Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07667


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Full Text
I
ANNO XXXII R. 501
Por 3 mezS'-adiantados 4000j
Por 3 mezes rcncidos 4500.
DIARIO
TERCA FEIRA 23 DE DEZEMBRO DE 18S6.
Por auno adiantado 15$000.
Porto franco para o subscriptor.
BUCO
K\<;\iiiu-.(.\li(is DA SUBSCBIPCA'O NO NORTE.
Ptahba, o Sr. Gervazio V. da Natividade ; Nul, o Sr. Joa
Km 1. Pereira Jnior; Aracatv, o Sr. A. de Lemos Braga I
r, Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joiquim Mar-
a*v. ^/sues Rodrigue! ; Piauny. o Sr. Domingos Herculaoo A. Pessoa
Cesreos* ; rara', o Sr. Justiniano J. Ramos: Amazonas, o Sr. Je-
rony o da Cusa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
OlirHa : todas o* (tia*. i*9c rais hnr.ia do dii.
raanaai, Golaaia c l'atahba: hi MoeaSal c nibra-foiras,
S. Anio. BeiemM, Bonito, Caraira, Allaho e (uranhiiiM: n.i lerca-felri
s. Loirufo, p-.j\ii,, Ranela, i.jn,..Pir,i. Birejo, reattuira, /na-
tetra, Florea, tilla-Bella, Hoa-Vi.ia. Oarfcart t Sai : aat arua-felrai
Cabo, Ipojaea, Spriiilijein, Hio-Formoso, Coa, llarreiro, A^ua-I'rela
Plawaleinae Natal faiataa-falrat.
[Todos i crrelo* partera as 10 hars da nanlila.
AUDIENCIAS DOS TRIIUINAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quinlas.
Rel&ce ; terras-feiras c sabbados.
Fazenda ; quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphos : segundas e quinlas as 10 horas.
rimeira vara do civel : segundat e tenas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadosao meio dia.
EPIIEMERIDKS DOMEZ DE DEZEMBRO-
5 (.toarlo cresrenle a 1 hora 7 niato* e 48 segundos da manliia.
11 La cheia as 5 horas <4 mininos e 18 segundos da larde.
19 (.iiiirtn minguanle as horas 23 minutos e 48 segundos da m.
27 La nova as 6 horas 26 minutos e 48 segundos da inanhaa.
.. l'KKAJIAK DKIlOJt.
Primeira 0 30 minutos da tarde.
Segunda 0 54 minutos da manliaa.
OAS DA SEMANA.
22 Segunda. S. Honorato m.. S. Floro m.. S. Fiaviano.
2.1 Terra. S. Servlo advogado rontra n paralvsia., S. Midonio m.
24 Utiart. Vigilia, Jejum., S. Delphino b., S.Farvila m.
25 Ouinla. >1 Naso.de N. Senhor Jess Christo.. S. Eugenia m.
28 Sen. li oil. ("este dia sanio fui supprimido.) S. Estevao.
27 Sabb. 2 oil. (esle dia santo lu supprimido). S. Joao apostlo.
28 Dom. (rSl. Inuocgoalentes mm., S.Castor o Ccrisao mm.
ENCARREGADOS DA SL'BSCRIPCAO NO SOL*
Alagoas, o Sr. Claudino Faleao Diat; Bahia, o Sr. D. Duprat;
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBL'CO.
O propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
livraria. praca da Independencia ns. ti e 8.
EXTERIOR.
r
HESPANHA.
O governo hespanhol, ao restabelcr os de-
cretos de de abril de 1844 c 6 de julho de
1845 sobre a imprensa, dirigi aosgoverna
lorescivisa seguinle circular :
O real decreto de 2 do frrente mez, que
restabelece o de 6 de julho de 1845 sobre o
rgimen da imprensa, assim como o de 10
de abril de 1844, a que aquelle se refere e
na parle que o nSo modifica, satisfaz com-
pletamente as necessidades da sociedade ac-
tual ; porque deixando urna prudente lati-
tude a emissao do pensamento, importante
conquista dos lempos modernos, protege e
ampara todos os elementos vitaos do povo
hespanhol, aquel les que constituem a sua
existencia, que forma ni a sua historia, e que
Ihe dBo a phisionomiadistincta e nobre coui
que he conhecido em todo o mundo.
He summamente importante que as suas
prescripcOes se compre que as suas pro-
hiliiees se respeilem, e que ninguem
ousc infringir os seus mandados, sem que
Muta immediatamente o necessario correc-
tivo. Cotn esse fim, e pra sua mais pon-
tual observancia, houve S. M. por bem dic-
iar as seguintes inslruccOes :
1. Os reaes decretos reslabelecidos nao
perraittem controversia alguma sobre ma-
terias roligiosas, seniio com certas condi-
cOes e com licenca do diocesano : nSo deve
por conseguinte V. S. consentir, que nesle
ponto se comrnelta a menor infraccSo. Da
religiSo catholica, apostlica, romana em
nenhtim impresso se consentir mostrar o
mais levo desprezo, nem assentar proposi-
C6ss contra os seus dogmas e culto, e muito
menos discutir a conveniencia de conservar
na Hespanha a unidade religiosa, amiga-
mente defendida pelos hespanhoes a cusa
de suas vidas nos proprios e estranhos po-
vos, agora tamben) arraigada felizmente as
consciencias, e tanto nos passados seculos
como no presente a mais invejavel gloria da
nossa patria.
2. A sagrada pessoa do monarcha e a ins-
tituicao real serao religiosamente acatadas
cni toda a classe de escriptos, sem que por
nenhum titulo possam ser objecto de rjjs-
cussao ou deexame. Assim oestabelecea
legislacao vigetite, assim o exige a consli-
tuicao do Eslado, e o reclama a ordem so-
cial, que he preciso pora coberto de novas
convulsese futuros perigos. Por conse-
quencia impedir-se-ha com a maior efTica-
cia a circularan do qualqucr folheto, folha
solta ou peridico, em que franca ou arti-
ficiosamente se procure destruir ou minorar
a considerarlo e obediencia devidasao thro-
no, dynastia reinante e lei fundamen-
tal da monarcta.
3. He igualmente prohibida a publicaeo
de qualquer impresso, capaz por scu as-
sumplo, pelos pormenores, ou mximas que
contenba, de atacar o dircito de proprieda-
de, ou outro algum dos fundamentos ei
que se baseam as sociedades humanas.
A mais leve transgiessao de t3o impor-
tante principio traz comsigo funestas con-
sequencias : os incendios quo cobrirm de
lutoalgumas povoacoes da pennsula, e que
enchciam de amargura o corar;flo da rainha
nSo sSo soiDcnte obra de alguus depravados
criminosos, sao alm disso a consequencia
natural da propalarlo de doulrinas subver-
sivas e insensatas, que he preciso destruir
com mao vigorosa.
assim o mandam as leis; e o governo
compre o primeiro dos seus deveres, encar-
regaudo a V. S. a sua pontual applicacao.
He tambem vonta ie de S M. que com
igual firmeza se impeca a publicaco de
qualquer eseripto, que tenda a preverter os
bous costumes, e portanlo a introduzir a de-
sordem no seiodas familias.
He indispensavel que os cscriptos que
forem publicados em Hespanha possam cor-
rer de mao em man, sem que a sua leitura
cause vergonha, sem que a edncacilo se re-
sinta, sem que se vicie o coracao da juven-
tude : so assim se pode conservar a socie
dade, e este respeito nSo he por certo in-
compativel com o direito do mittir livre-
menta o pensamento. que a coostitincQo
concede a todos os hespanhoes.
5. Aquellcs que reinam em paizes estra-
nhos, e governam outras nacous, sao dignos
de consideragio e de respeito.
Os decretes restabelecidos dispnem a este
respeito o necessario, | e S. M. veria com
grande desgosto, que as autoridades nao
ohservavam as suas prudentes prescri p-
oes.
E consideran lo quo a imprensa, del ben-
fica e civilisadora se torna cm arma tecor-
i"upcao e escndalo, applicada a pfopalar
ideasnocivas.com rclaxacao. dus vtacnlo3
soeiaes; leudo em conta, que a dscusso
niio pode ser livre, seniio sujeitando-se ao
que a religiilo prescreve, a moral reclama,
o pedemos principios constitutivos do Es-
tado ; e julgando pur ultimo necessario o
urgente refrear os abunos que de algum
tempoaesta parte se commettet* na im-
prensa, e sobre ludo na peridica/ aim de
remediar males gravissimos, que/ tomando
maior incremento, podem um dia transtor-
nar e pOr em risco a sociedade hespanhola,
S. M. a rainha (que D. C.) dignou-se mandar
que V. S. teuht mui prsenles as anteriores
iuslrucc<5es. e que por todos os meios ao
seu alcarice faca com que so Ihe di o mais
exacto cumprimento.
Dos guardo a V. S. muitos annos.
Madrid, 8 do novemhro de 185H.
Noceda.
Senhor governador da provincia de...
Le-se o seguinle na poca de 10 de
novembro :
Ha dias tem ganhado terreno o boato
de que a rainha vai ser reconhecida pelos
lhos de D. Carlos.e pelos individuos.que se
conservaran. Deis a causa desles. I'orm he
muito duvidoso, se o conde deMonter^olin
querer ir tilo longe neste ponto, como seus
rmns D. Joan, |). Fernando, e I). Sebas-
ti3o. D. Joao est actualmente em Londres
e D Carlos esta para se ir reunir com
seu irmo Hernando em Veneza.
NSo se sabe ainda, se estes principaes
voltario Hespanha, no caso de se realisar
o mencionado reconhecimento da lainha.
O ordenado dos Miembros do conselho real
ser de 60a reales.
Foi aceita a demisso de M. Pacheco do
posto do embaixador de Londres.
As obras dos caminhos de ferro de Ma-
drid a Aireante, de Madrid a Saragoca, Je
Burgos a Valladolid, e deSovilha a llores
continuam com actividade, e as de Alicante
estao quasi terminadas.
Os portuguezes trabalham tambem com a
maior aclividade naquela parle da India,
que ha de unir o' seu paz com a Hes-
panha.
m despacho telegraphico de Madrid,
com dala de 13, annuncia as seguintes no
meaces diplomticas : M. de Aguillon para
embaixador hespanhol em Lisboa ; II. Iler-
mudez do Castro para Vienna ; M. de Souza
para Constantinopla ; M. Alexandrn de Cas-
tro para Torio, o Mrquez de Rivera para
Berln, e M. Layo Quinonier para a Suissa
O arcebispo de Toledo publicou urna cir-
cular, em que diz o seguinte :
Estamos sendo visitados por urna da-
quellas alllicgesque o Senhor nos enva por
causa dos no-sos pecca ios, a fome, e as
assentamos nos, suspendido provisoriamente a exe-
cucao da lei chamada da desauortisacao.
Esta medida era urna satsfaeao dada curte de
Roma.
Ella permittia restabelecer com esta corte as re-
lacoes diplomticas interrumpidas ha mais de um
auno. Mas, ao mesmo tempo, o ministerio
O'Donnell linha mantido as disposices da lei, que
prescrevem a venda dos bens do estado e das com-
raunas, e apressado a sua execiico, afim de obter
tacao, que praoceupa todos os espiritos, c favorece
todas as intrigas.
Na Hespanha ha sempre intrigas de toda a es-
pecie.
Mais de orna vez temos fallado das de um par-
tido poderoso pela qualidade e influencia das pes.
soas quo o drigem. Esto partido agiu-se sem
eessar, e mais do que nunca suspeita-se que elle
quer lancar o governo da rainha no caminlio de
urna reaccao sem limites. 0 maree.hal Nar\aez
para o thesouro recursos de que elle tem urgente: faz-lhe frente, mas nao conseje doma-lo. Ta-
race mesmo que lia algunsdas este partido se pre-
para para dar ao marechal um grande assalto, e fa-
ze-lo passar por um rere! exactamente no ponto
fundamental da reuniao das corles eda convocacao
dos collegios eleiloraes.
Segundo as nossas ultimas correspondencias, M,
Pidal pedio em urna das ultimas sessoes do con-
selho explicaooes a esle respeito, e obteve respostas
pouco satisfactorias.Comludo, o marechal Narvaez
apoava M. Pidal. A maiaria do conselho ora de
opiniSoque seadiasse indefinidamente a quesio ;
dzem-nos que M. Pidal se propoe reprodu/.i-la
brevemente. Se estas informales sao exactas, a
Hespanha est em vesperas do outra crise, e tai-
vez de novas catastrophes.
Nao podemos acreditado ; se o marechal Nar-
vaez c M. Pidal insisten., afim de ohler a execu-
co sincera e completa da conslituicao, o apoio da
rainha Isabel nao Ihes fallara, poique a rainha
Isabel e a monarchia constitucional sao insrspara-
veis, como a rainha sabe ; a rainha sabe lambem
quaos os perigos que ameacara a sua pessoa, a
sua cora e a sua dymnaslia, no dia em que a mo-
narchia constitucional fosse seriamente compromet-
lida na Hespanha.
(Peridico dos Pobres no Porto.)
s
01 lSAIEMl 01PROYIMIA.
tur Madama Lbonie d'Adhet.
CAPITULO I.
O rattelh de 1.a Piltcd.
Sobre o litoral do Mclilerraneo. mire Morsellia e
Toul'ui arha-so um peqaeno porto legato a conunodo,
rodalo de rochedos e bem garantido do vento do
alto mar por ana apeis de nmllie natural ; os n.i-
,m torprcniliitiu pelo temporal ahi abrigam-se as
vez" mas de ordinario elle nAo entile ni seuao barro*
de petcadore'. EtM pequeo porto chnma-se La
CMat. Agora lalvez. s........me di-tncrte m aluiM
e.-.ptnt>'* a lemlir.iin;a do hrigue Cario alborto, que
r.mdu/.i'' a tlor|iieza de Berry m raAm de Pranra ;
a) na poc. em que romera esla Malolia, na pri-
mavera de 1835 a existenria de La Ciclal era Ud is-
Vnnrada ron.'o s etae pequeo porto (nsse siluailo as
vi/mli mc.ia l'ernainbuco nu de Ratafia. Apenas
n- illii limafio' ireortphleoa faziam meofSodelle i'a
conaizrar-lhe u'uas hnliat, que eoncediaan-lhe 5,400
haliitanles, e reconliaciam que o vinlio de seus oitei-
ros iio lie inferior ao de Cassit.
Knlio lralialhav::-e artivamenle para terminar a
estrada que aaora lu'a La Ciolal a Marselha. Aperar
le grandes eaforena 0 Irahallio adiantava-se letita-
mente ; o terreno apresenlava dilliruldades de Inda
> nalarera ; ns ranleirna o os minad.iret liuham moi-
tu itie fazer para ae.ibar rom esses rorhrdoa e e*s'"s
nreripiriot. Todava lodos e-lavarn cheiot de ardor,
porqne a estrada asseaurava as rommuoica(i's
enm Maraellia. Ora, Marselha para La Ciolal he ajn
suas lernveis coiisequancias apresentam-s
diantc de nos. Se Dos nao nos manila chu-
va, a calamidade ser lerrivel inSo s para
os pobres, mas tambem para os ricos. Ust
lerrivel flagel lo da indignacSo divina ato-
dos chogara. Para o apaziguar, afim de que
urna to lamentavel desgraca cesse, cam-
penotremo-nos dos sentimentos religiosos
que tanto dtstnguem S. M. a rainha, nos-
sa soberana, o o sen pedoso e Ilustrado
governo os quaes tambem comprehendem
os seus deveres a este respeito
Porum decreto real, que nos transmitlio
o telegrapho de Madrid em data du 13, foi
levantado o estado de sitio.
(Times.)
L-se n Journal dos Debis, de 12 de no-
vembro :
Passou quasi um mez desde a formaciio do mi-
nisterio hespanhol, deque o marechal arvaez ha
presideole, e esle ministerio, devoraos reconhece-
lo, tom-se j lomado notavel pela resolucao dos
seus acto.
0 gabinete precedente deliborava muilo o obran
pouco, este delibera pouco eobra mais.
As medidas lomadas pelo marechal O'Donnell e
por M. Rios Rosas, eram algumas vezes tmidas
incompletas.
Pode ser que ceos actos da nova adminislraciio
tonham os deferios contraros ; ceosuram-o de se
mostrar enrgico de mais e absoluto.
Em suroma, basta ver a marcha do governo des-
de 12 de outubro para se conhecer que ha all urna
mao vigorosa.
O que he preciso lie, nao exceder a justa medi-
da, e nao imitar, sobretudo, no que he relativo
pessoas, os mos exemplos dados pelas adminslra-
eoes precedentes.
Os jornaes hespanhoes vcem cheios de dems-
sdes.
Os ftinrconarios pblicos sao quasi lodos des-
pedidos do servco, se pertencem ou pertenceram
faccao dos vicalvarislas, ou ao partido progres
sistn.
Estende-se at aos officiaes do exercito esle sys-
tema de demisses, que supprime todas as carre-
ras, e desmoralisa a administrarlo.
lie verdade, que se pode dizer, que o marechal
Nanaa e os seus collegas, fazem o que se tem fei-
to sempre na Hespanha, e que resiiluem aos seus
amigos os empregos de que a rerolucoos linha
privado; masen) nossa opiniao o marechal nar-
vaez he bastante poderoso e Ilustrado para abando-
nar estes mos hbitos do seu paiz. Lastimamos,
qneo n.iotanha tentado.
governo reslituio ao clero hespanhol diversos
direitos garantidos pela concordata de 1851, e de
nue o clero tinha sido violentamente despojado de-
pois da rjvolucao de 1854. O governo fez
bem.
A concordata de 1851 he um acto diplomtico,
oe ohriga igualmente a corto de Roma e a de Ma-
drid.
O governo linha sido autorisado por urna lei do
ado negocia-la e a conclui-la, e comtudo, va-
rias das suas disposicoes mais essenciaes, foram
violadas.
Hestabelecendo a autoridade da concrdala, os
BOTOS ministros da rainha Isabel, restabeleceram a
autoridade do direito : repetimos que fizeram bem.
Porm, comprehendeu bem o clero hespanhol o
pensamento do marechal, econlcnbr-se-ha elle com
urna jusiajeparaao ? Algumas pessoas duvidain.
Estas pessoas receiam, que o clero se roosire muito
exigente, e que com as suas pretencies prepare
grandes embaracos ao governo da rainha. Um
exemplo recente pareceu justificar este receio.
O ministerio O'Donnoll tinha, com lodaa razio,
de mime, muiti Tallain dclle, mal poacos sao os que
iinl.im em i%ve-lo. e al nflo he eerlo que lodos
ionbessem-lhco mime em 18:13.
Isto nSo lie eiarjerado : era o lempo cm que os
campone/.es ijr.iv.iin o chapeo a urna unaein que re-
presentava o re l.tiiz Kllippe, cliamando-o o hora
Lata \VI. O trov.io que abalou o muu lo de
l7N!)a tT'JI, a (loria que ditlumlirou-o de I NIIO a
1815, liuli.im paitado ilesapercebidamcnte snbrc a
cabera dcs Ooe imporlain a revolurilo e o imperio a guanla-
ores de cabras que nao saliem ler ? Tal era o es-
lado dat cousas nesa poca. Uepois ludo lem mu-
dado muilo, a gracag a Deo! (ju*m fez sua
inudanra'.' Urna administrarao melhor '.' I"ma boa
lei sobre a iatlraccAo primaria'.' N;1o. A industria.
Conttiaio.M um etialeiro para barcos a vapor em l.a
Ciolal, e dahi em dianle o ntovimenlo, a vida, a luz
vieran) vi/dar esse logareja desprezado pela civiliza
CAo.
A legua c meia de l.a Ciolal, na base de una col-
lina cubera do piohoiroa, sobreiro*. e azeviulio.-, er-
uue-se um fsranda roetiedo bem coiihacido dos guar-
dadores daeabrai, ,> qaaeai deiinmiii.irdm-no em sua
ingugera ti-urada : o l'ao de aaaaear.nNa poca,
le que fallamm, (uatamente em frente lo Rao de as-
quear o camuilio lnrorcva-se, a mirada nova que
necessidade.
O novo fjabincie suspendeu ludo pela razao de
que a lei da desamoriisacao he urna medida revo-
lucionaria, cujo curso devia ser sustado ; o minis-
terio prometteu submetter a questao s corles na
sua prxima sessao, e propor-lhes um systema
mais regular, mais conforme com os principios do
direito, e mais productivo pata o estado.
A resolocao do governo leve consequencias de-
sagradaveis perturbou as opexacoes do thesouro,
cujos credores se alarmaran) ; animou os partida-
rios mais ardentes dos privilegios do clero, que abu-
sando do principio oslabolecido pelo govcrruj, pe-
dirn) que os bens ecclesiasticos j vendidos em vir-
tude da lei de 1855, fossem lirados aos comprado-
res o restituidos ao clero. O thesouro satisfazia
aos compradores as sommasj pagas por ellos por
conta dcstes bens.
He fcil do conceber a ag tacao produzida por
semelhanle pretencao. O ministerio nao pode dis-
pensarse de Iranquillisar a opiniao publica, de
clarando officialmenle na Gazela de Madrid, que
as vendas consumadas antes do decreto de suspen-
so, sero respailadas com todas as suas consequen-
cias.
Diz-se que o ministerio teria obrado com mais
prudencia, se se limitasse a atenuar por meio de
medidas administrativas os inconvenientes da lei
da desamoriisacao, e se conservando em vigor a
lei, se reservasse para propor s corles as modifi-
cac/5es indicadas pela experiencia o por um esludo
mais profundo da quesio.
0 marechal O'Donnell e M. Rios Rosas linham
proposio rainha o restabelecimento da constiiui-
$o de 1845; e como esla conslituicao recebeu
ataques que foram o pretexte da insiirrfico de 28
de junho da 1854, estes ministros linham tambom
proposio um acto addicional destinado a comple-
tar a conslituicao e a defende-la contra aquelles
que tentassera olTende-la. A rainha aceiten ludo,
e o acto addicional foi promulgado ao mesmo lem-
po que a conslituicao.
A legalidade do proceder seguido por M. Rios
Rosas, era talvezcontesiavel, maso fado eslava rea-
lisado. O novo ministerio nao fez caso disto, e
um decreto da rainha supprmio o acto addicio-
nal. Parece-nosquo teria sido melhor consrva-
lo at a prxima reuniao das corles.
Das disposicoes desle acto addicional militas sao
uteis, algumas excellentes ; cstanjos cerios do que
anda vollaao ,i elle.
O marechal \arvaez poda tirar delle grandes
vanlagens, anda que nao fossa senao a de reorga-
nisar o senado, oque Ihe permittiria restringir o
numero dos memhros desta asamblea, e dar-Ihe
urna maior parte de influencia, compondo-a com
discernimenlo, isto he.om um espirito de modera-
cao e de imparcialidade.
Alm disso, o marechel Narvaez tinha aqu urna
occasiao excollente de dar aos partidos polticos urna
licao do pratica constitucional, e de proteslir contra
a nstahilidade em ludo, que he urna das grandes
cliagasda Hespanha.
O minisleriode 12 de outubro resolveu com tan
ta conveniencia como digndade a difficuldade crea-
da pelo sequestro, posto em 1854 nos bens da rai-
nha Christina. Este sequeslro nao poda subsis-
tir por mais tempo. O proprio marechal O'Don-
nell o linha reconhecdo, apezarde ter lido parte
no decreto promulgado contra a rainha. O de-
creto que levanta o sequestro, foi gerahnente ap-
provado.
O ministerio lomou urna grande medida para
inieresse do exercito. Chamou ao servieo urna
parte das milicias provincias organisadas para
constituir urna forte reserva. Esta organisaco,
imaginada pelo marechal O'Donnell, foi autorisa-
da por urna le das Corles, segundo a qual os mi-
licianos sao dispensados de servir fra da sua pro-
vincia. A encorporaco das milicias provinciaes
no exercito, tem a vanlagem de dar immediata
mente Hespanha urna forca militar respeitavel,
de que o governo pdedispor livremenle, mas lem o
inconveniente de augmentar os encargos do ihesou-
io. cuja penara he j grande, ede excitar as quei-
xas dos milicianos e de suas familias.
Finalmente o ministro do interior obteve da
rainha um decreto que restabelece a legislarlo da-
da imprensa, durante os annos de 1844 e 1S45,
emquanto nao vigora a lei definitiva, que o gover-
no ha de propor as cortes. O rgimen esiabele-
cido he muito mais severo do que aquello de que
a imprensa gozan ha dous annos.
Taes sao os principaes actos do ministerio.
Quasi lodos se referen) ao quo hade ser decidido
ulteriormente pelas cortes, cuja prxima reuniao
o marechal -Narvaez e seus ccllegas annunciam em
toda e qualquer occasiao.
Ate agora estas declaraces tecm sido aceitadas
com confianza pelos realistas constilucionaes de
Hespanha, mas principia-so a perguntar, porque
he que o governo no tem ainda feilo nada para
preparar as eleices dos membros do futuro con-
gresso, e porque nao lixou ainda a poca da aber-
tura da sesso. Estas demoras causam urna nquie-
I)e uns, era um notario, chamava-se Toossaint
Lascalle, possuta um dos dous cartorios, que La Co-
tai se utanava.
No momento em qoe adiamos a Mr. Toussainl
Letcalle arrimado a urna das faces do Pao de assocar,
elle pareca esperar aluuein ; de qnandn cm quando
ptinha a muu diante dos olhos para sondar melhor
com a vista aeslrada nova.eujus seinotiotol convena
futan em diamantes, a coja areia dotirava. l'oneo
se Ihe dando de admirar os elleitos ta paisaaem, Mr.
I.-ralle nao inlerroropia sua inveatisarilo sean para
tornar a ler urna caria que tirara de urna carteira vo-
lumosa collorada a seus ps, on para consultar o re-
oslo com sign.es visiveis de impaciencia.
Emfim lavanlou-se, apanhna a carteira, tomoo
um enorme maro de chaves que eslava no chapeo, e
entrnu na estrada mal conservada que abria-se dian-
le delle.
Nena momento ouvitam-se ao longe os passos de
um cavallo a Irole, e um cavalleiro appareceu no
ansulo da estrada nova. Mr. I.escalle vio o caval-
leiro e parou.
Oh senhor barita, erilou elle loso quo esleve
ao alcance da voz, en j perda a paciencia !
Ilem o vejo, meo. chai o I.escalle, retpoudeu o
airo apprmiiiiando-se rpidamente ; mas se
Pars possivel; o outro, o verdadeiro, he conhecidjo anda urna maniira de ser sinceo.
c.imltizia a Maraelba furmava um ansalo e rusia en-! tarde! nao foi por minha culpa ; cliesuei de Marte-
Iba Ma manha.i mesmo, panel dous dias cni casa
d'i narquez de l'renis.
O Sr. inarquez de l'renis necupa se lambem
rom a nossa eleic.au ? persunlou o notario.
Ao menos fallamos a ce respeito, disc o fi-
d.ilso com um ar reservado que siguilicava : N.io me
convem informar-te de tal couaa.
.Mr. Lecalle pareceu roni|irebender a inler.caodo
barao, poia nao insiatio.
trocando eaaas poocas palavrat os dous lioniena li-
i.a iih vallado par.t itiulodo P.lo le assocar, e o ba-
r.io lendo-te apeado alou o ratallo ao tronco de nma
oliveira.
Nao qoero arriscar as peina* de minha SvIpRi"
de nesse precipicio, dina elle mostrando o c.uniuho
cobeilo de espiuhot ede pedraa.
tro ilnas ordena de olivairas emnoadas ; entretanto
que mitro caininlio eonerle de plantas muidas c mal
callapo suba a rnlliua.
En) una ludia manilla do mez de marro, nn) bo-
mem eslava anenlado tobre um pequenodesrao na-
tural do IMo de atracar.
Ks-e hoinemv quo tinha o Irase dos Bargoetes
abatidlo*, pareca li-r uut quareula e einco annos
era baito, refeito, miireno e cnratlo. Sua phviiono-
mia a(ireaeouva mn lypa asta eonlierido, etn ama
finura mui superlirial, para ..el discreta inis|ura-se
cn/n certa tiinplicidade : elle imlit olbar a-luto e ri
o franco. Cara nm observador isso sisndica que o
olbar era adquirido. O nao nao e eomlranga so
he falso, nao pode detvar de o parecer, o que lie
Le-se no Mnriiiii'j Slar :
Notsas rctaciles rom a Fnnra.
A allianra anslo-franceza nasceu'em sna or
sem, por motivos do mutuo interesse ; e romo to-
das as unioes desla especie, os dias tle sua duracan
poderam ter contados desde o priracirn. Dona ali-
os de Ruerra poderam mante-la em boas condi-
cea de crdalidade ; porm o primeiro anno de
paz traz comsigo svmptomas de diasoloc.a'o (dtiale-
gration). .
a Sena verdaderamente sensivel que ama nl-
liant;a que se celehron e se fez soar bem alio, como
a garanta da civilisacAoe da liberdade do mundo,
fotte destinada a hogar a um lim Indigno, e he
tambem com verdadeiro pezar qfle vimos enllocar se
d'am lado a Franca t do nutro i Inglaterra por
urna simples que.i.in de lujan, eomn se diz. l)e-
poia de haver.combatido urna a par d'outra para ex-
pellir a Kuasia da Turqua, o que nao cousesoi-
ram, ellas eslao baje quasi a disputar por causa de
cerlos projeclos commerciae, disputa em que, bem
a teu pezar e isto por duplice motivo, esta envol-
vido o suido.
a A franca de*ja ver eslahelecer am canal ma-
rtimo atravez do islhmo de Suez, do Mediterrneo
ao mar Vermellio, ao que se cppoe a Inglaterra ; ao
mesmo lempo, oolro projedo oe ramtnbo de ferio
qoe, parlindo d'um dos porto* syrioa, atrave*sas* o
deaerto e fose dar n > Euohrastes, ltgaudo-se assim
com o Ki.lplio prsico, pro'eclo, que receben itesle
paiz favoravel acolhimeulo, foi ridicularisado por
nossos rivaes de Franca. IJuan lo dizctnoi que a
Inslalerra nppe-te ao canal alo Suez, queremos
fallar da conducta de lord l'almernlon am Londres
e de lord de Kedcliffe em Constantinopla e nao da
sociedade geral ou commercial da Inslalerra. le
verdade que lalvez lord Clareudon a com ella ople-
queno numero dos horneas pnliticos quo | ihi preen-
dem ver mais longe que os ontros n'um lmite mi-
liar, ainda resislam ao projedo francez ; e he cous<
tbida que, em Conslaniinupla, Iota influencia bri-
tnica que notas orgolhoso embajador, pode ehegar
a fazer pezar sobre o sultao, foi por elle empregada
para impedir este principe de conceder a permitan
para se construir o canal c prestar ao caminbo de
leiro o concurso de iua activa sanecao.
s He evidente que o governo francez tenle ludo
qoanto esta ruuducta tem de absolutamente contra-
ria as leis de amizade ; e tememos muilo que a opi-
niao geral da Europa nao seja favoravel i Franca.
Em um artigo mai amarzo, o C'm nal semi-oflicial, tratando Hesla assuinplo, diz em
termes proprios que a allimca nao pode subis!ir
se o deseuvolvitnrnto pacifico e regular da iudus-
Iria. do commercio e da navegacao franceza for obs-
tado, como arora. pelo clamo e rivalidade da In-
glaterra. He urna questao verdaderamente mui
importante, nao qoeremos fallar da allianra, mas
do ealabelecimenlo de urna dijrrula direda para a
India pastando pelo Levante ; a] as autoridades frao-
cezai que affirmam que scu projedo de canal he,
cnmmercialmente fallando, o melhor, ai'rescentam
lambem que a Franra, que em lao grande escala
c menrreu coinbaleiido pela independencia do sai-
ISo, tem pelo menos lanos ltalos como a Inglater-
ra a ver realisadoa seus desoos ein urna quessao
que loca de psrto i prospciidade futura di l'ur-
quia.
Na ausencia de dados completos, nao arruca-
remos nosa opiniao sobre o mrito relativo ao ca-
nal de Suez e do rniliiiij do Euphrattei, como em-
prezat commerciaes ; mas eis aqoi o que he indu-
bilavel: o canal reuni em seu favnr o assentinicn-
lo de todas as notabilidades scientificaa e commer-
ciaes da F.ornp.t ; foi pur muito lempo Blindado o
terreno, foi examinado em Indas as pariese o plino
acabado e declarado exerutavel ; ernlim o vire-rei
do Esvplo, n pinlege vivamente. Por outro lado, o
projedo de caminho de ferro he ainda nina dea
pura e simples. A commis-ao encarregada de exa-
minar a linha, apenas alliugio as margena da Tur-
qua ; dizem que as dilliculdades sa immensas, por-
que o caminbo alravoasi om paiz quasi tUscontie-
cido, no me o de popiilarei serai-selvagens, fan-
ticas e dedicadas an roubo, qoe nao respeilam ne-
nbuma aoloridade e nao podem ser labmettida a
nenlmma inspeccao affleaz. Entretanto eles (>b<-
laculoa nao sao inveneiveis e q,caminho de ferro,
conrluir-ie-ha induliitavelmenle. Maa pagar elle
a despez '.' Ileeslaomn questao de primeiro im-
portancia, e o meio empregado pelos autores do
projedo para responder a ella, cunsi'le em levar n
soluto (lord Redclifte ludo manda fazer a este po-
hreaoll?o) a dar urna garanta de 6 por cento-tobre
o capital social.
Calculou-se que a linha poderia custar cerca de
dezeseis milhoea de libras esterlinas, por modo que
a responsabilidade que o lbe somir, pelo facto desta garanta, poderia elavar-sc
O notario diasimnlou um snrrisolanrando am olbar
ao animal designado por es*e nome ambicioso. \
Sylphide era urna jumenta alta e tonga de cor inde-
cisa, qde outr'ora podera merecer taes precaucoes,
porm que nao pareca dever inspira-las mais an ie-
nhor senao por prudencia para com elle mesmo. A
Sylphide moslrava ter mis quinze annos, c sens joe-
llius davam lestemanho da dirainuico de suas
forjas.
O cavalleiro apreaenlava m.iis de orna amlogia
com sua cavalgadura, pareis estar no mesmo mo-
mento da vida, isto be a mais de dous terco! ; era
alio e magro ; mi caliera pequea e bem feita li-
nda nma dessas mascaras de feitjes grandes, que en-
vclhecendo lomam o plivsionoma do cavallo e do
sabujo combinado*, e letn por excelleocia o qoe cha-
ma-ae ar aristocrtico. Er o harn de Crall Fonda,
incnlcava-se por detcemlenlc de orna familia que no
seu dizer combalera com o rei llen de Anjou as
uerras, em que a caaa de Anjou disputava .aples
casa de Aragan.
O_ barao paitava pur ler mais nobre/a do que di-
uheiro ; porem como linha em Paria mu Irmau pri-
mognito, par de Franca e mui riro, a considerar.io
dada sua situaran prsenle doplicavs-sa pela valor
dat eventualidades que o lulum pn.lia rcservar-llie.
Nona cxrursao desta minba deisoa lalvez de
ser inlsressaole para vosts exi-ellcncia, disse o nota-
rio trovan !, de novo a cnnversaclo, c lomando a
seo turno um ar tle iinpoil.uiria.
Como '.' persunlou o lidalso.
Suas pretenrncs vio ser contrariadas.
Resolvern) deixar de vender o caslello de La
i'inede '.'
Nao ; mas apresenla-*e agora ouirn compra-
dor.
He veras '.'
Sim.
Como sabe di-so, '
Tome, lea, responden o aularm tiando ajns
caria, lie de Air. Berlhd de Marselha,
O barao percurreu a caria com a vi-ta procurando
om uame.
quasi a' um milhflo <$terling) por anno. Esta con-i De 185S a 18V2, o rei da l'russia nada fez por fa-
sideracao nao be mediocre, quando sabemos que a zer cesaar o estado revolucionario em qne liaba ca-
ullima correspondencia de Constantinopla, que nos < hido o principado de Neuchalel ; neste mesmo anno
intorma que o sulto aeabava de dar a concesaao do < de 1S"i aumente reclaman por meio diplomtico, e
raiuay a orna cnmpanbia ingleza, nos commuaica levou suas queixas peranle os gabinetes de Pars
ao mesmo lempo que seu ministro da* (naneas a- Vienna, Londres e S. Peteraburgo.
cha-te em serios embarazos, e da-se por feliz em [ Os representantes dos cinco governos reuniram-se
coolrahir empreatimosa 10 O|o para occorrer as ne- cm Londres, onde formaran] urna conferencia, qoe
eeiiidadet do imperio. acordou em um protocolo assiguado a^>idemaio.
a Por outro lado, parece impotsivel negar as van-: Algana amigos da Suissa coramnveram-se, e foi di-
lagens qoe o canal Tde Suez ollerece ao desenvolv- rgida urna interpellacTio ao gabinete britannico a 7
ment commercial do mundo, nu por em duvida n
valor intrinteeo da e-rpreza. Em verdade, a oppo-
sican, qoe aotTreu o projedo da parle da influencia
inglesa em Coustanlinopla, he fundada obre a sup- de calado, respondeu palo gover
posicao de qoe enorme impulso ser dado por isso urna conferencia, e ns representantes
ao commercio geril da Europa e da America com a
Asia, ao ponto de compromeller nossa prosperidade
nacional e uossa supremaca commercial e poltica
Bas Indias Orientaos. He notos opiniao que nossa
sociedade commercial e o povo brilannico nleirn re-
jeitaran estes temores mesqoinhos e indignos. Nem
a Inglaterra, nem a India tem nada a perder no que
deve abreviar a viagera reciproca de tres ou quatro
mil imillas,e nem una nem ootra podem ter leudas,
porque outras naoSos aberao aproveilnr a extensao
dada aoacommercio. Pelo contrario, a India s po-
de ganhar, a' lodos os respeitos, em ver eateuder e
liberaliaar soas rolaaoOS com as miaes cbrisiaas do
mundo ; e como presentemente boa roetade dos tres
mil lia* de toneladas que annualinente dobram o ca-
bo de lioa Esperanca lie representada por navios iu-
glezej. esle paz recolberia a maior parle das vanta-
gena resultantes de urna derrota mais curia. Deve-
riamns ter cerlamente mais concurreules e em con-
difoea mais igeaes. A Freoca, (ienova, Trieste, a
Grecia, a Kosaia e ale a Turquia deveriam ter rada o resultado das neeociaces abarlas por seos alla-
uma sua parle, como lem direito de te-la. Maa o do*. As cinco potencias reunidas na conferencia de
que concluir d'ahi f A Inglaterra, que proclamou "
le junho na cmara dos comuiuns ; lord Malmcsbu-
ry era ministro secretario de estado dos negocios c*-
Irangeiros ; lord Stanley d'Alderley, vico secretario
( Celebroq-te
das cinco po-
tencias assisnaram um protocolo relativo ao nego-
cios da Suissa. He ncontcslavel que o rei da Prus-
sia lem direiloa sobre Neuchalel; he um ponto es-
sencial do tratado de Vienna. Acrescenlare qoe este
protocolo he a primeira circomslaoeia em que a
Franca, sob sen chefe actual, reconheceu o acto de
tSI.'i, como regulando a siluarao da Europa, s
O protocolo dei de main conlem, pois, um novo
e formal reconhecimento dos direiloido re da Prus-
sia, fundados principalmente sobre os actos do con-
greso de Vienna, e recorda qoe o rei da l'ru-n et-
erceu seus direilos sem opposicao al o anno de
ISIS ; a Franca, a Austria, a l'nglaterrn e a Itossia
ahi se empcubam a' harmonisar-se sobre as medidas
mais proprias para obler do governo federal, que
lome era considerarla as utlpalacOes celebrada em
Vienna em 1815, c que recniibea a valida le legal
ilosdireilosda Prussia. O rei da Prutsia compru-
mette-se por sua parte a" absler-se do emprego da
forja de que pode dispor e a esperar, antes de obrar.
i grande e fecundo principio da liherdade do com-
mercio, deve usar de sua influencia para manler
urna posirao geographica obstando ao commercio do
mundo, porque leme a concurrencia '.'
Porm lalvez que se coinpromelteise nossa au-
toridade poltica e territorial sobre o continente da
India, den ni lo augmentar commcrcialmente fal-
lando, a influencia da Franca ou de qualquer outra
nacao europea. O*, que Dio ligan) importancia, sob
a retaran da ju*lira e da poltica, em ver liberaliaar
a admuiislracao eielu*i\a e cruel de no*sas posses-
es da India, podem ser influenciados por esla ob-
jeccao ; mas nao sabemos que a materia do povo in-
glez estoja disposta a levar a mal o quer que seja
que possa ohrisar o governo da India a mcllinrar
cus erros e a esforcar-sa por assentar sua autorida-
de mais am pouco sobro as all'eices e menos lolire
o temores de seus subditos. Ora, relaces coinmer-
riaei mais livres enlre a ludia e o res'lo do mundo
evideiitemcqte dariam este resultado.
Entretanto seja qual fr a torca dea.es argumen-
tos, sao, a' fallar a verdade, eslraubos questao.
Esta pode ser posta da maneira seguinte: Per-
tence lord Slratford de Kedcliffe ou ao soluto ser
o soberano da Turquia O canal de Suez pode
ser ou nao contrario aos inleresscs britnicos
mas si o sultao deaeja apprnvar a sna execuc.au, que
direito lem a Inglaterra de vir interpor-se e d'impe-
d-lo por ainearas ou ditinadi-lo liaonjeando-o '! O
vice-rei do Egypto liga muilo inleres,e a esta em-
preza e tem lomado nella activa parte ; todas as na-
rnes commerciaes do conlinente dao ao projedo sua
aprovacao e seu concurso ; o plano foi elaborado e
levado ao estado de prosreso em que se acha hoje ;
porem o cual deve ser neutro e internacional, o o
enverno nao ihe pidetit>pirnenhiimaohjeccao. Alm
disto, o canal n.io reclama como o ratlmay de H^-
drlilTc a garanta do Ihenoro exhausto do ullao. A'
que vem pois lord lleiplifle inlervir com o mo velo
e dizer An suttao que nao deve sanecionar a couecs-
aao ? He esta nma questao que os orsftoi da opiniao
franceza eslahelecem mui cathegoricamente.an mesm >
lempo que fazem sentir a impossibilidsde da duracao
da alliaiica.se a influencia inzlcza.por um espirito'de
ciosa rivalidade, continuar assnn a'pr-se em ju-
go para impedir o legitimo desenvnlvimenlo do com-
mercio e da navegaban franceza. He no*aa opiniao,
que nao ha para esla questao resposta sati'factoria ;
sem ligar muita Importancia a allianca ou mesmo a
ollensa da soberana do sultao, eremos dever proles
lar, a bem da liherdade do progresso commercial
contra a mesquinba resistencia destes polticos insle-
r.f, que se oppem i pancetas do mar Mediterrneo
ao mar Vermelhu, por mu canal martimo.
____________( Prme.f
O negocio de Neuchalel foi ti i um mez objecto de
urna troca de notas diplomticas entren* grandes po-
tencias da Europa ea>ntre estas e o governo federal
da Suissa, nao parece que al aqu tenliam chegadu
a coonciliar-se. A tenlatva que Uvera hisar no co-
meco do mez de selembrn em algum dislriclos do
cainao de Neuchalel, para restabelecer a autoridade
do rei da Prussia, prodoxio comeqoencias de que o
gabinete de Iterlin nao deixou de prevalecer-*e;
elle diirigio-ae, tesan lo dizem, aos governo* da Fran-
ca, d'." 'tria, da Inglaterra e da Hus-ia, e os con-
vidou ,.ara inlervir junto as auluridadts instas, alim
de oliter-lb"< c recouhccimenlo dos direito* do re e
a reintegracao da ordem Cstabelecida pelos tratado!
de tSH-e de 1815,
Nada he mais irregular que a tituacao dada por
esle tratados ao canto de Neuchalel. Em primeiro
logar siles reconstituirn! o sntlgo principado desle
nome ; depois o congreaso da Vienna declarou que
o re da l'nii-ia e seus berdeiros e succetsnres poa
suiriam e*le principado como antes, com plena si-
beraniai) ; fiual-nenta o congresos de Vienna nao
quit que este principado fosse annexo a Suissa, e
eontloisse um de seus caoloes. Ao congresso de
Vienna, esl ditpoiicjlo pareca muilo simples ; di-
/.ia-se : O rei da Prussia he soberano do princi-
pado de Neuchalel como do reno da Prussia ; e o
principado de Neuchalel he lito inlependento como
lio a Prussia. A independencia do principado de
Neuchalel nao sera ollendida pela Iransforinacao
desle principado em um cantan soiseo e por sna en-
corporaco a confederaran suissa. lomo nao aera'
violada a independencia da Prussia por sua encorpo-
raco a roufederaco allemaa. A confederadlo tu-
isa se compara' de cantos soberanos, assim como
a confederaba)) germnica sera' formada de princi-
pes soberanos e cMades livres da Allemanhd. Os
cantes soberanos da Suissa serao unidos por um
taro federal como os estados soberano* e as cidadot
livresd Allemauha, nem mai* nem'meno*. E nada
impede que o rei da Pratli i mo sepa n soberano de
um dos caoloes confederados da Suissa, como be
soberano de um dos estados confederados d'Alle-
ni.indi, o
lie preciso reconhecer, que nao nbslanle seas in-
inconvenieutes. s cr.mbinar.loadoptada peln enngres-
so de Vienna regeu sem difliculdade o canto de
Neuchalel at o anno de ISiS. Mas em 1818 OD
baan de radicaes sabido do canino de Vaud, luva-
dio Ncucbalcl, deslruio o governo e quebrou violen-
tamente ns lacos que uinain o principado de Neu-
chalel Prassia.
I.oudres eslavam lambem de accordo sobre este pon-
to importante, que, supposto que a Suisaa podesn
modificar a' aiguns respeitos soa sitoacao Interior,
como o fez por sua nova conslituicao federal, nao
podia modilicar ao mesmo lempo suas obrigaces n-
lernaeionaes.
Correram mais de qualro annos desde o protocolo
de i de maio, e os esforcos das qualro potencias ai-
liadas da Prutiia nada poderam anda obler do go-
verno federal da Suissa.
Nesles entrementes, he que arrebcnlou o mov-
menlo dos realistas do caniaj de Neuchalel, imme-
diatamenle comprimido pela presenra dos rommis-
sarios faderaes ojuda tos de tropas felleraet. Nao vol-
taremos a estes acuulecimentos, cujas minuciosida-
des sao conhecidas. Basle-noi recordar que a insur-
reicSo hnuvera por fim restabelecer a autoridade do
rei da Prussia ; que em nome do rei, os insurgidos
apossaiam-se da cidads e caslello de Neachalel, e
prendern) ot membrns do governo ; que sendo si-
tiados no caslello, capitularan) e sabiram desarma-
dos : que os republicanos os perseguiram, malaram
slgom e prenderam ontros moitos ; que o governo
federal entregos o prisioneirot aos tribunaes, para
ser-lhes infligida a lei ; esla he mui severa. Hesl'arte
a empreza temeraria de3 de telembro, junlon mais
urna grave dilli-uldade as quo j sublevavam as re-
clamares do gabinete de Iterlin e a resistencia do
governo suisso.
Segundo ai informar/es que nos chegaram de
Berln, o rei da Prussia dirigiu-sc de novo a' aeus
albadns e foi feita em seu liorna urna communicacno
quasi idntica aos gabinetes lie Paris e de Vicua,
de l.oiidresje de S. PelersbnrOo.
Esla rommuiiica .Vi, escrvem-nos, he concebi-
da cm termos moderados. Els-aqui pouco mais oo
menos o rnumn :
O re Frederieo tjuilherne reclama u beneficio
a trilados de tSI5 e do ultimo protocolo de l.dn-
issa em 1818 uson de seu direito proclamsndo ama
cuustiloicau mais aproprada as suat necessidades e
as opiniis dominantes na maior parte dos canlOet-
a nova conttiloicao foi reconhecida pela Eorop
ella he incompalivel com os direitot de soberana'
reclamados peto rei da Prassia, e qne estao irrevoga-
velmenle perdidot ; emlim a immenta materia dos
cidadaos do rani.io de Neuchalel proniincioa-se por
muilas vezes contra a soberana do rei, e em favor
das instiluices republicanas. Porem eits ultima con-
sideracao foi de ante mo combatida polas notas
prossianas que affirmam qut a populacho do canto
de Neochalel nunca pode exprmir-id* livremeule,
sendo opprimida por orna popolacao eslranha io
caniao, vinda qur doa eanles visnhos, qur de pa-
izes estrangeros. As nolai estabelecem que em urna
populac.1o total de menot de 71,000 almas, contam-
se mais de ti.OOO eslraugeirot.
Dij-se-noa tambem que a Austria protege as exi-
gencias do re da Prassia, e que prepara-ie para au-
xiliar com lodos o seus esforcos as proposicoes que
o gabiuele de Berln lenciona submetlera Dieta ger-
mnica ; motivos de mais de orna especie iodozem
a isto a Aoslria. Pnmeiramenla nao Ihe he indillc-
renle a qnestao de direito. Como ella professa gran-
de respeito para com os actot do congresso de Vi-
enna, que em mu grande parte s.in obra toa, ella
v com pezar profondo as alteracfiet qoe ha qoareola
annos lem soflrido a ordem europea ettabelecida por
estes actot. Ve mais, alem da puuca beuevolencia
deqae Ihe he credor o governo da Saina, que Ihe
suscita a cada passo dflicoldades tempre renasccnles
ella deseja qne a Dieta germnica en .re as ideas
do rei da Prussia e espote al certa medida sua
causa, porque um dia poderia dahi resollar para a
Dieta urna especie de obrigacao de hamanisar-se
lambem com as ideas da Austria, ede susteoli-la nos
ennfl icios a qoe a podem arrastar os negocios da I-
lalia. Ha muilo lempo qoe Austria procura eila-
betecer um laco entre a confederarlogermancia e as
provincias n.'in-allemaas que fazem parte do imperio
austraco. O principe de Schwartzenberg o teutn,
e os seus tuccessoret nao renunciaran) nem a tua
polilca nem as suas ideas. Se a Dista germnica
consentiste em soslenlar a Prassia 'em soa contesta-
cao com a Suissa, a respeito do principado de Neu-
chalel, seria am precedente de que a Austria nao
doixaria um dia de auferir grandes vanlagem para
si mesma.
Desl'arte a qoestao de Neochalel nao inleresta s
a Prassia e a Satasa, involve um grande principio
de direito publico europeu, e podera' tornar-se a
causa de um grande conflicto, ie a Europa nao n-
lerver para restabelecer a ordem.
S. de Sacy.
{JournaX det Debis.)
do
dres. Prolosfa sen deaeju
da Enrona. Sabe que o-le deiejo lie lambem o dos
seos alliados o h- por delere
valeu-sc em 1832 a' tua ains
alijados do re promelteram
M um i negociac.io ofliciosa,
sbster.se de toda a marcha d
ciaran.
propris para conciliar lodoa osj
que urna occasiao mais oppor
fazer j-istica a'si molino,sel
se hora efleito Asora offer
os nllimos socceisns de Neoch
cer. Dous pontos devem ser
hcia a' elles que o rei
vel intervenrao. Os
li ir rom o governo sois-
o rei empenSou-se a
recia durante a nego-
ser rcaolvido sem demora, po que Irata-se de grave
intrrr.se, de um inieresse da i
o outro tambem merece toda
do rei.
k Foram presos subditos dn
do urna tentativa destinada a
dade real, descouhecida ha
nao perliirtiai a paz
Concordara-se que c* a marcha era a mais
inleresses, esperando
oua permittiria ao rei
negociacan nao sortis-
bec-se eata occasiao
itel a fizeram appare-
ixainiiadns ; om deve
atoreza mais urgente;
alirur.'ui dos alliados
rei por hnver aborla-
reslalielecer a aulori-
0 anuos pela di" i-tro-
sa iiillueiicia tle revolucionarii s eslrangeirosque im-
poz-ram sua vontade a' mu s inde maioria dos ha-
bitantes de Neuchalel. Uuer se jolgar e condem-
nar os autores desta tentativa ; o rei nao o softrera',
porque seria ao mesmo um ul raje a' tua anloridade,
urna negaran de seu direilo e um desrespeito a' sua
consideraran pessoal. So o li ele da pristo dos sub-
ditos do rei be ja um insulto a
sollo que se asgrava lodos ot
ito cense sem demora. O i
sar-e de responder lbc, no qaso de' obstinaran do
soverno suisso.
s Resta o reconhecimento
uia reclamado pelo rei. Eil
contesta ; os alliados do rei I
to em balde suas negociaces
ral "
sua autoridade, in-
lias. He mister que
i nao podera' dispen
do direito de sobera
direito, ninguem o
ndn at aqu celebra-
com o governo fede-
al da Suitsa, o re deteja saber oque elles se pro-
pein lazer, supposto que ell
cousa lem a fazer. O rei he
vo se insista com s Suissa e
resposta peremptoria. Os ut
chale "
fes crecm que alguma
e parecer que de no-
que se Ihe per i uma
irnos negocios de Neu-
fazem pezarsohre aa p( lelas da Europa
prestito que Ihe nao permute
a' seus alliados que Ihes farari
a' que Ibes convira' recorrer,
presflo.
o Ao meaino tempo que o d
socava o concurso das pntei
protocolo je Londres, expunl
nos Revernos da llaviera, de
lcalo de Ifade. com o fim d i assegurar-ie que el-
les nao prestariam neuhuma
mi se opporiam a' passagem
cito prussiauo, te fosse neres*
lilarmenle o rantao de Neuch]
tes governos de que a questai
meltida a' Dieta germnica, t ue seria
expor o seu parecer. Assegn
Iterlin recebeu dos tres garnn
favoraveis ; mas elle espera se npre o resultado dos
negocios que ss deveriam faze em Heme, cm nome
das qualro patencias que ast narem n protocolo de
Londres.
(luirs informac/ns fazem-
no lederal da Suissa tenha
dasqoalro polencias. fundan 1
aesninles: a COmbinaeJIo adoitada pelo congretin de
Vienna, dira este governo, Ik
le as duas lellras II P enllocad
roa de conde, lie cada la ti
un) muro de podras de moinli
roja Imba rgida segua as
desigoal e rodeava lodo o
vada. Esta revoltando-se coi
do, que apertava-a como um
nascer de Indas aa partes li
O senhor conde de Vodelle quera he 1 disse
elle.
Cralo qoe he om antigo magistrado. Nobreza
de Lorena.
Pnis bem, veremos al que poni ahogarlo os
lauros dese novo concurrente.
O preco porque o caslello foi avallado deita
larga margem para os lauros, disse o notario em [om
de confidencia.
Veremos, repeli n fldilgo ; elle licara' lalvez
no caminho. Foi sem duvda esse preco qoe allra-
bo-o ; quando vir um concurrente, do lusar, elle
parara'.
E vossa exceltcneia continuara' '.' perguntou o
notario.
He preciso qne ineu lilho ('.erario rhesue i de-
potatjao, logo he misler assegurar sua posjjgo com-
prandn La I'inede. Faremos para esse liui todos os
sacrificios possiveis ; ineu iraaflo nos ajudara', ac-
cre-cenlnu o barao depois de nina pansa.
Mr. I.escalle fez um a-.eno de as*enlimento, e
disse :
Se o viseando de Croix Fnndt roetter-se ueste
negocio, lodo ira' as mil mnravillias.
Muito estimo vizitar esla propriedsde mysle-1 de catlcllo que Hi
riosa. I.irnou barao sem responder a uliseivar.in lempo de l.m/ \
do notario; be om caprichoaniigo qoe m >uu
-ali-larer ; sempre desejei vir a l.a I'inede, e desdo
qoinze annos que vnltel para Crou Fonda nao pude
nunca entrar ah euirrianlo as chaves eslavam cm
soas maos.
Raeebi as chaves dn caslello de l.a Pineda ha
dezeseis anus, responden o notario, quando o con-
de Honorato dei\nu-o depius da morle de ios mu-
Itier, e desde OSSS poca nunca la eiilrei, tinba or-
den* precisas, exeesHelaas,
l\ iiiiii'Ueui i'iilroii mi caslellu estes de/e-es
anuo-. '
O conde Honorato vejo lodo- os anbot pastar
j ubi uma semana ati-
no pastado.
ludo deve nthar.se la ein dsplnravel e>lado.
di-se o bal i i.
esperar ; o re pede
conhecer at medidas,
para lazer eessar esta
ibioele de Berln in-
ias que assignaram o
o eslado do negocio
Wrlemberg o do grao-
asaislencia a' mhss(I e
de um eorpo de eer-
ro fazer oceupar m-
alel ; e infrmala es
seria cir. breve sub-
convidada a'
a-se que o gabinete de
es allemaes respostas
os len.er que o gover-
epellido as instancias
i-se as eonslderacfles
impraticavel ; a Su-
Prov.ivelmente ; vamos
Acabando estas palavras Mjr. Lcscalle escolhcn a
maior chave do maro que tinha na mao, e melteu-a
na ecliadura enferrujada de-Jom portan de ferro.
S ibre o pnrlao, em um esculo lambem de ferrn
minio adornado conforme n so*lo de l.uiz W,vam-
os debaixn de urna co-
do portan esteudia-se
feita sem argamasas,
vo tas de um terreno mui
ton e do nma colima ele-
tra o muro incommo-
I iota de pedra, lizera
I1TBRIQR.
RIQ DE JANEIRO.
11 de ilezen.bro.
Por decretos de 9 do correle :
Foram reconduzidos nos lagares ds jdizes monici-
paes e de orphos dos termos de
S. .1 anuario de l.'lj, m Millas, o bacharel Genui-
no Antonio da Silva Pires.
S. Leopoldo, no Rio Grande do Sal, o bacharel
Gulhermino Clemente Marqnea Bacalhao.
Foi removido o juiz municipal c de orphans Joa-
qaim de Paula Petsoa de Lcenla, dos termos reuni-
dot de Melgaco e Oeynt, para os do Marapa, cMa-
zag.lo, no Para, por o haver pedido.
Foram nomeados :
Juiz municipal e de orphaos do termo do Serr,
em Minas, u bacharel Hilario (Jomes Nogueira.
dem dem de Ubatuba, ara S. Paolo. o barharel
Francisco Fernandes da Silva, cando sem eflailo o
decreto qne o nomeara para o Serr.
dem idem da villa do Priuripe do Paran, o ba-
charel Frederieo Nunes de Seabra l'erestrello.
dem idem da Cacboeira, no Ko (rande do Sul, n
bacharel Julio Amando de Castro.
dem dem de Bag, na dita provincia, o bacharel
Antonio Simplicio de Salles.
Coronel commandante superior da guarda nacio-
nal da comarca de Sorocaba, em S. Paulo, o baro
de Piracicaba.
I cuente coronel commandanle do corpo muncipal
permanente da crle, o major do mesmotcorpo Fran-
cisco Comes de Freitas.
Major do mesmo corpo, o capitn delle Jos Maria
Rebebo.
Foi reformado no mesmo posto o coronel comman-
danle superior da guarda nacional do monicipin de
S. Antonio de Sa e Kio Bonito, da provincia do Km
de Janeiro, barao de Piracinunga,
Tiveram raerc da serventa vitalicia dos oflicios
di :
2. tabellio e anneiot da villa de S. Fidslii, na
provincia do Rio de Janeiro, Manoel Antonio
Carlos.
Parlidor dos jalaos municipal e de orphos do ter-
mo tle Braganc.a, na proviacia de S. Paulo, Joao Ro-
drigo Bueno da Rocha.
Per decreto de 10 dn dito mez !
F'oi exonerado o juiz de direilo Herculino Antonio
Pereira da Cunha do cargo de chefe di polica da
provincia doCear, por assim o haver pedido.
Foram concedidas a honras de desembargador ao
chefe de policia da curte Antonio Thomaz de Godny.
foram nomeados :
Desembargadores da relarao de Pernamhneu, ot
juizes de direilo Agoslinho Moraira Guerra e Joaquim
Manoel Vicira de Mello.
Chefe de policia da provincia do Ceara, o Dr. juiz
de dircito Abilio Jos lavares da Silva.
Para a comarca de Nazarelh, era Per.fambucn, o
juiz de direilo Herculaoo Antonio Pyeira da Co-
nlia.
Foram removidos os juizes de direito :
Francisco Jos Furlado, da -2. vara da comarca da
capital da provincia do Para para s vara especial dn
commercio da provincia do Maranhao, por o haver
pedido.
Joao Ignacio Silveira da Molla, da comarca da
l'aranahiba, em Goyaz, para a 2.* comarca da pro-
vincia da Parahiba, por assim o haver pedido.
13
O paquete ingles Primee Iraz data* de Montevideo
at5 e de liuenns-Ayres ato 9 do crrente.
F^m .Montevideo zeram-te ai eleiroet de senado-
res sem que a Iranquillidade poblica"fosse perlurba-
Srar.s 's medidas lomada pelo governo, qoe no
da eleicao cunverleu aquella capiltl em praca)
d'annas para assegurar a liberdade do voto. Nao pre-
cisamos accrcscentar que Iriumpharam os candidatos
do presidente da repblica.
Na campanha, onde, nao chegava a accao directas
do governo, e onde nao houve lalvez liberdade de
voto, v encerara em grande parte ot candidato do ge-
neral Oribe.
A carta do boom correspondente he 15o minuciosa
acerca das medidas decretadas pelo governo e de to-
das at peripecias da lula eleiloral, que, sem Ibe
andar tioham entrado por ahi com grande torpreza
das arauhat.que (criara Iranquillamente suas lat.
Todo o caslello eslava hermticamente fechado, e
se nao Tora rsse atrevido ramo de acacia, e a relva
que naacia entre as pedras dehaiio da porta, ler-se-
lua podido crer que ot habitantes do La I'inede esla-
vam au*entes somente desde poucos diat.
A trra fallava mais claramente do que a casa.
Endurecida, grelada, e cubera de arbostot, de espi-
nhos, e de sipos entrelacadot ella appresenlava o as-
pecto de um abandono completo. I ma bella roa de
oliveiral que ia do terraco ao portao ; algum grupos
de allostigneirot c de amendneirat, e videiras neeo-
psdas em afogar as ai votes de frudo,ecujos nos mul-
a prosperar a
grande quautidade
eapinhot e de plantas parasM.is.que linham produzi- j (iplirados linham somenle continuad
do brechas em muitos tusare: Esse muro anida so- I despeito da falla de trtame uto.
Itdo e lorie continba obra de tstenla geirat de om
terreno secen, devastado, e in
i 11 ire-la anlisa que
.No meio elev.iva-se
pos tle ploheirot, restos de
dera o uuini a' propriedade.
una casa grande respeilosan ente chamada por In-
dos : o txulttlo de l.a l'inrdi
La I'inede bem que edifica
porcAes, merecis pelo sen ar i
lectora conservada em toda.;
-: dlT^zr-'nao dii n"da que pre,,e nban-
lavain. I
i meio de
perlcilainenle r|itadradB, ron
fachadas 0 rom uma i*i paila
calieras grandes. Sen lelo
de.isnalmeule .iberias ein I.ir
ssiemelhar-se singularmente
|osar.
Diante da pnrta de entrada
la i ni pequeas prn-
ulue, pela sua arebi-
* suas parles o nome
ra uma COOSlroccJIo do
ledra, meio de "lijlos
janells* em (odas as
salpicada de pregos de
chalo c suas jouellas
ia de cubo, la/iani-na
um enorme dado de
eslendia-se um Ierra-
para produzir ella quer doat
cousas : ser revolvida e humidecida. Ora no mo-
mento de qne fallamos havia dezesseia annos que o
terreno de La I'inede nao sentir bracos nem beber
a agua benfica de um regador.
O que acallamos de descrever otlereren-se vista
do Miarlo I.escalle e do barao de Crou Foods, quan-
dii leudo abollo a muito costo o portan de Ierro, co-
jn gongos iMiferruiados recusavim o servieo, e leudo
percoriidn a ra de oliveiras acharara -se diante du
castalio.
A porta de entrada aborta com o auxilio de se-
gunda chave linda do nuco de Mr. I.escalle, inlro-
ilu/i i ns dous visitadores ein um vestbulo espacoso
ladnlliado tle luarmore, donde sahio esse cheiro pro-
prio das casas inhabitadas, cheiro misturado do poet-
en srande, lascado e cercad) por um muro baiio I ra ede mofo. Mr. I.escalle deu-se presta ero entrar
o
es>e muro rarregava
qoe servia-Ihe de parapeo
vasos de loura atol contando Ierra endurecida e al-
'iint arbustos seceos.
(luatrn acacias plantada-, as
nhim tido m.'isnilieo cresriraent
a *ua mnrle.que leve la-ar o in- da ernel operaeo (|ue obrica
teuder-se em forma de barrar diante da casa, loma-
va as direcres raait caprirho- as : nn- aproveilando
uma vidrara quebrada em un a jauella du segundo
anlo do lenaco li-
; asis ranaos iivret
i-o, ooit ora, a e-
MUTILADtT
em tira talao, cojas janellas abri logo. 11 alegre sol
da in mil i innundnu rom teot raios esae lugar desde
lauto lempo ferhadn, e ot doui bomeua licaram
cheios de admitarao lanrandu a vista em torno
de si.
Ot principaes mnveit do salan formavam um eru-
po em torno da rliaminc, na qnal os li^Get apagado-
pareriam esperar somenle 0 soccorro do aticador pa
ra accenderem-sc de novo. Sobre ura sota via-s*


OUW II PSHIB^O S GUH TElCft 23 al DZiMBKO DE ItSI
ajunlarraos urna palav a, nos limitaremos a chamar i Primeiro escrutinio
a MtaBCla dos eleitores para essi caria. |)r. Emygdioda Fonseca
O r ii. mu diremos respeilo das nolirias de Rae- |)r. A. de Agolar lluros
nos-Avres, da Confederarlo e do Paraguay. SAo lAo llr. Itroleto *
completas as mf.nm n;.e. dadas pelo i -> corres-
pondente, que se alguima cousa
aqu escrevesseinus,
repetiramos o que se'acha M sua caria.
Da Valparaso lia dalas ale 3U de ooluhro. A re-
pblica chilena conlinuava em parMla pas.e preoc-
copaila smeute com o progressn dos seus melhora-
meulus malcriaes.
A -lUiar.io do Paro' era sssustadora. O presden-
le Castilla recusara promulgar a cnusiituuari decre-
tada pelo congreaso cooslluinle, e muslrava-se de-
cidido a appellar para as armas se o c.ongresso nilo
modicasse a cuniliiinrao no sentido de dar mais for-
cea ao Roveruo.
A este respeilo apreseola o Comercio del /'la/a
as cumules observarles :
1'roMiM a promulgar-se a nova constituirlo po-
liliea do Pero', oppos-se o general Castilla efn urna
nota a algumaa daa suas diiposicAes.
A convencAo no soiihe, e cum razAo, que ca-
rcter devia assignalar aquelle documento do execu-
lvo ; rolo he uro ofticio de objecees, porque a cous-
iiluicAn n.iu oi aubmellida ao exame do governo do
general Castilla ; tambem no he um projecto de Iti,
purqiie o execulivo n.'i.i foi chamado a lomar parle
Me Irab.ilhos constilucionaes da convengo.
n Essa oota no importa mals duque a reproduc-
ido por escripto, Jas opinies que a respeilo de cel-
ia batea eonstituciooaes tinham manifesl ido ns
nieinl.ro. do gabinete ante a contengo nacional. E
neite carcter, qual he o sen valor Acreditar o
general Castilla que a palavra escripia do goveroo
p ule mais no auimo dos conveocionaes do que a sua
Imgusgem oral ? E anda assim sarao opporlonas e
chicases hoje as rases que mda valleram quando
era occasiao de nrculia-l... e altenne-las'?...
Nao achando pois explicarlo desle laclo ero nc-
nliuui dos principios da disciplina parlamentar, ve-
mos nelle a revelarlo de designios transcendenles.
O presidente Castilla considera os arligos conslilo-
ciouaes, sobre que chama em sua precipitada nota a
atlenrau da conjenr,"io uacional, como urna ameaja
constante enolra a uniera publica, e, na impossihili-
dade de obierva-los no exercicio do governo, repel-
le-os por roco de urna communicecAo ofiicid, em-
quanlo se prepara para resistir-lhes com as aunas
do seo poder.
i A questao fica por conseguale estabelecda nei-
lesdilliceis lerroot : Cu a convengo dsslroe a sua
oba, o qoe se nppe .1 t da sua convocarlo, ou o
presidente Castilla 1 he nega o apoio de sua aulorida-
de execuliva, o qoe ioiporta orna rebelhAo contra
soberana nacional. Em breve, pois: ou a conveli-
lo ou Castilla.
n A forca he chamada a decidir este antagouismo;
e como a fofa fest representada, nao pela conven-
ci, roas por Castilla, que he quem maneja a espa-
da, e dispe da audacia neces-ana para jogar o lodo
pelo todo, concluimos qae o I'eri se acba as porlai
da dictadura.o
Por decretos de 10 do correnle foram nomeados :
Segando escriplurario da alfandega da corle, o
amanuense Irancisoo Xavier Pereira de Mello Corte
Real, e amanoeose o pralicante Fortunato Leopoldo
de Sanna Araojo.
Primeiro escriplurario da mesa do consulado, o
segundo dito Jos Pereira l.eilao; segundo escrip-
toraro o amanuense Jos .Manuel da Silva Veiga ;
e amanuense n pralicanle ida recebedoria Antonio
Jos de Bem lilho.
Segundo escriplurario da recebedoria do munici-
pio, o amanuense Autonio Francisco Chaves 1 1II10,
e amanuense o praticante Augusto de S
Chefe de scelo da thesouraria de Piauhy, o pri-
meiro escriplurario Justino da Silva Pacheco, e pri-
meiro escripturaxio o amanueuse da secretaria Es-
tanislao Goucalves Pereira-
Por decreto da mesma dota foi aposentado o fiel
do Ihesooreiro da thesooriria da baha, Autonio
Keruaudet Velloso.
Por decretos da mesma dala foran demiltidoi o
procurador liscal da thesouraria de Coxaz, o bacha-
rel Joo Aoguslo de Padoa Kleury, e o Ihesoureiro
da do Amazonas, Francisco Jos da Silva e Aluieida.
llr. Paula Soma
Segando escrutinio.
I)r. A. d Aguiar Barros >!
I'r. Ilroter |
l)r. P.iul 1 Sonsa \q
Esla ioppleoei.1 foi disputada com mais allinco pa-
la per-lia.,Vi de que o depulado nAo ir a lulas asi
lessOes. OSr. Rosa, de S. Rn.|ue. com seus Irinla '
eleitares do lado saqiiarcina. eunaervdu-ss arbitro da
situaciio aiu o ultimo Instante ; parece que o Sr.
trolero linha suas rasos para,esperar a sua vota-
ran ; o l)r. Paula Souza Igaalmentc esp^ruu por
ella ; mas ellerlunu-se a liga entre o de S. Hoque
e os da. parodiis da eididc de Ilu', e a virtom
prononciou-se pelo Or. Agolar Barros.
(i- dislrieta Itapelioinga.)
As mesmas scenas romo na Parahybaae: dan
turmas de eleitores com soas respectivas mesas, na
naama Igreja. A minarla liberal: eonseguio, an-
tea de ehegarem todos o< eleitores do ootro la lo.
lormar sua mesa com as formalidades legaea; e
veiiceu-se que se tomaMem oiu separado os rolo* do*
eleitores Je Paranopaneina. A inaioria, desle que
se senlio com torca numrica, sepamu-se, e Ciirmou
nova mesa :
r. Nebias
sua eleicao den o seauinle rrsullado :
Uepulado.
33
Vara esta provincia, Bernardo Ribeirode Freitas,
Manuel Jos Fernandei Kibeiro, Francisco Eillinau
Loii Albert, Francisca Polienrpo de Gaiuiariuw,
Francisco Charles Daponl, John AndreVN, Agosliulia
Jos la Cosa Lires, Charios James Benson.
Hospital de earidads 19 dedeieinbrc( do-
e 111 es.
2063.
Al amonha.
REP.VBTIQAO DA FOI.ICIJI.
Secrelaria da pnlicia de l'emambuco .>> de de-
/ml.r.. de iS">(>.
Illm. e Exm. Sr.I.evn ao conlierimeiiln de V.
Exr. que das digerenles parliripaces hontem elioje
reeebida oesla repartidlo, consta que se deram as
seniiinles oeciirrenciss :
Foram presos : pela uli leleqacia dt frecuezia do
Reeife, Joan Antonia de Soozi, para averigoae/iei
por ieriiiienlos. os prelos eseravns Antonio e Sebas-
liao, or seren encontrados fura de horas, e o prelo
Jos Joaquini Correia da Silva, por suspeilo de ser
ser.ivo [.i-id...
Pela sobdelegacia da Iresuezade Santo Antonio,
Joao Correia, por briga.
E pela sulileleaaci.i da Iregoeiia da Boa-Vista,
o pardo esr.ravo Silvano, a reqiieriinenti de seu
sentior.
Hefere n subdelegado da Iregnexia de Sanio An-
tonio em oflicio deala dala, que ao amarillecer de
hoje foi arrumbada a luja sita na rua Nova n. ,
portencente ao franrez Angosto Colorobiez, havpn-
do declarado o eaiseiro da mesma qoe liavlam rou-
bado somente algtiinas pecas de fazenda, sendo que
sobre e.ic fado proceder aquelle sobdelosado a
coinpeteuie vestoria e licava na diligencia de desco-
brir quera sejain os autores do crime.
lieos guarde < V. E\c. Illm. e Etrn. Sr. con-
WlhairoSergio Teiteira de Macedo. presidente da
Supplenlc.
Dr. Fidencio Prales 35
A (orina liberal, com a mesa primitiva, leve o se-
guate resultado:
eputado.
I'r. J. I. It mi illio 30
Sopplenle.
I)r. Iidencio Frates :12
d! l5.*L, l T"'; m" v!s '' s,1Ui,S-n Provincia.- Ochefe depolicia.Dr. /'ol i carpo I.opc,
delirada em que se achoa a eleieao, jalgaram es II-1 de fjko, "*"'"'"*"
heraes de Ilapetininqa qoe coimnlia volar no Dr.
Prales para neulralisar a inlluencia do harn de A11-
touina, em re 1,1 1 a' questao que ha de suscitar asta
eleieao.
7* districto (Mariana.;
Naulragou o Dr. Martnn Francisco. A inlluencia
qae Ihu era adversa, o Sr. Jos Vergoeiro, >oube
tapiar o precioso apoio do Sr. Antonio Luil Pereira
da Cunha, ile Villa Bella, com quein auleriormenlc
o Sr. Mariim eontava. Consegointenienla o Sr. lia-
nao teve victoria. Ore.ullado foi o seguiute :
Dr. B. A. Guimarac I'eixuto :17
*. I.. Pereira da Ciiulia 32
Dr. Martim Franci(co 3)
Dr. J. A. Vaz deCarvalhacs 20
Jos Vergoeiro |
;disiriclo 1 Kin Claro.;
Turto correa em boa ordein e com leda a regula-
ridade ; o Se Rodrigues dos Santos, coro os seas
proprios recursos o seus amigos deste districto. coa-
seguio hriihaula triutnilio. E-ta he a votado :
Depulado.
Dr. Gabriel J. Rodrigues dos Santos .77
Desembargador Fernando P. lordSo II
Suppleule.
Dr. J. C. I."ite Penleado .,',
Dr. Filippe Xavier da Rocha aj3
!) districto Franca.,
Ha dous collegios ; apenas sabemos de aro, oade
o sr. Cosa Pinto leve quasi anauimidade. A sua
eleicgo he sesura, pois he vol.do por ambos os lados,
Carla pariicuar.)
Cornal do Comcomiero do Ri .
idUUSCili.
14
O governo resolveu adiar a approvaro das com-
panhias Laucaras; Coramerclo e Industria, Caixa
de Soccorro Hypoihecario e de desrontos do Rio de
Janeiro, Auxiliadora, Banco do Rio de Janeiro,
Coadjuvadora, Banco Commercial e Agrcola, l!in-
:oAuxiliador,eAngloBrasilianJont-StockBank;
sendo provavel que algumas sejam reprovadas.ainda
niesino que melhore o estado da praca, quando o go-
verno lenha de dar sobre ellas urna solucao defini-
tiva.
15
Por decreto do !. do correntc.
Foi removido o juiz dedireito Miguel Fernandes
Vieira da comarca de Queixeramobim,de prime ira
enlrancia, na provincia do Cear, para a segunda
vara crime da capital da provincia do Para, de tor-
eaia enlrancia.
Por decretos de 11 do dito inez :
Foram nomeados juizes rounicipaes c de orphos
dos termos de Imperatri/. e Assomblea, ras Ala-
'jas, o hachare! Amonio Joaquina Buarque de JNa-
zaretli ; l'rinceza. Sania Anua o Angtcos, no Rio
(iranio do Norte, o bacharel Joaquim Pires Gon-
calves da Silva.
S. PAULO.
) de dezemoro.
KteicCies.
'.nuhecemos o resollado da cleico em todos os
dislriclos, menos os da Franca e Bananal. A srsnde
intriga cleilnr.il deu os seus resultados ; os vence-
dores gloriam-se de sen Iriumpho, c os vencidos
i'thalain os seus despeilos.
Do I- districto ja mandei o resallado. Vamos a-
gora aos oolros.
Segando districto [Parabybane).
Das turma de eleitores; a l.1, presidida pela
mesa legal, deu o seguinle resultado : /
Uepulado.
Carneiru de Campos 52
Suppleule.
Dr. Joaquim Lopes Chaves 32
A minora, depois de insinuada a mesa, julgoo
opportuno separar-se ; formn oulra mesa, na mes-
ma igreja, e proceden elejcao, que deu o seguin-
te resollado :
Depulado.
Dr. A.G. Barbosa da Cunha 41
Suppleule.
Commendador V. de Paula Machado i I
Diz-se que a iniuoria. p*a aparlar-se, allegoa
coacto, e certas irregularidades 110 processo elei-
loral ; laraeaaa o melliodo pralico pelo qual for-
maran) a sea mesa e seguiram nos mata leruius.
O Dr. g, f. de Godov, que pretenda a supplen-
cts.Jdesislio da sua candidatura.
Terceiro dislrictc rTaabat .
sDepolado .
Monseohor Ignacio Marcondrs de llliveira 75
Dr. J. Q. de A. Brolero M
Sopplenle.
Dr. Matioel Marcondes de M. eJCosla 93
Dr. Brolero 23
Paula Machado I
Dr. I.-,-1 I
Tanle-coronel Pedro Hara Xavier 1
(Joarlo districto Aras).
Nada sabemos : he provaWel queja se conlleva o
resultado ah na corle. \
(Jjinlo districto Un' .
Depotaao.
Brigadeiro Raphacl Tobas lie Agoiar 5|
Commendador A. J. da Rosa ;>>
Dr. Brolero 1 :(
Dr. A. F. de Paula Sooza l I
."upplenle.
Apreseti(aram->e tres canidatos do lado liberal e
11111 conservador, a saber :
Dr. Brolero. \
Dr. A. de Aguiar Barros.
Dr. A F.lde Paula Souza. \
F. Emygdio da Fonseca.
ama obra de taperaria comer,ada, da qual eslava an-
da a agolha, e um Icn^o de cainbraia. l'in 1 mesi-
nhaeollocada diante do sof, eslava coberla de car-
osiriuhos com collares cor de ra misturados com
lees lobos, vcadns e elephanlcsl; paslorinbas vesti-
das de azul, catadores de vestuarios vormclhos es-
peravam deilados em un leito dle papel de seda no
fondo de urna borela grande, -u 1 vez de misturar-e
nesse rebanho iranqiiillu. A baceta fura delxada
aberla sobre a pollroua au lado la obra de tapera-
PilGIfU AVULSA.
Oovimos dizer que orna bella rua se e fundando jonlo 1 calva d'agna nos Pires, a qual
lera de inuilu concorrer para a influencia do ne-
gocio na cidade, masque pelo modo pelo qual
se esti alinhando oucerdean lovem o edificio da
eaixa d'agna a licar fura do alinhamenlo, e conse-
suinlemenle a rua irresularmenle fundada ou a-
berta. Se a rua licir houil.i e de sua fundacao resal-
taralgum bemcnlflo nao faz mal que "eeja fela
fora rt postura re-pecliva.
Na ros uda pri.aou, em uina casa onde e Ira-
balha em casacas de Ires lucos, defazeula ualural.
confronte um becco, que de eslreilo s ter o nomr,
ajouta-se um masle debousviranlsdepois
dasoito horas, e cada um em voz alia toca a dai
eonla do que fez durante o da, uina especie de exa-
me de cunscieucia : o leilor portera lser idea do
qae se dir, porquanlu tal genle ha a innis morige-
rada possivel qae valle he, que o Sr. rubdcle-
gado ha de fazer minio breve de coufessor
absolverlaes pecrados mofelos
Ronda 1 IUnta ronda paisana, fallante, diffa-
manle, rrepilanle e comanle, passea todas as uui-
tes do canlo de urna casa ae nutro de oulra, em um
dos nossos bairros, e segundo oovimos, nao ha quem
escape da liugna desses milicianos !
Rom !Os senhores suardas municipaes da
Boa-\ isla dcspaclurain lavnravelmenle o nos
iioerimeiilo :
para
Temos 4 vista jernaesde Rio e Babia. irazMoa pe-
los vapores franco/. /.' lecnir e inslez Timar, que
alcanram os pnmeiros a' Iti e os seauudos a 20 do
correte.
Foran nomeados:
Commandanle do batalho naval, o eapitSo de
mar e suerra Manoel Francisco da Cosa Pereira.
Commandanle da corveta O. Isabel, o capitao
de mar e guerra Joan Cuslodio de llon lain.
Cnmmandanlc do vapor Viamaun, o capilAo de
maregearra Raphacl Mandas de Moraes Valle.
ComniauJanled.) torveld irBerenice, o eapilSo-
I.....ule Joaquim Lucio de Araujo.
I.-so no Correto Msrcanlil :
Reuairam-se honiein em assembla geni, sob a
presidencia do Sr. Dr. Viclorio, lili accionistas da
companhia de navegarao a vapor l.uso-Brasileira.
Depois de approvada a acta da ultima reuniao, foi
lido o relatono da commis.an.
O Sr. commendador J. A. F. de Almeid?, membro
da eommissao pennanenle, que reside em PorLugal,
foi deimllido desse cargo por voto unnime da as-
sembla. por 1er aceitado a nomcai-ao de membro da
coinmis-a.i liscal.
Depois de um longo dbale, em que unnime-
mente se mamfeslou a opimao de que a c impanliia
devia conlinuar, o relalorioda comiiiissSo'roi appro-
vado as suas qualro conclues, a saber :
i. Os accionista., posaaidares das anliaas reces.
entraran com 305 fortes por cada acco. para paga-
menlo da diviJa Teita pela gerenica do Porto. '
2." Esta quanliasera dividida em Ires panes iguaes
devendo as chamadas de cada urna deslas lies p'arles
ler logar com o nervallo pelo menos .-e 3(1 das,
sendo a primeira fela j. c a ultima so se for p.e-
clsa. '
.'!.' As chamadas das novas accessoro feilas ua
rouforinidade do que j:i fi vencido : c o dinheiro
proveniente de.las entradas s ser applicado a com-
pra de mu terceiro vapor e co.leamcnto das primel-
ras viag-ns dos novos vapores, se cresccr da primei-
ra op^racSo.
.' Em quanlo nao he possivel proceder a eleieao
das pessoas que [bao de dirigir a campanilla, lic a
cominis.ao permanenlc antoriwda para n.nnear urna
pes.oa de so.i conriaura que em Portugal sirva de
seo procarador e reprsenle interiinmente os inle-
resses da eompanhia em loda a sua pleuilude, dcler-
miiundo-se-lhe o honorario que deve perceber.
Ka Babia nada ha digno de roencao.
Cheaara o, procedentes Hestc pulo :
Ao Rio, a 10, o vapor ir Imperador 11 ; a I i, o va-
por d guerra t Amazonas.
A' Babia, a 17, o brigue ingles 11 Frann. a
Sabino, para esla parto, do Rio. o lo o brigue
portugus 1 Cnnfianc.i ,1; a 14, 0, brigaei i. LeRo
e D. Affonso ; e a I", a barca francesa Cv-
clope. 11
Aehava-se i carga no Rio, o brigue Sagita-
rio, o
O vapor Imperador devia d"all sabir
porlos do norte a 2 as S horas da manhaa.
ser o Liberal qne ha da prtjndicar. Illude e in- mam por esta capital seus iliguns lialii-
sulle qiianto quizer ; esl no ten direilo : mas no tantos.
"e o'Tnis beque o Liberal I. iacommodado com ?e"l!d0 0S rac,h|,ramenlM malerics,
a probabilidad* de aer o Sr. Cowper dispensado do encarando o incremeiilo que hilo tomado os
onuiado de i'ernambiicn: que-io junie 1 s sem molnoramentos moraos, anda maisaugtneii-
duvida para remerher Ihe a algibeira, emliora a tro- '" > cathaloeo dn.s motivos, pata atiplan 1 r
en dos apodos infamante*, que este houver-ihe de moso cxccllente estado 1I0 Uacei. lia bita-
senladu
frica
para alear
do que o fossem por causa" da qnesUoItos lStinctOS, esta capital senao caminlia
Nao he elle que tein tanto cencorndo | com rapidez apoz 8 illarclia progressiva do
mmosldade estrangeira por amor de espirito humano, vai cntn vagar approxi-
tnrpes vineanrinhas Nao ser. por ventura com as
falsidadas do l.ilirrai, qoe o Sr. Cowper lem ali-
mciiiado a acrimonia de sua correspondencia ofli
cial, e in.lu7.1do o ministro ingles a faxer injustas
reclaniafes ? Se o he, deve sem davida correr por
coala dos adversos qualqiier acto de soprema ener-
ga, que pr.iticar o governo com o intuito de dar
prnva. nao equivoca da siuceridade coro que cum-
pre a sua palavra.
Se dnvemos, pois,lamentar a sorte dos magistrados
que sntTrem, n,Tn exprnbaremos o acto do governo :
levantemos porem todos os brasileirosom Erado de dld" m u,, .,., v
Indignadlo eontra esees que n alraicoam, nos in-1 ,Lb' ",d3, lud 1"ai'Pareccrt
famam, nosdeniiaeiam ao eslrangeiro. e qae (So 5edlca^io .do" SeUS affentes, "
causa causativa de lanas lagrimas. apedrejemo-los
com o nosso cierno desprezo e nborcinae,|o.
0ttt$p0nbmti*$.
Srs. redactores.Li o communicadoou corres-
pondencia do c, Liberal de l do correnle sobo
pseudnimo o Invalido.*
evo duas paUras ao puLlico em salisfacao ao
melindre (orpemenle ollendido dos meus ami"ns
dos termos de Olinda e Iguarassu' : nao he que a-
quelles meus amigos nao csiejam cima do indivi-
duo, que desee a se enrhovalliar nos restos do um
jamar, c que pareen ler sido por primeira educacao o
rocar guloso do enfumarado das eczinhas, o que nao
receia dtanle da mentira e da calumnia, mas a consi-
derarlo de poder aquelle arontel produzir algum ef-
feito no animo de um ou ouiro incauto, he que me
torca a vir a imprensa exigir do olnvalidouque Laja
por honra sua de declarar o seu nomo, afim de que
cu possa com a viseira levantada, dizer em faceaesse
detractor de nohresbrios.que a sua correspondencia ou
communicado, menlio nos fados e calumniou nos
caracteres.
Uecifc 22 de dezembro de 1856.
Silvino Cavalcanti de Albiiquerqne.
ALAGOAS.
Macci 18 de novembro.
Cbarissimo senhor,
Depois de procelosa tempesta'de
Notuma sombra, sibilante vento,
Traz a manhaa serena cUridade,
Ksperanca de porto e salvamento.
He esta proi'.ucciio da lavra da erudito poe-
ta lozitann, o immortal Luizdu CamOes, que
vai encelar esta oulra missiva, que (otnei a
liberdade de mandar a Vmc.
Sim, nieu charo senhor, depois de furi-
bundos escarceos, das terriveis e ameacado-
ras borrascas e das nauseativas peripecias
postas em accSo, surgi em fin o lempo da
paz. O socego inliltra-se nos cidadaos, a
sociedade vai gradualmente entrando em
seu eslado normal, e aquellos que anciosos
esperavam a chura de mana, ou ja na posse
ou enl'orquilhados, eslao consequetitemenle
livre, dos choques, raivas, translornos, sin-
copes e mais sucia de precalcos, insepara-
veis da quadra eleitoral.
Sim, mea charo senhor, linJou emlim a
lula eleitoral, e do centro da numerosa c lu-
zida falange de aspirantes, foram os predi-
lectos osabaixo mencionados.
Circulo da capital.
Dr. Manoel Joaquim de Mcn.lonca, tendo
por supplem.e o advogado Lucio Soares, que
dispondo da volago cerrada da villa do
Norte, a seu bel prazer cncaixoii-sc na sop-
para os
sso re-
inamlaram abrir um vallado mi reg,
que encaininlie as aguas para o i-ano real da Punte
\ elba, e assim verlo si leremos mais esse mar ver-
melbo, que era preciso ser lorado pela varmha da
menicipalidade, afim de dar passagem a quem nao
clava para pas-ar montado a corcuuda du um negro
all posto como pedagin !
--" .... mas repara bem, F. ., que a niullicr que
vais esposar lem menos um olho... n di/.ia muilu
baixinho um amigo ao ootro, embalancaodo-ea ra-
bos em cadeiras, e fumando rada qual* seu cigarro
de palha... Sei bem; .as tein ma>t...t...o6oo....
dinheiro '. !! respondeu o noivo oom cerlo mytle-
no.... roas repara anida F... queellahe urna
vbora ...... Sei bem, mas lem dooooores eu...ggge-
...iihosos I multnos negroooos.. fazeudaaas..:
f.....' ""'a : casa-te, s feliz.. Esle pequeo dia-
logo extraamos de mu livrinho do coutos de bru-
cha.
Consla-iios qae ha um molecote.escravo de um
acadmico, que para poder tramitar niute, nc-
pois das !l horas, iienfiaubra-se no falo dosenhar,
,e at luvasi t pelo qointal, depois do agasalho sa-
fa-se, escapando assim das patrulhas, pelas quaes
passa impvido, fumando e Calendo graciosas evo-
luches com a beugalla ele. E quem podera adevi-
ubar quaessa gralha he um coiinlieiro escravo ?
Em nma cidade que se alira em um purobn na
cumeeira de urna casa, c que se cara no quintal de
um mu.le 1 u ;sem saberem os padres} enjos projec-
tis balem pelas jauellas e paredes fles.e edificio,
ha polica ?
Jamis creer-que cerlos osos Ao aioda vesli-
gios de selvageria ; um paiz callo abomina pralicas
de qoe podem resudar graves iiicouiinudos 1 socie-
dad*.
Consla-nos que na noile do I do correnle, um
fogo do ar, lomimlo directo transversal eiilrou em
um hotel confronte ao S. Isabel e resvallou ua noea
de una senhora, que porpouco llie produz grave fe-
riniento : acnnlecimeoios de.la ordem sao frequen-
les, e serao emquanlo Dos quizer.
1. .1.111111.ni os moradores da estrada de Belni a
aiuarrarem aiiimaes no raminbo ; lem-se encontra-
do nos lagares de veredas vaccas e carneiros, pelo
qne sito obrigadoi os viandaiiles a apear-se, erguer
as cordas e dar passagem aos civallus e aos donos
desles.
&$mmtmic0b0.
O vapor brasileiro Igaarassu,, vindo de Ma-
celo e porlos intermedios, uouxe a seo bordo os *e
guiles passageiros :
Manoel Sobral Pinto, sua familia e 2 esrravos
Quinluio Josu de Miranda e I escravo, Joao Gome*
Jardnn. Sehasliao Antonio de Mello Reg e I cria-
do, llasiliano Francisco Pees Brrelo e I triado, Fe-
lisbinoCarvalbo Rapos.-. Gaspar dos Santos Castro,
Isidro Jos Pereira. I.uiz tionralves de Sooza. Ma-
noel Sevenno Marques, Hollino de Azevedo Villa-
ruuca, Jos Dellino de Azcvedo Villurouca Juuior
Adolpho de Barros CaTelcanti l.acerda e 1 criado,
Jos lligluo Xavier da Fonseca, sua senhora e I es-
cravo, Manoel I.uiz de .Mallos.
O vapor u-ances sAvenir, indo do Rio de Janei-
ro e Babia, irouxe a seu bordo o seguinla passa-
geiro :
Para esta provincia, llenrique Carlos Pereira
rrauco.
O TRAFICO.
O mni patritico Liberal continua na sua obstina-
cao da querer-lirar p.rlido da questao do palbabole,
com o 11.,, da cevar seu odio Ogadai. As aventuras
eteitoraes o haviam desviado um poucu desse campo
desgrasado, para oodc agora o faz vallar o grande
pesar d. formidavel dcnola, que sollrou as urnas.
Ei-IO a 11 pois agarrado ao ar. Coivper, como urna
taima da salvaran. Miseria das miserias.... .'
Outr ora g.ilava o Liberal, que o Sr. Jos Bento
se bavia porta .o com demasiada negligencia no ne-
gocio do palbabole : que persegua os Srs. Drum-
mends, para proteger os verdadeiros criminosos, qoe
nunca apunlaram. tiesta poca o Liberal vivia do
dinheiio desses innocentes e desses criminosos, cuia
lefesa lomou a pello, usando, pelo sim e pelo nao
da prudente camela de nao estimular nein aggredir
a polica vigente, e a auditoria de .oarinha, e ero
aos magistrados, que tinham de conhecer do delicio
Desclava o patrila ardeulemente a absoIricJo dos
perseguidos inuoceates ; porque a sua exclusiva
miaste era a de ganhar dinheiro, e descampar o Sr
Caoba e Pigoeiredo, fazendo crer que dclle provi-
nba todo o mal dn ronliaban lo, qu- anda assim da-
va bou lene ao .bern.. No entretanto he sabido
que todos qoautos a voi publica, fundada ou infun-
iiadamente, indigilan como suspeilos iie.se crime.
rorain procurados, presos e proce.sados un lt nao da
administrara,! do Sr. Jo.c Bento e l'aiva Temeira. a
quem oLiberal sernpre afagou e aureou. Joo Ma-
nees, I iliens e oulros, todos foram incoroinodado*
Sao porem a final todos absolvidos, cecea o /.o rario dos libcraex pairnos, e as eleices nao pin-
lain bem.... mudam-se >s guardas. 'o.il l,oc ja be
o propno.Sr. cnusellieiro Sergio, qae na sn tem-se
portado com nolavel negligencia nasas negocio afri-
canista, mas al [i elle mesmissimo, tnw fe: com
i/uc Otjuizet absolvessem os reos.... e porque ? .^elll
mais nem menos sean por cauta da eleieao do Sr
s.i e Aihuquerqne !!.. Esla argido infamante nao
precisa de conunenlario...
Apiis esta absolvan chega inopinad.imcnle a a-
poscnladona de dous .leseinDargadores, e remoran
de entro, que votaran a lavor dos reos. E a allribuir-se a' inlluencia do Sr. cousilheiro Ser"io,
sera'o desmentido mais (orinal a'calumnia que
l.'lieral llie levanlou : na. neta conjuncin o chi-
canista procura ouiro rumn. artiu oulra pungaVs
provea dos autos foram fricas ; a polica nao esme-
nlliou bem o negocio ; o Sr. Sergio ten) dormido o
semno da indinerenea ; e o governo nao faz justira,
porem ejerce vinganea.Se ha quem nao acredite
em ludo lito, lea o Liberal.
Wosseus arroub.is patriticos diz o Lilierat : que
o >r. Cowper foi m.us enrgico, mais etgoroto, e
mais amigo da cerdada do fue o e.r-presidente. O
.-.f. CeVper porem ja issevc'rou, que algonftdoi nos
do engei.lio I ... Nngnem sabe ser laapiiriola como
o Liberal. .Nao importa que o governo imperial em
suas notas ao ministro inglez e em pleno parlamento
hoovesse alrmado, que as informac/Iss do Sr. Cow-
per foram inexactas que u c\-presi"leiile.
lano emn o seo dever, que st-mprc
lianca e fura exonerado a reiterados
mandse.
Anda ha pouco alguns cdadios amantes
da litteratura, conscios da necessidade da
crearan o de 11 m gabinete litterano, onde os
estudiosos fossem beber a sublimidade dos
escriptores celebres as sciencias, trataram
de levar avante a projectada cre.ir3o. De
feito, apresentar-sc a idea, encontrar iiroso-
lilose ler execugo, ludo foi obra de um
momento. He grande asomma de dillicul-
a medanle a
em o 1111 mero
dos quaes brilham os Srs. Jos Bernardo de
Arrochellas, presidente da mesma, socieda-
de, e Antonio Ignacio deMesqttila Meves, bi-
bliothecario. a sociedade chama-sel!e-
creio litterario.
.Nao he s por causa dcsta craa^ quo eu
eleyo esla cautal,nao,meu charo senhor. Ma-
cei, onde ate certa poca nao havia um
theatro onde seus hablanles encontrassem
algumas horas de divagago til e prove-
tosa, ja cotila mais de um Ihealro, a saber :
o Ihealro .Maceioense, agora em reedificac.o
e o theatro da sociedade deMnervina. Em
ambos trabalham mocos applicadose desejo-
sos de bi ilharem no palco, leudo porem pre-
ferencia o primeiro, o quejno he para admi-
raf, se atlender-se quo he seu digno direc-
tor o lente Burardo, genio rustico e por
domis dedicado aos inysterios do palco sce-
nio. lie incansavel!
I'articipo-lhe que estamos agora sob a
pressSo da mcuoljua ; a mor parte das fa-
milias reliram-se pata o Poco da S'anella
Maceioense, de inaneira que, quem quizer
apreciar um domingo de Londres, venda a
Macei em tal dia, e vera de que pao se faz
a canoa. Dcsta vez, senao morrer dospleeu,
alcanco urna victoria assignalada. Final-
mente aln est o Domingos com o seu ca-
briolel de aluguil, e mediante os dous ba-
gos tantos outros passarei vida alegre e fulgada.
caso nao he para menos.
A bexiga duninuio de intensidade, mas
infelizmente surgi agora um terrivel subs-
tituto, que sob as formas de delluxo, tosse,
catbarro, coqueluche, vai perseguindo a pec-
cadora descendencia de Adao. Uuias em
cima das outras.
Adeos, meu charo senhor, disponha do
pequeo contingente dos meus servidos, que
posto sejam ollerecidos por uina abjecla 111-
dividualtdade, todava sao.sinceros.
Adeos.
Cosmopolita.
reram por esle syslema allraclivos maravilhosos, e
escilaineulo para os eslodos superiores.
Perrorrendo assim as ralhegurias dos trabalhos do
colleg u, vosea lillio ira' subiudo, como sa foses um
briuquedn para o. e-tudos da rhelorica e [ihiloso-
phia ; complemento da instroc{o primaria.
En qui/.era. meu amigo, que e.les dous estados
fossem inseparayeis. Se a rhelorica consiste snmen-
le no arnnjn de palavias e phrases, nos meios ar-
liciaes de persuadir e deleitar, c na nomenclatura de
figuras, qno os pe'antes invenlarnm, enMo a rhelo-
rica e o mal uulil eiercieio du espirito humano, e
o maior inimigo da eloqueucis.
Se a pbilosophia Consista nicamente em un tra-
balha do ebalraeege, em enfileirar ideas por cerlo
modo, ou jugar con) os pnusamentot como com as
peeas do xadrez, declaro que repulo a plnlusopbia a
exlragacjo do tenso rommom, a eondemna;a da
laculdade de racionar,
Mas nao be esla a verdjidc. A pbilosophia ha a
invesligarjo da verdade ; a verdade he a vida mo-
ral do bomem. mas sendo a vida moral do houiem
moas,dos que a rfilei.diam, baqueou em puncos
mezes. e vimos Iianslormados em republicanos an-
ligos 1 t nos nomei!, os homens educados pela
moiiarclua, commelteudo crimes, horroies e aclos
grandiosos qae su se podem explicar pela alieuaco
mental.
Os mais culpados, mea amigo, nAo foram os qoe
praticaram estes aclos de pbrenesi, de imitacAo re-
poblieane, mas sim aquelles que iiroduziram esla
epidemia mural, esla corrupto de ideas, dando a
beber com o leile a educarAo republicana, e ensi-
llando aus discpulos os manejos do foro e do se-
nado.
lelo sob o rgimen dochrislianismo he alm de
urna loneora um crime, e no entanlo ha urna cons-
tante dspasicjjo para voltar aos meamos errse des-
vario, e que se a religAe nAo se tornar a goia e
impulsora da edocaro, nossos filbos e nossos nelos
serAo republicanos para qoe nossos bisoetos o oAo
sejam.
Isio exphea-se pelo continuo habito dos ejercicios
fulos sob o encanto dos senin> da antiguidade.
expansiva e -oc ,1. carece de ser ronimiinicad. ex- entanto, um espirilo'.ocegado" "e'oinaTazao'cu'lliva-
imenle. O bomem nAo vive se e.la" inSetlvo : da impedirse que a imaginado
ura esla artividadc. esle mein de romniunirarao lie a
palavra ; por COOSeglillte a palavra be esseucial a
philosopbia, bem como a pbilosophia he indispensa-
vel para que a palavra niu seja um ora vasio. c sem
significaran, pois a palavra, o verbo, nao he oulra
cousa senao a espressao, a forma exlerna de una
realidado inleina Se a palavra ficas-e reduzida a
soos harmouoses, era zero pbilosophicamente fal-
lando.
Aqoi (endes em pencas palavras, lalvez um pouco
abstractas, a razan pela qu?l eu nao quero separar o
estado da philosopbia do da rhelorica. A inlelli-
gencia dos discipulos ganbaria aisle na mesma pro-
porcAo que angmenlarn a sua inslrurcao. O gO*tO
seria puro, porque seria verdadeiio, a razo forle
porque seria jusia. e a forma elegante porque seria
sempre correcta corno a idea representada.
Devo recoular-mi- que nAn eslou Iralaudo um
eurso de estados, mas romo fallo da educacAo, que-
rendo eu que o peusaineiiln religioso inspire e fe-
cunde lodosos trabalhos da joveutude, por isso de-
sojo que us estudos philosdplucos se misturero coro
os esludos artsticas, desculpai-me o epilhelo, o que
quero dizer he os estudus da arle formalista,a rhe-
lorica.
J em oulra parte (ivo occasiao de explicar como
he que eu autendia que se devia orgnnisar o eslu-
do das f liras. A lilleratura, meu amigo, he o or-
najnenlu do bello e dn bo 11, islo be, da verdade.
poique sn esta pode reunir, as duas manifcslaces de
bell-za e de bondade.
Eu nAo posso por modo algum admiltir que a
eloqueucia e a poesa consistan) em formas de lin-
guag-m, eu quero adiar nfidu- o ervo, a reali la-
de, a urandeza da csseocia, isio be, o peusamento
gran le, bello, verdadeiro, proprio, sublime e natu-
ral, parque as roaiores grandezas e subliintrtades -,in
naturaes, pois a nalareza he a grandiusa manifesla-
r.10 da ninuipoteocia do se
Que campo vaslissimo
85orie>a&e.
GABTASA L'MPAI.
Sobre a educarao de seu illio.
Por Mr. Laurenlie.
(GoatianaeSo,J
VIH.
j. Do espirito dos estudos.
tm quanlo a historia, se vosso ii.hu nAo aprender
da Inslor.a senAo lacios e da(as, esle esludo pouco
UM aprovellar. ite necessario que logo desde o
principio elle se habitu a descobru o que ha de su-
blime, profundo, e providencial na historia, porque
he nesla que Dos se moslra guiando a humauidade.
ivao esperis que logo nos pruneiros anuos elle
nuTMs. a seu oei prazer encaixou-sc na sup- possa iirufur-rVm i l"'"""m anuos ene
dito, que oll'erecia todas as probabilidades
de ttiumphar.
Segundo circulo de S. Miguel.
O vapor ingles Tjne, vindo do itio de Janeiro c
Babia, Irooxea seu bordo os seguiules passageiros :
modamenla em um sor, tirou a carleira, e lomou a
attilude de quem preparabas para escatar.
Se V. Exc. espera alguma narracao complica-
da e extraordinaria, sua curiosidade licara lograda
tornou IJr. I.esealle. O estado em que acabamos de
ver esle castello, esle sabio, cojos movis parecer
ler voz. ludo nos di/, que aconlecoo aqu uina gran-
de desgrata, a qual quebnni duas existencias.
Seidlsso em gerai, mas as circiunslanrias'.' per-
gunlou o barao. '
NAo dire nada sobre os membros da familia de
La Pniede ; vossa excellencia sabe como
cumpnra
merrrera con-
peddos seus :
I pooro importa todos estes lestemunhos.i um bomem
que nAo e horrorisa de vender a sua patria, quan-
lo mais de rebaivar diante de om ingles a um sen
patricio, cuja probidade e servicos relevanles nao
he una das
O lasares da mAi, 6 da filha acliavam-se mu cla-
ramente designados par csses mudos testemunhos pa-
ra nao seren logo reronhecidos. o brincos de oulra somenie b.it 1 un sido inlerrom-
pidos. Que fazia a mAi'.' la enirar sem duvida.
nin lempo ,1o tudas as alleicoes e que as tobslilaem ;
riles realisaram quasi oeste canta de Provena us
lypos bellos e immoilaes de Paulo e Virginia 1111-
r. 111 ans Mnle anuos Paulo rasou com Virginia, a
qual tinha dezoito.
l'iveram urna lilha a qual ehamarara Deniee, e
foram dllosoa .luanle seis anaos. Bis aqu loda a
De-
que
Onde eslava a filha '
gre ua cmara vizinha
Nao ousb
Nao. S
a-se sua voz ale-
leucio absoluto.
Os dous homens encararain-se r laicamente. E
perunerilar.im a sensatAo inexprim
as vezes a vista de um ninho asii
vel qoe nos cau
I 111 seibo no-
Basa sabio liulia eloquen-
um ramalhelc
1lo eslava aberla
nds approsiinnu-
lario, e um velho laful
na 11111 i poderosa !
Sobre um canto da ehaminc via
da violetas sccras, sobre o ouiro 1
orna gazela. O bar.to de Creta I
se, e leo :
7 de marro de 1817.
IlAo de rasar desasela sanea I amnlia, mur-
muruu o nolario, he o dia da morlp da pobre con.
desss de La l'inrde.
Enlo, Lescalle, conlc-mc ol que aeonteceu
nesse teropn, disse ..,1 ir tornando ti si da enioi;ao ;
voss guarda as chaves de sin. lembnancas, romo as
le l.a Pinede, com urna rigidez de darcreirn.
Assim o Untas promellido, rcspivideu Mr. I.es-
ealle : agora miaba umiscnrAo alo (lode desagradar
a oinffuem.
1. 1 ii I L |"i'"""''">'' ju"ucaoa nano tivessem conser-
I os bem. Oremos os sellos de sola Hiscrlcjlo pe- | vado separado .la Pars
ra fallar le';.ilrnenle. e rnmeee. Suulmuiln apaixo-! Alem /listo ella amav
nado por historia, e md, es.-e rmstenolr.w-.ne pre'o de 1 a Pinedo. 1-inn licsl.....rnhaos moi inven-
W..*?.*?.**1-'. 1 Honorato o Lnlsa perimeotevem um par, om o
Acabando est.rs palavras o barao ass,jntou-se com- | entro um desses enlimenins qoe parlieipam ao ms%-
inligas do pas. Na reinado de
ilicar esle pequea
castello em urna bella HloacgO no mein de mn bos-
que de pinheiroa para rabslilnir o castello de iris
lours queeslava arruinado. Eram do pequeo a-
mes* de nebros mais venerados cm seu canlAo do
que conitecidoi na corle ; por i.so a revol, lo nas-
ou sobre elles sem alranra -los nem de-apn.sa -los
ca teslaurar.V) nanea Ibes perdouu n.io tereme-
migradu.
O barao fez urna leve r.irantoolll latir nido ao for-
ro do tocto enorme baforada de fum. n. 1 .,.
Fonda linham emigrado.
Dispenso a hisloris poltica da familia, meo
charo Lescalle, u..-e elle ; passemos ao romance in-
timo.
A hi-loria e-1.1 acabada, c creioqae della 11,10
alnisei, seubur bario : o que cu disie era necesario
pira esclarecer o romance Intimo. Eslas poocas pa-
lavras deviam explicara vossa exeelleneia romo o
joven conde Honorata de l.i Pinede earerr
vida na sua felieidade conjugal,
horisoote a i.linnles de seusdoinin
nobre, bra-vo, e inlelligenie, 1
do inundo tena sido mni l||a para ser despreza la
se durante o imperio honrosa sosceptihilidades, e
depois amsallivesjostficadanAoo livesse
sua historia simples e breve como a rellcidde.
pois om dia cabio om raio nesle paraso.
.Madama de l.a Pinede atieada de urna doenca
de coraeSO morrn sbitamente. Fallecen bella
ralis, ad nada, risonha. enlre a filha que brncate a
eus pos e o marido assentado a -eu lado.
Oh! accrescenloa Mr. Lescalle com accenlo eem-
inovido; parece-me ve-te anda naque!la pollraua
leudo a rabera inclinada para airas, e .1 mAn sobre
.1 caber.', de DenisC, a qual ella
Magistrados, sacerdotes c mdicos apre-
sentaram-se na scena eleitoral, vencendo
cmlim a magistratura na pessoa du Dr. Sil-
veno, elcilo depulado, e o sacerdocio na
pessoa do Itvm. Miguel Corroa de Araujo,
elcilo supp'enle.
O r. Oiticica, cujo triumpho era infalivei,
assim como o Dr. Cajueiro, desta vez 11,10 fo-
ram contemplados.
Terceiro circulo-Atalaia.
Quatro foram os candidatos, a lula foi re-
nbida ; de parte a parle a estrategia teve pie-
no desenvolviineulM, sahindo emlim victo-
riosos o Dr. Pedro Antonio, eleilo deputado,
e o Dr. Casado Lima, supplente. A eleieao
do primeiro foi receida com enlhusiasmo
por a inaioria da provincia, taes sao as dis-
tiuctas qualtdades que oriiam o sympatico
Dr. Pedio Antonio.
Quarto circulo Penedo.
Viram-se en papos de aranna, ou como
vulgarmente dizem, em caigas pardas os in-
duentos deste circulo, tantas foram as exi-
gencias e tantos os candidatos. Nada me-
nos de seis eram os aspirantes ; delegados
do governo,'desetubargadores, juizes muni-
cipaes, hachareis e proprioiarios, emlim at
Uanheuiaun vio-se all representado na pes-
soa de um dos seus mais Ilustrados segui-
dores. Atoa-so o combato, os contendores
quaes fortes paladins d'oulros lempos, do
langain riste investem-as inexpugnaveis
trincheiras itiimigas, o um tortivel comba-
te te tu lugar, a victoria esta indecisa, os
nimos eslSo na espectaliva, ate, que emlim
chegou a acia uo collegio da Matta Grande,
que qual a espada do Alcxandre corlando o
n-gordio, dissipou as esperancas dos enl'or-
quilliados, sahindo elcilo depulado o Dr.
Salvador Correa de Sa o Benevides, e sup-
pleute, o Dr. Carlos Augusto da silvetra
Lobo.
tuiito circulo-Poito-Calvo.
Aqoi nao apparoceram os taes accesso.rios
que eu encaro como a poeira das eleicoes,
taes cuino soceos, bofetadas, empurroes,
descomposturas t e cotnilante caterva
de precalcos a moda ingleza. Sem maior
estropdo, sem algazarra sahio depulado o
Dr. Itoberto Calheiros, e supplente o Dr. e
commandanle superior Jacinllio Paes de
endonca.
Basta de eleiges.
-Nao heestranho a Vmc. o estado prospero
desta capital, quanlo nos melhoramentos
materiaes. e quj; .se proseguirem, certamen-
te Maceto sera brevemente urna cidade di-
na de ser habitada.
Os capitaes que vegetavam enferrolbadofl
era seus antros, receiososdo contacto da luz,
romperm as cadeias, e ei-los constituindo-
soosfortHsarchilectos da reforma desta ci-
oaiie. l.'rr. bello palacete, um'excellcnte tem-
plo anda cm conslrutQiio, mercado, quar-
leis cemiterio, pharol, emlim lautos oulros
ediiicn.s, que revelam o interesse que lo-
viver. .amara e morrera, se cobrissa de luto 1,0,
ella, elicassesempre sem ella solitario e deapresado.
I romelli ao conde observar Belmente suas iiislruc-
cues edcpois de ler-me aperlado a rolo elle subi a
carruagem coma pequea Deoise e sua ama : deei-
d.ta-se a ir habitar P.,r.s, leudo em vista a educa-
cao da (1 ha.
Depois durante quinas atino* velo einpre uo nwi
ae marcopassar aqu orne semana fiaava e.s< oitu
das soiioho, fechado cota suas lembranras, evocan-
as-as de urna cm orna ; as mais deliciosas eram as
maispongenles. Depois vollava para Paris onde es-
lava a hiba.
lo de nAo saccar lodo o fructo possive da'licdes"aiie
urn mestre hbil pode tirar da historia do Mesado.
lia Ulvez bem poucos ramos dos estudos huma-
nos, de que um mestre possa tirar tantos meios para
dirigir o espirito de um infante para o bem ou para
0 mal. Nao ha auloridade mais imponente do que
a dos ejemplo., e entao a historia que pode ser urna
galena de eseinplos de virtude tanto pela belleza
dos quadros desta, como pelo horror que inspirara
os do virio, podo se toras pelu aopbisma e e.10 dia-
blica nina escola de vicios, de erros.de cr.mes, e de
liupiedade. '
Nao fallo agora senao das primeiras noees hist-
ricas, mas adtanle Iratareroos de orna scioncia mais
elevada, a qual mudernaineule se tero dado o oome
de pbilosophia de historia.
Por agora basta que nos persuadamos da necessi-
dade de animar o esludo dos lempos passados por
meto de ideas religiosas, e que tornemos a historia
um eserccio de lgica, de observaoAo, e de critica,
em vez de urna Bpplicacto da memoria.
Esla faculdade esclosivamente applicada a his-
toria, beatifica, inalerialiaa o horoem, loroando-o
urna machina como a do relogio repesando as divises
do lempo sem consciencia do que faz.
Ora Rollin com a sua simplicida le adrairavel e
Uossuel com a anloridade do genio eucararam a his-
toria como ella o deve de ser.
Esle mesmo espirito animara' todos os outros ra-
mos do ensino, e sem isso lic.i cerlo, meu amigo,
que vosso Itlho achara' o L*l0d fri e amargo.
lie oeceasario que ella comprehenda por si mesmo
que os trabalhos tecbnicus que Ibe oceupam os pri-
mearos aunos, leem por fim lorna-lo no futuro, iu-
lelligente instruido, e virtuoso.
Se elle nao conhecer que cada urna das palavras
do mestre leude para esle fim, ha de enfastiar-se da
vida do collegio.
Para qoe serve, dra' elle, verter as palavras Bre-
gas e latinas em palavras fraucezas ?
E o caso he que lem razAo, -3b esle exercicio que
nos pnmeirusanoos nao pode deisar de ser um pou-
co material e mecbanico, nao llie for mostrando co-
mo meio nico seguro de entrar a fundo ua intelli-
gencia da antiguidade, e como sendo um eoromercio
do presente com o passado, e uiua troca de ideas e
nao puramente de vocabulos.
Era vez de por ern francez as palavras de Piala.)
ou Cicero, o que elle faz he conversar, he ouvtr
1 lalAo e Cicero, eulende-los, comprbeiider-lhes os
pensameolos, aos quaes da' a leras externa e de
boje para assim imdhor os enleuder.
Com esie u.eili I e syslema eseculado por nm
lium nieslre, po e inlell.geule i.Ao ha ramo algum
dos eslodos gramroslicaes que deize de ser para o
inlanle um objecto de reflesAo e modilacao pro-
veitosaa quinto facis por adaptadas a sua intelli-
gencla.
DasU forma achara' lacis as difliculdades e as-
perezas que de ur Imano pelos outros metbodos a-
pmseniam estes estudos,
Esle espirito religioso, esla moraldade dos esludos
apphca-se a lo los os ramos das scieocias, porque to-
das estas sio urna licAo viva em que Dos se revela
ao discpulo pela hueca do mcslre.
Infelizmenle uos netSM collegios e esludos moder-
nos as sciencias teem adquirido pela ausencia desle
espirito Vivificador um carcter de aridez e aspereza
qu o despe de todas as gallas de espirito.
Mas esla avidez, nascida do materialismo dos sys-
temas pode desspparecer. Eoler, as soas delicia-
sas. Crias a urna princesa da Allemanhadeu e-
lemplo da hnguagem propria a esla cnmbinacAo do
eosuio lecbmco om as ideas religiosas, e o trabalho
da observadlo e medltaeSo, donde resulta a forma
agradavel a potica da ejposirAo das verdades e
principio da Bolencia. .
O discipuln be dest'arte conduzdo a novas nves-
ligacoes pela facilidade das applcac.ies, e nao ha
esludos, mesmo os mais ru timcnlaes que ulo olle-
te, elle nao pn le ver conclnr-se o casamento de sua
filiia Denlse com .Mr. do Hallarme.
En cis.nn.ulo b.il.lou-se ".' pcrguolou o ba-
rlo.
NAo ; porcia o lulo relardou-n. Mr. Mallarme
que ha mannheiro, parti para a estarAo do Orien-
te, e madamotsella Deniee aconselhada pelo seu lu-
lor, Mr. Lesrand, amigo do conde, poz La Pinede
ern venda. Vossa exeelleneia sabe o resto. Coma tu
lor n.lo visitn a Ierra, nao pole apreciar o aug-
mento de valor que a estrada nova asseg,,rava-lhe,
approimando o castello de Uarsclha. Pela minha
parle exagere llie om pouco o eslado deploravel,
x* ..i .. ,nK.H ... '..... ^.^>.=*-,.? um pouco o csia.jo aenioravel
:S::r ::::i:' "":'i- -'-i*!* .i.Pobr, ,... iS.n".eto
meiro dia, tolos aqu suppiiiibam-no louco, e ocha-
vam grande desgraja que una familia Uto nobre nao
1 ; depois ajnelh.lT|Cdi..nle'd"lu" '""'1 "Vn,t"l,'ia wnBopornm doud'oe'uma ine-
deisa catas-
ta
e restringi seu
$. Joven, neo,
na posieio n Ihealro
conde Honor.lo e.lorran lo-se por fase la respir
espirtlos, infelizmenle notis, e conlemplando-i
rom olhos dilatados, em que comeen,1 ,, dc-pun-
tar o terror do desespero.
Como poude votad ser lestemnnha
Implie .' perfanloa o bain.
Eu linha viodo aqu fallar ao conde sobra al'
gons negocios, o do limiar deqoella porte por onde
entramos, vi etsa scena doloroso. A primeira vista
eomprebeildl lugo que nAo havia e-per.inra de fa-
zer a eunde-s.i recobrar os senlidos, e esforeei-mc
por arrancar o pobre con le de tao horrivl especia-
culo.
Elle deisoa-ie condnsircomo am menino. Eslava
quasi dando, e assim fi.ou durante mullas .emanas.
Seos amigos affligirain-se pela as dor, e lolaaras.
eflicas fazo-lodeuareste lugar.qoeeinlodorecordavs
Ibe a molher. A principio elle recosou ; mas invo-
caram o nome de sua filha, e elle ceden. Antes de
retirar-se de.pedio iodos os seas criados, mesmo o
pirdiiieiro, fecbon o ci.lidio o o parque, e depois
mandn rbamar-me para conflar-me as chaves, a
esigio minba palavra deque nanea roe servirla del-
la- para entrar na c istello.
Qaeris qae osla cnie, estes jardins, eslas mores,
lodo esle bello lugar, ero qae sua l.ui; a niicer.i e
uina.
A' sua uliimx viagem acliei-o mais abatido que
nunca.
Meo charo Lescalle, disse-me elle, ja von-me,
tinha qoarenta auno.. esioio-ocom alegra. Minha
lilha lem desoiio anuos, e esl para casar com sen 1
primo de Mallarme ; elle ama-a, ella sera' rica, feliz i
e eu lerei preeiiChido minha larel 1 nes| 1111111.10,
po.leiei depur sem remoraos uranio davida que Icro- i
me tiarecido l.iu pesado In qoinze .unios.
Qae, senhor con le, disse-lhe eu, vossa excel- I
leneia (erosemelhsnles deas? Nao e.la' doenie, e I
vivera' a.ma minio lempo.
Tenbo a peior de lo las as doencas, Lescalle,
toriion elle, padecopeh ferida incuravel que fez-me
a felieidade perdida. Sun, viv seis anuos na esphera .
radiosa e lna:ce hi della. a que la quebruu-me. Xao he hoje que mc-
rero ser lamentado, era amigamente, qoamlo linha
o nosso
leixou eahir a propredade, o chegamos assim a po-
la em venda pur um preeo que loma sua acqusicAo
pos.ivel ao Sr. Cesano, seo lilho.
M.ie lornaria a acqaisirao possivel, disse o ba-
rao, se nao tivessemos concurrentes serios ; mas esse
Mr. de... romo chama-se elle '.'
De Yedelle.
De Vedelle, veio desconcerlar lodo
plano.
I'iz quanlo Ini-me possivel. Snpprim quasi os
aiiiiiinrins. Jo pohliquei ,1 venda ser.Ao oito dias
antee, slo he, apenas o lempo de ser advcilido em
Marselha. Mas comprador vem de Pars.
D Paris nao ceroprebendo, disse n barao
He COUia mu simples. Parece que roadamoi-
selte de \edelie enconlrou nasreuniOes .1 madamoi-
selle de La Pinede. e es-as duaxenhoras Conversan-
do entre si arranjarara lulo. NAo podia-se prever
isso :...
lie o diana .'
franco
dadeiro, islo be,a nalurez moral do hornero.
Em conclusao, meu an)
ve acosluroar-se a vivilica
do o peusamenlo humano
supremo,
me olferecia
agora para
eu desenuolver o meu 1 en amento, e quanlo me se-
ria agradavel applica-lo a todos os objectos da sci-
eucia e da arle humana !
Mas devo reslringir-.me
ser que a arle humana 11A
cAo ;em Iodos os ramo
imagen) exterior e sensive
mente o pens.mrulo de g
no meu ponto, e vem a
i se approxma da perfei-
euao qaaudo realisa em
o que engendra interiia-
andioso bi.m, bello e ver-
go. o estudanle nAo de-
o estud da arle junlan-
nra, s o chrislianisnio
he que pode minislrar-lh. meios para islo, porque
s o 1 liri.liani.mii he que
tal qoal be, e aqu esla' a
Expe o corarAo haroauo
razAo, pela qual eu quero
que a pbilosophia e a rhelorica andassem a par
guiadas pelo facho da religin cbnslAa, sendo si-
multneos os exercicios de inlelligeucia uo estuJo
desles dous ramos dos conbecimenlos humanos.
Quslquer que seja a loqca dos babilos, assim mes-
mo fareis com que a religiao predomine nos estu-
dos, e que odesenvolvimenloda bondade do corarlo
preceda o do espirito, e tereis feilo niuilo.
Saiba vosso filho que'o que he bum he bello, e
que a verdade he a arte humana.
Ha ueste princio seini-poelico, semi-philosophico,
urna iimnle.l.irii. do espirito chrislAo, que eu qui-
zera que presidisse a educacAo.
IX.
\ olio anda a tratar do espirito dos esludos, nAo
por vos ou pelos mestres, porque estou cerlo que
comprehendeis o meu peusamento, supprindo o
que posia fallar na 511a exposicao, mas para indicar
um ponto, taives ftil em nutras circomstaucias,
mas grave ruis temp. s era que vivemos.
Vou entrar ero am assumplo que se liga* com a
poltica, roas nAo farei seoAo tocar as fronteiras
desta.
Ja disse os perigosque se do em por a mocidade
nos seus primeiros anuos em contacto cm as enge-
nhosas loncuras da auliguidade; mas anda ha
onlro.
Esla antiguidade to seductora pelo enlhusiasmo,
aprsenla a vosso filho imagens capazes de abalar le-
das as libraspor um lado virtudes airosos, mas
proclamadas Cumn heroicasscenas populares chcias
de einoc.Ao,dedicaccs, assa.sinios, carnagens, sa-
crificios, espectculos c scenas de lodo o genero,
grandiosas, ludo lato rodeando a imagen, da rep-
blica, rori'iandn-a com a triple coroa da liberdade,
viflona e glora, Ires cousas que inllaromam as
imaginacoes da infancia, e coimnovem as almas
inexperienles. aj
Sallrereis vos, meu amigo, que vosso filho se dei-
xe levar por eslas admirantes '.' e
NAo exigiris dos mestres e directores do colle-
gio que resfrien) estes eulhusiasmos, que Ibe acal-
mem os ardores e suceguem a unaginacao '.'
Sera una grande degraca se 11A0 tomardes tent
neste negocio; sera urna desgrara que deixeis des-
envolver estas idas, as quaes nunea poderAo
ser applicadas nossa sociedade, c que servirAo s
para por vosso filho em lula coro a sociedade de que
he membro: a sua intelligenca uSo viven 1.1 no
mundo real, estar de noile trabalhando por desco-
brir o meio de o destruir, e esle conflicto de urna
vida iuteira (ornar vosso lilho louco ou perverso, e
ero ambos os casos desgranado.
_ Anda mal? Mas foi assim que a monarchia chris-
liia o francesa educoo a mocidade de qualro un cin-
co aerares, e com is| pro 'uzio a revolaran.
Aiuda mal Mas fui assim que quando a experi-
encia havia pruduzido a reaccAo contra o mal, uau
se .Hienden lalvez a mais forte das suas rausas, e
coulinuou ; c por isso a oova gerarao, que nAo vi-
ra, nao apalpara as cousequencias praticas dos eslu-
dos, achou-se sonhando em um mundo que nAo
existe, e tralou de destruir oque existia.
Hoje surcede o mesmo, marchamas para a rep-
blica, e sendo esla impossivel para o cesarismo, de-
pjis para o baxo imperio, e por ultimo para adis-
saloeAo social ; porque he islo o que esludamos, o
que mu vimos como exemplo. '*,.
Os nossos esludos Na republicanos, e sempre o
lem sido, a admiracAo que professarons pelos es
criptores da anligoidade classic tero feilo que ad-
iniremus e ado[ilemos os costuroes, os habitas < as
ideas des-as pocas.
Os educadores os mais reservados e piedosos teem
cedido a eale inlluxo. O proprio Rollin, tao boc-
doso, e cujo espirito clwtolao eu lano elogie! anida
ha pouco, exalfou mais do que uinguem essa paixAo
Iliteraria pela repblica. Todos os grandes ejem-
plos, lodos os objectos de estudo, todas as Ibcses de
premio e einulacao, san lirados .la historia das na-
coes antigs, anli-chrislas. O eiillmsiasmo moili-
plieou as formas da espressao. A imilacAo da an-
tiguidade, eomecao pela umlacao das turmas da
expressAo, a adoracu d-s bellezas de simples for-
mas Iliterarias Iruuxe comsigo a adoracAo das ideas,
e a deslas as dos homens c inslitoices. O habito
produzio a conviccAo ; a mocidade encheo-se de re-
cordares, viveo em Itoma e tirecia, adulta quis
Iraosfurmar a sociedade em sociedade anliga.
Ajuvenlude havia vivido e aprcndid 1 a fallar e
pensar r.o senado e 110 foro, no meio das revoluces,
dos partidos, das perlurbaces, ludo dramticamen-
te descriplo, visto e ouvido, e entao para ella a
realesa so poda ser Ijraunia, e a liberdade so esis-
li com a repblica. ConlusAo de palavras, so-
physmai de rhelorica.
Uaqui provier.rn cssas exall.ires que por rouito
tempo a velha soritdad niuiiarchica exacerbou re-
Isliado-lhe de frenle, em vez de sarar a causa e
assim succedeu que a sociedade, podre, pela base
pois lAo erradas eram as ideas dos que alacaram r.,1
_. 3* desvair pelo en-
lhusiasmo, porque temos luzes sufiicienles para ava-
har devidainenie es.as viiludes inhumanas, que en-
cheram de admiraran os autores amigos.
De que nos servira serinos rhrislaos, senAo soe,-
hessemos admirar s o que he hallo, c detestar o non
he brbaro .' H
O sabio Rollin, esse prudente director da mocida-
de, loi arrastrado pela correnle do seu lempo, das
ideas do renascimenlo das I.liras classicas ; e por is-
o esqueceu-se de prem parallelo as virtudes anti-
gs, caracleiisadas pela sua rudeza, com as chrisla 11
repagadas de bondade. '
Ao ler alguns dos seas escriptos, julgar-se-hia qoe
nos lemos de viver como os Gragea e os Romanos
quando a nossa sociedade esla' fundada uos princi-
pios do evangelho.
Esla aberrarlo de Rollin. moslra a facilidade co-
mo o bomem se deixa seduzir at ao ponto de se
identificar com as i as bebidas nos esludos Ilitera-
rios, e cegar-se coro o biilhn das belleza, de forma.
Meu amigo, fasei qoe vosso filho tire outras lices
do estudo da litteratura anliga.
Ka maior parte dos seus exemplos de virtudes ha
urna exallaco, ou abjecrAo que toca na chimera
pelo enlhusiasmo, ou desee a' ignominia pela tor-
peza.
O homem n.lo existe em sociedade para viver em
um estado vilenlo. Ora, pas matando os falhos, fi-
IbMassaasinaado seus pas, os suicidios fanticos, os
sacrificios cruentos, a exaltado da soberba e da vai-
dade, o enlhusiasmo pela patria, fasrndo desappars-
cer o amor da humauidade, ludo islo indica esforec
exagerados do homem, bu-can.lo a grandeza fora
dasleisda juslija e da inspiacAo da gloria na-
tural.
Se o meslre de vosso filho tiver um espirito chrs-
IAii, e um salido esludo, hade de admirar ai verda-
deras generosidades, mas ao mesmo lempo notara'
o que ha de falso e sopbxslicn oestes herosmos de
orgullio, oo em certos sacrificios nascidos do frenes
c fanatismo.
Basta esla compararlo simples, fcil, verdadeira,
roas que que deve ser continua, entre as virtodes
pasasl a as eJirisISa, para dar a vosso filho orna
tusIrocsAo solida, verdadeira, chrislAa, e sobre ludo
o habito da iuedi(ar;o.
Uaslara' islo para que elle cotillera o qoe valsm
eslas repblicas, ero que a mAi au devia chorar
quando llie morria um filho enmbatendo pela palria;
para nAo sa deixar arrastrar pelas grandes phrases
de herosmo applicadas a aclos que fasem estremecer
a naiuresa, e abencoaria mil veses a religiao, qoe
sem regitar u que ha de grande na historia, Ihe en-
sina todava a ser grande pela humildade. que fes do
amor do prximo urna virlude capital, e sanbficou
as lagrimas como premio da ternura e do arrepen.l-
menlo.
Alm dissn, he necessario aproveitar esta teora
idade e estes primeiros estudos para meditar e co-
ohecer o que eram as taes repblicas.
Vosso filho deve saber desde o romero dos seos es-
ludos a verdade ero lado, e entAo bom he qoe saiba
o que eram formas de gnvernos oade moi poocos li- '
abasa liberdade para tudo. a escravidao para qoa-
i todos ; islo o previnira' contra a possibiMdade das
imitar..... desles eovernos nos lempos modernos.
He necessario fazer-lbe ver que a repblica entre
os aoligos nao passara do exclusivo ejercicio do po-
nas as mAos de uns pouco., patricios 00 grandes.
Pobre povo de Roma Vede a lula continua dos
tribunos contra o poder do senado Que re, que rea-
leza foi nunca tAo pesada ao povo como esta aristo-
cracia, astuta nos coirselhns, dura as revoluces,
cruel as medidas, e que quan.io nao linha outro
meio [socava mao da guerra para se livrar dos em-
baraces internos, e qae assim viveoseiscentos aunos!
Os pnvos nAo podem viver sem autoridade, he urna
condicao esseucial da vida social, e por isso facam o
qo fizerem cumpre npparecer, e cada ves mais pe-
sada, oppressora e Ivmmica, quanlo mais prxima-
mente existi a repblica, essa eterna sophiimacAo
da liberdade.
Eu desejo que vosso filho tire estas lires dos seus
eslodos da llleratura classic.
Vosso filho iiasceu e ha de viver em urna socieda-
de formada pelos principios chrislAos, anda quando
mais aveasa parece a estes ; vosso filho psrtence a
urna sociedade essencialmente mnnarchica pelas id-
as, pela historia, pelos habilu.. e por consegainte
vosso lilho deve ler tudo islo, c nao as ideas da Cre-
ca ou Roma pagaas.
Paro aqu por agora ; bem sei que haver urna
poca em que ser necessario desenvolver o pensa-
menlo de vosso filho, e explcar-lhe qual he a nrn-
ilarchia que perlcnce a trana, mais anda do qoe
a rranca Ihe perlence ; he eulAo qoe elle deve es-
lodar os principios e os fados.
Mas agora nAo he a occasiao, semear boa semsnle
que os Tractos virAo 11c lempo proprio.
Continua.
'.' 1 Escripto em IKIi.
o preco passar de duzenlos mil
fonoso me sera' renunciar ; usando de mea
dianlele iiiimqiiiii/.e anuos de dor incessaule, quau-1 "ln '.,D '"ulo-me, ernpeubaudo o futuro 11,1.
do um dever relfqha.ms n-ste mundo. I,05, ,r alcin
.. ...... Mo! disse o notario.
E.-o le., r era soa filha, dis.e-lhe eu. Houve m silencio, drame
. hllel.......onSole me rumprehendido. e cuar- roen- nbscivaram-se
don o silet..... niheei qoe era ama olma ferida sem
reca o e cali \ me. lies meses depr.i-. eslava roorto.
Seus desejo, linlu:;-
o qual os dous bo-
rouliiaiiienle.
ii-iveriu lalvez um meiu Je arranjar ludo, lor-
nou Air. I escalle.
camprida mu protnplamsn- | jual
Eu podero lalvez por a' sua ipn-i,au un< ,V|
mil rrancoa, senhor bario.
lVe"'-.l-'S''''"."' vos-,, (aria ieso? exclamoo
ssr. ae i.roix Foods, iicando sbitamente radioso
Mis, conlinaouo notario p-osadamenle, seria
urna grande parle do dolo de milas lilha. e Rosa ia'
e.la grande '
Ah he o dolo de sua lilha Enlo...
E o h l.lgi lomoa um des.es semblantes Moa me
dizem : .Nao rallemos mais a esse respeilo !
Esla' bem cerlo de .cus eleilores tornou Mr
I.esealle, querendo sondei a ailoacao a fundo.
oasi ; isso nAo me da' cuidado
lie que eu polen dar.|he alguus, se concor-
dassemos.
Pois bem ; a abundancia de votos nunca be
prejudicial. '
Oh seria cousa mni grave para mim, diseco
notario ; vossa exeelleneia eomprehenda quo nao
P".s..eparar-uida Iraccio que liga-se ao nome .le
llicher de Mmillmii.
Tambem por cansa d sua filha Rusa
ton o ha>ao sorrindu com finura.
Sm, pur r 1,1 1 ,| i; ..... quero iaeH rom vn-
s.i exeelleneia de crias .tare a mesa. Arlemon
Iticlier...
De Muniloni-, aerreseentoaO barao rindo,
Ailiin.i. Ricber parece reqoosler a Ros, ede
cerlo 1,.,., conven me romper com soa familia bel-
dando .1 candidatura de seu n.
Arlemon dara vossO soa filha a ..... bomem
tan crosseiro .
Eu quisera aehar ootro melbor, respondea o
ilutarlo...
ti barao de Croix Konds lomou o chapen, r sabio
para a rua de nliveiras. Esteva resolvUo a nAo
compreheoder. O notario nAo nsi-lio. A eonverea-
0 lie.111 ah : elle. pa..,ira|n p. lo le reno de I a
I ine.le, avallando ludo, e admirando a desorden]
que reiuava por toda a parle. que pirecia ser eapaz
de desgastar o aovo romorreale, se elle visilasse ,111-
lei de comprar.
Depois dessj especie de inveulario appntiSUlivo,
*&ubHcac0t& a ptbivo.
Discurso recitarlo pelo Sr. Francisco de Freitas
Gamboa, prolessor particular de primeiras leltras
pelo methodo de Castillio,pronunciado no dia 10
do correte por occasiao do ponto dado sua
aula.
Senhores.Nao podendo cu considerar boa
a Dslrucjuo que nao marchar demos dadas com a
religiao, hei feito enllocar em as nossas escolas o
signal da redempeo, e nunca principiar ou lindar
os trabalhos escolares, sem os competentes hymnos
religiosos, recommendados no directorio deste me-
thodo, ou de invencao dos Srs. professores. He
por esta intimidada da instruccao com a religiao,
que visteis responderem os meus alumnos a todas
as perguntas sobre a doutrina ebristan, e a moral
civil e religiosa.
Por este methodo, que lie o nico verdadera-
mente simultaneo, um so professor pode ensinar
um grande numero de discipulos : ao passo qua
estes decopoeme compoem a palavra fallada, an-
da sem conhecer as leltras, explica-se-lhes logo
onomeque na oracao compele a essa palavra, e as
differenies funecoas qne nella pode esercer e sendo
wbo,saa acco.regnlaridade ou irregularidade.con-
jugscio a que pertence, fazodo-o passar por lodos
os modos, lempos nmeros e pessoas.
Ura' islo sem anda conhecer as latirs be o
mesmo que conhecer ou saber as virtudes de um h-
roe sem conhecer o seu retrato, mas o desejo de co-
nhecer o sujeiio he tanto maior, quanlo o conheci-
rasntoque lenho de suas virtudes, eis porque ao
veros caracteres com que formamos e analvsamos
tantas palavras, que decompozemos e componemos,
aDslysamos grammatical e lgicamente, nos e-n-
briagamos de jubilo so ver os carecieres cuja mne-
mooisacao he faeilima a vista dos heroglificos que
Ibe sao correspondeoies. e por isso quando o me-
nino conhece as leltras ja sabe ler, o que se conse-
gue ao terceiro mes de frequencia, ao sexto ja le
pausada e acentuadamente, conhecendo a analyse
gr:mmatical e lgica, a diviso do periodo emora-
coes.ea divisan destas, em lolaes eparciaes, segun-
do a attencao 011 distracao do alumno.
os dous hnmens ganliaram novamente a estrada. A-
charam a Sxlpbide oceupada em corlar rom cuidado
a berva nula, que brolava em tomo do Pao de as-
socar. O barao torofO-se a monlar, e lumuo a di-
reeeao de Crois londs ; o nolario dea algons nossoa
ao lado delle, fallandoainda de diversas circumslan-
cias relativas a l.a Pinede. epuis disse de re-
pente :
Receio muilo que o senhor Cesarion.io seja de-
pulado.
E sem esperar a re.po.la do fidalge. afastoa-se pe-
, la estrada qae con.luz ,1 l.a Ciuiai.
Ouero que aquelle velho aristcrata me lema,
dina elle comsigo, apreseaoda o passo. afim de nao
chegar tarde para o almoco, e de eviiar urna repre-
liei.-ao ile inadainoiselle I.esealle.
De
ua parle Mr. de Crois londs relleclia
pergun-
| Oappelile vaideso dos plebeo. nao lem mais
limites o notario I.esealle orna oHerecer-me soa li-
| Iba para ora ', Agen, elle ,,, s-ra' hostil. Toda-
va1 be prenso qim ,nr |j||( Cesaru. se,a depu-
lado.
E embaracado no dilemma que Ibe propunbam
, seo oig ilbo, soa ambic.i.,, elle voltou para Con
I ends de pessime humor.
rre* semanas depois da conversarAo do bario rnm
0 ootarto. o ronde de Vedelle era prnprielar.o de La
1 mel. | ,n |dll<; ,, >ln|e mj, r,anco, i,,,,,,.,
n..'.'ir """''" i"e,en"" lien nendo essa noticia, o altivo barAo teve um oe-
zar. lerobrando-se da propasla do nolario.
bra preciso mular de baleras, e adiar eolra pro-
predade para compasa-, capaz de elevar Mr. Cesario
Jet.ro.x Fon la dlgnldada de eleilor elegive| |s
jSssera talf fcil aos losar anda 1.1o prLnvu
: Asssa^pc. qoe as pro, rlodadee raras vts ,nud,.
{j""'"" a"im o ferro em uros ferida ja' tm0 dolo-
MUTIL/DO
( continuar-seha. )





I'lfri DK impuso TIC* Mi 23 11 dez^hirq n 18!
28|
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EM 22 DE DEZEMBRO DE 183(.
Directores da semana os senhores : Manoel Ig-
nacio de Oliveira e Amonio Marques de Amorim.'
Disconto de lellras 9 l,
Fica por euquanlo suspenso o descont de lellras
laceadas a favor do Banco do Brasil.
Fazemo-los ter um cuidado especial sobre os a-
eenlos prosdicos,alim de que a leilura nao lorne-se
somnolenl, e aborrecivel ; assim como temos um
cuidado parlicnlar em que todas as consoanles fi-
aes firain as vogaes das palavras seguintes. nico,
oelicacissimo meio de e'iiar o comer lettras finaos,
vicio lao triste e coinmum nos jovens, anda os
mais bem educados.
Quanlo a contabelidade, julgareis, senhores, um
absurdo o meu methdo de ensino, sempre do m-
ximo para o minimo, mas a experiencia me ha de-
monstrado um resultado excellente. Primeiromen-
te faco os alumnos estaram scientes das duas talla-
das de Pilagoras, por mim accrescantadas, e appli-
cadas as quairo principaos operares arilhmeticas,
depois, considerando que o menino nao combina o
que se llie ensina, e apprende tudo materialmente,
al que a idade desenvolvendo-lbe as faculdades o alFaTiba
faca conbeeeras relacis de graduado que se de- i Kendimeniodo da i a 20. .' .'
vem guardarnas differentes materias do ensino, e | <"! do dia 33......
por isso tanto Ibe custa a conceber urna operado de
.liviJir, como de multiplicar, diminuir,ou sommar,
X principio primeiro a ensinar-lbes a dividir, que
nada mais he que a sublrscao abreviada, ena pro
va real exercitam-se no multiplicar e sommar,e por
conseguala na primira operario aprenden) as
quairo.
Com papel ethesoura explico claramente o pro-
resso das fraeces ordinarias as quatro operacoes
_ e as fraeces decimaes pelo systema dos nmeros
inieiros; mas na razo decupla para meuos ; ra-
zes e proporcoes, as espheras do contador mecha-
nieo : mostrando a todos os alumnos simultnea-
mente e eis por conseguinto, meninos, como vis-
teis, entrados em diferentes mezes deste presente an-
uo, trabalharem as quatro oporac,6es em nmeros
inieiros.fraccoes ordinarias, decimaes, complexos,
regra urea, e rasolverem differentes problemas de
arthmetica aplicados at a quanlidade continua,co-
rao seja achar a suppercie e a solidez de urna es-
pbera, a circumferencia, a anrea deum circulo,
medir quadrados, trapezios, ngulos, tringulos,
arithmetica egeometricameotee assirn como a cons-
truccao das differentes figuras, e isto por meninos
do 6 a 7 annos de idade, como acabis de presen-
ciar : ad vertindo que estes dous estu ios sao feilos,
como por um recreio, nos intervalos das lic/ies de
leitura. Quanto escripia, tos vistes, senhores,
que com quanlo nao sejam os meus alumnos per-
feiiissimos caligraphos, eom ludo, oscrevem ceno
legivel, e bonitos caracteres, sem precisar levar nin
v lempo immenso em riscos, e ganchos ou ligseoes ;
pois constando lodos os caracteres do nosso alulia-
bato de reclame curvas, daudo as astes duas e meia
partes sobre o carpo da lettra, com urna inclina;ao
de 45 SO graos sobre a linha horisontal da es-
cripia, lem preenchido as regras, e a caligraphia
nao Urda a manifeslar-se.
A palana be decomposta a porporeao que se vai
eserevendo, e por isso nao pode o alumno escrever
lettras de mais, ou de menos.
A cantona que os indiscretos julgam distrae-
cao, ebrinquedo, aqueebamam pagodo, he, pelo
contrario, o meio mais efficaz para decorar as regras
preceiiosgrammaiicaes.arithmeiicos, ebygenicos:
descubro, como bem o disse o conselho hygienico de
- Lisboa, que essa gimnstica do peito, d como urna
w' especie de alivio ou refresco ao cansado causado
pelo estodo.
O palmear a faz ao rilhmo a que he sujeita toda
a naluraza ; alem de evitar que os meninos se esle-
jam beliscando, e distrahindo.
No meihedo velbo obrigam-nos a metler as mos
debaixo dos bracos, para nao se disirahtrem, pelo
sentido do tarto ; no methodo novo, palmeam para
ampassar as lices, e exercilar os bracos ao traba-
Ibo.
Esta harmona, esla movimenlo, nao sai que en-
canto, que attraccao tem para os meninos, qne
inesmo estando doentcs pedem para vir para a es-
cola, e a pro va do que levo dito vos acabis de ver
eoniraaada pelo jubilo e satisfacao destes senhores,
ejne tMdo aqu seus Glhos entrado em maio, juoho,
e julbo, algnns so com seis mezes da estudo, ap-
preseolim um adiantamento admiravel. Estou, quo
, lu mais lampo ter-se-hia reformadoa instruccSo pri-
maria, seos homens oceupando-ss menos do futuro,
se dedicassam a eootemplar o pretrito; maces Liverpool(aleraiimler.iT..Bonita-,
assim como deslembrum as fai\a< TTSnlis semas! Usare i Companhia,.: aaecaa ligedlo.
qtaes nao poderiam chesar virilidad, da mesma 'a,,Bj 'Brigue hamburtiuei Cito,
son. esquecem os m.r.yr.os que passaram na instruc
cao primaria, sem a qual nao podem oceupar luga-
nenies na sociedade.
Disconto de lettras^ de 8 a 10.
Dito do banco8 a V.
Ouro.Onras liespaSblas. .
Moedas de lislKKyellias
(3.00 ito-T"-
ir 48000. .
Prala.l'atacoos braaileiros. .
Pesos columnarios. .
* mcaicauos. .
J Cera de carnauba .
em \elas.....
289500 I Cobre novo mo d'obra
169000
16)000
auno
23000
'ano
IjSbO
iO":8069(W
Jb:StJ2i7(J!l
434:6691617
Oescarreqam hoje 33 de deiembro.
Barca ingleza\V. Thomasbacalhao.
Barca inglezaProspttidein.
Brigue iuglezFriemanmerendonas.
Brigue brasileiroElviradem.
Polaca ardaMariaidem.
Patacho oldemburguez PlielUilhos de ferro.
Escuna suecaApoloniacarvao.
Vapor inglczTynevolumes.
Brigoe sueco.\ Iretlecarvao.
IMfORTAC.VO.
Vapor nacional Imperatriz, proceden-
te dos portos do sul, maiiifeslou o se-
guinte :
i caixote e 1 pacote igtiora-sc ; a Novaes
1 dilo dito ; a Jos Joaquim de Amorim.
1 c lisao dito ; a Jos Goncalves Braga.
i dilo dito; a Joaquim Ribeiro Guima-
rtes.
3 volumes dito; ao Exm. barao da Boa-
Vista. V
1 caixotc dito ; a ordom.
2 ditos dilo ; a Isaac, Curio & C.
1 dito dito ; a Amonio Lopes l'creira de
Moli & C.
1 caisote dilo ; a Antonio Pereira de Oli-
veira Barros.
1 encapado dito ; a S. Chaplicillin &Com-
panhia.
2 caixas dito ; a l.asseie v Tissct.
1 dita dito ; a Caixa filial.
2 caixaes e 1 caixoto dito ; a Jos, i'a-
pcrili.
1 canudo e S caixinhas dito ; ao commen-
dador Mello Pitada.
1 volume ditj ; a Joo Jos Ferreira de
Agolar.
1 dito dito; a Christoviio de Hollanda Ca-
valcanti.
1 caixote dito ; a Antonio Jos Rodrisues
de Souza Jnior.
1 barrica dito; a Antonio Scraphim Gcs-
t caixiio dito ; a Manoel Figueiroa de
Faria.
Brigue suoco Adulto, vin lo de Leilh,
consignado i Scott Wilson & C, manifestou
o seguinle :
289 toneladas e 15 quintaes de carvfo de
podra; aos mesmos.
Polaca hespanhola Esperanca, vinda de
Montevideo, consignada a Amorim & Irmfos,
manifestou o seguidle :
4,200 quintaes de carne secca, 50 couros
seceos ; aos mesmos.
Barca ingleza a william Thomaz, vinda
de Terra Nova, consignada a Saunders Bro-
thers & C, manifestou o seguinle :
3,068 barricas de bucalliao ; aos mes-
mos.
CONSULADO GEUAI..
Rendimento do da 1 a 20 80:389^282
dem do lia 22....... 8:792>402
80:1819684
Couros de boi salgados
verdes..........
espisados.......
de ODca.......
i) b cabra corliilos .
Caachimbo......., .
Esleirs de preperi......,
Doce do cabla........,
^oiaba.......
scceo ......... .
jalea .......... .
Esliqici nacional........
eslraagejra, mao d'obra
Espadadores grandes.....
pequeos....
rarmlia de mandioca ,
ii milito......,
n aramia.....
Feijiio............,
Fumo bou ........
ii ordinario..... .
ii em (odia lioiu......
I ii ordinario ....
>i ii reslolbo .....
Ipeeacuanlia.........
domina............
(jengibre...........
Lenlia de achas grandes ,
pequeas .
ii loros......
Prancbas de amarello de 2 costados urna
ii ii louro.........
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 ,'j a 3 de I.....
ii de dilo usuaes.......
Cosladinbo de dito........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo..........
Costado de louro.........
Cosladinho de dilo........
Soalho de dito........., |
Forro de dilo...........
cedro ..........
Toros de tatajuba.........
Varas de pnrreira.........
i ii agoJlhadas........
o ii quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
ii ejxos a o tt
Melaeo.........
Slilbo
Pedra de amolar
u ii filtrar .
rehuios
Postas de boi'"^.
Piassava.....~,
Sola ou vaqueta .
Sebo cm rama .
l'clles de caroeiro
Salsa parrilba .
Tapioca.....
lobas de boi .
Sab.lo......
Vinagre pipa .
RIO 15 DE NOVEMBR.
Colar iies da /anta ih corredores.
Cambios: kuratlha em Paria, 343 a 90 das.
O prestente, C. Ibidson.
O secretario. Juo secerino da Sitia.
CamMus.
Londres 28 a 27 3|.
Paria 344 a 341.
Uamburgo (50 a Ii'i8.
Lisboa 96 llln.
I RE I ES.
a lo-i mu
I2NIIMI
H. 9160
9312
)> 9208
9330
159000
9360
miliieiro *IIHI
urna ?2;hi
a 9340
9200
D 9800
9400
a 19600
1-5OD0
um 25000
12000
alqueire 39360
m 2-5500
u 49000
alqut'irc IjOJO
. a< 109030
b2<)l)0
n lOrdiH
89VOO
iTO'.KI
329OOO
alq. 39000
a 39000
coulo 2:01 K)
)) 9900
)) II5OJ0
una 2I9OOO
B I69OOO
)) 309000
1loOOO
9501X)
72000
13000
i 89OIK)
II (2000
1) 2000
n 39500
i> :i-(kki
quintal 19380
tlu/.ki I36OO
i* 12920
u 1528(1
par 262000
1820X1
caada 9340
alqneire I96OO
urna 8640
u (2000
ii 2800
ceulo i93 10
mollio 9200
moio 3j6 00
a GvOJO
urna 2:160
@ 169000
ii 395OO
cenio P300
(6 2130
pipa 30:0 jo
Negociante Manuel Gonealvea Agr.
Empregado polilira JoAu Pereiri da Silvcira.
Major Benlo Jos Fernandes Barres.
Capilo Firmino Jos de Oliveira.
r. Angelo llenriques da Silva.
lente coronel Sabastiio Lopes Guimaraes.
Dr. Autonio Raogel de Torres Baudeira.
Supplenles, os fenhore :
Major Jo' Egidiu l'erreira.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
AI Teres Joo C'irneirn Lius Suriano,
lente Joaquim Bernardo dos Reii.
AI Teres Jo3o llenriques da Si!a.
Km|ire2a.|o publico Theodoro Jos lavaros.
Empresario publico Amonio Jos Monleiro.
Artista Dionisio Ribeiro de Vasconcellos.
Negociante Joaquim Franeisco de Torres Gallindo.
Einpregado publico Auluuio Manoel Pereira Vianna
. Jonior.
Negociante Joaquim Vital Hachado.
Arlista LoilGonealvea Acra Jnior.
Negociante Melchia les Aniones de Almeida.
lenle Jesqolrn llenriques da Silva,
lenla Ago'linho Jos de Oliveira.
Negocianle .Manuel Jo>e de Oliveira.
Negociante Francisco Gomes Castellao.
Alferes Aotouio .Mauoel da Silva Guimarjes.
E para constar mamlei Tazer o presente para ser
nTliado nos lugares mais publicoa desla Tregna/ia, e
ser publicado pela imprensa.
Recife em o primeiro dislricto dcla Tregoezia e
bairro de S. Amonio aos 30 de dcembro de 1836.
Eu, Joaquim da Silva Reg, escrivao o onrinl.i
Joo l'alentim l'illcla.
"%*; il-.-Oi-vyC.v*.
^ompanhia
Pernambucana.
Antuerpia 35 a 60 s.
Canal.....57s(i d a 65s
Eslados-Fnidos.
Sor le.....80 95 c.
Sol......100 a 100 c.
Ilamburso 60 a 65 s.
Havre (JOTs. < \n\
{Jorna\ do Commero do Rio.'
Liverpool Nadaleilo.
Londres dem.
Uediler. 55 a 65 s.
Marselba Nominal.
Conslanl. 70 75 s,
Genova 80 110 vapor
moWMtn'
w& p&t)-
IVKRSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da 1 a 20 1:9855400
dem do dii 22........ 360iU6
5:3155896
DESPACHOS DE EXPORTACAO PblA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO UlA
22 DE DE/EMBRO DE 1836.
Saaoders Bro-
-stava,porem,reservado a um ceg illuslre reeonsi-
deiaro passado,eeollocaodo-o na estrada do progres-
-o.prepararpna infancia um brilhante futuro ; fu-
tura asaravilhoso que demonstra que, por este me-
thedo insigne, podem aprender a ler e escrever
al os qne nao liverem qnem Ihes ansioe, como se
est praticando na escola publica da provincia das
Alagoas, e acabis de experimentar nesle iuleres-
sanle orphao.
Palacio do governo das Alanoas 3 de dezembro
de 1856.
Illiua. Srs.Traosmillo a Vf. S'. por copia para
seo coiilieciinenlo o incluso ,iviso do ministerio da
narinlia, eom dala de 15 de norembro prolimo lin-
do, approfando a dehlierara que lomeide cjiseo-
lir aoejoae Germano de L>ra remelles iirutinna Irinta dunas de costado de amarello para
seretB empregadaa na obra do Hospital de Pedro II,
conforme a requisito re V. S*., constante do seu
oflieio de 2 da oulubro prximo paseado.
Dos goarde a Va. Sa.Illrr,-. Srs. admini.lrad.'-
readwi ettab-lecimciilos de caiidade da provineia
de Pernamboeo.
. -*nlon'o Coellio de S e Alboquerque.
\. :l. Rio de Janeiro. Ministerio dos negocioa da
ni irinba em I i de nuvembro de 1856. Illni. e
Exm. Sr. Eui 1 -MMi-i 1 ao cilicio de V. Exc com
dita de 30 do mei proinno passado sob 11. 73, part
np4o deliberarlo que turnara de coasentir, na
'essa de trila dunas de co.ta.lo de amarello pa-
ra a prnTinaa da Parnambuea, em consequencia
Ir aetur-te qoasi parausada a obra do Hospicio de
Pedro ||, por falla de madei-a daquella qualidade,
-ai.r-ae expoiera a adminislracao geral doi esla-
belecimeoloi de cari la.le da dila provincia, obri-
-aiiJo-se me-ma adaninirfrac^o a apreaeotor a II
cenca nr para isso obliver do goveroo imperial
lenho a diter a V. Ec. que approvo a relerid adeli-
l.etara. attenoando a or-encia de s melbanle ma-
deira c ao lira a qus he deatmada deveudo erer que
lal eonaenlunenlo Toi dado para ser ella corlada em
malas de propnedade particular a com as demais
<-.id;-oes do estylo.
Dos go.tr.le a' V. EscJ os Maria da Silva Pa-
r*a*aa. Hr. preaidoaMe da provincia das Alagoaa.
1. .nli.Tin-.--N.eolio Tolenliuo da Co.la, servindo
de -erretai w.
CiHiaili de bygieoe publica 20 de deittahro
do liv*. ~
Illa, e Exm. Sr.Acabo de laxar a segunda vi-
sita no hospital pioxisorio da liba do Pina : e ja se
o-ham disposlo, os agentes para a deiii.Teccao dos
atavio, .te acra nenlium doente Toi para d.lohos
pilal ; e nei.bum avrM se Toi dado para proceder c
a Joaorer^o : enlretai.lo que o porto se aclia inva-
dido pela ebre amarella, e em Ierra varios casos se
lem dado.
Jalao prodenlelevas-aocnnhecimento de V. Ec.
Deo* suarda a V. Eie.-lim,. Basa. Sr. conse-
Ihciro Dr. Screio Teixeira de Macelo presidenie da
provino, de l'eenambtieo.Dr. Cosme de Sa Pe-
reira. pi.-i leoie da cuiiin.i.l".
Jl ZZ^tlSP**9 de h5-g'ne publica
-V 'le de/.ti.Ito de IS)I.
Iilm. a Exm Sr.--Eoi Hliafacjw a ordem de V.
Evc -exarada no oflieio co Sr. Dr. chafa de polica,
1 Irala sobre a febre amarella apnarecida in hns-
lienrx
assucar masca-
vado.
CaJixBarca Trauceza Australia, Scbramrn Wha-
lel) i Coinpanbia, 1:000 saceos assucar masca-
vado.
LisboaBirca porlugueza uLigeira. V. A. Souza
Carvalhu, 100 saceos assucar branen e mascavado.
LisboaBrigue porlugaez Relmpago, Novaes i
Companhia, 2iKi meios de sola.
Lisboa r Barca porlugueza Maria Joscn, diversos
carregadores, 378 saceos assucar brauco e masca-
vado.
LisboaBrigue portoguez Tarnjo I, diversos car-
regadores, 700 saceos assucar branco e mascavado,
19 ra-co. mol.
LisboaBarca porlugueza uJanola, Francisco Se-
veriano Rabello & Filho, 1(K) saceos assucar bran-
co e mascavado.
Lisboa Patacho porlueuez Brilhanleo, Amorim
Irma 1. ( Companhia, 50 saceos assucar branco e
mascavado.
PortoBarca portsueza Flor da Maian, diversos
carreuadores, 1 105 oilavas de rala, 660 ponas de
boi, 1 caixo doce de gniaba, pipas agurdenle,
12 ditas niel, 2 barricas assucar brauco e masca-
vado.
Gibrallar Barca ingleza Anne Scoll, Saonders
Brothers ii Companhia, 570 saceos assocar branco.
ValparaizoBarca dioamarqueza Preciosa, N. O.
Bieber i\ Companhia, 550 sarcos assucar branco.
BallimorePatacho americano Sania Clara, Ros-
tron Rooker A; Companhia, 1:800 saceos assucar
mascavado.
Buenos-Ayres'-Rrii.'ue americano Volante, Amo-
rim Irin/ws A; Companhia, 350 barricas assucar
branco e mascavado. .
Rio da PralaBarra hespanhola Rosa, Aranaga A;
Bryan, 30 pipas cachaei, 109 barricas assucar
brauco e mascavado.
Sania Fe Barca oriental Marianita, Amorim Ir-
mSos tk Companhia, 100 barricas.assucar tvaoea e
mascavado.
LisboaBrisne portugoe/. Relmpago, Thomaz de
Aqitino Fonseca A Filho, 325 "saceos assucar
brauco.
HavreBarca franceza Havre, Lasscrre rJiTitsel-
frers, 1,000 couros verde<.
ExDortacao'.
Rotherdam pela Babia, polaca hollamleza ../.<-
phirii, de 232 toneladas, con luziu o sesuinle :700
taceos cent 3,500 arrobas de assucar, 10,000 pomas
d boi, 216 rouros scrcos.
Hamplon Roods, barca ingleza Warhark, de 361
toneladas, cj duzo o seguinle :1,000 saceos can
20,00 arrobas ae assucar.
lil'.i.l'.H!-.nuili.\ DE KENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PFRNAMBUCO.
Rendimentc do dia 1 a 20. 19:.i2;lll
dem do dia 22........ 2:OK-v.y?
r-aulos entrados no dia 22.*
Macei e porlos intermedios 3 dias e l|2, vapor
bra Silvcira Macirl Jnior.
Terra Nova27 dias, barca ingleza Prospero, de
314 toneladas, capilfl,. Tilomas Xavener, equipa-
gem 16, carga 3,010 bariicas com bacaihao ; a
Jobnstou Patee & Companhia. Pertence a Li-
verpool.
Parahiba2 horas, polaca brasileira Zeloza II. de
2i9 toneladas, capitn Manoel Gomes re Oliveira
Magano, equipagein 11. carga milito e algodo ; a
Isaac, Curto & Companhia. Pertence a Pernam-
liuco. Veio reetber ordeus. Seguio para o Rio
de Janeiro,.
Rio re Janeiro e Baha 10 dia, vapor francez
Avenir, commandanle Gelly. Seglo para Mar-
seiba e portos intermedios.
demfi dias, vapor ingles Tvnc, commandanle
Wm. Valler
iVacio tahidO' no mesmo dia.
Paii pelo Ceara'Patacho brasileiro Annaii, capi-
lo Paulo Jos Rodrigues, carga assucar e mais
gneros,
Babia Patacho americano Commerce, com a
_ mesma carga que Irouxe. Sospendeu do lameii.
Em commissaoVapor de guerra brasileiro Hecil'e,
commandanle o capiao-lenenle Delluu Carlos de
Carvalho.
CORREIO GERAL.
Relaclo .las carias seguras, viudas do sul pelo
vapor inglez lyneit, para os senhores abaixo de-
clarados.
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior 3).
Abilio Fernn les Trigo de l.oureiro.
Antonio Alves .le Paiva,
Juvencio Aureliano da Cuuha Cesar.
Joaquim (l,i Costa Dourado.
Jos Can (ido de Barros.
Manoel Alves Guerra.
Roslron Rookr.
A escuna Mara Jos recebe a mala para Lis-
boa no da Sil ao meio da.
CORREIO GERAL.
O correio parte para a Vielona, Baxerrct, Bonito,
Caruaru Alliuho, Garaobuns, boje as lo horas do
O quarlo balalhaa de artilhara a p precisa
contialar para o primeiro semestre doannu vin.louio
os geaerot seguintes : caf em grao, asaacar ratlna-
.10, liranco e roueavado, manlelga Trance/a, cha da
india, paes da6 e de oneas, carne verde.dita secca,
ouciuno, becalho, azeite doce, vinagre, f-ijao, ar-
roz, firinha c Icnba, sendo os ditos gneros de su-
perior qualidade : ns prelcudentes queiram dirigir
nas proposlas al n dia 27 do crreme mez serr-
lana do mesmo haUlbilo. Cida.lo de Oiinda 21 de
dezembro de IS.Ii.-Mauocl Joaquim Bello, lenle
agente.
O chefe da primira seceo do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposio no art. 3 do regubmemo de 3 de ju-
iho da 1852, faz publico que se achara deposita-
dos, no deposito geral dous eseravos, Antonio, na,
cao Cassange, idade de 35 a AO anuos, Clorindo,
nacao Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
bebda no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao considerados l>ens de evento, por se
desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
que coniemo sobreditoarl. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo do liO das compareca
quem aos ditos eseravos tenha direilo, lindos os
quaes se proceder a arrematacao pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamenlo.
E para que cheguo a noticia de todos mandei
passar o prsenle edita], aos 12 de uovembro de
1856.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
? RKPARTCA' DA VACCINA. g
' O 'ominissaiio vaccinador pro- t
Q vincidl, t-econliecendo i|uc umitas
$$ pessoas deixam de comparecer a -;i.
ig esta reparticSo em conseijuencia gb
^ da longitude do lugar, avisa ao
O respeitavel publico que tein re- j-
O solvido a vaccinar tambem as :
J tercas feiras de todas
:>i -
> : -
;-: =
Os senhores que -iilnrrevcram novas acr.ips des-
la compiuhia e .;.. ainda nlo ealraram com a pri-
mira pre-tarilo .le .10 por cenlo, sao convidado a
salisTa/.er, no escriptorio do Sr. Antonio Mar-
ques d Amorim. ra da Cruz 11. ,5. KeciTe Ib de
lezembro de 1856.Manoel Alves Guerra, secreta-
rio interino.
Para .1 Porto seuue com a pnssivel brevidade
a barra porlugueza "Santa Cruz.., quem nella qui-
rer carregar ou ir .le pasnagem, pa o que lem ei-
.ellentes commodos : dinja-se aos consignatarios
I homar, d Aquino l'onscca ,\- Filhos na la do Vt-
gario n. I'.).
ra Lisboa.
O patacho portusuez (Brilhante*, rapilfm \n_
lomo iiraz Pereira, labira' com loda a brevidade vr
ler a m.oor parla da carKa prompla ; p.ri o resto da
mesma Irala-se con. o d.tn na praca, .. com o con-
simialario Dominaos Jos Ferreira Guimaraes, na ra
(lo (Jucnnado u. 35.
Para Lisboa sabe rom brevidade por ler a
mainr parle da carga prompla, a mullo veleira barca
purliisurza Jaiul,,., ; para o reslo da mesma ou
caH*ceiroi, para o qe (em o, melhores e aceiadoi
pommodos irala-se com os seus eonsignalaiios F. S.
Rabello k\,- lillio.
5?.
Lo i ao.
o
pro-
peio a-
Mteie$o
ai semanas, gg
ii? na <-'asa de sua residencia, couti-
^i nuanJo a repaiticio a unecionar aja
gente Dorja fara' leilao,em seuar-
mazem, ama do Collegio n. 15, de lo-
dosos objectot existentes no mesmo, con-
sistindo -in objectoi de marcineira novos|
e usados, pumos, varios objectos e brilhante, relogios de diversas qualida-
les, (juinquilharias francezs, vidros li-
nos
e loura para servieo de mesa, ricos
candelabros de bronze, lanternas de vi-
dto candie.ros ingleze, e nina infinida-
de de ouiros muitoi artigos que (ora im-
posstvcl enumerar, os quaes se acharan
evposlos no referido armazem, e se en-
tregaraosem limite, bem como diversos
eseravos mocos de ambos os sexos, lodos
com habilidades: terca-feira 2.1 do cor-
rente, as II horas da manhaa.
Leilio
tas inglezas.
O agente Pestaa
dem de R. B.
vala.. de 115
k
a
lioniem de
tado, piopnas para
hoje 23, a's 11 horas
por
i tara' leilao,
capilo do brigue Rana-
barricas com batatas tn-
glezas, as melhores e mais modernas qu
nano mercado, pols que desembarcaran!
" ordo, ese acham cm bomes-
os arados Ja fesla :
da manhSa, no ar-
mazem do Sr. Annes, defronte da alfan-
dega.
Leilo
em itnf
Oaganle Vielra da Silva fan leilao quarla feira,
, do crreme, de urna porcSo di hlalas, as II ho-
ras, no armazem do Paula Lopes.
no torreaoda altand
V.v 'as domingos :
ega nasqum- @
assnu, as |iL-ssoas ^
a responder
Lie, e ja poslas em e-
apparecida no bos
| o -I porlusuec, a que devolvo ; tenho
que as ur.len> dadas per V
src.io eoqur respendi ,'obrc oVeq'eh-
menio do ren.lssi.Uno d ,,alacbo l,ii|laie. a
lie diru-.dat no Mttee lie ev.tarse fc ,|e infec-
*o nc .menor da colado e seut suburbios povea-
... ; sendo por ..so que hontcm mesmo ped a V.
tc ordena .,o sentido de ser prohibida entrada
do acotes d, ebre .mar,lu, nao so oesse lio.pilal
romo era oolro qualquer.
He qoanlo lenho informar a V. Ese
,J!rK,?**: a V E,r,l,m e Exm.'Sr. conse-
Ibeiro lr. Seraia. IV.ieira de Macelo presidente da
ItmmmtU
rtSUCi IM) RECIFE lU l)E DE/.EMBROAS
:i HORAS DA TARl.E. ""'*
'..'.lai. es ofllciars.
Ittsronle de lellras10 '. ao anuo.
Frtitrico Robilliard, presiden 1 e.
P. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, j* a js l| d. por l>.
a Paris, 31(1 a :lil rs. por fr.
Lisboa, *J."i por *. de premio.
- Rio de laiialia, i poi 0|o da desronlo.
Arene- dn Banco, 10 a l."> de premio.
companhia de Beberibe 549000.
companhia Peraanibueana ao par
litilidade Poblic-t, 30 porceolods" prmi
lodemnisadora. 52 dem. ml
2l:932s6rit(
CONSULADO PROVINCIAL.
Keudi.nenin do dia I a 'JO
dem do iii .
PAUTA
dos presos mrenles do assucar, algodn, e mais
gneros do pais, que se despachan na mesa do
consulado de Pcrnamburo, na semana de '22
a ii de dtzembro de 185(1.
Assucar emeaivas bramo !.' qualidade w
o i '2.' ii ii
o ii n mase......... o
bar. esac. branco, .,...
n o mascavado..... n
rclinadi........... n
Aigodao em pluma de 1." qualidade
a
3."
caada
em carneo......
Espirito de aiiuarilenle .
-Agurdenlc cachaca........
i> ile caima....... n
i> restilada......... ii
a to reino........
lienebra.............ranada
a ............... botija
Licor...............caada
............... gnala
Arroz pilado duas arrobas um alqneire
o em casca........
da estrada de ferro -20 por 0|0de prtm
Azeile de mamona ....
ii n iiiendobiin. .
o ii ilc pcixc.....
Caeau ...........
A^es araras.....
i. papagaios.....
Bolachas..........
Biscoilos..........
Cale bom..........
a resslolbo........
u um casca........
.i muido.........
Carne seeca........
Cocos com casca......
Charutos bous ........
nrdinarins ....
u regala e primor
caada
>
o
i!'
urna
u m
ceulo
O cidado Manoel Ferreira Accioly, juiz de paz
do quarto anno desla freguezia de San Jos do
Reeie em \ iude da le etc.
Faco saber aos que a presente carta virem em
como Antonio Francisco Mantas de Miranda, me
enderessou a petioo por escripto do Iheor seguin-
le ;
Illm. Sr. juiz de paz da freguezia de.San .los.
Diz Amonio Francisco Mariins de Miranda.que
devendo-lhe Rodrigo oncalves Bastos a quantia
de 16836-O reis de gneros que lomara na taberna
do supplicante em 18 de dezembro de lf4
como consla pela coma junta e nao havendo o snp-
plicado salisfeito referida quantia e acliando-se
ausenteeio lugar nao sabido : requero supplican.
te a V. S. se digne admitii lo a jusiGcar o expan-
dido para que provado seja elle citado por carta de
eililos afim de comparecer na audiencia por
V. S. marcada para a conciliaco com a pena do re-
velia passando o respectivo escrivao ccrlidao do re-
sultado por tanto pede a \ .S. se sirva delirir mar-
cando dia e liora.-E R. MAntonio Fraucisco
Martins de Miranda.
E mais se nao continba em dita pelico que
me sendo apresentada, dei o despacho seguinto :
JusliGque. Freguezia de San .lose do Recife la
de dezembro de 1856.Accioly.
E mais se nao coutinha em dilo despacho aqni
copiado. Em vlrtude do qual produzio o suppli-
cante suas teslemunlias e subindo-me os autos con-
clusos dei a sentenca do theor seguinle ;
Julgo por sentenca o dedazido na peii-
rao de folhas a folbas c mando do que se passe car-
ta de editos na forma requerida com o prazo de 30
dias, pagas pelo justilicante as cusas. Freguezia
de San Jos do Redfc 19 de dezembro de J8(i.
Manoel Ferreira Accioly.
E mais se nao se contiuha cm dita sen lenes a-
qui copiada por forca da qual o escrivao que esta
escreveu passon aprsenle carta de editos com o
prazo de 30,dias pela qual c sen theor se chema,
cita o hei por cilado aolupplicaJo ausente Rodri-
go Goocalves Castos por todo o contheudo do res-
pectivo cima transcripto ; para que compare? por
siou por seu basianie procurador a I audiencia
desto juizo que lera lugar depois de findo o diio
prazo por se conciliar com o iipplicante a respeilo,
com a pena de revelia.
Pelo que loda e qualquer pessoa,prenles amigos
ou conhecidosdo supplicado o podero fazer sci-
enle do que cima lica exposio, o porleiro do juizo
allhar e publicar a presente nos lugares do eosio
me e ser publicado pela impreosa.
Dado e passado nesta freguezia do San Jos do
Recife aos I!) de dezembro do 1856.Eu Jos
Goncalves de S, escrivao o escrevi. Manoel Fer-
reira Accioly.
'9 do primeiro auno do primeiro dislricto da fregue-
zia do SS. Sacramento do bairro de Sanio Antonio
lo Recife ele.
Faco saber que em conformidad! do arl. 23 do cap.
2. da le n. 387 de I!) de agosto de ISil, rtecrelos ns.
M2 de I! de Miembro de 1835, e 1812 de :!:! de
agosto deste anno, convoco os ciJadilus abaixo d.'tla-
radost eleitorea o joppleitlea desla fregaesia, para
que na terc-^ita dominga do mez de Janeiro do auno
futuro, comparecen no corpo da igreja matriz, as :
horas da manliaa, alim de preoeder-te a furmacao
0 da junlaqualilcadora, que lem de rever a lisia geral
10600 [ dos eidadloa volantes.
-,?-,! F-Ieil"r'-S. senhores-:
1,;i, Touenle coronel Ko.lolfo Joo Barata d'Almeida.
33000
V-C.i
6ytoo
3800
3*600
1-5OI
109000
.55500
29360
19700
smm
(iii.806s70(i
7:187-227
73.-993933
3
V

19.500
39900
39120
(i-71111
69300
39900
W 'lue equizerem vaccinar as ter-
q$ ras feiras, podem dirigir-se das S
%Q stte as nove horas da manliaa, ao J
-;,i (-andar do sobrado da roa Nova ,'-.
Q esquina da do Sol n. (JO.Dr. Joao S
3 Nepomticeno Dias Fernandes S
De conl'ormidade cora as ordens do mi-
nisterio da rnarinha, transniittidaspelo Exm.
presidente da provincia em ollicio datado do
5 do crtenle mez, manda o lilm. Sr. capitao
do porto dar publicidaue a traduccfio junta
do aviso n. 2i) aiiiiunciaudo aos navegantes
o estabelecimenlo do pharoes nos pontos in-
dicados no mesmo aviso.
Capitana do porto de Pernambuco em 9
de dezembro de 185C. o secretario, Ale-
jandre Rodrigues dos Alijos.
TRADUCCtO'.
Aviso aos navegantes.
N.20.
F.stados Unidos da America.
A directoria de pharoes nos Estados unidos
publirou os seguintes aviaos;
IMiarol do Castalio Finckney, Cbarleston.
\ 15 de maio de 1856 eslabeleceu-se um
pharol liio encarnado na Iha de Sliute Fnl-
ly. na lialiia de Cliarleston, Carolina do sul,
33 jardas ao noroeste do Caslcllo l'incknev'.
O machinisino tlluminador lie de nina lenli-
Iha de Fresnel da quinla ordem. A lanlei-
na est collocada na pona de urna forma de
madeira, oiula la de ama
tura de 33 ps cima do ni
e deve ver se 11a distancia de 10 milhas
lempo claro.
Charol do forte Suniler, Cliarleston.
A15deniaio de 1856 eslaheleceu-se tuna
luz branca lixa, no cumede una toire de li-
jlo, quasi dentro do ngulo do norte da
murallia do exterior do lorie Sumler. na ba-
ha de Cbarleston, na Carolina do Sol, em
uin.i altura de 60 ps cima do nivel medio
do mar. O macliinismo illaminador he de
tuna lentilha de Fresnal da quinta ordem. a
le'sosera vislvel por nm circulo de 70 e
nao por deiraz do lorie Sutnter; poim 0111
frente daquelle I irle lo las as aguas navega-
veis da illia Mor i*de volta para o orle Johu
son DcarSo bem Iluminadas.
Pharol de Ponto Wad, Carolina do iiotte.
No da 211 de juoho de 1836 collocou-se
urna luz lixa no cume de um pharol de um
pao ou estaca de parafuso receinetiiente ele-
vado ou levantado na exlremidade do baixo
P'ojectan.lo para leste da ponta Wad na eni-
boceadura do rio l'asquclank, Carolina do
norie. A COQSliUCCao he pintada de hranco,
o a lantema do escarale. ,\ luz esla COiloca-
da 30 ps cima do nivel d'agua u deve ver-
se em uma distancia de oito milhas em lem-
po claro.
Por ordem de Ss. senhorias.
AssignaJo, John Washington, hvdrogra-
pho.
Ileparticno hydrographica do almirantado
Londres 15 de julho de 1856.
Estes avisos affectam os mappas do almi-
rantado : Costa de Leste da America do
norte folhas 7, o. -270, e a lista de pharoes
des Balados Unidos ns. 21S a I), c 202 a.
Sffe >?-.:; &it>tT&o$.
ao para ti-
rar a caspa.
Na ra estrella do Rosario, leja de barbel n. 2,
esla eipoalo a venda e.le Hcellenle remedio que
nmpa .1 caspa e mala as empioges, qUe quasi aemure
sao motivadas pela mesma. lamliem >e vende a ver-
dadeira agol para Ungir o cheln, tudo isto uor
mono barato preco.
Machinas para sarjar ven-
tosas.
Na ra eslreita do Rosario n. 2, loja de harheiro,
vendem-se inulto soperiures machiuis de sarjar ven-
losas por milito barato preco.
rogramma da
fesa de naial
l'e#!o diversos irmios da Coiigie;acuo
agenciado algumas esmolas para esteja-
rem solemnemente o nascimeuto do ME-
XIN DLUS, avisam ao respeitavel pu-
blico, que a' meianoite do da do cor-
rente, estar' oberta a respectiva igre-
ja, ornada como se acbava 110 diada ista
U deuma^rmade i- ^T^ "T? 1 *-
narello, em uma al- P"iente a adorarlo dos eis, um pre-
nivel medio do mar, s,;.l,e decentemente preparadlo, contendo
9320 :
8610
CStMI
800
-'o
3800
mo
65800;
i-ii-jD
mb#9*
MARAMIAO' E PARA*.

Vicario Venancio llenriques de Re/enrle.
Coronel Domingos AAodm b'erv Ferreira.
Dr. Joaquim Pires Machado I'orlella.
Dr. Anlonio EpaminonJas de Mello.
Major Claudino II mi.010 Machado.
Empregadopoblico Caelano Pinto de Veras.
Capillo Joao Antonio de Paula Rodrigaes.
Atieres Caetaou Jos Mendos.
Empregado publico Jola Mauoel de Castro.
Alfares Joao lajli-l. de Arau|.i.
Capillo Joao Alhanasio i: '. ]'.
Tenante Francisco de Paula Machado.
2*',,u Aiferes Barlholomeu Candesd Mello.
Segu uestes oilo dias o palhabolc na-
cional ..Lindo Paquete, capitSo Jos
Pinto Xunes, pode anda receber algnma
carga, raltando- Ihe um terco de sen car-
regamento pata ajuste: irata-se com An-
tonio de Almeida Gomes, amado Tra-
pichen. 16, segundo andar.
PARA (IRIO DE JANEIRO.
A barca nacional Therea Ii. ja .- nhe. i 1.1 pela
sua forle loiistruccAo e liU'ia marcha, seguir' para
11 Rio de Janeiro dentro de poneos dias, por ter
prompla niaior parle .la roa carga: quem qin/.ei car-
regar dirija-ae a ra .la Cadaia Vclna u. 12, escrip-
lorio de Hallar ,\ (llivcira.
COMPANHIA PERNaMDUCANA.
O vapor ..leu.i...-.ii.. t--j>i-r.a nesle p.uto dos do
Sol al odia 23 do crranla sahirn' para es do nor-
te antes do lim do me/, lereliera carga e passa-
geiros.
a 11
lim 1
pessoas
A ve-Mar a
algumas
nagem do MENINO DOS, o qual no
' missa se dar' a beijar a* 1 odas as
que se acbarem prsenles. As
sera' annunciado o festejo por
randolas de fogo, e a' meia
noite se adiara' presente a banda de m-
sica do corpo depolicia, da qual lie dis-
tinotoprofessor o Sr. Pedro Nolascofiap-
hsta, que executara' as mais lindas pecas.
A uma hora principiara' a missa canta-
da, e a orchestra sera" dirigida pelo Sr.
professor Ale\andrino Pedio de Souza,
terminando a testa com a mencionada
msica do corpo de policio.
Precita-sa de urna ama que lenho bastante Ici-
ie, anda mesmo sendo escrava : no paleo de S. Pe-
ca de al-
..^.iciaudo o
Miolliecai.le o dito pred.o.ou meinu com penhore.
de ouro, que sejam de valor: na ra ta Cruz no Re-
ciic 11. .!>, segundo andar.
Rogare ao Sr. Antonio Ferreira I.ima, pas^a-
Ila-se duihairn a joros sobre livp. (Iio.-a
ram predio livre de qualquer onns. annnnc
liypolliecanle o dito pred.o.ou meino com pe
de ouro, que sejam de valor: na ra da Cruz
cilc 11. .1), segundo andar.
Rogare ao Sr. Amonio Ferreira I.ima, .
geiroqoe veio no vapor olmperalriza, baja por la-
v.ir^.leclarar a sua residencia, pois se ||le' Precisa-se saber onde exisle o Sr. Joao de Azc-
vedo, lilho do Sr. Anioniti de Atetado Pereira, na-
li.ral .la Iha de s. Jorge, fregoeaia do norte : quem
delle touber o tiver nol.cia, dlr.ja-sa ao consulado
americano, que lem um seu mano chegado ha puucn
lempo, de lime Jo,e Dias de Atevcdo pereira, que
e-teumao he nobrinho do alteres Antonio de ie-
vedo do UiSCOOlos da Calhela.
Precisa-fe alugar um andar con commodos, ou
dona com os mesmos, no bairro de Sanio Antonio, e
a/.-se vaniaxem sobre o aluguel, pasando-se muilo
bem: quem liter aniiuncie.
Pracisa-l da urna ama que cn/inhc e lave com
areio, para urna casa de pouca familia : a Iratar na
ra da Cadeia o. 51, lerceiro amar.
-- l)<-e 1:IOO|000 a premio sobre hvpolheca ou
: : quem precisar annuncie para ser procu-
Lotria da
vincia.
Primeirn parte d stima
lotera da lliat iz da
Boa-Vist?
Surtes vendidas
baixo assignado
2052 2:000jj bilhete ipteiro
2S!ir> 900/J 2 meros.
1592 ls 2 ditos.
2o0."> lOO.s 2 ditos.
39i>4 KlO.s bilhete inteiroj
015 50/J bilhete inteiro.
2142 .j(ls dem.
248 50.s 2'meis.
2565 .s 2 ditos.
lu 50.S 2 (piarlos.
Sao pagos os premior
no escriptorio da roa da
Cadeian. 50, ou napraja
da Independencia n. -40.
P. .i. L'iyme.
Antonio Monleiro da Silva rclira-se para o
Porto.
Indo um moleqne botar lito na praia achou
um ca-ro de prala : quem for seu dono, dando ot
tenses e pagando o imporle deste aniiuncio Ibe >cr
entregue, din^lndo-se ao pateo do Carino, quina da
ra de Moras n. 2.
Precisa-se de uma ama de njein idade e boa
conducta, que k.iiba comprar e roriuhar, para casa
de homem solleirc, e duas crias : a fallar na ra Ve-
Iba ii. 193.
Arrenda-se uma casa na roa Velha na Capnn-
a, com commodos paratamilia. quintal, cacimba
com boa nmn : quem pretender dinja-.-e a mesma
casa, que achara com quem entender-se.
O abaixo assignado lem a satisfacao de annun-
Ciar que a primira machina imperial de dcscaroear
alsodlo, de sua invenrito, se acha concluida ; e con-
vida aos seus amigos a mais pessoas que |.n air. lo-
mar alsum inleresse nesle invenid, que tatito deve
c.iiicnrrcr para o ausmento da proucco do alodAo
neste imperio, para que se dignem i'r ver dita ina
china Irabalhar oa cidada del Muida, no lim da ra
do Rom Soccess... aonde fonccionai-a' de maubila e
de tarde, durante os dias lodos da presente semana.
Jos da Mata.
BRITISH CONSDLATE.
A public merijii- will he heldoii Fridav Ihe 2ti lia.
nst apon ihe lobjeds of lite Briiinh llo'spital and
Cemalery. Brilish Gonsalale PtJrnanilinct. 19 Ib.
Uerember I86.A. Aogosloi CoWper.
Scott Wilson fj Companhia, eomigaalarios da
barca inglesa cAao Scoll pedem a todas as pesoas
que liverem coutas com a mesma barca, h.jam de
presenla-las oestes dos dias, oa ra do trapichen.
10, escriplorio.
Aluga-se uma prela quo colinda, entiomma e
ensaboa : quem a preteuder dirija-se a roa Direila
o. 6.
IRltt'DADE DO SNIOR BOM
JESl'S DAS PORTAS.
A mesa rerjedora da rmandade doSe-
nhor llom-Jesus das Portas, erecta na
igreja da Madre de Dos, convida a todos
os seus irmaos, para comparecer-rn no
dia 23 do correte, pelas 4 horas da tar-
de, ao consistorio da mesma irmandade,
alim de se proceder a eleirio da nova
mesa, que tem de reger a mesma irman-
dade.
a fabrica de velas
la tua do Bru, precisa-
se de nina lava dei ra.
Madama llosa Hanly,
raa Nova n. 34.
Acaba de receber de I'.iris um lindo snrlimento de
chapeos de seda pura senhorae, br.oco. rosa tt ama-
rello, ditos para viuvas, lindos chapeoiinhos para
meninas, de seda e de palha, chapeoiinhos de bapli-
sado, penis* de larlarnga modernos, capellas c mau-
las pata Boira, e inuilas oulras faiendas que se ven-
dein mais barato que cm qualquer ootra parle.
Precisa-se lomar a quantia de rs. 1:000)000a
premio de um por ceuto ao met, pelo lempo que se
co.ivencionar, e da-se garantia aoulenlu com pro-
pnedade ncsla ;pra.;a : a quem convier aunuucie
para ser procurado.
Precisa-se de uma casa terrea ouem Sanio An-
tonio ou na Koa-Vista : quem tiver para alujar an-
nuncie por este jornal.
Novaos & fastos, do Rio de Janeiro, faiem
publico, que pessoa ;.l juma faja negocio com os her-
deiros de Arsenio Fortunato da Silva, sobre os bens
partilhados entre osdilos herdeiros, visto queja ub-
liveram sentenca conlra elle- pelo joiiu municipal
da primira vara, escrivao Cunha.
No dia !. de dezembro do crrenle anno, as 7
horas da noile, foi apprehendido, asando no campo
de palacio velho, um cavallo estilo coro cansalha :
quem for seu legitimo dono entend-te com Anto-
nio Joaquim Candido, soldado da compatibia de ca-
vallaria, que pagando as despeas que com elle tiver
leilu, e daudo os sigoaes eerlot e ferro, Ihe sera' en-
tregue ; o annoiieiaiile declara, que nao e respon-
sabiliza pela fu-a ou mono do referido animal.
No dia -21 do crtenle, as horas da mauhaa,
desappareceu uma prela de mine Joaquina, Tula,
chela do corpo, e.talura regular : quem a apprehen-
der leye-a a sua senliora, na ra du Raugel n. 39,
primeiru andar.
O abaixo assignado, como herdoiro de sen fal-
lecido pai Mauoel Elculetio Correia, e como procu-
rador de sua mai IJ. Aona Francisca Accioli l.ins,
faz sciente o publico que bavendu o Sr. Fihppe
Santiago Vieira da Cunha c sua molher D. Maria da
.NaliviJade Vieira, assirn como I). Virlu.ua Maria da
Rocha, e Jas Vieira da Cunha e sua mulhcr, ven-
dido ao pai do abano asignado, no auno de 1750 a
parles que possu.am no engenio l.imoeiro da Iregue-
zia de Agua-Prela, havidas por heranca de sua so-
ara e av D. Maria da Trinda.le de Jeis, aconteceu
que depois ue pastadas as etcripluras de ditas ven-
das fossem iiullv o inventario e parlilhas, em virlu-
de dos que ae inoilravam vendedores, senhores e
possm.lores de taes parles, c como at o prsenle
iienhuin novo coulralo se lenha feilo que possa de-
rogar dilas escrioluras e ine-mo bajarn os vendedo-
res recebido duiheiro por cuita da venda que lze-
rain ; o abaixoassiguado, saliendo que elle, preten-
den! itovame.ile vender a otitrem dilas partea, faz o
prsenle annunrio para que uiiiguem se possa cha -
mar a sagino.Francisco Cai.i.dio Correia l.io.
I-ligio no da 2 do crrenle mee, do engeuho
\ elho .lisie lermn, o prelo escravo, de nome Joa-
quim. cm os signaos seguintes : baixo, barbado,
olhos vivos, bonita phisionomia, denles alvos, que-
brado das virilbas, trazando por isto uma fuuda. Es-
te escravo foi comprado ao Reeie, oirde servia de
boleeiro de carros, lecommenda-se a sua appre-
heusAo a policia e aos capilaes de campo, certo de
que lerao generosa recumpeu'a se o levarem ao dito
eiigenho Vellio ao sen dono o Dr. Antonio Carlos de
Almeida e Alhuquerque, oo no engeuho Boa-Vista
ao Dr. Francisco Antonio rte Almeida e Alhuquer-
que. Parahiba 12 de dezembro de 1836.
Loleria
i
DA
PROVINCIA.
0 sr. thesoureiro das loteras manda fa/.cr publico
que se acha a venda na ra da Aurora u. 2(! pri-
meiro andar : hilheles. meios e quarlos na terceira
parle da segunda loleria do convento doCarmo, qoa
correm as rodas no dia 10 de Janeiro de 187,bcm as-
sirn que lem a dsposico do respeilavel publieo
grande quanlidade doi hilheles, mtios e qoarloa
cima.
O Sr Ihesoureiro manda Iranscrever o plano por
que d'ora em vante se hao de extrahir as loteras.
PLANO.
3600 billicles a 69000 21.6009000
20 por remo 1 Premio de i: 3208000
17:2809000
6:0009000
i Oito de 1:5009000
1 Dito de 8009000
1 Dito de 400J00O
2 Ditos de 200* 40OD00O
4 Ditos de 1003 400900O
8 Di los de 50 1009000
12 Di los de 2035 2409000
30 Ditos de 11)9 3009000
UiO Ditos de 09
1200 Premios. a
2400 Brancos.
3600
Thesonraria das loteras Ib de dezembro de 18il>.
O Ibesoureiro Francisco Antonio da Oliveira.
_ApprovoPalacio do governo de l'ernambuco
17 de dezembro de 18.tt.S. de Macedo.
Conforme.Anlonio I.eile de Pinho.
Jos Januario Alves da Maia, escrivao das lole-
rias.
Precisa-se alogar para uma casa eslrangeira,
um moleque ou moleca quesaia i roa.de idade mais
uu menos, U on Ib anuos, e p do Vigario u. 32, primeiro andar.
Os abano assignado, com loja de ourives na ra
do Calinga n. II, cunfronle ao paleo d> matriz e roa
I^ova.razem publico, que esto recebendo conlinoa-
damenle as mais novas obras da ooro, lano para
senliora como para homens e meninos : os precos
continan! razoaves, e passam-se contaacoro res-
poniahilidade, especilicaudo a qualidade do ooro de
i* on 18 quilates, Beande asiim aujeiios os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim & lrmSo.
Confcitaria.
59 A
I.indas cousas veul.am ver
I- juntamente cumprar
, A fesla esla na porta
Sempre se lem a qutm dar.
Nesle e-tabclecimenlo, confronte ao Rosa.iuem
Santo Aotouio, o primeiro deste genero nesta capi-
tal, alem de biscoitos e doces nnconaes e eslrangei-
rus, ha unais bello sorlimenlo de caixinhas que se
lem valo, c as melhores e mais aromticas pomadas,
exlractos e sabonetes que lem viudo a esta mercado,
em riquissimos vasos.
Ao poblico convido
Por 0(0 ser exageradlo,
Oa objectos annunciadoa
Se acham em exposieJlo.
Oulras cousas tambem ha
fc Na casa 30 A.
Precisa.-se alugar orna cozinheira para casa de
familia, que saiba fazer as compras, prefere-se es-
crava : na ra do Crespo, loja n. 9,
A irmandade da matriz da Boa-Vis-
ta precisa de serventes livres ou escla-
vos, para a obra da matriz, paga-se bem
a jornal: a tratar na mesma matriz com
o thesoureiro ou o guarda.
Novo manual
Do
Commerciante
E DO
ADVOGADO DO GOHHERGIO.
Acaba de sabir i luz, j;i completa, esta inleressan-
le rollcccao da leglac.ilo do commercio, conleodo o
Cdigo Commercial inmolado com ss referencias dos
diveraoa artigos do nieemo cdigo e dos respectivos
reglamelos entre si ; asaim romo cum os decretos
e avisos expedidas al o anuo prximo passado, ex-
plicando oo addilando algumas de soas disposi-
SOes : seguido das regulamenloa n. 737 a n. 7;l
de 2"> Je novorobro de 1850 lambem annoladoa, e
da om appendice contendo a integra de Indas as
leis, decretos e regulamenloa publicados aleo rereri-
doanno, inclusiva a lei n. 709 de 16 de selembio de
1834 que refonnou os Iribunaea du commercio, com
o respectivo regolamento n. 1597 do i.- de maio de
1855. A" venda oa livnria de J. Nogutira de Souza
junto ao arco de Santo Anlonio.
foliiinhas
PASA 1857,
114
oviDcia.
rado.
Aluga-se uma ca
....,- tama ra-a lerrea, rila mi losar de
Sanl Auna de dentro para passar a fesla, eom banho
peno de cita; o logar be .. n.ais salubre potslvel.e "
arreiidaineiilo ,-uuii coininod.i
Liiuiicl n. Ii.
a tratar na ra da
,hZ 01"l'i;;i;,l,',,, f-'l'ocido mesire alfaiale Jooi'a-
ebeco, de Oliuda,.norador na ra Velha n. .s, faz
capas capia beabtrias, .amarras e balinaa, com toda
a perrei(ao c prompudao.
Comnanhia il machinas
imperiaes le desea roiga r
algodo.
Os senhores socios commandilarios desla compa-
nhia, sao convidados para ir ver Irabalhar a primi-
ra das dilas michinas, quejaL fuoccionar todos os
diai dasla .emana, em lllinda. c'oTrfrQi.lir Ma-rdim
bolaitieo.l.oovei Vcoinpanhia.
Precisa ae de ui foraeiro bom que saiha com-
prir coa estaosi deveres : na ra larKi do Kosario
ii. 48, padana. Pagote bem.
O abaixo assignado vendeu as seguintessoites :
1 meio n. H216:000?
2 quarlos n. 2330 |0U)
2 ditos n. 3536 2003
1 meio n. 2253 20o>
1 dito n. 2402 I03
i dito n. 3232 loo//
O mesmo lem exposto a' venda os seus felizea hi-
lheles, meios c quarlos da lerceira paite da segutida
loleria do convento do Carino, pelos precos ja an-
nuncia.los, os quaes no esli aujcilos aode.coiilo
dos oilo por cenlo da lei.
Por Salusliano de Aquino Ferreira.
, Jos Forluna'o dos Santos Furto.
Boi fgido.,
Ha 10 dias, pouco m.iii ou menos, desappareceu
do sitio de Vinalo ue Freilas lavares, silo no becco
das I'. Tr.-ir.i-. o.n boi mar.'o de carrnca, cor cinzen-
ta, de nome t;halDho, o julga-se estar" seguro em al-
Siim silio : quem do mesmo der noticia, ou lenha
em seu poder, queira fazer scicnle au dono cima,
que sera' recompensado.
O iltaivo asignado relira-sc para Caruaru', e
deixa por seu procurador ne-la praca ao Sr. Jos An-
lonio Moreira Dias; as pessoas com quem lem ne-
gocio deverito en!ender- seu escriplorio, na ru.i das l.aranseir.is i.. I i.
I'edro Paoln tina Sanios.
Da-se dinheirn a juros sob:e penhons de ouro
ou prala : quem precisar procure na ra daCscimh.i
n. 2 que a dir quem d.
Acliam-se a' venda as bem conliecidab
folhiiibas, iuiprcssas nesta Ivpographia,
das sefjuintes qualidades:
FOLI1I.M1A BELIGIOS contendo alem
dos mezes, a bibliotbeca do christao
brasileiro, que se compoe de ora-
efics quotidianas, rhethodo de assistir a
missa e conlissao; canucos, psalmos,
liymnos, ollicio de Nossa Senliora da
Conceieao e militas otitras oraees de
grande mrito, preco...... ."20
BITA DE VAKIEDADKS, a qual alem dos
mezes, conten artigos de agricultura,
hoc>3es de (ciencias, artes, Id dos cir-
cuios, tabella de impostos, e regulamen-
lo de aferir.'io, etc., etc., preco- 20
DITA SIMPLES, contendo alem des me-
ses, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciacs e
municipaes, preco........ 240
DITA DE PORTA, a qual akm dos me-
zes tein e\plicac/ies das indulgencias c
excommunhoes, etc., preco. 160
DITA ECCLESIASTICA (ou' de padre),
elaborada pelo Kvd. Sr. Pcntlenciario
da Se de Olinda, segundo is regias
da igreja, e leis conhecidas a res-
peilo, preco.......... 400
Todas estas folbinhas sao impretsas ern
bom papel e excellente typo, e vendcni-
se em porcHo ea retalho: na linaria da
praca da Independencia ns. 6 e 8.
MUTIOT50


(/ompAnbia de seguro con-
tra a loortalidade dos es-
eravos estabelecida no
RIO D JANEIRO.
CAPITAL 2,000:000x000.
Agencia filial de Pernambuco n. i:l rn dn Crespo.
I'asar-se-ha sobre a avaliacuo de 1 :ihm'.- mais. .u menos em | rop rr ... .!,- i.u'.ro valor inclu-
sive o ello da apolice ele.
/>ii< idadei.
i De IJ al enlr:. r aos 10 annos :iU?IO0 por anno.
As roudlcoea impressaspoderaoscr procuredas no
escriplorio da rompanliia.
Dar-sa-ha consnllaa ;:ralis aos eseravos segurosda
9 para lo horas da inauh.la, no escriplorio da com-
panhia.

X


DEPOSITO DE L1VROS E BOTICAS HOMEOPTICAS,
10 t KMili I TE^CH WU 2> 84 DiZE|s|| n |8
\
TtJ]
1)0
DO
O Ur. P.|A. LoboMoscoso, tendo de fazer urna viagem deixa t s'ja botica sol) a
direccSo de pessoa habilitada e de inleira prnhidade, e un deposito na lojade livrosdo Sr.
Manoel Nogueira deSouza na ruado Crespo,sobrado novo doSr. Magalhaes Bastos
HtKCOS fixos.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 15:000
Dita de 36 ... 301000
Dita de 48 ... 25300o
Dita deCO > ... 3(19000
Manual de medicina liomeopalhica do I)r. Jahr com odie
conario dos termos de medicina........
Medicina domestica doDr. llenry........
Testamento do cholera morbus.........
Repertorio do Dr. Mello Moraes.........
20j000
10J000
2/000
61000
?
* PLORAS PRECIOSAS-
I "" 1
Jj Vierecoi de brilhantes, &
, diamautesa perolas.pul- *
?j ceira*. allinetcs, brincos *
* roletas, liol.es e annei ,
. de diferentes gostose de ;
i diversas pedras de valor. 88

Compram, vendem ou
IOREIRA k DARTE.
1.6.14 III OIRIVM
Ra do Cabuga' i
A
Reeebem por to-
dos os vapresela Eu-
4 OURO EPRA.TA-
*' ^
Aderecos completos de -J
* ourn.meiosditos, pulcei-i*
ras, alfneles, brinros e *
i rozelas, conloes, trance- *
| lins, inedalhas,correii(es .?.
i? e enfeites para reloaio, e *
X oulrosmuilosobjectosde
m our6. j
9 dejas, salvas, easlicaes,
;AJ colheresde sopaeileclni, jK
e maitos oatros objectos *
$ de prala. '
I v^mpram, vennem ou g r~ ~----------- | Apparelhos completos,'?
I g^.r.'^!: ropa as obras domis 1 ifj^j^*t^: \
itSMS:tTSSi "deriio &8tO, tan-
t-wteta.- -^ to d franca como
de Lisboa, asquaes se -vendem por
preco commodo como eosfunam.
---------------------__________________._______________.
Vendem-se 12 ra leiras, 1 sof, I par de ban-
cas, 1 meia commuda e lourador, -2 tnesas de janlar
com gavetas, por prero minio commodo por ser do
urna pessoa que se relira : na Liben a da ra das
Ciuzes n. 20.
Botica.
| DENTISTA FllNCEZ. |
S* Paulo Gaignooi, de volts de sua viagem tffe
i Earopa, esta morando oa ra Nova n. S?
j? *'. pciroeirj andar, onde pod.;ser procura- %?
V.-3 ,,"",, qualquer hora. ifi
QQQG30%@-hem conhecido dentista e
O Sr. Joaquim Jos Marques, que! Sangrador,
inora por letra?, da fundicao do Sr. Starr pode-ser procorado a qualquer hora nos seis dias da
Upornanhia. a necocio ue Ihe di/. es- 2Ei!te^2^!S^.^ "!*"
ao publico.
JOS ANACLETO D.\ SILVA*
ivpopraphia, a negocio que Ihe diz res-
pesa).
> CONSULTORIO CENTRAL IIO-
:!5 MEOPATIIICO. A
# Ra de Santo Amaro (Mundo-No- @
& vo) n. 6.
O l)r. Sabino Olegario /.udgero Pinito, 2
iTS de TOlw de ,na viagem ao Rio de Janeiro. '
-*- conlmua a dar consullas lodos os dia. olis, S3
da K hojas da manhila, as 2 da larde. (
$ <> pobres silo medicados gratuitamente. .'I
. Preeisa-s de orna ama para casa de poura fa-
milia ; quem sejulcar habilitada dirjase a la da
>euula Nova n. 1 i, segundo andar.
separar bem os da frenle, e applica veutoss sarjadas
pela iitracr.io iln ar.
CONSULTORIO HOMIEOPA- g
T1IIC0. {
1)0 I)R. CASANOVA. S
28rus das Cruzes28. S
Neste consultorio ha sempre para vender c-
os inais acredil.idos medicamenlos homiro- 5
t vv\tr'U<'.-i w^\i
JS:
S.
ESTRADA DE FERRO
do Kecife San-Francisco
(Terceira cliainada.)
<>s directores da compaohia daeslracja de ferro do
r.ecife a S. Francisco, ten) feito a|lercira chamada
de 2 libras esterlinas, oo ris 17J777 sobre cada ac-
>-o na ma conipanhla, a qoai rev ser paaa at o
dia 8 de Janeiro de 1857. na Baha, i cm casa dos
Srs. S. Davenport & C, na orle,'em casa dos
Si. Maua Me. tiregor 4 C, e ein Pefnsmboco, no
iTipiiTi.i da enmpanhia. O acciofsla que nao
raaliau o pagamento dentro do termo indicado, po-
llera' perder todo direito as acroes solre as qnaes o
ililo pagamenlo nao se liver cflecluado, e tm todo
o lera' de pagar juros na razao de.'i por Mato ao
anuo, e de nao receber joros ou dividendo da com-
panhia, pelo lempo que decorrer ntre o da indi-
cado para o pagamento e a toa realisacao. >enhum
amo de transferencia pode ser registrado depois do
illai 8 do corrente, anle< do pagamento da chamada.
ror iirdem dos direclores,
s. r. lrtker,
_ Theioareiro.
Recife 3 de deiembro de 1856.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companhia Alliance.
Eiabeleciria cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhocs de libras esterlinas. f-, ~ ~^~
Sauoders Rrothers & C., lem a honra da \n-\' O III p(l ll/llfl Sorlhem.
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas, CAPITAI __r I -">i,i\ mu r,. i i j
e quemmaisconvier que tao plenamente au-1 -W-Estahelec.da
.onsadospela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de'
llha e igualmente sobre os objectos ^jue contiverem
os mesmos edificios quer consista em raobilia ou flu,asi. l?dil.a qualidade. Premio de 5|8



& u creon.iaos inenicamenlos homiro- w
m pathicos de CATELLAN e UVEBER, lano
'" em tintura-, como em globolos, e o mais att
em conla po>sivel. '*
Urna botica de 12 tubos 5 8} e 10*000 W
de 2 fOa 123 e tsOOtl
le .10 11 IS I8-3 e 205000
de <8 18.3 225 c 23J000
11 de iMI 223 25 e MriMU
'tubos avulsos .Vid, 800, e I3OOO.
1 onca de linlura a escolher 29000.
- Consultas todos o dias gratis nara os po- ^T
B bres.
o@@
Ra larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Barlholomeu F. de Sonza,
contina a vender
K^aiFi i i@g@(yii
(sendo falso oque l'or vendido em outia
qualquer parte.)
Rol) L'All'ecteur.
Pilnlas ve{jetaes de Brandet.
Vermfugo inglez em vidros.
Elixir anti-asmatliico.
Fraseos de bocea larga eom rol has, de
1 a 12 libras.
\enilem-se lodos os medicamentos, loura e mas
ulenemos de orna botica : a iratar na run do '(Jueiina-
do u. 32, que lodo o irgocio se fars.
Vende-tea laberna da ra dos Pires n. 2, com
fundos a eoiiieiilo do comprador, e com boa inorada,
vende hem para a Ierra, e o motivo.de vender-se he
porseu dono morar muilo longe : a Iralar com ller-
iiardnio Francisco de Azevedo Campos, na ra das
Inncliciras n. M.
Attenco.
Lindas cassai francesas muilo linas, de
120 a 280 o covado ; chitas (rancezas
largas e linas a 220 o covado ; cortes de
colletes de gorgurao de cores e prelos,
lencosescarlates para tabaco, mantas de
seda para senhora ; ludo por muito bara-
to pre;o, por se ter de acabar com ditas
fazendas : no aterro da Boa-Vista, loja de
bilhetes junto ao selleiio, n. 56.
Vende-te urna mulata de idade de 20 lonoa :
na ra ^ova n. 61, primeiro andar.
\ende-sco grande armazem alfandegado do
largo da Assemblca n. 20 (Forte do Mallos), muilo
proprio para qualquer etlabelermenlo, ou mesmo
para rccolher gneros cono estaserviodo aclualmen-
', por elar enllocado defroute do trapiche do al-
godilo: a trat.r ua ra do Trapiche n. li, primeiro
audar.
Na rna da Matriz da Boa-Vista, pdaria n. 26,
vendem-se alliadas, Sebastopol, imperalriz, rega-
ba, aramia, ludo pelo preso de 320 a libra, futas c
biscoilos doces a 2i0.
/:::: :;C3 Q
Na ra do Crespo loja amarella n. Q
i, de Antonio Francisco Pereira, jj
vende-se roupa feita, chegada pe- -,';
lo ultimo navio vindo de Paris. t.";
(.asacas de panno fino prelo e de cores, dft
a 359000. JJ*
l..iii; i. ile riseunr.i preta e de cores, a
:j 12*000. .;;.
*& Colletes de selim, gorgorao e de velludo, S
2 WOOO. ";'
%? Palitos de panno fino prelo e de cores, a
g) 20*000. Z
' j ^ibrecasacas de cores de panno msela- 2
W do muilo lino, a 2.VSI00. '.;
Pelliiscs de casemira inesclada, a 2.V50OO y
Casacas redondas ou llaques, a .WOOO. '
Palitos de alpaca prcla muilo lio
12>tl00.
-o

m
.'j




v[5 n',lis de dito de cores, a
^ Capas de panno fino prelo, a
Ceroulas de bramante de linho
i-------- ..wa ......un. a ires n,i rnis a mra
O ^"^T0"'.'5 dZC vin.ensocoVado.'riS
03000 m E : 7-"pa ,le 'rel"s e,s viutcns .. covado, cortes
leo d,V:,'mdU,'e!,eS,,i'b"<,"8;' ""opaucas
de c^res i, d,.uVoe" ? """, de 5eda pre'"" ""
Palilsdeseda prela de Canijo, a Stoo J^1^'l"^*W2wrfcSJSK JS?-
Olios de bramante branco de paro li- 2 'Preos "'a loja sao de animar a gastar para en. i'"r",'r
io, a --jui S rpar as fa.....
fgf modelo, a

xx? nho, a
( Ditos de dito pardo dilo dilo. a
25*000 >r
de novo x..
3*000
5.3.-.00 V
430110

m
Ditos de medra com lislras de cores
ff a 4*300
ruf Camisas de murim francezas brancas i
;^ de cores, a 23 e 2*500.
.\ Hilas com peito, puaho e colarinho de 2
g esguiao de Irlanda de linho, duzia a .I.3OIIO ii?
tjy B oolras moilas fazendas de linho e seda, t
-
AVSOS
Vende-se a loja de miudezas da ra da
Cadeia do Recite n. 11, que foi Je Manoel
Joaqoimde Oliveira, com poucos fundos:
a tratar na mesma ra n. 7, para vero
balaneo.
Vende-se na ra da Cadeia do Rccie n.
", loja de Antonio Lopes Pereira de Mel-
lo & C., as.bem conhecidas velas de car-
nauba def Aracaty, pelo barato preco de
lSOOOcaila urna arroba.
Trancas de seda.
|>ar as familias.
fiSSmVSAkSPZ* '''? rte carn<"">a. olo de
m ^l.LT \ fbr!f" *" Ki0 de S- l->anciscoa
1 o n. la'aS de :17 llras : na rua <" Viga-
Vendem-se na ruado Trapiche n.
1<. esenptoriode Brendera' Brandis&C.
1-rasqueuas degenebra de llollanda mui-
to siijienor.
Botijas de oleo inissimo para candieicos.
Lona a imitacao P egos fundidos para bar cas de assucar.
I apel para unpiessao.
D
Seguros contra
o fogo.
dades, mereadoriatCmobilia e gneros d
em fazendas de qualquer qualidade.
ate 1|2 0|0 ao atino.Agentes, C. J,
9';6Ca9:?03f> IAstley & c-
4. JANE, DINTBTE, 8 (l Aferi5ao.
9 continua a residirnaruaNova n. 19, primei- : "'mo "sisoado, arremtame das afericoesdo
#JV*J*y?. muu'f'P" do Kecife, scieutilica a qoem couvie'r, que
tlt|i||{|ei|a|(It{ta lera eslabelecido o seu escriplorio no paleo do Terco
-Nesta tvpograp.ua preetsa-se filiar ttSLt&&S&:tZ**m
.10 Sr. Rento A. R. Tupinamba, quemo-
1 ou ou teve loja no pateo do Carino.
Precisa-se para o servir interno c eiterno da
------------------------ > vt,i '"nica.
Ra Ivova D. 18 loja de II. A. Caj & C. con-
unua sempre a ler um grande sorliineuto de obras
lenas de atraale, tanto superior, como mais infe-
a "'.'' CT"aS, fra,lceza'' brancas d. cores, gra-
nma casa eslrangeira, de um prelo: a nuem Ihe con.; cola",,l"ls.chapeos francezes, dilos de sol, de
Nf dirija se a ra da Cruz 11. i. sedf e paniiiiiho.suspensorios de bcrracha.meiaspara
senhoras, homein, meninos, fazendas para f.zer-se
I qualquer obra de cncoiumenda com a maior presle-
( za e boiu desempenho, em lm qualquer pessoa que
, vier a esta loja, tirara um fado completo e por pre-
co mais commodo do que em outra qulquer parle
:,5.
Hospital Todos
os Santos,
rite veneravei rdem Ter-
ceira de San-Francisco.
Para i mesmo hospital precisa-se de
iimcntermeiroe urna enfermeira, aquel-
las de nossos irmaos casados sem lilhos
.|iie pretenderen! o lugar, cojo ordenado
he deobOxOOO para ambos e mesa, diri-i .omPra-se urna negra moCa com
jam-se ao irmaoministro Flix Francisco com ll"'u ou ,em elle > "" rua au Seuo "2.
dcSoina Magalhaes, morador no largo' ~" Compram-se apolices da Idivida provincial,
, loCarmon. Ili, assimcomo precisa-sede D* ruadas 1''oras n' 37 !* andar,
um servente para o mesmo hospital. -Compr.-se effeclivamenle.latao bromeecobre
>'" largado Rosario, esquina do boceo do Tu : n,dcP0S" fundicao da Aurora, na rua
I eiw-Fnlo, no segundo andar do sobrado n. !l, Brun>..'ogo na entrada n. 28,c na mesma fiindi-
i-o/inha-sc para fra com lodo asseio, perfeirao e '-a' em olu An't0-
n,.Trnmme|ii,?,l"'," "e C"Surnma : ,0<," I''Preco ~ ^"pra-se ouro, preerindose de Ici, promel-
ma.s commodo do que em outra qualquer parle. ; e-se pagar melhor do que em outra pul. r, a
larga do Itosano .,. 17, juie ao quartel. '
_ Compra-se para urna encommenda
.) moleques de U a 18 anuos de idade :
na rua do Collegio n. 21, prirr.eii o an-
dar, das 10 horas a's 3 da tarde.
Comprare urna prela mor, o bonita, que nao
toi.ha vicios nern achaques, que saiha bem ei.goin-
mar e cozmhar. agradando pagase bem : na rua da
Doa-vxta n. .>, primeiro andar.
Compra-se tima negra moca com habilidades,
Alugase a loja da casa da rua da Aurora n. SI:
onde r, oOicma do fallecido marcineiro llenriqoe s
quem pretender dirija"*^^. }o^oPm.oa" emV I T^*9 ""^ '1i,ta<:"eS ""WrOi e
na rua da Aorora. jj, 'de LsOOO com um por cento : na rua
^sa^s:sa\v\t do Ueci,c'loja dc tambio
A pessoa que Sl. aaka prestar a
dar hccde.de l.ngua italiana, anuncie
sua morada para ser procurada.
AI.LGA.M-SB
para paksar fesla doas rasas na Torre, com bons
.oinmoilos, ciadas e pintadas : ., e,om.^n
leriae. da rua da CtHleil de Santo Antoim. n. 17
l'icceh'-se dinheirn para
Senttto.
- .......-..-,...... .^v. IIJKIIIIIIQ
rid.i le do Porto por ledras pagas a hta mi
eijfto mulatiulio
Vndese na roa da Cruz u. 3, MJM molalinho
por preco commodo.
Vemle-e muilo em conla um cavallo boa car-
regador O multo maaleudo : pude ser procurado na
.. '."* ado ** "a theira do br. Jao Francisco Carneiio Slonfeiro
M p.ata ou ouro: na rua do trapiche n. (0, eYcrm-
e I aria. \end
a pra/o. rua de S, Francisco.
lem-se 300 barricas vasias e 1 braco dc
bjlanca grande de Romao, usado, coro cabos de li-
nho e conchas de pao, muilo em couta : na padaria
do paleo da .Sania Cruz n. .V,, junio .0 sobrado.
vende se um mulalinlio de bonita ligara, .le
da.le 1.anoS: lla ruil do RoMrfu ,Ja B^_VjlU
II* O.
Vende-se para f.ra da provincia ou algum en-
genho, urna e.rrava eicellenle co/ioh.ira I.vadei-
ra: no aterro da Bo-Vista ,7. primeiro andar.
para um. lo, fra da^c l d, Iha. da So.i' Zl so,1,""""n """"" 'ln "'" no nlllmo
V,su. 47, segundo andan a'err *" ^Iffid".^.'.'..8.....^toAbr*,, na rua da
mo de I I1.1m.1z de
Precisa-se de um bum criado e paca-e bem
agradando o servir e. cuniporlamento : a Iralar no
campo do Hospicio junio a., quarlel casa do deem-
bargador Mondes da Cunha.
Precisa-se alogar urna boa raa eom doos a-
ilare., as principan roas dcsta rldade, paeando-n
Vendem-
se de todas
as cores e de
bonilos gus-
tos : no afer-
ro da Boa-
Visla, uova
^ loja n. 82.

J Fende-se um chro-S
p uometro hem reg-ula-
do : : a rua do Bruin
% n. 18, primeiro andar.
s
-- Vendem-se velas de carnauba cemposta c li-
quid, as melhores que lem apparendo, eslens de
l'.illi.i dolirada, pelles de cabra, curtidas, meios de
sola,_ ludo era grandes ou pequeas porres : na rua
do Vi'.'.11 ni n. 5.
Par-, nlio/w,,.,,. i "7 Vel,de-?e uma preta dc nacao Berguella, ida-
rara eltecluai seguros sobre propne- e 40 anuos, ponco mais eumeno., prumaipara o
des, mercadorias. mohilia o quilaudeira, muilo fiel, lava perfeilameule desabao:
a trafar na Iravetsa da Madre de Deoa n. 18, das 8
horas do dia as ."> da larde.
Couros de cabra
Vendem-se superiores eouros de cebra, marca
graude: na rua da Cadeia do Recife,n. 57, escriplorio
de Joao l'ernandes Prenle Viauna.
Velas de com)os9o.
Na rua da Cadeia do Recife n. T, escriplorio de
Joio l-'eroandea Prente Viauna, vende m-se muito
superiores velas de composicao por barato preco ;
apenas re.la urna pequea norcao
A g?060 fiADJl LATA.
tSf \ ende-se na rua do Queimado u. 27, ptimo
cale muido em urna fabrica do Rio de Janeiro, muilo
bem torrado e isenlo de qualquer mistura, conlendo
cada lata una arroba de cafe superior.
"Vende-se urna porc.lo de lijlos inglezes, Brava
de rogo : cm casa de Soulhall Mellor A Companhia,
rua do Iones n. 38.
Vende-se o diccionario hislorico, critico e bio-
graphico, coiilendoa \ida doshomens illuslres, ce-
lebres ou farr.u.os de lodos os paizes e de lodos os
seculos, seguido de um diccionario resumido de tnv-
lologia por nina sociedade de lilieralos ; obra rara" c
corroa por ronler linas estampas dos principie per-
sonaren-, em 30 volumes em oilavo : na ullicina de
cncademacuo no paleo do Collecio u. 20.
a h^'^r! "l"rior r:,mo dc (ira"l'na a I5OO0
a libra na Camboa do Carolo n. 12.
.,.Zrie'",e?:se, o'MhinhH inglezas lorlidas, de
superior qualidade. em lalas pequeas, proprias para
ruCdo forreaTr.8""""8" **" **A
Marmplada e
amendoa.
1 c ,,'.Vd,e".,sr!i""1 e ''""*ainda -''%-
Man^J. ,h tbm 1"e se vendem por preco
commodo : a raa d Vigario n. 27, deposito de as'-
doTadaTa! T h*M**, ?"" a 25M a '"'" ""
Cal de Lisboa.
Rua da Praia n. 29.
allegada uo ultimo na-
vio eiiiuitissimo bem acn
dicionada : veude-se por
preco muito barato.
Sa loja
das seis portas
EM FRENTE DO LlVRAMENTO.
Corles de cambraia com sete varas a ouatro nata
cambran;adhfC,", l9" *" atVXH,
caml,ra.a lisa como.lo varas e meia que d. um ves-
tido de dous e .res baados a ,res mil reis a peca

i
V7ende-se
Enxadasde ferro, do Porto.
Fio pon ele.
Panno de linho.
Pomada.
Saboneles francezes linos.
Charutos deSan-Felix, de diversas quali-
dades.
A rebotes.
Sabao nacional.
Xa ruado Trapichen. l(i, segundo an-
dar, a ti atar com Antonio de A. Comes.
-
'i Em casa de Eduardo II. Wvatt, Q
rua do Trapiche-Novo n. 18, ha tS
para vender, chegado no ulti- j
mo navio de Londres : ';.
.1 pianos fortes e elegantes de fa- V-
bricante afamado, com scus per- @
tenees seguintes. gto
"earteiras para msica. -:;-
2 ctu/.ias de estantes para dita. ^
, 6 cadeiras para piano. 4?
-
TA1XAS PARA ENGENHO.
5a fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chafariz,'' contina ha-
ver^um completo soriimerlo de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por epreco commodo com
proniptido; embarcam-s oucarragaa-se em car-
ro seradospeza ao comprador.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, na
ruada Grasa. 10, vende-se cognac emcaixinhatde
duzia.
Familia de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catnarina, em saccasquetem um alquei-
ic (medida Vilha) por preco commodo :
no armazem de NovaesiS C, na rua da
Madre de IJeo n. 12.
fin ruado Trapiche o. 1 i, escriploriodc Ma-
nuel Alves (ioerra, vende-se por commodo pre{o e
seguiule :superior vinho do Porto em barris do
oilavo,chapeos de feltro, e sabaoamarello fabricado
no Kio de Janeiro.
N(tLAS DE CABNAUBA.
VCDdem-K velas de carnauba pura a 13) a arro-
: na rua do. gueimado n. 09, loja de ferragens.
Vendem-se estas pilnlas no eslabelecimen-
t gcral de Londres n] 244. Strand,D c na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
POTSSA i.%-f,k\ flrlPH VBf peS50as- cn"r>g"dis de sua venda em
rVIaBiMAKa UL Villljli. i toda a America do Sul, llavana ellespanlia
I>oanligoeja bem^conhecido deposito da rua da i Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. Cad*
Cadeia do Recife, escruS^orio n. 12, ha para ven nma dellas conl'ni urna instrucQao em por-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio tuSuez Par explicar o modo de se usar des-
de Janeiro e cal virgem d*Lisboa em pedra, tudo
a preces muito favoraveis,
os compradores salisfeilos.
.as pilnlas.
precos muito favo"raveis, coa OS auaes "fi.rt del'"s'0 eral he em casa do Sr. Soum
quaes ncarao phannaceutico, na rua da Cruz n. 22, cm
VINHO DO PORTO GENUINO.
Vendo i V. I>LI' U' ~ INa ,aDerD da ra "'""* \ ende-se ptimo vindo do Pono em barris d. ao oilo do Livrameulo, de Jos de Mello Costa O-
lartoe oilavo, por preco razoavel: na ruada Ca- liveira .V C... !,.. os ......,,ies ..............___
quartoe oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Kecie n. 13, escriplorio de Bailar A Oli-
veira. u
ftio muito lindos para pu-
l los.
Vendeni-sc muito bonitos liotoes para pu-





Em rasa de Saunders Brothers & C, praca N'A Ftivniri/i nc i.'..n^ ^^______
rPo Sanio n. tt.hapara v.nder o H|:iL a K^H4?.^ *fcRR0 D0 ENGE"
do Corpo Sanio n. tt.ha para vander o se|;uinle a
Ferro inglez. _
Pixo da Suecia.
Alcalrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Champagne-
.'i
Gomma.
Na roa da Cadeia do Recife n. 57, escriplorio de
Joao l'crnandes Pareule Viauna, vende-se superior
gomma de mandioca ltimamente checa da do Ara-
eaty.
Cera de carnauba.
Vende-se superior cera do carnauba : na roa da
Cadeia do HeciTe n. 57, escriplorio de Joflo I'eroan-
dcs Prente Vianna.
@@@$
A LUJA PERNAMBCANA Q
DA RLA 1)0 CRESPO N. 11, Q
g acaba de rereber um completo sorliineuto jT;
a de obras felas, como sohrecasacas de |>anno m
';; c alpaca, colletes dc pequim prelo c de co- *>*
res. sobreludo de panno lino muilo ancor-
pido e camisas linas, tanto brancas como de
cores, ludo prometle vender barato. ^
Recebcu tambero ricas sedas para vest- *
:..l do-, ricos corles de vestidos de velludo com i)
-. Ires ordens de volantes, lano de cor como ~
';'.' prelos. ricos chapeas para senhora e menino*
i3 a .\;000 : da-se amostras de ludo. W
:!: :-^
Chales de tou-
qiiiin
A '.VOOO rs.
Vendem-se na rua do Queimado u. 21 A. chale,
de looquim para liquidar, chapeos de tol dc seda
o?*KU.
i\a loja das seis
portas
Ei frente do Li va ment.
Alpaca de quaMros para vestidos de senhoras, bo-
nitos gustos e modernos a doze vintn o covado
manguito* para vestidos a dezlnjloeopar, camisas
de camnala bordadas a dous mil reis. eollarinhos
bordados a mil reis, saias bordadas a dous mil reis
lencos de seda para pescoco de senhora a dez lusloes'
diales branros para Irazer por rasa a sello cada um'
e oulras mtiilas fazendas e alcaides, qu( vende por
todo o prero para na entrar no balanrn, a dinheiro
Villa, das li lunas da manhia as !l da" i olle.
Vende-se agurdenle de Franca de prirneira
ualidade : na rua do Torre- n. 36.
Na rua Ha Cadeia, defronle da Relelo taber-
na n. -2H, ha das melhores bienal hamburguezns pa-
ra vender a rela.ho e em porres, e lambem se
aluMin,
Superior cliampagne em garrafas e
metas: trala-se com Antonio de Almeida
Comes na rua do Trapiche n. l, segun-
do andar. B
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em casa de Saunders Hrothers A C na
praca do Corpo Sanio n. 11. muito superior Tbero
quahd'i'de' 2^**% da '"^c'-pimeS
Cemento.
Era barricas e a relalho : no armazem de roale-
;^rd.W(,1eSal.1,,,0BIO,;r^
Em casa de Eduardo II. Wvatt, rua
do 1 rap.che-Novo n. 18, ha para vender :
A verdadeira graxaingleza n. 97, das
fabricantes Day & .Martin.
Tintas em oleo.
Cabos da Russia.
Vinho Cherry superior !m haris.
Agurdente de Franca dito.
Fi uclas e conservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Livros paracopiat ditas.
Ditas de lembranca.
Ditas em branco sortidos.
Papel para copiar cartas.
elogios de ouro cobertos c descbenos.
Jotas.
Sellins com pertences patente inglez.
AO MADAMISMO DE ROM COSTO.
\endem-se sedas escocezss de quadros, com qua-
\Zlm ,,c,lar-ura- f-""" ""'"o superior a
800 o c,,vad: a rna da Cadeia do Recife loja
*?&?"de Sa-esquin'1 "ue voll>-
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I3$000o bar-
ril : as pessoas pie quizerem dito gene-
ro, apparecam em o seu escriptorio, na
ruado Vigario n. 31, para veras amos-
tras.
Vendem-se pelles de cabra dt loda qualidade,
por prejo commodo rua da Cruz n. 3*, primeiro
Plvora.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrampado igual ao da Babia,
uro completosortimento de fazendas
proprio
para ste mercado ludo por preco commodo.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
M, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
AGENCIA
Da f undjco Low-Moor, ru daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteesiabelecimentocontinaahaver ua com-
plet sortirnamo da moendas a aeias moendas
para enfienho, machinas de vapor e laixas da
ferro balido coado de todos os laminhofpara
dilo. v
_ CAL E POTASSA
\ ende-se potassa da Russia e americana, chegada
uestes dase oe superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: noi seus depsi-
tos na rua da Apollo n. 1 A, e 2B.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto de supeiior qualidade da hem
conhecida marca (W em pipas, barris e caitas de
urna e duas duzias de garrafas.
M nita attenejo.
Na rua do Crespo, loja da e-quina, que volla pa-
ra a rua .la Cadeia, vendem-se cobertores de ISa
hespaiihoes, lencos de cmbrala de lislras a 00, 500,
c tXJOrs. cada um, corles de casemira de cor a jj,
eisUUOrs., dilos prela a S00 e 83WOO rs., dilos
de brim escuro eamarello para calca a tirio, pan-
no de linho do Porto, loalhas de mesa e rosto. Ruar-
daiiaposde todas as qualidades, aloalhado adamas-
cado com selle palmos de largora a 18600 a vara,
corles dc cassa ch v a l^riOll rs., e oulras moitas fa-
zendas por prero'scommodos.
Marmellada.
a \Z
Claudio l)ubeu\ vende plvora,
cada barril de 25 libras.
Vendem-se
pranchoes de pinito da Suecia com 18 ab
ti palmos e 5 polegadas de grossura.des-
carreiraiido
agora para o
uinazem de C.
J. Astlev & C, no Forte do Mattos : ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por prero muito commodo. '
FAZEiilAS HABATAS
^EM AVAH1A:
Na loja de i porlas, na rua do Queimado n. 111,
ha [>ara vender uovo 101 tmenlo de "fazendas muilo
em conla, como sejnni :
Chitas largas de cines, o covado
Ditas estrellas, o covado 100 rs., 120 e
Corles de vestido de chita larga ltXJ c
Dilos ile cassas de liana
Pecas de chitas de cores
Ditas de ditas linas
.Madapolio entrelio 3)000 e
Dilo largo
Algodilo azul deliilra e mesclado, o covado
Dilo americano, peca
Chiles de chita
l.enros de ganaa encarnados
Chales de merinn de barra e franjas
Pellos de linho lisos e bordados para camisa
Moinhos de vento
com bombas derepsxopara regai hurlas el.i
la decapim : na lundiciode I). W. Kowmau
na rua do Brum n*. <;, rt e 10.
CAR.NAI ll\.
\eude~e cera de earnuuba de boa qualidade :
na rua da Cadeia do iiecifo, lo.a n. ..0 defronle da
rua |da Madre de Dos.
180
160
39000
2>00n
."ijOOO
lifOOO
:1950o
19000
I lid
39000
40
200
49500
100
Rua do Queimado n. 55.
I.al.is com Inicia- cm conserva novamerleehega
das de Lisboa a 800 r., e com mermelada fina a H0
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem moito baralas : no ar-
mazem de Anlonio Annes Jacomo Pires defronle da
porta da alfandega.
A. 160 reis o covado.
Bateada escoro de qoadrinhos, |proprio para ca-
misas e veslidos de prelai, vende-se na rua do
Crespo, loja da esquina, que volla para a rua da Ca-
deia.
VINAGRF EM BARRIS.
Superior a marca PRR e Falc.lo & Soeios, acha-
sea venda no armazem do Valenca, rua deApol-
PARA ACABAR.
Na rua Nova, loja'ranceza n. 8,confron-
te a Ciimli'iii do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ullima
moda e qualidade,tom um leve loque dc mofo, neto
haral'ssimo prejo de I0C cada um.
uelogiotn de patente
nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se a precio razoavel.em casa de
AugusloC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem 11. 56.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Noracs & C, rua da Madre
de Deosn. l, por ^jreeo commodo.
Vcnde-se superior linha dc ligedlo branca
de cores, em novello, para costura : em ca de
Soulhall Mellor & Companhia, rua du Torres n. 38.
VENDE-SE
Grasa de patente, prora d'agua, para
arreos de carro.
\inho do Rheno de qualidades espe-
ciaesJohannisberg e Marcobrunner.
No armazem de C. J. Astley i C.
XAROPK
DO
BOSQUE
Koi transferido o deposito desle jarope para a bo
lica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 53'
garrafa, 59500, o meias 39000, sendo falso tod
aquclle que nao for vendido peste deposito,pe
quesefiz o prsenle aviso..
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para rurade phlysica em lodososseusdifleren
tesgraos, qucrmotivada por constipacoes, tosse
aslhma, pleuriz. escarros desangue, dr de eos
adose pello, palpitacaono corarao, coqueluche
iironchue, dorna garganta, e loda aamoleslia
dosorgaos pulmonares.
\r:
NHEIRO DAVID W. ROVVMAN. ,^iA
RUA 1)0 BRUM,PASSANDO O ollA-
FAR1Z,
ha sempre umgrandesormenlo dosseguinles ob
jeelos demechanisinosproprios paraenfcenhos.asa-
tier : moendas e meias moendas da mais moderna
couslruccao ; Unas de ferro fundido e balido.de
superior qualidade e de lodosos lmannos; roda
dentadas para agua on animaes, de todas as propor-
coes; crivos c boceas de tomaina e registros de bo-
eiro, aguilhocs.bronzes.parafuios ecavilhoes.moi-
nhusde mandioca, ele. ele
):\ 1%, I anOfaia 1
\A tlenco!
6 Na rua do Trapiche n. 54, ha gv
V superior rape Princeza do Brasil, Q
'. chegado recentemenle do Rio de ig$
@ Janeiro, em qualidade poucodif- @
fere do de Lisboa, ao passo que @
% esta apenas 1.U0 a.ibra; ae.le =0^^ Krn^ ^
antes que acabe, po.s a remessa f 19, ditos de bfalo muito finos a 600 e 8
'S he pequea. t^ rs.. diins i hualo n... -1:------..
NA MESMA FUNDICAO.
.eexccutamtodasasencommendas com a superio- SassVal m Vu' j-, de?'' a-
ridadejacoohecidaecomadevidanreslezaecom- [.0!:!.t*0, 3.2" e *00 "' ditos de bufal-
---------------------------............- i... 1.' 1 ..... ,i .-upciiu
ridadejacoohecida ecom a devidaprestezaecom
modtdadeem preco.
Em casa de Rabe Schmettau 61 C
rua da Cadeia n. 57, vende-se:
Vidros para espelho.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typographia.
Tudo por preco commodo.
Em casa de Rabe Schmettau &
rua da Cadeia n. 57, vende-se ;
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Iraumann de Ilamburgo.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em Mlu.de 2 duzia. e em barri, de oilavo, re-
cenlemenle el.egadopelo,braue Trovador; vnde-
senicamente no armazem d. Barroc. Castro, na
roa da C.dea do Recife u. 4.
t'ernambu
IS taberna da rna Uirelt n. 4, confronta
veira i\ C., ha os seguioles ^eneros superiores :
inhos du Porto de diflerenles qualidades de 610 ale
5600 a garrafa, dito de Lisboa a 640 e 720 a gar-
rafa, dilo ta Figueiri a 560 e 640, dito de Sel e
loEsIreilo a 480,560e 640, giripiga brancaa 15280,
inho branco a que chamam Madeira a 800 rs., dilo
irancoa HO, cerveja prela e branca, tanloem gar-
atas cinnem meias ditas, de diversas qualioadei
rao, arroz do Marsnbao, sag, cevadinha, verdadeira
larinha ou gomma de malarana, bolachinhas de soda~"
emgieza, biscoulinhos tinos em latas, bolachmha
de ararula, laU.com sardinhas. chocol.lede /isbo,
cafe, cha hysson de 25100 a 39900 a libra, d.o r>e-
rol.. 49000 rs. a libra, cha d Hio em aa7|
4,8 e 16 l.brai, chonnea., loucinho de Lisboa, man-
leiga irrgleza a 15200, dita franceza a 720. oueiio.
muilo bons, charutos finos de diflerenles qualidades
boa agoardeole de eauna de 22 graos, etodos m mli,
genero, proprios desles e.tabeleciroent'o. por precos
commodos:asseveramosqoeserao bem servidas in-
das as pesioas que se dignaren) honrar-noi com sua
prolecro e freguezia.
AOS AMANTES DO ROM E BARATO.
Vendem-se ricas charuteiras bordadas e
retroz serviodo tambetn de carteira a 4/ di-
tas sem ser bordadas muito bas a 25 e' 3/
carteirinlias milita ricas a 2/, ditas proprias
para viagem a 25500, earteiras grandes para
dinheiro a 1^500 e 2a, trancelitis para relo-
gios. prtos de retroza 160, afiadores para
navalhas muito linos a 1, pedras inglezas de
aliar navalhas a i) e 15500, ricas bengalas
pelo barato pre;o de 19 e I55OO, pentes com
escova e espelbo para suissas a 800 rs esto-
jos para barba a 25 e 2*500, fivellas doaradas
para calcas e colletes a 120 rs., castoes para
bengalas a 80 rs., eaixinhas para guardar
pliospboros a 160 rs escovmhas para lim-
par pentes a 240 rs., chicotes muito bons
para cavallo a 800 rs esporas finas de ac .
I/, grvalas do seda muito boas a 15, ataca-
dores dc cornalina para casaca a 300 rs., pin-
ccis inglezes para barba a 500. 00 e 800 rs.a
camisas de meia muito linas til^OO, ricas
abotoaduras para collete a 500 600 rs.. di-
tas para palitos a 500 e 600 rs., estoios de na-
valhas finas para barba a 23, caisas finissi-
mas para rapo a 2*500 c 3, ditas redondas de
tartaruga linas a 6,?, e oulras muitas cousas .
que se vendem por barato prego : na ruado
ucimado na bora conhecida loja da boa fa-
ti a n. 33.
Para quena estiver de luto-
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nnecida loja de miudezas da boa Tama n. 33
voiias prelas linas e ordinarias, ricos alline-
tes, ricas pulceiras, ericas rozetas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por^
'- ShT qUe n,0,dei de agradar aos se-
. nhores compradores.
Pentes de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricos pentes de tartaruga a 5 e
79, ditos dito de alizar bons a 40, ditos de
. !l.de SfTSf" a 1.5*00' .dit<>s de dito de tra-
a
ouu o 800
rs., ditos de balea para alisar a 300 e 400
rs., ditos aberlos imitando tartaruga para
prender cabellos muito bonitos e bem traa
baldados a 13280 e 195*0, ditos debaleia a-
C,
Algodftozinh.j da Baha
_ para saceos de assuca : vende-se em ta-
la de N. O. Bieber & C, rua da Cruz
para piolhos a 500 rs., na rua do Queimado
na bem conhecida loja de miudezas da boa
, lama n. 33.
Meias de todas as quali=
dades.
endelTPSe rrrotto boas meias de' seda pre
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2y500,dilas de laia para padres a 19800,
ditas de fio de Escocia pintadas para hornera
pelo baratissimo proco, de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para humen) a 200, 240 o
280 rs., ditas pintadas c brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas pretas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
R'elogios
coberlos e descoberlos, pequeos e grande, de ouro.
patente inglez. para hornera e senhora, de um dos
melhores fabricantes de Liverpool, viodos pelo ulti-
mo paquete ingle* : era casa de Soulhall Mellor ,v
Companhia, rua do Torres n. 38.
N. O. Bieber & C, rua da Cruz n. \,
vendem:
lonas da Russia.
dem ingle/.as.
BrinzSo.
Biins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos dc assucar.
SYSTEMA MEDICO DE 1IOLLOWAY.
o'
fifi
plelas holloway.
Esteinestimavel especifico, composto in-
leiramenle dc hervas medicinaes, nao con-
ten) mercurio, nom alguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais Uinra infancia
o a compleico mais delicada, he igualmen-
te promnto o seguro para desarreigar o mal
na compieicao mais robusta ; he inteira-
mcnle innocente em suas operar-oes cefTei-
tos
Ocnlos e lunetas de todas
as qualidades
Vendem-sesuperiorcs oculoscom annacSo
de tartaruga do todas as graduares a 9000.
ditos mu.lo bons com armacOes douradas a
15200. ditos dilns com armagOes pratea.la.
19, dilos ditos com armaco de ac a 800e
9, lunetas com armacao do tartaruga a 19.
ditas redondas equadradas debaleia a 500
".enr?" 0IIS vidros armaSo de baleia
a 19600, c outros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rua
do Queimado n. 33.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de marfim dc boa qualidade a 10, ditas
dilos de cabo de balaneo muito finas a 6/
ditas ditos cabo rolico eoitavadoa 33, du-
zias de col fieros de melal principe a 33 e 63-
ditas de metal mais ordinario a 800 e I3400'
e outras muitas cousas que se vende barato'
ni rua do Queimado na bem conhecida loi
de miudezas da boa fama n. 33.
- 4gggr%g6 fttg&gg.

DEPOSITO DA FABBICA
industria Peruainbucana,
RUA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabio e velas de carnauba, es-
tabelccida na rua do lirum, lem eslabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extracc3o aos seus
productos, proporcionando assim a maios
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguintes : sao feilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nilo esborram, e
nSofazem murrao e dSomais luze ma/s cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composicao, c que se vendem no mercado
Fabricam-sede6, dcTedc 10em libra, ven-
dondo-sc cm caixas que conten 192 224 ou
3*0 velas cada urna pelo preco de l"s/"
O sabao he branco, as maltrias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa lio acrada-
vel; nvalisa com o melhor sabao hespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecero
por experiencia a veracidade do que se an-
Duncia,
s.as:S rE;^"=- ="-sse
qualquer especio c grao, por mais anticas c
tenazes que sejam.
Entre milhaies dc pessoas curadas com
esto remedio, muitas que ja estavam as por-
tas da morir-, preservando em seu uso : con-
seguirn) recobrar a saudc e forcas, depois
dehaver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao ilcvcni cntregar-se c
descspei-acao; facam um competente ensaio
dos ellicazes effeitos dcsta assombrosa medi-
cina e prestes recuperarflo o beneficio da
SUIlllC
.r.iiit !. Benlo-Velho.ra Santo Aniso fo-
Stao dVi.n0*emto,p- P- Mvo Alexandre,
enoulo, de .W aonos, cor fusca, .llura regular, olhos
papudos, peslirnpoa, cabelles crescidos a frente, lal-
" ""nelcalr' J.nliBa. de acoutes na. nadegas, o
mesmo as costas. I 01 do engenho Paraizo em Kio
tormoo. lendu sido comprado nesla pr.ica vindo du
22? "" V"* lMv ,e ,*",' "ido.
,1.V? ""' thPod Plha linio de
pre o pede-se a quem ,1 .-lie tiver noticia ou encen-
tra o prenda e o faca enndmir ao referido enge-
nho, onde .era' bem gratificado.
Fugio bontem as 7 boras.um escravo mula-
to de nome Tbomaz, alio, reforjado de corpo, rom
Bircas de bxigas, persas grocas, e nellas marcas
de c.craiizea as cauellas, falla com muiu manci-
dao, levou vestido camisa de panno azul groco
nhos, abara na frente em forma de palito: este es-
envo he natural da Parahiba ft foi escravo do Sr.
Carlos Uelho, que o houvepor heranca de seu so-
gro .los Joaquim de Souza daquella cidade.efoi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario da
Alhandra Vasconcelos Junior.morador no engenho
Tapua freguezia do Pilar desta provincia :
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guiara, que ser generosa-
mente gralificado.
IWo se perca tempo em tomar este reme-1 v'lh0 deslc ,erm"
m com
^isl* dn "rrcnie. *
preto .scra.o de oome Joa-
dio para qualquer das seguintes enfermida- ',;0"'" hos S\*Z ,**":"* ****,
.olhos vivo,, bonita phisionomia, dente, alvos, qoe-
A3SS
MUTILADO
Vende-se cal dt Lisboa ulilmamente chegada, a.-
sim como polassa da Rossia verdadeira : ua praca
do Co.-poSanto n. 11.
des:
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias iraal de).
Astil ma.
Clicas.
ConvulsOcs.
cbilidadc ou e\lo
iiuacao.
Debilidadeou faltado
forcas para qual-
quer cousa.
i Desinteria.
Dorde garganta.
i do barriga.
[ nos rins.
Dureza noventre.
Knfermidades no ven-
tre.
Eufermidades no lira-
do.
Ditas venreas.
Lnxaqucca.
Ilerysipela.
,.Pebres biliosas.
robres intermitientes
rehrcto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Irregu la ri da des da
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal do pedia.
Manchas n cutis.
Obslrucciio do vcnlre.
Pblisica ou eonsump-
cao pulmonar.
Iletencao de ourina.
Kheumatismo.
Sytnptomaa secunda-!
rios.
Tumores.
1 ico doloroso.
Cceras.
Venreo '.mal.) J
F. e escra.r S> 'r"en',0 >><" if9 on,a '"da.
^1 ieirn de """"'o ." Recife. onde servi. de
?,. rS- Recomme..da-.e a sua appre-
,L' l,eaos C,pi,i," can'P- -""<'
1 .,rv i""'' "compensa se o levaren, ao to
lime, I, l *, a !"CU *,0DO r- A0loni" C"," <>
Tie L. A!buao"1e. o" n engenho Boa-Vista
500^000 de gratficacfto.
A quem apprebeoder on der noticia, cerla.do es-
"'odi1"; n'"-:1 '? fe,Vereiro' de """Manoel,
rnoiilo, da Haba, oOieial de caldeireiro, he alio
|>ein parecido, corpo lino c com hombros t.rao* roj-
lo redondo, olhos pequeos, retinto, eom falla de
uiu denle na frenle da parle de cima, com algumas
e.p.olias no ro.lo, beico, fino., sem baiba, lera de
>2 -'i anuos de i lade. falla muito bem maeio
Minia allir.nar-se muilo quendo falla, P |.m '!!
nmil.is moito bem feilos. F.le escravo he doTs
I ms a. Ra,, do Rio ,,e ,,nejro g
li.nra que eMeja ,,e.a provmca : q,Iem n wZTZ
*0" ras, receber a gralir.c.cHo im do
35^.' Zt' ^ '** "a S"Va M,eira- '"
PE"N.: TYP DE M. F. DB FARJ* 1856"

-



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