Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07665


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Full Text

ANNO XXXII N. m
Por 3 iiuv.es adiantados .i.s'OOO.
Por 3 mezes vencidos 4500.

DIARIO
SAMADO 20 DE DEZEMBfiO DE .856,
Por anuo adiantado I5$000.
Porto franco para o subscriptor.
KKCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
rahiba, Sr. inaii T. da Natividad* ; natal,* Ir. Jo.o
Sm I. Puilra Jnior; Arieaij. 8r. A.. d( Lemoi Braia
r, Ir. J. lote da OliTeua; Maranhio, o Sr. Joaqun Mar-
'"" UdrlgMi; PUubj, o 8r. Domingo! Btrculaoo Peina
(.iMta; Par,.Si. JuilnlanoJ. KUMJM ?aionu,. Si. J,. *.
4* Cnii. l.,-*b"''
T>M
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinrli : toda) oa dia.i, o f c mca hora) 4o di*.
(.i ir..-.i;. GoiaUH ? I'arliil* : na* .^^-fin./.n > gtas-fc{f*t
8. Anuo. HeMrros, BoaUotCarMr*, Altfah* GansliMJ : m lrffa-felfa-
S. l.our''n{, J'*ni-d'.\iljii. NaHretik* l.imociro, /r.'ju, PtMfJ^aln*. /n/,i-
rlll.-n.IU, IIim-Vi.14, Onrii'urj < Kiu : nn .|i**riei*-.V.r.1,.
-FaraoMi tiu, Btrfofro*, Agu-Prau*
ttitM.
i'ihi-i. da minla.
'iofm, lpoiur->, N-Tiiih.ii'm. Rfo-
MmnIcIiu o Naul : qainlas-fei
(T odon of M.rr-i pirteni t
AUDIENCIAS DOS TR1UUNAES DA CAPITAL.
Tribunal dt commarcio i UKunda* quinta*.
Silicio : i*rfai-feirai*iabb*do*.
Kmndi: quariaa uabbadoi aa lOhotal.
Juna do comrnarei*: lagunda ai 10 horaia quintal aa aaala-dia
Juio da arphaoi .iiguoda a quintal ai 10 hora i.
Primilla varad* ilvil ugunda a Hilai a* mi/o-d/a.
Sigunda vara do f na I: quai-u* a aabbadoi aa milo-dii.
PAITI OFFICIAL
MINISTERIO DA FA/ENDA.
Decreto n. 1816 da 9 de novembro de 18.5<>.
Cra niaii quatro tusares de feilor .ulerele na
alfandega da corle.
Liando da faculdade concedida pelo arl. 4t> da
le u. 514 de -8 di outnbro de lrU, hei por bein
crear oais quatro lugares do feilor conferenle na al-
fandega da corle.
Jlo Mauricio Wanderley, do meu eonselho,
senador do imperio, ministro e secretario de estado
doi negocios da hienda, e presidenta do tribunal
do theionro nacional, assim tenha enteudido e Tara
encalar.
Palacio do Rio de Janeiro em 29 de novembro de
185b, 35* da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Joo Mauricio
Waederley.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Ex*wl**t* da da 1 da dezembro.
CircularAos vigarios da provincia.
Nao tendo Vmc. remettidoo mappa dos me-
ninos cegos dessa freguezia, segundo as re-
rommendacoes deste governo, cumpro que
o faca quanlo antes, afirode serem cumpri-
das asrdeos imperiaes com] *J) necessaria
brevidade ; (cande Vmc. na intelligencia de
que esse mappa devera' conter a espec lira-
cao, de nome, idade, fiacSo e naturalida-
de de cada um, da natureza da ceguera
(se he natural ou accidental, curavcl ou in-
curevel), e finalmente com a declaracuo
dos recursos pecuniarios de que podera
dispor.
17
OlficioAo Exm. presidente do Rio Gran-
de do Sul, euviando a cerliao que S. Exc.
requisitou dos assentamentos do soldado da
compauhia de invlidos Christovao Sym-
phronio.
DitoAo vigario da freguezia de Santo
Antonio, dizendo que para ppder salisfazer
a requisito do Exm. presidente do Itio
Grande do Norte, faz-se preciso que S. Esc.
envi com a possivcl brevidade, urna cerli-
dito da qual conste o fallecimenlo do bacha-
rel Antonio Tcixeira de (Sorba, que segundo
informara teve lugar nesta freguezia,em dias
do corrente anno.
Dito -Ao Exm. conselheiro presidente da
rejacSo.Tendo de remetter ao Exm. Sr.
ministro da juslica as informales cons-
tantes da copia inclusa do aviso *de-27 de
outubro do auno passado, parecendo-me
conveniente consultar as luzes e experien-
cia de pessoas professiouaes, que/reunam os
conhecimentos variados para prestar ao go-
verno imperial o auxilio que deseja no em-
penlio de melliorar a divisan judiciaria por
meio de um systema geral e uniforme.
rSeste proposito recorro a V. Esc. para
que de accordo com as pessoas menciona-
das na relacao junta, organise com a brevi-
dade que for possivel, um plano acerca da-
3ualla divisSo, fazendo-o acompanhar de to-
na os esclareciraeutos a mappas exigidos
uo supracila.iu aviso.
Mu certu do quanlo V. Exc. so inlercssn
pelo bem publico, espero que lomara' este
negocio na devula considerarlo.
Para o bom desempenhode sua commis-
so, V. Exc deve estar seguro de que me
achara sempre prompto a ministra: con;
prazer todos os dados e informacOes, que
possam depender da secretaria deste gover-
no, e das repartices ou autoridades pu-
blicas.Iguaes ao procurador fiscal da tho-
souraria de fazenda, ao r. Francisco de
l'auli Baplista, ao engeaheiro Jos Mamede
Alves Ferreira, e ao juiz dedireito Alesan-
dre Ueroadino dos Res e Silva.
Ditoao chefe de polica, trsnsmittindo
para dar as providencias que* julgar acer-
tadas copia do ollicio em que o promotor
publico da comarca de Goianna, participa a
fuga dos presos da cadeia daquella comarca*}
por occasiao de se abrir a porta de urna das
pnsoes para fazer-se o servico diario.
Ditoao mesuio, enviando por copia, para
as necessariM averiguaqus, o ollicio do
subdelegado do primeiro districto da fre-
guezia de Santo Antao, acerca de urna car-
ta aiionyma que 1 lio foi intruduzida por bal-
so da porta da casa de sua residencia.
Ditoao commandante da eslacSo naval,
dizendu que pode remetier para o presidio
do Fernando no brigue Ceareose, o sen-
- tenciado militar.Manuel Raymundo da Silva,
licando certo de que vai ser enviado ao
commandante do mesmo presidio a guia do
referido sentenciado.Exigio-se a guia do
juiz municipal da primeara vara.
DitoAo director do arsenal de guerra.
Em ollicio de 34 de novembro ultimo, exp'oz
S. S. as difficuldades que occorrem no Ibr-
uecimento dos materiaes necessirias s
obras militares, por screm feitas mensal-
meiile a< respectivas requisiedes. Para re-
mrver, pois essas dilliculdades conforme V.
S. propde uo citado ollicio, tenhb resolvide
que o engenbeiro director aprsente d'ora
em dianle pedidos para cada obra, ao passu
qua forem precisos os materiaes, e possam
ser nella recolhrdos
Em vista de laes pedidos, autorisados por
despacho desta presidencia, deve V. S. re-
qubjlar logo a compra dos materiaes ao
conselho adminisiralivo, eeste promovc-lo
ludependente de outra atitonsacao minha,
guardando, porem as formalidadss eslabele-
cid*s no regulamenlo do i4 de dezembro de
1852. O que Ihe declaro para seu conlieci-
meuto e execucilo, na parte que Ibe toca. -
Fizeram-se as necessarias cominuuica-
ees.
DitoAo mesmo, para mandar apresentar
ao administrador do correio, um soldado
da companlua de artfices, para servir no te-
legrapho durante o impedimento do indivi-
duo que estava encarreg legrapho. Gommunicuu-se ao Exm. coin-
ma:i Dito\o inspector do arsenal de mari-
nlia, declarando que pude contratar com
I.uiz Borgcs de Gerqucira, i compra das pe-
cas de cabo de Imito de que trata a proposla
que devolve.
DitoAo mesmo, para mandar fazercom
brevidade os reparos de que necessitar-o
bngue de guerra 'Capibaribc-Communi-
cou-se ao commandante da eslacao naval.
DitoAo director da colonia militar de
l'imenteiras, dizendo que pode mandar apre-
sentar ao marechal commandante das ar-
mas, c colono Antonio l'creira Gil, que se
acba imposibilitado do continuar no servi-
do daquella colonia.l'articipou-seao refe-
rido marechal.
DitoAo prcsiJento da.comniissSo de li>-
giene publica, remetiendo mais um docu-
mento acerca da epidemiado cholera-mor-
bus, o qual Smc. devora' devolver com os
quoja tem sido remedidos, logo que nao
Ioitiii mais precisos.
DitoAo ragador doGymnasio Provincial
uiteirando-o ilo haver expedido ordem
Ihesouraria provinciul, para que aatistaca
pela verba--eveutuacsas dospezas que >e
(izereni com os objectos pedidos pelo pro-
fessor Rruncl Ollicioo-se ueste sentido a
mencionada thesjuraria.
DitoAo thesoureiro das loteras dapro-
iiirja, remetiendo convenientemente ap-
prnvado, para ter a devida exeeiiQo, o novo
plano que Smc. oonfeccionou para a extra-
vio das loteras.--Gommunicou-se a Ihesou-
raria provincial, remeltendo-se copia do re-
ferido plano.
KI'IIK.M KUllll.s DO HEZ DE DEZEMBRO
IQuartoereicantaa 1 hora 7mlnutoii 48ugundoi da
1 Loa ebaia aaS borai 44 minuioaaJ.8 legundoa da i.
DAS DA SEMANA
"/lo Segunda. S. Albina m.,- S. F.uaebio b. m.
|16 Ttrca.Ss. Ananiai, Alariasc Misael mm.
19 QuartoBinguanleai 4Jiorai,M minutla 48ngundaidn.ji"7 Qu'ar."s."'loianoni.; S. Cal.nico m.
7 La aova ai 6 hora i,ib mmu
uioi ,48 legundoidi m.
, PREAMARDHIIOJE.
Primilla ai lo horai i54aiinutoida urda.
Sagaada ai 11 horia 18 miautoida manhaa.
l)ito--Ao secretario do collegio eleitoral
do Brejo da Madre de Dos Accusando re-
cebida a copia que Smc. remellen da acta da
cleico, a que se procedeu naquellc collegio
para um deputado e um supplente, a asseui-
bla geral legislativa.
DitoAo presidente da mesa eleitoral da
freguezia de Cimbres.-Accusando recebida
a copia authentica do resultado da cleicao
de eleiiores daquella freguezia.
Portara Concedendoao soldado do cor-
po de polica Ignacio Joaqum de Miranda,
dous mezes de licenca com vencimentos
para tratar de sua saude.Gommunicou-se
ao commandante do referido corpo.
da* arniaa de
COMMANDO DAS ARMAS.
Osarte! (neral do contnando da*
Pernambaco, aa cid.de do Recite, a i;
dexenbrod1856.
ORDEM DO DA N. ;187.
O general, commandante das armas, fas cirio, pa-
ra conhecimento da suamicao e devido elimo, que
nela data precedendo inpecCo de saude. coolralou
nos lermoi da imperial resolurao de U denovem-
bru de I8S3, para aervir por tres aunos na banda de
msica do 10. balalhao de infantaria na qualidade
de msico da pr.meira classe. ao paisano Antonio
Fernande. Corra Lopes, o qual alorados vencimen-
tos que por le Ibe compelircm, percehera' o premio
de I.j0a, pajona forma do disolto no artigo 3. do
decreto n. 1401 de 10 de junbo de 185.
Jos Joaquim Codito.
EITSRIQR.
LONDRES
4 de novembro.
Lord Palmerston, na sua ultima apparicio em
publico, annunciou urna descoberia que o pro-
gresso dos acontecimentos ligara nao pequea sig-
nlicacao.
.Achou, segundo a sua propria confisso, que a
tarefa do governo lie muito ruis fcil quando a
propria nacao parece cercada com as maiores difli
euldades.a
Muitas semanas se tem passado depois que esta
concluso foi enunciada ; e esclarecida pela luz de
actos subsecuentes, diplomticos e mnisteriaes,
suggere algumas leflexoes curiosas.
Os polticos nao sio smenle acoslumados a con-
cluir dos effeitos para as causas, mas tambem a
obrar sobro as hypollieses deste modo derivadas.
Ter sido este o emprego do primeiro ministro
durante o descanco concedido pela ausencia do
parlamento ?
Se as apparencias autorisam tal suspeita, he bom
para o publico inglez, e especialmente para o parti-
do liberal e reformador na Inglaterra, achar-se
prevenido a este respeito.
Quando um ministro tem comprehendido que a
sua posico he mais segura e as suas funecoes mais
facis, ou, como disse lord Palmerston, qua o
paz he mais fcilmente governado durante um
perodo de guerra o de difficuldades, do que ufan-
do o horianntc csof cfaro, dsvefiiV nieiuO lempo sen-
lir-se forlemenic tentado a assegurar para si este
grao de facilidade e seguranca, anda custa.le pe-
sadas calamidades nacionaes.
Os govemos estao seguros (piando a nacao he
cercada de dilliculdades. A concluso lie ob-
via.
Um governo que deseja seguranca e labora sob
grave anciedade a este respeito, he muito apto para
envolver a nacao em dilliculdades, com o simplea
designio de assegurar um resultado to desejaves
para si.
A quesl actualmente pendente toma esta for-
ma : a tentaco cima transcripta existe presen-
temente, e ha alguns symplomas de que o primeiro
ministro ou seus collegas cedam isto ?
Quint sua existencia pule haver pouca du-
vTitaT
Compare-se por um momento a posico do go-
verno antes e depois da concluso da paz com a
Russia.
De um lado o mais perfeito descaneo ; o mais
Ilimitado orcamento ; um escrupuloso cuidado em
evitar qualquer cousa que se aproximava com-
presso de qualquer lado ou partido ; perdao libe-
ral para todas as omissoes e malfeitos; prompta
acoilar.o de qualquer desculpa em deixar porcum-
prir a mais importante oceupacao, ou mesmo por
nao fazer nada, era qualquer ramo da adminis-
Iraoio.
Era verdade, estes cram dashalcyons para os
ministros de sua mageslade, ao oasso que o sangue
o o thesouro do paz eram liberalmenla derra-
mados, os nossos interesses absorvidos as conse-
quanciasda contenda gigantesca.
Depois a scena -mudou-so, sem duvida mu des-
gracadameole para os queoecupam o banco do tlie-
souro.
Perguntou-se o que o ministerio tcncionava fa-
zer ? I
Ouviram-se murmura^oescerca do seu pro-
gramma de poltica domestica.
Algumas questies mui dilficultosas e delicadas,
relativas a varios pontos de raelooramento social e
de reforma administrativa, foram requeridas com
urgencia legislatura, e as opnioes do governo de
aliadas em termos que apenas admittiamdenega-
Cdes.
Foi smenle pelo exercicio de um talento espe-
cial, com que lord Palmerston pareca ser dolado
em maior gro.do que qualquer outro estadista, ou
da geraco presente ou passada, que a difliculdade
foi adiada por momentos.
Comtudo, embora adiada, nao se pode dizer que
fosse vencida.
A sessoencerrou-sc sem ver o ministerio com-
promettido em aljum curso definido de poltica,
ou mesmo em urna nica medida de reforma pra-
lica.
Mas haviaumjuizo implcitoe aceito, deque
na asssfo Seguinte todos os esquecimentes passados
devian ser reparados, e qrje o governo devia com-
pensar, pelodesenvolvimento de rara prudencia e
aetividade, todas as faltas passadas na Icyislacao do-
mestica.
Foi tambem subentendiao.e estapresumpcao an-
da permanece em sua forch que o prazo do po-
der gozado pelos ministros acluaes da coroa de-
penda do complemento pontual desta condieo.
Comproraetiido nesta concluso, restav para
lord Palmerston um ni'ido de escapar.
Se elle podesse outra vez mais cercar a nacao cora
diluciildadcs.i. podia^ assegurar para si outro pe-
riodo de a fcil governo.
Ter elle adoptado (esle artificio ?
0 presente aspecto idas nossas relaces com qua-
si todas as potencias estrangeiras, quasi que impli-
cara urna afirmativa] i esta pergunia.
Em lodosos lados! vemos nina tendencia assg-
nalada para prolonfear controversias, adiar snlu-
coes, conservar vi va I qualquer causa possivel do de-
saccordo presente e rio futuro antagonismo.
Desde que o .rilado de pa/. foi assignado em
marco passado, o prospecto de qualquer paeificaco
feal e permanent* da Europa se lia tornado ac-
tualmente mais diiwil<- ..
Nanluiina das dentlnan eollaiaraegentao Jei-
\ada insolnveis ha sido deiermDada, ao passo
que muitas foniis novas de perturbecu esli
abenas.
Eqnanto propria liraa-Bretanha, varios cen-
tros novos de aeco valcanica bao sido creados,
com que as conferencias de Pars nao tinham rela-
cao na America Central, na Persia, ou no Ca-
bo da Boa-Esperanca.
Abundantes raze>, sem duvida, podiam ser da-
das, em volumosas particularidades, explicando
porque razo estasdifferenies disputas, em todo o
caso, deviam ser conservadas, ou, se outr'or.j en-
cerradas, deviam ser de novo sugetas applicaces
irritantes.
Peranteo mundo, o ministerio inglez pode ap-
parecer mais ancioso em mitigar differencas, e pre-
servar a paz.
Intrnsecamente, temos muito boa razo para
saber que us interesses dos conselheiros adunes de
sua magestade sao promovidos pelas perlurbacoes e
tempestades do ocano poltico.
Activos o loquazes quando as ondas se levan-
tam, a sua energa parece abater-se medida que
o vento se amaina, e correm nao pequeno perigo
de afogar-seem um mar calmo.
Vivendo dest'arte na tempeslade, e adiando a
sua presa as aguas perturbadas, podemos cabal-
mente comprehender, que os esforcos minsterae:>
seriara dirigidos antes para irritar o vento fresco,
e prolongar o tumulto, do que para apressara vol-
ta de um estado de repouso, to trabalhoso, su nao
perigoso a si 'proprios.
Mas os interesses da nacoc os do governo sao
totalmente antagonistas.
Como Mr. Palk ohservava no seu recente dis-
curso aos seusconstituinies do Devonshire meri-
dional, Se um ministerio deve ser conservado no
poder smeute, vivendo em agua quento com os
nossos vizinhos maniendo esquadras as praias
da America, por esquadras no Mediterrneo, por
organisacoes militares, por notas diplomticas, e
por todas as cousas admiraveis, conbecidas smenle
dos iniciados ento podemos comprar as cjusas
muito caro.
Ento, digo que prefiro a paz e a abundan-
cia para a velha Inglaterra toda a honra o gloria
que possa ser conseguida pela guerra.
Sem tomaV em conta mesmo na paz c abundan-
cia, o povo da Inglaterra nao permittira que as
suas esperanzas de promptas reformas, ou as re-
partieses polticas, administrativas ou lgaos do
nosso system actual, sejam frustradas por pre-
texto algum de complicacoes estrangeiras;
Semelliantef estratagemas sero ao mesmo lem-
po vistos e dissolvdos.
Se as medidas desejadas forem recusada'!, ou
mesmo adiadas, pelo governo, sob qualquer pre-
texto, o publico lomar o negocio em suas proprias
mos.
^em a cmara dos communs, nem o paiz, pa-
recem inclinados a esperar pala iniciativa ministe-
rial .
-NcnliumTirogramma emanado de qualquer fon-
ts se nao for formulado sobre algum principio
pratico e applcavel, e auilienticado por urna som
aa decoiiio du .paitr ptjtiro, nao obierd a alinelo
mais respeitosa e cordeal.
Porque razo os raembros liboraes inde|iendentes
nao poriam ss suas proprias maos na obra '!
^unca enconlrarain urna eventualidale mais
bella ou um campo mais aliarlo para exhibir o; seus
talentos creadores.
Durante muitas sesses representaran! o panel
de crticos com um bom xito consideravel.
Supponhamos que se aventuravam a assumir a
responsabilidade de autores, provocando antes
do que manufacturando a critica.
Samelhantes opportunidades raramente occorrem
duas vezes na vida de qualquer hornera.
He o man da grandeza real aproveilar a oppor-
tunidade.
Esperamos pelo ahornen de futuro, e temos
urna cordeal saudaco para a sua cliegada, seja qual
lado do horisonte poltico donde possa
18 Quinta S. Espcridiao b. c. : S. Tlieotonio m
19 Sexta. 8. Fausta; Ss. Pauliloe Sidonionim.
20 Sabbado.S. Libarato m. : s. Bajulo rn.
21 Domingo. 4. do advento. S. Tboroeap.
for 0
vir.
(Morning Chronide.)
IBTBRIOR.
PARAN'.
Paranagu, 28 de novembro.
O Dezenove de Dezambro d o resultado das
eleiciies, e por essa occasiao tece encomios ao povo
paranaense pelo seu espirito de ordem e iranquill-
dade.
A freguezia da capital deu 27 eleiiores. Principe
9. S.Jos dos Pinhaes 12, Castro 15, Palnieira,
4, Kio Negro 2, Tbagy 2, Anlonina 8, Parana-
gu 26, Morretes 7, Pono de Cima 3.
A provincia infelizmente apenas elege um depu-
tado e no enlamo apparecem na lula eleitoral 6 can-
didatos, trabalhando 4 com forjas hercleas, e 2
sem probabildade alguma : refiro-me aos Srs Drs.
Silveira da Molla e Jos Lourenco.
O eommeodador Manoel Antonio Guimares
empenha-se fartemenle por seu georo Dr. Jos Ma-
thias Ferreira do Abreu, e nao me parece esperan-
zado na conseeucodo seu fim.
O commendador Manoel Francisco Corris J-
nior, allegando os relevantes servicos que tem pres-
tado a "esta provincia, aprsenla por candidato o
seu filho Dr. Manoel Francisco Corroa ; creio que
elle nao ter pequeoa volaco no liltoral.
Os Drs. Jesuioo e Laurindo, liostilisavamse
mutuamente, a por essa razo pareca o ttiurapho
inclinado para o Dr. Jos Mathias; mas agora des-
vaneceu-se essa suspeita vista da circular que por
aqui corre impressa, a qual he assignada ror 4
membras da commssao, e dirigida aos correligio-
narios das outras parochias. Envio-llie acopia
para que a transcreva.
Illm. Sr. partido liberal da capital da pro-
vincia aprsenla por nosso intermedio, na elsico
que se vai proceder a 2 de dezembro prximo, can-
didato ao lugar de deputado geral, o Dr. Jeuino
Marcondes de Oliveira e S, e ao do supplente o
Dr. Laurindo Abelardo de Brito, 01 quaes, por
merec ment, sao dignos dessa l|onra e do apoio de
V. S., com quem contamos para a uno indispen-
savel ao iriumpho da nossa causa.
o Somos, com a maor consideraco, de V. S.
altemos amigos e criados.Manoel Goncalvesde
Moraes Roseira.Isaas Ribeirode Andrade e Sil-
va.Joo de Abreu S Souto-MaiorManoel An-
tonio Ferreira:
Coritiba, 10 de novembro de 1856.
Oeste modo pareca-me que csto reconciliados
os dous doutores ; porem apezar dessa circular el-
los nada podero obler nolitoral ; o Or. Jesuino con-
seguir a muito custo alguns votos em Antorina,
devidos aos esforcos do capio Hppolyto*
Aguardemos a deciso no da 3 do mezvindouro,
Passarei agora a outro assumplo, que muito Ihe
deve interessir.
No dia 24 deste mez abrio-so o jury desU cida-
ilc sob a presidencia do Dr l'erdlgao, que serve
interinamente de juiz dedireito nesta comarca.
No dia 2. cntrou em julgamenlo um escravo de
Jos Pereirade Azevedo,accusaJo porcrimade mor-
le praticada na pessoa de seu pareeiro Salvador ;
Joo he o nome do assassioo, foi sao neseic que
confeasou a barbandade do seo acto, r os iaizes de
fado to indulgen ti que ah<:oluTani o ro de toda
a sua rrimnalidade.
Accusoii, 11a qualidade de promotor publico, o
Sr. Ravmnndo Ferreira de Oliveira Mello e dtt-
fendeu, na qualidade de curador do reo, o Dr.
Francisco Ferreira Corroa, o qual produzio urna
defezassss brilhanle, fallando potmais de 2 horas,
e serapre com admirajo geral ; houve al pessoas
que verteram lagrimas em dous pontos pathelicos
da defeza ; pode-se dizer, por conseguinte, que a
absolvico do prcto Joo foi devida emocao dos
juizes de faci, para o qual muito concorreram os
talentos, a lgica e a eloquencia do advogado.
Ocoramendador Correia Jnior tem na verdade
2 filtros que fazem honra ao Paran.
No dia 26 devia entrar era ui^nuerto o processo
monstro de Anna lavares ; mas como nao appa-
recesse a parlo contraria para aecusar, o juiz dedi-
reito fez com vista ao promotor, e ievantou a ses-
so. O patrono dessa desgranada mulher he o mes-
mo Or. Francisco Ferreira Correia.
No dia 27 entrou em julgamenlo o processo de
um Jos Antonio de tal, aecusado por ser encon-
trado com urna tremenda durndana, com a qual
ferio a 2 soldados da diligencia para o apprehcn-
der.
Foi defensor ainda desse sujeilo mettido a valen-
te o Or. Correia, e defendeu-o cem tanta habilida-
de, que os jurados choraran, e o dito Jos Antonio
foi posto em liberdade.
Basta por agora : at ao depois do da 2 de de-
zembro.
\Carta particular.)
S, PALLO,
S. Paulo, d de dezembro.
Escrevo-lhc muito a pressa, nicamente para
dar-lhe conta da eleicao de deputado geral pelo cr-
culo da capital, que teve lugar hontera.
A candidatura do Dr. Carro quasi esteve nau-
fragada as espetas da reunio docol'egio. Coneava
elle cora a votaco cerrada de Jund ahy e Belcm,
porque1 pareca provavel que o Sr. Qieiroz Talles,
que alli'exerce grande influencia,apoiaria ao candi Jo-
loque'parece representar inaisdrectanente o peasa-
mento deconciliaco e moderacao que hoje domina.
Mas conira esta expectativa falharam estes votos, e
aquellos eleiiores fugiramde comparecer ao collegio,
propalando-se que o motivo deste pro:edimenio fo-
ra a impossibilidadeem que se vio c Sr. Queiroz
Telles de fazer prevalecer a candidatura de seu lillio
supplencia.
Em taes circurOstancas veio a fien o partido -
beral em minora no collegio ; c, cono eu o havia
previsto, os eleiiores dos sertoes de Santa Isabel
ficaram|arbitros da situaco.
Nao obstante, o Dr. Carro. pcrsistindo'em seu
intento, conseguio por intermedio de seu/amigos,
o apoio dessos eleiiores de Santa Isabel, com a
condiccao de nao ser hoslilisado oDr. Rodrigo Sil
va em sua prelenejo snpplencia.
Com este accordo correr n placidarasnte as elei-
coes, O Dr. Azevedo Jnior, candidato liberal
supplencia. vendo em risco a candidatura de seu
amigo Dr. Carro, nao proseguio no seu trabalho
eleitoral, o ttanUsjai qu>i renunciava a ua peaieaaaa
cao. Desajipareceu desde enl.o toda a lula plitica,
e em santa paz den a eleico o segninle resultado :
Para deputado.
Os Srs :
Dr. Joao da Silva Carro
Dr. Joao Tlieodoro Xavier de Mallos.
Dr. Antonio de Queiroz Telles
Dr. Azevedo Jnior
Dr. Rodrigo Augusto da Silva
Para supplente.
Dr. Rodrigo Augusto da Silva
Or. F. J. de Azevedo Jnior
Dr. Antonio de Queiroz Telles
Dr. Joaqum Ignacio Kamalho
O Dr. Rodrigo, eleito suppleule, acab;
mar-se emdireilo no corrente anno, esludou com
bom eonceito ; dotado de maneiras delicadas e ea-
valhsirosas.e com as numeosas relaces de seu pai.
o baro de Tiet, promette ser brevemente urna das
notabilidades do partido conservador.
Em todas as peripecias desta eleico, o que tem
dado mais assumplo as p&lestras foi auseneia dos
eleiiores de Jundiahy e Be'em, que attrbundo-se
a um despeito de familia, sacrifica completamente a
popularidade e importancia que gozavam os Srs.
Queiroz Telles.
Dos outros distrielos, at esta hora nada consta.
Soppde-se em grave perigo a candidatura do Sr.
Nebiasem Ilapetininga, e do Sr. Martim na Mari-
nha. Parece que desappareceram todas as difficul-
dades que encontrava o Or, Rodrigues dos Santos
no districto do Rio Claro ; e folgamos em annun-
cia-lo porque seria erteciivoe absurdo que deixas-
sem os Paulistas de considerar dcvidamenle ao re-
conhecido e nao vulgar talento parlamentar desic
seu patricio ; a sua eleico era urna necessidade
nasactuaescrcumstancias, c Ihe he tanto mais
honrosa quanto lie ceno que nenhum apoo tem
obtido da autoridade, eque tem lutado contra o es-
pirito de afilhadagem e familia, que em emprega-
do os ltimos estorcos para supplanla-lo por alguem
da familia Pacheco Jurdo, De outros lugares Da-
da tenha a adiamar.
Foi devidameniefestejado odia 2 do dezembro.
Apezar da inmensa chuva.foi coocorrido o Te-De-
n o cortejo do estylo. A socedade Concordia ro-
solveu dar um baile extraordinario em applauso
a um da to faustoso, e na contingencia de nao
Insiarem os seus recursos ordinarios,um dos socios,
o baro de Tiet, responsabelisou-se por qualquer
difcil. O mo lempo nao impedio qne o baile fosse
abrillantado, como era de esperar, por um nume-
so concurso de familias,
'ldemi
{JoriuA do Commerno du Kio.'.
ment do gabinete, sirvam as eleiroei da corle de pro-' um panno coberlo de na
Votos.
89
n
2
1
1
70
34
2
I
Ja for-
dade, como he notorio, e como justifica a eleic.no de
algona individuos. Apezar, porem, deitai provas
evidentes, 01 liberan enrags nao renuneiaram ao
systema de invectivas e de recorrer ao< meios illici-
citos e desleaea. Abi esta no Diario do R\o de 3 do
corrinle um manifest ao publico em que, que-
rendo cohonestar ama Irair.l 1 revoltele e ignomi-
essa de
de seu lina-
testo coulra osdeivios de seus administradores. Aun- verniz.
de a accao do governo se Ut sentir immedialamen- i No dia :|0 do passado entro 1 a viscond
le.ji quesLIu eleitoral foi pleiteada com loda a lber- Villa-Nova do Minho na posse do 1 beus de seu
do maride, que tiuliam sido arree idados pela fazen-
da publica.
_l.-ie no i(MercaotiU do pripieiro do crrente:
Em Lisboa e outrai cidadeilda Europa coslu-
mam aapparecer. 110 lempo das ferias acadmicas,
KXC.AKItKCADOS DA St BS<;HIP<:aO NO MI.
Alagoai, 8i.t;iaudine FalcaoDiai; Baha* Si. D. burra
HodeJaneire.aSr. Joan PireiriMirllDi. p
EM PERNAMBCCO
O proprinarl.de DI A ai o Macoal Vignaiioa l liria,ni la
liviana, placa da Indapindancia ni. S 8.
ura da borracha e
companhias de cantores arnbulmies, que, acorapa-
iliados do pandeiro, du violao n da flauta, caoiaro
niosa, os membros desse partido lancam inerepacoes pelas ras e prar.is a Iroco da ciiurtula'voluntaria
calculadas aaonselb'iro l'aranhos, para romperem dos que os quercm escular "
um convenio que em boa fe foi tratado. Abonando '
de lodes o prtciitos. que podem earunrwtr 1 !io-
rnem social,conservaran) cni sepredo essa tda pre-
acto se nao pode deixar da reconhecer merermen-
lo ; e ao governo daquella provincia, porque i.to
revella que o direito de votar all, foi inteiramentu
livre, visto, que urna (al eleico se nao pode atri-
buir jamis a influenciada preseoca do eleito, nem
tambem do emprego que oceupa fora d' all.
Cavalhadas !-Consla-nos,que prepara-se para
amanha urna rica corrida de lanceiros de argol-
nhas em frente da igreja da Solledade, por ser o
aii|aaiai rscuiar; sao re ordinario eslu- 'a as sua festa. lie provavel que os.apaxonados
*'*&*. V0 i.5aiyraldadaalde Hwpiaha, que dos bons mallos, e das melhores perttas, nao ds-
CilKItESCONDESCIA 1)0 DIARIO DE
PERNAMBUCO.
MINUCIOSIDADES OA CORTE. .
Rio 10 de alezembro.
Esto, finalmente, terminados os trabalhosclei-
loraes de'to municipio o dos da provincia do Rio de
Janeiro. Esta poca memoravel pela pralica de urna
idea, cuja execuc.io era a suluc/io de um prubleiua
dillicil, cerlameule lleve legal ao Braol recordacdei
enlliusiasticas e glorio,**, que se perpetuara j nos eus
(asios. Fiel ao comprniiiisso que ante o paiz litera,
o gabinole actual, na presente queslao eleitoral, su
teve por timbre de sua administradlo a (arantia da
liberdade do voto e da ordem publica.
Assim, se na primeira pasma dcsla historia sobre-
sabe o nome do Marque/, de Param, os de seus col-
leas devem brilhar com ijual gloria ; pois a inicia-
tiva da reforma seria urna liurla.se nos linmens do po-
der nao enzomrasse ella apoio c Olelidade. Ceria-
mente esta idea mo pertencia nicamente ao chefe
do gabinete ; ella eslavam ligado* os nomes de lo-
do os seus membros.
Esta circunstancia, porin.nao era garanta exha-
beranle do re^ulladu que aliual leve a queslao. Em
materia de poltica, infelizmente se lem visto que os
melhores caracleres com f.icili fade se desvirtuara, e
meditada, que, para dar realce, A seu prucedimrnl
so manifeslaram no dia da eleiran, fazendo-a publi-
car pela imprenta !... Nao sorlio, porem,'a traca o
seu efleilo, n conselheiro l'araulios obleve o Irium-
pho, como abaixo se v.
Municipio da Corte.
1. districio 10.) rdala*.
Conselheiro Seraio Teiieira de Macedo, 31 votos.
Dr. Jos l'ereira Reg, jO.
Supplente.
Dr. Carlos Antonio de Carvalho.
2." districto 10") cdulas.
Conselheiro Jos Mara da Silva l'aranhos, 71 votos.
Ileseiubargador I.uiz Fortunato de Brito, 'M.
Supplente.
Cnenle-coronel Manoel de Frias Vascoucellos.
t." di-lrrl S7 cdulas, senda urna em branco.
Desembargador Aleiaudre Joaquim de Siqueira, 5
votos.
Dr. Joao Manoel l'ereira da Silva, 41.
Supplente.
Dr. Jos Machado Coelho de Castro.
Provincia do Rio de Janeiro.
7. districto110 cdalas.
Dr. Paulino Jos Soares de Souza, US voto*.
Dr. Candido liorges Monleiro, 8.
Supplente.
lenentc-coroncl Joao Nepomoceno Castriolo.
9." districto.
Deputado.
Dr. Jos Joaquim Teiieira l.cite.
Supplente.
Dr. Martinho Alves da Silva Carapoi.
11 ilislriclo.
Deputado.
Visconde de llacpendy.
Supplenle.
Dr. Emiliano Facundo Varella.
8. districto.
Depulado.
Dr. Jeroovmo Jos Teiieira Jnior.
Supplente.
J. B. de Caslro Moraes Antas.
12. districto.
Depulado.
Conselheiro Francisco de Salles Torres lloinem.
.">." districto.
Deputado.
Dr. Francisco Oclaviano de Almeida Rosa.
10." distrelo.
Depulado.
Veador Jos Joaqnim de l.ima c Silva.
Al hoje sao r-ics os circuios de cujos resallados
le lem conheriiiienlo.
O dia > de dezembro foi assisnalado com
grande promuevo 110 exercito. Pelo ministerio d<>
imperio nio houve despaclios, e dizem Picara reser-
vado para odia I i de marro futuro. Tiveram lu-
nar os festejos do cnlume." As ."> horas da maohla
salvaram as fortalezas e navios de guerra, e toca-
ran! aa bandas de mcuica militare'. A' I hora da
larde turare cortejo im p,n;o da cidade, que foi bn- i
Ihalllemente concurrido. As horas os corpos da
suaruirao e da suarda nacin. I, formando duas bri-
gada*, arrumaram em grande parada no campo da
Acclainacao, i que as-isliram SS. MM. II. dt urna
das janellas do museo. O dia esteva fresco c a lar-
de cahiram alguns pingo* de chuva.
-- Teve lunar no dia 5 do correle a lalemnidi-
de da distribuido dos premios, entre os alumnos do
Imperial Intuate dos Surlos-Mudns. a qual foi
honrada cora a presenca de SS. MM. II.
I'recedcrain a csae aclo alguns eacrcicios sobre o
ensiuo dos Surdos-Muduspela ordem seguinte :
1.^ Eiposicao dosyttema adoptado para o ensiuo
dos Sordos Mu lo-, discurso do prole-sor ; fbulas
ile Lafoulaiue ditas pelos alumnos; coiihecimeiito
do alphabato manual.
2. Etercicios sobre a pedra,eouhecimenlo doal-
phabelo escripio.
3." Substantivos, dislincc.Vi eulre o masculino e
o feminino : conheciineulo do artizo, dos nmeros
singular e plural.
4. Couliecimenlo dos pronome?.
). Exercicios sosre os verbos auxiliares ler e
1er.
(j. Gestos produzidus pelo escriptur.
7." Calculo.
Os premios foram lobre a apprcciaco do conhe-
cimento da lingua nacional e da arithinclica, sobre
lioa conduela, applica;Ao e deanimarao. Em o un-
mero dos t alumnos piemiados, acha'-sc urna meni-
na de 9 a 10 aunos de idade que nao fora contem-
plada na lista. S. M. o Imperador, terminando a
distribuidlo dos premios, nao quiz deixa la sem pre-
mio, e ollereceu-llie nina llor, que com sua 111,10 li-
rn de una jarra que se achava sobre a mesa.
No dia i S. M. o Imperador ass stio lambem
aoi exames distrihuicao dos premios 110 Iustilulo
dos Meninos Cegos. He ad.niravel presteza com
que escrevem e locam esse infelizes. I.eem com
muila facilidade e resolvem os clculos das i opera-
res arilhmelicas.
Pelo miuistario da juslica mandn S. M. o
Imperador ouvirno prazo da lei, o juiz de direilo
da comarca da Imperad\i no Ceani, Dr. Raxmun lo
Ferreira de Araujo Lima, sobre o excesso de poder
e abuso de tare* publica coiniiiellidos por esse ma-
gistrado por occasiao das eleices daquella fregue-
zia.
O banco do Brasil annunciou no din S do
passado que elevara a 9 por cenlo a taia dos des-
cuntos, sera distinguir ttulos, o quecausou impres-
so na prac^a.
O banco Man-Mae (iregor C. deelarou no
dia .111 du referido i qe recebe dinheiro ao juro
aunual de 7 por cen", lano por tctlras de prazj fi-
xo, coreo cin conta correte.
A companlua brasileira de paquetes a vapor
estabeleceo para a liaba do sul urna classe media
de pasiageiros.
A socedade Propagadora das Bellas Arles
h''je contendo ja 'SM socios, convidot para seu pre-
sidente o conselheiro Eu/.eliio de Oueiroz Coulinho
procurara por acuelle meio Eaoh,ir dorante as fer...
o po que os lia de alim-ni.ir no lempo dos traba-
Ihos escolares. E-te uso lio lodo particular a' Hesp-
liba, e nao he raro qje hohieus que maii tarde il-
luslrama sciencia com o seu trabalho, lenhain feilo
leus estudos a' cusa dnquelle meio engeiihoso
poelico !
Acabam de chegar a esta cidade cinco mocos
ncslas circiimstancias. Sahiram liles de Salamanca
ou Madrid para Lisboa. Nao ten lo sido all muito
lelizes. aronselharam-lhes que de sem um pstelo i'
America, li;urando-se-llies todas ais VIDtageot. Com
o descuido proprio de sua classe aceilaram o conse-
lho e alravessaram o ocano no plimeiro. barco que
Ibes apparercu. Succedeu logo que gaslasscm mi
viagein quadruplicad lempo do que esperavam gas-
lar ; foram niallralados ; solrerain mesmo fume, t
depois de nimios Irahalhos abordaram t nussas
praiat deapido* de loda a prnierrao e recorsos. Na-
da, porm, he dillicil ua sua idadel e posirao ; accei-
larain com resiguacao as ciicumslancias" em que os
collocou a sorlc, e armados com os, seus iiislrumen-
lus favorilns. ah vao elles avcntarciros percorrer as
ras da cidade.
11 Ha nesle tacto tanta cousa de potico e roma-
nesco, que nao duvidamos que ei contrario liles to-
da a accitarao do uosso publico insliiictivaiucnle tan
generoso.
o Hontein emjcasa de nina pe*oa que generosa-
mente os acolheu.livemns occasiao de ver os novos 5a-
boiardts do eslodoeda intelligencia. Dous delles.um
dos quaes lie esludanle do quinto auno de medici-
na, loca o pandeiro de una maneira incrivel. A-
quelle grosseiro inslrumeulo he as suas njaos urna
maravilha : cliocalhaiu, rufam, trinara com urna a-
gilidade pasmosa; o pandeiro gyra-lh* em torno
do corpo, da caliera, passa de urna inao a' oulra ;
bate-lhes nos j idlios, nos pe*, nos colovellos, acom-
panhaudo com urna preciao admiravel o Cuinpasso
da msica. D01 Ires que reslam, dous tocara flauta
e um violao : o canto he cominum a lodos ; IrajaO)
o coslume praprio de esludanles no seu paiz.
O Sr. Angelo Custodio do Ama1.1l, que esla'
nomeado presidente do l'iauhy, consta que sera' re-
movido para o Marauho. era substituirlo ao Sr.
Cruz Machado.
Casaram-se no mez de novembro ultimo, as
fregoezias de Santa Amia, Sacramento. Santo Anto-
nio, Santa Rila e eiigenho Vellio desta corte, in-
dividuos e bapliuratn-ae 209.
Falleceram -it:l pessoas, de 34 do mez passado
a (i do corrente.
Enlraram 171 navios, idem.
Sahiram 131, idem.
Enlraram621 pessoas, idem.
Sahiram bs, idem.
Foram presas policialmenle I (:! pessoas idem.
Deram-se de i at hontein, ."> represenlsres
l>ricas, 19 dramalicas, 5 equeslr^s, -J bailes masca-
radoj, e 3 roucerlos, e alein deslca um espectculo
ornitolgico lodos os dias 8 horas da noile.
O vapor do norte ainda nao lie chegado, e v
cilinperalrizii parlo para abi ainauhaa, as 10 horas
do dia.
prezeiu esse divertimenio-
Bem dssemos que externos sempre promplos
a precisar exactamente as noticias que damos, e
que ainda depois de ralilicadas nao podem satis-
fazer. O Sr. D. H., leudo enviuvado, passou a
segundas nupcias : e nem na ultima hoia da sua
primeira consorte ella pedio-lhe, que abragasse o
catolicismo, e nem houve condieo alguma da'
parte da segunda, pera que elle a esposasse ; isto
be, para que abracasse ocatholicismo. O Sr. D.
H. foi que espontneamente quiz dar esse passo,
que em verdade, mereceu de todos, que con beeam
as brilhanle* quadades que ornam o seu carcter,
approvacao geral. E, pois, finalmente, o qua o
Sr. D. H.praticou, foi com a maior liberdade pos-
sivel, lvre de quaesquer pedidos ou condicoes.
O vapor sardo Torino, vindo de t'ienova e
porlos inlermedios, trooie a aeu bordo para esla pro-
vincia o passsaceim Alexandre Sabaiini.
O vapor brasiieiro Imperatriz, vindo do Rio
de Janeiro e porlos intermedios, trouxe a seu bordo
01 passageiros seguintes :
Par. esla provincia, Joaquim da Silva Queiroz,
Jos Coelho t. da Coila Ro e 1 escravo, Joao Fran-
cisco da CuiihagAlbuquerque, Eduvtrge* Mari* da
I.Diiceicao, Duarle Mello Pilada, Antonio Ferreira
Luna, o-2.o lenle Francisco Romano Slepp da Sil-
va, Antonio Seraphim lioio e i criado, Hermenegil-
do (.oellio daSilv, Adao Francisco da llora.suase-
nliora, lia, 2 crias livres e 1 escrava, Alexandrina
rancisca de Magalhsea, Jos Manoel Biptisla, Joao
Itaplisla telles. Benedicto Ferreira Jararaca, Ale-
xandre Ferreira de Sant'Aiina, Joi Antonio de Al-
meida f.uimaraes, Fr. Jos de Magalhaes Bastos e I
crudo, Dr. Jos Antonio Rabia, la lenbora, 1 cria-
do e t eicrava, J. J. Crook, W. Andr, 2ex-pncas.
I ara o norte, Joao Verissimo Alves, alferes Ma-
noel ltaxmundu Cordeiro, Dr. A. D. V. Cana-
varro.
O vapor sardo (Torinm, sahido para Babia e
Rio de Janeiro, conduz a seu bordo os passageiros
c-nuiles :
Carlos Nalhar, D. J. F. de Souza Leal, Dr. Fir-
mo Josc de Malloi, James Gomes Robinson e I es-
crava.
Hospital
doenies.
.M.ili iso da Cmara, o qual acceilou esss cargo. Vai
progredindo com muila oiiimocoo esla nova i.isli-
lai{3o. Dos a proleja e a livre do destino de lanas
outras que lem lido urna duracao ephemera.
S. M. o Imperador, assislio no dia 2I do pas-
udo, os exames da collegio de Cedro II.
Sabio 2i do mesmo mez o vapor de guerra
brasiieiro ojapur. em cumroissan do governo.
No dia 1 do crreme leve lugar o beneficio da
prima don* Anuela Casaloni, na opera el Giuramen-
lo. Kio obslanle a copiosa chuva que cahira na ho-
ra do espectculo, o lliealro esteve muilo concorri-
do, e madama Carolina recebeu do publico Ilum-
nense os justos applausos devidos ao seu raereci-
mento.
Iloic da beneficio no Ibettro lyriro o eximio
llaulista Giovam Scaramclla. He este um arti-la de
nierecimento milito elevado. As modularocs de sua
11 lula erabevecera a alma em xtasis arribatadores.
A mavusidade das notas dio urna expressao repas-
sada de sentimenlo a' execurao de suas parles.
No dia 12 do correle, com a represenlar.io do
Trovador em benelicio dos pobres, dado pela' asso-
eiaraode Caridadc das senhoras, fecha-sc o.lliealro
I\rico : sendo porlaulo esla a ultima vez que se ou-
vira Tamherlik. Em ura dos inlervallos l'amberlik,
acompauliado do Sr. Susini e de alguns coristas,
cantara' em portuguez a g'ande scena e aria de as-
sumplo nacional, intitulada a vespera dos Guarara-
pes, cuja acrao se passa na poca cm que os llol-
landezes oceuparam essa provincia. A eomposirao
potica be de um brasiieiro, e a musical do maestro
Giaiiini, do lliealro provisorio. Ja foi 1 scena este
ensata sobre a opera nacional c mereceu muilos ap-
plausos. Al Exmas. Sras. marquea de Olinda, bs-
porlanlo se nao po le recu-ar a polllk* doininaiile
urna pagina dislincla, pela nova era que ebrio ao rooMi de Gurupy. D. Mana Candida de Araojo
pai/. I \ lanna e D. Alaria Eugenia Gueles Pinto, repre-
Canlo maior deve ser a (loria do gabinete, quanlo
seuiivel o desanimo que causno a morte do Marque!
de Paran, cuino autor da raloiina eleiloi.il.
O pnico que se espslliiu de que 110 gabinete nlo
havia pessoa capaz de snstenljr a cris* ilumnente,
em que le dizia eslar o Brasil, foi logo se detvane-
ceiiilo com os arlos posteriores du governo. V.m ver-
dade se nao pode di/er a respeilo da Mrquez de l',l
r um. a -un como Portugal no lem podido dizer a
rispello do I'.iinli .1, que mro vicho, non dr/irii
all'f : mas para a reali-ar.u de-la Idea nao fallan)
no .dnele illuslrares e uomes pre^liruiso-.
K-u pois passada a quadra que den assumplo a
tantos e loo variados comraenlarios. Se, m,o tarado,
em al jias provincias foi prnrraMioado o pau-a
. repr
liando a assoriarao de Cal idade das Senhoras, fo-
ram ao paco pedir a SS. MM. o favor de assislir a
C-lr -j-ec t. 1.! 1 i.
Seguio 110 da t desle para o Salitre; distante
desta cidade Irei legua*, o corpo acadmico, que se
achava aquarlalalo na praia Veraneaba, alira de fa-
zer eierncius de lialilica.
\raba de publirir-se una srhollish para na-
no, rnmpasla pelo Sr. Cesar A uguslo de faenexe*.
lolitola-se Siqaeira srhollish. be dndirata
a desembiroador Alexandre loaqium de Siqueira,
rojo retrato acacha na primeira pagina do folhelo.
O Sr. Bostaan Saint l.eger, residente ue-la
corle, araba de inventar, para o pnsino da ceo^ra-
phia em pouca lices, cartr, muda., uaradas sobre
P&GiiU AVUL3A.
O egosmo he o mais terrivel, o deploravel
dos sentimentos humanos, se se pode chamarscu-
timenlosO homem egosta sacrifica ludo de mais
sagrado, com tanto que o seueuesteja em ocio,
em perfeito ocio Honra ? Qual honra, se for
preciso, que elle nao traballie ? O egosta final-
mente para nao se comprometler, veria sua filha,
sua propria mulher vergonhosamente o ludibriarem
com tanto que da delfeza da sua honra nao Ihe re-
sultasso mal ou incommodo algum Oissemos ludo
isto para dizermos a final, que em um desses das
passados um individuo relirando-se um pouco lar-
de para sua quinta, a chegar cm urna das ras
mais retiradas do bairro de vio espichado
ao longe de urna calcada um vulto ; por curiosida-
de mandou parar o cabriole!, e saltou para de perto
examinar quem era, se estava mono, ou dormin-
doetc. Reconheceu que era um seu amigo, qu
nao sabemos como all estava mono ou .
Mal o reconlieceu. com presteza saltou ao cabriolet,
c mandou tocar sem que ao menos se dignasse ba-
ler em urna das casas daquella ra para recolher o
amigo, a quem devia favores : o homem dorma ;
linha estado em um lanche : 'pois crea o leitor,
que esse amigo disse com sigo ....
Morreu-nos ao escrever ko monollogo do egos-
ta ... .
Consta-nos que dous mocos aceiados (e por
signal que tinham cadeias de relogios com catla)
liindo passeiar a cavallo, (e por signal, qud allu-
gados) resngaram em meio decaminlio (e por sig-
nal que por urna joven idiota) e resinga foi essa,
que \raram um para o outro os ufiagicioso eiogo
quelefogoe da-llieque dars, termina-
rain o promenad delicieuse fazendo ambos vezes
de burros amuados : que llie facam bom proveto !
Consta-nos, que das seis horas em diante
andam pelas portas pedindo, e choriiningando es-
molas duas ocapadocias bem mocas, o robustas, e
quando alguma mulher Ihe diz perdoe, e que
veein, que nao lia chapeo ao torno, respondem com
urna enfiada de descomposturas de tremer. Con-
vert, que facam urna negac a essas pobresinlias,
da qual Ihcs resultecaridade na priso
Consta-nos (mas absolutamente nao acredi-
tamos) que urna das patrulhas rondantes, encofur-
na-se 1 dentro de urna taberna, dislraindo senti-
mentos at..., dar a metade da noile, oque feilo
retira-se, dizem que lia transaeco entre a palrulha,
e o taberneiro, para o que ignoramos, o nem
queremos saber, salvo se nos contarem quero por
que quero
Temos almas, vises, upantasmas espectros,
sombras, temos gemidos suspiros, iugubres.soar
de grilhOes ; temos pedradas, batimentos, movis,
temos cmfim, como secostuma dizer passarinbo
verde j sao horas e ludo isto, o que mais ad-
mira aos olhos de todos que Iransilam, e que rc-
sam o credoacm cruz. Com effeilo \ ejamos
se com esla asperso conseguiremos afugentar es-
sesespritos terrorficos, e especficos ; quando nao
faremoscomque a polica lance mao do seu ritual,
alm de ver se com hendaos de outro genero afugen-
lam essas vises queridas que de urna outra pa-
ra outro podem transformar-se em socios do Tiro,
e quem paga he o telhado da casa malassom-
brada.
Fclizmenlea idea, que em nossa Fagina de
hooiem apreseniamos sobre os mendigos serem re-
movidos para o edificio, que eslava preparado para
a Faculdade de Direito em linda, lem sido ap-
plaudda por muitas pessoas, que nos tem enviado
aponlamcnlos a esse respeilo, que mais larde da-
remos ; lie do>rer, que S. Exc. perpetu sua ad-
ministrado con: a pia, til, e rivilsadora funda-
cao de um estabelecimento serio para os mendigos,
alienados, e doenles incuiaveis.
O Sr. lente coronel engenlieiro Lopes, di-
rector das obras militares nesla provincia, acaba de
i er eleito depulado siippleiii.- ao parbmanio pelo
circulo de 1 'uimar.ie-, na provinangdo Maranhio,
donde hu natural. Ela eseolha, na i-pora .-m
que as candidaturas se pleileiam peiio a peito,hon-
ra por sem duvida ao eleito cm quem jpor esta
de caridade 14 de, dezembro 7
Ale amanhaa.
COMABCA DA BOA-VISTA
22 de novembro.
O meu viver do campo e a Taita de reta-
cees que ha do lugar onde habito para os di-
versos lugares pblicos desta comarca, pri-
varn-me de ter a satisfaco de dar sempre
noticias della ; alein de que o lugar he mes-
mo milito puuffo aliunilante de novidades
por isso ileve-M!-mc dar o devido descont
pela morosidaiie de ininhas noticias. O
Fervet opusdeste resto do auno he eleicao,
candidaturas, etc ; comecemos, pois, por
ella;;.
Fizeram-se cm paz as do da 2 do corren-
to, em Boa-Vista e (.abrob, havendo no ul-
timo destea lugares algumas ameacas de
uarullio. que foi obstado em virtude das pro-
videncias tomadas pelo presidente da mesa,
de accordo com as autoridades polciaes,
laes como assislir pouca gente de um e 011-
tro la-Jo poltico dentro da igreja, sendo to-
da cornaa na porta principal, para que nao
entrases la alguma bicuda, e da gente do
povo, somonte ser admittida dentro o quar-
teiriio queestive-sc sendo chamado, depois
Ue ser todo corrido ao entrar.
Asseverou-me um dos qua assislio, que '
teve a dita de ver, que so a esta medida de-
vc-se o niio ter liavidoseinprealsum barulho.
No Ouricury o negocio deu-se ja de outra
sorte.
O delegado Alvaro havia ordenado aos
seus inspectores, de se apresentarem com
seus quarleires armados ,valha a x-erdade
de quem la assislio para oppr-se a quem
quer que quizesse vencer as eleiges, que
uo elle; cis iiuando inopinadamente, diz no
M de outubro,vio-se forado poder por ter-
Ihe chegado a lemisso de delegado, e a do
cunhado de subdelegado, c nomeaco do seu
primeiro lugar para Zclirino, o qual, posto
que sobrinuo do Alvaro, lie gonro do Dimas,
c com este pleitea as eleices em sentido
contrario quelle, e tem difterentes candi-
datos ; por sso e por ser-llie por demajs
desagradavel especulacao do novo delega-
do, de chamar a si toda essa gente armada,
que ia chegando, resolveu o Alvaro, de pla-
no com os mesarios, suspender os trabalhos
da eleirj&o, sob nSo sei que pretexto, o que
com effeto executaram ; e assim deixuram
empaUda a eleicao do primeiro collegio da
comarca, no que uo achei sal. Ao meu ver
levia o /.cliriiio chimar o supplente do juiz
de paz c compor nova mesa, e r por dianle
com a eleicao, o no consultar ao governo,
que sso ja he caso decidido.
Compoe-se este circulo de sete fregue-
tas 3 sio decididamente praieiras, 2 sa-
quaremas, t mista c outra, que talvcz venha
a ser saquarema.
As tres praieiras, que sSo Eso', Salgueiio
e Fazenda Grande, do 38 votos, se me uo
engao, com 13 da freguezia mixta, que lie
a Boa-Vista, monta a til eleiiores.
As duas saqnaremas, que sao ouricury c
Cabrob. do 49 eleiiores, com 13 da mixta,
sobe a 02 eleitores, a fra Tacaratu", que
dando 14 eleiiores, uo esla definido, a que
lado perlcncer.io, visto como alli no liouvc
eleiQio, por ter um tal Mquinho, lilho do
portuguez (tosa, cscriviio daquelle termo,
lirado a urna de noitc, e succumliio-a com
os livros, luis, etc.
Assim temos de um lado 51 eleiiores c
do outro fi'J, a excnpcHo dos 14 de reserva,
os quaes qualilico de saquaremas, porque,
sendo a urna roubada por um praiciro, he
signal evidente de que dentro della existia
o gsnho em favor ilo oulro, partido.
Os candidatos dos pracires sao o I.uiz
Duarle, c talvez o Estevao Montenegro ; os
dos saquaremas sao muitos.
No Ouricury, se gantiar o Alvaro, he o
Brandfo o Joaquim de Souza Res; se ganhar
0 Dimas, he o Hr. Paula Baptista um, e outro
noro.
Em Cabrob he o BrandSo um, c outro uo
so sabe ainda.
Km Boa-Vista, disso-mc o compadre Xi-
quinlio, que anda iniciado nenes segredos,
que pretendem dar 22 votos ao mano do juiz
du direito, 15 ao Brainlo e 15|ao Huatte; lu-
do isso purcHi asseverou-me o mesmo com-
padro, pode ter anda sua alteracTio, no SO
por causa do novo candidato o Dr. Paula
Baplista, seuSo o principalmente pela pre-
Si-nea doDr. lirando, queja Fiesta : atem-
so por l.i os senhores polilieps com scuj
compromiSSOS, suas tramas, suas maullase
sua adulagSo. .Nada diremos por ora de
1 aearatu'.
Tem estallo esta comarca om perfeito so-
reg em lodos os termos, a cxccpcjn nica,
mente de um canto da freguezia do F\u"
onde um tal loo l'ereira, residente no Cra
lo, leudo situaCjOes, pretende apossar-se
a ortioride terrenos e possessoes que nun
ca foram sua-.. Para esse. fim tem mandado
ILEGIVEL


os lilhos cotii ppreito do pessons armadas e
criminosos, os quaes tem derribado e qttei-
ih.hIo casas, curraes. cenme o multas mi-
tras cousas perteiicentes aos pacifi eos pro
prietarios l.uiz l'ercira de Alcncar, Corel ion
Carlos Citallcr Marliniano, que por muilo
puidentcs, anda nao quebrarain as cabecas
coni enes trcsloucados fillios de Jofto l'e-
rcira.
*Sori ja neste me/, mandou o.subdelega-
do daquella freguezia urna tropinba aos lu-
- ires iunlo rstuvam esses lilhos dcJoto Te-
re i ra fazendo essas proezas, qual resislin-
do estes, houve um tiroteio, donde resuitou
alguus ferimeiitos cm um tal Antonio Perei-
ra c cm mais outro.
O commandante da forca volante que es-
lava cm Cabrobo, logo que soubc, pare la
man-hou, mas nflo os achou mais all, por
ja haverem passado para o Crato.
Este Joiio Pereira quer-so tornar celebre
ror qiialidadcs muilo mas ; be sabido nesta
comarca, que elle reduzira a escruvidSo urna
mua _miia forra, que sua mulhcr cHiou o
llypolita he natural desta comarca, onde tem
pai e irmaus, todos nascidos liTres, como
ella. Entretanto Jlo Pereira obrigou-a a
casar com seu escravo, e esta com 5 ou 6
mulatinhos lilbos della no captiveiro, sem
que as autoridades do Crato, que teem intei-
io conliccimenlo disso, tomem-lbe por isso
a menor conta.
Funceionou o jury cm o mez de oulubro
no termo da Boa-Vista, o qual foi um ver-
dadeiro jubilo ; e deixou de funecionar em
o termo de Cabrobo e Ouricury, apezar da
grande necessidado que reclama as suas
luncces, porquanio ha ahi presos de dous
o mai- anuos que desejariam saber logo o
seu destiutp, o estilo soffrendo assimuma
pena, que segundo a letra da lei, no deve
vi 'descontada nu julgam -m.
Tcndo Callado na miiiha passada missivj
alguma cousa acerca da dei-.nss.io do capi-
t.io Venteado, devia da mosma sorte jpre-
sentar alguma consideraban, acerca las que
l'oram fulminad as agora ao delegado e sub-
delegado do ouficury. Mas corrodo as
columnas de diversos jornaes, ja representa-
ciies de empregados c particulares, e ja cor-
respondencias contra o primeiro desses em-
pregados, nao seja minha penna que o mo-
leste na menor cousa, ncm tambum u defen-
da ; porquanlo para a defeza dos Tactos que
nesses escupios se allega, sao precisas pro-
vas e documentos, que ao todo me falle-
cem.
Pelo que respeila a do subdelegado, con-
sidero nao ter ella tido outro fundamento,
.-cufio a sua residencia em outro termo ; e
por isso lambem no merece ser defendida,
tanto mais quanlo como empregado nSo
praticou elle acto algum que merecesse at-
lencSo e nein desatiendan.
Os nossos visnlos do Crato lomaram
mais fundamento com a vinda do ebde de
polica daquella provincia, pois ncslas elfli-
<;ucs nao apresouiou-se mais desordeus aln,
"ni na Barbalba, ganbando em ambos os
lugares o partido dominante.
Tendo dsdoalgumas chuvas por toda co-
marca, acba-se ella corn principio de verde
cm toda parte, em urnas mais eemoulras
menos, estando ja bastante verde cm todo o
pe da Jserra do Araripe, que costeia todo o
termo do Ouricury. Assun a pressa liz estas
buhas, e von plantar mulla roca, que esta
i.uolhada.
Disponliam, Srs. redactores, da vontade do
seu etc.
O Noticiador.
(Carta particular.)
i'idiririo ,tc s. Miguel depolado, D. Silverie i
rapp eiiic. padre Manoel Joaqoim .to Araojo.
< IH.Ir.ci,, ,ie Poned.. : deputado, l)r. Benevides :
supplejntc, l)r. Lobo,
Sito opo.ioflitl.1 o Dr. Lobo copadie \ra-
iijo. ,
ll.mveram deceproe, ,log.tos, e inimizadea
cnireio candidatos e cnire iollaencl.s, e os eludidl-
os ; hia ludo passir com o lempo
, O governo in-.nl,'>...... ...
lid
-!**'8^..?.1!!!?81056 siMr, 20 nftfflsio si I8U
ceram ; OSr. Rabello parece ter alindo a lava a
lodM as .mondados qoe lem por devrr velar na
Suarda da moral publica. O protestoi de repon-
sbdidade rio dilTieeii c em regra nao dio resulta-
do, sonre lodo em easo nmq este. Enirelamo um
remedio era nere>. governo imperial nao he novo, e alguma vez ja pro-
anuo Miniares eftoilos.
guamo ao Sr. deaembergador Valle : Dio havia
intervengo.
|V provincia goza de par
dualihc ptima.
o JA opposicao nao el contente eom a edrainls-
IrarJo. ou. por outra forma, o Hiele da bppoiico.
porque aqu a opposirflo lie milla.
..iDizcm que a raigo dama deegosta li nao ler su-
bid eleilo o l)r. Jos Angelo Mrela da Silva, re-
darorern chafe da epdraieo, qae dispoeha de 31
votan. Vio p, al.|,o razan.
chavatn-se a' crga. para osle pnrlo :
o Rio, o brgaei ni). Alfonso e Leflo, e n pa-
tacho allriirique.il
Va Baha,
iiltjim Fim.n
1) vapor Avenir, .ahio igualmente rom o Impi-
ralriz do Rio.
O vapor wglez Tyees devia partir a |6 as 8 ho-
ras ,1a manhfla ; c o luso-brasileiro II. Pedro lia a
-Jll
as 10 horas.
HErABTiGAO DA POLICA.
Secretaria da polica de l'ernamboco 10 de de-
nmbro de I8.it;.
11 Im. e Eim. Sr,Levo .10 conhecimenlo de V.
*" que das dieren(rparliciparoes boje recebidas
ne-la reparlicao, consta que se deram aiseguiolcs
nccurreocua : '
Koram presos : pata sobdelegaeia d. freaoezia do
Kec.re, \ cenle Ferrrira, por Turto. Themoleo l.uiz
da Costa, Manoel dos Prazeres Lima, e Mara da
(.oiiceioAo, Iodos por desordem.
Kelere o sohleleg.do da frosoezia da Boa-Vista,
em nllieio desta dala, qu, ao amanhercr de hnje foi
.lelell.adaa esa n. il tem taberna o porlogit Amonio Martina de Car-
vallo Azavedo, leudo sido roobado poucos obieclos
e de pequeos valores, sendo que sobre este fado es-
la ...pi.lle aubdelccado procertendo as convenientes
ptsquizai para descubrir os autores do enme
eos Marta a V. Kxc. lllm. e Em. Sr. con-
selheiro Sergio I eueira de Macedo. presidente da
pro,meia.-Ochere depolicia.r. PoUcarpo Lope,
femos a vista o iCoorrier de UarseillM di -r, de
no cmhro prximo passado. Iratido pelo vanr sar-
do Torillo, que viudo de (ienova entrara hoiilem
cm o nosso porto.
A noticia mis inleressanle qoe del le colliemoa he
a da eleicflo presidencial que a do meimo mez li-
tigar nos differemes tslados da Cjiiao ameri-
cana.
Eora eleiloocandidilo do partido demcrata Mr.
Bqcbanancom ISO fetos, leudo ohtido 125 o seu
compelidor Mr. fillrtiore candidate hig ; filiara
ainda a eleicao da California, mas esta "nenliuma
.alleraco faria, pois sabe-se qoe be toda em favor
do primeiro.
.Desta vez a lula foi reunida e mesmo HOCaino-
lefila.
Em Baltimoreaorifdadea armadas e organisada,
Ptrienceuies aos dous parlidus. vierain as mjos, e
ciMiibateram com encarnioameiilo lias ras durante
alaumas lioras, sendo o resultado do conllicto fira-
reui varias petaoii moras e nutrs feridai.
\ arios agentes pouciae que quireram inlerpor-se
enlre os comhaleutes foram lamliem morios.
I O New-Vork Herald dii que tralava-se' ja- de
rfrraar um ministerio para o novo presidente, sen-
do apresentados pelos orgaos do partido urna al 11-
1*0 de nomes, m.s que ao seu ver a esrolha seria
dillicil, porquanlo havia opposicao de inleres 1? ",' ?Ilfflr*f0M e,n 1"' I'"*1'11" '-cmocrala es-
ta dividido querendo os do su! a idmiMIO do Kan-
sas como estado de escravos. a confederadlo d-s re-
pulilnas avalker, e hnalmente a anaeucSo de Cuba, ao ps-
oqoe os do norte, pelo ronlrario, oppc-.e a esta
poltica que jnlgam fricada de perico*.
Em Con.tanlinopla Alli-Pachi dar a sua demi.-
fito de ministro dos negocios eslr.ingeiros.
A Dieta de Merklrmburco recusara acceder ao
Zullverein.
Ae.quadra ingleza no Botpboro continua a ser
reti.rcada. t) almirante Lyotis lem ja s soas orden*
I. vasos de guerr. armados de il'.W a 101) pecas.
bm Rwlts um ralo que penetrara n.is fossns da
igreja de San Jlo, onde se achavam 3,300 .pi.nlaes
de plvora, lizera sallar ornis bello quarleirSo da
c.dade morreado .Vjo pessoas, pouco .,. ou me-
nos.
' t A",lr,ii,f0, otcpavam ainda os principados, e
os itussos B.ilgrad, '
O vapor ; lile de /.,j, desuado a navegar entre
a I;ranea e o Britil, havia feilo altirnanirule com re-
Iicidade a sua viagem de inaogorieao, devendo par-
tir a / do crreme de Marselha para o Rio de Ja-
Esle vapor portara a companhia ArnaudTouarhe.
. Sr- '''ello, o mesmo clamor de todas u ennscicn-
A seguram.a ind.vi-, cas escrupulosas. Se S. S. pronalou o sCU voto f,
desde lugo pela absolvilo dos reo. Mus o Sr. Val-
le foi um dos revi.ores, 50 v llu fe[o ,
que virain qualro magistrados liourados incluindo
o auditor de inarfnha e era mesmo relator o Sr.
tabello, ames oe ter ce.iido a InOaenHai que muda-
ram sua opini.10. Porque leve o Sr. V.lle tilo pun-
ca vista I\n publico se dizem, de modo que nflo
involve rospon.abilid.ide, musas que DOS nao pode-
mos sanrcionor com nina allirm.iliva pela imprensa,
tartos passadose presentes, albcios a este prnce-so
suspe.las. accu.acfte. que no devemos repetir, pa-
tale Dous Amigos, e o patacho ri-ccm ser as c,.as qe diclaram | medida do go-
veuio lomada a proposito da absolvirao dos africa-
mslas i"e Serinhaem.
Mas essa medida lomada pelo governn mo equi-
vali a urna senleuca buaadi em prova jurdica, be
pelo cnulraiio porque essa prova niln pode dar-e
alisraclona, que o governo em lugar de mandar ins-
taurar um brocesio de reipomabilidaMe, recurre a
urna inedidaievceprional, a um desses rasgos de poli-
tira, que a ciisciencia publica deve avahar, e anotar
ou rcgeitar. '
A todos os homeni de honra, a todas ss almas bein
formadas que pndem ler apreciado as deciscs e iiil-
gadoi do Sr. desembargidor Valle anim em causas
crimes. como em causas civeis.mis pedirnos que com
a mi na consciencia decidam se o raio que ferio o
J>r. \ alie fot nu nflo merecido, sea magistraturas a
luslica, se a mesma independencia, e forca do poder
judicial gaiiliaram, oo nao com o nfl ci nlar-se mais
este magutrado no numerodaquellcsque decidera di
vida, da honra, e da fortuna do cidada,, bratilatro
Certameiite us lugares da magiraluri sflo vilali-
rios. he essa urna das condictes da independencia
do poder judicisl. Invocando este prinupio pre-
lende-se violada a con-tiiuic.o com a medida do go-
verno. ISSo pensamos asiim. Ol juies flo perpe-
tuos e nflo podero perder seas lugares o nflo por sen-
lenca, lie por isso que o governn nao demillio os
dcsealiargadores e os apo-enlou. Islo he recusou
eos serviros mas nflo Ibes recusou nen as honras
inherentes ao cargo, ucni o salario ou p'nsflo Essa
pensflo he menor do que o ordenado de efectivo e
leve -lo, porque lira ao magistrado aposentado io-
do o lempo para trahalhar na soa prolissflo de advo-
gado, ou de homem de letira-, e para ganliar com a
oa penna. com a sua plavra,em lodo o lempo, que
me tica hvre, urna s.inma maior do que essa que o
prima de ganhar o lervieo do eslado qiiaudo era
empregado, e para ganhar com lodo n desembarar
rom a Hpenencia adqaerid cusa dos vencimcii-
loi que desfrurlnu. A condicc,flo do iipisenlado nflo
He iflo lamenlavel.
Essa nece que n.1i, prest, e cujos servicoi se dispuisam! urna
renda dos corres pblicos nao garanl: o magistra-
do contra a miseria, mas contra a prepotencia do co-
veruo. A pensao da aposmiadona, lera de ser su-
leita a approvarflo rio corpo legislativo, e o arlo do
governo sobmettido com ella a apreciado ou a cen-
sura desse alto poder.
Nao he pola to racil ao governo aposentar magis-
trados. ^ao devem temer medidas desta ordem
aqu, les que pela elevara,, de seu carcter e impar-
cialidad;- de suas decise-, pela sua scienria, pela sua
respeilabilidade em lim sabem cercar-se do respeilo
dos p.vos, da coosideraHIo de scuscollegas, e da sa-
tisrarflo c estima do governo.
Quando porem a cavallo n'uma perpeluidade que
garante a constituidlo algum magislrado deshonran-
do o ciivergonliandu soa clas.e loma-so escandaloso
pelocMii.mo de suas injaslieas, commeltendo actos
que revollam a co isciencia publica,mas que ao mes-
mo lempo escapam a accilo criminal porque falta a
prova jurdica, deve haver algum grande e extraor-
dinario recurso com que o governo possa por cobro
a nm Iflo pengoso dissolvente da socieda le. A apo-
senlado.ia tem-ie considerado ser esse reenrso, c esl i
demonstrado que elle nao h- iflo fcil que possa te-
merle venlia o governo a emprega-lo,-. lorio e a di-
A conciencia publica tem encarado as-im o aclo
do governo. a iiinguem anda ouvimos fallar dessas
f El i"!'--"''5 !e'n aCi,h" Cm Um ""S'^-HEM-
O espirito de partido, o proposito de censurar lu-
do, me-tno aquillo que se far.a com mais dotemba-
racosesfc fotse governo ; u goslo de sosienlar sem-
pre opimoes conlrarids ao governo, cm lim a oppo-
.ll-:n siv.l.imnl. ^J_______ .
callela obra, ruja ollava edielo hoarada'com mu
breve de gradeeiinnlO do papa l'io l\, a quem l.u
olicrerioa. araba de ser agora publicada em Franca
revestida da approvacflo rie mulloscardeaes, arrebis-
pos e hispos'.'
'.' ,Is,s "* oniprehendemos, diz o autor, como a
Diiuiade de nalureza se concilla com a triudade da:
; mas Dos nflo o ignora, e pois que elle nm
oe Theologta esta prova do dogma da'l'rindade, 1.,/r
a legoiale observaeflo :
1 Salvador ceriamenle nllo leve nunca o desig-
nio de miniar baptisar os liis em mi Ir o nome que
nao rosse o da Heos; es enlrelanlo tres petSOIS.em o
nome das quaes elle qoer que o bsplismo seja dado :
compre poil que cada urna das tres seja verdadeira-
M>s. sem que dlhl siga-se que ha Ires Deo-
*ttXtXE2ZZzrs i ^e ,"co",1!n^ J:s,,; ^SlZSTl^
devemos ||. r an" fnni," n" .,TJ 1u" "'"' ". -"vir-se do plural, afim de marcar a uni-
l-vena tanetMaiO d..le da nalureza divina, e acreseenlera do Padre e
em querer loada-lo; rr-lo peta laida fe, he o
rruclu da p-edade : conl.e.c-lo na outra vida, be a
aolierana felicidade.
I.m homem de genio, pnsscando umdia a borda
do mar. occopivne domyslerio da SiolisrimTrin-
'lade, e procura apiofuuda lo, quandn vio junio
oe si um menino qup a cessava de ir buscar agua
em urna cuiclunlid ,,Brn vasa-la em um buraco que
avia reno no chao. .loe pretendes faier, meu li-
nio, vasando oesle buraco a agua que vas buscar '.'--
I relendo, responden o menino, vasar aqu toda a
agua do mar a como o homem se pozcs simplicidade, a crianca, ou antes o anjo qoe li-
do I-tlbo e do spirtlo Santo, repetindo k conjunc-
rao copulativa, ahm da fazer sentir a igualdade per-
reita destas tres pessoas disuadas.
.Nflo sflo porlanlo aqu (res denominaciiM so-
mente. tres maneiras de encarar urna s6 e mesma
pessoa, tres altrtbulos relativos a suas dilTarenle.
nperacoes. como o pretendetn alguns Sorinianos fj) :
que signihraria o haptimso dado em o nome de
tres aiibulos oa de tres operarnos da Divin-
dacle ? ;k
t) mesmo Sdvadnr, tendo concluido a sua mis-flo
no mundo, promelteu ios seus discpulos que loco
qoe chegasse ao ceo, rogara a seu Pai para qoe Ibes
&Sn^'Stti&i3&SbeJBr
, --i--------- B----- <.-<><-> i" iuc iii.ns l.tcil Hlf
sera melter nesie buraco loda a agua do mar.do que
corr.prebenderdesvos o myslerio da Santissima Triu-
dade. I ode aca-o o espiilo do homem, que be tilo
iniitado, comprehender a Dos que be uilinilo ? r
l-.sse homem temerario que nao era outro que Santo
Agoslinho, recouhecendo que era Dos que Ihe daa
Iflo nadare! bcio pela bocea desse menino, nflo pro-
curou mal sondar as profundidades de um misterio
qoe ha impennravel a lodo o mortal. (I)
lodos os Sanios Padres lulos os theologos -lo n-
niaimea a este respeilo.
S. Ihomaz sustenta que he impoisivel chegar al-
gom ao coiiberiineiilo da Triudade das pessoas divi-
nas pelis luzes naturaesda razflo.
Para demonstrar, elle partedoslas palavras de San
, I f Hl_____. I
abbade Goi|loHI em sua escolenle obra j por
rnnn cilada,e\prime-se a este respeilo nos scgtiltites
termos :
Antes de deixar o mnndn para vollar para o
ladre. Jess Chnst., dissera a seus apostlos que,
quando se separasse del les, Ihes enviarla o E Santo, e ao mesmo lempo annuncion-lhes os admi-
raveis elleilos qoe este Espirito Santificad.- nelles
prodozna. Promclleu-lhes que e *>r o- instruira em todas as coasas, ensinar-lhes-
hia toda a verdade e revesli-los-lua da forra do eco.
' consolador, qoe he o Espirito Santo "que meo
I al enviara em meo nome, seri quem vos ensillar
loan as COOMI c quem vos f.ra lembrar de tudo o
que vos teuho dito .Juan. XIV, 36 Uaaodo o rou-
tn lhei, v- "' "" i"'^"""''i'<"-''^ic jriii- iiue vos leuno di o Juan. \IV. -*li Ounndonnm
^^'^W'toWifrtoytfa,**** Ir. v,er. elle dar ,,,,emonho de mime vos lam
omntntttcaDuiJo"
A apotentadoria dos desembargadores.
I.ma medida de nao commtim energa lomada pe-
lo governo imperial contra Ires in.gislrados de se-
gunda instancia nflo pudia deixar de produzr seu-
aotflo 00 publico desla capital, e deve produzi-la em
todo o Brasil.
Doos desembargadores foram aposenlailos e um
loi mudado da reanlo desla provincia para a do
Maranbao. A parle que estes tres magistrados lo-
----------------- -.-*,.- ... n.inn.riji, e -i ua-
ta desla medida do governo liram loda a duvida so-
bre os motivos que a diclaram.
moral a da ordem publica, e appauiira"'o''gov"e'rno
^;:^^^oo desagrado X&1tti5^^iEX: (
oiilr.is de Santo Ambrosio : (I espirito nflo lem idea,
a liugua nflo lem palavra que exprima o segredo da
gerajao divina.
Ora, cominua o llr. Anglico, ainndade d.s pes-
soas em lieos disliugue-se pela origem da geracAo <
da procsalo, como diesemoi Qoeil. \\\, art. i.
lego, visto qni i elelligeocia humana no pode
cliegar ao conhecimenlu dessa origem, segue-se qoe
a razan nfl0 pode conhecer a Triudade das pessoas
divinas. -J, '
Mais adianle ni mesma pagina exprime-so elle nos
cguiiites termos coatra os que ott.am provar este
myilerio sem ser por autoridades,
Aqoelle que lenta provar a Triudade das pes-
soas divinas somente pela ratte, compromelte a te
oe dous modos.
I. Deroga a sua digniiade que Cunsste em ler el-
la por iihjeclo cousas invi-iveis que excedem es It-
inne. da intelligeiicia humana, segundo estas pala-
vras do Apostlo: A fe tem porobjeclo o qne nflo
apparece JUb. \|, |. K m oulra parle, N'us .
gamos anbadoiM aos perfeitM, nao a sabedora des-
te mundo, nem dos principes desle mundo, mas a
sauedoria de Des que lie um mvslerio e que foi oc-
calla ,i (I. Cor. II, 6) 2.- olfende a f impedindo o,
otnros ,ie submcllerem-se ao seu jugo ; pois quaudo
aigucm, para provar orna verdade de. emprega
raciocinios qae nflo sflo convincentes, expoe-se a ser
ridicularis.ido pelos infieis, os quaes suppOem qoe
nflo temos nutras razes que essas e que nossa cren-
Sarepousa sobre laes proras.
iuss^rSa^j^SsBan!tAsssti
.. i-.....miu, .ji-it'.- (i |,|. | 0IUI7.I
(.reiido-se superior em iheologia a Santo Agoslinho
V a. Ihomiz, assim romo ja se hivil crido supe-
rior a CousX'm" PUS T7J" SB '' "ia Cr"'U SU|";- EMo nno lp,ia ""andido a. pessoas dlvin.,, co-
huma ceremiana nos segutntes termos relativamen-
te a Inndiidodas pessoas ditiuas:
a A soluciodo destino do homem depende do per-
teito coiiheciiuenln da alma ; c boje que a alma he
contienda, luje que a Ptjrchologla nao he mais um
mvslerto, o destino do homem se nos ostenta resoi-
vido. fc cono V Ei-lo :a ,|mg he immorlal; a
atma lie trina como Dos ; o seu destino esta no se-
gredo de suas faculdades, (a
-----.u.u^. ^rt, aaira i
insse Ueosque h.ivi* feiio o homem a sua ima- divina
i i. .nm .. I I ....... .--..-.a... ...
----. ^-fc ...,.,., icili. u i.u.iieiii sua ima-
gem e seinelhauca, e o materialista bnscou as for-
mas vistvcn semelhanra e a itnagem de eos!
tnsinoa o Cbristiauismo que Dos era Irino e o
pliilosopho nio admit a triudade de Dos, porque
nao conceba ainda a Inndade da alma. ,b;
La verdades do Cbristiauismo eratii conlrasta-
aas pela raza, porque o oiccfe nsiim era apenas
um desidertum lloje que o nosce le ipsum he al-
guma cousa de real, (c) a Irindade desee das alturas
da oreaca para abraCar-e com a razio ; as verdades
do Uiristiaiusino sflo dogmas raciouaes : e o destino
do homem se desenlia em relevo por eulre as som-
bras oo mvsleno. Expliquemos como eos he o
l>po da alma, e como a alma he a imagem de Dos.
Stasno de tytrmmbmo.
i P09 Jrinaes trai'dos pelo vapor Imperatriz, ,,-
traiio honlem dos porlos do rol, cujas dalas ebegam, n ne castigo ; todas a:
a do Kio i 10, da Baha a Itie de Macelo a 18 do Ihegoria. >,m jnstic
'a,'"."i!ST5T s'2ui,!l'sf I,ol,"a l Jre,,em me'"" de dissabor, porque a m
,.arH.! d C"rr""e ror,m P'-"ovidos a da um dos tres nflo fui igual njulga nenio
guarda, mannhis, os segoinles aspirantes- loaren- s' llu1""-"..... -".:-
y Letafyetti de Souza Jnior, Francisco Spen-
"uL Ro,"*!"A V"- Evarisl" ***** da Veiga,
ZlTtt!!!aS,r,,Jol,i "'""I" deCarvai
Ibo e Mello. Pedro de Souza Trava-so-, Manoel Soa-
res linio, Fliippe. l-irmino Kodrigoes Clravei. Fran-
cisco Pereira.elle Kibeiro, Tancredo Jos da Silva
Vuintao.lha .Manoel Hicardo da Cnnl.a Coolo, An-
tonio Paulo ltodr6ues. '
.**1 *>"". Pr d.elo de i do crrante, o
iX d '* e,0"?mo Marliniano F.gueira de
K. ?ii0 pro,?0lor.d" jas,IMl l^eraclo
da com, soberana e fazanda nacional na rebeflo
dma* iA.l.1 !"""* "ac,"uai na reu-eflo ^or porque essa ne o que nele ca ***** nomeado para substila-lo o desen- a joiliri. e a razflo. Wflo perno,, irn ,.,* *
liargador da inrsmi Agoslinho Un mili I h i .,. or uimii,..e bargador da mesma Agoslinho Hermelindo de Leflo.
9 da 9 leve lugar na escola de medicina a cere.
E5 d;""0"ra"''>d'.vinleenuve alumnos da
rabMhos dermed,cl"a d" c,irl qe conelniram seu,
SS.MM II co"cor,i,la' "'s'indo a ella
Vorim condecorados : com a habito de Aviz os Srsi
MachiVo'n,"'1 A1""'iu **"* >>
Machado Bitancourt major Miguel Jeronvmo d,
->ovaes eocap.tao francisco Marques de Oliveira
rho JoscCarue.ro Monli.ro. e com o habito ..a me",
ma ordem o capillo Juaquim da Silva Ferreira iT-
I mliam adojeleilos em Minas Ceraes-
JoLe'Ldrlr o' *, 'E|-,ei> ueP" Joao das Chagas Andrade.
JSteSSST ei';""."T-- T- de A.can.
Pelo districio da capital, depolado F. D. Pereira
Sm.yr0n""0S : *"pPtoBla Miao'i T.ixeira d'e
l'oram nomeado :
Fi.tores conferentes .la airan.lega da crleos nri-
m,ro. ollic.aes da secretaria de slado do egoc
uia.'Zf' f-*. 01 Pn, "e '"""""do e Jos Mala
- na Bapl.sla Franco, e os primeiros e-criplur.ril
la mesm, al andog. Francisco da Costa Bdro
I taran a Hipee Vieira da Costa.
laraasduas vaga* de primeiros escrinturarins o
AeM3&^.&r^,,n K, S2WS
Antonio,le Sa Br.lo, e o segundo escriptorario d*
da corle, Joaqu.m Antonio de Azevedo
***** "' nala- Sr- 'So O. Cesitnbra, anligo
negociante daqu.dla pr.ca, que por mais de urna
vez oecapoa .ater.aame.it. a cadeira presiden-
A aporatflo do diftreto da Jacobina dea em resnl-
ado.: depatado. Or. Jos Antonio Saraiva ; so^p en-
te, r. Joao Vctor de Carvalho
Lera ne Joriuif da Hahia :
-*"J,.0n"m T"tbe'm grao de Dr. cm medicina
m mocos qu. concluirn 5l-us estudos no presene
a ( aclo estove solemne e ft> muito concorrido;
ello comparecern, diversas senhoras, grande mime
^JffTW^^V^ Utamn da nouai .-
, *''". Exms Srs. arcehj.po presidente oc-
cupavam lugares de dislinrcao.
para lao< loleaieldaaai
convidados f.,ra do lilao-,
' !Ti^*. de_' "'/'rido gr^o ao doulorando o Sr
D.. director rectou unCiim cTo ZC, 2 T-lS fliZT* ***'"J--*ra
.,..1 segoio-se o,,., recitado pelo doulo ando \n ml.genu. en. descubrir os c.i
lela loaqeim Rodrigues J-i
-. Costa, .itie den cabal
de -mpenho a'importante e hunrusa'.arca con. o
q.ie d.-tinguiraii. seus collegas.
Ilaviam ekrgado procedentes .leste porto a' Balrii:
a 11 a lancha S. Joao 3 ,,i,ls ,t v|
I; ,. br.gue fceeerr. Loto ; pol,M he]2
nhola .< Iheiezma, com :t dias.
I macan, de peora fided.gn, de U.eei, com
dala de 18 do correle, du-noi o segaiute :
Est concluida a eleicio ,te deput.ilos Are-
laran eleitoral fi execnlada litlcinlinente dea em
resultado a reelicflo de om velho depolado e
a entrada de qualro novo. Do, snpplenlcs dous sflo
da opposicao. u deparados sao iodos conservida-
imper.o. n um enme que aprsenla lucros sem
iguacs no commercio licito, e cm genero algum de
contrabando. ,. um crime fcil de commeller por-
que be o contrabando de mercadoria qce marcha
por si, e cujo movimenlos s aguilhoam pela pala-
vra e outros facis meio. de d.cidir a vontade, por-
que i. nm enme em hm cm cuja .epressflo se acha
empenhada a honra e a Rloria da nielo, e-ses ma-
gistrados nflo emprrgaram o salular rigor, a pruden-
te energa que pedem juslica a equidade, lodos os
sentimenlos do chnstflo c do homem generoso.
Mas os Ires desembargadores nflo soiTreram o mes-
mo mal. e pode-se mesmo dizer que Um delle na-
na suhreu seuao urna demotutrarao de de.goslo do
governo. A mudatira de urna para onlr.i relarflo
nflo he castigo ; todas a relaces sflo ig.jae em a-
Sem i jnshca pedia que todos (res jof-
em a mesma dse de dissabor, pnrqoe a parte
!i di..- Irn ... I ._____1 >
Sr. JS Pedro Jas LageVeWava' dTpo' ,o a .p2..r a .. SI ^^t
candidatura do Sr. r,,sil,.ir i~S ..... pa'' a Sal ">'" da suli.ta
candidatura do Sr. coi.sell.eiro Jos 'llentr'romo
mutt.-is vezes o disse.
Seis desembargadores intervieram no aecordao
Foram revisores do proces.o os desembargadores
Ber ardo Babello, lelies de Menozcs, c Amorim do
Valle O Sr. Rabello foi o relator, e voloVpVla ab-
tolaro0' m. ,' ^'"'O"* e d.vidiram na
votado. ws oairos ,re, desemh.rgadores podiam ""* """, que o sr. ur. Bell
julgar segundo a conviceflo que ao seu espirito trou- i frel"8 desSe Snipo, nflo repela
xea di.cnssflocmsessflo do tribunal. Todos esses se Sr-Josc licnl0-
g'ador'RochMr,.?,8 "n*. "a"1"0 Sr" de*en""- .. K'" Ml"il,e1<:a **b>3o tudo corren placidamen
_.mor noena .tastos. .* > ..i., .i..... -. -_,. i lp. \ na..i....... .._.._. r___
me-se umi medida qualqnerquando e
apparece o homens justos nflo a devem
liando c.">m argucias de legistas.
O Justiceiro,
m medida
lar ova-
OWal nao escreve para a provincia, escreve
para a corto, e para fora do impeli.
Se houve urna eleicflo pacifica, e espontanea Ibl
semdovi.ta alguma a do circulo da Victoria. Nal
qualro rreguezi-as, de que se compe o circulo, ,
saber ; Moribeca, Jaboalfto, Escada, t Victoria ei .,
Iebraram-e as eleices primarias sen disturbios- ,em nm .Oonl,raen,. 'C"do cada uin desses ac
sen. duplcalas. osiurb.o- (os essenc.almente ditltoetoi un dos uniros ; e h
NaK.cada receiava-sc que alguns praieiros con- P"j'lal,lla.le'1n(,raoc e-'da ""'dessas propriedade,
fiados no Sr. coronel Jos Pedro?mas que nflo i d" alm*' em ,irlade dc sua "'"'ncefloes-
nham gente qualilca.la com que podeYse.n vencer !n'a '.'*'? "! "ls,enc" nlologica. que nao ad
a eletcao.preleudesem anda assim pljitea-l,, a to-
mas o nao Hieran : sendo ceno que o
Na victoria lambem alguns praieiros ouizeram tambemiin) e trino, uno em substancia e
tentar fortune, mas recuaram sem esireoito o ha l0 "" Pe""as- A ,ua -"ndade deve consistir as
' hav pe,"'as 1ue "eudalmeole conslituem o espirito : o
., -------__..-, ., ,,, i-nr ..i-i ; n lia
..os constante, que o Sr. Dr. Bellrflo, que se achava
3 traala .1., .. _..,._ .- *
a candidatura do
..w, t.^io3r. nesembar-1 <> auoaiao taao corree DUCldaman- h.c """ ajao.
O voto desle Sr. pode e deve ,e- E"' nenhuma destas freguezias .-.ppareceram m"nS"^^, da personabdade (g) A maufasla-
nrioso emquanto nflo ha nm- feclamares e nem proteslos. ou ac-;1n da vonlade he urna, a manifeslarflo ou
....... .,u.. ,.,,,. ,, vu(0 fleS|e Sf_ p0((e fi deye le. e,,,, nenliu
sflr considerado coinciencioso emquanto nflo ha pro- 'lamares e nem protestos.
l^f!: M" S' 8' '''v*a ""*nar-se ao ri- ()s """-sde todas ellas, homens propietario.
gorporqoe essa he o que nel ca tarflo quas. unnime ao gr. eonselheiio Jos Boato
sem a inenor inte.venrflo do governo. e mu.lo me
i,'.. (.i Sis> Ifc I.__i* .__-
por nimio, e cxlemporaoeo e.cropuln. o governo tem
dire.lo de mostrar por um faci patente qoe elle es-
perava no magistrado urna maior allenco s cir-
cumstanc.as do p.iz ; que elle desejava sobre todo
que a ratoora da juslica .r passasse por cima de to-
das a* rabera,. Sem poi. inflingir ao Sr. desem-
bador Bocha Basto ama pena, am" deseonsideracl..
a governo exprimio-llie o pezar que Ihe caus
seu praccltmonlo. e sobretodo moslrou ao mall4o
que oaa part.lhou as altences, ;, indulgencia, ou a
rraqueza que possam ler dictado o voto desle magis-
trado. O governo i.flo quer ser mo de nenhom do-
modo, porque o poda ser segundo a enrgica expres"-
sflo do poeta francez : v
traen parce qu'il son mechanlsmalfaisanl
l.eiaulres parce qa'ilssonlauxinechantscomplaisanls
Deixemo. pas o Sr. desemliargador Bocha Bastos!
Tolr. rpT'e"am1ns e Pr '"ja praoa se lem pro.:
i.m~ .7 I"1,'"'en algumas sympalbas. segundo
temos podido colher.
*JZn',e"!mb,"T?',0",, 1"cm "no propria e
enrgicamente leo com urna medida que raz qne-
,rd k" en"e,.e der'"id"acflo sflo'os Srs. Ber-
nardo Kabello e Amorim do Valle.
nos do Sr. conselheiro Sergio, que a i.eol.um se di P'"a vr"',a'le """"" eos he o
riaio. Os doos das da eleicao loram de ,-e-osiio e ^ d"ho,nfm eerai he a imagem de Dos.
--------T -| .. .1 l-|| C IJj
rigi. Os doos das da eleicao foram de regwiin o
de resli. OSr. conselheiro Jos Benlo, por sats-
lazer a vontade dc seus amigos comparereu na Vic-
toria, onde foi visitado pelos eleilores anles da elei-
cflo, e depots della quando vieram dar-lhe os oara-
beus do seu Iriumpho.
Todos sabem qoe oSr. Jos liento foi lambem a-
collndo fervorosamente pelo circulo de Caranhutis!
e que ar nao saino por all deputa lo, fi porque re-
isiiuii a brilhaiite volaeflo que Ihe cava preparada
em favor do seu amigo o Di. Domingos de Sooza
l.eao.
Como he pois que o Liberal se atreve a publicar
semio menor'peijo, que a eleicao do Sr. con-elbetro
Joso liento ro una imposicflo do Sr. conselheiro
Sergio, imposirflo fundada em urna geringonrn que
elle forma enlre o marques de Uinda, o conselheiro
Luzebio. com urna parle da familia Clvalcanlj or
bao e oulra da familia Reg Barros por cima
formando una lea de aranha em cujo centro o en-e-
tihoso redacto.- colloca o Sr. Jos Ber lo Que .na-
bo ile c. lin;, vaporosa he essa do./.idera '
Se tolla a irilervcnrao do Sr. Serg o em'malcrias
....."i" ,,"u"m alie. oe io ia a iiitervcucao do Sr. Serg o em materias
., loli' le D\ano>a T"> havia, e que todo o Victoria, cnlflo dir, ao liberal, que vi armar cas-
mundo sabia a respeilo do Sr. desembargad., Babel-' <" carias de jugar, e va pregar aos ,'e"xu.bos
X e rnn ^"^""7 T **?" *ar '"" M *" "i*" L'" ""'" '** ral .obre os etCtS
tSSJTmTESEZ, Sr; |,re,"1""' +*-{*, *r-.~n*lh.oJ.<*llelo, e pelos nnmero-
dmos'i ?,, ^r:mdV'Um'.r He V"" qMeelen. ?? ''e'.ir.c.cs que elle (izeta a pro.inca ; e basta
I pessoas qt..
importa que sejam publicados
demos S. Exe. nfl
pela imprensa.
O Sr. prcsilenlc, com um escrpulo naleril ao.
princp.o. polines que professa. empre se ab,.eve
de .nrioenc.ar as decisoes do. juizes. e VCeS
conversou sobre materias relativas esse proce.,0 d
Serinhaem com os juizes de prin.eira secunda ns-
anca que nelle Ihe rallanm. S. Exc. so vio ai-en- ^ABTAS DO AMIC.. V AO AMICOZ SOBRE (1
e nubncaT; aUd""r 'le mHrD,,:' dr',0is d'lla lavada i Sgt1"0 "U "MEM l*EL0 Slt- ""I El-
A li de oulubro, om palacio, na oreme! do Sr I
sent.ar".. nr 11.1.,... __ _..._ r .*-' Jr. i
allende ao cavalitinamo dos l'crnambucauo, para
ncardi le logo provada a eepontaneidade da elaieto
da Mcliria quede rerto den victoria a quem me-
recen. '
t'meleilor da I rloria.
IV.
-----------* "" i'"""i-i"i im imCS"I1C.1 (lii Sr .v i
desembarga lor Kabello. um outro desemhireador I. '^'"f" """S< llp e" > ""ima qoe le escrevo e
perguntou a s. Exc. qual era o pensameulo do o- ^3 ,* V ,nals "le l"" cu*,ad" '"->" e en-
verno neste negocio. () Sr presdeme re-n rt ; "i' "flo ha de ser ss
,. ai ",;" 9.e Pnr modo "e"l""n o gowroo qoiria dictar aos' '">;'eri' d" "os rrel i.po e^tires denle c" """' '"" '''"'^ i"**"" gundo soas cu. sci- i P"'""^. """ */*+* <".....lo Aqui-
- cas, o que podia au.ven, poce,, em nome do g- *.>*" *'"<>'* l***"* di igreja -albolica,
un. se lenbo de .ratar do maior
iossa religiflo, daqaelle que nflo fui com-
.-tE. ^- -mmodo baslante lOZOt^S^SSlr '^ZX'T' ZttSLT*9 '""" "^
muilos ,,:, e externa do imoaeic n.di,'.,... '. ... 1 -".' I C-nn-elfe
dos niaiores.
acconlcccu licarcm muitos ^KVi^S,^Z^^R
todo, osen,,,,-, rclal.vo. no trafico escravos todoi
os agentes do governo, e lodo, os juizes dcsenvolvel-
sen a maior diligenua em descol.rir os r.i.s ,
o ,,,.,.r rigor en. pu.ii-is. Eolraram eatflo ire
wnoMgOM cm larga Mnver.a sobre a materia em
tormo geracs, porqoe S. Exc. declama lompre nu
nunca vio, nem .pieria ver os amos. O Sr.di-
birgador Babello nocj, tinha ,j,lo os aulos. e'j., os
l.nha pa.sado, deelaroo que nelles havia prova -ulli-
c.entc para coalirmar a ienten(a do auditor de nu-
ito, como comprehender que sondo Deo
nm s.., sobsislem todava nelle tres penm rermen-
le di-lini-las, ,ie sorte que una he a peora do Padre
oulra aj pessoa do F.lho e oulra a peilol do Espirita
Comb comprehender que a naloroil, a substancia h?J II'Ck"!'!',
ivinijsem cenar de ser una. rnnii.ii..d,.._... ..... ""' "" 'l"r
diviniJsem ceuar de ser urna, comniauica-ae pelo
Padre bo Filho, (ido Padre e polo F'lbo ao Espirito
Santo, sem nenhama divisan ou dim.nui.-flo de seus
alIribiHos ou de suas oerfeicOet?
Com) cainprehenJer que essa nalureza, essenci-
almcnlo urna, be co.nmum as Ires pessoas, estando
oda irileira oa pessoa do l'adre, loda inteira na pos-
do Filho, inda inteira a pessoa do Eapirilo San-
Alada depoii oltoo oSr. detembirgidor Rabello
a palacio, a dizem fallou ao Exm. Sr DTCsidenla ., ','" """' """ ""rl <"> P'oa do Lspiri
mesmo sentido. Affirma-w mais que s. S decUroo -,le.|iorl'.,lI"! Padre he Dos, o Filho be Deo
cs.se sen voto om d.verso. lugares, dianlc d'c diversas' K'I""1".S;"I 'c Dos o todava ...lo sflo ;i dooses
peosoai. C,U5 mas um so Dos''
- I-n"."' "? Ur""n,,i> d" Sr. Ra-
A opposicao so d.spulou a eleicao primara eiu ,""ll'l '""* m,ls lroelhorex.medos.rrazoadoe d*. oro... s. ,,
r-. ^ opiiosirao so uispuiou a eleicao primara om ..... n"l!i *" c"n\i-i.cidt. por
du .. da rregue/ias. venceudn em una e sendo velt- mt""" Px*mi' "" -rra/oad.., o u, provas. Se
cnla em oulra. Entrn em coll.rflo com votos "'"' aro"le(:'meiito notorio e publico occorrea
e nflo obsl,nlc,to.i, dous suppk-nlcs". lio urna prov, K 5*1 'mPrM,ioMr (o ou a COMcieocii
e,..floobsla..te,l.'in douslopplentei. ||c u.na prova
de que ncsl.i provincia o espirito publuo he de rou-
rilurflo e tolerancia:
S.io deput.i.ios os seganles :
Distnrto ,ia eapiil : depolado, Dr. Uradouea:
'"'P''..... '-"ci Soarcs de Alluiquerque Eusa-
llHlriclo .1.. porto-Calvo: depalad, |.,. < ,
lhe.r..s ; wpplaole, ti, Uciadw de \l -n luuca.
., Distnclo de A et.ibi.a j.putado, Dr. Pedro
AetoDMj luppleole lu. i nade i ima.
que
do
increada, cien,a, ,inmensa, omnipoleule ; que sendo
a pes-oa do Filho lambem increada, etrea, i inmen-
sa, nmnjpnteifte ; que sondo a pessoa do' Espirito
.vmio igualmente inrrea la, eterna, iuimens... om
,--...--.. ..,, ,..-.,,..,.,- ., raan nu a contri....... a.....- .',..- --.-......., ,.,,,,,,,..,. um- ..
2-jaaa~* *T5E s SttSTzmxsxs*, 4fc
W culpabilidad* de m do. leolooeiaUoa, islo io
o a app.eben,,!., f.u pela polica de tres africanoi
ene eontrabaodo no engenho d reo \ccioiv ,L
vm,ar,n,.,,,eelm,.ado <;,,,,,,,,,. T.mtem ^
doSr. Kabello nao modoe dianle d* disrus.a,, 2
V '.......""" l"'"!"e """ 'I-- com., relato a i!
:,::::.'=';:;';:,:;:.;;:'..............."""*
enlre si, nao ha :! increados. :|
olemos, .. immensos, : omnipotentes, sim um ao
Doos mere i lo, um s )eos eterno, |)eo, im_
mnsn, un, su Doos omeipoleele?
(jarro presume comprehender romo slo he, que
rido amigo ; quem oosa querer demooslrsr lao gra
de myslerio; c.rlamenle nao lem delle nenhuma
idea ... e.,,,11... ,,......, admi.a-l, homona
de laielligencia de -.aber rir-se-hna di sua -ola
preumpcio.
Ouere ver o que a ete mpeflo se 1.- m urna si-
Ouaessaoas propriedades ou faculdade essen-
c.aes do-puno humano? Para respondermos, he-
os dc mister proceder pela observaeflo doEu,
ypo para ca la liumem de todos os espirito crea-
dos, lusa observaeflo nos da :a vonlade, a inlclli-
aenc.a, a seualu.lida.le. Aa m como a maleria lem
suas propr.edade essenc.acs, sem a quaes a nflo po-
demos conceber, lambem o espirito lera as suas. A
alma quer. a alma pensa ou condece, a alma sent.
lie isso ou nflo urna perfeita triudade? Sim ; por-
que se a substancia he una, a persuualidade he ri-
lifl. (el A substancia he ama, porque o sujeito que
quer he o mesmo sujeito que peusa e he o mesmo
sujeito que sent ; e ,i persuualidade he trina, por-
que a vohcao nflo se confonde com o pensameulo c
em enm o sutil.ment, sendo cada um desses ac-
mitle identidado no modo de manifes'lar-se, nem
pode ser abalada pela duvida. A variedade cssen-
:ial na manifeslarflo correspondo varieUade pes-
onl n,.i- <_____. i.. ... _
que e ni tiiie-'.-i. f
------i i"- -* **uiiC3ia ti*
Dos que he olype di alma e que he-um espirito
leve ser lambem HM e Irino, uuu em substancia e
tujeito que quer, o sujeito que peras, e o sujeito que
tente, confuudidns e identificados no seio da anida-
de suhitancial, mas d-siinclos na rbita da aerflo,
da manifestaran, da persuualidade ;gi A mauifasta-
* ...... _.........H .... ,,,.,,,, ,, uia,i.,G.,a. ..O UU
aceflo da inlelligeiicia be oulra, e oulra he anida a
matiireslacflu ou leda da sensibilidadr. A dislinc-
.ioessencial na aceta tem sua tonto necessaria no
agente, e ea dislincflo com rolado ao agente sup-
poe variedade nexoal. Desta arte eos he o Iv-
E o que distingue a Irindade Divina da tn
daile humana ? He que aquella he increada e esta
he creada. Logo aquella he necessaria, infinita e ab-
soluta ; e iota, contingente. Baila e relativa.
A vonlade de Dos, a iulelligencia de Deo ea
sensihilidade dc eos, como pessoa conslituudo a
mesma substancia e o mesmo ser, participan) da
mastna nalureza do ser e da sul.-lincia, e porlanlo
sflo todas necessaria, lo.las iulinila, luds ibiola-
las.A vonlsda do homem, a iulelligencia do ho-
mem, e a sei.sihilida.le do homem como pessoas
roii.i.tuliiilo a mes.na substancia e o mesmo ser,
parlicipam da mesma nalureza do ser da substsn-
Os erros, querido amigo, os absurdo mesmo con-
lilil IIU.I I...-I... .1.. 1-_____. *1 i, si I.
considrenos dehaixo do 'ponto de vista .
I.g.osus. quer dehaixo do ponto de vista philoso-
pluco, sflu lmi,., e lem um carcter Iflo repunanl
mais a de caholico que diz ser.
A igreia ensina-nus que ha na essencia nnica de
Deo Ires pessoas, Ires seres realmente distit.ctos.aos
quaes os at.ribulos divino sflo todo eumuiun, de
sorte que tflo perfeto he o Padre, romo he o Pililo,
como bo o Espirito Santo.
A Enripiara e iram claramente a existencia e distinecao real des-
tas tre pessoas ua natareza divina.
E.s aqu ii principaes :
8. Ualheo roere qu.- Jess Christo, sendo b'ap-
tiia.lo por S. Joao, apenas llhin dagaa, vira abrir-
se o ceo, descend, o Espirito Sanio em forma de
sr&su&&ts&tt&^zssssa
-i------ -i-... >.<. mt, as ij'ir.i.i (lie?
mo lempo que isso livera lugar, urna voz se lizer
ouvtr do alto do ero, dizondo : liste he o meu l'dho
b'in amado, no qual i.nli.p .: t la minha coro-
plicencil. Bapt.zalu. aulcm Jess, conferlim as-
ii ceiidtt de iqoi; el ecce aperli stuit ei cdi, el vi-
i dil.-pritum Dci deseen lenlcm sicutcolinnbam, et
ye.neni.m super se. El ecce. vox de cu-lis dicens:
liic e-I Filius meus dilerlus in quu uiihi com-
placi. n
Quem nfl., i neile faci hem disiincla e he.n
earacleriiarias ai tres pessoas divinas: o Padre que
ralla do alio do ceo, o Filho que hebaplisado e o
b|.mto Santo que repousa sobre sua caber em
tor ni a do pnn.ua ?
Eiiviaud.i icu* apostlos a pregare Eviaggelho,
su- Christo dis-e-lbe. : Ido, cn-inai todas nsgen-
tes, baplisaudo-as em o nome do Padre, e do Fi-
. -. ...... .^...., ,.v uuu. c *> (O.II-
nem daris teslemiinho delle, porque estis dede o
principio comigo (Joan. XV, -Jti, -J7:. Ves recobereis
a virtnde do Espirito Santo, o qdal descera sobre
vos o daris lesteiouuho de mimem Jerusalem e em
..da o Juica e na Samara e ale s extremidades da
torra, a i
S. Pedro om sua epstola primeira Talla aquello
que sao oscolllidoi segundo a presciencia de Dos Pa-
dre, para serem santificados pelo Espirito, para obe-
deccrem-uoe para serem lavados pelo nema de Jc-
sns Christo.
Sao operaees, diz o mesmo Barajar, qoe nao po-
dem ser attnhuidas senao a pessoas ou seres subsis-
tentes.
S. Paulo em sua segunda carta aos Corinthios sau-
"A graca de Nomo Senhor Jess Christo, o amor
oe lieos e a communicaeflo do Espirito Santo seiam
com i., i,,, vos. r
Nflo he claro que, invocando assim separadamente
sobre os heis a que se dirige a grac de Jess Chris-
to. o amor de Dos ;o Padre; e a cotnmunicacflo do
fcspinlo Santo, contessa e endna o apostlo a dis-
tinecao real destas Ires pessoas divinas ?
Na primeira de sua epstolas diz lambem S. Joao :
lia Ir. que dito teslemuiilin no co : o Padre, o
\ erbo e o Espirito Santo, e estes tre sao nina mes-
ma Booil. o Iressunl, qui letimoniom danl iu c.
lo I aler, \ orbum, el Spinlus Snelas ; et lu Ires
iinum sunl. o
Se o Dr. Fciloza tivese lido eslas eouas, cerla-
coin as operaces do Ente Sopretno ; erro que
lora refalido desde o terceiro secuto por S. Diniz,
patnarcha de Alexandria, e do qual diz S. Basilio,
que reduz o chri.lianismo ao puro judaismo.
Com ellerto, se a. pessoas da Irindade nao sflo se-
nao os allributo oa operables do Ente Supremo, el-
la nflo sflo dislinctas, por quanlo nao he. possivel
dar-so nenhuma distinecao entre esses attribotos oo
enlre essas openroes, nem entre tiles e a substancia
un I fia
No dizemos lodos que a alma humana he urna
ubstancia espiritual, dotada de sensibilidade, intel-
ligencia e vonlade ; mas nincuem ainda dise que a
sensibilidade, por si sd. f jse a alma humana, nem
que o fosse a tnlelligencia nem i vonlade, lomadas
cada urna separadamente. Dizemus que a renniflo
deslas Ir, propriedades he necessaria para elevar
una substancia espiritual linila A calhegaria de al-
ma humana, mas nao dizemos que cada urna destas
propriedades seja o que se chama alma humana.
Mas a respeilo de Dos, querido amigo, nada dis-
so lem lugar. Sua intelligencia, sua vootade, sen
poder, etc., tudo nelle se contornle em sua substan-
cia ; nada he distincto do seu ser. Elle he por sua
naluroza e necessariainenlc ludo o que he.
Para dizer o contra,io, para sustentar que os at-
triliulos divinos sao dislinctn uns dos oulros, como
l no discurso, e querer assim confndi-lo com
as pessoas di frindad Santissima. be preciso nada
entender de ph.losophia, he preciso nao saber mes-
mo distinguir entro o rule que existo por si e .. ci-
te que ex.ste por outro.
A intelligencia. a vonlade, etc., nflo sflo dislinctas
senflo no ente contiugente, no ente que uflo existe
por si, no ente que recebeu de outro nflo so o ser,
senao (amhcm as propriedades que o fazem ser o que
bo. Assim concebe-se mnito bem que a alma lio-
mana, sem denar de existir, pode ser privada de
urna de suas faculdades, a vonlade por exemplo,
ne-te caso ella nao ser mais a alma humana, he ver-
dade, ma por isso nflodeixari de ser sempre amen-
t de urna nalureza particular.
O mesmo porm nflo pode dar-se em Dos. Exis-
lindo por si so, he oecessariatrente tudo o que he ;
eu ser he -ua mesma nalureza, he sua mesma subs-
lancta, e indo u qoe nelle exilie he urna mesma cou-
sa que sen ser.
Sua intelligencia, poi, sai vonlade, na bondade,
sua juslica, sua omnipoleneii, nflo sao cousas dis-
tuictas, mas sim sua mesma essencia, sua mesma
substancia.
Se consideramos separada e distiiiclamenle as per-
reir.ies divina, nao he porque ellas assim existam
no Ente Supremo, he sim porque uossa ftac inlel-
ligencia nflo permute oulra cousa.
Eu soo aquelle que lie, responden Dos a Moys,
que Ihe pergunlava seu nome. Dos he essencia pu-
ra, Dos he aclo puro, dizem o pmlo.opho., e ja' te
mo-lre cm minha primeira carta como o anjo da e-
eoli desenvolv esta formula immensamento fe-
cunda.
guando sabe-se qne Dos he essencia pura, diz
elle, isto he. que tudo he essencial em Deo, sabe-se
que nlo ha nelle accidente, nenhuma qualidade va-
r.avel ou secundaria: seu ser he sua essencia, quero
dizer, he neoessario ; seu conhecimenlo he sua es-
sencia ; sua vonlade be sua essencia; sua beititudebe
sua essenca. Ouando sabe-se que Dos he acto puro:
om oulros tormos, que nelle tudohe aclo, sabe-se que
nflu ha nelle como em mis, o virtual e o iclual, o
possive e o real, a potencia e o aclo. ma que lodu o
pnssivcl de lieos he actual ; qoe nada oetle e-la por
desenvolver, por aperfeiroar ; que ello he jV perfei-
10 ; que t.fl., he como as creatura, indeliiiidamento
capa/, do desenvolvimenlo, mas qne he ja' agora, se
assim no podemos exprimir, inlinilamente desen-
volvido ; o que marca absolutamente a dislinccAo do
liniln a .I.., lotean, 1. __
1 """.....'" "" "T"1 natureza no ser da subst.n- voivnio ; o que marca absolutamente a di ca e por tanto sflo todas conlingentes, finitas, rea- Helio e do infinito. Ser essencia pura i icio poro
,"*' '' he realmente o caraejer divino do infinito. '
' >S erro-i. nitOrulo aini-'n na :i ,^-nrilrx.. ..,.-,.,, *-. l:-t:t i,,.,,,,, .1..-1^._ __-- ___
- --------#" ....aw VIW ..nr, ,,[,.. ll
E-la mesma dnulrina acha-se exposia em difliron-
... ., H,ll, Hv, os aosuruos mesmo con- svoa mesma .loutriua acha-se expo.la em difieren-
tidosaesta trecho do discurso do r. Foi.oza. quer les partes de Summ. Theologi a e a lmira que o
o considere nos deba xo do 'nonio .1 vi.i.. r. llr. Feilnn n>......k. au.____t..- .... "Irdque
.----------------------...bw.<-*.va ,o .....
r. le.toza nao teuha disso conhecimento.
t ergonland^ se Dees lie a mesma cuusa que sua
.,.. r m aun carcter tao repuinanle eisencia ou sua nalureza, S. Thomaz responde aae
que nao podem donar de comproraetler seriamente "ao sendo elle compo.lo de materia e ne forma he
repu arflo de lutcll.gcnle ,ie que goza, e ainda mesma cousa que sua essencia e sua natureza i T
a de caholico que dizier. n. :li I -
rito Santo.
F.uui'i ergo .lcete oui-
no geote, baptiiaule nos i......miua Pilis, et Fi-
l. el Spjrilas Sinctl. a
O sabio Bergler, meocionioda em sou Diccionario
, ,V EjPMeolieo hisloriqde, etr. du calecbisme par
l'abbe t.mllois 8 ed. T. I. p. 87.
> Somme ThcologiqueT. I, p. -JOT.
a Kiaum teneallf, a.nici !
b Como : se a mi.san de ensillar etla aoblioM
t&Sttz&a*tas ^S:.'""r-a,,orm",:rci-
MW(He ve.dide Di.eur.-Fiil lux, cllux fac-
El eril tioliis migiiii Apollo !
Bravo bravo! Que (alelo! qne saber pro-
I p. :ii
i'erguntaniln sea essencia em Dos he mesma
cousa que o ser, responde que sendo elle a primeira
causa ell.cie.ile. um acto puro e absolutamente o
primeiro de lodos os entes, sua essencia e sen ser
nao iflo distiuclos. T. I p. :!.",
Pergontando se aa.rflode comprehender he em
l eos sua substancia responde que visto nflo ser
elle aperle.coado por uenhum ente di.lincto de si e
ser o,eu ser, sua intelligencia nflo he disiincla de
ua substancia. T. I p. 1.18 ,
Em uutro lugar diz anda assim o Santo Dr.
Em nm o poder e a eisench sflo oelroi que nao
'nlade e intelligencia ; a itilellisencia oulra que
a s ibedoria ; e a vontade outra que nflo a jus-
lira, pelo que pode acontecer que nosso poder c-len-
da-se cousas que nao podem existir em urna von-
l.de juila, oo em urna iulelligencia sania ; mas em
Deo- o poder e a essencia, a vontade e a inlelli-
geitoa, a sanciona e a juslira sao urna so e mesma
cousa ; por tanto nao pode acontecer que baja em
seu poder cousas que repugnen) a rert.dflo de sua
vonlade, e a s.bedoria de sua intelligencia. etc. rt
I p. i\ )
S. Agoslinho cnsina tambem o mesmo.
.. Em eos, diz elle, o pi ler nflo lie oulra
censa que a prudencia, non a torca uulra eeuia nue
a juitica e a santidade "'-
das oulras duas I. padre nao sendo o l-ilho neni
o Espirito Sanio. .... leria vontade, sem inlelli-
genriamm iensibilidi.de; o Filho, nflo sendo o
Padre nem o Espirito Simo, id loria intelligencia
sem vonlade nem sensibilidade ; e o F^spinlo San-
to nflo sendo o l'adre nem o F.lho, so leria sensi-
bilidade em vontade nem iulelligencia.
Se assim tosse uenhiiina destas pIMnas seria lieos,
entretanto a igreja ensioi-noa que o Padre l,e Doos
que o Filho he Dos, que o Espirito Santo he Dos,
por isso que Iflo perleilo he o Padre, como he o Fi-
lho como he o Espirito Santo !
Eis mais urna razio [.ara eu direr que o Dr. Folla
za uu nflo conhece o Deo a quem adora, ou adora
a um Dos que nao he o de Abrabam e de Jacob,
que nao be o dos Chrislflos, que nao he o nosso.
Nos dizemos e eremos, querido amigo, que o l'adre
enviara ao mundo o sea Filho tnico para resgitaros
im ni. mis do captiveiro do peccado, e que o filho en-
viara depois o Espirito Santo para assislir a oa gro-
ja al i ronsutnmncao do seculos ; ma o r. F'ei-
loza, que nflo he ignorante como n, sabe que loi a
vonlade de Deo que oimou primeiro a intelligencia
de Dos, e quo fu. a intelligencia de Dos que en
viou depois a sensibilidade de eos.
Se Ihe perguntamos para que lim a vontade de
Dos envin a iulelligencia de Dos, responde-noi
rom alguns hereges e contra o que ensina a igreja,
que foi para ensinar-nos a verdade ; mas quanlo a
minia da sensibilidade de Deo nada diz.
E com elfeito. o que poderia elle dizer a esto res-
peilo que nflo tosse um absurdo, urna heresia revol-
tante '.'
JetOs Christo, como viste, disse ao seas discipulo
que o Espirito Su,lo, qae elle rogara ao Padre para
eimar-lhi'.', os instruira em todas as cousas, eosl-
nar-lhcs-hia loda a verdade e revesti-los-hia da for-
ja do co ; ee.ii promessa foi cumprida.
I Cheios do Espirito Santo, diz o abbade Guillois,
resumindo o que sobre este assorapto se le na F;-
criptora, os apo-tolos comejiram logo a tallar diver-
<< linguas rnnforme o Espnilo S.nto os fazia fallar.
A noticia de um acont-cimenlo tfln extraordinario
nflo lardn em espalhar-ie ; e como havia eulSoem
Jerusalem Jadea, (ementes a eos, de todas a na-
(dea que estflo debaixu do eco, um grande numero
(lelies vieram reunirse em Ionio dos aponolos para
assegurarem-se da verdade do que tinl.am ouiido
contar. Teslemunhas desta maravilha,retiiaram-sa cu-
ino tora de si, e no espanto deque se adiavara possui-
dos, diziem uns au< nutro: .. Nflo sflo Caldeos todos
estes homens que nos fallam ? Como he, pois, que os
ouvi.no fallar as I.nguas dos diversos piizes em que
nascemos ? Donde pode vir um tal prodigio ?
Outros todava, ousaram escarnecer do qae se
parara e a um modo i;.i admiravel estavam cheios de vinho ;
mas S. i'edro retotou logo Iflo miseravel calumnia e
cnoli.ud.il os seus autores. Elle apresenla-se com os
oulros apostlos, levanta a voz no meio da inuUidfla
a ralla uestes termos : Judeo e vos todos que ha-
hilaes em Jerunlem, eiculai a minhas palavras :
Estedom de que sois teslemunhas nflo be o efieito da
orna vergonhosa embriaguez, mis ocumprimenlo dos
amigos orculos. O Senhor Dos disse : os Diu-
rnos lempos eu diOundirei o meu espirito, sobre o.
meus se.vos e vos sois depositarios desla profeca e
estis vendo o seu cumprimeiilo. O' Israelitas! escu-
tai... eos aatonsara enlre vos a Je so Nazarelh pelos
milagres e prodigios qne por elle obrara oo meio de
vos. Entretanto vs o lizestes morrer crucificando-o
pelas mflo dos meas, porcm eos o ressusnlou... I |
lie este Josas que eos resiuscitou, do que somos
tcslemunlias, quem opera c ralla em nos. (B)
Se, pois, o Espirito Santo fosse simplesmente a
sensibilidade de eos, conforme diz o Dr., como po-
derla elle fazer ludo que o Salvador disse que taria i
Como poderia instruir e cniuar o apostlo, fazen-
do-o fallar toda a linguas e reveslindo-os da tor-
ca do co ? guem ha ah que possa referir taes cou-
sas a' mera sensibilidade ? N'inguein certa.nente,
ma he porque ning-iem ha que lenba a iulelligen-
cia e saber que o Dr. lem.
Para os ignorantes como mis o nosce te ipsnm he
anda om simples desidertum, para o Dr. porm o
iwce le ipmm he urna realidade. Eis porque elle
comprebende em eos, que he o lypo da .Ima, o
que nos nflo coinprclieiidemos. Eii por que explica
o que ningn anda explicou. O mvsleno da Triu-
dade desceu para elle das alturas"da crenca para
abratar-se com a razflu
Ha na alma humana tima triudade depissoas.bem
como na substancia divina, com a nica dlfercnra;
diz o Ur., de que a Irindade humana he creada a a
divina lucreada.
.< A vontade da eos, a intelligencia de Dos e a
ensibilida le de Deo-, como pessoas conslilu.ndo a
mesma substancia e u mesmo ser, parlicipam da
mesma natureza do ser e da sublancia, e por tanto
sflo todas neces.inas, toda infinita, todas absolu-
tas.A vontade do homem, a iulelligencia Jo ho-
mem e a sensibilidade do homem como passoa cons-
litiiindo a mesma substancia e o memo ser, parte-
cipam da mesma nalureza do er e da substancia, e
porlanlo sflo todas coulingenles, finita, relativas.
V la, querido amigo, a quinto pi.de chegar o sa-
bor de am homem! la perto de seis mil anuos que
exxle o mundo, lem eslado pobre bumanidade no
erro RrosCiro de considerar a cada um da nos como
iim so pessoa ; toi preciso que um espirito superior
losas enviado por Dos para tirar-nos desta miseria,
.Vm'om. -""VI"" nflo tomos urna s peisoa, ma-
im urna reunan de tre pessoas.
Uiziamos que o cholera matara nesta cidade i.lHil)
peoa, pouco mais ou menos, boje devemos dizer
que matara 1,000 trindades oa 1>,000 pe.soas.
Eu o tu nos con.ideravamos (ignoranles que era-
mos IJ como daas pessoas e agora ficemos beodo
qoe somos, nao duas pessoas, mas daas iriudades. oo
seis pessoas.
Cm homem levando para a caa mullier com
quem casara, pensava levar coinsigo ama ponoa.
e eis que o Dr. Feitosa Ihe diz que leva tr,;i e nao
urna.
A igreja ensina-nos que posto haia em Christo
duas natareza, nao ha todava nelle senflo urna s
pessoa ; mas he porque para ella o ime te ipsum
nao he anda tima realidado, como para o Dr. Do
contrario leria visto que ha em Christo qualro pes-
soas, islo he ; una pessoa divina, i inlelligencia de
eos e Ires pessoas humanal, a vontade, a intelli-
gencia e a sensibilidade, que elle nao pode deixar de
ler como verdadeiru homem.
Mas, dirs lulalvez, he heresia enunciar proposi-
tes que levam assim Iransloruar o ensino da igre-
ja, sobre a nalureza de Dos e do seu Christo !
yoal lnro.i.i, querido imigo.' para os espirito!
superiores nflo ha heresias. Elles lem o direilo de
dizer e ensinar o que pensara ser a verdade. (lucres
porventu.a que ta sujeitem a crer no que pregaram
LT.'Z"" "!" ** '"orantes pesesdore,
tomo Man Pedro e seu companheiro, que nada en-
end.am de onlotogia ?
", A a.l1ra-'. 1ucr- al|na pensa ou conhece, a alma
eme. lie is-o ou nflu urna perfeita Irindade ? sim-
porque te a substancia he una, a person.lidade he
inna. A substancia he una, porque o aageito qoe
quer he o mesmo sugeilo que petisi e ha o ineino
sogeilo que sent ; e a persoualidade he trina, por
que a vulicflu nao se confunde eom o pensameiito e
um eom o sei.limenlo, sendo cada um desse actos
essencialineiite dislinclos uns dos oatros : e ha per-
sonabdade, porquo cada urna dessas propriedades es-'
senc.-es da altea, em virtude de sua distinecao sisen-
c.al lem suaeexi.tencia onoloerca que nflo ,Amit.
.h x ,"0'"oa > minifestar-se, nem pode
er .haladai p.l davida. A variedade essenc.il na
man, estaca, corresponde a' variedade pesso.il oo
scio da substancia que se manifesta..,
O que dira o Dr. Feiloza se alguem, que nflo eu,
empregando a. pria, razos, conclu.s.o que ha lambem urna trinda-
.im,^Tas' """" no boi' o e no mais
III IIl dCS .
'i"Va" con,l", o cavallo s.nle, o cavallo obra
:eracaJ;,Cdorr.0T,,Ue "'e """ Pr"er evil" 1
roca, rundido, ,, h ^raX Z to" Z
.r."dTle^ea^i'LpeT, 'qa,5i "ue heede
ma he ioii.i. Peftoi;Oei considerada em si mes-
^Sn,!:*1" r"?haver e,,e
l .... peneques infinitas.
i..bCoV,Ve0,Sa'Vn'a,, 'T"' "" D 1 '"
elle de perffcJe. pE. "0r:"'qn> numo -
eom. por eimeta r.q"* r"I,0.,h",e,,a d" e nau
milliflo I ec! el" ? M'' e na UDI
guVmTe Cdnrl,in,,r e,,,e oaat"> i "- "-
dade I. ,Sri!m0q.,,e '' *" '0,lu Pr """"-
clue i*S? "Mqul cumo """"".ez-
ai;oe^,ud^;^^i,^-^^^VmInfi-
-Vr^^.r-eS?S
queoosej,impossivel COmprehZ,T ^
eiees do Bat s.prem?., com W&gVlE:
**StiF^t&*8&~
Nflo basta qae baja no homem algomas das Der-
eicocsquebaem .o, para dizermos qu. he s",
magem, po.s pr este litolo lodo o que xisle ,e"
tambem a imagem de Dos, visto q. LTS nem
pode lnver neuhumenle qu. nao taqha algum 2?.
fecflo, nao h, nem pode haver nenhuma pc?retoo
que nao se achc em Deo. ioummie
u'j'^!'" al?uem ,e presentar um quadro com
ndl'eicl C"U"ne"le ffi nao- P-'qoe f.lt.m-lh.
?eors?n^r ""'""e'- ". P -esta sentido
rudoTn,uu[.oD?,,Cd ,magem d D"-1u"a
Nflo ha quem posia dizer, n,1o ha qoem possa com-
prehender o que ao. h.senai. elle proprio. PeU
nossa parte nflo conhecemosd.lle senao .quellai ner-
to.coesqoe foi servido revel.r-nos, qer directa
qaor indir.ctamento. e esta raesmas s ImmSSSl
mente as coojjWemos. "peireua
O illu-lre Massillou depois de descrever a mig-
niuceiicia dos ceos, accrescenta o siguile:
Foi este o primeiro livro que Dos moslrou ao
lom.ns para .nsinar-lh.s o qua elle ora : foi nesto
uvro qos estodaram ao principio o qoe elle oniz
mamrs.ta,.|hM de ,... perfeicoe. iofin.ra : .%?.
vista desle. grandes objeclo, que cheio de admiro-
or.Va8 "m ie""" r"Pe',0. proslraram-s. todos
para adorar seu omnipolenle aulor.
Anirror, poi, que s ha em Dos as perfeires
no que jeera conhecimento, he obrir coma o ceg
que negasse a ejslenciu das cores oa como o lardo
qae negisi. i do som.
eos he infinito em lado, enlretioto que o homem
ne era lado fia.lo.
Sao segundo he a iraagem-do primeiro, elo he de-
bano do ponto de vista das perleicOe; mas sim por-
que di-sei nelle urna sombra do mvsleno di Irin-
dade Santissima.
t Continuar-seHa. )
m*mtti*.
AC.\DORECIFE 19 UK DEZEMBROAS
3 HOltAS UA TARUK. "D,,UAS
ColacOei ofilciaei.
tambio lobre Londres->8 d. 60 d|v.
rederico RoMiard, presidente.
P. Borgit, secretario.
' CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3.4.
Paris,346.
Lisboa, 8 a 100 por | dc premio.
iLll'Z d|1 JaneiI"- m< Pf "10 a 15 o 30 dia.
Accoes do Banco, 40 a 45 de premio.
companhia de Beberibe 548000.
companhia Per.-n.mbacaoa ao par.
LtilidadePoblica, IJOpurceato do premio.
1 Indemnisadora. 52 dem.
ni! ". j" f* de ferro ~* Pr 10 de premio
Disconlo de lellra,, de 7 a 7 1,2 por Oin.
Uito do banco7 al8 por 0|o.
(juro.-Oni;as hespanhulas. 2R3I m -'sVam
Moeda de 6S100 v.llws .... TSuO0
6altH) novas .... W~(tm
S2S!Li.....*jm
Ihe causa dar. ,.
He isso uu oflo urna perfeila (rindide ? Sim or
qae se 1 substancia be una, a persoualidade he /ri-
Tr\.,xx sabs",nc,,a ,,e ,'"" Porque o sugeilo, islo be,
o cavallo que conhoce.lle o mesmo cavallo que sent,
e he o mesmo cavallo que obra para procurar o pral
!,.l V ?' : e versonalidad. be trina, por
que o eonb.ci.nc.ito nao se confunde com o aeuti-
Prata.Palaces brasilei'ros.
Pesos elimnanos. ,
mexicanos. .
ALFANDEUA.
tteudtraentodo da | 1 |
dem do dia 19 .
28000
2I0(X|
IJSbO
359:50347*1
32:227a77!l
wamm
R.. .0fscarr<"n hoje'Mde de:emb7o~.
Barca rrancezaHavremercadorias.
Barca rrat.ceza-Sir.ne-barriz com manteiga,
Brae aim,flcan-Vo"'e-fariaha bacalho.
Br.gue inglez-lneman-razendas e qaeijos.
Patacho oldemh^rguez-Pnol-farinh; de irigo.
Brtgue inslez-Racer-lrilhoi de tarro. B
Brtgue rrauc.zSuperocemento.
Barca suecaFamilyenUboado.
Escuna portuguezaCoresazeile de palma.
iropeiraLivracflotomo e charutos.
IMPORTACAO
.!;',C1h, ni";ional'-'faao..,,ioda da Bahia. coa-
.ig.ada Antonio Lius d'Olt.eira Azevedo, mam-
feslou o seguate : '
Com"ahi.e. f'rd0 m,,dri"r; Ry*r x\
lZ!l, "*ai" i Ti MomsM j, Vinaisi.
,.T dr0ga'- cai'"''a rstogios.e 2 p.pas
fomo ; Meuron & Companhia.
uiSSSZ!* p*n brJar: ,0 AWw *Si|-
.,!!1?apa'JOolirego, cti" !'<. 2 irras, 1 c.i^
i Jr,rS WCVX0" :,:,i7 "h" ehirntae. 'V*
eco,,; i'' 16,fi'r'10' '"""> 2s orrfies reqo.ijoe,
dem. l ,rDl"de '. a ur-
1 caixole rosarios ; a Vaz 4 Leal.
Br ,azendus; Jubustua Piter t\ Compa-
icaixes charuto; a J. II. Gaeailv.
Braga"'0" ca's0,e er*vo 8alvador hrelre
ol.1i.C"XOS cl,arBl0' lMaf Corle & Compi-
Comp,an,hia.d"" 1 Scb.ll.iliu A
feetatO charutos ; Loeleeea Augusto da Silva.
nhta.' Ca""n,,a di,M i Jnnior & Comp.-
Breuder a Brandis & Coropa-
'
insolo nem com a acQo, send
tos eisencialmenle distinclo-
s:i,,s:ti!i!d*p"?'^*'
esseuciaes do cavallo, em virt
esseucial, tem sua exislenci
admilte identidade no modo
pode ser abalada pela duvida.
^'a,vr?e'!tad.e"e,'C,|, "" mi nifa,avao corr.spon-
' da substancia que se
cada um deslos ac-
oos dos oulros, e ha
id. de soa di'tinccio
ontologica que nflo
le miuifestar-ss nem
amigo, nflo be, pota,
ambem trindades ca-
lados bovinas, (rin
cs-eosa substancia; e relativaniento a fruida le
i.l
Avariedado eencial na r.
de a' variedade pessoal no seio
manifesta.
A Irindade humana, querido
a nica creada por Dos, lia
vallares, triudade caninas, Iri
dade, sania, .r.nd.d.s ga^ican^ .rtodades^n';.
ranle !
! iiuiii em pe*soa<.
pvttot que c*sen
I sugeilo que quer,
.. ~------1 avm iiilld 'US-
t.ran.lc desgrac.i he ser a gente igno-
Deos que he o lj po
Forte, justo, sabio, i,|- """ e''"'''. "no em substancia
eUtivamenlo Iv,H.... A ""' '""dade deve consistir na
- nnva. g dUTB IIUl. I ,........, __ ---------------~r...... ., u su,tllll O U I- O OIT.
Padre, o Espirito San- ^^HllS?. "!* b" e'"=- f>'
nem
Filho
"* i ??***?* t *****ES;
mas dislincto. na orh.ta da acCap, da n.an.restarao
I da personabdade. A ma,f,s,a.L u aclo da W
(r Heatus ventor qui te porlavil et libera qu;r su--
cisii :
(g, Muilo hem nflo se pido dizr meliior.
Oiitimaincnta is-> arrebata f>ii., "*7"..' ""v*"0 wuiuenie
SI..........' BSif vi".........': S tZSSSSttiZ ^IT
Ir. .. aaMei > tieaa.1 J. ^._
, 1 ... n i 1.1 ,| 1 r 1 :i i ii> .JtlSlHir >
dizem! urna e-sene;,, em tres pernal o Padre irlo la"ne"to couslilucm o espirito
be o_I-dhi, n Filho nio |,e
In nao he nem o Padre
Ires... -I)
Dir ti Dr.;i cilozi que no fado defMplienie de f,*dSds"i
Chri.lo.toraa lotelligeocia de eus qUe se l.aplisara '
lio Joruao, qu. Tora sua vontade que fallara do alto
do ceo c que fora sua sensibilidade que descera em
tor.ua de pomba sobre a piimeira .'
Allrever-se-ba a sustentar que o Salvador env-
an lo seus discpulos e bapiisarem todas ai gentes
em o nomo do l'adre e do Filho e do Espirito Santo
Uvera o designio de que elles o lize-soui em nom-
da vonlade e da lolelllgeneia c da leus.hilidade de
Dos .-
Nflo ve o Di. feiloza que se a vonlade losse o Pa-
dre,ainlelligeneii o Filho a sensibilidadeeEspi-
rite .-.mo, n-nhiima deslas Iros pes-oas sera perfei-
ta, por quanlo f.iltata a cada u.na u que he proprio
I t.ile bo una, a man.feslacao ou'lt
ca he nutra, 0 outra he anda > u
cao da sensibilidade. A .bslincc"
toni sua tonta necesaria no agen
eoa relarilo ao agente mppoe
Desfarle Deo. he o Ivpo do home
a imagem de Dos,
( Dr. feiloza, uvindodizer qi
mem a-na nuagein .; se.nell.anra
llgolflcava que havia em ambos'a
crflo da inlelligen-
lanirestarao ou ac-
1 essencial na aceflo
1 e e essa distinerflo
arieda.le pessoal.
n, e o homem he
p Deo-- fizera o ho-
| ponsou que i.so
mcmai faculda-
c inimigos de
:at ncm martyri-
er he desempor.
n- parahens de boje por dianle loa loria hawm'par!
o ten nome sera prununeado cm respailo e admi-
rar ,0 poi todos 01 pavos do innujo. |'m .., filho le
engranJere e .Ilustra mu.lo mata do que o fora a
111I1- 1 Cree.a pelo sen >ele hIio* famoso I
I.. Alheneu i'ernambocano 11. 2 p. 83.
I Felizmente cm PernamhucJ
Dos e da igreja nflo pndem erncili
ar niogaem. Todo o que podem ra
1 dem p. :iti7.
j. O Dr., nflo ,,b.tanto dizor-se ca.l.olico. gosla como me.,"midMS rn,'^"!"n
muilo de Socioo, herego : elle o segu relativamem, r.m ,1Tn m a queda d homem. raUltaamoeOT^l^u: tt&ff5h "^ ^
(m. Quando vir.no. .., homem dentro d- um ca-
tr. o que ensina a igreja d. que se dizfilhn De briol
la-slilbo.....ora .,..., D.min.- I'e lir.olel poxidu por um cavilo, d.vemos d.zer :
L Talvez o Dr. lenba s,,| istim bipli.ido wn'''.' ''"" lr"",a''c-. ma horiana. e ou!,,, c-
5 dem P. 73. j fi *' '' c' elc- lttra,n actrecentad,, U|-
5 saceos colla
nhia.
8 caixai rap Domingos Al ve. Mullicas.
Brigae naciunal Elvira, viudo do Ri. de Janei-
af^rr.da,ej0',>,,im Dias FernaoSes,,-
niicMud o >*2omie:
..! ,u!!1,n"' &" y'",s- 3 qoarlolas di-
I c'aixa r.n -"s'"" T0,"me, de ba"i' <"<"
oto, rumoP .'-1'* MeCa "f' eli"8 >*"
10 caixa, cha a C. 4 Volale.
CONSUI.AUU (iKRAL.
Kendim.nin rio d.a i a 10. ,... .
Id.m do dia |9 f 3 "* *%&*?
74:7078111
Randimenlo^f. 1SROV'NUAS-T^
dem do di.,,, rv1.8:: :: *B!
i:683o'.I.Vi
DD0PCONS.S,DE, EXP0RTACAO PErAlili^
151 B^ DK/t'xV RSTA (:|UAI)E O '"'
liv- en tMBU,) UE ,S:,i-
adore, 'SS" "' Bertle., diversos carro-
osso MCea* al?*Ji'"'. 1.500 quintaos de
fr^-Barca toaiBM Kalkman.. N.O. Bieber
(ibrltarP I"- [*" 'car branco.
l!rothr~. ,-rC' ",:i'"a "Anne 8c"B' fondor.
I is>. -, lV (-"nPa"hta, 6(KI saceos asracar br.ne...
V.um, i11"'' <,nr"I!;""- Kelampago... Thomaz de
co Z '"VlV Hlh0' ,accn' "",c" b"-
[Jsra. i:'"'"'" l"Pa m.l.
m Sd? J""'"""" sLigeir, V. A.deSoii-
vado "* "ccus assuaar branco e roa.ca-
Wd^!I? r">,',<"<>p7> ">" "*'-. Lefa Jo.c
vado! 10' *"car branco e m.sra-
e"cfrr7,!!arca 0T,Sa"-* ^' <** Maia, diverso
-4m\ "' '-'H0 ""<' h"ca. socar bran-
RaU.'nilr ""n"""1' ,,',i' ecos gomma.
irnn u~. Iarl, """efeano ..Sania Clara,,, Ro-
masc,^" ^P'"1'"' Wi.ee.. i.suc.r
C le'lTv'r" '""'1' A*Mi Schnmm Wha-
Pl.il.,1.1 ,'""l,:",''ia' MO saceos assocar roiscaw.do.
"!?1":^"' americana o.Me.uinta, Jobos-
Cavado '-"mpanhia, iJOOsiccos issacar mn-
''lndrTl"""'!* rrlnfr1"'* Relmpago, Domingo.
dTvsTe.a Andrade Cun'l,an"ia' a -*.
t&!uJLu2m rien,al ******* Amorim Ir-
Rnih. ***** *,'UCi,r bran<'0 mascav.do. 1
k, am~.huna """andezi .,/ephvr. Breodir
vado v* Comf,n1h,a- "accos" assocar mas-
cavado, IC rouro salgados.
talmoutn-uriga, hamburguez Ciloa, Htnfy



oiftxii si mmuQ sha o 20 s Huma de fu
Itruuu \ Companhia,
vado.
600 tecos asinear masca-
Exporta cao'.
Pollo, brign portugaez aEsperanca, de 231 to-
nelada, condoli o teguinte : 2,130 saceos e 60
barricas coro 11,221 arrobas e 30 libras de estacar,
-. J1 casco raelte,, 207 saceos omina, 7 voluntes es-
topa, 1 caxao louc.a,eslraoc,eira.
Ballimore, brigue americano llelen, de 230 lo-
neta la-, condono o seguate : 2,500 saceos com
I2.V00 arrobis de assuear.
l'hiladelpliia, barca americana C. E. Taj, de
311 toneladas, cendmio o egainle : i,000 saceos
com 20,000 arrobas d anacer.
KKCKIIBUOIUA IIK HH.MIAS INTERNAS (iK-
R.VES l)E PBRN>AMBll.O.
Rendimento do dia t a 18. 1">:OI2;.>84
dem do dial........ 1,71X5071
17:7:)iKJ
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dodia 1 a IH .*>7:ii dam do dia 19....... 5:38995t>
893389956
MOV1MENTO DO MERCADO.
Sanio. ) de novembro de 18V6.
Cafe.Eolraram durable a semana pastad cerca
de 16,1X10 arrobas, pela inaior parle de primeira e
pouco de qualidadcs inferiores, oblendo ludo os pro-
cos iq.is altos das nossas cotaces. Nao obslaule a
baia de 300 a 400 rs. que liouve no mercado do
Rio de Janeiro, produtida nao somenle pelas noli-
ele* pooco favoravci. dos mrcalos earopeus, como
pelas grande eiislencia que haviara (180,000 s.',
e pela immensa falla de dinheiro naquella praca,
onde o discouto tinha chegado a 11 \o nosaos
precos conservaram-sc al hoje inalleraveis, devido
tata .< continuada demanda e talla do genero;
prnvavdmenle, porm, esles precos n.lo ae suslen-
lacas pir.i o crrelo protirao futuro, muilo priuci-
paltaeate se as eulradas, como he de suppor, forera
avalladas.
IVAssnear.O genero etla procurado, e o mercado
quaai deaprovido.
Sal.Venderam-se as cargas da Alphild a 750
rt. a piato ; e do sAlmiraulen (sal lino de Lisboa)
a 660 rs. por dqueire.
Navio. Esli carregando cale, o uSiri para
llambergo, e o aFauuie para Ntw-York; e u
Madrona atsucar para Bueuos-A) res. A' des-
carga de sal, o Almirante e o "Alphild, que
seguir em laslro para um porto do norte. O Ma-
lliilden carregara cafe para o Cioal, o Auda,
estacar para o Rio-lirande.
E para constar mandei fazer o presente para ser;
alunado nos, lugares raais pblicos desta freguezia e
publicado pelo Diario. Dado e passadonesia fre- i
guezia do Poco da Panella aos 17 de dezemhro de,
1856.--Eu Joao Nepomuceno Ribeiro, escrivo o
escrevi.
.lose Camello do Reg Barros.
$>ttUtta&ot&.
BAHA 16 DE DE/EMBRO.
Cambior.
Londres...... 27 1|227 3| d.
Pars....... H i a 350.
Il.mburgn...... 65. 660
Lisboa o. 100
IMirAet hespanboet . 28*800 a 391000
da patria . . 283800 290000
Pecas de 69100 velhas. . . 163000
93000 8,3900
Soberanos. . RJ700
'.llames brasileiro. . a 13920 13940
Hespanboes . 1-T920 i> 13910
Mexicanos . lseo 13900
CORHEIO GERAL.
l'.el ic,S i das earlis tegures, viudas do sul pelo
vapor Imperalriz, para os senliores abaivo de-
clarados.
Adelaido Emilia Silveira Loba.
Antonio Uerculano de Souza Bandeira.
Amonio Jos Rodrigue de Souz.i Jnior el.
Antonio de Moraes Comes l'erreira.
Ilcmoslbenes Jefl'ersou da Silvcira Lobo ,2;.
Francisco Elias do Reg Daulas.
rrancisco Ignacio dos Sanios.
('aspar Menezes Vasconcellos de Druminond.
I/adora Senhoriuha Lopes.
Joaquim Arcenio Cintra da Silva.
Joaquim Juvencio da Silva.
Jos Joaqoim Kerreira de t'.arvalho,
Jos Syiupbronio da Silva Bastos.
Jas Teixeira Bastos.
Marcelino de Sonza Lima.
Schapheillin \ Companhia.
As malas que lem de conduzir o vapor Impe-
ralriz para os porto* do norte principiam-se a fe-
char hoje ,20' as 3 112 horas da larde, edepoisdessa
hora -o se receheiao correspondencias com o porte
duplo al 1 horas.
O chefe da primeira seecao do consulado
provincial, servindo de adminislrador, em virtude
do disposlo no ari. 3 do regulameoio de 3 deju-
Iho da 1852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos,' Amonio, na,
cao Cassange, idade de 35 a AO annos, Clorindo,
nacao Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os qiiaes sao considerados liens de evento, por fe
desconher seus donos, e par qne seja cumprido o
que contorno sobredilo arl. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias comparece
quero, aos ditos escravos tenha direilo, Ondosos
quaes se proceder a arrematado pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamento.
E para que chegue a noticia de todos mandei
passar o presente edital, aos 12 de uovembro de
185.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Companhia
Pcrnanibucha.
Os senhores que subscreveram novas .icones des-
la companhia e que anda nao eulraram com a pri-
, metra presiariiu de 30 por cenlo, sao convidados a
salisfazer, uo escriptono du Sr. Antonio Mar-
ques de Araorun. ra da Cruz n. 15. Rtcife 16 de
dezemhro de I.Sjli.Mauoel Alves Goerra, secreta-
rio inleriiio.
Para o Porto legue com a possivel brevidade
a barra purluuueza ...Sania Cruz.., quein nelll qui-
zer carrejar na ir de pa-sagem. para o que lem ex-
celentes coininodo : dirija-te aos cousignalarios
Ihomaz d Aquiuu Konseca & I ilhos na ma do Vi-
gario u. 19.
Fretts.
Amslerdam.
Bltico 45 s.
Bremen 35 a 10 s.
Canal ord. para o Reino Unido id s.
Entre Havre e llambargo 35 t 10 s.
Colhemburgo.
ll.nnh'irL'o 10 s.
Havre 60 a 80 Tr.
Liverpool 30 s.
Londres lo i.
Trieste
(Jornal da Baha.)
3&oi>m,tftio do pottp.
-Vacos entradof no di* 19.
Pbiladelphia:t0 dia, barca americana oEmblem,
de 280 toneladas, capil.io Samuel Davis Jnior,
eqnipagem 10, carga 2,160 barricas com farinha
de trico, laxendaa e mais gneros; a Koslroo
Rooker & Companhia. Pertence. a Bostn.
Genova e porlos intermedios 25 dias, vapor sardo
"Torinoo, commendanle Loil Dodero.
Baha14 dias, somaca bra-eira oNova Minerva,
de 81 tonelada, capilo Feliciisimo Corroa Oua-
dros, eqnipagem 8, carga caf e mais gneros ; a
Domingos Alves Matheos. Pertence a Baha.
Genova e Malaga64 di, polaca sarda aMaria,
de 79 toneladas, capil.io Sanlinso Olivan, eqni-
pau'em 8, carga vinho e mais gneros ; a Kaslo &
I.eraos. Pertence ao porto de Genova.
Tonlon53 das, barca franceza UniSoo, de 216
toneladas, capitfo Taln, equipasem 10, em las-
tro, earza 120 toneladas de pedra ; N. O. Bieber
Si Companhia. Ptrlence ao porto de Marselha.
Rio de Jaueiro e porlos Intermedios8 dias e 21
horas, vapor hra-ileiro imperatrlz, eetvmnn
danle o rapiao-Icneule Antonio Joaqoim de San-
ia Baibara.
Maciot tahido> no MeMW dia.
Canal pelo Rio Crande do NorteBarra ingleza
iSpirit of Ihe limes, capilit John Martin, em
laslro.
Boenos-Ayres^Polaca hespanhola dAcancia. capi-
llo Francisco Millel, carRa assucar e agurdenle.
New-YoikBarca americana oTIieles, eom a me-
ma carga qne trouxe. Suspenden do lameirAo.
Baha e Rio de JaneiroVapor sardo uTorino,
commaudante Luiz Dodero.
Q.
ti
BEPAKTICAU DA VAGCINA.
^ O commissaiio vaccinador pro- k
rgj vitjcial, reconhecendo que muitas S
^ peami deixam de comparecer a @
^ i-sl repartirao em conscqucncia S
^ da ongitude do lugar, avisa ao gf
B respeitavel publico que tem re- S
gj solvido a vaccinar tambem as @
^ ten as fiaras de todas as semanas, fll
^ na ca?a de sua residencia, conti- j
nuindoa repartirao a 'unccionar gk
torreao da alandega as quin-
edommgos : assim, as pessoas .
<|U<: sequizerem vaccinar as tei- S
no
tas
ras
firaSf podem ditKr-se das
fe?
sete as nove horas da manilla, ao sus
rjp 1." andar do sobrado da ra Nova gs
^3 es(|Una da do Sol n. 00.Dr. Joao
fe Nepomuceno Dias Fernandes
;-S
Espcra-se dos porlos do sul o vapor Irancez
L A\EMK, o qoal depuis da demora ncressaria se-
guir para Marselha : para qualquer informacSo,
em casa de N. 0. itieber Ov C, ra da Cruz n". i.
Real
cotnpanhia
qnetes iiiiezes
de |>i-
vapor.

/:
D conformiilade com asordens do mi-
nisteric da marinha, transmillidaspelo Esm.
presidepte da provincia em oflicio datado de
5 do correte mez, manda o lilm. Sr. oapiUo
do porto dar publicidade a traducr^ao junta
do aviso n. 19 annunciando aos navegantes
o estabeleciment do pltaroes nos pontos in-
dicados; no mesmo aviso.
Capitana do porto de Pcrnambuco em 9
de dezmbro de 1856. O secretario, Ale-
"" Rodrigues dos Anjos.
TIIADUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 19.
Mar Mediterrneo,
erno da Turqua acaba do participar
teguiotes pbaroes, situados respecli-
B nos lianianelloj, Dosphoro o mar
lornaram a accmidose no dia 1 de
He 1856.
Callipoli Dardanellos.
luz branca UM foi tumporariamenie
9t*&$ it>4>ct0.
OSr.Dr. Benjamim, que veio de Mi-
ceiemumdos vapores pastados, queira
annimciar sua morada, que se Ihe precisa
(aliar a respeito de urna carta do Sr.
Claudino Falcao Dias, daqueila cidade,
ao proprietario desle DIARIO.
Remedio para ti-
rar a caspa.
Na ra estrella do Rosario, loja de barbeiio n. 2,
esta expostu a venda cle excellenle reinedio que
l|inpa a caspa e mala as empiuges, que quasi sempre
so motivailas pela mesma. Tambem e vende a ver-
daileira anua para Ungir o cabello, ludo islo por
muilo barato preco.
SlachinaS para sarjar ven-
tosas.
Na ra eslreila do Rosario n. 2, loja de barbeiro,
veudem-se muilo superiores machinas de sorjar ven-
tosas por muilo haralo pre^o.
ASSOCIApO
TVPOtRAPUICA PERfiAIBUCAIA.
O primeiro secretario declara aos senhores so-
cios, que hojo ha sesso geral para empossar-se os
novamenie eleilos.
S0C1EI)\I)EI)EE\S\I0FR\^EZ.
O primeiro secretario desta sociedade faz cons-
tar aos socios que. por ordein do Sr. presidente,
lia sessao hoje (a ultima desle anno), s 10 horas do
dia.
O primeiro secretario.
Coila Can-alho.
salldre
Ogo
quo os
va men I
iNegro,
junbo
Urna
0it*t9.
*
OcapiUio Manoel Antonio da Silva Antunes,
jr.iz de paz do segundo anno, nesta fre-
guezia de S. Fre Podro Gonralves do Re-
cife, em virtude da le, etc.
Fago saber, que devendo proceder-so na
terceira dominga do Janeiro prjimo vin-
douro, a -evisa de qualificaao, na confor-
mdade do art. 25 da le n. 387 de 19 de
agosto de 1846, se faz mister quo os pleito-
res e suppleutes abaixo designados compa-
regarn, afim de proceder-se a forma^ao da
junta de quaficacao ; por isso, e de confor-
midade cora o art. V da lei citada, e dos
arls. 1- V e seguintes do decreto n 812, de
23 de agosto deste anno, convoco-as para
que seachem na igreja matriz desta fregu
zia, as 9 horas da inauhaa da indicada tercei-
ra dominga, sob as penas marcadas na mes-
ma lei, aos que faltarum sem motivo justi-
lictdo.
Eleilores.
Os senhores:
Jos Joaquim deOlivcira.
'Antonio Comes Leal.
Joao Marques Correa.
Antonio Jos de Castro.
Francisco Xavier deOliveira.
Domingos Alves Malhei>3.
Dr. Francisco Concalves de Moraes.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Luiz Antonio Vieira.
Supplentet.
Os senhores :
Manoel Concalves da Silva.
Padre Francisco Jos lavares da Cama.
Manoel Amando da Santa Cruz.
Jo.s Bernardo de *ouza.
Estevao Jorge Baptista.
Flix da Cunta Teixeira.
Jos Faustino Porto.
los Gomes Leal.
Joaquim Alves da Silva.
< aetano Jos Coelho
Manoel Estanislao da Costa.
E para quo chegue a noticia- de todos,
mandei pcasar o presente, que sera alixado
no lugar rr.ais publico da freguezia. e pu-
blicado pela imprensa. Freguezia de Sao
Frei Pedro Coucalves do Recie, 17 de de-
zemhro de 1856.
Su Manoel Alexandre Gomes de Mello, es-
crivo o Cicrevi.--Mauoel Antonio da Silva
Antunes.
U lente Jos Camello do Reg Barros, juiz de
paz mais volado do 1" districio da freguezia do
Poco da Panella etc.
Faro saber, que.'era virlude da disposicao do ar-
tigo 25da lei de n 387 19 de agosto del 84C>,tem da
formar-seajnnla qualificadora,noconsislorio ra "ra-
ja matriz desta freguezia pelas 9 horas da manila do
dia 18 de Janeiro do anno prximo vjndouro, para
o liin designado no]mesmo do que determina art. da
lei, e para sua execuc;o, c em observancia o arl.
A da referida lei, eart. 1 do decreto n. 1S12 de
2-1 de agosto do corrento anno, convoco para o
indicado dia e hora aosSrs. eleilores e supplentes,
segninies:
Major Jos Theodoro de Senna.
flr. Alvaro Barbalho Flchua Cavalcanii.
Major Joao Francisco do Reg Main.
Dito Florencio Jos Caroeiro Monteiro.
Capilo Jos Ignacio Pereira da Rocha,
J)r. Francisco Lins Caldas.
Jos Lopes Carneiro da Cunta.
Supplentes.
Os senhores :
Tenenie Joao Francisco Carneiro Monleiro.
Capilo Jos Francisco Carneiro Mpnleiro.
Tonenle Sebasliao Afonso do Reg Barros.
Alfares Jos Francisca do Reg Barros.
Joaquim Jos Cavalcanii.
Joao Severino do Reg Barro?.
Alferes Antonio Flix Maciel.
collocada na" torre mais prxima a' cidade
de Gall poli, no lado europeo dos Dardanel-
los, cu iiir.ii altura do 98 ps cima do nivel
do mar, e devo ver-se do convs de um na-
vio na distancia de dez milhas com tempo
claro
Esta luz sera brevemente substituida por
urna luz revolvente da segunda ordein.
Fanar llakcbehskulari.
Estabeleceu-se urna luz branca fixa na
ponte Fanar llakchch, na Costa da Asia, tres
mi I lias e mcia no sul da cidade de Skutaii.
cm urna altura de 81 ps cima do nivel do
mar, e devo ver-se na distancia de 10 milhas,
l'harol Anadoli Bosphoro.
Estabeleceu-se um pharot revolvente na
anliga torre de Anatolia, do lado asitico da
entrad* do Bosphoro para o mar Negro-
A luz apresenta alternativamente urna fa-
ce verrnclha seguida por duas faces brancas,
ou fuziscom inlervallosde dous minutos ca-
da um, a luz, augmentando e diminuindo
gradualmente, porm nunca totalmente ec-
clipsada, esta' em urna altura de 250 ps ci-
ma do nivel do mar, e pode vr-se na distan-
cia de |8 milhas cm tempo claro.
O mcbinismo tlluminador he umalenli-
llia catadioptrica da terceira ordem.
Pharol lumili Bosphoro.
Collocou-se ou estabeleceu-se utn pharol
liso ht'anco na anliga torre de Houmelia as
costas do lado europeo da entrada do Bos-
phoro para o mar Negro.
Fica em urna elevadlo de 190 ps cima do
nivel do mar, e sera visivel na distancia de
18 milhas em tempo claro.
O machinismo Iluminador he urna lcnti-
Iha catadioptrica da terceira ordem.
l'harol Fidonisi mar Negro.
Collpcou-se tmporariamunto um pharol
lixo em Fidonisi, ou ilha Serpcnt-, no mar
Negro, separado da costa da Bulgaria a 24
militas leste 1|2N. da entrada sulina do Da-
nubio.
A casa do pharol he de madeim pintada
de branco con 70 ps de altura, situada na
ilha nB lal. 45- 15' :i" M., Ion
leste Grecnwich.
O pjiarol aprcseula-se nm nina altura de
195 pus cima do nivel do mar, porm pre-
sentemente tem utn espado smenle de 10
&J
No dio 22 desle.mez espera-se do tul o vapor
TVNE, commandaulc Viller, o qoal depois da de-
mora do co.etume seguir pnia Soutliamptou, locan-
do nos porto de San-Vicente, Tenerill, Madrira e
Lisboa : para pinagena ele, Irala-se eom s sen-
le Adamson HowieAC, ron do Trapiche-Novo
n. 42.
Para Lisboa.
O patacho portuiniez Urilhante, capiliio An-
louio Braz Pereira. sahira' com luda a brevidade per
ter a manir parle da carga prompla ; para o reslo da
mesma Irata-se com o dito na praca, ou com ocon-
si&nalario Domnsosjos Kerreira Coimar.les,
do Queimado o. 35.
Para Lisboa segu com brevidade, por (er par-
le da carga engajada, o brii:ue portugnel Euricou,
capiao Luciano Alve Cooceicjlo ; para o reslo della
e passageiros, para o que oll'ererc bous commodos,
Irala-se com us cons.ijualarios Amonio Irmos, na
ra da Cruz n. 3.
Para Lisboa sahe com brevidade por ler a
maior parle da carga prompla, a mnito veleira barca
porlugueza uJanola : para o reslo da mesma ou
cassageiros para o que lem os mclliores e aceiados
pommodos, Irata-se com os scus consignatarios F. S.
Habello A Filho.
Para o Rio Grande do Sol val snhir eom bre-
vidade a barra brailleira (ClemeutiMU : para o resto
da carga irala-se com os s. us eonsigliatario V. A.
de Sonta Camilla Oy Companhia, lar^n do l'eloori-
nlio u. 5 e 7, ou com o eapilflo Manoel Joaquim
Lobato.
Para o l'orlo sogoe vilgetn o bersanlim porl-
gnei Amalia I, capitn JoSo Antonio da Silva
Malo ; qoein no mesmo quizer rarregar ou ir de
passagem. para o que lem Mediente commodos,
dirija-se ae menino capilo, ou a seu consignatario
Manoel Joaquim llamo., c Silva.
Para a aliia.
Pretende sabir at o fim da prsenle semana o
velleiro e liem eonhecido palcho nacional oEspe-
ranja, lem dous tercos de sen carre^amento promp-
to : para o reslo e pasMIteiro, para o quaes lem ex-
cellentes commodos, Irala-se com o sen consignata-
rio, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
COMPANHIA PERNaMBLCANA.
dos do
do Dor-
carga e passa-
fama tri-
umpha.
Na ronfe.(arin de l'inlo \ Irm.lo. ra da Cruz n.
21, recebeu-se ultimamcnlede Frio^ um .rulo sor-
liiuenlu do lisuras de ramo* te noivas c uulros oh- {
jeclos de &omma o naii delicado possivvl pira
as seohoras que enreitam handejas e oa(ta menina*
para presepen, urna porfilo de amendnas cmieiladas
c caiiinlia* p arliar para briudar-se as mesmas aprompla-se qaal-
quer eocummenda de bolinlio^ c duces o mais bem
feilo para rasamenlos e bailes, rom promplid3o c
aceio, e (r(iri;i-, para qualquer parle que os compra-
dores quizercm, por pre<>) cornmodo.
(]onfcitara.
50 A
O vapor nlguarassm e'pera-sewesle porto i
Sal al odia 25 do corrate ; saliiro' para os de
le antes do fin do
geiros
mez, recebera'
gridfd*
O agente Oliveira fura' leilao, por aulorisacao
do Exm. Sr. Dr. juiz de direilo especial du com-
mercio, eiarada em requerimenlo de Joao Ferreir
dos Sanios, de 2i saceos de assucar de diHereoles
qualidades, por eecu<;3o movida contra Joic Anto-
nio Pereira. escrivao Diiarle : sabbado, 20 do cr-
renle, ao raeio dia em poulo, no armazem do Bar-
bosa ilcli.Miie da igreja do Corpo Sanio.
Melquades Antunes de Almeida fat leilSo,
por intermedio do agenle Burja Geraldes, de sua re-
linaria sila na ra da Concordia n. consislindo
em laixo> grandes, eaixOea proprius para deporto de
assoear, engeuho para moer osso, noinho grande de
pedra para taze-lo em p, forno para qucimai ossos,
IV.rinas para os enlomar, ditas para purgar o assucar
com o competentes furos para as receber. e oulros
objeclos mais pertenrenles a dita rehilara, ludo se
vender em um s hile, ou em separado, conforme
ejigirem os prelendenlis : aegnnda-reira, 22 do cr-
ranle, a II horas da mauhaa, na referida ca;a.
Leilo.
O agente Borja fura' leilao.cm sen ar-
mazem, na ra do Collejjio n. 15, de to-
dos os ohjcetos existentes n. mesmo, con-
sislindo em objectos de marcineiria novos
e usados, pianos, varios objectos de ouro
e brilhante, relogios de diversas qualida-
des, quinquilharias france/.us, vidros li-
nos e lotira para serviro de mesa, ricos
candelabros de bron/.e, lanternas de vi-
dro, candietros ioglezes, C urna inlinida-
30-14" 54" a ^e ^e outros mttilos artigos (jue l'ra im-
possivcl enumerar os quaes se achanto
expostps no referido arma/.ein, e se en-
li egarao sem limite, bem como diversos
Cavalabadas.
ALEGRKM-SE BPASIA.DA.
Domingo 21 do corrente, as ."> horas
em ponto, terSo lugar as brillianles c.iva-
Ihadasno largo da Soledade.
Lotera
DA
PROVINCIA.
Lltim;j que corre este
auno.
Hoje, s 9e meia horas
da manlia, he o andamen-
to dan ro las.
P. .). Luyine.
Hoje as 10 horas, na casa da audiencias, e pe-
ranle o lr. juiz do cmnmercio, vao praca os pre-
dios silos na libado Keliro, perlencenles a'Joaquim
Pinlieiro Jaconie e sua mullier, por excrur.io de
Thomaz de Aquino Konseca & Filho, cojos bens i
foram annunciadns no Diario de (i do correnlc.
Manoel pereira Cosa perden o raeio bilhete n.
1757 da lotera que corre boje, o qual foi comprado
na roa Direila n. 54 ao Sr Caelano Lenidas Cama.
Precisa-se alosar para urna casa eslrangeira,
um inolcque ou raoleca quesaia ,i iua.de idade mais
ou menos, 14 ou l(i annos, e piga-se bem : na roa
do Vigario n. 22, primeiro andar.
(I ab.iixo assignado retira-se para Carnaru', e
deixa por sen procurador nesta prara ao Sr. Jos An-
tonio Morcira Dias ; es pessoas com quem tem ne-
gocio deverao culeiider-e com o dilo Sr. Das em
seu escriplorio, na ra das Larangeiras n. 11.
Pedro Paulo dos Santo.
Aasenlou-se da casa do aballo a>signado, no
dia 10 do corrale, a soa escrava crionla, da nome
Clara, de idade 30 annos, cozmhcira e eugommadei-
ra, cor Tula, estatura alta, secca do corpo, pes e maos
seceos e dedos compridos, .denles limados, lem na
orelba esquerda um furo no logar das aigolas ; diz
andar procurando senher, e algumas vezes auda do
timao e sala prela : rnga-se nos capiles de campo e
a polica, qu" a apprchen.lam e levara a Soledade,
ra de Joilo Kernandes Vieira, casa de 4 janellas e 1
porla, onde scrito gratificados.
Jos AntJn de Sooza Magallies.
Pagio no dia 2 do correte mez, do engenlio
\ ellio desle termo, o prcto scravo de nome Joa-
quim, com os signaes seguintes : baiso, barbado,
olhos vivos, bonita phisionomia, denle alvos, que-
brado das virilhas, trateudo por isso ama funda.
Este escravo foi comprado no Recite, onde servia do
bolieiro de carros. Recommenda-se a sua appre-
heosio a policia aos capiues de campo, cerlos de
que leio generosa recompensa se o levarem ao dilo
engenho Velhn ao sen done o Dr. Antonio Carlos de
Almeida e Alboqaerqne, ou no encenho Boa-Visla
ao Dr. Francisco Amonio de Almeida e Albuquer-
que. Paralaba 12 de dezembro do 1856.
Trora-se urna crioula com lili annos, muilo ro-
busta, c boa quilandeira, por urna negrinlia oo rao-
leqne de dez annos : qirem pretender annuocie par.i
se etl'ecluar esse negocio.
O Sr. \ ti tomo ,\uguslu Maciel lem urna caria
na ra do Oueimado, loja u. 1S.
ioi fgido.
Ha 10 dias, pooco mail ea menos, desappareceo
do sitio de Virialo oe Freilas lavares, silo no becco
das II irreir.i-, ora boi manso de carrora, cor cinzen-
la, de nome Clialinhn, c julga-ae oslar*seguro em al-
gum silio : quem do mesmo der nolicia, ou tenha
em scu poder, queira fazer sciente ao douo cima,
que sera' recompensado.
Lindas cousas vcuham ver
E nulamente comprar
A fesla esta na porta
Serrtpre se tem a quem dar.
Nesle e'labclecimenlo, confronte ao Hosario em
Sanio Antonio, o primeiro deste genero ucsla capi-
tal, alm de biscoilos e doces nacionaes e eslraugei-
ros, ha o mais bello sorlimeulo de eaixinhM que se
lem visto, e as melbores c mais aromticas pomadas,
extractos e abneles que lem viudo n esle mercado,
era riquissimos vasos.
Ao publico convido
Por nao ser exageracao.
Os ot'jectos annunciados
Se acham em exposirao.
Oolras censas lamhem ha
Na casa :'.l A.
l'recisa-se de urna prela captiva para o crvico
.le nina rasa de pouca famil a de purlas a deulro :
na ra do Amorim n. !', segundo andar.
l'recisa-se alugar nina rozinlieira para rasa de
familia, qne saiha fazer as compr.is, preferc-se es-
crava : na ra do Crespo, loja n. 9.
No fim do mez de fevereiro do correnle anno
fugio da Cloria do Coila um escravo por nome Ma-
noel, idade :I0 annos, com us signaes seguintes : ps
feios, pernas linas, barrigudo, com falla de denles,
che.; i pelada em algumas parles, alraz de urna ore-
llia lera um caroco que pateco -*. lobinho, he
muilo regrisla, e tem ja sido vislo por duas vezes
nesta pr.tr.i : rosa se as autoridades policiaes e capi-
Ules de campo a apprelienso do dito escravo, e le-
vem a dila ireguezia da Gloria do Coila, a enlresar
ao padre Autonio da Silva Cavalcanli, que terae ge-
nerosamente recompensados.
Piecisa-se de urna pessoa capaz que queira fa-
zer o serviro de urna casa de pouca familia, podeudo
ir a lardinha dormir em sua casa ; paga-se bem ; na
ra dos Marlvriot n. 1(i.
vo manual
Do
Commerciant
E DO
ADVOGADO DO COMERCIO.
Acaba de sabir luz. Ja complete, e-ta inleressln-
1 le rollecc.lo da legislado do commercio, coiilend o
i Cdigo Commercial annolado com as referencias (los
diversos artigos do mesmo codiso c dos respectivos
regulain"ulos entre si ; assim cumo com os decretos
e avisos expedidas al o anno prximo pastado, ex-
plicando ou addilaudo algumas de suas di>pofi-
ees : seguido das regulamenlns n. 7:17 e n. 7:IS
de 25 de novombro de 1850 tambera annolados, e
de um appen lice eoalendo a integra de ludas
lei*, decretos eVegulamenlos publicados aleo referi-
do anno, inclusive a le u 7WI de lli de selembio de
1834 que reformnu os Iribuuaos do commercio, com
o respectivo regulamento n. 1507 do I." de maiode
185o. A' veuda na livraria de J. Mogueira de Seuza
junio ao arco de Sauto Antonio.
O CONSULTORIO CENTRAL 110-
3 MEOPATHICO.
Z$ Una de Santo Amaro (Muinlo-No-
m vo) n. 6.
A
milhas; he visivel por um arco do horisou- escravos moros te de 2U0- ou do oeste (magntico) rolla do
sul para K. M..
Este pharol temporario ser brevemente
substituido por um pharol revolvente da se-
gunda) classe.
Por ordein de Ss. Scnhorias.
Ass gnaJo, John Washington, llydrogra-
pho.
PiefartiQaollydrographica do Almiraotado.
Lond es 18 de julho do 1856.
Est
do al
2158
com habilidades: tenja-feira -~> do cor-
rente, a's II horas da rnaivliia.
LEILO.
O jente Oliveira
tara' Icilao, por au-
lorisacao e em presenca do lllm. Sr. con-
es avisos affcclam os seguintes mappas su' dos Patzes-Baixos, c por conta e risco
tiiratitado : ticral do Mediterrneo, n. de quem pertencer, de VI) urna porco
Dardanellos n. 22* Bosphoro, na. de saceos de assucar masca vado, averiado
11*8, 22*3, 22**; (.eral do Mar Negro, n. ,r.,,,., .,i,wu .,. i
_, a agua salgada na alrarenga '|ue os con-
lollandez
com des-
221*; folhas 1, 2 c 3, ns. 2230, 1,2; Danu- ,
bio, n. 2207. Igualmente o piloto dos Dar- *" para bordo ua esc
daucllos, II il, 03 ; piloto do Mar Negro, II. ZEPIIYR, a' carga nesle porto,
6, 2*| ni; elisia de phatoes do Moditeira- i tino a Rotterdam, eos quaes podem ser
neo. ns. 167, 170, 171, 172 e 17*. I examinados previa.nenie no trapiche do
px>&$$ Mttm$$l
MARANDAO' E PARA".
Sigue nesles oiio dias o palliabote na-
ciomii .-Lindo Paipiete, capit&o Jos
Pinto Ntines, pode anda receber algnma
P'
Angelo, onde lea' Im
bado 20 do corrente,
manluia em nonio.
ar o leilao : sal>-
a's 10 horas da

Lcsiao
O agente Pestaa farj leilo cm sen armn?om na
Os iitaun a.-i-n ido*, rom loja de ourives na ra
do Gabag n. II, confronte ao paleo d malriz e ra
>ova,raiem publico, que esliio recebendo conlinua-
damenle as mais novas obras da ooro, lauto para
senhoiacomo para bomein c meninos: ns preco
continan) raioaveis, e passam-se conlascom res-
poniabilidade. especificando a qaalidade do ouro de
I f ou 18 quilates, Besado assim suieilos os mesmos
porqualquer duvida.Seraphim & Irmao.
O actor Pedro Bapli-la de Santa Ko*a declara ao
respeilavel publico, qoe se acham pagos lodos os em-
pregados do tbealro de Sanla-lsabel e mais pessoas
parliculares das despezas provenienles dos espect-
culos q.je liveram lugar no mesmo Ihealro ob sua
diraeijlo ; e se or acaso alguem anda se julgar cre-
dor de algum coala perlenccnte a laes espectculos,
tog que a| rcsenlc-a psra ser logo salisreila. Reci-
te 10 dealezembru de 185G.
ERRATA.
, No sonclu publicado no Diario primeira liaba, do primoiro terceto, onde se l __
Jos leia-so Jess.
Ufferere-c urna parda de mcia idade para
qnalquer urna eaeade pouca l'amilia ou homem sol-
leiro, para corinhar, engommar, lomar conla da
casa, pois he de boa conducta e bous c.-mme-: quem
precisar dirija-te a ra dos Arouguinhos n. H.
Precisa-se de um ou dous meninos que queiram
aprender a eiicadernacilo. sendo de boa conduela:
os prelen lentes dirijam-se ao paleo do Collesln olli-
cina de eucaderuacAo de r. C. de Leroos e Silva.
Alusa-se ou arrenda-se um sobrado de dous
endone, ou de um andar e loja, ou casa lerrea com
soiao, sendo no bairro de Santo Antonio, ds-se fia-
dor ou dinlieiro adianlado. e mesmo se fara' algum
reparo: tratase un paleo do tolleaio. oflicina de eu-
eedernacle de V. C. de l.emos e Silva.
Precisa-se de um felor portugus para um si-
tio perlo da praca, que saiha tirar leile. tratar de
planta de capim, traanla ravallos ele. : quem pre-
tender dirija-sc ao poda fundirlo em Saiilo Amaro,
labtraa do .lose Jacintho de Carvalho.
i'recisa- milia, qne sirva para comprar ou qualquer mandado:
a tratar na ma larga do Rozarlo o, 38, segundo
andar.
Da->e dinheiro a juros sobre penhorts de ooro
oo prala : quem precisar procure ua ra da Cacimba
n. 2 que se dir quem d.
l'recisa-se de urna ama para o servido de urna
casa de pouca familia : na ra Ilireila n. 86.
Marques, Barros o, Companhia, declarara ao
publico, que era 15 do correule dezembro despedi-
ram o seu caixeiro o Sr. Jdao Josc Kerreira.
A t te 11 cao.
a
r'ngio no dia 7 do correnlc mez o escravo de no-
ine Jaciullio, de narSo Cojla, de idade 100 anuo,
pouco mais ou menos, alto, pernas arqueadas, punca
barba, julga-sa estar acouladu no lugar da matriz
da Varzea, por ler sidu encontrado por varias pes-
soas, as qoaes diz que sea reuhor o forrou por elle
ler comprado om bilhele da lotera e sabir a -orle
grande : roga-se as autoridades policiaes, capilaes
decampo e pessoas do povo que o eucunlrarem o
levein a ra Ilireila n. 76, que se pagaran as dee-
pezas.
Atteiico
Na grande labrica de tamancos, dama
Direita, esquina do becco-de San-Pedro,
ba ellectivamente um grande soriimcnto
de tamancos, tanto para homem como
para senhotas e meninos, muilo em con-
ta, assim como se aprouiptam encoin-
mendas para fra, com toda a perfeicaoc
ligeireza
A irmandade da matriz da Boa-Vis-
ta precisa do serventes liyres ou escla-
vos, para a obra da matriz, paga-se bem
a jornal: a tratar na mesma matriz com
o tliesoureiro ou o guarda.
Precsa-se de 1 ama de leite que nio
tenha lilho: quem pretender dirija-se a
ra do I.ivramento, loja de calcado n.
, que alu achara' pessoa que tara' to-
do negocio de vantagem.
Na ra dis Liraageiras n. 16,Z precisa-se de
ama ama que saiba cozinhar o diario de urna casa,
e pelo trabadlo da-se. boa paga.
O b.-iio assignado, espillo do patacho oMem-
burguaz Pphiel, faz sciente qoe nao se responsa-
biliza por qualquer divida que cuntraUm em trra
seus marinbeirus.J. Careles.
Precise-te de urna ama que lenht bastante e
bom leile, paga-se bem : na ra Direita n. 10.
Fuo ou perdeo-se tima canoa de carreira,
aova e por pialar, com corrate de Trro : qaem a
achon, diri|a-se a roa da Piala de Santa Hita n. 37,
sobrado de dous andares.
O Sr. Joseph Schealim queira apparecer quan-
lo ante a iua da Cruz do Kecile em casa de Pie-
nsan! S Lasue ; oulru lint, cou-tando ao. abaixo as-
signados que a Sr. Schfatim anda por casa das pes-
soas as quaes nulr'ora vender I izen la-, para indu-
zi-la a pjgar-lhe seus dbitos que Ihe nao pertcn-
cem mais, impedindo a qoe o faram em mao de
cobrador da casa o Sr. Juc lias Alvares de IJuin-
lal, nico competente para ua ichs.ra i e i>3o a
elle, previnem aos ditos devedores para que s pa-
gelo ao Sr. Ouiiit), munido da procuraban da ca-
sa, nao quereudu sugeilar-se a pagar segunda vez
aos mesmos.
Frentn! & l.asne.
I'rer'na-se de um fornelro : na padaria do
Forte do Mallos ra do Hurgo n. 31.
Os Srs. Joaquim Marlius da Silva & Compa-
nhia que tem ou tiveram loja de fazendas ou taber-
na nesta praca, dirijam-sc a ra da tiuian. 61 se-
guodo andar, para se llie pagar nina lellra que Ihe
he devedor um lilho do lioadojoo Barbota Caimi-
to, ou auuuucie sua murada.
A luga-se um sitio bem plantado com casa nm
tanto arruinada na Soledade : a tratar na ra de
Santa Hila n. 27, primeiro andar.
1'rcciia-se de um am i.-a I n ; ua ra da Sen-
Zala Nova padaria de Domingos Jote da Cunba
Lages.
Precisa-sede um caiveiro que tenha bstanle
pralira de fazendas e quo dii Dador a sua conducta,
para urna loja fura da cidade ; no aterro da Boa-
Visla n. 17. segundo andar.
Precisa-se de ama ama para ca*a de pouca fa-
milia : na ra Imperial, taberna <- H.
/ .i. o. -;.;-
O Dr. Sabino Olegario l.ndgero l'inho, e'\
t de volla de soa Viagem ao Kiu de Janeiro, [?,_
sfr continua a dar consultas todos os dias otis, 5
^3 das 8 bozat da manhaa, 2 da larde. [;
t*'3 t)s pobre sao medicados graluitaroenle.
S^SSvS-"'-'^-'""'--''-^ Ts y.r fr- t' <*s '- -Sr -1- .^.- f-v i. -- \r ._;. %S l
Fugio do engeuho S. Matbeos da freguezia da
Escada nm escravo de nome Benedilo, cun os sig-
naes seguintes : enr prela, com 60 anuos, pouco mais
ou menos, estatura balsa, grusiu, barba e cabellos
broncos, falla com manihlio, e um pouco fauhoso
por lomar tabaco, pes chatos, o qoal escravo servia
de feilor no mesmo ensenho ha seis annos, e ama-
nhecen fgido no da 15 de oulubro, e suppoc-se
estar pare as banda* de Seiinbacm : qu.ni o appre-
heuder leve-o ao Hecife, uo paleo do Carmo, a Joa-
quim Manoel l'erreira de Souza, ou au mesmo eii-
genlio, que sera' generosamente recompensado.
No dia 1 de novembro prximo passado de-
sappareccu de casa de seu senhor o escravo crioulo,
de nome Cisemiro, idade 30 auoos, altura regular,
olhos fundos, pouca barba na poola do quetxo, e
lem algumas marcasde rclho no'..-culo ; esle prclo
bu bastante reforjado, porm de roslo descarnado ;
consta que anda nesta cidade : roga-se, porlanto,
as autoridades competente- a appreheotao do mes-
mo, levando-o a ra da Cadeia do Kecile n. I!), ou
em casa de seu senhor Jos Paulino de Almeida Ca-
lanho, morador ao lado da estrada nova, defronle
das casas do Sr. Gabriel Autonio, que serao genero-
aamenlc recompensados.
Para loja de fazendas.
Ptierece-se um indiridou rom as habiliiagoes ne-
cessarias para primeiro caixeiro de qualquer loja
fazendo lamhem a escriplura<;aoda casa, lem muilos
annos de pralica, e da aliono a suas qualidades q
conduela : quem delle precisar, annuocie para ser]
procurado.
1 AO PIBLICO. I
^| No .armazem de fazendas baratas, rua do M
Collegio n." 2,
vende-se um completo sortimento de fa-
OillillllilN
PARA 1857.
Acham-se a' venda as bem condecidas
folhinhas, impressas nesta typojjrapliia,
das seguintes qualidades:
FOI.II.IMIA RELIGIOSA, contendo alem
;los meses a bibhotbeca do edristo
brasileiro, que se compoe de ora-
rnos quotidianas, melbodo de assistir a
inissa e conlissao; cnticos, psalmos,
liymnos, ollicio de Nossa Sendora da
ConceicSn e muitas outras oracoes de
grande menlo, preco...... "'-^
DITA DE VARIEDADES, a qual alem dos
mezes, contem artigos de agricultura,
oocoes de SCencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de imposios, e regulamen-
to de afericao, etc., etc., pre^-o- 380
DITA SIMPLES, contendo alem'dos mi-
zos, a lei dos circuios c varias tabel-
las de impostos jeraes, provinciaes e
mtinieipaes, preco........ 2*0
DITA DE PORTA,' a qual alem dos me-
zes tem expticacoes das indulgencias e
excommunbOes, etc., preco. ICO
DITA ECCLESIASTICA (ou* de padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regras
da igreja, c leis conbeciilas a res-
peito, preco.......... 100
Todas estas folhinhas sao impressas em
bom papel e cxccllcnte typo, < vendem-
se em porcao ea relalho: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
Aiuda esla' por aluaar-se o silio da Torre e
margem do rio Capibanhe, com boa casa de viveod
estribara e baiva para capim : a tratar ua rua do
Seve, casa oode morou o cnsul porluguez.
Precisa-sc de um caixeiro para taberna, qne
seja perito, e um pequeo anda com ponen pralica:
na i..Lerna grande ao lado da igreja da Soledade
n. 20.
Aluga-se a anliga casa de vender plvora, na
cidade de Olinda. com bom silio, baia para capim,
e boa caa de vivenda ao p : quem pretender dita
casa dirija-se a roa do Vigario d. I.
A pessoa que se quizer prestar a
dar UceSei de Ungua italiana, annuucie
sua morada para ser procurada.
zendas finas e grossas, por mais barato
:<
a* precos do que em oulra qualquer parte,
H tanto em porc,es como a retalho, afinan- S
3 cando-se aos compradores um s preco S
y para todos: este eslabelccimenio abrio-se ~
ls de combinneao com a maior parte das ca %%
jejF sas commerciaes inglezas, francezas, alie- V
g[ mos e suissas, para vender fazendas mais gjt
gg em conla do que so tem vendido, e por isto &
381 ollcrecem elle maiores vanlagens do que ?
outro qualquer; o proprietario desta im- Si
^ portante eslabelecimento convida todos M
| os seus patricios, e ao publico em geral,
H para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
^ mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
Jj| ionio Luiz dos Santos & Rohm.
mm&-vGsmz$Bxmss.
JOS ANACLETO DA SILVA-
uera coiiiiecido dentista e
sangrador,
pode ser procurado a qualquer hora nos seis dias da
tensas, na rua da Camhoa do Carmo n. 20, para
sangrar e tirar bem denles, chumbar denles forados,
separar hem os da frcnle, e applica ventosas sarjadas
pela atracedlo do ar.
| C0HS11LT0WQ IIOMIEOrV-

9
m
m
o
m DO DR. CASANOVA.
-; 28rua das Crtr/.es28.
;'.'i Nesle consallorin lia >empre pura vender
;?*' os mais arredilados medicamentos lum.. .-
- y^ em tintura, como cm glbulos, e o mais
- V em conla po-Mvel.
'>' Urna botica do 1^ tubos (i? S.-i e 10NKK)
;^3 o i) de _>( i. 109 1-25 e ligoo
f' de 36 o lis 1S? e -io^uuo
S -de HX n I8 $ e 3319000
n de iMl n j 25y a 309000
tubos avulsos 500) SOO, e 1?IH)0.
gfc I onca de tintura a escolher SKK).
y Cousullas lodos os dias gralis para o no- TS
: bres. ^ m
ROIl LAFFECTEUR.
O nico aulorisado por ccisodo consrlho real
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar cm secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em'poueo tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af-
feccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos linmores ; convm aos catar-
rhos, a besiga, as contracgOcs e a fraqueza
dos orgios, procedida do abuso das injec-
Cofis ou de sondas, t'.omo anti-sv phililicos
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
ceates ou rebeldes, que volvem incessantes
em conscquciiria do empreo da copalulia,
dalcubeba ou das inje.ccoes que rcpresenlem
o virusseni neutrahsa-lo. O arrobe Laffec-
teur he especialmente recommendado con-
tra as docncas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodpreto de potassi.--Lisboa.
Vende-se na botica de Harral e de Antonio
teliciaiio Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 83, onde ai alia de clicgar una gran-
de porgao de garrafas gr.indes e pequenas
viadas di^eclamenlc de Paria, do casa do dito
Boyveau-Laffecteiir !2,rua iiichelieu Paria.
Os formularios d/io-se gratis cm casa do a-
genle Silva, na pra^a de I). Pedro n. 82.
Porto, Joai|Uim Araujo ; llahia, Lima & Ir-
maos ; Pernamhuco, Soum j llio de Janeiro,
Hocha &. Filhos; e Jloreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magales Leile ;
Kio ,t;raiide, Francisco de Paula Coutu & C
Lotera da pro-
vioca.
Ultima rotera que corre
este anuo.
Sabbado iO i!o corren-
te, lie o andam uto das
da primeira parte SOO^OOO de gratifie cao.
'a ma-
(!
A quem apprchendcr ou der oolicia rerla>do es-
cravo huido em 23 de fevereiro, de nome Manoel.
crioulo, da Hab, oflicial de raldeireiro, he alto e
licn parecido, corpo linoe com hombro- larees, r^s
lo redondo, olbe pequeuo., relimo, com falla de
nm denle na frente da par
a, fallando- Ihciun terco de seu car-
niento para ajuste : trala-se com An-
tonilo de Almeida Gomes, na rna do Tra-
po
car(>
re6*
en. lli, segundo andar.
PARA o RIO HE JANEIRO.
narca narional Thereu lo ja ronhecida pela
na lorie cnnslrurclo e li^eira marcha, ecuira' para
o Kii de Janeiro dentro de poucos das, por ler
prorrpla maior parte da -nacarga- quem quizer eer-
regu dirija-'e a rua d Cadeia Velna 12, escrip-
lorio de Bailar Oliveira.
Ilarrv l)a>,n:prcsilo da cslrada de ferro, re-
rua da Cadeia do lWilc n. .">') de grande porcao j lira se para lnilaicira no vapor Tyne.
de obras de marcineiria novas e usadas, ditas de Precisa ouro como sejam, relo;ios de slgibeirs, allineles eetsde pene familia : a tallar na rna do Bram, to- Santos Bol
de diamenles, boles ditos,anneis, colhcres de sopa
e cha, candelabros de bronze, e de viilro, ama lin-
ro da stima lotera
ti iz da Boa-Vista.
/'. .i. Laymet
O abaixo assignado roga aos seus de- --" -' anos,|e !llle- tata mu''" bememaeio,
J ~. ... i_,7. .l ,- i cosama allirmar-se muilo quendo falla, c lem pt
vedores, <|ue tendo deretirar-se desta a- mo mnito bem reiios. Este escravo he dotar
datle, Ihe venham pagar ate o dia 2( do j Lemosi Ramo<, do Kio de Janeiro,e lem-se descon ri0r
corrente, caso o nao .ossain l'azer dirijam- l!',"', .q"e 'S"J!, ne'u ['"V""* ')<>"" P<-" se ao mesmo
tlor a fa/.cr
menor con
SOCIED.VDE FimVORV DA FA-
BRICA DE FIAR E TECER
AU.ODA0.
Os senhores socios sao convidados a efleelnar at
o dia -Jo do corrale, o pagamento da segunda pres-
lacAo, que he xada em 10 por cenlo do capital
subscripto por cada um : no escriplorio do Sr. Ma-
noel Alves Guerra, rua do Trapiche u. 1, da I
horas da in.inli.iii, as hora 4a tarde. Pernim-
buco ti de dezembro de 1.1 sV
Amorim, Farias, Cuerra C.
DAGUERREQTYPO.
Systema norte-americano.
ATERRO DA ROA-VISTA N. 4,
terceiro andar.
Nesta casa continua-se a lirar retratos com toda a
perfeir,ao e pelo novo systema norlc-americano. Ev-
i-te sempre um completo e variado sorlimeiiln de
caivinhas, quadros e joias de ouro para a colocarlo
dos retratos. Todos os dias das 8 horas da ci -ni .i as
i da larde esla a olliciua e galera a disposieflo do
publico.
AI.UAM-SE
para pas.-ar a fesla dua casas na l'orre, com bons
commodos, caiadas e piuladas : no arnia/.cra de ma-
leriaes da rua da Cadeia de Santo Antonio n. 17.
C. SARR & COMPANHIA
respcitosamcnlc anuunciam que no seu ex-
tenso eslabelecimento em Santo Amaro, cou-
U'iiuim a fabricar com a',maior pe fcirfio e
promptido, toda a qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navega' ao e
manufactura, e que para maior cotr nodo
de scus numerosos freguezes e do publico
cm geral, tem aherto cm um dos grandes
armuzeus do Sr. desquita na rua do Bruin,
alraz do arsenal de marinha um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu eslabelecimento.
Alli acharSo os comprodores um completo
sortimento de moendas decanna, com todos
os melhoramentos (nlguns debes novos i
originaes) quea experiencia de muitosannos
tem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de haisa e alta pressSo, taixas de to-
do tamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de mao e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tornos de ferro batido pa-
ra farinha, arados de ferro da mais approva-
da conslrucco, fundos para alambiques,
crivos c portas para fornalhas, e urna infini-
dade de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessua intelligeute e habilitada para receber
todas as cncommendas, etc., etc., que os an-
nunciantcs contando tom a capacidade du
suas oflicinas e machinismo, e pericia de
seus ofliciaes, se comprme ttem a fazer exe-
cutarcom a maior presteza e perfeico, e
exacta conformidade cornos modellosou d<--
senhos, e instruc^es que Ihe forem l'orne-
cidos.
Rua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Barlholornu F. de Sonsa,
contina a vender
(sendo falso o que for vendido em outia
qr.al(|uer parte.)
Rob L'All'ecteur.
Pillas vegetaes de Rrandel.
Vermfugo inglcz em vidros.
Elxir anli-asinallnco.
Frascos do bocea larga com roldas, de
I a 12 libras.
Seguros contra
o fogo.
Companhia Fforlhern.
CAPITAL, 11,200,000Establecida
em 1850.
Para ellectuar seguros sobre proprie-
dades, mcrcadorias, mobilia e gneros de
quasi toda a qualidade. Premio de 0)8
at 1)2 0|0 ao anno.Agentes, C. J.
Astlcv di C.
Aferico.

O abaivo i-'isnado, arrematante das afericetdu '
municipio do Kecile. teieallBea i quem couvir, nue
... .i.l....,,).. .. ____ ...___..:_ ..... -,-
e tero eslabelerido o seu escriplorio no njieo do Ten >
de cuna, eom algaras |, aonde dara. PXn,.dienle das s da manhaa s
e-pmhas no roslo. baleos lino,, -era barba, lera de | :i ,,a ,arde.-Josc l.Ju dio Peivo.o .S-ani.
Hua .Nova a. 18 loja de XI. A. Caj A C. ron-
liaua sempre a ler um grande sortimento de obras
feitas de alfaiale, lano superior, como mais iufe-
eamitat france/a, brancas e de cores, era-
di cadeira do carregar senboras, grjnde porcao de
pedras marmorequadradas, e rotondas, porqo de
i-arliinibosde louga, porrao decaixss de velas de I
brado confronte a fiiuiticlo do Sr.'Iowman.
Atteticati.
() aceionilas da eempaahia Visitante dos reba-
mat,Blo convidados para a renni.ln no dia 1!) docor-
, rente, as lo horas da inanha, imprelerivelmcnte,
carnauba, ricos pianos de Jacaranda e. mullos ou- ] par. dellberarem sobro nezocios imnnrlantes da mes-
b*Sitr;tfriK^tLs M loema do
RIO DE JiHEIRO.
da esquina n. 25.
lia urna casa vasia na povnarao do Monleiro :
quem pretender aluzar entenda-se na alfaudega com
irns objactos que seria impossivcl enumera-lns, e
que ss acham patentes ao ,-xarne das compradores ;
segunda-feira 22 do correnle a 11 horas da ina-
Dobaa,
ma rompani.ia, na escriplorio de llenrv
l -nuil..Mili.,, na do trapiche Novo n. 8.'
l'reri-a-se de nm. ama para eaa de ponca fa-
milia : na rua de 5, i rancisco Mundo Novo! nu-
in ir o !..< A, Ioj,
Jos Ku/elu.i Alves da Silva.
l-'or-ler & i \ viuva de Manoel de Almeida Lope, lando
de proceder a inventario por morte'de seu marido,
com i la aos rredores d.i eu risal apresenlarem os
seo-- ltalos ao sr. los dos Sanlo Revea, na rna do
Crespo n. 17.
Josc' Ensebio Abes da Silva mudou
venda de scus bilbeU-s da
TAIXAS DE FERRO.
Na fundic.-io da Aurora em Sanio Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, loso
na entrada, e defronle do arsenal de marinha, lia
sempre ura grande sorl:menlo de taifas, lano da
oeiia do '".fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
de Janeiro, para a rua do Collegio n- l.i, ja
deixandode vndenle hoieem diante rs
loja doSr. Malinas de Azevedo Villarouf
co, junio ao arco de Santo Antonio.
s, grandes, pequea?, razas e fundas; e em
arabos os lagares existem guinlastes para c*rre>-
gar canoas ou carros. Irnos de dsspezss u
penjos sao os mais cota modos.


1^0 l PEgMEfifM SABAUO 20 U& l'.ZEMHB M 18*6
DEPOSITO DE L1YE0S BOTICAS HOMEOPTICAS*
DO
uu
O r.P. A. l.oboMoscoso, tendodefazer umaviagem deixa a sua botica soba
direccSo de pessoa habilitada e de inleira probidade, eum deposito na lojadelivrosdo Sr.
Manoel Nogueira deSouza na ruado Crespo, sobrado novo aoSr. Magal baos Bastos
PUEQOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
bita de -2* ... i5cooo
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 ... 25c000
Dita de CO ... 809000
Manual de medicina Iiomeopathica do Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica doDr. Ilenry.
Tratamento do cholera merbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
309000
lOfOOO
2/000
6000
i
* l'I.IHl \S PRECIOSAS- j
i i
*j Aderece* do brillianlc*,
y diamantes perolas, |>ul- 'g
S cetras, allineles, hrincos *
e rnzetas, botes e aunis <*L
.>; de dillereoles goslos e de %
diversas pedral de valor. Hi
1
^ Compran), venden) ou *'
S trocan) prala, ourn, bri- *
Ibanles.diainanlrsepero- >;
* las, e oulras quaesquer 3
* joias do valor, a dinheiro
W, uu por obra*. ~
cae***:*:/***:*:**.**
10REIRA DARTE.
LIJA li! OlHlVEi
Ra do Cabuga' n. 7.
Rece bem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa ns obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca corno
;>< >
tu mtmS
1
OL'KO i: PRATA- K

$ Aderemos completos de
*: ouru, meiosdilos, pulcel-;?
'*. ras, allineles, brincos e *
rozelas.cordes, trance- *
.* lins, medallias,correule *
'f. e enfeiles para rcloEio, e *-
. oulrosmuilosobjeclotde *
o oro. *
': Apparelhos completos,
de prala, para cha, han- jjj
o, dejas, salvas, castiraes, i
* colheresdesopaedccli, *
*5 e muilos ouiru objeclos
ij de prata.
: -?; <. -. $ ;.; 35 3 $ gggfgg y.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o commodo pomo eostumam.
SomptftA.
Compra-se tima nesra moja com habilidades,
com filliD ou sera elle ; na ra do Sebo 11. 42.
- Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ruadas Flores n. 37 I.- andar.
Compra-se urna casa terrea do valor de oilo-
cenlos al om conlo e cem mil icis : a tratar na ra
da Cruz 11. SO primeiro andar.
! Compram-se acc.0es da companhia de Iieberi-
e : na ra da Cruz u. 35, segundo andar.
-- Compram-se duas ou Ires veocziaoas para
pona : a tralar na ra das l.arangeiras n. 14.
Compra-se ouro, preferiodo-sa de lei, prom'el-
te-ie pagar melhor do que em oulra parte: na ra
larga do Kosano u. 17, junte ao qoarlel.
Compram-se patacoes braseiros e
hespan/ioes a -2.s010, e sedulas ou prata
de ljOOO com um por cento : na ra
da Cadeia do Recite, toja de cambio
n. ."8.
&endad
Botica.
ESTRADA DE FERRO
do Kecife San-Francisco
(Terceira chamada.)-
Os directores da companhia da eslrada de ferro do
ecife a S. Francisco, tem feilo a terceira chamada
de 2 libras esterlina, ou res 178777 sobre cada ac-
V.8o na dita companhia.a qual deve ser paga al o
du 8 de Janeiro de 1857. na Babia, cm casa dos
Srs. S. Davenporl i\ C, ua corte, cm casa dos
Srs. M.iu.i Me. liregor j C., e em Pernambuco, no
escriplori'o da companhia. O accionista que nao
resinar o pagamento dentro do termo Indicado, po-
dera' perder lodo direilo as acedes sobre as qnae* o
dilo pagamento nao se tiver cllecluailo, e em todo
CMO lera' de pagar juro na razao de ."> por cento ao
anuo, e de nao receber joros ou dividendo da com-
panhia, pelo lempo que decorrer entre o dia indi-
cado pira o pagamento e a sua realisac.ao. Neohum
auto de transferencia pode ser registrado depois do
da 8 do correnle, anles do pagamento da chamada.
Por urdem dos directores,
S. P. l'ereher,
Thesoureiro.
Recife :i de dezembro de 1856.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companhia Allianre.
Eslabelecida cm Londres, em margo de 1S24.
Capilal cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tera a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
ea quem mais convier que esto plenamente u-
osre fic dCr,iiooaeP^rf ^r t"*Z h>mbW vende-n-seno .rm.Mn.de Jos Jo.-
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
om fazendas de qualquer qualidade.
: 4. JANE, DENTISTG, S
0 contina a residir na ruaNova a. 19, primei-
.1 ro andar. Z
aS999:9i30)e)5
Vendem-so iodos os medicamentos, Innca e mais
liencillos de urna bolica: a Iratarna ruado Oueima-
do n. .12, que ludo o negocio se far.
Vende-fe. taberna da ra dos Pires n. 2, com
lundos a comento do comprador, e com boa morada,
vende liem para a Ierra, e o molivo de vender-sf he
porscu dnun morar muilo lunae : a tralar com ller-
nardino Francisco de Azevedo Campos, na ra das
Irincheiras 11. 50.
" f). ir m
Companhia de seguro con
traa inortalidade dos es-
iteiico.
Lindas casta, francezat milito finas, de
120 A 280 o covado ; chita, francesa.
-lui'ga^ e Jias a 220 o covado ; cortes de
co!lets de grgurao de cores e prelos,
lencosesca lates para tabaco, mantas- de
seda para senhora ; tudopor muito bara-
to pico, porseterde acabar com ditas
(azencas : no aterro da Boa-Vista, loja de
bilhetes junto ao sellciio, n. 3C.
Ve,nde-e urna mulata de idade de 20 auno :
, na ra Nova o. 61, primeiro andar.
era vos estabelecida no!i7 Tcni'le'se,'! sran1,!"n,a"m ",B*8*
^wivtr* uu largo da Assemblca o. 20 (Forte do Mallos!, moilo
D|A |\J- lltirinA proprio para qualquer estabcleriinento, ou mesmo
nlU LtS. JAilt-InU. para recolher gneros como eslaservindo aclualmen-
ruilTir -> mu 11110 .,.,,,, ', Por eslar collocado defronle do trapiche do al-
C API I AL 2,000:000s000. godao : Iralar na ra do Trapiche 11. 1i primeiro
Agtnria Mal de Vcmambuco n. t:t ra do Crctpo anil*r-
Pagar-se-ha sobre a uveliatto de l:000jOO0( el "a J* Malriz da Itoa-Vista, padaria n. 26,
maisou menosem proporraode oalro valor) iuclu- 1 *,.e,,dcrr|-!' adiadas, Sebastopol, imperatriz. rega-
sive o sello da apolice etc. I aramia, ludo pelo prejo de 1120a libra, falias c
Das idadet. biscoilos doces a 2i0.
nno. mi^m^mm .3s@
l>e 12 al eqtrL r aos fO annos 369100
As coDdiciie impressaspoderao
cscriptnrio da companhia.
Dar-se-bi consultas gratis aos escravos segurosdas
9 para 10 horas da manhaa, no escriptorio da com-
panhia.
1*100 por anuo. | 3%*^^^^^ W Xiii'&ZiQQQ
ser procuradas no $ Na ra do Crespo loja amarella n. !
icravos segurosdas j ^ > ^c Antonio Francisco Percita, A
m
g& Casacas de panno fino
S a :t.VrOiK).
vende-te roupa Feita, cliegada pe- Q
lo i^ltimo navio viudo de Paris- @
preto e de cores, gb
5

i
i
Caltas de cisemira prela e de cores, a
;,) 12900a
.5 CollPtes de setim, grgurao c de fellaiUu
*. a 8tOIN^
v Palitos de panno fino preto e de cores, a
fia 21)0000.
v^ Sobrecasacas de core He panno mescla-
W do muil fino, a 2.V-00O.
Ptllisscs de casemir.i mesclada, a 2."i->OO
Casacas redondas ou fUques, a 30J0U0.
teis de alpaca prela muilo lina,
3? 123OOO

6S0O0 db
I DESTISTA FRWCEZ. $
t& Paulo Gaianoox, de volts de sua viagem afe
surPi ela morando na ra Nova 11. >J
w -11. primeiro andar, oude podelser procura- 'Qi
?.\i d07' quaU|,ier hora. ;
O Sr.JoacpmJose Marques, iue'1 cvacl
mora por detraz da fundicSo do Sr. Starr ^ VM'
cm Santo Amaro, queira.mandar a- esta '
tvpographia, a negocio peito.
Nesta t\-porjraphia precisa-se fallar
.10 Sr. Rento A. R. Tupinamba', quemo-
rou ou tete loja 110 pateo do Carino.
Prccisa-se para o servlro interno c eilerno da
urna casa eslrangeira, de um preto: a quem Ihe con-
Mer dinja-se a ra da Cruz 11. 4.
Precisa-se de um bom criado e p?ca-se bem
airadando n servir e comporlaniento : a Iralar no
campo do Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
barcador Mcndes da Ciinlia.
~^rt'a* '"'P do Rosario, esquina do becco do
leua-trilo. no seguudo andar do sobrado n. 9,
cozmlia se para tora rom (d0 asseio, perfeicao e
I rompudao e tamheni se engomma : ludo por preco
mais commodo do que em oulra qualquer parle. *
Aluga-sealoj. da casa da ra da Aorora 11. .>:
onde foi oflicina do fallecido marcineiro llenriqne s
inein pretender dirija-se ao Sr. Joao Piulo de l.emo, .
luo...r. no seu escriptorio, ou casa de sua morada i iZ j 'Ue '0I de ^"Ocl
na roa da Aorora. JOaqiiimde liveua, com poucos fundos :
Recebs-se dinheiro para ser mandado dar n. ? ***"" fnesma ra n. 7, para vero
i.l.idc do Porlo por lellras pagas a vista 011 a pra/o, balamo.
7ffgSSi.7Xr lra'"C"e "i0'"c'ip-1 yende-se P rua dil <-d do Recife n
Hilos de dito de core, a
ri Capas <;f Ccroujas de bramante de linho de novo 'ff
^ modelo, ,1 :)SMI0 r-3
'.'i S"H clc seda l'rela Caniao, a 243000 A
..; Ditos (le Lramaule brauco de puro li- E
g "'T;,a ... s*50o m
i^i Hilos i "
X Ditos
W a .;.-)(K)
edilo pardo dito dilo, a i(JO tt
Ue melim com Ibilrai de cores, v.
H^ Camisa^ de mnrim francezas brancas e i'ft
;',J de cores, a 2j e 2>i00. S.
g Hilas com peito, ponho e colarinbo de S?
2 "W*. df lr,a,"l, de '"li", duzia a r.TOIIO 9
O t Mlre moitas fazendas de liuho e stda. A
AVSOS
Vende-se a loja de miudezas da rua da
Cadeia do Recile n. II, que foi de Manoel
Joa(|uimdcOliveii'a,com r
Ja tratar na Imesma rua n. 7 para
', loja de Aiitomo Lopes Percha de Mel-
l*al TaIm. '^"t" conhecidas velas de car-
llcll 1 OCIOS nau,,il (l AhicaH, pelo barato preco de
1 I2.s000c.ada tima arroba.
........;' ->'' -.-y vyw....-.."-..
Fende-se nm ineio
J ebronometro bem re- S
g-ulado : .a rua do 2
1 Brinn n. 18, primeiro 1
;f
andar.
Hosp
os Santos,
l=i veneravei Ordem Ter-
Traneasleseda.
. ens.asTcti unieni xer- ._ vdem-
na msk^itM
aao mesmo hS|,ita| p.-ccisa-se de MMM&) &?!&.
enfermeiioe urna enfenneira, aquel- 'jpjEjilf*-^** roda Boa-
de nossos irmaos muiWun, r,u,, i. .. Vista, nova
Vende-se umexcellenle escravo de IS annos,
seni vicio neni achaque : no armazem de sal, a fal-
lar com Honorio Henelo Vieira Torres.
-- Vendem-se velas de carnauba composta e li-
quid, as melhores que tem apparecido, esleirs de
palha dobrada, pelles de cabra, curtidas, raeios de
sola, lodo em grandes ou pequeas poices : na roa
'lo Vigario n. 5.
Vende-se urna prela de nacSo liengnella, ida-
de tO anuo, pouco mais ou menos, propria para o
servico de orna casa de familia, lambem be pe>ila
quilandeira, muilo fiel, lava perfeilamenle desab.lo:
a trafar na travessa da Madre de Dos n. 18, das 8
horas do dia as ."i da larde.
A'S PECHUNCIIAS ANTBB Qt.'E SE ACABEM.
\ endem-se lalas con, marmelada a 00 rs.. e iSO,
ditas com marnelos, ditas com serejas c peras a S00
rs., e niassa de lmales : dofronle da matriz da Boa-
\ isla, quina do Hospicio n. 88.
Vende-se urna travo de ."i palpios, madeira He
qualidade, por prco commodo : na rua Direila
B. 76.
Conros de cabra.
Vendem-se superiores couro de c.bra, marca
graude: na rua da Cadeia do Kecife.n. .77, escriptorio
de Joao I- im iian.le Prente Vianna.
No aterro da Boa-Visla n. SO, vendem-se vi-
nho ngarrafados, Madeira Secca a 1. muscalel a
1?280, de Selubal, azeile refinadn dai.ee/. a 900 rs-
a garrafa, figos de enmadre a foOO, cainasde 1 li-
bras, c 20(1 rs. em libra, marmelada em lata a 640 a
Obra, ervilbas em lele grandes a 800 rs., e meias|a
0O rs., mauleisa ingleza a 640 a libra, chocolate de
Lisboa fino a 110 a libra, dito a bailo a 400 rs., vi-
nasre branco forlc a 320. garrafa, conservas de Lis-
boa a 80. Hilas ingleai a 800 rs., bolachinha de
Londres a J-800 a cai\a, e os mais gneros por com
modo preco.
Velas de composicao.
Na ra da Cadeia do Itecife n. .'>T, escriptorio de
Joao Kernaudts Prenle Vianna, vendem-se moilo
superiores velas de composicao por barato preco ;
apenas resta urna pequea nor^ao.
Goiiiina.
Na roa da Cadeia do Becife n. 57, escriptorio de
Joao Pernandes Prenle Vianna, vende-se superior
gomma de mandioca ltimamente chegada do Ara-
cal y.
Cera de carnauba.
Vndese superior cera de carnauba : na roa da
Cadeia do Kerife n. 'Si, escriptorio de lelo deman-
des Prente Vianna.
** ,*w*iw'V3\ry
A LOJA PERX.\MRi;CA\A
DA RUA 1)0 CRESPO N. II,
@ acaba de receber um completo aorlimento
i de obras feilos, como sobrecasacas de panno
5l c alpaca, collules de pequim preto e de co-
qP res. sobretodo de panno liuo muilo encor-
*^ pado e camisas finas, ranlo brancas como de
S cores, ludo promelte vender barato.
^r Recebeu iambem ricas sedas para vcsli-
$ dos, ricos corles de vestido de velludo coio
;~:- Ires orden de volantes, lano de cor como
? preto. ricos chapeos para senhora e meninos
3 a 5s0(H): da-se amoslra de ludo. .,':
Chales de tou-
quim
A SH^OOO rs.
Vendem sena roa do Queimado n. 21 A. chales
He louquim para liquidar, chapeos de soi de seda
69000.
Chapeos J[
de molla e de di-
versas qaalidades.
Sao chegados a prata da Independencia, loja
He Joaquim de Oliveira Maia, ns. 21 a :10. os muilo
desojados chapos de mola de elegantes formas, la-
zenda fina, os quies se vendem por mais mdicos
oree., do que em oulra qualquer parte, chapeos de
feltro linos, de Indas a< cores e goslos inleiramenle
novos, dito de dilo e de palhiuha, ricamenle >-nrei-
lados para m.....w. e meniins, ditos francezes de
massa, fazenda (ida, e oulro de diversas qualidades,
ludo de goslos preprios da festa.

?0?@5
l
eei
H
umentermeiroe urna enfermeira, aquel-, ,
les de nossos irmaos casados sem (ilhos lojlT 82
.....pretenderemolugar, cujo ordenado! I ATirC FlWftC
liedeoSOfOOO para ambo e mesa, diri- Lt^ULi lifliS.
jan-se ao irmaoministro Flix Francisco 1 Vcndem-sc equos milito linos com ricas
dcSouza Hagalhcs, morador no largo !!la,'n,?YS?u1,,'c "'''T3'a^'3"5!,0e M:
.I..r.,,,.., V "'{.li. rua do ueiniado loja de nuui czas da
i.ii,..iinoii. Id, assimeomoprecisa-sede boa tama n. 3$.
um servente para o mesmo hospital. tt 4
Precisa-sa alugar urna boa caa clin doos an-' \0,.a.,, ,. "' .* ,
Hat., m prineip.,,s roas desla cidade, pacando-se L ~^M UU/ias de lacas C garios UC ca-
lera : a t.atar n., roa da Cruz do Kecife n, |:|, pri- | "'rlini lo boa qualidade a 10-, ditas
"""" ** dltos <".' alta do balango muito linas a G.
- Atante un, piimo si.i. |M do Re.iro, \ *{['.*A ',"ls| '' oU," oilavailn a :i>. 1-av.ie.m da Heielee>, m b,,a em. He viv.nda V? 2 ,lp mo1"' K'iripe e 6!
' """ inereei de froelo, eeea eicellenles ,-!Ullas de metal mais-ordinariu a 800 e IrVO,
'.ros. porp.ee., commodo- q.,em pretender di-! oulras multas cousas que so vende barato,
'''Z,"" rte ttt0" "" 'ravessa rua do (Jiieimado na liem ronhecida loia
d hmh nome, arm.zem ,,. 9. I de miudezas da l,oa lama i,. :i: '
Attencoli
W d '
S Na rua do Trapiche n. .li, ha $gi
3 superior rape Piinec/.a do Brasil, @
53 chegado recentemenlc do Rio de
$ Janeiro, em qualidade pouco dif- Sft
K0 'ere do de Lisboa, ao passo que @
53 custa apenas l.siOO a libra; a elle @
antes que acabe, pois a reraessa @
@ he pequea.
Arados de Ierro.
Na fundicao de C. Starr & C., em San-
to Amaro,acham-se para vendei jarados de
ferro, de construccao muito superior.
Na loja das seis
portas
Em fente do Livraineno.
Alpaca de qiiadros para vestidos de senhora, bo-
nitos gostos e modernos a Hozc vintens o covado,
maoguitos para vestidos a de/, lusles o par, camisa
de cambraia bordadas a dous mil reis, collarinhos
bordados a mil reis, saias bordadas a docs mil reis
lencos de seda para pescoco de senhora a dez liistoe!
chales brincos para Irazer por casa a sello cada um,
e oulras mullas lazendas e alcaides, que vende por
lodo o prec,o para Dio entrar no balando, a dinheiro
a villa, dai (i horas da manliaa as i) da ncite.
Do Trovattore de V erdi.
Varias peca de msica para piano ; na loja He
Dumool, rua.Nova o. y, a(riide acha-se lambem as
msicas viudas do Kio de Janeiro qoadrhas, val-
sas, Kotlil para flauta e piano, ede muis a bala-
ma ue Sebastopol, peca inleiraueule nova para pia-
no, e muilo procurada no Kio.
POTASSA E CAL TIRGEi.
i>o anti^o eja bemeonhecido deposito daruada
Cadeia do Recife, escriptorio n..l2, ha para ven
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muito favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores salisfeilos.
VINllo do p0KT0 CEMINd.
nl.i -*s quarloeoilavo, por prero razoavel: na ruada Ca-
ve!ra ,;l' escriP,orio 4 aliar & Oli-
Sao mnilo liudosjeda pn-
iilios
Vciidem-se muito bonitos botoes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa (ama n 33.
Blelogios
mu.' "bn"l"lle '--verpool. vtode. pelo ulli-
mo paquee luglez : em casa de Senlb.ll Jlellor &
Companhia, rua do Torres n. 38.
VEND--SE
Grava d* patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
\ inhii do Rheno de qualidades espe-
ciis .loliaiinisbeifj,. Marcobrunner.
No arina/.em de C. J. Astley&C.
Veinle-Q iffoirdent6 de Franca de priincira
i|u.!ini.i !e : na rua do torrea n, 36.
4 mu i:\DV LATA.
S^..-"- Vende-si na rua do IJiieimado u. 27, oplimo
cafe moido em urna fabrica do Kio de Janeiro, muilo
bem torrado e isenlo de qualquer mtelura, coiiteutlo
cada lata una arroba de cafe superior.
N. rua da Cadeia, defronle da Itelar.'io, Liber-
na ii. Js, ha das melhores bichas hamburauez.is pa-
ra vender a rela'.ho o em porgues, e taiiihcn se
.luga m.
"Vende-se urna porfo de lijlos inglexei, prova
de fogo : em casa de Soulhlll Mellor cv Cuiiipaohia,
rua do Torres n. 38.
Vende-se o diccionario hiMorico, crilicn c bio-
graphico, conlendo a vida dos bomens illustrrs, ce-
lebres ou firr.otoa do lodos os paizes e de lodos os
seculos, seguido de um diccionario resumido de ni\-
lologia por urna sociedade de liUer.loe; obra rara e
earlot. por couler linas eslampa dos principacs per-
souagein, em 30 volumesem oilivo : na ollicina de
i-iii-ddiTn.!...i., no pateo do Collegio u. 20.
Vende-se superior fumo de (iaranliiins a 1.^0
a libra : na Camboa do Carmo n. 1.
Vendem-se bolachiuhas inglezas sorlidas, de
superior qualidade, em lalas pequeas, proprias para
a fcsla : cm casa de Soulhali Mellor ,\ Companhia,
rua do Torres n. 38.
Sapatos de borracha para honiem c se-
senhora,
obra muilo bem fcila e elegante, necessaria pan o
lempo chuvoso; vendem-se por prero faviuavcl na
livraria defronle do arco de Sanio Antonio.
Marmelada e
' amendoa.
Vendc-se marmelada da melhor qualidade qne
ha no mercado, em lalas de 2 libras e 1*900, e
ainen.lnas a 310 a libra, e figos anda existe algu-
mas caitas de lli libras que se vendem por preco
commodo : na rua do Vigario o. 27, deposito de as-
sucar.
Para liquidar.
Vendem-sepellesdecouro de lustre fran-
cs a 2J500, cortes de sapatnes de lustre e
be/erro, relalhos de couro de lustre <
be/erro m porcao, borracha elstica e
milito* objectos tendentes a calcado: na
praca da Independencia n. ">.
Vendem-e btalas nova a 28.">00 a caita, len-
do cada caita doas arrobas; no armazem de l.uiz
Antonio Anu'-, defrnute da porta da alfandega.
Cal de Lisboa.
Rua da Praia n. 9.
(.'/legada no ultimo na*
vioe niniti^simobemt>con-
dicionad:! : vende-se por
preco milito barato.
Moendas supe-
riores.
Na fundicao de C. Starr di C, em
Santo Amaro, acham-se pata vender mo-
endas de canoa todas de ierro, de um
modelo e construccao muito superior.
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTO.
- Corle de cambraia com elevaras a qualro pala-
cas, em defeilo, so por querer acabar este auno,
cambraia lisa comoito varas e meia que di om ve-
lido de dous e Ires babados a Ires mil reis a peca,
cambraias escocezas a doze vinlens o covado, rucado
para roupa de prelos a seis violen* covado, crlf
.le vestido om du, e lies babadus a cinco paiaca,
lencos de retroz a dez tusloes, Im. de seda prela e
de cores H dez lusles : s quem n.1o quizer comprar
ou nao liver diuheiro deixara' de levar fazenda, poi
o l'i.-.;.)- nesla loja sao de animar a gallar para eu-
roupar as familias.
Vendem-se (i saccas de feijao mulalinho por
barato preco. esleirs de palha de carnauba, oleo de
ricino da melhor fabrica do Kio de S. Francisco a
300 a libra, em lalas de 37 libras : na rua do Visa-
ro u. o. 8
Vendem-se na rua do Trapiche n.
1(5. escriptorio de Rrender a'Rrandis&C.
Frasqu'eiras degenebra de Ilollanda mui-
to superior.
Rotijas de oleo lnissimo para candieiros.
Lona a' imitacao da da Russia.
Pre'gos Tundidos para barricas de assucar.
Papel para mpresso.
riiamp
age.
Superior champagne em garrafas c
meias: trala-se com Antonio de Almeida
Comes, na rua do Trapiche n. 10, segun-
do andar.
DOCE.
>a roa do Queimado, loja n. 2. e na rua Helia,
casan. 10, vende se o mais bem feilo doce tecco de
cajo e de calda de ledas as qualidades, as libras e
em hcelas bem enfeiladas, ou em barriliuhos ou
latas, proprio para prsenle*.
Vendem-se dous pianos fortes da Jacaranda
construccao vertical ecom lodos o melhoramenlo
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio de
Uamburgo: na ru da Cadei srmazem n. 8.
Vendem-se
p'ranclies de pinho da Sueciacom IS ate
22 palmos e ."> polegaiias de grosstira, des-
carregando agora para o armazem de C.
J. Asllcy & C, no Forte do Mattos: ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por preco muito commodo.
FIZEOS HABATAS
>EM AYA til A:
Na loja de i portas, na roa do Qnaimado n. 10,
ha para vender novo lorlimeuto de fazendaa muito
em ronta, como sejam :
Cllile largas de cores, o covado
Dilai estreilas, o covado 100 rs., 120 e
Corles de veslido de chile larga l-;OO e
Hilos de cassas de baria
Peca de chitas de cores
Ditas de ditas linas
Madapoln entrefino 39000.
Dito largo
Algodao azul de lillra e mcsclado, o covado
ln
americano, pera
Chales de chile
Lencos de ganga encarnados
Chale de merino de barra e franjas
Pellos de liuho lisos e bordados para camisa
180
UVU
2-1 KIO
2S00O
59000
6000
3JJ00
CHHI
IliO
3ff0tlO
100
200
19300
400
Moinhosde vento
com bombas dereputopara regar horla s cha
a de capim : na fundicao de D. W. Bowman
ua roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
CARNAUBA.
\ eude-se cera de carni.oba de boa qualidade ;
na rua da Cadeia do Kecife, loja n. 0 defronle da
rua da Madre de Dees.
Vende-se
Enxadasde ferro, do Porto.
Fio pon ele.
Panno de linho.
Pomada.
Sabonetes franceses finos.
Charutos deSan-Feli\, de diversas quali-
dades.
Archotes.
Sab&O nacional.
Na rua do Trapiche n. I (i, segundo an-
dar, a 11 atar com Antonio de A. Gomes.
e .
. m casa de Eduardo H. Wvatl, 0
rua do Trapiche-Novon. 18, ha fi
para vender, chegado no ulti- @
mo navio de Loudres : j-
7) pianos fortes e elegantes de la- fi
bricanle afamado, com seus per- B
tences seguiules. ^
ocarteiras para msica. Q
2 clu/.ias de estantes para dita. ';

o
o
o
O
;;
o
?$ 6 cadeiras para piano.
@-@@ww
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha furiilifo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chafariz,1 contine b-
ver'um completo sortimeplo de laixes de ferro fun-
dido e balido de 3 8 palmos de bocee, as quaes
acham-se a venda, por epreco commodo com
promptido; embarcam-s oucarregaa-se emear-
ro semdospeza ao comprador.
Em casa de llenr. Krunn i Companhia, na
rua da Cruz n. 10, vende-se cognac em caixinhatde
duela.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccas que tem um alquei-
re (medida vlha) por preco commodo :
no arma/.em de Novaesi C., na rua da
Madre de Dcot n. 12.
Na ruado Trapiche o. 11, escriploriode Ma-
noel Alves Guerra, veiulo-t.e por commodo preco e
rguinlc : superior vinho do l'orlo em barr dn<
oitavo.chapeo de feltro, e sabiloamarello fabricado
no Kio de Janeiro.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santo n. 11,ha para vender o se;;nme a
Ferro inglez.
Pixeda Suecia.
Alcatro de carvao,
Konas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia.
E uai completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado ludo por preco commodo.
Cal (le Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ru daSenzal.-Ho-
va n. 42.
Nesteeslabelecimentocontinehaver ucom-
pleto sortimento de moendas e aeias moendas
para en^enho, machinas de vapor e tainas da
ferro balidoe coado de todos os tam.nhospara
dito.
FARINHA
De Trieste,
CAL E POTASSA
Vende-se potassa da Kussia c americana, chegada
nesle dias a de superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: noi seusdeposi-
los na rua dt Apollo n. 1 A, eB.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, vfn-
Veude-se em rasa de Saunders Urolhers A C. na l,p-,c vinho do l'orlo de superior qualidade da bem
ac do Curpo Sanio n. II, s muito superior ebem ronliecirta marea GW em pipas, barris e caitas de
: le. da marcaprimeira "
pra
conhecida farinha de Ir
qualidadechegada em do crrenle na escut
l'feil., cm purroes grandes e pequeas, conforme a
vonladedo comprador.
urna e duas .luna- de garrafas.
lluita altcncao
Cemento.
Em barrica e a relalho
riaes da rua da Cadeia de Santo Antonio," por preco
commodo.
Im casa de Eduardo II. Wvatl, rua
do Trapiche-Novo n. 1 8, ha para' vender :
Averdadeira jraxa ingleza n. 97, dos
fabricantes Dav o; .Martin.
Tintas em oleo.
Cabos da Russia.
Vinho Cherry superior cm barr.
Agurdente de Franca dito.
Fi uctas econservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Litios paracopiai ditas.
Ditas de lembranca.
Ditas em branco sortidos.
Papel para copiar caitas.
Relogios de ouro cobei tose dcscobertos.
Joias.
Sellins com pertences patente ingle/..
AO MADAM1SMO DE ROM GOSTO.
Vendem-se sedas escoccias de quadros, com qua-
Iro palmos de largura, fazenda muilo superior a
l;WK) n envado : nn rua da Cadeia do Kecife loja
de Mauoel Kerreira de Sa, esquina que volla para a
.Madre de Ucos.
Na rua do Crespo, loja da equina, que volla pa-
ra a rua da Cadeia, vendem-se cobertores de lila
hfspaiiboes, lencos de cambraia de lilrasa 100, 500,
o uno r-. rada un., ciirles de rasemirs de cor a If,
e SaOOO re., dito* preU a-tj&uo eSsooOrs., dita
de brim ecuro e amarello para calca a l;in, pan-
| no de linho do l'orlo, loilhas de mesa e rosto, guar-
no armazem do mate- danaposde todas as qualidades, aloalhado adamas-
cado com selle palmos de largura a 1$600 a vara,
corles de cessa ch ta a l>ii()ll rs., e oulras muilas fa-
zendas por | i ,'ro's roininoilo.
Pol
vora.
Claudio Duheuv vende plvora, a la-
cada barril de 2"> libras.
Antonio .lose de Castro vend; plvo-
ra de superior qualidade a ISgOOOo bar-
ra: as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparecam em o seu escriptorio, na
ruado Vigario n SI, para veras amos-
tras.
\ endem-se pelles de cabra de toda qualidade,
Alarme liad i.
Rua do Queimado n. 7>o.
Lalas com fruclasem conserva novameolecbega"
da de Lisboa a 00 rs., e com marmelada fina a lii
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem mallo ber.Ua : ao ar-
mazem de Amonio Aunes J.icoina Pues defrouleda
pul i* da alfandega.
A 60 res o covado.
Itisrado escuro de quadrinhos. Iproprio para ca-
misas e veslidos de prelas, vende-se na rua do
Crespo, loja da esquioa, que volla para a rua da Ca-
VINAGRF KM BABBIS.
Superior a marca l'RR e FeleSo 4 Socios, acha
se a' venda no armazem do \ alema, rua de Apol-
lo li. 13.
PARA ACABAR.
Na rua Nova, loja banceza n. 8,confron-
te a Camboa do Carmo,
vcndcm-sc chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade.com um leve loque de mofo, pelo
baraliMlmo prero de tu.-cada um.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, rua da Madie
de Dos ii. 12, por preco commodo.
Helogios nglezesdeouro, desabnete edevidro:
vendem-se api-eco razoavel ,em casa de
AugustoC.de Abren, narua da Cadeia
por preco commodo roa da Cruz n. :|}, primeiaic-'do Recife, armazem n. ."(J.
\ende-se superior liuha de llgodS branca e
de cores, em novello, para coslura : e n cas da
Soulhali Mellor & Companhi, ruado To res n. 38,
DEPOSITO DA FABRICA
Industria Pernambucana,
RA L0 CRESPO N. 0.
A fabrica de sab.lo e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do Brum, tem est.bele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra alu nicamente dar extraccSo aos seus
productos, proporcionando assim e malos
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, onerecem as
vantagens seguidles : s3o feit.s com car-
nauba simples purificada pelomeiodo va-
por, silo inodoras e bellas na apparenci,
queimam com igualdedc e n3o esborram, e
nSo fazcm murrSo e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composicao, e que se vendem no mercado.
Fabricam-sedeb, de "ede 10em libra, ven-
deodo-seemeaixas que conten i'J, 224 ou
3t0 velas cada urna pelo precede 15/.
sabao he branco, as materias primas
de que be fabricado s3o simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa beagr.da-
vcl; r i va lisa com o melhor sabao hespanhol
e be superior ao sabiio americano, que se
vende no mercado a 210 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caisas de arroba
a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecer3o
por experiencia a veracidade do que se ao-
nuncia.
VELAS UE CARNAUBA.
Vendem-se velas de carnauba pura a 128 a arro-
ba ; na rua do Queimado n. '.', loja de fecragtus.
A3$500
Vendc-se cal de Lisboa ullimamenle chegada, as-
sim como potassa da Rassia verdadeira : ua praca
doCorpoSanto o. 11.
SUPERIOR TINTA DE LISBOA.
Vende-se superior tinta para escrever, que nunca
se faz amarella nem corla papel, muilo propria para
escripiorios : na rua das Cruics em Sanio Antonio
n. :to.
Na taberna da rua liirell n. 4, confronte
ao oito do Livramcnlo, de Jos de Mello Cosa O-
liveira A; C, lia os senuintes gneros superiores:
yinhos do l'orlo de dillerenles qoalidades de 640 ate
luO a gsrrafa, dito de Lisboa a 6}0 e 720 a ar-
rala, dilo da Figueir. a 560 e 610, dilo de Sle|e
oo Estrello a 480,560e 610, ginpiga branca a 18280,
vinho branco a que chamara Madeira a 800 rs., dilo
branco a 560, cerveja pela e branca, lano em gar-
rafas comoem meias dilas, de diversas quilidadei e
auiores, boa genebra hollandea e hamburgoeza ero
{frascos e botija*..boa champagueemgarrafas, meiase
gigo, boas passas e figos de comadre em caiiinhai
de .), 6, 12,16 e 24 libras, ameixas. Liria, mecar-
rao, arroz do Maranhao, sag, cevadinha, verdadeira
farinha ou gomma de malarana, bolachiuhas de soda
e ingleza, hiscoalinhos finos em lalas, bolichinh'a
de ararula, lalas com sardinhas. chocolate de Aisboa,
cafe, cba hyito. de 281011a 3J20O a libra, dilo pe-
rola a H0O0 rs. a libra, cha do Rio em lalas de 1.2,
4, 8 e 16 libra, chouricas, loncinho de Lisboa, mau-
leiga iugleza a 18200, dita franceza a "0, queijoi
muilo bons, charuto fino de dinerenlesqualidade,
hoa agoardeole de caima de 22 graos, e.lodos os maii
genero proprio deslcs eslabeleciment'os por precos
commnrios; assevermos que serao bem servidas to-
das as pesioas que se dignarem honrar-noi com iua
prolecrao e freguezia.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi Iransferido o deposito desle xarope para a bo
tica de Jos da Cruz Sanios, narua Nova n. 531
garrafas 59600, e meias 38000, sendo falso lod
aquclle que nao for vendido nesle deposito,pe
que se faz o presente aviso.;
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para curade phlysicaem lodofosseusdifferen
esgros, quermolivada por constiparns, losse
asinina, pleuriz. escarros de sangue, rior de eos
lados epeilo. palpilaraono corarAo, coqueluche
bronchile, diir na garganta, e todas asmoleslia
dosorgaos pulmonares. ,
IECH1HISH0 PARA S1SF--
SfiO.
NAFUNigAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN. fi
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
hasempreumgrandesoriimenlodossegoinlcs ob
jectos demecbanimosproprios paraen^enbos.a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construccao ; laixas de ferro fundido e balido.de
superior qualidade e de lodosos lmannos : roda
dentadas para agua on animaes, de lodas as propor-
ces; crivos e boceas de fornalhae regislros de bo-
eiro, aguilhaes,bron/.es,parafuos eciivilliOei.moi-
nlius de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
leexcculamtodasasencommendas com a superio-
ndadejuconhecidaecomadevidapreslczaecom-
modidadeem preco.
Em casa de Rabe Sclimcttaii & C,
rua da Cadeia n. 37, vende-sc:
Videos para espellio.
Vinlio do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typorjiaphia.
Tudo por preco commodo.
Em casa de Rabe Schmettau & C,
rua da Cadeia n. 37, vende-se:
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Uamburgo.
Vinho do Porlo, superior chamico.
Em caixas de 2 duzias e em barris de oilavo, re-
cenlemente chegadopelo brigue Trovador; vnde-
le nicamente no armazem de Barroca A Caslro, na
rua da Cideia do Recife n. 4.
\. O. BieberA C, rita da Cruz n. V,
vendem:
LouaSsda Russia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Ihins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de assucar.
Algod&osii.lHi da Baha
para Saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Ilieber & C, rua da Cruz,
n. V.
Perfumaras finsimas.
Na loja de miudezas da boa lama "na rua
do Queimado n. 33 encontra-se semprc um
rico sortimento de perfumaras de todas as
qualidades, inglezas e francezas, sendo dos
melhores autores quo lia em Pars e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa
sabao para barba de creme de amendoas'
agua de lavande muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabera, banha mui-
to lina em ricos vasos, extractos de muitas
qualidades, extractos proprios para bolso da
estudante, essencias de varias qualidades
opiato o melborque ha para limpar denles'
pas para limpar os denles, e outras muitas
cousas que nao deixurio de agradar aos se-
nhores compradores, e que tudo se vend
por prcciulio muito barato.
AOS AMAMES DO ROM E BOATO.
Vendem-se ricas charuteiras bordadas e
retro/, servindo lambem de carteira a %g A-
tas sem ser bordadas muito boas a 2-> i*"
carleirinnas muis ricas a ->g, ditas proorif
para viagem a 28J00, cartciras grandes nar
dinheiro a 1/500 e2, trancelins para relo!
gios. prelos de retroz a loo, afiadores nar-i
uavalas muito linos a 1', pedras inglezas de
aliar nava has a if e 1-.00, ricas beng."
pelo barato preco de 15 c 18500, penies con.
escova e cspclho para saissas a 80o rs ci
jos para barba a nMM, vellas douradas"
para calca, e COlleles. 120 rs., castoes a e
bengalas a 80 rs caxlnhw para guardar
phospboros a 160 rs escovmias pan, lim-
par peotes a m rs., chicotes multo bous
para cvalo .800 rs )!spori,s |nas Ja
1/, grvalas de seda muilo boas a 1-, ataca-
dores de cornalina para casaca a :I0(I rs., ni-
eis mglezes para barba a .,00, 6O11 nors a
camisas de meia muito linas a 1*200, ricas
abotoaduras para collete a Uii e no rs di
tas para palitos a 500 e oo r.s,, estojos de'na-
valhas linas para barba a 2-!, caixas linissi-
mas para rap a 2500 e 3?, ditas redondas de
tartaruga finas a 61, e outras muitas cousas
que se vendem por barato preco na rua do
Queimado Da tem conhecida loja da boa fa-
ma n. 33.
Para quem estiver de luto-
Vende-se na rua do Queimado, n. bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n 33
volias prelas linas e ordinarias, ricos alline-
les, ricas pulceiras, ericas rozetas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao deixara de agradar aos se-
nhores compradores.
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
cho de roupas em viagem, pelo barato preco
005.6, 7e8; cada urna, galheteiras com
todos isvidros necessarios a 2*. ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno pare se escre-
ver c guardar todos os pertences, proprios
para viagem a 8, 10, e 125 cad. urna, cost-
reiras riquissunas de Jacaranda com os re-
partimenlos forrados de seda e com muito
gosto a 4, 5, 6, 7 e 8, penles mnilo finos pa-
la aiisar.propnos para chancas ou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinbas para lembrancas, corras
para homem, as mais modernas que se pode
encontrar, sinetes com todas as lellras do
apced.no, sinetes proprios para namorados
ricos Irascos para cima de mesa e outras
muitissimasgalantarias, tudo muito fino e
de muilo bons goslos, asseverando-se .
quem yier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe nesle estabeleciraento, nodeix.-
!.ac ?-r t'" que en,Pre8ue muitissimo bem
o seu dinheiro : na rua do Queimado n.
bem conhecida loja de miudezas da boa "
Ola 11. Jo.
Na loja da boa fe vende-se muito barato,
tanto as pessoas da praca como aos fie-'
guezes do mato.
. i^rWf a ".6 ** Pea' dUo entre fino
a 3S600, dito dito a 3/300, algodSozinho liso
encornado de 20 jardas 2/880 a peca, dito
dito dem dem a 25720, dito dito dem dem
a 2-J240, algodao de listras a 160 rs. o cova-
do, chitas tinas para cobert a 200 rs., brin-
zmho de linho de quadrinhos a 200 rs.,bhm
branco trancado dito 1/440 rs. a vara,
di o pardo liso de puro linho para palitos a
WO rs., dito de cor trancado dito dito e de
bonitos padroes a 800 rs filo de linho liso
muilo lino a 880 rs. a vara, dito dilo borda-
do dito a 1/280, cambraia lisa fina a 480 rs
dita dita de salpicos muito fina a 800 rs '
una adamascada com urna v.ra de largura
para cortinados, em peca de 20 varas a 79
camisas de nscado muito bem feitas a 18500,
cortes de cambraia muito fina de muito boe
Ditos padroes com 7varas'a29, palitos ds
enm pardo de puro linho a 3S20o, dito-
re7la0rr,Tt0 b6m ,'e1l0S a 8an8a ama-
reila Tranceza muito lina a 320 rs. o covado,
cortes de fustao para collete a 600 rs., ditos
ditos finos a 19, ditos de grgurao de seda a
*-o00, assim como outras muitas fazendas
que se vendem por menos que em outra
^saiasasu:*,oja da
. VENDEM-S CAPACHOS
pinudos, compridos e redondos 700 e 800
rs.; na rua do Queimado loja da boa fama
! o J.
Pentes de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricos penles de tartaruga a 5 e
/, ditos dito de alizar bons a*, ditos de
dito de marrafa a lc400, ditos de dito do tra-
yessa 40 ditos de unicorne para alisar a
19, ditos de bofaio muito liuos a 600 e 800
rs., ditos de baleia para alisar a 300 e 400
rs., ditos abertos imitando tartaruga para
prender cabellos muito bonitos e bm traa
balhados a 1S280 e 1{(500, ditos de bale* -
tartos a 2*0, 320 e *00 rs., ditos de bufal-
para piolhos a 500 rs., na rua do Queimado
famaT 33ouhecida 'Ja de miudezas da boa
Meias de todas as qual i?
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda ore
tas e brancas para senhoras pelo barato nre-
S SBffsde ?"u-p:rPBSSK
dita, de lio de Lscocia pintadas para hon.en
pelo baratissimo preco de *00 e 500, ditas
brancas e cruas para homem a 200. 240 e
80 rs., ditas pintadas e brancas para menl-
ZS1:M eo3.n rs" dita8 b, fi para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas pVetas dr,
algodao para padres a 600 rs., e ouKa.s
^.J-m'" qUe.Se Vendem barat0 na ""> do
tsristiisstr".iode mu-
iXalojadaboaf
ditas dita bordadas a 2j, ditas dt. pira me'
ninas a 19280, dilas de 'fio de Escoc DTr.
meninos a 320 rs., ditas dito dito p?a lo
mem a 40o rs., meias pretas de sedaba se"
"JES? *>' d,-tas dilas do laia para Ke a
YSXn,u,A!1 s de alg,odao para SSKii
- lift'* a 'i""5 d,t0 dita a 2* O 320
t',"'8 d,U. d Pa" meninos a 240 rs
chale, de merino com ricas palmas borda-
das a matiz a 53500, ditos dilo com listras da
soda a 4/, ditos.dito liso com rieTS.fi
de seda a 5,500, ditos dito dito com aOlM
de Ina4500,tditos del3.de muito bou o.
800 rf rf,1S'a,t0S de a,8d3 "ilO di o .
800 rs. ditos detarlatana a la, lencos de
"mbra'a<=om ricos bicos de linhoTl/200
ditos de dita proprios para homem a 240 rs
M rsa'nniT" deCreS mUl "
a i; 1' P s para camlsa a 400 rs., ditos
comle,mU,t?1,'OSa,528 S2
ve,upn srt,""to le f.zetidas que so
SadPnK mc.nos que em outra P"t: "a
foi. n, 9ue,mado > 22, na bem conhecida
loja da boa fe defronle da da boa fama.
Oculos e lunetas de todas
is qualidades
rioV|ea'rlcm"seupe^0res ocu'scom armacao
drSS'ie 'das as gradU8c0cs a 30000,
m di 21* COm armacoes douradas
fdfin5 't0S m armaCes prateada,
;, ditos ditos com armacao de ac a 800e
19, lunetas com armado de tartaruga a 19,
das edondas equadradas deb.le5"0
?HHI0 r. ^US VU}r0S arD,a3 d8 fcalea
a lvbun, e outros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na rua
do Queimado 11. 38.



1
&0mu>o fu$iM.
Do ensenio lenlo- Velho m Sanio AdIAo la-
no em na* de novembro p. p. o escravo Alean.lre,
erioolo, de .10 anuos, ror fosca, altura regalar, ollit-
papoilos, peslimpos.catielkscrescidos ua freole, lal-
nti com eicalrize aiiliiiai de aroutes na nadegus, e
mesmo as coilas. I'oi do engeoho Paraizo em Hio
Kormozo, leudo sido comprado uesla pra^a viudo do
erlie Sahio rom camijn azul, chapeo de palha linio de
prelo : pcile-se a quem dille liver nolicia ou eocno-
irar, o prenda c o ra$a conduzr ao referido euge-
nho, onde sera' hem -ralilicudo.
Fu^io hontem as 7 horas,um escravo mula-
to de nome Tbomaz, alto, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas marcas
de cicraiizes as raueas, falla coio muito manci-
dao, levou veslido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pi-
ulios, aberta na frente em forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coellio, que o houvepor heranca de sea so-
gro Jos Joaquim de Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaivo assignado aoSr. Hilario de
Alhamlra Vasconcellos .lnnior,morador no engenlio
Tapua freguezia do Pilar desia provincia
quem o pegar leve-e a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira GuimarSes, que ser generosa-
mente gratificado.
PER!.: Typ DB u. F. DB FARH 1856





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