Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07662


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Full Text
ANNO XXXII N. m
Por 3 mete adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
jIJAITA FEIRA U DE DEZEMBRO DE 1836.
Por anuo adiantado ISi'OOO.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
'bunal de commercio ; legundii quintil.
Relie, o : Mrfii-ftiriiiiibbidoi.
Faieoda i quinas inbbidoi n 10 hoiil.
June do eommercie: lagunda 10borla* quintil i* U-dli
Julio di trphiei .- ugundii i quintil u 10 horn.
Primiiri un do iItiI .- aaguodn mu mio-dil.
Sag nda rara do livel : quirMi Hkbadoi lo malo -da.
PAT1 PW0I4L
GOVERNODA PROVINCIA.
BxfoIo... da 13 4. e.embro.
Omeio Ao Exm. hispo diocesano. Tendo
''i-ebido as informaces que exig do director do
arsenal de guerra e do inspector do de marinha,
vou responder ao officio que V. Exc. teve a bon-
dade de dirigir-me em data de 9 de setembro ul-
timo.
Sendo necessario adiantar a inslruccao religiosa
dos Africanos livres existentes nos referidos arse-
naes, alim de poderera riles recebar o baptismo.
julga V. Exc, que para conseguir este resultado,
se torna indispensavel nomear suflicienles mestres
de doutrina christaa, que V. Exc. promette gra-
tificar expensas suas, pedindo-me apenas permis-
so para entendet-secom os rbefes daqttellas ditas
repanicoes, alim de que diariamente pelas cinco
horas da tarde, elles facain apromptar os Africanos
que teem de ser instruidos.
Accolhendo com sincero fervor o alvitre que V.
Exc. aprsenla, cumpre-me declarar-lhe, que ne-
nliura obstculo se oppoe que seja elle realisado,
segundo as vistas de V. Exc, a quera eslarei sem-
pre prompto a prestar todo o auxilio quede mim
ender.
DitoAo Exm. marechal coinrnandahtedas ar-
mas, declarando quevaosor transmittidos repar-
ticao da guerra, alim de serem definitivamente jul-
gados pelo conselho supremo militar de juslica, os
dous processos verbaes dos soldados Manoel Gomes
Perigoso e Severino lavares da Conceicao.
Dito Ao mesmo enviando, para ler o con-
veniente destino, a cerdo dos assentamenlos de
praca do 1." cadete l.uiz Jos de Souza, que teve
passagem do3. balallio deinfantaria para o 2."
da mesma arma.
DitoAo inspector da thesouraria de fazenda,
para que nos termos dos decretos ns. 1113 de 31
de Janeiro de 1853 e 1478 de 22 de novembro de
1854, mande effectuar os pagamentos da subveo-
510 que leni direito a companhia Pernambucana,
visto que o vapor Iguarassti, pertencenle
mosraa companhia, j fer a sua pnmeira viagem,
percorrondo os portos da escala no sul e norte.
DitoAo director do arsenal de guerra, recom-
inendando que no vapor que so espera do sul, re-
met! para a Parahiba, acondiccionado em um cai-
xo, o corrame que por ollicio de -6 de novem
hro ltimo, mandei por disposicao do marechal
commandante das armas.Expediram-se as con-
venintes ordens.
DitoAo mesmo, para mandar recolheraos ar-
mazens daquelle arsenal, ;>0 armas do adarme 17,
que Ihe serao mandadas apreseniar por parte do
chefe de polica. Fizeram-se as necessarias com-
municacoes.
Dito Ao commandante do corpo de polica,
declarando que cxpedio or.lem thesouraria pro-
vincial, para pagar 10 lenle secretario daquelle
corpo, Epifanio Itorges de Menezes Doria, a quan-
tia de HMMoiJ rs. que elle dispendeu com aluguel
de cavallos, quando marchou em deligencia para a
comarca de (ioianna.
Dito Ao mesmo, dizendo que pode mandar
recolher quelle corpo o alferes Frauciscco Paulo
de Souza Malagueta e as pracas de pret, que com
elle dttacaram para o termo d Escada, dovendo
esse ofheial pastat o commando do destacamento
ao sargento que actualmente faz parte do mesmo
desUcamenioFi/.erarn-se as necessariis commu-
nicie,es.
Diio Ao inspector da thesouraria provincial,
recommendando, que a vista da guia que remelle
em duplcala, mande receber em deposito nos co-
fres dtquella repartirlo, a quanlia de 1369000
rs., que Henriquc Bernardo de Oliveira se acha
dever a thesouraria Je rendas provinciaes da Pa-
rahiba.Gommunicou-se ao procurador fiscal da
thesouraria desta provincia.
DitoAo presiddnte da commissao de hygiene
publica, remetindoos mappas que foram enviados
presidencia pelos mdicos encarregados do irata-
mento dos cholencos nesta provincia.
Dito Ao Dr. Thomaz Antones de Abreu.
Accuso recebido o relatorio em que Vme. da coma
das duas commisses medicas de que esleve eiirar-
regado em Olinda, Iguaras e (Ioianna, e ltima-
mente as comarcas de Flores e Boa Vista.
Reconherendo nesse documento e em outras in-
formaces que lenho recebido. urna prova mui va-
liosa dos bons servidos que Vmc. presira, arros-
lando os sacrificios inherentes commisses dessa
ordem, tenho por dever manifestar nesta occasio
o aprsco que me merecom o zelo, intelligencia e
dedicado, com que Vmc. se preslou em suas rom-
nissoes, e principalmente na de Flore e Boa-
> isla, que leve comeco quando eu j me achava
ua administrado desta provincia.
Executindo com toda a promptidao as ordens
do govetno, maniendo a mais estricta harmona
rom as autoridades locaes, e preslando-se era soc-
corret sempre com solicitude e caridade a classe des-
valida, ao mesmo lempo que calculou com pruden-
cia as despezas, Vmc creou titulos minha con-
lianca e i benevolencia dogoverno imperial, a cujo
ironhccimento vou levar o resultado dessas comais-
sites.
Portara.Ao agente da companhia das barcas
de vapor, mandando dar passagem para a Bahia,
por conta do governo, no vapor qua chegou do
norte, ao acadmico de medicina Jaine Gomes Ro-
bensone, o para a corle ao cirurgiao da arma-
da Dr. Thomaz Antones de Abreu, e ao grumete
seu criado.
Dita Concedendo 3 mezas de licenca com
vencimento, professora publica de primeiras lel-
tras da villa de Caruar, Anna Joaquina l'eres
Campello.Fizeiam-se as necessarias communi-
acocs.
DitaNoineando, de conformidade com a pro-
posta do procurador fiscal da ihesouraria provin
cial, ao bacharel Julio Barbosa de Vasconcelos,
para ajudanle do mesmo procurador liscal na co-
mirca de (Ioianna.Expediram-seas convenien-
tes communicac,es.
l-
(IllirioAo Exm. marechal romaiaiidanli da ar-
NR,para reeommendar ao padre .Manuel Thomaz da
Sil, que i vi-la le quanlo ant-s iirrVruaa a importancia dos emolumentos que afta
dever a secretaria d ministerio da Marra, por ler
do notoeadu por ducrelo de I de oulubro ultimo,
rapeltte da repartidlo erclesiastica do cxerciio.-
DitoAn mesme, remetiendo por rupia o aviso da
repartirn da guerra de 6 da novembro ultimo, do
qml consta que se conceden um mez de licenca ao
alteres da amia bitalUtu da Parihiba, Jua d'Avili
lli'ancoiirl N iva. para vir a ejta provincia tratar de
seus intereses.
ItilnAj insjieclor da lliesoiraria de fatenda, ta
relveado roaraeriraealoem que .loiquitn de Al-
meida Piala, poda por aferamealo o alagado de 111a-
iniha que se ach devlalo aa ra Imperial, por de-
Irar do terreno afaraJn ao fallecido Anlouio da ti'iu-
dad, afim di que proreda a stuielhanle repeilo .le
conf icinidid n-m o parerpr que remelle pnr copia
.lo oaamade lenle Aalaoio Eiiidin da Silva.
HitoAo inasmn, Iran^millindo por copia u avi
n circalar d _". de nululiro ultimo, no qual o Kviti.
-.r. minislro da jusnca ordena, que d'ora em dianle
ata abonera ajada de nulo ao-, joi;is de direilo
que ao removido a pedido sen, mas somenle ac
que forem nos caaos do decrelo n. ViQ de 2B de iu-
oho de IKVI.
Diio-Ao mesmo, recommendando 1 e.pedir-ao de por decreto do 21 de outubro ultimo, nomear ca-
suas urd-us para que o inspector da ilrande^a con-
l.l'll I.M 1.1. lili S DO HEZ DE DE/t.Mlllm I DAS DA SEMANA
QuirloereieiDlil lhon Tmlnuioia 48nguodoi di "llS Sigundl. S. Albina m.,; S. Kusebio b. m.
11 Luaeh.iaai5hura.at miaateiedS lefaadei da t. llK TerCa.8s. Ananias, Amias c Misad nim.
ifQuirlominguinlaii 4 horai.lS minuloii Sn-unda. di mji7 Quarli.S. Flonanom.; S aiinico m
l7Luiaovaii6 boria.Jfi mmuioa.48 aegundoadam llSQuInuS. Esperidiao b. r. : S. Trictomo m.
.i_ t PREAMAU DEIIOJE. |< Sella. S. Fauati; s,. Pauliloe Sidonio mm.
rnmilri as 8 hora, 30 minutoi di Urd. 120 Sibbido. S. Libaraio m. : S. Bajulo m.
Segunda 11 8 bonao 54 minuioida manhai. |21 Domingo. 4. do advento. S. Thomeap.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SU.
Alagoas.e Si.i.laudino Falcao Diai, lahia 6r. D. Dunn
lodaJmeiro.oSr. JoaoPireiriMirllni. '
EM PEUNAMBLCO.
OproprliliriodoDIAlIOManiiirigaiiriidirirli.ai sua
Inriri, piafa da lodipindtneii ni.ti 8.
pelliio alferes da repanico ecclesiastica do exerci-
to, ao Sr. padre Manoel Thomaz da Silva, secun-
do constou do aviso do ministerio dos negocios da
guerra de 23 do mesmo mez, e determina que este
Sr. capellao conlinue a exercer suas funrnVs no
1. haialhao dearlilhariaa 06.
Jos Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
11111 ua despacho isenlo de direilos, de 236 barricas
de cimento viudo do Havre na h.ir-a tranceza Se-
roneii, por conla das que Jos Antonio de Araujo
eonlraluu vender ao arsenal de marinha, para as
obraa do inelliorameiilo do porto. Cumraouieou-ie
ao inspector do referido arsenal.
DitoAo iiiesnio, para man.Ur entregar ao com-
mandanle do bn-ue de guerra Cearensen, qas leiu
de seguir para Femando, o dinhiiro que Ihe parecer
nacessarin para uccorrer ao pagamento das despezas
do inesroo presidio.
DilnAo mesmo. trausmitliudo para o fim conve-
niente o aviso de ledra de l:0lH)s siccada pala thesouraria de r.i/en.l.i da
provincia do K10 tinada do Norte obro a desta, e a
favor de Joaqetm Ignacio Pereira Jnior. Com-
municou-se ao Exm. presidenle d'aqnella provin-
cia.
DitoAoehefede polica, inteirando-o da haver
expedido ardan 4 lliesnoraria provincial para serem
pagas, estando nos termos legaes, as despezas feilas
com o tstenla dos presos pobres da cdea do Bre-
je, durante o mez da iioveinhro ultimo com a escol-
ta de guardas iiariouaesque couduzio presos de iu-
li(ad'aquclle termo para o do Buique, e bem assim
com o aluguel de dous civallos para coudiiccau de
.'2 rmas do adarme 17, que taran remanidas pelo
delegado de tiaranhuui.
DitoAo mearan, recommendando a expedirn do
suas ordens para que seja curado na euferraa'iia da
Mai de delencS?, o sentenciado Antonio Pereira da
Silva, que lera de ser para all euviado por parle do
general commaudanle das armas.Cominuuicou-se
a este.
DitoAo commandante da eslavo naval.Faz-se
necessario que o hrigue de guerra uCeareose va
com loda a hrevidade ao presidio de Fernando, con-
diizindo nao s 01 gneros e ruis objectus que o di-
rector do arsenal de guerra livor de enviar para all,
mas taraliem as praca de pnmeira linha senlen-
eiados que forem desuados para o referido presidio.
Cninpre porlaolo qae V. S. nesle sentido espera as
su is ordens ; e para que baja mais e-p.ico para os
generoa que tem de levar, maude, se fr pussivel,
remoaver a arlilharia do referido brigue.
A parlida do Oarense lera lugar logo que esli-
verem a bordo os objeclns que tem de levar, eas pe>-
v.is a quem compele ordeno qua uiidem rom Ma-
ridada no reu embarque, para o qual V. S. e o iua-
peclor do arsenal fumecerao tudo o que for preci-
so. hv.-.e n nrressario etpadieule.
DitoAu cummaudanle superior da guarda na-
cional do Brejo, comiiiuuieaudu que segundo cnus-
lou de ptrlicipacSo da raparli^o da ju.nra de is do
oulubro ullimo fura reformado Panlaleao de Siquei-
ra Cavalcauli Jonior, no pusio de major da mesma
guarda nacional, o qual devera por isso pagar na
recebedoria de rendas internas a vista da ola que
remulle por copia, a importancia dos direilos e orno-
tomentos Correspondentes a sua patente.Olliciuu-
e neste sent lo a' Ihesouraria de I-/.en I...
U1I0Ao commaudanle do presidio de Fernando,
dizendo que para se proceder como for de lei contra
o portoiuez Victorino da Silva l.eitao, faz->e neces-
sario que Smr. remella para esla capital na pnnioi-
ra opporlumdade 11 sentenciado Jo SinOea de.Ma-
galhes, c 5 demais pessuas que liverem sciencia d
laclo mencionado por Smc. em officio de -M de 011-
Intiro ullimo, alim de deporem 110 respectivo soin-
mario.Cominunicou-se ao juiz municipal da se-
gunda vara,
Dito. Ao director geni da in-lruccao publica.
() vgario i|p Ci ubre, iiitorinoo-ioe que inln ha es-
cola Hb entino primario n'aque la villa, onde elle
alliina eunherer vmle meninos que liAu receheni
iiislruccau por ralla de inaslrc, visto que a asela
mais protiiu.i d'altl he na povoarao de Prsqueira dls- fumiiiiioiitos dos deeretsH destiaadei reaalar
lana i leguas de Cimbra. commercio e 1 navegacaoda Suecia e Noruega, as-
Kecummen lo a Vme. que procedendn a uece-sa- | s'm como um rya lema para dar forra, em cada um
na* avnguaries, e ouvindu o rons-lho director, me \ll'" reiuos, s senlen^as proferidas pnlo* Irihinaes
prnnnnha algmna me.lula que convelida adoptar na!''ooulro. lima commissao mixta, snh a presiden-
coiirirmidade da le provteial n. 309 de ti de maio c> principe real, esta occup.da nu lisar o con-
du ann0 pastado. | turgente que rabos na paizes devem ministrar para
lillaAo presidenle da rommi-so de hygiene defender a iud-peulencia e gloria commum A
A DIETA SUECA.
Discurso do re.
Na aberlura da Dicta Sueca, a 23 de oulubro, el-
rei proferto o seguinle discurso:
Seuhores.Ue com real salisrarro que me vejo
cercado dos reprsentanles da nacao, cerlo de encoo-
rar nos seos nobres sentimenlus e illnsiradas deli-
berares urna cooperniio enrgica para a roanuleo-
rilo da gloria e prosperidade do nosso paiz.
Senhoret, agradero-vus sinceramrnle as enngra-
tnlMON que me dingisles por occasUo do casamen-
to do muito amado lilho, o duque de Oslrogolliea,
com nina princeza di illuslre casa ducal de Nas-
sau. A parle que lomasles na mir.ha paternal sa-
tisfarrao lurna o acoulecimenlo mais charo au meu
eeraeia.
Senhnres, eucnnlrareis o reino em um estado de
prosperidade, que lodos ns cidadans reeonhecerao
com profunda gralidao, as bencos da Divina Provi-
dencia.
Acho-me em relajea amigaveis enm todas as po-
tencias esirangeiras. A > de novembro p.issado con-
clu com a Inglaterra e a Franca, tratados que .l.lt.
nova forr;a as amigas e gloriosa! alliancas, e tendero
a aperlar cada vez mais os lacea de amizade con-
lianca que me unem rainha da ('ira-Brelanha e
ao imperador da 1 ranea.
A nossa popularlo ohrcira se acha em urna con-
diro llorescenle. O nosso commercio ha consegui-
do om desenvolvimenlo que al hoja nos era desco-
nhecido. A nossa agricultura ha feto um progresso
eminente, e em conseqaencia de um processo me-
lhorado de producto ha sido capaz de uporlar urna
quanlidade consideravel de cereaes. Lina lonvavel
aclividade, coadjuvada por Mitas circumslanciis,
lera coulribuido para a geni prosperidade.
Senhnres, pertence-nos conservar a nohre inro
sueca o logar que Ihehe assignado na hi-loria pelas
suas glono Conseguiremos isto por om cuidado assiduo ata 11-
leresses do Estado, por urna justa apreciagao dos
nossos direilos, e pela farca e uoanimidade das nos-
sas decises.
A feliz uni.io fondada por meu illuslre pai vai lo-
mando todos os dias as mais solidas railes nos cora-
rues das nacoes irmtas, animarlas por um profundo
respeito para com os direilos recprocos e maiulen-
rjta de uina existencia commum. A identidale de
nrigein e das rerordacoes lusloricas existentes entre
as uaroes scamiinavas, da uuva forra a uniu. Fiel
aos meo* deveres como soberano dos reinos unidos,
penetrado da nobre idea que forma a base di sua
Iralernal concordia, procuro acabar as partes do
grande edificio cujo complemento al enlSo linha
iide embargado por r.erlas r.ircum-1 incias, e oesl'ar-
te estolcar-me para consolidar-lhe a duraran.
Dnas commisses, corapo.las de igual numero de
meinbros suecos e norueganos, eslalieleceram o-
IITERIOR.
Civmnasio Provincial, inlei-
eddo mais 31) dias de Itcenra
publica, dizendo, que podo tornecer os medicanien-
tos supplemeularius que Ihe forem pedido* pelos m-
dicos que vio em cum di--.10 do governo a' provincia
do Rio (ir.mdi! do Nnrle.unia vez queeslejam os re-
feridos medicamento dentro dos lirailes ib-oluta-
menle uecessanus, declanndo Smr. com auleceden-
cia a quantu puderAo clin, montar.
DiloAo regador do
raiido-o de haver concedido mais w 111.< j. licenca
com ordenado, ao prnfessnr de tirego e esmoler do
mesmo tiymnasio padre Ignaciu de Souza Kohm.
Igoal c iMiiiMiiiiiacao se ez a' lliesourana provin-
cial.
Illm. e Exm. Sr. Tenlio a honra de remetteot
a V. fcc. as inclusas dem >uslra(es dos saldos exis-
tentes ims dillereutes caitas a cargo do lliesuureira
desli thesouraria, no dial6 do crreme.
Dos guarde a V. lxc. Thesonrana provincial de
Peruambueo 9 de dezembro de IS.'*. -Illm. e Exm.
Sr. cnnselheiro Sergio Teiieira de Macedo, presidente
da provincia.O insperic r, Jos' Pedro da Sfca.
Demonstraran do saldo lisenle na eaixa especial
das apolices em -29 d
Saldo em 29 de novetnbru
p. lindo. .
Receita de I a 6 do carrj
Ueapen idea. .
Saldo. .
Caia doexercicii
Saldo em 29 de no tem hro
p. lindo......
Kcceila de I a 6 do curr.
s novembro de 1 H-Vi.
138:8009000
9
------------------I3880UQ000
.... aoutou
.... l:i*.iO0cMH()
que
Desptza idem .
Saldo
de 1856 a 1857.
106:1795011
21:8225119
----------- 131:0023060
.... 2:1:112050:1!
107:97 J52!
Caixa de depsitos.
Saldo em 29 de novembro
ul'ndo......!2lt:lcll5020
Kcceila dr I a 6 do curr. ] s
Despcza idem .
Saldo.
211:18*9626
5
2ll:l8i5020
Caisa especial do calramenlo das ruas detta ridade.
Saldo em 29 de novembro
, l>-"do....., 88K5IU
Keeeila de 1 a 0 du eofr. 5
Deapea Uem
Saldo.
8889114
5
8B89II4
t-uxa especial da cuuslrucro da punte do Hecife.
Saldo em29 de iiovembru
p. lindo.....
Reeeila de I a o docorr.
Despez idea.....
Sald......
I:0>l-20
5
1:9919240
9
1:9919240
< jixa especial das Maras,
Saldo em 29 de uovembro
P- ndo......12:5879246
Kereila de t a 0 du rorr. .i
Deipeu dem .
Saldn
I 5879246
69000
I2:iKl5>0
COMMANDO PAS ARMAS.
Qaanel general do commando dai armai de
Pernambaco, na cidjde -lo Recite, em r, de
deiembro de 1856.
ORDEM DO DA N. :<81.
O marechal de campo, commandante das armas,
faz ceno, para conhecimenlo da guarnicao e dev-
do effeilo, que por indicarlo do Sr. 1." cirurgiao
capitao, Dr. Manoel Adriano da Silva Pontes, que
esl e\erceudo asfuncresd-. delegado do cirur-
giao-inr do excrcilo nesia provincia, he nosta da-
la Horneado o Sr. 2." cirurgiao alferes, Dr. Fran-
cisco Mendus da a 11111:1111, para servir de anistenle
do mesmo Sr. delegado, om snbslituicao ao Sr. S,*
cirtir-iao alferes, Dr. .Ios Augusto do Souza Pi-
tonga, que vai ser empreado em una commissao
medir no Rio Grande do Norle.
E't'r Joaquim CotUtO.
ORDEM DOJ DA N- 385.
O nutrecuaJ de rampo.lrommaiidante dan arniac,
faz 1 1 hln .. para ronheremenio da ;uarnir;ao e
rjevidn effpilo, que S. M. o 1. houve por beiu,
perfeila uuanimidade que lem presidido as suas de-
liberarues he salisracturia a Indo aquelle que ama
a sua palria. Trabalhos mais importantes sei-vos-
h.\ 1 rummuiiicadus no peiiodo da prsenle sesslo.
A' medida qae om paiz augmenta em producido,
a necessidade de apereiroar us seas matos de com-
raunicacaose loma mais sensivel. As nhras cun-
sideraveis ja cnmplelidas han produzidu grandes re-
sultados, e ennln com a vossa conperacto para o
complemento da vasta empreza que vos proporei,
assim como para eslabelecer um svlema de cimi-
nhos de ferro que conlribuirAo poderosamente para
a prosperidade do paiz. Sera necessario crear urna
nova pasla para as obras publica', alio de dar mais
-clividade e coneentrarao a esle ramo importante
da administraran que lodos os annos elige BOTO des-
envolvimenlo. I'erei de fazer-vos urna communica-
rAo relativa a estas mudanzas na conslitnicSo,
serao necessarias para esle /un.
As difiranles medidas turnadas desde a nUima
Dieta para embargar os ahu-os inlrodiiznlos na ma-
nofaclura e venda de licres espirituosos, bao pro-
dnzido os fruclos mais satisfactorios, c |Ph0 Yi<(o
com prazer que a apiniin puhlioa sr lem pronun-
ciado energicmenle em seu favor. O relatorio cir-
rum-t.ruciad" qae vos sera apresenlado, vos infor-
mara acerca da necessidade de fazer ligninas roodi-
ncijoes as laxaa existentes, alim de chegarmos
com segurann ao lim deiejado.
Intredaxi na legislarAo das nossas alfandegas o
melhoranienlus adoptados pela ultima Dieta, ero
virludeduqueo cuininercio e a navegarao lem obl
do iencial animaran facilidade. lnciono ago-
ra apresent.ir-vos u projecloide um decreto ainda
mais de conformidade com os sabios principios do
commercio livre.
I.'m novo regulamenlu acerca da inslrucrao pjbli-
ci foi promulgado, sendo fundad as ideas ja com-
miinicadas e por viis adopladas. Tenho pira mim
qoe as geraees fotoras bao de lirar disto os resulta-
rlos mais satisfactorios.
Una esclarecida tolerancia pela fe, bateada no
amor reciproco e inspirada por urna convierto que
(orouu-seiiiahalavel, funni a essencia dos dogmas
da i,;reja protestante, lie digna de um povo cujo
grande monarcha, Gustavo Adolphu, pelejon pela
liberdada do pensamenlo e da f,e srllou o combate
com o seu sangue, para segoir-lheo exeroploe acom-
panh ir Ihe os passos. As auligas leis que ; inda
agrilhoam a liberdade de religiao devem pnrlanlo
desapparecer, de sorle que a le commum possa es-
lar em harmona como par agr plio 10" da consti-
tuir, .10.
Decretos abolindo a pena de banimenlo, e inlro-
duzinlo varios melhoramenlos no cdigo criminal
ser-vos-hao apresenlados.
Como urna justa apreciaran dos direilos da m ilher
he urna garanlia secura para a sua lidelidade no
cuinpriment dos seos deveres e da sua missao do-
mestica, lnciono propor-vos que as mulheres sol-
leiraa sejam consideradas maiores na idade de 21
anuos, como se pratica em ledos os estados da Eu-
ropa.
1 m projeclo de um cdigo florestal, elaborado por
urna commissao especialmente nomeada para esle
lim, sera submellido a vossa considerarlo. ES||
rjoestao he da mais alia importancia para a preter-
vacaodas nossas florestas, cuja prudente eiecur.in
pode somenle astegorar ao uo>so commercio a run-
nnuarao de um trafico lucralivov e previnir urna
das neressidades miis essenciaes dos habilanles das
nossas regies seplenlrionaes.
Como um conhecimenlo pererto da nossa silnacao
interna he a pnmeira rundirse do nao interrumpido
progresso do nosso bem eslar material, a cranlo de
uina repartirlo central de estad.lira se lem turnado
necessaria, que se necupe mais especialmente ro-
as pesquizas e Iranalhus respectivos. Ser-vui-ba
apresentada urna proposic^lo para este lim.
Varias medidas serao sobmeliidas 1 vossa conside-
raran para diminuirdes os encargos que pe,am sn-
bre os noisos dislriclos ruraei em consequencia do
gramle desenvolvimelo requerido pela repartirn dos
correios.
O augmento no< prerjos de arOgns alimenticios re-
quer um melhoramento na ailuucao dos nossos em-
prsgadns. lina proposta, haseada em equidade e
de conformidarle com os inleresses reaes do Eslado,
ser-vos-ha apresrutarl.i a e que Ihe consagrareis a seria atteocao que requer.
Veris por urna exposielo que vn remellerei.que
varias laxas podem 'er toolidnt. A siluaran ti ires-
eenle das nosras liiiani.as us perimlle atisla/er as
exigencias do or;amenlo e respondei 1 justa expec-
tativa dos -art entilarlo, pulilious, sem augmentar os
novas imposlos, que esiao runsideravelmenle dimi-
nuidos pela oltiin 1 Hiela.
Tandu agora aberln a seteno d ns Ksladoa-lieraes,
suppliro a prnlecrAo du Altistimo para os vnssos
Irah 1II10-, reitero, senhnre, ai prolislos ila minhi
real roadjuvacao.
: Mnriiiiig-Clnnmrlr.i
RIO DE JANORO.
Rotatorio apresentudo a' asserclile'agcrul
legislativa, na quartasessao da nona le-
gislatura, pelo ministro esecretario de
estado dos negocio do imperio, Luiz
Pedreira do Couto Ferraz.
Conclusto.)
MI>ERAt;,A'.
A continiiac.ni dos Irahalhus rilalivos a' nplora-
San das minas de cortan de pedra, ua provincia de
S. l'edro, lem apresenlado bous resallados.
Na anuo passadu foram descobarlas novas minas
em logar distante menos de 400 bracas da mareen
esqnerda do riacho ou arrme dos'Matos, -e cerra de
duas leguas do Jacuhv, do qual he aquelle alllu-
cnle.
Logo nos primeiros exames e reeonheceu ser esle
rarv.10 superior ao das minas do llerval, e por isso
lodos os Irabalhos dos miiieiros couvergiram para
all.
Com efleilo, tendo-se experimentado na mesma
provincia nina porfe, a bordo dos vapores Amelia,
Correio do Rio l'ardo I Ir mnense, conr.luiu-se
que servia com muilo pruveito para u consummo da
navegado a vapor, e que, por analoga, era appli-
cayei a muilos oulros usos.
leudo mandado examinar, no Hatea Nacional,
amostras do mesmo carvo, que vieram remedi-
das, o director desle estabelecimenlo intormou o
seguinle :
hdade do combuslivrl da nova cimada, e quauto a'
sua espessura ; e, todava, linda se nao desean a
mais de 13 brajas e meia, profundidade por assim
d.zer insignificante.
Dos tres defeilos essenciaes que pode ler o car-
vo de pedra, a talier : falla de beluraes, abundan-
cia de p> riles e exr.essu de residuos, as amoslras qoe
acabo de receber sil lem um onico, qne he a quan-
lidade de cinzas que ainda aprsenla ; porm em
menor propnre^o do que as onlras amoslras da
mesma localidade que tenho etiamiuado ero di Hrcu-
les pocas.
O ultimo rlefeitii he bem compensado pela falla
de sulforelos.cuja abundancia restringe muito o uso
dus enmbustives fosseis.
as qualro arrobas que recebi, apenas riirou-
Irei urna pequea massa de pj riles, e em duas ou-
tras amostras pequeas folhetas de marca-sita, fcil-
mente dislinguivel pela cor de latan,
Este arele ard bem io ir livre, com chamma
longa e brllianle, e pouco funjo ; queimando-se em
massas ao ar livre deiva uro retiduo de 20 por cen-
to de cinzas argilnsas.
a Esle residuo he provanv
bituminosos, misturados Mi
empastara. Escolhendo fr 1
e qoemando-os, ns residuo-
que deixam as inelhores qu;
dra que vem a esle merca!
0 presidenle da provinci
nencias, ordenuu que nos 1
pregasse o referido carvlo.
1 eudn a-sirn o vafiur A
redonda, da cidade de l'on
de, informou o commanda
bem, cunservaiidu ua machi
gadas de vapor, e as vezes
so abrirem e as piulas das
Heguluu n consumo poi -
islo he, meia tonelada meu
inglez de piiineira
rom quanlo eslej louge de apreseniar todo o de-
senvolvimenlo desejavel. por serem limitados os
roeios de que a companhia dispoe, e ter lutado cum
fortes obstculos, vai-se minteudo. Pude linda vir
a ler nm luluro liiongeiro.
les a ampia aulnrwarau, que ja' em lius do auno an- menle linda no imperio, ao menos em mui non
tortor Ihe, hav.a dado quando receiou a Iransplau- | eos logares lem reassumido o carcter epTderoko'
toda daquelle Itogelto da Europ. para o nosso paiz. I Nesla corte lem por algum.s vezes rean^irecidu
Expedio-lhes in,lror<;nei recomineiidando-ll.es o | a bordo dos navios .orlos no porto mis "rara,
emprego de tudas as medidas prevenlivas aconselha- aclividade e zelo inransavel do presidenle da cora-
n Ti aq ,en,.'?rod"I,J0' ."nb, em \"W"> ; *>* "* '" 'mar nesta curte as caole- \ miaa sanitaria o Dr. Francisco de PalU CVadida
quanlidade, lem sido recoubecida, nao su nesla cor- las que parecern! necessarias. a lina ilir.nan rm n,.o I,. rii ....- 1 '
le. mis tambera na Eurupa, cumo de excllent. A^espeito de s.us maiores esforcos, nao pude di, nSSea'd,! .nesmu"prln. *SSSS Prom as"
25-ti eilabelecimenlo acaba de adquirir urna 'TB.tN&'SSSS ^-. na ^^ZZT ^'^ ^
machiua complela de lecer, cuiihecida pelo nome I capital da Baha, '-a- -._....--------------.-
de Jacard.
0 impnrlanle estabelecimenlo de fundirao e de
con.lroci.ao naval na Pona da Areia, continua
apresenlar-se em prospero estado.
Os seu* trahalhos, no anuo lindo, represeulam
urna predilecto de '.i:l7.
0 numero deseus operarius lem considera ve Ime ri-
le crescido. Sendo de cerca de iOO em junho do
annu paasado, achava-se elevado a t>22 era dezem-
bro, sendo ii livres e INI eicravos.
Em suas diversas ollicinas se lem avenalo Ira-
balhos importantes. Actualmente esta' em obra a
magnifica punte de ferro para a rio Parahiba, lendo
u comprimenlo de MJO palmos ; c no eslaleiro se
acham em cunilrucr.au duas barcas de vapor, da for-
ra de 120 cavallos.
Brevemente sera' collocada urna grande ferraria
e um marliuete movidos a vapor.
A companhia brasileirade paquetes a vapor pos-
soe boje, no logar denominadoCtuchorra,um es-
tabelecimenlo completamente moutado, e que se
pode considerar impurlanle, conleudo ludas as ulli-
cias necessarias para execularem Irabalhos relati-
vos ao machinismo e conslrucrau de vapores.
Na provincia de Minas Geraet leuciona a presi-
dencia eslabelecer orna fabrica de lour,a de purcela-
na e pan este lim ja mandoo contratar em umi das
mais acreditadas fabricas da Saxonia, dous uperarios
habis.
Foi levado a esla idea pelo faci de ler sido, de-
pois de exames e experiencias, reconhecido nesta
corle pelo illuslrado fre Custodio Alves SerrAo, e
depois na fabrica de I om; > de porcelana de S'vres,
que cerla qoalidadi de barro que se enconlra em S.
I.aciano, a tres leguas de distancia da cidade de Ma-
na una. prcsla-se excelleutemeule a' fabricarAo des-
la lonra.
A fabrica de fiar e lecer algodao, estsbelecida no
municipio da CeaceieSe, da mesma provincia, e qne
he subvencionada petos cufres provinciaes, lem pro-
gredidu. Trabalhan uella 130 fusos. Em 28 mezes
liaran,o 2:1,(170 libras de liuha, e leceram-se
48,991 varas He panno liso, Sl para cobertores e
10 de panno trancado.
llimamenle mandoo-se vir da Europa um novo
machinismo que deve augmentar e apereiroar o
Irahallm.
Na capital de Pernainboeo organisou-se una so-
iedade qae lem por lim eslabelecer urna labnca
tambem de lecidos de algodao.
O seus primeiros Irahalhus foram, porcm, para-
usados em razAo do appareciroento da epidemia rei-
naule.
Pa rnesma capital monlou-se, e ja trabalham
com vanlagem, urna fabrica de relinarao de assu-
car. em punto graode.
Os qualro artistas italianos qne, por ordem do
governo. foram contratados na Europa, para seren
empregados nu tame das pedreiras de marmore
que 1 pudendo prestar alli ja os servicos qoe se esperavam,
tem sido aproveiladus por mudo mais conve-
nanle.
Dous foram empreuadus na Academia das Bellas
Arles, nos Irabalhos ue adurno de novo edificio que
bairros dilTerenles
. ------- ....... c i,.,.
allacando simullaneamenle Ires I pital minlimo de Sania Isabel,
, progredindo, e iuvadindu nu mez 1 mns, n mal au lem podido non
e ao Infmenlo que, uo bu-
he dado aosenfer-
podido nanea proscedir.
de agoito por maueira cruel a edad, da Cachoeira; Em trra lem ..do muito raros MCfMaT
nao poupandu classes e pruduzmdu o terror era lo- | Na capital da Bahia grassou o mesmo mal uo au-
, no passado, atacando porem quasi exclusivamente
La i ? accommell.da a e.lrauge.ros recemcl.egados. e pessoas das Iripola-
, onde so ueram as scenas di cues dos uav.us ancorados uo porto.
X -r-'m a lili!.Tru-
ra desle para o do Arrole do Bastos, ne detaat o
ollimo um residuo de .10 pnr cenlo mais do qoe
aquelle.
Sendo o mesmo carvAo espernneiilado lamben a
bordo do vapor Nitheroy.....ela corle, decl.irou o
engenheirn director das offleinas, ao inspector do ar-
senal de marioha, qne aquelle rumbustivel pude ser-
vir as ral letras dos vapores, nao se Ihe lendo
adiado deleito algnm, a nao ser a maior quanlida-
de de cinzas, em coinpararAu com u carian luglez ;
u que se allribuiu a ler sido eitraludo da parle su-
perior da mina, sendo de suppor que, quandu se
chegar a maior prufundidade, e cnrunlre carvAu de
excellenii qualtdide, puis que porves do que foi
cousumidu ipresentanm lauto beluine como o bom
carvo de CarditT.
Lina ultima experiencia, feila a burdo do ja re-
reridu vapur Amelia, em outra viagem do Parte
Alegre au Ido tiran le, deu anda resulladus mais
Masaderas.
Informou o commandante : qne ocarveo qoe em-
pregou deixuo apenas um residuo de 20 pur ceotu
mais do que u inglez de New Caslle, lendo deixado
o que foi empregrdn na pnmeira viagem o de 30 por
cento ; que a barca deitava a (i unida-, leudoe
desenvolvido o vapor, na occasiAo da sabida, em
jO rninnlos, quando > em hora e meia islo se cun-
segoe rom o carvAn eslrangeiro ; linalmente que a
machina Irabalhou lao bem ;que se Heve concluir
qoe u carvAu de que se Irala, subslitue aquelle per-
leilamenle.
-V quanlidade que se lem extrahido da referida
mina orra pur 1S Inueladas, lendu-se empregado
nesse servico 7 rnineiros.
Tem-se fetlu no logar das minas algumas obras
para os eslabeleciinentosde ferraria, carpinlaria, de-
psitos, etc.
Concluidas as diHerentes galeras e obras que o
engeoheiro projeela. a m na admitlira' 70 rnineiros
que poderlo eilrabll 100 toneladas por da, e enldo
se fara' necessaria uina machina de vipor cum .1 tur-
ca de 10 cavallos p.ra suspender u carvAn que se
qoizer lirar.
O sovernu .luturisou, no correnle exercicio, as
despezas necessarias para esles Irabalhos, e 11A0 le
paapara a esforros e sarrilirios alim de dar o maior
impulso ao desenvolvimenlo desta industria, que ha
de vir a ser nina fonte de abundanle riqueza.
lalvez coiivenha promuver-se a orsauisarao de
urna companhia qne lome a si esle trrico, men-
diaule certas rlausulas.
Na srcrelaria do imperio existe ja a este respeilo
urna proposla de peisoai que inspirara cunfianra.
Aguarda porera o gnvernu, para resulver sobre
ella, miiores esclareciuieutos, espeeiaimenle acirca
da abundancia da mina.
As explorares a que se procedeo nos terrenos
anriferosqne demorara entre o Rio Turv-Asiu' eo
liurupv, para cuja mineraran se encorpuroo oesla
corle, no auno passado, a companlna deoominada
AsiucJacAo Maranheose, nao lem apresenlado anda
os resultados que se esperavam. Prnseguem, po-
rm, agora os resperlivos Irabalhos, que por algum
lempo haviam sido iiilerrompidoe.
N01 terrenos diamantinos da provincia da Balda
tem continuado os Irabalhos de mineraro.no* quaes
se oceupam exclusivamente cerca de 7,000 pessoas,
pela maior parle livres, espalhadas por urna exlen-
-.lo de territorio de maia de II legoas.
Das provincias da Bahia, Alagos e Santa Calha-
rina, vieram diversas amoslras de dillerenles com-
busliveis mineraes, que mande! examinar no Mu/.eo
Nacional.
Tem-se reconhecido que sao applicaveis a difi-
ranles usos, e que sao indicios, alias fallveis, de ja-
zidas carbonferas.
O governo continua a recriminen 'ar que se pro-
siga em mais seguros exanies e explorares.
Na mesma provincia da Baha continnam os tra-
halhos, de que esta' encarrecado Jos Francisco
Ibomaz do Nasciinenlo, relativos a' explorarode
cart,|j de pedra, pelroleu e naphla.
Foi lulorisada pelo governo a despeza que pare-
cen necesaria com esle objeclo.
Da provincia da Parahiba veio Erande numero de
mineraes e ruchas, que mandei remeller para o Mu-
seu. cujas informaees asuardo.
Foram rereludas duas amostras de ferro, rolhidas
na Serrada Esrama, as immediaces da cidade de
Obidaa, provincia do Pan'.
Examinados no Muzeu, achou-se que leram hv-
droxido de ferro, qne pode ser de erande ulilidade
as oflicinas de lundirau e foriaincnlo de ferro.
INDUSTRIA.
Pouco lenho de acresrenlar ao qne disse no meu
ullimo relatorio sobre as fabricas auxiliadas peio
governo nesla corte.
'lie dos sclnslos argilo-
'^0 rarvao, ou que o
'iio- de cu t .lo puro,
/ excedem moilo aos
des de carvo de pe-
(j vista de laes expe-
n de guerra se era-
&aa frito urna viagem
ygre a' do Rio Gran-
1 1- o carvAu ardeu
einpre (i l|2 pille
que se fazia preci-
Ihas.
dadas em 2 horas,
1 que rom o carvla esla' em con-lrucro, e os oolros dous foram aadar-
rrgados da ctploracao u estados das prdreiras de
in.r inore que .|.i,in em t'aranagua Jas quaea leiu
viudo anioslnis que tndicam ser essa marmure de
pnmeira qualidade.
O director da Academia das Bellas Artes deu-lhes
pava este lim convenientes iustmerues, e brevemen-
te deven segolr para o -eu destino.
Do respectivo rnappa annevo a este relatorio cons-
lam us privilegios concedidos subre objectus relati-
vos a industria.
Soriedade Ansiliadora da Industria Nacional.
Continua esla suciedade a prestar serviros au aa-
vernn e au paiz, pruseguindo com perseverauca em
seus Irabalhos, no inluilu de promover o aperfeicoa-
iiieiiio de iioisa agricultura e industria.
A seus lifercoi foi llimamenle devidi a encorpo-
rarao da compauhia com o titulo de l'harol Agrco-
la, de que Iralo em uulrn lugar, e cujo lim, urna vez
realisadu, nao pode deixar de ser de reeoiihecida
vanlagem para a introduce.i Ihuramentoi em nossa industria agricula.
A seus efurios ja' nu annu anterior linha sido de-
vida a 1 ulular in de outra associai;Ao, sb o nome de
Sociedade de Eslalislica, da qual se devem esperar
os importantes serviros que indica o seu titulo, a
bem da estilstica geral do imperio, em relara.. aos
dillerenles ramos da publica administraran
Esla sociedade lem por seo presidenle o Ilustra-
rlo senador raarquez de Moule Alegre, e conla j em
eu aeiu grande numero de cidadans prestantes.
Infelizmente acanhados sao os recursos de que di-
pe a Sociedade Auxiliadora, em face da Meoslo
dos encargos que lomou sobre seus humbrot. Muilo
con vi 11.1 que podesse ser elevado o pequeuo subsidio
que Ihe preslam us cofres pblicos.
SALDE PUBLICA.
S 1-
Era em geral salisfatoriu oesladosanitario do paiz
nos primeirus mezes de anno que findou ; apenas a
provincia da Babia sofTrera unta invasAo da febre
amarella. que se e-ten leu al u raez de maiu, quan-
do rhegou a esta corte a triste noticia de que lavra-
va no Pira' tima epidemia manifestada na capital da
provincia desde n da 2li daqaelle mez. damlue us
primeiros casos quasi exrlu>ivamenle em praca. du
II. batalb.io de caradores, ua marinha de Beerri,
em escravos. nos ludios, e em geral em pessoas da
classe menos favorecida da sociedade.
o- .tu, piornas qoe acumpanhavam a enfermidade,
a rapidez cun que toccuinbtam us duenles, e a cir-
ruinslaucia da ter apparecidn a epidemia dez dias
apenas depois da chegada da galera purlugueza De-
fensor, a a cujo burdo se declarara urna molestia se-
meldaule da qual fallecern) 3" colonos e urna pes-
sua da iripola<..iu rom lodos os caracteres do cho-
lera-morbus, allrahiram lugo a alteorAu do go-
vernn.
Inimedialameule que foram aqoi recebidas laes
noticias, cuuvoquei a assislir a algumas tetSOM da
junta de hvgieue publica, e Iralei de expedir as pro-
videncias quecihiain na airada do governo.
Logo depois, foram contornadas as priraeiras no-
ticias, com circuuisiancias ainda mais aterradoras.
Maior era o numero das victimas, e a epidemia es-
leudia-se por diversos pontos da provincia, levando
a lodos elles tua acrAo assoladora.
A tome, que quasi sempre he a companheira ou a
successora das grandes epidemias.apresenlou-se tam-
bem rom om aspecto amearadur e a presidencia do
Para' vo-se obrigida a pedir auxilio s das uulras
provincia, e a reclama-lo do governo geni.
Esle nao betilea em acudir ao reclamo, e dentro
em poucos dias fez partir desla corle graude porr.ro
de geuerus aiimenlicios, ja' a bordo de um dus pa-
quete, da companhia de vapures, ja' em um buco
de vela.
De diversas provincias foram lambem enviados pe-
tos respectivo presidentes loccorros desla natureza
enm a maior promptidao, e assim conseguio-se evi-
tar n proaressu de mais uuia calamidade quasi l.iu
lerrivel como a epidemia.
Enlrelanlu pircurria esta novus pontos du Para',
ceifando sempre muilas vidas; e entre ellas a do dig-
no vice-presiilenle o cumineudador Angelo Custodio
Arree, que l'alleceu no seu posto de honra, victima
de sua dedicaran e coragem, cum um denodo cima
dos os nimos.
Por maueira ainda mais
nidada de Santo Amaro.
horror, d que tendea conhecimenlo, e onde foram
victimas nolaveis de sua dedicaran, cutre outras pes-
soas, o Dr. Cypriauu Barbosa Beltamio, que esque-
eido, pelo bem da huinanidade, de lodos os laros
que u prendiam vida, e forle pela conscienca "do
mais apurado dever, abandonuu lodos os seus inle-
resses, e foi encontrar a morle em Santo Amaro,
dcixando apoz si um renome que ha de ser eterno.
Sua viuya e lilhos Osaran, romo a do Dr. Angelo
Custodio Correa, na pobreza ; mas a nulo benfica
do monarcha fui tambera em seu auxiliu, cnuceden-
do-ldes uina pen-ao, que servir'de altenuar-lhes os
sofli intentes.
Iiiual pernio foi, na merma occasio concedida a
familia do capiUlo do corpu policial da Baha, Fran-
cisco Joaquim da Silvcira, que na mesma cidade de
Sanio Amaro falleceu, depois de haver acompanha-
do ao Dr. Bettamio em todo o excessu de sua dedi-
caran, e prestado os mais relevantes servicoi.
Anlicipo-me em 1eclarar-vus desde ja'que pnses
da mesma ordem e por mutivus semelhautes foram
concedidas s viuvas do digno chefe de polica do
Rio Grande do Sul, Ur. Jos Rodrigues Vieira de
Carvalho e Silva, e do oflicial do corpo policial da-
quella provincia, o alferes Vicente Francisco Das
Jnior, que sucenmbiram prestando servicos i hu-
manla le no exercicio de seus cargos.
Esla corle couservava-se em excelleules con licoe.
sanitarias desde o auno de 1853.
A febre amarella considerava-se inteirameute ex-
tracta comu epidemia; iienhuina outra de mao ca-
rcter se bata notado.
Al-oina. eufermidades que liveram lugar em fina
de l'ii ,a que allude o presidente da junta central
de hygiene publica) e que, por cerlos stmplomas e
por algumas circunstancias, se podiam clsssificar
de cholcrinas, havia-ie conseguido evitar que se
propagassem pela popularao.
As enndh .,.. hygieuicas, comqoanto ainda longe
da perfei(Ao, enm recouhecdamenle inelhores que
era 1833, e coulinnavara a melhorar cora as provi-
dencial que o governo acahava de tomar, qnando no
da I'.) de julho, deram-se doos casos de cholera-
raorliu-, uro dos quaes foi falal.
Aps esles segiitram-se oulros al que por lim de-
clarou-se a epidemia em loda a sua forra e intnaii
dade.
Felizmente, porm, nem o governo, nem as auto-
ridades medicas, civis e religiosas, que o auxiliaran)
eslavam desprevenidas.
Providencias se haviam d'anle man lomadu ; a ci-
dade havta sido dividida em dislrtctos, tendo cada
um delles urna commissao sanitaria ; poslos mdicos
liuh.im sido eslabelecidos em lodos csses dislriclos, e
algomas enfermaras se haviam preparado nui pun-
ios mais distantes.
O chefe de polica interino, o Dr. Joaquim Ban-
dlira de Guuva, cujo mue folgo de aqu Cibir, pela
aclividade e tele que u'essa uccasiAo deseuvulveu'
llnha-se munido, de ordem do governo, de (orlos os
objeto* que iiistanlaucimenle se castumain recla-
A juuta de hygieae publica convertida por ordem
do governo em cnmmiisao central de saude puulica
cum maiur numero de inemhros, nunia-se e Iraba-
lliava frequcHlemente.
Por veies assisli as stussessiies.
Assim, 110 innmenlo da cnse todas cssas medidas
foram pesias cm exerurao, sendo cmn a maior regu-
laridad* e sem os iucouveiiieules iuseparaveis do
principio das grandes crises, au menos com a ordem
que as circumsta.icias perrailliara.
Os socorros eram prestados com a possivel promp-
tidao. O chefe de polica e mais autoridades de
differeutes classes, o presidenle da junla de hygiene,
o corpo medico, a briosa mucidade da Faculdade de
Medicina, porfavam era acudir popularan, com um
zelo admiravel, eem geral manifestando um espirito
de caridade digno de honrosa lucnrao.
O progresso du mal exigi a conversAo dos posios
mdicos do interior da cidade em enfermaras es-
pa^osas.
Para logo foram estas creadas, no anligo quarlel
de Braganra, no Livramcnlu, nu prediu uacional du
largo da Lapa, no logar do recolhimento da Mise-
ricordia, no Engenho Velho, uo Eugenho Nuvo, na
l'onla do Cajo', em Bemfica, as Larangeiras, na
lagoa de Rodrigo de Freilas, 1 na ra Nova du
Conde.
A zelosa administrarlo da Sania Casa da Miseri-
cordia e seu digno provedor preslarain nesta occa-
sio us mais relevantes serviros ; nao se pouparam a
neulium 1 sorle de o-torco, e sarnlicios ; ullerece-
ram-se para lomar a si as referidla enfermarlas e
poslos mdicos rstenles.
lodos esses estabelecimentos furam manidos de
mdicos, de eufe-meiros, de irmaa. de caridade, de
boticas, e emfim de ludo quanlo era ou poda lor-
nar-se necessario.
A cada pssso o gnverno, em vez de um embararo,
eiiconlrava nm auxilio : o clero lendo asna frenl o
venerando hispo diocesano, as autoridades de tudas
as jerarchias, a illustrissima cmara municipal, que
lambem fundn urna enfermara a cusa de seus
membros, e a mauleve no paco de suas sesses, em-
quantn se fez precisa ; o curpo consular estrangeir,
os particulares, lodos emfim se desvelaran] em cod-
jut.ii a adminislrarao, c em acod'r aos enfirmos.
S. M. o Imperador deu por esla occasio o edifi-
cante exemplo de visilar as enfermaiias, no que foi
imitado pelos altos funecionarios pblicos.
Alm dissu, man Ion distribuir de seu bolsioho,
alm das esmolas constantes rom que soccorre a po-
breza, quanlias avulladas por todas as provincias,
flsgelladas pela epidemia.
S. M. a Imperalriz foi lambem fiel ao leu bello
I1I11I0 de protectora dos infelizes e desvalidos.
A caridade particular dcsenvnlveu-se de um mo-
do superior a lodo o elogio. Donativos de diversas
naturezas e segundo os recursos de rada um dus
doadores, partiram espontneamente de todas as
classes da sociedade.
Com laes elementos, a posirAo do governolornou-
se menos diflicil.
-V popnlacAo animada pelo zelo que si manifesla-
va da parle das autoridades, pela certeza de recur-
sos promptoi, e por tantas provas de caridade de que
se linda noticia diariamente, receben |a epidemia
com a maior coragem e combaleu-a com resultados
menos trales do que nos pontos onde o medo bata
dominado |e do que mesmo em umita- capitaes dos
paizes mais civilisados.
Calclae em MM o numero de victimas do cho-
lera-murbus nesla corle at o da 10 do corren'.e,
sendo livres 3,344, T.167 homens e 877 mulhere e
escravos a,583 (1823 homens lias mulhere'. Os 32
restantes :> lumen- e 2 mulheres eram de condir.l
mearla.
Nao me cumpre fazer-vos ;ura histrico minocioso
de todos os desastres cansados por ese Dacdlo uo
imperio.
Os grandes snflrimentos e a morlaldade que elle
produzo em Sergipe. na Baha, na Parahiba, em
varios pontos de Vruainhueo, em S. l'edro, em
_ inrami, em nailai provincias do imperio, mata ou
le lodo o elogio, deixando na pobreza sua infeliz i menos, formara um quadro luctuoso, que a l'rovi-
viuva, a quem S. M. o Imperador procuruu imme- delicia vai felizmente arredando de nos-us olhos.
dialamenle amparar, concedendo-lhe uina pensao, I Alzumas provincias anda lutain, infelizmente.
que pende da vussa approvacAo. cora aqnella calamidade.
emia se desenvulvia na provin-1 F'la raan torna impossivel a apreientacle de
ci-... iai.es denm-se uo porte Imn* asUltotlea marinara menus incmplela.
da cidade da Barra, capital da provincia du Ama- "evo mesmo dizer-vos, que os dados que me tem
zona. ) sido remellidos das oulras, ende a epidemia ilerlt-
A sorle desta provincia nAo linha escapado al- I nou ou se extingui de ludo, me parecen) coihidos
Icncao do governo. j ainda sob as tristes impresses recentes, e assim na
Certo da facilidade com que se dtil prever, que peden lerlo runho de evadiran, necessario em se-
tosse em breve atacada pela epidemia, e couscio da meldanle Irabalho.
'l'..l"",", de alsodao, le que he proprielario | Lilla de medico e de recursos que elli havia ; liz i Juando os espirito* e acliarem mais serenos e o
Julien Cnirlemagne, esla' lunilada 11 leci.tus L-rosos j coovidir o Dr. CassuM Aagasto de Mello UaJtos, e P'1"- totalmente desastembrado, podar a tdminis-
e a Ims, nao oflerccenrlu, an menos pnr ora, maio- os eslndaulrs do ti. anuo da I aroldadc de Me- lra,.<" publica organiaar enm sesuram-.i aqnella es-
dicina da r.'irle, Vnlonio David -
res proporroes para irllfictos superiores.
A de galues, prnii'iir-rnio a FrurluiikO l.uiz da
Molla, acha-se au:meulada cum eu^enbus de fazer
a noli Ido, com una machina de fazer eerdOrs, e
rom um novo appareldo para lislrar e ondear lilas
acdamaloladas.
Esla fabrica aprsenla desenviilvimento, e, pela
variedade e perfriru de suas obras, fp/-e iiipi ere-
dora de pratoccBn.
A de leridos, denoninidl de S. l'edro de Al-
ranlara, nao Irahalha.
A de papel, da Muta t. ulaid, d3o apretanta
adi.inlamento.
A de seda, da Imperial i.ompauhia Seropedica,
Vascoucellos Ca-
Dtvarre e Marcellu Inhalo < commitslo aquelle ponto. \ \uo se prestaran) ruin
a ruelhur vonladc, e dentro em poucos das, parti-
rn para o sen destino, rheios da coragem do de-
ver. e cum desinicresse, digno de elogio.
Felizmente foi essa provincia ama das mais pou-
padlt, ipezar dos elementos que fa/.iain temer que.
Invadida peln mal, Insse una das mais devailadas
Ao nata que o gorerao assim toerorria as provin-
cias em que reinaa epidemia, eforrava-se pnr
previnir a ua invado nesla crie, e nis'nulris prn-
viucia^.
I'ara ai despera neceisana-, irpetio mm presirlea-
lalislic.i e comparar o obituario da quadra epidmi-
ca ei-i caria urna ras provincia, com o lernio mediu
da mortalidade habilaal.
Gran es despexai leve n governo de fazer em urna
runjuiicliira rumo esla. que rrclamava medidas un-
medialat.
Eram inevilaveis, .. teiilm i convicc.io de que o
pnder legislaiivo dar a sua 3ppro1.1r.iu an procedf-
ineiiio do gyeme,
- -'
\-01a pattarai a uolicisr-vos, n que atom da epi
demia deque acabo de tratar, or. mn-u un loranle ,
saude publica.
A ledra amarella, .e tinda su 11.10 acha inteiia-
ILEGIVEL
uo porto.
No hospital de Monl-Serrale foram tratados lili
desses enfermos, dos quaei smenle dous eram 11a-
cionaes.
Falleceram lili.
Esla morlaldade foi inferior i do anno anterior,
apezar de ter sido maior a gravidade a mais rpida
a marcha da enfermidade e a succeisao de suas
phases.
No correte anno, de novo se maoifeslou a mis-
ma enfermidade, atacando aquella classe de ps-
soas.
Na capital de Pernambueo tem conlinuado lambem
a apparecer alguns casos.
No 1- de novembro de 1834 al o fim de oulubro
de 18 Tallecern) 10.1 pessoas, sendo :i oaciouaes
e < ) eslrangeirus.
Na capital do Par a febre amarella lem perma-
necido, maiufestando-se tambera ltimamente em
alguns pontos du Amazonas, leudo sido 72 01 casos
falaes.
Finalmente na cidade do Sobral, provincia Ceara, tem-se observado a mesma enfermidade.
Na provincia do Maranhao a epidemia das beii-
sas, que comejara em oulubro de i834, atacando a
capital com grande iulensidade, e igualmente alguns
pontos do Interior, acha-se exliocta.
Al o mez de novembro do anno Bada tnha-se
verileada haverem fallecido desta enfermidade 673
pesoas na capilal, sendo 423 livres 252 escravos,
e 28 na villa do Rosario.
Esla mesma epidemia manifeslon-si, no anno
passado, em alguna pontos das provincias do Rio
brande do Norte e da Parahiba ; mas leve pouco
desenvolvimenlo.
O lioslipal martimo de Sania Isabel coolinna a
prestar importantes servidos s tripola{es dos na-
vios exilenles nesle porto, com a mesma regulan-
dade e esmero que, desde a sua fundarlo, Ihe han
grangeado a reputarn que mantera, nAo s no piiz,
como fura del le.
Durante o annu passado rtcibeu em suas enfer-
maras 2,102 ranle-.
lestes -aiuraiu curados 1,955, e falleceram 18.
i-.ilectoiui-c a compra da casa em que o mesmu
hospital esla eslahelecido, com os terrenos que lite
s.lo annexos, pela quautia de 28:800$.
As despetas deste hospital, comprehendido o ser-
vio do vapor que visita diariamente o ancoradouro,
importaran), nu annu findo, em 69:3338617, quan-
tu interior i das momias despezas uo anterior, ape-
zar de terem sido tralados era suas enfermaras cerca
de 309 enfermos mais do que naquelle anno.
Islo prova que lem melhorado a sua admito
rtelo,
Em algomas provincias ja se lem eslabelccido la-
zaretos.
Na capital do Para cnnrluio-se a consIruccAo da
casa deiliuada para lal fim, na ilha da Tatuuca.
Correram as despezas pelos cofres geraes.
Ilavendn a presidencia do Marao.m exposto qui
,ilalTreu provisuri", que se bavia eslabelecido ua
1 ,'' 1 astem dviavadrorv m luanduliL --
proporcaies para o seu destino, eslava mal situado,
antonsnu o governo a conatruccAo de um edificiu,
rom ascendieses necessarias, em oulro local da mes-
ma lina.
0 seu cusi foi orrado em 11:0005.
Acda-se quasi concluido om lazareto, na capilal
de Cearl, no tocar demominadoLagoa Fonda.
Eil lambem quasi acabado o da capital de Per-
nambueo.
O do Porto do Franccz, na das Alaaoas, acha-se
prompto.
Estabelecen-se um na da Parahiba.
Na cidade lazareto, na parte orienlal da ilha das Cobras, o
qual iroporlou em 3:1819160, e oulro de pequeas
proporrei em liaaratab, 00 lugar denomiutdu
Morreles.
No de Ratones, na capilal de Santa Calhiriua, lem-
se feilo obras para seu melhoramenlo, e coinecuu-se
aconstrucrao de orna casa na fortaleza de Sania
Crnz, |iara lazareto de obiervarao.
S 3-
O asseio desla capilal, em om dos dous dislriclos
em que fora dividida, continua ainda provisoriamen-
te a cargo da reparlirao da polica.
Realisando-se os recelos que levaram o governo
a linear mao desle expediente,visto como era ab-
solutamente impossivel que a Illma. enmara muni-
cipal, pela deficiencia de seus recursos, podesse pur
s su desempenhar esle encargo, em lodi a exIensAo
da mesma cidade,nao foi possivel fazer-se neste
ubjeclo nolavel alterarn.
Apenas tratoo o governo de tornir o servir) mais
eflieaz e menos dispendioso, concordando com o dig-
no chefe de policia em qoe o mesmo servido fosse
contratado por arremataran, o qoe ja esli eslabele-
cido em algumas freguezias, e designado mais om
lugar de deposito para o liso, alim de facilitar a sua
renie i,., e porlaolo economiaar a despezt de trans-
porte.
Reportan lo-me s consideraeesque sobnella ma-
lcra liz no ullimo relatorio, passarei a commouicar-
vos, qoe ja foram apresenlados ao governo os planos
e estudos feitos pelo engeoheiro Golle, por parle
de Joo Fredeiido Kussel, para a limpeza e esgolo
da cidade e das casas particulares ; e bem assim a
proposla, contendo as cundiees, medante as quaea
seobrigam a contratar esle servico ea montar o svs-
teraa de con tortores subterrneos, e de decompusi-
r,,lo e desinfecQao.
Em objeclo lio melindroso, e que importa urna
grande innovaran no nosso paiz, e de natureza (Ao
especial, qoal o de qoi se trata, entend que era
prudente remeller lodos os papis e esctarecimenlos,
que llie sla concernenles, ao nosso minislro em Lon-
dres, e mandar, por seu intermedio, examinar os
planos e systemas oflerecidos a' consideraro do go-
verno.
Furam consullados pelo dito ministro Ires enge-
nheiros eminentes, e que se podem considerar os
mais competentes na materia, Mr. Sleplienson, sir
VViharn Cubbill e Mr. Rendell.
Ja vieram os pareceres dados por estes engenhei-
ros, e delles resulla, que nao su approvam os ditos
planos e systemas, achanda-oi exequiveis e muito
conyenienles, como iconselham a sua adopf.o nesla
capilal, coja pusico topographtca e mais condicOes
examinaram minuciosamente.
Desfizeramaquellesengenheiros algumas duvidas,
qoe roe oceorriam, acerca da exequibilidade c elli -
eacia de tal sysleraa, a' vista do oivelamenlo da ci-
dade e de uulras circuraslancias ; e o minislro do
Brasil, que no exame deste objeclo deseovolveu o
mesmo zelo, com que tem desempenhido diversas
cominisses do ministerio a meo cargo, oflicioo-me
ainda llimamenle. por maneira muilo favoravel,
baseando-se naquelles pareceres e uo que linha ou-
vidu aos engenheiins acim.i notneados.
A' villa disto occopa-se o governo -mmenle da
materia, hahililandu-se para a realisaro de um dos
primeiros e mais imporlanles melhoramenlos de que
carece a cidade do Rio de Janeiro, e qoe Unto deve-
ra' concorrer para p seu asseio e silnhridade.
O svslema pruposlo he, era sua base e essencia, o
mesmo adoptado em algomas citarles da Inglaterra,
com I principal dilierenra de ser nelle obrigaloria
para os empresarios a desinfecto imraediala das
milerias e das aguas couduzidts pelos canos subter-
rneos.
S i-
Vaccina.
Nao repilirei a expnsirao que, nos meus anteriores
relatnos, vos lenho feilo sobre o eslado ponco l-
soogeirn desle ramo do trrica, nem as observares
presentadas na mesma occasio a' vossa illostrada
consideraro, acerca da concurso de cansas e cir-
cumstancias qne, conlrariando a acrAo e esforros dn
enverno, embaraeam maltas vezes a piopaga^Au da
vaccina na massa erial da popular.m.
Keferinrlo-me au que leudo ponderado sobre esle
objeclo, so me resta acrescenlar que o governo lem
continuado, cora a mesma solicitude, 1 empregar os
ircunos .1 seu alcance para mcldorar o trrico, prin-
cipalmente .quantu a' acquisir.ln e distribuirlo de
pus vaccnico, sem ter lido porem, cumpre confev
salo, a salislarn de rnnsecuir sempre os resollado-,
que deseja.
Nem, pelo- ineio- uidiuarios, he dado vencer <-
de.lroirrnin rapidez precnnreilos e hbitos invetu
rados 111 graude maioria, einpre pouco instruid,
de um povo : nem he possivel, sem despetas muil
crascidat, organiar-e um 'i-lema de servido vacci-
nieo, que se ramificare, como foia mistar, pnr todos
MUTO'


tuno o peimiiuco cuarta iii.s 17 ii mamo tu igu
immediato : e deiando o rt-i.mii-.
o> poolot do nosso va'lisimo lerrilorie, nos qutes a i promplo, e m
populado ma' disseminada. lefio lenta do lerrpo, emliora mais trgora.
O raappa que adiareis junto, conten o numero Ju intuito .le promover .1 desenvolvimenlo
de pessoas vacrinada, no correr do ultimo auno.
Ve-te que le preservativo foi applicadoa 37,272
I ncleo* daneeleons proprielarioi
1 q..
pessoas, uas diflerenles proviur.iaa, eicepluad.s as
do Amiionia. Para', l'tanhy, Km Graade do Norte
e l'ar.hiba. rujo mappai parciae* nio loraro rece-
idos, leudo-se verificado o sen .ipruveilamenlu em
S6.661.
Estes algarmmoa alo por sem duvida auperiore
aos que ligurim not Dl.ppas, nao su dn auno pasta-
do, como doi lultriorri.
Mas posto que este (acto Indique al.-um prosees,,,
ne.le ramo, deve notar-fe, que em parle concurreu
para elle a eireanwtaiicia de ler reiu.ido a e|iidvmia
varilica com graode inleniidade na capital do Ma-
1 auli.i.'. e Umbem com algiiuia Torra nesla corle,
vislu codio, eiD laiiiellianlea cnse, a eminencia do
perno faz sempre crescer o numero das pessoas que
e correm ao sen pre>ervalivo.
SOCCOHROS PBLICOS.
Nao me ai lio inda suflicienleinenle haliilitado
para dar vos conta da .anima a qua tem Milndo os
sos-correa qne, por auloruacao do noverno. leiu sidos
prestados a populacho das dill'.renles provincias ac-
rommeltidas pela epidemia ieinanle.
Da roaiur parle dellas nao lenlio recebido infor-
r.iaret ciarlas ; de urnas porque o estado sanitario
que os lorliara nere-sarios perdura* ale pouco lem-
po, de unirs por que anda continua nata necessi-
dade.
I .u ei por iio menean smenle dos que por mo-
tivo diverso, loram prestados na provincia de Miuas
posto que em pooco iruporlasseui.
Desaliando don leos da ponte do Kio |Piraci-
e.iva, naqatlla provincia, porto do Arraial de S. Mi-
ituel, na oceasi,1o em que por ella pastaviim cerca de
.(?10 individuos aronipanhandu urna procissao de
penitencia, cahiram no rio 301) pouco mais ou me-
nos, dos quaes ficaram fendos ou contusos mais de
10, fallecern, dons.apezar de serem todos prora p-
latnenle sorcorridos por grande numero de pessoas
qoe immedilaineiile se lanzaran) no dito rio com o
tim de valva-las.
O dwno presidente da provincia, apenas leve no-
ticia desde desagradavel aconlecimenlo, fez seguir
para o logar um facultativo e ura pharmareolico.com
os convenientes medicamentos, e dea todas as pro-
videncias; qoe as circumsteucias exigan).
As despetae efleeln.d.a com laes soecorros, e qoe
troportaram em i;:lx; ,i, foram satisletlas pelos co-
rree genes.
COI.OMSACA'O.
He esla, como sabis, urna de uossas mais impor-
tantes quesloes sueiaes.
lie lalvet aquella a quehoje mais se prende a al-
lencSo do governo e de lodos os homens qua pen-
-1111 sobre o futuro do paiz.
Com elli-ilo, se a coionisac,ao, para os paites novos
lie sempre o objeclo dos seus mais desvelladnsenfor-
50s;se aindanas pocas normaes.qo.ndo se mira so-
meole ao aogmento de popularlo, cosluma ailrahir
seriamente as vistas dos governus ilustrados, nao
era possivel que entre nos deisasse de inspirar o
roaior interesse, reconheceodo-se em sua solomo a
primeira e a mais vital iiecessidade publica.
A falla delirados, qoe ja se eouierava a sentir era
moitos dos eslabelecimeulos ruraes, sobre maneira
agravada olim,ament pela epidemia, que tem as-
solado ama graode parle do imperio, accomrnetlido
e destruido de preferencia os bracos empregados na
lovoara, a ponto de deitaralgumsa (alendas e enae
nhos em lameotavel estado, exige imperiosamente
do governo e dos representantes da uacSo as mais
ellicazes e mais urgentes providencias.
Keconheco que a solucito alisfaloria dessa grande
questAo ollerece graves dtlliculdades praucat ; que
sobre ella dmdeiii-se as o,.mies dos espiros mais
esclarecidos ; e qoe pois, nao lie daquellas ero que
pode facilitar urna deliberarlo, que. au leudo por
si o cunho da relleio, venha a redundar ainda em
maiores prejoizos para o estado, e para a lavoura,
Mas larobein nao lis menos verdade que, de lodos
os lados do Brasil, se clama por um remedio promp-
l<>, que salve a nos>a agricultura de urna ruioa in-
minente e inevilavel, se nao for a lempo succor-
rida.
Baldo o governo de meios de promover a emigra-
araciio em larga escalla ; fiel ao yitima que adop-
tou, e qoe descrevi nos antecedentes relatnos, ha-
via ale agora se limitado a applicar de preferencia os
crditos volados para a verta colonisarao, na med-
talo, demarraran e desCricSo das Ierras publicas, na
importaran de colonos que viessem estabelecer-se
corno proprelaros,forrhaiido ncleos de popolacAo
numerosa, qoe, por-seo estado prospero e llorescen-
le, determtuem 110 futuro a emigraQjo espontanea,
nica que sem grandes sacrificios do thesouro c com
menos risco dus particulares, pode dar resultados
satisfalorios.
Do histrico qoe adianto farci des eslnrcos pelo
enverno empregatlos no intuito de promover essa e-
igracAo, veris que elle nAu se tem discuidado de
empregar os meios a seu alcance para acorocon-la,
e desenvolver o systema que jul^a mais seguro e que
melhoree resultaiius tem apresentado nos paites ma-
is .1.llamado- na maten*.
Posto que baja coolralado ate o presente a impor-
tarlo de 38:000 colonos uleis e industriosos, e ven-
dido para o seu estebeleeimeulo ja perlo de !I2 legua
quadradas de terrenos devolnlos, que deveni impor-
tar em 1 i-mio-MH"! |,ouen m-i, ou menos, na po-
de cumiado llenar de convir que este meio, etcel-
lanle em circomslancias ordinarias, e que devesse
Ulvez enlAo ser o nico adoptado, depende alguma
eaata da acedlo lempo, e lie por sua nalureta al-
gam tanto leoto, como em gcral acoutece as empre-
sas mais seguras, e de mais permanente durando.
\--1111, einhura o governo|coiilinue a pensar que a
fon idi_.i.i de importantes ncleos colouiaes he o meio
o mais edicaz e o mais conduceulc ao desenvolv -
nenio da emigrarlo expouluea, enlende com tuito
qe curumslaiicia. imprevistas urgem e reclamara
boje dos poderes do estado medidas mais promplav,
e de mais inmediata eiecucc
K mslo \at de iccordo com o que declarei cons-
tantemente, ja em meus relatnos, ja as discossoes
cm ambas as cmaras.
Ilaveis de recurd.r-vos qoe o minislerio jamis
peusou em condemnar e excluir absolutamente ou-
iro qualquer s\slema de eolonisar;Ao, que, dadas cer-
tas cnciiiiisiaiicias, pudesse ser adoptado com pro-
veilo, embora por excepeno.
Bem exprctsivat sAoa tal respeilo asseguinles pa-
lavrasdo ollimo relatono : Si bem que de confur-
midade com as ideas expendidas no nutro relal-'-
rio, qoe live 1 Imnra de apresentur-vos, nAo lenba
o governo auxiliado a importar; de colonos que
veoham empregar-se as latendas por parcena.
Imli.im os CIllDS feito reapparecer a rollura da 1 .santa Calharina
1 i-anua e o fabrico de estocar em lugares, onde liana Matlo-lirosso
dos,quasi que deixadn de existir pela extincro da Os- I Paran'
.. e deensaiar o Ira- cravidAo. apotar de lodos os esfnrro. euiprecados Espirito Santo
l m ..! "'e "" '""" "" "nnn "S,"-' '"""' WP" -'" l'"a loIrodoccAo de co-
leto o covenio lomado as seauntes medidas. I lonos eoropeus.
Ao passo que tratou de decrelar a crearlo das re-1 Levado por e.le e oulros exemplos. que longo f-
part,.,o especiaes da. trra, publicas as provincias r. enumerar. nAo hesilon o gnven.o em coulfalar
naa Alagoas, Haliia, >. Paulo, .Santa l.slhariua e ts- ; em Londres rom
pirilo Sanio, rinda em montar breteineiile as de S.
Pedro.PeruanilioeoeMiiias-lieraea, pelas raz
que
constara do relalorloda reparlicAo geral das ierras
publicas, e nao tem deuado de promover a funda-
rao ue novos ncleos lela ferlilidade de sua. Ierras e henignidaile do cli-
ma, prometiera um futuru esperaneoso aos novos
moradores.
Vsim, leudo contratado com a rompauliia de 11a-
rsa Sanip.on c 'lappau a irn-
portaijao Je -J.IMKI Chin., soh condire. que se podem
atecen., ponto eon-iderar mais vaiitajosas do que as
que amara sido estipuladas em outros contratos,
que eonsultou.
367 desles Cbins rliegaram a esla corla em mela-
dos de marro ; foram tamos os pedidos que leve o
governo, que forroso fui rrdnzi-los e adiar alguinas
aeneaaaoM para serom sati.feitas, quando aporlas-
seni os oulros navios, que devem transporta-loa em
vegajAo do Amazonas, com o lir. l-'aivre da provin- | mamr numero,
ca do Para,,.' con, conde de Monliave; da de S. I Inelitmenle, como ja vo, informe., ofTerece ago-
I ed,, cora o llr. Blonienau em Santa t.alhanna, e I ra alg.imas duvidat o orrespondente da casa con-
cern a coti;p..i,l,ia do Kio .Novo na do Espirito San- tratadora em completar a reme,.., a qoe se obrigoo
lo, a venda de trras e prestad" aoxiliot pecuniarios e poslo que o coverno as 11A0 julgasse procedente.'
para a inlrodorrAo e esial.eleciment.i de 17^3! co- porque nao -e dava o caso de ro pimenlo da ron-
Ion,,, cono proprietarios por Ululo de compra ou a-! trato, receio que tilo, pelo menos, demore a vinda
loramem,,, pn.ierioriiienie ronlralou rom a rompa- de novos lrablha,l..res (".hus.
O governo fara applicar as mollas do co-ilralo. se
a demora r,ao for justificada, e tomar as rrovpteu-
ciasque Ihe parecerem mas acertadas.
Kesta-me nlormar-vos qu ja me fot propo'lo pe-
la repartirlo geral das Ierras publicas un projeclo
nhia da colon,scAo ile llamhorgo, com o procura-
dor de SS. AA. KK. u principe ea orifcala de Jo
inville e com a campanilla de uavegacAn e commer-
cio do Mocar!, a lmperla{|o e o e.lahelerimento de
20,710 emigrantes europeos, tambera com a clausu-
la de serem propr elarios por qualqoer dos 1. mu a-
cima declarados, 011 era Ierras pertenrenies ana em-
presarios, ou em oulras que dtvtni comprar ao go-
verno ; e ainda Diurnamente delirindo a pietencAn
de nina casa -ominernal eslraugeia da provinciade
S. Pedro, declarou-lhe, por intermedio do respecti-
vo presidente, qoe eslava proraplo para vender-lhe
e leguas quadrailss de Ierras rievoloias pelo mnimo
da lei, com as mesmas rondiroes com que bavia con-
tralado as qoe cedeu ao conde de Moniravel, e que
constara do meo ja citado relalorio do anno lindo.
Tem dest'irle o governo contratado nAo so a im-
porlatao de perlo de 3!,(KKI colonos uleis e indo-
Iriosos, sojeilando os respectivos empresarios a mul-
las pela infiarcAo do ajusles, como lamben, a venda
de ceica de !I2 legoas quadradas de lenos devclu-
tos. qu deven, importar era 411:000>000 pouco mais
oo menos.
Ja se acha medido e demarcado o primeiro terri-
lorio contrato com o conde de Moulravel, e he de
presumir que a esla hora Ihe lenha sido ja enlregue,
mediante a somma de f8:COO-000 que deve ter re-
colhido a Ihesouraria de fazeuda da provincia de S.
Pedro.
Prosesuia-se, na dala das ultimas iiiformaroes, na
demarrar,flo de outros territorios, rojas operac/>ts de-
vem eoner mais desembarazadas e costar mullo
menos, visto que se acham ja removidos os princi-
pis obstculos que a pruneira medican encontrou.
Este empresario associno-se ltimamente com ou-
lros, e deu ja principio aos Irabalhos com o pequeo
oucleu de 39 colonos.
.Vi demarraran dos territorios contratados na co-
lonia do Kio Novo com o major Caelano Das da Sil-
va siir.iram dilllculdades, cuja solurao leve de ser
demor-da. por depender de infornia(Oes e exames,
e da rreac.lo de juizes commissarios. Taes dillicul-
dades s ha pouco puderam ser removidas.
Enlreiauto a empreza deu ja principio a colonisa-
Qao em Ierras que possue as visiDhan^as das que
ronlralou. contando a o nasceule eslabelecimenln
111 rolnos, lm de 30 Chin.
Contraanlo o governo cora a rompanhia de Mam-
burgo a venda de i leguas quadradas de trras sobre
serra do mar, visiuh-sas da colonia D. francisca,
cora a ohrigarao de serem povoadas dentro de 3 an-
uos pelo menos com i mil individuos, e bem assim
ale 100 lotes de Ierra de AV) mil brabas quadradas
cada um ao longo da eslra a que coovein abrir-se da
povoar.io de Joiuville, em Santa Calharina. para a
provincia do Paran' ; delerminei ao presidente da
provincia do Santa Calbarin, com o fim de facilitar
as rommiinicacijes entre as duas ditas provincias, e
de dar impulso e promover o desenvolvimenlo do no-
vo ncleo colonial, que in.mdassc examinar e estu-
dar duas picadas ja aberlas, que, parlindo da dita
povoarAo, se dirijam urna a estrada de l.ages e oulra
ate as pruxiiiiid.i-.es da cidade de Curiliba.
Se algoma das referidas p cadas prstar-se a cons-
Irucrao de urna boa cslrada de carro-, sem grandes
desperas, mienta o governo maudar logo principiar
as respectivas obras, convencido como esla' da glan-
de influencia que lera' css.i estrada nao s pelo que
repella a prosperidade da colonia II. Francisca, co-
mo a de oulros ncleos que se eslalieler^aii, na pro-
vincia do i'araiu', a qoel, como nAo descouheceis,
be urna das que reunern cotirtifOea mais aproveilaveis
para fundarAo e deseiivoluiiiieutu de colonias a-
gricols de Europeos.
Pelo ultimo contrato feito com a mesma campa-
nilla de llamburgu nao lira o governo sujeilo as des-
petas, que se liouverem de fazer com a ileinarc._., .
das trras vendidas, e adoptou o avalen de conser-
var, entre os lotes cedidos, terrenos devolutos para
serem de Tatuco vendido, por conta doEslado.
A vanlagein deste s\stema he de primeira inlui-
rAo, porqoe, embora na arlualidade fo pelo minimo da lei as Ierras que coulratou a dita
companlna, a piuporro que estas se forem povoan-
do, rao a> reservadas subindo em valor, e dentro
-ni pouco chegarn a te-lo muito superior ao mximo
Diada na referida lei.
Poi ,, o. colono, do r.oclan denominado anla
l-ahel. na provincia do Espirito Santo, vivam na
ebetlaBCa, e lenliaui piosperado, coratudo a negu-
landade do terreno, e 1 distancia em qne ja' lcam
do mercado es ltimos povoadores, acouseltiam qoe
nAo se agglomere all considera el numero de co-
lonos.
Por i-so, saliendo o governo quernelbores condi-
roes oflrrerem os terrenos existentes sobre o no
Santa Mana, e riesejando formar naquella provin-
cia, em que tanto ahundam anida as ierras devolu-
las, ncleos numerosos, que sirvan, de centros de
altrarrio, alim de eiicamiuhnr para all a emigrajao
espontanea, mandn demarcar com a maior brevi-
dade um territorio, e fazer lodos os preparativos pa-
ra o re. el,imeiiio esiatielerimeiiio oas primeiras .0
familias, que deve mandar vir da Blgica, e que se-
rao seguidas de oulras al cotnpletar-se o numero
de d,000 colonos.
Pelas inforinai oes recebidas, nulro esperancas de
que. sen.-o indos, ao mellos grande parle desles co-
lonos e-ta,a habilitada 1..10 so pira pagar suas passa-
gens. mas anda para Irazer consiga algum dinhei-
ro que farilite o desenvolvimenlo da nova colonia,
sem grandes sacrificios do lliesouio nacional.
Devo informar-vos qoe, para eom lodos os em-
presarios cima declarados menos a companlna de
do reglamentosobre ,os transportes de emigran-
te*.
Tenlio esle Iralialh-, entre mAos. e espero dentro
em pouco expedir o dalo regularnnto para execurao
las providentes medinas aulurisadas no arl. 12 "da
lei 11. 840 de 15 de salemhrodo anno pa-sa.|o,e con-
cernenlas aos navios aue Iranspnrlarem colino, pa-
ra quaesquer portea Ido imperio.
COLONIAS MILITARES.
105,000
85,000
7J.IIHI
l ,300
A mu olas i_',l,l|il
/.oleras'.
lendo rhegado ao conheeimenlo do governo os
abusos e fraudes que frequenlemeiile secommcttiam,
na. casas em que se sobdividiam e vendiam ao pu-
blico os billiele- de lotera : e liavendo tomado em
roii.ideraeao urna representarlo que sob jeclo Ihe fet achet de polica, julgou cunveinenle
tomar medidas que puzessem termo a lio immoral e
prejiiilinal indoslria.
Par. esle fin,, por decreto u. 1,7:27, de -20 de fe-
vereiro ollimo, foi prohibido : l. qoe o, possuido- I
res de bilhetea de loteras os sohdivnlissem, (cando '
permillida tmenle aos Ihesoureiros de loteras ge-,
raes e provinciaes a emissAo de bilhetes e (rarc/ies
dellat, na coiifoimidade dos respectivos planos e das,
orden do governo, na carie, e dos pratideoles, lias
provincias : 2. que, nesla corle sejam os ditos bilhe-
les vendidos fiia do. escriptoriosdos respectivos Ihe- i
-niiiei, s. ou das casas por estes commissionadas.
Caresta dos gneros alimenticios.
Durante a epidemia receiou-se que esla corla lites-
se de ser vcluna tambero do Oagello da fome. Os
prerjos do, genero, alimenticios subiram a um ponto
multo ele .do.
No intuito .le-prevenir a falla de carne verde e de
familia, tomn o governo algomas providencias que
surlirara o desejado ellet'o.
Eviloo-sea fome : mas compre nao perder de vis-
la qoe o alio preco de moitos gneros de primeira ne
cessidade continua a mauler-se, com grvame para
asclas.es menos abastadas.
I'roreden-ae, adminislralivamente, ao estlelo da
que-lAo, que merece lodo o cuidado do governo.
Ja se ouvio a sessfto respectiva do eonselho de es-
tado, depois de varios ioquerilos especiaes, e Irata-se
Com a doplice Um d promover a povoarAo e cul- de iniciar as medidas que eslo na esphera do po-
las, r 111:1110a o der, em um paii livre como o Beca*.
A nova tarifa leve em ailenr.iu este ponto, e nn-
tro bem fun ladas esperancas de qoe conrorrera para
melhorar as condiefies do merctdo de eerlos genero,
alimeulicios, que importamos dos palies eslrangei-
ra at de Pedro II, S. J0S0 d'A-
, a de S. Pedro de Alcntara do
salarios, etc. nem por isso duvdara, em caso roui- eommercio a navegarao de Mucurv. comproraeltea-
la especiaes, au o conveniencia ou uecestidtdc absoluta para a la-
voora.
O faci raetrao ja em parle re.lisado de ler man-
dado contratar Iraballiadores China para ensaiar a
sue aplidlo no servio,, rural e reconbecer as vanta-
sens que poderiam prestar, demonstra que nao esta.
va em toat vista* recusar sempre lodo e qualquer
auxilio com o flirt de dar bracas a lavoura.
Este recurso porein. nAo se po^e boje considerar
inicuamente efliraz. visto como depois de le aqu
rhegado e sido distribuido o primeiro carregamenlo
daquellea Irabalhadores declamo, como adiaute vos
informo, o correspondente da casa contratado.a, que
esla nao poda proseguir era ulteriores remessas,
era contequeocia de um bando publicado pelo agen-
te diplomtico dos Estados-L'mdos na China, em o
qual se reromendava aos subditos naquella naro
que n.ioronlinualsein a contratar clranspor lar China
para fura do paiz.
Semelliaule resollado, com que se nao contava u-
nido ao grvame e prejuizos que tem aolTndo, e tem
de solTrer a nossa lavoura pela deficiencia de bracos,
e ao receto que os aotaot proprielarios manifeslam
de por si mesmoi loinareni a iniciativa em objaclo
de lanianha importancia embora seja o seu mal
palpitante Inleresie, anlorisa o goveroo apernar
qut he chegada a poca de virem os poderes do es-
lado em auxilio mais inimedialu da principal foute
da MMM rajada, facilitando e |>roinovendo pelo lem-
po apenas indispeiisavcl e denlio de limiles razoa-
veis a imporlardo de eol ortos por salario ou parce-
ra.
As rircumslanrias do pait sAo boje na verdade ex-
traordinarias, em,lo dilferiiles do que eram o au-
no pastado na poca em que escrevi o meu rela-
tono.
Ellas por sem duvidn legitiman una ein-..;."., ou
antes um ensato, que, era aadadestratado amia
M adoptado como regr.i pelo governo ; provara a
todas as lutes aos nossos lavra.iores, que a sua sur-
te nao est almidonad,,, e que aisim como os pode-
res do eslailo as grande, calamidades sucrorrein u*
povoarOes solTredora, livran lo-a, ou attenuuan 10-
Ihes os males procedente, da fome e da peste, astlai
lambem quiudo vcein inirned ataraente orna crise,
que pode ser falal a lavoura, Iralam soccorre-la, e
nAo a abandonmam a seus uniros esforceos.
Em face de motivo- Uto ponderosos e da gravidade
do pengo nao hesito en, fraucaineiite solicitar de voi-
sn patrioliimoos meio ou recursos indispensaveis.a-
liin de lialnlilar-se o (overeo para.sem deixar de par-
le a idea principal de faaalar e nesenvolver grandes
norleos de colonos proprielarios, promover lambem
a imporlacao Je culouos Europeos para nscrviro das
fateudas e estabeleciiiienlos ruraes, pelo lempo que
he de crer se;a mullo curto, e que tur 111 lispensavel
para encamiuha-la. a para animar ot nossos pruprie-
l.iru, ruraes e o cimuereii, faterem-a, corno he
mais natural,iiileiiaio-nle a rusta dos recursos part
calaras!
Nao hesita metmoeoa pedir-vos a creario de um
rredilo evlraordiuario para este lira.
A despeza ser pfwjaetiva. O governo usar del-
sa autor,sarao rom a maior prudenna e disericlo.
NAo so cans,luir importador directo de eolooea
se o governo a auxiliar a iiiiporiacan e o eslabeleci
menlodos colonos por meio de urna subvencAo por
cabeca, variando da i.'> a 30 mil ris por individuos
maiores de 10 minos e menores do 40, e de 10 a SO
mil res por a que lies que livarem menos de 10 e
mais de 3 annos de ola e.
PiAo ha quera descomiera que tAo fortes ala as
despezas que em seu coin,;,, esigem os eslabeleri-
menlot culoniaes, e que IA aleatorios sao os riscos
a que se achara sujeilo-, que sem algum auxilio
pecuniario, e ootros favores, como sejam a venda
da, ierras pelo preco minimo da lei, a faculdade de
idiegarem os navio., que transporten! colonos, aos
porto, mais prximos das colonias, ainda quando nAo
sejam allaudeados, o pasamento do servlro dos cul-
tos, o das escolas, etc., (ora quasi que mpossivel
por minio lempo dtr-se um desenvolvimenlo em
maior escala a' rolonisac,ao, e aprmimar a poca em
qu a correte da emiaiarfio por si mesma se dirija
para os nossos porlos sem grvame do Ibesooro.
O tombametito das Ierras desollas, sua dislri-
huirao em lotes e exposic,Ao a venda. nAo leem elu-
da 11.lo lauto incremento como he de desejar. E-te
faci porm r.Ao deve jamis ser allribuido a culpa
do goveroo.
Ja live o anno pa.sado orcasiAo de dize-lo em
urna das discossesem que loinei parle, que em um
paiz novo, e cm qoe ludo eslava por fazer-se ueste
importante ramo, nAo era possivel conseguir-te re-
pentinamente, e no prazo de dous anuos apenas, a-
quillo que em oulras com elementos mais favora-
veis, edispondo-se de maiores recursos, tatito tem
costado.
De felo, grandes lulo sido os obstculos cem que
os nossos inspectores geraes de mediroes lera lu-
tado.
De um lado a inexperiencia dos ompregadns e 1
falla de pessoas habilitadas para o aarvieo epicial
das medico,, d'oulro a dilliculdade de eucunlrarera-
se Irabalhadores que, adiando as capilaese nos po-
lora de nossas mal
governo a dar impulso mi eslahelecimentosdeslc ge-
nero
Al hoje tem /un|lado nove colonial militares ;
saber :
No provincia do I1
ragua e libidos.
Na do Maranhacj
uropj.
Na oe Alagont, a Leopoldina.
Na de Pernambu 10, a de Pimenleiras.
Na de Sant. Cath ria, a de Sania Thereza.
Na de Minas, a di Uraco.
Na do Paran, a dn .latahv.
Alem desla, m-j..... fundar a dos Douradrs, na
provincia de Malioltii o-s. ; e tem feitu continuar
os Irabalhos das del Animar e Uiilhaule. com o lim
especial de segorat e proteger a navegarao lluvial
Mire aqoella pro|incia e a do Paran ; e bem as-
sim as que devem ier e-lahelecidas na provinea de
Goyaz, com o intuito de promover igual navegaco
nos rios Aragoaale Tocanlins.
Das colonias furjdjias, a Leopoldina ha n que lem
lido al o presente mais rpido desenvolvimenlo ;
quer pelo incremento de sua popularan, qoer pelo
numero de edificio, ja all existentes, qoer finalmen-
te pela collora da. Ierra..
A colonia militar de Obidos, apezar de ililliculda-
des vai leudo algum deieuvolvimento ; e, no meu
entender, he orna das qoe mais promelle, lano pe-
la sua posijao. como pela ferlilidade de sen solo.
Alem do ncleo militar com que foi fundada, tem
ja recebido 213 colonos Porlugueze., que o governo
man-1- 11 vir, por intermedio da casa roinmercial do
liaran de Mana, do, qoaes acham-se empregadoa 187
na agricultura e em oulros Irabalhos.
A colonia militar do l rurii vai lambem te desen-
volvendo, arhando-te estabelecidas em seos compe-
tentes prazos 28 familias de colonos pn, logeles,
contratados por intermedio do director da compa-
nhia do Muciiry.
A das Pimenteiras aprsenla hoje, segundo as in-
Cormaces dn presidente da provincia, mais algum
melhoramenln, sob a inspeccAo do sea novo direc-
tor ; por quanto nao s eslAo tm andamento oquar-
le e diversas casas para ollicioa,, como se concloi-
rflo, em curto prato, nove casas de lijlo, couertas
de telht, envidrarjadas e pintadas, para residencia
do director e mais empregados.
Alem disto con,(ruio-se alli oulra, de 95 palmo,
de eomprimenlo, para servir de capella provi,oria,
a qual alem da imagen) da padroeira iNosia Senhora
da Con;eica possue os paramentos ntce-sarios para
o Culto Divino.
Tem aquella colonia |dna, olarias, em le se fa-
brica telha, e um forno em que se podem preparar
de 10 a 17 milheiros de lijlos.
Ou.iiiio as oulras colunias.repcrlo-me a's informa-
rAes que encontrareis desenvolvidas no relalorio da
reparlicao geral das Ierras publicas.
CATECIIESE E ClV1L1SACAO' DOS INDIOS.
De um exlenso artigo do relalorio da leparlicAo
geral da, Ierras publicas, consta luilo quanto se lem
podido colher de mais iiilerrssanle acerca das aldeas
de Indios exi-tenles no imperio.
Keferindo-rne pois a esle docomento, pouco me
cabe acrescentar ao que expnz em meu relalorio
do anno passado sobre esle ramo de servico pu-
blico.
endo a axpeiiencia demonstrado, cuino por ve-
se ha feito ver, qoe o regalanienlrrde -21 de ju-
de 1811 minera o mais adequado pica chamar
remio d^ nos.n soriedade o grande numero de
horda-., que, errantes ainda, vagam por nossas mat-
las.jcuida o governo em reforma-lo, de opformida-
de ora as ideas que live a honra de expor oos anle-
ced|enles relatnos.
ntendo porm que, antes de proceder a essa re-
forma. e de destruir o que eitt feito, couvinha, pa-
ra/marchar com prudencia, proceder a alguns en-
sajos de oulro systema. as aldeias que de novo
ceasse.
He tetina que, como vos fiz ver o anro passado,
mandei fazer o primeiro ensaio as aldeias fonda-
das as margeos dos ros Jalahy c Tibagy, compos-
las de In io- Cavoa's, e dirigidas por instrucces es-
peciaes, em que, lomando por base o elemento re-
ligioso, he incumbida a missionarius dedicados e ze-
losos a rlireccAo dos Indios, at qoe se achem em ei-
lado de conveniente emancipacao.
Ate o presente nao leem ud desanimf.dores estes
primeiro, ensaios :_e lodo me faz crer quo, pelo me-
nos, rolhertmos do novo syslema resultados inelho-
res do que os prodozidos pelo do rerulamento ci-
ma citado.
8e as.im aconlece, licar o governo habilitado pa-
ra expedir mandar applicar a lodo o imperio o re-
gulainenlo que ja esla' prompto para sir publi-
cado.
Ale o auno de 1855 esle servido eslava como que
drscentral,sado.
<"m director gcral em cada provincia corre.pon-
dia-se directamente rom o respectivo presdeme; e
este fonecionario, lendo ja a seo cargo lanas e lAo
importantes obrigacoes a desempenhar. Iut.ua de
ordinario cora dilliculdades provenientes da falla d
recursos e da allloeucia de Irabalhos, para orcorrer
sempre com a necessaria promplidao a esle objecto,
e dar uo governo noticias circumslaiiciadas dj la-
do das aldeias e catechese dos Indios.
Atienden lo a esle inconveniente, encarreguei ao
director geral das Ierras publicas de ?nlender-se
com os seus delegados as provincias, d* exigir e
colligir Iodos o, esclare.-imeulos necessarios teste
ramo, de velar no seu desenvolvimenlo. e indicar ao
governo as medidas mais amladas para o seu regu-
lar andamento.
I.m grande enibaraco porm se oppc linda, e por
mullo lempo se oppora", a que possamos tratar des-
le objeclo com a amplitude e largueza que elle me-
rece.
Nomerosas hordas de Indios selvager s temos em
estado de se aldearem ; mas Talla para este lim o
principal elemento ; fallam-nos missiouirios, dignos
deste nooie, em Homero sullieiente, aos quaes se
confie a sorte dos Indios c sua civilitac.io.
De toda- as provincial, em cujat maltas ha selva-
gens, sAo reclamadas iiKtanltmenle esses sacer-
dotes.
Emquanlo foi possivel, salisfiz lao jnsia exigen
ca ; mas nao pude altende-la para|todos os punios,
muitos dos quaes eslSo anula hoje sem esle grande
recurso.
Para evilar a eontiunacAo das usarpac.e, dat Ier-
ras das antigs dldeiai, e reivindicar as que etilo in-
devotamente apos-adas, tem o governo lomade as
devidas providencias, come<;audo por mandar avi-
enlaras divitM da, concedidas para pa'.rimonio d.s
ditas aldeias, minias das quaes ja ala Cao habitadas
pelos Indins, e oiitrss enrerra
ro.
As boas estradas para o interior, e sobretodo as de
ferro, devem ler lambem o benfico resultado de pro-
porcionar meios mais facis ao transporte do gado, e
de vario, productos que sAo esseocaes para a ali-
mentarAooa corle, e que hoje ou aqu nao chegam,
ou vem por preco, exagerados em ronsequencia do
custo dos transportes.
Creiitot.
Tenho de declarar-vos que, de conformidade com
a aulonsar.lo coofeiida nos j|S2 e 3 do arl. 1 da lei
n. 589. de 9 de lelembro de I80O, (oram aberloi, pelo
ministerio a meu cargo, por derrelot ns. 1083, 1714
e I7j7, de OH de novembro 31 de dezembro de
1855, e '2i> de abril do correte anno, um crdito ex-
Iraordinar o e doos supplemenlares no, valores, a-
quelle de 1.>:000-JO0 e eiles de 145:2405705 e.....
82:40oO-2R, pra occorrer-e a despezas do me.mo
miuislerio, nos exercicios de iai 1855 e de 18.55
I85I.
O I." relativo ao Imperial Instituto dos meninos
cegos, era de indecliuavel neceitidtde, vislo como,
na lei de orramcnlo vigente, nem urna qoanlia foi
volada para as despezas desle eslahelecimento.
A quaulia, pela qual se abri o refeiidn crdito he
igoal a que foi designad na lei n. 810 de 15 da se-
tembro de 185), para as suas despezas no exercino
prximo foluro de 18.5(3 1857.
O crdito supplemenlar de ii.">:2i0;705 concer-
nenle ao exercicio de 1851 1855, foi exigido pela
necessidade de sopprir-se o aerreseimo de despeza,
provenientes : 1." da execoc,ao dos decretos nomeros
1386 e 1387, de 28 de abril de 1851. que reorganisa-
ram a, Kaculdades de Direilo e ds Medicina ;>. da
evecocAo do decreto n. 1331 A, e 17 de (evereiro de
I85S, qoe reformou a instrurcAo primaria e secunda-
ria no municipio da corte ; 3. da elevadlo dos ven-
cimento, rloi conselbeiros de estado ; i. do augmen-
to de snbvencao concedida a companbia de navega-
cao e eommercio do Amazonas em \rinde do novo
contrato ; 5." da, medida, e providencias qoe o go-
verno foi abrigado a tomar a bem da salubribade pu-
blica, por motivo do apparecimento da epidemia do
cholera-morbos, bem como dos soecorros prestados
a popularan dos prime iros pontos accomroeilido..
O crdito tambera supplemenlar de 82:840??02li,
procedeo : t.'dea vencimenlos dos profesores de
instroreao elementar e de msica das serenissimas
priucezas; 2." do augmento de despeza qoeresoltnu
da reforma da Ac le 1.1 das Bellas arles, segundo o
decreto n. 1603, dell de rnaio de 1855 ; 3. de des-
peas feilas com explorarlo de mineraes na provin -
cia da Balita, e com vencimenlos de ora naturalista
incumbido de esiudos e de collera-fies scienlilicas as
provincias do Para e Amazonas; 1.- da necess'dade
de elevar-te a somma de 00:0008000, designada na
lei do on; ..ment vi-rnle, para despezas relativas as
colonias mililaies.
Mais minuciosas iaformacea sobre os motivos que
justifican! os mencionados crditos achiris as res-
pectiva! tabellas deiuonslralivas, que aeompaoham a
proposta dn ministerio dos negocios dt fazenda.
Tenho exposlo quinto me parecen necessario para
informar-vos do esta-lo dos principaes negocios que
correm pelo minisleTio a meu careo.
Se quaesquer outros esclarecimenln, deiejardei
ter, serei prorip'.. pr,t-|oi, com a maior fran-
queza e solicitado.
Palacio do Kio re Janeiro 15 de Janeiro de 1856.
Lu: Pedreira do Cotilo t'erraz.
que os mendigos, leproso*, e deudos transitem pelas
nossas ras, lazendo das portas dos templos, dos
bancos das puntes, dos arcos da, riheiras, .lia. mo-
rada, lomamos a librrdade de lembrar a S. Exc. o
Sr. conselheiru urna medida, que nos parece ser a
inelhor possivel para se conseguir tal lim.
O a-y o dos mendigos he por ,temis acanhado pa-
ra recolher os que realmente merecem ker pelos co-
fres rernllu los ; est em ma' localidad, e sem os
rommodns precisos : nAo he elle, que lem feito obs-
tar a que essa aluviAo de mendigos percorram as
ruai em prociisAo, e se alojero nes-es lugares cima
indicados.
O grande hospital de rarid.de nao tem o. rommo-
do, urce-arios para os loucos, e os que alli exiltem
estao mal accondirionados.
Moitos leilos do mesmo hospital acham-se oceu-
pados prir doenles incuraveis, como paralylicos, 'dio-
lis, deciepilos ele.
I.m bello edificio existe em Olinda,mandado coos-
Iruir pelo comelheiro Chichorru, e nao acabado : ai
madeiiat etlragamo-se, e 01 caixilhot das varaadaa
servinde de brinco aos muieqnes.emfim em completo
abandono.
Para qne nois os mendigos livetsem um aga'alho
mais ruiniii. .i... e o seu a.jlo podr.se compoilar
roaior purrau delle : para que esse. taes alienados
do hospital eslivessem mais bem accoudicipnados, e
bouvesse um lugar onde oulro,, quejpor ah, andam;
se recolheisem :
Para que estes leiloi do hospital lirassem desoecu-
pados, e se oteupassem os doenles, que vAo mullas
vezes rahir ai portas do hospital :
Para que ludo se remediaste pon, bastara, que o
E\m. Sr. roii-elheiro deteriiiina.se que pela verba-
obras publicasTusse esse edificio preparado d* mo-
do, que mendigos, alienados, e incuraveis para alli
forem transportados, e arcondiciona..os. Pouco res-
tara fazer. Es prolecrAo da Santa Casa da Misericordia de Olinda,
a quando os seos recursos nAo chrgasaem para a
tus|enlac,ao de seos ,, habitantes 11 a cilra que boje
Rasta-ee com os mendigos, alienados e incuraveis se-
ria applicada aqoelle estahelerimentn. A.sim aquel-
le edificio nAo acabara por nAo servir de coua al-
guma ; o hospital de carnlade poderla fazer desses
mos aposentos dos alienados n.011 enfermaras ou
casa para o boticario, que deve pelo regulamenlo
morar dentro do estabelerimentn os mendigos e-
riarn remedidos para Olinda. onde arhariam agasa-
Iho, e os dorles incuraveis nAo ucrupanum os leilos
qoe milito, infelize, desejariam [encontrar vtgos,
para pelo amor de Dos crem tratado.. Era mais
um e-tsi ele, .memo po, que Olinda leria, e que fa-
ria demonstrar que o governo deseja nAo a pros-
peridade dessa bella cidade, como o bem dos des-
granados.
Inda honlem Tomos visitados por abundante
chora, qoe paiecia om grande da de invern.
^fe' amanhaa.
di/cm mal de mini e que fallam males contra almi-
nha alma III .
I.iiro dos P$almot.
KEPABTigAO DA POLICA
Secrelaria da polica de Pernamboco 16 de de-
zembro de 1856.
111ro. e Exm. Sr.Levo ao conheeimenlo de V.
Exc. que das ditlerenles parlicipaces boje recebidas
nesla repartirn, consta que se d'eram asseguinles
orcurrenrias :
Foram presos : pela subdelegada da frrguezia de
S. Jos, Malinas Ferreira Brando e l'ilippe de
Santiago Pao Ferro, por desorden).
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla,
Justino Coelho, por desobediencia, e Rosa Mara da
ConreicAo, por insultos.
Dos guarde V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chele depolicia.Dr. PoUcarpo Lover
de Leo. r r
EKIUTA.
No ollimo arligo de fun lo do extracto de nolirias
do sol. nos distrirln. da Baha, em lugar de dislriclo
da Carhueira Dr. Casemiro de Sena Madureira, eleve
ler-se -- dislriclo de Vainica.
4m$p0ttdettria*
Sr. redartores. A distancia em qoe me acbo
dessa capital me nAo permille andar ao correnle com
o que e publica as fulhas dialias, especialmente
no Liberal l'ernanibueano,qat mu poucacirculacao
lem no interior da provincia.
Istn poslo, declaro que ainda me nAo chegon as
mAos om numero desie jornal, em que me consla
ler sido publicado um libello calumnioso contra a
minba pastea, taimado par Manuel Conc,alves Nu-
ne Machado pelo laclo, lalvez, de nAo haver ea con-
senlldo que esse aveolureiro, qusndo por aqu andn
em busca de etenaal para eoroprar, usasse de frau-
des e Iraparas na compra descs mesmos escravos :
entretanto, como espero ler esse aponluado de in-
sultos e calumnias, aguardare essa occasiAo, para
ver qual o genero de re.po.ta qoe deverei dar a esse
Iralicante, ou chamando-,, i barra dos Iribunaes, ou
confundindo-o peranle o pohlico de modo vigoroso
e cabal. O mesmo pohlic,pois,qae suspenda o seu
juizo al que eu pos.a apparecrr ante elle, vingando
a minha honra, ale aqui illihada, das falsas irnpota-
eoe. do meu indigno detractor.
Villa de Ingateiraem P*|eri de Flores, 6 de de-
zembio de 1856.
Joi'w do l'rado Ferreira.
s-
PAGINA AVULSV
Iiaranhons.Terminaram ai eleices em loda
aquella comarca em perfeila Iranquillidade, grabas a
indolo pacifica de lodoi seus habitantes, e as medi-
das prudentes dt, autoridades : os partidos poltico,
haruionisaram, e sem grande os(orco chegaram a
um accordo ; as rivalidades de familias cessaram pa-
ra no momento solemne da vonlade nacional
volarem lodos como cidadAos benemritos, que e-
posavam a causa'da ordem : gracas a Dos, gracas a
Dos !
O varAo apostlico, o inraiisavel propagador
do evangelho, o virtuoso Sr. Fr. Caelano, esse mi-
nistro de Jesos Chrislo qoe tantas almas ha arranca-
do do embrutecimeiilo dos vicios, e elevado-as a al-
tura para que foi o hornero creado, lem proseguido
em seu constante lidar, j coulinuaodo com o edificio
do collegio de Papacaca. ja missionando, e entinan-
do as doulrina, evanglicas, ja finalmente inlervin-
do com o seos conselhos de prudencia, moderacAo
na causa publica. Esse religioso lem sabido con-
quistar urna veotrnro geral por orna nunca des-
mentida serie de fados dignos de serem registrados
a par desses, que fizeram a maior gloria dos primei-
ros apostlos do rbrislionismo.
Quasi lodos os senhores parochos da comarca
de Garandos muito coadjuvram para que era seus
conselhos de prudencia em suas fregoezias reinaste
a sania paz durante o periodo eleiloral, caliendo
igualmente ao Sr. capilao CamisAo, commsndanlc
da forja volante, urna parte muitu impoitanle para
I So feliz resollado, e se bem, que algomas exaila-
jes se dessem em urna ou oulra freguetia, logo que
ellas nao dveram resultado, funeslos,foram as < llo-
res o que commumen'.e jogam ,1 as lesieroutihas
no eommercio do povo com a elei^ao.
Nao menos oigno de elogio he o Rvm. Sr. pa-
dre Amonio Carneiro deAlmejda, rapelllo do col-
legio do Bom Conselho em Papacara, ese digno ta-
cerdote, convidado pelo Exm. Sr. hispo para exerrer
lo delicado mister; parlio de Flores, oude se achava
tomando ares.
Chegado no da 24 de agosto p. p. vio aquello re-
verendi.siiiio o estado do collegio, e de qoanla olili-
dade, para aquellas aliaras, era om tal e tao pi e,-
labcleciuieulc, onde a orphan ,ade desvalila e
mesmo oolras de qotlqoer condicao podem n3o so
receber orna edara^lo religiesa, e mu- prendas do
seu sexo, como mello r resguardar a sua honra e
para logo principiou a desenvolver un, zelo e arlivi-
de laes em beneficio desse sancluario. da virtude,
que cm verdade lera sabidu captar a Jltenr-ao de to-
dos, que lAo le-irmiinli.i- dos seos Irabalhos. O no-
mero de rerolhidas, segando nos cons|a, sabio a 80
e sobiria ariii/entasse possivel fuste a admissao de'
todas, qoe precisan) ter soccorridas ; todava o juiz
municipal Dr. J. F. Hilarle, qoe incoolrslsvelmen-
' do Z P '" ''" co"corrldo- Se=unil h etrcunslanciado arrola-
g.. do nosso. para retardar es e artiga. 1 ra,tu. quc. ,e procedeo na rep.rlicAo ral das
rv-bi.1., ln,\ ,"" I "CSfr" "ui""0 '-"a, publica,, pode-e computar o nu.nerRo lo.al de
cabido era soaslo.r,,; e seos e.forros ligados a | Indio, aldeiados em lodo o imperio em '8 858
maior e,p,er.a, que vAo adqu.rindo os agnn.en- I Esle arrolamemo, romludo re.eule-.c a oda da
Itere".*: Tm?" i le'" mPr*<",to'1.,<' P" '' 1-fam.actto. acerca de algn, p,n., do n-
ibterem-.e Irabalhadores, romo par. ali,ne.,.,-lo, p.rio ; e par isso sou levado a crer que o numero
111 lugares, em geral, distantes dos povoadot. pro-
mellem d'.ra era diante mai. regular andamento a
demareafao da. Ierras, qee he a base do nosso sys-
tema de coloiiisarAo.
Assim he, que a|,ezar de ler o cholera-morbos ai-
solado a provincia do |"drt, e das chuvas que all
cahiram, pode conseguir o resperlivo inspector ge-
refen.lo acha-se anda aballo da realulade.
POPULAGAO 1)0 IMPERIO.
le ocioso repetir nesla lugar o que s lem esrrip.
lo oflicial e extra-olllcialmenle (uhre a imperfeirAo
do. poneos dados eslatistieoa que servem de elemen-
to para o calculo de nossa populacAo.
Eu mesmo ja orrupei a alientan das cmaras le-
... Jf?t permetro de um lerrilono glslativat, expondo-lhe* as dillieoldadei que torna-
. legaas quadradas d,d,-lo cm qualro parlas asa impassireis, por emqaanlo, Irabalhos mais r-
guacs. e tnbdividir nina destas nal 36 tee,6es ou guiare, e ronscienciosos. '
lotes ,1 que trata o arl. I, ,1a lei de IS de seleral.ro No enlanlo devo communicar-vos o resumo da.
,',-i,..-..j^ iafarroscoes nfflciaes obtida, a temelhaiite res-
As ultimas chova, qoe o obngarain a rplirar-so peilo
con. a genferapregada DO servir,, para a puvoar.lo lie'ralmenlc di, qoe a populacAo Jo Bra.il or-
do t.araqoea c a desped'r os Iraball' ores, he '
de. A proposiin. (.luando a assemhla provincial ha
com genero.idade concedido lanas loteras para ir-
mandade., reedilicar;e< das mafrlzrs ele, por que
ja nAo se lem erguido algoma voz nessa congresso a
favor do recolhiraenlo de Papacara, e ootros qoe
realmente precisan) ser Subsidalos ? He que isso
de convento, nao concorre para eleires.
Ceasta-not, que l para os Afogadoa ha um pro-
fessor, que castiga os seus alomos com rlho de rou-
ro cru ; a ser exacto, segundo he voz publica, esse
professor vai errado, e bem errado, e nao mais in-
sistiremos sobre islo, porque nos quer parecer que
a aulnrdade respectiva sindicara o faci
Pedimos ao Sr. Bargas, que cora a morpha,re-
tire de onde Smc. mora esses doenles, para um lo-
gar onde nao pnssa enmmonicar ao, seos vislnhos es-
se genero de cnfermidade, porquanto pessoa litada
not informa, que elle, estao milito juntos a si. O Sr.
Bargas deve allender-nn., e considerar, que o povo
treme detsa enferinidadi-.
Na Boa-Yisla em urna casa liouve
religiosa de meninos
f8ublicacf>e a j>ebi&<\
DA SORTE IRESERVADA AOS IMPOS.
Segundo 01 linos lanos.
F:sla he a sorte qoe diente de Dos lera' o ho-
mem impio, e a heranra qoe os vilenlos receberAo
do l"odo Poderoso.
Se os seot filhos se mnlliplicarem, seio para
a espada os seus netos 11A0 ir3o fartos de pao.
Os que ficarem delle, serSo sepullados ua soa
roina I), a. soas viuvas nao choiarAo (21.
Se elle amonlnar prata como Ierra, e se ajan-
lar vestidos como lama ; elle sim os ajumara', mat o
jutlo se vestir' com elles e o innocente repartir' a
sua prala.
Lavrou cumo a Iraca a soa casa, e como o
guarda fez a sua chuupana; o rico quando dormir.na-
da levara' comsigo ; abrir' os seos olhos e nada a-
chara' (3).
A miseria o sorprender' como inondarAo, de
noile o opprimira' a lempestade.
L'm vento abrazador o tirara' e levara", elle o
arrebatara' de seu logas, como um redemoinho. e
lanrara' sobre elle e 11A0 perdoara' : da tua mSo ira'
fugindo a loda a presta (Jj).
O que vir o seo logar, balara' sobre elle si toat
n.Aos e a.sobiara' sobre elle ,5).
{Litro de Job./
NAo qoeiras imitar aos malignos, nem invajet
aos qoe obram iniqoidade ; porqoe elles como fe-
110 se serraran velozmente,e como verdura de htrvaa
logo se no,reharn. >,
E anda um pooco, e nao existir' o peccador,
e hn.ear.-is o lugar delle e nAo o acharas ,6'. >
Mais val o pooco a um joslo que as mullas ri-
queza! ao percadores ; porque a os braroi dos pec-
cadrres serao quebrados : .. ,.os joslos, prm, forla-
lece-os o Senhnr.
. Mas ot inimigos do Senhor lano que liverem
sido honrados e zallados, fallarAo e se desvanece-
rlo como o fumo.
Ot injustos serao ponidos, e a detcendencit dos
impos pererera'.
VI ao impo sommamente exaltado levado
como os cedros do l.ibaoo, e pas-ei. e eis qoe 11A0
era ; e o basquei, e nao foi achado o lugar del-
le ./'.
Poem sobre elle ao peccador, e o diabo eslea
1 sua dlreila 8 .
i.iuandn "or jnlgado, saia rondemoado, e a sua
orarlo se Ihe impute a perrada.
Sejam abreviados os teus dias e receba oolio o
seo pispado !i .
Fiquem seus lilhos orphlos e soa mulher
viuva.
Prfugos andem de um logar para oulro seus
lilhos e mendiguen), e sejam laura ios fura das suas
habilaoes.
O usurario d cafa a lodos os seus bens, e 01
eslrauhos roubem o fruto dos seus Irabalhos.
NAo lenha quero utjude: ero baja quera se
compadera dos teut orphlnt.
Sejam seos filhos para exterminio : em orna su
gerarlo fique apagado o seo nome.
j "7 A iniqoidade de teos psit reviva na presenca
do Senhor occorrendo a' soa lemuranca, e o peccado
oe sua mil nao seja apagado.
E-lejam sempre diante do Senhor c seja ruca-
rla da Ierra a memoria dellet; por quanlo se nAo
Irmliroii de usar de miterirordis.
E como amou a maldirao, ella Ihe vira': e
como nAo qoiz a bencao, ella se apartara' delle.
E vetlio-ie de m.ldico como de om veslido.c
enlroo como agua nai tuas enlranhas, e como azeite
nos seos otaos.
Sejs-lhe eomo o venido com qoe se cobre.e co-
mo a cinta com qoj sempre se cin.e
Esta he diaoft
Eis-aqui nu eu a sabeduria a propor-vns ja
o meu espirito e a mimar-vos as ininbas pala- 1
aras.
Porque en o cbamei e v, ala qoizeslet ou-
vir-me ; atlendi a minba man e nAo liouve quera o-
Ibasaa para rarn : despreastas todos os meus con-'
seibos e nao liie-ie. cato das minhat repreben'Oes ;
poit ea me riiei lambim na vnsa morle e zombaret
de vt quando vos surreder o que temieit.
(joando vos assallar a calamidade repentina, e
colher a mo, le om temporal ; quan.iu vier sobre vos
a inIlutarn e angustia, enlAo me inoraro riles e
en nao os ouvirei; levaular-se-hlo de madrugada e
n o, me acharan ; puis que elles aboirreeram as
in-irucre, e nin ahrararain o lmur do .senhor,
nem se tubiiiolteram ao meu conse.h,. e desacredita-
ram loda a minha reprehendo.
Comero, pois, 01 fru- s do seu raminlio a far-
Idr-se-bAo dos ,eus conselbos.
A averslo ros meninos os matara' e a prospe-
ridade dos insensatos os vira' a perder.
A lingua djenlo he urna prala depurada mai
o corarAodos 111.pies he de nenhum precio.
O. labios to pisto en.inam a muilissimos ; mas
os que sAu ignorantes, morrerAo na indigencia de
corarn.
A henclo do Senhor faz os ricos e nao se acha-
ra' com elles a aHIiccAo.
O inienialo coinmelte o crime como por ga-
Ihofa, 11. a sabedoria he para o boniera pru-
dencia.
O qoe o impo lema, isso vira' sobre elle : aos
Justos e Ibes conceder' o sen desejo.
O impo desapparerera' como nma lempestade
que passa ; mas o justo sera' como um fundamento
eterno.
O lemor dn Senhor prolongara' 01 seus dias.e os
annos dos impos serAo abreviados.
A expeelacA-, dos julos he alegra, mas a es-
peranza dos impo, perecer.
O caminho do Senhor be a fortaleza do inno-
cente e pavor para os que obram mal.
O ju,|o nAo sera' nunca abalado, porm 01 im-
pos nao habitarlo sobre a Ierra.
A bocea do justo frutificara' sabedoria ; a lin-
gua dos depravados perecer'.
Os labios do joslo rnusideram o que pode a-
gradar, e a bocea dos impo, coosas perversas.
A vereda de vida esla sobre o ins'.roidn, para
se desviar do mais profundo no inferno.
O Senhor demolir a casa dos loherbos e fir-
mara ot termos da viuva.
O, mos pensamenlos sao a abominaeao do Se-
nhor, e a pala ra pura como mullo agradavel, sera
por elle approvada.
Aqoelle que vai alraz da avareza, perturba a
sua casa : o que porm aborrece as dadivas, vivera.
A alma do jutlo medita obediencia: a bocea
dos impos Ir 11.horda em males.
O Senhor esla longe dm impos, e elle atlenJe-
ra' as oracoes dos joslos.
No coradlo do hornero se forjara muito, pen-
samenlos ; mas a vonl-de do Senhor permanecer.
O homein necessilado he compassivo : e me-
Ihor he o pobre do qoe o homem menliroso.o
O lemor do Senhor conduz a* vida : e na abun-
dancia nadara' sem ,1 vi aUTAquelle que aHige a seu pai e que faz fugir
a soa m,i), he infame edeicrarado.
A leslemunha loiqoa faz zumbara da juslica, e
a bocea dos impos devora a iniquidade.
Apparelbados eslo o, juizos para 01 mofado-
res e os martellos hlenles para os corpos dos in-
sensatos. (I2V
Aquelles que drizara a lei, loavam o impio;
mas os qoe buscam o Senhor, adverlem cm lodo.
Blelhor he o pobre que tuda na soa siraplici-
dade.do que o rico que a na por caminho, perverso,.
Aquetle que amonios riquezas pur meio de
usuras e inleresses injustos, ajunla-as para o qoe ha
de ser liberal com os pobres.
Daqnclle que desvia os seus ouvidos para nAo
ouvir a lei. a mesma orarlo acra' etecravcl.
Aquelle que seduz os joslos, levando-os a om
mo caminho, cahirn' no fos.o que elle mesmo abri:
e os simplices possoirlo os seus bem. fl3?
O homem rico parere-lhe que he sabio ; ma,
o pobre qoe he prudente sonda-lo-ha. (11) Aquelle
qoe anda em simplicidade sera' salvo : o que auda
por caminhos perversos, cthira' por urna vez.
O homem que se apres'a por enriquecer e lem
inveja aos oolros, nAo sabe que ha de vir sobre elle
a pobreza.
" Quaudo os impos forera elevados, esconder-se-
ho os homens ; quand elles pereceris, mullipli-
car-se-hlo os juslos.
(Licro dos Vrocerbios.,'
yj" NAo des com a leveza da loa lingoa occa-
liAo a' tua carne d cahir em peccado : nem digat
dianle do anjo : uN'Ao ha provi lencian; porqoe u.lo
socceda tal vez que Dos irado contra as las pala-
vras, di-sipe toda, as obras das las mos. 1I.51
Eu vi os impos sepultados: oos quaes lambem,
anda quando viviam eslavam no lug.r santo e eram
louvado, na cidade romo se as soas obras tivs-em
sidojoslat; mas lambem islo be vaidaden ; ;16 por
quanto o 0A0 se proferir logo sentetira contra os
naee, he causa de commetterem os Raos dos ho-
mens crimes em lemor algum. Coro ludo, por io
mesmo que o peccador rommella cem veze- o mal e
be tolerado coro paciencia, leoho eu couhecido que
serAo hem soreedidos os temeotes a Dens que res-
peitam a sus face.
Mal baja o impio, nem sejam prolongados os
dits da soa vida, mas como sombra passem os que
rilo lenieui a face do Senhor.
Ainda se acha oulra vaidade que tuccede so-
bre a Ierra : ha justos aos quaes provem males corno
se elles Uvesiein feito obras de impos : ere ha im-
pos qoe vivem lao seguros, como se livetsem ferio
accCes de joslos : mas eo creio que lambem islo he
orna coosa moi vai.
(irro do Kcc\esia*tei.)
Mas o joslo morlo cunderana aut impos vivos
e a mocidade cou-uu.mi la em breve, a largaJvida
do injusto ; porque elles verlo o lira do -",,,0, e uo
coroprehenderso qoe designio lenha Dos formado
aeerca del le, e porqoe o baja o Senhor poslo em se-
guranza.
Velo-bao e detprezaro ; mas o Senhor zom-
bar.i dalles ; e depois disto morrer.i., sem honra e
hearlo com infamia para tempre enlr* o, morios:
porque 01 Tara' rebentar inchados sem voz, os
trauslornara' desde os fundamentos e serao re luz-
dos a' ultima desolarlo e estarlo gemendo e a sua
memoria perecer' 17''
Porque a esperanra do impio he como a lanu-
gem que pelo venlu he levada, e como a espuma te-
nue qoe pela lew pesiada he espalhada, e como o fu-
mo que pelo vento he dissipado, e como a lembran-
c do hospede de um da que passa.
A ira de. Dos, semelhanle a urna machina de
anc.ar pasteas, fara' chuver orna grossa saraiva, em-
bravecer-se-b. conlr. elle, a agua do mar e os rios
corrern jonlos com foriosa endiente.
O espinln de virlude sa levantara' contra elles
e como re leroomho de venlo os espalhara', a ua
iniqoidade redozia' a orna solida,, laxa a Ierra, e a
malicia dallara' abaixo o, rcenlo dos poderosos.
{Lrro da Sabedoria.)
I ra loe,.,-, do padre Pereira.
Atiiodevesioriaqtieaex-orGcio raandou proceder
o subdelegado da freSueza de Santo Anlao, o
lenle Manuel Jos Pereira Borges.
Aos 5 dias do na dejunho do anno do Nasci-
roenlo de Nosso Senhor Jess Cliristo de 1856 as
4 horas da larde, sendo no lugar da ra do Paleo
da feira do primeiro quarleiro desta cidade.e desla
mesma freguezia de SanhTAntao, da provincia de
Pernambuco, peranle o subdelegado desle primeiro
destncio o lenle Manoel Jos Pereira Borges co
roigo escrivao de seu cargo abaixo assignado'e os
pernos chamadas o Ur. Jos Abes Tenorio c o
boltcarto Manoel Martins Pomas, moradores nesla
mesma cidade, e as tesicraunhas Manoel .Tusno da
Silva, e Fihppe Amonio da Cosa, moradores Desta
mesma cidade e ah pelo subdelegado foi deferido
aos ditos pernos o juramento dos Sanios Evangellios,
de bem e fielmcnie cumprircm essa omisaio, decla-
rando em verdade o quo descobrissem e encontras-
sera.o que em suas consciencias eniendessem, e en-
carregou-lhes, que procedessem o exarnes nos feri-
raenios e conluses feitos na pessoa da parda An-
glica, escrava do padre Joao Herculano Gomes do
do Senhor a obra d aquel les, que
do Ihe., 0,1 fMeadoll.es minislrw ... moi,,. ,te. e, esd'aanaa de ISV, vos annnneiei o intento une Al-,,,,
STC SS5 ESSFTSJZSZ: fcSXS. 5T1.......'".........""ssc: IF
triasose avcola.. 1, .,,.,. 1,,'. ... ln (,r.....* do Nuil
A nec^idade rada da s. i,a ms.s urgente. t.erCuba .TmooVro.' ^7k\^SZJffiUZ SSST
chegsdaaoccas.lodeapplicar.lheo remedio mais laboaavara o en.aio ln,4rnP'"-. de anlemln ITraj ,,
ILEGlVL
~h i'-> u ~ Dltcm-"0, I"1 "o Poco da Panella ha mu .<-
' 'fiS """"""""le lera por Inuvavel,, cnsluuie ir tipiar
lOjfl'naa aVS b'"'l"',r"s n* in tm'rMri me",, ",P ,enl'-n''" sja pilhado. porque tm re-
ivt'annl munpr!1:;o ,1"<|e ler um abraco
1 .Kio r.omo pjj, ,eja postivel dar-se uro remedio
1) Segundo algn, interprete,, morrerao de mor-
le violenta, como de pesie, ou oulra epidemia ; e
"""....." ou''- er'1 sepulladus sera honras nem
pumpas.Calmrl.
2 Islo he, ninguem lera' compaixAo das soas viu-
va.. Pereira.
:l' Para mostrar a pana ilurarAo da casa dos im-
pos, alinde a Irara, qe rocilo a madeira oo o ves
111 o deslroe o que Ihe ha de servir de ca.a.e lambem
tllode a choupaiia do guardador da vi.iht, a qual
se desmancha logo qae ea acalla a vindima.-Saci.
1 islo he. I>WJaneara' obre o impio males
sobre malese nao Ihe perdoara': (ara' lodo o possi-
vel para ugir das suas rous, mas intilmente.
Pereira.
5) Par escareeo e admirando o. jadas juizos de
om l>eo tingados dos seus aggravo..Pe'eira.
(i Nao acharas ao perrador naqoelle logar oo es-
tado em que antes o hastias vi,lo.P. Srio.
7 Islo diz o real propheta, porqoe vio o lim de
Sal, o l.mde Ah-alAo, o lim de Naaa Ammonita,
lira de t,olia Filislheo, o fim de Doeg Idomeo.
I lieodorelo.
H Para o acensar, segundo o aotigo costume de
ealar o sceassder cm jnizn a' direila do reo como se
V*d* /acariai III.Pereira.
'I fio Hebreo e h om lermo geral que ignilirs
ministerio, ofTIcio, prsfeclnra, dicnidade que eige
inspeccAo.
,10 A VersAo de S. Jernimo diz aqu : esta he a
;"" ""''" P'que o hornera culi era
aquillo mesmo que semear.
Santo Agostioho 0 livro I, do Sermlo do Se-
nhor no monte a n. J diz, que estas que parecen,
impreca?*, ar- deven, considerar como urna, propia
ca, das infebeldades com que Dos algum di ha de
punir o. ma'n,___Pereira. b
11, De tal sorte que iienhuma calamilade Irans-
toroe o seu caminho. Deas uAo o ,ara' ,,",",,
es.iver irado : vivera seguro e ara paz.-Calme
(12 Vem 0..I0 a dizer o sabio, ',,, ,,,,,
mao, e impio, aguarda o ca-tigo p'roporcona lo e
(II A' leltra : no ma'o caminho, firar na sua
mor., derribada, i.m he, achara na mur.e a na ul-
tima ruina.pereira, ""
11) Explorar. ,e a-sirn he. O Caldeo, despreza-l-
ha. O, setenta, ce.ura-lo-ha. o pobre prudente
"balar .adbx.lircom o rico, examinara, cairo-
ntioma.Menoqoo.
I"> Quer dizer : (Ha abuse, das loai p.lara, ra-
ra ralnre. em neceada da carne, como azeni o, qoe
rli/em : c< Nao ha providencia ; ilo he : nAo ha
queni ve|a,nem quera sail.a d,.(n. Bdajaal el Saci.
16 Eram tidos pelo vulgo 114 cania de sanio, ,'.
respailarlos por laes, sendo malicioso, hipnrrita. _
Peraira.
17 Acabara' de urna ez com a >nrhadi sohran-
ceria dete altivo, e oberhos, nao tend, elle, que
dizer 0.1 de qne e quelxar.Pereira.
Rego.qun presente estj.e querespondessem aosque-
sitos seguintes :
Primeiro, se ha feriroanios emoflensas. phisicas.
Segundo, se sao mortaes.
Terceiro, qual o instrumento que ocrasionou.
'JiiarlCjSehouveoii resullou mutilaroou destrui-
co de algum membro ou orgo.
Juititc, se pode haver ou tcsullar essa imnilacio
ou ilesirtiicaio.
Sexto, se pode haver ou resultar inhabilitarlo de.
algum membro ou orgao.
Selimc, se pode resultar alguma deforroidade,
e qual ella seja.
Oilavo, se o mal resultante dos ferimentns ou of-
fensas phisicas produ/. grave incommodo de saude.
?iono, se inhabilita do servido por mais de trinta
dias, e fiaalmenle qual o valor do damno causado.
Em ronsequencia passararo os peritos a fazer
os exames que ulgaram necessario, e concluidos os
quaes declararan) o seguinte :
Primeiro, que a parda Anglica sorera oflfensas
phisicas, porque foi confundida em iodo dorso cm
ambos os horneros, e sobre o olho esquerdo, e bem
assim em o lado interior do mesmo olho direito.
E a segunda, que pela nalitreza das coniusoes
com quatitu estejam bstanle denegridas,todava nao
**1 murais.
Terceira, que as conluses parecem ler sido
(citas rom liras desoa ou redeas de cavado.
Quarto, que nao ha mutilacajo de tuembro e nem
destruicao de orgao.
Quimo, que nao pode haver mulacaoe nem des-
trumao de membro e orgo.
Sexto, que nao pode haver e nem resultar niha-
bililacao de membro e orgao.
Stimo, que nao pode haver e nem resultar de-
forttiidade.
Oilavo, que actualmente sotlre alieraro em sua
saude e podo mesmo perecer,a nao ser bem tratada
pois, que esta grvida de '> mezes pouco mais ou
menos, todava nao sao graves os ferimentos.
Nono, pode reslabelecer-se em trinta dias se for
bem tratada,como ja disse, a que avaliam o damno
causado era l:C0U&rs., epornada mais baver
deu-se por concluida a vesioria e de ludo se lavrou
o prsenle termo que vai por mim escripto.e rubri-
cado pelo subdelegado, e assignado pelos mesmos
peritos e as tesiemenhes comigo Lucio Prudente de
Nasianzeno escrivao que o escrevi, do que dou f.
Manoel Jos Pereira Borges.O cirurgia bomeo-
pathico, Jos Alves Tenorio. 0 boticario, Ma-
noel Mmins Pomas.Filippe Amonio Bodrigues
da Cosa.Manoel Justino da Silveira.Lucio
Prudente de Nasianzeno.
ALTO UE SANIDADE.
Barros Coelhu.
Aos 8 dias do mez de julho do anno do Nasei-
mento de Nosso Seohor Jess Chrislo de 1856
nesla cidade da Victoria comarca de Santo Antao.da
provincia de Pernambuco, em casas de morada do
delegado suppleole desla mesma cidade, Tiburtino
Pinto de Almeida, onde foi vindo o subdelegado
supplenie em exercicio o cidado Ge raido de Bar-
ros Coelho comigo escrivao de seu cargo.e as letie-
munhas abaixo assignadas e os peritos, Borneados
os boticarios proficionaes Joo Das Ferreira, a Ma-
noel Martins Pontea moradores nesla cidade a
quem o dtlo subdelegado deferir o juramento dos
Santos Evangelhos em suas maos.de fielmente e
com verdade. declararen) o que eocontrassem e en-
tendessem em suas consciencias, encarregando-lhes
que procedessem, aos quesilos seguintes :
Primeiro, se ha ferimentos ou offensa.- phisi-
cas.
Segundo, se sao moi taes.
Terceiro, qual o instrumento que oecasioooti.
Quarlo, sehouve ou resullou routilacao ou des-
truicao de algum membro ou orgo.
Quinto, se pode haver ou resultar essa mutila-
eao 011 destruicao,
Sexto, se pode haver ou resultar inhabilitarlo
de membro ou orgao seui quo fique elle destruida.
Stimo, se pode resultar alguma deformidade a
qual ella seja.
Oilavo, se o mal resultante dos farimenlos ou of-
fensas phisicas produz grave incommodo de saude.
iNono, se a inhabilita do servico por mais da 30
dias.
Respondem que tendo examinado o corpo da so-
bredi Anglica, quo se achava doente e de cama
a faitas todas as averiguaces necessarias acha-
rao ella de cama esluporada c com os queixos eer-
rados.dizendo ella que esla molestia ja anteriormen-
te soffria e com maisforca repetir agora; portento :
Respondem ao primeiro, que ainda ba ferimen-
tos nolugarem que relata o corpo de del icto.um des-
ses ferimentos di -4 polegadas decomprido e 3 de
largura, c de profundidad* quasi imperaeplivel, e,
as oulras duas de urna pollegada de circumferencia
e de profundidade muito insignificante, a que pelo
carcter e qualidades das feridas nao Ihe pareca ser
mortal.
E o segundo, qne essas feridas foram oecasiona-
das pelo instrumento que se menciona no corpo de
delicio.
Ao terceiro, que essas feridas foram faitas pelo
que menciona o corpo de delicio.
Ao ir, 5.-, 6.* a7." respondem, que nao
houve e nem resullou mutiljcao ou desiruiea de
algum membro ou orgao, nao pode haver a nem
lio pouco existir inhabililaeaode inembro ou orgao
sem que elle fique destruido, enem resultar defor-
midade, porque foram os ferimentos empane qne
nao pode dar Ingar a isso.
Ao oilavo, sjuisam, que os ferimentos mencio-
nados nao podiam ter causado grave incommodo
de saude.
Ao nono, que ao seu ver suppoam que as fe-
ridas esiao sas em doze dias.
E por nada mais lerem visto, e que declara, deu
o dito subdelegado por fiodo este exame de que se
lavron o presente auto.que vai pelo mesmo juiz ru-
bricado e assignado comigo escrivao Lucio Pruden-
te de Nasianzeno, que escrevi: testemunhas Manoel
Justino da Silveira e Luduvico Jos .Marcelino, e
os peritos supra declarados, do que ludo dou f. Ge-
raldo de Barros Coelho.Joao Diss Ferreira.___
Manoel Mariins Pontos.Manoel Justino da Sil-
veira.Luduvico Jos Marcelino.
Concluso.Osdilos das leslemttnhas do pr-
senle summario que be-nprovam o faci criminoso,
obrigam a prisao e livramenlo ao reo padre Joo
Herculano do Rego.e que lendo em attencao mais o
exame de sanidade folhas, por ludo islojulgoo
mesmo padre Joo Herculano do Rcgo, incurso no-
arl. -205 do cod. crim., visto ler sido elle o autor
dos ferimentos feitos na sua escrava Anglica ; pague
as cusas o mesmo reo em que o condemno o
escrivao faca remessa desie ao Sr. juiz municipal
do termo.na forma da lei, lanceo nome no n'.l dos
culpados e passo mandado de captura.
Victoria 16 da oulubio de 1856.Manoel Jos
Pereira Borges.
Concluso.Sustento a pronuncia a follta ein
vista dos seus fundamentos, e cusas, devolra-se
esle ao nizo donde veio, na forma da lei.
Victoria 21 de oulubro de I8S6___Joao de Bar-
ros Pimental. Subscrev e assignei :
Em f de verdade.O escrivao, Flix Cavalcan-
li de Albuquerque Mello.
Eleioao dos juizea, escrives, tliesomeiro
e mais mesarios, rjue ho de festejar no
arco da pontea immaculada Conccico
no anno deIS".
Juiz por cleirao.
Illm. Sr. Manoel da Silva Satos.
Jui/. por devoc3o.
Illm. Sr. Salitsiiano de Aquino Ferreira. .
Juza por ,-l,'ira i.
Illin.* Sr. U. Joanna da .Macana Cruz. Mesquite,
mulher do Sr. Antonio Botellio Pinto do Mes-
quita.
Jtti/.a pordevoro.
Illm' Sr.- p. Julia Hurle Carneiro, mulher do
Illm. Sr. -Narcizo Mara Carneiro.
Escrivao por elcico.
Illm. Sr. JosJoaquimda Silva Gomes.
Escrivao por devocao.
Illm. Sr. Manoel Jos,, da Cunha'.Magalhues.
'-scriva por elei^ao.
Illro-Sr.* I). Alexandrina Miranda Magalhaes
ee, mulher do I!lm. Sr. major Scve.
t Escriva por ,|,-.,_ ,,,.
Illm." Sr. I). Anna de Aimeida Carneiro, mulher
do Illm. Sr. Manoel Jos Carneiro.
Thesoureiro.
Illm. Sr. Antumo Francisco Coirea Cardow.
Procurador aeral.
Illm. >r. los, VeliozoSoaret=.
MUTirs


Procuradoras.
Os Illras. Srs. :
Josa Pedro-das Neves.
Eluirdo Perreira Bailar.
Manoel Oomingues Santa Anua.
'Tidncisc Antonio Duro.
RaytnuDdo Jos dos Sanios.
Manoel da Silva Antones.
gtodetafte.
.
CARTAS A l'M PAL
SoI>re a educacao de seu ilho.
Por Mr. Laurenlie.
(Contiuafaa.)
VII.
ti polidez na emolirlo.
Acaba de fallar-sos da emol.ie.ii., ma de prual
Km e nci lentemente, e no entanlo a materia me-
rece rame
A eaaularo era eral he considerada soma om In-
citamento para o piagresso, e para o bem. por causa
dos applausos.
Mas por esle andar da emular-ao, patate i riva-
lida.le, e desla ao cium. e calie-se na inveja ; e por
mo ha certa moralistas qne sustentara que a amu-
laclo pode ser urna fonte iiicxhaurivel de odios e
inunlMdti entre os homens.
K isto dii-ae a respailo da emulacao nos collecios!
Mas oeste caso o que eonhecem ules uet m rali.-
laa reapeito da virlode humana ? Ssra esta urna
coma sobt cnaturaj, e qae possa presccndir da lodos
o estmulos externos 1
A isto olo respndelo os taes philosopliu<.
lia o quer q.ir scjs de ra rontade e de odio a
hmnsiii lade nesla desirrasoada avro a certas in-
rlinaf Aet e intlinctos do nosso coralito, os qiiaes se
ha fura de duri la que provam a qneda da no.sa na-
lardl.i. revelain Do roanlo qae apelar de decaluda
anda lie grande.
O amor da gloria esla neste caso. He urna fra-
qoeaa e imperten; .Vi, ma< que revela que somos fei-
los para o ero. Eu nao aprecio a plulotophia tertrira
qae affeeta um soberano de'preto as approvaees e
apolausn. hem merecidos: acho nisto inulto orau-
Iho, e sobranceru: e senao dieam me o que hiera
taes philosophot senao buscaran) sinaolari lade e estravazsncia ?
Bam ot pinta Cicero, quau lo diz, escrevem os
eu nomes no livros m que aconselharo o despre-
/> da qloriaSe malla falla de laclo, ou molla im-
pudencia !
Mea amigo, aaeilemos a nalorea hnmaoa como
Dos no-la deu.
lie Otos qaam quer que o homam seja excitado a
viriude emiuanlr, inesmo em materia de religiao,
pelo amor e deaejo das recompansa celcttet. O le-
intereso, o detpre das recompensas oAo he pia-
mante admisslTel pelo vnrdadeiro espirito do chris-
lianitm i, o qual he o laca mais intimo e perfe lo
antre Ueos a o horaein.
t'.omj ha eniAo urna philosophia qae eiise que o
hoanem te .ansiara a si proprio em uina carreira de
trabadlos, cajo fim he incerlo, e a utdidade dovi-
asa*
A religiAo comprehen le muilo m'lhor as necessi-
dad-s do corara humano. A(Ieic,oa-se complaeen-
temenla t suat imparfeioi.es e deOili di tes, tazando
dsela* iostraraenlo eieiiamentn para a irtuda
Ha que a rehuan foi feita para guia, chikoI.i lo-
ra da hainanutade misera e imperteila.
A philasopliia, pelo contrarir nao quer nasua vai-
dade reconhecer estas verdades.
Oaqui resultan) duas especies de moral; orna
eompaasiva, outra soberba ; urna animadora e oulra
desdeabosa ; ama terna ecannhisa, out-a dura e
eraeL
Abracemos i primeira, porque he chrislaa e real,
desorejemos a segouda que lie pujas e chwnanca.
He verdade que emolacjo pode Iransfurmar-se
aro invejs, ae a nao rcgalarmoe ; assim como pode
Iranslorinar-se em vida Je ae a nao adocarmos com a
modestia.
Mas para isso temos o remedio na rehuan, porque
aao ha movimento alsum do cortejo humano que
alta nao corrija, modifique, ou rectifique. Se a re-
ligia inlerviesse e fosse apdlicada a todos ot actos
da vida humana, decerto que esta teriadigua da per-
tetra celeste.
Fallemos, porem, do vosso Hilo. Este carees de
amm ir.iu e escita;;) i para o bem por meio da emu-
larla, porque ni ievem tuppor que nells a per-
teira i clinstA esteja em grao l i i subido que de lo-
do the lenha apaga lo o senlimeolo do amor proprio,
a por Unto que carece de emulae.to como lodos os
infantes, como iodos os homens.
E nao recriis qae esta eraalacalo *c torne em pu-
erilidala vaidoaa e ciomenta ; porgue vono lillio
edacado sob o jago reli simples, e amavel, e enlao em ver de iniroigos oa
rivaes lera amigos, e elle pela candado e boas ma-
neiras nia sera vaidoao nem sobarbo, eo pasto que a
moral Ihe fara enlir qae deve ser internamente o
qae otestra externamente.
Este resultado he ama das importantes contequen-
cias da educara > religiosa e elegante qae eu pro-
pala,
lirai a polidec, e a emularlo criara inimifade*.
Tirai a piedade, e a emularlo pruduzira a vaidaile
e a barba.
Na eollegio chrislao os primeiros applauso* ao ma-
rila nisrem dos condiscpulos, que sA>sempre o< me-
Ihures jaiies e os raais amigos ua juslifa.
Sem estes elementos de ti inda le e umlo a rinu-
la a labre ardenla da inveja.
Mea amigo, ja vos fallei em nm eollegio dislinclo
palas seus estados chrstAoa J) ; oeste eollegio ha
nma instilte* de emularlo que deve ser citada
roan) eiemplo.
Ha ama academia formada pelot etladaolet d.tine-
tas pelo seu saber, a applicacAo e moralidade. Tem
estatalos, e sessOes nem mais nem menos do que
ajaalqaer instlalo ou academia de sabios e poetas.
Valvas ae vos faca tir a idea de urna academia
de crianzas e rapaxea !
Raizara, porem, que houvea>eis attislido a nina das
mi sesaoes, nao como sabio, mas como hornero, como
pai, e aposto que deioricis de rir, e faneis serias e
profunda* reflasoes.
sao vinla os taembroa da academia, eleitos por lo-
do os collenaes que nao etlejam eiu castigo por fal-
la* de applicacAo ou por desmanchos muraos. Estes
vinle acadmicos representan! o
de lado o eollegio
tara. discus-Ao
dos trabalhos d
As caraposicA
con-elho da escola, composlo dos professorrs, e u*
acadmicos discuten) at sosa memorias, e propem
os abtelos detlas, e avaliam e julgam as dos colle-
p- Siaes.
Ja se ve, qae a emnlarli nasce da jerarchia, e
lena dilTerentet graos.
Ha, parea, ama sesoa p.slhetica e de verdadeir.
ara alara e vaa a ser a distrihuiro d is premios.
So os collegiaes acadsmicos que dAo as informa-
ces para oa premios do bom comporlamanlo dos tros callrgiaes, e sao e'les os que .itslnbu>m ot pre-
mio ana lareadot das classea (aballarnat, nao lendo
dles premios pelot seus trabalhos collegiaes, porque
e premio j.i o tivemn sendo eleitos acadmicos, e os
qn* alcanraraa eoio taes pelas soas memorias rAo
os profeaaores que directamente os dio e dislri-
boea.
Tuda ato ae faz cora roaila uitica, com amizada
fraternal, c na di.tnhuirAo ba sempie lagnmas da
jabih) por parte dos laureados, t dos que os iul-
garam.
Ainda n.io hoove academia que me eolernecesse,
de eerto vos ba de ter suceedido o metmo, e no en-
lama ala academia de infantes nunca a pude ser
sata amulo.
A modestia a eeedade dos teas actos j he eousa
para admirar, mas esle engenhoso systemn de emu-
lario ile lino c moialidade, esta juslira regida Ira-
parcial mutua, esla reciprocidade de julgame'ntiis,
este poder depositado hierarchicamente, etn radea
de dependencia a amizade que liga as creanras ans
profaasares por meio dos academicoi, o recooheci-
mrniu da inferiondade o soperioridade rrdproca,
lado illa eoche a alma do nbtervador dos mait doces
peiitameotos. a pinta o qoadro das vantageos que a
arterhnsiaa pode tirar da cultivar e dirigir os tenlt-
ntrnlot do coracAa homano.
>o eollegio chrislao a emularan nao prodoz a in-
veja parque anda ligada com o senliiueoto de jusli-
5a, e arredila oesie ; nio causa divisoet porque nun-
ca ullrapa-sa as raas da polidez.
A rmutaro pulida a com lodos 01 accessorins de
urna bo.i it-,i..,. tem a vantaaem de en liar os fortes
sera deprimir os traeos. Parece que a gloria de al-
gaaspoacoshe commom aloiot, e islo piova que
ha ama grande a verdadeira liarmonia.
lesle modo a emularn he a meior das eicilarAes
para os estados, e ate urna imagem do rrgimen* Ja
Providencia recompensando as boas obras iiom o
grao da gloria.
Por c-n.-auinie a emalacao astim enlauJida e
praticada deve ter approvada e adoulad
VIII.
Espirito dos estudos.
*>ue importaole assumpto, meu amigo '.'
Para Irata-lo seria necessario om livro, e nao urna
cartamas nao escrevenrio uin livro, tocare tO os
ponto capilar aos meus olho., e ras soprirnt o que
fallar, delozindo dot meas prioripios o meu pouco
mrrilo.
Caamo espirito dos estudos o penssmenlo intimo
organice, director e moral |a, prende *, esludos
e, trabalhos tanto do meslre como do discipulo
lis ni m is estudos, as me-tnas disciplina, pdeo
ser boos 00 maos segando direccAo que |lie
dercm.
Polea aperfeicoAr o enlendiinanlo, oa trga-
lo ; robustecer o rorar.io ou corrnmpe-lo ; ludo isto
depende do espirito qur os dirigir.
I'.n noero qae tolos os eslu los de voso liiho sejam
animados e inspirados pelo espirito religioso, e que
elle seacoslume a ligar enlre si todos oa conheci-
menlot como ramos de urna s arvore, que lendo as
raizes no eolendimenlo do hornea e elevan) psra o
cao, e qia nAo podem vegetar, rrrscer e lleurir, e
dar I 11. ios sem t, luz da fardada, oque esla he Dos.
NAo ha e*tudo nem disriplina alguma que assim
considerada nAo seja grande e fernnda.
Eu pAo fallo agora do estu lo especial da religiSo,
nem raesmo quero tratar desle assumpto ; porque se
eu soppozesse qoe vosso lilhoenlrava em om eolle-
gio onde nAo se entinaste a fundo esla importante
parte de edueaejht, pedir-vos-liia que nao a mellas-
teis nanea la' atilda que ficatsa reduzdo a ir mellar-
te na mis obicura escola de aldea ; porqae pode-
rla ficir aro ignorante da sciencia do mundo, mas sa-
berla > principal, seria mais sabio que moitos sa-
bios.
NAr fallemos pois em um ponto que deve ser dado
por a neniado.
Vosee titilo aprender', esludara' a religiAo nos
seas dogmas, nos seus principios, e na historia lo-
mando-a desde o principio do mondo al hoje aira-
vez das miidiurss, erros, paises e loucuras dos ho-
mens, sempre a mestna e sempie pura, entinan-
do seaipre ao homem as venia les ueceasarias para o
tornar digno do Hm da rre.tr lo. consolando-o as
aaas dores, sempre eom docura clemencia, e sem
pre dimanando directamente de Daos pelo seu amor
para eom a huroatii lade, e so tornada mais intima
desta|pelo mjslerio da ancarna;Ao do Verbo, a mais
apropnada as nossas necessidades pela uniAode lieos
a no.,1 nalureza.
Mas, rneu amigo, he necessario que lodosos estu-
dos iliterarios e srientilicos do eollegio tendam para
o metmo fim, levando o espirito de vosso filho para
as verdades fuudaineutaes do chrisaoismo.
De que srrvtria que o capellA > do eollegio ensi-
nass a doulrina e a religiao aos collegiaet, se a seu
lado meslres e professores scepticos, impos ou im-
moraes. deiaasem eorrer a revelia o espirito dos
eos discpulos a vista da eipmicao dos erros e dis-
parale do espirito humotio, que leni de entrar ne-
cessariamenle nos esludos das srienrias das letlras
humanas. O capelln nAo serviria senAo de inslru-
meulo de hyporrisla ou corrupeo. As suas palavras
voariam com o vnio, e as saaf mximas ficariam
como formulas vas de urna disciplina sem applicacAo
e sein !i- o.'io eom as oulras sciencias ; islo qoando
nAo los.eni de lodo esqueeidas no meio dos outros
estudos posllivns das sciencias e ledras.
Nao ha asinti algam que nAn ciaduza a' religiAo
on que delta afastequem o cultiva. Todas as tcien-
cias lem sido eivadas pelo argulho humano, a te
acaso o estillo e espirito chnstAn as nAo purilica, nAo
serven) senAo de p"rverter a engenlio humano.
V'6de o qne se pasia na marcha da edneaco.
Vasto lilho vai log.i un comeco dos seus estados
achar dianle dos olhos do e>pinlo, como dianle dot
do rorpo, os autores da auliguidade.
Estes ulores apresenlam-se com as ideas do aeo
lempo, a cora as doiilnn.s de urna religiAo falsa, e
de ama moral humana, quaudo oAo diablica.
Os poetas, os historiadores, ot oradores enchem-
Ihe o espirito de imageas, fados e doulrinas em des-
harmonia com as austeras verdades do christianismo.
Ora, julgais vs que eilas recordaces de volupluo-
si 1.1 le e erro denarAo de fazer nnprestao na alma
nnvica, e lenro coragAo de vosto filho, se o mestre
se u professor nao reclicar a ca la instante estas im-
pres-Ott ?
Toda a anligui 1 ule esl' eivada de erro te a nAo
eslu laretn senAo tuprrlicialmenle ; he urna mina de
verrlades se a profoudarmos. Dos manifesla-se ain-
da no meio das loucuras da idolatra, mas para en-
conlra-lo ha necessario guiar ot e.tildantes, ensina-
lo> a profundar e a meditar.
Dequalqoer modo que se considere a qoesto
mylhologica, qnetlAn em nossos das tao discutida,
mas com tanta psixao e animosidad que a venia te
he posla de parte, he clsro que ella pode servir para
reconhecer a existencia de Dos e as obras da erearAo
isto anda na ida le que os esludos profundos e se-
rios n.1,1 tem producido todos os seus frutos de medi-
tado.
A mytologia prova a necessidade natural do ho-
mem de proclamar a existencia de um poder superi-
or a natureza. Sa por urna pirte he verdade que as
naces por muilo lempo lem perdido de vista esla
potencia nica e suprema, por oulra lem gravado
profundamente o principi da ana existencia. He
dahi que nasce a ereai;Ao desle sem numero de deo-
ses inventados para cada maufestaro da poder de,
um s Deus. es-iuecido, mas nAo desconhecido. Ha
desle modo que o proprio erro dos homens serve
para prever que existe Dos. Os homens fabricando!
tleoses reconhecem a existencia da Divindada.
Alero disto compre fa/er comprehender que esles
profundos, extravagantes e myslerinsos desvarios da
idslatria provam a debilidad da intelligencia bul
mana, qoando Dos a abandona, e nao se Ihe re-
vela. O raaior Ignorante dos nossos rsticos consta
sciencia do calhecismo taha ver la les mais sublimes
e lem ideas mais melhaphytieas que o mator samo
pagAo, -n porque lieos se Ihe revelou, e aquello lem
an a inleiligencia.
Para aquelles que nAo admitlem que a idea Jde
Dos seja innata ao homem, e inherente a grande
irailteeAo da revelaca 1 primilliva, a mythologia he
a accusacA'i mais forla e irrespondivel ronlra a ra-
zio humana. Na verdade o que he e-la razAo, qukn-
do a vemo< la 1 gran les sabios da antigmdade, e nAo
produzir oulra coust senn absurdos, exlravaganpias
-Otilios ou ahoinio ir, 1,.., s porque etla' enlregaa a
si, e sem a rcvelarAo "!
Isto no assumptu mais importante para a liurna-
11' 1,1 le !
De roo lo que os nossos modelos em ludo quanlo
he sciencia humana, sAo zern em te tratando dolco-
uherimenlo do mais importante de lodos os entes, do
nico necessario, de Deus.
Qualquer qae seja ,1 o piniAo que se tara acerca
tloeslado real da IradiccAo no meio da idolatra, ser
sempre fcil fazer salur desle canos um grande pen
smenlo, urna idea consoladora, 1 existencia de Dos.
Dos me livre de querer mostrar ao lufante (ogo
no comeco dos seus estudos o quadro de lo ios os
s\ tiernas .' Porque o queseos eviternas".' OccasiAo
de disputas e inimitades.
Maa Dos nAo he um sv'lPma, e para que vn-so
lilho emenda a mythologia, carece de tomar a Utos
por guia p>ra nAo se perder ; como o navegante lem
noite carece de segur pela luz du pharol para nAo
vir naulr;,gar na praia.
He lamben) necesario que elle compret>eods\i
necessidade do principio da autoridad as sciencias,
as leitras e na estad, porque he a elle qae deve
OlMIt lil UvIBICQ OUAKTA hMk II II DZIMHO DE USi
cinho, l.'l caites njupea*, 35 dllea mercadoiias.'l
caixle ch.irulot, SO lalas e 3 caixas cha, >( caf llfi raixas velas, 2 rebollos de pedra, I_m rolo.
fumo, 98 rosvueiras de jacarando ; a ordem.
Vapor eParanaa vindo do norte, matute.i,,,, 0 se-
guinte :
!l"1 rolos salsa ; a M-irlint i\ Pinlo,
71 'titos dtia ; a Thomaz de Parla,
J sinos de hronze, I roda de dito ; Antonio de Al-
maid.i liomes.
I pacole ignora-se ; a H Itrunn jj 'J.
I embrulho igoora-se ; a Manoel Ignacio d: Oli-
veira.
1 raixa diio ; aos trole, da Penha.
I cllete ilii" ; a E-levau Joi Reg.
JONSULADO (KKai..
Hendimsnto do da 1 a 15 "hi.i.'i-.-.si.;
dem do dia lli....... 7:5o56K
M:>7$-2
IIVERSAS PKOVINt;iAS~
lien,lmenlo do dia 1 a 15 :t:U388
dem do dia Ib'........ 1K9SU7
37(at|859
s DESPACHOS DE EXPORTACAO PBLA MESA
11(1 C0.VSUi.4D0 DESTA CIDADE NO DIA
lli DE DE/.EMBKO OE 1856.
LisboaBsrca porlugueza Ligeira. diversos car-
regadores, 102 saceos assuaar hranco e ma'Cava-
do, 8 cascos mel.
I.i-lio.i Patacho portuguez Brilhantea, Miguel
Joaquim da Costa, li'i saceos assucar braoco 1: mas-
cavado.
LiverpoolPolaca sarda nTevre, Isaac, Curio &
Compaiihta, 1,000 arrobas de ossot.
PliiltdeaphiaBarca am-ncana C. E. Taya, Ma-
theus Ausliii i.V C, iOO saceos assucar ntasca-
vadoL
l.ish0,1 Brizne portuguez Relmpago, Thomaz de
Aqoiho Kouseca 6 I'illij, 100 saceos assucar
inascavado.
Li'hoaBarca porlugueza Mara Jet, Felisber-
lo Ignacio deOliveira, 60 saceos assucar branco.
l.'-i,, 1 Kiit.i porlugueza ajnela, francisca s>e-
verano Rabello ti Filho, 518 saceos assiicar mas-
cavado.
K i'iiet 1 unEscuna hollandeza o/.ephyrn. Urender
a Brandis 6i Companhia, 700 saceos assuca mas-
cavado, e 300 cuuros salgados.
LisboaBrdgue portuguez iVTarujo I, diversos car-
regadores, 61 cascot mel, 4,000 cocot teccot.
LiverpoolBarca ingleza oFioaling-Cloudn, Johns-
lon Paler & Companlna, 2,20o saceos assucar
maevaado.
BostonBarca americana "Cambridge, Johnslon
Paler tl< Companhia, 2,200 saceos asnear rnasca-
vado.
Buenos-Ayres Polaca hcspanliola Celeslinaii,
Isaac, Cuno 4 Cumpanhia, 30 pipas agurdenle,
10 ditat alcool, 150 barrios assucar lm neo e
inascavado.
PhiladelphiaBrrca americana i'Menisolao, Johns-
lon Pater A; Companhia, 1,200 saceos assucar mas-
cavado.
(ibrallarBarca hamburgueza Johanna Kalkman.,
N.O. Bieber Companhia, 1:000 saccot assucar
branco.
LiverpoolGalera ingleza Bonita, Patn Nash 3
Companhia, 496 suecas algodAo.
KECEBEUORIA DE KK.MiAM INTEHNAS (iE-
RAES DE PEKNAMBUCO.
Kendimento dodia 15 a 1. I2 2IKJ'JW
dem do dia 16........ I:,i7cl70
13:666-5136
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo dodia 1 a 15 4;:95(>0i04
dm do dia 16....... 5:47o13
4!1.377>5r
passar o presente edita!, aos 1 i de uovemLro de
1850.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
$& REPARlIgA' UA VACCINA. %
v5 O cotnmiasario vaccinador pro- ff
^ vincial, reconliecendo que militas A
; pessoas deixaui de comparecer a j$
$$ esta repartirao em consequencia gvS
$} da longitude do lugar, avisa ao
cg respeitavel publico que tem re-
solvido a vaccinar tamhem as
3 tercas feiras de todas as semanas,
i*3 n:i casa de sita residencia, conti-
r^ unan.lo a repartirao a t'unccionar ^
53 no torreaoda allandega nasquin- ^
^ tas e domingos : assim, as pessoas @
3 t|ue sequizerem vaccinar as ter- rfji
C3 cas feiras, podem dirigir-se das ^t
i sete as nove horas da munliaa, ao ^
I. andar do sobrado da ra .Nova fij
i
i
estribara para 20 cavallos, sendo terreno proprio,
tambero se vender em leilao ou ero particular parle
de urna heranra em ApipiMOS. O dia do leilao ser
annunciado e os prelenlanles podcro onlemler-se
rom o mesmo agente em osen cscriptorio na ra
da Cadeia do Rccife n. 24. I Acbam-se a' venda as bem conbecidas
O agente Borja fara' leilao, em seu | Whinhai impratsai nesla typograpliia,
armazem, na ra do Collcro n. I de das teguintes qualidadet:
todos os objectos existentes no inesmo, IFOLH1XHA RELI6I0SA, contendo a lem
foiaiinhas
PARA 1857.
consistindo em obje-rtos de marcineirin j
novos c usados, pianos, varios objectos de ;
01110 e bt libante, relogios de diversas
tialidadc
;t bibliotheea do cliristao
que se compoe de ora-
'I
dros
ricos candelabros
os, quinquilharias tranee/.as, vi-
inos e loura para serviro de mesa,
fe bronze, internas de
vidro, candieirot nglczes, e urna inlini-
dade de outros m ti i tos artigo* que Cora
impossivelennumerar, os cpiacsseacbaiao
postos no referido armazem, e seentre-
garo sem limite, bem como diversos es-
cr.-ivos mocos de ambos os sexos, todos
& es(|uinadadoSoln. 60.Dr. Joao S co,n l,ilhil'dades : quinta-eira 18 decor-
en Nepomuceno Das Fernandes r rente a'$ '' l,0la& ^a manlia.
a."V.--V..-toA:.-;.-;^.-;i) y,-. ^.trg-ft^^atfB, Melquades Anlunes de Almeida faz letlAo,
W. u ,\ a '' P"r ""ermedi.. do aneme Rorja (ieraldes, de toa re^
_ Achate recolhido a casa d. delenrAo d.tta c- finara sjla na roa da tloncorda n. 4, r.onsisndo
dada, por esta suhdeleaacia de Santo Antonio do em lano srandes. caixes proprio. para deposito de
Recile, um moleque de uome Manoel, crioulo, qoe as.ucar, euge.......,ara moer nsso, rncinho arande de
mencionado cscravo comprela oesle joizo, munido
dd seus competentes (Unios para se entregar. Sub-
delegada de Santo Antonio do Kecife 10 de dezem-
bro de 1856.O subdelegado. \
Dr. Maooel Hitarte de Karia.
Pela sulidelegada da freguezia de San-Jo.- do
Kecife ae anuunca a appreheotAo de dous quarlaos
e una vacca ; quein iejulg.tr com dominio a dilos
ominar., e apresentando ducumeulos comprobatorios
Ihe serAo entregues.
Subdelegada deSan-Josc do lente, 13 de dezem-
bro de 1856.
O subdelegado,
Eduardo I'rederico Uaokes.
Pela recebedoria de rendas internas, se laz
publico que he nette concille mu, que ae linda o
prazo do pagament di.-s impuslos teguintes, sem
multa, pertenceutes ao pi nneiro snneslre do eserci-
co de I83(i-l8j7, a saber: ten la dos proprios ua-
couaes, foros de terrenos de ruariulia, decima ad-
dicioual de m.i 1 murta, imposto sobre tojas, dilo
especial sobre casas de movis, roupat, ele. fabrica-
dos em paz eslrangeiro, dilo sobre barcos do inle-
rior e laza dos escravos, depos do que tetan de pa-
ga-Ios coro a mulla de 3 por ceulo em favor dos co-
bradores.
Recebedoria de Pcrnambuco 9 de dezembro de
I86.O administrador, Manoel Carneiro de Souza
Lcenla.
Pela recebedoria de raudas internas geraes se
faz publico, que no crreme mea se linda o prazo do
pagamento dos imposto do esercicio de 185,j1856,
a saber : lleuda dus proprius uacionaes, foros de
terrenos de roariuha, decima addicional de mAo mor-
a, imposto sobre lojas, casas de descont, etc., dilo
sobre catas de movis, roupas, etc., fabricados em
paiz eslrangeiro, dito sobie cascos do interior, e tai-
ta dot escravos, lindo o qual os devedores lerAo de
paga-Ios judicialmente. Itecebedoria de Peruam-
buco 3 de dezembro de 1806.O administrador,
Mauoel Carneiro de Souta l.acerda.
M>>virntiUf> 1*0 Pi>ro
.fft*!>d '%tiikw94.
MAKANHAO* E PARA'.
.varios entrados no dia 16.
New-Yorlt37 dias, brigue americano uVolanien,
de 307 (iniciadas, capitAo M. Snow, cquipagem
II, carga 2,0S0 barricas com farinha de trigo, e
367 barricas com bacalho ; a Amorim IrroAos.
Perlence a New York.
New-Bedford60 dias, barca americana nAmazonn,
de 318 toneladas, cipitao K. I). Eldridge, equipa-
gim 29, carga pelrechos para a pesca ; ao capi-
tAo. Perlence ao purto rar-Haver.
Sumatra71 dias, barca americana Thelesii, de
398 toneladas, capilAo R. T. Dodge, equipageru
17, carga pimenla e mait gneros ; ao capilla.
Veio refrescar e segu para New-Yurk. Perlen-
ce ao pnrlo de Boslon.
Camaragibeadas, hiale brasileiro Santa l.uziao,
de 28 toneladas, meslre Eetevlo Ribeiro, eqopa-
gem 3, carga assucar ; a Manoel Jos l.ele. Per-
lence a Peruambuco. I'assageiros, Antoiiio Das
Munteiro, J0A0 Jos Ferreira de Brilo, Trajuuo
Augusto de Mendou';a, Jos Juaqnin Lina, JoAn
Francisco l.ns, Jerouymo Jo Flix de Arantes.
Slockloni!l da, escuna sueca Apolonia, de 122
toneladas, capilAo A. I.arson. equipagem 7, carga
carvao ; a Seolt Wilson & Companhia. Perlence
a Gotemburg.
Ua commi'sAoBrgue de guerra hrasileiro "Capi-
baritie, commandante o capiiAo-teneule Herme-
negildo Barbosa de Almeida.
Navios tahidoi no mesmn dia.
PortoBrigue portuguez Esperani-a, meslre Joa-
quim dus Sanios l.essa, carga assucar e mais g-
neros.
Rio da PralaSumaca hcspanhola Culebra,,, mes-
lre Jos Ventura, carga assucar e agurdenle.
Segu uestes oito dias o palbabote na-
cional "Lindo Paquete-i, capitao Jos
I'intoNunes, pode ainda teceber algnma
carga, faltando- Ibeum terco de sen car-
regamento para ajuste : trata-se com An-
tonio de Almeida Gomes, na rna do Tra-
piche n. lli, segundo andar.
&>tt*t$.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commen-
dadorda imperial ordem da Rosa, ejuiz
de direito special do cominercio por S.
M. I. e C. etc.
F'aco saber aosqueo presente edital virem,
qne no dia 12 de I'evereiio do anno prximo
lindo, se ha de arrematar por renda a quein
mais der, depois da audiencia desle juizo
na sala dos auditorios, a casa terrea n. 27
&mtm$tlQ*
rilACA DO RECIFE 16 DE DEZEMBRO AS
3 tlOHAS l)A TARUE.
CotacGes orUciaes.
Cambio obre Londres28 d. 60 div.
Dilo sobre dilo27 3| 60 dlv. a prazo.
Descont de lellrasa 9 ao aunu.
Asstirar inascavado29800 rs. por arroba eom sacco.
r'rederieo RoMliard, presidente
!'. Hurgo, secretario.
* CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3|4.
a Pars, 316.
I.isl.ua, 98 a 100 por | de premio.
Rio de Janeiro, ]|2 a I por 0|o a l a 30 das.
Acc,oes do Banco, 10 a 4j de premio.
a companhia de Beberibe J4JO00.
o compaiihta Peruambucana ao par.
a l.'lilidade Publica, 30 por canto da premio.
ludemiiisadora.52 dem.
da e-ir.i.la de ferro 20 por 0|f)de premio.
Diseonto de lellras, de 7 a 7 1|:> por 0|fj.
Dilo do banco7 a;8 por 0|o.
()uro.On;as hespanhulas. 89 289.100
Moe.lat de 6800 velhas .... 16J>(HKI
* 69i00 U0V3S .... IGjOO
jaJOO.......9J4IOO
Prala.Palaces brasiierosj......25000
Pesos colnruuari.s. ... 29000
a menanos...... 1^860
lte;il coiitpaithia
quetes ii.g'Iezeij a
tlt pa-
vapor.
vender em um >i lote, ou em separado, conforme
esigirem os prelemlenles ; sezia-feira, 19 do cr-
reme, at || beraj da manhla, na referida casa.
O agente Borja transfera para sex'.a-feira 19
do crreme o leilao dos predios abaiso declarados,
perlencentes ao Sr. Jos Das da Silva, cm conse-
quencia da grande quanlidaiie de chova que cabio
no di 16, designado ptra dilo leilao, a sabei : urna
casa terrea de n, 2, siu na Iravessa do Lima na ra
Imperial, com 2 salas, a quarlus e coznha fura, 6
dilas de ns. 1, (i, 8, 10, 12 e i i, na n.esma ra, cora
2 salas, I qnarto e cozmha fora, 1 armarens em ca-
xAo na inesma rna, um terreno na ra da Praia de
Sania Rila e um dilo na Passagem da Magdalena,
com 12 palmos e meio de frenle, ao lado da ca-a do
Sr. Jo.c Joaquim Dias Fernandes, os qoae. serAo en-
tregues sem limite, vislo serem vendidos por aeeor-
do do prupriclario com o ev-curador fiscal, para
comprimemo da concrdala que Ihe fura nllima-
raenle oulorgada : os senhores prelendentes que
qnizerem alguns esclarecimentos a tal resjieilo di-
rijam-se ae armazem do ag-nle aniiuncianle. situ
na ra do Cillegio n. lj, onde lera' lugar o referido
leilao, as 10 horas em poni da manlia.
Lotera do Kio
de Janeiro.
Hoje 011 amanhaa esperamos do Rio de
Janeiro pelo vapor francez AVENIR 011
pelobr.tsileiro I.MPERATRIZ, as lisias da
loteloterta 27- da casa de correccao, iiuc
foi extrahida em (i do correnta; ainda
existe a venda alguns bilhetes inteiro se
meios bilhetes desta lotera, na praca da
Independencia toja n. 40: os premios
serao irnmediatamente pagos na inesma
loja cima, a' enlrega das listai, de con-
foraiidade com os nossos annuncios.
O Sr. Loiz Pedro Ferreira, vindo ha pooco de
MaranhAo, queira irreceber urna encnmmenda que
dalh Ihe fui remellida na ra do Trapiche n. 16,
segundo andar.
Parderam-se duat carias, urna pira o Sr. Josc
Miguel, msico, e oulra para o Sr. J0A0 Taiieira,
varias tabel- ambas, Kvm- Sr- l!llardiao do convento de Ipoju-
ca, tendo a primeira urnas ordens para receber nesla
impostos genes, prOVinCiaete praca, e a segunda com .i0*000 ero dinheiro : quein
.... 240 8S chou ' alem dos me- : Rosar",,auerDa do Sr- Maeiel, que aera gratificado
zes tem explicacocs das indiligencias e! ~25?la loja, rua Direila w' e vende-
_____ i_- b sea a"nac.Ao que ensle na mesma loa : os preten-
excommunlioes, etc., prer-O, 100 denles dirijara-te defronte toja de cbapaoa a 61
DITA ECCLESIASTICA (ou de padre), ,,.. m ... ,, .
l l_ i 1, 1 a ,, .' Alaga-se um sitio na Vanea, no corredor de S.
elaborada pelo Itvd. Sr. Penitenciario Joao, com casa de vvenda. atvondos de frneto.
da Se de Olinda, legundo as retiras'banho alr>i d" caa por ter do lado do rio: quem
dos mezes,
brasileiro,
cocs ijiiotidianas, metbodo de assistir a
mista e contissao; cnticos, psalmos,
bvmnos, oliicio de Nossa Senbota da
ConceicSn e muitas outra oraedet de
grande metilo, prero......320
DITA DE VARIEDADES, a qual alem dos
mezes, conten? artigos le agricultura,
nococs de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de impostos, e regulamen-
lo deafericao, etc., etc., preio- .")20
DITA SIMPLES, contendo alem'dos me-
zes, a lei dos circuios e
las de
municipaes, preco.
DITA DE PORTA,' a qual
da igreja, e leis conbecidas
peito, preco.......... iOO
lodas estas blbinhas sao impressas cm
bom papel e excedente typo, o vendem-
se cm porcao ea retallui: na livraria da
piara da Independencia ns. (e8.
reerasj ',an',o alraz da casa por ter do lado do rio : qn
res- l"e,eoder dirja-se a botica do Sr. Chagai. na
101- ;do Livramento. aue achara' com anana tratar.
iit>&o$ aDDrss.
.'"V'.di "-'- desle mez espera-se do sul o vapor
rYNE, commandante Vallar, o qnal depois da de-
ntera do costume seguir para Suulhamplou, locan-
du nos portos de San-Vicente, Tenerilf, Madeira e
Lisboa : para passagens etc., trala-se com o agen-
l" Adamson llowie i C, rua do Trapiche->ovo
n. 42.
PARA O ARACATY.
Segu em poucos dios o bem conheeido hyate
Capibaribe para o resto da carga c passageiros,
irala-se na rua do Vigario n. 5.
a Lisboa
li para que chegue ao conlteciment de to-
dos, man lu passar edilaes, que s.'rj publi-
cados pela imprensa e atUxados nos lugares
designados no cdigo comtnerciHi.
ado e passado nesta cidade du Recifc aos
9 de dezembro de 1836. Bu Haxiffliano Fran-
cisco Duai le, escrivao o subscrevt.
Anselmo traneisco Perelti.
Pela uspecco da alfandega se faz publico, que
no dia 13 do crrente, depois de m\u da, s,i hao de
arrematar em hasla publica, aporta da mesma re-
partirlo, sendo a arremalaro livre de dirtilos ao
arrematante, eilo c.ixas da marca A com 60 ceios
de ceblas no valor de 80 s. cada ccnlo, letal 48o
rs., viudas de Lisboa na barca purlugueza Mana
Jos, em 20 de outubro do crreme auno, e ja an-
nuncudas ein edilal de 6 do crlenle.
Alfandega de l'ei iia-i.lmco, 1l da dezembro de
1856.
O inspactur,
liento Jos Fernandes liarioi.
Qt$Uata-'ti.
O patacho portuguez oRrilhante, capitn An-
tonio Hraz Pereira, salara' com toda a brevidade per
ter a maior paite da carga prompla ; para o resto da
mesma Irala-se com o dilo na prac.a, ou com o con-
signatario omingosJos Ferreira GoimarAes, na rua
do Oiienna le n. 35.
Para Lisboa egue com hrevidade, por ter par-
te da carga engajada, o hrgue portuguez Enrico,
capitAo Luciano Alves i; miei.a para o resto della
e passageiros, para o que otlVrece bous eomniodos,
Irala-se com os consignatarios Amorim Irmos, na
roa da Cruz n. 3.
O palhabole brasileiro nl'iedade precisa de
marinheiros brasileiros para a -na IripolerAo : a Ira-
lar coiu o capilAo a bordo.
Para Lisboa sahe com brevidade por ler| a
maior parle da carga prompta, a muilo veleira barca
porlugueza Janolan ; para o relio da mesma ou
catsageiroi, para o q-re lem ns melhores e aceiadot
pommodti., ir.,ta-se cun os seos consignatarios F. S.
Rabello j Filho.
Para o Rio Grande do Sul vai sahir com hre-
vidade a barca hrasileira Clementlnan; pira o resto
ta carga Irala-se eom os s-us consignatarios V. A.
de Souza Carvalhu j Companhia, largo do Pelouri-
nlio n. 5 e 7, ou com o capitAo Manuel Joaquim
[.olalo.
Para o Porto segu viagem o bergantn) portu-
guez Amalia I, capillo Jlo Antonio da Silva
Malo ; qoem no mesmo quizer carregar ou ir de
passagem, para o que lem encllenles commodos
ilirija-se an mesinii eapi.io, ou a seu consignatario
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; quem se julgar habituada dirjase a ral da
Senzala Nova n. lj, segundo andar.
Prccisa-se de um ou dous homens para tratar
de orna pequea baixa de rapim, e tle 4 animaes em
um sitio na Passagem da Magdalena : quem se ochar
Metal circunstancia dirjase a rua larga do Rosa-
rio n. 18 padaria ; na mesma precisa-se de um no-
mem desembarazado de familia para administrar
orna obra de pedreiro, e que lenha disto algum co-
nberimento.
Canoa perdida.
No da 8 do correle Hesapparcceu da rampa dn
caes de Apollo urna sanea grande, de carga de 8001
lijlos.mu fazendo agua, a qual tem na pona um
M, embutido na madeia pela parle de frira, na proa
lem urna falla de madeira procedido de pancadas, e
musir ter sido piulada de encarnado loda a roda
quem a pegar ou della der noticia certa, dirija- a
rua da Cadeia do Recile 11, 64, que sera generosa-
mente recomp it-,nlo.
Escola central nt> metbo-
do Cristi I h o.
Se\ta-feira, 19 de dezembro, he o dia doponto-
da escola da rua Nova. As 11 horas os meninos prin-
cipiarlo! sua ranelo Iliteraria, para a qual se deem
por convidados os pais dos alumnos, que poderlo
entregar 01 ca loes de enlrada aos seus amigos as
senhoras, at autoridades, c os senhores lentes e pro-
ressores qoe se dignaren honrar esla testa nAo pre-
cisan) apresenlar rarlao.
Fugio do eneenlio, sitio do Esteio da freguezia
de Lna, do abaixo amignado, a 10 do correnle. um
escravo de naplo Loauda. de mime Vicente, com os
sgnaei scguiiiles : allura regalar, cor taioc. scrco
do corpo. pes apellinados, nariz um pouco adiado,
sobiancelhsshem felas, puuca barba, testa regular
sem canlos, levou camisa de madapolAo. ca^ nal,
jaquela de nsrado deqoadros, uada, chapeo de pa-
Iha de carnauba, novo, levou mala um lenco cm
lignina roupa, anida 11A0 fi turrado as nidegaa ; o
dito escravo foi comprado ao Sr. Francisco Marlvres
de Lentos a -JO de novemnro de :>>, morador nesla
praca. idade T, a 8 anona: roga-se as aaloritlades
policiaca c capilAct de campo a raptara do mesmo,
levandn-n a rua .los Maihri.s 11. :|a .., Candido Ro-
dolpho Pires, que s-rao bem sralilicados.-Joanuim
do Na.rimento CiTaleanli de Albuqueique.
Alnga.ee um ptimo sitia na liba do Retiro,
Passag.m da Magdalena, com boa casa de vvenda
moitos arvoredos de Tracto, e dous escellenles vi.
velrna, por preco commodo : quem o pretender di-
rija-se a rna da Madre de Ueos n. 36, ou a travessa
do iiiesuo, nome, armazem n. 9,
ao publico.
JOS ANAGLETO Di SILVA-
bem condecido dentisti
vramento, que achara' com quem (ralar.
A fama Iri-
iuplia.
Ni confeilari.-) de Pinto 1^ Irmao, rua da Cruz n.
21, recebeu-se ltimamente de Franc-i um lindo sor-
timenlo de figuras de ramos de noivaa e outros ob-
jectos de gomma o mais delicado possivel para
as senhoras que enfeilam bandejas a oulrat metmas
||Tj\ af~a'ma7 T^aTafT^ A |,a'a plv5Clle'| V10* PorjAo de amendoas confeitadas
l'ISi W i^fl % c nha para le encherem o mais rico qne ae pude
*- "* i' Y Ja. ^ 'V.^IX. ; achar para brindarse ai mesmas, aprompla-se qual-
quer encommenda de bolinliot e doces
t Sr. tii soureiro da?
lotera manda fazer pu-
blico, qne cstao exposton
a ven la, no escriptorio
das loteras, na na da
Aurora n. *i6, nrimeiro
andar, e quartos, da primeira par-
te da sptima lotera da
matriz da Boa-Vista, enj s
rodas andatn no dia SO do
correte mez. o mesmo
r. the8ouretro manda de-
clara r (ue existe urna rrau-
de |)orcode bilhetes, meios
e quartos.e por consegu li-
te os Sis. jogadores, uie-
Ihor poderao escolher.
Thesouraria das loteras
li de dezembro de 1856.
Jos >/anuario .Ivs di
>laia, escrivae das lote-
ras.
.. o mais bem
Teiio para casamenlos e bailes, eom promptidAo e
iceio, e Inicias para qualquer parte qoe os compra-
dores quizerem, por preco commodo.
Precisa-se de urna pesioa desembarazada de
familia, que lenha pralica de padaria, para lomar
conta de urna para vender no balcao e reger o traba-
Iho da mesma, daodo-se-lhe inleresse ou ordenado
sullicienle, com tanto que abone soa capacidade :
procurem na padaria do patao da Santa Crm, jun-
to an sobrado n. .Vi.
Precsa-se de urna ama de leil para criar ama
crianra de poneos dias : a tratar na rua da Aurora
n. :M.
Precisa-se da urna ama para o serviro de urna
casa de pouca familia : a fallar na rua do Brom, li-
brado confronte a fundicSo do Sr. Bowman.
| COISIXTOMO H0KE0P4- f
THICO. |
^
sangrador
0
1)0 DR. CASANOVA.
;? 28roa das Cru7.es28. si
tg Nesle consnllorio ha sempre para vender j"
JE os mais arredilo,los medicamentos homieo- H5
-..- palhicos de CATELLAN e CVEBEK, tanto j?
"si? en> ''niaras, como em glbulos, e o mais
"^ em conta poisval.
g I .'roa botica de \ tobos 63 8s e llrJOOO
>& de 103 12 e ljOOO
^ de : ii 15.3 188 e 203O0O
^ de 4K ii lHs ift e tJ()
W >' de litl -J23 23 a :i03lK)ts
08 Tobes avulsos jt),l, 81)0, e 1-3000.
1 onca de tintura a escolher 31100.
Consollai todos os dias gratis para o po- '*
Na rua do Trapi. lie Novo n. Id no Cfi- do Com-
mercio, precisa-se de um criado, paga-se bem.
Ainda etla' por atusarse o sitio da Torre a
margen) do rio Capibaribe, com bea casa de vvenda
estribara e baisa para ro, un : tratar na rua do
Seve, casa onde morou o cnsul portuguez.
AI.K.A.MSE
para passar a fesla dnat cates ua Torre, com nena
rommndos, caiadas e pintadas no armazera de ma-
leiiaes da rua da Cadeia de Sanio Autonio n. I".
PreeJM-ae de tinas amas, urna que saiha cn/.i-
nhar fazer a serviro inlerno de ca.i, e oulra para
tratar de um menino: na rua do I.mmenlo, casa
n. 20, sesundo andar.
Preci.a-se de um caiieiro que lenha baslanle
pralica de loja de Telendas, para urna luja ftira da
provincia.
Precisa-se de um bom foroeiru: na roa Direi-
ta n. 82.
No dia 17 dn crrante, na sala das audiencias
do IHm. Sr. Dr. juz municipal da segunda vara, e
depoit da audiencia desle. se ha de'arrematar per
venda com o ahalimenlo ,la 5.- pirte, um terreno
silo na rua do Capibaribe, foreiru a inarinha, pe-
nhorado a Jos Rodrigues do Pa.so, como aduiini.-
tradnr de srut filhos, por e*eeucAo de Jote (janea).
vei Ferreira Custa.
O ahaiso astignado, lendo de retirare para
fr da cidade, onde se demorar por alsunt lempos,
roga aot seus devedores que venhain pagar srut de-
pde ser procurado a qoalquer hora nos seis diat da
semana, na rua ta Camboa do Csrmo n. 20. para
sangrar e lirar bem denles, chumbar dcntes~furudos,
separar hem os da frente, e applica vemosai sariadat
pela alracjAo do ar.
Precisa se alosar ama ama que lenha boa con- bi,<" ale rtia do errente. astm como as petinas
docta, qoe cozinhe e engummc, ludo islo com per- "
fecAo, para servir em urna casa de muilo pouca fa-
milia : a tratar na rua Bella n. .
Precisa-se comprar ou aforar um terreno nn
rua do Sucego on perlo della : quem quizer fazer
esle necocio annunrie fiara er procurado.
Aprirtio Ju.lituano da Silva (taimarle*, nao
podendo dmgir-se com parlicularidade a lodos os
seus amisos, roga-lh-s por osle meio o obsequio de
comparecerem em a Faculdade de 1) reilo no dia 20
do correle, alim tle honraren] o arto da recepro*
do grao de doulor que tem de er- Ihe conferid"."
Alejandre Me. Kte, eiieenheiro empregado na
estrada de ferro, retira-te para Inglaterra.
Alaga-ea a prlrneiro andar da casa da rua da
Senzala n. (18 : a tratar no segundo andar da mesma.
si
&
Attencdo.
O accionistas da companhia Vigilante rioi relio-
ques.sAe runvidadot para a reunan no da 19 do cor-
rele, as 10 huras da manhAa, impreterivelmente,
para deliberaren) sobre negocios importantes da met-
oa companhia, no esrriploiio de Henrv I or-lei &
Companlna, rua do Trapiche Novo n. 8.'
5o,yooo
DE GRATIFICACAO.
No dia 12 do correnle, furiarm as 7 horas e lan-
o, um fardo de fazendas da porta do abaixo assig-
nado, conlendo as seguintes pejas : com mais ou
menos de dilleranea ; 2 capas de panno fino, 14
petjas de chito de diversas cores, 18 1 [4 varas de
brim branco trancado, de linho, 6 pares de Iotas
de seda para senhora, sendo 3 brancas e 3 amaril-
las, 2 pecas de mussulina, pecas dealgodao ame-
ricano, 9 covados de panno fino, 5 pecas de algo-
daosioho largo marca l)., 1 dita azul, 5 ditas de
algodao liso ordinario, 2 lencos prelos selim niaco ;
a pessoa que descobrir esio furto, ter de gratifiea-
fao 509000, e nao se descobrirjquem he o dea-
nuncianie, o qual pode dirigir-si a rua Dircila n.
76,'^Joaqaim Anlunes da Silva.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
AI.HANIilitiA.
Ueudimenlcilo dia I a l.
Idam do di, |,,......
8.l:00.)f:2:i
mmtm
30,):8B2,08!)
Oecrjrram hoje 17 de dezembro.
Barca ingieraFlo.ling Cloudtrilhot d ferro.
Kngue inglaiKacerpetas de ferro.
Barca sard.Paulodiversos genero.
Barca francezaSirenemercadoriat e manleiga.
Barca suecaFamihenlabuado.
Brign ingle/.New'E I Irilhos de ferro.
Patacho ol lembnrgneiMalfarinha de trigo.
Barca americanaMenisota farinha, bolachiulia,
papel e breu.
Patacho americanoSanta Claramercadorias.
Brigue hainburguezCitobulijas v.sias.
Uriana partogneil.aia IIpipas vaziat.
Brigue brasileiroAlaiiaimafumo e barricas va-
stas.
IMPORTACA.O.
Brigue hamburguez attev Edn vindo de New
Port, consianado Koth \ Bidoulac, manifeslou o
seguinle :
2,665 peras de ferro, que fazem %0 ps de puntes
cmpleles ; aus cousisnalarios c agenles da estrada
de ferro.
Paladn inglez uSiuvenir einda de New Port,
consignado a S-oll Wilsnu, maiiiieslou o seguinle :
2tiK toneladas de carv
Ao de pedra ; aot consigna-
tarios.
<,Ju.|herH>rcmoe I ai mis oa elirislaos fcil he rmponder, porque ': Mira, eentignarlo a Manuel Ignacio de Uliveira. ma-
I. ni i a extrema fecaudidade riqueza du e-pinlo mfestou o seguinle :
, rl.ristiaiiismo. |;, Y|111Iie4 (,,)a, e l,drricils aba,idaj a0 conj.
Ar lat'leiri'. nos. perem, porque ha erros, nesla | ualario.
materia, em que padrm cahir anda os homens inai
religioso.
lem,., routi-rtdo homens chrislianitsimot na sua
vida, e materialittas nos teat estudos : m.terialisiat
ea prreberm e tem o querer.nn ser, ma, -,rrA*
U.tiH pelo habito deonsiderarem a teiemia human
alnlrahida dn peo.menlo rhri-lau.
I)r ceta de-vio pode levar a grande abismos.
1' Poollevo-..
:I0 canas muscalel ; a E. A. Sodrc de Mello,
i canas lio purrete ; a .1. f. p. Vianna.
I cano chapeH ; a Chrisliam & IrmAo.
I dilos dhos; a Augusto Crsar d Abreu.
1 dilo dilo. } a A. I. Pereua ile Mello i\ C.
.'i pipas vinlin ; a J. P. Kegis re Souza.
20 rolo fumo, .'i barris tourinh.i, 1 dilo banha
Maia cV Irmo.
78 pipai e 80barris vinho, 400 dita, abatida.
CONSELIIO AI)MI.MSTR\TIVO.
O consellio admiuislraiivo, em cumprimeolo
do .ir1. 22 do regalameala de 14 de dezembro de
1852, faz publico que foram aceita as piopistas de
Anlouio l.uiz de Uliveira Azevedo, Pedro Ferrei-
ra das Santos, Domingos Jos Ferreira CuimarAes,
Kudri.ues ^ Ktbeiro, Jos Caelano da Carvalho,
JoAo Feroaudes Prente Vianna e Jos Biptisla
Braga, para foroecerem para o presidio de Fernan-
do : o primeirotiOO alqueires de farinha de mandio-
ca ensaccada e polla a burdo a 58; o segn Iq 2 Ira-
vis de sicapira com IS pollegadas de face e 1)6 pal-
mos de cumprimenlo, 1 dita de pao u'aico com 16
pollegadas de face e 58 palmos de comprmenlo,
ludo serrado para dous carrot e pono no ariienal de
m011110 i por 2103 ; o lerreiro i resmas de ptpel al-
mato paulado a 4*800, 6 railheiro de pregos cai-
braes a 5*200 ; o quarlo 6 resmas de papel marfim
a 3>WO, 2 rauivelea linos por 2200, 6 mtlheiioi de
preg.s ripaes do reino a 15300, meio barril de breo
por 63. 2 arbbas de arcos d pipa a 2?500; o quin-
to 10 garrafas de Una prela per 3n00, 1 arroba de
ararula lina I por 63800, os medicamoulos couslanles
,da relacao rjne se aiinnnnou na importancia de
2>:l3')00 ; e sent li milheiroaad pregoi cai\aes a
29560, 2 .irrt bas de arcos de pipa a 29500, 12 pas de
fe'roa l;3O0 ; o stimo 20 canealli.-is com as com-
petentes esle ras a 33500. E avila aos lupradilos
vendedores q le devem rccolher os referidos objec-
tot ao arsena de guerra no illa 17 do correnle mer,
exceptuando os dous primeiros vendedores que de-
verAo ter dil| n.los os ohj.rtos vendidos para quanlo
se Ihesdetcrn loar os levarem par Imrdo.
Sala das s ssoes do coasalha alminislraiivo para
rorneclmenlo do arsenal tic guerra 16 de dezembru
de 1856. H truardn Pereira do Carino Jnior, vo-
gal e secrelaiio.
O chel i A primeira seceo do consulado
provincial, se vindo de administrador, ein virlude
do disposlo n i art. 3 do regulamento de 3 de ju-
Ibo ds 1852, faz publico que se achara deposita-
dos, no depot lo geral dous escravos, Antonio, na,
cao Cassanfe idade de 35 a 40 annos, C'orindo,
nacao Congo idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no olht esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao i onsiderados hens de evento, por se
desconherseu donos, e para qne seja cumprido o
que con tem o sobrediio art. manda publicar pela
I>HI
ditas banha de parco, Ib diioi polassa, 20 diioi'lou-
Para a Baha.
Pretende sahir al o fim da prsenle remana o
velleiro e hem conheeido pal.cho nacional nEspe
ranean, lem dous tercos de ten carregsmenlo promp-
lo : para o retn e passaueiroi, para os qaaes lem et-
cellentes commodos, liala-.e com o seu consignata-
rio, Antonio l.oiz de (lliveira Azevedo.
ftitoT
Transferencia
Leilao de queijos
Em consequencia da chuva nao pode ler lugar o i
leilAo annunciado para honlem, de .VI caitas com
qneijos, e lera' lugar hoje, 17 do correnle, no ar-
mazem do Sr. Annes. defronle da alfandega.
Leilao.
Ca
Bmi
q\i
de Lisboa.
QlK
le^adu
i illa do n. 29.
no ultimo na-
vio c niuif ssinio lie:;: -con-
clicionadi : vende-se jor
prec limito barato.
Alocadas supe-
riores.
Na fundiriio de C. Slarr i\ (', em
Santo Amaro, acliam-se pata vender mo-
endasde canoa todas de ierro, de um
modelo e construccao milito superior.
SOCIEDADE FINDADOUV DA Fi-
BlilQ DE FIAR E TECER
ALGODAO.
Os senhores socios So convidados a ellcriiiar ale
o da ^0 do crrenle, o pscameiilo da tenunda pres-
lai.,io, que he fitada em 10 por rento rio capital
U asente Pestaa fara' leiliio em eu armazem, I aaweripl per cada nm : no escriptorio do Sr. Ma-
na rua da Cadeia n. 55, de grande porcao de mobi- i nnel Alv" G1*"*>, r?* 'lo Tropiclii* n. |. das 9
lia nova e u-ada, ionio de pedras mormure para
mesa e censlos, lli crozas de raitinhas rie loura.
obras de ouro e prala, e muitos oulros objerlos que
srria imp.issivel enumerar, e se acham paleiilet
ao exaine dos compradores : quinla-feira, 1K do cr-
rente, as II horas da manlia.
LEILAO.
O Dr. Ribeiro, formado em medicina,
estando a rettrar-se para Europa no pro,
\tino vapor ingle/., lava' leilao, por inler-
veni-ao do agente Oliveira, de toda a mo-
iili.i de sua (tasa, B qual be eptasi nova -
do melhor gosto : ijiiarta-lelra 17 do core
rente, a'l 10 horas da manhaa, na mts-
imprensa, pai i que no prazo de 60 dias comparece | urna casa, rua Ha Cruz n. I.".
quem aos dit s escravos lenha direito, lindos os
quaesse procirjera a arrematarlo pela forma deter-
minada no ar 4 dn citado regulamento.
E para que chegue a noticia de lodos roandei
MUTILADCT
O senle \ ieira da Silva far leiliio de um
sitio com boa casa de vvenda no lugar denomi-
nado Pedra Mulle, contendo duas grandes salas,
c___... -ir ",'; a reuiierimeniu no ur. ornean
O quarios bons, razinha (ora, copiar, urna graude( da Imada nacional e por nura avaliajo.
lloras da manlia, as 5 bnras da larde. Peruam-
buco i de dezembro de 1586.
Amorim, trai, iutrra &C.
DAGUERREQTYPO.
/S'v.stenia norte-americano.
ATEBRO DA BOA-VISTAN. 4,
terceiro andar.
Nesla casa continua se a tirar retratos com toda a
perfeiro e pe,, novo syslema nurle-amerirano. Bu-
que tem penlinres em seu poder venham resaala-los
dentro do mesmo prazo. do contrario aerao vendidos
para seu paeamento.Pedro Paulo dot Santos.
Precisa-te de urna ama forra ou captiva para
lodo nservicode urna casa de familia : na rua No-
ve, sobrado n. i, sesundo andar.
Escravo fgido.
No dia do correnle desappareceu um prelo criou-
la por nome eodalo, filho do serlo do lugar deno-
minado Pesqueira, bailo raaaa do corpo, cor bat-
anle fula e com um signal no nariz proveniente de
cnuce de cavallo, representando ler de idade 25 a
30 annos, levou vestido calt;a de brim. camisa de
alinda,, e chapeo de patita ordinario, ja foi pegado
perlo da ponte d'l.'choa e lornoa a evadir-ee do si-
lio do Sr. Amorim ; roga-te poi tanto a quem o pe-
nar mi drlle tiver noticia de se dirigir a rua d'Apol-
lo n. 1, que sera' generosamente recompensado.
I.ava-se e engomma-se cora rauita pcrfeicio, e
cozinha-se em casa particular : quem precisar diri-
jase ao becco do Kosario n. 2.
Precisa-se tle urna ama e de nm criado, forros
ou escravos, p ra urna cata tiesta cidade na roa do
Hospicio n. -'-s.
Precisa-te de um caixeiro para taberna, qne
seja perito, e um pequeno ainda com pouca pralica:
na taberna grande ao lado da igreja da Soledade
n. ao.
Alnga-se um segundn andar com bous curamo-
dos ; a tratar na rua larga do Kosario n. 't.
Aluga-se urna boa casa terrea nos Arrumbados
em Oliuda, para grande familia passar o lempo da
I e-la do Natal naquelle bello arrabal.le : as pessoas
que pretenderen) alugtr dita cata enlendam-se em
Oliuda com o cnllelor Salgueiro, e nesla cidade na
rua dos Marlvrios, casa junto a igreja, segundo an-
dar, do coronel Salgueiro.
Aluga-se a anliga casa tle vender plvora, na
citlade de Olinda. eom bom silio, baua para capim,
e boa casa de vivemla ao pe : quem pretender dita
casa dinja-se a rua do Vigario o. 31.
A pessoa que se quizer prestar a
dar liccoesde lingua italiana, annuncie
sua morada para ser procurada.
BILHETES DA LOERIA DO
RIO DE JANEIRO.
Jos Elliebio Alves da Silva mudou a '
venda de seus kilhctut da lotera do Kio
de Janeiro, para a rua do Collegio n l,
deixandode vender de bojeem liante na
loja doSr. Mallii.is de Azevedo Yillarou-
itte sempre um cmplelo e variado .orlimeiilo de cimba'n. >, que' sediVa' quem da-.'
eaisinnaa, quadroaa Jelai de ouro para a coloracao
dos relralos. Todo, os thas das 8 horas da mantiaVas
1 da larde esla a ollicina e galena a disposico do
publico.
No dia Itl na mil das audiencias, ai II hora,
depois de linda a du Sr. |)r. jala de ausentes, se ha
de arrematar urna grande eslenrao de terreno na rua
Imperikl, perleneenle a heranea Uo finado Antonio
da rrindade, sendo o terreno de cada rasa de per |L
e os ilevnlulot emente., assim como til ps de cn-
que,i,,-, como consta do escnplnem mSo do porleiro,
vai a praca a requerimenlo do Dr. procurador fiscal
Alporcas.
Ca untaras.
i Callos.
. Canceres.
. Cortaduras.
] llores tle ca lieca.
das costas.
dos membros.
Enl'ermidades da cu-
lis em geral.
I.nlermiludes doanus
C.rupcOes escorbuticu
FlStulai no abdomen.
Id laliiutle ou falla de
calor as extremi-
dades.
co, junto ao arco de Santo Antonio. Fricaras.
I)-se dinheiro a premio sobra penhora de nu- : 'e"8lv|6 escaldadas,
ro ou prala : quem precisar dlrija-M a rua da Ca- l'icliaf;0es.
Iiillaniinai ati doligado
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas a nar;6es
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necessa-
rio, que, polo usoquedelle tizeram, lem seu
corpo e membros inleiramente saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conron-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lli'as relatara todos os
dias ha muitos annos ; e a maior parle dl-
as sSo tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Guantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o uso
de seus bracos o pe as, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onda
deviam suffrer a ampularao! Dellas ha mui-
tas, que havendo deisado esses asylos de pa-
deciu.ento, para se nao submetterem a essa
operaco dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimento, declararam estes re-
sultados benelicos dianie do lord correge-
dor, e outroa magistrados, alim de mais au-
tenticaren) sua allirmativa.
Nioguem desesperara do estado de sua
Mude setivesse bastante conlianca para en-
saiar esle remedio consianlemenle, segiuu-
do algum tempo o tratameoo que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconlestavclmente : Que ludo cura!
O unyucnlu he uttl, mas particularmente
nos teguintes casos.
liiflaiiiinacfio da ma-
triz.
Lepra.
Males das pomas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de rcpli*.
Picadura de mosqui-
tos.
I'ulmoes.
Queinudelaa.
Sarna.
biupuraces putriilas.
Tuilia, em qualquer
parle que .seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das arliculaces.
Veas torcidas ou no-
dadas nas pernas.
este ungento noeslabelecimeu-
to geral de Londres n. 2*4, su and, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarroadas de sua venda em
toda a America do Sul, lia va na e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocelinha,contm
uma instruccSo em portuguez paia explicar
o modo de fazer uso desle. ungento.
O deposito geral be em casa doSr. Soum,
ionio Joaquim da Silva l'orio, Wo a lia do Brum pharmaccultco, ua rua da Cruz n. 2, em
n. 20. iPernambuco.
Precita-se de urna mullier para tratar tle uma da bextga.
ssoa que esta-doenle : a Iralar na ru da Praia Vendese e:
pess
armazem n. >.
Fucio ou perdeu-.e urna canoa de carreica,
nova e por pintar, rom correnle de ferro : quem a
aclinu, dirija-se a roa da Praia de Sania Kila n. .17,
lobradn de dous and,tres.
Precisa-se saber se n-lm as pessoas ahaiso
declarad,, Bernardo Jos da (jwle, Jos da Cotia
Sanios, Joo Severo de Mallos, Amaro FlIippeOa-
valcanli. Rota Maria da ( nucen o, casada com An-

ILEGIVEL
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* M a PK
kM
** QIMT* Ft*A 17 Ji DJZEM1 8 I8&6

DEPOSITO DE LIYROS E BOTICaS HOMEOPTICAS,
[?0 &ft
o
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O Dr.P. A. I.oboMoscoso, tendo de fazer uma viagem dcixa a R'JI botica soba
lirec?5o do pessoa hahiliaila e de inleira prohidade, c ura deposito na luja de tivro.sdo Sr.
Manoel Nogueira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. MagalhSes Bastos
CUEgOS rlXOS.
Botica de 12 tubos grandes. .
Dita de 24 .
Dita de 36 .
Dita de 48 .
Dita de 60 .
Manual de medicina liomeopathica do I)r. Jabrcom o dic-
cionario dos termos de medicina ....
Medicina domestica doDr. Ilenry.....
Tratamento do cholera morbus......
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
10/000
151000
205000
2551)00
30*000
20;000
10f000
21000
6 #000
I
*--*:
* PEORAS

i
35.
aaW.
PBEOOSAS
s
OURO i: I-RATA-
* Aderezo de brilhante, $
I diamntese parolas, pul- *
ceira, allinetea, brincos ?
* e roletas, botoe e aoneis *j.
, de dinereolea gostos e de .-
9 diversa pedras de Tilor. S8
ft
* Compram, venden) on *
aj Irocam prala, ooro, bri- *
i lhante,d.manies entro- *
^ las, e oolras quaesquer
dinheirn j*j
MapHMpVBBnkaall
joiasde valor
I ou por obra:
I0REIRA l DDABTE.
LIJA DI 01 RIVR
Rua do Cabuga' n. 7.
tiene hera por to-
d os oh v:. poresda Eu-
ropa as obras do mais
moderno rosto, tan- i ISf^eipiedeeK
to de Franca como
?
*
1
% Aderecos completo de ^
?i ooro, meiofdilos, palee)- i*-
J ras, alunles, brincos e *
$ rozelas, cordes, trance- ^
.?i lins, medalhas,crreme, *
* e enfeiles para relogio, e *'
. oulrosmuilosobjectoade .;
?: ooro.
* Apparelhos completos, *
^ de prala, para cha, ban- J
S dejas, salvas, caslicaes, ;?'
s
e muitos outros objeclosjj
j de prata.
w +; *:5? ?. :>: ;?: *: :*; :?: s a '*" as
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco eommodo como eostumaii..
& CONSULTOKIO CENTRAL 110-
'S MEOPATUICO. @
g Kua de Santo Amaro (Mundo-No-
vo) n. 6. O
'< O Dr. Sabino Olegario /.mlgero l'inho,
^ de volla de -u,i viagem un Kio de Janeiro, J,tl
w conlinua a dar consultas todos os dial uteis, S^
'& das 8 hojas da manliaa, 2 da tarde. -'ft
S "S noure' medicados gratuitamente. ^
9.i?-...-..,..,-..,...-..-.,..- r;,:-..:v;.;^-
* Oabaixo assignado, curador fiscal, da mas-
(Teiceira chamada.) sa fallida do Joo Clirysoslomo da Silva, convida os
IM directores da companhia da estrada de ferro do credores &" mesn>0 para que noprazo deoitodias
bahianas e fluminenses.O hachare! formado,Joo
de Barros Falcao de Albuquerque Maranho.
&f>mpw&.
Compra-te dina tierra mora com habilidades,
coin liilni ou wm elle ; na rua d'o Sebo n. 12.
Compram-se pataoes brasileiros e
hespanlies a .s'OK), e sedulas ou prata
de I$000, com un por cenlo.
Compram-se tahoas que sirvair. pa-
la andaimes: nesta tvpogiaphia, ou na
livraria ns. C e 8,da prora da Inde
dencia.
pen-
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na rua das Flores n. 37 !. andar.
Compra-se urna necra mora com habilidades,
com til lio ou sem elle : na rua do Seho n. ii.
Compra-se urna cabra bicho que lenha bastan-
te leile, paca-se bem : na rua do Trapiche n, 8.
Compra-se urna casa terrea do valor de oito-
cenlos al um cont e cem mil lis : a tratar na rua
da Cruz n. >!> primeiro andar.
Compram-se acces da companhia de Deben-
be : na rua da Cruz n. 35, segundo andar.
Na rua do Kaugel n. 2, compram-se charutos
fabricados com fumo da Rahia para tres por dous e
carresac,ao.
fndtf3.
Vende-se um molalo, mor;o, de bonita ligura,
com aljunias habilidades : na rua Nova n. 55.
yos fumMiles
I) houi "osfo.
Fumar pela Biahia he peiloral, depois de jaolar
Iras grande paladar, e i noite depoi do ch;i oh que
bello lie na rua do Queimado n. 8 que serau >em-
pra encontrados os roelliorcs charutos e que se dar
um de prava a quem comprar urna cala.
Botiea.
ESTRADA DE FERRO
do llecife San-Francisco
Sr. S. Oavcnport & C, na corle, om casa dos
Sr. Maaa Me. (iregor & C, e ein Pernambuco, no
rrriplnrio da companhia. O accionista que nao
reahtar o pasamento dentro do termo indicado, po-
dera' perder todo dimlo as aeces sobre as qnses o
dita pagamento nao se tiver ellecluado, em lodo
rae tera" de pagar juros na razio de 5 por ecnlo ao
anuo, a de ojo reeeber joros ou dividendo da com-
panhia, pelo lempo que decorrer entre o dia indi-
cado para o pagamento e a ua realisac,3o. Neuhum
aula de transferencia pode ser registrado depoit do
da 8 do rorrele, antei do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
S. P. lertker,
Theiuoreiro.
Recite 3 de dezembro de 1856.
SEUURO CONTRA F0G0.
Companhia Alliance.
Estabeleeida cm Londres, em marco de| 1S24.
Capil cinco mhes de libras eslerli ias.
Saunders Broiherg & C., tcm a honra de
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
quim Filippe da Costa.
COMPANHIA INTERNACIONAL
FORENSE.
Escriptorio centra! no
Brasil.
RIA UO KSVKIO 1 1.18
NO
RIO de JANEIRO.
director (eral, o cossei.iieiro j. f. de
Castilho.
O bacharel Rufino Augusto de Almeida, Hornea-
do em 21 de novembro do corrente anno delegado
da Companhia Internacional Forense faz pu-
blico que o escriptorio da delegacia esl abeno dia-
j riameote em a rua do Collegio n. 17 primeiro an-
dar das 10 horas da manha as 4 da larde, e aln
ea quem mais convier que esto plenamente -'~- UlT-T-I '
irisados pela dita comp nhia para eecl2\Z-' 1?' "egoc.os deque se encarrega a compa-
____i_ Tj.1!-. ." eueciudr segu panlna com esnecta tdade MiIrnRnrmnl n n ilr.
ros sobre edificios de lijlo e pedra, caberlos de
uMha e igualmente sobra os objeclos que contiverera
os mesmos edificios quer consista em mobili ou
em lateadas de quah|uer qualidade.
| J. JANE. DENTISTA,
9 continua a residir oa rua Nova n.19, primei-
% ro andar.
i
panliia com especialidade entre Portugal e o lira-
sil, os quaes sao : Proseguir reclamacoesten-
tar composicoesinstaurar, e seguir procedimen
tos judiciaesfazer cumprir rogatoriasmandar
assisiir pracas e agenciar compras, e vendas de
predios rsticos, e urbanossollicilar preten^oes
justas dos governosrepresentar herdeiros, e lega-
tarios, promovendo todo o processo,desde a habili-
lacoi a ellectiva cobranca e, finalmente, proteger,
e activar lodos os negocios hotos, e todas as trasac-
coes que respeitem internacionalmenle aos subditos
daquellas nacGes.
A companhia lem assentado em deixar sempre
escolha da parle as bases sobre que.em cada caso, se
firmar o respectivo contrato, as quaes scro, em
todos os casos, reguladas segundo os compromis-
sos, que iicarem a cargo da companhia, ou do in-
taressado. Para dar plena demonstrado do zelo
com que os negocios sao tratados, a companhia na-
da recebera para si, em caso algum, se a reclama-
cao for infruclifera, pois s levanta urna porcen-
lagem sobre os valores effectivamente cobrados. Em
; toda e qualquer reclamacao que se ajresentar, como
inepcia fiUal de fernambveo n. 13 r o tresno tL^I^ lrJnar'Se' **&" S in"
Pacar-sa-lia obre a ;,iiac" d. I :oo090oTe 'leressadosdeverao exhibiros documentos comprobati-
raaisou menos em proporeflo de oatro valorTinclu- I ,0S seus dire'los Para serem previa, e gratuita-
sive ti da apolice etc. mente examinados pelos advogados da empreza.
I'.l.tentr.r.os'wnos'-.^.OO por anno LSJa? Tf^Tlt *"***
Ascopc-issesimpressaspoderaoserprocaad""- XIS,enC,a' mudaDa d rsi"e"<. ou fallec-
rrmliirin .1.. *
i Companhia de se
ruro con-
tra a morta!.dide | e.v-
eravos estabeleeida no
RIO DE JANEIRO
CAPITAL -,000:000s000.
'^&@Qc3
eseriplorio da compsnhia.
Oar-se-ha coosullas gratis aos scravos segurosdas
l>inhV ""da n""h',a' no "Plorio da com-
t DENTISTA FRANCEZ.
' H.1trJ "\J"' u"de Pser procura- #
:':
';3 do-a qualqjer hora.
O Sr Joaquina Jos mora por detra/.da fundiefio do Sr. Strr
'n Santo Amaro, tpieira mandar a esta
ivpograplua, a negocio que ||,e diz tes-
peito. I
Nesta typographia precisa-se fallar
oSr. Rento A. R. Tupinamba', queino-
lou ou leve loja no pateo do Carino.
Precisa-se para o serviro inleroo e estenio da
..mac.sa.slrange.ra.deumVeto: a quem h con-
vser dirija-se a rua da Cruz i. |. q
Precisa Ja um bom criado e nj"a-se bem
d.n 2S!S! s-"*"-**"TSSJZ
ir. ,dr ,p;c'7;lfl ?quariei d- "-
iiargador alendes da I.milis.
UNUA E MNIBUS.
Vn em dianle b.vera' (dos os domingos e uiai
K Tn m,"b:" i'"' SAN1 AM*K DE M-
iSrtStZn* r.rUra u,(,ui > llnr',s n- >
liaa, e de la a 5 da larde : prero tMOO r or
viage. redonda, e iSIOOrs. por id ou vol'a. P
H^V '"M d" KJ0,ari0 e,(>uina Jo bc0 do
rori.V, "" lo sobraden, 9.
rozmha se para Tora com todo as.e.o, perfeirjj e
|rompi.dM e la mbem se o ngomma : luu!, porp.e.
mau eommodo do que em onlra qualquer parl!
- laga-atalajada casa da rua da Aurora
-nde foi oPieina do fallecido
I n.| j;
marciiieiro llenriqbes
IH.i pretender dirija-se ao Sr. Joao Hala de Lata,
".:'."" .'cu "Plrio, ou casa de sua morada
im roa da Aurora.
..r.B.nll!1 '''"'i' para ser mandado dar na
r- n, P"r le""s Di"!i,, *'' a P"zo,
:oP"e,a|0h0or..0d,,taarr1,;.dU ^^ t" H^
Hospital Todos
os Santos,
da
venera
ceira ie
Pai
ei
er-
Ordem
SanFranciseo.
ira o mesmo hospital precisa-se
um en&rmeiroe urna eafermeira
les de iiossns irmaos
|ne pretenderen! o I ti
liedeSOQffOOO para
jam-seao irmio ministro Flix Francico
dcSou/.a Magalliaes, morador no "
do Carino n. II!
un sei-vo,|
\ endem-se lodos os medicamentos, laoen e mais
ulencilios de orna botica : a Iratar na rua do nueima-
do n..1-2, que todo o negocio sefara.
Vendem-se terrenos para edificaeocs de pre-
dios ; na rua da Seniala Velha n. 68, segando an-
dar.
Vr-ndem-se lodos os ulencilios da fabrica do
cor loara e d-e ao comprador o melhodo e lodos
os esclarerimenlos para o fabrico do carro : na rua
da Senzala Velha n. S.
Vende-te um moleque muilo bom e muilo fiel,
com ofiicio de fazer carros e c.irroras, e lambem he
serrador : quem o pretender falle a Jos lligiuo de
Miranda.
Vende-se a taberna da rua dos Pires n. >, com
finlos a romelo do comprador, e com boa morada,
vende bem para a trra, e o motivo de vender-se he
portea dono morar muilo loaga : a tralar com Ber-
nanlino Francisco de A/evedo Campos, na rua das
Irinchriras n. ji).
Vndese superior filmo de Caranhuns a 1.>000
a libra : na Camboa do Carmo u. 1:2.
_Ye"dem-se sapato de marroqnim para senho-
ra i .M), dilos para homem, ps pequeos a 803 rs
para meninos a 6 : na rua do l.ivramento, loja
n. SI.
Vende-se por prero commo-lo um sobrado de
um andar na cidade de Ulinda. situado na rua Nota
derrotitedo recolhimenlo das freirs da ConceicATo,
com ptimos rommodos, tanto para morada cmo
porque pela eelteeaeJM em que el olTereee urna
vista bella e pitoresca, propria para os recreios de
passar fesla. As pejsoas que a pretenderen) diriiam-
se a rua Imperial, no hairro de S. Jos do Recife,
casa u. 12, que ah acharAo com quem Iratar.
Vende-se urna escrava mofa com habilidades:
na rua eslreita do Rotarla n. 13, segundo andar.
Vendein-ie batatas novas a 9300 a cana, ten-
do cada caixa doas arrobas ; no armazem de l.uiz
Antonio Aunes, defrnule da porta da alandega.
Arados de ferro.
Xa fundiefio de C. Starr&C, em San-
to Amaro,acham-se para vender arados de
Ierro, de construcrao milito superior.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livrament.
Alpaca de quadros para vestidos de senhoras, bo-
nitos goslos e modernos a doic vioicns o Botada
mauguilos para vestidos a dez usles o par, camisas
de cambra la bardadas a dous mil re.s, collarinhus
bordados a mil reis, saias bordadas a dous mil res
lencos de seda para ptteoeo de senhora a dez lusles]
chales bronco para trate* por casa a ello cada um
e oulras inoilas fazendas e alcaldes, que vende por
todo o prec,o para nao entrar no halanro, a diuheiro
a vis|8, das o" horas da inonli.la as Vende-se farinha de mandioca e milbo muilo
dovo : no Forte do Mallos, armasen do Cauda, por
pre^o eommodo. v
Na rua das Crozas n. 3,1, segundo andar, ven-
de-se urna e-crava moca, de bonita figura, engom-
madeira, cozmdeira e lavadelra, um esrr.vo de a eia
idade, bom Iraball.ador de litio por estar coslnmado
a este servido.
. ~ZeB'le'' u,nncar," r'",a,l0 b "dador;
a tralar na rua do Passeio n. 1:|, luja.
Vende-se urna boa liteira com todos os uten-
ctlios para viagem : no aterro da Bea-VitU n. 17.
segundo andar.
ye,1lde-*e ""> de doos andares da rua da
Cruz do Recite ti. UJ, muilo propna para qualquer
eslabelecimenlo e morada : a tralar na rua do ra-
picde n. ti, piimeiro andar.
1RT ,
10|
das seis portas
KM FRENTE DO LIVRAMENTO.
Corle ile cambraia com sele varas a qualro pla-
ci-, em defeiln, s por'querer acbar este anno,
cambraia lisa comoilo varas o meia que d* um %es-
lido de dous e tres bailados a tres mil reis a pec,a,
cambraias eacocezas a doze vileos o eovado, risrado
para roopa de pretos a seis vileos eovado, corle
de vestido com ilous e lie* babados a cinco patacas,
lencos dt rclioz a ilet loiloei, luvas de teda prela e
de core h dez tua'.es : s quem no quizer comprar
ou nao liver diuheiro dallara* de levar fszenda, pois
os preco nesla loja Ao de animar a guiar para en-
roupar as familias.
Vendem-se 6 accas de fcijdo molatinho por
barato prejo, esleirs de palha de carnauba, oleo de
ricino da inelhor fabrica do Kio de S. Francisco a
:160 a libra, em latas de 117 libras : na rua do Vica-
rio ti. 3.
\ ende-ie um moleque de idade 14 annos, cri-
oulo, Ires prelas de idade :10 annos, cozinhem bem
e lavam : na roa Uireila n. 3.
Vendem-se na rua do Trapiche n.
l(i. escriptorio de Brender a'BrandisAt;.
Prasqueiras degenebra de Ifollanda mili-
to supet ior.
Botijas de oleo inissimo para candieiros.
Lona a' imitaco da da Russia.
Piegos fundidos para ban cas de assitcar.
Papel para irapressao.
i hampa agne.
Superior champagne em garrafas e
meias: trala-se com Antonio de Almeida
(ornes, na rua do Trapiche n. l(i, segun-
do andar.
Vende-se um bom piano de armario e de Reto
moderno, com muito pouco oso : na rua da Aurora
n. SO.
DOCE.
Na rua do Qoeimado, loja n. e na rua Mella,
casa n. 41), vende se o mais bem feilo doce secco de
cajo' e de calda de todas as qualidades, as libras e
em hcelas bem enfeiladas, ou em barriliuhos ou
latas, proprio par presentes.
Vende-te a eoebeira da rua da Cadeii de San-
te Anloaio n. 7, lii'ni .ni m.'.i'.,. com bous carros,
bous cavallos, e mullo afreuuezada ; o lempo nao
pode ser melhor para quem quizer g.mhar diuheiro,
az-se iodo o negocio a diudeirn ou a prazo, porque
o seu dono nao poda esUr a testa della por ler un-
iros dever"* a cumprir, c lambem ter de fazer una
viagem a Europa em marco de 1837: os pretenden-
tes dirijani-sc a mama a qualquer hora do dia.
FARINHA
De Tf
Vende-se em casa de Saunders Brothers A C. na
praca do Corpo Santo n. II, a muil" superior e bem
condecida farioda de Trieste, da marcaprimeira
qoalidadechrgada em '.) do correle na escuna
Pfeil, cm pomo-- crandes e pequeas, conforme a
voutade do comprador.
Veude-se na rua Uireila n. -17, utna canoa de
carreira, nova, por preco eommodo ; tainhem se
vende manleisa inaleza a 880 rs., dita a 800 rs., di-
la fronceza a 800 e70 /s., lavas viudas da ilda de
S. Micuel a 100 rs. a cuia.postal de cavallasalpreza
a t-Jtl rs., e oolros rsuilus gneros e que se \euderao
por eommodo prejo.
R \i de Lisboa.
Vende-se supurior rap fresco, ebegado agora de
Lisboa : na praca da Independencia n. 3, loja.
Vinho de Lisboa
em barriliuhos de 1(1 em pipi: vende-se cm casa
de Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia do Re-
cife ii. 36.
No paleo do Car
2, vendem-se qoeijos louarmos i
l'.i a libra, ditos do remo 1800 a 3)000, somma a
NO rs. a libra, maiteiga ingleza a 180 e 610, fina a
80 rs. e !HiO.
FiZ E AS BARATAS
sEM AVAUIA;
Na loja de 4 porta, na rua do (otimado n. 1,
ha para vender novo lorlimeuto de fazeuda muilo
em cotila, como sejam ;
Clulas larcas de cores, o eovado 180
Ditas estrellas, o eovado 100 rs., |-JO e H<>
Corles de vestido de edita larga tyitHI e 28000
Dilos de casia de baria JciHhj
Pcc.a* de dulas de cores SSO00
Dilas de ditas linas 69COO
Madapolao entrefino ,'50110 e 39300
Dito largo I40OO
Algodaa azul de titira e mesclado, o cuvado 160
D1I0 americano, pera :l>nm
Gules de cinta 400
Lencos de ganga encarnados -JOO
Chales de merino de barra e franjas KSSOO
l'eilos de linho lina e bordados para camisa "lOO
Veude-se um presepe envidrando, em ponto
grande ; n.i rua de S. Jo- n. 21.
Moinhosde vento
com bombas derepuxopara regar borla s ba
sa decapim : na funde.ode D. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
CARNAUBA.
\eude-t cera de enrm.uba da boa qualidade ;
na rua da Cadeia do Recite, loja 11. SO defronle da
rua da .Madre de Dos.
Vende-se
Enxadatde ferro, do Porto.
Fio pon etc.
Panno de linho.
Pomada.
Sabonetes france/.es linos.
Charutos deSan-Felix, de diversas quali-
dades.
Archotes.
Sabo nacional.
Na rua do Trapichen. 10, segundo an-
dar, a ti atar com Antonio de A. (lomes.
** .............. ............ .. ...
i Em casa de Eduardo II. Wvatt, {
rua do Trapiche-Novo 11. 18, ha r
para tender, chegado no ulti- @
1110 navio de Londres : $g
i pianos Cortes e elegantes de la- Q
bricante afamado, com seus per- f
V tences segu in tes. %%
^ 3carteiras para msica. gg
3 Ju/.ias de estantes para dila. q
%$ 6 cadeiras para piano, A
iy <- .-..i... ... .'-.. .'kJ.:,.\-..'..;
Para acabar.
Vendem-se barra com muito bom vinho do Porto
lendo> caadas, por preco muilo eommodo: no
Lopes, e na
o
i
caes da aifandega,
roa do Viaario
do Codorniz.
armazpin de Paula
taberna que faz esquina para 1 rua
do Carmo, qniua da ras de llnrtas n., r. ,
IDeijos loudrinos muilo superiores a ', ,.. ,n8"a-
Pxe da Suecia.
TAINAS PARA ENGENfiO.
5a fundipo de Trro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chfame cot lina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocsa, es quaes
acham-se a venda, por epreco eommodo com
promptido: erabarcam-s oucarregam-.se ara car-
ro semdespeza ao comprador.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, ua
rua da Cruz 11. 10, veude-se cognac em caiiinhaide
duna.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, cm saccasquetem um alquei-
ie (medida vjlha) por prero eommodo :
no armazem de NovaesA C, na rua da
Madre de Deci n. 12.
Em casa de Saunders Brothers C, prara
do Corpo Santn. 11,ha para vender o se;uinte a
Cemento.
Em barricas e a relaldo: no armazem de malc-
raos da rua da Cadeia de Santo Antonio,
eommodo.
por preco
Vende-se a
qualidade : na ro
;uardentede Franca
i do Torres n. :i(.
de primeira
A 9^000 CADA LATA.
X \ende-stna rua do Oucimado u. U7, optiinu
cal,- moldo em urna fabrica do Rio de Janeiro, muilo
bem torrado e isento de qualquer misiura, conlendo
cada Mi urna arroda de caf superior.
- Vende-se ma cabra diedo : DI rua da Cadeia
mperial um armazem de sal,
grande familia : a tratar na
;rdi
ment de portuguezes. c brasileiros, quando isso
for convenientemente requerido.
Estando impressos os recibos para a cobran-
ca da subscripeo do volume das minhas poesas,
que ser publicado em margo do anno vindouro, se
me faz preciso declarar para esclarecimcnto dos
meus prestrnosos amigos, que generosamente se
prestaren, ao pedido que Ihes fiz. ha pouco neste
Diario-, deadiantar-mea diminuta quantia que
subscreeram ; e tcm a ser : que o abono do pape|
feilo pelo coronel Menezes nao he sufDciente, para
que possa leceber as 100 resmas de papel, que ha de t^ffuSS^U.
ae cnegar em fevereiro do referido anno de 1857, Vende-se na rua i
por quanto diz a sobredila carta de abono, que no
caso de cu nao salisfazer immedialamenlea quantia
constante da factura, o socio e gereule da casa N.
O. Bieber e C. Ihe participe, para mandar salis-
fazer o seu importe, e elle reeeber o papel encom-
mendado, donde se v claramente, que s satisfazen-
dotodaa importancia das referidas 100 resmas de
papel, poderei conseguir a impressao do volume
das poesas annunciadas.
Ora, quem al o prsenle tendo eslabelecido urna
lypographia com tres prelos, na ruado Passeio Pu- | mais modernos, tendo vjndo no ultimo navio dt
blico n. 19, ecomprado muitas fontes de typos no-
vos ; lytos que podem compor 20 peridicos e di-
versas obras avulsas.nao lem podido al boje colher
bom exuo, como poder imprimir 20000 exem-
plares de am pequeo volume du poesias, sem ob-
ler de seus amigos o adianlamento dessa diminuta
quantia ? Os assignantes hoja j excedem de 1500
a vista de enthusiasmo e dedicacao que se teem ma-
nifestado na briosa academia, no co'llegio dos artes,
eemalguns negociantes desla praca. Na cidade de
Maceiii ja voluntariamente siibscreveram cenlo e
tantos, e hoje com a ultima publicacao da canco
denominada O juramento teem surgido como
com commodos para
metis casa n. J(Jj.
I)< Trovattore
Varias peca, de msica para p
l'umonl, rua.Nova o. 9, ,,ie acl.a-se lambem lias
msicas vinda do Kio de Janeiro quadrilb., val-
sas, scdotlis para flauta e piano, e de mais a data-
llia de sedaslopol, peca iiileuameiilc nova para pia-
no, e muilo procurada uo Km.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
construeco vertical ecom todos o melhoramento.
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
Naval!.as a contento.
Continua-seaveiideraSsOOOo parlero |o) e
ja bem..oDliecidasnavalhas de barba,reilasVelo h-
bil fabricante que hasido preiniadoem divertatet-
pisirocs :vndem-seccm aeondielo de nao agra-
dando poderocomprador devolvc-las ate 10 dias
depois da compra,restiluindo-se a i mnorlaiiciaein
SJcifa"?,lC,deAbrM< "a 'a da Cadeia do
por encanto, novos apologistas, que inedao os pa-
rabens pelo bom resultado desla minha empreza.
Agora lenibro de passagem, porque motivo as
Exms. Sras., que consliluem as grabas do dae as
delicias da noile, niosc presiam a subscrever para
a publicacao de urna obra, qne tanto exalta suas
sublimas virtudes e forniosura ?
Nao sao os dos
da cadeia do mais aprehensivo e melindroso sexo,
que faz a gloria, delicias e doce ornamento do ho-
mem ? O homem nao nasce de seu ventre, para se
suspender de seu seio? Sua bocea deliciosa nao pro
fere palavras mgicas, que adormecem todas is do-
res e geram lodosos prazeres ? A natureza do ho-
mem nao he o reilexo da historia de lio bello, de-
voto e sensivel sexo ? IWse por conseguinle a-
doplar a estpida doutrina, de que s interceptan-
do- as Sras. a propria luz, se consigueria evitar o
" seu deslumbramento fechando as janellas das casas,
Ote onde devem vivar emorrr? As senhoras, diz a
a(|iiel- condessa de Rcmusat, no tem senao actividade in-
i USaOOS .sem hlhos lerna sns libcrdadebe mais pacilica.que a dos ho-
ur, cojo ordenado; mens, ellas w leem por inimgo o sw proprio cu-
ambos e mesa, diri- raao.
argo
assiiu eomu precisa-sede
para o mesmo hospital.
Precisa-se lugar nma boa casa com doos an-
dares, lias principaes ras desla cidade, pagando-se
bem : i tratar na roa da Cruz do Recite n, II, pi,-
meiroaridar. '
Em verdade, sempre para as grandes empresa
reclamaram-seos maioresesforcos: os proicclorcs
das obras litlerarias em lodos os lempos se denomi-
naran) agida dos fructos da inlelligencia ; convem
portanto, que ioJo; em geral, subscrevam, para a
pnbhcacan de urna obra, qne lanto electriza ns co-
rajes senstveis. As bellas) Pernambucanas devem
dej imitaros evomplos das aRaduosas illuptradas
POTASSA E CAL IIRGEL'.
Noanligoeja bemeonhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores salsfeilos.
VINHO DO PORTO tiENLl.Ml.
Vende-se ptima vinho do Porlo em barra da
quarloeoilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recife n. 1.1, escriptorio de Bailar A Oli-
vena.
Sao muito liii(lo3.ida pn-
n los,
Vendem-sc muito bonitos botes para pu-
uliD.s pelo barato preco a 505 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do (jueimado na loia de
miudezas da boa lama n 33.
o
ecibnioi e dateoberlof, pequeos e grandet, de oi-ru,
palenle ioglaz, para homem e leohora, de um dos
lueldorei ladricinlcs de I iverpool. viudos pelo ulli-
mo paquete laglez : tm casa de Soolball Mellur ,*,
Companhia, roa do l'ori,- a. 38.
Em casa tic Eduardo II. YV'vatl, rua
do Trapiche-Novo n. I 8, ha para vender :
A verdadeira jra\a ingleza n. 97, dos
fabricantes Day 61 Martin.
Tintas em oleo.
Cubos da Russia.
Vinho Cherry superior em barris.
Agurdente de Franca dito-
Fi uctas e conservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Lloro* para copiar ditas.
Ditas de lembranca.
Ditas em bronco sortidos.
Papel para copiar caitas.
Relogios de ouro cobertos e deseobertos.
Joias.
Sfcllins rom pertcnces patente ingle/..
Vendem-se
pranchOes de pinho da Suecia com 18 ale
'ii palmos e polegadas de grossura, des-
Carregando agora para o armazem de C.
J. Asuey&C, no Forte do Mattos: ven-
dem-se em lotes, grandes ou pequeos e
por proco muito eommodo.
Vendeniase fiji s de i-iii-
nisdre,
em eaisiahai di 8 e 16 libras dos melliores que da
no mercado, por preco rominodo, c lambem se veu-
dem em libras a -J.YJ, e latas de > libras de marmela-
da da melhor qualidade a 19000 cada lata : ua rua
do Vicario n. 27, deposito de assucar.
(til
e m
de qnadros 640 o co-
yadi*.
Vendem-se na ruado Queimado n. -JI A, tan de
seda de quadros de lindos Roslos, fazeuda esta che-
Vida pelo ultimo navio francez ; dao-se as amostras
com penhor.
Vende-se o engenho Murihequinba, tres legoas
dislMiile desla prafia, perlencente aos herdeiros do li-
nado conimeiiilador Jos Paulino de Albuquerque
S-irinenlo, aviliado pelo competente juizo, na quan-
tia de :ir>:0(H>-(KHl : quem o pretender dirija-se a
casado lenle -coronel Barals, na roa da Cadeia
n. i.
AO MADAMISMO DE ROM COSTO.
Vendem-se e las escocezas de quadros, com qua-
lro palmos de largara, fazeuda muilo superior a
13800 o civa lo : ua rus da Cadeia do Recife loja
de Manuel I eireira de Sa, esquina que volla para a
.Madre de Dos.
Viuioiio Porto
Na roa da Ma Ir de lieos, loj;: n. 31, veude-se tl-
nho do Porlo de muito boa qualidade, em darris de
.).* e 8.* ; e engarrafado da melbore;' e mais acre-
dtalas marcas sesuiutes :
Duque1813
Real1831
Duque do Porto
Em caitas
du/.ias.
de urna c duas
Alcatrao de carvo,
Eonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saecas.
Dito entrancado igual ao da Bahia.
E uoi completosoniment de fazendas proprio
para tste mercado : ludo por prer;o eommodo.
Cal de Lisboa e potaba.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 c
11, vende-se superior potassa da Kussia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova <|ue ha no mercado
AGENCIA
Da f undico Low-Moor, ru daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinaihaver u com-
pleto sortimtnto de moendas e meias moendas
para engenho, machinas de vapor e taixas da
ferro balido e coado de todos os tamanhosoara
dito. v
CAL E POTASSA
Vende-te polassda Russia e americana, cdes.da
uestes, has e oe superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado: no seus depsi-
tos ua rua da Apollo n. 1 A, eB.
Na rua do Vicario n. 111, primeiro andar, ven-
de-se viudo do Porto de supeiior qualidade da bem
condecida marca CW em pipas, barris e caias de
urna e duas dutias de garrafas.
Milita atenrao
Na rua do Crespo, luja da esquina, que volla pa-
ra a rua .1 Cadeia, vendem-se cobertores de laa
hespanhe!, lencos de cmbrala de 11,1raa 100, 500,
e 600 rs. cada um, cuites de rasemira de cr a 1--
e 59000 rs., dilos prela a4*500 e 83(100 rs.. dilos
de brim escuro eamarello para calc,a a I5IH1, pan-
no de linho do Porlo, lealba de mesa e rosto. RUar-
danapes de lodas as qualidades, atoalhadn adamas-
cado com selle palmos de largura a 1,-tiO a vara,
corte, de cassa ch la a 18600 rs., e oulras muitas ta-
zendas por preco's commodos.
Marmellada.
Rua do Oueimado n. 05.
Latas com fruclasem conserva novamer le rhesa-
das de Lisboa a 800 rs., e com marmelada lina a 640
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem mailo baratas : no ar-
mazem de Antonio Anoes Jacome Pites defrenteda
porla ila aifandega.
A 1.60 res o eovado.
Kiscado escaro de qaadrinhos, proprio para ca-
misas e vestidos de prela, vende-te na rua do
Crespo, loja da esquo, qne volta para a rua da Ca-
deia.
VINAGKF EM BARRIS.
Superior a marca PRR e Pelele & Socios, ach
se a' venda do armazem do Valeni.a, rua de Apol-
lo n. 13.
PARA ACABAR.
Na rua Nova, loja troncen n. 8,confron-
te a Caml'oa do Ci-rmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve tuqut de mofo, pelo
bar.ititnmo preco de 105 cada um.
Superior cal de
Lisboa.
DEPOSITO DA FABEICA
l ndiisi i Poritaiiibucana,
RUA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabSo e velas de carnauba, es-
tabeleeida na rua do lirum, tem eslabele-
cido um deposito na rua do Crespo o. 9, pa.
ra ihi onicamente dar extracc/o aos seus
producios, proporcionando aasim a me ios
cumniedidade aos consumidores. \s velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguinte.s: sso leilas com a car-
nauba simples purilicda pelo meio Jo va-
por, sao inodoras e bollas na apparencia,
qaeimam com igualdede e afio esborram, e
nao fazem murrio e dflo mais luz e mai cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composicao, e que se vendem no mercaao.
Fabricam-sede6, de 7 e de iOeni libra, ven-
dendo-seem caizas que contem VJ>, 224 ou
3i'ii velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabao he branco, as materias primas
de que be fabricado s3o simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
e be superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecer3o
por experiencia a veracidade do que se an-
nuncia.
VELAS E CARNAUBA.
Vendem-se velas de carnauba pura 123 arro-
ba; na roa do Queimado 11. 09, loja de ferragtn.
Na rua do Mondcso 11. 95, vende-se airoz de
casca tm saecas, por prec,o bcrato.
ItiStHM
Vende-se cal de Lisboa ltimamente che Rada, at-
ajan eoma potassa da Kossia verdadeira : ua piaca
doCorpoSanto n. 11.
SUPERIOR TIMA DE LISBOA.
endese supe ior tinta para escrever, que nunca
se faz amarella nem corla papel, muilo propria para
escriplorios : na rua das Crozcs em Sanio Amonio
n. 30.
Na taberna da rua Uireila n. confronte
ao oilao do l.ivrameulo, de Jis de Mello Cosa O-
liveira iV C, ha os .seguidles teneros superiores:
viudos do Porlo de dilterenles qualidades ,1,. (Jo ale
1?li00 a garrafa, dito de Lisboa a i;ii e 720 a nar-
rara, dito da l-iEueira a ,",(i0 e 010, dito de Sele e
doEstreilo a 180,.jblle (10, Riripiga brancaa 18^80,
vindo branco a que ehamam Madeira a 800 rs., dito
branco a 560, cerveja preta e branra, lano em gar-
rafas comoem meias dilas, dediveisas qualidades e
aolores, boa seoebra hollandeza e hamburgueza em
atease bolijas,:boa ebampagneengarrafas, meiase
Higo,, boas passas e lieos de comadre em caimobas
de 3, I!, 12, 10 e 21 libras, aradlas, le tria, mecar-
rflo, arroz do Marauhao, sag, cevadinha, verdadeira
familia ou somma de matarana. bolachinhas ds soda
e ingleza, hisenutinhos linos ero lalas, dolaclunha
de ararula. latacera sardindas, chocolate de /.isboa,
cafe, cba hys.on de 25100 a 3:200 a libra, dito pe-
rola a > 1. 8 e Ifi libra,, choaneat, loucinho de Lisboa, mau-
leiga ingleza a 15-200. dila franceza a 720, queijos
mnito bous, charutos finos de dillerentesqunli.iades,
boa agoardeole de caima de graos, etodos os Bata
genero! proprios desles esladelecimenlos por presos
commodos: asseveramos que serao bem servidas lo-
das as pes.oas que se diauarem honrar-nos com sua
protercao e frecueiia.
Veude-se urna escrava crioula, coziuheir* e la-
;ira : ua rua Uireila sobrado de um andar 11. 02.
valhas linas paia barba a 25, caixas linissi-
mas para rape a 2?500 e 35, ditas redondas de
tartaruga linas a 6, e oulras muitas cousas
que se vendem por barato preco : na ruado
Uueimado na tem conhecida loia da boa fa-
ma n. 33.
Pri quem estiver de luto*
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
r.becida 1 ja de miudezas da boa fama n V\
v-.Itas prelas linas e ordinarias, ticos alne-
les, ricas pulceiras, ericas rozelas, lude do
melhor gosto que se pode encontrar e por
tzxgusrde 8gradar
Boa fama.
Vendem se superiores macas para condu-
de5 r r-?S em .V,agem' Pd0 baral Pr!
todnS.''vi,?fr,Caila Uma' B"heteiras con.
todos isvidros necessarios a U, ricas car^
teira. de Jacaranda e mogno par. se escre-
ver e guardar todos os perlences, prom o
para viagem a 8, 10, e 125 cada urna, ffi
reirs riqu.ss.mas de Jacaranda com os re-
par.mentes forrados de sed. ecom multo
gosto a 4, 5, 6, 7 e W, pentes muito unos pa-
ra alisar.propnos para chancas ou para siis
sas a 320 rs., pulceiras do melhor Lt ...
meihor gesto que
-cas cruzes de cor-
nalina, carteinnhas para lembrancas, gorras
para miiii-m :, .,,.,.,,. ._____ v ""jes
eJ^e^..^[.' 2/ rcas cruzes de cor-
1-
m
vara,
KAR

DO
f*OSQ
3<
vora.
1 t,h
Vende-se superior cal de Lisboa : no
iinia/.emde .Novaos o C, rua da Madre
de Deosn. 12, por preco eommodo.
CABRIOI.ET.
Vende-te om oplimu cabriolel: par. ver na co-
cdeira do Sr. major Silveira, na rua da Cadeia de
santo Antonio ; e para tratar na ma do Oueimado,
oja de miudezas da Bn Pama 11. 33.
I01 transferido o deposito deste larope para a ho
tica de Jnsc da I ruzSantos, na rua Nova u. 03'
aai rafas 5*500, e meias 35000, sendo falso lod
aquellc que no for vendido nesle deposito,ptl
que se faz o preseate aviso..
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Para curada phlysica em lodososseiisdiuereo
esgraos, quermotivada por constipaces, (osse
asllima, pleuriz. escarns de sangue, d'r de eos
lados e peito, palpilacao no coracSo, coqueluche
broDchile, dorna garganta, e todas asmoleslia
dosorgaos pulmouares.
secblaiismo nu m*-
no.
NAFU.NDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEiRO DAVID W. BOWMAN. ,,A
RUA 1)0 BRUM,PASSANDO O ulIA-
FAR1Z.
ha sempre umgraudesoriimenlo dossesuinte ob
joclos deinechanisinos proprios paraenLcnhos,. sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construccao ; taixas de ferro fondido e batido de
superior qoalidade e de lodosos lmannos : roda
dentadas para agua on auimaes, de lodas as propor-
SOes; crivo e doccas de fornalda e registros de bo-
eiro, aguilhoes.bronzes.par.fusos ecavilhoes.moi-
nlins de mandioca,ele. ele
NA MESMA FUND1CAO.
leexecutamlodasaseucoinmendas com a superio
ndadejaconhecida ecom a devidaprestezaecora-
modidadeem preco.
Em casa de Rabe Schmettau & C,
rua da Cadeia n. 57, vende-se:
Vidrospura espelho.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para t> pograpliiu.
Tudo por preco eommodo.
Em casa de Rabe Schmettau
rua da Cadeia n. ."7, vende-se :
Elegantes pianos do afamado iabrican-i
te Iraiiraaiin de Hamburgo.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caita de 2 dunas e em barril de oilavn ri-l
ceniemenle chegadopelo brisue Trovadoi..: vende-
,rLu,,"Cc"'?nlfT ?,rm"em ''' Bar," & Catire, m
rua da Cadeia do Recife n. 4.
& c.
N. O. BieberA C, rua da Cruz .*.
vendem : -
Lonas da Russia.
dem ingleza;,.
BrinzSo.
Id ns da Russia.
Vinliode Madeira.
Algodiio para saceos de assucar.
AlgotlYoziiihj dn Baliin
para saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber A C, rua da Cruz
n. i.
Perfumaras finissimas.
Na loja de miudezas da boa fama na rua
do Queimado n. 33 encontrase sempre um
rico sorlimento de perfumaras de todas as
qualidades, inglesas e francesas, sendo dos
mclborcs autores que lia em Paris e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muito boa,
sabao para barba de crcme de ameiidoas,
agua de lavande muito superior, vina-re
aromtico para dores de cabera, banha mui-
to lina em ricos vasos, extractos de muitas
qualidades, extractos proprios para bolso da
saludante, essencias de varias qualidades,
opiato o melhorque ha para limpar denles
ps para limpar os denles, e oulras muitas
cousas que nao dcixarao de agradar aos se-
nhores compradores, e que tudo se vende
por prccitilio muito barato.
para homem, as mais modernas que i?pode
encontrar, sinetes com todas ai lauras do
abeedano, stnetes proprios para namorados
ricos Irascos para cima de mesa e oulras
muitissimasg.lantarias, tudo muito tino e
de muito bons gostos, asseverando-se a
quem yter ver o rico sortimento, que sem-
pre existe neste estabelecimento, nao deixa
ra de ter em que empregue muitissimo bem
o seu dirihe.ro : na rua do Oueimado u.
nem conhecida loja de miudezas da boa fa-
ma u 33.
Na loja da boa fe vende-se muito barato,
tanto as pessoas da praca como aos fre-
guezes do mato.
-Madapolao n. 6 a 45 a peca, dito entre Uno
a 35C0O dito dito a 3/300, algodaozinho liso
encornado de 20 jardas a 2/880 a peca, dito
It,,l.dem.ldem a S*7aD dil dilt> dem dem
a 23240, algodSo de listras a 160 rs. o eova-
do, chitas linas para coberta a 200 rs., brin
nnno de linho de quadrinhos a 200 rs.,brii
branco trancado dito 1/444 rs. a tan.
dio pardo liso de puro linho para palitos .'
610 rs., dito de cor trancado dito dito e de
bonitos padroes a 800 rs fil de linho liso
mu'l '"'> 88" rs. a vara, dito dito borda-
do dito a 1/280, cambraia lisa lina a 480 rs.,
aiia dita de salpicos muito Gna a 800 rs
dita adamascada com uma vara de largura
para cortinados, em peca de 20 varas a T
camisr-s de rtscado muito bem feitas a 19500
corles de cambraia muito Gna de muito bo
utos padroes com 7 varase 2, palitos ds
brim pardo de puro linho a 35200, dito-
pretos mu.lo bem feitos a 4a, ganga ama-
relia franceza muilo lina a 320 rs. o eovado,
corles de fustao para cohete a 600 rs., ditos
ditos hnos a 1, ditos de gorgurSo de seda a
dsooo, assim como outras muiUs fazendas
que se vendem por menos que em outra
parte: na rua do Queimado n. 22, loja da
boa le, defronle da da boa fama.
TEBDEI-SE CAPACHOS
pintados, rom prulos e redondos a 700 e 800
rs.; na rua do Queimado loja da boa fama
li. oJ.
Pentes de todas as quali-
dades.
Vendem-se ricos penles de tartaruga a 5 e
79, ditos dito de alizar bons a 49, dilos de
dito de marrafa a 15400, ditos de dito de Ira-
vessa a 4a, dilos de unicorne pata alisar a
IC, ditos de bfalo muito finos a 600 e 800
rs., ditos de baleia para alisar a 300 e 400
rs., ditos abertos imitando tartaruga para
prender cabellos muito bonitos e bem tras
balhadosa 19280 e 19500, ditos de baleia a-
bertosa 240, 320 e 400 rs., ditos debulai-
para ptolhos a 500 rs., na rua do Queimado
na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Meias de todas as qualis
dades.
Vendem-se muito bou meias de seda pre
las e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/500,ditas de laia para padres a 1*800,
ditas de Do de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimo proco de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para hnmem a 200 240 c
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs ditas brancas"finas para
meninas a 240 rs., dilas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs., ditas pelas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na la do
gueimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Aalojadaboaf
vende-se muito barato : panno fino azul
JL? cov,\do> dlt d'to preto superior a
39o00, canino pre lo muito fino a 960 rs., to-
vas de seda com ricas bolotas a i280 o par.
ditas dita bordadas a 2.5, ditas dita para me-
ninas a 19280, ditas de fio de Escocia para
meninos a 320 rs., ditas dito dito para ho-
mem a 400 rs., meias prelas de seda para se-
lalSa 'a2?' d,laS dilas ** Para Pdre
l|W, ditas ditas de algodSo para senhora
a 400 rs., ditas brancas dito dita a 240 e 320
rs., dilas ditas dilo para meninos a 240 rs..
chales de merino om ricas palmas borda-
das a matiz a 59500, ditos dito com listras de
sed a 4/, ditos dito liso com ricas franjas
de seda a A^nn j:.~. ..:.- ... _'."jaa
te
ionios de patente
VENDE-SE
patente, prova
Craxa ele
arreios de carro.
\ inho do Rheno
ciaesJoliannbere
No :nma/.em de C.
ii i'u.i
,;'
liara
le qualidades espe-
e Marcobruniter.
.1. Astle> vV C.
ILEGIVi;
Claudio l)ubsu\ vende plvora,
cada barril de 2") libras.
Antonio Jos'de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I5$000o bar-
ril: as pessoas (pie quizerem dito gene-I
ro, apparecam em <> sen escriptorio, na|
ruado Vigario n. il, para veras amos-
tras.
Vendem-s pellcde cabra de lo.la qualidade,
por preco commod ua rua d. f.rur n. 31, primei- ^hsH'MaUw"&CmpBhi.\7u".*doTOTre
inglesesdeouro, desabnele edevidro :
vendem-sea prc^oia/.oavel.cm casa d
A11g11stoC.de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."(j.
Na ruado Trapiche u. 11, escriptorio de Ma-
nuel Altea i.uerra, vende-se por eommodo preco o
tiioinle: --uperior vinho do Porlo em barris de
oil .vo,chapeos de fellm, e sabaoamarello .bricade
no Kio de Janeiro.
Vende-se superior liaba de elaedao branca e
de core, em novello, para costara : em cas dt
n. ,18.
AOS AMWTES O B01E BARATO.
Vendem-se ricas ebaruteiras bordadas e
retro/, servindo lambem de carteira a 4/ di-
las sem ser bordadas muito boa
cartoiriniias m
para viagem a
dinheiro a 1/500 e 29,
gios. pretos de retroza 160, afiadVres para
Davalnas muilo linos a H, pedras inclezas de
aliar navalhas a 1 c 1-300, ricas bengalas
pelo barato preco de |a e 1^500, pentes com
escova e espelho para >ui>sas a 80o rs o- to-
jos para barba a 29 62*500, (ivellas doradas
e para calcas e collctcs a 120 rs., csstoes para
2 >-\l^?J- d,los dil dit conl tanjas
de laa IfSOO, [ditos de laa de muito bonitos
am?" .1fc ,to" de a'8dao dil d'loa
MO r... ditos detarlatana a 1, lencos de
cambraia com ricos bicos de linho a 1/200,
dilos de aita proprios para" homem a 240 rs.
tambra.as francezas de cores muito finas a
?80 rs pctios para camisas a 400 rs., ditos
completo sortimento de fazendas que se
venden.por menos que em outra parte : na
ni h. ^elr^e 22' na bem conhecida
loja da boa fe deronte da da boa lama.
Metilos e lunetas de todas
as qualidades
Vendem-sesuperiores oculoscom armaco
de tartaruga de todas as graduar-Oes a 39000,
ditos muilo bons com armarles doradas
lyaro, ditos ditos com armares prateada,
19, anos ditos coraarmacSo de ac a 800e
19, lunetas com arma?ao do tartaruga a 19,
ditos redondas equadradas de balota a 500
t^MQtt "S Vdf0S arD1v5o de baleia
a IMOO, e outros oculos mais que se vendem
por preco barato ua loja da boa fama na rua
do (Jueimado u. 33.
j*ctft** foto**.
bengalas a so rs., caixinhi
,~J!*.""""h0 emo-Vellio em Santo AnUo fo-
,J! h"-? novembro P- f. o escravo Atts.adro,
enoolo, de .10 aoiio, cr fusca, .llura rePular, olhos
papudo, pe, l.mpos, cabelle. crecido na fteole, lal-
vc com eicatnzei anlii;, de acoules na nadecas, e
mesmo na. co.tas. t, d0 engenho l'araio em Kio
rornmzo, leudo ido comprado nesla praca vindo do
senao do Ceara', para onde taires se teuha ev.dido.
Saino com camisa atol, chapeo de palha linio de
prelo peda-te a quem drlle liver noticia ou eucon-
irar, o prenda e o faca conduir ao referido enge-
nho, onde era- bem gratificado.
, Z"ZUgOT(h0mem 8S ~ nor8S'um escravo mula-
uits ricas a L da! pronrfs noJIDTl"n. Ho, reforcado do corpo, com
23500, carteras grandes para ^arCas de bcx,8as. Pemas grecas, e nellas marcas
de cicralizes as eauellas, falla com muita manci-
dao, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos, abarla na frente em forma de palito : este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Cecilio, que o houve por heranca de seu sn-
gro Josjoaquim de Souza daquella cidade. e foi
para
trncenos para relo-
paia
phosphoros a 160 rs escovinbas para lim-
par pentes a 240 rs., chicotes muito bons
para cavallo a 80" is esporas linas de aro
guarda*!^^S*0 abai" assiena"0 "Sr. Hilario da
Alhandra Vasconcellos Junior.morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar desta provincia :
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
1/. grvalas de seda muito boas a 1>, alara- Antonio Teixeira Guimaraes, que ser Ranero.
; dores de cornalina para casaca a 300 rs., pu,. I mente gratificado.
I ce,s inglezes para barba a 500, 600 e 800 rs a I
camisas de meia muilo tinas a 1|200, ricas'
abotoaduras para cohete a 500 e hilo rs., dj I
las para palitos a 500 (; 600 rs., cstojos de' na-1
mu.: TVP US X. V. DB FAHI* 1856

-
MTSDD"
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Full Text
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