Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07659


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Full Text
aspio \\\ii i m
Por 3 mezes adiantados 40'000.
Por 3 mezes vencido 4s00.





SAMADO 15 DE DEZEMBRO DE 850,
--.-# #0 --. i
Por anno adiantado 15000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KM: \ltRUGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
fuahlke, Ir. Girvuio ?. di Nitivtdidi; tul, Ir. Joto
qulm I. Partir Jnior: Arieatj. Sr.A. do Limoi Braga;
lAaata. or. J. Joa da OliMira ; Maranhio, o 8r. Joaquim Ifar-
Mrigui; Pliuhj, o 8r. Domingo! Hareulano A. Ptnot
Ciroottnftr, Jr. Juili o la no 1. atarata; Amaionai, Ir Jara
T *
PARTIDA DOS CORREIOS.
Ollnda : m.U oa Hia. i 9 c meta hora* -ti (fia.
Ixu-r-i'-u, (iuianna o 'raM.! : na* MMUdxd e MVtM-folMSi
>. AnUu.Ile/iTr", itonKo.CirtMrii, .l/n"...'.. GaMahvItl : i lefJt-Wf**
.-. I.Miirrur,., l'-i.-fi'.jfio, Ifauroti, atomro, liffin, ,-.7i,..ir.i, ruga-
eir, Plorw, Viia-.Jln, ftaa-Vbia, Our urr Kiu : m .inaru4-r.ir.i-.,
Cabo, IfKijuca. .V'riiiii.iiii, l;in-liiiin...... tui, i. im-troa, aa-Pret
PDifnicira* r NauJ : Igl falni,
I mi,,, a eorrfua parlan aa 10 hrao da manta.
\rnir.\i l \s nos TRIBUNABB DA CAPITAL.
Tribunal da eommtreio tegundm quintil.
Hela cao : lercai-feirai a iabba ioi.
Ftltndt: quarlaa aaabbadot ai 10 horai.
Juia do commrelo: itgunda aa 10horno qalniai lo atalo-dlt
Julio do trphaoi.- leguoda o quintil 10 bora .
IPrimotn fin do anal 1 aoguodia o laiiai aa tia-dfa.
san un da NI
rara da alfil I quarlii i itkbtdoi lo mtio-dli.
DAS DA SEMANA
8 Segunda. >;- A Conceicao da SS. Virgem Mai de Dos.
kpiikmi i.iiii s DMESE DE DEZEMBRO
5 Quitloereieinli a 1 hort Tmlnuioii 48atgundoi di
H Lut ehtii ii 5 buril 44 minutoi o 48 iiguodoi di t. | 9 Torc. S. Leocadia v. ni.; S. Resliluo b.
lOQuiMomingumlaai I hom.Jo minutlo 48ilguDdoida mIO Quarta. S. Melcliides p.; S. Eulalia v. ni.
27 La ora ai 6 lio ra. ir. minuto! .48 itgundoidi ni 111 Quinta S. U>ma/o p- : S. Trason m.
I'REA.MAR DEIIO.IE. 1*1 Seiti.S. Sereno leilor m.: S. Epimicho m.
r>rImaira ai a borai a 8 mioutoida urda. 113 Sabbado..-. Luiza v. m. ; Ss. Eustracioe Orestei.
iigundi ai S borla i 42 minulol di manhai. Il Domingo. 3. do advento. S. Arceoio m.
ENCARREGADOS DA SLBSCIUPCA NO SEL
Alagoai,a 8i. C.laudino Fileno Din. Babiat ti. D, Dupfi
tio dtJiniiri.oBr. Joto Ptrtiri Mirllni.
EM PERNAMBL'CO.
O praprltlarladaDIABIO Hanaal Vigotlroi dt Firla.na iui
[lirraria, praea di Indapandancia ni.lt 8.
pabti gyyiciAL
MVKtUiO DA PROVINCIA.
Expolenla Ha \" (alambro.
OITirio__Ao Exm. mtrech*r .viiumandanle das
armat, Irantmilliudo por copia o mito circular de
23 de novembro ultimo, delerininindo que se abo-
nera ao ntpeelorM do diilricUH militares, e ao*
olticitoa do alado maior doi torpos, ai forrageni
torrespondenle- 10 daem qoe elle- viajarem em-
barcidoi.Commonicou-se these>uraria da fa-
xtada.
lliinAo mesmo, eiigindo i remessa de ama
certidao do i>ss>ntamentoi do mld.ido invalido
Chrisluvao Symphrouio, relativoi ao le upo em que
aervio no baiilhAo de inf-iniHi ih. ifim de ser envia-
da ao Eim. prendeule du Rui Griude do Sul.
Dilu__Ao mesmo, enviond por copia o evito da
reparlicao di autrra dt -2(i do uoveinbro ultimo.
polo qoal ao manda dar baua do ervijo ao cabo de
eaqodra da companhia fia de cavallaria Clemen-
le Jos do Sania Anna, visto ja Icr romplelado o
pra*o do seo engajamenlo. #
DitoAo mesmo, remellendo copia do avio da
reparlu;ao da guerra de do novembro prximo
liado, no quals e manda deaeonlar inlegralmente
do toldo do altere do- batalho de infanlaria Luis
Marlins de Caevalho.a qoanlia de -idolejo ris,
para indeniiinacJo da Calenda poblica, pela peca
de fardamento que na mesm.i datase mandaran) Tur-
nacer ao oldido do meio liatalhSo do l'iaulij Fran-
cisco Antonio de Soota. e que foram deaencami-
iihadaa pelo referido allere.Neste aentido se uf-
ficiou a' (hetouraria de l.i DitoAo mesmo, enviandii.parn ler o conveni-
ente detlino a T de oflicio do cap lAo Joaquim Xa-
vier de Aojo.
DiloAo inipectvr da lliesooraria de f.ir.eml-,
ilizemlo que int.i obstante ler sido o l)r. Tiloma/
Aotunes de Abren dinpenaadii do servir medico
da comarcas de Flore e Boa-Vista, anda continua
a eiecuUr nesta cidade Iraballioa relativos aquella
eeramisaao, deven.lo por lano Continuar a perceber,
al a vespera do dia em que partir desta provincia,
nato a gratilicacao de tUlOJ, coucedida pelo cuver-
no imperial, mas lambeni a de 0U9 que I lie lu ar
brada pela presidencia no alliciu dirigido a ess
tlienouraria em il de mno ullimo.
DiloAo mesmo, euviandu por copia o aviso cir-
ealar da repartidlo da juslifa'de 2j de novemliro
ultimo, noqaal se exise a lernessa da damonalra-
5io da detpeza, que durando xerciclo da lrij."i a
ISn" te fez por cunta da misma repartido ueila
provincia.
DiloAo meamo, dizeudo que prla leilura do
aviso, que remelle por copia, expedido pela repar-
In.ao da guerra em '> d novembro ullimo, ficara'
S. S. inleirado de que tora approvada a dupeza de
cem mil ri, feili com o curativo do cabo de es-
quadra de I." linha Jos Joaquim Ignacio, qoe sof-
fiii de escrfula. ;
DitoAo mesmo, inteirndo-o de qoe o de bargador Jerooymo Harliniano Fiueira de Mello,
rcassnmira no oa 6 do crtenle o ettrcicio dos car-
-os de procurador di coroo, fazend nacional e de
promotor da juslica.
DitoAo director do arienal de guerra, recom-
mcodando qoe de couforiuidade com aviso que re-
melle por copia, eipediso pela repartico da guer-
ra em 25 de novembro ultimo, faca apromplar alim
da aercm enviados a companhia fita de cica lu s
menciooadoi na relajo que laiobein remelle por
copia.
DitoAo director das.obras publicas, approvando
a deliberaba i que lomla de aulonsar o engeulieiro
Milei a despender al quaulia de cem mil ris,
cun o cuino i o- urgentes ne que u o.-e-sita a puule
do Aojo sobre o rio Strioluem.Coiumunicuu-se a
Ihesoariria pniviucial.
DiloAo nn-smu, aolnrisanilo-o a mandar demo-
lir os arco da ponte do Varadouro em Olinda, alim
dse poder executar a obra projecl.ula na mesma
ponte, e declarando baver solicitado du Eim. his-
po diocesano a expediro de suas ordena, para que
o gario da freguezia de S. Pedro Marlyr proce la
do ennfurmidade com. os ritos da igreja a respeilo
do nicho qoe exilie em um dos lados dos menciona-
do arcos.Fez-se o expediente de que se Irala.
DiloAo inspector da thesuuriria provincial, in-
leirando-o de haver (llecido no 0 prof.-ssor de iirimriras ledras jubilado, Silvestre
Antonio de Oliveiri Mello.
DiloAo administrador da mesa do consolado.
Ennvm qae Vrac. com os dadoa que liver, ma de-
clare al o allimo de Janeiro prximo vindouro,
qu.il o valor da nporlac.au nesta provincia mis ulli-
inos Ir anno, e aa medidas que parecerem con-
venientes para a protesaivo augmento dessa expor-
tara.Igual ao administrador do consulado pru-
vincial. I
CircularAos juizes de direilo da comarcas da
provincia Convem que Vtoc. procedendo aos exi-
mes ntceswrios, e coljiendo informaces de pesioas
competentes, me remita al o ultimo de Janeiro
prximo vindouro, unta expusiclu acerca do eilado
da cadeias dessa comarca, declarando : I* aa con-
dignas que ellas oftereotm pan rommodidade, an-
ea rgimen dos presos : 2' quaes o melhoramiQ-
los oeeesaarios, com eapeciticac.o dos que se loruira
maia argentes : 3' (por im-iu de mippasi o numero
fie presos qoe essas cadeias podem comportar e dos
que ordinariamente contum : I- finalmente, qual o
numero dos que teera sido a ellas recolbidas duran-
te lodo o rorrele anno.Igual aos joizei munici-
pae de ((liada e iguarassu' acerca das repeclivas
cadeias.
PortaraO presidente da provincia, illendendo
ao qae expnz o chele de polica em seo oflicio desta
dala, resolve conceder a Manoel Joi Perrina Ror-
2es, i eionerajo du cargo de subdelegado du 1-
di-tririo da freguezia de Santo Aulo, vi'ta de
snas reiteradas inslancias, e uomear para o referido
rarso ao lente Joaquim Fabricio de Mallos.Fi-
erain-se a neeestarias eoiiiinuncac.6es.
DilaDemiltindo, decontorinilad'com a propos-
a do rhefe de polica, do caruo de sublelegado do
li-lriclo de Goianninha ao aliVros Manoel de Aze-
ve carao ao i-lfercs Rayinondo Nonato da Silva.1.,-
pediram-se as necessarias cnmmonicaces.
DitaConcrdendo 20 dias de licctici com vanci-
n,cuto-, a professora publica da freguezia de S. Fre
Pedro foncalves, Mara Joaquina de S. Thomc
1 izeran -e as necesaarias cuiniiiiiiiicacne.-.
EXTBHIQR.
MONROE.
Presidente dos Estados-1 nidos.
Nao sou mais trra de oceupa-
c.mi, parece dizero novo ao ve
I lio continente ; aqui osliomens
sao senhores do slo que habi-
ta m, e iguies aos hornens da
que oulr'ora descenderam; e
eslao disposios a nao iralarem
rom ellas seno com a mais
axaela jusiiga.
... Nao sou cheedd tima sei-
la ou !r,iiv;m, e sim, o presi-
dente dos Estados-Unidos, a
(Jfonroe.)
.lames Monroe, cujo nome foi to frequente-
meiiie i liado nos iiltiinos lempos, por occasiao da
poltica etlerna dos Eslados-Unidos, tinha vinte
anuos, qaando appareceu iluta da independencia.
Os sudragios do povo Ihe tinliam designado um
lugar de cunanea no congresso do seuj paiz ; mas,
Monroe, como cidadao, juk'ou que erh mais dt;no-
de iua idade e rom as armas n.i aio, do que na sala dos conse-
llni-. Alistou-se, pois, como voluntario no exer-
eilo insurgienle, que se or;anisava de lodas as par-
tes, para defender os direitos eterno* das nacoese
repellir as prciciices da cxigcntis-siTja Albion.
Soa idade, seu valor, sua dediric,in, sua virlude
loosmo, oao lardaram em faze-lo notavel no meio
.! tolos os seus i-ompanlieiroi de goern, e lite pro-
.urarain ttm grao, e quando os Estados-Unidos
vn"aram sua honra e conquistaram sua indepen-
dencia, Monroe. feitncoronel no campo de halalha
j.'io proprio Washington, \oltou para a vida pri-
vda. levando comsigo esta salisfaco tao doce ao
coraiio dos patrilas, de tr rutnpridn sua larefa a
baver ser.ido a patria.
Feilo cidadio, Monroe, osqueceu a vida e os h-
bitos ociosos dos campes, e conlinuou os esludos do
direito que elle so havia abandonado, para lomar
parte na guerra da indepandencii. Aqui he que
principia sua vida poltica ; em 1782, os suffra-
gios dos seus concidados o nomearam merabro da
ssembla legislativa, e titn anno depois membro
do congresso de Virginia. He no meio de todos
estes empregos, que o genio de Monroe comecou a
manifestar-se, e seu espirito adquerio esse vigor
de discernimenlo sao, e essa actividade infaligavel,
que o enllocara m lao alto na eslima de seus conci-
dados, e o Gzeram eleger em 1790 deputado ao
congresso nacional.
Esta nova dignidade, servio apenas para mostrar
ainda, cora mais evidencia, ludo que havia de gran-
de, de generoso, e ao mesm j lempo de sabedoria e
de resoluco no espirito de Monroe. Estas quali-
dades se moslravam nelleicom tal evidencia, que
seus concidados julgaram til a seu inleresse e
sua gloria aproveiiarem-se da intelligencia e saga-
cidade do homem, que j linha dado lanas provas
do seu patriotismo. A occasiao era bella, mas dif
licil; comtudo, Wasbingtdn julgou que ella nao
era superior s torgas de Monroe. Eis-aqui o
caso :
As desintelligenciasque llinham sobrevindo en-
tre a Franja e os Estados-Unidos, acerca da posi-
cao neutra que tinha lomado a Umo as diferen-
tes ligas, que enlao se formaram contra a Franca,
linbam alrouxado seno quebrado os lagos da atoi-
sade, que desde Laffayetle untara entre si os dous
paizes.
As queslesde que se devia tratar eram deli-
cadas, e mais delicaJa era ainda a posicao dos Es-
tados-Unidos, que queriam conservar a amisade da
Franga, sem romper com os inimigos da revolugo
francaza. Finalmente era! istoo que lite acnse-
Ihava, nao s a sua mocidade,como os inleresses do
seu commercio.
^inguera mais do que Monroe (oi julgado dig-
no desta misso, e elle aceiton-a com o reconheci-
mento de um Glho feliz de ser til sua patria.
Corra o anno de 1794 fa Monroe desembarcou
no Havre alguns dias depois da queda de Robes-
pierre. A presentado con^engo em 15deaos-
lo do mesmo anno, foi receido como um amigo e
como um irmo. e no meto das manifestagoesdo
mais puro prazer. A recengo de Monroe foi para
a convengo urna festa de familia. Era um amigo
que ella recebia, e as circunstancias criticas que
abundaram em sua perigosji existencia, este amigo
era o nico em que leve o ilireito de fundar espe-
rangas. Depois das terrivtjis sessoes do 9 ther-
midor, era bello ver o enjthusiasmo desla celebre
assembla. recebando os lesiemtinhns de amisade e
confianga de um povo livre,
A America, diz Mon oe dirigindo-se con-
vengo, leve seus dias de or presse, de diflicuida-
desede guerra; mas seus filhos foram virtuosos e
bravos, e a tempestado quB por muilo lempo obs-
curecen sen horisonie politilco, dissipou-se c a dei-
xou no pleno goto da paz da independencia.
A assembla levaniou-ae espontneamente e te-
colheu estas palavras com gritos unnimes de : Vi-
va a repblica !
0 presidenle Merlin (de Donai), interpreledos
senlimentos que atiitnavam a assembla, Ihe res-
pondeu por expresses nobresc patriticas,elhadeti
o abraco fraternal no mio de um enthusiasmo
sempre crescente ; mas os gritos de alegra a os ap-
plausos redobiaram quando Mofe Bayle disse :
>< Pego que a convengo, para consagrar a
fraiernidade, que deve existir entre as duas maiu-
res repblicas dos dous mundos, decrete que, na
sala de suas sessoes, a bandeira americana e o pa-
vilho Irancez sejam unidos como signal de amisa-
de e allianca eterna....
Nao se ouvio mais na assembla seno os
gritos de : Viva a repblica !
Urna recepgo to favoravel pareca presagiar
que Monroe leria bom resultado em suas negoria-
goes, e com effeilo, assim foi. Ninguem se insi-
nuou com mais dignidade na amisade da Comit
desalvago publica; ninguem soube melhor do
que elle, expor os motivos que justefcavam as exi-
gencias dos Estados-Unidos ; por isto a Comit de
salvago publica, altendendos suas represenUgoes
a aos esforgos que fazia, para urna reconciliago
entre os dous paizes, decreou em 18 de novembro
de 1794, que os navios dbs Estados Unidos se-
rian livremente admitiidos em todos os portos da
Franga.
Monroe, pois, linha sido perfeitamente bsm suc-
cedido ; mas a noticia de um tratado de amisade
e commercio, que os Estados-Unidos assignaram
com a Inglaterra,a commisso de salvago publica
deu-se pressa em revogar, pW um novo decreto de
4 de Janeiro de 1795, a maior parte das resolu-
50-es, que linha lomado em favor dos Americanos ;
e o directorio ainda mais severo que o governo que
o linha precedido, fez declarar a Monroe (a li> de
fevereirode 1795) que considerava a allianga dos
dous paizes como terminada, e que o traiado de
Londres procurava collocar os Estados-Unidos na
classe das potencias ligadas contra a Franca, e que
via nesse tratado feito com os inimigos da Franga,
urna infraego aos deveres de amisade e s obriza-
gei contrahidas ha longo lempo sobre os direitos
do pavilho neutro, direitoi geralmente reconhe-
cdos e que os proprios Americanos acabavam da
consagrar em todos os outrofe tratados.
Monroe senlio-se prolundamante da conducta do
seu governo, e com a lealdadeque Ihe era ordina-
ria, quiz manifestar sua opinio e impor a si a
censura, que mereca. Este modo de proceder,
sonao humilde, ao menos nobre a legitimo, o fez
retirar de Pars, onde foi substituido pelo general
Pinckney mas logo depois da chegada deste ul-
limo Pars, o directorio ; Ihe fez notificar a 11
de outubro, que nao quera mais reconhecer ncm
recebar ministros dos Estados-Unidos, emquanlo a
Franga nao livesse obtido salisfago de suas quei-
xas.
O directorio recebeu com profundo pero a no-
ticia da retirada de Monroe mas Pinckney nao foi
adiuiltido.
Voltandoa patria, Monrie jusificou seu procc-
Jimenlo publicando sua correspondencia diploma-
tica, e seus concidados o apreciaram tambem que
o clegerm por unanimidadB governador da Virgi-
nia, sua patria Nao seguiremos Mouroe na sua no-
va embaixada em Paris, ni m em suas missoas em
Londres c em Madrid. No neado secretario de es-
tado cm 1811, na adminis.rago de Madison, foi
ao mesmo lempo encarre ;ado do ministerio da
guerra, e foi sobretudo nesta importante misso,
qe elle mosiron o que podi t e o qne fazia, se al-
gumdia a confnnga dosai paiz o elevasse a su-
prema magistratura : creat um excrcito, organi-
sa-lo, disciplina-lo cfazer soldados, tal foi o lm
de todos os seus esforgos, s seu ministerio servio
tainbemo paiz, que em 1 14, quando os inglezes
se apoderaram de Waslii gton o a incendiaram,
nao foi preciso mais do qus Muiiroc, que foi cha-
mado para o cotiimando d. s tropas do sen paiz.e os
soldados-, que tinha frmalo e disciplinado.
Feita a paz Monroe sieonsagrou inteiramente
s suas fimo.;,'1,.- do ministro de estado al lsiT,
apoca m que loi eleito pesidenle.
lie no-1.1 gloriosa fnnlran qui-convem mais a
historia e a poltica estudir o carcter e a condue-
la de Monroe.
Tesleninnha oecular i^o nascimetitodesua pa-
tria na vida das nagoes, tinha assistido as agonis
de sua gerago e ao primeiro palpitar do seu corn-
gao ; e no amor qua senlia por ten dolo, tinha
experimentado os receios e as esperaugas e ate as
illusoes de um pai ou de um lilho cheio da mais
viva solicituda pelo objacto de sua ternura, alen
disto Monroe chegiva ao poder com um conheci-
raento pleno da paiz, que tinha de administrar.
Servindo-o, linha-so elevado como por graos
desde os mais pequeos pormenores al as maiores
concepces da politice a da adminislrago ; tinha
podido ludo ver, apreciar o julgar. o interno e o
externo ihejeram igualmente conhecidos.
Que faliava pois a este homem para ser o mais
sabio, o mais presdente, o mais generoso o mais e-
nergico e o mais esclarecido dos administradores ?
(ieouioe patriotismoe gracas a Dos, para a gloria
da America a nalureza o tinha dotido destas duas
grandes qualidades em um grao Le elevado, que so
poderia ser comparado com Washington, Feliz o
paiz que nao pode comparar seus grandes horaens
seno com aquellas qne ja lem tido Procurem-se
grandes horaens na historia da todos os povo-, fa-
gam-os apparecer e comparem-os ....todos tero
um mrito mais brilhante, mais glorioso, todos li-
songearo a vaidade, o orgulho, a imaginaran dos
ambiciosos, mas nenhtim ter a base de lodas as
glorias, a que faz o principal mrito dos graneles
homens dos Estados Unidos : a vinude.
Continuamos. (Se alguera duvidar doconheci-
mento profundo qua Monroe tinha de seu paiz,
lea aprimeira mensagem.que dirigioao congresso).
Quera nos lem e|Cvado a esle feliz situgo
Diz elle. Como temos feilo a revolugo 1
Como temos remediado a falta do primei-
ro instrumento de nossa unio ? Fazendo passar
no governo nacional um poder sufJhiente para os
objeclos nacionaes, sem diminuir os justos direitos
dos estados e sem affeclar os dos individuos. Como
sustentamos a ultima guerra, a de 1814 contra os
inglezes ? O governo eslava as mos do povo
foi perianto ao povo eaos fiis depositarios de sua
confianca, que esle successo foi devido, se o povo
dos Eslados-Unidos tivesse sido educado am# prin-
cipio diftrenle, se tivesse sido menos instruido,
menos independenie e menos virtuoso, podealguam
crer que teamos proseguido com a raesraa conse-
quencia, leamos sido favorecido com o mesmo
successo '! Assim pois, em quanlo o corpo coosli-
luinte permanecer sao e conservar o vigor, nao lla-
vera perigo ; elle escolhr representa ules capazes
a liis para cada um dos ministerios.
Quem nao v. as linhas seguimos a sciencia
verdadeira das causas que trazem a queda dos es-
tados e das que, pelo contrario,Ihes servem de base
e de apoio os mais solidos".'
He somante quando o povo lorna-se ignorante
ou corrompido, quando degenera em populara, que
he incapaz de exercer sua soberana. A usurpagao
he ento fcil epparece logo o usurpador. O povo
lorna-se o instrumento voluntario do seu avilta-
mento ede sua ruina Prtame a nossa atlengo se
fi\e nesta grande causa c procuremos conserva-la
em toda a sua energa, e por todos os meios sabios
e constitucionaus,derrameniosa inslrucgo entre o
povo, como o melhor meio de conservar nossas li-
berdades.
Se Monroe volve os olhos para o exterior, tem
o mesmo olhar seguro, a mesma conlianca nos
principios fundamentaos do sen paiz. Os Kslados
Unidos sao ainda um posto nosso.
Nao temja forga, a fot tuna e talvez a confianga
era si das nages ja velhas. Convem que ellesse
fortifique longe dos combates, e nao se introraettam
com as outras nacoes, seno pelo inleresse do seu
commercio. Com Indo se ellas nao procuram a
guerra, seno querem prevalecer-seda sua forga
relativa sobre seus visinhos ou sobre paizes mais
remotos porem menos fortes, nao ha bom, nao he
digno que conten com sua fraqueza como um
apoio.
Devem fonficar-sa todos os dias e fazer ver ao
mundo que, se sao pacficos, be menos por temor
do que por um sentiraento inherente sua nalure-
za que procura a paz.
He por essa razo que, desde a primeira mensa-
gem, ve-se Monroe por em pratica esta mxima
de Tcito. Si vis paceui, para bellura.
Os perigos do exterior, diz elle, nao sao menos
da atlengo. Experimentando a sorte das outras
nagoes, os Estados Unidos podara ser novamente
arrastados guerra, e neste caso seria possivel
que o lira do inimigo fosse destruir nosso governo,
romper nossa unio e demolir-nos como naco.
Nossa distancia da Europa e a poltica justa, mo-
derada, pacifica do nosso governo podem ser urna
barreira contra esles perigos, mas aovemos preve-
nir-nos e preraunir-nos]contra elles.
... Devenios sustentar nossos]direitossem per-
der nossa honra e com ella talvez nossa liberdadess.
Um povo que falla a este dever pode apenas ser
contado em o numero das nagoes independenies.
A honra nacional he a propriedade nacional do mais
alio valor. Esle sentiraento gravado no espirito de
lodos os cidados e faz {forga nacional.
O receto de que os inimigos da liberdade consi-
gara semear a discordia entro seus concidados, ou
antes como elle o diz to enrgicamente, consigim
demoli-los como nago, Ihe faz pedir na mesma
mensagem que o congresso se oceupa activamente
a fortificar os porios, as pragas fortes e sobretudo
nada desprezar para tornar sua marinha mais lio
roseen te, afim de que se torne digna do futuro pros-
pero, que ludo faz presagiar sua patria ; e se os
F.sudos-Unidos sao hoje urna das maiores poten-
cias navaes dos dous continentes, foi Monroe o ins-
tigador desta ideia, foi elle quem a nutri, que
deu-lhe vida em sua intelligencia e velln na sua
execucocom urna paciencia e predilecto dignas da
grandeza dos seus resultados.
O principio da nointervengo foi desde o princi-
pio a base da poltica dos Estados-Unidos ; Mou-
roe respeitou o. Mas no pensamento desie grande
homem, a nao intervengao nao proceda de um
egosmo fri e criminoso ; era um sacrificio que se
fizia as necessidades de urna nago ainda nascente.
He sobretudo na guerra das colonias da A menea
do sul contri sua mi patria que mantfesla-se ate
a evidencia o respeilo consciencioso dos Estados-
Unidos polos seus principios.
No caso era que as colonias hespanbolas fizes-
sem sua independencia, diz Mouroe, he conveniente
annuuciar que o governo dos Eslados-Unidos nao
tem procurado nem aceitado dellis nenhuma vanta-
gem commercial de que nao gozem as mais nagies.
Neste caso, as colonias se lornariam estados inde-
pendemos, livres a nosso respeilo de qualquer em-
(ienho, de lodo o lago, aos quaes talvez nao podesse
ser do seu inleresse dar por base urna justa recipro-
cidade.
Os Estados-Unidos, por um iralado concluido
com a Hespanha, acabavam de adquirir ajFloriila ;
mas a Hespanha offendida deque o Estado-Uni-
dos livessem reconhecido a independencia das colo-
nias hespanbolas da America do sul, quera rom-
per esle tratado Kis-aqui com Monroe, em sua
mensagem de 1S19, se gloria com justa razan da
nobreza de sua conduela e como aprecia a da Hes-
panha :
a He charo au> ullios de lodo o mondo quo se
os Estados-Unidos livessem querido fazer conquistas
eengrandecer-se por esle meio, nao teram tido

nenhum motivo para concluir esle tratado ; felici-
tar-se-hiamda conducta que leve a Hespanha. Um
vasto campo se abrira a sua ambiguo. Mas seme-
Ibaote procedimento nao est de accordo com os
principios do nosso governo, ncm com os inleresses
da nossa nago.
E em algumas mais abaixo, accrescenta :
No meio da guerra civil entro a Hespanha e
suas colonias tomamos o maior cuidado em man-
ter as leis da neutralidade a mais imparcial. Nos-
sos portos foram aliarlos aos dous partidos e debai-
xo das mesmas condigoes. e nossos concidados
nao intervieram a favor nem de uns, nem de ou-
tros.
Mas se esle respeilo das leis e dos principios Ibes
impunba urna estrela nulralidade, nao poda on-
cadear seus coragoes. Nao poda fizer que esses
homens, que esse paiz, que tinha conquistado sua
independencia com a poma da espada o no meio
dos horrores da guerra civil, nao syrapalhisassem
ardenteraente com os colonos que marcbavam pelos
sem passos e eslavara perto de conseguir o mesmo
fim.
Por essa razo, em sua ultima mensagem de...
1824, depois de ler dado aos Gregos urna prova da
sympathia que os Estados-Unidos tinham pela sua
causa ; depois de ter verificado os felizes resultados
de suas tentativas para a aboligodo trafico dos ne-
gros, e depois de se ler felicitado de ver as fortili-
cagoes progrcdrein gradualmente, e do augmento
da marinha americana, estas duas ideias queridas
de Monroe, urna das quaes devia garantir seu paiz
das invasocs estrangeiras, e a outra abrir-lhe urna
fonte inexgolavel de riquezas, he bello ver os Estados
Unidos reconhecerem a face do do mundo a inde-
pendencia dos Estados emancipados.
Odanlo a lula era que se acham empenhados
nossos visinhos, be evidente que o poder da Hespa-
nha apenas se faz sentir....
Temos feito conhecer ao mundo inteiro o vivo
inleresse que lomamos, na independencia desses
Estados reconbecidos por nos, c nosso desejo he.
vo-los gozar de todos os direitos, que derivara des-
te reconhecimenlo, sobretudo o direito lo impor-
tante de estabelecerera alies mesmos o governo. que
melhor Ibes convem. o
Oissemos que a nao intervengao tal como com-
prehende Monroe, o praticavam os Estados-Uni-
dos, nao era o resultado de um egosmo fro a cri-
minoso ; por conseguinte lemos feito suppor que
elles interviriam todas as vezes que conviesse
honra, dignidade dos Estados-Unidos ; elles na-
da lem que discutir com a Europa ; respeitam-na ;
mas exigem tambem que ella os respeilo como aos
seus visinhos. Eis aqni as provas ;
o Separados, como estamos, da Europa pelo
Ocano Atlntico, nao temos nenhum inleresse as
guerras dos governos europeos, ncm nascansas que
as produzem ; de qualquer lado que se incline a
balanea dos poderes, suas oscillagocs nao podam
alleclar-nos.
Quanlo aos noves estallos americanos, nossa
posigo he difireme ; he impossivul que os gover-
nos europeus iiilervenham em os negocios desses es-
tados sem que isto nos diga respeilo.
Aqu termina a carreira poltica deste homem,
cuja vida foi inteiramente consagrada ao servigo do
A run-iriioeao do eililicui uta fcila era maii de ,
duas teieas parles.
i.iiiant i as estradas alem das txpluragoes a que
mandn proceder presidencia,alim de se determinar
a mais conveniente direcc,ao, que devera' ler a es-
trada regular que se projecla enlre a capital e a ci-
dade du Crato, cujo resultado o guveroo aguarda pa-
ra auxiliar a sua construccau,irabalha-se na aber-
tura de um ramal, que tem de ligar a villa de Ba-
turiie a' cidade do Ico, e nu grande aterro da estra-
da ile Siuro para onde, a' requisicaoda mesma pre-
sidencia, reniotteu o governo urna ponle de ferro.
Subsistiiido anda a razo que expuz no meu an-
terior relatorio, no i lem sido pussivel dar-te prin-
cipio aos Iraballios relativos aos exames e explora-
rles a que cumpre procedtr-se, uo menlo de levar-
se reilo a abertura de um canal navegavel que
comrauuiqae as aguas do rio de S. Francisco com as
do Jaguaribe, alravessando esla provincia al a ci-
dade de Aracaly, obra da mais subida importancia,
como enlao pouderei.
Todava o governo nao deu de mo a eile grande
projeclo, anlo- continua na iulenoao de faze-lo es-
lodar e de habililar-se, pela maueira mais completa
que fot possivel, pan olfcrecer a' vossa illuslrada
consiJerae.io o que parecer mais acertado, aflu de
que seja realUido.
Neste proposito, nao obstante ler ia' sido nomea-
do um ensenheiro para aquella provincia, tenciono
incumbir o exames e organiiarao da planta e do or-
camentu delta obra ao engenhuiro Fernando llal-
fed, logu que elle concluir os seus trahalhos relati-
vo ao rio de S. Francisco.
Kio Grande do Norte.
A cha-te qua.i inteiramente concluida a obra do
aterro do Salgado, e ja' o estaria, si o arrematante
da parte que resta nAo tivesse interrumpido os traba-
dlos, apro.untando reclamacoes que nao foram allen-
didas pela presidencia da provincia.
Vai dar-se principio a' cuustrncgdo de um cemile-
rio publico na capital.
Foram auxiliadas estas obras, neste exercicio, por
coola da despeza geral.
l'arahiba.
T*em continuado as obras das cadeias da capital e
de Maraanguape.
Pouco falta para a sua concluso.
Deu o governo, para auxiliar as obras publicas
ne 4:0003 pan consfuegao do um lazareto.
Pernambuco.
Pouco falta para concluirse u lazareto da ca-
pital.
Esta obra lem sido feita a' cosa dos cofres genes,
importando al o prsenle as suas despezas na quan-
lia de :l'J-.)u\-v. Sendo oreada- as que sao ainda ne-
cessarias em 3:0008, mandei por esta lominaa dispo-
sicao do presidente da proviocia.
Tornaudo-se urgente a con-lnieau de um novo
maladuuro na me-ina capital, visto "comu o existente
prejudicava a aalubridade publica, pela sua siiuaclo
nu centro da cidade, aulunsei aquella obra por cun-
ta dos cofres genes.
Deu-se-lbe principio iininedialamenle, e acha-se
ja' acabada e servindo a parle destinada para malan-
ga do gado.
Ponderando o presidente da provincia a conveni-
encia ile contratar-sc um euaenbeiro de reconheci-
das liabilitacoes e pratica, para ser cncarregad" da
direccao e in-pece.iu de toda as obras publicas, quer
eraes, quer proviuciaes, aulorisei para applicar ao
pagameulo de seus vencimentos, por cunta deste mi-
nisterio, a soinraa de i:OtK>^.
Fui concluida a ponle provisoria do Kecife, beni
como os atorros da enlradas e 220 palmos correles
du caes c rampa do lacio de palacio.
Para esta obra foi posta pelo enverno a' disposicao
do presidente a quautia de :!u:000>, 00 exercicio de
lS.VI 51; e a de liO:OiK)-) no pialado.
A sua despez*. al prnicipius de fevereiru ullimo,
imporluu em 7(k9Q>!60.
Aguardo smenle a chegada a', aquella proviucia
do engenheiru a qua me referi para expedir as or-
len- neces.aiias, alim de comerar-ie logo a cuns-
Iruccao da punte nova do Kecife dando-so o impul-
-- ^^-------.... ......,b 11-1 1 1,1, 1,-1 II. T '-IHII'I'-' ....,<.-
seu paiz. Vollado para a vida privada, seus hbitos i so, que merece e exiae urna obra de lainanha in-pur-
foram modestos, como os de todos estes Cicinatus laucia, e de tio retonheeid vaniagem publica.
Seraipe.
que a America lem tido a fortuna de fazer reviver.
Servem ao paiz, emquanlo ha difliculdades que ven-
cer, perigos que atlronlar e depois, sem luvatem
do poder urna cora de hera ou de lutim, vo ri-
far em paz no seio do suas familias, com a condi-
gc de que seus concidados pagaran as dividas que
houverem comrahido um servigo do estado ; foi o
que aconteceu a Monroe. Morreu pobre depois de
ter enriquecido seu paiz ; mas tambem leve a gloria
e a honra de morrer no dia do anniversatio da de-
clarago da independencia americana, i dejulho
de 1831.
(I'rase.)
IITSRIOR.
RIO DE JANEIRO.
Relatorio npresentadoa' assembla geral
legislativa, na quarta sessao da nona le-
gislatura, pelo ministro esecrelario de
estado dos negocios do imperio, Luiz
Pedteira do Couto Ferraz.
Cuulinuacilu.)
OBKAS PIPMCAS AS PROVINCIAS.
Amazonas.
O governo mandn applirar as obra- publicas mais
urgentes a somma de vikc-ikki no cumula exer-
cicio.
Na capital esta em cnnslruccdo urna ponte de raa-
deira sobre o Isarap da Diaria, e dea se principio
ao cemiterio publico.
Pora'.
Teem proseguido os trabadlos relativos a abertura
da estrada prujectada entre a capital e a villa de
Braganga, e qoe se dcver. completar pmlongando-se
pelo Turyaisu' a' cidade de Caxias no Maranbao.
He calculada a sua eilensao, entre os dous pontos
referidos em primeiro lunar, em cerca de it->,QUO
bracas.
Acha-se j prompta qua-i al meio, lendo sido ue-
ceisario cooslruir puntes sobie differeules igarapl
que a alravessam.
Esla e-Irada prestara grande utilidad* s relaces
cummerciaes, facilitando as cuiuraunicaces entre
punlus importantes de ambas aquellas provincia..
No correnle exercicio entibe provincia do Para',
para auxilio de*ta e outras obras de igual utilidade,
i somma de 10:0005000 pelos cofres geraes.
Maranlia'.
No artigoNavegajAo lateralIralei da obrada
abertura do ranal do Arapapaliv, que lem sido auxi-
liada pelos cofres geraes.
A estrada da barra da Corda a' Pedreira, qoe le-
ve principio no anno lindo, esli j aberla na exleu-
iAo de 12 leguas.
Falta, para ma couclusao, vencer-se a distancia de
7 legis.
E prolongando-sc al o porlu du t .abarra, noi campos
de Anajoloba.
Abrio-se oulra, du lugar denominadoI'rata i
raargem do C-urup), com a extensAu de quatru Ic-
goai.
Cootralou-se a limpeza t abertura de mais duas,
sendo urna dos campos de Caulanliede aos de Ana-
jalaba, e outra daquellemcsmo ponina Pedreira, nu
Allo-Mearim.
Coulinuam os trabalhos da que se est abrindo,
da cidade de Caxiai a' capital do l'iauhv.
Tendo-se organisado urna companhia com o fim
de abastecer de agua pulavel a capital, foram o
seus estatutos appr.ivados por decreto n. IT.m de (i i ranlido, cessar
de abril do crrenle auno.
Piauhy.
Fui dada por concluida, pelo respectivo contrala-
dur, a obra do furo do Iguaras.u', feita por conla
dos cofres gtras.
Nao lendo sido, porem. j-i!.- el < perfeita porania
commissau que a examinou, e-pera-seo resultado de I a do presdanle Pedreira, a terceira be a de Cau-
l'ara coiistrucgAo de urna casa deslinail.i a' resi-
dencia du presidenle, mandn o goveroo pr a' dis-
posic/io dcsle a quinlia de li:>->V.U.
Alagues.
Coiicluio-se urna parle do edificio desuado para
hospilal de r,n id ule, e nelli ja' se recolhcm e Ira-
latn cufermus desvalidol.
Teem contiuiiado as obras da matriz da capital.
Acha se qoasi inteiramente acabadu o cemiterio
publico da mesma capital, fallandn-llie apenas tra-
balhos accessorios.
Foram auxiliadas cssii obras, no crrenle exerci-
cio, por conla da drspeza geni.
Babia.
Teem continuado os trabalhos relativos t'segu-
ranga da inuntanba da capital em difiranles punios,
rslando ainda muilo por fazer-se.
Al o ullimo exercicio liuht u governo maiidailo
applicar a esto obra a totuma de 370:9773. No ac-
tual concedi mais a quaulia de -0:0005.
No artigoNavegacAo interna tuto dos Iraba-
Ihos que respeilam ao melboramenlo da navegacAo
dus ros (jequilinhonha e Pardu, para os quaes aulu-
nsou o goveroo, nu actual exercicio, a despeca de
0:000o.
Espirilo Santo.
Prosesuiram os trabalhos da estrada de Santa Ihe-
reza, desunida a facilitar aos habitantes de Maan-
ea, Kabira, CuuccicAu e oulros pontos da provincia
de Minas tieraess a commuuicag.io com o lillerel ; e
las inforinares recebidas consta que puaco falla
para sua cuuclusAu
No actual exerciciu can I m o governo applicar a
esla obra a quanlia de :0O0;.
liu estado das obras dos raines de I ua e Itaunat,
Iratei uo arliguNavegaco interna.
Kio de Janeiro.
Por decreto n. 1,735 de I!) da un en desle anuo,
foi o presideuleda provincia aulorisadu pelo gover-
no, em virlude da disposicAo do de n. 8M'J, de !_' de
-eieiuliio do anuo passadu, para garantir por prle
do mesmo governo a' cunpanbiaUnio e Industria
o juro de dous por cento, addicional ao que fura
concedido pela le provincial n. 51, de 5 de oulubro
de IS.Vi, para cunstruccAo e cu-leio de urna e-Irada
de canos, a qual, p.rtindu de Pelrop ilis, deve diri- i
2r le margein direita du rio Parahiba, defruule
da villa do mesmo nome.
Segundo as condigoes do respectivo contrato, ce-
lebrado pelo mesmo presidenle com o director da
referida companhia, devera' esla estrada tucar nu lu-
gar denominadoTres li.irr.i- e offcrecerein qual-
quer elacao cnmmodu e seguro transito, sendo o
\-tema de sua consIruccAo o mesmo qne lem ja'
adoptado a companhia.
A sua largura ser.,' de :I palmos, e a mxima de-
clividade longitudinal nAo exceder' o limite de
1,25, ou i por cento, salvo casos justificados, mas
niiiira em distancias maiores de 100 bragas. Oleilo
sera' calgado pelo lyilem de Mac-Adam, nu pro
oulro qua for mais "adaptado aoi iius da estrada. O
raio das curvas nunca sera' menor de t.*i braga-.
sendo dividida em duas secgdes, devora a primei-
ra de Pelropulis ao lugar, ou fazenda denominada
de Pedra do Rifaser inteiramente concluida e aber-
la ao transito publico no prazu de dous anuos: e a
segunda, deile ponto at a villa da Parahiba, no de
qualro.
Em loda a linha sera manlido um servico regular
de diligencias para passageiros.
Me garantido a companhia privilegio por O au-
ios, e u direilu de eslabelecer barreiras para cubrau-
c* de ama laxa sobre us carros e carruagens parti-
culares, animaes e quaesquer vehculo- de Iraus-
pnrte.
A garanta do uro he somante pelo capital que au
exceder de 3,000:000o.
Logo qua o fundo de reserva igualar io capital gl-
A segunda cumrcadu no anno de IK.iO por conta
dos cofres provinciaes presta-ae ja o lervco de car-
ros al a mar;em do nu Parahiba e villa d Vassou-
rai, e posto que nao se ache ainda inteiramente con-
cluida, e carrea de ser alargada e aperfeigoada em
multo- pontos, ja he de grande proveito lavoura
daquelle lado da provincia.
O respectivo presidente trata de activar ai obras
necessarias para raelhora-la cllicazmeule, para o que,
alcm de marcar ama consiguagan meinal avullada,
expedio ltimamente urdem de proreder-se ao era-
podiamento da ierra, alim de evitar, na estacan da.
anuas, us inconvenientes a que, em lemelluuies oc-
casiei, tica sujeita.
No ponto em que a estrada alravessa o rio Parahi-
ba, esta em cunslroccao nina grande parte por eno-
preza.
Esta estrada deve, segundo o seu plano e direecAo,
prulongar-se da margein daquelle rio at o ro Pe-
lo, limilrnphe da proviucia de Minas (eraes, passao-
do pelas freguezias das Ipiabas e lio Bonito, at on-
de acham-se fetos os e-tudos oecessarioi e abrrta
urna picada, da qual jt se aproveilarn tropas e caval-
leiroa.
As vanlageiis que lem esta estrada, raune-se a de
ser no futuro umilos mais feriis rainaes da estrada
de ferro de Pedro II.
A terceira estrada ja se acha contratada com em-
prezanos que raerecem fe, e quo preteudem orgau-
sr umt companhia para a sua conslrcgao e cos-
lein.
lem de partir do porto das Caixas ou de suas pro-
ximidades e de terminar na villa de Canlagallo, e
ser de valiosissima ulilidade para o commercio e
liara a lavoura dos municipios de llaburahy, Fnbur-
go e Canlagallo, na provincia do Kio de Janeiro, e
para o de alguus da provincia de Minas times, que
counam com o ultimo municipio ou Ihe estae pr-
ximos.
O lando capital desla empreza he de 3:600 conlos,
a a provincia do Kio de Janeiro, alem da cessAo da
respecliva harreira, garaule-llie o mnimo do juru de
7 por cenlo.
Projecla-se ainda na mesma provincia a abertura
de nma estrada desde a Inrra do rio llabopoana al
a do riheirAo de Sinln Eduardo.
Kealisado tal projeclo, ja esta estrada ser de mul-
ta vaniagem ; sua ulilidade porem subir de ponto
desde que se consiga nu fuluru prolonga-la al o Ca-
rangolla e Abre Campo, em Miuas Geraes.
Na provincia do Kio de Janeiro, alem do canal de
Campos a Macah, do qual tendea noticia, e que he
obra de grande vulto, e-t se abrindo oulro tambem
muito importante no municipio de Campos.
Me o canal do Nogneira, cum o quil tem a pro-
vincia despendido 196:000*.
Informaces competentes apresentam este canal
como um dos mais perfeilos desle genero, e deltas
consta qne toda a linha (cari concluida dentro de
um anno pouco mais ou meuos.
S. Paulo.
F.-lo-.e procedendo aos convenientes exames na
e-Irada da Coostituicao para Mallo (irosso.
O guverno aguarda o aeu resultado, afnn de expe-
dir as providencias que furem mais acertadas para o
seu melboramenlo.
Foram ordenados novos trabalhos de exploragao
na estrada da fabrica de ferru do lpauema au Vpi-
ranga.
Algamas mitras estradas da provincia foram repa-
radas e molduradas durante o ultime anno.
A quanlia cuusiguada no actual exercicio para obras
publicas desta provincia fui de t0:O0Ol.
Paran.
Na estrada da tiracio-a lieram-se dous importan-
tes melhoraiuenlos : o alallm que vai da Kurda do
Campo ao Taqu.irv, e o de-vio do morro do llixo.
lui-lhe dada pur emquanlo a largura necenaria
para o Intuito de cavalleiros, e acha--e tragada u di-
rectriz du proj-ctu.
loda esla e-lrada tem de ser feita por maneira que
se preste em lodas as eslaces rodageoj de seges e
cano-.
Construio-sc sobre o rio das l'edras urna excellen-
le ponto de S."> palmos de coiopriuiento e M dt lar-
gura.
O guverno matiiluii explorar a ierra prxima as
Ierras concedidas a SS. A.\. o surenissnnos princi-
pe e princcia de Joinville, alim dedescobrir a tini-
couvenienle dirercAu pura orna estrada de carrn que
ligue a culonia 11. Francisca i estrada geral qae cor-
la a provincia.
l.-la estrada interessara as Ires provincias du Pa-
ran', Sania Caihariua e S. Pedru.
Para ubras publica da mesma provincia fui con-
cedida pelo governo, no correnle excrciciu a quan-
lia de 17:0005.
Sania Catharina.
Cunliiiuaram os trabalhos das e-Iradas dai Tre
Barras a Cunliba, de i.ages, do l.iilural, o da que
seguo da provincia de S. Pedroa'do Paraua'.passaudo
por I.ages.
Na primeira lizerain se durante o ultimo anuo S
bragas de calgamento.
A seguuda foi iberia e limpa, na eilen-.iu de i
leguas e me.a, leudo 30 palmo* de largura, e de ranis
duas mil bracas uo morro de llajahi.
Na parle da V'arzea Grande para a colonia de San-
ta Isabel, furam calcadas mais de 300 bragas ; e em
diuVrenles pontos luerarn-se reparos.
Esta estrada tem de exteuso cerca de 3 le-
A do lilloral fui reparada em grande parte, bem
como, a do Morro dos Cavalloi ; e coustruiram-ie di-
versas pontea.
Na quarta lioalmente furam feilo- dilVerenles 1ra-
balhos, sendo us priucipaea na serra do EspigAo e uo
pago dus I.a-.'ano-, e duas punles.
Abnu-se uir.a picada dos Campos Novos aos Cori-
(ibauos, dando-se melhor direccAo ao anligo ca-
minho.
Coucliiio-se a picada do i'ijucas a' estrada de l.i-
ges, tendo pouco mais ou menos -0 leguas.
Mtlhorou-se o camiuho que das Tres Barras vai ttr
a c ionii de i). Fraucisca, e trahalha-se nu que des-
la colonia se dirige aos Piuheiros, passando pela fre-
guezia de l'aralv.
Kecouslroio-se a ponle da estrada do Cbalo), com
110 palmos de comprimenlo, e fe-se oulra ua praia
de l'ora.
Pruse^uio a obra do canal da Independencia.
O guveroo aulorisou para obras publicas desta
provincia a despeza de 30:000^ uo actual exer-
cicio.
S. Pedro.
Bailo em con.lrnccao, correudo as despezas pelos
cofres geraes, duas pontes na estrada geral de Santo
Anteojo da Patrulbasubre os passus du Ferreiru e do
Meio.
No correle exerciciu poz o governo a' disposicao
.lo presi tente a quanlia de 0:000.-) para obras pa-
bhcas e exploraces de mina- carbonferas.
Millas Geraes.
No meu anterior relatorio deelarci-vos que, leudo
o presidente da provincia encarregado um engenhei-
ro de proceder aos exames e observacoes necessarias,
alim de verilicar-se qual u inelhur ruino que convi-
na dar-se a' e-trada prujectada, no intuito de abrir
facis comraonicages entre o lilloral e os munici-
pios de Mananoa, llabira, ConceicAo e outros, par-
lindo a dila eilrada do primeiro desle poni, e de-
vendo encontrar-so com a de Sania Thereza, que
esla' qoasi concluida, na provincia du Espritu Sanio,
apreseutara aquelle eugenheiro os seus trabalhos,
que se acham annexos au mesmo relaturio.
Parecendo que a direcgo c plano por elle apre-
sen lados salisfa/em ao fim preteu lidu, mandei appli-
car ao- primeires trabalhos da estrada a quanlia de
6:600-). Ja esla' aberta na exteosAo de perlo de tres
leguas, cun a metade da largura que devera' ler.
O prerideiite da provincia, alim de se completaren)
os esludos sobre u mais conveniente aliuhamenlo da
Joauesia ao Cuith, e desle puni a' Nalividaie, in-
cumbi oulro engciiheiro dos Irabalhus necenarioi,
que em parle ja esli feilo>.
Entra ai obras que se execulam para melhorameu-
a eaianlia do juro, e bem assim a i lo de diversas estradas, merecem especial mengo as
propriedade da estrada e dos sem accessorioi, passan-i do Falcao e do Duro Brauco a Queluz e Barba-
do ella a ser do demiiro publico. cena,
Alem desla eslrada, outras duas appropriadas Sendo ellas concluidas segundos planos ullima-
rodagem de carros se prepara, na provincia du Kio meule adoptados, licarAo ligadas pur nina eslrala de
de Janeiro, e Irala-se de dar comeen a nma terceira. ( carros a capital e ai importantes povoagoei que Ule
As duas pri'i.eiras sAo as estradas dt llaogaralibl e mUo prximas, a' estrada da Parahibuiia, que a com-
novos exames para se resolver a tal respeilo.
Teve algum adianlamentu a consiruccau da matriz
da capital, que lem sido auviliala pelos cofre- ge-
raes.
Neste exercicio poz-sc a' dtsuoaicRo do pre-i tente
da provincia a quaulia de ." : Hlll-^'HU para a compra
du palacio da presidencia, alem da quanlia da
11:0003 para ubras publica- em geral.
Ce.ua'.
Para ser applirada s obras publica- nesta provin-
cii, aulorisou o governo, no cnenle e&erciciu a
despera de 12:0000.
Ainda se oSo acba concluida a ponle do deaein-
birqut ni capital, em raaao de leiem lidu llgamaW
inlirrnpges os reipectivus Irabalbo^, nos quaes se
prosegue.
A obra da cjJeij da me-titj rjpilal lem progre-
didu.
lagallo.
A primeira tem de servir mais iinmedialamciile
para a imporlacao dos pro lucios dos inuiiicipius de
S. Juau do Principe, Kio Claro, Barra Manta, l'ira-
' e Reteade, da provincia do Kio de Janeiro ; do i
llauanal c Arrias da provincia de 8. Paulo, e de al- I
goni do sal da provincia de Mina- Geraes.
l-l sendo consiruida por tima companhia orga-
nisada pelo desembargador Joaijuim Jet Pacheco, Ira
cun n fundo capital di li.MKl conloa, em virlude de
conees-Au da piesideiivia da provincia,
II i cerca de um anuo rouiecaram os eugabeirati
da i uinp tnln i oe primeiros e-iu 1 o, --,11,1,, a,
iiiiorui n ,,-. que me foram prestnle-, a primeira -ee-
(So que va do porlu de Mangaraliba a S. JoAo do
Principe, deve ser aberla au Iraniilo de carros em
sttembro ou oulubro du correnle anno. Nesla obra
lempregaiu-se aclualmeule 1,300 operarios.
panbianiio e ludu-lriatrata de melhorar al a
cidade de irlncena, vencendo-ie pur aquello mu-
do as dilliculdades das alcanllladaa verras du duro
Brinco e Itilaia ; e, anda inai-, depoil de rcilisada
p-'la raetni companhia a estrada do Parahiliuna ao
Parahibi, e desle ponto a Pelrop d:-, ler-se-lu una
va completa [,,:., transilu de carros, desde a cidada
il lliiiu Prelu ate l'clrupoli..
Aeaau.-e era coii-lruceau ililletcuks pontea, e ou-
em reparos.
Guyaz.
Para -er aptdirada is obras de e.liada., do pren-
di de .-aula l.eip ,1 lua, o relativas ao melhoranieu-
to da uavegagao lluvial, cuncedeu o governo, no pr-
senle exercicio. a -omina de -J1I:(J003.
Acham-sa em ronrncgAo Ires e-lrada cuiuegadas
no anno pastado.
I.'iua dingindu-se da capital a' villa do Pilar, pela
qual ficara' reda/ida a 22 leguas a disiaucia eulre
MUTIDSDtT
ses dous pontos, que era de 6 a 8 pelas ruius pi-
cadas que h ivi.iin.
t luir para carros, parlindn tambem da capital e
seguindu pela serra Dourada al a ponte do rio I ru-
bu. Para sua conclui.lo faltam aptnas 6(2 bragas.
Na liuha desla eslrada foram reedificadas a dita
ponle du Urub, a do ribeirao dos Bogre e a do
rio Bacalhao, e construidas uulra com 50 palmos de
comprmanlo sobre o ribeirao das Areiai, e mais doas
pequeas sobre os corregos do Bocaina e do Urub.
A terceira estrada em con-iruceau dirige-se da
mesma capital a' freguezia de Campias, ira linha da
de S. Paulo.
I rata-, e i nal me n le de construir oulra pan a villa
de Jangua', na linha da de Minas.
ESTRADAS DE FERRO.
Eslrada de D. Pedro II.
Comegarei hoje este artigo iuformando-vos cum a
maior salisfagAo qae i companhia que o governu
tratava o annu passado de eucorporar, foi com el-
feilo organisada, e qae, mediante a actividade e
intelligencia de sua directora, lera ella marchado
com a conveniente regularidade.
Essa directora eutrou no exercicio de snas func-
gaes a z' de agosto daquelle anno.
Effecluau-se a subscnpgAo para as aegoes, com
tal promplulAo e em tao larga escala, que foi misler
insano trabalho. muita dedicagaoe esfurgo da parta
dos dignos cidadAosa quem o goveroo incumbi a
trela de promover a fundagAo da companhia, para
fazerem as reduegoes qoe eram indispensaveis no
numero dos pedidos, alim de nAo excederem a som-
ma de doze mil couloi de rii, que forma o capital
exigido as inslrucres do governo e respectivos es-
tatuios.
Os estatuios tiveram, depois da vossa ultima reu-
ui.'io. o additameolo que encunlrareis nos anueos,
no intuito de crear um fundo de reserva.
Era urna necessidade que nao poda deixar de ser
atlcndida e que u foi pur aquelle acto, em virlude
de represenlagAu da directora, com ai vistas de fir-
mar melhor futuro da companhia.
Tendo o governo Iran.-ferido a mesma companhia
o contrato celebrado em Londres com Eduardo Pn-
ce para can-1 rucean da primeira secgAo da eslndl,
realisou ella iinuiedi.i lamente a entrada pera o Ihe-
souro nacional da quanlia de ri. i : i i 'ol i cor-
respondile i somma de 50,000 libras esterlinas que
0 tbesouro fuera adianlar em Londres; e tem sido
sollicila em providenciar de sorte que, as pocas
exigidas nAo faltem, lauto aqoi cumo uaqnella pra-
c i. os funJosneceiiarios pan os avuliados pagamen-
lui que Ihe cumpre fazer.
Os trabalhos da eslrada proseguem regularmente.
le de esperar que d'ora am diaule continen) por
maneira aiuda melhor, removido! como ia acham
muilo- dos embarace-, qae em geni -turv.uii no
seu principio a emprea desta ordem e uulros pro-
venientes de circunstancias cspeciaei.
Seodu obrigado o empresario, como sabis, a con-
cluir loda- as obras que cnnlralou, desde a corte ale
Belm, em agosto de 1857, tem elle ltimamente,
segundo as informagSes que me haotido presentas,
dado tal impulso aos Irabalhos, qne nnlro bem fon-
dada ctpcranca de que os terminan dentro desse
prazo.
Sendo assim, nao est longe a poca em qoe se
principiar a gozar cm mais larga escala os benefi-
cios resultante! de urna via frrea, qae, ao pisso
que rnneorrerao para o engrandecimenlo do paiz,
devem alleitar o seu adianlamento aos olhos do
mondo.
Desde que eiliver concluida esta primeira secgAu,
lie de crer que a empreza seja alimentada por ara
irafegn que, quando ioteiramente nao faga cetsar,
ludo uienus altenuc os sacrilicios do tbesouro, no
Incaute a earaulla do juro.
Osesrlaresimenlus que lanho obtido de pessoa-
competeuL's no exame [opagraphico das estradas e
municipios de Serra acuna, nos pontvs que ido cu
podem ser convergentes para o tronco que forma a
dita ieer.au), me fazem pensar que loda uu quasi lo-
da a pruduegoque actualmente vein ter a diversos
lugares du men .: le nona baha lucrara, urna vez
transportada pela via frrea, alm do frele que paga
pur agua, urna cxIeusAo de a 5 leguas qne preseu-
lemeule he ohrigada a percorrer as costas de ani-
maes ; dahi as vanlageiis tncalculaveii que desde lo-
go i uossa lavoura hilo de provir, encuutrandu ua
estrada de ferro maior celeridade, mais baraten e
segoranca.
A falta qae de palios e boas aguas soffrem as tro-
pas que de-ecm a ierra, a perda de animaes delta
procedente, as despezas torea lo. daquellas 2 a .> le-
guas, o frele du carnioho por agua, c o desembarque
nos trapiches, ludo isto me leva a admillir a upini.li
que acabo de ennunciar.
Ala ii tem me tambem nella a r on-i leraeao, de que
removidos pela constrncgAo da primeira seecAo os
inconvenientes a ponalo-, pode-se orgar a diminui-
gao dos gastos de transporte era 300 a 500 ris por
arroba, ao paisu que s lerAo de pagar 180 ris as
cargas que -e niili-arem de loda a linha, e menos
anda as de nma circularao parcial.
Se agora alteudermos a qoe se pode calcular em
cerca de 5 milhrs de arrobas as cargas que pas-am
pela primeira secgau ; e que pagando, em urna ex-
ttnio de y leguas, 20 res por arroba em cada le-
gua, devem produzir annualmente a renda brnla de
'.'00 conlos, quanlia pur cerlo tullicienle para cobrir
as despezas de cu-lee c deixar um dividendo supe-
rior a 7 por cento, nAo podaremos deixar de coovir
qoe he fundada a opinao que manifeilei.
A conlinuacao da estrada alravez da cordilheira
geral, ale chegar aoi limites designado! no reipectivu
conlratu, he objeclo de serios esludos.
Duus meiei te apresenlavam para levantar os pla-
iio- e traen definitivo : um cuntalo por empreitada;
para a qual recebeu a companhia duas proposlas ,
ou o en-.ajmenlo de engenheiros habis eesprten-
les em trabalhos desla nalureza.
De accordo com o parecer do eogenheiro em die-
re das obrai dai estradas de ferro C. B. Lae, que
sempre susteulou o tegundo expediente, adoptou o
governo a deliberarlo da directora, de prefer -lu.
por muilo mais sezuro.
lie inili-peii-avel que os trabalhos desla nalureza
sejam levados a tal grao de perfeigo que permiltaui
a organisarao de orramenloi especificados, sem os
quaes ninguem pode contratar com a devida siguran-
ea a constroccAo de qualquer obra importante e nie-
noi anda a de urna eslrada de ferro.
Esla necessidade ainda mais urgentemente se fa-
zia sentir, tratando-se de trabalhos que deviam ser
elfectuados em urna aerra pouco esludada e onde n
trago ou estrida tem de encontrar forgosimiole dif
flculda es, e exigir mais elevada dispeza.
Encelar, em laes circumslancias, semelhanles Ira-
balhus sem 11 mu- definitivos i muilo exacto-, equi-
valeria a arriscar a sorle futan da companbia com-
prometiendo seus mais vlaes interessti.
Nada menos traria do qae a necessidade indeeli-
navel de deixar aos executore a faeoldade de alte-
raren) o alinhamonlo proposlo; e nAo ha quem ig-
nore quanlo semelhanle faculdade pode, em um tem
numero de casos, ser funestistima s companhias,
que assim te obrigam a despezas de um alcance in-
calculivel, na mor parte dos casos, em proveilo dos
conlratadores.
Para que se posaa porm evitar este mal, exigindo
dos conlratadores qae nao se alla-tem dos planos
adoptados nem urna linha, e prohibindo-lhes todo e
qnalquer desvio, forga he que ai exploragei e ieu
resultado inspirem a mais decidida confianga.
Esta s se pode dar mediante exames feitos de-
baixo da mus immediata direegao dot inleres-
sadoi.
Caiiara, he verdade, esle expediente talvez mais
algumas dezenas de conlos de ris; mas ser, ainda
anim, urna despeza econmica, purqoe poupara u
sacrificio de mnii av ntidas somma-.
Ne-tas vistas mandou a companhia contratar en-
genheiros, que a esla hora devem estar em viagein
ou em vesperal de tmprehendi-la.
Devo agora communicar-vos que o contrato cele-
brado em Londres com Eduardo Price sollreu na
sua execucau dual modilicages importantes.
Por aquelle conlralo liuha o eniprezario a facnl-
dade de admillir declives al a laxa de 1:45; laxa
que nubera admi-.-ivel as passagens de grandes ier-
ras, sen.i em planicies um verdadeiro conlrasenso,
prejodicialiisiino aos inleresses da curnpanhia|que>s-
1 sim ver-se-hia arriscada a maiores despezas.
Tio grave inconveniente n.lo leudo escapado nem
direrturia, nem ai ensenheiro Lae, foi esle nx
ruiiibi o pelo governo de eulender-se com Edoaruo
| Pnce, que deu una p.ova de sua boa fe aceitan ju a
i niti.liiracau prop ;tla, e obnaaudo se a conservar us
i declive- sempre abano de 1 por IDO, e ua maior
I parle da e-Irada de I por tj.
Oulra laculdade exisle ainda nu contrato, ni
unamente ampia, lal lie. a de alterar nalinh jiuenlo.
.Mu aderece porm e>ta. felizmente, maiores in-
convenientes, porqne os esludos olan,une,ite fritos
nao aconielham grandes desvos da linha mais cur-
ia, pois que sendo as nicas difliculdades brejos a
aterrar e pequeos Montea separados, he. do in'.eresse
dn proprio emprezaio escolher a direccao m?.s bre-
ve que for pralicavel.
Ambas estas facnldades foi,un devidas i insolb
ciencia de esludos do terreno e a falta do trago de-
linilivo da eslrada.
|--lo taz com qoe a emprezario julgasse preciso,


1
qu indo em Londres contratan a abra, preravor-se
eoiilr.i !ii.>;.|: r evrniu.lidade de accidenta de ter-
reno que nAo ronhecin.
A segunda alteracAo feila ao contraa consisti
em mudar-te a localidade escolhida para a estacan
Icrminal ea directo do ramal servido por aninaes,
que des eslavo deve ir ler a um poni do til-
lora!.
O estado profundo, que ltimamente ie fet dos
terreno, provou que o quarleirAo entre as roa* de
S. Diogo, Principee Sau'Anua citaree. a rea oais
esparca e a tarm mai apn.priida par tslicAo,
embota o fronlispirio (Icaise maii vistoso no lunar
anteriormente prnjectado, entre is ras da 8. Dra-
go a S. Pedro.
Kecoiiheeeutse tambem que a dircnao do ramal
para a Praioha pode nielhor salisfaier, do que o do
Yaltongo, is necesidades do eoruinerrio.
Nao drvo concluir este artigo sera declirar-voi
qae, na ao.enca da Mr. Pitee, ilguu ibusol se li-
nham luirodoiido na exeeocao dos Irabalhos, cuii-
iri os qaaes ta lempre reclamado i directora Jdi
cnmpanhli.
O governo nio lem clisado de prestar eflicaz
apoto i e.s k reclairnc/ies, e folgo de intarm.r-vo
qaa, ni fisca|i,arao das obras, tmale o prsenle
encontrado sempre no seu engenheiro em cliefe C.
O. |..ine, um exrelleota auxiliar, tanto pelo seo ze-
ta e deriicacAo, como por sua inlelligencia.
Algn deale* abosts lem censado com a chegada
do emprezirin Pnce, e lia bem fundadas cperau-
cas de que ella curiara' d'uma vei qu.ic.quer ou-
lros.
En lodo o caso, o enverne isla' re (olvido a conti-
nar I prastar a' rompanhia a soa enrgica coope-
rario para qoe, a prmeira serrilo da estrada de
'rra teja ronstruija por manelra correspondente a'
mina que com ella e despende.
A estac/io final da prmeira secc,Ao deve ser, pelo
contrato, mentada no ponto mais eonvenienle do
laxar denominado Belero.
Nao foi porem este ponto anda eseolhitlo pela di-
rectora a'espera da planta.
Estrada de Pero.mbori.
Nolinei-xos, em nieu nllimn rer lorio, as espe-
ranzas qoe linha, riequella epoc, de ver em breve
orginisadi definitivamente em l.oi dres a compa-
nhi.i qaa lem de construir e cuslear isla estrada.
Iloje cabe-me o pnzer de inforrr ar-vos que a-
pe/ai dealguma demora, qoc tornoi -se inevitavel
raalisaram-se as esperances do gover 10, achando-se
ja cuutralados e encelados os liahalh s da via frrea
qoe tanto deve concorrer para a pro peridade e en-
gran te. miento de urna das mais ir portantes pro-
vincias, e da qual tambem minias vt nlngtns resul-
taran) am geral ao imperio.
A mauguracAo dos Irabalhos leve .lujar em Per-
narobuco, no dia 7 de selimbro do anno pas'ado,
na ilha do ISogoeira, da capital da provincia, sob a
direerao de leorge Forness, aeente da compaohla a
por ella-asloriado para aqoelle acto.
A 8 de fevereiro desle auno foram laucadas no
mercado as cees da companhia, e tal foi a deman-
da, qoe 48.COO. se veuderam logo era Londres, sen-
do reservada* para o Brasil 12.000, das qoaes foi
portador o concesionario Alfredo de Mornay.
Da l-J.oou acedes foram distribuidas em Pernarn-
beeo mais de 4.000, e tomadas nesla corle toda as
restantes.
O arle- que (em sido expedidos para a realiic,Ao
desta eropreza sao, alera da l.ei de ti de juoho ita
IKj- *ni que se baseuu a conceAo, e da de n. "fl't
de .'i de outnbro de 18.Y1 que permillio as alterarles
no primeiro contrato, o decreto de 7 de agosto de
1852, que cor.cedeu o privilegio ; o de llideooto-
bro de 1853 que moditiroo o antecedente ; e outro
da inesina dala epprovando os seus estatuios e final-
mente as anodfyracoes e declaraciVs eonstaoles do
decreto n. 1,629 de 11 de agosto de 1855, que ele-
voo a um mximo provisorio o seo capital e fez ou-
traa dectaraee indispeusaveis para se nao retardar
oa antes para tornar realisavel a conslruccao desta
estrada de ferro.
Estrada da lta hia.
rrara ja aprsenla do. aogoverno imperial ns pla-
nos a o orcamento das obras da estrada.
SJo Ir.ibalhos notaveis pela sua clareza e nitidez,
tallos pelo acreditado engenheiro nglez Vignolles,
e que, depois de eliminados pelo engenheiro Firmo
Jos da Mello, eque, de ordera do presidente da Ba-
lita, icoropauhara todos os exames e explorarles, e
e lem dedicado especialmente a este objecto, e de-
pois de revistos e aceito, pelo engenheuo superin-
tendente das obras da estrada de ferro de D. Pedro
II, C B. Laoe,forem de accordo com o parecer, des.
le, sanecionadoa e approvados pelo govcrnn imperi-
al, reservando algomas modificarse propostas pan,
seiero decididas em Londres.
O empresario, a vista de seraelhante resultado,
esta ditposlo a dar em breve comeen aos Irabalhos
ao passo que un Londres se trata de organisar defi-
livaraente a companhia, que lem de tomar en
cargo as despezas de conslr u.-r.lo e custeio da mesma
estrada, e cuja mesa .te directores ja' esta' esco-
llnda.
Algamas alteraces se fizeram as eondiee decreto de conccssAo desta estrada, sendo a atis irri-
portanle a que lixou provisoriamente o seu capital
no mximo, a qae me referi no relatara do anno
passado, e alem do qual em hypolhese alguma he
garantido o juro por que se obrigou o governo.
Ao formar. > a mesa dos director occorreram
algunas duvidas, relativamente a execucao do con-
trato.
Prudentemente assentou o ministro do B'asil em
Londres que sobre ellas devia consultar o governo,
antes da enrorpnrarn definitiva da eompatihia e do
levanlamcnlo dos respectivos fundos.
Recebidas estas duvidas ltimamente, ser3o resol-
vidas dentro de poneos dias ; e treta, a visla das in-
formacSes qoe tenho presentes, que logo, depois de
cheear a sua solucao aquella cidade, tara' lugar a
enlistan das acees e leremot em andamento mais
urna importante estrada.
Estrada de S. Paulo.
Tendo a lei o. bo\S de 12 de salembro do anno
passado, aulorisado o governo para contratar a en-
rorporic,ao de urna companhia que real zasse a cons-
truc(o de urna estrada de ferro entre o porto de
Saulos e a di villa Jundialiy, di provincii de SAo
l loto, e achando-se concluidos os estudoi a exp;o-
rac.de indispeusaveis para dar-se comeeo a este
grande inellioramenlo, foran. prsenles ao governo
os respectivos (rabalhus, e bem assim ama prnposla
assiznadi pelo marqurz de Monl'Alegre, pelo baran
de M.iua e pelo conselheiro Jos Antonio Piraenta
Bueno declarando as coudifoe, mediante as qoaes
toruariam a si a ..rs;inisai;,lo de ama compaulua,
nos termos da referida lei.
Tenooja sido ouvida a eco.ii do conselho d'esta-
do dos negocios do imperio, sobre esla estrada, e
concordando guveruo com os proponenles sobre
o> pontos mais importantes, ell'ectuou a concessao
sob as conduces que mandei anuexar a este rela-
lorio.
Destas c-.nHiei.es veris :
I." Qm a estrada de ferro deve partir dai visi-
nhancas da cidade de Sanios, appro.iiuar-ie da de
-.. n ,ern"n"r "* Ti"a de Jundiahy.
-." ',lue os emprezarios 56 coinpromettem a orga-
insar a companhia ora do paiz dentro do praio de
dois anuos, sob pana de caducidad!.
3.- Qae o governo mantera a companhia que or-
Htiiser o privilegio por 90 annos, aulorisado pela
tai, mas qae so se comprometi i garantir o juro de
.1 por cenlo, a eiernplo do quepraticoo com a com-
panhia da estrada de ferro da l). Pedro II, pelo
prato de 33 annos, redoaindo tombem todos os uu-
tros fevures aos termos cora que feram concedidos
aquella companhia.
!. Qae o mximo capital gozando de garanta foi
Ijxailo em dons milhes de libras stariinas ao cimbio
da 37, apeuas provisoriamente, como se procedea
com as estradas de ferro da Baha e feruarabuco.
Hesla-me luformarvos que estada be urna
daqoellas que lem dianle de si a perspectiva da un,
futuro brlhanle muito mais prximo.
Nao pode duvidar desta verdade qaeui conhecir as
torcas da prodcelo de nove importantes municipios
de S. Paolo, a qual tara de aproveilar toda a via fr-
rea, e que ora lula at chegar ao porto de embar-
que com os maiores embaracos, com muitas despe-
zas e prejuizos ; quera alleurier a prodcelo de ou-
tro municipios que deve percorrer parte da mesma
linha ; quem hnalinente levar em conla o numero
de cerca da qaareula mil cavalleiros que dorante o
anno pissam pela barreira do Cubatao, e a qnant-
dade dos gneros miiniripius e a moitos nutro da referida proviocia,
e da de Mioas a Mallo tirosso.
Toda e-,a produecao calculada em um dos relato-
ros da presidencia de S. Paulo em per lo de 580,
arrobas nos 3 annos mais prximos, a toda essa im-
porl.-icao oreada em um milhao de arrobas bao de ser
augmentadas com a linha frrea, para alia hao de
convergir directamente oa por meio de raraaes, e o
numero de passageiros ha de crescer.
Lodo estes elementos reunidos a-segoram de ante
mito ama rauda annoa superior as despezas do cos-
alo, a um dividendo satisfactorio, cima da garanta
do governo.
A aasembla provincial di S. Paulo, lio compene-
trada esla da importancia desia estrada que, alcm do
garauti-la tambem com o juro addicional de 2 por
eento ao anno, acaba de representar ao governo, pe-
dmdu urgencia na concciiao do privilegio e dos mais
lavores que deven, preceder a organisaeAo da com-
paubia.
Estrada de Mau.
Acha-se concluido o Irilhu que faltava, quando
vo. aprsente, o rclalorib do auno passado, para que
esta estrada cbega.se aleta rai da serra de Pelropo-
lls.
Foi por ronseguinlc augm
rom mais !t."ll l.r.iea. de estn
i'oii'truirein-se duas poules, e
preferencia Ijollo fabricado i
ronsiderado igual ao que do m
vir da Europa.
Toda a linha lera-se conservado etn bom eslado e
o relo de ter resistido as grandes endientes que hu'u-
ve no ultimo nno. urna das qoaes fui superior a lu-
das as que se lem observado desde 1834, muito depoa
a favor da solidez das ubras de urna linha frrea sin-
gela qoe, r.instruida sobre um terreno de pessima qoa-
lidade, trabalha comludo lia mais de dous anuos sem
inlerrupeil.i ,|e um so dia.
As estaees desta eslrada sAo taitas rom batanle
largoeza, conlendo Mparasul ediflicios de ferro.
Alm da graorJe eslacAo da Praiuha, possue a rom.
paiiliia urna junto a punle de Man, oulra m Pe-
tropslis, .mira no principio ria villa Therera ; e ha
ponco termiiiii-e,oa rair ila erra, ama qae e eom-
plo de tr -rriu ie armoreni de ferro viiidns .le lu-
lilerra.
Narac 3 romp.inh.1, alem .listo, o numero di lo-
TII'O D5 FERMIIUGO SfBABO 13 l DEZdRMO Bl lg,|
goni
por
I fa
O
I'.."
as
I
qua
er
que
lis
romoliva, dn ra reigcna para pass-igeiros, c de Wa-
'~l para carga fe para aterro, BulDctente, ao mono
algons annoS, pn 'odu o sel vico que se obrigoo
izer.
seu tiem nuriliino eraprfegado no transporta .ie
lageiros culi"! esla corle e o pollo de ALma' e-t
mes mas ctri'iiiuslaticia..
.'ossue tarabeui una olaril em poni grande, que
anda n anuo paludo produno TSS.liiiO lijollus, na
"si fabrira-se excelleule lijollo de fogo, que pe c
aqu vendido por mrlade do proco que cusa t
> vem de fora .10 pair.
a de crer que esla alarla 1* torne una fonte
. renda para a Rompanhia, ao pasa* queja silesia o
espirito industrial e previdenie do prestante cidaoAo,
o l.ai.io de Miua', 1 eujos esforros e actividad! sao
"idus estes eoptros grandes mtlhoranieutos intro-
dos no nosso paiz.
Huraa o anuo prximo passado lran>ilaram pela
'ha frrea 31,.'182 passageiros, produzindo a renda
-.. 125,79(i9800, da qual, deiu/nsaJo-se a quota do
cirro do servio di serri 47:a^0f500, coube a com-
panhia a ~.:11111.a de 79:546930i>.
O transporte de cargas predozio, em igual espaeo
enda brotad IVI:433;7lHt. dqual perleneeni'a
ola dos carros da ierra ti9:titl458!H), e a eompanhll
'828$9I0, que com o produelo das pauagen, deu
i re-nliado a reecila aeral d 167:3759210.
No cusleio da tetrada nilo falharam o* clculos an-
iorioenle taiti, visto como regularam a pouco
nos de lO^utHOOO por mez, licuido, por conse-
jiate, de renda liquida applicave a dividendo, so-
enl a qoantia de pouco mais de 48:0000000, 011
oca de dous o meio sobre o capilal realisado.
Este resultado, porem, nio deve desacoroeoar
- companhia, coja directora llluslrada e relleinia
confia no futuro, e. em minha opmAo, confia bem,
Mdi um ladof-se realisarem as eeperanca que
nolre seu presidente, de ievar os trilitos de ferro at
a cima di ierra, aproveilando, como forja motriz,
para o servieo co 1 planes inclinados, quedas d'aeoa
que a mesma ser a offerere em varios lugares, como
liga exeqoivel, a vista das experiencias feiaa em
mir.ll.. .r-ila __,1. ,..,.... 1 ,... -ir.-i.-___ _.
.que as imaginaran 011 as tem acreditado. Espirito!
ilquidos, moroso da novidade.mais injorowa an-
da de si meamos ; ir.m-fug di verdade ralbolica,
a qoal loinam moa |.....,. ,|e .eus dogmas para per-
turbar a uulia por urna falsa liga respirilos ardeu-
les, iofaligaveta em disputar e escrever, sao lilhos
rebelde que dilareram o seio de tu- inai e exciuein-
se da heranea. Nao sorcedendo a iiinguein, e li-
rando ile si meamos a -na
rida le, a eaperanca da le.
de
dev
do/
lili
de
J"
j-.p,. v,,^...,.,! -i-.,, ..... experiencias lenas em
pequea escala ; ede oulro lador(T-cluando-se
a conslrurrao da estrada de rodagem de Petropolis ao
rio Prahxba, ltimamente conlralada rom o nieto
activo presidente da companhiaL'niAo e Indus-
lada qual f-i lo em outro lagar), e que pndero-
-mente concorrer para assecurar a linha de Mana'
um Iratagu abundante, de passageiros e cargas,
'('ontimiar-xe-ha. 1

PAGINA AVULSA
BI USIsii
Quantu sao injustos para com nosco Se dis-
semos qoeos E:;ms. bispo, e presidente smolaram
ao infeliz mojo Jacinlho Jos de Veras, foi porque
realmentesmolaram ; mas 11A0 appreramns e
nem o deviamos fazer ) o vulto do obulo, que esses
senhores volnntansmenle deram ao neressiladn :
um sceitil, se pcisivel for, dado pelo amor de Dos
tem um peso om milhao de vezes mais cnnsideravel
do que essas e-molas distribuida por ostentado,
que signifieam jantesopulenciado qoecanda-
de. O nosso conejos para com o Exms. Srs.
biipo e presidente sao lilho da submissao e respei-
to que a elle, de vem..s; cortejamos com honeslida-
de, e -i-n le/. ; nio Ihes somos importunos com os
nossos cortejos, e (odavia corre-nos o dever de os
eortejarmos, pirrque em lodos os lempos a virtnde, e
o mrito foram siempre dignos de cortejos.
Soubemosl a poucos momentos onde exialem
(oilhermina e I osa, essas dn.s meninas, que sua
mai as jolgava pinfidas ; podemos adan.;..r que al
o presente perra inecem em casas de familias hones-
tas, como a de onde se retiraran!.
A roa do l|opcio parece urna dessas mas on-
de esiao Irsbalhando moilas fabricas de papel, por-
que nanea vimoi tanta porcAo d pedacos de papel
de todas as coreslespalhades pela roa ; muito per-
demos n8o ter Urna companhia deIrapeiros, que
trale da limpeza da ruis, e das praeas.
Consta-nos que o vapor de reboque uCapiba-
ribeo fez a na prmeira experiencia com o vapor o
melhor possivel.I rebocando um hxate americano
para fora do por|o, e trazendo um bneue ingle/.
Consta-nos mais, qoe o mesmo vapor vai a
Itamaraca' e pretrndem sguir nelle muilos passa-
geiros. que para all vAo deslruclar a festa.
Fallecen na quarta fnra, segundo nos disse-
ram um capil.lo de navio trance/., e foi sepultado no
cemiterio publico, acompanliando o atante o Sr.
cnsul friacex, algn homens da InpolaeAo do na-
vio mais subdilils franrezes: diiem qo'e fallecen
da tabre amre(la.
I'm conselho prudente.Nta se atirem is co-
mesnias, uAo ;.r iiiqn-in oulros excessos, com o pal-
smenlo da festa!. t) chalen e.|' amuado em um
canto, e de vez Cm quando, ruino o tigre eucurraU-
do. aceummelle furioso.
Ha rtnus dbas morreu no Poco om pobre moco
por ter tomado um banho estando" suado ; este su-
cesso po princip o da festa be mn aviso a quem gos-
la dessas extravagancias.
Seem Bchprihe, Olinda, l.acbacaa', e outrr.s
lugares amenos (los nossos arrabaldes Mil apinha-
dos de familias, que pa.-am a fesia, nao se pode
aju.iar do que vku por Monleiro, Poco, e Caldeirei-
ro Ja nilo hej um pairar de fest ; he urna festa
perenne, esla' tambante, rodeada de curantos, e
atractivos, alimentada em laxo deslumbrador, e
coiiseguintemenle em despeza* imraensas.' t) Poco,
Monleiro, Cald-ireiio, he o circulo mais pleiteado
pela cindidatas a represenlacAo casameutal ; lili
os mos sao comprados por simples ulhares, finezas,
e altences.
Vimos em om desses dias nm personagein,
qne passava errj seu carro, e para Ma se enver-
gonhar em ler junto a si um irroo, o tai assenlar na
segunda almolada da bolea, juuto o boleiro !
Porque mu *e recolhciii .10 a-vlo dos mendi-
gos etses sancuentos leprosos, aleijado, ecegos, qae
fatem das ponlfs sua halo lar 10 > f.'Ao he nada ; os
bancos, onde os seus assignanles a noile van dislra-
hir-se, e conversar, leern servido de cama a im-
1111111 dos leprosos, e a oulros afTerlados de molestias
contagiosas, e tjis porque tanta gente, que all ai,
queixa-se de toliteiras, calore, dores no venlre o
certo he que raijo he o velho que procura os bancos da
Boa-Msla, e nnca vimos nelles assenlada urna mu-
Iber, anda mepmo quando eslAo solitarios ; a causa
lie obvia...
Esta' 1101 eado promotor da capital de Semine
cer o poblioo do quant.i he capaz esse Sr. |)r. Feilo-
za rpie aiuda liAu be entre mis bem couhecido.
As petatou a que escrevi 3u o llim. Srs. I)r. Pe
dio Aulran da Malla e Albuquerqoi, lente ralhedra-
lico da lacnldade de llireito ; l)r. LoorenrnTrigo
de Looriiro. dem ; Dr. Joaquim Vitalia de Ca-tro
lavares, dem; padre Franclieo Jor Tavares da la-
ma, provisor dobapado ; padre Dr. Joaqom Fran-
rieem. renunclam ac- ci.c. de Feria, director do. esludo, do seminario
patrimonio de familia. I epieopil e lente de l'.eolosia dogmtica no mesmo
S;r:::=,rrK,:r i,";.-==i SS= b?sSWB
elles lem unpresso na fronte o sello da liovidade da
que os acensa e liginatlu doul res sem doatrina,
qu por toda a lutun.lad tem sai alTuuteza e por qn
toda seienci uas decsdea precipitada, u S.
Sera' possivel deilar de re-onherer-se ne'la passa- la
geni o retrato do actual '
Dos 1
Nao he por todos sabido que he elle clieio de nm si,
pro-umpr.lu vita c que ogulhoo de urna scieucia pal
toda piolan se compra/, em soas proprias forja, ra
Dr
jiiiz da f?
Silva, regedor do tivmnasin Provincial.
Todos este eidadoi diH.ncios alienara niianime,
le Iradeeclo por mim puolicada da doatrina de
Tliomaz de Aqmno acerca da volitad de Dos es-
- fielmente feia, islo he. qui cale Santo Dr. he
iniinigo da liberda.ie de concorde con, toda a (groja em sustentar que Deu.
lem o livre aibilrioe que ludo que produzira fra de
o lizera de sua hvre vonlade, o qua em ealrai
lavras quer dlier que o Sr. Dr. Feitoza aduliera-
o sentido da pa|avras e o proprio raciocinios do
'. Anglico para apreirntaalo cmno com elle Meado
r negar 1 liherdade do Ente Supremo, e que Din
limitando a iaso. imputar-ame esse quati saerile-
10, lando a cm..ciencia de haver sido o seu autor.
.Ma- deneinr,. n. r agora o proce.lmenlo reprova-
do meu adversario, e vejamos se negar a Deo a
par
1---------------------f--------s. -- .. I : U I' >H3 U| I I -,
ao ponto de nao ler quando sujelar a queslAo que
disculo, dicts.io do Exms. arcebispo da Bahia e
hispo capellAo-inor, allegando segundo consta-me, se
que nao sujeilava su ratAo a deles illuslres e .al.10. gi
prelados, sem leinbrar-se de que sao ruiiililuidos
pelo E'pinto Santo em a qaalidacle de mestres e do
------------------------- wa\i ,,,,.., wn, .,,.,,. n 1 t-ll-I.IO.
km minhas cartas piovei a liberdada de Dos uao
1 directa seno lambem indireclamente, isto he :
io so prove que nao se pode roncebe-lo aeuau
mo um I- o!. 1. ........ .. 1:___ __. .
>.lo se di/, elle calholico, para, adoptando orna
parle dos dogmas dessa 'eligan, perturbar com mais s
scgin-anc. a onln parle por urna talsa liga uao n prove que nao se pode
Nao teve ele a eunnsidade altiva de querer Pe- como ura Enl. baranamenie^livre ,ea t., nbn
ne.rar na nataren divina para explicar o mysterio mo.lrei que da hypolhese 11^3,25
ttSSSSSSf' "C"""eC'd0 P"r ,0d0, C- ZZSl^ ~ absurdos.'as'r'e8: pTtiKL
Nao he elle por lodos considerado corno um es-
pirito ar.tente e infatigavl ero disputare escrever ? to
S.".V (..... .11.____._..____...-J .r -.
K ",'i" ......,-" "j .' ""'"" <"os o grande plnlosoplios amigos e 11
u,r?H.T- Pr -?* ?""" ---------~ si invvavgva 1 : Mil .
O Sr. Dr. Feitoza, nAo apresenlando nem nma st
Se Den permute que baja beretia, lio porqm he e
poderoso basliiiio para do proprio seio do mal tirar q
o bem. M
Oimpre qne baja lieresias assim como foi preciso a
que N. S. Jess Lhrislofoss trahido ; mas desgra-
nados dos que propasara a heresia, assirn como des-
fu do raisra.. que tralita. SE Me.- ^TS^^ffXVJSJST^
As lieresias, dii o ahhade liuill is, ervem .
I." Para experimentar a fo dos liis nesses tem-
_- ..... _-,_.....^......., ,b ,,,.,., r9s kiii- cera 011 ivporrllamei
pos de perlurbscao a .educcao em que o enzodn da te de luda a verdade
nnvilta.lt>. ns oltlAkma, .,.,., .... .________- n .cniclin.
Em o armo d 1849 celebraram-se cm Franca dous
.,i,,i.. .___... ... *
lem sobre os dogmas combatidos peio berege,
.aer peL decisoe formar da igrej que lixam ir-
revocavelinenie o que se deve rrr. Cada heresia,
diz S. Agoslinho, tem traiedo a' igrej sua qoeslao
particular contra a qoul su lem dettindido mais
exactamente a santa escriptura, do que ese nio ti-
vessern levanlsdo dilliroldades.
J. A lieresias serven para ronfirmir a le e a
o nosso joven
charel Francia
Mrlelo, ha pouco formado, o Sr. ba-
-.- 10 Joaquim aa Silva ; Toi urna excel-
lenle nomeacA i, porquanli. esse moco sobre ser de
orna educacao limada, dcil, e honesta, tem sua in-
lelligeiiciu bern desenvolvida, e possue ja boje una
somma sollrivel de conhecimenlo. o que tudo tara'
indubitavelmrintaaoa taliridade na carreira, qne
vai Irilhar. Segu ueste, dias para o lugar de sua
nomeacAo.
Tambeml ha no berro do Veras nma fabrica de
papel, e ae nafc ha porque esta' elle 15o rheio de li-
ras e pedacos He papel .' lie que se jnlg.ira", que o
que soja laosa'meule as ras sao as lamas.
Hume eiigano no numero de deentcs do hos-
pital de candida no resumo, que demos no noso
Dfarioda 10 o correnle ; em tugar de 20 diga-
si K8.
Keceberjios milicias de Villa-Belll, que riao o
segoiule resultado :
Collegio de I- lores 83 eleitores
Pruident'
Coronel ManaJel Pereira da Silva.
ilssentiore : Votos.
Conego Joaquim Pinto de Campos '>
I onralves Lima (,7
ios Santos de Siqaeirn Cavaleanli 11
Javier Pereira de Brilo lo
Co legio do Brejo .V) eleitore-
l'retienle
Jorge dos Santos.

laVa^aatSSfrSS ^.s^z=;:=-
Dr. Miguel I
Dr. Antonio
Dr. liaran.)
Dr, Joaqnim
Os se,ihor(.s .
Dr. Antoniojdns Santos de Siqueira Cav jlcanti
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brilo
Conego Pinta de Campos
Dr. Joao lleirculann Maciel
Dr. Neiva
Kesullado.
I." Coneeo Joaquim Piulo de Campos ')7
2.- Dr. Migbel (ioncalves Lima 7
'i' !)r' Anl"'n rtoi Sanios de Siqueira ClVal-
*. Dr. Cae ano Xavier Pereira de Brilo m
canil ...
5 Dr. Joai Himno Maciel '|
ti Dr. Maroel Jos da Silva Neiva 1
Temoi a vista cartas de l'acaral, onde a elci-
e.lo deu o leguinte resultado.
Terreiro collegio do circulo decimu lerceirn da
provincia.
lACABATi:'.
Eleilores vinieseis.
I lenhres:
Dr. Francisco Carlos BrandAo
Dr. Lab Biiarle Pereira
Dr. CartadHonorio Kegocianl Antonio da Costa Reg Monleiro
Votos.
35
30
25
14
>
\'olo.
23
Ho
rloenles.
pilal de candarle 11 de dezemuro.-
Aii amanhaa.
I'endo-me eoniprnmellido a mo.irar ao publico o
erro e fa
de modo
minha 1
&0mmnuUab0.
.......- -1.......,j /
idade do iiiinugos da liherdade de Dos
ate dcixar lu.ar a rplica,vou cumprir a
larra.
Sempr: qua o sedimento religioso se vai enfra-
queceudiifin um pove, o espritu dn mal Lata de
plantar ita campo da iereja a eizanil no meio do
trigo, 1 itar se crescendo aquella lica este afegado.
Em lAo amnado intento laura elle sempre .nao Je
hoineiis presumptoso e orgulhosus, luchados de
un-a aci^ncia vAa e intaligaveis em disputar e es-
crever. J
t)s prtgadores de lieresias sao em lodos os len.pos
os inesidos.
Lis .1 1 1 i como se exprime Tertuliar o 1 resppjjo
dclles : ''
II" o .lem,.01,, quem inspira a lodos os here-
narcai. t). nielo de que serve-se para ser bem suc-
edido m seus designios, ao en. primeiro lugar
nina scienca toda profana, que c compra, cm suas
prnpria tareas eleva-e a urna presumpeao x.ia
I urna eijrtosidad, altiva, qne pouco contenta com as
, luzes me no. feram concedidas, oblina-a em pe-
netrar no que nos na., tal dado conbecer condem.
na o qhe nao pode aprol'undar..... pnr isso acha-
ren seopre,, frenie de todas u heresas philosopho,
'-
----------^..^ -vravaaa ( 1 lr?di5Ao da ignji, fornecendo por si mesmas armas (_,_ r, '"'"" /'""."'
contra lodosos hereges, pos se he verdade que nfto ,ra errote lu totius relitouis fundamenta su-
--------J --------------------' ] f. Il.i = I 1 1 Cl .1LII1 ,-
contra todos os hereges, pois se he verdade que nao
ha nenhum dogma que 11A0 tenlia sido combatido
por alguma sctla, lambem nenhum ha que nao leuha
sido reconhecido pela manir parte deltas "ao obs-
tanle serern inimiga. da igreja e que por cnusequen-
cia nSo seja provado peta propna conlisslo das
mesmas.
4. Ellas servem para humilhar o espirito do ho
mem, para abaler-lhe o orgulho, e ensinam-lhe a
desconfiar de soas luzes e a limilar-ie em materias
de fe, ao que a isreja tem decidido.
Tae sao, segando os padres, as vanlagens que a
igreja lira das lieresias ; ma desgranados daquelles
que pnr sua indocilidade e obilinacAo, tnrnam-se os
inslrumciilos de que Dos srvese para procurar
esta, vanlagens. o
Os que leram as minhas carias bem sabem que no
discurso do Sr. Dr. Feitoza u3o ha sotuente una he-
resia, mas moilas.
Elle n9o so unio-se a Wiclef, Bucero, Lulhero e
Calvmo para negar a liherdade do Eule Supremo,
contra o que ensina a igreja calholica, como al
mesmo chegon a proferir a blasphemia de que Dos
qner regaiente, isto he : sem saber o que quer.
Elle nao s dltse que a queda do bomem em vir-
tnde do peccedo original n.1o fora total, senn al
mesmo leva a duvidar-se da divindade de Christo,
proclamando que sua minio nAo fora outra que fa-
zer triumphar a verdade sobre o erro. Doatrina en-
sillada por Pelagto, Sorinn e oulros e coodemnadl
como hertica pelo concilio de Trento que assim se
exprime :
Se alguem disser que o peccado de AdlO, que
lie u 111 em sua origem e que, sendo Iransmillido a
lodos pela geranio o nAo pela imitaco, lorna-se pro-
prio a cada am, a pode ser apagado oa pelas forjas
da nalure/a humana 011 por nutro remedio que uao
os mererimonlos de Jesu Christo, .Ncsso Senhor,
nosso nico mediador, que nos recouciliuu per seu'
sangue, teudo-ie tallo no liacao e nessa redempeao. analheinalil. Seja auathe-
matludo.a 1 Conc. Trid. sess. V. can. 3.)
Elle nans ensinoo com Sabellio. heresiarcha do
III secuta, refutado por S. Diniz patriaren! de Ale-
xandria e oulros padres .la igreja, qoes pessoas da
Saotisstma trindade Ao antros lanos altribu-
los cu operaees de Dees, Uc como a vonlade, a
inlelligencia e a sensilnlida.le. o que segundo mos-
troo S. Basilio, redtnirta o calholicismo ao puro ju-
daismo, pois nAo se pdenlo taier nenhuma dislinc-
e.io entre estes allribulos ou operaees, lambem ne-
nhuma seria pos-ivel entre a domom divinas, viudo
ellas assim a serem luda confundidas em urna s,
senao lambem reoonheeendo Ires pessoas no homem
a vonlade, a inlelligencia e a sensibilidade, leva a
admittir ero Christo que he verdadero bomem ever-
dadeiro Deos.qoalro pessoas pelo menos,tres Imitas e
orna infinita, u que he absolutamente contrario i f
calholica.
Todos estes ahsnr.lo., todas e'las heresias pregn o
sr. Ur. Feitoza, nao so porque he soffrivelmenle i--
noranle neslas materia, sean tambem porque o seu
excessivo orgulho Ihe faz crer que pode saber tudo
sem nada ter eslodado.
(".rendo que dizia cousas novas e sublimes, nAo
fez mais .1., que ser echo das passadas miaerias dos
inimigos da igreja. Eis a que se reduz toda a ua
preeonisada scieucia Collado pensa que a capila'
de pernamburo he o serian de Inhamun< de cojosfi
dalgo de-, ende em /iiino directa e leijtlima.
Vendo desmorouar-se o edificio de saa gran
Saa a' iiberdade de Dos.
Tinhaen encarado a quesiAntanlodeliaixo do pon
- a--------- .^-.^ ....,,.,,.. ,-,,, r.'o..:i,.r>
a verdade qoe o Sr. Dr. Feitoza negara e ainda hoj
nega ; roas este sabio din sabio* moslrou-se tao ig
noraule e tao peqiietiino nessas materia, que nao a
qoe produzi em raen favor, recorreu as religiosas
Loaran rematada, pois sendo a f da igreja urna su
nao he possivel nchar-seopposicao entre os seus dou
lores no que respeita o dogra .'
Aquino, na quesillo da vonlade de Dos, o Sr Di
feitoza lieou convencido do que acabo de dizer; ma
dominado pelo demonio do orgulho, nao qu.z reco
nheccr os erros cm qne por ignorancia hivil cabido
Lllepreferio pralirar nina ace.Au roa'a cintassar um
impertaijan a que (oda a humauidaue esta' sojei
ta. I '
Adulterando com mao sacrilega o senlido das pa-
lavras e os proprios racciocinios'daqoel.'e a qocm '
igreja chama Dr. Anglico, atlrihuindo-lhe com
:_ ; ,.------- 'u-iue cjiiiu uesc.impo- ura nao s
ZZl ZV !C"f5 P*!,eom ot,Jet3o a essa jar as do raciocinio.
Uoiilnna. sr. (ir. 1117.1 tuuio #,.,....., ...___,. _
lotilrina, o Sr. Dr. Fftiloz pude conseguir apret.
U-lo aos gooranld que juram em suas prflavr
m- [it'.r.la.i dn escandaln ... il. ummhXijj__.....
santos doutores
Nao paran ah o procedimento mao do Sr. t
Feiloat. Ali! quem p.ida conceller aquegrlo
det;cnerai:a.i moral he capaz de descer o individ
que faz comiilir a liherdade no 7ode '," P mprc ; n... f.ra'alie iiso nio o sabemos;
o mal. e de lofnngir a tai do dever V ai dell q"C Cedo U larde'
Se lie no cumnrimenlo dessa Ipi n. aa r....^^ ... ,-
Se he no cumprimentn dessa lei que se fonda t,
da a verdadeira oobreza dn homem, he claro que
miseravel que adoptar por sxslema infrlntl-li. u
nliuma dignidade podera' ter, c que estira' consta
temenle em guerra declarada com lodos os que
sucic1e.de humana prona a honra e a virlude.
da vonlade divina, para que lodos vis-em quaes
mejos lucilos de que lervia-ie o inroigo di Ubi
dade de Deo para sustentar tao grande heresia
Sr. Dr. Feitoza, em ve/, de recolher-se ao sileuc
corrido de vereooha.moslra orna vez mais de qua
he capaz quem adopta os seus funestos principios.
Se le callas, diz-lhe o demonio do orgulho, liras
reconhecido por todos nao so romo ignrame, tengo
timbera como tendo coinmetiido una infamia ; lem
enrarein e etereve, que be elle que lem o desplanta
----------------.<......., .. ..ja....,, .c ii.'^.i ai uei
Iiberdade he on nao acabar cora toda a roliftlao.
phia como em religiA...
Invoquii em meu ipoio nao o leslimunho de
dos o grandes philosophos aoligos e modernos se-
io limKi.i, .. J.. ,l._ _,_^__ > .-
........ p... .... ws', wiau amidiiM
ma so aulnridade philosophica que possa invocar
m sea tavor.persiste lodavii em sustentar o erro em
joe nma vez rahira. dizendo-se sempre calholico,
na., obstante estar em upposi;au manifetla com toda
1 igreja, a qual diz que reconhece como a tanta di
erdade nu mundo.
Eu vou acabar de confundir o Sr. Dr. Keiloza moa-
,--------------,, -- ^ '.....c'-,..--c icii.i-
no, e por eouseqoencia ignorante, oa ha de derla-
rar-se separado dessa igre|a calholica que elle, sin-
cera ou hipcritamente, (080 sei confessa ser a lou-
O .1 1 I .
pprovacao do papa Pi I\!
Eis-aqui como expriine-se o primeiro detMI con-
cilios :
; Reclamamos a alinelo do Icilor, 1
TITLI.l II.
DE FICE.
brounl.
I
Dr Peo Crealore.
trrores noslris lemponbus sirpius repelito dam-
nante., omnes Chrisli lideles nohis commisso do-
cemus,
Kidei calholicm prorsus adversan eos qui asseruot
crcaturas non fuiste ex nihilo facas, aut unicam es-
*f Jj| crcalurarum substanliam ( quod dicitur
I anlheismus) aat Deum solnmmodo informasse
mal.riam, .< aut Dei operaliouem ad extra non li-
berara, sed necessariam esse ; ac proinde illos mo-
nemus ut summopere caveant ab mnibus launa-
philosophnr sxjtemalibus, quihtis horum errorum
virus sublililer erpit et insinualur.
( TRADUCCAO' )
ITTLLo'll.
DA FK.
Capitulo primeiro.
Contri! os erros que deslroem os fundamenlns de to-
da a religiAo.
I
6V>0r* Dos Creador.
Condemnaiido erros frequanlemenla renovados em
nossus das, declaramos I todos os fiis confiados
noa vigilancia.que be absolutamente contrario a f
calholica allirmar que as crcaturas nao foram tiradas
do nada, ou que Dos e ellas nAo leem senAo nma
su e mesma substancia ( o que chama-se Pantheis-
rao ) ou que Dos nao fizca mais do que dar for-
mas a urna materia preexistente, .. oo que a acr3o
de Dos fora de i mesmo nao he livre, mas necessa-
na, Couseguinleinenle adverlimo-los de se conser-
varen! cuidadosamente acautelados contra lodos os
sysleinas de nma vAa pliMOphia, que fazem sublil-
menle inirodmi- e insinuar nos espiritas o veneno
desle erros. I
Kis-aqui agora como se exprime o secundo con-
cilio :
Pedimos ainda a allencao do leilor.)
TiTC.US II.
DE FIDE CATIIOLICA.
Capul III.
De qnibuidain errorihu damnan.lis.
1 Judicimus nobis hic specialiter notanda e-so
ac damnanda quaidam impia syslemata, qute totius
religionis, ut diximus, fundamenta destrunnt.
Damnamus syslema illornm, qui catholicum de
creatione e minio abjiciente dogma, asaeront aut
unicam esse Dei et crealurarum ubstauliam, aut
Deum soluinmodo informas ac disnosuisse male-
riam siiii cu.eternam. .. Rc-puimus eliam illorum
errorem qui aummam Dei independentiam tollnnt,
negantes ejns Itberlatem iu suis id extra upe-
ribos. B
(TRADICCAO'.)
TITULO II.
DA F t r.ATIIOI.I CA.
Capitulo III.
De certas erros que devem ser condemnado..
" Julgamos que devem aer aqu por mis especial
mente notados 1 roudemuadox cerlo sxslema im-
- pios que, como distemos, deslruem os fundamentos
de (oda a religiAo. a
Condemnamoa o sxslema daquelles que regeitan-
1 i. ai.,,,,,, ...I. .:.' j_______^ .^ .
deza. vendo qae a mascara Ihe ia ser man. i., a tan.',c"""","'' sxslema daquelles que regeitan-
Sr. Dr. I'eitaza deixa toda. a,!Jl,l.l rto'"na "'"'co da cretAo, preleudem ou que
mim not-tas era o'su m ra^ J'cS^T'IK ? SL1? "*** Dos e da creaturas. "ou
mim notadas era o seu iniierave disc,-r. J, "ma f"1"1 su'l<"ncia de Dos e das crealuras. ou
unica laboa de salvaCa?garra-Se eon^ odas a.T ^ ,"" "* ,MM. m,i qUe d" for,D" e "r,1e""
ca a' liherdade de Dos mf{"" Ia' cum elle ,,e c"erna. Repellimos
lamiiem o erro daquelles qae negando 1 Dios a li-
- ber.lade era soas obras exlerlofes, deslroem sua so-
.-j ... .-------,. --' .-"U..C.I1HO un pon- lien ade em suas obras .
lo de vista philosoph.c. como deblilo do ponto de baran, Smi deneta ,
vista religioso, mostrando alinal que a scieucia p,- OoadirPa faT2' II. D.I.
tana e a sagrada .Ao ambas concoides em reconhecer osVeus eso.l u^x he"0'?.- 9" ,"'10
a verdade que ,. Sr. Dr. leiloza negara e ainda ZZ ?1FSS*2E. T,e os bispo, de Pan.
-,-,-------------- ------- f~ ^ u,tvi..]|,,n e de l(< nu. com lo tos o hispo seus sullraganeos e
1- com o proprio papa l'iu IX, que com sua approva-
1- cao sanccionou os decreto acuna transcriptos, nAo
fea ,..,,.. ,1. ..... .:._____ .:
ehaodoorMt.Wid.di^o^er.i.p^M ZSEZJSZtt """"l '"""VP""' "an
qoe produzi em rae,, favor, recorren os re, lis l^'1'",'"'"a.,,,gnuranleS esophislas romo
eu ; que lodo Ao nos pedanlc, uns charlaiaes ,
que eelebraram de proposito estes coucilios no .111110
1- de 18i!t por inveja da po-ieio social do muito alio
e muilo poderoso Sr. Dr. Antonio Vicenta do Xasci
W* *'...... ''"eotagica de San Thomaz de ^^1!: SS?!l ^T
qutno, naqueslilu da ventada delta,,, r. sir iw Z....,/. .'.' ''V ."" chere .do lla,,luo chamado Ii-
.._.., .^.. ^....b .... ,,.,,.. uwiiiaui 11-
oeral de I ernamhucu ; que tarara comprados pelo
ii txm. presidenta da provincia, quando por la anduii,
- ele, etc, '
DirAo o que quizerem ; mas o que sei he que o
publico ficar' tazando de gente lAo ignorante e ao
mesmo lempo tao presuntuosa e orgulhosa o con-
ceilo de que em verdade he merecedora.
t) que sei he ainda que todos licarao convencidos
de que aquelles que melhor mauejam as armas da
10 descompostura nio lio os que melhor sabem mane
O que tara" agora o Sr. Dr. I'ciloza '.* Se lie ca-
lholico, como se inculca, devera' dar-se pressa em
---------r au.i-j u DI'J "Vllllin
perdao do escndalo que deu a' cominunhAo|pcruain-
bucana ; devera' finalineule mandar recolher todos
de osexemplares de sen hertico discurso e inutilisa-los
o para .empre ; mas fara' elle isso '.' nao o abemos
leudo mostrado a ignorancia e obstinacAo do meu
o adversario na queslAo que se melleu a tratar, passa-
ie- re agora a fazer patenta a boa fe com que lem nro-
n- cedido. r
na Eu ja disse qne Ires dos mais illuslres lentes da
Tendolbe ea""es'.ra7,ha"do" o'rapro'r^o'mVnoia, EtSdSSZ'JlS!: ""S '"'" '""*"* .mf',,bro,
tendo publicado a duulriiia de San Thom iz acerca ." """" clerr0' f-taram unnimes ser fiel a Ira-
da ronl.de divina, par, atje loa ." .".Tn"*, SCLSIL f^Sftr 'bre a vw",ade
o de Deus conlila na suiumi Iheologiea de S. Thomaz
r- da Aquino, e couseguintenieiile que a do ir Dr
. o Fallla lie falsa e adulterada.
10, Todo o corpo da Kaculdade eslava prompto.Maun-
nto do sou informado, para attestar a mesma coosa. lo-
go q1 je pelo respectivo exame ticasse convencido da
1 ar.l'lilfl InL.., |A__I _.
de ciar de falso a San Thomaz de AmM a a ,. V ?' ">m o sabio raes.re qn
tentar io.tam.nl. ,,f S ,. 'S. "^ lo-me ,I,ado-me me fanam calar.
tentar justamente o contrario do que San Thomaz
ensin.'i.e
He verdade que os que liveram a Summa Theolo-
gica desle santo Dr., te licarao talvez considerando
como o ultimo do homens, ma. e-tea uao podempas-
ar de de/. 011 doze, lotos os mais licarao na iluvnla,
e he isso paro ti urna victoria.
[Iludido pelo insidioso inimigo, o Sr. Dr. Feitoza
tai o que elle Ihe inspira, e sem o saber, levanta
contra si um tirado geral de indignae.in da parte de
lodos os homem honestos.
Pasma lo a' Vista de lio inqnalilicavel proredimen-
lo, tico por ilgom lempo perplexo, reconheeendo-
me inhabilitado para tillar com um adversario que a
nad respeita, que nao recua dianle de neuliuina
coii'ideraeio, e que chega ao ponto de btasphe-
mar assim em publico cunlra o Espirito Santo,
conlradizendo a verdade reconhecida par tal.
Depois de alguma reflexSo, reaolve escrever a dif-
lerenles pe'soas de recoiihecido saber e |irobidade
para, .potado no lesiemiiuho delta... poder couven-
(I) ai-rao-lo .soberlio, diz o virtuoso pailra
Manoel ternardes, <|ue en vo-lo darei com todos
o??eie porrados morlaes.
verdade ; lodos lambem reprovam e condemoam a
doiilrina perniciosa qoe combato. nAo havendo en.
favor do Sr. Dr. Feitoza senAo os WW o Negronnis,
que entenJeram com o sabio meslre qoe descompon-
.n_ma tiutn! I >. *n______ aa
do
Ecom efleita, como>era' possivel haver um h
mem honesta 1 piedoso que negu a lib'ittade uc
Dos, le pe liiido-lhe de joelhos o po nosso de cada
da, eonfenamoiqoe pode nao dir-no-lo, e qai por
conseqoencia be livre .'
Eis-aqui igora os atleslados a que aciraa me re-
feri.
Um. Sr. Dr. Pedro Aulran da M. e Albuquer-
que.-.endo reconhecida por lodos a inslruccan e
pr.iliidade que distinguen) a pessoa de V. S., peco-
llie pelo amor que o bomem de bem nio pode dei-
xar de empre consagrar a verdade, queira dignar-ie
de examinar se a expusu.ao da doulrina calholica
relativa a vonlade de Dos, que fot publicada no
Otario de Pernambuco de 22 do crrenle o qual
junto rem-llo.h- ou nao a li.idurcAo lilterl do que
obre le mesmo uhjecto se le na sumna Iheologica
de S. Thomaz de Aquino Iraduzida em frunce? pelo
abbade Drioiu, lomu I, pag. IST a OC que lambem
remello, tendo V S. a benienl.ildl de dar o devi-
do descont an erros lypographicos cora que saino
ropressa, entre os quaes tazem-M distinguir a troca
de palavra. urnas pelas nutras, laes romo cousa em
lugar de causa e xice-vera,assim tambem 1 do ver-
bo implica por simplifica, igualmente a talla di pa-
tarra 1,eres.a,-,.1 na phrase Nao he absolu-
tamente neeemrio que Dos queira oulra cousa
que elle. Sendo em resumo a doulrina do Santo Dr.
qoe.potlo Dos do possa deixar de querer a sua bon
dade.as.im como luis lio poden,,,s deixar de querer
a nos.,, felieidadfe,ludirla lie soberanamente livre em
ludo o que fa?, e obra lora de Ii, pois tem o livre
arbitrio.
Se alem disso V. S. quizer ler a bondade de lam-
bem ler a obraExplicarlo histrica, dogmtica,
moral, litrgica e cannica do Calhecisinn pelo abba-
de Arabrniae Uuillois, uitava edicii'i publicada em
Franca no correte anno, tomo 1, pjr. 1311, ittb e
o. que o portador Ihe aprcseiilara declaraudo por
fim se consta 00 nAo delta que os concilios celebra-
do em Franca as cidad.s de Pars e Soissoni em o
anno de 18*9, c >ndemoaram como .-u- lulamente
contrario n f calbulica o erro diquellet que necam
a Deo a liberdide em auas obras ixleriures, sendo
o decretos dessa condemnacAo revesluio. da appro-
vio da Santa S, rnailo tari que agradecer-lhe
quem se prezi de ser de V. S. diicipulu mnito al-
tencioso,venerador e criado
Fitippe iVerf Cuttarg.
S. C. 28 de novembro de 1856.
Carlas de igual Iheor fonm por mim dirigidas,
muiii i- mutaiidi, a lodo os senhores, eoias respoata
o publico vii ler.
llim. Sr. Dr. lilippe Neri Coltaco. Kecife .10 de
novembro de lSoti.Em retjioita carta, que V.
S. me taz a hour de dirigir, tenbo a dizer, primei-
ro que ludo, que e nao pode negar o livre arbitrio
de Deo, sem contrastar a doutrma calholica ; e qoe
Santo Thomaz, que a ixpoe. melhor do qu. ma-
guera, usteiita que Dos he livre quanto ao que Ihe
he externo : respectu aliorum a se n porque
quanto aus mu actos interno. ( o conhecimenlo e 1
amor da i mesmo, e a sua bondade ) naahuraa li-
berdide lem : nullam libertalem habel. 1
Na qdestao se Deo lem o livre arbitrio : rr utrum
Deu'habrat liberam arbitriom, o prop o Santo Dr.
dua obj-cees, e concloe pila allirmativa.
I. objeejao. Parece que Deo uao he livre; por-
que S, Jeronxmo na sua homila do (ilho prodigo
diz : So em Dos nAo eibe, nem pode caber n pec-
cado ; mi o oulros ente, que sAo livre, podem
peccarou deixar de peccar: Vldelar quod Deu
11 non habeat liberum arbilriuin. Dicit enim llie-
n ruiivmus in hum lia de filio prodigo : Solus
Deus esl inqoem pecralum nuocadil, neecadere
pote!: rudera cum sint liberl arbilrn. in ulran-
11 qoe parlem llectt potsunt. u
-'. objeccAo. Alem disto, o livre arbitrio he a
Taculdade da razAo e da vonlade, pela qual se eco-
Ihe n bem e o mal : ma Deo nao qner o mal : logo
Deo nao he livre : a Prirlerea, liberum arbilrium
0 esl facultas rationis el voluntada, qua bonum et
11 malnm eligilur : sed Deo non vult msluin : ergo
n liberum arbitriom non e't in Deum.
Mas he o rontrario que no livro ria f diz Santo
Ambrosio : O Espirito 9nio distribu a cada um co-
ran quer.isto he, segundo o livre aibilrio da vonlade.
e olo por ohedtencie a' neressidade : 1 Sed contra
a est quod dicit Ambrosius 111 libro de fi le : Spinlus
" Sanclus divid! singuli proul volt, id esl, pro li-
11 bero volunlatis arbiirio, non pro necessilatt olnc-
a quio.
Conclusao. Dos he livre a respeiln do que Ihe
he externo, porque nAo o quer nreessariamente : mas
a respeito da si nenhuma Iiberdade lem, porque nAo
pode deixar do se querer a si merao. O que, no
meu enteuder, importa o mesmo qoc dizer que Dos
nAo pode deixar de querer o que elle he. Concla-
" sio. Deus liberum nrliilrium babel re-peclu alta-
ir rum se, que non necessario vull : respecto
k sui vero nullam libertalem hahet, cum se nces-
sario velil.
Onanlo prmeira objecto. resolve a o Sanio Dr.
ritiendo : que S. Jeronymo nena a Dos a Iiberdade,
nao simplesmenle, mas s quanto a dobrr-e ao
peccado. O que val o mesmo que dizer.que S. Je-
ronymo nao recosa a Dos o livre arbitrio absolu-
tamente, mas a respeito do peccado : Hierouy-
mus videlur excluriere a Deo liberum arnilrtum,
a non simpliciler, sed solura quantum ad huc qoou
" cl dcflecli in peccatom.
A' segunda objeecSo responde o mesmo Dr. da
igreja : que sendo o mal dn peccado opposli direc-
tamente ii bondade divina, nao o pode Dos querer.
Ma nao se segu que nao possa querer entre dua
rousas oppostas : r. g. : que urna cousa seja ou nao
seja, arsim como podemos nos, sem pecear. qoerer
sentar-nos.ou nao. o Com malum culpo- dtanlor per
1 ayeninnein a bonilile divina, per quim Deosom-
nia vult: miuifeslnm est quod impossibile et euro
malum culpa- velle. El lamen ad oppoiila se ba-
bel, in quantum vello pntesl hoc esse el non esse :
slcul el nos, non peccando, possumus velle sede-
ir re et velle non sedere.
O iiiesmoSanlo Thomaz Iratando da queslAo: se Deu
poricreriuzir ao nada as rousas creadas: utrum Deu
possit aliquid in nihilum re.ligere, diz mol expres-
sainenle : que nAo tendo Ueos creado aa cooas,
nem conservando-as, pur necessidade da sua uatu-
reza, mas livremenle, pode reduzi-las ao nada, se
quizer. Sicot Deus nun de necessilale niloite, sed
liber, res iu esse prodnxit el conserval, ita pro
11 soa volntale illas in nihilum redigere potest. n
Alguna suppozeraro, continua o mesrao santo Dr.,
que I leus itera existencia as cousas, obrando por ne-
cessidarte de sua natureza. Se islo fosse verdade,
Dos nAo portera anniquilar cousa alguma, assim co-
mo nAo pode mudar de natureza. Mae esta opiniAo
he falsa, e intriramenle contraria a fe calholica, que
ensina qoe Dios cr.eou ludo por sua livre vonlade,
segundo estas palavrasdo Psalmisla : iiQuanlas rou-
< sas quiz, todas fez o Senhor. (Juidam posnernul
quod Deus res in esse prodoxit agen tu necessilale
nalurir. (luod si esset verum, Deus non possel
a rem aliquain in nihilum redigere, sicul non po-
test a sua natura miilari. Sed hirc posilio el fal-
l sa, et a fide calholica penitns aliena, quee- conlile-
11 tur Deum libera volntalo prodnxisse re in esse,
11 secundum illud Psalmislu> : Umnia qucccumqui
voluil, Domino fecil. 1
(Jue he pois de f que Deo creen e conserva o
mundo livremenle, he cousa que nAiidmitte duvi-
da ; e que Sanio Thomaz ensina, de contarmidade
com a f calholica, que Dos he livre quanlo a's cou-
sas exlernas,he tambem nutra verdade.
Alem disto, a razAo. em que se fond un os que ne-
gam a Iiberdade di Dos, nao he solida. Dizem :
Dos nao he livre, porque nao podendo querer o
mal nAo se da nelle a e-collia do mal. Mas, se no
homem a escolha do mal prova a imperfeirAoda sua
liherdade, he claro que a Iiberdade divina nao pede
ter a imperleicAo da Iiberdade human.porque Dos
he pertailissimo. O homem pois pelo eu hvre ar-
bitrio he capazple peccar ; mas o livre arbitrio de
Dos nao o pode iudozir ao pecrado. Aquello po-
de escolher o mal ; mas Dos nao o pode eeo-
Ihir, porque he infinitamente bom. Aqoelle taz-se
hom 011 mao i sua escolha, dirige para o bem ou pa-
ra o mal a sua vonlade ; Dos he sempre bom, e
qner sempre o bem. Mas fra do bem moral ha ou-
lros heos ueste mando, que o homem conhere, roa
qoe nao sobjogam a oa vonlade, nem a determi-
nara invencivelmenle, porque a respeito delles deli-
bera, decide, e tem sobre o seu proprio qoerer um
imperio supremo. Da mesma sorle Dos, infinita-
mente superior a todo o bem que e distingue d'elle,
he plenamente livre de ascolher lodo o que Ihe
apraz entre os bens subalternos. Ora, se quando o
homem quer o bem, ainda he livre na escolha dos
hen : claro est, que a liherdade humana nao con-
iite -lmenle em escolher o bera ou o nal. Assim
tambem Dcos, aiuda que queira sempre o bem, esse
querer nao exrlue a iiberdade, alias sena Dos rae-
nos perfeilo do que o homem.
Diz a esrriptnra que Dos ereoii o homem a' saa
aemelhanca. Ora, u homem he livre : logo Dos
tambem o he, porque alias nao seria o homem leme-
lh .ni" ao seu Creador.
Emilia, em Dos, como no homem, ha vontade
necetsaiia c vontade livre ; roas a vonlade livre de
Dos he porte.la, e a rio homem imperfeita, porqoe
elle be sujeito ao erro.
!''r gnu! i-nie V. S. se Iraduzira fielmente as pas-
sagens ria (rartucrao franceza da summa theologica
pilo padre Drioux, e respnndo-lhe que aira. Toda-
va o segointe trecho : 11 Par comeqoent ii veul 1a
chose pour le molif, mais se n'est pas ;i cause du
molif qu'il la veul eu vertera desla maneira :
Por consegninte elle quer urna cousa pur causa
do fim ;ou cm atienen ao firo ; roa o lim nao he
Man do quere-la. ) O texto latino assim rea :
o Volt ergo hoc esse propter hoc ; sed non prnpler
hoc vull hoc o, o que quer dizer : quer urna cousa
por causa da ootra, ma esta nao he a causa de que-
rer aquella. Ouer Dos que os meios se refiram ou
c oriienein ao lim : vult hoc esse propter hoc.
Mas Dos quer o fim e os meios por um simples e
nico acto da sua vontade : Logo o fim nao he a
causa de querer os meios : u non propter hoc vult
hoc. Ora, querendo Dos o fim e o meios por om
s acto da sua vontade, he claro que se nao pode
assignar causa ao seo querer. Assim como em Dos
a inlelligencia da causa nAo he caosa da iulelligen-
cia do clleilo, porque Dos v os elleiloi na cansa ;
assim lambem o querer Deo o lim ojo he a causa
de querer os meio. Mas por nao terem causa as
determinacoei da vontade rtivina, nao se egue que
illa nao eja razoavel. Por quinto, quando Dos
quer urna couss, he sempre em respeito oulra :
a Vull unum esse propter aliad, 11 e assim lodo os
objeclos da saa vonlade sAo coordenados entre si.
Peigunta-me mais V. S. se a doulrim dos qui m-
gain a Deo a Iiberdade em suas obra exlerna, na >
fon condemna la como coiiliana a f calholica le-
los concilio provinciae de Pari e San......, celebra-'
do no anno de 1849, e se os decretos de condemna-
CAo desse concilio nao mereceram a approvaeAo da
Santa S. Ao que respondo que sim, corno consta
da o Explicarlo histrica, dogmtica, moral, lithur-
gica e cannica do calhecismu obra do padre Am-
brosio Uailloi, publicada no correnle anno. Con-
sullem-ua, e quizerem, na paginas 139, .4.16 e 633 ,
do lomo 1. l'eiibo concluido.
De V. S. ltenlo venerador 1 amigo,Dr. I'edro
Aulran da Malla Albuquerque.
Illm. Sr. Dr. Filippe Nerv Colloco.O resultado
di cnnirontaeao que pas que \. S. de mim exige na sua presada carta, foi a ;
plena eonviecia era que liquei, de que aExposi-
eau da douliina calholica acerca da vontade de Deo
publicada 00 Diario de l'enianiburn, be Iradoc-
caa liel rio que a este respe,| M i,. na el0eltaiile e i
mu arredilada renla franceza da .summa Theologica
de S. I homaz de Aquino.
He. porem. de advertir, qoe o lr. Anglico nada
dn.e de novo nem poda dizer quanto a substan-
cia da doul.ma : u eu lim nao fui uutro senAo ex-
por a doulrina que a igreja calbulica empre eu-i- [
oou, e jamis deixara de ensinar sem variaco al-
gnma.
Pelo qne pertence ane deerelos ,ta concilios pro-
viDnaes de Paria e da Reims, o ultimo do qaan
foi celebrado na diocese de Soissons, delles tenho no-
ticia, nAo su pela erudita obra do abbade tiailluis,
digna de todo o crdito, mas lambem por ler pre-
sente us proprio concilio, appruvado pela San-
ta S.
O de iteira, depois de eoodemmr oulru erros,
110 decreto de que se Irala, expressa-se desle mo-
do: .. K-spuiinus rtiain illurum errorem, qui
suuimaiii Dei indcpeudeiiliain tolluul, negaulea
eju> Iiberlatein iu suis ad extra operlhus. 11
O decreto do concilio de Pan- bl concebido no
segointe. termo, condemuando igualmente diveraoi
erro: a F.rrores n.-ii 1. temporibu Isrpius repe-
tilo, diiiin.ioies, omnes Cliristi ti Id. uobi com-
misso doeeniu, Fidei Cilholiea- prorsos advenari
eos qm aaserunl... Dei operationera ad extra non
liberara, sed necesMimu mi; ac proinde illos mo-
n.-inus ut summopere caveint ab omnit.11. insanr
1 !i losophia- systcma'ibos, quibu horum eirurom
virus aubliiiler eerpil el loiinuilur.
Ella ultimas pal.vi.,s eonvi.lam 1 relleloM as
mais graves a importante, mus, eonvindu qoe ea
me eoutenha nu limita de urna limpie* resposla,
penas observare de passagem, que os dous citados
concilios, alienta a desgracela facilidade com que
livremenle se vao reproduzndo e disseminando pur
toda a parle os mais pengosus erros, providente-
mente renoval am a condemnaro de erros que a
igreja ealboliCii sempre deleslou condemnoa.
Oueira aceitar as expres'es da considera^au com
que sou, de V. S. amigo, venerador e servo.
Padre Francisco Jos Tavares da Gama.
Cal.leireiro ."1 .t dezembio de 1856.
Illm. Sr. Dr. Filippe iNery C...|(ae.i.Em res-
posta ao que de mim esige, aera pr.leiic.do alta
quali lade- com que me honra, compre-me allirmar,
quanto a prmeira parle, que me parece nao haver
inli telida le na Iraducean taita pelo abbade Drioox
da Summa Theologica de S. Thomaz, oa parle re-
lativa vontade de Deo, a que especialmente al-
ten ti, e parece-me difticulloso de crer-se que o
Dr. Anglico, lo piedoso e lAo sabio, negasse a Ii-
berdade em suas operaees externas a um Deo, a
quem lo assirinaineole supplicoo, e de qaem im-
plorou e oblen auxilios Uta poderosos: quanlo a te-
ganda, que consta da explicado histrica, dogmati-
ci- etc., do cathecismo peta abbade Gaillois, que o
SS. P. Piu I\ apprnvou as acta dos concilios, cele-
brado em Parta e Soissons era 1849, nos qaaes foi
condemnada a doulrina do qoe negam a Dos a Ii-
berdade em uas operafoei exteriora, doulrina ja
implcitamente condemnada em oulros concilios.
Julgo ler salisfeilo i voutaita de V. S., prestando
verdade, segundo estou persuadido, o pequeo tes-
tcmuuho da miuha f.
Son, com respeito e estima, de V. S., atiento ve-
nerador, criado e obricado.
Padre Joaquim P.aphael da Silva.
Illm. Sr. Dr. Filippe Marv Collaco.Em respos-
la a carta de V. S., leulio a izer-lhe que, compa-
rando a exposijAo publicada no Diario de Pernam-
buco de 22 rio correnta, a que se rtale V. S., cOm
a Summa Theologica de S. Thomaz de Aquino,
observei que a mesma exposirao lie a Iradiicc.i.i lit-
leral da doulrina do Dr. Anglico, denando V. S.
de Iraduzira objecroes, que o mesmo Dr. aprsenla
contra a saa duolrma, e as resposta que a ella d.
He exacto tambem que na obra do ahitada Am-
broise Gmllois, de que talla V. 3., se leem as deci-
soes dos concilios celebrados as cidades de Paria e
Soissons, a qoe alinde V. S., bem como que esse
concilios foram approvados pela Santa S.
Desta forma creio ler salisfeilo ao pedido da V.
., de qoem preso ser, muilo alenlo venerador 1
criado,
Dr. Joaquim Vitalia di Castro Tax ares.
S. C., 28 de novembro de 1856.
Illm. Sr. Dr. Filippe Nery Collado.Satisfazendo
ao que \ S. me pede na presente carta, respondo
qae, ronfroutando o cummunicado do Diario de
Pernambuco de 22 do correnle roex, sob epigri-
pheExpsito da doulrina calholica conleuda na
Somma Theologica de S. Thomaz de Aquino acerca
da vonlade de Deo, toro. 1-, pag. 187 a 206, com a
meama Summi Theologica Iraduzida para a lingo
franceza pelo abbade Drioux, lom. v, pag. 187 a
206, ach.i ser o dito communicado urna ti adurrau
literal de algn pedamos do mesmo lom. pag.
187 a 206 do dito ahhade Drioux, dado o devido
descont a alguns erro lypographiios, com qoe sa-
bio impresio, como sito :NAo he absolulameute que
Dos queira, etc., em lugar deNao lie. absoluli-
mente necessario que Dos qoeira, etc.,simplifica
luud.imenl Lenle una paixao, em vez deim-
plicr. fundamentalmente urna paixao;cujos movi-
mentos todos sao regeitndosera vez decojo mo-
vimentos lodos sao regulados;O que he o que he
de sua natureza dsejavel,em vez deO bem he
o qoe por sua natureza he dsejavel,'etc.
Kespundo mais, quanto a qneslo da Iiberdade de
Dos, qne no lum. I- do abbade Ambroise Guillla,
8> edijAo publicada em Franca no anno crrente,
de pags. |S9 a 110. e l o seguinte trecho do conci-
lio de Reims, que vertido para a nossa lingua diz as-
sim : o Kepellimos igualmenle o erro daquelles
que, recusando a Dos a Iiberdade as obras que
opera tora de si, de Iror tu a sua soberana indepen-
dencia 11. sendo que. no fim da nota 1" pag. 140
se diz que eiso eonciln fra appruvado peta Sania
Se. E a pag. 655 so l oulro trecho do extracto dos
decretos do concilin de Pars, celebrado cumo aqoel-
le no anno de 1849, que condemna como contrario
a fe calholica o allirmar que a accAo de Dos fr
de i mesmo nao he livre, ma necessana ; sondo
este tambem approvado pela Sania S, como se l
de pag. 106 a 497 da miaa obn.
De V. S. imigo, venerador e criado,
Dr. I.r-iireueo Trigo de i.oureiro.
S. C. :t() de novembro de 1856.
!' S.Devolvo-lbe os doos voluntes que me
mandn.
Illm. Sr. Dr. Filippe Nery Coliseo.Sitistazen-
do de hom grado o pedido di V. S., declaro que a
expoicAo da doulrina calholica relativa a vontade
de Dos, que e scha impressa no Diario de Per-
nambuco de 22 de novembro, he a fiel Iraduccao
do que, acerca rio mesmo objecto, se conlm na
versao franceza da Summa Theologica de 8. Tho-
maz, pelo abbade Drioux ; e bem assim, qoi da
explicacgo histrica, dogmtica, etc., do cathecismo
pelo abbade Gaillois, consta, que o sx nodos de Pa-
rs e de Soissons, celebrados em 1849, condemna-
ram como contrario a fe o erro do que uegam a
Dees a liherdade as sua obras exteriores; e que
o derret. dos referidos sx nodos foram approvados
pelo SS. Padre Pi IX. "
1.1 mi lio-me a esla simples declararlo, porque he
lmenle o que de mim exige V. S.
Sou com toda a consideraran de V. S., ltenlo
venerador e criado,
Dr. Joaquim Francisco de Faria.
A vista do que altestam lAo dislinctas pessoas el-
la fora da toda a duvida, nao i qui o Sr. Dr. Fei-
toza tara qoem citara de falso um doutor da igreja
para com elle sustentar doulrina por esta condem-
nadasepor elle proprio refutadas como absoluta-
mente conlrana > r cilholiea ; se nAo tambem que
on to-Ihe por mim expronada lAo miseravel ehici-
na.emvezdeenverguiiliar.se, impulon-rac infa-
mia por elle proprio praticada, coran e eu perten-
cesse I sucia daquelles que fazem consistir a liberda
de na cipaciJade de qurer o mal e de infringir a
Convencido de ler pregado heresias convencido
de haver adulterado de proposita deliberado o sen-
tido das palavras e o prnprios raciocinio de San
I Intu../, de Aqaiuo pira aprsenla lo aos inexper-
tos como comparsa de hereges laes como Wiclef,
Bocero, Lulhero e divino, itrever-aa-ha b Dr.
Feitoza a andar com a cara ilescoberta as ras
desta1 ndaile sem temer em caria olhar ama senlen-
cao de condemnaro do seu procedimento '.* Atlre-
ver-se-ha nao s a isso como a muito mais. Ama-
nhaa talvez mandara' que os seus espoletas encham
or)eralderligos nos quaes eu seja ainda mais
injuriado .inioltadu do que otenho sido.
Tenbo dilo. O publico que julgoe enire mira e o
meu alversano.
Dezembrn 12 de 1856.
/'. .V. C.
f
flric&.tfic.
CARTAS A UM paj.
Sobre a edticariio de seu /ilho.
Por Ur. /.aureniie.
(ConliuacAo.
VI.
DA PIEllADE DURAMTE OS ESTUOOS.
Meu amigo.Havemos tratado da urhauidade
mas esta nAo berta, p,,rque lll5|ilm ^^ ~,
nem .1 pol.dez; lurio sera pied.de he nada? "
lie necessario qoe.sta raine nu collegio, que o di-
rector deste eja um homem religioso arta.
* nPe a re"',Sn sa" '^"Peosaveis no colle-
po, nAo su porque o I.Ao de ser na vida do homem,
ma a,,ta porque ha qae vencer muitas pai.e,
nai osdesejos, mnita verdura e ineliimcoai. q ,. na
.dade madura podem Mr reprimida, o.,' disfarcad.a
. &?** *** "**-*
O noso secuta lera olio ao beatero ; ma eu
lambem nao qn.ro beatero, se b este "rae se
ri"lZl'ZV: "" T"\- e nil0 "" muitasTz*
nV.Ztf^,"V''W,'AI- f"r-'"'"ta-o com a
pieit.nie e ale com a religiAo.
O beateuo d. que r-ll he a aileclaeao, a exace-
raco puerd.dnde em ma.enas de re-
cias1 r.nnl !T W*- "t" T'er extravagao-
,1..;. 1 ".....""m ""ater., em nome
. nenhuma nutra cousa senao nom, d;i *7
Mas hija nislo mnilo bealo, nAo vao desteir o
TS?*" ""* pr"l ^Kuea!
cada. nrale ,' 0,,',e <**" >(! a i,,',,,,,-
mmJST P"a ""'[orn" Un*<-
.\ao temos vi.lo su-leiitar que as ve.les cleri-
cae. nanea deviam apparecer dianle do rile-
gratn .
One exlr.va2aneia. e qoe horrores nao temo, nos
visto, ouvido e 11,i,, esta respeito'.'
Pois meu amigo. nAo ha que hesitar nef.te ponto,
quem der peso a laes raze p.rde seo lilho, estra-
ga-Ib iodo o seu fularo.
Nao ha meii termo ponivel em que.> de edo-
doei
da
.iiii t
Hila
I 1111
re 1
a
ler
I
MUTILADO
cacao ; ou querei ver vesso lidio fazer prn(ressos
i nos estados, crescendo em plena Iiberdade lodos os
Is.us vicios, 00 queris arraucar-lhe este, ou pelo
menos iruia-lo contra ella, e para isso s tendea a
' religiao.
I He esla a nica tarca que pode tornar o homem
1 virtuoso.
Sem reheiAo o vosso collegio podera ser rigoroso
! e disciplinado como o carceres dos forra los das ga-
les, mas nanea nelle haver moral nem educarlo
nunca terei. em oso filho um bomem honrado'
caito e inlelligenta. Temoi dille, e im nossos das
urna prova bem singular.
Todos podem lomar parle no entina oU educar m
publica, em ilgam do seu ramo. Timo vino es-
te umo imuitlerio exercido em toda i ua esne-
cieie graos por loda 1 urte de horneo, professando
a man ampia viriedadi dioptuioe*, de idea, de ha.
bitas, e ate de vicie.
Ora leem sido phiiosopho materialiitas, ora ni-
dres apostata, oolra. veiM corroplore e coirompi-
lcynicos; libertinos, hypocritai etc. Temos tioo
iodo ; e no eilanlo, notai bem esta taclo.
da nenhum de.xoa de tomar a religiao como
baie da tu lices, como principie de educa -
^ao .
He que o homem ainda o mai irreligioio rahece
que sem esta nAo ha autoridade, nao ha obediencia
nao ha educacao possivel. '
A educatao publica eil.i profundameole pe
Ja, mis he obrigada a disfarcor-ie,
Ainda nao viste uenhum medre alheuy*
nio haveis visto bastantes alheu que/s, Sti
escrever por cima da porta da WtJSSlEl .'
se falta em Deos-embora elle ^. ^
Pelo contr.no inscrev. na e^oli por dentro7 *
fora lentencas religiosis. / >
V nzao Le porque elle^querem ser obedecido.
querem que soa escola llore.c., e pan .o h n'
cessarto haver ardan, e educaejo e Uio TmJgl
gum M om sonho eind. mai do qoe om. irop!,.
Ahitende, mtu amigo, a necesdade em que se
o impo de taer-s. hypocrila. Na realidad, vata
penaa ,t, *e laes tacto, de gritar conlr. o h..
Pela minlia parle fallarei antes do horror qoe de.
ve inspirar a mentira. H
Se os mestres da infancia sAo tarca-toa a mentir
'matamrT" "T'6"6"' "ao ""'" m",s >ello
vtanrta,"i ema,9h0,n.i""'qe elle tire.sem nma
virlode raal, ama rel,giao verdadeira. para disto ta.
zerem ama mais solida base das sua< licoes *
Acresceulore ainda que a religiao que deve n,
ftoiV tflad0' "a" d"e ser "'eamen.e un, re-
Mgiao de theoria, ma, de pr.lica .imple. .-
sombrada, lantu no mestre como no dwrtpola hTa
que en exijo, e nao compreh.ndo outra eou
le certo qne haveis de ter ouvido dizer muil,
vezes que a ,noss. educacAo actual deve 7 "m-
religUo bem entendida. urna
Bem. mas estes termo. nAo Ha muilo claro, nnr
que ,e pone entender de moilo. e dtftareuies SSL
a phraserel.giau hern entendida 0S
Para mirareligiao bem entendida-, he a relt
Rilo conforme a intelligencia qoe ella m,.m. .i"
de ; porque nao ,ao o, homens q. deVem ,
sellar u, intelligencia e vontade. m. ,im"o
forraarera-s, cora a religiAo, alia, la nao &%
d.Ooan(os esforc, faz hom.ra par, illudir a l,
Comente em ser religioso, mas h, de ser a seo
modo, entendendo religiAo como bera Ihe parece
porque quer que a rel.g.ao ,ej m SSJTS.
gosto, e conforme a soa razAo individual.", i.
durase a elevar o u orgulho i Sdr. d, re"
Errado modo de comprehender orna reliuiAn aU
hnmildade e ubmiao. rengiao de
sVcautelai-vos, meo araieo. nne i> ^.j. j
d,d, na educacSo chn.taa qne qo.rei, d.r E2,
II no mondo, na socied.de certas opinie nu.
0 me.,crie vosso Hlho nao qo.rerl euear dVfrS-
le e ale dir que lem era villa inspirar-lhruma-
religiao bem enlenriiria-, isto he, m relnziSr?
aceoramode com iota, a, *2?g&
lito lem moilo perigos.
r.i^?eC*' Pr .f1Ier rom Ia" Y0MO fllh0 'eceba
Zi^r,:;,::1*.....ht-com
A opinie. e as modas pasa.m e a religlo conli-
musempre a mesma sem mudanza nem modifi-
-L-l' e" e"Uaio Peetailam.nle, que, ...
gundo o, empos, os co,tura.,, e ,t op'inlde que
rartam, dev. variar omodo-de enainar rlu.
neces-idades da, poca, e circum.lancia, das id.!
Tr, ".l r*""" *,Ue a p,e,,ade ,ome to* "'ler
".. h .""potente, re.peilavel e respeilad.,
segundo as paixoe do mundo.
Por exemplohoj h. neres.ario que a piedad, e
rel.gi.1o de v filho nAo ,ej.m .im^tasraenle 1.
d ,le e religiao pronria, dol conventos e claustro!,
.to he, urna p.edade e religiao que ., tem por ini-
migo, a, paiita s er.os do individuo aeparado do
contacto dos horaen. H
Hoje deve ler urna piedade e religiao a prova dos
ataque, do, combate do, pongos, do .."
da i.npiedade adornad, com as arma, roobad i
Ctaocu a razao e a dialctica ; arma, .nimc.n e
em .,. mas que o e,r tem envenenado, coosas que
.,.^ri.?.V,r.M P^SS p,ra ,oroar am"el e amada
M educando, a r.llgiAo. rode.-l. de pomp., de flo-
ren degr.ca,. mi. lembrem-.e qae o seu di d-
polosqu.nrioenlraremno mundo ho deloeontrar
anlrn T*' V"'*'" h' ',e VV" >''" Co"
?., mimo apre'en" e d"Cula essa re,iiau ""> e,-
ceita,Ta.,,: \'m orna",,,ecB elicii. (lo ac-
r..i. asr"dave'9 a ''lura c implieidade da in-
de amav.?Un '," li" n mti de
i*""'' P^ P-"taez mundana dn m.neir.s, mas
oTu.T 1lot.'<,'*"ot< eximinando tudo, discotin-
form, ; "fcld,"Uo ,i0 1- ''"o emende, ma, com
le como argumnlos.
r.uZStnA0 i,,"rmem 'obo.tecam 1 piedade e a
rel.giA., do, eduendos, illuslrando-lhe. a energa
nsann .i"" f"r,",ei","-"'es int.llig.ncii, V-
mando Ihe o corado nAo s do .intmenlo,, ma
de conv.ctoes profunda-, e enchendo-lhe. 1 intelli-
gencia de pesamenl-s graves, seno e .atiero.
...!?' I"i a P"'Por''""r lite alimento religioso
substanc.l qoe hade servir .0 homem, com af if
J22T PU,a* e ,"?eou" Peopria da infancia, urna
coma caa-a pertaitamenta com a ootra.
Eu approvo muito 1 at admiro ns generlo m-
tarcos que em .,,.. di. ,e lem taita pira inspi-
rar a moctdade 09 entintemos de piedade viva e
nm ma'rei01lenha jolgado qui
omo, melhores do qoe ni realidad, .orno, e qoe
IT.S ?",C0 meodo ucd. que e.l. piedadidi
cor.jao, de.ympathta, e iog.ooidadi vinha a de.-
iazer-ae logo qae se ache em controlo com a a>ne-
?rZT.V oc.iedi"le. e <=" a no.,., opi.taes
andamenle exacta egosta, 1 analylica.
Aclio per.goso educar 1 jovmlndi na ignorancia
di eorrupao da inlelligencia humana Em qniolo
o. mancebo, esia,oba tutela de en, rae,tree di-
reciores, protegido peta oceupacao de espirita, lodo
vai bim ; 1 piedade llorece tang do geln do .cepli-
c.smo, dos ra.o rdeme da logic. inflexivel do ma-
ter.li.mo, ou do. ventos ridos do racionalismo :
mas entrado no mundo, e.l. pobre, plantas nAo
leem et. protecede, e pode er que esla piedade
abaldonad,, a. ,aa. proprias fortas se veja erape-
nhada era lula em qoe nao ..iba como haver-se,
e suecumba, so porque nunca as previo.
He por eilas razOe que eu qnereria qoe o mei-
(res e directore da juventode (venera lempre pre-
sentas a natureza do perigos, a qne de futuro' vao
estar expostos os seus discipulo.
He ueste sentido que eu digo qoe o modo d en-
imar a religiao e iospirar a piedade deve variar e-
gundo o lempos a as cirromslancia.
O eiismo da religiao e praliea da piedade deve
ser um para o mancebo destinado a viver nos .aloes
do secuta de Pascal ; oulro no seclo de Vollaire.
outro, au dtrei para os lalde, mai pin as acide-
mia, e para a reunin, onde dozmalium e palnm
os 1 1.1 -1.- e os rheloricos.
Heve-s en,mar 10 mancebo e iqspirar-lhe urna
pieria le forte, roboiti, e armada contra eitr peri-
gos, dando-lhc a madurez, de intelligencia com qoe
as coisa aenas devera ser tratadas mo.lrando-lh.
que as scieucia nAo presta arma. ,,o erro, e que
1 impiedadehe a matar de todos o erro, ou a po-
vi di mais crasa ignorancia.
Iazendo-odeKonliar de si, porque essa deconti-
anr;a he a manir prava de sabedoria e sciencia, e
confcssa-la a matar das aoragens, e valentas. for-
necer-lbe lodo, 0j meJOS ,,e defcI de ,
ra sabir vencedor. .
Ja vedes meu amigo, que .em dizer urna pila-
vra acercada religiAo bem entendida, oque en que-
ro he urna religiAo e urna piedade conhecedora, do,
pingos que os esperam no mundo.
Appliauera-e. prtanlo, os mestre. da infancia a
estudar o lempo era que vivemos Assim como mni-
las xezes na, n ., conhecerao a sanlidade e fizemos
pouco caso de.ie. nosso ,.gUndo pas, tambem
muitas outra elles nao coi.hecern o mundo come,
ene llenera uque he necessario ao hamem para nel-
le poder conservar pura e firme, a soas rrenri,.
Vuom duvi.li que a religiAo e a piedade sAo urna
nece*idade para o hiimem '.'
Mas ne.l.s nosso, lempo o vicio bem como 1 vir-
lude leem um tx pu espca.l. externo sim, e qne na-
da altara a encocla, ma que por isso memo que lie
externo be que tare us no,.o. entidos, e impresio-
na o noiso coracao, e abata 1 nossa intelligencia.
He conbecendn a poca em que vivemos, e que
nAo ae parece com nenhuma oulra, que o pas e di-
rectorea da niuciilada lornariui i. nial li;oe mai
opporlnna e proveitosa, e desle moto a piedade
pie 111.p1rar.11n aos mancebo o discpulo nao era
una piedad, dea armada.
V one lilho n.lo ha de viver sempre dentro de um
collegio c fora do mundo, na solidan.
A sua religiao e a sua piedade leras de clarar-
se e manifestar-sc em publico, dianle ce qoem ap-
prove.de quem aerria, e de qoem a combata. Prc-
par.11-0 1 a.., i,|u.
Por emquanlo, poiein, gratis a >ua pouca idade,
contal lomele cm que Ihe infundam os senltmento
de medarie. e o devere da religiao, e que depoh
pouco e que Ib ,a infi|iri0 M tlmt 0, ontm
seniimeuios. a ouiras preparace, a arma eiolini
de que um da e hade ervir, Mo a propprcao qoi
o eitndo d, letras, e das .ciencia. Ihe tardando ai
orea neceisiriis- para at mtnejar.



A piedade he o mais helio ornamento da moeida-
t. Km quantu i mtm eoiifesio qui coa nenhuma
me fue lAfit.i irnpres.jo nesle generjcum.i ver um
nnnceho virtuoso, e cheio 'le piedade, modesto e
imples lano noi peniaroenios como na p.lavras
moderando o impetos proprios da suaidade por orna
ebejissAo voluntada e refleclida, trabalhando pur
comprima no da ara sanio divar, a demudo Irans-
lour a iuaocencu da alma al ua vlvacidadc do o-
Ihar, e n alegra do jogos.
O collegio onde honver verdadeira piedade go-
*ern.-e fcilmente. O ducipulos comprem com os
Mus deveres porque comprehendero o que he dever
por foniegulnte a aulorila le he fcil de tercer!
e suave.
Ev.ila urna censor moda, mas por iiso mesmo
mu efflcaz, rada qual quandu commelle ama falla
lem dalla remoraos, e nlo carece para ser cailigado,
qae a aulondade Ihe inflija a pena, aceita-a como
eiptacjlo.
Este senlimenln sendo geral, resnlla urna opioiilo
publica, urna atmospheri, da moralhlade, a qual tai
eem que lodo sejora Indulgente* por caridade, ma
jl* por espirito de inteireza.
Uaqui resulta .ciividade nos esludos, a emula-
rlo como um prazer.
Eslarlaroquajulgo um diaparato o lar medo de
que ao eollegio haja piedade de mais.
yae a havia de fazer em am collegin do mance-
bo qae roste limilado de Indiligencia, nao nevan-
do candada ? O aborreclmenlo a a vergonha seri-
ara os intmenlo qua i davorariam ; mas hav.odo
piedade esta seguro, porque todos o iralarAo bem,
lodos Ihe farao juslica nao o turnando reaponsave
por cousas de que aenhuraa culpa lem.
A piedade faz com que tranquillo comsigo mes-
mo, etleja iunalmenle em paz com ut nutro"
> rapaz de lalenln temos intmenlo religiosos
e rt piedade ear> umsaherbo, a om monslro de pe-
dantismo a otgiiihu. He esta a raxao porqoe aeho
lgico que os philosophonqne a eieroplo de Kotsean
baoem a reli^iao do .ysli-uia de educarlo, digara
rgoalmenta, qoa a nstrncro he um nial na infan-
cia, pnr que Iprnduz a vaidade, e (orna os infantes
msupportareit e odieotos. lslo he tima venia le em-
prr qae nao ha piedade para moderar estes eslimu-
los de orgolha.
A piedade lera a grande vanlagein de'ligar-nos
com Dos. O infante nade a Dos que Ihe 1 talen-
to, amor do estado, e faeil applu-arloda-lhe gra-
ta pelos seas progresosoflerecc-lhe as diflieul-
dades a eslorvos qo* encentra. Affavel rom todos
e itai orgulho as coro* dos premios sao abeacoad
pelas seos proprios competidores.
A piedade u corageia aos fracos, a lira a arro-
gancia aos feries.
Dai portaatn grabas a Dos porrmeterde vosso l-
Iho am ora collegio onde reine alrelist e a pieda-
de, porque a vida do eollegio se lorndra' fcil e
doce. os seus trlumplms lillerarios lera' admira-
dores e nao inimigos, e quaodo Vencido lera amigos
qae o coneolera.
Oa seus esludos wrao para elle suaves como om
oezoeio da caiupriaaento de um dever natural im-
posto por Dos aohomeni qaando o creou inteli-
gente a igu iran-. As uas virio los desenvolver-ie-
hlo natnralmenle, e lomarolforcas Unnrjario rai7.es
lo profundas qio difcilmente srrftn arrancadas, e
como os vicio erao tutTocados, lera' a inlclligencia
grande porque sera' para.
[Conlinaar-se-ha.)
Wnbcacao apcibo.
0IMI> I PIBtlB'XO Sillfl 13 II DZtMlRO DE llil
Breve lagrima de saudade, enviada a' iousa
de meu muitoprer.ado amigo e prente,
Silverio Jos (iomes, por occasiao da
dolorosa noticia de sita sempre sentida
morte na provincia de Sergipe, aos r> I
deoutubro do presente anno.
Bem rindas, minbas lagrimas, bem viadas !
Preeisava de vos, tirdaveis tanto t
(Castilho.)
< randese bem transcendentes sao es decretos da
Providencia !
Sabias, c reflectidas sao, suas justas determina- se ,i<
edes!
Anda honlem o meu bom amigo cheio de vida,
de lodo dedicado ao bem-estar de seus filhos, e cer-
cado dos attenciosos cuidados de sua terna e fiel es-
posa, experimntala a seu lado os deliciosos ef-
flavios de um viver de ventura-, ej boje seu cor-
po exange, he pasto de vermes !...
Anda honlem bata em sea coracao, a mais li-
songeira esperance de brilhanle porvir para soa fa
milia,e j hoja comsigo ella desapparece oceupar
a gellida habitarlo dos tmulos 1
Mors inexoravel I oem as copiosas lagrimas de
urna desventurada mulber, era o lamcntavel e do-
?^P?KvT.,)E MroRTACAO PKLA MESA
DOCO.NSbuDO DBSTA CIDADE NO LIA
12 DE UEKEMBKO UE 1856.
PortoBarck portunueza aFlor da Slaia, diveisos
earregadofes, 1100 saceos assucar branco e masca-
vado, 13 ^arriquinhas aastirar I,rauco.
PortoBrigne pnrtoguez Esperauran, diversos car-
regadores, 1,355 saceos assocar "branco e masca-
vado, i
LisboaBara portugueza Ligeira, diversos car-
regadores, 30 saceos assucar mascavado, 36 casco
in el.
LisboaBarca portugueza Mara Jos, diversos
carregadores, 600 saceos assucar branco o mas-
carado.
Liverpoolpalera ingleza Bonitan, diversos carre-
gadores, I ,-M\ saceos estucar mascavado.
BaltimoreHngue americano Heleno, Henrique
Fusler Si Companhia, 1,200 saceos assucar branco.
Philsdelphia Barca americana nC. E. Tayn, Ma-
thea (S C., 1,200 saceos assucar mascavado.
lampinBarca ingleza Warhvek, Scharainm A
_C, 1,200 saceos assucar mascavado.
LisboaBarca portugueza Jdnot.n, Francisco Se-
variano Rebollo St Filho, 700 saceos assucar bran-
co a masciavado.
KKCKBEU0K1A DE KE.NDAS lMEKiNAS GE-
ItAES DE PEKNAMBUCO.
Rendimanto dodia 1 a II. 9:i05jt15
dem do di )-_>........ : 11 -2503
, 10:519X>18
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimento dodia 1 a II 31:6328225
I 13 ....... 2:010*167
36:484*596
Stoimmtf ot porto.
.Varios enlraot no da 12.
Genova e Malaga4 dias e do ultimo porto 30,
barca salida nPaolo de lili luneladas, capitao
Manoel Bu/ano, equipagem 13, carga vinlio e
mais ganaros ; a Bastos & Lemas. Perlence a Ge-
nova. Paaiageiro Cela no Joede Lima.
Rio de Janeiro18 .lias, briso brasileiro Mariana.,
de 238 trineladas, capitao Jos da Cunlia Jnior,
equipagem 13, carga vazilhames e mais gneros ;
a Manuel Ignacio de Oliveira. Perlence a Per-
nambuco. Passageiro, a familia do capitao. An-
dr Alvea de Oliveira.
IVai-o* tahido' no mamo dia.
Baenos-AvresBrigue dinamarquez Couriern de
223 toneladas, capilao P. A. Peterion, equipagem
10, carel a.v-ucar.
MontevideoEscuna hollandeza Elisahelb de 1%
looeiada. capitao R.M. Iluizitig, equipagem 7,
carga arencar.
Rio da PrataBarca heipanhola Victoria de 378
looeladas, capilao E. Molos, equipagem II, carga
assucar e agoardeote.
Ararais pelo As e Ceara'Patacho brasileiro E-
mulacao, de 134 toneladas, mrslre Antonio Go-
me Pereira, equipagem 12, carga hacalhao e mais
geoerosj Passagoiros, Joaqnim de Andrade For-
tuna Pessoa a sua familia, Hiplito Fenelon de
Almeida Fui tuna, Ernesto Facundo de Castro Me-
nezes, padre Dioga Jos de Sean Lima, padre
Bernardino M. de Oliveira, Bruto Jos da Molla,
l.udgero Braolio Garca. JaseGaocalvea de Mou-
ra, JosJnlio de Albuquerque Barros, Francisco
lerreiri Gomes de Meneres.
<&fctt*t
O Dr. SebasliSo do Reg Barros de Lacerda, iuz de
orphaof da cidade do Recife e seu lermo, por S.
M. o Imperador, que Dos nanle, etc.
Fajo saber aos que o prsenle edital virem, que
liavendo-ne requerido Francisco Jos Alve Gama,
tutor do menores lilhos do linado Pedro Jos Car-
neiro Monleiro, para ser levada a prac, de renaa a
ba.za deiapiro de planta, sila cm Ierra da proprie-
aade Api|iocos, parlllbade em o respectivo inventa-
rio corr referidos menores, conjuntamente com
urna olaria de fabricar lijlo, sita em dito lugar a
tnargem do rio Capibaribe. e urna casa de laipa, pro-
ima a bovoacao de Aptpuco, sendo o prejo para
base da atremai8c.ao da mencionadas propriedade,
a quantial de 1:1109 por anno, pelo preseute sao le-
vada a pkaca de renda trieoual, a coroejar do pri-
meiro deljaueiro de 18-57, as meiiciqnadas proprie-
dade para ser arrematadas por quem maior prer.o
uflerecerl sob banca idouea, linda aspriraeiras Ires
audienciis desle joizo, e mediante as seguinte cou-
diccdes: qae o preco da renda sera' pago .o tutor
dos inenraa, mensalmente ; que o mesmo tutor de-
smnara quacs os lugaies em que se devero fazer a
necessarias escavaedes para a exlraco do barro que
"(irrar
icbentes do rio anean velocidade, alo es-
u algum canal e causem qualquer ontra
audienc
Dado
deienib
maraes,
ao fabrico do tijollo em ordeui a evitar
s e Terrorosas suppl.cas de um affetcoado E pira constar se mandou alTixar o ore
rettveram leu anntqutlador braco, qua des- sent 3 publicar pelo Diario
loroso pranio de obedientes filhos, o nem as in- ,j., ,|;,
cessanies e fervorosas suppltcas de um afleiepado
amigo, reliveram ten anniquilador brar^o, qua dei
pendindo o mais lerrivcl golpe. *eio cercar cen
lenas de infelices de crep, dor e melancola !
Meu Dos! porque nao permiltiste, que por
mais lempo, elle se demorasse entre nos ? !... que
nossa alma se arrebatasse ao ve-lo devotado, la-
borioso e affavel, satsfazendo aos imprescriptiveis
deveres de pai, buscando (elicidada de sua chara
esposa, e entregue as doces exigencias da mais na-
cer anjisaje't Mas nao 'qoe elle era nm justo,
o ffYJo devia gotar na eierninade o premio de suas
virtudes.
Enjuguemos, pois, nossas lagrimas, irnaos e
invoquemos a Bondade Divina sobre sua alma,
.irompanhada de virtuosos feilos !
que as e
tabeleca
ruina endita propriedade, proveniente de laes es-
cavacjSei.
E par,i que chegue a noticia de todos mandei pas-
sar o presente etilal, que ser atusado ua porta das
: s e pobliradn pela in.prensa.
passado Mata cidaoe de Herife aos 5 .le
o de 18~i6. Eu Joito Facundo da Silva Gui-
escrivBo o escrevi.
SebastiJo do llego Barros de Lacerda,
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincia em curnprimonto da rcsoluco da
junta la fa/eiida. manda lazer publico que
lot tra islenda a arretnataco das obras do
empe ratnento do 20- e21- Uncos da estra-
Victoria para o da 18 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial i
Pernatnbuco, 11 de dezembro de 1856. -
secretario, a. F. d'Annunciacao.
totumo, .oca.
dicional de m3o mora, imposto sobre lojas, dilo
especial sobre casal de movis, roupas, ele. fabrica-
dos em paiz estrangeiro, diio sobre barcos do inte-
rior e taia dos escravos. depois do que lero de pa-
ga-Ios com a mulla de 3 poi cenlo em favor dos co-
bradores.
Rereheduria de Pernainbuco H de dezeml ro da
I8>6.O artininislrador, Manoel Carneiro de Souza
Lacerda.
Tela recebedoria de renda internas geraes se
faz publico, qoe no corrente mez se linda o otas do
pagamento dos imposlos do exeicicin de 185.1856,
a saber : Renda dos proprios nacionaes, furos d
terrenos de mhrinha, decima addicional de mSo mor-
a, imposto sobre lojas, casas de descont, etc., dilo
sobre casas de movis, roupa, etc., fabricado em
paiz eslrangeiro, dito sobre cascos do interior, *. tai-
ta dos escravos, findo o qual os devedorrs lerao de
paga-Ios judicialmente. Recebedoria de Peinam-
buco 3 de derembro de 1856.O administrador,
Manoel Carneiro de Snuza Lacerda.
A mala que tem de conduzir a sumaca nacio-
nal Ilerleoca rom destino a cidade da Babia, fe-
cha-se hoje (13) do corrente as 8 hora da manhaa.
THEATRO
DE
ULTIMO ESPECTCULO SOBA DIRECCAf) DO
ARTISTA SANTA ROSA.
MOJE 13 de dezembro.
De orden taperior, e para satisfazer nao sti ao pe-
dido que foi publicado no Diario de Peruambucoii
n. 288. mas tambern a oulras muilas peaioaa que n3o
chegaram a lempo de obter camarotes, cadeiras a bi-
llieles de plala para a recita que leve lugar no dia
2 do corrente, vai a' cena repelido do drama
vaodeville,
Arlliiir
ou
EPOIS UE 6 m4.
Logo que o E\m. Sr. couselheiro presidente de.la
provincia se dianar comparecer na tribuna, dar'
principio ao divertimeiHo.
O drama lie ornado de diversas arias, e rris can-
tado por marojo*, entra os quaes um sera c; litado
por olio euboras.iuclusive alguroas meninas.
Actores que tomaram paites principaes no trama
as Sras. I). Knolh e Je.oina, e os Srs. Santa Rosa,
RozeDilo, Lima e Jos Alves.
A orclie-tr.i sera' dirigida pelo Sr. Podro Nolasco
Baptisla.
afian do drama o Sr. Santa Rosa e a Sra. D.
Knolh canlaro o jocoso duelo,
0 MEIRINHO E A POBRE.
0 espectculo terminara a pedido) com a comedia
em um telo.
EM
Vlil\i I UE ALLELUiA
Fazendo a parle de Maricola a Sia. I). Jesaina.
Os bilhetes esiao desde ja a venda no escriplorio
do tbealro, em man do Sr. Cunlia.
itt>&t>o 'Mmtiwt.
MAKAMIAO' E PAUA .
Segu uestes otto dias o palliabote na-
cional "Lindo Paquete, capitao Jos
Pinto Nunes, pode anda teceher algnma
caiga, hitando Iheum terco de sen car-
regament pata ajuste : ttala-se com An-
tonio de Almeida Comes, na rna do Tra-
piche n. 16, segundo andar.
Iteal coiiipiujiia de |>a*
(pifies Mi>ifz s a vapor.
Oehefe da pnmeira seceo do consulado
provincial, servindo de administrador, em viriude
j &aVtt' 3d0 re8u,3m""> de 3 deju-
BOdi 1852, faz publico que seacham deposit- ^.P,
dos, to deposito geral deus escravos. Amonio, na,: irala-se na ra do Va,0 n. 5
cao CWge, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,'
nacaojCongo,idadede40a45annos, com urna
r behd! no olho cuerdo apprehendidos pela polica.
E vos, eletto do ^enbor recebet cercado da tm- os quaes sao considerados bens de evento por -
roorradoura gloria, urna expressiva lagrima, que deseo iher seus donos, e para qoe seia cumnrido 'o
enva que tontera o sobredito art. manda publicar pela
transido da mais dillacerantesauddj, vos envia
um de vnssos verdadeiros e fiis amigos.
F. J. M. Penna Jnior.
I
ommtttfa.
rltACA DO RBCIFR 12 DE DEZEMBRO AS
a HORAS DA TARDE.
Colarse ofnciae.
Assucar mascavado2J800 rs. por arrobacom sacco.
rrederico RabUliard, presidente.
P. Borgti, aecretario.
-.. ^ CAMItlOS.
Sobrepondr, 27 :i|4.
Par, aiti.
Lisboa, 98 a 100 por de premio.
..".-' dS laat"'< 'i* Pr OlO a l e 30 dias.
Ac^oaa ao naneo, i0 a i,i (le premio.
- a eompanhia de Beberibe 51J000.
a ronipaulna Pernambucaua ae par
a a Ulilidade Publica, 30 por cenlo da premio,
a a Inderanieadora. 52 dem.
4 n da estrada da Ierro :20 porf,0|ode premio.
Diseouto de lettra. de 7 a T 1,2 Bor 0'" v "" "'
Dilo ilo bae. i a K por ll|n.
()uro.()n;as hespanhulas. 28 i
Meada da 6100 velha ....
a a lioiim novs ..."
40000.......
Prata.PalaeAe hrasileiros.....
Peo eoliimnari->s. ,
a mexicanos.
28S.VK)
I65OOO
uym
90000
25000
25000
15860
Al.FANDEtiA.
Hendimenlodo dia I a II. ,
Idain do da 12 .... ,
I%:78702!l
3&0o2j229
232:83'JS2-
Detcarre$am hoje 13 de Ueiembro.
Rrigue iagiecLevantecej'ieja.
Bar-a InglezaFloallng Cloodmercadorias
Barca inglezaCypresecarvao.
Bar;a inglezaSpiril al Hie limesbatailiao
Brign c iiiglezEulerprisecarvAo.
Brigue mglezRacer qo'ijos e cerveia.
Barca francezaSirenemercadorias.
Brigue rancez Saperbcemento.
Brigue pnrlogtiezTarajeo resto.
Brigue prluguz Laia IIpipas vazias,
Brigue porlugaezEuricevinho.
B.rea linainarque/.aPreciosagenebra
Brigue hambiirguezf.ilo-g.nebra o mercadorias.
Patacho amerirauo--Santa Clarabanlia de porro.
Marra americanaM-ni-olncadeiras e farinlia,
lliala americanoSimoelfarinha de trigo
E>ruua hollandeza/.epbvrpapel.
Patarata aneficano(Mielfarinha de tri-o
Rrigae hamburguerNen Edtrilhos ,: ferr0,
ll.rc.i saeeaFamelventaboado.
Brigue brasileiruEsperanceo resto
IMHOatACAO.
Rngiio oldemburguez aPleilo, vindo de Trieste
consignado a Saunders Brothers & C, raanifeslou o
sesninte :
I^M barrica farinha de triga ; aos consi-aala-
rios.
100 caixas com ai;o ; a N. O. Bieber & C
CONSULADO tiKKAL.
Rendimanto do da 1 a II 3.">:6i7->i80
dem de dia 12....... 60635373
impr nsa, para que no prazo de 60 dias compareca
quen aos ditos escravos tenha direilo, findos os
quaei se proceder a arrematado pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regalanvento.
E para que chegue a noticia de todos mandei
pass, represente edital, aos 12 de uovembro de
18511.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
-..-; KEPAKn^AU 1)A VACCINA. S
p O commissario vaccinador pro- ^
% uncial, reconhecendo pessoas dei.xum de comparecer a -;V-
Q Mtt repaitirao em conseriuencia t
& Ja longttt.de do lugar, avisa ao @
^ respeitavel publico que tem re- $$
C3 tolvido a vaccinar tamhem as b
p tercas fci ras de todas as semanas, S
-.}} na casa de sua residencia, conti- ^
:& nuanJoa repatticao a f'unccionar k
% no torreaodaalfandega nasquin- m
% tase domingos: assim, as pessoas @
9 tme sequizerem vaccinar as ter-
cas feras, podem dirigir-se das t
sete as nove horas da manliaa, ao 3
- andar do sobrado da ra Nova
No dit 22 deste mez pspera-se do sul o vapor
1'iNE, commandanle Valler, o qual depois da mora do coslume seguir para Soulliamplon. tocan-
I do no porlos de San-Vicente, TenerilT, Madeira e
| Litboa : para paasagens ele, Irala-se com os agen-
te Adamson liowie & C, rna do Trapiche-Novo
n. 42.
PARA O ARACATY.
Segu em poucos dias o bem conbecido hyale
oCapibaribe para o resto da carga e passa;eiros,
do Vigaro n. 5.
CEARA' E PARA'.
O patacho Anua recebe carga por frete ommo-
do, na i demorar.se-lfc no porto mais que o lempo
preciso para aladrar : o preteudenla enleoder-se-
hao com o consignatario J. B. da Funseca Jnior,
na na do Vigario n. 23.
Para Lisboa.
O patacho porluguez nUrilhanle, capilao An-
tonio Itraz Pareara,ahira' com toda a brevidade por
ter a maior parle da carga pronipla ; para o resto da
mesina traa- com o dilo na praja, ou com o con-
signatario Domingos Jos Ferrera tiuiraaraes, na ra
do Qneiraado n. 3.
Espera-se etn poucos dias o vapor por-
tugus Pedio V. cornniiiiidante Jos Dias
dos Santos, c depois de sua clicgada e de-
mora do coslume, seguir para a Babia e Rio
de Janeiro, para onde poder receber passa-
geiros, para os quaes tem boas acommoda-
cOes, e se promette bom trata metilo : quem
no mesmo quizar iranaportar-ae, para ajus-
tes que so razoaveis podera cntender-se
com Amorim lrmilos, rna da tiruz n. 3.
Anda recebe carga para o Ass e Aracalv a
barraca brasileira Napoleflo : a tratar na ruada
Cadea do Recife loja de ferragens n. 53.
Para a Baha.
Aswinaca nhCoual//or-
tencia feixa a mala hoje,
as 10 li iras, no correio :
os senllores qarregadores
(|iieirain mandar seus nliecinieitosats8 horas
8 lor despacho du Eim. Sr. Dr. joiz de direilo
especial do commercio e a requenmento dos admi-
nislradores depositarios da massa fallida de Jola
i.hnsosloroo de Lima, o agente Pesiana fara leililo
ua teja da ra do yeimeno n. 63 da armado e
miudezas existentes na mesma,conlauies do balasen
no valor de rs. 3.H72.39."*, asim como rte lodo o ae-
livo, importando na quanlia de rs. I3:7."33I80, con-
forme o mesmo balance, ludo perlencentea'massa
oo mesmo fallido, cujo balauto se ada em mao do '
agenle cima, e podera' er eiaminado por ouem
convier em seu arroazem ra da Cadeia n. 53. ,. 0
tema tara lugar lerca-feira 15 do correnlea II lio- !
ra da manhaa na mesma loja.
Leode predios!
O agente Boija trans'etio para terca-1
tetra 16 do corrente, o leilo dos predios!
abaixo declarados pertencentes ao Sr. Jo-
s Das da Silva, aununciado para qunrta
lena JO, a saber: urna casa terrea de
n. 2, sita na tra vena do Lima na ra
Imperial com 2 salas, 2 quartos e co/.i-
nha tora (i ditas de ns. i, (i, 8, 10, 12
e li na mesma ra com 2 salas, um
quarto c coztnha (ora ; 2 ditas na roa Im-
perial n. 70 A. eTOB. com 2 salas, oquat-
tos, coztnba lora ; i armaz-ensem caixao,
na mesma ra, um terreno na ra da
Prata de Santa |{ita e um dito na Passa-
gem da Magdalena cora 12 1.2 palmos de
trente, aolado da casa do Si-. Jos Joa-
qnim Das Fernandes, os <|uaes seito en-
tregues sem limite, visto serem vendidos
por accordodo propiietario com oex-cu-
rador fiscal, para cumprimento da con-
cordata que Ibetra ltimamente outor-
gada : ossenliorespietcndentesquequtze-
rem alguns esclsrecimentos a tal respeito,
dirijim-u ao armazem do agente annun-
ctante, sito na ra doColleg.o n. 15 onde,
teta lugar dito leilioa'a 10 horas em pon-
to do lupradito dia.
O agente Vieira da Silva far leilo de um
sitio com boa casa de vtvenda no lugar denomi-
nado l edra Molle, contendo duas grandes salas,
6 quartos bons, cozinha fofa, copiar, urna grande
estribara para 3 cavados, sendo terreno propia,
tambero so vender em leilo ou em particular parte
de urna beranca em Apipucos. O dia do leilo ser
annunciado e os pretndanles podero eniender-se
corno mesmo agen te em osen escriplorio na ra
datadeta do Recife n. 2.
LEILO.
O Dr. Ribeiro, formado em medicina,
estando a retirar-se para Europa no pro-
vino vapor ingle/., lar.t' leilo, porinter-
vencao do agenle Oliveira, de toda a mo-
ftllia de sua casa, a qual |)C quasi nova e
do mellior gosto : quarta-feira 17 do cor-
rente, a's 1(1 horas da manhaa, na mes-
ma casa, ra da Cruz n. 15,
se7j.' r"""',!Sr' Wm*"' l-'"eV "l'"'i0 r<""-
dP..1 .i ""P"'0' a"* '"ISo f"" ^''Ciicflo
do agenle Olivera, .le lodo o Irem do seu e-criuto-
rio, silo ,u:, e;def,.e ..o Trapiche P,J,
Minsisiinilo em rarliiras grandes e peineoas, mesas
las secielana grande, mnr(|aeza. caderas osuaes e
ae uracos, e ouiros arligos ;e assim mais de um sor-
iimenio de laslrea de 4. 3 e 2 luze cada um, e can-
deeiros para cima de mesa, ele. : terca-feira 16 da
corrente as II) bora d-, manhaa, no indicado esc.ip-
lono, K
SOCIEDilMDE E\S\IOFIU\CEZ.
Por ordem do Sr. presidente declaro, que lia
sesso, hoje as 3 horas da tarde.
01.- secretario.
Coda Curcolho.
l'reria-se de um menino p.ira caiieiro de ta-
berna : em lora de Portas rna do Pilar n. '.12.
Pergunla-se a quem souber responder, que ca-
minhu levaram urnas cadeiras. que a muilo earidoaa
sociedade do logislas cedeu a respeilavel irmandade
do Divino Espirito Santo, pois que indo eu domingo
a m ssa nilo vi laes cadeiras em nos perguntando a um velho irinao qoe all eslava, se
me poda informar a lal re'peilo, tornou-me
em repolaS. ChrslovSo qne Ihe responda I
e como nao entend o velliu Irmflo fajo a presente
Perunl. Olro irmao.
Foi roubado na quinta-feira a larde no litio do
Cajoeiro, ana ralogio de sabonele da oaro, pequeno,
cora esmalte na caia de dentro, tem a firma do Sr.
Caseroiro Uaraier, e untamenle a corrente de ouru;
roga-se a pessoaqueo apprehender, levn-lonn ateiro
da Boa-Vista n. 7, que sera recompensado genero-
samente.
NOSSA SENHORA
UA
Coiice9&0 dos Militares.
I)e ordem da actual mesa regedora da irmandade
de N. S. da Concejero dos Militares, e em cumpri-
meuto do arligo 26 do titulo ."> do reipaclivo ennpro-
misso, sgo convidados iodos os Sr. irraAos de*ta ir-
mandade, para que no dia 15 do correle as 1 horas
da larde se sirvam comparecer no rousi'lorio da i-
grej da mtsma Senhora, alim de convocar-ie a mesa
geral, que ha de proceder a eleirSo da futura mesa
regedura que lem de funecionar no prximo anno de
857.Consistorio da irmandade ceicao do Militares, 12 de dezembro de 18)6.O
secrel.ino da irmandade, Amonio Jos Ribeiro de
Moraes.
DAGUERREQTYPO
Systemn ncfrte-aineric no
ATERRO DA BOA-VISTA N. i,
terceiro andar.
Neata casa eouliuua se a lirar retratos com toda a
perfeicao e pelo novo lyalema uorle-amcricano. E-
ule sempre um completo e variado torlimeiilo de
camnhas, quadros e jolas de ouro para a cnlocacSo
do retratos, lodos os dias das 8 hora da manl.Aa a
1 da tarde estu a oflicina e galera a riisposieao do
publico.
l)o engenho liento-Velho em Sanio Aniso fu-
gio em dias de novembro p. p. o escravo Aletandre,
criouln, de 90 aonos. ciir [osea, altura regular, olhos
papudos, pesbmpos.cab-ll.s crescidos na fenle, lal-
vez com ricalrizes antigs de acaules na nadegas, e
mesmo na cosas. Foi do engenho Paraizo em Rio
rormozo, leudo sido comprado nesla pr.ica vindo do
seriao do Ceara', para onde talvez se tenha evadido.
Sabio com camisa azul, chapeo de palha tinto de
preto : pede-se a quem d?llo lver noticia ou encon-
trar, o prenda e o faja conduzir ao referido enge-
nho, onde sera' bem gratificado.
Precisa-se de nina ama e de um criado, forros
ou escravos: na ra du Hospicio u. 28, a qualquer
hora.
ALERTA RAPAZES !
Esla' aberlo o hoteqoim da estrella no Poco da
lanella. ra 4a Saude junio a igreja, onde a*bella
rapazcada encontrara' bons peliscoi..., no domin-
!s"s e a\.....tos, mo de vaeca, a lodos os dias a
nolle sorvele. bom vinho do Porto e bom caf, lodo
islo mais barato que em ontra qualquer parte, coro
acein aa troco de sedlas velhas.
~~ N dia 19 na das audiencias, as II hora,
depois de linda a do Sr. I)r. juiz de ausente, ae ha
de arrematar orna grande ezlcncilo deterreuo na ra
lmperinl, pertencenle a beranca do linado Antonio
da Trindade, sendo o terreno de cada rasa de per i,
eos devolulos ementes, assim como 111 ps de co-
queiros, como consta do escriploem mao do porleiro,
vai a praca a requerimento do Dr. procarador fiscal
da meada nacional e por nova avaliacio.
O uarlo do bilbele n. 3370 perlence a Ale-
jandre Jos de Holn la Cavalcanteea Caelano Joa-
qun) de Kigueiredo, e existe no poder do mesmo
Figueiredo. Recife 12 de dezembro de 1856.
Na ra do Trapiche Novo n. 12 no Cal do Com-
mercio. precisa-sede mn criado, pga-se bem.
Precisa-se de 1:500? rs. a premio de 1 por
cenlo ao mez, pir lempo de um annn, com hvpothe-
ca em um predio de doos andares ne-ta cidade, livre
e desembarazado, o qual rende 6009 rs. anuuaes,
pagando se o juro mensalmente ou da forma que se
conveocionar : quem quizer dar anuuncie por este
Mam,
Manoel BrazOdoriro Pesta retira-se para a
Bahia.
I.INHA DE MNIBUS.
I) ora cm diante llavera' lodos os domingos e dias
Santos nm mnibus para SANTO AMARO DE JA-
BOA TAO. o qual p.rlira' uaqui a's 5 b..ras da ma-
llliaa, .IL- In' a-s ,-, il.i |,,|c pccy, Upo. ... par
viagem redonda, e 2?0O0r. por ida ou volla.
Precisa-se alugar una ama forra ou captiva
para o servif. de urna casa de pequea familia : a
Iralar na ra Imperial n. 31 primeirn andar.
&tf0* $*erti>*.
B1 VERSAS
Reo di ment do illa 1 a
Mata d di 12. .
PROVINCIAS.
11 ... .
UOHHBSO
VJtMOO
2783982
2:60:j|3
tt ps<|u,na da do Sol n. U.Dr. Joo
9 Pfeponiuceno Dias Fernandes
Acha-se recolhido a casa dt detenrao desta ci-
dade!, por esto subdelegara de Santo Antouio do
Recife, om moieque de nnme Manoel, crioulo oue
reprsenla ter Ha 15annos. com um dente d me-
os na frente, e cor nao muito preta, o qual molenoe
diz str escravo re Francisca Calbarina, moradora na
fregdezia da Escada : quem se julgar com direilo ao
mencionado escravo compareca nesle joizo, manido
de seus competentes litnlos para se entregar Sub-
delegada de .Santo Antonio do Recite 10 de deiem.
bro de 1856.O subdelegado.
Dr. Manoel Duarte de Faria.
COINSELMO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo tem de comprar os se-
uinlos objectos :
Para o arsenal de guerra.
II .Ihii l.i de forro.covados SOO ; oleado para de-
brum. covados 10 ; costados de aroarello (i ; taboas
de tsoalho de amarello, duzias t ; travs de sicu-
pira com 30 palmos de comprimento, e 9 polega-
das te face 3 ; safras grandes 3 : lio dealgodoli-
bras 30.
Q tem os quizer vender aprsente as suas propos-
tas era carta fechada na secretaria do conselho as
10 horas do dia 12 do crreme mez.
Scjcrelaria do conseibo administrativo para for-
ncciaienio do arsenal do guerra I do dezembro He
185).Benlo Jos Lamenha l.ins, coronel-presi-
deob.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal
e secretario.
Pela recebedoria de renda internas se faz
publico que henale corrala moz, que se finda o
prazo do pagamente d--s imposlos seeuinle, sem
malta, pertencenle ao primeiro semestre do exerci-
eio de I8S6-1857, a saber randa dos proprios aa-
if, foro de terrenos de marinha, decima al-
Para o Antear y.
Segu com toda brevi lade o Mate Invencivel,
ja tem a maior parte da carga; para o reala e passa-
geiros dinja-se a Marlins & Irmao, roa d Madre
de Deas n. 2.
Aracaty.
Segu na pre*cnlc semana o Male ICval co
para o resto da carga e passageiro Irala-se com'Cae-
tano C> naco da C. M. : na ra da Cadeia do Recife
n. 2.
Freta-se a lancha Flor do Rio e a lancha
Feliz das Onda, para os portos da Parahiba, Rio
rande do Norte. Maco e Arac.itv : quem preten-
der dirija-se a|rua da Cadeia do'Recife, loja de JoSo
da r.unba Magalhae.
Companhia
PBASCtl-AIBRICASA.
Espera-se boje do Rio de Janeiro o vapor francez
BAKCELLONA, commandanle Morin, em viagem
para a Europa, pelos pullos de escala : para frea e
paaaageiraa, em casa des Srs. Lasserre ^ Tisset,
rreres, ra do Trapiche u. II.
I*ara a Bahia.
O \;lero c bem conbecido patacho braileiro E-
peranca, pretende seguir para a Bahia ueste mo
dia; ism parle de seu carregameala prompla : para
o resto Irala-se com o seU consignatario Vulouio
l.uiz de Oliveira Azevido, ra da Cre n. I.
lilO til-
J-.
neiro
Ale o fin da prsenle semana pretende seguir pa-
ra o Rio de Janeiro a veleira barca hraeileira aSan-
va ; lem prnmplo dous larci de ,eu carregamento:
para o resto eesrravos a frete, para o quaes tem
ezcellentes commodns. Irala-se rom o -ou consigna-
tario Antonio l.niz de Oliveira Azevedn. ra da
Craz n. 1.
PEDIDO.
O abaixe assignado pede encarecidamente aos
leilores desle Diario dgnem-se de prestar a sua
benigna ltenlo ao communicado em baixo do
qual seacham estampadas as iniciaos do seu nomo:
elle roga igualmente a todas as pessoas que quize-
rem examinar por si mesmas nao somente as acias
dos concilios de Paris e Reims senao lambem a
Sumtua Tbeologica de S Tbomaznas passsgens em
que se tral da liberdade de Dos, queiram diri-
girse a casa de sua residencia na ra eslreila do
Rosario n. 30,segundo andar, eerlos de que com
toda a promptido e benevolencia sero satisfeito.
Filippe Nery Collado.
ASSOCIApO
T1P0GRAPHICA PEU\A!IBLCA!^4.
0 1." secretario convida aos associados para ses-
so em assembla geral, hoje as 6 horas da tarde.
Aluga-e um sitio na Varzea, no corredor de S.
Joo, com casa de vivenda. arvurrdos de fructo'
baoho atraz da casa por er no lado do ro : quem
pretender dirija-se a Indica do Sr. Chaga, na ra
do l.vr..merlo, que achara' com quem Iratar.
Lotera da pro-
vincia.
Segn la parte da seg-inidi
lotera do Cu sno.
O a baixo assignado ven-
den as seguinte) sortea,
eso pagas no esciipto.io
do uiesaio, ou ua pr.tca da
IndepenJemia lu, 40
1925 (J:000.s' 2 quarto. '
2601 900$ 2 meios.
VOO.s 2 quartos.
200.S 2 ditos.
2O0.s bilhete inteiro.
lOO.v dem.
OOJJ 2 ((Hartos.
lOO.y bilhete inteico.
I00.V dem.
lOO.s 2 meioa.
50jj 2 dito.
50 2 quartos.
50$ 2 ditos.
508 2 dito.
50 2 meios.
50* bilhete inteiro.
I*, .i. L 1 yme.
Aluna-! para paaaar a feta urna rasa em O-
linda na ra do Varadouru eeafroale a S. Sehasliao,
plnladaelimp.com commodos para familia : na
rna iiireit.i-.! r,.| ,ie andar o. 117, confronte
a botica do Sr. Peile,
Alui?a-se urna rasa lerrea sita no lugar da San-
la Anua de denlrn, para passar a festa, com banbo
peno di casa, cojo lagar lie o mais salubre possivel
eo alusuel bstanle coinmoJo : a tratar na ru da
l.ioEoela n. 3.
Acha-se anda por alugar a casa junio a rea
da povoatao de Hheribe : os prelenrtenles dinjam-
e ao aterro da Boa-Vista n. 7, primeiro andar
Alaga-e urna casa grande para passar a testa,
parlo da povoacn da Varzea a fritar na rna de
Noria n. 2, secundo andar.
Pelo juizo da lazenda provincial e declara que
a praca aaaunciad. para quarla-feira foi transferida
para tabbado 13 do corrente, as 10 hora do dia.
Na roa da Cruz n. 18 rende se um bom Mera-
vo qne ganha a d 1 tolos m dia. a sen senhor, mil
rei por alia : qoem o qnizer queira apparecer.
Ha 2 dia pide fusir urna caraana ave da casa
da rna da Cruz o. 18 I. andar, mu lo mama : quem
a lver a quizer enlre^ar queira vir traza-la qae
se gratificar.
2558
I17I
20!
!>12
llil
271
500
1515
158
1926
1965
3736
3869
1255
.-
MUTIU/aW
PROVINCIA.
O Sr. til. son re i ro da;
loteras manila fazer pu-
blico, (ue estilo ex posto-
a venda, no escriptoro
das loteras, n rn da
Aurora n. '0, primeiro
andar, os billietcs, meios
e quartos, da primr.ira par-
te da sptima lotera d
matriz da Boa-Y Nt, i-iii
rodas andam no dia 20 d
correte mez. (j niesm
Sr. fhesoureiro manda de
clarar fine existe umi i4 ra
deporcodebilhetes,meios
e (jiiartos.e por conseguin-
te os *is. jogh dores, ine-
llior rodera > escollier.
Thesouraria das loteras
11 de (lezembro de ISS6.
l8e 'anuario \Ivs di
Vlaia, tsciivao das lote
ras.
Aluga-se a bella rasa de campo da I'assagem,
a pnmeira passando a ponie, conseriada o pinlada
de novo, com sitio, o baixa para capim, que tra-
tada sustenta dous cavallos, tem boa cocheira, es-
tribara e casa para pretos -. a iratar na ra do
Queimado loja n. 19.
Nesta typographia se dir' quem
compra ou. aluja uui escravo moro e ro-
busto, para o serviro de um sitio/
Precisa-i* de um loineiro e dous
amansadores: na ruadas Larangeira,
padaria n. 28.
A, taberna da ribera da Boa-Visla, perlencen-
le aos Srs. Barbosa A Coelho, esla' justa rom o Sr.
Jeronymr. t.arpiuleiro : se -lanero se aliar com di-
reilo a ella, dinja-.e a rna Keal do HanRoioha n.
il, ou a mesma laberna, no prazo de3 dias.
Pncisa-se de um felor para um pequeoilio
mu parto da praca : a fallar u. taberna da esqaioa
da ra do Collagio n. i">.
Alna da matriz da Boa-Villa n. :l,l, primeiro
andar, apromplam-e han lejas re bola, pastel de
lo.la a qualidade e faz-sa dore de cncommenda i
na mesma ean precisa-se alugar um prelo de idade
que saihalrabaltiar em horla.
Precisa-,c aluaar um estrave para o serviro de
; cocheira: na na Nova n. 61, primero andar.
Precisa-se alagar urna escrava para ama ca.
ealraogeira, para o servi ,ie casa e Iralar de me-
ninos, agradando paaa-se bem : na ra .Nova n. 61
primeiro andar.
' ,nZ Dl" li"hei'" a premio em qiianlias de jrjat c
-112 rS" ""'""' P""1""" ae ouro al a qnanlia de
, >Otc r. : quem prensar dirja-se a ra do lasuudes
Sabbado B do correule enlregoo-se a um prelo
aanliador paro levar na rundic.io da ra do Brum
ama peca de Ierro, que faz parle Ae urna bomba de
cacimba, c como o dilo prelo nao deu ennte, por Uno
rogare a qualquer pesao qae tnube. onde se acha
este objeclo aouonciar por esta folha ..u participar
na roa do Sol, armazem n. 1, oa na rna da Madre
I da ntaalejae). 7, que ae ficara' acraderendo, a se
gratificara sendo exigido.
Lotera da pro-
vincia.
O abaiio assianado vendeu a ejuinles sorte :
1 quarlo n. 19.V-6:Otp>
I bilhete n. 209l>2:000a
1 quarlo n. ">;!8 ilhi-s
1 meio n. U3 20(15
1 quarlo n. llil \":'j
1 dilo n. 3796 50a
1 dilo n. 196.-1 .10?
1 bilhete n. .771 .V)3
I quarlo n. 1926 tlf
O mesmo lem eiposlo a' venda os seus felizes bi-
lbele, meios e quarlosda primeira parle da stima
loleria da matriz da Boa-Vista, lias lojas ja annuu-
ciadas, pelos preco abaiie declarndos :
Bilhels 73000 Recebe (1:0003
Meio 33o(KI ., :i:00OB
Qoarlos fsSOO a 1:5003
0 raeimo vende a dinheiro vista, sendo da qfan-
lia de lOpf para cima, na ra da Cadeia do Recite,
esquina da Madre de Dos, pelos presos seguales :
Bilhetei t7b30 Recebe li:00l)3
meio :Ij:12 :t:0003
Quartos IJJ700 o 1:500/
Por Salustiano de Aquno Ferrera.
Jote Fortunato do Santo- Porto,
f
f
^ Por delibetaco da mesa rege- 5
& dora dt irmandade de Nossa Se- ^
^ ahora da Conceiro, da igreja da ^
*J Conrjregacao, patlicipo ao puhli- SS
ra especialmente aos Srs. ir- ^
S "'aos da mesina, que a lesta da J^
_^. uossa padroeira lera' lugar no lia >."
^ do corrente, com o oxplendor fi
^ devido a Mo excelsa SENHORA: ^
; serao oradores, no Evangellio, o ^
S padre-mestre pregador da capella :*
W imperial Joio Capistrano de Men- 9
S doea, e 110 TE-DE I M, o Kvm. ^
;:; Sr. Antonio Manoel da Assitmp- 9
Jg <;o : a msica da orchestra sera' *
2 di|,'g"Ia pelo Sr. professor Ale- ?f
-:.--
Festa.
xamrino Pedro de Souza, que ^
W% exeetttara' urna das mais moder- *
, as e acreditadas missas; a har- .i
\J moniosa msica do corpo de poli- tS
# cia, da tiual he mestre o Sr. Pe- ^
\> dio Nolasco Haptista, tocara' no jtf
^ sabbado 10 meio-dta, a' noite, no $$
9 domingo de madrugada, antes e &
9 depois da festa e TE-EU.M : ro- :.\ 1
9 go, pon, a todos os senbores ir- :.;
'& mios e mais pessoas, rjue de bom 9
S? grado prestaram suas esmollas,
'& (luoram comparecer em a noxsa ^
O igreja, no referido dia e vespera, %
9 alim de que com as suas presen-
9 ','as mais se abrilbante a nossa les-
O tividade. Jt
^ Recife 11 de dezembro de I85C
y O escrivo da irmandade, Jos fi
-'..'; Azcvedo de Andrade.
I ia-se dinheiro a premio sobre penhore de
ouro oa prala : na roa do Qneimado na sala do al-
faate Kulino, primeiro andar.
Precia-se de urna ama para casa de pouea fa-
milia, distante urna legua desta cidade, paga-sebera;
a Iralar no largo da Ribrira n. 7.
AoeuiIo Carlos de Almeida Albuqnerqoe lendo
de relirar-se boje paro a Parahiba do norle, e nilo
Ihe sendo possivel pela presleza de sua viagem des
pedir-sede l,la aquellas pessoas qae o honraran
com a sua amisade, o faz por meio desle Diario, e
descansa qoe era' descnlpado desla falla luda invo-
luntaria, aquella provincia ollerece com Iota fran-
queza o sen prelimo, e lera' I0.10 goito se os seus a-
migot del.ese quizereiu ulilisar.
Ainda esta' por alusar-se o sitio da Torre a
margem do rio Capibaribe, com boa casa da vivenda
estribarle a baixa para capim : .> Iratar na ra do
Seve, casa onde morou o cnsul portugdez.
U .ibaixo aaaigaaoo, morauor na comarra no
I.imneiro, iuvenlariaiita do linado Manoel Lopes
Pereira, paileripa a Sra. I). Maria Joaquina Macha-
do ou aos seus herdeiros, que bajaaa de diriair-se a
mesma villa, a Tallar cora u abaixo assignado. anmdc
receber o que Ihe locou por morte de seu avo.
Joo I.uno Ribeiro.
. Aloga-e um ou dous canoeiros forros ou cap-
tivos, para andarem com canoas de lijlos dos Re-
medios ao Recire, pagaudo-se bom ordenado : quem
eslver nestas circunstancias dirija-se a roa larga
do Rosario n. 18. Na n.esma casa compro-se um es-
cravo cauoeiro.
Precisa-se alugar urna boa casa com doos an-
dar, as principaes roas desta cidade, pairando-se
bem : a tratar na roa da Cruz do Recife n, 13, pri-
meiro andar.
Precisa-sc de um bom caieiro para urna loja
franceza : a fallar na praca da Independencia, 11.
1S e 20.
0 abaixo assignado lendo de retirar-se para
fora da cidade,onde se demorar por alguns lempos,
roga aos seus devedores que venhara pagar seus d-
bitos al odia 14 do corrente ; assim como as pes-
soas que lem penhores em seu poder venhara resga-
ta-los dentro do mesmo prazo, do contrario serao
vendidos para seu pagamento.Pedro Paulo dos
Santos.
AOsentou-se do abaixo a'ignado, no dia 8 do
correnle, o mulalinho de norne Gotlavo, idade 1( an-
no, cabello carapinhos, olho graudes, de corpo del-
aado, explica-se mal oa pronuncia, levou camia de
algodao branco, manga cortas-, cali-a azul do mesmo
desbolado, costuma quandu sabe a mandado dislra-
hir-se, pur vadio, com ouiros pelas ras e pracas ;
fdra encontrado na tarde do da 9 na eslrada' do
Manguinho : recommenda-tea polica e aos rapililea
de campo sua captura, levaudo-o a Boa-Visla roa
dos Coelhos, casa .miar el la da ciara jauto ao rio n.
17, que le recompensara'.
A abaixo assignada avi-a ao respetavel publi-
co, qae petsoa algnma fara negocio ou transaccao
alguma com as dua propriedade sila na 1 ua Im-
perial n. "(i e 89, perlencentes ao casal do linado
Joi da Silva Coimbra. sem ser por consenlimenlo
axignalura ua, e ludo qoe arpareca felo nasailo,
prsenle e futuro he (alea, e nao lera' vigor.
Joaquina de Magalhars Coimbra.
Precisa-ie de um iiomem para Iraballiar com
urna carroca, dando-se sociedade nella : quem esle
negocio Ihe convier, dirija-se ao polco da sania Cruz
11. 2, para Iralar.
A mesa regedora da irmandade de N. S. da So-
ledade convida a todos o seus charos irmao para que
se sirvam comparecer no consiliario da mesma ir-
mandade no domingo, 11 do corrente, pelas 9 1......
da manhaa, afim de elegerem a nova mesa que lem
de funecionar 110 futuro anno de 1856 a 1857. Re-
cife 10 de dezembro de 1856.O eicrivan.
Pedro Ignacio Baplista.
Precisa-se de urna ama forra ou capliva para
Urna casa de poura familia : na ra \ elli n. 104.
I'rocisa-se de orna ama para o servico de urna
casa de pouca familia ; na roa Direita n. 86.
Al.UGAMSE
para passar a fesla duas caas na Torre, com bons
commodos, caiadas e pintadas : no armazem de ma-
leriaes da roa da Cadela de Sanio Antonio n. 17.
Precisa-se de um canoeiro para lomar conta de
urna canoa de carreg.ir rea, paga-se bem: a Iralar
no pateo do Carmo, sobrado n. 2.
Precsale de duas amas, urna que saiba coz-
nnar a fazer o erviQo interno de casa, e ontra para
tratar de um menino : na ra do l.ivrameulo, casa
n. 20, segundo andar.
Lotera do Rio
de Ja
neiro.
Moje esperamos do Solo vapor francez
i Barcelloua n conductor das listas da
primeira lotera da cmara municipal de
Paraty. Ainda existe um pequeo nu-
mero debilheles desta loleria,na praca da
Independencia a. rO ; os premios serao
tmmedialatueiite pagos de conformidade
aos nossos annuncios na mesma loja ci-
ma, logoquecstcjamosde posse das ditas
listas.
BILHETES DA LOfERIA DO
RIO DE JAHEIRO.
Jos.- Eusebio A'Ves da Silva mtidou a
venda de seus bilhete da loleria do Rio
de Janeiro, para a ra do Collegio n. l,
deisandode vender de hojeen diante na
loja do Sr. Malinas de Azevedo Villarou-
co, junto ao arco de Santo Antonio.
BILHETES DA LOTERA DO
RIO DE JANEIRO.
Aos '20=0008000, 10:000s000,4:000,s'000
e 2:0008000
Hoje devccliegarovaporfranre/. Bar-
cellona conductor das listas da primei-
ra loleria da cmara municipal de Parat\,
ainda existe alguns bilhetes c meios, c"\-
postos a venda na ra do Collegio n. 15,
a' elles artes que chegue o vapor.
SOCIEDADE FLOTADORA DA FA-
BRICA DE FIAR E TECER
ALGODAO.
Os senhores socios sao convidados a eflecluar ale
o dia 2(1 do corrente, o pagamento da eguuda pres-
tadlo, que be fuada em 10 por canto do capital
subscripto por cada um : do escriplorio do Sr. Ma-
noel Alve (iuerra, ra do Trapiche n. 1*, daa 9
lloras da manhla, ae S hora da larde. Periiam-
buco (i de detembro de 1586.
Jmorim, Fariai. t'.uerra rj C.
Estando tmpressos os recibos para a cobran-
r;a da subscripcao do voluioe das minhas poesia.
que ser publicado em marco do anno vindouro, se
me faz preciso declarar para esclarecimento dos
meus prestrnosos amigos, que generosamente se
prestaren) ao pedido que Ihes fiz ha pouco nesle
Diario, de adiantar-mea diminuta quanlia que
subscreveram ; e vem a ser: que o abono do pape)
feito pelo coronel Menezes nao he suflicienle, para
que possa teceber as 100 resmas de papel, que ha
de chegar em fevereiro do referido anno de 1857,
por quanto diz a sobredita caria de abono, que no
caso de eu nao satisfazer immedialamentca quanlia
constante da factura, o socio e gereule da casa N.
0. Bieber e C. Ihe participe, para mandar satis-
fazer o seu importe, e elle receber o papel encom-
mendado, donde se v claramente, que s satsfazen-
do toda a importancia das referidas 100 resmas de
papel, poderei conseguir a impresso do voluin
das poesas annunciadas.
Ora, quem at o prsenle lendo eslabelecido urna
lypographa com tresprelos.na ra do Passeio Pu-
blico n. 19, ecomprado muitas fontes de lypos ne-
vos ; lypos que podem compor 20 peridicos o di-
versas obras avulsas.nao lem podido al boje colher
bom exiio, como poder imprimir 20000 exem-
plares de nm pequeo volunte de poesias, sem ob-
ter do seos amigos o adiantamento dessa diminuta
quanlia ? Os assignanles hoJ3 ja excedem de 1500
a vista do enthusiasmo e dedicaeo que se teem ma-
nifestado na briosa academia, no collegio dos arles,
eem alguns negociantes desla praca. Na cidade de
Macei ja voluntariamente subscreveram rento o
Unios, e hoje com a ultima publicaeao da canciio
denominada O juramento teem surgido como
por encanto, novos apologistas, que me do os pa-
rabens pelo bom resultado desta inhiba empreza.
Agora lembro de passegem, porque motivo as
Eras. Sras., que constituem as grecas do dia e as
delicias da noile, nao se presiam a subscrever para
a publicaeao de urna obra, qoe unto exalta suas
sublime virtudes e formosura 1 Nao sao os elos
da cadeia do mais aprehensivo e melindroso sexo,
que faz a gloria, delicias e doce ornamento do ho-
mem ? O hornera nao nasce de seu ventre, para se
suspender de seu seio? Sua bocea deliciosa nao pro
fere palavras mgicas, que adormecem lodas as d-
rese geram todos os prazeres A. nalurezK do ho-
mem nao he o reflexo da historia de tao bello, de-
voto e senstvel sexo ? Deve-se por conseguinte a-
doptar a estupida doutrina, de que s interceptan-
do-se as Sras. a propria luz, se consigueria evitar o
seu deslumbramentofechando as janellas das casas,
ondedevem vivero morrr? As senhoras, diz a
condessa de Rcmusal, nao tem senao actividade in-
terna : sna liberdade he mais pacifica,que a dos ho-
mens, ellas s teem por inimigo o seu proprio co-
racao.
Em verdade, sempre para as grandes emprezas
reclamaram-se os maioresesforcos: os protectores
das obras litterarias em lodos os tempos se denomi-
naram egides dos fructos da inlelligencia ; convem
ft*r,..,trt, rj.xo todo., CX' "Miitm. rr, m
publicaeao de urna obra, qne tanto electriza os co-
rasoes sensiveis. As bellas) Pernambucanas devem
de; imitaros exemplos das aflectuosas eIlustradas
bahauas e lluminenses.O bacharel formado, Joao
de Barros Falcao de Albuquerque Maranhio.
COMPANHIA INTERNACIONAL
FORENSE.
Escriptoro central no
Brasil.
RIA DO ROSARIO 1 158
NO
RIO DE JA.VEIHO.
director gebal.ocojtselhbiro j. f. oe
Castilho.
O bacharel Rufino Augusto de Almeida, nomea
do em 21 de novembro do corrente anno delegado
da Companhia Internacional Forense a faz pu-
blico que o escriplorio da delegacia esl aberlo dia-
riamente em a ra do Collegio o. 17 primeiro an-
dar das 10 horas da manhaa as i da tarde, e ah
tratar dos negocios, deque se encarrega a compa-
panhia com especialidade entre Portugal e o Bra-
sil, os quaes sao : Proseguir reclamacoesten-
tar composicoesinstaurar, e seguir proeedimen-
tosjudiciaesfazer cumprir rogatoriasmandar
assistir |pracas e agenciar compras, o vendas de
predios rsticos, c urbanossolliciar pretences
justas dos governosrepresentar herdeiros, e lega-
tarios, promovendo todo o processo.desde a habili-
tado a elleclivacobranrae, finalmente, proteger,
e aclivar todos os negocios lcitos, e todas as Irasar,-
ces que respeitem internacionalmenie aos subditos
daquellas naces.
A companhia lem assentado em deixar sempre
escolha da parteas bases sobre qu.em cada caso, se
'firmar o respectivo conlralo, as quaes serao, cm
lodos os casos, reguladas segundo os compromis-
sos, que fiearem cargo da companhia, ou do in-
teressado. Para dar plena demonstrarlo do zelo
com que os negocios sao tratados, a companhia na-
da recebera para si, em caso algum, se a reclama-
cao for infructfera, pois s levanta urna porecn-
tagem sobre os valores effeclivamente cobrados, l'.m
toda e qualquer reclamarjao que se asresentar, como
dosen, ou pudendo vir a tornar-.-c, litigiosa, os in-
leressadosdevero exhibiros documentos comprobatt-
vos de seus direilo-, para serem previa, e gratuita-
mente examinados pelos advogados da empreza.
I'rpcede-se gratuitamente pesquizas, acerca
da existencia, mudanca da residencia, ou fallec-
ment de portuguezes, e brasileiros, quando isso
for convenientemente requerido.
A HONEOPATHIA E 0
CHOLERA. |
J9 nico tratamento preservativo e S
curativo do cholera-morbus, W
9 ''" i DULTOK 0
QSabino Olegario Lndget o Pinho $>
Segunda edicro.
A benevolencia com qu foi aeolhida pe- W>
A lo publico a primeira edici;;lo deste opus- (A
" culo, esolada no curio espacode dnus me- 2
es nos induzo a reimpresao* (W
JA Cuito de cada eiemplar......I^KKI ift
JJ l-arleras completas para o Irnla-
^ ment do cholera e de muilas ou- 61
a, tras Belealiaa, a..........309000 ,
W Meiai rartfira..........IhSOIHI Vf
(^ Os medicamento? <*o os melhore puiveis. IA
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. f .


I_
11-10 II niahif SABAO I i Gk DiZEMBtia tul ilib
DEPOSITO DE L1YR0S BOTICaS HOMEOPTICAS
;:>^!
DO
uo
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, tendo de faaer urna viagem deixa a sua botica sol a
direccao de pessoa habilitada e de inteira prol
Manoel Nogueira deSouza na ra do Crespo,sobrado novo do Sr. Magallies Bastos.
1X08.
lies.
PRECOS
Botica .U-1 -_; tubosgran
Dita de 24
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60
Manual de medicina homeopathica d|o Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica doDr. Ilenry.
Tratamiento do cholera inorbus .
i Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
i
I
- m'
idade, e um deposito na loja de livros do Sr.
111/0110
ljOOO
205000
250000
309000
JOsOOO
1fOOO
2/000
6000
riu; iosas
.. I0REIEA i DDlfiTE.:
Wli -*>
QHttMfct ,
PUDRAS---------------. ^
| Aderece de brilhanle., WJ* H IIJU
b diamanleie perol as. pul- ,.-
5 ceira, allinetes. brinco i!
* roalas, buliies e aunis *
.. de diflereolea gostos e de jg
3 diversa pedral de valor. *
i Compram. venden) ou -*
iaB.g.,.Tt.^| ropa as obris do mais
f* Ua, e oulra quaesquer *
joiade%alor, a dinheiro *
mSmSSmmmai to de *>afa como
Ol!K() E PRATA-
Rua do Cabuga n. 7.
Hecebenp por to-
Adrenos completos de ,
? ouro, meiosdilos, polcei- f
J ras, allineles. brincos e *
? rozetas.cordOes, Iraoce- J
. los, medallias,correulea *
Pyp tflm 5 e *nfeites para relosio, e '?
;^j oulrosmuilosobjeclosde 1
dos os vm ores da Eu- turo- ..-
' Apparelhos completos, i
de prata, para cha, bau- J
5 dejas, salvaa, caslicaes, *
moderno jjosto, tan- ^ih" . J emolios oulroi objeelos J
? de prala. '?
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco contmodo como eostumam.
ESTRADA DE FERRO
Pela mesa do consulado provincial se faz
i publico.que do primeiro de dezembro prximo vin-
, douro se principia a conlar os 30 dias uleis para o
i pagamento, a bocea do cofre, da decima dos pre-
dios urbanos das freguezias desta cidade e da dos
Afogados, findos os fluyes incorrero na mulla de
j 3 0(0 todos os que dentaran) de pagar seus debi-
: los.
1 r.* lar"a do Kosario, esquina do boceo do
. leixe-r-nlo, no segundo andar do sobrado n. 9,
coz.ohase para fora com Indo asaeio, perfeirao e
fO liedle a aHll-Jb ranCtSCO S?'HWao ,?bwB engumma tuOo por preco
jf i mi" ">""nodo do que ern oulra qualquer parle.
i le cena cha aiada.) i PrerUa.M a. a.,..__
,. v ., :. "" <" /luai amas, urna qoe aaiba cozi-
l)s directores da companhia da estrada de ferro do j nn8r e (aier rvijo interno de rasa, e oulri para
rtecife a S. Francisco, lem feito lerceira chamada jl,a,ar de ul" meuino : na ra do l.ivramento casa
de 2 libras esterlina., oo ris 179777 sobre cada ac-1 '' -" seRnndo andar.
;ao na dita companhia, a qual deve ser paga at o Aluga-se a Inj. da casa da ra da Aurora n. SU
dia8de Janeiro de 1857, na Baha, em casa dos onde foi ofticina do fallecido marcineiro llenrioue
>TS. > *l (V 1. m; rurl om mut .1... nnein nmUn,u. a :..... M__o- -- -~
Srs
eteri
realisar o pagamento dentro do lermo indicado, pu-
liera' perder lodo direilo as accoes sobre as qnaes o
dilo pagamento nao sa liver efferloado, em lodo
caso lera' de pagar juros na razo de por eenlo ao
anno, e de nao reeeber joros ou dividendo da com-
panhia, pelo lempo qoe decorrer entre o dia indi-
cado para o pagamento e a sua realisacao. >enlium
auto de transferencia pode ser registrado depon do
da 8 do crranle, antes do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
& /'. lereker,
The-oureiro.
Ilecile 3 de deiembro de 18.~><.
" u.TI f" COr';' em tcas* dM ?QemPre,e,,derdir'Ja-seaoSr.Joao Pinto de l.emo.
. Maua Me. (.regor & C, e em Pernambuco, no I Jnior, no seu escr.plorio, oo casa de soa morada,
riplono da companhia. O acciuuista qoe nao | na roa da Aurora.
AOs Sr. estudandes dt
Sr. estudandes
preparatorios.
O bacharel formado A. R. de Torres Bandeira
professorde lingua franceza no Gymnasio Provin-
cial de Pernambuco, tem aberto um curso de rhe-
torica e potica, assim como de lingoa franceza, e
dB geograpbia, e breve dar eomeco a um curso de
philosopbia, e tambera ao de lingua ingleza : os
Srs. esludanies que se quizerem matricular em
qualquer desles cursos podem procnra-lo desde j,
em a casa de sua residencia, na ra Nova, sobrado
3635000
1S000
isaooo
99600
6000
ijj.'iiio
48000
9-7000
a Precisa-se de urna pessoa para cozinhar an-
tommar em casa de pouca familia, do teuenle.coro-
^a mesma casa se dir' qnem vende 50
nel Vilella.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em marco de 1S24. n S5, segund andaT."
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprieiarios de casas,
ea quem mais convier que estao plenamente u. ^'"'Ims de purriirs muicaiel a 500 is. dj um.
lorisados pela dita companhia para effectuar se
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberios
tlha e igualmente sobre os objeelos que con
os mesmos edificios qtter consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
i. MU, DENTISTA, S
) continua a residir na ra Nova n. 10, primei- S
) ro andar. _
aa>eeseaa,**t*a
r segu-! !~ Kecelie-se dinheiro para ser mandado dorna
ros de' 3?JS d por le,lras P*MS v'5" o P"o,
U8 prala oo ouro: na ra do Trapiche n. 4(1 escrin-
iltverem orio de Thwaai de Parta, P
hospital Todos
os Santos,
Fabrica de fiar e
tecer algodao.
da venera>ei Ordem Ter-
eira de San-Finnciseo.
Para o mesmo hospital precisa-te de
imeofermeiroe umaenfenneira, aquel-
les de nossos irraaos casados seru iilhos
(juc pretendeiemolujjar, cuio ordenado
liedcoOsOOO para ambo e mesa, diri-
jam-seao irmao ministro Flix Francisco
, Uo Carran. l(j, assim como precsa-se de
,um scvente para o mesmo hospital.
No dia 28 de outubro prximo passado,
idade em commandita, Amorim, I-aria, auseniou-se de casa do son Mnhn .-.. r___'
O., por del.beracao lomada por lili dos vBva crioula irtaHa H. 7o c 8 ,"
s. subscriptores de OO5OOO 5:0005000 de 7 noul** ld8de de 30 nnos.boa fiyura e enebu-
A soeiedade em
ituerra
seos socios, .h..|.,u,c uc jwfluuu a o;wujiwri oe n, J -, ~ ~ ""*
res, dos que eflecluaram o pagamento da primeira Pe" lem nas cslas da mao esquerda urnas
prestado, tem resolvido mandar a Europa o seu P"11" parecendo foveira, e urna cicatriz no dedo
socio Duprat, para ir procurar os riscos, plase iu- polenar da mm. Jk .____ .
form.t0es deliuilivas, enoreg^esso desl'e. dar come-1 L 2ZT1 f J' T^J"*
o a ed.licacio da fabrica e suas dependencias. |" Lj nl-8 fo' W%a* em Mara Farinba,
icos chales de toiiquim da India a
itosde merino bordados de velludo a
Ditos de ditos bordados em 2 ponas a
Ditos de dito bordados era 1 pona a
Ditos de dito com lisia de seda a
Ditos de dito com franja de seda a
Ditos de dito com franja de la
Romeiras de retro/ malisadas a
Ricos corles de vestidos de seda lavrada
Corles de vestidos de seda brancos a 353000
Cortes de dilos de seda de quadros a 2S3000
Grosdenaple de cores encorpado ocovado a 238OO
Mauritania de seda com vara de largura
o covado a 19600
Chaly de seda com llores malisadas o co-
vado a 19280
Urselina de seda com listas malisadas o
covado a 19100
Duqueza de seda de lindo gosto o cova-
do a 19000
Fular de seda de quadros e lisias o covado a l?000
Frandelina de seda de quadros o covado a 15000
Seda esdoceza de cores o covado a 155000
Chaly da quadros de todas as cores o co-
vado a 900
Laa e seda para vestido cores escuras o
covado a 000
Cassas urlandys novos padroes a vara a 800
Ditas francesas de cores unas a vara a 500
Mussulinas com llores malisadas o cova-
do a 300
Chitas Irancczas unes oco\adoa 300
Riscado francez cora 4 palmos de largura
o covado a _> o
(Irosdenaples de seda preta encorpado o
covado a 29400
Sarja preta^verdadeira hespanhola o co-
vado a 23000
Setim prelomaco para collete o covado a 39200
Dito branco maco para vestido o cova-
do a lltjOO
I .neos lira neos bordados Gnos a 13800
Corles de cassa de cor de salpicos 29000
Pulceiras de coral de varias cores a l?400
Palitos de panno prelo e de cor linos a 209000
Palitos de alpaca de cor e preta forra-
dos a S3S000
Ditos de alpaca preta fina a 49000
Ditos de brim de cor a 3OO00
Cesemiras de cor linas novos padroes a 59000
Corles de colleles de seda ricos a 49500
Gravatinhas de seda de cores a 19000
Camisasfrancezas brancas decora 29000
Peitos de esguio finos para camisa a 1 j mi
Colarinbos feilos brancos a 280
Camisolas, ceroulas, e meias de la
Cobertores de algodao grandes para 050 e 19200
Seda de quadros com toque de mofo o
covado aj 800
Bi I tictes de visita.
Vend-te a loja de calcado com ar-
macao enve ni/.ada. da pracn d;i lnde-
n. .1.)
a tratar na mesma.
iMide-.e una porrn de lace do Lisboa : a
un Jos tioncalvea da Poreioncula no Poco
que f.ti do fallecido lir. Gomes, ou
de Mcdeirus, na ptmsa de llgo-
pendeucia
v
fallar e
da Pniella
com JolO llapll-l,
dio no Forte do .Mallo.
Vendetn-se vjlelloa (nrdoa por prero f.nnmodo:
na Lapum;a casi de Joflo Carneiro da Cunda.
\ emleni se superiores charutos resala de San
reli\. c vrelas de Brandlo, clisados ullimamente
di Babll : uu deposito da ra da Praia 11. I.
Vendcin-.e linguicas do serijo a 360 rs. a li- I Sahao nacional,
bra, dilasdo Kcino a Mil, a libra, raixinhas de
fiaos mullo novas ruin i libras por I?I2I>, eaixOes de
doce de enialia mallo novo, e milito lino a Isilll.
pas.as a 500 rs., meias latas de sardiulias de Nanles
a .1OO rs.. lelria a i.SO rs.. .emente de eoeutro muilo
nova 320 r-., a ariaa : na taberna da quina da
ra dos llarUnos aJ36<
Vndese ua ra Uireila n. 27. urna canoa de
carreira. nova, por preco commodn ; tambem se
vende manleica insleza a 880 rs., dita a 800 rs-, di-
ta Craneeu a noo e720 rs., favas viudas da Iba de
S. Hlltael a (M) rs. a cuia,postas de eavall;. salpi-na
11 120 rs., e oulros mullos generus e que se vendern
por cumuiodo preco.
Vende-se
Coxins de linho Illancos c de cores.
F.nxadasde ferro, do Porto.
Fio pon etc.
Panno de liuho.
Pomada.
Sabonetes franceses finos. *
Charutos deSan-Felix, de diversasquuli-
dades.
Ardiles.
Rnp de Lisboa.
N ende-se superior rap fresco, ahogado agora de
Lisboa : na Draga da Independencia n. 3, loja.
Vioho de JLisboa
em barrilinhos de 10 em pipi : vende-se em casa
de Angixio t. de Abreo, na ra da Cadeia do Ke-
cil'e 11. 30.
DE CASTOR BRANCO A
6000 RS^
Chapeos de castor branco de bonitas (orinas, (lie-
gados ollimamente : na loja e fabrica de chapeos
de Joaquim de (lliveira llaia, na prara da Inde-
pendencia.
Vende-te vinhocbcrry.ebiscoitos li-
nos tudo de superior qualidade : na ra
do lories n. .18.
Vende-se um ptimo piano ioglez
em muito hum estado, e por precos com-
modos : na rua do Torres n. 58.
No pateo do 1,1111, quina da ru;: de Dorias 11.
h't,yeQ.d'""se .'""Jo* loudrinos 10111I0 soperiores a
t>lO a hora, ditos do remo IJSOO a jOOO. gomma .
1UU rs. a libra, mauteiga ingleza a i80 e (lio, fina a
800 rs. e !I((|.
Vende-.e sement de coenlro a :(l a garrafa,
mimo nova, eallianea-se a qualidade: ua praca da
Boa-Vistan. 7. *
FiZE^IAS BARATAS
?EM AVAK1A;
Na loja de i portas, na rua do (Jueimadu n. 10,
ha para vender novo sorlimcuto de fazendas milito
em conla, como sejxm :
tjBllli largas de cores, o covado
Ditas estrellas, ocovado 100 rs., 120 e
Corles de vestido de chita larga 1IJ<00 e
I 'ios de cassas de barra
Pecas de chitas de cores
Ditas de dllaa linas
Madapoln entrelio 39000 e
Dito largo
Algodilo azul de listra e mcsclado, o covado
Hilo americano, peca
Chales de dula
Lencos de ganga eucaruados
Chale de marin de barra e franjas
Peitos de hubo lisos c bordado para
iu?
para camisa
1X0
IIX)
2*000
25OO11
59000
9000
:i55
13000
Kill
39OO
loo
J()(l
49500
OIl
Cemento.
Iiravam-sc e imprimem-se com perfeicao bilhetes
de visita, leltras de coinmercio e lodosos objectos da
arte caligrapbtca, resistros, vinhelase quaesquer de-
senlio!. Abrem-se firmas, siteles, lano a talho do-
re romo em relevo, ornamentos com objeelos de ouro
e prala. Kazem-sa riscos lindos e origiuaes para
bordados de lalnrinlbo. Admille-se a recusa de
quaesquer destes objeelos no caso de i.!o licarem a .
contento da pessoa que os encumroendarem : quem _,"..',"m,_,lu_a" caclmlJasi ua rua da Calcada
prelender dirija-se a qualquer desles lug.res : uo
bairro do Hecife, rua da Madre de leos n. 32, pri-
meiro andar; em Sanio Antonio, nd livraria classie
.! pjlpn do CIUe< n. J 1 na. Cinco I' mu.-, aubin-
do da quina confronte a malriz nova.
Precisa-te de um co/.inheiro bom
para urna casa ettrangeira de pouca fa-
milia : na rua da Cadeia, armazem 11. 21.
Em barricas e a relalho: no armazeni de male-
riaes da rua da Cadeia de Sanio Antonio, por preco
commodo.
Vcnde-se o sobrado amarello de um andar e
sotao, chaos proprioa, quintal murado e todo plan-
ta da Calcada 11. I _'
a tratar no mesmo.
-Em casa de Eduardo II. Wyatt,
- Compram-se plices da Idivida provincial,
na rua das r'lores n. 37 !. andar.
COMPKA-SE
urna carrosa em bom oslado : quem liver annoncie
oo dirija-se a esla lypographii que se dir' quem
precisa. '
Compra-se urna negra moca com habilidades.
com itilio ou sem elle : na rua do Sebo 11. 12.
Compra-se um negro de meto, qoe seja moco
e sadio, proprio para lodo o serviro fallar com
Jos da Silva Ferreira Jnior ao p do trapiche do al-
godao na obra do Sr. Jos Antonio de Araojn.
Compra-e urna cabra bicho que t-nha bstan-
le leile, paga-se bem : na rua do Trapiche n. 8.
Comprase uu afora-se om terreno qoe seja
na rua do Socego, ou perlo della : quem quizer fa-
zer esse negocio annuncie para ser prucurado.
Compra-se urna casa terrea do valor de oilo-
cenlos al om cont e cem mil icis : a tratar na rua
da Cruz n. -_'l primeiro andar.
Illa
Na rua do Trapichen. I (i, segundo an-
dar, a tratar com Antonio de A. Comes
Km casa de Eduardo II. Wyatt, ,"
rua do Trapiche-Novon. IS, ha Q
para vender, chegado no ulti- k
1110 navio de Londres :
Ti pianos fortes e elegantes de fa-
bricante afamado, com seus per-
i- ten ees segu n tes.
^ carteiras para mnsica.
j i duziat de estantes para dita.
y$ ti cadeiras para piano. '-
Redes do pescara.
Vetidcm-se rede de pescara de todas as quali-
dades : na roa Uireila dos Afogados n. 13.
Para acabar.
Vtodoja-M barris com muilo bom inbo do Parto
leudo 22 caadas, por preco muilo commodo 110
cae da aifaudega, armazem de Paula Lope, e na
ruado Vigario, taberna que faz esquina para a rua
do Codorniz.
Vende-se una preta crioula : no segundo an-
dar do sobrado da rua Uireila 11. |-J.
Vende-se um cav.llo com lodos os andares, no-
vo e boutl.i figura : na rua eslreila do Kosario, ta-
berna 11. 1.
TAINAS PAKA ENGENHO.
Ra tindipo de ferro de O. W. Bowmann ua
rua ds lirum, passaodo o chafariz," coniina ba-
W um completo sortimerio de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por epreco commodo a com
promplido. Bmbarcam-s oue,arrega-se ornear-
ro semdospe7a *o comprador.
Em casa de Ilenr. Bruun o* Companhia, na
ruada Cruz u. lo, veude-se cognac eiu caiiinlwtde
duz.i.
Familia de mandioca.
Vende-se superior farinba de Santa
Cal lia ria, em saccascpjetem um alquei-
ie (medida v.'llia) por preco commodo :
no armazem de Novaes & C, na rua da
-Madre de Dos n. 12.
Emcasa de Saunders Brothers C praca
do Corpo Sanio a. 11,1a para vender o se;uinte a
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo,
Eonas de lindo.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo enfranjado igual ao da Baha.
E um completosoriimento de fazendas proprio
para este mercado ludo por preco commodo.
O. I de Lisboa e potassa.
Na rua do .Trapiche armazem ns. 9e
11, vende-se superior potassa da Kuttia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
AGENCIA
D f undico Low-Moor, ru adaSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesieesiabelecimentocontinaahaver na com-
pleto
DEPOSITO DA FABMCA
Industria Pernambocaiia,
ISLA UO CRESPO N. 0.
A fabrica de sabSo e velas de carnauba, es-
tablecida na rua do Brum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ah nucamente dar extraccao aos seus
productos, proporcionando assim a mans
conimoiiiaile aos consumidores. As velas
manufacturadas oesta fabrica, offerecem as
vantagciis seguinles: sao mitas com a car-
nauba simple purificada pelo meio do va-
por, sao inooias e bellas ua apparencia,
queimamcom igualdrde erjaoesborram.ie
n3o fazcm murrBo o dao oais luze mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composicSo, e que so vendem no incitado,
rab icam-se de ti, de 7 e de lo em libra, veu-
dendo-seein caixas quecontem 192, -i ou
3-jO velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabo he branco, as materias primas
de que be fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa lieagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao bcspatibol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 2*0 rs. a libra. .
Vende-se igualmente em canas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recouhecerao
por experiencia a veracidade do que se an-
nuncia.
Moinhosde vento
com bombas derepuiopara regar borla 11 ba
decapim : ua luudicode D. W. Bo*man
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Cantigas de pre-
sepe.
Vendeui-se na livraria ns. li
praca da Independencia, a 80
V ende-se um presepe envidracado,
graude ; o.i rua de 8. Jo> u \. '
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Himburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
O
A ttenco!
o
soriimanio de moendas a aeias moendas
do Ti-npicho-.\uvo u. 18, ha para'vender : Par* enfienll. machinas de vapor 0 laixas da
A verdadeia graxaingleza n. 97, dos "balidoe coado de lodos os "manhospara
fabricantes Day .Martin.
Tintas em oleo.
Cahos da lussia.
Vinho Clierry superior em bunis.
Agurdente de Franca dito.
Ei uctas e conservas inglesas.
Papel lino para cartas.
Livros paracopiai ditas.
Ditas de letnbrauca.
Ditas em branco sortidos.
Panel para copiar cartas.
Keiogios de ouro cobertos edescoberto.
Jolas.
Sellins com pertences patente
inglez.
piche n. 14, I. andar, em lemos augmenlar-se o
apilil social, flu deque, a fabrica possa ser feila -,
lesde soa rundacao, com inaioresproporcoes, e eou-
seqoeulemonletacilitar maiores lucros ; deveodo as 1 S
nova assignalorai, serem realisadas com as presta-
"e ja ellecluada petos primeiro socios. g
A primeira preslaco realisada at hoie, lem sido
de .> por cenlo do capital subscripto.
Pernambuco l de novembro de 185.
Jmorim, Fariat, Guerra
$


Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
clavos estabelec.dtt no
RIO D JANEIRO
CAPITAL 2,000:000x000.
.lijennia filial ir. Pernambuco a. 1:1 rua do Crespo
l'agar-se-ha sobre a avollocto de !:000a000 c
inauou menos em proporco de oulro valor inclu-
sive o sello da apolice etc.
Das Hades.
DelJiteenlr-raos io anuos :lb>luo por anuo.
As coudiroes unpressaspoderao ser procuradas no
escriptorio da companhia.
Dar-se-ha consullas gratis aos escravosegurosda
.' para lo horas da maohila, no escriplorio da com-
panhia.
MEOPATHICO.
Kua de Santo Amaro Mundo-No- (
vo; n. 6. m
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinko, A
ue volu de ua viagem ao K10 de Janeiro,
co.ilinua a dar consullas todos os dia uleis, 9
( rB da H bojas da manhaa, a -2 da larde Cl'-
gt Ds pobre, sflo medicados graluilameole. '.'.
, 1..1 P'ecis--se de urna ama forra ou ecrava nara
SfcTsl!de uma c,8a de pouc" SSSTSIS.
|-; O abafa assignado, curador fiscal, da mas-
fallida de Joo Chmosiomo da Silva, convida os
Mona do mesmo para que noprazo deoilodias
latar de l.ojo.venhamapresentar seus crditos pa-
serem verificados eclassificados, se-undo for de
di-e,to Recife 6 de dezembro de ISoli.-Joa-
qi im Fihppe da Costa.
C. STARtt & COMPANHIA
rndtt0.
n speitosanicnte
annunciam que no seu ex-
21 f"1" em Sant0 Amar. con-
nnmnT,?-a,VC?r Com a'"laior PerfeiQao e
ri-omptiduo, tuda a qualidade de macliinis-
nan^e, de so.f "' C que para lnaior co nodo
3m er'al ,^emr0ShS rCgUe/es e do Pub'":o
eral, tem aberto cm um dos grandes
Mosquita n
f mazens do Sr. esquita na rua do" Brum,
I traz do arsenal de marin, um '
DEPOSITO DE MACHINAS
!COa,Hir"'das,odUo seu estabelecimento.
I DRTISTA FRiNCEZ. g
Paulo Gaignonx. de volla do sna viagem (S,
f a burop, esta inorando na rua Nova n. 9
S %!ZSSXr* pud,:'er procurt-11 i
O Sr. Joaipiim Jos Marques, que
mora por detra/.daVundicao do Sr. Slarr
em Santo Amaro, (|\ieira mandar a esta
ivpo!;raPlua. a negocio que Ihe diz. ret- .
Pto- f.a lar,"ha. Wdo de Ierro da mais approva-
-Nesta gnograpbia precsa-se foliar ^^^^'ISflS&
r. Reulo A. R. I up.naml', quemo- M* de ferro, que sera ei.fadonhu
0.1 leve loja no pateo do Carmo. "u.,nerar: ? "'esmo deposito existe uma
... pessoa miellif-ente e habilitada para reeeber
Iraspassa-se um armazem de assucarcomos H*" eiicommcndas, etc., elc.our-osan-
ei.s compeicntes caix6o5, balancas. e mais nlensis :"l"C!a"^f...Cnli,,,(io. .m a capacidade de
pericia de
Alli acharao os comprodores um 1
rS.oraneom,0endi!S de Ca-Com todos
Hrinio 'e"l0S ia'8Uns dllles ''vos c
ff%X*. exPerlencia de muitosannos
nn?a- < "V'ces"ai,- Machinas de
por de ba.xa c alta pressao. taixas de lo-
o 2 ^ balldaS C0 rundidas,
A asJrae Rh'l0S Dara conduzir f""a^
le assucar, machinas para moer mandioca
.^C":,.sl.,.'.a''a_di,t!, ornos *.ferro batido p.^
aoS
ron
lirecisw. o qual paga ,ln, modic aluguelV aTraTr suas 'I.icin,s e machinismo, e
na rua do Collegion. 21 segundo andar. C"M M comprme tem alazor exe-
- ...... a-? r pt^&szr^^
dono, ,ie ..beca... e seoho, e msiruccoes que Ihe lorem lome-
Vine aos scnbore logisias, ,
liialquer oulro eslabclccimento, que n.io se respo,,. cid
.abilisa por colisa alloma que em sen nome r7oi-
li lo. por iss.. que a ninguem aulorisou emelliaiHe
procediroeulu.
Afe
Piecia-se para o ..mi casa Mlraateira, de um prelo: a quem Ihe con-
vier dirlja-se a rua da Cruz 11. ',.
Precisa-sa de nm bom triada e pga-se bem
Agradando o serviec e i-ompnrlamenlo : a tratar un
campo do Hospicio |uuto ao quarlel cala du desem-
bargador Alendes da Cunta.
rica o.
ml^"^'^"^0' ,rr'm'l;'""- munir |.,o lo B,f,, atUalIBci a quem convier, que
n eslabe ec.do o ,eu esc,,,,,,,,^ B0 paleo ^
16, aoi.de .tara expediente das s da mauhaa as
:tda larde.Jos I.oslodin Penlo Soaref.
I'recisa-se de um fnrneiro para Sain'Anna
queroqoier appareca na rua da Florentina n. li'
que achara' cun quem tratar.
Vendem-se na rua do Trapiche n.
16. escrirtorio de Rrender a' Krands& C.
Frasqueiras degenebra de Hollanda mui-
lo supeiior.
Botijas de oleo linissimo para candieiros.
Lona a' imitacao da da Russia.
Picgos fundidos para bar cal de assucar.
Papel para inpressfio.
Na taberna da rua Uireila 11. 4, confronta
ao oitao do l.ivramento, de Jote de Mello Cosa O-
livcira iV, C, ha o seguiute genero superiores
vinbo do Porlo de difireme qualidade de (40 ale
1-5000 a garrafa, dito de Lisboa a biO e 790 a Bar-
rara, dito da Ficueira a 560 e <, dilo de Sle e
doLstreito a 180.060c 6*0, giripiga nran-a a 132S0
vinho branco a que chamam Madeira a StHI rs., dilo
branco a 360, cerveja prela e branca, lano em gar-
rafas como om meias ditas, de diversas qnalidades e
autores, boa i-enebra bollandea e hamburgueza em
|fracos e botijas, boa champagiieeingarraf.s, meias e
mgos, boas passa e ligo de comadre em caixmlia
de .1, 6, 1, 1G e -Ji libras, ameixas, letrio, macar-
r.lo, arroz do Maranhilo, sag, cevadinha.xerdadeira
familia ou gomma de raatarana, holachuhas de soda
e inslea, biscoolinbos linos eio latas, bolachraha
de araruta, latas corn iardinllH, chocolate de /.isboa
cac, cha hy.son de ;!00a 300 a libra, dilo pe-
rn a I3OOO rs. a libra, cha do Kio em latas de I. '
4, 8 e 1< libra, choon$as, loucinho de Lisboa, man-
tena ingleza a I)d00, dita franre a 7J0, queijus
mullo bous, charutos lino, de dillerenlesqoali.iade-
hoa agoardeote de cauna de 2 graos, elodos os mai
seero proprio desles eslabeleciinenlos por precos
commodos ; asseveramo qoe serao bem servidas to-
das as pes prolercao e freuueiia.
\ ende-.e urna escrava crioula, cozinbeira e la-
vadeira : na rua Uireila sobrado de om andar n. !l.
\ ende-se a cocheira da rua da Cadeia de San-
io Anlonio n. 7, bem Jmonlada, com non carros
bous cavallos. e muilo afreguezada ; o lempo nao
pode ser me'bor para quem quizer ganh.ir dinheiro.
faz-se lodo o negocio a dinheiro ou'a prazo, porque
o seu dono nao pode eslar a lesla della por 1er ou-
lros dever- a comprir, e tambem ler de Tazer una
viagem a Europa em mareo de 1857 : os pretenden-
tes dirijam-se a mesma a qualquer horado dia.
FARINHA
>e Trieste.
Vende-s em rasa de Saunders llrolhrrs A C. na
pracl do Corpo Sanio n. 11, a muilo superior e bem
cotilleada farinba de Trieste, da marcaprimeira
qualidadechesada em 0 do corren! na esruna
oi'fciU, era perenes grandes e pequenas, coulorme a
voulade do comprador.
Conliniia-se a vender manleiga ingleza a 800
rs. a libra, dita franceza a TdOri., queijos de pr.lo
a soi) ts., Ilamengos a I9MMJ e 19900 r., choorieai a
560 r., presimlds a Oitf r., rapo ineiiron a ISKKI
rs.. hgos de comadre a M) r., palhos a ii r
biscoilos a 9560 a cai-.a. ameixas a 80 rs.. alclria
a 560 r-.. maearrSo a fsn r.., lalbarim a i(M) r..
somma de engommar a :1sIhki ri. a arroba : na rua
de Moras n. 1.
Vendem-se
prancboes de pinho da Suecia com 18 ate
2 palmos e polcgadas de grossitra, des-
caiTegando agora para o armazem de C.
J. Attiey & C, no Forte do Mattos : ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por preco muito commodo.
figos
de
com-
Ventleisise
madre,
em caiiinha de 8 e 10 libras dos melhores que ha
no mercado, por prcro commodo, e tambem se veu-
dem em libras a 20, c latas de 1 libra de mannela-
da da melhor qualidade a Ij'JOO cada lata : na rua
do V igario n. -7, deposito de assucar.

mi
de quadros a 640 o co-
vado.
Vendem-se na ruado (Jueimado n. -Jl A, lau de
seda de quadros de lindos goslos, fazeuda esla che-
gda pelo ultimo navio francez ; dilo-se as amostras
com peuhor.
. Vendc-se o engeiilio Muribequinha, Ires legnas
distante desta praca, perteuceule nos hardeiroa do li-
nado cominendador Jos Paulino de Albuquerque
Sarment, avahado pelo competente juizo, na quau-
lia de 35:0004000 : quem o pretender dlrija-H a
casa do leuenlc-corouel Baral, na roa da'Cadeia
n. >.
AO MADAMISMO DE ROM COSTO.
\endeui-se eda escocezas de quadros, com qiia-
Iro palmo de largura, fazenda muito superior a
I38OO o covado : na rua da Cadeia do Recife loja
de Mauoel Ferreira de Sa, esquina que volla para a
Madre de Dos.
Vinho do Porto
Na rua da M idre de lieos, loja n. :li, vende-se vi-
iihu do Porto de muilo boa qualidade, em barris de
"i.- e 8.- ; e engarrafad das melbores e mais acre-
ditadas marcas icguiule :
Duque1815 j Em caixas de orna c duas
Iteal ls:fi '.
Duque do Porlo i duzias.
dilo.
v GAL E rOTVSSi
v endose potassa da Kussia e americana, chegada
llMleidiaia oe superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha oo mercado: no seus depsi-
tos na rua de Apollo n. i A, e II.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vuilio do Porto de superior qualidade da bem
mohecida marea GW ea pipas, barris e caias de
urna e duas duzias de garrafas.
Muta attencao.
^a rua do Crespo, loja da esquina, que volla pa-
ra a rua dj Cadeia, vendem-se cobertores de laa
liespanboes, lencos de cambraia de lislras a 400, 500,
e oou rs. cada um, corles de casemira de cor a 4j,
e.iJOOOrs., ditos prela a 45500 e 85DOO rs., dilos
de linm escuro e amarello para calca a 18410, pan-
no de liuho do Porto, toalha de meta e rosto, guar-
daiiaposde toda as qualidade, aloalbado adamas-
cado com selle 1 almos de largura a ls-d00 a vara,
corles de cassa dula a 19600 rs., e oulras muilas fa-
zendas por precos commodo?.
Fama
Primeira.
Ao.lerro da Boa-Vista n. 8, .lefronte da bonera,
tic chegado om srande .orlimenlo de 'odas a. quali-
dade de gneros de moldados das melhores qualida-
de, por prero commodo ; por isso couvida a lodos
os rresuezesque quizerem fazersoitimento para pas-
or a lesla e serem bem servido, diriairem-s a este
grande eslahelecimenlo. que acharao verdade quanlo
digo ueste anuuiicio. Tambem se vendem biscouli-
nlios fino mglezes a 2S000 a lata, c de dez para ci-
| ma mais baralo, e urna porreo de caixas vasias de
espermacete, azeile dore.licores, maisa, cha, e ou-
lras ele.
e 8, da
res,
em punto
CA UNALBA.
^eude-!e cera de carnauba de boa qualidade ;
na rua da Cadeia do Recife, loja n. 00 defronle da
rua da Madre de Dos.
> endu-se uma-rarror em muilo bom estado ;
00 aterro rio Afogados, casa do Sr. Costa.
VELAS DE CARNAUBA.
Vendem se velas de carnauba pura a 12> a arro-
ba ; na rua do Queimado n. 69, loja de fenagnis.
Na rua do Mondeco n. !)5, vende-se arroz de
casca em sacca, poi preco btralo.
A3$500
Veude-se cal de Lisboa ullimamente ebegada, a-
im cuino potassa da Russia verdadeira : na praca
do CorpoSanlo o. 11.
Km casa de Sabe Sclimettau & C,
rua da Cadeia n. 37, vende-se:
Videos para espelho.
Vinho do Rlieno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typograpliiu.
Tudo por preco commodo.
Em casa de Rabe Schmettau
rua da Cadeia n. .17, vende-se:
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Iraumann de Hamburgo.
Algodaoziiih da Baha
para saceos de assucar
sa de N. O. Rieber &
n.i.
& C,
: vende-se em ea-
C, rua da Cruz
elo
gios
cnberlo e descoberlos, peqoeoos e arandei, de ou
patente inalez, para homem e senhora, de um dos
melbores fabricantes de Liverpool, viodos pelo ulti-
mo paquete inglez : em casa de Soulball Mellur A-
Companhia, rua do Torres 11. 38.
TAIXAS DE FERRO.
Nafundico da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal demarinha, fu
sempre um grande sortimento de taixas, tamo de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequenas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existom guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
parcos sao os mais com modos.
V
v.-3 Na rua do Trapiche n. 54, ha e^f
i? superior rape Prince/.a do Brasil, @
& chegado receniemente do Rio de fS
@ Janeiro, em qualidade pouco dif- %
-..'} ere do de Lisboa, ao passo que
cutta apenas i400 a libra ; a elle &
i cuites que acabe, pois a remessa B
$} he pequea. igs
Para escriptorios e curro
ros.
Vendem-se resinas de papel de peso do
melhor que be possivel haver a 6a, dilo iu<^
fermr poucalcousa a 39 e 3500, dito paqi/e
te muilissimo fino a 4jv500 e o, dito almr
I5reve e marfim a 4*. dito almaco muiti^irno
bom a 35-200, dito de cores ein quartoHe
resma a /OO rs Brozas das verdadeiras ne-
dl'iuTF!" de !?n pe, barat0 Pr5
1 cn d,ta". mu,t0 *" r bico de
lanca 500 rs., duzias de lapis muitissimo ti-
nos a 390 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 80(1 rs., caetas de osso torneadas pera
pennas de ac a 120 rs., caivetes linissimos
de urna a quatro folhas a 1, 2, 3, 49, e ou-
lras mais cousas que se vende barato; na
rua do (Jueimado na bem con hecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se litas de veludo pretas e de co-
res, estreitas e largas, lisas e aberlas de mu
to bons gestos, pelo barato preco de 160
320 400, 500 e 600 rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33.
oouio tic lustre marca de
casteio.
Vendem-so pclles de como de lustre de
muito superior qualidade a preco de 4-1-
4/500 : na rua do (Jueimado, na bem conhe-
cida loja de miudezas da boa lama n. 33.
Sao muito lindosjHd a pu-
l los.
Vendem-se muito bonitos botes para du-
nhos pelo baralo preco a 500 e 800 rs cada
abotoadura : na ra do (Jueimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
Jiouecas francezas.
Vendem-te bonecas francezas ricamente
-fini. V' var'as nulidades a Ifann,
W00 e 2?. na rua do Queimado loja de miul
dezas da boa fama n. 33.
Eseovas ae todas as quali-
dad es
Veudem-sc ricas eseovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
invencao a 3, ditas francezas muito boas
a 1, 10500 e 25000, ditas para cbelo inS
zas e francezas a 19200 e 2, ditas para den-
les inglezas e tranaezas a 400, 500 e 600 rs
ditas para unhas dita diu a 240, 500 e I9,e
ouaasquahdades mais baratas, que tudo sa
vende na rua do Queimado na bem conheci-
ua loja de miudezas da boa fama n 33
SAO' MUITO LINDOS.
Ricos corles de vestidos de fazenda muito
lina, toda de seda e de um gosto muilo apu-
rado, ebegados- pelo ultimo vapor vindo da
fcuropa, muito proprios para assenhoras de
bom gosto, assim como chitas francezas
niinto linas matizadas com lindas cores
dao-se amostras na rua do Queimado n "
ua loja a boa le defronle da da boa lama.
PARA QUEM TEM BOM GOSTO.
Na rua do Queimado n. 22, loja da boa t,
ha um completo soriimento de grosdenapo-
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acabem, que a lesla esta com nosco.
assim como chaios do Chile muilo linos,
que se vendem por menos que
parte.
fkU EElf
Polvoi
le
Claudio l)ulieu\ vende plvora, a l.'.s
cada barril de "i libras.
Antonio .lose de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I3jf000o bar-
ril : as pessoas <|ue quizerem dito gene-
ro, appareram cm o seu etcriptorio, na
rua do Vigario n. 31, para veras amos-
tras.
NAFUNICAO DE FERRO DO ENGE-
NI1EIRO DAVID W. BOVVMAN. rtA
RUA DO BRUM.PASSANDO O tallA-
FARIZ,
ha sempre um rande sorimenlo dos secointe ob
jeclos de mechanismos proprio para enrenhos,a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslruccao ; taixa de ferro fondido e balido.de
superior qualidade e de lodosos lmannos: roda
dentadas para agua on aniones, de todas a propor-
roes; envoie boceas de fornalhae regislro.de bo-
eiro, aguilhes,hronzes,parafos ecavilhfie,moi.
unos de mandloca, ele. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
eexeculamlodasaseiicommendas com a sooerlo-
ndadejaconhec.daecomadevidapresleiai.com-
modnlade em prero.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em cana de 9 dUIias e em bairis de oilavo, re-
ceniemenle chegadopelo briiine Trotador; vende-
,e unicamenle no arm.iem de Barroca & Calro, u
rua da Cadeia do Hecife n. 4.
VENDE-SE
Ciava de patente, prova d'agua, para
arreiot de carro.
Vinho do Rheno de qualidades espe-
eiaesJohannisberg e Marcobrunncr.
No armazem de C. J. Astley i C.
\. O. Biebere C, rua da Cruz n. ,
vendem :
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Brinzo.
Riins da Russia.
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de aiaucar.
Naval has a contento.
Co.Kinoa.se a vender aSSOOO o parfpre.o liso) e
.bemconhec.dasiiavalhasdebarba.reilaVelohi-
bil labncanle que hasido premia.loem dlveriien-
poSuoes .vendem-secom keendicte de nao aera
dando poder o comprador devolve-la al 30 dia
depo.sdacompra.restiluindo-c.imnorlancia.em
Kecife T A na ru" da Cadetada
POTASSA E CAL TIRGEH.
No amigo e ja bemeonhecido deposiio da rua da
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven-
em
nos,
oulra
He muito batato.
YABANDAS E GRADES.
Um lido e variado sortimento de mode-
los para verandas e gradaras de gosto mo-
dernissimo : na fundiciio da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na rua
do Brum.
Vendem-M lre terrenos foreiros em Santo A-
i maro, todos com selerenlos palmos de Irenle paral AugIMtoG. de
eslrada nova de Lat do Reg, e com fuudos para o
; ueslc at (lid palmes. Confrontando pelo oorle rom o
siiio do Sr. .Manuel l'ereira Lemos, junio do actual Na ruado Trapiche u. l, escriplorio de .M3-
hospilal inalez, e pelo sul com o sitio do Sr.Jefto noel Alves (ioerra, vende-se por commodo preco o
do Santos Porlo : quem a pretender dirija-se a | 'eEuinle : superior vinho do Porto em harr.s de
\ cenle Alve de Soata Carvalbo, roa do Trapiche i oilavo.chapeo de fellro, e sabAoamarello fabricado
n. li, primeiro andar. i no K.o de Janeiro. *
Mar mellada.
Rua do Queimado n. o.
Lalai com fruclas em conserva novarnerfe chea-
das de Lisboa a 800 rs., e com marmelada lina a 84(1
por libra.
Ceblas.
Panliquidar se vendem muito barata: ao ar-
masen de Antonio Aunes Jacome Pire defronle da
porl da alfondega.
A 160 reis < covado.
Itiscado escoro de qoadrinhos, Ipropno para ca-
misas c vestidosj de pretas, \ende-.e o.i rua do
Crespo, loja da esquina, que volla para a rua da Ca-
deia.
VINAliKF EM BARRIS.
Miperior a marca PRK e KalcSo & Socios, Ichf-
liee'veadi oo armazem do Valeoca, rua de Apol-
lo n. 13.
PARA ACARAR.
Na rua Nova, loja ranceza n. 8, confron-
te a C .nil-v;, do C8rmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ollima
moda qualidade,com um leve tuque de mofo, pelo
Darnlisimo prei;n de Hincada um.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes A C-, rua da Madre
de Deosn. 12, por preco commodo.
CABRIO I.ET.
\ ende-se om ptimo cabriole!; para ver na co-
cheira do Sr. major Silveira, na ruada Cadeia de
Santo Antonio ; e para tratar ua rua do Queimado,
oja de rniudezis da I! > Fama n. 33.
oioios de patente
lllglezesdcouro, desabnele cdevidio :aquelle que au for vendido neslc depdsiVo p
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa dei,ue!,c'" freseDle ,vis0--
Abieu, narim da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
boi de marfim de boa qualidade a 105, ditas
dilos de cabo de balanco muito Tinas a (i
ditas ditos cabo rolico e oitavado a 33, du-
zias de colbcres de metal principe a 38 e 6a-
ditas de metal mais ordinario a 800 e IMOO
e outras muilas eousas que se vende barato'
na rua do Queimado na bem conbecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Ricas fitas finas e moders
nas dos meiliores gostos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na roa d
Qneimado n. 33 e por precos que n9o deixara
de agradar aos compradores, porque real -
mente se vende barato e ha muito onde es
coloer.
$*tt*t>0* ftttf*l>*,
dar muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
precos muito favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisfeitos.
VINHO 1)0 PORTO GENUINO.
> ende-se ptimo vinho do l'orlo em barris d
quar.oeo.lavo, por preco> razoavcl: na ,a daCa-
dea do Recife n. 13, escriplorio de Bailar A, lili-
XAROPE
DO
BOSQUE
l'oi transferido odeposito deslc xarope para a ba
ica de Josc da Cruz Santos, na rua l\o\a n. V|'
- .VsOll. c meias 35000, sendo rall iod
tic
arrala
Vendem-se pellesde cabra
por preco commoda : na rua da Cru
ro andar.
le toda qaalidade, Vende-se superior linlia
i. n. 31, primei- de cores, em
le ligedla branca e
novello, para costura : em casa di
Soulball MellorV Cumpanhi, rua du Torres u. 38.
MimDSDfT
IMPRTAME PAIA 0 PUBLICO.
i'ara carada phlyicaem lodoiouenidiflerea
ieiros. qiieriiiolivada porconilipacSea,toaee
asuma, pleuri/. (carros de saucue, (Mr de roa
adose pe.lo, palpilacaono corarao, coqueluche
broncbiie, dorna aaruanla, e ludas asmoleslia
dosorcos pulinouaies.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
consirurcao vertical ecom todos o melhoramento.
-;-?
anuo
l hule
nenie-coronel Jos* Luu Pere.r. da Coate, o e.a>o
Jos, reprsenla -2j .unos dt id.de. lem es sejuiules
..n.es: acaboclado, aliara, bocee e olhos recolare.,
cheio do corpo. cabellos finos, prelo e encre.pado-,
principalmente quaudo eslo crescidos, narii cri.o,
cara la.ga, agora he qoe principia a Durar, oihar de
velliaco.pescoc.o curto earos.o, hombros largo.maos
groseiras, renie du. pe larga, e carcanhaes linos,
em vestimos nas nadegas por haver sido sorrado.
Irabalha de pedreiro e sapaleiro, levoo comsic., rel-
io instrumento de ambo oftlcio?, cosa ia alsoma
cou.a de alfai.le per ser hbil, talve emenda ou
aiba ler pur se dedicar occullameute a o, lodala
roupa que poetla levou ; jnlga-e ler.eauido para
parle, do A.so : roga-se, porlinlo, as autoridades
pol.c.aes e capHAe. de campo de o raplorarenTe
m.ndarem ao administrador da sopradita faunda. o
sr. l"onmo Gome, l'ereira, a a Alacoa Nova, (ri-
mo da c.dade de rea, a eu wnhor Joaqoim Amo-
nio de Santiago Lene, eu no Recife, roa AoKu-la,
sobrado primeiro andar n. 3, a Manoel Antonio de
Santiago Lena, qoe em qnalqoer uma desta parles
alem da paga cima mencionada eiao-geiieromeii-
te recompensado.
rugi hontem as 7 boras.um escravo mula-
to de nome Tbomaz, alto, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernos grocas, e nellas marcas
de cicranzes nas raueas, falla coui mua manci-
dao, levou veslido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos, aberta na frente em forma de palito: esle es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por heranca de seu so-
gro Jos Joaquim de Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario do
Alhandra Vasconcellos Junior.morador no engenho
lapua freguezia do Pilar desta provincia :
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Amonio Teueira Guimares, que ser generosa-
mente gratificado.
JOOSOOO
DE GRATIFICACAO'.
Ausentou-se em 28 de agosto deste crreme
anno da casa de seu Sr. Francisco Mauricio de
Malta ltibeiro, morador em Bom Jardim, comarca
do Limoeiio, o escravo crioulo de nome Fernando,
bem moco, representa ter 25 annos, com os seguin-
lessignaes: altura regular, cabellos torcidos bem
pegados no casco, cor prela, olbos vivos, beiros
grocos, com falta de um denle na parte superior,
barba imperial,corpo reforcado,nadegar empinada?,
cm pequeo foi alguma eousa surrado e(talve/.
inoslie alguna vestigios, tem os pese dedos curios
porm largos, he bem fallante, e coriez. Tem-se
desrontianen ter procurado para o engenho Jar-
dim, comarca da cidade de Goianna.onde o mesmo
escravo tem seu pai, assim como tambem aparece
leve noticia que fora visto nesta capital : roga-se
por tanto as autoridades policiaes e capilaes decam-
po de o capturaren! o mandarem a casa do supra-
dilo senhor, que alera da paga a cima mencionada
sera generosamente gratificado.
I'EIIN.: TYP DE U. F. DR FARU 1856


Full Text
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