Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07669


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Full Text
ANNO XXXII H. oOr

SEXTA FEIRA M DE DEZEMBRO DE 1856.

Por 5 mezes adianlados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4500.
Por anno adiantado 15^000. '*
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
ENCARRUJADOS DA SIBSCRIPCA'O NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervazio V. da Nativdade ; Natal, o 6r. Joa
qnim I. Pereira Jnior; Aracaty, o Sr. A. de Leraos Braga
Ceari, o Sr. i- Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Jiet Rodrigue ; fiauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pestoa
earente fira', oSr. juaiiniano J. Kamos; AmazoDas, o Sr. Je-
roa)o di Caita.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinila : lodas os ln fia,
IgwfaM, lioianna e 1'araliiha : Da* .i-uun J ,- a leal i. fer ..
s. Am.u, Boaam*, Hunin. Caraar, Alliaka n Garaahaaj : n. teroa-feln
s. Loareaco, PAo-at'law, Na/arpth, Llmam, trajo, Pesaeeira, /n^a-
icipa, Floral, Tilla-Relia, lioa-VJ la, Oiirirurr d Bll : nJ9 iimrlas-fi'ira
Cabo, Ipojuca, Srrinliaem, llio-Fornosii, ljn, Barrefroa, Agua-Hrcl
Pimenl'-irag < Natal : quinlas-reiras.
(Todo, ot correiua parlen a, 10 ttaraa da aaanhla.
AUDIENCIAS DOS TRIRCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco ; tercat-feiras e sabba.Jos.
Fazenda : quarlas e sabbados a> 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos: segundas e quintas as 10 horas.
rimeira vara do civel .- segundas e senas ao mrio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
ha.
EPMEMERIDES DO HEZ DE DI ZKMlfltO.
o Quarto crescenle a 1 hora 7 miuutos c 8 segundos da man
II La cheia as 5 horas 44 minutos e 48 segundos da urde.
19 (Juarto minguaate as 4 horas 28 minutos e 48 segundos da m.
27 La nova as 6 horaa 26 minutos e 48 segundos da mantisa.
, ,. l'KKAMAR DE IIOJE.
Fnmeira as.f horas caz minutos da tarde.
Segunda as -horas a 8 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA'
2 Segunda. S. Honorato m.. S. Floro m.. S. Flaviano.
-3 Terca. S. Servulo advogado contra a paralvsia., S. Midonio M.
24 Ou.rt. Vigilia, Jejum.. S. Delphino b., S.'Farvila m.
25 Quinta, tjf Nasc. de N. Senhor Jess Christo., S. Eugenia m.
w a!& a.0"" ltSlt di* sanl0 foi uPP"n>'oo.) 9. Estevao.
27 sabb. f oit. (eate da sanio foi supprimido). S. Joao apostlo.
28 Dom. ,vSs. Ionocgoa)ente ram., S.Castor e Censan mm.
P41TI QiVCIaU
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exavalenl. da la 20 da deambro.
UlBcio Ao Exm. presidenta do Rio Grande
do Norte. Logo que recebi o ollicio do 1 .* do
crrante, emque V. Etc. rae requisitava dous m-
dicos para se occuparemdo iratamento docholera-
morbus, que reappareceu ltimamente em alguns
lugares dessa provincia, iratei de satisfazer a re-
cooimendacaode V. Exc, e entendendo-me com o
etrurgiao alfares, Dr. Jos Augusto de Souza Pi-
Unga, e Dr. Jos Joaquim de Souza, cirurgio do
corpo de polica, arabos experimentados em com-
inissoes dessa ordam, designei-os para irem prestar
os seus servidos mdicos nessa provincia, mediante
as seguintes condicoes :
1.a Ellas tero direito s passagens de ida e vol-
u por coma do govcrno. ___^
. --4-* Dfjiojlia^ui^^
cia at o dia am que V. Exc. Ibes der por (inda a
sua commisso, ambos percebero urna srratilicac.au
diaria de 309000 rs., quersejamempregados den-
tro, quer lora da capital
3.* Porconta desles vencimentos ser logo abo-
nada a cada um dalles a quaniia de 4009000
ris.
4. Scrao ohrigados a cumprir promptamenle
nos limites de suas faculdades, todas as ordens que
Ibes forera dadas por V. Exc, relativamente ao
desempenho das comaiissoes medicas de que forem
encarregados.
Doctas condicoes acham-se j realisadas as que
de miro dependan), a neste vapor seguem os dous
facultativos, levando ambulancias e outros objectos
deque julgaram conveniente prover-se para o tra-
taroento do cholera, embora V. Exc. os nao hou-
vesse pedido.
S no dia 8 he que me veio s mos o ofiicio de
V. Exc, e nao pudendo eu contar com outra mon-
cao mais favoravel, resolv esperar pelo vapor do
sal, que infelizmente ebegou um pouco mais tarde
do que se suppunha.
Bogo, pois, a V. Exc, a bondado de relevar es-
sa pequea demora, que em verdade, muito con-
trariou os meus baos rJesejos de satisfazer toro maior
presteza urna requisicao lo urgente. OlHciou-se
ao agente da companhiados paquetes a vapor, para
lazar transportar para aquella provincia, as ambu-
lancias que forem apresentadas pelos menciona-
dos Drs.
DiloAo Exm. commandante das armas, re-
commendando a expedicao das convenientes ordens,
para que sejam mudadas por oulras, as preces de
que se compoem actualmente os destacamentos da
cidade da Goianna e do distrieto de Goianninha,
rompletando-seos mesmos destacamenlos cora o nu-
mero de soldados sulucienles, para supprir a falta
dos que all falleceiam da epidemia do cholera.
CoDUDunicou-u an rhafrt e polica.
Dito-JVo mesmo, declarando que va! so" ^ras-
tailldo i reparlico da guerra, aliin de-ser defini-
tivamente julgado pele conselho supremo militar de
Justina, oprocesso verbal do soldado Jos Bazilio de
Frailas.
Dito Ao mesmo, remetiendo, acompanhados
de copias do aviso da repartirlo da guerra de C do
correnta, os processos verbaes dos soldados Joo do
Amaral, Hanoel Joaquim, Jos Luiz dos Anios,
Jannario Jos Junqueira, Jos Vicenta e Zeferino
Ooocalves da Encarnacao, alim deque mande exe-
cutar as sentencas proferidas pelo conselho supre-
mo militar de juslica.
DitoAo Exm. conselbciro presidente da rela-
cao, communicando que por decreto de 10 do cor-
rente, segundo constou do aviso da repartirlo da
juslica da mesma dala, foram nomeadot osjuizes
de direito Agoslinho Moreira Guerra e Joaquim
Manoel Vieira de Mello, para desembargados da
mesma rel(ao. Fizeram-se as outras communi-
cafoes.
Dito Ao mesmo, declarando, qua segundo
constou de parlicipacao da secretaria do ministerio
da juslica, por decreto de 29 de novembro uliimo,
foram aposentados com melade dos respectivos or-
denarlos, os desumbargadores Bernardo Rabello da
Silva Pareira e Severo Amorimdo Vall, e bem
assim removido o desembargador Haninianno da
Rocha Bastos da ralacao desta provincia, para a
do Maranliuo, e daquclla para essa, o dosembarga-
dor Custodio Manoel da Silva Guimares Expe-
diram-se as outras communicacoes.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazemla,
communicando, afim de que o faca constar ao ad-
ministrador da recebedoria de rendas internas.
que com aviso do ministerio da fazenda da 7 do
crrante, foi remellido o titulo do nomeaco de
Hermenegildo Coelho da Silva, para pralicanle da
mesma recebedoria.
DitoXo mesmo, approvando a nomeaco que
fez o inspector da alfandega, de Bento Bandeira de
Mello, para, mediante a quanlia de 509000 rs.
mensaes, se encarregar da adminislraQo das obras
que esio sendo executadas na mesma alfan-
dega.
UM CASAMENTO EM PROYOCIA
pon Madama Leonie d'Ahet.
CAPITULO III.
Asnizilas.
fta du WKuinle o lempo tornou-ee masnilico ; o
mistral vencido por una pequea chova benfica
dedvaoecera-sa llorante a noile em ler agitado toui
furtemente a ne?a .lorirera das arvores. Um sol
queme fazia abrir- qoaes encliiam o ar de perrumes. Todos os jardinei-
roa davam-se pressa em l\r>r das laranjeiras o man-
to- de colaso, com que sao envollas em l'rovenca du-
rante a e mavera celabrava sua victoria decisiva sobre o in-
veroo.
A familia de Vedelle eslava reunida para o alruo-
ro ; cerno na vespera todos rallavaro pooco ; o cun-
de pereorna os jornaes de l'aris ; Jort-e, colloeado
diante da janlla, coima de bom appatita dei.audo
ao mesnio lempo vagar seu olliar sobre o tapete do
lardim. Madama de Velella trorava de quandoeni
qoando al-um.i- palavras com Jacqurs assenlado a
aeo lado.e tomava sua opinido sobre lodos os arrimos
interioras que projectava faier no caslello. No ,,,0
dessa da. loi?o intimo elevnu-se urna discostsao f0i
<|ti.ni l tralou-se de deci lir s as cobTluras do< no-
vis do saUo para o e-lio (eriam feitas de chita da
l'ersia M de fuslao. Jacques pretera a chita da Per-
aia ; madama de Vedelle defenda o rusia,, cumo
mullier euj mocida le dalava da restaurarlo.
O cooda (ti. cessar a discnssAo declaraodo-sc pelo
fn-l.M.
Pois bem, Jacques. tina a eoadaM depois de
ver inuinphar >na npinia>. mandare! razar de cinta
la Pertia as wbaiMH dos niovei> de loa c-
mara.
Oh! au val a pena, ininha mu.
EnlAo quares aaaMlaf-la sobre vellodu de Ulre-
cht dorante lodo o verSo e em l'rovenca !
Nao f.n issoo queeu qnlz di/er, eu estimaria a
chita da Peala, e tivasse de aproveila-la ; mas como
lenho de paar poneos dia nqni, he Irabalho ino-
til.
Qae dizes ? axclamnu a condessa empallida-
raudo, qaeres partir 'f...
DitoAo chefe de polica, dizendo que ficam ex-
pedidas as convenientes ordens, para serem trans-
portados para a Parahiba, no vapor que segu pa-
ra o noria, nao s o criminoso de mora Zeferino
Rodrigues de Souza, mas tambem as duas pracas
que o ten de escollar.Deram-se as ordens de
que se trata.
Dilc Ao secretario do Instituto Histrico e
Geograpbco Brasileiro. Accuso recebido o ofii-
cio que V. S. me fez a honra de dirigir em noma
do Instituto Histrico e Geographico Brasileiro, pe-
dindo-me que eu encarregue passoas habilitadas
desta provincia, a tarefa de colligir todas as tra-
dieces a documentos relativos historia do Bra-
sil, existentes nos archivos pblicos ou em poder
de particulares.
Denlre as passoas que nesta provincia me pare
cem habilitadas para desempenhar esla misso, es-
colbi as que vo indicadas na relaco junta : oque
V. S. ter a hondada de fazer constar ao mesmo
Ii^iluto,~assg^fiado-iTi promplo auxilia-lo efficazmente em seu nobre
empenlio, com lodos os meios que de mim depen-
derem.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, ra-
commendando que mande fornecer o que Ihe for
requisitado por parte do commandante da estacao
naval, para desinfectar o brigue barca liamaraca,
e os demais navios da mesma estacao.Commu-
nicou se ao referido commandante.
Dito Ao capilo do pono, remetiendo por
copia o aviso de 5 do correte, no qual o Exm.
Sr. ministro da marinha exige, que aquella napi-
tania informa, se nao he preciso o lugar de admi-
nistrador do pharol da barra, e desde quando se
acha vago o referido lugar.
Dito Ao inspector da tliesottraria provincial,
para mandar abonar ao delegado do circulo lutera-
no do Curato da Sem Olinda.Dr. Francisco Joa-
quim das Chagas, a quanlia de 1149)600 rs., em
que importara os objectos constantes da relaco que
remelte por Copia, os quaes foram requisilados le-
la professora publica do mesmo curato, para o ser-
vico da respectiva aula. Communicou-se ao di-
rector geral da instrueco publica.
Dilo Ao presidente do conselho administrati-
vo do patrimonio dos orpbaos, para remetier al o
ultimo de Janeiro prximo vindouro, o relalorio e
balancos d'aquelle patrimonio indicando, as medi-
das qu convem tomar, que em relaco ao mesmo
patrimonio, quer em beneficio dos orphos da am-
bos os collegios.
Dito Ao juiz de direito interino d comarca
do Bonito, dizendo ficar inteirado da distribuido
que tivera a quanlia da 5009,que a presidencia re-
metiera para ser applicada era soccorro as pessoas
desvalidas da mesma comarca.
Dito Ao direetor geral da inslrucco publica,
concedendo a aulorisacao qua pedio para ser ala-
gada em Aguas Bellas urna casa onde funeciona c
a escola de primeiras leltr.is d'.iinelh povnnen. ,|e.
vendo Snrr;. -fixgtr o mximo do aitigufnl. }
Dito A o director da colonia militar dePi-
menieiras. Accuso recebido o seu officio de 9
do correnle.cobrndo outro que Iba foi dirigido [
director geral das trras publicas, e ao qual Vmc
duvida dar solugo antes de receber ordam ini-
nha.
Em resposia lenho a declarar-lbe, que pode sa-
tisfazer a requisiQo do referido director, remellen-
do o mappa que elle pede comprebendendo o pes-
soal dessa colonia, os vencimentos quo este perce-
be o as despezas que ser preciso fazer annualmen-
le com o material da mesma colonia.
Dilo A adminislraco dos esubelecmentos de
caridade.para remellar at o ultimo de Janeiro pr-
ximo vindouroo relate*io_e balancos relativos aos
estabelecimeotos de caridaTe a_cargo daquell ad-
minislraco, indicando as medidas que convenha
adoptar, ou sejo ellas relativas receila, des
za, e arrecadacSo das rendas, tendentes a dar aos
mesmos eslabelecimanlos todo o incremento que fo
possivel, melhorando a condiccao das pessoas pro-
tegidas pala caridade publica.
Portara Demittindo, de confrmidade com
a proposia do chefe do polica, o subdelegado
do distrieto de Timbauba e Mocos Joo Ferreira da
Silva a bem assim 6 primeiro e segundo supplenles
do mesmosubdelegado.Laudilino Rodrigues Macha-
do e Jeronymo|Goncalvcs da Silva.e nomeando para
os referidos cargos aos cidado abaixo designa-
dos.
Para subdelegado de Timbauba e Mocos
O major Claudino Cezar Freir.
Para supplenles do mesmo.
I* Tenle coronel Joo Chacn Cavalcanii de Al-
buquerque.
2- Capilo Custodio de Oliveira Cavalcanli.
Communicou se ao referido chefe.
Dita Mandando admitir ao servico do exer-
cilo como voluntario por espaco de seis annos o pai-
sano Manoel Antonio da Cunba AlbuquerqueFi-
zerara se as necessarias communicacoes.
Dita Concedendo ao amanuense addido da
secretaria do govarno Braziliano Magalhes de Cas-
tro vinte das de licenca com a respectiva gratifica-
cao para tratar do sua saudeCommunicou-se a
tli850Uraria provincial-
Dita Concedendo 3 mezes de licenca com
veocimentos.ao particular sargento ajudante do i;
baialhao de infamara Julio Cezar da Fonceca para
tratar de sua saude na provincia do CearParti-
cipou-se ao commandante das armas.
_ Dita Nomeando ao Dr. em medicina (.'.aciano
Xavier I'ereira de Brlo para exercer interinamente
o lugar de cirurgio do corpo de polica em quanlo
esliver em commisso fora do mesmo corpo 0 Dr.
Jos Joaquim He SouzaFizeram-se as necessarias
communicacoes.
Dita Ao agente da companhia das barcas de
vapor recommendando que mande dar passagem
para o Rio Grande do Norle.por conta do governo
no vapor a Imperatriz ao soldado da companhia
Oxa de cacadores daquell provincia Joo Vicente
Ferreira da Silva. Tambem mandou-sedar trans-
porte para o Cear,em um dos lugares vagos para
passagoiros deeslado.a Pedro Jos de Amorim.
Illm. e Exm. Sr. Tenho a honra de remellar
a V. E\c. as inclusas denimi-',;!'>.'- dos saldos exis-
tentes lias dillerent-s caias a carj^ do llieiuureiro
dasla Ihesouraria, nn dia SO do correte.
Dos uuarde a V. xc. Thesouraria provincia, ti
Pernambuco|2dedeiembrodeiaj(i._Illm.eExm.
Sr. eonselheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
da provincia.O inspector. Jote' Pedro da S7c Ueinonslracao do saldo existente na calza especial
das apolices em 20 de dezerabro de 18(J.
Saldo em 2'J de novenibro
P-.f",do......138:8005000
Recala de 1 a 20 do corr. a
--------------138:8005000
Deslaza dem......... 3O08000
Saldo.
138:3009000
Cala doexercicio da 18j(i a 1837.
Saldo em l".i de oovembro
P-findo......10B:f79g6H
Receila de I a 20 do corr. 76:H0!)8t>92
---------------I8J:9893.03
Despeza dem.......
Saldo.......
Caixa de depsitos.
Saldo em 2*J de novembro
P-lindo......Slt:MHB96
lleceila de 1 a 20 do corr. 9
66:5038359
1I6:8.>39I4
espeza dem
211:18*8626
I
Si,ldo........211:1853626
Caixa especial do caljameoto das ras desta cidade.
Saldo em 29 de novembro
P-rindo..... 888.I
Receila de 1 a 20 do corr. 4:0003000
.. --------------4:S88SIU
Ucspcza dem .... ,
Saldo.
i:8883HJ
Caixa especial da construrrao da ponte do I- ecic.
Saldo- em 29 de novembro .
P- lido.....l:99lj2S0
Receila de 1 a 20 do corr. 5
Waapajn idem.........
Saldo.........
Caixa especial das loteras,
saldo cm 29 de onvembro
P- ndo......12:587.-216
Keceila de 1 a 20 do corr. 1:4089332
1:0919210
1:'I918240
Hevpez.i idem .
Saldo
I3:!)9.)378
I76.J250
13:8193328
lllm. e Exm. Sr.Tenho a honra de comniunicar
a >. Exc. qut> visitei hootem os navios ancorados
nesle porto, a que nao houve oceorrencia alsuma
eos guarde a V. Exc Provedoria da saude do
porto 83i de dezembro dav18S6. Illm. a Etm. Sr.
con.alheiro Sursio Teixaira de Macedo, presidente
da provincia.Ur. Jo.lo Ferreira da Sila, provedor
da ssude. r
Vida Diario u. 301.
Mau pai nao avisoo a Vmc. ?
o.
Eu pretenda dar-lhe hojeessa noticia, mu,lia
amiga, disse o conde ; Jacqnes deseja voltar para
1 aris, a lera razilo, visto qoe perda aqu um lempo
precioso para elle.
Eufada-se na noss.i companhia, e quer retirar-
se, lornou a mai cujo ioslinclo adeviuhara loso a
verdade.
Oh mioha raai, n3o disa lal eousa, diise Jor-
beijando-lhe leroamente a'mao.
E aiuda qoando elle se enfadasse aqoi, ainda
quando nao Ihe agradesse a vida ociosa do campo,
eu nao o censurarla. Esla vida he boa para um
velho como eo, qae procara o repouso o a tolidao.
liu homem da idade de Jacqoe* deve dadicar-se
sua carreara, ao seu luturo. Se Jacques qoiier pode
conseguir todo ; elle lie advogado, he eluqueole ;
mas nao ganhar repulacan passeiandn em um par-
qoe, n-111 preparar eleilores para si vivendo nu seio
de su lamilla.
Para que falla de eleitores, mea amigo, res-
ponden a condessa ; a eleicao que occopa este rte-
parlamento ha de ser feila daqui a dous mezes !
Nao cuido nessa elci;ito, fallo das prximas
eleices geraes, as quaes espero ver Jacques figurar,
para esse fim he misler adquirir alguma rama daqui
at l ; o resto ser fcil.
Ue veras, mea amigo? dlssaa condessa elec-
Irisada por essa perspectiva. Jorge, se leu irmao vier
a ser deputadn, que honra !
Ser urna boura mui grande, minha mai, res-
piiudeii Joige gravemente continuando a partir um
f rango.
Para que o consulta vowe'.' disse o conde mu-
lher com algum azednme ; cuida que elle faz caso
ila ambicao do irmao f Ella nem he capaz de t-la
para ai.
Jurge sollreu sem omcao apparenle essa amarga
/.ombaria do pai, e o almocn acabuu-se em silen-
cio.
No iniinieiiki em que levanlavam-so da ruesa, a
condessa de Vedelle laucando os nllios para a janella
avislou na avenida de oliveiras Ires peaaoas, que di-
rimam-ie pdr0 caslello.
~ ani algumas pessoas qua vem vi/ilar-nus,
nis-e ella a Jacqnea ; y se as recuuheces, uieu-lilhu,
parece-me qne nanea as ti.
Jacques olhuu e diste
m Tk "'" 1" I,9calle. mioha mSI ; ella vem cora a
mellar e flha.
Sira. disse o conde, deve ser elle mesmo : man-
dei-o chamar para tratar de negocios; mas nSocom-
preiienilo para que traz a ramilia. Querer Iravar
mSi',M!. am,2f' com nosco --esceniou ella
com ar desconleute.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartal ceneral de comisando aa ansas de
Pernambuco, na cidade de Recito, em 20 a
deaemhrode 1856.
OHDEM AUICIONA1.A' E N. 388.
Para conhecimenlo da guarniejao e devi-
do effeito, o general coraraandanlu dis ar-
mas publica a relaco dos Srs. olliciaes, ca-
detes e sargentos dos corpos do exercito
existentes nesta Drovincia, promovidos por
decreto de 2 de dezembro correnlc, segun-
do constou de ollicio da presidencia de hon-
tem datado com referencia ao aviso lio mi-
nisterio dos negocios da guerra de do ci-
tado mez.
Estado maior general.
Para tenente general graduado
O marechal de campo Jos Joaquim Coe-
lho.
Corpo do estado maior de primeira ciasse.
Para coronel
O tenente coronel do mesmo corpo Ale-
jandre Manoel Albino de Carvallio, por tne-
recimento.
Corpo do estado maior de segunda ciasse.
Para coronel
O tenento coronel do mesmo corpo Anto-
nio Gomes Leal, por merecitnento.
2. oatalliio de artilliaria a p.
Pata capitSo
O 1. tenente do da mesma arma Anto-
quinta eom-
a pe.
A's primeiras pilavras.a mai di Jorga deixra 1
sala de jantar.
Entretanto a familia do notario checra ao lomiar
de vestibolo. Madama de Vedelle ro polidmente
recebe-la.
Madama Lescalle esla anciosa por vir cempri-
menlar a senhora condessa, disse o notario, e nao
pode resistir ao desejo de apresenlar-lhe na fi-
lha.
Bem qoe pouco salisleila da vizila, madama de
\ edelle responded por algumas palavras pulidas ;
depois emquantoo conde levava a Mr. Lescalle para
a sua cmara, ella eooduzio as duas inulheres ,10 i>r-
dini. '
Semelhanla nislo a muilas mulheres de provincia,
madama Lescalle applicava-se coidadosamaule asul-
rocar excelleoles qualidades debaiio de presuapcOes
ridiculas. Nascida em La Ciolal aumenta deixara
duas vezes sua aldeia natal para passar orna sjmaua
em l.'au, onde linha uina lia.
Essasviagensao Norte, como ella dizia, laziamna
lomar o lora de aoloridade em malcra de bom Ros-
to a de elegancia. Ella linhu urna maneira d-cisiva
de declarar um estoro fra da moda, de condemnar
am molde, de excloir urna cor, que impunha silen-
cio a Iodos que a r'odeavam. Como nao ha nada 1.I0
solido como urna repulaqao usurpada, madama Les-
calle lornara-se o orculo de todas aa casquilhas de
La Liulat, seus juizos latan fe at na casa da mu-
Iher do maire e dos Richer de Monllouis, a maior
autoridad: e .1 maior riqueza do lugar.
llera eslebelecida sobce esse throno, onde nao la-
mia nenhuma rival, a mulher do notario vio com io-
piiip ic.iu apparecer no horisome urna Parisiense da
alta sociedade rica e nobra ; senlio-se amparada, e
como os ganeraes habis que vio as vezes reconhecer
pessoalmeote as forfas do inimigo, ella quiz ver com
"s proprios olhos e apreciar o perign. Medilava ja
meios heroicos ; diada com sigo : Se fdr preciso man-
dara vir modas de l'aris !
Quando acliou-se diaute de ama mulher magra,
pallida, doeiilia, envulla em um veslido de seda cor
de vilela, e cobcrla por urna louca de renda sera
euleiles, ella licou Irauquillisada. Es deixava entre leus cabellos pjelosdous ou tres bran-
cos, nao eameravn-se mais por Irajar moda.
lia sua parle madama de Vedelle sem atevinhar o
que passava-se nn espirito da mullier do notario ra-
zia com sorpreza o eiame dessa bella de aldeia.
Madama Lescalle anda era mor,a, e ati pasiava
ainda por bella. I ma corpulencia assis evider le ti-
randn-lhea dislincco conservara -Ihe ama frescura
rara no segundo periodo da vida das mulheres
com um pouco mais do qoe bom guslu de qae ella
fallava ucessantemenle sem le-lo encontrado nun:a, I
nio Luiz. Duai te Minies, para a
pauhia.
4. batalhao de artilliaria
Para major
O major graduado do 1* da mesma arma
Carlos Filippo da Silva Muniz e Abren, por
antiguidade.
Para capitio
O 1. tenente ajudante do mesmo batalhao
Manoel Diodoro da Fonseca, para a oitava
companhia.
Corpo de guaruicao do Amazonas.
Para capitfiO
O I. tenente do 4- batallia de artilliaria a
pe Jos de Cerqueira Lima, para 1 primeira
companhia de artilhatia.
Arma de cavallaria.
Para a I Teres
O particnlar sargento da companhia li-
xa de cavallaria desta provincia Jos Mel-
quades Bezerra da Silva Costa, 9 o 2' sar-
gento da mesma companhia Joao Pcreira
de Araujo.
2. balalliao de mfantaria.
Para capilo
O lente do mesmo balalho Luiz Paulo
de Figueroa i\abuco de Araujo, para 1 ter-
ceira companhia.
9. batalhSo de infantaria.
~Ta>iiaeneiite coronel commandante
O mejor do^lliio batalhao do Cear Jos;
da Silva Guiinarfles~-iol!or, por antiguidade.
Para capMo
O tenente do mesmo balaih3q Leopoldino
da Silva Azevedo, para a oitava eampauhia.
10. batalliSo de. infantaria.
Para major
O capitio do 2* da mesma arma Joo do
RegO Barros Falco, por merec ment.
Para capitio
O tenente ajudante do corpo da guarni-
rlo Gxa de Goyaz Joaquim Nonnalo Hya-
cintha, para a 4 companhia. '
I. batalhao de infantaria.
Para capilfio
O tenente do 2- da mesma* arma Manoel
Alves Pereira da Molla, para a sexta com-
panlria.
Corpo Ja guarnico fixa do Amazonas.
Para tenente coronel commandante
O major do 10- batalhao de infantaria Pe-
dro Nicolao Feguerstein, por mcrecimento.
Arma de infantaria.
Para tcnentes
O alfares Guillierme dos Santos Sazes Ga-
det.
Oalferes Francisco Borgos de Lima.
O alteres Estevao Jos Paes Barreto.
O alferes Manoel do Azevedo do Nasci-
cimenlo.
Oalferes Joao Baptista do llego Barros
Cavalcanli de Albuquerque.
O alferes Caetano Xavier de Oliveira.
O alferes Jos Francisco de Moraes Vueon-
cellos.
Oalferes Aurelio Joaquim Pinto.
O alferes Joflo Garlos de Paiva.
O alferes Jos da Cunha Moreira Mnt
Para alteres ,
O aal joulu lluai lv.1 uioMre ,|u \t\ri,\u
de infantaria Joao Jos de Lima Baila.
O sargento ajudante do 9- da mesma
ma Jos Francisco llibeiro.
02 cadete 2 sargento do2 da mesma
arma Loureuco Justiniano Jorgo (oncalves.
0 2-cadete I-sargento do lo- da mesma
arma Felisberlo da Costa Correa.
O 2 cadete sargento ajudante do 2' da
mesma arma Jo3o Manoel Dias.
O particular sargento ajudante do lo- da
mesma arma Julio Cesar da Fonseca.
O 1; cadete do mesmo batalhao Jos de
Oliveira Calheiros de Albuquerque.
O sarginto quartel mestre da mesma
arma Jos Vieira de Souza Guedes.
0 1* cadete. 2- sargento do 9- da mesma
rma Jo3o Lins Cavalcanli Uchoa.
01* cadete 2- sargento do mesmo ba-
talhao Heorique Carueiro de Almeda.
O 1* cadete %' sargento do mesmo ba-
talhao Francisco Antonio deS Barreto J-
nior.
Os subalternos promovidos nos corpos em
que presentemente se acham, emquantoo
governo nao Ihes designar aquelles a que
devem ficar pertencentlo. '
Jos Joaquim Coelho.
__ 22
ORDE.M DO DIA N. .188.
O general commandante das armas publica
para conhecimenlo da guarnido e devido
efteito.as sentencas proferidas nos processos
verbaes instaurados nesta provincia contra
os reos millaies pertencentcs aos corpos
abaixo designados.
4-batalhao de arlilharia a p.
Soldadoda 1.'companhia, /.crerino Gon-
salves da Encarnado.Sentenciado no con-
selho de guerra como incurso no art. 5- lit
4-da ordenanza de 9 de abril de 1805, das
primeiras deserces simples, combinado
com a carta regia de 19 de fevereiro de 1807
e mais no art. 3- do tit. 9- da citada ordo-
nanea, e no decreto de 13 de oulubro
de 1827.
1* AsolTrer a pena de seis annos de pri-
sao com traballios pblicos.
Continan, a senletit-a do conselho de
guerra, quanto a pena de seis annos de pri-
ENCiVRREGADOS DA SL'BSCRIP<;aO NO Sil,
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Dias : Babia, o Sr. D. Duprat ;
Rio de Janeiro, o Sr. Juo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
lurana, praca da Independencia ns. 6 e 8.
ar-
s3o com trabalho as obras publicas. Rio
3 de dezembro de 183i.Alvim, Barreto,
Callado, Vasconcellos, Brito, Carvalho, De-
lancourt, Braga, Simoes da Silva, Masca-
rendas.
2- batalhao de infantaria.
Soldado da 2.* companhia Jo3o do Ama-
ral.Sentenciado no conselho de guerra co-
mo incurso no art. I" do tit. 4- da ordenan-
za de 9 de abril de 1805, das segundas de-
sercoes simples, a loffrer a pena do perdi-
mento do lempo anteriormente servido, e
a dous annos de pnso com trabalhos p-
blicos com calceta, e cadeia delgasjja, presa
da perna a cintura, sem quo seja pernTritUdo
liga-lo a outro.
Reformam a sentenca do conSBto de
guerra para condemnarem o reo adiis an-
uos de [iris j 11 com trabalhos as oBiB8,pu-
blicas na forma do artigo nico. TTercira
desercao simples, da ordenanza dsf-'^ de
abril de 1805, combinada com a car'oji rogia^'
de 19 de fevereiro de 1807, e decreto fia 13
de outubro de 1827, por so provar dcVpro-
cesso que a desercSo he terceira e simples,
o&O poder aproveitar ao reo o indulto que
leve pelo crime de primeira desercSo, visto
como o perdao s comprehendeu a pena. *>
nao o numero da desercao. Rio, 3 de de-
zembro de 185CAlvim, Barreto, Callado,
Vasconcellos, Brito, Carvalho, Dclancouai,
Braga, Simoes da Silva, Mascarenhas. w
Soldado ila 5-' companhia, Manuel Joa-
quim.-Sentenciado no conselho de guerra
como incurso no art. do tit 4" da orde-
nanza de 9 do abril de 1805, das primeiras
descrcoes simples, a sofTrer a pena do per-
imenloda teinpo anteriormente servido, c
a seis mezes de prs3o no calabouco d'onde
ir tres (Hm de manhaa, e de tarde a es-
quadra do eiisuv em cada semana, fazendo
nos outros a limp3. do quartel. praca, ou
regiment.
Conlirmam a sentenca do conselho de
guerra. Rio, 3 de dezembro de 1856.Al-
vim, Barreto, Callado, Vasconcellos", -Brito,
C.rvalho, Delancourt, Braga, Sim(5es"-a
Silva, Mascarenhas.
9. batalhao de infantaria.
Soldado da 5.^ cpmpanhia, Jos Lins dos
Anjos.Sentenciado no conselho de guerra
como incurso no art. 1* do tit. 4- da orde-
nanza de 9 de abril de 1805, a solFrer a pena
do perdimento do tempo anteriormente ser-
vido, o a seis mezes de pris3o no calabouco
d'onde ira a esquadra do ensino, tres dias
de manhaa e de tarde em cada semana, fa-
zendo nos outros a limpeza do quartel, pra-
ca, ou regiment.
Conlirmam a sentenca do conselho do
guerra. Rio, 3 de dezembro de 1856.Al-
vim, Brrelo, Callado, Vasconcellos, Brito,
Carvalho, Delancourt, Braga, Simoes da
Silva, Mascarenhas.
10- batalhao de infantaria.
Soldado da 4.1 compauhia, Januario Jos
Junqueira.-sentenciado no conselho de
guerra como incurso no art 1. tit. 4* da
urdenansa de 9 de abryl do 4S05, ^s segn<
< .lo, ;..,! airo,,|es, combinado como
art. nico, $s 1 e 5 do mesmo titulo, das
descrcoes aggravadas por circumstancias, a
sollrer a pena Jo perda do tempo anterior-
mente servido, e a quatro annos de prisao
com trabalhos pblicos, com calceta, e ca-
deia delgada presa da perna a cintura sern
que seja permattido prende-lo a outro.
Reformam a sentenca do conselho de
guerra, julgam provado o crime de quarta
desercao aggravada por tero reo levado a
bayoneta quando desertou, e o condemnam
na conormidade do artigo nico. Deserc
aggravada por circumstancias, da ordenan-
za de 9 de abril de 1805, combinada com a
carta regia de 19 de levereiro de 1807, e de-
creto de 13 de outubro de 1827, a doze an-
uos de prisao com trabalho as obras pu-
blicas, n3o sendo mais adtnittido no servi-
ZO militar dopois de cumprida esta senten-
Za, e n3o aproveilando ao reo os indultos de
que fazera menzao os seus assentos de pra-
Za ; por serem elles relativos s a pena, e
nao ao numero da desecan. Rio, 3 de de-
zembro de 1856.-Alviu,, Barreto, Callado,
Vasconcellos, Brito, Carvalho, Delancourt,
Braga, Simoes da silva, Mascarenhas.
Soldado da 8." companhia Jos Vicente
Sentenciado no conselho do guerra como
incurso no art. V do tit. 4- da ordenanza de
9 do abril de 1805, das primeiras deseques
simples, a sofTrer a pena do perdimento do
tempo anteriormente servido, e a seis mezes
de prisao no calabouco d'onae ira a esqua-
dra do ensino tres diss de manhaa, e de
tarde em cada semana, fazendo nos outros
a limpeza do quartel, praza, ou regiment.
Conlirmam a sentenga do conselho de
guerra. Rio, 3, de dezembro de 1856.Al-
deserzo aggravada, que ira comprir a pena
que Ihe foi imposta no presidio de Fernando.
Jos Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
Deparamos no a Mornimz-Po" com um artigo
mu minucioso, que expfie a orinara e a -iiuacao ac-
tual da dilfereuct entra a Inglaterra e a Persia. OI-
fereeemos um eitraclo aos nossos leilores :
A guerra de que nos tecopamos he completa-
mente estranha s diiTiFoldades que sohrevierarn en- .,
cerco coulinuou duramente qoalro ou cinco mezes,
com diversas variace. SegoQdo as ultimas noticias,
os habitantes de llera! careciam de muuicoes e pro-
viioes. Elles pediram em balde soccorro a Dosl-
Mohammed em Caudaliar, e aos Inijlezes em SciDde.
lie provavel que houvessem capitulado ; s am mi-
lagre os poderia ler salvado.
Nao se pode acensar o ?overoo ioglez de liaver
obrado precipitadamente por esla occasiao. Bem que
o manilesto lenha apparecido em Tehern no mez
de reverairo, s no mez de .ulho e depois de nume-
rosas negociaces, he que as seos ministros lomaran,
o negocio enlre maos. Foi espedido um ultimtum
ao Scluli, *m que se Ihe pedia a retirada de suas
ral ii'arat, considerado coma a chave da
leria sido urna mulher agradavel ; porem suas pre-
sumpc,es reunim-se para torna-la ridicula.
Seu desejo de deslumhrar os habitantes do caslello
a aconselhara maL.Nessc dia ella Irazia um vestido de
cor.verde clara, cojo desenlio imilava ramos de co-
ral ; suas maugas eram immensas e dtsgracadamen-
te susteoladas no interior por arcos de balea* que im-
pediam-as de perder urna pollegadadesua amplldao.
Um chale que imilava a casemira, um chapeo de cor
de rosa, ornado de om ramalhele de flores sufficiante
para encher um jarro, cumpletavam esse trase bri-
Ihanle.
Desde o primeiro olliar as .loas mulheres sentirain-
se singularmente esirauhas orna a outra ; um loa-
lindo secreto as previma de que nada poderia nas-
cer entre ellas ; nem mesmo u laco trivial das rela-
es mundanas, o qual para eslabelecer-se precisa
da communidade dos hbitos citeriores. Essa im -
pressao reciproca lancoo algum embaraco nessa pri-
meira entrevista ; a 1 ouvtr- n;an leria sido mui ln-
guida, seoo rossem as perguntas mulliplicadas da
madama Lescalle. l'ouco cerla de ter occasiao de
turnar a ver a condessa, a querendo voltar com am-
pia colhaila de noticias minulicias minuciosas de Pa-
rs, ella nao callava-se. l-'allou de lodo : primera-
mente do vestuario, dos Ihealros, dos sales, das reu-
nies, e ale da cozinhi.sobre a qaal madama Lescal-
le como honesla dona de casa, quera estar bem in-
rormada. Madama de Vedelle nao podia satisrazer
lana curiosidade. Una grande piedade e urna saude
delicada a linham cooservado sempre aislada dos
prazeres mundanos, a sobre inuilos ponlos o\ obri-
gada a confessar sua ignorancia,o que causavaa ma-
dama Lescalle grandi-simo espanto.
Enlre muitas oulras a mullier do notario rez con-
dessa esla pergunla singular :
A senhora deve ealar muito admirada de ver
o sol aqoi '.'
E porque, senhora '.'
Oovi dlzer que elle nunca apparece em l'aris.
Deve ser cousa mui triste.
Madama de Vedelle nao ponda deizar de soirir, e
cuslou a reeducar a opiaiK de madama Lescalle so-
bre o odio do sol contra os Parisiense.
Para romper a monotona de seu interrogatorio a
condessa oceupou-se com Rosa Lescalle, a qual ale
eni.lo fcara inleiramenle no segando plano.
Rosa Lescalle nao participara do esmero da mai
vestuario. 1 en Jo sahido desde
vim, Brrelo, Callado, Vasconcellos, Brito,
Carvalho, Delancourt, Braga. Simoes da sil-
va, Mascarenhas.
O general commandante das armas de
confrmidade com o disposto no aviso do
ministerio dos negocios da guerra de 21 de
dezembro de 1855, determina que os reos
cima mencionadoscondemoadosa trabalhos
publicos.cumpram suas sentenzas nos quar-
teis dos corpos a que pertencem, menos o
que foi condemnado pelo crime de quarta
reconhecer por lilha de madama Lescalle, da qual
ella s tullid essa semelhanla de constituido. Por
orna excepto asss rara em l'rovenca, ella era loa-
ra ; seus cabellos dourados, linos e abundantes ror-
mavam-lheem lorno das Taces doas trancas magni-
ficas.
Ella linha o olliar brando eindeciso das donzellas
limidas ; seas olhos eram azues, mas escaros qae de
aotle pareciam prelos.
Suas leices mimosas edelicadas, sea nariz lalvez
demasiadamente pequeo davam-lhe um ar in-
fantil sparecia urna linda menina de dous ou Ires
anuos vestida como mulher e vista por um vidro de
augmento. Sua tez tiuha am brilho prodigioso : a
mais bella rosa nao podia ser mais fresca uem mais
avellodada do que suas faces.
Jacques esaminou o relralo de Rosa tal qual aca-
bamos de trara-lo, e sua svmpalhia passou rpida-
mente da conversarlo da raai ao semblante da lilha.
Ella lenlou mesmo conversar com a linda prnveucal ;
iras sao pode obler della seoao alguns sin e nao,
nicas palavras que ama donzella educada em um
convenio de provincia pode responder a um man-
cebo.
Gosla do campo,senhora ? perguulou a condes-
sa a Rosa.
.Nao sei, responden esta, nunca habilei nelle.
Entao prefere a cidade "
Nao conheco anda a vida da cidade ; nao posso
saber se gostarei della.
^ Todava, disse Jacques riodo dessa ingenuidade,
Vmc. deve ter habitado em ama ou outra parte.
He o que aiuda naoaconleeeu-me, senhor, lor-
nou Rosa ; sahi ha pouco de am contento, onde ps-
tei seis annos, e se vossa excelleocia soubesse como
cu, o que he um convenio, nao o chamara a cidade
uem o campo
o l'rcp irami>-nos para a gaerra, porque a Persia
violn urna obrigaciio formal contrahida para com-
aaco em I85J,* por que esIaviolac.au nos causa um
*Wa.brn serio.
India, vavaa^a eotaalidade da guerra, sera'
0 pomo imporSr-njle (oda Uiscossao a este respei-
lo, lie ama queslo ..candara qoe nao temos por
* cia de Uval lie um artigo de l para lodos m di-
plmala do Oriente.
' Por sua posico geographica, como eslavo me-
dia entre a Rusta e a ludia, pela extrema fertilida-
le do valle em qoe esla' situada a cidade, pelas fa-
cilidades qoe oilerecem as disposicijes locaesde Irn
lomiar 6 logar em urna fortaleza tao formidavel pa-
ta nossa frouteira como era Sebastopol para Cons-
lanlinopla, fui reconbecdf) ser de suraraa necessida-
de preservar a independencia do principado, e ira-
pedi-lo ao menos de cahir no poder da Persia, e
achar-se assim pouco a ponen Irauslerido i Rossia.
11 He com o mesmo fim poltico, que ao tempo do
cerco de-Heral pelo Schah em 1838. occopamos a
jlha de Ktrach e o golfo prsico, e he s depois de
havarsospeadido as nossas relacoe* durante trea an-
nos, e quando a Persia evacoou Gherian, e reliroo
seu ultimo hnmem do territorio de Ilerat, que con-
sentimos em 1841 em reenviar nossa legacSo cor-
te do Schah.
n Qoando o velho vizir morrea em 1853, deian-
do o governo nas maos de um filho dissolulo e inca-
paz, este principa iudigno, chamado Mohammed-
Said-khan, alraicoado em seus muros, e ameajado
exteriurmente oela iuvasilo do Candahar, atirou-se
aos btaeoa da Persia, e offereceo ao schah a posses-
sao da cidade.
Neslas circumstancias, salvar Ilerat contra sua
^volitada, pareca urna obra desesperada ; entrelato
TlSlamo-lo, e 110 ultimo momento o Schah conseu-
lio ass5C?r_com o coronel Shiel urna conveocao, pe-
la qaal a P*r?rt, coinpromeltia-se a' nao enviar far-
sas ao 1 IiT.it, a meiosqoe~-.oraca nao fosse direc-
tamente atacada por um exercifu f^lrangeiro, e nao
viesse pedir soc Cao conhdcida pelo nome do tratado de 18537^J.
clausula- nao sao mui faviiraveis, mas he ludo quan-
lo pqdemus obler nesta |ioca, e justifican) parfoila-
mente a expediran qae actualmente orgaoisamos.
11 Depois os acontecimientos succederam-se promp-
lamenle: Herat cnntinuoa a licar em liga com a
1 ersia ; Said-Mohammed-Khan envin seus no-
hres turbulentos em refons para Tehern, depois qae
foi combinado o sea enveoenamento com os ofciaes
do Schah ; ellas pereceram em caminho, e, em Iroca
n governo de Ilerat declarou-se vassallu do Schah.
Koheiidil-Khan, de Candahar, nao querendo eulrar
em Mee com a Persia, potencia que ella sempre res-
peilou, desisti de tojos os ataques contra um vas-
sallo do Schah.
Durante esle lempo, a Persia vacillava enlre a
a Itussia e a li>t;laterra. As circumdancias decid-
rain de sua sjrie. Tres successos siinullaueus fie-
ram pender a lia aura coufra nos. Primeiraipente
rrabonlou una ravolaclo em lleral. foi muri Said-
Mohaminod-klian e succedeu-llie Schah Zidajos-
ouf; ltimamente Hohrndil-Khan, o amigo chefo
do yandabar, mmreu lambem, e Dosl-Mohammed,
o alijado dos li.glezes o subsliluio ; em lerceiro lu-
jar, M. Murray, a' projiosito do negocio de Mirza-
Hashein, rompeu com a Persia. Sub a nllueucia
deslas circumstancias a prudencia do Schah parece
le-lo abandonado, e elle alirou o luva Inglaterra,
enviando para Herat urna torca armada.
Os Tactos que reforimos sao notorios ; mas ha
ama historia secreta, cujos resultados nao podemos
prever, e que he conlada por diversas maneiras. Se-
gundo urna versilo, a Persia lingindo cerla neotrali-
dade. leria concluido urna allianca com a llussiu, e
0 accordo leria sido 1,1o completo^ quo no comero do
anno abortara um plano, segundo o qual 50,000 Rus-
sos deveriam alravessar o mar Caspio, a unir-e a'
urna forca persa numricamente igual ; os exercitos
reunidos avancariam para llTat a para o Candahar,
e, te os favorecesse a fortuna, al a' India.
Os qoe creem nesle plano gigantesco pensam
naturalmente que as allronlas inDigida a M. Mur-
ray, o foram com intenca 1 de provocar om rompi-
mentu, e sao de parecer que a marcha dos Persas
para o lleral, he apenas urna parle do programma
primitivo que abortou pela subir conclosao da paz.
Oulra versao ailribae lodos os nossos embaracos na
1 ersia aos conselhos de ama potencia amiga, 'lendo
esta potencia anligo direito de contestar nossa in-
fluencia em Tehern, e datando nossa rivalidade des-
de os dias de Malcolm e de Jardanne.
o Podehaver aUuma verdade no projeclo de liga,
enlre a Russia e a Persia ; as narraces respectivas
aociume da Franca podem na) ser destiluidaa de
i'in lamento ; mas he misler procurar a verdadeira
fonte nas hoslilidadea acluaes da Persia para com-
oosco nos senlimenlos do Schah, nas ira lime-, de seu
governo. A Parail deseja lleral desde 1838. Schah-
/. ida-J 11-1,0,1, um relugiado persa, achando-se na
praca, pensou poder chegar a' seus lins sem lula.
Demais, elle eslava ollendido por ver Dosl-Mohara-
med avanzar para Candahar.
k O Schah, at ao ultimo momento, esforcou-se
por ler a le de seu lado. Descjosu ao mesmo iempo
de lomar Herat, de repulir a invasao de Caboul, e
de turnar de novo posse do Csodahar pela familia
Kohendil, publicoa na Cazela da Tehern um
manifeslo em que repellia toda idea de inimizade
contra a Inglaterra, e indicavaa expedidlo de Herat
como lendo sido emprehendida por expresso pedido
do Schah-Zada-Jussoul para defooder-se contra a
invasao de Dost-Mohammed. O dirideste manifest,
qae pareca confeccionado na Europa, era eulrar uos
termos do tratado.
Os successos subsequenles sao mai incerlos. O
Veja, minha mai,
zoes !
como he lindo ar uelle de elylros
Mea filho Jorge he anda criaica, disse mada-
ma de Vedelle sorrindo tristemente
a fronte.
posta do Schah he coucebida no mesmo espirito que
o ultimalam. Ella conseote na retirada de saas tro-
pas, se quizermos apartar Dost-Mohammed-Khau
do Candahar, o que equivale a orna recosa. I'ode-
riamos declarar a guerra inmediatamente ; mas ha
anda am meio de uegociacyo.
ic Terrackh-khan recebeu, segondo se aflirma,
pleuos poderes para negociar sobre a questao do lle-
ral. .Nao ha base para as negociaces, porque a paz
ou a guerra depeodem d'um sim oa d'om nao. Mas
seria contrario aos usos diplomticos com ecar as hos-
lihdades antes de haver recebido ai eiplieacoes offa-
recidas. S ha na realidade om campo mai limita-
do para os argumentos diplomticos e aa asserc,nes
da Persia, quanlo a seos direitos, sao inteirame'nte
llClieos.
A t*a.ia empenhoa-se, por urna convencao es-
pecia celebrad comoosco, a' nao enviar tropas a*
Herai, a menos qoe p,a5a fo, atacada, e se Ihe
pedisse soccorro. Ora. a praca ne foi atacada,
nem mesmo foi ameacada de se-lo, e Ion aa m
reclame a assislencia da Persia, os habitantes de H*-
rat tem combatido contra ella pro aris el focit.
A Persia viola, pois, fragrantmente o tratado.
Mas nao ha empenho. correspondente oe nossa parle:
nao nos corre o dever de maular a familia de Ko-
hemlil- khan no poder, oa de impedir Dost-Moham-
med de oceupar Candahar ; podaramos al marchar
para esla cidade, sem que assistissa a' Persia diraitu
formal de queixar-sa. Por eonseguinte, se, como se
pensa, as mslrucces de Terrackh-Khau leadea a'
continuara agitar a questao de Candahar, podamos
estar certni/le que seu fim he gnnhar tempe.
O" Moroiog-Post, depois de baver expoalo es-
tes tactos, examina qual devera' aera conducta da
Inglaterra, no casu de decidir-se elleclivaiiieole a
guerra com a Persia :
Em primeiro lugar, diz esle jornal, nio se deva
esqaecer que nao pode ser vanlajoso para a Inglater-
ra eofraquecer ou desmembrar a Persia. A Persia
esla col I oca da entre o Occidente e o Orieula, e he
de sua situaco que depende a impoMibilidaded'ama
collisao entre a Russia e a India.
Como potencia militar, a Persia he desprezivcl,
e nao poderia lular contra Ires ou qoalro brigadas
1-lianas ; mus ella possue oulros meios de deleu.
que nao si'Ji exerclos. Suas costas sao protegidas
por urna cadeia e sonlaohas, e a planicie nao po-
deria sustentar um s '.'smenlo. Sara' preciso man-
dar vir todas as provises '.la Itacrim, Mscale e
Bambay.
Quanlo aos meios de violenlar o f^verno persa, o
Morning-Poit enumera muilos. O pr'.me'ro con-
sistira em dar om desembarque, e, se fose necessa-
nu araeacar ama dos grandes capitaes, TeberiJ
lspahan, subir pelo Tigre com urna flotilha a' vapr-
e traospartar a base das operaces de liusliire a"
llagdad. <)utro meio seria sustentar um competidor
ao throno da Persia, ou coiao manler Dosl-Moham-
med na posse do Candahar.
Quaolo ao proprio lleral, sera' misler livrar a (f-
dado da presenca dos Persas, quer ahi empregando
os alhadus inglezes do Al'ghao, quer enviando di-
reclamente Dost-Mohammed. Depois o qne have-
rta de luellior .' razer, serla Man escolher aos ha-
lubinles1 do Herat sea pioprio chefo, ,ob o protecto-
rado da Inglaterra.
Se elfeclivamenle se Iravar a guerra com a Par-
sia, acreicenla o Mornng Post, e lomar propor-
coes consideraveis, ella excitara provavelmeote vi-
vas recnininaces tanto na India como na Ingla-
terra. Ha India, a principal objeejao sem qoe ama
excessiva despea, incombira' ao governo local, nao
obslaute a iiijuslica de sobrecarregar as linancas da
India com um negocio que perlence i diplomacia
europea, pois que as relaijes com a Persia respai-
lan) a coroa. Portan em taes casos, na > se pode fo-
zer disimcjao entre as colonias e a mai-palria.
n A segoranca das Indias esta ligada da Ingla-
terra. Os rendimenlos da India i,. o rendimentos
da coroa. A ludependeucia do Heral he sobreludn
lima qaestao indiaua, e a convansao de 1853 foi
folla no interese das Indias.
Na Inglaterra a opposic.ao repoosar provavel-
meule sobre vistas mais largas. Nao se adroittira a
imporlanjia do lleral, salvo se a provarem argu-
mentos mais fortes do que aquelles que sa lem em-
pregado at hije. Os advogados da gaerra deverao
provar, n3o s que subsiste o direito, mas bimbem
que he necess.rio sustenta-lo e vingar a nfraccjlo
da coovensao de 1853, obrigajao qoe nao esta na
forma d um Iralado e coja violado nSo conslitua
necessariamenle um casas belli. Esle ponto poder
depois ser examinado. '
O governo nao pbroa de certo sem prudencia
e sem haver pesado as conseqoencias. He preciso
someiile esperar qae esta mesma prudencia dirigir
a marcha folura dos negocios, e que a allernaliva
da paz ou guerra nao ser abaudonada ao comman-
dante d'ama for^i deexpedijao, cujo ardor militar
pode naturalmente precipitar as hostilidades.
(Journal des Debis.)
Temos a vista um documento estatistico
mu curioso ; he o da emigrazo nos Esta-
dos-Unidos(Bromwell's lii-lory of immi-
graton.)-um membro do gabinete ameri-
cano, M. william Bromwell, teve o pensa-
mento de acompanhar e notar, a partir de
sua arigem, esla grande corrente de existen-
cias humanas que cincoenta annos vai com
ardor crescenle, com urna persistencia ape-
nas interrompida por algumas intermitten-
cias para os paizes da America do norte.
Compulsou pascientemente, pesquizou e
reuni as pezas olliciaes (que (todava s
e beijando-lhe
Vem eomnosco, irmao, disse lacques passando
o braro por debaixo do de Jorge.
O mancebo deixoa-se conduzir.
Esle lerceiro parecen dar maisdisembaraco a Ro-
sa, a qual aventurou-se a admiran algumas llores.
Jacques lenlou Iravar de novo a cqoversaco.
La Pinede deve ser urna das maii bellas pro-
piedades do lagar, nao be verdade, senhora
Ol! seiiliur, ha tambem la Tpur e Eond Saint
qua sao ierras consideraveis. A risla l he menos
exleosa do que aqoi, porem ellas nlo mais agrada-
veis, porque sao bem cultivadas. .3 nao vc-se a vi-
deira em desorden) abarrada a lod: s as arvores.
lsso desagrada-lhe'.' lornou
Veja, as arvores esiao salloca
n3o J,iij,i mais fnictos. De lo-Im
moulas de alcaparreira e meu p
a alcaparreira apudera-se de urda Ierra, nada
peior ; ella brola por loda a part
E que mal ha nisso '.' pergui loo Jorge ; a al-
caparreira lem bella folhagem, eiuas llores sao cor
orge.
las, e brevemente
lados vem-se
i diz que quando
he
de lilaz com pistilos longos como lenachos!
eriara ser arran-
Tem razao, senhora ; um conveolo he am la-
gar a parle; uelle recebem-se visitas; e lem-ta ar- O senhor :,-u pai ha de man lar cultivar ludo
vores ; todava isso mo da a idea de am saldo, e lo ''" Iia he verdade, senhor? co itinuuu Rosa,
pouco de urna paizagem. | Creio que i),lo, repondeu Jorge vivamente
I erenrrendo a propnedade cliegaram ao lugar de baslaia uwer-ie um jardim e um liona,
hale trigo ; as mais que camiuhavaio adiaule viraui M-u .nn... -i 1
a Joige de toelhos .unto do pequeo muro de ^t?V$t. *'" *" "" "a
Entao vai deixir sua proprii dade sem faze-la
ceu a Jacques com um sorriso qae mostroa o esmal-
te de seus dentinhos linos e unidos como as perolas
de am" collar.
Antes de separar-se asseotaram-ie om momelo
diauta do caslello no terrajo assombrado pelas aca-
cias.
Ergoendo a cabeca madama Lescalle vio o ramo
de arvore que penelrava por urna das janallis do le-
gando andar.
Que exclamou ella, o castalio foi entregue
nesse estado ? Vejo all ama janella arrumbada por
essa vil arvore. Hoja mesmo, senhora condessa, hei
de enviar-lha um obreiro para serrar aquella ramo,
e reparar a janella.
Nao lenha esse Irabalho, senhora, disse Jac-
ques, o ramo entra na cmara de meu irmao, e ella
uao qaer quo seja corlado.
Oh que idea !
lsso Ihe agrada assim.
Mas he muito feio, e perturba toda a svmelna
da fachada ; justamente o caslello s he regular des-
te lado He pena As janellas sao raailo mil la-
lhadas ; do contrario seria um bello edificio. Os
aoligos nao entendan) nada de archileclora.
O notario vollando para junio da mullier e da li-
lha pz termo a disertac.ao archeologica da madama
Lescalle. Separaram-se.
lie verdade, senhor ; mas de I
cadas.
Para que '.'
Para semear-se lozana ; ella nasceria bem d'a-
.qutlle lado da colima, porque lem agua, e daria
grande lucro porque a lozerna 4ende-sc por Ihiid
preco ueste lugar em que o fono lis lao raro.
Oh lilha de notario disse Jacques rom sigo. Uue pesila sao aquellas'.' pergontou ella ao
marido, nao sao desle lugar.
Nao conheco-as, 1 e-pon leu o notario depois de
ler olhado a seu Ionio.
Na avenida a ramilia Lescalle crazou-se com ama
ca ragem, ni qual o olliar curioso de madama Les-
calle nSo pode perceber mais do que o veo de ama
mulher vestida de lulo. A carraagem eslava cuber-
a de poeira ; segundo lodas as apparenciai vnha de
looge.
lo ; lendo o queixn apoiadojuas rn3os elle pareca
inuii-, occiipado em observar alguma cousa no chao.
Oue Tares ahi, mea filho ? pergunlon-lhe a
condessa.
Jorge levautou-se confuso, saadou a madama i es.
em sea vestuario, leudo sahido desde poorns dias
do convenio das Agoslinhai de Toulon. trazia ainda
o raesmo uniforme, a pareca muilo envergonhada calle, a nao responden.
de sen vestido curio de seda azul, de MI manlilha | Qae observas tu com lana tleaejto .
de l.la branca, e de seu chapeo de palhinha bordado
de vallado prelo. Apezar da sea ar conslrangido,
Rosa Lescalle era ama moja runi linda.
Tinha dazeseii annos ; toa eslalura refeila a fazii
ILEGIVEL
lalvez aqaelles ,loas escaravelhos qae comba-
lem na relva, disse Madama Lescalle sorrindo.
Sim, senhor.1, responde* Jorge, ha bello es-
pectculo ; ha man de meia hora qui os observo.
render
lorv nao respondeu, e Jacques sapprindo o qne o
silencio do irmao podia ler de impelido, disse a Ro-
sa
Mandaremos aqoi plantar njoila', rostirs, para
que quando lvermos a honra de receber oulra vez a
Vmc. em La Piriede, a senhora ji Igue e no meio de
saas irm.las.
Bem qoe soffrivelmeole trivial esse rumprimento
parecen agradar a donzella, qual enroa e agridc-
A carruagem passou, e parou diante du teriaca do
La Pinede ao momento em qoa a fomilia do notario
laucava-llie um uliimo olhar passando o portao.
Urna moca de lolo, e um homem gordo e de idade
madura desriram da sega. Virante foi perguntar-
Ihe n qae queran).
Vi dizer a' senhora condcsia de Vedelle, res.
pondea o homem qae madamesella Denise de La
Pinede e seo totor, Mr. I.egrand, dasejam ler a hon-
ra de fallir-lhe.
Vicente inlrodazio logo os vlaladores no saljo. e
fot avisar a condessa.
ifonlimiar-se-ha.)
MUTICSDD"


oflbrprem dados resillara a datar do 1819'
ran estabeleeor o histrico da migracin
para easigaalar n icionalidade.s, soxos, ida-
de e prolisses de milhes 212,624- emi-
grantes estrangoiros que depois destj poca
(Om 37 annos'1 vieram da Europa e das ou-
tras parles do mundo mesclar sen sangue
brilannico, allemiio, celta, latino ou africa-
no com o da raca anglo-saxonia de queso
lorinou a fcderacilo americana.
M. Bromwell comeca por estabelecer, que
movimento veio a tornar-so sensivel em
8; no principio elle effectuou-se qua-
si exclusivamente pelos porto* inglezes
o (Vancezcs. elevan lo-se ao termo medio de
t.000 emigra los no primeiro decennio 178*
1793.: Entretanto cm 179*. poca em que
a Europa occidental comeca va asoffreras
dolorpsas provancas da grande revolucAo
>oeial, a correte de repente accelerou-se o
levou para os Estados-Unidos 10,000 passa-
geiros. Porem as tongas guerras do conti-
nente, o bloqueio dos portos, a lula enjuc-
nhada nos mares entre a Inglaterra c sas
antigs colonias da America empeceram at
18Ij a marcha da emigraciio. Desda 1817
a pazveio im|inmir-llie sbito progresso e
0 numero dos emigrantes attingio ueste in.
no 2,2i0.
Dous annos depois, em 181, observa U
i:roniMreli, he que a legislatura americana!
por animar um momento quo importava na
1 niao um precioso acrescimo de bracos, Cor-
eas e luzes para cultivar seus deserto e fun-
dar Mea industrias, adoptou diversas leis
que tinham por objecto regular a eoiigracs
e principalmente prevenir os abusos esces-
sivos resultantes do ajuntameato dos passa-
geirosa bordo dos navios, a partir de en-
iao, a corrente, n3o encontrando tropecos
ro incessantemenle engrossando -Resuma-
mos os perodos.
g'Aftis t mumm sim mu n u himno g. ih.i
Oc 1819 1829
Do 1830 a 1839
lie 18*0 a 18*9
De 1850 a 18.).
11 anuos
(10 anuos)
10 anuos
( annosi
Emigrados
128,302
338,381
1.487,337
2,118,4o,
sos eaelettenioeoanrof reto, barateando oire-tbroda missSo, por amonios no interior da
tao* da cnmpai,, | provincia dous dos nitros.
r.sla cuiivicran osla feli/menl^ no i--i>irit<> 'lo* ac- n ...... .
lie no.una a concurrencia de desque nf-
lluem i igroja da Penda, em todos os dias
do auno, em procura dos Sacramentos ; pols
bem, dous sacerdotes devotados pjlo ex-
Total *,212,62*
Uannode 18)1 he, como sabemos, oque
mais cpnlnbuio para a emigrado para os Es-
Udos-bnidos;seu producto loi de S7.833.doa
quaes 206,00o Allemaes: nina especie de robre
de emigracao, devida em parle as sedc-
eles mullas vezes falsas da California, como
que se apoderara desde 1852 dealguns Esta-
dos da coufedoracao germnica. i.m 185>
rez-se sentir urna reacio, a cifra baixas a
230,746. Cre-se entretanto, ana agora a
emigracao lem readquendo nova activida-
ue; porem a Australia tambera participa
della. Outro tanto nao podemos dizer de
nossa Algeria, onde entreunto a colonisa-
r3o pode recolbcr riquezas mais certas, mais
aproveitaveis para todos, moral e material-
mente, do que oouro lao penlTelmente ar-
raucado das minas I
Ueste grande total de 4,212,02* astran-
ge.ros imporudos de todos os ponto Ido
Kiobo para a trra da America, os documen-
tos ollic.aesattribuem 2,*85,080.osexo mas-
culino e 1,6.9,13b ao sexo lemenino. *8 inx
individuos nao tem sexo designado. A i Ja de
predominante, nesta inullidaoemigranic he
de 20 a annos,depois de 20 a 30;no enUu
he fcil ver, pelo exame das aboas nue
multas em.gracOes lizeram-se por EX
familias ; desfa.te os emigrante^ mals Ue
o annos sao relativamente tuo numeroso!
como os meninos de de* annos, cincoe^e
um anuo para baixo : em 185* contavam
Z-2?!I0,V,UU*- U principal porto de
guem-se C*ew-Orleaiis, Ui.rlesluti Kn
ilre estes ltimos figura
aasco, que ao todo rece-
oeste e do sul.
dede 1850 San
beu por diversos poros WaiKoT
n..-n8eataSn,Pr0lSSeS U *!TEm*
mu os e Untos emurranies. *... _.."
o?
anoseiniganleS(paraseni.
pitulaemtodaaserieaobrade
P0a3e-ve',",r ,u8" "to
emigracao ; he representada
cionista do Hrasil, i|ue formlo a erande maioria, e
que ja resolvern) acudir eom soccorro pr,implo a
Inleraannte linlia de vapore", que, por inteiesse, c
suhrela lo por honra e patriotismo, Ibes compre sus-
tentar.
E nao so acham am campo a sua. Noval e mime-
roso accionistas Ibes vieraui prestir valioso auxilio,
e habilitar a empreza ojosmente a continuar o scr-
vico, oii.io tambera a regiilari<-lo.
Como convem Iprovtltar qoanto antes t,1o gene-
rosos etforcos, fol(imo) de ver que disn e trata se-
riamente, e que MBaohla os accionistas da compa-
nhla e renairlo na pra^a do coinmercio para deci-
direm deliiiilivamenle sohre os meins que se derem
empregar para levar elleilo com prouip'id,1o t re-
gulandade o servido da Imita.
Segando s*oms inrormadus, os novos accionistas
enlram sem parlillmr os prejni/os que n erros do
pastado IimiIi un ligado, e que recahiiflo todos sobre
os accionistas ulicos
Nao he aeetMtria demonstrar que qualqner d-
mora oa soliic.lo dele ohjectn seria de grande e evi-
dente inconveniencia para a companhia.
Dentro da tres ou quatro mezes enmela a nomea-
lo famrajel que oITcrece a linhi viagens aempre
lucrativas ; convem prtanlo cuidar em lerappare-
Ihado para essa poca lodo o material de es plora-
rlo.
0 vapor ii D. Mara II ja lem a MI machina
prompla e carece aptnas de ver o fundo para subs-
lilail algumas follus de cobre, o que fcilmente e
em poucos dias se pode fater em Inglaterra.
O concert porque acabada passaro'-l). Pedro
II" loria quan lo muito levado huras em um dique,
porque consisti em nm insignilicanto calafeto na
etlremidade da abertura do eito do hlice.
Mas salta a (odas as vistas, que, ainda com estes
dous vapores promptos, as viagens nao podem tor-
nar-so regulares, como he do inlercsse taoto da
companhia, como do publico.
Ha indispensavel porlanlo a acqoisicito pelo me-
nos de mais um vapor, e da rodas por serem estes
menos suieitos a desmanchos e os mais proprins pa-
ra lutarem contra i moneo do NE.
Com Ires barcos pndera' a linlia offerecer a indis-
pensavel regalandade do seu servico, e aprovrilara'
assim (odas as vanlageos das importantes viagens de
marco a julbo.
Quanto a nos, he este um dos pontos essenciaes
qne nao podem escapar a aliento dos arrionisia*.
Tome-se, poit, o mais depressa possivel nina de-
eisla quo habilite a companhia com os meio ueces-
sarios para colher lodos os fruclns que ll> proporci-
nalo suas conlices especiaos, que lo superiores sao
as de todas as outras empreies do mesmo genero. O
verdadeiro ponto da quesii h este; lodas as outras
dovidas servirao somenle para crear embararos e
dar em rcsulido a lioha l.uso-Brasileira, em vez de
prosperidade, ruina immediala e certa.
I Jornal do Coinmercio do Itio.)
Una
se
-so reca
... Bromvyeil; mas se cunsiderarrnos o
*.**.epcion.l, comodissemos os
roiai ue_ 226,298 emigrantes cujas urolissp
foram ol,clmenle especilicdasgPcla men-
te os do sexo masculino' cotav.m i.
169,56, irabalhadoresag,icos,7heS
e lavou-a ; cerca de 37,000 obreiros ou one-
rar.os mchameos, de lodos os oII c
1... .3 commerc.anies, 1260 marinl.eiros
resto cerca de 3000) pertence a di erso, ra-
mos liberaos, como 237 mdicos, 135 ZtU.
las 39, ecclcsiasticos, 213 en8enheiros ll
pofessor.s.searusus, 13 autores, etc
arteoecupa, como aa v.\ ..._ .._Aelc- ..
modesto na
por 79 pessoas em*88,00.
Se Gnalmeme consideramos a emigracao debaixo
rte aspecto das nacionalidades, acharemos exprimi-
do por afras esie faci, tao conhecido, de que be a
Irlanda que ella deve seu principal elemento. A
tome, miseria, o desespero e a esperanca d'uma
melhor sorte nao expelliram da Verte Erin., se-
goodo M. Bromwell, menos de 1 milho 77.930
individoos, cuja melade quasi que entre os
I ou 9 annos de 1846 a 1854, isto he. durante o
calamitoso periodo que comecou pela fome e acabou
por urna lao cruel dizima das populaces holande-
zas.
Somos felizes por poder accrescentar que um
rnetbor rgimen interno fez baixar em 1855 a e-
migracao de Irlanda i *9,627 pessoas, isto he,
menos do terco do que foi em 1853.
Consideraedo todo o Reino-Unido em sua inte-
Sridade, amamos que deu a emigrado, durante o
periodo dos 37 annos, 2 milhoes 3*3,445 emi-
n'rados, 011 mais da metade do numero total.Se-
uea-se :
Allemanha com.....
Hollanda, Blgica e Suissa .
Dinamarca, Suecia e Noruega .
Poloaia c liussia.....
Aroeriea-inglezi (Canad) .
China e Indias Orientaes .
Franca..........
Hespanfaa, Portugal e ilbas .
Estados da Italia e dependencias
Torquia e Grecia.....
America Espanhola e ilhas .
llepara notar que neste numero naosecom-
preheode da origem grego-lalina, ou da Europa
mediterrnea seno cerca de 240,000 individuos.
Oizemos antes 300,000, porque as taboas nao de-
jignam a nacionalidado de 157,000 emigrantes.
Definitivamente o grupo latino mesclaJo cornos
descendentes dos l'elgrin-Falbers, coniribuio
poueo nais 011 menos na razao de 7 0|0 do total
genrico ; por modo que oj 93 restantes (abstra-
hindo da pequea parte indo-rhineza) prtencem s
racas do norte, de que lem a sua origem a raca an-
glo-saxonia. Debaixo desta relacao, a emigracao
europea parecera quasi urna nio de familia.
Seria um esquecimenio coudemnavel deivar de
assigoalar, na obra que nos lorneceu estes dados,
a parte que o autor consagrou as leis e regulamen-
lossuccessivamenie estabelecido3 pela Unido rela-
tivamente a nacionalisacao dos estrangeiros, trans-
pone dos passageiros, sen tratamento a bordo o ge-
ralmente ludo quanto respaila a importante queslao
da emigracao.
Nao he cortamente a pagina menos til do inte-
ressante histrico qne tracou M. Bromwell.
- Clicmin Dupentes.
l'Hi'iiat des Debatid
HEPAKTigACl DA POI.ICIA.
Secretaria da polica de l'ernambuco t dede-
zembro de 1856.
lllm. e K\m. Sr.Cuinpre-me levar ao conheei-
mento de V. Ese., que fui preso a minha nrilem pe-
lo alferes do corpo de policia francisco Xavier de
Salles Cavalcanli de Almeida, e recollndo ao e.tade
maiur do quarlel do dito corpo o padre Jo3o Mr-
calo do Reno, por se adiar pronunciado pela subde-
legada do pri ueiro dislricto do termo de Sanio An-
ulo eni crime de feruneutos.
Das ditlerenles parlicipaces consta, que se de-
ram as seguintes occurreucias :
l'oram prcos : pela subdelegada da fresue/:ia do
Recife, o porlngati Jorge Jos Teiieira, por deso-
bediencia, Filippa Ignacia da Silva, Candida Mara
e Cinslancia liarla do NaaclOKBlo, por brisa, e os
prelos escravns Antonio, por infraccjo de poblaras
municipaes, lliemoteo e Antonio a requerimento de
eus seuliores.
Pela sudelegacia da frcguciia do l'ocn da Pa-
ntll 1, os portugueies Manoel Cabral do Mcd-irn. e
vtanoel Boiellio lavares, por ogos prohibidos, e o
prelo e.rr.iMi FabiAo, por ser encontrado as 11 ho-
ras da nnite.
1'elJ.snbdelegacia da fregnezia de S. Jos, Ca-
seuiiro Braz de Lima, por desordein.
Refere o delegado do (ermo do Rio Kornjoso em
oPTicio de 19 do correnle, que no da 1:1 pelas,7 1|2
huraada manli.'i.i lora assa.sinado em seu engenho
Oiija Brancado mesmo termo o major Francisco
Marinho Wanderley, havendo veiiemenles sospeilas
de ter sido autnra da morle sua propria mulher I)
Rosa Mara Wmderley, a qual foi presa no da 17
oo engenho Saoh, coiitra quem esta aqarlle dele-
gado procedendo nos lennns da le.
Dos guarde a V. Exc. lllm. e Eim. Sr. con-
sellieiro Sergio Tei\eira de Maccdo, presidente da
provincia.o chafe depolicia,Dr. PoUcarpo Looei
de l.eSo.
21-
Illm. e Etm.Sr.Levoao cnnhecimentn de V.
Ese., que das diferentes participares Imje rece-
pidas nesta reparlirao consta queso deramas se-
guintes oceurrenrias :
Foram presos : pela subdelegada d freguezia do
Recife, o e>cravo Marroliuo, por fgido.
E pela subdelegada da freguezia de Santo Anto-
nio, os prelos Manoel e Cyprimo, escravos por se-
rem encontrados na ra depois de !) horas da noilp.
lieos guarde a V. Esclllm. e Exm. Sr. con-
selheiroSergio Teiieira de Maredo, presidente da
provincia.O chele de policia,Dr. Policarpo Lopes
de Leo.
(emmunkabo.
.1,242,082
55,644
32,500
2,256
91,699
16,983
188.725
19,091
8,354
231
57,366
plendor e augmento da religio catholica -
o capuchinho Fr. SebastiSo c o padie Lobo
mulliplicavam esforcos, trabalhavam desde
o primeiro alborecer d'alva al o nieio-dia, e
iiingiiem roltars sem ser salisfeito em suas
pias titeiiQoes.
lloulein mesmo, dia de sen fallecimento,
apezar de qtieixar-se lia algum lempo de
um comeco de hydropisia de pello, cantou
a misss de .Nossa Senhora, e levou a confes-
sar os liis al 11 horas.da inaiiliaa, pouco
mais ou menos, em que foi atacado no con-
lissionario, e sendo transportado a sua celia,
tres para quatro horas depois expirou, nao
obstante or esforcos da medicina.
Cuidando pjuco do inundo, nada dcixou
delle ; mas em compensacSo legou-nos una
saudade infinita, o bens espirituacs sem du-
vida mais duradouros do que os lempo-
raes.
Fizeram-sc-lhe hoje os sulfragios que a
santa igreja para casos taes lem instituido,
n3o com luxo, mas com toda a decencia e
decoro ao seu estado sacerdotal. As 9 ho-
ras da manliaa foi o seu cadver couduzidu
f. cem.itcrio publico, um pouco distante do
Hospicio, o em seu transito acompanhaJo,
no s do prestito fnebre do estylu, como
do um numeroso concurso do pessoas de
ambos os sexos e de todas as condicOcs, cu-
jas lagrimas revelavam o vacuo que o justo
deixa nesta trra.
Era urna scena digna da religio do cal-
vario, ver como um iiomem a conlenares Je
leguas de seu paiz natal, sem parentes e r.
mos carnaes nesta plaga estranha, ao pas-
sar desta para a oulra vida, deixou entre
lodos aquellos que como verdadeiros r-
maos e lilhos tantas lagrimas e sauda-
des1
Virtude, vera cmanaco do Eterno Ser si'rJ
tu produzes tacs maravilhas !
Recife 21 de dezembro de 1836.
&cm3p0n>encttt.
IITERIR.
RIO DE JANEIRO.
11 de dezembro.
I companhia Ln. Ja dissemos qoe-entre as lindas de navecacio a
vapor quo da Eoropa se dirigem ao brasil, ne'uhu-
ma .nuda >e empreliendeu e e>labeleceu que ullere-
r Unios elemento- e garantas de prosperidade co-
mo a da companhia l.uso-llrasileira. De l'eilo, lien-
hiiin.i uacSo cnlrelem malt rela^iies com o imperio
americano ilo que Portugal, porque au s o com-
incrcio. como os antigos lajos de sangue e amisarte
que iinem a< lina- r devem coolnliuir poderosamente para alimentar es-
sa imprtame navegado.
Alcm disso, Lisboa, que he o ponto da Europa on-
de lermiuam as suas viagens os vapores d,i compa-
i'lni l.usu-Brasileira, lio lambem porto de escala dos
vapores de outras emprez.s, e por cuiistqueneia |io-
de a linha l.uso-Brasile.ra ulilisar, a ulilisa mesmo,
aquelles que prelenilem seguir wagem para Ingla-
U'ii .. Franca ou Italia.
taolas proporcAea da eagiandecimeiilo ato devam
er perdidas s porque a inhabilidad! ou incuria de
u-na administracao as eslerilisou, di^perdicando lo-
Um acontecimento doloroso, que pungi
a quantos delle tiveram scienciaa" popula-
cio inteira desta cidade-tcvn hnitem lu-
gar entre nos, O padre loflo da Silva Lobo,
atacado pelas II horas da Rlanbaa de urna
apoplexia fulminante, entregou s 3 da tar-
de sua alma ao Creador !
Este verdadeiro ministro do Senlior nas-
ceu em urna aldeia da cidnde do UuimarSes,
dcnominada-Lage,-na freguezia de Santo
Thysso de Prasins, do una familia de lavra-
dores pouco abastados, mas bastante ricos
de sentimentos religiosos : pode consagrar-
se ao sacerdocio, e em seus estudos para
obter sufliciencia ao sagrado ministerio, rc-
velou talentos nao vulgares, a par de urna
conducta irrepreliensivel e das mais solidas
virtudes.
Ainda quo se n3o houvasse envolvido em
questOes polticas, que trouxeram a nossa
patria (Portugal os horrores ila guerra civil
e!dymnastica, pola que o seu corceo, pouco
affecto as colisas terrenas, palpitava s pe-
las do co, nao pode comtudo deixar de ma-
goar-se profundamente ao ver como alguns
dos seus compatriotas, no delirio da victo-
ria que Ibes produzio a sanguinolenta lula
de 18333t, nao s menosprezassem. como
al escarnecessem Unto dos ministros e dos
altares do Dos dos christaos ecomquauto
nao comprehendido na perseguijao que se
votou aogeral dos ministros do Evangelho,
porque as verdadeiras e reconhecidas virtu-
des at dos adversarios sao respailadas, no
Ihe pode soffrer o coraco consorvar-se es-
pectador dos males, que por esse lempo vie-
ram sobre a igreja luzitana, e formou o pla-
no de abandonar sua trra natal e transportar
se ao novo mundo, onde encontrara pen-
sava ello menos adiaiitameiilo lalvez no
caminlio da civilisacto europea, porem em
compensagSo menor corrupgao de nimos, e
portanto costumes mais virgens. Ao rea-
lisar o projecto que havia concebido, foi a
provincia de Pernambuco que leve a fortuna
de o acolber em seu seio.
Pouco tompo depois de chegado, o Exm
bispo desta diocese, verdadeiro apreciador
dasqualidades que ornavam o levita expa-
triado, e querendo aproveitar-se das suas
luzes e virtudes sacerdotaes, nomeou-o
viee-reitor do seminario episcopal de Hui-
da, lugar que o fallecido exerceu por algum
lempo ; mas prevendo que nao podara ser-
vir tal emprego sem encargo de sua cons-
ciencia, pedio a sua desoneraco ; e desde
logo, anda que bastante moco, euidou de
so recolhcr ao hospicio de Nos'sa Senhora da
Penba, dos Capucliuihos Italianos, onde po-
desse, abandonando completamente o mun-
do, votar-se todo a Dos.
Todos sabein o crdito de que gozam em
Pernambuco os n-.erendos Capucllinhos da
Penlia, verdadeiros successores dos apos-
tlos, o como com juslica sSo geralmenie
olhados; pois foi entre elles que se distin-
gui o padre Lobo. Administrar os Sacra-
mentos aos fiis, calliechisa-los, dirigi-los
concilia-los era a sua misso, e alguna coli-
sa dos bens deste mundo que poda adqui-
rir distribuid lulo com os necessiUdos, quer
em esmolas pecuniarias, quer em livros de
piedade e doulrina evanglica. Onde quer
que havia urna dcsiiitcliigeiicia de familia,
ou entre amigos, elle enipeiihava-se eni re-
solve-la do modo mais conveniente aos di-
sidentes, e sem alboroto publico.
Padeceudo de alguus ineommodosje sau-
de, liihos da vida recolliida e sedentaria a
que se. volira, iiicoiiimodus dos quaes as ve-
zes levemente se queixava, elle mludo
pouco se allligia, porque (dizia, nao tenho
Srs. redactores.He pela segunda vez que oc-
cupo as columnas de seu respeilavel jornal.para pa-
tentear os servigos prestados pelo digno director da
colonia militar de Fimenteiras, a quem parece
que a Providenciaquiz collocar natiuelle.lugar para
amparar a um numeroso povo, que vive salisfeito
pelos beneficios que Ihe tem prodegalisado o capi-
lao Joset.omes de Almeida ; e Ihe confesso que
despido de loda a parcialidade, nao posso deixar no
olvido os valiosos servigos por elle prestados.
_ Approximando-se o dia 8 de dezembro, o capi-
lao director deu as mais terminantes providencias
para que nesse dia fosse feia a festa deN. S. da
Conceicao com aquella pompa devida a tic festivo
dia.
As 9 horas da m.mhaa achava-se a colonia de
I imenteiras apinhada d numeroso povo, de lodas
as classes ; houve inissa solemne cantada por tres
sacerdoics, msica, e urna excellente oracao recita-
da pelo digno capello da colonia Leopoldina, fin-
da festividade subiram aos ares immensas girn-
dolas de fogo.
O director da colonia obsequiou em sua casa
com mu explendido jantar as pessoas mais gradas,
nao s daquella colonia, como as de Capoeiras,
:>. Benedicto, Lagoa dos Gatos, e visinhancas : na
grande casa das olllcinas houve outra grande mesa,
onde foram igualmente servidos todo o povo e co-
lonos ; na realidade pareca urna dessas testas dos
deoses do Paganismo de que nos falla a nvtbolo-
gia, dadas no centro das maltas nunca habitadas.
O enthusiasmo, a alegria.e boa ordera rinou em
todos os coracoes, rompendo todos em vivas a Sua
Magestade o Imperador, ao E\m. Sr. presidente
da provincia, e ao directar capilao Gomes, subiram
aos ares novas girndolas de fogueles, e assim ler-
minou o grande banquete, al que chegando a noi-
te se dingiram de novo ao sagrado templo, onde
deram gracas ao Altissirao pelo beneficio que lhes
prodigahsava, dando fim a todo esse regoseio um
excellente fogo ..r-linci.l, pe. primeira w visl0
pola maior parle daquelles habilantes".
Senhores redactores, nao pude deixar de pasmar
quando presenciei a harmona, a alegria, o o res-
peito que aquella agradscido povo tributan ao di-
rector Gomes ; era tal o enthusiasmo de todos em
querer abraca-lo. e raostrar-lhe seu reconhecimen-
to, que foi preciso elle sahir para fora de rasa afim
de poder satisfazer a lodos, e nessa occasio o dito
director fez constar que no dia seguinte devia ha-
ver outra missa cantada, em ronsequencia de urna
promessa por elle eita para que fosso extincta
epidemia do cholera, que tanto devastou a humani-
dade alllicla ; assim aeonteceu, houve no dia 9
missa cantada, depois da qual se reliraram aquelles
potos cheios de regosijo, e foi assim que terminou
a grande festa de N. S. da Coneejcao, padroeira da
colonia de Pimenleiras.
Queiram pois, senhores redactores, darpubli-
cidade a estes religiosos actos, para que se repro-
duzam nos coracoes dos povos, e o quanto se inte-
ressa aquello director em fazer effecliva a missao de
de que o governo Ihe encarregou, e a quem Dos nao
deixara de renumerar aquelle que tem faito banir
a manceba, a intriga, o furto, e a desordera de
um povo ainda pouco civilisado.
l'm morador do Bonito.
Vtaricitltirrtf.
' '^"^o de asnrar que se apcrteiioa cada
vez mais, tanto na Europa como as colonias hes-
pauholas, francezas, hollandezas e inglei-.as deve
seu progresso aos apparelhos para es.o Um inventa-
dos. Os apparelhos construidos na Inglaterra e na
1-ranga ,a0 geralmenie os mais conhecido no Bra-
sil, mas a experiencia lem mostrado em todas as
parles em que se fabrica o assucar, que os appare-
inos ingleze, e francezes alo corresponden) muilas
vezes a conlianca que s- nelles lioha. lie sabido de
todos a precisa,., exaclidao e solidez com qoe Ira-
balham os fabricantes allemaes. cujos nrecos s.lo
invariavelmcnte estabelecido. d'uma maneira ra-
zoavel, e convencido dislo o Dr. Schmidl em Ham-
borgo, que lauto se lem inleressado peb brasil, se
lemnrou de olferecer aos senhores d'engenho ,..
parelhos para a fabneafSo de assucar, allane..ndo-
ilies que qualquer encommenda que se Ihe confie
sera executada de maneira satisfactoria e debiii
da sua particular inspeccHo, o que he ainda orna
noa garanta, pois que o Dr. Schmidl enleiide da
mesma f.ilirieac.io .fassucar. e conhece especial-
nien e a do Brasil, onde residi alguns anuos, e em
geral ludo quanto he machina e apparelhos.
As pessoas pois queprecisarem dequaesqoer uten-
silios para fabricaeaod'assucar e disiillacau de agur-
denle, assim como machinas de vapor putero diri-
gir-seao l)r.+'. Schmidl, .2 Alterwall, em llam-
burgo, na certeza de que as sois ordens serio eie-
culadas de maoeiea que satisfarn! lodas as exigeu-
cias. a
A activa navegaeio que existe entre llamburgo e
o Brasil pramelte promptdao asa expedici.es, t|U-
4m sabem que os precos dos freles de Uamborgo
pira o Brasil Uo menos altos do queda Franca e
ili laalalam. A principiar do mez de novembrodo
correnle auno de Isitt se expedir de llamburgo to-
dos os metes um barco de vapor para l'ernambuco,
llama e Km de Janeiro, e por esses vapores se po-
derao razer reinessas de caldeiras e machinas da me-
inor constroecao com rapidez e por pren.s sbre-
nlo lo moderados.
Para dar urna idea do que se fabrica na Allema-
nha. razemos seguir os precoi de urna das pnmeir.s
lakncasqiie all conslrnem toda sorte de machinas e
apparelho-.
A.Appirelho de vacuo de construceao mais mo-
derna, e de Torma globular, com duu; fundos de
cobre e sementina de dous canudos com columna de
egliranca e condensador tanto para bombas de ar
liumi la- como seccas; com pedestal sobre pus de
ao brou/.ados, abertura para limoar. valvul.
e*golar
eucher
Lerlas, para oupoiar eom >erpi-iiliiiaa pira esquan-
lar, e inonte-jus ou lypbio, sa calculario igual-
mente pelo preo le 70 llialers por quintal.
i. mirlo- de cobre prnvados por urna pres-ao de
10 almospheras, do conipriinento de 1(1 ps, pelo
pree de. fitl tlnl-rs ludo igualmente inclusive en-
fardameulo e entregas fraaea em llamhnrgo.
Pino d'mn apparelho dobradode dislillai;ao cha-
mado Pisiuriuspara dislill.ir diariamenle 5,000
quarlas de maleteo.
De cobre forte, com chivos, sem soldadura inte-
rior.
O apparelho consiste de :
2 alambiques de 900 qnartasde
capaeidade, 2 lampas para
ditos. 1 rylindn. de conduc-
an, I esquentador de nielas-
so de ca. 6:X) qmrlas, 1 tor-
neira para mrlissc e 1 dila
para escolar com remexedor,
2 bscias, 1 serpentina. 1 di-
la para tirar pruva, difieren-
les canudos d'! conduccao,
ele, pesando 10 lodo cerca
le 33 qainlaes ; a 71 llia-
lers.........
I'ara o manejo no apparelho
pertence anda :
i caldelra de vapor, de ferro,
com ; aliiio.|,li -r.i- de pres-
sao.........
A guarnitao da dita, grelhas,
portas, reehos......
I bomba d'agua pata a serpeD-
lini.........
Para montar o apparelho per-
tences canudos de cobre e
ol pelos de lilao pesando
cerca de 12 quintaes ; a 70
halen........
21.J0 thalers.
IDO n
201)
280 n
(Is tubos de lalSo lio enllocado, vtaTtleatroeiite. ai.ieiim. h.i e.pt.-i.itnladc, ule e dlvan-a-, segn-
disimiles am do nutro somenle l|2 pollegada. do a sua vocablo, alo viriam pajal as repartlcOei
Por caus.i do seu largo espaco de aquecimento os j publicas, n,\o perlorbariam a ordem social, eua
taixos s;io sobremodo proprins para tvaprraeSo da seriam pesados ao Estado.
calda e .i c aeealraclo do mel por meio de vapores [ forain educadus as cegas. Taparam-lhes os olhos
de rolla, tahindo das machinas de vapor de alta e empurrarani-nos, e ellcs|csminharam;pra diente
pressao e dos fundos dohrados, poupando-se assim i sem saber onde os conduza o caminho, nem se este
mullo cnmhuslivel. | Ibes coiivii.lia ; e lia la quando Ibes caa a venda dus
O preco destes laixos depende principalmente do olhos uao sabein o que bao de fazer. porqaesea-
espaco aquecimeiilo. Cada laixo lem columna de
seguranca, condensador (para bomba de ar hmido
ou secco segundo a escolha) e as guarnicOcs especi-
almente mencionidas.
Thalers.
1 laixo de :iil) ps de espen de aqueci-
mento, com compartimento de lobos de
:t ps de dimetro, custa......
1 dito de 1:10 ps de espaco de aqueci-
mento, com compartimento de tubos de
:t 1|2 ps de dimetro, custa.....
I dito de SSO pos, de espaco de aqueci-
mento, eom compartimento de tubos de
i ps de diinletro, cnla......
Inclusive enfrdamelo franco al llamhnrgo.
I thaler da Prossia he igual i conta de i.-.13'.120
27:iO
tino
3900
8 til
Total cerca.
li'O Ihalers.
Estes precos sao calculados inclusive eofardamen-
lo e nlregues franco em llamburgo.
Prego de am apparelho para dislillar d* urna vez
hUO quartas de melasso.
De cobre forle, com cravot, sem soldura iule-
rior.
O apparelho eenitlla de :
1 alambique de 800 quartas de
capaeidade com serpentina
para cozer, t lampa para di-
to, I cvlindro de cundoerpo,
2 bacas, 1 cyliudro para
carvo, 1 serpentina, canu-
do da conduccao, ele, pe-
sando ao lodo cerca de 23
quindes; a 70 ihalers. .
Para o manejo do apparelho
pertence aioda:
I caldaira de vapw, de ferro,
eom :i almospheras de pres-
sSo.......
A, guarnicf.es da dita, "lelhas"
porlas, fecho. .
1 bomba para encher. que lam-
bem serve como bomba d'a-
gua. .
Para montar o apparelho com
caldcira e bomba, os canudos
de obra e as lorneiras de
latao, ele, pesarlo cerca de
<> quintaes; a 7(1 thalers .
ITjU thalers.
:r>o ..
2U0
380
*l
Tuial
i'i i thalers.
Igualmente inclusive enrardaraeolo e entregue
Tranco em llamburgo.
NB.O valor d um thaler segundo o cambio me-
5. .?.de i'- ***W :l|iprossianos s,lo iguaes a
100 litro* francezes.
O Dr. Soiimid asta promplo a fornecer todas as
iiilormaeoes e esclar.cimenlos que Ihe (oren) pedi-
dos por carias. Quem pois liver precisao dessas in-
lormacnes a respeilo de qualqner machina, soa ap-
plica.;ao a seus precos pode dirigic-s direcla-
menle a elle.
PBECOS CORKE^TES
ao apparelhos de vacuo para o fabrico d'assacar de
i.; Heckmann em Berlim, represtntado oo Bra-
M, pelo Dr. I\ Schmidl em llamburgo, a sa-
Apparelhos de vacuo com bomba de ar hmido e
unas columnas Ja mais muderna cunstructau, forma
gloDulnr, com dous fundos de cobre, grande serpen-
tina pora aquecer, columna de seguranca e condeu-
sailor para bomba de ar hmido, pedestal sobre ps
ue leao bronzados, aberlura para limpar, vlvula
de despejo, lorneira de introduejao de mmleiga ou
goroara, lorneira dobrada para eocher, olhos de
viaro, lampadas, lorneira para tirar provas, mano-
melro, tliermomelru, a ludas as vlvulas de vapor
construidas de latao, oclusivo eofardamento, franco
ate llamburgo.
De j ps de dimetro, docootesdo de 120 paes ver-
des, de .10 libras cada uro. thalers 2,600
HUECOS COHHENTES
di ohjeclos de cobre e laUto para o fabrico de assu-
car de C. Heckmann em Berlin, representado no
Brasil pelo Dr. F. Schmidl em llamburgo, a
saber :
ATaixos com dous fundos de cobre, guarnecidos
com ou sem lorneira de despejo.
Dimetro. Profundidade. Preco*.
Thalers.
> pcs. .10 pollegada. (30
.. 1)2 ditos. 33 7(K)
fi dilos. 30 85q
( l]2 dilos. 39 n il|n
7 dito.. |S ., tojo
Calculando segundo o peso....70 Ihalers por auin-
lal de 11(1 libras.
BTodos os oulros ohjeclos fundidos de cobre ou
labio da mals fina construceao, como sejam val-
volas de vapor, lorneiras, etc., se calculam por
quintal, 71. thalers.
CTubos de cobre direitos. Inclusive diversas eur-
vaduras, por quintal..... lili thalers.
Franco llamburgo, inclusive enfardamento.
1 thaler da Prossia he igual a coala de rs.|--:]_)ii.
SY
aiii:DaDi *.>.
l|2dito 180 paes
" > 3|t 2|(i ...... ,
" '' 2i(l ,
". l| 270 .1 ,
uwo '""*'da ''rus,'a ll8 i'ual q"1"
2.800
2,90
3,200
3,000
ders.
.,.Yarmcaaores com dous landos de cobre,
inam.Compart. de tubos.Profundidade.Pn
11 pipes 2i poliegadas 1 (i pollegada 70
PRECOS CORUENTES
de apparelhos de vacuo para o fabrico de assucar de
U lleckiinnn em Berln, represenladu no Brasil
pelo Dr. F. Schmidl em llamhnrgo, a saber :
Apparelhos de va ;uo com bomba de ar hmido e
duas columnas da mais moderna eonstrucc.80, forma
globular, com dous Tundos de cobre, grande serpen-
tina para aquecer, columna de seguranca e
condensador para bomba de ar hmido, pedesla'l so-
bre pes de lean bronzados, abertura para limpar,
vlvula de despejo,lorneira d'introdaccao de man-
leiga ou gordura, lorneira dobrala para encher,
olhos de vidro, lampadas, lorneira par. tirar provas,
manmetro, thermomelro, e lodas as vlvulas de va-
por construidas de latao, inclusive enfardamento,
Tranco ale llamburgo.
De ps de dimetro doconteudode 120 paes ver-
des, de 30 libras cada om. ihalers 2.600
.) 1|2 dilo 180 paes..... 1 2,800
5 3|f 210 3,950
" ^ ^' .....< 3,200
f JL*1*, B0 :i.'H)
1 maler di Prussia he igual a conta de rs.19390
PRECOS COKRENTES
d'i"u'!l""li lIe c"bre'""' fabrico de sanear de
C. Heckmann em Berln, represenlado no Brasil,
pelo Dr. F. Schmidl em llamburgo.
~?-l.al'[,ca.aor teca.
poliegadas 700
- 18 11 yio
;l|2 30 20
> 30 20
1 or quintal pelo preco de70 Ihalers.
B.Moul;-jiis de forma globular.
De 90 poliegadas de dimetro.Thalers. .
'< 3tS ii ii ,.
42 11
18 ,.
Por quintal pele preco de 70 thalers.
taixos de evaporacao iberios com serpentina e
oulros apparelhos le cobre, se vendem pelo preco de
/O thalers por quintal.
Franco al llamburgo, inclusive enfardamento.
I thaler da Prussia he igual a conta de rs.ISI20
PRECOS CORRENTES
de apparelhos de vacuo para o fabrico de assucar de
C. Heckmann em Berlin, represenlado no Brasil
pelo Dr. K Schmidl, em llamburgo.
Apparelhos de vacuo com bomba de ar secco, da
mais moderna conslroccao. forma globular, com
dous fundos de cobre, grande serpentina dobrada
para aquecer. columna de searanca e condensador
para bomba de ar secco, pedestal sobre ps de leao
bronzados, aberlura para limpar, vlvula para es-
gotar, lorneira de introducto de gordura ou man-
leiga, lorneira doijrada pira encher, vidro de ob-
servado, lampadas, lorneira de tirar provas, mauo-
melro, thermomelro e todas as vlvulas de vapor
de latao, inclusive enfardamento, frauco al llam-
burgo :
11 ... Thalers.
Um vacuo de .. pe prussianos de dime-
tro, docooleudode 120 pes verde de
30 libras cada um. ...
1120
1,400
280
120
560
700
leao bronzados, abertura para limpar, vlvula para
esgolar, lorneira para o caldo, diladol.raia p.rs
encher, dita para lirar pn.va, vidros, manmetro
termmetro!.) c das as vlvulas de vapor, ludo com
nielo :
De o pes de
dimetro. I JO pies de cap., 2,3110 thaler da Prussia
De .. pes c (i
poliegadas
de dilo. I.S. n l I -J.T.MJ
De |.c* e i'
poliegadas
-ie ditu. iUi D 11 II 2,850
Da (i pc-j de
dito, o (i pea e ;t i/ > 1> 3.10Q

poltegAdaii
de ditu. 70 )) a 3.400
oulra cousaaesperaV seno a niorto do cor! XZ PZ%X^t^"a
po, c desta ld.de'linha 49 annos a vida nao BT.S. para esquenlar, massicas de cobre,
poae prolongarse muito, c levava os seusle",n ',",,' '""'''"' e "pola com lodas as vlvulas d.
Oas a grangear almas ara Dees, ajudando
aos Capucbinhos nos officios religiosos, am
rujo trabadlo era tanto mais assid'uu uuanto
3400
2600
2750
3000
CAUTAS A UM PAI.
Sobre a educacSo de seu ilho.
Por Mr. Liitrentic.
{Conliuu.eao.)
X.
1 ariedade asa estudos.
Passamo a oulros pontos.
Il.i. mcii amigo, um. grande queslo, aue eu
quereria discutir co>avosco, e he, se os estudos como
hoje esl3o nrga,ii5.iios nos collegios e escolas slo os
conv.iiieoles para as necessidades e costumes da no-
va ociedade.
Vede, porem, como nos nossos lempos a poltica
ue que queremos a lodo o cusi fugir, se melle em
ludo !
Nao ha queslao social mais importante do que a da
organisaejio dos estudos ; sobre ella poder-se-hia es-
crever um longo tratado de direilo publico, porque
a educara he a civilisai.ao, he o bem-eslar, he a
exisleucia inteira dos povos ; e no entretanto trata-
se de resto, porque a edocarao que para os humen.
que pensara no fuiuro da sua patria he para a maior
parle urna friulena, om capricho, um negocio, urna
moda, ama vaidade, e quando milito urna parte da
idministracau do estado.
A e-lucaean he regida por teis e regulamantos, e
pensam quo Torniam as geraees luluras, quando f-
zem um programla com a nomenclatura dos traba-
dlos, das recreares que preenchem o lempo passa-
do no collegio.
Para mim nao ha maior e mais triste prova da ig-
norancia do iiossi. seclo cm asiumptos mnraes, do
que o modo pelo qual se enleiide e trata a educa
v,ao.
Qoe aridez que materialismo Nao se passa das
exterioridades, nao e penelra no coracha, c depois
dz-se (e acredita-se), que o homem esta' edt'c.do,
porque sabe mover-se com toda a regularidade eje-
cutando os movimenlos indicados pelo mestre !
Cuanto teria eu a dizer esle respeito.se nao qui-
zese evilar os assumplos demasiadamenle Instes e
severos.e he por isso que vou reduzir a queslao a ter-
mos que nao devam irritar ninguem.
Os estudos taes como hoje esiao, eom a sua ooifor-
midade applicada a lodos os espirilos, sao o que con-
vem ao nosso lempo'.'
Digo que nao.
He para nolar desde ja que ensillando as mesmas
cousas a_ todos os luanles, nao se prepara oenhoma
disposijao particular, nao se desenvolve nenhu-
ma vocacAo, n3n se abre caminho a neuhum genio.
Vosso lilho tem lalvez algnma disposicao para a
jiirispru,dencia,comeram por al.irmenta-lo com os es-
tudos malhematicos ; lie proprio para a vd militar,
ensinam-lhe philnsophia e rhetorica ; destinis que
aiga ocommercio? ensinam-lhe litleralura classi-
ea, e Tazem delle um poeta, ou anles um raJa>*>ont
. a .-o-. -
Os estudos sao imprevidenles; quem o examinar
achara' que amo orgauisidos como se em Franca to-
dos lenham urna mesma voca^Ao, ou que todas as
carreiras ,. ensinem do mesmo modo.
Nislo h. um gravissimo erro.
Vede qual he o resultado.
Os horneas nao lomando a lempo urna direccao
propria, reeebem noques geraes. massupernciies.que
parecem pruprias para ludo, mas qoe nao servem pa-
ra nada.
A voeares nao sao estudadas, nem procuradas,
lodos entram nos primeiro trabadlos sem o enthu-
siasmo que nasce do inslinclo secreto e myslerioso
qoe denota os grandes successos.
E o que succede ?
Vede os mancebos desta poca. A soa vida revela
o vacuo, a iudecisao, a uresulueo. he um supplicio.
Como nao foram preparados para urna vocaco,
emenden] que devem tentar todos os modos de
vida.
Este gravissimo erro lem feito e fara' a desgraea
de muitos individuos e familia!.
Nao ha nenhuin homem que sirva para ludo.
A universalidad, do genio nao perl.nce 4 iialura-
za humana. Se os estudos dao a vosso.uTho a )dca
de que esla habilitado para seguir tudas as carrei-
ras, dicei que os eslodos sao a mais fuaesta cousa
qua Ihe podero succeder.
Alm disso as escolas, assim orgauisadas sao um
mal para a inteligencia.
Os pintos cansam-se, perdem-se, caducam com
estes estudos universaes. O desejos de igualdade
que car.clerisa o nosso seculo tcedem todos os limi-
tes do bnuisenso e razao.
Por isso qoe ha urna igualdade evanglica, que
ahile os grandes para os nivelar com os pequeos
aos olhos de Ueos, que s he grande, porque s elle
pude crear, e que pur ser fraude e justo faz desap-
parecer as desigualdades da natureza humana na a
preciaran das obras, na recompensa 110 castigo, oa
obngac.ao do cumpri ento da lei, assim como nao
atiende as distmc;0es para amar os humen., nao
deixam estes de ler desiguaes em talentos, em forjas
e at em saode. E para nao citarmos mais nada,
hasta a educado,
Quiz-se que fosse uniforme para todos os homens
e para todas as classes, como se lodos livessem iguaes
talentos, ou como se a lodos podessem ser olis os
mesmos conliecimeutos !
He um souho !
lio mais e peior do que um sonho, foi um retro-
cesso, porque cerno as lutelligencias fraca limita-
das nao podem alcaiicar as superiores, forjaram es-
las a descer, pois ni deste modo se poda conseguir a
igualdade. Assim a universalidade he nociva ao
progresso.
Ouvi a um dos horneas mis distinctos da nossa
grande escola poljlecliuica, demonstrar com mal so-
lidas razes philusaphicas, que esta escola se oppo-
nha ao apparecimenlo dos genios nos ramos das
silencias, porque igiial.ua os espirilos.
M ni.e.ii celebre fundador da escola polvtcchnica
devia o deseuvolvimeiilo do seu genio a"auliga li-
berdade dos estudos. A sua eipeciatidade, como bu-
je se diz, era a geometra, e revelou-se nelle como
inslinclo : se houvesse seguido servilmente o nosso
i)sisma actual de ensino, seria chvmico, botnico,
etc. insigniiic.nte, e um gemetra regular.
Notai, porem, que a minha idea nao he restringir
os estudos, ou nao querer loma-ios acc.ssivcis a to-
tas as classes da uaao
Eu nao receio a cuns.qaencii de que lodos esto-
dem, urna vez que estudem bem. L'm povo nunca
lem lustrucrao de mais ; u que eu uao quero he mu,
he falsa ii.struccao.
Oqu.euque'ro sao estudos solidos, fortes; he o
clian em sitios incgnitos, nao pudendo orientar-.-,
porque tudu quanlo apprenderam foram generalida-
des, oem podem adiar recursos noi logares onde te
eneonlr.m, purque de todo sabein ilguma cousinh.
e nenhuma cousa sahem a fundo.
Nesla ln>le pusi;3o a maior parle lancam man de
um modo de vida, para que se julgam habilitados,
l.izeui-se esniploie, poli sahendu a generalidad.!,
julgam-ie apio pra screverem acerca de ludo,
sem se lembrar.m qoe para a.b.r escrever he ne-
cessario saber prufundainent. maleria sobre que
seescreve, ter maior precisan nai ideas, e meditar
seriamente.
As letras he que teem soflrido com isto, sendo in-
vadido o seu dominio por esenptores, sem genio,
cm inspiraran, sem esludos : mas como e>les in-
vasores sAo do lempo cm qne lodas as Turmas de lin-
guagem, tanto em proM como em verso haviam sido
multiplicadas, e eram ao alcance de todos, succede
que os mais hrilhantes deutre esses escriplores sao
precisamente aquellos que nada sibem do assamp-
lo sobre que escrevem.
Falladures sem ideas, vagabundos, mas sonoros,
observadores, e crticos supeificiaes da sciencia e
das arles, do nomem e da sociedade, sem ter scien-
cia nem moral, moralistas sem Invenr.lo c sem ver-
d^dc, historiadoras sem critica, e sem enuliraa, plii-
In-opli is san-.i.|ic ', fabricantes de livros em urna pi-
lavra, e nao escriplores, sao esses taes em quem a
posteriondade ha de aebsr Os monumentos da futi-
lidade da nossa poca occulla sob a mascara da se-
riedade cmica, e da eru lien i hypocrita.
Perdoa-me pintura que faro do meu scalo. Ea
qaizera lorna-lo mais instruido, mais sabio, mais
mural, mais verdadeiro.
O remedio que acho m.iseflicaz a este estado de
decadencia he a applicacao dos esludos segundo as
vocaees dos individuos e genero de vida.
Nao quero nem por sonho qoe se julgue que que-
ro a inciedade dividida por casta, e qoe cada casta
lenha as suas escolas. Tal absordu s pode nascer
da ignorancia do espirito do ehrislhnistno, que be
o e-imito da una, tendente a realisar quauto he
possivel a iguald.de entre os homens. O que eu que-
ro beque em cada escola baja esludo eguudo as
vocaees, por forma (al que a-sua sabida do collegio
cada ccilegio adopte umacarreira, e que esta tenha
to.los nsuecessanos possiveis preparo.
E assim mesmo Batel que se.npre ha-de haver,
convem que baja esludos e educaclo commum em
ludo aqmllo que lem de ser commum a loiemi S0--
mense em lodo- os estados.
lodos devem ter moral, saber a religue : a todos
a historia ministrara grande Iicije6 ; loJos carecen)
dos principio elemeulares das sciencias, njosii por-
que estes principios se explicam e enlendim uos
pelos oulros, mas al porque he nestes estudos que
se despertam as vora^e ; por consegaiule esles es-
tudos e esla educarlo sea commum lodos.
O que importa evitar lie u que 11 enconlra nos
melhudos da in-trucrAo aclual, essa eonfusao de vo-
caees subjeilas todas aos mesmos estado.
Cada mudo de vida deve ler os seus corresponden-
te, preparalunos ; cada genero de vocacSo urna cul-
tora especial ; eacredilai que esle melhodo prolo-
zir. elfeitos inaravilhosus. O genioi desponlarao
muilo cedo, as intelbgeiicia d.sabrocharao tmpo-
ras, seram fortes e chelas de seiva, isto anda den-
tro dos collegios, e sem prrdcrem es estados a sua
necessaria regularidade, nem a sua harmona me-
lliolica. Mmenle o collegio ser om reflexo do mara-
vilhoso escpelaculo do mundo, o qual peta sabedoria
de Dos, he iofiuitam'nte variado, as leis simples t
unilormes, e ludo tendente a unidade, como he u-
oici. o principio que o creou.
Applican lo quanto lei.hu dito, e ten lo em vista
vo>so lilho, deveis estudar-lhe a \oeaeio, e dirigi-lo
segundo ella nos seus esludos ; mas nem por isso de-
veis priva-lo de ludo quanto paree i extraoho a essa
vocaeao, isso seria peccar pelo etcesso conlrario.
I-.u entendo pela variedade de esludo, 01 estudos
especiaes egun lu as diversas carreiras futuras que
sao possiveis,. appropriadus as differentes vocaes;
e por estudos variados os estudos que se addicionam
aos primeiros como uleis, como ornamentos.
Ha esludos particularmente proprios para eada
carreira, mas ha estudos indispensaveis a lodas as
carreiras, e oulros que Se conciham cun todas ellas j
somente deve haver cuidado em que us especiaes se-
jam os pn.-domiii.inl,:. por forma que o infante en-
ire na carreira que escolher por vocaeao uao s com
todos os esludos proprios para ella, mas ainda alm
disso em estado de poder disliuguir-se, adquinndo
lodos os iiislrumenlus nrcessarios para chegar ao seu
um, e com auxiliares para vida inlelleclual.
(CORfAlM.)
HISTORIA DE UM HOMEM DE BEM.
O que se val ler nao he um conlo, he urna histo-
ria verdadeira. O homem existe. Eu o vi, lallei-
Ihe, vivi cora elle Bal sumbrias serenidades das flo-
re, las l.amras : na palavra simple, e Branda id.., a-
,va in-ei.n;ii ulm usi uii>ti suuiim. lias Bp=
uegaenes desconhecida-, em quanto o vento supruva'
as r......ii a. e o sol, esla sombra d. Deo, cahia pa-
ra traz d j horisunle colmo ama enorme gota de san -
gue. Foi um,i vida simples e generosa, que passou
em minhas duvidas que me cnn-olou. Este ho-
mem fez-me bem 10 cilraco, talvez que a sua his-
L'm dito de :> t|2 ps, de 180 pes verdes
d. 3(1 libras ea la um.......
L'm dilo de.j:| ps de 210 ditos verdea
cada um.........
L'm dito de Ii ps de 21o dilos 'verdes ca-
da um .........
Lra dito de (i l|| pes de 270 dito 'verdes
rhaleVIlI l-',','h -," .:1:KHM PrSr"?0 de "lodos os ramos das scie.icias humana
1 thaler da Prnula he igual a couta de rs.-l5320 e para isso tirar aos esludo, ese carcter de univer-
PRECOS CORRENTES.
de apparelhos de vacuo para o fabrico de assucar de
C. Ileckmanu om Berln, repre-entado no Brasil
pele Dr. Schmidl em llamburgo, a saber :
Apparelhos de vacuo com bomba de ar hmido e
duas columnas di mais modernaconstruccJIo, forma
globular, com duus fundos de cobre, grande serpeo
loria o fara lamhem a
vuu contar. E, anda
oulro ; e he por
ama vez, todas as
cas que vou escrever s o verdadeiras. Tao diflicil-
mente er o humem no
tallar de um hoinem n soluto, ho mister que duas
vezes e Ihe assegure le
Em urna nuile eslrel
de bosque, perlo de Sh
goma distancia de Mu
-lo vislo.
ada, vagava eu em um gran-
vahing. aldeia situada a al-
ich. Havia lido durante lo
do^dia o ultimo livroeVielor Hago. Urna pera,
chorar como ama mulher;
oile, rau. irain-'ne verligein.
i a cidadf, err.iva nos bos-
go, em mi rima, urna ode
o l'hanlasma li/.era-m-
outra, as I. unim, ,|, >
Altonito, havia deixad
ques, halbuciando I 114
eulhosiasla, dadiva d'a il.do, humilde e pobre. O
veulo rusia nos carvall os ; no silencio da noile, .
floresta arquejava cmn) um.peito humano ; corri
p,,r minio lempo, torn i-me mais calmo e perceni
O caminho que levara me
a; minha chegada doos ca-
briu.s monlcz.s saltara n deutre as hervas e fugiraip
soltando seu pequeo i rito quelxoso.
om soa verde relva, donrada
que me havia perdido,
conduzira urna clarci
A clareira era bella i
pelos raios da la, e tu lo couvid.va a um leve som-
no a relva. o co estr
Mas o veulo qoe sopra
o enthusiasmo, miser
lar ; ja eslava estn,h i:
so erguer-me para proi
Alravessei a clareira
dar na eslrada. A* m
corlavam em ngulos o
um cao, nem um gallo,
micho para a aldeia, p
repente urna janella esi
lao cedo naquella ] mel
Por curiosidad, como!
alirei um punhado de
elevava um metro do s
mediatameute, e i iuco
lo cheio de livros, fazi;
mem que me offerecia
Era ii.ii anciao haixo|
isto que a
miiiu leii-
hem que,quan lo se Ihe qner
liado, a pacifica natureza.
a na folhagem era gelado ;
' nao me|impedia de tiri-
aosraiot da la e foi preci-
urar um teclo.
e cum grande admirar,",) fui
nha esquerda, ledo uegros
claro co : corri para a al-
deia. Por toda parte ei i o silencio e o somnp. Nem
'lulo dorma, l'oz-me a ca-
ucurandn um alpendre. De
arerida transluzio como urna
estrella meus olhos so bre fachada de urna peque-,
la. L'm rouco relogio soou
na casa pobre e arruina
ao longe Ires horas. (Jutm pois velara iao Urde ou
a'.'
por achar qoem fallar,
ireia a janella qoe nao se
lo. A janella abrio-se im-
ninutu depois em um quar-
as mitras excusas ao lu-
a graciosa hopitalidade.
rom uss>us compridos ca-
bellos hrancos tinha a cabera pensativa i: o olhar vi-
vo e franco. A pequea cmara que elle uceupava
conlinha ao tolo o .,. m,-.. ama ca leira, um bah
e um colchao sobre o a
pobre velhn. Sobre a
livros de dicciunarios
encantadora cordiabdar
soalho, que era u leilu do
mesa eslava um moolao de
O meu hospedeiro, com a
e dos vellios bons polidos,
olTerer.eu-me que tomas le asiento, onde bem me pa-
recesse, na cadeira, sol re o bahu ou no colchao.
Depois preveniudo as o ijeccoesque eu ia propor-lhe,
accresccnloii :
Acabam de loar tres horas, e enmo lenho por
habito levantar-me as ( ualro, nao vale a peiina dei-
tar-me mais boje Pe -duai-me s poder dar-vos o
que lenho, disse elle sotando, mas na vossa idaje
em qualquer parle durnpe-se bem ; nao he asiim '.'
E para vos aquecer, aqu lendes... E o velho lirou
do hahu urna garrafa Iterada em que luzia o rham
como ouro liquido. Ea eslava em um pasmo, que
nao podeao compreheoder senao os que, como ea,
conhecem a Baviera
esta encantadora cordialid.de
salnlad. oa oniformidadecomo cousa inapplicavel as
ditlerenles natarezas c disposiees dos espirito.
Se us estudos esliverein dirigidos por forma que
pro i,ir.,in grandes artistas, artilircs instruidos, ge-
metras profundos, legisladores lgicos, oradores clo-
quales, poetas sublime-, escriplores correctos, eoui-
mercianles habis, labioserudito,|aMadisUi sizudos,
militares scientili-ns, sacerdotes de conhecimenlos
..-ueja
teiga ou gordura, lampadas, lorneira para tirar pro-
vas, manmetro, thurmumelru, e todas as vlvulas
d. Vapor cunslruilas de uiao, inclusive eularda-
monto, franco alo llamburgo, inclusive enfard.-
mentn :
Ihalers
3000
2SIHI
>:*)
320U
3.VXI
eja
actualmenis se acha no hospicio um su mera-
ILEGVEL
vapor e lorneiras ue. .--.anas, |u,| romplelu,
para Mgotar, Ki para Ira.fegir, pelo preco de 70
li.ater. por quintal, inclusive enfardamento e en-
tregues franeo em Hamburgo.
TatSM para clarilirar com doos fundo?, taUs a-
De ."> ps de dimetro, do ronleudo de 120
paes verdes de 30 libras cada um. .
lie 11-_> dilos ile 1MI paes......
De >3| dilos de 210 dilus cada um. .
De ii dilos de 2i(l ditos cada um. .
De (i l| ditos de 270 utos cada um. .
I thaler da Prussia he igual a conta da rs 19320.
PRESOSCORRENTES
d. I.ims rom labal para o fabrico d. assucar, de C.
Ileckmanu em Berln, representado pelo Dr. F.
S-'hmidl. em llaml.uigo.
Esles taixos, confeccionados de ferro forjado, con-
ten) no -en respectiva compartimento tubos de lalAo
de 2 pollegada* de largura sem soldidan, no qaisi
se acha a miteria defecante, sendo os tubos fiormenle aquerido, pelos vapores.
Eis u verdadeiru o nico progresso real, e nao o
que s. esla viudo, apezar de lano programma de
progresso.
Mas trisle condieao do homem ceg pela vaidade !
Os esludos modernos produzem pela sua universali-
dad? e unionnidade om lerriv;! mal; habilitan
homens pura carreiras que nao sao as da sua voca-
eao. au pnJe haver nada peiur scienlilca e moral-
mcnle [aliando.
Ou. ha de fazer um homem, chegado a' dade c i
po- ,_a i de vivar por
d6 alcanzar purque ha cem pr,tendentes .cada lu-
gar, se lancam nos partida, e revoluees, como i.
nico meio de er alguna cousa, de apruveilar vora-
tla habililaces.
Mas nao sao siles os culpados o vicio tsia' na or-
gaiiisac.'o dos esludos.
Se osles manribm hou.essem dirigido o lenipen-
esla franqueza toda fra iceza e esla urbanidade em
um paiz em quo a fall
defeitos ; depois estes
de polidez he o menor dos
ivros, entre os quaes ja ea
havia visln alguns francezes, este rhum em um paiz
onde se hel.c cerveja, tsido me punha fora d. mim.
O velho encheu dous Copos e couvidou me a beber.
Coa prazer osaliafaziaL quando elle me disse.
Se vos ollereeo rlium he primeiro porque nao
lenho oulra cou-a e depois porque ja vi que eris
Prance/., bm que perleitameule fallis o ademan.
Tanto Allemaes, quando eu fallava sua lingoi,
haviam recusado crer que eu fosse franrez, que pas-
me a' indagar, em quej'maldilu consuanlc Imperara
minha lingua, o que polera' revellar ao meu hospe-
deiro a minha origem. O bom velhu conlinuoo di-
zendo-meque no da scgui.ile linha a exigir de mim
iim grande servido, mas que.por entao pedia que mt
deilasse sobre sua rama,sobre a qual ello acaba va de
estender um leneol brinco como a ueve. Prolesle -
Ihe que me havia pas-adn o somnn, e, esvuiaodo
um novo copo de rhum, pozemo-nos a conversar.po-
rem em francez. Conversamos a bom conversar eeu
vi deseurolar-se a meas odias urna vida de abnega-
ri bre homem he um padre, mas nao um padre d'um
culto merlo,au ministro urna revela{.1o apcrifa, mas
um paire de espirito, um padre da inledigencia. um
si, e lalvez para oulros de que I ministro gratuito do Santo Evangelho da inslracelo.
voc i.ao, porque nao cullivou, ou qaando tem ha-! 1,1,me : ir procurar no povo esle mar as m-
b lila, ues legaes para bina cousa que Ihe he anlip.- lelligencias, e-las perolas que ahi brilham e mor-
4: ... I rem em II ir antes que desabrochen). Esle nobr ho-
lodos cnl.cam a alllaencia d. mancebos que pr.-! m-m, asta gru.de homem val por enlr. os pobre
.T_^P!!^!?_**!^QJ",^,Ml* V0ll* !**-1 *^ campos, por onde ha menino., Inuras caberas
que escaneai.un, ao p dui reb nlu.s que guardain.
grandes ollios inlelligeule snh seus nnmaraiiiia los
cabellos ; vai por loda a parle, por enlr. os nbrei-
rn, por anlr. os rainponezes, xhaarindn infalig i-
val a mina de ooro da indiligencia, m busca desla
estrella qae occallnu o destinoesle enigma ;
inspirando o peosamento a espirito qoi sem elle so
lean, ,. insimrlo ; aleando na Donetl virgfin dks
nielligeiuias d.-cura u machado civilisador da ins-
lruc(.1o bem comprehendida ; abrindo os ollio, sa-
grando a imiite ; brindo.' vida, pela intelligencia
esle baplismn do verdadeiro Deo, existencia con-
leiniiadas pelo peccado original da miseria : fizeo-
do einflm e lal he a grande obra de seres
que a miseria faria lavajosa*, que a ignorancia fana
maos corai.ues e espirito lomados, pelo raciocinio e
pela instruccao, brando, benvolos, tolerantes e u-
Ouco a objeccao d. M. Veicillot. E eu tambera
a le, bem que nella nao cruse ao vtrlooso homem ;
MI adianto ama elle me rrspondea. Conversa-
mos toa.;, a noite.
cimn*dds 25 e*br,n1i" a' jaaellai. o sol doroo o
Hmmi.nt rre,,e"C"eUde '""" a nu"s,a- P"
min ?'"" e"* "nmtm ",b,ime ""'balava (oda
N hm8 ma "'* "'d',"" tm"-" "toes.
pa.r. n* P*'C'ben qa* uoils J '" mu"
Finalme.le urna tootinegra veio aspedaear osc-
uZSSS. d Vel" ^5 de-nuss. su-
Z2i2rq"tr-d"h0"'- ai""i-
Ahi I que boje he doming.e,cl.mou elle, ha
o meu da de desc.n5o, eu vey.compaoho a ai-
E almocaremos juntos, accresaaotei,
Por minha palavra qoe o farei de bu'a vootade,
mas sere eu quem pague.
Eu quiz replicar.
Senlior, disse o anciao, sois poeta ea oa ren-
deiro.
Finalmente concordamos em pagar cada am me-
tade.
O virtuoso homem nSo quiz acceder a oulra nro-
posta. F
Passei nm deste das completo, calmo grande
que illuminam urna vida inteira, e fecundara om es-
pirito inteim. oa fortifcame alhmosphera dos bons
pansamentos. S fazeodo um livro, lie qa. pod.ria
referir (odas as nossas conservarles, porque eu lor-
oei a' ver por muilas vetes esle bom homem ; s
quero contar em daas palavras urna vid. simples e
sublime. Este virtuoso anciao nunei dovidara' que
seu nome e suas acres linham podido eonatiluir o
assumplo de um folhelim em um grande jornal fran-
cez. Pouca cousas me disse o velho sobre seo nas-
eimenlo e sqa mneidade ; naseeu, segando creio,
no gr3o ducado de Bade, nunca conheceo sua mai,
seu pe era um lenheiro. Ciesceu uas florestas. Ate
.os 10 anno, viveu como um selvagem a' sombra
dos graudes rarvalhos, currendo todo o dia pela
moolanha e valle, bauhando ana joven oaloreza do
ar -aulavel das clareira. Os bosques Ihe deram
hondada, a solidao o tez pensador. A tolidao he a
^aiij^cj^aitarj^dos homens fortes.
Ao treze "T?TmTyiriirf^frtcUlll* flL TiZ
coniroa um dia nos bosques contemplando om gran-
des olhos emhevecido o sol a poi-se na folhagem,
impressionou-se da iutelligencia qoe brilhava em sua
ironle e da onginalidade de sua, resposlas. E qaiz
cultivar esta razao precoce. Levou o menino .ara
ua humilde casa e lornoo-se pai adoptivo do pe-
queo vagabundo admirado. Vendo que Ihe creKia
a intelligencia com a idade, o bom paslor envin o
sea protegido a' principio a sua casia, depoi com
um estipendio qne Ihe fez ser consedido por ura
consistorio evaogelico.a nm gymnasio de urna eidade
da provincia, e mais larde a prupria lioiversidade !
Porem salas morreu o protector ; relirou-s. pe-
quena peosao e o pobre eldante achou-se despro-
vido de recursos com eiludo apenas entejados.
Entao comecou vid. rude e humilde d. roeslre e
preceptor. Ainda nao disse seu uomee laei uuuies
e devem dizer,elle ch.ma-se Andr Walcli.
Andr W'alch tem agora Jaonos.Tioha 18 quao-
do, por falla de meios, foi obrigado deixar a L'ui-
versid.de. Desde eul.iu al a idade d. 4. auno.,,
sempre foi meslre e preceptor. Apreodeua, sem
mestre, o francez, o inglez, o italiano, o hespaohol,
0 russo, us idiomas slavos ; decifra o sanscrilo, sabe
a lingua dos hierogliphoi, conbee. lodo oa idiomas
ori.ntaes; nao ha lingua que elle nu cumprebeiida
ou adtinhe. Como eu admirava-me desla imm.ni-
dade de e-adieo, disse-me o velho sorrindu: He
muilo ni-no, dilllcil do que se er. Todas as lingual
se p- en lem. Se sabis urna, as sabis todas.
Esta vida luda passada oo ensioo inferior fu bro-
tar no cerebro de Andr Walch idea que par.ee-
rara singulares a muitos ped.goga o a' oulro peri-
gosa. Andr Walch nao qaer o en.iuo pela familia;
em sua upioiao, e por maito lempo debatamos
esla queslao, os pais sao cegos, pela afleirao ui-
tural que os inclina para seus lilhos, sobra as facul-
dades intellectaaes de cada um dellei. S o estranho,
que he por forja imparcial, pode ver ou adviubar,
lela inlellig.ocia e observacSo, a .omina de iciencia
e de ni-lrucr5o que cada espirito pu le cuiiler. E islu
heverdade. O mundo logo assim pensara.
Ao-lr Walch deixa, o idad. d. l annos, a ulti-
ma familia em que entrara como- preceptor. Seu
discpulo acabara de morr.r, fatigado por um* intel-
igencia superior e precoce. A familia coocedsu a
Andr Walch una pensao mensal da 15 llorins, por
tola sua vida. Esla mesma familia que >e afleijoara
ao modesto e erudito preceptor, offereceu-lhe adqui-
rir urna cadeira de professor em qualquer gymnas.a.
s .-'-'w.-''---'>- .....,'" por duas rg/Ana : pn-
!_'!*m" n'10 8,l*r alluril o ,UJS fu"C-
?(^s;--oh : tao virloom e grande homem estar a-
bano .d-pou porque queri. eiecutar urna idea
quo a muito lempo se despertara em sua nobre na-
tureza. Qneria lornar-se o instructor dos pobres e
preceptor dos queso tem uiisllu-ncia e nao possuem
diuheiro; quena eosinar gratuitamente los que u3o
podiam pagar, E, a rime anoos, elle execula seu
plano, calmo, brando, iufatigavel. Nada o ditlrahe
nada o detem. Seu coracao Ihe da pacieocia. Elle'
vive com os seus 15 finos por mez (15 franco e al-
gn loldos; e ain la ama com que comprar livros.
lem discpulos qoatro ou cinco leguas em dvrr.dor.
Oaando seus discipulu nao podem vir sui casa"
elle vai a' delle, o nunca acceda coma Igoma por
suas r.digas a suas estiradas viagens. Todo recusa,
al o humilde copo de cerveja que reconhecidos Ibe
oB.recem osrai. Lina ou ouba vez e de lempo
lempos, as grandes fastas, elle jaola em caa da al-
gum pastor d. viziuhanca he entao para a aldeia
ura da de alegria.
1,'uau lo elle vai em caminho, no invern como oo
verao, com sua cabeca de rhum s.u homor jovial,
qo. o consola da f.diga, para mudas nos valle eui
que v louras caberas; se algum i fronte inlelligent,-
enconlra, am deste meninos robusto em lado, que
sempre querem brincar com soldado para ser g^ae-
ral, urna desla enancas pensativas que nao brin-
cara e que se assenlum sobre o declive da colima a'
ver cora ot olhos scinlillanlesas grande ouveo que
em extensas caravana alravesiam os detertos dos
cos. ellj toma as m.los, uos travessos como .os p.n-
alivoi, conversa com elle, e he mais uro discipulo,
muila vezes tres ou quatro. E elle he tao brando,
tao bum e tao jovial que os meninos o eflim.m, d.s
que o veem, e correm para elle como para a fonte
ou para a ovelha dos prado
Encontrei-o algomas vezes, ante de minha parti-
da de Munich nos pequeos caminhoi dn florestas
vlziohas, e quando passa va por mim com sua gr.ra-
matica- diccionarios debaixo do bracopor que elle
nao s da Iici5 como foruece o livro qu.odo
assim o.ncoulrava, digo, br.odo .joven debaixo do
seus compriilus cabellos bronco, infaligavel em ana
de liraca... humauidade, eu me descubra eom muito
respeito.
Chego agora a' objeccio que me faria M. Veoillel
e que propuz ao nobre anciao.
Nao lamis, lbe dase em om dia, fazer outros
tantos desgranados d'estts simi-sahius que creaes"!
Em lugir d. turnar os horneo melhore, fazei lal-
vez ambiciosos precoces, que depois serao invejosos.
Bem sei que revelis espirito, que seriam calmo
e felizes em sua ignorancia, am mando de verda-
des, de luzes, concede, mas em que se offuscar sai
vista, em qoe sen espritu chira na cegueiri ; em
que novo conhecimenlos engendrando novas neces-
sidades, farao surgir ueste cerebros que d.v.rum fi-
car inculto, ujii universo inleiro de sordas invejas,
crois decepefs, esperanzas baldadas, qoe acabaram
por tornar estes entes homens inutets oo p.rigosus,
para dizer melhor. U. entre os homens do povo
que lera um comeco de in-trucefloque fazem sua c.i-
a o Intimides correeciooae. Mai val a ignorancia
que se alo conhece que nm cometo d'imlrucrao,
que muilas vez. excita a invej e as mis acci.,-.
Ei pouco mais ou menos o que Ih'eu disse. O ve-
lho eucaroo-me com am olhar calmo. E com ludo
eslava pensativo. Fomos para o bosque. Os car va-
dlos viam-nos penar, as moscas roreerejavam no ar,
o sol ahrae na o universo e o envolva lodo. O ve-
lho pareca absorto. A minha dovida como que re-
volver todo o seu mondo de ideas, como orna pedra
adrada ao lago desperta e perturba lodo quanto se
agita no fundo. Elle pareca meditar e lular.
Nao! o v-laman elle com a voi brilhanle com
que (allileu devara exclamarE lodavia ella re 1 ; nao E saa fronte se aogm.nlava e eos
odio scinlillavam. .Nao, nao, mil veze nao! a
sciencia nao pode farer mal. Saber he amar !
A ignorancia fez mais criminosos do qoe a instroc-
cao invejosos. Bi'ding Mmcht fre. A educarlo he a
bberdade. A snencia mnilas vezes poder-se-hia di-
zer sempre, faz solfrer. Mas, he o snlfrimenlo fecun-
do, productivo, til aus indagadores do futuro. Mu
la veze ella mala o individuo, porma palavra ca-
hida .lo labio do moribundo ergue-se como urna es-
trella no caminho da humauidade. Esles de qae me
fallis, que urna educa,;,,, incomplels fez prejndici-
aes. sao a exeepeao, ndo a regra. elles ser-im ma'os
com a ignorancia. Se a libi-rdade faz o homem me-
lhor e se a educarlo da' a hberdade. Bildinl/ Marht
frei. E ci.ii---.i-ii eu vo-lo declaro, arcresceutou
o velho apuz um breve silencio, hesilei, Uve re- co
de minha obra. Parei algumas vezes no momento de
j abrir ao odio obscurecido de nm menino dus campo
| o ceo cemlellado dos conhecimenlos llmanos ; tive
. medo e leali cumpri Iss serpentes de duvida corre-
1 rem seus fros aunis obre minha con.,aencia inde-
cisa. Ha muito lempo, dando ao pobres o pooco qoe
sei, eu que Ibes nao potas-iar ninheiro, no ment de
f-zer-ll.es minha pobre esmula, disse comigo. Calvez
obrasse melhor deixando esles joveos a'charra pa-
lernal. Creado fazar um i aeflo b|a, lalvez faca una
ma'. E eu Iremi. Y. cliorei peranle Deo. Depois
coii.i.tci-me.O velho linha os olhos cheios de eham-
I mas.Coasolei-me. Ksloa comente do qae faro,
| logo obro bem. V. denois, dando a sciencia, prose-
gua elle, eh.no sciencia, .ccresrenluu com um sor-
I nsu, um pooco de eonhecimeuto da lingua eslran-
geiras ; nerdoai minha preler.cn,.*. .u Velhn ; dan-
| do-Ibas, digo > que elle nao pderiam apr.nder na
escola, creio fa/er urna arjao tao boa como aquella
que da pito a qoem tem fome. E de meuo duci-
pulns desta plantas que cultivo em meu jardim,
1 muitas frutificar.m. Dous so profesaore, um ha
I


MUTILT!^


Oltf III PliaiBCO SIXTi FIRA 96 II nZIMIRO DE .ll
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daior m medicina, outro he depulado nos Kstido9.
II- verdade que alguna na houveram b un successo
de*vaneceram-e pe* emigrarlo. Mas totre lodos
aquellas I quem utocarei loiinir o cor.ic.lo ptlo es-
pirita, porque os grandes pensameolo* >em do cu-
rarlo, fu me comentarla que un s roe devesse al-
tingir a'esphera a qoe aspirava mu intelligencia.
I rois qae ama geracao. E depois, accre ?eHio a modo de peroraran, sabis o que soffre o
pene tobre a areia, a indiligencia fura de tea am-
biente necesario, deseonhecendo-se a si mesrot. e
abafando-se era vagas tspiraces que n.1o pode
explicar, anoiqiilando-se ero obscuros e i untis so-
ndo* quando urna palavra somante poderis eonverler
e*tes sonhos em pensamentos? O homem qae est'
"n bai\o e qaeseute ein si inda, sem i impoilnr
que 4een para estar em cima, o homem que obe-
dece e sent que nascea para ordenar, esclarecer e
dirigir, pode-se tornar mais perigoso e mis prejudi-
cial em sua ignorancia do qae seria com a educarlo
que llie inspirara a paciencia ni ambicio. Nio,
un 11 ama ve/, a srieoci* "i > prejudica. A scienci.i
be boa. A tciencia he rnn germen fecundo, da edu-
carlo, he a liherdadr.
Andr Walch falln anda por milito lempo em
-ua lingua ongie'l e gtgnmas Tetes un pouco rule
Teria ella oo nio rigl'! Questlo sombra enigma !
Vio ouso duer siajr, nio poseo diier nao. Se An-
dr Walch errava, nlo dei*ara' por islo de ser um
ran le homem de bem, am desles sacerdotes peran-
te ex qaaes desenhrem-se todos os homens honrados
li-Jes que tem am corado He um daquclles que
amain o pava, porque o pavo soflre. Sun vida he
grande esa mi obscaridade, porque sua vida lie alil
dedicada. Apodlo do [muro, elle val dissemi-
n.ni lo ndisliuclanif ule o pao d'alma e do espirito
aos pobres, sos opprimidos. aos Traeos, aos misera -
veis, aos paria, nao Ihes duendo, ao mostrar os r-
eos.Armai-vos .' porem, inslrui-vos I Prepa-
ra ido ernAm pelo anuir, pela sciencia, pelo culto pi-
Joso dos gr.n.lt. peosamentos, pela calma dos que
frequenlaaa os carnes, preparando, coro o curaran e
nio pelo braco, para o grande combale futuro de
|ue sahira' a fclii obra'da redempcflo do genero
hamann. Rslevao Eggi.
(Presn.)
^ubicitcao a pttfao.
VAHIEDADE.
O assobio.
Cont moral, eilrahido das obras do grande
l'ranklin.
Seado cu da 7 annoi, achei-me n um di Sanio
cora algibelraa cheias de cobre que me linham dado.
Omt logo ir a urna loja, onde se vendlam brinque-
dos para r. caneas: mas aceitando de encontrar na
roa oatro rapax com am assobio, fiquei lo narra-
ra do desse lostrumento, qae dei por elle todo o di-
nheiro qae levara. Turnei a {casa immediatamente,
assohiaiidu.a mu contente com o ra-u assobio, mas
servindo de incommodo a tuda a familia. Meus ir-
m.is, rutilas e primos qae souberain da compra que
havia feito, diseram-me que eu tiuha pago o asso-
bio por am preco qualro vete maiur do que o seu
valor. Considere! callo as mulascoasas boas qne po-
dera ler comprado com o resto do dioheiro : porm
lodos se riram da minha (olice por lal maneira, que
arenealo deo-me mais petar do que goslo me tinha
dado o assobio.
Todava esle successo servio-me de utilidade para
amante. Todas as vstes que ao depois liuha coceaas
de comprar algum i consa desnecessaria, ditia sempre
comigo :Nao d Unto pelo assobio. Cre.ci, eotrei
no mando, e observando as aceftes dos homens, con-
venc-roa qae quasi lodos compramassobios por
alto preco. r v
Juando en vejo am curletao ambicioso saerilicar
lempo, o descanso, a libordade, etalvet seuspro-
prio amigo, pelas honras de palacio, digo sempre
consigo mesmo :Esle homem compra bem caro o
asaobio. '
mUj,.nLI!i..00,^0 tn'P"a fater-se popular vive
mpee embebido em negocios polticos, despresando
M seas proprios negocios; e por conseguinlo peUiran-
do de da em dia ; di,, M1U|ire :_E;ie tanlDen,
g.i bem caro o assobio. "^
r-.f?.*?"!"10 ,,,0B m'"et0 "'B forregailas) que
perla todas as commodidades da vida, todo o praier
de beneQciar aos.eussemelhanles, toda a sali.fscr.io
ua ami.a le 10 para amoi.loar dioheiro.Pobre ho-
raern digo; como Ihe casta caro o assobio '
yaando encoolro dmeos sensoaes, que sacrificara
as qiialidtdes da alma e dons da forluna aos deleites
aos sentidos.Homens engaad,,., (digo e) era vet
de prat.r. aodi, era busca de doresComo vos
r ii-laui caros os assobios ?
8a vejo algara amizo de trajar com lato, de ricas
e-es, sampluosamenle ornadas, conlrahindo dividas
rara ...tentar esse gosto al ir parar a cadeiaCi-
tado clamo; Esle paga por bata preco o assobio.
ar...T. "'I"1 meni"a fo"na. a gen.o meigo e
-O i* T" ?m b'ai0- "aeiro e m.lcreado
m.M0{'1'*0)'lattsU"n'"* P'*ue 'a- <=">
linE o.'r.d0 aM0b0' referi,,a Pel l>r- >nk-
"'cata"Jar. "? de ''PP'1"^" "* ofere-
r'rno 1P|3"!,D C",0/ reP'"-'e' "l* arae-
omprams-ol)los~p8li*xLtjrii;... .
loiio aqnelle, qoe ero lte e virtudes deixa sua
urotiasao, e procura pencar na poltica, e para isso se
na da de cominelter toda a casia de infamia, esgue-
lanrio-se pelas esquinas, lojase boticas contra o go-
"rno, rabiscan.l libellos famosos contra a honra dos
homens mais eminente*, mesmo das familias, cor-
rendo o risco de ir para a cadeia. e levar mcia dalia
de pescocoe<, digo lambem comigo mesmo Esle
homem compra bem caro o assobio.
.Mudo vejo am homem a quem eos dotou de
alguma inlelligenea, abusar della para smenle la-
rer mal a seu prolimo, toruar-ie ara completo ego-
sta, ahrar-se a imprensa, e, engaando os incaolos
em nome de um partido, advogar nicamente os seus
intrienai particulares, preparando-se para por raeio
das intrigas e ootros grdis, pescar as agaas lurvas
alsum pene gordo, como n depular,ao geral, muilo
emboca corra o risco de so Ihe descobrir as manhas,
e ser laucado Tora do partido como a gralha do meio
dos pavfles, digo logo :('.ojiado Eee homem qur
pagar bem caro o assobio.
Quando vejo (res ou qualro rapasolas (doudos por
ira osiinho) gruparera-se em roda de um homem bi-
lioso e malduenle (que por sua potito Ihes devia
dar otemplos rte boa educasao, moralidade, pruden-
cia ale.!,, a gaslarem o precioso lempo em foigicarem
ariigniohos e pasquins cpnlra a honra de homens
qoe lera conquistado ama posirao elevada na socie-
dade, por soas virtudes e eminentes qualidades, e
qoe por Isso mesmo Ihes nio podan chegar os tiros
da calumnia e maledicencia, rio-ma e digo __Po-
bre* nihos! Qaerem comprar baralo.o assobio qne
ibas ha de sabir bem caro.
Hasta de assobio.
(Mr. George.)
8 dito* ilito ; a Antonio Connives For-
re ira Cselo.
10 dilos dito ; a Antonio Rodrigues Vieira.
"8 dilos dito; a Manoel Concalves da
Silva.
U ditos dito; aMauoel Jos dos Santos
Andrade.
7 ditos dito ; a Antonio da Silva Guerra.
17 ditos dito ; a M, R. M. |
200 ditos dito; a I.. I., das Noves.
130 ditos dito. Minrricas vazios, lo ceuros;
a Manool A Ivs Ferreira.
8 barricas assucar, 19 dilas mel ; a Cunta
& le lilaos.
7 liarris mel ; a Manoel Ferreira da Costa-
22 saceos assucar ; a B. Jos Antonio de
Pinho.
12 barricas dito ; a Jos Joaqun. Ramos
56 ditas vazias, 10 ditas e :I01 saceos assu-
Mtr, 23 paos de amarello, U ditos de louro,
3 fardos fazendas, 10 saceos familia de mnn-
tioca, 1 barrica cocos, 1 embrulho e i caixa
selins usados ; a ordem de diversos.
Brigoe inglet Prospero viudo de Terra Nova,
consiitnado a J. Palor & C, manifesloa o seguinle :
3,010 barricas bacalliao ; aos consigualarios.
JJOiNSULAIIO (JKKAL.
Kendimanto do da la 23.,'. 93:8!ljj>09
dem do dia 21....... 5:877bl2
IOt:779y706
IMVERSAS PROVINCIAS.""
Reudimenlo do dia 1 a 2:1 6:200328
dem do dii 21........ 599*370
6:799e65
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO OBSTA CIDADE NO DIA
2f 0E DE/.EMBRO OE 1856.
Lisboa Brigue portuguet Relmpago, diversos
carregadores, 830 saceos assucar branco e masca-
ndo.
LisboaBarca porlagaeta Ligeira, V. A. Souza
Carvalho \ Conipauhia, HJsaccos assucar branco
e mascavado.
Lisboa Patacho portuguet Brilhanteii, Domin-
gos Jos Ferreira liuiuiaracs, 185 saceos assucar
mascavado.
LisboaBarca porlugueta Janotao, Francisco Xa-
vier de Oliveira, ."di saceos assncar mascavado.
LisboaBrigue porluguet Euricoa, Amorim Ir-
maos, 20 cancos mel.
LisboaBrigue portuguet Tarujo I, Mauoel Joa-
quim Ramos e Silva, 6 meias pipas mel.
CdizBarca franceta Australias, Schramm Wha-
r lely iS Companbia, ilK) saceos assucar mascavado.
ValparaitnBarca diuamarujoeta Preciosa, N. O.
Bieber A Compannia, 800 saceos assucar branco.
HavreBarca frauceta Havre, Lssscrre A l'i-el-
frers. 1,050 saceos asucr branco.
Falmooin Brigoe hamburguet Cito Henry
Brunn A Compauhia, 1,000 saceos assucar masca-
vado.
Buenos-Ayrei polaca sarda Celestina, Isaac,
Curio i Companhia, 2.1 barriquinhas assuc.r
branco.
Rio da PrataBarca hespanhola Kosau, Aranaga A.
Bryan, 200 saceos e 56 bai ricas assucar brauco.
LisboaBarca porlusueza Janola, Francisco Se-
veriano Rabello Filho, 957 saceos assucar bran-
co e mascavado.
xportacao .
Rio de Janeiro, escuna porlugueta Ceres, de 125
loneladas, conJu/i.i o seguiute : parte da carga
que trouie, sendo 90 cascos com 13,982 medidas de
ateile de palma.
Praluba, barca ingleta aWaa. Thomas., de W>
loneladas, condutio o seguinle : 1,600 barricas
bacatho.
Genova, barca ingleta Ann Seotlu, de 310 lone-
ladas, enndutio o seguinle : i.310 saceos assucar.
RECEBEDOR1A i)K HUNDAS INTERNA E-
RAES DE PER.NAMBUCO.
Rendimanio dodia 1 a 23. 23:536}76i
dem do dia2........ 2:0770786
25:6140550
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendirnento dodia 1 a 23 79.8263108
dam do dia 21....... 5:708:88
85:534j%<
totoimeme 40 pmw
Navio enlaado no dia 21.
Liverpool35 dlea, barca ingleta Medora, de 357
loneladas, capilao F. Scoll, eqaipagem 16, carga
fateodas e mais seeros ; a Fox Brothers. Per-
lenco a Liverpool. Passageiro, William Augns-
lus Davis.
Navios tahido* no mesmo dia.
iverpnol pela P.irali.haBrca ineler William
"""'"- capllfo Viiiiiam l'airroy, (ftiga parltt
qoe Irnaxe. ^ ~
LiverpoolPolaca sarda Tevere, capilao D. B.
Callo, carga oss.is e mais gneros.
GenovaBarca ingleta Ann Seoll, eupilao ohn
Me. Gresnr, carga assucar.
Rio de JaneiroEscuna porlugueta Ceres, capilao
Jo-c Loarcafa Sobral, carga parte da que Ironxe.
demBrizue brasilriro Pacifico, com a raesma
caraa que Ironxe. Suprndeu do lameirao.
LisboaBarca pnrlugoeta llorlencia, carga asso-
car. Suspenden do lameirao.
$tttet&
&tmmnti0t
."AC DO RECIFE 21 DE DEZEMBROAS
3 HORAS DA TARDE.
Cotatfies offlciaes.
Dcsconlo de lellras de 6 metes10 \ ao anno.
freierico ItobUliard,presidente
P. Brges, secretario.
... ~. CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 a 28 l|i d. por 13.
t Paris, 340 a 311 r. por fr.
a Lisboa, 95 por de premio.
Rio de Jaueiro, 2 por 0|0 de dcsconlo
Acedes do Banco, 10 a 45 de premio.
companbia de Beberibe 549000.
eompanhia Peruumbucana ao par.
a Utilidade Publica, 30 purceuto da
Indemnisadora. 52 idem.
a da estrada da ferro20por0inda
Diseonlo de lellras, de 8 a 10.
Dito do banco8 a 10.
Ouru.Onjas oaapanholai. 28 1
Moedas da 63100 velha ....
63400 novas ....
" 49OOO.......
Prata.Pataces btasilairoa......
Pesos coluraaarioa......
> mexicanos......
A cmara municipal do Recife manda pn
blicar para conhecimenio de lodos, a portara addi-
cional, abaixo transcripta que faz extensiva aos
lugares dos Coelhos e berra das Harreiras a dispo-
S50 do que permitic a edifica^o de casas de 22
palmosde largura com oiloes *sin;ellos. Paco da
cmara municipal do Recife em sesso ordinaria de
23 dedezembro de 1856.Baro de Capiba-
ribe, presidente.Manoel Ferreira Accioly, se-
cretario.
Portara addicional.
Ari. nico. A disposico da postura addicional
de 8jde outnbro desle anno.permiilindo a'odificacao
de predios com 22 palmos de frente, e oiles sin-
gellos, lica extensiva aos lugares dos Coelhos e bec-
co das Barreiras. Paco da cmara municipal do
Recife em sessao ordinaria de 19 dedezembro de
856.-r-Barao de Capibaribe, presidente.An-
tonio Jos de Oliveira. Joaquim Lucio Monieiro
da FrancaGustavo Jos do Reg.Jos Ma-
ra Freir Gameiro.Approvo. Palacio do go-
verno de Pernambuca 22 dedezembro de 1856.
S.de Macados Conforme, Antonio Leite de Pinho.
premio,
premio.
283500
I63OOO
163(100
99000
29000
23000
I386O
ALFANOEUA.
Raudimentodo dia 1 a 23. .
dem do dia 21 .... .
451:6379013
9:8053665
461:4420708
Oetcarretan hoj 21 de dizembro.
Kar^a ingletaProsperbacalhao.
Brigue lualet Friemanmercadorias.
Patacho olitemburaueiPGalfarinha e matul
rolara sarda.Manao resto.
IMPORTADO.
Polaca sarda a Mara, a vinda de Genova,
i! Malaga, consignada a Baslos A Lentos, ma-
tiifeslou o seguinle :
290 barris vmho, 50 barrilinlios azeitonas
500 resten* albos, 15 caixas chumbo do mu-
niciio, 60 ililas ameisas; 1 dita sanguesneas
1,237 ditas passas, 80 ditas e 70 ceras B4TO8.
2o ditas ainendoas, 10 saceos erva-doce 10
ililos cominltos ; aos consignatarios. '
1 caixa velados, 26 ditan papel branco'
120 di'.as sabao, 66 ditas lijlos de marmo-
t-n, 30 ctinhetes a^o, 100 barris manlega, 6
lucijos parmeziio ; aos mesmos.
68caixas iiionuineiitos d. ntarmere ; a I e-
ii'is A Leal Keys.
Vapor nacional IgjarassiT, precedente
da Ma#eio, consignado a agencia pernarabu-
rana, manirestou o seguinle :
9 saceas algodiio ; a Bailar Oliveira.
I caixa razendas ; a Sanios & Holim.
I caixo livros ; a Antonio da Silva Lobo.
9 l toa azendas ; a JoSo de Sinueira Fer-
rilo.
1,60R rouros salgados; a Jolinston l'ater
ii C.
(.4 saceos asaltear; a Jos Joaqtiim de Mi-
randa.
16 ditos dito; a Bernardo Jos de Mi-
randa
vtsitxtatot.
O Illm. Sr. reaeder do Cymnasio manda con-
vidar nos pais ou correspondentes dos alumnos inter-
no para entrarem com a pensao correspondente ao
qnarlel que lem de principiar em Janeiro prximo
vindouro, e jumamente para as reformas do encho-
val que lem de ser augmentado. Secretaria do Cvm-
nasio Provincial de Peruambuco 23 dedetembr de
1856. secrelano, A. A. Cabral.
... 8KPARTICA UA VACUNA. 2
% O commissaiio vaccinador pro- B
^ vinci.il, econlieccndo que muitas
@ pessoas deixam de comparecer a ^
@ ostfi repatticao em conse(|ttencia S
V- da longitude do ltifjar, avia ao &
-.'i respeitavel publico <|ue tem re- $g
^ solvido a vaccinar tambem as @
% tenjM feiras de todas as semanas, tt'
^ na casa de sua residencia, conti- $A
^ nuando a repartirio a funecionar (J
g? no torreao da alandega nasquin- 5
t tas e domingos : assim, as pessoas J
{ |ue sequi/.erem vaccinar as tet- 1^
v3 ras feiras, podem ditigir-se das
.}-. sele as nove horas da manliaa, ao S
^ 1 andar do sobrado da na Nova gj
esquina da do Sol n. 00.Dr. Joao (1
$ Nepomuceno Dias Fenandes @
O chefe da primeira seccao do consulado
provincial, servindo de administrador, ein virtude
do disposto no art. 3 do regulamento de 3 de ju-
Ihodj 1852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos. Amonio, na,
cao Cassange, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,
naci Congo, idade de 40 a 45 annos, rom urna
belida no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao considerados liens de evento, por fe
desconherseus donos, e pan qne seja cumprido o
que contemo sobredito art. manda publicar pelo
imprensa, para que no prazo de 60 dias compareca
quem aos ditos escravos tenha direilo, lindos os
quaes se proceder a arremalaco pela forma deler-
minada no irt. 4 do cilado regulamento.
E para que chegue a noticia de lodos mandei
passar o presente edital, aos 12 de uovembro de
1856.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
De conormidade com asordens do mi-
nisterio da marinha, transmittdaspelo Exm.
presidente da provincia em olTtcio datado de
S do crreme mez, manda o lllm. Sr. capitao
do porto dar publicidado a tradcelo junta
do aviso n. 20 annunciando ai>s navegantes
o estabelecimento de pliaroes nos pontos in-
dicados uo mesmo aviso.
Capitana do porto de Pernambnco em 9
dedezembro de 1856.O secretario, Alc-
xaudre liodrigucs dos Anjos.
TRADUCC&O'.
Aviso aos naveganles.
N. 20.
Fslados Unidos da America.
A directora de pbaroes nos Estados Unidos
publicou os segu nles avisos :
Pharol do Castello Pinckney, Cliailes.on.
A 15 de maio de t56 estabeleceu-f-e um
pharol lxo encarnado na illia de Shota Fol-
ly. na hahia de Charleston, Carolina do sul,
33 jardas ao noroeste do Castello Pinckney.
Omachinismo Humillador he de urna lenli-
Iha de Fresnel da quinta ordem. a lanler-
na esl colloca ja na ponta de urna lrma de
madeira, pintada de amarello, em uma al-
tura de 55 ps cima do nivel medio do mar,
e deve ver-sc na distancia de 10 mil has em
lempo claro.
Pharol do forte Sumter, Charleston.
A 15 de maio de 1856 estabeleceu-se uma
luz branca lixa, no cumede uma toire de li-
jlo, quasi dentro do ngulo do norte .da
murallia do exterior do forlc Sumter, na ba-
ha de Charleston, na Carolina do Sul, em
uma altura de 60 ps cima do nivel medio
do mar. O macbinisoio illuminador he de
unta leu 111 ha de Fresnel da quinta ordem. A
luz so sera visivel por nm circulo de 270 e
n3o por delraz do forte Sumter; pornem
frente daquelle lorio todas as aguas na vega-
veis da illia Monis de volta para ofurtc John-
son Gcarao bem Iluminadas.
Pharol de Ponta Wad, Carolina do note.
No dia 20 de junho de 1856 collocou-se
uma luz lixa no cuino de um pharol de um
pao ou estaca de parafuso recenicuienle ele-
vado ou levantado na extremidade do baixo,
projeetando para lesle da ponta Wad na cm-
boccadura do rio Pasquetauk, Carolina do
norte. A consti uc e a lanterna de escarate. A luz esla colloea-
da 30 ps cima do nivel d'agua o deve ver-
se em uma distancia de oilo millus em lem-
po claro.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, livdrogra-
plio.
Hcpartico hydrographca do almirantado
Londres 15dejulho de 1856.
Estes avisos atFectam os mappas do almi-
rantado : Costa de Leste da America do
norte follias 7, 11. 270, e a lista de pliaroes
dos tjstados Unidos ns. 215 a b, e 202 a.
CCVNSELHO ADMINISTRA TA O.
O conselho administrativo, em virtude de auto-
rssco do Exm. Sr. presdeme da provincia, tem
de comprar os objeclos seguidles :
Para a eompanhia lixa de cacaijores do lo Grande
do iNorlo.
Grvalas 122, mantas de la 123.
Provimenlo dos armazen*. do arsenal de guerra.
Peonas de ganco 800, laps duzias 6.
Oflicinas de 1." e 2." classe.
Colla da Babia arrobas 2.
3.* classe.
Ferro sueco cm barras de 4 a 6 polegadas de
largura quinlaes 20, carvo de pedia loneladas
2o, limas chatas de 12- polegadas duzias &0, di-
tas ditas de 8 dilas, ditas 20; ditas ditas de/ dlas,
ditas 20, ditas dilas de G dilas, dilas 30; dlas di-
las de 4 ditas, ditas 10 ; ditas meias raimas de 12
ditas, ditas 10 ; ditai dilas de 8 dilas, dlas 20 ;
imaloes de 10 dilas, ditas 10 ; ditos de 8 dilas,
dlas 10; dilos de 6 ditas, ditas 6; limas musas
chatas de 8 a G dilas, ditas G ; ditas dita* meia-
canna de 8 ditas, ditas 6. i
4.-i classe.
rame do latao fino arroba 1.
5.-' classe.
Sola curtida meos 200.
Paraofornecimento de luzes sestorbes mililaresda
provincia, nos mezes de Janeiro, fevereiro e mar-
jo do anno vndouro.
Azeitc de Garrapato caadas 980 ; fio de al-
godo libras 96. azeile de coco caadas 47 ; pa-'
vios duzias 9, velas da carnauba libras 194.
Qoarg os quizar vend-s aprsente as suas pr->-,
post dan carta lecnaua, .. aenatanatao cnsolntf
as 10 horas do dia 2 de Janeiro proxirr.o vn-
douro.
Socretara do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra 24 de deombro
de 1856. Beato Jos J.amenha Lina, coronel
presidente. Bernardo Pereira do Carma .lunor,
vogal e secretario.
Batallielo dcimo de n
fa litara.
0 conselho economicn lenilo de contratar o forne-
cimenlo em gneros para o mesmo liatalhan'durante
o pnmeiro trimestre do anuo de 1857, convida ao
solicitantes a presentaren! na secretaria do lialalnilo
no da 29 do correnle as II horas da manhaa; suas
proposlas, ronleintn os cueros sezuinles : piles e roncas, assucar branco uu mascavado, nlinado,
azeile doce, arroz sem casca, baealhio, carne secca,
dila verde, caf ein ro, farinha, fejao. leuha, sal,
louciuho de Lisboa e viuaare. Recie ij'de deiem-
bro de 1856.Alerea agente,
Jos Caelano da Silva.
O Sr. administrador do eorreio dela cidada
manda fazer pnhlico, que 01 sanbores assii;iianlea"do
coneio que nao quizerem continuar com as auaa as-
signaluras avis-m em lempo a referida administra-
rao, por quanlo comj lera-c finos os que nio recla-
maren, ale o ultimo do correnle mez, e para conlie-
cimenlo de todos publica-s o artiso 127 da resula-
mento geral dos cnrreins. As pessoas residentes den-
tro da cidade que quizerem receher uninedialamenle
em suas casas nao s as referidas carias como lam-
bem a correspondencia que Ihe for dirigida de fiira
do imperio, poderlo convencionar-se a ese rrspeito
enm o admiiiislrador do crrelo, que e\iiira' por esa
assignatura uina-gralificacao annual de 10 a 203000,
regulada pela distancia da residencia e numero de
Carlas que cosluma receher, e paga adiauUda ao the-
soureiro, aos trimestres, semestres, ou annualinente.
O oflicial (Mpelisla,
Ismael Am.vel Comes da Silva
CONSELHO ADMINISTRATIVO
O conselho administralivo tem de conlraUr o for-
necimento dos gneros abaixo declarados, para o
rancho da eompanhia dos apreudizes menores, du-
ranle os mezes de Janeiro, levereiro e marco do an-
uo prximo vndouro : issucar someuos refinado,
cafe em grao, eha hyaaoa, pes de 1 ancas, manteica
franceza, arroz, bacalliui. carne secca, dita verde,
farinha de mandioca, feijao prelo. louciuho de San-
tos, bolachas, azeile doce, vinagre, lenlia. Quem
quizer fazer dilofornerimenlo aprsenle as suas pro-
postas em carta fechada na secretaria do comedio, as
10 horas dodia 31 dedezembro corrente.
Secretaria do conselho administrativo para fiirne-
ciinenlo do arsenal de guerra 21 de dezembro de
ts id lenlo Jne l.-menii 1 Lina, coronel presiden-
te.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e se-
cretario.
CORREIO (.ERAL.
A lista geral das cartas que vio ser consumidas no
da 31 do correnle, acha-se eiposla na adi-iinslra-
.;i do curreio desla cidade.
Companhia
Pernambucana.
HBalP
Os senhores que subscreveram novas accies de<-
ta eompanhia e que ainda nSo cilrarain con a pri-
meira prestarlo de 30 por cenlo, s,1o convidados a
salisfazer, j)o esenptorio do Sr. Antonio Mar-
ques de Amorim, ra da Cruz a i.. Kecife 16 de
dezembro de IKVi.-Manoel Alvis Coerra, secrela-
no interino.
Para Lisboa,
O patacho portogotl -llrillunle. capihlo Au-
lonio llraz Pere'ra, ahira' com Itda a brevidade por
ler a maior palle da caraa prooi|la ; para o resto da
mesma trata-se com o dito na prica, ou com o con-
signatario Domingos Jos Ferrein Goimarfies, ua ra
do Queimado n. 35.
Para Lisboa segu com brividade por ter parle
da ca.ga engajada, o brigoe porkiguez aEurico, ea-
pitae Luciano Alves Conreicflo ; para o reslo della a
passageiro*, para o que ollerece Jons rommodos, tra-
ta-se com os cousigualarios Amorim Innlea, na ra
da Cruz 11. 3.
PARA O PORTO.
A barca porlOgua Duarla IV, forrada a enca-
vilhada de cobre, e hem cooheeda pela sua encl-
lenla marcha, seguir' para a cidade do Porlo com
brevidade, por ler pruinpla a maor parle da sea car-
regamenlo : quem na mesma qiizer carreear ou ir
de passagem, dirija-se a ra da Cadeia do Recife o.
12, escriplorlo de llalla 1 A, Olivura.
Real eompanhia de pa
quetes i/iglezes a vapor.
Ale o fim desle mez espera-se da Europa um dos
vapores da Real Coropanhia, o qoal depois da de-
mora do coslume egoira para o sol : para passa-
gens, ele, Irala-se com os senles Adamson Ilo-
wie A: C, ra do Trapiche-Novo 11. 12.
cil&t.
Lcilo.
ULTIMO DESTE ANNO PARA FECHAR
CONTAS.
Vender-sesha pelo maior
pre90 offerecido
O ageule Peslana f.17. leilo em seu armazem, na
ra da Cailaia do Recife n. 55, de lodos os objeclos
etislenles em seu armaaem, comu sejam, obras de
marciueria novas usadas, obras de ouro e prala,
pedras marmire, cachimbos de lulipa, pianos novos e
usados, velas de carnauba em cadas, uma linda ca-
deira para carresar senhoras, o muilos oulros objec-
los, quesera enfadonho nomea-lu, e que ludo se
acha patente ao esam dos compradores : terca-fei-
ra, 30 do correnle, as 11 horas da manhaa.
ttttod $kv&0*.
^ioitos &ZZXHijM*
MAHAMLVO' E PAK.V.
Segu nettet oilo dia o paUabote na-
cional "Lindo Paquete, capilao Jos
Pinto Nunes, pode ainda receber alguna
carga, faltando- Ihe um terco de sen car-
regamento para ajuste : Irata-se coca An-
tonio de Almeida Comes, na roa do Tra-
pichen. Hi. segundo andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
A barca nacional (Therexa I ja couhcrirla pela
sua furle eaoatrucc<0 e ligeira marcha, seguir' para
o Rio de Janeiro deutro de poucos dias, por ler
prnmpla maior parle da .ua carga: quem quizer car-
regar dmja-e a ra da Cadeia Velba i>. 12, escrin-
toi 10 de Hallar A Oliveira.
Para a Raha gegufl cm poneos dias por
loraroaior parle da carga prompta a ve-
leira sumaca Nova Minerva, de primeira
marcha: para o resto la carga trata-se com
seu consignatario Domingos Alves Matlieos,
na ra do Apollo n. 23.
."ara a Baha
sesue Males ullimus Kdias para a Baha .1 ziropei-
ra nacional LlvravaijtOB, lem promplo melada de
seu carregainenlo, para o reslo Irata-se com o seu
eoaalsaatario Aetoole Lail de Oliveira .Uevedo,
ra da Cruz 11. 1.
Para u Porlo sejue com a possivel brevidade
a Larca porluauejia Sania Cruz, quem nella qui-
jer rarregar ou ir de paaiamm, para o que lem ei-
cflltnlea commodos dirija-se aos consignalarios
I homar dAqo.no f-nnseca A l'ilhos na ra Uo Vl-
gsto 0. l).
Remedio para ti-
rar a caspa.
Na na osiccila do Knsan.i, laja de iiarlieiro n. 2,!
"'" .il. w v..,J. <,., c,.l|oloV1eaio jua
limpa a caspi e mala as empiuges, que quasi sempre
Aa motivadas pela mesma. Tamlieiii se vende a ver-
dadera agoa para Ungir o cabello, ludo islo por
moilo barato preco.
Machiii-is para sarjar ven-
tosas.
Na ra eslreila do Rosarlo n. 2, loja da barbeiro,
vendem-se alalia superiores machiuas de sarjar ven-
tosas por muilo baralo preeo.
Jos Antonio Morara Das & C, la-
zem cente aos seus tVeguezete mais con-
sumidores de plvora, t|ue teem um gran-
de sortimento das melhores qualidades de
plvora e chumbo que tem vindo a este
mercado, e vendein ditos gneros por
menos do que oulra qualquer parte : pa-
ra verem as qualidades eheontrarao as
auiostias em seus esetiptorios, ua ra das
Larangeiras n. I i- e da Moeda n. 20 ;
nos mesmos estabeleciraentos acharto sa-
litre refinado de superior qttalidade, a
8.S-000 a arroba.
I4M1AS DE MNIBUS.
O propietario desla linh 1 fat cenle, que B vista
do grande abuso que tem havido, dos senhores aisig
nanles e passageiros avulsos em qoerer condozir
em cima dos mnibus encommendas de grande peso,
lem ordenado a seo boleeiros, para que nao coudu-
lam de cada passageiro encommendas qoe eicedam
de S libras, pouco mais ou menos, e para que nao
ignorem faz. o presente aviso.
(Jiiem pretender a loja da ra do Collegio n.
I, coiijunctainenle sua aruiacao, propria para lazeu-
das, .'iilender-se-ha rom o proprietario, proiimo ao
arco de santo Antonio, loja 11. 3.
Attei 1 v fu.
Precisa-ae de nm criado, preferece- de menor idade, pa.a o seivico de homem solleiro :
dirija-se ao pateo do Carmo 11. 'i, primeiro andar.
Precisa-se aluar nm andar com cominados. ou
dous com o mes,,.,,., no hairro de Santo Antonio, e
faz-se vanlagem obre n aluguel, pagaudo-se muilo
bem : quem liver annuncie.
Da-se 1:IOO>000 a premio sobre hvpollieca ou
penhores : qaein precisar annuncie para ser procu-
rado. K
Precisa-se alusar com brevidade um moleqhe
inlellineiile para levar comidas a diversas casas :
quem liver dirija-se a ra Omita 11. III.
Deseja-se fallar ao lllm Sr. Dr. Manoel Sobral
1111(0, viudo ha pouco das Alegoaa, e como se igno-
ra sua morada, roga-s-lhe que auuuncie por esle
Diario.
Aluga-se o armazem da roa da Praia n. 2 : os
pretciidenles dirijamia ao irmilo ministro da ordem
lerceira de S. Francisco, morador no largo do Car-
ino D. III.
Ao abaiio assignado fugio desde 8 do correnle
o preto Antonio, do sentio, alto, secco, ps apalhe-
lados, uma cicatriz em cima do olhe ; a pessoa que
o apprehender leve-o ao Sr. major l.uiz Jos Perei-
ra Simfies. na ra do Livramento n. ->\, ou ao mes-
mo abaiso assignado, no Cachang, que recompen-
sara' generosamente.
Antonio Pereira Barroso de Moraes.
No.dia 13 do correnle fuuio da casa do abaiso
assigundo o eu aacravo Jotto, de Angola, que repr-
senla 30 annos de idade; levou calca e camisa de
algodo de lisiras, soppoe-se ter mudado de roopa
por ter sido visln com camisa de madapolio, allura
regular, clieio do corpo, lem Ma de cabello pelo
oso de carreaar tina de cal, he um lamo gago e lem
uma paral um pouco loria para dentro : roga-se
ponanlo asautoridsles policiaes e a qualquer pessoa
que o encontrar, sua apprehenato, ata entregado
mesmo a cu aeahor, que pasara qualquer despeza,
e gratificara' generosamente.
Manoel Antonio (onralves.
PrcoNa-se de uma inulher lorra ou captiva,
para lodo aervica de nina casa de pouc.i familia, sem
meninos : quem Ihe eonvier pule procurar na roa
da Cadeia Nova, ou (ravessa (Ja ra da Concordia,
defionle da casa n. 13.
Precisa-se alugar urna canoa que pegoa no
peso de 330 lijlos para ronHucrao de capim : qoem
a liver dirlja-M a loja de fazendas na ra do Pas
seio 11. 7.
Precisa-se de alugar tima cscrava para
todo servico de casa: quem pretender alugar
dirija-sr-a praca da liulcpeudciieia n. 36 que
se dir quem pretende.
Alada est por se alazar uma das casas na po-
voacSo dr Beberibe direila da izreja: quem a pre-
tender dirija-se parada meia da mesma, uu ruado
trapiche, armazem 11. O.
A pessoa que for dono de duas cabras
(biso que apparceeu no da 18 do corrente
no sitio do fallecido Juaquim remandes de
Azevedo na estrada do Pombal, pagando a
destruico que as mesmas lizerarn; pode
mandar buscar.
Precisa-so fallar ao Sr. Jos.'- Antonio da
Ctinha, tiesta lypograpbia.
Os deveduresde lote Dias Siinoes.Cruz \ Bas-
tos e l_.ru/ .\ Comes lenham a bondade do mandar
pagar os seus de.iilus aos abaixo assicnados, por se-
ren ellet os donos dos referido! dbitos, os meemos
abaiso as.ignados desejando ultimar esta Cobranza
na uielhor armona esperam que Ihe salisfario suas
conlas independentes da puhlicarOo da seus nomes
e meios judiciaes quese verao na necessidade de em-
prear na falla do referido pagamento.Jos Alves
da Silva Goimartve*, ra duCabuga' 11. I B, l'ran-
i-isco Jos Alves Cuimaies, ra do Oueimado u. 33.
Companhia
de iiavcgttc&o a vapor Lu-
so-Brsileira.
O abaixo assignado, por ordem da commisao per-
IDaneote da coiupiuhia, no Rio de Jaueiro, participa
nos senhores accionistas desla. que no dia 12 do cr-
renle dezembro em aemblca geral os seuhores ac-
cioaislaa dalli, presididos pelo lllm. Sr. Dr.'Adolpho
.M. \ da Cosa, depoU de longo debate *m que una-
uimemenle mauifestaram a opiniao de que a compa-
nhia continu, decidiram e approvaram.
1.' 0Je os accionistas possuidures d,ts antigs ac-
ces eulrciu com 3O9OOO fortes por cada orna, para
pagamento da divida fcila pela direccAo do Porlo.
2." Que esla enlrada sera dividida em tres parles
iguaes, devendo as chamadas de cada orna destas
parles ler lugar com intervallo de 30 dias, sendo a
primeiro falta j, e a ultima so se for precisa.
3.a As chamadas das novas acees tarta felas na
conformidade do que ja foi vencido ; e o dinheiro
proveniente destas entradas s sera' applicado i com-
pra de um ierceiro vapor, e costeameulo das primei-
ras viagens dos novos vapores se cresccr da primeira
operacao.
1.a Em quanto nao he possivel proceder a eleicilo
das pessoas que bao de dirigir a companhia, lica |a
commissao permanente autonsada para nomear um
pessoa de sun conlianca, qu em Portugal sirva de
seu procorador, e reprsenle interinamente os inle-
resses da companhia ein loda a sua pleuitude, de-
lerminando-se-lhe o honorario que deve perceher.
A mesma couunissao publicou o seguiute :
A commissAo permaueute, ein mi lude da decisao
da assembla reunida em 12 do corrente, convida
os senhores accionistas antigos a fazerem urna enlra-
da de 10 .; ou 20-3 Fur aejao ale o dia 12 de Janeiro
prximo, para pagameoto da divida conlrahida uo
Porto ; na ra Uireila n. 90.
Convida mais os senhores accionistas novos, e que
jo fizeram a primeira enlrada, a realisarem a segun-
da de 2O3OOO por cada aeran ate a mesma poca e no
logar indicado, para a co Bio de Janeiro 13 de dezembro de I8jC.Assig-
oado~-Dr. A. Jtl. Viclorino da Cosa.
Assim sito convidados os senhores accionistas de
Peruambuco a realisarem al l.j de jaueiro futuro
orna eulrada de 2o j moeda brasileira) por aeco, na
raa do Trapiche a. 26,
Peruambuco 2.1 de dezembro de I8l>.O agente
Manoel D. Bodrigues.
Companhia
de uavegaco a vapor Lu-
so-Brasileir;*.
Devendo sahir do Bio de Janeiro no dia 20 o va-
por ol). Pedro II, espera-se neste porto de 27 para
28 do corrente, e depois de nina razuavel demora se-
guir' para Lisboa pelas escalas ; recebe passageiros,
encommendas e cartas com o porle trocado, em casa
do agente Manoel I). llodrigoe<, ra do Trapiche
n. as.
Aluga-se uma prela capva, cozinheira, para
uma casa estraiiceira, de muilo pooca familia ; pa-
ga-s bem : a tratar no aterro da Boa-Vista, loja de
fazeudas n. 10.
Da-se 1:0003000 a premio com hvpollieca em
predios ne-la cidade : quem precisar dirija-se a ra
do (Jueimado n. 28, primeiro andar.
HOSPITAL PORTGEZ DE
BENEFICENCIA
i.itiem liver conlas activas com o Beal Hospital,
queira apreseota-las legalisadas ao esmoler, na rila
Direila n. 17, al o dia 30 do correnle imprelerivcl-
menle.
Secretoria do Beal Howital Porlogucz de Beneli-
cencia em Pernambnco 23 de dezembro de 1356.O
secretario, Manoel Ferreira de Souza Barbosa.
Precisa-;e de um caiieiro que tenha pratica de
taberna : ua relinaca dos .Mugados n. III.
Antonio ^arlius 'lapa retirU-su para Parlu-
gai.
DAGUERREOTYPO.
-Sustenta aurte-americnno
ATERRO DA BOA-VISTA N. i,
tet'ceifo andar.
N'esta casa conlinna-se a tirar retratos com loda a
perfeirao e pelo novo yiiema norle-americano.
Exilia sempre um completo e variado sortimento de
carnudas, quadros e jolas de ouro para a collocarao
dos relralos. Todos os dias das 8 horas da manli.ia
as 4 da larde esta' a ollicina e gaicria a disposico
do publico.
Lotera do iiio
de Janeiro.
Na prara acham-se a' venda os novos hilhetes da
Lotera 28- da casa de corceccSo.que de-
via correr 18 ; as listas esperamos pelo
vapor poitngue/. PEDRO II, que deve
aqui chegar tobado 27 do andante, e
logo que estejamos de posse das ditas lis-
tas, lremos prompto pagamento dos
premios, na mesma loja cima, de con-
otinidade com os nossos annuncios.
Aviso ao publico
Passeio no vapor Cama-
ragibe.
Domingo 28 do corrente pretende sa-
ln- deste porto pata o de ltamaraca', o
vapor CAMARAGIBE ; a tbida esta' mat-
eada para a's (i horas da manhaa em
ponto, e volta a noite : as pessoasquequi-
zi;temse divertir neste da, comparecam
na rita do Trapiche n. 8, para compra
dos carti.es: passagem de ida c volta 5$
res cada pessoa.
DA
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoureiro das loteras manda fazer publico
que se acha a venda na ra da Aurora u. 2(> pri-
meiro andar : hilhetes. meios e quarlos da lerceira
parle da secunda loieria do convento do ('.armo, que
correm as rodas no dia 10 de Janeiro de 1857,bem as-
sim que lem a disposirSo do respeilavel publico
(fraude quanlidade doi hilhetes, mio e quarlos
cima.
Companhia de seguro con-
tra a mortal ida de dos es-
cravos estabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 2,000:000000.
Munraixr
AMA.

Precifa-se alugar uma ama pata coii-
nhar em casa de familia, pieiore-sc es-
clava : no aterro da Uoa-Vista, loja n. 56.
Piecsa-se de um hom cozinheiro:
a tratar na travesa da ra Helia n. 6.
Alegra... Alegra... Hapa-
zi ida.
No Ko Corre fresca virQ,lo
lambem la' lena o Soares
le sorvelejra na mo.
lem presunto de Hambre
IVm cerveja e bous bollaba*
lambem lem boa champagne
l.avem no bolso os cobrinhu.
Nao esquecero
As melancias
E coosa mais
l.evem inelaes.
Escravn fugi-io.
No dia 9 do correnle desappareceu um prelo criou-
lo por nome lledate, lillio do serillo do lusar de-
iiomiuado l'esqueira, baio, grataa do corpo, cor
baslaute foia, e com um sisnal no nariz proveniente
de couce de cavallo, raprcwalaudo lor de idade 5
a :ltlannos, levou veslido calca le hrim, camisa de I
algodao e chapeo de palba ordinario, ja foi pecado!
peilo da ponte de l.choa, loriiou a evadir-M do si- i
lio du Sr. Amorim, rosa-sc porlanlo a quem o pe- I
ar ou dclle liver noticia de le dirigir a i na 'Apel-
la n. Vi que sera' enerosameiile recompensado.
Preeiai-M de urna ama que laolia bstanle lei-
te, ainda mesmo tendo escrava : uo paleo de S. Pe-
dro n. -Xi.
Pracisa-s de uma ama que cozinhc e lave com
aceio, para uma casa de pouca ramllia : a tratar na
ra da Cadeia n. 51, Ierceiro andar.
Date dinheiro a juros sobre penhons de ouro
eo prala : quem precisar procure na ra da Cacimba
n. que se dir quem d.
Precisa-se alocar orna cozinheira para casa de
familia, qae saiba fazer as compras prafere-se es-
crava ; na roa do Crespo, loja n. 9,
agencia filial de Pernambueo n. 13 nm do Crup,,.
Pagar-se-ha sobre a uvaliae,lo da I :IKKleOWJ' a
mais ou menos em proporc.ao de ootro valor) iiirlu-
O Sr. Ihesoureiro manda Iransrrever o plauo por I "ve "ll0 da *'* lc-
1 Da% \datlet.
De IJalenlr.r aos 0 annos 365100 por auuo.
As rondicesimpressaspoderaoser procuradas uo
c-eripiorio da companhia.
Dar-se-ha consullas gratis aos escravos segurosdas
9 para 10 horas da mauba, no escriplorlo da com-
panhia.
~ ~ Oa-se dinheiro i juros sobre hvpollieca de al-
1/:280B000 aum predio livre de qualquer onus, annunciando o
-------hjpoiheeaiile o dito predio,ou mesmo com paohore,
fi-OOOSOOO """' que *ei'm de valur: na ra da Croa no Ba-
cilo i., jj, segundo andar.
qur d'ora em vaule se hao de etrahii as lolarias".
PLANO.
3600 hilhetes a 65000
20 por cerno
1 Premia de
1 Dito de
1 Dito de
1 ilo de
2 Dilos de 200
4 Dilos de 100?
8 Ditos de 50
12 Ditos de 209
30 Ditos de toa
1140 Dilos de 659
1200 Premios.
2400 Brancos.
21-6005000
1:320000
.10031000
3600
Thesooraria das Menas lft de dezembro de IS.M
O lheaooreiro Francisco
ApprovoPalacio do go
17 de dezembro de is.i'i. >
Conforme.Antooio Leil
Jos Jauuariu Alves da M
ras.
1:5005000.
S00J00O
Precisa-se saber onde eiisle oSr. Joo de Aze-
, vedo, lilil, do Sr. Antonio de Azevedo Peieira, iia-
I008U00 i ,,lrj| t Ilha de S. Jorge, fregoezia dooorte : quem
1008000 dellesouber ou liver noticia, dinja-se ao consolado
4008000 "'oericauo, que lem um seu mano chegado ha poaco
YnnsfKi lemP. de nume Jos Dias de Azevedo Pereira, que
^Sn esle 'rmao ne """rinho do alferes Antonio de aze-
Ll vedo dos lilscoulos da Calhela.
.ulouio de Oliveira.
erno de Peruambuco
de Alacedo.
a de Pinho.
ia, escriv.-io das lole- i
ICO.
anas
\0 PIB.
| No armazem de fazendai baraeas, ra do
tt Collegio n 2,
R vende-se um completo ortimento de fa-
WL zendas finas a grossas, I por mais baralo
g precos do que em oulra qualquer parte,
S lano em porroes como a relalho, arBan-
3 cando-se aos compradores um so prer;o
jj para todos: este estabelecimento abrio-se -h
j| de combinajo com a maior parte das ca- 9
jj sas commerciaes inglezas, francezas, alie- 21
mos e suissas, para vender fazendas mais
em conla do que se tem vendido, e por isto
ollerecern elle maiores vanlagens do que
outro qualquer; o proprielario deste im-
portante estabelecimento convida todos
os seus patricios, e ao publico em geral, ;
para que venham (a bem dos seus inte- i
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz doi Santos & Hu ira.
(Js abaiio assignado, com loja de onrive- na ra
do Caboga n. 11, eonfronle ao paleo da matriz e ra
>ova,fazem publico, que eslao recebendo continua-
damente as mais novas obras da ooro, tanto para
senhora como para homens e meninos : os prejos
comino.mi razoaveis, e passa'o-se conlas com res-
pnnsabilidade, especilicandn a qoalidade do ouro de
1 ou 18 quilates, ficando assim snjeilos os mesmos
porqnalqaer duvida.Seraphim & Irm.io.
ovo manual
Do
Commerciantc
E DO
ADVOGADO DO COMERCIO.
Acaba de sabir i luz, j completa, esta hUateaaaa-
le cullecco da legilaco do commercio. conleiido o
Cdigo Commercial mnolado com a relereucias dos
diversos arligos do roelmo cdigo e dos respectivos
reglamelos enlre si ; assim como com os decretos
e avisos expedidas al o anuo prjimo passado, ex-
plicando ou addilaudo algumas de suas disposi-
coes : seguido das regolamenlos n. 737 n. 738
de .. de novombro de 1810 lambem annoladus, e
de um apcendice cunlendo a integra de todasts
le, decrefs e regnlamenlos publicados aleo referi-
do anno, inclusive a lei u. 799 de 16' de selembro de
I8j qoe reformou os Iribunae du commercio, com
o_respectivo regolamenlo n. 1397 do 1.- de maio de
18oo. A venda na livraria de J. Noguaira de Seuza
junto ao arco de Santo A nIonio.
follaiiilias
PARA 1857.
Acham-se a' venda as bem conliecidas
folhinlias, impressai nesta tvporjrapliia,
das setruintei qualidades :
FOLHIMIA RELIG10S contendo alero
dos mezes, a hibliotheea do cliristao
btasileiro, que se compe de ora-
res qttotidianas, methodo de assistir a
mia e conissao; cnticos, psalmos,
li Y ranos, ollicio de Nossa Senhora da
CobceicSo e muitas outras oracoes de
grande mrito, preco. ..... 020
DITA DE VARIEDADES, a qualalm dos
mezes, contere rticos de agricultura,
noroes de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de imposto*, e regulamen-
to de afericao, etc., etc., preco. 320
DITA SIMPLES, contendoalem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
la de impostas geraes, prorinciaese
municipaes, preco........ 240
DITA DE PORTA, a qual alem dos me-
zes tem e\plicacr.fs das indulgencias e
excommunlies,'etc., preco. 160
DITA ECCLESIAST1CA (ou* de padre),
elaborada pelo Itvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regias
da greja, e leis conliecidtts ;i res-
peito, preco........... V00
Todas estas folliinlias sao impressas em
bom papel e exceilete typo, e vendem-
se em poico ea relalho: na livraria da
praca da Independencia ns. e 8.
Bilhetes de visita-
Fugio no dia 2 do correnle mez,
Vellio desle termo, o prelo ecravo, t
Precisa-se alugar um andar com commodos, on
dous com os mesmos, no hairro de Santo Antouin, e
faz-se vamagem sobre o alogoel, pagando-se muilo
bem : quem liver annuncie.
O oflicial do fallecido raestre alfaiate Joao Pa-
checo, de Olinda, morador na ra Valha a. 81, faz
capas, capas tealanas, amarra- a batioas, com toda
a perfeirao e promptidilo.
Compunhia de machinas
imperaes de descarocar
al^oilo.
Os senhores socios commandilanos desta eompa-
nhia, sao convidados para ir ver trabalhar a primei-
ra das dilas machinas, qoe vai funecionar lodos os
dias desla semana, em Olinda, eonfronle ao jardim
botnico.Gooveia A; Compaubia.
Precisa sa de om forneiro bom que saiba eum-
prir com os seus deveres : na ra larga do Hosariu
n. 48, padaria. Paga-se bem.
Indo nm moleque bolar lito na praia achoa
um garfo de prala : quem for seu dono, dando os
signaes e pagando o importe deste anuuncio Iha sera
entregue, dirigiudo-se ao paleo do Carmo, quiua da
ra de Horlas n. 2.
O abaixo assignado lem a salisfaco de annun-
ciar que a primeira machina imperial de desearoc^r
algod.lo, de sua niveiicao, se acha couclaida ; a con-
vida aos seus amigos a mais pessoas que possam to-
mar algum inleresse neste invento, que tanto deva
concorrer para o augmento da prodcelo do algodao
neste imperio, para qoe se dignem ir ver dita ma-
china Irabalhar ou cidada de Olinda, oo Om da roa
do Bom Successo, aonde fonccionara' de manhaa a
de larde, dorante os dias lodos da prsenle semana.
Jos da Maia.
BRITISIi CONSUI.ATE.
A publie raeeting will be heldon Fridav Ihe 6 Ih.
nsl upon Ihe sobjecls of Ihe Brilish Hospital and
Cetneterv. Brilish Cousolate Pernambuco 19 Ih.
Uecember 1836.A. Auguslus Cowper.
L^a frtbri ap wo velas
da la do rum, precisa-
se de urna lavadeira.
Madama llosa Hardy,
rua Mova n. 34.
Acaba de receber de l'aris um lindo sortimento de
chapeos de seda para senhoras, branco, rosa a ama-
relio, ditos para viovas, lindos chapeozinhos para
meninas, de seda e de palha, chapeoiinhos de bapli-
sado, penles de tartaruga modernos, capellas e man-
tas para nona, c muitas ootras faiendas que se ven-
dem mais baralo que em qualquer ootra parle.
do enganh
de nome Jn-
uim, com os signaes seguintes : bailo, barbado,
olhos vivos, bonila phlsionomia, denles alvos, que-
brado das virilhas, (razando por isao uma funda. Es-
le escravo Tul comprado no llecil, onde servia d
boleeiro de carros. Recommeuda-se a sua appre-
hensao a policio e aos capia-s de campo, cerlo de
que lerao generosa recompensa se o levarem ao diln
engenho Velho ao seu dono o Dr. Antonio Carlos de
Almeida e Albuquerqoe, oa no engenho Boa-Vitla
o Ur. l-rancisco Antonio de Almeida e Alhoqoer-
que. Paradina 1J de derembro de 1836.
ROB LAFFECTELR.
O nico autoritado por decUao do conselho real
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recomniendam n
arrobe de LalTecleur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
Je de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na marinha real desde mais de.
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
pe com pouca despeza, sem mercurio, as af-
fcccOes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes do
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores ; convm aos catar-
rhos, a besiga, as contraeces e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das itijec-
c/5es ou de sondas. Como anli-syphililicos
o arrobe cura em pouco terapo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvern incessantes
em consequencia do emprego da copahiba,
dalcubeba ou das injeccus que representen!
o viriissem neutralisa-lo. O arrobe l.alIVc-
teur he especialmente recommendado con-
tra as doencas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao ioorelo de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alvesde Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar uma grau-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-LalTecteur 12,rua itichelieu Paris.
Os formularios d3o-se gratis em casa do a-
genle Silva, na praca de D. Pedro n. 82.
Porlo, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
maos; Pernambuco, Soum ; nio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Maga tes Leite ;
Kio (Jrande, Francisco de Paula Couto & C
C. STARR & COMPANHIA
respeitosaraonte annunciam que do seu ex-
tenso estabelecimento em Santo Amaro, con-
tunuam a fabricar com a'.maior perfeiao o
promptidao, toda a qualidadede machinis-
mo para o uso da agricultura, navega' lo e
manufactura, e que para maior con* nodo
de seus numerosos fregue7.es e do publico
cm geral, lem aberto cm um dos grandes
armazens do Sr. Jlesquita ua rua do Brum,
alraz do arsenal de marinlia um
de visita, lellras de commercio e lodosos objectos da
arlecaligrnphica, regi-lrns, vinhelasc quaesquer de-
seuhos. Abrem-se rraaa, sineles, tanto a laido do-
ee como em relevo-, ornamentos com objeclos de ouro
c prala. la/.em-se ricos lindos e oiiginaes para
bordados de labvrinlho. Ailmilie-se a recusa de
quaesquer desles objeclos no cao de nao ficarem a
conteni das pasteas que os encommendarem : quem
pretender dirija-se a qualquer desles lugares : uo
hairro do Recite, rua da Madre de lieos n. 32. pri-
meiro andar; em Sanio Amonio, na livraria clasira
do paleo do Collegio n. 2 ; as Cinco PouU, mura-
do da quina confronte a malriz nova.
ttapaziada.
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acharao os comprodores um completo
sortimento de moendas decanna, com lodos
os melhoramentos (alguns delles novos e
originaes) que a experiencia de muitos annos
lem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor do baixa e alta pressao, taixas de lo-
do tamanlio, tanto batidas como fundidas,
carros de muo e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tornos de ferro batido pa-
ra farinha, arados de ferro da mais approva-
da conslruccSo, fundos para alambiques,
crivos e porlas para fornalhas, e uma infini-
dade do obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa intelligente e habilitada para receber
todas as encommendas, etc., ele queosan-
nunciantes. contando oimi a capacidade de
suas ollicinas e niachinismo, e pericia de
seusofliciaes, se coinprometlem a fazer exe-
cutarcom a maior presteza e perfeicBo, e
Em Apipucos acharis alem da amenidade do lu- exacta confortllidade com os modellos ou de-
gar, recreius que ainda mais convidam a demorar-| SCtlh'is, c instruc^oes que lite forcm lbrn'-
vos por Igumashoras; na caa de copiar encontrareis j cidOS.
alem de uma infinidade de objeclos. adiareis sorve- l ,-. / -
te muilo hem Icilos, vinlin do Porlo, bolinhosde! eriCaO.
muiia. qi.alidadc, champagne ele, domino para ll abaixo assignado. arremalaiUe das aleriroea d
vos enOelerdes por algana momantoa. mllifipi do Recife, scieutiuca a quem couvie'r, que
LaOMII) II !l a Vriailte "m rtD'w rriptono no paleo do Terco
...,,' ^ I n. Ib, aonde dar' evpediente das H da mauhaa as
nao tenno comparecido accionistas soflieienles no :| da larde.Joso Custodio Peixolo Soares
da I. do correle, de novo sao convidados para o Koa Nova u. 18 loja de M. A. CM A C cou-
ronforme T!,"> lu "," ""', 1", r''P""'"! 5E "' ,in"a 9e""'rc '" um Rra,,dc rlimeulcTde obra.
Conforme o art. .1". dos estatutos a asse* blca geral feilaa ile alfaiate, (anto superior como
se considerara reunida qualquer que seja nessa oc- rior, camisas franceza, brancas a di
mais
cores,
nfe-
gra-
cesiao o uumero de acc.o ii.tas preaea* ; porem ro- UI, colarinhns.chapcos franceies, dilus de sol, de
ga-M lodos o obsequio de comparecer.., visto ha- srl,a e panninho.suspensorics de l.c racha.meias para
verem a deliberar negnos impor.an.es da cumpa- ...Iut*., homens. n,en,o. fazendas para f.zer-se
' qualquer obra de encoinmeuda com a maior pre-le-
Aluga-'e urna prela qne .ounlu, eugomma e za a bom desempeul.o, em fim qua.quer pesna qua
nsaboa : quem a preieuder dirija-e a rua Direila vier a ela loja. tirar um fado completo a por pra-
n' 9. mais commodo do que em oulra qulquer parte.





_
*S".I0 'i Pl6*xB.Ms9 SEXTA nm 29 ai l-.ZEM M < 185b
DEPOSITO DE L1VR0S BOTICAS HOMEOPTICAS-
1)0
:rn
ui
i% ero -q ui\y^^ uLi's^'ii'sa'^'ijsyfe
O Dr. P.|A. LoboMoscoso, tendode fazer uma viagr-m deixa a sua botica soba
UirecQSo de pessoa habilitada e de inleira probidade, e un deposito na loia de Irnos do Sr
Manoel Nogueira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Maealhaes Bastos
HtEQOS KIXOS.
Botica de 12 tubos grandes.
Dita de 24
Dita de 36
.Dita de 48 b >
Dita de 60
Manual de medicina liomeopathica do I)r. Jabrcom odc-
conario dos termos de medicina
Medicina domestica dol)r. Henry.
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ,
t0/000
ruoo
200000
258000
305000
o dic-
. 20S00O
. iOJOOO
. 2/000
6/000
!iM m
>i**"l**-.
PEORAS PRECIOSAS-i

*' Adareco* de br i liantes. Jj
! diamantes parolas, pul-
Miras, allineles, brincos S
* e rojetas, boles e anoeis $
^' de diferentes gostos e de J
I0REIRA l DDARTE.
LIJA ni OURIVU
Ra do Cabuga n. 7.
*
I
OURO E PRATA- *
| diversas pedral de Valor. | Receliem DOt O-
dos os va pores da Eu-
ropa as obras do ruis
moderno gosto, tan-
to de Frauda como
* Compram, vendem ou J
4 trooam prala, ouro, bri- &
ag Ihantes.diamaoteseparo- 3
* las, e oulras quaesquer *
jj joias de valor, a dioheiro
* ou por obras. jg
Oa
$
* Aderecos completos de J
* ouro.meosditos.pulcei- *
Jj ras, alfiaeles, brincos e
ig rozelas, cordf.es, trance- 25
* lilis, medillia-,correule, V
2 enfeiles para relogio, e
Jg oulrosmuitosobjeclosde 1
r imi i...
*j Apparelhos completos, |
$ de prala, para cha, ban- *
dejas, salvas, casliraes, J'
colheresdesopaedecb, f
S emoitos ootrus objectos!*
I de prala.
de Lisboa, asquaes se vendem por
prego eoaimodo como eos tu mam.
ao publico.
JOS ANACLETO M SILVA-
uem conbqc.do dentista e
sangrador,
pode ser procurado a qaalquer hora nos seis das da
semana, na ra da Camboa do Carmo n. 90 para
sangrar e tirar bem denles, chumbar denle* forado*.
S^LS 1 rrenle' e 8PPlica "'"as.sarjada,
pela alraccao do ar.
I DENTISTA FR4NCEZ.
cij Paulo Gaignoux, de volta de saa viagem f&
a Europa, esta morando na ra Nova n. 2??
41, primeiro andar, onde pod*(ser procuri- Si?
9g do"a quaKj.ier hora. f
O Sr. Joaquina Jos Marques, que
mora por detraz da fundicao do Sr. Starr
cm Santo Amaro, queira mandar a esta
typographia, a negocio que llie diz res-
peto.
* CONSULTORIO CEMKAL HO-
MEOPAT111CO.
Kua de Santo Amaro (Mundo-No-
> vo) n. 6.
I O Dr. Sabino Olegario Ludgero l'inho,
l de volta de saa viagem ao Rio de Janeiro,
r continua a dar consultas lodos os das otis,
3 dis 8 hojas da manh;la, as 2 da larde.
i,. Os pobres sao medicados gratuitamente.
.- .-
^SODOi
mi
3
consultorio mmn-
THICO.
DO DR. CASANOVA.
28ra das Cruzes28.
Neste consultorio ha sempre para vender
...
-..-
o
o
o


o
'-.!
^r os nai* acreditados medicamento. hoOMeo- 9
S P .C"! de CATELLAN e GYEBER, lano A
m Imturas, como em globolos, e o mais S
m^ em conla possivel. -.
%g Urna bolica.lea tobos 6| 89 e IOM00 #
^ de 21 103 l, e l5;f000
@ de :. ito ix., e 20,000
X de 4X 183 22 e 2^000
%- n de oO 229 259 e :M)MKMI
w3 lobos avulsos ,,0J, 800. e IcKIOO.
1 onca de Untura a escolher 2?Oo!
^3
gralis para os po- W
a
J*1 Consultas lodos os dias
%6t hres.
ESTRADA DE FERRO
do Uecife Sau~Franci$co\
(Terceira ehajiada.)
Os directore* da compaohia da estrada de ferro do '
ecife a S. Francisco, lera feilo a|lerceira chamada '
de > libras esterlinas, ou res 178777 sobre cada ac-
cao oa dita companhia, a qual deve ser paga al o |
lia 8 de Janeiro de 18.VT, na liahia, cm casa dos
Srs. S. Davcnporl & C, na corte, em casa dos
Sr*. Man Me. G-regor & C, e em Perntrabuco, no '
escriplorio da companhia. O accionista que nao
reatisar o pagamento dentro do termo indicado, po-
dera' perder lodo diroil. as ec^ca sub e as qnaes o
dito pagamento nao s liver eecluado, em lodo 1
caso lera' de pagar juros na razao de 5 por ceulo ao
.nio, e de nao recebar juros ou dividendo da com-
panhia, pelo lempo que derorrer enlre o dia indi-
cado para o pagamento a sna realisacilo. Nenhum
auto de transferencia pode ser registrado depoia do
da 8 do correule, ante- do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
. *. /'. Vertktr,
Thetoureiro.
Recite :l de der.embro de 1856.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esttbalecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhdes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que esto plenamente au-
iorisados pela dita companhia para efecluar segu-
ros sobre edificios do lijlo e podra, cobertos de
llha e igualmente sobre os objectos quecontiverem |
os mesmos edificios quer consista em raobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
#*:
X J. JANE, ENTISTE, l
9 sontioa a residir oa ra Novan. 19, primei-
# ro audar. a
- ~ .- -,^ -.,- ^y ,:y i^y^jj Suy.?^
ua larg'a
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomeu F. de Sonsa,
contina a vender
(sendo falso oque l'or vendido em outra
qualquer parte.)
Bob L'Aecteur.
Pilulas vegetaes de Brandet.
Vermfugo inglez em vidros.
Klixir anti-asmatliico.
Frascos de bocea larga com rollias, de
I a 12 libras.
GomptuZ.
VARANDS e grades
Un lindo e variado sortiment de niodel-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
deriussuno : na fundicflo da Auiora em San-
to Amaro, e no deposito da niesma na ra
do Itrum.
FITAS DE YELDO.
\endein-se lilas de velu.lo preUs e de co-
res, estreitis e largas, lisas c aberlas de mui
lo bous gustos, pelo barato | reco de 160
320, 400, 500 e 600 rs., na ra do Qucimado
ua loia de miudezas da boa fama n. 33.
NOTO DEPOSITO DE CHARU-
TOS DA RABIi
Ra da Cruz u. 50.
Chegoo para este novo eslabelecimento urna rica
porcao de charolos da Babia, de marcas inleira-
mente novas a saber : l'.rnambucanos, Bahianos,
l arahibanos, Maranlienses, Paraenses, Itecreio da
mocidade, cala-Oores.e os ja bem condecidos e acre-
ditados l.nceiro* e regala : quem fumar sabera': os
qu.es se vendem por menos preco do que em qual-
quer oulra parle.
Veudem-se :HI barricas varias e 1 braco de
balanca grande de Romlo, usado, coro cabos je li-
ulio e conchas de pao, muilo em conla : na padaria
do pateo da Santa Cruz n. .>, juulo ao sobrado.
CHAPEOS DO RIO.
\ endera-se chapeos de ellro de muitissimo boa
qoalioade, e sorlimeulo vnoos do Rio no ultimo
navio : em casa de Auguslo C. de Abr*o, na ra da
Cadea do Recifc n. 36.
PALITOS IRA.NCE/ES.
>endem-.e palito* francezes de brira de linho a
i !?' VUS alPaca a e 8?, ditos linos com
gola de seda a 12, camisas francezas brancas e pin-
S252." a'e3S' duzia- grvalas liuas a 610,
15800 e 3 : ua ra Nova, loja n. 4.
Vede-se urna escr.iva de bonita figura, e mo-
ra : u. ra Nova n. 49, primeiro andar.
No escriptorio de Domingos Al ves Malheos, na
roa de Apollo n. 23, ha para vender por mdico
prei;o o sesuinle : muilo superior vinlio do Porto
em barris, ricos e elegantes pianos, panno de linho
do Porto, bicos e rendas da trra, loallias de linho
para rosto, superior cha' nacional.
Por 400$.
Vende-** urna escrava de oarao com 30 annos o.
ida-Je pouco mais ou menos, pelo diminuto prero d
IO09OOO, o motivo se dir' ao comprador : na prisa
da Independencia u. 1.
Vende-se bonets bordados de ouro e li-
sos, tanto para hornera, como para meninos:
na praqa da Independencia n. 38 loja de
chapeos.
ooce.
Na ra do Oueiroado, loja 11. 2 e na ra Bella ca-
sa 11. O, vende-se o mais bem feilo doce secco de
cajo e de calda de todas as qualidades, ai libras eem
buretas bem enfeiladas, ou em barrilinhos ou latas
proprio para preseutes.
Escovas ae todas as quali
dades
Vendm-se ricas escovas inglezas para
ronpa, o mclhor que pode haver e de nova
invencflo a 3?, ditas francezas muilo boas
a 10, 1980(1 e 25000, ditas para ctelo ingle-
zase Trancezasa 15200 e 2, ditas para den-
les inglezase franoezas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para unhas dita dita a 240, 500 e 1>, e
ouirasqualidades mais baratas, que tudo se
vende na ra do Qneimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vendem-se 3 c.-noas ile carreira : na relin.irao
dos A logados 11. 13.
Vendem se ras bandejas de Indos os laina-
nhos, lano para ama como p.ra bolos ou roupa,
muinhos de nova in/enrao para caf, c facas de lu-
das a* qualidades : na rm dn Oueimado n, :|0, loja
de Manat Rodrigues da Cosa Jlaualhaes.
Palitos e camisas fran
ce-
Is.
Vendem se palilil e sobrerasaros de linho a 39,
ditos de alpaca a 7 e 8?. ditos com gula de seda a
12, dilos de paniioliiio a 18 e -M.>, camisas france-
zas brancas e pinlata* a 21, 28 e 30} a duna, aber-
turas de linho a 65 a duzia, collaiinhos a 2? a du-
zia: na ra Nova u 4.
Chapeos.
Venden-te cliap'os de palhioha e seda para meni-
nas de I e 8 annos.ditos para trabn* a ti e 109000:
111 ra Nova n. i.
Champagne.
\ inlio de Llampagne mareaGrand-
Houneux vende-se em casa de S. P.
Adottr \ C, rea da Cruz n. 40.
Para a festa.
Vendem-se sedas lisas de todas as cores, ditas de
qoadrns, ditas de titiras, grosdenaple* prelo e de co-
res, mussubuas de Ua, fazenda nota e de mullo gos-
lo para vestidos, chily de seda a 610 e 800 rs. o co-
vado, organdy a 80 rs. a vara, cassas francezas a
1)10 a vara, chitas toas a 200 rs. o covado, ditas
fraucezasa 300 rs., chales de merino lisos, borda-
dos e malisados, dllis de retroz, ditos de seda.setim
de cores a 800 rs. o covado, luvas de seda para se-
nhoras e meninas a I56OO o par, e oulras faz*ndas
que se vendem baratas, daudu-se amostras com pe-
nhures : na ra Noia, loja o. i.
Vende-se par fra da provincia ou algum en-
genho, urna e-crava encllente cozoheira e lavadei-
ra : no aterro da Bia-Visla u. 37, primuiro audar.
Vende-se aguardeule de Franca de primeira
qualidade : na ra o Torres 11, 36.
Ni roa da Cadeia, defronte da Relarao, Liber-
na n. 2X, ha das mejhores bichas hamburguezas pa-
'lu-am H '" p,"'s0es' e tamben se
Vendem se 12 cadeiras, 1 sof, 1 par de ban-
cas, 1 me.a cminra e toucador, 2 mesas de janlar
com gavetas, por prero muilo coniraodo por ser de
uma pessoa que se relira : na taberna da ra das
Feiiao
atinlio-
Comprarte para uma encommenda
0 moleques de 14 a 18 annos de idade :
na ra do Collegio n. 21, primen o an-
dar, das 10 horas a's 5 da larde.
Compra-se urna negra moca com habilidades,
cora lilho ou sem elle ; na ra do Sebo n. 42,
Compram-se apolices da Idivda provincial,
na ruadas Flores n. 37 !. andar.
Compra-se elTeclivamenle.lalfio bronze e cobre
vclho : no deposito da fundirao daAurora.na ra
doBrum. logo na entrada n. 28,c na mesma fundi-
rao, em Santo Amaro.
Compra-se ouro, preferindo-se de lei, promet-
iere pagar melhor do que eni oulra parle: na ra
larga do Rosario n. 17, junle ao quartel.
Vende-se na roa .la Cruz n. 34, feijao mulatinho
por prero commodo.
Vende-se a taberna da ra dos Pires n. 2, com
fundos a comento do comprador, e com boa morada,
vende Dea para a trra, e o motivo de vender-se he
porseu dono morar muito longe : a tratar com Ber-
naniinolrancisCodeAzevedo Campos, ua ra das
trincheras n. 50.
Attenco.

Lindas cassas francezas muito linas, de
120 a 280 o covado ; chitas francezas
largas e linas a 220 o covado ; cortes de
colletes de gorgurao de cores e pretos,
lenrosescarlates para tabaco, mantas de
seda para senhora ; tudo por muito bara-
to prero, por se ter de acabar com ditas
fazendas : 110 aterro da Boa-Vista, loja de
bilhetes junto ao selleiio, n. 56.
Vende-se o grande armazem alfandegado do
largo da Assembla o. 20 (Forte do Mallos!, muilo
proprio para qualquer eslabelecimento, ou. mesmo
para rccolher seeros como eslaservindo actualmen-
te. Por estar enllocado defroule do trapiche do al-
godflo : 1 tratar ua ra do Trapiche u. 11, primeiro
audar.
Nesta typographia precisa-se fallar
o Sr. Bento A. R. Tupinamba', que mo-
rn ou teve loja no pateo do Carmo.
Hospital Todos
os Santos,
da veneravel Ordem Ter-j
oeira de San-Francisco.
Para o mesmo hospital precisa-se de
uinenfermeiroe uma enfermeira, aquel-
les de nossos irmaos casados sem lillios
que pretenderemolugar, cujo ordenado
Iiede5u0. ja m-se ao irmaoministro Flix Francisco
de Sou/.a MagalhSes, morador no largo
do Carran, lli, assimcomo precisa-sede
iim servente para o mesmo hospital.
^*.r.oa 'ar8a I' Rosario, esquina do becco do
Pela-Frito, no segundo ailar do sobrado n. 9,
cor.inha-sc para fra com lodo asaeio, perfeirao e
iromplido e lambem se engomma : ludo por prero
mais commodo do que em oulra qualquer parle.
Aluga-sealojada casa da ra da Aurora n. 5f:
onde foi officiua do fallecido marcineiro llenrique s
qnem pretender dirija-se ao Sr. Joao Piulo de l.emo,
Jnior, no seo escriptorio, ou casa de saa morada,
ua ra da Aurora.
Aluga-se a antiga casa de vender plvora, na
rulade de Olinda. com bom sitio, baia para capin,
e boa casa de vivenda ao pe : quem pretender dita
1 asa dirija-se a ra do Vigario o. 31.
Kecehe-se dinheiro para ser mandado dar na
ridade do Porto por lellras pagas a visla ou a prazo,
cm prala ou ouro: na ma do Trapiche n. 40, tsenp-
orio de Thomaz de Faria.
Preeisa-s* de un bom criado e paga-se bem
agradando o serviro e comporlamento : a tratar no
r.mpo do Hospicio unto ao quartel casa do desera-
bargador Mondes da Cunta.
Precisa-se alagar uma boa casa cun dous an-
dares, as principaes roas desta cidade, pasando-se
bem : .1 tratar 11,1 roa da Cruz do Recife 11,13, pii-
meiru andar.
Seguros contra
o bgo.
Companhia Iforthern.
CAPITAL, 11,260,000Estabelecida
em 187..
Para clleetuar seguros sobre proprie-
dades, mercadoria, raobilia e gneros de
quasi toda a qualidade. Premio de .">|8
ale 1|2 0|0 ao auno.Agentes, C. J.
Astley & C.
tndaa.
\ende-se a colleccao do (Diario de Pernam
buco do auno de 1855 : na ra da Soledad*. 31
euLlroiite ao jardim peruambucano.
YENDEH-SE CAPACHOS
pintados, compriilos e redondos a 700 e 800
rs. ; na ra do Qucimado loja da boa lama
n. 33.
Perfumaras fiuissimaq.
Na loja de miudezas da boa lama na ra
doQueimado n. 33 encontrase sempre um
rico sorttmento de perfumaras de tc.iasas
qualidades. inglezas c francezas, sendo dos
melhores autores quo ha emParise Lon-
dres, a saber ; agua de Colonia muito boa,
sabao para barba de crerae de amendoas,
agua de lavande muito superior, vinaTe
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
to lina em ricos vasos, extractos de omitas
qualidades, extractos proprios para bolso da
estudante, essencias de varias qualidades
opiato o melhorque ha para limpar denles'
pas para limpar os denles, e oulras multas
cousas que nao deixarao de paragar aos se-
nhores compradores, e que tudo se vende
por precinho muito barato.
Vendem-se sellins com pcriences,
palente inglez ecla mclhor qualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson llowie
* C, ra do Trapiche n. 42.
POR .10:000 RES.
\ende-se urna rica toalha de labirinlho
propria para baptisado na loia da boa fama
n. 33.
Alojad, boa
faina
Vende muito barato :
' Libras de linhas n. 100 e 120 de boa qua-
lidade a 39, ditas de linhas de cores a 1*200,
pesas de lita lavrada larga de seda a 29500,
duzia de penles abertos para segurar cabel-
lo a 23800, grozas de botos de louca pinta-
dos a 240, meias brancas e cruas para homem
a ICO,suspensorios para honiein e menino a
40 rs., carlciras para algibeira a 000 rs., pe-
cas de fita de linho a 4o rs., grozas de bo-
tos linos para calcas a 280 rs., grozas de
ootoeademadreperola a uno rs., braceletes
encarnados para senhora a 200, calzas com
D1.8S de marcar a 280 rs., pegas de bico es-
trello com 10 varas a 5fi0 rs., duzias de te-
souras para costuras a \jf, ditas n.alores mui-
to boas a 1>00, c nutras Diuitissimas cous'S
que se venden" muito barato na ra do Qoel-
, mado na bem conhecida Iota da boa fama
n. 33.
*m
>%?
i
-.i
@ .Na ra do Crespo loja amareila n. B
I, de Antonio Francisco Pereira, @
O vende-se roupa feita, chegaca pe- S
3 lo ultimo navio vindo de Paria, gg
(! Casacas de panno fino preto e de cores, P>
g a 359000. 5*r
&? Calcas de ciseuiira prela e de cores, a 9
O 125000. .-;.
^Ti Colleles de selim, gorgurao e de velludo, Z
SSOOO. W
Pabl* de panno fino preto e de cores, a @
100.
SSobrecasacas de cores de panno mcscla- J;
do muilo lino, a 259000. "-."
i Ptllisse* de casemira mesclada, a JjOOO @
l^ Casacas redondas ou llaques, a 305000. >x
^ Palitos de alpaca prela muito lina, a S?
W I 5(1(10. f.
y llilos de dito de cores, OjOOO 4
t. Capas de panno lino prelo, a 25-5OII0 ~?
9 Ceroulas de bramante de liuho de novo '
m modelo, a a^KIO @
.'."j Pables de seda preta de Canlao, a 215000 i"a
t,. Dilos de bramante bronco de puro li- ff
V nho, a S9S00 9
.\J Hilos de dito pardo dito dito, a 4.3OOO |
gt Oilos de melim com lislras de tores,
g I 19300 '&?
"ty Camisas de niurim francezas brancas e (fr
',j de cores, a 25 e 28.500. .75
j. Ditas com peilo, ponho e colarinho de ^f
Vi- esguiao de Irlanda de linho, dalia a 155000 Sj
Z. E oulras moilas fazendas de linho e seda. tVi
CADA LATA.
$_." \ende-sena roa do Oueimado 11. 27, ptimo
care moldo em uma fabrica do Rio de Janeiro, muito
bem loriado e isento de qualquer mistura, coulendo
cada I. ta urna arroba de caf superior.
Cal de Lisboa.
Bia da Praian. <29.
t llegada no ultimo na-
vioe muitissimo bem acon-
dicionada : vender por
preco muito barato.
Vendem-se na ra do Trapiche 11.
1 escriptorio de brender a' lirandisA C.
Frasqueirasdegenebra dellollanda mui-
to supci lor.
Botijas de oleo linissimo para candieiros.
Lona a' imitacao da da llussia.
Piegos fundidos para barricas de assucar.
Papel para-impressfio.
Champagne.
Superior champagne em garrafas e
meias: tratare com Antonio de Almeida
.ornes, )^a ra do Trapiche u. l, secun-
do andar.
FARINHA
o
AVISOS
\ ende-se a loja de miudezas da ra da
Cadeia do Keeile 11. 11, que foi de Manoel
Joaq.timde Olivara, com poucos fundos :
a tratar na mesma ra 11. 7, para vero
bataneo.
Vende-se na ra da Cadeia do Uecie n.
", loja de Antonio Lopes Pereira de Mel-
lo iV C, as bem condecidas velas de car-
nauba do Aracatv, pelo barato preco de
12.S00 cada uma arroba.
; '...... ....' -i- **t=;;..;-.,T-i:: De Trieste
Veinle-M- r.n e*H prara do Cerpo Santo n. II, a muilo superior e bem
conhecida arinha de l'rieste, da marcaprimeira
qualidade chegada e.n 9 do corrcnle na escuna
"1 reil., em po-coesarandes e pequeas, coufonne a
voulade do cumprador.
Cemeoto.
Em barricas e a relallio : 00 armazem de mate-
riaes da ra da Cadeia de Sanio Autonio, por preco
eorainodo. *
Em casa de Eduardo II. W'vatt, rua
do Trapiche-Novo n. 18, da para"vender :
Averdadeira graxaingleza n. 97, dos
fabricantes l)ay c, Martin.
Tintas ero oleo.
Cabos da Kussia.
Vindo Cherry superior em barris.
Agurdente "de Frasca dito.
Ft uctas e conservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Livros para copiar ditas.
Ditas de lembranra.
Ditas em branco sortidos.
Papel para copiar cartas.
Kelogios Je ouro cobertose descobertos.
Joias.
Sellins com pertences patente inglez.
AO MADAMISMO DE BOM GOSTO.
Vendem-se sedas escocezss de quadros, com qua-
iro palmos de l.ruura, fazenda muilo superior a
1-5800 o covado : ua rua da Cadeia do Recife loja
de Manoel herreirade Sa, esquiua que volla para a
Madre de Dos.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a l.".s'000o bar-
ril : as pessoas que qui/.erem dito gene-
ro, appureeam em o seu escriptorio, na
rua do Vigario n. 51, para veras amos-
tras.
Vendem-sc pellesdc cabra de loda qualidade,
por prero commodo rua da Cruz o. 31, primeiro
andar.
Plvora.
Vende-se
Enxadasde ferro, do Porto.
Fio pon ele.
Panno de linho.
Pomada.
Saboiieles franceses linos.
Charutos de San-Flix, de diversas quali-
dades.
Ardiles.
Sabo nacional.
Na rua do Trapichen. l(i, segundo an-
dar, a ti atar com Antonio de A. Gomes.
vtv^^-c5y;..-v..-...---...--.i.--...--.;.--.-,.--...--.,,-...-
Em casa de Eduardo B. Wyatt, Q
i rua do Trapiche-Novo n. 18, ha
para vender, chegado no ulti- @
rao navio de Londres : -;';-
v3 3 pianos lories e elegantes de la-
-;:-J bricanle afamado, comseus per-
J tences seguintes.
^ ."1 carteiras para msica.
@ 2 duzias de estantes para dita.
^ cadeiras para pi.ino.
-O:h;c^
ta1xas para exgenho.
Ka fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz,1 contina ha-
verium completo sonimeeto de uxbs de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por epreco commodo com
promptido: embarcam-s oucarregaM-sa SB car-
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de ilenr. Brunn & Companhia, na
ruada Cruz u. 10, vende-se cognac em caiiinhasde
duzia.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, cm saccasquetem um alquei-
ie (medida vlha) por preco commodo :
no armazem de Novaes& C., na rua da
Madre de Dos n. 12.
Na ruado Trapiche a. 11, escriploriode Ma-
noel Alves Guerra, vende-se por commodo preco e
sesuinte :superior vinho do Porto em barris do
oitavo,chapeos de feltro, e taboamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santn. 11,ha para vanderose;uinte a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvo,
Konas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo zo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia.
E um completosortimento de fazendas proprio
para asie mercado ; tudo por preco commodo.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ru daSonzala-Ho-
va n. 42.
Nesteesiabelecimeniocontina ahaver uHcom-
pleto sortimento de moendas Meias moendas
para en/enho, machinas de vapor e taixas da
ferro batidoe coado de lodos os tamanhospara
dito.
CAL E POTASSA
Nende-se potassa da Russia c americana, chegada
uestes dias e de superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: no* seus depsi-
tos na rua da Apollo n. 1 A, e 2B.
Na rua do Viaario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porlo de supeiior qualidade da bem
conhecida marca (i\V cm pipas, barris e calas de
uma e duas duzias de carrafas.
VELAS DE CARNAUBA.
Vendem-se \elas de carnauba pnra a 15 a arro-
ba ; na rua do l.lueimadu d. 69, loja de ferraceus
POTASSA E CAL TIRGE1.
rsoaniigoej bemeonhecido deposito daruada
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
aprecos muito favoraveis-, com os quaes ficaro
os compradores satisfeilos.
O ungento he ulil, nosparlicularmenle
not seguales catot.
Alporcas.
Caimtiras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
dos tnen.brus.
Enfernndades da cu-
lis em geral.
interinidades doanus
VINHO 1)0 PORTO GENUINO.
Vende-se uplimn liuho do Porlo em barris d. ^"Pfesescorbticas
quarlo e oitavo, por prero razoavel: na rua da Ca-
dtia do Recife n. 13, escriptorio de Bailar A 011-
veira.
>ao muito lindos para pu-
nlios.
Vendem-se muito bonitos botoes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 8U0 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n. 33.
VENDE-SE
Graxa de patente, prova d'agua, par
arreios de carro.
Vinho do Rhcno de qualidades espe-
ciaesJohannisberg e Marcobrunner.
No armazem de C. J. Astley & C
XAROPE
DO
BOSQUE
Koi Iranslerido o deposito desle xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova 11. 53'
garrafas 55500, e meias 38000, seudo falso lod
aquelle que nao for vendido ueste deposito,pal
quesefaz o prsenle aviso..
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade phtysicaera todososseusdiflereu
es araos, que r motivada por constiparles, losse
asllima, pleariz. escarros de sanuue, dr de eos
lados c peilo, palpilarfio no coracao, coqueluche
bronchiie, dorna amanla, e loda* asmoleslia
dosorgaos pulmouares.
Fstulas no abdomen.
Frialdadu ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
' -ogivas escaldadas.
Inchaces.
lolaminacao doligado
dabexiga
lnflamma^So da ma-
triz.
Lepra.
Males daspernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
lmlia, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacOes.
Veas torcidas ou no-
dadas as peritas.
i
5
a^'l^^aSri Viv-
irs pessoas encarregadas' SSSfSK em
toda a America do Sul, Havan. eHespinh
Vende-se S800rs. cada bocetinha.contm
o modo de fazer uso desle ungento
O deposito geral be em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22. em
Pernambuco.
Kicas fitas finas e moders
as dos melhores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na roa do
Qneimadon. 33epor precos que n5o deixem
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito onde es-
colber.
Para quem estiver de luto-
nhleuu86 D rua d? Que'mdo. na bem co-
d l0Ja d.e miudezas da boa fama n. 33,
voltas preas linas e ordinarias, ricos alline-
mln" p"lce,ras> rozetas, tudo do
~ 6'l0-quJese Pde encontrar e por
preco que nao deixara de agradar aos sc-
nhores compradores.
* MtiftQ fVttem;ao- ""
Na rua do Crespo, loja da esquina, que volla pa-
ra a rua da Cadeia, vendem-se cobertores de laa
hespanhes, lencos de cambraia de lislras a 400,500,
e 60o rs. cada um, corles de casemira de cor a 1,
IECHAH1SI0 PARA Elfig- Pentes e todas as quali-
HHfl dades.
NAFMDICAo'dKeRRO DO ENGE- EttlTJS^yttV
dito de marrafa a 1M00, ditof de d^to do tra
IfSt'J!! d',l0Sc ,de iC0'M P" ''sa"- a
19, ditos de bfalo muilo finos a 600 e 800
rs., dios debalea para alisar a 300 e*00
rs ditos abertos imitando tartaruga para
prender cabellos muilo bonitos e bem traa
ha hados ,, 1W80 e 15500, ditos de baleia a-
bertosaaw, 320 e 400 rs.. ditos de bufal-
para piolhos a 500 rs., na rua do Qucimado
na bem conhecida loja de miudezas da boa
I
i
/
"N.
t
f

i
f
NHEIRO DAVID \V. BOWMAN. tsA
RUA DO BRUM,PASSANDO O oflA-
FAR1Z,
liasempec umqrandesoriimenlo dossecuinle* ob
jeclos demechanismos proprios paraem.enhos,a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
constroccao ; laisas de ferro fundido e batido.de
superior qualidade e de lodosos tamanhos ; roda
dentadas para agua on animaes, de todas as propor-
ces; crivos e boceas de fornalhae registros de bo- -
aira, aRuilhOes,brouzes,parafusos ecavilhe*,moi- fama n. 33
nbus de mandioca,ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
seeieculamtodasasencommendas com a superio-
ridadejconhecida ecom a devidapreslezaecom-
modidadeem preco.
M&s*
-
^ w .i. ,.:.,,. ..,,., ,i,iiCg uc tusciuirii ae cer a tc, ----uu t-.ii u!; ItilUe oCllmelt
e.">00()0 rs., dilos prela a4*500 e 8H00 rs., dilos rila da Cidpia r, VI .. A
de brim escuro e amarello n r.lr !< nn_ ?JP* UM" n- '". Vende-Se :
Kende-se
um chro-
nometro bem regula*
8 do : : a rua do Brum
-:'.:
O
Vendem-sc velas de carnauba compnsla e li-
quil, as melhores que tem apparecido, esleirs de
palha dobrada, pelles de cabra, curtidas, meios de
sola, tudo em grande* ou pequeas porrees : na roa
do Vigario n. 5.
.'::,\''' *' *;.-*". c*> -* *> -*- -- sr>^!>.-*.,
v,. ^--.., .-..-...-,..'-..; ." -..."...-...-...-.,.-..,--.-
gi A LOJA PERNAMIUCA.NA A
O DA RUA 1)0 CRESPO N. II,
Ji acaba de receber um romplelo sortimento
;'/. de obras felas, como sobrecasacas de panno
;r; e alpaca, eollelet de peqoim prelo e de co-
'.,' res. sobreludo de panno lino muilo encor-
."'-i pado e camisas linas, lauto brancas como de
p^ cores, ludo prometle vender barato.
r'* Recebeu tambem ricas sedas para vesli-
i^3 <,*- ric<" cortes de vestidos de velludo com
56 Ires ordeus de volantes, lauto de cor como
"; pretos, ricos chapos para senhora e meninos
tty a ."<5(KKI: da-se amostras de ludo.
Claudio Dubeux vende plvora, a l.s'
cada barril do 25 libras.
Vendem-se
pranches de pinho da Suecia com IS ale
2 palmose 3 polegadas degiossina,des-
carregando agora para o armazem de C.
J. Astley i\ ('.., nb Forte do Mattos: ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por pceo muito commodo.
FAZEilMS BA1ATAS
EM AVaKA
Na loja de 1 porla?, na rua do Oueimado n. 10,
ha para vender novo sortimento de fazendas muilo
em conla, como sejam :
Chilas largas decores, o covado 1K0
Hitas estrellas, o covado 100 rs., 120 e ItiU
Cortes de vestido de chita larga 19600 e 2-lllltl
llilos de cassas de barra SgOOu
Peras de chitas le cores "i^KIll
Hilas de ditas linas (KKH)
Madapolio cntreliuo 3900D e :ij.i(IO
Dito largo 5 Algodo azul de titira e mcsclado, o covado 160
Hilo americano, pera 3^NHI
Chales de chita ~ (mi
Lencos de ganga encarnados 00
Chales de merino de barra e franjas -Mo
Pellos de linho lisos e bordados para cainita 100
Aloinho.s de vento
com bombas de repuio para regar harta*, e ba
xa decapim : na lundicaode W. Bowman
na rua do Brum os. 6, 8 e 10.
CARNAUBA.
Veude-ie cera do carnauba da boa qualidade ;
ua rua da Cadeia do Recite, loja n. 50 defronte da
rua ,da Madre de lieos.
de brim escuro e amarcllo para caira a le lo, pan-
no de linho do Porlo, toalhas de mesa e rosto, goar-
d.mapos de todas as qualidades, atoalhado adamas-
cado com selle palmos de largara a 1>r!00 a vara,
corles de c*ssa ch la a l?o00 rs., e outra* maitas fa-
zendas por preco'scommodos.
Marmullada.
Rua do Qiiuimado a. 5.
halas com Truclas era conserva novaineolecheza-
dasde Lisboa a 800 rs., e com mermelada lina a ti 10
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem muito baratas : no ar-
mazem de Autonio Aunes Jacomt Pires defroule da
porla da alfandega.
A 160 res o covado.
Riscado escoro de qoadrinhos, |proprio para ca-
misa* e vestidos de prelas, veude-se na rua do
Crespo, loja da esquiua, que volla para a rua da Ca-
deia.
VINAGRF EM BARRIS.
Superior a marca l'RR e Paleto & Socios, acha-
se a' veuda uo armazem do Valenca, rua de Apol-
lo u. 13.
PARA ACARAR.
Na rua Nova, loja franceza n. 8, confron-
te a Camhoa do Carmo,
vendem-sc chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade.com umleve toqaa/le mofo, pelo
baralioimo prero de 10) cada um.
iielogios de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a preco razoa vel, em casa de
Augustoti.de Abren, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. 56.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes cv C, rita da Madie
de Deosn. 12, por prero commodo.
Vende-se luperior linha de algodo b'ranca
de cores, em novello, para costura : em cas* de
Soulhall Mellor g Companhi*, rua do Torres n. 38.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernambocaiia,
RUA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabflb e velas de carnauba, es-
tahplecida na rua do Brum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extracc3o aos seus
productos, proporcionando assim a maios
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecera as
I vantagens seguintes: sSo feitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do fa-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
[queimam com igualdede e u8o esborram, e
i no fazcm murrao e do mais luz e mais cla-
i ra do que as velas stearinas ou de qualquer
|composiQao, e que se vendem no mercado.
Fabricam-sede6, de 7 ede 10em libra, ven-
dendo-seem caixas quecontem 192, 224 ou
3a0 velas cada uma pelo prego de 15/.
O sabo he branco, as materias primas
de que be fabricado s5o simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa he agrada-
vcl; rivalisa com o melhor sabSo hespauhol
e he superior ao sabao americano, quo se
i vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
' e a prego de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerao
por experiencia a veracidade do que se an-
n inicia.
A3$500
Vende-se cal d* Lisboa ltimamente eticada, ea-
sim como potassa da Rossia verdadeira : na pra5
do CorpoSanto n. 11.
A ttenco !|
9 Na rua do Trapiche n. 5*, lia A
superior rape Princeza do Brasil, @
@ chegado recentemente do Rio de @
Janeiro, eni(|ualidade pouco dif-
O fere'do de Lisboa, ao passo que %
O custa apenas I,siOO a libra; a elle
s antes que acabe, pois a remessa
3 he pequea.
Era casa de Rabe Sclnnettau& C,
rua da Cadeia n. 57, vende-se:
Vidros para espelho.
i.c. lu llli.r/... .iipniJ^
SU
Conservas alimenticias.
Tinta para typographia.
Tudo por preco commodo.
-Em easa de Rabe Schmettau & C,
Meias de todas as quali=
dades.
Vendem-se muito boas meias de seda pre
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2500,ditas de laia para padres a 1*800,
ditas de lio de Escocia piuladas para homem
pelo baratissimo prego de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para bomem a 200, 240 e
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas pelas de
algodo para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Oculos e lunetas de todas
as qualidades.
Vendem-sesuperiores oculos com armacSo
de tartaruga de todas as graduacOos a 33000,
ditos muito bons com.armacdes douradas a
18200, ditos ditos com armaedes prateada,
1,.dilos ditos romarmacao de ac a 800e
--------' tit&?,1" ?f -!"",^ le tartaruga a 19,
IV^t .Z \* ,1u.'dr"l" debaleil a 500
He milito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de marfim de boa qualidade a 10a, diUs
ditos de cabo de ba aneo muito finas a 6/.
ditas ditos cabo roligo e oitavado a 3, du-
zias de coiberos de metal principe a 3 e 6a:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 18400
e outras mu tas cousss que se vende barato
na rua do Queimado na bem conhecida loia
de miudezas da boa fama n. 33.
Vendem-sa dous pianos fortes de Jacaranda
construccao vertical ecom todos o melhonmento
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia armazsm n. 8
. d LEOES riBOS. .
venaem-se lequcs muito finos com rica:
pinturas, espelho e plumas a 2/, 38500 e 4#
na rtia do Queimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
fe
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de 2 duzias e em barris de oilavo, re-
centemente chegadopelojbrigue trovador: vnde-
se nicamente no armazem de Barroc. & Castro, na
rua da C.dea do Recife n. 4.
AlgodAoziuho da Bahia
pora saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber & C, rua da Cruz
n. \.
Kelogios
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de ouro,
paleuleioglez, para homem e senhora, de unudos
melhores fabricantes de Liverpool, viodns pelo ulti-
mo paquete inglez : em casa de Soulhall Mellur ,V
Companhia, rua do Torras n. 38.
N. O. Bieber C, rua da Cruz n. i.
vendem :
I.diiiis da Russia.
dem inglezas.
Brinzao.
Biins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodo para saceos de assuca.
SAO' MUITO LINDOS,
fticos corles de vestidos de fazenda muito ,"* "" """" praauag
lina, toda de seda e de um gosto muilo apu- Passado, o qual pertence ao Sr. Ignacio
rado, chegados pelo ultimo vapor vindo da Machado da Costa, morador em Esnt-
Europa, muito proprios para as senhoras de ""..::- J- --
bom gosto, assim como chitas francezas
muito finas matizadas com lindas cores :
dflo-se amostras narua do Queimado n. 2
ua loja da boa fe defronte da da boa lama.
PARA QUEM TEM BOM COSTO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa f,
ha um completo sortimento de grosdenapo-
le de sed3 de lindas cores; aproveitem antes
queseacahem, que a festa esta com nosco,
assim como chapeos do Chile muito linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
100*000 de
gratiGea^ao.
Naofoi anda capturado um escravo do
sertto, que vindo a esta cidade, ausen-
no dia 31 de outubro prximo
mi
UNGENTO HOLLOWAY.
-Milhares de individuos de todas as naces
podem tcstemunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso que delle lizeram, tem seu
corno e membros inteiramente silos, depois
de haver em pregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lli'as relatara todos os
is anuos; ea maior parle del
mente gratificado.
500^000 de gratifica cao.
A quem apprcliender ou ler noticia* certas do es-
cravo tullido ein 21 de fevereiro, de nom Manoel.
he alto e
. ,----------...., v a uidiur uarie aei '-pa nefcuezia ao rtir desia provincia :
medicosUm^s^f^n-leSnqUe, a de seus hragos e peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onda
dcviamsotlieraaniputaco! Dellas ha mui-
Us, que bavendo deixado esses asylos de pa-
dcciujento, para se nao suhmetterem a essa c,a,u ,uS'oo *m aa ae levereiro, de nomi
operacao dolorosa, foram curadas completa- !crl0"ln' alna, oflieial de caldeireiro, I
mente, mediante o uso desse precioso re- ''" m ^"f"1"- corP "" e com hombro* Urgos, res
medio. Algunas das tacs pessoas, na elusSo nVdV.tefi!lif,2.'lSS ar"i-Dlo com ?lla de
de seu reconhecimento declarara ra estes rZ 1 'f d* pa,r,e de t,m't ccm a|(!um,s
siilla.lns iSn J.--,- a!, i i :,IC"l""lli's'1'"lo, beiros finos, tem barba, lera de
5",'os beneRcos diante do lord correge- 22 a 21 .nnos de idade. falla muilo bem. maeio.
aor. e outros magistrados, alim de mais au- coslum* aflirmar-se moilo quendo falla, e tem pes
tenlicarem sua allirmativa. \ e m.los muilo bem feilos. Este escravo he dos Srs.
Ningueni desesperara do estado de sua l-mna -.\ R*mo*, do Rio de Janeiro,etera-se descoo-
saude ae livesse bastante conlianca para en- lil"l?a lae ,5,'ja neta provincia : qnem o pecar ou
saiar este remedio constantemente, seginti- ,fJ^,1c'alceTl*\""ber acR,ra,i.fi.c'si0 acima d6
do algum tempo o tratamento qu necessi- ffl Bu de Jol daSllva Mw'ra.
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria I_________J___1_________________________________
provar incontestavclmetite : Que tudo cura I PErn.: TYP DB H. F. DB FARU 1856
INCURRE
A
\I ITFT-/J
4

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J
I
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nharas, provincia da Parahiba, de nom.
Paulo, crioulo, de 25 annos de idade, txy
tatura regular, rosto redondo, principa
ando a barbar, vista espantada e com in-
dicios de a trocar, o que je toma visivel
quandoesta' parado, tem uma marca de
cicatriz em uma das pernas ; foi vestido
deceroulacomprida, camifta de algodo
da trra, jaqueta e chapeo de couro, sus-
peita-se que fosse seduzidoe esteja acoi-
tado em alguma casa, contra o que se
protesta : roga-se a torias as autoridades,
capitaes de campo e pessoas do povo,
queJram apprehende.-lo e conduzi-lo a ani
senhor, no sertao cima mencionado, ou
a' rua do Crespo n. 16, a Jrx AzeVedo
de Andrade, que lhc dar' a, gratilicacao
aama mencionada.
Fugio hontem as ~ horas,um escravo mua-
lo de nome Tbomaz, a/lo, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas marcas
de cicratizes as cauellas, falla com muita manci-
do, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos, aberia na frente em forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Oelho, que o houve por heranca de seu so-
gro Jos Joaquim de Souza aquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario de
Alhandra Vasconcellos Jnior,morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar desta provincia
\




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