Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07655


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Full Text
ANNO XXXII N. 281
i
Por 3 mezes adiantados i.s'UUd.
Por 5 mtv.es vencidos 4$500.
TEMA FEIRA E DEZE1BR0 DE 1850.
Por auno adiantado 15f000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KrtCARREGADOS DA SITiSt lill' \o' NO NORTE
IHraalai. Sr. emano T. di Niimd.dt ; Niul, Ir. Joio
qano I. Par.in Jnior; Ariciij. Sr. A. di Limoi Braga ;
<.'*, ilr. J. JoidiOlivuri; Minnhiu, e ir. Jciquiro Mar-
, Badrigu.i; PUuhj, Sr. Domingo Hireulloo A. Penes
Cifran; Pirl, ti. Juilloiinol. Iimii tmnonii, l>. Jan.
jm* i* C*SU.
PARTIDA DOS COR REOS.
O/inda : todas os dia*. k$9 t meia horai do da.
IgMnui Uoianna e l'araliibd : M4 eglMilai nU^Mnia
S. Anido, llWi-rrM. Hiiniii,CiruiPi, \,in < 'jr-inhiiri." : n* (rra-iVira.
S. I.iiurenv ir, Flor, Villa-H.lla, Mm-VuU, Onrir.ii y Kxii : nai .|wrus-l'.'ir.i-.
Citm, l.(i/i'i. *rfii))i."u-ni, i.i<..i, Una. lirrr-irOi, Atjtia-J'riHa,
Pim,-i( ,r.. v Natal : 9llla-WraJ.
[TadM aa cor re (i* par tem a* 10 horai da minhi*.
AUDIBNC1A8 DOS TIUliUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do eommircio segundanquintil,
ailifao I lercM-faramabbado.
Fanndi: quirln mbbidoi II 10 horu.
Juiza do eoramereii; aiguodu 1110 homi quintil aa .m da.
J ujio di erphao; aguadas quintil ai 10 horu.
Primiiri van do dril itiitindii mtii .o miio-dii.
Sigundi fin di uni: quirui ubbidoi i* miio-dli.
l'.PIl r.M I-'.l. l IH.s DO UEZ DE DE/.LMBRO III\s DA SEMANA
5Quirioerecentea 1 hora 7 minuto i 48ngundoi di m I 8 Segund. >J> A Cuiircicio daSS. Virgem MJi de Dos
1 La cheia ai horu a}4 minuto i i efundo di t. | 9 Torea. S. Leocadia v. m. : S. Itestilulo b.
18 Quirtominguinliii i hora,13 minutoii 48egundid m 10 Quarta.S. Melchidcs p. ,"S. Eultlia v. m.
11 Quinta S. II ina/,, p* : S. Trason rn.
37 La nof a 6 hora,16 minutoi .48 segundo di m
IT.I-. \.\IAIl l'l. IIO.IL.
Primilla a& 2 horas minutol di urd.
Sigundi aa 2 horu 1 30 minutol di minhii.
13 Sena. S. Sereno leiior m.: S. Kpimachom.
13 Sabhado..-. Luir v. m. : 8. Euttr.cio c Oreste.
II Domingo. 3. do adenlo. S. Arcenio ni.
PAMT1 AFFIOIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
E a.* teme la i a toaanabro.
OflicioAo Exm. mirerhil commandanle datar-
an, pira informar se fortaleza das Cinco-Ponas
pude preitar servico como tal, e se he ventajosa i de-
feza do porloe di citado, valo que a companhia da
r-lra la de ferro desla provincia, algiada MCOitirin I
a cnnslrucrAu da mesan estrada u terreno m que.! .
ata construida a menciona.:., fortaleza, pretendere- *B,onl< """do recetada a cup.a au hent.ca que
. I "" raailtallaaii 1I1 -inli.fi> a*., ni I -a.il.v 1 a uio.. 1 ma.
ENCABBEGADOS DA SLBSCRIPCAO NO SIL
' Alagla,* Si.C.laudina FaleeoDia ; Babiu B*. n. Dunri
lio diJiaiiii,i8r. Joi PiniaUrtini.
KM PEKNAMBLLO.
0 pripriilaria daDlABIOMaooal Figulina F.rli,a. iui
livririi, pnai di lndipindmcli 01.lt S.
itoAo mesmo, paia remellar com toda a brevi-
da le possivel. ao vigaro da povoac^o de Ipojuea,
iIKoidis laminas da pus vaccinieo, u tudicar o que
se deve fazer, vi.lo achar-ie pretiutementc Krasan-
do a Ii--m naquella povoa;ao.
Dito Ao presidente do conselho administrativo
do patrimonio dot orphaos, para iufo'mar se no col-
U'-i'i dos nrpli.los ha vazas para ai menores Fran-
cisca, Maria e Afina, que ficaram ao desamparo por
morte de i Dito Ao secretario do collesio eleitoral de 8.
querer 10 govern imperial a alienado dene pro
_ I Smc. remetteu da acta do resultado da eleirfto a que
prio nacional. No mesmo sentido ao commandaiite
ila e*U$)o naval e ao director das obran militares.
II lo Ao mesmo, remetiendo por copia o aviso
circular do ministerio da guerra de II do correnle,
naadindo abonir a lodos os inspecloies de dislric-
lot militares, os vencimenlos correapoudentes a
commindanlt de diviso, a contar daquella data em
diante.Igual a thesuuraria provincial.
DitoAo Esro. conselheiro presidente da rela^ao,
ioteinndoo de liaver o juiz municipal do termo de
Iiraaratt, bacharel Adelino Antonio di Luna Frei-
r, entrado no gozo di licen(* de 8 das, que Ihe foi
eoneeoida. l'amliem se commonicou a lliesouraria
de fizeudn.
DiloAo cliefe da polica, inteirando-o de haver
Iriosmillido llieiourarii provincial, para seren
pa remetteu das despezas feitas com o sustento dis pre-
sos pobres da casa da detenrjo, e com o lorneeimen-
lo de dielas pura 1 respicliva enfermara.
HiloAo inspeelor da Ihesonratia de fazenda, le-
commendando a expedidlo de suas ordens, pin que
na alfandega desla ei.iade, eousinta no depa?ho,
isenlo de direitos, de 1800 barricas de cemento viu-
das ni barca Iranceza Superb, por couta das que
Jos Antonio de Araujo contratou vender ao arsenal
de marinha.Commuuicou-se ao inspector do ms-
alo arsmal.
DiloAo commindanle da estar-lo naval, remet-
leudo por copia o otliciu em que o inspecler da Ihe-
riurana de lazeiida d os razoes em que se fundn,
para exigir que sejam eouertos com oflicio de S. S.a
o pedidos de pequeas quantias adtanladas para oc-
correr aa pagamento das despezas com gneros fres-
cos para os uavios dessa eilarAo, quando tmpresadoa
am enuiinissau.Cominnoicou-se i referida thesuu-
raria.
DiloAo mesmo, recominendando a eipedit;ao de
son ordens, para que o commaudante do vapor de
guerra o Amazonas, receba a seu bordo e transpor-
te pan a corte os voluntarios Auluuio Tnomaz e
Jote Manoel doa Sanios Jnior, que Ihe serio aprc-
tenUdos por pa.le do capitAo do porto, com destino
1 companhia de aprendizes mariuheiros. Couiinu-
aicou-se ao referido capilflo do porto.
Dilo Bo menino, euviaudo por copia o oflicio em
qae inspector da Ihe.mirara de (agenda, declara os
motivos porque o eommis.ano do vapor Amazonas. 11
linda nao fui ludemuisado da importancia que des-
penden com o enlerriinenlo do sol lado que faileceu
a bordo do metmo vapor.
DiloAo eooul dot Eslados-nido, remetiendo
por copia o ollicio do provedor da sale do porto des-
li eidide, em resposla ao em que a presidencia Ihe
recommendou, tomasse em considerarlo o pedido
que o acuno senhor cnsul lizera a respeilo da vul-
va do capillo da baleen a americana ul.ancer.
DiloAo direcloi seral do Indios uesta provincia
Coavcm que V. *. remella ale o iilliino de |a-
neiro pruiimo vindouro, umrelatono sobre o estado
dos aldeiamenlos de indios, de sua papa'afto, domo-
vimetilo desla e da ^^ncullura uelles desenvohida,
u licaihlo V. S.-1 as causis a qua altrihua a decaden-
cia qae piusa hivsr em alt-umas de-sas aldea, e os
meios que lolgue necestano* para rcmove-las e mais
prnpnot para convidar os ludios a aldeiarein.
DiloAo capilo do porlo.Sirva-se Vmc. de re-
melter-me aleo ultimo de jaueiroprximo vindouro,
un relatorio sobre, o estado da nave^rao fluvial coa-
tein ou de lonso curso, inencionaiido o numero de
hircos de vela c de vapor uella einpregados, sua to-
nellagem e tripolarao, o custo e impurlaucia dos seus
Iretes e os melhorainentos de que necessilaiu, o esta*
rio da pesca em mande ou em pequea escala, o nu-
mero de barcos e da lripolar.ao que oceupa, e o valor
aproximado dus productos dessa ludaalna, o Home-
ro de can.iet a rio Bafegiveit, a destes o que con-
vein desde ja melliorir abrir ou explorar.
OiloA o director da colonia militar de l'imen-
teins.Convem que Vine, remella a este goverim
ate a dia 15 de Janeiro prximo vindouro, um rela-
torio do estado dessa col .na, iulorinaudo acerca de
sua silaarao, svstema e ludo quaoto poder inlcres-
*ar relativamente a toa prosperidade ajricola ou in-
dustrial, e enviando un mappi do numero dos ha-
bitantes della, clastilicadoa poydad-., sexo-, natu-
ralidades, estados e prolissoes, e meneionaudo o nu-
mero de individuos que liverem ido para e-e esta-
lielecimeulo e os qua se ausentaran!, e as causas dis-
ta, o numero dos individuos fallecido! com csperili-
ea$o do sexo, dada a coodicao de cada am del le- e
das molestias a qua liouverem luctum do.
No referido mtppa se mencionar o numero do
nascimeiil'is Itavidosua dili colonia, comparado cun
o nemeru dos nanctdos ora exilenles.
DitaA cjiiinis-.io de liygiene publica.Convem
que Vmcs. me apreseniem ale odia 15 de Janeiro
prximo vindouro, um relatorio em que de ver,m de-
clarar : I o estado da reparl.cBo a seu cargo e as
meditas qoe por ventura se devam tomar, para que
ella faiiccioue rom tola a regolaridade e vaoligeai
postiveis : i.* o estado sanitario da provincia, com-
preheodendo ludo qoanlo houver uccorrido a respei-
lo de qualquir epidemia que e teuhu aqui niaiiifes-
lido : ;|. as molestias que ordioariameiile reman
com mais forra em cada nina das freguecias d proyo-
cia: i. as medidas inaiseilicazeseexequiveisa ailop-
lar a hem da alnbridade publica : (por meio de
mappasi o numero das pessnas fallecidas as dill'e-
reules rraguezias da proviocia, com eapaciBeicIs do
sexo, idade, cundirn, e moleslia a que tuecumbi-
se procedeu uaqoelle circolo para um depulado e
um supplente assembla eral legislativa.
DitaA cmara municipal do Cabo.accasando re-
rebida a acta da eleirflo de eleilores as fregnezias
do Cabo e Ipojura. Igual a cmara municipal de
Serinhaem, acensando a receprao das copiai aolhen-
licas do resultado da eleirao de eleilores naquella
fregoezia.
OticioAoExm. commaudante superior da guar-
da nacional do municipio do Recife, recommendan-
dn a rxpedicDo de anas orcens, pira que o guarda
do t. balaOio de nfantaria seja dispeusado do ser-
vico da mesma guarda nacional, eraquanto esliver
exercendo o emprego de inspectur de quarteiro, na
frrzoezia de Santo Antonio desla cidade.
unoAu Eim. manchal commandinte das ar-
mas, dizeudo que, pela leilura do aviso que remelle
por copia, expedido pela reparlirao da guerra em
11 do correnle, ficar S. Exc. inleirado, de que por
oulro de igoal data, passaram no mesmo pusto para
o corpo da eugenheiros, Candido Feliciano Pereira
de Carvalho, e para o estado maior de primeira cias-
te Apolonio Peres Campello Jacome e Jos Antonio
da Fonseca l.eisa, lodus lenles do 1. batalho de
rlilharia a p. Commonicou se i thesouraria da
fazend.i.
liloAo meimo, enviando acorapiuhadot de co-
pia do aviso da repartirlo da goerra de al de no-
vemhro ultimo, os procesos verba- do reo Ma-
noel d'Assuiiipr.lo Souza Mangabeira, Cosme Jos de
Sania Auna, soldados do i batalhAo de arlilharia a
pe, Filippe Ribeiro Sergio, do de nfantaria, e de
l.udovico Jos da Costa, do 9. da mesma arma,
afm de que mandeexecular as senlenras preferidas
pelo conselho supremo militar.Tambero se euviou
pan o mrsmo lim, o prmesso verbal do capilla do
segundo batalbo de nfantaria Flix Jos da Silva.
DiloAo mesmn. para recoomendar ao lente
Cabriel de Soau tiuedes, que i vista da nota que re-
melle por copia, trate de pagar na recebedoria de
rendas internas, a importancia dos emuluinenlos
que esl a dever a reparlirao da uuerra pelo aviso
de II de novembro ullimo, do qual consla que se
Ihe concediera passgem do i balalho de infamara
para o 13. da raetrai arma.Ofliciou-se ueste sen-
tido a Ihesonraria de f venda.
HiloAo mesmo, recommendando a expedirlo de
suas ordens, para que nos domingos a guarda da ca-
sa de detenrao seja dada pela Iropa de linha, embo-
ra a guarda nacional lenha a fazer uestes diis o ser-
viro da gi'arn3o.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda, pa-
ra mandar entregar ao director das obras publicas a
chave da rasa da ra da Aurora, onde esleve ohos-
pilal dos cholencos.
Dilo-Ao chefe de polica, inleirandu-o de haver
IraiHmitli.lo i thesouraria provincial para ser pana,
estando nos termos leitaes, a con'a que b. S. remel-
len da despeza fcita com o fornecimenlo de dieta',
para os presos pobre rerolhdns a enfermara da ca-
sa de delenrao, durante o me/, de Miembro ul-
timo.
DiloAo mesmo. declarando.1110 expedir as con-
venientes or leus, nil so ao agente da rompanhia
'las barcas de vapor, para fazer
que seitu* amanilla para o or I
^M^9k^!^lS^ilF^.fn' P0,,m<" asedar vo-so Sautissimo Filh... senao eatirna. Com esta convicco.tenho a honra de rlepo-
Como mli c.eme.iss,m, do, si,ar n,s ^ de y. ^ car,as qIJe 0 imperadFor
se dignou confur-me. Desempenhando esta nyasao,
estou corto qua lerei correspondido fielmente aos
seus desejos, se tiver a felicidade de obler a au -
gusta approvar>3o de V. M.
A rainha dignou-sp responder :
Sr. general, recebo com profunda salisa^ao
' as cartas que o imperador de todas as Russias vos
i confiou para mira.
senle
qoe Vmcs. me consaltam sobre o'qoe devem fazei
em vila do oflicio que Ihes dirigi o vigario dea
freguezia, declarando que ia ordenar o enlerramen-
to uat igreja, vislo que o cemilerio, nao tendo as
condn;es devidas excita a repugnancia dos fiis.
Em resposla lenho a ileclarar-lhes, que Bato se po-
de permiltir o que pede o referido viaario, porque
isso teri adiar indefinidamente o graude melhora-
menlo que requer, com a cunstrucclo de dimite-
nos, o repeil ios templos e salubridade pjblica.
Logo que um cemilerio foi convenientemente con-
sagrado ao enterro dos chrisllo, e logo qoe luja um
svmbulo datautidade do lugar com una cruz de
ruadeira 110 ceulro, o cadver do cimillo leba all
um lugar de repauzo, conforme com u respailo que
te deve aos que nos precederam na vida, e'professa-
ram a le de Chritto. Seja como for, um cercado
que evite a profanadlo, e os damuus provenidles de
animaes e oulros lucidentet, he ludo quanto indis-
pensayelmenle se exige. Os mcllioiameulos deseja-
veit virio com o lempo, e he preciso qoe us fiis se
acostomem a concorrer para elles volontariimenle.
DiloA' cmara municipal de Cabrub, dizendo
fiear inleirado de haver-se concluido no da 11 da
novembro a aporacao dos votos para venadores e
joizes de pa/. dos difierentes districtos daquella fre-
guezia, e recommendando, qoe de couformidade com
a lei, remella orna copia da acta da referida apu-
rarlo.
( {
PortaraDemillindo o bacharel Jos Cardozo de
Queirz Fonteca, do cargo de promotor publico dos
termos de Olinda e Iguarassu'.
DitaKemovendo o bacharel Manoel Izidro de
Miranda, do logar de promotor publico da comarca
de 1 unann,i, para o mesmo lugar nos termos de
Olinda e Iguarassu', e nome,ndo promotor daquella
comarca, o bacharel Julio Barbosa de Vasconeellos.
DitaDemillindo do cargo de delegado do lermo
de Goianna, o coronel Aulonio Francisco Pereira, e
uomeindo pan o mesmn cargo o juiz municipal do
referido;termo, Caelano Eslellila Civalcauti Pessoa.
vados. A ceremonia leve lugar na sala dos
ansport.i
BISPADO E PERNAMBLCO.
Dom Joau da Punlicica 1 Marques Perdiglo, enne-
go regrante de Santo Agoslinho, por grara de Dos
e da Santa Se apostlica, bispode Pernambuco, do
conselho de S. SI. I. e C., ele.
A lodos os nossos riiocesauos -au le, paz e bincao
em nome de Jess Chrslo.
Nato nos foi possivel comiuuuicar-vos mais oppor-
lunamenle o prazer que guzamos de acompanhar-
vo na celebradlo do preclaro myslerio da parissi-
ma Conceiclo de Mara Sntissima, digna Impera-
Iriz do co e da Ierra, ornada superabundan emente
de eminentes virtudes, favorecida com graeas extra-
ordinaria, aljiilliania.il com singulares prerogati-
vas, condecorada com especiaes dous, e agraciada
com inauditos privilegios, que a designaram supe-
rior a loilos os anju e archanjos, Ihruiios, clomina-
ci'-.'s, principado, potestades, virtudes, cherubius e
Serafins.
Animado com a considerarlo de lio profundo
myslerio, adoremos com toda a corte celestial o Pa-
dre Eterno, que se dignoo empenhar lodo o seu in-
finito poder em crear ama crealura lio poderosa,
que esmagasse a cabera da infernal serpeule.
Enviemos ao Eterno F'ilhoiulrrminaveis acc,e* de
graras, pelas innomeraveit merr com que felici-
tuu sua Sautissima Mli, desde que foi concebida sem
a mais leva sombra de culpa original Prestemos
alleclaoso reconhecimeulo ao Divino Espirito, pelos
duns sahumes com que assignalou esta sua dilecta
esposa, em beneficio do genero humane. Dirijamos
fioalnseate o maiores louvores .1 Santsima Trin-
'i 1 la, que benigiiaueiile cousliluio a Mario Sanlis-
luniino Comes da Ganhi e
re. os criminosos Sa-1 sima digua de ser elogiada por ludas as geracces, e
Amonio de Sampaiu,, lio pura em sua singular Coiiceirlo, que merecesie
s lamben, 10 coinmaudante do corpo do. polir.ia, ser templo das Ir Diviua- l'essoas
para mandar apresenlar a S. S. as pracas que leer
1 de escollar n< referidos criminosos Expediram-se
I as ordens de que e traa.
DitoAiirommandaiile da estarlo naval, rerom-
mendando a expedirlo de suas ordens, para que a
trgala a vapor Amazonas I siga para o Kin de Ja-
neiro no dio 7 do crreme, locando por poncas ho-
ras na provincia da Baha.
DiloAo capillo do porlo, transmillindo para te-
rem a conveniente poblicidade, os exemplares das
traducc.oes do avisot ns. 19 a 25, aiinuuciaudo aos
navegantes o estabelocimento de pliaroes nos pontos
indicados nos meamos avisos.
DitoAo mesmo, declarando que Iransmiltio i
Ihesuuraria de fazenda para ser paga, estando nos
lermo lesae-, a conta que Smc remellen dus me-
dicamentos ministra lo. 110 mez de novembro all
mn, us africanos livre apprehendidos ao tol da
proviucia.
DitoAo inspector di Ihetouraria provincial, pi-
ra mandar pagar a Pedro Baplista de Sania Kosa,
nela verba refjreseulaQoes theatraes, a quantia de
nw> rs., porcoula da illuminavio, derorac;ao e ou-
Ira despezas extraordinarias, que se fizeram com o
Ihealro de Santa Isabel na imite de 2 de dezembro,
anniversano natalicio de S. M. o Imperador.
DiloAo rr.e.nm. approvaudo 1 arremalac.o que
Tez Manoel Koinao Correa de Araujo, da obra da
ponte sobre o riacho Bruiil'inho, dando por fiador
Claudio Dubeux, e rom o abate de 12 por cenlo, no
valor do respectivo nrcamenlo.
DiloA Domiciano Pereira Brindilu, comman-
dante do batalhio de nfantaria da Rauda nacional
du municipio da Boa-Vista. Nato leudo viudo
acouipauhada de informadlo du commaudanle su-
pe'r a pruposta, que Vmc. me euviou com o seu
oflicio de 5 de novembro ullimo, para olliciaes do
balalhlo da lutria nacional de nfantaria des mu-
nicipio, devolvo adosa .! referida proposta, afim de
que \ roe. a encamiulie a este governo por inlerme-
dio rio i- mui.,11 laui- superior respectivo ; tiran lo
na iulelligencia de que nesla dala recummendu
SaECSa^ -qu^le command-nte; que me reme.ta comrgen:
intu de melboia-la..
Para oblerem estes dadose esclarecimenlo Vmcs.
solicilario dele governo qnaesquer auxilios que dal-
le po-sarn depender.
DitaAo commissario vaccinador proviucial.
Conven que Vmc. me remella aleo dia 15 de Janei-
ro prximo vinduuro, um relatorio do estado d vac
eiuarlo, declarando : 1. qoaes as medidas que Ihe
parecerein mais proprias para regulari-ar esse ser-
viro, 'slendendo-o com vaulagem a todos os pontos
da provincia: 2. qual a execurlo que lemtidoo
regolameuln B. Wi da 17 de agosto de 18i(j ; a fi-
nalmente, qual a eflicacia das medidas nelle estibe-
lecidas para a propagacao desle preservativo.
ORIGINAL DO OiARIO OE PERNAMBUCO-
8 OK DEZEMBRO DE 1856.
pruposta, competentemente infur-
ferid
Miada.
Os motivo que por ventara lenham movido o
commandanle superior a demorar em seu poder urna
proposla 1 lenliea, que Vmc. aflirma ler-lhe envia-
do, nao podem dispensar o comprimenlo da lernii-
nanle di.p sicio cuntida no artiao 48 da lei n. WI2
de 19 de elembro de IC50.Olliciou-te ueste senti-
do ao mencionado riimmandanlesuperior, declaran-
do inai, que as remessas das propostas nao devem
leroulra demora, alcm da que fr absolutamente
indUpensavel, alim de se obtena lodos os etclire-
riineulos para fundamentar o juizo seguro e impar-
cial, que a S. S. cumpre proferir acerca da idonei-
dade dos proooslos.
No seclo XVI, em Floreara, um grande rusia,
admirador ardeute, ilisripulo dedicado, amigo inal-
leravel do maior de lodos os grandes homrns nessa
bella poca das arles, Ceorgio Vasari. o discpulo
liel de Miguel Angelo escreveu um livro chelo de
enthusiasino e de amor, fez para os hroes de lodas
; a esrolas Ilustres do seo lempo o que Plutarco fize-
, ra para todas a glorias da latinidad*, narroo, com
j respeituso eiilbu-itsmo. com paixlo viva, a vida lato
' lo Uliante e to cheia de lodo* os eus sublimet ron-
lecnporaneos, cim a sua potente organisaclu vivil-
un no seclo \1\ cara ao mesmn lempo as horas austeras e laboriosa
.Z. ,i i '"".') exclusiva e poaco dus sulita'iuse a existencia auslus.
iccetsivel em que sa con.crvavam al eolio, ter en-
ser ama das glorias da litteral
e esplendida dos
principes.
Euiiim proceden da tal sorle que boje, riepois de
trezeutos anuos, sao para ao anda novo de gloria,
e a recordaran de cada um dos soccessos da suas rar-
, reiras, verdadeirjmenle pica, lornou-se lo dura-
doora como as suas obras immorlaes.
Olanlo aos modernus, diz tiuslavo Planche a quein
devenios us fado que compue este arlgo. a arle tem
' durante inuilo mais de tret seculos renovado a ao-
nlores e dos esculplores sem acharo
10, sem encontrar osea Vasari.
Compnhen leu que nada commenta n.....or a obra Muitn ..le. do seculu XVI. diversu, arlistas que
riosgrindesmestresdo ,e a retpecl.va htilori.. o, Habano, atlrahido. Fraaca por Fnaeiie.^1 i-
pal 'zeram deserarndimente sabir par um iiitlaiite a,
- BBBj eou. que M vi.gens qoe se I eslrada que Inlhav.m, deixar.m | posteridad, coU!
I sa maravilhosas ; um pouco clepoi, esculptores cu-
siuido as luullidoe quaes slo as leis im-nuiavcis da
estlielioa, quaes slo us ciemos principios do Bello,
que desde Plndias (erarara lautas maravilhas, ter
entinado a lodos que hoiuens hao sioSs estes cu-
jas obns primas fazem lodos os da a adnuracao
universal, quaes (arara as suat vucares ardenles| as
suas .inibicues da javeutude, o seus rudes leroci-
nios. o seu persevinates csorcos, os eus Irium-.,.
paos, e algumi vezes o seus desanimes Injottos, a racoes dos uinl<
suas decep^oes ccueis, ou asMM glorias lardiaa. I ,eil piularen se
Ccnipreliendeu que nada commenta melliur 1
do grandes nieslres do que a respectiva hi
que be para a peregrnuc-s que se fazem 110
Charissimos lilliu, nos nlo iguorainos ns esforcos
qu devenios pratiear pira guiar a ;1i a i-sima
pr.derrao da .M n d" II .. c dos infelize filio dos
prunciros progenitores, m^dianeira entre e.sles e seu
Uaiiigenito Fnh 1, pira, por seu beuigno e puderoso
patrocinio, seren protegidos.
Soleinuiseinn o pnrlenluso e admiravel arcano
de sua gloriosa Cooceirao, por lodus os dus de seo
oitavario, com o maior fervor do oosso epinlo, e a
divina henijuidad- se dignar conceder-nos pelos
mritos de Maria aqoelle particulares auxilios e lu-
zes, pelas qoaas esperamos conseguir a eterna felici-
dade.
Maria Sanlisima extraordinariamente caridosa,
em qoem o antigos padres fuudameularam sua es-
peranra, sendo gloria dot prophelas, o luuvor dos
aposlolus, a honra dos mariyres, alegra dus Sanios,
a coroa das virgens, como diz Santo Epfirem, se
digne esclarecer uosso entendimenlo e dar movi-
menlo ii oossa lugua, para eom o maior afleclo de
noo coracao e pussiveis expresses, narrarmos os
loovores que io proprios a urna V'irgem, cheia de
grara, assiin declarada pelo lujo S. Cibrirl 00 ac-
to de aunuociar o ni).lenode no-a He lcmp;.lo, pela
Encarnarlo do nico F1II10 de Dos no sacralissimo
veolre daquella pura creatara, qoe foi d:sigua>D
Sacnrio do Espirito Santo.
Nos exhortamos os nossos diocesanos a quem em
muilas oerasioes temos annunciado a duulrina evan-
glica, auimados palo iinpolso da verdadeira cari-
dade) para que te presle.n a pralicar lodos 01 deve-
res, pelos quaes inainfe-ieiii sincera e curdeol alTei-
c.in i sempre Virgem Maria, pela imitadlo de suas
virtudes, sem cuju exercicio nlo Ihe pode ser agra-
davel uossa devu;lo, dependente da inleira e per-
Teila execurlo das leit divinas e humatn-, por cuja
observancia somos respontaveis, quaudo hajainos de
comparecer na presenta du Juiz dos vivos e dot
morios, que nos ha de julgar na occasilo por mis
menos esperada, e para cojo aclo, o mais trmivel
para os impenitentes, devenios estar preven,do pe-
las respectivas admoestaroes de Jess Chrslo, sig-
nificadas em seu Evaugelho.
Maria Virgem pie lilectissima, loda bella r formo-
sa, destinada pira Mli de Dos antes da creadlo
do abysmos e merecedora dos mais profundos res-
pcilo. dusanjot e dos bomens, dignai-vos aceitar os
cultus e \eiieracors q0e humildemenla vos tributa-
mos, posto qoe mui diminuta as huir- a liome-
uagens qoe vos s.lo devidas. Vos sois o te^uru asv-
lo dos penitentes que, verdaderamente coulriclo,
a vos recorrem, persuadidos de gozar direitu ao vos-
so (latrocinio. Aceilai a lerna coulianra que em t*
depositamos.
Penetrados dos mais vivossenlimenlos de respeilo,
de amor, e recnnheciinento por todos os beneficio,
recellos da Dos por votsa inlervencau, desejamos
dedicar-nos a vossu serviru alo ao ullimo instante de
iios-,i precaria existencia, con veucidos deque ja mais
rio Aulonio do Sanios.
lilbo. de Eva, alcanc n-no urna viva le, urna espe-
ranr;a inhabalavel, um lerno, generoso e cunstanle
amor de Dos, e do prximo.
A-im como professamo deleuder aprasivelmeula
vossa prodigiosa Cnnceirao pela salisfaloria jaclura
da propria existencia, natal lambem nos concedei a-
qoella pureza de confio, e de espirito, que suppli-
camos, juntamente com a paciencia, qoe devenios
ter as adversidades inseparaveis da presenta vida.
Por V0..0S mritos, e inlercesslo, esperamos ser in-
teiramente tubmissos a vontade de Dos, e perse-
verar Da pratira de todas as virtudes, para alcanzar- | A vossa pre?enea na minlia corte para me an
mos a grafa final, e aquella morte. que declara e- nuniiar a exaltarlo ao tlirono de um monarcha Iollicialmenle solemaisado
ternamente felize. o. escribidos. Seusiveis a greca, ,io ||uslra(ll) |,e uma prova evidente e salisfaloria '
que vos otensM pimir-U(M 'le conldr-nu no nunie- ... .
ro de vossos lhos, e servo., soll.ei que vos conlem- i dc 'lue n0 cor"P d0 '""Porador estao anda vivos os
piemos, e honremos como a nuss chara Mli ; qoe senlimenlos de imisade que em oulra poca un iran
a veis rocorramo em uusa orgeucia, e ouiemns as- to csireitamenle as corles da Russia e da Hespa-
s*_Kurar-vos de que com a celeste protervo, que por
vos m.pl ,rain.)., ato pralicaremos mai acc.au alsa-
mi, que nos conslilua lad'gooa de augusta qualida-
de de filho, e servo de Maria, por coja immacii-
lada Conceirio sejamos benignamente defendidos de
lodas a teutaroes do cruel ioimigo da salvadlo das
almas na hora de nosso Ir.naile para a eternidade.
Vosso corara,,. Ihesouro de can la le, e de mi-eri-
cordia, perfeila imagem do corarlo de Jess, e mo-
delo de todas as virtudes, queira escular no.sos vo-
tos, con verter nossos coraces, ser o nosso aoxilio em
loda as necessidades. Basto alivio as alllicrOes, nos-
so soccorro nos nerigo, nosso refugio ua ora da
morte, na elernidade uossa ventura.
O' Sautissima, e pursima Virgem, recebei-uos, e
conservai-nos lab as azas de vossa predilecr-io, e a
sombra de fosso patrocinio. Oblendo-nus o perdi
de nossos peccados, que sopplictmos por vossa in-
lercesslo. Impelrai-nos as graeas necesstrias para
a notsa salvadlo. Vu que por vosso Filbo, com
vosso Filho, e junto de voso Fiiho ludo podis,
compadecei-vos de no, que collocamo nosia eter-
na torio em vossa santissimas mios. Vos como mli
da infinita sabedoria. conheceis nossa indigencia, e
insufficencia, para termos allendidos ; preslai-nos
aquella piedade, que fae,a minorar o males, que
supporlamos. Como Mil de misericordia, soccorrei
os desvalidos ; como Mai de Dos lodo poderoso,
junio do qual ludo vos he posivel, dignai-vos afas-
lar de nos a divina iudignaclu jaslamenlemerecid,
para qoe desea sobre mis a eterna clemencia.
F'azei-not comprehender quanto seja possval,
qual o amor, que tribulae aos peccadores. Keco-
nhecam eites os deven para com vosco, e por este
exacto proce lmenlo, iDeree-am vossa eflicaz Cum-
uiiserac.io. Se lodo o inferno se conspirar contra
nos, se o ouinero. e gravidade dos nossos peccados
nos causar terror, .0 nossa propria fragilidade nos a-
temorisar, sabemos que vos nos amaes, e carrespoa-
deudo ao vosto amor, lodo por vos, e de vos, deve-
mos esperar. Confiando na heueliecncia de vosso
Divino Filho, confiamos igualmente 111 vna, para
prolegerdes os qoe raminharo sobre o lempeslouso
mar das IribulacScs, enlre os eseollio das vexaroes,
agitados com u furioso vento das teutarijes. 'ixai
vossas vislas em mis, sojeilos sollrer cousideravel
naufragio.
A v, digni"ima Virgem recorremos, qualquer
que teja a leniacin, ou vehemente paixlo, que de
nos queira apoderar te. Se a recordarlo dos tran-
sados excessos nos iilllige se "S remoisa* de urna
Conscieiicia 111 anchada nos indorirem a desesperarlo,
valei-nos, e amparai-no, para que nlo perecamot
as mi dc nonos inimigo. Por esa siugular
gloria, que i-es ineamprehensivel a lodo o espiri-
to criado, salvai oossas limas, roucedendo-uos para
este fim a intlrneclo ; e iulelligencia, pela qual
posamns dis-inar as Irevas dc nossa ignorancia.
Policio da Si-ledade, 7 d dezembro de 1856.
./'ir?o hispo diocesano.
.- aclo spector do arsenal de marinha, o Illra. Sr. capillo
da laciildade deeeuiemeiite decorada, a qual se de fragada Elisario Anlonio dos Sautos, e o imme-
chava lilteralmenlecheia dc um concuo escolhido diato da mesma, o tegundo-lenenle Manuel Auto-
de espectadores. Acbando-se presente lodos os as- nio Viegas Jnior, oflicial ditlioclo.
piranies. o Sr. Dr. Aulran, como lente mais antigo, Ko dia 2 de dezembro, annivertario oalaliciu de
depois de recitar urna breve allucoclo anloga ao ac- S. M. o Imperador, foi a companhia a pretenca do
lo, conferiu-lhes o grao ; era seguida um dot no- I Exm. Sr. presidente da provincia, e a seu pedido
vos hachareis recilou outra allocucau, e deu-se o se demorou, afim deque a respectiva banda de.no-
1 ,? l'.or '!' sica tocaste na occasilo em qoe se reuniram ns elei-
O da 2 loi soleninisado com grande pompa. Uou- lores para o corleio, haveodo execulado o hvmuo
ve representarlo ihealral e os vivas dados pelo Exm. I nacional e varias peas de musir ; lindo
)b ,~ .^j........ ,,,vo,..,.,,.,.a, uauus peio.xm. 1 nacional e varias petas de msica ; lindo o que, as
presidente d.i provincia, na occasilo em que appare- | 8 horas e meia relrou-se, procedendo licenra d. s.
ceu o relralo de S M. I., fumn enthusiaslica- \ Exc. para o arsenal, que se achara elegantemente
menie,e.pond.dus. Pela primeira vez este dia lui 1 Iluminado ; e alli chegaododirigio-se i casa da re-
, n '.n a : 1000 ,, .,,n,,i. ,an .... ,a ,.,.. aA ....____... _._.-. _
impedidas na eleirlo nao puderam comparecer ao
cortejo da manilla na forma do coslume. Na segun-
da solemnidad! tivemos o prazer de apreciar a ban-
A >. da de msica marcial composla dos apreudir.es do ar-
CI meu coracao nutre iguaes senlimenlos, e vos, selld, de manuha que f.lTvMU ,,sle JM_ ,cu(aua0
podis assegurarao vosso augusto soberano que a im- com pirfeicio e gosto varios pedaros de msica. He
nha sincera vontado e o franco e leal proceder do| n'H, um litlo de recouhecimento que devenios ao
mou governo corresponderao sempre ao tcstemunho I d tor deste eslabelecimento, o Sr. E
de amisade, que o imperadoj acaba da me dar ; e
que considero a miao de que eslaes encarregado
como o feliz presagio de que para o futuro vo es-
treitr-sr, com novos lacos de cordeal harmona, a
estima mutua c as amigas relacoes que existirn
sempre entre os dous povos.
He lambem para mira niuito agradavel, Sr. ge-
neral, ver conliada uma lao amigavel missao a 1
pessoa como ves, que tendes tido occasiao de ma-
nifestar do mais brilhante modo as mais nobres
qualidades, assim como a maior liJelidaJo a causa
do vosso soberano-
{Peridico dos l'obret no /'orlo .
uu palacio do governo por sidrncia do
loas ceremonias, uma pela minhaa e oulra as sele para sauda-lo, dcpois do'que colocou-se i freule
liaras da uoite, rcrebendo S. Exc. nesta occasilo lo-! da ill
das a pessoas que, ciu cunsequeucia de se acharen)
P]
KECIFE8 DE DEZEMBRO DE 185.
AS HORAS DA TARDE.
RiaTROSPECTO SEMiML.
Comerareinos a no.sa revila hebdomadaria da
semaua, resumiudo us soccetsos da eleirlo que no
dia 2 leve lugar para depulados gene, e anuuuri-
ando ao me.mu lempo queja he condecido o re-ul-
tado de II circuios, sendo eleilusut seguinles sendo-
res. Jlo Jos Ferreira de Aguiar, pelo de Galiana;
Silvino Cavalcanli de Alhoquerque, pelo de Olinda ; |
Autiuslo Frederiro de Oliveira, pelo de Santo Auto- I r
uio ; Bario de Camarogibe, pelo da Boa-Vista ; Se-
baslilo do Kegu Barros, pelo do Cabo ; Antonio
Coelho de Si e Albuquerque, pelo do Km F'ormoso ;
Jos liento d.i Cuuha Figoeiredo, pelo da Victoria ;
Jos I liama/ Na buco de Araujo. pelo de Pao d'A-
Iho ; Francisco Xavier Paes Brrelo, pelo de I.i-
moeiro ; Jeronymo Villela de Castro Tsvares, pelo
do Bonito ; e Domingos de Sonta Lelo, pelo de (j-
ranhuns ; faltando apenaso resultado dos dous cr-
culos mais occideulaes da proviucia, isto he : o cir-
culo do Brejo e o de Ouricurv.
V-se pota, segundo o resultado condecido da elei-
elo, que al hoja lem havidn sele reeleices, e
que o novo tysleoaa eleilural perindlio a eiilr'uli de
qualrooovos representantes: ossenbores Jos Ben-
lo da Canda l'igueiredo, Silvino, Villela e birlo de
Camarogibe.
0 segundo proceso das eleir/ies passoo-se regu-
larmente, sem que se destem sernas tumultuaria.
K
HESPANHA.
lj>se na Gazeta de Madudde 18 deoutubro :
Honiem as 4 horas e 1|2 da tarda, a rainlia rc-
cebeu em audiencia particular o general conde de
BenkendorU, ajiidante de campo do imperador de
todas as Russias, encarregado por S. M. 1. da
missao extraordinaria de depositar as raaos da
rainha duas cartas do seu soberano.
Uma dallas contm a notificacao formal da exal-
lacao do imperador Alexandre 8" ao throno, a ou-
lra he uma carta do gabinete, pela qual S. H. I.
d parle a nossa augusta soberana do objecto ami-
gavel da missao do general conde de Benkendorff,c
manifest a S. M nos mais expressivos termos os
senlimenlos de cordeal sympathia que o animara a
favor da Hespanha, e lestemuuha o desoja de que
sa e-treito.ni mais as relacoes de boa harmona enlre
as 2 cortes
O duque de Bailen, mordorao mr da rainlia,
acompanhado Je ura mordomo de semana, tinha-se
dirigido a residencia r>o conde em uma das carrua-
gensda corle. O conde foi levado ao palacio nesta
carruagem com o cavalleiro NV'assilicliikoff, secre-
tario da legacaoe addi.lo a esla missao.
Uepoisde annunciado pelo introductor dos era-
baixadores, o conde Benkendorff entrou na sala
real, onde eslavara a rainha e o re, com o marquez
Nio nos engaamos quaudo em uma das noisa re-
vistas passadas, ao dirmo conla da uomearin do Sr.
Bt. Farias para o cargo de subdelegado da*freguezia
da Sanio Antonio, aventuramos que o novo Humea-
do salisfario a esnectaliva publica. Cjm efl'rilo o
Sr. Dr. Fariai lem comprido salisfaclonamente os
deveres que slo inherentes ao cargo que occopa,
tendo a fortuna e a halnlidade de alravessar a crlse
eleitoral sem que nenhum dus psrlido livesse a me-
nor queixa a fuer a respeito delle. Tem sido in-
cansivel em perseguir as casas de jogo. Consta-nos
que ja lem visitado a Ir de-sas rasas, uma na tro-
vessi do Carina, oul.-a na ra do l.ivramento, e ou-
lra na ra da Roda. Tem empregado lodo os meios
de que pode dispor para acabar com este centros de
itiiuinralidade, appreheudeudo em uma dessas casas
dados falsificados, que em unta deslas nodes fizeram
perder em poucas hora a um individoo mais de
(MI-^DOO rs. Ele individuo he pai de numerosa fa-
milia e tem esbanjado loda sua fortuna no jogo. Pa
rece que a consciencia do crinie acensa estes mise-
raveis, pois qoe apenas se achira perdidos e arrui-
nados, correal inmediatamente polica pediudo-
llle sucenrro, o que prova que elles avaliam quanto
lie ulil a' suciedade a intervenco da autoridade po-
licial, al para com ts proprias victimas.
As noticias cdega.las do sul annunciam o soceeo
em lodas as provincias por onde passou o paquete
nacional. Quanto a. aconte cimento, eleitoraes, a-
penas sabemos que em dous circuios na proviocia das
j Alaguas u partido conservador tiuha triuinphado.
As dalas que recebemos da Europa lo ante-
iores as que nos Irouxe o paquete de Soulhamptun.
As noticias da provincia slo satisfaclori.is sob lo-
dus as relaroe.
Fallecern! dale! semana 12 pencas; scudo, II
humen-, 9 inulheres e |:l prvulo, livres ; 1 mu-
Iher 8 prvulos escravos.
PGMA AVULSA.
Principiamos boje por darmos aot nossos leitores,
como prmiiellemus, un.a uolicia exacta do estado
em que se ocha a companhia dos menores artfices
du arsenal de marinha :
Orgauisada por idea suggerida pelo inspector do
nicsuio arsenal, na administracu da Exm. Sr. cou-
telheiro Jle Benlu da Cunda e Figaeiretlo, leve
ioleiro vigor na do Exm. Sr. conselheiro Sergio
l'eiveirade Macedo, que, mandando ao conselhe
ere*n-iio uma auecdula curiosa arerra da el-'i-
cao. Tendo de procdcr-so ao segundo eicrulinio.en., idminilrilivo do patrimonio dos ornato* esculher
certa errlo eJelloral, dizern que um do, candidatos: clle,,iu de Sala ,., e,uui ^
' '"'.....migo e Ihe deraquatro notas de ..tltl-s de 12 loaos, que estivessem no ca-o de seren ap-
rescada uma, alun deobteri voto, que Ihe falla- p|ica,l(,5 ao |ba||l0, al, de qiie com a diminuirlo
"m par compor miioria absoluta. O tal amigo as a despezas que ler-se-h.am de fazer com os mes-
h ,,';'."i'!' ,'-'^e:" 1ue "" ts.cn!'la tum" I mos, ficasse o palnmonio habilitado a dar entrada a
do candidato, dirigin-se presuroso a i eleilores que oulros, visto cun
repulava muilo impressionaveis a cor verrfe da no-
tas e Ibes diz :qotr volar nesle candidato mos-
11 and i-Ibes as notas de 500>OO0 res. Ao priaeinie,
o i depositarios da suberania popular alfectaram he-
silario, tna- cura um" simples rellexio do ltigo de-
volado acceilaram as listas, e no segundo escrutinio
o candidato otase a maioria absoluta. Ecoaief-
feilo, he rara 1 virlude que resiste as sugestes du
ouro !
O 'i.miij/i.i Provincial parece destinado a um
brilhante futuro. O anuo lectivo lermiuou-se, a-
chando-se na rasa :l:l alumnos inlernos, e com o lu-
gar ja dalo para tantos quautos pode conler aclual-
menlc o estabelecimeulo. Ilouve examet do pri-
mtiro anuo, e forain examinados dos internos:),
porque o maior numero entrou do meio do auno em
dimle: dos meio pensioniatit 2, e om exlernu.
Destes sahiram .'t approvados cora dislinrao, 2 ap-
provados smenle e om repruvado, que foi o exter-
no. Em um dos :i primeiros houve om meio iie-
siunista.
A casi, aperlando-se as camas nos dormitorios
mais do qoe manda o regiment,pode recebar ill, e
consta-nos que ha jt mais de 15 recusados, por nlo
haver logar, e que existe soba consideradlo da pre-
sidencia uma proposla, alienta demora da ulna do
nosso Gvmuasio, para ser aogmenlado o enmmo-
du ,1a casa em que se leba actualmente o eslahele-
cimenln, elevandu-se duas paredes nos lados do
atrio qoe lica na.parte poslenor do edificio ; com se-
meldanlc medida Bel o Bapace lerreo
sas dos paredes parii
em cousequencia do cholera uma
alluviio de nrphaos necessilavaiu de ser ampara-
dos, a fazeudo o referido coiiselho a escoiha em nu-
mero de-22, que foram por S. Exc. remedidos para
o dilo arsenal, onde ja exisliam seis menores, ins-
liluiu-se a cumpauhia no dia28dejulho do cr-
renle anuo, fica-ndo desl'arle salisfeila a vontade
magnnima e philanlropica do digno inspector da-
quelle arsenal.
Deu-se um regulameulo a companhia, em virlu-
de do que principiou ella a tomar um carcter li-
tnngeiro, o Ot O presente ja conla i menores, os
quaes divididos pelas difTerenles ollicinas perlenceu-
tes, a saber: 111 d,i ollicma de carpinleirus, 13 da
no ra i ma e pulieiro, e 12 da de ferreiro, e estes
dIiunos bao de se applirar a ronslruci;lo de machi-
nas a vapor, e os mais na archileclura nav al. achau-
do-te ludo na melhor ditposii;lo para que possa ser
um viveiro de luimos artistas de que tanto necea-
tila o nosso piiz, qoe se v na contingencia de
mandar engajar eslrangeiros. Aleen das referidas
uilicinas ha pelo regulamentu uma aula de primei-
ra. ledras, onde recebem a instrucrlo primaria, e
oulra de geometra applicada as arles para ot que
ja se achain promplos naquella, arcrescendn que a
referida aula de geometra lambem he 'requemada
pelos operario do arsenal. Em seu rgimen esla a
companhia dividida emesquadras, e estas sub-
divididas emseccoes, sendo aquellas dirigidas
por ebefes tralo- des inesmos menores que mais se
applicam e melhnr cuniporlamenln lem, e as sec-
""f"0 l_,ur I Coes por sub-chefea que lambem eslo em idnticas
o teu qutrlel, enllocado em edili-
a aula de deseaba, e o es- 1 circumsUucia
do fidal, ministro dos negocios eslrangeiros, e os r,*- P"'"f para nina ampia sala de estudo, Ii- ci dentro do mesmo arsenal, esla conveuieutemen-
candn a actual para dormilono. no qual se iccom- te repartido em dormitorios, enlermaria, sala de re-
mudara 12 cania- ---------j- ---
fazem as larra* de civilisarlo ; que para ver per-
feilamenle he millar ja ter valo um pouco e taber
apreciar, que para oovir, he preciso sebe* um pun-
co I lingu.1 esaber subreludo ouvir, que para apren-
der, einlim, he preciso ler ja etludado. c qne de pa-
ra este que Boaaam a primeira e preciosa setnela
mo Jlo Coujon, Hermano, Piln, ileram lestrmu-
nhos prodigiosos do
piedosos admirador
mr, por mais stiwssos que sejam, ilgoM lmenlos
, para raconsliluir a -na existencia ruia oraniUn
queosinoiio.uenlu.da grandeza humana, do pa.ado. |,c .Helada pelas luaa obras t reflectlo
..------... -----u. ...iruiu-
u geniu mais magnifico, e boje us
res do pastado nio podein reu-
e do presente desperlain record.icne, as licoes ella
elevadas e solidas.
faJOiprelieiideii que se nuda nlo -inore o geniu,
nada tilo subidlos o calado. Euiprheudeii a edu-
carlo dos artistas o com a memoia dos eus predi
res'sores dea Ihe* a verdndeila iulelligencia das
grandes colisas.
Hoja lodo< us iniciado e prufanus se lera apmvoi
lulo das ua alias IkJOM, e he coa maravillmsn m-
l-iesse qua os ruilemporaueu rontemplain d'ur.i a
vanB a* obras que nln Ihe fallam souieule ,|u aa-
-uinpl 1 que a .mima, que IIips revelam eterna
belleza da mi divina, o genio humano dus sen la-
tera* e a aaBtafea* que Ihes liztram palpitar o co-
rarlo. I
sobre
Pondo de parle algantaa pagina que dio sobrevi-
vido au oiulragio do lempo, pondo de parle aigiiunis
linbas scri|ila. por e-las mos habis e valenUs que
u.avain lio bcui de limo penna romo de um
cel. de um ciniel como dc uma c
u passado.
piu-
lada, nada -11 % ni
Poderemos citar as admiravei elluses do infeliz
Beriitrdo Palissy, in.iravilt.otas rarlas de Poatsin,
alguns documentos ollieiaes que ervein a Arado-
mil de pintura, e alguma. oulra informar;.rs.
O MMO seeulo lamo qii,iulo p.nle enclie'u (SU la
Jeauron, um verdadeirn artista que se revino de
tal sorte na tua mui corla admimlraclo dos mu-
seos trnceles, e Leopuldo Lerhanch lizeriin uma
bella e digna tradcelo desla obra ; depois enlre as
dilTerentcs hiographi.s qoe consliluem esla obra
gloriosa eollocarim pagina de grande elev.irio so-
bre a arle, linhas de reparaclo e" de juttija para al-
guns dos artistas que o pintor Florentino omillira
ou desprezara e sem tirar uma palavra o texto
original, enriquecenm-no com nota e commenla-
rius que ligam as nores e as idea do seculu XVI e
as do XIX.
F; depois deram emlim as memorias mui palpi-
tantes de universal Bem-Venuto Celline que me-
neas a espada como o cinzel ; outro aulur italiano,
o Ilustrado e jodicioso Lanzi leve lambem o seu
tr.iriurlor.
Ilenrique Bexle que se esconda sob o pseodony-
1110 de Stendhal, (luairemere de Coincv, John Coiu-
det, Alfredo Duinesuil acabaram de popultrisor a
hislntia da Italia arli-tica.
Descamp, A nene llous-aye, Alfredo Desmichiel,
lambem propagaran, a asela" tlamenga e hollandeza
desde Van Dyk, e boje se condece a historia desle
digno filho da escola veneziana, e te cimbree o bello
reinado de Hubeos o inmortal colorista que nlo
obstante ler tido o pintor dos rei, nem por ..so dei-
xou de ter o rei dos pintores, se condece a vida ao
mesmo lempo to ebea de gloria a de fraqueza do
eleganle Van Dyck, a carrera burguezmenle faus-
tosa de David Tcniers, 01 relralo poticos e so-
litarios de Paulo Paitare deRmvsdael, a vida de
Itembraudl e de muilos nutro.
I.uiz Viardat faz 1 historia da esrola
abla.
Dcsgraradaracute a escola allemaa linda aguarda
a pruna que deve escrever a vida do seu artistas
desde Alberto Durer al Owerbeek, Cornello e ha-
ulhak.
A escola iugle'a lamh>ni aguarda n seu Mo-
grapho.
Me deste esludo da arle europea que parti a lil-
teralura moderna para lambem levntalo seo monu-
mento arle. Em vez de ler um humera de Ultra
que asorie o seu nome a ele Iribalhn iminenso,
potsnimos apenas uma Vatiri rolleriivo, im, em-
lim, levando rada uiu a ua pedia i obra coinmun
oflicjaesda casa da raiulia.
Ao entregar as cartas de que era portador,0 ge-
neral dirigi a nossa soberana o seguinte discurso :
do-uie com a missao de annunciar a V. AI. a sua
eultaeao ao ihrono, encarregou-me de ser o inter-
prete dos votos que elle forma pela prosperidade e
gloria do reinado de V. M. Estes senlimenlos fo-
ram inspirados ao meu augusio soberano pelas pro-
fundas lembrancas que ello conserva das antigs re-
laces que existiram enlre a monarcla hespanliola
e a Russia.
Dar-me-hia por feliz, se a missao qne ma foi
confiada podesse vira ser para as duas cortes ura
novo penhor de boa iulelligencia, que tao confor-
me be cora os inleresses das duas nacoes conslanie-
rnenle unidas por senlimenlos de alta e reciproca
(o da Caoba Mallos. O resoltado colindo no esla-
belerimenlo moslra a supenuridade do eslulo col-
legial ao catado livre, por assim dizer; isto he, v
se qoe Ii, uma progressio descendante de vanlagem
entre o internos, os meio-pensionislas e os exler-
faul.ria Hat l> as oilo da manhaa e is 10 mista no
Corpo Santo, depois do que vio por escalla para a
casa de seus pais, prenles e tutores, nao podendo
ser licenciados senio depois da missa e al as 6 ho-
is da larde, e os que nlo sahem diverlem-te ni
nos, sendo o re-ullado mais iisongeiro em favor dos sjmnaslica e nalarlo dentro du mesmo arsenal. To-
inlernos, resultado que deve bamr de uma vez 01 dos ..s menores apreudem msica vocal e inslrumen-
preconceitos que baria acerca do estabeleci-
mentn.
Na Faculdade de Direilo lambem se encerraran!
tai. e ja possuem unta banda marcial, sobre a qual
jo fallamos.
lem cada menor a diaria de :1IX) rs., dada pelos
os (rabal bus lectivos, a pela primeira vez celebrou- cofres serae, porem sua mauulenrio. alemdos jor-
se a solemnidad* do bacdarelato prescripla pelo mies que cada um veuc, segundo 1 classe aNue per-
bomq '''nenio. tece au respectivas olliciuas, don le saliera as des-
Ao da b confeno-se o grao de bacharel a lo- pelel para o vestuario,
dos o esto lante. do 5" auno, que foram appro-
ficaram sobre usvelhos artista, desde os mioialu-
ri-las dos antigos at os autores das esculpluras e das
vidraras das cathedrae golhicas. desde a florescen-
cia do seeulo XVI al o reiiascimento que assigna-
lou os ltimos anuos do ultimo seeulo.
Prenden lo o prsenle ao pastado, Carlos Blanc.
com uma penna delira ia e espiritualista ; com um
grande sentimriiiu da rnisslo da arte, cumecou uma
obra qae uns circuinstaucia imprevista e descu-
nhecida embargou desgraradameuic o desenvolvi-
inenlo.
Esla inlerruprao he realmente lamemavel ; sen-
do o caneca mais do que nina brilhante prometa*,
laucara para ira* um verdadeiro ulhar retrospectivo
de artista sobre Poossin, l.esueur e Valeutiui, es-
crevera paginas de um Interesl* polhetieo sobre ns
picitores do seeulo \l\, Prulhun, David, Groa, (ii- LeoVodo'Bobcrl. sta meVlre'preuVaiunmiiiTedes'-
e enconlra urna franca bratalidade. que nao leva
cm cunta as glorias com juslica uuiversalraeole ad-
quiridas.
O aulor devera Icmbrar-se de qae quando se faz o
relralo dc horneoqae meio seeulo de glorias saoduu,
he neces'ario para desmentir este meio seeulo com
a autoridade da rule, turnar com ligo a auloridade
da bella e descreas maneiras de di/.er.
Em ullirno| lugar, fallaremos f dos escriplores
qne tumaram menos a arle univenal do que uma
O commandanle da companhia de o mesmo ios
nenie ale o apogeo do tlenlo. Executou trabalhos
importantes, abri uma ccola que se lornou cele-
bre, e dous auno depois da vio-e encarregado de uma parte dos trabalhos du
celebre arco de triumpho da Estrella.
Evecotou sobre este mouumenlo da gloria frao-
ceia, esla obra admiravel,a partida dos volunta-
rios de 171I2, um dos raros pediros da orle moder-
na, digno de passar posteridade, porque he o grito
escola, menos tima escola do que um meste, e ti- I ^,"m ""*&* v""" e obra pt"* Je """ or,e
(aremos Eslevlo Delectase, discipnlo de David, que' ".'.
na sua veldice acab de fazer acerca do mesjre id- I Juve pescador napolitano, um Mercurio de
mirado uma obra de auloridade e de respeilo. J.01'' Jove" '''l ^"' lle prala, o bapliiuo de
T*nillet de Conches introductor do embaixador's Vl"',,ri- resurreiclo de Napoleio I no rochedo de
na corle de Franca, que fez um livro memuria ,|e : ^HM|S Helena, Godofredo Cavaigutc deitado sobrio
hespa-
oi.i.i ii,, ,.,,, 1 --................... .......niniio.iiiui 1-u ,.ji 1 1 1 1.1 1 oiiiinum
.1 r. h" "", v' "i"*5"! Pnf r"" \ P'SM,, '""'.o presente capad, com o
sotle na al,. '"' ''"^ **". qndo a conquist. o tih feiln lli, ricos,
1 '""' I reeolheu religiosamente lodos os esclarecimenlo que
rodel, l.uerin, tierard, Cericaud t Carlos Ver
nel.
tala qne o pezar exprimido aqui possa tornar-se
um da uma esperanra ; possa o generoso eacriplor
ronlitiuar um dia a sua obra incompleta.
Na tullas de prodin res mais desiguaer, fallou
tambera em Claudio Lorrain, em alguns graude
meslres do serillo XVII, nn5 do seeulo XVIII, que
chama os pintores das feslas galante.
Sem fallar nos Iribalbo inspirados pelo grande
successo da exposirlo universal das boas ai les, Thco-
philo Gaolier, Thor, I.uiz Pease, ele., cscreveram
obre os nieslres mais inmediatamente eontempura-
neus, sobre as duas graude escolas que dividirara
entre si o mondo artstico, pagina de uma critica
la, que abrir un a porta dc muitas oulciuas Ilus-
tre.
I'alvez nao hoOTCSM nislo tola a discrirlo possi- I estremecer
vel; lalvez uro losse nocessario revellsr ao publico
cerlos prouieuores em quea arle da' lugar ao pro-
casso, mas houve uisto a v.iubig..ui inapreciavel de
fazer ver aludos ua febre do Irnbalho, nos ince-.au-
tes e laboriosas esforros os arlilas ,1 quem o inundo
attritioe lio falsamente um olbar lovianno e loper-
lici.il, como se o lurbilhau das viidide de lodo ns
dias, c nao o eslulo austero C reralhido de lodos os
iii-tanle. podesse gerar a grande obra.
Asaini, aa niuilidi.e. le;.,, ganhadu em sabor qoe
a lei rm Ir.ibaldn he folla p ira as nalurr/as mai re-
lina, f que o proplin genio deve Irahalhai milito
para apenas poter resolver-.* um peora.
II.....piulo Si he.11 e couurnu uma galeria dos artis-
tas vivos; 1 he 10 iiilenriiinalmcnle bom ; apenas
apparerido, a que generosamer.le tinha feilo da
Franca patria adoptiva do sea genio: as suas de-
liciosa carias que resumem loda a sua biograpdia,
revelara toda a sua naturesa delicada.
Emlim, ltimamente um anonymo narrou a vida
de Kude, que como diz cabalmente o livro era dig-
no de V'asari, e tentar* Piularen.
Lm velbo militar o coronel Lacnmbe narrou a vi-
da de Chalet, um dos bello artistas que se associoo
a essa bella apoca em que o imis pequeo dos sol-
dados era um grande hroe.
Bode e Chalet perlenceram s mesmas ideas de
gloria nacional, rom unidos uma alma de fogn, urr.a
em corpo de Tilo e a outra em frgil envolloriu.
Naaeido a 1 de Janeiro de 178, Kude, depois de
i ter por impre-se. dc infancia os e-peclaculos dos
; grandes nioviuieulo que agitara a Franra e fazia
mundo, senlio na itljrie de 1(1 anuo.
lumulo, o maro I.al riev, Joamia d'Arc, llebe, o
amor vencedor : tal he a serie das obras mais minu-
tantes geradas pelo Ilustre raestre.
Iodos o discpulos do celebre David d'Augers
Ihe pediram acclainaroe, run-elbo e licu.
A exposirlo onivcisal de I8j"> Ihe consagrara
dianle do lempo e da posteridade o genio c a gloria,
quando a sea bella existencia se extingui sbita e
seu bemfeitor, o digno commaudante,
o, depois do que collocoo-se i frente
lluraiuac.io. oude (ocou diversas pechas demu-
aica.
A pessoa que desoja saber onde mora o infe-
liz Jarintho de Veras, pode dirigir-se a roa dos Pee.
cadores por Iraz da iareja de 8. Jos, qoe cora f-
cilidade saber.i ; ignoramos o nomero da casa. Se
he para dar algum soccorro, pedimos-lhe qoe va
em petsoa para observar a miseria em que vive es-
se pobre moca e sua desdi tosa familia.
Disse-nos um sugeilo com multo sal, que slo de.
primeiro e segundo escrutinio em eleirces por cir-
cuios pareria-se com quem no 31 jogo; lem triuta e
um e os aprsenla na mesa.e que quandu quer cha -
maro asi o bollo,sahe-lhe um parceiro de lado e
Ihe dizalto! aqu os lem dedou azes Ie puxa a
potada !
Seguio o u Amazonas para o Rio de Janeiro,
llenan I" c, seu digno commandanle e olliciaes eulre
uos vivas lympalbia* pelo seu comporlameulo.
A dormida de mendigo pelas portas das gro-
jas, alem de ser um desrespeilo a casa de Do>, lie
uma uninorahdade publica eimmuudicia ne-ses lu-
gares, que devem sempre esl.ir lirnpos e atseiidos.
Se o nosso .111 nuncio da Pagina no Diario de
5 do crreme entende-te com o Sr. Miooel Gou-
ralves elle-, responda cathegoricameole quem no-
ta cnviou ; por quinlo nlo podemos ideviubar, vis-
to nlo ter viudo elle cora semelhiote nome : se po -
rm nSr. Telles quer responder calhigoiicamenle
pode-o fazer, cerlo de que temo-nos explicado-
quantum satis.
Faz gusto ver os esludanles, que paisim pela
ra Velha | Om modo que circumspecrlo qoe
sisudez !... agora sim, mcrecem os uotso eloaios
piincipalmenleo mais desinquieto, que foi delle- :
asim... sim.
Pan chamarmos a alinelo dos homeus cari-
dosos sobre o infeliz ceg Jacinlho Jos de Vera,
nlo se fazia misler chamar sobre us a odiotidade
de alguem fossa la quem fosse : agradecemos 10 Sr.
M. O. A. Compadecen! i-nus da desgrana.
Sempre que o preco das carne verdes altera-
va, a razao dada era a falla de chovas no terlio,
onde segundo consla, lem ueste anuo as chovas si-
do abuudaiiles, e constantes j apezar ditto porru,
e de vender-se om couro de boi pelo mdico proco
de nove mil res () se compra a carne a 16 pala-
quinhas, c a 12 la'p.ra depois das ave-maria, de-
pois de soar o sonoro busio. Ora, locar-se bnsio
para vender carne a 12 patacas he singular ; he
timbre, be asimilarlo de ganancia. No entretanto
diremos com o nutroda-lhe que volla sem ceremo-
niaa popularlo vai gemendoe chorando endode-
penada, e he provavel, qoe leuhamos para a fesla
du gallo, carnetinha a (oiOO, que slo 20 patacas,
duas veze :|j201) .' liso, la' lem duvida '....
A ribeira da Boa-Visla ( cOm licenca da me-
sa, e desembaego do pac,o ) he sempre aquella mes-
ma ceiteza : o peixe se expe a venda sobre ta-
mandoa bancos, que ervein de dirn a leprosos, liis
- 1 e--i i. do grande Vasconso.
No largo da mcima ribeira he que as faleiras
abrein. limpain, tratara, le meuUn os intestinos do
boi, ile sorte que converleni esse lugar, que deve
calar sempre calado em ollicina de tupas e bachos !
E continuara' Isso Ii' tem duvida.
Procurou-nos esse lio, que dizeni ter um so-
brnihu qual oulro gambeta, e queja vai dando se-
nos cuidados 1 polica, e como tivetstmot fallado
em urna das BOsaa* Paginan sobre um eteravn. que
donan ser ciesse sobrinho etc., mostrou-nos elle du-
cumenlus inmute-lavis em como esie escravo
perleiice-lhi! por compra que fez ao tinado pai dewe
capeta em figura de domem. Se a polica nio lo-
mar terias providencias a retpeito desse menino.
que hado em um defleilo pdysico qoe tem suppoe
nao poder servir ao eilado, terao-lo de ver alem
de ura larapio cunsomado, que ja he, ora astastino,
poi por vezes tem querido eslrear lio nefanda pro-
dssao na pessoa du liu, e de uma ama da soa casa.
O Exm cumelheiro presidente, mindou dar
pela Iheiooraria ao Sr. Santa Rosa, a qaanlia da
-KM!? iudemnisarlu da despezas extraordinarias ha-
vidn no espectculo do da 2 do crrente, e cousla-
no, que o Sr. Santa Ro>a lizera um pro-rala eulre
todo que trabalharam como arlistas oeste espect-
culo. Foi ura aelo de justiri palpitante da parle
do Sr. conselheiro.
Acha-se reconslruindo com tnuila solidez, e
goslo o sobrado de um andar, da ra Velha, que foi
demolido por estar desaprumado.
He misler, que osSrs. fiscaes examinen! cerlo
Seero alimenticios, qae le vendem em tabuleno-
pelas pracas, por quanto con.ta-uu.-, qoe, com cer-
teza, o que ha de peior anda mercaodo-ae pelas
ras, e pelas pracas; e he de notar, que grande
parle de uossos iucommodos, principalmente us das
tviaacM nascem disso. t
Consta-nos que eutre os mendigos, que esmol-
lam pelas portas, e pelas ponte alguns lia que nao
leem o menur defleilo pliyico, e que moco e ro-
bustos e-lamus concorreudo para que vivam uessa
na nimba ; alli d i/.em -nos, o que noi parece ex-
traordinario que Ira qnem se finja ceg para ler o
salario certo O engenho humano he ferlilissimo,
principalmente naquelles, que por sua ualoreza sao
engenhosot.
Oh que festa do Natal nao sera' 1 que 111
bale a porta Nlo ha um alfiale que possa fazer
uma obra par. antes de fetla, e assim o sapateiro, a
cosloreira, o marciGeiro, e 1 docena ; procura-se
por toda parle ovos, abacaxit, as selectas, os ruc-
loes, uvas: encorameudam-se os duques do porto '
os gigos de champagne, os queijos inglezes: nao lia
mais uma casa pura .lugar nos airabaldet, ha um
tu lu continuo as lojat, e as casas das modistas ;
erguein se de lodosos lugares sociedades de bailes,
emprazam-ae desde ja as conlradansas, levantam-sc
os banheiro8 a margen du uossos rio amencia ;
luraam-se dinheirus a premio, eugordara-se os gi-
neles, concerlam-se os carriuhos, piutam-se e for-
rain-se as salas, caiam-se os cupiares, conslruem-se
os torno.,cruzara se as faiiriliat.e mudam-se, os pas-
seiu projeelam-se, ot cabecinhat Iranslornam-su,
os pedidos empratam-se ; emlim graude Natal.
Antes de honiem Olinda esteva bastantemente
Ihoexercito francez, que elevoo lio alto a bandeira
imperial.
Para crer esla obra o sen creiio obedeca aos seus
generosos pentamento, ma o lempo do Iriumpho
ainda nlo era chegado, 1 o publico nio o compre-
hendia.
Depois abri omi ollicina : en preciso ve-lo no
meio do discpulos, alto, membrudo, om pouco cor-
vado com um semblante de aspecto severo ao priu-
cipio, que se adocava mu depressa com um sorriso
ao mesmo lempo maligno e benvolo,' olbos vivos e
penetrantes.
Ah, gyravam o seas bellosdeseuhos cora umaexe-
cuclo lio rpido, com um lr.ro lio puro e com Ido
Srande precisio; pintava o aeus bellos esboce.
chelos de senlimenlo e de cor.
Depoi lornou se profesor de desenlio na escola
pohteoliniL.i, e o prole.-01 alo uio Ihe raodificou de
ninieira alguma o estro, de sorte que era 1835 ia
liaba produzi lo mais de 1500 desenhos.
Tres anuos depois, no meio de toda a fecoudida-
de do tlenlo, sendo a saude allerrar-ie-lhe profun-
damente e a 1 e.peiio dot rpido progrestos do mal,
que smente brilda envolla era um
dalha d'honra
crep.
Depois de bellas obras e de nolavei icroes, Rod
morreo se-n innnigos c sem crtlicat 1 sombra de
ura ullimo lor-iro, e se o livro de que fallamos bo-
je nln vive inleiramente pelo nome do nter ano-
nymo, vivii pela grande du hroe.
as mios de um homeni de talento, o creiio vale
o cincel e Chalel permanecer como o pintor e o
. observador mai* espiritualista, as vezes moteja lor,
revelI ,r-llie o lecisO a sua vocacao. assiso a dislri- muitas ^ic, profundo critico, das phvsionomias e
bu rao dos premio, da escola das boas arl-s de D.jon. dos coslume, p .polares da primeira m.l.dc de-le se-
e disse ao ferreno que era tea pal que quena e-lodar culo.
,le;?"1'"' Nascidn .,;!,, de dezembro
Ouiz ser artilla, e ipezar delodos os obilacolua, I di
cheguu deutio de 1pooco lempo a da, lod.s as pro- uma verdadeira enlbusiisla do imperador, eme Ihe
messas de ora brilhante futuro, o quand, um gene- : qoiz p.1B.r m,u que a ,liv>da d. ternura maler-
roao proteclor qtnz ublraht-lo a le do rerroUmen- nal.,. ,,e ifm rerursos ae
vares para abrir-Ihe ns porll do l.yreo.
Em breve se Ihe revelan a vorarjo, mas as di
prematuramente, antes misino dc ler recetado a me-1 senlio ao mesmo lempo crescer eni n 1 necessidide
dc 1792 dc om soldariu
poblica, orphao em lema idade, leve por mli
de Inh.lhar, continuando di todas as maneirat a
obra -.-iniiii, me dc espirita, de philosophia e de
mural.
Oue riqueza, que magnifica composic.lo !
'Xinguem sabe se se deve admirar mais a lorraa ou
o peusamento. mas a moleslia que o accommettera
progredia sempre.
Os ullimo. dias de-la vida lio cheia pararam ; a
triuta de outubro de ISi'i, Chalel morreo com o
i:,io na rr.io, e b 1 dz auno he qae ;a sua gloria
lornou-se popular.
Alton, ainda vii rrescer na posteridade, porque
tora Ir n,.| una lo a figura vivaz, por mais potica
que seja, do soldado herb da graude epupia militar
da repblica e do iraperiu.
A historia de Chalet, Lanonihe escreveu-a em
ve o priraei-
lo militar e deixa-lo ao rinrel e dar-lhe a firul 1
de lomar parle no concurso de 1812, lev
ro graude premio.
Tena pailido pira Koiua M ir. IConlOC......oos de
1815, .10 expatra) o seo hem feitar, nao live..- jul-
gadn do sen imperioso dever segu lo a Braiellll.
paginas repassada de sympalhira emorln, roas lodo
impnz.iiinais duras pn- o Iriumpho du livro nao con.ile nieto, esta na pu-
blicaran di um numero con.idrravel de rarlai que
na su.i delicins 1 e eucantadora iiilimidade declara
cotila le. the durara mais de uma vez an encontr, | a Indos d'ora avanle qual dn ao mesmo lempo o ce.
>- e.n i-1. l-.11 lo. que rom aiiiuiare de donr rai.'io, o espirito e o tenio do artista iio ha
graide irllala da Groa que tai 1. sen me'tre e de nada de ura mere e mais vivo du
Cericanll, que loi san amigo, prodozio a, primeiras honiem -^e revelando 1 si proprin.
, O-------------------..... ,',t,iinn, iuo ivi-cii dllll^ll, liUI,IU/l J. lllllieiMS
Ah, date, aoieaBBO, elevuu-se succesqva-l.lat suas obras-primts :-a guarda imperial, o ve-
qne um grande
Alidalah-rl-kratii

ILEGIVEL


V i-


eoncorrida. O* oitmbus partan desta capital api-
nbado, e os carros eruzavam-se na estrada.
Temo caria de Garant.un. de 3 do correulc,
que da' o seguale resultado daelaicio :
Mesa.
Os senhores : votos.
PresideoteO coronel Leonardo Bezerri de Si-
queira Cavalcanli :i
Secretarios,l)r. loto Francisco Duarle 51
Major llru[< Josc Alve. de Oliveira 50
Escrutadores,Tenoule coruuel Mauoel Cunt*
lo Pomo Caa!cnt ..i
Vtgaru Jlo I.oii da Silva Res 49
Obliteran) volos para depulado geial os senho-
res :
Sr. Do mingos de Souza l.eao un
Sr. Francisco Carlos Brandan 50
Supplantea:
Sr. Antonio do Sanios de Siqoeira Cavalcanli 107
Sr. Vinario Jos Teixeira de Mello 54
O vapor S. Salvador oonduz'O a seu bordo
para o Para' os .eguinle. passaieiros :
Major Candido Jos Lopes de Miranda.
Gualter Jos Ribeiro.
Henrique La Hoque, soa mulher I). Isabel Nat), 3
filhos menores de 10 anuo e umacnada.
Or. Francisco Domingoes da Silva Jnior.
Dr. Antonio da Silva Uallro.
Dr. Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
Dr. Fernando Autonio de Souia.
pr. Augusto Carlos de Almeida Albuquerque.
Joi.0 Goucalve Ptreira.
' uiz Igoacio Leopoldo Albuquerque MaranhaU.
Dr. Joaqoim Ja Costa Barrada Jnior.
Andr Vidal da Negreiros.
Dr. Fernando Alve de Souza Carvalho.
Or. Eneas Jos Nogoeira.
Jos Antonio Perelra Vinagre.
Atilooio Jos de Cerqueira.
Dr. Leonardo Antones Meira llemiques.
Cleraeutlno Rodrigues.
Cirurgiao Sabino Anlouio da Silva Coutinlio.
Manoel da Costa Lima.
Criminoso Saturnino Gomes da Couhs.
Antonio Sampafo, e 6 pracas.
Dr.l Frankim Wa'hinglon'de Sooza Hego.
Jos da Silva Coelbo.
Manoel Pereira de Araojo Vianna.
Manoel Marques Camacho.
Antonio de Sampaio Almedom.
I iremos lambern milicias verdicas do Uuuito,
que nos dao o seguiute resultado da eleirgo, a sa-
ber :
Ueputailo.
O Sr. Jeroii)mo Vilella de Caslro lavare; 9
Sopplenle.
O Sr. I.uu de Alboquerque Martin. Pereira 61
Chegarain noticias do Limoeiro, que do por
cuucluida a eleicao, sendo eleilo :
Depulado.
O Sr. Francisco Xavier Paes Brrelo.
Sopplenle.
O Sr. Joo Mauricio da Rocha Wandcrlev.
Sabbado leve lugar na l'acublade de Direilo um
aclo solemne por demais, ja' por si mesmo, ja pelo
concurso immenso de pestoas .le todas as clas.es que
dli cooeorreram ; fui o conferimenlo do grao de ba-
cliarel dos 55 esludaales cojos Domes se seguem, os
quaes frequentaram durante o presente auno as di-
versa! aulas do quinto auno.
Ayres de Albuquerque Gama.
Vltino Lellis de Moraes Reg Juuior.
Antonio de Sampaio Almeodra.
Antonio de Souia Lima.
Aurelio A. Pires de Figueiredo Camargo.
Cantillo Jos Pereira de Faro Juuior.
Carlos Augusto Ferraz de Abreo.
Eneas Jos Nogueira.
Fernando Vielra de Souza.
Francisco de Paula Peona.
Franklin Washington de Souza Reg.
Ileraclito de Alemeaslro Pereira da Graija.
lunoceocio Pioheiro Correia.
JoSo Diniz Ribeiro da Cunba.
Joio Gomes Ferreira Velloso.
Jos Bonifacio de Si Pereira.
Pedro Vellozo Rebollo.
Viceule Jaoten de Caslro Albaqqerque.
Leopoldino Delphino de Abr.u.
Joao Francisco de Maura Magalhaes.
Jos Antonio de Sampaio.
Lniz Aotouio Prea.
Joao Vicente Pereira Dulra.
Francisco Joaqun) da Silva.
Francisco Antonio Pessoa de Barros.
Antonio Guilherme de Mgoeiredo.
temando Alves de Carvalho.
Francisco Domingoes da Silva Jnior.
Joaqoim da Cosa Barradas Jnior.
Herculano de Mendouca Vasconcellus Diniz.
Ricardo Amavel Kodncues.
Francisco Aoguslo da Cosa.
Emidio Marques Santiago.
Jos Mendes Carneiro Leao Juuior.
Joao Capiatrano Baudeira de Mello F1II10.
Lolz Marques Piolo Waoderle\.
I.oiz Francisco da Veiga.
Ignacio Alves Nazarelh.
Joaquim Anlonio da Silva Barala.
Joaqoim Rodrigaea Seiins.
Francisco Piulo Pessoa.
Aolonio Telles da Silva Lobo Jnior.
Manoel Jos dos Reis Jnior.
Augusto Carlos de Almeida Albuquerque.
francisco I.oiz Anluoes de Campos.
Antonio Ferreira Garcez.
I"*'0 DI PERlteVUeO TIC* Mil 9 -i ntZiRIRO H 18.1
Diooizio Rodrigues Dantas.
Francisco Ferreira Baodeira.
ilas suas necesidades uiateriies ; eiu su 111 m
cacito nacional.
na eilu- ( A primeira dellas na isreja da Coneeiclo dos Mi-
litares, fui por certa mais pomposa, S. Ele. o Sr.
t/U, dina II.. Jellerson, nina cruzada con- Monsenhor Muniz lavares, canluu a missa, a rica e
Ira a ignorancia ; eslabelecei e melhorai a le que aumptnow armarau deque'se achav'a
Joo Alfredo Correia de Oliveira Andrade.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Jote Tavares da Cunba Mello.
J.voocio Alves Ribeiro da Silva.
Gustavo Gabriel Coellio de Sampaio.
I heopluiu Feuelou de Almeida Fortuna.
Claudiauo Bezerra Cavalcanli.
Depois de um bello discurso recilado pelo Eim.
>r. conselheiro Dr. Aulran, leve a palavre o orador
alailo, que prouunciou o seguiute e brilkanle
FACULDADE DE DIREITO.
Discurso
i|uo por occasiao da collaccao do grao de
bacharel recitou Ayres de Albuquerque
Gama, orador eleito pelos graduandos.
I.'elude des lois ,nn quelles un
people est soumis, n'est pas autre
chose que l'etude des forces qui de-
* terminen! la manir e dool ce peuple
eiiste, se mainlient, et se repro-
dull.
(CA. Comtt.Legislalion 1.2, c. 1.
Seuliorts.
Nunca soppuz ter a honra de diriglr-vos a pala-
vra eni occasiao to solemne. Entre tantos eollegas,
cujo talento e Inslruccao sito Ido conhecidos, seria
por cerlo demasiada vaid.de lembrar-me se auer,
que teria de fallar-vos como orgSo de todos. A bon-
dade, puroi, dos meus nobres eollegas, conferio-me
ea honra, e honrado com seus suflragios, nao pu-
de recosar-me ao empenho de um dever, tanto mais
cusluto, qoanto mais illostrado he o auditorio, cuja
atleucao tenho de oceupar, anda que por poneos
momelos. Sobmello-me como o soldado que nao
recosa o posto de honra que Ihe he assignado, mas
nein por isso deito de sentir a mais profunda inquie-
tacao. i erque, senhores, o qoe hei de dizer peran-
te um auditorio tao illoslrado que Ihe mereca a mais
pequea importancia ? Tenho por cerlo motivos
mais qoe sullicieotes para desaminar ; mas por uu-
tro lado cousola-me a auimadora esperanza de qoe
esse mesmo aodilorio lera' para comigo a mesma be-
nevolencia que (verana os meus nobres collegas ;
desculpara' a minha fraqoeza e inexperiencia, a es-
cassez de miuhas luzes, meu natural acanhameuto,
e respeitaudo a po-ii-ao ardua em que a generosida-
de dos mancebos tao cheios de mrito colloeoo-me,
oaodeixara de relevar as fallas em que por corto
cahirci. "
Senhores, mostrar-vos a imprtenle mi-sao das Fa-
coldades de Dlreito, e a graude influencia que ellas
exereero sobre o progresso e civilisacao dos homens
e dos poros, sena lalvez assumpto bem proprio des-
tii solemnidade ; mas essa larefa t.io pesadaV dilli-
cil he tem duvida superior as minhas debis Torras ;
misler me fol, portaulo, recuar diante dola, e pro-
curar materia qoe, sem nllerecer menos importancia,
nao exigase Mo altos vos da iulelligencia.
I'allar-vos-hei, pois, senhores, do grao de bacha-
rel em sciencias jurdicas e socines.
trata da educarao das classes Hesberdadas da forluua.
Moslrai que so a inslruccao di poyo he que pode
proteger o paiz contra lodas as deagnCM ; e a laxa
que temos de pagar para esta depe/.a ale he a mi-
lsima parle da qoe leieiuns de pagar se o povo licar
sepultado na ignorancia.
Para qoe o llrasil nao retrograde na escala da ci-
vilisacao e do progresso, e pelo ronlnrio ausmenle
a influencia que vai adquirinoo no mundo civilisado,
a primeira condic,ao lio a educa o moial do povo ;
e vos, chos vivos desla verdaie, soobesles dedicar
lodos es vossos cuidados em inspirar-nos o mais pu-
ro amor > -ciencia, compenetrar-nos do mais sanio
respeilo a' in.lira, e dirigir lodos os nessni euidadoa
a' cultora do espirito ; onico meio de engrandecer a
esphera do pensanienlo, eajudar o progresso e feli-
cidade da nossa patria.
O iFreilo. senhores, objeclo principal das nossas
investigai;es e dos notaos e.lo los nessa Kaculdade,
he a primeira necessidade de luda orden) social. O
homem n.lo pode viver sem ler delle urna necio,
Mi sentir delle urna revelarlo interior. U dire'ito,
enlretanlo. nos fui ensinado com lou'o o desvello e
dedicaran diguos da alia inlelligencia e do recto co-
rarSo de que aaobealej dar 13o repelidas provas. Vi-
mos qoe elle esla evidentemente em una marcha
prosressiva, mas que anda silo peaaifeit e ale neces-
sarios nnvos melhoramenlos.
O direiln natural, chave de lodas as seien-ias jur-
dicas, tirando o seo principio da conciencia do ho-
mem, ensinou-nos as rogree do justo, das quaes urnas
ficam no foro interno, e oulras sao reproduzidas a
precisadas na legislarlo.
Da plulosopliia do direito vimos derivar-se a scien-
cia poltica fundada sobre urna liase immntavel, que
vera a sei de um lado a nalureza do homem e da
sociedade, e do oulro as relaces que derivam desta
mesma uatureza.
O direilo das gente', fundan io-sp no principio da
sociabilidade humana, ensinou-nos que as diversas
nac,es devem fazer-se, dorante a paz, o maior bem;
e na guerra o menor mal', que poderem, sem nunca
prejudicar aos seus legtimos inleresses ; e enmquau-
lo anda nos nao ollereca elle nos seus principio', a
solucao de lodas as diflitolJades e complicafus que
nascem du conflicto e da conlrariedade dos inleres-
ses entre as diversas narijes ; o cerlo he que a' vista
da importancia que vai toimndo a diplomacia e dos
seolimentos de humauidade que a inspirara, pode-
mos esperar que pela ezteUSo das rearas corlas e
elementares cujalixidade ja' he incnnteslavel, desap-
pareeam esses principios cuja mobilidada depen 1
dos aconlecimentos, das paixes dos pavos, e dos
seus soberanos, e que se nao em lodos ao menos em
mullos casos nao caiba a'forra material a soluto de
moitas complicacoes politica's e eternas.
RO direilo ecclesia'lino aprendemos que a felici-
dade do estado depende da harmona enlre os poda-
res espiritual e temporal, que se devem mutuamen-
te auxiliar sem qua nenhum invada a jurisdiccao do
oulro.
O direilo cicil echamos de diflicil ntelligenda, de
orna applicac.'io espinhosa e complicada ; e incomple-
to como he o nnssotiao he de admirar que nao le-
nha elle podido acompanhar o desenvolvimento e
progresso da sociedade. Elle mo comprehendeu
nem seguio os progresso*da indu-lriae o accrescimo
enorme na propriedade movel e inlellectoal. Eis a
lacuna eis o mal qoe a sciencia econmica deve em
sua esphera, tratar de reparar curo esla suprema in-
lelligencia das necessiilndes sociaes quecoustilue sua
importancia e sua forja. Ima jurisprudencia tene-
brosa e complicada he urna fonte perenne de cri-
mes e males as najues opulentas e policiadas, mais
infelizes neste ponto do que as naces mais pobres e
barbaras.
No direilo criminal adiamos em frente dous in-
teresses diversos ; o da sociedade, e o do individuo,
fcsle ultimo infelizmente despresado por muilo lem-
po alcanr.oo uestes ultimo- unos mais largas con-
cesses. A ncummiinicsbilidade da infancia, o mi-
norameolo das penas, o melhoramento na condirao
do colpado, as garanlias da defeza consagradas pela
publcidade dos dbales, a inviolabilidade das juris-
dirues e a iniervenrao du jury sao oulros lautos pis-
sos dados para a ordem c para o progresso, elemen-
tos cssenciaes da felicidade social. Da jusla obser-
vancia das leis, e severa ponirao dos infractores, diz
om jurisconsulto, pende o futuro Jas sociedades hu-
manas, cujo inleresse merece ser lomado em consi-
derarao e servir de ponto de partida a' todas as theo-
ras penaes ; sua applicacao sn sera' injusta quando
exagerad!.
Problemas nao meuos graves, posto qoe de nalu-
reza diflerenle, enconlramos mis na legislara com-
meraal, e nao seria lemendade affirmar que, sendo
lalvez a uaica legislado enlre us de applicarao a-
ralo uniforme, aprsenla com ludo a sullcit'ude do
govemo Ihesescomplicadissmas e dignas de apurado
esludo e diseerniraenlo pela excenlticidade de sua
esphera de arrao.
O direilo administratiro, mostrando-nos a accao
e competencia do poder execolivo central e dos p'o-
deres locaes, ensinou-nos a que objeclos e iusiitui-
rrtes estende-se a vigilancia da admiuislrac,ao.
O que acabamos nos de ver no nosso procetto vi-
al, netc cierno leilo de reclamarrs '.' A Iheoria
do proeesso civil eosin.ndo-nos os diversss melhodos
e formas de proceder em julzo.mosUoo-nos que nao
he impo-sivel realisar a joslica enlre os homens.
m economa poltica aprendendo as leis naturaes
que determinara a prosperidade e civilisacao das na-
ues.aprendemos lambem a dar a liberdade humana
lodaa amplilude deque he susceplivel o mais sa-
grado domque a crealura obleve de seu creador.
leudo poisesludado coman Ilustrados mestres
as leis, e meditado as regras constantes e seguras da
equidade natural ou da verdadeira moral que guiar
nossos passos no tortuoso ddalo da jurisprudencia;
nao era possivel qoe nos deixassemos de mostrar
agraoecidot por tamos desvelos, conslavcia e dedica-
cao que sempre moslrastes no desempenbo de vos-
ss palernaes obrigaces.
O gnode bacharel que nos acabis de conferir
nao he jmenle um titulo scienlilico, elle implica a
admissibilidade a altos empregos M paiz. He en-
tao qoe sersindo-nos do que nos ensiuasles para
deseinharararmo-noi dos passos mais complicados da
nossa carreira, nosso corarao seotir-se-hacom prazer
apossado do maior reconhecimenlo pelos meslres i
cujas lices devenios o nosso progresso individoal.
Como magistrados.quem nnsensinar tracarcom
mao lirme o imparcial a esphera dos direilos e de-
veres luflividnaes : reprimir a njustica onde qoer
que te acn teja qual for a capa com que se tenha
revestido. 1 odenamos comprir tao importante de-
ver te mcslret mslroidos a laboriosos nao consagras-
sem tua vida em procurar e classiliear o faci, in-
dagar e comparar as leis para ensinar-nos os cami-
iihus que levam a couhecer a verdadeira ju.lira '.'
Como advogados e amigos da le. destinados a ser
ouirot tantos orgos da jusllca e protectores da equi-
dade.a qoem se nao vos deveremos o estar instrui-
dos e familiarisados com a lingoagem da lei.cojnteu-
iihecimenlo tem de ser o nosso brar.0 direilo ?
Como legisladores, diplmalas, ou estadistas, des-
uados a conler os vicios, reprimir as paixes. e aju-
dor direcl.meole o engrandecimento e prosperidade
da nossa patria, dedicados esleios de nosso adoradu
munarrha, como nos puderemo haver nesta supre-
ma posicao ? tjual a nomia de conduela ? Qual o
rypo que deveremos seguir na averigoarao das mi-
des verdades polticas f Era que haremos de batear
as medidas e deci-.es que comprir-nos dar Quaes
as condiroes com que faremos observar as conven-
cues A razao Iluminada pelos taimares princi-
pios que bebemos o.s vossas lirn, eis ainda o prin-
eipal gma que acharemos. He aioda ,i vos nue de-
veremos ludo. '
Senhores, o dia de boje deixa enlre Dos 13o sa-ido-
SMi recordarSes, que n3o podera apagarse ainda no
ullimo occaso da vida.
Segurare reinado das leis. e a paz entre os cida-
daot, lanar e reprimir a injoslua onde quer que a
encontremos, firmar a moral publica ferrado com o
gladioda le os que a ollenderem, ertiim represen,
tai- a sociedade mleira no seu poder e mage-lade,
lal he o papel qoe nos he reservado no vasto Ihealro
do mondo.
Collegas, a prosperidade da nossa patria deve oc-
eupar loda a nossa altenrao de maneira lal que ex-
clua qualquer oulra idea. Dolar pois o nosso paiz
de orna legislarlo pura.tlara e uniforme., espaldar a
nilrucrao por todas as classes da sociedade e oro
mover liualmeule por lodus os meiosao uo,so alcan-
alaviado esse
templo lizerain-na ainda mais drilhante. I'm ptimo
Corpo de orcheslra enrairegou-se ca msica d. mis-
sa e Te-Di'um o desenipnihnu salisfarlorinnieuie.
Dem liemelal.orados discursea forainreuitados.um na
missa e oulro no Te-Deum, o piimeiro pelo mu
digno Rvm. padre raeslre Litio, e o segando i elo
Rvm. ronego Joo Baplltta de Alboquerque. A
brigada qua marrhuu Tez. no fin da missa,as honras
devidas. A noite queimuu-ie um lindo e variado
fogo de artificio.
A segonda leve lugar no convenio dos francisca-
nos. A nimia pobreza que toen) ler este filhos do
Serfico era motivo para Indnt seus arlos serm po-
bres, mi o bom conceilo que al boje bao lido no
publico, faz com que, toda vez que tua sacla se
abre a pedir esmolas, mil maos te abrem para aju-
dn-los noempenhn qoe hlo om vista. Soiemnisaram
este augusto mvslerio com a pompa e brilhantitmo
condieuot a 15o nohre senhora. Foram pregadnres
dnevangelho o mu digno pregador da capella im-
peri.l padre Joao Capistrano de Mendonra. e no Te
Dem o Rvm. Fr. Lmlpcro do Sanlissimo Corarao
de Alaria. Mil louvores damos a esses religiosos que
al hoja, jamis lem trocado as fadigas do claustro
pela ocio.
A lerceira, celebrada no arco da ponte esleve boa.
O paqueno esparo que coiilem o interior desta er-
mida faz cora que pouen bnlhem as feslas all leilas;
comludo a desle anoo fez olvidar at melhores dos
annos transados. A banda de msica do corpo de
polica executou durante a vespera, madrugada e dia
da fesla, riquissimos pedamos de msica. Um iiue-
ressanlissimo fogo de artificio foi o remate dessa
fetlividade.
AsTortalezas e os navios de guerra surtos no por-
to desde o romper da aorora esliveram coberlos de
suat insignias, e a um hora da larde derramaran!
salvas do costme.
.Ilr anianhaa.
REPABTICAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernarabuco 1 de de-
zemhro de 1856.
Iltm. e Exra.Sr.Levoao conhecimenlo de V.
bxc.que dasdiflcrenles parlicipacoes hoje recebi-
das nesta reparlicao, consta qoese deram as se-
zuintes oceurrencias:
Foram presos : pela delegarit do primeiro dislric-
to deeta termo, a preta escrava Mana, por fgida.
lela subdelegada da freguezia do Recite, os
marojos loglotet George Bri-t, John Broun, Wil-
liam l.ong-ford. Eduard llamillon, o o pardo Vic-
torino Merlina ta Santa Rosa, lodos por briga.
Pela subdelegara da Ireguezia de Santo Anlonio,
ot prelos escravos Guilherme, Joio, Belrh or e Joo,
por desorden), o. Malheus a requerimenlo do senhor.
E pola subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
Antonio Esleve tos Santos, por ferimenlot.
Refere o delegado do termo de Olinda, ett) ollicio
do 1 do crreme, que pelas :i horas da Isrde desse
da suindou-se rom um tiro era sua propria casa An-
lonio Bernardo F'errcira Jonior, (lllio de outro, o
qual soflria de alienarlo mental.
Dos guarde a V. Etc.Illni. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe de polica, tr.Policarpo Lopes
de Leo.
6
lllm. e Exm. Sr,Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das diOerenUs parlicipaces hoje recebidas
nesta repartirao, consta que se deram aiseguinles
ocrurrenciis r
Foram presos : pela snbdelegacia da frguezia do
Recite, o prelo eteravo Domingos, por briga.
Pela subdelegara da freguezia de Santo Anto-
nio, o prelo eseravo Domingos, por ter sido encon-
trado fora de horas.
Pela snbdelegacia da freguezia da lloa-Visla,
o pretoesrravn Boavenlura, a requerimenlo de seu
senhor, e Baruab, por ser enroutrado fora de ho-
ras, Joaquim Teixeira da Silva e Laorndu de Mello
Fraileo, por briga.
E pela subdelegada da freguezia dos Afondes,
Manoel Joaqoim de Moraes e Jos Gomes da Rocha,
por farlo de cavallos.
Dos guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provinciaO chefe de polica, Dr. Poticarpo Loper
ie Leao. r
lie recunheridi. que o nos.o Cario nao he e-Jas obras merecern) s-r aprovadas e premiados pe-,
cripio son a dueccao do g.verno, e so com e.le la sabia corporario coiihecida pelo noine de Aca-
lein um contralo para publicar.1o de teut actos olli- \ dcinia de Franra, rojos m.mbros sem dnvida ne-l
tfL- .. nhomi ficam mullo a perder Je vista de presuxp-
Sabe-se lambem que nossa folha he primeiro que rosos laes como o Dr. I
!,m,irtTp ""'""'''l'rimelro porto dos I [19 A liberdade de querer o mal, de infringir a I
paquetes da Europa, que vSo para osul do imperio, |t| s poi|era desejar h apreciar espintos superio-'
.i aqu eque, pelo paquetes nacionaes, seguem para res romo o Dr. t)s pobre, de espirito como ru di-
as provincias .lo norte lodas atnoliciasquedalli veera. zem ...rrP.U.'.,. 'i"' ac,cumul1,r {U'U* a" Jue poss.m rano sugeito. e se esse uto he acmpanhado de cer
re.ar seus leilorus de qualquer communhao ou ; las circumstanciat aggravanlet, dizem que he um
malvado, om perverso, enonea que he um homem
RELACA DOS BAPTKAD09 DESTA FRE-
GUEZIA EST. AMONIO DO REC1FE
DESTE MEZ DE NOVEMBRO DE 1856.
1 Emilia, parda, furra, nsseida ha 1 anno.
3.Maa, branca, uascida a 25 de maio do cr-
reme anno,
dem. -Antonia, parda, nascida lia tres annos e
meio.
8.los.branco.nascido a lOde maio docorrente
anno.
9. Manoel, pardo, nascido a 25 de agosto do
corronto anno.
dem.Helena, crioua, nascido lia C annos.
dem.Cosme, pardo, cscravo, nascido a 8 deju-
llio do crrente anno.
dem.Damiana, parda, escrava, nascida a 8 de
jullio do corrente anno.
demVitaliaua, crioula, nascida a 4 de maio
docorrente anno.
IIAntonio, branco, nascido lia quinzo me-
ses.
12.Ilenriiiue, pardo, eseravo, nssei.lo ha um
mez.
13.Jos, branco.nas.cido ha 2mezes.
16.Manoel, pardo eseravo, nascido lia dous
mezes.
21 Mara, branca, nascida a 7 de junlio do
corrente anno.
23.Joo, crioulo, eseravo, nascido ha cinco
mezes.
dem.Florencio, pardo, eseravo, nascido ha 5
mezes.
26.Izaliel, parda, nascida a 1 anno.
30.Joaquim, pardo, nascido a 18 de setembro
do corrente anno.
dem.Francisca, branca, nascida a 6 de maio
de 1854.
dem. Belmira, branca,nascida a 25 do corrente.
Freguezia de Santo Anlonio do Recto 30 de
novembro de 1856.
O vigario Venancio Henriques de Hesende.
fctarw ot ^ernambueo.
pensar.
IS'flo lemos poi motivos alguns que nos lveos a
doeslar o goyrrno, os subdito-, ou as autoridades
francesas, e independente da representarlo que foi
levada ao Exm. Sr. presidente, e do detjoque nos
exprimi S. Exc. de ver salisfeila essa susceplibili-
oade, que, potlo se|a infundada, nos parece diena
de homens eslimaveis e eminentes por sua peeicflo,
com
livre.
'Pucart5e& a pebi&o.
que espera___
jm lidas como satisfactorias, porqoe tal he a nussa
Intenclo.
ALLOttlV
w&ffUSZ Z2EZZ\22! recb" ^ occa,ia d a ~
piiltttra os restos mot-taes do major Sil-
vestre Antonio de Oliveira Mello, falle-
cido a 3 do corrente me/..
Senhores !
Qoe fnebre motivo nos rene hoje no recinto
desle mesmo templo, sonde pedamos hontetn a ins-
pirarlo do Santo Espirito, na occasiao de exercer
um direilo de soberana?
(ommmticttDo?.
Os administradores da masta lullida do
Sr. NunoMaria de Sei\as, e as ultimas
arremataces de alguns predios.
o Oitod tib non rit, alteri non
fiutaf.
Pergunlavam os habitantes de Geuebrt a Koos-
seau O qoe fazeit em fallar e escreter ? Rerpon-
Uia aquelle philosopho : he verdade, disse elle, mas
como inda posso obrar, ao menos fallo e eseravo.
temos seguido pari pattu as diversas phases de
aconlectmeiilos perpetrados desde 1819a esla paite
contra o Sr, Nuno Mario de Seixas, coulra o qual se
lem desenvolvido um riaor mais qua commuro.
Com effeito. nao fora bastante que no dia 3 de fe-
"uZ u!8'9, seu u",uicllio f^*se cercado por
mais de dOO voluntarios, desde as S s 8 horas da
noile, e nos consta que o pretendan! arrancar de ca-
sa, como fazerem mais alguma cousa antes de con-
duzt-lo a presigan-a como praieiro : nao fora baslau-
le, que livrando-se desse perigo, eslivesse homisia-
do : nao fora bstanle que se couseguisse Ihe fos-
sem castados os exequalar de cnsul de liespanha e
de Buenos-A)res. Passou alm Julearara que os
meios judiciarios seria o modo mais eflicaz de conse-
guirem acahrunha-lo.
U plano foi posto em pratica. Desde enlao os li-
tigios que traiia pendentes, qoer na inferior como
na superior instaoca principiaram a sahir con-
tra o paciente, que se pretenda iromolar ; nao hoo
ve dique que se uppozesse trrenle dat injusticas,
o Sr. Seixas inlo encontrn recurso algum.
Os perseguidores ostensivos jodiciarios erara lodos
da aclualidade, com influencia no foro, e ao pasos
que os chefes polticos,por seu lado os circuradavam
em seus esforrot, romo fora eolio crrente.
Os pleitos judiciarios seguan) a sua marcha legal,
e a moratoria que Seixas obtivera do cu-dore-, se-
gua seus lermos nos Iribonaes superiores; as exe-
coroes d um dos mais acrrimos perseguidores, pe-
la primeira e segunda vara civeis proseguiam, e
quando inopinadameiile em maio de 18oIpor ac-
cordo com alguns ebefes, e depois de varias confe-
rencias se resol ve a iniciar a rallencia dometmo Sei-
xas pela i, j,.|,,_.-, novissima do cdigo, qoe aca-
bava de execolar-se nesla provincia e no imperio.
Era Isto um arbitrioum aclo tanto mais inaudi
101 revollanlequanlo i moratoria vou se queris a
Mas esse acrrimo perseguidor escudado nat pre-
tenroes que possuia em ogerisa, lano particular
como poltica, a Seixas arrostran ludo: iniciou a po-
licio de denuncia da lallencia.
leve a fortuna de faze-lo aule umjuizmunicipal,
segundo sopplenle da segunda vara do commercio,
que dctil aos meios, que se diz, foram poslos em
pratica : e emliui, a imposirilo do ndvogado leo an-
ligo mentor e protector, abri a iniqua fallencia.
Pois bem... Essa fallencia foi abarla, postergados
o 3. do artigo 179 da corisliluic.ao do imperio, os
a'tigos 80t e 807 do cdigo, o arl. 7it do reg. n.
iJ7 do cdigo, e emlim diversos outros arls. do cod.
e dos legulamenios 7:17 e 738.
O 3. do arl. 179 da constituirlo que estatu, que
as lea nao lerSo elleilo retroactivo. E, a fallencia
'*berla, em virtude de acto dos anuos anleriores
a 181.1,nom cujos .ipcuineutos, o acrrimo perse-
guidor nic.ou a peticAo !
E nao com oulros do i. de jantiro de 1851 ero
diante.
O art. 806 do cod. do commercio, porque o jais
retrolrahio a falleoca de 1843, quando ao o poda
ser a 10 dias aolerinre senlenca da abertura da
rallencia, ou a da pelijao inicial. "Embora na sen-
lema desijnasse 40 das.
O arl. Til do dec. 737 de U-'t de novembro de
1850, que expressameute estatu .. que as causas
cominerciaes pendentes ao lempo da execu;3o do
cod. contiiiuariam a ser regaladas a decididas pela
legislado anterior ao mesmo cdigo, salvo a eon-
vensiu das parles, por lermo no autos. ,,
O arl. 111 do decreto n. 738, da 25 de
Porque ao hymno \eni snele spiritus
succedeu oorbcio dos finados?
Porque as lagrimas descem dos nossos olhos, e
mil 9olucos despedacam os nossos coracoes 1
Bem cedo cortou-se o eslama de urna vida que-
rida Madrugadoura se apreseniou urna trausicao
dolorosa !
Ainda hontem era a vida, a esperance, a robus-
teza sande e a mooidade emlimmas agora ?
um ataide, um cadver, urna louza que nos ni
mergulhar na saudade, e que para sempre nos priva
de um amigo fiel, bom christo, esposo amante,
pai carinhoso, e cidado prestante !
O major Silvestre Anlonio da Oliveira eMello,
ja nao existe !.... Sita alma deixou o involucro
terrestre, e fi sdejando para um mundo melhor,
recebera palma de suas virtudes.
Nos o Mnheceroos, .genitores ; fiel nos deveres
da aroisade, sincero no sen tratar, afavel, urbano
em suas maneiras, elevado pelos seus esforros, ello
era um homem bem raro na poca presente.
E morreu I... Agtlaria o seu Densamente tao
lgubre ideia, no momento em qne correndo a e-
*ercer o mandato dos seus comparochianos, elle a-
braeava contristado pela saudade sua esposa, beija-
va seus lilhos, apertava a mao de seus amigos ?
Pensara elle no pensamento no instante da des-
pedida, quando urna lagrima escaldava-lhe a face ".'
Talvez que nao mas a realidade he aquella ; he
o cadver, he o atande, be a louza que se levanta
para guardar os seus restos !
0 msjor Silvestre Antonio de Oliveira e Mello,
morreu, cono vos o sabis, senhores, ao receber
urna noticia fatal.elle cahio victimadosuaexallacao,
de seu afinco a causa que deendia.... Aquelle"co-
A vista do que acabamos de demonstrar. nSo po
demos nos comer no marasmo, tratemos de crea-
uma suciedad que nos ellereresse saranlias: eisr
pois, criada a sociedade popular de soccorrot mu-,
(uos.
A sociedade popular he poramenle econmica e
bemfeitora. O seu feliz resultado ja se val paleo-
toando. Cabiram 3 tocios doeatot, foram logo vi-
sitado! pela commissa i hospitaleira, 2 nao precisa-
rara de soccorros, um eslava as circumslaucias de
precisar, leve o quantn fm potsivel.
Ella eslabeleca uosa escola lodosos domlugos, onle
francamente se discutem oinleresses da sociedade;
ensina-se a fraternidad* e o respeito ti leis do paiz,
e lodos os mais cumprimenlet dot deveres to-
ciaes.
Saiba, portanto, o llrasil, o mundo, que temos
atlingido o meio pacifico de sahir dest acerbo ot-
tracismo. Esperamos que em breve o povo te
emancipe por meio do de geueia, couhecendo atiioi a tapremacia das doulri-
nas da re Julo catholica romana,que he amor e
earidade, verdadeiros esleiosj do estado social da ha-
manidade.
Pedimos aos bons llrasileiros, qoe venham nos
ajudar na obra da ru l-m._;... desprezemos odios
mesquinhos, e seja o nosso duendeunio, amor e
earidade.
Se Jesus-Chrislo morreu por nos, nos .levemos
fazer todo esforco por amor de nossa couservarao,
Sempre em perleila harmobia.
Uesculpem os leiloret, bem tabtm qoe nao dispo-
mos de scieiitificns conhecimeulos, para dar o des-
eovolvimenlo que o assompto merece.
fomualdo Altes de Oliveira, criador da sociedade.
Kecife I" de dezemhro de ISJti.
i racao nobre, jamis o sentiremss palpitar! Aquel-
nSS&^TS^**"* ,,",0, ''e SUlda(d,.Val?la' Jam8is -ra gigante4 em
nossas tileiras !
O gelo da morte paralisou seu sangue e sua voz
calou-se, e aquelle pensamenlo arrojado, como o
progresso do seculo .... morreu !
Aquellesa quem elle sempre foi urna barreira n-
venciyel nosdesmandos, folguempela sua perda....
os traidores exuliem e apreseoiem a sua face sera
corar.
0 cadver do nosso amigo fiel Silvestre Anlonio
de Oliveira Mello, repouza neste modesto a laude :
aquella sepultura que se abre, vai recebe-lo, vai oc-
culia-lo a nossos olhos, sobre ella vertamos urna la-
grima derradeira, e guardando em nossos coracoes
urna lagrima immorredoura, gravemos sobre a lou-
za que vai cobr-lo Aqu z um bom cidado
A ierra lie seja leve.
A. B. G. Cosa.
bonito 4 de dezemhro de 1856.
A INSTALACAO' J)A SOCIEDADE POPI.LAK
DE SOr.COKKOS MUTUOS.
Depois de 20 reunios particolares, foi instalada
no dia 16 de novembro prximo paasado a sociedade
popular de soccorros mutuos com loda pumpa e de-
cencia compalivel as torcas do associados. Ja' nao
ha mais duvida de sua exislencia, e que tem fuuc-
clonado regularmente conforme seus estatuios.
,m_ A harmona que houvenoaclo da instalado, e que
bro. que eipress-imenle determina, uue sendo a de-' havido om seus trab.llios, demonstra exhuberan-
.. que eu e meus
.Ilustres collegas acabamos de receber, e qoe coni-
doramos coma orna ooroa tecida pelat maos dos il-
luslrados lentes desla Kaculdade e olferecida boje pe-
lo decano della, cora qua he tem duvida o maior
presente que por esla l'aculdade nos podena ter
dado.
O grao de baclurel qoe acabamos de receber,
Srangeuudo-nos na sociedade urna posicilo devida
talvez mais aot vostos esforrot do que a' nossa per-
severanca a applicacao, d-vos o maior titulo ao oos-
so iucessante reconlieciineoio. A esperani.a do in-
grato, diz a Escriplara,-he como om oevoe'iro de la-
verno.
Apostlos da civilisacao e do progresso, emprega-
tes lodos os vossos esforcos em inspirar-nos o goslo
pelo etludo dat leis, cujas continuas conlradires e
obscuridades lornin-o fastidioso e al diflicilimo
lanas iDlelligencias .lias distinclat. Inspirados das
ideas mus nobres a dat emoees mais generosas, que
ot itozos malenaei lenrtero riiniinoadamenle a' abo-
be, toubesltt por meiu de inransavtis etforcos e de
urna attiduidade a loda prova ensinar-nos a per-
correr o iinmeiKii labyrinlho qoe aa leit accumula-
da apretenlam aot que aaquerem conhecer.
Tivemot a subida honra de receber durante os
cinco annoa de notsa ulular peregrioscSo no im
menso mondo dat sciencias jurdica!, as tabias limes
de quasi lodot vos o rom a maior niislarao declara-
mos qua as delicadas e (lavis maneiras com que
sempre l.uniis lraIados,collocam-nos na agradavel iin-
postibilidada de etcolhrr qual de vt lem maior di-
reilo a ootsa ueral gratidao.
E qoe grandioso servico, senhores, nao preslastes
a roce la.I commnmcando a' tantas Inteligencias as
luze que postis '.'
Por pouco que nos tenhamoi appropriadu dellas o
ceilo he que o nosso espirito se illumiuou com o tos-
so ensino, e que o pensamenlo rummum do meslre
espalhado em lanas iulelligencias, que o podem e-
ce o progresso moral du nosso paiz, eis o que de
lem o Brasil direilo de exigir, eis o compromisso
qoe devenios fazer nesse iiiomeulo solemne.
Exm. Sr. conselheiro Dr. Pedro Aulian da Malta e
Albuquerque,que acabis de conferir-nos o grao le
bacharel, Illmt. Srs. Drs. Joaquim Villela de Castro
lavares. >onoAjque de -Mvello-Aunes de Brilo
Inglez, e I.ourenru Trigo de l.ou.eiao de quem li-
vemo a subida honra de ser discpulos, Illms. Srs
Drs.qoe viesles com vossa preseura solemuisa'r eale
aclo, aceilai os protestos de nossa eterna gratidao e
alleirao : he pobre a dadiva, bem o sabemos, mas he
lilha idolatrada do corarao daquelles quem vossa
ilelidailtza. e alleirAo lano tem penhoradu.
Senhores, eu qoizera do meio desla reuniao toda
de enlhosiasmo, ueste momento para mim o mais
solemne da minha vida, triholar om voto de profun-
do reronhecim.'-n!.. .,,. mais magnnimo e virtuoso
dos monarchas. mas o carcter de que me echo ues-
te momento revestido me .briga a' calar no intimo
da consciencia esse irresislivel movimenlo da
jusla gralidln. Nao fallo por mim sil, sou
dos meus rullegas.
Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia, se-
nhores, que viesles honrar e>se aclo sem duvida o
mais imporlanle da nossa vida acadmica, recebei
no.sosagradeciroenlospor esta prova de delicadeza
e alleicao.
li de dezriubro de ls.".t..
mais
org.1o
O comparecimenlo de .*. Exc. o Sr. presidente e
das priiiripaes aulondades dea urna grande impor-
lancia ao aclo.
lufoimam-no, que fui cpnduzidn a' casa de de-
lencao l.oiz Josc Marques, por admillir era sua casa
do cae do Ramos, jogos prohibidos, oendo apanha-
do eid llagranle.
A linmai ul.ida CoiiceicJo de .No'sa Mai San-
li.ssiraa, um dos nuiores dogma da fe clinsl.la, tu-
hlune c excelsa des e al. elcrna be a aureola mais
brilhanie un cimu de nossa raliaidn. He ella uue
pilcar e detenvolver, n;lo pode deixar de ser a fonle cora seu manto auri-verde nos attiste desde o ber
de urna crescenle illu.trarSo. F. eis serviros relea, ro ale a morte, e que ainda raes.,,,, depufaj d.lla nos
am dnvi.ra multo mai. impo.lanles do que nutro rerehe em seus tiraros clsiaes para nosrollorar na
mullo, que mpresqinnam mais por tus efleilna m- I ni'.rnda de en t nioentln Pilho
medalo,. Porqoe i verdadeira rivilniclo roni-le \ Nando hnnten. o di, em qne i igre i brasilera
oo desenrolvlmentn das 'ac.u iade> mnraesjda nar",o, I festeja esse dogma, enlre nna forim relehrada Iras
.i-lo me no" do que no en soreg interno a iatiTaro | pompo'as e brilhanies feia'
Recife K de d. zembro de 18.16.
S. Exc. o E\in. Sr. presidente nos fez saber qoe
o Sr. contul de S. M. o Imperador dos Krancezes, e
o Sr. commandanle do brigue de eue-ia torio ueste
porto, virara na publicarlo que zemos no Diario
de 5 do corrente de uns versos francazes exlraludos
de um gazela pnrlnuueza, que citamos, om ultrage
inlencionalmenle feito i NacSo Franceza na pessoa
de seu o Soberano, aos Francezea existentes nesla pro-
vincia, e aos Srs. Cnsul e ofliciaet d brigoe de
guerra.
Snas tenhoria virara no facto de aeren os versos
publicados em (ranee/ nina circumslancia de agra-
varlo, e peusaram adiar em incidentes paitados ot
motivos que determinaran) essa pretendido ilesejo
de ..Hender aos Fraocezea.
Enlenderaui mais que a circunstancia de ser a
publicara., feila u'uma gazela em que o governo
publica seus actos ofliciaes dava maior importancia
a pretendida ollousa.
Nenhum esforro nos cusa o declarar que profet-
samo NacSo Franceza aquelle tenlimenlo de e-
lima, respeilo e ate enlhosiasmo que pro tu; em lo-
do o homeiis generozos e de bunt principiot a hit
loria pastada, e presente de ora povo coberto de glo-
ria era lodos os ramos en. que ot homens a podem
alcaocar, mi guerra de trra e mar, na defeza do
ralholecismn, nat sciencias, as arles, na lilleralura,
e no espirito de liberdadee de reseneraeao poliliea
da eiperl. humana.
Nossa folha tem sido tilo constantemente o veh-
culo das idea de ordem, de paz e de respeilo as au-
toridades quen,1o podemos ser sospeilos de deixar
de recoiihecer ao Imperador do* Francezea os ser-
vicos que elle prestoo ao reslabelecimenlo da ordem
n'uin psiz cojoexemplo be de una tirando impor-
tancia para lodosos povos, ca couclo quando una guerra em que n3u lindamos inleresse
paralizara nosso commercio, e dillicull.ira nosias
Iransacres liiianceiras.
Se a poesa em quesl.lo fosse de nossa l.ivra, com-
posta nesta provincia por qualquer brasileiro ou
mesmo estrangeiro, poderia haver alzunia razSo de
queixa da paite do Sr. consol, mas foi ella coinposla
e impressa, bem que clandestinamente, em Franca
e por Krancezes. sendo de la' remetlida para dille'-
renles paites era aljumas de cujas gazelas foi pu-
blicad. Foi da gazeta porlugueza .1 Santo que
transcrevemos a correspondencia que coniem nao
tmente otos poesa, se nao lambem urca proclama-
ran dos IrmXot e amigo do povo italiano na qual se
l' a tesuinle phrase oUeasiva por certa do respeilo
que lodo o calholico deve consagrar ao pai commuin
dos liis : .. Ksse padre que Inrnnii a eitrar em Ro-
ma por una brecha furaegante. a
Ntnsoeul dir' que Iranscrcveiidu essa proclaina-
cAo, fosse nossa iuleiir.o mostrar qoe apprnvanios
.lararao de fallencia requerida por credor. tera este
obngado a exhibir ttulos origiuaes e justificar a ral-
lencia com citacA da parte.
E, nenhum desle requisitos subslanciaes do pro-
eesso liveram lugar.
Nao flea nisto. t) fallido apresentou embargos de
incompetencia de juiz e declinatoria fori : apre-
senloo embargos de illigitimidade de partes, logo in
continente pmvadot com doeomentos inconeussoe.
Mas o joiz mandan lo juntar ludo aot autos, oiocou-
tiderou-os, nao os atienden, e quando proferto a sen-
lana da abertura de fallencia, nh) ao meos se
referi aos embargos opposlot, os quaes ainta est.i.
por decidir I Tal foi o atropello de tal procetto, e
desl'arte violou-se e arl. 7, 1. e 2. do decreto n.
737, de > de novembro de 180.
A victima inlerpoz aggravo para o tribunal da re-
lorSo; mis e-te nao lo.non conhecimento delle,
eoulra o estatuido eo arl. 18. do regulamenlo n.
378 de 25 de n..ventbro de 1850, e do ai ligo filil ^
15, do oulro decreto o. 737 daqoella data, injustica
esta, que o decreto n. 13(18 de lli de abril de 18ji,
9 3, tornoo saliente !
Nao licou aln victima observando qua o tri-
bunal da n-ldc.i.i, pai leuebrotoa manejos, mo f.zia
recuar a senda iniqoa trilhada pelo iuiz municipal
toppleole, a que hem. s alludido, na conformidade
do disposto no art. (Mi do regalamenlo o. 737 de -2'>
de novembro de 1850, inlerpoz o recorto de revisl
para o suprema tribunal de justiri, da teolenca do
tribunal, qua se tornara deliniliva desl'arte ; o des-
embargader i-raanaiio maodou lavrar o lermo, que
foi devidameuie lavrado, a continuados ot autos ao
advogado da victima, para minutar a petirao da re-
corto.
Eis que inopinadamente, a requerimenlo e,'-
adrerso, o Sr. presdeme do tribunal da re-
lajao mandoo por seu despacho administrativo
qoe os autos fotsem cobrados do a Ivogado; licuase
a niierposieo .1. revistacaduca, ou como se nao
tlveste existido, e baixasseiu ao juiz a //uii, para pro-
teauir uos termos do proeesso da ralleneaa !
Ulna tal violencia nao devia (icr sepilada. A
victima eodererou urna re prese uta rio ao supremo
tribunal de Justina, recontando o (aclo e inttruiudo
lulo cora documento- exlrahidos do venlre dos
autos.
Tomando coohecimenlo da representarlo e queixa,
decidi por uui nico vol que Ihe uao compela a
decisao, e -im an poder legislativo. E a minora
vencida volou pela respousabilidade do eonstlheiro
presidente da reltrao.
A reqotrimanlo, porm, da um membro sanador
do impeli, te decidi, oulrosim, que por interme-
dio do governo fosse sobraellido o negocio ao podrr
legislativo, enviando coberlo como ollicio, o Irasla-
do do original da r.-ia .--..-.. i... documentada.
De (eito, sendo enviada em junho de INiJ, pelo
minislro da Justina o Sr. conselheiro Suuza Ra-
mos, foi afecta a couimis>ao de Justina civil,a
qual por empenhus de alguein desla cdade, nunca
quiz interpor o parecer, a despeito das diligencias
da victima.
Receio-o esse alguem desta ci.lade, recommen-
duu em 18.55, qoe fossein subtrahidos da pasta da
corr.missao de ju'tlra civil da cmara dos depnlados,
os papis relativo., teniendo a ventilarlo do negocio,
tanto elle era espinhoso e desacreditador.
Conseguin seos fin: na sessao de IK'Ki nao se ven-
lilou, mas asseuuiainosque bao de voltar acamara
os papis, porque os origioaes esislem.
O negocio ha de ler sulurao.
No seguinle artigo |irosegoiremo.
NOTAS QUE DEIVARAM DE SER PUBLICA-
DAS COM COMMI'NICADO TKANSCRIPTO
EM O NUMERO ANTERIOR DESTE l V-
RIO. ..
13) .\m il lica lo de Dos e dos homens esla patrila Arlhur,
aquell,que bao contente co n ler serneado a intrisa
assim entre os seos adversarios como tambera entre
us seus propnos correligionarios politices, desem-
peuha ainda a ntJlo iulerual de perturbar as cous-
cieucias, reclamando a Iriste gloria de ser o primei-
ro que era l'ein miiIiuc. leve a audacia de p.efiar
era publico e pela i'i.prensa doulrinas coodemnadas
pela igreja como absoliitamenle contrarias a f ca-
lliolica, o que prova milita iiialvadrza, ou molla ig-
norancia ; ou unta e nutra cousa ao mesmo lempo,
(!?) Nao se trata tmenle de assuinptoa scienlili
eos, (ra(a-se lambem da f calhoiica que lodos os
fiis sao ohrigados a defender, mesmo com risco de
vida.
lomete que o generoso povo brasileiro caramba
passos largos para soa rehahilitarao soeial Nao se
pode niiir, que este rovo ja' vai comprebendendo
que deve como os mais povos entrar oat vias do pro-
gresso : suas tendencias exprimem urna vontade in-
taperavel de alistarse no mappa das nare cirili-
stdas, gando seu anhelo a verdadeira eoiifraterui-
sarao.
Para atteslar as notsas asserres, bata olharmos
para o numero de tocios que j conla a sociedade,
que assiguala duplices esperanzas na calhegoria so-
cial : sea numero excede de 80 nesses poneos dias.
Quando Iralemos da crear esta sociedade, tivemot
em vista ser s com os amigos mais identificados cora
nosco, que depois de seus (roclos chegariam muitos
dos nossos irmaos que comprehendessem a importan-
cia de urna sociedade oesle genero ; nette intuito
mellemos ma..s a obra, confiando nos nossot amigot
resignados, que partilhariam com nosco os sacrifi-
cios, at qua os froctoa tazonadot da instituirlo se
fiztssem conhecer : mas n5o s ees amigot, como
muitos dos cidadaos do povo nos tem ajudado a agu-
antar o edificio da earidade e amor. Desla maneira
he queso consolida a humauidade : esperemos.
Em verdade, lemos encontrado a mais decidida de-
diearo, eoxergando nos em lodos una imperivel von-
tade para engiandecer a obra da fraterni.lade.
O homem so e solado nada pode, porem com o
mutuo auxilio de teus sementantes pode livrar-se
das adversidades qoe pesa em grande escala sobre a
humanidade. O homem, imagem e semelhanra de
Dos, nao nasceo para viver separado um do outro,
pelo contrario, como parte de um todo, foi detti-
na.to para viver miaado.
Dabaixo desle principio ortodoxo a invariavel, cre-
amos a sociedade popular de soccorros mutuo-, como
o primeiro pasto para o cumulo da uuia i brasileira.
Entendemos que o povo brasileiro, matime o per-
namhucano, condece a necessidade que lera de viver
a--..ciado, ea in-lalacan da sociedadepopular de soc-
corros mutuo!, comprova solcieotemeote.
O acto (oi esplendido, comparecendo mait de 300
pessnat de 'odas as rlatses da sociedade, deixando
de comparecer o chefe de pali la por suas oceupa-
55et, e o presiJenle porqoe indo orna commissao
tres vezes a palacio, nao fai possivel fallar Ihe.
11. ..iv rain duas msicas marciaes.sendo urna oiler-
fada por um socio, que astignaloo seu gosto e dedi-
carlo pela sociedade.
Quando um povo qoer ser feliz, niogoem pode
obsta-lo, porque era si tem lodos os recurso* para
chegar a escala ascencional que Ihe he devida. A so-
ciedade de que fallamos, he um marco indelev!
qoeassignala o quanto temos calumbado progressi-
vainente para a civilisacao emancipadora.
lia muilo o Brasil sentia a Taita de sociedade
nest genero, pois segundo a historia nos refere,
ellas sao detumma otilidade. Do espirito de asso-
ciacao, tem nascido ludo islo quanlo po>suimos,
quer tratando do dcsenvolvimeiilo das sciencia e
arles, quer de espantoso melhoramento das vias de
transporte, lluviaes, e terrestres. Todos os aper-
feicoamenlos dos difl'ereulet ramos da vidahomaua,
sao devidos s e nicamente, ao systema da coropa-
nbias | verdadeiras associardes) ; porque as compa-
nhiat ligara os homens, .- augmenlam os capiti.es,
quebrando os obstculos que se anlepciu aos meios
de subsistencia.
Se compulsarme a historia das sociedades, vare-
mos que os seus resultados Jo i s mait felizes, e ar-
rebatan) a nossa inagiiac.o porque nem t serve
para garantir a humanidade nat extremas miserias
cuino cohib la dot continuos fracasos a' que esta'
sugeita por sua fragilidade ; como lambem instroe
a respeilo de seus deveres, fraternisaudo-se o mait
que he pussivel.
Um exaoiplo muilo frisante. Na cidade de New.
Vork em I8ti Itndo urna pupulac.io de J03 mil ha-
bilaules. iiub-in |n mi mulheres prosliloidaspu-
blicas, e oulra tantas privadas. Enlao o sabiu e
vendo a inmensa desgrana que
lavrava sobre sua palria, Iralou de crear urna so-
ciedade, que pozeasr termo a tanta detaasidao ;
creou a Sociedade Madalegua para eoercetivo de
lanos males.
No esparo de G anuos |8fe2) Artbur com seos
comp.inlieiros linham arrancado das garras da pro--
liluicao a i mil mulheres s com us seus conselhos
do mais puro Evangelho. Na sociedade se discutia
(raucamente a moral, ot imperiosot deveret que to-
da crealura humana lem de tratar irmOtnrute seus
seinelhaiiles, o^ue piodiizio urna feliz emularlo.
Nao podia ter socio ou -ocia, as pessoas de coslu-
mes teprovados, de condira.i grosteira, etc., ele.
Todos os socios erara considerado* irmao-, e por con -
sequencia soccorri.los immedialamenle quando nao
OEsPaUIOS DE EXPORTACAO PKLA MPS
DO CON.sLUtO DESTA CIDAEI No ni
b DE DEZEMBRO UE 1856. W
Boeaoa-AyretE-cuna hollandeza Elizabeth Tn
barrica aucar branco e raascavado.
,Zo1iao~ PortoBarca porlugueza oFlor da Maiaa, 100 ,ar
eos aa.ucar branco e mtteavado.
Iluenos-Avres B-rca porlugueza Vetoriao ISA
harnea, a.ocar branco a ma.evado. '
l.nboaBarca portuguesa Ligeiraa, 3 casco, m.i
Bu.,,o..A>res-Br,gue dioamarquez .Coure,. m
J*T ",0Cr brnc'", matcavado. M
2^ZZlWatU "EsP"v.- 100 ..ccu.
*ZS?22SSi*~*+ *"""*.
tiibrallarPatacho Inglez ..|'r..id..,i, ouo
a.tucar branco ajUd, U' ** "CCM
Rio d. PralaPatacho haioaunol ---
barrica, aasoear m.scav.ao Culebrao, 130
ExDortacao ,
Baha, hiale bratileiro S, Joao" d. iu
conduzio o tegu.ule : y | caa. D ",1Udi'6'
lula,, 305 sacca, milho. lUO 2Z f "PJ-
carregar genero, e seos perlene.t, 30 vo ureS .ii-
j canas vela, de carnauba. '"iume. azeite,
Rio Grande do Sol, brisoe brailriro ,\l,r. i
210 toneladas, eoodnzio osegotule i'Il""',de
mes assurar. ",aou volu-
met estucar.
Buenot-Ayres, somaca hespanhal -"--
de 185 ..ledas, conduzio o 'segu.nt, l^T"'
ricas. Jjo meia. ditas, e 180 ecos LZ "", b"~
Rio de Janeiro pela Parahib., uol.c. Imu
aSeloea II-, de 239 tonelada., ionduz" 0o!"
te:-813 tacras milho. egoio-
Montevidoo, polaca hetpanl.ola .Eleaaociaa de
>,\ toneladas, conduzio o segoinle-Tvi
agurdente, 50 dita, espritu, |l30o barrica. .P2u
saceos .tsucar, tOO mullios de piassab., 1 WeZZL
com casca. ''"" caco.
Aracalv, hiale bratileiro "Dovidotoo. condozi. n
egu.nl. :--di. volume. genero. csDangeiro? I
harnea bolacha, Scanoa.. 90 caixes diafta ti
barricas assocar, 10 e.ixas sabao. '"". 39
RECEBKDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO.
*:*i95tfc.'
29751
5;312J333
CONSULADO PROVINCIAL"!
Randiraentododia 1 a 5 i-------- '
23:073j87t
PENSAMENTOS.
Os mos prejudicam-se a si mesmos, antes de
prejudicaremos outros.
O progresso dos mos he sempre de mal para
peior.
O homem da bem v.'- a prosperidada dos maos
sem inveja, como ve seus crimes sem colera.
A maledicencia he urna pequeuez uo espirito,
ou urna negrura no corceo. Maldizersem designio,
he estupidez ; maldizer com relexao.he infamia, O Rendimonto do dia I a 5
malJizente escolha : elle he um insensato, ou um Idem do di6-
perverso.
A maledicencia be como nma torrente, quo
conliahe sempre o cheiro dos canaca por onde
passa .
He pela maledicencia que o odio impotente
costuras vingar-se. u
A inveja he a pedia de amollar, om que se
aliara as lingoas dos maldizenies.
a He as boceas vazias, que mais fcilmente se
agitam as linguas maldizenies. a
Os- maldizenies quando receiaiu que os nao
acredilem, louvam, e viinperam ao mesmo lempo.
'< Aquelle que maldiz publicamente, lie seme-
Ihanie ao dio, que ladra, c que morde : o que
maldiz em particular, he semelhanle ao cao
morde pela calada.
A calumnia poupa o viccio, e persegae a vir-
tude.
A calumnia he urna serpente, que se oceulta
junto dos louros, para accomraelier aquellas que
descansara a sua sombra.
Como o verme, que nao alaca seoao o mais
bello fructo, a calumnia se dirige com preferencia
ao merecimenlo mais brilhaule.
As pessoas mais honestas sao muilas vezes a-
t|uellas, cuja roputacao est mais exposu aos tiros-
da calumnia.
A calumnia he sempre as armas dos invejo-
zos.
Nopodendo elevar-se ateo homem honesto,
o calumniador procura, diffamandu-o, abaixa-lo
al si.
Nao se iriumpha da calumnia, edo maldizente
seno desprezando-o.
Esies pensmenios do conselheiro Bastos oerece
medilacao do bem conhecido autor do communi-
cado, K K do nLiberal de 3 do corrente.
i'o, libera\ genuino.
f>mmtxtio.
. CAMBIOS.
Sobre Londret, 27 3|i.
a Pari, 3S6.
Litboa 98 a 100 por % de premio. I
lL?1 S ltoei' Acsdet do Banco, 10 a i.5 de premio.
companhia de Beberibe .5*9000.
companhia Peruambucana ao par.
a a Ulilidade Publica, 30 poreentod. pr.mio.
Indemmtadora. 5i dem.
.?* '!* *** d? <*"> M por.Oiod. premio.
Diseonlo de lellra.. de 7 a 7 1|J por Om.
Dito do banco7 a|8 por Om.
t)uro.( incas hetpanholat. .
Moeda. de atOO velhas
6iO0 novat
45000. .
Prata.Palacoet bratileiros. .
Pesoi columnari s. .
mejicanos. ,
28 a 89500
. 165000
. 16-TOOO
. 9JOO0
. 25000
. 23000
. 15860
ALFANDEtiA.
H.ndiroenlodo dia la... .
dem do dia 6 .
71:688.5H
22:2903337
9%978S8.it
Descarrei/am aoje '.) de dezembro.
Brigue portugus- Taraje lo, cebol... batatas e
cascos.
Brigue portuguez l.aia IIIpipas va.ia e miode-
zas.
Barca sueca Faniljeotabeado.
Barca inglezaBonilafazenda
Barca ingleza-Flo.ting Cloodidem.
Barca inglez.Warharrkbacalluo.
Barca inglezaSpirit of ihe Times-4dem.
Barca americanaCambridgefarioha de trigo.
Brigue americanoHelleiibacalho.
Escuua americai.>_W. W. Folloobolacliiuba.
Ktcoba hollandeza-Zeph>rqoeijo. e genobia.
Brigue liamburaoezCiloqoeijoa, garrafor gar-
rafas vasias.
Brigue portuguezEuricocascos vasios, cebla, e
batatas.
IMPORTARAO
Brigue porlugoez Tarojo 1 vindo de Lisboa, coo-
sigiiodoa Manoel Joaquim Ramote Silva, mauifes-
lou o segointe :
8 pipa, e W barri, vinho, 20 dilos azeile, 70 dito
I e 2 Pacotas vinagre 30 pipas e 50 barr, v.zios, 200
molhos ceboulas, 20 eaoastra. baUlna, 300 varas la-
geao, 34 barricas sardiuhas ; ao consignalario.
canas rape ; a Amorim i^ IrUo,
- cauoes livros ; u Joilo Francisco Simes.
- ililos chapeos e boueti,- a A. C. de Abreu.
100 barris vinho ; a Thomaz de Aqui.io Fonsec
Os I'libo-,
280 dito, vasiot ; a Ferreira & Araujo.
O (MOS cal ; a Jos Joaquim da Silva.
. 51dW? yf*0-35 <* WMgr. 0 dilos azeile;
a Manoel Alves (juerra.
1 caixole livro ; a Jos Joaquim Moreira.
t volumes cam.s de ferro, 2 diles lavatorios de
dito a Jos Amonio \ ieira de Souza.
1 Miste urna bal.mea ; a Meuuel Neves da Silva.
PRACA DO RECIFE. 6 DE DEZEMBRO DE
18ob, AS 3 HORAS DA TARDE
Revista semanal.
Cambio.----------Saccou-.e sobre Londres a 27 3ii
a' vCta* Pr"' din,,el
Algodio----------A Ven?r.d. foi de 1,205 SmM, .
,s vonda < WOO a (9900 por
qoe Assurar ".?"*' de Pr"ira torte.
que Astucar-----------o mercado lornou-te mai, firme
rom tendencia, de tubir. Entra-
ran) 31,1 U fice0Si e aJ naUs
para exporlarao rraularam ; bran-
eo .operior do *MO0 a 59 por ar-
"t'j,"" 'ir, w,te .oVerlor
San. :,qwB" e ,Mla or,ede
ili fi! maae no de
3#fc0 a 391.50. dilo America de
*2f* 2* -lo Cmai de
*W0 a 23850 o depotit. nao be
traude.
Couro--------------Regularan) de 300 a 3IOn.por li-
u 1, 5" do' salgado.
Bacalho-----------livemos ce., carr.gameotot, dot
quaes don. .ejiuiram para 1 Ba-
bia, e qualre foram vendido, aeer-
" de 113500 a I2B por barrica.
Ketalhou te de 12 a 13, e lia
esperanc.. de sobir. tanto pelo
grande consommo. como pela al-
ta e m. qualidade da carne, o
B Halas v!P0.", m0n,a a "'m D"icas.
Batatas-------------\enderam-e de 1 a 13500 por
r arroba. v
Cabo.--------------dem de 259 a 30 por quinlal do,
de linho p.iente, e de 203 a 25a
... do do Ciro. ^
Chumbo-----------dem de 229 a i por qiD,a, d
ne ilillnicilo.
Carne seeea- Smenle temo. 7,000 arrobas do
Km Grande, da qoal ven.eram-se
arelalhodellaooo a t por arro-
oa, da ordinaria de 53500 a MU
da tolTrivel, e de 63800 a 73 da
., superior
rarinhadelngo-Chegaram quatro c.rregamentos,
dos qoaes dous segoiram para o
aot, e dous ncaram ; e com cites o
deposito luje monta a 10,200 bar-
""* sen<' .000 de Phihidel-
Phia, 7.800 de Richmond, 600 de
- New Or..., aMOaJ. SSSF; re-
l/2 ,7.nda- X a tercei-
m--.-,- 800 da uldma.
M.nleigi-----------ve .eu-se d. ilo 560 ^
libra da franceza. *^
raMa-----------. j(lem de 7J|800
com carvao, 2 com larinha de (rig ,1de guerra*
r.c.ram no porto 86 embarcare, .' aakr 7,
menean. ,2b bra.ileira. 2 dioamarquez,.,
vl.i. A mim utir preslou u Dr. neolium servico:
.. nunca delle precisci ; nunca fui nem mandei i sua poiliam trabalhar por cauta de moleslias' ou oulros
!.?!?.,-",D, l"U"" dus ""s"SV.is que assira se | casa, era elle velo neo, mandn i minha. Nonca I mpecilios da codita, humana. It fez com que
mesmo frequenlaraos juntosnenhunia aula, excepto todos quitessem ser socios, quer mulheres ou ho-
cxprimiram
Tanto cm um como no outro caso nada roais Ove-
mos era vista do que dar urna noticia, dmcrever urna
tilnarno.
Todos sabem como se fazem para at jazelas essas
seleere. de arligos a Iranscrever de ootros, e si-
bera que a siniplesalrauscriprno nio importa a adop-
ro das ideas.
Posto qu. uflo lenhaino. o habito de publicar es-
criplos era francs, com ludo o temos leilo em nina
ou oulra uccasiao e quasi sempre de versos que
uao se tra.luzera fcilmente, quando impressos he
mais fcil aos rnmposip.re- copiar lellra por lellra,
embora os 1...0 enteudan, ,1o que rnmrnir irligo.
manusci.pl..
Accrescendn que a ga,-eta |,orlogna;a os linlia pu-
blicado lambem em franrez.
a de printeiraa lellras, na qual minha poatcao sem-
pre fui superior a sua.
,l(i Nao sera isso negar que ha viilnde no mon-
mens,
gida
porm era uecessario as qualiJades ei-
As mulheres que linltam uuu vida escandalosa
do. Ora, romo ha de crer em virtude qoem faz foram->e cohibindo para poderem entrar no zreinio
consistir a liber.lade na ca acidarle de querer o social, c contaren! rom garanlias lias adversidad-.
mal.de infringir a lei mural .' | I'ao aaeombreta iusliluicjo assigualuu a gloria e re
I. Nao 1*0 mao co.no aquelle que cila da falso | mime do r//ii(r : a historia o classilica como um
um aulor calholico para emtanar, para aira-lar ao
erro en) materia de le, au pobre povo ignrame de
quem se diz amigo para com mait seguranra o
perder.
118 Nao se falla a llorantes do modo porque
taltal, apoiando asiobaa awerres nao rnenle roa
a auloridade da F-criplura e da gr.a*se nao tam-
bero rom 1 dos principa* philoanphoa assim aoli-
gus como modernos, rom esrriplore. dittinrtus, ro-
gemo amencauo.
Vin1a hoje existe e-la sociedade, contando um
fabuloso capital ; porque todas a familias estao Bal-
la associadas.
F.is, pi., os fins anglicos das sociedade benefi-
cenles. Minio exemplot podiamo aprettotar, 00-
rm o rurto aspa.;., .leste artigo oA permute firar
para oulra quando hniivar da tratar .tasn ma-
teria.
de I...tica ; a Gameiro A; C.
30 barris azeile, 20 pipa, 10 meias dila e :H) bar-
ril vinho a Francisco S. a t-volme, camas de ierro, I condece capachos ; a
Antonio Joto Leal Reis.
I caixole garrafas e vidros vasios ; a Josc Ale-
xandre Ribeiro.
10.: barris cal ; a Anlonio Juse Teixeira Bastos.
.Cuas ch iur;Sas ; H. Francisco de Souza.
2. podra, de canlaiia ; a Jos l.eite de A.evedo.
/barril vinho, 1 dito chourijas ; Manoel Jote
de S.I \ r,ni;u.
I dil dito. 1 dilo dilat; a Manoel Jos Do.rle.
1 lardos peneirat de rame, 5 din ceblas, I c.i-
perlumadorese candieiros, I dila fechadura-, I
una mercurio ; a l..n., Ferreira Piulo.
I caiv-te fe.vo. pe Ireses ; a F.idel Piolo & C.
'. barris .ii.l.o ; a Sqneira e, Pereira.
10 canas bulas, loo cauaslras btalas : a Tasto
IX Irtnao.
II saceos coininlins ; a Lima ,\ Mouiz.
aii,. H,.V,"l'0;.:,,,d"*" """ 5P'P *'agre,
j barr dilo ; a Manoel do Nasciroenlo Pereira.
alf,?eC,"aSlri''",a,,iV ? b'rris !. S f.rdos
alfazema ; a Miguel Jos Alves.
I barril vinho; a Carva'ho & Irmao.
10 caitas cebol. ; a JS1! Marcelino da Roz.<
>0 pipa, v.zias ; a Lem.. Jnior S Leal Reis.
caixa oralono -. a Flix Jos otmao de Lira.
C. Re"*. "Da"'" : 8 Bernard"10 HorenlinoM.
lSnaS,e^;e,,,"JOC*'n,0la8^
I cana imagen preparadas ; a Bailar A Oliveira
.1 caitas doces ; a Aolonio JoSo Furlado
JO caixas celHila. ; a Ja0 Pinto Ktgit d'e Sonza.
1 caixa papel ; a Joaqoim Matutea Ferreira
.^1 cauaslras hlalas, 9 fardo, albos ; a Lat' Jos
da Co-ta Am mu.
:lcaixas cera ; a Josc Alves da Silva Gujmaraes.
2 volumes camas de f-rio : Manoel de Sonza.
Obarn, (..oenho. 60 dilo carne, 3 dilo, bola-
cha. I ditos farel, I parole c 1 cauaslra fruta- |
barril vinho, I calile doce, 1 dito imasen > bai'ria
plaas, 2 lata calda de lmales, > klet I mala e I
condeca ignora-se. I volume uioedas de metal ,
devoraos, '
ONSILADO GKHAL.
Reiidiinenlo do da I a 5 23^(673503
llera do dia 6....... 9>J|60
Sanios entrados no di 6.
d?-.^1"".30.*191 brBoe '"81" WallerBaioe
dei, tonel.,!,, rapnao Willi.m Black, eqa.pa-
f'U.mrg.VimUnh eom bacalhioTa
^l"" Paler & Companhia. Pertence a Green-
oock. >eguio para a Babia.
Hamborgo_57 diaa, b.igua h.mborgoez Cito, de
l' v2J n ma" 'nerM a Heoryruon
equipagem U, carga ,i|lu a mail JJ**
Manoel Joaqmm Ramos e Silva. Perl.nce a Lit-
B*|hJ*T!.daS'bar<'a.',,8la Melhwlakii, de 376
nra'; fp,,,,,K- RicDh"d- l'Pm 15, car-
p assocar a ordem. Perteuce a Liverpool. Se-
guio para a Parahiba. ^
Barcellooa32 dia.. pol.ea hespaiibola oTheresiua..,
SZ1""'A^'' "pi,ao Fc'eo Mari.tanv Sil
oqopagem 11, carga vi.ho e mai genero. ; "a \-
ranaga 4 Bry.n. Perlene. a Bsrcellona.
n ,. y"c0> sonidos no mesmo dia.
-S! 1" olM l'espanhola Elegaoci..,. ce-
r,i, !r0,!ri,","y' ca,i" a"ac"e rdeote
Arac.lj_||,a.. brasileiro -Duvidoso. mt,e Etta-
cmMende. da Silva, c.rg. .,.Ucar m.is e-
ros. Passageiro., Domingos Aolonio Alves Rilnsi-
',"L VCr,0, Jo,<,ui"' B,rb"" rt '-'" 'rtu-
I11.00 Ambrozuio da Silva Machad, e 1 cravo,
l-r.ncisco de Salla. Pereira Paeheco. JaaTaesjM-
to da Silva C-v.lcauli e I criado, Jos Pereira da
.?"".':. rdo arricas, drogas e objeclo. Silva. j>
Par.liiba-l'aJsjcJ,o ha.panl.ol o Deseo, em ltiro
M VERSAS
He 11.tmenlo do da 1 a
Idem do dia 6. ,
ROVINCIAS.
zW:7!M6CS
MHOtl
H-M6t
95f7.'i
Suspeildeu ditlalneir.io.
Par o porto, intermedu-Vapor brasileiro S. Sal-
vador, cummaodaute o primeiro leoente Paulo
moeiro.
BahaLancha bratileiro oS. Joao, me-lrc Amhro-
110 Antonio P.ocopio. caraa milho e mai. genero-.
Rio do Janeiro pela Parahiba Polaca bra.ileira
..elota II. in-stre Manotl (i.met de Oliveira
Magauo, carga miluo.
-votUos entrados no dia ~.
K"Sfc2 S" briiK '"raburguez aev-Bea,
de 220 toneladas. capifSo J. SloUemb.rq, equipa-
gera .earga pelrechos para a estrada de ferro ;
a .N. O. Bieber & Companhia. Perteuce a Mam
burgo.
S. Paulo de Loai.da-25 .lias, escuna porlugueza
Ceret, de 9, toneladas, capitn Jote Laorenro
Sobral, equipan-.,, 9. carga azeile de palma e mais
geo.ros ; a Roslron Rooker A Companhia. Per-
lei.ee a /sbua. Passaseira, Joanna Mana Mou-
(etro, 1 lilha a I criada.
Rio Grande do Norte3 dias, lancha brasileira .Fe-
liz das Ondas, de 29 tonelada-, m.stre Bernardo
Joie da Cusa, equipagem i, carg autocar e mai.
gneros.
Balu.nore50 diat, patacho americano Santa Cla-
ra, de 189 tonelada, eapilflo F. Ellinswood,
equipagem ,, carga 1,5i8 barricas com hec.lhao
e 111a. genero. a Ho.iron Rooker cv Companhia.
Pertence a La.lporl.
dem50 da, hiale americano Samuel, de Mi
toneladas, capitn Pedro Maltn, equipasen. 8
carga l,89j barrica cora ferinha d. ir.cn e mais
gneros ; a John.lou Paler & Companhia. Per-
tence a li-.lhnii.re.
Rio Grande do Norte i dias. lancha brasileira
t-lor do Rio Grande do Norte, de 2 tonelada
mestre Miguel Archaujo da Cosa, eqoinacem i'
carga assucar a sal a Jalo da C.nha Marque-"
Perieure ao Rio Grande do Norte.
Rio de Janeiro27 dias, escuna brasileira Linda..,
de 153 toneladas, capillo Florencio Francisco
Marques, equipagem II, raiga caf o mais gene-
ros ; a Anlonio Pedro dat Nevet. Pertence a
Pernarabuco.
/Matos sahidos no mesmo dia.
Pliila.lelphia-Brigue americano Thomaz Waller
rapilu C. (i. Ilmrlb, rarga assucar.
Parahiba e Rio (,ran.le du NorteBarca americana
Palhtinder, capilao Rabees K.. em lastro. Pa.-
age.r, Manoel de Aranjn Alcanora.lo, #anne|
Jarque da Silva.
Rio Grande do SolBarca bra.ileira Santa Marta
Boa-Sort*., eapitlo Manoel Pereira lardim, rarga
assncar e ma.s g*nero Pasiageiro, Je* Netto
'
' .
-


OHHII it PlliBtCQ TERCA FURA 9 |[ DEZEMBRO DE tfii
-T
r
1
da sil Das e ua familia, Jo3o Rodblpho Comea
e 1 criado. I
dem__BiiRue braaileiro Mafra, capitn Jone Jua-
qaim Dia doa Praierea, carga naauear e mili Be-
saros, i'aasaatiroa, Francisco Ferreira de Olivei-
ra Soolo M.ior.
ParahibaUiale braaileiro Concii;ao Flor das Vir-
ludesn, mealre Ssveiiano da Cosa e Silva, carga
farioha de trigo e man gneros.
LiverpoolBngue inslez Odeno, capillo I.. Bruce,
caraa assucar e man gneros.
Cetra'Hiate braaileiro NovoUlinda, me9lre An-
tonio Jos Viaiina, carga f Ihan. Pataageiros, Thomaz .Antonio de Paula
Peasoa Jnior.
LisboaBriena porluguc Laia III, capilao Jos
Januano da Cula, carga assucar e m>it gaueros.
Paatadros, Antonio Jos Vieira da Cejaba, Ilde-
fonso Vieira da Conha.
Rio de JaneiroFragata a vapor brail-irs uAma-
011,1, commandaote o capilao leuenle Segundino.
Rio da Pralasumaca hespanhola aUuadalupeo, ca-
pilla J. Fonlauelle, carga assucar.
Navio* entrados no dia K.
Re da Janeiro 20 dias, patacho brasileiro tiEs-
peranrau, de 101 toneladas, capillo Manoel Jos
da Rocha, equipagern 8, carga slbame e mais
seeros: a Amonio l.mz de Oliveira Aievedo.
l'enence a Baha.
Londresti dias, brigue inslez Racer, de 193
loueladas, capillo Charles Maretl, equipagern It,
carga petreclios para a estrada de ferro ; a Kolhe
A; Vidoular. Perlence a Jarse).
Philadelphia(Odias, barca americana aMenisotau,
do 346 loueladas, capillo lleur* Col, equipasen)
12, carga 1,700 brrricas com f.riuba de trigo e
mais gneros ; a Juhnsloo Paler & Coinpaiihia.
Perlence a Phlladelphia. Passageiro, A. de Jo-
ne?.
Navio* sabidos no mesinn illa
A pescagalera americana uLanceru seguio do l.a-
meirlo.
Canal pela Parahibabrigue inglez Friend'u, capi-
tn 1 G. Jean.
@&it*e.
O Dr. Sebutiao do Reg Barros de Lacerda, juiz
de orphaos e ausentas nesta cidade do Becife e
seu termo por S, M. Imperial e Constitucional
que Dos guarde etc.
Faso saber aos que o presente ediial virem, que
linda a tarceira praca deste juizo.se proceder a ar-
remalaeao de urna casa lerrea na ra da Seuzala
Nova n. 32, parteocente a heranca do finado Ma-
noel dos Santos 5. Tiajro, avaiiada em I :0005 rs.,
cuja uonfrontacao consta do escripto, que se acha em
poder do porieiro do juizo.
E para quo chegue ao conhecimenlo de todos se
passou o presente, que ser afiliado e publicado
pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco em 28 de novembro de lS..
tu Galdino Teraistocles Cabral de Vasconcellos,
caerivo o escrevi.
Sebaslio do Reg Rarros de Lacerda.
O ebefe da prmeira seccao do consulado
provincial, aervindo de administrador, em virtude
do disposto no tt. 3 do regulameuto de 3 de ju-
Ibo ds 1852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral deu escravos, Antonio, na,
cao Castange, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,
nacao Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no olho esquerdo apprebeodidos pela polica,
os quaes sao considerados hens de evento, por se
deaconher seiis donos, e para qne seja cumprido o
que conlemo sobrediio art. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias compareca
quem aos ditos escravos tenha direilo, findos os
quaes sa proceder a arrematacao pela forma deter-
minada oo art. 4 do citado regulamenlo.
E para que ebegue a noticia de lodos mandei
pasar o presente ediial, aos 12 de uovembro de
1856.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Pelo prsenle slo convidados os donns ou con-
signatarios de 8 caitas da marca A com ceblas,
viudas de l.i-boa na barca porlugueza iiM.ria Jos
entrada ata 20 de oalubro do correle auno, a virem
despacha las no praio di 3 dias eoolados da d-la
alate ediial, udo o qaal serlo arrematadas em has-
la publica, sem que em lempo aUom possam alegar
coas) algoroa contra os ?ffeilo desla venda.
Alfandesa de l'emambuco 6 de dezembro de 18 06.
O inspector, Beolo Jos Keruandes Barros.
THEATRO
DE
ULTIMO ESPECTCULO SOB A U1RECCAO DO
ARTISTA SANTA ROSA.
De ordem superior, e para lalisfazer nlo s ao pe-
dido que foi publicado no ario de l'ernambuco
n. -288, mas lambis a oulras minias pessoas que nlo
chegaram a lempo de obler camarotes, cadeiras e bi-
Ihetes de platea para a recita que leve lugar no dia
2 do correnle, vai moito breve a' scena a repetirlo
do drama vaudeville,
A i luir
ou
iiepuis bezeseis pos.
O programma do espectculo sera' annuneiado por
este jornal.
Os bilheles eslo desde j a venda no escriplorio
do (healro, em mo do Sr. Cuolia.
i|iiarto e cozinba lora ; 2 ditas na ra Im-
perial n. 76 A. e~uR.com 8 salas, quar-
tos, cozinha tora ; -arma/.eiisem canuto,
n.i mesma na, un terreno na ra da
Praia de Santa Rita e um dito na Paita-
gem da Magdalena com 18 I [8 palmos de
frente, aoladq da casa doSr. Jote Joa-
quim Dias Fernandes, os quaes seriio en-
tregues sem limite, visto seren vendidos
por accordo do proprietario com o ex-cu-
rador liscal, para cumprimento da con-
cordata que llie lora ltimamente outor-
gada: ossenhorespretendentesquequize-
rem alguns escUrecircentos a tal respeito,
dirijam-se ao armazem do agente annun-
ciante, sito na ra doCollegio n. 15 onde,
tera' lugar dito leilao
LEILES-
tfttUttv&tb,
gft>tog m*tttimrt.
AO RIO DE
Janeiro
segu com brevidade o brigue
nacional MARA LL'ZIA, capi-
tao Joo da Silva Moraes : teni
grande parte do seu carregamento prorap-
to, e para o restante; trata-se com o con-
signatario Antonio de Altncida (lomes,
na ra do Trapichen. 16, segundo an-
dar.
CEARA1 EIPARA'.
O patacho Annan recebe carga por frele commo-
do, nlo demorar se-lia no porto mais que o lempo
preciso para alastrar : os pretendciiles enleoder-se-
ho com o consignatario J. l. d Ionseca Jnior,
na ra do Vigaiio n. 23.
Para Lisboa sablra' com a maior brevidade
possivel a Barca porlugueza iiHorleueiao, capillo
Jlo Silveno Romano ; para carga e passageires,
para os quues lem excelentes commodos, trala-se a
bordo com o mesmo capillo ou com M.noel do Nao
cimento l'ereira.
PARA O ARACATY.
Segu em poucos dias o bera conheeido bvale
Capibaribe para o resto da carga c passageiros,
trata-se na ra do Vigario n. 5.
COMPANHJA PERNAMRtiCsKA.
O vapor Iguarassi'is acha se a carga para Ta-
mandaic, Rarr3 Grande e iMacei, para onde saliir
at o fim desla semana.
Para a Baha
A veleira e bem cooliecida sumaca hrasileira
aHorlenciao segu pata a Baha at o dia 10 do cor-
renle : para o resto de seu csrreuamento. traU-te
com o seu consignatario Antonio Lab de Oliveira
Aievedo, ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
O patacho porluguei uBrlhaiiIcu, capilao Au-
i'inin llr,i/ Pereira,eahira' com (oda a brevidade p<>r
ler a mmor parle da carga prompla ; para o resto da
mesilla Irala-se com o dilo na praca, on com o con-
.iRnatario HomiugosJos I'erreira Goimaraes.oa ra
do (Jueimado n. 35.
(Juiaipanilla brausile.ira de
paquetes a vapor.
O agente Oliveira fara' leilao por ordem do
lllm. Sr. cnsul de Franca nesla cidade. de varias
joias de prala, ouro, diamntese hrilhanle?, perlen-
centes a liquidadlo da massa do linsdn I.. A. Bau-
dou*. subdito francez, consislindo em bolts, arao-
linlias, ligas, medalli?!, brincos, coraedes, atacas,
anneis, allinetes de peno, collares de coral a de coo-
linhas de ouro, pulceiras, fivelas, ciucilixo, agulhe-
la, redomas, inclusive algumas de prala, lilaerana,
cornalinas, e oulras differenles : quarla-leira, 10 do
correnle, as 10 horas da manilla em poni, no seo
escriplorio, ra da Cadeia.
Leilao.
Quarta'feir,!, 10 decora
rente.
O agente Oliveira fara' leilao em dillerenlcs lotes,
por ordem do Sr. Manuel Lu/, da Veiga e oulros in-
leressados. da bem cuiiheciila ptima e grnde casa
de sobrado e lenos circuinvisinhos, exiateottl no
lugar de Sanio Amariuho, estrada em liulia recta
rara Olinda, e transversal para a fundirlo da Au-
rora, cujas confronlacoes, divises e dimenses po-
dem os pretndanles examinar as loralidades, e
por meio da plaa enisienle ou teriptoria do refe-
rido agente, onde lera' lugar n leilao >o meio dia.
tt>ifiod &i*tto&.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho admioislralivo tum do comprar eb se-
guimos objecl08 :
Para o arsenal de guerra.
Hollaoda de forro,covados 800 ; oleado para de-
hrura. covsdos 10 ; costados de amarello 6 ; laboas
de assoalho de amarello, duaias 6 ; iraves de sicu-
pira com 30 palmos de comprimenlo, e 9 polega-
das de lace 3 ; safras grandes 3 ; fio de algodao li-
bras 30.
Quem os qmzer vender aprsente as suas propos-
tas em carta fechada na secretaria do conselho as
10 horas do dia 12 do crreme mez.
Secretaria do conseibo administrativo para for-
neciraento do arsenal de guerra 6 do dezembro de
1856.Rento Jos Lamenha Lins, coronel-presi-
dente.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal
e secretario.
A companhia lixa de cavtllaria precisa con-
UUrpcra o primeiro semestre de 18o7, o forneci-
menlo de eapim, arrobas ; mel caadas milho,
cargas ou saceas ; ( devendo ser ludo de prmeira
qnalidade ) para a cavaluada da mesma ; no dia
1 .">do crreme raez.no quariel da referida cempanhia
em Santo Amaro ; as 11 horas em ponto se abriro
as propostas.
De orlen do Sr. director baro de Cmara-
{Tibe, se fai publico por esta secretaria, que a con-
gregacio de hoje C do crreme marcou o dia 15
para a defexa das dieses do bacharel Aprigio Jus-
tiaiano da Silva Guimares. E, de conformida-
de com o disposto no artigo 79 do regulamenlo
complementar, se az publico igualmente, que de-
vera o mesmo apresentar-f.i na secretaria da Fa-
culdalenodia 12 as 8 horas da manha, para o
bm de tirar o ponto da dissertarao sob a presiden-
cia do lente mais amigo, que lem de argir nella.
Secretaria da Faculdadade Direilo do Recife 6
de dezembro de 1856.0 secretario. Dr. Joaquim
Amonio Carneiro da Cunba Miranda.
O vapor PARAN', coininandaula f. F. Borges,
espera-se dos porto do norte, com destino aos do
sul, ale o da ll do roirenle. Os Srs. que (iveiem
de remelter escravos e qoaesquer volumes, sejam
de carga ou encoinmendas, deverio mandar a agen-
cia no dia da chesada do paquete, para nee da se
engajar o que poder ser recebiJo. No dia da sabida
nao se recebe volume algum, e rnenle e admille
paaaageiroa e dinheiro a Irele, ale as. horas do expe-
diente : ageucia, na ra do Trapiche n. 10, segun-
do andar.
O brigue ESPERANCA segu para
o porto ate o dia 15 do corrente: para
o resto da carga ou passageiros, trata-se
com Barroca & Castro, na ra da Cadeia
do Recife n. i, ou como capito na
prara.
Companhia
Transatlntica de Vapores Sardos.
&
RKPART.CAo; DA VACCINA. J
O i'ommi.s.siii o vaccinador pro- @
O v'ncial, reconhecendo que muilas $g
& pessoa deixam de comparecer a A
9 t" repartirlo em consec|uenca f--
da lon^itude do lu;ar, avisa ao
^ respeitavel publico que tem re-
solvido a vaccinar tambem as
^ tei-ca feira de todas as semanas, _
i' na casa de sua residencia, con ti- @
i' miando a repartico a l'unccionar ^
t no toneaoda alandega nns quin- @
& las e domingos : assira, as pessoas Z
@ (jue sequizerem vaccinar as ter- Z
i)) cas leiras, podenj diriKir-se das S
m sete ai nove horas da manliaa. ao $
'' an>ar do sobrado da ra Nova
m esquina da do Sol n. 00___Dr. Jobo Z
& Nepointiceno Dias Fernandes
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo nfio podando elfecluar
a .compra dos objeelos ja aonunciados para o presi-
dio de Fernando,lem transferido acompra para odia
10 do crreme mez, devendo as pessoas que entre-
garam propostas comparecer no arsenal de guer-
ra as 10 heras daquelle dia.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
f'irnecimento do arsenal de guerra 5 de dezembro
de 1856 Bernardo l'ereira do Carmo Jnior, vo-
gal e secretario.
Tendo esla repartirn, em cumprimemo da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia datada
do correnle mez, de fornecer a provincia da
Parahiba, para a barra do Cabeil-'-llo, 22 bracas de
crreme de 1 1|2 polegada, 2 ancoras de 12 quin-
taeseom os competentes manilhas, e duas grandes
boiasaempregarem-se em halisamentos, cujo vo-
lante de cada urna, nao produza mais de mil pal-
mos cbicos, sendo indilTeremea sua configuracao i
manda o lllm. Sr. inspector fazer publico, que con-
tratar a compra destes objeelos, por via de propos-
ita em carias fechadas, apreseotadas nesla secretaria
na dia II do correnle mez, ahVas 11 horas da ma-
nMaa.
Seo-alaria da inspeccao dn arsenal de marinha de
Pcrnambuco em 3 de derembro de 1 .'>H___O -p-
relario, Alejandre Rodrigues dos Anjo-,
O magnilico vapor sardo GENOVA esl aqui, de
volla do Rio de Janeiro, oo dia N do correle, e de-
pois da demora necessaria seguir para (enova,
com as escalas de San-Vicenle, TenerilT e Cadix,
e recebe passageiros.....s para e-ias es-alas, como
lambem para iodos os porlos do Mediterrneo, por
preces commuilos. lia a brydo dos vapores desta
linha, alm do- eirellentes commudos para os pas-
ngor s, um servido e Iratameulo o mais delicado
possivel, e qoe nada deixn a clesejar: declara-se
que se baixnu para 2IKI francos, o importe a pagar
pelos pas'af nos de terceira classe.
No dia 12 do correle eslara'aqu, vindo de
tienova. o vapor TL'RIN, igeal em lodo ao GENO-
VA,edepuis da demora necessaria seguir' para a
Rahia e Rio de Janeiro, e recebe pasiageiros 11A0
para aqoellas doaa pracas, como lambem para
Moulevi ico r Uueuos-Ayrc: dirijam-se aos agen-
tes, ra do Toiret n. H.
ZtiiZtz.
O agento Pesiana ar leilao de varios objee-
los de marcinerias novas, e usadas, alguns objeelos
de ouro e prala,urna por;ao de pedrasde marmore,
redondas, quadradas e brancas, e de cor, alguns
escravos pecas de ambos os sexos e dillerentes idades
urna porc.io de caixas de caximbos de louca, urna
quantidade de chitas a riscados proprios para es-
cravaturas o que ludo ser vendido a vontade e est
patente ao exaine dos compradores, quinta feira 11
do correnle em seu armazem,na ra da Cadeia do
Recife n. 56 as 11 huras da manha.
O lllm. Sr. Wjlliam Lilley, tendo de relirar-se
para os Raladas Unidos, far leililo, por nlerveurio
do agente Oliveira, de lo.l. a mobilia da casa de sua
residencia, cuusislindu em um sol>erbo piano, ca-
deiras das melliores qnalidades, lano de sala osuaes
como de balase*, para dila de talar e slelas, roe-
sis redondas, sofseipleuilidoa, auarda-roupa, guar-
da-vestidos, eipelhos grandes, ditos pequeos, lou-
cadores, rommodas, lavatorios, mesa elstica para
janlar, hanquinlios diversos, aparadores, guarda-
livro, ricos lapeles, lustres, lampees, laulernas,
magnifico ielogio de parede, loucas de porcellana
para janlar e alinoco, crislaes, facas e garfos, Irem
de coznlia, J tegOei de patente, banheirus, 1 cabrio-
lel com arreos e competente cavsllo, assim como
de varios oulros artigaa rolodos : lerta-feira, 9 do
correnle, as III hora- da manhila, silio do Sr. Joflo
Mirlius dr Henos, rom lenle para a estrada nova
no Manguiiiho, contiguo ao do Dr. Accioli Lins.
Leilao de predios
O agente Rorja tara.' leilao, quarta-
teira 10 do corrente, a's 10 horas da ma-
nha, de diversos predios pertencentes ao
Sr. Jos Oias da Silva, a saber : urna casa
terrea n. i, sita na travessa do Lima
na ra Imperial com "2 salas, 2quf.rtose
ozinha lora; 6ditas de as. i. 6, 8, 10,
12 e 14 na mesma ra com 2 salas, um
O Sr. J. A. N. queira ter a bondade de ir pa-
gar o quedeve na ruado Jardim n. 31, e isto que
seja nesles tres dias, do coulrano ver o seo oome
por extenso ueste Diario.
Hoje iluda a audiencia do lllu. Sr. l>r. juiz
de orphaos tem de ser arrematada, por ser a ultima
prara, a casa em raitao ao pe do Calabou^o Velho,
avallada em ilOftaUO, perlencente ios hens do falle-
c lo capilao (oucalo Jos da Silva, reqoniruenlo
do inventariante Francisco Jos d l'auia i .ai in-iro,
para as despe/.as do invenlario.
Lotera da pro-
vincia.
Corro quieta-fe ir.. 11 do
corrente.
O abaiso aasigMdo ainda lem nm resto de seus
felizes bilheles, meios e quarlos da sesuuda parle da
segunda loleria do convenio de N. S. do Carmo,uas
lojas ja annuiiriadas. pelos presos abfiso declarados.
Bilheles 79000 Recebe 6:0003
Meios 33500 3:000
Quarlos I.3HOO l:5U0s
O mesmo vende a diulieirn a visl, sendo da qan-
tia de OOJ para cima, pelos preros tegaietea :
Bilheles 6M>-iO Recebe 6:0003
meios 3s325 3:0003
Qenrlat 13700 1, 1:500/
Por Salusliano de Aquin ferreira.
Jos Fortnalo dos Sanios l'orlo,
SOCIEVE FUNDADORA DA FA-
BRICA DE IIU E TECER
ALGODAO.
Os senhores socios sSo convidados a elleclunr ale
o d|a -JO do correnle, o pscamenlu da segunda pres-
laiao, que he filada em 10 por cenlo do cpilal
subscripto por cada um : no escriplorio do Sr. Ma-
noel Alee Guerra, ra do Trapiche 11. I das 9
horas da manha. as 5 horas da larde. I'ernam-
huco 6 de dezemlno de 1586.
Amortm, Feria, (urrradC.
Precisa-se de um co/.inheiro bom
para urna casa estrangeira de pouca fa-
milia : na ra da Cadeia, armazem 11. 21.
Na quiota-teira II do corrente, pe-
las 10 horas da manha, se deveao reu-
nir, na sala das audiencias, todos os Srs.
credores da fallida Mara Fiorinda Seas-
so. alim de assistirem a prestacao das con-
tas dos administradores da massa, con-
forme foi determinado polo E\m. Sr. Dr.
juiz especial do commercio.
COMPANHIA INTERNACIONAL
FORENSE,
Escriptoriocentral no
Brasil.
RIJA DO ROSARIO N 138
NO
RIO l!E JANElItO.
director (eral, o co.nseliieiro i. \\ de
Castii.ho.
O Lachare! Rufino Augusto de Almeida, nomoa-
do em 21 de novembro do correnle anoo delegado
da o Companhia Internacional Forense o faz pu-
blico que o escriplorio da delegacia esla aberlo dia-
riamente em a ra do Collegio n. 17 primeiro an-
dar das 10 horas da manba as da larde, e ah
tratar dos negocios, deque se encarrega a compa-
panliia com especialidade entre Portugal e o Bra-
sil, os quaes sao : Proseguir reclamacoesten-
tar composicesinstaurar, e seguir procedimen-
losjudiciaesfazer cumprir rogatoriasmandar
assislir jpracas e agenciar compras, e vendas de
predios rsticos, e urbanossullicilar proiencoes
justas dos governos representar herdeiros, e lega-
tarios, promovenJo todo o processo.desde a habili-
tarlo a ellecliva cobranca e, finalmenie, proteger,
e aclivar lodos os negocios lieilos, e todas as trasac-
coes que respeitem internacionalmente aos subditos
daquellas nares.
A companhia tem assentado em deixar sempre a
escolha da parle as bases sobre que.era cada caso, se
firmar o respectivo contrato, as quaes sero, em
todos os casos, reguladas segundo os couprorais-
sos, que licarem cargo da companhia, ou do in-
leressado. Para dar plena demonslragfio do zelo
com que os negocios sao tratados, a companhia na-
da recehera para si, em caso algum, >e a reclama-
cao for infruclifera, pois s levanta urna porcen-
lagem sobre os valores effectivamente cobrados. Km
toda e qualquer reclamarlo que se apeseniar, como
sendo, ou podendo vir a tornar-se, litigiosa, os in-
teressadosdevero exhibiros documentos comprobati-
vos de seus direilos, para serem previa, e (gratuita-
mente examinados pelos advogados da empresa.
Procede-se gratuitamente pesquizns, acerca
da existencia, mudanca da residencia, ou fallec-
ment de porluguezes. c braseiros, qu.iado isso
for convenientemente requerido.
O abaixo assignado lendo de relirai-se para
fora da cidade.onde se demorar por alguns tempos,
roga aos seus devedores que venham pagar seus d-
bitos al odia 14 do corrente ; assim como as pes-
soas que tem penhores cm seu poder venliam resga-
la-los dentro do mesmo prazo, do contrario sero
vendidos para seu pagamento Padre Paulo dos
Santos.
Na noite de 5 do crreme pardeo-so ( desde
o atorro da Boa-Vista al a travessa de S Pedro )
urna correnle e um relogio de ouro, paterle celin-
dro : a pessoa que o acliou, querendo restituir, pe-
der dirigirse ao segundo andar do segundo sobra-
do na travessa de S. Pedro que ser generosamente
recompensado.
Os Srs. Thomaz Times e Ulisses Cocklcs,
tam cartas na ra do Cabug n. 11.
Na residencia do |uu dos orphaos, na :idade de
Olinda no \ aradouro. no dia !> de dezemhro, vnde-
se urna escrava por prero ciiinmodo, qu eiiumma
e lava liem, sem achaque uenlium, de meii idade.
Precisa-se alonar om prelo para o servico de ca-
a de homem olleiru e que seja canneiro, a iralar no
armazem da ra da Croa n. 19,
Preci-e de um raiveiro para laherra: na ru
dn Amorim n. 17.
Pelo jateo atoa feiloa da laienda PNttaeial M
ha de arrematar os beui tesuintes:
Urna caa lerrea, na ra do Mondejo n. III,
lendo 60 palmes de comprimenlo e Is de largura,
com porla e jauella de frente, -2 salas, 2 quartos,
cotinha denlro e quintal murado, em mo estado, a-
vahada em 6005 rs., cuja casa he pertencenle aos
herdeiros de Antonio JosQuaresma.
lina casa lena de pedra e cal, sita na ra dos Po-
cos 11. 21, cinchaos foreiro, com porta e jauella,
duas salas, um quarlo, conidia dentro, e quiulal em
aherlo, com 21 palmos de largura e i de compri-
menlo, avaliada em 100? rs., perleucenle a Miguel
I.0111 i-iic.i Lopes.
I m sobrado de dous andares e ttllo, na freguezia
de S. Jos, na ra dos Marlynns n. o qual tem
coziuha uo aolao, quintal Grande cun carimba pro-
pna e porlao para a ra do Caldereiro, perlenreiido
ao iiie-.mii sobrado, o heccoque icm do lado do nor-
te que se acha tapado, avallado em 8:0005000 rs ,
perlencente aos herdeiros de Pedro Ignacio da
Cunda.
L'ma casa terrea de pedra e cal, no largo do Ke-
niedio n. 9, lendo M palmos de largura e S7 de
comprimenlo, com tres janelas de frente, envidra;a-
das, duas salas, tres quai los, cozinba dentro, quin-
tal em aberlo, com qualru pos de coqueiros, avaha-
da em 1:0005 rs., perteuccule a Joaquim Joae Lola
de Sini/,1.
Lma casa lerrea de pedra e cal, na roa Imperial
n. \->, rom porla e jauella de rrenle, leudo 1H pal-
mos de freule e I tu de fundos, cun dnai salas, dous
quartos, conuha deulro, quiulal murado e cacimba
macara, avahada em 7005 rs., perlencente aos her-
deiros de Manuel Vicente Ferreira.
Urna casa lerrea de pedra e cal, sil na ra Impe-
rial n. 6, cuja casa tem Ires portas de fieule, duas
salas, qualro quartos, co/jnha fura, quiulal morado,
e cacimba rneeira, em chito* proprios e se acha em
bom eilado, avallada em 1:2009000 r>., perlenceule
a Manoel Joaquim de Souza Viaiina.
Lma casa lerrea de laipa, ua ra de S. Miguel
dos Alegado* n. .">0, com 10 palmus de frente e :15
de comprimenlo, com porla r jauella, avahada em
155000 rs., perlencente a Paulino llerculaoo de 1 1-
gueiredo.
Lma caa lerrea de laipa, ua ra do IJuiabo, nos
Afugados, n. 2. com porla ejanella, lendo IS pal-
mos de largura e :IV de comprimenlo e pollegadas
de fundo, duas salas, um quarlo, cozinha dentro e
quiulal ero aberlo, chao foreiros, em inao estado,
avaliada em (05 rs., perleucenle a Joaquim Jos de
Mello.
Lina casa lerrea, na la do Bom lioslo, no* Afo-
sados, n. 21, de porla e janella, com 18 palmos de
largura e :(6 de COu primelo, lendo a frenle e reta-
guarda da pedra e cal e oiles de laipa, quintal em
aherlo, em mao Miado, avaliada em 05 is., perleu-
cenle a Pedro l) as ue Asis.
Lma casa lerrea ua ra dos Pocos n. ;i, de laipa
com 19 palmos de largura e J de comprimeulo,
com porla e janella. duas salas, um quarlo, coziuha
dentro, quintal em aberlo, chao foreiro, em mo es-
lado, avaliada em 505000 rs., pertencenle a Anlomo
Luiz de FreiMs.
L'ma casa terrea de laipa na ra dos Poc,os n. 1'
de porla ejaoella. com l.i palmos,de largura'e 7 pol-
legadas, e 25 dilos de comprimeulu,2 sala*, t quailo,
cimiilm denlru, quintal em aberlo, chao foreiro, em
mao estado, avallada em 4J000 rs., perlenceule a
Joao Ablonio de Lima.
Lina casa leirea de pedra e cal na ra dos Poqos
n. 22, com porla e janella, lendo de largura 1 pal-
mo* e 5 pollegadas, 18 ditos, e 8 pollegadas de com-
primenlo. lendo mais 2 salas, 2 quai tos, coziuha deu-
lro, quiulal em abulu. chao foreiro, em muilo mao
e*iado, avaliada em 8I>000 rs.
Outra casa lerrea sita na mesma ra n. 21, leudo
22 palmo* e 5 pollegada* de largura, e 18 dilos e 4
pollegadas de comprimenlo, 2 quartos, 2 salas, cozi-
nba iieiiirn, quiulal em aberlo, e com 2 portas de
rrenle avahada em HI50O0, perlencente a Miguel
LoureiiCgO Lopes.
L'ma casa lerrea de laipa na ra do Quiabo n. (i
uos Arogadus, cum pulla ejanella, leudo 18 palmos
de largura, e .'t dilos e 5 pullegadas de comprimeu-
ln. com salas, I quarlo, coziuha dentro, quintal em
aberlo, chao foreiro, avaliada em 5050(10, perleucen-
le 11 Josepha Thereza.
Urna casa meia agua na ra de S. Miguel n. 85, de
pedra e cal, lendo 8 palmos de largara e 20 de com-
primenlo e lendo somenle urna porta de fieute ava-
hada e.n iOjOUO rs., perlenceule ao* herdeiros de
Joaquim Caelanoda Luz.
I.na casa terrea de taipa nos Afondas na roa dus
locos n. 8, lendo >> palmos de frenle e 100 de fun-
do, cozinha dentro, quintal em aberlo, avallada em
oOfOOO rs., pertencenle a Joaniia MaiiadosPra-
zeres.
I ma casa lerrea de pedra e cal ni ruado Moloco-
loinbd nos Afogados n. 69, rom 20 palmos de Irenle
J tde ru,l 185)000, perleucenle aos hofpaoa de Joio Lopes de
Sonza.
Lua casa lerrea nos Afogados na ra de S. Mi-
gad n. (6, lendo 15 palmus de frenle e 55 de fundo,
cozinha dentro, quintal em aberlo e cacimba, ava-
hada em 100*060 rs- perlenceule a Mana Rosa de
Jes ns.
Lma terrea arruinada na ra do Molocolombn.
38 de pedra e cal, com 26 palmo* de rrenle e 0 de
tundo, 2 quarlos, euzmha dentro, quintal e sem co-
Derta, por OOOOOO, peilenceule a Joan da Cruz.
Lma casa lerrea em mo estado, de laipa, na roa
do Uui.ho, n,,a Afogados n. 1, com porla e jauella,
tendo, 18 p-lmos de frente e :f ditos e 5 pollegadas
de comprimenlo, 2 salas, I quarlo, cozinha denlro e
quintil em aberlo, chao foreiro, avahado em 505 rs.
perlenceule a Manoel do Espmlo Sanio.
Lma ra-a lerrea na freguezia dos Afogados, na
ra de Molocolomb n. 56, leudo. 17 palmos de freu-
le e Ib de rumio, cozinha denlro, quintal em aberlo,
lendo ao lado do sul da parle do 011,1.1 caido, avaha-
da em 804000 rs. perlencente a llosa Mara de Jess
Nascunenlo.
Lma casa lerrea de taipa na ra do Huiabn n. 2(>,
cuiu porla ejanella. 2 quarlo*, 3 salas, osinha fora,
pequeo quintal, com 21 palmos de largura a 7
pulegadas, e 70 de fondo, avahada em SOQti per-
leacente a Joaquim Antonio Vieira por Loiz Pla-
cido.
Lma casa lerrea de laipa na ra do* Pocos n. 10,
de porla e janella, com 1:1 palmos de frenle e 20 de
cumprimento, 2 salas, I quaito, quintal em aherlo,
elio* foreiro- em mao estado, avahada em 20J,per-
tencenle a Kosa Mara da On- eico.
Lma raa lerrea em caivjo, com porla ejanella,
lo acabada, lendu o 11. ti, na ra do (ioiaho nos
A rogados, lendo :1o palmos e 80 d comprimenlo
>"Jl de pert,a e *'' *m e,,ad. avahado em
-.105, perlencente a Josepha Amara de Jess.
I ma casa terrea na ra Imperial n. 200, tendo 18
palmos da frenle e 15 de fuudos, cosinha denlro,
qoinlal em aberlo, avahado em 2005, pertencenle a
vioya de Euzebin Lopes.
Lma casa lerrea na ra Imperial n. 219, 2 por-
la*, 2 salas, eoainha denlro, t quarlo. qoinlal em
aherlo, com 15 palmos de largura e 38 e 2 polea-
das de comprimenlo, avaliada em 509, pertencenle
a Julia Marque* de Colouha.
I ma casa lerrea ua roa Imperial u. 208, a qual
lem 12 1|2 palmos de frenle e 17 de fundo, cusinha
fora, quiulal em aberlo, em mo estado, avahada
em 605, pertencenle a Manoel Alves do* Saolus Ju-
lio.
Lma pequea casa terrea do-pedra e cal uo qalr-
ro do Hecil na run do Pil.r 11. 30, com 20 palmos
de rrenle e 3 de fundos, cosinha denlro e pequenu
quintal murado, avahado em 1005, perleucenle a
Jos da Costa
A renda annual da casa lerrea na roa de Sania Ri-
ta u. 107 por 2->, perlencente a Joao Ihomaz Pe-
reira.
A parle do sobrado de nm andar na Cidade de
Oliuda na ra dos (lualro Caoln 11. 16, com 25 pal-
mos de rrenle e 76 de fundo, cosinha fora, quintal
murado, avahado .em 955709, perleucenle a Joa-
quim (jonr,alves Bastos.
Lm silio de Ierras no lugar do Arraial, com casa
de vivenda, leudo urna porta e 2 janella* de fenle.
.> dilas no. IIOM, com 42 palmo* de largura e 107
de fundos. 2s-,las, I gsbioete, i quartos, cozinba fo-
ra, arvoredos de tracto*, em mao estado, avahada
em 2:000-5, perleucenle a Manoel 1'erreiia Chaves.
Lmas i-.li.i.i. de pinho de armadlo por 25.
Un balcio da mesma madeira por I5.
Lm caixao para amoslras de venda por 2?
Um balco com pesos de i libras 1|2 ale meia
quarla por .15, 8 medidas de tullas por 610, 2 aarra-
fes vanos pur 1^, | eadeira* americanas por 138.1O,
I mesa de pinha sem gaveta por 100, 50 garrafa-
pelas vazias por i-, so botijas vazias por I56OO, j
barris vazios por is, barricas sem fundo por 640,
avahado ludo por 20-OHO, perlenceule a Ijreeorio
da Coala Monleiru. .
Lina casa lerrea na ra do Qailbe nos Afogados
n. 62, jle taipa com porla ejanella, lendo 18 pal-
mo- e" polegadas de largura e 5 dilos decnuipri-
niento, 2 loarlos, 2 salas, cotinha denlro, qoiuM
em abarla, ente roreiro. em m:io estado, avaliada
em 709, pertencenle a Jos Menpes.
A renda annual da casa lerrea de pedra e cal na
ra da Paz nos Afo I quarlo, cozinha denlro, quintal em iberio e chao
hireiro, leudo 58 palmos de comprimenlo e 21 de
largura, avaliada em 125, perlencente a Nicolao
Antouio.
A armac.lo 4a luja de sapateiro da ra Direila n.
100, a qual lem caiillho* com vidros, avaliada por
109, perlenceule a JoSotiume* Pereira.
Os preleuleules cunp.recan no dia 10 do crren-
te na sala das audiencias as 10 horas da manha.
No dia 20 do correnle pelas 10 horas do dia na
sala das audiencias, peranle o.Evm. Sr, Dr. juiz do
commercio, lem de ser arrematados os bens penbo-
rado* a Joaquim Pinheiro Jacome e sua mulher, por
execufao de Thomat de Aquioo Fonseca & Kilho,
CUJ09 hens cunslam do escripto edital que se acha em
mo do porteiro do juizo desde o dia I do correnle.
Fugio no dia 2 do prsenle mez de volla do
Recife, o escravo Agoslinho.com os signaes segua-
les : cabra,um pouco alto, secco, pernas cambetas
e falla bastante descansado, foi encontrado de an-
cas em um borro, que era governado por um ne-
gro, cuja carga era de ancoras: rogo a qualquer
qne o appreheoder, leve-oao abaixo assignado no
engenho Serrara que lera a -raiilicaro de 100>3.
Filippe de Souza Leo.
Quem precisar de urna pessoa com as lia I i-
| lilacoes necessaras para qualquer escripturacao, ou
: mesmo para caixeiro de luja, cobranca ele. ; dirija-
|se a ra Velha, casa onde reside o Sr. rapilo Wa-
i noel de Campos I.eile Penleado, que ah achara o
pretndeme, e nie-mo possoas idneas que afiancem
i sua conducta.
Lotera do IU
de Janeiro.
Acham-Se venda, nn prnra da Inde-
tendencia n. iO, os dovos liilhetcs da
Oteria 1 da cmara municipal de Pa-
ratv, ue devia correr de 20 do panado
ao 1 do andante ; as listas esperamos pe-
los vapores Sardo ou portuguez I). PE-
DRO II : os premios serao inmediata-
mente pagos em a mesma loja cima,
de confoimidade com os nossos annun-
cios, logo que estejamos de posse das
mesmas listas.
Kojja-se ao lllm. Sr. redactor da
PAGINA AVULSA, (pie se digne decla-
rar seo annuncio publicado no DIAlilO
de > do corrente. se entende com o
abaixo assignado, que lie caixeiro de ar-
mazem de cornos, e se for, publ{ue por
esta mesma f'olba, para ser respondido
cathegoricamente. .Manoel Goncalves
Telles.
No dia 28 de outubro prximo passado,
auscniou-se de casa do seu senhor, a escrava Geno-
veva crioula, idade de 30 annos.boa figura e enchu-
t do peno ; tem as cosas da mo esquerda urnas
pintas parecendo foveira, e urna cicatriz no dedo
polegar da mesma, ella tem por costume trocar o
noinc, ltimamente foi pegada em Mara Fainha,
para onde se siippoe ler seguido, roga-se ponanto
as autoridades policiaes e capiles de campo a cap-
tura da dila escrava, que na ra de Apollo n. 1 A.
se graiificar_cpm generosidade.
Traspassa-Sl um armazem de assucar com os
seus competentes ^ixoes, balanras. e mais utensis
precisos, o qual pa"a um mdico aluguel : a tralar
oa ra do Collegio o. 21 segundo andar.
Fiva o pagde!
Ouem no Puro da Panella,
A somhra de urna man^oeira.
Nao trucar bolsa e tu lo
Por urna boa sorveleira ?
O Soares, que disto sabe,
Domingo, que bom marao!
Vai guerrear com sorvele
O* patuscos do sa^ao.
Bit, rapazes,
Vaino* ao Poco
Tonur aorveles:
l.evem carneo.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, com
pralica ou sem ella, de 12 a 1.1 annos : na ra do
Pilar n. 00, em lora de Poila*.'
Precisa-se fallar com um mojo lilhu de Lisboa,
de nome Jos dos Santos Kosas, que em ISIS se re-
irou dtsl.i Praga para a villa de Pao-d'Alhu, e islo a
bem do- seus inleresses ; e para etclarecunenlo pru-
cur, ua ra dn Cadeia Velha n. 1, segundo andar.
Os adminislradure* da massa fallida de Manoel
Uonc.alves de Aletada Kamo*, viaam aoa credures
do mesmo, para Desle N da* apresenlarem seus cr-
ditos na ra da Senuii Aova n. i, .lim de serem ve-
r.hcados e qualilicados.
Mara Anuncia da ConceicAo vai ao Kio de
Janeiro, e dena por seu procura .or o Sr. Jos Ma-
na, caixeiro du Sr. Jl. da Silva Santo*.
Alerta rapazes.
Bila aberlo u holequim da estrella, no Poro da
lauella, ra da Saude, licaudo no finido da iffreja,
onie a bella rapazrada encoolrara sempre bous pe-
liscos ; e nos dontingote dias sanios mo de vacca, e
Indos os din a nolle srvele, boa cerveja, bom vinho
do Porlo e bom efe, ludu islo mai* liaralo do que
em outra qualquer parle, e cum aceio.
Francisco Antonio Pontual e sua mulher ven-
dem a parle que lem as Ierras e engenho* da casa
de Irexeires da Ireauezia da E der dinja-se a ra da luna u. 7, ou uu engenho Pre-
ferencia da dila freguezia.
Precisa-se de urna ama de boa conduela, que
enleiida de cozinha, para casa de pouca familia : na
ra de Apollo u. 19, lerceiro andar.
Alusa-se um excellenle sitio, grande, e casa
com Grandes cnminodos, na traversa dos Allliclos
coulroule au da Sra. U. Marcelina : a Iralar na
mesma.
p~ Lu/- ** VTIella, purlnguez, relira-se pera
UaiilaJU50 C*t A>re' saca sobre a PW d
Ka ra Ja L'nio, lerceira casa do lado direilo,
ua-.e pequeas quanlias a premio mdico.
Precisa-se de um menino de ti a lli armo* de
idade, para caixeiro de taberna : ua ra da Coucur-
dia n. .'ii.
O bacharel Cypriano Feoelon (iuedes Alcofo-
rauu de volla de sua viagem cunlimia a residir na
c V 'egu" l0 ""lar' onde P"J sr Pro-
curado das 10 hora da manha as:{ da l.rde de lo-
dos os das ule.s.quer para o exerciciode sua prulis-
sAodeadvugado, quer como procurador publico da
hesouraria provincial.
I O tenenle-corunel Joiio Valleutim Vilella pre-
| vine ao* senhores logula*, donos de tabernas, e
{ qualquer oulro eilabelecimmlo, que nao se respon-
i laDHisa por cousa akuin.i que em sen nome for pe-
oido, por -sso que a uiuijuem aolorisno temeibaule
procedunento.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
todo servico de urna casa de pouca familia : na roa
Bella ii. 83.
Precisa-se de urna ama de leile para criar urna
menina, ou urna ama para andar com um meniuo :
ua ra Direiu, *euundu andar n. 8b.
.T tiA,raa D're,la '" Primeiro andar, precisa-
-e ue uua* pessoas, sendo um menino para ser em-
preado de cancro em urna loja de fazandas na Pa-
rahiba, e oulro fara criado.
Aviso aos senliores ro-
prietarios
Ka ra da Concordiu junio ao armazem do Sr.
.Manoel rirmino Ferreira exisle um novo eslabeled-
nieni de muer aes da melhore quididades, e que
ae ve.idem pur rnetMM preCo do que em unir, qual-
quer parle ; assim lambem llOgam-M carroca*.
Precisa-se de um homem p.ra o servico de pa-
dilla : no paleo do lerfo n. id.
Precisa-*e no euzenho llom Jess do Cabo de
um trillador de alambique de Derosne, preferindo-
e solleiro : quem se julgar com esla habiiilacao,
dinja-se ao su,o do huado commeudador l.qiz li-
me* Ferreira, no Monden, ou no Recie. ra da
Ferrar!,* '"' C"m '''Z de **"" 0omes
I'recisa-e de I ou 2 amassadorea de proliiiao :
na padaria da roo lanuda Rotarla n. IK. junio ao
qoariel, e compra-se um eanoeiro anda que seja de
meia idade. pardo ou prelo, uio lendo mi leslia en-
coutria. ,\a aie:*>a *e precisa de 1 srvenle, lorrns
on captivos com o jornal de 800 rs. para servico de
alicerces na ra da Concordia.
Lotera da pro-
vincia.
(Jorre quinta feira If do
corrale.
Biliieles 7.SO0O recebe 6:000.s000
Meios SjjSOO ., o:()00.s000
Quarlos l.sSOO l:5O0yOOO
ICin porrao do 100^ p;i
ra cima :
Bilhctcs (i.s'JO recebe :000s000
Meios 5|525 .i j:000$000
Ouarlos I.S'700 l:500|000
/*. el. L'iyme.
Alurjj-se um grande sali para qual-
quer estal>elecimento em ponto pande :
a tratar no arma/.em de assucar no caes
de Apollo, junto a ponte do Recife.
Lithograpliia.
A ollicina lilhograpbiea que exista no cac5 de
- Apollo, casa de viuva Lasierre. ach.-se Iransfe-ida
na ra da Cruz u. 85, aonde seu dono esla prnmpto
para execular lodos 01 Irabalhos cunceriienle* a sua
arle, como laclaras, conlas, lellra* de cambio e da
ierra, conhecimenlo, reoislros, bilheles de \isiia,
diquelas, e qualquer mpressilo donrada, praleada e
de cor.
Atuga-se um escravo possante para lode servi-
co, oa mesmo um lioiiiem litro : na ru.i eslreita do
.Ko'arin n. 1(1, tesondo andar.
Precisa-se de um diado ; a Iralar oa ra For
j mosa, lerceira rasa a direila jnnlo ao lampeao.
Precsa-se de um criado para rocheiro : a tra-
I lar no paleo do Carmo o. 1.
PROVINCIA,
U Sr. thesoureiro da;
loteras manda fazer pu-
blico, que estilo ex postoa
a venda, na tbesouraria
das loteras, na ra da
Aurora n. !!(>, primeiro
andar, os bilhetes, meios
e quartos, da segunda par-
le da segunda lotera a be-,
neficio d ) convento de N.
8enhora do Carato, cujas
rodas audaiii no da il de
dezembro. O mesmo r
thesoureiro manda decla-
rar (ue existe una comple-
ta iiiimeracao de bilhetes.
donde se pode melllor es-
col her a sorte, e espera a
concurrencia dos his. ju-
gadores, para animarem
as loteras da provincia,
visto que as ultimas teem
sido sempre extrahid s li-
en ndo grande poica > de
bilhetes por vender.
Tbesouraria das loteras
29 de novembro de 1856.
Jos .anuario Alves la
Maia, escrivao das lote-
ras.
Precisa-se do um forneirn, oa padaria de Pau-
lo Jos (Jomo* & Irmo : na roa da S;nala Velha
a. !)8.
tslando impressos os recibos para a coliran-
ea da subscripjo do volume das minhas poesas,
que ser publicado em marco do anno vindouro, se
me faz preciso declarar para esclarecmenlo dos
meus preslimosos amigos, que generosamente se
prestarem ao pedido que Ibes tiz ha pouco oeste
uDiano., de adianlar-mea diminuta quantia que
subscreveram ; e ron a ser : que o abono do pape|
feito pelo coronel Menezes nao be sulticiente, para
que possa leceber as 100 resmas de papel, que lia
de chegar em fevereiro do referido anno de 1837,
por quanto diz a sobredita caria de abono, que no
caso de eu nao salisfazer immediaiametilea quantia
constante da faciura, o socio e gereule da casa N.
0. Bieber e C. lhe participe, para mandar salis-
fazer o *eu impone, e elle receber o papel encom-
mendado, donde se v claramente, que s satisfazen-
do toda a importancia das referidas 100 resmas de
papel, poderei conseguir a imptessao do volume
das poesas annunciadas.
Ora, quem al o presente lendo estabelecido urna
typographia com tres prelos.na ra do Pas5eio Pu-
blico n. 19, ecomprado muilas fonics de typos no-
vos ; ty| os que podem compor 20 peridicos e di-
vergas obras avulsas.nao lem podido al boje colher
bom exiio, como poder imprimir 20000 exem-
plares de um pequeo volume de poesas, sem ob-
ler de seus amigos o adianlamento dessa diminua
quantia Os assignantes hoja j excedem de 1500
a vista de enthusiasmo e dedicaro que se leem ma-
nifestado na briosa academia, no eoUegto dos artes,
eem alguns negociantes desla praca. Na cidale de
Macei j voluntariamente subscreveram rento e
tamos, e boje com a ulliraa publicacao da canco
denominada O juramento teem surgido como
por encamo, novos apologistas, que me do os p-
ranos pelo bom resultado desta minha empreza.
Agora lembro de passagem, porque molivo as
E.xms. Sras., que conslituem as grarjas do dia e as
delicias da noite, nao se prestam a subscrever para
a publicacao de urna obra, qne tanto exalta suas
sublimes virludes e forniosura ? Nao sao os elos
da cadeia do mais aprehensivo e melindroso sexo,
que faz a gloria, delicias e doce ornamento do ho-
mem ? 0 homem nao nasce de seu ventre, para se
suspender de seu seio? Sua bocea deliciosa nao pro
fere palavras mgicas, que adormecem todas is d-
rese geram lodosos prazeres V A natureza do ho-
mem nao he o retlexo da historia de tao bello, de-
voto e sensivel sexo'.' Deve-se por conseguinie a-
doplar a estpida doutrina, de que s interceptan-
do-se as Sras. a propria luz, se consigueria evitar o
seu deslumbramento fechando as janellas das casas,
onde devem viver e raorrer ? I As senhoras, diz a
condessa deRemusat, nao temsenao aclividade in-
terna : sna liberdadehe mais paciGca.que a dos ho-
mens. ellas s teem por inimigo o seu proprio co-
racao.
Em verdade, sempre para as grandes emprezas
reclamaram-se os maioresesfoixjos: os protectores
das obras litierarias em lodos os lempos se denomi-
naram egides dos fructos da inlelligencia ; convem
portento, que todos em geral, subscrevam, para a
publicacao de urna obra, qne lano electriza os co-
races sensiveis. As bellas) Pernambucanas devem
de imitaros exemplos das aHeciuosas eillustradas
bahianase lluminenses.O bacharel formado,Joo
de Barros Falco de Albuquerque Maranhao.
Segunda-feira I do corrente desappareeeu um
mulalinlio qoe eslava em casa do abaixo assianado,
pertencenle ao Sr. Ildefooso Manoel (Juedea do-
sanios do engenho San Matheu*. cuio mulatinho
andava aprendeudo o ollicio de alfaiale na ra No-
va, loja do Sr. Joao Evanaelisla. o qual cbama-se
Marcelino, idade de lia t( annos pouco mai* ou
menos, lem baslanles marcas de betuna peto roslo,
lavou cahja de alaodao riscado, camisa branca e cha-
peo velho de palhinha amarella e anda descalco:
perianto roua-se a qualquer. pessoa que delle souher
paitecipe ao abaixo assignado no pateo d Carmo ta-
berna n. I, ou no referido eugeuho, que sera' geue-
rosamenle recompensado.
Joaquim Manoel Ferreira da Souza.
O abaixo assignado faz publico que no dia I
do crrenle mez, veio ter em sua casa um muleque
lili,o de orna escrava do mesmo abaixo assignado de
nome Amonio, dizendo qoe quera licar romsua mai,
no mesmo dia o abaixoas.iguailo prueurou fallar com
pesioa da familia a quem perlence dito moleque,
mas nao sendo possivel encontrar por eslar fora ties-
ta praca, reeonimeiidou a pessoa habilitada a parli-
cipar-lbe, e no dia > vein em miuha casa um dosse-
nlinre do dito moleque para Iralar da venda do dilo
moleque. e como at boje nao Toilette, o aballe as-
signado faz publico para que em lempo aluom nao
appareijam duvida', mo se responsalnlisa por fuga
ou morle du dito moleque.
Kecife i de dezemiro de ISti.
Francisco Al\e* Monleiro Jouior.
Hospital Todos
os Santos,
(k veneravel Ordem er-
ceira de San-Fiancisr;o.
Para o mesmo hospital precia-ce de
umenfeimciioe urna enfermeira, aquel'
les que pretenderemolugar, cujo ordenado
he deIJ0.S00(1 para ambos e mesa, diri-
jam-se ao irinoministro l'elix Francisco
dcSou/a Magalhaes, morador no* largo
doCarmon. Ki, assim como precisa-sede
Um servente para o mesmo hospital.
Permuia-se por urna escrava que saiba cozi-
nbar o diario de urna casa e engommar,ainda vol-
lando-se oque for de razo, um asento de nacao
angico de meia idade bastante forte < talo, apto
para tertieoe groviros, garanlindo-re o aluguel de
IfcWOOO mensaes'pelos sei vicos do mesmo : a ira-
lar aa na de Apollo armazem n. 13.
ffolhiiibas
PARA 1857.
Arham-se a' venda as bem conhecidas
follimhas, impressas nesta typographia,
das seguintes qnalidades :
FOLH1NHA RELIGIOSA, contendo alem
dos meses, a bibliotbeca do christao
brasileiro, que se compoe de ora-
Cfips quotidianas, methodo de assistir a
inissa e conlisso; cnticos, psalmos,
li\mnos, ollicio de Nossa Senhora da
Conceirao e muitas outras oracOes de
grande ment, prero...... 320
DITA HE VARIEDADES, a qual alem dos
mezes, contir artigos de agricultura,
noedes de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de impostas, c regulamen-
lo de aleriro, etc., etc., prero. 320
DITA SIMPLES, contendo alera'dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostas geraes, provinciaese
muoicipaes, preco........ 240
DITA DE PORTA, a qual alm dos me-
zes tem explicacoes das indulgencias e
excommunhoes, etc., preco. 160
DITA ECLESISTICA (ou de padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regras
da greja, e leis conhecidas a res-
peito, preco.......... iOO
Todas estas blhinhas sao impressas em
bom papel e e\cellente typo. e vendem-
se em porrao earetalho: na livraria da
praca da Independencia ns. 6 e 8.
LM VOTO UE GfcATIDO.
Ueseugaoado dos aoccorroa incilicu, volado ao
desprezo dos liomens. e enlregoe nicamente a von-
tade de Dfo, meachava eu carpindo o mal da roor-
plira com lodos os seus horrores Porcm urna mao
brm faeja, um corado caridoso e nimiamente afla-
vel veio em meu soccorro, c como que mandado pe-
lo Ailissimo, salvou-me dessa tri*te e peuivel silua-
ca curando-me radicalmente. Eae homem que
cliamire um anjo, he o Sr. Manoel Borges de Men-
jloneii, a quem devo, abaixu de Dos, u meu reala-
helecnnanlo ; e como nao I lie possa pagar por oulra
turma, ltenla a minha falla de meio, rerorro K>
prelo, para por meio desie annoncio mauifestar-llie
a minha gralidao, e recommcnda-lo a lodos quanlos
',?,-."' n"SIU0 '"al- Kecif M de novembro de
ISob.Manoel de Barros Pelett de Ltcerda.
. ~ Keeebe-se dinheiro para ser mandado dar ua
cidade do Porlo por lellras pasas ii vista ou a prazo,
em prala oo ouro: na ra do Trapiche n. W, escrip-
lorio de Thomaz de I ai,,,. ^/)
$$ O Dr. Ribeiro participa ao pu- _
p b'ico que chegou do Cara', e con- S
@ tinua a residir na me/ma casa, ra ^
ftda Cruz n. I segundo andar.
Preefta-M de ama ama para cas de pouca Ta-
nilia, cumpotla de duas pessoas : na ra das Cru-
zes case Isrrea u. 1:1.
DAGUERREQTYPO,
SVSTEMA NORTE-AMERICANO,
Aterro da Boa-Vista n. \, terceiro anda.
O artista proprietario desle eslabelecimenlo. Irndo
ebegaaa nonleni no vapor Igoarasso'u, desde hoie
I de dezrmbro, pde de novo a sua galera e ofli-
nna a disposicao do publico, os melhores proresso<
desruberlo.- e pratic-ilos pelos norte-americauus nio
empresadus pelo artista, o que assegura a pessoa que
sa retraa mu pouco mcommodo, r um reirato pr-
frilo e nialleravel. >a mesma casa elisia o mais
complelu e variado sorlimeulo de caias. quadros,
passe-par-touse joias de ouro para a collucarao dus
retratos.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOVVAV.
libares de individuos de todas as oaeOes
5?r.? mfmUn?"r VrlUdCS deste re'-
do incomparavel, e piovar em caso necesa-
rio qUe, pelo uso quodelle zeram, tem seu
corpo e membros inteiramente saos, depo.s
ffmV.Cr e,"pi;esad0 '"til-nenie outros tra-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conren-
ccr dessas curas maravilhosas pela ieilura
dos peridicos que 11,'as reiatam todos s
das ta mullos annos; ea maior parle dl-
as sao Uo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran, com este soberano remedio o uso
Ue seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onda
uevlamsortrer a amputarlo! Dolas ha mui-
las, que havendo deixado esses asylos de pa-
aecimento, para se uo submetlerem a essa
operagao dolorosa, foram curadas compleu-
menie, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na etasao
de seu reconhecimento, declarara esles re-
sultados benelicos dame do lord correge-
dor, e oulros magistrados, alim de mais au-
Ic.'iticarem sua airmaliva.
Niogaem desesperara do estado de sua
aaue e tivesse bstanle conanga para en-
saiar esle remedio conslantemente, segiuu-
do algum lempo o tratamento que necessi-
lasse a natureza do mal, cujo resultado seria
piovar ineontestavelmente : 0_ue ludo cura!
OiUiKjuentu he ulil, masparticutarmenle
nos seguintet caeos.
Iiiflaumacao da nia-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Uores de ca beca.
das costas.
dos membros.
Enl'ermidades da cu-
tis em geral.
Enfermtdades doanus
Erupges escorbticas
l'islula* no abdomen.
Frialdadc ou talla de
calor as extremi-
dades.
Fruirs,
Cengivas escaldadas.
Inchaces.
triz.
Lepra.
Males das pernas.
los peitos.
de ollios.
Mordeduras de repti.-.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Uueimadelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
Tinba, cm qualquer
parte que seja.
Tremor uu nei-vos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculaces.
iiiiiammacodoligado Veas torcidas ou no-
da bexiga. dadas as pernas.
>endc-se este ungenta noestabelecimen-
togeral de Londres ;n. 24+, obtrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
iras pessoas encarregadas de sua venda cm
loda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 8Urs. cada bocelinha,conten
urna instrucco eu> portuguez para explicar
o modo de fsier uso deste ungenta.
O deposito geral he em casa do Sr. Souiii,
pbarmaceulico, na ra da Cruz a. 23, em
Pcrnambuco.
XAROPE
DO
Foi transferido o deposito deste iarope paia a lio
tica de Jos da Cruz Sanios, na ra Nova u. 58*
Barraras 5J00, e mcias 3SO00, sendo falso led
aquelle que nao for vendido nesle deposito,pal
que se faz o presente aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIRLICO.
Pira curatle pli!\Mfi cm lodotosietitidiflert*ii
te*ar08. quer molvada por coii^ii|irocs, to*sr
dsiiioia, picaril.escarian dcsaocaC ddr ir i .
lados c peito, palpitando no corarao, coquelurlip
broncliilo, dorna caruanla, e lodat akmolentia
dn>'>r^iii> pulmonares.
NavliiMs i contento.
Conlinua-se a vender a ;00O o parjprcro fixo' ji bem i.inhecidaMi.iMilliii' ile harba.fpil,.- | e|i, |,,._
hil fabriraule que batido premiadoeiu diversates-
puairoes :vandem-se rom (CeodieAo de nao agra-
dando poder o comprador devolve-la* al 30 diaa
denois da rompra .resliluindo-sea imonrlanria: em
casa de AoKualoC.de Abren, na ro da Cadeia do
Recife o. 36.
|
ILEGIVEL
.
*


OIMlO |E PfBUIBICI TZMC* FE KA 9 ut DiZEM M H 1856
DEPOSITO DE L1YROS BOTICAS HOMEjPATICS
LTl
IX)
Bp*
'a &4 &(^;)
O Dr.p. A. Lobo]Mostoso, leudo de fazer urna viagem deixa a sua botica sol) a
lirecca"o do pessoa habilitada e do inteira probidad, e um deposito na loja de livros do Sr.
ManoeilISogucira ileSouza na ruado Crespo, sobrado novo do Sr. MagalhScs Bastos.
PIIECOS 1'IXOS.
Botica deis tobos grandes. 10/000
Dita do 24 u u ... 15ooo
Dita de 36 ,. ... usooo
Dita do 48 ii > ... 253000
Dita de 60 B > ... 3OMO0
Manual de medicina homeopathica do l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ jii-ihio
Medicina domestica doDr. Henry......... 10*000
Trataniento do cholera uiorbus.......... 2/00
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6|000
i
--'
I
i l'Kllll \s PHKCIOSAS-
S a
\ilcrerns de brillianlcs, *
diamante* a parolas, pul- E
* i eir.i-, allineles, brinco, *
* e rozetai, bote, e anoeis '*
t de diflereotes gastos ede ?
diversa pedral de valor, h
i
9 Compram, vendm om *
4i trotara prala, ouro, bri- *
i Ihanles.diamanlesepero-
B la, e nutras quaequer 9
S uu por obras. S
! IIUIIIIHIJLII *%*<
MU a
I
OIIHO E PRATA-
."". u'JSfau Ci'ts 'ln ','""",s 'I-,'' ,"?" e!l!"v, I Em cas< de Saunders Broihers & C nraca
creoula do boa ligura, com boA, habilidades, lie cu- r a "'"" a ^., praca
zioheira, etigommadeira, ooiloreira. ludo islo cora 'd0 LorP San'0u- *i Pa vender o S8;uinte:
peifeioSu ; un uicsmo armaten) vendem-se saccas >ic Ferro inglez.

Ricos chales de touquim da India a
Dilosde merino bordados de velludo a
Ditos de ditos bordados em 2 ponas a
Ditos de dito bordados em 1 ponta a
Ditos de dito com lisia de seda a
Ditos de dito com franja de seda a
Ditos de dilo com franja de la
Romeiras de retroz malisadas a
e enfeiles para relogio, e *
ron;
' d*!". salva,, castiraes, B e0vado a
11' M I (' (' l ll 'i'tislli Iiii. *" colhereadesopaedech, ,. .-,....
MU I lio ^IIMO, lll | emailosou|ru, objeclo; Duqueza de.seda del.ndogoslo o cova-
!o . do.
v umiii" vuiiviv uuivviu
M de prala. +
> w ? ?. 88 .*' ? m : : :?: 9sh
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o eommodo como costuniam.
Alusa-se alnja da casa da roa da Aurora n. 5*:
onde lu ol'ii'iii.1 do fallecido marcineiro Itenriqoe s
quera pretender dirija-se ao Sr. Joio l'inlo de l.emo-
Jnior, no seu escriptorio, uu casa de sua morada,
na ra da Aurora.
Companhia
estrada de ferro Peroambucana .
do Recife Sun-Francisco.
(Tcrceira chamada.)
()s directores da coropaohia da estrada de ferro do
Kecife a S. Franciico, tem feilo (erceira chamada
de 2 libras esterlinas, ou lis lTSuT sobre cada ac-
-.ao na dita companhia, a quat deve ser paga alo o
dta 8 de Janeiro de 1857, na Baha, cm casa dos
Sea. S. avanporl j C, na corte, era casa dos
Sr. Mana Me. liregor & C, e em Pernambiicu, no
eacripluno da companhia. O accionista que nao
retinar o pagamento dentro do lermo indicado, pu-
dera' perder ludo direilo as acroes sobre as qnaes o
dilo pagamento nAo s tiver eilectoado, t em lodo
caso lera' de pagar juros na razo de 5 por cento ao
anuo, de oan receber joro* ou divi-leudo da com-
uauhia, pelo lempo qoe decorrer eutre o da indi-
ado para o pagamento e a sua rt'ali-;n;,io. enlium
aulo de translerencia pode ser registrado depois do
da 8 do correnle, ante do pagamento da chamada.
Por urdem dos directores.
-V. /'. / ereler,
Theoureiro.
Recite -i de dezeinhro de 1856.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelacida cm Londres, em marco de 1S24.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C-, lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
ea quem mais coovier que esto plenamente au-l
.orisados pela dita companhia para effectuar segu- i
ros sobre edificios de lijlo c pedra, coberios de!
wha e igualmente sobre os objeclos queconliverem
m msalos ediflcios quer consisia em mohilia ou j
em fazeodas de quahjuer qualidade.
- ,,- M -;.,-.. MIITIIUI. '1,1
*?*<>*>:>*>:9 calves Pereira Lima, vend-sca dinheiroa vista, sera
OssenhnresquetDb)creveram novas acces desla
companhia, silo convidados a eulrarcom priineif"
prestarlo de 30 por cenlo, no prazo deSOdiaa: no
escripiono do Sr. Anlonio Marques de Amorim. roa
fia Cruz. Bacila IN de outubro de ISti.Manoel
Alvestiuerra, secrelirio interino.
Precis.i-se para o serviro interno e externo da
urna casa eslrangeira, de um prelo: a qoem Ihe con-
vier dirlja-sc a ra da Cruz n. (.
Precisa-se de um bom criado e pga-se bem
agradando o tarrifa e coinporlainenlo ; a tratar no
campo do Hospicio junio ao quarlel casa do desem-
bargador Hendes da Cuuha.
Deposito
Continua o deposito do becro do (ionralvts, arma
i n. \, i estar supprjdo de sabAo superior, da
J. JANE, DENTISTA.
% contina a residir na ra Nova u 19, primei-
% ro andar. m
** <, *
Ensina-su a pilolagem theorica, pralica, e
- iir ji niaihematiro. e fraucez, comas para o com-
mareiu; a tratar na rus do Roaba n. 7.
Fabrica de fiar e
tecer algodao.
descont, pelos procos abaiu .u -i.,ra.ios .
Amarello 1.a qualidade 100 rs. a .
Cinzento 70 rs. a e.
Mu e eii
de (uadros a 640 o co-
vadi.
Vendtmse na ruado (Jueimado u. 21 A, lan de
I daraente~a.'ra7ir,,V,aroh7a7 T.T'ro" laloaa" 2 t?"^ ^ ^V gU'O' Juui' ** Cbe~
i.anho,acomo para homen, e menino" : o. ='Pe V11"" ""0 fraocez ; dao-se as amorras
<* abaixo assignados, com loja de ourives na ra
oo Labuga n. 11, eoufroule ao paleo da matriz e ra
: IJova.razeiii publicu, que ealao recehendo eonlinua
: damente aa nui- novas olir,
isenhoiacomo para homens e meninos : os precos
coulinuam razoaveis, e passam-se cuntas com res-
poniabilidade. especiheando a qualidade do onro de
com penhor.
Veudem-se palitos de panno e de alpaca, pre-
U on IK^.lJiI'T;----" 7 M-"-:o uu ouro ne los de cores, obra bem feila : na ra do Oueima-
porVaVu,^
Precisa-se de uraa ama larra oo captiva para
. lodo o servico de una casa de familia ; na roa No-
va, sobrado u. 2:1, seguudo andar.
Os 45rs. estudandes de
preparatorios.
0 bacharel formado A. R. de Torres Bandcira
k saciedade em eommaudila, Amorim, I aria,
raerra & C".. por deliberadlo lomada por 101 dos
** socios, subscriptores de 3001000 a 5:O0OnO0O de
rus, do* que ellecliiar.ini o pagamenlo da prioieira w uaawauoi luiuiauu A. a. na torres
'"'"Jt"1 <" ''*ido mandar. Europa o seu | professorde lingua franceza no Gymnasio Provin
-ocioUapral. para ir procur.r os nacos, planose iu-1 .|.| j D,mk~> u 1 vjm-omt .
lortnases de6nilivas, e no regresso de.ie. dar come- ,. 0 ""*M0, tem aberlo um curso de rhe-
.o a tdiliracao da fabrica a suas dependencias. i tonca e potica, assim como de lingoa franceza, e
Em viriude do arl. :t'.i dos eslalulos, a sociedade da geographia, e breve dar eomeco a um curso de
JS^^JOTAlJSSSIfLS^^^ ; Phi'^phia. a tambem ao de lingua ingle r os
. ,__ -------- -...... uv,n. 3uu3- unuusupnia, e
cnafaaa, o., aaeraatoria da sociedade, provisoriamen- ; crs .j..
le em casa do Sr. Manoel Alves Guerra, roa do Ira- esludanles que se quizerem matricular em
piche n. U, I. andar, em lermos a augmenlar-se o i flialfluer destes cursos podem procnra-lo desde j
capital social .r de que, a fabrica possa ser feila 'era a casa de sua residencia, na ra Nova
lesdt sua rundacjlo, com maiores proporccs, e cou- I n 23 seuniirln -indar
MBIlMlOllCaaimar maiores lucios; dev.ndo as | fe I 1 p
Precisa-se para o servido nierno do urna ca-1 carrejando agora para o armazem de C
Ricos corles de vestidos de seda lavrada
I0REIRA 1 DDARTE
fin N orniVK
Ra do Cabuga n. 7.
Kecebeni por {o- <
i oulrosmuilosobjeclosde i ri,i.. j___j ,,
dososva.poresdaEu-T0- ,h~ 1 a'd ewn oresma
2 Apparelhos completos, S; vado a
1S OOraS do Oais m deprala, para cha, ba-
- dejas, salvas, castica
3C9000
I80n0
IS3000
93500
69000
1-ouO
i000
9?000
:?
?:
* -
Adereces completos de g Corles de vestidos de seda brancos a 35500O
? ouru. meio-dilos. pu cei- ? fnn- J. J;. i j j ,,
I ras, alliuetes, briucos e S""" de dllos de seda du 7. rozelas.cordoeB, trance- 9 rosdenaple de cores encorpado ocovado a 28800
*: lins. medalhas.correntes i Mauritania de seda com vara de largura
s e enfeiles oara reloeio. e o covado a
lisadas o co-
18280
Urselina de seda com lisias malisadas o
covado a
191300
19100
milito a 39300, aieile de caco ni: caadas a 39200,
dilo de carrapala a 151120.
Venile-se u engolillo Morilicquiiha, Ires legoai
distante desia praca, perleocente nos herdeiros do li-
ua.lo roiiinieiiilailor Joso Paulino de AILuquerquu
Sarmenlo. avahado pelo compleme juizo, 11a quan-
lia de 35:0003000 : quem o prclender dirija-te a
casa do lenle-coronel Itaralt, na roa da'Cadeia
II. 22.
Venda-te um molequecrioulo, deidade Ya-
nos, e urna negriuba de idade 1K annos, com prin-
cipio de varias habilidades ; na ra Oireila 11. 3.
Veudem-se 2 lavatorio!, 1 mesa redonda, I
raesinha de i ps, I cadeira de balanco, 7 cadeirat e
i secretaria, ludo de amarello, e I cuininoila de
inogno, no largo de S. Pedio, quina da toa du l'ogo:
para ver e aju OCE E CAJ' SECO E DE CALDA.
Pia roa da l'lorenlina, delroule da cocheira, ven-
de-se bom doce de cajo' seco muito claro, e lambein
enteilam-se hcelas para eucoinmendas, assun romo
lambem vende-te de calda em barris.
Vende-se urna porco de caixas vasias que to-
1.1111 .ic ceblas, e tem 0 palmos : na ra do Vicario
11. 25, larceiru andar.
Vende-te urna caleche com 2 assenlus para
pessoas, em bom estado de uso, forrada e pintada de
novo, sem arelos; bem como om lindo e rico carro
coupc com lodos os seos perlences, novo, do ultimo
goslo de Pans, por precos uiuilo coramodos: para
examinar, na ra do Sol 11. 1, e para tratar dos ajos-
les, na roa da Cruz 11. 3, cm casa de Amorim Ir-
isaos,
Saccas com fari-
Pixe da Suecia.
Alcairo de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
I Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo entraooado igual ao da Babia.
E uai completo sertimenio de (Exondas propno
para asie mercado ludo por prec.o eommodo.
19000
Fular de seda de quadeos a lisias o covado a 19000
Frandelina de seda de quadros o covado a
Seda esdoceza de cores o covado
Chaly de quadros de todas as cores o eo-
vado a
Laa e seda para veslido cores escuras o
covado a
Cassas urlandys noves padroas a vara .1
Ditas francezas de cores finas a vara a
Mussulinas com llores malisadas o cova-
do a
Chitas Irancezas lines o covado a
Riscado francez com 4 palmos de largura
o covado a
drosdenaples de seda prela encornado o
covado a
Sarja prela verdadeira hespanhola o co-
vado a
Selim prelomaco para collelc o covado a
Dito branco maco para veslido o cova-
do a
Lencos brancos bordados linos a
Corles do cassa de cor de salpicos
Pulceiras de coral de varias cores a
Palitos de panno prelo e de cor linos a
Palitos de alpaca de cor e prela forra-
dos a
Dilosde alpaca prela fina a
Ditos de brim de cor a
Cesemiras de cor linas novos padroas a
Corles decollclesde seda ricos a
Gravaiinhas de seda de cores a
Camisas francezas brancas decora
Peilos'de esgnio finos para camisa a
Colarinhos feilos brancos a
Camisolas, ceroulas, o raeias de laa
Cobertores de algodao grandes para 650 e 19"i00
Sedas de quadros com loque de mofo o
covado a 800
Precisa-se de dua* amas, urna qoe saiha cozi-
uliar e fazer o servico inlerno de casa, e oulr.i para
tratar de um menino : na ra do l.ivratnenlo,
n. 20, segundo andar.
nba
15*000
1O000
000
000
00
500
;',oo
-100
240
-MO0
39000
39200
135500
iS00
29000
10400
209000
83000
49000
33000
5900
415500
19000
29OOO
15280
280
rasa
&QVXpts&.
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ruadas Flores n. 37 I. andar.
Na rua da Cadeia do ecife n. 4,comprain-
se patacoes a 29010 rs.
Compia-se uina negra mora com habilidades,
com lili ao uu -em e!le : na rua do Sebo n. i2.
JBctt&sstf.
gregacao.
Veudem-se na primeira taberna da rua jilas
Cruzea de Sanio Anlonio, os bem conhecidos charu-
tos para quem emende e lem bom gustoKagalias,
varetas da fJbrica de Manoel Balbitio da Costa Bran-
dan, de S. Flix, provincia da Babia : vende-se a
couteulo.
VendeiQsse figos de coin-
madre,
am caixinhas de 8 e 16 libras dos melhores que ha
no mercado, por proco eommodo, e lambem se veu-
dein em libras a 250, e latas de 2 libras de luormela-
da da inelhur qualidade a 15900 cada lata : ua rua
do Vigaiio n. 27, deposito de assucar
500
Vendem-sesaccas com superior larinlia
de mandioca : em a loja n. 2 da Cadeia do Kecile, esquina do Becco-
I.arfjo.
AO MADAMISMO DE BOM COSO.
Vendem-se seda estcelas de quadros, cora qua-
Iro palmos de largura, fazenda muilo superior a
l?800 o envado : na roa da Cadeia do Kecife loja
de .Manoel terrena de Sa, esquina que volla para a
Madre de Ucos.
Vende-se orna escrava rrioula com alguma
habilidades, co/inha o diario e lava ; vende-se mais
em cunta em razSo de achar-se algurna eoaia aduen-
lada : a o alar ua rua da Praia 11. 3.
Vendem-se linguicas do reino muito nov.n "
640 a libra : na rua dos Mari} rios o. 3(i.
Vehde-se a taberna da roa da Roda ti.I : a
ir llar na mesma.
Antonio Jos de Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a I agOOO o bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro, apparcvam em o sen escriptorio, na
rua do Viga rio n. SI, para veras amos-
tras.
Vioho do Porto
Na rua da Madre de heos, loja n. 34, veude-se vi-
udo do Porto de muito boa qualidade, era barris de
5.- e 8.- ; eenaarrafado das melbores e mais acre-
ditadas marcas teguintes :
Duque1815 1 Em caixat de urna e duas
Real1834 \
Duque do l'orlo ) duzias.
Veiidc-secaldc Lisboa ullimamen itchegada.aa-
simcomopolassadaRussiaverdadtira : ua praca
dol.orpoSatilo n.l I.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazem ns. 9e
11, vende-se superior potas* da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
AGENCIA
DafundicoLow-Moor.ruadaSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteestabelecimenioconlina a havar nu com
pleto sortimanto de moendas aieias moendas
para enfienho, machinas de vapor e taixas da
ferro batido e coado deaiodos os lamanhospara
dito. r
L E POTASSV
e-^c polassada Rnssia e americana, abalada
las e de superior qualidade; cal de Lisboa
iova que ha no mercado: nos sensdeposi-
a de Apollo n.l A, e 2B.
>a rua do Vtgaria n. 19, primeiro andar, ven-
de-se Viabo do Porlo d' superior qualidade da bem
conhecida marca UW em pipas, barris e caixas de
orna e ditas duzias de garrafas.
Milita alte
Claudio Dbeui vende plvora,
cada barril de '2."> lib-as.
lofi
-------------- ** miiuira iu vi 1 > i uevriino U9 '
nova'. si2nriluri, serem reHli*fidHs cm a- nresta-'
O..V Il' ol .-I...I. ..I. -
Vendem-se
, sobrado pranclioes tle piiho da Suecia com 18 at
j 2 palmos e polegadas de grossura, des-
jues ja ellocluadas pelos primeirus tocios.
\ primeira preslaco realisada ale boje, lem sido I ,;.,.\ I -------:----------'"l
01 uva) que saiha cozmhar, paga-se generosamenle
- 1----------B----............. n.t.
Je -1 por cenlo do capital subscripto.
I'ernamhuro 12 de novembro de 1856.
.Jmorim, I-artas, (hierra \ C.
M de pequea familia, de urna criada((orr ou cap-
paga-se generosamci
aanexo a fabrica do sa-
Con.pAui.iade seguro con-
raa inorialidnde dos es-
era vos esta be lee ida no
RIO DE JANEIRO
C\PHAL2,O():000.s00.
ye"-.ici /dio. ir ternambuco n. 13 run do Crespo.
I aiar-se-ha sobre valac.ao de l:OU0gOOO e
luiuoo menos em propor(do de oulro valor inclu-
ive o sello da apolice ele.
Dat 17(i..,...
Palia**ka,raaa iO anuos 3li5l00 por anuo.
As loudisues impressaspodero ser procoradas no
escrip'orio da companhia.
Dar-se-ha eoosollas gratis aos escravos seguros das
para 10 horas da manh.la, no escriplorio da com-
panhia.
S Msmtk tmm. j
,'.", iaignoox, de vollt de sua viagem i
... .1 fcoropt, esta morando na rua Nova n.
:h dr,V" *">'1"- u,,,le I'0"''' Pmcora-
:i o a qoalq.ier hora.
* Sr. Joaquim Jostf
i na ru Impetial sobrado
i bao.
I Na roa larga do Rosario, esquina do becco do
Peixe-Frilo, no seguudo andar do sobrado 11. ,
cozoha se para fura com lodo asseio, perfeicao e
proinpiid.10 e lambem se engomma : luoo por prero
mais eommodo do que em oulra qualquer parle.
Alnga-se urna casa grande para passar-se a fe-
a, na Treguezia da Vatzea junio a novoacao : quem
Ihe convier dirija-se ao seguudo andar du sobrado n
1, na roa de Hurlas, que bola o oilao para o paleo
do Carmo, qoe ah te dir' quem aluga.
Precisa-se de urna pessoa para cozinhar e u-
gominarem casa de pouca familia, do leneule-coro-
nel Vilella. Na mesma casa se dita' qoem veude 50
mergnlhos de patreira rauscalel a .500 rs. cada um.
Companhia de
Beberibe.
O escriplurario da Companhia de Be-
beribe Marcolino Jos Pupe, anda con-
tinua a agenciar a venda e compra de
acroes da mesma companliia, mediante a
! um pe(|iieua gratificarlo : podem diri-
jgir-se ao escriptorio da mesma, rua Nova
jn.7, das 8 ai .) da tai de.
Seguros contra
o fogo.
J. Astey & C., no Forte to Mattos : ven-
dem-se em lotes grandes ou pequeos e
por prero muito eommodo.
Vende-se um mualo, moco, de bonita ligo'a na
rua do Crespo, loja da esquina qoe volla para a rua
da Cadeia.
Vende-se orna escrava rrioula de bonita ligura
enra habilidades : ra rua do Aragao n. 5.
tlenco !|
w y. Joaquim Jote Marques, me WljbjT^l^ITWja? aTjj
mor. por detra, da Cindirao do Sr. Slarr Q 0 m ,, hla^tS
ni Santo Amaro,queira mandar ,.i-. vmP'*'* Zl O l
'v,K,;rapl.,a, a ^?fed res- CAPITAL,- 1,2,,0.0_Es,
iH;it>. em I8(i.
ihern. I
-Eslabelecida
H.'it>.
v i, 1 r'ala cllectuar seguros sol)re nronrie-
ao; tKti|,,Wr fa"ar dadeS' adoriasrmobiliaegtLr
o.,otevclo.;l ,^,K""l,a.-'l'emo-'quaStodaa quabda.le. Premio de 3,8
o. texcloj., no pateo do (,,nno. ate 1,2 0,0 ao anno.-Agenles, C. J.
I ela mesa do consulado provincial se faz A$tley i\ C.
|-ublir,que do primeiro de dezembro prximo vin- .. ~ ,,u:l ". IH loja de U. A. Caju'6 C. con-
lnuro sa principia a conlar os ."0 dias uleis para o r'"!'* V,",|'re ler ",n Brande sorlimeuto de obras
.! urbanos ,|5 fregaeuas desta cidade e da dos, >>. eolarir.ho,,chapcos francezes, ditos de -uLde,
Vtogidos, hndos os nu^cs incorrer.io na mulla de "" 0|':,"1"lnho-5ul'nsorics debcrracha.meiaspara '
Na rua do Trapiche n. 54, lia ]J
superior rape Prince/.a do Brasil, ijjj
'3 chegado recentemenle do Rio de j
@ Janeiro, ein qualidade ponen di (- i^
SS l'cre do de Lisboa, ao passo que :%
A custa apenas I,siO a libra; a elle ^;
^ antes que acabe, pois a remessa A
|3 lie pequea. !j
FITAS DE YELDO.
Vendem-se filas de veludo pretas e de co-
res, estreitas e largas, lisas e abertas de mu
to bons gnstos, pelo barato preco de 160
330, WO, 500 e 000 rs., na rua do Qucimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33.
Gnuro de lustre marca de
caste!').
Vendem-se pclles de couro de lustre de
! muito superior qualidade a preco de i? e
I 4#500 : na rua d'i oueimado, na bem conhe-
eda loja de miudezas da boa lama 11. 33.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
construci;ao vertical ecom todos o melhoramenio,
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
V1NHO DO PORTO GEMINO.
\onde-se ptimo vinho do Porlo em barris dt
quartoe oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recite n. 13, escriplorio de Bailar \ Oli-
veira.
\ ende-sc um cabriolel deduas rodas, de meia
palenic, com lodos os arreios necessarios, forrado
.pintado de novo : a tratar na rua Dircila n. 19.
Vende-se um escravo de meia idade, pro-
debi-ln^io-Vr ,'""' "i"""*, fazendjs pata rzer-se i pno para lodo osarvieo : a tratar na rua da Guia
za e b ese,! *",r"""""!'1' '"'" '"'"" pres,e- ** se!?"ndo an,lar-
ta oaaa ootempenho, ara m qoaiquer pettoa ana v. - Preeis..,e iam. a qilantla de reis luOlINloo a V"'r 'i^Jf J"- li,,rt fcl" MBpWa e por pre- ~ Soledade, rua de Joao Fernandes Viel-
r eini.. de um por cen.. n nez, por lempo de 12 c l"a" c",ni"011" cl" qe em oulra qulquer parle. ra> n- vande-se urna linda escrava para lodo o
aaaaaa. byaiottonado-t,. p.r eMrqea a raarada Tratoaata-4* n. h.n.. servico de umacasa.de idade de 20 annos ; a nes-
-as, ca 92, s. < quem R-RM "^ I SS Jf? t."" ^ '^ <** da nS vS a5JZS ""
:: Ofl toles os aw daixaram do papar seas
ios
Chesc-o a' Liberna grande II. 20 ao lado da i-
BTfja da Soledade, um srande sorlimenlo de mollia-
do das melhores qoalidades e por preco eommodo,
por isso convidare a lodos os fresuezes que quize-
rem Iser bem servidos, a dirigir-M a esle eslabe-
lecimenlo para o acredilarem : achario manleica de
ras qo.lidades a 100 r. e l.-|->0 a libra, vinho de
>(iOa lyiOO a garrafa, qoeijos muito novos a 2jj rs.
e 25200, cha hvston e perola^a 25S00 e 39200 a librad
passas, liot, ameixns, amendoas, dore de solaba
marmelada, ludo muilo novo.lincuicas do seriaoedo
reino, ricas caberas de porco para f'eijoada, e muilo
mais seeros de bom soslo.
PIRA LIQUIDACAO.
\ enileni-se na rua do (lueimadu loja u. 17 ao pe
da bolica, chales de touquim da Clima, brancos, bor-
dados em duas pona, pelo barato prec.o de 20? e
2j? r. cada om. oo Balada do Draea porque em-
pre se venderam.
NOVAS ALPACAS DE SEDA ADA-
MASCADAS.
A 720 RES O COVADO! !
Na rua do Queimado loja n. 17 ao p da bolica
vendem-se alpac.is de seda adamascadas e de qua-
dros, viudas pelo ultimo navio, proprias para vesti-
dos de senbot a e meninas, pelo baralo preco de 720
rs. o covado, assim como cassas irancezat de novos
aostos, chegai as pelo ultimo vapor, pelo barato pre-
co de (10 r. a vara.
Na easa.qtie (oi do consolado dos Eslados Uni-
dos, defronle I' "
pleudida eollf
obras de gran
glez : os prelt
lo Trapiche Novo, vende-se a n-ai. ez-
cq.1o das roelhorts e mais acreditadas
le autores, iuipressas no idioma in-
ndentes para as mesroas podem com-
parecer na int icada casa, das '.) horas da manila al
as 2 da larde.
Na loja de Josc Anlonio Moreira llias. na roa
Nova n. 35, v nde-se muilo bom salitre refinado a
S?OO0 rs. a tnoba, chumbo de muirlo de lodas as
grossuras, pul menos do que em oulra qualquer
parle.
Vendemjse Ir terrenos toreiros em Santo A-
maro, lodos cilm selecenlos palmos de freute
estrada nova Je l.uiz do Reg, e com fundos
para
para o
i<;ao
Na rua do Crespo, luja da esquina, que volta pa-
ra a rua da Cadeia, vendem-se cobertores de 1,1a
bespanbues, lencos de catnbraia de litlrata 400, ,">O0,
e 600 r. cada um, corle de casemira de cor a i?,
e-ijOOO rs., ditos prela a 13300 e 8j}000 rs., dilos
de brnn escuro e amarello para Balea a IfUO. pan-
no de liulio do l'orlo, loalhas de mesa e rosto, guar-
danapos de lodas as qualidades, aloulbado adamas-
cado com selle palmos de labora a IgGOO a vara,
corles de cassa chila a 15*300 rs., e outras mollas la-
zeodas por precos coininodos.
Fama
Primeira.
Ao.lerro da Boa-Visla n. 8, defronle da boneca.
lie chegado om grande orlimento de '.odas as quali-
dadet de seero de molhados das melhores qualida-
des, por prero eommodo ; por isso convida a lodos
os freguezes que quizerem fazar sorlimenlo para pas-
ara reata e seren bem servidos, dirisirem-se a esle
grande eslabelecimenlo. que acharilo verdade quanlo
liao nealt annuncio. Tambera se vendem biscouli-
nlios finos inglezes a 2-} ma mais baralo, e urna Drelo de caixas vasias de
espermacele, azeile doce,licores, ratssar, cha, o ou-
Marmeliada.
Una do Oueimado n. 55.
Lalas com rrucla em conserva novamei le cliegii-
(lat de Lisboa a 800 rs., e com marmelada lina a (un
por libra.
Ceblas.
Tara liquidar se vendem mallo batatal : aoar.
niazcm de Antonio Aunes Jacome Pires defronle da
pon
a ris o co-
vado.
Binado escoro de qoadrinlios. propno para ca-
misa c vestidos de prelas, vende-se BU rua do
Crespo, toja da esqui.i, que volla para a rua da Ca-
deia.
VINAC-KF EM BARRIS.
Superior a marca l'RR e Falcla tV Socios, adia-
se a' venda do armazem do Valenra, rua de Apol-
lo n. 13.
PARA ACABAR.
Na rua Nova, loja franceza n. 8, confron-
te a Caml'oa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com om leve loque de mofo pelo
baralissimo preco de 100 cada ora.
CABRIOLE'!".
\ ende- so um oplimo cabriolel; para ver ua co-
cheira do Sr. major Silveira, na roa da Cadeia de
>anto Antonio ; e para Iralar na rua do Qoeimado,
oja de roiodezasda Boa I-ama n. 33.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, na
ruada Cruz u. 10, vende-se cognac cm caixinhas de
duzia.
Familia de mandioca.
Vende-se superior farinlia de Santa
Callinrina, em laceas que tem um alquei-
te (medida vlha) por prero eommodo:
no armazem .Madre de l)eo n. 1-2.
Vende-se superior liulia de tlgodio branca e
de cores, em in.vello, para cu Saalball Jlellor ^ Campanhi, ruado torres a. 38.
TAIXAS PARA ENGENUO.
Ha fuDdit-ao de ferro de D. W. BowmanB ua
rua da Broa, passando o chafariz,' ccniin ha-
ver um completo sonimeplode laixts de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, os quaet
acham-se a venda, por prejo eommodo a com
prompudo: embarcam-seoucarregam-se am (ai-
ro seindospeza ao comprador.
Cantigas de pre-
sepe.
Vendem-se na livraria ns. e 8, da
piara da Independencia, a 80 reis.
CONFITARA 39 A
Confronte ao Rosario em Santo Anlonio, vende-
sao seguale : biscoutos sonidos da ierra, france-
zes, inglezes, e de Lisboa em porcio e avarejo, as
mais lindas caixinhas para presentes, amendoas.
confeilosie pasiilhas. ditas peiloraes, frucios da
Europa em conserva e calda, marmelada, doces
seceos da provincia, galeas, doce em calda, em
lalas, de 3 1|2 libras de passas. figos, viubo lino,
charopes, exiralo de absintho, lindas figuras, ramos
para enfeiles, tinas perfumaras, bohos para cha,
rape e enfeiles, cliocollales francezes, charutos finos
em 1|2 caixas e I^i, garanle-se os objeclos com-
prados nesie eslabelecimenlo
Vende-se um casal de escravos, mulatos, rauilo
mojos, e bonita lisuras, sem defeilo alsuin ; na
rua da Assumpc,ao n. 11.
NUTICA.
Vende-se mappas grandes, e pequeos, agulha,
liaros, e mais perlences para qualquer pillo que
precise.e ludo se vende barato e emperfeilo estado;
na rua da Praia armazem n. 20,a qualquer hora do
da.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novae* & C, rua da Madre
de lieos ti. 12, por prero eommodo.
Kelogios
m berlose descobcrlos, pequenose zraudes, deooru
oesle ale bil pblinos. confrontando pelo norte com u e prala, palenle iuslez, para bomem e senhora, de
sitio do >r. Majnoel l'ereira l.eraos, junio do aclua
hospital inslezi e pelo sul com o sitio do Sr. Joilo
dot Sanios Parta : quem ai pretender dirijo-te a
Vicente Alves n. i, primeircj andar.
VENDEM-SE
hlalas muilo a iv a 1)000 rs. a arroba : uo arma-
zem do caes da Alfaadaga n. .1, de Paula I.opei.
Vende-se
Co\ins de li ho brancos e de cores.
Enxadasde I ;no, do Porto.
Fio porrete.
Panno tle lin lo.
Pomada.
Sabonetes frs ncezes linos.
Charutos de tan-Flix, de diversas finali-
dades.
Arcliotes.
Sato nacional.
Xa rua do Trapichen. I (i, segundo an-
com Antonio de A. Comes.
da
r, a tratar
Vende-se
100 rs. a libra,
rua Imperial n.
on. uos melhores fabricantes de Liverpool, viudos
I el o ultimo |'.n| uele iuslez: em casa de Southall
Mil I" r ,\ Companhia, rua do Torres n. 38.
Ht.log-ios de patete
inglezes de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugustoC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 56.
Ma rundo trapiche o. I i, escriplorio de Ma-
noel Alves tioerra, vende-se por eommodo prego o
sesuinte :superior vinho do l'orlo em barris de
oitavo,chapeos de fellro, e saboamarello fabricade
no Kio de Janeiro.
b'M VESTIDO POB 9)000.
Novo c completo sorlimenlo de curies de veslido
dechila dedifl'erenlespadroes, cores fizas, palo di-
minuto praca daSfcada corle : na luja de i perlas,
ua rua ao i.lueimadu n. 10.
DEPOSITO DA FABSICA
1 ndustria Pernaiiibucaiia,
RUA DO CRESPO N. !).
53.
Vendem-se pellesile cabra de toda qualidade,
por prego eommodo : ua rua da Cruz n. :t, primei-
ro audar.
Em casa tle Eduardo II. Wyatt, rua
do Trapiche-Novo n. 18, ha para vender:
A verdadeira grasa ingleza n. '7, dos
fabricantes Day & Martin.
Tintas em oleo.
Cabos du Russia.
Vinho Ciierry superior cm barris.
Agurdente de Franca dito.
I'i uclas e conservas ingleza*.
Papel lino para cartas'.
Livros paracopiai ditas.
Ditas de lemlianra.
Ditas em branco s'ortidos.
Papel para copiar cartas.
9
A fabrica de sab3o e velas de carnauba, es-
nuilo boa banda de porco e alva. a abe,er'ua narua do Brum, tem estabele-
to em porcAo como a retalho : a c'^ uta deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ah nicamente dar extraerlo aos seus
productos, proporcionando assim a mator
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, oHerecem as
vanlagens seguinles : sSo l'eitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
nao tazem murro e do mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composigao, e que se vendem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que contem 192, 224 ou
30 velas cada urna pelo prego de 15/.
O sabao he branco, as materias primas
de que be fabricado s3o simples e inofensi-
vas, o chairo que deixa ua roupa lieagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a prero de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recouliecerao
por experiencia a veracidade doquescan-
ii unca.
Em casa du Eduardo 11. W'vatti
ruadoIrapichd-Novon. 1S, ha
para vender, chegado no ulti-
mo navio de Londres :
i pianos lories e elegantes de fa-
bricante afamado, com seus per-
tenec teguintes.
i/irteiras pura musir.
2 duzias de estantes para dila. B
Gcadeiras para piano. '<'-
::\
.
l\Talojada boaf
vende-se muilo barato : panno fino azul
a 3/ o covado, dito dito preto superior a
3-5500, cantilo preto muilo fino a 960 rs., lu-
as de seda com ricas bolotas a 1280 o par,
ditas dita bordadas a 2o, ditas dita p*ra me-
ninas a i3280, ditas tle fio de Kscocia para
meninos a 320 rs., ditas dito dilo para bo-
mem a 400 rs., meias pretas de seda para se-
nnoraa2>, ditas ditas de laia para padre a
'#600, ditas ditas de algodao para senhora
a 400 rs., ditas brancas dito dita a 240 e 320
rs., ditas ditas dito para meninos a 240 rs.,
chales de merino cca ricas palmas borda-
das a matiz a 59500, dilos dilo com lislras de
seda a 4/, ditos dilo liso com ricas franjas
de seda a 5*500, ditos dilo dilo com franjas
de Iaa4#500, ditos de laa de muilo bonitos
padroes a 13. dilos de algodao dito dilo a
800 rs., ditos de tarlatana a 19, lencos de
cambraia com ricos bicoa de linho a 1/200,
ditos de dita proprios paxa homem a 240 rs.,
cambraias francezas de cores muito linas a
480 rs., peilos para camisas a 400 rs., ditos
de linho muilo finos a 195:80; alm disto um
completo sortimento de lazendas quo se
vendem por menos que em outra parte : na
ua do Queimado n. 22, na bem conliecida
loja da boa fe defronle da da boa lama.
Ociilos e lunetas deludas
as quaiidades
VendCi11-sesupei.oresocuIoscom a|.n,a,.ao
fie tartaruga do lodas as graduaces a 39000,
?iS2a,BS0 b?ns eora "maes douradas
-'Oi, ditos ditos com ai-mages pratea.la,
J, ditos ditos comarnucio de ac a 800 1, lunetas com armacSo de tartaruga a lo,
d'las redondas equadradas de baleia a 500
rs..dilasde dous vidros armacSo de baleia
a 10600, e oulros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa lama na rua
to tjueiinado n. 33.
Vendem-se sellins com perlences,
patente inglez e da melhor qualida-
de que lem vindo a esle niercado|:
no armazem de Adamson Howie
4 C, rua do Trapiche n. 42.
Bolleras francezas.
Veudem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias quaiidades a 19200,
l-tiuo e 20, na rua do Queimado loja de iniu- I
dezas da boa fama 11. 33.
Kseovase todas asquali
dades
Vendem-se ricas escovas inglesas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
inveugSo a 39, ditas francezas muito boas
a lo, 15500 e 29000, ditas para cbelo ingle-
zase francezas a 19200 e 2, ditas para den-
tes inglezas e franoezas a 400, 500 e 600 rs.,
ditas para unhas dila dita a 240, 500 e 19,e
ouiras quaiidades mais baratas, que ludo sa
veude na rua do Queimado na bem conheci-
da/loja de miudezas da boa fama n. 33.
iSo muito litadosJd a >n-
niios
Vendem-se muito bonitos botes para pu-
nhos pelo baralo prego a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na loja de
miudezas da boa lama n. 33.
Ricas titas tinas e inoders
as dos melhores gostos
que se pode encontrar
. Qneimado n. 33 e por precos que nao deixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende baralo e ha muito onde es-
colher.
Peiltes de todas as quaii-
dades.
Vendem-se ricos penles de tartaruga a i e
79, dilos dilo de alizar bous a 43, dilosde
dilo de marrara a 19400, ditos de dito de tra-
vessa a 40, dilos de unicorne para alisar a
10, ditos de bfalo muilo linos a 600 e 800
rs., ditos de baleia para alisar a 300 e 400
rs., ditos abertos imitando tartaruga para
prender cabellos muilo bonitos e bem Iraa
balhados a 19280 e loSOO, ditos de baleia a-
bertos a 240, 320 e 400 rs., ditos de bufaf-
pa ra piolhos a 500 rs., ua rua do Queimado
na bem conliecida loja de miudezas da boa
lama 11. 33.
-l*erumar8s fnissimas.
Na loja de miudezas da boa lama na rua
do Queimado 11. 33 encontra-se sempre um
rico sortimento de perfumaras de todas as
quaiidades, inglezas e francezas, sendo dos
melhores autores quo ha em Pars c Lon-
dres, a saber agua de Colonia muito boa,
mbSo para barba de creme de amendoas,
agua de lavande muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
to lina om ricos vasos, extractos de multas
quaiidades, extractos proprios para bolso da
estudante, essencias de varias quaiidades,
opiato o melhor que ha para limpar denles,
pas para limpar os deules, e outras muitas
cousas que nao deixarao de agradar aos se-
nhoies compradores, e que ludo se vende
por precinlio muito baralo.
para calcas e colleles a 120rs., castoes para
bengalas a 80 rs., caixinhas para guardar
phosphoros a 160 rs escovmhas para lim-
par penles a 240 rs., chicotes muito bons
para cavallo a 800 rs esporas tinas de ac
M/. gravatas de seda muito boas a is, ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs., ni-
eis inglezes para barba a 500, 600 e800rs a
camisas de meia muito finas a 1 #200, ricas
botoaduras para collete a 500 e bOOrs., di-
tas para palitos a"500 e 600 rs., eslojos de na-
valhas linas para barba a 29, caixas linissi-
mus para rape a 2#5o e .15, ditas redondas de
tartaruga linas a 6i, c outras muitas cousas
qun se vendem por barato niego : na ruado
Queimado na I em conliecida loja da boa fa-
ma o. 33.
Para quem estiver de luto-
Vende-se ua rua do Queimado, na bem co-
nliecida |ja de miudezas da boa lama n. 33,
voltas preas liuas e ordinarias, ricos alne-
les, ricas pulceiras, e ricas rozelas, tudodo
melhor gosto que se pode encontrar e por
preco que nSo deixara do agradar aos se-
11 lio res compradores.
Boa fama.
\cndem se superiores macas para condu-
g3o de roupas em viagem, pelo barato prego
dea, 6,7 e89 cada urna, galheteiras com
todos < s vidros necessarios a 2#, ricas car-
teiras de Jacaranda e mogno para se escre-
ver e guardar todos os perlences, proprios
para viagem a 8, 10, e 12 cada urna, costa-
rciras nquissimas de Jacaranda com os re-
partimentos Torrados de seda ecom muito
gosto a 4, 5, 6, 7 e 80, penles muito linos pa-
ra ahsar.propriosparacriangasou para suis-
sas a 320 rs., pulceiras do meihor gosto que
se pode encontrar a 2/, ricas cruzes de cor-
nalina, ca teinnlias para Icmbrancas, corras
para hornera, as mais modernas que se%de
encontrar, afuetea com todas as lettrasdo
abeedano, sujetes proprios para namorados
ricos Irascos para cima de mesa e outras
uiu.t.ssimas galantarias, tudo muito fino e
de muito bons gosles, asseverando-se
quem vier ver o rico sortimento, que sem-
pre existe ueste eslabelecimenlo, nlo deixa-
ra de ter em que empregue muitissimo bem
u seu dniheiro : ua rua do Queimado, na
Dem conhecida loja de miudezas da boa r.-
nja a 33.
-Na loja da boa fe vende-se muito barato,
tanto as pessoas da praca como aos i're-
guezes do mato,.
* aJKWS* i1".6 *" Pe dit<> entre fino
Ifr^ 1'^ ^"^ 3'300' >800ZDB0 USO
encorpado de 20 jaulas a 2*880 a pega, dito
?,e"YdeHn. a ?7?' dil dil 'den. dem
a 29240, lgod3o de listras a 160 rs. o cova-
do, chitas linas para coberla a 200 rs., briu-
zinho de linho de quadrinhos a 200 rs..brim
branco trangado dito a 1/440 rs a vaw
Ofjm*:dc puro linno par p'"*"'
640 r)., dilo de cor trancado dito dito e de
bonitos padrOes a 800 rs., fil de linho liso
muilo fino a 880 ,s. a vara, dilo dito bordad
do dilo a 1/280, cambraia isa fina ,4
dita dita de salpicos muito fina a 800 rs''
dita adamascada com urna vra de larsura
para conloados, em pega de 20 varas a 7
camisas de riscado muito bem eitas a 15500!
corles de cambraia muito tina de muilo bo-
nitos pad roes com 7varasa25, palitos de
brrm pardo de puro linbo a 39W ditos
prelos muito bem reilos a 4, 6ag. ,,,.
mELfr""Cre"-n,ulLu lina a 320 rs. o covado,
cortes de fuslao para collele a 600 rs., ditos
U0S 1S' dl0S Ue orgurao de seda a
,1'"1"', com "'ras muitas lateadas
que se vendem por menos que em outra
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
n 'aV" ra d ueimado lo-)a da hoa fama
' VABAHDiS E GRADES.
Um lindo e vanado sortimento de model-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
deriussimo : na l'undit3o da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na rua
dojalrum.
m 7)0:000 REIS.
Vende-se urna rica toalha de labirinlho
piopria para baptisado na loja da boa fama
, LEQES FINOS.
Vendem-se leques muito linos com ricas
pinlura cspelhoe plumas a 2/, SlSOftfl 4/
na rua do ueimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
jggyol fititiit
.00400 DE (RATIFICADO.
v.nci. da Paralaba do Norte, rateada do Saau
iieiite-rorouel Jos Lua Pereir. da Corta
Jos, represeula 2j auooa da idade, lem
o eacravu
> gointes
aiaaaea: acaboclado, altar., bocea e olho regular,,'
abatane corpa, cabello, oos. pretos e -SESE
pretos a enrratpados.
priiicipalnieDlo quando to crecido.
car. larga, agora lie qoe principia a but.r, olh.r de
velhaco.peacoro curto e grosao, hombro largo" n,iuB
Mase, frente do, p, l-rK, T^SSSSItZ.
en.veihgio.nii.nadegai. por haver sido aorrado
rabalha de pedreiro e aapal.iro, levou comsig"tfl
lo. inalrumenloi de ambo, oiBclos. cua,, j ,,,."
rou. de atraala por ser hbil. U|v .aleada "
alba ler por ,e dedicar occull.mente a i.. lida "
roopa que paaaata levoo ; julga- ler seguido iara
partea do Ata.': rog.-se. P,.,ulo, HuluMdmles
polieiaea e c-piiae de campo d. *,
mandaram ao adm.nirtradnr da aopradi.I, faiiod, '
Sr. HaaMo dome. Pereira, oa Alago. N" ,Vr-
mo da cidade de rea, a u nhor Joaqoim Au-
n,o de Santiago Ltaaa, oa ,, Kecfe, rua Aoolrta
obrado primeiro andar n. 3, a Manoel Antn," d-'
santiago Les.a. qoe em qualquer orna dealaa miI
aleo da p.g, cima menciooada ,erao genercwni.,,!
le recoinpeusados. mtD-
-Nodia8docor.enlfugio do engenho lava
aem da tregueiia de P.o d'Allio, om aam La
de lime Chrirto.ao. qoe representa er ,0 P",do-
punco maia ou meuoa, com ai iiaon 1 .. '
bal,., bem fe.lo de curpo d^ VK fc!TJi' \
dabaiio do qaciio, cabellos crepo Zco co.a"
nlhn. nraln. \rnA-. ... -.-_.. V. '. P""' Corado,
*( kil .
l-'.-ta rica faxendada 6 palmos de largara bu ialei-
raraenleaovaem Pernaroboea : fabricada no celosa
imperio, de cojo eapilal lira o Borne, lie de 11 pa-
droeslnidissiiiios e ainda 11,1-1 vislos ali-agora : ven-
de-se pelobaraliMimo prego da >-()() o royado : na
ru. du Qaoimodo n. 7, Inja da estiella.
Moinhosde vento
com bombas derepuiopara regar li orla > e liar
iadecapim:na (undirode 1>. W. Bowmati-
na rua do Uruin us. 6, 8 e 10.
AOS AMANTES DORME BARATO.
y Vendem-se ricas charuteiras bordadas e
iclroz servindo lambem dc carteira a i/, d-
las sem ser bordadas muito boas a 2- c 3/,
taiteirinbas muils ricas a 2/, ditas proprias
i para viagem a 29500, carteiras grandes para
dinheiroa 1/500 n 2?, Irancelins para relo-
;-*ios. pretos de retroz a 160, afiadorps para
navalbaa muito litio-- a ig, podras inglezas de
afiar uavalhas a 1 a 19500, ricas bengalas
; pelo baralo preco do 1? e 19500, penles rom
escova e ospelbo para snissaa a 800 rs esto-
I jos para barba a Z 024500, livellas douradas
o referido engenho I >.
gem, que aart generosamente recompensado.
- Fugio honiem as 7 horas.ura escravo mua-
lo de nome Tboma/, alio, reforcado de rorpo, com
marcas de bex.g.s, pernas grocas, e nollas mareas
de ci.rs.ues as caueas, falla coa. muit. manci-
dao, levou vestido camisa de panno azul g,oco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros lpa-
nnos, aborta na frente em forma de palito: eslecs-
eravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Garlos Coelho, que o houve por heranca de seu so-
gro Jos Joaquim de 5ouza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario da
Albandra Vasconcelos Junor.morador no engenho
Tapua freguezia do Pilar desta provincia
quem o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimaraes, que sera generosa-
mente gratificado.
100*000
DE GRATIFICCAO.
Auseniou-se em 28 de agosto desta correnle
anno da casa da seu Sr. francisco Mauricio de
Malta Ililieiro, morador em Bom Jardim, comarca
do Limoeiro, o escravo crioulo de nome Fernando,
bem moco, reprsenla ler 25 annos, com os seguin-
les signaes: altura regular, cabellos torcidos bem
pegados no casco, cor prela, olhos vivos, beicos
grocos, com falta de um denle na parle superior,
barba imperial,corpo reforcado,nadegar empinadas,
em pequeo foi alguma cousa surrado e|ialv.v.
mostr alguns vestigios, tem os pese dedos curtos
porm largos, be bem fllame, a ro luz. Teu-se
desconfianza ter procurado para o engenho Jar-
dim, comarca da cidade de Goianna.onde o inesmo
escravo tem seu pai, assim como ttinham aparece
leve noticia que fora visto nesla car.iial : roga-se
por lano as autoridades policiaes e capitaes de cam-
po dc o rapturareni emandan-m a casa do sifpra-
d.to senhor, que alem da paga a cima mencionada
ser generosamente gratificado.
PBW.1 TYP Ufe ai. K. DB FARU 1856



v


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