Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07654


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Full Text
AMO XXXII N. 288
Por 3 meses adiantadoi 4$000
Por 5 mezes vencidos 4,$500.
SAINADO i; DE DEZE1BR0 DE 1836.
Por anuo adiantado 15$'000.
Porte franco para o subscriptor.
h.\i; UlREO A luis DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
f".*Wkt:J.t'ifl*",,1o.T- d" Ra,ivldade Retal, e ir. Joto
fgm I. *"* /"lot ; aV.raS.ly. Sr. A. de Lamoa Bragl ;
u",','-,-J<*0OI''ii'a; Maraoso, o ir. Joaqun, Mar-
M *>f'S- PUuhj, Sr. Domingos UirculKDo A. Peaaea
.J. J..2:* l<"l"'"oJ. Sinni! .roaior,aa,.S,. Jara-
ajtaa aa Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
(Ilimli : lod.s os liaa, 9 c m-ia hr. a
?T, i.*"'! ParaMa* : n< .,..- i
S. Anu... nauerroa, BoaiioXoraori. tilinto i
>. I.uiirrar.., l'-u-dAlto, Kaaarela, !.,.....
Cira, Hr..,, \,M.,.li,/l.,, Baa.Vl.ta, borioara
Cabo, Ipojaea, StriaUea, IUo-Foraaeo, .
ipi.'Tiinr.. a Natal: oafataa-fofraa.
(ludoa ea curreioa partea, a lo horai da m,nhla.
a.
s e aPttaa-fefraS.
Garoaaea : n.i i >rea-fein
>. Brejo, Poaoeora. '..-.-.i
K ..... la.r.a.-rrlr.,
i, l.ui'jfo*, l.-ut-Pr-'t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do eommerrio aeguudea a quinlaa.
F.Dd^:aTaM:i.^.hK*/bb4.d,,n|, L.i.V."5 bor47 mnalo.M seMado"
EPHEHERIDES DO HEZ DE DEZEMBRO
Quariocrricanla a I hora 7 miouloi a 48iagundoa da m
da t.
(rundel dam.
.-hoY.Y.......'"" 27Lu* """c prfIajTardf4' "UBdB,'u
P41TI flFFIOIAt
Prirnaira rara de /val taguodas t mu a* maio-dfa.
Segunda rara da tiial: quarlai labbadoi ao mtio-dfa.
Prlmeira a- 11 horas a 12 minutot da maonaa.
Sigunda aa 12 horaa e
li minulna da larda.
MINISTERIO DA JUSTICA.
*" *eJ*-Ministerio dos negocio da joslioa.
Kio da Janeiro, em ; de novembro de 1850.Illm.
e fctm. Sr.S. M. o Imperador, attendendo a re-
preaentasio do presidente do tribunal do commer-
co da capital do imperio, mutilante do sea ofli-
dendo ao ollicio do inspector da thesooraria de S.
laulu n. 3!) defj demaio ultimo, a que ncorapanliou
o a.: .oorYnao nadarle "m"-<" ^ "' ^ me"B m"'
disposiciodn presidencia a quantia de 2:01103000que
loi auluruada a despender com a conslraci-io da ca-
pilla e eemilerio do aldeiamento imperial Afloii-
sino. r
A'ileS. I'aalo. JoSo Mauricio Wanderlev.
ra^irlani. ,.^ s_:i___a a .a **
DAS DA SEMANA.
I Segunda. S, Nahuma propheta: 8. Eloy b.
?, I"c*' S- BalD11 m. ; Ss. I'onciano'eAdria.
3 Quima. S. Francisco Xavier ap. das Indias.
Quinia S. Barbara v. m.; S. Pedro Chrvsologo b.
> Sexta. S. (ieraldo are.; S. Sabas m..
ti Sabbado. S. Nicolu b. : S. Leoncio m.
7 Domingo. 2. do Advento. S. Ambrosioarc. doul.da ir
erara aceiUa na alfandega da corte traduccoes de
man,restos que capuje* e medres de embar-
caces ealranxeira tem de apreaeDtar para despa-
cho, naqaella repartirlo ,euAo leilai pelos correctores
a navioa, aos pareceres do conselheiro procura-
dor da coroa, e da seccao de justica do conselheiro
de estado, a quem mandou ouvir, houve por bem
declarar, pela soa imperial resoloceo da 9 do mez
antecedente, lomada sobre a respectiva eonsulli,
que, vistos os artigo fi do cdigo commercial. 1-2
do decreto n. 86:1 de 17 de novembro, e 2S do decre-
to o. 80tida Or dejulbo de 1851, a permia-So con-
cedida aoa corretores de navios para tradmirem la-
es nunifeilosdc nriihun i maoeira eiclae a allri-
bui<;ao geral dos interpretes, os quaes nao podem
ser privados de servir cumulativamente com os ms-
anos eorreelore>,sempre que as parles inleressadas o
prefenrem.
O que tenho a honra de levar ao conheciroento
da v. Etc., para qne e sirva de espedir ueste aul-
lido as suas ordena ao inspector da allandes* da
corte.
I'revalero-me da ucensmo para renovar os meus
prolartoa de coosideracao e estima a V. Exc, a
quatn Dos uarde.Joi Thomaz Nabuco de A-
tauju.Sr JoAo Mauricio Wamlerley.
:).- Seie.Ministerio du< negocios dr jostra.
Rio de Janeiro, em i de novembro de I85t>.Illm.
Etna. StEvpdn V. Etc. no sea ollicio ,de I de
agosto desle anuo que, tan.lo de ser esecular a sen-
lenca de mora proferida contra o reo Antonio Jos
Evangelista, J suscllaudo-se duvida sobre o logar
corapelente para fater-se a etecocSo, por isso que
0 dislricloda Peripeii, onde Tai commettido o de-
licie, perlencia enlao villa da Purificaran, e hoie
laaM parle a> de Alagoinlias, V, Etc, ordenra que
a dita pena fosse cumprida na oltima daa referidas
villas.
Oovida a secco de justica do conselho de estado
asemelnante resp.ito, honve S. M. o Imperador por
bem. pela >ua imperial resolurao de *) do mei an-
tecdeme, lomada sobre a respectiva consulla, nn-
provar a decisao dada por S. Etc., porquanto a
rompetencia do jmr. municipal, a vista do artigo 33
lerm a loealidade em que o crime foi commettiilo
m resida o delnqueme : e assim, desde que o dis-
nclo de Per.peri deitou de fater parle do termo Ja
1 ur.ricatao para pertencer ao de Alagoinha., he
foradeduvida que ojale municipal deste termo
lie o compleme para a etecoeao da aaleaea.O que
rommonico a V. Etc. para sua inltlligencia, e em
reopnsla ao sea citado ollicio.
Dees guarde a V. Etc.Jos Tliomai Naboco de
Arsaajo,-Sr. presdeme da provincia da Bahio.
\ MINISTERIO l7.rFA7.ENDA.
Secreto ti. 1,8.10 de r, de nurembro de I83B.
Apprtivalas alterare, proposlas em alzaos arligos
dos piallos do hunco rural e h) polhecano do II,o
de Jaueiro.
Allerajlendo ao qoe mcreprescnlou a directora do
rural e h> polhecariu do Ido rte Janeiro, e lea-
- 11 secca,. de rateada do conselho de esla-
Baa approvar as alleracoa' proposla.....a
s ii .l.i. e.l.iiutos do mesmo banco, us
ro concebidos da mancira se(,kin(e : i'
. Uooao eorapensac^o da seus traballiife
lidadf, terto os lirectore oral coinini>sao
cenlo obre ns lucros lquidos. Ella cold-
fi repartida com tsualdade pelos d'rpclo-
upplenlf.s que os subsiituirem na proporeio
po que Uv-rein servido. lUalisado porm
do onv
do hei
mriinoi
quaes li
Art.
"Si.ill
de .v po
aaaaal
res
d
i qne se resolveo respouder a urna con-
salla da contadona, qae os agentes do correio nao
eslo suieitos a assentamenlos, declaro que foi regu-
lar a decisao da jaula, visto como, sendo laes lagares
da nalareza da dos colleclores, e nao Ibes conferindo
oregulamcnlo de 21 ele deicmbro de 18H maia do
que urna gratifico ou porcenlaifm regalada, segun-
do as cireumstaneias da agencia, he evidente que nao
precisam ser levados aoa livrosde assenlamenlo, lan-
o mais porque nao tem os referidos agentes direilo a
aposenladona, na forras do artigo 71 do dito regula-
meulo.
A' presidencia do Paran. Illm. e Eim. Sr.
Kespondendo ao ollicio de V. Etc., n. 36, do 1.
do raez rindo, no qnil, Iransmillindo copia do que
me dirigi o joiz de direilo da comarca da capital,
consulla quaes seja-n as vanlageos e emolumentos
qoe a este competem na qualidaile dejuiz dos filos
da razenda ; cabe-me declarar a V. Etc. qoe, afle
sendo a jiir.sdiccao deste jaizn etercida oe.sa pro-
vincia por um juiz especial, c sim pelo de direilo da
capital. q,lc por este encargo nao tem mais algHm
veiicimenlo, nos lermoa dos arls. i e 7 da le de 29
de novembro de 1811, he evidente que o mesmo juiz
i,.c,ia1con'Pr',l"'dido no arl. i das instrucroes de
28 de abril del&.l : pelo que ser pago pela'fazen-
na nacional dos malarios e emolumeulns qne llie com-
pelirem na forma do reglamelo, sem que lenha
direilo a porcentag.m das arrecadacoes. em virlnde
do que etpressamente determina o art. :> das riladas
IDNfBROM*
A' (hesooraria do Parana.-Joao Mauricio Wan-
erley, presdeme do tribunal do Ihesouro nacional,
em resposta ao oflicio n. H de2t.de junho ultimo,
em que o Sr. inspector da the.ourana do Paran,
dando coala de ter negado ao 2 escriturario Ma-
ma Angosto de Kigne.redo o abono da 3." parte dn
ordenado de ollinal da secretaria, qoe llie requerera
por se adiar servindo csse lugar dorante a liceoca
do oOicial Joao Baplista de Azeredo Coulinho, con-
sunase loi regular a soa decisao, vistoque comqoau-
h ..!?,'" no arl- ,l0 deerel *M de27 de jo-
mo ae I8tb, aclia ala obstante que na rsla ella roui-
lo conorme a letlra desse artigo, declara ao memo
ar. inspeclor, que sendo a secretaria e eonladoria
rcpartiroes distmctas e dilferenles a denom.nacao e
ciasse dos seus empregados, embora nos casos deac-
cesso ps,am elles concorrer promiscoamente, na
rorma da ultima parle do arl. t do decreto de 20
de novembro de 1830, nao he toda.ia applicavel a
d.spos.cao do arl. 9 do decrelo de 27 de julhu j ci-
tado nos casos de subsliluirao romo o de que trata o
versa"1'" "em ',a""io elle' ,eem luSr vice-
., ,. Da 17.
A direrloria da conlabilidade. declarando, em so-
ufiio.i dmida mellada na roesma direcloria, cons-
ta me da represenlacao da 1.a contadoria de 2i de
selembro ultimo, que os capitaes graduadas doeter-
cito podem paasar procurares de seu ponhn.
A mesa do consulado.Declaro aoSr.adminis-
irador da mesa do consulado da corle, em anlui-an a
_, l,rol'os,HS '"i seos ollicios n. :W. de 29 de
maio ultnrto, e 71, He ti do con ente, acea da inlcl-
ueiicia dos arla. SI e 86 do regulamento de :l() de
r .,,'!. ''" as vp'"'-" d^cmbirrares na-
oonaes. qer estas panera a .1
lo, esiroao de IbO rs. de que traa'o artigo 35 ;I Caita do eiercicin de 1836 a 1857
mas que sendo este eello devido quando o documen- : Saldo em :tl de nuliibro
lo tem de ser juntado ais autos e pelieao, ou apre-| p. lindo. .
sentado para produzir em publico o sea efleilo, a' Receila de 1 a 29 docrr.
deprehendendo-se qae o procedimento dn colleclor |
Despezai
| ENCARRECADOS DA SUBSCRIPCAO NO SI I.
Alagoai.a Sr. < laudino FalcioDiai; Babia* gr. D. Dunas
lo daJaneiro.agr. Joao Partir Marllm.
empeii namb ;co.
OptaprlalariadaDIAlIOHanotl Flgoalroa dtParla.oa aua
lvraria, praca da lndapandancia oa.S*8.
I:l2::i2:teli7
VJ:28I>I02
'!r!tl['?'T*"n 5 ^"vMDr" a, "''^"'o I pnWieoqoo o enrraquecimento depreco dos valores
pinicpal de que a concordaia*e um tratado inler- I na provea i.em de falla ,le confianra" na .da I-
rnZ'^. !!'"' a"d*'"',.^5!?? ,,1em1allcri,l,0 n,i.nuiSao du Pl. "em de falla de* sohdez nos U-
., .------T "aainv ii i > i ubi/a cuciiuraiuv jo mu 11 i ri
ri.t'a'"- -mi,nnn"' !,n Ihesouro nacional, respon- leve lugar justamente na occasio em qoe houve ne-
cessidade de levar a brenca ao sello, nao linha ca-
bimento rivalidarao alguma, em vista la parte linal
do dito artigo, nein couseguinlemenle a multa ao
capitn do porto, por nao ae verificar nenhoma das
hypothoses do artigo 87 ; cumpriodo finalmente ob-
servar ao dito iuspector : 1.\ que a allegac.1o pro-
duzida pelo chele de divisao capitao do porto, a Kercil
qnem foi imposta a multa, de que a capitana, sen-
do urna repartirlo militar, est fora a jorisdiccao 1 Despeza dem
fiscal no que respeila a limpostos, he inteiramanle
improcedente em face do I.- do sobredito artigo
87, como bem entendeu o Sr. inspector ; 2.-, que
leudo este aaeeocio ehrgado ao conhecimeulodn Ihe-
souro nos termos do S 15 do artigo !. do decreto de
22 de novembro de 18>1, que na sao intensivos aos
casos em quedas decisftrs das thesourarias em ob-
jectos contenciosos a parle inlerpe recurso, devera
o Sr. inspector considerar subsistente i sua delibe-
rarlo no sentido em que a proferin, al que, por
mio do competente reenrso, seja ella reformada pa-
lo tribunal administrativo superior.
A' de Minas. Joao Mauricio Wanderley,
presidente dn Irihunal do Ihesouro narinual, reaaea-
dendo ao ollicio do Sr. inspector da lliesouraria de
Minas lieraes n. 07, de 2:1 do mez (indo, em que
pergunta se os das de nojo concedidos aos emprega-
dos de fazenda per ronrle de seusaviis, lios e irniaos,
o sao tamhem por morle dos evo*, pais e lios de
silos muiheres, ilerlara que, fazrndo n resulainento
de 29 de Janeiro de 1812, e orden .le SI de abril de
1819, etpressa menrao dos psis, avs, tios e irmaos
quantn aos prenles consasuinens, e dos cunhados
quauto aos prenles por afnidade, nao se pude es-
tender a sua disprsijao a quaesquer outrns prenles
sem infracr.lo do que nellesse acha prescripto a les-
peilo dn nojo dos referidos empregados.
Da 21.
A' recebedoria, coininunicando qoe i direcloria da
imperial coninanhia de navegacan a vapor de San-
Christovo e Caj se permillio arrecadr o imposto
do sell de suas acroes, de conformidarle com o arti-
go 08 S 3." do regulamenlo de 10 de junho de 1850,
obrigando-se a directorio a entrar com o prodaclo
da lata arrecadada nos primeiroa dez das de cada
mez.
Saldo........311:1819696
Caita especial dncalramrnlo das ras desla cijade.
Saldo pin Hl de oolubro
p- lindo.....3:3599791
Receila de 1 a 29 do enrr. 289320
Dcspr/.a dem
Saldo
3::88slll
2:.VKI--K>0
SSK-It
Caata especial da MaalrucQSo da punte do Becifc.
Saldo em .11 de aelabre
p. lindo ....
Receila de I a 29 do cor
2:9893856
19381
OOVERNO DA PHOVIN GIA
Expediente da la ;| de deiembro.
inicioAo Eim. presidente do Ciara", dizendo
que fez seguir a seu destino, com a urgencia re-
cninniendada, os ollicios que S. Exc. remetleu para
aerem encamuihados a dill'erenlea ininislerios.
DiloAo Etm. marechal eommandanle das ar-
mas, declaran.lo licar srieule de haver S. Ete. no-
meado o lenle reformado Andrc Nones Cardosu,
para exercer interinamente as funeees de ajudanle
do lorie de Pao Amarelln.Coinmunicou-se a' llie-
souraria de fazenda.
HitoAo Etm. conselheiro presidenle da rcla-
{M, inteirandu-a de haver o juiz de direilo da co-
marca do Brejo, bacharel Joaquim Jorgedos Santos,
reassumido no dia 20 de novembro ultimo, o eter-
rcio de seo cargo, renunciando desla maneira me-
lada da licenea de SO das, qoelhe foi concedida.
Igual commnuicarao se faz ao inspector da lliesou-
raria de fazenda.
DitoAo chore de palela, participando que traus-
millio a lliesouraria provincial, para ser paga eslau-
lo no- '--------- -
lo se as emliarcac.ies c .....avegavei), ea veudas com
s todo o capital do banco, licara redu/.idu a d"inaiichadas, pornue
r por rento esta commi-sa.i.
'Arl. 51. Do lurro verilirado nos belanr.is semes-
ae sera aeaVazdoa 0 por cenlo para fuiida de re-
I serva, fazndodoreslo,depois de abatida a counnis-
sao dos directores, dividendo nos mezes de jaueiro e
julho. I.ogo, i>.....m. qae esle fondo chegue ao al-
ansmod |:tHH):(KKl--000. csssra a accuraulacio,
correado por coala dos lucros do anuo bancal qal-
quer preju-zo que Belle se verifique, de modo que
se torne inslteravel o fondo de reserva.
Joao Mauricio W.irdcrlev, do raeu conselho, se-
nador do imperio, ministro e serretariu de estado
dos negocios da fazenda. e presidente do tribunal do
Ihesooro nacional, assim lenha enten lido e faca e-
teenl-ir.
Palacio do Rio de Janeiro, em ,". de novembro de
IKXi, :>. da independencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador.JoSe Mauricio
\\ anderlej.
Decreto ii. 1,811 de 15 de nocembro de 1850.
Apptova as alterar proposlas em alguna arlaos
dos estatutos do Banco do Brasil.
Attendendo ao que me represeulou a direrloria do
Banco do Brasil, e leudo ouvido a seceso de fazen-
da do conselho de estado, hei por bem approvar as
alleracijea propost.is aos artiaoa 87, 5., e :il dos
estlalos do mesmo banco, os quaes Bagan concebi-
dos da maneira teguinte :
Arl. 27. O banco k podera' emiireslar sobre
penlior :
al 5. De aecnes de enmpanhias com abatimeulo
de 10 0|0a< ......os do valor raahsado.
P-
lorein derlaradas
desiino a taren
esle caso o imposto he de
i" i"t',n" ,,ec,rain as ..rdens de :!0 de novemh,,,
le im. (i, -j.( ,.e jBeire de 1853 ; 2. que os aji-
nii.is de 13 .o devitos pela compra das embarca-
Ce. ealrangelrai qae paesan a aaeonaei, ainda que
"sa compra se elleolue fia do imperio ; :!. que a
todas as enbareaedea sallidaa dos eataleiros nacionaes
e que anda na tiverein feitoviagem, quer sejam
construidas por rnnla de subditos do imperio, qoer
de eslraus.iros, he applicavel o disposlo no art. 9
da le n. 08b de 0 de selemhro de 1830.
Dia 18.
cnsl do Ibe-
. .hhwmm n. icvurso de J.iao
rrea, que a multa que Ihc foi impos-
16 do
vamenle
A recebedoria. declarando qoe o Iriboni
souro decidi, em deferiment ao recurso
I rancisco lerreira, qne a multa que Ihc r.
la por nao ter comprido o prereito do artig
regulamento de 10 de abril de 18(2, rea ti....,
a predio n. 9 da ra d Andarahy, deve ser brea-
da sobre o valor do Ierro da dcima do dito predio,
pelo qual s he responsavel. e ala do seu total.
A Ibesooraria de Minas, declarando que o ti-
tulo de vice-director geral da iaatraccHe aSoeat su-
jeilo ao pagamento do sello do artigo 20 do regula-
metilo de 10 de julho de 18.0, visto ser o veneineii-
10 a que elle da direilo muito eventual, mas sim ao
-ello lito do artigo l(i ,i0 di, regulament... ruja
dlsposiea he lambein applicavel aos ttulos dos vi-
cepresidentes de provincia, e aos de quaesquer nu-
tras nomeanies que esliverem no mesmo caso.
.. Dia 21.
Circular.Joao Maoricio Wanderlev, presiden-
le do Inbunal do Ihesouro nacional, lando ..l.serva-
do irregularidades na etecuca. dos arligos 9 e 10 do
ble. -./al V?"?..,."dl reo,"1ao "omer a a.sem- regulament de :ll de dezembro de 18,1, pelo que
ble. geral do banco, por iceUmacao, sobre propos- respeila ;. maneira de inulilisar-sc o par
Despeza idcn.........
Sald...........
Caita especial das loteras.
Saldo em :il de ntitubr
, P- Hado......12:0059746
Beceila de I a 29 do corr. 5:5359832
2:991-210
1:INIIinKKI
1:9919240
De.peza idem .
Saldo
17:.-.i1--,78
1:9519332
12:5879^11
que delle tirando certas
ronsas precisas, o seu valor destrue o equilibrio ge-
inembro do corpo diplomtico, | ral do svslema monetario.
('.orno quer que seja. a crise financeira
COKKESPO.NDFNCU Dt) DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PARS.
0 de novembro.
As hnanras turcas ainda se acham no raaiot em-
barazo, o governo contrahio um novo emprestimo
de piastras a 8 por1,, de juros e 2 por cenlo de rnm-
missSo, o qoe faz 10 por cento. A casa de Rolhs-
child be que di s fundos: esta somma mal podera
supprir as necessidades mais urgeules.
Oecupaiam-se em Couslaoiinopla da ieslalliejo
de um banco eslrangeiro. e os princip.es accionis-
las do banco nacional empregam todos os esforeos
para embnrara-lo. Assim, o eslsbelecimento de'sle
banco sera de urna realisarao diflicil, aperar das
condicoes ventajosas que Ihe sSo feitas, e comtudo
adquirir urna mu grande influencia por causa da
syndicancia que seria chamado a exercer sobre lodo
o systema fluanceiro do paiz.
O governo elige delle que se enrnrregue de um
emprestimo no eslrangeiro com a laxa do juro que
Ibe for litada pelo cousellio dos ministros, e as
roesmas condirOrs que para o ultimo emprestimo
destinado a uccorrer a's deapezaa da guerra foi ia-
rantido pela Franca e pela Inglaterra, e que lato
tornara um segundo einprcslinin mili difliril.
Una crae ministerial tedeclaron, e en eomlirSesj
lau dillircis que os mais intrpidos entre os esladislaa ,
ramem asaomir a reepoiaMbildade da sita-[ ''""* do mei de jalao
ta do presidenle doua secretarios, que Mate incum-
bidos de venlicar o numero de accionistas presentes,
cuitar os votos, fazer a apurara das vntares, lr o
expediente e redigir as acias, a
Joao Mauricio Wanderley, do meo conselho, se-
nador do imperio, ministril e secretario de estado
dos negocios da fazenda, e presdeme do tribunal do
Ihesouro nacional, as-im a lenha enlendidu e laca
eieeotar.
ai>C'l,c'odo Kio I8J0, trigsimo quinlo da independenaua e do impe-
rio.Cum a rubrica de S. II. o Imperador. Joao
Maariciu Wanderlev.
Expediente dn dia 13 de outubro.
A' lliesouraria du Caer, declarando que obrnu ic-
ciilaruietile mandando deacontar ao proriiradar dos
feitos a quinta parle do ordenad durante o gozo da
hrenca que obleve, por quaido, tanto os procurado-
ra) como os solicitadores da fazenda estn comprelien-
dnlos as disposijues dos iris. .V, e 8;| do decreto de
-)de novembro de I8MI. por serem empregados in-
mediatamente soboi diados ao miuislerio da fa-
aenda.
DiaII.
Ao ministerio da maiinha. Illm. e Eim. Sr.
r.m respi.sla ao aviso de V. Exc. de.", de selemhro al-
lana, a que acompanliou por cujiia o ollicio do con-
tador da marinha n. 153 datado de 2 do correnle. e
o do --
. papel sellado
anneto aos autos, ttulos e documentos, ordeua aos
. rs. inspectores das thesourarias de fazenda que s
rieclaracnes da ola de que tratara as diapo-ires ci-
adas, racen arrresrentar a da nalureza dos papeif,
ilulos ou documentos, a q,,e se anneta o papel lel-
laWanra de prevmir o ettravio c emprego deste
lar PaPe?' li,ul"se dc,"neiilos da mesma na-
, Da 22.
A tbesonraria de S. Paulo.Joao Mauricio Wan-
iicriey .presidente do tribunal d Ihesouro nacional,
tomando em consideraeao o qoe expe n inspeotor
na alian lega de Santos, em seu ollicio de S de jolito
d correnle anuo, transinilli 1 com o do Sr. inspec-
tor da lliesouraria de S. Paulo de I i de mesmo mez.
alare a u-ressidade de desoaerar-se a dita alfandega
na ineumneaeia de arrecadar os direitos de sabida,
oulrora denominadosdizimos, que perlenrcm
renda provincial, visto como semelbanle iiicumhcn-
cji minioi embanca o regular andamento dos traba-
dlos do alfandega ; declara ao inesino Sr. inspector,
para que o rara constar ao da alfandega, que, em-
qnanto a respectiva asssemblea provincial nao pro-
vi lencfar a tal respeilo, devera a mesma alfandega
ronlinoar a .rr-cadar os imposlos provinciaes, que
ale aqu tem estado a seu cerco ; nao percebendo,
pocen, nenhum dos seus empregados as cratifltaroes
que llie. foram concedidas pela lei provincial n. 31
aventarios i qUB se procede nm arsenaes de
marinha e erva | Uos exercicios.e quando sJo
.alastaluidos 0, aluiotar.le., dev.am ler lugar cera as-
a de einpreg.dos da Iheaouraria, parecen
Coi:imunicou-se a presidencia da prorincia.
A' de Santa Calharina.Joao Mauricio Wan-
derley, presidente do tribunal d Ihesouro nacional,
em respmta ao oflirio do Sr. iris
leader que a at~m*coL T V V,""" "" T""1 "'<' do Sr. inspcrlor da thesoiir.,:
lee aira .el ISS^iS^u^ *HM," "",W" ri"",eS0 CeOiarlaa de 27 do mez paseada, que
or. *" ""lel,e,l'nlc de ordein supe- acompanhuii a representara do procurador fiscal da
Inervando, porem o m.ni,tcrj0 dj tlt,nia nuco
i* mirinha ai cargo de \ Exc. po, ccasi..o da et-
li..c.;.lo das cantador.as.nada dispuzera |,| respeto
a rt i Un .i.i .. .1. .__ -i .
mesma the.ourana contra o indrferiinenlo que Ihe
dra o juiz dn orphaos di capital no requerimenlu
era que pretenda haver emolumentos de raminho
nem u-.ira da altribuicAo do arl" 5"d. ~ ','TT, P>""l| P"r 'r,**i"** errecadaao e invenlaro de
tfe novembro de 18 .1. .espondeu Z,!%?1 ZSJSW?! '".'" do ,ar" rt 'esidenria.
ransmillindo para o lira conveniente o aviso de
letlra na imporlanria de 509, saccada pela lliesou-
raria de rendas da provincia do Kio tirando do
Norte, sobre ana, e a favor .le Jos Joaqun de Li-
ma I'arlicipou-C ao Bin. presidente da pro-
vincia.
DitoAo mesmo, declarando que o promotor pu-
blico nomead i para a comarca de liaraohuiis bacha-
rel Jos da Casta Uourado, el lrar| no exercicio de
seu cargo no dia 22 de novembro ultimo.lizeraia-
se as nutras communica^es.
DitoAo com.mdanlo da estarlo naval, dizendo
que as praca, e o carpinleiro pert'encenles ao bri-
gue de guerra Eoloi. podem seguir para a Baha
no vapor .(Amazona-, quando esse liver de regres-
sar para a corle.
DloAo inspector do arsenal de marinha, auto-
riiandn-o em xsla de ,ua proposla, a augmentar
cora .100 rcis diarios as gratificarles que actual-
ni'iile percebem, nao s os meslrrs, contramestres,
niaudadores e primeiros olliciaesdas oflicihas de car-
pinleiros, e calafates daquelle arsenal, mas lambein
de mestres das de polieiro e ferreiro.Communi-
epu-se a lliesouraria de fazenda.
DitoAjala de Jireito de Garanhuns, dizendo
licar inleirad de haver Smr. remettidu a' lliesou-
raria de raleada, nao s a sua procurac.io, mas lam-
bein a de Manoel Jos Mendes Bastos, para legali-
ar-se na mesma lliesouraria, o recebinienlo dos di-
nheiros despendidos cora soccorros pblicos uaquel-
la remarca.
DitoAo inspector da lliesuuraiia provincial,
para que a' visla do pedido que remelle, mande en-
tregar ae llicsoureiro pagador da repartido das
obras pnbhras.por meio de cheques de um cont de
res, cada um, contra a caita filial do Banco do Bra-
sil uesla provincia a quanlia de 10:0005, para con-
linu^ao das obras por administrars a cargo da-
quella reparlirao no correnle mez.Oimniunicou-
se ao director das obras pallucas.
DitoAo juiz municipal da primeira rara desla
capital, rocommendaiido que quauto antes mande
receber do eommandanle da estacan naval, o senten-
ciada Manoel Riymuudo da Silva, que veio das
.Maguas, no vapor de guerra Heberibe, alim de
ser mirlada apperieaameale para o presidio de Fer-
nando.
DitoAo comraissario vaccinador provincial.
Accuso reerbido o ollieio datado do |- do correnle,
emque \ me. procura .atisfazer a> seguinles exi-
gencias emitidas mi ollicio que dirisi ao sea ante-
cessor : |.a qual a gralilirarao que se deveria abo-
nar ao comraissario varcinador do li.n ito ; 2. orna
vez abarlo este exemplo.quanlas gralili.:ares pode-
riain ,cr rrquer.daa : I... a somma a qae montana
a despeza da varriua Bella provincia.
Conven que Vmc. ministre os eselarecimentos, se"un"lVca'
que sao nerc.-s.inos para sat.sfazer asegunda e ter-
eeira pergnatoi eonlida uaquelle meii ollicio, data-
do de 19 de jalho ultimo.
DitoA Eduardo de Mornav.Acenso recebido
o cilicio .talado de hoja em que Vmc. me participa
ler entrado no exercicio .1 cargo de superintendente
da rompanhia da Mirada de ferro desla provincia.
Itliciiando-o pela bem merecida conlian.a, que
em \ me. depositou a compunhia, devo ao mesmo
lempo mesurar a Vmc. quecslarei sen-ore prorapto
a prestar-lhe, cora a uielhnr vontade, toda a coadju-
vacao qne de mim depender para o bom deserope-
nli.i do seu honeroso mndalo.
UtoAo engenheiro ilenrique Augusto Milel.
Itespondend ao ollicio que Vmc. me dirigi, e ao
qual aeonpannotj ama propoata em que Vmc. c o
Ur. I.niz de Carvalho Paes de Andrade se obrigam
a rondar urna oan* modelo para fabrico de lijlos,
tenho a declarar que e-te governo nao pode enlrar
S*o. A denleao do ninisterio inleiro dada ..
massa foi recusada pelo sullao. Depois urna ulli-
na eriza r.ji determinada pela intenrao manifeslada
de razar evacuar, no prazo litado, "os principados
danubianos, pelos eiercilos auslnaros, e as aguas do
honno pela esquadra iagleza, alim de coiise-uir
orna iadepead-ncia garaalida pelos tratados; n'una
palavra, o ministerio foi renovado, e Reschi.l-Pa-
cha se acha a frente da nova admini-traca..; lies-
Cnlld-Pacha, como se sabe, he devulado a' politice
ingleza. e a soa ascenrao he capaz de compromelter
a inlluenria franceza em Conslaulinopla.
APrussiad prosas de mu poucas svmpathias
pira com a Franca, nao ,e passadia em que oejor-
naes nao a tratera injuriosamente, e o goverao de
Berlin a quem comlud a lei deu us meios de repri-
mir estes ataques violentos, nao deixa a le em
csquenmenlo, mas ainda al inspira a' imprensa
semelbanle procedimento, e Ihe da' o sanio.
As cmaras se devem reunir era Berlin a 20 de
novembro: os ministros sin comraercio e da justica
terminaran! os Irahalhos de redaccio de um coligo
decummercio ; este orejeen de cdigo divide em
cinco hvros, abraca toda a legislacao commercial,
sera sobmeltido ao examede urna conferencia, cora-
posladeconimercianteso de jurisconsultos, e servir'
de base a's deliberaras que livercra pnr ohjeclo
dotara Allamaolia, cora um direilo commercial
umfnrme.
(.aneada de lu'ar conlra a oppnsirao do meio-lia
da Allemanha, di/.em que a Prus-ia trata de reli-
rar-se de Zollverein que ella mesma creou ; livre
de qualqner coiist.angiraenlo, procurara, conlra-
hindn novas relaces cun outroi estados fora de um
D. Isabel se approxirnou de Narvaez, e Ibe disse:
euiao foi nece responden Narvaez, acoslumado a etiqueta das
curtes estrangeiras. nao rae atrevia a approsimar-
me de V. M.. antes que me tivesse chamado.Com-
metles-te una grande culpa, replicn a rainha.e co-
mo justa piinirao quero que danses comigo.Se-
nhora, disse o duque, ignoro se screi digno dt ser-
vir de ravalleiro a' fotsa mageslade ; os anuos qua-
ai que me flzeram esqaecer os hbitos da mocida.le.
Nao importa ; conduzir-te-hei boje, tu' me con-
diirirns amanha Esta conversa f..i ouvida por
loda a gente, al pelo proprio (l'Donnell, que com-
prehendendo lodo o perigo, se retirou imuiediala-
mcnle.
No dia segninle (l'Donnell foi duss vetea ao pa-
ro : na primeira, a rainiia Ihe leslemunhoa o desejo
de ver ,-iiinullar completamente a lei de desamor li
sation. Elle reuni o conselho o Ihe referi a von-
tade de D. Isabel, sera occultar aos seus collegas que
lelvez j nao gozassein da conlianra real.
Depois de langa deliberaran, f..rmou rainha
a resolurao do conselhn que nao rerusava annoir aos
sens desejos, mas que pensava que era indispensa-
vel lempo necesiario para estudar a qnestao, e ver
se era possivcl retolre-ll ou nao: depois reti-
rou-se.
A 12 de ntituhr I). Isabel Ihe declaroo que n.lo
se esqnecena dos seus scrvicos, mas que julgava
convenienle confiar a oolraa raaos a direcrgo dos ne-
gocios, c Narvaez, novo presidente do" conselho.
constituira o glm.ele.
O en primeiio acto foi abrogar pura e simples-
mente o decreto de 15 de selemhro de ISjTi, que es-
labelecia am acto addiciohal cnnstilaicao de 1845,
reatabejecea as leis de 8 de Janeiro e de' 6 de julho
de 18i."> sobre a organisaco dos conselhos provin-
ciaes, do conselho real.
A rainha pedio ao seu novo ministro : a annulla-
C-lo completa de Indo quauto se fez nos dous ulli-
mo anuos passados, a restituir de lodos os hens
do clero, que foram vendidos'em execurao da lei
de dcamortiiiilion, restabelecimcnio do dizimo,
a reedificar,! ? restabelecimento dos conventos que
a revolueao supprimira, a volta da rainha mi, era-
lira a asrenclo de ama aituacio poltica semelbanle
:i que dominou n paiz durante os ltimos aunos do
reinado de lernando Vil.
Esta exigencia que aecusam am espirito verda-
deiro de vertigem, collocou iinmedialamente o novo
gabinete em plena crise. O duque de Valooca oflere-
ceu a sua demissao, e a rainha qae decarou ler
empenhado a sua palavra i corte pontificia, e que
os hens do clero vendidos desde maio de 1853 de-
viain ser imniedialamenle restituido*, que fallou em
encarregar ao marquez de Vilnma a rnrmacSu de
nutro minislerii, e ale de constituir um gabinete
errlosiastico. Emliin, so depois de longas e ener-
Rlcas diseusses foi que ella obteve dos seas conse-
Iheirose auppresso piona e iuteira da lei do d.-a-
> e a annullarao de ludo o que foi fevl.
le 1854, combinando, nio-
........----------- resalta
pnucipalmente da ineflicacia di nota de 9 de mar-
co pausado, a qual liaba por alvo favorecer a ca--
sihcacao dos valores que obstruem a praca, preve-
nin.lo-se a emi,so de novos valores, de valores ap-
plicados especialmente a inleresses eslranhos. Esta
nota nao impedio nada, servio apenas para dar
ama importancia consideravel a certas irregularida-
des, bem couhecidas.que sao a cura do phenometio
que se experimenta.
Compra destrate esla marcha illegal, e para este
lira r.izer que os senles de cambio sejam seriamen-
te interes-ados em vc-la desapparecer. En'tao os es-
pinlos audacinsos, os etpecaladore temerarios ja
nao tero a mesma occasio de. arriscar-se. arras-
lando a pus -i a maltidle dos adoradores obstinado-
(lo veado de ouro, os tollos que, sonhando a sump-
luosidades das finanras, a laucando os grandes eos
pequeos, os ricos e os pobres natevenloalidadee das
eipocolarOei mal empenhadas.
A crise moneiariaresulla deque o factor enmmum
de lod.is as trucas em lugar de ler um valor lixo, e
rateavel arbitrado, he urna merca.loria ou de prata
ou de cohre, sugeita como oulra qualqner mercado-
ra a lodos os atares, a todas a* manobras da es-
peculado.
Para conjurar o mal lodosos bancos da Europa lo-
maram medidas rcslriclivas. que serao de bom ef-
reito. En virlnde deslas medida, a crise deixon de
-er ameaeadnra, n,l passa de simple cansa de em-
bsraco inonientanen e circumscripta em algutis gran-
des ceulros.
As exporlarrs c as sabidas do numerario ten
apena diminuido em proporres pouro cousidera-
veis rean vamenle massa ; assini.o mundo finan-
euro vai druando pouco a pouco de ver tem co-
res lao melanclicas o qoe chama a crin monetaria,
e parece dispo-lo a nao dentar qu os valorea se di-
minuam no seu cursu aclnal.
t.ertos orgilos pensaran) que era preciso dominar o
peso da moeda de prata e dar-lhe desl arte um pe-
so especialmente inferior ao valor nominal : a m.ie-
da de prata nao seria urna moeda principal, mas
uina moeda de loqae. He islo um erro, qoalquer
governo dte deitar o inlercsae particular debater
livremenlc o preco real da moeda circulante as
suas relaroes com os oolros atetan e compensar pe-
lo agio necessario a diflerenca que pode existir entre
o ouro ii prata em consequencta da raridade oo
da aliundaocia relativa.
/tecina dot Theatros.
( mundo dramtico depois das primeiras solem-
nidades da nova esiari, se ada n'um momento
( OTSariO na academia de msica, Mad. Medori es-
ireou no papel de Helena des vesperas Sicilianas de
xerdi. A sr.nde emocao privou-a maravilhosa-
menle do
eus meios, e cunipre esperar una se-
gunda prova para olear e-la eminente artista.
M i"* '!"'"'"" M*a- Cattioari e-lreoo no Krnani.
Mad. Iriz/.olini toru..u a enlrar na Bealrice di
/ruda.
U nicas novidades musicaes do mez appsrere-
em.s Ihealrns ly ricos dos /Inufftu Pa-fie ser livre da loii
Foliet Xiiurrl/c* ; livemos o /,'emen-
.. ea.ianoeo linaoceira, a Bonn TaYaAna, deas peuue-
ia-iropne parece iinminentr. No meio desta cal- BBS operas en um acln de .1 i.iue- Uflcmbac
maru precursora das tempestades, p le peoaar-ae [ da eedoecM,-da colera e da onginalidade
dificando u alterando a concrdala.
A gravi.lade da situaran he manifest a tal pon", rain nos peque
que os moderados and,un tristes, apezar do Irium-: """-e das
dio, e que os liberaos estilo tranquillos, e urna
qoe ludo islo ngo passa de m.i a tiaioento, que'1"'-.
heias
do au-
litica acanhada, ou osanligos hbitos relulaodo con-
tra a novidade, por mais l:\or.ivel que seja, que
pos He inquesliouavel que ao Paragav, lano como a
nos, ou ainda majs do qne a mis, lie favoravel Do
presente e no futuro a poltica iniciada pelo trata-
do celebrado com o imperio a bem da navegacao d
grande rio que d.i por ora seu nome, e em breve
dar.i grande importancia aquella repblica. Em-
bora, porm, houvesse o maior cuidado, a maior cla-
reza na redacrao das suas estipulaciies, o Paraguay,
para quem importa ese tratado urna innovaran con-
traria aos vellios hbitos da sua poltica, e qoe por
uso Ihe oppoem os chiniericos receioa de sena pre-
conceitos, peide pretender contraria las, e at inad-
vertidamente inring-las; cumpre pois ao goverim
do imperio eslar mudo ltenlo, ao menos nestes pri-
meiros lempos, para nao deitar firmar precedentes
quedestruam asvanlagens do tratado, e abalem o
principio liberal e civilisador que nelle triumphoo.
O Paraguay (alvez Boleada, em contraro ao que
ro di.po-to pelo governo imperial, que as estpula-
res de lvre navegado dizem respeilo smenle a
navios brasileiros, e nao a navios de qoalquer na-
conahdade amiga, a quemo governo brasileirocon-
sulta fazer o commerco entre os seus purtos do lit-
toral e a sUa provincia de Matto-Crosao. De feito, ja
venios que elle entende qoe cm navio brasileiros
nao podem fazer c.-irregaracolus para Matto-Crosso
osestrangeiros estabeleridos as repblicas do Prala.
Hateado ebegado no porto da AssompcSo a escu-
na braslcira .. I.evcrgcr. a suspeitaram a autorida-
des paraguayas, que nclla havam feilo os Srs. Ma-
chaim e Irmaos, de Baenos-Ayrcs, algum carrega-
mento, e logo appareceu um decrelo do governo da
repblica declarando fdra da lei formaes palavras
o chefe dessa casa commercial !...
rnrada le um negociante porque pretende fazer
ama especularlo licita para urna provincia de paiz
eslrangeiro Dizem que a este crime aceresceu ain-
da o ler aquelle negociante emprehendido algomas
especulacoes felizes para o Ilaqui, e de haver para
ah mandado nove Paraguayos, com o fim de me-
Ihorar a fabricarlo da herv mate.
Se bem qoe no tratado nao haja estipularlo et-
pressa a respeilo desse principios, reconhecedo que
para contesta-Ios nao podera invocar a diplomacia
brasileira direilo pleno e absoloto, impossivel he.
deitar de reconhecer que das maia altas considera-
Cues de vantagem reciproca pode ella valer-se para
aostenlar a poltica de progresso iniciada no tratado
de navegacao. De 13o valiosa argumentarlo pode-
ra ella soccorrer-se, que temos certeza da qae o Pa-
raguay nancer., tao inimigndosea proprio iulercsse,
que nao acceda ao priocipio o mais liberal.
Em oulro ponto, porm, as reclamaces da nossa
diplomacia deverSo ser immediaUmenle altenddas:
porqoanlo.apoiar.se-hao na letlra etpressa, bem co-
mo em lodo o espirito do tratado.
Pelo seu artigo .">. ficou determinado qae nenha-
ma das alias parles contraanles, importa direitos de
Ir.in.ito. nem oulros sob quslquer denominaran, o-
bre os navios da oulra que navegaren) pelos ros Pa-
ran e Paraguay, com destino de um porto da na-
tao a que per lencera para oalro da mesma naci, ou
de um porto da naci a que perleucem para' outro
de terceira oaro, ou vice-versa.
Nada mais claro do qoe esia eslipnlacao ; enlrc-
tanto o Paragav acaba de impiir a lodos os navios
que tiverem de passar pelas aguas da repblica a
obrgarao de lomurem a bordo um dos pratico ap-
provadus pela sua capilania do porlo, ajuilando cora
narvaei na
de de acto
a de querer aceitar a reiponsabilida-1 No Iheatro fraocez e no Odeon, algumas eilreas
oe (te actos qne podem compromelter graveinele I inesperada, afumas repelicoes.
a traoqoillidade da paiz e de proprio throno. As He uos huulevards que devenios ir pro
intrigas se iniillipliram ate nn proprio gremio do drama novo,o Adcogado da priirinciai I
paro, e fallara entre nutras em orna fusa dos llour-1 "ctoa de Paulo Mauricio.
duelo i
la
bous na Hespaolia. Urna iotrwa se urdi em par-
le un momento da asceaclo de Narvaez. lie o seu
om U. tlucll y lente, o marido da infan-
D. Joaepha, com quera tinha de ajustar um. aa-
liga conleiida. A aiilipalhia de el-rei conlra e>le
ullinio. qoe reclama millies de reales, que fazem
parte do dote da infanta, tambera se jonlou a isto;
ara duello tinha sido regulado : a qualidadcde mi-
nistro lornou Narvaez jnviolavel.
Na Sardenha os aronterimentos sao vizilas au-
gostaa, a lajea imperatrix da Kattla se dirigi a
Nicea, depois de ler alravessado a Allemanha, o li-
Iho a seguir, e lera nina entrevi-la com Jiano-
leo III.
A duqueza de Orlean com ns seus dous filhos
taiDbem vei a estes Estados : dizem qne se trata
de projeclos de casamentos entre o conde de Pari,
o herdeiro da casa de Orleans, e a filha mais vellia
de \ iclor Emmanuel.
Em Londres o parlamento foi prorogado al 13
de novembro; sea tribuna esla muda, nao acontece-
r a metma crasa acerca da imprensa, que se en-
compensacao pelas vantagens que esperara encon- i """' '"nperanca da discusso veruadeira-
pnleincnvel. Desla vea ole he conlra a Sicilia,
jrarnaaaiao das allaadegas allenSai dizem que
i-lo he bstanle grave, e nao pode .er acailo sera re-
serva, tanto mais que a Prassia renunciara desla
sorle urna parte da sua influencia pnliilca sobre os
e-lados_ da confederarlo, que ella abandonara a
prntecrao austraca.
Em l'rankfort, a alta assembla da Dieta Cerma-
oica recobra o curso das suas deliherares. Os
negocios que mleressam directamente a Cnnfede-
rajao san de lal importancia, que a mor parte dos
respectivos enviados se apresenlaram cm seus pos-
tes muito anlecipa lamente, fazendo reuuies pre-
paratorias, eslabeleceudo e disculindo as principies
qaetloea.
Em primeira linha, figuram as reclaraares qoe
se elevaram conlra as rendas decretadas pel gover-
no dinamarquez dos dominios situados un terrilo-
o bandido, da
nem contra a Rassia que se exprime, he contra .
Irar.ca a stiaa recordaees, a ponto que urna ola
foi inserida no Moniteur Vnicenal.
En Franca O imperador parece decidido a enlrar
em I aria o mus larde possivcl. E-la- em Compieg-
iio por algumas semanas e fara' igual residencia era
roittemebleau. Oseo ministro da guerra resu-
mi em um relalorio publicado os gigantescos esfor- pico, cuuqiiislit o Iriampliopara-i
ros militares e martimos, exigidos ao paiz pela j,or Torra de calor, de sedurrao e de
giirrral.lo Oriente. E.la puhliraeo atiesta urna admi- .Mauricio e.'creveu urna obra rheia de a
ravelorgtinisaco militar.e prova que raram Iranspor- I ao bello moral emu um eslxlo puro, pobre e noe-
ados ao Oriente, dnranleu tempe da guerra, 309,268 \Uto-
emees: aaperdaa pelo f0g e as molestias sao|aa-1 O Gymnastm deu urna obra pnslhnma de Mad.
'-'- i\i "i ''-- e"lr"ram e"' Franca e Argel | Delph,,,, de G.rardin, um pequeo acto que lem
--.,111 horaona quanio ao material da arlilharia i Pr titulo/ ,a mulher iuc nao ama o marido ,que
transportado cora este exerciln a L-00 leguas da pa- "* llegria faz medo. No peior momento da re-
curar um
em cinco
uc aaun \launcio.
A sceoa se passa na Inglaterra, no lempo de
Cromwell, (.eorges Trevor he advogado da provin-
cia, pteile i pela razio e pela jost.ca ; comecou na
carreira por um rasgo de heroumo, derendeu' coro o
perigo dos seus das um lord iniastamcnlc acensado
de alta traicao.
Urna note, nm corto Gilberto se refosie em casa
delle iinplorando-o, fazeodo-lhe a confissio deque
empenliou em casa de usurarios joias entregues
-ua guarda, esperando reatitui-las depois ao pro-
prielano, coafiando-lhe o resto dos valores des-
viados.
Trevor defende Gilberto, consegoe-lhe a ab-
solvicao o com ludo, Gilberto he amado pela cha-
ra companheira da infancia de Trevor, l.iliet,
papilla e futura esposa de lord JalTrev. Escravo do
searedo confiado, goardou o pengoao deposito, e
quando urna pesquiza provocada por lord JalTrey,
proprielarto do diamantes roobados os tez encon-
Irar em sua casa, aceita como ponto de honra a in-
ramia, a prisio, a morle, o negocio he levado peran-
e Crnmwrll que com os seus cilios d'asuia, pene-
liando as trova, cum qne Trevor procura rercar-se,
reconheceu o hornera de bem sob o acensado. Coto-
ludo, o prolector nao qoer impedir o notare sacrifi-
cio do dever ; mas como Trotar faz prender em
franca e condazir ao cadaMso Gilberto, este, no
momento supremo, alca um grito e se entrega.
Lilias curada do seu amor para com o bandida
a na an raarlyrdo dever.
Mlinguc, o grande aclur del grandes romaneos
i e para o au-
paixan.Pan-
mara nao pide ser ainigavelmente resol, i man"M, real laclen, e 2 navios mercantes. I seu adorada marido escondido et
esta questao subre a qual ludo os espritus! ,.;.., ".."I!* ??M raglstroo seineihante de-envid- j H'erwidar vera felizmente por termo a este hnrrivel
vida
dos oulros paizes allenltl esli actualmente litad .
sera de novo levada ante a lela fedeaal, sollicilada
ancia.
a decidir era ultima
in-
jogo.
Neate pequeo drama a siluarao altinge os ltimos
limites do palhclico, e o illuslre norte recolheu pic-
vimenlo de foreas martimas, ou militare-,
como nunca assistio a urna guerra emprchendida
n um alvo mais elevado. Esle mesmo exordio fraa.
Emfim, os negorins cooslitacieaaea da Ilaaae elei- \c."' aCil"a ti' oll,,r lerrilorio africano em Kbvlia. "'"'n'' applausos.
loral, as rerlamai.oes dos mediatizados, a reforma '""'"Pl'os. que assegurain aproxima paciflcarlo Mad. Rose Cberi foi adiniravel d
das inslilaites feleraes Ihe serio igoalnente dille- pAleer"
rida, assim como a queslan de Nevvf-Chalel. Al ,"* resulladcs nunca foram dnvidosas para quem
Prussia acerca deste ultimo ubjcclo, dirigi a lodos; co,l'"fe evcellenle organisaclo doexercilo d
os estados da Confederara.) urna circular. ||c esle i u"ca- immeusa 'up riun lado das nnss.is armas
um passo ollinal considerado como de grande alean- i l"''re oi '"digeoea. No da emque a Kbvlia for de-
ce, e lem recolhidu as svmpalhias da Austria, ae| nfn"S'"ate aobnellija, e en que a "bandeira da
mesmo lempo que tem dispertado os escrpulos dos
'* Estados allemaes.
Na Dinamarca, a primeira combinacao minisle- deiramenle a e
rial nao se p le manter, ludo foi agitado, mas ali-
nal de contas, a crise >e lerrainou, e loda a gente,
inclusive M. de Sebale que ar.ibou por se enlen-
i ha'.'es "laes corao"a's"que^ao JJiJ,??.,!llP",*l*. e"cPa oe
respeila .a li.c.lisaca da recia e despe'za d r' i \ '"";'""" \V"'^' d sopplicanle,
ticies a alto aabor luiad is eslava, e, ,. P"~ 'nduhilavelmenle irregular n abono de emolumen-
1,i.ad,,, eslavam expresan,ente I; qne, a titulo de c.ninho e estada, se fez a soli-
m*rca(l4s o niiiiri.in.iili iii>i*rclo, i
robr 18 ; declarando todava qoe o pr'etdeu" I 2" ** U'"",'r"""> '*. p. "'" -
le da provracia o ..rdenasse, podi '.lila ",',1,11 ""'"'""'". Procuradur fiscal e.......re-
iaa inspector I presenlacio ; coinprindo, porlanto, que o Sr. ins-
avealanas pector prenova a reatiteijfle do que recebeu sobre-
dito sulicilador.
aaMMar empregados para assistirem aos
em qneslio.
A' vista pnisd expost, parece infundada a duvi-
da ajo inspector do arsenal de marinha d Para, a
respeilo da lila ordein ; porq.lando, ainda qaaodo
ni, exisliss agora derret, n. 1,739 de 20 de mar-
ga do correnle aoao, que in.'.umliio is thesourarias
dosasn oulra. Ii--a|i.a uadns da do rere tasasen assislir aos inventarios, que
V. Ete. ataba o recninmeudasse por um aviso, na
lliu, da arl. .11 d., decrelo de 22 de novembro ja
Cavaba, porque enlao cosaria a hvpolhese que .leu
. ...-a i ordein de que o traa, qual a falla de re-
c .nim>n ltalo de inim.leiii,da marinha para s Oara-
0.-ir.o por parte dx Iheaeararia nos inventarios do
almoiarifado e no dos navio da armada.
Dia I.'..
apresenladas na referida proposta.
DitoAo secretario da mesa p.rochial da fregae-
zta da l.uz.Acrusando recebida a copia authenti-
ca da acta da eleiriu a que se procedeu para elei-
tres doquella fresuezia.
DitoA' cmara nunicipal da Villa Bella, dizen-
do que ao seu ollicio de 29 de outubro ultimo, nio
aeompaiihoo a acia da eleirio de vcreaCures e jui-
zes de paz daquelle municipio,e cuja remessa Smcs.
acensara.
DitoA' cmara municipal da Boa-VMa.__Ac-
rusando recebida a acta da apareci dos voto para
vereadoresejuizcsde paz dos dillerenle dislnctns
daquella freguezia.
M. Audroi he presidente do
Iranea fluctuar sem reserva sobr todos"os "p'ont'js
do territorio algeriano ; nesle dia coraer;ara verda-
adininistraliva e calonisadora, e
etercil quasi que lera' realisado a larefa laborio-
sa, em que pro-egoe, desde mais de 20 anuo-, na
sua possessao africana.
Ha pouc lempo urna emcc.lo mui viva fora pro-
- conselho, M. 'lu'-"1:, "* Fraoea industrial, em consequencia da
I nsgaard, ministro do ioierior para loda a mondr- JPreaeDlacIa de ora projeclo de lei, relativo as Pro-
chia e o Schleswig e M. hrueger para o iuterior do i '"uln,esi 5Ubre grilo de alarme aleado pelos in-
rerao. A abertura das cmaras dinamarquezas loi (l,l9lrlat's privilegiados ; os conselhos geraes se lor-
piorogada para o priraeiro de dezembro. naram echo das suas inquietacoet, e rcclamaram em
Por oulro lado, o governo de Copenhague pu- ",0"te ',0 Irahalho nacioual. O governo adiou. dcs-
hlicou relativamente ao Sund, ana circular etpri- i e c,ll'i"> appresenlec|lo do projeclo de lei, e abri
miodo o desejo de aplainar todas as dilliculdade-, e om ""lucr"" diliailito sobre a situaran das indus-
convidando lodos os BlUdes que ainda n3o loma- lr,M Pre,e8hJas, e sobre o que havia fundado na-
ram decisu algama para laze-lo. A grande dilli- I s reclaraares. esle ioquerito esla'terminado.
culdade em certos lugaies he decidir ae o regale Re*"a ""'i ae ea -asios eraro exagerado-,
luhciro, ou se os eleilo-i llav",c'"" ludu '"ar de tfaltar a possibilida.le i
e emoejo.
'J (i>mn,i-in lambein deu um pequeo acto que
lie una critica delirada da ezagerace actual da mo-
da, um acto de Al. Al. Dumannir e Ib. Barriere que
Iciu por nomo os Toilette* caporoiot.
As-ini, cumpre esperar o litn ne novembro e o
correnle de dezembro para ver e narrar os esplendo-
re .leste invern. Promettem-nos maravilhas !
17. I/.
cncarregar.io de certa porrau da divida dina- > *l("* ,lds prehiWcoea para dar-sc lempo a prop-
lete. rar-se para o D08SO rgimen, e o projerto de lei foi
Dia 21
A de Mareaban. .loin Mauricio Wanderlev,!
presidente .t (ribooal do Ihesouro nacional, rosno-'
deudo ao ollir,,, ,,. si ,|,. de agosto ultimo, em I
que Sr. in.peeior da lliesouraria doHaraalite d
ronta da deliberaban to nada em junta subre o recur-
M qee o colleclor dacidadede San l.uiz inlerpozl
ei-nllicui, ,ta soa .lori.a, que jolgou sujeila a reva-1
dnXhado^!!?, ."* needida por simples Sald em :I1 de outubro
iie-piriio ao capitn do p ,,i ,, um pratic da barra,
e impoz ao dilo rapuzo mil|,a rte ,.ua,a ,.,la| por
k 2!V??g0 Wo"galaneolede lude ,.-
Iba de 18 ai, iss.cnan.lo o despacho .era
do ^el| Ihe declara qne proceden
dos direitos ser pago em
res se
marque
A Ilespanha continua na estrada da agitara,,, nao ""vlado oo conselho de Estad com a modificado
1 evita escollo, sena para abvsmar-se eiu utro, c '1"1! "0SPei"in das prohibires s.i lena loar*do
Im. e hxm. sr. l-,m cumprimenlo do artigo nsque continua a obra nova" du reaecao. Narvaez',' dejalho de 1801.
reuulameulo de-la lliesouraria, leuho a : r,,a no poder, e o sea mini-t i.m Bao parece segxi-1 Assim, a regra econmica do futuro- acha es-
ro. Cvademaado de anle-raio, nio he maia do que lubelecida, e lodos os iuteres-es eiclosivoa e ioveio-
uma transir i cutre o governo actual e o governo j sos e-t.io advertidos : O progresso da civilisacio Tm-
absolulo.
Em breve havera um gabioete ultramontano, de-
pois havera lambein o do sollado. As leis da ara-
vitara., sio imperiosas. tl'Donoell nio pude man-1
ler-sa entre as ezigenciaa dosseaa antigos amigse
is deeeonilancat dos novos. Na raez pa--.idu aunun- !
II do
honra de remetiera V. Exc. os baancelesd'.t rercila
verificadas no
e despeza desla mesma lliesouraria
mez dejuovemlir pruximo lindo.
Heos uar.le a V. ZC. I h.-sourana piovinrial de
l'ernambuco I dedezenbro de 1850 lllui.e Etm.
Sr. conselheiro SergioTeizeira de Maccde.presideote
da provincia).O in-peclor.yo.c' Pedro ua Silca.
Denionslraran dn sald existente na caita e-peeial
da aplicesem2(l de novembro de I8..0.
pasamento
.. acerladamente
quede decidi que a referida lieeeca nao esta su-
A lliaiour jtu do Espirito-Sanlo, mandando pdr i I jelia ao sello de s do artigo 18 do citado regulame'!i"
p. lindo. ,
Receila de I a 29 do
D.- pora dem
l:l'i:ilOiiSKm
SJ
ii:ii(m-r0(i
;(IHMI00
pe a" Franri una le de abrir ponco ,i pouco toda-
as fronteiras a" ceocorreneia ealrangelra.
He por meio da Iraca permanrme rom (od. sos
producto .| mundo qoe e seu Irabalho interior -e
ha de alirneulai com o que Ihe falla por i.
r.i. Ai leis aoteriores liuham ciead
M%n pie
.. privilegios,
ciamos que a execnea da lei de ttetainortitation [ P*' tooeeqoeocia laleresaea raspeitaveis e para car-
liaba sido suspensa por um decreto real publicado' var-se as ex.sencias imperiosas do iuterc-se geral
sobre a proposicao do rainisteri. mas smenle no I "{e' iniere-se lem um pras .le rinco aunos. Se-
qnedizia respeilo aus ben-di. clero: a rainha aeei-1raelhaote a hamenio alle-ta
tara esla medida como meio de transacc/io, mas pro-
visoriamente, n eu senlimeiilo pessoai era qoe
RIO DE JANEIRO
I (i de novembro.
Por dcrrclo de i 1 do correnle :
I o ereila a desistencia que rez Pedro Celeslino
de Castro dos eflleios de partidor e distribuidor do
lern.o do Rio Claro, na provincia do Rio de Ja-
neiro.
Pui dccrelu de I do me,mn mez :
Fui reconduzido obaehare l.eandroBczcrra Mon-
leiro n lugar de juiz municipal e de orphloe dos
termos reunidos de Santo Amalo e .'laroim' na riro-
vinria de Sen:i|..
Por decreto, da dita data roraiu Horneados
lose Garca Machado, para o posto de coronel
eommandanle superior da goarda nacional do mu-
nicipio de Pous-Alegre, da provincia de Mioae-
l,er. -s.
Antonio Cetario de lloara, pira l;nenle-roronel
eommandanle do baialha n. 19 da guarda nacional
d servir activo da provincia do Ido Grande do ")
norte.
Antonio Carvalho de Almei.la, c Antonio Faus-
tino da Rocha, para mejores .|u lanlet de rdeos do
conimaodo soperior da guarda nari nal da comarca
da I o anja provincia rio C*ar.i.
Manoel Theedere Callad, para rapiiio secretario
geral dom-siu r.n.......ndo
esse pratico acerca do estipendio qae quizer vencer,
obrigando-se a leva-ln al Albuquerque, e a Iraze-lo
quan m voltarem, para o largaren, no ponto onde o
liuuverem recebido.
Comprehende-sr o enorme onus pecuniario, que
assim he imposto pelo tratado oavegario, que de-
'*" 'lvr d> (oda e qoalquer imposicio.
Nio Sendo perinillido a rienhorn navio sobir e Pa-
raguay em lomar um pratico com quem se ajuste, e
estando limitado n 12 o numero desses pralicos, li-
car-lhes-ha aojeite o navio, e to na dependencia
dalles, que, alem da perda de lempo a que podera
Mangar, lera' de sollrer toda as exlorsnes que o in-
leres-e, a ina' vontade a conluio Ibe soggerir.
Nem se snppouha qoe podera ser precisos os -er-
vicostiue coaaessa pralicageni quer imporo Para-
goay : o navio que urna vez liver subido o rio na
(era a menor uecesaideda de pralicos que o uirijam
em lio fcil navegacio.
Ainda que o Paraguay tivesse direilo, qoe contes-
tamos, de impr lal praiictgem, nao poderia eslen-
der a toa irapoaicio sena as aguas qoe Ihe perleu-
cem, que conslituem parte de seo territorio, isto he,
al a confluencia do Apa. Ahi comee, sobre a mar-
gtm esquerda do rio, o territorio coja propriedade
reclama o imperio cora lodo o direilo. Da Baha
Negra para cuadera a prelencie ainda mais pre-
postera, visto oemo dahi am diante as margena .1
no perleucem anbas ao Brasil. Se be expressamen-
le conlra o tralado a irapoaicio da pralicagem na-
aguas da repblica, he da lodo impertinente ua
aguas que ido couimuos ao imperio e a'repblica,
e de urna exorbitancia ihexplicaeet nat aguas do im-
perio.
Nio consideramos temelhaate decrelo do governo
paraguayo aeoio por esse lado, teno como a decre-
lacio da um onoa pecuniario contra a navegacao es-
tipulada. Podcriamot rousidera-lo e oombale-ln
anda por ootroa lados. Basta porm o que levamos
dito, pois que impossivel he qae o governo para-
goayo, melhor esclarecido, deize de revogar o seu
aclo, attendendo a consideraces que nesse sentid
serio invoca.ias com tanta justica.
Ha ainda as nnssas rclacee com o Paragav um
ponto para o qual no cumpre chamar aalleurao do
governo. O Paraeoa) considera como seut nacio-
naes ns (ilhus de eslrangeiro nascidos no territorio
do paiz, exceptuando apenas os lilho dos eslraogei-
ros que eslejam exercendu na repblica funcres
diplomalicas ou contularet. Primeiranenlc obser-
varemos que os eslrangeiro no exercicio de taes
runecoe podem nao ser os nicos que por ordern e
ern servico de en governo se achem residiodo em
um Estado. Ho Paraguay ji se dea esse caso. Se-
na, pois, de rigorosa lostica qoe a lodo qoanlos se
achassem oesse mesmo caio estendetee o Paragav .i
sua etcepcio : o governo brasileiro deve reria-
ma-la.
Em segundo lugar, esse principio da nacionalida-
de imposta ao lilbu do eslrangeiro, nio he rateos
injusto, se for entendido com lodo o seo rigor. A
nacioiialidade eflorecida corao vantagem a todo o
nascido era um paiz, ainda quaudo de paiseslran-
geirns. cnmprclieiidemn-la per cerlo ; mas imposta
ale conlra o pe ler do pai e da familia, nao nos pa-
rece muito justa ; contra ella tem reclamado no Bra-
sil todos os gov.eruos estiangeiros, e o governo im-
perial, que pelo -eu procedimento parece ler reeo-
nhecido a justica das suas reclamaroes, nao pude
deixar de rcproduzi-las por sua cunta peraole o go-
verno da repebliea amiga.
No que porm n Paragav u.io lem a menor raza
he em determinar aos cnsules eslrangeiros quena
aceitera declaracCee ledenles a firmar o estado ci-
vil dus filhos do- seus naciouaes. O Paragav pode-
ra unpor a soa naciuiislidadc aos filhos de"cslran-
getro, podera' limitar assim o poder de pai, o direi-
lo de familia do eslrangeiro que fr residir no ter-
ritorio da repblica, mas nao pode por forma ne-
iihuraa ingerir-sc nos aclos que, em virlnde de suas
luncroes, excrcein empregadas rstran^eiroi, que, re-
sideutes embora no seu territorio, s obedecem, s
dio cuntas ao governo da sua uac.3o.
Ja' o dissemos ; nao allribuimos a mi' vontade
as suas relaces com o imperio esses actos do go-
verno paraguavo : altribuimu-los a' irreflexao de ve-
Ihos hbitos, de ulicos preconceitos, que nio po-
dem deixar de ceder a' esclarecida aprecia, a da-
propriasvautageus e a- vistas civilisadoras "do seu
governo.
aiperior.
Anlonio .lose de lliilo. para capilao quarlel-me--
Ire dem.
.Manoel da Cosa Sampaio. para capilii.i-rirorgiin-
ranr, dem.
ILEGIVEL
a lei dp dtsamortitaliOH era ni i medula letnlucio-
o,., "" naria que deia ser cnmplelamei.ta saspeosa; don
..........Pi^SOtWHIO! decretos reslabpkreram a concrdala em loda a
------------------' -aa pen i tude. e so-peiideram a lei de dr>aiiiorli. as mais intelligenles
pieoccapacr.es.
A crise ao mesmo temp liuauceira e inouetaria __ >> __
que atormenta a I ranea e loda a Enrnpa, eonlinna I \ NAVEGA! v.0 PO PARAt I v\
n lveV an r0Vernn- mD finanras fez um ralono era que irnde a provar ao I ees, ou II, o, opponham as preoecupace d, ana pe-
21
P.,r decretes de isde nobembro correule :
loi Horneado teiicnte-rorrnel chefe do ealado-
maior do cominando soperior da L-uarda nacio-
nal da eapital do Para, Jo- Coelhn da Gama e
Jdareu.
I orara reformados nos mesmos |ioslos :
O leneme-coronel da antiga suarda nacioual da
provincia de Goyaz. Manoel de Souza l.obo.
Omajor da dila goarda nacional VVelliDglaa Go-
i axsado.
loram concedidas as honras dos posto ale coronel
da goarda nacional da provioefa de S. Paulo a Joa-
quun lloiiaiiu de Toledo.
Majar, aor.ipil.i da segunda r.imp.inhia doba-
tathao n. 2 do servir arlivo da guarda nacional
da provincia do Rio .le Janeiro, Jo-e Antonio
Borges.
Por decretos de -II do mesmo me/ ;
i'oram concedidas as deraisses que pediram o
barbaren Joao (.uilherme de Asmar Whifaker, e
Amlirnzio Machado .la Cimba Cavalranti, do luga-
res de juiz municipal e de orph.io do termos de
II.i, em s. Panlu, e .la Imperalri/ e annexo, na,
Alagoat.
Foi reror.du. ,.|.. l.aoharel I ao-lo Benjarnin da
Cruz tioavea no losar de iui: municipal e de or
pbot do ter.no do Brejo da Areia. na Parahiba.


ifano Di krriiiiko saudo e i n^z^msito be ig
I <>r.<:i nomeados juues municipaes e de orphlos
do* lermos de :
t.h, i-i i ii.i. ein Mina.-tierae-, o luchare! Domin-
gas Jse ta Cuuha Jnior.
Ptlancoi, na moma provincia, o hscharel F rede-
cir Augusto Alves da Silva.
lia, ero S. I'aulo, o liacharel Mannel Firminn Pe-
reira Jnior.
Algrele, no Rio (iranrte do Sol, o barbarel Ge-
saimano Aulonio Viial de Oliveira.
r'.'i iceile a desistencia que fea l'unciano l.oiz de
Aojo, do ofliciu de partidor do juiao de orphloi do
lermo de liaguahv.
I'or decreto* de :l do mesmo mez :
I o concedida lomajor do balalh.io n. ;il da guar-
da nacional da provincia do Kto do Janeiro, Jlo
Martn de Maura, a paisagem que pedio para o ba-
lalh.i n. 1.1 da mesina guarda nacional.
I 'i mi reformados :
l leoente-coronel do 1. carpo de (avallara da
guarda nacional da provincia du Ido da Janeiro, An-
tesala Rodrisucs de Andrade I-ranea, no posto de
coronel.
O mejor do exliucto batalhlo da guarda nacional
da capital de Peruambuco, Jos Francisco de Sooza
Uto.
O capillo do liii.illi.id de intentara n. 2 da guar-
da nacional do Marauhlo, Marcellino do Azevedu
l'erdizlo, no posto de niajor.
i-'orain concedida- a 'clisberto Pietnesio Nerv as
honra* do posto de tciienle-coronel da guarda nacio-
nal da provincia de Minas-lieraes.
que en
NAVEGACAO DO PARAGUAY.
Nao apro.enl.ucmo- novas cousideraces acerca da
itppirliucii da navegado do l'arasua). O gover-
imperial que lein por sem duvida como um dos
aeui mais bellos Itlulos de gloria o haver comeguido
a consagradlo de.se graude melhoramenlo ein um
tratado solemne, nlo carece de nussas adinoe-tcales
para se oppr a erradas tendencia-, lilhas de irre-
tlecliilas preoctu pajiles, que a nossa diplomacia ja
leve a fortuna de desvanecer.
A navegiclo do Piragua) estt adquirida para o
Brasil, Itvrc de toda a imposiclo de qoalquer na-
toreza que teja ; c seo governo do presidente L-
pez emende que pode oticrar os navios brasileiros
rom a obncaco de receber a bordo uro dos seus pra.
tiros, de pagar-lhe o que elle- arbitrariamente exi-
uirem, nao tu pira um servido desnecesiario as
a_-oa- da repblica, mas mesmo as aguas cummuns,
o ate as agaas exclusivamente brasileiras, impossi-
v-.'l he qoe o governo brasileiro a isso se sabmelta ;
lemelhaole prelenelo he insaslrntavcl.
Desfce navegacjto, livre e deamipedida, ja nos to-
mamos posse. Alein da escuna l.eveigei, o de
<|ue tallamos, mais duas embarcares brasileirus se-
cairam no met posiado Paran cima cum destino
a MhuqoM que. sendo essas embarcaris I u Dia-
niMilina e o Pedro II. Esta- expedicoes com-
nserciaes slo de importancia pelo menos regular,
pois que se elevain lo algarismn d- Hl:lrlii,.-.
Inaogorada assim a uavegacao lluvial pataMalto-
(rosso, o sea deseovolvimeulo ser rpido, lia ja
imiilo lempo quenista corle se organisou urna coro-
panhia para encarregar-*e dessa navegado. Infe-
liaooenle neo piule ir adiante na poca de sua orga-
i'i-acao, porque o governo do Paraguay se oppunba
> etsa nsvegarlo pelas suas aguas. Quando o Ira-
lado da s de abril frz desapparecer esses obstculos,
rircumstancias alheiaa inteirarr.enle ao futuro da
'ompanhia nao permilliran que o Sr. Joi Antonio
Soare*. sen promotor, se occupa la realisaclo do sea projeclo. Estas crcumstanras
caauran ; o Sr. Soare- fazendo urna primeira cha-
mada, leve a satsfarlo de ver que nenhuin dos ac-
cionistas inscriptos recusara eutrar para o Banco
Mana cora a quanlia pedida.
\ miado nessa demonstrarlo, reclama o Sr. Soa-
re* a appro\aelo do governo para a sua empreza, e
qjerendo aproveitar o lempo eroquanto o goveruo
delibere, parti ha diat no paquete o Priiica para
Rueoos-Ayres, donde seguir no vapor mercanle
brasileiro Corsa al Cuiabl ein viagem de expo-
rai;lo.
A realisatjo da navegado regular do Paraguay, e
., inlroduocao do commercio e da industria not opu-
lentos deserto de Maito-i.ros-o. lent de Irazer van-
tageni immensa. ao imperio. Essas 'vanlagens o
paiz as devora un arande parte ao ministerio actual.
Vio poupa elle pois cuidado, diligencia, eiforeo e
ale sacrificio para o complemento dease lerviea, tor-
nando a navegaran legular orna realidad*.
aloaaqaaremaa, bem como n de laubal
traram pela forja da conciliario.
-- II
Continuo a lran ras acerca do resollad., das eleiees primarias. Mo
consta que ein parte lignina fusie perturbada a or-
dem publica ; ludo correu com a lerenida le que be
eompalivel cum a nolureza de laes aclo.
O sentido das eleiees tem sido em quasi Inda a
parle favoravel as ideas dominantes de eonciliarlo ;
inrece que nicamente o circulo de llapelimnsa -
doplar um candidalo de upinines extremadas, por-
que be natural que seju all eleilo o l)r. Nobils, re-
presentante dos amigos e ucnuincs aquaremas.
NeU dislriclo eleiloral, apezar do einpenhu dos an-
liaos libanes, foram estes derrotados em todas ai
fieeueziss e na villa da Fitina ; apenas consegui-
rn] seus intentos na cidade de llapdininga e villas
de Talohv e Appishy,
Em lodos ut oulros diftrlctos correu a eleieo co-
mo Ihe havia dito que se esperavn, restando ,o du-
vida sobre o circulo de Taubal, porque anda boje
se ignora o resultado da elelcftn em Guaratioguel.
Teve lugar mi da 8, cun assisleucia do cabi-
do e de um inmenso concurso de pessoas eradas, a
inausurac,;lo do seminario episcopal. Quaesquer que
tenbam Ido os erros do actual bmpo, uso se Ihe po-
der.! ucear o merecido tributo de bomeiiagens por
ler, a costa de immen sado esta piedosa obra, que lano prumelle em be-
neficios para a igreja.
Carla particular.'
Jornal ilo Conitiiercina Rio.1
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Corle 24 de novembro.
Hoje que as chronicas, os btilletnis e os livros
hebdomadarios eslao magros e sem|sabor, he que
me sobrou lempo pata Ihe escrever, alem das mi-
nuciosidades da corle, esta missiva.
huiqnele se fiterim brindes anlogos ao aelo. Hon-
leni no mesmo lugar os eleitores de Santo Antonio
solemaisirim do mesmo modo, e no mesmo luer
n sen Iriumpho. lio com banquetes e folgares
que se vao aqui fazendo aseleicoes, ao passo que
das provincias vem che;ando noticias irisiisst-
mas.
Ilontem urna crianza de H annos assassinou a
um trabaihldor que a castigara, cravando-lhe um
punhal no estomago.
Interrogado pelo delegado a respeilo, re-on-
deu, que assassinara a esse individuo por Ihe ler
daJo um supapo.
Henniram-se em unta das salas do Museu Na-
cional 98 pessoas, para trataren) da fundaran de
urna sociedade denominada Propagadora das
Bellas Artes no Brasil. O seu titulo revola a
uiiliilade e importancia do lim.
No dia J9 unlraram nesle porlo os vapores el e-
nova e liarcellone. iNesse mesmo dia, por occa-
siio de S. M. o I. visitar o vapor do guerra na-
cional Paraguassu'o perden a mao dircila um
conlra-meslre da corveta Berenico, o licou fer-
elo um furriel no aelo das salvas.
Urna especularlo athletica se vai desenvol-
vendoaqin. Appareceu um outro lutador alin
de Mr. Charles, que se proclama superior a todos
quanlos existem. J deu um espectculo e derri-
bou a 3 contendores com que lutou.
Tem entrado da Europa nesle mez 0 vapores:
o Tamar, o Norman, o Bresil, o Principe, o Sar-
denha, o Inca, o Pedro II, o Barccllone 80 Ge-
i nova.
existencia ; luuvores au disno varan que sabia e re-
ligiosamente cornprebeiidid a alia magnilude de
inis-ao, ludo invilou para a prnfligacao (Inspirse
ile-nnrleaiiienlus das paues, realisaiido assiiu um
iinpnrtanle triumpbu para a reliciau ; lotivnres em-
lim ao povo caniaragibense que soube, ampiando da
senda dos desmandos, compeneliar-so da devida
conircAo, auxiliando assim os esfurcos do Rvm, Tr.
C-aclano de Mes.ina.
Baila, meu charo Sr., por demiis massanle bei si-
di> nesta missiva ; mas como eennomsar papel e pa
;", ^iatt> &f tytmamWtQ.
piihlirou no Aiieral mu atrevido communicado, no
Temos a' v
Ira/idos pelo
lajornan do Rio, Bahia e Maeei,
S. Salvador,
a' arma do infanlaria o major do 7. hatalhAo da mes-
la arma, .Manuel Jos Espinla.
Por avisos da nn--n.a dala, paisaram pira o eslado
lavras quando se Irala de materias de palpitante in- I maior de primeira classe, o piimero lenle Ayres
leresse pera a sociedade Galholico por coiivreao,, Antonio de Moraes Ancora, e os alferes Joo Ma-
sectano da carulade, amante e dedicado aos me : noel de l.ima e Silva e Leonardo Jos da l'omeca
resses da buinauida le, en considero-me elevado a LVaasa,
um ponto sublimo, empre que sou chamado a def- Foidesignadn, pira a viagem de experiencia dos
guardis-marinhaa as ferias presentes, a corveta
feuder laes principios urandiosos o sjlulares.
Adeos, meu charo Sr., dispoutia de man pequeo
pii-lirno, certo que desejo a Vine, urna Auslraln de
prazeres, um tundo Potos de venturas, emlni um
lista, o anglo-ma iliaco, ohomem dos ben malriaes
qual como q..em he, Iraloo-me moi iesabrtdineDle, da vida sensual, para dizer-me nne .^.V i
chama,, lo-me Ostentador de falsa e indigna ero- pista, urna crian.; que vive n mu^do Zt
d,ccAo.snplaecapu.ad., cl,;lala. pHan.e, ra- j troca pelo imppavel aqu |7, qu"^e ,'" De
entrado honlem des- lado d. iovej, etc., acabando por desaliar-me a li- i recnar 7 9 Devo.ar WiSSTJSmmSi oa
le< portos, que chegam as |,rnne,ras a do pana, rar a capa e publicar o meu iioin* para poder con- I me nnporlam loiivnres on censuras' II) Vou m
do. as segundas a 1 e as terceiras a i do correnle. fundir-me e fazer palete ao publico a miaba crassa I minho, rumpro o meu destino am.ell CH*
Por decrclode II du passado pasoua aegregado ignorancia. : homens de curacao, para aqulles ana ebnr.m" ""
Nao lulMBdo issn hlslanle. abri a somina Ibe.,- | males da human, la le, e que nlo tem no peilo urna
lgica de S. Ihnmaz de Aquino, na qoal cerlamenle viucanca a exercer contra a sociedade Nao m. t.
pegava pela primeira ve/., e adulterando, seru di-so -------
enversoubar-se, o sent do das palavras dai|oelle a
qoem a igreja chama l)r. Anglico, a falseando os
seus raciocinios, apresenlou-o aos ignorantes como
defensor da bereaia por ella propagada.
.Vbi obstante reconliorcr-me frieo para lutar com
lio eiforcado albleta, julguei todava que ., minha
honra nao me permittia recusar tic formal desafio,
e prevalecen In.me do direilo que me assislia, pro-
pnz dual rondirfiei, nina tendente a evilar u prolon-
gameuto indefinido da discuailo, e oulra a sujeilar
Imperial Marinheiro. Di/ia-se que o pon
lula era o Medilerraneo.
I)escebro-se no municipio da Franca, as mar-
g*M ilo no Santa Rarbara. em S. Paulo, urna rinois-
Amazonas de prosperidades, Itvre emfim das laes
eleicoes, circuios, tabocas e mais precalco, in-epa- sima mina de diamante. O terreno perlence a par- quesillo a' ileci.au de juizes compolenles, pedindo
rav.isda quadra eleiloral. Recouimei,de-me os il- l,cnla,e-, mas, depuis do descobrimeiito, Toi invad- a Vmcs. que apenas o meu adversario dcelara.se que
lustrados redactores da l'aijma .Uul'a a da Coi-fei- do por iulrusos. Fortes coalises se haviam la' dado
fi, a quem desejo l.rsos aiinnos, pura fulguraren) ( entre esles e os propietarios. Os inteiessados pe-
Com quanlo pouco avesado em assnmpios poli-L,
Falloceram de 10 i 22 docorrente 210 pes-
ucos receio cahir em um anaclironismo, nao eu-
caiando esta pelo ihema do dia-as elei?0es.
Presentemente prcoecupa a attenriio publica o
boato que so tem propagado de serem annuladas as
eleiees munictpaes rlcsta corle. Algumas versoes
desiirosas io governo correm a este respeilo, as
quies repulo injustas e acinlosas.
I'resumo que se nao confirmar sainante boato,
Entraran) 2,0.r>8, afora alguns esenvos.
Sihiram 503.
Entraran) nesta potlo IG7 navios.
Sahiram 13o.
Foram presas policialmente 8R pessoas.
Deram-se i espectculoslyricos, 13 dramticos,
1 equeatras.l de lula, e t de eoncerto, alem de um
espectculo diario denominado .Noilcs Divert-
por quinto as irregularidades que consta M terem ; das _onde vecm 3S vjs,as de ^^ |sn9|as
dadonessaseletcoes, nao tem tanta gravtdade que!f)as PI(laJes da llr0|).-, mais importantes, dos re-
levem a seccao do consellio de estado a dar urna ,ratniHAS k.^. ,i *a .'......
U vapor parle amanhaa s 8 horas do dia.
seccao uu cuuie.no ue enano a oar urna lralos dos |10men* lebns do mundo, e se obser-
tal decisao contra a especutiva das pessoas sensa- vam a, proresSoschimicos,
tas.Paro corroborar este jui/o basta attcnlarpara
em crise eleiloral, e por lano pora a inconve-
niencia de se andar agitando o povo sem inleresse'
real.
As eleiros primarias do municipio correram'
mui satisfactoriamente. Se bem que se lenha o'
Macei, 10 de oovemhro de ISjli.
C.harissimo senbor. DrUinle do ameno e poti-
co Caruar.igibe, aunde, dorante onza anuos que all
resid, deslizei, seuai, urna esUlendl de perenne fc-
licidade, ao mam iilleruu.-ia de pros c precalcos
resuiiauo clonas, anda nao posso aventurar um jut- compativeis com a minha indvidualldade, hatnUn-
7.0 sem risco de errar ; e por lano he prudente! do eslacapital, onde lem Vane, um dlitinelo c illus-
espenr al dezembro, quaudo Ihe conlarei una l'"io cnrrpsP<>odciite, que bellamenle preenche suas
historia certa. importantes lOOCeAte, julguci-me, i'pso /lelo, exo-
nerado do arduo e espiuboso cargo de seu corres-
No vapor passado Ihe dei noticia de urna asso-
ciacaoodilicadotaqueprelcndia fundar o Sr. Fran-
cisco Jos Fialho. Ja se achando pois organisada
a companhia, envio-lhe urna copia dos estatutos por
elle apreseniados, alim de que seja publicado no seu
Diario esse traballio importante. (*)
Falla-se em demisses de presidentes depois das
eleicoes pela Intenengao indebia nessa causa. O
governo ja nao podendo remediar o mal a tempo,
lites d esse prazo.afin de que se nao inverla e des-
virtu esse aelo com ideas eleiloraes:
Disse-lheque me tinha sobrado lempo pata es-
crever esta, mas creio que foi tndiscricao, por
quanlo est a fechar-se a mala por minutos.
Corle 24 de novembro de 1850. Os B.R.
S. PALLO.
Pindaoionhangsba 'J de novembro.
Onelusco !Agnardava grandes aconlecmen-
los na ele,cao de 2 do correnle, como proeeesos,
priioes, rondas; emlim a cidade oceupada mililar-
"..... para grilar a boro gritar cora ai autori-
dades, aalisfazer c certo desejo de dar minha fer-
rada ; mas, oh escndalo lizcram-se as eleiees em
pertuila Iranqnillidade, sem a menor interveuco
das autoridades, o vote foi livre e Inumphoa o par-
tido liberal, qoe nealn Ierra he governita !
>em ao roeuo urna rouda, urna cousinha que me
servisso de Iheroa... Neste seclo de progre frieza e iuditlercnca '. 1
DomiasPo estrondoaa pira essas autoridades qoe,
e-l.u lonari.is, nao descobriram algum novo genero
de violencia, pararan), qnandu o lempo he de cami-
nhar...
I.Ivc julgue. charo leilor, que esta Iranqnillida-
de e liberdade foi devida a re.ili-ae.io dos sonhos
loiirados (caateiHafla) do Sr. Manotl'Eofrasio, en-
gaiio ; nlo honve conciliaeo.
Na minha de It do prximo passado liz-lhe ver
qne nesse da se reoniiiam as mlluencias liheraes,
para rewlverem sobre a conciliario ; rasolveram
que so operassa sem reserva da pessoas ; foram alm
lendo previamente uuvido o Sr. Enfrailo, assenta-
rara qae na chapa de eleitores ileviam entrar trea
(remas de maior vulto.
0 Sr. Eufrasio, quando Ihe foi rommanicada esta
leliz noticia peloi Srs. Dr. Mareondee e padre An-
tonio Morara, manifeslou grande satisfcelo, qoe a-
ceiiava a conciliario assim deliberada, a paaava a
convencer seus amigos, pois que a julgava digna e
conveniente a ambos os partidos.
Debalde o Sr. Eufrasio iovidon seos esforcei, foi
sem mais explica<;6es duramente repellido pe" Sr.
padre Toledo, Marques, Briipiinii e padre Thobias,
o quei eiiaiam outraa vanlagens ; enllo o Sr. En-
frailo fea quesla de gabinete, e multo formalmen-
te declarla-ihea que, a nlo aceilarem a conciliario
na lumia presentada, nica possivel, que deiiava
de prcslar-lhes apolo na eleiclo ; mais urna sez Ihe
loi respondido : (>assm Dio queremos.
Eis o Sr. Eufrasio no maior desaponlamenlncom-
muiicando aoa Eims. Srs. bario de Pindamnnhan-
gaba e roonaenhor Marrondea, a recusa por parle
daqutllet saqoaremas, e a disposiclo em que eslava
da nlo inlervh- na eleiclo, dando "assim ama prova
da leaktade Torea de seo proceder.
sendo a Sr. Bufrazio pelos joruaes apresentido
corno brara direilo do Sr. padre Toledo, e por mui-
los considerado como dando vida ao partido saqna-
rerna, na qae nlo concordo, sorprenden em geral
nlo ler forvja pira conseguir aqmllo qoe eslava no
>nteres-e da lodos. O ministerio pouco durou, logo
linio patente a caosa.
Era o Sr. coronel r.ommandaiile superior, Ilo-
roem de Mello, qoo desertara do exercilo liberal, on-
de ha poneos mezei se.aliilara, e aiaumia a posic.!o
do chefe do ciercilo aaqoarema, que com sua pres-
tigiosa espada phanlasiava um porvir do Iriomphos
e glorias.
A ascenrlo do Sr. coronel e laelica dos liberaes
arraocarain o 8r. Eufrasio da po'iclo inerte que
havia lomado ; ei-lo prestando apoio ao partido li-
beral, idenlificaudo-se com elle ; foi tratado com
ravalleirismo e considerarn ; sua transicao era
utir e cantada pela mais justa causoa ronc-
li.it;o.
I inilmenle foram lanas as decepcOes no arraial
saqaarema, que aperar doimportanteapoio do
Sr. coronel. I,cara,n fora do combale.
Sao eleiloies os Srs. :
Monsenhor Marcondes US
Dr. I e, veira 4fjsj
teiiente-coronel Aogosto de tiodoy Moreira 1117
Francisco Silgado de Cerqueira Crin {(Mi
1 enmle-nironel Jos Antonio YilleU il).">
"'"' Eitftarin de Toleilo iO
Ignacio Marcondas do Amaral 10")
Dr. Jos Vicente i()2
Alferes Bento Moreira Mal
Manoel Bicudo de Siquera-Salgado 02
Antonio Ramos do Carino illl
Honorio l'ereiia Duarle '.Kl'J
Jeremas Gomes de Araujn 399
Manoel Marliniano Goilov :l",
laad dos Res l.obaio :19:|
lainegn Visarlo Salgado :l;)9
Proceder?ni-sc as eleiees em paz as cidades de
I inli.ie e.lararahy. villas de >. j,,ee l'.assapava,
a Iregoezia de S. Bento : com l'indamonhansaba
laz on.mero de '.MI eleitores ; desles 13 ido saqoare-
mas a 17 liberaes.
I'alta-nos noliria da cidade de Guaralinsiiclu.
que da :12 eleitores, e ten; da decidir se este dis-
liiclo se pronunciara cm sentido liberal ou saqua-
lema.
Ouanto a candidaturas, -rnenle sao coubecidas as
do lado liberal ; entretanto falla-se que o Sr. com-
mendador Paula Machado apresenta-se para a de-
|ilitlo,beinroniii o Sr. Dr. Jos Marliniano de
"hveira Rorses ; quando os saqnaremas ublcnhdm
maoria um driles ha de ceder : tarnbein trata-se do
Mr. Nenias, que anda de dislriclo em dislriclo ; lera
que ver passar S. S. de liapelminga a Taobal '.
O centro do partido liberal apresenlou o monse-
rnaat Marcondes para drpulario por ele dislriclo, ao
Dr. Marcondes de lloara Coala para supplente ;
s(m proceden lo ala deu prova de nao qaerer'en-
carlar alilhados, romo romprehendin parfeilamenle
o voulade unnime dos liberaes desla cidade de
I atbale e oulros pontos.
II monsenhor Marcondes, por aaja gravidade e
modelarlo, alia posiclo. idade, dedicacao aos prin-
cipios liberaos, honradez e servico, es'la luperior a
le lo rlugio ; |' de ha innilo, e nao fosse modesto
o. demasa, lena nrrupa.lo una cadeira na repre-
sentara ceral. romo dignamente lem uceupado no
MLN UCIOSIDAES DA CORTE.
Rio 2i de novembro.
SS. AA. II., acempanhadas pela condessa de
Barral, visilaram no dia 16 do crreme a casa
da moda, aonde encontraran) o minisiro da fa-
zenda, o Dr. Jobtm e o brigadeiro Pimentel, que
ahi as esperavam. Demoraram-se no estabeleci-
menlo das 9 1|2 ao meio dia, percorrendosuas di-
versas oflicinas.
S. M. o Imperador, depois de assistir os exames
da escola militar no dia 17 do correnle, honrou
com sua presenca a sesso daPalestra ScientiD-
ea, que mensalmenle lem lugar em urna das sa-
las da mesma escola.
A Palestra Scicnlilica he urna associacao
de poucos membros, fundada em junho desle anno,
a qual lem por lim o estudo das sciuncias physicas e
maihemalicas.
A directora do Banco do ffrasil, logo que sou-
be ala fallecimento do viscondo do llio Bonito,
maiulnii fechar as portas do sen eslabeleemenn,
e pedio aos respectivos empregados que tomassern
lulo por oilo dias, como demonstrarlo de ma-
gua.
Os empregados da secretaria do governo da pro-
vincia do Rio de Janeiro, tamben) deliberaran! to-
mar lulo por 15 dias, e mandar celebrar urna mis-
sa fnebre no dia 14.
8. M. o Imperador mandn desenojar o irmao,
do finado, o Sr. Veador Faro, pelo Exm. hispo
de Clirisopolis.
A morte do visconde do Rio Bonito foi bstan-
le sentida nesia corte, onde tinha muilas sy/mpa-
Ihias e verdadeira influencia.
No dia 15 do crranle, leve lugar na capella
imperial da quima da Boa-Visla, urna missa, pelo
anniversario do fallecimento da Sr.* D. Ma-
ra II. Assisliram a esse acto SS. MM II. ea
corle.
0 tribunal da relaco decidi que fossom entre-
gues viscondessa da Villa Nova do Minho, os
bens perlencenlcs ao seu casal, quo forarp arrecado-
dos pela fazenda publica. Quando leiminarao as
peripecias dessedrama, onde se acham sacrificadas
tantas familias ?
Foram confirmadas peloconselho supremo mili-
tar as seniencas conlra o I." lenleLuiz Caelano
Jos da Rocha, e o 2.- dito Augusto Netlo de
Mcndonra, que mutuamente so feriram a bordo de
um 'ande guerra. O primeirosuffrera 18 ma-
zes de prisao, e o segundo 6. He lempo surtjcien-
te para moderar os brios de loo disiincloscomba-
tcntcs.
Foi condecorado com o ollicialalo da Rcsa o
Dr. Adolpho Maersh, professor de msica do Ins-
litulo dos meninos eegos, c com o habito do caval-
leiro da mesma ordem, Antonio Bordo, autor de
um diccionario italiano portuguez. Se os cofres
das grapas so lem aberto prdigamente para remu-
nerarles eleiloraes, hcerlo que lambem o sao pa-
ra os homens de lauras e das artes, em premio de
seus irabalhos.
Alguns amigos do artista Joao Caetano abrira
urna subscripto para daiem leslemunhode aprei;o
peloesforQo com quede novo resiaurou das cinzas
o iheatro de San Pedro de Alcntara, do qual he
emprezario.
Acha-sc contratado para este thcairo, alm das
Sr.'s Ludiivina e MonUni, a Sr." Gabriela De-
V ecchi, artista de elevado merecimento, c que dei-
xott no Gymnasio, aonde represemava, urna falta
irreparavel actualmenlc.
A Sr.1 De-\ ecchi, no Drama da escola moder-
na rivalisa com madama Dallosa. da companhia
france/a, podendo-se assegurar que nao tem com-
petidora na scena nacional. Depois de sua sabi-
da do Cvmnasio, a directora respectiva offereceu
ordenados vantajosos i Sr.-' Ludtivina, para subs-
tilui-la, os nao qui/.aceitar, porquanlo superior
ludo quanlo se Ihe offerecesse, leria ella em S. Pe-
pundenle em a villa do Passo de Camaragibe.
Ah : meu charo senhor, lu ralada de saudades,
atormentado pur terrveis imprcsses, que deixei a-
qoelle ameno lugar E como hesitar depo:s de ter
presenciado tantas sceoas tristes e lamenlaveis, e de
haver recebido lanos e repelidos golpes com M pas-
samenloi dos meiis charos e prestrnosos amigos, o
comniendador Jos Paulino de Albuquerque Sar-
ment e o capilao Antonio Jos da Silva Magalbes,
este ultimo principalmente, a quein at exhalar o ul-
timo alenlu da existencia, preslei-mc com dedica-
cao ; e, finalmente, a prematura atarle do Dr. Ro-
drigo Neito l-'irraiauo de Muraes, joven esperanruso,
a quein a morte ceifoo quando contava apenas vin-
le e oilo anuos Apezar, porem, de tanto haver
sollrido, sere porventura indilTerenle scenas que
por all vilo ? Drprczarei os soffrimenlos que por-
venlora pos.ain tortorar aos habilanles da villa do
Passo rie Camaragibe ? Nao, mea> charo senlnii, sou
sensivel, c por mais fortes motivo! que tivesse para
rugir de seu contado, anda assim, membro de orna
rehuiSo que lem por bases a candade e o amor do
prxima, eu encerr no olvido os sulTrimenlos e as
torturas, e como sempre, eitarri na cava promplo ,,
puanar pelos interesses daquellc lugar. Slo estes os
motivos que obngaram-rne a lanr,ar mito da penna
para participar-lhe os benelicos e aaudaveis resulta-
dos colhidoi naquella villa com a apparigo do dia-
indo e illnilrado virio apostlico, o reverendo l'r.
Caetano de Minina, que auxiliado do saudavel e
poderoso influxo da religilo, promoveu uroa rcfir-
radiantes as paginas do seu importante jurna
Disponha, etc.
:t de dezembro.
Charssimo senbor.Estando e-la capital sob a
climatrica presso dofervel opuseleiloral, nlo
quiz drizar de escrever a Vmc. para participar Ibe
o coojunctn de peripecias que por aqui caminham em
vasta escala. Caballas, IroCM e baldrocas, forqoilhas
e carnes, eis aqui quanlo observo em pleno deseu-
volvimenlo, o que cerlamenle he grande desaponta-
meulo para aqutlles qoe consiilrravam a lei dos cir-
cuios como o de.ideraliim da rcjener.icuu do paiz
da Santa Cruz. Eu que ato leuhu o menor inleresse
uasses eventos, julguei qoe essa lei fone como um
astro radiante, que dissipasse a.- nuvens que lolda-
vam o horisnnte da patria dos Audrades, Canecas,
Paran, Mimes Machado.
Ah, meu charo senbor, se anda fura vivo o mar-
ques de Pirana', lalvez que os negm ios camiiihassem
em outra senda, que nlo a seguida at esta dala.
E ditera que nlo ha homens precsu As fraudes
continuam, o espirito de partido loma dimensOes gi-
gantescas, as violencias c eleiees em duplcala, eis
aqu os meos postes em ezecucao, pur aqulles que
almej.indo o Iriumpho dos seus favoritos ou imposto)
candidatos, nao trepidan) peralitc os meius, para le-
varen) a vantc seus projedos.
E quem perdo ne-.-es vai vens, ne-se continuo lu-
mulluar '! He u pobre, o agricultor, o commereiaiil*,
o militar, nicos ptreas ne-se jogo de alncantinas
nauseativas e improprias de homens que se di/.eni
civilieadae.
Aiuda, mea charo, nao noMO allirmar a Vmc.
quacs os certos candidatos dus cinco circuios desla
provincia, seriam precisas as cienciasde Newton,
Galileo, para pn fanar esse labirintho. Sao lanos
os candidalos a's cinco fatias, que he dillicil emillir
um jui/.o, nao direi exacto a sim aproximado. En-
trclanto ja posso allrniar a Vine, que sabio eleilo
pelo circulo desla capital o Dr. Manuel Joaquim de
Mendonea,e coiisequentemcnte pelo circulo de Porto
Calvo o Dr. Roberlo Calheirns de Mello ; anda mo
he sabido qoaes os dous suppleiilcs, tantas sao as
versoes t o aspirantes.
O da 2 de dezembro passoo desapercebido, se ni)
fora .i illninioacao dos palacios e qnartet do oitavo,
e urna recita dada pela sociedade Minervina, nlo sa-
beriamos que o dia 2 de dezembro era o anniversa-
rio do melbor dos moiiarchas, o magnnimo Impe-
rador do Brasil. Me por demais drsairuso esse indi-
ferentismo !
Participa mais a Vmc. que appareceu nesla capi-
tal um pequeo jornalO Mamandiao qual revela
que a imprensa, longe de ser o faclotum dos ennhe-
cimenlos humano-, ao contraro he a capa para os
abusos.
Adeos, disponha do seu dedicado
CoMMjnlito.
roa imporlantis-inia entre aqu lie desimrteado povo.
Oh meu charo senhor, nunca a reli-pao leve mais
pleno Iriumpho, nonca um povo demonstren maio-
res rontricrei e fervor na adoradlo dos Sacrosan-
tos Mvslerios, nunca, emlim, um sacerdote em idn-
tica posi{3o ronsegoio fazer tanto quanto o que all
fe/, o dislinelo ministro de Christo !
Nlo era em vio que eo, quaudo seo correspon-
dente em a villa do Passo, exteriotv pando os desre-
grainentos das paixoes, as njenlas c inesquinhas in-
Irteaa, que all predominavam como a moeda cor-
rete ou o pao nos-o de cada dia, muitissimu vezes
lembrei a viuda de um inissioDario. que encarava
como u nico remedio proprio a promover a exlioc-
(ao dos terrveis males, que peaavam por sobre os
iufelizcs habitantes daquelle losar, suu presenca se-
ria eniliiu como um luminoso astro, que dissiparia
as trevas qoe tuldavaiii o horisnnte cainaragibensc.
Eram taes o fados, os desmandos, laes eram as pai-
S.O-M que all fermeulavam.queu appariclo do chole-
ra foi, pelos homens sensatos, encarada cuino o jus-
to castigu de um Dos Irritado por lauta perversi-
dade.
ijuid lude, de minha vos nao linlms repercusso,
epelo contrario eu era considerado como um propbe-
ta das luminarias O cholera appareceu, a morte em
sua ceifa ludo levou de vencida O potentado e o
plrheu, o rico e o pobre, o sabio e.o idiota soflreram
o lerrivel golpe '. E que direi a Vmc. qoando a mor-
le pairavn por sobre aquella villa, quando tildo era
horror, quando a roulricclo nica devia dominar a-
quelles povos, foi nessa poca sepulcral que as ms
paisoea loearam a meta da ferocidade He inqua-
hlicavel !
Esle abandonava a esposa re eluda a face da igre-
ja, aqoelle rnplava a joven innocente e pura, coja
riqueza era a honra : outros folgavam qoaudu a Ini-
manidada gema aflicta, muilos emlim locravam
com os solfriinentos dos iiifelizes! Dos se amerciou
delles, era lempo que a hidra infernal fosse decepa-
da, que aqnelle lusar vnllasse ao seu eslado normal,
c que o desvairados gravilassem a' senda dos deve-
res que impe a religilo de Jess Christo, nico au-
xilio as atribuladles da vida homana.
Rainu a hura da salvaclo tiara aqulles povos, com
a Cbtgada do Rvm. Kr. Caelano de Alessina, que du-
rante tres dias que all demorou-se, operou refor-
mas e melhoramentos espanlnsos, feilos niaravilho-
sos, se allendermiis ios males ja enraizados entre
aqulles povos. Eis-aqui quanto me partecipa dalli
um dislinelo amigo, que em a circuinspccrSo c cri-
terio que o orn.im, minuciosamente descreve os
grandiosos servidos prestados pelo digno vario apos-
tlico.
n romes visitado pebr diano missionaro Fr.
Caetano de Mcssina, hom?m summamenle erudito e
religioso, o q,H| deixou seu nome gravada em letras
de ooro nos annaes desta villa, tantos e valiosos
foram os serviros prestados, que posso sem receto
ullirir.ar que jamis missionaro em igual enseju fui
capaz de aprcseular lanto, o de deixar lio iaudaaai
rerordsee, entre este povo, que fervuroso mi e ein
numero avallado eanearrera a ouvir suas sabias pre-
dicas. Enlre os grautles servicos avultain os casa-
mentes de setenta e tantos amancebados, qje a nao
ser a sua influencia, anda buje vegelariam nos luda-
caes da pervertid ide. Mandou fazer urna ca-
pella de Nu--.i Senhora du Rom Conselho no cemil-
lerin, o qual foi visitar acompanhddu de ludas as au-
toridades e povo. all disse missa acninpauliada de
exeellenle praiica por aln.a dos ufelizes que all ja-
zem ; fez limpar com rapidez inqualilicavel a sagra-
do campo que eslava coberlo por denso malo ; pro-
b,lindo desde logo o-enlerra,nenies que depois da
evtiricc.lo do cholera eram leitos nas capella; ein
umina licou esla villa possoindo um eieelleula cc-
mileriu.
Ohrigou-se n Dr. Bernardo de Mendonra ao a-
perfriroamenlu da capella, assim como u povo a edi-
ficar um muro de pedra eiu lugar da forte cerca que
o circulava. Mandou fazer e loso cullocar urna
srande cruz na freole do porllo da cslradi.. e mais
quatro croz< s pequeas para os quatro calilos do ce-
miterio. As cruzea, cape la, limpeza do ca upo, fo-
ram ubra de una tarde. Admira, mas he ex. :tis,iiiio.
Mandou fazer e enllocar un adro da igreja um
grande r bonito cruzeiro, cojo levaiilainenlo (ui real-
mente um espectculo sublimo e mage-loso, em o
qual se palenleou a grandeza da noa relis lo, pro-
clamada por um dos seus mais fortes sustentculos.
PAGINA AVULSA.
ijsB.-J aHIsnivS
Consta-nos com toda certeza,qoe param em po-
der do Sr. Dr. subdelegado de Santo Aulouio um
par de dadus falsificados, com que o proprielario e
una des-a- espiduucas de jugos sacrfirava as viet
mas.que ||ie cahiam as uuh.is; esses dados slo ou-
cos S\o lera' o lei forcea necessaria para se fazer
respailar por esses especuladores da fortuna dos tol
los e niiseravels'.' Dilcm que he iinpossivel poder
obstar-se taes meios de vida, mas se os inspectores
de qnairleires liverem bstanle vigilancia eaclivi-
dade, se a polica liv'er agentes secretos pagos, se a
ni.ioria dos arladlos se conspirar contra esses au-
tores, onde se forgicam tantos planos de desgrac,a-
rem familias e familias, se afina! a autoridade for
inexoravrl.esias casas de jogos desapparecerlo, como
diram ao severno provincial a decrelac.lo do ten i
leria como diamanlino.
Em Soroeaba foi assassinada nma menina de !l
anuos de idade. O delinquenle introduzindo-se em
casa da victima, quiz violenta-la, e nlo o podendo
conseguir, deu-lbeuma facada na cabera, de que re-
sullnu a instantnea morte. Felizmente o crime nlo
lienn impune ; o criminoso acha-se preso.
Fui condecorado rom o habito da Rosa o Sr. llar-
do, aolor de um diccionario ilaliano-purluguez.
I.-se no Correio Mtrranlil :
a As datas do Esmrilo Santo alcan;am a 8 do
cmrenle.
As noticias mais importantes da capital daqur-l-
la provincia san as seguinles :
o O Sr. Dr. Ernesto de Souza e Oliveira Coulinho,
candidaln a' itepuiRclo geral por aquella provincia,
tinha ebegado a' capital no i. do correle.
o Achava-se recolbido ao quariel da companhia
lixa u vice-consul deS. M. l-idelissima, Manuel Jo-
s de Araujo Machado, pronunciado pelo crime de
f.ilsidadn e de tentativa de eslellionalo.
(i As eleicoes geraes se zeram lem o menor in-
cidenle. Pelas nolicias re eluda- o partido capirha-
ba venceu em Henevenle, Guaraparv, Queimado.
Cariacica, Serra, Santa Cruz e Lindares.
.\a M iiua fui as.assinado na imite de 17 do passa-
do, na villa de Iiihambope, o alferes Manoel Rap-
lisia herrera Nelto, fazendeiro eitabelecido naquel-
la villa, indo dalli para nina fazenda que tinha no
entra lado do rio, suecumbio ao Uro de um haca-
marle, sendo achado na margen) do rio na manhaa
do dia IS. fui preso, como indiciado no crime, nm
par lo por nome Eslavlo, que na vespera a' larde
havia tido urna allercaclo com o assassinado.
De Macei nada da digno de menean.
Haviaia ebegado, sabidos desle porlo:
Au Rio, a 11, a barra a Malhilde, rom I dias :
n 19, o Driiie o Adolpho, com 1:1 dias ; a 20, o
bruna Ingle! Totaer, n com 11 das ; a 21, o bri-
gue " Lalo, u com II das.
A' Rabia, a "3, i e-runa bollandeza Anlje.
Sahiram para este p?rto :
Do Rio, a l.'i o patacho Esperanca ; a 2 os
bngurs K Marianna e Elvira.
Da Babia, a 27 a barca inglesa a Anuc Melbuiab ;
e a 2!l a lancha Achavam-so a' carga, para esle porlo :
.No Rio, o brigoe a Adolpho.
.Na Baha, o hiale o Dooi Amigos, a
O vaper -ardo dciiova, i> devia sabir do Rio no
dia I. do correte.
Recile de dezembro de llv><.
Vara i-icomnor ifialqner he mes/re, dilia o vis-
conde do Cayrti. Os redactores do l.il'cral l'rrnnm-
Imrann deram talvezdemasiado pezo a esta mxima.
Decididos a descompor o Exm. Sr. presidente da pro-
viuda, pensaran) nao dever incumbir esla tarefa a
algum de seos mais Ilustrad, colaboradores esim
ao mais bilioso e maldi/.enle. A proposito do nosso
artiga de sabbado passado levaran, a encher as co-
lomnas da aoa folha de expressftes afrontlas, e
epilbetos insollantes conlra o Exin.Sr. cooselheiro
Sergio Tciveira de Maredo.
Era preciso, porem, no meio desses insultos inlro
duzir algons raeioeinios e sahiram despropsitos da
ordem do qoe vamos analyzar :
o O presidente, diz o Ctvred, pedera ordenar a
polica que se dirigisse ns mesas, tizesse contar as
redulas, lavrasie corpo de delicio e remelle-lo ao
as aceilava, publicasscm por extenso todo o meu
nome.
Mo me limitando a isso, dei-me ao (rabalbo de
traduzir luda a doulriua de S. idioma/, acerca da
vuntade de Dos, e ped a Vires, que a Iranscreves-
sem cm o seu Diario para que o publico viste a boa
f c sinceridade com que proceda o meu adversa-
rio, citando esse santa Dr. como oro dos defTensores
de sua hertica doutrina.
'tranquillo eslava cu, jt persoadido de qoe o Sr.
Dr. Fetoza, envergonhido de ter sido apandado em
lio reprovado manejo,se havia rccollndo ao silencio.
quando com grande espanto e indignadlo leio no
I.itirrijl um onlro communicado seo, no qual din-
gindn-me aluda varas injorias e insultos, imputa-me
a propria infamia que elle havia pralicado, islo be,
diz que eu Uve ,( o desplanta de alar S. Thomaz pa-
ra provar justamente o contrario do que S. Thumaz
cusma, o
Sera possivel, Srs. redadores, ler-se um procedi-
lem desapparecidu cerlo ramos de traficancias,
es.rs mesmos inleressados nellas, bem dirlo um di
o poder, que as fez desapparecer. He moa ladroei-
ra inqualilicavel a d^sses desalmados, qoe nau|satis-
feilos de haverem de cada individuo que joga cinco
mil ris, para mais os iufelicitar, e correr-lhe sem-
pre a chelpa falsifican] os dados! Conhecemos alguem
que n'um momento perdeu qiiinhentos e tantos mil
res com os laes dados misteriosos, e muitos slo, ou
teem sido os que depositan) sobre a mesa fatal o lu-
sem moasa censura! e hoililidadei de roirradus al-
gebn.ias, que lulToeam na maldiclo os arrpobos
dos entunemos sympalhicoi. II
Sempre q,le posso, don oina demonstrarlo fraca
do qoe deachi ; earrego a minha pedra par'a a obra
da MVtliaataa ; nlo engarrafo o pouco que pens sa-
ber t nlo me Tatem recoar doloroias magoas do amor
propria. |-J
Duranle corso desle anno solte dous brados .ie-
nificaltcos :um no Atheneu Pernambucano, a -
oolro no u Uab.uele l'oriuguei de Leilura. <>s
liomeni de eoraclo me applaudiram, alsom amai-
dicoado condemna-me. l)eVo atlender aqulles ou
a este .' 13
Ha isso de especial a mea respeilo. Nlo cen-
suro nanea os (r.ib.ilhos Iliterarios dos oolros. por-
que mesmo pansa que em ai.omptos scientincos o
papel dejatii he odios e lem por base o arbitrio e
o orgolbo. Hesularmenle louvo, ,. ,imo por.
qna aeredilo que, quando de lodos os lados sen-
limos a press.lo material, crrenos a obriuacSo de
crearmos hm i.......... ..n ....._.._ 1
orna
cousa
lado tal ou qual servico, nlo
do qne provas da maii negra ingralidlo (|M Vejo
nisso a sorle da homanidade ; para o Iriompho do
espirita sobre a materia so ha um remedioa mor-
te Einquaiilo o remedio alo chega, a bosta sob-
malter a alma, na expressiva phrase do conde da
Maislre. (Ib)
Aqnelles meui doui discursos susclaram-me ini-
misos orcultus ; o odio se apresenlou disfirradn
- ,,.^.,u ,,,,,.,. corre-nos a obn-aro de
mos, nos ns homens quo vivemos pelo espirito
especie de allianra olfensiva e defensiva e'
exlraordinan. lies.o- a uera lecho i>, '
a qoera lenho pres-
lenho recebido maia
ment mais reprovado e mala indigno Da que nlo eom as vestes do calholicismo, e alguem, bastante
sera capaz o individuo qoo asaiiu obra.1 Cunfesso mo ;|7, para nlo poder lolTocar seus ios'tinctos de
rovueoa-ine desabridamente, atacoa-me
qoe nunca peine, que hoavesse no mundo quem
fosse capaz de tanto : E he esse o homem que fal-
la lodos os dias em moralidade, em religilo, cm
Dos ".' E he esse o humem qae se apregoa como o
tv po da probitade, como o sauduario da scieucia ?
lie verdade, por isso rncs.i n que em nada dsso er,
nao lira iieiiliiiina iteeus cousas da bocea para po-
der engaitar os ignorante).
Nao se limitando .1 isso, o Sr. Dr. Feiloza, sem
allrever-se a recusar anertainenle a jurisdicc.!o dos
sabios prelados por niim propuslos |iar.i joiz.es ,ia
quesllo, insiste em que cu publique o meu non.e,
deixaudo a dccislo da causa ao jui/.o do publico, co-
mo se em materia de fe podesse o publico ser juiz !
Nlo querendo d-mar-lhe o menor pretexto, pu-
blicu uma pequea correspondencia, di/.eudo qoe
hrevemente respondera ao seo communicado, e que
nessa occasiao declarara o meu nome, asseverando
ao mesmo tempo aos que comiso pensam qne o erro
e falsidade dos iuimigos da liberdade de Deo, se-
aggresslo,
como heregr e alhel, procurando erguer contra m'i'm
o valso ignorante, 18 porque ein um de meas dis-
cursos avenlure algumas propoiic,d(i arrojadas que
cerlamenle nunca mereceram a medilaco do meu
iaimigo e que o desperlaiam cheio de iudignaclo
poique habiluadu lalvez a jurar as palavras dos
outrus, nunca lala* de dar au sen eu a precisa libir-
dade. ID
Nlo devo responder 10 mao encapalado, visto cu-
ino lendo-lhe pedido com 11,.lauca, a elle qne me
asgredio de embo.cada, que se deacobruse.o homem
nlo tem querido f.ue-lo ; nlo aceito eom elle a me
or discusslo, porque nos guipes que me lem alirado
inoslra qoe nao labe manejar armas de eavalleiro,
e que o seu lim foi smenle. magoar-me.i20 Mai de-
vo esclarecer doulrinas.quc se preslam a aer mal in-
terpretadas a furca de sophismai. E por imo lomo
|,erante o publico o compromisio solemne de,
...li..... ___--.. j. ..
E com elTeilo, senhores redactores, com allestados
de ilillerentci pessoas d'enlre as n,ais dislindas do
nossa loricdade, liet de provar ao publico que fui e
Sr. Dr. Fritoza que comnietlen a infamia que me im-
puta de citar de falso a S. Thomaz, para sustentar jus-
tamente o contrario do que S.Thomaz ensina. llei de
mostrar mais qne a doutrina daquelles que uegain a
Dos a liberdade,foca expressaruentecondemnada por
dous concilios ltimamente reunidos em Franca,
como ahsolulamenle contraria f ralholica, sendo
os decretos de-.a conderonaclo levestidos da appro-
vac,lo do papa Pi IX, do paj commum dos liis, do
vigario de Chrislo na Ierra, daquelle a quem o Sal-
vador rccommendou que apasceutasse os seus cordei-
ros, e as suas ovelhas e pur qoem elle ora a seu
Eterno Pai, para que sua fe nao falle.
l-.uiao o publico decidir quem be o cbarlatlo, o
pedante, o sophisla, o homem mo emlim.
O Sr. Dr. Feiloza, sabendu do que Ibe esla pre-
parado, sabe-se boje no Liberal com um miseravel
communicado, duendo qoe lem reaolvide nao oceu-
pa-se mais da quesllo, e rompromelteudo-se a Ira-
lar-la cm uma obra que breve publicar. Faca o
que quizar o doutur; pela minha parle coinpromelli-
me a inustrar ao publico a falsidade da doulnon por
elle prgala a bei de faze-lo. U espililo do mal po-
de pertorbar a igreja, mas ns porlas do inferno nlo
prevalecern contra ella. IA pnrlir infer non pie-
raleouiif adeersus eam.
So alm da presente correspoiulencia, Vmcs. qui-
zercm ler a bun lada de eslampar tamben) em sea
promotor publico para promover a uc.sarlo.,, | -i", ""Cel,"do ?iari" """ < J,r-
Ha om homem em 1'ernar.huco que abe lar I es- | &!*" <>"e "" "/' f" T P"blie
hque sriente de ludo o que lem liavidu sobro lao
imponante quesllo, muito ubrigado Ibes fieira'
crever e checa a allirmar cousas destas A que tica-
va reduzdo o direilo eleiloral se a policia podesse
ler uma lal inlervenrln. e suspender os Irabalhos
todas as vezes que isso Ihe conviesse "!
Ninsoem disse nunca que as mesas eram irrespon-
saveis ou impeccavais, pelo contrario, em seus actos
ofliriaes o Exm. Sr. presidente lem dilo que sao res-
pnnsaveis, e at lem apuntado arligos do rodico que
uma mesa infringi e cujas penas Ibe slo appliro-
reis
1 aelo nenhom olllcial o Exm. Sr. presidente
se servio du epilhelo de soberano applicado a me-
sas parochiaes, o que disse he qoe certas de soas de-
lermuiaces slo definitivas e deltas nao ha recorso,
de oolras ha recurso para os collegios eleiloraes e
menor esparo possivel de lempo, compor um eem-
riam (lemonslrados de moilo lal qoe nlo darla lugar mentarin do meu discurso, onde exporei o ivste-
a replica. ma de theod.cea que professo, e qoe pens ser um
laco estrello entre a plulosopliia e a religilo ca-
lboliCi,.;2riAprcciarei ahqa influencia das doutrinas
(leAnsiuleles sobre as .-colas que predominaram
na media idade, quando a !'> etiologa era anlss
um capitulo da Lgica do que' um r.orpo de don-
Irmaseonsliluindo uma sciencia. Veri' enllo o
meu gratuito e desle-l inimigo, (22) aulores mais desacreditados e se o nlo enlendo ; fi-
ca-lhe o direilo salvo de cum oseo nomo cospoi
a refutasen das minhas doolrinas, e mostrar o qua
nellas bouver de pengoso e contrario ao dogma ou
a razio.fZ)]
Aquella* que resulvem as qoeslOes lommindo os
amores e procedendn por comparaclo numrica
nao pertencero nonca I familia dos espirito, supe-
riores que se asieohoreiam das doalrioae, eonver-
lem nasem propriedade si.a. meditan) sobre ellas
e emillem um juizo que tenha o euuho de sua per-
sonalidade. (2ij
Creio ler o direilo de dar pur concluida essa
polmica desagradavel a qoe um intrigante me quiz
arrsstar, 2jjou para servir a um senlimenlo deaver-
tlo propria ou parajobedecer a clculos alheios ;(26)
pedindo desculpa ao publico se deiio de completa-
mente iatifaze-lo. Mesmo, e-e seero da s-
sumplos, he perisosu e mcoiivenienle Iravar uma
discussluem arligos de jornal. 271 O livro heeeeico
meio de dirigir polmicas desla ordem (28|ja porque
nem lodos podem ser juizes ; ja porque as propoti-
(001 emiltidas nlo podem prescindir e um systema
em que os principios e as conseqaencias e'slajam
perreilamente eaeadeadas ; a porque finalmente
cur.ipre estabelecer a verdadeira accepcSo das pala-
vras, par. que 1 quesllo nlo se reduza a urna/ lo-
gomicha. .211. J
Recife i de dezembro de Ifififi. 1
Ur..intanio I mente o Saicimento Feflota.'
toro dos seus lilhos e o crdito Pedimos, por lano, !"" c*"u"' mpelenle. Na lingoaceni vulgar se
_ __ *___ iltr ^ 11 n> -i-. 1 11 i 111111 /ini':. iu uno lu .lu, mili 1 hiirmn
dro. Est, pois, esle thcatro, to bem servido,, calculando-.e em mais de oilo m,l as pessoas que
quanlo se acha desamparado o Gymnasio com a sa- fsl''.'"" pr^enles Fe/, maia oaleai le pedra o aue
Inda da Sr.' De-Vecch.
T"erminaram-se honlem os irabalhos eleiloraes
desle municipio. O resultado deslas elcijOes nao
pode servir de base para so aventurar juizo acerca
das candidaturas. Daqui al 4 de dezembro isso
passa por uma Nova Era,e eis tudo transfor-
mado.
Na fragoexia de Sania Anna, na occasiao da
apurado appareceu uma lista cnvoltaem onz; ra-
pas, em cada uma das quacs se lia um dilo chistoso
em referencia s eleires. Eis-aqui a demonstra-
be iuacre lilavel. o largo da igreja, servico fciloem
dous dias pelo povo de ambos os sexos!
a policia que por amor de lautas esposas e lilhos vo-
tados a' miseria, empregue lodos os recursos ao seu
alcance para se nlo acallar de om s golpe,pelo me-
nos fazer desapparecer o grande numero de casos
de laholagem. Em nosso poder para uma lisia de
nornes de pessoas, que pagam seu tributo a esses
templos da cornea ; pedirara-nos a publcelo della,
mas nos aprovallamos o ensejo para di/e- um- a quem
no-la enriou, que quem lem bocea nlo maoda so-
prar.....
Transita pela ra do Colovello om moco, que
qner passar sem duvida alguma por cui-udo ; mas he
lio desasado que o publico ri-se de suas baoalida-
des ; estas tem passado alm, a poni de darem-.e
repetidos escndalos da parle desse moro, que lem
Sitios mas nlo ve (antas pessoas sisudas, que o cen-
suran) ; c lem uuvidus, mas n.lu ouve as risadas dos
gaiatos de berreiro.
Dizem que bouve em uma ra confronte a casa
de uma familia nm duello de tapas, murros e pefe-
lecm, e que crssou apenas aproximou-se a' emboca-
dura da ra uma pstrulha. Sim ; desses duellos nlo
slo oMos, principalmente quando ambos licam bem
esmorrados para nao eslarem daudo espectcu-
los !.....
Conslano- que os Exms. Srs. bispo, e presiden-
te tem soccorrido o infeliz Jaciolho Jos de Veras
com suas e-,nidia-.
He misler que o subdelegado de S. Jos nlo
primilla qoe a nuite se rena em algumas easiiihas
da ribeira eerla gente de rara sinitlra, por quanto
temos ouvido dizer que ahi pretendan reunir um
trc,o da nova companhia de ladrees^s quaes j prin-
cipiaran) as suas excurses na luja du Sr. I.avra.
Consta-nos, que os lampeoes da ra de Santa
Cecilia nlo se acendn) algumas noites, e isto por pe-'
odos ; ou certa gente dessa ruii|lein olhos de galo,
gosta de andar as cabera las.
Perguula-se a cerlo boleeiro, que sabe de pou-
les a fura quasi todas as noiles, porque ao chegar no
principio do aterro lem o cuidado de apagar as lan-
leinas Com effeilo, que de para fazer especie !
O certo de que o earro vai vasio, e depois das Ireva
jeme, lie um mysterio, porque u carro subverlc-se
com boleeiro, cavallos e ludo !
Ouvimos dizer, que no aterro di Roa-Vista em
om quintal azis entregue aos horrores de seus pade-
cimentos um inorpheiico ; a ser exacto, pedimos a
qoen) conserva um lente de tal genero entre a po-
pulacho saa, qoe o faja por cndale recolher ao hos-
pital respectivo.
Ao Sr. fiscal de Santo Antonio se quizer aug-
mentar cum urna quola as rendas da municipalida-
de, d um pa-seio, nos domingos e dias sanios pela
ra de l.ivrameiilo, onde encontrar algumas lujas
com meia porta aherta infriugindo as leis divinas e
inunicipaes.
Em nma rasa da ra do Collegio dizem haver no
quintal um foseo sem leglo para ra,pelo que vive
constantemente cheio de aguas ptridas, cm conse-
quencia das chovas, e aguas que nelle se deilam ; c
nao havendu para onle e-gote-se, claro fice, que a
vi-inhanra he quem lem de solTrcr as aromticas
exbalaees desse lago de fadas.
Consta-nos que na ra de Hurtas lia duas nuiles
um individuo forrara a porla da risa de nna sc-
ndora Aoae-M.paia entrar sem ceremonia, masque
a mulherznh.i sem se alierar lanera mi .le um
esplo, e o esperara impa-,vel : o lito cojo a' vista
dos autos, e em frente da .-Imaion: s,di buciiinte : V. Esc. sabe me informar onde mo-
ra squi urna raullier que leni/r roiipa '.' n
A resposla nlo foi pelo ca feila, mas veio al rem Eis-ahfi om fiomo, bar-
badio, e vainillo remend dianln de um ente fr-
gil, fraeo e llexivel,armado de um espeto ferrusen-
to Nem sempie as grandes barbas, indicar cn-
ragem, as barbas que experimenlmn bem ao es.as
harbjnbas de pona de queixo. chamadas vnluarmeu-
dir. soberana ama decislo que he definitiva, porque
soberano be synonirno de supremo cima do qu*l
nada ha. Em conversa S. Exc. o Sr. presidente
pode ler dito qne as mesas quando decidero taes ou
taes questes slo soberanas.
Mas o ser a deciso de um tribunal qualquer de-
finitiva ou soberana, nlo qner dizer qae 01 menihrus
dessetribunal nlo possam ser processados e ponidos.
As decisoes 00 supremo tribunal de jostira slo so-
beranas, porque sao definitivas, mas os ministros
daquelle Iribuual slo responsaveis.
O que he ah.urdo he peusar como o Liberal, qne
a proposito de fazer elfecliva a responsahilidade dos
membro- de um tribunal qualquer se pode ir inler-
romper seus Irabalhos. por assim suas deliberares
.1 merc da policia. Sustente o/."'ral eile deipropo-
silo em seu nome, mas entao nlo noi vanha dizer
qae defiende a liberdade do vol, o proareso dos
principios liberaes, e o desenvolviinenlo do elemento
democrtico da constituirlo.
A lei entregoa o processo eleiloral as autoridades
de eleiclo popular, a lei e nlo nm aviso, eomo dis-
se o /.ifcerrrP al esendou o juiz de paz presidente
da mesa contra processos de responsabililade e sas-
penso do eoverno. O Liberal quer por lado na
mlu da policia. Ns'preferimos roRterrar o syste-
m* adoptado em IKKi.
As deesoes do Exm. presidente, seaandoo/.i'f't-
ral de quarla-feiri, eram ms, seus aclos eram con-
demuaveis, mas os homens do Liberal fingirn)
que eram dignos de elosios, lizeram elooioi fingi-
do', isto he, engaaran) o Exm. presidente, enga-
aran) o publico, engaaran) o seo partido. Logo o
Exm. presidente he desleal e hypeerita. De mane-
ra qne elles he que engaan, e o Exm. presidente
da provincia he que he hypoerita; elles be que ocul-
tara a verdade, e o Exm. presidente beque he des-
leal:
Nlo ha partido a lir.r com raeiocinadores
desla tempera. Nem para descompor slo mes-
Ires! .Mas, emlim, enchem columnas e colum-
nas de uma gazela de (liatrilles e insultos, e
al para melhor cavaren) sua raiva envolvem
as suas dialribes om pernambucano ausente
so porque he diplmala, e um anligo servidor das
lempos da independencia, que descansa hoje de sua
longa esrreira. He um Ululo de odio par os do Li-
beral o ler o menor ponto de contado com o Exm,
Sr. cnnselbciro Sergio. Uasta ser de sua profisslo
para merecer insultos.
Aqoi pumos lermo a este pequeo artigo lamen-
landu de novo a desgrana de hnmens a qoem Dos
den alsuns tlenles para se elevaren), mas que as
paixoes abaixam a punto de se tornaron exemplos
da mais tristes das miserias humanas.
(Tomwuttira&o.
qoem he, de Vmcs. ltenlo venerador e criado,
Filippe Nery Collaro.
Dezembro H de 1856.
Parece-me que sou um dos Pemambocanos que
mais lem contri ,ui 10 para desenvolver nesta provin-
cia os clemeulu/da cmlisacao I ; e, acreditando que
lodo o paiz culto he caraclen.ado pelo principio
'l**,xot>ieojue determina a sua mural, 2) e que
ste principio e insina por Indas as forras vitaes de
uma naci, bel empreado todos os mcus dvsvellos
para qneo principio doolnnaiio que deve 6ervir de
ba-ea todo o nosso de.eiivolviineiito mural, seja um
espirilualismu Mostrado c submisso 110 Evangellio,
como o explica e o interpreta a igreja calhulica, ni-
ca atalaia incorruplivcl das verdades cbristla. e que
se ergue a frente da civil,saimir moderna cuino uma
pvramide, cujo pico se perde no cuo.
Nesle intuito hei propalado, quanlo em mim ca-
be, as ideas dea eseelaa espiritualistas, combinando
a Esencia com a Allemanh.i. e lomando da Franca
e de Roma o que a meu ver determina a hnrmoo'ia
enlre a razio e o dogma. He possivel que. ao en-
trar nessa eslrada imincnsa. leuda comiuetiido er-
ras, por que, emlim. sou liomem, c como lal su-
scito ao erro e a (odas as fragilidades humanas.
Mas compre ser bem ingrato e mo para nesar-me
. boa fe cem que procedo, e allrihuir-se a um sen-
lmenlo de orgolho pessoal aquillo que s fajo por
dedicacao e amor ao meo paiz. V) Sobre ludo, seodo
o pi inicuo a rcconhccer a fallibilidade humana em
geral e a minha curte/., em pirticular, nunca em-
prego a linguagem dogmatice. Pens, raciocino,
medito, e expouhu ao publico o resultado de minhas
rellexes, sem que me importe a gloria oo 11 desar
que daln me provenha. .) Assim me parece que de-
veriam fazer ludos aqulles que se desvanecen) pelo
proaresso da sua trra.
I'raa lilleralura nova de cuuho brasileiro, vai co-
no que germinando ueste terreno anda inculto e
alargando os destinos desle paiz, onde (odas as ve-
Ihas uaries buscam exercer uma certa dominarlo
moral. He misier que essa lilleralura se oliente
isenta de sensualismo, ti. e que priocipalmeule se
acautele desse positivismo ou materialismo sorratei-
ro que se acobcrla cun as vestes induslriaes ; he por
ahi qae deve correr liaba divisoria entre a. duas
grandes Americas,a America calhulica e a Ameri-
ca piotestanle, o sul e o norte.
Nlo seria possivel avilar-fe o pesa cannico do
velbc Portugal, a psychologia eslreila da E.cossia,
o ,,i-nii i.ivid pnnlhei-mn espiritualista da Allema-
nha, c o posilivismo^indu-trialisla da Inglaterra '.' 7
A lyra de Chateaobriaod c de Lamartine dedilha-
da a sombra das arvores mageslosas e gigantescas
do Brasil, de rima das acuminadas rnrdilheiras, ou
a marsein dos rios ocenicos, nlo deve recordar
al j,un 1 rousa dessas harmonas bblicas que exta-
san) c cmbevecem e que reolisam Cssa especie de
bello ideal que parece de algum mudo consistir na
combinaelo harmnica do selvtico da nalureza cum
os aporos do engenho artstico Sei que he ar-
rojada lamauha prelenclo, e que de todos os lados
se me erguero iuimigos. S Daqui n anligo supers-
liclo porlugueza bradara quejsou lerrivel innovador
e que levando ao seio do dogma o elemento da ra-
zio me aparto do caininho qae deve trilhar o ver-
dadeiro ealhellee. D'alli ergoer-sr-ha o pbilo-
pdismo para gritar-me que estou em contradice,!!,,
quando pretendo estabelecer uma allianra enlre
musas diametralmeiite oppostas, sendo que para o
homem su ha uma soberana,a da ra/lo. I'are-
la alcar-se-ha o positivista do dia, o industria-
^uMtcacat* apetfa.

Illm. c Exm. Sr.Achando-se lerminaido os tra
baldos da eleico para eleitores em todo este muni-
pio, julga a cmara municipal de seu de verscien-
t.car a V. Exc. que as referidas eleicoes se proce-
dern) em plena paz. nesta froguezia de S. Antonio
deCaranhuns ; as de Papacaca, e S. Berilo, po-
rem houveram desacordoss que motivaran) v em S.
Bento haver duplicata por haver parle da misa do
lado do juiz da paz. suspendido os Irabalhoseleito.rae*
sem que para isso hoiivessrazo plausivel, dan do
lugar a que outra parte da mesa, e o juiz de paz:
supplente prosseguissem em os irabalhos comejajos
em lUatajao a suspeirjao referida. ^
r
y*
O' Nlo
seria faltar a misslo de que o eocarre-
gou Dos, emhra nao tenha liberdade. O qae seria
de Pernamhuro se o Dr. tizesse til-"
qae
Era por demais lastimes, contri.Uva especia- t"at ~ Judos,
culo de ver duas a tres mil mulheres earregindo Assim romo no memoravcl lempo da Comit
urnas barro, oulras rea e a maior par e cmliiii bouve nm depulado cidndlo, que eiundo sabemos,
curvadas do peso de pesadas podras viudas le luua- propz, queso reroovesse o porto do Havre para Pa-
res distantes uma lenua '. Eram incaiitaveis, nao Ir- fis alim de r,s parisienses lerem caransueijos, assjm
pidando apezar da groaaa chova que .1 cantaros se
dcspeiihava.
l-.mhni inen charo amijo.fe/.-se ein > das.serviros
que com tres 011 quatro conloa de reis e no prazods
mu anno lalve/, nin^uem se encarregaiee de exeru-
U-los. Muito pude a regiAo, quaudo proclamada
por um sabio vario
ja oavimos di/er que a cmara, deveria mandar po-
sar para o meio da praca da Roa Vista o cbafariz
para a humillarle n fazer mal aos mora dures .
O vapor bra-ileiro "San Sitiador, vi,, ludo
Rio de Janeiro, enndozio os sesuiules pasaaseiroat
Antonio Jos dos Pasaos e ana familia, Francisco
os povos anida mais endurec- : Jos Perera, Miu'uel Oninleirn, tenente Jos 11. do
0111a escravaJ Dr. Joaquim da Silva
os del Frailas Barros, Relar-
Afulrade e I eaeravo, Dr.
|ue apparecem essas almas | dios ,s e relevantes serviros prestados pelo Rvm. l'r. SaMne Olegario Lndgro Pind e sen rriado, F,i,p-
deen^anadas c arrependidas, que nem ja se in*I Caelano de Uesaina a villa de Pasto do Camaragibe, I pe da Cunda I.. Jnior, Frederico Antonio dr An-
a nlo ser a pre-!''cade, Joao de Almeida Mnnleiro, Joaquim Mar-
ques da Penda. Francisco/ de saiil'Anna, .lose An-
0 inventario de Paulo Pcreira Simoes tem dente
decoellio
Fallecen T. P. Simoes, sita \invaden principio
ao inventario no juizo de orpliaos desla cidade,
onde devia, porque tinha o finado -eu domicilio e
liens nesla cidade, e que havia fallecido ; mas me-
llioracon.selhada.ausentou-se para oseucngenho Ta-
batinga (no Cabo) e requereu cevocar para hi e in-
ventario '. !
Sahio-lhe o anuo bissexlo : o juiz dos orphaos
desta cidade nao cumprio a deprecada ; vendo a
vinva, que nao fazia vaza, deixou as cartas no ba-
ralho do cartorio, epoz uma pedra no inventario,
(cando assim rudilhados os ricos orphaos,que logo
serio pobres.
J passados =ao quatro mezes, e nada de inven-
tario.
A viuva desfrutando dottsengenhos, eos orphaos
chuchando coma doce Ouem pode acudir a lan
10 de-prezo da lei, a tanto abuso, e zelar os
dos desgranados orphaos, he aquelle a quei)
chama pai ; nos esperamos, que elle neste cas
sempenhar o Ululo, assim como tem sabido admi-1 "'i lu*m tMtnMu pessoai divina'.' cora os ai-1 & Kk o i.igoa assim quando por Ivas vezes
nistrar juslica. """"o* de Ueos, ditendo que a vomade be o Pa- me desalinu para faze-ln ,-ielia-o agora porqoe sa'de
- ______ 7*' *'"e '""'lligenriaheu hlbo, que a seniibili-1 qn. estnu reiinindo alleslados de pessoas dislinela.
Bspirilo aanlo ; quem 11,0 so profesia se- de remullendo saber e pretvidade, Pr arabar de
I Profanando a imprensa, 1 qnal lem ronverli-
do ein vediriilo de descomposturas contra todos os
mais dstincles caracteres nlo so da provincia senao
lamdem do imperio ; pregando doulrinas foiie-l,-,-
j mas, bem como que a liberdade consiste na c.paci-
dade de querer o mal. de infringir > lei jolga li-
berdade us OOIroa pelo que he nelle ; llegando rom
Wiclef, Buccro, l.iilhero, Calvino e oulros hereges
a liberdade do ente supremo, ensinaudo assim ao
homem que he intilmente que ama a Dees, que Ihe
dirige sopplieas e icui-s de siacas, o que levara a
acabar com todo o culto, coro loda a religilo.
i IJue moral pote le quem faz eousistir a li-
berdade na capactdade de querer o mal, de infrin-
gir a lei:' \ moral de alarde fabo 0111 Dr. da igre-
ja p.ra suslentar o erro, em uma quesllo que pode
compromcllcr os inleresscs eternos de seus proprio.
amigos ; a moral de imputar essa infamia aquelle
roesmn quo della o conveiiceu, pouco Ihe importan-
do de blasfemar assim contra Espirito Santo, con-
Iradizend a verdade reconliecida por tal.
I (Juera nega a Dos a liberdade r,o qoe obra
e lal ti
10 Diz muito bem ; assim azem todos os
desempeuham uma misslo divina.
'II 0 Dr. aate lio altamente collocdo, qae he
impossivel qae as vozerias desse mirrado algebrista o
possam iiirommudar ; mas sabot elle o qne he al-
gebra, o qoe be ser algebrista? Duvid.mus ; talvez
que engaada pelo som, pense que he o mesmo qae
ser rhicanista.
1:2 Cada um obra conforme calende qoadeve
obrar. O Dr. pensa que nlo carrejara a sua pedra
para obra da eivitlaarjje se tilo slenla.-e os seus
conhecimentos, verdadeiros e falsos, pronuncian I
discursos em todas as occasies ; nlo lomas-e parte
activa na poltica das descomposturas ; se uo sa a-
presentasse candidato aos losares de vereador.de-
putado provincial, depotado geral, ele. Ea pens
qae canoso a minha pedra para a obra da cvilsa-
rlo, nslruindo a moeldade, mesmo sralutlamenie.
no pouco qne sei; vivendoretirado, mas prestando.me
promptamente a lodos os que me procurara ; e fa-
zendo uso do que lenho aprendido para eombalerio
erro o desmasrarar os falsos prophelas, que cobrera-
-e rom pelles de ovelhas sendo lobos roubadores.
-u blicada cima a resposl que entendo dever dar ao
meu adversario.
(211 He o ultimo recurso que Ihe resta para fugir
da discusslo. embora Ihe seja sobre modo dessiroso.
t) desaliado pode nlo aceilar o desafio sem que dis-
so Ihe resulle vergonha, se allegar raso-es plausivas,
mas aquelle qae desafia ootro, nlo Ihe he permitli-
do reruar, e se o faz, nlo pode deixar de ser volado
ao desprezo geral ; mas emfim, qor o Dr. reme,
qor persista, como me compromelli para com o pu-
blico de responder ao seo ollimo commonicado de
monslrando a erro em que cabio, a falsidade com
que o saslentou.de modo a nlo deixar lugar repli-
ca, en o farei na prxima semana, deixando eos pa-
palvos que esperan pelo cummenlann do Dr.
> Mo son inimico de homem algam, cmbalo
os erros e here-ias propagadas pelo Dr., pouco im-
pnrtando-me a sua pasila. Bem saba qae seria dei-
cnmpnslo, insultado,injuriado,mas julguei que devia
resignar-me a soflrer esle pequeo mal, impedindn
que a nossa moridade fosse desviada do eaminho da
verdade para o do erro, do camnhu do bem para o
do mal, Quanlo a' deslealdade, t S. Thomaz de
Aquino poderia responder ao Dr.
:i. Se entender que o devo fazer, cont o Dr.
que o farei; he para isso que quero a liberdade e nao
para qoerer o mal e infundir a lei,
>\ Nlo ha dovida que o Dr. pertence a essa fa-
milia de espirito- -nperinrrs. Nlo he O sen discurso
ama prova disso ? lambem em di.'er disparales e
absurdos pode haver superioridadr.
lem esse direilo quem nlo preza como deve'a
digotdade de homem. Olanlo a' intrigante he
to grande a diflerenra entre o meu carcter e o do
Dr.,que julso nao dever rebaixar-me a respuuder-lhe
nts.n.
(i J me linham dito que o Dr. qoerendo alle-
nnar a impres-lo que a publicaelu de minhas radas
ia fazendo no espirito publico, livera a lemhraoca
infernal de altriNoi l-s a Calculo poltico, assoalhan-
do que os seus oimlgoa me tinham encarregadn dis-
so como meio de dislrahi-lo da tul. eleiloral, 011
ine-inn de indispolo para com o povo. O Dr. juina
os mais por ai. Fazendo consiilir a liberdade na ca-
nacidide de qoerer o mal, nlo pode romprehender
qua alciiem queira o hem a por qoe he o bem. En
conlieco tanto e frequento os inimigus poltico* du
,;ao de um seplicismo poltico, a expressiio de um ids ua nrallCil '''' crima, corvan as frontes, econ- Rogo Barros a una ein
:~ ..... ti -., :.:. 1 trelos enloam n ncrat me. iiiismlo Innocencio Jo
peno aein fe nas insl.Uucues do paiz. Na poca | |.:jj.Hqlll, lneu c,ro Sr#i ,.,.-, (ls ,. mino cVveia de Olivis
da liberdade do voto lie que apparecem essas almas | dios ,s e relevantes serviros prestados pelo Rvm. Fr. "
desengaadas c arrependidas, que nem ja se n| Caelano de Mesaina* villa do Paseo de Camaragibe,
r", 'n'-eii'io snlle"awn'bhja provuicia. "*""*"" Hammam com aquelle amor da patria lao nebro e' crvi'-'0' Impossivrts de reaaarjio, a oto ser a pre-
'' Dr. Man......es ara comer, ma. cerradr do i,. nem se .nove,,. .10 som do lu/.enle "uro ? SJ-^SS-. !!SSSL\S!^ """'"'" ^
SSatta^.TCSSft Se\a'! ^^.lagaenodl.16 deste rnalmoCo no. salao' '^1'^^ l^oTiaer^^hci,,-. congra-
liosos serviros a can
as aulas, e ja sua peiin.t advogasra com vanlaeem
elilenodoa rausa librral nos jnrnaes u Honra e Ypi-
raaca.
F.'le. dous candi latos teem ema voulade, 1
oelie devia ler .1 pseeodanrlj pela mulea inuiedi
ioa.avel ri-pilo.
do Panizo, dado pelos eleitores da (iandelaria, em '" nimos irritados, casar setenta e tantos aniauce-
consequencia do Iriumpho de sua chapa. Estivo- ?0* l"[".H.r fon.f! P*01 ,q".e vrnelavam na ce-
rara prsenles muilos eleitores das oulras fiegue-
lo dos mingantes e sevandijas
\ vendo eslranho as lulas vergonhosasem que pri
pristo de Araujo e I criadji, Jos Anslav., Antonio
Rodrigues Selle, Jos Brtrselo, Gaato Fieri c >ua se-
nhifra, I de/ertor do cxernlo, para esi3 provincia
Seguem par o nnrlr ,' Dr. Francisco Antonia F.
goeira, vivando quas, hordas de vandales, e levar os Jnior e I criado, E. E./de Cirvalho, sua senhora e
reliei.1, emfim ao punto culminante, taes foiam ns eseravo.. I ev-praca de merinha, Antonio Men-
11 servico foi explendtdo, a un curso do! servais prestados, que rao nutro, lanos nionn- I de. da Criif Culmarles. Jos Ignaeie l.nizd,
""*" P.....i1u'"r'" <"' nossa Ierra, com luda a igreja calbolica.ensi,., acerca dVliberda- o"p..bi"co .ra
('^Daromos em autru numor dewie >Diarit
c.e.ior de iaearahy, lo' p Caaeepava, !"- i-sialuioj a i|iio ,a reerr.
ineulos que leml.rai.io os tres diasque esleve ein a
villa do Passo e illo.lradn mhuionario. I nuvores por
i tanto a'rellgiSa de lesos Chrislo, phirol luminoso
I que nnicn nos pule guiar no proceloso caminhor da
e HlrPernla* do exercilo.
Hospial de raridade
le
mam algn
meu espirito 11.10 cnihecia os meios reprnvados de
que elles servem-se, e al mesmo nao conceba que
podesaem descer 13o baixo na escala da dege.ieracio
mural.
F.ntenilendo, romo catholcu, que devia combaler
.esdoolrinas herticas p/opagadaspela Sr. Dr. Felto-
fc da igreja ceilarmo. a qoeslao deci-lo dos Esms. Srs. ai
1 Boa U, lem quem el., de falso S l'homaz para hispo da Baha e hispo rapelllo-ninr, visir
liinvarju-lanientc o coiitraiin do que elle, concorde constituido, meslres e jinzes da fe
que saa)
e di/, que
nos-o |uiz. aiora diz que nem
podem ser juizes. In ja logo,Dr.,francamente.
Mo quero diseaste por modo nenhum, digo que
de de/embru TI do
A\( imaiihUa.
, dei-me au Irahalho de escrever alguma. crias,
as quaes sem transigir eom erro, todava romo
vinca, e o publico j,,' viram, Iraiei-,, mu, urbana-
mente.
Ei Sr. pur, in. .lie,, lid, de- .-e man piuecdimenlo [blinie
C
sim.
11 E tambe,o de
dado.
7 IJue u Dr. -1, coohere de nome,
h Oh! que laleutu profondo, que
*:
le de Des Boa f em quem nlo se snvergenkan
do de ser is-iin apandado em falsidade, tem o des-
p'anlc de imputar ao seo adversario o expediente i a qorro'somente para poder embarTs"que me"rer-
repiovadu a que recorrer 1 f,m e nao conres.ar perante todos qae nlo lenho
l) publico alie muito bem, que.isso nao be as- meios de uslenlar o qoe prrlamei.
2!l Fin-I enrnnnl opas \
pl,iloso|,bisiiii., de iinrediili-I Taado-aa relia em pastel ai unas dalla l
laelosive, na orcasilo da pagin.ic.5u, e nlo podendo
raeompor-se pela hora adianlada da noile, deiviui
-.,., su- I da ser publicada* as referidas notas.
Os lili.
MT1'


-.
0IAR1I K NUMBICO SBA> 6 II DZiMkRO DE m
Ero Papicaca irriurjao teria produzido mos
inulta ios em virtud de ritas antigs, se a presen-
ta do digno capitao delegado do termo Francisco
Antonio de Sonsa Camiso nao fosse o ires da paz;
outro tanto se pode aflirmar das desintelligencias
de S. Bento quo nao passaram das duas eleicoes.
sem que houvessera nem ao menos tendencias para
silencio da ordem publica sendo que o sobre 1 i lo
delegado all estove, nada achou que autorisasse
a inlervir com sua autoridade.
Daos guarde a V. ExcPaco da cmara mu-
nicipal do termo da Garanhuns em sessao ordina-
ria de 24 de novembro de 1856. Illm. e Exm.
Se. conselheiro Sergio de Macado, presidente da
provincia.Antonio Teiieira de Mecedo, presi-
dente. Joao Jos de Araujo. Manoel Pinto Tei-
xeira.Florentino Cypnano da Costa.Joo Cor-
reia Brasil.
LisboaBriiioa_ porluguez Lata III. diversos car-'
regadora*. 185saceos atsucar branco e mascavailo,
O Jilos gomma.
Canalfiarca ingleza nChamoins, diversos carrega-
dores, 1,100 saceos assucar mcavado.
Bu'nos-AyrasPolaca hrspinhola Aciuria. Isaac,
Cuno j Conipanliia. ItOO barricas assucar branco.
Buenos-AyresEicuna hollandeza cEliiabeth, No-
vaes & Campanilla, 2H barricas assucar masca-
vado.
I.iiboiBarra porlugueza nllurteneh, Manoel do
Nascimento Pereira, 500 saceos assucar branco.
RKbBKUOKlA UK ItfSUAS IMhH.vv-, E-
RAES l)E PEB.NAMBUCO.
Bendimenlo dodia 1 a 3 .... 2:6559195
dem do dial........ 7873899
:t:i;tt;m
(?Qmmtuio.
CAMBIOS.
Sabr Londrea, 27 3|4.
c Pars, 31b.
Lisboa. 9H a 100 por de premio.
Rio de Janeiro, l|2 a I por 0|0 a 15 e 30 das.
Acetan do Banco, 40 a 45 de premio.
< < euaapanhia de Beberibe 543000.
companhia Perunmbuciua ao par.
Utilidide Pablici, 30 por ceuto de premio.
Indemuisadora. 5J dem.
. da eslrada de ferro 20 por 0|0 de premio.
I>is*jbIo de leiirai, de 7 a 7 1|2 por 0|ij.
Dito do banco7 a 8 por 0|0.
joro.Oocas hespanhulas. 28 a 285O0
Moedaa do 6B400 velhas IbDOOO
toHK) novas .... ltoOOO
* 40000. .......9JW00
Prala.Pataco* braailairos......2000
Peso columaarios......*J0O0
meiicann........ 19860
Al.r'AM)K(.A.
Rendtraenledo dia 1 a .
Idejm da dia 5......
50:430O8(i
21:2583428
7t:B88o1i
Ottr.trri*m hoje ti de dezembro.
Galera muleraBenitamereadoria.
Barca inglezaWarherrkbacalhao.
Bar.a ingieraSpiril o Ihe Timesdem.
Barca tranceSirenaqueijo.
Escuna americanaW. W. Faltnbolacha o fa-
rinha.
Barca araaricanaCambridgerarioha de trigo.
Brigae ptrtugarzEuricobarricas vasias, cebolai
a hlalas.
Britue porluguezI.aiaceblas e hlalas.
Escnua hollandera/.ephvrqaeijos e velas.
Barra inglezal'loatieg Cloadmercadorias.
Rrigua francezSaperli cemento.
Vapor breaileirolauara-siigneros do paiz.
Snaaaea braailairatiortenciatomo e charolo;.
Barca inglezaSelioabacalhao.
IMPORTADO.
Vapor nacional S. Salvador, vindo dos porloi
da sol, manifestoa o segointe :
50 rollos fumo ; JoSo da Silva Regrdas.
I nace feijio ; a' Thomaz de Karia.
4 ca odas ignora-se; a* M. An.
I caitodilo ; a tjuilherme da Silva uirnarilcs.
I dilodito ; a Antonio Pereira de Oliveira Ma-
nas.
1 dito dito ; Kerreira & a Ara ojo.
2 dito dito a C. Sanier.
1 dito dito ; a jlo Falque.
2 Jo dito ; a Noraes & C.
2 pacotei, e 1 lata ; ao mesmn.
I pacota e 1 lata : a Joaqnim Jos de Amorim.
I caita de luira ; ac Di. Julo Jos Ferraira de A-
guiar.
I volme ; a Antoalo d'Almeida Gomes.
1 dilo a viova Amorim & Filhos;.
I dito Joao dos Porto.
Barca nacional Firmeza vinda de Macei,
consignada a Caetano C. Ja Costa Moreira ; mani-
feslntio segninle; 1:205 Iqueires sal.
Hule nacional < Capibaribe, vindn do Aracaly,
-oatignade t l.aiz llorgei de Siqeeiu manitesloa'o
segoinle :
113 coaros salgados ; ao consignatario.
107 caitas velas da carnauba. M maios de sola,
315 couros salgados, 1:675 palles curtidas, 22 mo-
Ihos ditas, 100 e>livas, :is molli.it Jilas, 3 caixOet
rotarle, 1 dito partcnces parn o masmo, 1 diso fer-
io. 21 saceos cera de carnauba, 58 diios gomma ;
a ordem.
Brigae porlogoez Eurico. vindo da Lisboa
couai|(nadu, a Auioriiu o. Irmaos : manifestou o
xguinta :
10 Pipas vinho, 4 meias ditas e o harris vina-
gre, 100 ditos figos, 600 dilos vazios, 200 caitas
batatas ; ao* consignatarios.
CONSULADO PROVINCIAL.
Bendimenlo dodia 1 a i .... 17:8038223
dam do da 5....... 3:083154
20.8865377
RIO 21 DE NOVEMBRO.
Colaron e/ficiatt da junta dns eorreclorei.
De Aecfle de companhias. Banco do Brasil 110? pr.
a prazo para 2 Je Janeiro de 1857.
Jaao Butrino da Sitia, pelo presidente.
Conrado Mauricio lira, pelo secretario.
\ enderam-se boje ao abrir da praca arenes do
banco do Brasil a 105? e KM? de premio. Na ulli-
ma hora houve urna venda a' I02s, fechando-se o
mercado muilo frouxo.
Para o lim do anuo veiideram-se as acues a 110J
e I 108g de premio, e por lim a 107?.
lez-se lambem orna transaccao em paquetes bra-
sileros a vapor a 1209 para o lim de jaoho.
Houve muilo moviineuto no mereaJo de caf, po-
ror nada coosla tersa elTecluado al encerrar-se a
praca.
Em fretes nada feilo.
do I .a do crreme mez, de (oraecer a provincia ila
Paraliiba, para a barra do Cabecl.'llo, 22 biabas de
corrente de 1 1|2 polegada, 2 ancoras de ISqoin-
taescotn os compelenies manillias, e duas grandes
boias a empregarem-se em balisamenlos, cujo vo-
lunte de cada urna, niio produz mais de mil pal-
mos cbicos, sendo indi lie rente a sua conliguracao ;
manda o Illm. Sr. inspector fazer publico, que con-
tratar a compra desles objectos, por via de propos-
tas em cartas fechadas, aprescnladas nesla secretaria
no dia 11 do correte mez, al as 11 horas da ma-
nha.
Secretaria da inspcc\'ao do arsenal de marinha de
Pcrnambuco cm 3 de dezembro de 1850,O se-
cretario, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
tmdos m&timm.
0tovimtw da porto.
-Varios entrado' no din ..
Parahiba24 horas, hiale brasileiro Flor do Bra-
ail, da 28 toneladas, meslre Jo3o Francisco Mar-
Ims, equlpagem 4, carga toros de mangue; a Jos-
lino da Silva Boavisla. Pcrleuce a Pernambuco.
Araeaty7 dias, hiate brasileiro Invenciveln, de
37 toneladas, mestre Anlonio Manoel AITonsu,
eqnipagem 5, carsa sola e couros ; a Marlius lr-
maos. Perlence a Pernambuco.
Lisboa27 dias, brisua portogoez I.aia II", de 207
toneladas, capitao Caelano da Cosa Martina, eqoi-
pagero 13, carga vinho a mais gneros ; a Fran-
cisco Severiano Rabello A. Filhos. Perlence a
Lisboa.
Araeaty7 dias, hiate brasileiro nCapibaribe, de
39 toneladas, meslre trajino A ni unes da Costa,
equipagem (i, carca couros e sola ; a l.aiz BergM
de Cerqueira. PasMgdre, Jos Ribeiro Campos
Barros. Perlence a Pernambuco.
Macei7 dias, patacho brasileiro oD. Pedro V, de
228 toneladas, capitao Jama Carlos de Almeida
Isanlos, eqoipagera 11, carga 18 luneladas de pedra
e vasilhames ; a Manoel (Jarcia de Mello. Per-
lence ao Rio de Janriro.
Rio da Janeiro e porlos intermedios 9 dias e 16
horai, vapor brasileiro S. Salvador, comman-
Janle o I.' (eneulc Aolonio Marcelino Poules Ri-
beiro,
Phlladelphia 39 dias, hiate americano \V. W.
Folln, de 190 toneladas, capitao George E. Ual-
ehtr, equipsgem 6, carga 1,205 barricas enm fari-
nlia de trigo e mais gneros ; a Henrv Forler i;
Companhia. Passageiro, John Masn jnior. Per-
lence ao porlo Je Dennis.
Rio de Janeiro26 das, hiate de guerra brasileiro
Parahlbaoo, commandanle o I.- teoenle Manoel
Anlonio de Oliveira Vital.
Cardifl12 dias, brigae inclez Enlerpriso, de 350
toneladas, capilao W. C. Broad, eqoipagem 11,
carga carvSo ; a Sauuders Brolhers \- Companhia.
Perlence a Londres.
mam.
nagre, 5 eapot* doce de marmelada, 7 ditos amei-
ms. i aaccaa allazama ; a Angosto Cezar de Abren.
10 harris azeite doce ; a Francisco S. Raballu \
Fila*.
I caiva flor de ail, I lardo plantas e raizea me-
dieinaea ; a Antonio Luiz d'Oliveira Azevado.
120 hanis cal ; a Francisco Radich.
1 valome objecloa de visne ; a J. A. ti. (iui-
marjes.
I cana livro ; a Ricarda de Frailas .\ Compa-
nhia.
100 barris cal ; a Domingos Jote Ferreira *i-
maila*.
3 fardos peca de algodSo ; a Miguel Ignacio d'O-
11 veira.
14 canas fiaos ; a Manoel Joaquim Ramos.
2 fardos peoeiras de arama ; a Eduardo F.
Banke.
703 barris abatidos, 83 rodas e 9 molhos arcos de
pao, ditos liacas de vime ; a Novata & Corapa-
ahia.
220 varas de lagedo ; a Manoel Ignacio de Oli-
veira.
10 caivas btalas ; ao capilao.
I barril vinbo ; a Manoel Joao de Amorim.
1 parole livroa : a Miguel Jet .Uve.
1390 momee cabolaa ; an coneignalario.
Patacho nacinual irD. Pedro Y, vindo de Ma-
clo, eaMMignado a Isaac Curio <\ Cpmpanhia, maoi-
Irntau o acguinla :
1011 barra vtzios ; a ordem.
Hiato nacional Iovencivel, viudo do Aracaly,
consignada a Martina & Irmao, manifestou o si-
guite :
57 aaecae tara d carnauba, :I6 ditos gomma, 132
cairos salgados, 165 molhos de conrinhoa curtidos,
2;06t meso* de asda ; e ordem.
Hiato nacional Napoleilo, viudo do Araeaty,
consignado a Gabriel da Rucha, manifestou o sc-
guinle :
174 couros alfadas, 606 meina de sola, :100 pon-
las de boi, 144 sacras gmo iril^. I barrica inel de abe-
llias, 800 esleirs a 1S molhos com ditas, 4 barris
aabo, I sino, 2 tazos, I caiao chapos; a or-
dem.
Barta ingleza consignada a Schiam Whately & C, manifestou o
aegoiote :
2,800 barricas bacalhao ; aos mesmos.
Ilrigue porloRuez n I.aia II, a vindo de Lisboa,
consignado a Francisco Severiano Rabello A; Filhos,
manifestou o segointe :
120 caitas cera en velas, 1 dita brotas. 50 pipas
vaaiaa, 10 barrilinhos e 20 eaitinhas linos, 2 caiiotes
chocolate e doce, 226 canastras batatas; aos consig-
natarios.
2 caliles Jo.-es; a Manoel Ignacio de Oli-
veira.
2 barris horlaliae salgada ; a Manoel Maximiano
Goedes.
'II ditos vlnhos ; a Amorim & IrmSo.
2 caixolea massa de lmales, 1 caixa albos e fo-
Iha de lauro ; a Jos Rodrigues de Mello.
50 caitas batatas, 15 barris carnes ; a Candido
Alberto Sodio da Molla.
24 barris sardinhas, 8 canastras caslanhas, 1 ca-
ale roarmeleda ; a Loiz Jos da Costa Amorim.
13 barris sardiohas, 50 canastras cabalas ; a Ma-
noel Jos de Feria*.
6 barris vinagre, 6 dito carnes, 4 saceos cevada,
10 ditos faretlos, 10 canastras btalas ; u Cosme J < -
sr dos Santos.
I caisa chancos da coelho ; a Augusto C. de
Abren.
1 embrnlho e ama caiza macella, 1 dila mar me-
lada a capachos ; a Joaquim Fernandos Silvas
Campes.
2 eeixas polea de louca, 1 dila imagens ; a Anlo-
bmia l.aiz de Oliveira Azevedo.
2 eaixa broxas ; a B. Francisco de Sooza.
1 barril vinli ; a Domiagoa Jos Ferreira Gni-
mar.les.
.50 canaslras btalas, 30 barris sardinhas ; a Mi-
goel Joaqaira de Costa.
20 harria Huiricas 16 ditas 'aardlnlias; 6 dilos
amendoas, "1 dilos abatidos, 1 caixa livros, 7 volu-
ntes doces, 500 mullios csbulas, 3:1 caitas velas de
cera, 100 eaitinhas ligos, 3 saceos com 1,330 pata-
cea brasiteiros, 1 caitinha rap, 2 gaiolas paasazos ;
a diversos.
CONSULADO 1, K11 Ai..
Rendimanlo do da 1 a 1
Ideie do dia 5 a
Cear, Mar-
nho e Para.
O r. Sebastiao do Reg Barros de Lacerda, juiz
de orphaos e ausentes nesta cidade do Becife e
scu termo por S, M. Imperial e Conslitucional
que Dos guarde ele.
Faco saber aos que o presante edital virem, que
linda a lerceira praca desie juizo.se proceder a ar-
rematarlo de urna casa terrea na ra da Senzala
Nova n. 32, periennenie a heranga do linado Ma-
noel dos Santos S. Tiago, avahada em 1:0009 rs.,
cuja confrontac.o constado enripio, que se acliaem
poder do porteiro do juizo.
E para que ebegue ao conhecimenlo de todos se
passou o prsenle, que ser alTixado e publicado
10 barriajszeilc doce, 20 dilos vinho, 1 dilos vi-l pela imprensa.
Dado o passado nesta cidade do Racife de Per-
nambuco em 28 de novembro de 1856.
Eu Gatdino Temisiocles Cabral de Vasconcellos,
escrivao o escrevi.
Sebastiao do Reg Rarros de Lacerda.
O chefe da primeira seccao do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposlo no arl. 3 do regulamento de S de ju-
Iho da 1852, faz publico que Machan deposita-
dos, no deposito geral deus escravos, Antonio, na,
cao Cassange, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,
najo Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao considerados hens de evento, por se
desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
que coniem o sobrediio an. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias compareca
quem aos ditos oscravos lenha direilo, lindos os
quaes se proceder a arremalaco pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamento,
E para que chegue a noticia de todos rnandei
passar o presente edital, aos 12 de uovembro de
1856.
Tueodoro Machado Freir Pereira da Silva.
O Dr. Anselmo Francisco Pereiti, commendador
da imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo es-
pecial do commercio nesta cidade do Recife, e
provincia de Pernambuco por S.M. o Imperador
que Dos guarde ele.
Faco saber aos que o prsenle cdilal virem, e
dolle noticia tiverem, em como no dia 20 do cor-
renle se ba da arrematar por venda a quem mais
der, ora praca publica deste juizo na sala das
audiencias, as propiedades seguimos :
L'in silio grande com um pequeo sobrado na
ilha do Retiro, avahado em 7:0005? rs.
A metai de um silio na mesma ilha, avahado
em 3:000 ) rs.
Urna casa terrea sita na mesma ilha, sendo a
primeira na entrada, a qual lica a margom do Ca-
pibaribe. avahada em 1:600-5 rs.
A cas; immediada, avahada em 850*1000 reis.
A lerceira casa, avahada em 650? rs.
A quarla dita, avahada em 6509 rs.
A quinta avahada era 5005 rs.
A sexta casa, avahada em 1:1005 rs.
A stima casa, avahada em 7505 rs.
A oilava casa avahada em 7505 rs;
A nona casa, avahada em 7509 rs.
As quaes nao tem numerajao ; cujas propieda-
des assim descriptas e avahadas, foram penhoradas
aos exeeulados Joaquim Pinheiro .1 acorn e sua
mulher, por exeeuco dos cxeqtients Thomaz de
Aquino Fonseca A Filho.
K para que concarram unanles no dia apraza-
do, rnandei passar editaes que sero affixados nos
lugares do coslume, e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco I de dezembro de 1856.
Eu Francisco Ignacio de Torres Randeira escrivao
o tz escrever.
Anselmo Francisco Peretli.
Segu ate o lim da presente semana o
paihabote nacional LINDO PAQUETE,
capitao Jos Pinto Nunes, rom alguma car-
ga que tiver, quem quizer carregar trate
eom Anlonio de Almeida Comes,na ra
do Trapiche-Novo n. I (i, secundo andar.
AO RIO DE
Janeiro
segu com hrevidnde o brigue
jB nacional MARA H/.IA, capi-
to Joao da Silva Moraes : lem
grande parte do tea carregamentopromp-
to, e para o restante trata-aje eom o con-
signatario Antonio de Almeida Comes,
na ra do Trapichen, l, segundo an-
dar.
CEARA' BfPARA'.
O paladn Anna recebe sarga por frele comrao-
do, nao demorar-se-ha no porlo maia que o lempo
preciso para alaalrar : os pretndeme* enlcnJer-se-
lio com o consignalario J. B. d.i Fonseca Jnior,
na ra do \ igario 11. 23.
I'.ira Lisboa sabira' com a maior bievidade
possivel a barca porluuueza allorteocia, capilao
J0A0 Silverio Komnio ; para caraa e pasnaseiros,
para os quaes lem etcellcnles comnimlas, trala-se a
bordo com o inesmo ca[iilao 011 com Manoel do N is-
cimeuio Pereira,
Vara Lisboa segu com toda a brevidade o bri-
gue porluguez oKelampaRoii Je primeira marcha,
por ler .1 mnior parle da caiga piompla: para o res-
to da carga e passageiros, para o que lem aaseiados
commodos, Irata-se com os consigiialarios Thomaz
de Aqoino Fonseca ^ Filho, na ra do Vigario n.
19 primeiro andar.
Para a Baha
A veleira c bem eouhecida sumaca braailaira
cllorlciiciH segu para a liahia al o da 10 do cor-
renle j para o reslo de leo earreaaroeolo, lrala-c
com o seu consignalaiio Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa.
O patacho porluguez Brilhanle, capillo An-
tonio llraz l'ercira,.aliira' com loda a brevidade por
ler a maior parle Ja carga proinpla ; para n reslo da
mesma IraU-aa com n dilo na praca, ou eom n con-
sigualario DomingosJosc Ferreira 1,uniiar.ic-, na ra
do Qiicirnado n. 35.
r*'a*aF.^',ea'
de Janeior.
Al o fim da prsenle semana piclcnde seguir pa-
ra a Alo do Janeiro, a veleira barca nacional "Sa-
raiva, lem perlo de dous lercos de seu carrtgamen-
lo promplo : para o reato e fscravoa a lele, para
oaqoaea (em etcelleuli's coi.uno.1os, trala-se como
aeo consignatario Anlonio Luiz de Oliveira Azeve-
do, ra da Cruz 11. I.
Col)) pan lita hiasilcirn de
paquetes a vapor.
9-883)836
8:9*W79
T>?.-U.m> oti.
3:87350.-,
BIVBRSAS PROVINCIAS.
Rendimento de dia 1 a 4 i'.'.i:!-",71
Idera da dil 5........ 2HHoiiO
/ 961-3011
MMaCOOS DE FiXPORTACAO PKl.A msa
BO CU.\SUI.\00 DESiA CIDAE NO ItlA
5 HE OEZEMBKO UE 1856.
I.i-dinaBrinoe porlugoez Relmpago, Thomaz de
Aquino Fonseca cv Filho, 190 saceos assucar
bronco, i I dilna gomma.
Porlo^Barta portugueza Flor da Maiaa, diversos
carrrgadnre, 60 cascos mel, SO saceos assucar
hranenjftl ditos gomma.
PortoBarra porluvueza Ksperanrau, Barroca 4
Castro, 50 aatcaa e 60 barricas assucar branco e
inaacnvado, 200 sarcos gomma.
Buenoa-AtresBirca porlunuaza Vcloria, Viuva
Amorim Filhos, 520 barricas assucar branco.
COKKEIO GERAL.
Carlas sesuras, viudas do sul peln vapor S.
Salvador). para os senhnres aballa declarados.
Antonio laldino de Abreo Soares.
Loiz Francisco da Veiga.
Manoel Domineos Jnnuario.
Antonio Francisco Xavier Lisboa.
Clemenle Francisco 'lavare*.
Jos Feliciano Porlclla.
As malas que ten. darnnJozir o vapor iS, Sal-
vadoro para os partea ,i0 00r(p facham-ae boje (6) as3
1l horas da larde.e depois des
de se lacrarem recehem-se correspondencias com o
p irle duplo : o* jomaos doverAo achar-se nesta ad-
ministracjlo i hora anles.
O vapor Je-guerra Amazonas recebe as ma-
las para o Rio e Babia boje (6) as 6 limas na larde.
CNSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O ronselho ndroinistrativu nfio podendo effecluar
a,compra dos objectos ja annunciados para o presi-
dio de Fernando,lem transferido acompra para odia
10 do crrente mez, devendo as pessoas quuenlre-
^aram proposlas comparecer no arsenal de guer-
ra as 10 heras daquelle dia.
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guorra 5 de dezembro
de 1866.Bernardo fercirado Carmo Jnior, vo-
gal e secretario.
Tendo esta repariirto, em cumprimenio da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia datada
O vapor PARAN', coramandanla F. F. Borges,
espera-se dos porlo do noria, com destino aos do
sul, ali- o da 11 do crrente. Os Srs. que liverem
de remeller escravos e quaesquer volumes, sejam
de carga ou encommendas, devero mandar a aaen-
cia no dia da chegada do paquete, para nes< dia se
engajar o que poder ser recebido. No dia da sabida
nao sa recebe volunte aleum, e -rnenle se admilte
passageiros e dinheiro a Irele, ale as horas do expe-
dienlc : agencia, na ra do Trapiche n. 10, segun-
do andar.
O brigue ESPERANZA segu para
o poVto ate o dia IT> do correnle : para
o resto d:i carga ou passageiros, Irata-se
com Barroca & Castro, na ra da Cadeia
do Recife n. \, ou como [eapitio na
praca.
Companhia
Transatlntica de Vapores Sardos.
co/.iiiha 'ora ; (i (lilas de ns. \, (i, 8, 1(1,
12 eH na mesma ra eom 2 salas, um
(jiiai lo e cozinha Una ; 2 ditas na ra Im-
perial n. "(i A. e'll. com 2 salas, quar-
tos, eo/inlia lora ; 4 arma/.ensem cai\ao,
na mesma ra, um terreno na ra da
Praia de Santa Rita e um dito na Passa-
gem da Magdalena eom 12 I [2 palmos de
lenle, aolado da casa doSr. Jos Joa-
quim Dias Fernandes, os quaes seifio en-
tregues sem limite, visto serem vendidos
pot accordodo proprietario eom oe\-cu-
rador liscal, para ciunpriinento da con-
crdala que Ibeira ltimamente outor-
gada : ossenhorespreti-ndentesquerpiize-
i-i'iii algunsesclEiecuneptos a lal respeito, I
dirijsm-se ao armazem do"agente annun-l
ciante, sito na ra doCollegio n. 15 onde,
lera' lugar dito leilao-
LEILOES
O magaifieo vapor tardo GENOVA eelii aqui.de
volla do Rio de Janeiro, no da 8 do correnle, e de-
pois da demora necessana seguir para Genova,
com as escalas de San-Yicenlr. Tenerill e Cadit,
e recebe passageiros nao t para cas escalas, como
lambeio para lodos na porlos do Mediterrneo, por
preros commodos. Ha a bordo dos vapores desia
linha, alm dos etcelleules commodos para os pas-
aageir< s, um trrico e Iratamenlo o mais delicado
possivel, e que nada dola a desejai: declara-se
quesebaitnu para 960 francos, o importe a paga'
pelos passageiros de lerceira ciaste.
No da 1 do correle elara' aqui, vindo de
Genova, o vapor TURIN, igual em ludo ao GEKO-
\ A, e depois da demora necessaria seguir' para a
Bahia e Rio de Janeiro, e recabe passaaeiros nao sii
para aquellas duas pracas, como lambem para
Moutevido e Buenos-Avres : dirijam-se aos agen-
tes, ra do Torree n. 11.
&mot*.
O Illm. Sr. WilUim l.i.U'}, Icndo de relirar-se
para os Halados L'nidus, far.. leiliio, por ulerveiir^o
do agciUe Oliveira, de in*.* a mohilia da Cda de sua
residencia, roosistiodo em ura oberbo piaoo, ca-
deras das melhores quilidader', lano de sala usuaes
curno de balango, par.i dita do j-u.lar e slela*), iuc-
M redondas, fofas explcndidoa, goardsroopa, euar-
da-veslidos, espplho* grandes, dilos pequeos, loo-
cadore*, commi'das, lavaloritM, mesa elstica para
ml.tr, hanquintios tliver-os, aparadores, i.;nanl,i
livros, ricos (apeles, iu-iie-, Umpees, laulemas,
m.tcnilico lelo^io de parede, louras de porcellana
para jaular e ahillo, crislae-i, facas e j;arfos, Irem
de cozinlid, J fefiesde priienk', baulieiros, 1 cabrio-
le! com arreios c o comptenle cavollo, assim como
de vanos oulros artigo*, iniudus ; lerr^i-feira, 9 do
correnle, as 10 liur.,* da manla, sillo do Sr. Joao
.Marlius de llairos, com frcnle para .i eslrada nova
dn Mansuinbo, cuiitiguo av do Di. Acrioli l.ins.
Leaode predios
O agente Borja (ara' leilao, quarla-
feira 10 do correnle, al 10 liorasda ma-
nhaa, de diversos predios perleneentes ao
Sr. Jos Diat da Silva, a taber : nina casa
terrea n. i, >,iia na traveaaa do Lima
na ra Imperial coui 2 salas, 2qu&rtOse
tinhas de ooro, pnleeirat, fivelas, ernolfita, asulhe-
la, redomas, inclusive alenmas de prala. lilagrana,
cornalinas, e oulras dillereules : quarta-leira, 10 do
correnle, as 10 horas da manhRa em poni, no seu
escriplorio, ra da Cadeia.
Leilao.
Qaai ta-eir i, 10 do eors
rente.
0 agenle Oliveira fara' loillo em dilTerenles lolas,
por ordem do Sr. ."ilanotl Lab da Veiga e oulros in-
leressados, da bem conbeciila oplinia e grande casa
de sobrado e terrenos cirfumvisiuhos, esislenles no
lugar de Sanio Amarinlio, eslrads em lioba recta
para OlnJa, e transversal para a 1'undicAo da Au-
rora, cujas confrontacoes, Jivises e Jimenses po-
Jem os prelenJenles examinar as localiJaJes, e
por mein Ja plaa e\iieule no escriplorio do refe-
rido agente, onde lera' lugar o leil.ia ao mcio lia.
Um pedido.
Pede-se ao Sr. Sania Hosa, que antes
de se retirar para Na/.aretl), d-nos an-
da um espectculo, levando o drama
Arthurou depois de I (i annos, e a co
mediaO judas em tabbado de alle-
luia, tazando a parte de Maricota a
Sra. D. Jcsuina.G protector da scena.
SOCIEDADE DE ENSAIO FRAW1SZ.
Por ordem do Sr. presidente declaro, que boje
as 9 horas da niaiilija ha sessao.
O l.- secretario,
Costa Carialho.
I'elo juizo dos feilos da fazeuda provincial se
lia de arrematar os hens senuinles:
1 di i casa terrea, na ra do Mondego n. III,
lendo 60 palmos da cumplimento e 18 de largara,
comporta ejanella de frente, salas, 2 quarlos,
cozinha dentro e quintal murado, em mto estado, a-
valiada em 6000 rs., cuja casa he perlencenle aos
berdeiros de Anlonio Jos Quaresuia.
l:ma casa Ierra Je pedra e cal, sita ca ra dos Po-
ros u. U emcblOt foreiros, com porta ejanella,
Juas salas, um quarlo, cozinha dentro, e quintal ain
abcrlo, com 2\ palmos Je largura e i de compri-
menln, avaliada eru 1005 rs., perlencenle a Miguel
l.ourenro Lopes.
I. m sobrado de Jous andares e -ola-, na fraguezia
de S. Jos, na ra Jos Mari) nos 11. I, o qual lem
coziuba no telao, quintal uranJe com cacimha pro-
pria e Porllo paraa ra do Caldereiro, perlenceudo
ao mesino sobrado, o heccoque tem do lado do nor-
te que se acba tapado, avallado em 8:0((0s00 ra ,
perlencenle aos herdeiros de Pedro Ignacio da
Cuiiha.
toma casa terrea da pedra e cal, no largo do Re-
medio n. l, lendo .'ti palmos do larguia c 87 de
comprimcnlo, com Ires jaDOlat Je freule, envdraQa-
das, duas salas, Ircs quai los, cu/.iuna dentro, quin-
tal em aborto, com qoalro pes da coqueiros, avalla-
da em 1:0003 rs-, perlencenle a Joaquim Josc l.uiz
de Souza.
I.'ma casa terrea de pedra c cal, na roa Imperial
n. 12, com porla a jauella Je frente, leudo 18 pal-
mos Je frente e 110 Je fundos, com Juas salas, dous
quarlos, coziuba dentro, quintal murado e cacimha
meeira, avaliada em 70ttf rs., pcrlenceule aos her-
deiros de Manoel \ ceme Kerreira.
Urna casa lerrca de pedra e cal, sila na ra Impe-
rial n. fis, cuja casa tem Ires porlas de freule, duas
salas, qualro quarlos, Cozinha lora, quintal murado,
e cacimba meeira, em chaos prnprios e seacha em
bora estado, avadada em 1::>0fu00 rs., perlencenle
a Manoel Joaquim de Souza Vianua.
Urna casa larrea de laipa, ua ra de S. Miguel
dos Afogadoa n. 50, com 10 palmos de frente e :ij
de comprmeme, rom porla ejanella, avaliada em
i j.^000 rs., perlencenle a Paulino Herculano de l'i-
gueiredo.
Urna casa lerrea de laipa, na la do Qollbo, DOt
Afugados, 11. com porla cjanrlla, lendo 18 pal-
mos de largura e ili Je cnmpriniento e 5 pollegadas
Je fundo, duas salas, um quarlo, cozinha denlro e
qoinial ero aherlo, chaos foreiros, em imio estado,
avaliada em (0-; rs., perlencenle a Joaquim Joso de
Mello.
Urna casa lerrea, na ma do Bom (ioslo, nos Afo-
gadoa, 11. 21, de porla e janella, com 18 palmos de
largura c 30 Je co> primelo, leudo a frcnle e rela-
guarda da pedra e cal e oilnes Je laipa, quinlal em
aberlo, em mao ealada, avahada em W3 ra., perlen-
cenle a Prdro D'at Je Atlit.
Urna casa lerrea ua ra dos Pocos n. 1, de laipa
com 1'J palmos de largura e .') de comprimeolo,
com porla e janella, Juas salas, um quarlo, cozinha
dentro, quintal em aberro, chao fretro, cm mao es-
tado, avaliada em .1O3OOO rs., perlencenle a Antonio
l.uiz de Frailea.
Urna casa terrea de laipa na ra dos Pocos 11. I'
de porla e janella, com 15 palmos da larsur/e 7 pol-
legadas, e Si ditos de comprnnenlo,-2 salas, 1 quailo,
Cozinha dentro, quinlal cm aherlo, chao forciro, ero
mao eslado. avallada em lOjOOO rs., pertcnrenle a
Joao Anlonio de Lima.
Urna casa leirca Je pedra e ca| na ra dos Pocos
n. -2-2, com porla e janella, lendo do largura 22 pal-
mos e 5 pullegadas, 18 Jilos, e 8 pallegiU. decom-
primenlo. lendo mais salas, 2 qoiTlos, cozinha den-
tro, quinlal em aberlo, chao foreiro, em muilo mao
eslado, avhala em S| -01111 rs.
Oulra casa lerrea sila ua mesma ra n. 'Ji, leudo
22 palmos e 5 pollesada de largura, e 18 dilos e i
pollegadas de cnmprimenlo, 2 quarlos, 2 salas, cozi-
nha denlro, quintal em aberlo, e com 2 parlas de
frente avaliada em ttlJOOO, perlencenles a Miguel
l.ourenco Lopes.
Urna casa lerrea Je laipa na ra do Ouiabo n. (i
nos Afosados, com porta ejanella, lendo 18 palmo'
de largura, e :ii dilos e ."> pollegadas de cumprimeu-
ln, eom 2salas, 1 qoerlo, cozinha denlro. quinlal em
aberlo, cbAo foreiro, avahada rmOJOOO, perlencen-
le a Josepha Theieza.
I 1111 casa meia agoa na ru:, de S. .Miguel n. 85, de
pedra e cal, leudo 8 palmoi de largura e 20 de com-
primcnlo e lendo tmenle urna pnrla de freule ava-
liada em ilHHK) rs.. perlenrenle aos herdeiros de
Joaquim Caelano da Luz.
Urna casa lerrca Je laipa us Afogadas na roa dos
Pocos n. 8, icndo 22 ramos da frcnle e 100 de fun-
do, cozinha denlro, quintal em aberlo, avahada em
."iHrOOO rs., perlenrente a Joanna Mana dos Pra-
zeres.
Urna casa lerrea de'pedra e cal ns roa do Motoco-
loiiibn nos Afosados n. 69, com 211 palmos de frente
e ide fundos, 2 salas e 2 quarlos avaliada em rs.
185S0O0, perleurenle aos horpitoi de Joo Lopes de
Sonza.
I ma casa lerrea nos Afosados na ra de S. Mi-
goel n. ili, lendo 15 palmos de frente e 55 de fundo,
cozinha denlro, quinlal em aberlo e cacimba, ava-
liada em 1(r Jess.
I ma lerrea arruinada na ra do Molocolomhon.
:tS de pedra e cal, rom 28 palmos de frente e (10 de
tundo, 2 quarlos. cozinha denlro, quinlal e sem cu-
bera, por 1IKWMMI, perlencenle a J0A0 da Cruz.
I ma rasa lerrea em ino estado, de laipa, na ra
do IJuiabo, nos Afogados n. i, rom porla e janella,
lendo, 18 palmos de frente e :tl dilos e j pollegadas
de cumplimento, 2 salas, I quarlo, cozinha dentro a
quintal em nbarto, chao foreiro, avahado em 00; rs.
perlencenle a Manoel do E-piilo Santo.
I ma en** lerrea na fre^uezia dos Afosados, na
ra de Moloco'niiiliit n. 56, tendo 17 palmos de fren-
te e il> de fundo, cozinha denlro, quinlal em aberlo,
tendo ao lado jlo sul da parle do oitie cado, avalia-
da em 80.?<)Oi)|rs. perlencenle a Hosa Maria de Jess
Nascimenlu. |
Urna casa (arrea de laipa na ra do IJuiabo n. 2(i,
com porla e jmila, 2 quarlos, 2 salas, cosinba Tora,
pequeo polegada-, e 7|l Je fundo, avaliada em 200?, per-
teocente a Joiquim Antonio Vieira por Luiz Pla-
cido.
lima casa larrea de laipa na ra do Puco n. 10,
de porla e janella, com 1:1 palmos de freule e 20 de
compriiuenlo,, 2 salas, I quarlo, quinlal em aberlo,
chaos foreiro,em mao eslado, avaliada em 20?,per-
lencenle a Hosa Maria da Uouceicao.
I ma casa lerrea em eaivao, com porla ejanella,
nao acabada, lando o n. 11, na ra do liuiaho nos
Afogados, len lo :10 palmos e 80 de comprimenlo
ludo de ped e cal, em ni 10 eslado, avallado em
250-3, perlanc ule a iosepha Amara de lesus.
t ma casi ii rrea ua ra Imperial n. 200, leudo 18
palmos da freule e 15 de fund..s, eotlolia denlro,
quintal cm aherlo, avahado em 2009, perlencenle a
Viova Je Isu/.ebio Lopes.
Una cata lerrea na ra Imperial 11. 210, 2 por-
tas, 2 salas, eosinha denlro, I quarla. quinlal em
aberlo, com I5 palmos de largura e :18 e 2 polege-
dat Je comprimenlo, avahada ern 50}, perlencenle
a Julia Marques de Colooha.
Urna casa lerrea na roa Imperial o. 208, a qual
lem 12 1|2 palmos de freule e 17 de fundo, eotinha
fora, quintal em aberlo, em mao eslado, avahada
em 00-, perlencenle a Manoel Alves dos Santos Ju-
lio.
Urna pequea casa lerrea de pedra c cal no qair-
ro do llecife na ra Jo Pilar n. :10, com 20 palmos
de frente o :i de fundos, cosinba denlro e pequeo
quintal murado, avahado em 1008, perlencenle a
Jos Ja Cosa.
A renda annual da rasa lerrea na roa de 8a.nta Hi-
la n. 107 por 2'o, perlencenle a Joo Thomaz Pe-
reira.
A parle do sobrado de um andar n t'.idade de
Oliud.i na ra dos Qoalro Caoloi n. 10, com 2-i pal-
mos de frente e 7li de fundo, cosinba fora, quinlal
murado, avahado >m 959709, perlencenle a Joa-
quim lioncalvea asios.
I m silio Je Ierras 110 lugar do Arraial, com casa
le vivenda, leudo urna porla e 2 janella de fenla,
5 ditas nos ollOet, com 12 palmos de larsura e 107
dolando*,, 2s.,lis, 1 gabinete, i quarlos, cozinha fo-
ra, atvoreJos de inicios, em mao eslado, avaliada
em 2:000-, perlencenle a Manoel Ferreira Chaves.
Linas laboas de pinbo de armac.o por 2j.
Um balcao da mesma madeira por 11,
Um caula para amoslras de venda por 25
Um balcao com pesos de 1 libras lr2 al meia
quarla por ;l-, 8 medidas de lolbas portiO, 2 garra-
res vazios por 13, 0 cadeiras americanas par ISBJO,
1 mesa de pinha sem cvela por 100, 50 sar'rafa-
prelas vazias por 2-, 81) bolijas vazias por IS600, .">
barris vazios por '1-, i barricas sem fundo por (il),
avahado Indo por 20-080, perlencenle a Gregorio
da Costa Monteiro.
Urna cata terrea na roa do Qoltbo nos Afugados
n. ti2.de laipa com porla e janella, lendo 18 pal-
mse 1 polegadas de largura e "il dilos de compri-
meolo, 2 quarlos, 2 salas, cozinha dentro, quintil
em aherlo, chao foreiro. em mao estado, avahada
em 70.-, perlencenle a Jote Menpes.
A renda annual da casa lerrea de pedra e cal na
ra dn Paz nos Afolados n. 2, com 2 porlas, 2 salas.
1 qoarto, cozinha denlro. quinlal em aberlo e chao
foreiro, leudo 58 palmos de comprimenlo e 21 de
largura, avaliada em 128, perlencenle a Nicolao
Antonio.
A armaeo da laja de sapateiro da ra Direila n.
100, a qual lem caixllhoa rom vidroa, avallada por
Krj, perlencenle a Jlo Comes Pereira.
Os preleudentea compirecam no dia 10 do corre-
le na tala das audiencias as 10 horas da manilla.
No dia 20 do correnle pelas 1(1 heraldo dia ni
ala Jas audiencias, peranle o E\m. Sr, Dr. jato do
commercio, lem 'le ser arrematados os nens penho-
rados a Joaquim Pinheiro Jacnme e sua mulher, por
exerucAo Je Thomaz de Aquino Fonseca & Filho,
cujos hens conslarn do escripia edital que se acha em
mao do porteiro do joiio desde o dia I do correle.
O abaixo assignailo, curador fiscal, da mas-
sa fallida da Jos Chrysoslomo da Silva, convida os
credores do mesmo para que no prazo de oilo dias
a datar de hoje venham apresantar seu crditos pa-
ra serem verificados c classificados, segundo for de
dedircito. Recife 0 i|jadezembrode 1856. Joa-
quim Filippe da Cosa.
Kngio no dia 2 do presente mez de volla do
llecife, o escravo Agostinho.com os signaes seguin-
tes : cabra,um pouco alto, secco, pomas cambetas
e falla bastante descaneado, foi encontrado de an-
cas cm um burro, que era governado por um ne-
gro, cuja carga era de ancoras : rogo a qualquer
qne o apprehander, leve-o ao abaixo assignado no
engenho Serraria que lera a gralilicaijao de 100?.
Filippe de Souza Leo.
ASSQCIACAO
nPOttlUPIII PERY4MIH(:\Y\.
O 1. secretario faz scionle a quem convier, que
hoje lia sesso, cm a qual lera lugar o principio da
segunda e ultima discussio dos estatutos.
No dia 28 do oulubro prximo passado,
auseniou-se de casa do sen senhor, a cscrava Geno-
veva crioula, idade de 30 annos.boa figura e Boch-
la do peilo ; lem as cosas da mao esquerda urnas
pintas parecenilo foveira, e urna cicatriz 110 dedo
polegar da mesma, ella tem por costumo trocar o
nome, ltimamente foi pegada em Maria Farinha,
para onda ae suppoe ter seguido, roga-se portanlo
as autoridades policiaes e capilaesda campo a cap-
tura da dita eaerava, que na ra de Apollo n. I A.
se gratificar com generosidade.
Quem precisar do urna pessoa com as habi-
lilaces necessarias para qualquer escriplurarao, ou
mc4iiio|para caixeiro de luja, cobranza ele. ; dirja-
se a roa Velha, casa onde rezideo Sr. capilao Ala-
noel de Campos Leile Perneado, que ahi adiar o
pretndeme, e mesmo pessoas idneas quo afiancem
sua conduca.
Traspassa-se um armazem de assucar com os
seus compelemos caixes, balanzas, e mais ntensis
precisos, o qual paga um mdico aluguel : a tratar
na ra do Collegio n. 21 segundo andar.
A pessoa que condu/.io ele .Macei
nina caila para o pioprietaiio deste
DIARIO, qaeira manda-la entregar na li-
naria ns. (e8, da piara da indepen-
dencia.
IRMANDADE DE NOSSA SEXUOBA
DO ROSARIO. DA FREGUEZIA DA
.BOA-VISTA.
A mesa regedora da nnandade de
Nossa Senhora do Rosario da Boa-Vista,
tendo de fazer a esta da mesma senhora
no da 7 do corren te, nao pode levar a
ull'eilo osen desejo, em consecuencia de
ser vespera da ConceicaO, e estarem por
isso ocupadas as msicas e armadores,
pelo pie tem transferido a feata re sua
padroeira para o domingo seguinte, I \
do correnle.
Lotera do Rio
de Janeiro *
Acham-se a venda, na praca da Inde-
pendencia n. 40, os novos bilhetes da
lotera 1- da cmara municipal de Pa-
ral v, que devia correr de 29 do passado
ao I do andante ; as lisias esperamos pe-
los vapores Sardo ou portuguez I). PE-
DRO II : os premios ser&o inmediata-
mente pagos em a mesma loja cima,
de conloimidade com os nossos aniiuu-
cio, logo (|tie estejamos de posse das
mesmas listas.
Roga-se ao Illm. Sr. redactor da
TAI. I NA AVLLSA, que se digne decla-
rar seo anniuicio publicado no DIARIO
de .'> do corrente, se entende com o
abai\o assignado, que hecaiveiro de ar-
mazem de couros, e se for, publique por
esta mesma olha, para ser respondido
categricamente. Manoel tloncalves
gIbISEII PaTl'fiUZ
DE liEITliBA.
II consellm deliberativo Inlcrou um vice-direclor
por un voto .' mas a grande oppos-,io que leve lal
cleliherarilo no mesmo ronselho e nos mais socios,
honra a socierUde, e salva-a do desaire que a deli-
beraran do conselho Ihe lam.ava.
All udo se loleram impaisivelmcnle lacs anoma-
las, (Hiparalca, Irainies.ou oque qui/erem que seia
lal .1 'liln-r io. '
E se o eleiio por um vol aceilar o cari;o enlAo
(eremos muilo que vdr ; mais do que na reuniao ,1o
conselho na imite de do correnle.
A directora tem dr lomar rnnliecimenln das virtu-
des do vice-direclor por um vol, pois esta scienlc
das prendas que elle possue ; fabricante de barulbos
uaqiieile cslabelecimento, com os mesmos ernprc-
Sidos.
Conliamos que ella suslenlara' enersicamcnle o
respailo que se deve, e se lem prortado aquella casa;
o respeilo que ella mesmo deve mererer.
llecife ."i de novembro de 1836,
Linhas de mni-
bus.
Hoje li do correnle, em rnusequencia da gran'le
e honrosa Tesla que ha de ter lunar na academia por
Oeeasiia de lomaren! o grao de l.acharel ns aenhorea
que se foriLaram neste anuo, bavera' oinnibui com
destino quelle edificio, medianil' a pcqaeu. gorjela
de.VNlra. por idaa volla. A-. 10 hora, 110 poni
da ra >lo Crispo.
/iva o pagde!
Quera no IVn-o da Panfila,
A sombra de .....i mani;ueir.i.
Nao (rucara bolsa e ludo
l'or orna boa sirveteira ?
ti Soare, que disto sabe.
Dominen, ique bom mano.
Val guerrear com sorveles
O palusens do gaso.
Km. rapazas,
Vamos ao Por;o
Tomar sorveles :
l.evem caroro.
Proeill-afl de um raiieiro para laherna, rom
pralica ou sem ella, .le \2 a II annos : na ra do
Filar n. !I0, em Foca de Poilas.
Aluaa-se urna ama de leile : no paleo do Pa-
nizo, primeiro andar do sobrado n. 1S, do lado da
Igreja.
Precisa-se fallar com um moro lilbo de Lisboa,
de nome Jos dos Siuloa Rosas, que em ISIS se re-
limo desta prac.a para a villa de IMo-d'Alhu. e islo a
bem dos seus inleresses ; e para esclarecimenlo pro-
cure na ru da Cadeia Velha n. I, secundo andar.
Os administradores da massa fallida de Manoel
Goncalvca de Azevedo Kamos, avisam ao credores
do mesmo, para neslas S das apresenlarem seus cr-
ditos na ra da Senzala .Nova n. i, afir* de serem ve-
rificados e qualificados.
Maria Anuncia da Conceirao vai an Rio de
Janeiro, e deia por seu procura lo'r o Sr. Jos Ma-
ria, caixeiro do Sr. al. da Silva Sanios.
.00>000DE(R\TIFIC\C\0.
Aosentou-se no dia >i de junlio desle correnle
auno, de l'oucinlius, termo de Campia Grande, pro-
vincia da Parahiba do Norte, l'azenda do finado te-
nenle-coronel Jos l.uiz Pereira da Cosa, o escravo
Jos, reprsenla 23 annos de i 11 le. tem os seauintea
sisnaes: acaboclado, altura, lincea e olhos reculares,
cheio do corpo, cabellos finos, nreloi e encrespado
principalmente quando eslo crescido'. nariz grosso,
cara larga, auora be que principia a bucir, olhar de
velliaco.pescoro curlu e aiosso, hombros laraos.maos
arosseiras, Trente dos ps larga, e carcanhares fiuos,
ernvesliaiosnasnadeaas por haver sido surrado,
Iraballia de pedreiro e sapateiro, levou comso0 cer-
los instrumenlos de ambo ollicios, cosa ja alguma
cousa de alfaialc por ser hbil, talvez emenda ou
saiba ler por se dedicar occullamenle a isso, loda a
roupa que possuia lovoo ; julga-se lerseeuido para
parle do Assu : roza-se, portanlo, as autoridades
pUiciaes a capilaea de campo de o caplurarem e
mandarem ao administrador da supradila faada, o
Sr. Dionizio Gome Pereira, ou a Alasoa Nova, ter-
mo da cidade de rea, a seu senhor Joaquim Anto-
nio de Sanliaao l.essa, ou no Recife, ra toosla
sobrado primeiro andar n. :i, a Manoel Anlonio de
santiago Lessa, que em qualquer urna deslas parles
lem da paga cima menciona Ja aerio generosamen-
le recompensados,
Alerta rapaza.
Ella aberlo o holeqoim da estrella, no Poco da
Pauella, roa da Saude, ficaudo no fundo da iareja,
onda a bella rapaieada encontrara serapre bous pe-
nseos ; e nos domingose dias sanio rmlo de vacra, e
Indos os dias a noile sorvete. boa cerveja, hom vinho
do Porlo e bom cafe, linio islo mais baralo do que
em outra qualquer parle, e com aceio.
VA" A QUEM TOCA.
Amanli.ia 7 de dezembro he domiog, e depois
segunda-feira, dia da Imaculada Conceirjao de Nona
Senhora. e continuara' nesles dous das santificados
o Sr Bulaa trabalhar como tem feilo com lodo
0 escndalo e vergonha em lodo os dias sanios lian-
saclos'.' continuar o Sr.Bola3 desrarregar bar-
cacas lodo o sanio dia, escarnecendo a zombaudo da
1 'onda le do Sr. fiscal, e da administraran da mesa
do consulado garal'.' Veremos.O llemfeilo.
francisco Antouio Ponlual e sua mulher ven-
den a parle que lem as Ierras e ensenhos da casa
de Irexeires da freguezia da Escada : quem preten-
der dirija-se a ra da Guia n. 7, ou no engenho Pre-
ferencia da dita freguezia.
Precisa-se deuina ama de boa conduela, que
entenda de cozinha. para casa de pooea familia : na
rua de Apollo n. I'.t, (erreiro andar.
Alaga-te um excellentc sitio, grande, e rasa
com grandes cnmm-idos, ni travessa dos Affliclos
confronta ao da Sra. |t. Marcelina : a Iralar na
mesma.
l.uiz Alves Vilella, porluguez, retira-se para
PorlusaL
.Inao Cardoso Avres saca sobre a praca da
Babia.
Na rna da Unilo, lerceira casa do lado direilo,
da-te tieqoenas quanlias a premio mdico.
Joto Jacimho de Medairos llulra declara ao
respedaiel publico que d'ora em dianl se asigna-
ra Joilo Adriano de Mello llulra.
Precisa-se de um menino de 11 a IB anuos de
Made, para caixeiro de taberna : n rua da Coocor-
dia n. 2ii.
O bacbarrl Cjpriaoo l'enelon Guedes Alcnfo-
rado de volla de sua viacem continua a residir na
rua Nova o. l, segundo andar, onde pude ser pro-
curado das l(J horas da inauhAa as :i da larde de lo-
dos os das uleis.quer para o ejercicio de sna prolis-
sjlo de advogado, quer como procurador publico da
Ihesourana provincial.
A pessoa que annunciou no Diario de honlcm
querer comprar urna casa lerrea na Boa-Vista, ap-
pareca na rua do Raogel n. 7:1, loja.
O lenenle-rorontl Joan Vallenlim \ilella pre-
vine aos senhores logislas, donos ile taberna, e
qualquer outro eslabelecimenlo, que nao se respon-
-abili-.i por jous alguma que em seu nome for pe-
dido, por isso que a oinguem autorisnu lemeihanla
procedimenlo.
7" Precisa-se lle uma ama forra ou esrrava para
todo servico de urna rasa de pouca familia : na rua
Bella u. 33.
Traspassa-sc uma hypotheca em uma easa ler-
rea, cuja hypirlheca he de seiscenlos c lanos mil
res, e rende 1 Ir-J por cenlo ao mez .- quem quitar
dirija-se a rua do Raugel u. II.
Precisa-se de uma ama de leile para criar urna
menina, ou urna ama para andar com um menino :
ua rua Direila, segundo andar n. 8(>.
Na rua Direila n. 91, primeiro andar, precisa-
se ile duas pessuas, sendo um menino para ser em-
preaado de caueiro ero ama loja de fazendas na Pa-
rahiba, e oulro para criado.
Aviso aos senhores pro
prietarios
Na rua da Concordia junto ao armazem doSr.
.Manuel hirmino rerretra ensl um novo eslaheleci-
meulo de malenaes das melhores qnalidades, e que
se veudem por raenus prero do que em oulra qual-
quer parle ; assim lambem alugam-se carrocas.
Precisase lomar a quanlia de reis 1:0003001) a
premio de um por cenlo ao mez, por lempo de 1:2
mezea, avpolhecando se para seguranca urna morada
de casa lerrea e solao, cooslruija ha p'ooco, de cusi
do dobro, em boa rua nesla cidade : na rua de Mor-
as, casa u. 12, se dir' quem faz esle negocio.
Precisa-se de um homem para o servico de pa-
daiia : no paleo do Torfo o. i(.
Precisa-se no eogenho B'>m Jess do Cabo de
um distila.lor de alambique de Derosue, prererindo-
se solleiro : quem te julgir com esla li.ibililar.an,
dirija-se ao sido dn finado commendador Loit Go-
mes I- erreira, no Mondego, ou no Recite, ruada
Cadeia n. 21), a tratar com l.uiz de Moraes Gomes
herreira.
Precisa-se de um porluguez para caixeiro de
um engenho, e que se sojeile ao servico de Icitor,
quando seja preciso ; no largo da Anemblca n. (i,
Precisa-se de I ou 2 amassadorts de prolisiao ;
na padaria da rua larga do Rosario o. 1H, junio an
quarlel, e compra-se um canoeiro alada que seja de
meia idade, pardo ou prelo, nao leudo molestia en-
cobarla. Na mesma se precisa de i srvenles forros
ou captivos com o jornal de 8IMI rs. para servijo de
alicorees na rua da Concordia.
Lotera da pro-
vincia.
Corre quinta-feira II do
correnle.
Bilhetes 7/jOOO recebe IkOOO.sOOO
Meios JJOO .. ."rOOO.sOOO
Quartos U800 I:500f000
Em porrao de 100^ pa-
ra cima:
Bilhetes (is'j"0 recela; lirOOtl.sOOO
Meios ."iN5". n r,:0OO.S()O()
Quartos lj/700 1:5008000
P. J. L'iyme.
Aluj;a-.se um grandesabio para qual-
quer estahelecimento em poni grande:
a tratar no armazem de assucar no caes
le Apollo, junio a ponte lo Reeie.
Lithog-raptiia
A ulliriii.i lilliographica que existia no rao de
Apollo,casa de viuva l.aserre. acha-se Iran-lc-nla
na rua da Cruz n. 23, aonde seu dono esla promplo
liara execular todos os trabalhos roncernenles a sua
arla, como facura, cotilas, lellraa de cambio e da
Ierra, conherimenlus, registros, hilhelaa de visita,
etiquetas, e qualquer impressao dourada, praleada e
de cr.
Precisa-se de un hom criado : na rua estreila
do Rosario n. 3:, primeim indar ; sendo captivo pa-
ga-Je bem.
Jos Azevedo de Andrade, escrivao
da irinandade de Nossa Senhora da Con-
Ceico, erecta na Congregarao, de ordem
da actual mesa regedora, e em observan-
cia do arl. S do respectivo compromis-
*>, convida a todos os seus charos irmaos.
para c|ue se sirvam comparecer no con-
sistorio da mesma rmundade, no domin-
go 7 do corrente, pelas 9 horas, a/im de
elegerecna nova mesa, que tem de fnne-
cionajr no futuro anuo de 18571858.
Atoga-ae um escravo possanle para lode servi-
co, ou mesmo um homem livre : na rila estreila do
Rosario n. Il, segando andar.
Precisa-se da um caixeiro para uma taberna
no lugar de Sanl'Anna ; quem quizer anuuurie.
I'rccisd.sa de um criado ; a (ralar na rua lor
mosa, tercaira cata a direila junio ao lampean.
Precisa-se de'um corinheiro, na roa do Trapi-
che Novo ii. -20; a Iralar na mesma casa.
"re-cisa-se de um criado ou prelo captivo, na
rua do Trapiche Novo n. 2i\ ; a tratar na mesma.
Prccisa-ie da um criado para eocheiro : a ir-
lar no paleo do Carmo n. 1.
Precisa-se de um forneiro, na padaria de Pau-
lo Jos Gomos & Irmao : na roa da Seuzala Velha
-n. !IS.
Precisa-se de um forneiro : na rua Direila, pa-
diria 0.24.
Segunda-feira I do correnle desappareceu um
mulalinlio que eslava em casa de abaixo assiguadu,
perlencenle ao Sr. Ildefonso Manuel Guedes do
Saulus do engenho San Malheus. cajo malatinho
andava aprendendo u ollicio de alfaialc na roa No-
va, loja do Sr. Joao Evangelista, o qual cbama-se
Marcelino, idade de 14 a 1t annos pouco mais ou
menos, lem bstanles marcas de hexigas pelo rosto,
levou calc,a de algodao riscado, camia branca cha-
peo vel lio de palhinha amarella e anda desea le, o :
portanlo roga-se a qualquer pessoa que delle souber
paitecipe au abaixo aasignadu no paleo do Carmo li-
berna n. I, ou no referido engenho, que tera' gene-
rosamente rei-oni pensado.
Joaquim Manoel Ferreira da Souza.
O abaixo assignado faz publicu que no dia I
do correnle mez, veio ler em sua casa um moleqoe
hiho de urna escrava do mesmo abaixo asiignado da
nome Anlonio, dizendo que quena licar comsaa mai.
no mesmo dia o abaixo assignado procurou fallar com
pessoa da lamiha a quem perlence dilo moleque,
mas nao sendo possivel encontrar por tslar fora de-
la praca, recoromendou a pessoa habilitada a parli-
cipar-lhe, e no dia 2 veio em minha casa um dosie-
nleir.. do dilo moleque para tratar da venda do dilo
moleque. e como al hoja nao vollaiie, o abaixo as-
signado faz publico para que em lempo algom uao
appare<;am duvidas, nao se responsabilisa por fuga
ou morle do dito moleque.
Recife 1 de dezembro de 185to\
Pranciaeu Alves Monteiro Janior.
Previna-ae aoa Srs. vendedores de bilhetes do
Rio de Janeiro, nao paguem.caso saia premiado'i, hi-
Ihe inleiro da 67.* lotera da Sania Casa da Miseri-
cordia o. C3I, o qual foi deiencaminhado do poder
de sen legitimo dono : ootro sim, rogase a pessoa
que o liver adiado de o entregar na rua do Crespo
loja o. I, aonde o masmo foi vendido, que ahi so re-
compens' r.
Kecorta-se com perfeicao baados de
diversos modelos para vestidos, pelo di-
minuto pi ero de 160 a vara : na rua lar-
gado Rosario n. "5, por cima da loja de
barbeiro.
Precisa-se alugar ama prela escrava que saiba
vender : quem a liver dirija-se a roa do Cano o. 3o.
O abaixo assignado fai publico, que Dea de ue-
i'lium efleitu a procurarlo bastante que em o anoo
prximo passado dera au seo cunhadu Aulnuiu Jusr
de Souza Carvalbo, na cidade da Parahiba do Norte,
poii quo de hnje em diinte al tem passado os pode-
res nella conferidos. Recife 4 de dezembro de 185o.
Aurelio Crispiniano da Conba.
Recebe-se dinheiro para ser mandado dur ua
cidade do Porlo por ledras pagaa visla ou a prazu,
em prala ou ouro: ua rna do Trapiche n. 40, eicrip-
(orio de Thomaz de lana.
3 O l'r. Ribeiro participa ao pu- ji
% blico que chegou do Ceara', e con- Q
'} tima a residir na mesma casa, rua (
:\': da Cruz n. 15, segundo andar. v^
Precisa-se de urna ama para casa de pouca la-
milla, cumposta de duas pessoas : na rua das Cru-
zas case (srrea n. 13.
Hospital Todos
os Santos,
da venera vel Ordem Tei'-
ceira de San-Francisco.
Para o mesmo hospital precisa-se de
um enfermeiro e uma eafermeira, aquel-
es de nossos irmaos casados sem filhos
que pretenderen o lugar, cujo ordenado
be de560s000 para ambos e mesa, diri-
jam-se ao irmao ministro Flix Francisco
de Souza Magalhes, morador no largo
do Carmo n. 1C, assim como precisa-se de
um servente para o mesmo hospital.
UM VOTO UE GRATIDO.
Desengaado dos succorros mdicos, votada au
desprezo dos homens, e entregue nicamente a voli-
tada de Dos, meaehava eu carpindo o mal da raor-
pha com lodos os seus horrores Poreaa uma aaAo
linn fazeji. um cornean caridoaa a nimiamente atla-
vel veio em meu soccorro, e como qoa mandada) pe-
lo Allissimo, salvou-me deasa Iriala a penivH ailna-
e i caraodo-me radicalmente. Eaae haaoeei que
rhamarei ura anjo, he o Sr. Manoel Borge do Men-
lunea, a quem devo, abaixo de Dana, aaeu resla-
belecimenlo ; e como nao Ihe posea piaar por outra
forma, ltenla a minha falla de raeioi, aocorro a
prelo, para por mein desle anuuneio manifastar-lhe
a minha gralidao, e recommenda-lo a lodos quautns
sollrerem o mesmo mal. Recife 24 da novembro de
I8jS.Manoel de Barros Falcan de l.acerda.
PROVINCIA,
O Sr. thesoureiro das
loteras manda fazer pu-
blico, cjne estao exposn
a venda, na thesouraria
das loteras, na rna da
Aurora n. 6, primeiro
andar, os bilhetes, meios
e quartos, da secunda par-
te da segunda lotera a be-
neficio d > convento de N.
8enhora do Carino, cajas
rodas andam no dia 11 de
dezembro. O mesmo-r r.
thesoureiro inanibi decla-
ra r que existe uma com ple-
ta nnmeracao de l)illietes,
donde se pode melhor es-
col lier a sorte, e espera a
concurrencia dos ^*is. jo*
vidores, para animare:
as loteras da provincia,
visto que as ultimas teem
sido sempie extrahid is li-
eando grande poica o de
bilhetes por vender.
Tliesonrariadas loteras
i9de novembro de 1836.
-.Jos ./anuario Alves da
Maia, escrivao das lote-
ras.
f %
14
iUTII.
-

:


OtftflQ II Pt B i* SBADO 6 i DZEIMI 66 IS*6
DEPOSITO DE L1TK6S E BOTICAS HOMEOPTICAS,
io
~m w >i^mw i1 '- man
DO
O ur. P. A. Lobo Moscoso, tendo de fazcr urna viagem dctxa a sus botica sol a
ihrecQ.lo de pessoa habituada c de inleira probidade, e un deposito na luja de I i vr os do Sr
Manoel Nogueira deSouza na ruado Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhaes Bastos
PRESOS FINOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 ... 15;000
Dita de 36 ii ... 20;ooo
Dita de 48 ... 25?U0o
Dita de 60 ... 3O."H)00
Mauual do medicina homenpnthica do l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ........ -jo.-ooo
Medicina domestica do Dr. Ilenry......... nfimo
Tratamento do cholera morbus.......... >>^iti>o
Repertorio do hr. Mello Moraes......... 6O0O
hh mmi g
* PUDRAS PRECIOSA I
1 SR
:
* Aderemos de brilhantes, *
I KhhMni paralas,pal. Jj
cairas, allineles, brincas *
e rnzelas, boloes c anneis S
n de dinerentes goslos de
$ diversas pedras do valor. V
i
MOREIRA L DDARTE.
LA DI 01IB1VES
Ra do Cabuga' n. 7.
fa>-W4ia-nl
OCHO EPRATA' *
_ *
Recehera por to-
dos os vapresela Eu-
ropa is obras do mais
K w, o oulras quaesquer ti< tt !' l'IIO Ttfttl ti* II
gjoias de valor,, doheiro $ WlWn gU.M.U, l.tll
lo de Franca como
* Comprara, vemlern ou *
trocara prata, 011ro, bri- *
* Ihanles.diamanlesepcro- je
- uu por obras.' t
saawi i m .?. i BanaesaS
<+.
?;
3
? Adereoos completos do
*. ouro, meiosditos, pulcei- &
ras, alliucle., brincos e *.
^ ro/ela?, cordes, trance- 4
i lins, mcdalhas,correte- i
* e enleites para relogio, e i*
outrosmuitosobjeetosde Z
f. oaro. ,?
j Apparclhos completos, S
^ de prata, para eh, lian- J
S dejas, salvas, casliracs, i'
;* colheresdesopa edech,
2 e muitos outrus objectos
Si de prala.
j $ % $ ?. $ ;*:* $ j $ -*; Sg*...
de Lisboa a asquaes se vendem por
(ire$o commodo como eostumam.
ESTRADA DE FERRO
do Ri'cije Sun- Francisco.
(Terceira ola.nada.)
Os directores da companhia da estrada de Trro do
liedle a S. Francisco, lem feito ailerceira chamada
de 2 libras esterlinas, 00 icis17dn7 sobro cada ac-
;ao na dila companhia, a qual deve ser pasa ale o
lia rt de Janeiro de 1837, na Rabia, em esa dos
Sr*. S. Davenport Aj C., na corle, em casa dos
Sr. Mana Me. liregor C, e em Pernambuco, no
escriptorio da companhia. O accionista que nao
realisar o pagamento denlro do termo indicado, po-
den' perder todo direilo as accs sobre as qnaes o
dilo pasamento no se liver eltectuado, em lodo
caso lera' de pasar juros na rutan de 5 por cenlo ao
anuo, e de ojo raetber joros ou dividendo da com-
nauhia, pelo lempo que decorrer cnlre o dia indi-
cado para o pasamento e a soa realisaijao. Nenbum
aulo do transferencia pode ser registrado depon do
da 8 do crreme, antes do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
S. P. I'ereker,
Tbesonreiro.
Recite :l de dezembro de 18."i6.
SEGURO CONTRA F0G0.
Companhia Alliaoce.
Eslahelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
ea quero mais convier que esto plenamente au-
-nrisados pela dita companhia para efleemar segu-
ros sobre edificios de lijlo c pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objectos quecontivercm
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
m fazendas de qual'pior qualidade.
^aaWnVJsanMMBSn
l J. JANE, DENTISTA, S
A contina a residir na rna Nova 11.19, primal-
4) ro andar.
BMI^A #A* S5C* Xi35'jsi3ft; 'f,
Ensina-sc a pilolagm Iheorica, pratica, e
curso malhematico, e Trancez, cantas para o com-
inercio; atratar na ra do Nogucira 11. 7.
Fabriea de fiar e
teeer algodao.
Alusa-se a loj da casa da ra da Aurora n. .>*:
onde fui oficina do fallecido marcinriro llenrique "
qaem pretender dinja-se ao Sr. Jofto l'inlo de l.emo,
Jnior, no seu cscriplorio, ou casa de soa morada,
na ra da Aurora.
Coinpa nina
Pernarabueana.
"Sai Ksd
Ussenhnresque sobicreveram novas aciocs dll*
companhia, sao convidados a cnlrar com primen*
preslacaode.'iOpor cenlo, no prazo de:l0dias: n"
escnplono do Sr. Antonio Marques de Amoriin, roa
da cruz. Recite 18 de oulobro de 1856.Manoel
Alvesl.ucrra, secretario interino.
Psecisa-se para o tarrico interno c exlcrno da
urna casa eslranscira, de um prelo: a quem Ihe con'
vier dirlja-se a ra da Cruz n. i.
Precisa-se de ura bom criada o paga-M bem
I asradando o servico e comporlamentu : a tratar no
campo do Hospicio junio ao quarlel rasa do desem-
bargador Mondes da Ciinha.
deposito
DB
t^
t'.onlinua o deposito do beeeo do Geacalvw, arma-
zem n. I, a eslar suppriun de sahiio "superior, da
muilo acreditada fabrica da viuva de Delpliino (ion-
calves Pereira l.ima. vende-so a dinheiroa vista, seni
descont, pelos procos abaixo declarados :
Ainarello |.i qualidade 100 rs. a ,j.
Cinzenlo 70 is. a ..
Companbia do.
Beber i be.
O cscripturaro da Cnmpnnliia de Be-
l>crihc Marcolmo Jos Pupe, anda con-
tinua a agenciar a venda e compra de
aceites da mesma companhia, mediante a
tima pcijitena gratificacao : podem diri-
jjif-seao escriptorio da mesma, rna Nova
n. 7, das 8 .i's 3 da tai de.
Na praca da Independencia n*. 10 e 21, ven-
de-se 001a partllia ile carnciros craudes, sordos e
muilo mansos.
Vciidciu-se taisos para reliuac.ioe lodos seus
perleoces.em bom estado, proprioe para qnem qaizer
principiar |>ir ser ludo por diniiiioto preco : quem
pretender dirija-** a ra Aagasla defroute'do chafa-
ra, taberna.
Viiihodo Porto
Na roa da Madre de Den, loja n. :, vende-M \i-
nho do Porto de muilo boa <|ualidade, em barril da
.">. e 8.- ; e ensarrafadn 1|as nielborcs c mais acre-
ditadas marcas tcguinles :
lluqueI8I.1 i Em caivas de urna c iluas
Real1834 )
Duque uo Porto ) duzias.
AGENCIA
D*fundic,aoLow-Moor, ruadaSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteastabelecimentocontina ahaver ubi com-
p!cto sortimenlo da moendas e eias moendaa
part en/;enho, machinas de vapor e taixas da
ferro batidoe coado de todos os tamanhospar
I DO ROSARIO N. 36.
botica de
Barlhofomeii F. de Souza,
COntinia a vender
(sendo falso ocjue i'or vendido em outra
quaiquer paite.)
Roh L'Allecteur.
rutilas vegetaes de Rrandet.
N ermifugo ingle/, em vidros.
Klixir anli-asmalliico.
Frascos de bocea larga com tollias, de
I a 12 libras.
s-@@s@$
A HOMEOrATIIIA E 0
| CHOLERA.
*? nico Iratamento preservativo c
W curativo do cholcra-morbus,
(3) PELO Dt'TOR
(^SabinoOlegarioLudgcro Pinho.
8
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Segunda edicrao.
A benevolencia com que fot aeolhida pe-
lo publico priim-ira edicfSo dcste opus-
culo, csgolada no curto espacode dous me-
tes nos indu/.io a reimpressao-
Castada cada ejemplar......19000
Cartearas completas para o Irala-
meiilodu cholera e de umitas ou-
Iraa molestias, a..........3090O0
Ueias earUiras..........169000
Os medicamentos so os inclborrs possiveis.
Consultorio central hemeopathico, roa
de Santo Amaro (Mundo-Kovo n. (i.
#
8
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8
99a9#t90-S-99aM99
I'recisa-se de dua ama<, nma qoe saiba cari-
aliar e faaer o ervico interno de casa, e onlra para
iralar de -un menino : na ra do l.ivraroenlo, casa
u. 'JO, secundo andar.
Precisa-se ilo urna ama forra ou escrava. qoa
saiba bem eaiinhar, pasa-se bm : quetn pretender,
dinja-se a roa do Vigario u. ;>."(.
Precisa-se de um moco porlusnez para feitnr
do en.-cnli llumliui : na ra da Aladre de Heos,
loja ii. 34.
Claudio DnbcuA
cada barril de 25
vende plvora,
libras.
ir,.s
CAL E P0TASS1
Cal de Lisboa e polassa.
Na rna do Trapiche arma/cns ns. 9e
11, vende-te superior polassa da Kussia
e americana, cal virgen de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
Em casa de llenr. ltrunn i Companhia, na
rna da Cruz n. 10, vende-se cognac em caixinhaide
dlizia.
Em casa de Saunders Rrolhers ci <",., praca
Vndese polassa da Rassia c americana, cliegida i do Corpo Sanio n. 11, ha para vtnder o se;uinte :
uestes dase ne superior qualidade; cal de Lisboa Ferro inglez.
da mais nova que lia no mercado: nos scusdeposi-
dos na ra de Apollo n. 1 A, e B.
Na rna do Visario n. 19, prinicirn andar, van-
vinbo do Porlo d superior qoalidadc da bem
de-sc
conliccida
barris e caitas de
Chesou a' taberna grande n. JO ao lado da i-
greja da Soled.ide, um grande sortimenlo de uiollia-
dos das niellioiesqoaliriades e |ior praae commodo,
porino convida-te a todos os freguezes que quize-
rem |ser bem servidos, a dirigir-se a este cstabe-
U Hlenlo para o acredilarein ; acharan manleica de
varias qnalidades a 100 rs. e Igl-JOa libra, vinbo de
."iBO a IjtiOO a carrafa, qoeijos malla novos a 2-3 rs.
e 39300, Cha hyston e perolala -i.;iO0 c Ib-JOOa libra,
passas, figos, ameivas, amendoas, doce de soiaha,
marmelada, Indo muito novo,lin&uic,a< dosertiioedo
reino, ricas calieras de porco para feijoada, e muito
mais gneros de bom goslo.
PARA LipDACAd.
\ endem-se na ra do ijaeimado loja n. 17 ao p
da botica, chales de louquim da China, brancas, lior-
rlados em duas ponas, pelo barato preco de -Jllj e
J->? rs. cada um, ou inelade do preca porque *cm-
pre se venderam.
Vende-M urna cabra, bicho, com duas crias.
boa de leile : na 'na do padre Kloriano n. lix.
ROYAS ALPACAS DE SEDA ADA-
MASCADAS.
A 7( RF.IS O COVADO !
Na rna do Queimado loja n. 17 ao pe da botica
vendem-se alpac de seda adamascadas e de qua-
dros, viudas pelo ultimo navio, propriaa para vesti-
dos de senliora e menina., pelo barato preco de 7JII
rs. o covado, asilm como cassas trncelas de novas
coitos, rhegadas pelo ultimo vapor, pelo barato pre-
co de tilo rs. a vara.
Na casa que foi iln consolado dos Estados rui-
do, defronledo Trapiche Novo, vende-.e a mais ex-
pleudida rollerc.ao das melliores e mais acreditada
obras de sran es autores, impresas na idioma in-
ulez : os pretndanles para as mnmaa podem com-
parecer na indicada casa, das '.I horas da manila ale
as 1 da larde.
aterro
- Compram-se apoliecs da Idivda provincial,
na na das flores n. 37 !. andar.
Na ra da,Cadeia do Recife n. 54>csnpram-
se patacoes a 29010 rs.
Btn
au (.ahoga n. 11, confronte ao paleo da matriz e ra
ova.fazein publico, que esto recebendo ronlinua-
dsnienle as mais novas obras d. ooru, lano para
enliora como para homciis e meninos : os preros
continuam razoaveis, c passam-se conla com re"*-
ponsabilidade, especificando a qualidade do ouro de
li ou 18 quilates, licando astim sujeitos os mesmos
por .jciHlquer dovida. Seiaphim j IrmHo.
Preelsa-se de urna ama Torra ou captiva para
lodo o servico de urna casa de familia ; Da rna No-
va, sobrado ii. 23, segundo audar.
,'cOs Srs. estudandes de
preparatorios.
O bacharel formado A. R. de Torres Bandcira
v antigs depre-
sepe.
Vendem-se na liviana ns. Ii e S, da
piara da Independencia, a 480 res.
Vende-se nma escrava erionla com alaumas
habilidades, cozioha o diario e lava ; vende-se ruis
em eonll em ra/ao de acbar->e alguau cansa adoen-
lada : a Iralar na ra da l'raia n. 3.
Vendem-se liagnleai co reino n-uilo novas a
MO a titira : na rna dos Marlvrios n. 36.
Vendes a taberna da rna ta Roda n.ls : a
Irjlar na mrsma.
Antonio Jotede Castro vende plvo-
ra de superior qualidade a l.l.sOOOo bar-
ril : as pessoas que quizerem dito gene-
ro,ap|iarccam cm O sen cscriplotio, na
ruado Vigario n. 51, para veras amos-
tras.
Saccas com I api-
marca W cm pipas,
ama e duas dozlas de garrafas.
Vestidos de
ph^nfazia
a i^OOO rs.
Na ra do Qoeimade, loja n. 17, ao pe da botica'
vendem-se os mai modernos corles de vestidos de
phania/ia para senhoras, proprios da presente esla-
Cao, sendo de camhraia loda de eda com habadoa de
moilo lindas cores pelo barato preso de 1s00O rs.
cada cortc,asim como chales Me lonquim branco e de
cores bordados, por menos preso do que em outra
quaiquer parle.
ftovidade.
Pelo navio Trancez cOlinda, rhegou urna nova
fa/enda de lila Iransparenle de diversas e delicadas
cores, com quadros de seda, propria da presente es-
tacan, para vestidos de senhoras e meninas, ese
vende pelo barato preso de 010 rs. cada covado : na
roa do Uueimado n. 17, ao p da botica.
Milita attencao
Na ra do Crespo, loja da e.quina, que volla pa-
ra a ra da t.a lea, vendem-se cobertores de laa
"l"?'.....Meocasda eambraii de listrasa 400, 500,
e 600 rs. rada um, corles ile casemira de cor a i.-,
e.-.0U00 rs., ditos prela a IJjOO e 8OO0rs., dilos
de iiiiui escuro e amarello para calca a 191111, pan-
no de linbo do Porto, loalhas de mesa c rosto, suar-
ilanaposde todas as trasudada*, aloalhada adamas-
cado com selle palmos de largura a 1.->(;0O a vara,
corle, de cassa chita a 19600 is., e outras moilas la-
zendas por precos commodos.
Fama
me*

nha.
A soriedade cm commandita, Amorim, l'aria, I
fiuerra d. C".. por deliberai.au lomada por 101 dos!
seos socios, suh.cripiores de SOOfOOO a .">:000-MKHI de
icu, dos que ellecluaram o pasamento da primeira v uacnare lurmauo A. n. ae lorres Handcira
i>re*tacao, lem resolvido mandar a Europa o seu professorde lingua francesa no Uvmnaio l'rovin-
-.o a tdifcaco da fabrica v sua* depemlei.cias. l?Tlc* Q PeUcaasslm como de hngoa ranceza, e
Em viriode do arl. 39 dm eslaiolos, a sociedade da geSrapliiai e bww dar comeco a um curso de
ilcljuerou aue conlinuara a atlmiihr nnsa >..k. 1Jnlo-.n1 lu < umrm.n k* j. i^_^ _.
itciiberon qoe continuara a admitlir novas snbs- philosophia, c lambem ao de lingua in-leza i
StSKffif-^jSl^.^^ I- mjmj matricula; em
piche n. Ii, I. andar, em lemos a augmenlar-se o 11"j*'1uer uc,les ('"rsos I'odem procnra-lo desde ja,
"piUI social, liui de que, a abrica possa ser feila '* casa de s,la residencia, na ra Aova, sobrado
desde soa fundaso, com maiores propones, e con- i n 23, segundo andar,
-eqoenlemente facilitar maiores lucros; devendo asi n
novas assisnaluras, sercm r alisadas com as presla- l'recisa-se para o sorviro interno de urna ca-
,',h ecla*" pe'0' Primeiros socios. sa de pequea familia, de um criadatorr ou can
de .'. por cenlo do capital subscripto.
Periiambuco 1 de novembro de iar><.
Jmorim, I-'ariat, (iuerra
& C
' ce n-"-v.wo.iiii.iiio .
; na rna Imperial sobrado anneso a fabrica do sa-
bio.
Na raa larga do Rosarlo, esquina do boceo do
leixe-lrito, no segundo andar do sobrado n "J
coznha so para fora com todo aselo, pcrfeiro e
rrompiidao c taniliem se engomma : luao por preco
iiiis commudo do que em oulra quaiquer parte. '
1 "iiipr.iih.nde seguro ron-
Ira a morialiJ,uie dos es-
cravos estabelecida no
RIO D JANEIRO
CAPITAL 2,000:0009000.
.turnia //lia/ de Vernamht.co 13 r,i do Crespo.
I isar-se-ha sobre a avaliacm de IM00MOO o
n ns.io menos cm proporc.io de onlra valorlinclu-
ive o sello da apolicc etc.
Das idadei.
i AO PUBLICO. H
$ No armazein de fazendas baratas, ra do '
Collegio n." 2,
B vende-sc um completo sonimento do fa- p
M zondas linas e grossas, por mais barato i*s
g precos do que em outra quaiquer parte, R
| tamo em porgues como a relalho, aflian- ^
O cando-se aos compradores ttm s preso p
jj para todos: este eslabolccimento abrio-sc S
j^ de eombiaacao com a maior pane das ca.
---------uu... U sas "amcreiaes tngle/.as, franetzas, alie |
i.fl!"5 '""anuos :tii-|on po- anuo. |S- mas suissas, para veuder fazendas mais '-
jy-tfarj-car**ser i,rocu,adM -1 scon d ^ ***> ^ 8
Oar-se-haconsultasgraiisaosescravossc-urosdas'd eC8m elle malores vanlagcns do que 3
'i''" lo horas da manhaa, no escriptorio Ta com- 0Ulr0 ualtluer; o proprietario deste im- Wr.
v \B portante estabelccimcnto convida todos =
: :'OOQQQQi"y'y" ::>..'>..':.-> osseus paincios, e ao publico cm geral" M
' ;:; |g para que venham (a bem dos seos inte- B
O resses) comprar fazendas baralas: no ar- 1
::3
. .^ ^- ^^ w v w.s >,- .iv ;-,
E\risTA nmm.
Paulo liaisnnox, de volla de sua viagein
nnropa, esta morando na roa Nova n. S? *.
3 *S --~"/ *-^"i"-" iu/.cuuas uaniiaSa no ar-
';:;' i4 mazcm da na do Collegio n. 2, deAn-
; i-i fnio Luiz dos Santos & Rolim.
m a
mmsmi
MASA
Triumplia.
'4 ,. --- Niviamiu im ra nova n.
S a!7qM;ier";0Va,.','le >"*" l"BC""- |
i ,',7Ni' 7Cl'e ",:l rua da Mrc, que foi
I. tinado Joc Mr,a Horres, conlinua-se a receher
.o .1 '?* P"',,-""''ar e tratar, o dn I.- de ;
'7er",r.'""""', *mpra cama dealn-
.." freces pr""wM-"' '-m a con.en.o
mr7.r!.l''|J,,>:"|l|mr',0fi'* Ma"lUe. |Ue >-nfeitaria de Pinto ,V Ir^o, rua da Cruz n.
mota pordetra/.da Inndi.odo Sr Strr rccel!eri!l" """nainente de fri..... um lindosor-
'iii Santo Amaro, ciueira mandar n M> TZ\ ? l,Kuri" "'' P*r* aoWas, e outros
11 DOPTanh .,,.! i J de goinma, o ,., doheado que lie possivel,
rvpograplua, .. negocio que Ihe di/. es- ('eBlmrai,oeentallara bandeia. ditas para
peito. pretapw, nma parcao de mendo. confeiUdaT. e
cam|,,,s pilril enchcreni, o mal rico que se po-
-testa Ivnographia prcciM-ae fallar 'h*r para sa brindar; o> mcanes apromplm
".Sr. Bunio A. R.Tuninamha' niiemn. ffl(!.eLeneo"mend" ,le bul'"1"" doces para
npiridiiiii.1 ( ni nio- balese ca-ameiito., com promptidao ea>seio L,,
ron OU leve loja no paleo doCarmo. q"*lanar parle que os compradores iem ',.lr
ii u precos ccmmndi -. I "
lea mesa do consulado provincial se faz .,
[iiblico.que do primeiro de dezembro prximo vin- : la, ml!2f2?vZl """i'1'"" I"'-"- f*>-
douro se principia a con.ar os ,0 dia/uteis para o ^^"^^X^ZZX:
pr.zaroento, a bocea do cofre, Ha decima dos pre- "a '"" {|p ". <|ue bota o olan para o pateo
dios urbanos das fretruezia desla ci.lade da dos an"1'<|D" all ^''""'I"*""1 alu^"-
Afogadns, findos os quaes ncorrerao na mulla de i Precs,..e de oma pesos para coiinbar e-i-
i 0|0 todos os que deitarem de pagar seus debi- i EOmmar pn> rsa de poaea familia, do lente cor-
los, i "'?"" Na m**"> asa se dir qoem vende .',0
I mergulhos de paintra moscatel a 500 n, da um.
^UTTTT
Vendem-scsaccas com superior (arinha
de mandioca: em a loja n. 26 da rua
da Cadeia do Recile, escprlna do Becco-
Urgo.
AO MADAMISMO DE BOM COSO.
\endem-sc sedas escocezas de quadros, com qua-
Iro palmos de largara, fazemla muito superior a
l-JKOO o covado : na rua da Cadeia do Kecifo loja
de Manoel lerretra de Sa, esquioa que volla para
Madre de lieos.
HOCE HE CAJ' SECO E DE CAI.I1A.
Na roa da Florentina, delronle da cocheira, ven-
de-se bom doce de caj' seco muilo claio, e lambem
enfeitamse hcelas para encommendas, asstm romo
lambem vende-sc de calda em barris.
Vende-se una parejo de caitas vasias que ro-
lara de ceblas, e tem (i palmos: na roe do Vigario
n. jQ, larecira andar.
\ ende-sc urna ealeche .-om asaentos para i
pesoas, em bom estado de uso, forrada e pntala da
novo, sem arrei.i; bem como um lindo e rico carro
coup com lodos os seus perlences, novo, do ultimo
Koalo de Caris, por presos muito commodos: para
examinar, na rua do Sol n. 1, e para tratar dos ajus-
tes, na roa da Cruz n. 3, em casa de Amorim tr-
illaos,
\'ende-se o engcntio Morihcquinha, Ircs legoas
dlsunle desta praca, perlenceutc aos herdeiros do li-
nado cnmmeiidadnr Jos Paulino de Alhoquerque
Sarment, avahado pelo competente juizo, na quan-
III de 33:000*000 : qoem o pretender dirija-se a
casado lenenlc-cornnel llarala, na roadaOdcia
i). .
Vende-sc um moleque rrioulo, deidade 11 au-
no-, e nina negriuha de idade IS annos, rom prin
cipio de varias haliilidades ; na ma Dircila 11. I.
Vendem-se 2 lavatorios, I mesa redonda, 1
mesiiiha de i pos, I cadeira de bataneo, 7 cadeiras e
I secretaria, tuda de amarello, e rommoda de
mogno, no largo de S. Pedro, quina da 1 Ja do logo:
para ver e ajustar, na rua do IJueimado n. |.
GOHFSITAIR 39 A
Cutifronlc ao Rosario em Santo Antonio, vctide-
so o seguinte : biscotttos sonidos da torra, franco
zas, inglczes, ede Lisboa cm porcao o avarejo, as
mais lindas laixinhas para presentes, ameinjoas,
confeitos.e pastilbts. ditas peitoracs, fructos da
Europa em couserva e calda, marmelada, doces
seceos da provincia, galeas, dece cm calda, em
latas, de 3 1|2 libras de passas. figos, vinho lino,
charape*, exiroto de absinlho, lindas figuras, runos
para enfeites, finas perfumaras, boinos para rb,
rape e enfeites, chocollales frncezes-, charutos linos
em 1|:2 caixase l|, garanle-se os objectos .-om-
prados neste eslahelerimenlo
Vende-se no caes do Hamos n. i urna escrava
creoula de boa lisura, com boas habilidades, be cu-
zinheira, engommadeira, eostoreira, ludo slu com
|ieileii;.iu ; no mesmo armazem vendem-se saccas de
milho a 39500, azeile de coco em caadas a 3*00.
dito de carropato a |-'H(l.
Vende-se um casal de cscravos, mulatos, muito
mocos, e bonitas figuras, sem .leftilo ilgum : na
rua da AiSampeSo n. 11.
NUTICA.
Vende-se mappas ;randes, e pequeos, agullia,
livros. c mais perlences para quaiquer piloto que
prerise.e ludo se vende barato e emperfeito estado
na rua daPraia armazem 11. 20,a quaiquer hora do
dia.
\ ende-sc um cabriole! deditas rodas, .le nieia
palele, camloas osarmios neeessarios, forrado
e pintado de novo : a tratar na rua Dircila n. 19.
Vcndc-se um eseravo de meia idade, pro-
prio para lodo o stvco : a tratar na rua da f.uia
n. -2 segundo andar.
Na Soledade, rua de Joao Fernandos V ei-
r, n. 15, vende-se urna linda escrava para lodo o
servijo de urna casa, de idade de 20 annor a pas-
soa que pretender, dirija-se a DMSma.
Vendem-se dous cavallosde estribara na rua
da Senzala \ elha n. 112, primeiro andar.
i)a Boh-Vista numero 9,
vendem-se chales de louquim bordados da ludia, di-
tos de merino bordados, ditos de listras e .tilos lisos
seda furia-cores, sarja prela hespanhola, casas fran-
cezas linas, flores francesas linas de todas as quali-
dades, capaila*deflerasbraneaa propriaspara noivas,
llores decaineliae dilasde sipo, chapcos.le seda para
senliora, dilos de palhl do Italia para meninas, len-
cos de cambraia de linbo bordados finos, louc'as de
todas as cores para baplisados, lilas do seda de tudas
as qualidade, lardase estreitas, transas de seda lar-
cas e estrellas, fil prelo de salpicos, chapeos de pa-
itaba para senhora, pulceirasde cornalina montada,
em oaro de le, gaarnioOes proprias para vestidos
astenia de filo hranco bordado de carunde.
. Na loja .lo Jos Antonio Moreira Das, na rua
Novo n. 35, vende-se muilo bom salitre refinado a
StOOO rs. a arroba, chundio de municao de todas as
grossuras, por mines do que em outra quaiquer
parle.
Vende-se na rua larga do Rosario n. :i"i ulica
loja que foi do l.ody lilas de selim lizas com algom.i
avaria, mas muito fortes proprias para amarrar cai-
soes do charutos, assim como para ganbar dinheiro
vende em medulas c varas, vvende-se varas a 20 e
10 e 80 rs., pecas de 10 varas a SO e 120 e i(0 rs..
aisim como se vende na mesma casa multas nnude-
zas e quinquil'iarias, ludo por presos muilo ba-
ratos. >
Vendem-se Ircs (errnos foreiros em Sanio A-
mar. lodos com stecenlos palmos de frente para
estrada nova de l.oiz do llego, e com fundos para o
oesle ale <(> palmos, confrontando pelo norle com o
sitio do Sr. Manoel Pereira l.emos. junio do arlual
hospital inglez, c pelo su I com n sitio do Sr. Joao
do. Sanios Piulo : qoem as pretender dirija-se a
\ cenle A Ivs de Sonsa Carvalho, rua do trapiche
n. 14, primeiro andar.
VENDEM-SE
batatas muito novas a 1-vOO rs. 3 arroba : no arma-
zem do caes da Airandoga n. 3, de Paula Lopes.
Vende-se
Co\ins de linho brancos e de cores.
Ensadasde ferro, ilo Porto.
Fio pon etc.
Panno de linho.
Pomada.
Saboneta franceses linos.
Charutos de San-Felix, de diversas quali-
dade*.
Ardiles.
Salmo nacional.
Na rna do Trapichen. I (i, segundo an-
dar, a tratar com Antonio de A. (ornes.
Vende-se muilo boa banba de porro e alva, a
OO rs. a libra, tanto em perrito como a relalho : na
rua Imperial 11. 53.
CWfipcos de. cus o r.
Superiores chapos de carlor sem pello, chegados
pelo ultimo navio francas.* Olinda de formas ele-
gantes : vendem-se na rua do Crespo n. i, em casa
de J. Falque.
'"'O^L' s se i 11 o ras.
J. falque, rua Crespo i, endc chapos para
senhoras, turmas aiudei uas, a 10-i e 15r rs.
Esjkirtilhos
na rua do Crespo |< i. casa francesa, lia 11111 srande
sortimenlo de esparlithos de diversos lmannos e
qualidadcs, que se>end.>m por menos que em outra
quaiquer parle.
Aoalfrro da Boa-Vila n. 8, defronta da honeca,
bechegado um grande -orlimenl 1 de (odas a qoali-
dades de eeneroi de motilados das melhnrcs qualida-
das, por preco commodo ; por isso convida a lodos
os rrrgoeies que quizerem fa/er sorlimcnlo para pli-
sar a fasta e serrn bem servidos, dirigirem-se a este
Pixe da Suecia.
Alcatrode carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
\ Drogas.
j Algodo lizo para saccas.
Dito enfranjado igual ao da Babia.
E um completo sortimenlo de fazendas proprias
para este mercado : ludo por preco commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
ic (medida vlha) por preco commodo:
no armazem de NovaesA C., na rua da
Madre de Dcot n. l.
zi3S500
Vende-seca Ide Lisboaullimamen tecliegada ,as-
sirncomopoiassadaRussiarerdadiira : na praca
doCorpoSanio o.11.
Vende-se superior linda de algodao branca*
de cores, em novello, para costara : em casa d*
Soulhall M el I ..r & Companhia, rua do Torres n. 38.
TAIXAS PABA ENGENHO.
Ha ftindicao de ferro de D. W. Bowmann na
rus do Brum, passando o ehafariz,^ contins ha-
ver um completo sorlimeplo de taixss r>e ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo a com
promptido: embarcam-se oucarregam-se amacr-
0 sem despeza ao comprador.
SYSTEMA MEDICO DE JIOLLOWAY-
PILULAS HOLLOWAY.
Este inestiraavei especifico, composto in-
tciramcnlcdo hervas medicinaes, uo con-
ten mercurio, nem algunia outra substancia
delectares._ Benigno a mais tonra infancia,
e a cotnplcigao mais delicada, he igualmen-
te promplo e seguro para desarreigar o mal
na compleicao mais robusta ; he inteira-
mente innocotite em suas operacoes eefTei
: pois busca e reniove as doencas de
c quaiquer especie e grao, por mais antigs e
grande estabelecimento, que acharo verdade quanlo tenazes que sejam.
nhMnflnoata5. Entre ...ilhares de pessoas curadas com
permacele, azei.edoce.Vcores, ma s I e ,! ^L0 l'-. Pr^vando em seu uso; con-
tras etc. segurram tecobrar a saudc e forcas, ilepois
de liaver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As inflis siluetas nao devem entregar-se n
desesperagao; facam um competente cnsaio
dosellicazes elTeilos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o beneficio da
saude.
Nilo se perca lempo em lomar este reme-
dio para quaiquer das seguintes enl'crmida-
des:
A CIDA^E DE PARS.
dii
I"
mi : tftircspo rt. 4.
Ilerebeu pelo oltlmos navios viudos do Havre um
rompilo sciliinciitB de roupasfeilasnasmcllio.es
casas de Pars, cousljlindo em casacas, palitos, calcas
e Icdlcies de todas a* qualidades e feilio, c por ma-
nos preto que un oulra quaiquer parle. Matase
saceos para agen, lindas mesase caixinhas para
costura imitauuo x.uao, de diverso lamanhos e pe-
cas, e outros muitos objeclos que so vendem por
commodo preco. P.icos chapos de sol de seda para
honran com Lodos cepos de marlim e madreperola e
ouiros dadiOereule salidadet.
Vendem-se palles do cabra de (oda qualidade
por preco commodo : na rua da Cm/ n. :l, primei-
ro andar.
Em casa de Eduardo II. Wvatt, rna
do Trapiche-Novo 11. IS, ha
para vender:
rasa ingleza
.Martin.
17, dos
A verdadeira
tabrieajites Da'. >\
Tintas em oleo.
Cabos da Bussia.
Vinho Clierrv superior em barris.
Agurdente .!( Franca dito.
Ei ui.lase conservas inglezas.
Papel lino para carias.
I.tvros paracopiai ditas.
Ditas de lemlnanca.
Ditas em hranco surtidos.
Papel para copiar ca las.
"l*'. 5T>, ~> <.<. ./-. i- ,> .-. .-. <
;;.;.-.-.:.,.-:".--....-;.-:..-:..-.- ;.-..:...
-.,.' Km casa de Eduardo II. YVyatl, Q
:.'y rua do Trapiche-Novon. 18, ha '.',-
:,'i nara vender, chegado no ulti- i'j
v5 mo navio de Londres : -"':
}' pianos forles e elegantes de fa- -;.'
'.;* bricante a (amado, com seus
f tenres seguintes.
fg iearteiras para msica.
@ 2 duzias de estantes para dita.
; 1 i cadeiras para piano
Mar mellada.
Kua do Queimado n. 35.
Lilas com fructasein conseiva nnvameite chega-
dai le Liabas a 800 rs., e com marmelada lina a (ilt
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem muilo baratas : no ar-
mazem de Antonio Aunes Jacoine Pires defrontc da
poita da alfandega.
a IgQ ris o co-
vado,
Hiscado escuro de qoa.lrinhos, proprio para ca-
misas a vestidos de prelas, vende-se na rua do
Graspo, loja da esquina, que volla para a rua da Ca-
deia.
VI.NAC-KK KM HARUIS".
Superior a marca PRK c Kalcao & Socios, adia-
se a venda no armazem do Valenca, rua de Vinil-
lo n. 13.
PAISA ACABAR.
Na rna Nova, loja ranceza n. 8,confron-
te a Gamboa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ullima
moda e qualidade, com um leve loque de mofo, pelo
bar.ilmima prejo de IOS cada om.
CAISKIOLET.
\ ende-sc nm ptimo cabnolel; para ver na co-
cheira do Sr. major Silveira, na rna da Cadeia de
Sanio Antonio ; e para tratar 11a rua do Oueimado
oj de miodezasda llua lama n. 3.1.
Superior cal de
Lshoa.
Vcndc-se superior cal de Lisboa
armazemdeNovaesdi C, rua da Md
de Deosn. 12, por preco commodo.
(.elogios
"bertose descolo ros, pequenose grandes, deouro
prala, patente ingles, para bomem e senhora, de
um oos melliores labricanlcs de Liverpool, vnoos
pelo ultimo paquete inglez: em casa de Soulhall
Helloroi Companhia, rua do Torres n. 38.
x elogios de patente
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a pr eco razoavel,em casa de
AugustoC. de Abren, na rita da Cadeia
do Keci'e, arma/.em 11. .16.
Na ruado trapiche u. 11, escriptorio de Ma-
nuel Alves Gaerra, vende-se por commodo preco o
secuinlc : superior vinho do Porlo em barris de
oilavo,Chapeas de feltio, esaLaoamarello faluicado
110 Hio de Janeiro.
I.M VESTIDO POR 38000.
Piovo e completo sortimenlo de c.irtes de vestido
de chita de dillerentespadriies, cores fizas, pelo rli-
11111111I11 preco da 3 cada corle :.. loja de 1 portas,
na rua .0 Oueimado 11. 10.
DEPOSITO DA FABRICA
industria" Periiaiubucaua.
RA DO CRfSPO N. !).
A fabrica de salino e velas de carnauba, es-
Labelecida na rua dollrtim, tem estabele-
Accidentcs epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias mal Je).
Aslbma.
Clicas.
Convulsoes.
Ih'lii lid.nli- 011 exte-
na flbil WaTIc ou falta de
forras
Febrcs intermitientes
Febrelo da especie.
Cotia.
Ileinorrhoidas.
Mydropisia.
Ictericia.
ndigos tOes.
Infla mmacOos.
Irrcgu la ri da des dr
menslriiaq'io.
Combrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
.Manchas n.. culis.
ObstruccSo do ventre.
Phtisica ou consump-
(;."io pulmonar.
lii'tcnco de ourina.
Kheuiualismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.1
para quai-
quer cousa.
Desinteria.
Oorde garganta.
~ de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Cnl'ermidades no ven-
tre.
Eufermidadcs 110 liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
lerysipcla.
Pebres biliosas.
Vendem-se estas pillas no estabelecimen-
to geral de Londres n" 21*. aSlrand, o na
loja de todos os boticarios, droguistas c ou-
U as pessoas cncarregadas de sua venda em
loda a America do Sul, llavatia ellesp&nha.
Vendem se as bocctitibas 800 rs. Cad
nma dellas conten urna inslrucco em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
tas pilulas.
O deposito geral he cm casa do Sr. Soum
pliarmaccuticu, na rua da Cruz n. 22, cm
Pernambuco.
SAO' MUITO LINDOS.
Iticos cortes de vestidos de fay.enda muito
lina, toda de seda e de um gosto muilo apu-
rado, chegados pelo ultimo vapor viudo da
Europa, muito proprios para as senhoras de
bom goslo, assim como chitas francezas
muilo linas matizadas com lili las cores
lo-se amostras na rua do Queimado 11 22
na loja da boa le delronte da da boa lama.
PAItA QUEM TEM BOM COSTO.
N'a rua do (.inclinado 11. 22, loja da boa fe,
ha um completo sortimenlo do grosdenapo-
Ic de seda de lindas cores; aprovt tem antes
que se acabem, que a lesta esla cim nosco,
asstm como cliapetis do Chile muito linos,
que se vendem por menos que em oulra
parte.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundirlo da Aurora em Santo Amaro, e
lambem 110 DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
sempre ura grande surtimentu de taixas, tanto de
fabrica nacional como cslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; a em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
jar canoas ou carros, livres de despezas. Os
porcos sao os mais com modos.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em taixas de 2 (limas e em barra de ilavo, re-
Canlemenle cuegadopelo brigue ..Trovadom; vnde-
se nicamente no arina/em de Barroca & Castro, na
rua da C.deia do Kecife 11. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
\r
Elegantes pianos do afamado fabrican-
'Iraumann de Hamburgo.
Lm casa de Rabe Sclimettau i C,
ia da Cadeia n. 37, vende-se:
Vidros para espellio.
^ lobo do Hheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para tvpoginpliia.
1 ndo por preco commodo.
s A ttencao !
Na rua do Trapiche n. ."i, ha 2
periti rapPrioceza do Brasil, S
8$ chegado recentemenle do Rio de ej?
?S Janeiro, em qualidade pouco dil- @
* rere do de Lisboa, ao passo que fi
:i5 costa apenas I siOO a libra ; a elle
g antes que acabe, pois a remeua @
igt he pequea. aj
IECHARISIO PARA EB
no.
XA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. WA
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA
FARIZ,
ha sempre um grande sormenlo do segnintes ob
jacios de mechaniimos proprioa para ankenhos a M
bar : moendas e malas moendas da maia modern
conslruccao ; taixas de ferro fundido e balido d
uperior qualidade e de lodosos lamanhos ; roda
dentadas para agua on a nimaes, de todas as prooor
c,e; crivos c buceas de fornalhae registros de ho
uro, aguilhOes.bronzes.parafusos ecavilhdes.moi
dios de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICAO.
leexeculamtodasasencommeodaseom a superior
ridadejaconhecidaecomadevidaprestezae eom-
mo.li.lade em preco.
NavaJhas a contento.
Conlinua-se a vender a8JO00 o par(precofuo) e
j beinconhecidaniavaIhadebarba,feilaspelo h-
bil labncanle qne ha sido premiadoem diversa e>-
posiroes: vendem-se com cndilo de nao acra
dando poder ocomprador devolve-lat al 30 dia<
dcpoisdacompra,restiluindo-seaimDortaiicl:em
casadeAu8usloC.de Abreu, na ras da Cadeia do
Kecife n. 3(>.
POTASSA E CAL T1RGEI.
No amigo ej bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior polassa da Russia, dila do To
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos mu i 10 favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores satisfeitos.
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito desle jarope pira a lo
tica da Jos da Cruz Sanios, na roa Nova 11. 5:1'
aarrafas 5;00, e meias 3J000, sendo falso led
aquelle que nao for vendido nesle deposito, p.I
qoe se faz o prsenle aviso."
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
Pira curade phlysica ero lodosossensdillerrn
essraos. que r motivada por constipa, es, lo-e
asllima.pleoriz.escarros desangue, ddr de co
lados e peito, palpilaco no coraran, coqueluche
bronchile, dorna garsanla, e lodas asmoleslia
dosorgos pulmonares.
Lo vas de varias qualidades
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
cores, bordadas e com bolotas a 21 o para
ditas sem ser bordadas brancas e amarellas
para homens e senhoras a 1. 1J200 e 19500,
ditas de lio da Escocia i.raneas e de cores,
para lu mcus e senhoras a 300, illO, 500 e
609, ditas brancas e de cores, d algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e oulra
qualidades mais que se vende na rna do
Uueimado na bem conhecida loja de miude
us da boa fama n. 33.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
bo de inarfim de boa qualidade a 10?, ditas,
ditos de cabo de balanco moito Gnas a 6/,
ditas dilos cabo roli^o e oilavado a 38, du-
zias do collieros de metal principa a 33 e 6>:
ditas de metal mais ordinario a 800 e 1940",
e outras muitas cousas que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conhecida loja
de iniudezas da boa lama n. 33.
Moms de todos as quali=
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda pre
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
c.i de 2/500,ditasde laia para padres a 800,
ditas de lio de Escocia pintadas para bomem
pelo baratissimo preco de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para homem a 200, 240 }c
280 rs., ditas pintadas c brancas para meni-
nos a 2t0 e 300 rs., ditas brancas, linas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 30 e 400 rs., ditas pretas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na rus do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
LEQDES FIIOS.
5\endem-se lequcs muito finos com ricas
pinturas, cspelhoe plumas a 2/, 3?500e 4/:
na rua do Queimado loja de iniudezas da
boa lama n. 33.
r.d.0W 1c5mB1nnV"a d0,CresP "'' P"-;consiruccoverheaVcom'tdo o melh ora ment.
As velas
I Hamburgo: na ru da Cadeia armazem n. 8.
VIM10 1)0 PORTO GENUINO.
\ cude-se opliuio vinho do l'orlo em barris d*
quarlo c oilavo, por preco lazoavel: na ruada Ca-
deia do Kecife u. 13, escriptorio de Hallar & Oli-
veua.
Ni rua da Cadeia defronle da Helaran, Liber-
na n. jn ha das melhores bichas bamburg'uezas para
vender, a relalho e em'porcao, e lambem se alagan -
VENDE-SE
(irava
de patente, prava d'agua, pata
; cirro,
nho do Rln-no de qualidades espe-
ciucsJobannisberg e Muicolnunner.
No u:nii/.em deG. J. Astlev A C
ni i eios
per-


'.'oniniodidado aos cmisumidores.
manufacturadas nesta fabrica, olferecem as
vanlagcns seuiiu.:-: sao leilas com a car-
nauba simples purificada pelo mcio do va-
por, s3o ino.ioras e bellas na apnarencia,
queimam com igualdede e nao esboiram,
uiio lazcni murrSo e do mais luz dfena- cla-
ra doqueas velas slcarinasoii dequalquer
composicao, c que se vendem no mercado.
Iabiicam-sede6, de 7 o do 10 cm libra, ven-
deudo-se cm caixa que contera 198, 2J4 ou
3i0 velas cada tuna pelo pre^o de 15/.
O sabilo he blanco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deisa na roupa he ayrada-
vcl; rivalisa com o melhor sabo hespanhol
e he superior ao salino americano, que se I r
vende no mercado a 210 rs. a libra. *J- iiel) Vcndc-se igualmente em caisas de arroba v*"dein :
c a prego de i0 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconlicccr.'io
por experiencia a veracidade do que sean-1
iiunea.
. kiii!.
l.-ld rica fa/enda ele ( palmos de largura he inlei-
r.imenle nov:. em Pernambuco ; fabricada no celeste
imperio, decuja capital lira o noine. be deunspa-
drneslindissimose anda nao vistos al agora : ven-
de-se petoharalissimo nreco de 2a60Qa covado : na
rna do Queimado n. 7, loja .la estrella.
Aioilio d ; vento
com bombas derepuiopara reca borlas abal-
la de capim : na fundirn de D. W. dowman.
na rua do Brum us. 6, 8 e 10.
^0%nrt>tp0 t'Mgti*.
Lanas da Russia.
dem inglezas.
Hi'in/.io.
Iti ins da Russia.
Vinho do Hadeira.
Algodao para saceos deassucar
Algodftoziiili.i da Baha
para saceos de assuca : vende-se em ca-
sa de N. t. Bieber & C, ma da Cruz
n. i.
Em cala de Rabe Sclimcltan &
rua da Cadeia n. 7, vende-se :
No da 8 do crreme fugio do engenho Lava
gem da fregoena de Pao d'Allio, om escrava tardo
d nome Chrislovao, que reprsenla ier io annos'
pooco mais ou menos, com os sigoaei seguale '
bano, bem felo de corpo e de oes, com barba nor
debaiio do queito, cabellos crespo, puc eeradu
olhos pelos, com lodos os denles da fenle, pronan-
cia algunas palas,ras que pareeem de negro de An-
gola : qoem o apprebendcr conduza-n a rua da Goia
ii. 64, segundo andar, ou ao referido engeaho Lv.
gem, que ser* geuerosameole recompensado.
Fugio honiem as 7 horas,um eseravo mula-
to de nome Tbomaz, alto, reforjado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nollas marcas
de cicratizes as caue'.las, falla coto milita manci-
do, levou vestido camisa da, panno azul groen
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos, abena na frente em forma do palito : este es.
cravo he natural da Parahiba e loi eseravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por beranca de seu so-
gro Jos Joaquim de Souza daquella cidade.e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario de
Alhandra Vasconccllos Junior,morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar desla provincia ;
quera o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Amonio Teixeirs Guimaraes, que ser generosa-
mente gratificado.
100*000
DE GRATIFICACAO'.
Auseniou-se em 28 de agosto deste crreme
auno da casa de seu Sr. Francisco Mauricio de
Malta Hibciro, morador em Bom Jardim, comarca
ilo Limaeiro, o eseravo crioulo de nome Fernando,
bem moco, representa ler 25 annos, com os seguin-
les signacs: altura regular, cabellos torcidos bem
pesados no casco, cor prela, olhos vivos, beicos
groeos, com falla de um denle na parle superior,
barba imperial,corpo rcforcado.nsdegar empinadas,
em pequeo foi alguma cousa surrado eltalvez
inosirc alguns vestigios, tem os pese dedos curto
porm largos, he bem fallante, e cortez. Tem-se
ib'-, onlianrn ler procurado para o engenho .lar-
:dim, comarca da cidadede ('lOianna.ondo o mesmo
eseravo tem seu pai, assim como tambera aparece
leve noticia que fora vislo nesla capital : roga-se
por tanloas autoridades policiaes e capites de cam-
po de o capturaren! e mandarem a casa, do supra-
ditu senhor, que alm da paga a cima"iencionada
sei generosa mente gratificado.
c,
PEBV: TYP OB 11. K. DB FARI* 185b


Full Text
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