evangelbo, em nome da civilisnrao, em nome da
philosophia ralholica, esse hurreu'do cancro que vai
sol.panJi a nona sociedade mural,e que felizmente
ja o governo lera procurado exlirpar pelos -meios
mais legtimos.
Eplrefanto o Ilustre doulnrando. fascinado talvez
pelas bellezas que se Ihe desabrochavam no pensa-
menlo, embriagado pelo balsmico aroma das llores
que Iheso.riam. esqueceu por momenlos a quesillo
principal, alirou a' um lado a sociedade econmica,
para su ve-la debaixo du prisma seductor da morad-
dade e da cvilisarilo.
Esle pequeo defeilo, esta queda que se fazia mis.
ler para honra da fragilida le humana, nao roubam
lodavia o merilo e al cerlo poni a onginalidade
do escripln.
Aqu be a occariao propria para peiirmos ao Sr.
Dr. Aprigio que nu nos queira rouhar o prazer de
ver impressu esse seu precioso Irabalho, e nos quei-
rn desculpar se a imparcialidade do escriplor se nos
poz por dianle da sincera svmpalbia que Ihe vo-
lamos.
Recife -20 de dezembro.
Timn.
ortt&ponbtnci(t.
RESPOSTA AO IMMIGO ) KSCANDV-
. 1.0 DO 1JBKRAL PF.RNAMBCA.W..
\. 1260.
Scnhores redaclores :Chamado a terroi-
ro pelo Inimigo do Escndalo me acho na
dura precisao de r incommoda-los, para
que se dis/ian de dar um lugar no seu
bem conceituado jornal a estas toscas li-
nlias produzidas contra os factos all .pre-
sentados.
Principia o anonymo pergunlando pelos
processos, pela morle do infeliz Bocha, pela
do carniceiro em razian da rixa com Anto-
nio I.ourcnco de Alhiiqncrqne Cocllio, pela
vestoria foila em urna mulher, que se diz
esptica.la por dotts homens, insinuando
que esse processo se acha ahafado por pro-
tecjao de muida mulher : Ignora o inimigo
do escndalo que lodos esses processos es-
tilo em andamento, embora morosos pelas
cireumstancias em que nos temos adiado,
bem como do flagello do cholera, contras,'
que tem occorrido, hm como molestias,
eieicoes, etc., etc. i' Ignora, que o Dr. pro-
motor publico denunciou do facto dessa
mulher, c que a denuncia por ntim despa-
chada existe em poder do escrivao Brito (ial-
vao, tend-i estado parausada por falta de
lempo do delgalo supplente? Exclama
inda : quaes as averiguaces, que se lize-
ram a respeito do espaucamento de Kloien-
cio dcSouza Le3o? Ignora o anonymo. que
o delegado supplente. o oapitSo Joao do
llego Barros l'alco, procedeu ao corpo de
delicio, e que se acha re lio o exame de sa-
nidade para assim mclhor se poder clnssili-
car o crime'-' Ignora que cu ha poucos das
assumi o excrcicio da de egacia, equ todas
us providencias nao se podem dar com essa
presteza, que agrade ao inimigo do escn-
dalo"! Qual foi o criminoso de morte, que
o Sr. Borges soliou ? Responda-me, porque
ignoro Sera por ventura exacto o que re-
lata esse anoniino acerca do Sr. alteres Gui-
lliermino'.' Estou. que nao he; porque o
inimigo do escndalo prometleu a lieos nao
dizer a verdade tal qual deve ser. Vollo
ainda aos processos, diz elle, e interroga
sobre o procesa, do reverendo padre Foi tua
nato ; e por isso Ihe respondo, que falta
noile depor o reverendo pudro vigario desl-
Ireguezia, testeinuuha referida.
Depois pussando a tratar das eleitjOea de
scleml.ro (jue recordaqSo dolorosa IJ procu-
ra inculcarme a palernidado das informa-
gties, que a mesa paroenial, e a cmara mu-
.... arlidosbem composios e bem dirigidos res- 11 ici pal deram ao Esm. Sr. presidente da
peitam o as aderBnos conspicuo-, pelos seu". ser-1 provincia.
Declinando pois de mim eisa embuste,
direiqueno fui o autor, nem escrevi, e
nem mesmo tive 1 curiosidade de I s-lai; e
su a ma vontade.que nutre contra mim esse
anonymo,para por este meio poder desa-
bafar-se e satisfazer a sun mordaz maledi-
cencia, poiieria sugerir-lho essa gratuita
lembranca para continuar, dizendo : Malva-
do lie aquella autoridade, Sr, Tiburlmo, que
coberta de mazlas, e crimes, aeha-se mo
s inhabilitada de castigaros crimes de
seus comparsas, iiomcaudo-os inspector,
camarista, e eleitor, conservan lo- is para
instrumento de suas ringancas.
< annimo deveria declararas mazelas, e
criii.es do que me acho coherlo, quaes os
criminosos, qne noneei para Inspector,
oamurisla e eleitor ; quaes as Vinganoas,
que tenho lomado agora, antes e em qual-
quer lempo : alias he clamar no deserto.
Continua o auuuimomalvado, sr. Tibar-
lino he aquelle, que se aproveila dos ge-
midos do p.ivo como esta compassivo! ah !
velhaco .' no lempo do .'bolera para roubar
(alto la) os corres pblicos da provincia, se-
gundo he geralmenle sabido .diras mclhor
inventado por ti, e toa sueia e o pul.licou
o padre Joilo Herculmo em Tullas.
Declare o anonymo quaes foram esses
roubos, que eu liz no lempo do cjiul-ra ,nao
tenha do da mirilla punicao. e que se dizem
geralmenle sabidos, e que o padre Joao as
lolhas publicou, pois conl'esso-lhe que em
minha conscieucia nilo me record desse
peccado.
Quem sabe se anonymo he dnquelles que
appareceram ricos depois do cholera ; s
elle declarando o seu nome, poderiamos Si-
Inr desta duvida, mas estou que nflo nos da-
r esse gosto Kmquanlo ao padre Joo o
remelto para ocDiario de i'ernambuco n ..
onde esta inserida urna caria desse senhor
a mim dirigida do engenho Quandus em das
do mez de junho desu auno, e com islo res-
pondo, o que tem dito, e houver de .ii/.er
de mim, (cando ellecerto deque ca tciiho
anda tres, obra pruna. Vamos ao anni-
mo: diz elle-malvado, Sr. riburtino, le
quem manda reformar cotilas com 5 ou ti
cotilos de reis.demai.-i para ter seu quinhao,
ou dividendo, como disse o mesmo padre.
O melhor seria que o anonymo dissesseco-
mo digo cu.- -l'rovc por tanto o padre, o que
diz agora pelo seu orgSo, o anonimj. iiuca
poitanioo anonymo, eoscu amigo, oque
passo a expor sobre esta infamia. lando eu
relio a despeza com oa cholencos desde 10
ale 27 de Janeiro, c nao me sendo mais pos-
sivel continuar, dei parte ao Erm. Sr. pre-
sidente, c Ihe liz ver, que dahi om diante
todas as despe/as eram supridas pelo ne-
gociante o Sr. Manoel Jos Pereira Borges.
Alalo Sr. Borges orgamsou a sua conta a
vista dos documentos, que liaba : esta por
ordem do Bxm. Sr. presidente foi examina-
da pelo Sr. |)r. Francisco de Souza Cirne
Luna, e por mim, e assim examinada e por
nos assignada, e o Sr. Borges, reveitou
para as m&os de S. EXC, e esle a inandou
pagar, sendo examinada na eslacSo compe-
tente. O que dir mais o anonymo a vista
de todas estas formalidades porque passa-
ram as contas do Sr. B irges ? Continua
anda o imperlinente anonymo--malvado,
Sr- Tiburtino, he quem rrcebe peiUS de
>< e oO palacOes para passar os guardas
nacionaes da rorra activa para a reserva.
Nada fez o anonymo om esla nova deseo-
berta, e se quer conseguir alguma cousa,
dec|are o nome desse guarda nacional (pois
nao deve haver receio de quem eu recebi
esses palacOes ; na certezade que, se o nao
lizer,pso facto, sera tido por infame,
vil, abjecto calumniador, e roubador da
honra alhel, porque sendo eu ciieri de le-
giao desde 1835. e sem ingerencia em qua-
hlicacoes de guardas nacionaes, de cerlo
que este facto nao so poderia dar comigo.
Anda mus -malvado, Sr. Tiburtino, he
quem se atira aos cofres da cmara munici-
pal,e ao suor do povo para delapi.la-los com
nremaLaces fraudulentas; sellando lettraa
em brinco a meia noile ;l"az nojo tanta
mentira 1 como diz o padre Joao, e depoze-
ram as lestemuoha.s. I'rove o anuiiymo, c
seu amigo, eas teslemunhas, quaes as arre
matacOes fraudulentas, .-tuque da, mez, e
anno foram s..lladJS leilras em branco a
meia noite, quorn foi o porttor, [porque-
eu nosaio aessa hora: dessas lellras, em
casa de quem foram selladas. Como oode
haver rrande as arrematacoes da cmara,
se as suas rendas cresceram esle amo em
comparacao ao passado a quantia de........
T2;tjJi ? lisia claro, que havendo interesse
da parle de alg'iem com as vislas a locuplc-
lar-se, se procuraran! meios, para que as
arrematacoes das rendas descessem, e nao
subissem, para dar ganho aoaarrematantes.
Para que mentir lamo, Sr anonymo, seno
sabis dos lacios do anno de 1824? Para
que avancaes que eu, como covanle, fugi
para u hospital do Kecife, quando se apro-
xirnou a barra Grande a tropa do inurgado
tsues de certo muito atrazado na historia
coeva, e por isso vos passo a narrar.
As lorcis hberaes perseguirn, as do raor-
gado, e eslacionaram no engenho Mangui-
nho. breos, S. Jos etc., etc., e dahi laziam
sorlidas, e no mez de junho tivemos ordem
para entrar no territorio das Alagoas.e ja (la
muito que o morgado com suas Coreas se
achata na Barra Grande entnnch^irado
Passamos o l'ersineuga riacho) e lomos en'
cor.trando piquetes avancados, quasefo-"
ram retirando para os seus culriocheira-
mLiuos, e nos lizemos alto defronle da
liarra Grande etc.
Depois do ataque gcral sobre o acampa-
mento do morgado, no qual infelizmente
deploramos a monedo valente major Fran-
cisco GonQalves, Malacavallmho, en desta-
que! para a passagem do Vao de Una com 8(1
pracas, onde cslivequarenta das, ate que
as nossas torcas commaudadas pelo sempre
lembrado lente coronel Ferreira fizeram
a sua retirada para a fortaleza de Tamanda-
r, c entilo ja corra noticia que o coronel
Jos de Barros Falcao de La cerda estar no-
meado commaudiiutc em chele, e vinha ao
nosso encontr.
No entretanto reunio-se naquell? fortale-
za um grande conselho de olliciaes para re-
solverle se deveriamos all permanecer, ou
seguir para a capital do Recife : rciolveu-sc
pela ultima proposito. Seguimos entilo
sotirendo alguns liroteos, c encontramos o
coronel Barros no engenho Utinga de Cima,
se bem me record, c dahi marchamos para
o (.abo e ate a Ponte dos Carvalhos, onde se
fez alto.
En adoenta.lo eotSo, de sezo 's, ahtivo oi-
to das delicenca para tratar-meno hospi-
tal do Recito, e no da 5 do setembro com o
l'r. SalJanha, secretario da presidencia, to-
mando conta de uns cunheles de moeda de
prata para serem entregues ao presidente,
nos pozemos a eaminho com mais urna es-
colia, cjiegando ao Recife pela noite, e diri-
gtndo-nos casa do presidente, enlao o
Esm. Sr. Manoel do Carvalho l'aes de Andra-
de. "este ordenou, que os cunheles fossem
entregues ao pagador Sr. Joao l.uiz Ferrei-
ra ; pernoitei em casa do Dr. SalJanha, e
no da seguinteentrei no hospital.
Quando poretn, 110 da 13 depois do meio-
dia, iolentei sabir- para encorporar-me aos
ineus amigos, ja me niio foi possivel, porque
o pateo do hospital, que eutiio era no Car-
ino, e.tava.occupado de tropas inimigas.
No dia II as noss"as l"on;as que seguirm
para Qlinda atacaram o bairro da Boa-Vista
por todos os Huncos, e conseguiram acanlo-
uar as do general Lima al a ponte, mas
lillando-lhes uiunicOcs, recuaram, solfren-
lo entilo inuito da cavallaria. Mente e mil
vezes mente esse anonymj, ou alguem por
elle, quando diz que essa occas'io cu me
melti debaixo d 1 cama no hospital, c que o
lente Almeida mequiz dar com a sua mo-
leta, a nao se oppor o major Venceslao.
aRisum leneatis: lie a resposta que
mereca esta nona descoberta do inimigo do
escndalo. Se eu fosse esse covarde, Sr.
anonymo, nao merecera enliio o posto de
major, a que lu elevado na proposu geral
que r rarlo da retirada, que liz dos campos do
Marren, depois da morle Uo major Francis-
co Goncalves, nosso intrpido commandan-
te. Se eu fosse esse covarde, quando estivo
estacionado no Vao de Una 40 das com 80
pracas, me tena bandeado para o inimigo,
pois enlao ja eslava na Barra Grande o Sr.
general Luna, com 80 pracas para ter um
postal de accesso, como alguns eOtOoGze-
ram. be eu toase esse covarde, nao seria
rogado pelo Sr. presidente entao da pro-
vincia, Manoel .dferiuo dos Santos, para
marchar com o batalbo da guarda nacional
de Santo AnlSo, de qoe en o tenente-coro-
nel em I83:i para a guerra dos Calanos, de-
j pois do balea n.'ilio do disliucl 1 major Cara-
peba. So eu fosse emflm esse covarde, te-
na abandonado a cidado da Victoria, quan-
do o cholera nos a torcas ; mus eu permanec em meu posto de
honra, resignado a ludo quanlo lieos qui-
zesse de mim fazer, e nio esiiv.; encerrado,
como diz o anonymo ; porque assilti n mis-
I sa cantada de Santo AntSn, no dia >- de a-
: neiro, dia lamentavel, cm que amanheceram
: muitos morios. Emlim que a pecha de co-
varde n,lo astenia em mim, ja he sabido,
desde o anno de 1821 em tioianna, em Ha-
ra Simplicia, em Nossa Senhora do Uonle.
Chama-meo .>: anonymo anarohista, e para
prova de sua insersao traz duas historietas
mal contadas 1 respeito do velho J0S0 Pi-
nheiro da Pilma e do Sr'. lenente-coronel
Rivier, quando prel'cilo nesla comarca, e
por isso be mister delueldar este negocio.
O velho lo.lo pmlieiro, com quem sempre
mantive amizade, determinou ir servir no
l'.io Formoso o ollicio do escrivao, altrahido
ior um seu eoteado, ou prente, e por isso
cedeu a meu cunhado o coronel Jos Caval-
canti Ferraz de Azevedo o resto do arrenda-
meiito do ollicio do escrivao de orphaos des-
la comarca, mediante 1 quantia de 3509, e
ellcctuando-so esle negocio, seguio Pinhei-
ro para o seu destino ; entao Joaquim Jos
Esteves saliendo disto, vai ter com Joaquim
Jos de Amlrade Franco, proprietario do
ollicio, que entilo se achtva no Recito, pa-
ra Ihe arrendar, cconseguiu lo dirige-se pa-
raesta cidade, entio villa, c vai ter com
ojuiz deorphSOS, que era o capilo Dioni-
110Gomes do Reg, mis este noo admit-
lio, visto como o Sr. Ferraz linha arrendado
a Pinheiro o tompo que llie faltava a com-
pletar o seu arreu-amento. lito posto, o Sr.
Ferraz vai ao Recito, e ennseguio que o pro-
pnetario Franco dimitlisse o beneficio, ob-
teudo entSo do Exm. Sr. bar.l de Suussuna,
que era o presidente da provincia, proV*9o,
por ser nesse (lempo attribuic3o daa presi-
dencias.
Polo que respeita ao coronel Xavier, com
quem sempre conservei relaejes intimas de
amizade, o a minha familia com a dcllc, di-
rci, que esse niuvimculo parta de outra par-
lo, que nao ignoravamos, parta de um l-
gurao da trra, cujo nome omiti, por ja
"ao existir, que despertado por n;lo ser o
chele de legiao da guarda nacional e nem
prefeito d comarca, procurava lodos os
meios para anarebisar c por a villa em desor-
dem. Emende, Sr. anonymo?
lie para admirar.que estando cu nesta trra
da Victoria desdo 1825, nunca se ino achou 0
queagora quer oibom do anonymo.Que raziio
havera Eu rospeito a lodos, nSo entro na
vida Iheia, nao sou jogador, nao tiro odi-
reito de ninguem, a uinguera persigo, vivo
em minha casa sobre mim, no incommodo'
a meu vmiiIio. Que razo pois havera.'
Assonto de mim para mim que o anonymo
0 seus comparsas tem assentado nos seus
clubs de inventarom contra mim ludo, afim
do desmoialisar-me anle o Exm. Sr. presi-
dente o cuele de polica para deinitlirem-
me do cargo de delegado de polica, e ser
nomeado um que Ibes sirva de instrumento
de suas vmgaiiQas.
Sr. anonymo, saiha desde ja, que eslou
disposto a bater-me com Vmc- da maneira
que quizer ; levante portante a mascara, la-
V'a-se conhecido.
Srs. redaclores, peco-lhes que queiram
perdoar-me esta massada, devida a esse ano-
nymo, que me provoca sem ser provo-
cado.
Aceitem os respeitos da seu constante
nitor
Tiburtino Pinto de Almeida.
lata los palos del monte
Tienen su deeUDaUon
I mu. ua^cem para santos
Oros para bascer carbn.
{De um palriarcha.)
indo nesle mundo lem o su destino espacial, lu-
do ucr.upa om papel na grande represenlarao. e lu-
do converge para um lim grande, uobre, e de lal
alcance, que a nossa razilo Iraca romo be, jamis o
podera coniprclieuder : esla verdaoe be geralmenle
senlida e abracada, e lodos eslo della Iflo convenc-1
io.^..c aran- i. ,..,!.....igmat. -.;>..;.,
anda nilo !oi posla em duvi.la, len 10 -1 ;< al mullo
bem desenvolvida pela pliilusoplna mu lerna de uin
modo encantador, e da maneira a mais convin-
cente.
O qut deixamos dito com maioria de razio se ob-
serva em lelarao aus limneus, porque estrs cumprem
um destino, fazendo cada um o seu papel, sendo
.|oa a virl ide bem poucas vezes he premiada ; li-
li etanlo que a vicio o lia : esla inverso he o que
nos espanta a' cada passo ; porin dizem os philuso-
plios, que nissi. mesmu se da' a arden!, e que, be as-
sim que se caminha para o gratule lim.
^ Islo dito assim be fcil de iisseverar-se, mas quan-
do se quer comprehender a sua taita, ficamos em
completo desespero, porque a uossa inlelligeucia ja-
mis o consegue, e quanlo mais esludamos, menos
resultados favoraveis adquirimos, de sorle que be
melhor abaixarmos a cubera a philoaopliia, e au
discurmos as injusliraa e os desvos das acedes bu-
manas.
Mas nem sempre (eremos paciencia suDicienle pa-
ra assim procedermos, e nem sempre estaremos dis-
poslus para jurarmos as palavms dos oulros e ca-
larmo-m.s, porque cada homem lem urna couvicrau,
e a pude miii;.i bem expender, sem olTender 11 albeia
e muiio menos a reputado dos oulros. Seui' teme-
ridad de nossa parle; podem dizer mesmo que
be ousadia, nada oos incummoda e vamos o nosso
eaminho.
Faltas estas consideraces geraes, pargunlaremu*
aos eiilendnliis de nossa larra ; o que ja fez o gover-
no do Brasil em beneficio ou ao menos que manifes-
larilo de agradecimenlo ja apresenlou para com a-
qoelles jue lano se ennobreeeram, que tanto se ele-
varan! na calamitosa quadra do cholera porque pas-
samos ? Pois mo he sabido que houveram tantos
hroes'.' ou o governo enlende qiia lia obrganlo de
e o servir, sendo-ta henia sempre que se doren e-
pidemiiis, como a dt cholera '.'
Se assim enlende engaa se completamente, por
qoe. nem sempre aquHIes individuos eslanlo dis-
poslos a servi-lo com o sacrilirin de suas preciosas
vidas, vendo que, nem ao menos elle Hits agra-
dece.
Sabemos qoe lodos aqoelles que arriscam as suas
exislencias em prol das dos seos semellianles. iieuliu-
au recompensa esperam do governo ; eiiio arden-
le fugo da caridade he qoe os leva a assim procede-
rem, porcm muilo iiilloe um agradecimenlo, urna
recompensa da parle du governo para com esles I10-
mens, porque em lal procedimeiilo nao s os con-
serva sempre anmalos e di'poslos a' continuaren!
nu ine-mo prop.isiio, sendo nacetaario, como mllue,
para i:oe oulros menos dispuslos os queiram imitar,
cerlos de que ln nina relnbuicao, e islo he da nata-
reta humana, purque logo que ama acrilo enconlra,
ja n.io dizemos recompensa e sim applauso, ou ap-
provarao da parle do nusso superior minio nos ale-
ramos, e cena satisfaca se apo lea de nosso e*pi-
rilo, a ponto de noijalgarmut bem pagos, e de que
rerinos repeli-la, para ermns o mesmo applauso .111
appruvar.i.i. e qoanto mais se nos anima lana manir
sera" o nusso prazer, e por conseauiite o daaeja de
nnllnaar, porque lodos nos goslamot de ser applau-
dilus : e esle applauso equivale a um verdadeiro et-
iimulo, e esle traz ptimas resnltadot.
Sendo de primeira loloiclo o que deitamos dilo,
be lamben, veiilico que etslem muitos hroes do
lempo du cholera' que o governo delles te nse lem
lembrado : como por exemplo os scnhores, Tilmrli-
110 e It. Herculano em Sanio Anillo ; em liui.iuiia,
o lavura lodigena. o valeluilinario Jlenriques e ou-
lros mullos de que nao temos n licia. O Sr. Tibur-
tino fea os maiores aaeriflciol em prol dos cbolericos
de su 1 comarca, o seu nome andn por vezes nos
fornea da provincia, e foi g-ralmenle reputado por
um hroe. OSr. Fre Hercularro lambcm foi apre-
Koada como henie, e os seus servicos naquella desdi-
Icsa comarca foram relevanlfuimot, a poni de <-|le
Irabalhar lodo o da e so detcancar a uoile quando :
coma.
lana dedicarao, lana caridade para com os des- I
valdoa admires e so se aeredilon qae ellas des-
sem, porque muila gente vio, e nao era possivel du-
vidar-se.
E o qoe diremos dos aanberea Indigela, llenri- !
ques e Aranl.a em nanni ; aquella casa.lo e cun
lilbos, vivcinlo.le curar, sem oulro algum reenrso i
deelarou que curara de graca e nao m execuloa o .
seu proposito do modo .. mai- digno, pois que nunra
te poi|iun, inslluiud.i una tnciedade bomopalhi-
ca, so com o lim de com m-ior predeza e proflcui-
ilade s-r mil a popular.io da cidade. como fez mu- 1
las esmolas para as .lelas dos .lenles, tiran lo ale '
dipheiro pelas ponas para os soecurrer, dando mu-
los remedios seus para diversos pontos da comarca
e nislrucroes a muitos 111 lividuos para curiinm. 1) '
ssmnido quiisi cei; e soas antigs enferundailes prcslou-se tanta a p breza
que adinirou, andando alo de noile e debaixo da
chuva para acoudir aot desvalidos; fui um verda-
deiro li-re. E o lerceiro deiioo lodos os seus com-
>.....i". e exclu-ivamenle se enlregou ao IraUmenlo
los cholericM, ja titilan lo o hospital e |a pela- ca-
sas doi particulares, dando Pies remedios s-us e di-
nbeir 1 para a iliela, cliegaiido a sua caridade a pon-
1 lo de carregar em s , Cidade a um ciiolenco, o qual morrena se n.i.i rotee
aquella dedicarlo, porque niu bavia quem o qui-
zesse eooduzir para all. Oulros malla), como o dn-
temos pn-surain-se dmirtvrlmente em muros luga-
res, poreni nRo sabemos doi eos nomes, c par 1110
delU' u3o tratamos agora.
A i isla do que deixamos dilo.qoeremns qae se no<
dirs quem he mats valente e prest maiores serviros
ao1 governo e a patria, te o offleial qae mardia para. Bslademoa agor.....acordle eomo medico 1
.. combale e ataca o inimigo, vencendo-o, ou te e principalmente sol. esla relacln ., elle oo. inl'er..
qoe se alra .... meio de ama epidemia || a-uslado- sa ; porque be s elle qoe, enleleivd,, c., I..,'"
ra e morlifera, como a do cholera ? Eme., lem... .n-..ie ai prejuizot a que deve too h, -st .'
|ue pretla mais reltenles servicos u liomem qoe influencia, impede os idigeias de recr.
procede romo aquellos hero.-s nesles ha inais cora- c.nsidbos.
gein que no imlilar.
com le o mesmo governo o enche. t paia que 1 ridas graves eram principalmente para elles ohierloa
lana disparidade fc para que o governo do lira- I roulinuot qoe o Inspilal nflo se cooterlcsse com
sil prorele da ..... modo lio irregular e repn.vada T RraudO prejuizo seu. em hospilal ilos doaiH. do paiz.
Gomo he que nao e aquilala o verdadeiro mereci-
mento para se f.jer juslii;. (lando-e a rada um ..
que be eu cuinprinlu-te assim um dever '.' Sera'
cnvel que o governo nilo lenlia convirrao prnlunda
.lestas nossas praposires ? I'oder-se-lia suppor que
elle anda n.lu livessc o lempo preciso para rellectir
uo que litemos ? Nenhuma deetaa bypoiheses coa-
redemot, porque elle bem sabe de"ludo, e lempo
Ihe sobra para desempi-ubar leveres que repula-
mos ,ie pri.n- ira ordem 1 sagrado!
O governo do liras.I nao y,m I -culpa alguma pe-
la sua conduela, relativamente a nem ao menos
agradecer a' aqoelles que lano se distinguirn! na
lerrivel calamidade porque passiunoa: enlrelanlo be
esle mesmo governo que com a maior sem ceremo-
nia prodigalisa as bomas aeoodeeoHCoa) por aquel-
es que nenliuio litlo (eom le merecimeiilo, teado
que bata as vezes qoe se d-l.ng.iara em urna lula
eleiloral, em prul do mesmo governo, ou bem des-
empeuhein no seolido da poltica qualquer commU-
sl.. E quan.os males nao nos vem as vezes, ou
quasi (empre da ezccorJo das ordena secretas do go-
verno, para qae Iriumphem as suas ideas Que de
vetamos nSo cobre a' remellares de pssoas do lu-
gar, onde lies ordena sao puslas em evecurao".'
Iodos os das vemos em pralica as nossas'rellues,
e lesleinunha occular lemo- .do de muitos ca-os .10
senlido lellas. E qual o resultado de ludo D ..
baronato, una eommenda, um habito, para o valen-
110 que eteouloo lielineul o plano do governo : em
oulras palavras. quejvevou au puvu : e nSu he islo
urna verda.leira miseria, um engao, uin avillamen-
lo para e naci, que deve fazer timbre em prosperar
e respailar o merilo, sendo que desle seu prncedi-
meiito be qu Ihe vem o accalamenlo do eslrangeiro,
qnemelliar du que nos recompensa osseiviroie
premia a virlude ; em duvida qoe lim.
Be necessano qoe o governo do Brasil se eleve a
allura de sua miatto.qQe bem a emprehenda e eze-
cule, pira que seja Hendido e respeilado. O povo
do Brasil he demasiadamente dcil, e a filia da pre-
cia tuslruccdo de qne elle s- resenle he cm duvida
o que lem Contribu lo para que lie Jse pone com
lala subinis-au aos decreto* do pml-r, mrmenle
em pocas eicepcnnaes e criiicaH. Mas um da vira
em que elle mnis bem avilado saben, repellir as im-
po-icoes e melliormenln propugnara' pelos seus dl-
rcitos, ja Iflo vilipendiados; um da vira', repelimus
em que elle exigir*' com imperio o fial jusluia. e o
situm cingue tribuir ; e he s nesae da em que se
po.lera Ur.-.r que ha ver ladeira f.-licidade para o
povo. N um par eivilitedo, o pri eiro cuidado do
- n era 1 he aquinhoar a aqoelles ae se moalram
dignos pelas sua* virtudes e merorinientos, porque
he so assim que s6 p.ile chegar ao grao de apeilei-
coamenlo de que se he capa/, netle mondo.
ludo se deve fazer e Invidar com lano que se
premie o merilo: em o nusso puz be o contrario,
detnreaa-ae o laleolo e 11 heroi.mo : o resudado he
que bem poneos homens daqoi a pouco quererflo
se expor a' grandes sacrilicius, e pouco ou na.la tarto
em beneficio da sociedade, salvo porm aqoelles qoe
tarera deslinadns pela Providencia para attim pio-
cederem.
A recompensa, o agradecimenlo, que queremus
que o governo d aos bimens, que primeiro sa di<-
lingiiiram na epidemia do cholera, deve-se ealtmler
a Indos aquellas casos que forom de igual valor ou
importancia: assim aquelles qne .-om o risco de vi-
lla se alirain a' um incendio, para o apagar ou ao
mar para salvar ao que esla' se afogando, sao lam-
bem diguos de louvores. porque se faz em heme*.
Observamos que no cholea se deu uina completa
disparidade, porquanlo os mdicos que e encarre-
garam de curar por ordem do governo, lucraram es-
pantosamente; muitos atlizeram a sua felicidade,
e para qne lano a uns, e lilo pouco ou nada a ou-
Iros Ue ora'.-ano e mesmo indiapeusavel que o
enverno atienda a estas nossas rflleii.es e Ibes d a
verdadeira importancia, para que a nossa sociedade
possa-se engrandecer, e chegar ao sen rumplem-nlo
ae perfeira.. ; e a-sin be que uao havera injusli-
ra para com o serviro de seos sobdilns, e esles se
animarlo cada vez mais em serem uteis.
-Nilo se pode contestar, qae multo lucra o governo,
e por consegoinle o paz com a existencia dos ho-
mens, e principalmente de cerlos individuos, coja
prestabilidade a socie.l.ida be sem cunteslacao ; loso
Irabalhe-se quanlo for possivel pela exisleucia dessa
gente ; logo sejam remnoeradoi aquelles que lano
lizeram pela conserva;lo daquellas vidas, as quaes
occup*iido-se com a agricollura, com o rominercio
e arles, dando grande lucro ao governo ao esladn
coiicorrendo assim para o seu engrandeciinenlo mo-
ral e material. ,
Nem .apode dizer que tamos declamado, aatao+r
r.i--. n n.r ,. ,-,.. ., mim ,, econvence
iu maior sceplico.
S urna cousa se podera' dizer com acerlo, e be
qoe nao expendemos bem as nossa. |4at, com islo
concordamos, porque nilo temos a precisa capaci.ta-
de para o (azer, porm he megavel qoe temos fe.ia
ceohaeer o que senlimos, e, como se sabe, a inlelli-
eiprime : a esta falla os bellos lermo-, as phrases
cloquete!, oeslylo sublime; pdete resenlir da
prolixidade ou do laconismo ; mas lulo he supprido
por quem sabe, e r.s escrevemos para os entendi-
dos, e neste caso esta' o governo do Brasil que tem
a tobaja rapacidade e n*lrucc,So sullirienle para nos
entOMer. a menos que nao quara continuar no sea
anUgo proposito de ouvir e nilo |.r.ur alien, a fj
Uoiann* til de novembro de 18jti.
S^rtrifOrtDt-.
- [ al. .
lamben, ellrs parecan! per*eguir-me, aproveitan-
do-se de minha intencia para substituir a'i minhaa
presenpeoes os seus huchea. Era tal a *ua lenaci-
dade que o coinmandanle da feloria vio-se forrado
a inlerdizer a entrada na al.lea de Libreville a um
velho sacerdote que percorna os arre.luios onde ei-
ercia grande influencia.
Oue bavia a fa/er coiilra lal abuso '.' Creio que ni
nao poda, nem devia entrar em roneiirrcncia rom
M mdicos do pait. I sin exparia me a perder para
aempre as ponca vanlacent que com grande Iraba-
lho podera adquirir o medico europeu ; porque, da
um lado, o sarerdole se atribuira lodosos Iriumphos
e deixar-me-lua supporlar lodo o pezo dos inaus
sorcessos ; e d'oulro o .lenle nao pona rerlmenle
duvida em tacrifjcar as feliebes os medicamentns
que eu Ihe inini.lr.sse. Alem disto exista um pre-
jozo de que era misler dar cabo, e era que os medi-
camentos dos branco para elles so feilos, e nao
podem corar os negr. Felizmente o accaso levou
ao hospitcl indgenas que collucados a par dos Eu-
ropeos p.. 1 era ni coovencer-te de que as mesillas subs-
tancias produzam nelles o mesmo elleilu que entre
ns, e que idnticos cuidado* se davam a Indos os
enfermos, embora a diversidarte de cores. A' parlir
de enlao, os IS'l'onguos vieram de mais boavonlade
occorrer-se a' nosso* conselhos, e moslraramse mais
disposlos a egui-los.
QlOM aos .leni-s qUe lm. chamavam exlerior-
menle, lomei o parlido de pieveni-los sempre que
nao quera er mi sua cabana nenhum sacerdote,
em quanlo duraste o Iratameulo, e que ao coulrano,
abandonara o doeule. Algumas vezes o consegu, po-
rm a s inais das vezes eram baldadas a! nimbas ex-
igencias (I). Enlrelanlo aconleceu-me alguma* ve-
zes fechar o ollms, quando me c-rhfiquei de que as
orticas do sacerdote eram insignificantes, e que o
doenl submeliia-se a's mullas piesrripres e as ex-
ecutava. Algnmas vezes emlim, doeoles qne en havia
abandonado a' seus sarerdules vollaram a mim quan-
do se conven?eram da inefllcacia de seus conselhos.
Digamos linalm>iile como e procede para lazer
ama mulher feliche. .Nao sei precisamente para que
serve esle titulo, mas suppouho que elle cunfere o
direilo de exercer a arle dos sacerdote*.
A joven qoe aspira ser fetiche vive por muilas sej
manas quasi ,em inleiriip<;ao em communicar,ao cum
o diabo. He lobera de lilas e Boros, e pinla-e-lhe
de diversa* cores a (gura, os bracos, a* espaduas e o
peilo. Ella esla' alternativamente mergulhada em
um exlase profundo ou em extraordinaria agib 5*0.
Notlea momenlu, a ningaem conhece e parece vi-
ver em um mundo inle*irainei,le eslranbu Ierra.
Durante o exlase falla com salanaz, commanicacom
os roortus que a cbamam a seu gremio, coula chro-
mc*t. e refere relos que se passaram em sua mais
lenra infancia ; v6 no passado coasas de qoe nunca
leve a menor nocao ; falla do futuro, goza em urna
palavra de nma segunda visla magntica !
Dentro em pnaeo ella soflr* convulses ; da' sobre
salios, faz lregiios, conlorses, enlrega-se a movi-
nientos desordenados. Eolio esla poifessa. Quando
se manifesla esla ultima crise. chama-se saascumpa-
Dheirat os tam-tam fazem ouvir -oa infernal har-
mona, e a possessa pe-se a dansar. He ella mesmu
que enloa o canto. Da lempos a lempo*, entra, sein-
|'re 'la",1n10' cabana feliche, que para ella s
toi edinicada, e onde uinguem pode penetrar ; de-
mora-se algans insiautes, e volla depois a' dansar,
enioando um segundo eaolo. lato continua por luda
a noile, variando sempre o Ihema e o rilbmu de seus
canios em cada vagem que ella Taza' cabaua feliche.
Ao cabo de muitos das desta comedia, procede-se a
urna especie de iniciarao ; mas aqu eleva-se urna
barreira entre o espectculo e o espectador nao ini-
cia.to.
I al he o fetichismo, taes sioseus acordles e suas
felirlies. mas nossa amela sena incompleta ae nao
tallassemos das ceremonias dos fuiien.es no Gabon.
bsta ullima descripo nilo podia ser collocada em
melhur lugar, porque depois do que levamos dils,
deve-se supeilar que a's mais das vezes, quando
o sarerdole sabe de urna cabana, entra a seu turno
a morle a continua a ubra encelada. He demais o
nssumpto de que vamos Iratar, lera' a concluso
moilo natural do que ludamos a dizer sobre os
costumes dos N'Pongacs.
Eis o qae se passa quando morre um Indgena :
I cadver fica eipoeto por dous ou tre* da* cm
sua cabana, lodos os seus prenles, lodoi os seas a-
rnaos, oo para mrlhor dizer, a grande maioria dos
habitante! de sua al lea e das aldeias viziohas ren-
nem-*e em sen apniento. Sobretud.. as mulheres a-
presenlam-se em grande numero. Cada uin que en-
tra rhega junio aoca.laver, e exproba-lhe ler aban-
l*faaj|aaaaj .amill c.o- ainia. : .NaolmhaV,,, ,,. e,rr-v'!, pJGS,
menle Ouem de nos le fez mal f.. aMranle esle
lempo dSo-se (iros de peca se he um personagero, e
Uros de espingarda se he um simples particular ; as
mulheres choram dando gritos ou antes cantando
una especje de psaimodia. A agurdenle circula
nos grupos.
FinalmeiHe quanlo se Irala de leva o morlu
sua ultima morada, espera-so pela noile ; culloca-se
o cadver sobre a...a comprla hcela e levam-no
ao cemilerio. Ah provavclmenle se passam scenas
anlogas us qoe a,sin0, na c|iuupana ma9 os
.^longees visiam muito que la nao penelrem os
nrancos nos consistorios. Se ae descubre algum, abao-
donam-nos.
O defunlo he enterrado eom ludo que Ihe perln-
ca. A mulher, por exemplo, couierva seus brre-
les, collares, ele. llena,.-,. em lorno do liimuiu va-
sos, ulensis culinarios, de toilette, ele. t) corpo ha
apenas coherlo de lena e no cemilerio que vi.ilei,
lodos os esquelelos estavam descobeilos sobre o chao.
As mulheres e flhos do defunlo coilam o* cabel-
los em -igual de lulo, a durante cario espado de lem
po, nao devero Irazer collares de cor, nem ornamen-
tos de nenhuma especie.
Exista um hnrnvel habito 110 liaban antes que
"tu se eslaheleceoe nova lounuaoao: quando mur-
ria um .Vl'onguc de alguma importancia, sacrilica-
va-te sobre seu lumulo um maior ou menor numero
de seus escravos, para qoe livesse. como se dizia,
depois da morte, alguem para ervi-lo. Hoje ce
coalume brbaro esla' quasi exlinclo, e ao m-uo* fa-
zem-se os .aciilicios cum tal *egredo que sempre il-
lude a vigilauea da aulondade. Mas acontece algu-
mas vezes que o acerdole faz pesar sobre um escla-
vo o crime de enveneiiamenlo sobre a pessoa de seu
senhor e enlao be pronunciada a morle contra o ac-
cusado, qne ilgumis vezes escapa fugindo a' sorle
qae o anteara. Ao contrario, desapparece da aldeia
a ninguem mais abe dizer qoal oi o seu lim. He
provavel que o sacerdote se desembarace delle por
meio do veneno.
Itei-hla Colonial
Moniteur Inieersal.)
l.ishoaBarca norlngoea aUgeiraa, \. \. souza
i..rvallio t\ ( uinpauhia.ii. sacros assocar trauco,
ao harria m.|, '
;"......'T'"1'" lnc>'" eBonila., Patea Rarh &
t.u.i.paiiliia. -wi aaceaa alzodlo.
\'ZrK",-'" l"""":u Kelampago,,. Thomaz de
n-lnr.'''""laalV M"IU' 1,J0 'os a.suc.r
l.r-nro e mascavado.
I'o.T.B".fr pnr""an "'r'") I". Manoel Alvos
Oueera, I0U .accos nssucar roaacavado
B,n.'.o.ln Brioe !'ab'liuez Cito,,, ||enrN
fado C,"npn," 40 ,a<> assncar masca'-
R" a Prala-Barra hespenhola Ko.a, Aran.g. A
ryan, IM sarcos anear branco.
rrin'Ax\r"~P.ull,M ""'U O'". Ic,
i.al. P,"l',a. 1:0 barrica, e .,11 meias di-
1 as.ui branco.
u^lll'"^.^"" d'"Dlrqneza Prero.au. ti. O.
? uV-r"Tl!,,m! americano Volele. Aino-
eos atancat branco.
"Afatabnf**?! FOrluW ''Relmpago, Carvalho
A Irinan,,.,.eco. an.Hr hranco.
ZTlil"" fran"'."11"re, E.icrre ATissel-
Irer. 1*1 accaa -I 'od.ni.
j l.iiboaB.igue porluauez Evico. Amorim tr-
milos, 00 saceos acucar fttJZSZ.
LisboaBarca portogueza Janot*,, Francisco Al-
ves Monleiro Jnior. t7S,ccos tapioca
Lisboa Patacho pnrluguez Brilhanie, Domin-
ios J.e l-erreira t.uinarae-, .160 ecos a.sucar
branru c mascavado.
xportacao .
Porto, barca pnrlugoeza o Flor da Mala, eoodu-
110 o seao.n.e : _.%{11 MCC0, e ., bli(tf egm
10,1.1/ arroba* e i7 libr.. de as.acar, 65 pipa, IJ
"! "Va-' '"".'" ",el J P'P" "Koardeie-
8,800 pona, de boi, 60 arrobas de osso., 62 saceos d
gamma, 1.06 paos de quiri, I eaixao doce, 1 Lame
quintil caf, 1 dia fannha de mandioca, I garrafao
agurdente de canna.
Rosario de Sania Fe, barca oriental Maanita,
conduzio o seguinle :2 pipas espirito, SOO bar-
ricas e ISO barriquinhas com 10,509 arrobas e i li-
bra, de assuear.
Lisboa, barca porlugueza Maria. Jote, de 380 lo-
'Va2? cn"liaz' "auinte: 2.206 saceos cora
11,0.(0 arrobas de assuear, 2 tanque, 92 pipas, i
meia* ditas e .m barr mel. 10 pipas agurdente
/ prauches de amarello, 18 barricas vidros que-
brados, :i,000 cocos. H
Liverpool, polaca sarda (Terer, de 312 tonela-
da!, condoli o seguinle : 90 toneladas pe o*sos,
sendo ,0 da osio. e-lrangeiros e 15 nacionaes, 115
tonelada! de cinza.
i'hiladelphia. barca americana oMenisola, de 380
toneladas, conduzio o seguinte : 1,500 taceos cum
ZS...0 arrobas de assuear.
. ('^?{l"' barCa hi,mburgueza Joaana Kilkman,
ue 100 toneladas, conduzio o seguinle :i,500 sac-
eos com 22,500 arrobas de a..ocar.
Uhi.hlIhluiiiiA DB ItE.NDAS IMER.NAS tiE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeniododia t a 21. 25:6liai
dem do da-26........ 7VM32
26:.119e682
COMSULAJJO PROVIWCUlT"
Kendimenlo dndia I a 24 85:5aia96iS
dem do da 26....... 6:I32520
- 91:667fJl8aS
mOa^iltStfiiitc) *-o pir0-
sanios entrados no dia 25.
Terra Nova40 dias, barca porlugueza Carila e
A mollee, do 230 toneladas, capilo Manoel da Cus-
a e Silva, equipagem 13, carga 2,465 barrios
com bacalhau ; a Schramm Whalelv & Cuinpa-
nlna. I'erlence Lisboa. Seguio "para a Hahia.
Ilamburgo12 das, brigoe haiubiirguez oOilo, de
140 tooeladas, capillo C. Buslzen, tquipagera 10,
carga razendas e mais genero. ; a Henry Hrumi
& Companhia. I'erlence a Humburgn.
Varios saltidot no mesmo da.
Liverpool pela ParahibaBarca ingleza aSarab,
c.pii.io W.iliau. Carne, em ladro.
I.isbuaBarca porlugueza Mara lotea, capitilo
Jos Ferreira Lessa, ca.ga astucar e mais gneros.
PhilapelphaBarca americana Menisola, capitilo
ienry Col, carga a-iicar.
iiil.rallarBarca bair.burguezaaJuhanna Kalkman,
capillo J. C. Koper. carga nssucar.
A pescaBarca americana Eliza. Segnio do la-
meiilo.
Navio entrado no dia 26.
New-Bedford41 dias, barca americana Eliza L.
B. Jenne;. de 380 toneladas, capilo W. Marsh,
equipagein 30, carg 25 barris com azeile e pe-
trecho* para sa pesca ;.ao capillo. Perlance a Fair
llaoen. Segu para a pesca.
:yavio sabido no mesmo dio.
PorluBarca portogueza F'lor da Maia, capilJo
Jos de Azcvedo Canario, carga assuear e mais
ojeeatrea.
9W*mfo*
Lma r.'l.io...) de M. Lestnlh, cirorgiito da se-
gunda _ciaste da marnha. conlem inleressaules par-
licularidades sobre o rrlichismo no (labon (co.la oc-
cidental d'A(rica). Exlraclamos della as seguinle!
passagens :
A rara indgena mais visinha de irossas possas-
scs no liabon he des.guad* pelo nome de rara
Yl'ongu. O N'Pongu nao tem religilo, alo
porque ignore o nome de Dos, o qne provavelmeii-
le llie hao ensinado uossus missionarios. E depois,
esle nome s despena em seu espirito orna idea de
fatalismo, equao.lo elle diz : Fui o b..m Dos qoe
quiz lal, disse ludo, ludo explicoo. Fra dislo lieos
uJu existe, e cahimos oos fetiches.
O sacerdote (felicheuri he geralmenle um ancilo
que passa por ser iniciado em cerlo. mvslerios, us
quaes Ihe d.lo o poder de curar ou prnvocar a seu
giado as molestia!. As conjurarles, as palavras, como
se diz um Uabon, representan, sempre grande papel
em suas operacr.es. Islo he para impressionar o e-
pirito publico. Mas o sacerdote pma.ie meios de ac-
{lo maisreaet. Cnhece as propriedndes das plan
las do paiz, e sabe aproveilar-se vanlajosamenle dos
venenos qne ellas encerrara, quando he ocraso.
Elle he pois, segn lo as crcumslanciai on interes-
ses de inumenlo, e homem mais ulil oa o inimigo
mais lerrivel aos olhos do N'Pongu. Tambem elle
inspira a esle mais temor que respeita. Depois ser-
Ihe-bii in.-.ri.vi.Ii.smenle applicavel o que um scep-
lico em medicina dizia a um meneo : O sol es-
clarece seu Iriumphos, a Ierra encobre seos erroa!
Anda quando um N'Pongu morra as raaos do
sacerdote, esle nilu d-ixa de fazer invocares e pre-
l-ndida. pesqnizaa. no Ha da. quaes acensa mevila-
velmenle algum viziuho, ou a* mais das vezes um
escravo do defunlo. Enlao cala urna de suas pala-
vras he um orculo, e veremos que hornvel casl'o
se reserva ao desgranado assim d-sgnado.
De mais, os eiivenenamenlus sao tilo vulgares no
Uabon, que quando um N'Poaso de cerla impor-
lancia chrga a mnrrer, o veneno he a primeira nla
que se suggere a' sen. prenles oa amigos. 11..|,
1 onjeclora a accusacilo e cundemnaciio de aluutm
s dala um nasa. em um paiz em qu a joslica be
mais que expedita, e em que cada um be senhor de
punir ou vmgar-se a sen gusto ou a sen modo.
O aeeaaado he logo submeltido a urna -apele de
juizo de Deo. Da-te-lhe a beber a nfusilo d'uma
plaa venenla chumada cuja. Sa be culpa lo.
morre quasi inatnntaneemenle, no casa contrario .'.
cujas produz um effeitodiurtico prolongado
e o aecusado heabsolvido. Doeomeolo recibido na
illia Cnniquel pelo Sr. capilo t.uilel, comm.ndanlo
da fetoiia.)
ludependenlemeote de suas funcroes de medico,
queja' Ihe silo mu lucrativa!, o sarerdole augmenta
ainda seus rdito, pelocommercio dos fetiches. Esles
feichci So amlelos semelhanl*. a's palmeiras do
Seaeftl. SlO pedaous de in.nl-.1.1 piulidos ou escul-
pido* de difireme* mu las, pollo de cerlos auimaes.
hcela, runlendo ciuzas de planlas, algumas vezes
omm e carnea de cadver calcinados. E-te ultimo re-1 dem do dia 96
debe he um do. m.i preciosos ; tambem he mu
raro e sa compra mui rara. Vi un Pahoerln recu-
sar ceder por 15 franco* a' um .N'P.nigu om feliche
desta osnorie. Comprebende .0 que par procurai
a* parles du cadver deque crecen o. tacerdoles Kendimenl 1 ,'a t a->l S>
para romper e-te pn. M MC-rdolea ,a,. obrigidoa a \ M," ?. d|l 26
ir revolver os l.i.nulos dos individuos recntenteme' .
inhumados, Tambem a profanarlo .dot aepulrros
nilo he um finio raro uo Galano e -o o lemor impede
os N'Pongu* de entreg.rem se cm nossos cemilerio. llEspxCIIOS I1F RYPTiR-l-aran n^TTTiTT
a e-las odiosas pesnmza.. i.! ,. V;.... fcxl0 A CAO PtlbA MESA
A crenca nes.-s feliche, esla' por la. modo enrai- i ', H*g. "fe. "DE NO DU
za.la no e-pinlu do. n.d.genas. que ainda o ebrilUa- I Ihoa I .V/ E .K*'
nismo nao piuidc Iriamphar delle.. ,'".f~B.,.r? ?." I.ui.'.,e" "'''ola. Praot*
CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 a 28 l|i d. por lj.
Pars, 340 a 31 f rs. por fr.
I.sbna, 95 por Jj de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o de descont.
AccOes do Banco, 10 a 45 de premio.
companhia de Boberibe 5*9000.
companhia Pernambucana ao par.
L'lilidade Publica, 30 por centolla premio.
a liidemuisadora. 52 dem.
da estrada de ferro 20 por 0|ode premio.
Iliscontn de lellras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
i)iii'.'.1 inca- bespanbolas. .
Moeda* de HsiOO velha
6?00 novas
Prata. PalacOes brasileiros.
Pesos coiumnarios.
a mexicanos. .
ALFANDEGA.
Heiidimeiilo.li. dia I a 21. .
dem do d. 26......
28 28*300
. 11*000
. I6.3OOO
HWO.......3000
20000
25000
IS860
461:1129708
I0:l68j205
I7l:$l0a9l3
Oe.'carreqam hoje 27 de de.embro.
Galera inglezaMedoramercadorias.
Ilarca inglezaPrnsperbncalhao.
Brigue iiialezKriemanmercadorias.
Polaca sardaManalumulus de marinure,
O.NSULAUO GEKAL.
Kendiinenio d. da I a 21
. 1
1111:7795706
:8!IS9i24
106:6719130
6:7999651
226907.1
7:0259727
Parece-no-que o Sr. correspondente nlo lem
raziio pira censurar o governo, por nilu ler ainda re-
compensado tipestoatqoe *e dislingniram na qna-
dra .ta epidemia, soccorrend >... iufelizes. Saemr-
veuliira se refere merameule a applausoa e louvores,
deve Icmbiar-se que o govern da provincia mais
.-. co Se-
nil saceos assuear bran-
... t- .iM^ri.aui!.
LisboaBrigue pnrluguez Tarujo I. Manoel Joa-
quim Itam.'s e Silva, :|:I0 sacco assuear branco, :l
podra* le lillrar.
a.
1S.
A companhia lia de cavallaria tem de conlra-
tar agua para o pruueiro teme.lze do anuo vindou-
ro, para o cousumo da cavalhada ; assim, quem Ihe
couvier, dirija a secretaria da mema, em caria
fechada, sua proposla. uo dia :M do correte, as II
horas do dia.Leopoldo Augusto Ferreira.
O IUm. Sr. inspector da hesooraria de fazen-
da de Pernambuco manda lazer publico paraconbe-
ejinoiilii dos inlereatados, a tabella abaixo tranaerip-
la das lape, para a Iropa de primeira linha. e do
pilo alvo para ot doeoles do ho.pii ,| militar, appro-
vada pelo Exm. Sr. presidente da provincie.
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rlmb0e;0' LrtCmpen'3 "rh.nl.,.,e o, vomi.o* haviam produiido bom eleito",'e li-
..tn acios. .. nha administrado suco, de plantat emellica- \'eile
o* Un. he que couhe 1 honra da cura i...
*
%
MUTTDU5CT
BATAI.UO DE INFlNTAKIA.
O contelho econmico do mesmo coulrala para a*
prara. arrancliadas dorante o trime.lie a decoirer
do I.- de Janeiro ao ultimo do marro do correule
anno, o* genero, legnintes : cafe em caroco, assuear
branco, manlriga frinceza, pies de6e i onra*. car-
ne verde, dila secca, beealhae, feijlo prelo, farinha
da Ierra, loociiilio de Lisboa, arroz de Maranhao,
azeile doce, vinagre de Liaba*, .al, leaha, vinh
linio, devendo ser lodo de boa qnalidado ; para cujo
fim o referido conselho convida nos senliores nco-
cianle* quequizerem fe*nacer os mencionados gne-
ros, para romparecerem na respectiva secretaria uo
da 29 do mez que rege, com mas propoila* em car-
la fecha i,-., as 10 hora, da mandila. Adverte-se que
nao se admitiera pe*o! que ii.io.ejam eslabelecidas
no commercio. aartel na Solidado 21 de dezem-
bro de 1856.\l o linho Jnsc Ribeiro, alfeiet ageole.
Precisando esta repartlcMo para as
obras a seu cargo de cal, lijlo, oiticica e
pao-carga, convida o lllm Sr. inspecior a
quem queira vender estes ohjectos da mc-
lhor qualidade o apresentar a compeientc.
proposta em carta fec'iada ate o dia 30 do
curreiile mez peas II horas da maullan, em
que se effectuara a compra.
Secretaria da inspccqilo ''o arsenal de ma-
rinna de Pernambuco ein26 dede/embro de
1856 -- O secretario, alexandre Rodrigues
dos Anjos.
O lllm. Sr. regeder do Gymnaiio manda con-
vidar nos pas ou correspondentes dos alumnos inter-
no, para enlrarem com a pensilo correspondente ao
quarlel que lem de principiar em Janeiro prximo
viiidutiru, e jumamente para reformas do encbo-
val que lem ae ser augmentado. Secretaria do Gym-
na-io Provincial de Pernambuco 23 de dezembro de
1856.O serrelano, A. A. Cabral.
O chefe da primeira scelo do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposlo no arl. .1 do regulameoto de 3 de ju-
Iho da 1852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, na,
cao Cassanrje, idade de 35 a 40 mnos, Oorindo,
nac^o Congo, idade belida no olho esquerdo aprehendidos pela polica,
os quaes ao considerados hens de evento, por se
desfonher *ew; donos, e para qne seja camprido o
querontemo lobredilo arl. mlbdl publicar pels



ru imprensa, para que no prazo de 60 dias comprela
quem aos ditos escravos lenha direilo, findos os
quaesse proceder a arremataran pela (urina deter-
minada no art. 4 do citado regttlamento.
E para que chegue a noticia de todos rnandei
passar o presente edita!, aos 12 de uovembro de
1856.
Theodoro Hachado Freir Pereira da Silva.
@ KLPAKTIQAO' DA VACCINA. @?
\3 O commissano vaccinador pro- rJ
^i vincial, reconhecendo que muitas j
j$ |>essoas dei\am de comparecer a $$
* esta reparticao era consecuencia
t$3 da longitude do lugar, avisa ao -J
^ respeitavel publico que ttn re-
solvido a vaccinar tainbem na igj
0 terca feiras tie todas as semanas, <
f na casa de sua residencia, conti- $ji
(g uuanJoa repartirlo a l'tinccionat -;:;.
^ no torrean da alfandega nasquin- @
($ tas edomingos: assim, as pessoas (
$ que sequizerem vaccinar as ter- $&
tjjfr cas feiras, podein dirigir-te das g>
tete ai nove horas da manl.aa, ao ;;;
f ii' andar do sobrado da ra Nova g
f esquina da do Sol n. 60.Dr. Joo
Nepomiiceno Dias Fcrnandes ((
$ ***? 999 9999
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em virtude de auto-
ristcao do Exm. Sr. presidente da provincia, tem
de comprar os objectos seguintes :
Para a companhia ii\a de caradores do Itio Grande
do -\orle.
Grvalas 122, mantas de la 123.
Provimento dos armazens do arsenal de guerra.
Peonas de ganr;o 800, lapisduzias 6.
OQcinas de 1." e 2/ classe.
Colla da Babia arrobas 2.
3.' classe.
Ferro sueco cm barras de i a 6 polegadas de
largura quinlaes 20, carvjo de pedra toneladas
2o. limas chalas de Vi polegadas duzias 20, di-
la t'.oubre, a segunda na ponta de la Falaiso,. fica em 10 ps na vasante, ponto mais balx as
e a tercena na torre de Tor re .Negro. raars ordinarias da primavera, a saber :
Instrucces para navegar.-o enirar o| o segundo mais para O. .los seis montos
(..rondo pelo canal do norte, dorante a no i-; (cU (|e arvores nn mnll! plKlSl1o,V|li
to, deve-se Irazer nu collocar a luz branca
leve-se
lixa de'Ierre Negro com a luz encarnada o
branca de Pontaillac, e conserva-las tiesta
posicao ato que a luz da pona de la Coubre
demore a N. NE., mudar eutio iintnediala-
inenli! o rumo e governar, ou seguir para a
Cordouan, al que venha a collocar as luzes
da ponta de la Faluiso c Terre Negro em urna
Entao governar e conservar esiasluzcson
utna al que a luz de Cordnuan demoro-se
aoS SO. ilepois do que alterar o rumo para
o SE. 4." sul.
Todos os rumos e demarcacoes sao mag-
nticos. Variacfio 30" 43 oeste.
Por orileui de Ss. senhorias.
Jolm Wasbington, hydrographo.
ReparlicSo hydrographica do almirantado.
Londres 21 de julho de 1856.
Esta iMiificaC/o all'ecta os seguales map-
pas do almirantado : De Usliant para Finis-
lerre n. <>4 ; do sablesd'Ulonnu para tiiron-
de. n. 71 ; do Gironda para Arcaclion n. 72 ;
e a lista de phares franceses n. 160.
tas ditas de 8 ditas, ditas 20; ditas ditas de 7 ditas,
ditas 20, ditas ditas de 0 ditas, ditas 30 ; ditas di-
tas de 4 ditas, ditas 10 ; ditas meias cannas de 12
ditas, ditas 10 ditas ditas de 8 ditas, ditas 20 ;
limates de 10 ditas, ditas 10 : ditos de 8 dilas,
ditas 10; ditos de 6 ditas, dilas 6; limas raucas
chalas de 8 a 6 dilas, dilas 6 ; ditas dilas meia-
caona de 8 ditas, dilas 6.
4.-' classe.
rame de latao lino arroba 1.
5.' classe.
Sola curtida meios 900.
Para o fornecimenio de luzes sestar^es militares da
provincia, nos mezes de Janeiro, fevereiro e mar-
co do anoo rindouro.
Azeile de carrapalo caadas 080 Go de al-
godo libras 96, azeile de coco caadas 47 -, pa-
vios duzias 9, velas de carnauba libras 194.
Quem os quizer vender aprsente as suas pro-
postas em caria fechada, na secretaria do conselho
s 10 horas do da -2 de Janeiro prximo vin-
douro.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra 24 de dezombro
de 1856. Beoto Jos Lamenha Lins, coronel
presidente------Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
vogal e secretario.
atalliao dcimo de ni-
f a litara.
O eooselho econmico leudo de contratar o forne-
cuueuiu em gneros para o raesruo i>alalhao durante
o primeiro trimestre do anuo de IS57, convida ao>
solicitantes i apresenfctrem na secretaria do balaloio
M da 9 do eorrente as lloras da araba, suas
pruposlas, coulendo o* geueros seguinles : piles de
e olidas, as-urai blanco nu rnascavado, leGnado,
azeile doce, arroz som casca, bacalhao, carne tecea,
dita verde, caf em grao, Tarinh, fejao, leuha, sal,
loueinho de Lisboa e viuanre. Recife 23 de deiem-
bro de 1856.Alteres agrole,
Jos Casiano da Silva.
CPJVSEI.UO- M1IMMIIIH VO
O coasetlio ^n..i.'>'v'V-i'- .. i..............i- ,. ...^ .
ueeimenlo dos gneros ubaixo declranos, para o
rancho dn companhia dos aprendizet meiuTes, du-
rante os mezes de Janeiro, fevereiro e niar^o do au-
no pioiimo viudouro .* assucar soineuos reliuado,
cafe em grAo, cha kftM, pe* de 4 olidas manleisa
rranceza, arroz, bacalluo. rarue secca, dita verde,
lunilla de man Iiora, IVij preto. toucinbo de San-
tos, bolachas, azeite doce, vinagre, leuha. (juein
quizer faaer dito forneci.nento aprespnle as sua>> pro-
posita em carta lechada nu secretaria do conselho, as
lo horaa do dia 31 da dezerabro correnle.
Secretaria do conselho administrativo para Corne-
ciinenlo do arsenal de guerra 24 de dezerabro de
1856.Benlo Joe L-menha Lins, coronel presiden-
te.Bernardo Pereira do Carmu Jnior, vogal e se-
rcelario.
De conformidade com as ordens do mi-
nisterio da marinha, transmillidas pelo Exm.
presidente da provincia em olli m > datado de
5 do eorrente me/., mand.i o lllm. Sr. eapitao
do polio dar publicidade a traducQIo junta
dos avisos ns. 2u a 25 anuunciaodo aos na-
vegantes o esta beleci ment de pharoes nos
pontos indicados no mesino aviso.
Capitana do porto do Pernainbuco em 9
de dezumbro de 1856. O secretario, Ale-
jandre Kodrigues dos Anjos.
TKADUCt;.'.
Aviso aos navegantes.
N. 20.
Estados Unidos da America.
A directora de pbaroes nos Estados Unidos
publicou os seguintes avisos:
Pharol doCastello Pinckney, ClraMeston.
A 15 de maio de 1856 estabeleceu-se un
pharol liso encarnado na ilha de Shute I'ol-
ly. na baha de Charleston, Carolina do sul,
33 jardas ao noroeste do Castello Pinckney.
O machinismo Iluminador he de urna lenli-
lha de Fresnel da quinta ordom. A lanler-
na esi collocada na ponta de urna forma de
madeira, pintada de amarello, em urna al-
tura de 55 ps cima do nivel medio do mar,
e deve ver-so na distancia de 10 millias em
tempo claro.
Pharol do forte Surnter, Charleston.
A 15de maio de 1856 estabeleceu-se urna
luz branca fixa, no cunte de urna toire de li-
jlo, quasi dentro do ngulo do norte da
muralha do exterior do forte Surnter, na ba-
ha de Charleston, na Carolina do Sul, em
urna altura de 60 ps cima do nivel medio
domar. O machinismo Iluminador he de
urna lentilha de Fresnel da quinta ordem. A
lu? so sera visivel por nm circulo de 270 c
n3o por delraz do forte Surnter ; porm em
frente daquelle forte todas as aguas navega-
veis da ilha Monis de volta para o forte John-
son licarao liem Iluminadas.
Pharol de Ponta Wad, Carolina do norte.
No dia 20 de junho de 1856 collocon-se
urna luz lisa no cuene de um pharol de um
pao ou estaca de parai'u-o recenlemente ele-
vado ou levantado na extremidade do baixo,
projectando para leste da ponta Wad na em-
boccadura do rio Pasquetank, Carolina do
norte. A consLuccao he pintada de brauco,
c a lanlerna de escarate. A luz esta colloca-
da 30 ps cima do nivel d'agua o deve ver-
se em urna distancia de oito mil has em lem-
po claro.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrogra-
pho.
I.eparticiiohydrographicadoalmirantario
Londres 15 de julhn de 1856.
Estes avisos affectam os mappas do almi-
rantado : Costa de Leste da America do
norte folhas 7, n. 270, e lista ile phares
dos Estados Unidos os -.215 a b, c 20- a
TtUDuecAo.
Aviso aos navegantes.
N. 21.
OCF.\NO ATLNTICO FiUNCA.
Pharol poiilaillac, Itio Cirolido.
O governo de Franca acaba de l'a/er
bllco e notificar, que no dia lu de julh
1856 urna luz alternadamente encarnada e
branca durando cada cor vinto segundos,
sem intervencao de eclipse foi apresentada
no cume cu tope de una torre de madeira
odificada no terreno elevado de Pontaillac,
situada prxima da entrada, e no banco do
norte do llio Cirondc, na costa do oeste da
Franca.
A torre tem 104 ps de altura e a luz 177
ps cima do nivel d'agua, c deve avistar-
se 15 militas de distancia em lempo claro.
Esta collocada na latilude de 45 38' 10" \ ,
e longitude de 1" 3' 42" oeste de Greenwicb.
O canal do norte, que cnaduz para o iiio
Cironde, ja se actas alumiado por tres luzes,
exclusive a de Cordouan : urna na pona de
TRADUCCO.
Aviso aos navegantes.
N. 22.
MAR MEDITERRNEO.
Pharol do Monte .Navidad em Cartagena.
O governo hespanhol acaba de publicar
que no dia 15 de julho de 1856, nma luz lixa
de cor natural foi estabelecida c collocada
noMonlo Navidad na parle do oeste, na en-
trada do porto de Cartagena, na provincia de
Murcia.
A machn i Iluminadora he catadioptrica
da *' ordem, a luz esta collocada em urna al-
tura de 125 ps ingle/es cima do nivel do
mar.e dev- ser visla na distancia de 10 milhas
em lempo el ro Esta collocada na latitudc de
37 35' 30" N., longitude O" 58' 37" ao oeste
de Greenwicb.
Qualquer embarcacSo que queira entrar
de nuitu no porto de Cartagena, e que pre-
tenda fundear na parte leste prximo ao de-
posito de plvora, ou prximo ao suburbio
de Santa Lucia, deve conservar sempre o
pharol em visla, um pouco descoberlo la
ponta NaviJad, leudo cuidado em nao o per-
der de vista, do manoira que passo livre do
baixo denominado -Laja,-dentro da bahia.
Pelo contrario, se pretender Tundear na-
quella parle da bahia conhecida pelo noine
de Espalmador Grande, a embarcacao deve
perder a luz de vista guardando o mais pr-
ximo possivel a pona Navidad.
Pharoi do cabo Huertas em Alicante.
Igualmente que no dia 15 de agosto de
1856, urna luz lixa de cor natural appareceri
no cabo Huertas na provincia de Alicante
na laliiude 3S 20' 30" N., longitude de O
22 37" ao oeste de Greenwich.
A lentilha hecatadrioptrica da quarla or-
dem. a. luz esta c dlocada em urna altura
de 124 ps cima do nivel do mar, e deve ver-
se em lempo claro na distancia do 10 mi-
litas.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hvdrogra-
pho.
Repartirlo hydrographica do almirantado.
Londres 25 de julho de 1856.
Estes avisos arfeclam as seguintes cartas
do almirantado geeal do Mediterrneo n.
2158 ; Gibraltar para Alicante n. 1186 ; Ali-
cante para Palanas n. 1187; Plano de Car-
tagena ii. 119i, elisia de phares do Medi-
terrneo ns 5 a c 7 a.
TBADCCAO".
Aviso aos navegantes.
N. 23.
COSTA DE OESTE DA ESCOCIA.
Pharol da bahia de Port Palrick.
Os lords commissarios do almirantado
tendo ordenado que o pharol interior de
Port Patrele fosee novamente encendido.
Pelo piesunte se faz publico :
Que a contarda uoile do dia 15 de outu-
bro prximo (1856) urna luz lixa de cor na-
tural sera encendida e. apparecera o pharol
interior em a bahh de Port Palrick, na mes-
illa posigoque tinha anligamenla, isto he,
na lalitude de 54 50' 28" PL, longitude 5" 7"
M, do oesto a*ajo i.!eenwieli_-*irf*/'i*iiii>-i.
mente,... i
A luz sera da sexta ordem lica collocada
em uipa altura du 44 ps cima do nivel
medio ilo mar, e sera visivel do convz de
um navio na distancia de oito nillhas em
tempo claro, por um arco ou circulo de 180"
do horisonte, abcrlo para o oeste, ou para
leste.
A torre he de pedra, com 30 ps de altura
o pintada de branco. Est cjilocada no n-
gulo do sueste da bahia, e a 130 jardas den-
tro do pharol interior na ponta do caes
(Pier ou muro, que nao est lumiuado.
Por ordem de Ss. senhorias.
John Washington, hydrographo.
Iteparticiio hydrographica do alnrranta-
do. Londres aus 9 de agosto de 1856.
Esta notificacao affecla os seguintes map-
pas do almirantado! mar da Irlanda n. 1824;
costa do oeste da Escocia folha 1 n. 1971 ;
costa de leste da Irlanda,folha 2 n. 45; i'orl
Palrick n. 2026; e igualmente a lista de pha-
roes britnicos n. 216.
TRADLCCAO.
Aviso aos navegantes.
N.24.
COSTA DO NORTE Dv IRLANDA.
Pharol da ilha Rathil,
A corporacao do porto de Dublin fez publico o
haver-ecollocado na ilha doRhathlin, Co Antrim,
do qual se exhibirao luzes na noile do primeiro do
prximo futuro mez de novembro de 1856,edes-
sa noile em dianle sera encendido desde, o por at ao
nascer do sol.
A torre do pharol esl construida na ponta do
NE. da ilha Rathlin situada na lal. 55- 18, 10"
N., e longitude 6* 10, 45" O. Demarcacoes;
De Rhins para o pharol Islag S. dista'neia 25
!|2 milhas nuticas.
Mull para o pharol Cantire O. NO, l|4 N. 13
milhas nuticas
Pharol da PonteCorsewall NO. 3|i n. 39 mi-
lhas nuticas.
Pharol do sul do roebedo Maiden n. 1[2 O. 27
milhas nuticas.
Como meioadilicional para marcar esla posicao
apresenla-se uma luz mais baixa, cuja lanlerna es-
l collocada na base da torre do lado de lesle.
A luz superior na lanlerna da lorre ser revolven-
le, dando uma luz bnlhanle duran lo 50 segundos,
estando eclipsada pelo espaco de 10 segundos : os
periodos de luz e escurido seguiro em successo
regular. Ser visivel do lado do mar entre as de-
marcacoes do SE. 1|2 S. em roda por E., para NE.
4* N e igualmente na passagem pelo canal ao
Oeste da ilha Raihlin de E. -NE 1|2 N. para E.
1|4 N., e ha de ser de eorencarnada na linda do
rochedo Carickavanag, A luz esti 243 pes cima
do nivel do mar na mar cheia, e em tempo cla-
ro pode ver-se na distancia de vinte euma mi-
lhas.
em uma
linhacom a casa o cirurgiao (branca' na euremi-
dade de Leste do hospital Haslar domorando E.NE.
11 N.
Os jardins de pinho no monte Porisdoftn em una
linha com aexlremidade do Oeste do lerrago An-
glesea demorando NE. I|2 N.
A igreja mais elevada em Rule em linha com a
extremidade de fora do caes ou muralha do Kyde ,a
igreja he grande, a coberla ou le hado de buza, e
tam urna pequea pona ou copula na sua extremi-
dade de O.) demorando ). SO. 3|4 O.
Pona do velho castello NO. 4- O.
Casiollo de Souih Sea E. 1(2 N.
Assim pois o canal para o Piittou deposito de
carvao para navios que vero do Oesle, lica ontre a
hoia preta, ea boia branca do Oeste do Slurtlridgee
da buia salpicada ou listada ds Sand llead para *i
sul .leda.
Todas as demarcacOes sao magnticas.
Por ordem de S. S.
John Wasbington, hydrographo,
Repanicao hydrographica do almirantado. Lon-
dres 22 de agosto de 1856.
Esle aviso alTecla os seguintes mappas do almi-
rantado : enlrada de Lesle para Spilhead n. 2045
Dunnose para Crisichurch. com Spilhead (and Iba
needles) e as agulbas, c piloto do canal pp. 110.
Kt>-do0
''"Vi
-t.
.Jfi.
MARAMIAO E PARA .
Lcilao.
ULTIMO DiMjXfNO PARA FECHAR
COMAS.
Vender-scslia pt!o inaior
[)!'tco ottereci'lo.
O aaenle l'cl.in.1 f.i leililofm en armazcni, na
roa da CaAeia do Raeifao. 5">, de Io4m ei objeelot
exi-tenle cin spii armi/oiii, coma sejam, obras de
inarcineria nova* u<*4das, "lira* pedral n irnior*, eacliimboi de langa, pi-mus novo- c
OMdofi vela* da carnauba emcaixa*. una linda ea-
deira para carraaar aenborM e minios oatro* obiefl<
, quererla enl i.indio iiomc^-tis, o que ludo se
acba paieni ao esama dos compradores : tarea-fei-
ra, :i(l do correte, ai II horas da manliaa.

Se;iie uestes oilo lias o pallialioVo na-
cional "Lindo Paquete, eapitao Jos
Pinto Nuncs, pude anda receber algnma
carga, faltando- Iheitm terco de seu car-
regamento para ajuste : trata-se cotn An-
tonio de. Umcida Comes, amado Tra-
pichen. I (i. segundo andar.
PARA O RIO HE JANEIRO.
A barca nacional Thereu I ja conliecvla pela
sua forte conslriiccao e ligfira m^rrlia, sezuira' para
o Rio de Janeiro dentro de pouco* das, or ter
pr.impla maior parle oa nacarga: quem qui.er car-
regar ilinja-se a ra 'la Cadeia Velria u. 12. escrip-
lonu de hallar ,\ Oliveira.
Para a Babia segu em poucos dias por
ler a maior parle da carga prompta a ve-
leira sumaca Nova Minerva, uo primeira
marcha: para o resto da carga trata-se com
seu consignatario Domingos Alvos Maiheos,
na ra do Apollo n. 23.
Para a Baha
segu neslcs ltimos 8 dias para a Biliia a uarnpei-
ra nacional (Llvravactoo, lem promplo melada de
seu carregaiuenlo, para o resto Ir^ta-se com o seu
cousigoaUrio Autouio l.uiz de Oliveira Aievedo,
ra da Cruz n. I.
Tara o Porto seue com a possivel brevidade
a barca portusueza (Sania Cruzo, quem nella qui-
zer carrecar ou ir de paMagem, para o que eui t\-
celUntes comraodos : dirija-ne aos confiqualariofl
Tliomaz U'Aquinu Konscca & Pililos na la do Vi-
gario ii. 19.
Gonipatihia
Pernambucaua.
enieclio para ti-
rar a caspa.
Na roa estrella do Rosario, luja de barbeio n. J,
esl tlposto d veoda cle oxoollMto remedio que
iimp i a caspa e mala .- enipinu'', qoe |iihs sempre
au in-111\ ,,.|,i, pe i rnesma. Lamltein e veicle a ver-
dadeira agl pira ungir o cabello, (uo islu puf
muilo baidlo prcro.
facilillas pa a sarjar ven-
fosas.
Na ra eslreila do Rosario n. -J, loja de liarheirn,
vendem-se muito anperiorea machinas de sarjar ven-
losas por milito liara lo prero.
Precisa-ce de tuna mulher parda ou
preta de dade, Corra ou captiva, que
saiba cozmhar, para um liomcm soltciro:
quem pretender dirija-se a ra da Moeda
casa n. 7, secundo andar, no Forte do
Mattos.
Aluga-sc um Drelp para arma/ein :
quemo pretender dirija-se a prara da In-
dependencia loja n. o.
tteiicao.

Os spnln.rcs que sub-ievoiafii novas .in-">s Cofi,,.nui,iu H*u ,.;^ ..ai ..i,.',,, t..; ., yl_
meira prestaran salisfazer, no escriplurio du Sr. Anlunio Mar-
ques de Amurim, ra da Crnz n. .">. Ilecife 16 de
iie/.embro de IfvMi.Manoel Altai tiuerra, secreU-
rio merino.
Para Lisboa
O patacho porlognc (Brilbanle, capillo An-
tonio llr l'ere.ra, ahira' com loda a brevidade por
ler a maior parle da carga prompla ; para o resto d
mesm Irala-se com o dilo na praca, ou com o con-
Hanalario Uomiusosjos Farreira Golmariea,aa rn
do Oueiiii.iiio n. 35.
Para Lisboa segu com bicvidada por ler parle
da ea>ga engajada, obrisae porlunuei oEurico, ca-
piiao Liieiauu Alves Conceirao ; para o ratlo della a
passaseiro, para o que olTerece bous commodos, Ira-
la-se com us consignatarios Amorim Irmaos, na ra
da Cruz u. 3.
PARA O PORTO.
A barra porlugaeza Duarle IV, forrada e enca-
vilhada de cobre, e bem conhecida pela >ua eveel-
lenle marcha, seguir' para a cidade do Porlo com
brevidade, por ter prompla a maior parle de seu car-
regamenlu : quem na mesma quizer carrejar ou ir
de passdgem. dirija-se a ra da Cadeia do liecife n.
12, escriplorio de Ball.i t\ Oliveira.
Real coiitjpanhia
eses a
quer.es uigl
de pa-
va por.
pu-
de
Al o lim desle ftez espera-te da Europa um dos
vaporea da Real i.m-i.[i uliin. o qual flepafa da de-
mora do cosiume legoir para o sul : para passa-
geoa, ele, Irala-se com os senles Adanwoa llo-
ie i\ C, ra do Trupiche-Novo n. S.
Ita marac
A luz inferior ser fixa, de apparencia natural :
c estando collocada til pes abaixo do nivel da su-
perior, ser visla como luz separada na distancia de
10 milhas, e do mar entre as demarcacoas de
SE. i' S ; eN. VE. I|2 E e nao ser visivel s
embarcacoes no canal ao O. da ilha Ralhlin.
A torre he circular, e tem 88 ps de abura dasu
base bola por cima da cpula.
Uma lira encarnada ser pintada por baixo da
galeria prpjectanle.
As demarcacoes referidas sao magnetiras, Varia-
cao 2S O.
I'or ordem de Ss Ss
John Washington, hvdrographo.
Repanicao hydrographica do almirantado. Loue
dres 20 de agosto de IS6.
Este aviso aIfecla os seguintes mappas do almi-
rantado : Irlanda l. 3 co.-ia do NF : L. Larne
par> L. Foyle n. i(i ; canal da Irlanda n. 1824, e
direcejo para o Nli. N, e NO. cosa da Irlanda
p. 50.
TRADUCCO.
Aviso aos navegantes.
N. 25.
INGLATERRA, COSTv DO SUL.
lioia no Motherbank.
Tendo os lords commissarios doalmirantade or-
denado que se collocassa uma boia preta em fente
ao Spil defora (poma ou recife) do Molber-
banka para marcar n canal para o deposito de car-
vao de Pitt.
Pelo presntese fa* publico que os seguintes sie-
naes e demarrares denotam a sna posicao, e. que
O vapor Camarngibr par para aqaelli Ilha
amaobaadomingo,28 ocurrente, aa6fpthornada
manha em ponto, c as f l| horas da tarde parlira'
de la para e>iar aqu as 7. O luaar do desembarque
he o mais ameno, por 9er dentro do rio em Villa Vo-
lita, onde os pass,iaros desembarcarla encostado i
pr que alcm de levar manliuu-nlos p bebidas, sello par*
sorvetes ele, leva -ervenle sullicenles par servir
oa paatageiitMcom promptidao, loan que enesaeig
em Ierra. Tambem para maiurrecreio a companhia
oilerece dar paaaagen ralis ale seis profesores de
msica com eoniliera de inc.rem no viagem. Os
bilheles de passasem veiidem-se sri al boje ao'meio
da no escriplorio da companhia, ra do Trapiche
u. 8.
PARA 0 RIO DE JANEIRO
segu com brevi.la le o bem coahecido hriaue nacio-
nal Elviras ; ja lem parle do carregamenlo prom-
to : para o reato e escravos a fre-, para o que lem
exeellenlf commodos, Irala-se enn o Couignatario
Jos Joaquini Das l'ernaodes, rna da Cadeia do Re-
cife.
Cumpanliin lirasileira
p i ,u ,tos a vapor.
L'ma Irona de ronpa suja com o seguinle : 2
cairas sendo uma de casemira, Ii cernidas de linbo
cru'. G camisas, srndo duas novas e quatro usadas,
2 colleles, sendo um de casendra e oulro de belboli-
Da, 1 palito, T pares de meias .le linlio, colarinhos
de camisa, 1 luco de cara bunro, 1 loalha com
reuda as ponas, 2 canecas de folha para carregar
a;;oa, I saces le rarinha, 1 laboleiro com 4 emhru-
Ibos de esleirs de carnauba, 1 ba< ia rarolas de Ierro e porcelana, uma porcilo de carvilo.
Os objerlos cima foram embarcados no Porlo das
Canoas do Recife un dia 22 as l horas e mciada lar-
de, para seiem entregues na Capuana, e nao appa-
recendo mais o prelo semlo no da seguinleas II)
horas, dizendo que linha virado a rauoa nos Coelhos
onde lem a pinuoella dieae q'-ie nata salvara, o que
nao parecendo possivel jolga-sa ser roobado pelo
mesmo canoeiro, ou por oolros que a isso o induzo ;
por isso pede-se a quem for olerei'idn qualquer ob-
jeclo dos cima mencionados a appiehcnsan dos mea-
mos, e a participar na ioad(Sa lia ra do Bruin n.
28, que sera' enerosamenle recompensado.
Precisa-e de uma mulher livre e desembara-
zada que saiba rozinhar bem e engommar, para
ajttdar a fazef o servigo de urna casa de I .iii.Iki : na
Eslauria ingnnda casa do lado direilo, ou na ra do
l'.i um aro azem n. 20 se dir' qoein precisa.
Na noile de 25 do correnle perdeu-se ama
chave de bri'ra, e snppoe-se ler sido no largo do
Collesi : roga-aea quema liver arhado de enlre-
Ca-la na prara na Independencia loja n. 3.
Precisa-se de unta ama que lenha bom ieile:
na ra da Cadeia do liecife loja de ferrauens n. 5<
llooleni 25, nile de Natal, perdeu-se ao sabir
da igreja da Congregado, um sincle com cornalina
no p, encarnada, c chave le ouro esmaltada, de re-
Insiu, junios por um annelainlio de dilo : ruga-sea
quem achou a bondate de entregar na ra da l'raia
u. !G, que ser;i recompensado, e se Ibe lic-ir obri-
sado.
Precisa-so alugar urna preta para casa
de pouca faxilia, com tanto que s.ailia cozi-
nhar a engoraroar bem : na ra Nova n. "i.
O abaixo assignado declara ao respcila-
vol pubiieo e pariicularmente as pessoas
c.ii |tifiaa le, i traiaoaKHgOcia*] qifo auliir>si
lodas as suas cuntas al boje contrahidas;jul-
ga pois oesta data nada dover, se todava al-
guein se .julgar seu Cridar de qualquer
qnantia que seja.quoira apresenlar sua conta
para ser paga, ou declarar por asta folha.
Ojiada 27 de dezeobre de 1856. Luiz Jos
Pinto da Costa.
Piecisa- e coslumes, dando-se preferencia a mulher idosa,
adverdndo qu? be para aarvico de casa, compase
^Iguns recados de po gar nesla circumslancias pode vir tratar na ra lar-
Ka du Rosario n. 3-5, luja de miudezas, que achara
com quem tratar.
Na noile de Natal, defrontc da igreja de N. S.
do Rosario irua) desapparect-u dos hombros de uma
senhora um chales brauco do t.'uqnim bordado da
mesma cor : a pesaoa que achoo, qnerende resliloir.
pode levar a ra do Queimado n. 20, que ser recom-
pensado
Na laherna da ra do Livramento n. U8, pre-
cisa-se de nina ama que saiba cozinhar c comprar,
para casa de bomem snlleiro.
Frecisa-se comprar nina escrava que saiba co-
zinhfir e eugommar, r que nao lenha vicios iiem
achaques : na ra Velha n. til.
Precisa-se de uma criada, preferindo-se eslran-
HCira. para o serviro de orna casa de muilo pouca
familia, constando de mulher e marido, e o mais sao
escravos, cuja criada he para ser empregada alimente
na cozlnha, pdga-se bem, c lambem se adiaute qua-
Iro mezes : na ra Augusta, sbralo n. it.
REAL HOSPITAL PORTLGUE/. DE BENEFI-
CENCIA.
Por ordem do lllm. Sr. provedor se faz publico,
que em virlude do ollicio da presidencia da provn-
ca, datado de houlem, e abano transcripto, lira ale
segunda ordem prohibida a admissao no Hospital a
qualqeer doenle de bordo que alo for munido de
uma _'i.i i da provedoria da saude do porlo. O que
por esle modo selevj^ao coiiheriinenlo de quem pos-
ta ialereater. Real Hospital Porlngoes de Beneli-
cenca 2i de desembrode 1856.O ecrelario.
Manuel Ferrare de Sonta Barbosa.
Ollicio.
.i seceo.Palacio do gnvernn da Pernamburo
em si de dezembro di 18.51.Convlndo empre-ar
lodos os meios d impedir nesla cidade o de-envol-
vimenio da lebre amarella, que s? lem menifetlada
aburilo ile ati^uos naviosaurtva nesle porlo, e rons-
tando-me que os cipiles dos referido, navios iii'sam
visita de saude terem duenles a bordo, com o in-
tuito dos removeom para os hospitaei inglese por-
tusoez, reccmmendo a V. S. a expediefin ne suss or-
dens, para que no Hospital Piirlugurz n.lo se rece-
bam doeules viudos de burdo, sem que apreseuli-m
orna guia da provedoria da saudo do porto. Dos
suarilea V. S.Sergio Teixei.a de ALiccdo.Sr. Dr.
Jos de Almeida Soarea de Lima Basta,Estacn-
lorme. Real llo.pii-1 Poilusuez de Benelicencia 2:1
de dezembro de IKjli.(I secrelari",
Manoel l-'erreira de Souza Barbosa.
(Jiirin pielen ler a loja da ra do Collegi
1. conjuoclainenle ana aruLirao, propria para l^/eu-
das, enleu ler-se-lia rom o proprielsrio, proxiirgtao
arco de Sanio Antonio, loja u. 3.
Alinalo.
I'recisa-se de um criado, preferere-se porlnsuez a
ile menor idade, pata o servico de iiomeni solleiro :
dirija-te ao paleo do Carino n. 9, primeiro andar.
Precita-ae singar am andar rom commados. ou
ilous com os mesrr.os, no bairro de Sanio Antonio, a
faz-se vantagem sobre o .iluoi l. pageado*te muilo
bem : quem liver auunncic.
Prerisa-se singar rom brevidade um moleqoc
inlelli^enle para levar Comidas a diverttt csaaa :
i quem liver dirija-se I ra Direita I). III.
Uearjs-te fallar ao lllm Sr. Dr. Manoel Sobral
Piulo, viudo ha pouco das Ala^oas, e como se Igno-
ra sua moiada, rsga-se-lhe que annuucie por este
Diario.
ASuga-ee o armazem da rna da l'raia n. 2 : os
prelendeutes dirijam--e ao irniin ministro da ordem
lerceira -le S. Francisco, morador no largo do Car-
ino n. Hi.
Ao abailo staicuado fueio desde 8 do rorrele
o prelo Antonio, do gento, alio, aecco, ps apalbe-
ladot, nina eicalrit em cima no o apprcliender leve-oaoSr. major l.uiz Jos Perei-
ra Simne, na ra di Livramenlo n. -i, ou ao mes-
mo abaixo BIBignado, no t'.achansa, que recompen-
sara' generosanienle.
Antonio Pereira Barroso de Moraes.
No dia Ll do correte funio da casa do abaixo
assignado o seu esrravo Joan, de Ansnla, que repr-
senla :I0 anuos de idade ; levou calca e camisa de
algodao de lislras, suppe-se ler mudado de roupa
por ler sido visto com camisa de madapolao, altura
regular, rbeio do corpo, tem fu.) de cabellos pelo
uso de carreuar lina de cal. he um tamo gago e lem
urna perna um pouco loria paro dcnlro : roga-se
p ranlo as autoridades pohciaes e a qualquer pessoa
que o encontrar, sua appiehensao, e a enlreua do
mesmo a seu aenbor, que pasara qualquer despeza,
e gralilicara' generosamenle.
.Manoel Antonio lionralves.
Precisa-se de una muiier (orra ou captiva-
para todo eervico de urna casa de pouca familia, sem
meninos : quem I lie convler pode procurar na ra
da Cadeift Nova, ou Iravessa da ra da Concordia,
defionle da casa n. 13.
Os devedoresde Jos Dias Simes, Cruz o; Bas-
tos e Cruz & Gomes tenham a bondade de maodar
pgar os seus de al.is os aiaixo assianados, por se-
ren ellea os dones dos referidos dbiles, os inesmos
abaixo aaaignadoi detejando ultimar esla cobranza
na uielhor armona atpersm que lhe aalit/srSo suas
cuntas independen les da publicacAo de seus nomes
e meios judiciaes queae verlo na necessidade de em-
presar na falla do referido nagamenlo.Jos Alves
da Silva Cuimanles, ra duCabuga'n. I B. Fran-
cisco Jos Alves (iuimares, ra do Queimado u. 33.
tonto, e volta a noile: akpessoasquequi-
zerem se divertir neste da, tomparceam
na ra do Trapiche n.
dos ca les: passagem
re'il cada pessoa.
S,
lie
para compra
ida e volta 5,S
Novo manual
Do
Commerciante
E DO
ADYOGADO DO COHMERCIO.
Acaba de sahir luz, completa, esla intaressan-
Ic colierc.i i da legidac,1u do commercio. couleudo o
Cdigo Commernal annotado com ss referencias do-
diversos arligos do me*mo codito c dos respectivos
regulam-nlos entre si ; assim como com os decretos
e avisos expedidas al o auno prolimo passado, ex-
plicando ou additando algumas de suas dispnsi-
res : seguido das regulamenlos n. 737 n. 7IIS
de 25 de novornhro de IK50 lambrm anuolados. e
de um appeudice cunlendo a integra de lodas as
leis, decretos e regulamenlns publicadas ale o referi-
de anno, inclusive a le u 7!lfl de Ib de setembio de
1851 que reforman OS Iribunaea do eommercio, com
o respectivo regulmenlo u. I5tl7 do 1.- demaiude
rossas, per mais barato IS55. A' venda na livraria de J. Nogueira de Souza
uni ao arco de Sanio AoIodo.
Companhia vifilante.
|3( Nao leudo comparecido accionistas sodicientes nn
para todos, esle eslabelec. ment abr,o-se Si dia nido eorranU, de novo sa, convidado, para o
de combmago com a maior parte das ca- 2 dia 2!l ao mel dia na roa do Trapiche Novo n. 8.
sas commerciacs nglezas, francezas, alie- 3 j Conorme o arl. 39 dos eslalutos a asseahlca seral
mos e suissas, para vender fazendas mais ^ *P c''"5il)eri"a' reunida qualquer que seja nessa oe-
M cesiao o numero de accio usas prsenles ; porem ro-
AMA.
Precisa-se alugar uma ama para cozi-
nhar em casa de familia, prefere-*e es-
clava : no aterro da Boa*Vista, loja n. .
Precisa-se de um bom cozinheiro:
a tratar natravessa da rna Bella n. (i.
I AO PUBLICO. I
^ No armazem de fazendas baratas, ra do gs
S Collegio n. 2,
g vende-se um completo sortimento de fa-
gj sendas finas
^ precos do que em oulra qualquer parte, .
B tanto era porcoes como a retalho, affian- g'
3 cando-se aos compradores um s pre^o -
H
Companhia
de ia\t h vapor 3^u-
srBr si'eirii.
O abaixo assignado, por ordem da commisso per-
manente da compmhia, uo Hio de Janeiro, participa
aos seuhores accionislas desla. que no da 12 do cr-
reme dezembro em asgemblea ueral os seuhores ac-
cionistas dalli, presididos pelo lllm. Sr. Dr.'Adolpho
II. \ da Cosa, depois de longo dbale em que un-
nimemente nianifeaUram a opiniao de que a rompa-
nliia couiinue, decidiram e approvaram.
l. Qoe oa accionistas possnidores das taligss ac-
Qo-s entrera com MafOOO forles por cada uma, para
pagamento da divida fela pela direccAo dol'urlo.
2.-1 Que esla entrada sera dividida em ires parles
igoaes, deveudo as chamadas de cada ama deslas
parles ler Inatr com intervallo de 30 dias, vendo a
primeiro leila ja, e a ultima s se for precisa.
3.a As chamadas das novas accoes serao fetas na
conformidade do que ja foi veucido ; e o dinheiro
provateme deslas'enlradassosera' applicado com-
pra de um ierceiro vapor, e cosleameulo das primei-
ras visfteni dos novos vapores se crescer da primeira
operacao.
i." Em quaulo llo he posstve! proceder a eleic.lo
das pessoas que Inlo de dirigir a companlii, lica" |a
commiss,lo pcrmanenle anloritads pura nomear urna
pes-oa de sua conliaoca, que em l'orlugal sirva de
seu procorador, e repic*eole iiilcriu-tinenle os inle
res-e. da companhia em loda a sua pleuilude, de-
lerminaiido-se-lhe o honorario que deve perceber.
A mesma comnii'so publicou u seguale :
A commiMio perinaueute, em virlude da decisao
da assembla reunida em 12 do correnle, Convida
os seuhores tcciooi'las anligos a fazerem uma enlra-
da de 10 ou 20o por aecSo al o dia 12 de Janeiro
prximo, para pagamculo da divida conlrabiJa no
Porto ; na ra Direila n. 99,
Convida mais uatenhurea accionislas noves, e que
ja hv.ernin a primeira entrada, a reaUtarem a segun-
da de 20300(1 nor cada acegoaUTa mesma poca e ho
lojar indicado, para a co pra de um leiceiro vapor.
Bio de Janeiro 13 de dezembro de 1836.Assig-
nado t)r. A. M. Victorino da Cosa.
Asiru silo convidados os senhores accionislas de
l'ein imbiiro a realisarem ale l.i de Janeiro futuro
urna entrada de 2of ( moeda brssileirej por acrao, na
ra do Trapiche n. 2(i.
Fernambuco 23 de dezembro de ISti.O agenta
.Manuel U. Uodri&ue.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Antonio da
Cunlia, nesla typograpliia.
Precisa-se de alugar uma escrava para
lodo servido de casa: quem pretender alugar
dirija-se a praca da Independencia n. 36 que
se dir quem pretende.
Precisa-se alugar nina canoa que pegue no
peso de 500 lijlos para condcelo de capim : quem
a liver dirija-se a loja de fazendas na ra do Pas
seio u. 7.
Conipanhia
de naveg-iidio a vapor Lu-
8o-Brasiler t.
Devendo sabir Ho Rio da Janeiro no dia 20 o va-
por cd). Pedro ||, espera-te ne-le porlo de 27 para
'26 do correnle, e depois de uma razoavel demora se-
guir' para Lisboa pelas escalas ; recebe pa-saseiros,
eucnmmendas a dras com o parle trocado, em casa
do ageule Manoel O. Bodiigues, rna do Trapiche
n. 2fi.
Aloga-e uma prela captiva, eoiinheira, para
urna casa eslrangeira, ile muilu pouca familia ; pa-
ga-s bem : a Ifalar no aterro da Boa-Visla, loja de
fazeudas n. 10.
Da-te 1:0000000 a premio com hxpolbcca em
predios nesta cida te : quem precisar dirija-se a ra
do Ijueimado n. -JH, primeiio sudar.
em eonta do que se tem vendido, e por isto
oaerseeni elle maiores vaniagens do que W
outro qualquer; o proprieiario deste im- J3S
portante e os seus patricios, e ao publico em geral, g
3 para que venliam (a bem dos seus inte- 5
jj| resses) comprar fazendas baratas: no ar- Q
^ maten da ra do Collegio n. 2, deAn- S
ionio Lu/, dos Santos & Rolim.
Alegra... Aleara... Kapa-
zi
No Boaario junto a igreja
Corre fresca viracho
lambem la' lem o Soares
De sorveleira na nulo.
lem presunto de fiambre
Tem cerveja c bous bullidlos
lambem lem boa champagne
Lavem no bolio us cobriahos.
Nao esquecero
As melaucas
E cousai mais
l.evem melaes.
Escravo fugio.
fio dia 9 do correnle desappareceu uro prelo rriou-
lu por nome Deoitalo, lilho co serbio do lugar de-
nominado Pesquoira, baiso, grosso do corpo, cor
bstanle foia, e com um signal no nariz proveniente
de cenca de cavallo.-represenlaudo ler de iilmle 25
a .ilianiios, levou vestido calca de brim, camisa de
algodao e chapeo de palba ordinario, ja foi pegado
perlo da ponle de Uchoa, toriinu a evadir-se do si-
tio do Sr. Amorim, roga-se portaulo a quem o pe-
gar ou delle liver uoticia de se dirigir a ma d'Apol-
lu o. 12 que sera' generosamente recompensado.
Precisa-te de uma ama que lenha bastante Iei-
le, anda meamo sendo tterava : no pateo de S. Pe-
dro n. 22.
Prrisa-a de uma ama que cozinhc e lave com
aceio, para uma casa de pones familia : a Iratar na
ra da Cadeia n. 51, Ierceiro andar.
Precisa-se alugar uma coziiibeira para casa de
amiba, que saiba faaer as compras, prefere-se es-
crava : na ra do Crespo, loja n. 9.
ga-se a lodos o obsequio de comparecerem visto ha-
verem a deliberar negocios imprtanles da compa-
nhia.
Os abaix.o a.signados, com loja de ourives na ra
do Cabuga n. II, confronte ao pateo da matriz e rna
Nova, tatem publico, que eslo recebendn eunlinoa-
damenle as mais novas obras da ooro, tanto para
srnhoia como para homens c meninos: os presos
coiiliniiain razoaveis, e |iasa-a-se cuntas com res-
ponsabilidade, etneciAeandn a qoalidade do ouro de
I i ou IS quilates, ficando assnn sujeilos os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim & Iroio. -
folhinhas
PARA 1857.
de
O vapor San-Salcador, commandanle o I l-
enle Pontea Bibeiro, espera se dos porlot do uorle
em seguimenlo para os do sul al o dia 30 do cor-
renle : o lenboret que liverem de remoller esera-
vos e quaesquer volumes sejam de carga ou encom-
menda, deverao ir a agencia no da du ehegads do
vapor, para se engajar n que p ider su recehido :
no da da sabida rnente SS admille passageiros e
dinheir.is a fele ale a horas do espediente.
SrikS.
t
DCPSITO
do superior rap da fabri-
ca de Gantois efe { ., a
Baha, na ra de Apollo
n. 2.3
Domingos Alves Mathens, agente do depoaito de
rap da fabrica de (antedi & Companhia, da Babia,
SVitS aos seus l'rtgue/es, que acaba de receber nova
parlida du mesma rape,o qu*l,para que seja mais co-
nbecido e se niu po fabricas, de boje em dianle so se ven lera' eiubrullia-
doem papel verde rom rniulot amarellus.
.lose Antonio Moreira Das >V C, fa-
zeni cente aos seus frcguez.cs e mais con-
sumidores de plvora, jilo leem um ;ran-
desortimentc dasmelhores qnalidadesde
plvora e chumbo que tem vindo a este
mercado, e vendein ditos gneros por
menos do que otitra qualquer parte : pa-
ra verem as qualidadcs eiiconlrarao as
HOSriTAL PORTOGEZ BE
BENEFICENCIA
Quem liver conlas aclix.is com o Keal Hospital,
queira apreseota-las lesalitadas ao emoler, na ra
Direila n. 17, al o dia 30 do crrenle imprelerivcl-
meule.
Secretoria do Keal Hospital Poriagoet de Renefi-
cencia em Pernainlmco 21 de dezembro de 1350O
secrelai i j, Manuel I erreira de Souza Barbosa.
Precisa-se de um caixeiro que lenha pral'ca de
taberna : na relinac.lo dos Alegados n. 13.
Antonio MarunsTupa ietira-se paia Parla-
gal.
OAGUERREOTYPO
Systenia norte-aineric-tno.
ATERRO DA BOA-VISTA \. i,
l.'iceiro andar.
KetlS casa eonlinua-te a tirar relralos com luda a
peireicao e pelo novo SVtteotS norte-americano.
Existe sempre um completo e variada lorlimenlo de
caixinhas, quadrus e jolas de ouro para a rullocaclo
dos relralos. lodos os das das S horas da manha
Ac liatn-se a' venda as bem condecidas
folhinhas, impressas nesla Ivpograpliia,
das seguintes qualidadei:
FOLUIMIA RELIGIOSA, coulendo ale'm
ios mezes, a bibliotbeca do cbristo
brasileiro. que se COmpGe de ora-
cocsquotidianas, methodo de assislir a
mista e confissio; cnticos, psnlmos,
livmnos, ollicio de Nossa Senhora da
Conceicaoe muitas outras oraees de
grande mrito, prero......, ."0
DITA DE VARIEDADES, a qualalm dos
meses, conten? artigos de agricultura,
nocesde sciencias, artes, ledos cir-
cuios, tabella de impostos, e regulaanen-
lo deaferieao, etc., etc., prero. 320
DITA SIMPLES, contendoale'm deme-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes, prero........ 2i0
DITA DE PORTA, a qual ale'm dos me-
zes tem explicacoes das indulgencias e
evcotnmunlioes, etc., prero. 100
DITA ECCLESIAST1CA (ou' de padre),
. elaborada pelo Hvd. Sr. Penitenciario
da,Se de Olintla, segundo as regias
da igreja, e leis condecidas a res-
peito, preco.......... iOO
Todas estas i'olliinhas sao impressas em
bom papel e excellente typo, e vendem-
se em porcao ea retalho: na livraria da
praca da Independencia ns. 6 e 8.
BUIieles de visita-
Coiup.-inlii i de seguro con-
tra a mortlidride dos es-
cravos estabelecida no
RIO D JANEIRO.
CAPITAL 2,000:000000.
Agencia /dio/ de fernambuco ti. 13 ra do Crespo*
1 aar-se-ha sobre a uvaliacSo de 1:0008000 (e
maisou menos em preporcSe de outro valor) inclu-
sive o sello da apolice ele.
Datidadei.
lie Uateenlr:.raos 10 anoos :I6-5I00 por anuo.
As condicoes impressas poderJo ser procuradas no
escriplorio da companhia.
Dar-se-ha consullasigralis aos escravos segurosdas
para lo horas da manhSa, no escriplorio da com-
panhia.
ROR I.AFFECTELR.
O nico aulorisado por deeisao do contelho real
decreto imperiai.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Lafleeteur, como sendo o uoico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a lomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af-
recerJes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a besiga, as rontraeces e a fraque/a
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
coes ou de sondas. Como anli-sv philiticos
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que olvetn inccs?antas
em consequencia do emprego da copahibe,
dajciibeba ou das injeccOes que representem
o virussem neutralisa-lo. O arrobe Laflee-
teur he especialmente recommendado con-
tra as docncas inveteradas ou rebeldes an
mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
rindas di-'ectamento de Pars, de casa do dilo
Boyyeau-Lafecteur 12,rua hichelieu Paris.
Os formularios dao-se gratis em casa do a-
genle Silva, na praca de I. Pedro n. 82.
Porlo, Joaqun) Araujo ; Bahia, Lima li-
maos ; Pcruainbuco, Soum ; lo do Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de droga ;
Villa Nova, Joo Pereira de Hgate* Le i le ;
Rio Grande, Francisco de Paula Couto o i,
C. STARR & COMPANHIA
respetosamente annunciam que no seu ex-
tenso estabelecimento em Santo Amaro, con-
tunuam a fabricar com a maior perleico <:
promptidao, toda a qualidade de machinis.-
mo pura o uso da agricultura, navegar So c.
manufactura, e que para maior corr nodo
de seus numerosos freguezes e do publico
em geral, tem aborto cm um dos grande,
armazens do Sr. Mosquita na ra do Bruin,
atraz do arsenal de marinha um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acbarBo os oomprodores um completo
sortimento de moendas doeanna, com todo
os melhoramenlos (alguns delles novos n
originaes) que a experiencia de mu tos anoos
tem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de baixa e alta pressao. taixss de to-
do tamanho, lanto batidas como fundida,
carros de mo e dilos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, foruos de ferro batido pa-
ra lamilla, arados de ferro da mais approva-
da construccSo, fundos para alambique,
crivos e portas para fornalhas, e uma infini-
dade de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa inielligente e habilitada para receber
todas as encommendas, etc., etc., que 09 an-
nunciantes contando som a capacidade de
suas ollicinas e machinismo, e pericia do
seus ofliciacs, se comprme ttem a fazer exe-
cutarcom a maior presteza e perfeico, e
exacta conformidade com os modellos ou dc-
senhos, e instrucQes que lhe forero, forne-
cidos.
Boa fama.
ri- \ da i-ii ic esl
do publico.
a otlicin.1 e gaicria a i;i*jKt-ir,i >
Lotera do
aneiro.
lio
:. 1:1
vene'
la
ependencia n. 10,
ns novos liillictes ta
Na irara
acliain-sc a"
lotera 28* da casa de corrccco. iiue de-
via correr a IS; as listas esDeramos nelo
esperamos pe
vapor portnguez PEDRO II, que deveV*m n,lU*"to qoeemqaalqnerontrn parte.
aqu chegar sabbado 27 lo andante, e
' i ll i -i i eino ne-ie iitiiio, o pri-io escravo, uu iinuii-joa-
amostr.is em seus eSCI'iptOriOS, na rna das I >OgO que estejamos de posse das dltasliS-lajolnt, rom os signaos seguintes: baixo, barbado
Larangeiras n. II e da Moeda n. 25; tas, faremos prompto pagamento dos; oiiios vivos, honia phisionomia, dente* alvos, que-
nosmesmos etabelecimentos actorao sa- premios, ames.,.;, loja acima^de ^-^^^^V^ZZ^X
superior qualidade, a
I.eilau ite bolachinbat, que fa/. o agen/e Ro.
beris. porconla e risco >in qnem p^iipnr-r, ftf in
barricas rom bnlarhinha americana rlpaerr Marrada
aliimsmenle de bordo do pitarho uSanla (".laan, se-
eunda-feira. 2P do crreme, ns 11 horas da ininhaa,
no caea da all.lime-.1.
litre rtlinado lie
S.v'f) a arrol.a.
I.IMIaS DE MNIBUS.
O proprieiario desia linha la/, -cenle, que a vista
do rundo abuso f;ue lem liavido, dos senhores .i*>i^
liantes e passageiros avalaos, em querer condo/.ir
em rima dos mnibus coroininendas de rande peto,
lem or leado a ten* noleeirot, para que nilo coudu-
sam de rala patsageire encoiiimeu.las que excelam
de S libras, pouro rnait 00 menos, e pi.a que n.Vi
ignorem fa? o prsenle aviso.
Da-se LlKjtMiO a premio sobre hvpoll.eca no '
penhores : quem precisar annnncie para ser procu- ,
rado. I
ormidade com os nonos annuncios.
Aviso ao publico
Passeio no vapor Cama-
rig-ibe.
Domingo 2S do eorrente pretende sa-
bir deste porto para o di- Itainaraca", o
vapoi CAMARAGIBE a sabida esta' mar-
cada para as o Loras da manh'ia cm
liravatn-M e irr.primem-se rom perfeicao bilheles
ile visita, lellras de cnmmercio e lodosos objeclos da
arle caligraphica, registros, vinhelate quaesquer de-
senlies. Abrem-se firmas, sineles, lano a lalbo do-
ce como em relevo, ornameulos rom objeetns de ooro
e pra'.a. Kazem-se riscos lindos e nriainaes para
bordados de iabyrinlbe. Admilie-se a rerusa de
quaesquer deates ohjerlos no caso de nSe licarem a
contento das pessoas que os encnmmendarem : quem
preleudcr dirijs-te a qualquer desles luzre : no
bairro do liecife, ra da Madre de Dees n. :l. pri-
meiro andar: em Sanio Antonio, na livraria classica
do;paleo doColloglo n. ; as Cinco Ponas, sobra-
do da quina confronte a matriz nova.
napaziada.
Km Apipocos echareis alen, da amenidaile do lu-
nar, rerreos que anda niaia conxidam a demorar-
vos por alaumas horas; na casa de copiar encontrareis
alem de urna inhuidaile de ohjerlos, adiareis sorve-
le muilo bem feilos, vinho do Porlo, bolinhos de
mullas ipialidadcs, champauue ele, domiu para
vos enlrelerdes por al^uus niomcnlos.
fla fabrica de velas
tlu ma do Bniin, precisa-
se d< una lavddeiru.
MatiHina Rosa Hardv,,
3r para homens c scnboras a 19, t$200 e 1^500,
4. | ditas de lio da Lscocia I,raucas c de cort'N
Acaba de rereber de l'.risnm lindo orlimerilo de'''Hra llomt'"s e senhoras a 300, 00, 500 e
chapeos de seda para teohorss, brsaco, rota e ama-I 6""> ditas brancas e decores, de algodao,
relio, ditos para viovas. lindos ehapeosinhos pare I proprlas para montara a S40 e 320 e ootrao
meninas, de seda e de palha, chapeoiinhns de bapli-1 qualidadcs mais que se vende na rna ilo
ta.lo, penles de iarlaru::i inodern' -, rapellas c n.an- yucimado na bem eonli-Cida toja de miude-
.' para niuxa, c mui.las oolras fazendas que se ven- ; Zi)s J.-, |10il fania n, j:t.
. utas para jogar.
Vendem-so baralbos de cartas fraocezas
muilo linas c de bom papel a 500 rs. o liara,
llio, ditas portuguezas mu lo finas a 320 rs.:
na ra do Qucimado na loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Afericao.
O abaixo tssienado, arremtame das aleriroesdo
municipio do Itecile. icieniilica a quem convir, que
tero esl.tbelecido o seu escriplorio no paleo do Terco
n. Ib, aonde dar' expediente das S da uiaubaa s
3 da larde.Jos Custodio Peixoto Soares.
Vondem-se superiores macas para condu-
eo de roupas em viagem, pelo barato prer;o
de 5, 6, 7e8 cada uma, galheteiras com
todos c s vidros necessarios a 2?, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para seescre-
ver c guardar todos os pertences, proprios
para viagem a 8, 10, e 1> cada uma, costu-
reras riquissin.as de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda e com muito
gostn a i, 5, 6, 7 e 8?, penles muito linos pa-
ra alisar,proprios para mancas ou para suis-
sas a 3-20 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carlcjrinlias para lembrancas, gorras
para bomem, as mais modernas que se pode
encontrar, sineles com todas as lellras do
alicedario, sinetes proprios para namorados,
ricos frascos para cima de mesa e outras
muilissimas galantarias, ludo muito lino c
de muito bons goslos, asseverando-se a
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre exista neste estabelecimento, nao deixa-
ra de ter em que empregue inuitissimo bem
o seu dinheiro na ra do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma n. 33.
Lavas de varias qo&Udadi s
Vendeni-so ricas luvas de seda de todas as
res, cobordadas c com dollas a 2$ o para
ditas sem ser bordadas brancas c amarellas
Fugio no da 2 do rorrele me/, do encenlio
Velho .lesle termo, o preto escravo, de nome Joa-
boleeiro de carros, tccomineiida-se a sua appre-
lieusao a policio e aos rapil.ies de campo, cerlo de
que lerao genetosa recompeata se o levarem ao dito
engeulio \'elho ao -en dono o Dr. Aulonin Carlos de
Almelda e Albuquerqne, ou no engeaho Boa-V'isla
so Dr. I raoeisco Antonio <'-e Almeida e Albuquer-
qne. Parabiba 12 de de/embro de IS.)li.
Aluga-se urna prela que lorinba. engomma e
ensabea : qucui a pretender dirija-se a roa Mirilla
a. Ii.
Da-te dinheiro a joros sobre hypotheca de al-
eum piedlo livie de qualquer onus, annunciando i
hypolhecanle o dito predio.ou meamo com penhores,
de ouro. que ejam de valor- na ma da Cruz nn Re-
cife n. 3~i, sepmdo andar.
MUTILADO
Arados de Ierro.
Na fnndicfioile C SlarrA C, omSan-
to Amaro.acliam-se para vender arados de
ierro, de conslrucvao muito superior.




I
6 10 II Pl 3>-, S Bu 27 M D.'ZEM KJ fi 1856
DiPOSITO DE Ll TICAS HOMEOPTICAS.
RJCO
O Dr. P.|A. LoboMoscoso.tendode fazer urna viagem deixa a sua bnlica sol a
direccSo de pessoa habilitada e de inleira probidade, e um deposito na loja de livros do Sr.
Manoel Nogueira deSouza na rua driaCrespo, sobrado novo do Sr. Magalhies Bastos
. i iti:gos I'IXOS.
Botica del2 tubosgrandes. 10/000
Dita de 24 ... 153000
Dita de 36 n ... 209000
!JPU de 48 ... 259000
Uita de 60 ... 309000
Manual de modicina homeopalhica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ........ 20&U00
Medicina domestica doDr. Henry......... 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do I ir. Mello Moraes......... 61000
& "HP^^* "WP >^K WB* I PUDRAS PRECIOSAS- j

g Aderacns de brilhan tes. 3j
S diamntete parolas, pul-
'% ceiras, illinelp*. brincos *
* p rn/pla-, hotnes e anneis
! de diferentes gostos p de #
diversas pedral de valor. ?.
I0REIRA k DDARTE.
li.i ni eiiRiTM
Rua do Cabuga' n. 7.

m
OL'RO E PRAT.V-
+
$ Adereroscompletos de Sj
ouro,meiosdilos,pulcei- *
I ras, alfnetes, brincos e
Hj rozetas,eordes, trance-<
* lins, mdalbat,correales
m eenfeilesparrelo!o,e 4.
oalrosmuitosobjectosde 2j
Receben] por to
1 dos os vapores da Eu-l^j*^.
|SSCA:| ropa as obras domis |*5*E*B[
moderno rosto, tan- 5^^i6J^*?!**i,|
to de Franca
las, e nutras quaesquer Jj
f joiasde valor, a dinlieiro 8
, mi por obras. *
Xj emoitos outros objeclosjjj
COmO de P"la- *
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o commodo como costumam.
DENTISTA FRVMEZ.

ao publico.
I'.mili Gaignooi, de volta de sna viagem
a Europa, esla morando na rua Nova u. a i im
,. l.pod.|ser procura-| JOS ANACLETO DA SILVA'
'.3 aa~* qualquer hora.
O Sr. Joac|iiim Jos .Marques, <|ue
inora por dctrazda fundicao do Sr. Slarr
em Santo Amaro, queira mandar a esta
lypograpliia, a negocio que Ihediz res-
peito.
CONSULTORIO CENTRAL 110- $
MEOPATH1CO- A
S Rua de Santo Amaro (Mundo-No- SS
uem couliecido dentista e
sangrador,
pode ser procurado a qoalquer Imra nos seis das da
semana, na rua da Gamboa do Carmo n. 20, para
sangrar e tirar bem denles, chumbar denles turados,
separar bem os da frente, e applica vcnlosai sarjadas
pela alracraodo ar.
'-> '- *r i*S.
vo) n. 6.
O l)r. Sabino Olegario l.itdgero Pinho,
de volla de ana viasem ao Rio de Janeiro,
continua a dar consultas torios os das olis,
das 8 hojas da nimba*, iii 2 da lardo.
() pobres sao medicados gratuitamente.
m
ooo^B^oomm&.m
COHSl'LTORIO H0M0F\-
TI1IC0.
DO DR. CASAJSOVA.
28rua das Cruz.es28.
Nesle consultorio ha sempre para vender .
os mais acreditados medicamento* dom.ro- t3
patneos de CATELLAN e CYEBER, lano S
ffi linloras, como em glbulos, e o mais
em cunta possivel.
Urna bolicade 12 lobos 5 R5 e 105000
t} de 24 IOS 123 e l&gOUO
fij de : 11 ISi |8| e 205000
g de 48 i, 1K3 228 e 23S000
5& 1. de rtl 225 25| 30*1011
B Tobos avulsos 500, 800. e IjOOO.
M I "["* de linlura a rscollier 2g000.
Wk Consulla* |0<,OS 0!1 ESTRADA DE FERRO
do Recife San-Francisco
(Terceira da,nada.)
lis directores da compaohia da estrada de ferro do
Kecife a S. Francisco, tem feilo aflerceira chamada
de 2 libras esterlinas, 00 rcis I7J777 sobre cada ac-
{a na dila cumpanhia.a qual deve er paga al o
lu 8 de Janeiro de 18.77, na Babia, em casa dos
Srs. S. Davenporl \ C, na curie, em casa dos
Srs. Maoa Me. liregor A C, e em Pernambuco, no
eacriplorio da conipaohia. O accionista que nao
realisai o pagamento dentro do termo indicado, po-
dera' perder lodo direilo as acres sobre as qnaes o
dilo pasamento nao se livor ollecluado, em todo
aso lera' de pagar juros na razio de ."> por eento ao
ana, o da oo reoeber joros ou dividendo da com-
paobia, pelo lempo qae decorrer entre o da indi-
cada para o pagamento e a sna reanaaro. Neuhuro
aula de Iraosforeucia pude ser registrado depois do
illa s do correnli', antes do pagamento da chamada.
Por ordena dos directores,
S. P. Vereker,
Thesonreiro.
Recite de dezembro de 1856.
SEGURO CONTRA FOGO.
r.ompanhia Alliance.
EsUbelecida tm Londres, em man;o de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
i
9
m
m
'.;;:
Mua larg*a
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Burtlwlomeu F. de Sonsa,
contina a vender
(sendo l'also o<|iie for vendido em outra
qualquer parte.)
Rol L'AH'ecteur.
l'ilulas vegetaes de Rrandet.
Vermfugo ingle/, em vidroc.
Elixir anti-asmatliicp.
Frascos de bocea larga com roldas, de
I a 12 libras.
GomtHttS.
Compra-se para urna encommend
Saujiders Brothers & C, lem a honra da in- "> molequesde li a 1 S annos de idade :
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas, na rua do Collegio n. 21, prirneiio an-
e a quem mais eonvier que ealao plenamente au- dar, das 10 horas a*s da tarde.
nrisados pela dila companhia para effecluar segu- ....
. .j. .-..i i l.ompra-se urna negra moca com habilidades
ros sobre edificios de lijlo e podra, cobertos de com liiho o..-em elle ; amado Sebo "'
tlha e igualmente sobre os objectos que contiverem i gmflmM, lices da |dTda ovincial
rnesmos edificios quer consisu em mobilta ou na rua das FlorM D ', ,_. aDdar
en faxeadas de qualquer qual.dade. Compra-se elT.ctivamen.e,l.iao bronze e cobre
i99^9ngsIS99:99909A4K41 Te,ho nodePOsiloda fundico da Aurora, na rus
- do Broni, logo na entrada n. 28,e Da mesma fundi-
rlo, rm Sanio Amaro.
Compra-se ouro, preferindo-se de lei, promel-
le-se pagar niflhor do que era oulra paite: na rua
: j. mi debiste,
9 continua a residir na rua>ova n. 19, primei-
ro andar. m
l
Livros em forn-
eo,
para esrripluiacao, eontando os jnos DfceHarioi dos
ivros prinripaes e o. amillare, de escelleule papel,
muilii bem riscados para as diversas applica^ps a
que iSu opsiinaao, de aoeadernaffla mmli eslira,
do ramurca. e canto' do DMlal. obra mullo cleanlf,
rlirgad. s iilliuiaiiientp. e sbulos da alfandega no
lia 21 : vendeni-so na livraria n. 2 defronle do arco
de Sanio Antonio.
Na cochtira que foi do fallecido Jos Mara,
roa das Flores, vende-se uin excellcnte cabriotol.
Na anliga loja Je miudezas. qoe foi do Lodj e
do padre Raphael, vende-se sorlimenlo de miude-
/.ae quinquilleras, assim como lilas de seda fortes,
mas com avaria a dez rci, vinlem e dous vinlens
cada vara, peras a dous, tres e qualro vinleOl, com
oilo a de varas, e deslas ruesmas lem sortimer.lo'om
bum eslsdo ; lambrm e vende de seda lavradas
muilo finase ordinarias, lilas de velludo de ludas
as cores, eslreiliuhas e largas, trancas de la lisas e
de caracol, de todas as cores, ditas de seda largas a
eslrcilas, de varias cores ; vendem-se igualmente ca-
ivetes de mola grandes e ditos linos de pennas de
1, 2, 3 e 'i fulhas, muilo linos.
RA NOVA N. 34.
Madama Rosa Hardj vende ricos enfeiles de ca-
bera para senhora, do ullimo goslo, por prec,o com-
mcalo, e chapeos de crep enhilados com llores, pelo
preco de 83OOO.
Boneci8 francesas.
Vendein-sc bonecas francesas ricamente
vestidas e de varias qualidades a 15200,
1M00 c 2-5, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa Tama n. 33.
Para escriptorios e carto-
nes.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel haver a 63, dilo in-
ferior pouca cousa a 33 e 33500, dito paque-
te muitissimo lino a 4500 e Ce, dito almaco
Breve e marlim a 49, dito alma'co muitissimo
bom a 33200,| dilo de cores em quartosde
resma a 700 rs grozas das verdadeiras pe-
nas de ar;o bico de langa pelo barate preco
de 13200, ditas muito boas sem ser bico de
lauca 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
pennas de ac a 120 rs., caivetes finissimos
de urna a qualro (blhas a 1, 2, 3, 43, e ou-
tras maiscousas que se vende barato; na
na do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Rua Nova n. 18 loja de II. A. Caju',5; C. con-
linua sempre a ter um grande sorlimenlo de obras
feilas de alfaiale, lano superior, como mais infe-
rior, camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, colaiinhos,chapeos francezes, dilos de sol, de
seda e panninho.suspensorics de lo rr.icha.mi i.is para
senhoras, homens, meninos, fazendas para fazer-se
qualquer obra de encommenda cora a maior presle-
za e bom desempeuho, em lim qua'quer pessoa que
vier a esta loja, lirar um faci completo e por pre-
{o mais commodo do que em oulra qulquer parte.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
tambera no DEPOSITO na rua do Bru, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sorlimenlo de taixas, amo de
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas: e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezis. Os
percos sao os mais com modos.
loendas supe-
riores.
Na fundicao de C. Slarr i\ C, em
Santo Amaro, aedam-se para vender mo-
radas de can na todas de Ierro, de um
modelo c construccao muito superior.
YARANDAS E GRADES
Um lindo e variado sortimento de nodcl-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
dernissimo : na fundic.no da Aurora em San-
to-Amaro, o no Jyiii-iu, da mesma na rua
do liruiu.
FITAS DE YELUDO.
Vendem-se titas de veludo prctas e de co-
res, estreitas c largas, lisas e abortas de mui
lo bons goslos, pelo barato preco de 160
320, 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa faina n. 33.
CHAPEOS 1)0 RIO.
Vendem-se chapeos de fellro de maili'siroo boa
qoalidade, e sorlimenlo vindos do Rio no ullimo
navio : em casa de Augusto C. de Abren, na roa da
Cadeia do Recite o. 36.
PALITO'S FRANCEZES.
Vendem-se palib'is francezes de brim de linbo a
38 e 48. ditos de alpaca a (i, 7 e 8J, dilos linos com
gola de seda a 123, cami-.i- francezas brancas e pio-
ladas a 21, 26 e 303 a duzia, grvalas finas a 610,
13800 e 23 : na rua Nova, loja n. 4.
/
Vede-se nina escrava de bonila figors, e ino-
ra : na rua Nova n. 19, pricneiro andar.
No escriplorio de Domingos Alves Mallieos, na
roa de Apollo n. 23, ha para veuder por mdico
preoo o seguinle : muilo soperior vinlio do Porlo
em liarris, ricos e elegantes pianos, panno de linho
do Porto, bicos e rendas da Ierra, loalhas ie linho
para rosto, superior cha' nacional.
Vemle-sc hnuets bordados de ouro c li-
sos, lanto para liomein, como para meninos:
na praca da Independencia n. 38 loja de
chapeos.
\ ende-se o grande armazem altandegado do
lariiu da Assemblca n. 20 (l'orle do Mallos/, muilo
propffio para qii .1 lui-i estahelecimento, ou mesmo
para recolhef ganeroacoiBO nliiaarvindo actoalman-
l, por estar COltocado defronle do trapiche do al-
god.lo : a tralar ni ma do Trapiche u. 11, prlmeiro
andar.
Vendem-se :t calinas de carreira : na^eliiiaro
do* Afogadaa n. 1:1.
Venden) se ricas bandejas de lodos M lma-
nnos, lauto para agua como para bolos ou roiipa,
moinhos de nova invanrao para caf, e facas de lo-
das as qoalidade* : na rin do l.lupimado n 30, loja
de Manoel Rudrigues da Costa Maualhaes.
Palitos
o camisas
i ranee-
Vcndcmse patitos e -:brecasacos de linho a 3j,
ditos de a I para a 7 e 83, ditos com gola de seda a
12j, dilos de panno lino a 18 e 20;, camisas france-
zas brancas e pintadas a 24, 28 e 30 a dalia, aber-
turas de linho a 68 a duzia, collarinhos a 23 a du-
zia: na rua Nova n. 1.
Chapeos.
Vendeni-ie chapeos de palliiuha e aeda para meni-
nas de I e X annos, dilos para seuhorai a 6 e 10-3000:
ua rua Nova n. i.
Champagne.
Viudo de Champagne marcaGrand-
Mousseuv : vende-se em casa de S. P.
Adour & C, rua da Cruz n. iO.
Para a I esta.
Vendem-se sedas lisas de todas as cores, dllas de
quadrns, dilas de lislr s, grosdenaples preto e de co-
res, inossuliuas de laa. fazenda nova e de muilo gos-
lo para vestidos, clialy de seda a 610 e 800 rs. o co-
vado, organdy a 8-KI rs. a vara, cassas francezas a
610 a vara, chitas liuas a 200 rs. o covado, dilas
francezas a 300 rs.. chales de merm lisos, borda-
dos e malisados, dilos de relroz, dilos de seda, sclim
de cores a 800 rs. o covado, luvas de seda para se-
nhoras e meninai a 13600 o par, e oulras la/en.la.
que se vendem baralas, dando-se amostras com pe-
nhores : na rua Nova, loja d. i.
Nb rua da Caleia, defronle da Relar.lo, taher-
na n. 28, ha das melhores bi-has hamburguezas pa-
ra vender a relalho e em porres, e tambem se
alugam.
A.tfOOO CADA LATA.
i1" Vende-sena rua do Queimado u. 27, ptimo
cale moldo em urna fabrica do Rio de Janeiro, muilo
bem torrado e isenlo de qualquer mistura, conleudo
cada lata urna arroba de caf superior.
Cal de Lisboa.
Vende-se
Knxadasde ferro, do Porto.
Fio pnete.
Panno de lindo.
Pomada.
Sabonetes francezes linos.
Charutos de San-Felix, de diversas quali-
dades.
Ardiles.
Salmo nacional.
Na rua do Trapichen. l(i, segundo an-
dar, a tialar com Antonio de A. Comes.
*?> o x^, - por
B>>a da Praia n. (hegada no ultimo na*
voeiiiuitissiniobemacon
d icio na da : vende-se
preco mnito barato.
Vendem-se na rua do Trapiche n.
16. eteriptoro de Breader a' Brandis&C.
Frasqueiras degenebra de llollanda mui-
to sujiei ior.
Botijas de oleo linissimo para candieiros.
Lona a' iraitacSoda da Kussia.
Ptegos fundido* para barricas de assucar.
Papel para impressao
.liamp
gne.
Superior cliampagne em garrafas e
metas: trala.se com Antonio de Almeida
(ornes, na roa do Trapiche n. l(i, segun-
do andar.
FARINHA
Di Trieste.
Vende-sif *m rasa de Saunders llrolhers Cv C. na
Braca do Coi po Sanio n. II, a muilo superior e bem
conhecida familia de Trieste, da marcaprimeira
qoalidadechicada em 9 do crrente na escuna
Pfeil., em porrfies graudes e pequeas, conforme a
vontade do comprador.
Cemento.
o
o

:::
Em casa de Eduardo H. VVvatt,
rua do Trapiche-Novon. 18, da ^
para vender, edegado no ulti- ij
mo navtode Londres : tiA
pianos fortes e elegantes de la- ^
bricante afamado, comseus per- ^
tenecs segu i ntes. iJS;
ri carteiras para musica. ^
"2 iin/.ias de estantes para dita. &;.
cadeiras para piano. g?;-
Sfe5e@-^
VELAS HE CARNAUBA.
Vendem se velas de carnauba pura a 123 a arro-
ba ; na rua do l.lueiinadn n. 69, loja de ferrageus.
POTASS E CAL TIR6EH.
xNo amigo ej bemeonhecido deposito da rua da
Cadeia do llecife, escriplorio n. 12, ha para ven
der muito superior potassa da Russia, dita do Kio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedia, ludo
aprecos muilo favoraveis, coa os quaes ficarao
os compradores salisfeilos.
ViMIO DO PORTO I.ENLINO.
Vende-se uplinm vinlio do Porto em barris da
quirlo e oiiavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recife u. 13, escriplorio de Rallar 4 li-
veira.
Sao muilo lindos para po-
lillos.
Vendem-se muito bonilos botiVes para pu-
nhos pelo barato prego a 500 e 800 rs. cada
aboloadura : na rua do (Jueimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
VENDE-SE
Cia\a de patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
Vindo do Kdcno de qualidades espe-
ciaesJodannisberg e Marcobrunner.
No armazem deC. J. Astley & C
O Unfuento he ulil. nur particularmente
iw seguintei catar.
Alporras.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das rostas.
"- dos menibros.
l'-i'.'! m ilimk'.s da cu-
lis em gera
Enfermidades do anua
CruptOe escorbtica
Pistolas n<> abdomen.
Frialdade o falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Incbaces.
Inllammaco doligado
da bexiga.
XAROPK
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito deste xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Sanios, na rua Nova n. 33'
garrafas 5*500, e meias 3S000, sendo falso lod
aquello que nao Ior vendido ueste deposito,pal
quesefaz o prsenle aviso..
IMPORTANTE PARA 0 PIRL1C0.
Para curade phlysicaem todososseusdifieren
esgros, que r motivada por constiparoes, losse
aslhina, pleuriz. escarros de sangue, dr de ros
lados pello, |ia I |i i la rao no coracao, coqueluche
bronchije, dorna zarganla, e todas asmolestia
dosorgos pulmonares.
IEGHAHISHO PAR W
larga do Rosario n. 17, junio ao qoarlel.
38mb0.
Nesta typograpdia precisa-se fallar
.10 Sr. Rento A. R. Tupinamba', quemo-
rou ou teveloja no pateo do Carmo. Vende-se a colleccao do .(Diario de Pernar
Ni un larga do Rosario, esquina do boceo do buco do anuo de I8.V1 : na rua da Soledadeo. 31
Peiie-Frilo, no segundo andar do sobrado n. 9, confronte ao jardn) pernambncaoo.
rozinlia-se para fra com lodo asseio, perfeic,o e
I roioptidao e lambem se engumma : ludo por preco I TFIffni'lf CU fiDiPUnC
mais commodo do que em oulra qualquer parle. f UflU&Hofi UarAulOj
Aluga-nealoja da casa da rua da Aurora D.-54: piulados, compridos e redondos a 700 e 800
iide foi oflicina do fallecido marcineiro llenriqoea rs > na ruado Queimado loja da boa fama
quem preleuder dinja-se ao Sr. Joilo Pinto de Lema, ID 33.
Juo.or.no eu escriplorio, ou casa de aoa morada, PpfumruB AnicGim.
- na roa da Aurora. CI *UIflri8S II ll l> SI 111,1 S.
Na loja de miudezas da boa fama na rua
do Queimado 11. 33 encpntra-se sempre um
Aloga-se a anliga casa de vender plvora, na
miado de Olin.la. rom bom silio, bai>a para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : quem pretender dila
rasa dirija-se a roa do Vigaiio n. 31.
Precisa-se de um bom criado e pga-se bem
agradando o serviro e comportamento : a Iralar no
oii|io do Hospicio junio ao quartel casa do desem-
bsrgador Mendes da Cuuha.
Precita-se alugar urna boa casa com doos an-
dares, as principaes roas desla cidade, pagando-se
bem : a tratar n.i roa da Cruz do Recife n, 13, pri-
meiro andar.
Seguros contra
o fogo.
i' o Hipa 11 li i a y or hern.
CAPITAL, C 1,2lj<>,00<>Estabelecida
em 1836.
Para ellectuar seguros sobre propie-
dades, mcrcadorias, inobilta e gneros de
piasi toda a qualidade. Premio de |8
ate yl 0|0 ao auno.Agentes, C. J.
Astlev i C
(Consultorio
iiiecpatliicod i Dr. Mel-
lo Moraes. do Hqde Ja-
neiro.
rico sortimento de perfumarlas de todas as
qualidades. inglesas o francezas, sendo dos
melhores autores quo da em Paris e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa,
salan para barba de creme de amendoas,
agua de lavande muito superior, vinagr
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
to fina em ricos vasos, estrados de muitas
qualidades, extractos proprios para bolso da
estudante, essencias.de varias qualidades,
opiato o melhor que ha para limpar dentes,
ps para limpar os denles, e oulras muitas
cousas que nao deixaraode paragar aos se-
nhores compradores, e que ludo se vendo
por precinho muito barato.
Vendem-se sellins com pertences,
patente inglez e da melhor rjualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson Howie
4 0., rua do Trapiche n. 42.
J POR 50:000 RES.
Vende-se urna rica toalha de labirintho
pnrpria para baptisado na loja da boa lama
n. 83.
ho-
loja (11 boa
fama
Vende muito barato :
noce.
Na rua do Oueimado, loja 11. -2 e na rua Bella ca-
sa n. 10, veude-se o mais bem feilo doce secco de
cajiV e de calda de lodasas qualidades, as libras eem
hcelas bem enlejiadas, ou em barrilinbos ou latas
proprio para prsenles.
Ese-ovas ie todas asquali
dades
Vcndem-se ricas cscovas inglezts para
roupa, o inelhor que pode haver e de nova
invoiiciio a 3-, ditas francezas muito bnas
a 13. 1S500 c SfOOO, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas a 12200 e 20, ditas para den-
les inglezase franaezas a 400, 500 600 rs.,
ditas para utilias dita dila a 240, 500 e 1-, e
ounas qualidades mais baratas, que tudo se
vonde na rua .lo Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
Feijo 1
Vende-se na roa da Cruz u. 34, feijao inulalinho
por preco commodo.
nuatindo
AVISOS
Em barricas e a relallio : no armazem de male-
riaes da ru da Cadeia de Sanio Antonio, por pre^o
commodo.
Em casa de Eduardo 11. Wyatt, rua
do Trapiche-Novo n. 18, ha para vender :
A verdadeira graxa inglesa n. 97, dos
fabricantes Day & Martin.
Tintas em oleo.
Cabos da Kussia.
Vinho Cberry superior em barris.
Agurdenle de Franca dito.
Fi uctaseconservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Livros para copiar ditas.
Ditas de lembranca.
Ditas em branco sortidos.
Papel para copia,!' caitas.'
Relogios de ourot&bertos e descobertos.
Iotas.
Sellins com pertences patente ingle/..
AO MADAM1SMO DE BOM GOSTO.
Vendem-se sodas escocezas de quadros, com qua-
lro palmos de largura, fazenda muilo superiur a
I9HOO o covado : ua rua da Cadeia do Recife loja
de Manoel Kerreira de Sa, esquina qoe volla para a
Madre de Dos.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I3$000o bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparceam em o seu escriplorio, na
ruado Viga rio n. 51, para veras amos-
tras.
Vendem-se pellesde cabra de loda qualidade,
por preco commodo rua da Cruz n. 34, primeiro
andar.
Plvora.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Hs fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz,1 contina ha-
ver um completo sorlimenlo de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
arham-se a venda, por epreco commodo com
proraptidao: embarcam-s oucarregaa-sa emear-
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de llenr. Bruno & Companhia, ua
rua da Cruz 11. 10, vende-se cognac em caiiinhasde
duzia.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinda de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
le (medida vida) por preco commodo :
no armazem de NovaesAC., na rua da
Madre de Dei n- 1-
Na ruado Trapiche n. 11, escriploriode Ma-
noel .Vives Guerra, vende-se por commodo prego e
aegoinU:soperior viuho do Porlo em barris do
oilavn,chapeos de fellro, esabaoamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & C., prar;.a
do Corpo Samon. 11,ha para vander o seguinta a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia.
E um completo sorlimenlo de fzendas proprio
para este mercado tudo por preco commodo.
Cal de Lisboa e polassa.
Na rua do Trapiche arma/.ens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ni daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesit-a.stabelecimentrconl n ahavsr IB com-
pleto sortimento de moendas a, weias moendas
para engenho, machinas de vapor e taixas da
ferro balidoe coado de lodos os tamanhospara
dito.
C\L E POTVSSV
Vende.se polassa da Rossia c americana, checa.la
Desledlas* de superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. 1 A, e 2B.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porlo de superior qoalidade da ben.
conhecida marca CW ero pipas, barris e calas de IKJ--,.__, it
orna eduasdu/ias de garrafas. ____ r^Ml#^l?S^>-^Pel,,0- :r
Al nita iilcncao
^a rua do Crespo, loja da esquina, que volla pa-
ra a rua da Cadeia, veudem-se cobertores de laa-
hespanhes.lengosde cambraia de lislrasa 400, .VIO,
c 600 rs. cada om, corles de casemira de cor a -\
eS000., ditos preta a 49500 e 80O0 rs., ditos
de brim escuro e amarello para calca a 194-10, pan-
no de linho do Porto, toalhas de mesa e rosto, guar-
danapos de todas as qualidades, atoalhadn adamas-
cado com selle palmos de largara a l-iii.i a vara,
corles de cassa ch la a t -iimi rs., e nutras nimias f-
zendas por preco's commodoi.
lnllammaQ3o da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhus.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas,
linda, em qualquer
parte que seja
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articula^Ors.
'laa torcidas ou no-
gadas as pernas.
NAFL'NDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRODAVID \V. BOW'MAN. rvA
RUA DO BRUM,PASSANDO O uBA-
FARIZ,
lia sempre um grandesoriimenlo dossesuinles ob
jectos de mechanismos proprios paraeni,enhos,a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
con-.truor.iii ; laivas de ferro fundido e lialido.de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; roda
dentadas para agua on animaes, de todas as propor-
oes; crivose boceas de fornalbae registros de bo-
eiro, aguilhoes,bronzes,parafuaos ecavilhes,moi-
nhos de mandioca,ele. etc
NA MESMA FUNDICAO.
leexecnlamlodasaseucommendas com a soperio-
ridadejconhecida ecom a devidapreslezaecom-
modidadeem preco.
>m
i A tteneo!
i]' Na rua do Trapiche n. tt, ha
O superior rape Prince/.a do Brasil, @
& edegado recentemente do Rio de fi
@ Janeiro, em qualidade poucodif- -%
@ fere do de Lisboa, ao passo que fi
fi custa apenas Ls400 a libra ; a elle fi
< antes pie acabe, pois a remessa %
fi de pequea. f
Em casa de R'abe Schmettau c\; C,
rua da Cadeia n. 37, vende-se:
C,
Vende-se a loja de miudezas da rua da
Cadeia doReeic n. ti ,que foi de Manoel
Joaquim de Oliveira, com poucos fundos :
a tratar na mesma. rua n. 7. para vero
b.ilanro.
Vendtxe na rua da Cadeia do Recife n.
7, loja de Antonio Lopes Pereira de Mel-
lo & C, as bem condecidas velas de car-
nauba do Aracatx, pelo barato prero de
l.sOOOcada tuna arroba.
h .-.'.
ro- ^
I uico deposito cm Pernambuco, roa do (.lueima-
.1 11. -.T, asente se acha om complelo sorlioionln de
medicamentos, lano ein untura como
Libras de lindas n. 1*0 c 120 de boa qua-
lidade a 23, dilas de lindas de cores a la20o,
peas de lita lavrada larga de seda a 2-5500,
duzia de pentes abortos para segurar cabel-
m slobulos, |0 a y-joo, grozas de botos de louca pinLa-
ss. raififfajrsa&w j-0 a Sl,raBC,b rruas para hSmom
,...> mi inri 11 a home..|.aii,ia. a lb0. suspcns9nos paia homem e menino a
40 rs., carteiras para algibeira a 600 rs., pe-
fllkm'oSart.1 a.... I ,, d" liu de lido a 40 rs., grozas de bo-
*n>SiOioi 1??1 as ,,'"!sDnos )i,racai,;as a -mrs-Rrozasde
botoes de madreperoia a 000 rs., braceletes
encarnados para senhora 200, caixas com
lindas de marcar a 280 rs., pecas de bico es-
trello com 10 varas a S80 rs., duzias do te-
souras |iara costuras a I/, ditas majares mui-
lo boas a 1*200, "utras muitissimas cousas
que se-venderr muito barato na ruado Quei-
mado ua bem condecida loja da boa fama
|n. 33.
phvsiologi;.
paixoes
8 Fe n de-se mu
fi nomerro bem regula- m
f| do : a rua do Brum
11. 18, primeiro andar. S
Vendem-se velas de carnauba composlaeli-
qui.U, as melhorrs que lem apparecido, esleirs de
palha dobrada, pelles de cabra, curtidas, meios de
sola, ludo em grandes ou pequeas porrci : na roa
do Vigario o. 5.
p ^1* ev.. *t. -.' -.. -i* ... -.. *. ...... yp^
m A LOJA PERNAMBUCANA
lV RUA DO CRESPO N. II,
K-l i imnorlinle producto lilleraria do Sr. Ilr.
Mcll.i Muraos do Rio le Janeiro, bom como a coro-
.raphia do .n.|.erio do Rrasil, e o K.lurador da mo-
ridade brasileira, roordcnnlos por o mesmo autor:
arha-se 1 venda na rua da (.lueimado o. 27.
-'/''
;
i'"1
fi
cas de pauno v^
de ['pqoiin preto e de eo ;'
de obras feilas, como sotirec.as
c alpaca, eollel
*.,.' res, sobretodo de panno lino muito encor-
io pado e camisas liuas, lano branca cn'iin de
^*' ..*..= ...a..
Claudio Dubeux vende plvora, a l.S
cada barril de 2"i libras.
Vendem-se
prancdnes de pinho da Suecia com IS ale
2 palmos e ~> polegadas de grossura, des-
carregando agora para o armazem de C.
J. Astley & ('.., n Forte do Maltos: ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por prero muito commodo.
E
Na loja de 4 pnrla, na roa do Queimado n. 10,
ha para vender novo torlimeulo de fzendas muilo
em conla, como -cjaro :
Chitas largas de cores, o covado 1 mi
Dilas estrellas, o covado 100 rs., 120 e 100
Corles i* vestido de dula larga 1-3000 e 2cOOO
Dilos de cassas de barra 2;0(Xl
Per;as de chitas de cores .",-01111
Ditas de ditas linas 000
Madapolao entrefino SgOOO e :l>oo
Dilo largo DIMMI
AlgodAo azul de lislra e'mesclado, o covado llil)
Dilo americano, peca 38000
Chale- de chita INI
Lencos de nanja encarnados 20O
Chales de merino de barra e franjas If.VOO
Pellos de linho lisos e bordados para cainita ion
:-:-
eres, tudo promelle vender haralo.
"v Recebeu iainhem ricas seda para VMli- V.
'.'." 'lo'i r'r"'i corles de vestidos de velludo com fi
xv, lre orden, de volantes, lano de cor como <&
>' prelna. ricos chapeas |.ara senhora e meninos \t"
a .'KfXMKI: da-se amostras de ludo. .j
fififififififi fi m99mmmm
avakia:
Mar me I la i la.
Rua do Queimado n. 35.
Calas com fruclasem conserva novamecle (llega-
das de Lisboa a 800 rs., e com marmelada lina a 040
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem moilo baralas: no ar-
mazem de Antonio Aunes Jacome Pires defronle da
porta da alfaudega.
A (60 reis o covado.
Riscado escoro de quadrinhos. |proprio para ca-
misas e vestidos de prelas, vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina, que volla para a rua da Ca-
deia.
VINAGRF EM BARRIS.
Superior a marca PRR e I-alo.m & Socios, adia-
se a'venda no armazem do \ alema, rua de Apol-
lo n. 1:1.
PARA ACABAR.
Na rua Nova, loja (raneen n. 8, confron-
te a Canil"! i do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve loque de mofo, pelo
baral'ssimo praco de 10J cada um.
Kelogioe de patente
ngle/.esdcouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugustoC.de Abreu.narua da Cadeia
do Recife, armazem n. 50.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arma/.emd Novaes & C, rua da Madic
de Deosn. 12, por preco commodo.
Vende-se superior linda de algodao branca*
de cores, em novello, para coslora : em cas* de
Snulhall Mellor & Cmnpanlii, rua do Torres n. :!H-
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernambucana,
RUA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabSo e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do Brum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra abi nicamente dar extrac;ao aos seus
productos, proporcionando assim a maios
commodidade aos consumidores. As velas
' manufacturadas nesta fabrica, oflerecem as
I vanta^ens seguinles: sao feilas com acar-
! nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao es borra ni, e
nSo fazem murrio e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composiQo, e que se vendem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 ede 10em libra, ven-
dendo-seem caixas que contem 192, 224 ou
3a<) velas cada urna pelo prego de 15/.
O sabo he branco, as materias primas
de que be fabricado sao simples e inofensi-
vas, o chairo que deixa na roupa beagr
vcl; rivalisa com o melhor sab3o hespandol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerJo
por experiencia a veracidade doquesesn-
nuni'ia
Conservas alimenticias.
Tinta para typograpdia.
Tudo por preco commodo.
Em casa de Rabe Schmettau &
rua da Cadeia n. 37, vende-se:
Elegantes pianos do adunado fabrican-
te Traumann de Ilamburgo.
Vindo do Porto, superior chamico.
Em caitas de 2 duziai e em barris da nilavo, re-
ceiilemenlechegadopelo|brgue Trocador; vnde-
le nicamente no armazem de Barroca A Castro, na
rua da Cadeia do Recife n. 4.
Algodaoznho
para saceos de assucar
sa de N. O. Bieber &
n.4.
Vende-se este ungento noesbeTec me-
to geral de Londre :n. 244? Strmd\ e
loja de todos os boticarios, dSuuS'.Vo"
tras pessoas .enc.rreg.das' dla venda em
toda a America do Sul, Havana eHeapihe
Vende-se .SOOrs. cada bocetinh. contem
urna instruccao em portuguez para explicar
o modo de faier uso deste. ungento.
O deposito geral be em casa doSr, Soum.
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22. en
Pernambuco.
Ricas fitas finas e uioders
as dos melhores gustos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa Tama na roa do
Qneimado n. 33e por precos que nao dcixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colher.
Para quem estiver de luto-
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33
yoltas pretas linas e ordinarias, ricos adule-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas. tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
preco que nSo deixara de agradar aos se-
nbores compradores.
Pentes de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricos pentes de tartaruga a 5 e
79, diiosdito de alizar bons a 48, ditos de
dito de marrafa a 15400, ditos de dito de tra-
vessa a 48, ditos de unicorne para alisar a
18, ditos de bfalo muito finos a 600 e 80t
rs., ditos de balis psra alisar a 300 e 400
rs., ditos abertos imitando tartsrnga para
prender cabellos muito bonitos e bem tras
balhados a 18280 e 18500, ditos de baleia a-
bertos a 240, 320 e 400 rs., ditos de bufal-
para piolhos a 500 rs., na rua do Queimado
na bem conhecida loja de miudezas da Loa
fama n. 33.
Meias de todas as qual=
dades.
Vendem-se muito boss meias de seda pre
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/500,ditas de laia para padres a 1980o,
ditas de fio de Escocia pintadas para homarn
pelo baratissimo prcc.0 de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para humem a 200, 2*0 e
280 rs., ditas pintadas c brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
meninas a 240 rs ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 40.0 rs., ditas pretas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que te vendem barato na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Oeulos e lunetas de todas
as qutilidades.
Vendem-se superiores oculos com armaron
de tartaruga de todas as graduacos a 38000,
dilos muito bons com armacoes dooradas a
18200, ditos ditos com armacoes prateida,
JjSditos ditos com arm^caojlfl-aec a BOOfl
j~nu**os <*>" arit^oilclartarucaa 18.
ditas redondas equadradas de baleia a 501
S;-fi!inS 1US Vdros armC3o de baleia
a 19600, e outros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja Da boa fama na rua
do Queimado n. 33.
! vende-se em ca-
C-, rua da Cruz
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandta, de ouro,
palenle inslez, para homem senhora, de um dos
melhore tabrieanles de Liverpool, viadas pelo ulli-
mu paquete inglez : em casa de Soulhall Mellur \
Companhia, rua do Torres n. 38.
N. O. Bieber A C, rua da Cruz n. i,
vendem :
Lonas da Bussia.
dem inglezas.
Brinzao.
Biins da Russia.
Vindo de Madeira.
Algodao para saceos de assucar.
SAO' MUITO LINDOS.
Pdcos corles de vestidos de fazenda muito
lina, toda de seda e de um gosto muito apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da
Europa, muito proprios para as senhoras de
bom goslo, assim como chitas francezas
muito linas matizadas com lindas cores
dSo-se amostras na rua do Queimado n. 22
na loja da boa l defronte da da boa fama.
PARA QUEM TE.VI BOM COSTO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa f,
ha um completo sorlimenlo de grosdenapo-
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
queseacabem, que a festa esta com nosco,
assim como cha) eos do Chile muito linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
Vlo.nhosde vento
com bombas de repuio para regar doria se ha
na de capim : na lundicaode I). W. BowmaD
na rua do Ri um ns. ti, K e 10.
I AII.VAI BA.
V eo.le-ie cera do carnauba da boa qualidade ;
ua roa da Cadeia do Kecile, loja n. .VI defronle da I sim como polassa da Ranj
rua da .Madiedo heos. do Corpo Sanio u. 11,
UNGENTO HOLLOWAY.
Uilb.res de individuos de todas as tiacoes
podem tesiemunhar as virtudes deste reme-
dio mcomparavel, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo usoquedelle lizeram. tem seu
corpo e membros inteiramente sflos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravillosas pela leilura
dos peridicos que lh'as reiatam todos os
das ha mullos annos ; e a maior parle del
as sao Uo sorprendentes que admiram o<,
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobrara com este soberano remedio o uso
de seus bracos c pe uas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onda
sim- deviamsofficraamputacao! Dolas ha mui-
f! r.'T las> 1ue havendo deixado esses asylos de pa-
deciuicnto, para se nao submellerem a essa
operario dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das lacs pessoas, na efusao
de seu reronlieciiiienlo, declararam estes re-
sollados benficos diante do lord crrese-
A3$500
Veude-se ral de I.sima ltimamente citgada,
verdadeira : na
500^000
(\v
grra tifie cao.
dor, e outros magistrados, alim de mais a-1* afllrniar^e Bailo eatado falla, o tan pea
lenlicarem sua alfiniiativa. p "'Aa' """'" ,lem M4o. Esle, escravo he dos Sr.
Ninguem desesperara do estado de sua ""05 A KaT"' do Ril"le-,,,ne'ro.etern-se descon-
I sande s? tivesse bastante conlianca para en- ttEESiXSSttX '"m de
Til fS r^'' constantenien.e, seginn- 0Onp, em casa tS^JStSS^T^
a-1 ao alguin lempo o tratamento que necessi- da l'r.ia n. Ili.
piaj itasse a natureza do mal, cujo resultado seria i
'provar incontestavelmente : Que tudo cura M
PERN.: TYP DE II. F. UB PAKU 1856
MUTILA

r
*



i
J
He muilo barato.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
bode marlim de boaqualidade a 10*. ditas
ditos de cabo de baianco muito finas a 6#
ditas ditos cabo rolico e oitavado a 38, du-
zias de colheres de metal principe a 3 c 6j:
ditas de metal mais ordinario a 800 e<94O0,
e outras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
-Jenden-sa dous pianos fortes da Jacaranda
construccao vertical acora todos o melhonmento
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
\ IQDES F1MS.
vendem-se leques muito tinos com rica:
pinturas, espeJho e plumas a 2/, 38500 e 4/
na rua do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
gggjN frisos.
Im^OOO de
gratificacao.
Nao foi ainda capturado um escravo do
serlio, que vindo a esta cidade, ausen-
tou-se no dia l de outubro prximo
passado, o qual pertence ao Sr. Ignacio
-Machado da Costa, morador em Espi-
ndaras, provincia da Parahiba, de nome
Paulo, crioulo, de 25 annos de idade, es-
tatura regular, rosto redondo, principi-
ando a barbar, vista espantada e com in-
dicios dea trocar, o que se torna visivel
quandoesta' parado, tem urna marca d
cicatriz em urna das pernas ; foi vestido
de ceroula comprida, camisa de algodao
da trra, jaqueta e chapeo de couro, sus-
peita-se que fosse seduzido e esteja acoi-
tado em alguma casa, contra o que se
protesta: roga-se a todas as autoridades,
capitaes de campo e pessoas do povo,
queiram apprehende-lo e conduzi-lo a *eu
senhor, no sertao cima mencionado, ou
a' rua do Crespo n. 16, a Joe Azevedo
de Andrade, que Ihe dar' a gratificaran
cima mencionada.
Fugio honlem as 7 horas,um escravo Man*-
lo de nome Tbomaz, alio, reforcado dc'ePtpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas mareas
de cicratizcs as cauellas, falla com muila raanci-
do, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de crelo branco, nos ombros e pu-
nhos, aberta na frente em forma de palit : esle es-
cravo he na'ural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Ojalho, que o houve por heranca de seu so-
gro JosaJoaquim de Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario de
Albandra Vasconcellos Jnior,morador no engerido
Tapu freguezia do Pilar desla provincia
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimares, que ser generosa-
mente gratificado.
A quem appreheoder oo der noticia cerlas do --
eravo luuido em 2:1 de tevereiro, de nome Manoel.
crioulo, da Baha, ollicial de caldeireiro, he alio
bem parecido, corpo Do e com hombros largos, roa
lo redondo, olhos peqaeooa, retinto, com falla de
um denle na frenle d% pane de eima, eom alsuma-
espinhas no roslo, bei.-ns finos, aera barba, lera de
a a 21 anuos de idade, falla muilo bem e iii.irio.



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