Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07664


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Full Text
ANNO XXXII N. 298
Por 3 mtv.es adiantados 4$000.
Por 3 meze* vencidos 4$500.
SEXTA FEIRA 1.1 DE DEZEMBRO DE 1856.
Por auno adiantado l.sOOO.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
I \<. \l!Ul-;<;.\IHis DA SUBSCRIPCAO* NO NORTE
Patialba, 8r. ttarvaiio T. dt Natjiididi i Nuil, Ir. Jlo
quim l. Paral Jnior; iraca ij. a St. A. da Lamoi Braga;
Cura, alr.J. Joaa da Oliraira,- Maranhio, o r. Joaquina Mai-
gm ledriguei; Piauhj, a 8r. Domingo! Uereulan A. ranea I s. l...
Ctreaea; Par, Ir. JuaiinianoJ. lamei; aYmaioaii.eli. Jare-I"'!" H""-s lilla-Bella, Bw-Vbia, Oh
TB* da Cwia. I'*'* 'Pa**; SaaiaMeai, Hjo-Tf
* c .Yus! : quintas-iViraa.
corren pirita a, 10 h.n a. mitin!
PARTIDA DOS CORREIOS.
ninida : t0rit* o* dii, !)e tela hoM< do da.
Iliii.ir-.a~n, r.iii.iiin* r l',> ,' ,h : n-ts .,>..'ri'l<>s eitasfairas.
s. Aalln, Beaerroa, Boata-Caraar, Aiitii'i Caraaaeaa : 14 lefCa-fW
(t'M'illi.RiHnU, UeaoMro* Jtaui, astrMira, /"
Km : jas quartas-fel
, Kirrciro, Aajaa-Prfl
(T odu 1
AUDIENCIAS DOS TllllllINAES DA CAPITAL.
Tribunal da commareio legunda a quintil.
Ralacao : lercjaa-feiraiaiabbadoa.
Faianda: quariai atabbadoiaa 10 horai.
Juila do commareta: segundea aalOhoraiaquiniaaaa aal-di,i.
Juio da arphioi ,-iaguadaa a quintil ti 10 horai.
Primairi varada iinl i iigunda mu a* maia-dli.
Sagunda rara da ai.al: quarlai a Mbbadoi a* maio-dla.
PA1TI BfflOIAi,
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO JDDICURIA EH 18 DE DE7.EMBRODE 1856.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador
Souza.
Estiveram presentes o. membros do IribuDal, i
eireprSu do Sr. depaladn Reg.
Dislribuicau.
I o distribuida m Sr. desembargador (jilirana a
appellacao cm que sao :
Appellanle, Jos Peres da Cruz ;
Appellado, Manoel onralves Ferreira e Silva.
Appellanle, Jos Anlonio Lopes ;
Appellado, Joaquim da Silva Lopes.
Ao Sr. desembargador l.eaa.
Julgamento'.
Appellanle, Francisco Pereira de Carvalho ;
Appellado, Antonio do Reg Barros.
Julgoo-se millo o prucesso por incompetencia do
jui/o coinmercial.
Appellanle, Manuel Antonio dos Santos Fontes;
A-ipellados, Joao Keller ti C.
Heformou-se a sentenca appellada.
Pastagcm.
I'assoa do Sr. desembargador l.eo ao Sr. de*em-
bai-gador (iilirana a appellacao em que so :
Appellantes, Manoel da l'ooieca Cimbres e Jos
Antonio Pinlo ;
Appellado, Fortunato Cardnso da liouveia.
Aggracos
Aegravante, Manoel .Vives Ferreira ;
Aggravado, ojnizo especial.
Foi negado provimenlo.
Aggravanles, Johnstun Paler c\ C. ;
Aggravado, o juizo especial.
Foi negado provimento.
Aggravanl-, Manoel Aire* Guerra ;
Aggravado. o juizo especial.
Foi negado provimenlo.
fetiila.
Fot deslriboida ao Sr. desembargador Villares a
em que sao :
Kecorrente, Anlonio Pinto Ferreira ;
Recorrido, Josa Gomes Kibeiro.
EPIIE.MERIDES DO HEZ DE DEZEMBRO | MAS DA SEMANA
Quarloertieentea 1 hora "mlnuloii 48iaguadoa da m'|f o iagunfla. S. Albina m., S. Eusebiob. m.
il UllllllUlkHUJJ minutla 48 aegundoi da t. |lt Tarca. Ss. Ananias, Azariase Misad rum.
19 Quarto mingue ole ai 4 horai.13 minutla 4 Si ag un i ai di ni 17 Quarta.S. Florianom.; S. Calanico m.
-7 La oovaaie boraa.sii minuioi ,18 lagundoidi m 118 Quinta S. Esperidiao b. c. : S. Thcotonio m.
., I'REVMAR DE IIOJE. } Hl Sexta. S. Fauna : Ss. Paulilo e Sidonio nim.
rrlmilri as 10 hora., a 6 minutoi da larda. 120 Sabbado. S. Libarato m. S. Bajulo m.
Siganda as 10 liara, e 30 minuloida manbia. |2 Domingo. 4. do adrento. S. Thomeap.
f:\cariiegaiios da slusciupca no si i.
Alagoai,* ti.Claudio* FalcioDiai; Babia* Sr. D, Dupn
lodaJaoeire.aSi. j0aa ParairaMirtini.
EM PERNAMBOCO
O prapriata ri. d. DI ASI O Maneal Flguairea de Parla,aa lu
livraria, praea da Indapandancia ni. I a 8.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS DA GUERRA.
Escola polytechnica.
No da 22 do rorrete celebrou-se e sessao solem-
ne d* distribuirlo de premios na escola polytech-
nica, que lioha sido transferida do fim do anuo lec-
tiva passado para o principio deate. Sun- Mageala-
de e Su,i Alteza o Serenmsimu Senhor Infante l>.
I.uiz dignaram-se de honrar esta sessflu com su i au-
gusta presenca. Era perlo de meia hora depois do
meio diaquando Suas Magestades e Alteza chega-
ram i escola, onde loram recchidoa pelo eorpo cathe-
dralico. Urna guarda de huma de inlautaria u. 1(1
se acluva postada no pateo em frcnla da entrada
do edificio. Depois de algum lempo de demora suas
Magestades e Alteza entraran) no amphithealro da
escola, destinado para a sessao, e tomarain as suas
cadairas debati Oo docel. O alumnos e outros es-
pectadores occopavam ja as bancadas do vasto am-
phithealro, os membros do ministerio, ajudanles
de campo de Suas Magestades, camarista de semina,
rorpn ealhedralico, e convidados seus lugares dentro
da lea e em volta do llirono.
Teve principio a essao solemne pedindo a el-re
o'Senhor DOM PEDRO (JUNTO tcenla o direc-
tor interino da escuU, Alhinu Francisco de Figueirc-
ilo e Almeida, pan Icr, e lando o seguiote dis-
curso :
Senheres.O pensamentn que presidio crearan
da escola polUechnica de l.isbea foi o inesmn de que
nascara a escola polylecliinra de Paria, e que tem
desde entAo pruduzdo a (lindarn em diil, i BOIca
paizes de coii-i lor.ive numero da escolas d: ndole
e natureza idnticas.
Todas as armas do excrrilo, os diversos ramos da
engenharia. os varios sei viros publica', e as dille-
rentes proti.....-fui,un que uina inslruccae com-
mum e preliminar procedesse a seus esludos e co-
iiheiimenlos aspeciaes.
Era dillinl por falta de professores, pouco eco-
nmico pelo grande numero de cadeiraa idnticas,
que seriam necesarias, e'labelecer em cada una
das escolas aspeciaes outros lautos curaoi prepara-
torios.
Urna s escola central, bem organisada ain seus
eslnios e em seu rgimen, sullicientemenle dotla
com os estabelecimeulos indispemavail, pos professores instruidose zelosos, devia lalisfazer mais
cabalmente do qui (autos cursos preparatorios in-
completos e isolados.
Pelos lins do auno de 170:1 lodo o ensino em
Franca se achava em grande parte perdido, no reato
suspense ; os mancebos de dezaito aos vate e cinco
aaos de idade eram chamados s armas conlra as
aggreasdcs es(rangeiraa, os prolessores da ordem ec-
elesiaslica eram perseguidos, os outros es(avam inac-
tivos ; foi em taes circumslancias quo ,i convenca
entendea dever salvar a iiislruc;ao puolica de uia
ruina completa, e creou a escola polytechnica, no
principio chamada escola central dos trabalhos pu-
blico!.
O homens eminentes, que culn a Franra pos-
saia as acieucias, furam chamados a lomar parle
no en-i no ; entre Hles Ogmam Monge, Lagrange,
I.aplace, Prony, Foarier, Fnarcroy, Berlholel, Guy-
ton da Morveau, Limblardie, a outros sabioi dis-
linrlo.
No meio das difliculdades sem numero de urna
na^io a hiatos com tolas as iiares da Europa, da
ameara das faerfles internas que assolavam a Fran-
ea, a escola pol;,leclinica recebeu dos poderes do
EsUdo toda a prolccjao compativel com as cireums-
lanrtas ; fueraio-se roliercos de iinlrumenlos da
physica e de astronoma, de apparelhna de clnmica,
de modelo, de archilectara civil e militar, etc.- e
na estados e o casino poderam progredir. Pouco
lempo depois os alumnos foram orgamsidos militar-
mente e sujeilos ao intrnalo ; seguiatn as lices
.les professores, e em salas apropriada faziam leus
-Indos, vm que os repetidores os antiliavam.
O ensino na escola de Paria lem por objectn as
sciencias pliysios, malliematicas, as arlea grapln-
caa, romo preliminares ao estado especial das diver-
sas arles e prousses, em que 0 aerviro publico se
divide ; o methodo, segando o qaal he dado este en-
sino. lem por lim habilitar os alumnos naslheorias
POR TOUSSAINT DE \ ILLE.
Ilic mihi prtler mimes
0 Angelusridet.....
(Huracie.;
XVI
4 repararan.
I ma Mita Rmange linda nina maguilira reprocnlar.|r anniinciada desde oilo
das fazia 'Muir nina inolu \ innumeravel. Urna
rmapanliia nova trazida de Franra com grandes des-
peras por mu director crioulo, e cranosla de adores
di-iin-ios das inssas provincias, ia representar
"pea Roberto di Diabo,al enlAo desconhscida
na H'iiniai
A mua acibava de veslir-se com Indo o sen es-
plendor, quando urna arlada velo dizer-lhe qoe o
rara de Saini Itenw qaeria fallar-he rom instancia.
e e;perava-a no salao.
H isaiue mu sorpreza da vizita do cura a eme-
Ihantn hora, foi immediatamente aua presenca.
Apenas o ministro avistoo-a vaio-lhe ao encontr,
e loni nd t-lli- a :ni i di'se :
Minha filha. lie preciso deitar e*N bello ves-
i lar 11, a lomar urn traga simples : o lugar a que
Mal -leve vir comigo, a inisaao nobre e evanglica,
q- Ihe he dalo cumprir assim o txigain. Henrique-
la Flavet esl par.i marrer, acabo de adruinislrai-lhe
na allimus Saeramentis. Sen desejo mais ardenta
antes de apparrrer ilianle do Senhor, he|nuvir a
vos1 perdoar Ihr a mal que e'l-i Iha fez, e abracar
-ia (ilha, a qn.il ella reronheceu li ojo formilmen'ie.
I m tabellan rliamado a su i preaciirn, receben sna
iieriarafo a csso respeilo. NSn domore-se, minha
hlha. e veoha croar diiiainento romo Basan lieos
rleiiirnle. p-lo c- |oecinu nl.i da faltas a vida de
l.r.nenlo- a de in.irlyrio que os homens Ihe cria-
rais.
Sralior rtirs, responden llosinge prAfondaineii-
tr iMinnoM la. lenlia a boiidade de e-perar-ine al-
aagaj i segando--, e eslare as suas orden*,
ih.o r voltmi pouro depois rom un vestid,! e
m chale de afta escura, e Irazcudo Einma seguida
~~S\*t Diario a. 297.
e na correspondente pralica. Com o esludo os ej-
ercicios as arles graphicas, qae leem por base a
geometra descriptiva, e com a dirrerao pratica dada
ao ensino, tem-se em vista formar antes engenhei-
roa do qae sabios ; entretanto minio, homens emi-
nentes na sciencin leem sabido da escola polytechni-
ca, a ido oceupar as cadeirai do instituto, a das di-
versas escolas e academias.
A escola polytechnica de Paris tem passado por
successivas reformas ; nenbum dos subsequenle' go-
vernos deiiou de Ihe fazer profundas alterarles com
cadeira, modernamente creada, seda a montaoiiticn
e a docimasia.
Julgar-se-hia, a primeira visla, pelo quadro das
disciplinas que se professam na escola, que se leve
mais em visla fundar urna faculdate de sciencias,
do qne urna asela central preparatoria para os es-
ludos aspeciaes ; manifest engao 1 O ensino ii'uma
facoldade desciencias he classico. lem por lim a
sciencia pura ; n'uraa escola Polylechuiea lem a
sciancia nao por fim mas por meio : o seu fim sao
as sciencias de applica;3o e prolissionaes, e as artes.
o fim de a melhorar ; nenhum dos diversos partidos! Compele aos programmas e ao modo de os cumprir
que no poder se lem succedido, se lembrou jamis, I realisar esta tendencia.
nao digo de aniqaillar, mas era sa quer de prejud- O ensino das malhemslieas em urna escula Poly-
car a escola : pelo contrario todos a' porfia tomaram i technica he cheio de embarazos; porqae nAo he pas-
parte no seu aperreicoameolo, julgando-se com-
proraettidos e obrigados a sustenta-la a prote-
ge-la.
Desde a reforma da nniversidada pelo marquez da
Pombal, at a creargo da escola polylechuiea de Lis-
boa, pouco entre nos se havia feto a bem da ias-
Iruccao publica ; apenas alguns melhoranienlos de
pequea monta, alguraas rreacoes imptrfeilas, como
as academias de marinha, e de fortificar!) ; mas uAo
se liuha attendido completamente as necessidadea
da -mi publico, nem e linha dotado o paz do
ensino uecessario as diversas profises. A crear-o
da escola polytechnica de Paris foi ctemplo longo
lempo perdido para nos ; os fundadores desta esco-
la celebre repulavam-a ama planta eihotiea em paiz
onde nao cxistia e au ara cultivada a liberdade :
oulro laoto podamos por nossa parle allianrar. E
na verdade s dapois da establecidas entre mis as
in.liluirnes liberaos, a' custa de tantos sacrificios,
he que foram creadas as escolas novas, e he qae se
proceden ao melliorameuto das antigs. O instituto
das sciencias matheniaticss a piysicas, leoniao e
complemento das escolas a essa hora eiislenlts em
Lisboa, foi a primeira tentativa qua se Ui para dolar
o pal/, de nuil ucr.i i accommodada as suas necesi-
dades, e ao progresso das ideas e da civilisac.a"o. Mas
o paiz achava-se por entilo entregue a' iufiuencia da
poltica abstracta, a poneos espritus se patenteava a
poltica das realidades ; e o instituto nao chegnu a
(unrcionar.
No hulla u instituto por fim nico dar instruc-
Clo prclimm.r commuin aos diversos serviros pbli-
cos e prousses, encarregava-se lambem de inslroc-
Ca"o especial ; e linha cursos para as diversas ar-
mas do enerlo e da armada, e pura a engenharia
civil e martima. Se o instituto no vencen as dif-
lioul la le-, que desde a nascenr.a se Ihe u|ipunham
a" vibilidade, f >i porque a opiniao publica nao esla-
va sullicientemente illuslrada sobre suas vantagens,
e sobre a urgencia que havia de dotar o paiz de um
eslabelecimenlo dcsla ordem ; mas antes de pouco os
espiritas, chamados a avahar a sua importancia, nao
poderam resistir a forc,a da verdade, e, sera que os
interesses particulares podessem prevalecer contra o
interesse publiro, foi creada a esrnU polvlechica de
Lisboa em 11 de dezemhro de 18:17.
Est escola pode resistir ao embale dos lempos,
entilo muito agiladus ; a protecru qae Ihe deu o ao-
vemo que a creou. a promplidao com que foram
aberloa os rursos de esludos, qae enlravaoi na sua
orgauisarao, o poder dos fados ronsummados, ludo
concorreu para que esla tenra planta creasse raizes
prnltinda-, se desrnvulvesse, a j tenha pruduzdo
fraclos abundantes.
Ha na esrola cinco cursos :
Curso preparatorio dar officiaes de estado -maior,
e iiar i eiigenheiros militares e civi>.
Curso preparatorio para olliciaes de arlilharia.
Curso preparatorio para olliciaes de marinha.
Curso preparatoria para engenheiros de marinha.
Curso geni,que ahnnge o esludo de lodaiai dis-
ciplinas profejasadaa na escola.
D'aqui se v qual he a importancia desia in-tiiuj-
cao, e quanlu ella merece aer piolegida a animada
O i'itu'i e a armada possnora inuitn- olliciaes
instruidos, lilhos da escola ; a iiilluencia deataa, pro-
gressiva de sua natureza, moilo ha ile enneorrer para
que a ella ciiulluam mais alumno, militares. Em
pailicular andan) pur nvenla os cir.cnheiios 0fli-
Caaea de eslado-maior que sa leem habilitado com o
respectivo rurso, e ei-los ahi empregados uas com-
mis-cs mais delicadas, tanto de m.ic.m pulilica, co-
mo degeodesia, (luiros olliciaes se lem habilitado para
seguirem os esludos de arlilharia ; outros para os res-
peclivus.is armas do inlautaria e eavallana. Sej per-
iniltido dizer aos alumnos que se prelendrm dedicar
nobre profis-an das anu', que nao bastamos esludos
emquautu cursain as escolas, que he uecessario fa-
zer depoi' applicerau couslaole des'es esludos, e que
de modo nenhum couvem meuospresar os exercicios
puramente militares, e al cerlo ponto alhcios i ins-
(rucro elevada que recelieram ; porque taes exerci-
cios leem na arle da guerra una importancia mxi-
ma. Muitus outros alumnos leem seguido na es-
cola o esludos auxiliares da medicina e da pharma-
cia.
0 relatorio que precede o decreto com forra de
lei, que creou a escola, he profetice quando dizque
Esla mesma escula tiara ao paiz nimios bens,
verdaderamente grande. Ella pode fornecer m
subsidios nece-sarios as diversas sciencias e arles,
como a sciencia do engenheiro civil e constracliir, a
medicina, a cirurgia, a veterinaria, a sciancia da
administradlo e commercio, a agricultura, a cien-
cia d mineiru ;e ao estodo das arles c oflicios. E,n
quaulo se nao estabolecem, como havemos inisler,
as dilTerentes escolas aspeciaes para esses diversos
ramos de ensino, irlhes ha preparando maslres para
o l'ulur,'. Finalmente a escola polylechuiea, como
esperamos, era urna fonle fecunda de iuslrurjao
geral para a propagarlo de conhecimentos, que por
nosso mal s3o tan raros, a
Na verdade o iuslitulo agrcola achou us alumnos
da escola Polylechuiea grande parle do seu pessoal
ensillante ; e para o provimenlo do- professores do
instituto indiiiirial a dillirulilade fui esrolher os me-
li..... enlrc candidotos, todos de ment di*tiucto,
e quasi iodos alumnos da mesma e.cola. J
A escola ha de mnler a emularan entre os diver-
sns eslabelecimenlus e recusa desde ja au impulso e inlluencia, que por
ama reaccOo uecessaria ilelles deva rereber. Desla
surte e.o lugar de machinar eonlra a sua existencia
e cuntra o seu raelhuramento, deseja que elle- pro-
gridam e prosperem, porque dahi liAo |de provir ao
paiz a a ella propria vantagens reconhecidas, que
nao lera o menor interesse era occaltar.
Ha na escola Polytechnica onie eadeiras a o curso
de desenlio ; em qualro dallas se ensinam as mallie-
malicas puras e applicalas ; em duas a physica a a
chimica ; em urna a economa poltica a principios
de direito administrativo a commercial ; ia ultima
por Olivellc, a todos dirigiram-se ao rio de Saint
lleus, em cuja margem, como o leitor deve lem-
brar-se, llennqneia habitara na casa de urna pobre
velha que dera-lhe asylo.
No caminlio a moja achou indispenavcl preparar
a menina para a lgubre entrevista que iam ler.
Meo anjinbo, disse-lhe ella, vamos casa de
llenriquela Flavel, que asta mui dnenle ; ella dese-
ja ver-nos a abracar-le. lalvez pela ullima vez. Eu
nunca t'o di'se, mas deves saber boje ; llenriquela
he la verdadeira na .
Emma guarduu a principio o silencio, e depois
rompen em pranto.
Zaza exclamou ella, nao me leves l.
Porque, minha lillunlia !
A menina apertoa o braca)de Rosange com viveza
febril, e perguiitou com voz supplicante :
Vine, au quer abandonar-me, n,l i he ver-
dade '.'
Abanilciiar-le responden a mora abrarandn-
a, nunca Hosange nao ceisara jamis de amar-le,
nem se s.-parara de li !
.la rli.gamos. disse o sacerdote avistando nina
casa de teclo baixo a denegrido. Praza a Dos que
anda seja lempo.
A cmara necupada por madaraesella Flavel, bem
que fnsie a nienus ma da casa, era pequea e es-
cura.
Urna eandeta de folha d landres nella espalha-
va urna claridade vacilianle. A velha dona da caa,
om medico, anligo da familia Flavet, e orna criada
eram as pesoas reunidas jauto da moribunda.
O cura rollucou-se cabeceira do leilo da llenri-
quela, e Rosange leudo Einma sobre seus joelhosas-
senlou-se ao lado do sacerdote. Olivelte ficou em pe
a porta da camaia.
Era hurrivel a mtidanra qrte os lolTrimenlos ti-
nham operado em llenriquela. A mora mo poude
le(ender-se de um senluneuto de susto'misturado de
rompaivAn ms|.i dessa roslo descarnado, ilesas
fontes prufuiidas, desses olhos enrovados, de"e nariz
roiilrahido, des.es labia), que haviaui sido trono
da frescura, da grara c da belleza.
A moribunda dallada da costas e lendn os bracos
eslendidoa parallalamenta e osullius fchalo, respi-
rara apenas icosivetraente.
O cura inclinea-ie p.naella a dissa-llie em meia
vu/ :
.Minha pobre Delnquela, j cumpri miabala-
refa : eis aqui Rosange e Einma.
Madamesella Flavet abri seus nlhos grandes e
a/uesja cobertos de um veo braaeoe raeonliacauda ..
mora e a menina ilisse Iha com voz exmela :
VossO fez bem, llos.iu^e, viudo lo;o coin toi-
sivel nem conveniente despi-las do carcter de rigor
que entra era ua natureza ; por nutro lado lie in-
diapensavel que se nao passe alera do justo limite
que o raesmo carcter da sciancia estabelece.e senu
lire a pralici a as applicaciieso lempo e trsbalho,
qoe Ibes deve perleocer.
A geometra lem por objecto o espaco.oo a quan-
tidade continua. A ordem na deducido das propu-
sir;oes geomtricas nao he indifferente ; a dependen-
cia que ellas lem entre si exige urna colloca^ao qae
a satisfar, e s certa a determinada collocac.ao da-
r a esla sciencia todo o rigor e simplicidade de
que he susceptivel. A geometra descriptiva, intro-
duzida no ensino publico por Monge pouco aules da
fundado da ecola Pulylechuica de Pars, nAo tem
sido ent'e nos contemplada devidaraenle ; como
parir importante das mathematicas puras nao era
possivel deixar de a aisociar com ellas ; como nexo
entro as scieucias e as artes he de necessidade que
seja por toa considerada, como exige sua alia missAo.
As reformas, qae permttio fazer nos programmas
da escola a le de 12 de agosto ile ISi.'l, deram em
resaltado que a geometra descriptiva, se nAo he
anda considerada como he mister que o sej i, tem
ja urna part* importante no ensino. O urgente he
que a geometra synthetica se addicionem o uso dos
instrumentos de Inpographi.t e os exercicios no cam-
po, e que o ensino da geometra descriptiva seja
acompanhadodoa tra^adoi graphicos, qae delle -cu
ama parte essencial.
A analyse mathemalica, particularmente a infi-
nilessimal eslava esperando na escola ama reforma
importante ; a mesma lei de 12 de agoslo pennittio
que se Ihe lizesse. Tendo pasado para a primeira
cadeira toda a geometra analylica lnia, he possi-
vel dar-se analyse intinitessimnl mais ampio de-
senvolviraento ; assim o eusino das equares diffe-
rrii'-iaes ordinarias, e as difirenos parriae, das
equa;es simultaneas, do clculos daa difirelas e
das probabilidades vai ser mais completo. O empre-
co do methodo dos infinitamente peqoenos lie o
mais accommodado a rapidez dos raciocinios, e po-
de-se dzer igualmente que he o principio que se
presta melhnr a clareza e precisAo da sriencta. Sera
de minia vanlagein pareas applirariaes que se insista
no methodo da quadralura das superliceii e da cu-
hatura dos voluntes por meiu de um syslema de
coordenadas equidistante', e em geral que'se insista
nos niel lio i o. de interpolarlo.
A mechanica he a sciencia das forc.n ; a idea de
forja nao pode ei clara sem se admiltir o principio
da inercia, em virtude da qual oscorpos, em quanlo
movis, nAo lem cmsi causa que Ibes altere teu es
lado, mas deve ser ama causa exterior, una forra,
que produza esse efieilo.
A passagemdo eiludu da quantidrideabstracta para
0 da concrea, e da liga;Ao entre orna e oulra faz to-
da a difiiculdadc da mechanica ; mas he nessa mei-
ma dilli-ul laile lambem que esla a superioridada
desla sciencii. Pela ciencia das forjas se ohlem c
explicam as leis de muitos pliennmeuns Miara**,
que em grande parte perleurcm an dislrirlo de ou-
tros ronhecimentos tiumanus, e que por ventura na-
do mais -rr.io do que Iraiisformac^es successivas do
arranjo interior dos eorpo<, e resultado de acjoes me
clianicasde uos sobre os oulro-.
A mechanica, r.onformc o svslem.i do ensino adop-
tado al agora nh escola, consta da tres partes
primeira he a naehadiea racional, que tem por oh-
jerto o equilibno e moviin-nlo dos corpos actuado
pur forjas ; a segunda he a iiiechanira applieada, qua
lem por objecto a resisteucia dos mileriaes. e a es-
1 ilnli Lele dos syslemas ; a lerceira he a mechanica
industrial, e seu objecto he o p-tu 11 das machinas, a
a Iheoria dos trabalhos das forjas, qae obram por
via dcllas.
A lei da ereajao da escola d por assumplo ao en-
sino da 3 cadeira a mechanica racional e suas prin-
cipaes applicajes s mchicas, particularmente s
machinas de vapor ; nos primeiros lempos da exis-
tencia deste astabelecimento Iratoa-se de salisfazer
estrictamente nscripj-io da cadeira, destinando-se
aunualinente pelo menos dous mezes para as machi-
nas; mas depois conlieceu-.se que era muito til con
aiderar-se o ensino da resistencia dos materiaes, e i
eitudo das coudijoes de estabilidade. e o da hydrao-
lica pelo motivo de sua constante applicajaa en-
genharia.
No estado actaal das coasas, leudo ile e expr a
mechanica racional e applieada e as machinas, nAo
pode bastar um anno lectivo ; e he urgente fazer
nina ligeira reforma, que permita e.ludar cada an-
no a mechanica racional, e distribuir as oulras par-
tes por annos alternados.
I eui-.e nesles ltimos lempos levantado urna gra-
ve qocsIAo sobre a ordem que se deve eslabelecer no
ensino da mechanica ; e he, se preceder a silica oa
pelo contrario a dyuamira. Por minha parle nAo he-
sitara em acouselhar qoe piecedesse a silica ; ties-
ta as forjas ata metidas por ama lomada como nni-
dado. e o principio de sua composijA i piulo servir de
fuu lamen iu; quando depois se passa adynamica.mas
enlAo he uecessario admiltir que as (orjas san pro-
porcionad as velocidades que produzein^ e as qaei-
Iei do movimeuto procedeui das quesles do equili-
brio, metiendo em conla as forjas da inercia por
meio do principio d'Alemberl.
i.iiiin lo se segu a marcha inversa, e corneja pela
dynamica, nAo se pode fazer das forras idea clara e
precisa ; por quantu ellas, anle'de produzirem mo-
viinenlo uo equilibrio, compoem-ie entre" si e actaam
ornas contra as outras ; por esle motivo a idea pri-
m.ria de forja, donde he nocesario partir, lie a de
impulso, isto he, pressio ou IrarcAn.
Na Iheoria da resisleucia dos malheriaes, e em to-
das as questes da eslabelidade, he essencial e pre-
dominante esta idea de furja : memo nal quesles
do movimento o cm pirticahr na Iheoria dotraba-
Iho lilas machina nAo pude lia ver clareza sem par-
tir desla dilinir.l.i : porquanto o Iraballio mecha-
nico nada mais he do que a applicajau constante ile
oha filha ; porque dentro de poneos instantes nAo
estarei mais sobre a Ierra. Hosange voss carregoa
a cruz de minha falta e de minha vergonha ueste
mando devo-lheuraa repararAo publica. Vmcs. to-
los que me oavem, accrescenton ella, gravera estas
palavrai em sua memoria, e fajam-me o favor de
publica-las altamente, de leva-las ao rouheciinenlo
de lodos us habitantes de Saint Denis, como ama di-
vida sagrada que o Deas de juslira manda-me p ignr
a iiiuoceiiria da mais nubre raulher. Se eu livesse
ainda furjas, Rosange, luruuu llenriquela, he aos
seus ps que quera humilhar oorgulhude minha
fronte, e confessar a villcza de minha alma Sim,
pelos louvores engaosos, pelo vAo incens do mun-
lo renonciei mais pura e mais completa felicidade
de urna mai subre a Ierra : a livre posse de sua lilha.
Por isso lui mui justamente castigada. Aquelle que
l no con pesa todas as no'sas acjes ptimo-me no
nico amor verdadeiro e profundo qoe experimen-
te! para com um houiem, pois essa homeni que vos-
" araava, que amara sempre, eu amava-n lambem,
aino-o como voae Pois morro ainda mais pela sua
norte qne pelas desgrajai de minha familia, e pela
perda de minha riqueza. Oh '. lenho padecido moi-
lo Meca o roeu infortunio pelo seu, Rosange, edi-
ga-:ce que perdoa-me Minha alma subir, mais li-
vre, e eu apparecerei mais corajosa, meos desespe-
rada na presenja do Eterno !
E llenriquela eslendeu a Rosange su> m3o des-
carnada, a qual esla beijnu solajando.
Obrigada obrigada minha pobre Ko.ange,
disse a moribunda. Ah vosi mereca ser feliz
Mas Dos lera piedade de seus soffrimentos, e eu
orarei no co por voss e.pur essa menina, da qual
v adquiri o direilo de ser niAi. Nao he preciso
rccomraeodar-lh'a, levo a sepultura a certeza de que
vu's ha de ama-la sempre !
Os esforros, que llenriquela havia feilo para fal-
lar, occasionaram-lhc um longo e Icrrivel arcesso de
losse.
O medico rogn-Ihe que guurdassc o silencio...
Oh sinlu-in morrrr! disse ella de repente.
Seu rosto cobria so de una paludo/, esrenlinhida.
Rosange, arcrcscenlou ella, di'-ine minha lilha
I para abrcalo.
A mora levaniou Emma, e quii faze-la aswnlar-
| se sobre o leilo ; mas a menina lomada .1,- um terror
ni lisivel, lancou se de novo nos bracoa de Rosaaga,
agarroa-ae-lha eoaroliivameale ao pe..neo.
Madamesella Flavet ergueu os olhos ao c.o, dis-
se com nina exprc-Ao ile dnr prafiinda :
Meu llens! minha lilha lem horrar de mim !
lie u fundo do ellif, 9euhor I vos lereis piedad* de
llenriquela I
urna forra, pressAo ou tracrAo, ao longo do um ca-
lumbo.
Accresce ainda que, se cm lugar de se comejar
pela silica he pela dynamica que sa da principio ao
esludo, a mechanica nAo pode ler outro fundamento
seoao a experiencia, a perda o carcter de rigor ab-
soluto, de geoerali lade de que esla de posse.
Assim pois meu voto seria qae se esperassem os
resultados da reforma que se este fazeudo em Fran-
ja uo ensinu da mechauica ; se (orera proficuos a
todo o lempo se podem inlruluzir entre mis assaa
reiorma- se pelo contrario nAo vamos por urna ah-
dicajao da nossa inlelligen-ia, por uina imitajao
que nos degrada, retrogradar, em lugar de progre-
dir : por raiiiha parle amo extremamente o progres-
so, para que o queira lalsu na mesmo duvidosu ;
quero o seguro e cerlo, inda qaetseja lento, resig-
no-me lei da oonlinnidade, que he a lei dis leis
da natureza.
Pelo mesmo carcter e ndole do ensino politechi-
nico se achara reunidos era uina s cadeira os eslu-
dos da geodesia e da astronoma. Nao se pretende
propriasnente fazer astrnomos, nem apraseular a
Iheoria mechanica da figura da Ierra ; mas sim habi-
litar o engenheiro com os cnnhccirnenlos es destas sciencias, de que hao de fazer urna applicaj.lo
constante.
A geodesia a a Inpographia sAo indispensaveis aoa
olliciaes do eslado-maior para eus recunheciinenlns
militares, e para o levanlainentode carias corugra-
phicas : sAo indispensaveis aos engenheiros militar e
civil para sobre o terreno fazeiem as operajoese es-
tados, que devem preceder seusdiffereules projectus;
para os engenheiros que leem de levantar cartas geo-
graphicas, lopographicas, e iivdrograplncas:
A astronoma figura nAo s como base de navega-
jao, mas latir em por sua ligajao intima com a geo-
desia : he alera disso o complemento essencial da
gcographia mathematica, agora exigida como pre-
liminar essencial para us esludos da escola. O co-
nhecimento de nosso systeina solar inleresia-nos em
alio grao ; e a precisAo e narmonia dos movimenlns
dus astros que o compe, e de seus diversos pheuo-
raenos, nao s impressionam o nosso espirito, mas
ajudam-nos para a solujao de multiplicados proble-
mas de geographia, de navegaran, de guomouica, d
arle de kalendario.
As maravilhas da astronoma sideral, as estrellas
peri linea-, as estrellas temporarias, as estrellas co-
rnadas, as estrella* duplas, ou uehulosas, eis u que
ha de mais propno par ferir e exaltar a imaginarao
do hnmein : faculdade sempre inferior realidade da
natureza, a espelho imperfeilo da magestade omni-
potente.
A phytica inscreve-se na escola como leudo em
visla os meamos objectos que lem em uina faculda-
de de sciencias ; mas o seu ensino nao he debaixo do
poni de visla da sciencia pura, mas com o filo as
applicaces numerosas que se fazem desla sciencia
s arles. O estado da gravidade e da forras mol-
culas, do calor, da luz, da eleclriridade, do galva-
nismo, do magnetismo, da meteorologa, e tmlim de
Inda a physica, deve ser feit com o desenvolvimen-
lo -ullicieni.. para que o alumno nAo ignore us
principios eos mais importantes phenomenos da na-
tureza : taes conhecimenlus se ligara de utna ma-
neira intima rom os que se adquirem n'oulras dou-
Irinas que e seguem na escola, e a cada passo sao
da maior utilidad* mis usos da vida ; ma da phy-
sica lera nascido arles da maior importancia, como
sAo a photographia. a galvanoplastia e lelegraphia
elctrica : he aos ronhe-imenlos que se referen) a
estas artes que ae devera' dar aeneAo mais especial,
e fura al para desejar que, nAo pudendo o alutn-
oos fazer todas as evpcrieurias o inanipularfns que
a sciencia reclama, ae dedicsssem a rorrliecer prali-
cameiile os prncessos Je arles que lauto colicuaren!
para a civilisaeAu e progres.o da humanidade.
Em relarao chiunca ha a fazer Ignaes conside-
rajea, NAo liepriiicipalmenle a Iheoria da rliuni-
ca, que se deve ter em vista no sen ensino, mas a
pralica; nflo he tanto a cultura do espirito, que se
deve |irorurar adquirir, qu.ntn o talento c a ha
lidade das manipulaces. Sendo porcm a ebimica a
base decons leravel numero de arles, e sendo o. sCus
producios um dos campos mais vastos da industria e
do commercio, nAo sera possivel constituir cabal-
mente o ensino das arles chimicas senao em um ins-
tituto especial; m escola palylechuica deve elle li-
mitar- menlaes da sciencia e dessas artes, fecundados mais
por suasapplicares prallca do que por suas conse-
queneiaslheoricas.
Os tres ramos da historia natural sao professadis
em eadeiras dislioclas, e em ums anuo cada ara
delles ; j ie ve daqui que o eti'iiio nao pode pas-
sar de elementar, e oxat a escola eslivesse habilita-
da a poder da-I i completamente pratico, A minera-
logia e a geologa ha til dar toda a importancia;
est.ssiencas figurara no qoadro de tolas as escolas
especiaes de engenharia.
Pelo qne re historia natural acha-su elle enlre mis mais bem or-
ganisado do que as escolas palylechnicas da que
lenho noticia, onde parece ter-se podo de parle ;
muito justamente se Ihe deu na nona a devida con-
siderajo porque alm de ser rauiln digna de ser
cultivada a prossAo de naturalista, o solo portuguez
particularmente o de nossas vastas possesoss ultra-
marinas, acha-ie por explorar, era prrjaizn da sci-
encia, do commercia e da industria : essa esplorajao
parece que deve ser emprahendida por conta do es-
lado, a seria para lamentar que tal servir,) l'osse ex-
clusvaraenle cominelliilo estraugeiros.
No quadro rio ensino da escola figura a eennomia
politice, a os principios de direilo administrativo e
commercial: no estado actual das ideas nao podiam,
sem nota de obscurantismo, ser desprezadas as scien-
cias econmicas e administrativas: estas scienciai
sao hahililaja i indbpMMVel para todos os ramos de
servijo publico. Nos cursos acluaes da escola nao
sera lalvez eeeanrie mais do qu a parte elementar,
qae ao presente se professa ; mu para uturn, quan-
do se liver cm vista mcllinrur e desenvolver a e'co-
la, he essenci'.l que nella se organise um curso de
adminisIrajAo, dando mais ampio desenvulvimento
ao ensino deslas sciencias, e aproveitando para o eu
prngramraa alguns dos conlieciraentos que penen-
cera s oulras eadeiras.
Ereuu-se nltimainente urna cadeira de docimasia c
innnlanislica. que ficou annexa a escola ; leve-se
era visla dar o principios da engenharia de minas.
Para toroar esle curso mais completo sera' necesa-
rio fazer conenrrer as oulras eadeiras, e ainda hAo
de ticar variados coiihecimentos que exigirn nova.
aulas.
A voz morreu-llie na garganta, e uo ouvio-sc
mais do que UM ruucos e inilelligiveis.
Rosange relirou-se cora Emma e i Muelle.
Apenas ella pastara a porla da cmara,grilos dados
pela velha e pela criada annuuciaran) qu* llenri-
quela Flavel nAo exista mais.
XVII
A amizdde.
No dia seguinte Mr. Marliueaa leudo vollado de
urna nova viagem India, e aseutado ao lado da Ro-
sange debaixo
'
O desenlho e as arles graphicas fortnam o nexo
entre a sciencia e sua applicacao ; nimia- causas
teetn concorrido para que se nao tenha podido dar
ao ensino das arles graphicas toda a allenrau que
ellas merecen!.
A falla de tima cadeira especial de geometra
descriptiva, o pouco pessoal que a lei deslina para
o ensino do desenlio, apenas formado de um pro-
fesor ede um ajudanle, a circumsiancia de nao
ler havido, durante quasi toda a existencia da es-
cola, para o exercicto de suas funecoes se nao nm
unico professor encarregado interinamente dellas ;
estas causas e oulras leem obstado a que o desenlio
e as arles graphicas hajam lido o desenvolvimento
necessario.
Nenhuma reforma verdaderamente til se pode-
r tentar sem que se d ao ensino das arles do dese-
nlio osen devido aprero ; que o instituidor, dellas
tenha mais de um ajudanle e seja igualado aos ou-
tros, e que o ensino nao consista em meros exerci-
cios ; seria lalvez til aggregar-lliea architectura, e
ser combinado com os esludos da geometra des-
criptiva, das machinas, da geodesia e da historia
natural, n outros de qne o desenho he auxiliar,
pode-se dzer, necessario ; he assim que em grande
parte se ada organisado o ensino do desenho na es-
cola Polytechnica de Paris.
Nao basta que se estabelec,a como preceto que os
esludos nao dtvagttem pela regiao da sciencia pura,
e se dediquem especialmente aos conhecitmnios,
que hao de ler applicacao pralica, o servir as arles ;
he misler que estes conhecimenlos sejam dados de
modo tal, que delles se aprenda logo a fazer applica-
ro. Nao basta que os alumnos saibam theorca-
mente, he preciso que praliquem, nao basta que o
comprehendam, he mister queexecutetn. Desla
sorte a geometra synihetica e a trigonometra de-
vero desde logo ser applicadas a agrimensura o
lopographia ; he mister que a geometra descriptiva
se traduza c empreyue nos iracados, que Ihe cum-
pre execuiar ; que a physica e a chimica se exerci-
tem as experiencias e manipulaces ; que a astro-
noma se ocr.upe das observadnos dos astros ; e a
historia natural do conhecimento clloctivo, c da
classilicacao dos enics que Ihe incumbeestudar.
He necessario a final que se ponham em acr.io
lodos os meos de aprender, que se discurse e ra-
ciocine, que se observe e seoecupem lodos os sen-
tidos, que se manipule e execttte, quando a scien-
cia lem por base a experiencia, ou em resultado um
producto.
Para se alcancar porem que os esludos tomem
esta direccao, que est na sua ndole, e sem a qual
a sciencia nao pode progredir, qualquer que seja o
seu destino, precisa a escola de muitos recursos e
meos que llie faliam,ei|ue se pode encontrar na ge-
nerosidade nacional, e na proeojao de Sua Mages-
tade, e de seu governo.
O principe, que rege os destinos desta nacao, he
possuido tlus principios mais philosopbicos, c ani-
mado das mais benvolas intenres a favor da ins-
Irucgao publica.
A civilsaco do paiz nao pode risullarde um
modo eslavel ecerto senao do melhorainenlo e pro-
g-esso da instruocao publica, este pjensamento he
mxima sublime, que alguns dos que) aqui estamos
li vemos o prazer e a honra deouvir k Sua Mages-
ladn, revela o auspicioso futuro que pst reservado
a esla nscao ; e de um ngulo a ouiro do na slo
deve e ha de renascer a esperanza mais viva c bem
funjada, por quanlo esla mxima) fecundissima
exprime melhor syslema de governarl um povo leal,
inlellgente c activo, como lie o povoj portuguez.
Nao hesitarei pois em revelar diajntede Sua Ma-
gestade quaes sao as necessidades tfa nossa escola,
para salisfazer mais cabalmente ajsens fins; ne-
cessidades que cstavatn em via de seren satisfeitas,
se urna calaslrophe extraordinaria i nao viesse ferir,
quando ella ia no mais prospero elamplo desenvol-
vimento. I
Fallo do incendio do edificio da escola da qnal
resitllouque nnssas collecces fiiiram em extremo
deterioradas, que preciosos instrunenlos foram per-
didos, que nossas aulas por larg. tempo andaram
dispersas com gravissimo prejuikto da disciplina, e
do nexo intimo deque as a-tenaias viven, que os
fundos e renditnenios, que estavam destinados para
se irem montando successivame|ite e engrandecendo
seus estabelecimentos, leem sido em grande parte
empregados na reconslrucjo do edificio incendiado.
Este desastreto grave tea por urna vez aca-
bado com a existeucia da escola, se governos il-
ustrados nao livessom protegido esla instiluirao,
prxima sua total ruina. Km virtude de uina
protegi constante, ainda que insulUcienle para
remediar de prompto tantos males, temos conse-
guido que se ade construido parte do edificio para
ahi se podetein reunir as aulas ; temos restaurado
o gabinete de phvsica, temos fundado o laboratorio
chimico, ostabeleciJo um obsetvalorio meteorolgi-
co ; lem-se ido, ainda que parcamente, satisfazen-
do s primeiras precises do ensino na sua parte
pratica, costeando as mais urgentes despezas dos
estabelecimentos da escola. Este prazo foi de pro-
vaco ; le-lo alravessado foi honroso para quem
nao dcsanimou, antes redolirou de zelo, e o soube
inspirar aos seus subordinados ; se livesse fallado
a dedicaco pela sciencia, c o zelo no cumpramenlo
O mirinhciro calou-ie oirreitando com attcnjAo
inquieta o efleito de suaa palavras, entretanto que
de sua parte Hosange lilava nclle os olhos, e procu-
rara saber so essa proposta inesperada nAo era o veo
de um pensamento secreto.
Sim, Filhinha, lornou Mr. Martineau loman-
do a mi da mora, na minha pequea proprie-
dade de Lormonl edificaramos um templo da
paz, de deliciosa sereni lade. leamos a felicidade
tranquilla, os gozos iluradouros. Coilada na ma-
nila de leus iIks, na aurora da m >ci 11 le e da bel-
conju
dos deveres, lalvez se nao haveria podido
lo grande calamidade.
Os lempos agora sao outros, e ludo faz esperar
que a osela ter urna prolercao cada vez mais am-
pia e animadora.
A lei da escola considera os seguinles eslabele-
ci memos;
lima bibliotheca,
Um observatorin astronmico.
Um gabinete de physica.
Um laboratorio de chimica.
lim gabinete de historia natural.
Um lardim botnico
E os mais estabelecimeutos, diz olla, que
se julgarcm necessarios.
Entre estes estabelecimentos alguna' figu-
ram tnicamente de nome, e sao o observa-
torio astronmico o o gabinete de historia
natural ; outros estilo muito quem da per-
feico que devom attiuglr, c sao a biblio-
theca, e mesmo o jardim botnico, nSo
obstante os mui nolaveis mcllioramentos
modernamente nelle intro lu/idos ; os ou-
tros dous, o gabinete de physica e o labo-
ratorio de clnmica, nao se podem dizer per-
feilos, e eslo muito longe dessa altura, mas
satisfazem o seu fin, e nao ha mais do que
marchar na via encelada, e antes de pouco
pdenlo ser aprcsenUdos como modelos pa-
I ra serem seguidos.
Entre os estabelecimentos que a lei da es-
cola aulorisa a crear, deve ser considerada
como muito importante urna galera de
modelos de nrgoj iiicclianicos, Je machi-
nas e de apparclhos e instrumentos para
fazer as ohserv.ices e experiencias funda-
mentaes da sciencia, particularmente na
parle Itydraulica.Eslava prxima a fun-
dar-se esta galena uuando o desastre do fo-
go veio tornar impossivel a sua crearjo.
Outro estabeleci ment que se lleve crear
em virtude da autorisaQSo da lei ho um la-
boratorio para o servido da cadeira de mine-
raloga e geologa, e da cadeira de monla-
nistica e docimasia.
O ensino dos tres ramos da historia natii-
ttiral nao lie possivel setn um musen de
historia natural, e sem um jardim botnico
appropriado. A despeza qoe se lizer com
taes eslabelccmantos, nSo su dura em resul-
tado que as licoes hao do ser acompanhadas
da presentaran dos respectivos excmplares
eldas demonstra^oos coiivenientcs, mas iue
sera tamlietn possivel aos professores adian-
tar a sciencia, on pelo menos cuoservarcm-
sea par do progresso, que ella lor fazeudo.
Este museu nacional e jardim botnico hao
de ser um motivo e argumento para se ex-
ploraren! as vastas possessOes portuguezas,
um incentivo para se crear entre nos o gos-
to de taes estudos, e occasiao de mostrar
aos cstrangeiros nosso adiaiitaineiito as
sciencias Itislnrico-naturaes.
O observatorio astronmico de Lisboa nao
lie s urna necessidade do ensino na escola,
mas he iluta requUigSo, que eslSo fazeudo
os sabios e us estrangoiros.
rata-su do resolver o problema da paral-
laxe das estrellas, que he um dos mais im-
portantes da astronoma pela ligacilo que
estabelece entre o nossosystema solar, eos
systcinas asteilores ; mas succede que algu-
nas das estrellas em queso tem reconhecido
parallaxe passam muio prximas ao zenith
de Lisboa, e por isso sua obsorvatjao pode
dalii ser l'eila sem o erro dar refraeges. A
detertnitiacao exacta das parallaxes destas
estrellas zenithues, que ha de no futuro per-
mittir resolver outros difliceis problemas do
systema do mundo, lie um argumento de
maior valia a favor do observatorio astron-
mico de Lisboa, o qual encentara etn S. M.
um defensor poderoso e subidamente escla-
recido.
Todos estes mcllioramentos, porem, s
por si seriam baldados ; he nesessario fazer
perseverantes esforcos de intelligencia e sa-
crificar ao estudo os prazeres e distraccOes,
afitn de seguir e aurovoilar o ensino, que se
da as diversas eadeiras da escola ; mas o
saber lie una recompensa de subidos quila-
tes, e l eslo as carreiras publicas abertas
ao mrito.
A lei entretanto nao quiz conliar-sc ni-
camente a taes estmulos, c etilendeu que
devia desenvolver a cmulaco, um dos ins-
trumentos do tnaisforca para com a mocida-
de ; e por isso Odelerminou se concedessem
premios aos alumnos, que por seus exatnes
delles so mostrassem dignos, e que seus no-
tnes lossem annunciados e os premios Ibes
lossem entregues em urna sessao solemne,
tsla sessao solemne, que deveria ter-so feilo
no lim do anuo lectivo passado, foi transfe-
rida, com permisso do governo, para o prin-
cipio deste.
S. M. dignoo-se honrar esta sessao com
sita augusta presenca, e nella entregar aos
alumnos quo obtivoram premios, os diplo-
mas respectivos.
Tildo quanlo se podesscjdizer a lal resprilo
licaria muito a baixo da impressSo que todos
sentimos ; o que eu posso allirmar he, que
esto da lia de licar perpetuamente gravado
na lenibranca de nos todos, e que os esfor-
cos bao de redoblar nos professores e nos
alumnos, |iara nao desmereceretn a lionrj
que S. M. se digna de nos fazer.
Acabada esla leitura S. M. el-rci o Sr. I).
do caramanchel conversiva com ell
havia quasi dez minuto-,. I |era, na primavera do corac/io, ja encontraste n.
O capilao estava todo ve-lido de lulo ; carias re- I vereda da vi la esplnhos que ti dilacerara, um agui-
cenles navianvlbe anunciado a mnrle de sua raJi, I l.'iao Icrrivel que curvou-le a linda cabera. Abau-
a qnal um auno autes elle deixara em Bordees aiuda dona esto lugares, foge desla colonia, onde a menor
vigorosa, mas tendo j mais de uilenta annos.
Este aconlcciinentu suggerio a Mr. Martitipau nina
nrdem de rellexes novas, e posto que o mannlieiro
amasse seu ollicio, comludo reaolvcu renunciar a
elle, e por immediatamente em execurao urna idea
imperiosa e tenaz que tirara de repente.
O campo que minha mai habitara, ilisse ella a
Hosange, lie o lugar de mea nascimenio. l-'oi la, em
uina almosphera agreste, pura e embalsamada que
eu cresci, que aprend a primeira orarao, que mi-
nha intelligencia e minha imaginadlo experimenia-
ram suas azas, que meo corarao comcrou a palpitar.
La conlieco lodas as arvores, todas as pedras, todas
as plantas. Oujo e vejo incesantemente os alegres
latidos e os afagos dos caes da caa ; ana brisa sua-
ve Iraz-me sempre ao ouvidns o gorgeio amigavel
dos passarinhos do jardim. Oh por nada no man-
do eu nCo quitara ver esse buco querido em oulras
plaa do rio, o menor grao de poeira avivara' sem
cessar lembranras pungente!, perpetuara' a acerbi-
dade de las dores. Itetira-le comigo au meu oasis
da Franca; la Bol nos communicareinos como aqui.
no-so pensainentns e noso soubos, confiaremos um
an oulro nossos projeclos.fortificaremos nossas almas
com nina espauao fraternal de lodos os instantes, e
meu retiro sera para li a estancia da consolar.! i, e
os raios de um sol mais brando reaquecerSo teu cu-
rasao, e laucaran sobre la existencia urna luz ines-
perada. Sera' a bouanra depois da tormenta, o por-
to depois da lempeslade.
A mora vivamente tocada das palavras do capitao,
o qual acabava de raoslrar-lhe mais urna vez os Ihe-
sui.ro- de sua natureza e de sua alleirao, respoudcu:
-i Nao acho expressoes assaz fortes, riieu amigo,
para agradecer-lhe o nobre interesse que voss turna
por mim. Mas como pnleria eu comparlilhar de
milos, scoSo as minhas. lie utna bella propriedade, -ua existencia, habitar debaixo de seu ledo, em of-
continoou o eapilo. Situada sobre a collina de '. fen ler a mais vulgar deceneia, e sam dar motivo nos
lia domina o parto c parle da cidade de | commenlario, qualquer que fosse minha conduela '.'
O marinheiro velho (remend de uina emoco que
Itordeoi. lem um. Ii.ilnlaclo comino la, dous cur-
rae bem prvido, um vergel delicioso, videiras de
preco c mas de castanheiros, de freixaa e de tilias.
Desejo ir viver e morrer la. Quera que as le ras se-
jam cullivailas a' minha vista. Pareceme urna pro
fanarao ser occapado por um estrauhn o lugar cm
que meu pai e minha mai laliereram !
Mas e o berreo de minha infancia allralie-ma rniu-
lanlemente, lornou Mr. AI irliucaii, depois de um
instante de silencio, ha em unir parte um lugar a-
m i lo em que teutio repousa lo tongo tempo as do-
ruias serenas da intiniida.lc, em que lenho gozado
prazeres 'leinelhanles nos di familia. He o luear
em que estamos, / iIMnha, he la habitaran, n ian-
luarin iuapreriavel que animas e embelecas rom loa
vida, la direrro, la voz, leu sorrisa e d.i qoal n.io
cuslava a conler, allrabio Hosauge a si, abrarou-a :
rom elfusao e disse-lhe :
Querida lilha. nao me comprehcndesle. lie o '
meu mue que offererj-le ; he tua mao que implo-
ro ile loa alleirao.
A mora fe/, um raovimenlo de iudisivel snrprc-
Zl, e encarnu liimeincnle o capitn.
Minha fortuna be quasi igual tua, contionou
o marinheiro velho ; jniiins eremos mui ricos. !,,_
iteremos dolar e casar a Emma ; dotaremos igual-
mente us iiuivos pobres ila vi/iuhjiir .; aliiviaremos
mullas miserias; aoisi vicia se panar Iraaquilla-ljonha
mete em pratirar u bem, asaim como um claro re- urna m
gato sobre branda arela, guarnecido de relva, pe fu-
mado do II ues, ruteado de silencio e de mvsteiin.
pnderia e-quecei-iue, senao vendo-te vil comigo pa- Seremos felizc
ra a l'raura. | Ah meu amigo, o qae vosse pede lie impos-
sivel, exclamou a mora com inlraduzivel rcenlo de
tristeza e de dor. l'oderia cu esqoecer-mo de A-
driano '.' Que faria vosse da pobre Hosange, desla
corafSo dilacerado que verter sempre sangue '.' Oh;!
nunca amarei a oulro. Esle amor ha de acompa-
uhar-nic a sepultura.
Minha pobre Fihinha, disse u capitn, quera o
sabe melhor do que eu '.' Por issu nao pero-te amor,
mas nina alleirao duraduura. A a:l -i;_ o, livre das pa
Oes be ainla o mais raro e o maior luxo dos cora-
res. Chama-se amisado : cum ella me conten mu.
Hosange perturbada pelos sentiraentos ao mesmo
lempo de admirarao e de reconlieciinuulo que enr
chiam-lhe a alma a essa nova prova de dedicarao de
r. Martineau, deixara cabir a fronte as raaos, e
guardava o silencio, pois n.o achava objecres a
fazer.
Iteiponde-me por favor, dissi-lbe o capitu a
deixd-me dar-la toda a felicidade que pules ainda go-
zar Desta mundo, hao te assusle*. leu amor be
urna cousa santa que respeitarei sempre. Nao me
prevdleccre para comligo senSo du titulo de amigo.
A mora subjugada por um rnieriicciraculo inex-
prunivel lornou a mao de Mr. Martineau, e bauhou-a
de lagrimal.
Meu lieos, disse ella, he verdade n3o lenho
melhor amigo sebre a Ierra. 1 VOS sabis que elle he
o nico liumein a quem nao posso recusar uiiir-me
depois de baver jurado a l'oelcher um amor eterno.'
I'oucoa dias depois Itnsange vendeu o que possuia
na Ki'iim.iu, e escreveu ao seu notario em (joi que
Ihe enviasie a FraDCJ o valur liquidn dos bens pro-
venientes da heranca do lio. Alean dista ell i deu a
liberdade a Indos os seus escravos.
A rogo de Kmyrna e de Olivelte a mora consen-
lio em leva-Ios comsigo ; e pouco depois a lirahmi-
ue leudo a sau bordo Hosange, Kniin.i, c os duu
criado* levauluu a aneara a' ordem do capillo, e fez
vela para Brdeos,
XVIII
Coii'lusao.
Iioiii nuv.es e meio depoia o navio faforeeido por
um lempo maanilleo chegou ao seu deslino, e o ca-
pilAo Martineau loi rom a mora, a uicniua, e os
dou- ciiados lomar posse de sua llabltacio de l.or-
mont.
No lira de quinze dial em urna bella manhSa de
piopriedade da rapitaa ealava em fesl, a
liiil,io romposla da seos amigos < dns lavaa -
dures ijue leala......rahalhailo pan sua familia, reu-
iiia-iena igreja paroehial para assistir a ealebracan
de um casatiiQiilo : era o de Mr. Martineau, ede
RONDgt,
Pedro V se dignou responder nos seguinles
termos :
" Ha perto de 20 annos que a escola po-
lytechnica existe. H perto de 20 anuos
que ella presta uteis serviros o Estado, ha-
bilitando para as diversas carreiras a que
o estudo das sciencias mathematicas e phy-
sicas serve de preparac3o.
Nascida nos primeiros tempos do governo
constitucional em Portugal, a escola poly-
technica foi a satisfago das tendencias da
nossa poca para o desenvolvimento da ins-
trucQ3o dirigida a litis de utilidade pratica.
A necessidade de um systema assim con-
cebido hulla sido sentida desde 1834, e a
creacSoda escola polytechnica.escola central
destinada a preparar para a carreira militar e
para a engenharia civil, foi a resolucSo mais
econmica do projecto de dotar) o paiz com
um estabelecimento, que Ihe podesse pres-
tar os msalos servicos que a escola polv-
technica tem prestado em Franca.
O pensamento fecundo que presidio a ins-
tituicSoda escola polytechnica resisti as
a.ternativas da vida poltica, e as contrarie-
dades de todo o genero, que cercaram os
seus primeiros passos.
Mais ou menos favorecida pelo poder, mas
nunca atacada nos principios que determi-
naran, a sua creacao, a escola polytechnica
apresenta para justificar a sua razo de exis-
tencia o aperfeicoamenlo na instruccao
theorica dos olliciaes das armas especiaes,
a creacao dos servicos geodsico, topogra-
phico, e hvdrographico, e o derramamenle
dos conhecimenlos indispensaveis ao Iio-
metn cuito.
Creando o ensino da chimica e das scien-
cias jitiysicas com applicacao a industria,
ella lormou lio.ens aptos para constituir o
pessoal docente dos institutos industriacs
que permuten) fazer participaras classes la-
boriosas dos beneficios da nstrucgSo me-
thodica nos seus mistares, e se podem con-
siderar como as escolas primarias as quaes
se formamos engenheiros civis.
A escola polytechnica contribuio podero-
samente para o aperfeicoamento da instruc-
cio scienlttica entre nos, lancou na circu-
lacllo ideas uteis sobre a necessidade da ins-
truccao, e sobre ludo pela natureza do sen
ensino obrigou os seus alumnos a forma-
retn-se a si mestnos.
A escola polytechnica nao forma indivi-
duos aptos para se enlregarem ao servico
das especialidades a que se deslinam ; sub-
ministra-Ibes- os conhecimenlos indispen-
saveis para se darcm aos estudos de appli-
i'acn.
Se ella at boje nao tem correspondido to
pcrleitamente como era de desejar a esto im-
portante fim, he que Ihe tem faltado os
meos necessarios para completara instruc-
cao quei subministra aos seus alumnos. As
suas collecces estao longe de se poderem
considerar perfeitas, falta-lho totalmente o
observatorio astronmico; e a sua biblio-
tneca nSoofferece os meios de instruego
queos variados ramos do seu ensino eigem.
A organisacu da escola polviechnica foi
om parte lilha da necessidade de economi-
s.ir, dessa necessidade quedosgracadamenlo
se tem esteudido aos meios de desenvolver
a instruccao do povo ; resente-se do limita-
do rampu de aclividadequo se offerecia na
poca da sua creacao a applicacao dos co-
niiecimeiilos scienlilicos, e reunitulo os cur-
sos preparatorios para os militares com os
das carreiras civis, nao dolou a autoridade
com a forca necessatia para manter nos
alumnos militares aquello rigor de discipli-
na, que auxilia, e torna mais proficuo o es-
ludo, e prepara para soffrer com resignacao
as privares a que o militarse v tantas ve-
zes exposto na sua carreira. He esle um de-
leito de orgsnisacao que mereceu por varias
vezes a alinelo do governo, que nao pode
deixar de exigir que aqueiles individuos
para com quem contralle obrigae,es corres-
pondan! pelo seu aproveitamento, e pela sua
conducta aos sacrificios que o Estado faz
com elles.
Cumpre que os alumnos militares procu-
rem justificar por seu comporiameuto, o pe-
la sua applicaQao, a ausencia de uina isci-
p.ina tilo rigorosa qual a que existe era es-
tabelociuieiitos de igual natureza cm outros
paizes.
rVaquelIes paizes em que os exereilos sao
pequeos, etn que o interesse econmico, e
sobre ludo o interese poltico, exigom que
o exercito seja pouco numeroso, o corpo de
olliciaes deve distinguir-sc pela sua instruc-
cao, c pela sua educacSo.
He este um lim a cuja obtrueno devem en-
caminhar os seus esforcos tanto os lentes
como os alumnos. Confio que esta ser a
sua constante preocupado.
He de esperar quo a continuacao da ttan-
quillidade de quo uestes ltimos lempos te-
mos gosado, quo c desenvulvimento dos re-
cursos do paiz, que o Iriumpho da razo pu-
blica, a qual o poder dciltnente resiste,
possam crear as coudicoes para o desenvol-
viincnlo da instruegao publica em lodosos
seus ramos, cm harmona com as multpli-
ces reclamacOesda nossa sociedade.
A escola pulylechntca por certo que lem
direilo a minha atlengao e a do governo.
O seu passado assim o pede, c nao meiius o
reclama o seu futuro.
\IX.
Epilogo.
(Juinze annos depois.
Ha poucos mezes fui visitar urna manha a eipn-
sir;in da industria. Esfor^ava-me por alravessar a
inuilidAo no meio de urna das galenas desse palacio
gigantesco, quando fui altrahidu para um grupo de
cinco pessoas, enlre as quaes acabava de avistar duas
perfeilamente semelhaules a amigns perdidos de vis-
ta desde quinze annos.
Mas apenas approximei-me rcconlicci a Kosauge
e Mr. M irtineau.
l'oslo que (ribularocs, peiare sem numero me
lenhain mudado muilo depois qua deixei a lteuiii.ni,
elles deram um grito de alegra ao ver-rae, e abri-
ram-me os bracos.
Abra^amo-Hos cora prazer.
Ao lado delles urna mulher moc.i, bella e elegante
apoiava-se brandamcnle ao bfae/s de um mancebo
de lalha esvelto, vestido com gosto, c de maneiras
distinclas.
Era Emma l'lavel rom seu maridn Dolario em
llordeos ; Emma, cuja ternura e cujo rcconheciineu-
lo para com sua mai adoptiva,linham crescido coro oa
anuos.
lie preciso vir a' Expsito para ve-lo .' disie-
nte Mr. Martineau.
Eu poderia fazer-Ilie a mesma observarlo, res-
pondi-lhe,
He verdade lornoa o capitao, se nao fura a
EipoajcJh), eu mo (afta de cerlo deixado Bordeni ;
demais vollarei para l depuis da maohaa. Siu Ta-
ris he inhabilnvel Va ver-nos em llordeos. Ha
Tar'S com um porlo admiravel e sem o tumulto...
linhamus sabido do palacio. Conversando e con-
\ 11 un,i -me a ir passar algumas semanas na sua pro-
priedade,Mr. Martineau conduzia-uos a urna das me-
lme, hospedaras dos Campal El\sena.
(.llegando a poita eu qui relirar-me.
Voss janta e pas-a o -crAo coinunsco,disse-me
o marinheiro velho seguraudu-mc pela braru.
A violencia era lironda, dcixei-ine violentar.
Soube entilo a mesa que l'ranca. iriu.ia de l'oel-
cli-r, i'a-ra desde muilu Icuipu eam um dos joveus
'lieos mais disliiirtus de Toulooe.
he nuile fomol onvii a l'arorilr, c saliindu do
Ihealro despedi-me da familia prometiendo ir vosi-
s-la em |{onleo-,o mais ceda que me fo-se possivel
o qoe sao doixarel de fazer logo que ti\er aquilln
que he mais raro arhar-se na vida de um homem
iircupado : qaioze dias qua pussa consagrar livre-
mente amisadc.
FIM.


Q.MH I HHSUBttO SEXTA Fllll 19 n DZllnd0 DE UM
K escola polylerhnica pde, a pesar dos
obstculos que leve Je vencer, consliluir-se
cconlribuit podiro-amcnle paran ilesen-
volvimenlo .1.. cnsino das sacudas niathe-
maliras physicas era Portugal. Dcveu-o
ao zelo do seu consellio escolar.
Im passado de vintc anuos impoe deveres
que nao preciso de lembrar a quem ale bo-
je os lem comprrhendido.
Alumnos da escola pnlytechnici.Vindo
pesscalmente entregar os premios coiile>l-
ds no ultimo anno leclivu aos mais dignos
de entre vos, satisfaco a i;m agradavel en-
cargo, que nem mesmo desejei que vossos
mcslrcs parlilbassem comigo. Sirvam-vos
elles de incentivo na voasa carreira publica.
I enibrai-vos sobre ludo do espirito da ins-
tituifSo da escola que vos prepara a servir
dignamente o Estado.
fcsse espirito consiste em dar cada um
dos seus altronos os meios de se instruir a
si mesmos.
Odiscunsodc el-rei foi ouvido n'um si-
lencio religioso e rom a iu.il- profunda al-
UTac.."io. as elevadas considerarles feiUs
por Sus Magostado a respeilo do ensino para
a illustracae do paiz, o em particular do
cxeicilo, e a respeilo do observatorio astro-
nmico de IJsboa, excitaram satietai;5o
unnime ; a protne;sa de Sua Mageslade de
continuar sna poderosa protccc/io a escola,
as iialavras chcias de benevolencia dirigi-
das ao corpo calbedralico, as expressdes de
elogio e de sympathia dirigidas aos alumnos
premiados ailiaiioain a esla instituic/io um
futuro de prospendaiie.
Acabado o discurso de Sua Mageslade, e
poslos cm pe todos s espectadores, furam
sondo successivamciitc cliamados pelo se-
cretario da escola, o major graduado Fer-
nando de Magalbiics Villas Boas, os alumnos
laureados ; estes alumnos a>roximanilo-sc
de S. M. recebiam de sua real mao os diplo-
mas do premio que tinbam merecido no an-
no lectivo passado, c se reliravam depois de
tercmlidoa honra de beijai a mSo a Suas
Magestades c Alteza.
Terminada a distribuirlo dos premios
S. ll.eA. se dignaran) visitar ns vanos es-
tabelecimenlos das escola, c se reliraram
perto das tres boras.
[Diario do Governo de Lisboa.)
IA tl-fcll VO PRESIDENCIAL NOS ESTADOS-
IMOS.
i.teet tere presidente dos,Eslidos-Unidos nuem
era levado pala peder de urna simples maiona,
vasa soberana nacional, qoe deve ser inaugurada
esa aaarta da 1837 Appretima-se o da lulimni da
rsnra* ; de novembru prximo, qualro nnlhOes
ate Totaete* serio chamados a desisntr os eleilores
rsaweiae*, cojo val decidir' a ascollia do presi-
dettie.
t*% candidatos esle cargn, Mr. l-nmonl, Mr.
Bachanan e Mr. Fdlmore, persoiiiiicam as opiuies,
* iaterme* as pain.es dus tres graudcs pariidosque
divide** a 1'niJo, e daht casas esperabas ou estes
leaaam apaixonaitos qoe se revelan) dos meetings,
asaa discersos e naa reeniT.es publicas. Segundo as
saMaatM milicias, a tHervesceocia cresce por modo a
asaawar todos o< oulros intereasts ; e, por urna lae-
iKa asatavol, os partidistas de cada candidato pare-
ces, rfceis de conftanca no seu prximo Iriumpho.
.Sunca se houve de fazer mais grate eleicao, se
reatstderarmos o seo alcance no presente e para o
talare. Mae ae (rala, eom rflt-ilo, como no passado,
de levar a presidencia oro candidato que dislnbua
x lasare* im portantes aoa cheles do partid, que use
liberalntenle esa favor delles de seo vasto padroado,
e >e punha esa nome frente das ideas e nos inte-
resos deste partido. Trata-se luje de cousas mais
tetias. em relaro aos principios e inleresses.
O principio da liberdade fre slale, caractcriilico
deSerle ;a eseravidao, caracterstico do Sol. es-
i" em procura, exislem siroultaneainente na L niau,
man prurondaniente liostis entre si. He sabido que
a I iii.iii comprehende :ll Estados, alen) de multo
vastes territorios. Desles, Iti tao Estados lvret, islo
he, seca esclavos ; 15 lem escravos e perlencem
qua-i nicamente ao sul e sudoeste da l mao. O
rummvrcio e a industria coiisliluem o grande liego-
rio e poder do Norle ; a agricultura e os ricos pro-
darlos dos trpicos, os do Sul. Em muilas pocas,
Norle lem frito no interesse da l'nio coocestoe
ae principio opposlo. A Miar a verdade, he so-
menle pelo* compromisos qoe as ilnas srcees Um
podido continuar a coexistir juntas. Porem depois
da revegario do compromiso do Missouri, que fi-
lan a 30*, 31)' de lalitude K. como liioite da es-
rravdSo,drpeis que o bil de Nobrnska e Kausas,
qae destrato esle limite e substiluir-lhe a decisAo da
naieria en um territorio, toruou-se le por acto do
cengresso maio de 1854\ na i he mais possivcl o
lempa dos compromissos.
Duramos a IniKaiiten) das duas tceles : a Temos
o direilo, exclama o sol com vehemencia de ter par-
le nos territorios da 1 iiiio e da ah eslabclecer-niis
com nossos eicravs e Beata estado Badal. Nao de-
cidi o cill de Nebraska e kan- a- qoe a lei he a que
a inaiona dos habitantes. Esta declara maiona
pe*1ence-no(. He a esto Ululo que qoriemos o
nansas ; ha a esle titulo que o defendemos cum as
armas na mao.Sao, oo lond-s tal diren, lirada o
ecle com energa calma e resoluta. Vossu direilo
pieTem da fraude, da violencia, da corrupta, l'o-
de-se cliama-lo um direilo ? Deittm.os emigrantes
dea estados livres eslabelecercm-se pacificamente
aela territorio.e veremo.de que lado est a maiona
o verdadeiio direilo. Desgra^adamentc a escravi-
dio exisle no sol, deploramo lo. mas nao queremos
ataca-la ah. Encerre-se ella n'esse circulo. Po-
rcia se avancar mais um passo ;considera-la-hcmos
carao um ulirage a homu.idadi, como orna imiaa
a liberdade e a civilisacao. Em nome desles sagra-
dos principios he para us um direilo, he para i <>
ara dever fazer esbarrar o procrosso d'uma lepra
qea deshonra a ierra li>re d'America.
Assim|posta a qoeslio, he nina cunsequencia ne-
cesseria a supremaca d'um ou nutro priucipio.Qual
lera, ae presente e para o foluro, orna extensau in-
definida e dominante nos Icrriloiios adqoiridos ou
para adquirir da I ui.io'.' Eis o que vai decidir a
rlriclo actual.
Por longos aDDos,s dous partidos eslavaui empe-
nliados na lula presidencial : os Whigt e os Uemo-
cralas. L'm comprehendia as classes ricas e com-
merciaes dos estados, o qoe Ihe dava cerlo ar de a-
nstorracia e um pronunciado carcter de conserva-
dor. O oalro defenda principalmente a mais vasta
rxtenslo dos principios de liberdade, mas tem leva-
ses al a demagogia, e apniava-se principalmente
na- classet lio numerosas e poderosas dos farmers,
dos artfices e obreiros de toda especie. Perfeila-
menle organisados.dirigidos por chele habis e po-
derosos pela palavra ou pela ropuUi_,m. parsonifi-
eando saas ideias e seas iuterissefi cm um nico
candidato, os dous pulidos, combaliam regular-
mente com o auxilio da urna elcitoral. Decedida
a eseolha, lodo voltava a "Mein, e o pailido venci-
do acceilava ao bom grsdo sua derrota, curvndo-
se peranle a vonlade do povo quehavii pronuncia-
do e adiando suas csperancis e seus votos para a
fulera eleicao. Diremos de pansagem qoe ha Irin-
la annos, a vicloria qaasi sempie se pronun-
cien pelos demcratas, que durante os dous
tercas deste tempe, liveram presidentes de sea par-
tido (Jackson, Van liuren, Polk, Pierce.)
Na i-leirao do general Pierce ( em novembro de
iKt os VYIiigs, como partido, furam lilteralmente
derrotados. De "JB eleilores especiis, encarrega-
dos de decidir da eseolha do pred tenle,ot demcra-
tas nliliverain 2G0. Esla derrota revelaa a fraque/a
e cumecuu a dissolucao, dos Whigs, como partido
nacional. He o qoe pre.ira o seu mais hbil chefe,
o illnslra Webster. Mui pouco lempo antes de sua
morte em oalubro de 1S.V2 ) informav.i-se elle
se otn de seos amigos polilicus tencionava votar no
-cutral Scoll i concurrente de Pierce ). E respon-
dendo-lhe a petsoa, com quem fallava, que ig-
no-ava. mas pensava que nao : Pois brm 1 disse
Webster, dizci-lhe quv elle esta na morola .o lem
Uleulos e se Ihe abre or, bullante porvir.e que eu
espere que os uo va cumpriuneller sustentando
Scolt. E diiei-lhe. como a iillima mensagem d'um
looriliundo, que depois de 2 ioueiul.ro prximo, o
partido Whig, como partido nacional s> existir na
historia, o
Piar este modo aniquilados e alirados a posiro pe-
la victoria do demcratas, os Whiss procuraran)
reformar-te sobre oolra base. L'ns associarrm-se aos
abolicionistas do norle. outros e o maior numero,
haplisando-se com o Ululo exclusivo de partido ame-
ricano, formaram a sociedada ilos Know KolhiDgs,
Ao principio serreta, nao laidno que esla sociedade
des^uvolvesse suas opimSes manifestando una vi-
lenla ntipatlna contra os elementos eslrangeiros da
popul.^io, os Irlaadexeafa Allemaes, cujoi votos
multas seze .lecidiram rio Iriumpho dotdeinocralaa.
Eata auno, os anti; .s WUg lizeram p^r grangear
de novo a popularidade c inlluencia a l..|.(.in.l.. como
candidato o ex-presideula lillniort-, ruja a.lminis-
ca denara honrosas reuordacf.et du recudi e sahe-
doria. tina grande convenrio leve nllimamcnlc
lo, ai cm liallnnore para relcni|ierar o ardor d.,s li-
is e rc.igir wlire os uulros e-lados. Mas estonios con-
vencidos de que puuco retallado darao estes e-r.ir-
cos, e de que o apom dado a0 ex-pre.idenle illmo-
re qaasi quc|faradivid r os vol, eeufraquercr a vo-
lai;ao -egorar
lel/. xito a cu candidato. Muitos Whic. (liana
dos aaaej CBefea dkliacloa, vendo que u parlido'dc-
mncratico, que -u-lcnla Bucliauan, he u nico bas-
tante podero-o para proteger o sul contra a partido
dos republicanos e seu candidato l'rcmoiit, declara-
rain volar em lliahanaii, nio por amor delle, mas
porque em sua opinio era necassano para a salva-
cao da I iii.iii.
Su ha pois em lula ao que nos parece dota serios
candidatose duus'parlidos. Os demcratas que em
1K.i2, adquirirn! por sua aman e lialnl niganisarSo
lio brillante e completa vicloria. Iiaccioiiaram're
depois, por amliirra partiealarea e Moretedo em
con.equen'ia ,ia Branda qoeetto da rseravidae. f)s
aan ai i alas do norte peadem para as doalrlaai abe-
licionialas n free mi, os .Icin.irralaa >l iu|, :ll.
dido- cnlre -us tuiereas,.. .tu, ptiaciuiear,defnde-
isiii eeralmaue a n-irand.io, de eaaearla raag -(u:
sniitjo- adversaiio-. o- Whiat do'ul.
No laeiu detla organisaclo dos dous amigas part-,
dosturgiu mi curso deste auno um tercetro, que -e i
appellida republirauu por cxielleucia, e que esco-'
llieo para cau.fcialo o coronel Frmonl. Ele par- :
tido lan recentemeiile Constituido apoia-se princi- i
plmenle sobre as abo irionislas c frcesoilers telen- i
sores do solo livre (. lie clieio de vinnr, enihusias-!
mo e actividad*. Elle multiplica os meeliuct onde
cheles liabais fallam aossemiiloa e a imaginarao das
inassas populares, appliramio-se ao mesmo lempo a
lisongeiare exaltar esles seulimenlos de liberdade
que sao d'algum modo a alma dos Eslados-Unidos.
Elles procuram recrular por lda parle, em nome
dos principios entre Wliits enlre os deinorralas,
entre a mas conciso, mas eluqueme|: Resistencia a' estanta
da escravido Estis cum nn>co r Honra vos te-
ja fela por que prnsait a obris como um ameii-
cano livr* ( frea bom ) e digno de ae-lo. Serieit
contra nt ? Que detmentido a tan bello Ululo de
homem e cidadu livre a
N'nturalmcme, o partido dos republicanos solfre
vilenla inimi/.a seu Iriumplio mais que huniilliarao, vi ah um
grave parige para seus iuteressrs e sua inlluencia
poltica. Ale uo norte, sua -,n ie pode ser enfraque-
Ma, senilo coinpromelli'la pelo fauali-mu e pelas
Imprudencias dos abolicionistas, traces* que, bem
que ha muilo esttvesse na minoria, gahoii todava
nos opimos annos muilo terreno e forja. Para con-
terva-los tem esla fraccao necettidade de uvir che-
fes habis a prudente-. Os olopistaa e eulliuiiaslas
que, t apauhando o lado extremo da queiiao. ati-
ram-te t violencias de llicorias e inrdui -, podem
prejudicar seriamente a causa que quereni defender.
A' Iti de dezembro ultimo, celebroo-se em INova-
Vork, na vasla sala do Tabernculo, una reunido [A
grand fretiom and Tremonl meeling, j onde os
dous principaes oradores eram o Kev.ll. Ward llee-
cher e o ei-senador John P. Hale, dous extremos
abolicionistas e de grande celebridad*. Ot discursos
foram naturalmente muiapaixonadus. Heproduzdus
inlegralmenle peles jornaes, serviram para a partido
opposlo de texto de violentas recriminarles e lorna-
ram-se mais um motivo de terror e furor para o
sal.
No entanlo, o partido do> republican t proclama
bem, e de boa ffl o ciemos, que n8o se trata de tup-
prirotr a sciavtdao nos Estados da llniSo, em que
ella existe ; mas ha questes secnndariat appensas
da escrayldilo, pelas quaes elle moslra todas as suas
simpathias, e he islo o que ISo caloroso alarma pro-
duz no tul. I.imilar-uos-hcmosa indicar as Iresmais
imporlanies.
A prlmeira he a da aholirAo da escravidito no dis-
Irlclo da Colombia, qne-iiu que, secundo os repu-
blicanos, Inleressa directamente a honra nacional,
porque esle dialriclo he a sede do govemo, e esla
posto sob a inspecrau do congressn.
A seguiida lie a tuicrdicr.io do commercio dos es-
cravos no interior. A publicarAo da Cabana do Pai
Thomaz. (Onde Tum.) poz em relevo o odioo des-
te trafico, cuja ver^onlia recabe sobre a naco In-
leira.
A lerceira, emlim, he a prohibidlo da inlrndocao
da escraviitao cm nm dos territorios perlencenles
L'niSo. H* sabido que um territorio he um Esladu
tm flor, e que oeste periodo de sua existencia cor-
responde i urna enloma e obedece jurisprudencia
do governD federal. Esle plano destruira a escravi-
d,l-> eju >na origem, ao men futuros Estados da I man. O sul perceheu loau lodo
o alranca desla medida, e he esla a raiSo porque ac-
laalmente he neste poni que versa o forle da lula
enlre elle e o norte. Dihi, a guerra civil no Kan-as.
suspensa unicamenle pela interferencia do governo
federal : dalo, as crrenles elctricas da opiuiao, par-
tidas de-te territorio, e que reagiram cum lauta forja
nos diversos Estados para excitar ou modificar as
disposiceai dos cpirilos. He admiravel que os Ires
grandes principios comprehendidos na qneslao geral
da escraviditoa honra nacional, os direilot dos Es-
lados do Norle por om ladoe a inlluencia poltica
que quer conservar o sol, a-im como o pergn do
enorme capilal representado pelos escravos [pala me-
nos cinco nilhues de francos ) o perigo dus inte-
rcisesmaleriaesde cinco milboes de habitantes, mais
ou menos intere-ados na maiiulenrao da escravidito,
tenliam agitado violenlanienlc os espiritos d'um ex-
tremo a outro di l.'niao.
Vejamos agora como deve funecionar e meehanis-
mo da eleijao. Estas minudeucia-, que iwio sao co-
nhecidas, lem soa impoilancia. Segundo a consti-
tuirn, o presidente e a vice-presidenie s3o eleilos
por quairie-iiniiis, au pelo voto directo drepaiz, mas
|>or eleilores especiaes, nomeados no mesmo ilia, em
cada Estadp pelo voto popular, e cojo numero be
determinado pela populado. Cada Estado lem pois
seu colleglo eleitoral, que senil tantos memhrna,
quanlos representantes lem o Estado as duas cma-
ras do cougresso. Desl'arte, leudo .Nova-Yoik, se-
gundo saa popularan, Irinta e lict depulados na c-
mara dos representantes, e dous na do senado, seu
collegio eleilur.il compe-se de Irinta e cinco meiu-
broa, emqoanlo queu pequeo Eslado de Detallara
W|lres, porque so enva um inembro a' cmara dos
represenlai tes, e dous ao senado, como lodos os oo-
Iros.
O numen lolal dos eleilores na primeira eleicao
presidencial de 178! era de CU ; lodos volaran) una-
nimemeoteem Washington. Iloje esle numero lio
de .Mi, as'im composto : l correspondendo ao nu-
mero dos senadores no congre-so ; -Jilt rqnlvaleudo
ao dos representantes. IJena vez nomeados, rcunem-
se os eleilores especiaes e Iransmittem a' sede do
governo central a lisia dos votos indivlduaes para
presidente o vic-presidente. Estes votos s ilepois
be que sao .iberios e apurados ; mas como lie bem
condecida de anin.....a opiuiao doseleilnres, pouros
da* depois de soa eleijito, eabe-se per fritamente
que presidente sera' eleiln e inauguradu no capitolio
de Washington a i de marro seguinle.
Para que na possa jultar por um volver d'olhos o
numero e a fnrea dos votos as duas geraes secres
dos E-ia.lo | nido, o norte com seus Ettados li-
vres, u sul com seus Estados de escravos, e assim
apreciar as oscillac/ies dos duus candidatos serios,
Frcmont e Buchanan. vamos dar um quadro qoe
nos fuiere um jornal de Nova-York (Ihe Journal
of Commeret'^jB que aprsenla claramente a forra
zelaliva dat duas secces.
IGEstados livres. Yutos.
.Mame g
New-llampthire
Yermonl 5
Massaehusells ;|
Bhode-lslaud i
Conneclicutl (
Nova-Y'ork I 3.",
Nova-Jersey
Pensv Ivania
OI110
resultado iurerlo al o iiltimo mnmento. Os dous
partidos e-lao muito exaltados, a be para lenicr que,
no da da eleicao, appareeam collisesj grave, ale
tanguloolenlat. Ja' ot jornaes americanos cilam I rea
00 qualro. que pareccn presagiar oulras. Os repu-
Uicaaes fallam allameide de Iraadei contideraveit,
que o. -eu- adversarios preparam na Pensv Ivania, e
de sua firme resoluc9.orie nppor-te-lhei. A aecu-
aciu he lalve/. infundada ; be esle um treio fre-
quenle de lctica nos Eslados-l. nidos ; mas a reso-
lucAo de opper-se-lbej parece-nos sena e significa-
tiva.
Em resumo, a queslao enlre os dnos partidos po-
de traduzir-se por urna phrase ronci'a : Pugnis
grandes potencias reunidos cm 180:2 nianliveisem e
prorlama-sem a soberana do re da l'russia '.'
Dizem 01 que negain esta soberana : \ respei-
i! to de Neucbalel, a Suissa su cnnhect os acloi por
1 ella areilos contradictoriamente. Todo o mais.
.i qoauto sepa-sou entre as poloncias em ella e seni
0 que se a ouvisse, lulo Ihe ie>peila ; os actos reco-
a nhnridos |iela CotifederaeBa silo : 1, a declaracfio
k do Cangreno de ai de marca de 1815; 2t, o icio
1 de acre-sao da Hiela de 27 de maio de 1813 ; II",
n o acto relativo a admi-sSo do estado de Neuchatel
11 como r ,n'.ni da confedera^il. suissa; i, o aclo
n de -JO de novembro de 1815, relalivu ao reconlie-
11 rim. ni.1 da neutralidade e inviolahilidade da Sais-
di esrravido t a Eis o que sera' propusto e decidi-
do a t de novembro prximo ;e quandu pensamos
neste espirito enersico de liberdade, baseudo sobre
principios, que anima as massas populares do norle
e oeste, quaudo observarnos o poder das ule; de bu-
manidade e civillsieae, que progiedem semprt, em-
bora as resistencias, somos levados a crer, que Fri-
monl lem at melhoret probahili -ades de victoria.
Se entretanto falhassem Dotsai previ-de-, e ne-
nhum dos dous caiulidatos bouvesie a neressaril
materia, blo procedera da diviso operada peles par-
tidario* do ex-pretidenle Iillmore, c ne-le caso a
esculla itcahiria as inaos da cmara dos represen-
lanles.
Per lodosos modos, o resultado da cleir;,1o nao po-
de ser conbecidn potilivimenle nos E-lados-Unidos,
seiiao de 8 a 10 de novembro, e na Europa quinze
di.is depuis. Iloje quizemos olferecer smente a nos-
sos leilores urna exposirao imparcial e indepen :en-
le du idat c da forra dos dous parlidus, apauhadas
principalmenle em funles americanas; e, dentro em
pouros das, examinaremos (o que os esparo Rao no
I permilUo fazer) quaes sto para a poltica Interna
dos 1-Ma-ioa-l nioos e para a Europa, as consequen-
cias provaveis da eleicao, teja qual for o candidato
victorioso, Frcmont ou Buchanan.
Preut. I
r^.Sf!iaf 'ePiT^et*-'!.C!*_l0-W'-1 E?'" "'"t?" ": "" 'e actos ata dizem sequer urna pala-
11 vra dos prelendidns dircilos do re da Pru-sia.
Itasla u que precede para refutar esla argumen-
lacu que desarrazoadameule nao faz meii(o das
e-lipiilai.i.e- do aclo lir.al do Cougresso de Y'ienna,
nem do tratado de l'aris de Jl) de novembro de
1815; entretanto esle aclo e este tratado so o ver-
dadairo ponto de parlida da di-cu-ao e o funda-
mento dos direilos respectivos da Suissa e do rei da
l'russia. O- que assim argumentan) inverlem os
papis, ao que nos parece; esquecem ler sido o rei
da l'i iis-1.1 que se despojou, na medula qut Ihe con-
vinha. Esla medula he determinada pela estipula-
ran que Ihe conserva a poeattifu de Ncurlialel com
plena soberana e propriedade, c he evidenle que
esta etlipalaCBe nilo poda ser alterada pelos acto
interiores da Confedeiacio. Quanlo tingularida-
de detla conibiuacao, fomos os primeiros a reconba-
ce lu e sinceramente almejamot a cnnferc 1 de urna
mediar.
Aquellos ,i quem nus|r*ferimos, fcilmente se des-
emharacam do prnlocollo fcilo em Londres, em no-
mo da Franca, d'Aoslria, da Inglalerra, da Kussia
* da Pruista. He. dizem, um rio de complacen-
cia que urna vita obstinarilo da Pruasia arrancn
o InatteucSo daa potencias, a Declaiamos que
nada lemos a responder a tal commentarin. Pelo que
reapeit siibmis-;lo da Suissa durante Irinta e
qualro anima, ao svstima eslabelecido pelo cungres-
so de Vienna, eis-aqui .1 explicaran que se Ihe da :
11 Fechavam-se os olhos na Confederacan, porque
muitos oulros canlei tambem commrlliam gra.
n ves violadles de principios, bem que nao se I1011-
vessem collocado sob a autondade de um prinri-
pe eslrauscirn. lie um argomento que dos pa-
rece intil coinbaler.
Cremos, pois, qae o rei da l'russia lem um direilo
real de soberana sobre o principado de Neuchalel.
direilo inconleslavel e que se nao deve contestar,
por amor .1 paz. l'nrcm, a par desle direilo collo-
cou-se um fado grave que dura ha 8 annos, e que
na- seria raznavel deixar de examinar.
.m 1818. creou-se urna nova ordem de consas II-
legal, irregular desde sua origem c que anda nao o
deixou de ser. Enlreanlo, sob a prolecc,ao desle
facto, crearam-" novo inleresscs, adquiriram-se
novos habito-. Ileve-se romper hrulalmenle eom
esles ha lu 1 os e desprezar esles inleresses'.' Nao o pen-
samos e nunca houveinos tal idea. Sentimos a ne-
eeasidade de una lrans.icc.io enlre o direito.de to-
beranla reclamado pelo rei'da Prussia e o fado qoe
ja produzio suas consequencias. lie para ullnnar es-
la Iransarc.io que se faz desejavel a intervenga oa
mediacao das potencias adiadas da Prussia e da
Sui-sa. E reilisar-se-ha a mediasao'.' Evidente-
mente pao, se pretcnc'era Suissa a abolicao dos li-
lulos do rei e o imperio de seo direilo pelo fado ;
provavelmenle sim, seo governo suissu reconheces-
st a legilimidade dos ttulos do rei da Prassia a
necessidade de nina conciliacao.
Cremos que o pensamenlo conciliador nao he es-
lianlm aoa conselbus do rei, mas tememos que elle
nao lenba penetrado SDflicienlcmenle uo governo de
berne. Este governo acaba de recusar a liberdade
aos pri-ioneiro. de Neuchalel ; he ludo o que elle
poderla fazer se houvesse lodos os direilos em seo
favor e nenhum a-sislisse ao rei da Prussia; ou i-ln
importa um cartel de desafio alirado ao rei da Proa-
lia, fjoe seria se o rei o apanha-se e Ihe respon-
diste por urna nrcupac.io militar 'f Succederia o que
mais tememos para a Europa, violentas perturba-
res e talve a guerra. Temos fe que se evilar.lo
laes extremos ; e pira islo pensamos que se deveria
reconbecer lealmenlc os direilos recprocos e esta-
blecer entre elles urna transac^an qoe, como ere-
mos, nao be centran.1 as ideas do calimete de
Berln.
Indiana
Illinois
Michigan
YY'iscunsin
Jewa
California
Tolal
15 Eslado de escravos.
Ilelaware
.Maryland
Carolina do Sul
carulina do Norte
lieorgia
Florida
Alabama
Mississipi
l-uiziana
Virginia
Tennessee
Kenlucky
Missouri'
Arkansas
Texas
Y'olos.
27
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1-2
!)
1
i
Tola I I-JO
Reunidos os volos das duas secres, resulta um lo-
lal de aXi, Cuja melada e mais he l'J, maiona
necessaria para ter eleito presidente.
Agora, raciocinemos sobre eslas cifras, para pre-
ver a eseolha provavel. Oua-i todos os Estados do
sol volaran em M. de Buchanan, que fez cumpro-
missos pblicos em favor de sua causa. Exceptu us
Esladui de.MarvIand e Delavvaie, que inanifeslaraiii
viva svmpatnia por M. Fillmorc, e represeiitam II
votos. Ha pois I ful volos quasi cerlos para ftf. Bu-
chinan. Besla adiar 50 volos us oulros Estados du
norte c du oe-le. Segundo loda probabilidad*, diz o
luiirnal du Commerre. cojo espirito he feralmen-
te judirioao, tres Estados, Pensylvania," Illinois e
California, koiwao cm sen favor, o que faz uma
addic.So de lavlos, e por coateguintt l."i|, pouco
mais da estricta maiona. Mas, so um desles Ires Es-
lados Taltar, n.lo ha mais maioria c caliimos na aa-
vida. Secundo as ultimas noticias, tres ou qualro
E-lados sau considerados como d'um voto duviduto,
o que deiva campo livre s conjecluras. Portal,
que mais grave he. he o que se pasM no lllinoit, e
piincipalinenle na l'en-vIvania. Os dous parlidus
siliaram realmeule esles dous E-lado-, dea qaala um
reprsenla II volos u o ouiroJ. Os mais habis che-
fea, os mais eloquenles oradores de ambos os parti-
dos para ah furam expedidos, afirn de orcanisar
merlina*, presidir convenees iinmeom e esplen-
didas, c obrar labre as massas populares, quer pelo
ardor de enthasiasmo e d.icloquencia, quer pila for-
r^ da dialctica e dea argumenlo.-. A Orafl'o iidwi-
liles dos ou ores rlas-ics alu renota-se cm glande
Bseali, e co n (al fecundidade e habilidad! deque -o
se pode fozi r idea, sendo ouvinle. A Pensvlvania
(em vinle e sete vnlos ; he um numero Imporlanle
por si so. 1 orcm a conquista desle Eslado feria um
ellcilo rnon I muito mais imporlanle, porque decidi-
ra da eleir lo. Osdoas parlidos senlcn brm que all
he o Tenia eiro campe de balalha ; he por is'o que
riles einpci harn lodos os raeioa de persua-ao c (acu-
la liara conquisla-lo. De o Eslado de Buchanan e
11a cidadel a. Sera' o E-lado preponderante neta
lula, e ae < declarar por Frentn!, como as-ecuram
seus partid
pouco em
irlos, a victoria sera' certa. Houve ha
illshurg, a cidade industrial por excel-
lencia da I m) Ivania, a Birniingbam dos Ealadof-
I nidos, ui a ininiensa conveucao m favor de l-'re-
n 1 ni. ern ue se maineslou um vivo einhusiasmo
que devari
Qawnla
imite, -er.'1
Estarlos d
ros uniros
la suuima.
Um 35
deri-lV
le. e-pera
11* Ibes Pal-
Tildo fl
1 deixar proluudas impressca.
suas viclorias nos nutrus Eslados do
quasi cenas. A Nova Inglalerra seis
r-lhe-hasein desliar II Voto*, S,1u se"u-
'tados, cujos votos reunidos exeedem es-
O poderosa citada de Neva-Vork, qai
h, alada mo >e pronunclou de um modo
If m que os n-pulili,......s ......:,. ,;_
-. Seiia urna ma<-uilHj conipeUstiDo,
pae a Pensvlvania.
previr que a Iota ara1 incrnirada, o
O artigo que publicamos anteriormente sobre o
negocio de Neuchalel, fra apenas um suminario pa-
ra dar a conhecer aos nussos leilures o esla-
do da i|iii-i,u e os argunienlos pmduzidos de um la-
do pelu rei da Presan para justificar a reivindica-
ban de seus direilos de soberana e do outro pelo
govemo federal da Suissa para jusrar sua recusa.
Eilrelanlo,|hcm que nos absiivesseino>|de ennuii-
ciar DOMO juizu pessoal, liinilando-uos a assignalar
a importancia da queslao que, como di-seramos, po-
derla causar 11111 roofliclott a Europa nao lalervles-
te, lodavia o no-io artigo provucou criticas divers;
e pur ullimo -ataques mesclados d'injurias. Assim,
esquecenda as injurias, queremos vallar aos pontos
que deram lugar a esles ataques.
ilaviamosjdilo que embora sens incoiiTrnienles, a
combinaran adoptada pelo Cangrena de Vienna re-
gera fcilmente o canlOude Neufcbalel aleo auno de
I818. Alguns realista; du ranlAo conle-lan este fado.
A' dar-Ibes crdito,n principado de Neufcbatcl nunca
accedeu eiiiccramonte a confederacan helvtica nunca
se resigiioua esla psito ; em 18:11, es realistas esta-
vam em gutTra com os republicanos, biliam-nos em
muilo- lugares e faziam-lbes um grande numero de
prisioneiros ; em 18.12, o curpo legislativo volava em
gran le maioria (61 contri 15) n'uma pelirao ao rei
da Prussia requerendu-llie a separaran do principa-
do o re-ialie eciineiilo de sua independencia Jim
1833, Neurhilcl recusava enviar seus diputados a
Dieta, ea Diea fazia occopar o canlae por uma di-
viso do exerettu federal, sob o coinmande do coro-
nel Dufour.
Esles faclcs solados, perdidos em um periodo de
Irinta e qualro anima, nao dcslroem nussa .i--an ao.
Pude dar-se qoe a annexarao de Neuchalel a Suissa
lenba descontentado o partido realista e que esle
parlido lenba manifestado por vezes o seu descon-
lenlainenlo por suas delibcrares e por seus volos ;
mas subsisle o fado geral e mis o suslculamo-. A
ordem de coosas ealabelecida em Vienna em 1815
dirigi o cantao de Neuchalel, e quandu os realistas
do 1 anin elevaram-se cuutra a regra posta pelu
Cungresso, nem us susteulou o rei da l'rus-ia nem
inioiiii o: in(eressou-se na Europa por suas rerlama-
es. Eiigauatam-te miau os realista como boje o
goverou federal da Sui-sa, poique dcsconhrciam o
direilo estatuido em 1815, cumo o dcsconbece o |go-
verno federal as circum-taucias acluaes.
Segundo o direilo de 1815, o rei da Prussia he o
soberano do principada de Neuci-alel, que entretan-
to faz parle da Confederaban Suissa com o mesmo
Ululo que as pequeas repblicas de Berne e Gine-
bra, Zurich e Bteiea, Lceme c l-'nhourg, Schaf-
fhouse|e tri. Nega-se esle direilo e exprnhram-nos
com lano azedume quanla violencia baver recordl-
dn as (ilulos sobre que elle repousa. quaniu recor-
ilamos igualmente as considerarnos que servem para
combalc-lo. Aiuda mais. apaiihim-noi proposires
i-oladas e aecusaro-nos de ter defensores exagerados
do re da Prussia e. do haver fingido ignorar o ver-
dadeiro espirito dus Iraltdns de 1SI5.
Esla impuiacao admira-nos c exige ama rcsposla;
no podemus supporlar que a esle ponlu se desna-
ture nossas Ideal e nossa Itnguagem.
Enlre os lilulos sobre que te funda o rei da l'rus-
sia. ha alguns anligos, oulros ha nnvns.
F;m novembro de 17U8, pouco anles da mmlc da
duqueza de Nemours, ultima princeza da casa de
l.ongocville, tuigiram numerosos prctendenles a
surcessao desla casa para o condado de Neuchalel.
Os Estado- rio condado pronunciaram-sc em favor
do re ra Pru-sia e deram-lhe a inveslidura, pelo
que a Franca, ao lampo da Paz d'Ulreeht, o reco-
uhcceu cuniu legitimo soberano desle pequeo
paiz.
l-.m 1806 a 15 de fevereiro', o rei da Prussia ce-
den a l-rauca o principado de Neuchalel que foi
Iransferido ao manchal Berlbier por um decreto de
.'10 de marco du mesmo auno. Oito annos depois, as-
-1111,111 !n de novo o rei da Pru-sia n seu antign prin-
cipado, conceda ao mtrechal Berlbier. principe de
^Yagram, a Ululo de iuilemni-ac^au, urna pen-n vi-
talicia de 3:1,Otm fr., coja raelade era reversivcl
princeza de YVagram, da casa real de Batiera.
F^m 1815, oCongresso de Y'ienna, encarregado de
regular as convences que deviam completar as posices do [irimeiro Iralado de Paris e principal-
mente as disposires relativas ao govemo da Suissa,
preparara sob o nome de transacc,o oro projecto de
conveucao, pelo qual se pedia a aaceteae da Hiela
helvtica. Sea Dieta accordas-c ao projecto, o Cou-
gresso comprometlia-se i rrconhecer a neutralidad*
perpelua da Suissa e p-la rob a garaulia de todas as
potencia-. O arl. 2 da lransac;ao, datada de -JO de
marco de 1815, reza assim : cr O Y'alais, o lerrilo-
11 rio de tieuebra e o principado de Neucbalel sao
11 reunidos I Suissa e formarao tres novos cantiles.
' ^7 de man, 1 u.,-ia Suissa, reunida em Zurich e
representando os dezenuve caules. unicus cntao
confederados, aceilou a Iransareflo de JO ile marco
prometiendo religiosa li le ida de na observancia dt
suas estipalace-, A Dieta exprime uo arle de acei-
lacao: a a gratulan eterna da nac,lo tuitta para
com ai altas potencias,que Ihe coiicediin muito fa-
1 voravelmeule antigs e importantes fronieiras ;
a rruuem Ires novos canles a sua allianra c prn-
inellem garantir-ua perpetua neutralidade. A
Dieta termina sua declararan ir exprimindn o vol
rr para que se queira'continuar as disposicues da de-
el.iraca.1 de -JO de marco e completar a execucao
das obrigaaes que alii sao e-labelecida-. 11
lie nulavel 1 declararao da Dieta ; ella ctlatue es-
tes tres pontos:que a Saina nao liaba por si pro-
pria uciih'.im dircito, nenhuma pretendan aos lerri-
lorios que deviam formar us Ires novos cantes ;
que recoiiheria a suprema aiiloridade do cougresso;
que a declararao de JO de marro era s um preli-
minar que precisava ser completado e cujo com-
plemento se esperava em /.urich.
Acha-se e*le complcmeuln no aclo final do con-
gresso ou Iralado geral assignado em Y'ienna 1 '.! di
jouba de 181."). poucos das depois do co de aecos-
sao da Suissa. Esle acto, sammario fiel dos trahalhos
do congres60, he uma codificac.to du novo direilo pu
blico da Europa ; ah csiao ludas as deriiea rio con-
gressn c tal he a razao porque ah se ve a declararan
relativa a reunan dos Ires novos conloes Y'alais, tie-
nrbra e ?tcocliilel a Suissa. Eucnntra-se tambem
neste icio urna imprtame declararlo sobie a inte-
gridad* dos dezenove cantes laes quaes exista man-
tea de 1815 e oulra qoe ronfirma a de 0 le marro,
acceita pela Dieta federal a 27 de maio.
Mas a par dislo I-se ah igualmente a longa no-
iiicnrlatura dos paizes que durante a guerra reivin-
dico o rei da Prussia, com a clau-ula que o rei
da Prussia os potsuir de novo como uuli'ora com
plena soliera ni;, c propriedade.
O principado de Neuchalel esta enmprchendido
natll iisla. Como foi restituido o principad j de Neu-
chatel *o rei da l'russia ? Cerlo que em virludc de
seu direilo rcconhccido no Iralado d'lTrerhi. En-
lreanlo di-|iertarnm-se antigs prelenci.es e enlre
e-las DgariTI de urna casa france/a -ualenlada pela
real de Bourbon. Susriiou-se urna discus-ao peran-
le a commissao sui-sa do -:ongresso, e os direilos do
rei da Piussia furam defendidos pelos enviado dos
anligos canles, dltlingnindo-te pelo arder de tea
zelo em favor do rei da Prus M. de Zerledir.
au eslava ludo acabado ptra a Sui-sa ; ella espe-
rava tempre o acto quedevia reconbecer "garantir
sua perpelua nealralnlad*. Esto aclo consiste em
urna declararan assignada em Paris a JO de novem-
bro de 1815, da em que foi assignado u Iralado que
Unponlll a Franra lo dolorosos sacrificio-.
A- polencil o icronheceran aulhenliiHinenle a
naalralidade e iuviolabilidid* da Saina, assim co-
mo sua independencia de inda Infloencia ettri-
nh 1. que estao nos verdadeirns ntireues de luda a
Europa, n
.Mas de que Suis-o se Iralava .' A decl irarao de
JO de novembro o diz pelo modo mais calhcgrico ;
Ir.la-se do territorio -ui-sn im seua naval limites,
loes quaes foram Rudos lana pelo adndo cougresso
de \ tenna. como pelo tratado de l'aris ass gnado 110
mesmo dia.
Ora o Iralado de l'aris confirma e miBlam o aclo
fioal do congres-o que allribue ao re da Prn'sia a
loberania de Neuchalel, mo obstante a reiuuao des-
le principado a ounfe,|eiac.au helvelica. Eis alu cn-
mo o direilo daSuis-a ao cantao de Neiirha.cl, he in-
aeparavol das estlpalatoot do acln final do enngres-
0 de Vienna, que proclama a soberana do rei da
Prussia.
O acto linal den lugar a mnilos protestos ; pro-
leslou o Papa, protc-lon a Despalilla, piotostaram os
principes da Allenianlia ; e n3n prolesluu a Suissa.
l-iiige de proleslar contra os icios do rnngres-o, a
Sui-sa Ble polia detiai de felicilar-e, porque dvia
ao congies-nseu.....vos direilos, rom a condica.. de
rnpellir os du rei da Pru-.ia. Durante tr'inlaV
qualiu anima suliai.lun, eunrurreulemeiile qaasi
pacificamente os direilot do rei e na da SalMa ; qae
1,11 I..... Pa,u admmi que os plenipotenciarios da; .",

S. de Say
P. S. Ja eslava no preln este arligo, quando
recebemos ama caria datada de Ti de oulubro, em
nome dos republicanos de Lele, pequea cidade do
cantao de Neuchalel. Exprobram nos os que a assig-
narain havermos dito :
n |.a i)ae B| republicanos constitacionaes consli-
lueni a minora no canlo de Neuchalel :
Oue a repblica foi estahelecula *m 1818
por Yaiidenses que invadiram o cantao de Neu-
chalel :
-I.- yae a inmrrai(lo realista de selimhro foi
reprimida pelos commissarius federaes ajudadas de
tropas federaes.
i.- Que os realistas que sahiram do castello det-
armados, foram perseguidos e assassinadoi pelot rc-
pulilicaiii.-..
Eis-aqui a nosa tetposla ; sera' breve e peremp-
Disscmos sobre o primeiro ponto: As olas
prussianas allirmam que a populacho de Neuchalel
nunca se per -xprimir livreinenle, tendo oppressa
por orna popularan estrangeira, viuda quer dos cao*
I loes circumvizinhos, quer de paizes istraogeiros.
Lilas oslabelecem que n'oma pnpulacao lolal de me-
nos de 71,000 almas, eoulam-se Jli.OOO istrangeiros.
Nao exprimimos portanto nossa optniao ; referimos
tmenle a que se allribue ao gabinete de Berlin.
Accrcscentinmns que as noticias estalisticas sobre a
popnlacao da Suusa, publicadas em Bernerpelo cou-
-elbeiro 1-rancini, juslilicam a npi "
ineu palrieio, guardo esse onimalzinlio para mas,
ipte nao forem uio direilas poraua etilao cad,
um prorurar as voltasevitaros boles doseuina
lercssanlo cadellinho...
lirasileiro depois que he roubado, lie que fe-
cha a porta : este dilado, ou ane\im, quo vem a
ser o mesmo, pode ser applirado sem prjllizo de
parles, e nem usurpar;o do direilo du propriedade,
aos respeitabilissimos guardas fiscaes da Boa-N isla,
os quaes s depois que viram os inconvenientes,
que cansatn as aguas [aluviaes na l'onte Vellia, fo-
ram que so dignaratn mandar desobstruir : lase
liajani.... I
Ora, senhores, que embirranrja he esla, de
quererem por forro, que cerlo esmoler ande soffren-
do apupadas do moleques ? Queris licneficiar esse
rulado,dai-lhe uma diaria ; mas noqueirais.quo
lodos osdiasveja-sesse pobre esmolarna necessidade
segundo he correnle, de apandar podras,pan repel-
lar os insultos da plobe ; he por amar de tossa
confraria, de todos mis, quo develaos respeilar, pe-
lo menos, as exterioridades religiosas, que pedimos
providencias a tal respailo.
Senhores da C* dos A o do P* *
um 1 Muito cuidado com esse maldito rorin-
gaque as vezes vos escaple das raaos, c zas'..-
secretaria da polica me fecit ; para comnos-
co estis descoberlos, porque algucm, que nao co
nheremos, mas que gastamos, vos esla na pist !
Vimos um meninde 3 annos, se tanto, fu-
mando um longo charut.com uma graca tal que a
mai cliegoit a chamar a comadre do becco, para ver
uduzinlto fumar um charuto de homem sem
tomilar Quem a vomitasso, para saber dar mais
edurarao a esse bichinho.
Cerlo dono de sitio, faz um negocio,
que perde cento por cenlo, islo he, vende duas
laranjas limonadas por 40 rs. cada uma,
compra as selectas a 20 rs. rada uma, e vende-as
a 40 rs.... perde, (disse elle,) cenlo por cenlo
Consta-nos, quo para as Cinco Tontas,
Santo Amaro e oulros lugares mais retirados, as
rondas ou nao sao eonhecidas, oh se dnmoram mi-
nutos, emquanto conste, que por all esliveram.
Andam noilecotuo urubs, uma porfo
de negras pelas tabernas e pracas antes das 9 ho-
ras, jogando palavradas e excitando a quem passa :
o que dantcs faziam tarde agora antecipam-se.
Dizem-nos que l para um becco muito
limpo, do hairro do Becife, onde nao se pdean:
dar nem a dous de "fundo, mas como formigas.
jorjam-sejogos prohibidos; parece-nos que o nou
mero da casa he....
Nosronlaram (mas he pela...) que dous ar-
lislas pozeram de sociedade uma casa de tabolagem
em ponto muito pcchitilinho, mas que se perde
um dinheiro pechitilio, pois nao ha eseolha nosjo-
gadores, he quem cahe com o ferro como di-
zem elles : damos oito dias para a dissolucao de
semelhanto casa de perdicao, depois nao se quei-
xem.
Consta-nos, que saliendo a mai dessas me-
ninas, quejitlgava-as perdidas, onde ellas estavam,
fora-as conduzir para sua casa, e que uma dellas
sentir amargamente sahir de onde eslava, pois era
cvcellontemenle Hatada.
Em a noiie do 13 do correnle junio ao enge-
genho Uhaquinha, e prximo ao'engenho Coelhas,
de Chico Carador,foi pelo delegado de Serinhaem,
capilo FranciscoAnioniodeCarvalho.appreliendida
mais urna africana boc.al das do celaberrimo palha-
bote. Ja est essa africana recolhida ao arsenal
de marinha por ordem do Sr. l)r. chefe de polica.
Hospital de candado ti de dezembro 67
doenies.
15 -idem.
16idem.
17 lifj.
Al amanhaa.
REPARTIR AO DA POLICA
Secretaria da polica de l'ernambuco 18 de de-
zembro de 1836.
Illm. e Exm. Sr,l.evo .10 cnnhecimenlo de V.
Etc. que das diOerentts parlicipaces hoje recebidas
nesla repartirlo, consta que se derara asteguintes
oceurrencitt :
Panal pretoi: pela suhdeligarin da freguezia do
Kecife, o porloguez .Manoel Antonio Monleiro, por
liriga, e Antonio Joaquim lzidro, por desobedien-
cia.
E pela subdelegada da rregueztf da Boa-Vista,
Candido Ferreira l.ima, paraaveriguacOet em erime
de furto.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe dcpolicia.Dr. l'olicarpo Lope
de I Ao.
A therapeutica a mesma untrando s mais dous
graos de trtaro na mesma dose de infnsao.
O resultado foi tambem plenamente favoravel
em poucos dias.
0 conhecimento de alguns faelos, se bem que
raros, que se achamdescriptos, de pneumonas sem
febro, nem tosse, nemexpectoracao: a manifestado
da rala irepitanle representada pela sensarjao de bo-
litas mui pequeas, iguaes, numerosas, fras, sectas,
e perceptiveis somonte no lempo da respirado, islo he,
da rala crepitante revestida daquelles caracteres, que
segundo Bartlt e Roger a lornain quasi que carac-
lerisiica da pneumona, e que Grisolle nao receta
na sua Monographia sobre a pneumoaia chama-la
palhognomica desla enfermidade : e finalmente a
marcha que a molestia seguio com o tralamenio por
nos empregado, que he boje geralmente considerado
rumo o inaisproveitoso)nolratmenlodainl1ammar;o
do psrenchyme pulmonar: nos aulorisam a ler
confianza nos diagnsticos que fizamos noa dous
doenles objeclos deslas observajes.
Recife lli de dezembro de 1850.
./ rifa da Silva llamos.
gflmSyottfrettifae
Srs. redactores.O bacharel Manoel Nicolao
Rogueira Pinto deSouza assenlou que devia por-me
do mentiroso a envergonhar-me, fazendo publicar
no Diario de t2 do presente mez, as suas cartas
dirigidas aos meus amigos Sr. ligarla Demetrio .Ta-
cme de Araujo ePedro Alexandrino Oriis Carilar-
go, e as respostas desles Srs., mas certamente nao
o conseguio, porque das mesmas resposlasse ve que
nada ha em meu desabono que possa servir a sua
tn iutencao, e como o dito bacharel provocou-me,
nao posso deixar da fazer palente o que se passou
relativamente ao assumplo das suas cariase
Alguns dias depois do fallecimemo de meu cu-
tihado o Sr. Antonio Germano Regueira Pinto de
Sonza, pai do bacharel Manoel Nicolao, veio a mi-
nha casa uma pessoa e om conversa me disse, que
o dito meu cunhado linha vendido o engenho Ro-
sario minha lia a Sra. 1). Rita Maria do Sacra-
mento Regueira, e que esta imraedtatamenle lizera
doario do mesmo engenho aos filhos do dito meu
cunhado, e era muilo natural, queeuna quali-
dade de credor do mesmo procurasse saber se seme-
Ihanie noticia era exacta, e entao muito cm parti-
c-jlar dirigi-me a quem eslav no caso de informar-
me se tal negocio se havia ounao re*lisado,e mui-
to estimei saber que ludo era falso, e nao fallei
mais nisto.
Eis como se passou o facto, c nao o andei pro-
palando, nem corapromelli nelle a pessoa alguma,
porque para o fazor seria roysler que eu fosse lao
alivoso,;leviano e fallo de considerces, como aca-
ba de ser para comigo o bacharel Manoel Nicolao
Regueira Pinto dj Souza.
Recife 15 de dezembro de 1856.
Manoel Francisco Duarte.
*pitbUcttcao a pe&i&o.
2r|lasvidro ; a A. Robert.
1X1 barril 1 Jijo meios di los manleig, 30 xas
queijos ; a..s conaimialarios.
2 canas quinqailharia ; a G. A. Bourgoit.
J dita chalet de crep ; a Sanios A Kolim.
1 dila pinooi, Gditiis faieudas de algodau. dilat
mas di la, :i ditas dilas de la e aleodiVi. I i du.,. d-
lat de la, algo lau e seda mudas, chapeos, roupas ele
-> embiulho, amostras ; a J. Keller & C.
Sm^S*'d,u '"enda*de a|s"lao a s-
I Caix, 111., 11 o ,- a Piedltr.
ti.IB a*.' r"""u",d.e|i"hoe.l!iodao, (dilas dilas
ha. I. eh' .' d'"" br"".a.dot, marroqU)..s,
boi.el,, chpeos, v.drc, e|C. Sauvage 6 C
H. ISfl1."'*!*?.'*?. br'"qa"los. trastes, chapaos
Segando eslas noticias
mao do gabinete.
popular 10 tulal do fanl.io
dc>iucliatel elevava-si n poca do illimo armla-
mento a 70,783 almas. Deslas, 14,335 pertencem
ao "nl1; 31.131 tao dos canlOes eslrangeiros ;
1,.'NO de oulrus paizes.
Dittemo* lobre o segundo ponto : Em 1818
um irorjn de radicaos sahido do cantao de Vaud in-
vadi Mcuchalel, deslruio o governo e ronipeu vio-
len lame uto oslaco que uniain o principado de Neu-
chalel a Prussia.E a reproduao lexlaal de algu-
mis linhas de um arligo publicado cm Londres pe-
lo Tfmet a' j de junho de !&:>. O arligo do Times
mi reproducido a 7 do mesmo mez e anno pelo
Journal des Debis. As assercOes do ZYatfl mo
foram conlrad.lat.
lerceiro ponto. NJo li/.emos senao repruduzir o
que antes de mis ditseram vinle jornaes e o que ba-
tamos 11 ni em jornaes suissos. A turrarn dos jor-
naes he confirmada por nm document qoe sera'
produzido no processo instaurado pelas lutoridades
lederaes contra os prisioneiros realistas. Segando
este documento, a :l di selembro. dia da in-mr, i.a...
um corpo de tropas federaes atravessava o canlfl de
-Neucli.iiel em direcrao ao campo de Yverdnn ; esle
corpo foi deudo e dirigido s dei horas da maiiha,
contra os insurgidos.
No mesmo du, as onzi horis da noite, o cnnselho
de guerra dos insurgidos que oecupavam o princi-
pado de Neuchatel, reunio-se para oceupar-te de
uma caria escripia por duus commissarios federaes
para prevenir a eflusAu de tangue. Pediam os com-
mtssarios a ir soltura mime.lala dus membros do go-
vern) presoa pelus insurgidos, e 1 immediata eva-
cuarao da prara ; uo caso de recu-a ir amcaravam
os insurgidos coin a enrgica ii.iervenrau das "forcas
lederaes que estavam em marcha a ; seguiu-ie una
iiegnciacito e atsenlio-se nat condices de capilu-
larao. k '
Conforme ellas, o castillo foi evacuado na segun-
da-feira, 1 de selembro, as (i horas da manha.i ; o
soldados realistas sahiram por piloles e tira ar-
mas...
(Juarlo ponto. Rao dissimos qoe os npublicarfos
assassinaram os leali-las ; mas sirr. ; Os republi-
canos perseguiram os realistas, malaram alguns e a-
|irisibnaram oulros.Esli fado, narrado pelos jor-
naes de todas as parles, nao foi contestado, nem po-
da te lo. '
Us realistas liveram alguns morios e osp.isionei-
ros que sa Ibes fez anda eslilo as mos da ius-
tit;a.
O doeumeiiln de que fallamos ha pouco allribue
a uma desinlelligcncia o ataque dus republicanos,
entre os quaes alguns havia que ignoravam a capi-
tularlo.
Iliz-se ale r)aa es autores da capiluli^Jo n.lo e\-
pnmiram sullicienlemetile saas re-ervas.
I'inli.unos,portanto,direilo di/.er o que dissemos a
nosexprimimoa com urna moderac.io.a qae por lim se
nos tara' ju-lirj. persi-limos em crer que a que-lao
de Neuchatel tera' resulvi.la pacincamenl, se de
ambos os lados houver madareu para resistir aos
eveessos e rrcbalamentos de parlido, a que he sem-
pre Ue fcil deixarmo-nos arrastrar.
S. de Sacv.
(/oiirtu des Debis.)
(Sommntihttbc.
OBSERVACOES MEDICAS.
A puhlicajao dos factos clynicos importantes,
que qualquer medico observa he de .tao relevante
utilidade para a humanidade enferma, o para os
progressos da sciencia, que em toda a parle os pra-
ticos se do pressa em os levar ao conhecimento de
seus collegas, prestando-se desta arto mutuo au-
xilio.
Eis o quo nos leva a dar hoja publicidade a 2
[actos por mis observados, e que por sua raridade
julgamos dignos de especial menc.o.
F. crioula de 23 annos de idade, moradora nes-
la cidaJe, de temperamento sanguneo, const'uui-
ftto forle, sompre sadia, solteira, oceupada em ser-
vico interno de casa, foi no dia 1 do correnle ae-
commettida do uma dor na parto media e posterior
do pcilo.
Observa mo-la no dia 2.
Nada encontramos digno de nota no qae respeita
So habito externo.
A circulacao e o calor da pella em ludo nor-
maes-
0 eslado das visceras abdominaes physiolo-
gico.
A respirarlo curta, frequente, c um pouco an-
dada. Pela percussao conhecemos umsom menos
peos
Burle
PAGINA AVULSA
& ... ffilii
Comoj aiinunriamos, lie amanhaa o sarao
offerecido no sitio doCajueiro pelos senhores olli-
ciaes da guarda nacional de reserva, ao Exm. ba-
rio, commandanle superior. Allirmam-nos, que
briliKiiues sao os preprateos. A decoraro da
casa c lodo o arranjo de mesa, urbana, ele, est
afferto ao Sr. Lucio, que, dizem-nos, ter sempre
desempenhadn com gosio e lidelidade cssas com-
missoes.
Dizem-nos que cm alguns arottgues as
Cinco Ponas, ajunla-se uma calila dessa gente nro-
priamenie fezes da sociedade, que aglomera-
da s perlas, praticam actos de obscenidades as
mulheres pobres a escravas, que vio comprar, e o
que mais admira lie ver como os donos, ou geren-
tes dessesestabeleciinentos riem-se... e que se es-
cangalham .' 1
5 Sr. Gerundio, prenda esse cadello cinno-
conte, masque tem tamanbas Brazas, que pega,
que ferra, que fere. que pucha, e que pode malar
utn pobre e tambem 11 m rico : vossemecsjla'.qiie
sen preludio de gui j foi ferido por esse cadelli-
parifico,) que parifico, avanca, alara, ac-
nho
rommttte, irremelu> obre quem pa, e assim,
Joaquim Olinto Bastos.
Jos Teixeira Laitc.
diro no pomo florido, que se eslendia em nmaflos Francisco Brandao.
rea de qualro polegadas. A anscultrjo revelou-
nos a existencia de uma rala crepitante bem. carac-
terstica.
Nada de tosse, nemdeexpertorarjo,
As secretor normaesFunec,6es de relacao em
bom estado.
Diagnosticamos uma pleiso-pneumonia no pri-
meiro periodo.
Receitamos, para tomar na dose de uma colher
de sopa de hora em hora, qualro graos de tortoro
cstibiado em seis on?as de infuso de llores de li-
ba adobadas rom uma onr;a de charope de diaco-
dio : o um vesicatorio sobre o ponto affeclado.
Dieta de caldos de galinha.
Dia 3.O caustico visicou.a dor desappareceu,
a anciedade de respiraco nos pareceu menor: ludo
o mais no mesmo estado.
Houve completa tolerancia para o tortoro esti-
biado.
A mesma therapeutica.
Dia d.A anciedade he menor : porem anda
petcebemosa rala nepilanle. ilouvrj alguma trans-
pira?5o geral.
Mandamos conlintiar com os mesmos meios.
Dia 5.A respiraco faz-se quasi sem ancieda-
de, eji he sensivelmenie menos frequenle. Pela
anseultacao percebemos diminuirjo na rea em que
senotava a rala crepitant. Continua o mesmo es-
tado deapyrexia.
Prescrevemosa mesma medicado.
Dia 6.A respiraco est completamente livre
c tranquilla ; ja nao percebemos a rala crepi-
tante, mas sim
grossas.
Picccilamos um
cado.
Di8 7 Nada digno de menco.
Demos a doenie por curada, recommendando as
convenientes cautelas.
0 outro facto por mis observado, nao pode ser
narrado cora tamaita minuciosidade, porque nao
lizemos apontamcnios : porem no be menos dig-
no de menrjo, porque quando fomos chamados, j
a doenteapresentava sympiomas dehepatisajo pul-
monar, por quanto percebia-se o som tubario ou
bronchico proprio deste periodo, e um massico no
lugar correspondente a esse som : e depois se fez
bem sonsivel a marcha da molestia, deixando nolar-
sea rala crepitme reduv da Laennec, qtieeostuma
apparecer quando esta enfermidade retrograda.
Nesie caso como no outro nao houve febre : e
apenas ligeira tosse, com alguma anciedade, e nada
de expertoraeio.
Nosso diagnostico foi o mesmo, variando a|>eiiis
no periodo em que e ithav a muleslia.
ELEICiO'
da mesa regedora da rmandade de
Nossa S nhora da Conceicao, da
Congregario, para o futuro anno de
1857.
Juiz por eleicao.
O Dlm. Sr. Joaquim Lopes da Costa Maia.
Juiz por devocao.
0 Dlm. Sr. coronel Domingos AHonso Sery Fer-
reira.
Juiza por ei-irau.
A Exma. Sra. D. ^arcisa Sopliia da Silva Maia,
esposa do Illm. Sr. Jos Joaquim da Costo
Maia.
Juiza por devocao.
A Exma. Sra. D. Joanna Francisca de Mello
l.emos, esposa do Illra. Sr. Joo Carlos de La-
nos.
Escrivo por eleicao.
O ex-esrrivao Jos Azevedo de Andrade.
Escrivo por devocao.
O Illm. Sr. Antonio Jos Dias.
Escriva por eleigo.
A Exma. Sra. Baroncza de Ipojuca.
Esoriva por devoa;o.
A Exma. Sra. D. Maria Rosa Monleiro Maia, es-
posa do Illm. Sr. Antonio Ferreira da Silva
Maia.
Thesoureiro.
O Illm. Sr. Diogo Thomaz Estoves Vianna.
Procurador geral.
O Illm. Sr. Antonio Yalentim da Silva Barroca.
Procuradores.
Os Illms. Srs. :
Maihias Lopes da Costo Maia,
Manoel Jos de Araujo Guimares,
Mesarios.
Os Illms. Srs. :
Xisto Vieira Coelho.
Manoel Antonio Connives.
Claudio Dubeaux.
Manoel Francisco da Silva Carrito.
Jos Joaquim Pereira de Meinlonca.
Amonio Jos de diqueira.
Miguel Jos Barboza Guimares.
Francisco Jos Goncalves de Siqueira.
Jos Goncalves Villaverde.
Manoel Fraucisco Moreira Maia.
Mordomos.
Os Illms. Srs. :
l)r. Minoel Ferreira da Silva.
Gaspar Antonio Vieira Guimares.
Anselmo Jos Pinto de Souza Jnior.
Manoel de Souza CordeiroSimes.
Joo Fernandes Lopes.
Joaquim Antonio Pereira.
Jos Joaquim dos Santos.
I.uiz Jos Rodrigues de Souza.
Albino Jos da Silva.
uma sen sarao tic bolitas mais
rozimento de allliea ado-
Goismmtic.
rlUCADORECIFB 18 DE DEZEMBHOAS
3 tOHAS DA 'AIUIE.
ColacOet ofllciaes.
Cambio tobra Londres28 d. 60 div.
freierieo HMUiari. presiden le
/'. Barga, secretario.
_ CAMBIOS.
sobre Londres, 27 3i4.
I l'aris, 316.
Litboa, 98 a 100 por % de premio.
Rio de Janeiro, 1|2 a 1 por 0|0 a li e 30 diat.
Acces do Banco, 40 1 4o di premio,
c a companhia da Beberibe 54OO0.
companhia Penumbucana ao par.
Utilidad* Publica, 30 pur cenlo d* primio.
Indemoisadora. 5> dem.
d. ealradl de ferro -'JO por 0|0de pnmio.
Diteonto de lettras, de 7 a 7 \y> por Oin.
Dilo do banco7 a|8 por 0|(j.
t)uro.lluras hespanhulas. ,
Unedat de (.- 1 u 1 vclhat
n 6i()0 unvas
43000. .
Prala. l'alacoes brasilciros. .
I'esus columiiarios. ,
s mexicanos. .
de palha, hieada de ligedlo, bitcoutos
sV souza.
Irm,obar,S "m mt"" A' Innlei8 a Tasto &
2 caitas fazendas de ligedle, o dil.t acido, 1 di-
la Illas d. .,di, 10 vnlume chapeos de seda e de
peloid. coelho 1 ,, lazcnda. de algodio e seda,
dtla vrlas, 1 dito, riendas de ,lg0dao, la e seda
I einhrulhu amostras ; a limm M. A; C.
30 barr nMBUHgi j a Amorim & Irniao.
2 caivas fazenda, de algodaa, 1 firdn ditas do li-
nho, 2 canas chapeos f.zend.s ; a H. B.unn &
Companhia.
1 canas litros e papel ; a Miguel Jos Alves
1 cana chapeos de sol ; ., M. Jos Carneiro
10 ranas e ( barr.s Ivaiarie, drogas, objeelos di
pharmacia, 0 paos rhampeche ; a J. Soum 6 C
i caitas cunfeilos, perfumaras, ruupas etc. a G.
. Sobnnho.
."i0 (icos champagne ; a Saonders frtres.
6 canas chapeos, 1 dlla rticos de botica, 3 ditas
chapaos, chales e casemiras ; a ordem.
cana espelhos ; a Germn.
3 canas chapeos de castor, \-J ditst bonits, chi-
paos e velas ; a Christiani.
(i caitas e l fardos alvaiadc, verniz, ca, drogas
vidros, objeclos de plurmacia ; m Moreira \ Fn-
gozo.
'2 ciias relo-io- ; 1 Delouche.
2 dilas calcado e perteuces ; a J. P. Adoor i C.
1 dila pc-rfumaria ; a J. It. Coelho.
2 dilas fazendas de la, chapeos de tol; a Cardoio
A tres.
8 canas mercearia, 0 ditas perfumara, fl, dilas
bruiquedus e espelhos, 1 dita fazenda de la, 1 barril
ensnac, 3 caitas palitos du fogo, 10 fardos papel ; a
Keidel Pinto C.
1 caita fazendas de seda ; a GuimrAet.
2 ditas sedas e chapeos de sol ; a Siqueira i Pe-
reira.
i ditas I barril verniz, plantos midicioacs, droeu
a B. F, de Souza.
1 caita titilas ; n L, Lccomte Keron i C.
50 barris e 30 meios dilos roanleiga ; 3 canas al-
finetese perfumarias ; a Kals & lrmo.
2 canas purcelana ; a Barros Brralo.
1 dita mudas ; a Millochau.
i dilas marruquins, calcado, pelles preparadas; a
Demesse Leclerc& C.
8 caitas e I fardo mercearia, medicamentos. Ins-
tes, pregos, chifres de veadn ; a J. II. Denchir.
3 caitas fazendas de ilgodlo, la e mercearia ;
Santos & liulin.
Brigue inglez 1 Hacera vindo de Londres, cuntig-
nido 1 Kolhe A Didoulac, manifetlooo rauinle :
IGharri vinho, 2 ditos agaardenli : a Soalbill
Mellon.
100 ditos polvort ; Barroca & Castro.
1 caita tellins -. a E. C. da Oliveira.
300 barris pulvora ; a Saiindert Brutheis & C.
lito dilot dila ; a Paln Nask.
10 barris cerveja ; a ordam.
100 barris ceneja ; a Fas Brothers A C.
1 raiva falos ; a H. Gibsoo.
4 fardos fazendas, 1 caita meias, 1 dila piona, 2
dilas chapeos de la e ditos de castor ; a A. C de A-
bren.
100 barris chambo de munico, 100 ditos eervrn.
100 ditos salitre ; a E. H. Wyatt.
0 barris agoardenle ; a Th. II. Sowdeo.
8 ditos cervein ; a Antonio Jos Castro.
50 caitas queijos, 3dilas bolachiuhas, 51 dilas cha;
a I. G. de Oliveira.
20 barris salitre ; a Borle & Souza.
3 caitas chapeos de sol de algodio; a Heury
Brunn 4C. *
1 Tardo tapetes ; a L. Antonio de Siqueira.
800 barris plvora ; a K. A. de Soma.
1 cana perteners para cscnptoriu, 1 dito tinto de
escrever, I dila rrlugios ; a Bastos j Lemos.
() barris tzarcao, 110 ditos Unta a Isaac Corio.
20 saceos pimenla, 2 barris pecas miadas ; 1 J.
Crabtree Aj C.
2 fardos tapetes, 1 caita nm carro ; a A. J. Castro.
1 volume inoenda para engenho, 2 birricat teeea,
I dita vidros, I caita perteuces para escriplorio, I
dita 1 carru, 1 pau para o mesmo, 1 volme cadei-
rn,i dito camas de ferro, 1 caita uma cima ; a A.
F. E. de Moroay,
6 caitas 275 pejas pertenec para machinismo ;
a Koslrnn lluoker C.
7,3.18 attenlot para trilhos, 20 barril espigas de
ferro, 80 dilus plvora, 121 embrulhos pa's de ferro,
II barris, l> caitas e 2 embrulhos ferragens, 109 ro-
das, 29 chapas, ib' eitos, II waggom, 11 formas, f
peneiras, 1( pos de cabra, 2 unives, 1 parafozo, pi-
eOe 1 colher grande, 1 guarda Tinto, 1 garfo, 5
moilas de torro de ferro, 1 embralho baldes, 9 cai-
tas pregos de pau, 2 Totumes ataduras para machi-
as, 1 ferros para marcar, Iti carrinhot de ro8o, 3
macacos em pecas, I gallo em dilas, 1 earangueijo,
.)! Decae, l caitas, 2 barris varios objeclos ; aos a-
gentes da estrada de ferro.
1 barril louea, 1 caita farragins ; I.uiz Antonio
Siqueira.
Briguc inglcz ul.evant Tindo de Glatgow, eomig-
oido a \\ listn & C., manifeslou o siguile :
300 toneladas carvao de pedra, 7 caitas fazenda
de algedao cloridas, I embralho amostras : a Sool-
hall Mellar.
200 barricas cerveja ; 1 Adamion Howi* A C.
21 j dilas dila ; C. J. Asllev & C
1 Toluma carta! par* 01 consignatarios.
Brigue americano Volante viudo de New-Vorb
cousignado a Amorim & irmao, maoitfestou o se-
guiule :
2,040 barricas fariohi di trigo, 367 ditos bacalhao;
aos eontigDitarios.
Barca tarda /'aoto.trioda de Genova e Malaga, con-
signad! a Bastos A, Lemos, raaBifetloa e sesuiate :
650 caitas massas, 28 ditas e 30 balas papel bran-
co, 2,500 kilogrammit de pao campeche, 20 cam-
uas alvaiadc, 6ditoi gomraa arbica, 30 dilas tabas.
4 barris senoa, t dito incens, 2 caitas canda, 1
dito isseucias, 5 ditas dilas de airauma,2 fardos ga-
Iha, 1 lata espirito de erra-doce, 5 caitas chapeos
de palha, 81 cadeiras, 4 ditat de balando, 12 ditos
de bnjo, 4 s,fai, 1,800 resten de ilhoi, 2 caitas
tpalos e miudezat, 21 ditat certas di jogar, -i paco-
tes conservas, 60 caitas azeite doce, 29 dilas vioho
muscalel ; a' ordem.
1 cana livrot e ettampit; aos religiosos da Penhi.
10 pipas vaziat, fra do manifest.
325 barris vinho brinco, 20 ditos neili doce, 850
caitas passas, 67 ditas amenas, 6 saceos cominlios,
6 ditos irva doce, 21 ditos alfazema, 10 ceris imin-
doas; a ordem.
Brigue inglez Freman, vindo da Liverpool,
consignado a' Saundsr Brothers & Coinpauhta, ma-
oifestou o seeutnle :
3 fardos e 2 canas fazendas de algodao ; a' M. J.
Carneiro.
31 fardos e 6 caita* ditas da dilo, 100 caitas,
queijos, 50 barris m.minga; a' Isaac,Curio & Compa-
nhia. "^
1 caiti quinquilharia ; a' Roslroo Rooker A Com-
panhia.
2 caitas Teludn, 3 fardos fazendas de algodao : a'
lienry Gibsoo. '
10 tordos e 5 caitas fazendas de algodao ; Fer-
reira Malinos.
1 fardo fazenda de algodao ; a Johoslon Pator A
Companhia.
156 *a i tas che, 85 gigos e 2 cetlot looca, 79 lar-
dos e 3b caitas fazendas de algodao, 5 ditos ditat da
linho, 3 ditas lauros, 5 fardos estopa, 4 ditos fio, KO
barria chumbo de monillo, 357 dilos plvora, 50
canas velat, 100 ditos quiijos, 20 barris oleo de li-
nhaca, 2 ditos vinbo ; a' Saunders Brothers A Com-
panhia.
3 caitas meias da algodao ; a' Roslron Roocker A
t.iunpaiiliia.
17 fardos fazendas de algodao ; a ordam.
.1 canas um monumento, 1 lage de pedra ; ao ca-
piiao Higoell.
28 a 989500
. ItiaOUO
. 16000
. 9)000
. 2J00U
. 29000
1S860
ALFANOBUA.
Keudimenlodo da I a 17. ,
dem do dia Ir, ... .
327:3825871
32:120S(i7
3.!l:50|j7i|
Descarregam hoje 19 de de.embro.
Ilrigue inglczI nenianlanada* a quinos.
Krigue nglezHacermercadorsas.
lialera francezaHavreidem.
Brigue francezSuperbcemento.
Itarca francezaSireueidem.
Barca suicaI 'anu \ nilaboado.
Barca americanaMemsolamerradoiias.
Brigue americanoVolantearinha di lri"o.
Brigue inglez>e\v lidtrilhos de ferro.
Patacho oldemburuuezl'lielfarinha de trigo.
Escuna portuiu.zaCeresazeite de palma."
Brigue brasileiro-Mari.unabarricas vasias e 1
tas de chapeos.
Garopeira UvraeJM fumo e charutos.
1 barrica estanhu em barra, 6 toneladas 15 quin-
tis 1 33 libras de chumbo em lencul, 1 tonelada
quintis e 59 libras de dilo em barra, 15 can e 1:1
fardos fazendas de algodao. I caita fazenda di la,
2 dilns ditos de linho ; a' Barroca & Caslro.
,000 lijollos di fogo ; a Soulhall Mellors A Com-
panhia.
21 canas e 3 fardos fazendas di algodao ; a' A.
C. di Abri.
92 tontladis e 12 quintis di trilitos de torro, ot-
ra estrada de torr.
4 canas objeclos de iscripti ; para a presidencia
di Pernambuco.
50 barr! manliiga ; lla-los A. Limo.
50 canas papel >. o. Bi.ber & Companhia.
>0 barr manleiga ; Tana A lrmo.
2 tordos fazendas de algodao ; Paln Nash.
. barril aguaideule, 50 queijos, I saccu amostras !
10 rapiiao. '
2 saceos ainu.t.as; a' diversos.
sa>SUI.AHU GERAL.
Hendiniinlo dr. da 1 a 17 .
Idun do i,, 1.......
64:0049667
3:y.)0:)s
674539565
IVKK.SAS PROVINCIAS.
Riiidimenio do dia 1 a 17 I:2IOj321
..... 3*99762
Idem do dii Is.
IMPORTACAO.
Barca franceza Havre Tinda do Havre, consig-
nada a Laaserre, Tissel & C, manifeslou o sesuinle:
1 cana panno-, 2 dilas fazendas de algodao, 6 di-
tas sedas, perfumarlas, chapeos, meias ele, 1 embra-
lho amotina ; a N. O. Bieber A <"
H caitas bonela. esparlilhos.cami.as, calcado, mer- I Li-boaBarca
ciara, roupa, perfaaMila, chapeos etc., 1 dilas to- co, mel
zenda, de algodSo e seda, chapeos, ditos di sol, sus- LisboaBarca
pensnos, brinquillos, porcelana, 1 emhrulho amus-
Iras ; a Lall Anlnnlo d* Siqueira.
2 caitas pianos e prleocit; Jo*- Tiixiiri Bislos.
1:5903081
Dh?),rovi)S.l)E. 5f*5?A<*0 PKLA MESA
k ii.nM'.l--.*.Kl) l)KSIA CII>ADB NO l>IA
." BB.UEZEMBRO K '856.
la ~ *"* Portoguiz eTarojo I, 600sic-
branco e mascavado, 3 pipit iguar-
portugoez Rilampago, 39 cikos
porlugoeza Mara Jotn, 60 cas-
cus aasucar
dente.
LisboaBrigne
inel.
porlugueza Ligeira. 151) sacro* ai-
aiuar t.i.iui-i. e rn...cavado.
LiverpoolGalera iogleza Bonita-, ,100 aaccos a-
ucir n-13\ 1,lo.


iim-A> tu-larca oriental Marimila. 350 bar-
rleii iMucar brinco e msscava l", 30 pipas es-
pirito. r r
UibrallarBarca ingleza Anne Scoll, 600 saceos
Minear brinco.
Rio i PrataBarca hespanhola Bota, 300 barri-
cas acucar branco.
ClizBarca rranciii a Australia, (00 saceos uw-
car mascavado.
Boenov-Ayre Polaca Celestina 220 barricas as-
sac*r liranco.
RKCKBKUOIUA DK KENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ken.lun.nto do,lia 1 a 17. 11:i00352li
Idera do cli18........ I;bi.fe08
i&otafSM
CONSULAuO PROVINCIAL.
Kendimenio dodia 1 a 17 53:539*151
dom do da 18....... 3:9I6819
.r.7:ii9jJO()0
jjtgj^gggg fro pvtto
.Vite/o lahidos no da 18.
IIiranbao--32 diis, patacbo bra'ileiro Santa Crozo
de lu tundidas, capitn Jos Rodrigues Freir,
equipagem K, eirgn arroz e mus gneros ; a C.
Ciraco da (osla Moren,. Perlence a Pernam-
buco. Coaduno 29 marinheiros c o capitn naufra-
gados da galera americana Cenada' encalbada
nos biitos dai i arcas no dia 29 ximo paitado.
I.nndrrs51 das vapor inglez Hercules de 86
toneladas, capillo I. Snailli, equipagem 27, rarga
lastra, ao capilAo Seo deslino he para Calcuta'.
I'erlence a Londres.
Rio de laneiru22dias, hriiiue bra-ileiro uElvira
de 191 toneladas, capiUo Belmira liaptistn deSou-
m, equipagem 12, carga cafe. sahAo e mais gne-
ros ; t Jos Joaquim Dias Fcrnandes. I'erlence a
Pernambuco. Passageiros, Migue I Jos Kudriaues
V'ieira e sul senhora, Jo.lo Francisco Rodrigues.
Babia19 dias, lancha bnsiler l.ivrarao de 40
toneladas, muir Jos Custodio de Lentos, equi-
pagem 6, carga charolo e mais mineros ; Anln-
nio Luii de Oliveira Azevedo. I'erlence a Baha.
New-Yorki" das patacho americano Favorita
de 193 toneladas eipiiao Rogors, equipagem 7,
carga 1,400 barricas corn farinha de Iriso ; a Sa-
unders Brothers & C. I'erlence a New-Yukr.
Leilh38 dias, brigue sueco Adtetla de 289 tone-
ladas, capillo O. M. Lamberg, eqoipagem II,
carga carvao de pedra ; a Scoll Wilson & C. Per-
lenee Suudsw.il.
iyaciot tbidos no mesmo dia,
BallimoreBrigue americano ullelen capitn Abel
Reymolds, carga assucar.
Rinde JaneiroBarca brasileira Saraiva mestrej.
Antonio Gomes, carga a*socar e mais gneros.
Passageiros, Jos Antonio da Silva, Joto Baptisla
finnc.alves Bastos, l.un (onralvts Maia, Antonio
l.uii dos Santo*, Manoel Jos de Faria.
Ilia catadioptri
BUHO OK PlMftfEULQ SEXT FURA 19 II DEZIIlRO si I8SI
clipsada, esta'
ma do nivel do{
ciade18 milti
0 machinisiijio illuminador
Bill tima altura de 250 pus ci-i mente notorsada : os senbnrcs
mar, o pode vor-so na distan- qui'.erera alguns eselareciineulo
s em tempo claro
lie urna
ca da terceira ordem.
cnti-
Pharol Itumili Bosphoro.
mtt*t$.
O capitao Francisco Antonio Camino, delegado de
polica do larmoueSerinhem, por S. M. I. a
G. a qnem Daos guarde eet.
faco saber que todos os inspectores de quartei-
reo dest termo, que nao estiverem competente-
mente diplomados por esta delegacia, e sem pres-
tar o devido juramento, estao incursos as penas
do art. 138 do cdigo penal, e por unto respon-
saveis.
Oulro sim, sao os competentes inspectores de
quarleito, lodos os que liverem oseudiploma pas-
sado pela delegacia do polica, e juramentados na
forma da lei, por isso que nenhuma auloridade os
pode deraiUir, sem que parta urna tal demisso do
poder que os nomeou.
0 actnaes inspectores nomeados por simples es-
cripto do subdelegado, comparecam nesta delegacia
co prazo de oito dias, a contar desta data para
seren diplomados na forma da lei, sob pena de
sercm responsabilisados, sobre qualquer acto que
exercam como tal, e incursos nos arts. 137,1 38 e
140 do cdigo penal, fora dos que incorrer.
E para que nenhum se chame a ignorancia,
mandei lavrar esla edilal pelo respectivo escrivao,
abaixo assignado, afim de ser aflixado nos lugares
pblicos do costume. Delegacia da polica na villa
de Serinhaem 13 de dezembro de 1856.
tu Joao AITonso Regueira, escrivao c es-
crev,
Francisco Anlouto de Carvalho.
Collocon-so ou csUbeleceti-sc uin pliaroi
lixo branco na anliga torru do. P.oumela lias
costas do lado europeo da entrada do Bos-
phoro para o fiar Negro.
Kica em urna elovacSo de 190 ps cima do
nivel do mar, e sera vsivel na distancia de
18 militas em lempo claro.
O machinisnio Iluminador he urna lenti-
llia catadioptrica da terceira ordem.
Pharol l'idonisi mar Negro.
Collocou-se temporariamente um pharol
liso em Fidonisi, ou ilha Serpete, no mar
Negro, separado da costa da Bulgaria a 2*
milhas leste 1|2N. da entrada Sulina do Da-
nubio.
A casa do pharol he de madeira pintada
de branco com 70 ps de altura, situada na
ilha na lat. 45- 15' 36" N., long. 30" IV 5*" a
leste Oreenvvich.
O pharol aprosotita-sc n nma altura de
195 ps cima do nivel do mar, porm pre-
sentemente tcm um espaco rnente de tu
milhas ; he visivel por um arco do horison-
te de aoo-ou do oeste (magntico) volta do
Mil para I']. ME.I
liste pharol temporario sera brevemente
substituido por um pharol evolvente da se-
gunda classo. I
Por ordem dolSa. Scnhorias.
Assignado, John Washington, llydrogra-
pho.
Ilepartico II\|Jri)grapriica do Almirantado.
Londres 18 de jtilho de 1856.
Estes avisos aneclam os seguintes mappas
do alinirautatlu i Coral do Mediterrneo, n.
2158; ardanellos, n. 221, Bosphoro, ns.
111/8, 2243, 224; (eral do Mar Negro, n.
2214; fallas 1, 2 e 3, ns. 2230,1, 2 ; Danu-
bio, n.2207. Igualmente o piloto dos Dar-
daucllos, II. 32, 63 ; piloto do Mar Negro, II.
fi, 24,114 ; e lista Ue pharoes do Mediterr-
neo, ns. 167, 170, 171, 172 e 174.
&M0O* nmumod.
MAKAN1IAO' E PAKA .
Sc'iic uestes otlo (lias o palfaaboU na-
cional ..Lindo Paquete, capitao Jos
Pinto Nunes, ppde anda receber lignina
carga, faltando- Ihe um terco de seu car-
regamento para ajuste: trata-te com An-
tonio de Almeida domes, na rna do Tra-
piche n. 16, segundo andar.
Coinpaahia
Pernambucana.
1btl*tntQe8.
Os senhures que lubscrevcam novas acees des-
la compaobia e qi(e anida mo entraram com a pri-
meira prestarn .le :IO por cenlo. sao convidados a
salistazer, no esenptorio do Sr. Antonio Mar-
ques ile Amorim, ra da Cruz. n. 45. Recife 16 de
dezembro de I816.Manoel Alvas oerra, secreta-
rio interino.
Para o Porto segu rom a pnssivel breviriade
a barca portuguesa Santa Cruz, quein nella qui-
xer carregar ou ir de pa*sagem, para o que tero ex-
ccllinles commodos : dirija-se aos consignatarios
lbomaz d'Aquino hunseca tV l'ilhos na ma do Vi-
gario n. 19.
O chefe da primeira sereno do consulado
provincial, servindo de administrador, em virtude
do disposto no art. 3 do regulamento de 3 de ju-
lho d 1852, faz publico que se achara deposita-
dos, no deposito geril deus escravos, Antonio, na,
cao Cassange, dade da 35 a 40 annos, Clorindo,
nacao Gongo, idade de 40 a 45 annos, eom urna
belida no olho esquerdo appreheodidos pela polica,
os quaes sao considerados bens de evento, por se
desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
que contera o sobredito art, manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias compareca
quem aos ditos escravos tenba direito, findos os
quaes se proceder a arremalacao pela forma deter-
minada no art. 4 do rilado regalamento.
E para que ebegue a noticia de lodos mandei
passar o presente edilal, aos 12 de uovembro do
1856.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
@ BEPARTICAO' DA VACUNA. S
% O commissario vaccinador pro- J|
vincial, reconhecendo que muitas |
i pessoas detxam de comparecer a @
C: ta repartirjfto. em consequencia S
%& da longitude do lugar, avisa ao t$
%& respeitavel publico que tena re-
solvido a vaccinar tambem as A
( tercas feiras de todas as semanas, @
9 na asa de sua i-esidencia, con ti- ^
9 nuando a repartirao a unecionar @
9 no torreo da alandega as quin- ^
tas e domingos : assim, as pessoas
0$ que sequizcrem vaccinar as ter- v3
^ cas feiras, podem dirieir-se das tk
t& sete as nove horas da manliaa, ao A
1. andar do sobrado da ra Nova
^ esquina da do Sol n. 60___Dr. Joao QS
A Nepomuceno Dias Fernandes &}
^^0> Q &$&
- Pela sobdelegacia da fregnetia de San-Jos do
Itecife seaooancia a apprehensio dedous auarto
e urna vacca ; quem .ejulgar com domioic! a ditos
animaes, e apresenlindo documenloi comorobatonoi
I lie serAo entregues.
Subdelegaia de San-Jos do Recife, 15 de dezem-
bro de 18ob.
O wbdelegado,
Eduardo Frederico Banke.
De conformidade com asordens do mi-
nisterio da mariuha, transmitidas pelo Exm.
presidente da provincia em ofTtcio datado do
5 do crtente mez, manda olUm. Sr capitlo
do porto dar publicidade a traduccHo junta
do aviso n. 19 annunciando aos naveantes
o estabelecimento de pharoes nos pontos in-
dicados no niestno aviso.
Capitana do perlo de Pcrnambuco em 0
de dezembro de 1856. o secretario, Ale-
xandre Rodrigues dos Alijos.
TRAI)l'CUt.\
Aviso aos navegantes.
N. 10.
Mar Mediterrneo.
O governu da Turqua acaba de participar
que os seguintes pharoes, situados respecti-
vamente nos ardanellos, Bosphoro e mar
Negro, tornaram a accetider-se no dia 1 de
junho de 1856.
Callipol -Dardancllos.
1'ma luz branca lisa fo temporariamente
collocada na torre mais prxima a'cidade
dc(.allipoli, no lado europeo dos Dardancl-
los, em urna altura de 08 ps cima do nivel
do mar, c Uo.vo ver-sc do convs de um na-
vio na distancia de dez milhas com lempo
claro.
Esta luz ser brevemente substituida por
urua luz revolvente da segunda ordem.
lanar Bakcheh skutari
Estabeleccu-sc urna luz branca fixa na
ponte Fanar Bakcheh, na Costa da Asia, tres
milhas e meia ao sul da cidade de Skttari.
eiiruma altura de 84 ps cima do nivel do
mar, e deve ver-se na distancia de 10 milhas,
Charol Anadoli Bosphoro.
Estabcleceu-se um pharol revolvente na
antiga torre de Anatolia, do lado asitico da
entrada do Bosphoro para o mar Negro.
A luz aprsenla alternativamente urna fa-
ce vermellia seguida por duas faces brancas,
ou fuziscom inlervallosde dous minutos ca-
da i mi, a luz, augmentando e ditninuindo
gradualmente, porm nunca totalmente ec-
Elperi se dos portos do sol o vapor francez
L AVKIilRi qoal depuis da demora necessaria se-
guir pira Uarselha : para qualquer informaco,
em casa de N. O, Bieber A C, ra da Cruz n. 4.
Real com pan hia de pa-
quetes inglezes a vapor.
preli'ndentps que
a tal reapallo di-
rijam-se armazein da aginia aiinunciaule, silo
na ra do Collegio n. I",, mide lera' lugar o referido
leilao, as 10 bnras em ponte da roaohil.
0 agente Oliveira fara' leilao, por aulorisarao
do Em. Sr. Dr. jun de direito especial do com-
mereio, arada em requerimeulo de Joilo l'erreira
dos Santos, de 2'i saceos de assucar de ilifTerenles
qiialidades, por eiecurio movida contra Jo-c Anto-
nio Pereira, escrivao lluarte : .abbado, 21 do cor-
rele, ao meio dia em poulo, no armazem do Bar-
bosa defroole da igreja do Corpo Sanio.
Molquiades Antunei de Almeida faz leilao,
por intermedio do agente Boria t'.eralries, de sus re-
nnaria sita na ra da Concordia n. i, consislindo
em lanos grandes, eaitoea proprios para deposita oe
assucar, engenbo para moer nsso, moinhogrand- de
pedra para fue-I* e, ,,, r0ro para quoimar o,sos
formas pan os eufornar, ditas para purg.r o assucar
com os competentes furos para as receber, e outros
objeclos mais jierlenccntes a dita refinaria, lude se
vender em um lote, ou em separado, conforme
esigirem prctindentrs : segun.la-feira, > do cr-
reme, as II uoras da inanbaa, ua referida casa.
Leiio.
O agente Borja 'ara' leilao, em seu ar-
mazem, na ra do Collegio n. 15, de to-
dos os olmedos existente no mesmo, con-
sistindo em objeclos de tnarcineiria novos
c usados, pianos, varios objectos de ouro
e brilliante, relogios de diversas finalida-
des, quinquilhariat trancezac, vidros li-
nos e lottca para servico de mesa, ricos
candelabros de bion/.c, lanternas de vi-
dto, candienos inglezes, e tuna inlinida-
de de outros mttitos artigot que lora im-
possivel enumerar, os quaes se acharao
expostos no referido armazein, e se en-
Iregariiosein limite, bein como diverso*
escravos moros de ambos os sexos, todos
com habilidades: te ir a-fe ira 23 do cor-
tente, as 11 horas da manliua.
LEILAO.
O agente Oliveira fura' leilao, por au-
lorisarao e em presenra do lllm. Sr. cn-
sul dos Paizes-Baixos, e por conta e risco
de quem pertencer, de VI) urna porcuo
de saceos de assucar masca vado, averiado
d agua salgada na alvarenga que os cou-
du/.ia para bordo da escuna liollandeza
ZEPIIYK, a' carga ueste porto, com des-
tino a Rotterdam, e os quaes podem ser
examinados previamente no trapiche do
Angelo, onde teta' lugar o leilao: sal>-
bado 20 do corrento, a's 10 horas da
manhaa em ponto.
Kr>io$ in*ofi<
(Jflerece-se urna parda de meia idade para
qualquer urna casa de pouca familia ou homem sol-
leiro, para co/inliar, ennmmar, lomar conta da
easa, pois bode boa conducta e bous costuuies: quem
precisar dinja-sc a ra dos Arouauinbos n. 1i.
Precisa-se de um ou dous meniuosque qutiram
aprender a encadernacao, sondo de boa condocta :
os prelen lentes dirijam-se ao paleo do Colleeio cITi-
cina de cncaderna^ao de i;. C. de Lemoa e Silva.
Aluga-se ou arrenda-se um sobrado de dons
andares, oo de um andar e Inja, ou casa terrea com
solio, sendo no bairro de Sanio Antonio, da-se fia-
dor ou dinbeiro adianlado, e niesino e fara' alum
reparo: tratase no paleo do Celleqio, ollicwia de BD-
caderna{ao di F. C. il Lemos e Silva.
Precisa-sc de um felor portoguez para um si-
lio perlo da praca, que saiba tirar leile, tratar de
planta de rapim, traanle cavalb.s etc. : quem pre-
tender dirija-se aopda fuudirao em Santo Amaro,
taberna de Josc Jacinlbo de Carvalho.
Precisa-se de'uina ama para casa de pouca fa-
milia, i|ua sirva para comprar ou qualquer mandido:
a tratar na rua lama do Rotarte u. :18, segundo
andar.
Ila-se ilinheiro a juros sobre penhoroa de miro
oo prala : quem precisar procure na rua da Cacimba
n. -J que se dir quem di.
Prccisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia : na rua ireila u. 8ti.
llarry la\, emprendo da eslrada le ferro, re-
(ira-se para Inglaterra uo vapor Tyne.
-J A LUJA PERNAM6I CANA S
DA RUA 1)0 CKESPO N. 11, ?}
^vji araba de receber um completo sortimento ^
;i de liras felas, cODItf sobrecasacas de panno -
^Jf e alpaca, eollelet de prquim prelo o di> co- J^
". res, sobreludo de |>anno lino multo encor- V>-
^ pado e camisas linas, lano brancas como de *
f,v cores, ludo promette \cnder barato. 9
"fcff Recebeu tambem ricas sedas para vesli- ^
$ dos, ricos corles de vestidos de velludo com $
;74 Ir* ordem de volantes, tanto de cor como -'i
J prelo*, rieos chapeos para senliura e meninos "^
'..? a 53000 : da-se amostras de ludo. "...'
".!;iH)?V;
No rti. 22 deste mez espera-se do sul o vapor
TYNE, commandaule Valler, o qual depois da de-
mora do eostume seguir para Southamptnu, locan-
do nos portos de San-Vicente, Teneriff, Madeira e
Lisboa : para passaaons etc., trala-se eom ns asen-
tes Adamson Hgwie o; C., rua do Trapicbe-Novo
n. 42.
Para Lisboa.
O patacho portusuez cillrilbanle, capilao An-
tonio Braz Pereira, *ahira' com loda a brevidade per
ter a manir parte da carea prompta ; para o resto da
niesina Irata-se com o dilo na praca. ou com o con-
signatario Domingos Jos l'erreira Guiruaraes, na rua
do fjueimado n. :).*>.
Para Lisboa legue com brevidade, por ter par-
te da carga eogajada, o brigue portusuez oEarico,
capilao Luciano Alve Conceic,ao ; para o resto della
e passageiros, para o qui ofl'erece bons commodos,
Irata-se com os consignatarios Amorim Irmaos, na
rua da Cruz n. 3.
Para Lisboa ahe com brevidade por ter a
maior parle da sarga prompli, a multo veleira barca
porlugueza Janotau ; para o relio da mesmi ou
cassigeiroi, para o que tcm ns melhores e acetados
pommodo-, tnta-iecum os seus consignatarios F. S.
Rabillo & Filbo.
Para o Rio Grande do Sul val sahir com bre-
vidade a barca bmsileira Clementini: para o reato
da carga irata-se com os seos consignatarios V. A.
de Souza Carvalho & Companbii, largo do Peloori-
ulio n. j e 7, ou com o capitao Maiioel Joaquim
Lobato.
Pira o Porto egoe viagem o bergantim porl-
guez Amalia 1, capitao Joao Antonio di Silva
Malao ; qoem no mesmo qoizer carregar ou ir de
passagein, para o que lem eicillcntes commodos,
dirija-se ao mesmo capilao, ou a seu cousignalaiio
Manoel Joaqoim Itaroos e Silva.
Para a Baliia.
Pretende sabir at o lim da presente remana o
velleirn e bem conlieculo patacho nacional Espe-
ranja, lem dous tercos de aeu rarregamenlo promp-
lo : para o reslo e pasesgeiroe, para os quaes lem ei-
cellcntes coiiimodo>, hala-se com o seu consignata-
rio, Antonio l.uiz ce Oliveira Azevedo.
PAKA O RIO lili JANEIRO.
A barca nacional nTIsereu I ja conhecila pela
sua forte eonatrapijto e lii^'ira marcha, seguir' para
o Rio de Janeiro dentro ,ie poucos das, por ler
prompla manir parle Oa nacrea: qoem qtii/.er car-
regar dirija-se a rua da Cadlla Vellia n. 12, escrip-
lono de Hallar A Oliveira.
O ).M PA NI 11A PE BNaM BUCARA
O vapor ulsiiarassii eapera-Sa nesle poilo dos do
Sul alo o lia 25 do crreme ; sahira' para os do nor-
te antes do lim do me/., recebera' carga c passa-
geiros.
Attenco
Na grande fabrica de tamancos, da rita
Direita, esquina do becco de San-Pedro,
ha clleclivaincnte uin grande sortimento
de tamancos, tanto para homem como
para senhoras e meninos, mudo em con-
ta, assim como se apromptam cncom-
mendas para (ora, com toda a perfeiraoe
ligeire/.a
A irmandade da matriz da Boa-Vis-
ta precisa de serventes livres ou escra-
vos, para a obra da matriz, paga-se bem
a jornal: a tratar na mcsina matriz com
o thesoiireiro ou o guarda.
Precisa-se de 1 ama de leile que nao
tenha lilho: quem pretender dirija-se a
rua do Livramento, loja de calcado n.
">, f|ue ah achata" pessoa que filia' to-
do negocio de vantagem.
- Na rua das Larangeiras n. 16,2 precisa-ie de
ovo iitanual
Do
Commerciante
i: do
ADYOGADO DO COHHERGIO.
Acaba de sabir luz, ja completa, e-la inltressan-
le cnliecr.i.i da lesislacao do cmninercio, conlendo o
Cdigo Commercial anuolado com as referencias dos
diversos arligos do mesmo cdigo e dos respectivos
regulamenlos entre si ; assim como com os decretos
e avisos expedidas al o anuo prximo pastado, ex-
plicando ou addilando algumas de suas disposi-
roesj sesuido das regulamenlos n. 737 e n. 738
de 2. de novoinbro de 1H.">0 tambem annotados, e
oe um appendice conlendo a integra de todas as
lels, decielos e regulameulos publicados al o referi-
doaiiiK., uiclusive a lei n 7!l!l de l de selembro de
ISj que reformnu os Iribuuaes do enmruercio, com
0 r*,P*""vo rcgul amento n. 1597 do I.* de maio de
18.V>. A' senda ua livraria de J. Nogneira de Souza
junio ao arco de Sanio Antonio.
CO.NSLLTOKIO CENTKAL HO- S
Iao publico.
JOS ANAGLETO D\ SILVA-
bem coiibecido dentista e
sangrador,
piide ser procurado a qoalquer hora nos seis dias da
semana, na rua da Camboa do Carmo n. 20. para
sangrar e tirar bem denles, chumbar denles turados,
separar hem os da frente, e applica ventosas sarjadas
pela atracrao do ar.
-i**vI,'x,fiJ ">,.**>. Ck.**IS'fT>! *?* t>-c^! ''r^y''
W*;..-.--..-*v.V';,;^^5vS..*-:-t.i.'-^C'i;
% CONSULTORIO HOflOPV i
UEOPATHICO.
urna ama que saiba corinhar o diario de urna casa, A Rita de Santo Amaro (Mlllldo-No- fa
e pelo Iralialho d-ie boa pasa. .-.., v ">f*
O abaiio assicnado, capilao do palacbo oldcm- "w" vo; n- $8?
burguaz l'phiel, faz scienle que nao se risponsa- f$ O l>r. Sabino Olegario l.udgero l'inho, C:
bilisa por qualquer divida que contraiam em Ierra 1
aeu marinbeiros.J. Careles. ,';
Chales de toa-'4
([ui
ni
A
21? 000 rs.
Vendem-sena roa do Qoeimado n. 21 A. chales
de lonquim |iara liquidar, chapeos de soi de seda
6fO0O.
Precisa-se de urna ama que tenlia bastante e
boin leile, paga-aa bem : na rua Direila n. 10.
vo) n. O
O l)r. Sabino Olegario l.udgero l'inlw, f:
de volta de sua viagem ao liio de Janeiro, jg
continua a dar consultas todos os dias uteis, &
das 8 hojas da manhaa, as 2 da larde. (jj
Os pobres sao medicados graluitamente. .<,
::*OGO*0-.>*:wO*:h;'---:5

500^000 de grratie cao.
A quem apprebemler ou der nolicias certas do es-
cravo rugido em 23 de fevereiro, de nome Manoel,
crioulo, da Baha, ofllcial de caldeireiro, be alto e
bem parecido, corpo lino e com hombros larsos, ros
lo redondo, olbos pequeuu*, relinln, com falla de
um denle na frente da parle de cima, cun alRomaa
epinbas no roUo, heleos finos, -un harba, lera de
22 a Ji anuos de idade. falla milito liem e macio,
costuma adirmar-.se muilo qoendo falla, e tem pus
- 0 Sr. Josepb Schea.im qu.ira apparaser quan- f "'^ v KamT'd.i^M do u..T! ''e 1' S"*
lo ante, a roa da Cr.u do Becife cm casa de 'l re- ; LTc, UUJ e teia i,e K, \.i.' "5C "eSCn"
moni & Lasue : oulro rim. r..n..ando aos ahaito .,- ??..95?.,,,?5f. "e-U l.'rVl,c,a :.'!.uem P'r *
; oulro lim, constando aos abaixo as-
sisnados que o Sr. Sohealim anda por casa das pes-
soas as quaes oulr'nra ven lera far.endas, para indu-
n-las a pagar-lhe seus dbitos que Ihe nao perten-
cein mais, impedindo a que o facam cm inao de
cobrador da cas a o Sr. Jue llias A'lvare. de Quiu-
lal, nico compelenlu p^ra sua realis*cSo e nao a
elle, previnem aos dilos devedores para que s pa-
guem ao Sr. Quintil, munido da procurac/to da ca-
sa, nao querco lo sugeilar-se a pagar segunda vez
aos mesmos.
l'remonl g l.asne.
Precisa-se de um forneirn : na padari.i do
tortelo Maltes ra do Burgos n. 31.
Os Srs. Joaquim Harina da Silva v Cnmpa-
nbia qot tem ou tivermo loja de fazendas ou taber-
na nesta praca, dirijam-se a rua da (iuia n. 61 se-
sundo andar, para se tbe pagar urna lettra que Ihe
he devedor um filbo do finado Joo Barbosa Camil-
lo, ou annuncie sua morada.
Aluga-se um sitio bem plantado com casa um
iantn arruinada na Soledads : a tratar na rua de
Santa Hila n. 27, primeiio andar.
I'rccisa.se de um am.wador : na rua da San-
sala Nova padaria de Douaingoi Jos da Cunha
Lages.
-- Precisase de um caixeiro qoe lenlia bastante
pulir d- fazendas e que d fiador a sua conducta,
para urna loja fora da cidade ; no aterro da Boa-
Vista n. 47, segundo andar.
1 Santa Cicilia.
"i.'*"
......
-.-
o
x'k A mesa regodora la irmandade de Sania i
Cicilia, em observancia ao artigo 7' do seu *.'*>*
iS compromisso, convida a lodos os seus ir- "5
jg maoa professores, para em mesa seral, no i>
g dia lil do n.rrente.as !l horas,a Iralar de ue- r''"
\i? rocos lendentes a mesma irmandade; da i>
: mesmo forma coiiviila a todos os professores ';
.'"'3 <'U8 *,l'n;,a niln irmaos, a comparecerem T
2? "o referido dia,para seren iniciados irmaos, *<2'
*3 visto que nao podem ser contemplados em 3
jj& fouccao nenhuma musical, conforine deter-
%* minain os arls. 7 c 7fi do mesmo compro- !?
tS misso. ft
Precisa-se de nma ama para casa de pouca fa-
milia na rua Imperial, taberna n. il.
; A possoa que no dntninao a nnill lovnu do
Sreja da Congresacan nm chapen trocado, pode ir
deslroca-lo na rua do Crespo n. Ib.
Lotera da ppo-
vinci .
&*wH.
O agente llorja lraii*ferio para sexta-feira 19
do correle o leilao dos predios abaixo declarados,
pertenceules ao Sr. Jos llias da Silva, em conse-
quencia da Brande qoanlidale de chova qoe cabio
no dia l, designado para dilo leilao, i saber : urna
casa terrea de n. 2, sila na Iravessa do Lima na rua
Imperial, com 2 salas. -J quarlos e cozinba fora, (i
ditas de ns. 4, li, H, 10. 12 e 11, na rr.esma rua, com
2 salas, I quarlo e cozniba Tora, 1 armazen* em cai-
xao na mesma rua, um terreno na rua da Praia de
Sal Hila e um dilo na Pasaaeem da Masdalena,
com 12 palmos meio de frenle. ao lado da casa do
Sr. Jos Joaquim Dias t'eruandes, os qoae* >er3o en-
tregues sem liiniie, visto serem vendidos por arcor-
do do propriciano com o ex-curador fiscal, para
camprimenlo da concrdala qae Ihe fora ultima-
J^ Chapeos J^
de molla e de di-
versas qualidades.
Sao cbegidos a praja da Independencia, loja
de Joaquim de Oliveira Maia, ns. 21 a IIO, os muilo
deaejados chapeos de molas de elegantes formas, fa-
zenda fina, os quaes se vendem por mais mdicos
precus do que em oulra qualquer parle, chapes de
feltro finos, de Indas as cores e gestos inleiramente
novos, dilos de dito e de palhinlia. ricamente enlej-
iados para mininos e meninas, ditos francezes de
massa, /azenda lina, e oulros de diversas qualidades,
tudo de goslos proprios da festa.
Confcitaria.
59 A
Lindas cousas veiibaiu ver
E junlamente comprar
A festa esta na porta
Sempre te tem a quii dar.
Nesle estabelecimento, confronte ao Rasarla em
Saulo Antonio, o primeiro desle genero nesta capi-
tal, alera de biscoitos o doces uacionaes e ealransai-
roa, ha;o mais bello sorlimenlo de caixinlias qiia se
tem visto, e as melhores e mais aromticas pomadas,
extractos e sabonetes que lem viudo a este mercado,
em riquissimoi vasos.
Ao publico convido
Por nAo er exasencao,
Os objectos annunciados
Se acbam em exposicao.
Ootras cousas tambem ha
Ha casa 3!) A.
A peoa que se offereceu para caixeiro de ioja
e escnpturac.lo, dinji-se a rua do (Jueiinado n. Il'.l,
que alu se Ihe dir quem precia de seos servico*.
Precisa-se de uina prela raptiva para o aerviro
Ha ama easa de pouca letnil-a de ponas a dentro':
na rua do Amorim u. !l. legando andar.
Precisa-aa alagar au eozinhelra piracaaa de
familia, que saiba rasar as compras, prefere-se es-
crava : na rua do Crespo, Inja n. 9,
No fim do mez da fevereiro do corrate auno
fugioda I,loria do (oita um escravo por nom; Ma-
noel, dule 3U annos, com os signae* aeguinlta : ps
feios, pernas linas, barrigudo, eom talla de denles,
cabera pelada em algumas parles, alraz de ama ore-
lba lem om caroco que paiere um I. Innln, be
muilo regrtla, e lem pi sido visto por duas vezes
nesta praja : rosa se as autoridades policiaes e cap -
Ules de campo a apprehensan do dito escravo, le-
vera a dila Ireguezia da Glaria do Coila, a entregar
ao padre Anlouio da Silva Civaleanl, que seao st-
nerosamenle recompensados.
l'reci cer o servico de nina casa do pouca familia, podeodo
ir a lardinba ilormir em sua casa ; paga-se bciu ; na
rua dos Marhrios u. I i.
O abaixo assignado |icrdea o meio bilhale n.
38il da primeira parla da Hlima loleria da matriz
da Boa-Vial, qoe corre no dia 2l, garanlido pelo
Sr. P. Jos Layme, c pedo ,-,> Sr. Iheaoureiro aos
Srs. ciutelisla<. qie nao paguen), caso saia premia-
do ; como lamb ni pede a qnem o adiar, querendo
restituir, dirija-se a rua do Padre Plorlana n. 38.
Joaquim Jannario Pereira de llriio.
Marques, Barros o; Companl.ia, declarara ao
publico, que em l"> do corrala dezembro despedi-
rn! o sen caixeiro o Sr. Joao Josc l'erreira.
Attcneio.
Fosio no dia 7 do correule mez o escravo de no-
me Jacinlbo, de nacao (Aisla, de idade lim anuos,
pouco mais ou menos, alio, pernas arqueadas, pooca
barba, julga-si estar acoulado no lujar da matriz
da Varzra, por ter -ido enconlrado por varias pes-
soas, s qoaes diz que seu leader o lUrrou por elle
ler comprado um bilhele da bderia e sabir a surte
grande : rogase as auloridade- policiaes, capitaes
de campo e pessoas do pove que o encoolrareui o
levem a rua liireila u, 7ti, que se pagara*) a: des-
pezas.
que corre
io.
tio corren-
ni uto das
der noticias certas, receberi a graOeaelo cima de
300*000, em casa de Joao da Silva Moicira, na rua
da Prala n. 16.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; qoemsejulsar habilitada dirjase a rua da
Sensata Nova d. 14, segundo andar.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
-^Ss
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes dcste reme-
dio incooiparavel, c provar cm caso necessa-
no, que, pelo usoquedclle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramenle saos, depois
ile liaver empregado iuutilmente outros ra-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que Illas re'atam lodos os
mas lia mullos anuos ; e a maior parle del
as sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
cobrarain com este soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos liospitacs, onda
deviam soffrer a amputacao! Dolas ha mui-
tas, que liavendo deixado csses asylos de pa-
uecluiento, para se nao submellerem a essa
operagio dolorosa, foram curadas completa-
mente, medanlo o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas, na efusao
deseo recouhecimento,declararan) estes re-
sultados benelicos dame do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim do mais au-
teaticarcm sua allirmaliva.
Niogaem desesperara do estado de sua
saude se tivesse bastante contian^a para en-
satar este remedio cotistanteinente, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
tasse a naturatxa do mal, rujo resultado seria
provar Inconlestavelmente : fjuc tudo cura
O ungento Ite ulil, maspariicnlarintnie
Roa .seguintes casos.
Inflammacjfo da ma-
Ultitna lotera
este aui
Sabbado iO
te, he o anda
rodas da primeira parte
da stima Lotera da ma-
triz da Boa-Vista.
/*. -i. Liyme.
O abaixo assignado roga aos seus de-
vedores, c|tte tendo deielirai-se desta ci-
dade, llie veiiliam pagar ate o dia 20 do
correte, caso o nao [lossam fazerdinjam-
seao mesmo, visto deixar um procura-
dor a azer ellectiva a oobranca sem a
menor contemplado. Bellarmino dos
Santos Rolciio.
Precisa-je de nm feiter para um silin mili por-
to da praca : a Iralar na rna do Collegio, taberna
da esquina u. 25.
lia urna casa vaaia na povoarao do Mnnleiro :
qoem pretender alusar cntenda-se ua alfandega com
Josc Bsmblo Alves da Silva.
A viova de Manoel de Almeida Lopes, tendo
de proceder a inventario por morlc de seu marido,
cuiis i la aos credores d.iseu casal a apresenlarem os
seus (ilulos ao Sr. Jos dos .Sanios Keves, na rua do
Crespo n. 17.
l'"uso do ensenho S. Nalheoa da freguezia da
Escada um escravo de nome llrnedilo, com os >ig-
naes sesuiule : cor preta. com (iO innos, pouco mais
ou menos, estatura balsa, srosto, barba e cabellos
brancos, falla com mausidan, e um pouco fiuboso
por lomar tabaco, pos dalos, o qual escravo servia
de feitor no mesmo engenno lia aeii annos, e ama-
ohcceu fgido no dia 15 de oulobro, e suppc-se
Miar para as bandas de Serinhaem : quem o appre-
hender leve-o ao Itecife, no paleo do Carmo, a Joa-
quim Manoel l'erreira de Soora, ou ao mesmo en-
genho, que sera' gcuerosamenle recompemado.
No dia l de uovembro prntiain pastado de-
apparcceu de casa de seu senbor o escravo crioulo,
de nome Caiennro, idade .10 anuos, altura resular,
olbos fundos, pouca barba na pona do queixo, e
lem alcumas marcasde relbo no.issenlo ; esle prelo
he bailante retorcido, porm de rosto descamado ;
consta que anda ueia cidade : rosa-se, perianto,
as aotondadea compelenle a apprehenilo do mes-
mo, levaudo-o a rua da Cdela do Hecic u. lil, ou
em ca-a de seu senlior Jos Paoluio de Almeida Ca-
lanbo. morador ao lado da e-Irada nova, defroole
das casas do Sr. Cabriel Antonio, que serau genero-
samente recompensados.
Para loja de azendas.
OITerecese um ndividou com as liabilitaces ne-
cessarias para primeiro caixeiro de qualquer loja,
Alporras.
Cannbras.
Callos.
Canceros.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidadcs da cu-
lis em geral.
Enfermidudes doanus
ErupcOes escorbticas
Pistolas no abdomen.
Prialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
IncliacOes.
lnllammar;o doligado
da bexiga.
trz.
Lepra.
Males das peritas.
dos pe tus.
de ollius.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulnioes.
Qucimadelas.
Sarna.
Supurac/ies ptridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das *rticulacOcs.
Veas torcidas ou Ho-
lladas as pernas.
TIIICO.
1)0 DR. CASANOVA.
28rua das Cruzo*-S.
[Neste cousullorio ba sempre para vender
O
o

Vendese este ungento no estabelecimen-
to gera I de Londresd. 211, Slrand, e na
loja de todus os boticarios, droguistas c ou-
tras pessoas euca regadas de sua venda cm
toda a America do Sul, llavana e llespanba.
Vcnde-se a 8Uors. cada bocelinba,coutem
urna uiilruccfio em porluguez paia explicar
o modo de fazer uso deste. ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pliaimaceulico, na rua da Cruz n. -22, em
Pcrnambuco.
1 AO PUBLICO.
| No armazem de fazendas baratas, rua do W
Collegio n." 2,
vende-se um completo sonimento de fa- M
t zondas linas a grossas, por mais barato M
g presos do que em outra qualquer parte, S
H tanto em porcoes como a rctallio, affian- m
Ci cando-se aos compradores um s pre;o Si
H para todos: esto eslabeler.imento abrio-se ~
jj de combiuar;o com a maior parte das ca- S
fsas commorriae.* inglezas, francer.as, alie- *
mos e suissas, para vender fazondas mais S
g em conta do que se lem vendido, e por isto
'\ ollerecem elle maiores vantageps do que K
II oulro qualquer; o proprietario deste im- M
** portante estabelecimento convida lodos >
M os seus patricios, e ao publico em geral, ||
| para que venham (a bem dos seus inte- 5::
j* resses) comprar fazendas baratas: no ar- '
^ mazem da rua do Collegio n. 2, deAn- S
S Ionio Luiz doa Santos & Rolim.
L'^l%'1KW1HfsaSS*T*JES*jir*^f 1sJtW**-5lsi,i'ir''oesS,*#4'V'eaiME
Prcci'a-se de um u dous liomens para Iralar
de urna pequea baita te capim. c de 1 anmica em
um silio na Passauem ila Masdalena : quem se adiar
nest.is cirrumslancias din/a-sc a rua larga do Rosa-
rio n. IS padaria ; na mesma precisa-se de nm flo-
mem daaembaracado de familia para administrar
urna obra de pedrairo, e que tenha disto algum co-
nhecimeuto.
Canoa perdida.
No dia 8 do correule desapparereu da rampa do
conducta : quem delle
procurado.
i.r. -... ,c, muv | li Unen 1aem a V'-" ou della Ser noticia cerla, dirija-se a
i hL '"* ** C',,i, ''" lc<"ifc "' ,i'1' 'lue "* ,*eusa-
ie., >e na incnle lecompensado.
tendo tambom a escripttiraraoda casa, lem miiilos ra,s aL' Apa"" "ma caima grande, de raras de 800
annos de pratica, e da aliono a suas qualidades e; 'TU"\ W'1 tmn^.fH\ a 1ual ">" a pdpa um
--. ni, cmbotido na inadeiia pela parle de fura, na proa
precisar, annunciu para ser, tem uma falla de madeira procedido de paneadu, e
moslra ter sido piulada de encarnado loda a roda :
No dia I!) na ali das audiencias, as 1
lepois de Onda a do Sr. Ilr. joiz de ausenL.-, ,= ...
oe arremalar una sraudr exlenr.lo deterreno na rua j
Imperial, pertencenle a heranee iio finado Anlouio Precisase alagar orna ama que iruha boa ron-
da irindade, sendo o lerrruo de enda casa de per si. dada, que co/iobe c engomme, lodo i-lo eom per-
0 os dcvolulos em'loles. assim como 111 ps de co- t'l&o, para servir em uiii.i cana de milito pouca fa-
queiros, como consta do escriploem mao do porleiro, nidia : a Iralar na rna llclli u. ::|.
engenheiro empregado na
p.........- -,.....-se para IngUlerra.
10 I lucio do engenho, silio do Esteio da fresueiia
:'
*.'
O
1
nder vj
os mais acreditados medicamento* liommo- w
W palbicos de CATELLAN e CVEBEK, lano
-V* em untura*, como em globulo>, e o mais
em cunta pos'iveL
Urna botica de 12 lobos (o ga e tll-MKIO
t3 > de 21 ii Ufa lo e I09OUO
/"< de :tri >i 15S IHr> e 2ttot)0O
W .. de 48 n 189 225 e 2.-c %- o de lili 2J -J58 e 305009
s3 Tobos avulsos :>l)d, 800, e I3OOO.
^ I ouc^a de tiutura a escolher 25000.
S Consultas lodos os dias gratis para 01 po- -
'& res. Q}
nOll LAITECTELR.
O nico autorisado por deciso do consetho real
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe do LaHectcur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a tomar em secreto,
est em uso na mantilla real desde mais de
0 anuos ; cura radicalmente cm pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af-
fceces da pellc, impingens, as consequen-
cias das santas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as cotttracqoes e a fraqueza
dos orgias, procedida do abuso das iujec-
Qoes ou de sondas. Como anli-sypbiliticos
o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantes
cm consequencia do emprego da copahiba,
da;cubeba ou das njecces que representen!
0 virussern neutralisa-lo. O arrobe Laflec-
teur be especialmente recommendado con-
tra as docucas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
Vende-se na botica de Barra I e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praija de O. Pe-
dro n. 88, onde acaba de ebegar una grau-
de porefio de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-LaTccteur I2,rua hichelieu Paris.
Os formularios diio-sc gratis em casado a-
gente Silva, na praga de U. Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
maos ; IVniatnbuco, Soum j llio de Janeiro,
Kocha fx Eilbos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magates Leite ;
Rio Grande, Eraacisco de Paula Couto & C
C. STARR &C0S1PANHIA
respetosamente annunciam que no seu ex-
tenso estabelecimento cm Santo Amaro, con-
lunuam a fabricar com a'maior perfeicio c
promptidao, toda a qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navega' So c
manufactura, e que para maior corr nodo
de seus numerosos froguezes e do publico
em geral, tem aberto cm uro dos grandes
armazens do Sr. Mesquita na rua do Brum,
atraz do arsenal de marinli um
DEPOSITO DE MACHIMAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acbaro os compradores um completo
sortimento de moemlas de caima, com todos
os melhoramcntos (alguna delles novos e
originaos) que a experiencia de muitos annos
tem jnostrado a necessidade. Machinas de
vapor de baixa c alta pressao. taixas de to-
do taruanho, tanlo batidas como fundidas,
carros de mo e ditos para conduzir formas
da assucar, machinas para moer mandioca,
prensas paro dito, lu nos de Ierro batido pa-
ra farinha, arados de ferro da mais approva-
da construcs3o, fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e uma inlini-
dadede obras de ierro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uma
pessoa inlelligentc c habilitada para receber
todas as cncommendas, etc., etc., que os an-
nunciantes contando om a capseidade de
suas onicinas e machinismo, e pericia de
seus ofllciaes, se comprme tem a fazer exc-
cularcom a maior presteza e perfeiQo, e
exacta conformidade com os modellos ou de-
scnh'is, e instrneces que Ihe rorcm l'orne-
cidos.
Aluga-se um ptimo silio na liba do Ketiraj
Passagim da Magdalena, com boa casa de vi venda,
muitos arvoredos de fruclo, e dous eicellcnles vi-
veiros, por preco commudo : quem o pretender di-
rija-se a rua da Madre de lieos n. 30, ou a Iravessa
do mesmn nome, armazem 11. 9.
SOCIEDADE FUNDADORA DA FA-
BRICA DE FI\R E TECER
ALT.0DA0.
Os senb.ires socios sao convidados a eflerluar at
o dia 20 do correule, 0 pasamento da segunda pres-
larao, que be filada em III pur rento do capilal
subscripto por rada um : no escriptorio do Sr. Ma-
nuel Alves liuerra, rua do Trapiche n. 1, das 'J
lloras da manhaa. as ."> huras da larde. Pcrnam-
buco (i de dezembro de I.'iMI.
Amorim, /'arias, (Juerra & C.
DAGUERREOTYPG.
eSv.steiiiii norteamericano.
ATEBRO DA BOA-VISTA N. i,
terceira andar,
Nesta casa coulinuasc a tirar retratos com loda a
perfeirau e pelo novo mienta iiorlc-aruericano. E-
1 i.le sempre uin completo e variado sortimento de
caixinhas, quadros juias de ouro para a coloeacJo
dos retratos. Todos ns dias das 8 hur.ii da manhaa as
i da tarde esla a ollicina e galera a disposicao do
publico.
Rua larga
DO ROSARIO N. 38.
botica de
Bartholomeu F. tle Souza,
continua a vender
(sondo falso oque Cor vendido cm outra
qualquer parte.)
lioli L'AlTecteur.
l'ilulas vegetad de Brandet.
Vermfugo inglez em vidros.
. Klixir auti-asmatliico.
Frascos de bocea larga eom rollias, de
1 a 12 libias.
Seguros contra
lolhhjlias
PARA 1857.
Arliam-se a venda as bem eonbecidas
folluiilias, mprenas nesta t\pogtapliia,
das seguintes qualidades:
FOLI11NHA RELIGIOSA, conlendo alem
dos mezo, a bibliotlieca do ebristao
brasileiro, que se compoe de ora-
CpdS quotidianas, methodo de assistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
liymnos, oflieio de Xossa Senliora da
Conceicao e muitas outras oracSe* de
grande ment, preco...... 020
DITA DE VARIEDADES, a qual alem dos
mez.es, conten? artigos de agricultura,
nocOes de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella deimpostos, e regulamen-
to de afericSo, etc., etc., preco. 20
DITA SIMPLES, contundo alem'dos me-
z.es, a le dos circuios c varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipacs, preco........ 2i0
DITA DE PORTA,' a qual alem dos mc-
zes tem esplicacoes das indulgencias e
excommunhes.'etc., preco. 160
DITA ECCLESIASTICA (ou de padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olintla, segundo as regias
da igreja, e leis eonbecidas a res-
peito, preco..........400
Todas estas folliinhas sao imprassas em
bom papel e excellente typo, e vendem-
se em porcao e a retallio: na livraria da
praca da Independencia ns. 6 e 8.
-..,., uu -. i a p iiini iii.i' uu i' i i *-1 i i *,------------- ---i i i
vai a praja a requerimenlj do Dr. procurador liscal lU.-nd,, u. K,.
da blenda nacional e por nova avaliacao. Mn% g ^
scola central
do Castillio.
! de Una, do abaisa assignado, a lo do correule, um
escravo de nac.lo Loauda, de nome Vicente, com os
Stxta-Mra, 19 de dezembro, be o dia doponto *Zout enuinles : altura recular, cor laioca. secco
da escola da rua Nova. As 11 huras os meninos prin-: ,|,"*'***Po- pc Palbldos, nariz um pouco afilado,
fessores que se disnarem honrar esla festa nao pre-
cisam apresenlar carlAo.
Precisa-se comprar ou aforar om terreno na
rua do Socrso ou perlo della quero qur/er fazer
este negocio ainiuncie para ser procurado.
Aluga-se o primeiro andar da rasa da rua da
ikuma roana, ainda nlo foi surrado uss nadegai ; o
dilo e'rravo foi comprado ao Sr. I'ranci-co -Marl\ res
do Lernas a 90 da noiunliro de :>>, moradur nesta
praca, idade -J7 a -JH laaaa : roua-se as autoridades
policiaes e capilac* de campo a captura do mesmo,
levando-n a rua dos Matlwios u. :',1 .1 Candido Ko-
dolpho Pires, que sriJo bem uralilicados.Joaquim
SenziU n. li : a tratar uu teguudo audar da masma.! do Naicimeutu Civilcanli de Albuquerque.
PROVINCIA.
O Sr. tliesouret'o dais
loteras manda fazer pu-
blico, que estao expostos
a venda, no escriptorio
das loteras, na rua la
Aurora n. 6, primeiro
andar, os blhet< s, meios
e quartos, da primeira par-
te da sptima lotera da
matriz da Boa-Vista, cujas
rodas andam uodiaSO do
crrente mez. O mesmo
Sr. thesoureiro ntanda de-
ca ra r que existe una gran-
de porcao de i)ilhetes,ineios
e quartos.e por conseguin-
te os !*is. jogadpres, me-
Ihor poder&o escolher.
Thegurariadas loteras
11 de dezembro de 18S6.
Jos .anuario Alves da
>iaia, escrivao das lote-
ras.
Ainda esla' por alu&ar-se o silio da Torre a
margem do rio Capibaribe, com boa casa da vueuda
..In,.,, b,|KB ..
i ***. UU i
o fogo.
--ai^-^, a 9 3 c aT^ITi
Companhia Sorthern.
CAPITAL, j. 1,260,000Estabelecida
em 1830.
Para ellecluar seguros sobre proprie-
dades, nercadoiins, moliilia e gneros de
qoasi toda a qualidade. Premio de .")|8
at 1|2 0|0 ao auno.Agentes, C. J.
Aslley & C.
Aericao.
O abaisoataignado, arremalante das aferieesdo
municipio do Hecifp, iciaolifica a quem convier. que
lem eslabelerido o aeu escriptorio no palco do Terco
n. 1(1, aonde dar* expediente das S da manhaa s
1 da tarde.Josti C.nsindin Peiiolo Soares.
Al.rt.AM-SK
para paisar a fesl.i duas casis na Torre, com bons
rommodo<, ealadaa e pintada* : no armazn di* ma-
leriaes da rua da Cadeia de Santo Aulonio n. 17,
Seve, casa onde morou o cnsul porluguez.
I'reci*a-se de um caiieiro para taberna, que
seja perito, e um pequeo ainda com pouca pratica:
na taberna grande ao lado da igreja da Soledado
n. 20.
Aluga-se a anliga casa de vender plvora, na
cidade de Olioda, com bom silio, baila para capim,
e boa casa de vivenda ao pe : qoem pretender dita
casa dirija-se a rua do Vigario o. 31.
A pessoa que se quizer prestar a
dar licciies de lingua italiana, annuucic
sita morada para ser procurada.
BILHETES DA LOTERA DO
RIO DE JANEIRO.
Jos Eusebio Alves da Silva mudou a
venda de seus billietes da loteria do Rio
de Janeiro, par a rua do Collegio n. 15,
deKandode vender de lioje em diante na
loja doSr. Malinas de Azevedo Villarou-
co, junto ao arco de Santo Antonio.
Fucio on perdeu-se uma canoa de carreira,
nova e por pintar, com crreme de ierro : quem a
achou, dirija-se a roa da Praia de Santa Hila n. 37,
sobrado de dous andares.
Precisa se de uma ama para o servico de uma
casa de pouca familia : a fallar na rua do Brara, iu-
brado confronte a fundido do Sr. Bowmao.
Aticncfio.
O accionistas da companhia Vigilante dos rebo-
qoes.sao convidados para a reunan no da 19 do cor-
rente, as 10 borai da manhaa, impreteiivelmenle,
pan deliberaren) sobre negocios imporlaules da roes-
roa companhia, no escriptorio de Henry Forsler i
Companhia, rua do Trapiche Novo n. 8.
A fama tri-
i.mplia.
Na confeitaria de Pinto & Irman, rua da Cruz. n.
21, recebeu-se ltimamente de lr.nn;., um lindo sor-
timento de figuras de ramos de noivas e oulros ob-
jeclos de gomma o mais delicado possivil para
as senhoras que enfeilam bmdejas e ootras mesma*
para presepes, uma porcAo de amendoas confeitadas
c caixinhas para se encherem o mais rico que se pode
achar para briudar-se as mesmas, aprompla-se qual-
quer encommenda de bolinhoi e docei o mus bem
feilo para casamenlos e bailes, eom promptidao e
aceio, e frucla*, para qualquer parle que os compra-
dores quizerem, por preco commodo.
Una Nova n. 1S loja de M. A. Caj & C. con-
tinua sempre a ler um arando sortiineuto de obras
feilas de alfaiale, tanlo superior, como mais infe-
rior, camisas francezas, brancas e di cores, Cl-
valas, colaiinlios,chapos francezes, dilos de sol, de
seda e panninbo,suspensorios de burracha.meias para
senhoras, humen-, meninos, fazendas para fazer-se
qualquer obra de encommenda com a maior presle-
zae bom desempeubo, ero lim qualquer pessoa nue
vier a e,la loja, tirar um fado completo e por pre-
co mais commodo do que em outra qulquer parle.
Bilhetesde visita.
Iiravam-se e imprimom-se rom perfeirao bilheles
de visita, letlras de cummercin e lodosos objeclos da
arte caligraphica, reaiilros, viiihelase quaesquer dc-
senhos. Abrem-sc lirmas, sineles, lano a talho do-
ce como em relevo, ornamentos com objeclos drouro
e prala. l/azem-sc riscos lindos e oiisinaes para
bordados ilc labyrnlhe. Admiltt-se a rerusa de
quai"-quer desles objeclos no r.i*o de nao licarem a
contento das pessoas que os eurommendarein : quem
pretender dirija-ie a qoalquer desles lueires : uo
bairro do Uccife, rua da Madre de Dos n. 32, pri-
meiro andar; em Sanio Antonio, na livraria classica
do pateo do Collegio u. S : na* Cinco Poulis, sobra-
do da quina confronte a matriz nova.
(Consultorio ho-
meopatliico d > Dr. Mel-
lo loraes.do liiode Ja-
neiro.
luico deposito em Pernamburo, rua doQuoima-
do n. 27, aonde se cha um completo sorliaenln de
mediramentos, tanlo em Untura como ero glbulo*,
lemln rarleiras de diversos tamaitos, por Stceaa
muilo em ronla. Tambem abi se encoulrarao os i-
vros necesarios a bomeopatbia.

.
.


*3I0 l Pf j-:!Bl S t FtM 19 al 1)ZEM 3 fe 15b6
DEPOSITO DE L1VROS E BOTICAS HOMEOPTICAS^
'i^fc
u:
DO
DO
a:
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, tendo de l'azer urna viagem deixa a sua botica soba
direccSo de pessoa habiliada e de inteira probidade, e um deposito na loja de livros do Sr.
Manoel Nogueira deSouza na ruado Crespo, .sobrado novo do Sr. Magalliaes Bastos.
USEMOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 152000
Dita de 36 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita deGO > ... 309000
Manual de medicina homeopalbica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 20000
Medicina domestica doDr. Henry......... tOfOOO
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
liepertorio do Dr. Mello Moraes......... 6O00
i

* ri:nn \s preciosas- *$
* Altere ni- de brilliantes, *;
* diamaules e perolas, pul- v
* eeiras, ..Hiles, brincos ?
* roietas,boloes e aunis *
< de diflerenles gostos e de jj
o-: diversas pedras de valor. .
* 1
' Compran), Tendem ou j*
I0REIRA k DDARTE.
LIJA DI OI'ItlVES
Ra do Cabuga' n. 7.
Uecebu por to
OUBO E PRATA- %
* Aderemos completo* de gj
SE ouro, meiosdilos, poleei- >
* ras, alfinetes, brincos e *
$ rozetas,eord6es, trance- g
* los, medalhas,correles 4-:
,. Je enfeites para rcloeio-. e &
dos us vapores da ISu- |ooro
& outrosmuitosobjectosde J
mro.
Apparelhos completos
. '."Mi |M , ''
f SS pJ"a' I"0'bri" ropa hs obras do mais m d.p"'. p *,.b"- i
A Inantes.diamaotesepero- B B dejas, salvas, casltcaes, n
moderno gosto, tan-
* las, e oatras quaesquer
$ joiasde valor, i dinheiro ..
3 to de Franca como
*a**wsii*; ?:****
colheresdesopaedeeh, *
^ emaitos ontros objectos J!
* 1 prala.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o cotiimodo eouio eostuniain.
fcSTRADA DE FERRO
ro Kecife San-Francisco
T,Tjprceira olia.nada.)
&Qmpt*8.
Compra-se urna ne^ra moca com habilidades,
com Ollio ou sem elle ; na ra do Sebo n. 42.
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compra-se urna cabra biclioque tenha bastan-
te leite, paga-se bem : na ra do Trapiche n. 8.
Compra-se urna casa terrea do vafor de oilo-
centos al om cont e cem mil icis : a tratar na ra
da Cruz n. 26 primeiro andar.
Compram-se acces da companhia de lleberi-
be : na roa da Cruz n. 33, seguudo andar.
Compram-se duas ou lre venezianas para
O* directores da compauhia da estrada de ferro do! u a irat.r na r
Oecie a S. Francisco, leu. feit,. ajerceira chamada i Laiangeiras n. 14.
de 2 libras esterlina*, ou reis 17J./7 sobre oda ac- Compram-SC pntncocs brasileos e
cao na dita companhia, a qual deve ser pasa al'l,u n, 8 de Janeiro' de 1857. na Bahia, em cas. dos! 4 Pf"'CS 2*0,0 e St'duIaS OU P,ata
Srs. s. Davenport & C, di corte, cm casa dos I de ,6'u com um por ceuto : na ra
Sr. MinaMc.f.rezor&Ce emPemambuco, no | da Cadeia do Reciie, loja de cambio
n. r>s.
dera'
ecriplorio da companhia. O accionista que oao
realisar o pagamento dentro do termo indicado, po- I
dera' perder lodo direilo as actes sobre as qnaes o
dito pagamento u.lo se tiver eOecluado, c em lodo :
caso lera' de pagar juros na razo de 5 por cento ao '
anno, d nilo reeeber juros ou dividen Jo da com-I
panhia, pelo lempo que decorrer entre o da indi-'
cado para o pagamento e a sua realisacao. Nenhum
auto de transferencia pode ser registrado depois do ',
da 8 do corrente, ante do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
S. /'. l'ereker,
Theoureiro.
Kecife 3 de dezembro de 1856, i
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiahelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhcs de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
llha e igualmentesobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em raobilia ou
em fazendas de qualijuer qualidade.
t J. JAXE, DENTISTA,
# contina aresidirnaruaNova n. 19, primei-
% ro andar.
ISenad
Vcnde-se um molalo, moco, de bonita figura,
com algumas habilidades : na ra Nova n. 55.
ios fumantes
Do boni -osto.
1 ornar peU manhan be peiloral, depo'sde janlar
Iras grande paladar, e a noile depois do cha oh que
bello lie na ra do yneiinado u. 8 que seroscin-
pre encontrados os melhores rharulus e que se dar
um de peora a quem comprar urna caixa.
Botica.
%
Vendem-so lodos os medicamentos, louc.i e mais
uleuciliosdcoma botica: a tratar na ruado Oueima-
do o. 32, que todo o negocio se far.
i negocio
Vendem-se terrenos para edifiracoes de pre-
dios ; na roa da Senzala Vclha n. (i8, segundo an-
Vendem-se lodos os olencilios da fabrica de
corduaria e d-se ao comprador o melhodo e lodos
os esebrecimentes para o fabrico do carro : na ra
-a- !-L.....*.. >.!., xio.
Vcnde-se um moleque muilo bom e moito fiel,
com oflicio de fazer carros e corrosas, e tambera he
serrador : quem o prcteuder Talle a Jos Higioo de
Miranda.
Vende-sea taberna da ra dos Pires n. 2, com
rundos a contento do comprador, e com boa morada,
veude bem para a Ierra, e o motivo de vender-se he
por seo dono morar nimio longe : a tratar com Ber-
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal demarinha, fia
sempre um grande surtimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangwra, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para earre-
gar canoas ou carros, livris da daspezas. Os
percos sao os mais com modos.
Bonecas fifatncezas.
Vendem-so bonecas ffancezas ricamente
vestidas e de varias q/ualidades a 18200,
15600 e 2,\ na ra do Qrteimado loja de miu-
cb'zas da boa fama n. 33.
. LEQUES FINOS.
vendem-se leques muilo linos com ricas
pinturas, cspelho c plumas a 2/, 89600 e 4/:
na ra do (Jueimado loja de mijdezas da
boa lama n. 33.
He omito barato:
Vendcm-se duzias de facas e garlos de ca-
bo de marfim do boa qualidade a 10, ditas
ditos de cabo de balanco muilo linas a 6/.
ditas ditos cabo rolico e oitavado a 3&, du-
zias de eolheros de metal principe a 35 e 6?:
ditas de metal mais ordinario a 8C0 e 18*00,
e outras muitascousas queso vende barato,
na ra do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Ricas fitas finas e modere
as dos melhores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na ra do
Qneimado n. 33e por precos que nio deixafli
de agradar aos compradores,.porque real-
mente se vendo barato e ha moito onde es-
colber.
SAO' MOITO LINDOS.
lucos corles de vestidos de fazenda muito
lina, toda do seda o de um gosto muito apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor vindoda
{-uropa, muito proprios para assenlioras de
uom gosto, assim como chitas l'rancezas
muito finas matizadas com lindas cores :
d3o-sc amostras na ra do Queimado n. 22
na loja da boa f defronle da da boa lama.
PAIU QOEM TEM BOM GOSTO.
Na ra do Queimado n. 22, loja da boa fe,
ha um completo sortimento de grosdenapo-
le de sed3 de lindas cores; aproveitem antes
queseacabem, que a festa est com nosco,
assim como chalos do Chile muito linos,
que se vendem por menos que em outra
parte.
Escovasle todas asquali
dad.s '
Vcudem-se ricas cscovas nglezas para
roupa, o mclhor que pode haver e de nova
invencSo a 35, litas Trancezas muito boas
a 15, 1550(1 c 28000, ditas para cbelo ingle-
zas e l'rancezas a 1800 e 23, ditas para den-
les nglezas e CranDCzas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para unhas dita dita a 240, 500 c 18,e
ouirasqualidadcs mais baratas, que ludo sa
vende na ra do Queimado na bem couheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
:l-
mSsS
A Uenco !l
nar.lino francisco de Azevedo Campos, na ra da'
I rinclieir... n. JO.
Batatas
(Joinpauhia de se uro con-
tra a morralidride dos e.-
cravos estabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 2,000:000^000.
IgencinfiUaldeVernambucon. 1.1 ra doCre^a'-'-'-f'^f^'^^ <""%>'
hamburguezas vendem-seno armazemde Jos Joa-
qim DiasFcrnandes: na travessa da Madre de
Dos.
I|agar-se-lia sobre i avaliacao de 1:0008000 ( e 2
mawon menos em propor(ao de onlro valor) inclu- *
sive o sello da apolice etc.
Dat dadet.
He 12 at entrar aos 10 anuos 363100 por anuo.
As condicocsimpressaspoderaoser procuradas no
escnpUirio da companhia.
i *r-"-|1,,C0MUR'al's os escravos segurosdas
'para 10 horas da raanhaa, no escriplorio da com-
paiiuia*
| DEXTISTA FRAXCEZ. |
-.9 Paulo Gaignoox, de volt, de sua viagem
.fcur',n, e" morando na ra Nova n. ^
S rr'TV" *"^"' 0"de Pd,l8" P'"ri-
J d""-' qualqaer hora. -j

reaue-se un iiieio
^ chroiionietro liem re-
9 guiado : na ra do
g Brum n. 18, primeiro
andar.


5@?
O Sr. Joa.|iim Jos Marques, (iue
mora por detra/.cla fundi.-aodo Sr. St ri-
era Santo Amaro, queira mandar a esta
lypograpliia, a ne/jocio que llic diz res-
peito.
Nesta lvpo;;i apia precisa-se fallar
ao Sr. liento A. R. Tupinamba', quemo-
roa ou leve luja no pateo do Carino.
- I'recisa-se para o servido interno c externo da
urna casa estranccira, de um preto: a nuem Ihe con-
vier dirlja-se a ra da Cruz ii. i.
..tn*m'm t* "> l">i criado e pana-se bem
r .li n ""'O c"mP"""nento : a tratar no
r.mpo do I osp.cio ,unl,> ,, quar,e| ca9a du des
bargador Alendes da Cunha.
1.1NIIA OE MNIBUS.
Il'ora em diante llavera' lodos os dominaos e dias
Attenco.
Lindas cassas france/.as muito linas, de
120 a 280 o covado ; cintas franceza
largas e finas a 220 o covado ; cortes de
rolletes de gorgurao de cores e pretos,
lenco escaria tes para tabaco, mantas de
seda para senhora ; tildo por muito bara-
to preco, porseterde acabar com ditas
Eazendas : no aterro da Boa-Vista, loja de
bilbetes junto ao telleiro, n. 56.
Vende-sc nm eictllentc escravo de ISannos,
"m vicio oem achaque : no armazem de sal, a fal-
lar com Honorio |lr elo Vieira Torres.
\ende-seuma hacia de rame com altura de
mea vara, com o pede hronze. por preCo commo-
do na travessa do Carioca n. 9.
*,,'<* Vcndem-'e velas de carnauba composta c li-
S. h'/'i m'lno"s aue 'em apparecido. estcir.s de
p- ha dohrada, pelles de cabra, curtidas, meios de
do Vigaru' -' U pc<,uen,s ''"6" : na '
9
P
^ Na rua do Trapiche n. 34, lia
V superioi rapel'rinceza do Brasil,
chegado recentemente do Rio de
gp Janeiro, em qualidade poncodif-
^5 fere do de Lisboa, ao passo que
S costa apenas l.siOO a libra ; a elle
9 antes <|iie acabe, pois a remessa 5
v3 lie pequea.
Arados de ferro.
Na fundicao de C. Starr& C, em San-
io Amni-o.nrliam-eH puna vi-nrlei-J.iraHnt Ierro, de construccao muito superior.
i\a loja das seis
. portas
E'i frente do Livramento
Alpaca de quadros para vestidos de senhoras, bo-
nitos gostos e modernos a doze vinlens o covado,
mauautos para vestidos a dez lusloes o par, camisai
de cambraia bordadas a dous mil reis, eollariohos
bordados a mil reis, saias bordadas a dous mil reis,
lencos de seda para pesco?o de seiihoraa ez luslfles,
chales brancos para Irazer por casa a sello cada um,
e outras muitas fazendas e alcaides, que vende por
Iodo o preco par n3 entrar no balanco, a dinheiro
a vista, das t horas da mauliila as 9 da noile.
Vende-so farinha de mandioca e ilbo muilo
novo : no Forte do Mallos, armazin do Cunha, por
prejo commodo.
r.7, Heole"V! a Ca,\a de dous da rn da
Cruz do Recife u. .12, muito propria pan qualqucr
eslabelecimeulo e morada : a tratar na rua do Tra-
piche n. 11, primeiro andar.
**ttS^* de ,rimeira
A I^OOO CADA LATA.
S_- Vraeto-M na r-.a do Oueimado u. 27, ptimo
cale moldo em urna fabrica do Rio de Inelre. muilo
bem torrado e isento de qualquer misiurj, conlei.do
cada lata urna arroba de cafe superior.
Vende-te (operlor lomo de Giraohuoi 19000
a libra : na Camboa do Carino n. 12.
Vendem-se holachinhas inglezu sorlidas. de
superior qualidade, em latas pequeas, prnprias para
a festa : em casa de Southall Mellor & Companhia,
rua do lorres n. 38.
Vende-se ama taberna nos Afogados, si I a na
rua de h. Miguel, a qual tem poucos fondos j ven-
de-se por ler o dono de jeguir viagem para fcira da
proviuc.a: quem esta preleuder, achara na mesma
com quem tratar.
Sapatos de borradla para liomem e se-
lenhora,
obra moito bem feria e elesanle, necessaria par. o
empo chuvoto; endem-se por preco favo.avel na
llvrana defronle do arco de Santo Antonio.
e
Marineada
amendoa
Vende-se marmclada da mellior qualidade qne
ba no mercado, em latas de 2 libras e 1*900, e
amendoai a ,'iiO a libra, e figos anda eiisle algu-
mas caixas de It libras que se vendem por preco
commodo : na rua do Vigario n. 27, deposito de as-
socar.
Para liquidar.
Vendem-sepellesdecouro ilo lustre Gran-
ee* a 2.")00, cortes de sapatoes de lustre e
becerro, retalhos de couro de lustre e
bezerro em porrao, borracha elstica e
muitos objectos tendentes a calcado : na
praca da Independencia n. ."m.
, Vendem-se sapatos de marroquim para senbo
ra a 560, ditos para homem, pos ppquenos a 800 rs.
para meninos a 610 : na rua do Livramento, loja
o. 41.
Vende-se por preco commodo nm sobrado de
nm andar na cidade de Olinda. situado na rua 'ov
defroutedo recolhimentodas freirs da Conceico,
com ptimos rommodos, tanto para morada cmo
porque pela collocacjlo em que est oflerece urna
vista bella e pitoresca, propria para os recrcios de
passar festa. As pessoa que a pretenderem diriiam-
se a rua Imperial, no bairro de S. Jos do Recite,
casa u. 12, que ahi acharao com quem tratar.
Vendem-e batatas novas a SfSOO a caixa, ten-
do cada caita duas arrobas; no armazem de l.uiz
Antonio Anuos, deTrnute da porta da alfandega.
Cal de Lisboa.
Rua da Praia n. !9.
i llegada no ultimo na-
vio e uiuiti&simo bem con-
dicionad i : vende.-s
preco muito lia rato.
loe 11 das supe-
riores.
Na fundicao de C. Starr & C, em
Santo Amaro, acliam-se para vender mo-
endas de canna todas de ferro, de um
modelo e construccao muito superior.
M loja
das seis portas
FM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Cortea de cambraia com sete varas a qualro pata-
cas, sem deleito, s por qoerer acabar este auno,
cambraia lisa comuito varas e meia que da um ves-
tido de dous e tres babados a tres mil reis a peca,
cambraias escocezas a doze vinlens o covado, riscado
para roupa de pretos a seis viuteus covado, corles
de vestido com dous e tres babados a cinco patacas,
lencos de rolroz a dez lusloes, luvas de seda pretas e
por
$

Do Tro'
o irovattore de
Varias pe{a de msica para
ere
l
ftVcnde-se urna prela de naci
de 40 anuos, pouco mais ou meiin.
Beogoella, ida-
prnpria para o
Bim-VO !>Z"!"t* ^.8RTO AMARO DE JA- ""'S *"* da familia, tambem he perit,
B IA1AO. o qual p.rlira'aqoi a'i 5 horas dd ma-hu,landc,r. m-:'--
.han, e de la a's ft da larde : preco :|jj(tlKl ,s. por '
vusem redonda, c 2*100 rs. por ida oa volla.
NVr.a" larsa du K"ar'o. esquina do becco do
lel^.-^rll, 0 seguudo andar do sobrado n. 9,
em se para lura com todo atseo. perfei.-So e
I i idao e tambem se enjumma : ludo por preco
WOa commodo do que em outra qualquer parle. "
Aluaa-se a loj. da casa da rua da Aurora n. \-
onde foi ollicina do fallecido marcineiro llenrique s
., pretender d,n,a-se ao Sr. Joao Piala de l.emo,
,. ra' r,4CU cscrlP,orio- u "sa desoa morada,
na rua da Aurora.
Recebe-:
muito fiel, lava peritamente de labio:
a trafar na travessa da Madre de Daos n. 18. das 8
horas do da as :, da larde.
AS PECBISCHAS ANTES QUE SE ACABE
> endemse lalas con, marmelada a 800 rs.. e 480
ditas com marmelos, ditas enm erejas e peras a 800
rs., e maa de lmales : dofrmile da raalriz da Boa-
Msta, quina do Hospicio n. 88.
\'eiide-se urna trave de i", palmos, madeira d
quahdade, por proco commodo : na rua Direila
n. it>.
Couros de cabra.
r. ~.^?***?* d'n'ieiro para ser mandado dar na Vendem-se aui
1 ?, POr lellri,, I""" ,'" prazo, grande: na rua da
ero prata ou ouro: na rua do Trapiche n. 10, escrip- de Joio I ernande
uno de Inornaz de lari i.
Hospital Todos
os Santos,
urna enfermeira, aquel- '**" r-ua ** Cadeia do Kecife
----1_. .!., '*> l-'ernandes Prenle Vianua,
lia veneravei Ordem'i er-
ceira de San-Francisco.
Para o mesino hospital precisa-sed'
um eofermeirof
li-'s do DOCSOS i raos casados sem (lhos
que pretenderem o lu;;ar, cujo ordenado
hedeGOsOOO pira ambos e mesa, diii-
jam-seao irmoministro Feliv Francisco
dcSouwi Hajalliaes, morador no largo
do Carran. Iii, assim como precisa-sede
um servente para o raesmo hospital.
a.ZI ''r*risa:se alujar ama l.oa casa cun dous an-
dares, as pr.ncpaes ras desU cida.lc, pacando-se
periores rouros de c.bra, marca
Cadeia do Kecife,ti. .77, escriplorio
s Prenlo Vianna.
.No aterro da BoavVbti n. 80, vendem-se vi-
nlios ensarrafados, Madeira Serca a 19. muscatel a
l;280, de Seluhal, azeile refinado fraucez a 900 r.
a arraa. lijos de enmadre a 2")O0, caitas de 16 li-
bra,, e 20(1 rs. em libra, marmelada em lata, a 610 a
libra, emitas em laia. grandes 800 rs.. e meias a
.00 rs., manteica inalcza a 6O a libra, chocolate de
Lisboa fino a 110 a libra, dito a baito a 400 rs., vt-
nasre branco forte a .20 a carrafa, conservas de Lis-
boa a 480, dita insieras a 800 rs., bolachinha de
Londres 1 15800 a caia, e 03 mais (eneros por com-
modo preco.
Velas de composicfio.
n. .77, escriplorio de
vendem-se moito
superiores vetas de composiro por barato preco ;
apenas resta urna pequea norcio.
c
oiiiina.
Na 1
era tle carnauba.
b-m : tratar m^MSutM TTlT C Je.,Mf,c|1P"' de carnauba : na ro
meiro andar. '" "' IJ' l",_ i ^d^la do Kpc'r >'< escriplorio de Joao Fen
I des Prenle \iauua.
roa .la Cadeia do Kecife n. .77. escriplorio de
JoSo Kernindei Prente Vianna, vende-se superior
nomina de maadioei Diurnamente tingada da Ara-
C<
Vende
a da
erudii-
- piano ; na loja de
llumont, rua Nova o. 9. .onde acha-se tambem as
msicas v.ndas do K10 de Janeiro quadrilhas, val-
sas. schollK para flauta e piano, ede mais a bata-
ma de sehastopul, peca inteirameute nova para pia-
no, e mullo procurada 110 Kio.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
construcsao vertical ecom todos o melliorimento,
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Bamburgo: na rua da Cadeia armaze.m n. 8.
POTASS E CAL TffiGEB.
So amigo ej bemeonhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisfeilos.
V1NHO DO POKTO GENUINO.
Vende-se ptimo viuho do Porto cm Larris .1.
quarloeoitavo, por preco razoavel: na na la t,!
rnto Kecfe n. 13, escriptorio de *$<.
Sao niiiiio lindosjeda
nlios
|)ii-
mkEhP ",Ul b0n'l0S l)ol0es P"
n ios pelo bkraio preco a 500 e SU rs. caUa
Smtt di i"'' r,"a d O^""* na loja do
la, boa lama n 33.
jH!eo<
g"10S
t"!:,,L,r.C0.bc.'^.s-..',e''''08 '"-. ^ ouro,
VENDE-SE
Grasa de patente, prova d'agua, para
arreos de carro.
Vinbo do Rheno de qualidades espe-
ciaesJohannisberg e Marcoltrnnner.
No armazem de C. J. Astley & C.
Ne rua da Cadeia, Ucronle da Kela.ao, taber-
na n. -28, ha das melhores bichas liamburnuez.is pa-
lalho e em porches, e tambem se
una poreflo de lijlos injlezes, prova
adeSoaUMll Mellar & Companhia,
ra vender a
lagim.
'Vende-se
de foso : cm ca
rua di. Torres 11. :;S.
Ven.le-se o diccionario hi-iorico, critico e hio-
KrapniCO, Coneado a vida dos homeni illuslres ce-
lebres ou faii.o-os ,lu lodos os piiies ,. je lolI0, oi
seculos, secmdo de um dicrionario resumido do mv-
loloaia por una soeiedide da lilleralM : obra rara a
canosa por conler linas estampas dos priocipin i.er-
sonacen-, em 30 volumes em oitivo : na ollicina de
eocadciuicao no paleo do CoUegit u. 20.

de cores a dez lusloes : s quem nao qttizer comprar
ou nao tiver dinheiro deixara' de levar fazenda, pois
os presos nesta loja sao de animar a gastar para en-
roupar as familias.
Vendem-se 6 saccas de feijao mulalinho por
armo preco.-..Irir... He p..,l, de c.......I. oleo de
""oda mellior fabrica do Kio de S. Francisco a
.O a libra, em lalas de 37 libras : na rua do Vica-
rio 11. o.
Vendem-se na rua do Trapiche n.
I escrirtorio de Brender a* BrandisA C.
Fralqueiras degenebra de llollanda mui-
to supeiior.
Botijas de oleo linissimo para candieiros.
Lona a' imitacaoda da Russia.
Piejos fundidos para han icas de assucar.
Papel para impressao.
Champagne.
Superior cliampagne em garrafas e
meias: trala-se com Antonio de Almeida
Gomes, na rua do Trapiche n. l, segun-
do andar.
DOCE.
Na rua do Queimado, loja n. 2, e na rua Bella,
casa n. 40, vende se o mais bem fcilo doce secco de
caj e de calda de todas as qualidades, as libras e
em boectas bem enlejiada, ou em barriliubos ou
latas, proprio para presente?.
FARINHA
De Trieste.
Vende-se em rasa de Saanders llrolhers & C. ns
praca do Corpo Santo n. 11, a muito superior e bem
conhecida familia de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechesada em 9 do crranla na escuna
rfeil., em porces srandes e pequeas, conforme a
vonlade do comprador.
Cemento.
Era barricas e a relalho: no armazem de male-
naes da rua da (ideia de Santo Antonio, por preco
commodo. *
Em casa de Eduardo II. Wyatt,
do Trapiche-Novo n. 18, ba para vende.
A verdadeira graxa inglesa 11. 97, dos
fabricantes Day a .Martin.
Tintas em oleo.
Cabos da Russia.
VinhoCherry superior em barris.
Agurdenle de Franca dito.
Fi uctas e fjonservas inglezas.
Papel (no para cartas.
Livros para copiar ditas.
Ditas de lembranca.
Ditas em branco SOrtidos.
Papel para copiar cartas.
Kelogios de ouro cobertos e descobertos.
Joias.
Sellins com pertenecs patente ingles.
Vende-se o engcnliu Morihequinha, tros legoas
distante desla [iraca, perlcncenle aos berdeirusdo fi-
nailo coinmendador Jos Paulino do Albuquerquc
Sarment, avahado pelo competente jui/.o, na quan-
11a da 35:000f000 : quem o pretender dirija-se a
casa do lenle-coronel Karata, na roa da Cadeia
n. 22.
AO MADAMISMO DE BOM GOSTO.
\ endem-se sedas escocezas de quadros, com qiia-
tro palmos de laraura, fazenda muito superior a
IgMO 0 envado : na rua da Cadeia do Recife loja
de Manoel lerreira de Sa, esquina que volla para a
Madre de Dos.
Plvora.
ua
sr
Veidem-se
pranchoes de pinho da Sueciacom 18 ate
22 palmos e "> polegadas de grossura, des-
carregando agota para o armazem de C.
J. Astli\ i\ C, no Forte do Mattos: ven-
dera-sc em lotes glandes ou pequeos e
por preco muito commodo.
FiiZEiAS IUAU8
>EM AVAiilA:
>"a loja de 1 portas, na roa do (lueimado n. 10,
lia para vendei novo tortimeuto de fazendas muito
em ronla, conusejam :
Chitas largas de cores, o covado 180
Hilas estrellas, o covado 100 rs., 120 100
Curtes de vestido de chita larga 15000 e 2-NKH)
Ditos de castas de barra 2S0IKI
Pecas de chitas de cores cOOO
Ditas de ditas linas i.-hiu
Madapolao entrelio 3)000 e 39300
Di lo largo jooo
Alsodao azul de lislra e mescUdo, o covado 100
Dito americano, pera :i-mi.ii
Chales de chita '4110
Lencos de ganga encamados 200
Chales de merioo de barra e franjas 49300
l'eitos de linho lisos c bordados para camisa 400
Moinhos do vento
com bombas de reputo para rc :ji i. or 1. r |...
sa decapim : na lundiode D. W. Bowman
na roa do Brum ns. 0, 8 e 10.
CARNAUBA.
\ eude-ie cera de carnauba de boa qualidade ;
na rua da Cadeia du Recite, loja n. ,'i0 defronle da
rua da Madre de Dos.
Vende-se
Enxadas de ferro, do Porto.
Fio porrete.
Panno de lindo.
Pomada.
Sabonetes franeczes linos.
Charuto* deSau-Felix, de diversas quali-
dades.
Arcliotcs.
Sabao nacional.
Na rua do Trapichen. l(i, segundo an-
dar, a ttatar com Antonio de A. Gomes.
@-@ t-C--@
@ Em casa de Eduardo H. Wyatt, b$
rS) rua do Trapiche-Novo n. 18, ha
5 para vender, chegado no ulti- -T-j
mo navio de Londres : '.\':
S 5 pianos fortes e elegantes de fa- 0j)
3 bricante afamado, comscus per-
v,? tences seg hites.
3 "'carteiras para msica.
't "2 duzias de estantes para dita.
6 cadeiras para piano.
.-*-;"< .'-...-. .'^i,,
uy U! n.t? W Br .. !?
TAINAS PARA ENGENHO.
Na fundifao de ferro de D. W. Bowmano ua
rua dolirum, passando o chafariz.l coctinu ha-
ver um completo sortimerto de taixes da ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
icham-se a venda, por epreco commodo com
promptido: embarcam-s oucarregaa-se aro car-
ro seinik'speza o comprador.
Em casa de llenr. Rrunn Companhia, na
ruada Cruz 11. 10, vcnde-se coguac em caixinbasde
clima.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Cat harina, cm saccas que tem um alquei-
ie (medida vdlia) por preco commodo :
no armazem de Novaes & C., na mi da
Madre de Deo n. 12.
Na ruado Trapiche u. 11, escriptorio de Ma-
noel Alves tjoerra, vend-se por commodo preco e
srsoinle :superior viuho do Porto em barris do
uitavo.chapeo de feltio, e sabaoaniarello fabricado
no Kio de Janeiro.
Emcasa de Saunders Brothers & C, pra$a
do Corpo Santo n. 1 1 .ha para vender o seguinta a
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas'.
Dilo entrar.ado igual ao da Bahia.
E uai completo sortimento de fazendas proprio
para este mercado : tudo por prefo commodo.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ru daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteesiabelecimentcflontinisahver com-
pleto sortimento de moendas aeias moendas
para en^enho, machinas de vapor e taixas da
ferro batidos coado de todos os lmannos para
dito.
CAL E POTASSA
Vende-se potassa da Russia e americana, chesada
ueste dias e de superior qualidade; eal de Lisboa
di mais nova que ha no mercado: nos seos depsi-
tos na rua de Apollo n. 1 A, e 2B.
Na rua do Viqario n. 19. primeiro andar, ven-
de-sc mu lu do Porlo de superior qualidade da bem
conhecida marca OW em pipas, barris e caitas de
urna e duas duzias de garrafas.
Milita atencao.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que volta pa-
ra a rua da Cadeia, vendcm-se cobertores de lita
hespaiihr.es,lenc.osde cambraia de lieirasa 400, 500,
e 600 rs. cada um, corles de casemira de cor a 19,
e 59000 rs., ditos preta a I5.VIO e 83OOO rs.. ditoa
de hnm esruro eamarello para calca a 1*110, pan-
no de linho do Porto, loalhas de mesa e rosto, aoar-
danapos de todas as qualidades, atoalhado adamas-
cado com selle palmos de lar jura a I56OO vara
corles de ca
zendas por prcro'scommodos.
Marmellada.
Rua do Queimado n. 35.
Latas com frurtas cm conserva novamerte cheua"
das de Lisboa 1 B00 rs., e coro marmeladi Tina a MO
por libra.
Ceblas.
Para liquidar c \cndem moito b.ialH : no ar-
mazem de Antonio Aunes Jacome Pires defronle da
parla da tlhodega.
Vende-sr superior linha de aleodSo branca e
de cores, em uovello, para costura : em cas d*
Southall Mellor cv- Companhi., rua do Torres n. 38.
DEPOSITO DA FABfilCA
l ndtistrin l'eriiaiiibucaiia,
RUA I'O CRESPO N. 0.
A fabrica desahito e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do brum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extraccSo aos seus
productos, proporcionando assitn a maios
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens sepuinles: s3o l'eitas com a car-
nauba simples purilicada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimamcom ignaldede en9oesborra01, e
nao lazem murrao e dSo mais luz c ma is cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
compositao, e que se vendem no mercado.
Kabricam-sede6, de 7ede 10em libra, ven-
dendo-seemcaixas que conten 192, 224 ou
3a0 velas cada una pelo preco de 15/.
O sabao he branco, as materias primas
de que be fabricado s3o simples c inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrads-
vel; rivnlisa com o melhor sab3o hespanhol
o he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-sc. igualmente em caixas de arroba
e a prego do 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recouliecerao
por experiencia a veracidade doquesean-
nuncia.
VELAS OE CARNAUBA.
Vendem-se velas de carnauba pura a 125 a arro-
ba ; na rua do Queimado n. 69, loja de ferragtni.
A31500
Veude-se cal de Lisboa ltimamente chesada, as-
sim como polassa da Kussia verdadeira : ua praca
do Corpo Sanio n. 11.
SUPERIOR TINTA DE LISBOA.
V ende-se snperior tinta para escrever, qne nunca
se faz amarella nem corta papel, muilo propria para
escriptorios : na rua das Crazcs em Santo Antonio
n. 30.
Na taberna da rua D.rell n. 4, confronte
ao oitao do Livramento, de Ucse de Mello Cosa O-
liveira t\ C, ha os seguio es gneros inperiores :
vinhos do Porlo de dillereuli qualidades de 6-10 al
IgflOO a garrafa, dilo de Lh boa a 610 e 720 a gar-
rafa, dito da r isueira a .'>60 e 610, dilo de Slete
dol-.slrcilo a 480,560C640, ;iripisa branca. 1J280,
viuho branco a que chaman Madeira a 800 rs., dilo
branco a 5 ralas coinoem meias ditas, 1 e diversas qualidades e
autores, boa aenebra hollam eza e hamburgueza ero
ltaseos e botijas, boa champ gueemgarrar.s, meias e
cigos, boas passas e figos de comadre em caiiinha
de 3, 6, 12,16 e 24 libras, imeias, letria, macar-
rAo, arroz doMaranhao, sag 1, cevadinha, verdadeira
rarinha ou gemina de matan na, holachinhas da soda
e mgleza, hn.couliuhos fin s em lalas, bolachinh
de ararula, lalascom sardinl as, chocolalede Aisbos
cafe, cha hyssoa de 29400 a 3J200 a libra, dito pe-
rola a 1.^000 rs. a libra, cha do Kio ero lalas de 1. 2,
4, 8 e 16 libras, chouncas, t meinho de Lisboa, man-
leiga iugleza a 19200, dita ranceza a 720, queijus
muito lions. charutos finos 1 e diflerenlesqualidades,
Loa agoardente de caima de 22 graos, ejtodos os mais
gneros proprios destes esU leleciroenlos por preros
commodos : asseveramos qm serAo bem servidas to-
das as pewoaa que se diguaijem honrar-nos com sua
protecrao e freguciia.
) 1.
XAROI
BOSOIIJK
Fol transferido odepositl deste xarope para a bo Vendem-sp ricos npnic ^ ..^
garrafas 595011, e meias
aqucllc que nao for vend
quesef.z o presente aviso
dosurgaos pulmonares.
uusorgaus pulmonares.
IECHA5SM0 tU ElfiE
BBC
NA FUNDICAO DE l*ERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN.
. uuit lu/v.v, ,yn ->>-> pia autiiioras pelo barato nrp-
RUADOBRUM.PVSSANDO O UIA- ,de ^.dilasde l.ia para padres a J800
tL* hK ? C- Escci, Pntd's Pra homem
pelo barattssimo preco de 400 e 50o, ditas
FARIZ,
ha sempre um grandesoriimento dos segninles
jectos de inechauismos pro >ri
her : moendas e. meias meen
construccao ; taixas de ftrr
superior qualidade ede odosos lamanho";"red
dentadas para agua on aui naes, de todas as propor
coes; envos e boceas de fornalhae registros de h
eiro, agailL..
nhos de mandioca, etc.ti
NA MESMA FUNDIGAO.
leexcculamlodasascncoi tmendas con. a soperio-
ndadejaconhecida ecom a devidaprestezaecom-
modidadeem 1 Teco
Em casa de Ra >e Sclimettau ACj
' <- H vende-se muito barato
' o covado, dito dito preto superior" a"
ida
A
60
Claudio Duhctiv vende pclvora, a l.".s
cada barril de 2"> libras.
A11 Ionio .lose'de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I.^OOOo bar-
ril : as pessoas crue quizerem dito gene-
ro, apparecam cm o leu escriptorio, na
Vigario 11. 51, para veras araot-
reis o covado.
Kiscado escoro de qoadrinhos, Iproprio para ca-
misas c vestidos de pretas, vende-se na rua do
Graspo, loja da esquioa, que volta para a rua da Ca-
deia.
VINAGRF EM BARRIS.
Superior a marca l'KH e Faleao & Socios, acha
se a" venda 00 armazem do Valenra, rua de Apol-
lo n. 13. "
PARA ACARAR.
Na rua Nova, loja bancaza n.8,confron-
te a Camboa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve toque de mofo, pelo
|,aralissin.ii preco de 10) cada um.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazemde Novaes & C., rua da Nadie
de Deosn. 12, por preco commodo.
CAHRIOLET.
\ ende-se om ptimo cabriole! ; para ver na co-
rheiratlo Sr. major Silveira, na ruada Cadeia de
Santo Antonio ; e para Iralar na rua do Oueimado,
oji .le mladaxai da Koa I-ama n. 33.
ua da Cadeia n. o7, vende-se:
Videos para espelb t.
Vinho do Rbeno si perior.
Conservas ahmenti ;ias.
Tinta para tjpogr tphia.
Tudo por preco commodo.
Em casa de Ra )e Sclimeltau 4 C,
rua da Cadeia n. 57, vende-se
Elegantes pianos d< afamado fabrican-
te Traumann de Han burgo.
Vinbo do Porto, si perior chamico.
Em caixas de 2 duzias e 1 m barris de oittvo re-
centemente chegadopclo br gue Trovador: vnde-
se nicamente no armazem de Barroca A Castro na
rua da C.deia do K.cife n. 4.
rua da Cruz n. ,,
: vende-se em ca-
C, rua da Cruz
finissimas.
\. O. Rieber& C
vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Bt'in/.o.
Biins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saccois de assucar.
da Bahia
para saceos de assuca
sa de N. O. Bieber n. 4.
Perftt litara fl
Na loja de miudezas da boa lama na rua
do (Jueimado n. 33 em ontra-se sempre um
rico sortimento de perumarias de todas as
qualidades. inglezas c francezas, sendo dos
melhores autores qut ba em Paris e Lon-
dres, a saber : agua <]( Colonia muito boa
sabao para barba de reme de amendoas'
agua do lavando muilo superior, vina"r
aromtico para dores d s caneca, banha mui-
to lina cm ricos vasos, extractos de muitas
qualidades, extractos poprios para bolso da
estudante, essenctas d ; varias qualidades
opiato o melhor que ha para limpar denles'
pas para lunpar os det tes, e outras muitas
cousas que nao .ieixara > de agradar aos se-
nhores compradores, c que tudo se vende
por precinbo muito ba ato.
AOS AMATES DO BOM E BARATO.
Vendcm-se ricas ch ruteiras bordadas c
retroz servindo lamben de carteira a / di-
las sem ser bordadas n uito boas a 2a e' 3/
carteirinhas muits ricab a 2/, ditas propriai
para viagem a 3*500, curtc.ras grandes para
dinheiro a 1^500 e 25, rancelins para relo-
gios. pretos de retroz a 160, aliadores para
navalhas muito linos a \f, pedras inglezas de
aliar navalbas a 1* e -500, ricas bengalas
pelo barato PreCo de 13 b 1.-500, penles com
escova c cspelho para suissas a 800 rs e-to-
jos para barba a 5e2*100, vcllas doradas
valhas finas pva barba a 2s, caixas finissi-
mas para rape a 2f500 e 3, ditas redondas de
tartaruga linas a 6f, e outras muitas cousas
qua se vendem por barato preco : na ruado
Oueimado na tem conhecida loja da boa fa.
ma n. 33. .
Para fjueui estiver de Iutov
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nhecida luja de miudezas da boa fama n. 33
vollas pretas linas e ordinarias, ricos alne-
les, ricas pulceiras, e ricas rozetas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
preqo que n3o deixara de agradar aos se-
nhores compradores.
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
cho de roupas cm viagem, pelo barato preco
de5, 6,7 e 80 cada urna, galheteiras com
todos (s vidros tiecessarios a 2f, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver c guardar todos os perlences, proprios
para viagem a 8, 10, e 123 cada una, costa-
reirs riquissimas de Jacaranda com os re-
partimentos forrados de seda e com muilo
gosto a 4, 5, 6, 7 e 8,-, pentes muito finos pa-
ra alisar.proprios para crianzas ou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do melhor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, carteirinhas para lembrancas, gorras
para homem, as mais modernas que se ndn
encontrar, siuetes com todas as leltras do
abcedario, s.netes proprios para natnorados
neos frascos para cima de mesa e outras
mu.Ussimasgalantarias, tudo muilo fino e
de muito bons goslos, asseverando-se a
quem v.er ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste estabelecimento, 'nao deiu-
ra de ler em que empregue muitissimo bem
o seu d.nhetro : na rua do Queimado S
bem. conhecida loja de miudezas da boa fa-
Na loja da boa f vende-se muito barato
tanto as pessoas da prac,a como aos fie.'
gtiezes do mato.
Madapolao n. 6 a 4-3 a peca, dito entre fino
a 3S600. dito dilo a 3/300, algodaoznho liso
encornado de 20 jardas a 2/880 a peca, dito
. &en,,,de.5 a ?7T' dit0 dil idem dem
2I2*. algodao de listras a 160 rs. o cova-
&iS ia4 ?'" ,paia cberta a 200 rs., brin-
zmho de^mhodc quadrinhos a 200 rs.,brim
branco trancado dito a 1/440 rs. a vaa^
Wh0,1^0 d Puro''"o para palitos a
640 rs., dito de cor trancado dito dito e de
bonitos padrees a 800 rs fil de linho liso
muilo fino a 880 rs. a vara, dito dilo borda-
do dito a 1/280, cambraia lisa fina a 480 rV
ailadita de salpicos muito fina a 800 *rs
dita adamascada com urna rara de largura
para cortinados, em peca de 20 varas a 7a
camisas de riscado muito bem feitas a I5500'
cortes de cambraia muito fina de muilo boe
hrmP !?eS.COin 7varas'2S, palitos ds
bnm pardo de puro linbo a 33200. dito-
pretos muito bem le i tos a 48, ganga'ama-
relia franceza muilo fina a 320 rs. o covado,
cortes de fustao para collcte a 600 rs., ditos
-no "S 3 '*ll0S de 8rur30 e Ja a
.ooo, assim como outras muitas faiendas
que se vendem por menos que em outra
Es:frrtetKrdir:22',ojada
YENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
rs.^na rua do Queimado loja da boa fama
Pentes de todas as quali-
dades.
,'
5e
de
. .1 vessa a 4s, ditos de untcorne para alisar a
19, ditos de bfalo muito fios a 600 e 800
IMPORTANTE PIBA 0 PIBLICfl. 1; ^.tS^aS^.^
Para curade phtytka m lodofosseusdifleren Pender cabellos muilo bonitos e bem traa
iesros, quermotivada-l por constiparles, losse balhados a 13280 e 16500, ditos de balei a
asthma.penriz.escarroad.sanRue, dr de eos berlos a 240, 320 c 400 rs ditos .Ir .?*?"
tadosepeito. palp.laSaoU cor.eao, coqueluche para piolhosa 500 rs naru n n...
rama0 3^nhocida ,0Ja de miudezas da boa
Meias de todas as qualis
dudes.
Vcndem-se muito boas meias de seda rre
A Us e brancas para senhoras pelo barato nre-
. code aasoo aiac^n 1.;. ... ",BlV Pre
.osparaenfeenhos.asa- o80 r, ,l,,f .""i* hKmem 200' 2*
adas da mais moderna ?o', la^nlad8.s e brncas para meni-
0 fundido e batido.de nos 2* e 300 *i ditas brancas, finas para
dosos tamanhn. .,,a. meninas a 240 rs ililse Kr......., ____r
ioe __.----------->-'-''ui-as, unas nara
ldi meninas a 240 rs., .tas brancas para se-
,r. nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas preta.de
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Na lujada boa f
k'e"'1" "-
Ro, c ntYo-'pr-eto muollno1.0 o^'V
d?taduiKoX:sCa' KS/dir P"*
ninas a 13280, '* txcfci^pTr.
rnerr.l.O/,.an320rS-dta8 dl ^ P"A O
mem a 400 rs., meias pretas de seda para se-
?Sno \ f' dJ-Us diUs de ,aia P"a P-3rT.
1/600, d.tas ditas de algodao pera senhora
W0 rs., d Us ,,rancag d SirHiMVS
"dl.taf ditdilo para meninos a 240 rs
chales de mermo cero ricas palmas borda-
seaaa*/, ditos dito liso com ricas franias
t ,-da.?-5nV?00' dilos dt com ran as
de .aalfsoo, ditos del3.de muito bo"ts
;dr2''rde -' dio d.toa
800 r., ditos detarlatana a 1, lencos dn
d,to,dP,(l,C,0,D rCS "C0S delinh a^o
ditos de dita proprios para homem a 240 rs
^^"'rei^"^"^^00"^"'^."^
480 1 s peiios para camisas a 400 rs., ditos
mn? mu,l linosa ,528; a'm disto um
end,:1mnor0mt",,',nl0 de f,zend" V "
a fin nf.^e.nM q,IC em lwprte: na
ln,a da hl r ^? D' M na bem conhecida
loja da boa fe d, fronte da da boa fama.

ioio
rua do
tras.
- Vendem-se pelles de cahra de toda qualidade,
de patente
lc7.es tle ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preqo razoavel,em casa de
AugustoC.de Abren, na rua da Cadeia
por preco commodo rua da Cruz n. 3i, primeian^'do Kecil'c, armazem 11. G.
120 rs., castes para
inhas para guardar
para calcas e cohetes a]
bengalas a 80 rs., caiv...
pbospboros i ino rs iconnba* para lim-
par penles a*40 rs., chicles muito bous
para cavallo a 800 rs .
I/, grvalas de seda 1111
dores de cornalina para asaca a 300 rs nuil
l',M*i ,fl....n......... I___1... ____ I '"
a..00, (iOOcNo'rsa
linas a 1*200, ricas
ILEGIVEL
cois inglezas para barba
camisas ue nicia niuild ,.,
ahoioaduras para collele a 50(1 e 60o rs di
tas para palitos a 500 e 6|0U rs., cstojos de na-

culos e lunetas de todas
fis qualidades
de ufaT^TK! .0res oculo""' riMca-o
oe tartaruga de todas as graduacocs a 1N11111
ssrsssfsTcom -ssssr
'ditos u1.,l" Cm armac" pr.tea.la,
3 l,n.f.a lS Comarma5o dc.co.800.'
toA 1 m armaca u tartaruga a 13.
di .st"d1S e1uadradas ablela a 50.
:o5;.o3rojadaboafi-s
*tm*09 fupbvz.
sporas linas de ac ,
ito boas a 19, ntaca-
J1S?!? l,cn'o-Velho.m Santo Antao fo-
TJZlu, Dovrmb'. P- P- ravo Alewndre,
erioulo, de .I anus, cor fosca, .llura resalar, lh^
papudos, pcsl.mpo, cabelles crescidos n. freoie, Ul-
1 com cicatri.es amigas de aroules as nadecas e
rnesmo na* costas. Koi do enmata Parai.o em Ma
lormoio, tendo sido comprado nesta praca vindo do
serlo do t.eara para onde t.lvcz se tenha ev.dido
Sanio com camisa atol, chapeo de palha linio de
preto : pede-se a quem d?lle tiver noticia ou encon-
trar, o prenda c o faca condunr ao referido ense-
nbo, onde sera bem gratificado.
Fugio hontem as 7 boras.um escravo mula-
to de .cae Tbomaz, alto, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas mareas
de eierauzes as caueas, falla com mua manci-
da, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos.aberu na frente em forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr
Carlos Coelho, que o houve por heranca de seu so-
gro JoseJoaquim de Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario de
Alhandra Vasconcellos Junior.morador no engenlio
lapna freguezia do Pilar dests provincia :
quem o pesar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimaraes, qn ser generosa-
mente gratificado.
I'EBN.: TVP DB X. F. DB FARU 1856


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